Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:11495


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Full Text
ANNO XLIV. NUMERO 37.
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&S9K&BA-8! SIU IPllDOIIBVSO *?& 3S11IHP9A1Q<1> ftl IMODIII rQ(&93Ql ENCARREGAD03 DA SUBSCRIPCAO.
Parabrba, o Sr. Antonio Alexandrrao de Lima;
Natal, o Sr. Antonio Marque* 'da Silva ; Aracaty,
o Sr. A. de Lemos Braga ; Ceara, o Sr. Joaqnim
Jos de Olivoira ; Para, os Srs. Gerardo Amonio
Aires 4 Filhos; Amazonas, o Sr. Jeronymo da
Costa; Alagoas, o Sr. Frao-lsco Tavares da Costa ;
Baha, o Sr. Jos Martioc Alvos; Rio de Janeiro,
o Sr. Jos Ribeiro Gas^.richo
partida dos estafetas.
Oiinda, Cabo. Escada e estafes da via frrea at
Agua Preta, todos os das.
Ignarass s Goyann* oas segundas e sextas reiras
Santo Anto, Grvala Bezerros, Bonito, Caruar,
Altlnbo, Garanbnn?, Biqne, S. Bento, Bom Coa-
seibo. Aguas Bellas Tacaran), as tergasfelrra,
Pao d'Alho, Nazarstb, Liraoeiro, Brejo, Pesqoeira,
Iogazeira, Flores, Villa Bella, Cabrob, Boa-Vis-
ta, Murlcury, Salgireire- e Eni, as qoartas reirs
SerlnhSem, Rio Formoso, Tamandar, Una Barrel- | Primeira vara do ciral; lereas e sextas so meio
res, Agua Preta e Pimenteii as, as gomias feiras. I da.
Segundarara do ciral ; guaras e labbades a
1 ora da tarde.
EPBEMERIDES DO MEZ DE FEVEREIRD
1 Quarto cresc. as 3 h.. 23 m. e 26 s. da t.
8 Loa ebea as 6 h., 42 m. e 50 s. da m.
15 Quarto ming. as 6 h., 24 m. e 13 s. da m.
13 La ora as I I b., 28 m. e s. da m.
AUDIENCIAS DOS TRiBUfAES DA CAPITAL.
Tribunal do comroerclo: segundas e qnratas.
Relagao: tercas e sabbados s 10 botas.
Fazenda : quintas s 10 boras.
Juizo do eoramercio: segundas s 11 boras.
Dito de orpbos: tercas e seitas as 10 boras.
DAS DA SEMAXA.

10 Sefrmda. S. Eseolastie v S. Goilnerme.
11 Terca. S. Paulo, Ss. Lzaro e Dativo abb.
I? Qoarla. S. Marcello, S. EolalM v. m.
13 Qoinia. S. Gregorio II p., S. Benigno h.
14 Sena. S. Valentn), Ss. Euxealo e Erebo,
lo Sahhado. Ss. Faustino e Jovita mm.
16 Domingo. S. Porfirio m., S. Julia.

PREArfAR DE OJE.
Primeira as 7 oras e 42 m. da H
Segunda as 8 boras 6 minutos da torda.
PARTIDA DOS VAPORES CfaTEROi.
Para o sal at Alagoas a 14 30; Bata o norto
at a Granja a 15 e 30 fe cada mes; para Fer-
nando nos dias 14 dos meses Janeiro, oarjo, mais
julho, seteoibro e novembro.
PARTE OFFIGIAL
MIMANDO DE AUH4S.
Qnarlcl general do com mando das ar-
mas de Pernambuco, 28 de Janeiro
de i 868.
ORDEM DO DA N. 404.
O brigadeiro eommandame das armas Ui oubli-
co para os devidos effeiins, que a presidencia re-
solver, por portara debontem datada, ronceder 3
mezes de lieenca, para tratar de sua sale, a Sr.
tenenle dr 9* batalho de infamarla do exereito,
Pedro Velbo de S Brrelo, de conforroidade coro
o art. 4* 2* do decreto n. 3,679 de 3 de Janeiro
de 1866. eom os rencimentos do art. 5* 1* do
mesmo decreto.
(Assigoado)Joaqnim Jos Gonealves Footes.
Est conforme. Emeliano Ernesto de Mello
Tamborim, ajodante d'ordens encarregado de de-
talbe.
INTERIOR
RIO DE JWCIIIO
O Sr. conselbeiro Salles Torres Homem foi ser-
prendido ante-bontem (30 de Janeiro) noite com
orna serenata, qoe Ihe prepararan) aquelles d seos
amigos, que anda o nio tinham felicitado pela soa
entrada na lista trplice para senador pela provin-
cia do Rio Grande do Norte.
S. Exc. fazia aoaos : tioha mesa diversos ami-
gos, guando s 7 ', horas da noite, no momento de
dirigirse Ibe o brinde anlogo ao motivo da rea-
rriao, ouviram os convivas romper o bymno nacio-
nal, execatado por urna banda de msica qoe ebe-
gava sua porta.
Meia hora depois, uro grupo oumeroso de cida-
daos distioctos, no qoal figuravam muitos dos prin-
cipaes empregados das repartieses de fazenda, pe-
netrara nos saloes do palacete em que S. Exc. re-
side, e Ibe diriga a palavra por intermedio dos
Srs. r. Jernimo Jos Teixelra Jnior, Carlos
Pinto de Figuelredo e Loureoco Maximiano Pece-
gueiro, offlcial da secretaria de estado dos nego-
cios da faienda.
Os discursos e poesas eolio pronunciados foram
os seguate*:
Discurso do Sr. Teixelra Jnior :
Exm. Sr. eonselheiro.Aguardamos o da de
Doje para nos congratulamos com V. Exr. pela
honrosa e merecida eleico qoe do sau nome fez a
briosa provlocia do Ro-Grande do Norte, inclnin-
do-o na lista trplice, da qoal tem de ser esclhido o
futuro senador, representante daquella illnstre pro-
vincia.
< E assim procedemos porque o anniversario na-
talicio de V. Exc nos proporciona oceasio propi -
cia para duplamente fellcitarmos o amigo estadista,
o babil floancelro e distincto poltico.
c Aquelle, porque vemos galardoado o> seus
servicos com a maior honra a que pode aspirar o
cidado brasileiro-a eleiQo popularo voto es-
pontaneo dos sens coneidados para represntalos
e defender vitaliciamente os seas direlios. A este,
porque essa honrosa distinecao importa a sanecao
de sua conducta poltica, a adbeso aos seus prin-
cipios, o tributo dajustica e gratido dos saos con-
temporneos.
Ao hbil fioanceiro, porque a eleiQSo popular
proporciona a oportunidade de serem aproveitados
no seio da representaco nacional os profundos es-
tados e a experimentada proficiencia qoe V. Exc.
lem eoinprovado nos altos cargos que tao digna-
mente tem exercido, e qoe mais do qoe nooca po-
dem ser ntilisados qoando a voragem da calamito-
sa sitnaeao do palz, invadindo todas as fontes da
felieidade e riqueza publica, acabrunha todas as
classes da sociedade.
t Bem baja, pois, a Ilustrada provincia do Rio-
Grande de Norte, qoe, comprebendeodo as exigen-
cias desta desastrosa situacio, sonbe prestar tao
assfgnalado servico.
t E digne se V. Exc. acolher as sinceras con?ra-
tulacoas dos seos amigos, nao s por essa mereci-
da honra como pelo feliz anniversario natalicio qoe
boje saudamos. pedindo Divina Providencia qoe
conceda a V. Exc. e sua respeitavel familia a
ventara de ver este jnWloso dia reprodnzir-se por
longos rnnos no seio da mais perfeita felieidade.
t Rio, 29 de ]aneiro de 1868. i
Discurso do Sr. C. Pinto de Eigoeiredo :
Sr. eonselheiro.O ultimo dos empregados de
fazenda qoem aqni vem, encarregado por seas
collegas de dar a V. Exc. om solemne testemunho
do conleotamemo, com que ellesreceberam a noti-
cia de achar-se V. Exc. incluido na lista trplice,
da qual lem de sabir o fotaro senador pela provlo-
cia do Rio-Grande do Norte.
t O da escolhido para esta slngela, porm mal
lo cordial deroonstraco, nao podia ser mais apro
priado, Sr. eonselheiro.
Elle marca doas pocas memoraves e moilo
pratas : para os amigos de V. Exc. porqoe o de
sen anniversario natalicio, e para os empregados
de fazenda, porque recorda Ibe o decreto de 29 de
Janeiro de 1859, no quai o digno ministro que o
referendoo, contando apenas mez e meio de ejer-
cicio, teve a fortuna de deixar traeos indeleveis de
saa brllbante adniinistraco.
Sim, Sr. eonselheiro, nesse decreto, nao se
acham si disposic5es ioteiramente novas, da mais
transcendente importancia para a boa marcha dos
negocios a cargo da saprema adrainistraclo de fa-
cenda ; disposicoes tao sabias, que algomas ja fo-
ram copiadas nos reguiaroemos das differentes se-
cretarias de estado, e ootras terao de ser anda para
ellas a nica jurisprudencia a seguir na solucSo de
certas qaesioes do contencioso administrativo que
vagara pelas regiSes do arbitrio.
Nao ; a sorte do empregado de fazenda, seo
futuro, seus dlreitos, a cada passo desconbecidos
e menosprezados, ahi mereceram tambem a alteo-
ci ha muito reclamada, e qoe depols desse acto
de V. Exc, deappareoeu, talvez para nao mais vol-
tar, se qoe nao teem sido ja algomas vezes subs-
tituida por grave injastiga.eomo o attestam os mal-
logrados esforcos anda por V. Exc. empregados
em 1862, na quadade de membro da eommissio
de fazenda da cmara temporaria, para attenoar
os barbaros effeitos do decreto de marco de 1860,
qoe reduz a penuria, qnando enfermos, os empre-
ados das repartieres de arrecadacio.
Aquelle?, portanlo, que me fizeram a honra de
enviar perante V. Exc, Sr. conselbeiro, nao po-
diaro, nem podem jamis ser Indiferentes a qnaes-
<]oer fados qoe tendam a elevar na eonsideracSo
e estima pobllca o homem que, na melindrosa po-
sico de ministro da corda, soobe Armar sua repu-
tado de hbil estadista, e eooseguio (o que a bem
poneos tem acontecido) augmentar conslderavel-
tnente o nnmero de seas amigos e admiradores,
por ama constante pralica de respeito le e aos
dlreitos do cidadio, e sobretodo porque nao se
deixando fascinar de vaidade pelas epbemeras ga-
las dessa posicao tao ambicionada, a todos oaria, a
*l!fnilia co,n inal cortesa.
Aquabilem mmente tervare mentem.
# f. '1ne nesu oceasiao, parodiando Horacio,
> rec^Mmen4ar V. Exc. os seus amigos ; e
n duvida que este pensamento, tirado do elo-
resta pedir Ibe, Sr. conselbeiro, que receba nesta
breve allocuco, enjo nico mrito nao se achar
saturada de nenbuma especie de lisonja, porque
nao fac,o mais do qoe repetir o qoe est na cons-
clencia de todos os que neste momento me acora-
panham, e porvenlora na da maior parte dos Bra-
sleiros, receba, digo, os sinceros e incessantes vo-
tos qoe fazemis para que o Todo Poderoso Ihe pro-
longue a existencia, e ibTproporcione um assento
entre os anciaos da patria, onde, na gravissima
siiuacio a qoe chegamos. mngnem melhor do qoe
V. Exc pode concorrer para que o Brasil leoba
dias mais felzes.
Oblafao do Sr. PecfgneJro.
L, no alto dos cus, o sol brilhante
Aoima e vivirle o firmamento ;
D brilho idea, faz surgir a vida
Em todo o luimtnto !
Do cabos informe, a luz separa, ordena,
Distingue os seres de aote-roo creados ;
Ergoem-se os genios, que a dormir jaziam ;
Por Deas ill ominados I
No foco immeoso desse sol a raen te
Qoe o co da patria com vigor calora,
Tomaste o ralo, a ioz da inlelligencia
Poste om genio nessa hora 1
E em camprimeoto da missao sublime,
Que eolio por Deas te fdra confiada,
Faz annos hoje que baixasie trra
Da Cruz abeoeoada I
O' Salles, o Brasil, esta arca santa,
Qoe j orna vez regeste sabiamente,
Orgolboso te aponta como om filbo
De gloria resplendente I
E' qoe ao genio sublime a' esclarecida
Razo qoe te Ilumina, a' patria sabe
O bem qoe Ihe (Ueste, e nos cora ella
O dever que nos cabe I
E' por isso que hoje agradecidos
Aqu Tierno* todos satisfeitos,
uommemorar o dia a nos tao caro.
Henderte os nossos preitos I
Da gratido nao pode o sentimento
S piur em nossa alma os teos louvores;
Em que pese a' modestia, ho de p'ra sempre
Brilbar os teas fulgores l
No grande Pantheon dos pas da patria
Queremos j te ver, e el e te espera :
Brilbe all tua Inz, e delta surja
Ao Brasil nova era I...
Ao terminar cada orador, o Sr. conselbeiro Tor-
res Homem agradeca, eomroovido e com palavras
ongldas do mais sentloo reconhecimento, a ovaeo
qoe se Ibe fazia, e que S. Exc repotava tanto mais
honrosa e digo de apreco, qaaoto era a soa *s-
pootaneidade e a nobreza dos seotimentos qoe a
dltaram.
O festim doroo sempre alegre at meia noite, em
que acaboa, retirando-se os qoe a elle enneorre-
ram penborados pelo cavalbeirismo e amabilidade
com que foram recebidos pelo Sr. conselbeiro Tor-
res H.mem e sua Exma. familia.

PERNAMBUCO
V,*TJZli resoaie mi'r elogio oue eu polera
fezerao longo passadode V. Exc
Nada mais, pois, dero acrescentar; e s me
REVISTA DIARIA
O Exm. Sr. presidente da provincia resolvendo
contratar a eoiloeacao de trilbos nrbanos desta ci-
dade Santo Amaro de Jaboatao, abri a concur-
rencia para quera pretenda esta empreza, realisan-
do o competente contrato eom o governo as con-
dieoes da le n. 765' de II de jolbo do anno lindo.
O prazo feeba-se 26 do correte, devendo
n'este dia s 12 boras serem abertas as proposlas
apresentadas Dar tal flm.
O collegfo de instroeco litteraria estabeleci-
do a roa do Hospicio n. 29, sob denomlnacao de S.
Pedro, (ende aberto saas aulas, funeciooa regular-
mente e com aproveitameoto dos respectivos alum-
nos, gracas a solicitado e ao zelo do seo director, o
Sr. Dr. Barbosa, que nio descura dos deveres de
que se sobrecarregon, collocaudo se testa de urna
tal institnicSo.
Aeha-se designado o dia 2 de marco prximo
para reunio da primeira sessao indiciara do jury
desta capital, sob a presidencia do Sr. Dr. joiz de
direito da segonda vara criminal Manoel Jos da
Silva Neyva.
Em censeqaencia de mudanca de domicilio
para o Rio Formoso, S. Exc. aotonsou qoe se pas-
sasse guia ao alferes do batalho n. 25 da guarda
nacional da Escada, Saotino de Barros Reg.
Ante-bontem meia noite, achando-se diver-
sas pessoas, entre as qoaes daas Albas de Jerusa-
lm, a cetar no salao do hotel de Bordeanx, na roa
larga do Rosario, abi penetroa o capito honorario
doexerelto Aotooio de Paula Cavalcaoti de Almei-
da, qoe poz-se, de parceria com os ootros, a disco-
tir, de forma tal qoe dentro em pooco batiam se
com bengalas echapeos deso, levando o referido
capito orna faeada oo lado esqoerdo pooco abaixo
das costellas, que o poz immediaiamente em perico
de vida.
Apenas constou-lhe o fado, o Sr. Dr. delegado de
polica, Dias de Laeerda, comparecen ao iogar e
mandn por cerco no botel al qoe amanbecesse o
dia, para ahi penetrar, como realisoo, prendendo
diversas pessoa-, que abi estavam, para inda-
gacSes.
Segando declararlo verbal do ferido, tomada na
ferma da lei, foi seu offensor Bernardo Hartios de
Sonza, om dos torbnlentos do hotel, que foi preso
a's 8 boras da manha as Cioeo-Pootas.
Damos nossos emboras ao Sr. Dr. Laeerda, pelo
bom resultado de soas diligencias, e sobretudo pelo
lino e pericia com que se bouve.
Cbegaram hootem a' urde os avisos vapor
Pnweiro, Sejundo, Terceiro e Quarto, maodados
constroir pelo nosso goveroo em Franca, para o
servico da nossa esqaadra no Paraguay.
Sao bellos navios, todos de ferro, movidos a ro"-
das, de 71 toneladas, mediedo 40 metros de com-
primento, 6 de largura e 2 e meio de altura de-
mandara 2 ps d'agua, e aua marcha de 8 a 10
milbas por hora.
Vem com baodelra francesa.
No logar competente d'este Diario vai pobli-
eado nm edital da polica transcrevendo as posta-
ras munleipaes e regolamento policial relativos a'
venda e jogo de limas pelo carnaval, bem como aos
mascaras. Recommendamos saa leitora aos ami-
gos de Momo.
Temos vista ama carta, escripia de Peri-
plrl, na comarca do Bonito, em 10 do correte, que
diz o seguioie :
N'este momento chego da easa de raen sogro,
residido no sitio Baoaneiras, termo da Imperatriz,
dapn.v1o:ia de Alagoas e ahi o aehei rennindo
gent?, de ordem do governo d'aqoella provincia,
para auxiliaras forcas emoperacoes contra os se-
diciosos, que haviam invadido a referida villa em
grande numero, posto qae raal armados. Ouvi-
ram-sa ua tarde de hoje grandes denotabas, que
indicavam o atique que se esperava hoje na villa,
dado pelas forcas legaes. Os sediciosos queimam e
rraiam as casas por onde passam, e se diz ao
I ^
certo qne ellas tentara invadir os limites desta pro-
vincia, pelo qne seria de grande providencia e
camella cl'ocar per aqoi ama forca para impedir
0 iogresso d'ellos, e garantir a maootenco da or-
dem poblica.
Deixamos de fazer commeotarios senelhaote
noticia, por que, apezar de ser sizuda a pessoa que
isso escreveu, ha quera diga qoe seja a noticia
raaito exagerada pele ,-anieo, qoe ali reina.
A loja do eoraco de ouro, a* roa do Caboga'
o. 2 D, recebea pelo paquete francez Gmsnne om
rico e variado sortimento de jolas que vende sem
levar em conta a differenca de cambio.
rotera.A que se acha a' venda
a 54* a beneficio das familias dos volun-
tarios da patria, que corre terga-feira 18.
Cas a de dktencao. Movimento do dia 12
de fevereiro de 1868.
ExUtiam 342, eatraram 4, sahiram 4, existem
3%2.
A saber :
Naciooaes 34), roulberes 4, estrangeiros 41, mu
1 h eres 1, osera vos 60. escravas 3.
Alimentados a costa dos cafres proviaciaes 2S2.
RKPARTigAo da poli ca.Eilracio da part
do dia 13 de fevereiro de 1868.
Foram recomidos a casa de delencao co dia 15
do correte:
A' ordem do Dr. joiz especial do commercio,
Jos Laoreatioo Pereira de Carvalho, a reqneri-
meoto de Antonio Baptsta .> go ira.A' ordem do
sobdelegado do Recif, Heoriqoe Allemo, para
ccrreccao.A' ordem do de Santo Antonio, Ricar-
do de Atbavde, para eorreccao.
Pela mesma repaitigao foram remedidos os se-
guales re cintas:
Para o exercito.........3
Para a armada.........1
Christo, consldarafio que no-las faz eollocar no
numero dos livros cannicos, seja de lodo o poni
recoanacida como inacessivel a' duvida. Se pois
i edro fea o que devia, nao doria Piulo razo em
aizer qae elle nao marebav segundo a verdad do
Hvangelbo; ri.-to como a.juflle que f obra bem e por coosequaocia aquelle que o acensa
de nao ler obrado bem, saneado que fez o que de-
va, do impostur. Se, pelo contrario, o que Pau-
lo escreveu verdade, timbera verdade qoe Pe-
dro se nao eonduzira aissa coojootora segundo a
verdade do E'aognlho. Fazia pois o que nao devia
raaer e se Paulo ja' joba laito coasa semeibante,
prerjro erer qne, teodo-se elle corrigido, corrigisse
tambera a Pedro, do que admillir que boovesse
rallado a verdade em urna de sois epstolas, e
meRos anda uaquella que cometa. O que vos
escrero attesti daoie de Deu que nao minto.
Q'iae autem scribo vobis ecce eoram Dea, anta non
menttor.
br.va terea os apostlos decretado no concilio de
Jerosalm ?
Se pelo contrario, Pedro, como me inclino
mais a crer, faz anillo antes do concilio de Jero-
salm, nao tambem de admirar que Paulo nao
Apostlo diz qoe esta lei santa, qoe este manda-
ment tanto e justo e bem. Ero seguida, accres-
centa : L->go, o que oon s tem feito morte para
mt-n f JYtio, por certo. Mes o precado para sr
motirar peccado. prouzio em m>m a morte per
To VSZSZSL =^.!! j*-.** 1^21&IS&
O rbefe da 2.* seceo.
J. G. de Mesquita.
Cemiterio publico.Obituario do dia 12 de
fevereiro de 1868.
Luciana, Pernamboco, 14 annos, escrava, Boa-
vista ; bexigas.
Joo, Pernambuco, i' annos, Boa vista, escravo;
bexigas.
Hercolana Mara do Nasclmento, Pernambuco,
25 annos, -olieira, Santo Antonio; pbtysfea.
Chnstiano Francisco de Paula, Pernamboco, 30
annos, soltetro, Boa vistt; tabercolos pulmo-
nares.
Igoacia Marta da Coneeicio, Pernambuco, 26
annos, casada, Boa-rista; tubercolos pulmo-
nares.
Jos, frica, 40 innos, escravo, Boa-vista; broa-
chite coliite.
Claudina Mara Cbilque, Pernambuco, 42 annos,
casada. S de Oiinda ; erysipela.
Communicados
Polmica religiosa.
xx
A circomeisao, diz o ChrislSo Yelho (p. 15),
urna marca indeievel, marca de sangne emsig-
nal de tscravido, como se marea om rebaobo
de carneiros oo de -bols; o baptismo; pelo con
trario, a agna Instral qne lava toda a mancha
e liberta o homem da escravido do peccado. E'
por sto que diz S. Paolo (gal. c 5, v. 6):
Porqne em Jess brlsto, nem a circumcisao
val alguma coosa, nem o prepucio, masa f, qae
obra por caridade.
< S. Paulo tioba borro' a' cireumcis3o, e tanto
qoe reprehenden a S. Pedro por prmitti-la aos
inclrcumcisos (gal. c. 28, 14). Porqoe tu obri-
gas os geotios a jodalsar T E aos mesmos Ca-
alas (c. 5 v. 2) dizia lie : t Olhal que eu Pau-
lo vos digo que se vos fazeis eircumeidar, Chris-
to vos nao aproveitara' nada.
Tudo o que por aqoi vai erro; heresla I
Quaodo, no Iivro 5 de Tertulliaoe, tive occasio
de parapbrasear a epstola aos Galalaa, mostrei qoe
os argumentos principaes do apostlo se dirigiam
a convencer os ebristos da Galacia, de qoe a ha-
t i i i t a q 3 o indispensavel para justificar o bomem,
a f do mediador entre Dos e os bomens, qoe
Jess Cbristo Deus e bomem: que sem esta f nin-
goem se salv, niogotm se justifica : que as mes-
mas obras da le Mosayea oo da lei natural, sendo
destituidas desta f, e nao sendo fecundadas, me-
diaote ella, do sangoe do Redemptor, sio totalmente
esteris era ordem a' justificado esalvago: ou
como se dissesse o apostlo : t Se o bemem pode
ser justo s pelas torgas que Ihe da' o conhecimen-
to da lei Mosayea, logo, foi eseusado que Jess
Cbristo viesse ao mondo e morresse; porque, nesta
typotbese,sem Jess Christo morrer, podia o homem
ser justo. Erro combattido pelo mesmo apestlo,
o qoal, depois de confessar qoe nenbum mais do
qne elle fdra, n'outro lempo aferrado a' lei de Moy
sos, declara qoe agora est morto para a mesma
lei; isto desobngado da lei pelo mesmo que ella
ensinava, entendida espiritoalmente, a saber: qoe
tendo vindo ao mondo o figurado da lei, que Je-
ss Cbristo, devem cessar as obrlgae,oes da mesma
lei, como figura que delie.
A maior prova porm de que o apostlo nao ti-
nba horror a' circumeiso, nem que era inin igo
da lei, entendida devidamente. :! o ter elle
dito nestas formaes palavras (Galat. II, 7, 8):....
Antes, pelo contrario, tendo visto que me bavia
sido eocommendado o Evangeibo do prepucio, como
tambem a Pedro o da circomeisao : (porque o que
obruu em Pedro para o apastlo da circomeisao,
tambem ero mim para com as geotes): }\x> ter
elle mandado eircumeidar a Tbemotheo.3 o ter
cumpndo as obrigajSas da le em Jerdsalm por
cooselbo de Thiago.
Mas o Christao Velho, qoe toma todas estas coo-
sas no sentido material, sem considera-las sob snas
devidas relacoes, nao trepida em escrever qoe o
Apostlo teve horror a' circumeiso I E, como to-
dos os seus predecessores no erro, abi nos traz de
novo a' col acio o bem sabido ioeldeote qoe teve
lugar, tm Antiocbia, entre os doas grandes apost-
los Pedro e Paulo, qaudo este resisti aquelle, por
se ter negado a comer eom o gentos, temendo of
tender os Jadeos circuncidado?, que vinbam de
estar com Thiago.
E' asss conhecida a contraversia que honve en
tre S. Jeronymo e Santo Agostioho sobre a iotelli-
geocia deste passo da epstola aos Galatas, Isto ,
sobre estis palavras de S. Paulo com applicacao a
S. Pedro: Eu he resisti na cara; sendo qae S. i-
ronymo susteotava a principio qae a reprebenso,
que S. Paulo dera a S. Pedro fra s por economa
e na apparencia,oplolao que modoo, em presen
(a d?s forlissimas razoes que Ihe aprasentou S.
Agostioho, em orna das saas mais ootaveis cartas,
e da qoal extrabire as passagens principaes, afim
de qoe, com o seo testemooho e aatoridade, en ira-
pooba perpetao silencio aos erros do Christao
Velho.
Depois de lamloosas reflexdes previas, argumen-
ta o Santo Dootor pela maneira e forma conclu-
deote qae vamos ver e admirar :
Nao crivel, dizls vos qae Paolo reprovasse
em Pedro o mesmo que tioba elle feito. Nao pro-
curo saber agora o qoe Paulo fez, s quero averi-
guar o qae elle disse. E' isto o qae mais importa
a' cansa qae sustento ; porque necesario quo a
verdade das divinas escripturas, qae nos foram da-
das como base da nossa f, nio por quaesqoer
aoinaus, mas peles mesum apostlos ds Jess
Lreio pois qoe Pedro obrava de maneira a obrl-
gar os gent os a jodaisar; creo-o, porque vejo que
Paulo o diz, e nao po so crer qoe Paolo raentisse.
Nisso Pedro nao obrava direito, porqoe era coo'ra-
rlr a verdade do Evangelho e dar logar aos qoe
crlam era Jess Cbristo peosarem que nao se po
diam salvar sem a observancia dat amigas ceremo-
nias. Era isto precisimeote o que preteodiam
aquellos dentre os Jodeos, qoe em Antiocbia, ba-
viam abracado a l, contra os quaes Paulo combat-
tia com todo o ardor.
Mas se Paolo fez circomeidar a ThemMeo. se,
para comprir o seo voto, selosqoia a" Naaareoa ;
se em Jerosalm se conforma, por conselho de
Thiago, eom os osos da lei, nao qaer com isto dar
a eoteoder qne essas especies de ceremonias ope
ram a salvaeio do christao. Quer soraente evitar
que o suspeitem de olhar como idolatra paga coa-
sas qae Deus tlob* ordenado para os lempos an'i-
go, a qae convinbaro, e qne erara figuras das qoe
haviam de acontecer. Na verdade, paulo era ac-
ensado, como Ibe dizia Thiago, de ensinar aos
christos qoe se separassem de Moyss. Ora, seria
um graode mal qoe aqoelles qoe eriam em jcsns
Christo se separassem dos prophetas do Christo, de-
te-tando e condemoando como m a doulrina de
Moyss, de quera dlssra o me-rao Senhor Jesas :
Se vs cressf-is em Moyss, crerieis tambero em
mim, porqoe elle faliou de mim em seos escriptos.
t St credideritis Motsi, credHeritis et mihi ; de me
enim Ule scripsit. (S. Joo, V. 46). Pesai bem
estas palavras de Thiago a Paolo : Bem ts, ir-
mi, quantos mtlharcs de Judeus sao os que teem
crido, e todos sao zetadores da lei. A elles consta
que entinas aos Judeus que deixem a Moyss duen-
do que elles nao devem eircumeidar a seus futios,
nem andar segundo o seu rito. Pots que te ha de
fazer T Cerlamente, necessario que a multidao se
ajunte ; porque ouviram que tu s chegado. Faze
pois o que te vamos dizer : temos aqui qnatro va-
roes que teem voto sobre si. Depois de haveres to-
mado estes comtiqo, santifica te com elles; e(l)
faze Ihet os gastos da ceremonia, para que rapem
as cabecas ; e sabrrao lodos que i falso quanto de
ti ouviram, t que pelo contrario tenues o ten ca-
minlio guardando a lei. A'cerca daquelles que
creram rfentre Genliot, nos temos escrplo, orde-
nando oue se abstenham do que for sacrificado aos
dolos, 9 de sangue t de svffocado, e da concupis-
cencia (2). Ento Paulo, depois de tomar comstgo
aquella vwSes, purificado com cites no seguinle
da entrn no templo, fazendo saber o cumprimento
dos dias da purifica cu o, at que te fizette a offeren-
da por aula um deilrt. (Aet. dos Apost. XXI,
20-26;. ^
Por estas palavras fiea manifest que Thiago
nao dra este conselho a Paolo, senao para mostrar
aos Jadeos qoe haviam abracado a rellgiao de Je-
sas Christo, e qae permanecan) aff-rrados lei de
Moyss, qoe tudo o que s Ibes bavia dito de Paolo
era falso, e que a doulrina de Chri.-to nao vfnba
condemoar, como sacrilega nem como escripia sem
ordem de Dos, a lei que Moy.'s bavia dado a seus
pas. Era esta a aecusveio que articulavam con-
tra Paulo. Ella porm nao parta daquelles qui
comprebendiam que es fiis d'entre os Judeus
deviam observar estas ceremonias, isto que sa
biam que ellas nao deviam ser observadas senao
por bonra a' instituleao de Deus, assim como a'
sotidade dos myslerios de que ellas haviam sido
figuras propheticas, cada ama para ooter a salva-
Cao qae o Cbristo rcabava de manifestar, e que se
confera pelo sacramento da*baptismo. Os bomens
que haviam derramado esse rumor contra o apes-
tlo Paolo eram os que qoeriam qae os Jadeus
convertidos continuassera sujeitos s o-bservancias
legaes, como se o Evangeibo, sem isso, nao tosse
sofficiente para a salvaco. Sabiam qoe Paulo,
como ardente pregador da grara, sempre se mos-
trara contrario s soas prelencoes; ensinando e
pregand > que o inroem nao era justificado pelas
observancias da le, mas pela graea de Jesos
Christo, de qoem essas antigs ceremonias nao
eram senao sombras e figoras. Tal era a causa do
odio qoe votavam a Paulo e da perseguicao qoe
contra elle macblnavam, fazendo-o passar por ini-
migo da lei e dos preceitos divinos.
< Ora Paolo nao tinha ootro meio de escapar
odlosidade destas falsas accosaco>s, senao observar
elle proprio as ceremonias que ibe attribulam con-
demnar como sacrilegas, e mostrar assim que nem
convinba problbl-las aos Judeos como perniciosas,
nem faze las observar pelos Gentos como necessa-
rias. Por quaoto, se Paolo, como se dizia, livesse
reprorado essas ceremonias, e, se s tlresse con-
sentido observa-las para melhor occoltar os seas
sentimentos, o apostlo Tbiago, por esse passo si-
mulado, em lugar de Ibe dizer: Todot tabtrao >,
Ibe teria dito : < Todo* pensara o que o que teem
outido de vos falso. Este expediente era tan-
to mais fcil de tomar, quanto aos apostlos ha-
viam ja' ordenado, mesmo em Jerosalm, qae se
ao obrfgssae os Gemios a observaren) as ceremo-
nias judaicas, coja observancia porm nao prohi-
ban) aos Jodeus qoe alias nao estavam aellas orti-
gados pela lei evanglica. Ora, se nao obstante
este decreto dos apostlos, achando-se Pedro em
Antiocbia, nt> deixoo de osar daquella simulacro
para obrigar r ceremonias qoe elle mesmo oo era obrlgado a ob-
servar, posto que nao boavessem sldoproblbidas,em
respeito a Iti qoe Deas bavia confiado aos Jodeus:
qae ha qae admirar que Paulo o otrrgasse a de-
clararse iberiamente por aqaillo qae elle se ijm-
toda a liberdade era favor
se achava possuido, e qae erara
rte Paulo ; quer porque livesse eiposto a Pedro o
Evangeibo qoe pregava aos Gemios ; quer porque
livesse nolicia da revelago divinamente feta a
Pedro na vocacao do centorio Coroelio ; qner em
flm porqoe o livesse visto comer cc-m os Gemios
ames que os Jadeos chegassem a Antiocbia. Por
quanto eston longe de negar qne Pedro estivesse
eoiio dos mesmos sentimentos qae Paulo. Este,
pois, nao o instrua do que houvesse de verdadei-
ro sobre isto ; mas eensurava-lbe a simnlacao pela
qoal foreava os Genos a judaisar, por Isso qoe
urna tal sitvolaeao acorocoava os que pretendaos
que sem a circumeiso e a observancia de todas
as ootras ceremonias da lei, os creles se gao po-
dan salvar.
i Se Panlo fez circomeidar a Themoteo foi para
qoe os Judeos, e, sobretodo, os prenles matern a
do seo discpulo, nao iosagioassem qoe aquelles
d'eutre os Jodeos que haviam abracado a f, de-
testavara a circomeisao, como se lora idolatra,
qoe obra d diabo; sendo alias a circomeisao or-
denada por Dea E se Paulo nao qaii eircumei-
dar a Tito, foi para nao favorecer a opiro da-
quelles que diziam qne,sera a circumeiso o> cre-
les nao se podiara salrar, e que, para captar os
Gealios assoalhavam por toda a parte qae Paolo
era desta mesma opioio. Paulo dii-nes todo isso
nestas palavras : tifas nem anda Tilo, que estova
comigo, sendo Gento, fot compelttdo a que se cir-
cumcidasse: nem atnda pelos falsos irmios, que
se entremetieran a esquairinhar a nossa liberdade
que temos em Jess Christo, para nos reduzrem
servido, aosquies nem s urna hora quizemot et
tar em tvjekio, para que permaneca entre tt a
verdade do Evangilho. Galat. II, 3, 4, 5.)
Por aqoi se v que Paulo sabia qae esses fal-
sos irmos murmuravam por oto tar elle circom-
eidado a Tito, como flze a a Tbemeteo, oo que
alias podia asar da mesma liberdade, com qoe ba-
via mostrado qae, nem convinba Inculcar essas
ceremonias como necessarias, nem condemna-las
como sa liiegas.
.......... Eu digo, pois, qne, no Testamen-
to Amigo, a circumeiso e as ootras observancias
legaes f>ram ordenadas por Deas ao povo judaico
para serem figuras do que se havla de realisar em
Jess Cbristo, e que agora que todo esta' realisado,
as palavras da Escriptura a esse respeito nao sao
mais para os christos seno urna prophecia que
devem entender; mas sera obrigacio de observa-
ren) as ceremonias como se aiooa necessltassem da
revelaco da f, cojo advento as figuras aononcm-
vara. Ora, se oo se devem impor estas observan-
cias aos Gentios, n5o se devera tembem prohibir
aos Jadeas, como coasa sacrilega e detestavel, mas
deixa que se vio eiiioguindo pooco a pouco,
prnpercao que o Evaogelho. medrando e crescendo
pela pregacao da graea de Jesas Cbristo, e qoe os
creles comprehendam qoe a jusilficneo e a sal-
vaco sao o effeito dessa graea e oo dessas figu-
ras instituidas para represntateos o qoe possuimos
agora.
< .......... Mas, acerescenlarei anda, qual-
quer d'entre os christos, seja Jodea, seja Gentio,
qoe observar essas amigas ceremonias com um
coito ou sincero oo simulado, cahlra' nos lagos do
demonio. Qoe queris mais ? Dizeis qae a simu-
larse a que recorrern) os Apostlos nada prova
para o lempo presente ; como vos, faco essa difi-
renos ; e, posto qae Paulo teoha observado de boa
f e sem fioglmeoto as ceremonias judaicas, nao
pens que seja agora permittido imita-lo nesta par-
te ; visto como essas observancias, respeitaveis en-
to, devem ser boje detestadas. Asm, bem que
esteja escripto : A Lei e os Prophetas at Joo
Daptista ; e por esta razo procuravam os Judeus
fazer morrer ao Christo ; nao s porque vtolava o
sabbado, tomo porque dizia que era filho de Deus,
fazendo-se igual a Deus, e de oro: os recebemos
a eme* pela graga; e anda : A Le fot dada por
Moyss ; a graea e a verdade nos foram trazidas
por Jess Christo : emfim, posto qae Deus livesse
promettido por Jeremas fazer orna aova alliaoga
com a casa de Juda', bem difireme da que fez com
seos pais, nao creio todava que os e Marta usas-
sem de simuiacao guando fizeram eircumeidar a
Jess. E se se pretender que elle nao eslava em
idade de se oppor a que fosse circuncidado, res-
ponderei, que nao oson.elle de simalacao, quando
ao leproso que bavia curado, e nao pela observan-
cia qoe Moyss bavia prescripto, disse : Vai, e
mostra-te ao Sacerdote, e faze a offerta que orde-
ooo Moyss para ihes servir de testemonbo a el-
les (S. Matb. VIH, 4). Nao foi tambem por simu-
lacro que se dirigi a Jerosalm n'um dia de fesla;
pois tanto nao o fazia por ostentaco, nem para
ser visto, que foi a Jerusalm e nao se mostroo,
mas se cooservoa como em segredo.
Qoe responder ao Apostlo qoando diz : *Ets
aqu que eu Paulo vos declaro que se vos fazets
eircumeidar o Christo de nada vos servod? (Ga-
la'. V). Enganou elle a Themoteo e Ibe tornou
inotil Jess Christo ? Allegareis qoe essa circom-
eisao, tendo sido floglda nao Ibe podia projudicar ?
Mas o Apostlo nao estabeleee esta disiioccao e
nao diz : *Se vos fazeis eircumeidar seriamente :
e oo diz tao pooco : Se vs o fazeis por fingi-
dVseTr^rrZ I "-* P* rnaniam7nt7^n\:\YCn 13)" R
2.mS J19 Ia* pe,e ainaa 18 d's>B. Qoe o peccado va alezo dft
3 gem ; .A lei sobreveio para fazer abundar olet-
eado. Mas onde abuniou o peccado saperaboodoa
a graga. (luid. V, 12). N'ootto logar, estabeleee
o mesmo principio, guando, depois de ler tallada
na dispensagao da graga, e mostrado que ella justi-
fica, loterroga-se de algum modo a si mesmo, a
diz : iPara que logo a le t Depois responde a
esta perguota : Foi para fazer coobecer as pre-
rarlcages al a ebegada deste Filbo oae foi pro-
mettido. (G.lat., C III, 19).
Aquelles pois que diz o Apostlo aeharem. se
debaixo da le condemnaveimeme. aquelles a qutm
a lei faz culpados, sao os qae nao a cumprem. e
qo, nao conbecendo o beneficio da graea que tit
observar os oandamenios de Deus, depositan per
urna orgulbosa presumpgo, toda a confianga ero.
snas proprias torcas. Pois a caridade o comple-
mentada lei (Bom XIII, 10); e o amor de Deus te-
derrama em nossos coraros, nao por nos mesmos-,
mas pelos Espirito Santo qae nos tol dado (Ibld. V,
5). Todava, para qoe esta materia livesse o ne-
cessario desenvolv ment, taires fosse preciso om
volme escripto de proposito e com muita ex-
tenso.
Ora si este preceiw da lei: iNdo cubicars.%
conserva o bomem debaixo do peso do peccado, a
menos qae a graga de Dos venba em soceorro do
fraqneza, e longe de livra-lodo peccado o indaz na
prevaricarlo, por maiona de razo a circomeisao
e ouiras ceremonias semelhantes, qoe au passa-
vam de figuras, e qoe devia necessaramenle ser
abolidas proporgao que se fosse derramando a
maoifestagao da graga nao estavam na impcssibili-
dade de justificar alguem ? Todava nao era isto
razo para rejeita-las como sacrilegios diablicas
dos Gentios, mesmo quando eomeeava a ser conhe-
cida essa graga que taes c remonus linbam an-
nuociado; mas era conveniente perroittir o seo oso
anda por algum lempo, principalmente aquelles
que trabara sahido do povo a qoem ellas tinham sido
dadas. Por is.-o foram como qoe sepultadas com
honra, e deveram ser para sempre esqueeidas por
todos os Christos..............................>
O mesmo Santo Agcstoho roocloe acerca da
resistencia de S. Paolo em face de S. Pedro do
seguiote modo:
E' pois certo que, fiel dispensador, o Apostlo
Paule nada escreveu que nao fosse verdade; pois
era o dispensador da verdade e nao da menti-
ra. Assim, disse a verdade quaodo escreveu que
vio Pedro nao marchando direito, segundo a verda-
de do Evaogolho.e que Ihe resisti em face, porque
obrigara os Geotios a jodaisar. Quanto a Pedrc,
receben com a sania e benigna dogora da homil-
dade o que a candado de Paulo Iha fez dizer eom
desembarazo para o bem do Evangeibo. Grande
exeroplo deixou Pedro a seas soceessores, Ihes
ensinando qoe quaodo se afastarem dos rectos cz-
minhos da justiga, nao leven) a mal que os advr-
tam aquelles mesmos qoe Ibes sao interiores co
jerarchia I E que exemplo mais raro e mais santo
o dePaplo que pos ensipa a resalir SfD) tejpr.r soa
nossos superiores, quaido a defeza da verdade
evanglica o exige, sem todavia ofleoder caridade
fraierna f
Depois de lio claro e positivo d. senvolvimento
solre o oso da circomeisao e pralica das ceremo-
nias da le, haver quem anda duvide de qne o
Christao Velho claudicoa spidamente neMe pon-
to ? Querer mais do qoe disse Santo Agostiobo,
reallsar o qoe elle mesmo dissera :E mais fcil
resuscitar um morto do que dar luz ao ceg que
nao quer ver.
(Conlinuar-seha.)
a
Publicares a pedido
Protectora das familias
Associsco iirnsileira
DE
Seguro mu uo sovre a vida
Approvada por decreto do governo
imperial de 13 de junho de 1864.
Gerida pelo Banco Rural e Hypethecano do
Rio de {Janeiro.
mente ; > mas diz absolatameote sem excepgo
Se vos fazeis eircumeidar,
servir.
o Christo de nada vos
(1) E faze Ihes os gastos uus ceremonias : Estes
gastos faziam com os sacrificios de vanas rezes, e
de pes asmos, que no cap. VI do Iivro dos Nme-
ros mandava Daos qae ihe fizessem os Nazarenos,
por espago de oiio dias. (Amelte).
(2) Eolio Paulo, etc. E' muito para admirar e
Commissio fiscal. -'
Veador, Jos Joaqnim de Lima e Silva Snbrinho.
Commendador, Jeronymo Jos de Mesquita.
dem, Roa ventura Gongalves Roqae.
dem, Gailberme Pinto e MagalbSes.
Esta associago fichou o aono de 1867 com 2951
subscriptores, com om capital subscripto de ris
4,369:986#7(>, e cooverleu em apoliees da divida
publica ao joro de 6 por eento ris 1,162:000*000.
As pessoas qoe qoizerem ioscrever-se na associa-
go, sao convidadas a dirigirse pessoalmente, ou
por escripto, on por intermedio de qoem quer qne
ceja, qoe se aprsente autorisado na agencia da di-
ta associago roa do Livramento n. 19 1* andar, a
tratar com o Sr. N. F. de Vidal, qae dar' o rega-
lamento da mesma e todas as explicages de qae
carecerem.
Ora, do mesmo modo que explicis esta passa-
gem em vosso favor e qne queris qae se suben-
lenda : Si vos o fazets por fingmento, di mes-
ma sorte me jolgo fundado em pedir que se me
permita comprebender qne estas pa.avras: *Si
vos fazets eircumeidar* se dirigem aquelles que
queriam ser cireumeidados, pela snpposigo de nao
poderem se salvarm Jess Cbristo sem a circom-
eisao. Aquelle pois que se flzer circomeidar neste
intuito, nesse desejo, nessa lotenso, Jesos Cbristo
de nada Ibe servir, como claramente o dlt o Apos-
tlo n'ootro logar: > Porque si a justiga se adqui
re pela le, neste caso o Christo morreu em vio; sigo qae Ihe pecaliar.
como diz aluda nesl'ootro lugar por v- cita- Agora perguntaremos que torga moral pode ter
do: *yo tendes mats parte em Christo, vs que o Sr. Tavora para com os professores omlsso,
credet que a le vos justifica ; vos decahistes da qoado S. 5., no primeiro aono de soa administra-
graca. O Apostlo condemna portanlo os qoe pre- gao, commette faltas lo graves ?
teodiam ser justificado pela lei, e nao aquelles que, Ha 15 dias devia o Sr. Tavora ter apresenlado o
observando essas antigs ceremonias em bonra de relatorio, e ainda o nao fez, infnegindo assim a le
quem as bavia Instituido, sabiam bem qae ellas que devia respeilar.
nao eram seno figuras que promettiam a verdade, Chamamos a attenco de S^Exc para essa in-
e que nao podiara durar seno at certo tempo. E' fraeco, afim de qne faga esse luoceionarlo entrar
sto o qae elle anda insina quaodo diz : Si vos 'na rbita de seos deveres, em'.ora nos conste que
de coufeceljnar
A lei n. 369 de 14 de malo de 1845, no art. 3 ,
5 dia assim :
lucombeao director geral:
Apresenlar ao presidente da provincia, at o fim
de Janeiro ara qaadro estatifico de todas as escola
proviociaes, e om relatorio circomstanciado do
progresso neste ramo de servigo, ele
Eotrelarlo o Sr. director que se tem manifesta-
do tao exacto compndor da lei, moltando os pro-
fessores por niarias, anda nao cumpro esta di lonvar aqu a doeilidade de S. Paulo. Elle tinha
resistido publicamente e na sua mesma face a S. i vos guiaes pelo Espirito, nao estis mais debaixo da I s agora trata o mesmo director
Pedro, por este, pelo modo cera qoe .>e havia com da le. O que quer dizer, como eolilgis, que dito relatorio, que entretanto pode ser apresentado
os Gentos convertido os obrigar a observaren) as; aquelles que estio debaixo da lei, nio por condes- com data anterior
ceremonias da lei velha. Tioba reprehendido aos I cendencia, segundo o semimnoto que atlribois aos -*'
Galatas, por quererem continuar na circumeiso,
dando-a por oeeessaria. Em toda a parto, em qae
tinha pregado aos Gemios os declarara desobriga-
dos da observancia da mesma lei, mostraodo que a
nossa jastificago nao estava em ceremonias, mas
ao esercieio das virtudes christaas, e principal-
mente oo da candado. E agora. por evitar toda a
occasio de escndalo e de disseoso entre es
christos novos do judaismo, oecommoda-se a con-
descende cora o qae por urna sabia economa Ihe
aconseiba qae faca Sant'lago, coro os mais do clero
de Jerusalm. Para se veniiiar com isto-u qaa o
mesmo S. Paulo jusrevia aos drinthios, que elle,
para gaobar a todos, se faca Jadea com os Jadeas
e Gentio com os Gealios. I Cor.. LX> 20. (Calmet).
nossos amigos; mas, como croio, per um verda-
de! ro ferro a estas antigs ceremonias nao so
coudozldos pelo Espirito Santo............... Me
parece questo de grande momento o saber qae
eousa estar debaixo da lei, no sentido que o
Apostlo condemna. Quanto a mim, estou longe
de pensar que elle queira fallar smeote do cir-
comeisao ou dos sacrificios que os amigos offerece-
ram, e que nao esto mais em uso entre os Chris-
tos, nem que tenha em mente cousas semelhan-
tes; mas me persuado quo quizera se referir ao
que o lei ordena : Mo eubiears; -preceiio que
lodos estamos d accordo serem os Cbrsios obrl-
gados a cumpr-lo, e ao qual o Evangeibo nao fez
searjo dar-loe urna nava luz, um tuvo brilho. O
As prepararles a'eaprzirels, apenas de or-
dinario estSo em voga por al^um tempo,
porm a sua prolongaflo geralmente de
pooca dora, e em breve passa; em qaaoto
qoe um grande antidoto por exceilencia
como o Peiloral de Anactmita, um cons-
tante e perpetuo beneficio publico, um Ver-
dadeirj ibe-ouro inesgolavel. Fode-se as-
sevetot como un-.-axioma ncantestavel,
que qualcjuer classe de tossd, coastipofao
ou catarruo, se aliivia e cora mediaste o


