Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:11497


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Full Text


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AVNO XL1V. NUMERO 39
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r.tB.l CtriTAL K lltABE OXEE SE H\0 r*JA rOTl.
Por ti-M mos alta . iS&OOO
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Cala aanero aris*
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SEGUNDA FEIRA 17 DE FEVEREIRO DE 1868.
aTABA BEXTKO E FOHi DA PBOYI.Mia.
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Pernera ditos idea...........- *a*wtri
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Por nm anae idea,. G5.......................,..... 27JCO0
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*i83Q ENCARREGAD03 DA SUBSCRIPgAO.
Parabyba, o Sr. Antonio Alexandrino de Lima I
Natal, o Sr. Aotook) Marques da Silva ; Aracaty,
o Sr. A. de Leaos Braga ; Caara, o Sr. Joaqaim
Jas de Oliveira; Para, os Srs. Gerardo Antonio
Alves Costa; Alagoas, o Sr. Praoclsco Tavares da Costa ;
Baha, o Sr. Jstlariior Al vas ; iliu da Janeiro,
o Sr. Jos liibeiro Gas :rr.\.
Partida dos estafetas.
Oiinda, Cabo. Escada eestacos na via frrea at
Agua Preta, todos os das.
Igoarass s Goyanna as segundas e sextas fairas
Santo Anto, Grvala Bezerrcs, Bonilo, Caroar,
Altlnbo, Garanhuo-, Biqoe, S. Bento, Bom Cob-
alko, Agnas Bellas Taearai, as tercas feirras,
Pao d'Alho, iN'azareib, Lrooe/ro, Rrejo, Pesqueira,
Iogszeira, Plores, Villa Bella, Cabrof, Boa-Vis
la, Murlcury, Salgueire e Ex, as guanas /eiras
Serlnbem, Rio Pormoso, Tamandar, Una Barrei-
rci, Agua Preta e Piraenieiras, as quintas (eiras.
AUDIENCIAS DOS TRiBUNAES DA CAPITAL.
Tribunal do commercio: segundas e qniatas.
Relacao: tercas e sabhados as iOboras.
Patenta : quintas as 10 horas.
Juizo do commercio : segundas as II boras.
Dito de orpbaos: tercas e sextas s 10 horas.
nivel: tercas o sextas ao neio
quartas esabbades a
Primeira vara
da.
Sobanda rara do eivol
i ora da tarde.
EPHEMERIDES DO MEZ DE FEVEKEIRO
4 Qnarto rese, as 3 h., 23 m. e 2G s. da r,
8 La cheia as- 6 h., 44 m. e 5 .. da m.
15 Quarto miog. as 6 h.. 24 m. e 13 *. da m.
23 Loa nova as I i b., 28 m. e 1 s. da m.

DAS DA SEMANA.
17 Seg. S. Polyeronio b. S. S*rundiano ea.
18. Tere. 8. Simeao b. n>. S. Prepedigna v.
19 Quart. S. C nrado I, S. Galiino b.
20 Quint. S*. Elenterio e Nilo hh.
21 Sext. e. Maximiaoob S. Angela de Meriria v. f.
ii Sab S. Margirida d Cortona f.
23 m. (Carnaval) S. Margarida de Cordova.
PREArfAR DE HOJE.
Primeira as 10 aoras e 54 m. da BM|
Segunda as II horas a 18 mnalos da tardo.
TARTIDA DOS VAPORES COsTEffiOB.
Para o sal at Alagoas a 14 30; para o Borto
at a Granja a 15 e 30 de cada mes; para Pao
nando nos dias 14 dos mezes Janeiro, mareo, i
julho, seternbro e novembro.

PARTE OFFICIAL

'

ii
GOVEHNO DO R1VPABO.
SEDE VACANTE.
Expediente, da dia 3 de fevrreire de 1868.
Offlcio ao padre Leonardo Joo Grego.Sendo
conveoiente conservar o aolig costme, restae-
lecido pelo Exea, tinado bispo Medeiros e por miro
continuado, de designar sacerdotes qoenas domin-
icas de qoaresma, anonciera palavra de Dos na
eathedral de Olloda, a'es t cao da miss eonven-
loal. de novo recorro a V. Rvm.*, aflm de que me
coadjove no desempenhodeste dever, dignando se
pregar em orna dotninga da prosita quaresma,
como a convite meu f-z no anoo pausado.
'ConrJaodo qie V. Rvm." nao recusar prestar
este servtj) relieiao e aos deis, dasign-i-lhe a
primeira rtotafoga da qcaresma, em que V. Rvm.,
?e acbara' na eathedral pelas dez horas da ma-
Bbaa.
Igaal ao Rvd. Antonio de Mello Aibnqnerqne,
para pregar na segunda domlnga : ao Rvd. Lino
doMonie Carmelln Lona, para pregar ra lercelra
doroioga ; ao Rvd. vigario de S Pedro Goncalves,
pira pregar na quarta dominga; ao Rvd. Jos Es-
toves Vianna, para pregar na quinta dominga.
Dia 6.
Offlcio ao vigario enceroraendado da freenezia
de Nossa S-nhora da Coneeico da Pedra Tendo
V. Rvm.' em offiri* de 20 do prximo pausado rae
propotlo para vigario des;a fre>.ii?zia o padre Joo
Goalbert i Lins de Barros, visto desejir V. Rvm.* a
soa exonerace do roesmo lugar, nonhama davida
lerei em mandar passar a competente provisao pa-
ra o referido padre, quando pelo mismo me for
requer la; nao deveodo V. Rm.' abandonar a
freguezia em qaanto o qae o snbtilair nao for pro-
visionado e tomar posse do logar.
Dito ao vigario da fregoezla do Lirmeiro de Ala-
gioas.Pelo su offlclo de 30 da prximo passado,
tico sclonte de haver V. Rra.', no da 2 do.mes-
mo, |im*4o posse dessa fregoezia doLimoeiro, em
que foi ltimamente collado.
Dia 7.
Offlcioao padre Vicente Perreira Machado.Sen-
do-me apresentado um despacho exarado por Y.
Rvm.* em urna peticao que Ihe foi dirigida na qua-
Itdade d vigario f jraneo da 13* vlaararia fornea
do bispado, cumpre qne quanto antes roe apresen-
te a aulorisacao que de mim obteve, para conti-
nuar no exercicio do referido emureg >.
Dito ao vigario da Alaeoas. -Pa?a V. Rem. che-
gar as roaos do Rvd. Vicente Ferreira Machado, o
para mauter-j reserva raetailiea de cerca de 25,000:000#000 q ,e cito aniado. e qne vorgonhiso que se S
Bem
incluso offtcio, fleand: assim respondido o que V.
Rvm.* me dirigi com dala de 6 do corrente.
Da 10.
Offlob ao vigario da fregoezla de Nossa Senbora
das Neves da Parabyba.Tenbo presente o seu of-
llclo do do crreme, em qne V. Rvm.* me diz
qae, visto acbar se o sen coadjutor ba mais de ora
anoo affeciado d parlisis, sem o poder coadju-
var nos trabalbos da freguezia, e estando prxima
a quaresma, desde esse dia nomeou o padre Sebas-
tin Fabiao de Oliveira, para coadjutor da sua fre-
guezla.
Cmpreme em primeiro logar ob*ervar-lhe que
jamis pode ura parocho nomear coadjutor, sejam
qoaes forera as circumstancias em que se ache.
Deve propdr ao Ordinario o sacerdote que escoiheu,
am de pelo mesmo Ordinaria ser nomeado e pro-
visiooado.
Dixendo, porem,i'. Rvm." que o actual coadju-
tor se acha a(Tjetado de paralisia ha um aqoo, or
ge que me informe qnal a razio porque o propz
novamente para coadjutor ba poneos mezes por
occasio de flndar-se a amiga orovjso do mesmo.
Considerando V. Rvm.* de nenbom effaitj a no-
meaco que fez de novo coadjuctor, existindo oulro
provisiomdo, aguardo a Informacao circunstan-
ciada de V. Rvm.* aflro de obrar como for de jus-
lica.
Dito ao vigario di Macei.-Tent presenta o seu
ofJQcio de 21 do prximo passado, e ho|e recebido,
em que me participa que, bavendo fallecido nessa
freguezla Pedro Jos de Azevedo Scharambark,
engenheiro civil dessa provincia, V. Rvm.* Ihe
conceder sepultara eclesistica por ser elle ca-
tholico romano, casado, segunda o rito calholico,
ser irraSo da irmandade do Santissimo Sacramen-
to, o que prova os seus sentmentos orthodoxos,
dando-se porem a circumstancla de nao receber os
sacramentos a' hora da mora por ser a doenca s-
bila, e fiear elle logo privado da falla; e pede V.
Rvm.1 qne Ibe declare se proceden em regra.
Devia V. Rvm.* dar ao cadver sepultura eccle-
siastica, urna vez qne se tratava de um catholico
ooe, pelo facto da se ter alistado na irmandade do
Santissimo Sacramento, astas moslrava ques os
seatimentos religiosos; sendo que, alem dlsso,
nao se pode considerar impenitente aquella que a
bora 1a mor te nao recebe os sacramentos por qual-
qoer impossibiiidade phisica on moral.
Dia U.
Tendo sido V. S. apreseotade por decreto de 29
do prximo pasado em a cadeira de prebenda io-
teira que se aeha vaga na eathedral desta dlocese,
como roa f i commonieado pela secretaria da es-
tado 'dos negoeios do imperio, compre [qne tire
quanto antes a sna caria de apresenugo, aflm de
ser collado na referida cadeira.
Dito ao padre Mareolmo Pacheco do Araaral.
Participo a V. 8 qne por decreto de 29 do prxi-
mo passado noave por bem o govorno imperial
apresental-o na cadeira de roela prebenda ds ea-
thedral de Olinda, resdlta da prebenda inteira que
all vagoc pormorte do Rvm* eooego Joo Baptis-
i de Alboquerqae.
Espero que V. S. se aoressar em tirar a soa
carta de appresentacio, aflm de quanto antes ser
collado na referida meia prebenda.
mo esforco sua honra e dignade, e, para maoter-
se na posico que ine toca, ou ha de recu
muito no conceito e e-tima dos pjvo
o Indiono de seus vnonos, e Ucando sojeito s
suas violencias e viogancas.
A paz com tal igoominia, a paz proclamada na
praca publica, e a reooutfio oestes momentos cri-
tico.', a desmembrado do imperio, deste edificio
monumental que oossos avs con-truiraro, e qne
devemos legar a nesos netos decoradercom mag
nificencia das recordac5as de no sas rbras.
Quem itmfa venios cblht tempestades. Amanhaa
aquelles mesraos que deram o primeiro impulso a
pedra hao de esforcar dcbalde para cont la no de-
rllvre.
O imperio dilacerado e dividido dar' ao mundo
ura tr.sle espectculo, e a raca bespanhola, que
desde o descobrimento da America lem feilo tudc
quanto pos:ivel para prevalecer sobre a portu-
gueza, ha da ter urna fcil preza para sobre ella
ostentar o S'U dominio.
Nao posso erer, nao quero crer que os polticos
que ateiara o Incendio uestes momeo! >s, qua das-
enr.adim as paixSes populares mstes dias de an-
gustia, bajam refl-ctido nm instante s I Por mais
exaltados que e t-jam hj de embrir-se serapra
qne sao Bra>ileiro<, e que esta qualidade Ibes im-
p5e_o devar de conservar Intacto o patrimonio qae
recebemos quando nos proc amamos urna nacao li-
vre e independrnte.
Por mais abandonados que tenham sido os iot-t-
resses do B asil colonia, nunca a mi patria tole-
ron a dimlnuicio de seu territorio ; pelo contrario,
aproveit u sempre todas as circumstaneias favora-
veis para angmenta-lo com novas eonqutoias s>/bre tramontana, e'manVfesta
o deserto e o desconhacido.
submet
pode cal-
qoe necesita um exercito que mircha, e qoe eram
j escasjos naquelie lempo ; sera a veste para res-
rdr o soldado que ia se atolar nos pantanos e
vssr^^
jm. que nao terao, outra nuna Igna. j tiues da M^TS*;-?mmim "^^T^X^XSfSVSS^
VrnTfk dSh- V =P KS "T6 es,r*? ^ Tsm? el' se ,ra"i* P W baja urna man- o exPe,eote e sensato cab, oe gue ra m rchasse
!'o-nvin MS S 9"*rlM fe^cio oeste sentido. para o combata com um exercitfma disTploa ol
1KMt'SK afS mS ?cc,,,.c,s,as pri- I* 2* '' e manejos subterrneos Queriam que nao esperasse por bovos Mor?o de-
na vI.nl.PdX J.t.Tat 'T^Z^l V"-1 ^V**"* S? 0r>^^ o dever de se conserva-! pols que Mitre re.iroo-se de Tovu.y cora 4,50) ho
2XH&TZ2J2 U,iV6<.rnW ?%' remoB,f*-fld9t'l.iicarem todos os seus esforc meas, para debellar o mon^troda^evolu ao que
Prnm2Snm 4i?u?{ Umar cr8 | Com 30,000.0^0003 em ouro presentemente, o provocar nos inimfgos por toda a pane.
A paz cem Lpez orna illusao de dia?. Rea|i-
zera-a, qne depois eborario de vergonba e arra-
pendiment).
Cantinnam
EXTERIOR.
Meelevio, 28 de Janeiro de 1868.
Na carta anterior proeorei demonstrar as conse-
qnencias Imnortantisslmas qne traria a concloso
da goerra do Paraguay por mel do triompbo do3
alliado?, representantes da causa da justifa, pro
gres-o a eivlllsajo na America do Sul.
&te triaropno, ti? teoatmeate dispuiado e sem-
pre retardado por causas qae a historia investiga-
ra', e que perteneem a periodos distinctas.nnj pro
zimos, antros remotos, anda aoje nm problema
que esta' exigindo muito estado, maito cuidado,
multa intelligencia, e, sobretodo, mnito patriotismo
jnizo para tornarse ama realidade.
Eslava ainda dominado pelas emoeSes qne me
faiia sentir a bypolhese desle deffecno glorioso,
qoaodo fui despertado pelos chos qoe me chega-
vam da patria, de urna descrenca, desanimo e aba-
timento dos espiraos, qae me cansaras as mais
nas a tristes apprehens5es.
Em nm momento a imagtnacao excitada me esbo-
on o reverso da qnelle uadro, qae tanto aflagava
a mea patriotismo, e confesso que Uve horror s ao
Xwjio *m"csmo Dyplbes8 saa re-
b nlM'e? rlSo dfl 80brs V*n esler eommo-
redada sua terminaeA ir _*Z.._
acbar onposico
rminaco. verdade qde nSo pode
qu- zorobam da di!"-"n,-n^-re,M,-n,e,a-,n,,M
graca
publica.
osia1 ranimonio .n_j v wonr.a. uas o Brasil
i rn ha iTt 19?,0 a CW* misso,
Porveninra os descendentes dos bomens que fj-
zeram taolo nao sao capazas de sustentar os deve-
res que assumlrara para ora a patria e pa-a cora
O maod) T
E quando qae a Imprensa opposirionhta da
trte toma attitnde tao grave-? Justamente quando
nm faci providencial veio dissipar nm-ponto ne-
gro que se dejenhava no borisoot, e cujo desen-
volvirneoto podia traxer fataas consaqqenciai a' al-
nanea, e al dissolve la, para ter outra orgaoisac,ao
ioteiraroente opposta.
Retro me a' morte do vice presidente da Rep-
blica Argentina, que toroou ia&spensavel a vinda
do general Mure para BuenosAyres, aflm de assu-
mir o exercicio do poder execotivo da nagao.
O Mostrado general a' testa do governo da sen
paiz nm elemento importao.tissimo para consoli-
dado da allianc, que tmha sido muito minada du
rante saa permanencia no exercito alliado, onde
sua presenca ticcbe.m ccncoina para affrouxar os
lacos que a deviam apenar, visto que nao se podia
mais dissimular aos olhos da ninguem odesar que
havia para o Imperio em ter seus soldados subordi-
nados ao general esirangelro que concorria para a
goerra com a oitava ou nooa parte das forcas em
campaDha.
O primeiro acto do general Mtre, a qaem nao
se pode negar as qualidades de um roosammaio
poltico, foi rodear se do mesmo ministerio qde li-
nba com elle propatMdo a situacSo actoal e bavia
subscripto ao tratado da triplica aliiaoca. Retabe-
leceu asslm o peosamento que presidio- a esta no
tavel poca internacional, erobusteceu a cooflanca
por um momento abalada, sobre a baldada com
que serio curapridos at o flra pelo governo argen-
tino pactos tao solemnes.
Aflm de nao deixar a menor davida a este res-
peito, declarou na proclamafao cloquate que diri-
gi a seus roneidadao!, ao tomar oovameota conta
do poder, que concorreria no governo, como dantet
no campo d* batalha, a dar vigor a' ouerra exle
rior al leva la a seu termo no mais curio lempo
posstvel, de forma que a honra e os tnteress -s da
repblica fiquetn satisfeitos.
A revoluco de Santa F, como consequencia
destes factos, ja' perdeu o carcter que tmha, e
em pooco tempo seus chtfes larao deposio as ar-
reas, comando com a garanta que Ihes offerecem
algons dos novos ministros.
Debelladas estas dificoldades, qna me assusta-
ram seriamente, pens tambera seriamente que
vencer Lpez obra,qu3 s depende da om esfor-
co intelllgeate e arrojado da esquadra e do exerci-
to, se algnm acootecimenlo poltico no Brasil nao
o tornar iropossivel.
Assegnram-rae que o Sr. marque* de Caxlas vai
aproveitar a fortuna que anda soa boa esire la
Ihe c(?acedea, 4e concentrar em suas mdos o man-
do supremo, e qae, depois de comblaar com o al
mirante sobre um novo plano de Maque, se atre-
ver a emprehender o acommetiiraeoto qne todo o
Brasil reclama com suprema coofiaoca, e que tem
dlrelto de exigir de seus generaos, avista das pro-1
vas da valor, de patrictisra > e de dedicacao que
serviro i sua elevago, e constitaem paginas bri-
Ihantes na sua vida militar.
Se uestes doutmezes nao se levar a effelto esta
eropreza eniao resigoar-me bei a alistar-me tam-
bem no numero dos descremes.
Al l permittam me que espere anda. E' orna
letra, a corlo praso qae" sacco contra a paciencia
ja tao apurada de meas compatriota, pela qaal
pagarao juros qne avalio em 10,000:006^000. Se
oo da de sen veocioSento Lpez ainda fr presi
dente do Paraguay, ento coniem commigo tam-
bem para gritar centra os velhos, e cuidara logo
de procurar bomens desta gerac.no para comman-
dar o exercito e a esquadra, qae ao ardor do sin-
gue novo renaam o amor da gloria e o estimulo
patru tico, segaras cendlces de xito.
Sei bem qae nao tenbo dir-ito para pedir esta
dilagao, nem para ser aere litado, tantas vezes se
tem abusado do publico I Son ainda mais franco
na ennnciacio de mea pensamento para ver se
mereco algnma confianca. dio teobo, base segara
para oeila Armar a esp -ranea que quero e desejo
ver pariilbada. Entretanto espero ainda ; sogeilo-
me a esta ultima prova.
Porque se algara a situcio hoja mais difflcil
do que ba seis mezes 7 Pela oalxa extraordinaria
do cambio e depreciaco constante do meio circu-
lante. Sio certamente dons factos econmicos de
roana gravidade, e cojas cooseqaapcias devem ser
previstas e atalbadas em tempo. Abandonados a
sua acjio destruidora, terio urna ioflaencia fatal
na lerminacao da guerra. Por i-so disse ao come-
car que o trlnmpho era om problema, cuja sola-
cio dependa de muito estndo e patriotismo.
A resistencia de Lopex dorar na razio directa
das esperanzas qne Ihe facam coneeber o nosso
estado poltico e floanceiro, e elle nao se declara-
r vencido emqnanto observar que este estado o
pode salvar, obrigando nos a propor Iba a paz, es-
tando elle ainda senhor de grande parte de ama
provincia nossa.
Assim como j5 Indlqaei remedio para a sitnacao
militar, qae deve ser applicado no praso qae mar-
qaei, e pela forma qoe iodiquei, assim tambara
voo ver se encontr algum mel para curar a en-
fermidade poltica e financeira.
O primeiro mal nao exige grandes cuidados.
Basta urna cataplasma de jolzo e banbos da bom
senso. Nao ba doents qoe resista a taes applica-
ces. O segundo mais grave; toca da parto i
algibeira, qna a sede da peior lisica qae co-
nheco.
Lembro-me, porm, de um balsamo qae j pro-
duzlo ptimo efMto em sliuaco idntica.
Em junbo oo, jolho de 1866 tambera s Horas
esterllnafabirara a 153000, e o cambio eomecoa
a baixar rpidamente.
Palloa-se maito em especalacio, gritn-se seffri
velmente ; mas dentro em poneos dias todo entrn
em seas eixos, s ao comecar a dijcas3o do pro-
jecto que transferia para o thesoDro aacional a
Brasil pede continuar a guerra at realizar sea
nobre eoipenbo. Se ea fosse o Sr. presidente do
conseibo ha muito tempo que teria empregado esta
grande e infallivel meio, porque na Inglaterra ha
de haver muito capital disponivel para embregar-
se em urna empreza productiva, de renda segura
e seductora.
Mas agora reparo qae aioda nao del orna s no-
ticia, e que tenbo oceupado lodo o lempo com di-
vagaces. \\>u reparar miaba falta, a peco des-
culpa.
Esta cidade, apezar de todas as cautelas toma-
das com o mais loovavel zelo, foi afloal invadida lisias, atirando
pelo terrivel viajante do Ganges, e, nao obstante o reaccionarlos,
triste qnadro qae por duas vezes se patenlaou em
Baenos-Ayres por causa da terror de seus habi-
tantes, a populaco deix >u se apoderar do mesmo
pnico, eom e que se tem desenvolvido ainda mais
a epidemia.
Esta geota do Rio da Prata, lia valenta no cam-
po da batalha, ouviodo Miar em pe-la parde a
ura otado e covardia in-
dignos de ura povo vinl.
Assim, aqu, como era Buenos-Ayre, os mdi-
cos do pait forau os primairos a abandonar os po-
bres doentas a seu destino, recusando-se, eom ra-
ras excepces a comprlr sua humanitaria mssio.
Contrasta singularmente com este proceder, eslyg-
maiisado com razio, por nacionaes e aslrangeiros,
o heroico compartimento dos mdicos brasileiros.
Na correspondencia passada refer os servicos
que eslava prestando o Dr. Portugal. Serla Injas-
to se nao meocionasse agora cora orgnlho o nome
do Dr. Salosliano Soolo, qoe lem captado as sym-
pathias e o respeito geral, pelas provas de hpma
oidade, gciencia e cardade com que aleona os
soffrimentos desta popalaco, que j nao sabe co-
mo patentear Iba sna gratidio.
Aioda hootem a Jribumla escravea em artigo
de radaccio as segoinlas liobas, qae canfirmam o
qoe acabo de mencionar :
NSo ha moitos dias fallamos dos servlew
prestados povoacao peloa conbecimaotos, acil-
vidade e philantropia do doutor brasileiro Sr.
Souto.
Ninguem bate sna parta sem ser atindido
com a maior presteza e o mais loovavel carlnho
por aquella facultativo, que assim procede movi-
do smente por seus generosos sentimenfos, com
exclusao complea de todo o Incro einteresse.
.* O pove e as autoridades orientaes devem es-
tar-le reeonhacidos em snmmo grao.
Pols bem : as diftlceis circumstancias em
Tjoe taes serVicos sao prestados, e quando faculta-
tivos do paiz que tm o dever de assistir a seas
seraelbantes, e que esladaram por conta do esta-
do, se ausentaram covardemente do servico, ser
muito pedir que as autoridades oa as corpora
coas populares pooham disposicio do beneli :o
Dr, Suato nm carro, que o descangasse aiguma
cousa mo tempo a extenso de seos cuidados 1 Seremos
attendidos f Asslm o esperamos. >
A epidemia comeuoo saa misso destruidora nos
saladeiros do Cerro, praia da Aguada e Pantanoso,
e d ahi pen$troa no centro da cidade. Hootem ja'
tivemos perto de setenta casos fataes.
Alguroa* victimas illostres ja' baixaram ao t-
mulo, e entre ellas a joven esposa do Sr. Vigil,
ministro do Per, qoe maltas denossas compalrio-
tai coahecerao mais faciimeote recordando se da
bella e amavel Seorita Sola Biro.
A paralysacao no commercio geral, e multas
familias fogem precipitadamente para o campo,
aaimentando assim as probabilidades de serem
accommettidos pelo flagello em condices mais pe-
rigosas.
E' tal a careacia de mdicos, qae o goverao vi
requisitar a corporacao dos cirurgies dos navios
de guerra estrangeiros que se acbam estacionados
no porto.
Esto terminadas as elelces para depatados, e
para os cargos jodiciaes e municipaes.
O dia 15 do prximo mez o marcado pela
constituico para a ; bertora das cmaras, qae de-
vem aproveitar os quiaze dias restantes para seus
trabalhos preparatorios, aflm da poderem eleger
no de marco o presidente constitucional, qae
como ji disse, ha de ser o raesrao general Plores
vista da cor poltica qae alcancoa o triampho
das ornas.
O governo oriental trata de reunir todas as snas
dividas em ama s para poder calcular a saa po-
sico Qnanceira.
Para este Om acaba de expedir nm deereto cha-
mando a todos os credores por diversas origens, e
pedindo-lhes qoe apreseotem seos ttulos com-
mij-5o clasificadora ; assim como aos qoe le
nham bonos e divida exigivel, oqae'ram converle-
los em outros de divida iateraa, aos qoaes o go-
verao offersce fazer a coavarso com o descomo
proporcional.
Tambera expedlo o mesmo governo aro decreto
promulgando o cdigo civil, qae trabalho de um
distmcto advogado do foro oriental, e se diz basca-
do oas iosiituigoes mais liberaes.
Taolo a alfaodega como os depsitos estableci-
dos pelo goveroo esto abarrotados de mercado-
ra', e a p.ralysaco das IraosaccSes, produzida
p-lo estado sanitario do paiz, ameaca originar ama
crise commarclal que deve affectar muito as nes-
gas pracas.
Os artigos brasilelros abundara em qaantidades
avuludas, e haode baixar necessanameme. Por
outro lado os saladeiros fecharara seos estabeleci-
meatas, p qua mais difflcil tornara' as transaeces
em nma poca de cambio tal qae todo o commer-
cio pdese dizer reduzldo a permuta dos gneros
de prodnccab de cada paiz.
Apezar de tar a epidemia apparecido na malar
parla das povoaces do Uruguay, o ter feilo victi
maa em um raio da iras a quatro leguas da capital,
o governo tomoa nma medida, que parece bem ri-
dicula, e que veio aggravar muito as diffleoidades
do commercio. Reflro-me a' delioeraco qne cor-
tan toda a communicacio terrestre com os depar-
tamentos do interior, pelos qoae, naturalmente, a
cholera transpora' a fronteira e invadir' o Rio
Grande que deve preparar-se qnaolo aulas para
receber tao dasagradavel visita.
Coocloirei estaja looga carta com nma noticia
cariosa da Paraguay.
No dia 21 pela manba foi achado era nm la-
ranjal, qae dorante o dia oceupava a cavallaria do
gaoeral Porto-Alegre, om grande embrulho com
cartas dirigidas a' maior .parte do ehefes ar-
gentino?, cooteado ellas un impresso lo tbeor se-
guate :
Morte do general Mitre, presidente da Rep-
blica Argentina, general em ebefe nato do exerci
to argentino, egeneral em cnefe dos exercito ai-
liados da trplice allianea do mesmo geaeral Mitre,
general Plores e do Imperador do Brasil contra o
goverao do Paraga>y, segando o tratado secreto
de 1 da malo de 1865.-
Nsete eseripto o general Lpez convida os Ar-
gentinos a' traico, sob pretexto da ana, mono o
general Mitre, oioguem pode commaodar o exer-
INTERIOR
RIO ni:.!l\i;lu;i
CIERRA E OS PSSIMISTAS.
a pnllular os insensatos orampMe-
aos qiiJiro ventos os seus papis
----JIU3.
Pallara, fallam das cirenmstancias acluaes do
paiz eomo se este jV tivese baixada a ultima de-
gradaban da miseria I
Extemporneos julios, inconvenientes snzges-
toas, propneeias maligna*, enramen! s alerradnres,
hyperboles bespanho'a?, meotiris astuciosas, lado
se tem e*npregado nessas -paginas apaixonadas o
inspeitas, s com o Um da anVttr-se o povo do
pensamento, llhosaerosatti do Cnr^to e qna bem
cabe agora no ponlonor de lodos os Brasileiros
discretos :Tar f a e perar.
E porque nao havouaos esperar mais nm poni
de tempo, nos qne tedios sido tao fortes na I ida,
que temos animado lauto e tanto o briosos gner-
reires que la* esto nos cerlamens da gbria.e qua
nao voltam emqnanio nao alcao^arem o nliimo
triurnpho? E porque nao havemos de agnardar a
desafJronla completa a reshnradora do msse ere
dilo perante o eslrangelro, nos qae no principio da
gaerra nao oos importavamos da ludo gastar para
dobrar o lyranno, relaiiandolhe as oTeasIvas inso
litas T
Descoroca esses visionarios i o. pertinentes a
bata extraordinaria da nossa moeda, talvez por
qua pensara alies que, e a gaerra prolongar-se
mais alguns mezes, dssrera' tinto o nosso dinheiro
que, apezar da concluida a campanba nio podara'
mais soblr.
Qoe illusSo ou que pueril ignorancia !
A nossa moeda accendera' n> crdito extracbo
moito mais extraordinariamente do que lem de-
cido. As guerras europeas taem sido em favor
desta nossa asserco. Desde o primeiro da em
qua se faz all urna declaracae ho-til, por parla de
urna naco para outra, baixam i-s fundos da tal
.orla oa arator-OTtenso do cootioenle que parece}
|a' o prenuncio ou a realisacio da urna grande ea
laminada.
Aqnl, nestefpaiz novo, nesta nacao qna H'-jo"!
da tantos natoraes recursos e de tantas f.ntes de
riqueza, nio exploradas, assnstam-sa demasiada
mente os pessimistas e tentam assustar os nimos
serlas a calmos, porque a nossa moeda nao cooti-
oa a roereeer o mesmo valor pira as naees qua
vivera separadas da n> por camenas de leguas, e
que nSj sabem ainda plenameota dos meios de que
dispomos sustentando nma guerra tao longo e em
am paiz to deseosheeido dos ootros, pela iosidlo-
sa e constante inhospitalidadj dos seus goveroa
dores.
Q lerem os pessimlstss que urna campanil feita
com o Paraguay pelo Imperio, que do sea littoral
se aeba ataas leguas d'aquelle slo eocravalo
no centro do Novo Continente, dure o mesmo tem-
po que dorarara as campanbas da Italia com a
Austria e desla com a Prussia 1
Nao rtflactem esses desarrazoades censores que
de nma larra toda enredada de (rilaos de ferro e
tuda habitada por bem industriosas populaees,
v. i mnita difTerenca [-ara ama habitaco de caal
bies, empastada da paoUoos miasmancos, despida
retaguarda I Queriam que esse
hurranuario general, tao solicito da saade dos seus
enmmandados deixasse nos grbalos das enferma-
ras mais de 8,000 doenles, e, avancando ao cam-
i po da batalha com nm exercito debilitado sbila
mente por molestias perniciosa?, marchassa por
camiones alagadizos, pestilentos e inlransitaveis
I s para dizer qae os nossos bravos soldados nao
l permanecern) na inercia qae Ibes (razia Inevita-
vei.' enfermldades, mas succamhiram regando com
sen sangoe os loaros da patria T I
E qoe saogua infructfero teria sido esse I
Crirainam o Sr. marques de Caxias por inerte
a pouco amante da saade dos seas subordinados.
' E ao erntanto esses que lovectivana-no hoja nio se
recordara mais da marcha triomphal com qae as
oossas tropas, gaiadas par lo bizarro ebefe, con-
tornaran por matas invias e deseenheeidas, o flan-
co asqaerdo das poslcdes adversas; nio se lembram
da que, quando mnitas vezas era preciso qae o
machado derrubasse os troncos que obstavam
paisagem dos nossos gaerreiros, la o proprio mar
qnez assistir ao derrabaraeoto do obstculo, e olhan-
do orguihoso a cauda immensa daqaella expedico
de bravos, dizia comsigo : Elle* sa esteoaam,
mas tambem en os eneaminbo ao termino da glo-
riosa jornada.
Nio se lemhram da que esse brioso militar em
muitas oeeasies esvasioo todas as snas carretas
para enche las com os enfermos da marcha. Nio
se recordara de que, se S. Exc. paroa no dia 31 de
julho, foi porque assim o determinnn o general Mi-
tre que, cnegan lo nesse dia a Tuyn Cn, jolgon
mais conveniente o plano de assedio qae o de ala-
car as trincheiras de Lpez cem llnb.ts parallelas.
Nao se lembram de nada e maldlzem de lado.
Nao posslvel qoe sintam qnando proclaman.)
esses assim desvalrados: Qnando se trata de sal-
var o decoro do nome bras leiro, s eonnecemos
om principio,o pundonor...
Collados I profarem lo bellas palavras, mas nao
as comprehfndem 1
Amigos sinceros da causa nobre e Justa que l
pleitem as armas brasileiras, nos podemos des-
embarazadamente fallar ao povo e dizer-lb* qae
nio aere lite ness3s inconsideradas syotbeses; qae
por ellas nio se dirija ao desejo de ama paz des-
airosa, a, que s crale na bandeira qne l se des-
fralda ante os muros da Sebastopol americana,
agnarde a victoria decisiva, qne nio se ba da fazar
esperar mnito.
(Diario do fio.)
DARO DE PERmImBCO"
Sabbado a' tarle cb'gon da New-Yorlc, por S.
Thoroaz e Para' o vapor araericaoo Mrrrmac,
trazeodo jomaos dos Estados-Unidos at 22 do pas
sado, e do Para* al 8 do crreme.
ESTADOS UNIDCS.
O ex-preisdente dos estadosjd9 sol, Jefferson Da-
vts, Ucara em Nova Orleaos, em vlagem para Mis-
sissipa onde deve residir.
A cmara voteu urna resolaeio couvldando
insistencia ao presidenta
| Cerca da setenta soldados armaramse deacbas
de lenba que arrancaran) da cerca das arvores e aa
tarcado, dando em resoltado icarem 21 arldos,
alguns graveraenle e entre estes dos seraesperaa-
?a de salvajo, sendo 7 dos provisorios e li depo-
Nao sabemos qne grao de veraeidade podara
merecer os boatos qoe correm, porm geralmenla
e diz que pri-5ss eoostantenvnte injustas por sol-
eados de polica aos de artiiliaria a outras piceetas
promoveram essa desaguisado que altameote se re-
Consta qoe por volta das 7 b Ver opeso urna contestacao entre a patrulha da
polica e alguns soldados de artilharia, e que estes
prometieran) vir alostar contas depois da revisU
das 8 horas, dizendo aos outros qae se reunissem
e os esperassem.
Assim aonteceu, per qae pouco depois das 8
vieram da qoark-l de artilhana cerca de uus 5J
soldados era mangas de camisa a abi ja encontran-
do outros de polica forana s roaos; os de polieia
pnmeiraroeote servir ra-se dos seas sabrs, roa-
sendo estes icuiels contra estacas, langaram tam-
bera mao destas e travaram essa Iota herrivel em
que ficaram 21 feridos. Entre povo e soldadesca
nao te reunirn menos de 400 pessoas.
Compareceo o offlcial da ronda, tenente da po-
lica Macedo, que com o capito Cabedo do roesmo
corno fardado e desarmado nao foram porm'obe-
decidos pelos soldados ; outro tanto nao acontecen,
com os segundos tenantes de artuharia Mello Ro-
drigues a Manoel Theodoro Telxelra, este a paisa-
na, a bem assim com o offlcial do dia capitao Pin-
to, qae mais tarda acudi.
O Dr. chafe de polica compareceu ao confl eto
com alguns soldados da guarda de saa secretarla
yindo atina! uro reforco do qoartel de polica qua
ja nao aproveitou por ter ehegado tarde.

