Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:11498


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Full Text




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ANNO XL1V. NUMERO 40.
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PAK.4 CAPlTAJt LlKtBBa MB C I* A O 1-4JA rOK,
. ir*, mi aflautadas..............-.....ff ^m
Per eei* Por nm ai Me......... ;.......a4d0(K)
Cada iiaere aulae ,.' ,.......... "j
JEB^A FEIRA 18 DE FEVEREIRO DE 1868.
M** KWTBO B POB1 DA PBevilKClA.
rV trea aez*s atontada*-]. -r ,. .. ,. f.- ., ,-, :. v g^rj*
Par seis diloa idem .......... ufinh
pr mt. dit de... .........; ;; ;; ;; ;; ;; ;; ;; ;;;; ;; jjJSo
Par na aua idas K............................>m 17*009
88a(BD8. 8112 Pit1P&l4ltaM.
ENCARREGAD03 DA SUBSCRIPgAO.
Parabyba, o Sr. Antonio Alexandnoo de Lima;
Natal, o Sr. Antonio Marques da Silva; Aracaty,
o Sr. A. de Limos Braga ; toar, o Sr. Joaquim
Jos de Oliverra; Para, os Srs. Gerardo Adiodo
Aires & Pteos; Amazonas, o Sr. Jeronymo da
Costa; Alagaas, o Sr. Prao-lsco Tavares da Costa ;
Babia, oSr. Jos Martior Aives; Rio da Janeiro,
Sr. Jos Itiaoiro Gas,ario!;:.
o, a n,!ARIIDA D0S ESTAFETAS.
Oifnda, Cabo. Eseada e estacea da ria frrea at
Agua Prela, lodos os dias.
Iguarass s Goyanna as segundas e sextas fslras
Santo Antio, Grvala Bezerros, Boofto, Caruar,
Altlnbo, Garanhuo?, Bique, S. Benio, Bom Con-
seibo. Aguas Bellas Taearaf, as tercas felrras,
Pao d Albo, Nazaretb, Llmoeiro, Breio, Pesqoeira.
Iogazeira, Flores, Villa Bella, Cabrot, Boa-Vis
ta, Murlcury, Salgueirc e Ex, as coartes feiras
SerlcVem, Rio Formoso, Tamaodar, Una Barra-
ros, AgDa Preta e Pimenielras, oas quintes feiras.
AUDIENCIAS DOSfBiBUNAES DA CAPITAL
Trlbuoal do coromercio: segundas e quintas.
Relacio: tercas e sabhados as 10 horas.
Pazenda : quintas is 10 boras.
Juno do commerclo: segundas as 11 boras.
Dito de orphaos: tercas e sextas s 10 boras.
Prtaera Tara do civel: tercas a sexta* ao malo
dia.
Secunda rara do civel : qaartas eaabbadea a
i ora da tarde.
EPHBUBRIDES DO MEZ DE FEVEREIRO
1 Quarto crese. as 3 b.. 53 m. e 26 s. da t.
8 La cbaia as 6 h., 42 m. e 56 .. da m.
5 Quarto nicg. as 6 h., 24 m. e 13 da m.
23 Loa nova as 1 i b., 28 m. e 1 s. da m.
2~
DAS DA SEMANA.
17 Seg. S. Polyeronfo b. S. S<>cnndiaDO m.
18. Tere. 8. Simeao b. m. S. Prepedigna v.
19 Qoart. S. C nrado f, S. Gabino b.
20 Qoint. Ss. Elenterio e Nilo bb.
21 Sext. S. Maxirotaoob S Angela de Mericia T. f.
2! Sab 8 Margarida de Cortona f.
23 Dum. (Carnaval) S. Margarid de Cordova.
PREAatAR t>' HOJE.
Primeira as 10 oras e fii m. da maw;i
Segunda as 11 boras 18 minutos da tersa.
PARTIDA DOS VAPORES COsTflBOt.
Para o snl at Alabas a 14 a 30; para aorta
at a Granja a 15 a 30 de cada mez; para Fas*
nndo nos dias 14 dos mezes Janeiro, marco, i
jaibo, setembro a novembro.
DIARIO DE PERNAMBdCO
tentar com Roma italiana, sendo considerada como
capital de honra, nio se devendo persistir absoluta
e radicalmente aro fazer daqueila cidade capital el-
lectiva do reino.
As deuonstrardes feltas em aples a' checa
da L"xfl. ni STST& "i'""6 *"* *i0 +-BS pe, ira-
i fle 30 e 31 de U- prensa franceza. nao orno um aelo pontanao do
povo, mas como um
No domingo ponte ct-erou de L verpool a Lis-
loa o vapor mglex Chrysolik. comrounieaado
com a trra hontem
nmeros de jornaes
Beiroe de fevereiro.
Do Jornal do Ctmmrrcio cnpiamcs o segoin-
te resumo das noticias da Europa :
As cartas-de Florera faliam dos esforeos que
se empregamem alguns pontos do antigo reino de
aples a favor rh> ex-rei Francisco II.
A reacio borbnica, impotente at agora, pa-
rece querer lomar corpa, soppondp-se. que estas
circnmslancias sao filbas de agitaco produzida
pelos ltimos aconleclmentis, e pelo apo:o que
aquella partido enrontra em Roma ; o qoe tem
despertado o zelo dos poneos partidarios da dynas-
tia cabida, que em todas pocas se team mostrada
desanimados.
c Todavia estes manejos n3o teem deixado de
agitar a opinlo publica em Florenca ; mas all o
foverno acompanba da parto as manifestaedes, a
procura obstar por malo de enrgicas demonstra-
i;6e?, qoaesquer movimeotos qoe se possam tentar
no paiz contra a autondade italiana.
Segundo a correspondencia de Vienna, o pro-
jeeto de regulum-nio administrativo a jadlciarlo
que a Porta Otlomana se propQe eslabaiecer na
liba de Caodia pode iesomlr-te ao seguinte :
< A Iba de Caodia sera' de futuro dividida em
cinco departamentos, a Canea, a Sphakla, Rethy-
roia. Canda e'Lassilba, e em vinta distrletos, sen-
do osles divididos em rommonas.
Os governadores on sob governadores, ebria*
tao no torcos, serio nomeados pela Porte.
t Um govern-dor geral administrara', coro o
concursa de nm con-etbo e dous couselbeiros, um
ebristo a ootro mabometaoo. O governo geral le-
ra' a soa sede em Candia.
t Todo o govercador ebristao tera' um adjuoc-
ts mahometano, e reciprocamente.
< O conselho, alm de doos conselbelros, ha de
compor-se de fuoccioorios designados, de metro-
politanos a de seis membros eleaos, sendo tres
ebristos a tres mahometanos.
Nenboma medida administrativa se podera'
applicar sern a approvagao do conselhc. O exame
do cooselbo ba de exercer-se tambem em materia
da Impostes, cobranzas, orcamento geral, leUgios
para as delimitarles terrltoriaes, assim como dif-
ficoldades que se snscitem a proposito das elei(5es
mooieipaes.
O conseibo lem direilo de censura a respeito
do governador geral al erios limites.
< Conselbos anlogos serio estabelecios junto
de cada um des governadores, coro a differenca de
que em cada um dos czntoes exclusivamente ha-
bitados pelos ebristos, o conselho nao sera' com-
posto sanio de ebristos e reciprocamente.
As fonccCes dos membros destes diversos con-
selbos serao puramente honorias.
t As eleicSes sero feitas segundo os diversos
gros.pelos collegios eomposios dos andaos.
Sao estas as bases do oitimo accordo proposto
*>u apreseoado pela Por la. Resta saber a maneira
porque esta nova organtsacSo considerada pelos
insurgentes, que por mnito lempo teem lutado con-
tra as forras otlomanas.
O territorio de Aia-k^na, America septentrio-
nal, que a Rossia acaba da ceder aos Estados-Uoi-
dos, fol, segundo se diz, tbeatro- de um conflicto
entre a antorldade federal eos indgenas.
< Alguns de.-tes ltimos, sesondo se l de nm
despacho da S. Francisco, publicado no Mensagn-
ro Franco Americano, algons indgenas aproxima-
ran) se, durante a noile, com fogo, de um armazem
da plvora.
c Dispararan] contra elles, e nm dos indios flcou
farido. Pedio se depjis nma indemnisaco, a qoal
fui recusada.
< Eolio os ebefes deste grupo levantarais na ci-
dade a bandaira logleza.
O general Davis fez-lhes constar que, se a
bandeira nao fosse immediaiamecte sobMituida pe-
la dos Estados Unidos, faria bombardear a cidade.
Em preseoca desia intimado peremploria, os In-
dios exertitaram a ordero, mas segando tod.s as
opinioes, dissiraolam o sen descontentamente, re-
cejando se que de um momento para o oulro re-
benie no paiz nma grande revolucao.
t Os despachos lelegrapbicos aecrescenlam que,
segundo as Moas russas, mu ios mil bares de cida-
daos teem abandonado o paiz.
< As carias escripias de Bochares! fazera man-
cho dos preparativos militares que se fazem actual-
mente n' aquelle paiz e qoe delxam prever urna in-
surreigo entre os blgaros. Acoroisso russo-bul-
gara, que est em exercicio em Bochares!, e procede
com a maior franqueza desenvolvendo nma grande
activfdade, promove a sublevaro, secundada pelas
commissoes que exlstem em toda parte.
Soppde se que ainsnrreica >. em presenca do
auxilio que Iba presta a Rossia pode recentar aulas
da primavera. Consta que a comm.sao tem pro-
curado obter urna grande quanlidade de armas e
de muoicoes, fatendo-ss depozar as principaes
cidades marginaos do Danubio, como sao; 1-mail,
Galacz Braila,Ganrgevo, Kalafat, a Turne-Severlm.
Diz-se qoe os Instructores a ebefos militares so es-
peran) a crdem para se dirigirem aos seos postes.
Se este verdada, poda dizer se qoe o terreno
esta' preparado, devends receiar-se que o'plano
chegue de nm momento para o ootro execolar-se.
O recelo de urna soblevajo naqoelle paiz prenda
geralmente a attencao. attendendo-se a que um
movimenlo qualquer, seja qoal fr o senlldo, pode
oe um momento para o outro formar graves eom-
pltcagoes, servlndo de fundamento para se agitar
desde ja' a novamente a questo do oriente, qoa
tamo aterra as opiniSes pelos resultados dalla, ou
fle urna lucta armada, a proposUodamesma.se
podem produiir.
Escrevem de Varsovia ao jornal moseovila
Czar qoe proximameote se deve pdr em marcha
para a Polonia um exereite russo eoroposlo de du-
lentos mil bomens
c Diz-se que o priaeipal movimenlo destes tro-
pas deve ter logar na primavera prxima, avan-
zando por seccSes separadas, sendo a maior parta
divididas nos governps deLutiln. Radon a Kielze,
onde se tem ja' tomado as disposi(5es necessarias
para se formar o campo de manobras.
c Assegorou se em 1831, por occasio da insur-
reicioda Polonia, que seria a vanguarda da Russia
que se bavia do voltar contra ella. Na aetualida-
de a Polonia este' esmagada, e a pooU da espada
rosea poso iivreaaeal* tocar em alguns pontos da
Europa.
< A queslJo do oriente, que n3e esta' livre das
grandes influencias, nm assomplo, aque parte da
imprensa preste serte alienco. O poder molso
roano poda manter-se por mnio tempo ioiacto, mas
f^cto que se agitam as opinioes a respeito delle,
como facto tambem que o imperio do oriente nao
tem a forca necessaria para remover as dlfflcnlda-
des. O tempo ba de mostrar lodo.
< Pooco Interesse merecer os iornaes ebegados
esta noite.
Dizem os telegrammas de Floren?a que o ge-
neral Lamarmora dirigir receotemente aos seus
eiaitores orna carta em que, fazendo jnslica aos
actos pratteados pela Prussia, manifesta a mais vi-
"'W Pel familia real de Berln, mas por
ilSaSe'a0 SlJlF"* do W08elno lembr ""
^Tn W iil" 1Q"o romana para ga-
Sir- t0davla se renunciar ao eumjri-
aaMayar qae, na sua opiniao, a Italia aa pola wa>
. accordo estabelecido entre o
fonccionalsmo administrativo. E.>las ideas dso
logar a que os jornaes fallem a respeito da sita
cao do reine de aples, qoe na aciualidade, i
queslSo que mais preoecupa os animo?.
Vemos, segnndo a aoalyse de nma folha de
Paris, que os doos partido?, republicanos e legili-
misia, estao alli em presenfa uro do outro e neslas
circuroslancias, e em preserva das boslllidades que
entre elles sa manilesUro, hostilidades que se es-
tendem at ao partido iialiano, nao se jolga exlra-
ordlnario, que da nm momento para o outro pessa
baver algoma tentativa da sobievacio. No entre-
tanto, faeilmente\e comprebeode, qoe esta even
toaiidade esia' multo dependente das fluduai,'58s
da poltica esterna-. T
a Diz-se, porro, que o partido legitimisla nada
procurara aprehender, esperando qoe a Italia
perca o apolo da Franca, loto qoe aquella poteocia
terjha concluido orna allianca com a Prussia. Isio
pelo qua respaila aos partidlos do aaligo rat ;
no que loca aos republicanos, estes, se a paz con-
tinuar a manler-ss na Europa, parecen) disposlos a
emp-ehender a iota contra a realeza, devendo, se-
gundo se diz, escolber tambem o reino de aples
para iheairo das suas tentativas.
i Em teda o caso, preparara se serios acontec-
mentes, a a agiaco que reina naquella parte do
pas, particularmente do lado das fronteiras roma-
nas, devida aos preparaiivos qne se tem ja' ulti-
mada.)
Kis os ultimes telegrammas :
Florenca 26.-0 re asstgnou m decreto au-
lorisando o ministro dos negocies ettrangelros a
snbmelier ao parlamento a convenci postal con-
cluida entre a llalla a a Hjlianda.
c Todas as commis-oes da cmara se declararam
ero favor do projeclo de le, relativo ao ex rcicio
provisorio al o fim de fevereiro. O Sr. Martinelli
foi nomeado relator.
A Opinin? confirma a noticia de baver o minis-
terio bespanbol dado esplicaeSes, que attennam a
impres>2o prodnzida pelo discorso da cora.
Diz a Crreipoudencia Italiana qua a versao
dada pelos filhos da Colonia a respeito do discorso
do re d) Prussia, ac-s depoUdos calholicos, in-
exacta. O mesmo jornal moslra qua a eventuallda-
de de urna app oxlmacio da Franca com a Prussia
um faci i que a llalla nao se pode regostjar.
Vienna 26. O jornal offlcial publica nma or-
denaoca do ministro do Interior, informando as
autoridades da Calima e da Bakovina de que as
clausulas da lei fondamental de 21 da dezembro,
que resirlogem para os israelitas a facoldada de
adquirir bens immovels, Hcam derogadas.
Diz-se de Roma, em dala de 25, ao Debatt de
Vienna, que o papa prepara orna allocueao relativa
a concordata ansirlara.
Munich 27. A segunda cmara acaba de adhe-
ir a ultima deciso da cmara dos deputados, re-
lativamente a' legislaco sobre a industria e reor-
ganisacao militar. Ha, poU, actualmente pwfeito
accordo entre as duas cmaras a respeito dessas
Vtenna 26. A mala de Levante iraz noticias de
Alhenas de 18 de Janeiro. Annunciam se nanitas
rrudancas no pessoal dos altos fonc'clonarios. As
segurase qua os Sri. Camondoros e Bolgarls se
propem combater o governo naeamara. OSr.
Jean Delyanni, irntSo do ministro, seria desigaado
para o cargo de embaixadjr da Grecia em Cons-
tantlnopla.
i As noticias desta cidade sao de 18. Fu a4 Pa-
cha retirou a sua demisso. Corre o boato da for-
macao de um corpo de exercito de obiervacao, o
qoal .era encarregado de vigiar as fronteiras da
Grecia, de Montenegro, da Herzegovina e da Ser-
via. Este eorpo manobrara' sobre as ordens de
Omer-Pacb.
Clemouih 26. O vapor Domo, viudo das indUs
occidentaes, acaba de chegar, sabindo de S. Tbo-
maz em 13 de Janeiro. Nessa data tinbam cessado
de iodo os tremores de ierra.
Yokohama 23 de novembro. A Delicia em qua se
annunclava que o taicoun resignara as suas fonc-
coes, em presenca da opposlco dos que e cerca-
varo, na execucao dos iratados cora es governos
eslrangeiros, causn prande commojo; o com-
merclo v nesla demisse um motivo de receio.
Nada occorreu em Lisboa, depois da sabida
do vapor francs.
No dia i do crreme sabio a' los o primeiro
numero do jornal America.
Tenentet Joaquim Silvi rio de Aievedo Pimaa
le, Jo-e Francisco Correa de Araor, Porrio Hy-
gino da Cosa a Joo Deoclecio da Silva Paula.
Ai [eres Fabrlciano Napoleo do Reg Barros, He
hodoro Avelloo de Souia Honlelro, Felicissimo de
Azevedo Helio, Antonia Machado Revoredo, Fran-
cisco de cerqueira Cavaleanle, Lydio Gomes Porto
e Jos Igoicio RibeiroRoma.
Sargento-ajudante J^s Loiz Nery da Silva, dito
qoartel mestre Flix AnDnlo de Alcntara; pri-
meiros sargentos Joo da Panla Rosa Lessa, J.s
Francisco de Barros Lessa, Joo Rodrigues de Son-
za, Antonio Jos Henriqoes de Vasconeello* a An-
tonio Floriano de Mello; segundos sargentos Wen-
ceslao da Silva Ribeiro Campos e Syrapbronio
Oiymplo dos Santos ; primeiros cadetes Manoel Ig-
nacio de Albnqperqne Maranho Lacerda e Manoel
Ellas Tbemudo Lessa ; segundo dito Antonio Deo-
cleiij Goozaga.
Foi nomeado ajodaote do procurador fiscal
da tbesooraria provincial na comarca do Lmioeiro
o Sr. Dr. Amonio Maitins da Conba Souto-
maior.
Por ter sido competentemente julgado inca-
paz do servico aelive, fei transferido para a reser-
va o Sr. leneote do batalho n. 21 da guarda na-
cional do municipio do L'moelro Agostinbo Correa
de Mello.
O referido lente L-i aggregado ao batalbao n.
il de reserva.
Os impostes provineiaes enja cobranca a boc-
ea do cofre termina sabbado, slo os segointes :
Qoatro por cento sobre os estabelecimenles eom-
merelaes fra da cidade, prensas de algodio, ty-
pographias, coobeiras, boieqojns, botis, casas de
paste, eavallaricas a fabricas;
Cinco por cento pela venda de capim de
planta;
Olla por cento sobro consultorios mdicos ci-
rorgicos, cartorios e escriptorios;
Vinte por cento sobre estabelecimentos de cena-
ra ere 10 em gresfo e a retamo, armazens da reco-
Iher, de depsitos- a trapiches ;
Vinte por cenlo do coasome de agurdente ;
Mil ris por tontada de alvarengas e candis
abertas;
Cinco mil rts per escrava ganbador, e por bote,
savelro ou balielra;
Cinco mil ris por cavallo de sella particular :
Dez mil ris por cavallo de aloguel;
Trinia mil ris por escravo empregado em sorvi
(o de alvareoga ;
Trlnta mil ris por easa de bilbar;
Ciocoenta mil ris por easa de modas ;
Cem mil ris por easa em qne venderse roupa,
sellias e obras de mercenaria estraogefras ;
Cem mil ris por casa de compra e venda de es-
cravo s ;
Cem mil ris por cada corrector commer-
eial ;
Cem mil ris por cada agente de leudes;
Dozentos mil rli por easa de eambio ;
Qaairocentos mil ris por casa de operarles
banearias com emissao e sem privilegios, compa-
nbias anooymas e agencias ;
Um como de ris por casa de operaeSes banea-
rias com emissao a privilegios;
Imposto sobre carros, carrocas e mnibus ;
Imposto addicional.
Do Jornal da Baha transcrevemos o seguin-
te clenlo do pagamento de 15 por cento em onro
sobre os direitos de importadlo r
Passageiros do vapor Ptripama, entrados do peame, Joaquim Francisco deUlivelra: anneltedi.
nol}*.. lajustifa. vv
v. L'berallna A. L'raa, D. Joanaa Augusta Cas- passaum.
i /*''" Dr- Tnsie de Aleonar Araripe, om Do Sr. desembargador Guerra ao Sr. desembar-
criido e nm escravo, Dr. Francisco Carlos IJrau- Kdor Almeida Albuquerque.AppelU?5es ci-
dao e sen eriado, Jjaquira Jj- de sant'Anna, An- *eis : appellame, Edu -irgem por sen curador; ap-
lomo (jjmes da Silva, J ,i0 Carilo de Lima, Jos pellado, Jos de Mallos Rangel. Appallaatv, ba-
Uomingos dOliveira, S'lvestre Gilbrax, Raymundo ] charel Galdioo Ferreira Gomes e oulros; appella-
rgel Vleme, Joao Girgel Valente, Vicente Ita- do, Antonio Goncalves da Silva.
Iiano e seo niho, Jeaj Teodor, Felicio Loiz dos
Santos, Angosto de Castro Pagels, Joaquim Pilo
Ao Sr. desembargador Lourenco Santiago.Ap-
pellaeoes civels: appellame, Franei-co Solano da
meD0 M"-n,do, Joo Soarfs de Maredo, Eneas da Cruz R berro; appellado. Godofredo Heorique do
Silva Caldas, seo criado e om escravo. J> Mar-
colino Bessa, Nicole Fexm, Paschcal Veltre, Jo-
s Manoel P. Pacheco, Amonio S.tinno Tavares e
um escravo, Joaqnim Rodrigues da Silva, Jjaquim
Tneotonio Birbalh", Salostiano Gomes da SHveira.
Bernardo Noral, Candido Luiz das Naves Cunha,
elippade Carvalho Estrella, Dr. Caetano Alves
de Souza Pilgueiras, Dr. Jjo Rodrigues Chaves a
doos criados, om escravo entregar.
t~- Pssageiros do vapor americano Merremaek,
vnoos dos portos do norte *
William Likam
Sabidos ns mesmo vapor.
Newell W. Browo e su* senhora.
M
P3
>
O
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o
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4 I -
Masculino. ] *
_______f g
M
Miranda. Appellanle, Maooel Igoacio da Silva
Ten-ira; appellado. Antonio Pereira de Farias.
Do Sr. desembargador Assis ao Sr. desembarga-
dor Guerra.Appellacio civel: appellante, Joio
Salvador da Cruz; appellado, Domingos Francisco
da Costa Roneo.
Do Sr. desembargador Souza Lelo ao Sr. desem-
b-rgador SantiagoAppellacio Civel: appellante,
J >a.i Andr Teixeira Meodes; appellado, Jo8o
Evangelista do Espirite Santo.
A urna bora e meta da tarde eneerroo-se a
soasas.
Communicados
Fcminino
Masculino.
Feminino.
Masculino.
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Feminino.
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REVISTA DIARIA
Fol solemne e cfficialroente inaugurada, oo
dia 10 do crreme, a nova comarca de Itamb, co-
megando a fonecionar no da 11 os Drs. joizes de
direito e municipal. ,
Segundo carta da localidade, bouve grande reg-
aijo dorante lodo o da e nolte.
Do exereito nos enviaro, pediodo sua pobli-
caijio, o segui nte voto de gralidio ao Sr. Domingos
dos Passos Mi randa, administrador do crrete des-
ta provineia:
Sommamente penborados e agradecidos nos,
abaixo assignados, cfflciaes e pragas do 42* corpo
de voluntarios da patria, nos comprazemos em di-
rigir aos Srs. administrador e mais empregados do
crrelo de nossa chara provincia de Pernambnco,
nossos votos de gratidao a reconbecimento, pelo in-
teresse e constancia desenvolvidos na remessa a
entrega de noisas eartas a' mssas caras e adora-
das familias; fleando Ss. Ss. cerlos de que Ibes sa-
bemos dar o verdadelro apre?o e a mais inaltera-
vel prova de sympatbia ; contando o Sr. adminis-
trador (cojo nome ignoramos) que as pracas e offl-
claes deste corpo dar-Ihes-hao um da, qne nao
esta looge, nm testemunbo do verdadelro conceito
e censideracio em que o tem.
t Nao com o fim de ofTender a modestia e a
susceptibilidad*' de S. S.que nos servimos deste
mel, de, pela Imprensa, manifestarmos o que ci-
ma se v ; mas S. S. muito bem deve saber que a
franqueza o principal caracterstico do soldado ;
vindo, em abono do que expendemos, o nao Mohe-
cernos S. S. pessoalmente, e sim pelos beneficios
recebidos ; o qual tara' arredar qoalqoer supposl-
;ao gratuita que se pretenda levantar contra o que
acabamos de exper.
Quera, com tao boa vontade, se lem prestado
at boje esse mister,cnjaexplicagao o interes-
se qne nos vota, a o patriotismo que o anima nesse
trabalbo, mete nico qoe nos pode ligar de tao Ion-
ge, a nossas sandesas familias, nao trepidara'
na continnacao desse obsequio, dando andamento
remessa de nossas malas especiaes, que forem diri-
gidas a' S. S. .
a Convencidos desta verdade,aceitero os Srs. ad-
ministrador e demais empregados do correio de
nossa provincia, a genulna expresso de nosso re-
oobeeimento, e creiam que somos, com estima pa-
tricios attenciosos.
Acampamento em Tayaty, 14 de dezetnbro de
1867.
i Capita. Jos do Reg Barros, Joao Capistrano
d Agniar Moutarroyos, Jos Antonio Ribeiro de
nreites e Thomat Pereira Pinto.

o
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SS-SS"*1"
3
^a a a.a..^ K
pagando em moedas de 20J nnllifica-.se o premio
com 3 e divida-se por 2f, o resoltado a porcen-
tagem, qoe deve calcular-se sobre os direitos a pa-
gar, por exemplo : pagando as moedas com 60 /.
3, o premio 9 / obre os direitos, purtanto
convm mais do qoe pagar 11,5500 por soberanos,
sendo a este preco o oremio 9 1/2 / o mesmo
acontece comprando a 80 /.eu 30^000 o oremio
7 1/2 /. sobre os direitos. e pagando 13500 pelos
soberanos o premio 7 78/100 /.. e pagando a 80
/. ou 3cf iguale o preco dos soberanos de 16#,
de sorte que a pauta mareando* 100 rs. por varaJ,
qnadrada de urna fazeoda e comprando ouro a 50
*/ de premio, importara os direitos, inclusive e
orea io, 107 1/2 por vara qnadrada, e comprando
soberanos a 13*560 a' 107 3/4 rs.
Lotera.A que se acba a' ?enda
a 54* a beneficio das familias dos volun-
tarios da patria, que corre hoje.
Passageiros do vapor busileiro Polengi, sa
hidos para o snl:
Dr. Luiz de Albuquerqne Martina Pereira, ana,
senbora, quatrd filhos menores, nasa criada e nm
criado, Manoel Ricardo PavSo, Maoal Mandas da
Figuelredo, Lucas Evangelista de Salles, Tbeotonio
da Coste Beis, Antonio da Silva Reg, David A C
Lelte, Estanislao L. de Carvalho Deloncba, Manoel
Joaquim Fernandes, Antonio da Albuquerqne Ca-
valcanti, Luiz de Franca, Candido Ribeiro, Agosti-
nbo Jos de V. Brandao. Antonio dos Santos Oli-
veira, Jos Emiliano de Miranda, Fraaeisco G. Fer-
reir de Sa' Leito, Ignacio Lux drV. Pimental.
Passjgelros do vapor brasileiro Ipojuca, sa-
bidos para o norte:
Joaqnim Pires Goncalves da Silva, Maooel M.
Pinto, Jacob Andr, Tbomaz Jos de Sena, Antonio
Alberto de Souza Agoir, D. Oiympla G. da Silva
Felisbino Carvalho Raposo, Jos S. B. Buarque'
Goncalo Cerdoso, Heoriqne Vieira da Cuaba, Jos
Pereira J?cinlho, Dr. Gustavo Walban, Antonio
Gomes de Mattos, bario de Marao, Jos do Porto
Vieira e dous criados, Dr. Elizeu de Souza MarUns
e nm criado.
ADVERTENCIA.
Na toHdade dos doentes exlstem 211 ; sendo, 120
boraens, 91 mulheres.
Foram visitadas as enfermarlas :
As 6 1|2. 6 1(2, 6 1|2, 6 1|2, pelo r. Ramos.
As 11 1(9,11,11 l|t, II, 11 1|2, II, n, pelo
Dr. Sarment
Fallecern) :
Ignacio Lourenco Bastos, tubrculos pulmonares.
Christiano Francisco de Paula. dem.
Igoacia Mara da Conceicao, dem.
Repartido da polica.Extracto da; partes
dos das 16 a 17 de fevereiro de 1868.
Foram recolbidos a' casa de det -oeao no dia 15
do eorrente :
A' ordem do Illm. Sr. Dr. chafe de polica, Igna-
cio Fernandes de Souza, para recruta. A' ordem
do subdelegado da Capuoga, Joaquim, eseravo de
Jis Doarte das Nave?, a requerimento deste.
- 16 -
A' ordem do subdelegado de S. Jos, Jos, es
cravo de Antonio Ignacio de Souza Leao, para cor-
reccao.
O ebefe da 2" seccao
/. G. de Mesquita.
CBMiTgRto POBLico.-Obituario do dia 16 de
fevereiro de 1868.
Auna, Peroarobuco, 15 metes, S. Jjsj convulsSes.
Delphiaa, frica, 80 aonos, S. Jos; gastro inte-
rila.
Francisca Mara das Chagas, Pernambuco, 80 an-
(Continuar se ha.)
nos, viuva, S. Jos; para'yzia.
Maria Joaquina de Santa Anua, Pernambnco, 80
annos, solteira, S. Jos ; artterife chroniea.
Amonio Jos Machado, Portogal, 50 anuas, viuvo
Boa-Vista; asclte.
Maria Francisca da Conceicio, Pernambnco, 16 an-
uos, solteira, Boa-Vista ; inherentes pulmonares.
Jos Francisco da Silva, Portugal, 50 annos, soltei-
ro, Boa-Vista; ttano.
CHR0N1CA JUDICIARIA.
TRIBUNAL DA RELAJO.
SKSSAO EM 15 D2 FEVEBEIRO DE 1868.
Presiieacii do Exm. Sr. conselheiro Saoxa.
As 10 horas da mantiaa, presentes os Srs. desem-
bargadores Santiago, Gilirana, Guerra procurador
da coroa, Almeida Albuquerque, Motta, Assis, Do
mingues da Silva e Souza Leao, faltando os Srs.
desembargadores Lourenco Santiago e Ucboa Ca-
valeanle, abrio-se a sessao.
Passados os feitos deram-se os segointes jura-
mentos:
aggravo de petiq I oAggra van le, Manoel do as
cmentoCosta Mootelro; aggravado.ojuixoRelator
o Sr. desembargador Santiago, sortlados os Srs. des-
embargadores G.tirana e Guerra. Deram pravi-
ment. Aggravaote, Francisco Machado da Conba
Pedrosa ; aggravado, o juizo.Relator oSr. desem-
bargador Sooza Le3o, sortiados os Srs. Guerra e
Gilirana Negaran provlmento.
becubso cruib.Reccorrente, o juizo; reccorri-
do, o coronel Loiz Antonio da Silva Vianna.Re-
lator o Sr. desembargador Motta, sortiados os Srs.
desembargadores Domlogues da Silva, Assis e Al-
meida Albuquerque.-I d proceden te.
ArrKLLACAO crime.Appellante, Silverio Goncal-
ves de Onveira; appellada, a justica.Improce-
dente.
Assignou-se dia para julgameolos dos segointes
feitos :
appkllacao civel.AppellaDte, Loiz Poech ;
appellado, Joao Francisco Otbero.
DETJUKHciA CRUCE.Com vista ao Sr. desembar;
gador promotor da justiga.Appellante, o juizo
appellado, Miguel Agostinbo do Rosario. Appel-
lante, Francisco Jos de Sonza; appellada, a josti-
ca. Appellante, o juizo; appellada, Amonio Fran
cisco de Miranda. Appellante, Tiborcio Jos de
Souza; appeilada, a justica. Appellante, o juizo;
appellado, Manel dos Santos. Appellame, o juizo;
appellado, Heorigue Francisco de Oleira. Appel-
lante, o juizo; appellado, Jos Vieira da Rocha. Ap-
pellante, o julio; appellado, Joio Ferreira de Oii-
veira. Appellante, Jaclntba, escrava; appellada,
a justica. Appellante, o juizo; appellado, Alexau-
dre Honorato. Appellante, o julaft appellado, Joo
t Moreno. Appellante, o juizo? appellado, Luii
Amonio Delgado. Appellame, Francisco de Paula
Cavaleante; appellada, a justica, Appellante, Cle-
mencia Maria da Jess -, tppallala, a justica. Ap-
Pelemlca religiosa.
XXII
Novo absurdo ou heresia esereve o Chnstao Vi-
l ha. pag. 32 :
c O Deas dos Jadeos disse a Adi : ta s p, e
em p te h is de tornar ( Gen. C. 3, v. 19.) Para
seroelhante Dos, nao havia inferno nem co ;
por que ni o havia alma : o humen) era somante
< p !_ Pelo contrario disse a Daus do Evangelbo:
< E nao temis ao qua mata o eorpo a nao pode
c matar a alma ; temei antes porm ao qua pode
t laucar no inferoo tanto a alma coma o corno
t ( Matb. C. 10, v. 28.)
Com eflito 1 E" preciso ver para crer I Se este
bamem tivesse a mais leve tintara de tbeologia ; se
tivesse a menor licio des santos padres ; se tivesse
mesmo um certo eritario eemmnm para apreciar
as coosas, podara escrever os de-proposito?,] para
nao dizer, impiedades, que acabo da Iranscrever do
seu opsculo T
Mas nio ser a mim, qaa ba de caber a gloria da
coDYep.CiT de Insapieucia theoJogica o Arufo Vi
lho\ Santo Agostinbo, medir de todos nos ira com
a autondada de sen nome e com o peso de ses im-
menso saber disslnar as irevas qu Ibe ennevoam
a inielligeociat Vamos por parles.
Commemando o texto do Gnesis : Memento
homo, qnia pulets es et in pulverem revirleris,itu-
lo Agostinbo expnroe-se da maneira seguinte :
Asslrn como chamamos corpos animaos os que
teem urna alma vvenle, chamamos por igual, cor-
pos esplritoaes, os qua teem nm espirito vivificante.
Todavia livre-nos Deus da crer que elles de vera ser
espirito?, mas antes corpos qoe nao de ter a nato-
reza dos corpos, sem participaren) do seu peso a da
loa corrupto. Nesle caso, o hornea) ja oo sari
terrestre, Inas celeste ; nao qoe o corpo qoe Ibe fol
formado da trra deixe de existir, mas por qae
Deas o tornar capaz de perm mecer no co, sem
mudar-lhe a naioreza, mas as qoalidades. Ora o
primeiro hornera, que era terretre, como formado da
trra, foi creado com urna alma vvenle, e nio
coro om espirito vivificante, que Ihe era reservado
para recompensa-lo por soa obediencia. Eis-aqui
por qoe, como linha necessidada de comer e de
beber para se preservar da fume e da s Je, e, como
cao era absolutamente immortal, mas smeote po-
da livrar-se da velhice e da morte por meio da
arvore da vida, nio ba duvidar que seu eorpo nao
era espiritual, mas animal. Elle nao leria morri-!
do se por seu neceado nio tives?e incorrido no ef- e
ESffiR d,a D6QV' B- en,reU,2's mai- dn.?o da nu^a tabernr ron o Jrox ma 152
to depois de ter sido expulso do paraizo qoe Ihe ca3a. -^
veio a morte, por isso que nem mesmo Iba foi re-
cusado o soccorro dos alimentos. Assim, quando
entendessemos por esta morte saosivel qae separa
a alma do corpo, o qae Deus disse aos nossos pri-
meiros pas : e No dia em que comtrdes deste
frueto morrereis, nao deve maravilbar qae esta
separaco da alma e do corpo se nao desse no mes-
mo dia em qne elles comeram do frueto prohibido,
por qoe sua natureza ficoa com eiTito deteriorada
desde o mesrob dia, e pela separacao mol justa da
arvore da vida, locorreram na lei da morte, na
qual nascemos todos.
O apostlo tambem nao disse que o'corpo' mar-
rar, mas que morreu por causa do peccado, e
qoe o espirito est vivo por causa da justica. Ac-
crescenta depois : t Que se o espirito d"aquelle
I nao deixa de viver da alma (cum vwit ex anima) T
Em vardade se elle nao permaoecesse vivo nao
sentirla os tormentos qae soffrer deprts da resar-
reigao. Mas. se a vida, qoalqoer que saja, osa
bem, a a dor um mal, pde-se com toda a certeza
dizer qoe nm corpo la nao vive qaando a alma
o anima para o fazer siflrer. A alma vive de Deus
quando vive bem, por que nao poda vivar bem,
nao emquamo Ihe opera Deus o bam ; e o corpo
vive da alma quando a alma vive no corpo, qaar
ella vva de Deus quer nao. Os mos nio viem
da vida da alma, mas da vida do corpo qae a alna
Ihe communiea ; por que, mesmo desamparada de-
Deus, conserva nma especie de vida qoe Ibe pm-
pria, e qce jamis perder ; e por lso charaamo-
la immorul. Mas na coBdemuagao final, bam qaa
o hornern nao deixe de sentir, todavia, como essa
sentimento nao seri agradavel, mas doloroso, na
sern razio que a Eseriptora chama esse estado
antes morte que vida. Ella o chama a segunda
morte, por que acontecer depois qua a alma for
separada de Deus ou do corpa Pde-se pols dizer
da primeira morte. do corpo, que ella boa para os
boas e mi para os maos ; e da segunda, qu, como
nao para os boas, nao boa para ningoem (nafta
bonna) ( S. AgosL Civ. Dai. )
Eis aqui a explicacao do texto, que lio errnea-
mente interpreten o Christao Velho; o espirito mais
aodacioso no erro, qae at aqoi se linba conde-
cido 1
Publicantes a pedido
_ No 1* de Janeiro deste anno, deu-se nesta povoa-
cioum facto crimiooso.oqual a todo o transe os saos
autores e patronos procoram inverier, nio s para
serem Innocentadps aquellos, como desacreditadas
as aotorldades deste termo, a quem se tem ogerisa
porque nio pactoam com desordelros, que vivera
de continuo a incitar o povo para nao se prestar
ao paiz na crise melindrosa porque estamos pas-
saodo.
Ei-lo :
Joaqnim Manoel Ontlno, designado para o servi-
co da guerra, visto qne nenbuma isempcio tem
por ser filbo incestuoso de umi mulker que o teve
no estad de viuva, de seu proprio cunhado, eorao
aqoi sabido; liona sido por varias vezes procu-
rado por ordem mioha, em viriude de orna requi-
sicio de seu comroandante de compannia interino
o alferes Justino Jos de Ncgueira Mello; mu, oc-
cnlttndo se nos mattos, pode por este meio evitar
a sua priso.
No oltimo dia do anno passalo a noite, grupos
se tormavamnestepovoadoe por occasio depassar
eu pela roa, om de sens ebefes gritava qne lodo
aquello qne a polieia prendesse, bavia de ser toma-
do e solt e tendo Gabriel de tal, qae mora na pro-
priedade do delegado do termo, ponderado que
respeitassem a lei, s por isio foi levado de rojo, o
a nio intervirem outras pessoas, muito leria sot-
frido.
Mm4i rondar a ra por urna pitrolb, e aa
eojUM amainaran).
Surge o de Janeiro deste anno, e, por occasio
de estar en onvindo misaa com aquelle alferes quo
meu irmio, e outras pes'oas, els qoe se apr-
senla Omino, qae fra mandado vlr de proposita o
p r acinte s autoridades, como confessou sua pro-
pria mai ero mioba casa e ao film. Sr. Dr. jola de
dlrello e que, animado por seus protectores, teve o
arrojo de vlr ouvir rolssa hombro a hombro com-
go e com o referido alferes, sabendo da ordem de
prlsao que contra si bavia I
Sabindo da mlssa, reiterou-me o seu comman-
danle de companbia a requisicao de soa captura,
qoe ordene), como subdelegado 1* sopplente que
entao me achava
toteo diversos odividaos prenles do desgnate,
atacaram a forca publica com cceles que d ves-
pera tinham sido corlados e da lucia qoe bouve
aggredu4o unsedefendendo-seoulro%sahiram ferf-
dos um lio e um outro prente do designado, e bem
assim om soldado de polica, o j mencionado Ga-
briel : ple Ootino fogir, mas foi perseguido por
varios Individuos e quando de novo preso, con-
dozido a minba casa.eis que mesmo na portajdeila.
aggredida a forca publica por Manoel Gomes dos
Santos e seus parentes, os quaes, sendo inimigos
pessoas de Vicente Padilba sargento da guarda na-
cional, que com o inspector desta povoacio trazia
preso Clemente de tal, um dos principies motores
dobarulbo; descarregaram-lhe tantas bordoadas,
leudo anda hoje feridas abertas na cabeca, alm
de ficar com um dedo quebrado e urna p defeituo-
em vos. O corpo, p)is, qae tem agera ama alma
vvente recebar entio um espirito vivificante ;
mas, posto qne tenha ama alma vvente, o apostlo
nao deixa de dizer qoe morreu, per que esta su-
jeito necessidade de morrer : ao passo que no
paraizo terrestre tlubi urna alma vrente de tal rao-
"3o, qoe nio se poda dizer sem errar qoe tivesse
morrido, por qua nio tioba peccado, e, por conse-
guate, nio esteva anda sojeito a morte. Ora,
leudo Daus designado a morte da alma de Adao,
qoe se opera quando elle a desampara, dizendo :
t Adi onde ests! e a do corpo, qoe se opera
quaedo a alma o deixa, dizendo anda : < Tu s
pe emp te has de converter, > deve-sa admitlir
que elle nada disse da segunda morte, por qae quiz
que ficasse occulia no Amigo Testamento, etc. (San-
to Agostinbo, I. 13, c. 23.)
A' vista desta luminosa exposicio de Santo Agos-
tinbo relativamente ao texto mal entendido pelo
Christao VeUto, quem duvdar que proferto elle
urna grande heresia, quando disse qua para o Deas
dos Judeus nao havia inferno nem cj, por que nao
havia alma, que para o Creadar o homem era s-
mente p 1
Passarei agora a refutar, com a mesraa antorl-
dade de Samo Agostinbo, a ntell gencla absurda qae
dea o Christao Velho a este outro texto do Uvange-
Iho: *Te mei antes ao que pode tancar no inferno
tanto a alma como o corpo. >
< Posto qae nao haja a menor davida, diz Sant)
Agosliabo, sobre a immortalidade da alma do ho-
mem, ha todava orna certa morte que ihe pro-
pria. Com efTeito, diz-se que a alma immorlal,
por que sob certa relaeio, e n'um certo grao ella
nao cessa nunca de vivar a de sentir, ao passo que
o corpo mortal, ji por qoe pode ser inte! ament
privado da vida, ja por qae nio vive por si mesmo.
Verifiea-se a morte da alma qaando Dens a desam-
para, assim como sa verifica a morte do corpo
quando a alma o deixa. Assim verificase total-
mente a morte do homem qaando a alma, desam-
parada de Deas se sesera do corpo, por qae eoto
a vida d'alma j nio pertenee a Deus, como ibe
nio pertenee a ella a vida do corpo. Or esta mor-
te do homem ioteiro seguida de outra que a Es-
erlptura chama segunda morte, Jess Chnsto a
ella se referi quando disse : Temei antes ao
que pode laucar no inferno tanto i alma como ao
eorpo : Eum tmete oui habet potestatem et
corpus et ammam perder i fehennam. Ora como
isto nao ba de acontecer se nao depois que a alma
e o eorpo estiverem inseparavelmente unidos, nao
deve causar estraobaza o dizer a Eseriptora que o
eorpo morre, visto como se Ihe acbando unida a
alma, elle smente pode ser atormentado e nao
moflo. Em relacio ao ultimo a eterno sopplicio
se pode mu! bem dizer que a alma morre, por que
ella j nao vive de Deas ( Quia non vicit ex Deo)
sa. Desta segunda lucia, alm de muitas contn-
soas de parte a parte, sabio farido Bernardo de
tal.
Sojeito este facto criminoso a apreciagao da jus-
tica, nao obstante os moitos mefos de defeza em-
pregados pelos seus autores, indo at a pedir a pro-
teccao de inimigos polticos e de nao serem as tes-
temunbas as mais sofflcienles, por baver algons
prenles dos compromettidos, acabam de ser pro-
nunciados diversos, escapando ootros, como mui-
to natural sueeeder em casos taes.
Antes, porro, de Hadar a presenta exposicio,
que provare! com o testemunbo de nm grande nu-
mero de individuos, compre-me declarar que o
professor Mendooca nem ao menos soobe qoe ia sa
fazer este priso, e que pelo contrario, acudindo
de sua casa, que Dea distante muitas bragas do la-
gar do conflicto, foi um dos que mais so expoz na
ultima lucia empregando meios persuasivos, e pe-
diodo aos meus aggressores qoe nio a perder; isto joraret se preciso for. A ogerisa que
ba contra este empregado porque elle cuohado
do delegado de polica, a quem se odea a ma e
potras autoridades, porque recrutamos; a por ter
incorrido, assim como en, oo desagrado do vigaro
dasta fraguaste, principal protector do designado
em quesiao, e o mesmo qoe, em vez de amainar
como se quer inculcar, censurava acremente Ba
lacia, as autoridades.
Com a publicado destes liabas no sen Diario,
Srs. redactores, alm de restabeleeerem a verdada
de um facto que ibes foi communicado todo adul-
terado muito penhoraro a gratidao do seu constan-
te leitor "
Luciano Jos de Nognetra Mello.
S. Caetano da Raposa, 25 de Janeiro de 1868.
(Esteva sellada e recoobeeida.)
llurray
Agua de Florida de
Lanniau.
Que os poetas embora fallera dosares
odorferos da balsmica Arabia porm
apezar de tudo pode-se mnito bem por em
davida, se jamis algum desses florescentes
bosques de campelleiras ou laranjaes produ-
zirao oo derramarlo incens e perfume mais
refrigerante e deleitavel do que aquelle de-
licioso e delicado aroma qae exbala e dima-
na d'esta admirafel essencia, coluida dos
campos virginaes de Flora.
A atmospbera, a qual ronba e diveste *