9
umm


\838i aa o
Mla e reruabnM sexta tetra 44 efe Fevereiro 4c 1868.
C
0
*T'rTT rTT*Jr
.7IJX 07.M
------
*
sea uso a\eatro do espado de poucos das, e
a s veze- dentro em poncas horas. Os Bron-
cbiies declarados irrcuraveis pelo* tdicos.
seal.iviao eJs vezes secoram ear urna se-
maDa, cotn esta preciosa" e cetrentfl pre-
pancho vegetal; a meiner e a raais ex< el
lente de todas qnanlas andatn eB> oga.
Robus ere e vigorisa os orglos oa res jira-
rao ; faz expellir todas as mticosidades
i-----------------
ftusiava, toma va o sea caf, nlo observan
mal rj?i trien,'teado recobrado tima flerfei-j n
ta saude. j *'
(Extracto doTelal-ifio approvado pela aca-
demia de medicina de Paris).
WIBEIITB 00 FORO
.......

Mlle. M......eslava atacada, ja hav-a dois
aonos, de urna gastro-enteralgia qoe. em
quatro toezos, pe.orou a tal ponto qoe nao
Natos entrado* no tha 1S.
^M13 tas, barca brasfteira l'erola, de 189 to-
neladas, capul') Antonio Lon da Pianca, eqni-
agero II, carga 3.260 saceos eom fariuna de
mandioca oDiros gneros; a los Mana Pal-
eir.
liba d S. Migo I 57 las, eseona p^rfajueza OU-
Vtira, de 01 tonelada, capuo Mauoel C. Pa-
cHeeo, et}atp-*te lasiro; a' Caodido Affmso M .reir.
Rio de J.oeiro 32das, pilachi iBftaJc Gofio*,
de 19o iooeiada<, eapitao EJew Aula, tqopa-
gem 8, em lasiro; a ordena.
pblegma; cura a a> tbm cnronica : n'uma p#ia a doeme. tomar alimentos suhstanciaes
palaua i'o ba nem existe una so caso de visto que, entre as referes, provava dores
desan arijo ou moleli dos <-rgs puim^oa- int-nsis do eslomago. tteceitei orna colhe-
res ou garganta, que nao sejai curados rada de Ca.vio de Be loe, e mandei-
toso primra'6'se. e geralmenle ficam lite comer, immediatamenle depois. urna eos-' Montevideo 40 das, esenn* hespanboia frisca
Miva enemente curados. lelia de carneiro, e um pouco. de franco as- 132 woei^. du-u h ^- **"*"
Vende-.e as pbarmacias de A Caors sado. Quai nSo f,j a sorpreza quando vio J.'^^SSo?
BarWa C, l. da GooceicSo Bravo &G que digaria perfeitumente etes ameBlos Barcelona-.* das, romana hep_ahoia uercedaa,
M. A. Barbosa, P. Maurer 4 C e Barlbolo- que at entao nio poda suppoitar sem sof- de I2i tonelada?,espido P meudC. frer cruelmente, e mm a (iiffflsilo se fazia l,el '* J
TlirapROS reoentemente *b1idas telas uso do Carvlo de Belloc. sempre comea cora
triparte*!* de yclame, feitas telo aPPt,te- as d')res do estomago desappare-
V r ceram para sempre.
DaiXii !fetilB-aa. ^ \ (Extracto do reUorio approvado pola aca-
O Sr. Jos Luiz Salgado Accioly, empre- demia de merjlcina de paris.) _i
gado da ihesour ria provincial, sonra >enos
eocommodos em sua sad--, prvenientes
de -urna fbula me t.nha ha multo lempo,; M Q.....m fc d
e. depon e muitos remed. que nava> lo- esla,0 dPt
mado. os meceos com quem se le eilara P e substatcias gor-
oaconsemaram! fl~;'* ^" i^1"' L: altea d'isso. padeca un constipa
cois aue uolur a ilt ratal cuiiseijuencia. no- r. i_.
oleu experimentar o xarope alcoolico P| qw ehromca, cephalgia W**
devlame: lomou urna garraf., foi esta dade v.r.-gens; mmt.s ve es l.nb. palp-
raffieieute paaa .cebrar soa sade ; a hs- goes.aen.to esbufada qnanda ao-iava tam-
tula fecnou sem que fosse precio osar de ,be,' q^xava.^ de dores e causaco no es- pX-Are. jwrw-m i
"moi. Miirnn ; tomago, snbr^tudo, H;ijois das suas refe-1 qa,m B,8I0 Carg aa
^ fandf eu na thesooraria por oecasiao &SS^t^S^ ? 1 ^ ? *"-** -
d'uma arrematacao, e coutand.!-me o mea-,000" a ***** Af SSLft1*:
mo senh r este facto em presenta tfm.tr J""* Jj?! ff Si V, r. T
u j-, ^.. .. k. ... itite nau larilnu a apparecer. Semjrerepa-
senb.ires empreados, eslava lambem pre-1 am com,. **. vrt, ,n ',<
Letmrs onfdf ea bs prepald Tor (he Kinsdoro
o Portugal. T*e Brltlsb soa-rles on leiters for
Portagal, i* foflT Peace tor eacb qoarter o and
oonnee (twriaar).
Money Orders-
Are also Issaed at mis confute on any of the
principal P.'St Offices in Great BrIUIn and Ire-
land t til0 tllow nir rat ni iwmm's'ion.
i aa i *5 a a '5 No Single
rf 1 'O 1 3 \ 8 ai' Q S3 ^3 a> w a
s f = 2 -t' ir ^ o
ti 1 S* f si ai I %\ o'
O 1 s < < * *S2
tb I ----- - -----_ w^BaiaaB. B C
[ d s d s d s d o SlBoJ
\ 0. 9. I.-.6. i. 3 3.0. O
gente o Sr. Belmiro Augusto 'AlinH responden a<> ompanheiro
liz cura nma garrafa qne tomn e en ^^
tomei duas, e nennum resul.ado obiive
de exosiosi e escropholas que ha tres an-
n oss iffro. Parguult-lhe se ti ,ha com-
frer cruelmente, e que a digesto se fazia'.. .
.i ii. r -.- Loudres 43 das, barc* loulcia Balmacarra, de
:r 378-t>Brtl*. ipiloP. natt^r, eiu.pagem
13, cra dilterenie8 geoeros- ao nw$mo oapl
ta-. Vtio refrescar.
Rio Formoso 6 horas, vapor brasilelro Maman-
guape, de 243 t peladas. comnian'laQtrt >)ia,
cguipag-m 20, em lasiro; a' aorapanhia Per-
nammicana.
Go.anna 9 br,ras, vapnr brasilelro Parahyha. de
104 looelad**, eomoan aote hI., b|uiv-boti I
20, carga algodo; a corapaunia Pe nambacio^.
L SefW, artagena, Gibralt**** S Vic-ote 47
dos do i rimelro 13 tn l.I.n) porm, os vapo-
res bra ilerros Aniso i, cororoand*ote Boydr,
Aviso II, eoonmanoaote Costa, Aviso III, rom-
mandaoie Semonot, aviso IV, comuiandaute Le-
rern.
Navios sahid-js no mesmo din.
Rio de J.n-troe B*nu Vapor br..-ileiro Cruzeiro
di Sul, ooim-indaoi-* A'i'"f..r.do.
Ameh.i, capiSt Io* Joa-
ar e oulros enero .
ca brasil -ira tkto* i loro
I ni, coma:iand*nte Vir loio Lacio di Millos,
rarga aasuear e agoar-ient".
Can-ii-Pai'cn< haiuourgoer ilanj Heyiorn, c-pi-
lo Hagen, carna a>sucar.
Lvenoui ITarca mgiiu Ranger, cipMSo !. Norl,
C3rga aasucar e aig'io.
ODservajao.
Suspenden do M-uarao uara o Rio Grandi do
x orto a Darca tnglfzi Orion, fcawiWPNaW, cora
o mesmo lastro que trooxe do Rio de Janeiro.
rei, em seroelhantes casos, a volta do apetite
Vos>' "fVfe- 'IB,Be!liala,Bennte depois do empreo das
pnmeiras doses de earvo. Logo, curou-se
com gusto a carne que ouir\ira Ihe in>pira-
va urna profunda repugnancia; tornou-se
' gorda, e a sua a le uo tardou a restae
p_,a*, r .i*, T/rrr'S'ir; *** ^^ 5s ns-
naA Hi-sn-lliH nim nnlis nrojarac^ies leiias ,?
tono approvado pela academia de medicina
nao ; dissc-lhe que pelas ure^aracues feitas
em outns uharm^cias eu nao responda.
No dia siguite procurou-me e ine vrndi
urna garrafa ; usou e sentiomuita melbora ;
compruu secunda e acba-se complciamentu
restabeleciilo, gvsando ptrfeiia sadi as
escropbulas fecharam os <.ssos crescidos
pozeram-SH era sen est c exacto. Recifo, 11 do dezembro
de 1467.

Jos Lmz Salqado AecinH.
Belmiro Auynsto de Almeida.
de Pars).