*
.
PERNAMBUCO
REVISTA DIARIA
Pennio se sabbado em a.-sambla geral o Ins-
titnto Archeolcglco e Geographico Pernambucano
sob a presidencia do Eira, conselheiro raonsenhar
Muniz Tavares ecem assistencia dos Srs. Drs Nas-
cimento Peitosa, Amaro do Altraqaerque, Joio Tho-
ra e os Srs. corooel Leal, padre Lioo do Mont
Carmello, major Salvador Heonque a capitao Jos
Mara Gameiro.
Sao iidas e approvadas as acias da sesaio ordi-
naria n. 99 de 9 de Janeiro e a da as embla geral
anniversaria de 27 do mesmo mez.
O Sr. 2* secrelarlo, no impedimento do Sr. seer*
lirio perpelao, d leara do seguate expediente :
Ura cfflclo daquelle senhor, communicando qoe
por impedimento physico nao Ibe era possivel com-
parecer a sesso lotelrado.
Outro do ifixm. presidente da provincia, faxendo
remisso de 6 lomos da obra qoe se esta' publi-
cando em Madrid, sob o litloColUcion de done
mmtos inditos relativos al descurnenlo, conquis-
ta y organisaeton de las antigs possessicnes hes-
pano'as de America y Orauma-comprehendendo
cada tomo 6 nmeros faltando ao primeiro o n. 4
que o mesmo Exm. sr. so digoou declarar seria
depois enviado; bem como que os referidos lomos
da meocionada obra Ihe havjam ido transmilti-
dos para oso do Instillo rom aviso do mioslerio
do imperio de 17 de dezembro do anoo lindo.In-
teirado e que se respondesse agradecendo.
Uro do Sr. Dr. Cesar Augusto Marques, re-

M-.lion e outros fenianlstas, qua se acham presos
na Inglaterra e no Canad'.
Foi apreselada a' cmara, pelo presidente
Jihnsoo, ama mensagem propondo o pagamento
de 2*,000 dollars ao governo bespanbol, como ln-
demnisaco da apprebenso de nm vapor dessa
naca a durante a guerra.
.MXICO.
No estado da Maratlan honve, no dia 6 de de-
de todos os commodos da vida e parece que al es-! zambra, um grande conflicto, no qual morreram es
com insistencia ao presidente para inlervir, pon
meio da diplomacia, para cora o governo inglez i mellando es n. 13 e 17 do Pubttcador Marantiense
aflm da serem p'stos era lihardade o padre Me. icontendo aquella o artigoBispado do Maranhc
quecida de Deas I
Nao cansara soiuenle ludignaco; enjoand) es-
ses juizas antacipadus e revolucionarios. Essas
raiseravels syblllas nao duvidam empregar at a
flgura idolatrada da patria, para, eabriodo-a da
lagrimas e de luto que nao teeo n*ra podero lar
sigaiflcaeo, motrarem n'a as turbas anciosa por
om glorioso desfecho, e dizerem : Aqai esta' a pa
tria qoe se ufaoava da propria falicilade.
Maldicio sobra esses penenos espiritos qae pa- ram-se cumpri-la.
generaes Martnez e Toledo, os coronis Salmn e
Barroo, o o advogado Paz, a bcou gravemente feri-
do o coronel Palacio.
Escobedo mnndoa fa-ilar, em 8 de dezem-
bro, na estado da S. Luiz, 33 adtigos militares, e
dar 500 chicotadas em um outro.
Apezar da ordena formal dada por Jurez,
para o licenciameoto de orna grande pa'te do exer-
cito mexicano, Daz, Escobedo e Corona recusa-
ra destacaren) suas obras hediondas, aos olhos do!
povo, oo se pejam de inventar at a deshonra do
berco que os erabalou 1
Fallera, mas pensem melbor antes de tirarem
das liaguas ferinas a baba immunda, qae nao con-
segu ennodoar as fardas dos nossos cabs de
guerra, qoe aem se lembram dasses energaoeaos,
s porque nio sa esquaeeo nm momento de levan-
tar a sua bandeira a> fastigio da gloria qae da
Humayu' Ibes acea ; vonferera, porque oo go-
veraam, mas nao ebegoem as snas animosidades
ementas ao desejo de passar por cima dos cada-
veres de irmos que s irabalham para o desoltra-
58
O ouro licava firme a 141 1/3.
AHRZONAS.
Comecaram, a 12 de Janeiro, as eleicoes para
deputado3 provinciaes. Nos collegios da capital e
de Villa-Bella foram mais votados :
Joo Jos de Preitas Gairaaraes. .
Or. Gosiavo Adolpbo Ramos Ferreira.
Clementino J. Fereira Guimares .
Tnomaz Loit Simpson......
Henrique Barbosa de Amorim .
Manoel de A. Coutinbo de Atoren .
Gabriel A. Ribeiro uuimaries, .
Joo Wilkeos de Mattos
ge da patria, na queda ds am lyranno, com o' Antonio Lopes-Braga........ 52
qnal jamis devemos assignar am convenio de' Joo M. T. Pao Brasil .*...... 52
Pz- Estuaoo Alves Carneiro....... 49
Sa sao brasileiro?, se sao livres, se sao puros, se Jos Colbo da Miranda Leo..... 48
sio Albos da coherencia e nao da inveja, desean- Francisco de Paula Bello....... 45
cem mais oo futuro a nao estejara a agodar o novo Alvaro Botelbo da Caoba....... 44
progoosticando ruinas que, merr de Uens, nunca Padre Torqoato Aoto-nio de Sonta. ... 44
saccederio as nassas heroicas fadiga?. Com lat>s
lasiaaaces, com laes descreoeas, com taes desea
corajameolo, parece que nio larda o nosso inimigo
commam a bloqaear os nossos porlos, a iovestir
as aossas grandes" cldades, e no caaho atroador
oa na baioneta calada, impor nos o servilismo qae
outr'ora foi Bigido pelo f^rro do gaulez pesando
ouro na batanea das agoias romanas.
Porm, gracas a Providencia, tal nao saccedera'
e, muito pelo contrario, as nossas forgas terres-
tres a mar timas la' sa avaneam para sobrepojar
esse Breooola America e lraoquili3ar-nos perpe-
tua mente da visinnanca de nm inimigo irrecoaci-
liavel.
O governo actnal nao trepida, nem pede trepi-
dar perante os boles qne Ibe arma assa malevolen-
cia dos deeabidos polticos.
Qae Importa que o Albo de Brasmo appareca pu-
blicamente e analyse os factos da campanba do
Manoel Pereira de Sa'......., 43
Padre Daniel Pedro M. d'Oliveira .... 40
Leonardo Ferreira Marqnes...... 30
Estevo Jos Ferraz......... 37
Joo C. da Silva Reg ,...... 31
Agoslinho Rodrigues de Souza ...... 34
Joaquim Jos da Silva Meirelles. .... 30
Dr. Raymundo Antonio de Almeida ... 29
PARA.
No da 2 do corrente segnira, a tomar posse
da presidencia do Amazonas,o Dr. Jaciatho Pereira
do Reg Ne vespera de sna portida o Dr. H radio
Piock Romano ofereeea-lbe ama partida.
Eotron, no dia Ia, no exercicio de ebefe de poli-
ca, o Dr. Gervasio Campello'Plres Perreira.
No dia 31 do passado chegraa' capital, pro-
cedente de Maoos, o vapor Tapajoz. O facto mais
importante que trono, foi o da nm tremor de Ierra
que se senlio, a' 5 de Janeiro, as 11 1|2 horas da
Paraguay T Quem sabe se em enanca, reprolu- roanha, era Junmaguas. Yquitos, S. Paulo de O'.i
rindo as aecosacoes exageradas de seo pai, nao | veoca'. Tocaotios. Pona B>, Teffe, Coary, Yapa e
procara esconder a mora do velbo escriptor, que rio Pur*. que damoiricou qinsi todas aa casas.
fluou-se, cansado da exhortar o povo e a corea a
violencias nefasta-'.'
Mas, falitmente, esse novo escriptir, esse
prophea mealiroso, essa Ercsmo iunior
sens arremassos para o governo e para o Sr.
O vapor inglez Augusttne, da linba de Liver-
pool, sabio no dia 5 para esse porto, cem escala
novo pelo Maranho, Cear e Lsboa.
nos Na nolle de 3. pelas 11 horas, manifeston-se
mar- incendio bordo do biate brasileiro Emilia, pro
quez de Caiia, igaal ao rr.enin qoe pansa eneber cdante Oe. Peroarabnco. Felizmente causn pooco
e enioihar o rio com as pedras qae lelmoso Ihe damno, por id ter qaelmado parte do soaiho da
atira. Esse novo araato da nossa futura salvacao, cmara.
arante qaa nao passa da nm eha dos prralutasl Lomos no Diario do Gram Para :
qae morreramenvergonzados de si raesmodiz Na noite de 3 *b crrante, nm pouco depois
que, depois da i Ja o Sr. marqaez de Caxias, as j das 8 horas ateas 9, dea se, oo Ver-o-peso at o
aossas torcas dorante mezes, qna foram seclos largo de palacio, om grave conflicto entre soldados
para a honra naatonal, permaneceram era Toyaty do corpo de artilbaria provisorio da guarda naci
na mato vergoohosa inercia, e qae se e sangoe dos
nossos Irmos nao corria no campo de batalna, re-
gando os loaros da patria, roas o tyjbo e aechle-
ra-morbas os constireia oos bospitaes.
Queriam que onsso parito general, ao chegar
ao acompameoto. da Tayniy^carainbassa avante
oaotra o inioiig>) s'ai o* meloScda locomocao, da
nal e aos de polieia.
< A lata foi borrivel e podia tomar serias pro-
perco^s ; baterara-a. Isso razo adraissiveJ, e aem qae se possa de paria
a parte dar a prefereocla da valenta se Bao ao nu-
mero. E' peoa qna se nao batessem em deeza de
ama causa saeta I
e este aVida de D. Gregorio dos Adis, 1* bipo
daquella dioceseambos estes artigos escipios por
aquelleseobor.-Inteirado e qae se agradecesse.
Oatro do mesmo Sr. Dr. Cesar Aogu-to Marqnes,
I remetiendo dous oumerosdo Pubttcador Maranhen-
se, onde sabiram imprecas as biographias dos
bispos daqaella diocese, D. Tnimoteo do Sacramen-
to o a Jps Delirarle ; ambas escripias por aquel-
lo senhor.lotelrado e que se agradcese.
O mesmo Sr. 2* secretario menciona assegaintes
ofertas:
Varios nameros do Diario de Pernombuco, pelo
consocio Dr. Pigoeira.
Um numero do renle, pela respectiva redac-
$o.
E' lido e adiada a discussao do parecer da com-
misso de fondos e orcaraentos, approvando o ba-
laoco de receita e despeza relativo ao 3* trimestre
do corrente anno acadmico.
E' igualmente lido oulro parecer que lambetn
faca adiado, da commiss?o de admisso de so-
cios.
Em seguida procede-se a eleico dos membros
da mesa administrativa esahem eleitos :
Presdeme.
Conselheiro monsenhor Francisco Muniz Tavares.
t Vice-presidente.
Dr. Joaquim Pires Machado Portelia.
2* vice-presidente.
Dr. Aprigio Jastioiano da Suva Gaimares.
3o vice-presidente.
Padre Lioo do Monte Carmello Luna.
2 secretario.
Major Salvador Henrique de Albaqnerqoe.
Orador.
Dr. Antonio Vicente do Nascimento Faltosa.
Thesonreiro.
Dr. Amaro Joaqoim Fooseca de Aibcqrurque.
Supplentes do segundo secretario Drs. Antonio
Witruvio Pmlo Baodeira e Aecioli de Vasconeel-
los e Jos Beolo da Cuoba e Figaelredo Jnior.
Segne-se a eleico das commissdes qae ficto) as-
sim compostas :
Fundos e orcaraentos.
Drs. Witruvh, Paria Neves e Soares Bran-
do.
Redaeco da revista.
Drs. Aprigio Guimares, Caoba Figaeiredo J-
nior e Raposo de Almeida.
Reviso de roannscriptos.
Drs. Cicero Peregrino, Soares Brando a Fi-
gneira.
Trabalbos histricos e arcbeologiccs.
Drs. Conba Figoeiredo Juoior, Rodrigues Cam-
pello e Raposo do Almeida.
Sabsidiana da precedente.
Coronel Gomes Leal, Drs. Faria Neves a Nasci-
mento Fjitosa.
Trabalbos geograpbicos.
Drs. Rodrigues Campello, Torres Bandeira e Fi-
gueira.
Subsidiaria da precedente.
Drs. Witrovio, Sooza Reis e coronel Leal.
Admbso de socios.
Dr. Witruvio, corooel Leal e Dr. Raposo de AI- ,
meida.
Pesqalza do mannscriplos.
Drs. Rodrigt.es Campello, Cunha Figaeiredo Ja-
Alraeda.

nada a tratar levantase a
oicr e Raposo de
Nao haveodo mais
S6SSO.
Hoje tero logar, perante a directora geral da
instroccio publica, o concurso para provimeato
das cadpiras de mstrucco primaria do sexo mas-
culino, qoe se acbam vagas.
__Pindase no sabbado o prazo para reeepco
dos Iropostos provinciaes, que se cobrara pelo con-
sulado, perteoceote ao correte anno de 6768.
D'alil por dunte Qcara os coniribulnles sogeilos
a' malta de seis por ceoto.
No mesmo dia termina igualmente o recen-

a%


mbe'J*'si

Mftrlo de Pemanba tfu4* letra if de Feverelro de 1868.
T
melo bocea C<) cofre do imposto aiJiclonal de
ires por e-ato.
0 Sr .jaqaim Alves a Fbaseea fliriglo nos
as seguales linba*. em rauoVaco de nma aollci
que aqu deaw#, e s* apressamo nos eco publca-
las pra salittecio de nossoa devele* de joroa-
lal* :
Srs. redactores la ftrviita Dtnrio.A' vista
4a p oca ex.ctido devida a isa' informco coro
v (acto de ler no eo lando com oro insirumeut
eootoudenie, por ora celebre Francisco Antonio
lavare?, voo narrar-lhe mlBuciosameoto, csse
acooieciroeoio.
Acbava-me ea e fflea lio Joio Evangeliza Go-
tees, oa Catanga, em casa do escrivfto do arsenal
Ce guerra o Sr. Lmreaco Nunes Campelio, qaaudo
pelas 7 huras di Duite do da 13, passoa pela oes
n Sr. Luorencoom celebrrimo Francisco Antonio
Tavares. r>>orjtcido oaquelle Ingar pe aoloaoma-
5,1 de Venlama o qoai se ni pejo a guui eBr.endeu
qi devia insultar com as u-ats iojur.-.? -s e lods-
entes palavias a familia do dito Sr. eserivo, o
qnal vendo-se assim exposte aos ultrajes desse mi-
seravel,4|a subir tu para sem envida ater
eessar essa vmlania de esalros a Ttvaws, oque
nainraimeote, qualquer Ctief* de familia o faria.
A' rogos pnrn pooder..coes michas e de
meu no, o Sr. Campetlo nao sanio, e ea dingi-me
aotOVosor e dt-lhe -ver a iocoevenienria do seo
proreaimnto, quaodo por todos o-t motivos a fami-
lia do Sr. Canpello era digna e tolo o respeilo e
cieria de um traUccDtJ acetado. Tavares al-
tendea-me, e retiroa se mas passados quo foram
dea mtnu s volt o e den curso a oovos insultos.
Jutgoei eu quo anda o poda azer retirar, t. a elle
novtneota ure diriga pira o mandar emoora,
quendo ja pertj de mim e>*.ava Ventana e dispa
raVa orna arma de foao roa qoe se tioha preveni-
do, 'anodo-dSe ero diversos lugares.
Jfesie Ir.terlm s..u soceorriSo por meo to e
pelo diro Sr. L'orenen, os quaes com auxilio de
mata atgnroas pessoas me coortujiram a casa do
lilm. Sr. Dr. Anto, merador a.lt peito, orj.ie fui
contioeDte vistoru-ao. Aqu devo toroar patente as
euaoeiras urbanas e pre.-tativas que o Illa). Sr.
doutor se oignou dispensar me. e a quera presento
os meus v-rdadeiros radec-imenos. Eis, p.is,
narrado o (acto, tal qual elle se dro.
* Agora cDsiRiam que eo aproveite o eos*jo
pata agradecer aolilm. Sr. Giihardo, suh.lelrgafl.'
da Capunga, e a lodos os Srs. inspectores d* quar-
teiro a firomptas proiidrucia* e eoergicas medi-
das que tomaran) para a captura do criminoso,
assM) enmo os solllciios caidades com qao se dig-
aaram de me rodear.
Meecbam, pois, fses senhires. estas toscas li-
naas, como urna prova da miaha eterna gratiao
Pedem-nos para que lembremos a Ijlraa. ca-
teitm moniri|ial a conveniencia da remoli do lu-
gar Chora-menino, para ouiro mats sfTa>l lo da cl-
dade, Oe urnas garapeiras que all exisiem. Ana-
drinh- Bje *qiille local rabilado e es^a vlslohanca tfs
garap'iras ser nociva a' saade pelos miasmas que
denamam do ar.
lu irmam-oos gaalroflote que se pretende coo-
trol"- notra alli, mas eremos qoe a filma, cmara
em tal oo coo:enlira' do interesse de seus uiun;-
cipes.
__Reunirarose, no salbado, era assembla ge-
ral, os arcionisiasda Coropanhia Peroarobocande
avejigao costeira por vapor, sob a presid ocla
do Sr. vlscotide de Camaragibe, representando
S,868 acedes. i.
Pn lid o relatarlo do geren'e o Sr. F. F. Ibr-
gss : e, depois de approvado unaolmemeiile o pa-
recer da commissao deexarn- de contas, procedeu-
se a' e'eKja i da nova mesa, que flcoa wsim coasti-
tuida, s-mio reeleitts :
Prndenle, visconda de Camaraelb?.
Secretirto, Dr. Jo> Bernardo G. Alcoforado. _
Dtrclores : Sannd-rs Brctbers & C, bario da
Soledade e Tasso Irruios.
C. mm'sso d exarce de contas : D-iminsos
Affioso Ser y Perrelr, Alvaro Aogosto de Almerta
e AotoniD Luu dos Santos.
A ses-ao oneerruo se a I J hora da tarde.
A (aba de tbigar a' etta cidade o Sr. D. M
Sehlo!>s-r, aislioclo cirurgio qolropedisla de Loo
dr es e Pars.
O Sr. Scn'o-ser o nico na Eoropa e na Ame
rica qoe co'a radicalmente e em breves momenlo-
loi* ascias.-ts flcalo?, j oanetes, ojo de gallo,
untteiros e todas as enfcrmidades dosps, stm oc
caai-'ar a nuis lve dor.
Vimos orea coeccao de aitestados do pessoas
Dotaveis da Europa que sobre modo abonara a pe-
ricia do Sr. Schlosser.
Soas Altezas os Srs. conde d'Eo e duqne d^ Si-
xe iiwram ocra>io o expenmentfr a pericia do
tiabilis mo quimpedisia e msndaram declarar por
seo-i kW a satbfaci que liveram pelas operact^s
leias. Monas unirs peale! nutaveis da corle fa-
xem elogio e atiestam por um modo bonroM olra-
baibodo Sr Schlfe5?r.
Ananbaa, 13 do correle, cffecloa o agente
Piolo, as II hoias, em seo escriptono a' ra d
Crut o 38, o leilao de terrenos e casa terrea, ladu
*- r.oi f.i miflade com o auuuucio enserido uo logar
competeole.
Lotera.A que se acba a' venda
a 54* a beneficio das familias dos volun-
tario da patria, que corre terca-feira 18.
Rbpartiqao ba polica.Ex'i* co das partes
los da lie 15 o levFreiro de 1868.
Foram recomidos a' casa de deteucao no dia 13
do '" rente:
A' ord-m do Or. delecado r'-a capital, Rrmin
Jos do R'kio e Bernardo Martios deSM, para
averi(oa^5ps em enme do fenmentoa graves'. A'
crovm rtii sobdelegarto do Kecife, Juhn SUpheo,
James Divis, W co do respectivo eoosol ; Josephina RelDalda da
JH .'a Cabral e Felippa enacia da Silva, por bng
A' orden do de Sanio Anl dio, Felisberu Fernao-
4e e J .sej.ha abI- Da Mana da Cooeeiga, para
cerreceio} e J.bqano, escravo de Franc co Pae
Brrelo, por fgido. A' ordem da deS. Jos, Rajr-
nand Pereira di Bnio, para correccao.
ti -
A* ordem do Illm. Sr. Dr. chefe de polica, Ca-
nille jse da Oiiveira, para recrola. A' ordem n,
Dr. d-ig>.d i da cspiiai, l'.uUoo. escravo de Weo
eesiao Machado Freir P^reira da Silva, para ae
rigo>c3 s em erlme de furto. A' ordem do sobde-
legaduda CipnnKi'.Fiancisco Antonio Tavares,por
erlme de frrimrnto* graves.
Fui b.ije remrliido por e-ta mesma rep?rticao 1
recraia para a armada.
O ebefeda *spcq5o
3. 6. de Mezquita.
Cemiterio ruBuco.Ouiluari j do da 13 de
fcverelru Jio Paulo na silva, Pernambaeo, 40 auno?, sol-
tetro. Sant.> Antonio; labrenlos pulmonares.
J *", Prnamb,-icn, 9 mee, Bo'Vi.-u ; bexigas.
Mina Minoeila da lii'iceiclo Kolrigues, Pernam-
bof", 73 aon-is, easada, fWif-; bepatite.
Tr-sa Mar da G.oceicao, Peroambaco, 3o
airaos, casad, R-ci-; h-palue.
ain-ri do R-gu Mia.Pornambaco, 16 aoaos,
solt-ira, Puco da Paoelta ; bengas.
Lata Mara da Gboreteo, Peroanbaco, 3 an-
os, aoUtira, Santo Antonio; tubrculos pulra>
. ares
S'Ohorinha Mara da Craeeieao, Pernambocn, ?i
mo t, aolleira, Boa- Vi-la; tnhercnlos pulmonares.
Caetano, e-craso, Arrlra, SOannos, olleiro, Sao
lo Antanw; diarrbea.
Salvador, escravo Peroamboco, 4o annog, sol
telro, Boa-Vista ; lela do.
- 13 -
LodiBa,PerBambac'j,6 aoaos, Raeife; nmeo
pifia.
. o6jofuf'imenf< nSo hatera enfre t:U yohre alg*m,
nem mendigr. pura tve o 9enhors/M Drux te ahen
fe a {rrra. A let aoiig m io t mu I .a-
ge : nao espera as rogativas da pobre : t NSo
haja indigente entre vos. (frer jji^^iter : pri
i timlkeas ntccssidides. A obriga^io d< dar i
quenpede estheiHcidv oas segutates o*l*-
vras : Se alfum de vossos trmot cahtr em
pobreza, nHo cndure^ats vosso roraeo, nem Me
fechen a mdo \ mas abri-a ao pobre, prettai Ihe
ludo o qoe elle vos pedir.
Istf. pealo, icj'ieiar-se-ha qa o Creador res-
tmgio a abrigarlo da misericordia a nonos ir
< maos, ao passo que o Chnsto a ettende a todos os
que a pelem. Pora Hlu-o, dinamos n-, querer
erigir esla mxima em lei nova e opposla. Os
d os prece los formam um s. A dontrina do
t Creador esla encarnad na do Cbristo. A res-
pello des nossos seme.lhaotes, o Ueos do Movo
T stameDta nao nos tt manir rec do qoe o Dos do Amigo Testameolo. H< ans
merilo certamente oa candada que se exerco
< para Com o< estrangeuos, sem todava prejadicar
a que d<-vemos ao oosso prximo. O hornera que
t s? nao cuodoer de seu irmo, ter d do seo ioi-
< migo T Si a caridade qae comeei pelo protimo
t se estende rlepols ao esiraogeirn, esie dopio gfa
t assigoala um mesmo Drus e no dous Beuses dif
fereote. Assim, o Creador, sobordinaod) a sua
le aos movimeutos da oaiureza, ordenou primei
< ro a caridade para com o prximo e depots i ira
i om o estrangftro, e por ama economa parii-
cu'af de sua providencia, a oneeoiroo pcim-iro
nos Judeu-, para amplia la dep^is a todo o geo-:-
ro hiimaoo.
Em quanto o my va s- niiii'ament- ao povo de l-ra-i. a obriga()
< da lisericordia nao poda ir aln di iruio.
Mas apenas foram dadas a esns Chrsto as t na-
c5s por rieran* e aterra por Imperio, enm
pn.i.sp cni.i i esta predican d-i OiS : Weit
pnvo nao mus mm povo. ea naco qi nao ha
v*n atcicor4it, alefinfoii a /incl-
nente. < fYio tarduu mono quo o Ctirisio nao
aiart,Msse a esohera da cafidad- paterna', nao
exce 11 ni lo nrngaem da misericordia nm <
a vocaij>. Matimai rJht largas I sim, por fot
i rsais ampia era a h*ranca das nacSes.
O que qaereit que oos fay, foiet-o tambem aos
t owtros. E-ie iireceiio iinoiica o sen contrari i:
t O irite ao qwreis que vos facam, nao fagis aos
ontros. Q.jer ijne lal preCciio eraaoe de uai
Dea- novo, desconfiedlo no pbMffta qosr ess*
a l)-as f-streie desle modo, Bio me bavoo^o en^i-
t nado previameol iSm de l/aiar por e>ta medula aos ostros, o <|B-
cerio que oo se entremetiendo em re-niar o
t i-cto e a vnnnde deixa ao arbitrioda mlnhas m-
te'prctrSaj o qne nao dev j (ater a mira masra i,
nm. por ccn-vgiiinte aos oulr.y. Hio MftflM
t os mens dlreii.s, nem os meus dWef Logo,
t nao ha priooipio regalar. Lojo, m 'iciio ou
reeo*ar a"S ooiros o ipn dalles o-pero pra miro,
a sar.er, carilalo. d-ferencia, consol ario, e tolo*
o* h-ms dsla oaioreca, ou absier-me da vio
< lela, da insulto, dos ortraj-s, do dolo, do rou
t he, como en nes peco que se arMenham para
cOm'Ro. O- p^gHoa, pi.j aiumiados anda pela
t f, nao se occapam de harmnohar a voolarte
t com o aoto. S <-otn s lutes da Darureta, pole
i mos (vr.liecer o bem e o mal, mas nunca ler -oo*
t o coobeoimeolo qoe delles nos d* a lei de Dn*.
t A* soa lo, e pelos pnn'epio^ a ', o sob o olio
de ura Dos vmgadr qn* o di'tilia pre1'
< harmoeisar o sea procedimeato com os sea-
t seniimenios.
< Por consvgnlnte, o Ireus de Mjrelio, posto que
revelado como osopponh'>, nao poda, admiinndo
< mola a sai revelara, preferir surriajanamenie
o principio aqrji debatulo, principio lo IftcooiM.
careado de lanas treva<,mai compreheodidi* in-
t da boje e d'ixado ao arni'.rlo de minhas ioter-
f sreac'o, por nao haver dolrlaa anterior quo o
t confirme o eselare^a.
c O mesmo n.o acontece com o mea Croador.
Por toda a pane, ouir'ora, como boje, ello ii>p>-
me urna I-i de protecco, de soccorroo de a l#tMa para poro o palma, o nn-hto e a viuva :
t Reparte o leu p- cow o fammlo, du Me. or
I nao tan salo. Qnando vires um kosmtm t co-
hr,< o. t AsSim retrata ell' n )i] ti em Ei ',". !.
i sabais qn airan sao a 4*s astranfelros \ "pul I
. qm tamo^Ti vi o f.mes na ierra da Bgyao.
t S-i< aaaw semjarii a loa trra o rrtjlbtra
t S*08 ffU'HOS.
t Msni stima aaai nj a ctillifaris ; deila-
la-has descOfar, para qaa os pobres do t^u povo
c achem que comsr ; e o qae rojur seja para as
c alimaas docimpo. Isto mssmo pralicaris 10
com a la vlnha e com o *ea olivedo.
No capitulo aotoeedeate havia pr.senplo o mesmo
Ueos os seguales prsenos sobre a caridade.
Nio molestaras, nem a fulgirs o eslraageiro :
por oa' os mesmos fusiene>traajiros oa terr-
do (yoto.
< Nao fareis mal algara i viuva, nem ao or-
pll.lo.
< Se vos os offea lardas ellea gritarlo por mim, e
c eo navirel os seas clamors :
E o meo furor sn acceaddr, e vot ferirei com
c a espadi, e Tossas malheres flcarao vtuvas e vos-
sos tUho-i orphaos.
S i empresta-as algara dinh'irq^v neeessitado
c d ma povo, quebibtt conn-ioTaia o aperta-
c ras como ura exactor, nem u eppnrnirs c^m
t osor".
Sa recebares do tea prximo em penher tua
capa, re-titue-lba antes do sol posto.
Por nue i>io so o vestido cora qae elle cobre
as soas carnes, uera lera oaira cousa crin qoe
c durma : se elle me clamar a mira, oow-lo bel,
por qai-? soa misericordioso.
& a Mili loiilad- na mss saola singe(za I E'
a ju-ti';a ni wats ae ysuhda boodade 1
* Troraa de ouvir sacrile o bia^phemol
(Continuar eha.\
Correspondencias
Dar seu po n quem tiver {orne, estira o n
Srs.^Reiactores.'zSiio quizera mais encoraroo-
dar vos ; vossa bondade me acatba, e solre todo
v-r de .piando era vez, meu pobre nome estam-
y.ido era urna loiiu lo grande que, de I jnge, dir-
ss-ma ser ura leocol par c.raeilura de raenmo
desmqa l>, ou ao menos urna toaiba adoptave
para '|Uatro boas UlOeres, Isto e, quatro lambazes
btrttsutoi q i-i oa gana do comer arrepeam->e
KOloCiT dus oiovelloa.
Mas, leudo pjr uolicia, o verlfieaodo pelo ex-
ped-na da direct ira, que o Sr. Dr. Tavora, oo
lotuilj do daprnuir-ia con ouiros, aveo-urara
ura pensameuio falso, airibuiodo o ao Exm. presi-
dente, da provincia, cujo oHl:io, abaito trausenp^o,
parapiirasyua para a mesourana provincial, o)
posso eiimir-me de iracar esias lionas.
P,.-lo aua obrigado a ler o J-rno i) Retifi por
urna palana dj Sr. Dr. Tavur* ( barrolada isla
, p.r iij aer filia cora o propno chapeo, mas
cura u albeio, asamos ceito qua o digno redactor
dasse joru.il loa oao agradecer' i lOJavia, na o
me ru.:o mu lo fcil DaVti-lP, someuW quando
i>'o:uru qua'elo diio jjruai, era cuja folba d
2S do nroxini) pav> o segoiole :
OiHeioaoinsuBCtor da the-ooraria provincial.
Aprai-ulj o Exm. presidente da provincia relevar
a professora puli'r-v Fra llieiro a multa que ihu fui imposta por e;ta direc
i !!. i-i pjruna da 9 dderembroprexlroo pas-?.d i
Communicados
__

Polemice religiosa.
XXI
E-creve p*g. Si o nifo Vtlho.
A le anima era la-xorave com os develo.
rea. Jesos Chnto manda perdear-lbes para ana
D-n.s dos Dfrrjfia tambera os nossoa peccado.-
( M.ih. C. 6 V. 12 )
Esta i)rjevu por de mais soffc! Ja Mareil
a liana fen, e a Te tolano a ttnna folminaio f
bVr nm parallelxaet>*imo ntre as di-pnsica>-
#< le noa a as da le antiga, mostreo qae nnho-
preM# doa*Hladrt re aeba escripto no Btwf
Iba q-ie aao i-** >iw b"S-, e moira m or: a-
crnnilta ao ?-ia, TMm-nlo. B, o ', ao ni.
oramos oaarpada i.bj-reo do Cnrisio Teiho, se
caaos nmoaargoaaottrs adduidos por Tarw
Mano, no tagointa iter :
I **
Btim Aa pm ana avaaVaa AapMbaafr
eon-enoeaea, u. e .ro auHa wt)t fo,ta ,taei, *
nace-ntado, tata con.) a le ao excepioa neo.
mesma a rico. No Deateroaomlo o Creador pres
Bra isas eosioar-oos .sofflciei.temeute a prati
n rar com os oulros o qoe queramos que se oran
ca>se eomoo-TO. Etas prrihih'cS-s : A'o mi
i taras, nao commetlrr* adulterio : nao fartars;
i nao levantars falto testtmunh, > nos anaua-
rara igiiaiuteulH a uo lazer MS oulros O qai Dio
qnlreraro.s qae nos flxessem.
Por coDseqoeocia, o preceilo evanglico MU
na d'aqoelle que preci-deoltm-nte o Boba e.-ta-
beieetdi). flxado e preparado, para o tn id'iw a
sua vontade. Com boa rarj poda encerr-t-io
em ura< formla abreviada, P"i- havia pradila
q.e t o Sfnhor, tsts i. o sen Chritlo, fiara ao
mundo urna pnlavra brete e precita.
Lito no numero de seas owowto*, por occa-
t sio da o>ora, o .--egninte : t Que ment i o
ws*\ si emprestis quelle de quem esperis re
Ceber 7 drpieta ero Eiequiel o reliara d.i |0M
I : Elle nao empresta com usura, nem rece
be matt do que dea isto mais do eapmi wn-
c prestado, o que usara. Fui, pois, naces-ai i-
arranear d aote-mo o frocto da asura para
acstamar graduslmenta o tr-ajem a p-rdr, da
t do o cas >. nm capital de cdo proveito ello apreo
d-ra a abrir mi. A lei aoiiga, prembulo d..
Evangelh ,oo linha ontro fin. Procorava eo
var de grao em grao at a pereigao chrii. nma
t pandarle qn* a.ieaas balbaeava Entrega no
devedor o ecu penhor ; > e mais cima : ao ios >
Invel, por eonsguHile : por qae a mais vulgar
sabedoria rramaoa teria ar.bado ioalil o proemio
t em relacSo a quem pode pagar.
a O D-otemonmio mai explcito: Queuiilo
requereres do teu prximo alguma cousa que elle
t te eve %in entrars emsua casa pura dril* le
asnal nluum penkor : mas estars ae fora t elle
te trar o que tiver ; moa si elle p e nio per
nmtar em tua casa o penhor, porm Ihe toma
a ras a dar antes de te por o sol : afim de que elle
dorminifo na sua roupa, te, abenrde, e lu te-
i ai/wiaifHo do juto atante do enhor teu
D. (|)
R< a.|Oi ontro preeelto alada mais ln-nlnnsr :
Perdoai ao prximo i di'otda toda, e nao torne S
i a pedir nada a voseo trada, por que tile ncocou
a lemisso do Senker vosso Deut. a Pre.-ce.vei
< a r-un->.ioda divida a qiem a nao pode pagar,
i mri quA eolregar Iha a sea penhor ; a qoaodo
' mesmo o devedor poda pagar, dnr ao orador
< Tu Ihe nao pedirs nada, a oao prohibir >
claramente- a u-ura, m.-sm i para c*m o devedor
a anliivRl, como fechar a porta a usen 1
a Sel- roi-eric/i/di so r*m-i vosso Pal o Islo
qnr duer : Divid o vosso pao comofamm-
lo, rer.eh-i emcisacatoo indigente que nao tem
asol ; ouindo pirdra um hnmem n. veste
Jntaai em favor do pupillo, fatei jusltea recta
ntaraa. > Ea re.eoobrro oa conformidad desla
ooas lata o dogma aotigod'aqoele qne irafar*
a misericordia ao saeri&eio. Oa alia sa am
Deas dovo pwscreve a misericordia, por que a
misericordia uiributo seo, po ijho rato tan
lo seclos decorreram antes dele sa mo.-irar
misericordioso 1 .