as como dixer ootro tanto do corpo, qaando elle [fragrancia quasi todas as mais aguas cei-
.#


i
- iie^
a^K
Ei]BHBWw9M
BBBaWOBBaaaBal

V
#
-"?.
Mari ele Per^HiblK Feria rfra 18 de Fevereiro de 1868.
fosas, parece, produiir bem poutr e(feio Wte nHo tardou a aparecer. Semjre repa- dividendo (era. aoeda eorrenteMe 10 o/o do fOB! irJsiPa pns kn,.
sobre a iqauua randade a e> t6 aroma a re,, em seroelhaav.s casos, a voKa do apeite| capital, auimcoa o l.-de 30 o/o. e o 2.' L SeSaS' rfS, Saaaiado nS
qaal pertence por exeellenc- esta prepa. ^meiiiaiafeerrute depois do emprego das de 46 o/o. j aanunciados.
racao sublime-e refrigeradla. Ella encerra pnmeiras foses de carvio. Lugo, curou-se
em si, por assim dizef^ o condensad re-pi- C'-nstipacIo; Mme. D.... pode entao comer
ro e vida das (lores se mais exquisitas e coa goslo a caroe qae oulr'ora Ihe ioapira-
crjoriferas do reioo vegetal e so fragrancia va orna profunda repugnancia; tornou-se
parece inexbaurivsjl, ioejgoiavel, mesmo de- gorda, e a soa sanie nao tardou a restabe
pois de ter sido exposta a urna prolongada lecer-se completamente. (Extracto do rea-
eteporacao oudiffusao
Neste respeito ella se assemelha original
Agaa "de Coiloma de Faria, e preferida
por Xoda a America do Sul e as Antilhas,
uio oblante o valor e custo dobrado Ja-
que le outro perfume.
Para evitar as frauduleatas -c despresiveis
adaiteracfies blfeCSEts e hamburguesas, os
compra lores deven?pedir a Agua de Florida
de MURRAY & LANMAN, preparada por.
LANMaN & KEMP de Nova-York: todas
as outras sao flsiBcacoes sem valor.
Vende-se as pharasacias de A. Gaors
Barbosa &C, J. da ti. Bravo & C, M. A
Barbosa, P. Maurer 4 C. e Bartholomert
Tltisiea pnlmenar.
IV
Grande parte dos casos de thisica pulmo-
nar tem sua origem n'um simples defluso e
res'riado, nificante que 5o foi atendido e s depois
de estovo ver urna initacSo c'ironica dos
ergios de respirarlo que se lemrou de
tomar algum icmedio.
Depois de arranjar-se primeiramente no
sysieuua difficil, seno impossivei. eara-To,
por isso loo que sents qoalqu'-r disposic3o
dettiisica, toniai alguna reaedio qie acalme
a irritaca" e promova a expectorago.
nao e>niiecemos remedio nenlium que
preencha este fim to bem c -mo o Pe t'.ral
de <:ereja de Dr. Ayer, b,' simples, elficaz
e agradavel ao paladar.
Nesia qujdra de raudancas repentinas do
lempo, n'aguem deve estar sem um Tasco
em c< E' por excellencia um remedio caseiro,
quasi que mfallive na coqueluche, na angi-
na, broncbtes, asthnn e qualquar outra af-
fecco da garganta ou petU>.
Protectora das familias
Assocmcu brasileira
Segur d u so're J vida
Approvada por decreto do qw.erno
imperial rieiZde junho de 1864.
Geiida pelo Banco Rural e Hyputaecano do
Riu oe.Janeiro.
[Commisso fiscal.
Veador, Jos Joaiuim de Luna e Silva S.ibriohc.
Goenmeodador, Jerooymo Jos" de Mesqnila.
dem, Boavulura Guoualves R Mero, Guilherroe Piolo *. Maglhae?.
Esta asucscao ficiuo o ano de I8>7 com 3951
40b*fripinrfs, com nm capital suosciito de res
4,369:9864V7 ', e e.mvertnj eo) apolire* #W4a
publica ao jaro de G por cuto tis !,162.0COJ')00
As f*ssoas que qunerera iDr.rtver.>e na as>ocia
cao, to eocvldada a dirjilr se pes-oalmeote, ou
por ecripto, c u pi>r mtermello de qnem qoer que
seja, ta as.-ocu'j Jo ra do L vi a .:.[ o. i9 t" andar, a
I/atar com o Sr. N. P. de Vidal, que dar' o reu-
iMBeoto da rxetma e tudas a explicaos de qae
cutttitta.
Illm. Sr. Jo.i.]nm d'*lmeida PdUDraga, 23
de jaofiro de 18W U^-u acorn, aqu ch-g.iei
coro aigumas memora-; depois de ter tomado He*
garrafas a sea preparado jaropa de (oefloo;
isto pelo mar, porque !"?'> que chegoel r.n L'i
boa, prioi'i^iri com mais l n tomar o dito xar>
pe, por cootiecer pelo mar que elle me fa?ia g'ao
de li-npflpii>, pois avi. ogo9 ijiih hii biava pela P.i.'.m, v qa* ai l)i:
4e>aparrcendo coqj rapidez, dvDjs quo cmiinuei
t- mar o (fita saropf, e tao milaeroso foi para
ODiaba u>ule>na qie huje me stho do todo resta
beln 1 \ e al mesmo ba taote nutrido, e p .r Ifsti
pode Vin fzer scieote ao publico o milaere que
o spo preparado obr>>a na miaba enfeimidaiie.
Sem tempo p^ra mais, son
De Vmc.
Amigo atiento volador a multo obrigido.
Mantel J rnioaiva Peretra
O cavalbeiro de l'H......de idade de
oitenta an^os, padeca, depois de mais de
fcita anuos, dores do e.'t>maj?o, e. tirina
mpregado sem suire.-so al^uns remedio-
empricos. Aeooselbamus-lbe, de tomar ca-
da da, e d-pois de cada r^fe c, urna co-
feeraii de Curva de Bet|or>, e du-
rante os riez annos emqneM de l'H.....
empreiou este me-licameuti, nunca mai>
appareceram as dores do estomago que
i'an'es p'decia.
(Extracto d relat to apsrovado pela aca-
demia de medecina de Paris).
M. D......major en um regirento de
COVMCeiros, eslava paiecendo, bavia mais
do dei ann-is, urna gastro fnteraljjia, e entao
nao por. i a fumar, nem t>mar ca o qun,
ara elle, era grande pri'acjo M.inilei-lne
femar, cada da, qoatrn coibHradas de Car-
vi depois de cada rereicao, e a ultima antis de
deW-e. Pas.-adcs oito das durante ns
foae- usiva regularmente deste eirvao, ] o
aeti estom-go funecionava perfettameutf.
Ti tp e cinco das depois., o nnjor D....
iumava, ti.mava o sen Caf, nao ooservava
mais rgimen, tendo recobrado ama perfei-
ta satule.
(Extracto do relat rio aporovado pela ac-
deaia de medicina de P.ni).
Ml'e- M.....esta va atacada, j bavia doih
aano, ne ama gasiro-enVralia que. em
foatio mea-s, pe < n>u a Ul ponlt que ni}<>
pedia adueme tomar alimentos sonstanciaes
visto que eidre as referes, pxavava d6re.-
ist na* no et>>mag >. Hei-wiei ama coibe
aadk da r.vni rfe tse I>c, eb-bI-
tfce comer, mnnediat^mei.le d p is. urna cus-
lel'a de. carneiro, e um punco de franco as-
eado. Q.iai ri3<> f i a sorpresa qu-.ndo vi
ajue difera perfeitamente e-te alimento.-
que ai em5 > 15> poda snppoi tar sem *of-
frer rruriim-nte, e que a iiigestSu fazia
iB. maravilHs. A d'ieote coutinuirt a fazer
o daar>io de B II c s- inpre comea c-m
apetite, e a< dores do estomago de->appart-
ceram para sempre. -
(Extracto do relat >no ao trovado pela ac-
4ema de medicina da Pari> ) i
Mne. O.....esl.vs. depois de dea an
, ii'um e>udo espant- mi im magrea; re-
fMitaa*i a i oiuer carne c nnsia cus m*
vt: '.in d'i-so, padeca utua r..nistip r*i' '|ue r, r()r,|,;a, e Crtph^lg*. aCM'Lipan'ia-
de v rine,ns: romi.s /.* tion i pal^i-
U4is. seii.k wd>.fada q.wnd.ao a a; uw
. qUr>iaava-.< de oarv* e caneco eo,e>-
iMtaitO, *..ir.tQ.|,>. ,l,K.,S .l^* ,A* ,fHl-
N. Hi^aCrevi-lbBuCVKVit llBHELi.Oti
a .!>. 4. ^,atrw f>Mll| ailas Cl| iiu
M antes e d.pois de cada ciida. u ape-
torio approvado pela academia de medicina
de Pars).
Triemphes recen temen te *b1ido9 pelas
preparaces de veame, feitas pelo
ahaixaassigiado.
0 Sr. Jos Luis Salgado Accioly, empre-
ado da thesour ria provincial, soffria serios
encommodos em sua sade, prvenientes
de urna fstula q e tinba ha muito tempo ;
e, depois de muHos remedios que bavia to-
mado, os mdicos com quera se receitra
o aconselbaram, qne iiJo tratasse de fecha la,
pois que poderia ter fatal consoquencia. Re-
soheu se a experimentar o xarope alcoolico
devlame: tomoo orna garrafi, foi esta
suficiente paja lecobrar sua sade; a lis-
tula fecbou sem que fosse preco usar de
romedio externo.
Estando eu na thesouraria por occasi3o
d'uma arremalaco, e contando-me o mes-
mo senh.;r este fado em presenta d'outros
senbores empreados, eslava tambem pre-
sente o Sr. Belmiro Augusto d'Almeida, que
respondeu a-i cumpauheiro : Voss fui fe-
t liz com urna garrafa que tomou, e eu j
tomei duas, e nennura resultado-obtive
t de exostosi e escrophulas que ha tres an-
n ossoffro. Pergnntei-lhe se ti iha com-
prado em minha botica, respondeu-me que
nao ; disse-lbe que pelas pre,>aracOes feitas
em outras pharmacias eu nao responda.
No da seguine procurou-me e Ibe vi-ndi
urna garrafa ; usou e senlin nuita melbora ;
comprnu segunda e acba-se completameute
resiabelecido, Rosando perfeita sade: as
escrophulas fechararn e os ossos crescidos
pozeram-se em seu estado natural.
t E' exacto. Recife, 11 de dezembro
do 1S67.
Jos Lutz Salgado Aecioli.
Belmtio Augusto de Almeida
O Sr. Francisco Xavier Cmlcante Lins
morador na ra Imperial n. 87, tendo rece-
tado d'am seu amigo um escravo muito
lente, com o ti alimento que se lbetinha
ipplicado, passou a pomo dn ter bydropi-
sia geral, ps e pernas inchados (anazarca),
ventro crescido (ascites) e agaa na cavi lade
ie ambos os peitos, e se va obrigado a nao
po'er deitar-se com grame anciedade; a
mim recorreu, e com os pos refrigerantes,
dissolvidos em infu-So de plantas emolientes,
a o xarupe alcoolico do veame e pilulas do
mesmo, se restabeleceu. Este escravo seu
senbtir receben e vendeu.
E' exacto. Recife, 12 de dezembr) de
1887.
Francisco Xavier Cavalcante Lins
Factn igual j se deu com um escravo do
Sr. Cletnentino, o qual liz publicar; eoutros
muilus qu.-ideiio de mencionar para nao me
tornar proh'xo.
hecife 12 de dezembro de 1867.
Jos ria Rocha Paranko s.
ATTENgO
Xarope aleboolico de veame, prepa
pelo pharmaceutico Jos da Rocha ParaDbo?,
estabeleiido com botica na ra Direita c 88
em Hernambuco.
E4e xarope incontesta vlatele Lperior
a todos os xarope denuraiius, de v\a Cuo-
pnsic3o oseumaior elem'-i.to a salsa pt-
rilba, pois que se tem conhecido ser c 'cla-
me mais eneigico p-ra a prom uc ra d3s
molestias, cuja base essencial depende da
puriii .icio do sangue ; assim, pois, se tem
venticado por muitas pessoas que se acba-
vam oesenganadas, as quaes acbam-se boje
resubelecidas cora o referido xarope alcoo-
lico de veame : entretanto que alguns, ten-
do usado do xarope de Cuzynier, de Lar-
rey, de salsa parrila, de saponaria, oleo
de Ggado de bacalbo, e outros agentes des-
ta i>rdem, nada conseguiram. E' elle de
fcil digest3o, agradavel ao biladar c ao o-
phato. Alguns medios desta cidade e da
de Macei o lm recommendado para a cu-
ra das
lmpigens, tinba, escrophulas,
Tumores, ulc-ras, escorbuto.
Cancros, sarnas degeneradas, fluxo alvo
Tolas essas atfecces pro\m de urna
causa interna; nao ha, pois, raz3o alguma
em crer- que ellas se podem curar com reme-
dios externos. Tambem se prescreve o xa-
rope alcnoolico de vel-me para o tratamento
das affer-coes do systema nervoso e fibroso,
taes como:
Gotta, rheumatismo, paralysia,
Dores, impotencia, esterilidade,
Marasmo, hypscondria, emmagrecimento.
O xarope alchnolico de veame 6 sobre-
todo da maier ulilidade, para corar radical-
meo e, e em poiico tempo, o rheumatismo.
Adverte-se qne o verdadeiro xarope s se
vende nesta cidade na ctica cima indi-
cada, do abaixo assignado ; e em ootra
pialqner parte que se tem annueciado nao
la uesioa composicio, e nem o abaixo as-
sjggaado se responsabilisa.
Novo banco de Pernambuco
em liquidado
Os possoidores de notas da emisso d<
banco queiram quaoto antes apresental-as
ao troco.
ALPANDEQA.
Rendimeoto do da 1 a 15........
dem do dU 17...............
52:J91itf8
32:974|08l
259:267*109
Movlmnto da al'andega.
Volamos entrados om ganeros?...
Voloraes sabidos com fazeodat...
i com gneros....
!7
8
9
17
-------102
Defcarresam hojf 18 de fayereiro
Vapor IngleC.hrusoletemireadrias.
Briffne sueco Vtetona r.erv>|a.
Birca fran"eaPrerancatmercadorias.
U'igne portugof Partabsralho.
Bripue iolez W. W Lord idora.
Patacho hospanhol/itfwcharque.
Escuua portuijaeaOtwetrapeflra.--------
RECEBEDORIA DE REVOAS INTERNA
GERAES
Rendirrieolo io da 1 a 15.......... J3*.5fiM24">
Ideo do diK 17................. "3:5793706
27:1435931
CONSULADO PROVINCIAL
Rpcdimento dn dia 1 a lo....
(dem do dia 17.............
79:0615023
11:919**68

90:9805281
DO P8BT0
Nawos entrados o da 17..
Rio Grande do Sol 41 'lias. hrnn oarional Su
pnior de 153 looelanas, ranlia > Prorlerii p H>
ffif-n da Ri-rha, eqonaet-m 8, rarga 8,00 ar-
robas de c*rnp.; a Am rim [rmio.
Liverpool Dr Lisboa 20 rtm, sndo 1 flo ulti-
mi> uort >, vapor in?'e7. Chryzoltte, de 477 tonn
lada, capItJo W, Bntch.if eqoinauera 2o. r.arja
farpodas e ontros geaerag : a Taoraai JtfTerces
&C.
Smta C(harina 32 das, barca iee<*7 Anne
Powftl, de 287 tonflad?, canllo J. Carnck,
eqnipagera 10, em hetm; Wilsons & Hett.
ObservttQo.
Sa penden do laroain ur? Ha vana a e.'cuoa
hesDtnhola PriSfa, capilao H-.ui ii|uo Millet, carga
a mesma qne irouie de Moaleviio.
Nao honro saludas.
consulado noticias de
Eduardo Medmger, natural de Vienna d'Aus-
tria, ae 2u annos de idade e sabido da Eu-
ropa para o Brasil em 1?>65, e roga-se por-
tanto s pessoas qjie saibam noticias d'elle,
de as transmittirem este consolado na ra
da Cruz o. 55.
I. Th. Freifs
- consol intirino.
Santa Casa da Misericordia
d> Recife.
Arseaal de guerra de Per-
nambuco.
De ora>m do Hlrn. Sr. coronel director, convida-
se as pessoas qae se quizerem encarregar door-
ramento de sola para os trabalhos da offl'cina de
correeiros, a apreseniar-se uo dia 21 do correte,
pelas 10 horas da maobaa. na sala da directora
com soas prnpnsi do aellas o prec. > porque Ihe convm surrar cada
meio de sola.
Arsenal d pnerra de Peroambaco, em 15 de fe-
vereiro de 1868.
O escriturario.
J )- Alfredo de Carvalho.
Por ordem da IHma. junta administrativa da
Sacia Casi d Mi>ericordia do Recife convido a
iodos os sabores em segoir/a declorados para qae
ve-oham pagar as quaaiian qne se acnam a dever.
s b pena de se proceder Judicialmente.
Secretarla da Saot C-sa de Misericordia d#Re-
cife, 8 de fsverelra de 1868.
0 escrivo,
Pedro Rodri oes de Sooia.
Faros do ennenho Bemfica
Joi F^llt da Cmara P.ie.u.l... P 3 000a000 qoe no *""* i* 30i"^ VeDb*a, pa?*r os furos
.w|ivw qU6 se aCQaaj a dever d- ditos terrenos, sob pena
Santa Uasa da Misericordia
do Recife.
P<4U secretaria da S do Rorife se convida de ordem da Ilima. Joma ad-
mini.-trauva a todos os proprielarios de predios a
ra da Rod-*, edificai-^ em terreno oreiro ou-
tr'ora a' Francisco L'ns Pses Barrete e boje a
mesma Santa Casa n ir dia^o que ihe fliera, para
Foros de tentnos t sitios um Olinia.
Hereims de Aotunio Ji-s Teixwira
de Castro......................
Os uiesmo......................
0< MMM......................
DHmfirio de Azovedo Amorlio.....
O ra-smo.......................
H rdeins de Manuel Antonio Carnei-
ro de Oiveira................
H<-rdefros de Maooel Pinto.......
Viaa de Anselmo Jos Ft-rreira...
Iu* di Bocha Pina...............
Jna juiro Pereira Hods...........
O msmo........................
Kelippe Duarte Pereira...........
H-r.i> ir-s de Amonio Jus Lopes de
Aibuqaerqne..................
Mannrl Kiidrigae'' Lint............
Vi o va de Ricardo CbrvsoJlomo d s
Bels .........................
Tlieodoro Jo-e da Sllv* Lcerd*....
Ur Vicente Gyriilo Marinho.......
J..SP J laquiro de Lima...*..........
HMMel Jao de Lima..............
Fraoci-co da Chagas Salgueiro....
Jaqaim Pereira Banjos...........
Viuva de Antonio da Co.-ti Jl gj
\l '! ir o........ .............,
^ meiiua .........................
Herdeiros de Jo Viial Nuoe.......
Joaqun) AlIouio HjdnjiUi's........
___------
Juros de capities.
Antonio J.v- Vicioriano IJ rg-s da
F..D Antonio de Jesiis e S oza.......... 294618
Auna M'Ha -lo O' a Mmlo......... 3-8-J133
16^5000
59^889
6.'^i:{
8S8JI06
15-43)3
41MK00
Ml'#57
l'OO
3A'r>l
SMKR7
9t7
28fil7
1379
7*795
13ft5883
110*81l
Ihfiil
335750
4WV15
nt/m
595253
36JM03
2I5-7
9oU2
3^599
de f6 proceder a tal cobranza judicial nenia.
Secretaria da Santa Cata da Misericordia do Re-
cife. li defevereiro de 1868.
O ecrivo,
Pedro Rodrigues de Sooi.
Santa Casa da Misencorda
do Recife,
A i lima, junta adrainistrativa da Santa Casa
Misericordia do Recife manda fazer publico qu
oa salado suas sessoes. "uo dia 20 do correte pe-
las & horas da larde tern de ser arrematadas a
quem mais vanta^eus o'.ferecer pelo tempo de nm
a tres annos as rendas dos preios em seguida e
declarados :
Eslabelecimentos de caridade.
Ra do Padre Fioriano.
Casa terrea n. 17.......IfififiOO
Casa frrea n. 63.......17U000
Ca?a ttrrea o. 43.......169.U10
Baa da Cui.ctigSo.
Casa terrea n. S.......
Kua larga do Rosario.
Terceiro andar do sobrado a. 24 .
Ra da Mueda.
Primeiro andar do sobrado n. 37 .
Seguodo andar dtm.....
Patriintuio de orpho
Roa do Psdre Flrnano.
Ra da Cadea do Recife.
Sobrado de om andar n. 63 .
Ra do Vigario.
Primeiro andar do soorado o. 17
- PARA 0 PORTO
Tai sabir na presente semana o brigue Boa F
para o resto da carga tratase com Carvalho S No-'
gneira. na roa do Opolo b. 20
GSWPANHIA ^NMBiC
Navega gao costara por vapor.
Portos do sal at Peoedo.
Ovaiar Votenqi, comman-
danie Pereira, srgoe para os
portos do sal de toa escala
M Pinedo no da 29 do cor-
rele polas 8 horas da larde.
R-cebe carga ala o dia 28 ;
passaefiros, encommeodas e dmheiro a frele at
as 2 Imas da rarde do da da saluda : escripiorlo
no Forte do Matos n. 1. ^^^^ ^^^^
COMPANHIAPERNARIBUGnT
DB
NaYegacao costeira por Taper,
Goianna. .
O vaDor Parahfiba, cemman-
dante Mello, seguir' para o por
lo cima no da 22 do correte as
9 horas da noite. Recebe carga,
encommeodac, passageiros e di-
nheiro a freie, no escrlplorio du Forte do Malos
o. 1.
COMPANIHA PRNMBUCANA
DE
navega cao co&leira por vspor;
Parabyba, Natal, Macao, Aracaty, Cear e
Acarac.
O vaper Piropama, c Dian-
dame Torres, seguir' para os
Ss./i'^V. PJrlJS cima uo ca "9 do cor
I--------
2485000
3015000
965<"00
96^000
2.OOI5OOO
I8151JOO
EDITflES.
Manoel Juaquim da PoustCk balvo.
O mesmo..........................
Fraor-isctt Camello Valcaeer.......
Flix J da C si*................
Jio .\eiimoccii 1 Paos de Mxodouca
Igoaci.) Gmcalves da Loi.........
ODr. Joao Antonio de Araojo Freitu H-nriqoes, j0. J ..qaim de Almeida Guides...
Jbiz de dlrello da 1* vara cnicin.l e stib-Mnio j0f Paoeeo Viwra...............
da do osuecial do c.-rnroercio, n*iU cidade do j:19,Gdncalves R .drigue's'-Froc!.
Recife de Pernambuco por Sua Magestade rj Luiza de Sm/a.............V...
Imperial. Miguel Alves Lima'.'.'.".'.'.'.'.'.'.'.'.'.'.'.
r-c> saber fsqoa o presenta edltal virem e q memo............
Raa do Pilar.
Manuel Pereira Guimares......... 1:198596a Casa terrea n. 104......18OS000
---------------1 Casa terrea n. 99.......256tmo
Beroardioo Jos Serpa............. 3:i2il53(io dem n. 94.........2O15OO0
Permra & GuHdes................. 87ii5ii(i Sitio n. 5 no Pomo da Cal. IWfMN
Coronel Jj Bernardo Salguero.. 6t44722-| As arremataofls serio feitas pelo tempo do om
recle as 5 horas da t>rde. Recebe
^iJTHm 3,\> carga al o dia '28 eucommeedas,
passageiros e inbeiro a frele al o da a Mibida
as 2 horas da larde, no esenptuno do Forle o
Mal is d. i.
roMP i\nu riBAAiBtuiu
DS
Kavegaco costiiirs per Tapor.
Rio Formoso,
O vapor Msmanguape,
commadaDle tota, se-
guir' para o porto act>
tea no ui.i 21 do fin r-^nie
as 8 horas da maubaa.
Recebe carga, pastagei-
ros, pccorroienoas e di-
nneiro a frete no escritorio do Forle do Matos
a. 1.
M no-1 Caetano .\i.u.............
UerCiiros de Manuel Tnomaz R.Jn-
toes Campcll >................
H-rdeiros de k'oacio Paulino da
CuaBa.......................
Manoel Al-ves Cavalcant............
Mana do O'.....................
Rosa Mara da Gonce5.10 Cos*.....
Vmvade Manuel L-ouardo Sodr...
Padre Jjaqaim CaValcanti de A'ba-
querque......................
Viuvu de Pedro lv*o RdJivivu.......
Tratamento de particulares no hospital Pedio II.
12**01)
35943
I.11 iZ Car i-a I r."............
Auolinaii........................
Laym capn.) dos navios Solferino
fi Uruguay...................
J-o 11- Barios Acri dy Wanderlei.
dcie noticia liverra qae por este julzo esoecial do
ommercio pender nos ; utos de execucao de
B'iijami'n Tnehino contra Augusto Ciibi L-ite e
Praucisco Antonio de Alnoqu-rque M-illo; e tendo
feio penhor em direiro o- riencente a Francisco
Antonio do Aiboquerqae M"Ho e m bens de Au-
pa-lo Clho L'it. para pelo solicitador Rodolptio
Joao Barata de Almeida procurador do txeqnente
feti o requenmen'o do S'gmnte termo :
Aos 13 de fevereiro de 1868, em pnb'ica audien
cia que aos Mos e parte dar o doutor juiz de
direito da 1* vara cnoial esnnstituto da du especial
do comniercM Joao Antonio de Araojo Freitas
II ariques n -1 pelo sol citador Rodolpbo Jai
Bsraia de Al'r-eida pr curador, qne molino ser do a
i-xcja-nlo (i}ra acca-ada a peo.iora emhensde'
Augo>to C -oo Lit, o em d nhiro feita i Fran-
cisco Antonio d- Aibuqoerqae M-lio, ere.ura,
qoe Bcasse as>igoados seis das da le, a<|)euhi ra
feita e dez aos crsJoro, iocerlos pastaado-se enu.es Herd.irus d B-rnardo 1^ ramea
- que se p^sasse guia para o dloheiro ser reroli- vl\\X$> Jo.o fTx
do ao deposito pobllej; que ovMo pelo jnu H.0Dl,,ln, B ,rs^ D;'..........
louve-se a pernera por fe'a e aocasada os eeis
das da lei por assignadns e larjibem os dez credo-
res iocertcs, e o mais por dettrMo, depois de man-
dar apregoar peio porteir.i dos auditorios qoe o foi
na foraa do e.-iyl; do qae Q presente extrni-
do do protocullo das audieocias e junten o mandad.
t-rmo de penh ira que aign>-i; ea -erundino
H'liodoro da Canha escrevente juramentado o es-
eserevl.
Ba Manoel Mara Rodrigues do Nascimeoto,
escrivo o sabscrevi.
Por Jorga do qual o eserlvio fez ptMI o presente
pelo q-,n chamo e cito aos credores lacertos dus
ditos execuladv-s par* qae comp*rocam n-sie Julzo
dentro do dito i>raso am de allegarem o que f r
de jiist ReciM. 14 de fevereiro de 1868,
Cu Maooel Mana Rodrigues do Nascimento,
escrivo o sobscrevi.
Joao Amonio Je Araujo Freitas Hennques
368524
1 m,-2IS
72A97t
1-115572
I7*59'>S
2 955ot
2I55>6
64:5916
62542i
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7():t5-i. 6
1934611
34G4470
7605 07
:77^5625
715072
31*0 0
439*8-3
3035473
30 5555'
G0S5MEBC10.
ffiACA RECIFE 16 Og FEVEREIRO
DE 18..8.
As3,' horas da tarda.
(Hoje)
Asucar msseavado purgado-35fl0aarrota.
Aitodao de Mai-ei siru-125300 por arroba
p-it-to a bordo (sabbalo).
Cambiot oh e Londres 90 d/t laV. d. e 6
. por I590i
QeaConto de letras de 8"/. ao auno.
JuM de Aquino Foaseca
Presidenta.
Francisco Mamede da Almeida
Secretario
EWGLISH BANK.
Rio du Janeiro Limited
a eon-
A cmara maoicipal desta cidade manda pu-
blicar para c-mneclm-mo dos iot*res-ados a porta-
ra que se -ego, do Dr. ch- lo de polica de 5 do
correte, que ihe 'ora remettida com ilflcio do
mesmo de igual data, e pela qoal resolver, attpn-
dendo ao qoe requemara os com terciantes da ra
Direita desta capital, e os proprielarios de venim-
os de eooducco, qae, aos ditos vehculos, qoe par
listen) do largo das Cinco-Punas e snas immedia.
c5-, fesse vedado o transito pela referida roa Di-
ral1 a.
Pago da cmara mnoicipal do Recife, em ses3n
de 12 de fevereiro de 1868 Mi J Pereira Si-
mos, pr-presldeote.Fianciseo Canuto da Boa
viagem, secretan".
l. sec?o.S-cretaria da polica de Peroambu-
00, S de fev--re ro de 1868.
irges
Wuh. Id Ra-ifjnxi
Mana Franeica Mariho de Arao'im.
Mao.if.1 Ignacio..................
Tnomaz Ferr-ira da Cinha........
B-nto de Aranjn Pmnoiro.........
J-. Valeriana Cns de Honro...
Seve.ino Jn-6 Pigoeira......... ....
Mo l Ferreira da Paixo..........
Mnoel de Konza Tavare*...........
M-ria Inoacia de Vascon.-cll.is......
Heri.ios da brigade-n Gapar de
MrQftzj V. de DrairiM ni........
a tres annos, deveodo os hcitinies viren) acom-
paBt>ad3s de seas Dadores oa munidos dt cartas
destes.
Secretaria di Santa Casa da Misericordia de
tecife 13 de Janeiro de 187.
O escrivo,
_________________Pedro Rodrigues deScoza
O toiseihJ de compras do arsenal de guerra
precisa comprar o seguiuta :
Qaiuh^ntas medidis ou dui mil garrafa' da
azeite de carrap*lo, dez mil lijlos da ladrillo,
duas espadas cim oalnha d'ajo, vinte e orna Dra-
ga de c.-.lo do lioho de tres e meia paliegadas, do-
l brag's de d-to de 3 pillegadas, urna pega de di-
to de urna e meia pn-gada, ama lanleraa de
sombra, cincoeota garraf<> de tinta ingiera.
As pes-oas que quizrem vender ditos artigas
aoresentem suas pr -po 1| horas do di a 17 do correte.
C nseih 1 da oa oras do arssnal de gueira, li
|iSi*088 de dverem e 18R8
Jos M. I. Jicime da Vciga P. e Mello,
Cornel presidente.
Francisco da Paula Gmcalves da Silva.
Secretario.
Pela secetaria da cmara municipal ddsta
cidade se fa pun'ico para conhecimenjo o- quem
int-ressar pis-i, qae a me^ma cmara principia
a sua pnmei-as-jssao ordiairia desto sooo, no da
19 do corrate.
Secretaria da cmara municipal do Recife, 14
de fevereiro da 1868.
O secretarij,
Francisco Canato di Boa-viajern.
ES A VAPOR
1035S0O
2 A'.'-i'i
1 lili 310
.15376
23&I6U
37550ii
2i5i O
984' O
255 UU:
125000
23*160
335* O
H15301.
1 Hfi.ii.0
Jstras
Rigueira Pinto de
B095093
Antonio Germano
Son a ?.........
Alvgueis de cnsas.perlt de toiidndf.
Maria Ea-taquia do L>vramoto Oli-
veira............................ 435-WO
EdiMfooCaedui Jorr- Cbral..... J2(r5<)i)0
Thereja Anadea d ln.......... i7fi(Hio
Amanara ftiifloa do LlTameotO.... &W
FolH J.s F-rreira................. 36fi-'8
Vi enie J o Perreira............... 60f0 O
H-IBe|r|o J f,f, r|.R Santos.......... 2005 00
Anua J..aqnma Liara............... 4-r>5 00
Mana Oty.nii Blpii-la............. l^SHO
J- limo Const-m Rudrlgaes....... 19fi(Hi0
Vicente uneiS-na. .............. 315813 !
Herdeire^ dn Anna J laqoioa Caval-
cntid Albnoo-rqo"............
J'Si. dtCiui M-ndnpa............
Joan Pranrivcn Tav?r-B.............
V-nre-l... Jjnui-i fia Cuueeico.....
Ctandio J .fi Tneodoro............
Francise Mtn.i C.-ido 1...... ....
9 Hcianr P'im de J n............
Santa Casa de Misericordia
do Recife.
Pela secretaria da Santa Casa da Misericordia do
Recito se convida ao* uarent-s dos rneno-es abaixo
declarados, para qao os venham tirar do cjllejio
dos orpnos, visto ja' ternm os meamos c >mpletade
37.600 a ldad de 14 annos, como dispoa o respectivj re-
gUlamenl').
12500 I J s Gimes de Meoare*.
2 J -a 1 inn Ignacio da Cras Das.
3 Jesma > Maximiano Perreira dos Santos.
4 B^ra*rdo Jn* de Araojo.
5 J So Samuel da O-ta,
6 Demetrio Nstor Mi hado Frel'e.
Secreiaria da S-nia C3i do Misericordia do
Recife, 14 de fevereiro da 1868
O e^crlvao,
Pedro Rodrigues de Sooza.
COWAXHIA PERNAMBCANA
Dj da 4 de mag em d ame, puga-se no es-
,criptorio dac-moar lia as Srs. accionistas o 3*
dividendo a tiZlo d 105 por acqac.
COMPANHIA BRASILEIRA
DE
F'f
Dos pono* do sal 6 esperado
at o dia l do correcle om des
vapores da coaipnbia, o qoal de-
pois da demora do costume se-
guir' para os portos do norte.
Desde ja se rorehem passageiros e eogaja-se a
carga que o vapor poder condnrir a qoal deber
ser embarcada o* da da soa ehegada, encomraen-
d?s e (lilil- iro a frete at ao la da soa sabida as
2 horas Pravioe-se aosSrs. passageiros qoesuas
passaeus s se recfihj.-n anta agencia roa da
Crn? n.57, primeiro andar, rscnptorlo de Anto-
nio Loiz de Oliveira A^evedo C.
MPAMIIA BS.\SILE!H1
DE
Paquetes a vapor
E' e-pera do dos portos do norte
at o da 8 de fevereiro o vapor
Guard,commandante o primeiro
lente Pedro HyppoUte Doarte,
o qual di 1 is da demora do cos-
tme si-guna para os portos do sul.
Racebem-sedesee ja passageiros e eogaja-se a
carga que o vapor mder condazir a qaal devera*
ser embarcada no dia de soachegada, rncommen-
de e dioheiro a frete al o da da sabida as 2
horas. Previne-se aos Srs. passageiros qne soas
uassagaos s se receben) tiesta agencia mi da
Craz n. 57, esenpterio e Aaioniu Luiz de Oliv-
ra Aievedo & C. .______________
Para o Porto.
S^gno em poneos dias a barca poriagor-za Novo
Silencio por lera rr.aior parte.de soa carga promp*
ta, para o restante e passageiros, para o qne uffe-
rece excelleotes coromodos, traia-se rom OMveira'
Filhos & C, uo largo do Corpa Santo n. 19, oa
cora o cspit.io na Praca do Commercio.
orto
Para o referido porto pretenda sabir com a pis-
sivel brevidade o patacho poriagoez Ganbaldi, re-
cebe carua a (rete : a Irstar cero David Fereira
Bailar, roa do ram o. 66, ou a bordo com o ca-
pilao.
s
THEATRO
DB
Para Lisboa
i
km prez d a :i lica.
Corlotaoo Ve liso da SUt^lra. comroendrdor da or-
dtm da Rosa e coronel eommandadle soperior
D J i.> (i Darro- Palco de A'ba-
qoermie Maranhan...............
Anna Msria a. Cunreicao........
M quilma Seba tianadeAiDaquerqaa
O Dr. ebefe de polica da provincia, attendeocio
o qae Ihe requoreram as eommerciantes estbele- MaMa f^nvmd QaraleaMi.....
cidos a roa D'reitt de-.ta crdade, e o* pcnpritarl minUna Lihercma do* Re
dos vehculos de con >orco, resnlve ov diflcar a
portara de 14 de deierjtbro do auno prxima pai-
sado, ordenando qae se observe o s- gum'e :
Pica Vddado o traosito pela referida roa uireita,
de lodos e quae^qner vehculos de coodnc.jio, que
partirem do largo das Ciaco-Poolaa soas imme-
diacdds, os quaes deverao seau r pela irawega de
S. Joo a sanir oa roa Auuusia, e denla pelas roas
dos Martyrk>8 e Hortas a ubir 00 pateo do Carmo
- d'ab pelas roas da Gamboa do firmo e Nova. -
Pedro Fraocelme Guimares.
Conforme.O omVial seivindo de secretario, Ju.-
Xaier Fansllou Ramos.
6n857'0
15:'5i5'i
ffSlS Grande baile Hitscarado
bS Parisiense
2sl3So Nos di^ Sabbad, Domingo,
iMfiOO
Vai sabir em pooers dis a barca portagoera
Nova Martanna, por ter graode parte da -oa car-
ga prompta, para OFestaolo e passageiros iraia-se
com Oliveira Fibns & C, largo do Cerpo Santo o.
19 od com o capito oa praca do commercio.
<
LSIL:0ES.