O Sr. Francisco Xavier Cav.lcante Lins
TabcrcQlos pulmonares.
i
Xo mundo inteiro tal vez rilo baja molestia
algoma que 'enba dado m.iis senus cuidados
i scienca medica do que esta. Desde o
tempo de Ilippocrates tem elia assolado o
mundo, e a estatifica uoslra que em nada
tem diminuid o numero das suas victimas
Em Pars de todos que murrem 20 14 0,0
sao de tuDercuIos poimouare*, em Londre*
EDITSES.
morador na roa Imperial n.*7, tendo rece- J Jl3 Ji'i, em eriij 19 0(0 e em New
bido d*um seu am-go um escravo muito. *orlt 14 ^l8 ''Io-
doente, com o tratameoto que se lh-j linha
applicaiio, passou a pomo Ur hydropi-
aia geral, ps e pe.nas inctaios (anazarc^),
?entre cresodo (osciles) e agua na eavi lade
de ambos os peUos, e se via obrigad > a n3o
do ler deiur-se com gran>e anciedade ; a
mira recorren, e com os pos refrigerantes,
dissolvidos em mfui de plantas emolientes,
e o'xarope alcoolico de veame e pimas do
mesmo, se restabeleceu. Esie escravo seu
seohor receben e venden.
E' exacto. Reoife, 12 de dezembr j de
1867.
Francisco Xavier Cacakante Lins
Facto ignal j se deu com nm escravo do
Sr. Ciuuientino, o qiai (i/.publicar; eoutros
muilos u,tn tornar prolixo.
Recife l de dezemhro de 1^7.
Jos ila ficha Paranho s.
ATTEKgAo
Xarope alcboofco do veame, prepa d(
pelo idiarm^ceiitico Jus da Rocha Parante,
estabelend i cun botica na ra Direit n tsf
em Pernaiubuco.
E-te xampe inconlesta velomte upenc-
a todos h* i*ropesdeuur->iMS,fJe uj C'j -
posicSo e sen maior elem> Lio a salsa pw-
rilna, pols que se tem conbrcitlu^ei elb-
me mai.> eneigico p>ra a prum i>c ta das
molestias, cuja base essencial depeu te da
purid'-ago do sangue ; assnn, poi.--, e lem
verificado pr multas pessnas toe se acha
?am leseHganadas, as quaes acharare hoje
resiabelecidas com o refer lo xampe aleo -
co de veame : entretanto que algnns. ten-
do osad do xarnpe de Cnzynier, de Lar-
rey, de salsa parriina, de sauonaria, oleo
de fgadn de oacahin, e oatros agentes des-
ta oriem, na la c inseguirn). E' elle de
fcil digera, agradavel ao hWaoar e ao ol-
phaio. Algnns roe ti os desla cidade e da
de Macei o tem recommendadu para a cu-
ra das
Impigcns, thha, escronhnlas,
Tumores, ule ras, escorbuto.
Caeros, simas dftgeneradt&, fluxo alvo
Todas essas affeccees pnon de uina
cansa interna; So na, pois, rz5o al-nma
em crer que ellas se poilem curar com reme-,
dios etiernos. Ta nhem se prese e o xa-:
ropo alcu'.ol co de vel na para o tratamenio
das affei'coes do i-ysteina neroso e fibroso,1
taes como:
Goila, rheumatismn, paralysia,
Dores, impoien.-ia, esterilidade.
Marasmo, -hyirneondra, emmairrefimento.
O xarope 3ichooiico de vlame 6 s-ihiv-J
todo da iinmr utilid^de, para curar radical-
i e.m pouco tempo, o rtiHoumtisnio.
Ad ule ne>ta adade na'botica cimaindi-
do aiiaixo assiunadn ; e en mura
rlquer p^rte que se lea annuciad i nao
uiesma comunsicjio, e uem oabatiu as-
ijggnado se respon>ahi!ia.
O cava heim de i'H......de idade oV
eitenia aouos, padeca, dpors de mais de
trii pregado seiu sU''a'e>so al^un- remedio-
mpi icoh. Ai-.onselhamos liie. de lomar ra-
da da, e 8 pors de cada Mlj fio, umj eo
ibera 11 dn CdrvSi de B^ili>*. o du-
nmmm aou em qo M. de i'H ....
gl| appare^H a n as dores do estouiagu que-
dan es p d'-cia.
(Eitra;i> d relalrio aptrovado pela aca-j
demia da uiedec na de Pars).
majr e a m regiment re
Ha secuios em qne os homens scentificos
e pnilantropos bus am anciosos um antidoto
que ponha termo ai>8 esl mai, minios tem-no pronunciado incuravel e
abandonado o estudo dcile Com i improticuo;
porui outros, onflados nos vastosrecursos
da scieocia, conliuuarao ; al que por (im no
se trie X coube au bem counecido chimico
americano Dr. Ayer, de Lowell, nos Estad js-
Uuido>, a bonra do aunuixiar ao mundo a
descocerla de um remeti que pieencbe o
ianjada tira. Obama-e sua pr^paraco o
Fe/toral de cerejus, por sor >eu ingre tiente
principal extrali do da casca interior da ce-
rejeira brava, comt>in-ndo com as virtudes
medicinaes de ouirs plantas j muito cu-
nhec uas da medicina.
Um d'S esaipterts antig. s disse: A
cusca interna da ceiejeir.. brava til nos
casos oe detididade geral, digesto fraca
e especialmente no traiamenlo do tubr-
culos pulmonares.*
P.rianto, e.-ta grande descoherta nao c
Giba do acaso, uem das virtudes maravilho-
sas de alguma pa da ate agora de^cinheci-
da. tuais resulta d muiros aun. s de estudiS
aburados nos h spiue--, no gab nete e na
r.liii'ca particular, e de experiencias minu-
ciosas fmias e ji tudas as elasses o em todas
as phases da molestia.
CMMEBClO.
ovo banco de Peraambuco
em iiquidacao
Os possoidores de notas da emissao do
naneo queiratn quanto antes apresental-as
ao troco.
T EM LIQUIDAQAO
Novo banco le Fenianibaco
Os Srs. accionistas podem eceber o 3*
dividendo (ero u oe capital, assimeomo nl. de 30 o/o. e o t.
le 46 o/o, ja amiuociados.
ENGL1SH B\NK
()f Rio d Janeiro Limited
Desconta letras de praca taaa a coe-
*enc onar.
Rece-be dinbeiro em conta crrente e a
praso fxo.
Saca a vista ou praso sobre as cMades
pnn-'.ipaes de Eor-pa, tem agencias na Ba
hia, Buenos-Ayre-, Montevideo, New-York
e .New-Orleans, a imme -cartas de crdito,
para os meamos luiares
Largo doPeloonnbo n. 7.
De cr.leiB do Iil-n. Sr. Dr. ebefe i* o >lca
faco publicar para conrieoimmiio Je qu^m iote-
rs*r pos>, os artigas ab ixo irans-enoii*. iias
pusiuras iiiu'iioipes de li de l-v.T-irj de li, e
do regalaa.-ui i policial de de f-Vcroiro de I Sao.
Po>-mr Ari. I. Pica prohibil ne-l> maoicipio o brin-
.n-Jo de rofii i) cou aii-i. oor qualqu^r maneira
que m empregae : os lofraclores pagarao a mulu
de 15 ono das de pri.".
Ari. Pica prohibida a venda de limas de
cheiro ; os infractores, aim de as perder, pagro
ifi de molla.
Regnlameoto policial.
K.' cipc-aiuri- prohibiJj o >go de enradi
com agua, hnus de , hou, la-m, fracus
podres e mino qualquer oi>jecio.
O* mscaras nao pdem u*ar de cancleras allu-
i-ivos a reigio, -u pe>uas designadl-
os escrvos uo u-Ioiq usar de mascaras.
As armas dos mscaras rio de papelo oa raa
delra frjgi.l.
0 mancaras por oecasiao do carnaval ? flsai
transitar peus ras a-e uito horas d noile.
{fia se permita fzer perguaiaf. ou trav^r coa
er-.^5'.s co-.n os mascaras qu^ nao sjam <1ecjn
tes ; assm como yrocarar desoobnr o segrodo do-
mascaras.
Serao ponidos os m*cras que prauearem actos
indecenies, ou provuoareuj r xas.
Secretaria -ta -jolicu de Pernarnbuco, 12 de fe-
vep.'iro da 1968.
O sec elario,
EJuarJo de Barros Falco de Laceria.
Payoioots for Mooey us aay be made ei
ther in S iverelgns or tneir eqovaleut tn tbe JPa.
per Uoaey o IDe Empira, at ibe carretal rale of
Eicbauge.
Brll?b CoDSOlstP.
Peraambuco li de .liz-rrher de 1867.
BVntmrrk. W. D. yte.
H. B. lis. Consol & Bntisn Patket agente.
orreio geraL
' Pela administracao do correio aesla dado se
fa pnWico, ; eeleb'ada pelos governos hrasileiro e franre, e-
rao-rtpe,',<*M"m*****,'rr' Europa no da 15 o cj-
rciiie pelo vapor iril-i Tunt'ismon. As ranas se-
rio reeebidas al i Duras antes a-.i que for narra-
da para a s-tiia do vapor e os jornats al 3 buras
aoles,
Admini?tracSo do correio de Pernanrbuco, 11 de
fevereuode 18G8.
O administrador,
Domingos ds Patios Miranda.
lOllSoladi Hiovinciol
Pela mesa do cjusuladu provincial se fat pobli-
ro qa no dia 2i do rorrente mn lila se o praio
marcado para a cobraoca a boca do cofre dus im-
posi .s an luociad s por edital desta repamcao de
13 do Ul lindo. ertea^nt ao ft-roicio cor-
rxnie de 18b7 a ii<, qu- rkam sog<5iios a mulla
de 6 % tolos os imposlos que forera pagos depois
4esse oa.
Mesa do onsaiado provincial 6 de fevereiro o
1868.
Francisco A mi iflas de Carvalho Monra.
O abaiio a da reniasinlerna< geraes ne>u provincia, pQl
p'reseuie avisa aos l-c.iurlos dis predio* rra ra
do Auiorim Vig^rio, trav-isa da mema. Tirres,
bVc'cu d;> Abreo, largo do Corpa Samo, Traroch-.
rna do'Ta'n'i'eiros. Liogoet, h-^o n> Boia-, ttrz-
co do Norouba, travesa do Port do afcfc*. roa
das CnooUs, iratcssa do Jos (>tan >, becco9 d>>
Capim, liouciives e CampeHo, que dev-m ler
pr.unptos o- r-cioos e eonpios do arrand^meol
lira -erem apresentaln no acto do lancament
no imposto oessoil de 3 ,' devidi por loda a pes-
soa nacin! oo e-trangeir, a vi>ta dos qcaes lem
de ser li tida a qo ta do dil > impo-tn.
Reeebedoria 8 de fevermro de !8ii8.
Jos Jeronymo de Sooza Liraoeiro.____
-G(BMH.IIfifiML"
Relagao das cartas registradas existentes na adroi-
ui -ir-icao do correio desta cidade, para os seubo
res aballo declarad':
Antonio Aunes Vielra de Soo'a, D. Feliciana
Ho"i da Cmcelc5o. D'. Prancuco da Cunha Pe-
di oso. J 'a M0<>e P.u4Uk|, J to de Siquer* Fer-
ia ), Jj-3'PraoiM-ci ortira, i is Aotonin R idn-
gUO-< Lima, J c Xavier de Ouveira, affere> M.
noel Jos de Onveira \lello,8aius1iannlrbanioTe
oorio, Dr. Siivjoo Cvalcnti de Aibuquerqoe
(Afoga'dos), Dr. TrUiao de Aleocar Araripe.
AVISOS MARITiMOS
ns iluto Archeologice t Geograophi-
pcrn'nibucano.
ASSEMBLA GERAL DE EI.BIC0BS.
. Sao con vid dos todos os socios efleclivos,
honorarios e correspondentes do Instillo
reunir-se em assembla geral no d'a 5 do
orrente fevereiro, pelas 11 horas da tna-
nhaa, afim de proceder-se eleico dos
membros da meza administrativa e das
diferentes commisses do Instituto, que
bo de servir no anno acadmico de 1868
1869, em conforandade do que dispoem os
artigos ti e 33 dos respectivos ettatut.
Secretaria do Instituto, 12 de fevereiro
de 1866.
Jos Soares de Azevedo,
secretario perpetuo.
PERDfUSE
desde a casa do Sr. Felippe Neldham no
Mondego at a igreja do Mangninho um an-
nl com um bullante, urna cacnlea com
dous reuaios de seuboras e alguns ca-
bellos.
Qupra achon estes dons arfigos e os qut-
zer entregar ao seu dono, pode ir casa do
mertRsf-S-. Neldham, ou no largo do Corpo
Santo d. H Io andar, que ser generosa-
mente gratificado.
O Sr. Jos de Bitiencourt abri so au-
la de primeiras leitras e ncba-se Tonccionanlo de-
fronie da matriz d. Baa Vi-U n. 8.
A profes-ora Hara Baithnlma da Cooceico,
ran tu a im ania para a rna Ja Alegria o. 16 on-
de acha-sn fnnocimanrto.
.
PARA
O rhe,untntismo
TOME A
fa&a^aeitY/fa i/e tS/te-t\ .
A
\%\,
Preeisa-se de ama ama que saina bem co preonndo-se escrava : oos quatro cantes da roa
do Qoelmado lo)a n. 10. ____________________
Casa pura a lugar
Na ra do Hospicio o. 21
junto.
a tratar do sobrado
71
;DECLiRA?OSS.
Santa Casa da Misericpfrds
do Recito,
, Alllma.jinta administrativa da SzntaCasa di
isericordia do Recife manda 'atar ouhmio qot
latala de suas sesees. oo di 30 de Janeiro p. pe-
ni A huras da tarde tem de ser armoaatada.' a
.coi mais vaotageus offerecer pelo tempo de an
a tres aooos as reodas dos predios em seguios
declarados :
Esiabeiecimeatos de caridade.
Ra da Imprralru.
Casa lerrea n. 68..........302*800
Ra do Padre Floriano.
Casa terrea d. 17.......186*000
Ra larga do Rosarlo.
Terceiro andar do sobrado n. 24 3014000
Rita da Moeda.
Pnmpir. andar do sobrado o. 37 9a-*' 00
Segundo andar dem...... U6-i0oO
PairiiiiiMo de orplio
Ra di C d: ia do ll.'Cife.
Sobrado de um andar n. 63 2:0014000
lio i da Madre de Deas.
Casa terrea d. 12 x 7634000
Roa do Vigario.
Primeiro andar do sobrado n. 17 1814001'
Roa do Pilar.
Ca t-rrea o. 102.......pAISM
Casa terrea n. 104...... 18nooo
Casa lerrea u. yy.......zWoh
dem o. 94.........aOhJfeW
sitio u. 5 oo i- orno da Cal. 100400-
Aa arrematacons sero feitas pelo tempo deuiv
a trae anuos, devHodo os licitantes virara acotn-
paabados de seos fiadores oo munidos db cartas
oestes.
Secretaria da Rauta Casa da Misericordia de
-ecile 22 do dezembro de 1837.
O escrivo,
____ Pedro Kodnrnes de Souza
ALPANDKA.
leBdlDjento do lula 11.....^..
dem do dta *i..........,,...,
MaVtaiAMeda athodena.
VofooMs entradas e 1 'IwoQ*... wn
eom /omroes suidos mm fagendas...
euro eneros....
M). ....
ouraneitaM.
de de*)** s, urna gasiro i.tnralgiH,*rnto
sao ioi'.jb 'uiuar, "em lomar e.-. qu*
pera HirM, era graode pri ag e M iridm-ln*.
tar. ral .ih. q .atn-Codera ia> dw Vitr-
ile B I li tima p^la maulf. um
depon* oe ca la rvtoqfr. h a ull nitaiU* de
". Pasalo* OHm da* d ***
ns.va re^ulari>iiie liwhc rvao, | o
h|imii-i uni'oi.na*a pn faiMtih-i.t>.
e cima dias depJtl, 0 m jor .....|
13
MU
jOfrfc
'Deearrevar- > Rrl/ne ingia >t&mdm nacalha0.
B iue francei -Prl/.i dfm.
Hea rsoceti fi'Qr.m4e'emento.
Patuctw *-s|.at>i.. tutti-^rtiKtna".
H 10un mu*. Pfffli
COUPANHIA PERNAMBCAN^
BB
Ravej-acao eosier fjar vapor:
D ordem do i-ooeiri. de dirergio sao convida-
dos r.s 8r<. acniKii-tas para reon rem-so ero
emtite geral 00 da 15 do cor rente ao mel da,
no f ao ar da easa o. #1 n> praga do -*p*> 80-
10. fln do caupnr-.-.e o disposto no art. 19 dos
-St^llllrS.
Bsnnptovi] da enmpanbra Pernambocana em 3
de fevereiro de 1868.
rt> fe-eote,
P. V. Burgos.

I

Para o Porto.
S>pne em noocos das a h-rpa porlognua Ateo
Silencio por lor a manir parle de sua carga prump
ta, para o resianje e passageiro, para o qoe fT-
rece eir.ollentes cammodos. traia-s rom Onveira
Pilhoa 81' C, no largo do Carro Saato n. 49, ou
coro o r. imn n> Prca do C-inim<'cie.
~"CMPANHIA PkRNaMUCANA
pl
Hjavegaco cnstrrra por vapor.
Parahyb, Natal, alacio, Afacaty, Cear e
rc?.rae6.
O V9*pd> Ipnjttca, coramandan
to Maruos, seguir para c* |ior i
tos ann a do da 45 do corri-ote
as 8 hora-> da tarde. Rerebecar
un ateo da 14 as 3 toras da
lame, fin amn n-i*?, Dasageiro e diuneiro
freJe at as 2 oras da tarde do dia da sabida :
escril''ortr> F "p do Mat-'S n. I.
~C(PANHiA PEhNAfflDlANA
DE
Kavegacae ceseira por vaper,
Goianna.
O vaoor ParaJtyha, enraman-
danie H'Ho. seguir' para o por.
t" aclo a no da 15 do correte as
9 tiora^ da Doite. Rerebe carga.
HBiommenaas, passageims e d-
nheiro a frea, no esenplorio do Forte do Malos
o. 1^___________
GtHtpuhta Hiuerir^tiR e hra>ileira *
paHue.ies a v jhi.
\'A o dia ni .10 corren'^ 6 esperado de Nw
Y i' k ra 8 Tnoraaz e P re o vapor ntneriran.
Horlh Awurica, o qnai dep.os da demora .lo eos
tome seguir' para o- puos do sol, ira fretes
passagxns irata-se eom os agentes Heniy MaMei
& C, ra do Trapiche d. 8. .____________
Qoalquer Rvm. Sr. .'acertte qne na segunda
feir 17 dn erreute se qoeira prestar a dizer mis
sa de 1-1 quien),-pode dingir-se ao cuuv, rito do Car-
mo desia eioade, a nde achara' tenga aneria.
fccrtve fu:i(io.
Ccnlinaa a estar luiiio desde o dia 20 de julbo
de 1867, o escravo Vicente, pur alcaoha Uaiig-lha,
de 40 aun s de idade, pouco mais co menos,
ti co Angula, altura regour, secco do Cor-
po, peruas fioas e arqm-adas, *endo urna mais
do qoe onto, dando lujar cura o ailar dar
halango com os nombras, rosto romprido, pou-
ca barba soraenl e m> ^u-.x >, e tm na sola dos
ps a'goos ciavos e as nadegs marcas di casli
g. saotigo, rriuio ladino e lem mam-iras de
amalar aflm de iliudir. iutUula-se de forro, levon
bastante r.upa e lem pur cnsiume aodar sempre
c.om camismia de aigodSozmho por cima da- cal
gas Sui i oj se que anda irai.alDando am algum
s.t'Oou engeubo nos arrdal les d--ia c.dade e a
f.11 vi-pi no lugar Macaco cora urna carta falsa.
R romro^nda se a c.ptora do dil > escrav >, grtiQ-
cando se ti- t a qui-rn u aprehender ni dr noticia
exacia na iua das C>utts o. 37 segundo andar.
Sanie. Power Je.ustoD lompaaki
Ra daSenzala Nova b. 4t.
aGBNCIA DA
Fnndlr^o de lew Sloor.
vrachinasa vapor de 4 e 6 cavallos.
Moendas e meias moendas para engenbo-
Tanas de ferro coado e batido para enge-
nho,
\rreios di- carro para nmedons cavalloa.
telogios de ouro patente inglez.
Vrados americanos.
Machinas para descarocar algodio.
Motores para ditos.
Machinas di costura.
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MedalhadeORO. premio de46,600fr.
OlINA
1 w .mi M
LI\in FBKIPUaO B POKTIPICAirr-
EPKit.on aos vimkis xaaapts *i oom
Experimentada eom pleno sueeess nos bospHies,
a quina Laroche (ou eitract* comptrlo le
quimil 6 urna preparadlo excepcional, por ser
privad.-! do amargo da quina. Agrada por consegviate
as pessoas os mais inlolcraiius e aos paladares os
mais delicados, puis nem muito doce nem muito
viscosa, sendo de urna limpidez constante Emprea-
se com muito proveito nos casos do nnirnlxi*,
ilrl>. prlii. netralgls, neniiB, r.KCI.. rm
rtuaa (nrrute, -onvalc^roiir d-ninr-
M e ctaleraae. B o especifico das molestias Cebris.
QUINA LAROCHE FERRUGINOSA
Reiinindo todts as propriedades do ferro c da quina.
EM PAR 12. j*gZJ$l^..
13. roe Orouot. /^^tiwtV
AVISO AUS Site, rrtt.iuu-.
^Siro\j%au
orlo
Para o referido porto pretende satilrenm n
"Ivel brevidadn o palaeno (...rrogo z fatinntdi, r
cebe pa'ga a f'i'te : a t'alar e<>m Davio F^ireir
fl.iitar, roa doBram u. CG, oa a bordo coa o ca-
ntSo.
I
1
I D'era em diaate pdeos ser enviados p*4os pa-,
!7P!H94*8rV5 qoete, a vapor da R-a C'mpaohta < iiaomca. para
J2-.S6aA_l qoasi todas as paite- d.. mondo; carias, jornaes.
-----1 iivrns, aun.-iras o ruercanorlas, ele., pagaodose,
Vffi99tl99 pwa_it>nte nesle foo-uiado o re-peclivo frete em
-= oinneirn ou por meio de sellos do correio brilauni-
i eo. Par o reino de Portugal sm> ni* podem se
I pato de ante-min, eart^s sendo o f>M* quilfo
pennaes por parta q-nrio de onca finas oitava*
fl dmheiro Pdterlino 00 "n valer.
Tanibum s ronp-deiu i.rd^ns para d'Bheiro, n3o
eicH.ipndo de 10 Itbras esiernnan rada Brtt, s-;
nre q.miijuer dos principa* eorrems a Graa
B-eiobt p (rixri'ia medanle oopi enmmls*an eoo-
GOMPfiNHlA PEKNAMBUAftA
ba
Xavtigngn cnxUira por vapor.
Maceie ese*les, nwedo ? Aracaji
) vapor Pttrngi, commandan-
t Pereara, segeira'' para os por-
tijs cima-un-ola 15 do mm-iile
*'6ti.rras datarde. Rerehera?-
a aten da ft, enpummefldap-
passaya-ros e dmneiro a frete ate s 2 horas da
trd 00 di da sabida 00 escritorio do Porte
do Malos n. i.
Hita de 8. Miguel
A barca poriogneza Porary, li-11. a mator par.
do sou c,ar saaetroa, para os tjuaes tem bellos rom modos ra-
ja-secoiD o seucon-ignaiario Juio do Reg Lima
a roa do Apollo o.-4. ^^^^^^^
Tendo m dirigido panlrularmenie pnr e?cripto,'
na inipo.-sibiiirtaiie de o fai r i-e* oaimento a c>da:
iilBa das pess as qoe se digna rain flar.uia jir- v-..-
kh e-uma e considerafo a. mirado ao meo cnc-vile
i-a-a -sistir as eieqaia* e acompanb-r a c^mite-
nu publico tnwha a.l ,r.. .la o san! m.ii, p Ihes ha :
vendo oa aalUa ncrasiao regado o for de a-sis
nrem a miss dos-Pm-i da. pelo presente ihe ,
leo bro que esia ** i- i? do nnrrentn pelas 7 boras da manhaa no eon-
venio d<> Carroo.
Iti goa quenas noirn pe'Sr'aa qoe por qoalqoer
pirpuin-tancia nao pod^ram satlstnrer ao pedido
qoe Ibes Ba para asslsifem as eit-quias ..aquella
.un tanto amei e roja nn-rm ra me t riiremo
samelle Cara 0 qoe Hlirrlcoto de-ej .reni d^r-:i '
tima prova OV estima, que -e dignem a-sstir a essa
mis-a da visilagao da cova 00 da, bofa o logar
acuna designados.
Peco disculpa a aquellas posioa* que e-limavnm
a finada, ou un- me eslimam, e a quem pela 1 cr-
larnacao de tan crueis irn detsn de tn- diri-
gir, que nao seja istu um hstacolo a se dignaiem
s-i-ur a essa-missa de suilragio de qu cima
trato.
Kecife,12de levgrelrode ls8.
i a.. F-r ira VOiela.
AM\
Offrece*se-tm mon>r para ser sma, cotirh,
lava e poda tomar c nn de algum menino : u>
travesea e n. 37.
dtaiv^ntg^^
Prpr|-e BvUSMff nftre'htpothsea flu nbatM
rasas terreas, dw .ii..s, nm iveiro'da peiBe e
Oa? a para f-K-r tj .!. : quera qo.i-r rat' esle
uegocio ditija-e a ina da liny-r:,lnz o. l'i.
FBT
Forlaram do siln> o. 19 da P.-oto aDcr-fia, na
o. iiedo da'31 dpjanpno. om roingi d .>nrn p
co-r-nt" mtii "-mp'M; sendo o refoglo dpscbfr.
lo, oe oi.viiwnlo i-BmpPBsado, p leudo n- mosh*
dn' a sefomie insi-riicii-Julio B ol, Rn-3- Ja-;
nwiro : quem o apprehender n delle nuber n. ti j
pI, r' ni'lglr *e a roa dn Imperador n. K7 ori-.
mpiro andar, e |rad_ pelo Caes de 22 d- NaVem
Mr% n nn II cm.a qn sh rec.n e-i ara.
I:-jr eniurrA*j .
coqueluclti, trruufem
, nerviuiu tat doi bron-
|IC*sJ\\*t e o chK!'Kdat "0**
llTal>ii T Ti ,io pnto; baste au doente
urna eolhe rafeUoA Ocsio urope IV Forcet.
Dr- cumia w "nj. ci.i. -
Farls,.36, Roa Tlvenna. 9
CHABU WOCCIN SPICIAL
'.S l-'NKI- l( MII.AHAS I1ES SKXUAES, AS AtVCfll
,y->Ks t"?.*y i a ,TEllACOia DO 8AN8OB..
~ lO.eoo caras auimpmfiuiL
Kttiutat, krrpu, aana%
Vrfdflj.m'eioiu doianjiMa
nu. allerofon do SMN
I" i A i! o pe M^fMt --.'.i mereirio). laaisrfn
refutar* BAKHOAi :' fOT- M.-sana. lijuinilo o lrseiam&Ut 4pvr&ti*otQ
mp-regaHo n- mesnias mclestiaa.
Esis XaropaCitraetadaam'f
le CHARLE, cara mmti.
laaientenuahjuerpursc *p,
. t'u-Tiicrto, debilidad*,
igua.'me:iM oa fluxo* ftorm
-ani-.i .ia. H.uinerM". E?ia iBjeceaobinig?aa>
rga-koc a Iarop de Ciirueto F*rru.
3eaan-.ea. I-'.l:s la ,]u ia cara aailMaa%
POMADA AIMTIHEHPSTICA
Contra : oa> nftctm euiaaea eotntawaa.
PiLt'LAS VEQETAES DEPURATIVAa
>CfcM*. -teda fruto val aaceateakt da m
DEPURATIF
-HvBAlVG
Wmm
FASTA eXAROPHdeNAF de ARABU
BE IIEI-W'^REXIEB
Sio os nicos pcitoraa aaprovados pelea
sores da Facultad do Medicina de Fr-nca,"V,_.
80 Mdicos dns lio pitaes de Para, ns ouaes cati-
flraio lamo a sua snp rioridade fnbr* lodoso
oniros rnitoraes emo sus poderosaOBCacia contri
os DoOuxa. trl,.|,n. trrlm^Oea e u Bel
tftm do pelo o la garf nnla.
RACAHOUT DES ARIBES
oe tn:i t\tRi-\i; r
nico aumento apprnvadn pela Academia de -
dtcjnn d" Parir Elle re.-:iabelece as pensoaa que
ROTreni d Estamogo e nos Iosiin..-i fort
tpce -as ri-i.-im-a o as pessoas defoilitadss, alca
aiaan cm virtude de sna propiedade analrprtra.
lie o Dellior preaervotiro das Eebres
c yiilioide.
(Va frasco e cada calimba descae preparaospsi
ferio sempre o xello t a firma Detangrenlrr, ru
RiVien %>, em Par a (Cu'dado com as fal-Ifi a^Cea).
Depositarios era todas as pharmaciai do BrasUJ
A venda n ? -acia de P. Maoret
e C. em Pernambaco.
w fptpyr'wratvo.
ewiav pa ifceM.l.i, lnvia nwiK H'TrlJ!.*?Z!?in,ZF'"''0Xn'
flFRAffa
ntndrmeoto 'o 41a4 \t.......... f:Oflrf
le do du 13.................. 4 8tA*.s;w
aNaanaiiM
11L i
CONSULADO PROTIHClAL
Reridlmealo iu #tal j....... 60:P>n93T
lao de di f!,.............. 9WIW7
Para I_lhoa.
A barca p.inogo-ia AlmmJre Btrenlano.
qaa'l,' esperada do Rio e Janeiro, e *sde 4 t*j
posaja a carsa qne anda poder reppbpr, Iralaapj
com B R. Rabello. roa do Trapirbe o. 44. sgon-,
do aodar.
Para Li8*aa
Segnp sem demora o brigoe poftaaoez 'C(.o-'
tantefli. or se adiar cofngrandn paste da so><
carga pronta, para o rentante e pasxagei'os tr-'
ta se rom OliveiraPUrros A C., largo do C< rjev
forax alaben* spgbini. E-us orden* p- d-m >er Santo a. 19, ou coas o capllio na praja do cr.0^
pagas en> oruraHiis ou o se valor em moedo mercie.
con eme OpsI imperio. }
0H1)E.>IS PARA Dl?iHBIRO.
Para as qmniias Dio ejeaP^$ ._...
* de 2 ,ip 15.1
a> *5ai* 7...
o- 7 i to.
Srb.
O
T
M
3.
Pp.
9
Para Lisboa
F -nci-e L o.s .->i>i ->, .. ,1 _. 1.. i>-i,r um-
tiissa p>-in S-giin^n anr-rv^rsann de seu presada
B ho,.-'faiiiot.. DvlBn. L li dos Sappi-, se.gnhda '
fnra 17 rrei.tH a- "i bares da mantisa,, na c<
,eiu ap N > Feobi.ra do Ro-ario o s A' tfotl"
-.nvida a-|..bo* ns seos anagiis e do sen 'la-iecld
iPtt 1 Kara fetr'! a e .p er^i'o. pi. o.
'wa tir une yenrha na o do Crpsriri M.
ia p-qnina n. P, urersa'fiar a a'Sr. Albino L- fie
de Pa'n aif.plo tt pn ml-r-s-".
A oga t- ..-,y un ..i anear no iit>n n.
1raialM>ai Verae,i : a rua 4>Cre>JKH. VX
Urna thrwmna, por ler grande l>-ri* da soa pai _
pa innnipia, para o restante e pas-agir* iraia-Mo
y c .mOiivnr* Pt hi A C., largn ito CriHi 8.nt) o.
em
Ilute
0n*nlado br-fanoicu
e2r_ibro de 1867.
Btulmek W. Dli,
C^jsol d s. M.B..*a.-iii*oeeio*ri*aroieo.
tp*ag. npwatsper.. R ,% ,ire-l. 8wtp -f
Meice-ndir-. T -----tn- B >a Mhd Pi %eis t. asranv >! txrta "libe
e:l:.''ft43-tt i Wond. aad eo-b >rp|.i, at .tbip-na eiifcpr ia
Tufamm, U de l9 oaoo-oa-uooaa*rafa'da oemmerew.
AVISOS DIVERSOS.
oaaiaa_si_aaaB_a_aii.iaa_a-aB_i-aaaaa-aa?aaaJSi^a^
Tflixeiro
-Prervaa s de o* v-iro para nm-TioW.'tjU'
moBe* or by rseaos t 4 BnutB PoiUge SUmps. teaba vrauea : Da raa estrella, do Raaario a. II. tua do Qo mado o, 48,
Altcncao
O alfai^lp Mar>arin..,m. ndor oa t'-pna He Rh.j
ranet. p ifi. bi> Al-me- O1Oali m. t}. 0r
|ejlll, I m e rol.ee> I a I- Aa p .|ll 'Ijior n n, i (le;
hono-n., i-io r a> I. da a ixrfviri pioiMa pr*
C-i Braii>.|ffio._____________________
Prerna se de a n M' r oara Irafeathar em:
rna |ii.r ii-p-pi'. -ru B.betihe } a tratar a
B^raiHlftiamazem de tin-j
"tes medicamentos etc
Roa do I muer-ador a. 28.
Productos cbimioes e pbarma-
ceaticos os mais empregados ea
njedicina.
Tintas para todo o genero de pia-
tnra e para tinturara.
Productos industme* a lilas
para flores, como bntnes de flHrea
e modelos em eso para, imitar
frucias e patwarus ooOl o compa-
tente dftsfiDbn.
Prfriijttiis-rjhimieos indastnaea
9 para pmnoiripnia, tiniorana, pia-
m tura, ^yniwnw lo.
5 Mnfiai'um rame escaiae sop-
* prid dirw:Btmt{iiie d8 Pars, Lon-
dres, Hamnuru, Aovnrs o Lislx*
jH porta iiflarm-.r-r prortucliis Oe plena
I ctinfiaiica wtisfazjr iiualqoer en-
cotntniTirta a Krosso trato e a reu-
5* Ibo e por prnco coumudo.
AiDfs-en sil- doi*e dona aodar<-s e loj d
roa YeJba o. 27 ; trau-se aa rua da Aurora a. i 0.
*l
4
c
?
I IHElVH


t
aIu
Mari da ftiiiMlie Sexta feir 144 Feveretr* O is*r
i fV ai iHi aiS-nl t;Vri -^ -.. -. :. /
s-a-se
^
A lotip Mdirii da Torre, q0e lave grande fra-
goeii^jMMn irabaJhava, com toda os seus per-
tenca, tratar oa Bu;ma. k
CORSO NOTTJRNO
LINGUA FRANOSZ/i
para a$ pess^as do commerck), que desa-
jam rallar e escreur esta lingua:
FI1T0 POR
t ftoarea de Azvedo
das 8 s 9 liaras da noita
Drigir-se_i ra Bella o. 37.
PAJIA
Cara
Alaga-se com moitos com modos para familia,
oa raa Direita n. Sf, a cbave esta' em bano na
t aberoa, e ttMasa 80 ftacifa ra da Cadeia a. i.
CiaT
Preei?
casa de i
ra ao Ur
Hospicio
Sarsaparjjlha de Ayt
Chamam:deXva a aUenc^ti do
ce sensato Jpta efl reraaao iptyavl
nbeci.io por toda parte So oome de
/racf mpo*o I^arsajarnliia de
fetos, ten sua origena o predominio exten-
ibli r f' de uma 1*0,etia joonjostra os
^senl egagos eom inoumerojM) a&sombrosos
casas na estatistica da iaorTaedde. Por-
taato e o dever le todos procurar o alivio
COi\FITAIM MUY
Molestia* syphilt ticas
TOJCV
J/a&a/(a
W.
Peitorl Ayer. 7
PARA molestia da peito.
PARA mflammae^o da garganta.
PARA tosse o deluso.
PARA angina, croup, cpqaelqce.
PARA asthma a broncbito.
PARA d r de garganta.
PARA tsica pulmonar.
** Q r. Kfi Ptrwr,d(K(
3 est worio oo sobrado o. U da rm a
^5 I ni per atni.
USeS.
mediGaojeot'.
A raiz da salsaparrilha dos tpicos co-' j* *' e' mes; qual juer
nliecida cuino ura dos melhores alterantes 7"'^.^v?^liatada immedialaraerite.
eHa como tessas, resfriados, defluxos,
LUe,rg,aDt3 e d9 ^chites; qaaljier
*uqu.d4o deve sor iralada ffimediatarnente.
*ll Peneacijt musir que o peitoral de
Assucar candi.
Fractas seccas e crystalisadas,
Ditas em calda.
Pastifhas de assucar de differenles" qaali-
Amendoas confeitadas.
Papis Unos com estafo para sortea.
'arafija em arr>fa.
Borohons.
Xaropes de diversas qnalidades.
Candilados.
Pdstilhas de caf com leite.
Bomb'm fort daot
rstilhas de rosa mao.
Ditas do Oriente pimenta.
-