Em a.lditamenti ao qae precede reprodatiremos
aluunsartigus das leis proideDti''simas imposta*
oor Deis sos jaizea da Israel, pelas qnaes anda
oais se BjuajnjuaaU a leitar do rajusto deaabrimeo
lo cora qae o Chnsto Veiht aUea a clemencia, a
hondade f> a saouoada do soberano Deas dos Ja-
deo I L se no Cap. 23 do xodo o segrate :
a Nao admituras a palavra d-> falstdade, aera te
ajo-urs para favor do inpio diteres am falso
a te-temnoho.
i\o seguirs a mnltldo para faieres o nal
era em joi'o le deixaras amalar do santimeoto
do mato Homero, para te desviare da cr-
t iada.
t Nio leras terobem e-ompalia do pobre em
teo> luiros. ( Qn*r diaer qae Bsoneja a pobreta
ranea. 4* te favorecer o rio esotra a jaMica. )
t Sa encontrares o boa do lea intmiflo, oa o S30-
jmenlo a-agarrad, s tova-Ib' s.
,*-.raaojimeniod'aqo.He qae te tem od
ohtda d-tawi o carga, aao passars adiaWe,
reas anua lo asa a levaaia-lo.
a Ni.te desv.aras da josiica para condemoar a
P' tTJ.
Fot ira a mentira. Nio m:taras"o Inooesa S
t ne* n justo : por que a aborreco o implo.
Nao ardura* desaii-i s, p0r que ells faem Bernaraiuo .Mrte Campoi.
c-aar aiodm aospraleales, Aarvertera at pala-, Pr.mnae Liban* Copas.
"" a* ""to8. M n-el o'Ax^vB1to Arnlrad.
a Nao toras mmalo sos ewrsngeiro* : par qaa Ma/.nho P..rdn.> <|h S A .. 1 nri.jrjej do Miranta ELanmiua.
(I)remacede tanja bmHs^toda par.'.m FrH,u:H..0.rie"sNaato!,
i daaWreat qo* dis o Cnida Teiho : AM Joaqun- OH*. g.io*.
amiga era ioexoravel com osdevedorea. a Bassiu Jo.- ianeauau iUur'mam da SiiVa.
pela iulfacc.au do ari. 7 da le de li de mam de
! jo, ..s-i.ii como redanr a ''i cad i uma as
da j';5 qu i palo masmo motivo foram xp j-Hs
aos pro.'as'ores pblicos, GerasoUoo Joiqoun de
Miraud.i e Si nuncio oa C'Ui Ribeiro ? dos quaes
amerciou se S axc em face do que reqaeieraut
os referidos piofessores e do qow atoaj U o i aspee-
uvj jniegauj liacrri>, assiuj o c ,rauauicj a V
S. para eranemmeblo e directo.
Ora, S. Exc. nao poda irer qae lttha-sa amer-
ciatlo mira, por quaaio eq usda re.jaerera qaa
ua [ossa em uotne oa le, que uo ciiei do f O sr. Dr. Pavura era aquella de q lera S. Ex-,
poJia amarcur-se, porque >o linha etn seu favor *
aulorIJade, e, qan;a', os raetos de algara mrica.
Mas era pr^cisu ler o expeliente da ort'BJeu-
cia. El lo traasenpw do Jornal do Recifc da 3
oo correlo :
tjllicu a din Coria garal da iosirucfao publica.
Aiieodrodo ao que me r^.uerorara os profas-
Mires e prolefsura pblicos da iraguetia da lija-
vista N. N. N. sobre que ws saa loforraacaj de
17 do corrala tob n. 3o, resoive em vUU do-
aitd.-lados d) rdi-pecliva oelegado Iliterario relavar
a retenta prolaBSor* d mu!l> qaa la fui irap .s-
la p*r essa directora, por ler deixado da dar au-
la uo da 9 da deembro utura > ; e ruiir a 2.i>
.s quaes orara taraban impostas rqaetles prole-
Mires pela rassraa causa, o q^e corarnaaico a Vuic.
i'.-ra san suuleciraenVo o
Eta' provado p iis, que es-a ooxer^J qae sa v
o i olcij do Sr. Dr. Tavr i los qux; amrcw-
so a da para luveraco 40 &. 3.
Se 6 v-jrdae quaoSr. DrTavoraJs pobiiC3a pa--
quios Cjulra os professorts, u.Ja na aqat qua ad
mirar.
llj pouco lempo appareceram nests Diario como
ao Jornal doRecife al^uus pasqun* araira o pro
fassorea pnwici.s, nos quaes sa afSrma qua elies
receDUm drabeiro dos pau* do* alumnos para adi-
'.uta los Das esculas. A voi pobl.ca e este mesm
U.ino, em .cuie.-ijs, e communicaios indignaram
s>sr. Dr. Tavora como autor de-sas pasquius. Di
z.a-go por abi qaa a prava dessa verdad
asiava oo silancio de S. S., pjrqao devendu Madi-
car do f^cio al dessoonr o doliuquenle, quer por
s., quer pelos meiabros do conselho ireetur e
delegado1 niterarius, islo como iratava-so da
urna eupscie de iuuiraa gravidada cooservava sa
ajudu o quedo.
E aiua diz o Sr. Dr. Tavorj com seus amigos
.|ua os professora 1-t.iao mu.lo insahordioidus, e
que a oce>sana ama Ioi de remer,ois para casti-
ga lo-, para que oao leuDara o arrajo da vir a
imor-usa aecusar o director 1
Tolos sabem qae do Brasil o pequeo nunca
teve razu, porque o principio da autoridad res-
pena se al ua luimoraiidade. K so o desaforo, B
leva -ar caaiigado o desabafo da impreosa ; enta,
cabera toiaimi-ota com O pacto fuodaraeulal, n
om ludo quanto le. Acpaxera o a< spolisrao c
o n !
Et a razio porque nos acbamos a' borda de om
al>ym> msjndavri I porque a le s aproveila ao
trauue e ao oubre, no qae i lum ; so pobre e au
p queoo t'O qae tmo I
Fiual.sarel estas liabas lembnndo ama galante-
na du Sr. Dr. Tavora. Muilou-rue em 9 oo dezem-
bro, logo no mesmo da ou nu ouiro oBcua para
a Uwsouraris prov.acial talar etiv.cuva a cubraosa.
En aao Uuba amos sido iwliraao. o negocio dvia
Ser d-ciji.io peu prHd*ncia, o ]V ora chamado
para pagar a coosa que na > davml
E lj.io i-u para que, 8 -. redaetores ? Para
S. S. ler o goiiubo de andar nJticjaodo cbeio da
c..irttiameuLi qae a ine.-ouraru e>tava-uus cha-
man Jj a comas 1 (juem easliga por ju^t-f* nao se
rego-ija.
Podora' faxer a felicidade da tostruecio um di-
radar desls t O onmioo qae responda.
Gemmiuno Joaqun de Miranda.
Procaradoras.
As Rimas. Srjs.:
l>. GalIhePmiaa Candida da Gima Lobo.
D. Mara Praoctsea da Gasmao Libo.
D. Amalia H-raNqVs da Silva.
D. Fraoceliaa da Cala Ribeiro.
D. 'iailhermloi Rnarfqaes da Silva.
D. IdaHna H'nnques da Silva.
i. E ni.ia Oiyrama da Silva.
0. Sannorntia Samoaio.
D. Mara 0ympu de Carvalho Dias.
D. Adelaiao Am-tica dd Gusmao Lobo.
D. Joaquina Francisca Pinero.
D. Amelia di Gama de Miranda llenriqne.
D. Porcia Aagusia L ibo Corte Real.
D. Adelaide oe Moraes e Silva.
D. Mara Leopoioioa da Mu-anda Gaimares.
O. Laopoidioa Mara de Miranda Guimares.
Procurador Jaral.
O IHn. Sr. lenle coronel J.*6 Francisco Pires.
Fr-uuczia du Poco de 1869.
O cnadjuctorpro-parach",
Frei L'idj/ra do Santissimo Nome de taa
nina
Protectora das fcmilias
AssC!*cft brasileira
Segro enuo so're i vida
Approwda por decreto do governa
imperial de 13 dr junho de 1864.
Gerida pelo Banco Rural e Hyputbecano do
Riu oeJaoeiro.
'Commissao fiscal.
V-.'vor, Jos Joa-itum oe l.ima e Silva Sobrinho.
C'.mmendador, Jeronymn Jos de Mesqaila.
dem, Boavjulura 8amul<* K-qua.
M- m, Guherme Pinto e Magalh.ies.
Esta associaco ico-ju o aooo de 1867 com 2fl.il
suhrriptor*s, com um capital fobscipto de ris
4,569:9864)7 ', e c .nvenm era apolicee da divi<*a
publica ao juro de 6 por eetto ris 1,162:000,5000
As ^eoas que quizerem mscrever-e na aasocra-
{, sao convidadas a dirigirse pes-oalraeole, oo
por escripw, iu por meme uo de quem quer que
seja, qm ^e apre*enle autorisado na agencia da fil-
ia associaco rna do Lraiameatl n. 19 1* andar, a
l/*lar eim uSr. N. F. de Vidal, qae dar' o reuu-
laraenti da mcsma e todas as explicacees de qae
careeerem.
Tabercolos oalmoeares.
m
O primeiro sycoptnma dos tubrculos nos
pulmo-'S oa qual juer outro (l^arraojo deste
org;3r) causa tosse, oorm muius vezes
tSo leve que nen riesp ra a attecSo do
dueole, piitUnio. de primeira imp-irtan-
cia a todos examinar a i rigero de qualquer
tosse que u-nliam. por mais leve que seja.
Examine lo^o u seu carcter, veja se >eca
e acompanh-da de respiraga.) cura e dtl-
cil, veja se o semblante curaeca a tornar-se
pa lido e se a tosse vem sempre de manbS,
se s^bte de tarde um iiouco de fe.bre, pois
se acumpanhada ilostes signaos, tetina cer-
teza de que o principio da ii.rujaco dos
tubrculos. Ha dieras formas de tosses,
emo a gstrica, heptica, nervosa, etc; po-
rm, tamnajatu nenbuma deltas pareca com
a da pbtiiisica, lodas affb perigo-as e devem
ser trtalas imiuediatainenie, e para o tra-
tameuto de lod s as quilidides de tosse nao
crecemos remel > uns effieaf do que o
Peitor.il de cerrja do Dr Ayer, que hojo
mu to recon leci.io em todo o mundo.
Qualquer delluxo ou con tipacSo, por
mais leve qie %/t\n, nao deve Ser descuidado,
pois podeiu resultar graves consequeocias.
A maior pule dos ca&os inveterarlos de
tuborcuios pulmonares, p'tthsica, etc tem
por principio um himples respirado de de-
iluso, cm^lipac > oa fnu que se apanbou
por um insiaiile de imite, deixado seu trata-
inent') aU'iim lempo at que era tarde.
O remedio que recommendamos simples
e ao aicaine de iodos neste clima de mu-
dancas repentinas do tem, o, deve estar as
mi 'S de todo o bomem que sliuia sua
sade.
ALFANDBGA.
(tandimento do lu 1 a 14........
dem do dia 15...............
2I3:.'00|7SI
15:991*374
226:S9J*I28
Mov ment da alfandega.
Volnmes entrados era fazeadat...
Volara es sabidos com fazendat...
1 > cora gneros....
67
------67
41
S38
-------279
eento
ALSAt'ARRILHA DE BRISTOL.
Triata anuos de Kiumpuantes resutlados
teem outor^ado este antisptico vegetal
urna repuUc.au iuc mmensuravelmenie su
peri'ir tolos quantos sf conbecem para a
enra das escrfulas e de tudas as mais clas-
stw de enfermiades ulcerosas e eruptiveis.
O mdicos os ni.is acredtalos e espenen-
tes, os periodistas e os escriptores oe medi-
cina, s3o te>lemuubas vivas de sua efllc'cia
qu isi maravilbosa. Tom salvado o contina
a salvar as vidas e os me.nbros de mdbares
de pessoas. B la at o da de boje nunca
foi administrada ai v3o, oem at mesmo
ue*ses casos reputados como desesperados
ou Dcuraveis. K' u nico rerredio para
as escrfulas, erysipelas. herpes, cbauas
as pamas, ahceso.Vcancros, tumores, en-
fermid n.'es sypbniucas e mercuriaes, c toda
a esta de erupces cultoras.
Vende-se as pbarmacias de A Gaors
Barbosa A C, J. da Conceicao Bravo & C
.\1. A. Barbusa, F. Maurer C. e Bartbolo-
meu A C.
(GMBSEECIO.
Descarresam rinje 17 de fevereiro
Brigae francezPorfa-bacalhao.
Bngae iogle W. W ord-idem.
Barca francezaPrepca Bngue soeeo Kieform -ferro e carvo.
raiacbo hespanholfndio-charque.
Importacio.
Paucbo hespaonol Presidn'*, vindo de Tar
ragona, nanifestoo:
iOO caixas passas, 23 ^Ipas e313 barra vioho;
a E. A. Borle & C.
Bngoe luglez W. W. Lord, viudo de Terra
No?a, manifestuu :
3300 barricas bacalhao : a Saaoders Brotbers
4 C.
Brigae foglex Portia, vado de Terra Nova,
mamfesiuo:
2733 barrica* e 153 meias difs bacalhao; a
Johostoo Patr & C
P. tacho ingiez Joe Sor don, vindo do Rio de
JiOBlro, manl'estO :
10,400 paraltelpipedos; a Antonio Laz de Oii-
veira evedo & C.
Barca brasileira Verola, viada do Rio de Ja
oeiro, m9Difeioa :
8 pipas e 10 barns vinho, 50 ditos baoba de por-
co; a J. M. Pafmeira.
8 caixrs e 1 parte charatas, 3263 saccas farl-
Dha de mandioca; a i.rdem.
15 fardos lomo; a J. J. (toaeaftVR Beltro.
Ecuaaportoguiza Oliaeira, vioda da ilha de
S. Mijo-i, mante.siou :
1 oarnl carne de p- reo ; a Manoel Muniz Tava-
res Crdeiro.
1 tacen favas; a AntoDio de Soaza Boielno.
25 ditos frt'io, 2 caixas presepes, l barril carne
de purco, 2139 cavados de lagedo; a Antonio Joo
Fuado.
.'.6 vate raes barricas abatidas; a Jjio Mara Cor-
deiro Lima.
2 caixas cartas de ojr.tr; a Arevedo & Irmo.
6 ditas vicho ; a Mn .el Jo- da Cuhim.
2 barns caine de porco; a J.-ao Sirfes de Al-
meida.
3 ditos dita, 2 dins e 2 caixas favas; a Maooel
Jjs da Silva Ollveira.
2 ditas e 1 h.-rnl carne de porco, 2 caixinhas
doce, 1 saqainbo favas; a ordem.
PAUTA DOS PRSCOS DOS GNEROS gJIITOS A DDlETo
DB EXPORTACJAO. REMANA DB 17 A 2 DO MEZ
DB FKVEIlKn DB 18C8.
Mercaduras. Unidades. Valores.
25500
900
41K)
)00
880
80C
2J875
115500
601000
15000
85606
4600
35*00
0(X)
81800
IfiO
15^00
15800
2550'
35000
750Q0
751HH1
6500
440
360
400
880
3**00
15000
IA600
85800
05-50:1
250
500
204000
2H00
SfOOH
4eoo
6ti0
ISO
360
110
380
105080
15000
360
510
13500
45001
25000
125000
16
23000
PRAGA DO BECIFE
fin ii>de tnereiro e 1868, is3 atrs iatarde
HEVI*TA M:4V4L.
Cambios.Sccou->c s..fcre Loodres par o Tas-
man de 15 3/4 d. a 16 d. por libra, sendo as trac-
tac^S-a para o mesmo vaopr de 6 75,000.
ALGono-Vendeo-se u fie P^rnamboco tscoihido
a regular de 105500 a 125100; o da Hacu,
posto a bordo, de 105600 a 124000 e o da Para-
hyb, tamben poste a bordo, e 105S00 a 125000
por arrolla.
Asscar -Vendeo se o branca de 45000 a 457C0
a arroba, o someoos de 3f UH a 35900, o maaea-
vado purgado de 35200 a 35*00, e o brulO de
35>00 a 33150.
Agurdente.Vendco-se a 755 a pipa.
Churos s seceos e salgados venderam-se a
300 ris por libra.
Arroz.-O pilado da India vendeu-se a 45000.
Azkite doce.Vendeu-se o de Lisboa a 5810
o galio.
Bacalhao."eialboo se de 215 a 225, em
auedo a 2050G0 por barrica.
BoLACuiifHAS.Vf udtu sea 45800abarrqninba.
Cakb.dem de 54 '"O a 030 0 a arroba.
Cha.dem de 25400 a 5*00 a libra.
CgnvEJA-Veodeu se de t>. nja?.
Louca.-A iogleza ordinaria vendeu-se cero o
premio de 370 or eenlo de premio.
Mastbia.Veudeu-s* a ingleza de 15 15^00
a tora, o a iranc.ua dr. 70 a fru.' rs. a dna.
Massas.Venderam-se a 83600 a raixa.
Oleo db lhhiaca.Vendeu-so a X58u0 o galio.
Passas.-dem a i04 Presuntos.-Vendiram-se a 1^5a Q$.
HEUos.- Os llarueugos venderam-se a 2^400
eada um.
Sabo.Vcndca-se o ioglez a 140 rs. a libra, e
a 220 rs. o do Mi-diierran^o.
Toucjnho.Vendeu-se o de Lisboa alt5t,00 a
arroba.
ViKAfiftB.Vendeu-se o de Portugal a 1305000 a
pipa. "*
ViNHOB. Os de Lisboa veuderam-aa d 2305OC0
a 2*55 oor pipa e os de uirus paizes a 2405.
Velas.As' de composicao venderam-se a 700
ris d paeote de 6 velas.
Descont.O rebate de letras regulou de 8 a 10
por cento ao a ano.
Fretks Dj aigodo para Liverpool carregando
aqu oe l/i a 0/8 d. p'.r 'i'-ra 5 '/, e do aasucar
para o Caual, 0p 4 2/3 a 45/ por uora S /.; do ai-
g..iao para Liverp..ui rar-egradj na l'ar.nyba de
5/8 a 3/i d..i.or libra 5 /. < cta lastro de "25 por
lnelada 5 %
caada
>
a
a
>
arroba
8
duiia
arroba


a
caada

arroba
libra
Pubica#H38 a pedido
ELBIGlO
da peswt qoe bao d IV&tcjar a Se-
nh ra da >oleda le ret ti it matriz
il Pc ta Panelia uo aun de
1869.*
tai! or elcicao.
O Illm. Sr. Praneisco d'A baijn-rqoa Mella
Jo iza por eleico.
A Etna. Sra. D. P .rr> e+p a do Illm. Sr. Joo
Facundo da Silva Guiroaraa.
Jmz p t devofo.
O Illm.Sr. bario 0 Soleta 1.
Joiza por dnvogia
A Btaa. Sra. O. Antonia a-pos* do Illm. Sr. I0S0
Mara Cordeiro Luna.
J tiza perpeloa.
A Es ma. Sra. D. Marta Laiza Caroaro da Cunba
Miranda.
benvo.
Os Illm?. Sra :
D^iaon) i-r-i a Cmara.
Auiiusio Qigmo da Miranda.
?ra>eici) o Paula e Suva.
Antonio J .aj4a.n1 ?rmandes da Silva,
Mbr doaoa.
Os Iiioh. SVs.:
J-a.jnim Ou- PBACA 00 RECIPE 15 DE FEVEREIRO
DE tb-b'8.
As 3^ hor.-s da tarde.
(B>je)
Algodo de 1 sr.rl12*400 por arroba.
Alodode Macei 1' irte -115800 e 125000 por
arroba po>t> a t>. r.1.1 (nonten.).
Algodo da i'arahyh.. i sorte125000, por arroba
posto a bordo {Jioy\
PM- de a.vsocar d> l'arahyb para Liverpool, em
laairo25 e 5/.
Prvie de aigot.) at Parahjba para Liverpoil3/4
d. por t e 5*/.
#os de Aqnino Poaseca
Presidente.
Francisco Mamede da Almeida
1 Secretario
tfovo banco ^ Peraambuco
em liquidagao ;.
Os possoidores de notas da emissSO do
baoco queiram qaaoto actos apKseatat-as
aoiroeo.
EM LIQUIDCO
t^ovo baoco ie Ferambuc
Os Srs. accionistas podem ncet>er o 3
dividendo (uta moeda torrenteide 40 o/o o
captu, askB)in o 4.#de 3 >. e o 2.'
lo 46 0/0. ja aooonciados.
EN6LISH BANK
Of Kto ae Jaueiro Limitea
D.mu tetras prai laaa a eon-
A baos.
Aleooi ou espirito de aguaar-
dente....., .
dem caxara.......
Agnardente de cana ...
dem geuebra ...
dem rostilada oa do reino .
ARodao em car'oco .
dem era rama oa em laa .
Aogteos (toros).......
Arroz com casca .
dem descascado ou pilado .
dem luaiico........
Assucar mascavado .' .
dem reQnado......
Azeite deamendoim oa mendo-
bim .........
dem de coco......
dem de mamona ....
Batatas alimenticias ....
ILiiUMlia........
Bolacha ei diara, propria para
embarque ...... a
dem ria........ a
Caf bom........
dem escolha ou restolho a
dem torrado.......libra
Caibros.........um
dem branca.....
Carn secca (xarque)
Carneiros. ...
Carvo vegetal .
Cavernas de sicupira .
Cera amarella.....
dem de caruauba em bru'.o
I lem dem em velas .
Cevados (porco).....
Cha.........
Cn>rutos.......
Cocos seceos ......
Colla........
Couros de bol, salgados .
dem seccs tspieDados .
lien verdes......
Iiem de cabra cottidos .
dem de onca......a
Doces seceos.......Itbra
I lem em galea oa massa.
Mein em calda.......
Eoxams ........ ota
Uspanadores grao es .... <
dem peqoeoos......<
esleirs para forro de estivas
de navio........cento
dem de rarnaba.....lima
siopa nacional.....arroba
Farinha de mandioca. .
dem de ara ruta ....
Feijao de qualquer qualidade
Frechaes......
Fumo em rolha, bom. .
(dem ordinario ou restolho.
Id'jm em rolo bom. .
dem ordinario ou restolho .
Gallinhas........uma
arroba
>
>
nm
arroba
uma
arrooa
libra
1
um
libra
etoto
*
libra
1
a
a
um
M0?IMEHT9 130 POETO
a
um
arroba
a

alqueire 25500
arroba lOtaMN
45000
65000
165000
85000
105001
850'"
liAM
3400
3550110
95*000
.'(JWKK)
tatoat
5MB
300
15600
240
14000
3A<'00
6501)0
55000
125080
WXI
800
15000
-'5000
160
arroba
t
dozia
cento
a
om
e nada
arroba
a
molbo
um
quintal
nm
arroba
uma

libra
mo!ho
35800
um 205000
a IO5OOO
libra 15000
a 160
alqueire" 400
proeajra eese espirito errneo desvarar o bom seo-1
rev a eimola por nm preeetio aamelbaoie : I o da a. popalafao catbolicaHl) IA Bxma. 8ra. D. Joa^baUabei PireeaVibo.
vene nar.
Reo-he dtoberr ea rota corrente e a
praetrilxo.
Saca 4 f pr*o ohre aa tfM
pnB-jiHaes to Ewrop. a areneras na Ba-
|tta, Btoiws-Ayres, >ownito. Kew-York
eNeaMifteao*, e nauta caria oa radia,
ara m ioeacace Uwarai.
Urpo frtntmrmht* a* ?.
'
Gomma.........
Ipecacuanha (raia). .
Jacaranda (cos-ueira). .
L.'uia em acbas.....
de mangan em toros .
Linhas e esletos......
Mel ou melaco......
Milho.........
Osos.........
Pama de carnauba. ....
Papagaios......,.
Pao Brasil........
dem do jangada......
Peenuijr........
Podras de amolar.....
dem de filtrar N. .
dem de rebolo......
ivna- do ema......
Piassava........
Pontas. ou chifres de vaccas ou
novilhos.......cento
Pranchoes de amarello de dous
costados,........
(dem de louro......
Rap ...
Sabao.........
Sal
Salsa parrilba .
S>yalo* de conro
Sebo em rama
dem em velas
Sola em vaqueta .
Tabeas de amarello .
t diversas .... .
Tapiocas ....
Talajuba ....
Travs......
Unhas d boi ...
Vasseuras de piassava.
Ditas de timb .
Ditas de carnauba
Vinagre......
Aifendega de Peroamboco, 18 da fevereiro d
I88
Asignado. O i.' temknm, Manoe Caldas
Barreta.
O I e.^ifereatf3, Curro Brasttmro de Mello.
Anprovo-Alfaode;.) t*eVfcvereKO Oe Ur.a\
A Rula**
Omt>mn. O SPaMlfMMHa) Myelio Man-
dm Pestaa.
RECEBEDORIA PE RENDAS INTFRNAS
GERAE8
Randiroenlo do dia 1 a 14.......... 5! 8?5OT
dem do da 13................. 1:7^647
tranco.
arres*
P"
arroba
>
uma
duza
a
arroba
quintal
nma
cento
>
a
>
caada
3O5OOO
800
65000
74000
15500
1405000
871000
35000
25000
6500
380
ioioto
85000
65400
800
2*564524-
CONSLADO PROVINCIAL
Renimeuto do da i a la....... f5:2559l2
Ideo dtiialS............... 13.8015HI
7:06I5023
V Barcelona e Malaga 73 das do prunelro, e 37 do
segundo, bii^ue h-spaun i| Mana Ihsa, de 178
toneladas, capilo Cayteaoo Herirn, pompagem
13, carga vlnho e outro* gneros; a Maury Ro-
magueira & C. ^
Rio r!e Janano 19 das, barra Iogleza layola,ae
333 toneladas, epitao W. P. Herdman rqipa-
' m II, CGm lastra; a Mauy Rornagoetra
&C
Macei10 dias, bite brasileiro Rosa, de 30 ic-
netadas. cap lo A. '1 lljrges Tanharoba, eu,ol-
pa.'.fi. \, carga imibo e arroz; o mesmo cap-
lao.
N^w York, S. Tnomaz e Para'23 dias do primei-
ro e 6 do segundo, vapor .mericano erremack,
de 2199 1) iela un, c immandaole L. F. Teumar-
man, ei)iiloagem CO, caiga dilfcreutes gneros;
a iLnry F^r-ier & C.
Aai'ioi satndjs no mesmo da.
Valparasobar>a logrt* Rozamund, capllo Hen-
ry Brr.wo, carga aburar
Mirse'Hebrigae Ingi.? Eattern Slarr, capllo L
Corroesh, cana UQP(.
G^yannavapir brasilelro l'jr.ihyba, commanditi-
le Vello.
Araraeu e porto* Inte'medios vapor brasileiro
Ipojuca. coromanianie J. 1. Martios.
Rio Oh-Janeiro e Bb'avapor americano Herr-
mack. ci-mmandant- L F. Tenmermun.
Liverpo Ivap.ir ing'ea Cuy of Buenos Ayres, ea-
pila Peiley, carga a me.-ma une Irouie du Rie
de Jane ro.
Navios entrados no da IS.
Araeatv-7 das, imi- brasiiciru ATopo Invencivil,,
O -Vi i o -I i'i., ra.Otj Joa'ionu A. r Figuei-
redo, equipagem 6, carga atgod e oniroa ge-
nros.
Acara. e portos Inlermrdioj7 rijas, a do oltlroo
potlo i horas, vap.ir nacional Ptrapama de 312
t-n-ladas, commandatiie A. G. Tuires, equipz-
Bjean 34, a comoanhia Peinamnorana.
Rio de JaiiHiro-27 mas, barca porl. gera Lydia,
de 41H t.n^ladas, opilan Joaquim da Silv Tal*
lera, enoioagem 15 carga caf e ontros gne-
ros ; a B-I.hr 4 O "vena.
Navios sabidos no mesma dio.
Rio da I'raia barca nacumal Am>sade, eapilo
J''.s Ferreira Piolo, carga assucar a agur-
denle.'
Marseillebrigae russo Aalto, eapilo John Petrel,
c Rio de Janeiro a pnri>> intermediospatacho hes-
panbol Voluntario Catatan, capnio Jayme Fer-
r r. carga carne.
Rio Por irosovapor brasileiro J/amwnjiuaBtf, com
maodaote Cuela.
Observando.
Funie ti no lamart inua buea i'd?lea, mas
Qo levo coaimnoL'a;ao cum a trra al meio dia.
!.,-JJJl.....JJLULU
car
EDITAES.
---------------------------------------. '*
Da rrlem do Itlm. Sr. Dr. ehefa de pdieia
fac publicar para cunhecimenio oe quem lole-
resr p-DSsa, os artigo* ab Ixo iranscnpt das
posturss ronnlcipaea d 12 Ca ft-vereiro de 1664, a
do regolameoto policial de i da f-vrreiro do 1855.
Postar* moaidpsee.
Arl. 1.a Pica prohibid) neHe menicipio o brin*
quedo de entrudo com asna, por qoalqaer roaoeira
qoe se empregae : os wifiactorea pagarao a Bolla
de I'5 "Uo das de prisao.
Ari. 1* Fica pnhlhida a venda de lisias Ce
rheiro ; os infractores, alm de as perder, pagarao
45 de molla.
Regula ment policial.
E' exprassameo-* prohibido a. jogo de entrada
com agaa, limas de a-tro, tintas, lama, fractas
podre e r.ulro qaalqoer objeelo.
Os mascar.- ua tdnm usar de caracteres alio*
sivos a reiigiio, -a (rassoes designadas.
Os escravos nio t!"io usar Ce roaaeara.
As armas dos mascaras serio de papelao oo ma-
delra frgil. ....
0 mascaras por o^easiao do earnaval s |lam
transitar petas ras a oi h'iras da oolte.
Nio ae permita laier pergnaia, oa iravar coa.
var*fdes com os ma-raras qoe oao sejaro deten-
tes ; assiu como procurar descobrir o segtedo Cas
mascara*.
Serio ponidas os mscaras qoe pratieare acta
iadecenles, oo provoer>-rD r'iaa.
Secretaria da polica de Peroamboco, 12 de fe-
vereiro de 1868.
O spc-alario,
Eduardo de Barros Falco de Laeerda.
O Dr. Trisin de Atencar Araripe, (.fflcial da impe-
rial ordem da Ro-a, a bis especial da eomroer
co ne-ta cida'1 do Renfe da Pernaabnco por
Sua M'g.'iao'e Imperial te.
Paeo sab-r ana que o prasan'e edital virem a
delte B'-licia tivarem qua pnr asta jono pender
ons aotos de a\ oeio da sanianea Ca bario Ca
Rere Oca costra D. Anua M*ria Monlr e ooiro*. E
tendo se fallo n pnb ra am rtlnhairo parlaoraola
a exerniada D Arma Marta Sfonix (ora palo snlle.
tad.^r knacio Barr. so da Mallo, pro-orador do e-
qoerte failo o reqoertmeotn *a s-gomia termo :
Aos 19 de de-taoUiro de 18*7. am pnblice an-
uencia que aos felos a Drle derm o Dr. laitea-
pecial djciimnnrrio Triaro ia Asnear ir>rt|.#
nella pelo solicitad, r lnacln Barroso de Mella,
procurador one o estroo ser do eieqoenia o bario
di Bemlira, f6> arrasad prtbor faia em di-
nhei-jpeTl'Oc.iite a evrrutada e i-equeran noe
tira-i i assigna<*. s os sais Cas da h-i a peahiira M.
ta e dz os credores inaerln, ia-sanoo-a ed-laa-t
o qua otivnloo jon hove a peh<.ra pnr feju e >r.
cusada-" os sets dia* da lai p>.r a-signado a lam-
f.em os dei aos. cred.ia* lorait, a mais pir de
fernl', derois Ce mandar apiag. sr palo poitetro
dos auditorios qne-' fet na forma Ce astjl, da qae
6i o prsenle <- trahido de prohiei.lln das aartien-
cas a qoe Juotai preeaioria a terne 6a penouf a
qua gegoe:
Bu arondino Riioduro da Cuaha aserivao jara-
mentado o asrrev.
Ea Manoel Mana Rodrigues de Kaseimealo as-
erlvo o sobsetevi. ^
Per forca do meu despacho o ewnvio fes paasar

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la* JNftttUMM M#**4a felra 19 fe Fe*ereft> W /.
in8SytL2u,,f,,*l50,0 belpJ AM"oPirHFerwlrf, Aatonla Sorlaao do Rt-
fanVLZl ""'*? :da ?'U "eoidi go Barros. Domio* Jos de Castro P 311, Frao-
a!,^^^.O9SU,*0I,) *Mro do ladi- ris<* Delfloo da Sirva, Joio da Ailas MaeSado
n ?. w 8 *llear,'n>-0 lie 'or de jostra. IFeroandoi, Manoel Jos da Agolar & C-, Dr. Pe-
m.nH i q ,gM ,0 co*<**'> de todas aro Affooso de Mello, SJollaoo L. Tenorio,
nundet passar o presente que sera publicado pela ________________*___^-__
19 de detembro de 1867. AYKlK MI^La^Hrl?
Ea Maooel Mari Rodrigo do Nascimento, ei- AflftP* JfflunwJ
envi, o nbjcfeTi.
Tristao de Alencar Araripe.
BECliaAgOES.
COMPAflHIA BRASILEIRA
BE
PAQUETES A VAPOR
Censilai U Anslria em peroambift.
Deseja-ss p'este consulaiio noticias de
Eduardo Medlpger, natural de Vierma d'Aus-
tria, de 20 finos do idade e sabido da Eu-
ropa para 6 Brasil em 1805, e roga-se por- .
de as transmittirem este consolado na ra J
A Salsaparilha
ra a*JJ6rt^ratUoal d
Eacrofolas, ulceras, chafas, fer-
idas velhaj, melestias srpMl-
iticos, e mercorir.es, Enfeimi-
dadei das mulheres, tomo re-
telo, voenstro doloroso, tcer-.
acao do tero, e flores branca.
A lTovralgia, ConvnlsSas, Ery
ipelas, Knermi'Jades Cotaaeaa,
borbilias, nascidn, etc.
O mfrnrto composto de SAtSAPAlilLIA, confcccion-
H*os e altti-nrtos conhetldos n medicina; ornpcsro segundo
Dos aorios do sal esperado
ate* o da ti do rorrete om doe
vapores da companhia, o qual de-
pois da demora do costme se-
guir' para os ponos do norte.
le ja se receben passageiros e engaja-se a i ** Icl* da **!'>. npprovado c rceotwao pelos priraciro
medica dos Estados CnWo, da Amrica do Snl, do 3Icxloo,
das Indias e dos principaes Estidos^n Drona.
da Cruz n. 5S.
I. Th. Freifs
cnsul intirino.
Inspecco arsenal de raj-iatia
Faz se publico que a cnmmisso de peritos exa-
minando na firma determinada no regolameoto
anneto ae decreto n. 1344 de 5 de- fevereiro de
1854, o casco, machina, cal leiras, appsrelhn, nrn-
treac \ veame, amarras e ancoras do vapor Sla-
msuguape da Coinpaohia PernarobueaBa de nave-
gacau custelra, acbon todos esses objeetos em su-
do de poder o vapor oavpgar.
Iosoeogao do atseoal de marieha de Peraambaco
14 de f svereiro de 186S
O inspector,
H. A. Barbosa de Almelda.
das a diobiro a frete at ao dia da soa sabida as
2 boras. Previne-se aosSrs. passageiros qoe suas
passageos s ae recebem aesta agencia roa da
Crot o. 57, prineiro andar, rseriptorlo de Anto-
nio Luir, de Olivaira Atevedo & C.
coariMii BuisiLEial
DI
Paquetes a vapor
E' esperado dos portos do norte
al o dia 28 de fevereiro o vapor
Guar, eommandante o prI metro
tenente Pedro Hyppollto Dnarte,
o qual depuis da demora do cos-
tme seguir' para os portos do snl.
Recebem se desde ja passageiros e eogajase a
carga que o vapor ooder conduiir a qual devora*
ser embarcada no di* de soa cfcegada, encommen-
ds e dinhetro a frete at o dia da sabida as 5
I horas. Previoe-se aos Srs. passageiros que snas
passagens s se recebem Beata agencia ra da
Arsenal de guerra de Per-
IlHlli IJLlOv
De ordem do Illm. Sr. coronel director, convid.% a^edo ^SCcnplorO de Ab,08o Lail de 0"*"
ParaailhadeS7Miguel
se as pessoas qoe se qoizerem eocarregar do sur-
rimento de sola para o* trabalhos da oflicina de
eorreeiros, a apresen'.ar-se oo dia 21 do correte,
cela? 10 horas da maohaa. na sala da directora
com toas propost>s em cartas fchalas, declaran-
do aellas o prej porqoe Itie conm Surrar cada
meio de sola.
Arsenal de gnerra de Perosmbnco, em 15 de fe-
vereiro de 18t 8.
OwcrlpiursTlo.
Jo- Alfredo d Cirvalho.
Santa Uasa i Misericordia
do Recife.
Pela secretaria da S. na Ca^a da Misericordia
do Recife se convida de ordem da Illma. Junta ad-
miohtrauva a todos os propnelanos de predios a
ra da Rod, edificados em terreno foreinou-
ti'ora a' Francisco I/ns Pies Rarrelo e bcji a
mesma Santa Casa pjr doacao que the 6iera, pma
qoe no praio de M dis veoham pacar os foros
qoe se acnam a derer de duos lerrenos, sob peoa
de se proceder a tal cobracc^ judicial .ente.
Srcretana da Santa Caa da Misericordia do.Re-
eife. l*i ds fevereiro de 1868.
O escrivSo,
Pedro Rodrigues de Scuta.
Santa Casa da Misericords
do Recife,
Allma.janta administrativa da Santa Casa di
Misericordia do Recife oaciia farer publico qu
na salado suassessoes, |ao dia 20 do crrente pe-
las \ boras da tarde tem da ser arreaaud a
quem mais van'ageus offareeer pelo teaipo de uro
a tres annos as reodas dos predios em seguida
declarados:
Estabelecimenlss 4e acidade.
Ra do Padre Floriano.
Casa terrea n. 17.......186J000
Ra larga do Rosario.
Terceiro andar do sobrado n. 2' 301000
Rea da kjoeda.
Primeiro andar do sobrado n. 37 9S5P00
Segando andar dem...... V^QUO
Patr)m*D!G de orphos
Roa do Padre Floriano.
Casa terrea n. G'J.......mjOOO
Rna di Csd-ia do Itecife.
Sobrado de ata radar n. 63 2.-001 #009
Ra do Vicario.
Primeiro andar do sobrado n. 27 181*000
Roa do Pilar."
Casa terrea n. 104......180*000
Casa terrea o. y. ...... ZooJUkjO
IdMnn.94.........101*000
bino n. 5 no b'orno da (\s.\. 15(1*001'
As arrouiatacoes sarao toas pelo tempo de uia
a tres annos, oeve.odj os lidiante vlrem acom-
paahados de seus fiadores ou muaidos dt carta:-
desies.
Secretaria da Sinta Casa da Misericordia
Recife 13 de Janeiro de 1837.
O escrivao,
___________ Pedro Rodrigues da Soora
segu com muita brevidade a escuna portugurca
Olivetra, para o resto da carga e passageiros, para
o que tena excellenie comroodos, traa-se com Cao-
, dido AfJuno Jnoinr, ru> do Apollo 6. 22
Ti PARA 0 PORTO
Yai sanir d presente semana o brlgue Boa F
para o resto da carga traase com Carvalho No-
guelra. na roa do Opot n. 20
Pra7o Porto!
Segoe em poneos dias a b^rca porioiraeza 2Vopo
Silencio por ter a maior parte de sua carga promp-
ta, para o restante e passageiros, para o que offe
rece encllenles comroodos, irata-se com Ollveira'
Filhos & C, no largo do Carpa Santo d. 19, ou
cora o capito na Pra^a do Cotumercio.
Porto
Para o reendo porto pretende sabir com a p
sivel brevidade o patacho poriogut-z Gaiibaldi, re-
cebe carga a frete : a tratar com David Ferreira
Dallar, tua do Bram n. 66, oo a bordo com o ca-
pitao.
Para Lisboa
Vai sahir em pooers dis a barca pprtognea
Nova Mananta, por ler grande parte da >ua car-
ga prompia, para o restante e passagniros traia-se
coro Oliveira PUbos & C, l-rgo dj Corpo Santo o.
19 ou com o capiap na praca do commercio.
A SALSAPAftlLHA de AYER c esjlecialhKnte efflcaz na
enr das moleatlas qno tem saa orlgem na c*m>fliln, na
infoeeail vtueren, no uso oxeessiro do mercurio ou em n*iucr
Impureza do Sanghe.
Entre tedas as molestia!, a urna mais tmlTOra.1 c terrlvel do que a e*rrf,tUi porst
So tao deslxuctlva, porein 6 a. cauro prlnshMl de multas en>
rermidades que nao lUc slo geralmente atrribuldas.
E nmn enusa directa da Ihlnt ptilmonm- do mnl do
flan*", c-emmnagv, jfe. a Ho tnOro, Jt/ieiimlUtnu
e affecrot, ,Us nin: eaU-o seos ymptomas ha os seguales
-Falta de apetito, Fraqueza c moloza era todo corpo; Jlo
clrelro da boca, semblante plido e rneliado, tto vezes d'uma
alrura transparente, ontrns rejos eorado e flmsnllo no redor
da boca; Dlgcsto fraca c opetho Irregular; Vtnlrc incoado
e evaeaaliu irregular Quando ataca os plmocs nma cor
azulada mostra-se a roda dos olho*, qHando i no estomago _
io avcrmellin dos, as pessoas do dlspos^io esero!"u!o
apparecem freqoentemente crwpjes nnpelle da rabota c ontras
partes do corpo ; sao predispastas as ffteipa dos palmles, do
Jtgado, des rius c dos orgaos digestivos c uterinos. Portante,
nao sao somentcaimcllea qne padece dnsTormas uteerout
e tuba-rulotas da escrfula que necessllam de proteeea
contra os sena estragos; todos nqueHes em cajo sanguc existe
o viras Intente dwte terrlrel flagcflo fe as vezes 0 lierediarioi,
estao expostos tambem a soflrer das ennrmidadss que ee
causa.
j.?^M'mos ? est"s P^Eoas un abrteo seguro c nm anti-
doto efflcaz eontra esta molestia c etias oonsequencias, na
Salsaparilha de Ayer
que opera directamente sobre o sangne, purllienndo-e e-ex-
jHilsnndo (Wlc a cnrruplio c o veueno da molcstls: penetra
todas as partes10 (ortos es orgaos do corpo humano, Ihrnndo-
oa da na neeao viciada e inspiraiido-lhes novo vigor. E'om
uuerau/c poderosissimo para u renovaco do siingue, c dii oo
corpo ja onrraquecifio' pola docuea forja e energa renovadas
oohioasUa jnveutndc.
TAXJiEX O JUET,JTOn ASTI.STFBJI.ITICO
CONUECIBOI
oam permnnetrmentc pelores formas de SYPHII.rS e as
suas onnsvqiienciui. Pouca necossidnde lia de informar o pao.
l.co do incstimavel valor do um remedio que, como este. lirra
o sangu deesa corrujijao e arrebata n rlotlmn das gunM de
urna iiotc lema e IgnomlnToa, poK-iu lucvttavcl se o "mal
nao 6 logo courfKit'.do com energa.
KSo pretendimos promulgar, nem qnci-emos que se luir
que este remedio i:if ilUvi-1 para a fura de todos os ideci-
mentos bumauos, o que dizemos c que a
Sals.iparilka de Ayer
a mc/Aor nrenarncio at hoje deseeberta para estas e ontras
molestia anlogas, que 0 urna comblnaso dos alterantes
innls cfonzes eonhecidos, e que temos ronsclencla de offerecer
so publico o mvllior reanltado que possivcl produzir, da
Intelligeui-ia e pericia medica dos nossos lempos.
que poMivel produzir, da inteligencia e
pericia medica dos nossos tempos.
RfillWe DE \Yfil PA1A SEZOIS
mama na fakrw ia'araiteatn, rmiteatei,
rea .c|m e lerrli, nal de I jad,
**irtt dt be, ccjnfiri. Bar ios
auviiUi palpiifiea, quaido sia
canuda pela -
Pimsi liirERHITIltTL<( M IEXITKNTES
As preparacSeste Dn. Aifn lOTendidi
O tedas Butica8 e Drocarias do im-!
peno. 8
,' SEZOES
", hfcrea laUrroiioate?, rnileiC-s
amasan, friteperaiee^a inlamtnatoria,
todas tendo sua origen na me:ma causa e
ndo os meamos efTeitos, porm em;
rao aurrente de iotensidade, iiecessitam'
ao mevmo iraiamenio.
X cania acta-se bos eflluvios contagiosos
que fe de*prenden da vegetarla podre
CwWBlro j r< iIIDrc0
No ej^, de 8anlo Amaro i, casa terrea coa .. >U Hl> w '"
SM^tjg,TMn bomm-* Meu Ghrfeto nunca s J10
Os Ttitflibrts medicas do disto.
mizreceitam a mhA-p^rn-l^S^M^^^rA^
lliaro r. Ayer para toda a efc,d! ',*i,uijkmh appncada ao>
qualidade l ^okna cm *=!**!!?-.**""
veem de impurezas %no san-
oue,%
CASA
Aloga-se coro mallos eotnmodos para familia,
ni roa da Concordia b. 6, a tbav.. esta' em baixo
na taberna : a lrUr na ra Dlretta o. 90. ori-
meiro andar.
J 5#00
Fogio no da 25 do correte mex de oufnbro, do
o"?!..h.L,_IDoe'ro' ,reSei' da Ecada o ecravo
eabra
pou-
cara bexi-
raspar o bi
dos patit?nos das aeuas enrhari'a^a C Pr,B1e,C0. C0ID m seguinles slgoaes :
un vnenr. .,hi;icB;mJ! eoCDdrcatlas. h Co alio, com bom corpo, boniu 8gor,
zhlJZ i l' SS,m ,nsed,08 a" P. barba penco serrada, co.iuma r.
dusorve pelos pumoes e penetra no san- Bode e a pelra, cabellos om tanto carp"iohads
ga, Oeaorte que a fDO'rPstia vi-zesacumu-!om_p?co ****> c,w. '"Rumas stcairizes velbas de'
l'-se por muito tempo no sysiema ante, de
ffr sentir-se.
Ecte veneuo tfllufial, qoe o sangue rece-
be pelos pulojes, opera naa e.oes da toa
rnieto n3s covtas, n'om pa s n'uro brago, levoo
c-rotsa de aleodao-da mala, calca e paletot d brim
pardo, chapeo di beu preto, leva *ara de car-
. relro, que e suponho ter ido seolar praca como
. votoniario ; ftj rocooirado no brujo de Fugunde-
i segulndo por Carlri. Recororoenda se as pessoas
autoridades
E 7^alB SU? 'i160" rriUC8 n ^-.rre.ada. do
, 1*:0DCerrar ,oJo Sangeo corpo policiaes, com especuiidade ts doRio Pcrmoso
IOS excietarios internos,o flgado. OS Una, Agua Preta, .. Bento e'P.-no Cito e a on-
rns, O pncreas, o baco, O estomago e OS I iM 9a*l(*WT P*oaa appretiencio do dito eera-
pulnees.-a|gUn, dos qu-es ou lodos elle S*cXmmH r7WebgtD^' qW> *"*
sao amoiitoaoos do sangue retirado da super-
ficie do corpo ; eis a causa dd ieiuodo kbio.
A febbe causada pola reaeco, qaando
o sangue abandona os excretorios internos
e arroja se superficie, como n'un outro
estoico violento para expulsar o veneno a-
travez do outro excreto!o chamado
iiikhs.
JUIlj t
De 3 casas terreas novas sendo urna com sotSo.
eIllicadas em cilios proprios, na estrada do En-
einameoto perto da estadio dos triihos urbanas
e coro ierren >* o lado.
Terct-feira 18 do fevereiro as II horas..
Por lalarreBeio do agente Piolo em seu escrip-
torio a ra da ijruz o. 38.
BE1EDI0 DE AYES PARA SEZOES
Infalircl naa febros intennittentos, remiltentos,
Foteros Biliosas e tercia, mal do filt.iclo, in-
cremento do baco, cesueira. Dr noa
ouvidoa o palpitases, guando
sao causados polos
FEBEES INTEKMITTENTES, OU EEMITTNTIS.
As preparacoes de De. Ayer so vendijas era todas M
Boticas e Drogaras do Imperio.
do| O
O toase:ti'i .e oaipras do arsenal de guerra
precisa comprar o siguite :
uto excelfeBle terreno perlo da
cidrtile
Terca-feira 18 de fevereiro.
agente Pinto levara' a -reilo precedida a
competeoie autnrisago.um escellente terreno eom
230 oalmos de frente na estrada do Mnoguinho e
325 de fondo na da Pa-rgem da Magdalena a li-
mitar com o sitio da C*p-ll!nb>, afsitn como 160
pa'iros de ierra.com a frente pra a Estancia, ha-
Qiinientts rosdidu o a da? mil garrafas de *' DI,o grande plantacu re capim, e duas meias
azeite de carrapalo, dez mil lijlos de ladriloo,
duas espadas c.iru oinna d'aco, vinte e nina nra-
?a de cabo de lia! de tres o meia pollegada?, do-
xa bracas de dito do 3 pollegadas urna pega de di-
to de urna e rnnia p^li-gda, urna laRierpa de
sombra, cincuenta girraUs de lima injilez i.
As peisoas que quizerain vender ditjj arligos
apr.sentem snas pripostis na sala do conselbo as
11 horas do da 17 do correte.
aguas de pedra e caf, cojo reodiroento de 6105.
annual. O leiiaosera'efl->ctuado as 11 horas uo
dia cima dito, em sen escriptorio ra da Crur
n. 83, onde poderao os pretendentes obter qual
quer infurmagaj a respeito.
IHcJtl
iE
Crirodrt^n8raS d arS8Qal d 6Clera' W m* mbilla d0 amarel, a Loiz XV> P""J
de f jvereiro de 1-368
,uso,4 gmrda roupa deamaralh u M. I. Jteome da Veig P. e Mello, novo, na,, pm'raja"irir draaVe,'"dTverj08 Jar".
Coronel presldeote.
Francisco de Paul* G>ncalve3 da Silva.
Secretario.
Pela seodtaria da amara municipal desta
Crda'e se faz publico para coohecimemo de quem
interessar pos;a, qui a rae-imi caroara principia
a saa pnmelra sessao ordinaria desle aooo. no da
19 do corrale.
Sr-c-etaria da cmara municipal do Recife, 11
- de (evereiro de 1863.
O secretario,
Franciso Gtnuio 1 Boa-viage^.
Santa Casa de Misericordia
do Recife.
Pela secretarla da Santa Casa da Misericordia dn
Recife se convida ao? parent-s dos meoo-es abairrr
daclarado, para que- os vonbam lirar do edlegio
dos or pilaos, visto ja* terem o? mesraos c impletado
a iddede ti anDas, como dispe o respeciivj re
gulameoto.
* J-is Gome? de Meaetes.
- 2 J>aquim ?oacto da Crui Dias.
. 3 Jesuioo Maximiatio Pcrreira dos San'os.
4 Beroardo Jo^ de Araojo.
5 J i5o Saroual da t;n-ta, ,
6 Sernetrio Xestor Ma-hado Freirp.
Secretaria di S.qu Cisa do Misericordia do
Recite, 14 do fevereiro da 186H.
O escrivao,
t Pedro Rodrigues de Sonta.
O Illm. Sr. iu?pect-j7'da"th7souraria de fa-
zenda de Pnruambuco minda fter Donllco qoe
ero>>riude da ordem do ihesonro da 6 desta me2
acoa-se aotorijado para coatlooar a vender' apo
fces da drvida'vab'lct no crreme sime.tre pelo
prego de 88 por ceato.
As pessoa? a quem mteressardevero dirigirse
a referida tbesourarla.
Secretaria da tbesourarla de fiienda de Per-
aambaco 1S de fevereiro de 1863.
O offlcial-malor,
Maooel Mamede da Silva Costa.
Consolad) provincial
Pela mesa do consolado provincial *e faz publi-
co que no dia 22 do rorrete mez Ooda-se o prazo
marcado para a cobraaca a boca do cofre dos Im
posl is ananaeiad i8 por edital desta repartico de
13 do mez Ando, perteat-eutes ao exerecio cor-
rete de 1867- a 6 <, e que liaam sogeitos a multa
de 6 i. todo os impostos qna torea jjagos depois
desse da.
Mesa do consulado provincial 6 de evereiro de
1868.
Praoeisco Amintflas de Garvatho Mowj
ros oara eoMte de sala?, mesas redonda, condol-
i?, duas duzas de cadeira$ de aroarello nova*,
aparelnos de porcelana para aim-co, uu dilo para
jaotar, copos, candelabro?, lanterrns e outros mul-
los ebjeoto? que estaro a vista djs concur-
ren tesi
Terca-feira 18 do enrrente
O agente Marims fara' leilao sea reserva de
prego, no armazem da ra do Imperador o. 16 a*
il huirs em ponto.
n
roa
b
grande casa ierren
Angosta o. 41
O geme Pontiat, competent-roeDle antonsado
vender era leilao uro r^a terrea sita a roa Au-
gu?ta o. 41, a qual tem 2 grandes salas, 2 ceb'e
t"s, 3 quario?, orredor tadepende.te, quintal mo-
rado e cacimba.
Qoinia-feira 20 do correte.
O" lelo sera' efTecla-tdo o arroazem do mesmo
agente, a ra da Cruz a. 62, i andar, as 11 h
horas.
O- senh^res licitantes podero examinar a ca?a
eeoljodert-m se coa o din agente no ciso de
qaererem algum esclarecimealo a respeito.
Coireio geral
BelanSo' das cartos re^fstrads viadas do sal t>e'o
vapor Mlez Tujwani.it, para o senberes abai-
io declarados :
Dr. Aprigio Jastinlano da Silva Guimares (tj,
?