1834333
325*00
535332
A'vguris Je casas dt Ohuda.
Severina Mari, d.. Jes.............
Archanjei n4fl8 ,0t ^0)0........
Mnoei J,.dn r1a> Mirla J aqn'na l>jr de MelL ....
Amonio Saiw* dfl U-lli....... ...
J S Mafia Marque................
Justino Lu j...*. d pri4nca.......
Jo-*} P-r-ira o S lv.............
Amonio Pranci Ci Guimars......
Segn ae Tega
0 1" baile lera luar
Snhato ti de fr.vrreiiu d^ 18B8-
0 grande saio de Dansa que coraprehro
de tola a sala e eaixa do ibeatro. aebase solida-
menie roostrnido, afflao;ando a mais completa se-
gura oca.
Sera' illiiminado a giorno o mais esplendida-
man que fur pussivel.
O salu aeha-.se ricamente ora-vi o com quadros,
epeino-, va-o> com flires. eic. etc., tem que. para
este Ora se ii-i.na pamuado d-sijei aigama.
A b.na do mamen do i* balaihao de guarda
nacional de.-te muuicipio, sob a dirnccao da sea
da guarda nacional da monicipio de S-rinha-mJ'?"* dr" GhIssImo.........
um-ianca Mara do Ni>cia*BPK...
Rftsointa letras da praca U.\a
enr, onar.
RfX'lm diobeiro em coca correte e a
praso fixo.
S^ca h visla on praso sobre j-s Mades
oriBiipat, le Rur-pa. tem agencias na Ba-
ha, Ru>-no.s.Ajre>, 3f-uttwnii-'O. Nw-York
ft Nw-')rtens, e uvate certas de crdito,
p*ra es mesmirs Imi ares,
Largo do PlQurhu u. 7.
EM LIQIDBCAO
Sovo banco de Pernambuco
Os Srs. accionistas podem eceter e 3.|
por S. M. o laurrador, a quera Dos gu-rd-.cic.
Pa;o saber aos alteres Maoo-I da R cha Cval-
cante Lins, do baiamao 0. 49 J s Irinen da Silva
Santos e Pedro Veiii so de Aibaqaerqae, de bUlhk.t
n. 41 da guaroa nacional de.-te municipio, assim
como a lodos aqaelieg qne poderem e qouerem fa-
1er ebegar ao cooherlniento dus rvfendus uBciaen,
aae sao cbamados a* comparecer nesie qoariel
deotro do praso de trala Om, coofados da dala
do present- adital; e se oso o Oierem ser* Dottiea-
do e eonaelh de lovenigacio pj,a, nos termos do
deneti o. 3030 de 3f de no ve m tiro de 18f5, ve-
rificar a ausencia por alies eomraeitlda, enferme
LEILAO
De 3 casis terreas novas sendo orna com solao,
e titicadas em enos proprios, na estrada do Ea-
caoamento perto da e.-a{jo dos trunos urbanos
e com terrenos o lado.
leJi
Terpa-feira 18 do fevereiro as II boras.
Por K.l-rverjQVj do asente Pinto em sen escrip-
lorio a roa da Crot o. 38.
Aoii.nis P-iHciana...... .........
Z canas Gnedes..................
W r^n-'w y. da C. necean ... ..
l* Urbano Parteo de M-ll".....
Mano-i VicpntH de M->rae JuhI r...
Geor.v-v, J.,-iina da Cunr-ica ....
J 'aqiiim Prani-r-eo 00 Paur.......
Ani. Bin da Cunta fco-al.........-,.
Hufla da Silva Ramo-... .......
Frauci.-co L/ll V PaVrtma*to d.s vrpkaos.
Ainyu- I de rasas.
..^-. .u.t.ii.11 inir lies eomraeiuaa, crmmrme na..,. _. .' -
as partieipacdes offleiaes dos respectivos commaa- 1.11^"* Jl' *n'"nB,50'
dame e em observancia a' arden, d S. aUc.o.L.iT V Tne,.i 01a........
8r. presidente da pruvlncia. *''-"" F-rre.ra t.na.es
Qunel oa comroando superior da fora oad-1! """ ? ^cunelo.....
oal de SeriLhaem ... de fevere.ro de 1868. LJl '$'"+*' hi"''* ':......
Cor,u,anoV,,WMd,SuW E^^f^Y::.
O Mlm. Sr. iopector da thesnnraria d fa-
tenda de Pernambono aanda Uter pouliro qoe
am viriode da orden do ibesrure de S dei-ta mes
aetia se autiiisado para cobiib ar a vender apo-
(ices da rii*i ia (jub iea no cjrrenle aiioeatre pelo
proco de 8t por Ojalo.
as pesSl q*u lotsressar deverio diriflr
a reer.da mes .orarla.
Seer- laria da the 4<4" O
ttIQkal
8251' O
15'733
MfeM
KM4
1685100

OSfKW
3141183
1664'4
tros*)
mm
M-HfKlp.|,|,no V^rLn '-"..... **507u
Ht*9*b0i4ii eeducandos ntColtr^to dos 0'p-s.
Pruiencw 1, M .na da S iva..... -loUaWJ
atabaco 12 de fevereiro de 186*.
O Hciat-milor,
Manoel Maoeae da Silva Cotia.
loiisi.id' pruvincial
Pela masa .i.> -..,. % .nado M"vttCial se fjt puWi-
co que no da ti .1.. ror.-uu- m+ Om*e o pr.t
marcado oara a c.ihr.ng* a Inca dj e.Jre Oiiunf.iad v r ed ral de-U repani^ 1 da
m*I Bnd 1. nuiles, entes ao eH'-rrK'io C.r-
867 a &1, uu- fi am -ne-il.y. a nanila
tjduo o lOipuslt. que fjiem p^i> dr|uts
dee da.
2O."iO
6M5 <0
775000
ijuautio
9ll5 "!
635666
6I5K>m
684011
1ii40-k) distiacto mesire que tem d funeeicnar nos ex-
4ia6'i8 iii-ndid.s tiaii-.s acuna mencionados, a qaa> tocr
850 0 como introdcelo d 1 baile orna peca de harmona
315 dK) * 44V66 qaadnllu denuininada.
A SURP8BZ4.
A p*eas qn tem de ser t .cadas dorante as 4
nuiles dos b.Hen, sao oovs a escuihidaa.
Para dar am ao baile a anda de nusica tocar
o granda
64LL0PB I.1PMRM4L.
Com toques de cimpas, sinos, ejtrpidos e re-
bomb.is dn Imvao.
H san ao llavera orna pes-oa peif-amente ha>
biliiada pra I. rmar o- rara-, a dirigir as quadri-
Ibas. aQin >ie evitar cuf. 10-s.
A airada a aabida para o* mai>ara3 aspee-
baaaaV i>-ia niri> da irnnjii o. ibeairo.
OeM'ni.Mi para venda da liar tea m direi-
ta do c '.lelo onde esiar-' l.i'umilla.ln.
As p-s-s as que *p i|iiiie/effl prevenir da cama-
rote uude.11 mandar mas eoeomuendas so es-
eript-rlo do tBeatro.
x pREgos.
Carie de 3 nr*Mr.. ., m 8 entrada* ir^S/'OQ
I l)M> #e3*ona r.m4ea-........... R8 O
I Entrad'..^......................... SJW*
Seurioras n ai arfl> ;r-i s.
LE'iO

De un exeellenie terreno ferie da
cidade
H04B
O atreote Pinto levara' a leilio precedida a
competente aotorisago.nm excellente terreno eua
30 nalm is de frente na estrada do tlangmnna e
3d de fondo na da Pa-vagem da Magdalena a li-
mitar com o sitio da C-p-lliob, assim como 106
paimos de ierra com a frente para a Estancia, tia-
vndo graode plnntacn de capim, e doas meias
asnas de pedra e cal, cojo reodimento de 605>
aonoal. O leili S"ra'efjectaado as II boras do
dia cima dito, em sea escrtptorio 4 roa da Crot
D. 8 quer informacaj a respejiq..
Da taberaa sil i a ras da Lirraneil
nanrro 9
O aeene Ponto* l, vender' em leilao por mae
dado do liim. Sr. Dr. jo i especial d. ca-nmereln,
a tahnrna sua a' roa do Livramento n. 39, den*,
minadoOhservior do Commercio.
Hij- terca-felra 18 di correte.
Na megina taheraa sera
11 huras.
eff-ciuado o leilao
:lo pon i I an
HM do i
remedo
*.. t.
AVIaSOaS MlBiTlMS
SiM55>&@
Ma do CoOVn arto provincial 6 da f-ivereiro
I loW,
de
Fnritiilha deS.kuel
Sn- e. m mnaia hrf Made a rean* a-.rlB|tnera
Asma m^lwHa de amarelio a Loix XV, enm anoea
los.', Iso-rda roup de *mar||> uado, om difa
ooii. m. i ara jamar de an arello, diver;.* l.-.r-
ros rara enf ii- oe sata, mesas redonda r liA-
lo-, nnaa ou. de raneirai de amarado o,.a.
aparemos de |K>'Felana para 8
m f, o r. dito pura
c ou- i-m pii-pUpoi rnirmod. r
Franeiteo Aminlfia de Carvallo Moura. dioo Affoobo Morara, io> do Apollo o. 23
W.Wrn. par .. reVW na rarea e u>B4'rtr* !'* )*". fpo. caodrl-br. a, t*t>rn>'a outr. a mm
s, trato-see^.m Cso-jlo tjeclos qae etiirao a v,su dos eoniir-


*"

-
*<

.
i -

>
m
i I
rwites.
r^
tm
1 IIJGtVH
a



V

wrt* m fwmHM.^ttw^ frMr** aw
Q afela Mar un-rara' le lia sem reserva de
prec, m aroazeot 4a roa do Imperador o. 16, as
11 lloras em pon.
LEILAO
A Salsaparilha
X>B ATEB. "^
X>fcr* oura radical do
V
Hoje 18 de fevereiro.
A C. de Abreu fara" leilio por iMervencao do
agente Pestaa, de chales de na e de la, gros-
denaple, easemiras, meria, velbotins, meias para
?*nhor e oalsalBuaia fatendas francezas : hoja
,8> *s I aaobaa em ponto oa seu arma-
zea roa da Gadeia.
Eacroftdaa, aleona, ckagai, fcr-
Hat vettaa, meleitiai aypbik
icaf, aaercuriae, Enenni-
dade* das inlhere, tomo re-
tencao, aienitro ioloroto, uloor-
qoe possivel produzir, da inteligencia e
dencia medica dos nossos tempe*.
IHHBIO DK m\ mk SEZOtS
IifaBml im fekrM irjtUea, renilaitw,
fafcm a&liMM e terffc, aa! da Ijada,
lacreante da b t, eegueira. par nos
iQTidas c palpitarte*, >aude si
cansada pelaa
HBRIS INIBRIITIIITES, 01 RMTENTFS
As preparares de Du. Ayfb sio'vendidas
Troeam se
*"0)*8 JbaMoA>Brasr! <> Ixaa Miaea-
lieTo Sfe de nm crid0 Dom cp^o e bo-
ESEffCIA COIWCElfXBiUlA
A
De
LIL4
podem receitar remedios, coja composico
e descoobecida.
OBerece
se ama moca de boa conduca para
eseravos e movis
O agest PogIuI vender em leilo um preto
de naco, de meia idade, om malato oco e sa-
dr, ana mesa elstica de amarelio, camas de ja
caranda para ca-al, urna mobitia de Jacaranda', 1
balauca para armazam da assucar a prensa de
algudao e moiios antros ohj-ictos.
Qointa-fcira 20 do eorrent.
No armasen do dito aneat, as -11 horas do
da, a' ra da Cruz o. 62, 1* andar.
4!.
SABSA PAHBILHA de Ayer nio
acao do otero, e flores braua em todas as Botica* e Drogaras do im-lrea,edo secreto, por isso pode ser e ere-
,rs^rt^ip,rio- cr7ftcc ?2?p-*-*..-*
borbuttas, nasddas, ate. vvUto
o t*traeu> rompo/, do salsapabilha, ooufcion. Msleitas, febres ialermitenles, renitente
uTJVitc^fJfo,'utX imST-T mclbras <,e,>u^,' W,MM ftbr Pemciasa iuflammatoria,
a, ku d .elenm, PProvi!\ re^J^wi^pS^ todaS t?Dd SQa OTignm na mema caula e TfS*'""*8 "fura ernTlfomi
mdicos dos Estados Unido., da America do Su!, do Mxico, PrOdZindO OS meSIDOS CffeitOS, DOrm em toar ,.I?ia,,ha. hndo-se-lbe 0 Sustento 6 0 VOS-
^S^SiSSSSri^SSf.SSSL d8fmSorSeamdeeni.teDS,dade' neCe8Slam ^^D-'X-mliB- *""'-"'
A causa acba-se nos efluvios contagiosos
que se desprendem da vegetacao podre
dos pantanos e das aguas encharcadas. E'
um veneno subtilissimo e insedioso que se
absorve pelos pulmoes e penetra no san-
gue, desortt que a mo'esiia s vezes acumu-
1
mineral.
_ especialmente cfflca na
cura iu mslc.Ua. qBe tvm Bm orlgcm ns ncrofula, na
Infeccao venrea, no ue oxcessivo do moreurio ou em qualquer
impureza do Singue.
Entre toda* as molestias que adligem o genero humano, nio
ha urna maU universal e terrlvel do que a escrfula; por al
ao to destructiva, porcm 6 a causa principal de mollas eu-
rerraidade. que nlio lhe so ger.-Jniente attrlbuidas,
E urna causa directa da (ira pulmonar da mal o
fialo, e estemoffo, affcoeie do cerebro, Bheumatiomo
e affee^Bet 4o* Uln* i entro acm symptomas ha os seguiutes;
Parta de apeUto, Fraqucza-e niol.-za em todo eorpo; Uo
cheh-o da boca, sorablaale plido e ineliado, a vezes d'uma
alrura transparente, outras vezea corado e amnrcllo no redor t
da boca; DigesUo fraca c apetito irrcBular; Ventre inchado De P60* PIa)0e8, Opera as Je.-BS da m-
e evacaacio Irregular; Qnando ataca os pulmoes uma cOr DCra SeUDte : SU3 intensa irrttaCaO DO SYS-
^zuUda moslra-ae a roda do. olhos, quando 6 no eatomago lem3 fdZ encerrar todo O
-iroado b. 461
qnem ae trata.
Precisa i
andar, se dir' eom
se comprar nm escravo on i ia es-
fleocia ps. 13-15.
a que aa.ba coosiabar; na pr'aca d"a lde"pen"-
u-se por muito tempo no sy&tema antes de
fazer sentir-se.
Eete veneno efflutial, qoe o sangue rece-
D laberaa a' i aa das Grazes n.
e peijaeuos letes
Cordeire Simes
competentemente auionsado tara' leilao dos gene- to -w do*, a. psaai < uposicao"^romos iea,a Ul encefrar ,0'10 aague no corpo
ras, armario e utancilio t da taberna cima d'ta ^f^ctothequeatemeute empatanapeUedaeabejaeoutras D08 excretarlos Internos,o figado. OS
leodo grande sonimento de vlnhos do Porto.ee- p"* *<> "-po siopredispstas ofeoeaes dos pw nebra ue Bollan*, laranj, arvejas diversas mar- fi"ado Cas, lomjas, IIC#reS SOrtidO, Caf e muitOS OUOS D0 Omtale "?neI1 S padecen das formas ulcerla*
generas, os qaaes serjj vendidos em pequeos la-
tes aHm de facilitar a concurrencia, isio
Qainta-felra 10 do eorrente
M 10 horas em ponto na mesma laberaa.
onrao. digestivo, e uterino,. Portan.*, pU|m5ei,-algaB8 dOSqUeS OU tOfJOS Il
Fedegoso de f ernambuco
A planta, conhecida entre nos sob a de-
nominacao de fulegoso, e no Rio de JarJeiro
pro incias do sul deste imperio pela de
ortsta de gallo, o tiaridmm utilissimu
ou itmdium elonaautm de Scbum, e o he-
itoiroptum curoisadium de Man., pertence
a raniha das boragineas.
0 fedegoso considerado, na tberapeDti-
ca pernambucana, como nma das plantas
mais recommendaveis por suas virtudes cu-
Qreparada a'fro por Aue-uste Caors,
PH1RMACETIC0 PELA ESCOLA DE PARS E SSSESSOR NBST1 CBAOr
ArUtldes Sal->c( e #. H mm
M. 22 Roa da Cruz W, 22.
Tratamenlo puramente vegeUl sem mercurio, iodo, ouro, nem outro *+*
Verdadeiro parifjcador do sangoe sem aioogne.
Sr7aIrZn?rKPar,a C0mba,er aSD90leslias ma8 aedtondas. entrando neae'n.
^SS^ifSSS^'para CUJ0CUra,iV0 SQSS0S &^>coMi^*
sob a frm JllS!tmp? eatr0DJ a,cap4>ba ns formularios como preparacao magistral
elebre aSor Jo iiw/S a'da hf era(braf, Das pbarmacopaswm o mm L ^
oeienre autorjoao Al ves Carneiro: n5o e ella portanto. remedir novn nm a^i^
e io.wm.ih.1 da Vro7te"que" nece8itin"de"p,rote contra os sena estragos ; todos aquelies em cajo sangue existo fiCie dO COrpO ; 6S a CaUS3 DO FERI3D0 FI1IO i C,OOIi.0
A aFlwal lAOaW\l A nnain tj\..liTal a\ ^ *__ai t t fe. a ^^ Y\ fl Maa 1 ** r-* & ^
o virus latente desto terrlvel aagello (o as veze. hereditario),
esto expostos tambera a soflVer dos ennrmidaaas que lie
causa.
0 sangue abandona os exeretorios internos
Oflereceraos a estas pessoas nm abrigo seguro e um antl- 6 arroja S6 Slinfilficift C\f\(\ n'nm nnlrft
doto cfllcaz coutra esta molestia e suas contequencias. na t a"t"" u",0j WJIUO U UM OUtrO
esforgo violento para expulsar o veneno a-
... r. ., o,,.uln/ rni.. calmante do systema nervoso, na
A febre cansada pela reacco, quaodo' P"ra,y8,a asthma, tosse convulsa ou cuque-
De uma padaria na ra Imperid n. 51 e di-
vidas na importancia da 5:991(5510
O agente liarnos tara' leilo em um on mais
lotes a reqnenmenio do administrador da mas^a
fallida de Joio Alves de Mjura e por mandado dj
Illm. Sr. Ur. Juitepecidl do crmmercio, de ca-
i consequencias, na
Salsaparilha de Ayer
travez do outro excretorio cbamado pelle ,
que opera directamente obre o sangue, purineando-e e ex- ^0 pilUCO C0'-S62Ue 3 nalllTP/a nfllP lAffrtn.
pulsando delle a corrupeo o o veneno da molestia: penetra fin tf.m.____8 V".6" UdMe stc>u
OH
. pros!rac,3o que
cSm?M=&** d0ei'?o ur5*e eaer8,a renovaiUa nalra,mente succede s grandes agitacSes,
a9e, macara, tenJedeira, cylindro americio,Va- tjjcbem o hi^lbou AXTi.srrnizzTico a t 'Dal,ncto ? D0S? Organismo o faz abao-
liucas, Qandres e mais pert*nee* da padaria aci-; coa-ueccdo; i aja*> a tentativa ate que, recobradas as for-
ma, na mesma OCCasiao sero veod4S a- dividas eur. permanenmente as pelore, frmaa de SYPHII.I8 ^ ren0Va 0tr0 i* 3 >Uta desesperada.
suas consequenelus. Pouca neeessidade lia de Informar o nur
Uco lio Inesllmavei valor de um remedio que, como este, li i
C Kltll'.'Mi' (li-^ri Prrniin-ir< a ,i..^l... ^ ..l^.t___-t *
da dita massa na importancia de 5:MJJS!0.
Quinta-rcira 20 do eorrente.
As 11 horas do da.
I'' evidente, pois, qoe qualquer remedio
LEILAO
o sangue dessa corru
; uma morte lenta e '
, nio logo combatido com energa'.
| l>ao pretendernos
que este remed"
mentos humano
uwr ue um remeuco que, como este, lura ,!, j
peno e arrebata a victima du garras de &
ignominiosa, lorm Inevitavcl se O mal 1p,,C- .
troir
a curar esta molestia, deve des-
3 veneno no sangue, ou arroja-lo
De ddQs ffioleqncs de 11 a 13 di.as
O agente M^rliiis fara' leilo por despacho do
Illm. Sr Dr juia especial do commercio de doos
mob/ques sendo om de 13 e outro de 11 anuos, os
quaes sero vendidos pelo maior pre^o.
Quinla-feir 20 do orreti'te.
O lelio lera' logar na ra Imperial n. 51, onde
havera'tambsm leilo dos perieoces de umi
dara, as 11 horas.
C?
r*.
Salsaparilha de. Ayer
a meffior preparacao at hoje deseeberla para estas e outras
.ev." >l"lt>-"-.We i ""a combitiacio dos alterantes
mais pfflcazes conheculos, e que temos eonscicncia de oflerecer
O publico o mcllior resaltado que possivel produzir. da
intelligeucla o pericia medica des nossos lempos.
SSSHfKf^a^^^^^ fra delle. A preparado qoe aqni ofere-
oonos.oqued.zen.oseauca ^ms 3Q ^^ fe ^ ^^ spgun.
do as nossas direc(,oes, preenebem estas con-
dices, estimulando os grandes excretorios
internos o figado, o baca, e os rins a
separar do tangue o veneno offensivo e ar-
roj-lo do corpo.
IVm-?e offerecido moitos remedios para
REMEDIO DE AYEB PARA SEZ0ES
Infalivel as fobres intermitientes, romittenteiB,
Pebres Biliosas e toreis, mal do figado, in-
cromento do baco, eegueira. DOr nos
ouvidos e palpitantes, qaando
sao causados pelas
Da grande casi terrea sita a raa
.niBn p *U0?US,a D- 4 !SEBEES INramTTENTES, OU KEMirTENTS.
O geme Pontuai, compet^nt-mente antonsado "ax
vender em leilao qii casa terrea sita a roa Aa- As preparaCes de dr. ateh o vendidas cm toda
gasia o. 41, a qual tem 2 grandes saias, 2 gabiue BoUcas e Drogaras do imperio.
las, 3 qoartus, corredor icdepende .te, quiolal ma-!
"' 6 "C'Sta-feira 20 do eorrente. SALSAPARRILHA DE AYER
O leilo sera' i-ff-ctnado no armazem do mesmo 'ara '* tf ra>HCal de
gente, a ra da fruz a. 02, i- andar, as 11 1,2 j. Escrfulas, ulceras, chagas. feri.las velbas,
O-senhores licitantes podero examinar a CoJ^S^aIIS^I mercuriws. enfer"
eentanderemsecoa o dita agente no caso do rait^de:' asmulheres, como retenc3o, mens-
iucne. tosses recente? e antigs, suffocaces,
catarrbos pulmonares, etc., e em geral con-
tra todos os soffrimentos das vas respirato-
rias ; sendo nm exceliente Unitivo para
aquel es que padecem de phtisica pulmonar.
>ua efficacia contra o ttano ou espasmo
e incontestavel, e ainguem ha que a deseo-
nheca.
N3o ignorando nos o que acabamos de di-
zer, eesforcando-nos por ser util humanida-
de soffredora, preparamos o que abaixo indi-
camos, pondo a disposicao dosdistinctos m-
dicos, e dos doeDtes desta e das outras pro-
vincias deste imperio nossas preparacoes,
que s5o:
A JURJBEBAl
era extracto alcoolico, eaiplas-
tro, ole, tintura, plalas, xa-
r?pe e viofio.
A JRU3EBA uma das substancias me-
dicamentosas que pertcncem ao reino vegetal
O uan-ntl? l'ro.: ?aoe el,a Prlanto. remedio novo nem descoobecido
J;"r ca'oba da Eesma sorle precooitado desde leaoosiSSao-
Muitos dos nossos mdicos de consideracSo e entre elles o
|0 e Observador o Sr. Dr. Pedro de Atbayde Lobo Moscoso, m ?on Lado S
de experiencias rpettdas oque diz a f.ma das beneScas proprieSdeW
tratamenlo das boubas. das diversas frm. nh !T:L r!':_:?..M carflll r
no
BO
cura destas molestias, pormou nao teem emramna cl3sse dos too'cos e desobstru-
quererem algom esclanciruento a respeiw.-
EE^l*35rr^?&w
AVISOS DIVERSOS.
CURSO NOTURNO
DE
LINGUA FRANCEZ1
tro doloroso, ulceracSo do ulero, e flores
brancas. A neuralgia, c-^nvulgoes, erysi-
pelas, enfermidades cutneas, borbulbas,
nacidas, etc.
O extracto compouo de salsaparrillia, con-
cciona.io pe!o Dr. Ayer, um i combina-
cao dos meloores depurativos e alteran-
tes conhecidos merticin; composto
segundo s leis da sciencia, approvado e
receitado pelos primein s mdicos dos Es-
nngua
jam fallar e escrever es la
FEITO pon
los Soares ae Azvedo
das 8 s 9 baras da noite
Dirigir-se ra Bella n. 37.
Po33*.?8?8?*8 do comin"rcio, que dse- tados-Uuidos, da Americi do Sul, do Mezi-
|co, das Indias, e dos priocipaes estados da
Europa.
I A salsaparrilha de Ayer, especialmente
eficaz na cura das mo estias que tem sua
,origemna escrfula, na infeegao venrea,
no uso escessivo do mercurio ou em qual-
quer impureza do sangue.
Entre todas as molestias que afll.gem
;o genero humano, n5o ha uma mais uoiver-
i sal e terri- el do que a escrfula, por si nao
t3o desiniitiva, porem a causa principal
de muitas enormidades qoe nao lhe sao ge-
ramente attribuidas,
uma causa directa da tsica pulmonar
do mal do figad-j, e es'omago, affecfes do
cerebro, rheumalistnoeaffeccdes dos rins: en-
PARA
Molestias syphihticas
TOME A
c/e S/ye.
a edaA ar(/a
sido bstanle efficazes ou leeraproduzido ef-
eitos prejud:cia-s saude em geral.
A quina, ainda que seja o grande recurso,
as vezes prodoz effeitos desastrosos, e to-
mada em grande quantidade sempre pre-
judicial sade.
Entre os m des proluzirlos por ella se en-
costra diarrlii, dores de beca, conges-
loes cerebraes, vertuens, mal do figado chro-
nico, increuienlo do baco, zunido nos oovi-
dos, eegueira, surdez, debrio, somno leihar-
gico, causa tambera dores rheumaticas e
nevralgicas.
O remedio do Dr. Ayer.
PM4 SEZOES
Expulsa o veneno do ystema e restiloe
a saie,
Vcnde-'e na botica fraaceza de P. Mau-
rer & C. ra Nova n. 23.
- Ni praca aa Independencia, n.31, !o|a df
anves, compra-se ouro, prata e pedras preciosas,
a tambara so faz qualrvier obra da escommenda e
odo e qaalquer concert.
' PARA 5>^"
O rheumutismo
TOJIS A
aei'/Aa a^
S/yer.
Gasa mobilitd
i
Precisa se de nma ama para engommar
raa do Trapiche n. :!fi, 3 andar.
na
Di sa
a premio I.OOOS com liy
bem de raz oe.-ia cijade: na ra Nov,
ernigens n. 31.
Off;reca-.se u
eca em
toja de tre seossyrapiomas ha o.sseguintes; Falta
__ |de apetite, frajueta e moleza emtodo corpo;
nrimen-asT.Vrl6 ^f^**** paraeDS,nir,mocfceir0dab,,cca'sembanteplidoe incba-
dest cidade oa da va ferraT'qaea qu'zer'alrij -- itras vez,S Cf,rado e amarePo aoxedor da boc-
^.t.. da Aarora 0- i6> 5 aige' tre metalo e evacuarlo irregular; quando
tratar.
Ama
Precisase de orna ama para o servico de pouca
familia ; na rria do Torrean, 3' andar.
AdvocaciaT"
O bjcharel Ernesto Ad.-lph-i de Vafeonr-ellos
i-naves iem escritorio na casa de saa resideucia
'/oa do imperada n. 50, 1 andar.
- Precisa-sa de umi ama de leite, na ra do
Nagneira a. 43.
Precisa se de nm preto caoaro, na ra da
Cadea n. 47, Ijja da esquina
enge
Maa
co alto, om bora corpo, boolta" Qors, cara' bexl-
gosa, barba pouco serrada, cosioma raspar o bi
goda e a pelra, cabellos um tanto cirsptohados,
om pioco gafo, eem algumn slnatries velbas de'
clucote as eo earaisa de alodio da mata, calca e paletot de brim
par*), chapeo de baeta pretn," leva vara da car-
relro, que 6, e soponbo ler ido s6o(ar praca como
voluntario ; foi encontrado no brejo de Fugunde,
segalndo por Cariri. R^coiamenda se as pessoas
encarregadas do recrotamento, e a3 autoridades
policiaes, c >m especialidade as do Rio Formoso,
Uaa, , tra qualquer pessoa a apprebencao do dito escr.a-
vi., ir en'rega-:o no referido eogenbo, que gratn-
ea se com cem mil res._______________
Di*appareceu bontsm 13 do eorrente, do
enjtenho Paraito reguzia da Sacada, o escrave
malato Joaqalm ; snpprjj-se que veio para esta ci
dale d'oode natura!, para assen'.-r praga e se-
guir para o sol. Pede-se ;s autoridades policlaes,
aos capitaes de eamdo, ou a qual jut pessoa a
apreheoso do dito eseravo, e leva lo ao dito en-
pentw a ?en senbor, ea na roa do Imperador n.
77, i* andar, salla do lado do Caes 11 d,a oovem-
bro, que sera' recompensado.
ataca os pu'mes uma cor azulada mostra-
se a roda dos o feos, quiudo. no estomago
sao avfirmdli.-idos, as pessoasde disposifo
escrofulosa apparecem frequen temen le erup-
edes na pelle da cabeca e outras parles do
corpo; >ao predispstas s affetedes dns pul-
mies, do figado, dos lins, e dos orgos di-
gestivo e uterino. Portanto, nao sao gmen-
te aquelle* que padectra das formas uke/or
sas b trbemele saf* -escrfula qun neces-
sitam de prolec^o contra os seua estragos;
todos aquelies em cujo sangue existe o vi m
latente deste 'lernve! flagt-llo (e s vezes
hereditario) estSo exposu-s tamhem a so-
150^000
2ffi ".-e^^^rdf^c^^e^ *eiie cau-a-
ansisco, eom os ses-ulntes signaes : cabra, pou- 0!r,recenJos a estas pescas umbr
Alnga-se n urna das principaes ras desta ciad,1
por 3 a 12 rae.'ts, um ou dous andares, maito
acetado, com boa uiobill* de Jacaranda e 1 piano
e ranbilia c-.mplea de sala de jaoiar e quarios: na'
roa da adr-ia-Vein n. 30 ou na estreita do Rosa-
rio n. 11 se tara Infarmago.
Precsese CimDrar nrfla~easa~e'rrea'~oo
sobrado, qoe seja ero boa ra : qo^m liver annau-
ce para ser procurada.
Aloga-sa o.segundo andar do sobrada n. SO
jla^roa das Aguas Verdes : ra d) Crespo n. 19,
' ] PEllYlJsiE
desde a casa do Sr. Felippe Neldb,am no
Mondego al i?reja do.Mangoinho um an-
nl com um brilhaote, uma caplela com
duus retratos de senboras e alguns ca-
bellos.
Quem achou estes dous artigos e os qui-
zer entregar ao seu dono, pode ir casa do
me?mo S Neldham, ou no largo do Corpo
Santo n. ti t andar, que ser generosa-
mente gratificado.
C;isa
Alnga-se coro mnitos rom modo? para familia
na ra DirciU n. 36, a chava esta' em baixj na
ao-^raa, e trata se oo Kae.ie ra da Cadeia n. 3.
Criada
Precisase de nma criada forra on captiva para
caa de pjuca familia, qoe saiba engommar e pa-
ra andar com ama crianza : a tratar na ra do
Hi-idcii o. 9 oa daCadeia d) Reiife n. 27.
entes, sendo empregada com vanta^em con-
tra asfebres intermitentes acompanhadas de
engorgitamento de figado e bago.
Ella tem sido aplicada com incontestavel
proveito contra a anemia ou chlorose, hy-
dropea catarrho da bexiga, e mesmo para
excitar a menstmacao difficil, resulunle da
mesma anemia ou cblose.
0 ABROBETOTAL
JE' muil siifietior aos xaropes de CUISI-
NIER, e deLARROY. De faciidigesto, a-
gradavel ao paladar e ao olphat, elle cura
radicalmente, s-m m-rcurio, todjs as affec-
c5es da pelle, impigens, alpccas tumores,
ulceras, sarnas degeneradas, escrfulas, es-
corbuto. E' sobre tudo poderoso as moles-
tias rebeldes ao mercurio e ao iodureto potassiv.
Psvermsifugog para Incibrlgas.
Preivir-arao a matfisegara para a expnl.-o com
oleta das Urahrlgasa ouiros vermes, sem acarre
lar os inonveriit-!fS que se tem dado cora outras
[.repararles Sao do grande aecac vcrmiciva,
agr-davjis ao paladar e eompativeis com tod s as
idades e compleijoes, variando smente ua quan^
lidade.
XAROPE OE SALSA PARRILHA DO PARA,
O,
DEPURATIVO SAtfGUR
DSAOOS AS MOLESTIAS OE PELLE, IMPIGENS,
DORES RHEUMATICAS EULCERAS VENREAS
PlLULAS A\TI PERIDICAS
Contra as febres iaiermiteates, on srzfles
xtaiTiPi iDa-imrii'iraB
O-MULUNiiU' tem acejio directa srJbre os
centros oerv isos, e por isto faz dormir sem
determinar afluencia de sangue no cerebro
como o opio e substancias simples que delle
se extraen!, pelo que o somno tranquillo
e reparador, calma a tosse nas^ronchites,
e modera os accessos de aslbma e de tosse
convulsa.
TODOS ESTES MEDICAMENTOS SAO PREPARADOS
pon
Joaquim d'lmeida Pinto.
PHAR&HCEUTI O EM PEP,\AMBUCO.
Ra Urga do Rosario N. 10
Junio ao qnarlelde p licia.
aranftl Power Jounston & lenapaii
Ra da Senzala Nova n. 42.
AGENCIA DA
f7t5adie3ode/aLow Sfoor,
tfchinas a va^or de 4 e 6 cavallos.
Moendas e moias moendas para engecao
Taaas de ferro coado e batido para eoge-
nho,
menlo das boubas. das diversas formas sob que a ayphiis s p seota e m*
calmete as que tem sua sede na pelle, e pederamos relatar algnSS. de?to&L
moderoa observados pelo mesmo Sr.Dr. Moscoso em que a car, ba prodorio 3S2i2
frn ,S's.deP,S de T le'S e Prolooadas aPPlicacaes de sal.aparrilh, me wrmffedo
ouro e seus preparados, etc., etc. ^uu*
...n...Nl0era-p088lvel que U" a p,anta l30D0tave por suas inapreciaveis wtedes
ejeapasse a perspicacia e investigares dos mais abalisados pratkos eur.peos. qoeSTap-
pl.cam com especialidade ao estudo e tratamenlo das molestias svobiliticaa e r*Lt
sypbiliticas e herpet
i e
fe-
para prova ah enSo os Srs. rs. Casanava, Schorfer, R.cord e oulrcs dando 3^031'
nK8r!r?rm C-es SObre as PrPr9,la,le8 curativas da camba e precooisando-a come
remedio poderos.ss.mo para o tratamenlo das erupcoes cutaoe-s, seccas ou stmmSns
da tbros de toda a quahdade, eczemas, ulceras de diversas naturezas/tumores^S?
outras muitas molestias de natureza syphilitica ou bochaba. ^^'
Por ter-se generalisado muito o uso da lesencia da (aroba oue en an-
Sr [n? ftr,.PromPta a loaotldade da mesma essenria, obtida sem a accao^fogr
K0 Pr.eH"la- as propriedades medicamentosas; e d'ora em diante enumlraV-ee^
lnf ,.ha Phama^,a sea,Pre e em porcaosufficiente para tod. ospeidos a essenciaoo-
iSc3 6 Carha' e un"uenl0 da mesma p!an,3 Para 1 nonca faliemtoVsemmes
mdicos que quizerem experimentar tiro precioso agente medicinal.
Recife de Pernambuco. 17 de outubro de 1866. i
Ra da Cruz n. 22.
Aucuste Caors.
ufiraRigaES FEBREAS-EAB&AIIC4S
aPPROViOas PBI. C*D8J4A 03 MCDICIRi
DE BRIN DU BUISSON
(larawtafe*, lairaio ph mmm i lifrjn fe F;ra
O tirOTr.te profeswr Trousseiu, na ultima otttf* de ten rmete i TAw*.
peuiuu e, fatrso metUoa, rambeca que c-a iamigiacasi s-a>rl* sio rmwaa
yezr, MRMKII para curar as molestias que teem por causa o en>pobrpetesia
do ng.it. Muito* medico rtos mais djatfnckaa at;rib,:em es se m o oVM i *aaia,
n BOM preparavofea. do wcm;ancte, que se acba uo sansue, como o in> mm*\W,
Os elimina o nuil peritos, sempre Hitiraamcnte unido coir. o ferro.
C w s, prtaiar-ae nm verdadviro ervico aos S' JJedCOs, oShUW4a asa aiiMta
sobre s preparac6es seguiutes. ^^
1 ifiS *Crff^v KlflflOffni*l**l dan<1 "mnjpjliatamenM om agna, acidslada,
e eeoDoraia u egua tnincraei fcrruinosaa.
2 Mto e Xarope k iedsrele kkn e de msmm mtimm
eetattnda ctrt orna eiaco centigramo de odurtto d* ferro mangaur*,r>ttU*sHi.
parucuiarmeete n tnolestiea Tympnallea, crofi^osa, r.itjuuda csa-
cros uitiercii!r.s.
4 f'ik
las k cfbtinalo frreo uWasic 1
MCehaida* enpetiikiomi-
p-trs i : !fa. n .r-
", Im.'fcrrhe, r. uoif-
nurrltea. A ie<}iijva< 4*>
8*rw tu iIum nrDaracfle di o K^lhorcs mnludo*.
O f kanjl o Binatue rtewartlu t***t a rlauln eOBpteM rt .jlMle e-j^ a
cerca o valor preparitvoe, previr. 4ne lia tt f. frtlMatamm tm