asaiaaui mm mmmmm
M tollegiaUe & >rd>
|M O bacharej aaoel Barbosa de Araojo
avisa ao publico em (eral a aos paes de
seas alofr.nos em pariieular, que raodot
oa residewi pM" a riu do HjsoIcoj
sobrado o. 20 e que de boje em diaote
tornara* o sea colfegio a de.nomioaco de j
S. Pairo. Outro sim, scieoliOc* a seu I
lomooo, tooto ioiertw, como externo* J
qo, do dia 7 do crrante mea em dlante, I
cometario a fiinc.ciooar todas as aulas i
8 do referido estabelecimeno sob a direc- *
So 4)5 me?im prorecnores.
I
que uussoimos. porem ci mdicos tod's sa-' ...r ,? Av. 1*msln que P6'101"1
h** que ha olros tao buns como ?. S ^^ *7 *M W #**-
que em combioaco com a salsa sao auito lrJquasl sea> exCepcSo, raro e o Ju-
mis efficaies do qm qualauer droga pude fOI,' sp,'zes oq1q ctwbecido, q e n5o
ser por si & ; portanto, este comiiosto de !fnr !Mlaa>er0iOS eMmPtos de ear's feilas
salsa, labafa, stilligia. madrag ra, etc. I As ornara,- a r, '
possue muitq majs pt)der spbr as eafermi- jJ7L ,? p" A-ver s3Papar- ianQ------------ ..dudunj prnpr
Oades do^ue qualquer de>sas drogas s.'^^.^^ia! tlW^o ao clima dos tro- S^'J*,nft d0$ e,eto. baveode para isso en
E' prWi2 notar qw <}t) t W(i. W.e era modiiccoe importantes sobre ^0^ ta a';rai,C!0 c0^ em ellas, pae -dc-l outra^ toZ WhmSS
rafa sMa, poii a tnrmi.|ft de >oa prapi-1aSS'Je,sa" ftilias P^a ootro paires. fe,lados 8ndo .e cor feiia eom assucar. rM D0U08 (WR,r,gl*4"
racao lera sido publicada murtas v-aw- '*2ll0 evse no!ar corn muit0 caida' da nanAn-MK wabe,Mimanto tem resolvido sobstiturr aas baadejasasarmscoes
sobmeUida s juats de bygiene ptibitos, SjS dqt]er\ria' .h^a enano- qae os re" d^p! lt!!:!Lp?'arm'^M deassac>.r competentemente decoradas,
mostrando ew.-.tniente as cogn que en 0
St^^ de trabalbo. proprica di psslalara par. ^
Precisa-se de
um ceiiobelro : oo pal
Paraiw n. 28, oa oo enripiarlo traessa do Va.
rio o. t.
A/uua-se uma famosa
foteroo da casa &d familia :
n. 90.
escrava para servido
na roa do Imperador
JoM Felli do Saotos, proprietario du enne.
nho Kiqnea, n Escads, conswndo-lne haver Ido
protestada cesta pra$a ama letira de-sen acfte,
desde ja' declara ser falsa a mesma latir e pro!
testa proceder pelos melos judictae- contra qaem
qor qae seja o oi.t de serrelbaoie falstdade.
Recite, 8 d fevereiro de 1868.
f ede^OSO (1 "PFnjimhllP/i r^^^soa compesic'oVowlii/^ rotulo e direccao m-
AnUnS ,1ua ? ^iendi. A grande vantuoaoi de radios nc,osr na a portugueza. Portanto
nomiSSo de7SS rSffH80? 3 *'!de8ta ****** ^taSr percebida; o ?$** ^ */<> cuidado que o ro-
i-To S^/n SLl l^J*JT? medico sabe e^ctameute o que e.4 recei- om e"'^rio de cad, frasco lm na
ESE---- SHS t- 2:
baja engao, que os..
Df. Aye', preparad* para Pro?lncia mw para fora, sero as ene.mmendas bem acondicionadas.
Taato para a
Ir nte o noroe do remedio e descripcao do
seu uso na lingua portugueza
Deve-se recusar todo e qualquer frasco
oo,. que R).r offerecido com rotulo em inglez e
qae no teoba impresso em um dos lado
!n imperio do Brasi'
mste ei>tabele;imento compra-fe pertde de meJancia (mioto).
HOTEL CENTRAL
Entrad?
paresia, mbm, ^SsaT^'o, T?.o t m^
tunjo-
M31
Azevedo Irmo
wa /'> QueimadonSI
VENDEM
Telhados de ferro galvaoisadjs.
Ganaos de chumbo d Uda as eros;oras.
Bicias es'anbanas i tidos o< lmannos.
Tnesouras para eacre^par fiabado* de todas ac
grossaras.
Salitre reflnado de Londres.
Breo a euxufre.
/.tico em l'jiii i.
Moinnos para reOoigio da todos os timinhos.
riico deposito ra Direita n, 15.
yenue-se na botica franceza deP Maurer oe*sa,,S8asseiados qoanos por presos ras
ttCrua Nova n. 25.
m&
^r?isa"se de Dm* ama Par* Ho o sertico. em
toziaheiro
res, rheumatisrao, pstulas, e toda qoa i-
dade de eropces, etc., e em qualquer im- aotto d4L2 SSLMT? d; ,8, lasa lerre* com
MMMh ^-------- _-,_ ao> Prewa de um coznbeiro hornera oa ma-
As piluls vegetaes assucaradas
pureza do sangoe, pois opera directamente
sobre o sar.-gue e as sperecoes, puridendo-
os e exptilsaudo o veneno, e li\rando-os da
acc3o viciada inspira-Ibes novo vigor e no-
vas furcas.
SALSAPARRILHA D l AYER
, em duvida, o mais poderoso renovador
do sangue, conbecida
Iher para pooca familia.
Os melhores mdicos do
vaiz receitam a salsa pam^
Iha do Dr. ytr para toda a
qualidade ae molestia que
veem de impurezas no san-
incontestavel, e nioguem ha que a deseo-
o beca.
N3o ignorando nos o queacabamos de di-
zer, e esforoando-oos por ser til bomanida-
de soffredora, preparamos o que abaixo indi-
camos, pondo a disposicao dos distinctos me
dicos, e dos doentes desta e das ootras pro-
vincias deste imperio nossas preparacoes,
que s5o:
A JI BLI1EB t
em extracto alcnolleo, emplas-
tro, oleo, iludir, pllulas, xa-
rope e vioho.
A JUHU8EBA urna das substancias me-
dicamentosas que perieacemao reino vegetal e horrorosa tos seus estragos como a sy-1 az m6riClIlO
e emram na classe dos tnicos e desobstru- pMUs. mal sypaiLco ou mal venreo. Mais barato que em outra qualquer parte
ent-js, senao empregada com vantauem eon-1 E' piova\el que esta molestia tenha exis- f"a do V'gario o. 9, i* andar,
tra asfebres intermitentes acompanhadas de tdo desJe os lempos mais remotos da bis-1
eognrgitamentode figado e baco. tona, entre os jmcus, uredos e romanos,'
Ella lera sido aplicada cum incontestael P'-rem alguos autores pensara que fui in-
proveito contra a anemia ou chlorose, hy- troduzda na Europa da America depois de
dropesia catarrho da bexiga, e mesmo para Culombo ; porem ba pravas posit.vas do
excitar a menstruacao difficil, resultante da contrario.
RESTAURAN! A LA CARTE
gcral ra larga do [;sa i. n. 37 e para familias
, p estreita do Rasara b. a A
'|w^elDa?a'ahSpld.??inm^ am" ">" eMabelecimento. tem Mo lotf* o
para rebelo!* Pa" 'e"Qra de JorDaes ***=&* estrangeiros; qa mesma sala ha qqi ancaiAeo fte>
Cmese a mesa redonda a la carra e roanda-se omicilios.
a? r!l 8nos d0 05e"a a toda a hora e nainiOcos bUkarec <

--------
DE

a medicina, pois e o
nico remedio de que se tem tirado vanta-'
gens permanentes no tratamento da syphilis :'. _________________________
e escrfula. Precisa-pe & urna ama escrava ou forra para
De todas as molestias que oJTligera O ho-' ""i001, e \gaa> servico, em urna cas de
:m, tai vez nao haja uma que infunda tan- K-'T Delf""5 D" 'ji *S' a eiqa",, t m'
DE
VIGNES.
DO laPGRADOR M. 59.
ix n2L?a"',lga fabrica s3 hJ6 asss mohecidos para que seja necessarion
fel P rnridade'Jvanlug0S e arant'as queofJerecem aas ^moradores qaalSSahL
2ffif e? defla,livainente conquistado sobre todos os quTteni appareSdo^SnTprS -
oaindo nm teclado e machinisnio que obedecem "> -J--ST -"ff l0 .
[W. 55. RA
mem
to terror, nem uma'que seja 15o ineaoravel
e horrorosa nos seus estragos como a sy-!
na
IIRICTOL
Alo conteejB nem cilonielinos m ni nruhum oulro
oini'ral.
A grande hecess;dade e falta de nm ra-
thartico ou de uma medicina pnrtrativa, ha
muito rjue tem sido saatida, tanto pelo po-
vo, como mesmo por meto da faculda'e me-
dica; e por isso, inmto o gosto e prazer
que sentimos, em pdennos cora toda a con-
fla-ica e segndale, rec>rjrjin'n'lar as pli-
lis vr-getaes n^ncarada de Bris-
tol, como uma excedente medicina purga-
tiva a qnal enterra em si. todas as partes e
mais iugre tientes essenciaes, turmudo-a em
um perfilo, sejuro e a;radavel catharlico
de familia. Este remedio nao comporto
dessas drogas ordinariamente usadas na
composc3o dessas pilulas, que por abi se
veniem, massim, s3o prepiradas comas
mais finas e superiores quilidades de raizes
medicinaes, hervas e planas, depois de se
haver cnimicamente extrabido e separado,
os principi is activos, ou a jodias partes que
contera o verdaleiro valor medicinal, da-
quellas porcoes fiorosas inertes e agreste in-
teiramente des-Huidas da menor viriurte.
Entre esses agentes activos ou iogredientes
especficos, podemos nomear a podo-
pyiiu, a qu,l segundo a experiencia
tem demoaslrado, possue um poder o ma mi< maravillioso possivel sobre as regioes
do O? sd assim como sobre todas as se-
crec5bs biliosas. Isto de combinacao con
o leptundrla, e mais algpns extractos
vegetaes e drogas altamente valiosas, cons-
tuuem e formam una pilula purgativa, tor-
nando-so por isso muiti*siaio superior,
qualquer uan outra medicina da mesma na-
tureza, quo jamis fra apresentado ao pu-
biico. As ptalas vegetae natuca-
aadaa de Brlatol, acbar se h5o sempre
om remedio prompto, se uro e eminente-
mente efficaz, para a cura de m. lestias, taes
como sejam as segrales.
Dyspepsia, ou indi- Hydrnpesiadosmem-
bios ou do corpo,
Affectes do fgado.
Ictericia,
Hemorrhoidas,
Mu hlito, e irregu-
laridades do sexo
femenino,
Dores de cabeca.
gesto,
Adtringeacia, ou..
priso do ventre
hanitual.
Azi a do e-tomago e
. flatulencia,
Perda. do apetite,
Estomago sujo,
mesma anemia ou enlose.
0 ARROBE "VEGETAL
E' muito superior aos xaropes de CUISI-
NIER, e deLARROY. De faci>digeslao, a-!
gradavel ao paladar e ao olphato, elle cora i
radicalmerrte, s-m mercurio, todas as affec-
coes da pelle, impigens, alpo-cas tumores,
ulceras, sarnas degeneradas, escrfulas, es-
corbuto. E' sobro todo poderoso as moles-
tias rebeldes ao mercurio e ao iodurto p
potassio.
Pos vermfugos para lomhrlgae.
Preparscao a mais segura para a expulsa,, com-
nieta das l-mbrigas e outros vermes, sem acarre
lar os inconvenientes que se tem dado com oniras
preparacoes Sao da prande aecac vermiciva
agr.davais ao paladar e compaliveis com tod s as
idades e coavlei"es, variando smente oa auao-
dade. *
XAROPE DE SALSaT'ARRILHA DO PARA,
ou,
DEPURATIVO Dft S l.VGUK
SAOOS NaS molestias oe pelle, impigens,
DOIIES RHEMATICAS EULCERAS VENREAS
PILULAS AtfTI PERIDICAS
Cunir as rebres intermiientes, oa snoes
O MULUIS'U' tem aegao directa sobre os
centros nervosos, e por isto faz dormir sem
determinar affluencia de sangue no cerebro
como o opio e substaacias simples que delle
se extrahem, peln que o soraoo tranquillo
e reparador, calma a tosse as broochites,
e modera os accessos de astbma e de tosse
convulsa.
TOOS ESTES ME0ICAMENT0S SAO PREPARAOOS
POR
Joaqnitn d'lmeida Pinto.
PnARMACETI 0 EM PERNaMBCO.
Roa larga do Rosario N. 10
Juno ao qaarteide p licia.
Na ra do Imperador d. 15,
defronte deS.Traoci-ico, vende-so o segra-
te : folbinhas de porta e de algibeira, carti-
Ibas, cartas de a b c, taboadas, cathecismos,
biblias da infancia, manuscriptos, Sim3o de
Nantua, paula?, procuracoes bastantes, r-
tulos e etiquetis para botica, bilbetes para
caixas de cha, de charutos, licores, vinhos
e etc., ludo prego mdico.
Ama
Na ra da Cadeia d. fO precisase de orna ama
par* cosmbar.
Era todis as molestias que dnvam a sna
origem da raassa do sangue: a salsaparri-
lha de Brite! esse melbor de tudos os
pnrifi adores deve ser tomado conjuntamente
com as pilulas, pois que estas duas medi-
cinas, tendo sido expresarrrente prepararas
pira b'arem de harmona nma com a ou-
tra, quaudo fielmente m m t> faz nao nos
resta a menor duviia em dizer, que no
maior numero dos casos, podara is afliragar
nao s um grande allivo, como tarabem
uma cura prompta e radical, isto, est bem
visto, quando o doente n5o se ache n'um
estado muito alm dos recur^ s humaoos.
Acbam-se veada R03 estab> iececimentos
de A. Caors Barbosa, Jo9o da C. Bra^o & C,
P. Maurer & C, M. A. Barbosa, Bartbolo
meo & C. e em todas as principaes boticas
elojas de drogas.
Avho
Ma Valentim Perrelra Bastos acbando-se, aoto-
risado pelo Ilim. Sr. \)r. director geral da iost/oe-
gao pobliea, para o ensino ,de priroefras leltras
nesia cidnde, dec ara aos Srs. oaes de amlli QUe
arna-se abena a soa aala desde o da 7 de Janeiro
do crrenla anao, na ra de Santa Cierna o. 37.
Alofa-se am wande sitio oa lraTesa da es-
trada de Joao de Barros, em qae esleve o lllm. Sr
arda mor da alamela : qaem pretender diri-
ja se ao mesmo sitio.
Do eogenho Pedra do termo de Barreiros, fa-
ci o mulato Jaoaario Barroso, de Idade de 42 an-
uos, cabeca graode, falla grossa, mu reg-lsta, na-
rlt cbato, rosto nm peooo comprido, feii oes gros
seiras e altura regular.
Suppoese qi vem otTrocer-se para o Paraguay,
do que previne-ae respeetHrag autoridades. H ",'se fiai atPrefieosao e eoirepa no referido en-
nbo,') seu seo4< r-oSr. teoeoie cor nel Toomtz
Alves Rele, otiesta pra? ao8r. Juaqaim Bap
ti-ta d^Arsi^o : ni roa da *deH\ m> Be'fe b. 3
No da 10 do correte foi pp^ado um boi Da
Tarasrinerra, qu"m ulgar se dono do dit> boi : di
rija se ao referido logar .qae daodo os signaes ser
eotregoo pagando as despezas feus. ____
Para fora da capital
Odor-rea se um moco de 2 aanos de Idade para
osiieiro de q>ialaer estabtlecimeiilo, lendo boa
Mira e orthugrapma :.qaem precisar dinja-se a
esta ivpofrapHia rom as loiclaes, A. B. G. e d ga-
ranta a soa cooJacta.
Preeisa-se de um menino oara eaixeiro de ta-
berna : a tratar a roa dpi Qaeibos a. 3.
Segundo V'alerius, a calvicie e as ulceras
na cara de Tiberius, de que falla Tatito, fo-
ram causadas pela syphilis. Ha pn.va po-
sitiva pue existi 8UUaunos pelo menos an-
tes de Colombo.
G. de Salicito diz que existi em Millao
em 1209^.
Pp-trus de Argelato falla della na Bolonha
em Ii70, e llypuciates e Cleso poera (ora
de duvida sua antiguidade ; porem certo
que boje existe em todo o mundo, o que
mais de um tergo do genero humano soJre
dla.
E' imp issivel adiar outra molestia que
de tal manera aHde toda a ecuomia e
que J>p areca s< b tantas formas, e Jtaqua
o bomem o tantas maneiras diversas.
A syphilis primaria auito conhecida,
porem a secundaria ou consiitucional toma
formas d.fferentes que o primeiro sympto-
ma e-e despertar em todos serios cuida-
dos.
Os symptomas premonitorios mais conr-
muns sao: languidez, abatimputo moral e
pbysico, falta de appetiie, insomnia, olhos
pesados, dores rheumalicas, parlicuarmen-
te de noute, paliidez, louteiras de cabega,
magreza, dores nocturnas c s vezes peque-
as erupgoes cora febre ; depois vera os
verdadeiros, irritag3o na pargania acompa-
nhida de leve febre, dores as juntas,
queda d s cabellos erupges, darthros, tu-
mores nos ossos, ulceras, manchas na pelle,
don-s de cabega (as dores sypbiliticas s5o
menos funes durante o dia, geralmente co-
megam a angmentar ao uor do sol), sordez,
tura res malignos, zunido nos ouvidos.
As eru ees sypbiliticas sao de muilas
especies, c^mo eru >c5es escamosas, erup-
ges ulcerosas, erupges pustulosas e erup-
g3o na pelle da cabeca fazeodo cabir os
cabellos.
Quando a syphilis ataca a membrana mu-
cosa do nariz e da garganta requer attenco
imraediata, pois os estragos s3o rpidos e
rreparavois ; comega incbando e inflamraao-
do as partes, seguindo-se a ulccrago que
s vezes esttnde se at os ossos do nariz e
laFynge; ento se pe de a vaz; causa toa-
se, causa a formago de tubrculos e fez
estragos illimiiaveis em todas as partes do
corpo. Se todos comprehendessem bem o
alcance deste terrivel llagello, ninguem te-
na um momento de secego emquanto o
mal nao fosse est rpado do s,ystenia.
ff^recemos hoje um abrigo seguro e
uma cora etc z de toda a qualidade de mo-
lestia syphiliiica na
Salsapairiha do Dr. Ayer.
Para assegurar uma cura permanente es-
te remedi<> de.ve ser tomado com regolari-
dade e constancia, observando escrofulosa-
mente as di- eccoi's que acorapanham cada
fiasco em portuguez, e o mesmo lempo
deve-se evitar excelsos de todas as qual:-
Badas.
Care:e tambem especial attengo o
Criada.
Preeisa se de uma criada para engomraar e co-
siohar para dnas pessois : a tratar oa ra das
Crozes n. II, 2 audar.
Precisa-se de uma ama para FaTTde
homein solteiro : ra do Trpicbe n. 4.
PARA
Empigens e dar ros
TOME A
O
(teasrAaite
a
c/e
S/yei-,
Ageacia de pasaprtese
porfc rias
Clndino doR^go Lima, dsparhinie dpissa.
po-lfs e portara*, (iram-js para S-sit'o e fra do
ii* per I-, por co'nmrd i jirecj e presuia : oa ra
da rraia p. 47, I* andar.
Pede se ao seoor pisgigelro que trooxe urna.1
carta para afaooel Pereira L^mos, e a entrejiou no
aruiazem n. i'J oa rioeira do Peiu, e viuda do Rio
de Janeiro pelo vapor Guar, en.ralo em 10 Jj
corrfiote feverdro, o objejuiu de apparecer no
masmo armizem^qno mano se Ibe deseja fallar.
PrecL-a-se alogar um preto-pira servc>
de firoilia; a' tratar na roa da Imperatriz n. GO.
Precisarse de um co-inbeiro : no t>a-
teo do Paraizo n. 2S ou no escriptorio n. i
travessa do Vigario. ,
mimanIanr'nPu^.T ''bricaiIos de Proposito, e ter-se feito ulmameroa' m
SSoPua"dost?aSr"cXV,qUam V"S' ^*^ tonuda,, e porlSTSu,
BrrSSt-T,?rT eucommen(la8> amo nesta fabrica como oa do Sr. BiondeL de Paria, axfc
NommrmJIg-ne9ifm C"J P"*1 foram S8mPre Pre"aos em todas ZSSE*^
..Ihnref^rofi ^le<,ment0 Se achara sempr6 um plendido e variado sortimeowde^s^asm
albores autores da F.urof, assim como barraoaicos pianos harmnicos
precos commodos e raxoavels.
sendo Unto naRJ mg

^
m mmw*
PEEPARAGCES FRREAS-1116AHOI
PrRovAoa pl acaoma db mboicih
DE BURIN DU BISSON
fbrfiiw, lumfc t^ Iftd^au i, to-' O tmkMmto profenor Taeosssao, oa ultima cdlcio de seo Tratad* i tftertt-
ftutica e ilatti-M m.-;dir.a, rctnhc-ce que os ferruginosos sraplo s3a minia
vezes ine!icF.:c5 para curar ai'iuolesiias que tecni por cans o iruptAtreaeata
do sangue. Siuitos rae .lieos dos mais distinctos Urboam esse m o xito a aastacia,
o es5>.s preparacoes do wenfantse, que se acta no sangue, como e icm roeosticcida
os cb>ni>co* os niais peritos, sempre mtHBamente unido com o ferro. '
B rom, presur-se um vnrdad'.-iro servijo aos S'" llvdicos, o chamar-M Ba ttst
sobre is preparacoes seguietcs.
1 POS ferrCS R3lII<1rl?,r1S -*?d0 imrac1iat*.nicn!e ****%*% tidefad.
vaotagem
"

8uui(.uu gazoza, agrjdavel, subsfii-ado eam
econoinia ts ajoaa min.Tses Tcrruginosaa.
Pilsiis c XoTobc ilc ieJoreto de ferro e de m$pts mlkm'm
CoaU'Mto cada om caco centigraTTiOs de ifldurelo de ferro rnanganiro indicad**
paniciitarmesid as molesai Tvmohaiicas, escrofu-losaa, e naa chtomm* <*-
irosa t lubeirnlosa. mi
tnm le lacillo de ferro e e uiaa^aaesc I
Alu^a-se
;
a hem canhecida btaria em frente ao boapital Po-
dro II com pnrt de erab3rqae, e per trra a todas
as oras; a iraiar no mesmo lugar com Antonio
Carntiro da Caoba.
rcceitsf'u "pci*ow-BJs
Filulss de wmm frreo mam ) Em7?mXSEm
Uernar ai rtuss prOparacflM di s raelhnrfs retulu-.i..,.
Otf tr-.-it. du Koisj&o deiria-:do oh:T ulbeslo ooraplcw i< puh\m n'^
cerca 4o valur de >uu ^repara^iies, previne que r!U u pue g7t>utar.;MS a ca
dispMicio, dirigen Oda;
\ *** l''Tn*mt"u'J- ,eenw t85"1- vsir C. p^anaaccnim. ra* *.
v*** 'it^\ SSB)
EstH no?o pnrioiieo de L'sboa, oros
poderes pblicos de Portugal dos tnteresses fort*
auezes no Brasil, >abij no da 30 de Janeiro, e
esperado aqui todos os dias pelo vapor da carreira
de Liverpool, que devia seguir de Lisboa no da
31 do i -ni.i mez.
Sao seus redactores principaes o tres ministros
da estado honorarios, os senbores :
Monden Leal.
Antonio de Serpa.
Jos Silvestre Ribeiro.
Conta mais a redaeco os senbores ;
D. G. N gaeira Sjare?, alto faoccionario do mi-
nisterio dos ogocios estr.mgeiros de P. rlugal.
J. J. RJdriguts de Frenas, lente de escola poly-
t"chin>Jo Porto, e redactor em cbde do Cotnmir-
co do Porto.
J se > a importancia qae o novo jornal ha fle
vir a t"r. .
Convidamos a colooia portoguea a concorrer
com as suas ass'gDaturas para um peridico que
ha de honrar o oome portoguez.
Cusa i fortes por anno. Os partes sao por
coma da emprea.
AfsigBa se na agencia da America roa do Cres-
po o. 3, livrana de Sf- Jos,-N-'gueira de Soura.
Peitoral de cereja
Do Dr.Ayer
para tura radical e certa de todas as mo-
lestias do peto e garganta, tosse, consti
par,ojs, broochites aitlma, deQuios, roa
quidao, coqeuluc e angina e dipkeria.
A Kran>te fama que tem graogead este
remedio devida Tadroiraveis curas da ti-
sica pulmonar, molt'sia esta t5n penosa e
fatal em suas coasiquencias, que aquelles
que s5u atacados dos primein.s symptomas
devem ser tratados o mais cedo possitei
eopnxeiro remedio que se aplica deve"
ser rtBcaz, pois nao ha tempo de fazer ex-
periencia. As pessoas atacadas da tsica,
'geralmente fazim pouo caso de seu mal,
ale que seja Urde pira cural-o ; nesla.
nais do que em qoalaaer otra outra
Yiee-eonsolado de Espoa ea Per-
nam'meo.
El vi.ee cnsul de S. M. cstholica en esta provio-
cia previoe a todos los subditos espaoles residen-
tes en la misma que se deben presentar en esta
cancillera eo improrogahle pas) de cuarto mezas,
a cootar desde esta fecha, para que sean debida-
mente mairicolaans tolos los qoe quieram cooser-
vnr sa nacionalidad : la bao perdido por laoto lo-
'dtis los que no lotiicierm siempre que no prueben
causa o impedimento legitimo de so inobediencia.
Recife, 3 de fevereiro de 1868.
El vice-consul de Espioa.
D. Juan Busoo.
0 eoaaelhelro Fratielsco os
F a ra do.
Biognphia e esiudo da bisuria poltica cootem-
ppraDea
Pelo consclbeiro
Tl'a Fpance de Almeida
acaba de cb'gar est obra do Bio de Jaiei.^,
oade foi nltimamrote publicado, o vende se oa li-
vraria Econmica detroate do arco de Saolo An-
tonio.
Prego em broebura 3J000
Precisa se fallar com os Srs. Fraoci-co Gomes
da Iva AroOrt, ABtomo Guau da Silva Jomoi
e Jos Correiro da Silva : oo weriptorio da Mar
ques, Birros A C, na praca do Corpo Santo n. 6,
segundo andar.
1 Precisa se alugar ua sitio que seja perto d*
tidade, e tambem servir orna casa pa cidade, s1-
(or sobrado do rm andir on terWa, com tanto qo'
teoba boraqat^al a tratar oa roa (t Imperan-)'
SOFFRir.lENTOSD'ESTOfdAGO, CONSTIPACAO.-
Cura ein poucos dias pelo CARvio de belloc em p ou em pastithas.
ENXAQUECAS; NEVRALGIAS. losasaffc3esstVdb-
sipadas rpidamente pelas perolas d-ether ai'OUTll
ANECIA, A PALLfDEZ c os som-imentos que necessitim do
emprego dos ferrueinosos sao sempre combatidos com o nielhor resultado
pelas pillas DE VALLET. Cada Pilula tein iucravado o iiome tlLLET.
PO DE ROSE. Basta dissolver uoi frasco deste p cm meio
garrafa d'apua para se ohtr uma limonada agradavel que purga sem Ci-
zer clicas.
VINHO DE QUINIUM de.abarraque. Este vinlio, um dos
poucos cuja compoic3o c garantida constante, uma das melhores prc-
))ara<;ees de quinino, sem acao notavel sobre os convalescentes, daudo-
Uics forcas e apressando volta a saude. Cura as febres antigs que re-
sisti ao sulfato (!c quinino.
MOLESTIAS DA BEXIGA. A maior parte d'estas moles-
tias, cerno as sciaticas, lombagos, catarros, e todas as dores llorosas em
geral sao curadas pelas pirlas de ESsrNWA de thereb ntiha do
Dr. Clertan. 0 professor Trousseau cm seu Tratado de t teraputica acon-
selha as para serem tomadas na occasiSo do jantar, na dse de 4 i 18.
OLEO DE FIGADO DE BACALHAO DE BERTH.
Garantido puro e de prneira qualidade, um dos poneos api-ovados pda
Academia de medicina.
AVISO. Todos estes medicamentos foram aprovados pela Academia
imperial de medicina de Pars.
DEPOSITO
Ib FRERE, 19, rae Jacob
Bimn 4 Pernambueo.. Jl.irnni et O.
Ceara.. .
Yende-se na Botica Franceza ra Nova n. 23.
lo dia 11 do correte fofio da pooacao do'
Caxaog om moleqoe de oomo C, de cor'
ire Inlo-prem, quo representa ter 18 anoos de
idade, rosto red indo, estatura reitular, |vi u vesti-:
lo caiga de casimiraleamisa de madapoleao, juque-'
la preu e chapeo de feltro, tudo osado, perteoceote
no floado Antonio Pereira de Carvalno Gojmaraes,
descaaBa-se que seguisse para o sertao por ser 11-
.'ho do Cariry : qaem o apprebender pode leva-lo
-i roa do Queimado n. 18 A, quu sera recompen-
ado.
ir. A. S. P<-itir centes e amigos do Mleciao barao da Atalaia para
ssistirem a uma ralas que pea alma do mesmo
nand* fefar na tm'.m da Boa-vista as 8 horas do
da ti do correp.',, pnmeiro aniversario o sea
os^samentn.
Precisa se de doas amasadores e no foroel-
ro para o Rio Grande do Hone: a trawr Da raa
larga do Rosario n. 46.
Precisa se de uma ama para fazer o rvico 4
orna casa de pouca familia ( sardo o mclDer ) :
oa roa do Crespo o. II, loja.
Qaem precisar de urna caolber para &* <*
familia saben :o coser loteo o quaJi*a>s m aas,
tara : dinja-e a ra Imtierial ..i, segundo aaiar.
_________-JL---------------:____
Ptvcija-"e oe ora earero com pratim 4e li-
berna e qw<' fiador_a se eoadoeta : a tutu ai
rus da Senzalla Velba'o. 48.
A pflssoa que aaoancia precisar taRar Vom
os Srs. Fraoci-co daes de Amortas Aatia!"
G ibiss da Silva Jnior queira ler a bjodads de
dirle#-se a raa do Apollo a 39, qoa ti oa <
trarao as sus ordens.