CURSO NOTURNO
DE
LTNGUA FRANCEZ1
para as pessoas do commercio, que dese-
jan fallar e escrover esta lingua:
FRITO pon
Jofl Soares de Azvedo
das 8 as 9 hars da noite
___ Dirigir-se ra Bella n. 37.
PARA
Molestias syphihticds
TOE A
afda/iairt&a e/e
Srfvei.
y
M
VA/S*
Precisase de nma ama para engommar
roa do Trapiche d. 16,3 andar.
na
Ama
Na rna dt Cadaia o. 80 precisa-se de ama ama
pafa coslnbar.
SALSAPARRILHA DE AYER
Para a cora roctl 4e
Eicrofulas, ulceras, chagas, feridas velbas,
molestia sibiltica-, e mcrcuri.,J?, eufer-
midade das mulheros, eom Pateco, mons-
tro doloroso, ulceracao do tero, e flores
hrancas. A neuralgia, C'invulgoes, erysi-
pelas, enfermidades cutaocas, borhulhas.
nascidas, etc.
O extracto comporto de salsaparrdln, coa
fecionado peto Dr. Ayer, 6 um i combina-
Co dos mc!f:ores depurativos e alteran-
tes conbecidos medicini; 6 fomp.sto
segundo s leis da sciencia, a: provado e
receita.lo pal..;! prkneir< s mediros dos E-
tados-Uuidns, da Atcerici do Sul, do Maxi-
o, das Indias, e dos principaes estados da
Europa.
A salsaparrilha de AjMr. esierialmente
eficaz na cura das ru estiss que tem sua
origiim na escrfula, na nfeccifl enerea,
no uso excessivo do mercurio ou en qujl-
qiier impureza, do sangue.
Entre todas as molestias que affligem
o genero humano, n^u ha timi urais univer-
sal e terrivel do qiirt a rscroftite, por si n5o
tao des.ruitiva, poram a ansa principal
de muitas enfrrmidides jue nao he sao g-
ralmen,eattrbuidas.
urna causa directa da tsica pulmonar
do MiflJ do figado. e estomago, nffecedes d
cerebro, rheumatismo eaffucrdes dosrins: ea-
tre seus syrapioiias haesseyuinis; Fa ta
de apetite, fiaiueta ejnolezt omtodo corpo;
ma t heiro da bocea, semb unl> plido e incha-
do, s vez tras vez-s carado e amarei'o au redor da boc-
ea, ; riige?taj fraca c apetite irregular,; ven-
ira i ochado e evacuaclo' irregular; quando
ataca os pu'mes urna cor azulada mostra-
se a roda dos o k, quando no .estomago
sao avermelhados, as pessoas de disposicao
escrofulosa apparecern frequanlementOrH/?-
coa na pelle da cabeca e entras partes do
porpo; fiopro lisi'tas saffeccdmiimjntl-
mes, do figulo, dos ns, e dos orSos di-
gestivo e uterino. Por tanto, nao so semen-
t aquftlle-* que padee m das formas ulcero-
sas e lurberculcsas da escrfula quo neces-
siamde protec-^o contra os seos estragos;
todos aquelles era cuto sangue existe o vim
latente deste terrvel fiag.llo (e 4s vezas 6
hereditario; estSn c.\postus tamnem a so-
flrer das enferraidad-'s que elle caua.
Offerecemos a e^tas pessoas un abrigo
seguro a un antidoto efficaz contra esta
molestia suas coseflnnjiS, na
Mal>:iprVlliia rte Ayer
que opera directamente sobre o sangue, pu-
rtfican 70-o e expulsando delle a corrupgo
e o veneno da molestia : penetra todas as
pites e todos os orgaos do corpo humano
livrapdo-os da sua accn viciada e in9pirtrn^;
do-lhes.neY' *gor. E' um alterante pode-
roM;simopara renovacao do sangue, ed ao
corpo-ja Cifiaiuecido pela dienta fjrga e
energa renovadas como as da jufentude.
E' TAMBEM O MEI.H'lft ANTt SYPfHLITIO
L.\H'.l.lOU
cura permaneomente as peiores formas d
simpbilis e as suas consqoencias. Pouca
ne(ssidaJe ha do ittforittjr o publico do
iaestimavel valor de om remedio que, como
e?te, lvra o sangne dewa corrupclo, arre-
bata a victi na das garras de urna m.re rea-
ta e ignominiosa, porm ineviuvel s o
mu nao lago combatnJo com energa.
Kio preteTffrfjpos promulgar, ncm quere-
nos que se infira que steremedio infalli-
vel para a cura de to tos os. Badecinatitos ba-
nanos, o qnd dizemos que a
nataaparrllba de Ayer
a melhor preparado at boje desoorberta
para estas e outras molestias saatogCB, be
urna cenbioaco dos- alaeraBtei mais y-
cazes conbecidos, e qoe temos co'oscie
da offerecer ao publico o meihor resolHiTJo
to p..uco co segu a natureza neste segun-
do eforco cmo no primeiro.
Depois segu o desmaio e proslra3o qoe
oaturlmente succede s grandes agdacoes,
e o malmeto do nosso organismo o faz aban-
donar a tentativa t que, recobradas as tor-
cas, renova no outro dia a lula de-esperada.
E evidente, pois, que qualquer remedio
desuado a curar esta molestia, deve des-
tror este veneno no sangue, ou arroja-!o
lora delle. A preparagao que aqu oficre-
cemos ao publico, se fr empregada segun-
do as nossas direc d'ces, esiirfirjlando os grandes excretnos
internos o flgado, o bzce, e os rins a
separar do sangue o veneno offensivo e ar-
roj-to do corpo.
Tem-fe offere do moitos remedios para
cura destas molestias, porm ou nio teem
sido bastante efficazes ou teem produzido ef-
eitos prejud'ca s sande em gcral.
A quina, ainda que seja o grande recu/so.
Desappareceu boolera 13 do crreme, do
engenho Paraito fregu>na da Escad, o escravo
mualo Joaquina; snppSa-se qoe veio para esta ci-
oade d'onde natural, para asseniar praga e se-
guir para o sul. Pede-ae ;g autoridades policia s,
aos capues de carado, ou a qualquer pt-ssoa a'
apreheusao do dilo ejeravo, e leva lo ao dilo en-
pelle ; Pnh0 > f" seohor, u na ra do Imperador o
77, andar, salla do lado do Caes 22 te novem-
bro, qnesera' recompensado.
Agencia de" pasaportes e
portrias
Claodino do R^go Lima, despachante de passa
portes e portaras, fram us para deutro e fra do
iroperh, por pommcdj pregj e presida : na ra
da Praia n. 47, 1 andar.
Pede se aoseohcr pafgigerro que irooxe orna
carta para Manuel Perelra Leooe, e a soiregou no
arroazem o. 1J na rioeira do Peixe, e vlnda do Rio
de Janeiro pato vap,-r Guata, en rado em 10 dd
correla evereiro, o obsequio de aoparecer no
mesmo armazern. qne mano se Ihe dsela falur.
Precisa se de um fen r p,ra trabathar em
ama planta de capiro, em Deberibe ; a tratar na
rlb a costados b*oeticios prestados a seos compa-
tricas aqoi residente!
Gemido da Franqueza.
wmihitm m mm.
B eeasli*.
Josepb A. A. Vo H.ile, fabriCiole bordador de
S. M. o Imperador dn B'ail,4 capelfa Imperial
do Rio de J melro, fabrieaote de ornameatoa da
igreja do Capitulo patriarcal de Lisboa, ele. etc.
Cbegaododo Rio da Prata a do Rio de Janeiro,
e lend de sgnlr bretement* para Prrnambaco,
Para eNwYuik, tem a boora d tferecer a'
ig rejas e a's ordena religiosa e entrarlas desta
erande capital, om macmBca sorlimento de oraa-
roewos iaeros, bordadna a coro a nrata Osa, im-
portames band^iras da Santsima Virgfm do Ro-
tarlo e da Immablad* CtioaeicSt, laieirameats
bordadas a ooro e prata fina toare vtllodo e da-
masco atol, bem como coiraa nailos ornamentos
completos, es mais bellos que tem apparecida aa
America, e que obilveraro os primem.s premio
as graodes expesigdts to Ljodrer, Paria e Bl-
gica.
Off-rece om condigoes mui vaflajosa, e grande
faciiidade n> pagamento.
Oflerecese orna moga de boa eoalacta para
trabalhos de otura em aigoma rasa hooe>ta de
ra< d-sia ou f?roilia, dando-se-ibe o costelo a o ves-
tuario: a traiar aa ra Aoguna o. 21, in adSs aa
roa do Queiraado b. 46-1* andar, aa dirar eom
qoem se trata.
Precisa se comprar om escrito ou nma es-
Sa Vs* i"-3.0B,,n,,,r; Pra* ** ,, roa do Qu-iroado n. 48.
Precisare de um co^inheiru : no pa-
teo do Paraizo n. 2 ou no e*criptorio n. 1
travessa do Vigario.
Alu^a-se
a bem conhecida olaria nv frente ao hospital Pe-
as ora?; a tratar no mesmo
Caraeiro da^Cunhc.
lugar com Amonio
is vezes produz elTeitos desastrosos, e lo- ^ni.c'?m. p,n.'.l,!.li1-eb"f,"e!" por t?rra a t'lrtas
mada em grande quantidade sempre pre-
JH'Jieial i sade.
Entre os males produzidos por ella se eo-
contra diarrhi, dores de caneca, conga**
loes.cerebraes, vertirons, mal do flgado chro-
nico, increnienio do baco, zunioo nos onvi-
dos, cegueita. sorda, d.lTio, somno leibar-
gico, causa tambem dores rbeumalicas c
nevralgiCHs.
0 remedio do Dr. Ayer.
?\n SEZOES
Expulsa o veneno do systema e restitue
a sa e,
Vendo-?e na botica franceza de P. Mau-
rer & C. ra N va n. 25.
lollgiu de s. iii o
0 bacharl .Hawai Barbosa deAraoj.i
avisa a > publico cm eeral e aos paes de
sens aiunni em particular, que amion
soa reudencia pan a rna do Hospicio,
sobrado n. 29 e 88a de hojo em diante
timara' o son rolleglp a deaojMHnflo de
S.Pedro. Outro sim, scientiflca a seu
alom.io<, tan) internos, como externos
qu">, do au 7 do correlo met em diante,
corar girara a fooccioaar todas as aulas
do rrfr-rfl-j eftabelei-iroeotosob a direc
g.o rt i- rne^mTi profesores.
Este no" pi-rm-iici elf L'>ii a, etfto unte os
poderes pblicos de Portugal ds tnteresses portu-
quczj-s no Brasil, >ah|j no da 30 de jjueiro, e
esperado aqu toos o? dus pilo vapor da carreira
de Liverpool, quo devia seguir ds L'sboa no dia
31 do mesro > mer.
Sao srus reda' lores priocipses es tros ministros
de asiado honorarias, o? senhores :
M-iide? Leal.
AotoB<0 fie Serpa.
Jus Silvestre Itibciro. '
Coila mais a redactan os senhores ;
D. G. Nofoeira'Soaras, alu funccimario do mi-
nisterio dos oegocins cslrsngeros de P rtogal.
J. J. Rodrigues de Frailas, lente de escuta poly.
[pchinado Parto, e redactor em chele do Commer-
cio do Porto.
J se v a importancia qun o uovo jornal ba de
vir a ter.
Crovidarrws a colonia portognena a concorrer
com as suas assgnstaras pira um peridico que
ha de honrar o noaic portugoet.
Costa J fortes por aooo] Os portes sao por
cooia Ca tno[ rna.
A'sigaa se na agencia da Amencn rna do Cres-
po n. 2, livrana do Sr. JasK t::eira de Soota.
immwm&
Pi iT.is.ser a um O'iotieiro : oo pateo do
Parain n 28, ou ooeicriptfio iravessa do Viga-
rio n. I.
Alnaa so orna f interno de casa de familia : na roa do Imperador
a. 50.

Precis\-?e de 3:00?-5 sobre hypoTheci de nn>.tr>
casas Ierren.?, dous sitios, om isaln da peixe e
otara p^ra f*ztr tj>Pos : quem qa-ZT-rarc este
negocio d-ya-se a roa da Inraeratru n. |.1. *
Fortsram do sitio u. 19 da Ponte d'cb6a, na
noite do da 3t d? Janeiro, uro relogia de ouro e
correte mui simples; sendo o relogto descober-
tn, fie movinieoto compoasado, e lndo no mostra-
io' a segrate loscripgio-Julio Umlt, Rio de Ja-
neiro : quem o apprabender ou dello souber noli-
tta, | o dfNgir e n roa do Imperador n. 57 pri-
meiro andar, eot'tda pelo Ces de 2i de Novem
br>, oa no sitio cima que seVecompeo-ar. *
Alnga-si eseauuio andar Co snhrad~> n. 50,
da ra das Aguas Yerbos : ra di Crespo n. ),
l>I. _^______________________________________________
Precisa-se alagar uro preto para servigj
de fjtrrtTi.i; tratar ni ra da ttoperatrii n. 'JO.'
PEHDlFlJSE
desde a casa do Sr. Felipp&Nbldham no
Mondego at igreja do Manguinno um an-
nl com um btilhaote, urna cacolea com
dous re.ratos de seohoras e alguus ca-
"tbellos.
Quem acbou estes dous arligos e os qut-
irer ealrcg*r ao sot dono, pode ir casa do
frrrSro S-. Ne'dbeto, ou no largo do Corpo
Santo n. II l9 andar, que ser generosa-
mente gratificado.
Precisa-se fallar com o-, Srs. Franci-co Gomes
da silva Amorim, Antonio G mes da Silva Jomor
e Jos Carreiro da Silva : no e^crlptono de Mar-
ques, Barros $ C, oa praga do Corpo Santo n. 6,
segundo andar.
Casa para alagar
Na roa do Hospicio o. 21
unto.
a tratar no sobrade
Precisa-se de bata ama. profere-se escrava para
co^Dliar e comprar: quetf pretender dlr'jase a
rna do Apollo n. 7, 2. and.ir.
i Vi
fc^Ji
C,:SU
Aluga-se cora rooilos commoios para familia,
na ra Bireita n. 36, a chave esta' em baixo na
aoaru, e tratase ao Heoife ra da Cadeia n. 3.
Criada
Predsa-so dn ums criada forra ou captiva para
casa de pouca familia, qu-i.suba engommar e pa-
ra andar cora umi crunga : a tratar oa roa. lo
Hjaptrn n. 9 mi da Gvlna do R^'ifo n. 27.
<3-jrem qniter oomprar dnos Wm odres, mansos e
fordos pata ewrror^a, e pir prego commodo, diri-
ji ;e a ra di Coaourdia a. 6, qoe achara* cooi
quem tratar___________________
A autlga padaris da Torre, qao tave grande Ir
;uezla quando trabalhava, com todos 03 seus per-
teoces, aifatar na uie-mo.
Prec|s3-;e de um preto csrravo, para todo p
servigo de um botl : na ra larga do Rosario n.
41, hotel ds Borneaos.
Pede-se a Sr. D. atathildes Idina da Fon-
se.-a Pinto,que declara pjr e.'t jornal a so re
sldeoela para ser procuris, a negocio de su iu-
teressa vislo ignorarse aonie reside.
Mttdanca tie domicilio
par causa le eogr.iadecEmeatie
J. BLM
Fabricante de ornamentos de groja.
Previne ao respeitTvel pohlico que mudou o sen
estafeelecimanto. ouir'ora ra do imperador o. 23
para a roa da Imperatrlz n. 3.
Precisando de algum lempo para os grandes
trabadlos que esta' fazendo e logo qoe o seo novo
estahetectmenro esteja cnhtenieniemente adornado
anaunciara' por meio da imprensa os artigos de
sua fabrica np-ta provincia, assim como os rece-
otdos da saa fabrica em Paris.
PARA
Empiyms e dar tros
TOME A
J/aa/taieMa e/a iSZi
'
7yei.
AMA
Precita se de urna ama-quo rosfnbe perfeita-
mente, paVa poocas pessod, e que engorme tam-
beaialuroa cou-a : 'na ra da Cadeia o. 4, por
cirxa do armatero do Sr. Barroca. -
Ama de leite.
Precisa-se de urna ama de leite
ra fiova a. 32, 3* andar.
a tratar aa
TrecJsa-s'e de nma atoa para comprar e'eo-
sallar : a rna do Banhetompa n. 49._______
"Seguro contra bgo
tnereadfrrtas.fc
moro 57,
stptotlo na da Croa na-
MARTIMOS
Fedegoso de fernambaoo
A planta, conhecida entre nos sob a de-
nominagao de ftdegoso, e no Rio de Jaaeiro
e pro incias do sul deste imperio pela de
arista de gallo, o tiaridtum ulilissimum
ou tiartdium elonaalum tle Sebn, e o he-
liotropium carassadium de Mart., perteoce
familia das boragineas.
O fedegoso considerado, na tberapeoti-
ca pernambucana, como urna das plaatas
mais recommeodaveis por suas virtudes cu-
rativas, e applieado interna e externamen-
te, como calmante do systema nervoso, na
paralysia, asthma, tosse convulsa ou coque-
luche, tosses recente.' e antigs, sfFocates,
catarrhos pulmonares, etc., e em geral eon-
tra todos os sorTrirnentos das vas respirato-
rias ; sendo um exceliente unitivo -para
aqueles quepadecem de phtisica pulmoaar.
Sua eflicacia contra o ttano ou espasmo
incontestavel, e ninguen ba que a deico-
ohega.
NSo ignorando nos o que acabamos do di-
zor, e esforcando-nos por ser til bunanida-
de soffredora, preparamos o que abaixo indi-
camos, pondo a disposico dos distinctos m-
dicos, e dos doenles desta e das outras pro-
vincias deste imperio nossas preparacej',
que sao:
em extracto alcoolica, emplas-
tro, oleo, tiatnra, plalas, xa-
rnpe e vioho.
A JUHUC'EbA urna das substancias me-
dicamentosas que periencem ao reino vegetal
e entram na classe dos torneos edesobstru-
entes, senflo empregada com vanta^em eon-
tra as febres intermiientes acumpanbadas de
engorgitamento de figado e baco.
Ella tem sido aplicada c<>m tncontpstavel
proyeito contra a anemia ou cbloruse, hy-
dropesia catarrlio da bexiga, e mesmo para
excitar a menstruacao diflicil, resultante da
mesma anemia ou cldose.
0 ARROBE VEGETAL
E" muito superior aos xaropes de CUISI-
NIER, e de LA ARO Y. De faciidigestao, a-
gradavel ao paladar e ao olphati-, elle cura
radicalmente, s-tn mercurio, tod.isas affec-
coes da pelle, impigens, alpo-cas" tumores,
uleeras, sarnas degeneradas, escrfulas, es-
corbuto. E' sobre ludo poderoso as moles-
tias rebeldes ao mercurio e ao iodurcto df
potassiv.
Pos vcs-aiffiBios para lemhrlgas.
Prvparacio a mais segura para a ext>aNn com-
pela dss hmrttriftt e outros veroex, sem carre-
lar os inconvenientes que se tem dado com ooiras
preparares. Sao de grande aecac varadva,
agr^davois ao paladar e coinpativela com lod s as
idades e compfeigocs, variando smenie oa quau-
tidade.
XAROPlfi E SALSA PARR1LHA DO PARA.
O,
laGPURATIVO 8AYGUK
OSADOS AS MOLESTIAS DE VBiAXt, 1MP1GKNS,
D0I1ES KHEl'MATIGAS EULCERAS VENREAS
PE LULAS A^'TI PEiilOBICAS
Contra as febres iuirrantcaies, ea ries
O MULUNliU' tem arc/io directa sobre os
centros nervosos, e por islo faz dormir sen.
determinar afflnencia de sangue no cerebro
como o opio e substancias simples qoe delle
se extxahem, pelo que o somno tranquillo
e reparador, calma a tosse as broncbiles.
e modera os accessos de asthma e de tosse
convulsa.
TODOS ESTES MEDICAMENTOS SAO PREf AttADOS
POR
Joaquim d'lmiida Pinto.
PHARMACETI O E*l PBRVAMRUCO.
Ra larga do Rosara R. 10
Junto ao yuarteidef boa.
jtEBfiS Fovp.p .JoBDsldB lttai^3bbia
Rna da Senzaia Nova a. 4a.
AOBltCIA DA
FEta^oeaLow Boor.
Machinas a vapor de 4 e 6 ewaiios.
Moendas e meias mocudas paraengerji-i
Ttxas de forro coaoTo batidopara eaga-
njio,
Arreios do carro para cmedous cmik;a,
^elogios de onro patente ingtex.
Vrados americanos.
Machinas para descarolar algodia.
Motores para ditos,.
Mchicas de costura.
O Dr. G. A. Raposo da Cin fa (medi-
co) lem aborto o seo esenp>orioaa roa da ^
Cadeia n. 53! andar, onde pode ser 28
procurado das 9 horas da maosaa a's 3 '**
da tarde. i-J
Na ra do Imperador d, 15,
defronte de S. Francesco vende-se o seguin-
te: folbinhas de porta a de algibeira, carli-
liaTBA FOGO Ras, cartas de a b c, ajboadas, catbecismos,
Acompanbia Indemmsadora, estabelecida biblias da inf-mcia, manuscriptos Simo de
Aotonio Luiz de (N'iveira Arevejo 4 c., agentas oesta praca, toma seguros maritimos sobre Nantca, pautas^fOOTraflfea bastantes rn-
da companhiaPineliaade, cstabejacida no Uio da__.^BiH -" 1 ivuoo ud^wint, ro-
Janekw*Aofarootrafdio em prliosV av,^"seHS carrwaneatoa e contra fogo tolos e etiqueto para Dtrtica, bheAes para
om erMciOs, mcrclM Lilias: na^asde cb, de espatos, liedla, vinos
ra do Yigario n. 4, pffIHF lrreo< 'e etc., tudo prego riodico.




9
lar* c perna*ae MfMiiMri tt c Pcrcrelr* e 4868.