im*r*
no-j i
urgau unte os
>acia de passaportes e
portaras
^--.aDOdoRe88Uma. djspachanle de passa-
KE rur'i?' -os para dentro e fra do
Casa para aiuqar
joNj/ d0 HoS4c, !. mu o obrado
go
seguro e '. um antidoto eDicaz contra tsla
molestia e suas cotequencias, na
al^aparrllha te Ayer
que opera directamente sobre o sangue, pu-
rifican io-o o expui.-ando delle a corropcao
a o veneno da molestia: penetra todas as
partes e todos os orgSos do corpo- humano,
livrando-os da sua acc > viciada e inspican-
d>Jhes novo vigor. E' um alterante pode-
rossimo para renovarlo do sangue, e d ao
corpo j enfra ueido pela d.ieoca firga e
energa renovadas como* as da juveutude.
E' TAMBEM MELHOR ANTISYPHILITUJ
U>MECIDU
cura permanenmeute as peiores f-irmas de
imphilis e as suas consequeocias. Pouca
necesMdade.ha de inform.ro publico do
inestimavel valor de om remedio que, como
etie, livra o sangue dessa corrupto,arre-
bata a victi na das garras de uma morte len-
ta e ignominiosa, porm inevitavel se o
mal q3o logo combatido fom energa.
Nio pretendemos promulgar, nem qaere-
raos que se inrlra que este remedio infalli-
vel para a cura de todos os padecimejitos hu-
maos, o que dizemos que a
alsaparrllha de Ayer
a tnelhor preparacio at hoja descorberta
para estas e outras molestias anlogas, que Antonio Lu* de oitwira Amado c WMe,
uma COnbinaQiO dos alterantes mais efi- ?a conpobia Fidelidade, estabeleeida n Blo de
cazes conbecidos, e que temos consciencia i ^Ia l?mam se"* poderes pblicos Ae Porlugnl d*s ttUeresses por tu-
guezes na ttntsil, -ahij oo da 30 de Janeiro e
espaaado aqiji tidos os dli3 pelo vapor da ca'rreira
d-L'verpjii, q'ao devia sr-gulr de Lisboa no di*
3t oo mesmoez.
S.ao seos redactares priocipaes 09 ir ministros
d9 estado honorarios, os seobores :
Mende* Leal.
-Antonio de Serpa.
J.i; Silvestre Ribeiro.
Conta mais redaego os senhores ; M
D. G. N gaelrj Sjare, alia looccloaarlo dio mi-
nlsterio dos negocios sttangsiros de P.-rtogai,
J. J. Ridrisrucs de Frenas, lente de escota p0|.
lechina do Pjmo, e rcdaciorem chafado Commer-
cu do Porto.
*5k se v a Importancia qofl oliovo jornal ba e
vir a ter.
Convidamos a colonia portngae aconcerrer
com as suas assignatoras para um peridico one
ba de boorar o soma por tugue:.
Costa \, fortes pur anua. Os portas tU por
conta da empreta.
A>siHa s na anenr>la da Amrtca raa do Cres-
po n. 8, livrarla do Sr. Jos NogQeira de Sonra.
II I I! I ----------
Ama de leite.
Precisa-se de uma ama da laita : a tratar
raa Nova n. 3, 3# andar.
A.rreio8 de carro para cm e dons cavallor
elogios de obro patente inglez.
arados americanos.
\f"chinaspara descarojar agodo.
dolores para ditos.
vjae!jinas de costura.
O Ur. G. A. Raposo oa Can ara (medi-
en) tem anerto o sen escriptoriu na ra* da
Cadeia n. oo { andar, onde pode ser
procurado das 9 boras da manba a's 3
da tarde'.
SOFFRIrVJEWTOSD'ESTOfslAGO, CONSTIPACAO-
Cura em poucos das pelo carvo nE celloc cm p ou em p;iatillias.
ENXAQUECAS; NEVRALGIAS. Essas affeccs sao db-
sipadas rpidamente pelas perolas n'ETHER J 0'atWA.
ANECIA, A PALLIDEZ e os soffrimentos que necessitam do
emprego dos ferruginosos sao sempre combatidos com o mellior resultado
pelas PiL'J.AS DZ vallet. Cada Pilma km incravado o nomo VilUT.
PO DE ROSE. Basta dissolver um frasco deste p era meio
parrafa d'agua para se olt"r uma limonada agradare! que purga sean &-
zcr clicas.
VINHO DE QUINIUM de Labarraque. Este vml.o, um dos
poneos cuja composnao & garantida constante, mna das BU Uiores pre-
parasoes de quinino, sem accao notavcl sobre os con\alescenlcs, dande-
lhes forci e apressando volta a saude. Cura as febres antigs que re-
sistao ao sulfato de quinino.
MOLESTIAS DA BEXIGA. A maior.partc d'estas moles-
tias, como as sciaticas, lombages, caanos, e todas as dores nervosas era
geral sao curadas pelas perolas de e^sencia de thereb ntina do
Dr. ClerUn.'O professor Trousscau em seu Tratado de therapeuiiea acon-
selha as para seren tomadas na occasiao do jantar, na dse de 4 i 12.
OLEO DE FIGADO DE BACALHAO DE BERTH-
Garantido puro e de pruneira quahdade, um dos poucos aprovados pela
Academia de medicina.

AVISO. Todos estes medicamentos foram aprovados pela Academia
imperial de medicina de Pars.
Cm Paria,
DoposcnrLLK;
Tesdobph.
Hassi et C\
DEPOSITO
JL FRERE, 1, rne Jaco*
Herxass 4 Pernambuco. Huma et O.
i Ceara. .
MiBa et C1*.
ca
Veesa-sa de orna ama para comprar
s ohar : a rui do Baritiolomat) n. 48.
e co-
S-guro ooat'ra tbgo
de oflerecer ao publico 0 meloor resaltado i Swoa57.rUs'ein 8eQ e3Crlp,orio 'Krift^^pfecisa'^ borneo, 0Q m
Na ra do Imperador n. 15,
defronte de S. Francisco, vende-se o seguin-
te: folmbas de porta e de algibeira, carti-
llas, cartas.de a b c, taboadas, catbecismos,
hiblia da infancia, manuscriptos. Simio de
Nantua, pantas, procurar,oes bastantes, ro-
tlos e ciiquetra para botica, bilbetes para
caixas de cb, de charutos, licores, vinbos
e etc., ludo k preco mdico.
Prerfea-te d nma ama, pr^fere-aa eserava para
ecffnhir e comprr : qnem pretender dirjase a
rna do Apolle a. 7, i. andar. _______________
Yende-se na Botica Franceza ra Nova n. 25.
PARA
Empigens e dartros
TOME A
'aaAaiifa de S/ A atUlf* padarh Terre,
aOtia
leoces. atratar na me>ma.
fraude fre-
os per-
Cezioheiro
>cies da-Santo Amaro n. 18, casa terrea cora
Iher para pooea familia.
MARITIIHOS
COMTRJL FOGO
A companbia Indemnisad.jra, estabeleeida
nesta praca, toma sejlros martimos sobre
navios e seus carregamentos e contra fogo
em ediflcios, mercadorias e mbbilias: na
ra do Vigario n. 4, pavimento terreo.
Precisa-se" de um co4nbeiro : no pa-
teo do Paraito o. 28 oo no escriptorio d. 1
travessa de Vigario,
AMA
Precisa se de uma ama quo coslnba perfeita-
mente. para poucas pessoa<, qn eoRomme tam-
bem algoma cu-a : na rna da CaJela n. 4,' par
ciua do armazem do Sr. Barroca.
Os mdhores mdicos do
vaiz receitam a snlsa pam-
Iha do Dr. Aycr para toda a
qualidade aa molestia que
veem de impurezas no san-
gue.
CASI
Aloga-se com moitos enromado para fimilia,
na roa da Concordia n. 04, a rbav esu* em baixo
na taberna : a tratar aa roa DireiU o. 90, pi-
rcijiro aadar.
precisa se de a eiior para trabafbar en
ama planta d capim, em Beberiba; a tratar na
raa do Quemado o, 48.
tMM




4
Mari* te pernikiM Tere lelra f 9 te FCTerelro te 1868.
ILLUMINACAO
A GAZ.
A empreza do gaz desta cidade desejando facilitar geralmente o uso do gaz na
tasas e estabelecimeoto particulares, offerece desde j as seguiotes vaatagens:
1. Urna redueco coosideravel dos precos dos canos, appareihos e todos os mate-
riaes precisos para a installacao desta luz.
2/ O gas fomecido boje de extrema pureza e nao offender a prata, o bronze
oa outro metal difFerente, assim come oenbum damno poder causar as pinturas, quadros.
ornamentos, papel de forro mais delicado qoe seja, tornando-se ao mesmo tempo to san-
tlavel e mais econmico outra qualquer luz, j conhecida,afinal, evitar tambem a obs-
troccSo dos canos e tubos dos apparelbos.
3.* Os apparelbos existentes, como lustres, arandelas, bracos de vidro, de bron-
%n, etc., etc., sao proprios para os senbores que preferem luso e elegancia, como para
os qne necessitam simplicidade e economa.
4.* As pessoas que qoizerem cullocar o gaz em soas casas podem dirigir-se em-
preza, a qual se encarrega da coltocacjto de todos os apparelbos, canos, etc., tomando toda
aresponsabilidade pelo perfeito cumprimento do masmo, ou por outra, podem empregar
cjaalqaer maquinista recoobecido pela empreza, sendo o mesmo maquinista responsavel
pelo seu trabalbo.
5.* A empreza obriga-se ainda a reparar gratuitamente qualqaer falta de luz,
eestruccl de canos, etc., devendo o consumidor pagar somonte as pegas novas qoe forem
precisas para o mesmo concert; qualquer reolamaco que possa baver, ser dirigida ao
criptorio da empreza ra do Imperador n. 31, am de ser logo providenciada.
Por causa de engrandecimento
j.'bloi
Fabricante de ornamentos te Igrejas
Previos ao respeitavel pohlico que inadoa o seo estabelecimeato, oolr'ora roa do Imperador D.
23 pira a roa da Imperatriz n. 3.
Precisando de algum tempo para os grandes trabalbos qne esta' fizendo e logo qoe o sen novo
estabelecimento esteja convenientemente adornado anoooeiara' por meto da imprensa os [artigos de
sna fabrica nesta provincia, assim como os receidos da sua fabrica em Paris.
ARMAZEM
DO
VAPOR FRANCEZ.
'*. -
m: 9 A -Una do CabagW.
Os proprietarios deste estabelecimento offerecem ao respeitavel publico
uro explendido e variado sortimento de joias de ouro ebegadas recentemente
da Europa, cojos modelos sao novos e de bom gosto como sejam: pulseiras
com perolas, rubins, esmeraldas e brilhantes, brincos da mesma forma, aunis
de phantasia, proches para retrato, etc, etc., botes de coral rosa para pito
de camisa e cacoletas com retractos.
Compra-se e recebe-se em troca ouro, prata e brilhantes pelo seu en-
trinceco valor, assim como moedas aacionaes e estrangeiras. Tambem se n-
eo mbem de fazer concertos
Agostinho Jos dos Santos $ &
ANDAR TERREO
4 7 Hua da Imperatriz 17
PRTMEIRO ESPECTCULO DE SUA CXASSE
Todos os dias das 6 horas da tarde em diante.
Com as prjncipaes vistas das cidadesde todas as partes do mundo, batalhas, m-o
numeotos celebres e tndo o que ha de mais interessante neste. genero.
Convencido de qoe o respeitavel publico concorrer a apreciar todas as collec-
goes de vistas estas serao variadas todas as segundas-feiras.
AOS SRS. CHEFES DE FAMILIA
Podero sem escrpulo algum concorrerem ou visitar esta grande galera por
se acbar com todo aceio. dignidade e moralidade.
Cada bilnete de entrada d direito orna bella prenda, havendo entre ellas moitas
de subido valor e as menores de quasi igual preco do bilbete de admissao.
Entrada de cada pessoa 500 rs.
CHARUTOS DE HAVANA
Se ha recebido por amostra tres marcas de superior qualidade da acreditada fa-
brica d Manoel de Csala.
17 ra da Imperatriz 17.
G0LLEG10 DE SANTO AMAR
j
H.

o Recite, roa da Trapiche 'il. 5,
Fondado em o auno de i 865;
Director, o professor Jos Francisco Ribeiio de |
Souza.
O director do collegio de Santo Amaro, no intoito de montar sen estabelecimento (
convenieDlemente, acaba de fazer acquislcao do excellente edificio em que achava-se lo- ^
causada aSociedade Club do Recite,sita a' roa do Trapiche n. 5, para onde modon |
sea collegio. A educige e instrur.ro baseada no novo systema especial de premios
e pnoicoes, sendo totalmente abolido o castigo manual. Continua a receber como al
aqni, alumnos pencionistas, melos pencionistas e eiterois; achando-se o estabelecimen-
to preparado com todo o asseio e comroodns, e prvido de om escolbido pessoal de pro-
fessores, que lecciooarao as segoiDtes disciplinas :
Instruceao elementar Relbonca e potica.
Lingua latina Geographia e historia
> Franceza Geometriaa
Iogleza Philcsopbi
A abertura da aula elementar tera' logar no da
3 de fevereiroem diaole. A aspecto dos compartimentos do collegio eos estatulfis
d) mesmo, eslo a disposigao dos interessados. Oolro sim, o director tem creado nasa
eadeira de dezenbo annexa a aola elementar, sem que por este importante e til melho-
rameoro exija maior ioderonisacao.
O director empregara* todo o affloco e cuidado nao so, na parte relativa ao bom
tratamento e adlanta-rnento de sens alumnos, como tambem, na boa crdem e regularida-
de de sea estabelecimento.
Escriptoracao mercantil
Music vocal e instrumental
Dezenbo
Dansa
7 de Janeiro e as demais do dia
DEVENEZA
i*
AO RESPEITAVEL PUBLICO PERNAMBUCANO
Pede-se atten#Lo.
Acaba de chegar as plagas de Pernambuco o attencioso Mouro de Veoeza, o
qual depois da mais cordeal saudarjo a todos os seus presentes e futuros conhecidos e
amigos, tem a subida honra de participar-lhe qu* se acha domiciliado na ra da Impe-
ratriz n. i5, onde dispojando-se dos seus hbitos, turbantes alfaoge, e tudo mais que
possa metter medo, passa asseverar que tendo-loe ebegado a soa trra natal a noticia
de que todos os habitantes desta bella provincia, eram lesados nos seus mais sagrados
direitos, e particularmente nos cobres, no artigo gneros e comestiveis, nao p&Jedei-
xar de commove-lo lao lsstimosas queixas. Por consequeocia o Mouro de Veneza,
depois de convenientemente adaptado em usos ecostumes, quer desta cidade, quer dos
seus mais recnditos arrebaldes, tem despresado os seus galeoes, e tem a subida honra
de apresentar, a quem convier, urna minuta dos precos dos seus gneros de prirueira
necessidade, os quaesse acbam a venda no seu grande armazem, todo a ra da Impera-
triz n. 15.
A
Azeitonas d'Elvas em latas de 2 garrafas a 8:0 rs.
Chocolate de differentes marcas, e qualidades a 600, 800 e 10'00 rs. a lata.
F
Frutas Portuguezas em latas de I libra a 500 rs.
Figos verdes lata a 5C0 rs.
Farinba de milbo.
i.
Latas com pera, e pe egos de 2 libras a 700 rs.
Latas com pao de lo, a |5600 rs.
H
Manteiga Iagleza a 500, 800 e 14(000, dita de tempero, a 320 rs. a libra.
Senouras lata por 500 rs.
Sal refinado pote 200 .rs.
8
T
"fijlo para limpar facas a 100 rs. cada uro,
Toucinho inglez a 400 rs. a libra.
V
Vinagre branco 300 a garrafa e a 5)0 rs. o litro, e muitos outros genero?, que
deixa o Mouro do Veneza de especificar por se tornar enfadonbo, tendo o devido sor-
timeLto para salisfazer a seus fieguezes; e asseve.ar que
Quer o pobre, quer o rico
Que em seu armazem entrar.
Nao deixar vez alguma
De comestiuis comprar T

PlLULAS de HOGG
fo rtt- o..irlM.ac de Uos9, con. poua acidificada, conu-a ^as "J^c^J
gmtiralgica, i<>epscat, eic, e no casos cm que as tliyetldcs sao laboriosa, t a loes, un-
aoxsitt'ift.
Dote i una plala antes e desos de cada corada. .
m OtUimeno nio sno urna sub-ilancia bruta soui nenliuma virtnde nutrimental por s-raeBB,
o dijrrt.
Bma nica cois basta p.ira operar a transformi.i;o dos alimento* era nutrimentos; esta a
pepsina acidificada, s (Dr LBCItN COKV4SART, medico de S. M. s imperador dos Francezes) (1)
ntmlmn de Hagg, c*m prjisino anida com o ferro reilazld pelo hydrojjenca
Mitra as moteitiai oliropieas, e allccre >.ue d'cBas ruultam, lores brancas, ddutosts, mensru4i(9
ifficil, fettlficain os temperamentos Uebitilados.
Roso : de 2 a 'i pilulas cada dia.
O ferrn, reducido pelo li^droRene, a mcllior das preraracoes ferruginosas. (BOCCHARDAT.)
Coa ajuda da ferfa viva que conten a pepsina, os alimentos transformam-se em nutrimentos.
%c riluiua de BsS- e"m pepsina e proto-iodureto ferreo inaltcravel, contra as molestias
rro/tt/iiuic, lyHiphaHras, e rijphililicas, a tsica, cachexia chlorottoa, e as affeeedes atnicas gerae
a ccouoinia.
Dos.-: d 2 a U pilu'as cada dia.
A feestMM, pela sua un'io com o .'erro o o iodo, modifica a accSe excitante d'esf* dors precioso
agentes obre o estom.".go das pessoas nervosa ou irritaveis. Memoria apresentada i Aeadtmi*
imperial t medicina de Pars.
Uogg, pharmaccutico-eiiymico, ra de Caatlalionc, X, ur.ioo propnotario e preparador.
Frascos de 100 e de 50 pilulas hermticamente tapado*.
IVpo l) VIH a tais intitulada: Dtspetxis i Ccnnarti: UtU stir* m tUmmtu u mlrimtum.
Veode-M na phajmaia ranc^za oa roa Non d9 P. Mwrer & c.
r
m mi
TI1ATA MENT do d- CHA BLE, de PARS
.tti-itu-o i.'--;:i:"h>!, cnsultacoei, :5, roa Vlvlenna '
&VJSJ AOS DQENTES. fc^VZSX? M T.Bm mm """" *e
Rio soto te-
ndo, tomei Cu-
beba, Copahiba
sob toda as
formas em opia-
to, eaasnlas,
confuto, Unho
o estomago per-
cu.u t na curar em 4 das. e:o. ainda mais dnei.trs.
El A MAIS %0 AIVWOS
que coro radicalmente ten recahidaa, Currmienius. Rtlaxacdu u canal, Catarrke i tatiy,
Perdas temmaei, curaudo primetr a cansa virulenta inflammatoria d'essas doenca seaaes,
com algums vidros do meu oaroaATivo oo a.xgcb. para parar essas affeceoes, eeear o
canal e Ihe tomar a dar sua regida dou para acabar meu exeelfette zaropb ao citkato db
tean et miuha injbc^ao. A cura radical, a ishorb pira o fluxo brauco, aefMm
o mesmo tratameoto. {Veja-ie m noticia ezxiltcc.'iua.)
40.000 DOENTES CURADOS
Terdadelro tratameato deimrati d mhbc. At aerjiu M mou mvti*rmdsti, WIUBIOH,
prwidot, mmm, clapo ejeoets MMrta, bamores, e todas doenca as atterio a Hien
do saneas Ao curadas em poiieo ter..(.o por mea ixuri bbpdbativo bo bansoi mea
"" "*. mi miiOia* obfcbativ. e a,ont p^mada ATi-oaTaoA.
Vej- i mioe.ir de ir;ur-*e. A noticia qoe se da gratia n deeosit de mu mA\s*
nientos. Ktaa eicellente traumeote alo cootet mercuridV n tuperiorvdada kssB ssBBBkk *
pao tu attu so cata qoe puua como en apreseotar tanta aUestaeoe d cora.
a tm Pmr%M. nlfcdei *o amsm- Ckmm sor ~^-. :
5
Cfflffi
ME.NC.O DE HONRA
Vende-ae em frascos
DE FI6AD0S FRESCOS DE BACALHAO e ^ & **u-
lil'iefd
lares, pharmaci Hosc,
2, ra de Castiglione,
em Paria.
^<^^"*Mt*?*' ***** **?*> d u,m W forte, e mais composJeoea feiUs com leos
dejpeixes communs, taes cerno o eseualo, a arrala, o pkoca, a Uxa, os oleas os oradores pescadores.
???_ ^'^a^s' i0; "M,"?0 *?* ubBHtuk. o Verdadeiroa ateea de flgad*.
frew-o e Baealhko de rerra-Nava. Estea aleaa communs 00 seos anecedancea sao
obudos n industria por precoe mu baixos, em quaato que oa Terdadeirae oleas da ligado de bacalho
bmA "?^^T*mfn,e mui" M">. T^f V P* obtel-e. /pesco* e sem mistura, cumpre exercer
gande Tigilanc e ter o maiorea ciildadea no proprio lugare das pesca, assim comom.nd. faxer
II. Hogg desde o anno de i49. Estos eh. amraa da BaealkaaTde Terra-Na*a de ..
imitacees.
*J'fc lL?*^tZm9*JI*Z<'?2.m'"* entre os wtre oleo peto u
cor de palba, o seo chetro suave e delicada, ato gesto de sardinha fresca
^^S0 t"""1 *JW ^*P^ f*** da FACIJMDB DE MEDICTKA DE
PAR18 oondue cerno terue: 0 *Ua or dejtlk de M. Bfo eo%Um urna ten* parte de art.-
elplaa mmt.iem ma da ou* os aleo* pari, n*h aprsenla <*W da* inconvenientes ama te
repara n'attes, quanto ao theu-o e sobar. '
CVtm eaa tadaa aa pbaraaacia. da 9rmmam ttoa majaes! eaCra-t**
Perfume faeitfognlvel*
para lenf-o, teeadar e bul.
Ywuuc-ac udrud iwvd o. zo, UdjuiacwIraaw* de
?, MARER C.
2UA NOVA N. 7.
Continaa a ebegar de Pars a este estabelecimen-
to bom sortimento de calcado escolbldo dos melbo-
res fabncantes-daqnella grande pra;a, assim co-
mo grande variedade de quinqollturta e de no-
vos biinqtedos para crtao;a, cojos artigos se
acbam exposios a escolha e ontade dos compra-
dores, cerno sejam os qoe passamos a mencionar
e cutres rxoilcs. ,
Bollas para senhoras
le setim branco, daraqne dito, prelas e de oolras
diferentes cores eofoUdas a rigorosa moda.
Botinas para meninas
le moitas qualidades bem sortldas. -
Brlacos de ouro
de lei a nltima moda dos Campos Elizios e boule-
rards de Parts, para seoboras e meninas.
I.iivas de pellica
lo verdadeiro fabricante Jonvin, brancas, pretas e
le cutras dtfferentes cores.
Leques
am.eseolbido sortimento de leqnes de diversos
{ostos e qualidades.
Ultimo goso
Ricos cbapeosiobos de gosto para senboras (ei-
ios ao capricho de orna grande modista de Pars.
Perfumarla
Unos extractos, banbas, olees, pos de arro?, agoa
le eologee, agua Acida e sabooetes.
Espelhos
le differentes tamanhos e gosios para salas, gabi-
netes e pequeos loocadores.
Mascaras
ebegadas em grande quantidade de mascaras de
rame, de cera, de seda, dminos, nariz com ocn-
los e barbas.
caliiubas de costura
le novos modelos ricamente guarnecidas e com
lindas pecas de msica.
Delicado prsenle
bolcinhas e cesllnhas de seda e de velludo mnito
importanles para braco de meninas passeio.
Chapos de sol de seda
le cures e mnito bellos para senboras e meninas.
Bouquets da exposlco
delicados bouquets de flores de porcelana com lin-
dos jarros para mesas de salas e santuarios.)
Lunetas
le age, tartaruga e (bfalo.
Oenlos
le a(0, bfalo e de praia doorada.
Ricas bengalas
le canna verdadeira com statio primorosamente
'.rabalbados em marflm, compradas na exposico.
Chicotes para passeio,
iiuito Eqi-s de balea e cabo de marfim.
Oleado para mesa
Je multo boa qualidade, novos e bellos padrSes: e
multo barato de nma pei;a para cima.
Para tollet
)bjectos e pbamasia muito bellos para teilet.
Ccqnes.
:hegados de novo a ultima mod?.
Rices albuns
le velludo e de marroquim para retratos.
Esterescopos
som lindas pbotograpbias transparentes.
Estampas
Je figura?, paisajjeos, cidades e de santos.
Molduras douradas
le diversas larguras para qnadros.
Abatvjour
para candielros e lanternas de piano.
Cosmoramas
grandes e pequeos com 50 on mais vistas esco-
midas a' ventad-1, muito pittorescas.
Rcalijos
peqnenos, de quairo e ?eis pecas de msico.
Aecord l ns
i concertinas, o que ba de melbor noste genero..
Callas de rame
le varios prec/s e taroanbos para passarinbo.
Rotinas para homem
grande sortin ento bem escolbido em Pari.'.
Rotinas para meninos
le muitos modelas bem sonidos.
Sapaos de tapete
le charlle, de tapete avellndados e de traeca de
Lisboa para homens, senboras e meninos.
Rotas russlanas
Perneiras e meias perneiras.
Mantas de feltro bonitos padrdes.
Chicotes fortes compridos.
Lovas de o da Escossia.
Cartelrinbas para dinheiro.
Sarcos de tapete v ra viagem.
Malas e bolgas sortidas.
Ponteiras para charutos e cigarros.
Cbaruteiras e cigarrelras de palba.
Caximbjs de bonitos modelos.
Gravatas pretas e de cores.
Cordaspara vioio.
Bengalas para homens e menino?.
Kscovaspara cabello.
Eseovas para denles.
Pentes de marfJm para tirar caspa?.
Partes de tartaruga de desembarazar.
Abridores de luvas.
Tesourinhas delicadas para costura.
Caivetes Anos com tesourinba.
Meias de Bo da Escossia para hornera.
Venezianas transparentes para janellas.
Quadros pequeos para retratos.
Pares de lindas figuras peqoenas de porcelana.
Jarros mu peqnenos de- porcelana.
Objectos de porcelana para botar banba.
Taiberes finos para meninos.
Objectos de mgica para divertir familias.
Photegraphias magi|cas.
Globos de papel para illuminacao no campo.
l^astinbas de vimes para meninas de escola.
Coixinbas de msica e reajeijos para meninos.
Velas a gax para candielros e candelabros.
Carrinhos de quatro rodas para condazir crianza
Bonecas de massa, de cera e de porcelana.
Bercos e camas com cortinados para bonecas.
Cabriolis e cavallinoos de madeira com mach
nismo para meninos de 3 a 8 annos montarem
Para retratos
calxilbos para coiar-se retratos, os qoaes sao mni-
to baratos de ama dozia para cima.
Atteoclo.
Nao sendo possivel mencionar-se aqni todas as
inalidades de calcado, nem todos os artigos de
jumquilbarlag, muito menos da grande vari-
lade de novos brinqoedos; pede se ao publico nm
passeio a este estabelecimento, certo de qoe en-
contraro bastante paciencia para bem escolborem
a que desojaren) comprar, e precos baratissimos
im virtnde de baver em todos estes artigos grande
(inantidade, e terem sido comprados mesmo na
Europa pelo douo do dito estabelecimento, arm-
tem do v ipor, ra Nova n. 7.
A MU AFAKADA
AGIH DE FLORIDA
DE
MRRAY & LilNMAN
E" o mais delicado e mimoso e ao mesmo
tempo o mais estavel de todos os perfumes,
e encerra em si, do sea maior auge de ex-
celleocia, o proprio aroma das verdadeiras
ores, quaodo ainda Da sea florescencia e
l'ragt anota natural. Como um meio seguro
e rpido allivio contra as dores de cabeca,
nervosidade, debilidade, desmaios, flatos,
assim como contra todas as formas ordina-
rios de acideules bystericos; de summa
efflcacia e nao tem outro que o iguale.
Igualmente, quando destemperada com agua
torna se um dentriGcio o mais agradavel e
excellente, dando aos dentes, aquella alvura
e aperolada apparecia to altameule apre-
icada e desejada pelas seoboras.
Como um remedio contra o mo hlito da
bocea, depois de diluida em agua, sum-
mamecte excellente, faz romover e neutrali-
zar todas as materias impuras que se criara
roda dos dentes e das gengivas, tornan-
do-as duras, sadias e de urna linda cor en-
carnada. Quanto a delicadeza, riqueza e
permanencia do seu fragrant aroma, ella
por certo n3o tem igual; e a sua superiori-
dade sem rival. Ella igualmente torna-sa
um meio mu excellente, para fazer remo-
ver de sobre a pello do rosto, toda a quali-
dade de brotoejas, euullicoes, sai das, pan-
nos, mancbas, impingens e espinos. Quan-
do se queira servir d'ella como remedio
para fazer desapparecer qHalquer destes des-
figuramentos, e que tanto desfeiam as lindas
feices do bello sexo ; devera-se usa-la em
um etad de dilluic3o, destemperando-a em
um pouco d'agua; porm no tratamento
de qualquer urna espinba, usar-se ba d'ella
pura em toda a sua forcea. Finalmente cmo
um admiravel meio de communicar s fei-
ces trigueiras e paludas, urna pille macia
e de urna transparente- alvura, dando-ie
urna linda cor de rosa: pira um tal fim,
ella leva a palma a todos os perfumes que
se teem inventado ate hoje, e existe em
plena soberana sem rival. Bem entendido
tudo isto se refere nicamente Asna
de Florida de Hnrray A Lan-
man.
As imitages que se teem feito na Franca,
AHemaDba, assim como em moitas cutas
partes: sao inteiramente inuteis .e iovalio-
sas; portanto recommeoda se mu especial-
mente s senhoras, que tenham toda a pre-
caugao e cuidado, de quando comprarem,
estejam certas que compram.
A GENIINA
Al'\ M FLORIDA
DE
MURRAY & LANMAN
A qual preparada smeDle pelos nicos
proprietarios
DE
Moleque fgido.
Do engeBbo Conceicao, de Maribeca, faci ni
dia H do crreme o moleqos Getulio, cabra, ca-
bellos carapiobos e um ppoco vermelhos, nariz re-
gular, cabecudo e com urna cicatriz de um talho
resoltante de ccace de cavallo de um lado da
queixo, espigado, cora dezesels annos, porm re-
presentando menos idade pelo tamanho : levou
cbapo do Chiie velho. caiga de panno flno preio,
esmisa de madapoln, alm de ronpa de servico
que condnzio n'uina irouxa : quem o apprebender
leve-o ao dito engenho, ou no Recife ao Sr. Manoel
Elei.it- rio do Reg Barros, na roa do Alecrirn
n. 10, que ser generosamente recompensado.
- Precisa-se singar urna escrava habilitada pa-
ra vender oa ra : quem a tiver dirija se a ra
Co Imperador n. 15, defronte de S. Francisco.
COSIMHEIItoT
Precisase de um co>iubeiro para urna casa de
peqaena familia : a tratar na ra da Aurora o
84, 2- andar.________ _______________
Aenco.
25-Rua do Livramento-25
Deposito de (amneos e calcados nacionaes da
fabrica da ra do Jardim n. 19 de Jos Vicente
Gudinbo, tanto no deposito como na fabrica se
apromptarn todas ;s pnrc.oes de calcados mais ba-
rato possivel; esta fabrica tem todas as machinas
proprias para os calcados ja bem acreditados pelo
grande numero de fregueses que daqui se forne-
cem
Ayer's sarsaparilha cures
all kinds of eruplions, pim-
ple/ blotches, bous, tumors,
ulcers, sores, etc
Uilcgii ue S. Pedio
O bacharei Manoel Barbosa de Aranjo
avisa ao publico em sera) e aos paes de
seas alumnos em particular, qoe modon
sua residencia para a roa do Hospicio,
sobrado o. 29 e que de boje em diante
tomara' o seu collegio a denorainacao de
S. Pedro. Outro sim, scieoliQca a sens
alumnos tanto internos, como externos
que, do dia 7 do corrento mez em diante,
comecmrn a fnocciooar todas as aulas
do referido e-tabelecimento sob a direc-
tas dos mesmos professores.
K
usica
Lecciona-se porsolfejo e a tocar vario
losiromeatos, dando-se as 1'c.oes das 5
boras da tarde as 9 da Doite : a tratar na
roa Angosta n. 30.
ATTEi\(l\0
Carnaval
Na roa estreltaHo Rosario, sobrado de um andar
j. 35, aluga-se ricos vestuarios bordados a ouro e
a la, todo muito em eoota ; vestuarios de principe
e domin* bordados a vellodlnbo, todo por muito
barato preco; tem grande sortimento de dminos
de ganga de todas as cores para alogar a jKWO.e
faz se tambera qualquer vestuarios qoe se qoelra
mandar fater por qosiqoer Sgorioo que tragas,
lodo por preco mnito comraodo. ________
Criada.
Precisa se de ama criada para eogomoar co-
sinbar para dnas pessoas : a tratar na roa das
Craiet n. SI, S* andar.
Precisase de om eozoheiro: no pateo do
Paraizo o. 28, oa ao escriptjrio travessa do Viga*
rio n. I.
Aloga se orna f*musa escrava para servico
interno de casa de familia : oa roa do Imperador
n. oO.
Precisa e de 3:0004 sobre bypotheea de qoatro
casas terreas, doos sinos, om iveirode pelxe e
olar a p-ra faxer jollos : quem qaizer fazer este
negocio dirija-se a ra da Imperatriz n. 15.
FURTO
Portaram dosioo. 19 da Ponte dllchoa, na
noitedo da 31 de Janeiro, um reloglo de ouro e
corrente moi simples; sendo o relogto descoser-
lo, de moviineolo compensado, e teodo bo. mostra-
do' a 83gaiote loscripcio Julio Buuli, Rio de Ja-
neiro : qoem o apprebender oa delle souber noti-
cia, pode oirigir se a roa do Imperador n. 57 prl-
melro aDdar, est-ad pelo Caes de 23 de Noven-
bro, oo bo sitio cima qoe se, recompensara.
- Preelsa-sa atojar ara preto p\n~uri-)
de familia; a' tratar na roa da Imperatriz o. 60.