*
P?ei '* ||M>S4 ffc 1 i **! **
RUrUc
cita leU* i*
***H
e 1868,
J
PHARMACIA
ESPECIAL HOMEQPJ.THICM

W)
iriiii.pl.* da
A empreza do gaz desla cidade desojando facilitar geralmeote o uso do gai na
cuas e estabelecimeotos particulares, offerece desde j as seguiotes vantagens:
i. Urna redaccao coosideravel nos presos dos canos, apearemos e tolos os mate- Neste importante estabelecimento se ach
riaes precisos para a iostallacao desU luz, tudo o qoe necessano para a praca d
DOUTOR SABINO 0. L PINHO
HIJA SOVA *
2. O gaz fornecido hoje de extrema pureza e alo offender a prata, o bronze
ou oatro metal differente, assim coma aenhum damno peder causar s pinturas, quadros.
ornamentos, papel de forro mais delicado qae seja, toraando-se >o mesmo tempo tio sau-
davel e raais econmico ontra qaalquer luz, ja coaoecida, anal, evitar tambem a obs-
iniccSo dos caaos e tubos dos apparelbos. ^
3/ Os apparelbos existentes, como lustres, arandelas, bracos de vidro, de woa-
46, etc., etc., sao proprias para os seobores que preferem luso e elegancia, como par
os que neoessitam siuplicidade e economa. ...
4.1 As pessoas que qoizerem enllocar o gaz em suas casas podom dirigir-se a em-
presa, a qutt se encarrega da coocacao de todos os apparelbos, caoos.etc^ tomando toda
a responsabilidade pelo perfeito cumprimento do masmo, ou por outra, podem empregar
joalquer maquinista reconhecido pela empreza, sendo o mesmo maquinista responsavel
pelo sea trabalho.
5.a A empreza obriga-se anda a reparar gratuitamente qaalquer falta de luz,
oostracce'e canos, etc., devendo o consumidor pagar somente as pecas aovas que forem
precisas pira o'mesmo concert; qaalquer reclamaco que possa baver, ser dirigida ao
escriptorio da empreza ra do Imperador n. 31, atn de ser logo providenciada.
N:il -Ra do rafmgX. S A
Os propietarios deste estabelecimento offe'recem ao respeitavel publico
um explendido e variado sortimento de joias de ooro cnegadas recentemente
da Europa, cojos modelos sao oovos e de bom gosto como sejam: pulseiras
com perolas, rubios, esmeralda e brilbantes, brincos da mesma forma, anneis
de phaniasia, procbes para retrato, etc, etc., botSes de coral rosa para pcito
de camisa e cacoletas com retractos.
Compra-se e recebe-se em troca ouro, prata e brilhates pelo seu en-
trioceco valor, assim como raoedas nacionas e estrangeiras. Tambem se en-
ccmbem de fazer concertos
Agostinho Jos dos Santos % &
COLLEGIO
N. 5
DE SANTO ASIAB1
*&
Recife, roa
Fundado em
&.
do Trapiche n. 5,
o anno de 1S65;
Director, o professor Jos Francisco Ribeiro de
- Souza.
O director do collegio de Santo Amaro, no intoito de montar sen estabelecimento
convenientemente, acaba de faier arquisico do excellente edificio em que acbava-se lo-
calisad* a Sjcifdade Club do Recife,sita a' roa do Trapiche n 3, para onde mndoa
sea collegio. A ?Juciqoo e istrucifio baseada no tovo systema especial de premios W/Pi
e pani?8as, sendo totalmente abolido o castigo manual. Cnnilnna a receber como at
a 'ii, alumnos pendonistas, roelos pendonistas e extern >s; achando-se o estabelecimen-
to preparado com todo o asseio e commodo?, e prvido de um escolbido pesscal de pro-
fessores, que lecciooao as segoiotes disciplinas :
Instracco elementar Retuonca e potica. Escriptoracao mercantil {fs?
Lingua latina Gsogra'hia e historia Mu*ic* vocal e instrumental f-*
Franceza Geometriaa Dezenho C^s5s
logleza Philcsophi Dansa
A abertura da anla eleoentar lera' lagar no dia 7 da Janeiro e as demais do dia
3 de fevereiro em diaote. A osnerc.ao dos compartimfnlos do collpgio e os estatales ^
> mesmo, estn a disoosicao dos interessados. Outro sim, o director tem creado urca ,N,
cadelra de dezenho annexa a aola elementar, sem que por este importante e til melho- rJft
rmeoto exija maior iademnisacao. ;??
O director empegara* todo o a (lineo e cuidado eso s, na parte relativa ao bom *'
tratamenio e arilanhmento de seus alumnos,como tambem, na boa ordem e reguiarida-
de de seo eslabelecimento.

m
GRANDE DEPOSITO
BE
PIANO
N. 9.-----Ra da Iinppratriz-----N. 9.
Neite antigo e bem conhecido estahelecimeoto encontrar o respeitavel publico
sempre um sortimenio de pianos, dos melhores autores alienles e francezes, como de
Carlos Scbeel, Bord e Mauprety todos especialmente enccmmendados e construidos para
tste clima.
No mesmo estabelecimento oflerece-se maiores vantagens do que em outra
qaalquer parte, relativamente aos concertos e affioagsees ser" fallos com o maior esmero
epromptido possivel,
HENRIQUE VOGELEV.
Umeopathia
Medicamentos em glbulos e em tinturas
preparados com a mais escrupulosa ezacti-
io por meiu de machinas especiaos.
Carteiras porlateis, contendo os principaes
medicamentos em glbulos 10, 204,
30, 404, 504 e 60 conforme a quanti-
dade de tobos.
Gaixas de medica montos em glbulos e
em tinturas *e 804, 1004, 1204 e 1504
rs., segundo o numero dos vidros e de tu-
bos.
( Estas oaixas sao mui uteis aos mdicos,
senbores de eagenbos, ebefes de grandes
familias, capitSes de navios, eem.geral
todos que se quizerem dedicar pratica da
liomeopathia.)
Cada tubo avulso casta.......14000
Cada vidro de meta onca de tintura. 24000
Vendem-se glbulos inertes, tubos vasios,
fidros para a preparado das dses, etc. etc.
Escovas elctricas para tratamento das
molestias nervosas, principalmente para as
dores de cabeca.
Apparelbos do lavar os olhos no trata-
ment das opbtanias.
Apparelbos de injeccio para o tratamen-
to de certas molestias das mulheres.
Cb prelo e verde de excellente qali-
oade para uso dos enfermos.
Vende-se igualmente o Ttiesonro ho-
oaeopathlco ou Vade-mecnm do
bomeopacha (obra iocootestavelmente
indispeosavel todas as familias, pela clare-
za, com que cusma a empregar a nova me-
dicina), preco 204.
(Em porces de 50 exemplares faz se o
abate de 15 por cento.)
-
CONSULTORIO HOMEOPATHICO. "
O Dr. Sabino 0. L. Pinho d consultas
todos os dias uteis desdo 11 horas da ma-
aliaa at s 2 da tarde.
As visitas aos enfermos s3o feitas das 2
auras em (liante; mas em caso de necessi-
lade as visitas poderao ser feitas a qual-
quer bora.
Para que as visitas possam ser regulares
cumpre que os d entes ou os seus enfr-
menos mandem dar parte do seu estado,
todos os dias ate o tncio dia as molestias
agudas; e de 5 em 5 dias as molestias
clronicas.
As consultas escriptassSo respondidas mais
ou menos prnmptamente, segunlo as
necessidades da molestia e a distancia em
que se acha o doente, pois que neste caso
faz-se preciso indicar de urna s vez tudo
o que convier ao restabelecimento da satde.
As retribuicoes serao pagas na mesma con-
formidade.
O Dr. Sabino roga a todas as pessoas, que
costnmam consulta-lo por escripia, que or-
denem aos seus portadores a prompta entre-
ga de suas cartas, visto que, entregando-as
como costumam, na accasio de se retirarem
do Recife, impossivel responde-las satisfac-
toriamente.
MEDICAMENTOS PRESERVATIVOS.
Em quaesqner epidemias o Dr. Sabino
faz distribuir gratis s pessoas pobres, no
seu estabelecimento, os preservativos neces-
sarios, dando-lhes as competentes insiruc-
fes.
Presentemente reina a epidemia de bexi
gas; muitos j se tera aproveitado com fe-
zes resultados do seu offerecimento, feitc
no Diario de Pernambuco; mas necessa-
rio qoe todos experimentem esse meio t3o
fcil e tSo commodo de se preservarem e s
suas familias d'essa terrivel molestia.
O preservativo empregado a vaccina
elevada 5* dynamisaco. As pessoas, qoe
fazem uso d'ella, ou n5oso accommettidas de
bexiga?, ou, si o sao, raramente as tem de
m qualidade.
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Posto que, na segunda edico do The-
gouro bomeopathico ou Vadem-
cum do homeopatba. pagina 677, se
ache indicado o meio de usar d'esse preser-
vativo, com lado convm repiti-lo com al-
guns esclarecimentos mais.
Para urna familia dissolvem-se 20 gl-
bulos em urna garrafa com dous tercos
d'agua pura, vascoleja-se bem, e d-se
cada pessoa urna colberada pela manh, ou-
tra ao meio dia e outra a noite, durante
tres ou cinco dias consecutivos. Deixam-se
passar oulros tantos dias sem nada tomar,
findos os quaes, repete-se o remedio da
mesma maneira; e assim se continuar
em quanto durar a epidemia.
(As creancas at a idade de 3 annos to-
marlo o remedio as colberinbas).
Si a epidemia estiver muito forte, ou, si
na casa houverem bexiguenlos, deve o reme-
dio ser tomado todos os dias sem interrop
cao, al qae a cousa melbore; depois do
que volte-se a'usa-lo do modo ensiuado.
A garrafa deveser nova e muito bem laya-
da, primeirocom agua qnente e depois com
agua fria. (No caso de nao baver garrafa ou
vidro novo, poder servir urna garrafa de vi-
nbo ou de agurdente, com tanto que seja
muito bem lavada com aguas quenles e
fras.)
Para urna s pessoa basta dissolver 6 gl-
bulos de vaccina em 2 oncas d'agna, e d'alii
tomar as colberadas como j ficam indi-
cadas.
N3o -preiisa grande dieta. Abstenbam-se
do cha e do caf fortes, do abuso das bebi-
das espirituosas, das comidas gordurosas
e muito adubadas Eis aqui apenas o que se
exige.
PLUMERA CELINOS.
(contra a mordeoura de cobras) _
Este medicamento gosa de muito bons
crditos contra o veneno das cobras e de ou-
tros nimaes venenosos.
O Dr. Sabino nao tem ainda observado
pessoal de fado algum que o autorise a
afirmar sua efficacia; mas sabendo que no
Rio de Janeiro e em S. Paulo elle tido co-
mo muito poderoso, mandou-o vir para ex-
perimentar.
Algumas pessoas do centro d'esta provin-
cia e da da Parabyba tem escripto ao Dr.
Sabino, dizendo ser incontestavel o merilo
da plumera no tralameato das mordeduras
das cohras.
Emprega-se a plumera celinos interna e
extemamenie. da maneira segointe:
Uso interno Nos casos MMfiM grates
dissolve-se urna ou duas g'tas de tintura
em duas oncas d'agua, e d-se ao mordido
urna colberada de bora em bora.
Nos casos mais graves dissovem-se seis
gottas em quatro ongas d'agua pura para
dar-se urna colberada de meia em meia bora,
de 15 em 15 minutos, e at de 5 em S mi-
nutos (segundo a forca do veneno inoculado
ou intensidade dos symptomas manifestados.)
Logo que bouver melhora, se espassarSo
gradualmente os intervallos de urna dse a
outra.
Uso externo. A o mesmo tempo que se
d a beber o medicamento, applicam-se ex-
ternamente na parte mordida fios de linho
ou de algodo embebidos em urna dissolu-
go da mesma tintura constante de 10 gottas
de tintura em 20 colheres grandes d'agua.
Esses os se conservaro sempre molhados
sobre o lugar da mordedura.
O Dr. Sabino receber com reconhecimen-
to as communicaedes que se dignarem de fa-
zer-lbe as pessoas que experimentaren! o
emprego da plumera celinos.
Nota.
Em ausencia do Dr. Sabino acha-se in-
cumbido de resolver quaesquer negocios
relativos ao esabe'ecimento o respetivo ge
rente.
Jos Aires Tenorio,
Professor em homeopathia.
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Ni pra$a di Independencia n. 33, bji de
jatY*m, eompri-se oaro, prK e pedras preciosas,
lasbem se taz qaalquer obra de Bcommenda e
oia ajilqoer concert. ^^____
8fguro contra logo
JMoato Luii de Otiveira Aievedo 4 C., (rentes
Sa oompaihia Pidelidade, etubeleeld no Rio de
Janeiro, loman seguros contra fogo em predios e
erecfnrias, sm ira eacriptorio na da Croa no-
57. *
Gasa mobiliada
AIoRa-e n'oma das principaes roas desU cidade
por J a II aiweg, o oo doos aiulare, molto
aeeiado, com boa mobilia de Jacaranda I piano
e mobilia completa desala de jatxare quirtos- na'
roa da Cadeta-Veiha n. 30 oo na estrena do Bota-
rlo n. 41 fe lera Inormasao. ___^^
Preefst-sa c mprar ama sa terrea ou
sobrado, qoe wja em boa roa : qoeo tiver acnac-
v ci para ser procorada.
GRAMIIE COMIORiUL
A\WAH TERREO
4 7 fua da Imperatriz 17
PR19IEIRO ESPECTACUIiO DE SUA CXASSE
lodos os das das 6 horas da tarde em diante.
Com as principaes vistas das cidades de todas s partes do mundo, batalbas, m-o
numentos celebres e tudo o qoe ha de mais inieressante nesie genero.
Convencido de que o respeitavel publico concorrei a apreciar todas as collec-
ges de vistas estas serao variadas todas as segundas feiras
p AOS SRS. CHEFES DE FAMILIA
Poderao sem escrpulo algum concorrerem ou visitar esta grande galera por
se adiar com iodo aceio, dignidade e moralidade.
Cada bilheie de entrada d direlto orna bella prenda, havendo entre ellas moitas
de subido valor e as menores de quasi igual preco do bilbete de admissSo.
Entrada de cada pessoa 500 rs.
CHARUTOS DE HAVANA
Se ha receido por amostra tres marcas de soperior qualidade da acreditada fa
bnca de Manoel de Csala.
17 ra da Imperatriz 17.
Trocam se
as notas do banco do Brasil e das calas flliaes-
oendencia n. II.
Da se at a quantia de seis costos de ris a
premio de ora por cento ao mez, eom bipotbeca em
predios ivres nesta cidade; na roa estreita do Ro-
sario o. 47, se dir' quem os da'.
Precisa se de om criado bom copeiro e no-
llelro, preferiodo-se que seja e.'trangeiro, a tratar
na roa dos Torres n. 12,1* andar.
A
SABSA PAsfilLHA de Ayer nao
remedio secreto, por isso pode ser e re-
ceitada por mdicos consciencioos, que n3o
podem receitar remedios, coja composicao
descoobecida.
Bscravo
Na padarla da roa Dirrila n. 84 precisa-!* de
iDt>ir amescriTo anda qoe oo emendado ser-
fijo.
n COS\IIEIRO
iT-eclsa-se ou uro euwuneiru para orna easa de
peqoena familia : a tratar na roa da Aorora n
i, i- andar.
Attenco.
25-Rua do Livramenx)-25
Deposito de tamaocos e calcados nacionas da
fabrica da roa do Jardim d. It de Jos Vicente
Gidioho, Unto no deposito etaio na fabrira se
apromptam todas as pnredes de ealcados mais ba-
rato po^ive ; esta fabrica tem todas a* macbinas
proprias para os ealcados ja bem acreditados pelo
grande Damero de fregaeies qae daqoi se forn-
cea.
O Dr. G. A. Raposo da Cmara (medien) ten-
aberto o seo escnpiorlo na roa da Cadt-ia n. ao1*
andar, on.de pode ser procurado das 9 horas da
manbia a' 3 da tarde^__________
Precisare de om preto escravo, para todo o
srvico de om boM : na roa larga do Rosario d-
44, hotel de Bordtaax.
ARMAZEM
VAPOR FRANCEZ.
EDA HOVA H. 7.
Continoa acbegar de Pars i. esteestabelecimen-
lo bom sortimento de calcado escolbfdo dos melho-
res fabricantes daquella grande prica, assim co-
mo grande variedade de qoinquilbiria e de oo-
vos biinqcedos para crlaocas, cujos artlgos te
acbam exposios a escolha e vootade dos compra
dores, como sejam os qae passamos a meocionar
e outres moilos. (
Bolinas para cenhoraa
le setim braceo, dnraqoe dito, preUs e de ootras
diferentes cores eofeiUdas a rigorosa moda.
Botinas para meninas
U moitas qoalidades bem sortldas.
Bro coa de ouro
le lei a ultima moda dos Campos Rlizios e boule-
rirds de Pars, para seDboras e meninas.
f.uvas de pellica
do verdadeiro fabricante Joovio, brancas, pretas e
le ootras differentes cores.
Leques
am eseolbido sortimento de leqoes de diversos
iostos e qoalidades.
L Itiuio goso
Ricos cbapeof inhos de gosto par senboras fei
os ao capricho de ama grande modista de Pars.
Perfumarla
Unos extractos, banhas, leos, pos de arroi, agua
le cologne, agua flerida e jabonetes.
Bapelhos
le differentes tamanbos e goslos para salas, gabi-
netes e pequeos toocadores.
Mascaras
e.hegadas em grande quanlidade de mascaras de
rame, de cera, de seda, dminos, nariz com ocu-
los e barbas.
Calxlnbas de costura
1* oovos modelos ricamente guarnecidas e c
lindas pegas de musir.
Delicado presente
bofemhas e cestiehas de seda e de velludo muito
importantes para braco de meninas passeio
Chapos de sol de seda
de cores e molto bellos para senhoras e meninas.
Bouqiiets d exposicSo
delicados booquets de flores de porcelana com lie
tos jarros para mesas de salas e santuarios.]
Lunetas
le ac, tartaruga e |buralo.
Oculos
le ac, bfalo e de prata doorada.
Ricas bengalas
le caona verdadeira com callao primorosamente
trabalbados em marfim, compradas na exposicao,
Chicotes para passeio,
mito finos de balea e cabo de marfim.
Oleado para mesa
le molto boa qualidade, noves e bellos padrees: (
muito barato de orna pega para cima.
Para toilet
Jujelos de phaotasia muito bellos para toilet
Ccques.
;hegados de novo a ultima moda.
Rices aihuns
le velludo e de marroquim para retratos.
Esterescopos
zom lindas photographias transparentes.
Estampas
le figuras, paisagens, cidades e de santos.
Molduras douradas
le diversas larguras para quadros.
t>at-jonr
para candieiros e lanternas de piano.
Cosmoramas
zrandes e pequeos com 50 ou mais vistas esco-
ladas a' ventad-, multo pittorescas.
Realljos
pequeos, de quatro e eis pegas de mnsics.
Aecordions
i concertinas, o que ha de melbor neste genero.
>alolas de rame
le varios prr;s e tamanhos para passarinbo.
Botinas para homem
jrande sorttn ento bem eseolbido em Paris.
Botinas para meninos
le moitos modelos bem sonidos.
Sapatos de tapete
le charlte, de tapete avelludados e ds tranca d
Lisboa para horneo?, seDboras e meninos.
Botas rnsslanas
Pernelras e meias peroeiras.
Uantas de feltro ouitos padrdes.
ubicles fortes coropridos.
Lavas de fb da Escossia.
Cartelrinhs para diubeiro.
Saceos de tapete p. ra viagem.
Malas e boleas scrtidas.
Ponteiras para charutos e cigarros.
Charoteirase cigarreiras de palha.
Caximb.'S de bonitos modelos.
Sravalas pretas e de cores.
Sordas para violo.
Bengalas para bomens e meninos.
Sscovaspara cbello.
Escovas para deotes.
Pentes de marfim para tirar espas.
Pentes de tartaruga de desembarazar.
Abridores de luvas.
resoarinbas delicadas para costara.
Caivetes finos com tesourinba.
Meias de fio da Escossia para homem.
.'eneziaoas transparentes para jauellas.
Quadros pequeos para retratos.
Pares de lindas figuras pequeas de porcelana.
Jarros mui pequeos de porcelana.
Objectos de porcelana para botar banba.
Taiberes finos para meninos.
3bjectos de mgica para divertir familias.
?b"tcgrapblas magias.
lobos de papel para illuminagao no campo.
Castiobas de vimes para meoioas de escola. '
Coixinbas de msica e reajeijos para meninos.
Velas a gaz para candieiros e candelabros.
Garrinos de quatro rodas para conduzir criaoca
Bonecas de massa, de cera e de porcelana.
Bergos e camas eom cortinados para nonecas.
Cabriolis e cavalliobos de madefra com-macc/
oismo para meninos de 3 a 8 annos montarem
Para retratos
calxilhos para colar-se retratos, os quaes slo rooi-
lo baratos de orna dozia para cima.
AtteocSo.
Nao sendo possivel meoclonar-se aqni todas as
inalidades de calgado, nem todos os artigos de
loioquilharlas, e multo menos da grande vari-
lade de novos brioqnedos: pede se ao publico om
passeio a este estabelecimento, certo de qoe eo-
;ootraro bastante paciencia para bem escolburem
i ene desejarem comprar, e pregas baratissimos
jen virtade de baver em todos es:es artlgos grande
juantidade, e terem sido comprados mesmo na
Suropa pelo doao do dito estabelecimento, arma-
tem do vipor, roa Nova n. 7.
Msica
Lecckma-se por solfejo e a tocar vario
iostrameatos, dndose as l'cdes das 5
doras da larde as 9 da noite : a tratar na
roa Augusta n. 30.
Em lempos modernos nenhum descobri-
mento operuu maior rerolocSo do modo de
corar a c te normen te em yoga do que o
peitoral
DE
Tanto no tratamenlo da
losse Cruji Attkna
Thiiica Renquidio Retfriamentos
Broncbitw,
Tosse convulsa.
Dores de peito e expeetoracSo de singue.
Como em toda a gr0nde serie de enfermi-
dades da garganta, do peito e dos orgaos da
respirado, que tanto atormentara e fazem
soflrer a humanidade. A maneira antiga de
curar consista geralmente na applicacao de
vesicatorios, sangras sarjar oo applicar ex-
teriormeete ungentos Cortsimos compottos
de substancias vesicantes, am de prodozir
empolhas; cujos differeutes modcs de curar
n5o Caziam enfraquecer e diminuir as Coreas
do pobre doenie, contribuiodo por esta for-
ma de urna maneira mais fcil e certa para
a enCermidade a destroico ineritavel de sna
victima ? Quao differente pois o effeito
admiravel do
PE1T0IUL DE AIUGA1D1TA!
Em vez de irritar, mortifiar e causar
inauditos soffrimentos ao doente,
calma, modifica e suavisa
a dor, allivia a irri-
tacao, forti-
fica o
corpo e Caz com que o systema
desaloje de urna maneira prompta e rpida
at o ultimo vestigio da eaCermidade. Os
melhores vetos em medicina da Europa (os
lentes dos colleg os da medicina de Berlim)
testificam seretn exactas e verdadeiras estas
relaces analgicas, e alm d'isso a experien-
cia de milhares do pessoas da America Hes-
panliola, as quaes foram curadas com este
maravilLoso remedio, sao mais que suffi-
cientes para sustentaren) a opjoio do
Peitoral de Auacahuila!
Deve-se notar que este remedio se rcha
inteiramente izento de venenos, tanto mine-
raes, como vegetaes, em quanio que porm
alguns d'esles ltimos, e particularmente
aqaelles que s3o dados sob a forma de opio
e acido bydrocianico, formam a base da
maior pane dos xaropes, com os quaes tao
fcilmente se engaa a credulidade do pu-
blico. A composic5o de anacat uita peitoral
acha-se linda e curiosamente engarrafada em
frascos da medida de cerca de meio quarti-
lbo cada um, e como a dose que se toma
s de urna colber peqnena: basta geralmen-
te a applicacao de um ou dous frascos para
a eflectuscao de qualquer cura.
Aeba-se venda as pharmacias do A.
Caors Barbosa, J. da Concejero Bravo C,
P. Maurer A C, M. A. Barbosa & C. e
Bartbolomeu A G. e em todas as principaes
boticas e lojas de drogas,
Ayers sarsayarilha cures
all luais of eruplions, pim-
ple*, blotches, bous, tumors,
ulcers, sores, etc
Attencao.
Muito se precisa fallar com os abaixo mencionas
dos a negocio de muito seo interesse, na praca do
Corpo Ssnto n. 17, i. andar.
Anselmo Manpbo de Souia.
Boaveulora Masoel do NascimeEto.
Francisco Jos Viejra Guimaraes.
Joaqoim Pfreira Camello.
Jnquim Gongalves Vieira Guimarats.
Maooel Jos de Albergarla.
Manoel Francisco de Alboquerqoe Mello.
Pedro Luiz do Espirito Santo.
Regino Ferrelra de Camino.
Nurae Pessoa.
Manoel Vitalino Santiago.
Tomaz Auaslacio.C. Pimentel.
Manoel Gamillo.
Jos Tavares Estima.
J' -c Antonio da Albiiqnerquc.
Antonio da Silva Angelo,
l-^uhno Aecioli Canavarro Windtitjr.
Jos Ribeiro da Silva.
Joo B-roarO'ii da Silva.
Joaioim Perelra Valente.
Jos BerDardino dos Santos.
Olympio de Soora G.. ivao.
S. ua-tio Valenanno.
Antonio Jos Gomes Jnior.
AUtonio de Oliveira Silva.
GROS
MARTIMOS
O\TRi FOGO
A companbia Indemoisadora, estabelecida
nesta praca, toma seguros martimos sobre
navios e seos carregamentos e contra fogo
am edificios, mercadorias e mobilias: na
ra do Vigario n. 4, pavimento terreo.
Chocolate vermicida
DE
ATIENDO
Carnaval
Na roa estrella do Rosario, sobrado de om andar
n. 35, aluga-se ricos vestuarios bordados a oaro e
a la, lodo moito em eonta ; v-toarlos de principe
e domio< b rdads a veliadlobo, ludo por muito
barato preco tem grande sormento de dminos
de ganga de iodas as rAres para alagar a 2g000, e
fax se tambem qoalqaer vestuarios qoe se qoeira
mandar faaer por qoaiqner Bgarino que tragam,
todo por preco moito commodo.______________
"peixe 8eeoa
Na roa 4a Prala, armaiem n. 74, veode-se rooi-
t b.m pcixe seooo miragoalas BoviutaM.
Antonio Kanes de Castro.
Desde 1857 que sao as tabellas vomicidas
applicadas em Portugal, como o remedio
prompto e efficiz para a expulsao das lom-
bi igas, que to graves padecimeotos causam,
e que quasi sempre se suppe ellas a ori-
gem.
Este virmifugo preCerivel a qualquer
oatro pelo seo agradavel paladar e fcil ap-
plicacao s enancas, as quaes geralmente
sao mais atacadas de semelhante mal.
Mudanza de domicilio
por causa le enerandeclaaento
J. BLM
Fabricante de ornamentos de igreja.
Previne ao respeitavel purtuc > qoe ujudoo o seo
estafeelecimealo, ooir'ora ra do Imperador n. 23
para a roa da imoeratrU o 3.
Precisando de algam tempo para os grandes
trabamos qae esta' fizeolo e logo qoe o sea novo
estabeleciiBentu est-ja convenientemente adornado
anoanciara' ormelo da lmpren sai fabrica oe idos da soa fabrica em Pars.
Aloga-se nma eserava moito boa cosiobeira :
qnem a pretender dlrtia se a rus" das Croxes a.
37,1* andar.


ftferte de rermambneo Sx clra 14 de Pererel
!
-
1 I
L
If

Tabella da companhia dos trilhos urbanos, das dias uteis do
IDA.

Recre...........
Ra da Aurora...
Ruados Pires-----
Soledade.........
Camiobo Noto.
Maogoinbo......
S. Jote..........
Torre...........
Punte de Ucha..
Jaqoeira.........
ParumefrioD.....
Saot'Aona.......
CasaForie.......
Caldereiro.......
Mooteiro.........
Portad* A goa.....
- Aplpocos........
MANH.U
.1
6.16
6.18
6.20
6.22
6.14
6.16
6.1
6 30
6.33
6.10
6.42
6.4
6.46
6.50
6.53
6.5S
7.20
7.23
7.2o
7.27
7.30
7.32
7.35
7.37
7.40
7.4
7.45
7.47
7.50
7.51
7.55
7.57
8.0
8.1?,
8.18
8.2(1
8. i?
8.25
8.27
8.30
8.32
8.35
8.37
8.40
9.10
9.11
9.14
9.16
9 18
9.20
9.23
9.24
9. I.
9.28
9.30
9.32
9.34
9.36
9.38
9 39
9.40
TARDE.
3.0
3.2
3.4
3.10
3.14
3.16
3.18
3.20
3.22
3 24
3.26
3.58
3.30
3.30
3.33
3.35
3.37
3.40
3.42
3.45
3.47
3.50
3.52
3.55
3.57
3.58
40
4.3
4.6
4.10
4.20
4.23
4.25
4.27
4.30
4.32
4.35
4.37
4.40
4.42
4.45
4.47
4.50
4.52
4.55
4.57
5 0
5 10
5.13
5.15-
5.17
5.20
5.22
5.23
5.27
5.30
5.32
5.35
5.37
5.40
5.42
5.45
5.47
5 50
6.0
6.3
6.3
67
6.10
6.12
6.15
6.17
6.20
6.23
6.25
6.27
6.30
6.32
6.35
6.37
6.40
7.0
7.3
7.3
7.7
7.10
7.12
7.15
7.17
7.20
7.23
7.28
7.27
7-3"
7.32
7.35
7.37
7.40
9.0
9.3
9.5
9.7
9.10
9.12
9.1
9.17
9.20
9.23
9.25
9.2/
9.30
9.32
9.35
9.37
9.40
VOLTA.
Apipoco*.....
Puna d'Agoa...
tfooteuo........
Caldereiro.....
Casa Furle......
Saot'Aoua......
Paroamenim...
Jaquelra........
Ponte de Uooa>!
Torre.......M
>. Jos.. ....ff
Manguinbo..,j
Camioho Noto.
loledade....^
tua dos Pires..
'tna da Aurora.
Rcif*.. ....