A empreza do gaz desta cidade desejando facilitar geralmeote o uso do gaz n*
casas e estabelecimeolos particulares, offerece desde ] as seguiotes vantagens:
!. Uma reducco consideravel nos pregos dos canos, apparelbos e todos os mate-
riaes precisos para a iostailago desta luz.
2.a O gaz fomecido boje de extrema pureza e nao offenderr a prata, o bronze
ot outro metal difireme, assim coma oenhurn damao poier causar as pinturas, quadros.
ornamentos, papel de forro mais delicado que seja, tomando-se ao mesmo tempo to sau-
daveJ e mais econmico outra qualquer luz, ja conhecida, aQnal, evitar tambem a obs-
tracco dos canos e tubos dos apparelbos.
3.* Os apparelbos existentes, como lustres, arandelas, bracos de vidro, de bron-
le, etc., etc., sao proprios para os senbores que preferem laxo e elegancia, como para
os que necessitam simplicidade e economa.
4.* As pessoas que qaizerem c illocar o gaz em saas casas podem dirigir-se em-
preza, a qoal se encarrega da collocago de todos os apparelbos, canos,etc., tomando toda
aresponsabilidade pelo perfeito cumprimento do masmo, ou por outra, podem empregar
qualquer maquioista recoobecido pela empreza, sendo o mesmo maquinista responsavel
pelo sea trabalbo.
o.1 A empreza obriga-se ainda a reparar grataitamente qualqaer falta de luz,
obstracgao d,e canos, etc., devendo o consumidor pagar somonte as pecas novas que forera
precisas para o mesmo concert; qualquer re :lamaco que possa baver, ser dirigida ao
escriptorio da empreza ra do Imperador n. 31, afim de ser logo providenciada.
ESPECIAL HOMEOPATHIC
DO
DOUTOR SABINO 0. L PINHO
RIJA NOVA Jf *8*
Posto que, na segunda edicto do The-
sonro homeopalhlco ou Vadrme-
cnm do homeopatha, pagina 677, se
acbe indicado o meio de usar d'esse preser-
vativo, eom ludo convm repiti-lo com al-
guns esclarecimentos mais.
cigrtSB*
IV: 9 A -Ra do CabugX. S A
Os propietarios deste estabelecimento offerecem ao respeitavel publico
um explendido e variado sortimento de joias de ouro cbegadas recentemente
da Europa, cojos modelos sao doto* e de bom gosto como sejam: pulseiras
com perolas, rubras, esmeraldas e brilbantes, brincos da mesma forma, aunis
de pbantasia, proches para retrato, etc, etc., bot5es de coral rosa" para p-ito
de camisa e escoletas com retractos.
Compra-se e recebe-se em troca ouro, prata e brilhantes pelo seu en-
trinceco valor, assim como moedas nacionaes e estrangeiras. Tambem se en-
cumbem de fazer coticeitos
Agostinho Jos dos Santos f &
C0LLEG10
DE
Rccifc, raa
Fundado cm
SANTO AMAB'3
d Trapiche R. o,
o anuo de 865;
Director, o professor Jos Franciseo Ribeiro de
Squzs.
m
O drrcnr do coegio de Santo Amaro, no intnio de montar $eo estabelecimento
convenientemente, acaba de fazer arquisfeo do excelente edificio em qae acbava-se lo-
calisad* a-Swfdade Club do Recite,sita a' ra do Trapiche n 5, para onde roudon ,v
seu eallesio. A eiucncao e tnstruefao baseada no novo systeroa especial de premios u/Pj
e ponieres, sendo totalmente abolido castigo manual. Contlana a receber como at dt>r
aqu, alumnos peocionistas, meios pendonistas e extern >s; aehando-se o estabelecimen-
to preparado com todo o asseio e coromodos, e prvido de um escolbtdo pesseal de pro-
fessores, que lecciooaro as seeoiot<'S disciplinas :
Instroccao elmenlar Relbonca e potica. Escripturacao mercantil
Lmgua latina Geografa e historia Msica vocal e intromenUl
Francesa G.-omftriaa D-.ienho
Inp>za Philcsot.hi Dansa SEgJ
A abertura da aula elementar tera' logar no dia 7 de jaaeiro e as demais do dia TS^)
3 de fevereiro em diante. A iospere}io dos compartir* otos do collegio e os estatutos '/J0,
> mesmo, esto a dlsposico dos interessados. Ontro sim, o director \a> creado urra f-Mi
cadeira detiezenhoaonexa a aula elementar, sem que por este importante e u^il melho- 2$%
ramento exija maior indemniscao. s^S
O director emprfgara' todo o afinco e cuidado nao s, na parto relativa ac bom ^'^^
tratamento e adlantmer.to de seos alumnos, como tambem, na boa orden e regularida-' $'s$
de de seu estsbelecimeDto. 'yS'.y
m
Neste importante estabelecimeDe se ach
tudo o que necessario. para #praca d
Homeopathia.
Medicamentos em glbulos, e em tinturas
preparados com a mais escrupulosa exacti-
do por meiu de machinas especiaes.
Carteiras portateii, contendo os prineipaes
medicamentos em glbulos rotf, 200,
300, 40#, 50$ e 60 conforma a quanti-
dade de tobos.
Caixas de,medicamentos em globuloso
em tinturas de 803. i 005, 120$ e 1504
rs., segundo o numero dos vidros e de tu-
bos.
( Estas caixas s2o moi uteis aos mdicos,
senhores de engenbos, chefes de grandes! em quanto durar a epidemia,
familias, capitaes de navios, e em geral (As creancas at a idade de 3
lodos que se quizerom dedicar pratica da
bomeopatbia.)
Cada tubo avulso custa.....
ARMAZEM
DO
VAPOR FRANCEZ.
Para uma famiiia dissolvem-se 20 gl-
bulos em uma garrafa com dous lerdos
d'agua pura, vascoleja-se bem, e d-se
cada pessoa uma colberada pela mabha, ou-
tra ao meio dia e outra a noite, durante
tres ou cinco dias consecutivos. Deixam-se
passar outros tantos dias sem nada tomar,
Qndos os quaes, repele-se o remedio da
mesma maneira; e assim se continuar
RA NOVA N, 7.
Continua a ebegar de Paria esieestabelecimen-
o bom oitimento de caicsdo escolbido dos melbo-
les (abriranies daqutlla grande praia, assim co-
mo grande variedade de qinquiihvria e de no-
vos himqiedos para crlaocas, cojos artigos s
lacham exposlos a escolha e vootade dos compra-
. 10G0
Cada vidro de meia 005a de tintura. 25000
Vendem-se glbulos inertes, tubos vasios,
vidros para a preparago das dses, etc. etc.
Escovas elctricas para tratamento das
molestias nervosas, principalmente para as
dores de cabera.
Apparelbos de lavar os olhos no trata-
monto das ophtalmias.
Apparelhos de injecfSo para o tratamen-
to de certas molestias das mulheres.
Ob preto e verde de excellsnte qali-
oade para uso dos enfermos.
Vende-se igualmente o Thegonro ho-
meopathlco ou Vn homcopatha (obra incontestavelmente
indispensavel todas as familias, pela clare-
za, com que ensina a emprear a nova me-
dicina), preco 205.
(Em porces de 50 exemplares faz se o
abate de 15 por cento.)
CONSULTORIO HOMEOPATHICO.
d consultas
boras da ma-
GR4i\DE DEPOSITO
O Dr. Sabino 0. L. Pinho
todos os dias uteis desda. 11
aban at s 2 da tarde.
As visitbaos enfermos s5o feitas das 2
boras em diante ; mas em caso de necessi-
iade as visitas podero ser feitas a qual-
quer hora.
Para que as visitas pbssam ser regulares
compre que os d entes ou os seus enfer-
maros mandein dar parte do seu estado,
tollos os dias at o meio dia as molestias
agudas; e de 5.em dias as molestias
tronicas.
As consultas escriptasso respondidas mais
ou menos promptamente, segn io as
aecessidades da molestia e a distancia em
que seacba odoente, pois que neste caso
faz-se preciso indicar de uma s vez tudo
o que convier ao restabelecimento da sade.
As retriboices serao pagas na mesma con-
formidade.
O Dr. Sabino roga a todas as pessoas, que
costomam consulta-lo por escripia, que or-
denem aos seus portadores a prumpta entre-
ga de suas cartas, visto que, entregande-as
como costumam, na accasiSo de se retirarem
do Recife, impossivel responde-las satisfac-
toriamente.
3ST. 9.-----Ra Ja Imperatriz-N. 9.
Neite antigo e bem conbecido estabelecimento encontrar o respeitavel publico
se-npre um sortimento de pianos, dos melhores autores allemies e francezes, como de
'Carlos Scbeel, Bord e Maoprety todos especialmente enccmmendados e construidos para
este clima.
No mesmo estabelecimento oflerece-se maiores vantagens do que em outra
qualquer parte, relativamente aos concertos e aflraacees ser?" feitos com o maior esmero
eprompdo possivel,
HENRIQE VOGELEY.
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MEDICAMENTOS PRESERVATIVOS.
Era quaesquer epidemias o Dr. Sabino
faz distribuir gratis s pessoas pobres, no
seu estabelecimento, os preservativos neees-
sarios, dando-lhes as competentes insiruc-
ves.
Presentemente reina a epidemia de bexi
gas; muitos j se tem aproveitado com fe-
lizes resoltados do seu offerecimeoto, feitc
no Diario de Pernambuco ; mas necessa-
rio que todos ex^erimenlem esse meio to
fcil e to commodo do se preservarenre s
suas familias d'essa terrivel molestia.
O preservativo empregado a vaccina
elevada 5a-dyncmsac5o. As pessoas, que
fazem uso d'ella, ou nao sao accomraettidas de
bexigas, ou, si o sao, raramente as tem de
m qualidade.
annos to-
raaro o remedio as colberinbas).
Si a epidemia estiver muito forte, ou, si
nacasahooverem bexiguentos, deve o reme-
dio ser tomado todos os dias sem interrup-
5o, at que a cousa melbore; depois do
que volte-se a usa-lo do modo ensiuado.
A garrafa deve ser nova e muito bem lava-
da, primeirocom agua quentee depois com
agua fria. (No caso de nao baver garrafa ou
vidro novo, peder servir uma garrafa de vi-
nho ou de agurdente, com tanto que seja
muito bem lavada com aguas quenles e
frias.)
Para uma s pessoa basta dissolver 6 gl-
bulos de vaccina em 2 oncas d'agua, e d'abi
tomar as colheradas como j ficam indi-
cadas.
Nao precisa grande dieta. Abstenham-se
do cha e do caf fortes, do abuso das bebi-
das espirituosas, das comidas gordurosas
e muito adubadas Eis aqui apenas o-que se
exige.
PLUMERA CELINOS.
(CONTRA A MOnDEDURA DE COBRAS)^
Est medicamento gosa de muito bons
crditos contra o veneno das cobras e de ou-
tros animaos,venenosos.
O Dr. Sabino nao tem ainda observadlo
pessoal de fado algum que o aotorise a
affirmar sua efficacia; mas sabeodo que no
Rio de Janeiro e em S. Paulo elle tido co-
mo muito poderoso, mandou-o vir para ex-
perimentar.
Algumas pessoas do centro d'esta provin-
cia e da da Parabyba tem escripto ao Dr.
Sabino, dizendo ser incontestavel o mrito
da plumera no tralamento das mordeduras
das cobras.
Eraprega-se a plumera celinos interna e
externamente, da maneira siguite:
Uso interno Nos casos menos graves
dissolve-se uma ou duas g tas de tintura
em duas oncas d'agua. e d-se ao mordido
uma colberada de hora em bora.
Nos casos mais graves dissovem-se seis
gottas em quatro on?as d'agua pura para
dar-se uma colherada de meia em meia hora,
de 15 em 15 minutos, e at de 5 em 5 mi-
nutos (segundo aforra do veneno inoculado
ou intensidade dos symptomas manifestados.)
Logo que houver melhora, so espassaru
gradualmente os intervallos de uma dse a
outra.
Uso externo. Ao mesmo tempo que se
d a beber o medicamento, applicam-se ex-
ternamente na parte mordida tos de linbo
ou de algeflo embebidos em uma dissolu-
Coda mesma tintura constante de 10 gottas
de tintura em 20 colheres grandes d'agua.
Esses fios se conservarao sempre molhados
sobre o lugar da mordedura.
O Dr. Sabino receber com reconhecimen-
to as communicaces que se dignarem de fa-
zer-lhe as pessoas que experimentarem o
emprego da plumera celinos.
Nota.
Em ausencia do Dr. Sabino acba-se in-
cumbido de resolver quaesquer negocios
relativos ao estabe'ecimento o respetivo ge-
rente.
Jos Alves Tenorio,
Professor em bomeopalhia.
la prae da Independencia n. 33, toja tk
carr*es, compra-se ouro, prata e podras preciosas,
t-rabem se fai qualqaer obra de racommeoda
ode 0 quakjoer concerta
XJW&0J
PARA
O rheumatismo
TOME A
atte'dfa /
Jty<
tr.
Gtosa raobiliada
Ataga-sen'oma dis prineipaes roas desta cidade
por J a 11 njeg, om oo doos andares, roolto
aeeiado, com boa mobilla de jacaraidi e 1 piano,
e moblIU completa de sala de jaatar e Marios na
rna da Cadeia-Velba n. 30 oo na ealreiu de Bosa-
rw n. 11 se tera isformaeio. ^^ EsCTaVO
GKAJVIIE COSMORA31A
AKDAR TERREO
17 liua da Imperatriz 17
PRI9IEIRO ESPECTCULO DE SUA CLASSE
lodos os das das 6 lloras da tarde em diante.
Com as prineipaes vistas das cidadesde todas as partes do mundo, batalbas, m-o
numentos celebres e tudo o que ha de mais interessaote neste genero.
Convencido de que o respeitavel publico concorrer a apreciar todas as collec-
eoes de vistas estas sero variadas todas as segundas feiras
M AOS SBS. CHEFES DE FAMILIA
Poderlo sem escrpulo algum concorrerera ou visitar esta grande galera por
se acbar com todo aceio, dignidade e moral^dade.
Cada bilbete de entrada d direito uma bella prenda, havendo entre ellas muitas
Oe subido valor eas menores de quasi igofl preco do bilbete de admisso.
Entrada de caaa pessoa 500 rs.
CHARUTOS DE HA VANA
Se ha recebido por amostra tres marcas de superior auaiidade da acreditada Ta
brica de Manoel de Csala.
17 ra da Imperatriz 17.
Trocam se
as notas do banco do Brasil e das calzas filiaes-
dom descont maito rasoavel. na prac da Inde,
pendencia n. 11.
Da se at a qoantla de seis conloe de ris a
premio de om por cento ao met, eom bipctbeea em
predios ires nesta cidade: na rna estreiU do Ro
sano n. 47, se dir' quem os da'.___________
Precisase de um criado bom copeiro e bo-
lietro, prsfenndo-se que seja estrangeiro, a tratar
na roa dos Torres n. 12, i andar.
COSI\IIEIRO
Precisase de um cosiobeiro para orna casa de
peqoena familia : a tratar na rna da Aurora n
*4, V andar.
Aeiico.
25-Rua do Livramento-25
Deposito de tamaoeos e calcados nacionaes da
fabrica da roa do Jardim n. 19 de Jos Vicente
Gudinbo, tanto no deposito como na (abrir se
aproroptain todas as poredes de calcados mais ba-
rwniwlin sarrain >*. i i i rato possivel : esta fabrica te tt todas as macblnas
remedio secreto, por isso. pode ser $ re-,propr7 p4ra'os e,^d08 js Dem acredla00 pel0
cettada por mdicos conscienciosos, que nao grande numero de /regoeaes que daqai se (orne
A
SABSA PAKRILHA de Ayer nSo
podem receitar remedios, cuja composiclo
desconbecida.
cem
Aye.r's sarsaparilha cures
all kinds of eruptions, pim-
plet, blotches, bous, tumors,
ulcers, sores, etc.
dores, cerno sejam os que passamoa a mencionar
e oolros rzuitos. g
Botinas para senhoras
de setim branco, dorsqoe dito, pretas e de outras
iifferentes cores eof< it das a rigorosa moda.
Botinas para meninas
1* multas qnaltdades bem sortldas.
IIrceos de ouro
le lei a oltima moda dos Campos Blizios e boule-
rards de Pars, para seoboras e meninas
I-uvas de pellica
io verdadeiro fabricante Jouvio, brancas, pretas e
ie outras diferentes cores.
. Leques
am eecolbido sortimento de laques de diversos
jostes e qualidartf s.
Ultimo go s o
Ricos cbapeosiohos de gosto para senboras fei-
.os ao capricho de uma grande modista de Pars.
Perfumarla
loos extractos, Lachas, olos, pos de arror, agua
le cologne, agua fl( -ida e sabonetes.
Iispelkos
de differentes tamanhos e gostos para salas, gabi-
netes e pequeos toucadores.
Mascaras
cbegadas em grande quantidade de mancaras de
rame, de cera, de seda, dminos, nariz com oca
los e barbas.
Caixlnbas de costura
le novos modelos ricamente gnarnecidas e com
lindas pegas de musir.
Delicado presente
bolcinbas e cestinhas de seda e de velludo muito
importantes para braco de meninas passeio.
Cbapos de sol de seda
le cores e multo celros para senboras e meninas.
Bonquets d exposlco
lelicades bouquets de flores de porcelana com lin-
ios jarros para mesas de salas e santuario;.!
Lunetas
le ac, tartaruga e (bfalo.
Ocnlos
le ano, bfalo e de prata dourada.
Ricas bengalas
le canna verd3deira com casta primorosamente
trabalbados em marflm, compradas na expostgo.
Cblcotes para passeio,
maito Anos de balea e cabo de marfim.
Oleado para mesa
le multo boa qualidade, noves e bellos padree-s: e
mullo barato de nma peca para cima.
Para toilet
j&jectcs de pbantasia muito bellos para toilet
Coques.
ebegados de novo a oltima moda.
Ricos albuos
le velludo e de ma'rnquim para retratos.
Esterescopos
:oaj uncas pbotopraphias transparentes.
Estampas
le figuras, paisagens, cidades e de santos.
Jlolduras douradas
le diversas larguras para quadros.
Aoat-jour
para candlelros e lanternas de piano.
Cosmoramas
jrandes e pequeos com SO ou mais vistas esco-
tadas a' ventad % muito pittorescas.
Rcatijos
pequeos, de quatro e seis pacas de musiec.
Aecordions
i concertinas, o que ha de melbor neste genero.
Gaiolas de rame
]9 varios preces e tamanbos para passar i nt o.
Bolinas para homem
jrande sortin ento bem escolhido em Paris.
Botinas para meninos
le muitos modelos bem sonidos.
Sapatos de tapete
le charlte, de tapete avelludados e di transa tt
Lisboa para homens, senboras e meninos.
Botas rnsslanas
Pernelras e meias perceiras.
Mantas de feitro bonitos padrees.
ubicles fortes compridos.
LGvas de 6o da Escossia.
Cartelrinhas para dinbeiro.
Saceos de tapete p ra vigem.
Malas e belfas sortidas.
Pooteiras para charutos e cigarros.
Charnteiras e cigarrelras de palba.
Caximb)s de bonitos modelos.
Gravatas pretas e de cores.
Sordas para violao.
Bengalas para bemens e meninos.
E;covas4>ara cabello.
Escovas para denles.
Pentes de marflm para tirar csspas.
Pontos de tartaruga de desembarazar.
Abridores de luvas.
Tesoorinbas delicadas para costara.
Caivetes Anos com tesourinba.
Meias de fio da Escossia para bomem.
7eneiianas transparenles para janellas.
Quadros pequeos para retratos.
Pares de lindas figuras peqnenas de porcelana.
Jarros mni pequeos de porcelana.
Objectcs de porcelana para botar banba.
Taiberes finos para meninos.
Objectos de mgica para divertir familias.
Phttegraphias magias.
Slobos de papel para illuminacao no campo.
Casimbas de vimes para meninas de escola.
Coixinbas de msica e reajeijos para meninos.
Velas a gaz para caodieiros e candelabros.
arnnbos de quatro rodas para conduzlr crianza
Bonecas de massa, de cera e de porcelana.
Bercos e camas eom cortinados para nonecas.
Cabriolis e cavallinhos de madeira com machi
nismo para meninos de 3 a 8 annos montaren)
Para retratos
calxilbos para colar-se retratos, os qoaes sao mni-
lo baratos de orna doxi'a para cima.
Atteocao.
Nao sendo possivel mencionarse aqui todas as
cualidades de calcado, nem todos os artigos de
juioqnilbarlas, e muito menos da grande vari-
jade de novos brinqoedos; pedese ao pablico um
passeio a este estabelecimento, certo de qae eo-
sontraro bastante paciencia para bem escolberem
d qae desejarem comprar, e pregos baratissimos
io virlnde de baver em todos estes artigos grande
uantidade, e terem sido comprados mesmo na
uropa pelo dono do dito estabelecimento, arma*
tem do vipor, rna Nova n. 7.
mmmmm aan mmmmm
Msica
Leecjona-se por slfejo e a tocar varios
iostromeatos, daodo-se as Iludes das 5
horas da tarde as 9 da noite : a tratar na
roa Aogosta n. 30.
SALSA PARRILHA
DK
BKISTOIi
Legitima e erigiial em frscets graatcs.
O grarde pnriGcador de singue !
Esta encllente admiravel medicina, pre-
parada de uma maneira a mais scUniifica
por Cbimicos e droguistas mni doutos e de
uma nsirucco profunda, tendo tido muitos
annos de experieneia ao par de nma looga e
labor osa pratica.
A sua coiiiposii,ao n5o consiste de um
simples extracto de um s artigo; mas sim,
composta de extractos de um numero de
raizes, hervas, cascas e folbas, possuindo to-
das alias sua virtude especial ou poder em
curar as molestias, as qoaes teem sede ou
essento, no sangue ou nos humores; e estes
differentes extractos vegetaes, acbam-se por
urna tal forma combinados, ponto de con-
servaren! em toda a sua forga o curativo es-
pecial de viilude, qne cada cm de per si
possue. A raiz da planta de salsaparriiha,
produzida as Honduras, a que nos usa-
mos nesta prepar?c5o, sendo a qualidade
que todos os mdicos mais presam e esli-
mam.
Na composi(o da alsa parrllba
de Bristol entra mais de 50 por cento
deste concentrado extracte. Ella nao en-
cerra em si cousa algoma, qne possa por le-
ve ser perigo>a ou injuriosa sade; e tan-
to n'este, como em quasi todos i s mais les-
peitos, el te meir* mente di ersa de todas
essas mais prepare roes, as qoaes debaixo
do nome de salsap iri;ha. sao acondiciona-
das ou postas em garrafas pequeas, sendo
recitada em doses mu d.minutas de nma
colher de cb por cada vez. Nos pelo con-
trario engarrafamos a
Salsa parrilha de Bristol
em frascos grandes, e assim por este modo,
dividimos com os consumidores, o grande
proveilo e vantag^m alcanrados per aquelles
que acendiciinam sua preparago em garre-
fas pequeas. Cada um dos fra>cos da nossa
Salsaparriiha de Bristol contem
a mesma quantidade igual porcao comida
naquellas garrafas pequeas, e alem d'isso,
possue ainda muito mais forga e vinude
medicinal do que aquella, que por ventora ,
se possa achar contida dentro de seis garra-
fas de pequeo lamanbo. Portante mu
natural, que aquelles que acham oceupados
em preprar e vender ?s suas produge* em
garrafas pequeas, mormurem e gritam
contra osnossts frascos grandes; procla-
mado, que a nossa Salsaparriiha de
Bristo) nio i ossne a menor v'ntude ; po-
rm qu3o effectivamenie sao elles posti s em
silencio, quando indicamos, ou simplemen-
te' referim -nos pnra com essas centenares
do ceriidoes e tesiemunhos authentic'S, por
nos recebtdos de to'ias as classes da sccie-
dade, nos quaes plenamente altestam o po-
der curativo e virtudes maravillosas ta
nossa
S.USAPARRILH.1 DE BRISTOL
A vanlagem de ermos os noesos proprios
agentes naqueiles logares aende as differen-
tes raizes, diogas, hervas e piantas d que
se com[jem as nossas roe icinas, sao pro-
duzidas, quo nos habilita a exercer aqullo
constan'e cuidado e disveilo na minuciosa
escolha; e o que assegura e garante uni-
form'tdade de excellencia.
Em quanto que por outro lado, nos nao
nos pou amos nem dinheiro, nem dili-
gencias ; afim de alcangarroos o melbore
nicamente o melhorde c da um artigo
ou ingrediente que entra na sua composi-
gao; pois levados e compenetrados da
mais Arme e persuasiva conanga; que po-
demos afoutamente dizer aos doenies de to-
das as nage?, e de todos os paizes, que na
Salsaparriiha de Brlt>tul possuem
om remedio mais efficaz e seguro ; do que
nenbum outro, que vos lenha sido offerecido
at boje, e o qual por certo nao ha de maU
lograr vossas expe.tathaSi Da prompia e
ellecliva cura das seguimos enfermidades
Escrfulas,
Chagas antigs,
Ulceras,
Feridas ulcerosas.
Tumores,
Abscessos apostemas,
Erupcss,
Herpes,
Febre e sezes,
Salsugem,
Impingens,
Lepra,
Hydropesia,
Tinha,
Syphilis ou mal ve-
nreo,
Irregularidades do
sexo feminino,
Nertosidade,
Debilidade geral,
Febres malignas e
biliosas,
Febres intermitien-
tes e remiten-
tes.
Ictericia, etc., etc.
Outro sim, achar-se-ba, qne para o bom
resultado e perfeito curativo de tooas aquel-
las enfe"midades cima apontadas o auiao-
tamento da cura, grandemente promovido
e apressurada ; usando-se ao mesmo tempo
das nossas m.'i valiosas plalas v ge-
taes assucaradas de Bristol, to-
madas em doses moderadas em connecg3o
ou conjunctameijte com a salsaparriiha; ellas
fazem remover e expedir grandes qoantida-
des de materias morbficas e humores vicia-
dos que se desprenqem e livremcnti? circu-
lan espalhados pelo sysiema, isto eau>adu
pelo uso da salsaparriiha ; e per consequecl
cia facilita a voita e o exercicio norma-
das opereges funecionaes.
/Veoue-se as pharmacias de A. Caors
Barbosa & C, J. da C. Bravo & C, M. A.
Barbosa, P. Maurer C. e Bartbolomen
& C.
ATTEN(AO
Carnaval
Na rna estrella do Rosario, sobrado de om andar
n. 35, alnga-se ricos vestuarios bordados a onro e
a Ua, lodo muito em eonta ; vestuarios de principe
e dominen bordados a velladlnbn, indo por muito
barato preco: tem grande sortimento de domioos
de gaoRa de lodas as cores para alonar a 2j>000, e
faz se tambem qualqaer vestuarios qae te quelra ene condono n'nma irona : quem o apprehender
mandar fater por qoaiqoer Ognrino que tragam,
ludo por preco muito eommudo.
Criada.
Precisa se de ama criad* para eogommar e co-
sinbar para doas pessoas : a tratar M raa das
Crazes n. 2i, ^ andar.
Joo Valenta Ferrelra Bastos acbando-?e, auto-
risado pelo Ilim. Sr. Ur. director geral da losfoc-
co publica, para o eosioo de pnmelras leitras
nesta cidade, declara aos Srs. paes de ramilla, que
acba-se aberla a sua aula desde o dia 7 de Janeiro
do correte anno, na raa de Sania Cicilia o. 37.
Moleque fgido.
Do engeubo Cooceicio, de Horibeca, fugio no
dia I i do correte o moleqoo Gelulio, cabra, ca-
bellos carapinbos e om ppoeo vermetbos, nariz re-
galar, cabecado e eom ama cicatriz de om taino
resollante de couce de cavallo de om lado do
quelzo, espigado, com dezesels annos, porm re-
presentando menos idade pelo tamanbn : levou
cbapo do Chile velbo, calca de paooo Qno preto
camisa de madapoao, alero de roupa de seric
leve-o ao dito engenbo, on no Recite ao Sr. Manuel
Eleoierio do Reg Barros, na raa do Aiecrlm
b. 10, que sera generosamente recompensado.
Precisa-se alogar nma escrava habilitada pa-
ra vender na rna : qoem a ttver dirija se a rna
Ico Imperador n. 15, defroite te 8. Fraaclca

' .

i?!v-raB
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~
H-_



l>
_ N. 2 D *wr N, 2 D.
GP^* CHACAO DE URO. *^ft
ERNESTO LEOPOLDO
A lojan. 2 D intitulada Coracao de Ouro aa roa do Cabaga, aetu-se d'ora em dame offerecen-
do o respeltavel publico, com especialldade as pessoas que booraon a anda, os objectos do ultimo gos-
to de Pars per menos 80 por cerno do que em oatra quaiquer parte, garanlindo-se a qualidade e a so-
lidez da obras. *
Orespeitavel publico, avaliando o desejo que deve ter os propietarios de am novo estabelecimeo-
to que quer progresso em sea negocia deve cbegar immod latamente ao coracao de ouro a comprar
aneis com perfeUos briibantes, esmeraldas, rubios e perolas, verdadeiras embarras modernas, pele
diminuto preco de 10#, brincos mudemos de ouro e coral para menioa pelo preco de 3*, maracas de
fi C u "if^lTJ ? madrePero1. obra de moderno gusto (o que encontrarlo no coracao de
ouro) voltas de ouro com a competentecrusloha ricamente eofeitada pelo pequeo preco delM, brin-
mS^m^SS&'a^.* Preco.ca^leias,lraneelins, pulceiras afiele parare-
ment* No2fin roSa t. toZJT* '' r?DelS Prpr0S P"a botr clbe" e rma' dil P cas*
2 b!tKa nnnhos c^m iS.*! 222 um ""P^ e bem 'ariado sortimento de diverso
BKK do d!nh ^Tr.nlf a"te>rnbinJs e esmeraldas, obras esUs importantes ja' pelo sen va-
Wdf.fwn. iSta^J^S de forma da delicada moslnba de moca com piogente contendo
$fiSmS!^^!ZE^ gt,s!o nblime alfiDete Para 8vata no mesmo gosto, relo-
KJtS!iS^!?^T^^'''^^n^!?tn' dlversas obrasde Minan es de
"talfVwStoJhLfto^Stl.SS^Sft *iT2hs e libantes, aunis com letras, carletas de
o'r ioia ?a2 i nf ,P^,'*lr*,.a 'i fcrne< de franja, olios a imperatrir toda e qoal-
Sarao' nn Lr/^n 1V'6'"108 e*bt,s de at(,||o> e cn,ros o* bj^ctos que os pretndenos en-
St de al ineir 1? ,0e fe e!f**n cnlcda -amabilidade aos concorrentes delianto-
rr^r/?l"?i^rpr.!cJifle,cer,os, 0,lc09 Ptrque (desculpem a maneira de fallar) diiendo-se os
ia a vista do sen valor.
s, e tambem reetbe-se concer-
o Corarlo de Onro aierto.ffa7 mSTI^' '" Cm P6Dbr' conservand-!e
creff iiini iIhimi. (...-ii-------"{<-" inime vutscuipeiii amanero ae lian aizendi
prec.es ulve algp c atlio Joii da cbr,,or ser tio diminua quamia a vista do sen valor.
. ?le.ma.kJa CCIDl',a'f*'e ,roc-f 0P'> Pr^u e peoras preciosas, e tambem recebe-se c
CASA DA FORTUNA
Aos 4,
B1LHE1ES GARANTi'uOS.
A RA DO Cbespo N. 23 E CASAS DOCOSTM.
O abaixo 3 asignad* venden nos sens muito felt-
es bilhetes garantidos da lotera que se acaben de
extrahir a beDeHcio das familias dos voluutarios
da patria osstgoioies premios :
N. S5S0 am quiato com a sorte de 4:000*.
W. 184'J doos quintos com a sorte de 70ul
N. 459 um meio com a sorte de 3O.
E ouiras multas sortes de 1005, 405 e JO*.
Os possuidores podem vir receber leus respecti-
vos premios sem os descontos fias ieis na casa da
Fortuna na do Crespo n. 23..
Acnam-se a venda es da &'8* parte da lotera
das ramillas dos voluntarios da patria (54M que
se extrablra' sabbado 18 do crtente,
reco.
Bilhete. .... 6J008
Mel......3*000
Quinto.....1^200
Em porcio de 100,51 para cima.
Biinete. .... 51500
Meio......5750
Quinto. .... nioo
Manoel Martins Foza.
LOJA"
DE
KKLO JOEIKO
Urgencia
'mur^lZ? Pr m,iof *T*V> oqoeontraqual.1
obra,vBih P0ssa P,r bfilhantes sollos ou em
a Eornn, ?'" 0D1 P85801 D. iqW. bfb'/g' C0RACA DE 0R0' 2
Compra-se pormaior preco
H,!,01" '""M" Prte moedis de
K'Mes e ^eiras : a' roa do Trapi
-n. lo, armazem de Adriano, Castro & C,e
SmeTT"P 'Jji da Alvaro AQg0*
ouro e
Aogusto de
-- Compra-se una casinha: tratar nes
ta typograpbia.
"M!!-*^J ? sp sr: p^lV^se SS'.'SSK
Qoalqner pes!f, que se dirigir ao Ctiaco de Cnro nio se redera' enanar com a raa no
rTti (stofeaadn.er^nri0 "V"!"0 ^ ^amareilo alfm de omro qnV s" !SV
rotoio (tsio se advtw em cccfecoeccia de terf ro ja* aiecn:a pefsoas eDgjnado cem entra casa
lt. BVI/\L.
Para o tratameato e cura rpida e completa das molestias syphiliticas, ,eris-e-
a, rheumat.smo, bobas, gota, deb.lidade do estomago, iofiammacoes chronicas do figado
.baco, dores sc.at.cas, cephalalg.as, nevralgias, ulceras ebronicas, bydropesias, pleuri-
t, gonorrbeas ebronicas e em ge: al todas as molestias em que setenhaem vista a pu-
iflcacao do systema sanguneo. H F
Cnsidrac5cs geraes
A saude um bem inapreciavel, cuja importancia e valor s est reservado ao em
fc.-moo avalia-lo.
incontestavel que o bomem neste mundo constantemente, e por todos oslador
tacado por urna lobiudade de agentes morbficos que todos tendero, dadas certas e deler-
ninadas circumstancias, a alterar o regular exercicio das funeces orgnicas, resultanbc
resse desequilibrio o que se chamamolestia.
-i A P0,e*ia P3 mais .do 1e a desvirtuacao das forcas vilaes, occasionada,- d
S?a ,vest!'TaC0(iS e eiper.enc.as dos mais aasado mestres da sciencia, pela depm-
30o .dos humores geraes, consequencia da aeco mal.gna desses mesmos agentes morae
m^dit'o e'tc eStcDetcrganiSm P aCt da respirat50' Pela via digestiva, pelo contacto
A. syphilis iolclizmenio tem sido a partilba da humanidade, e como lora de duvi-
a que esse ternvel Proteo da medicina urna molestia hereditaria, ella tem sido obser-
ada em todas as tdades. e debaixo de tedas as suas formas 13o variadas, enfraquecendo
tonstituicoes robustas, produzindo mutilacoes, e cortando ainda em flor da idade vidas
trbciosss.
Eliminar da economa esses principios decterios. e purificar amassa geral doi
*umores tem sido desde tcinpo immemorial o fira constante da medicina, e os poreati-
08 figuram em prime.ro lugar para preencher e.sse desiteratum ou fim.
dePHra*iw> do l)r. Sevial parece merecer a preferencia sobre todos: o
mmensos successos ootirios pelo uso deste salutar agenie tanto na Allemanna, como em
rTanca e Italia, o tornara o con.panheiro Dseparavel dequasi todos os doentes.
. ^end0 as molestias, como cima dissemos, devidas s alteracoes dos humores, o
f!r dJw,ra/F0 d0 I>j"-. Sevial pode serempregado vantajosamente na sypbilis, erisy-
Mta, rheumausmos, bobas, gota, debilidade do estomago, inflammac5es chrxmicas do
-? C' rf SC,a,"Cas' ^P^'a'K'a. cevralgias, ulceras ebronicas, bydropesias,
iecrisias, gonorrheas chronicas etc. e em geral era todas as molestias em que se techa
21 2? nP""6"^0 d0 syslcm;i sanguneo; pois que urna pratica constante tem feito
er que elle ndispensavel nos casos gravissimos p^ra minorar os soffrimentos, pre-
parar o doente para medicaces superiores; e as menos graves a cura a conse-
neceta do seu uso, convenientemente repetido.
As substancias que entrara na coraposieo do Elixir depurativo do Dr. Sevia
psrtencem todas exclusivamente ao reino vegetal, e grande caihe^oria das substan-
om depurativas e antisyphiliiicas; assim, ao passo que este remedio depura o orga-
usmo, eliminando os principios nocivos saudo, pelo mecanismo natural das evau-
tcoes alvinas, neutralisa ao mesmo tempo o virus sypbilitico quando este viriem.
*3m ferio erupcao m exterior debaixo de suas multiplicadas formas; e previne tam
em os estragos dessa ternvel molestia, qaando por ventura se ache ella ainda no
astado de encubado, isto c, sem se ter manifestado sob formas externas: beneficio
omenso, tanto mais quanto neste estado os individuos ignorara completamente se es-
to contaminados por este ^errivel inimigo.
O sabor agradavel d'este Elixir convem a todos os estmagos, a sua acc3o so-
we o tubo intestinal suave e benigna, e de nenhuma forma produz molestias medi-
wnentosas, como acontece ao purgante dito Le Roy, que na sua-qualidade de dras-
uco rorte irrita a mucosa intestinal, c consecutivamente a seroza, resultando destees
4Q0, murtas vezes, bydropesias, que quasi sempre terminam pela morte do doente.
Assimpois esperamos que o uso deste remedio justifique cabalmente as nos-
Jt?TS, Pr,que wfo medicamenio tao simples na sua composic5o, a
ortica tem confirmado sua utilidade.
L'ulco dep<o em Pernansbcco
Na botica e drogara
DE
Barthotomeo Companhia.
3-RA DO ROSARIO LARGA-34
DE
Vctor trandin
Roa da Cadeia do Recife IV. .40
O proprielario desie estabeleci-
mi-Li->, premiado cem a medalba
da expoico universal e Pars
no armo de 1855, tem exporto a
venda un sua loja, um grandf
soi ti tremo de rulo* ios para algi-
beira como sejam : de ouro e
praia, sendo dos melhares fabricantes, de paten-
tes icgleies, sois?os e orisoniaes. Tambem tem
u>na graDde quantidade de reoslos para parede,
e qoe batem oras, ditos para embarcacOes e para
cima de mes, todos esles reloglos sao dos mais
bonitos roodel s. O roesmo concerla relegios de
todas as qoalidsdes existentes, assim como lam-
ben) coDcerta chrooomctros de alglbeira e marti-
mos : recebe sempre por tolos os vapores, um
completo sorlimento d eorreutes e irincellns,
sendo tudo de onro de le e de modelo os mais
modernos,assim como diversos objtclos de bijou-
teria das mais bonitos e modernos gostos.
Peitorl de cerejadoD
Ayer.'
PARA molestia do poto.
PARA inflammaco da garganta.
PARA tosse e defluxo.
PARA andina, croup, coqueluche.
PARA asthma e broncliite.
PARA d r de garganta.
PARA tsica pulmonar.
O Dr. A. S, Pereira do Carmo (medico
Compra-se
e onr e.P2r ma'S do qQ'' ^ ou,ra Prte. P^
e Qoro de iodas as qoal.dades em moeda
Q -atfea loja de aiulej
10 n 58.
na ra
25 por cento
our>o"!amSemPOIlP"taTelha' simeomo compra-se
a ra dn %!** '!.o que em outra parte :
4 roa o Crespo p. 19, |0ja.
Julio Cesir Pinto de Oliveiri, prelen-
do maito breve retirar-se para Europa,
vende seu armaiem de faiendas todas no-
vas o de prompia extratco por seret
quasi to .; ini/exase barbas,eqneaiten-
flendo as diffl:uldade.< d cambio e des
pachos da aifaode*, Ui conf. ao compra-
dor aprovelar. O mesmo pede qoe las
pessoas de qoem cred-jr, teiiham a bon-
oade de quaoi aot-*s sa.darem seus dbi-
tos, o mais tardar at f..vereirod.o crreme
anoo.
Continna a mesma liqoidacao at vender
o mesuo erUbelecimeni .
Prata e ouro
pjs!j5g?fi,,-M bem: na praa da ind-
aa"n"r?in!P.rVsSouroepraia em 0Dras ve|h"
o nraca da Independencia p. 28.
Multo maior vantagern
Compra o CORACAO DE OURO n. 2, rna do Ca-
bagi moedas de ouro e prata.
Ouro
MoeifiTde ouro e prata
TfSJ aiis d0 1Qe em outra qnalqoer par-
VENDAS
-- Pegas de madapolo francex rom 39 varas
Jg : na roa do Imperaior n. 32.
esl morando no
Imperatrli.
obrado o. 12 da ra oa
Chocolate vermicida
DE
Antonio Nh;,es de Castro,
Desde 1857 que sao as tabellas homicidas
applicadas era Portugal, como o remedio
prompto e efficaz. para a expulsao das lom-
b.igas, que lo graves padecimeotos causam.
e que quasi sempre se sopp5e ellas a ori-
gem.
Este virmifugo- preferivel a quaiquer
outro pelo seu agradavel paladar e fcil ap-
plicacao s enancas, as quaes geraimeute
?So mais atacadas de senielbante mal.
OIerf ce se orna mn>br para ser ama para
cosiDhar em casa de lamil e nspuis^bilisa-se
pela c.ndncla : a trsl3r na roa da ilalria da Boa-
Vista c. 27.
Vende-se fannba de milbo nova a 12-1 rls a
libra, dianamepte na roa do Cotovello n. 15.
Z v,,nde-1jnia.negrtnha de tif, bonita
peca, viuda da Baha e que espera-se dar" urna
perita negra : tfa ra do Fugo n. 9.
Vender orna preta de 33 nosTmilo sa-
da para serv.co de roa ou para eoenho, por jj'
ler sido delle?, muito ladina e nao leen vicios o
que se garante : na roa do Fogc n. 9
.r^Ven.rtfs? urna" rasa terrea peqYoaT na
ra das Calcadas n. 36, se dir' aonde .
Vndese um alambique com Mosteo per-
tetices, com muito pouco uso da-se em conla : na
ra da Cruz escripiorio o. Si.
C3
"i
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o
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^" 9 B 1 m
2
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g'Oo^os.S,
ra-5 S. S 5 *
o 3 T -i
s*ta 0
S -o
I **.
a H 5 n s^
o cr mt c-. ~ <
Roa da Imperalrir n. 28.
-.artas franceas de roolto bom pao e
de cores fixas a 3C0. 320 e 280 rs. o co-
vaio.
Chitas ingieras de cores Cas, padrSes
fraocetes a 200 rs. o corado.
Percalas com lindos desenos de 500 r;.,
hoje vende-se a 4oO rs. o covadu.
Cassas fracrezas de cores S'-gora?, que
pelos padrdes chamam organdvs, faieuda
floa a 280 e 2i0 o covado. '
Corles de cambraia de cores com 6 va-
ras a 2300 e de 6 e me:a varas a 3000.
Bnlhaoiioa do flores mindiohas de 720
rs. o covado, boje se vende a 560.
Mi de seda preta com fl.r.s mitfBas
multo superior a 150(0 o covido.
i Filo de lioho liso a 750 rs.- a vara, ela-
borado com llursiDha a 9C0 rs. a vara.
PIVS de suP"or qualidade a
oJOvO e a 4^000 o covado.
Lncos de casa estampados, grandes e
I deIt',','as co,es. que sempre so venrterara
a 45000 a duxia, boje se v.odem a 2tU0.
I-eocos branco de cissa, llogiodo llnbo
I proprios para a.gibeira a 400 e 320 rs. e
por toiia 44000e 34300, e chlueres cem
barra a 35li.
Lencn de lioho puro e ronito (iocs a
SOB e 640 rs., e a dozia a 5C0O e 00OO.
Meias para bomem minio eocuipadas
ameriras de 64000 n. a rtuza, ayora se
vende a 4430O e o par a 400 rs.
Gravaduhas de seda moito boa fszenda
a 500 e 320 rs. cada nma.
. 9S.aM de "'" <> eaoga-fracceea a
!#uoo, e o covado a 320.
.^n!? brsD0 tu linho puro a i800,
14C0 e 14100 a vara.
Iloopa feta naciooal. f&)
Palelols escores de esfraaque, muilo U
bem fetosa 34000 e 24500. *)
Ca cas de casemira a 8f 000. \ff
Paletoisa 124000; roupa eita de bo- M1
mem e de meninos de dlertnles quada- SI
des e p i ecos ratoaveis. (fi)
Oojerios de candielros a fU. H
Candieims a saz dorados a 105000; ?te
lll o SPH a !50u0 *l>Ple sem ^lot.oa 'A)
ti W0 e ?4'l0 e lampanaas a 146O0 bo- M
es C!!,e d,n"erenies nmeros e riLaiidades ISS
H a ouO. 8C0 e 14000. H
K 5,000 chamina em liqoidacao a 320. m
m iOO e Si'O rs. R
;f| Estas eliamine garantidas peles roe- fifi
JoLl llores fbricautes da Europa, le:ro a van- I
S^ lagem de serera a maior parte de cryslal, 6r
M quepelssua boa qualidade e i'apera [M
WD atorara e recistem a um lu argente : s ]jl:
^L se vendern na ra ta Imperairir n. 2S,
SI cada ",na a 3- '4G0 e ;"'0 rs., e por au-
Ugy la le.m abatunento de zf r>"r cenio.
Aiuuio oa Silva Mello, durante roa ansen
ca deixa plenos poderes a seu iimSo Du^rte B.r-
es Silva, para trtar de todos os sens negocios,
e na Ma dest aos Srs. Manoel Jy- Oliveira Mello
e Jos Duart da Silva.
R-rif... 13 rtp f-vereiro de 18G8.

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CONFEITABIA DOS ANANAZBS.
16,Ra da Cruz16.
, !A u, (!iar'amente neste estabeleeimento um sortimento de doces para cb. Pes-
de-ki, bolos mglezes, podios, pastis de diferentes qualidades, fiambre etc.
TRABALHOS DE ASSUCAR.
varas coaservas c licare, agaa de rosas e de flor
de laraeja em garrafas.
I Bombos.
Assocar candi.
Fructas seccas e crystalisadas.
Ditas em calda.
Pastilbas de assucar de diii'erentes qua
dades:
Amendoas confeitadas.
Papis finos com estalo para sortes.
Xaropes de diversas qualidades.
Candiiados.
Pastilbas de caf com leite.
Bombera fort dant.
Pastilbas de rosa e limio.
Ditas do Oriente pitnenta.
Medalha de OURO, premio de 16,600 fr.
mmm
E32333H
ELIXIR febrfugo b foktificante
SCPSR.OR AOS VMIIOS I XR6PES III QDIRA
Experimcnuda com pleno successo nos hospitaes,
a quina Larocbe (ou ritrorto complet* de
quina) urna preparadlo excepcioual, por ser
privada do amargo da quina. Agrada por conseguinte
a pessoas as mais intolerantes e aos paladares os
mais delicados, pois nem muito doce nem muito
viscosa, sendo de urna limpidez constante. Emprega-
se com muito proveito nos casos de gastralgia,
dyaprprla, nevralgla, anemia, fnatlo aem
ama apparrnte, ronvolraccura. demora-
** ehloroae. E o especifico das molestias febris.
QUINA LAROCHE FERRUGINOS
Reunindo todas as propriedades do ferro e da quina.
EM PARIZ,
1S, ru Drouot.
'
SR5. IHtuiyu.
Car ecicrrlios, tuw
coqueluche/ ,. iiidijlji
raMU j,, h, r0,.
'/ikh e todiu ai ilo:n;m
lo (,iio; bis ao dooto
>.)! :uu-.- i:ii D it, n. Par rqa (liir9(t| (a,
A venda na pbarmacia de P. Manrer
e C. em Pernambuco.
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I I -SSasQ
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anBWaa
-.!