Mari ele rwMBiiet Terca letra t e Ferereir* 4e
N.2D ^ N. 2 D,
CORA CAO DJE OIJRO. ^fpf1
w^> ERNESTO LEOPOLDO
A loja n. J D Intitulada Coraco de Oaro na roa do Cabnga, acha-se d'ora em diante offerecen-
do ao respeitavel publico, com especialldade as pessoas que boorara a moda, os obiectos do ultimo eos-
tode Pars par menos JO por cento do qua emootra quaiqoer parte, earantiudo-se a qaalidade e4 so-
lidez da obras. *
tn ? nenLe f. !i cln'Si0 ^ eJo i06 deTe M 0I Pwprtourlw de um novo estabeleciraeu-
tf que quer progresa) ern sea negocie, deve chegar inmediatamente ao coracao de onro a comprar
*^r^TiSllhHne^.S?Ser*Wa!,' rDbD8 e t"Tolis< wdadeiras ea agarras modernas, pek
dlminoto preco de 10*, brincos mudemos de oaro e coral para menina pelo preco de 3J, maracas de
gg.?y !!*"Whi obra de moderno gosto (o que encontrarlo no coracao de
oaro) voltas de ouro coro a competente cruslnha ricamfiniA nffl.,H, ii i v ...
eos de
s com letras, escoletas de
WWiolffi^3S2^^S-'1ffe,l).?,BCM defraDJ> ditos lPerrli toda e qoal-
centrarSSo CoraSTe,rV21 0brM e Cfce"0',e CBlros ffiui,osebJec,0S *" cs P"leodentesen-
Hdeaaoj,W^^ aamabilidade aos concorrentes deixandc-
MCIrSUitaSS u,Tq^eiCm1, otJpospcrqne(dculpm a maneira de fallar) dizendo-se os
Mi ie'ma la fifi ,D"? "* cb"'for er ,So d,n3DUta 1"nlia 'isa valor,
tos. no fflSf, i n apr,.;s.V'-0Ca"se onro' pr^,a e edm P"ciosas, e tambera recebe-se coneer-
*%&&%& ,%!?. !Sff!SSe di0"se obras iHI0S,ra com penbor' *wSS
n)ii*eQomrf^i^Ci. ,rr-aoSc,ato de c" co fe peder'nganar com a casa, poU
S?/t?J!2?J?!!al! t'i^o deamarelio, alcm de ootro que se nota em rj
rota.o (isio seadvem em censeqotoc-a de temo ja' algcnas pericas erganado cem caira casa
CASA DA FORTUNA
Aos 4,000$
BILfttJlES GARANTIDOS.
A RA DO GR8PO N. 23 E CASAS DO COSTDMK.
O abaizo asslgnado venden nos seus muito feli-
zes bilbetes garantidos da lotera que se acaben de
extrabir a beneficio d.-s familias dos voluntarios
da patria os seguales premios :
N. J5S0 am quinto com a sorte de 4:000*.
N. 1840 dons quintas com a sorte de 70o*.
N. 439 um meio com a sorie de 300*.
E outras muitaa surtes de 100*, 40* e 20*.
Os possuidorea podem vir receber seos respecti-
vos premios sem os descontos das leis na casa da
Fortuns ra do Crespo o. 23..
Acbam-se a venda os da 88* parte da lotera
das familias dos voluntarios da patria (54*) que
se extrablra' sabbado 18 do correte.
rT6C0.
Bilhete.....6*006
Meio......3*000
Qolnlo. .... 1*200
Em porcSo de iOOf? para cima.
Oiinete. .... 5*500
Meio......2*750
Quinto. .... 1*100
Manoel MartiDs Fiuza.
LOJA
DE
RELOJOEIRO
rtJ2^-^Stol^E?f?di6feB^dai molestias syphilitieas, ,erise-
XJS aTtJSmo'!>obas> g<*> demudado do estomago, infiammacoes ebronicas do figa.de
baco, dores sciaticas, cephalalgias, neuralgias, ulceras eferonicas, hydropesias, pleuri-
oas, gonorrheas chronicas e em ge al todas as molestias em que se tenha em vista a du-
ificacao do systema sanguneo. *
Consderaces eme
A saude um bem inapreciavel, cuja importancia e valor s est reservado ao ent
ermo o avalta-lo.
incontestavel que o bomem neste mundo constantemente, e por todos os lador
ftacado por urna infimdade de agentes morbiQcos que todos tendero, dadas certas e deter-
sanadas circunstancias, a alterar o regular exercicio das funecoes orgnicas, resultante
esee desequilibrio o que se cbamamolestia.
. A molesfia B3 mais do 1*6 a desvirtuacSo das forcas vitaes, occasionada,- d
SSS. m?est*acoes e experiencias dos mais abalisado mestres da scieucia, pela depm-
2S fs .humores geraes, consequencia da accao maligna desses mesmos agentes mora e
Media?UeZtc ltcDetcrganiSm PeI 3Ct da respiracSo' Pela via digestiva, pelo contacto
4. m.syp!l,* in^,izrnente tein 'do a partilba da humanidade, e como lora de duvi-
JiPUstsnVerr,V? foteo Jdimedicina ma molestia hereditaria, ella tem sido obser-
JSkJS. tAS eJeb?" de {od;iS as suas formas tao variadas, enfraquecendo
WMWuicoes robustas, produzndo mutilacoes, e cortando ainda em flor da idide vidas
t vClOSdS.
Mwtri TnJn T? S Prmcipios deleterios. e purificar a massa geral dos
22SJTl J?deIte,Bp0 !mmemor,a! ofim constante da medicina, e os porgati-
-c figurara em pnmeiro lugar para prcencher esse dM7rai,m on/S. '
mm^Z .Zr dePul? d0,Dr- Sevial Pateco merecer a preferencia sobre todos: 01
St.S?!08 bll0S pe!uUS dcscsalutar agen-e tanto na Allemanha, como em
ftanca e Italia, o tornara o companhe.ro inseparavel de quasi todos os doentes.
.r T,uJr m?naS'cCm? acma dissemos' devidas s alteracoes dos humores, o
Shxtr depurativo do Dr. Sevial pode ser erupregado vantaiosamenie na s^nhilis prisv-
& l'Srr08- bbaS' 80t3' ebilidad^^estoraagorSSSS^SS&R
Xmi, ^LtlZTT' cePhalal8as' nevralgias. Slceras chronicas, hydropesias,
STSr. gonorreas chronicas etc. e em geral em todas as molestias em que se tenha
!S r,2 a" r*30 d0 ss!ema saGKuineo; pois tjue nmapratica constante tem feito
*ZJP *Z 'ndispensavel nos casos gravissimos para minorar os soffrimentos, pre-
parar o doente para medicacocs superiores; e cas menos graves a cura a conse-
pencia do seu uso, convenientemente repelido.
-1. ** substancias que entrara na composicao do Fiixir depurativo do Dr. Sevia
pfflrtenoem todas exclusivamente ao reino vegetal, e grande calhegoria das substan-
Snf P-at-'VaS/ anllV.P!l,1'l,cas; assim, ao passo que este remedio depura o orga-
2^j25LDa!dotos.Pnn6,Pe* nocivos satide, pelo mecanismo natural das evau-
TfcS? -90 rallSa ao.ffiesuio lempoo virus syphilitico quando este virjem,
Z S Jrm3% H PtenT debaix9 de suas dUpScadS formas; e previne tan
So deSL'f-f'^ m0lesta' qnm0 Por ventora se aoto ella ainda no
stado de atcubafac, isto e, sera se ter manifestado sob iormas externas: beneficio
DE
Vctor Grandin
Roa da Cadeia do Recife \ 40
O prpprieUrlo dte estabeleci-
ment), premiado cem a raedalba
da eipo^ico uoivers&l de Pars
no anno de 1855, tem expoo a
venda em sna loja, um grande
sor tmenlo de reiogos para algi-
beira. como sejam : de ouro e
praia, sendo dos tuelhors fabricantes, de paten-
tes icgletes, suissos e orisootaes. Tambera tem
u.oa graode quantidade de relogios para parede,
e qoe batem boras, ditos para embarcacSes e para
cima de mes, todos estes relrgios sSo dos mais
bonios model O mesmo concerla relogios de
todas as qualidades existentes, assim como tam-
bera concerta chrooometros de algibeira e marti-
mos : recebe sempre por tojos os vapores, um
completo sortimeoto de correles e trancelins,
sendo ludo de ooro de le e de modelos os mais
moderos, assim como diversos objectos de bijou-
terla dos mais bonitos e modernos gostos.
Peitoml de cereja do'Dr.
PARA molestia do peito.
PARA inflammago da garganta.
PARA tosse e defluxo.
PARA angina, croup, coqueluche.
PARA asthma e bronchite.
PARA der de garganta.
PARA lisica pulmonar.
i Copipra-se pormaior preco
que era outra quajquer parle moedas de ouro e
PIU DJE'WMS e PStrangelras : a' roa do Trapl-
ctie n. n^rmaiem de Adriano, Castro r.u,*^ &spo B lojado Alvaro Aoguito de
Compra-se uma casinha: tratar~s
tajypographia._______________________,
Compra-se
Sempre pp- mais do qoe-em outra parle, prata
e ouro de todas as qualidades em moeda : na roa
daUdeiajoja de_aiolejo n 68.
25 por cento
Paga se por prata velha, assim como compra-se
l mced* por mais d0 9U6 en> oo'ra P"e :
a ra do Crespo p. 19, |0j.
Prata e ouro
na7M?.TrVnSS0Ur0,e^a,a etn 0D"8 Ibas
na praca da lodependesca o. 22.
Vulto
maior vantaqem
Compra o CORADO DE OURO n. 2, roa do Ca-
buga moedas de ouro e prata.
Ouro
Compra-se moedas brasileiras e libras esterlinas
com bom premio : na ra Nova loja francea nu-
Moedas de ouro e prata
Pagase por mais do qoe em outra qualquer par-
le : na loja de oorlves arco da Conceico e compra
wroe praia velba e pedras preciosas.
Compra-se
por mais preco que era ootra qnalquer parte moe.
m. rDr, ,e pr,,.a-,DConaes e estrangeiras : na
Krfr?d? c! "' 'ja de JS Luz CtnSv
O Dr. A. S, Pereira do Carmo (midico) ,_
esl morando no sobrado o. 12 da roa da S
Imperatrlx. m
Compram-seescraves
Compram-se, vendem-se e trocam-se
de ambos os sexos e de todas as idades
do Imperador n. 77, !<> and r.
escravos
: a ra
Bea occasio.
Julio Cesar Pinto de Oiivelra nreteo-
do mnito breve rel.rar-se p "* "
! Ssodae "n "em do farendas todas no'.
h '1 '2e't-"s e baratas, e que alteo-
0 **Madw do cambie des-
pachos da aludeg, ra coota ao romp a-
dor aproveitar. O mesmo pede *qe la*
pessoas de quera credor, teoham a bon-
oaae de qnaoto antes saidarem seus deb-
tos, o mais tarUarai fevereirodo crreme
anno.
Continua a mesma liqoidaglo al vender
o mesmo estabelecimeol .
Ra da Imperalriz n. 28.
Chitas franceras de rauito bom pao e
de cores fixas a 360, 320 e 280 n. o co-
vado.
Cuitas iogleras da cores Gxas, padroej
fraoeeies a 200 rs. o cova.lo. I
Percalas com liodos desenhos de 300 rs.,
boje vende-se a 400 rs. o covado.
Cassas rancejas de cores seRoras, que i
pelos padrSes chamara organdys, fazenda
a? a 280 e 2*0 o covado. |
Cortes de cambraia de cores com 6 va- %
ranaiL 0 e de 6 e me' varas a 35000. \
tinlhanuna de flores modinhas de 720 [I
p?,A1vad0'hoje se TeDde a m
no de seda preu com tires mludas ~*
p1ASHPHrlo/a,<,XOo<:ovado.
hil de llnho li.0 a 730 rs. a vara, ela-
horado com flursinha a 900 rs. a vara.
^nin Pr^ne P"or qualiade a
J2O0O e a i000 o eovado.
Lncos de cas.a eslampados, grandes e %
. ?,flas cores-qoe s,,mPfe fe veuderra I
a l#uog a duza, hoje se vendra a 25oO. :i
Lencos branco da cassa, rlogiodo linho |
propnospara algibeira a 400 e 320 rs. e I
por daxia 4000e 3^500, e cMoezes com B
barra a 3600. M
^"f"'" i'obo puro e muito finrs a 9
ou e 640 rs., e a dozia a S000 e 6O0O. H
Meias para hornera muo encorpadas (A
amencas de 60C0 rs. a lirzia, agora se H
iAGtXiBHMi
AO *
A mam mmm*
Aot:soemo do bello Vearte Branco peiivar na
mudaoca do S da isinha FHAGaTA AMAZJVAS
!f,0pn!*0'6 freDle' vsl 1ae e lelD ftnservado"
de LUSTAi, ja a Agu Branca, quaodo pcuada era
seu moho, escogita va o meio cu modo de poder di-
minuir o nomero de seus otaos frrgaere., era cajo
rol se er.cooiram mais oomes do que n'uma folM-
nha de BR1STOL, porm sempre sem provefto ;-
P'im. t qoe agora com o rebolico da DESIGNA-
tObS, sobreveio uma lembranca a Aguia Bracea
que a oo ser como inexeqove, seria ella io fe-
UnSn?,fe"ts' cowo desaina do XAl'.OPE DO
busqijE ; isso se ella Agoia Branca tlvesse a -
berdade de DESIGNAR qoelles de leus Treguezes
T/r- 8I80I,bOfos p,ra p,ar eo,a. de wrto
m.ir.?, com',aQt,'a completa, que por ser a pn-
meira lomara a gloria e reoome de ENCOFRA <; .-
I rifm V* """" os de ma,s eommerclames^-
ro darla o seo eentingente, e assim em breve vera-
L, T"0',011 a,:as aqoelles I"9 PDJ"n Va.
a roroaca da plvora, correrlan apressados a saldar
suas fooia?, ealguns haseriam que.vcmDtarlatnen-
ti otrcrece.-sem o pgamenr> com 20 por cento em
ouro ao-cambo de 30 8f OOO com tanto que o ri-
cino de saldo Ihe fosse passado com data interior
a da designado : eotretanio, a Aguia conhece ciau
isso 6 Impcsslvel e por lano nao dse i i que ene
segedo seja sabido por mais alguerr. -^^
. A AGUA BRANCA
X5o se desenlda de ana boa fre-
guezfa.
b para bem a servir e>ri constantemente
Moedas .
,?e/ro e ,ra,a' wmpram-e a 32 pcrcenlc: na
ra do Crespo n. 16, pnmeiro andar.
VENDAS
13# : na ra do Imperador n. 32.
utZ Yf01?***6 f"riD,ia 6a ,n""o nova a 120 ils a
libra, diariamente na ra do Cotovello n. 23.
Vende se
na
Chocolate vermicida
urna casa terrea pequea
ra das Calcadas n. 36, se dir' aonde .
Vende-se om alambique com todos seus per-
lencw, com muito pone uso d-se em conla : na
ra da Cruz escripiorio n. 61.
DE
AetonioKBoes de Castro,
Desde 1857 que sao as tabellas vomicidas
applicadas era Portugal, como o remedio
prompto e efficat para a expuls5o das lom-
bugas, qoe tao graves padecimeotos cansara,
e que qaasi lempre se suppoe ellas a ori-
gem.
Este virmifugo preferivel a" qnalquer
outro pelo seu agradavel paladar c fcil ap-
pncacSo s enancas, as quaes geralmente
sao mais atacadas de semelbaote mal.
- Offerece se orna muihf r paraleVamaTara
cosinhar era casa de lamilla, e respocsabilisa-se
pela cendneta -
O
P3
>

*t
a

a
S
Cg'b
Vista n. 27.
a tratar na ra da Matriz da Boa-
anSn?lLma,S quant Reste estad0 os in^viduos ignorara "co"mpTetamnt" m"5
loados por este ternvel inimigo.
lo
tro
r, Ll S5ra, -Vel dsle Fxir convem a todos os' estmagos, a sna accSo so-
_fttaboiatesioal e suave e benigna, e de neahuma forma produz molestiarA
&STUT! ^^S W^ dit LeRoy' > nasuaqualidade de dra*
SiT? eSt'a1' e "^""Mnte a seroza, resultando deste es
' ?i hydropesias, queqoasi sempre termtaam pela morte do doente.
a afi8A?rfoPPrnfrPeramOS ,que S0Jdest0 remedio justiqoe cabalmente as nos-
ZtJf! ? P01^6 seDd0 um medicamento tao simples na sua
waica tem confirmado sua ulilidade.
Coleo deposito en Pernamfecco
Na botica e drogara
BE
Barthotomeo Companhm.
34-RUA DO ROSARIO LARGA-34
composic3o, a
CONRITAPU DOS AN4NUI8.
16,Ra da Cruz16.
a* ia h d,ar1'amente nes'e estabelecimeato um sortimento de doces para cha.
e-lo, bolos raglezes, podins, pastis de diUerentes qualidades, fiambre etc.
TRABALHOS DE ASSUCAR.
Sovas coaservas c licore*, ^goa de rosas e 4e flor
de laraaja em garrs&s.
fes-
Aniunio oa Silva Mello, durante roa ausen-
cia dwxa plenos poderes a sen Iratlo Duarte Bjr-
ges da Silva, para tratar de todos os seus negocio
e na f.lta oeste aos Srs. Manoel Jos Ouveira Mello
e Jibe Duarie da Silva.
_Rcife, 13itp f^vereiro de 1FC8.
Precisa-se de um forneiro que emenda per"
tcltameoie de torno, pagase cera generosidad- na
rna larga do R)Sario n. 16. Na mesma se preis
ae duus trabajadores qoe enlendaii perfeiiamen-
ie do fabrico, pagando se tambera com generosida'
de_os_si'i vicos (|iir rtesampeoriarem.
.- OfiVrece se uma mulher para andar com rae-
n.n;is cu eoslobar pira uma oa duas pessoas : a'
Iraiarna ros nova de Sania Rila n. 17.
8*2 -
2 a
n C s* l5S
2. < S2. 35 3
gfilliifia
_~l"a-BaB|
5
a
B.

O
en
3
-i a
,3 a
ct>'
-i
39 5, ts-Jr J- a.T
Na roa
ama farra ou
do Pires o. 70 jtreei
ciptiva para comprar
a so de uma
e cosinhar.
fc
Precisi-se uma ama que
do largo da Alfaudega u. 7 B.
saiba engom mar
Ama
Precisa-se atugar uma ama forra ou escrava
que compre coeintie e eneomme oara casa de oor>
ca familia; a^ roa de S. Francisco u 5t

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Q.B 2 ^ o
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a r^
",=3 > ^

vende a 45500 e o par a 400 rs.
Sw,sval,ilas de seda mo|to toa fazenda
a 500 e 320 rs. cada om.
i 9Sines de ca'*as deroga franceza a
i# tm. ^"tiS de Hab0 pDro a im>
l#500 e l^OO a vara.
Roopa feia nacional.
Paletois escuros de etfranque, muo
bem re i tos a 3^000 e 25500.
Ca gas de easemlra a 8,'0OO.
Palelotsa 125000 ; ronpa feita de to- j
mem e de meninos de dillertnles quada- S
des e presos razoaveis. '&,
Oojeelos de candieiros a gaz. al
Candieiros a saz doorados a I0|000 ; 3
de crystal a 65000 ; simples sem gloLo a T
30j0 e ?55(0 e lampannas a I500; bo- j^M
c,lt^e d,ff"'"enies numeres e quaiiJades n
a 600, 8C0 e 1000. m
5,000 chamices em liquidacao a 320. II
iOO e BnO rs. B
Eti3 chamices garantidas pelos me- M
lhore fsbricanles da Europa, lem a van- i)j
tagem de serem a maior paite de crystal, W3
e qoe pela sua boa qualidade t itmpera ,fr,
aluram a resistem a urna uz ardente : UhQ
se vendem na ra da Imperatriz n. 28, S
cada uma a 320, 400 e 500 rs., e por du- ira
ti tem abaiimento de 20 por cenio ifi^
mmmmmmm
ICHE
uO
GAZ
Vende-se piche do gaz proprio para
asphalto, ealafetos de canoas,
assoaltiai2o, ass>m como para rebocar
cisternas, coednetores e'agaa,
etc., etc., em grosso : ns fabrica do gaz, e
a relaitio, no armazem da Bolla amarella,
travessa do Imperador.
Vapores,
Vende-seem casa de Sauaders :Brothers 4 -
o largo do CorpoSanio b. II, vapores pateuie.
om toaos os perteoces proprios para fazer niuva;
^s oa qoatro machinas para descarogar slgada
b?r oovos se-niir.eolo*,i'qoer '"^^ttnJz "a"
phamaMa, quer de perluaar.a^ ; estts ,eropre da
Pnrados g,Mus pelo qoe ella espera n-ntiaoar
Kcrlo fM b* fregueiia a SDa C0^ada Pr-
O constante e abundante sertimento de obiectos
de moda, novidadee pbantasias de apurado km
e pe fumarias de primtira qualidade, a nar oo an-
''fvrp'.n (?efn,eDldrt "iMcclo AGUADO B
M.M-bt'lDAli de que a Aguia Brar.ra i.-.nlo so
ufana, lem feio erm que a sua boa freguezia se
orne constante, e isso prova o concurso oe pessoas
da cidade, dos arrtballes, do centro, e mesmo de
outras provincias l.-inbjs, que cericsv'-efsa reali-
dade pr.coram a kja da Aguia Branca para con:
dfscaDco de espirito preverra-se do qoe teocionir,
cenprar, poisque leem a cert^^a de serem bem
servidos na soperiordade do objecin commod-
>Iae do preco em relafio a qualidade do niesxc
E*-'as-1VerddS 1 Per tantos e tantas vezes reco-
nhicida?, podem anda aproveilar aquelles que de
novo se quizerem lomar cnnlanles freguezes da
I-ja da Anua Branca : a roa do Queiroado n. 8.
l'apcl, aavelopes, peonase (Inca.
A Aguia Branra roa 0o Queimaao n. 8 receceu
om novo sortimento des divtrsos cbjictis cima
ditos, e absixo especificado?, sendo caixir.bas com
papel pequen pactado o liso com belras touradsi
Ouir>s com papel cao durados.
Ootras cem papel paquete.
Outras com papel tarjado de preto.
Oulias cem papel de qoadrinhos de core?.
Papel de peso branco e azul, liso e^autado.
ra el almasso greve.iambem liso e pautado.
Papel ern fiilhas mol grandes para mappas tic.
etc.
Papel mate borro.
Anvelopes de diversas qualidades e tamantos -Mu
propros para offleo.'.
Pennas d'ago iopleras qnalidade exIraOna fice
bem cc-nbecidos fafcr cantes Perry i<3.
Botijas ecm superior lila para copiar.
Botijas coro superior lila azul para Bear prels,..
B Hijas com superior nota roueba ou vilete.
Bit jas com superior tinta preta.
Frasquiohos cera excellenles tinlas, carmim o
azul para rlscar.
FrasquiLbos com trola para marcar roupa.
A commodidade dos preces anima aos compra-
dores irigirrm-se a dita loja da Aguia Branca : a
ra do yumado o. R.

en -
mmmk
a Soo rs.
Vende-se manteira iogleza flor a 800 rs. a libra
do Progresso do pateo do Carmo n. 9
Assocaraodi.
Fractas eccas e crystal isa Jas.
Ditas em calda. -
Pastilhas de assucar de difierentes quali-
dades.
Amendoas confeitadas.
Papis floos cora estalo para sortes.
Bombeos.
Xaropes de diversas qualidade?.
Candilados.
Pastilhas de caf com leite.
Bombn fort daot.
Pastilhas de rosa e limio.
Ditas do Oriente pimeota.
aiarfl. Rh^aboemk-se(.encommeodas de trabalhos propros de pastelaria para graades
S hnHnSnl?,' ^P1'83*03 .casameotos, haveodo para isso enfeijes aoalogos, baodejas
^m bolinhos tanto de armacao como sem ellas, P5es-de-l e outros bolles differentes en-
fetados sendo o de cor feita com assucar.
a i? dofD01,deste estabelecimento tem resolvido Substituir as bantkjas as armaces
ae papeio e fjlha. por arnucoes de assuca.r competentemente decoradas. Tanto para a
provincia como para fra, sero as eoc -mmendas bem acondicionadas. "
Neste estabelecimento compra-se pevide de me'aDCia (milo)
TOTEL CENTRAL
Precia se de um caixeiro de li a i6 annos de
dadePrefer.DJo.S8 dos chegados na pouco e qne
M fiador a sna conducta r na travessa da Madre
de Oeo o. 10. se dir' qoem precisa.
Precisa se de uma ama de leite a Ira '
CTbo'0riQ'a0 d6 nr 2 D' raa d0 |
s aun
Fraacisco Jos Gemu
(RA NOVA N. 21,
acaba do reeeber um lindo e magnifico tn
UnJfcno de oculos, lunetot, binculos, 6o t
timo e mais apurado gosto da Europa o ce
los a alcance para observacSes e par
martimos.
Betas russian3s, perneiras e meias pemeiras no-
vamerie chegadas, da melhor qualidade que tesius
visto, no arriiazem do vapor roa .Nova D. 7.

Novo sortimento da lavas de pellica de Joovta,
brancas, pr.i s e de entras bonitas cores para le-'
inens e senboras; uo armazeu do vapor ra Nova
n. 7.___________
Fio de algodo daBaST
Vende-se oo escriptoUd de AntoniI.un doO,-
vei'a Atevedo A C... rea da Cruz n. 57.
Vende-se ora mslalo par.i ir pojr algom u3
agnado : na rna rio Imperador n. 60.
VEME-SE
N'a um coembeirj forro ou captivo. "e'-'sa-se de
AttencHo
Joo Leopoldo do Reg V.llar declara ao nub'ico
e ao coroe-ciJ que oada deve ao Sr j! r >
Villar, ne favores, nem dinheiro e S \fe2*
se dito Sf. Jos Gomes Villar jalea o '
annoncie por esie jornal.
- Precisa-se de orna ama para 0 servid
esa de pequen famtlia; ra do H^,i^Cn ff
Precisase de um escrevo de ti a ir ..,,'!
contrario.
roa
RESTAURANT A LA CARTE
ntrala geral raa larga do Rosario o. 37 e para familias
estreiia do Rosario n. \ \
n-*ml?0?'eo. 5arnd0 H%mai00' Proletarios deste grande e.i.belecimento, tem feito lodo o
wesivel par satisfaer a sua lllostre concurrencia. Os hospedes acbaro toda commodidade de gran-
salas e asseados qoartos por pregog rasoavels.
para rMre1U ""* MU"'* de jor0aes B,cfc3*a" estraogeiros; na mesma sala ba om magnifleo plano
Cmese a mesa redonda a la carta e maoda.se domicilios.
O* vlnhos mais floos do mercado acham se oo estabelecimento.
^o^vherSo3.eM,,eSeS* ""' Ca'ec,10W,ate
- t'elix Fenzoa e seu Oihj b77. Vmm
adiodio e seu filho Francisco, sondjtoa
retiram se para Eoropa.
italiauos,
."risa-se de ama ama para o servico interno o
ama easa de pouea familia : a ra do "o -
), seguodo andar.
-ga o.
a toda a hora e m|tifkoe bibares di
Noto e graMe deposito de superior carvo de Cardiff
BaMa.
na
COMPRAS
por cento
Compra moedas de prata a 33 or
cerno o CoracSo de Ouro n. 2 D roa do Ca-
bug.
Compra-se orna mas-eira
estado : na rna do Rangel n. 9.
Compra-se
Que esteja em bom
iWMlBf2S?e,&^.f? BMM, 1. a 8tt Barbara n. 1, estio abiliudos a isoprir ,
^^^T9*' "!? ,*,or*,wU 1 wa ontt j qnalquer depoaito, a todos oa aarioe a ?ao ana
acateaa naa. pono. A 6<>BtraMr BaMa com Doaiafot A?HMathuij "1T*lwqiM
bompra-se um i-reto d meta idade qoe seta
robusto : na roa do Raaael n. 9. qo# "^
Caaiara-se .
por mais pre?o qoe em ootra qualquer parte moe-
iGrande aiinazem de tin-
S tas medicamentos etc.
Roa do Imperador n. 22.
Productos cnimicos e pharma-
ceuticos os mais empregados em
medicina.
Tintas para todo o genero de pin-
tura e para tintnraria. &,
Productos industriaes e tintas
| para Sores, como botos de flores
e modelos em gesso para imitar
fructas o passaros com o compe-
tente desenbo.
Productos chimicos e industriaes
para pbotograpbia, tinluraria, pin- fl
tura, pyrotecnia etc.
Montado em grande escala e sup-
H prdo directamente de Paris, Lon-
I dres, Hamburgo, Anvers e Lisboa
m pode offerecer productos de plena
confianca e satisfazjr qualquer en-
commenda a grosso trato e a reta-
iho o por preco commodo.
awBBHi-aaagBHia*
Veode-se o eogenho aroeiro, silo oa fregue-
ria de Sermbaem, moenle e correte, com safra ou
sem ella, acba-se demarcado, do que tem tiiolo-
orna casa terrea na Soledad n. 19 : orna cocrieira'
na roa da Paz o. I, e om sitio co Cordelro a tra-
tar no pateo do Carmo d. 15.
leite liqaido.
do dia 17 em diasta vende-se Imte liquido para o
bom caf, pelo barato preco de 30 ris a garrafa,
quem qolter verificar a verdade pode ver que fl-
cara' satisfeito : oo b>-cco~do Peixe-frito n. 4 ta-
berna do Sr. Jos Marlios Dns.
s
Cemento bydraulico da m!b?r qualidade para
edifleacops n'agua, tanques, slgeroaes, asseoiamen-
tos de caoo?, etc., em barricas grande?, a 1/,
Dito commorn ou romane a 1$.
km porgao superior a 60 barricas se la: om?
dirTerenja no prego conforme a guaoiida'ie :
Nos armazens de Tars* Ir-
mos.
GESSO
Nos rmazons de lasso Irmo?.
GBADfS DE FERRO
para (ardi*, porteiras, etc.
IVcsarmazens de Tasso Imkt,
!>etroz do Porto de todss as cores e qtalidades.
Mascaras de diversas qualidades para o earpaval
Agaa-rai.
As verdadeiras peonas calligrapbicas.
S'poletas da marra 13 B.
Lia de todas as cores para bordar.
Chapeos preto de pello para bomem.
3alaucas deeimae?,-
Ditaskik-gran ma.
Vassouras do fortoTS^OOO
a duzia.
cJo "/otLelte!3 d ^^ nm** de F'aB'
Boa-Vista
a! k ,t"r'rma^ <>on>areHo para qo-
?r.ir SmTi"'0- Pra2 0I1 **??
..atar r.a ipi da Imper-inz n. (i, loj do Arara.
s
Aos agricultores.
Sauoders Bratbers <& C. acanam de resebet
de Liverpool vapores de orga de 3 a i cavaos
com todos os parteoces, e mu proprios para faze-
tem mov^r machinas de desearo?ar aigsdao, po
dendo cada vapor trabalbarat com 140 serra
tambero serven para enfardar algodo, oo para
ootro qualquer servico em qoe usam de trabalbar
com animaes. Os mesmos tambera tem a' venda
machinas americanas de 3o a 40 serras.
Os prndenles dirijam-se ao largo do Corpc-
Santoo. II. T, .
Vende se ama mobilia do Jacaranda tendo 12
cadeirs, 2 de braco, um sof, icoocolos e mesa
redonda e mais 1 mesa de amarello parajinlar
tendo 20 palmos abarla, na* Cinco Ponas n. 126.
Farinba de mandioca
Conforme a qoaJIdade, eode-se por dilferente
Pfecos, ms rzoveis, para acabar : procurar no
trapichn do Conha, ao Tml* do Mattos.
Gaz
andar
. 13,5500.
13|500 so na Ra do Vigario o. 9 l*
-. Vende-se am negra boa cosioheira e lava-
aeira j a iraur aa raa do padre Fioriaao a. 71. j
.VEMDE-SE
Sarcos com farioha de maodioca moii0 noe.
rior.ehjgartasnodla 9 do correle pelo vapor
vapor Uunra, do Rio de Janeiro, assim como sac-
eos coro fejao braoco do Portj, anda em muito
.^.r'^0^1- br,l. preC ds 2 o co : no
trapiche do barao do Livrameoto, Por te do Manos
o. lo.
Chapis do (Me
Ha orna grande partida de chap s do fkiie, f-
nos, ntrennos e grossos e que se veodem por
preco halxo, do escriptorio dos Srs. Marques Bar-
roa 4 G, na praca do Corpo Santo.
Para o carnaval
Mascaras e vestoarins.
Sortifrento de macaras de diversas aualidaJes
e vestuarios de divro felliee : armazem n. 40^.
roa da Cadeia do Recife.
.Vinjbo torneo nutritivo
(JUINA E CCAO
oa
BGEAUD
iwa nova cou.bioavao rene em orna bebida
assas agradavel e convrnieote a todo* os oraaor,-
mos, a quina que om medicamento tonino por
exceileocia. e o carao quo conim principios nu-
tritivos asss reeonhecldo?.
Elle so emorega com o maior successo na cora
das pa idas curen, foffrimeoios do estomago, perda
de sppetite, digesioes ditBcutsis, menstruacC^-j
dnHeeis, eu*. nc.
Depeaiio esrcnial na pharraacia e drogara Se
Sanholhomeo & L., a roa larga do Resano o. 34.
40 MHHKIICIII
Vende-se orna taverna bem afrepuewdi, tatlo
cara a praga, como para o mato, e com procos
fundo3 e B dos rs gneros e seos pertences em nm
estado excellenie; qnem pretender dirija se a' raa
rta A'ecrim p. 2, que achara' com qoem tralar.
Vende-se uma escrava molata de idade de
20 aooos, boa eogcmmadeira e lem principies de
eos:ora; a' tratar em Oiioda, largo de S. Pedro no-
vo, em casa da Paulo J^s Gomes.
Vtnde-e, a'rcoda-sa on permuttase cm
grande sitio jauto ao povoado de Aolpocos, cnni
moli l*'ns terrenos, e mollas mores fructferas,
como sejam, laraogeira?, jaqueiras. limeas etc.:
qoem o pretender dmja-se a' roa freia n. 29,
andar, das dez boras ao meio dia.
Veode-. a1*" nos do qoe em ootra qualqopr larte ma-
terial derlaria feito cum barro doce', cal
branca e preta, areia de fingir, cimento,
barro, rolos travessas, enxameis, oaihros
e ripas: na roa da Concordia armazem
*o sol n, 26.
HM
It^iHi^HBB