Domingos t dias santo.
JlA.NHAA.
Do Recife para Apipoco..' 6.01
De Apipucos para o Recito! 7.0]
7.0
8.0
8.f
.0
3.0
4.0
ESSEMCIA CONCEPTUADA
DE
CAROBA
Qreparada a'fro por Auguste Caors,
PUlRHACECTICO PELA ESCOLA DB PARS E SUSSESSOR NESTA CID1DK
DE
Arlstldes Salct e jr. Soum
N. 22 Roa da Cruz N. 22.
TraUmeoto puramente vegetal sem mercurio, iodo, ouro, nem outro qaalqaer
Verdadciro purificador do sangoe sem azougae.
Especial para a cura de todas as molestias que tm sua oricem na impureza do
sangue, comosejam as molestias boubaticas, syprjiliiioas, escrupulosas, darthrosas, qaer
veainai ellas por-erehtariedade, quer sejarn adqaeridas pelo contacto cora pessoas infec-
cionadas des diversos vtros que contaminara o Mngoe e os humores.
A caroba am remedio prodigioso, asado desde remotas eras pelos indios
do Brasrt, e passaado seu uso de geracSo em gerccjo, boje, um dos remedios, mais
coobecrSos corno prono para combater as molestias mais hediondas, entrando nesse nu-
mero a morpbea oo elephantiases, para -cajo curativo os nossos sertaneios considerara a
carota como remedio especifico.
Ha rawtotempo eatroa a caroba os formularios como preparacao magistral
soto a forma de elerctuano, ainda irn-je lembrado as frmaco peas com o nome de seu
'.-afcbre autor Joue Alves Carneiro: O wnguento ae caroba da mesan sorte preconisado desde lempos immemo-
?:aes como o mais apropnado para o cura e[e uso oefcas e ulceras syphilitcas srdidas.
, empregrao cn proveito ive dasbeoficua de rimppslicao de muilos ouiros agentes
therapeuttcos enrgicos e dpcis qnotidiaoo.t
Muilos dos nosscs meflecrs de consideraos e entre lies o mito distiocto pra-
tico e observador o Sr. Br. Pedro de Atbayde Lobe Moscose, tem confirmado por meio
de experiencias repetidas, o qae diz a fama dasfoeneflcas propriedades da caroba no
tratamenlo das bonbas, das diversas frmas sob que a sypailis se apresenta e muito es-
pecitmente as que tea sua sede na peHe, e podertamos relear alguns casos de data milite'
moderna observados pelo roesmo Sr.'Br. .Moscos em que a caroba produzio adrairavers
effeftos, depois de nvteis e prologadas applic^es de-salsaparrifea, mercurio, iodo,
ouro e-seus preparados, etc., etc.
Nao era possivel qu urna planta tac notavel por suas inapreciaveis virtudes
escapaste a perspicacia-e iavesti(?acses dos mate abalisados praticos eur pees, -qoe se ap-
pHcam com especialtdade ao estado e tratameoto das motestias syptiiliticas e herpeticas, e
para prova ah estao os Srs. Drs. Gasaoava, Sifiorfer, ticord e outros dando as mais li-
eongeiras ioformagoes sobre as propriedades curativas da caroba e preconisando-a como
remedio poderossimo para o tratmento das-erupcoes cutneas, seccas o suppurativas,
dartbrps de tola a qailidade, eczemas, ulceres de diversas naturezas, tumores osseos, e
ettras muitas molestias de natarcM syphilitici ou boubaiica.
Por ter-se generalisado muito o uso da ^tseaela da Caroba que eu pre-
paroe pelas instncias de varita mdicos qtse despjam cuntiuuar-am suas bservaces, de-
beroi-me a ter prompta urna qoaniidade da mesma essencia, obiida sam a aeco dofogo,
para nao prejudicar us propriedades medicamentosas:; e d'ora em diante encontrar-se-h
na inha pbamtoia sempre e em porcao saEciente p*ra todi.'8-es pedidos a essencia cor>
eeMrada de caroba, e-o uo mecicos que qaizerem experimee-tar to precioso agente medicinal.
Recre de-Pernambuco. i 7 de catabro de S66.
, AuGusr-E Caors.
Rea ce Cruz n. 22.
TARDE.
4.0;
6.0
5.01
8.0l
7.0|
10.01
CASA DA FORTUNA
Aos 4,000$
BILHE1ES GARANTIDOS.
A'acx do Crespo n. 23 e casas docostdme.
O abaixo assigoado veodeo dos seus muito feli-
zes bilbetes garaoddos da lotera qae se acabou de
extrabir a beoecio das familias dos voluntarios
da patria os stgoiotes premios :
N. 2580 um quinto com a sorte de 4:000*.
N. 1840 doos quintos com a sorte de 70 }.
N. 459 um meio com a sorte de 300*.
E outras moitas sortes de 100*, 40* e 20*.
Os possuidores podem vir receber eos respecti-
vos premios sem os descont? <*as leis ua casa da
Fortuu roa do Crespo u. 23..
Acbam-se a venda os da 58* parte da lotera
das familias dos voluntarios da patria (54*) que
se eitrahlra' sabbado 18 do correte.
reco.
Bilhete.....6*000
Meio......34000
Qoloto.....1*200
Em porco de i00(? para cima.
lililiete.....5*500
Mel......2*750
QuiQto.....1*100
Manoel Martins Fiuza.
Gompra-se
por mais prego qoe em outra qaalqaer parte moe*
das de ouro e prata oacioaaes e estraogelras : oa
roa do Trapiche o. 16, armaiem de Adriano, Cas-
tro & C, e ra do Crespo d. 20 loja de Alvaro
Augusto de Almeida.____________^^_____
Gompra-se
por mais prefo qae em ontra qaalquer parte moe-
das de oaro a prata naciooaes e estrangeiras : na
rna da Cadeia d. 13, loja de Jos Luix Ccnjalves
Ferreira & C.
-se escraves
Compram-se, vendem-se e trocam-se escravos
de ambos os sexos e de tudas aa idades: a ra
do Imperador o. 77, 1* andir.
Moedas
De ouro e prata, compram-se por mnior preco
qoe em ontra parte : aa roa do Crespo o. 16, pri-
melro andar. ________
Urgencia
Escravo fngido
Acb-se fgido desde o da 19 do me prximo
passado o tscravo do abaixo assignao de non e obras velbas, para orna pe-so que quer levar para
Joaqaiu), tendo os signaos seguales : idade 25 an- a Europa :_a tratar oj olt.ACAO DE (JURO, n. 2
nos poaco mais ou menos, cor vermelha, boc:a
grande, olhos grandes e amortecidos, Labo, ca-
bec (quena, cabellos carapinfeos, dorminhoco.
eeta-tora regular, secco do corpoon antas magra,
bom co.-inheiro, cose de alfatate^ tem o torooielo
de ni dos ps bastante grosso de rheumatismo;
ps grandes e laTgn, bastante ladino e astucioso e
se intitula torro. Ili toda certeza de que esteja
es Recife, onde j esteve lucido o anno passado :
recommenda-se pois as autoi idades pociaes e ca
pitaes de campo a captura e entrega a seu senhor
o mesao abarco asslgoaao na villa de Iguarass
uu aos Illms. Srs. Dr. Jos Bernardo 6a4*io Al-
coforado, no Caideireiro,e ao capiiao Flix Fran-
cisco de Suma Magalhaes no largo do Paraizo o.
26. Iguaras.- 7 le fevereiro de 1868.
J.' Te r,tira da Motla Cavalcanti-
D, tua do Cobug.
LOJA
DB
REIiOJOCSIKO
Para -e tratameato e conopida e completa das molest* syphilkicas, ,erw-e-
ft, rbenmatssio, botes, gota, defeiidade de estomago, imamim^es cbroEicas do fitado
iaco, dores-sciaticas.cephalagias,nevratgiasJ ulceras cLronicac, hydropesias, ptesri-
**> onorrbess chromcas e em ge a! todas ss molestits em que ete&ha em vista ana-
*ificac5o do sysema saeguineo.
Coasslder&eoes geraes
A saude um bem ioapreiaveI, cuja importancia e valor s est reservado ao-cm
tsao o avalia-Jo.
incoBiestavel qne o homem neste nusodo coeetantemente, e por todos os ladar
asado, por urna infinidade de ageees morbifieos qae-todos tendero, dadas certas e deter-
tdas circomstancias, a alterar o regular ezercicio das funeces orgnicas, resuitanbo
?ecao deaeqailibrio o que se cbamamolestia.
A molesiia nao mais de que a desvirtuado Cacao as mvesUgac5es e experiencias dos mais abalisadomestres da ecieocia, pela depm-
^?e dos bumures geraes, consequencia da aeco maligna4esses mesmos agentes mora e
fiootmtrodnndos no orgamsmo peloaao da respiracao, pela via digestiva, pelo contacto
^mediato etc. etc. etc.
A sypilis imelizmecte tem sido a para-da bumaaidade, e como fra de duvi-
vada fonstaifiSes roiwsus, prodtzindo mutlagoes, e cortando Ainda em flor-da idade vidas
preciosas.
Eliminar da eeonomia sses principios deleLecios. e purificar a massa geral dos
tnmorec tem sido desde teo$pb immemorial o fim ccastante di medicina, e os porgad-
*oa flgorn em primeii lugar .para preencher esse desueratum-ou fim.
Q Elixir depurativo do Dr. Sevial parece mececer a preferencia sobre todos: os
jomeesos anecessos obklos pelo uso desto salutar apeale lauto ca Allemanba, eemo em
franea e tia, o tornam o compaBbeiro ioseparavel de^aasi todos os doentes.
Sendo as melestias, como cima diseemos, devidas s alterecoes doshomores, o
tiimir dtfmatito do Dr. Sevial pode ser entregado vawajosamente na syphilie, erisy-
aoas, rhewaatismos,' botas, gota., debilidade do estomago, BflammacSes chronicas do
gado e baco, ores sciatiea, cepoaialgias, navralgias, alceras crocicas, bydroDesias,
siearisias, goaorrbeas cbroicas etc. e em geraJ em todas as molestias em qne se'enha
a sista a puriSeacSo do sysiema saugoineo; pois que urna pratica coastanle tem feito
ar ^te elle indispensavel nos casos gravissimos para mioorar os soflrsmentos, pre-
ftraro doente para medicacis superiores ; e eas menos graves a cara a conse-
r^eocia do sea aso, couveoienieoicnte repetido.
As substancias que entram na composicKo do Elixir depurativo do Dr. Sevia
pertence todas exclosivamente ao reino vegetal, e grande catbegoria das sabatao-
sjas deportivas e anu?fphiliiicas; assim, ao passo fue este remedio depnra o orga-
ajamo, eliasioando os principios nocivos saude, pelo mecanismo natnral das evau-
jf5es alvinas, neutralisa ao mesmo tempo o virus sypbilitico qaando este virjem.
-em feito erupeio bo exterior debaixo de suas multiplicadas formas ; e previ ae ani
um os estragos dessa terrivel molestia, quaodo por ventara se ache ea ainda no
todo de encubafo, isto sem se ter manifestado sob formas externas: beneficio
menso, tanto mais qoanto neste estado os individuos ignoram completamente se es-
to contaminados por este terrivel inimigo.
O sabor agrada^el d'este Elixir convem a todos os estmagos, a sna acclo so-
Ht> o tobo intestioal saave e beoigoa, e de nenbuma forma produz molestias medi-
\ammtoas, como acontece ao porgante dito Le Roy, que na sua quaiidade de dras-
ico forte irrita a mucosa intestinal, e consecutivamente a seroza, resultando deste es
Jdo, moitas vezes, hydropesias, que qoasi sempre terminam pela morte do doente.
Assim pois esperamos que o uso des te remedio justifique cabalmente as nos-
ai asseveraces, porque sendo nm medicamento tito simples na sua compoccic, i
aralka tem confirmado sua otilidade.
Ualeo deponlo en Pevniiailc^
Na botica e drogara
DE
, Barthotomeo Companhia.
34-RCA DO ROSARIO UalOA-M
DB
Vctor Grandin
Rna da (adeia do Hecife N. 40
O profirieiailo dete tstanelpei-
mento, premiadj com a niedalha
da expohigo eiversl ri Paris
no aono 0e*8>5, iem eteoito a
Milla t-m sua loja, um grande
soitimento de viogios para algi-
beira cerno sejarn : de ouro e
pra'a, sendo dos melbires fabricante, de pa en-
tes ingleies, soissos e orisontaes. Tambem lera
Uiaa grande quaotidade de relog'os para parede,
e ijiw lalem Doras, oitosparambarca^ees e para
cima de mes;, tados estes relrgios sao dos mais
booos model s. O mesmo concerla felogios de
toda* ss quaiidades existentes, assim como tam-
b:m concerta cticonometros re algibeira e marili-
mos : recebe sempre por toJos os vapores, um
comcleto sortimeuto de eoTrBtes e tr^ocelins,
sendo tudo de ouro de le e le rudelo os raais
moAwnos, assim como diversos objtet&s de bijou-
teria dos mais bMiloa e modero is gostos.
Deposito de pilo e "cestas
F. ffi. G. DaW larga e Rosario n. 30.
A sie deposito chegaram hooiein os minios de-
sejados berros volaotes ft-itos d<3 vime para crean-
cas e*onecla?, bal.ios de meninos aprenderem a
andar, maracas coberio*, azafates com p para de-
posiur /rucias na mesa, d los com dmso para fa-
cas e^arfos, ditos coro lampa e em ella para os-
{uretras, ditos para -depsitos de capis rasgados,
ditos grandes e pequeos para oeposilo de roapa
uj, ditos quadrilonf os randes para os armazos
de faieada e quinqurtbarlas enviarem essas mer-
caduras ^os lgistas, bandejas de rme branco da
malor a menor pira roopa engummada e Pores,
coodecoit) propria* para enviarle roupa aos'
meninos uo roliegios, ditas de outro formato e ap-
plicacoes dtff-rentes, acafates brancog e de core
otnprlddSfl redolidos, do maior at a. 12, cestas
de arco fetas de vime e de madeira feJpuda para
apanhar fruotas nos sitios, e fater-se as com .ras
no mercado, eadeiras de vime branen, obra forte
propria para o* sitios e os viajantes dos vapores a
Caropa, gi-as eita^ de vime oranco e de madeira
peles canastreiros, obra especial para o trafico de
B&darias, noveilos de cera branca de L'sbi em
roio fioo para Mender vellas as igrf jas e os bi
ees de gaz cullccados em posico alta, capachos"
cotr^xidos e mohos de t/assarog. Aqu acbase
conataniemente excelleole pao ^bricado pela ma-
nha .a a tarde, massas de aramia e de farinha de
trigo. Pedios a todos os Srs. consumidores dignem preferir nos a ootros, tanto pela variedade
dos udjhcms cima como peles esfircos aoe sem
pre empfegamos para o dosso pao ser e especial
Compra-se por maior preco
que em outra qualquer parte moedas de ouro e.
prata naconaes e tslrangeiras : a' ra do Trapi-
che n. 16, armaiem de Adriano, Castro & C,e
ruado Crespo o. O B loja de Alvaro Augusto de
Almeida.
Compra-se urna casinha: tratar nes-
ta typograpbia._____________
Compra-se
Sempre por mais do qua em outra parle, prata
e ouro de todas ;s qnalidades em moeda : na roa
da Cadeialoja de azulejo n 58.
25 por cento
Paga se por prata velha, assim como comprase
ouro em mceda por mais do que em outra parte :
a roa do Crespo n. 13, toja.
Prata e ouro
Em moeda nsga-se bem : na praca da Inde-
pendencia n. 22.
Compra-se ooro e praia em obras velhas
oa crasa da Independencia 2.
Muito maior vantagem
Compra o CORAfAO DE OURO n. 2, ra do Ca
buga1, moedas de ouro e prata.
Moedas de ouro e prata
Pagase por mate do qoe em outra quaiquer par-
te : na loja de ourives arco da Cooceico e compra
ooro e {Trata veiba e pedras preciosas.
Compra se jornaes para embrulho a nO a
arrota : oa fabrica de charutos da ra de if r
tas d. i.
VENDAS
Boa occasiao.
Julio Cesar Piolo de Ovelra, preten-
do muito breve retirarse para Europa,
vende seu armaxem de fatendas todas no-
vas e de prorapta eiiraecSo por seren
qoasi io;.'ingIeiase baratas,qae alten-
deudo as difDculdade do cambio e des ,
pachos da aiandega, faz cod!^ ao compra- |
dor aproveitar. O u.esrao r.ede aqoe las'
pesseas de qoeai credor, tenham a hon-
dada de quaoto aotes saldarem seus debi-
to, o mais tardarai fevereiro do crreme
noo.
Contloaa a mesma liqoida{o at vender
o mesao estabeleciment .
Ra dalmperairiz n. 28.
Chitas francezas de muito bum pao e
de cores flxas a 360, 320 e 280 rs. o co-
vado.
Chitas iogleras de cores fixas, padroes
francezes a 200 rs. o cova-lo.
Percalas com lindos desenhos de 300 rs.,
hoja vendesea 400 rs. o covado.
Cassas fracretas de coies seguras, que
pelos padrdes chamara organdvs, faieuda
floi 280 e 240 o covado.
Cortes de cambraia de cores com 6 va-
ras a 2,5500 e de 6 e meia varas a 33000.
nlhaniina de Mores miodinhas de 720
rs. o covado, hoje se vende a 50.
piio de seda prea cora flotes miadas
mono superior a I0(0 o covado.
Pilo-de llnho liso a 730 ts. a vara.ela-
horado com llorsiuha a 900 rs. a vara.
~A^adop,rt, de s"P"'or quaiidade a
o000 e a 4000 o covado.
Leogos de eassa estampados, crandes e
de bonitas cores, qoe sempre se veoderam
a 4060 a diuia, boje se vendem a 350.
I;eo(os branco de cssa, fiogiodo llnbo
proprios para algbeira a 400 e 320 rs. e
por dotia 4000e 3-500. e chloezes com
barra a 3600.
Leofos de -inho puro e muito fines a
000 e 6*0 rs., e a dutia a 3000 e 6000.
Meias para homem rouuo encorpadas i
ameriras de 6000 rs. a dozia, agora se I
vende a 4500 e o par a 400 rs.
Grsvatmhas de seda rocito boa fazenda !
a 500 e320 rs. cada una.
Cortes de calcas de ganga franceza a
1 000, e o covado a 320.
Brtrn branto de linho poro a 15800,
l300eli00avara.
Roapa feta oacinoal.
Paletots escuros de eEfranqae, muito
bem feitos a 3000 e 25f<0.
Ca cas de easemira a 8;000.
Paletclsa 12l'0 ; roapa feita de ho-
rnera e de meninos de dillercntes qualida-
des e preqos razoavtis.
Oojectos de candiercs a gaz.
Canrtieirr.s a gaz dourados a I0000 ;
de crysial a G000 ; simples sem (lobo a
30'J0 e ?3to e lampanoas a 16H0; bo.
cais de differentes nmeros e quaiidades
a 300. 860 e i000.
5,000 chamices em liquidaco a 320.
400 e o 0 rs.
Estas chnmins garantidas peles me-
Ihore fabricantes da Europa, tem a van-
tagem de serem a maior pane de crystal, W
fi que pela sua boa quaiidade t i-mptra f
aluram e resistem a um-a luz ardeole : s
se vendem na ra ra lo peratriz o. 28, |
cada ot?a a 320, 400 e 500 rs., e per ou- I
?la ipm abatimenlo de 20 por CPDlO.
Ven de-se piche do gaz proprio para
afka!to, ealafetos de candas,
asftoalhados, assiru como para rebocar
cisternas, cnudiit;( etc.. etc., em grtsso : ns fabrica do gaz,
a relallio, no arrwazem da Boila amarella,
travessa do Imperador.
Vapurof,
Vende-seem casa de Saunders Brothers & C
o largo do Corpo Santo n. 11, vapores patente;
im todos os pertences proprios para f2:er n;cvsi
s on quatro machinas para descansar algolsr
rveperior viaho do Porta.
Vende-se oo escriptorio de Antonio Lulzjde Ol*
reir Azevedo & C, roa da Cruz o. 57, sem cixas
de i2 garrafas.
de che^ar os sabonetes de
alcatro
O aso /lestes sabonetes tem spresentado os mais
benficos erleitos contra as impigens, pannos, sar-
nas, tioba, caspa, comlcbdes, e tpdas as demal
molestias de pelK
Vende-se
U BOTICA E DBOGiRIA
. DE
Bartholomcn A C
34Haa larga do Rosario3-1
Ohat.n.rel Maoocl Juaquim Fraun,^
de Moura contloua e de advocada a ra do Qmirnado n 29
onde pode ser procurado para o exerci'
co de sua proflsso das lo bras d m
a 800 rs.
Francisco Jos Germana
fttUA NOVA N. 21,
; aeoa de receber om lindo e magnifico w
timeoto de eco!os, lnnetos, biDOcaloa, dor
t'tno e mais aparado gosto da Enrona 9 oc
log de alcance para observares e par
martimo.
Liberdade
dos vlnhos l'oricigescze
Tjso A frmaos arabam de recebar seguoda re-
messa do muito apreclavef vinlio da Pigueira, co-
nhecido pla legenda Libecade, d^s vichosporiu-
gueres ? fim n. 35.
emento
Vende-seroantefra iogleza flora 800rr.a libra :
na Progresso do pateo do Carino n. 9
Cemento bydraoco da me'her qD^lidade pa
edifieaQOPs n'agna, tanque?, al^trous, as?eoameD-
tos de canos, etc., em barricas granad 3 12,
D lo commoro ou romc a 10.
Km porcSo sop^rior a Si barricas se faz :*"*
d-fferenca no preco conforme a quantidade
Eiral sem segundo.
. **! b.4b.
Loja de miadezas de Jos Bigodiobo.
PRINCIPIA O NOVO ANNO A VENDER BARATO
' E BOM.
Carrltels com t oitavss de retroz preto
j-roprio para mar hia......... 500
Dunas de agolbas para machina..... 2(KX>
Varas de babado cordado do Porto a 160 e 200
Libras de prego? francezes granis e pe-
qoenoaa240e............ 39o
Caixas de lioha para marcar ..... 940
Dpzias de b-oura< pequeas....... 480
rtedes pr cabellos o melhor que ha. 390
Dunas de pronas de a50 .-operior a 40 e 60
Calas de lioha do gaz com 30 novellos a 400
Caizas de palitos de stgurancaa...... 90
Syllabarios com estampas para meoines a 320
Livns impressos coro rol para roupa a. fi>'
Ouzias de melas finas para senhora a..... 4O0O
Papis de agulhas balo a......... 00,
Pe^as de filas de la elsticas para vistido a 600 '
Grotas de toldes de looea prateado e de
edr a................ jyi
dem sem ser praieado a......... 160
Canas com aolhas de fundo doorado a.. 240
Caizas com 100 enelepes muito fios a 800
Casias de p-.pel amisade lisu e pautado
600 e.............. 700
Resmas de papel almaco muito superior 98tt'
Resmas de papel de peso moito fino a 2:0
Frascos de Pota preta superior a 80 e IflO
Pares de botOespara pna.hos muito bonltc a 1*0
CaitSes com llnha a Alejandre com 200
jardas a.............. ifj
Ciis eom superior lit ba do gaz com 50
novellos a.............. 800
Facas e garios para enancas a..... 240
Mjssos com tupericres grampos lisos e de
caracol 30 e............ go
Groiss de peouas de ac multo finas a 00 80O
. Boncls de oleado para meninos a t00e
Tialhas de hubo com laoyrmtbo muito fi-
nas a.................. urjo
Carreteis de liona com 100 jardas a 30
Uarretels de lioha Alezandre de soperkr
quaiidade a............ i)rj
Gravatas pretas e de cores, superior fa-
tenda ............... gpn
A AGlilA S*HARIJA
AO
mi m mmm.
Ant. s mesmo 00 bello Vcado Branco p-Dar na
mudan?a do S da vinoha FRAGATA AMAZOJAi.
islo vira lo de frente, visto qoe te tem tonservado
de COSTAS, j a Agoia Branca, qoando poosada em
seo ninlie, escogltava o meio ou modo de poder di-
minuir o numero de sius mos frtgueies, em cojo
rol se encotnram mai* oomes do qne n'uma {olb.-
oba de uniSTOL, jerm serrpre sem proveito <,<
giirn, Meque agoraron) o rebolicn Cas )EstGN<-
COES, sibreveio urna Umbraoca a Agoia Rranea
que a nao str como intzcqnivi I, seria pila io f^-
Itz e proveiusa c, roo a di se, bf ra do XAl'OPE DO
ROSQUE ; issn (', >e ella Aguia Branca tivesse a l<-
bprdade de DESIGNAR ageites de : *.iis vergonhoses para pagar enlao, ella do ceno
dsria orna c~oipuhia ccmplcia, qoe por c? a pr-
roeira ternaria a gicna e reoome de E.\i;orRA:A-
DA, e provavelmtole os de ma's comui. rcianit'Sfa-
riam cutr?- 1 01 >, p t mesmo o bello Vcado Braa-
co darla o seu ecntlngente, e assim mos idTiraveln:6nit< eDgrossar as fileiras do nosso
brioso txoico, (u :.lias aquelles que eojo;m cem
a (umca oa plvora, eorrerliOD aprensados a saldar
suas cootas, e alguns liaveriam qoe, voiuutarlatneri-
t'i (I^rec^^sem o pagameato ccmiO por cento em
ouro ao cambio de 30 800 com lano que o re-
cibo de saldo Ihe fosse passado com dala aolericr
a 60 deiigntcao tntrelarjlo, a Aguia conh^ce :au
Is-o IrnpnsMvti e por laoto nao deseja que esse
s-gredo sej nbMo por mais alguerr.
A AGUiA BRANG4
.\'ji se descnlda de ua boa rt-
guezfa.
E par3 hen. a ssrvire>ta coostautemenle a ref6--
ber novos8crtimeotos, quer deobjecio6 de meda o
plia:ia'la, qcfr de pt-r!urrJalla^ ; essas sempre c;\
melhcr qoalidade, e aifaelles dos msis modreos e
apurados golus, pelq qoe fila espera rintinoar a
mererer da ,-na bv.a fregnezia a sua cestumada pro-
tercio.
O eoEslanle abondacte fortinrento de oljects
de mrda, coviila'le pharjissia de aturado gePto,
e per fo mar las di? irimtira quaiidade, a par do ar.-
tis e nurca desrr.fnio" dislitclo AGUADO i.
SirtCB IDADE de que a Aguia Brinca laoto jo
ufana, tem feito com que a sua bc-a regoeia ?fc
torne coostaole, e laso prova o concurso oe pesscis
da cidade, dos rn baile*, a centro, e nesmo e
outras provincias ifelnr-19, que ruis dade pn rnram a Irja da Agi)>a I!.anca para c;n
dfsranro de espirito proverero-se do que leucioaajr.
comprar, pois qut-kiin a ceitza de serrm bt :i
servidos oa supiriondade do objerto e commo-
dde do preco rro rel;i;no a quHid^cie do mtitr:^.
Es.-as verdades ) por lanos e lirias ve;es reeo-
ubeodas, podem aicda aprovpitar aquelles que de
nevo so quimera lomar crD>lantes fietuezes Ja
b ja da Agnia Branca : a ra do Qneimid 0. 8.
Papel, auveio|)t. peonase ilnt;:.
A A|:uia Brinra > ra oe Queiiuao d. 8 rtcet'.u
on dovo serttOKOl" ditos, e r.baiio tppcilii-ados, sendo caixinhas cm
papel piquen pautad.1 e !io pn> belrasdonradas.
Outras com pairl iao d ciados.
Oatrssccn papel paqnele.
Outras cem papd t-.rjado do pr.ta
Outras enj papel de qoadrinhos de cores.
Papel de ptso tranco e aiul, liso e pautado.
Me tlipasM gruvo tambem liso e paulado.
^Papelera f.lbas trol grandes pata moppas ele.
P;>pel ra.ife bou So.
Anvelopes de divetsas qcalIJades e lamanbos at
proprios para oIBp.ios.
'ecoas d'aco ioglezas quaiidade r-xlrafina dos
htm coobecidoi fair.cacles Perry & C.
Colijas cetn soperier (inia para ce piar.
Botijas com superior lila azul para ficarpretr.
O mas coro superior Huta rcocba cu vilete.
B t jas erm superior liolaprela.
Frasquiubos cem ezcellentes tintas, caimim e
szol par nsrar.
Prasqulohos rcm tirita para marcar rctpa.
A crmmndi.ia.-ie dos preerg anima aos comrra-
deres dingirero-se a dita loja da Agtiia Branca : a
rna do ijiieimado n. 8.
- Vende-te um escravo robpsio, opiimo carrei- (-NOS OriIJOZeilS U6 TaFS) II'-
ro e feitor de campo : na roa do Imparador n
43, segundo andar.
Vende se a taberna da roa de S. Goncalo n.
27 com poneos fondos propria para ora principian
e : a tratar na mesma.
Vende-se
Precisa se de orna ama para o servico interno de
nma easa de pooca familia : a roa do Ca
o, segundo andar.
aboga n.
COMPRAS
guarda roopa de amarelio
qoe teoha penco oso e que seu cora bna o ir.
t*r na roa do Hospicio n. W. ,ra'
Compra-se nm
1 oso I
ospiele
C raprs-se u u peqoeno sitio pertrTda cidade.
00 dentro dola, orna casa tarrea. 00 sebrado de nm
andar qoe teoha bom quintal e seja no b-irro da
Boa-Vista na ro da Imperatru o, 39 onmeirn
andar se dir o prndente. Pr,tBe,ro
Compra-se om crteira de madeira nam*
larga do Rosario o. 40.________ 0I raa
25 Ii2 por celo
Compra raoeilas re prata a 25 i(2 por
cenio o Cora?o de Ouro o. 2 D ra do Ca-
bog. _____________
-- Compra se urna masseiTa qoe M,,u enB b0ID
ealado : oa rna do Ring! n. 9.
ma balaoga ingiera muito possaole, propria para
arroazem de as>ocar ou ootro qaalqaer esubeleci-
m-nto em moito bom estado, assim como saceos
vasios proprios para ensacar eera oa outro qual-
qaer objecio : na rna do Vigario n. 26.
Veodem-se dnas casas terreas a ra de Santa
Rita : a tratar oa roa larga do Rosario n. 23 3
andar. '
GESSO
Nos armazens de Tasso Irmaos.
GRADES DE FERPO
para jtrdios, porteiras, etc.
Ko8aimazeo8de fasso (rmos
Conpra-M amrelo de mia idade qat eja
rtboitj; m roa Jo Raogel a. 9. H
Vende se orna escrava cri.-ula com 23 aooos
ae Idade pooco mais oa menos maito sadia e nos-
sanie : na ra do Queimado n. 3i, loja.
Veode-se orna escrava oorpoleota, de~idade
iSanojS, propria para o servijo de campo sem
viciosa achaqoes:na roa Je S. Francisco n. 6.
Boa-Vist.
Vende se ora armagao de amarelio para aoal-
qaer estabelecimsot> a prazo oa a diareiro : a
tratar na roa da Imperatru o. 6, \o\\ do Arara."
Vende-se om casal de escravos proprios para
o servieo de campo : a tratar na travessa do Re
medio de Manuel Igoaeio.
- Veode-se fanoba de imibo nova a 120 res jr4
libra, diariamente na roa do Cotovello p. t'6.
Vpode-se orna negnnha de llaoois, bonita
peca, vioda da B*hia e qoe espera-ge dar' orna
perita negra : na roa do Pogo o. 9.
Vende-e orna preta de 35 aonos, muito sa-
dia para servico de roa oa para eogenho. por W
ter sido delle, multo ladina e nin tem vicios- o
qoe se garante : na roa do Pogo n. 9
Pegaa de madapolao tnas"ty 39 vara a
j J3# oa ra do imptra}; g. 32.
Aos agricultores.
Sauoders Brathers & C. aeaoam de recebe
de Liverpool vapores de forca de 3 a 4 cavallos
eom todos os perteoces, e rooi proprios para faze
tem mover machinas de desearocar algAdo, po
deudo cada vapor trabalbarat com 140 serras,
tambem server-a para enfardar algodo, co para
ootro qoaiqoer servico em qce csam de trabalbar
com aoimaus. Os mesmos tambem tm a* venda
machinas americanas de 33 a 10 serras.
Os pro tendentes dirijam-se ao arec do Corpo-
Hantoo.il.
..m ? ro;Mao?s> Pernnras e meias perneiras n-
vamenie chegadas, ca melhor qoalidade que lemos
vtito, do armaiem do vapor roa Ro* a 7.
LUVAS
Novo sortimeoto de lavas de pellica de Jodvi'o,
brancas, prens e de outras bonitas cores para ho-
mens e senhoras; no armaiem do vapor ra Nova
0. 7.
Veode se ama monilia de Jacaranda leodo 12
cadotrjs, 2 de braco, om sof, aeooe.jios e me^a
redonda e mais 1 mesa Jearoarel'o para jaotar
ttodo 20 pernos aheru, as Cioeo Ponta? n 1*6
.VEVDE-S
1 Saceos eom farinha de mandioca muiio supe-
rior, chegadas o > dia 9 do crrante pelo vapor
vapor Ounra, do Rio de Janeiro, assim cumo sac-
eos com fp|)o branc. do Port 1. alada em muilo
bom es'adopttln b-rio pre^o de 9 o saoco : nu
trapiche do baro do Livrameolo, Puiie do Manos
n. lo._______
Attencao,
Vende-=e terreos oaraediftja5ao,.Daa nwibor-s
roas desta cidade;a tratar na roa d*Cr!ortsia. 78
- dai 7 as 9 horas da manba.
v^efide^se
o,tnkitille,B8B, de dr0R's e ,,rohen> wnda-se a
rlll bt qUeU1 PreleDder <"J se a' ro &.
no de al^odo da Baha
Veode-se no escriptorio de Animi,, 10it veira Azevedo & C, rna da Croz n. 67. '
Vende-se om mulato para ir por aigorna
agnado : na roa 1)0 Imperador o. 60.
VENDE-SE
Retroz do Porto de todas as cores o qcalidade"
Mascaras de diversas qualidades para o caraavaj
Agoa-rar.
As verdadeiras peonas calligraphicas.
Emlelas da marca B B.
Lu de Mas as cores para bordar.
Chapos preio de pello para homem.
Galangas decimae.
Ditas kih'gran.ma.
crpy fyg^.v--M3raira *
Va^souras do Porto a 3|000
a dozia.
-^"^V,li 0 'operadorarmaai de Ptb-
I1EGVEL


mmmmm

*
Itrio t rewmamhn** Sexta felra 14 4c Feverelro 4c i#8.
______________________________________________________________________________________________________.________.____________________________________________________________________ .. ------------------------------------------------------