Verule-se
piclie do gaz proprio para
calaleos ass>m como para reboca?
c?stcru:is, eoBdoelareii d'ngaa,
etc., etc., em grosso : ns fabrica do gaz,
a relailio, no arinazera da Bolla ainartlla,
travessa do Imperador.
s me.MBo do bello Vcao lunco p,,,,,,
tnodBca do S da visicha FRAGATA AMAZJVA0
^i fr/Dte> n'S1 qoe :e ,em *'vad'o'
le COSTA?, ja a Agu Braoca.qnaodo poosjda em
seu .Dho, eseegiliva o meio r,u modo de poder Ct-
raiDuir o oomero de ho$ eraos frrgafie$, em eojo
r. 1 te eDContrain mal* di ms do que n'ucoa folM-
nha'de BHISTOL, poim ftnpre aai provello --
Pl-i;, jiqos goracom o rebollo da BslGN^-
toS, Mbreveio orna lf tu branca a Aguia Brasra
que a nao sfr como ioei*qoiel, seria ella lo f J" e nroveiiia corro desn berta do XABOPE IX)
30SQJJB ; isso se ella Agoia Branca tivesse a li-
berdade de DESIG.N'Ail qoelies de eus fregoez^s
oris vergoDbosos para pagar eolio, ella de cewo
dara oroa coropaobia complel, qoe por er a pn-
meira icaaria a gloria e renome de E.VCOBAlA.
im, e provavelmeuie os de mais comnj.rciaoies'f--
riam oolrs t nio.e at me.vmo o bulo Vcado Bren-
co daru o seu erntingeoie, e assim ero breve vera-
uios -diMravelireDle togrosfar as flieiras do nos
brioso exercitc, ou al.as aqoelles qoe eoloim com
a furoaca da plvora, correran aprestados a saldrr
oj comas, eaiguos baveriam que, volunUrlatuei-
t- tiierccessem o pacamento com JO por rento em
ouro ao cambio de 30 8/000 com tanto qoe o re-
ciSo de sldo Ihe fos>e pastad j com data anteric*
a da desigoatao : eolrelanio, a Aguia eouhete qu
isso Impossivej e por taolo nao desei que g\i9
segredo sej sabido por mait algnem.
A AGUiA BRANCA
HHra se descuida de tua bea frt-
gaezfa.
E para bem a servir e-la conslantemente a rece-
ber nevos sortinumo, quer de objeelos de moda e
poatasl, quer ie ptriuaana; estas .-.empre da
meltiir gu^iidade, e agntlies dos mais modernos *
apurados goM,.s, pelo que ella espera ctuiionar a
mererer da tua boa fregueiia a soa cestumada uro-
ccDslante e abundante sorlimento de objectos
de moda, novidade e pbantasias de aparado gViv.
e pe fumarias de primtira qualidade, a par ao an-
cf5<4n?cartn,tDl,d" <"*'oo AGRAOOli
ziM.b. iaub. de que A^oia Bracca.tanto f*
ulaua.t-ro fciiocrm que a sua bea freguejia se
lorne constante, e isso prova o concurso depesoas
da cidade, dos mbalJej, do cenlro, e mesmo" de
outras provincias ii>iBh>*, que rerus nea reali-
dade proenram a loja da Aguia Branca para de>ranco de espirito proverem-se do que terjcionam
coo prar, pois que te em a eerlea de serem bem
servido-- na sopfrioridade do objeclo e cemmod-
dade do prego em relac-ao a qualidade do mesmu
b<-a< verdades j per udIos e tantas vezes reeo-
nhecidas, podem ainda aprovelar aqurlles que de
rovo se iiouerem tnro:r constantes fieenezes da
I j* da Agnia Branca : a rna do Quefmadu n. S.
capel, aaveloprs. penaos c tirite.
A Aguia Urania ra OuQoeimado r-.8 receten
cm nevo sorliirrnto t diversos clju-ios a cima
dllos, e abaixo especiUrados,senda caixiulus ctm
papel pequen piolado e uso cero btlrss or-ratis-.
Our^s cem papel rao d orados.
Odlr-s cem papel paquete.
Ottras cum panel tarjado de preto.
Ouss ci m papel de qoadiinhos de cores.
Papel de [.eso branco < azul, liso e paulado.
Pa el alo-asso grevs tambem uso e paulado.
Ppu em fulbas mu gratidti para rnappas :c.
Pipe! mate b.irp.
Anveiepes de diveisas qualidades e srcr.ctos a-
proprir.s para offlcios.
Peonas d"aeo ingieras qnslidade exirafina doe
bru r nbecidos fair capes Perry & C.
U'0'< rrm supeilor llou para cepisr.
Botijas com superior lint azul para firar pretr.
II lijas com superior Unta retirha ou vilete.
Bol ji- com soi erlor tinta neta.
Piasqclobos c<.m exeeilentea Untas, caitnim c
azul para rlscar.
Prasquiobos rom tinta para marcr rcura.
A cemiuedidale dos prec'S.auirra aos comf-ra-
dores diri^irem-se a dita loja da Aguia Branca : a
rna d.i iOM>n>ado o. 8.
SZS
B
Bota- r^siaras, perafiras e meiis peraeiris Bo-
tamente ebegades, da roeihor qualidade que lemas
visto, no ariL'am do vapor ra .\ova n. 7.
$00
a zoo rs.
Vende-se mantefra iogleza flor a 800 rs.a libra
na Prograsso do pateo do Carmo n. 9
recisa-se de orna ama para o ervigo interno de
nma casa de pooca familia : a roa do Caboga n
5, segundo andar.
Recebem-se encoramenjas de trabalbos proprios de pastelaria para grandes
jamares. Dans, napUsados e casamentos, baveuda para isso enfeiies anlogos, bandejas
com bolinbos tanto de armado como sera ellas, pes-de-l e outros bollos differentes en-
fetados sendo o de cor tena com assucar.
O dono deste estabelecimento tem resolvido substituir as bandejas s rmacoes
de papelao e fjlha. por arm.coes de assuca.r competentemente decoradas. Tanto para a
provincia como para fura, sero as encommendas bem acondicionadas.
Noste estabeleoimento compra-se pevide de me'ancia (milo)
HOTEL CEPRAT
RESTARANT A LA CARTE
Entrada geral roa larga do Rosario o. 37 e para familias rna
estrella do Rosario n. \ A
Francisco Garrido 4 Hermano, propietarios deste grande estabelecimento, tem leito tod* o
possnel para satisfater a ana lllostre conenrrencia. Os hospedes acharo toda commodidade de pran
oes salas e asseiados qoartos por presos rasoaveis. b
Ha sala para leitara de jornaes oacc2aes9 eslrangeiros; na mesma sala ha am magnifico ctanc
para recreio. F
Gmese a meta redonda a la carie e maoda-se domicilios.
Os vinbos mais Unos do mercado acnam se na estabelecimento.
_.* nolte ha orvete e refrescos, caf, cba*e chocolate a toda a hora e magoiOcos buhares d*
a>j%ao para diverlimenlo.
Novo e grande deposito de superior carvao de Gardiffna
BaBia.
maw^ISh ^mms dog Saoto8 a "* SaDU BartFa D' l> M*l aMIilaoa a inpprir de
unorStD condigoee aula favor* veis qoe em oatt j qaslqaer deposito, a todos oa Uviol a vapor a as
fierran narace porto. A contratar nesta com Domine oa tai Matbeai J
COMPRAS
por ceato
Compra moedas de prata a 32 por
cento d Coraco de Ouro n. 2 D roa do Ca-
bug.
Comprase oma masseira qoe esteja em boa
estado : oaraa do Rangel n. 9.
Compra-se um oreto de meta idade >jue seja
roba;tj : na roa do Rangel n. 9.
Compra-se
por mal? preco qoe em oatra qoalqner parte moe-
das de onm e prata nacionaes eaestrangelras : na
roa do Trapiche o. 16, armaiem "de Adriano, Cas
ro A C, e ro-a do Crespo n. SO loja de Alvaro
Augusto de Almeida.
Grande ainazem de tin-
tas medicamentos etc.
Roa do Imperador n, 22.
Productos chmeos e pharma-
centicos os mais empregados em
medicina.
Tintas para todo o genero de pin-
tora e para tinturara. '
Productos- industriaes e tintas
para flores, como botes de Aeres
e modelos em gesso para imitar
fructas e passaros com o compe-
tente desenh.
Productos chimicos e indnslriaes
para photograpbia, tinturara, pin-
tura, pyrotecnic etc.
Montado em grande escala e sup-
prido directamente de Pars, Lon-
dres, Hambnrgo, Anvers e Lisboa
( pode offerecer productos de plena
)J{ conflanca e satisfaz>jr qoalqner en- i
I commenda a grosso trato e a reta- i
*S ibo 6 por preco commodo.
Vapores.
Vendo-seem casa de Sauaders Brothers 4 L
o largo do Corpo Sanio n. II, vapores patente
De todos os pertences proprios para farer ciove
s on uoatro maciiin.-is para descaro^ar a .Jai
asa
m
. -.'' ;- -:.:;-:':.
Francisco los Germann
RA NOVA N. 21,
acaba de receber um (indo e magnifico cd
tmenlo da oculos, lnnetos, binocalot, d
timo e mais apurado gosto da Eorpa 6 oc
los de alcance para nbserracoes o y?*
maritimos. >
. r*cvo sommemo de lavas de pelltes de Jnovki
branras, pr*i e de cetras imiis< cores psr-i b(
mens e senbcrasj co arma?eD' do npor la Nova
n. 7.
de algodAo da Baha
Fio
Vndese oo escripioiio de AnlcnlwLnlz de: .-
ve i.-a Ate-ed.1 & C, roa da Ciaz n. 57.
Vende-se nm mulato p:ir:< ir por aipnm e
ejgnaii): oa roa du Imperador u. 0.
\ww-w
Compra-se
por mais preco que em ootra qoalqner parte moe-
das de ooro e prata oaciooaes e estrangeiras : na
rna da Cadeia & 13, loja de Jos Lon Ctnsaivcs1
Ferreira & C ^
Ctimpram-se escraves
Compram-se, vendem-se e trocam-se eseravos
ae ampos os seos e de todas aa idades : rna
do Imperador o. 77. 1 andar._______
Moedas
rnW Prt;iP"m-se a 32 per centc: oa
raa de Crespo n. 16, primefro andar.
Vende-se o engeoho caroeiro, sito na fregue-
na de Serlnbiem, moenie e crreme, com safra oo
sem ella, acba-se demarcado, do que tem ttulos;
oma casa lerrea oa Soledad i o. 19: oma cochelra'
na roa da Paz n. 1, e um sillo co Cordelro : a tra-
tar no pateo do Carmo o. lo.
Lcile liquido.
do da 17 em diante vende-se late liquido para o
bom caf, pelo barato preco de 320 ris a garrafa,
qoem qoirer verificar a verdad pode Tr qoe -
cara' saUsfeilo : no bcco do Peize-frllo n. 4, ta-
berna do Sr. Jo Martin? Dns.
Farinha de mandioca
Conforme a qualidade, dode-se por differentes
precos, mas raaoavei?, para acabar : precorar no
trapiche do Con ha, ao Forte do Millos.
Gaz *
aladar
13,5500.
13#W s ni Roa do V/fario o.
9 !
Lber da de
dos TlllbOM B*Ori'Ugl!?ZC
Tasso & Irmos acaban ne recebar segunJa r messa do muilo aprecisvel vioho da Figueira, co-
nbecido pela legenda Llfccrdale, d;s vichas porto-
gures em pipas e barris de o* : a raa do Amo
rim n. 35'.
Cesi]
Cemento hvdraoen da rcelbsr qoalldade pan
ediflra(;ops o agoa.iapqoes. ai;eroie.-, ssferusmeD-
tos de canos, etc., em barricas grande?, a 12,
Dilo commum ou romano a 0.
lim pcrgSo superior a barricas se faz uros
dillerenca no prego conforma a quntidaje :
Nos armazens de Tars) Ir-
milo?.
GESSO
Nos 3rmazeps de Tasso Irmaos.
DE FERF0
para jardius, por te-iras, etr.
Kosar'mHzensde Tasso |rmis
A os agricultores
Saunders Erathers 4 C. aeacam de recebei
de Liverpool vapores de forga de 3 a 4 cavallos
com todos os pertences, e moi proprios para fa:e-
tem ibovt machinas de descarriar slgfdo, po
dendo cada vapor trabalbar ata com 1 0 serras,
tambuin serven para enfardar algcfio, oa para
outro quaiquer servico em qoe usam de trabalbar
com animaos. Os mesmos lambcrn \-& a' venda
machinas americanas de 35 a iC serna.
Os pr- tendentes dirijam-se ao largo do Ccrpo-
>anlo n. II._______________________
Vende se ama mobilia de jaearaodi teedo 12
cadeir/s, 2 de braco, nm sof, 4 cenlos e mea
redeoda e mais 1 mesa d ttniojO palmos ahur la, as Cinco Pona* n 126
YK\DI>SE"
Saceos com farinha de mandioca mu-io supe-
rior, chegadas nn dia 9 do correle pelo vapor
vapor finara, do Rio de Janeiro. as?lm eomo sac-
eos com fejao branco do Porto, ainda em muilo
bom psiadopelo barato preco da 2 o sacco : no
trapiche do bario do Livramento, Forie do Manos
o. 15.
Atiendo.
Vende-fe terrenos para ediuV-acao, as meiberes
roas desla cidade; a traUr oa roa da rioria n. 78,
das 7 as 9 horas da minbaa.
' ir.?. dj Prlo d. t>as as cores o qu!iddes.
M '. :i de diversas >,u..i;dades para o carnaval
As vordadeiras pinnas callictaphb'as,
E-poletas da nwp'a B B.
Lu de Iodas s c.jres para b< rdar.
Chapeos prelo de pelh (.ara Doaem.
Balaceas dee-o-.f.
Diias kih granuja.
Ha c-cript.rio de J. A. Moreira D: ra da
Groj n. i>0, 1 indar.
Va"- soras do FortoFS^OOO
a duzia.
Vende e a'ra do Imperador arnu^ni de FriD-
ci-co Ju Lelle. -
Boa-Vist-,
V quer ei-ibHecitEfn!). a prazu ou a dinreirb : a
tratar na ra da Imperatriz o. 6, loj dj Arara.
Pars, 3S, Rna Vivienno. 1>
UVli -.i-.s DEM 88XUACS. I& AHIO-
A .TCEA'.O-S Di) f..'-t,r,l!B.|
uo.w cor .< das: -;;inifen$j
fxmuittt, iir>! il-W,
vn-.Toet,acrimonia, *a-
*''; -,e!,*i,-wirt "iatangim .
iiVii, e nlttraioa do iosj
'i vercario). c^uraj?-
,pnu amm* mm*9m ioso-se dse*
fae atraca. K|.i:oi:j o ;.-a':;ji.ieaio >eotirotiuo ; 8
mrrfsia-lii mi bhcj tt^issliaa. i
i ata ircfCiuicU&titiT
t Q1ABIJ!. curn IhhW-'
tZ,tile'\V3\qit>TJ!)!TgC''!f,
IJ rrlcxacco, dehilidat, i
m gutirntau ot fiusot florm
- ai.r. (i* emlhprt*. Esta Bjwfao benigna
>"*i-s ion o Xirvpe de ('ifraclo d* Ferro.
*C3ner:tdm*. I'btKltSl qie II cura s iras 4JS>
POMADA ANTIHERPETICA
C-'tr! iu tffKQOu cuianM cov.-ttes.
Pl.jLAS VEGETAES DEPURATIVAS
p i' l.i:ibi. caj frases al *t**n)lt>e a*MI
PASTA e XAROPE de NAF de ARABIA
i>E ni:iri,Ri;Mi;u
So os nicos pcitoras anprovados pelos proles
sores da Facaltad de Medicina de Franca, e por
50 Mdicos dos Ho-pitaes de Paria, os quaes cer-
ficaro tanto a sua superiordade sobre todos os
ojiros pciioraes como sua poderosa efficacia contra
oa Befliixo, Crlppo, Irrlta?*ei e as AaTel-
6c do ptHo o da garganta.
RACAHOUT DES RABES
BIS DEI,i\6HK\IEB
nico aBaaento approvado pela Academia de Me-I
d!.jna da Par. Elle reslabetaco aa pesaoas que
solTram 4a PMomago e dos Inte*tnoi forta-
lece a^ crlsncas c as pcasoas debilitadas, alem
sisso m rirtude de sua propiedade annlrpilca
lie o mellior preservativo das Fehrea ouaralta
(ypbolde.
>:ada frasco e 'cada caixinna dcstas preparac5es
Itrio tmpre o sello e a firma lkiannrenter, ra
R.t!ii, 20, era Parix (Cuidadocom as falai-acSea).
Depositarios em todas as pharmacias do Brasa!.
ILEGiVEl


burlo de Pcrnmnboc* cgunda felra lf de Feverelr de 18(8.
.....
Grande liquidacao
N\
Lourengo Per ira Mendes Guiraaraes, tendo dado balan-
qo em sua loja de fazendas ra da lmperatriz n.
72 e 56, fez um grande abatimento de suas izen-
das para poder liquidar com mais brevidade,
Vende-se cassas fraacezis a 240, 280 e
j0 rs. o covaJo.
Dilss fran-ern largas a 2i0, 280, 320
400 rs. o covado.
Oilas hglcias a 100 a 200 rs. o corado.
lasinhas ptra rMtilw a 240 rs. o
covido
Vende-se liisintns para ve.-iidos a 2i0,
180, 32 ) e 400 rs. o covaJo.
Alpacas do cores coto lores para vestidos
de 3:>nhora a 500, 3G0, 70 e 800 rs. o
covaJo.
lulipa feila miii na1.
Vende-se p.litots de alpaca pretos e de
cores a SJ5H) e 4Of)a.
Ditos prt'S de panno a ">?, 6# e 8$, di-
tos de mi i ca^emira a 3|R68 e 4$, calcas
de casemira a o> c *&, coleles de casemira
a U e 3i>00.
fladapolo a 4 Q9>
Vende-se pecas de mdipolo tino a 45,
H, 65, U, S$, e 105.
Pe<;as de algoJosinho a 4#00O, 5$, G$ e
7^000.
Pcciacha a 85500.
Vend n-se pecas dealgrdo de marca F
em 24 jar Jas, que sao U ara, a 8^500.
Otto rri'iifo ersc^rp ido para lealbw de pada-
ria por ser milito Urjp a 9;5'M)0 a peca.
Dito mais ostreiXo a G5 e 75 a peca.
Camhrnias I i as-a 4#.
Vande-sa cambraias laspeca a 45, 55,65
Rrim p rdo a 5-0.
. Venle-se brim pmio com toque de mofo
a SCO, 600 e 700.
Brida branco de lirrbo a A'2SO.
Venle-se brim de linio para calcas a
tjaso. tstsQBii.
CbaliM de (Pode linio 43500.
Vende secbales fi' de lindo a 45500
e 55*00. hretantra do linho 53 e 65,
M'>camliiqije rom palmas de seda a 400.
Vende->e musanihiquc com palmas de
se la para (sudes de wfhtjra a 40 J o co-
rad), phantesia com listas de seda a i5 e
80) o ojeado, so ni l- j i da Arar*, mussii-
linas de cores par vestidos de seminra,
rouoa de mwinos a 500 o covado, braman-
te de iinb'i, bre anha de linho, brim de co-
res para calcas e outras muitas fazendis
que mais lugo annsiticlranos fin hoja nao
o fazemos por falta de lempo.
Corles de 'irim pora calca a !,-?
Vende se orles de brim de
cal?;) a 1", i^OeS.
Brilhaalinns de cores a 500.
Vende-se brhant'mas de cores para yes-
lides de senhoras e roupinnas para meninos
a 500 o covado, ditas brancas a 500.
OrgrtnJt braceo a 1,000.
Vende-se organdiz branco omito fino para
vestidos de senboras al vara.
JljJCas adamascadas a 720.
Vende-se alpacas adamascadas para vesti-
dos de seohoras e meninas a 720 c 800.
Ortade sn|a a i 400.
Lijuida-se cortes de ganga para caifas
do bomema 15400 e 160O o corte.
Briu | o i>a a ralsss a 1400.
Vende-se brim muito rio de cores para
calcas de homem.roupa de meninos a 15400
e 15600 a vara, dita brinca de linho para
15280, 15i0) e 15>>00'a vara.
Fi.d li no luna 720.
Vende-se fil de linoo liso a 720 a vara,
dito de palmir.h s a 900 e 800 a vara,
(lasteres para calsas a 2(0-
Vende-se castores para caigas de hornera
e de meninos a 2oo e *4o o covado, brim
de coros para calcas a 32o e 4oo rs. o oo-
vado, ganga de cores a 38o e 4oo rs.
'-f (te clif vi a 801)
Liquida-se esta nova fazenria para vesti-
dos de seohoras e meninas por nomo pe
de chevre a 8oo9oo e \ o covado. .
Bi*.reja de lisias a 246-
Vende-se bereja d listas para vestidos
do senboras a 2io o covartn, e ontros mui-
tis artigos que se deixa de mencionar por
falla de lempo, o que b cveaieote se annun-
ciar par melbnrar o pieco ias fazendas.
thiis eartrn a 320
Vende-se chitas fraccezas floas escuras
32o 360 e 4oo rs.
Algutf-ide lisia i 200 o ovado*
Vende-se aifodlo de sta proprio para
roupa de eecravea a 2oo reis o covdo.
Laa pfda a 500-
Vende-se lasinha preta psra loto a 460
e 5co o covado, alpaca prota a 5oo, 64o,
Soo e ItJ o co>ado, mora tique a 15? dito
a 25.
Cobcria* fschta a 2J000.
^!22lv
A*>isa bsaartai le.
O pro-ppurb das lj*5
da Im; eratM' n. 5*> o 1 rec-'ara ao rcspei
v.'-. pol l -o e sens fregoezes que er.coai-
"oeadoT -um.grande s> rfntRt de domioe
le todas rs qaalidades o vestuarios a carac-
r ara ; .. jsois quogosiani de divertir-
te pelo caraa', pois o'os estes argos
deveto e>u- proniptos do fi.n de te mez em
Vende-se c bertas de-d.ua a 25 e 255oo,
ditas de damasco a 4oo-i rs.
Aigosi enfslito a lJOO.
Ven le-se al^^does enfostado para leoces
cores para e toalbas a 15 a vera, dlo pintido a 152ao
!a vara.
Alpacss de cores a 6io.
Mr ,i, .., Vende-se a!pcas de cores para vestidos
de senboras a 04o e /2o rs. o covado.
Corte-' de gazineta a 15ooo.
Veiide-se c res de gaz:neta para calca a
i 15. i:.-weif-\oo.
Ca-cas de meia casemira a 35ooo.
Vtnde-se calcas de meia casemira de co-
ras para horneas a 35, oalitots de panuo
laate e no espera que o seusfregoezes![m'to a 5i5 e6\ calcas de cazouira tina a
i a com as saas freqenclas afim de 35 c 65-
i comprar be!&f4os vestuarios ou. aluga-
rem, pois o-qno se &anOa grande qaanti-
drle que existo para se esculher, todo de
bom go'o e prego mais baraio possivo!
roa da Imoertrz ns. 86 e 1-2.
Chicas para cobertas a 2S0.
Vendso chitas para caberlas a -280, 320
e 3t0 (i o UaiDBi>8 a 580.
Vene-se lanzmbas estampadas para ves-
tidos de sunhora a 28o e 30 o ovad:1.
Coilas adamasca las a O.
Vende sa chitas adamascadas para vestidos
i 40u o i O o cov.-.do.
Mena para bomem a 45000.
Vende se meias para honran a 45, 55, e
pa.-a scnhnra a 6?. 55 e 35000 a duzia.
Orgari'iy de cores a 4500O.
Vende-si organdy de coros para vestidos
di seobora e meoiaos a 100 e 500 rs. o
covalo.
PARA O CARNAVAL

Ao rcspeitavel pn!)!ico me cabo a bonra
Je cT i\r ,- um grande jornlenlo ilo, dmi-
nos o vestaarios d carcter d i diversas qua-
lidades para os amad ros deste impuriai te
dtwrttmento, pois o proprieiarle d'csf es-
tabeleciicento promane v nder os sens do-
m^rs e vfsmariqs ma:s barato do qno em
outra qudqner parte, isto para que todos
pos^am d'vertisse nos das 23, i o 23 Jo
correte, sendo com ponco dinbeirp.
Espartilhos a 55060.
Vende-se ricos e?partil!fos para seniorasa
55 e 650i0.
CONVEN! LSn.
Vende-se d'mios de alpacas de corea
45. Ditos de lia de cores a 4:5. Ditos da
cambraia de cores a3;?. Ditos de ma JapoUo
a 3J e 43. Ditos de 13a de listas de seda a
63 e 8,3. Ditoa do putld-i chevro. muito ri-
cos 85 e 10^. Ditos de alpaca adamscalas
a 03 o 83. Ditos decjmbia branca muito
fina a 43, 53 e 6i. Ditos de verboiinas
, de cores a ft, 83 a iOIOOO. Ditos de cara-
braia bordada a BU, 93 e 10y00. Ditos
de gan?a de cores a 33 e ifitm, e ontros
d8 muitas qualidaies que "nao se pode men-
cionar.
Vestuarios a carcter 4gQ0O.
Vende-?e vestciarirs a carnrlnr de diversas
qnalida es a h, 53,83, 93 M, &>%, 253 e
3P30JO.
PARA ALG.lt.
.Alucase domin) fas q'klidadefc
mrnciona as pelo prec
6|)0), .&(uio que (
porcao r ab9tmmt-t.
Vestuarios cari
Alufja-so visanos c
qunl: la prego
e W)0: a quem c.
rjRMem
NOVDADE.
Vendc-se urna armecao propria para qoal-
quer negocio.
/ L3as escossesas a 2-o
Vende-se Hhs escossesas de qoadros para
vestidos de seunoras e de meninas a 28o e
3o o covado.
Lencos de seda a 7oo.
Vende-se Idcos de seda de flores a 800
caoa um para acabar urna grande porcao
que tem na roa da lm.)era:riz n. 56 e 72.
La siuhas com listas ie seda
Vende-se lasinhas muito largas com lis-
tas de soda a 13 e 80rs. o covado, ditas
finas a 5o o covado.
Cortes de casemira a 2$.
Vende-se eortPS de casemira de cores a
23, 33 e 43. ditos ;e casemira preta para
calcas e 33, 43, 53, 63 e 83.
Sedlas 2c eo c a lil0.
Vende-se sedas de cores Gsas a 13'00,
15(00 e 23 o ovado, groslenaple preto a
13H00, 23 23300, ditus de tedas as cores
a 23 o covado,
Basquins protos a 143.
Vende-se basquinas prelas de grosdena-
p!e a U3. 163 e 203.
Bramante de algodao e linho, brim de
linho pardo e branco, e outras moitas fa-
zanjas que se torna enfadnnbo mencionar-
he e muitas qudidades que avista ^0 com-
orador vera' como a Arra vende barato.
Caeemiras a 23000,
Vende-se cortes de casemira para calca a
i& e33000,
Cortes de casemira preta para calca a 33,
33500 e 43.
Llqaldacao de cortes ds caa-
bs-ala a 23000.
Liquidado de cortes de cambraia com
barras de cores a 2$, 255iK) e 35000.
Grande sortimento de grodenaples preto
moreaaiiqne pelo, casemira e panos pretos
para o quaresma.
CrosJea spfps preto a 13000
o c.-ivndo.
Vcnde-se grosdenapies preto a 13200
13400, 13600, 138-0, 23000, 23500. 3
33500 o covado. Mureantique preto a 2350
33 e 33500 o covado. Pao preto p^ra cal
Cas e palitots a 10600, 23, 23500, 33, 4
e 53. Casemira preta a 1 6j0. 2 i, 235; 0
e 33000 o aOfada. Cortes de casemira pret..
enfe-tada a 33, 33500, 43, 63000 e 830O(
o corte de calca.
PARA UZO INTERNO
PREPARADOS SWPLKS,
Xarope de jerobeba garrafa......... 13ooo
Vinho de W600
Pilulas de > vidro......... 136oo
Tintura de 84o
Extracto hydralcoolico de jnrnbeba 1235oo
PREPARADOS COMPOSTOS.
Vinbo de jorubeba ferruginoso garrafa. 23ooo
Xarope 136oo
Plalas 1 vidro... 23ooo
Oleo de jorobeba vidros.... 64o
Pomada de pote...... 64o
Emplastro libra. .... 235oo
PARA ZO EXTERNO
A JUKUBBA.
Esta planta' boje reconhecida como o mais poderoso tnico, como nm exces
lente desobstruente, e como tal applicadi nos engorgitamentos do ligado e baco, na-
bepatites propriamente ditas, ou ainda complicadas com anazarchas, as inQammacoe!
subseqoentes as febres ioiermitentes ou durezas, nos abeessos internos, nos tumores es-
pecialmente do tero e afidomen, nos tumores glandulosos. na anazarcha, as hydrope-
zias, erysipellas; e associada as preparacSes ferruginosas, ainda de grande vantagect
Qas anemias, chloroses. faltas de menstruacSo, leucorrbeias, desarranjos atnicos do esto-
mago, debilidade orgnicas, e pobreza de sangue, etc.
O que dizemos affirmam os mais dMioctos mdicos desta cirJade, entre os euae
podemos citar os lilms. Srs, Drs. Silva Ramos, Aquino Fonseca, SarmeBto. Seve, Pe-
reir doCarmo, Firmo Xavier, Silva etc. Todos elles reconheoem a excellencia d'est po-
deroso medicamento sobre os deraais at hoi 1 ronbecidos para todos os casos citados
tanto que todos os dias fazem d'elle app!icac>"
Apresentando aos mdicos e ao publico em geral diversos preparados da jura-
beba, tivemos por fim generalisar mais o oso d'este vegetal, fazendo desapparecer a
repugnancia que at hoje senliam os doentes do asar dos preparados ompiricos d'elle, o
mais das vezes repugnantes a tragarem-se, e que tinbam ainda a desvatagem de nc
ser calculada a dose conveniente a ap?licar-se, o que torna muitas vezes improficuo nm
medicamento, que podara produzir ptimos resultados.
snossos prepados s foram apresentados dopois de haverraos convenientemente
estudado a jurubeba, fazendo as experiencias precisas para bera conheccr as propriedades
aiedicamcntosas d'esta planta em suas raies, folhas fructas ou bagas, e a dose convonien-
ea appicaco, tendo alm d'isto procurado levar os nossos preparados ao raaior grao de
tperfeico possivel, para o que n3o poupamos esforcos, d5o nos importando o pouco lu-
cro qne possames tirar.
Por tanto os que se dignarera recorrer aos nossos preparados podem ter a certeza
de qne elles offerecem a garanta, dequo se pode encontrar a prompta e infalhvel cura
Je qualque dos soff.-Hnentos, que deixamos innumerados, se forem em tempo applicados
tendo alm d'isso, medico ou doente a vantagem de escolher as nossas variadas preoa-
racoes, aquella que melher Ihe pode convir, j pela fcil applicacSo, e j pela complicacao
las molestias, id :do, sexo, ou ainda natureza de cada individuo. s
As nossas prcaracoes ferruginosas sao feitas de forma que se tornam completa-
mente soluveis nos suecos gstricos, porque procuramos os compostos de ferro que como
taes est3o hoje recenbecidos.
Para aquellas que mais minuciosamente queiram conhocor as propriedades da
jurubeba, e sabercm a applicaco de oossos preparados, destribuimos gratuitamente
om nosse deposito um folneto, onde tratamos mais extensamente d'esta planta e doso>'
mos preparados,
Dcaosit geral de todos es preparados
Botica c drogara
34Ra larga do Rozario-34
0 corileiro pre?idente
Na antiga toja de miudezas a ra do Quei
mado D. 16.
Toado sempre a vijU ai* roobar o tepo aos
seas freguMW, toca sxieosos anouncios ; mas
tambera nao qaerendo fue os awsmos fregaetes
Igoorem o qoo de oovo tem He recebldo, por sso
resamidaoNute odira': caigaado assim ao co-
nheeimeoio de todos que a dita loja do Cordelro
Previdente, raa do Queimado n. 16, receben o se-
guale :
Boaitas e doradoras ligas de pellica para meia?,
lauto para senboras como para meninas.
Leques de diversos e moderos goslos.
Peale* com eofeites dourados e nao doarado?,
pira tiu-ainas.
Coques simples eafeitados,moldes Inteiramen-
i- aoves.
fcm papel em calxiobas liso, pautado donra-
d) e timbrado, e oatro maiios objecios, qae mea-
ciona-los sena butaato eoUdoobo, e qae se veo-
de era dita loja de raiudeas do Cordelro Previ-
*mte, raa do Queimaoo o. 16.
Wat* faltamaores,
O Ccrdoiro Prevideote a roa do Qaeimado B. 16
tara coostanterBeote ora liado sortimeoto de fl
aas e boaitas flores, por isso qnaiido algama ba.
bllidjsa jovea qaiier preparar qnalqoer enfeite de
b^togosto deve logo lerabrar se qae ha dita loja
do Cordeiro Prevideote, a roa do Qoeimado o. 16,
aso faltara flores.
Para atVeJar os deateo.
O cordeiru previdenie a ra do Qoeimado n. 16
1r6cebeu do bem c jobeeido fabricaote Joob Gos-
qcII & C. ama ptima qualidade de pos para den-
.le? aromatisados com caefora qae realmente tero
merecido todo coocelto porqae nao s alveja per-
feutm ote os deotes como tambero conserva-o?
sempre no melhor estado de perfeicao, assim pois
qaeiram vir comprar ditos pos oa mesma loja
do Cordeiro Prevideote, roa do Qoeimado o. 16
Chapellnas de seda
Modernas e boeilas chpeliaas de seda para se-
obora receben o Cordeiro Prevideote roa do Qaei-
nado o. 16 e por ser peqoeoa a qoaolldade re-
cebida, quera preieodor orna moderna e bonita
cbapelioa deve aprecar se em nandar compra-la
era dila loja do Cordeiro Previdenie a ra do
Qoeimado n .16.
PONTEIRAS E CHARUTOS.
O Ccrelro Prevideote, roa do Qoeimado o. 16,
tero om bom sortimeoto de finas pooleiras para
cbarotos, sendo lisas e com figuras em alto rele-
vo ; e para qae os seas fregaezes nao se locom-
modem em comprar cbarotos era algumas das lo-
jas de cbaratelros, receben tambera ora bom so ru-
men! o de finos cbarotos do afamado fabricaote
Portado de Simas; assim, pois, encontraro os
apreciadores um bom sortimento na dita loja do
Curdeiro Prcvidente, ra de Queimado o. 16.
A loja do cordeiro presidente
Ra do Queimado n. 16.
Nellaacharaoos pretendeotes om graode e va-
riado sortimeoto de perfumaras linas, lauto ingle-
tas como fraocezas, sendo:
Finos extractos para leogos.
Banhas e pomadas para cabellos.
Oio phllocome e baboza para dito.
Pos hygieoicos para dentes.
Hitos caropboradospara ditos.
Opiata ingiera e fraoceza para ditos.
Pceles com pos de arroz.
Vasos de porcelona para ditos.
Saboneies para mo e baroa.
E mallos ouiros objectos que serao prsenles
ao comprador qoe se dirigir a roa do Queimado
o. 16, loja do cordeiro prevideote.
Bandeijas pequeoas.
Veadem-se oa rua.do.Queiraado n. 16. (loja do
cordeirojprevidente.
Charntos
da acreditada fabrica de Jos Fortado de
Simas.
Vendem-se na Ioja.docordeiro previdente a ra
do Queimado n. 16
Boa tinta para eserever-se.
O Cordeiro Providente, roa do Qtieiixado o. 16,
acaba de r-.cebpr nu peqoeoa qoantidade de boa
Uota (Bine black), que seod.i tao coob cida como
oo oec(Lario explicases a tal respeo, mas
iembrem-se todos que a melfior tinta que exista oo
mercado-vende se oa leja do Corceiro Prevideote,
ra Jj Queimado n. 16.
Port relogios
Um lindo sortimeoto de pnrt relogios araba de
eMtar ao Cordeiro Prevideote, ra do Queimado
n. -16.
Trancas de ouro com pingentes.
O Cordeiro Previd'nte, ma do Qoeimado n. 15,
receben om lindo sortimeoto de trancas de onro
com vidrilhos e sera elle?, para enffiles de vesti-
dos e se esta' vendeodo, por preces baslante m-
dico--.
%m$
Manoel Moreira de Souza
RA XOVA M. 45.

Nesle nevo estabelec'mpnto ba ora comoleto sortimenn de cheos para boicen? seohoras
meninos e vende-se por meaos preco do qne em ootra qa3lqaer parte.
Superior panno dealgodo da Baha
Vende se na esrri^iorio de Antonio Luiz de Oli-
velra Azevedo & a, raa da Cruz n. 57.
Mascaras
Novo sertimeolo de mascaras de raassa, de ara-
rae, da cera e de seda, >iomins, nariz com ocoles
e bjrbas. indo bera surtido e novameuto cnegi-
lis ao armazem do vapor roa N>va d. 7, e ven-
iieoi-se molto am conta da orna duzia para cima.
Veo ese
urna taberna com poncjs fundos, a dlnbeiro oa a
prazo, e tambera orna carroca pjr barato preco :
a tenar m Torre Da aoilga nadaria.
rar,
O qae novo a 5#000.
Vende-se pecas de madaoolo fino de 24
jardas a 8.J, 6|, 7l, 8,5. 90 e 1O0OOO, ra
la lmperatriz na.- 56 e 72.
Arara es< liquidando
chitas miudas a 1G0 e 200 rs. o co?ado,
lassas miudas a 240 o covado.
fronde pe.'hicha.
Saiaai bordadas para senhora a 3*500, i&,
Lans brapcus Gnas a 5CO rs.
Vende-se lan'inhas brancas com palm?.s"
de cores para vesiidos de senhoras a 800
560, ?20e8f30 o covado.
de che/rar os sabonetes de
alcatio
O eso destes ^aboo^tes lem apreseotado os mais
benficos eflfelios contra as rmpigeos, paanos. tar-
as, tinha, caspa, comich59s, e todas as dmait
molestias de pell. /
Vende-se
U BOTICI E DROG.RIA
DE
isartbolfimen k c
31Kaa larga do Rosario-34
Sor* invecao de^fiombs,
na ra Nova n. 30.
ts?- Cbegou um sortimento de bombas,
1a melhores que aqui tem vindo, por Urar
afjua sera nio^uem tocar.
Eucanameuto para-agua, na
ra Nova n. 30.
s^" Fazem-se e ooncerta-se melhor e mais
barato do que out.o qualquer por ter objec
tos viudos da Europa de conta propria.
ChegojffiaT
A pomada galopean
para cora rpida e completa dos callos duros.
IVBIIDK-SK KA
Botica e drogara
DB
Bartboloaaea tft C.
34Roa larjx o Raiaria 31
/Vo armazem de fazendas dt
Santos Coelho, ra do Quei
mado n 19.
Bom e barato
Corte da organdy branca muito floa com 10 ar-
das a 9J.
Camnraia branca multo fioa, peca com 10 ardas
*. 65, 75,85 e 93.
Dta hr, oca upada, pecas de 12 jardas a Gf. 83
e vj>0t'0.
Dita suissa fioa com 8 var?.s, a peca por 8J.
Dita adamascada para cortinado, peca com 20
varas a i?$.
Dita para forre, peQa mm 10 jardas a 3$.
DiU da cdrevfioas a 300 rs. o covado.
Dita de cores mono floas, a 700 rs. a vara.
Hila de Moho moito tiua a 93 a vara.
. BalSes de 2a e 30 arcos a 23 e 235i0.
Ditos de 40 e 5'J ditos, nesgados a *5.
Ditos de mussehda a 43300.
D los de dita, esqnlos a 3.
Ditos de crochet a 43-5C0.
Ditos de mu.'selio, uvi meninaj a 33.
jaias b.rtad,sa 4>5l0.
Fo d imh) com oapicee a 9Q0 rs. a vara.
Do de li no liso a 720 rs. a vara.
Grosdenaple preto, bom: a 15800, 2 e 23800 o
covado.
Morianilqoe superior a 23800 o eovado.
Tarlatana de todas nutre a E00 rs. a vara.
Flanelia de cores a 800 rs. o cavado.
i.nm*B,e de 1Dbo com 5 palmos de largara
JaOO a vara.
MaadapolSes fiaos a 6J, 7JT. 85, 93,103 e 125
peca.
Platilba de algodlo superior fazenda para saias,
peca com 10 vsras a 300.
Atoalbado adamascado de linho com 7 V palmos
de largara a 3* a vara.
Dito dito de alg-.dao a 23000 a vara.
AigodSoeofestado som a mesma largara a 13100
a vara.
C' bertas de chita de ra-ragem a J55C0.
Colla? de fuMao a S5o00.
Lenco"sB de hamhnrgo de liobo a 25400.
Ditos de bramante a 35500.
E tavnn'S d8 'a adau3asca Cnardaoapos de linbo adamascados a $ a doria.
Toalbas de Itabo, liws eUcecboadas a 113000 a
doza.
Dtas de ahjoto felpudas a 153000 a uila.
Lencos de cambraia Bnos de 15800, 25, 25500,
35*00 e 35B00 a duzia.
Asaim ei.raocMr.is mnitss fafettdas qne se ven-
de por meaos qne em ou'ra oaalqaer prte, e da-
se amostras de lodo.
ft
| Chegon ao antigo deposito de Henry Forster 6
IC, ra do Imperador, om carregatuenlo de ga di
primeira qualidade.o qual se vende em partidas
l realho por menos preco do que en> ouir* qu? I
jusr parte.
Fabrica e fundi^o de bronz
t ouir os mttaes, caldeireuro,
laloeiro, t funiUiror*ituada
naSoledade, rua do Prin-
cipe n. 3, e com iepsito na
ra Nova n 38, da cidade
do Recif*
F BRfiGA Sfiliio
Fabrifam-se oeste importante estateleci-
mento todas as obras concernemes as artes
respectivas como sejam:
Alambiques de todos 08 twanbos em
feitios, os mni acreriiudos apareibos de
Derosne com as dimecces delicadas floa
fabricados em Franca.
Fabricam-se avulsas quaesquer pecas des-
aparelbi s, como sejam o dilatador, ratifica-
dor e condensador, oo e.cquenta garapas,
resfriador, serpentinas interiores.
Fabricam-se bombas de todas as dimen-
Ces e qnalidades, pelo systema francea on
americano, simples, de presso, repoxo, e
com especisiidade o estanca ros f assim -rp
nominadas pelo enorme volme de agua
que absorvem calculada em 100 pipas por
hora, e das quaes atgnmas esto promptas a
serem experimentadas.
Existem bombas por este systema, me-
nores, para regar sitios, garaBtindo-se nao
s sua duracSo como a grande qoantidade
-de agua qne fornerem pelo one sao cons de-
radas hoje as prinwiras bombas conbecidaa.
Todas as mais obras se fabrican voota-
de dos freguezes e a sen capricho.
Existem sempre proroplos no deposito in-
dicado na ra Nova n. 38, om completo sor-
timento de obras solidas, bem construidas e
a precos rasaaveis, como sao alambiques,
serpentinas, taxos, passadeiras, repartidei-
ras, escomadeiras, cocos, candeias, e muitos
outros otenc'lios prtiprios para engenbos,
cerno sejam mancaes de bronze, paiafuzos
para rodas de agna e outres.
Cavilhas, machos para lemes, prego* de
todos os tamanbos e para o forro de cobre
de navios.
Aprompta-se tudo qnanto diz respeito a
obras de latSo torneadas e polidas com toda
a perfeicao.
Vlvulas para tanques de banbo, torneiraa
de todos os tannos e qualidades, assim
como todos os ornamentos para militares,
botoes para farda, aparelhos para barretina,
nmeros, espheras, espadas, cornetas, alam-
padas turbulos, caldeirinhas, isavtas, almo-
farizes, perfumadores.
Obras de folhas de flaodres de todas as
qnalidades, bahs, bacas, bules e outros
ntencilios domsticos.
Lampioes para gaz para engenbos, folha
de flandres em caixas, folhas de cobre e la-
to, tubos de chumbo para encanamentos de
todas as dimengoes, folbas de zinco, estanto
era barras e verguioba, lances e barras de
chumbo, vidros fino psra espclhos, de co-
res, bordados, e opacos, e ontros para vi-
dracas, diamantes para cortar vidros, cadi-
nhos ordinarios e de patcnt, rea para mol-
dar, folies para ferreiro. lavatorios coro ba-
cas e jarros, trra podre e outros ir.umeroa
o!;jectos proprio de taes estabelecimentos.
Sendo todas as obras inspeccionadas e
feitas sob a direcc5o do socioadministiador,
Jos Baptisia llraga o qual se acba de novo
especialmente incumbido da gerencia de to
importante estabelecimentc, isso nma ga-
ranto pela ana longa pratica, que tenfoa se-
nhoies fresuetes de qoe serao servtoos a
contento, com promptidSoe prego commo-
do, pelo que os propiieiarios lhe serlo agra-
decidos.
I
cao
RA NVA N. 0 E 22
Machinas para descarocar algodo. domt
Ihor autor que tem apparecido n America
E' tal a execoc3o do macbinisme, que o al-
godo sahe quasi tao peneito como o de be
landeira. Recommenda-se a attencSo doi
Srs. agricultores, estas machinas.
Negociase orna machina de fzerpeli>,a qoat se
arha era fuereo eTeftiva. E' orna excellente
acqoisico para qnem queira ensinar a industria
de peiic geiadi-, como ha no Para, acnde mi* or
orna lei coccf deu se orna snbvenco de 25:O05
annml pelo tnmpo de 12 anno>, ao rsped vo em-
preiarlo [ara dar irais estrncao a p>ta mdostria
psr abastecer aqoeili caonal de pene freco, a
preco barato, e para tal Gm mosto se presta a refe-
rida machn, vistn estar rrllocada as AianOas,
aobde hs mona shondanea do pene a ef?" bara-
tsimo, e pd-* para aqui str transportado fresco
cem celo para ser vendido lambfm baralo, e cora
graode lacro, vndese a dila machina oo tomase
urna f essea como sorio, entrando cum um ptqoeoo
capii.il, para rrelb'T InformavSes, a tratar oa ra
do Mi udpco n. 90 f'hrtea de chior late.
VIN deQUINQUINA
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CD o 2
O r *> ^
2- S B "O
Com Malaga e Pyropliosphato de ferro.
Este jrinbo foi preconizado porloda a emprensa
medical como senilo o mais poderoso tnico
erapregado para curar a Chi.op.osis, Anemia 8
Exhanstaqao do s.vn'Oue. Deposito geral em
Paris, em casa de Laurkncel, pharmaceutioo-
droguisla, ra dos Lombarda, H.
TERDiDEIRO LE RO
dt 0ienBH, Dorttur-MWjin
Ra do Seln, 81, A PARS.
p ce
5. CB
U0 rASC5.
If.-V.~vtm*.
t*0*nr.roc f-
krririt,aeeita*l
a 60 as ie i>ta.
asia^iimoxsn-M
4aahtiM4a <*

MOLESTIAS 00 PE1TA
Aviso Importante.
Os aicos verdadelros xaropes de bypopbospbl.
tos de soda, de eal e de ferro do Dr. Cbnrebli! ira
zem a firma qnatro vezes repetida deste sabio me-
dico sobre o subscripto e a marca de fabrica da
pbarmacia Svann, 12, raa Gastigone, Paria
Acba-se a venda em frascos qoadrados com o ne-
me do Dr. Cbarcbill no vidro. Preco 4 fraucos eOi
Paris : Com instrucca<
Ueosito na pnarmacia da ?. Maurc d
C. em Peroamhoco.
Joaqalm Jo' Gonrtlces Beltrao tem para
vender no sen escrlplorio na raa do Trapiche
o. 17 :
Brim de alfrodio da Babia, molto proprio para
rcona de eeravo.
Fio de alpodo da Bahfa.
Panno de aigndao da fabrica do Bki. Sr. OOffl-
mendador Pedrr
Vinbo do ParM, md calas de ama dazia.
Din do dito em barris de dcimo.
Machina para descaroijar aleodlo.
Toros de Jacaranda'.