i
I
Urlo 4c Per^M? Tere felra 18 de Feverelro de

Grande lianidacao
LoureiiQO Per ira Mendes Guimar&es, tendo dado balan-
do em sua leja de fajeadas ra da lmperatriz n.
72 e 56, fez un grande abat ment de suas f uzea-
das para poder liquidar eom mais brevidade.
Vende-se cassas francazis a 2i0, 280 e
20 rs. o ovaJo.
Pitea fanceas largas a 240, 280, 320
400 rs. o covado.
Ditas iiigleas a 100 e 200 rs. o covado.
Ua*!uiias para vestidas a 240 rs. o
C07HO.
Vende-se lihsiabas para vestidos a 240,
S30, 32) e 400 rs. o covado.
Alpacas de cores com flores para vestidos
de soabora a 500, 500, 720 e 800 rs. o
covajo.
Koipa feita aacl na'.
Vende-se pilitots de alpaca pretos e de
cores a 353')0 e 400D.
Ditos pretos de panno a '>$, G,-J e 8.5, di-
tos do aleta casemira a 3J500 e 4#, calcas
de casemira a 5-3 o *$, colotes de casemira
a U e 34500.
Madapoln a 4 0^1
Venie-se ppfas de madapolao fino a 4,
5(5, 01, U, 85, e 403.
Pecas de algodosioho a 40000, 53, G e
70000.
PecTiiuelti a 83500.
Vtinde-ii-S pecas de alg d5o de marca F
era 24 jardas, que sao : varas, a 8S50d.
Dito tu jilo ene rpad'i para to^lhas de pada-
ria por ser ronio largo a 90000 a'peca.
Oit.j mais estreito a Gi e 7$ a peca.
Cambraias lisas a 45.
Vende-so cambraias lisas peca a 43, 53, 65
e7J0.
Brim p rdo a 5 ">0.
Vende-se h.-im pardo cjai toque de mofo
a 5G0, 000 e 700.
Brim hranco de linho a 13280.
Vwile-so brim do Itabo para calcas a
l#23l>. 10600 e 2#.
Gbales de fil de I b 1500.
V*ndc se chales de l dolmbo a 4#oOO
e 54IOOO, brelauaa de linho 55 e 65,
M'>cafflbiqoe cora palmas de seda a 400.
Y;ntic-se musaroliique coa palmas de
sela para vestidos de senbora a 40) o co-
Tdo, pbantasia enm listas de seria al e
80) o ctrvado, so na I jt da Arara, mu*su-
l'nas do cores para vestidos de seahora,
roaoa de meninos a 500 o covado, braman-
te de Itabo, bre a-iha de linho, brim de c
rs p.ra calcas e ootm muitas fazeudas
qua R! iis logo anniiuciaremos que hojo nao
0 fezemos por falta de lempo.
C-ir'es de brim psra calca a 15.
Vende-se cortes de brim de cores para
caiga a !,-, 154i|0c25.
Avisa irapenapt
O pwofteUrio da
da m|teralru u. 56 e i dec ara ao respei
ta?el publico e seus freguezes que encocn-
men ou mu grande sortimento de dminos
Brilbantinas de cares a 500.
Vende-se brilbantinas de cores para ves-
tidos de senhoras e roupinbas para meninos
a 500 o covado, ditas brancas a 500.
Organlis branco a 1,000.
Vende-se organdi branco moito 'fino para
[vestidos de senboras a l-S a vara.
Alpacas adamascadas a 720.
Vende-se alpacas adamascadas para vesti-
dos de senhoras e meninas a 720 e 800.
Crtes de. ganga a 1400.
Li^nida-se cortes de ganga para calcas
do bomem a 15400 e 15G00 o corte,
liria G opa-a calsas a 1400.
Vende-se brim muito fino de cores para
caigas de bomem, roopa de meninos a 15400
e 15600 a vara, dita branca de linho para
13280, 13400 e 15600 a vara.
Fid- li-tio lizo a 720.
Vende-se fil de linho liso a 720 a vara,
dito de palminh -s a 900 e 80O a vara.
Castores para calsas a 2(J0-
Vende-se castores para caigas de homem
e de meninos a 2oo e 24o 9 covado, brim
de cores para caigas a 32o e 4oo rs. o co-
vado, ganga de cores a 38o e 4oo rs.
I'oil ci tlime a 800
Liquida-se esta nova fazenda para vesti-
dos de senhoras e meninas por nome poil
de chevre a 800 9oo e 15 o covado.
Bereja de listas a 240.
Vende-se berpja da listas para vestidos-
de senhoras a 21o o covado, e outros mui-
tos artigob que se deixa de mencionar por
falla de lempo, o que b evemente se annun-
ciar para melnorar o preco jas fazendas..
Cilios escuras a 320
Vende-se chitas francezas finas escuras
32o 360 e 4oo rs.
A!gdide lista 200 o covado-
Vende-se algodao de lista proprio para
roupa de escravos a 2oo reis o covado.
La preta a 500
Vende-se lasinha preta para loto a 460
e 5o o o covado, alpaca preta a 5oo, 64o,
800 e 13 o colado, moriautique a. 16, dito
a 23.
Cfesra* de chita a 29000.
Vende-se c ibettas de chita a 25 e 2$3oo,
ditas de damasco a 4ooj rs.
.*>odo cufesado a i^SOO.
Vende-se algndes eufestado para leoces
e toalhas a 15 a vara, dito pintado a 152^0
i a vara.
Alpacas de cores a 64o.
1 loj is do Arara da ra Ven?Me 'P" \cres *"* ^stidos
e-7i dec ara ao respei dc "*f** e >2o/s- tjf'
Cortes de gaziueta a 15"00.
Vende-se c res de gazincta {.ara caiga a
!;",! ooe I54oo.
de todas as qoelidades e vestuarios ,1 carac-,
ter ara as pessoas qwgostam de divertir- Ga-cas de meia casemira a 35ooo.
ep pelo camav.V, pois todos estes artigos V. nde-se cairas de meia casemira do c-
1 c-ta- |;ror,i;)loj do fiai de tu mez em
oanle o que esfera que o< seus fregoezes
r 1 .1 coia ?.s stia; frequencias alim de
ras para bomens a 35, palitots de panno
prcto a 55 e 6.?, caigas de caze.r.ira nua a
53 G&.
ihes Comprar bemfaitos vestuarios oa atuga-1 KOVIDADE.
se afianca grande quan'ti- Vende-se urna arme.;ao propna para qual-
rem, pois o que
dalo que existe, par-a se escolaer, tudc de
bom gosto e prego mais tinrato possivei:
ra da Imoeratriz ns. ii'j e ~.
CliVis para coberUs t. 1
Vende-se chitas para coberlas a 280, 30
e oiO o c ova o.
Uwiahs a 280.
Venda-se la&mibas estaai
ii..os de s -nliora a 80
Caitas adamasca ios a 440.
Vende se ctlSs adamascadas para vestidos
a 40. e 4 o covado.
Meias para bomem a 450OJ.
Vende se meias para homem a 43, 53, e
psra senh^ra a 65. 85 e 3-SnO a duzia.
Organ y de cores a 4300O. -
Ver.de-M organdy do cores para vestidos
.-n jit e licninos a 400 e 500 rs. o
covado.
PARA O CARNAVAL.
Ao resi'i.'itavel p me cabe a honra
re (ifl* r^ cj.r um gr;i;de sortimento de dmi-
nos e vestuarios a car; >;!: : de i ven-as qua-
lidades p^ra 0$ ama J res desie imp-atai.te
t loriiiieuo, pois o proprietarlo u'aste es-
tahetHctmeoto prorxeite vender os seus du-
mias e vfsioarios- mas barato do que em
outra qualquer parle, isto para qno todos
pOsam *erlise nos dias -ii, 24-e 2j do
corren>, senwcom pouco dinheiio.
" Espartilhos a 55000.
Vende-'e ricos espartilos para s 53 e 630.0.
CONVEM LSR.
Vonde-se d mias de a!pa;a? de cores
43. Dfcns de la de cores a i3. Ditns d)
camSraia de cores a 35 Dlos do-madapolao
a 3i e 45. Ditos de li do listas da seda a
63 e 85- Ditos de pul di c-ieore muito ri-
cos 85 e i3. Ditos de alpaca adamas '.a tas
a 65 o 8-. Dtoi de camb. ai 1 brinca moito
fina a 43, 5^4' 6$. Ditos de verbninas
drf co-cs a 4, 83 e 0 -nOJ. Ditos de cam-
brai. b'i-1.1a a 85, 95 e 105'00. Dito*
da an de cores a 33 e ^5000, e ooiros
de moitfe qualidales que n5a se pode men-
cionar.
VfataaT-ias a carcter 40fl0.
Venle-se vesluarfi s a carcter de diversas
qnahdaJes a 4, 53,83, ^ 105, 203,253 e1
3Q50JO.
PARA ALGAR.
Alujase dminos das qn lidades cima
mencinalas pelo prego de 23,43, 55000 e
6ufl >, s-.'n lo que quem comprar grande
porco ter jbatiment >.
Vstuaios carcter.
Alo?-se vistaarios cracter de muitas
^nalid,.ie3 pelo prego se,'uinte23, 43. 53
o63^'0: a quem comprar (orglo faz se
a e 72, toja eajnaazaa da .-.rara.
qtter negocio
Laas escossesas a 2-o
Venr'c-se laas esenssesas de qoadros para
vestidos de senioras e do meninas a 28o e
3o o covado.
Lengos de seda a 7oo.
Vende-se lengos de seda de flores a 800
ZllM mr, uas ca.a um Var aC;,har uma 8rande Por jaoas para ves ^ ua rf ,|Ilptjra:rii, n> 5 e lt
e 3O o covado. .
La siulias eom lista* de seda
Vende-se laasiobas muito largas com lia-
tas de seda a 15 e 8U0rs. o covado, ditas
tinas a 5oO o covado.
toit-tes de cjisemira a 2J.
Vende-se cortes de casemira de cres a
23, ^5 e 43. ditos >e casemira preta para
caigjs e 33, 43, 53, 65 e 85.
s*k *; Veoda-se sedas de cres fixas a 15400,
15*00 e 25 o < ovado, grosdeuaple prcto a
ltflOO, 25 23300, ditos de ledas as cores
a 2^ o covado,
Basquios pretos a 145.
Vende-se basquinas pretas de grosdena-
plo a li?, H53 e 2->3.
Bramante dc algud5o e linho, brim de
liobo pardo e branco, e ouiras moitas fa-
tandas que se torna eofadunho mencionar-
ihe e muitas qu liJidesque avista do com-
prador vera' como a Ar^ra vende barato.
Casemiras a 23<>00,
Vende-se cortes de casemira para caiga a
23 e 350U0,
(votas de casemira prota para calca a 35,
35300 e 43.
LqrjSav de cortes de cam-
bra la a uOO.
Liqnidag3o de curtes de cambraia com
barras de co.es a 25, 235o e 33000.
Grande soriimento de gro denaples preto
Imoreanjme preto^ caseoiira e panos pretos
para o quaresma.
Cirusileamples preto a 150CO
o covado.
Vende-se grosdenaptes preto a 13200.
13400, 15600, 158.0, 25000, 25500. 3
3>500 o covado. Moreantiquepreto a2551M
33 e'335n0 o covador Pao preto pira cal
gas e palitots a 15600, 25, 5300, 33, 45
e 53- Casemira preta al 6 0,2?, 255t 0
e 35000 o covado. Cortes de casemira pret
enfestada a 35, 35500, 45, 65000 e 85OO1
o corte de caiga.
PARA UZO INTERNO
PREPARADOS SIMPLES,
Xarope de jarabeba garrafa......... l3ooo
Vinhode *56po
Plalas de vidro......... t#6oo
Tintura de 64o
Extracto hydralcoolico de jarabeba 3 1235oo
PREPARADOS C6MP0ST0S.
Vinho de jorubeba ferruginoso garrafa. 23ooo
Xarope 1 N 136oo
Pilulas vidro... 23000
Oleo de jarabeba vidros.... 64o
Pomada de > pote...... 64o
Emplastro > libra..... 253oo
PARA UZO EXTERNO
A JUftUBSBla
Esta plantar hoje reconhecida como q raais poderoso tnico, como nm excea
lente desobstruente, e como tal applicada nos engorgitamentos do figado e bago, na-
hepatites prppriamente ditas, ou ainda complicadas com anazarchas, as inflamraacSes
subsequentes as febres intermitentes ou durezas, nos abeessos internos, nos tumores es-
pecialmente do tero e abdomen, nos tumores glandulosos. ua anazarcha, as hydrope-
zias, erysipellas; e associada as preparages ferruginosas, ainda de grande vantagea
oas anemias, chloroses, faltas de menstruagao, leueorreias, desarranjos atnicos do esto-
mago, debilidade orgnicas^ e pobreza de sangue, etc.
O que dizemos alfirmam os mais divnelos mdicos desta Gidade, entre os quae
podemos citar os lllms. Srs, Drs. Silva Ramos, Aquino Fonseca, Sarment, Seve, Pe-
reira doCarmo, Firmo Xavier, Silva etc. Todos elles reflbnb-cem aexcellencia d'este po-
deroso medicamento sobre os demais at hoa ronbecidos para todos os easos citados,
tanto qae todos os dias fazem d'elle applicagSr.
Apresentando aos mdicos e ao publico em geral diversos preparados da jara-
beba, tivemos por fim generalisar mais o uso d'este vegetal, fazendo desapparecer 2
repugnancia que at hoje sentiam os doentes dc asar dos preparados empricos d'elle, o
mais das vezes repugnantes a tragarem-se, e que tinbam ainda a desvantagem de nao
ser calculada a dose conveniente a appliear-se, o que torna muitas vezes impreficoo um
medicamento, que podena produzir ptimos resultados.
Os nossos prepados s foram apresentados depois de haverrads convenientemente
estndado a jurubeba, fazendo as experiencias precisas para bem conbecer as propriedades
medicamentosas d'esta planta em seas raizes, folhas fractas ou bagas, e a dose coovenien-
ea appicagao, tendo alm d'islo procurado levar os nossos preparados ao maior grao de
tperfeigo possivel, para o que nopoupamos esforgos, nao nos importando o pouco lu-
cro que possames tirar.
Por tanto os que se dignarera recorrer aos nossos preparados podem ter a certeza
de qae elles offerecem a garanta, deque se pode encontrar a prompta e infalhvel cura
de qualque dos sofrimeotos, que deixamos innumerados, se forem em tempo applicados
tendo alm d'isso, medico ou doente a vantigera de escollier as nossas vanadas prepa-
rages, aquella que mclh(>r Ihe pode convir, j pela faeil applicago, e j pela compheagao
das molestias, idide, sexo, ou ainda natureza de cada individuo.
As nossas preparages ferruginosas sao feitas de forma que se tornara completa-
mente soluveis nos suecos gstricos, porque procuramos os compostoa de ferro qoo como
taes estao hoje reconbecidos.
Para aquellos que mais minuciosamente queiram conhecer as propriedades da
jurnbeba, e saberem a applicagSo de nossos preparados, destribaimos gratuitamente
am nosse deposito am folneto. onde tratamos mais extensamente d'esta planta e dos at-
oaos preparados,
Deposito geral de todos os preparados
Botica e drogara
34Ra larga do Rozario34
0 cordeiro preyidente
Na antiga toja de miadezas a roa do Quei-
mado n. 16.
Tendo seopre em vista nao roobir o tea
seas regaezei, eom extensos anaaociot ~
tambera nao qoereodo qae os mesmos fregtwies
igaorem o qae de novo lem elle recebtdo, por isso
regamidamenti 0 dir': chegaodo assim ao co-
nbeeimeoio de todos qae a dita loja do Cordeiro
Providente, roa do QaeiaudoTi. 16, recebea o so-
guale :
Boalus e doradoras ligas de pellica para meias,
taato para senboras como para meninas.
Leques-de diversos e modernos gostos.
Peutes com eoteiie donrados e oo doarados,
para meouias.
Coques simples eonfeitados,moldes Inteiramen-
11 novos.
Bom papel em ealxinbas liso, pintado donra-
do e li'nbrido, e outros mallos objectos, qae men-
ciooa-los seria nasuole enfadonbo, e qae se ven-
de era dita loja de miadezas do Cordeiro Previ-
'iante roa do Queimado n. ti.
Nao faltara llares,
O Cordeiro Providente a rna do Qaeimado n. 16
lem constantemente am liado sortimento de 6
oas e booitas flores, por isso qoaado ttgam ha.
bilidosa jovea qaizer preparar qaalqoer enfeite de
beito gosto deve logo lembrar se qae ba dita loja
do Cordeiro Providente, a roa do Qaeimado n. 16,
nao falura flores.
Para alvejar os dente.
O cordeiro prevideate a roa do Qaeimado n. 16
recebeu do bem oobecido fabricante Jonh Gos-
| nell & C, uma ptima qoadade de pos para den-
otes aronraiisdos com canfora qne realmeote tero
merecido iodo concelto perqne nao s alveja per-
fetamente os dentes como tambero conserva-os
sempre no melbor estado de perfeicao, assim pois
qopiram vir comprar ditos pos Da rnesroa loja
do Cordeiro Providente, raa do Qneiroado n. 16
Chapellnas de seda
Modernas e bonitas cbapolinas de seda para se-
chora recebea o Cordeiro Providente raa do Qaei-
mado o. 16 e por ser pequea a qoantidade re-
cebida, quem pretender orna moderna 6 bonita
ebapelina deve apresar se em mandar compra-la
em dita loja do Cordeiro Prevideote a roa do
Qaeimado n .16.
PONTEIRAS E CHARUTOS.
O Cordeiro Previdente, roa do Qoeimado n. 16,
tem uro bom sortimento de Anas poateiras para
charutos, sendo lisas e cora figuras em alto rel
vo ; e para qne os seas fregaezes rao se Incooa-
modern em comprar charutos em algomas das lo
jas de charuteiros, receben tambera um bom sorti-
mento de Unos cbarotos do afamado fabricante
Fuado de Simas ; assim, pois, enconlraro os
apreciad.-res um bom sortimento na dita loja do
Cordeiro Prndenle, raa dc Qaeimado n. 16.
A loja do cordeiro previdente
Ra do Queimado n. 16.
Nellaacharoos pretendentes am grande e va-
riado sortimento e perfumaras finas, tanto ingle-
sas como francezas, sendo :
Finos extractos para lengos.
Banhas e pomadas para cabellos.
Oleo philocome e baboza para dito.
Pos bygienicos para dentes.
Ditos camphoradospara ditos.
Opiata ioglea e franceza para ditos.
Pacotes com pos de arroz.
vasos de porcelona para ditos.
Sih.in.-ies para mo e barba.
E mullos outros objectos que sevao presentes
ao comprador qae se dirigir a raa to Qaeimado
n. 16, loja to cordeiro previdente.
Baodeijas ueqaeaas.
Veosem-se na rua.do.Qaeimado n. iX$,Jloja do
cordeiro^previdente.
Charetos
da acreditada fabrica ds Jos Portado de
Sima.
Vendem-se na loja^doicordeiro'prevideate a ra
do Queimado n. 16
Boa tinta para escrever-se.
O Cordeiro Previdente, roa do Queimado n. 16,
acaba de rvceber nao peqaeaa qoantidade de boa
Unta (Bio.: black), upe sendo to conocida como
nao necns.-ano ekplicacoes a tal respeito, mas
lembrem-se todos que a melbor unta qne existe no
mercado vende se na ln]a do Cordeiro Previdente,
ra dj Queimado o. 16.
Port relogios
Ura lindo sortimento do port relogios araba de
entrar ao Cordeiro Previdente, ra do Queimado
ti. i6.
Trangas de oarocom pinpentes.
O Cordeiro Previd-nt?, ru do Queimado n. 16,
receban um lindo sortimento de trancas de ouro
com vidrilhos e sera elles, para enfeites vesti-
dos e se esta' vendendo, por piejos bstanla m-
dicos.

NOVA FABRICA DE CIIAF
DE
DE
Manoel Moreira de Souza
WVUA NOTA 3. 45.
Nesta novo estabelecFmento ha am Completo sortimonto de chaoos para borneo senhoras
meninos e vende-se por menos prego do que em outra qualqucr parte.
Fabrica e fundico de bronz
e outros mttaes, caldeireiro,
laloeiro, e funeirot situada
na Soiedate, ru(t do Prin^
cipe n.3, com depositq na
ra Nova n 38, da cidade
do Recife.
DE
BRAGA SAMPAIO
Fabricam-sejieste importante estabeleci-
ment todas as obras concernenies as artei
respectivas como sejam:
Alambiques de todos os tamanbos en
feitios, os mu atreditados aparemos de
Derosne com as dimencoes delicadas dos
fabricados em Franca.
Fabricam-se avulsas qnaesqner pecas des-
apareaos, como sejam o dilatador, ratifica-
dor e condensador, oo esqaenta garapas,
resfriador, serpentinas interiores.
Fabricam-se bombas de todas as dimen-
c6es e qoalidades, pelo sjstema francer on
americano, simples, de presso, repoxo, e
com especialidade a estncanos 1 assim -ap
nominadas pelo enorme volme de agua
queabsorvem calculada em 100 pipas por
hora, e das quaes algomas estao proreptas a
seren experimentadas.
Existan bombas por este systema, me-
nores, para regar sitios, garantindo-se n3o
s sua dorac5o como a grande qoantidade
de agua qae fornerem pelo aoe s3o cons de-
radas hoje as primeiras bombas conbecidas.
Todas as mais obras se fabricam vonta-
de dos fregnezes e a seu capricho.
Existem sempre promptos no deposito in-
dicado na roa Nova n. 38, om completo sor-
timento de obras solidas, bem construidas e
a pre?os rasoaveis, como sao alambiques,
serpentinas, taxos, passadeiras, repartide-
ras, escumadeiras, cocos, candeias, e muitos
outros oterjclios preprios para engenbos,
como sejam mancaes de bronze, parafuzoi
para rodas de agua e outres.
Cavilbas, machos para lemes, pregos de
todos os tamanbos e para o forro de cobre
de navios.
Aprompta-se tudo quanto diz respeito as
obras de latSo torneadas e polidas eom toda
a perfeicao.
Vlvulas para tanques de banho, torneiras
de todos os tamanhos e qualidades, assim
como todos os ornamentos para militares,
botoes para farda, aparelhos para barretina,
Horneros, espheras, espadas, cornetas, alam-
padas turbulos, cadeirinhas, aavtas, aimo-
farraes, perfumadores.
Obras de folhas de flandres de todas as
qoalidades, bahs, bacas, bules e outros
otenetlios domsticos.
Lampies para gaz para engenhos, folha
de flandres em caixas, folhas de cobre e la-
tao, tobos de chumbo para encaDamentos de
todas as dimencoes, fWhas de zinco, estanho
em barras e verguinba, lances e barras de
chumbo, vidros finos psra espelhos, de co-
res, bordados, e opacos, e ouiros para vi-
dracas, diamantes para- corlar vidros, radi-
nos ordinarios e de patente, rea para mol-
dar, folies para ferreiro. lavatorios com ba-
cas e jarros, trra podre e outros rumen
objectos proprio de taes estabelecimentos.
Sendo todas as obras inspeccionadas e
feitas seb a direccao do mco administrador,
Jos Baptista Braga o qnal se acba de novo
(especialmente incumbido da gerencia de tio
importante estabelecimente, isso nma ga-
ranta pela sua longa pratica, que tem os se-
nhores freguezes de que serao servaos a
contento, com promptidaoe preco commo-
do, pelo que os propiieiarios lhe serao agra-
decidos.
Chegcn ao amigo deposito do Benry Forster 6
C, roa do Imperador, um carregatnento de gaz d>
primeira quilidade,o qual se vende em partidas
i retaiho por menos prego do qae em oatr* au: >
laer parte.
Snperiop paeno de algodo da Baha
Vende se no escriptono de Antonio Luir de Oh-
velra Azevedo <5 C, ra da Cruz o. 57.
Mascaras
Novo scrlimeato de mascaras de massa, de ra-
me, de cera e de seda, dminos, nariz com oculos
e barbas, indo bem sortldo e novameuto chega-
das ao armazem do vapor roa N)va o. 7, e ven-
'lem-se multo em conta de nma duzla para cima.
Vea ese
uma taberna cora poacjs fondos, a dloheiro oa a
i>ra?o, tambera ama carro? pjr barato preco :
a tratar na Trra na amiga padaria.
de che^arossabonetesde
alcatio
O oso destes saboni tes (em apresentado os mais
benficos eflfeltos Cintra as impigens, pannos, sar-
nas, tmba, caspa, comlcboes, e todas as demais
molestias de pelh.
Venderse >
HA BtTICl E DlflGUU
DE
Bartholomen A c
34tu Jarga do Rosario-34
O qae novo a 5$000.
Vende-se pecas de madapolSo fino de 24
jarda-; a 5#. 6&, 1&, 86, 9& e 100000, ra
da lmperatriz ns. 56 e 72.
Arara est liquidando
chitas miudas a 160 e 200 rs. o covado,
cassas miudas a 240 o covado.
6'ande perhircha.
Saias bordadas para senbora a 34500,40,
5 60000.
Lans brancas finas a SCO rs,
Vende-se Ianzinhas brancas com palmas
de cores para vestidos de senhoras a 500
'360, 220 e 800 o covado.
Sova invenca de bombas,
na ra Nova n. 30.
tsr Chegou um sortimento de bombas,
as melhores que aqui tem vindo, por tirar
agua sem ningum tocar.
Eucanameiito para?agua, a
ra Nova n. 30.
tsr Fazem-se econcerta-se melhor e mais
barato do que outro qualquer por ter objec-
tos vindos da Europa de conta propria.
Che^ouTafiF
A pomada galopean
para cota tapida e completa dos callo daros.
IVBNDE-SB NA
Botica e drogara
DI'
Dartholouen k C.
URm lirfa do Rosirial
iTTENCaO
No armazem de fzendas dt
SantusCoelhotrua do Quei
.madon 19.
Bom e barato
Cortes de organdy branca muito floa com 10 jar-
das a 9.
Camoraia braoca maitoflo, peca com 10 ardas
aB*.6, 7i,8^e9.
Dit hfnea upada, pegas de 12 jardas a 6$, 85
6 -*')jU\O.
Una suissa fina com 8 varas, a peca por 8$.
Dita adamascada pata cortinado, pega com 20
varas a 12f.
Dita para forro, pega com 10 jardas a 3.
Dta du cores finas a 300 rs. o covado.
Dita de cres moito finas, a 700 r. a vara.
lula de linho moito fina a 95 a vara.
Bal5es de 23 e 30 arcos a 2 e 25500.
Moa de 40 e 5J dos, nesgados a 45.
Ditos du musselida a 45300.
D.tos dedita,esqBiosa55. .
Ditos de croch 45300.
Ditos de musolina, para menioa3 a 35.
aias borladas a 4;ot0.
F dft Imh) com salnicos a 900 rs. a vara.
Duo de li ho liso a 720 rs. a vara.
rosaeuaple preto, bom, a 15800, U e 25600 o
covado.
Moriantiqno superior a 21800 o covado.
Tarlaiana de todas as corea a 00 rs. a vara.
rlanella de cres a 800 rs. o covado.
^a,mmiinle de ,(lw com 5 palmos de largara a
lozOO a vara.
Maadapoloes fios a 6?, 7fl, 85, 95. ^ e 125 a
pega.
Platilba de algodo. superior fazenda para saias,
paca coro 10 varas a 3JJ200.
Atoalhado adamascado de linho com 7 palmos
de largura a 35 a vara.
Dito dito de algodao a 25000 a vara.
Algodaoenfestado om a mesma largura a ($100
a vara. ?
C bertas de chita de ra*gem a 2560O.
ttlias de fofto a 5500.
Lengoes de hamburgo d linho a 25400.
Duos de bramante a 355X0.
E!i fioosa SJ.
ki'fh* d8 '* a(laa,ascados para cobrir mezas a
Goardanapos de linho adamascados a 45 a dozla.
Toalhas de linbo, lisas^alcccboadas a 115000 a
duzla.
D tas de algMo felpada- M25000 a daiia.
o.^5ns',.',C!"Dhria8n<1el*800 2*' 2*sm>
35200 e 35600 a dnila.
Assim ci-mo ootras moil geodas qae se ven-
de por meoojj1 que em oatr Jqaer parte, e di
so amostras d todo.
RA NOVA N. iO E 22
ncao
A'egccia-se nma m?rhlna de f'zergelo, a qaal so
arha era funegao tnVtiva. E' ooia excelleoto
arquisigao para qoem queira encinar a industria
de peixe gt-iadi-, cornu ha do Para, anda ai pnr
tima le foncfdeo se orna snbvengo de 25:0t05
annual pelo tt-mpn de 12 aono--, ao respeft-vo em-
pozarlo jara d^r o?ais extengo a.esta industria
psra abastecer aqoella capital de pene fresco, a
prego barato, e para tal fin moito se presta a refe-
rida mchica, visto estar cialocada Das Aiajas,
sonde ba mnita abundancia de pene a prtg-i bara-
tsimo, o pdx para aqui str iransponado frnsco
cem Bflo para ser vendido tambera barato, e eom
grande lucro, vende-se a dita machina oa toma-so
nma pessra como socio, entrando con nm p- jueno
capital, para meihi r ioformagoe.--, a tratar ua roa
do M.'Odeco n. 93 f tinca de rhlft late.
VINdeQUINQUINA
FERHCIG! N EUXdeMBITI ER
Cora Malaga o Pyropliosphato de ferro.
Este vinbo foi preconizado por toda a emprausa
medical como sendo o mais poderoso lauco
empregado para curar a Chlorosis, Anemia e
Exiianstaqao do Banoc/ Deposito geral em
Paris, cm casa de Laurncel, liorraaceutieo-
droguista. ra dos Lombards, 44.
Machinas para descaro?ar algodo, do mt
Ihor autor que tem apparecido na Americs
E' tal a execacao do macbinismo, qae o al
godo sahe quasi lao perfeito como o de bt>
landeira. Recommenda-se a attengo dot
Srs. agricultores, estas machinas.
B S-
s
O
co
= B
1 Q.B g
u 5' g 5'
I o B M ?j
8g g.B
?SgBo.S
S S S! O D
.s|-*
S-T3 B'B
S | i P1
O ^. QJ O ,=
8 III
b _w ai
H.s:8ft-
r b
s
mp
TEBDADEIRO LE R9T
fisvcaiT, Dotaur-Hldt^n
Ra do 8oln, 61, A PARS.
la cada garrafa, al, entra a roma par;
ralw coa Siue lwiaiai, covinm rarnew.
"iV. B. ramal-j
ttndivMumllattra
t 10 / ranee*
r?3rl>, tcrtUrd
a eo ii a viata,
aa maxic.oxoxa-ia
a. tiactente a
no peno
Aviso Importante.
Os uniros verdadelros xaropes de bypopbosphl
tos de soda,de cal deIerro do Dr. Chnrcbill tra
zem a firma qoatro fas repetida desie sabio me
dico sobre o subscripto o a marca de fabrica da
Pharmacia Syraon, 12, roa Castiglione, Pars
Acba-se a venda em frascos qnadrados com o no-
-1 me do Dr. Cborcbill no vidro. Preco i francos eOi
l Paris: Com instroeco _^
eosno na poarmacia far.t&kt* d
C. em Pbrpamboco.
Jnaqulm Jos Goncalces 8etrao tero para
vender no sen escriptorio na roa do Trapiche
n. 17:
Brim de alodio da Babia, muito proprio para
roopa de eseravo.
Po de algodao da Babia.
Panno de al(tod.o da fabrica do Illro. Sr. com-
meodador Pedroso.
Vinho do Porto, em caixas de orna doxia.
Dito do dito em harris de dcimo.
Machinas para descarogar llgodao.
Toros de Jacaranda',
r *
1
I i "


t


"^e: -
r ,

f


r
t *) *~ 1 MLdaaaS
larls le Feri
Tertja letra 18 de Feverelrc e 18f(.
Collares Royer
a Anadiaos elctricas' magaelicos
. DeposU acreditado
M da gata branca ra do Qasiuiado n 8
-olUMI floyer ja nao tolnar oo querer
ratrodiinr novidades, porque a fama de sua
eficacia teta-sa talo esteodido, e os seus
eiizes resultados a tal altura elevado, qne
oje rara e a pessoa que por experiencia
proprta, ou por intermedio de seus amigos
b pareles, ignore oa desconlie:a as virta-
to* desses sempre apreciareis collares
Koyec.
a aguia branca porm sa gloria da concor-
rer para ura t3o justo fim, se n5o por 00-
ro modo ao menos por ter sempre, e cons-
aotemente uia completo sortimento desses
calUres magnticos, que bem se podem cba-
marsalva vidas das criancas.
C
jrruwiai
.*,
PICHINCHAS
rara principiar o anuo de 1868

HA
LOJA E ARMAZEM
00
pm
rna do Crespo n. 1 A, esquina da roa do Imperador
PAI
Acaba, de chegar pelo vapor Guietne, am variadisstmo sortimeolo de aaeodis que dizem os
.-,. y.u u 522?' co"espoodentes que roa as melbores, as de mais gostos e noWdades que encontraran) er,
Resta anda qoe os stores pais de fa- \S^*w*H^^* ^^ respmtaVe' pab"c'os se8U,Hles ar,lgcsW
^lVTalTcnZAd^ CnVem R,aD,ss,QW,s C0"8S da de cares, eomifndos
ato esperar que as enancas sejaoi atacadas' matoes completamente novidade.
ao mil, e por ISSO necessario oa conve-. Lindissimos vestidos de eambrala branca bordados
atente qoe com antecedencia se deite na' com 8"0*10-
crianza um desses collares para assim estar Ricos b,suines, primorosamente bordados, am-
ella preservada das coov Jcoes e se contar' m* moda era Parir>
bvre dos rigores da denticSo i Ri10l9,masJ cnp*Unas de seda, paiha a imitado
a ,;.. u ^ifOu. a eofeltadas com muito esto.
ncezes a quaatidade que ha contratado e L'odissimaa gravatinhas para s-aoheras.