Grande liquidacao
XI
fondo
Vende-se liiastrdias -para vestMos a 240,
18; 32 e 400 rs. o cova-lo.
Alpacas da cores coto flores para vestidos
da s maora a 800, >G0, 720 e 800 rs. o
covado.
Roupa feta caci na'.
Vede-se pVJitots de alpaca pretos e de
cores a 3 i3 u e 44000.
Ditas pretos de pmno a 50. 6$ e 80, di-
tos de atttii.i emitir a 30500 e 40, calcas
de casemira i 50 c o0, coleles de casemira
a 30 6 30500.
tiadaoolao a 4 OflD
Vende-se pecas de madapolo fioo a 40,
80, 04, 70, 85, e 100.
Pecis de algo aosinho a 40000, 50, 60 e
20O.
Pecblachn a 80500.
Vendera-Srt pecas de alg>d5o de marca F
era 24 jardas, que sao O varas, a 80500.
Dito unito hc rpa&t para todhasde poda-
ra por ser rauilo larsjo a 90000 a pega.
Dito mais estreifo a 03 c 70 a peca.
C.inlirai-is lisas a 40.
Vndese cauuraias lisas po$a a 40, '50, 60
e70G.K).
Triro p rdo a 9 '0.
Ven-lo-sa brisa pardo coai toquo de mofo
s 560, 600 e TOO.
Bri'D hranco de linlio a 102SO.
Vr-n te-so 'brim de linho para caifas a
1$23J. f5CD!)e20.
Chales de fil de linho 45500.
V nde se chales de fi! dclmho a 40500
e 50-100. trretaoha de linho 55 e 60,
M"5arflhi'.]ije -:om palmas de seda a 400.
Vaee musanihique cot pilmas de
ce-la par;t vestidos de senhora a 40 > o co-
vado, phaalasi com listas de seda a 15 e
80'i o cesado, so m U*ji da A^ara, mussu-
iiaas de-cores par* vestidos de senhora,
roaos de meninos a 500 o covado, braman-
te de linh s !>re anha de linho, brim do ro-
res para calcas e outras militas fazeodas
que mi's loso annuoeiarernfM que boje nao
o fazemos por falta de lempo.
Cones de hrim para rdca a \$.
Venderse corles de brim de cores para
caiga a i,?, 04(:Oe25.
tote* taftertede
Loureueo Per ira Mendes Guimaraes, tendo dado balan-
co eia saa loja de fazendas ra da lmperatriz n.
Ti e 56, fez um grande abatimento de suas fazea-
das psra poder liquidar eom mais brevidade.
Vende-se cansas trancezis a 240, 280 e Brilbantiaas de cores a 500-
20 rs. o cavado. Vende-se brhantinas de cores para ves-
Dit* frao-eias largas a 210, 280, 320 (fajos de senhora e roupinbas para meninos
400 rs. o covado. a 500 o covado, ditas brancas a 500.
Dili.g!e-.asa,100.200rs. ocovado. $rm\\% br^ee a 1,000.
-luasiahai p^ra vf*it vestidos de senboras a \$ a vara.
Albacas a da uta sanias a 720.
Vende-se alpacas adamascadas para vesti-
dos de senboras e meninas a 720 e 800.
tiflrta de ganga a 1400.
Lijuida-se cortes de ganga para calcas
de bomem a 404OO e 10600 o corte.
Bria t o >a a falsas a 1400,
Vende-se brim muito tino de cores para
calcas de homem.ronpa de meninos a 10400
e 15600 a vara, dita branca de linho para
10280, 10400 e 10600 a vara.
Fi o d- li to [izo a 720.
VeDde-se fil delinno liso a 720 a vara,
dito de palminh-s a 900 e 8U0 a vara.
Gastares para calsas a 2|)0
Vende-se castores para caifas de bomem
e de meninos a 2oo e *4o o covado, brim
de cores para calcas a 3o e 4oo rs. o co-
vado, ganga de cores a 38o e 4no re.
rVl de chfvre a 800
Liquidarse esta nova fazenda para vesti-
dos de senboras e meninas por nomo poil
de chevre a 8oo 9oo e 10 o covado.
Bt-reja de listas a 240-
Vende-se bereja de listas para vestidos
de senboras a 21o o covado, e ootros ami-
tos artigos que se deixa de mencionar por
falta de lempo, o que b elementa se annnn-
ciar para melburar v pteco iaN fazendas.
Chitas escoras a 320
Vende-se chitas francezas finas escuras a
32o 360 e 4oo rs.
Ataxiade lista e 200o eovadr
Veode-se algodo de lista proprio para
roupa de escravos a 2oo reis o covsdo.
|.;ia preia a 00-
Vende-se lasinha preta para loto a 460
e 5oo o covado, alpaca preta a 5oo, 64o,
8oo e 10 o coado, moria.tique a 10, dito
a 20.
Cubera* de chita a 2000.
Vende-se c .bertas de chita a 20 e 205oo,
ditas de damasco a 4ooi rs.
.%;godo eefesal a 1#003>.
Venie-se algrdes eidesudo para leuges
e toalhas a 10 a vara, dito pintado a 102ao
a vara.
0 COrdeiro previdente I Fabrica e fundido de bronz
Na ntiga loja de madeaa? a n do Qoai- e gutrOS mttaC8t CQ WeircifO,
laiotiro, t funihiro, timada
na Sofedade, f a do Prin-
cipe n. 3, e com deposito na
ra Nova n 38, eiodt
do Hecife.
DE
BRASA 4SAMPAI0
Fabricaai-se nesl? importaote estabeleci-
mento todas as obras concei uemes as artes
respectivas coa o sejaa:
Alambiques de todos os laman nos effi
feitios, os mu acreditados aparemos de
Derosne com as ditaencBes delicadas dos
fabricados em Franca.
Fabricam-se avnlsas quaesqoer pecas des-
aparelhos, como sejam o dilatador, ratifica-
e condeosador, on esquenta garapas,
i Alpacas de cre^ a 64o.
O pro muri das tojas do Arara da ra Venf'p"se *&" %^f JEJ?"^
da lm erat, n. 50 72 datura ao respei de "*"*** e J* Hn
*vd puUlco e seus freguezes qae toeS- v Coi'testf T a.!*2'Mir.
ma toa um grande i> rtfaent > de dminos' *&" J de *** ^n cala a
de tedas as qoalidades e vestuarios a carac-if** u0 e %i>ii)0]
ter oara as pessojs ano gost.m de divertir- Ca^?as de mcia casemira a 30ooo.
se pelo earaaval, po 'oos estes ai lieos: Vcndo-se calcas de meta caseaiira de co-
ern estar pramptos de a de te mes em ras P3ra homcus a 3, oaiituts de panno
ante e j:io espera que o< seus freguezes Prto W 6* caJeae-.da cazeiira nua a
honrara com as suas freqaencias aim de5^e^'
raes comprar bemfeaos vestuarios cu aiuga-1
re n, pas o que se afianca grande quariti-
d le que existe para se escntber, todo 0:3
oi gnsto o preco mafs barato pessivei:
ra da Imwratrz ns. 50 e 7.
Cltitas pura cohertas a 2 l
Vende-se chitas pira cobertas a 2S0, 330
e 3C0 o c >va '0.
lauiniis a 280.
Vaade-se lanuabas estamnmlaa pana ves-
tidos de h'nliora a 28,) e :2(> o covado.
Guitas adamscalas a 440.
Vende se diitis adamascadas para vestidos
i .":!),; e i>'-) o cov.do.
Mcias para hornera a 4000)
Vende se meias para homem a 40, 50, e
i-* a senh ra a 65. 5,5 e 300! iO a dazia.
Oi'ganiy de cores a 40000.
Vende-se organdy do rore^ para vestidos
de sen'iora o meninos a 400 e 500 rs. o
C^vaio.
PARA O CARNAVAL
Ao re c'e flff r. c-r um grande s rtimento de dmi-
nos o vesioarios i caracl r de diversas qua-
lidades para os amadores di.eitiiucoio, pois o proprialark) oVsie es-
tahel'-ci nento promet* vender os seus do-
mius e vestuarios ma burato do que era
ouird qudquer parte, isto pas qiio t)dos
possaru dxertisse nos da.< 23* i e 23 ao
Crreaie, s-endo coro pouco dinheiro.
Espiflillios a 50;0.
Vende-se ricos &.partiihos para ?niiorasa
60 e 600.. O.
CONVBM LES.
Vende-se draiu de atpMa* de cores a
40. O'tos de lia de cores a i >. Ditos d-3
cam'irai^ do cor^-s a 30. Ditos de mv.iapolao
a 31 c 40. Ditos de liu de lisias de seda a
00 e 80. itos de pul d) chevr muito ri-
cos 8 e MfiLDiios de alpaca adamascadas J
NOVIDADE.
Verde-se urna armecao propria para qual-
quer negocio.
Laas escossesas a 2:o
VeDde-se lais escossesas de qnadros para
vestidos de senaoras e de meninas a 28o e
32o o covado.
Lencos de seda a 7oo.
Vende-se laucos de seda de flores a 800
caaa um para acbar urna grande porco
que tem na ra da lmperatriz n. 56 e 72.
La siuhas r.om lisias d seda
Vende-se lasiohas muito largas com lis-
tas de seda a 10 e 800 rs. o aovado, ditas
fia6 a 5t<0 o covado.
Curtes de casemira a 2$.
Vende-se'cortos de casemira de cores a
20, 30 e 40, ditos de casemira preta para
calcas e 30, 40, 50, 60 e 80.
Sedas <1e cd e* a 1P400.
Vende-se sedas de cores flxas a 10400,
10HOO e 20 o rovado., rosdenaple preto a
10'OO, 20 20500, ditos de tedas as cores
a 20 o covado,
Bbsqoias firetos a 140.
Vende-so basquinas prelas de grosdena-
ple a 140, 160 e 200.
Bramante de algodao e linho, brim de
linho pardo e hranco, e outras muitas fa-
sendas que se torna cofadonho mencionar-
ihe e muitas qu .lidades que avista r'o com-
prador vera' como a Ar Caemiras a 20000,
Vende-se cortes de casemira para calca a
20 e 30OuO,
Cortes de casemira preta para calca a 30,
35500 e 40.
fc,?j>iilaci 5 t\s cortes de ta:rs-
br*la a 2d00.
Liquidac5o de cortes de cambraa com
barras de coi es a 25, 205(10 e 30000.
Grande sortinento de grodenaples preto
moreantiqoe preto, casemira e pani-s pretos
para o quaresma.
Cirosdeuaples preto a 10000
o covado.
Venderse grosdenaples preto a 10200.
fina a 45. 50 o 6 5. Ditos de verbodnas lf^^^^^JT;%^
d co.es a U, 80 tOWOJ. Ditos de cara- 3 e ** n iT&wPS t
braia b Td.da a 80, 90 e lOJ'OO. Ditos Cas e.pal.tots a 10000, 20, 20500 30 40
da gao^ de core* a 3/5 e .0000, e o.nros e JfAnnC,sem,r,a "Pr'ta ,a 1H6 2 255l,
de muitas qualidales que n3o se pie raen- e 3*,S ^^J^Z amT E*
Ciynar eafelada a 33, 30500, 40, 60000 e 80OOU
Vicarios a carcter 4(000. corlc de calca'
Vende-se ves'uari' s a carcter dp diversas O qae boto a 80000.
qualida Jes a 4, 50,80, 90 l<>0, 200, 250 e Vende-'e p?cas de madaoolao fino de 24
3O0O.X). T'J 1 i*rda* a 5^- 6*. 7<5- 8^. 0 e 100000, ra
PARA ALUGAB. da lmperatriz ns. 56 e 72.
Alnaa se damitis das qu lidades scima Arara esi liquidando
menciona as pelo prejo de 25, *5, 50'OOe chitas miadas a 160 e 200 rs. 9 covado,
OCO'i, sen lo que quera comprar grande cass'as miudfis a 240 o covado. J
por^o tei absi-mrnto. Gande pe lii- cha.
Vetuanos cawcler. Saias bordadas para senhora a 30500,4&
Alagare visiuarios c*twtdr d militas 6 60000.
qniohAes pe! prc sc-'ui^-20. 40, 50 Lans brancas finas a 500 rs.
VfL a ";!',in nsprar (ocio faz se VeDde-se lan/inhas brancas com palmas
aonim.nito no preco, -, n: :iz D> ^ cores para-vestidos de senhoras a 500!
.6.0./2, loja earmaz 560# 720 e800o covado.
tOMBti U
mi
PARA UZO INTERNO
PREPARADOS SIMPLRS,
Xarope de jurubeba garrafa......... ft>90o
Vinhode 106oo
Pilulas de t vidro......... 106oo
Tintura de 64o
Extracto hydralconlico de jurubeba 1205oo
PTffirARADOS COMPOSTOS.
Vinho de jurubeba ferruginoso garrafa. 20ooo
Xarope > l 15600
Pilulas vidro... 20ooo
Oleo de jurabeba vidros.... 64o
_ Pomada de pote...... 6io
Emplastro libra. .:.. 205oo
PARA UZO EXTERNO
A JUmJBfiSBA*
Esta plantar boje reconhecida como o raais poderoso tnico, como um exce
lente desobstroente, e como tal applicada nos engo-gitamentos do ligado e baco, na-
hepalites propriamente ditas, ou ainda complicadas com anazarchas, as inflammacoes
subsequentes as febres intermitentes ou durezas, nos abeessos internos, nos tumores es-
pecialmente do tero e abdomen, nos tumores glandukwoa. ua anazarcha, as bydrope-
lias, erysipellas; e associada as prepac5es ferrugiuosas, anda de grande vantagem
as anemias, chloroses, faltas de menstruacao, leucorreias, desarraDJos atnicos do esto-
mago, debilidade orgnicas., e pobreza de sangue, etc.
O que dizemos affirmam os raais divnelos mdicos desta cidae, entre os quaes
podemos cita> os lllms. Srs, Drs. Silva Ramos, Aquio Fonseca, Sarment, Seve, Pe-
reira doCarmo, Firmo Xavier, Silva etc. Todos elles reconh-cem aescellencia d'este po-
deroso medicamento sobre os demais at hoo ronhecidos para todos os casos citados,
tanto que lodosos das fazem d'elle applicaca. .
Apresentaodo aos mdicos e ao publico em geral diversos preparados da juru-
beba, tivemos por flm generalisar mais o uso d'este vegetal, fazendo desapparecer a
repugnancia que at boje sentiam os doe'fltes do usar dos preparados empricos d'elle, o
mais das vezes repugnantes a tragarem-se, e que linhara ainda a desva;itagem de cae
ser calculada a dose conveniente a applicar-se, o que torna muitas vezes improficuo um
medicamento, que poderia produzir ptimos resultados.
Os nossos prepados s forana apresen lados depois de ha ver naos convenientemente
estudado a jurubeba, fazendo as experiencias precisas para bem corihecer as propriedades
medicamentosas d'esla planta em suas raizes, folhas fructas ou bagas, e a dose convenien
ea app.icaco, leudo alm d'isto procurado levar os nossos preparados ao maior grao de
tperfeicSo possivel, para o que o5o poupamos esforcos, n3o nos importando o pouco lu-
cro que possames tirar.
Por tanto os que se dignarem recorrer aos nosses preparados podem ter a certeza
de que elles offerecem a garanta, de que se pode encontrar a prompta e infallivel cura
de qualque dos soffrimentos, que deisamos innumerados, se forem cm tempo applicados
tendo alm d'isso, medico ou doente a vantagem de escolher as nossas variadas prepa-
racoes, aquella que melhor Ihe pode convir, j pela fcil applicacao, ej pela complicaco
das molestias, id de, sexo, ou ainda natureza de cada individuo.
As nossas preparacoes ferruginosas sao feitas de forma que se tornam completa-
mente soluveis nos suecos gstricos, porque procuramos os compostos de ferro que como
taes est3o hoje reconbecidos.
Para aquelles que mais minuciosamente queiram conhecer as propriedades da
jurubeba, e saberem a applicacao de nossos preparados, destribuimos gratuitamente
em nosse deposito um fometo. onde tratamos raais extensamente d'esta planta e dos ja-
rnos preparados.
Deposite geral de todos os preparados
Botica e drogaria
34Ra larga do Rozario34
NOVA FABRICA DE CHAPEOS
Manoel Moreira de Souza
RA XOVA M. 4*.
Neste novo estabelc'meDto ha om completo sortimnto de chneos para horaen?, senioras e
meninos e vende-se por menos preco do qae om ouira qnalquer parte.
Teodo sempre em vista,Rio roobar elanpo os
seas fregaezes, com extensos aonunctM ; mas I
umbem nao qaerendo qae os mesmos (regaeies |
igourem o qae de aovo tem elle recebido, por isso
resumidamente dir': ebegaodo assim ao co-
abeeimenio de todos qae a dita loja do Cortfeiro
Previdente, roa do Queimao a. 16, recebea o se-
guate :
Ban|ta< e doradoras ligas da pellica para meias,
taato para senboras como para menioas.
Leques de diversos e moderaos gostos.
Piules com eafeites dourados e nao dourado,
?ra meaiuas.
Co^aes simples eeofeilados, moldes l&teiramen-
ta u.,vui.
Bim ppol ea catuanas Uso, pautado doora*
do timrado, e outros iuuios objactos, qoe meu-
aonatos seria bastate eatadoobo, e qae se vea-
de em dita toja de miadeas do Cordelro Previ-
dente. ra do Quemado n. Id.
HJw MIIilID nvrTS,
O Cordeiro Prndente a ra do Queimado n. 16
tm eonstantemeore um liado sortimeato de fl
aas e bonitas flores, par isso quaodo algoma ha.
biltfjsa joren quier preparar qaalqaer enfaite de
bull, gusto deve logo lembrar se qae ba dita loja
do Cordeiro Previdente, a ra do Queimado n. 16,
oso falum flores.
'ara lvcjar es lentes.
O cordalro prevueuie a ra do Queimado n. 16
renaheu do bem coobecido fabricaate Joob Gos-
I nell & C. urna ptima qnalidade de pos para den
"tes aromatizados com canfora qoe realmente tem
merecido todo concert porque nao s alveja per-
teilameote os denles como tambera conserva-or
sempre no melbor estado de perfeico, assim po>s
queiram vir comprar ditos pos oa mesaoa loja
do Cordeiro Prevideote, roa do Qieiosado a. 16
Chapellujtt de seda
Modernas e bonitas cnapolinas de seda para se-
nhora recebea o Cordeiro Prevideote na do Qoei-
mado n. 16 e por ser pequea a qnantidade re-
cebida, quem pretender ama moderna e bonita
cbapelioa deve aprecar se em mandar cotnpra-la
era dita loja do Cordoiro Providente a ra do
Queimado n .16.
PONTEIRAS E CHARUTOS.
O Cordeiro Prevideote, roa do Queimado n. 16,
tem om bom sortimento de Anas ponreiras par
charutos, sendo lisas e cora flg-aras em alto rel
vo ; o para qae os seus frettaetes nao se Incom-
mdem em comprar chsrotos em algamas das to-
jas de charuieiros, recebea tambera om bom sorti-
meiito de Unos charutos do afamado fabricaate
Panado de Simas; assim, pois, ncontrario os
apreciadores um bom sortimento na dita loja do
Curdoiro Prewdeote, roa de Queimado n. 16.
A ioj do cordeiro previdente
Ra do Queimado o, 46.
Mella acnaro os pretendemos um grande e va-
riado sort ment de perfamarias finas, taato ingle-
sas como Tra^cezas, sendo:
Fiaos extractos para lencos.
Banbas e pomadas para cabellos.
Oteo pbilocome e baboza para dito.
Ps hygiemcos para denles.
thtos earophorados para ditos.
Opiata ingleza e fraoceta para ditos.
Pasles com pos de arroz.
Vasos de porceloaa para ditos.
Sbeseles para ra.To e barba.
E nsaitos outros ofejectos qoe sero presentes
ao comprador qae se dirigir a ra do Qoetmado
o. 16,loja do cordeiro prevideote.
Bnj'eijs pequeas.
Vendeovse oa rua.do.Queimado n. 16. leja do
cordeiroiprevidente.
Cbaretes
da acreditada fabrica de .Jos Furtado de
Simas.
Vendem-se na loja;do^:ordeiro'previdente a rna
do Queimado o. 16
Boa tinta para escrever-se,
O Cordeiro Previdente, roa do Quimado n. W5,
aeaba da r tinta (Bloc blark), qae sendo to conbecida eomo
nao nacassaro explicacoes a tal respelto, mas
lembrem-se todos que a mlbor tinta qoe existe ao
mercado vende se oa l"]a do Cordeiro Prevideote,
ra do Queimado n. 16.
Port reiogios
Um lindo sortimento de port relogios araba de
cli.-i-ar ao Cordeiro Previdente, ra do Queimado
o. 16.
Trangas de ouro com pi-ngentes.
O Cordeiro Previdente, roa do Queimado n. 15
receben um lindo sortimenio de traDQas de ooro
com vidrbos e sem elles, para enf'ites de vesti-
dos e se esta' veadendo, por presos baslanto m-
dicos
mi m w
Cbefton ao aotigo deposito de Henry Porster &
C, ra do Imperador, cm carregamenlo de gaz d
primeira qaalidade.o qaal se vonde em partidas
; i relalho por menos prego do que em outr* qo; I
qcer parte.
*
RA NOVA N. iO E S2
dor
resfriador, serj-entiDas ttterores.
Fabricam-se bombas de todas as dimen-
Ces e qualidades, pelo systema francez on
americano, simples, de ptessSo, reposo, e
com especiaiidade a estanca rios atsim -p
nominadas pelo enorme volunte de.agua
que absorvem calculada em iOO pipas por
hora, e das quaes algumas estao promptasa
serem experimentadas.
Existera bombas, por este systema, me-
nores, para regar sities, garaDtindo-se n2o
s su a dnragau coma a grande qoantidade
de agua que fornerem peto aue s3o cons de-
radas hoj* as prmetras bombas conbecidas.
Todas as mais obras se fabricam vonta-
de dos freguezes e a sea capricho.
Existem sempre prora pos no deposito in-
dicado oa roa Nova n. 38, um completo sor-
timento de obras solidas, bem construidas e
a precos rasoaveis, como sao alambiques,
serpentinas, laxos, passadeiras, repardei*
ras, escumadeiras, cocos, candeias, e muitos
outros utenc.'lios preprios para essenbos.
como sejam mancaes do brooze, parafozoa
para rodas de agoa e ontres.
Cavilbas, macbos para lemes, pregos da
todos os tamanbos e para o forro de cobre
de navios.
Aprompta-se tudo quanto diz respeito as
obras de latao torneadas e polidas eom toda
a perfei?5o.
Vlvulas para tanques de banbo, torneiras
de todos os tananhos e quididades, assim
comn todos os ornamentos para militares,
botoes para farda, aparelbos para barretina,
nmeros, espberas, espadas, cornetas, alam-
padas turbulos, caldeirinhas, uarlas, aimo-
farizes, perfumadores.
Obras de folhas de flandres de todas as
qualidades, babs, bacas, bules e outros
nteBcilios domsticos.
Lampies para gaz para engentas, folha
de flandres e eaixas, folbas de cobre e la-
tao, tubos de chumbo para encanamentos de
todas as dimenees, fulbas de zineo,estante
em barras e veFcuinba, lancees e barras de
chumbo, vidro Snos psra espelbos-, de co-
res, bordados, e opacos, e outros para vi-
dragas, diamantes para cortar vidrea, cadi-
ohos ordinarios 9 de patente, rea para mol-
dar, folies para ferreiro. lavatorios com ba-
cas e jarros, trra podre e outros i nmeros
ohjectns proprio de taes estahelecimentos.
Sendo todas as obras inspeccionadas e
feitas sob a di recelo do sooio administrador,
Jos Baptista Braga o qual se acha d novo
especialmente incumbido da gerencia >te t5o
importante estabelecimente, isso urna ga-
ranta pela ua longa pratica, que tem os se-
nbores freguezes de que sero s-ervinos a
conteni, com promptiofio e preco commo-
do, pelo que os proprietarios lhe seroagra-
decidos.
Bival sem segundo
stii qoeimando todo qaauto tem em
seu eslabelecimeato de miudezas
roa do Quemado n. 49.
A Tinta faz f.
Caixas cpm muiio superiores obreas a... 60
Filas e cordSes para espartilhos, fazenda
boa a................. 60
Carritets.de liaba Alexandre com 400 jar-
das a................ 20
Duztas de meias croas omite boa..... 4Oo<
Resmas de panel almaco paotado a 40t0
Caitas com ,!) pbospooros de velliaha a. 160
Canas com p -litos de fogo maito boas a 10
Grozas de palitos do gaz a....... 25600
Oozia de baralbos francetes a 2J40 e.. 280o
Lalas eom superior baoba a...... 32'-
Prascos eom agua denlifice a...... 6X0
Praseus com supdor agna de Cologoe a
400 e............... '500
Prascos com oleo para ei&eFlos a 240 e. 320
Girrafas com agua florida verdadeira a 1^500
> 'bonetes mullo finos a 60, 160, 200 e 321
Ditos de bolla muito finos a 240 e 400
,j.ras de cordo para espartiloo a 2*
Pentai de voltas para meuinas a..... 320
Abotoadaras de dillerentes qoalidades para
colletes a............. 500
Jai-toes de liaba branca e de edres a 2<
abra de arda preta superior a..... 120
scovas para tato, muito Ona a 6( 0, 800 e l0OO
'aras de franja branca de linho para
Inlba a.............. iO(
artilba de doutrina christa da melhor
qnalidade a..........a 320
Uvros de missas abreviadas a" ." .' .' ." 29trt
hixlohs com 6 frascos de cheiro proprias
para mimos a............ 800
'.aixas com colxe.les francezes maito suoe-
ur.,orM................ 40
eias croas para meoiaos a 240 280, 320e 400
t^res de sapatos de traoca e pele a 1AS0O
Krascos grandes cora snperior tmu ingleza 320
Carrlteis pequeos com relroz de todas as
cores a 40 e.......
;Vo armazem de fazendas di
SantosCoelhotrua do Quei
mado n 19.
Bom e (barato '
_80
Soperiar aaaat de algodao da Babia
Vende se noeseriptorlo de Antonio 'Lal de Oli-
velra_Azavedo4 fli ras da Croz n. 87.
Mascaras
Novo sorlimeolo de mascaras de massa, de ra-
me, de cera e de s*da, domina?, nariz com ocolos
barbas, todo bem sortldo e novameoto chega-
das ao armazem do vapor rna Niva d. 7, e ven-
dea-se moli em cent da urna dozla para cima.
--------
Veo'ese
orna taberna com noocos fundos, a diobeiro oa
prazo, e tambera nma carroca pjr barato pweo :
tratar na Tona na apiiga padaria,
Cortes de orgaody branca maito fina com 10 jar-
das a 9J.
CamOraia branca muito Ona, peca com 10 jardas
a ff, 6$,7,&,8 e 95.
Dita brnca tapada, pejas do 12 jardas a GJJ, 8$
Dita suissa Moa com 8 varas, a peca por 8,5.
Dita adamascada para cortinado, peca com 20
varas a 1?$.
Dila para forre, pega rnm 10 jardas a 3.
Dita de cores finas a 300 rs. o covado.
Dita de cores moito fluas, a 700 rs. i vara.
Dita de liaba mano lina a 93 a .vara.
Baies de 2a e 30 arces a 24 e 25300.
Ditos de 40 e 50 ditos, nesgados a 4$.
Dilos de mosselida a 43300.
Daos de dita, esqulos a Sfi. *
Ditos de crochel a 4S5CO.
Ditos de mo'seiio*, o*ri msninaj a 33.
Salas beradisa 483(0.
Fi: de linho com saipicos a 900 rs. a vara.
Duo de li ho liso a 720 rs. a vara.
Grosdenaple preto, bom, a 13800, 2a e 23800 o
covado.
Moriantlqne superior a 23800 o covado.
Tarlaiana de todas as rflres a 890 rs. a vara.
Flanella de cores a 800 rs. o covado.
Bramante de linho com 5 palmos (l0 largura a
1&200 a vara.
Maadapeloes finos a 69, 7& 83, 95,105 e 125 a
peca.
Platilha de algodao. superior fazenda para salas,
peca com 10 viras a 3*200.
Atoalhado adamascado de linbocom 7 X palmos
de largura a 35 a vara.
Dito dito de algidao a 230fK) a vara, enastado
com a mesma largura a 1I00 a vara.
C .bertas de chita de ranagem a 236C0.
Colxas de fusto a 33at0.
LencSes de hambargo de Moho a 25400.
Ditos de bramante a 3550O.
E--partilhos fiaos a 5.
Pani.s de la adamascados para cobrlr mezas a
43300. K
Goardaoapos de liobo adamascados a 4g a dozla.
Toalbas de Itabo, lisas ealcocboadas a 113000 a
dozla.
tas de algoJo Felpadas a 23000 a doiia.
Lencos d caoaoraia tinos de 13800, 25, 23500,
33200 e 35600,a duzla.
Assim cerno ootras moltas farendas qae se ven-
de por menos qae em ouira qaalqaer parte, e da-
se amostras de lodo.
-'
enco
Negreta se orna msehloa de /zerpe|p, a qnal se
arha era fucerao ffiertiva. E' urna eset-llenle
acquisi(ao para quem qoeira eosinar a industria
de peize pelad.', como ha no Para, aonde ?i por
orna lei coocfdea se oros sabvenco de 55:0(05
aumifl pelo tempo de 12 anoc, ao-respei tvo em-
i.t.-7.v i.i \;.r- (ir ir ais exteP(o a e-la indosiria
psra abastecer aqaeili capital de pe xe frasco, a
preco har lo, p para lal Om moilo se presta a refe-
rida machn, visio estar enllocada as A'acdas,
aonde ba mana abundaocla de pene a prec/-> bara-
tisin-o, e pode para aqoi sf r transportado fraseo
com gelo para ser vrndido tarabem baratle eom
granee lucro, vende-se a dita machina on tomase
ama | essea como socio, pntrando com nm pequeo
vapial, para rnettior ioforroacSes, a tratar ua roa
du Mindego o. 99 M.nca de chic- late.
Machinas para descarocar algodao, do nn
Ihor aotor que tem apparecido na Americr
P tal a execuco do macbinismo, que o al-
godao sahe quasi tao perfeito como o de bt>
landeira. Recommenda-se a attenc3o doi
Srs. agricultores, estas machinas.
VTNde QUINQUINA
FERRUGI XdeMf3lTIER
Com Malaga e PjTopliosphato de ferro.
Este vinbo foi preconizado por toda emprensa
medical como sendo o mais poderoso tnico
empregado para curar a Ch'lobosis, Anemia
Exiianstacao do sangue. Deposito geral en
Paris, cm casa de Lalrencel, pharapaceutiec-
droguista. ra dos Lombarda, 41.