I Klft |



lar.* de Pernambnco Secunda fteln i 9 de Fe ver el/c de !86fe.


/
f

t*a
Collares Royer
|a Anadian electricis magaecos
De^iuUn acreditada
taja da.agnia Orauca ra da yaeimado,n. S
Apregoar aiada-os prodigiosos eettodos
:aam-aujfer i nao. ^ginar ou querer
ratroduzr navidades, pirgua a (ama da na
eflBsacja uwn-w unto estendiilo, e os seus
fekzes resultados a tal altura elevado, que
aoje rara k pessoa que por experiencia
propria, ou por mterineio de seus amigos
8 parantes, ignore ou desconhe.a as virtu-
des desses sempre apreciareis collares
Royar.
A afnibraacaporia sa gloriade concor-
rer para un to justo oa, se nao por on-
ro modo ao menos por ter sempre, e coos-
mtemente um completo sortimento desses
collares magnticos, que bem se podem cba
marsalva vidas das criangaa.
Resta aroda que os senhoras pais de fa-
Sl!L?rCaf.a,aT'eDC9r'de ^,!8 C0nV8m Ww a seda da cores, com
nao esperar que as enancas sejam atacadas | mai>e completamente novidade
ao mai, per isso necessano oa conve- i Lindsimos vestidos de eambraia braoca bordados
meoie que com antecedencia se deite na' cora S""0-
crianza um desses collares para assim estar Ricos bas ella preservada das conv>iicoes e se contar' ma moda em Parir'
uvredes rigores da denticao. i R|lQlS"DS cbaosiioas de seda, palha a mitaco
A agBia branca i roa do QueimadoY 8' Co^ST ^ ""* ^
contmua a receber por todos os vapores i eTpar"'
PECHINCHAS
Para priucipiar o anno de 18(58
es para seoboras, sendo estes de nllima moda
. ------~ '" "a uj a|.iuros> i ai Parir.
trnceles a quantidade que da contratado e J-tetiwima* gravitiohas para senboras.
por taso acha-se ella sempre provida dos ver- colares e voitas de vi triltro e seda, ultima
Uoyer eletricos magne- CoSSKeT^ *****
dadeiros cohres
lios.
Novas chapelinas
de a pai da llal .
A Aguia Branea, a' ra do Quemado n. 8, reee-
twu am novo sortimento de bonitas cnaoelioas de
Ba palha oa Iialia,orn?dascom delicadas flores, e
como seraure a Aguia Branca as vende por oreos
cemmodos. K v
Rap Viajad o e Paulo CerdeEr a
A lua do coroeiro prevideute a1 ruado Queima-
at n. 8^ recabeu nova remessa dessas jualidades
Presos vantajosos
s iRtodcas do grande estabeleci-
meato de Soza Soas es |rmio.
Bna \Tuva a. 28.
Veudem eiu grossa e a retalia.
Linhas novenos, multo superiores, libras surtidas
a HM e 23500.
i em noveles, mais inferior a 15600 e 15800
ia
DMa branca em caizas de >0 nvelos a 6i0 ris
Dita para marcar, caixas de 16 ditos a 240 rs.
"Bita branca em ditas de 10 ditos grandes a S60.
Dita em carros -i 100 ^roas 350 rs. a doria
Dua ero carro de 200 j.irdas a 150 aduna.
Dia-em carines, branca e preta. loO r. a.dita.
Roietas de edres em cana de duna, a 15500 a
dita.
Grampag com caheea de wdroa H50 rs. a dita
Agtiiheiros pintados a 240 rs. a duzia.
Boioes de moediohas douradas e prateadas, para
pnnhos, a 15900 a dtuia de yares.
Ritos de madreperola, para camisa, a 500 rs. a
groa.
Ditos de oso, para caiga, a 240 rs. a dita.
Oixionas com soldados de chumbo a 120 rs.
Bwlboa de moldara doarada a 15100 a duzia.
Puntes de taco dourado, para coco, a tS rs. a
doria.
Dlios de lacoa 4!sos, para coco, a 55309 a duzia.
Ditos domados, com floras, 240 a duzia.
P'j' "9 bafalo, multo bous para alisar, a 25300
15*00 a dita. '
Ddaes amarelos e prateados. Anos, a 240 rs. a
dita.
Gulobetes em calxinhas a 640 rs. a dita.
Ditos em cartes a 600, e 900 rs. a dKa.
..^ecas de **' Par* eoz' lr8a, coro 10 varas, a
600 rs. a peca.
Ritas de soda n. !>/, pecas com 8 vara*, a 260
rs. a dita.
Cadago braned para ceroulas a 360 rs. a doiia
de pegas.
Laas de tadas as eflres, para bordar, a 61500 a
libra. ,
Phoppbores de cera, em calimbas, a 360 rs. a
doiia.
Ditos de pau encerado, sem chelro, a 360 rs. a
do7ia de CBixmhas.
Hitos de cera, em caixas ntata de folba. a
14400 a dzia.
Uartilbas da Dontrioa Chriia a 320 rs.
Dbreiss de colla, em eaiunhas, a 320 e KOO rs.
8honrtes finos a 800 e 13 a docia.
Pacas e garpuos cabo de osso, rateada boa, a
1J500 a duna.
AbntHartoras Anas para coletes, cintos com five-
las de cryutal, e mnftas oatras quirtldades, pulcei-
ras de conU", pentes com pedr.-\ para coqnes, en-
talles para caneca, um completo sortimento de per-
fumarlas de todas as qaalidades. eolariohos, can-
deeiros a gar, ferragens de todas as qaalidades etc.
te.: roa lf.>va n. 28.
i i -
Lea dacle
Este eMab!eement a rna da Imperatnz n. 70,
recebe de sua eoata por todos os paquetes (ranc*-
es dwer.-,)S ohjectoa da ultima moda de Parit,
como seja ooiiiis coque." lisos e eafertados, fitas
de sarja, ditas e seda lisas o hurladas de todas
as lardara* e de soperior qnalidade, lindos sapa-
los d roerio, de ctsemira e isa, tencas de la,
mullo tonos eaatiHllip.hos, baDadlsfos entre-
meto* com lindos bordados, uravaus de seda pre-
la e de cores para bomem e snnuras; as verda-
delm* latas de Jovin braueas e de cores maito
benita, cartetras de diversos feiiios'4 lmannos,
metas da BMiito ttoa-iiualid.de,'para bome.m, se-
Ditoras e mentos, um lindo sortimeoto de bicos,
suarlitaos, toucadores da Jacaranda' de diversos
taniauhos. fitas de velado, trangas pretas e de co-
res, liados eoteites para vestidos, cintos de diver-
sas quafedades muito bonitos, alboos, abotoadara
para colleles, la pira bordar de superior qusli-
dade, ama inflaidade de bonitos bnaqaedos para
eMogas, as mentores ^erfamarlas de Luom, Plver
Gea-tn* ociedade Hygamca, rmmene^ade de
objeetus nao deno de Giencion^r para oso se tor-
ear massaate, tudo por p.-ecos mmto coi modos.
HIS0I.I4 CULOS
. XII
Roi da Suecia
POR VOLTAIRE.
-Vernte-se esta excelieme obra
fcrochura, oa uvraria Ecooomica
a. 1
fh mesroe rrvrarla tomam-s ass4gnataras para
** O'floraelo fWsono celebra almirante
aafiei a cada eieujplar. ______
Uv&m eDcyelopedica"
Chegaram a' livrana eneyr.inpedica de Jos
BafbbWd Velto, roa da f>os n 82, as 8golntPS
hras da Dr. Cheroo*rz : formular oa Qtna mt-
itet, qae c intm a d-S'-np^u de todos n* medi-
eawenl*. Seitma tdfio I v.,lome de 38 pagi-
a-, com 194 tituras di lexio, eoead-rnado. Prt-
g* 6J. Diccionario de uuuhrma papular era qne
s Oo-icra^tim os symffruria, a- causas e o trat
oanntida- molesius 'ona ngoaaee aceomoio-
dada a* tot4ta|eeia da*oesoe e-iraonas a ser^r-
cj.tnedi--a. Tercera edteo. 3 .v,iums com 231
fwras no texio encaderoatfov Prego 20.
<|'*ea |alzcr aprovelte
alftw.
Vender ama taberna Na oa roa Imperial a.
I3, oraa de melfrtre laelitfads h oeot afra-
da p.ftria para quafciwr priaeia4Ma por
-r o >w i foadaa, e ta ni.e aa-se ueaoe-, coi
a slffll'io que se afilia epj motlo b m estado : a
pe-ua que urrtendar dirjase a ue>mi que acha-
ra' com 90869 tratar.
rna do Crespo n. 9 A, esquina da rna do Imperador
Acaba de chegar pelo va^or Gaiennc, am variadissimo sortimenio de fazt-aJis qae duom os
dossos correspoodeoles qao foram as meibores, as de mais goslos e oovidades qae eaeootraram em
Pariz. e uor isso maito recommendamos a apreclago do tespoitavel publico, os seeuiuies arligcs que
s encontra'o na loja do Passo.
Riqoissimos vestimentas de cambeaias primorosa
mete bordados, com todos os perleocos para
creancas se baptsar.
Ricos vestuarios de cores, lodos completos para
meninos de 2 a 4 onos.
Mantas de blonde para ooiv&g.
Moiriaotiqae, grosdeQaple sedas prcia, branca
e de cores.
Riqoissimos cilos, nllima moda.
Ricos enfeites para seoboras e meninas.
LinJisimas cbapeliuas de seda e da paiba para
meoioas.
Riquissimos cortes de fantasa para vestidos de se-
nhora.
Lindos corles da |S para vestido, novidade.
Chapeos de castor a canotier, utiima moda para a
rapasiada em Pariz.
Grande deposito de luvas de Jonvin rocebe-se por
todos os vapores grande scrtimeolo.
RA
LOJA E ARMAZE2J
DO
. pnnh-js e g'avaiiohas de Chuny, ocm-
plela n ividade.
Riqoissimos leqaes de marOm todos abertos e de
ultimo gosto em Pariz ; assm como de sndalo
madreperola.
Cssemiras, cambraias, ISas, masselinas, precalias, chitas e ama Infinidi.de de objectos qae
deixamos de mencionar por se (ornar magante.
Isto s na loja do Passo ra do Crespo n. 7 esquina da do Imperador.



Rna da teperatriz d. 60
'.;-; nu% nutu M mu
SUCCESSOR DE
p,. n AMA St SILVA.
rt cr p.ereira da Silva.tendo dissolvidoamigavelmcntea scciedade que tioha com
o s>r. AQtonio Fereira da Costa Gama na loja e amazem do rav5a tem res.ilvido vender
suas razeadas muilo tnaii baratas cora o fim le apurar dinheiio, e diminuir o grande de-
posit. que, tem das rnesrnas, assim como tem recebido alliriiamente utna grande porcao
jie razendas novas, tant malezas como fraaceas, allem3es e'nQissas, dan-to de todas el-
^^aiBistrssdeixaDdoficarpenhor. oa manda as levar em casa das Exmas familias pe-
ros seuscaixeiros, estando este estabfilecimento aberto desde as G huras damanL5a as 8
oa noite, e participa aspessoas qi.e negociam era pequea escala, qoe neste estabeleci-
menio comprarao pelos mesmos precos que compram as ca>as! inglezas," ganbando-se
apenas o descont podendo assim fazer melbor sortimento.
Tiras
bordadas e ttabadinlios
Qaem quizer fazer boa compra de tiras
bordadas ou babadinhos, adiar um grande
sortimento para escoluer e por reco muito
mais barato do qne em oulra qualquer parle,
na loja e armazem do Pav3u, ra da Impe-
ratriz n 6o,
fmmu
Lm rrlf-s dft la
Veodero-se sui-friotes eries de 13a matizada
com 13 ec vados, pelo barato prego de h o corte,
Fazeuda* para luto na loja O nt0 na ''a e iTIDtrm d0 pavo, roa da Impera-
Pavo
Vonde-se seim da China com 6 palmos de
largura proprio para vestidos a 2 o covado,
ISaziohas prelassas. alpacas com listra bran-
ca, a la o covado, cassas brancas com listras
pretas a 5oo rs. a vara, ditas pretas lisas e
comsalpicos vara a 56o rs. ditas francezas
com listras e ramatrens vara a 8uo rs., me-
rino preto, alpacas o princezas, mais barato
do queem outra. qualquer parte, na loja do
Pava, ra da Imperatriz n. 6o, de F. P.
daSilva.
Camlsicbas a 3.
Vendemse as mais mo-ieroas camisinhss com
por 14300 em
roa do Crespo
a oeea-
Ulo "
Vendaje o sitio do R.*arinho o. 3 }ontj a ea-
9*n, 't lo d< Reeifo qoe val flear parto da aova
(irada de f-rro qae se va fater tarj Olioda :
traa se Ba roa Nova a. 63 oa o Recito roa da
tadea d. 3.




to prego de 3';09 ; na leja o armaiem do Pavo,
ra. da imperairin. 60,
ptcliiacha em catim as a 1,>G0 s o
Bwft,
AUGUSTO PORTO & C.
11Ra do Queimado11
Recrtberam em sea estabelecimento um esplendido sortimento de tapetes, alear
tifas largas e espiras para forrar salas, tudo da melhor qualidade e da* mais lindas con, Se\Tt^U^^^^^f.LClT.d!,,l'rP^uiDa^om
o que podem ve. .Qcar via.10 ver as pessoas que quizer alcat.f r ou esleirar seus salSes, "?- bon"S-8t,ot'adorS eelo>r8"
Vesti.ios da Wond cem manta, ramo e capella para oiva.
IdHm de gor^uro bor.iad. s prelos. para a quaresma.
dem de cambraia branca bordados superiores.
Basquines ie se-ta para senbora Mosto moderno de 8i$! a 500.
Colxas de seda, ditas de laa e seda para camas de noivas.
dem de croxe e toalhiobas de croch para cadeiras.
I lem de fustau brancas e de cores de 5fl a 100.
Coriioados bordados e adamascados para cama de 20$ a 70.
Id-m bordados e adamascados para janella de 9 a 20J.
Tapetes randas e pequeos para sof e portas.
Pannos de casemira para cobrir mesas, gtjardanapos grandes e pequeos, toa-
Ihas para ma. de liobo e de algodo, atoalhado t-ranco e pardo, pannos finos pretos e
azues, casem ras tretas e de ocres, tudo por mdicos precos.
Chape inas modernas para senbora de palba e de crep.
Camisas de linho e de algodo inglezas e francezrs para homem.
Mo:r braco e preto, sedas pretas superiores para vestidos para a quaresma.
gros preto e de diversas cores, organdis e cambraias brancas e de cores e laas de mui-
tas qualidades.
Saias, toalhas e lencol de linbo ricamente bordados.
Malas para viageos grandes e pequeas, chap s do sol inglezes e amitos outros
artigos todos vendidos por baratos precos, pois s se desoja agradar o apurar dioheiro.
11ttua do tuelmado fc|
masco de 13a im'tacSi de seJa, com 8 pal-
j mos de largu-a. a 4 00 ; colchas decro-
I che ; ditas de fbstifr brancas e de cor : cro-
ven.ie-se ama gradde porcao de casimiras sope-1 .u. ,. !
riores enfe.sUoa.s Lfcodi. e.-curas o aleKresproprias Cbes prnprios para cadeiras, sof3S, cadeiras
para caigas, ptletots,coleles e roupas para mctii-, de balar.ee, para Cobrir proectes, etc. etc.
Cffiliraias lar^a a 1060 e i,$280
a vsra.
Vndese cambraia transparente com oito
palmos do largura, que facilita fazer se um
vestido com qnatro vtras, a t vara: na loja e armazem do Pavao, ra da
Imperatriz n 60,
Eapartllhaa.
Vende-fe uro grande sortimento de espar-
tilbfs dos mais medirnos: na loja e arma-
zem do Pavao, ra da Imperatriz n. 60,
Cortinado para c;is.men os.
Vende se um grande sortimento dos me-
ibores cortinados bordados, pioprios para
Gamas e j;inellas, pe s b rat 90, 100, 155, 200 e 23OOO o par; da- tem.
LOJA DO GLLO VIGI-
LAN! EfiUA DOCBtS-
PO N. 7.
Osproprietaiios desle lem conbecid es-
tabeleci;" ento tem a BUifecjto de levi-r 0
conh. cimeiito to respe tarel pi bliro que; ca-
bam de receber pelo ujtimo vi(.i ra E. ro-
pa um completo a rtimen'.o de bjteto tile
apurado gosto e de Otea iu.\daiie; [e*
quaes estSo resolvidos a vencer por pro
c > mai razoaveis, ermo sejam :
Lindos cintt s com | orlas, bordados ve-
drilh'S, facnda qte nAo havci qi.emcon-
teste ser a melhor que ha reste arfgo, ist
s na loja do Gallo Vigilante, iua do Cra.a
n. 7.
Ltques de madreperla, 5ndalo, marfim.
madeira e osso, etc., com lindo cesenuos.
Ciaarnrces d^plhrr,
Biquissimas guarni<,5es e trai tas de fices
palhas de Italia, c m vedrilho, pii gentes fe
sem elle*, e cutras am bitis da meMP
palha milito proprhs para guarneter vesti-
dos, chapellinas, etc.
Lindas bolsiubcs ou cabrses para as ire-
ninas trazerem nos bracos, cada qual rtc
bonita.
Tcsfinras.
Finissimas tesourns para unhas; cctnras^
cabellis eiros e a fintea, as qoaes g rarUt-
mts ao comprador a sua boa qualidade.
W Tainas
Supeiinres navalhas c< m cabo de trtara*
N. 64-----Sua da Imperatriz-----N. 64.
5ova loja de miadezas e artigos de modas
D8
SILVA & NEVES.
Os preprietarios deste novo estabelecimento oferecem ao respeitavd
^^ pnblico desta bella cidade, e do interior um lindo e escolhido sortimento de
**kj miudezas e amaros de modas, concorrendo para isto o terem na Enrona, pes-
||jg seas habilitadas a execotarera suas encoramendas no qua houver de mais nc-
j* dade e gosto, e' irarantem vender pelos precos mais rasoavets do qne em
gggj ^Hfa qualquer parte apar de maneiras delicadas e sinceras.
,5^ Aeaham de receber pelo vapor fraocez Gueme, os segointes bellos
^^ artigos de moda e fantasa.
Lovas de-Jeovia para senhoras e bomens, de todas as cores.
Livros para missa com capas de madreperola etc.
iBdispensaTeis e boleas de tojas as qoalidades.
Coques os mais amelemos.
Espartifbos collares, e chitos de seda e vidrilho.
WV Rendas de Guipore, de seda, (bloods) e de algodSo, de todas as
||| qoakdades.
Completo eerrimento de trancas, fitas, botoes e gnarnicfJs de seda
m! eom vidrilbo e sem elle, gravatinbas de seda, e maagoiios de lustro bordados
todo do ultimo gosto de Paris.
Loques de stadak aberto de mais apurado trabalno
Agua Florida e tnico oriental de Laman A Kemps:
Ricofrenfeites e goarmc5es de flores para vestido a cabeca.
Calcado para senhoras e meaiaas.
Perfumaras aa raelhores e mais escomidas de Lubra, Piver, e Con-
e ricos e elegantes vasos de poreellana, crystal e prata inglesa.
Meias de algodSo, as mais finas e raelhores que teem at6 boje vindo
ao mercado, par seoboras o bomens.
Cbapos de palba da Italia, e a imitaclo para meninas.
E um sem numero de artigo, de gosto e aatazia que so a vista
podem ser apreciado.
dray,
hH
ftMaatw.Ba.

saaarr-i
M
.o uim-tt** rrt runo o.i.r*Tii
Approvadas pela Academia de Medecn m Parii
4bl*saua4> w>'Nn>i.M tuotctk *>
ri4nao.'.*fT osiHtvnu. da -r^rf*, o ibluih. MtnrMM,!
Hne mwu xf^ifo Miw,-->. Km* Witur a>Tor*M a-muf awiM rcpieu-naMunlM dr mm "oumaor etcaanm, tata |
'HOB Ct *tfm IcsJtri-ardt. M tator, <\s ui pruna; tlun. (te o*a unurt w
urgxM dlfcunra. QouaOo dw proj)rifi*** d tono do 9*tt*>\ J*j oaatsa fntuf.
aalMKMC tm OXgua (ttirctietl, BUrafto.11, auuttfami. CiWrtiw, m 'nniiiaa.
! i, nimia, eK-i f:Bt, eMBAaOfraacm tiz* catin ota aviaa*4u mate mar.
i para OMtfi&ear m cotmlmlgo taphAtiau, frac** tm dgbiUi*4*t.
H. B. o Mdafat de ferro tntmu. niwtd uo> nodica-
mmm taiet. irrtanw. Chm pro d. farra a wtMaridJde * wrdMW MMM Wmnr<, 4e+t -* algit aim tm* 4
rsaa rnetlra eotarasa,*<|ui fmro4uil>,i|aeKKtuaparte
lafcilii da >h rila arde Drra -aa taiiaajir da* liliHmiiai
Vebde-se na rkiarmaciajde P. Maurer & C, roa Nova.
a tJOOOieu.
Veode-se nma grande purcao d punboa co,
goliDbas de eguio de Imho, com os maij liados
oordadoa pelo barato prtr;o de IftOtK) o terno, di-
tos bordados de cor a 640 res, sendo grande pe
chinc&a peto ureco, oa roa da Imperatrii o. 60.
iioes e>tiii(is.
a a^.-..
ChegarRm.os mais muderoos baldes esguios sen-
do verdadeiramenifi americauos e vccdeci-se pelo
barato preco de 2J500, na lija do Pavo roa das
Imperairix n. 60
Caasaa a *4to rv. s o pavo.
Vendem-se bonitas ca.-sas inglezas de co-
res risas pelo t.arato precu de 240 rs, o co-
vado, ditas francezas fazeuda mimo fina com
padroes listrados e de flores, assim como com
palminas micoas proprias para meninos a
Joo rs. o covado ou a 5 chincha na loja a armazem do Pavao roa da
Imperan iz n. 6o
Malas a sefejpatnc.it*.
Vendem-se bonitas saias econmicas de
o&r, pek barato, preco rte 2a40 rs. poden-
do cst-.s saias servir at para vestidos, fa-
zendo-se Ibe corpo de outra quatquer fazeu-
da difireme; pechincha. Da loja e arma-
zem do Pavao, ra da Imperatriz n. 60.
Bitl&es a t, 3-Suoo e 30
Vendem-se um grande sortimento de cri-
nolinas ou ba loes de arcos para sennora pelos
baratos precos de a 2)Jaoo e 35 por haver
grande porco, na loja e armazem do Pa-
vo, ra da Imperatriz n. 6o,
Lloziohas de cor a 240 e 300 rs.
Vcndera-se lanzinhas mattsadas, padroes
modernos e muito bonitas pelo barato prego
de 240 e 300 rs.
Gravatas a 400 rs.
Vendem-se gravatinbas pretas estreitas
da moda pelo haratissiai prego de 400 rs.
cada urna, assim como um grande sortimen-
to de cores lisas e bordadas, por barato
prefo.
Chales de renda.
Vendem-se superiores chales pretos de
renda, pelo barato prec de 3a?00 rs. cada
um, assim como ditos de guipure fazen-
da muilo superior a l e 42 bonito sortimento de capas e retondas.
Os ciiMiquinhits da Pava a 16.000
Ctifgu nui elegante s irtimenio dos mais mo-
lernos e mais beca eofoitdos caiaqaiobos de
yrrsdPBapIsiirrto sendo eum siolura e sem ella, e
uutros a in:itJ(,'ao d jagoetiorias e vend-m-se pe-
los baratos presos de H*\ Si #, 351 e 30 : na
loj.e arn7rn do Pavu ru;ida Imperatriz o, 60,
de K. Pen-ira d* Silva.
Vendem-se bonitas sedas de cores para
vestidos, tenJo largura de chita franceza qoe
facilita fa/.er-se um bom vestido eom ttreu
ii covados, tendo entre etlas alj/omas pro-
prias para luto, pelo barato precu de 2J o
covado, assim amo sedas lizas de todas as
cores per precos mais eommodos que em
outra qualquer parte.
Panno preto a 1^6'^ e 2iJooo.
Vende-se panno preto superior "om seis
palmos de largara proprio para oaietots e
calcas pelos baratissimos prectis de {J600 e
2r00o o covado, grande pechincha.
Meras baratas, duzia dooo rs.
Vendem-se dozias de meias de car escura
sendo meias de muito mais riinheiro pmm
bqui.tam-se a 2d, por ter al eum toque de
mofo 4 ditas inglezas .croas muito encorpa-
das a 64 a duzia.
VESTIDOS A 450(0.
Vendem-se bonitos nortes de vestidos de
cambnia i ranea coro lindas barras bordadas
a 4jOt>0,'dit>s mais fios com as brras bor-
rladas a cor a 5 tazia eom lindas torras e eofeUe de seda a
8# a feiOO.
S' Hiuit- lid8 n navas'paoaeUfia*
que cliciar-wi parva lujad P.i
; \o a Sl ri. cavad.
Vcuid>oi-6e as mais lalas ponprlinas encstxd.i"
pelo uldiiHi vapor, senl lranspareot-8 e e&fc-iladas
Miro qiisdriBhus m'odinlma e eo-n as edras wais
imdt-riM* ciaw s*ifli : eaaaaat snifenco, va**>,
ija*Si,*X<>, aio', eiBUi. iim ew. eir-., KaraBtindj
. ^ik- awsu) #'n; ro j qoo l-m vindo de ma
Arra ao merea*1, para vt^tmlns t r*tpi< d*>
rwaiaaa e vaatfvm mlo ha*Mlmn pivoo tf* 800
Vn oeovado, oomaniente na kafa* e rmate du
Pavio, ra di Imperatrii o. C0J.de F. Poreira da
Uva.
dcnaplespetos
na loja do FavSo.
Grosdenaples t280
Grosdeuaples a 1)5800
tirusdeuaples a 2^0(0
Grosdenaples a 220
Grosdenaples a 25500
Grosdeuaples a 2$800
Grosdenaples a 30i0
Grosdenaples a 3d2l0
Grosilenaples a 35500
Neste grande eslabeU cimento encentra o
Lnvas.
Luvas de Jotivin, camnrea o de seda brin-
cas, pretas e de lindas cores.
Pentes.
Grande varipdade tamo para c< qnes coma
para alisar cabellos e a barba, ditos para
arregacar cabellos, sendo de tartaruga e be-
falo com pedrinhas e sem ellas, etc.
Port Bouqnets.
Muito lindos port bouquel- cr m rabo de
matrep rola, proprios para c amentos, bai-
les etc. etc.
EsctiTas
Finas escovas pararoupa, cabello, chapeas,
unhas, dtntes e para limpar pentes.
iibotnadnris
Lindas pboluaduras para cohetes, pnnhea
riillarifnAC
e collariuhos.
Pe rf 55 mirlas
Finas e de todas as qoslidldes e dos ma-
Ihores perfumistas at o pi esto te coube-
respeitavet publico um avultado sortimento cidos.
dos melhoies grosdeuaples pretos tanto i Collares (fe Rover
largos como estrello, que se veudem muilo I Eletncos magofticos, contra as cr>nvul-
mais barato do que em outra qualquer parte s5es das creai-cas e facilitar a dent cao das
em rasJo de te ter redo urna grande com- mermas. Ja lao rc-nhecido s prodigios
pra antes que augmenti.ssem os direilos na destes collares anodinos que nUn ba qunn
alfandega, assim cuuju um boBito sortimento duvide de seus efficases eledos, e n V>gilaa-
de moireantiques pretos, sedas lavradas e te. sendo recebedor tesics collares, lem
de todas as fazendas proprias para a qua- sempre grande quantidade em deposito, isto
rama e luto, dndose de todas, amostras, 's na loja do Gallo Vigilante, roa do Crespo
e mandam-se levar enr1 casa das cxcellcntia- n. 7.
simas familias, pelos caixeiros, na loja e ar-
mazem do Pavo, ra da Imperatriz o. (50
GRANDE IrEGHIiNfiHrl
en lansiobaa na loja do Pavao.
Wndem se a mais m.no riM> umil i bonitas lao-
sionasde una fr.trod. eotreeilKS core mono
delicadas |ielo baia|.< pieyo de cuvad. 360
Ditas de cores diltereole* com paloiiDhis e
' listas, covado....... 400
Ditas re alisadas moito lindas, covado. .120
Ollas lisiadas dem, cu vado..... 500
Ollas transparentes rom i>i-s de seda, ca-
vado. .......... 360
e ooiras multas qoal dades lans nhas de po.-io,
qoe se esto rec i1- >i > p-t tod os vapores, oa
loja e armaiem do Pavao, roa aa Imperatriz n. 60,
de Flix P.-reir d Silva
Bonitas alpacas na loja do Pavo.
Vende-se um elt-gaoto .--. iumuIo das mais lin-
das alpacas de cure- lavradas para Vslidos a l
Soperior vinbo do P ilo. ~
Vende-seno escripicno de Aumro Lnp[de ffi-
velra Aievedo <& C, roa :1a Croi o. 57. ,B C4lzk>
de 12 carrafa.-.
Jl'.ggWW*
Escravos ugids
GRATIPirA-SB
a qnrm capturar e roudoiir hl-fe de ssbao na
Atogado, ou a ra do Amonm o. 41, no Berite,
escravo LoJt, pardo, dad 35atinns, u aoal ja' t-a
principio desle anou m praao por tupido, e d> bovu
evaoio se da mesma falirira, ende tiabalhava. m
madrogada de Domingo uliimo, 24 de Dovt-mbroi
eujo escravo fogie vestindo a raipa do nso, dea!
godo de li-lrat, rostuma embreagar-e, ti;-gsr
proprio nome, e bem como o do senhur, e traxi
por castigo una corrente fechada bacmtura e o-
ditas mais a. ..... I#2f0 ; ,orDotell do que devera' conse var ao menos aa
o covado.
Ditas de Ocrlohas a 800 r. e tiO
D lis lisas de todas as cores a 640 e 800
na loja e armaiem do Pavao, ra da ImperatrU o.
60, de Pelix Poreira da Silva
Poil de Chvre na loja do Pavo.
Vende se ornis moderno pjo iiei.l.vie largo, de
orna ( cor, sendo mais lustroso que a mesm s
da, pelo pi ;o de.......2000
Dita mais abano, por od cum a< carea
moito lindas, covadu......15100
Dito com Msias de teda a 61) rs. e. 1000
na loja do Pavo, roa ta Imperatriz n. 60, de F-
lix Pereira da S>lva.
Alpaca monstro, covado a 280 rs.
Veodem-seaipacasmi u.-iruscuras pira vestido*,
tendo 5 palmo de largura, une facilita fa- r-c
um veslioo com 8 r.ovados, a 28J rs ou a- 5250 o
corle, na loja do Pavo, ra ua Imperatriz o. 60,
de Flix Per-ira oa So va.
Gangas para calcas a 400 rs. o covado.
Veaden-se sipeuores gaogas fraucetu muito
ese> rtiarias para elf,a* e palitots, pl.> barato pre-
to de 400 rs. o covado, superiores brms de l'olto
pardos, nanead, s e lisos-, assim come ditos de co-
res, fazeoda mu'to snnartor, oa |. do Pavo, ra da Imperatriz a. 60, 0* Fel" Perei-
ra da Silva.
Chitas pretas a 160 rs. o covado.
Vende-se chita ptw inglfza lisa a 160 rs. o ca-
vado oa a pessa por (>, ton 38 covaaos, dius Com
palmiobas. rnihnr f'zcu.ia, a 20o rs. o covado eu
a prv por 7#80O, d>ta fraueei, largas, a 360 n.
o covado, niudios pn-ias a 400 rs, o novado, na
luja e ai nwem do Pavo, roa da imperatriz o. 60,
de Francisrn l'eretra da Silva.
Fazeudas para lulo na loja d j Pavo.
Veode-se soperior sellm da Chioa. sendo atoa
faieoda toda de la e sam lasiro,.com 6 Ibos de
largura, qae facilita hxer->e- om vestido apenas
tm 6 covado a : 00......S***B
-uuerlor bonibasiua com 4 palmos a
156006..........WW
Superior eotao s-m lestro. ovado .. lViOO
Lansioba Usas, c i*adn 400 e-. 500
Cassas preia'Hs com sa'iiicog e coni
listas, vara i 500, 860 e 640 a ... 801
Mo'selinas prU>^ covado-. 4 outias maltas Meoda proprias part loto, oa laja
armaifm do P.i*o, ua ra a Imperatriz o. 60, fc
FellX Poreira da Silva.
Novidade em cbafcs a 0/1009.
Veodera-t-e os man mnnss e msia bonvt'x
chale a lthel, e** i*m s enr, eom Irtda
rcn'as da mesm fa/eurt, goaitwidas coa runo
las cootas da aijolr*, staCc ae-i art gi o mai
moderno no t-m vindo e wnde n pelo barato
preci de 61000, iiniramafite leja do P**So, ra
da Isperai'U n. 60, Caes de mer.P a 2fi0<0.
Vnde-e bnnitiia adata-a 4e acun a -21000,
25500, 45 00,55000 e 6*iJ0. na loja e arroazeo
ao Pavo, oa roa da ImperMrte o. 60, de Pettx
Pereira da Silva.
manchas.
Escravo fngido
Acbase fogido desde o da 10 do met prnitaH
passado o eseravo do absixo assifi a-h> de nomo
Joaqoim, tendo os signaes sepumies : onde ?8 an>
nos pouco sus ou menos, cor Tnrmeiha, bi-e-'a
gruide, olhos grandes e amoriecid' s, laiao, ca>
beca peqoena, cabellos rarapiohos, di rmmhoea,
e.-taiurs regular, SBceo do corpo oo ant-a ml*vt
hom cosioheiro, cose de ali?.iai", om n tornelo
dt< um dos ps bastante grosso de iheon-aiism^
ps g'sudes e largos, bstanle ladino e a-tucuso
se iniiiola forro. H< toda certea deque eriejl
no Recife, onde j* esteva fngido o auno passado :
reccmnieti lase pols as autoiidade roiinae es
pitaes de campo 8 captura a eoireg a sb aeiiNif
o mesno abaixo assigoado na vilia d Ignaras'-il
oo aos illms. Sr-. Dr. J.-& B-rordi ffal'in hP-
coforado, no Caidelrelro, e ao c&pno Peiu t>o-
msco d San* Magaibf-s no largdo Paiaizu a>
26. Iguaras.- 7 de fevereiro de 181 8
Jos TV mira da Mo'ia Cavalrantl.
Ful'io da casa de <-u seobor a' roa da HpV
ratriz o. 46, o escravo :riuolo de m n c Eogeoio.9
qoal ful comprado a Aob Din Juaquim ao- Hei-, ae-
rador na freguezia da Agda pela, da c tuaic*
dos Palmares, cojo escravo lem o* sigues seg n>
te: esiainra regular, leloifado du corvo, rosOl
largo e usa de baiba ceirada, idr fu, tana dea*
caneado, aleijado do d do por ser obrada por cima, eos oui-o-; it-
calca braoca do biim, camisa branca cooaw
pello do fu-o, chapeo de palba saareiia e ou ai
irouxa com nma ealca Je bnm pardo, duas caar.fc
-as de aigodiosinbo nscado abenas e ooi baoMun
do folba, de palmo poseo mais ion nos, que <
soppdsm ir enrolado na reasn a tioota, inr i>
roga-go as n rldades policiaes e pre*iee-se aog
Sr*. capujes de campo o qoelram aiprh-ad*r a
trazeloa' casa cima declarada, qoo seiograiioV
jados.
' _________Lniz da SO* Perreira.
Escravo fgido.
O-Miona a etr fngido desde o da 90 de jujba
de 1867, estrave Viccnie, por atrocha t'angaiha,
de* 40 anoos de tdade, pooro di* en nema
vacio Angela, allora regular, sarco oo n-i-
o", pernas fla e aroeadas, *et" nata ifiij
Ao qao outra, daodo lugar no n auaxr oag,
bataneo coa os homrrs, rosto rompuno, v< u-
ra barba somool a nnqneiin, e t-n- na s. la do*
i^p sgaos rwos a as oade|ra> nrr d ra*lC
icvoaimgo'. monelnino a lem roneirii d%
agrsoar ato do todir, iDiiiola-m re Ir re, !-> a>
bastante ni a tere fX'r cosime andar sempraj
-om cawaMta da abrodotlrrho por nma da ea|.
eas. Soppe se que anda trat-aiosado om ioaa
Moa aof enho os rrbMes desta rode e f%
t visto bo lugar Macaco erm en cana Uh.
R-romroenda se a captara do dit. egrrsv., grnfl-
caodo sa bem a qnem o aprebn -o- < n dar a< ticH'
exacta na roa das Crotes n, Z1 sef uedo andar.
rtffilHl


^

i
,!