por isso acha-se ella sempre provida^dos ver- LiDd0?C0,8r8S TOl,as vi iriibo e seda, ultima
-M* *. K^r ira* mago.. CoKC?Srd8'tv.,ioto,aaaoo,o5m.
[ pieta novidade.
Riqusimos leques de mar6m todos abertos e da
ttimn gosto em Part; assim como de sndalo
Riquissimos vestimentas de cambraias peineros-
mente bordados, com todos os perknces pan
creaocas se bapilsar.
Ricos vestuarios de coros, lodos completos pan
meninos de 2 a 4 aonos.
Nautas de blonde para noivas.
Moiriantiqoe, grosdenapie sedas preta, branca
e de cores.
RKjnissimos cintos, ultima moda.
Ricos eufei.es para sentaras e meninas.
Lindissimas cbapelinas de seda e de palba pan
meninas.
ticos.
Novas chapelnas
de fiaa palha da ftafa.
A Aguia Branca, a ra do Qumraado n. 8, rece-
beu am novo sortimento Je bonitas cnepelinas de
Una palba a liada, ornsdascum delicadas Qores, e
como sempre a Aguia Branca as vende por precos
coanBades.
Rap Viajado e Paulo Cordelro
A loja do cordelro previdente a' roa do Queim.
L recebea nova reme-va dessas quatadas
Frecos vantajosos
asa ntiDdezas do grande eslafeeleci-
meato de Saz goares & Irmo.
Ra Nova o. 28.
Tendero ero gresso e a retal'ho.
. ? nvlS* m,tu suP"'ores, libras sortldas
Diu em novelo, mats inferior a JJSOO e 1^800
Du branca em caitas de 50 noveios a 640 ris
Dita para marcar, caitas de (6 .utos a 210 r
Dita branca em ditas de 10 ditos grandes a 560
Dita ero carros d* 100 lardas .-. 30 r. a doria-
Dita em carros de 200 jardas a 15200 a duna,
DiU em carios, branca e prea, a 160 r<. a dita.
dita iel*S d8 C3l"eS 6t CalXaa d8 at'3' a 1530 a
Grarooas cora eabeca de vidra a 160 rs. a dito,
Agnlheiros pintados a 210rs. a dinia.
BniSes-de moedmhas doaradas e urateadas. pan
ponhos, a 990 a duzia de pares.
Daos da madreperola, para camisa, a 500 rs. a
groia.
Ditos de osso, para calca, a 240 rs. a dita.
Caiunnas coro soldados de chumbo a 120 rs.
Rsiiflbos de muHora doarada a 15400 a dusia
Pentes da 1*50 dourado, para coco, a Cl rs. a
nana.
Dttos de lacos lisos, para coco, a 55300 a dazia.
Ditas d-mrados, com BSres, 240O a duta.
Jl'S.119 b0,al0' mol,o boos para alisar, a 25300
25400 a dita.
Dedaes amarlos e prateado?, finos, a 240 rs, a
dita.
<>tebetes ero catxinhas a 640 rs. a dita.
biK^s em candes a 600, e 900 rs. a dita.
Pecas de fita para cor, larga, com 10 varas, a
500 r?. a peca.
Pitas de seda n. 1 %, pecas com 8 varas, a 260
rs. a dita.
Cadaco braneo para eeroalas a 560 rs. a dazia
de pecas.
Laas de todas as cores, para bordar, a 6*300 a
abra.
Pbojpboros de cora, em caixintas, a 360 rs. a
oiia.
Ditos de pSa encerado, sem chairo, a 360 rs. a
duna de canrobas.
Hitos de cera, ero caixas gra.odes de folha, a
15400 a dazia.
Cirtilhas da Bnntrma Chri^iaa a 320 rs.
brelas de ceHa, em caixinhas, a 320 a 500 rs.
Sahonetes finos a 8H0 e 15 a deria.
-J^?1 e 'rpOos cabo de osso, farenda boa, a
25I00 a dU'la.
Abutaaduras finas para cnleies, cintos com Ave-
las de crystal, e murtas ouiras qualidadee, pnlcei-
ra* de watts oeotes com pedra< para coques, en-
fftMes para eabeca, um completo sortimenio de per-
femaras de todas as qualM.id.-3, colannhos. can-
deelros a gaz, f^rragi>n de todas as qaalidades etc.
t.: a rna N-.va o. 28
Riqoisslmos cortes 4e ratrtasia para vestidos d e-
nhors.
Lindos cortes de lia para vestido, novidade.
thapeos de castor a canotier, ultima moda para a
^ rapaslada em Par*.
Grande deposito de tovas de Joavin recene-se por
todos os vapores rande sortiment*.
madreperola.
deamos'dTSe^ *#* objectos qae
Isto na loja do Passo ra do Crespo n. 7 esquina da do ImporaJor.
Rae da Inperatriz b. 60
um nmw m mu
SUaE.-SOB DE VVUWK
AMA & SILVA.
-
i
la n^scaixeiros' eslaQ^ este estabelecimemo abeito desde
oite, e .'participa, as pessoas qi.e negociam em pequea
w comprarao pelos mesmos preeos que compram as
as 6 boras
as pe-
da manliaa as 8
LOJA DO GALLO VIGI-
LANTE RA DOCKlS-
N. 7.
<^^^ss^zslas: sr1 e ? beci-
Wrat bordadas e Babadlohott
Qaem qaizer fazer bra compra de tiras
bordadas oo babadinhos, acbar um grande
sortimento para escolher e por | refo muito
mais barato do que em outra qualquer parte
na roja e armasen do PavSo, ra da Impe-
ratnz n 6oT
PECm\CII4
Vende-se setim da China com 6 palmos de
fgura proprio para vestidos a 25 o covado,
isazobas pretas lisas, alpacas com stra bran-
ca a 15 o covado, cassas brancas com listras
pretas a 5oo rs. a vara, ditas pretas lisas e
com salpicos vara a 5Go rs. ditas francesas
com listras e ramajeas vara a 8oo rs. me-
rmo preto, alpacas princezas, mais barato
ao que en outra qaalqtier parte, na kja do
mv3o, raa da Imperatriz n. 6o, de F. P.
daStlve.
ramUichas a 3^.
VfT-1flni.se as vais modernas camisiuhss com
-.....qualidade e das mais lindas cores S"''s antotordados coito do ireinbas com
o que podem ventorvinno ver a_s pessoas qoe Quizer alcaUf-r ou eatefeai seus sales. t&g&-XSS5Z ffpSS

GUSTO PORTO & C.
11Ra do Queimado11
Receberam em sen estabelecimento m esplendido sortimento de tapetes, alca-
tifas largas e esleirs para forrar salas, ludo da melhor qualidade e das maJSSSJ '
datilada
cyu uo -,w> o corte,
TdZenaas para lato na loja do ,$,ona loJa e armaz.-m dopavao, rna da Impera-
Favo tr,t D-60-
Em riles de la
Vendem-e superiores orits de laa
com 13 ci vados, pelo barato pre'co de



Vest ,os de blond com manta, ramo ecapella para noiva.
Idnm de gorguro bor.iad-ts prelcs oara a quaresma.
dem decambraia branca tordados superiores.
Basquiaes de seda para senhora gusto moderno de m a 500.
Coixas de seda, ditas de I5a e seda para camas de aoivas.
dem decrox e toalhinhas de croch para cadenas,
dem de fust3o brancas e decores de 55 a 105.
Cortinados bordados e adamascados para cama de 205 a 700.
Idr-m b"rdados e adamascados para janella de 9 a 205.
Tapetes randes e pequeos para sof e portas.
Uuk r,9r9P^OLd?C.aSe01'a ^ara Cbir mesas' gafdanapos grandes e piquen, /s, "toa-
tnJ 2 de ,l,b e *****>alualhad0 ,raDC0 e P^do, pannos finos MSl
aznes, casem ras i-reas e de cores, tudo por mdicos precos. f
Gbape inas modernas para senhora de palha e de crep.
Camisas q lioho e dealgodao iuglezas e francezi-s para homem.
rriUnrJf0TaSEU^S* sedaS Pretas superiores para vestidos para a qoaMsma.
fas qSdades. ^'^ ****** Cmbrm& branCaS e de e l; 3 mui-
Saias, toalhas e lenco! de lioho ricamente bordados.
artiern^ t%!?S55 K? e Pe art.gos todos vendidos por baratos precos, poia s se deseja agradar o apur.ir dwheiro.
tiRaa do taelmadoi i
ra da Irooeririi b. CO,"" "" aV8a>
rftbiDchgetn ea>ijis a 1^600 8<
l'Hvao.
Vende-senma Rradd porcaode casimiras sape-
; CBfcraias largas a 1^000 e .1^280
a >ara.
Vende-se catrhraia transparente com oito
palmos de largura, qne facilita fazer se um
vestido com quatro varas, a i$ e 15280 a
vara: na leja e armazem do Pav5o, ra da
Imperatriz n OO,
Espartllhns.
Vende-pe nm grande sortimento de espar-
tilhi s dos mais modernos: na loja e arma-
zea do Pavo, ra da Imperatriz n. 60,
Cortinados para cassmen os.
Vende se nm grande sortimento dos me-
!bores cortinados bordados, proprios paro
camas e jinellas, pcl-s h rat-s presos de
95, 105, 155, 205 e 255000 o par; da-
masco de 13a imitacSo de se-la, com 8 pal-
mos de brgtra, a 45 00 ; colchas de cro-
ch; dras de rostan brancas e de eflr; ero
O propietarios desle lem conbeeid es-
tabeleci-j ento tem "sat^fVc3o de fevsr <
conhtemento dorespetave| pi buco qoe ca-
bim de receber pelo ultimo t| or da E^ ro-
pa um completo srrtiR enfO de bjtcio t
apurado gosto e de inteha nnviiiaiie; (os
quaes esto resolvios a verner por pie-
c s mu razoaveis, ermo sejam :
Lindo? cinti scom iorta>. birdados vt-
drilboi, favenda qi o nao haver qiem con-
teste ser a melhor qoe ha oeste arngo, iste
so na lo,a do Gallo VigaiJe, la do Cres,o
. Lfques de madreperrla, sndalo, arfii,
madeira e osso, etc., com lindrs testnbos.
narB'cdes de palb**,
Biqiiissim;s guarnicoes e trai ra? de fina
palhas de liaba, c m vedrilho, pugerifs o
sem elle>, e nutras com b( ti s da nienra
palba mnito proprits para guarceier vesti-
dos, chapellmas, efe.
Lindas bulsinhas ou cab.CR para as me-
ninas trazerem nos bracos, cada qual maia
bonita.
|Tr*onras.
Fioissimas tcsi nras para t-nhas, errtoras^
cabelliseiros e a fai.iies, as qn:/es g rei-
mos ao comprador a sua boa qualidade
N Talfcts
Supeiiores navalhas ct m cabo de trtaro-
ga e marfim as quaes os fabricantes aian-
tem.
Liaras.
Lavas de Jouvin, camarca e de 'seda bren-
cas, pretas e de lindas cores.
Penfps.
loja e armaxeni d
Jca, 6 rabile pechmctia na rstr. n n
rao: ruada Imnn.r.ir mi r_a,rlE U>
m,.U^To: rua<,a 'tnptratnzo. tiO,
PDNOS i.OVJ 60UNHAS.
o IJOCO rets.


LealJade
Este etablecimento a roa da Imperatnr n 70,
reeebH de sua eoota por todos os paquetes franc-
es diversos ohjr-ctos da uliiraa aoda de Paria,
como suja Donins coques lisos e eofertados, fita?
de afrta, (HUs de seda lisas o borladas de todas
as larura e de soppnor qaalrdade. lindos sapa
loe dn.merto^ de arsetnira e i&a, oocag ds la,
moilj bonitos cbarfellinlio, nabadiohog e entre-
DMio* com Hados bardados, ravatas de seda pre
la e de eores para hoan e canoras; as verda-
deras lavas de Joavin brancas e de corR* mano
to ma-, eartelras de diversos faitlos e lmannos
m-i de mnito boa .iuaht.de, para bornea, se-
nnnra e meninos, nm lindo sortimf-nlo a< tacos
partilmu, toncadures d jacara^MJa, de diverso*
lamaohus, lias de velado, trancas pretas e de co-
fas, lindos enfeites pra volido-., cintos de diver-
sas qaalida>iM moito nowtos, albnna, ab^ioaduras
9t eoHeles, la pura bordar de superior quali-
da'i, ama iofiardade 4e booitos brisquedos para
nrKiocas, as melnores_per fuma ras de Labim, Piver
fraorar M>cwda4e fyeeo-ca, immeweidadB de
otofecliis qoe ton de mf-nernaar para naj se tor
8 aawanto, lado por precos non coi modos.
HISTORIA m CARLOS
5. 64----Sua da Imperatriz-----K 64.
Nova leja de militas e arligos de modas
DE
SILVA & NE VES.
nares enfestaaas, sende escaras c alegres prepvias CDs Proprios para cadeiras, sofs, cadeiras
Sn8rKaV.aSSSSde ^mLZl^t S |h-!raC' V "' Pr.efeptes' eJ<\e,c': Grande vari^dade tanto para cr qnes como
a*W8o cone^TraLetrCh^ r !".5?_e a;?5zem do Fav3 rua da tope- P^a alisar cabellos e a barba, dito para
| arregacar cabellrs, sendo de lai taruga e ba-
falo com pedriohas e sem ellas, ttc.
Port Jgonqnes.
Muito lindos port bouquet- c< m cabo de
matrep' rola, proprios para ca anenlos, bai-
les etc. etc.
Escribas
Finas escovas paieroupa, cabello, chapeo,
anhas, dtnies e para limpar pentes.
Aboinaifnri's
Lindas aboiuaduras para cclietes, onrfeei
e collarinhos.
PerfumaE'isa
Finas e de todas as qunidades e dos me
cnbft-


XII
ero
da 8neeia
^^ VVH totTawB.
^le-sn esta eteeMenie obra por M900
bmenura, na llvrana Ec-)Domiea rna do Crespo
!^ meema lirrana lomam-se asslgnatoras para
i"** Ho!eto N*1*'*- celebre atmlran!
aofftet a f cada et emular.
Lvaria, euej-elopeiliSr
oe4iea de w
Barbosa de yeito, roa da O na n 53, ss wuioteR
gM*% da'Or. Oirncrt: Formulario oo Guia me
mmbI-is. SfiaM miifn t volme de *38 pibi-
a-, *MI l94 W'.t* n > tn, enrarl-rnido. Pre-
! Si Dttetonnrut de mtdtana popular em qne
- eserevem m >yo\ t una-, a- rau.-as e e trata
j ac HK#ett n'om Hnm*aea) aeeommo-
6*4* a* KiMll>f enea fn*nn* e-mahas a sr>n-
m medlna. ttrtnra e t*-ir*3 00 lexu < adaruado. Preco Iff.
%*cm qnlmmr aprtvtite a aeea-
^ow-'* ma taberna sita oa roa imperial a.
63. "m um* da melbire localidades e n-rri afre
J"-da|M.HWHi ..r qnahroor priBeiptante por
**'*fi toaitn, # innh4t< hi-# aani*N t ta o artoi n marta b m sjedo : a
TJ'?'11 ,""--*WM^ duriH se a me.-m* un atoa-
ra eoni qnem itjiar
Os proprietarios deste novo estabelecimento offerecem ao respetare i
1*$ PJ desta beHa cMa ^^ mmdezas e artigos de modas, concorrendo para isto o terem na Eurooa, pes-
$1$ soas habilitadas a executarem suas encommesdas no qae houver de mais; no-
/*H* vidado e gosto, e tarantera vender pelos precos mais rasoaveis do qae em
Jjgg outra qualquer parte apar de maoeiras delicadas e sinceras.
Acabam de receber pelo vapor francez Guienne* os segaifites bftos
artigos de moda e faotasta.
Lavas de Jeuvio para senboras e bomens, de todas as cores.
Liwros para missa com capas de madreperola etc.
Indispeosaveis e boleas de lo as as qualidades.
Coqoes os mais modernos.
Espartilhes collares, e cintos de seda e vidrilho.
Reodas de Guipore, de seda, (blonds) e de algoo, de todas as
qaalidades.
Completo sortimento de trancas, fitas, botes e guaroicSes de seda
eflm vidnibo e sem ee, gravatinhas de seda, e mangnos de lastro lardados
tudo do altimo gosto de Pars.
Leques de sndalo a tarto do mais aparado trabalbe
Agua Florida e tnico oriental de Laman & Kemps.
Ricos enfeites e narnicoes de flores para vestido e cabeea.
Calcado para saoboras e meninas.
dP CmPr-Um3fia,s M tB6U,nres e o3 eseolhidas de Labra, Piver, e Cob-
dray, em ricos e elegantes vasps de poreellaoa, crystal eprata iogleza.
^ ma^5eiaS *'K?dao* i\atm fiaa8 e melbores que teem at hoja vindo
ao mercado, para senboras e bomens.
Chapos de palba da Italia, e a imitaeSo para meninas.
2& E am sem numero de artigo, de gosto e fontana qae s a lirta
podem ser apreciado.
* o. ****** Bwm.ii