Diarlo de FernaMbnco Sapada felra 19 de Feverelrode 1868.
LITTER&TRA.
0 conde de Oamors
POR
Octavia Feoillet
Tra-lurcS
DE
PMetro Chagat
VOU'ME 2.
(Continuarn)
VIH
Dpos de terem residido alguma* sema-
na i ea Ueailly, o conde e a cindessa de
Ciraors foram para a capital para sen pa-
lacio da avenida da Iaperatnz. Desde
e*se momento e durante os mezes que
s, seguiram, a condessa de Camors con-
servou cora sua mi umi correspondencia
asliva. Transcreveremos aqui algumas das
sais cartas que habilitarn ao leitor a tra-
vr coahecimento mait prompto e maisiu-
tmo com a juvenil senbora.
A condessa de Canvirs viscondessa de
Tecle.
Outubro
Se sou feliz, minhi estremecida mi ?
Nao... feliz nao 1 Mas insceram-rae azas;
jiairo nos cos como um passariobo-; siuto
o esplendor do sol na eabega, nos ufos, ao
caragjl I>ti deslumhra me, ioebria-mi>,
fjz-ma cborar lagrimas divinas i\o mi-
raba tema mi, nOo, olhe, nao possivel...
qcaudo pens que sou mullier dalla.esposa
do bomem que reinava na minba pobr- ima-
ginagosioba, desde que a minha imagina-gao
despertou, d'aquello que eu entre lodo.; es-
colbna no universo iateiro, quanlo perno
que soa mulher d'eile, que estamos unidos
para sempre... ai! como ami a vida, co-
mo a amo, querida mam, e como amo
Deus I
O basqne e o !ago Goaa a dous pasaos,
cmo sabe. Vamoi l passeiar a cavado,
qaasi lodis asmaahas, meu mar i lo e eu .
digo bem, meu marido 1... vamos pas>eiar
porconseguinte. meu marido e eu, eu e
mea marido Nao sei como isto, mas o
lempo est sempre lindo, mesmo quando
chave, como hoje por exemplo, por isso es-
tamos de volta. Esta manba tomei a ii-
burda 'e de o interrogar suavemente acarea
de alguns pontos da nossa historia, que es-
tavam sendo para mim obscuros. Por
exemplo, porque fui que elle me desposou
Provavelmente porque me agradei de
mi>s Ma-y (gosia de me dar este norae, que
lae lembra nao sei j que episodio da miaba
wlvagem puericia Sclvagem tambera
termo delle. Se se agradou da mira, por-
que da va to poucas mustras disso ? Por
que lbe nao quena faer a corte antes de
estar bem devras decidido a casar-ice
Como lbe agradei eu, nao sendo nada for-
aiosa ? Nao ormosa, verdade, respon-
deu esse bomem cruel ; mas muito ga-
laatraha, e sobre ludo a gcntdezi en pes-
soa, coon suami.
t Estando assim esclarec Jos todo3 esses
pontos obscuros de um modo satisfatorio
para miss Mary melteu a garope, ni s por
que vi a ha* a chover, mis tambera porque
se Qzera sbitamente, anda se uo sabe por
que, vcrmelba como urna papoula.
t Minba querida mi, quanto suave ser
amada por aquello a quem se adora, e >er
amada exactamente como se deseja ser, co-
mo se devaneiou em sonhos, e absoluta-
mente secundo o programan de um cora-
Cao juvenil e romntico I Nunca suspeitou
qae euj tiuba ideas sobre to delicado as-
sumpto, nao verdade ? Pois linha. mam ;
olhe parecia-me que devia haver diUereotes
maneiras de amar, urnas vulgares, nutras
pretencosis, outras pipalvas, oulras cmi-
cas de to lo", e que nenhuma dessas maneiras
de amar devia ser a do principe nosso visi-
nha.' Elle devia amar como um principe
que era, com dignidade e ge.ntibza, com
urna ternura grave, um tanto severa, com
coadade, e condescendencia quasi, como
enamorado, mas como senbor, como seahor,
mas como senhor enamorado, como meu
marido emfim.
Querido aojo, que tem o nome de mi-
nba mi, folguecom a minlia ventura que
sua pu.icsima obra 1 Baijo-lbe as raaos,
beijo-lhe as azis, dou-lhe gragas e bengos.
Sa eu a tivesse camigo, oi! saria demais,
creio que morreria de jubilo... Comtudo
venba depressa, o mais depressa possivel ;
est prompto o seu qu>rto ; azu, azul
celeste como o ether em que rae engolpbo.
Parece-me queja ili'o disse, mas repito-o.
Adeus, mam da mais fe'iz mulbersinha
deste mundo.
MissMary, condessa de Camors.
Novembro
| mors.que pareca admirado da minha scien
1 ca e du meu juizo.
Jase v que eu n3
s suas pergiintas, mas parece que se ad
mirou de que en podesse responder-lhe.
Euto para que m'as fzi i ? E' Simplicia-
simo que elle nao sabia distinguir as diffe-
reDtes princeza de Cont urnas das outras;
nueza-de Campvallon. E' fro com ella.
Eu, se fosse bomem, hara de amar louca
nao fazia senao responder mente essa adoravel seabra.
Boas noites, querida mamS.
Janeiro.
Ralba commigo a minba estremecida mai.
Dasagrada-lhe o tora da minha carta. Es-
. tranba que eu me preocupe tanto com os
mas timbera n3o meos simples que eu meas atlrativos exteriores, que os defina, que
o saiba porgue minia m3 m'ocnsnou. ;os compare. Ha nisso urna certa mesqui-
Uepois, a padido meu, janlmos na rjasi^ntez e urna certa leviandade que a offendo.
de pasto. Mam, f. o mais bello instantej Cmu posso eu pensar que um bomem
da minha vida. Jantar com seu marido na se deixe prender nicamente por seus en-
casa de pasto o mais delicioso de todJs os levos, e qae nada Vejara para elle os merec- osophii no's o espanlasse, mas o ioqui-
orimes. Imeotos di alma e os do espirito? Mis. mi- tsse timbera ; depois suspirn de manso e
Disse-lheque elle parecer espantado com aba querida m3i, esses merecimentos, dado disse simplesmente levantando-se:Moto
a miohi scieocia. Davo a:crascentar qoe'ocaso que soa filba os possna, para que bonita essa definico. Em seguida fomos
em geral parece espantado quando fallo. Ihe servem, n3o lendo nem desembaraco ao tbeatro, e toda*a noite nao tez senao dar-
Llle ]ulga--me-h;a muda ? Nao fallo mui- nem ensejo para os revelar? E anda que me bolos elaranjas cobertas.
adquirase desembaraco, principio a'acredi-j A marqoeza de Campva'lon acompanha-
O que venia ser a bonra, senhor con-
de?
Terei amito gasto era o saber da sua
bocea, miss Mary.
Oh 1 mea Deas, disse eu corando, n3o
sei bem; mas emfra parece-me qae a hon-
ra separada da moral j nlo muito, e qne
a moral, separada da religiSo, nada lu-
do isso forma urna cadeia, a honra pende
como orna fir do ultimo elo ; mas se a ca-
deia se qrjebra, l va i a flor com o resto.
Elle eocarou-rae filo, mam, com ama
expresslo exquisita, como se a minha pby-
Minba mi, fez-me chorar, eu que estiva
sua espera todas asmanhaas 1 Nada Ihe
digo com tudo, nada Ihe imploro ; se a
saude de meu av lbe parece ainda tao d-
bil que exija a sua presea?a dorante o in-
vern todo, bem sei que nenhuma supplica
lbe farsa deixar de cumprir o seu dever;
mas, por favor, meu aojo bom, nada exag-
gere, e pense que a sua pequenina Ma-
ry nunca passa por diante do quarto azul
sem sentir profundissima tristeza.
A nao ser esse desgosto, miss Mary con-
tinua a ser to feliz quanto a soa terna mi
pode desejar. O seu principe Formoso
nao deixa de ser formoso, e nao deixa de
ser principe. Anda-lbe mostrando os mo-
numentos, os museos, e os theatros, como
a ama pobre provincianasinha que ella por
fimde contas... Nao acha isso tocante
da parte de um tal personagem? Diverte-
6e com os meas xtasis, porque eu tenho
xtasis. Nao diga nada a mea lio Des Ra-
meures, mas Paris soberbo. Nesta cidade
cada dia vale por dous, em tudo que diz
respeito ao pensamento e vida.
Meu marido levoo-me hontem a Versail-
Parece qae aos olhos das pessoas da
to, verdade, poique he confesso qne te-
nho um me lo delle incrivel. Receio tanto
desagradar-llie, parecer-lhe tola ou preten-
ciosa ou pedante No dia em que esiiver
com eliri minha vonlade, se chegar esse
da, quan ,'o eu Iba poder mostrar que te-
nho um caito bou seoso e alguos conbeci-
meufjs, ficarei alliviada de um grande peso
porque realmente ai veze< creio que me
trata como crcaaca. Aqui ha urna semana,
linha eu parad i diante de urna luja de quin-
quillera (|i:e impru lencia \) e vendo e le
os meus olhos erara Jos n'um magniQcies-
quadro de booecas, disse-mc com a maior
seriedade :
Quer una, miss M ry ?
Enlo nao horrivel, mam ?
'Elle emende de tudo (excepto das prin-
cezas de Conti) tudo rae explica, raas con-
Cisamente, com urna palavra s, cora) quem
d explicares a urna pessoa que nao se
espera qua ai perceba. E com tudo eu
percebo to bem, minha pobre marasi-
oh !...
Mas tanto raelbor, digo eu comigo, se
elle rae ama assim, S8 elle rae ama. julgau-
do-me tola, o que ser depois ? llave you
e Lcessively.
Dezembro
Voltamos para Par?, minha m3i, e ha
quinze diasque e>lou absor.ida pelas visi-
tas. Os donaos aqui nao as fazem ; mas
meu marid) nao tem remedio seno apre-
sentar-me era casa das pessoas com quem
me hei de dar. Por conseguinte acorapa-
ma-ine. cousa com que eu fol^o mais do
que elle, segundo creio. Vai mais serio do
que de ostume, o que nesse bomem araa-
vel a nica raanifesticSo do mo humor
O ha-se para mim com certo inte/e se. A
raulber a quem esse alto e nobre senhor
honrou cora a su i esculla objecto de vi-
viss ma curiosidade. Isso lisongeia-me e
intiraida-me. FaCO-me corada, perco t do
o desembaraf i etoda a neutralidade. Achara
me feia e parva. Abrem uas olhos muito
pasmados. Suppem que e le casou co-
migo por eu ser rica. Eu tenbo vontade de
cborar. Tornarao-nosa matter na carraa-
gera ; o condesorr-se para mim, e es-me
no stimo co. Aqui lera as oossas visitas.
Saib3, minbi querida mam, que a mar-
quezade Cimpvallon trata-me di inamente.
Leva-rae mnilas vezes ao tbeatro italiano,
para o seu camarote ; porque o meu s fica
livre no dia Io da Janeiro. Deu hontem
em minha honra, um pequeo festejo nos
seus magnficos saloas. O general rompeu
o baile, dansando comigo. Que excelente
pessoa Gosio delle, porque elle admira
a minba querida mama. A marqueza apre-
seotou-me os cavalneiros que dansavam
melhor. Eram uos juveois peralus, que
tiahamo pecogo e o peitilbo to des-.ober-
tos que me faziam fri. Nunca tinha visto
borneas decotidos; pois n3o bonito, V-
se com tudo claramente que ellrs julgam-se
encantadores, e necessarios. Transluzem-
Ine na fronte as preocupaces seriase im-
portantes, o olbar 6 triumphante e desde-
nhoso; a boca anda sempre aberta que
para respiraren! melhor; as bandas da ca-
saca expandera-sa e fluctuara como azas.
Agarram-nos na cintara como quem agarra
no que seu; previnara-nos de relance
cora os olhos que nos vo d r a honra de
voltejarcomnosco no tarnilhSo, evolteiam;
quaado estao cansados avisam-nos, tambem
de relance com os olhos, que nos vo dar o
gosto de parar: param um instante, tomara
a respirar; io, e ah vo elles outra vez. Sao
adora veis,
Luiz valsou comigo e parecea ficar satis-
'eito. Yio pela pr meira vez valsar com a
marqueza ; mam, a daosa dos astros.
Uraa cousa, que ae impreisiona nesta cir-
cunstancia, e era muitas outras, fui a ido-
lat ia manifesta com que as mulheres ro-
deiam meu marido. Ghego a assustar-me,
querida e terna mam. Ainla outra vez
parguntei a raim mesma: Porque me eso-
Ibeu elle ? Como Ihe posso eu agradar ?
poderei lutar emfim ? De todas essis me-
dtacoas resultou a loucura seguinte, feta na
otenfo de tre iranquillisar um pouco.
Retrato da condessa de Camors pinta-
do por ella mesmo.
A condessa de Camors, que em sol:eira
se chamara Mara de Tecle, urna pessoa
que est j prxima dos vinte annos, e que
tem muito joizo para a idade. Nao for-
mosa, como seu marido o primeiro a re-
conhecer; mas diz elle que muito galan-
tinba. A condessa duvida. Vamos a ver
com. todo. Em primeiro lugar tem urnas
pernas por ahi alm; e^se o defeito de
Diana cagadora, e talvez contnbua para que
o pizar da condessa tenba urna cena lige-
reza area que sem isso nao teria; a cintu-
ra naturalmente curta, mas a cavado fica-
Ihe bem ; tem soffrivel presenca; a boca
o3o pequea, e os labios nao sao finos ;
ai urna sombra de buco; nariz mediano,
talvez demasiadamente aberto ,- os olhos sao
de sua mi, o que ella tem melhor ; as
sobrancelhas de sea tio av Des Ramenres,
A
tar que o ensejo e que faltara sempre, por- va-nos. Peii-Ihe que no dia seguinie me
que lbe davo confessar qae este furmoso f isse buscar para irmos ao bosque, porque
Pars nao perfeito, e que vou pouco a ella o mea dolo To bella, to distincta!
pouco descobrindo manchas neste sol. Pars Como que exhala aromas. Estoa salisfeita
c um sitio admiravel; o qur pena que quando estou o p della. Quando voltava
lenha habitantes; nao qae elles o3o sejam mos do theatro, Luiz conservou-se silencioso
amaveis, son'oat de mais; mais tambem contra o sen costume. Emfim disse-mede
s3o demasiadamente distraoidos, e cometo a sbito :
acreditir quevivem e morrera sem peosarj Mara, vai amanha com a marqueza
no que fazem. A culpa nao dalles: nao ao bosque?
tem tempo. Sem sahrem de Pars,sao' Vou.
uos viajantes eternos, iocessantemente en-' Bem, mas parece-me que se vsiiam...
doudados pelo movimentoe pela curiosida-' com muita frequeocia... E' de manba...
de. Os oulros viajantes, depois de terem noite. Nao se largam.
visitada algom paiz interessante, depois de! Oh I meu Deus, en julgava agradar-
terera esquecido por um mez ou dous os la- lbe procedendo assim... Mas porque? a mar-
res e a familia, voltam para casa e sentam- que/a de Campvallon nao senhora com
se; os p.risienses nunca. A sua vida ama qae se dava terinlimidade?
viagem. Larcoasaqae elles nao conhe-! Ahlcdece:to; mas eu em geral nao
cera. Tudo o que em outras partes na gosto de amizades de mulheres. Por (ira
vida o principa!, aqui torna-se secundario.! de contas fiz mal em lbe dizer isto; acho-lhe
Team, como tem toda a gente, domicilio e bastante intelligoncia e bastante juizo para
quarto; que remedio! Aqui ha esposos e'observar em tudo os limites convenientes,
paes, mis e esposas, que remedio tambem! j Aqu est, mam, o que elle me disse.
mis os parisienses, que-ida mam, sao isso Mam, acceite am beijo.
tuio o menos que pudem. Nao ahi qae
o interesse reside, na raadnos museus. nos
Margo
Mam, esperava nao a eufistiar j este
sales, nos theatros, nos gremios, nessa im- anno com a narraco de festas, festoes e as-
mensa vida exterior, que, debaixo de todas trgalos e girndolas, porque emfim estamos
as formas, de noite e de dia.se agita em! entrados na quaresma. E' hoje qaarta fei-
Paris, que nos aitre,que noiexcita, que se1 ra de cinzas. Pois! minha querida e boa
nos ap idera do tempo, do espirito, da al- j mi, depois de araanba dansamos em casa
mi, e que tado devora. E' o melhor sitio .da viscondessa de Oilly. Eu nao quera ir,
deste mundo para nelle se eslar de passa- mas vi que sso contrariava Luiz, e Uve
gem, o peior para se viver nelle. tambem medo de offender a viscondessa de
Percebe agora, minba mi, que, procu-' Oilly, que servio quasi de mi a meu mar-
rando saber quaes os predicados com qae
poderia captivar mea marido, que sem
duvida o melbor dos borneas, mas ainda as-
do. Oeraais a quaresma aqui ama v pa-
lavra. A mim isto faz-me pena; quando se
descansa emfim ? Quando deixa a gente da
sim dos parisienses, pensasse fatalmente nos se divertir, Deus meu ?
merecimentos que primeira vista impres-
si >nam, e que nao precsam de ser profun-
dados.
Minha querida mam, devo confessar-lh'o;
divrto-ma tanto que nao posso ser feliz
Fazia-rae alguma conta a quaresma, e t -
Mas emfim, a mam tem razo, era mi-!rm-m'a de repente do kalendario. Adora-
sarando o qae eu faziae ndigo de nos am- da quaresma, que linda, que boa, que delicio-
bos; porque bem sabe que ea no fundo sou sa invengo nao era I como esta religio
uraa rapariguinha muito denodada. Decerto:sensata! como ella conhece bem a fracae
que, se eu podesse apanhar durante am an
no oa dous o conde de Camors encerrado
n'um velho solar, no fundo de solitiria flo-
resta, havia sso de me ser muito agradavel,
v-lo-hia mais vezes, mais depressa me fa-
miliarisaria com a sua augusta pessoa, e
poderia dar largas ao meu talentosinno dian-
te dbs seus olhos fascinados; mas, em pri-
meiro lagar, isso enfastiava-o, e, em segua-
do lugar, chegava a ser fcil demais. Sioto
perfeilamente que a viJa e a ventura ac se
conquistam com tanta facilidade. Tudo sao
abrolhos, perigos, e combate}. Mas tambem
quejubiloso vencer. Mam! asseguro-lbe
que vencerei; que o heide obrigar a conhe-
cer-me, como a mam me conhece, e a amar-
me, nao s como elle rae. ama agora, mas
tambem como a miaba querida mam me
es.remece, por urna iofinidade de boas ra-
zos, cuja existencia elle nem sequer suspei-
ta. Nao que elle me julgue tola de iodo:
ha dous das que perdeu essa idea. Imagine
que meu marido tem por secretario um su-
geito chamado Vautrot; o nome feio, mas
o hornera bonito; ainda que eu nao gosto
do seu olbar esquivo. Este Sr. Vautrot mo-
ra, para'assim dizer, comnosco; ven ao
romper d'alva, almoga nao sei onde aqui
na visinhanga, passa os das no gabinete de
Luiz, e s vezes fica para jantar quando tem
alguma tarefa para terminar noite; este
sugeito instruido, sabe de tudo am pouco
Julgo que se ensaiou em todos os offieios
antes de encontrar a posigo subalterna mas
lucrativa, q ie oceupa junto de meu marido.
Gosta de litteratora, mas nao d do seu tem-
po, nem da do seo paiz, que acha miseran-
da, talvez porque nanea pode fazer pelas
letras cousa com geito. Prefere os escrip-
tores e os poetas estrangeiros; cita-os com
bastante gosto, mas com empbase demasia-
da. A soa educag3o primaria nao foi sem
duvida aparada, porque est sempre a dizer
quando falla comnosco: Sim, Sr. conde;
sim, senhora condessa, cono um criado, (i)
e comtodotem muito orgulho, ou antes mui-
ta vaidade. O seu defito especial a meus
olhos om motejar continuo, que adopta
quando se falla de religio ou de coasas ana-
logas.
louca humaoidade ) que previdencia as suas
leis! o que indulgencia tambera! porque li-
mitar o prazer implcitamente perdoa-io.
Eu tambem adoro o praier, os esplendidos
vestuarios que nos assemeibam aflores, os
fulgurantes sales, a msica, o ambiente das
festas, a dansa rodopiante. Sim, adoro tu-
do isso, e sinio-lhe a embriaguez, a turba-
gao deliciosa; mas sempre, sempre... em
Paris de invern, de vero nos banbos, sem-
pre o mesmo turbilho, a mesma ebriedade
a o mesmo delirio; torna-se isto por fim
selvagem, cafre, e, se ouso dize-lo, bestial.
Pobre quaresma Isso previra-o ella. Nao
nos dizia nicamente, como o padre me di-
zia esta manba : cLemora-te que s p,
dizia-nos tambem: lembra-te que tens alma;
lembra-te que tens deveres, que tens ma-
rido e filhos, que tens mi, que teos Deus!
E ento, minha mi, isolava-se a gente em
familia sombra do velho lar: vivia-se ab-
sorto em graves peosameotos, entre a igreja
e a casa, conversava-se em cousas elavadas e
santas, entrava-se de novo no muodj miral,
tomavam-se raizes no cu. Era um inter-
vatlo salutar que impedia a dissipago de se
tornar beslialidade, o prazer de se. trans-
formar em convulsa-1, e a nossa mascara de
invern de ficar sendo a nossa eterna phy-
sionomia.
E' tambem esta a opinio de Catbarioa
Jaoberl. Quem Catbarioa Jauberl ? E'
urna pariensesinha de muito sizo. de quem
minha mi ha-de gostar muito. Encoatrei-a
uns poneos de mezes a fio, quasi que em
toda a parte, mas especialmente em b. Phi-,
lip,/e du Roule, sem nem sequer, suspeitar
que eramos visinhas, e que o seu palacio
ficava pegado com o nosso. Veja o que Pa-
rs I Catbarnu Jauberl urna graciosa senho-
ra que tem um ar mego, terno e intrpido.
Sentavamo-nos sempre machinalmente ao p
urna da outra. Miravamo-nos a furto. Quem
se sentava primeiro recuava a cadeira para
deixar passar a oulra, e depois com a nossa
voz mais suave:Perdo, minha senhora!
Oh miaba senhora!... Cahia-me a luva;
logo ella a apanhavaOh obrigado, minha
senhoraOfferecia-lhe eu aguabenta Por-
quero querida senhora !.. Eum sorriso
para arredondar os seus haveres. A MW'
linda njulberzinha Uve tristes Mirprezas.
Nunca elle eslava em casa. Sempre no gre-
mio, n(s bastidores, eu sei Jogars, t.
nha amantes, e que horror, mam bebia
de mais. Apparecia ebrio diante de ua
mulber. Urna particu'aridade muito sim-
ples, que|a minba peona quasi recusa f< rmu-
lar, dar Ihe urna idea completa d'este Se-
nhor. Urna vez quiz-se deitar de botas 1
Aqoi est, mam, a boa pega, que a mirha m ^ Z "STl
amicn na transfnrmnn r>n .,.. ~ maraco mocoviur'no
A Italia er.cerra n?S mas biblirtbecas....
4.l5r:OOOrolumes. Sao, oa genaralidade,
obras amigas mui preciosas, que traiam de
materias religiosas e eclesisticas. Con-
tam-se alii moi poocas obras moderis.
A Awtria possoe 2.488:000 volnnes.
A Prufsia t 040:000 voloaes.
A Russla 852.000 volumes. A inferiori-
aarje'fleste alyarismo n*om paiz to povoado
pr va exbub*rantfmente o deleixo da admi-
que diz respeito ao
qua se alcaoga por meio da lei-
amigninha transformou pouco a pouco em Droere<
horaem de bera, e de merecimento, e de tra
quem fez um excedente marido, torca de a'Baviera rnnta i-aa.rnn
dougura, de firmeza, de juizo, e de intelli- a Be To oolf K^V0,ame3*
gencia. Ora diga-me, isto alo animador ? A ,Ji Vp.^ n'*mel.
E a minha tarefa est lenge de ser to diffi-' dft, Jfn mt^.hL f V-0lnine8 T?m'
^ii. maa i*/....i-----J._________- nos maravilhoso algansmo total de
20.000:0(0 de rolumes disiriboidos pelas
cu ; mas este cafal encanta-me, porque rae
prova que e pode ediDQear em Lleno Paris,'
o nnbo que eu devaaeio. Estes amaveis i
visiohos babitam na capital, mas nao sao1
devorados por elU; tem os seus lares, e a'
posse e o senhorio de si mesmos. Fica-lhes
Paris porfa; melhor. E' um fonte sem-
pre correte de distraeges elevadas em que'
elles tomara parte: n'esta fonte beb'ro,
mas nao se a'ogam n'ella. Teem babitos
communs; passam a noite em casa, leem, |
desenbam, conrersam, esperiam o
ouvem zuir o vento, e tintinar a ebuva
bibliothecas publicas da Europa.
Actos oe crueldade. Na commnna de
Mitello (provincias napolitanas), diz um jor-
nal italiano, habita Vincenso Mustari. ho-
mem corajoso e liberal, que nunca perdeu
opportunidade em prestar o seu auxilio Dar
a repressSo do brign daggio, como do
dever de todo u bom patriota.
A quadrilha de salteadores, commandada
rhnS'P famoso ErasnV> Botella, traba soffrido
> aPcrTdade de Sitar? conse(IueDCas da
Foi por isso que esses malvados jararam
tirar-lhe a vida.
a amniA J Ni" lardC d d8 de NaUl- Sabio Must3ri
. vicios omS' *ua..c.asa.P,ra vlsi,ar a'8ons visinhos. Foi
Jaubert tinha. Tem hbitos apenas,' os de
todos os homens da sua roda era Pars.
passar a vida fio afio por entre os dedos,
como nos nos deliciosos seres campestres.
Mam, *3) felizes.
E' este o meu sonho, e
meu plano. Camors nao tem vieras, coma | a?gre,lido de subil0 por ^^5S u
dos qnaes era o proprio Botella. O chefe
da quadrilha segaroo-o por um braco e ten-
tn atravessar-Ibe o corago com ama com-
prida navalha. Poim Mustari nao e.>a ho-
rnera que se deixasse acobardar.
Posto que tive.se sido ferido duas vezes,
conseguio desembaragar-se das mos de Ro-
ten a. N'este cmenos, os oulros dous as-
sassinos accommetteram-no. Mustari, des-
armado, nao poda defender-se. Tomn,
porlanto, a deliberago de fugir saltando
para um desfiladero.
Os salteadores viram com urna raiva im-
potente escapar-se-lbes das garras a sua
preza. mas nem por isso desistiram do seu
projecto de vingaoga.
Acercaram-se da casa de Mustari para
dar-lbe saque e depois incendia-la- All en-
contraran! enferma n'uma cama a esposa de
Mustari. Esta infeliz, depois de soffrer os
raaiores ultrages foi brbaramente motilada.
Ainda ba pouco, fci capturado um campe-
nez por nome Guliani pela quadrilha com-
mandada por Fontana Aogelone.
O desgragado Guiliani, por nao haver po-
dido pagar o resgate exigido pelos salteado-
re?, foi cruelmente ferido e mutilado.
Urna noite em que a quadrilha eslava em-
briagada e dorma profundamente, Guiliani
evadio-se e chegou ao seiu da sua familia
em San-Stefano. Este desgragado tinha urna
orelha cortada, duas balas de revolver n'um
brago,. e diversos ferimentos de arma branca
no pescogo e peito, sem contar numerosas
contues por todo o corpo.
Foi sempre custodiado nos Estados-Ponti-
ficios, entre Subiaco e Cervara, onde estes
malfeitores recebiam toda a casta de soccor-
ros em dinheiro e vveres.
Ora, ha dous dias, tendo elle ao jantar, Quando as nossas carruagens se crazavam
tomado a liberdade, contra todas as regras a ruda do lago, um ligeiro comprmeme e
dobomlom, de vibrar alguns epigrammas
desse genero:
Meu caro Vautrot, disse-Ibe meu ma-
rido, quando est s comigo, essas zom-
barias nada valem; mas, se o Sr. Vautrot
um espirito forte, aqui est minha mulber
que espirito paco, e bem s.ibe que a forga
deve respeitar a fraqoeza.
fez-se paludo.
Vautrot fe:-se vermelbo,
fez-se verde, comprimentou-me desastrada-! como quem entra para sua casa
mente e pouco depois sabio. Notei que de formages. dama-se Catharina
onlro sorriso; urna vez, no cncerto das
Tulberias, vimo-nos de ionge, e ficamos ra-
diantes. Assim que ouvimos alguma coia
que particularmente nos agradava, olhava-
mos logo urna para a outra, e l ia o sorriso.
Imagine qaal seria a minha surpreza, quan-
do urna d'estas minhas vi a minba sympa-
thia entrar n'um palacete italiano, que fica-
va a .dus passos do nosso, e cnirar para oile
Temo in-
Jaubert
ahi por dame era" comigo mais reservado. Seu marido engenheiro civil, rapaz alto e
Qoando fiquei sosinha com Luiz: jloiro. Aqui fico ea com immensa vonlade
Ha-de-me achar bem indiscreta, disse-de ir visitar a minha visinha. Fallo n'isso
lbe eu; mas realmente nao sei come pode' a Loiz, nao sera corar, porque ma lembro
. confiar todos os seas negocios, e todos os qae nao gosta a'amizades de mulheres, ma,
o que Ihe d um ceno ar de dureza, feliz-'seus segredos, a um homem qae nao tem como i>or fim de coDias elle me tem amor,
menta desmentido pela expressao gerafda'principios de qoalidade alguma. jsempre eu estava socegada. Comtudo Lui
Trata-se querida mam, de os ir de manso
transformando, de Ihe suggerir insensivel-
mente esta pamosa idea: que se pode pas-
sar urna m ite em casa, era compaa de
sua mulher, a quem se ama, e de quem se
amado, sem se morrer de fastio. O resto
vira depois. E esse resto o gosto da vida
sedentaria, os j ubi ios -graves do peqoeno
claustro domestico, o sentimenio da familia,
o pensamento qus em si mesmo se absorve,
a alma que despena; nao assim, meu
ojo bom ? Pois cont commigo, porquo
estou mais do que nanea ebeia de ardor,
de congna e de confianga... Em primeiro
logar, Camors ama-rae com todas as veras
de soa alma, anda que talvez c m mais le-
vea do que eu lbe merego. Ama-me. da-
me muito mimo, enche-me de obsequios.
Nao hi gosto que nao me proporcione, ex-
ceptuando, bem entendido, o de estar mais
tempo em casa Araa-me, por conseguinte;
isso em primeiro logar ;... depois, mam,
quer saber urna coisa, ama coisa que me
faz rir e chorar ao mesto tempo ? E' que,
ha tempos a esta parte, parece-me realmen
te que tenbo dois corseos, om coragao
grande qae maito meu, e outro mais pe-
queaioo... Oh! meu Deus, ahi est mi-
nba me lavada em lagrimas... Jess, ado-
rada mam, istoum grande mystero, um
sonho, sonho do cu, mas talvez sonho ape-
nas. .que nao se diz arada nem a seu ma
rido, a uinguem, excepto sua estremecida
mam. Vamos, Lo chore, porqoe nao
bem terto.
A colpada Miss Mary.
Em resposla a esta carta, recebeu a con-
dessa de Camors, d'ahi a dois dias, urna
que Ihe annunciava a morte de seu av. O
conde de Tecle sucenmbira a um ataque
d'apoplexia, que flzera presenlir, hnva mui-
to, o mau estado da sua sauda. A viscondes-
sa de Tecle, prevendo que o primeiro im-
peto de sua filba seria ir tercom ella para
partilhar as suas dolorosas comrrogoes, re-
commendou-lhe vivamente que se poupasse
s fadigas d'umavigem. Promettia-ihe ir
a Paris, assim que tivesse posto em ordem
alguos negocios iodispensaveis.
Este lucto de familia teve por natural ef-
feito augmentar no corago da condessa de
Camors o sentimento de indefinido desposto
e da vaga trisieza. de que as suas ultimas
cartas alguns symptomas transpareciara, ain-
da que disfargados e attenuados pelas pre-'
caoges do seu amor filial. Era muito me-
nos feliz do que dizia a sua me; porque
as primeiras illuses do casamento nao ti-
nham podido engaar, por muito tempo,
ura espirito fino e sensato como o d'ella.
Urna menina, quando se cas*, fcilmente
imagina muito mais extremoso, do que na
realidade o afiecto que Ihe consagram.
E' raro que nao adore seu marido, e que
nlo se julgue por elle adorada, pelo simples
facto d'elle a ter desposado. Este corago
juvenil, que se descerra, exhala e expande
todas as gragas, todas as fragancias, lodos
os cnticos do amor ; como se eovolve n'es-
sa nuvem celeste que tudo amor era torno
d'ella; mas, pouco a pouco, va-se dissi-
pando a riuvem, e bastantes vezes o corago
reconhece que as melodas e os delirios que
o encantavam tinham origem em si mesmo.
Tal era, tanto quanto a penna pode tra-
duzir estes cambiantes das almas femeninas,
tal era a impresso que, de dia para dia, f-
ra penetrando na alma delicada da poore
miss Mary: nada mais; para ella era muito.
A idea de ser trahida por seu marido, e de
o ser coma premeditago cruel que o leitor
sabe, n6m ao de leve Ihe passra pelo es-
pirito; comtudo, alravsda altenciosa bon-
dade com que elle a tratava, e que Mara
nao exagerara de modo algum as cartas que
eservra a sua me, sentia-o ella' um tanto
desdenboso e indifferente. O casamento pa-
ra assim dizer, em nada alterara os seus h-
bitos ; jaotava em. casa, em vez de jantar
no gremio; era a nica mudanga. Comtu-
do, Mara jolgou-se amada, mas com urna
leveza quasi offonsiva.
(Contina).
ESCRAVATBA BRANCA.O Globt, de LOO-
dres. conta o seguinte facto extraordinario,
que acaba de ter logar em Blackburn :
m tratalhador chamado Tbomaz Har-
land venden sua mnlber a um individuo
chamado Lomax, mediante a quaotia de qua-
tro mil e quinbentos ris, e por accordo de
todos os interessados, a Sra. Harland pas-
sou a ser propriedade de Lomax.
Eis aqui o documeuto assignado pelas
parles contactantes:
* B'atkburn, \\ de Janeiro de i868.
Serve o presente para certificar a todos
que eu, Thoraaz Harland, residente em
Blai kburn, abandono todos os meus^direitos
conjugaes sobre a minha esposa Sarah Ellen
Harlnad, a favor de Henry Lomase, me-
diante a quaotia deum soberano.
Em fe do que me assignei:
c Thomaz Haran i.
Assgnaram como testemunhas:
t Philip Thomaz.
George Swarbrick,
Depois de fechada esta venda, Harland fez
annnciar pelos peridicos, que nao se res-
pons ibilisava pelas dividas que houvesse de
conlrabir sua ex-mulher.
capital esse passeio tinha um nao sei que de!saa pbysionomia, e sobre tudo pela dogura I Oh! disse o codedeCamores, faz-se'oo deixa de encolner os hombros. Ao
ridiculo, porque reparei qoe o conde de da saa a|n>a > tez morena de sua mai; fanfarro, julga tornar-se interessante aos menos deixe-me tomar algumas informages
Camors nao se gabou de ter feito semelhan-
te consa. Devo dizer que Versailles nao
desmente as impressoes que a mam me
transmittira acerca desse Olympo de. Luiz
XVI. Nao fez mudanga desde qae a mam
c veio com meo av. E' grandioso, so-
lemne, e fro.
Debaixo do attico do palacio ba com tudo
om rnuseu novo e cariosissimo. Sao em
geral retratos histricos, ou copias, ou ori-
giaaes contemporneos. JXada me nteressou
masa mam fica admiravelmente, e a mim olhos das senboras com os seus ares me- a respeito d'essa senhora... Toma as in-
no tanto ; cabellos deum negro azulado,'pbistophelicos; no fundo um pobre ho- formages. Dias depois:MissMary, pode
fartosje magnficos realmente. Era con-.mem.
! visitar a nossa visinha Jaubert ; urna se-
cluso, nao se sabe o que se ba de pensar a
seu respeito.
Hste retrato, destinado a traoqollsar-me,
OM POLCO D8 TUDO
Uma coNVERSio. A duqaeza de Morny,
a qual professava a religio greeo-rassa,
acaba de converter-se ao catholicismo paia
casar com o duque de Sesto, um dos mais
ricos fidalgos e proprietarios de Hespanha.
As principaes bibliothecas. Sabe-se
hoje c .ira muita exactido o numero dos vo-
lumes .que possuem as principaes bibliothe-
Mas emfim, tornei eu, elle em nada 'ahora muito de bem e muito distincta. cas dof estados europeus.
acredita ?
Oh! nao
Primeiro salto ao pescogo de Camors, e vou
acredita em muita cousa, direita d'alli a casa de. Catharina Jaoberl
nao me tranjiillisou nada absolutamente! verdade; mas nunca trahio a miobacoofi- sou eu minha sennoraOb minba aecho-
porque d idea de um original feiissimo.
Desejaria ser a mais bella das mulheres,
desejana ser a mais distincta, desejaria ser
a mais seductora, minha mi! mas, se
tanto como ver desfilar, desde Carlos o Te- assim mesmo lbe agrado a elle, oh ento
merario at Washington, todas essas pby-son de todas a mais venturosa I E' verdade
sionomias qae a minha imaginagao tantas que elle acha-me taivez, gragas a Deus, mais
vezts evocava. Parece que est a gente nos bonita do que sou, porque os homens nao
campos Elyseos, dialogando com todos Ueem o mesmo gosto que nos nestas mate-
esses grandes finados. Saiba, mam, qae ras. Asim por exemplo nao percebo que
upliqaei mmtas -
anga. E' om bomem honrado.
Abr com maito pasmo os rasgados olhos,
que minba mi me transmittio.
Ento 1 o qoe isso, miss Mary?
raD licenga, minha senhora?Sim, sim, efiptos.
minha senhora- Abragamo-oos e beijarao-
nos, mam, e estamos amigas velbas.
O marido engenheiro civil como en j
disse. Occupa-se de-grandes nvenges.
(I) Para fazer perceber esta observago, de grandes emprezas radustnaes, mas, ma-
devemos notar que nao de bom tom em m, ha pouco tempo arad-*. Depois de ter
Franga tratar am fidalgo pelo sen titulo, recabido uma avuliada heranga, abandonara
Ninguem da boa socieda Je diz craonsieor le os seus estados, e puzera-se a nao fazer
comte de Camors mas simplesmante mon- coisa 'alguma, qae nao fosse m, bem enten-
cousas ao conde de Ca-;elle nao admire mais do que admira a mar-.sieurde Camors. 'dido. Foi por esta occastSo qae se casou
A bibliotheca de Paris, a mais vasta e am-
plamente dotada qae no mundo existe, pos-
sue 1.100:000 volamos e 80:000 manus-
A bibliotheca do arsenal conta
2.0:000 e 5:800 manuscriptos; a biblin-
tbeca Mazarine, 150:00 j volumes e 4:000
manuscriptos; a Sorbenne. 80:000 volumes
e 900 manuscriptos ; o Hotel de Ville,....
65:000 volumes.
A lotalidade dos volomes de todas as bi-
bliothecas de Franga de 6.233:003 volu-
mes.
A Gr3-Bretanha possue 1.772:000 vola-
mes.
Nao i: crivel.Diz um jornal francez
que, de uma estatistica, publicada resolta
terem embarcado no anno de 1867, em
Bremen para os Estados-Unidos, 75:000
prussianos, a fim de se livrarem da le do
recrutamento.
O jornal Indpendant de la Moselle affian-
ga o facto de chegarem diariamente a Metz
desertores prussianos, soldados e cabos, os
quaes sao incorporados no regiment es-
trangero.
As ELEICES INGLEZAS.Os jONiaPS de
Londres nos informam que om inspector da
polica de Derby foi ltimamente condem-
nado a pagar uraa mulla de dez soberanos,
por ter votado as eleices municipaes
d'aquella cidade. Esia sentenga tem por
fim indicar polica que os seus membros
nSo podem tomar parte as eleices de uma
cidade onde sao agentes assalariados.
Estatistica militar.Na Inglaterra gos-
ta-se muito de estatisiica. Ha pouco os
jornaes inglezes pnblicaram a seguinte, que
nao deixa de ser curiosa as a;tuaes con-
junctoras:
A totalidade dos exercitos qae as poten-
cias europeas mantera em armas, sobe a
perto de 7 milhes e 500:000 soldados.
Cada soldado casta annualmente 180000
ris. A despeza total de 3:600 contos de
res diarios; por um s mez altinge o alga-
rismo de 100:800 contos, eno fim de um
anno prefaz a modesta quantia..........
de l,209.600:0(i5000 ris.
Um engao.Conta um jornal francea
que am aldeo dos arredores de Ronbaix,
tendo de liquidar uma heranca oa Blgica,
foi consultar um advogado de Tournai.
Emquanto este lia uma carta, o aldeo
ouviu um leve ruido, que se fazia por baixo
de alguns papis que estavam por cima de
nma mesa.
Suspeitando qne algum rato estivesse all
escondido, o pacovo aproximoo-se da meza
p ante p, descalgou um pesado tamanco
com o qual descarregou uma violenta pan-
cada sobre os papis e...qnebroa em mil
fragmentos o relogio do advogdo.
Este engao custou ao ingenuo saloio a
quantia de quin7e soberanos, qoe Iba serio
descontados da heranga que recebar.
TYP. PO OIAWO-RUA DAS CRZES H U

.
fi
-/


I ^m^


I


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