i *aiu.#. VU.>T
I* W- ti
Veode-raojiu, nn
Mili
PEOEAS be BLAHCAiLD
___
i inutui oa rtmu utLTtU'll
Approvadas.pela Academia ds Medecinm da Paria
tMiWai nm mito citn m ii!-nTMU>
liMiMivnnn u mva. o. siimca, l ir,*a, r* TTfH, I
>ri mmt ILamrifoi* (liiHrii < NiwYark. Si. Parit, tata.
lMa> P&om > '. -mm. miin-iiiiHna de anu teonkiada ocaarta, i^,
'triirtis* <1t wrrb liiatlrrateu. m talar, dt ma |Kqaeui> lolame, da sa caawa*
arjia ligeirro. 'x-^auau 4m ftofirH-ilm> 4 loco e da la nl'n t ti artad.
(Mlawai amtServim '.'A/.w^iu-a,. B-'>rtawa, Ignilim. *-------, niintM
mtnmrrkaa. w^bi .-ubi.. H. ur), teerm oo (uaoco* uaa aaedkacadM aullase'
i tara maibcr* i aatsl-i " *^~" ,""*"B^5,'*" ""W* aa .ia> ca-
ato W. imtaata aBana ara*. Ja urea a a oaMondaala a
araaarir nina* a taaieart, ora, -^ ativf aaaaa acaM ato
raiaa riauMva a aa.ai Taja. aa^H rrararia,.MtiH aar
*fa~ 4. aa raxat* aarato. Baa. -a <.i.gajM 4
fsiraoa de frr ,,,,- TT.TC ^
nhi n. 3 jnnt) a a-
Bvi
tul :
rna da
Vaadft^e aa pnarmaciaef P. Maorer G.t ma Nova.
Vea3e-se ama fraude porcao de ponhos cum
olieras de efguid de llafce, com os mats lindoi
tioMados pelo barato precoCe 1,5000 o roo, di-
io> fcurdados d tr a 640 rei?, sendo itraode pe
ecna pelo pr+co, na rua da luiperatrK o. 60.
ifeitks <*gU08.
a J4V.O0.
Cbe^aram os roaio m.invroos bales esgoios sen-
do verdadeiraajenie americanos e v*rx!eni-se pelo
brrato nrecode 25500,-aa l.ja do Pavo roa das
tefwrairi n.vfiO
Casaias a 4o rs. s o pavio.
Veade-se boottas cassas injilezas de c-
tres Hxas pelo banbj precij de ato rs, o co-
vado, ditas francezasfaenda maito fina cora
padreslistrados e de llores, assim como cora
paiminas-miunas proprias pare meninos a
3eo rs. o covado oa a 5oo rs. a vara : pe-
cbincha na loja earaiazem do Pavio rna da
Imperatiz n. to
alas a etejpatacas.
Veadean-se booas saias eenawmicas de
or, pel<; barato p*eco de 25240 rs. poden-
do estas saias servir at para vestidos, fa-
zendo-se Iba corpo de outra qualquer fazes-
da deferente ; peebincba, oa loja e arma-
zem ttoPavSo, roa da Imperatriz o. 60.
atoes a -, USof e H
Veodein-se am grande soriioienio do cri-
nolinas enbaloesdearc baratos precus de t, 2d3oo e 3d por haver
grande porco, oa loja e armazem do Pa-
vio, roa da Imperatriz n. 6o,
Uoeiohas de cor a 240-e 30 rs.
Veodera-se lanzmhas matisadas, padrb>
moderaos e muito bonitas pelo barato oreeo
de 2-iO e 300 rs.
ravatas a 400 **.
Vendem-se gravatiobas pretas estreitas
da moda pelo haratissiuiH preco de 400 rs.
cada urna,-assim eouio nm grande surinnen-
to de cores usas e bordadas, por baiato
preco.
hales le renda.
Vendem-se superiores chales pretos de
renda, pelo barato pree de 3Tr00 rs. cada
um, assim cerno ditos de guipare fazeo-
da ailo snpenor a lu e l<5fc9M0, e am
bonito sortimento de capas e reondas.
Qs casapinbos do Pavo a Ui.HDO
Ctiefioii au eleaanie s >maiHtio dos mais mo-
erno* e mais bem entenados eaiaqmoaos dv
rt-denapls preio st-edo rom niara e sem ella.e
SIM a iiiiilaf3u de jauneiii.nas veod.m-ge pe-
lo* fio ates pravo de !*, i, 2* e U0 : na
ff*tT *tmn*n> dn Pav8 ruada Imperatria o, 60,
de F. Pereira da Silva.
enden>se bonitas sedas de eores para
vestidos, teado largura de c'iita francesa qoe
facilita azer-se um bom vestido com 10 oo
t covados. teudo entre ellas ab-umas pro-
prias para loto, pelo barato preco de "i o
covado, assim oniao se-tas liras fie todas aa
ores per precos mais commodos qu6 em
outra qualqutr parte.
Panno preto a lt6 e 25ooe.
Veade-iie panno preto soperior 'en seis
palmo* de largura propno para patvinta e
atfas pelos baratishimo precg de f6O e
21000 o covado, grande pecbincba.
MeUs baratas, duzta 2V,oo ra.
Veadem-sadazias do nnias de or escara
sendo meias de mnito m.is dinbeiro pmm
liqnidata-w a 2. por ter albora to*joe- de
mofo; ditas inglezas cruas muito iacerpa-
das a M a uzia.
VESTIDOS A KWQ.
Vendem-se bonitos cortes de vestidos de
caathrHia branca com lindas barras bordadas
a |0ii0, ditis mais fiaos com as brras bor-
dadas a cor a 5& lifi e Kut>0, ditos de bn-
tazia cora lidas barra* a entones da seda a
U s inOOO.
Sis mait lindas se novas- pee pe linas
ijiic cheitar>in aar a tai* da t-
o a SU rs a cavado.
VeBjdt-m-s* as mal* lindas pooi>ellnas eneirxda-
oelo ni ho/i rap*>r. ser}* fraospareis*>> iloas
rao qaariDhM mmdiotloa e co-n as 'e mais
modernas ouioa aejara : ofeala, xelfertajo, verAi,
yri-i, raxo, ata), canoa e risa etc. etc., Rarannnd r
Sm qoH n"te genero o gn*e tem vmdo de mai<
eterno ao mercado, par vestido* rosca* <*e
eriaoc ndam m aeto harBiem prn;., a- ,100
reV o *'vada, nni.-amer.te na kt|a aimaiem di>
Pavao, raa (da Imperatri n. 60Jjde F. Pereira da
Silva.
Grande jjechiucha de gros-
dt-naples pretos
Ba luja do FaSo.
Gposdenaplos le280
Grosdeoaples a 1^800
Grosdeoaples a 20C0
rosdenaples a 2)5200
Giosdenaples a 25500
Grosdeoaples a
Grusdenaples a 332U0
Grosdeoaples a
2800
35500
Neste grande estabeUcmen.o encontra o fte^pMBST IteTweSata
rospeitavet publico um avultado-sortimento cidos. ,ulu,!>ia8 aie presente
dos melborea grosdeoaples pretos tanto I Collares e Rav.er
largos como estteitus, que se vendem muito Eletncos mai.f-tii mais barato do que em outra qualquer parte S Z%^7&Ti9MSm
em rastd de ^e ter fe.to urna grande com- me-mas la i^,SL oenia a
pra antes a.f8nde3a,lsim como um bonito sortimento o^ffSeS^B^* XSZ
rte moireantiques pretos, sedas lavradas e telendo p S SI A gH ""
de todas as Leudas proprias p.ra a qua- sempre !nd2 onnUS 2. ?' ^
re. ma e luio, dando-se de todas, amostras, TVtototoTJStZ ^r 'St
e maadaai.se levar em casa das excellentis- n. 7. J Vigilante, rua do Crespo
simas familias*, pelos caixeiros, na oja e ar-
mazem do Pava, rua da Imperatriz n. 60
gkanjs mmtmk
eoi laostobas aa loja do Pavo.
Vrndem se a> majs m.idernas e muit i bunnas lan-
siDnas de oma >rr,l^ndu entre eil^s cores mno
delicadas peto liait. preco de covad. 360
Ditas de cores didereoies com paluimbS e
a lisias, envado....... 400
Ollas matlsada* multo linda?, covado. 320
Ditas lisiadas dem, cuvadi...... 500
Ollas transp-rentes com lisus de sed, co-
vado........... sgo
e ontras murtas qoaldades do Idsnhas de posto,
qae se e*tao rec lie,.do por lod s os vapores, na
loja e armazn do Pavjj, rua da Imperatriz n. 60,
de Flix P-reira di Silva
Bonitas alpacas na loja do Pav5o.
Vende-se omelrnanle sortimento das mais lin-
das alpacas de core* lavradas para vestidos t
o covado. dos mais ......l'O
iMias de Ocrinhas a 500 r*. e SliO
fteig Usas de indas as cures a 640 e 800
na inja e arm^r^ro da Pavao, rua da Imperatiiz o.
60, de l-Viis fereira da Silva
Poil de Chevre na !oja do Pavao.
VeBd.1 se o mismoderno pon dei.hvte largo, de
tima m cor, sendo mais iLS'.roso que a mesm* se
da, pelo preco "e 2000
Diio mais aha eores
moli lindas, covado......!i00
Dito rom Nta< de .e.ia a f60 rs.e. !000
na l'.ja do P.vi,.>, rua da Imperatns u. 60, de Fe-
l'Z Pereira da S iva,
Afpaca moDstro, covado a 280 rs.
Venden.' si-..Huras 10 >lrscnr j> para Vestido19,
lendo 8 palmes d largura, ue taeiMa laz-r se
nm vestid ron. 8 covadus, a 28.1 rs ou a tiUO o
Siaeriar vinbodo P* rt.
Vende-. oo-Hcriptono de Antoui" Lnlr^e t-
dT,a2,a;;a?aUslC-',aadaG'8-7---"-
Escravos u^id<8
GR4SFI A-SE
(jnem capturar e condoiir a' fUTiea do abaos
Adfao, ou a rua do Ainorlm o. 41, no Re escravo Lu^, pardo, idade 35 nm.s,. qDal ja" es)
principia desteanoo foi preso por fopm,., e de no-:
evaoio so da mesma fabrie, onde liabalhava ni
roadiogada de Dumingo oilimo, 21 de novembr*
cujo eirravo ogiw vesnado a roopa do oso,deat
godao de li-iras, co>tuma embro*ssr-'e, negar
proprio Borne, e bem c^mo o do senhor, e traria
por cafligo urna correte fechada na eioiura e ne
torootello, do qoe devera' cousoivar ao metw aa
manchas.
Escravo fngido
Acbi-se fiiaid%
  • sde o da 19 do mea proj.ma
    passado o esrravd do abaixo assigraito oe non a
    Joaqnim, teado os signaos seguioie : w;oe W aq.
    nos punco mais ou menos, cor vermeiha, b. *
    grande, oihos grandes _e amorterid. s, la> a., r*.
    beca pequen, cabellos carapinbos, d. innrhnco,
    eriaiura r^poiar, seico do corpo o ant-s rhgre^
    bum eosiobeiio, cose de alfaiate, tem .. t,.;. i9
    de um dus pes bastante grosso do rtieuu.u>.<%.
    ps g'andes e largo, bstanle ladino e a-luc .>,.
    se iniuula firro. H. toda ctrteta deque e-it|
    no Recite,*onde ja esteve fogido e anuo (aita e
    recon.meoia.se puls as antoiidades lajuriaes e..
    pitaes de campo a capiarae entrega a s.u snior
    curte, na loja d > Pa*o, ruada linperauiz n. 60,' ni8'>D Da" assigoado na vil. n- l^.a^--*
    de Felit Per-ira d Suva. U aus W'ii. Sr<. Dr Jos B-roaMit G-i a t
    Gangas para calcas a 400 rs. o covado.
    Veodem-se opmure ganga> fraucez* mullo
    ene- ruadas para cir,a e paliiols, pei.j barato pre-
    go d.' 400 r.-. .. covad i, superiores tinos de Inh >
    oaidoa, uancadi s e lisos, assim come ditts de co-
    res, f.renda me<|o sniieri.r, oa lija e armazem
    do Pavn, rua da Imperatriz n. 60, Os Pelw Perei-
    ra da Suva.
    Chitas pretas a 160 rs. o covado.
    Vende-se eh.ta preta ingiera lisa a 160 r-. o en-
    vano ou a pessa por f>i, con. 38 ovados, unas Com
    palmo bas. "'I -r fzeoda, a 200 rs. o Cova'l" ou
    a peca or WSKr. d.ia franfez, largas, a 360 i,
    o ovado. muf una" gmaa a 40 rs. o oovado, na
    .ja e aim-em tu Pavaa, rua da imperairs a. 60,
    de FranriM-o Pereira na Silva.
    Fazendas para luto na lja j Pavao.
    Vend--se mu-ru.r .-eiiui da Cntua. eu.K> orna
    fazeoda toda de la e sem luslro, CuB 8 p.iao* de
    largura, qii" faro i. fa2er-se uin vestido apenas
    j-i'Oi 6 ovaoos a 00 rs......: JtO
    oiienor bmi'na.'-iua cum 4 palmos a
    l^SOOe..........l^OO
    Sopeinir eiRin *-ID Inoo, novado 11(0
    Laosiiihas li**. r. nade 40 e 5Uu
    (ea preto* l** e.u. sa'incs e C. m
    lisias, vara a 500, S6o ^ 640 e 800
    Mu'>elinas pota>, i-ovado..... 4 nutras mollas f.ren.l proprias para 'Otn, na roja e
    arsaiern dn P.v*.,, rua da Imperatriz o. 0, de
    Fltl Pereira t KovrA.de em chales 6&OOX
    Vendem-t ... h.i m^-me e mala bamtn.
    ehales 3 U'h-I. s'< I i de orna .6 r.ir, coffl MaJ**
    ren.'asda nvva.B farenda, guano-riaas com rnn.i
    las .mas d '| tres, senao oe-te arig. o msi-
    modero i O"-, t-.t. aiedn e vende -e |i In haiai
    preCi de 60ie, "niranienlf na lija do Pavao, ru
    'da Ii0(ier..ii" # ov Pe Herai- da Slva.
    < h 'Sa iih n.er-i a 2-JO'O.
    Vande-se i. i .. rKalei. de merm, a f.eOft.
    9,1'0, ii 00.34110 riJi-OO. na luja ariu-i-n
    "i P-iM", na .na aa Impnrairn 0.6O, de Fon
    Peietra da Si,
    Colorado, no Ca'deirelro, e ao espitan Feu frsi
    cisco de Soo Magaihes no larg. Patanu .
    26. iguaras^ 7 de feeieiro de 181-8.
    1 e Te leira da Mona i,avleai.|..
    Fokio da casa de seu senhor a' raa oa In pr
    ratri/ n. 46, o escravo '.rioolo de o- n E> rain. 4
    qual M eomurado a Ant.nin Joaqnim dn- Hei~, no-
    rador na fregeetia de AgAa Prea, o c ratea
    dus PalmarrB. rujo escravo lem o> >gnae -egu
    les: i'siamra regolar, reforcauo i-mi, r..-iaj
    laigo e usa debaiba ceirada, id fu, lana de>.
    randado, aieijado do dedo mnimo rt. pe fgoer-
    do por ser d.brado porcuna do 01.o o-; lt>.
    hrtfi bracea de l.rim, camisa tianra t w
    i oe fu-io, chai &j de palha n aie.la e 00 a
    irouza com mua lea de bnm pard<, nu,> iau 1-
    sas de aigodi-sinbo nscado abertas e un. iai.-n 1,0
    oe fortia, de palmo pouco mala 10 iri.i.os, qu- "8
    >nppd>m ir*nr roja Se 38 oUtLIldadeS pOIICIaes e pieVIl^se a. f
    Srs. capites de campo 0 .uelram ai.prelWaWer
    trazel-u a' casa cima declarada, qoe wraoprauo.
    jados.
    ^ I.nfz da SU Perrer.
    EscraTO futrid".
    CTtinoa a eslar fnsido desde n di> JO nejo ha-"
    de 1867, escravo Vicente, por atrn< h. 1,. n o. 1%
    de 40 ann de irttde, ponen nar re n.eii.',
    nca. Ar.g. la, ahora regular. h->c, n,. r r.
    o>', pereas Boa arqeeadas, n d >
    do qoe outra, dando logar rom u i.1.,7,1 .1^
    hslanfo rom os homhr i, rosic t.| ri-'.-, |. .).
    ru h.-M orr.eer e noqueijo, e i-m ., 1. .1, ,
    !* a'gnn erav.is e nss nad*ga o rr ne r>i|.
    1 i |:o mniio loten e len. is nirjr da)
    acra lar aflm de iltndir, Intimla-se e t ir., leaos
    |ia"fl I- r na fl tem pir Cosime i.ir s 11 i re
    ,ni c.B>"i"ia de alyodoZinho p..r ema e>- r-U
    c SumS** qte unda irarairer.!.. en. >iini
    ..t n .i ei.gei.h n s rrhlrte de-t nrtrai-|%
    t.i vi-ir n.. lugar l|--cc.i ci m 0" r>i > | .,,
    R r. .m no 11 da ve a Captura do llt isifT y' H-
    r*ne.. set.-tn Qa>m ap'eeei ri. r .troei i eiacia ua ma das C'ozes n. 37 tegonde Mar.
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    Diarlo de PetiMhuco Teres lelr 18 d Feverelro d 4866.
    LITTEMTOaA.
    0 conde de amors
    POR
    Octavio Fciillct
    Tr1nffo
    DE
    Pinheiro Chagis
    voi.ume 2."
    (Conlinuaro)
    VIH
    n'tlle queramos o retrato physico e mo- deu os labios para nao desatar a rir. e ape-j
    ral do S;\ Vautrot. sir d'isso a gargalbada irrorapeu.
    0 Sr. Hyftolilo Vaotrot era bonito ho- \ Nao deve ajoelhar quera nao tem a certe-
    mem e sabia que o era. Lisongeava-se za defe erguer vencedor. D'outra forma
    mesmo de terceras parecencas como sen exprjj-e ama pessoa a fazer, corad* Vaotrot,
    patrono, conde de Camors, e tinto a nata- tristefigara,
    reza como a constante imitaco a que se ap-
    plieaja thham fe to com qae a sua preten-
    <;a j niio deixasse de ter a!gum fundamento,
    Exteriormente parecia-sa com Gamors, tinto
    iquanto um hornera vajear se pJe parecer
    com um ti)m;m di mais extreraa distmcco.
    [Vautro! era filbo d'um modesto foncciona-
    ,rio de provincia, berdra de seu pai'sjffri-Jsa... O meu pelo menos era sincero; o
    0 seotimento que lbe onsagrava com-1 veisens da orluoa, qae elle dissipra as meo seria fiel... o meu nao era urna arma-
    Levante-se, meu caro Vautrot, disse
    efira a condessa de Camors com seredade.
    V-se que a leitura o desvara.. .Va descan-
    car. Esquecmos isto... mas nao torne...
    Vaotrot levantou-se. Eslavj lvido.
    Senhora condessa, disse elle, o amor Camors, ser mais
    d'um homem de coraco nuuca urna offen- beu logo a verdade.
    Subi a o quarto de sua mulber.
    trou-a deitada
    esforcando-se per sorrir... qoU sabir... O horner pcara mais cerca dos Sfan-
    n5o coohecoas ras, perdi-me. nos, termo medio ento 152 arralis', em
    Apczar da verosimilhanca da explicacSo.' quanto que as mulberes pouco a pouco v3o
    o condt nao iosislh; muraurou'algumas engordando al aos 50, cup peso regula
    palavrttde meiga reprebeoso, eeniregoua por 129 arralis. Tanto borneo como mu
    asoa criada de qaarto, que se deu pressa Hieres, na idade adulta regulam quas exac-
    a despir-lbe oate molbado. Entretanto' lamente 140 arralis,
    tomava elle de parte o polica que ficara
    espera do vestbulo, e fazia-lbe pergontas
    Sabendo da bocea de.-se bomera em que
    roa e em que sitio da ra a
    caira especi de" importancia da qcre real-
    mente merecen.
    Os prazeres so virgulas que separara
    as no3sas dores.
    Se duram muito, podem chamar-se pon-
    to e virgula.iMt
    A felicidade*qoe termn* os pesares oo
    , vce-versa os pesares que terminara a flici-
    Do fabrico do Po.Segondo a opiniSo aAe go ponto final
    do professor Liebig, de*Nunicb, o pao fe- flotergeices s5oos desgoslos que vem
    encontrara, bricado com ariuha peneirada perde parte pertubar a nossa felicidade.
    esclarecimentos, perce- da sua propriedade nutritiva, porque a fari- a consciencia orna intergeiso eous-
    Encon-
    puntoa-se de urna especie de indifferenca, divewa enireprezas da sua vida aventurosa. dilba infame.
    ' i I M m- i 9 W 1 ti T rf i ti l t m ~',m*% <->', .n II mi i t\rt 4.
    e de urna especiedecompiixo. Tinha cer- Iallaencias de collegio tinbamn'o primeiro
    to d dessa creaoca, cuj i existencia icra arrojado a um seminario, d'onde sabira para
    presa ente dous destinos uperiores, e fdra vir a Pars freqoentar um curso de direito.
    esmagac'a por elles. Esperava que Mara Trabalhra em casa de um procurado', de-
    sempre goorasse a sorte a que a condem- pois teatra distnguir-se na (literatura, e
    nara, e estava resolvido a fazer ludo o qu3 nao oblivera suc^esso de qualidade alguma.
    podesse para lbe aiteuuar o rigor; mas Jogra nos fundos pblicos e perder. Ba-
    perlenia nicamente, e mais do que nunca lera sucesivamente cora urna especie de
    a paixo que fura o crime supremo da sua impaciencia febril a todas as portas da for-
    nida, porque os seus amores com a mar- tuna ; neuhama se lbe devia abrir, porque
    queaa de Cuopvallon, constantemente esci-
    'r-.dos pelo mysterio e pelo perigo, condu-
    cidos, alm disso. com profunda arle por
    >jma mulber, cuja destreza igualava a sua
    em ludo era a sua ambici immensa, e o
    seu tlenlo modesto.
    Nio era proprio seno para as posicies
    secundarias, e essas nao as queria elle. Se-
    terrivel formosura, deviam conservar, raes-!ra um bom professor de rhetorica, mas elle
    mopassadosi.nr.os, o idealismo da priinei- queria ser poeta; um bom parodio d'al-
    ra hora. deia, mis elle quera ser bispo; c um ex-
    A corteza graci sa com que o conde de cellenle amanuense, mas elle queria ser mi-
    Camors cjprichava em tratar sua railber,
    tinba, ora ludo, os seus limites. A joven
    condessa conhecera-o quando teoara abasar.
    ssim, muias vezas se fio .'ira fatigada, para
    se esquivar a qualjuer distracfSo, exterior,
    esperando que seu marido a n3o deixaria
    oatre^ue solideo. Euganava-se. Gamors,
    aessas circumsiancias. concedia-lbe, na ver-
    dad*. algu:is momelos de conversac!<> in-
    tima, ddpois do jantar ; mas, eaa sendo nove
    boras, deixava-j com a iuiior iranquilii-
    dade.
    Oah a urna hora, va ella apparecer um
    ombrulbo de bolos, ou um cates de pastis,
    que sempre a iam ajudauio a passar a nou-
    te ora alguena resigoacSo. As veze* re-
    parta essasgolodices c im Catliarna Jaubert,
    saa visioha, e outras vezes com Vautrot, o
    secretario de seu marido. Este Vautrot,
    com quem ella priraeiro embirrara solemne-
    mente, pouco a pouco tora recuperando as
    suas boas gracas. Ni ausencia de sea ma-
    rido, acaava-o sempre mo, e recorra a
    elle para moitas exigencias do viver de cala
    da, indicaces demoradas, cravtes, com-
    pras de lvros, de msica, de objectos de
    e-criptorio. Dahi provinlia urna certa fa-
    li.iliaridade. Comecoa a chamar-lhe : Vau-
    trot, meu caro Vautrot. Vautro.t desempe-
    nhava-se com muito zelo das pequeas in-
    cumbencias da juvenil senhora. Mostrava-
    ihe muita obsequosidade e muito respeilo.
    eabstiuha-e, com todo o cuidado, dante
    della, dis fanfarronadas scepticas que el!e
    sabia que lbe dssagradavam. Alaria folgava
    isso um tal ou qual reconhecmento, duas
    .ou tresvezes, ooute, lbe disse quesede-
    ruorasse um pouco, quando elle Ihe vinha
    pedir as suas ordens. Fallavam ein lvros,
    ou em tbealros.
    Quando o sea luto definitivamente a en-
    ciausorou em casi, C mors fez-lbe o favor
    de a acompaohar, durante as duas primeiras
    noutes, at s dez horas; mas esse esforco
    prostrou-o completamente, e a pobre senho-
    ra, que ja edificara todo o seu futaro sobre
    essa frgil base, teve o desgosto de o ver
    voltar, loo a terceira noute. aos sus h-
    bitos de solteiro. Esse golpe sentio-o pro-
    fundamente, e a sua tristeza fez-se mais se-
    ria do qae nanea o fora at ?.hi. A solido
    tornou-se-lhe dolorosa. Nao Uvera tempo de
    contrahir Iigac5es intimas em Paris. Catna-
    rina Jaubert auxiliou-a, tanto quanto pode;
    mas aos intervallos > condessa habibru-se
    a convidar mais vezes Vautrot a demorar-
    se, ou a manda lo chamar. A maior parla
    las vezes era o mesmo Camors quem Ib.'o
    trazia antes de sabir.
    Trago-lhe Vautrot, minha querida ;
    de parceria com Shakspeare, v5o-se exal-
    tar um bom pedazo.
    Vautrot lia bem, mas com urna solemoi-
    dade declamatoria que as vezes diverta se
    cretamente a condessa. Enofim, era um
    modo de matar o tempo durante as loogas
    noutes, em quanto a viscondessa de Tecle
    nao vinha. Demais, Vaulrot pareca to
    cstasiado quando ella o retinha, to mortifi-
    cado quando o deixava ir embora, que de
    pura bandade multas vezes lbe fazia sigoal
    de se sentar raesmo quando a enfastiava.
    Pelos fins de abril estava o Sr. Vautrot,
    s dez horas da noute, sesiono com a con-
    idessi de Camors, lendo-lhe O Fatuto de
    Goethe, que ella n5o conhecia. Essa leitu-
    ra pareca ter triumphado das suas preoc-
    CupacSes passoaes; escutava com urna at-
    tengao mais que ordinaria, com os olhos ar-
    dentemente cravados no leitor ; mas nao a
    aptivava s\o vigor da obra, seguida tam-
    tem, como succede muitas vezes, o seu pro-
    prio pensamento e a sea propria- historia
    alravs da gr*nde fiego do poeta, e sa-
    bido com que natural perspicacia um espi-
    rito oceupado de urna idea fixa descobre al-
    lusoes e parecers, para qualquer outro
    mperceptiveis. A condessa de Camors
    descortinava com sasto nao sei que loogin-
    qaas analogas entre seu marido e o dootor
    Fausto, e entre si e Margarida, porque esse
    ;drama agitoo-a singularmente, e nem mes-
    mo p6de conter a violencia da sua coramo-
    CSo, quando Margarida soltou do fundo da
    tnasmorra esse grito de desespero e de
    bucara: Quem te deu, algoz, este poder
    sobre mim ?... -Sou to nova I to nova I
    e hei de morrer j... Oh I poupa-me
    que te fiz en ? Estou agora toda em teu
    poder... Deixa-me so amamentar meu
    filho. Toda a noote o embalei sobre o meu
    coracSo... Tiraram-m'o, paramis me
    atormentarem, edizcm agora que o ma-
    .tei... Nanea mais terei alegra I nanea
    mais 1
    Que amalgama de sentimentos confusos,
    de potente sympathia, de vaga apprehenso
    invadi de s bito o corado da juvenil se-
    nhora, a ponto de o fazer trasbordar, o
    que dfficilmente se imagina; reclinou-se
    para traz na cadeira estofada, e fecho a os
    seas bellos olhos, como que para reter as
    lagrimas que deslisavam por entre as fran-
    jas das suas tongas pestaas. Nesse mo-
    mento Vautrot interrompeu de chofre a lei-
    tura, soltou um profundo suspiro, ajoelhou
    diante da condessa de Camors, e, pegndo-
    me na mo:
    Pobre anjo, disse elle.
    Difficilmeote se perceberia este incidente
    e as conseqoencias gravissimas que teve, se
    nao abris8emes aqu um parentheses^para
    nistro. Quera emfim ser um grande ho-
    rnera e nao o era. Pizera-se hypocrita.o
    que mtis fcil, e, Qrmuiio-.'e d'um lado
    na sociedade philosopbica da viscondessa
    d'Oi I y-, do cutrj ladi na sociedade ortbo-
    doxa da condessa do La Nocbe-Jogan, con-
    egaio chegar a ser secretario de Cunan,
    qae, no su desprezo geral da especie hu-
    mana, julgra Vautrot to bom como outro
    qualquer.
    A familiiridadc do conde de Camors fra
    moraimenie prejudicialissima a Vautrol. E'
    verdade que o desembarazara da nwseira
    devola que all lbe nao servia; mas enrique-
    cer terrivelmente as carnadas de deprava-
    dlo amarga que os desapontamentos d vida
    e os resentimenlos do orgulho depositavara
    no fundo desse corago ulcerado. Podem
    acreditar que o conde de Camors nao Uvera
    o mo gosto de emprehender regularmente
    a desmoralisacSo do seu secretario; mas o
    seu contacto, a sua intimidado, o seu exem-
    po, bastavain para produzir esse resultado
    Um secretario sempre mais ou menos um
    confidente; advinba o que lbe nao dizem.
    Vaulrot por conseguinte nao tardou muito a
    reparar que o conde nao peccava em moral
    pelo excesso de principios rectos, em poli-
    tica pe) abuso das cooviccoes, e em nego-
    cios pela miouiiocidade dos escrpulos. A
    superioridade graciosa, elegante e altiva de
    Camors acabra de deslumhrar e de corrom-
    per Vaotrot, mostrando- he o mal nao s
    immensamente prospero, mas radiante de
    encantos e de prestigios.
    Por isso admrava profundamente seu
    amo : admirava-o, mitava-o e detestava-o.
    Camors professava por elle e pe'os seus
    ares solemnes um ampio desdera que nem
    sempre se dava ao trafea'.ho de Ihe occoltar,
    e Vautrot sentia um doloroso frmito pas-
    sar-lhe pela medulla dos osso, quando al-
    go m fro sarcasmo cahia de to alto na cha?
    ga viva da sua vaidade. Era essa todava
    nma tenue escandola: o que elle principal-
    mente odiava em Camors era o triumpho in-
    solente e fcil, a fortuna rpida c immere-
    cida, todos os gosos da trra conquistados
    sem custo, sem trabalho, sem consciencia, e
    devorados em paz; o que odiava emfim era
    o que para si mesmo devaneira, sem nuD-
    ca poder alcanca-lo.
    Por esse lado de certo que Vautrot nao
    era nma excepeo ; exoraplos assim, mesmo
    quando se apresentam a espiritas mais ro-
    bustos, so pouco salutares ; porque deve-
    nios ter a audacia de dizer quelles que tu-
    do calcam aos ps, como o conde de Ca-
    mors, e que julgam entretanto que os seus
    secretarios, os seus operarios, os seus cria-
    dos, as suas mulberes e os seus Albos ho
    de ficar sendo pessoas virtuosas, devemos
    ter a audacia de Ibes dizer que se engaara
    Tal era, pois, o Sr. Vautrot. Cbegra
    aos quarenta annos, idade em que nao 6
    raro que se torne pessimo quem al ahi foi
    soffrivel. Tomara uns modos austeros e pu-
    ritanos. Tinha um botequim onde reinava,
    N'esse botequim dava elle as suas senten-
    cas acerca dos contemporneos e declarava-os
    a todos mediocridades. Era um homem duf-
    ficii de contentar; quando setratava da vr-
    tude, exigia beroismo, quando se fallava em
    talento, s declarava acatar unicamenteo
    genio, e a respeito d'arte ne queria seno
    grande arte. As suas opfnioes polticas
    erara as d'Erostrato, com urna differenca to-
    da a favor do antigo, que Vautrot incen-
    diara o templo, mas punha-o a saque tam-
    bem. Em summa, era um tolo, mas um
    tolo malfasejo.
    Havia no lom cora qne estas palavras eram
    accenluadas orna inteacjSo to evidente que
    as feic59s da juvenil senhora logo, logo se
    alteraram. Eadireitou-se na cadeira:
    O qua quer dizer, senhor ?.
    Ai I nada que V. Ex.* nao saiba, pen-
    s eu, disse Vautrot.
    A cendessa levantou-se:
    Ou o senhor me explica isso imme-
    diatamente ou d'aqui a pedaco o ba-de ex-
    plicar a meu marido.
    Mas, meu Dos, disse Vaotrot, e
    essas palavras eram sinceras, a sua tristeza,
    os seus prantos baviam-me feito pensar qae
    nao ignorava ..
    Que nao ignorava o que ? disse a coq-
    dessa, e vendo que elle eromodecia:Mas
    veja se falla, mseravel.
    Eu nao sou misera vel, disse Vautrot;
    sou um homem que a amava, e que tinha
    sincero d de V- Ex.*; nada roafe.
    E porque que traba d de mim ?
    Vautrot qae dIo esperava eneomrar a
    energa impetuosa d'essa ndole e d'essa
    linguagem. Reflectio pressa, que ncpon-
    to a que cbegra, o mais seguro, ainck as-
    sim, era ir s do cabo. Tirou da algrbeira
    urna carta de que se manir simplesnmtte
    para confirmar, se fosse necessario, no as--
    pirita da condessa suspeitas que julg&ra
    de ha muito desabrochadas, e a represer.-
    tou-lh'a aberta. Ella. Urestos, pegou-lbe.-
    N'um relance conbecen* a fetra, porque tro'
    Cava muitas vezes' bilbeles- com a marqueza
    de Campvallon, A carta, escripia com fr-
    nha foi privada do farello.epiderrue do g'fc>, tante s acc5es do homem.
    o qual contera urna grande parte de gluten. Os nossos erros so faltas de twlhogn-
    i-a deitada e tremendo toda. Urna das,O mesmo professor pretende aioda que a 0\a ,
    m.s pendia sobre o leocol. O conde quiz- fermentaco, por meio do fermento ordina-, g'a consciencia o iecionariot que" con-
    lbe pegar na mo. A condessa /ogro cora nano, da massa preveniente do gr > pisado Sa?tamos as nossas dtffidas.
    simplesmente ou raoida, para nao separar I _
    a farinha do fareo, nao prodoz pao de urna' A MtSrtH gafada em mciATraBA.Kr*
    S22S? ;oncLr!SnrStanle3' .Por C-onse-: fecilitsrmos om pouco a eposiC.ao da con*-
    qoenc.a recomraenda a segointe mistura Co do sexo araalel ioglez no estado matri-
    para se obter ura exceHente pao e elle moniali daremos nomes a dous conjuges,
    IX SrjK Iffi SJiT1" : casando EOward Hopkins com MaryBrown,
    tJFi IS?8, gr30(1m1f w>- qoe ficar sendo mistress Hopime.
    6 ? rJle gKCaDdKaML h a L8 qne 8" contrat de eamec-
    T< de.b,-ca.rb0Dh^ de, foda' to, todas as propiedades moris de miss
    20 centditros de acido bydrochlor.co; passam para ^der de Mwrfi, qw fica
    10 grname de sal commu;
    .'lio centilitros de agua.
    O acido by Irocblorco deve tSr, a 15 v
    aremetro, om peso especifico de 1 083 e
    .i
    A carta, escripia com
    vida paixo, termina va por estas palavras:
    Sempre um pouco cios* de Mtry. Quasi Ampare-a
    que tenho pena de lh'a ter dadey porque ,em diante ser senkora da sua vi
    ella galn tinha';: mas ea so formosa, noFserei para a< condesea o que lbe a
    verdade, mea estremecido anwnle ?E
    sobretodo^ adoro-te I r
    Logo s primeiras palavras a joven con-
    dessa se fizera horrivelmente palioa; ao ter-
    minar, soltou nma exclamaro abafada; de-
    pois releo a carta, restkuiu-a a Vautrot,
    como que sem saber o que-fazia>. e esteve
    .i'guns momentos com o olbar absorto e va-
    go. Dentro d-'ella desmoronavase um
    aaundoi
    Sbbito dirigiu-se com passo rpido, para
    urna porta prxima, e er.rou no pe-i-quarte,
    onde Vautrot. a ouviu abrir e fechar gave-
    tas- com precipitago. Reappareceu um
    momento depeis; tinha posto aran chapu
    e- urna capa. Axtravessou o toucidor com
    o mesmo passo leve e rgido como o dura
    phantasma; Vautrot, assustado, qpiz faze-
    a parar:Minha senhora, disse elle, pon-
    do-se'diante 'ellaA condessa esviou-o
    arandamente com a mc- e sabia.
    U'ahi a um quarto d'bora estava na ave-
    nida, dos Campos-Elysios, descendo para
    Paris. Haviam de ser onze hora. A noi-
    e'la brandamente, com orna digoidade tris
    te, mas resoluta. Este simples gesto sepa-
    rara-os para sempre. Desde esse momen-
    to, por urna convenci tacita e imposta por
    ella, acceila por elle, a condessa de Camors
    foi viuva.
    O conde esteve algons minutos com o
    olbar embebido na sombra da3 cortinas ; de-
    pois comecou a passeiar lentamente do
    qaarto silencioso. Nem lbe acudi a idea
    de mentir para se defender. O sen passo
    era tranquillo e regular, mas de sbito
    baviam-se-Ihe carado duas oleiras azuladas,
    e o seu rosto fizera-se paludo, de nma pal-
    lidez de cera. As duos mos unidas atraz
    das costas torciam-se, e o anel que tinha
    no dedo estalou. Para quando, e escutava a buifra dos denles de
    9ua joven mulber, que belram uns neseu-
    tros.
    Passada meia, hora apresiraou-se subiteK
    mente do leiflo.
    Mara, dwse a meia vbr,
    iWaria voltiir para elle os ses olbos a ar-
    derera' em febre-.
    Mara, torran Camors, igooro o que
    pode saber, e naolb'o porgante. Fui maito
    culpad* ; ms fu'w) menos ain*. assim do
    que tarez/ pense.-.-.. Domioaraa-me cir-
    cumsiancias terrivets... Que eo-oo pro-
    curo deseulpar.... Jogae-me cea toda a
    severidada, se quiaer : mas rogo-bo que
    se tranri-lise, que- zele a suasaode...
    'Ainda esta manh me fallava nos seus pre-
    sent men-es; as suas esperanzas maternas.
    este peasamen-to... De boje
    da... Eu
    . para a* coDaesea o que lbe aproo^er...
    ura amigo, oo um estranho... \gon-.-..
    tinto que a minha ppesenca Hm est faoeado
    nal.-.. e com ludo custa-me deixa-la' so-
    3inha neste- estado^.- Qoer que a soa
    amiga Jaubertvenha para-cesta noute?*
    Pois sim; murmnrou ri4a.
    Vou-lb'a buscar.. E-caso de lbe
    dwer que ba confidencias que urna se&ho-
    ra nao faz aera sua aroigaiaais in'imaat:..
    Mas a sua mi ? perguntou ella coa
    orna expreslo de augoslia sopplicante.
    Elle fez-se ainda miis pallio, e daii'a.
    um rainnto:
    Pois a saa mi.... sim disse... 3>a*
    mt chega amanha, nao verdade ?
    Mara fo um sigoal affinnativo coaa-a
    cabeca.
    Pode dispor de si, combinando-se som
    jti, que eu acceito tudo.
    Obrigada disse ella frouxamente;
    O conde sabio logo do quarto. Foiem
    pe3Soa preenrar Cstbarina J*ubert qae-j
    estava deada, e que se levautou era-su-
    bresako. O conde disse-lbe concisamente
    rte era nma noite d'abril, fria ecbovosa; ko* sua mulber tivera urna vilenla crise
    Icahiamde qptndo em quando algamas pan- nervosa em consequenciadeum resfnmen-
    Se o conde da Carno"S. n'essa noite, de-
    pois de sahir do sea magnifico gabinete de
    trabalho, tivesse commettid<> a indelicadeza
    de espreitar pelo boraco da fechadura, veria
    urna cousa que lbe causara profundo tedio,
    veria o Sr. Vautrot aproximar se d'um lindo
    traste italiano todo raarchetado de marfim,
    revolver-lhe as gavetas, e finalmente abrir
    com a maior facilidade urna fechadura bas-
    tante complicada, cuja chave o conde de Ca-
    mors tinha n'esse momento na algibeira.
    Foi em seguida a essa pesquiza que o Sr.
    Vautrot se dirigi, em companhia do Fausto,
    para o toocador da condessa, a cojos ps o
    deixmos bastante tempo.
    Mara fechara os olhos para dissimular as
    lagrimas; toroou-os a abrir no momento
    em que Vaotrot Ihe pegn na mo e Ihe
    disse: Pobre anjo IVendo esse homem de
    joelhos, nao percebeu o que aquillo queria
    dizer, e disse-lhe simplesmente:
    Est lonco, Vautrot?
    Sim estou louco, respondeu Vautrot
    deitanto os cabellos para traz com om poe-
    Uco gesto que lbe era familiar, estoa lonco
    d'araor e de compaixo, porque bem conbe-
    co os seas padecimentos, pura e nobre victi-
    ma... Deixe correr as suas lagrimas com
    confiaoca n'um coraco qae Ihe ser dedi-
    cado at a morte.
    A joven condessa, ainda que quizesse, nao
    poda deixar correr as lagrimas no coracao
    do Sr. Vautrot, porque as suas lagrimas de
    repente se enxagaram. Um homem de
    joelhos diante de urna mulher s ibe pode
    parecer ou sublime, ou ridiculo. Foi de-
    baixo d'esse ultimo ponto de vista qae aiti-
    tude desastrada e tbeatral de Vaulrot se
    offereceu a imaginario fo'gaz da condessa
    de Camors. Um relmpago de viva joviali-
    dade lbe illuminou o rosto encantador; raor-
    cadas d'agua. Os raros transentes que
    ainda atravessavam osdargos paseeios hmi-
    dos, .Jtavam-se curiosamente par' segai-
    rem com a vista essa. mulher neva.e elegan-
    te, cujo andar pareca accelerado por ara
    interesse de vida ou de morte; mas em
    Paris nada causa espanto, porque all tudo
    se v. j)s modos estranboe ta condessa de
    Camors nao despertavam eitcaordioaria at-
    tenrao; alguos homens sorriam-se, oatros
    atiravaai-lhe um motejo que-ella nem ouvia.
    Atrjvessou com a mesma. rapidez convnl-
    sa a praca da Concordia na direccao da pon-
    te. Quando sentiu o marulhar do Sena
    entumecido e torvo qnebrando nos pilares
    dos arcos, pasou* de chofre; encosioajse ao
    parapelto, e esleve-a ciliar para a agaa; de-
    pois abanou a cabeca soltou um paofundo
    suspiro, e tornou-se a. por a caminbo. Pou-
    co depois sarava na. ra Venneau, diante de
    um grande palacio, separado das asas vjsi-
    nhas por um mor de jardira; esa o pala-
    cio da marqueza. Campvallon.
    Quando se va em tal sitio, a infeliz crean-
    qi nao soube o que havia de fazer. Por-
    que viera alte? Nao sabia. Quizera, vir
    como que para se certificar da sua desguace,
    para lbe tocar com o dedo, ou talvez para
    ter.alguraa raso, algum pretexto para duv-
    dar. Marcara aquello palacio como om pon-
    to para onde dirigisse o passo errante, cbe-
    gra l, e j nem sabia quaes eram as suas
    proprias tencSes.
    Senton-se n'um marco defronte dos jar-
    dn* do palacio, escondeu a cabeca entre as
    mos, e procuran chorar. A ra estava
    deserta. Era mais de meia noite. Urna
    pancada d'agua desabava sobre Paris, e a
    pobre senhora, repassada pela ebuva, toda
    trema de fro.
    lo. A graciosa Calbarioa Jaubert correu a
    toda a pressa a casa da sua amiga,. pas-
    soo a ooote junio della. Nao levor>maito
    tempo a reconheeer a falsidade da eaplica-
    co qae Camors- Ihe dera.. As mulberes
    percebem depressa as dores urnas das ou-
    tras. Camarina Jaubert. com todo, nem
    pedio-confidencias, nemas recebe ; mas a
    saa ternura preslou saa aniga oessa nou-
    te borrivel o nico servido que Ihe poda
    prestor ; arraocou-lhe lagrimas dos olhos
    esbrazeados.
    Essa noute nao foi tambera muito suave
    para o conde de Camors. Aadou a pas--
    seiarno quarto cora urna espacie de furia
    at ao romper do da. A aiflicco dessa
    creanca lacerara o deveras. Como as lem-
    brancas da passado ao mesmo tempo des-
    pertavam como as apprehensoes do dia se-
    guinte loe mostravam, junio de ilba esma-
    gada pelo sofirer, a mi, e que mi mor-
    talmente ferida em todas as queridas iiluses
    era todas as csrengas, eatodas s venturas
    da sua existencia, sentia elle que anda ti-J.
    nha no cora?ao fibras qua a compaixo fa-
    zia vibrar, na consciencia fibras Jque o re-
    morsa despertava. lrritava-e com a sua
    fraqueza, e recaa nella.
    (Cmtina).
    sendo proprietario eaelosivo dellet,- a prato
    de poder lega-ios-, por sua morte, a qwm
    Sem Ihe parecer, sem qoe mistress HbpKtos
    . tfenba o direito de reclamar,
    obtem-se misturando 123 de pnso espe- ^mo as propriedftdv9 imm0Teis qra a
    cifico de acido hydroc'.lor.co do commerc.oircisstronxe ^ d n3o ea e ^.d|si.
    (privado d arsewco) cora o mesmo-volume: frccla sem a ^a, | ver de agua. O acHo hydrochlor.co rastura-se mas, frWwird *embo!ga M reDdiaieat08
    coro a agua, o bicarbonato de soda- e o sal al ao.dia ^||a roorre ^ aconleca MSi.
    coromumcomafarmha. cer cm Blbo ;dese raatrBeoio==qoande
    Coraecandopor lser esta ultima mistara mesmo* morra 'algons segunda depois d
    comcmdado e sem interropcao. poe-seomi nascer-riea disfructandoEdwsrd, durante^
    quinta parte de lado ;: quanto as outras qua-, toda a s>ja, vidaj Q usufruc0, das pr0pneda- -
    Mro qumtas partes roisturam-se com a agua de3 d3 Ma maJber E- Q $(J CQama di.
    e' o acirJo, amassam-se, e qyando esta massa rel0 de ,^uvez_
    tstftbetbomog-nea, mistura-se com a par- E qae.-dlPa tress Hoptasqimdo sou-
    teposta e parle, torno-sea amassar teto, ber. qUeama4ber casada nKo-pd* fazer
    rfazem-s*os pes, que-se maodam para o nenhum contracto, nao podo adquwir ne-
    ac- nhuma propriedade e'jo pode- knt tes-
    tamento ? Que dwra ella sabeao q, por
    sim morte, seu' mando ficar sendo- o se-
    nbor absolot0-dos-seos bens, ram-exaloso
    dte seus filbssT
    Quando urna rau&er casada recebar orna
    affronla, nao pode intentar processo eraiea
    Borne, mas s'no deseo marido.
    Dous esposos nao- oodem fazer entre- si
    nenbom contiate.nea ceder um ae ootro
    ceoboma propriedade.
    fsto to verdade qjie, se Edwrd'beov.
    vasee assignad9 um contrato com mise Brow
    antes-do seu casameato, o contrat-ficar.*
    nuHr> desde o momete' da benco sopcier
    Per isso, se- Edirard deseja ceder algtras>
    bens a mistress- Hopkino, eede-os a Mrceira<
    pesso, eslipulsnd i qofr soa molbcr'ter-irj i
    pfena posse detles.-
    Goasa singuiar I Ne- ha lei direstsrqoe-
    fo-xe-o marido a maotersoamulhea
    Somonte, se Hvwrd abaadenar o lar cen-
    juega, ser obrigado a. pagar as divae de
    roiaress Hopkins.-
    9e. -homem-avisaoj. tsar* o cradado,
    qoano abandona 6aa raolher, de Ihe estipa- -
    lar BOM penso cenveniene, e enU* nao
    teoderesponnr pefes-diviasque e'r con-
    trahir. .
    Mward tem-obrigagao-d pagar at divi-
    da* de miss Brava logo que osa coraeUa ;
    mas se ella merrer, o credores no>podem
    intentar aeco contra e!!o.
    S que acor.teoe so Kd^wa/d morro- sem
    testamento? decebe mistress Hophs.um
    tereo da propriedade movet do marico, se
    teifr'fitbos; raeebe metade desse vaior se
    nr.o tem Clhc.
    Tambem tem o direito le osnfructo dos im- -
    meeis de sea-esposo
    Mas este direito qcasi sempre iltesorio,
    porque a lei ingleza failita os meios de ela-
    d>o.
    O mais dis-vezes- estipulado no con-
    trato de casamento que a mulher receber
    jraa pensovitalicis.e qoe os seus^ens se-
    .o postos sob a protec^ao de curadores.
    S Tal o direito ecmiaaaj inglez ou a lei
    o escripia.
    EDnCApSO EUOIENTAB 3fi' PMUCk.EC3--
    l85B-das clases industria-de Fraoca....
    4.516:917 e?iao?as frequentaram as escotas-
    primarias daqeelle imperie}-das-qsaes....
    1.^17:074^ Moafilhos de 382 poSsres e nao
    pagaram nada.
    As- commocos eontribuiratn-eor Ib......
    874:000'para manotenco asmesnas, eos
    escolares eerca>de 800:000 Sbv, amces estas
    somnus-sendo am encargo directo'sobre os
    habitantes-das-- oomronnas.
    N'omapopG^uoavaliada ec^SB-milhes
    de habitantes o numero de ensecas sntre 7
    e 13 annes-eakate-se que forperto- ^ ...
    600:039 para menoe do que ** i..';-.v;:'.M7
    cima enumeradae^como que freqpentando
    as escolas, mostrando que um nomero-avul-
    tado deltas t'jram-mandadas para-as emas
    antes es 7 anaeade idade om retirarse de-
    pois des .3;
    Infelizmente o rolatorio do qual esrahi-
    mos estes dados owstra que Mogolle anno
    lambo )t53::!t5G arianfas, en:re estas ida-
    des, nao frequeM3ara escola alguma pri-
    maria* e qae destas- 393:173 n30 estavam
    nem to pouco liaban em periodo algut* pre-
    vio rseebido instrncoo em parte -algMM.
    Atada mais, qoa de 544:770 que- tioham
    sabido das aulas-ero 1866, 80^93 nao po-
    diam lr nem sacrever, e It4c0
  • biam.oma cousa nao sabiam oottat
    D4.500:00ft'(nuoaero redocdo).(jioefre-
    queotaram as aulas em 1866, tres decimos
    s as-cursaran por em periodo- do enos
    de Srimezes, e oataos dous decimos- sbente
    deft a 9 mezas,.
    Wo invern 2-. 1-8667 exiliar 32:383
    clasees elemeotaes para adultcsi um terco
    indoinde tambami de inslrucQao superior; o
    naraero de discipuloeadultos sendo 829:555,
    du quaes 35-7:406 nada ou r^asi nada sa-
    blera quando para elas entrara.
    A mxima, parte destas ciasses fnnecio-
    aom aos domiagos, a hoias que nao coinci-
    demeom o-onlto publico.
    Os esforgesomiir^rados pelo estado, pelas
    commnnae.e por individuos- para entender
    on derramar aiaslruci;o cJiraeniar, ainda
    queda lugar-para muito mais-ampios melho-
    ramentce, tem pelo menos, auingido to fe
    liz exile qpe em 1833 quando quasi metade
    dos conscriptos (48,83 por-sent) nao po liara
    lr nem.escrever, a proyorejio f reduzida
    em i862 a,29 por cont aera 1867 a -2:1.
    A lei de 4 i41 prohibe- s criancas de me-
    nos. 8 annos de idade 0. trabalhar as fatu-
    rias, e qpe todas aquellas- de 8 a 42 empre-
    gadas neHas sej3m abrigadas a frequeatar
    escolas,, bem como todas as de menos de-16,
    nao ser que posstiam um certificado mos-
    trando tercm recebido suffieiente iostnucco
    primaria; mas estas, previsoes tern ala aqu
    sido iraperfeitamoate observadas.
    i

    Passoa um polica embocado da saa capa.
    Vio aquella mulher sentada, agarrou-lbe
    no braco e disse-lhe com rudeza :
    Que est ahi a fazer ?
    Maria olhou para elle :
    Nao sei, disse ella.
    Esse homem compadeceu-se. Demais a
    mais logo percebeu, por entre o desarranjo
    de trajo da juvenil condessa, o bom gosto e
    como que o perfume da bonestidade.
    Mas a senhora nao pode ficar ahi,
    tornou elle com mais brandura.
    Nao posso.
    Tem algum desgosto grande ?
    Tenho.
    Como se chama ?
    Condessa de Camors.
    Onde mora ?
    Den a sua morada.
    Pois, minha senhora, queira espe-
    rar-me. -
    Dea alguns passos, depois parou sentindo
    rodar um trem. O trem vinha vasio. O
    polica pedio condessa de Camors qae se
    mettesse na sege. Maria cedeu, e elle foi
    para a almofada sentar-se ao lado do co-
    cheiro.
    Camors acabava de veltar para casa, e
    ouvia com espanto da bocea da criada de
    qaarto a historia da mysteriosa desappari-
    c5o da condessa, quando vibrou a campanhia
    do palacio. Correa logo porta e encon-
    trn sua mulher na escada. Interrogo a-a
    eravando nella o seu olhar profondo.
    Eslava incommodada, respondeu ella
    EM POUCO DI TUDO
    Qual o teso memo de om homem?Em
    que idade attinge elle 0 seu maior peso?
    Quanto mais pesado o sexo brbaro do
    que o bello sexo? Qual seria o peso de gen-
    te gorda ou de gente moito gorda ?
    O leitor oo aroavel leilora escusam-se de
    rir. porque mr. Qaitelet, de Bruxellas, res-
    peitou s perguntas que ahi deixmos es-
    criptas, dignas das suas extensivas investiga-
    Ces em prol- do genero humano, e o amor
    da sciencia levou-o a ponto tal que ah o
    temos agarrando a todos que poda, sem es-
    colba de local, e pesando quantos entes ti-
    nbara a paciencia de o atorar, diz isto o Jor-
    nal do Porto,
    Pesou criancas de peito, rapazes e rapa-
    rigas, mancebos o do'nzellas, bomens e mu-
    lberes, collegiaes, soldados, operarios, em Om
    pesou gente de todas as cidades e classes
    e se nao pesou os nossos benvolos leitores,
    toi porque nao os encontrn a geito, e como
    nao llvesse theina alguma particular para
    Ihe desordenar oslados, btestamente-es-
    tabeleceu os resultados qoe foi encontrando.
    Todos os expostos da roda de Bruxellas
    por om consideravel periodo foram pesados
    e os resoltados comparados com outros ob-
    tidos em estabelecimentos da mesma classe
    de Paris e de Moscow.
    A meda a que ebegou representa que um
    cidado do mundo, no primeiro dia do sea
    apparecimento em publico pesa cerca de
    6 arrateis e meioum rapaz ompoocomais
    e ama rapariga menos.
    Algnmas criancaa ha que mal pesam 2 l|2
    arrateis em quanto que outras chegam a dez
    e onze. ,
    Mr. ,Quitelet gropotos milbares de indi-
    viduos que pesou em conformidades com as
    suas idades e acboa qae os aancebos de 20
    annosjegulam por 143 arrateis cada nm,
    em quinto que as joven? da mesma idade 120
    ditos.
    Gbammatica sogial..A experioacia a
    analoga que nos ensina a conbeaer 0 valor
    das nossas palavras e acc5es.
    Os amigos,, collocando-se em.cerlos actos
    da vida em nosso logar, fazem as vezes de
    pronomes. \
    O hornera um tnominativo que exe-
    cala a acfo indicada pelo coraco.
    O prximo regularmente o accusavo
    sobre quem recae a accSo. do verbo.
    As circumsiancias so ^adverbios que mo-
    dificara a aeco do verbo.
    Urna recordaco alegre no meio das nos-
    sas dores, um pronome relativo que
    est em relaco com a nossa felicidade pas-
    sada.
    A sociedade, que qualifica as nossas accoes,
    om adjectivo qualificatlvo.
    O matrimonio um pronome possissivo
    que indica a posse de objecto amado.
    Os tolos so pronomes indeterminados.
    A amizade um verbo auxiliar.
    A hyprocrsia ama preposico que
    rege sempre varias oraces.
    O amor orna conjunceo qoe une dous
    nomes.
    A sizania urna conjoneco disjunctva
    Os ttulos, as dignidades, o talento, etc.
    so a syntaxe social qae nos ensina a or-
    dem que cada qoal ha de occapar na socie-
    dade.
    Urna felicidade perturbada ama oraco
    incidente.
    Figuras da oraco so aquellas clausu-
    las qae introduzimos na conversado, j para
    loavar j para vituperar algoma pessoa.
    Hyperbato o mesmo que a inverso
    da verdade.
    Elypse a omisso de tudo o que pode
    exaltar a pessoa a quem censuramos.
    Pleonasmo! a redundancia de epithetos
    com que censaremos algnem.
    Syllepse commetteraos esta figura qoan-
    do respeitamos as pessoas pelo que repre-
    sentara e nio pelo que valem.
    E finalmente translaco dar s pessoas
    Como sevv pe-corapietamente^molber
    merc do esposo. E* fio iuiquajeela condi-
    co de dependencia servil, que cs-tribunaes.
    de Chan3elraria.teem.se visto na necessda-
    de de melhora-la, promalgand leis que-
    so designadas com o nome de *qoity, iste
    , colhseco do leie que tem po-fim atenas,
    os rigores, do mreito commum*.
    Msteoro..Em diversos pantos da Ffanca
    foi visto 00 V de Janeiro um meteoro.. O.
    Journal d Rouhen recbeos no mesmo da,
    os seguintes pormenores:
    Esta manha, s 7 hoaas e 30 minlos,,
    um. corpo luminoso, espberico, peaorr.eo o.
    co em orna grande exteosao e na direoco
    de Quevilly.
    Este aerolito deixou no co um. rastro
    luminoso que duroo alguns segundos, e ao
    qoal succedeu urna nnvem brana immovel.
    O corpo tinha a car carmesim dos ogos
    de Bengala e a sua grossura era como a das
    estrellas de primeira ordem. A rapidez da
    sua queda foi consideravel, o qoe fea suppor
    que nao estava muito distante de Rooben.
    A obliquidade de sea trajecto formava, com
    a superficie do Sena (sobre a qual eu es-
    tava ), um ngulo de 40 a 45 graos, de visu.
    Dirigio-se das regios que esto cima
    do valle de Matomme para Quevilly,
    A nuven dissipou-se, mas s no fim de
    vinte a vinle e cinco minutos. Fazia muito
    fro, o ar eslava secco e a abobada celeste
    reappareceu mmacolada.
    Nao pude apreciar se tinha havide pro-
    dueco de detnnaco.
    De Pont-Audemer (Earo) escreveram
    ao Jownal da Havre:
    t Esta manha (1* de Janeiro), s 7 horas
    e meia, fomos testemonha da queda de nm
    meteoro que nos pareceu partir para o mar,
    deixaodo na atmosphera ama deslumbrante
    canda de fogo. Do ceotro laminoso whiam
    myriades de scentelhas, que no crepsculo
    da manha se assemelbavam a estrellas..
    Esta apparifo foi logo seguida por ama
    espantosa detonaco semelhante de ama
    peca de grosso calibre. immediatameBte
    depois urna segunda detonaco se fez ouvir.
    c to violenta que fez saltar a baixella as
    casas, e.as suas vibracoes duraran mais de
    15 segundos.
    Muitos camponezes, qae aesae a aurora
    percorriam os caminos, para irem dar as
    boas festas pelo novo anno, fiearam verda-
    deramente assastados por esta dupla deto-
    naco. >
    .



    TYP. DO DIARIO-RUA DAS CRU ZE8 IS 44
    jMf


    I1EGVE1


  • Full Text
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