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B _<" S
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>"i Si/1 S t'',
m

MOLESTIAS RO PfiiTO
Aviso Importante.
Os uniros verdadelros xaropes de bypophosph!-
los de sods, de cal e de ferro do Dr. ChorcIHH tra-
lem a firma quatro vezes repetida deste sabio me-
dico sobre o sohscripto e a marea de fabrica da
Pharmacia Swann, 12, roa Castiglione, Pars
Acha-se a veoda em frascos quadrados eom o no-
Kdo Dr. Chorchill no vidro. Prejo 4 fraiROj eOi
is ; Com instruejao ^
VERDADEIRO LE RO
Ru Am Soma, 61, PARS.
I ca4i garrir, tu. Mr* a rlki e papH koI
jm ten o "f unete, um rotulo ImpretM eui =-
nlW coa Silu iKPmiit sot jtn* mmu.
rf ir.B.-'tatt-
Slsfr------1 x^----t*ntiimalt*tfa
^^jr/ CftOM^"? fc 100 franco e
*^ UrtPirt, reeltaraj
ea dr Tiit,
Misat'.aio^oxa-oa,
4o b*r.miito t -

Deostto na pnarmacia de P. Manrer. d
C. em Pernatnhnco.___________________
Joaqnlm Jo.- Goncalces Beltrao tem para
verter no sen escriptorio na ros do Trapiche
o. 17 :
Brioi de algodao da Babia, maito proprio par
roooa de escravo.
Fio de algodao da Balda.
Panno de aigodSo da fabrica do Illas. jr. con-
mendador Pedros.
Vinbo doP.Tio, em eaixas da orna dozla.
D'to do dito em harris de dcimo.
Marbinas para descarojar algodao
Toros de Jacaranda'.
T altiva
sN-
'l
<


Ill-
miarl* t reraaMbucs
I rtfol t*i+


uu-oLiisi^i^
i
-
1
>
i-
Collares Royer
H iMdlias elctricas laagaelices
K- ^ Ptt acreditado
aojada aguia branca rda do .Qauunado d. 8
v Apragoar -anda os prodigios etifeiijdos
-Mares Royer ja nao encinar ou querer
turodazu- navidades, porque a fama de sua
afflcacia tem-se tanto estendido, e os seus
feluas resultados a tal aliuca elevado, que
Baje rara a pessoa que por experiencia
propria, ou por intermedio de seus amibos
J parantes, ignore ou descoohe.a as virtu-
des desses sempre apreciareis collares
Hoyar.
A aguia branca porin a gloria de concor-
rar para un to justo din, se nao por ou-
ro mudo ao meaos por ter serapre, e cons-
antementa um omplato soriimeato desses
collares magnticos, qu bem se podem cba-
marsalva vidas das enancas.
Resta anda que os senbores pas de fa-
milia se facam convencer ,e que convem
nao esperar quo as cnaocas sejam atacaras
do mal, e por isso necessajio ou conve-
niente que eom antecedencia se deite na
criacea um desses collares para assim estar
alia preservada das coqv Icoes a se contar
H?re das rigores da deutigo.
-
'ara principiar o anuo de 1868
LOJA E ARMAZEM
DO
s eocoBtrario na luja do Paeso.
Rfaoiwfmos cortes de seda de core?, cora lindos
mames completamente oovidade.
Lindlysimos vestidos de eambraia branca bordados
com gosto.
Ricos basquioe, primorosamente bordados, e clti-
ma moda em ParU.
Riqoisymas cbapHoas de seda, palba a imilaeao
A aguja branca ra do Queimado n 8' r ere,ladas coa> lam g*to.
contina a recebar por todos os vapores; m Pa??* senlloras>3Bado e8tes d "o moda
topcwM qnaotJdada qoe ha contratado e **** ***** para sector...
por tssoacba-se ella aempre prvida oos ver- Uaot C0,ar aadotroa collas Royar eleiricos mague-' rZ iD,eir* D0Wtda,!e-
C08. ""*ae i GoMariDhos, puubos e gravaliabas de Clinoy, com-
vr____ i ,. Plaiauivtd.de. "
novas cnanphnfls "s:*** e,>oe* ** "rBm wfc bwios e de
ottiron nSio em Parir ; assim eomo de sndalo
ra lo Crespo n. a, esquina da rna do Imperador
non r??f?JtCJte*iT t*]0 V1*or auuniu> nm varladisslmo sortimeato 4e fazendis qoe dizom os
pS?- i S que foraai as B,e"lorM 9 Sustos e novidades qae encuntraraa. em
recommendamos a apreciaco do respeitavel publico, o segniaies arligcs oob
PAYA

P ^1C
inapeiinas
de (iia paika da lia I a.
A Agaia Branca, a' ra do QuSimado o 8 race-
bf a om novo srrtimento de buotta, cMpelinas de
floa pama na liana, ora.d.saoai drfcadE
a Agai.1r.nc, ., venda porros
Rape Viajada e Paulo Cerdfir
tA'T&Z?**"0 preVK,enl *' rna du Queona-
de iaa ""* TeBieM1 dMsM Presos vantijasos
*g -ariMeas ti *raadeestlMlec..
meato de $nza Soases 4 irraa.
Una Nova b. 28.
Tendera em gro**s e a retalho.
laftT"^ mt",J s'iv'"rwes' "bi surtidas
ttiia em oovuios, mals inferior a 1*500 e 1*600
Dua branca em caixas de 30 nvelos a 640 rls
Dtta para marcar, caita* rt-j t6 on->s a 210 rs.
Dua tranca era ditas de 10 dito irraedes a 360.
Dita em carros d* lOft artas a 3ft0 rs. a dona-
Do em wrros da 200 jarda a t40 a duna.
Dra eajcartoVs, braoca epreta.a lJO r. a <1iu.
RotJtas e cores em caixa3 de tfaiia, a 1S00 a
Riqoisslmos testimsotas de cambraiai primorosa-
mente bordados, com todos os psrtences para
creancas ge bautizar.
Rico vestuarios de eore=>, ledos completos para
meninos de 2 a & asnos.
Mantas de blondo para noivas.
Moiriantiqoe, grosdenaple sedas preta, tranca
e de cores.
Riqnlssimoa cintos, oltfraa moda.
Ricos enfeites para sacharas e neoinaa.
Llndissimas cbapelioas de seda e da paloa para
meninas.
Riqusimos corles de fantasa para vestidos de se-
ntar.
Lindos cortes de la para vestido, novidade.
Chapeos de castor a canotier, ultima moda para a
pastada em Par:.
Grande deposito de tovas de lonvia recebe-se por
todos os vapores grande wnimeBto.
madreperola.
ileiiam J*"11^*!''.'*"* reosse,lnas. Precalias, cbitas e nma Inflnfdsde de objectos
ueixaroos oe mencionar por se tornar macante.
Isto s na loja do Passo ra do Crespo n. 7 esquina da do Imperador.
qae
------.-
Gramoas com eabeca de vidro a 160 rs. a Ojia.
Apiilheiros pntalos a 240 rs. a duzia.
BmtJes de QMMdiBhas doaratas e prateadas, para
pemos, a fMOO a dtnia de paros.
Ortus de madreperola, para camisa, a S)0 rs. a
fffoia.
Diloe de osso, oara caiga, a 240 rs. a dita.
Oninhas coro soldados de chumbo a 120 rs
EspHhos de moMnra donrada |Ji^ a dozta.
Peales de lacp donrado, para coco, a 61 rs. a
dDlia.
Ditos de lacos liso?, para coco, a oiOO a dazia.
Ditos d mrados, com Dores, 2,8400 a duzia.
P****48 huidlo, mullo boas para alisar, a 2*300
e 22400 a dita.
DtMiMs amarlos e prateados, floes, a 240 rs. a
Jila.
Oiirbele em palxinhas a 640 rs. a dita.
fltos em cartoes a 60, e 900 rs. a dita.
Pecas de ffu para coi, larga,
800 rs. a Pitas 4e iida o. i U
rs. a dita.
C^taco braoco para ceronlas
de iwcis
Laaa de4oda3 as coros, para bordar, a 6oO0 a
Jibra.
PrMNphoros de cera, em caixinhas, a 260 r. a
foiia.
Ditos de t>*u encarado, sem eneko, a 360 rs. a
anua de castrabas.
t)iu de cera, am caixas graadas de folba, a
1*400 a dnzia.
Carulhas da Doctrina Chnsiaa a 320 rs.
hris de colla, em caiimnan, a 320 e 309 rs.
S>nete finos a 8Mfl el* a rtoiia.
Faeas e arpos cabo de ojso, fazenda boa. a
2*500 a 4tta. '
AhMioaioras Coas para coletea, cintos cora flve-
las de crystal, e muue ooiras qualidades, paice|.
as de comas pentes coro DedrA para coquea, en-
felies para Babefa, uro completo sor omento de per-
fumarlas re todas as qoaliad-s. colarlnho. can-
deeif js tz, fTrafns de todas as qnalidadesotc.
et*.; roa N..v n. 28
ALCAT

AUGUSTO PORTO C.
11Rua do Qneimado11
tn* ia,fl!??7a5 SP? eslbe!,ciinei"0 uai Pedido sonimento de tapetes, alca-
n'nL 'i! ?}- pa-ra umr M,as lud0 dl nelhor qualidade e das oais lindas cores,'
Rna da Imperalrix d. 60
ruif mutu u mu
SUCEsSR DE r"*
p : j AMA SILVA
o 8r An.eniX ?tre'U a s;lva'lnd0 dissolvidoamigavelmfntea sociedade que tmba com
EX*i T baritaS COa> fim ,e apurar (,inheiro> e diminuir o grande de-
Z ,i,M T"9' *?*? "*lezas com fraace'8s a"n3es e suissas, .lano de talas el-
MMostrasdeisaiido-ficarpeDhor. ou manda as levar era casa das Exma/faiiSni \ZT?"15ZZZZmn'"*m*'m ,es:,r
to eus caixeiros, estando este estabelecimemo aberto desTe Z G blm da cZ as 8 T'ml "KS* '" hlir0 ("'e >
.;.CtPra,aoPelosmsmosprecosque compram as ca^as'nuezas ganliand-s<
penas o descont podendo assim faier meluor sortimento. ganDanao Si
Tlaa bordadas e BabadSohoa nr./mi,/,.
Qoem quizer fazer boa compra de tiras VViCW I\flli
bordadas on babadiobos, achara um grande wn**W*\ Hltl
sortimento para escolher e por (reg mu i to 4 #"00
maisi barato do que em ontra qualquer parte, Em rrtfS dft la
na toja e armazem do Pava, rua da Imne-
ratriz n 6o,
Fazcadas para loto na loja do
ravo
vende-se selim da Cbina com 6 palmos de
argura proprio para vestidos a 2 o covado,
laazinbas pretas lisas, alpacas com listra bran-
ca a 1J o covado, cassas brancas com listras
preUs a 5oo rs. a vara, ditas pretas lisas e
coro slpicos vara a 56o rs. ditas francesas
com listras e ramauens vara a 8oo rs., me-
rmo preto, alpacas e princezas, oais barato
do queem outra qnalquer parle, na loja do
pavu, rua da Imperatriz n. 6o, de F. P.
daSilva.
I
<]
I
i
eo 10 varas, a
pecas com 8 varas, a 260
a 3 rs. a dazia
o que podem n^ vin,o ver aspessoas que quizer alcaf r ou estoirar seus saloes.
vest ios e blond com manta, ramo ecapella pra Loiva.
dem de gorguro bor.tad< s pretos oara a quaresma.
dem decambiai branca bordados superiores.
Basqumes 1e seda para senhora gusto moderno de i8 a 50$.
Coisas de seda, ditas de la e se<]a para camas, de noivas.
dem de crox e toattiinbas de croch para caderras.
Iem de fusilo brancas e de cores de a 10)5.
Cortinados bordados e adamascados-para cama de 20$ a 70|5L
Id-m bordados e adamascados para janella de 9 a 200.
Tapetes grandes pequenos para sof e portas.
.M naroP^0IdfChSeB,Ia P,:ira ?"brir m(,sas g^danapos erandes a pequenos, toa-
SSf h e f" a,KOda<'' atoaU,adu l "co e pardo, pacaob unos pretos .
azues, caswn ras rretas o de cores, tudo ptrf- mdicos precos.
Cbape inas modernas para senhora de palea e de crep.
Camisas de Ikiho e dealgodao injilezas e Iraiicez^s para h rA. nrot7 rVrfC e Prel sedas Pretas superares para vestid<^ para a quaiesma.
fas quahddes *** ^^ Wim* Cambraias brancas e de corea e $ do mui-
Saias, toalhas e lengol de linho ricamente bordados.
artian, US!*'!!?!?***** F* e **$"** chiP's d aol ngtezes e meitos obIfs
artigos todos vendidos por baratos piceos, pois s se deseja agradar e apurar dinbeiro.
11Rua do aiteuiadoti

Vendem-se supfriores rrtes de la roaiirada
com 13 ci vados, pelo barato preco de 42 o rrte,
isto na loja e armazt-m do paveo, rua da Impera-
trii n. 60,
(ambraias largas a f<000 e 1$28U
a vara.
Vende-se cambraia transparente com oito
palmos de largura, que facilita fazer so nm
vestido com quairo varas, a 13 e ld8(> a
vara: na loja'e armazem do Pavo, roa da
Imperatriz n 60,
SSspac-fitbos.
Vende-?e um grande sortimento de espar-
tilhi s dos mais modernos: oa loja e arma-
zem do Pavo, roa da Imperatriz n. 60,
CnrtludoN para cismen os.
Vende-se nm grande sortimento dos me-
Ibores cortinados bordados, proprios para
camas e janellas, peK s b rab-s presos de

Camelabas a 3^.
Vendem-se as mais modernas camisinb's com
Hiatifroitns tamo bordados corr.o de prevnlnhas com
*lejautes pQtihoa e bonita* atoni.ailuras pelo bara-
to pira de 3* 00 ; na toja e aruvtem do Pavo, t
rua da Imtierairiz u. 60, |w, 10|5, 15, 20 e 255000 o par; da- tem.
P Chincha em casimiras a IsGOO S O n53SCO rfe 13a imitacJr de se.ia, com 8 pal-
p;)Ve< j oos de largira. a 16 m ; colchas de ero-
LOJft DO GL0 VIGI-
LANTE ?M DO CRES-
PO N. 7.
O.-'proprietarlos desle lera corbeeid- es-
tablec h en io lem a s^ii.^cao- rJe lev^r ao
ea-
_ ro-
pa um completo u nin en'o d^ Lj, cto $de
apurado gosto e de inlei a n..\i.i?.tte; [qs
quaes esto resolv dos a ven er por fjta-
C s mu razoaveis, ci mo sejam :
Lindos cintos om jonlaN, bordado? ve-
drilbos, fa teste ser a melbO' que ha i*sie amgo, isto
na lo^ do Gallo Vigilante, la do CiestO
n. 7. '
Leques do madrepen la, sndalo, narfin,
madtira e osso, eir., rom lit.dos .'esenhos.
narn'^deft Ae pfh?e,
RiquissimHs guanees e tiai vas de finas
palhas de Iinlia, c> m vediilho, pu genes a
?em elle-, e ouiras can b(to.s da ateto*
palha mnitn pr(pii;s paia guarteier vest-
dos, chapellina?, etc.
Lindas bolsinhas ou Cubrios para 28 me-
ninas trazerem nos bracos, cada qual mais
bonita.
T<**f>iis'as.
Finissimas testaras para upIps, emtura^,
cabeliei tiros e afai.-.ies, as quaee g ianu>-
m< s ao comprador a sua boa quaJidae.
K railiNs
Superiores ni.valhas c ga e matura as quaes os abiiiantes ga:an-
Envas.
Luvas de Jnuvin, canurca ede seda brh-
pecb
loja o armazem dn Pavao: rna fia Imjieratnz n. 60,
PUJJHOS OM GOLLNHAS.
a 1000 res.
Vende-se urna grande porcao do panbos com j
nimbas de espniu de Imho, com r.s mais lindos
ordadiw pelo harato pVeco de IJ000 o temo, di-
-a>-buraados de cor a 640 res, -curto grande pe
chincha pelo pre(;o, oa rua da Imperatriz o. 60.
ktK>8 esgttiits.
a UWt
Cbegaram os mais mderuos haloes esiioios sen-
do verdadeiramente a'nencaoos o vendem-se pelo
barato weco de 24500, na lija du Pavo raa ras
Imperairn ti. 60
eaas a 14o r. t o pavo.
Veodam-se bonitas ca>sas inglesas de co-
res filas pelo i. arato preco de 2i rs, o co-
vado, ditas francezas fazenda mimo fina com
padres listrados e de (lores, assim como com
qnes coma
ditos para
arregacar cabellos, sendo de tartaruga e Lr*-
brandO peClCa de gl'OS- falcom pedrinbas e sem ellas. He.
Port Ronqnets.
denayles p'^tos
na luja do FavSu.
Grosdenaples la280
Grosdenaples a 15800
rosdeuaples a 2S0C0
Grosdenaples a 2|200
Grosdenaples a 23500
Grosdeuaplcs a 2800
Grosdenaples a 3OiO
Grosdenaples a 35210
? l ct-m cabo A
Muito lindi.s poit bnuqu
roaf.rep. rola, propiios para ca amentos,
les etc. etc.
Escoras
Finas escovas pararoupa, cabollo, cbapeesi
unhas, dtnies e paia limpar pentes.
Ahotuariiir: a
Lindasabouaduraspara cohetes, pulios
(e collarinhos
Perfumarlas
Finas e de todas as qaah'irads e dos me-
N. 64-Roa da Im^ratriz-----. 64.
Sova teja de ntadezas e artigas de modas
DE

l^ealdade
Este e^tabeleeimeBto a ra da tinperatr-i n "O,
recebe de su a ennta por tadira os paquetes fr- es diver-os orij^ctos da ultima n>oda de Parla,
eomo wja ooantus coque* Usos e enfeKados, fitas
de sar|a, ditas de seda Itsas borladas de indas
as larguras e de snoertor quarldade. nidos sapa
tos di* merm, de canemira e iaa, toacas de laa,
murtu bonitos cba^elimbos, babadiobos e entre.
dimos com nodos bordados, eravatas^te seda ire
la e h cores jt% homnm e wBOurag: as verda-
deira^ tovas de Jnovio -brancas e He eires mano
?> oiia*, cartairas de diversos feiina e tamaonoB,
Mas de amito boa juaHrtHde, pata aarawai, se-
aoora e (Duoinos, am iiaao sortimnto de bicrts,
stjarirthos, toocdores d* Jaearanoa' de diverso
Umanh-is, Blas oe vetado, trancas pretas a de c-o-
fes, liofliw entenas para vestidos, cinio* de diver-
jas qoalidades minio boaibis, lhuns, abulrnidnrah
#ara eolletes, JAa pera bordar d superjur qualt-
datfe, oma infloidade de benitos bneqtiedog tiara
rktocus, as nreitiores pertonarias e Lubim, Pver
Cpuurai *octedade Hycuntca, imo>"icidade de
biociii que detto de earucumur iitra sao se (tor-
ear ujassante, lado por pract mano oo-i mndoa,
fllSTOSU Ib. <;ulis
XII
Re da Soeeia
K)R VfJLTAlHE.
es)ile-8e esta eioeOeme tira por |X200 nm
ttflebura, oa Hvraria Ecaumica rna do Crespei
a mesma Irvrarta tnmam-se assligiatnras parad
*< d*>raole Relsono elebr* almrraait
ange a*edei9nHilar.
SILVA & NEVES.
.

Os propnetarios de*te novo estabelecimenlo otlerecem ao respeitave!
t pobbca desta bella cidade, e do interior ora lindo e escolhido sortimento de
^v iBiuitezM e artifes de modas, coocorrendo para isto o terem na urooa,ipe8r
& s?ss habilitadas a executarera stias encnmineHdas do qae honver de mais no-
S vdade e osto, e irarantem vender pelos prec/is mais rasoaveie do que em
gjg outra qualquer parte apar de maoeiras delicadas e sinceras.
WB) Acanam de recetier pelo vapor francez Guienns, os segoiotes bellos
- artigos de moda e fantasa.
Lovas de Joovm para senboras e hornos, de todas as aerea.
Irnos ^ara missa eom capas de madreperola ete.
ladispens^rers e boleas de to as as qualidades.
Okjds os ais modernos.
Rspa-tilhns ollaraB, e cintos de seda e vidrilho.
sVewaa de uipore, de seda, (blonda) e de aigodao, de todas as W*
qualidades. ^^
Complete sortuento de trancas, Qias, botSes e guarnidles de seda P?
com vidriMitiesem elle, graotinhas de seda, e manguitos de lustttardados Wt
todo de uttifflo gosto de Paris. *^
L*qae da sndalo aberto do mais apnrado traMbo '^^
Agu FWida e tunii orieotal Laman 4 Kemus. 9*p
8cos enf.iies e tniaruiceale flores para vestido eeabeca. 6W
Calcado para senboras e meninas. ^p>
Perfumaras as mehioree e mais escomidas de Lubm, ver, a fen- S y' 9iDJiemf ajMlin iiiu de ptrrcellans. crystal eprata ingleza.
mmo Meiaa d li/orin ac m nao ~...i.___~____.____.** i____
Grosilenaples a 35SOO
Neste grande estabel cuiento encentra o mnreS perfumistas at'o peseme cot*.
respettavet publico um avultado sortimetiio cidos.
dos melhotes grosden-tples pretos tanto follares le Rover
palmiBas miuoas proprias para meamos a largos com.. estreiu.s, que se vt-ndem rotiito Eletncos magnticos, contra as fmvsJPi
Srr?^3l.',0(Ir?.,'Utraqua,qUfparte y5 s das creaos c facilitar a dente*, d
m- me-mas. Ja ta.....nhecido -s prorJi5
fil tiUVB
de mo.reant.ques pretos, sedas lavradas ^W,^ l^^^S^a^^
de todas as Baratas propnas para a qua- aempre arando quaniidade ero dupi^ito. isla
rma e lu.o, dando se rte to.las, amostras, s na loja do Gallo Vigilante, rua do CfeU)
e mandam-i-e levar em asa das excedente- n. 7.
simas familias, pelos eatieiros, na oja e ar-
mazem do Pavo. rua da Imperatriz n. 60
----- _...,. b,..., wui- meuias. ja e tan i onnecifio s t
pra antes q.,e augment-ssem os direilos na destes collares anodinos rice nao b
aitandega, assim emo um bonito sortimento duvide ne seus cfficases eftettox, c"o
3<:o rs. o covado ou a Soo rs. a vara : pe-
chincha oa loja e armaaem do Pavo rua da
Imperan iz o. oo
mas a setelfaataeaa.
. Vendem-se booias satas ecnoomicas de
c&r, atjlo ^barato piece do es*s saias servir at para vestidos, fa-
zendo-se Ihe eorpo de outra qualquer fazen-
da dtierfiote ; pecbincha, oa loja e arma-
zem do Pav5o, rua da Imperatriz n. 60.
Baldes a 5, a5ou 3<5
Vendem-se um grande sortimento de cri-
nolinas ou baloes de arcos parasennora pelos em lansinhas na loja do PavSo.
,""i n a *it i*axnn ) ...._ _' Vi-ndtrD se a> inai m lOerna e uiiit bonitas lan
smnas de oma ^r4r,tewki eetre-eilas cores rnn"o
delicadas pelo bM precu de autaiu. 3ti
D.u.% deooresdill'-ieuies c<>m paianubis e
e lisias, Ciivadu....... .100
Bitas matisada* inoit.) linda, Cov.id.i. :ii
Ditas h.sladast idnro. cnvau.i..... gu
Ollas Iransp-reoie com \toUt !> teHx, co-
vado. .......... 560
e oulras rumias qn.l dudes de 1 &s nha< de ionio,
que se esio r^c tw .to por tod ns vapore, na
oja e armaxem do Pavo, rua da I nperaitiz n. 60,
GRANDE tammBLk
baratos precos de z&, SKJooo e li por haver
grande porcao, oa loja e armazem do Pa-
vo, rna da Imperatriz n. 6o,
L3nzinbas de cor a 240 e 300 rs.
Veadera-se lanzinhas matisadas, padrees
moderaos e muito benitas pelo barato preco
de 2 Grvalas a 400 rs.
Vendem-se gravatinhas pretas eslreitas
da moda pelo haratissimn preco de 400 rs.1]de Fel,x **"*" '* s,,va
!l
Me.aa de <**o, as" mm flaas TSSS^S!^^mm Wt S?*,' ^ *'? de *S t*'^
ao mercado, para seducir* e bontens. S ^,,,la 5?*^!! u.m hom y^. *om "u
Chapeos de pama da Italia, e a mitaca para meninas.
E un e numero de artigo, de gosto e fantasa que s a vista
podem ser apreeiade.
eada urna, assim cotuo um grande sortimen-
to de cores lisas e bordadas, por barato
preco.
Chales de renda.
Vendem-se superiores chales pretos de
rsmia, pelo barato poe de O-'OO rs. cada
am, avsim como ditos de guioure fazen-
da muito superior a {<)> o I000, e um
boa i o sonimetito de capas e reioodas.
fts va saqun luis da Pava a 1*5.000
Cneyoanm elegante sirtunemo doa mais mo-
lernos e mais {em eofeitsdos cataqQHMos de.
irrosaenapK prete sendo com sintura e sea ella.e
nstr is a imita(-.j de jaijneiinfias e Vfodrm-M pe*
>># tt*t* i"|-. .r^aum dnav-o roasU Imperatru b, 6o,
do P. P.r-ira d* Silva.
Vendm-se horatas sedas de cores para
Eswavos futrid.>8

ica
Liv aria en
4^eariB ilvrari fKjrrj.ma^HM d- f .
^.Josa de Mello, roa d* Cmu n 8?, a s-pi.l teg
flftra!. dj Dr. Oieroo^x : fvmntorto oo Cuto me-
4cx, mitcit'f n a a-r.pva<> oe jodoa i~ med
sifienK. Asnai fio t ..tome d +W *>ri-
aV com 1.94 *Km** n i letio, n.-ad*rnoi. J>rn-
i$. Direnwnc de nteditma popular em qoe
S* *-.TTevero ns >ymt"Da>,a-rat)>as e o tral
OV-nt. inlsii4 e'T< 'r*.>oaeem acrommo-
dad* tel|t--ncia da.pM*nn e-ir.nas a i-rieD-
ia med a. frrenra vhfo, i Mlinm com U
Idaras oo lelio fBCaderuado. Preco 20$.
H'ieaa quizer apr at.
""de-'e nma talwrna mi tw rr/s tntor*l' a.
Mi -m aran *b meli^ree iicv-hdaaw IMmar-w-
1fm-n\a p noria pura goa.)H-r t^ineno,ioI" ;|>or
t-rm tmidao, e lamiie^n fa-> neanei^ cid
aatm-Hfc aoe* artig -) roaNo Mad : %
t^"T.L,'1 vrin* la on <-oerf, uataf.
v.4. HU "~
Mr. i. rt. i ~ an* -nr>a ar a.in -a, nva
talea. 3. '^n"'W >' Rw-w roa da

. llin.Hl.-. r-
iSVe*-**** -M-ai naa> I Ustf Mi
'-. ktatOTM Watania. .fft
-w i. Mi

M-i-
de BLANCAEB
*u niODKaro na Uu letLilaa-tx
Approvaaa? p!a Academia de Wedecma da Paria
araz-ura- nao eotn^^mu ta.-.;n. m uiMnan
ixevrrcwiT.^A* u> -. -.ri\r.t* e bun.,. i uuei,. m hun, m taaa,arcj
*'MM< > WMIMJ ClilMllW 4 H'rr-Ymk. BSa. 4 *1W. SAS.
al SMnMa matoniato Wm 'ese* '-..-ntaa d unta tatiiiNladr un*.,, tt
t*snui|t, a mt \~a!ier*ru!. ra .tftor, o* cik .^njurou tlume, # <3 rn ainsrrat m
*am rtnromi. Oitanrh- ra-, prujirnfode 4n (mo e ruMi lis a<-
alimtr a. ffn^ac. *;u,*iua, Ktcrttvi.*. MHwMm. *7aii, o. Mumli,,
i*rJ "J. rae; ruin* lia lVs-e tM.vtMKn miun tueilICieaf du ania i
fian para rai)itt>' m.-iFimnn rnwi>oj. rVcaa* aa *u.!cjUj.
__? ~ ""-ai a* Icib lupura ina a aMMMa-
' "*!. mane Cao r^B vsMelraa ruaia* Mr Ho5tfi, <* ei*" j au r
*'*' *' a*wei..>aaa>a.mw.ra.. .n
Vende-se o pnaruMcia/te P. Maurer I a covados, temi entre ellas ali'umas pro-
prias para lato, pelo harato preco de 2d o
covado, assim o mo se cores per precos mais commodos que em
outra qtiatqntr parte.
Panno preto a %W e 2ooo.
Vende-.*e panno preto operier {irnos ^e largura proprro para Daietnts e
'caucas pelos baratsimo* precos de 1 600 e
hJjJOOt) o covado,- grande pechinc&a.
Mt)i- Vendem-se dozias de meias de eor escura
sendo meias de muito mais dinbeiro poioi
ligui-iara-se a 2J, por ter alynm toqoe de
moto: ditas iogl-zas cruas muito eocorpa-
dasaSaduza
VESUDO^ A 4AW 0.
Vendem-se bonitos coces de aeatidog de
canihT-ia trafica coro liodas harraR tairdadas
a ijJOtK), dit-ia mais finos ri.m as hrran bor-
dadan a cor a 51, >5 e K(J(H'. ditos de fan-
tazia rom sudas barras e enfeites de seda a
#l'J0O,
S n>uilIH4 as navas aadpelina-
4ii0 cliesaraiit aa'-a a loja de Pd-
>d a 500 Be. a cavada.
Veiiidrin-Sri aa biIk Hala poiipelinaB ctie|f*dw
pelo ni'iiit'i vapor, sen i transparentes e enfeitta!-
nim jnadnnhos miudinhus cut as i4'es inai.
mOi-rii como aejam : maneni^ >i(eruio, vvrrte,
y '.*ii'>, aiui, c*oia.eri'M etc. ele. earanund >
*h ,90* Bete jeoero >i an t**8t vtnde de mai
iniiieiDn ao r**rcad'>, para vt^nd > raapa *>'
enantae e vendem se pelo*aralwww(i4rei) BO"
> o.t>>vad:|> anicaaiierrte na .loia e aroi^Mm n..
rau, ipa dl Imppratri. p. 60. de F. Perelra da
Silva.
Bocuas alpaeas m !|a do Paao.
Vende-se um e ir y 4 b(h .-_i.-mu.ui-> a> mais Un-
tas alpaca de cure, lavradas para v0>lidus a \&
o covado, diixK mai- ......152--0
tinas de flormtm a fit)J rs e ir.o
O'taslua de indas a corrsa 64;> e 800
a loja e arrn^ein o o P.ivao, run da impL-raliu u.
60, Oe i'eln l-'cieira da Silva
Poil de Chvte Da luja do Pavo.
Vende >eo mai uiiiiirruii u >" rtHi.h'0 targn, de
nma > cor, euiiu ms luS'.ro3o qoe a uiesm* s-
da, pelo pr-co oe.......2O00
Sito man aliauo, pjrem cm a c'es
mono liodaa, covado......'iOO
Oh.i eom lita de eoa a f0 r*.e. 10UU
na Jeja do P-vao, rua fla liu^erairiz o. 60, de Fo-
'X Prreir o.i Sseat,
Alpaca m' nstn, covado a '8<> rs.
.''Veodeiii-seaip^CiMiii' u-iroescui .> p tndo 8 Laimo de largura, .|iih taeiota (a-r->
una veMid" rom 8 -.,, 7. a 28J r.. UU0 ^SnX^SSS^. / 'V.-obro;
corte. 8ajoa du P.^ Voa da Implla o. O, ^^^"^SS^ .....>
Nova inveijcao de )>tmk?.
nal na Nova i. 3o.
3r- Cbegou um soriiment de bi mbas
as tuelhores (jue aqu tem vindo, por tirar
auoa sera nii^uem tocar.
EucaDanieitto para flJua, na
iua Nova n.^il
t&" Fazem-se ecuncerta-se n elcor e tnais
baraio do que out o qualquer pnr ter Ljt-
tos vindos a Europa de cont;. propria.
Clif^ou afin;>l
A ponadla galopean
para cora rapiua e cnoiMea ana calina daros.
VEnOESB KA
B-ilca e dragarla
DB
Rarfholosnen eft r.
34lua larga do Rogarte34
(R-HiNiA-SE
a qnem capturar e ri.nduur a* leir-ea de nbone
Af.paio, oo a roa rio -A mor mi n. 41. oo rWs o
e>crao Lwitj pirdo, Hlade 85 son. s. qoal ia' o>
prinntiii. deMeaoou toi pre'u por toam.,, e oe auva
eva.ii.. he da mesn.a fal.nra, icoe liat-sll-ava. o
madrtiirada de homiMm nltiit, 24
le Peh fw-iia da Silva.
C-m^as para cica a 400 rs. o covado.
Veudeiu-SH supe tures k->um- Ua>ir. z.s uno!)
*nc rpadait para csica- e tialiiri, peij baiai pre-
cu de 400 rs. ncin.ii, >upeiiire- brius de huh i
paidos, uaocadiei e Ii.s, as.im romo dit< e de ro)
res, /atando mo'ti aTMati i ir. m l ji o ttaMBJ
du Pavis raa da ttaperatr\z n. od, d^ Poiiv pcrei
ra da Siiva.
Chitas (retas a 160 rs. o covado.
Veadi-.-d cti u preta nile;a iia a lo r-, o co-
vado ao a pe.sa pnr sa^eu'ii 3S c iva o, onas c ui
lala). !ia.>. h. ih r | zeirta, Imi r,. o c ,*** ou
a pHi;a Dur 31SHO, a ta Vaneo/a,' lar.8. a 3*0 is.
o cuVado. niu-M-iuia- i.F'ia^ a 401 rs. cov.id na
ija o aim-rein 1 Pats>i -im da uoperar z u. 60,
de Francorn frrica na so.
Fazendas p*ra hiin na 1 Vende.Si Snp-riur -eom da mo* BM OOl
Vaeoda luda de la h ann luMM, Cittl 8 p.iau- de
largara, aunf^ril-l. f.j^r->J uiD VeotidO ap-n.s
< ficovadoN a a Ir-. -&olQ
ni erur bniiria-.ua eom i panno* a
l600e..........ta>00
Supe iur c.Din. s .n lu-o.) nu>a tu i:< 0
Lansiohae litas, r.ja*. 4flW e 500
Casaaa prea !< mu, a'uiti 8 .e CulQ
hutas, v- fa a 500. 58o MO o 801
Sreiinai> p*rta-, waadu..... 4* uotras nmius ?/i-U'ia pr.nrw< para ib<>, na loj. ti
ainvuem du Pava >, rua da Imperatriz u. 60, de
PrliaPe'e'ra da Novid..t|.- em rhab 8 a CfJOOJ.
Vendem-fe n. in.is ni i ir. ni .ix htn'l >-
halen 'kHSt-, Mii'trf de unta s <'Or, itieaiiud..
ten las da nvniea t*en.|', uuai uh.-iU* r..iu n...o
la contas d aif Ir. >endu ue-te arl g u mil-
liodern d t-m vind.i e en I-.- n l areQi>deda0"6, n'iie*o.e4 na i-.ja do Pita.., ru-
da Impera!"/ *); eV"i *>+" v da S Iv*.
i'"'m itaaisri a Vrnite-e kw n.ie. <* .en 3'000
?""0, ^ 00,35 00 e fiJ.llO n. I0|. a m ten
dj Pavau. im Ma <| tipu-rairrt a. 80, de Pe \\
Prtra da Suva.
. llegar
pruprui Bime, e bem i:.mo > do ?eniior. e liana
pur i-aMigu urna cuirmie ferliada rir.ti.ra e od
tjroo'elin, do que d;vira' couseivar ai. menoaj
mairha.
No rt-a 24 de janoiru de \H"< te|iarM>en a
muala Lailou, e.crava, ci m idao- de 24 a ao-
m*,alia e *>-r ai, rirpo, teaa eab tu* ann>l-noa,
andar laraMS, HnanjpajMIa o emu q..auui> ana- >
tem sardas*! ratajbl e mh. S piMi.e, uuai.m. re ,|
parece qu-rer turar, p. i nenuMna e ([ da
Caa de JiAl FraOClsCil F.oreira da S Ni. Kr?f.i,
*>n. J raeoa de Macelo, por Pnts) UIrrw., cm qein |,(,ha |,fynri s llliril., rnJA
>ecluftnr baixi-, b-Di f-lio du cu f: de ,tm~
tu de palna no Con-, rr athenrai*. b-n. pin |>ic
r nrtlid'i a val>eie; rrp*ra e llirnir^..e ii.au i-
oelru, osa du cah-lius ci mprido* e ieii..s. i-iu-
u-a andar mai as utihae a0. dedo puk^utt ims-
rlda.; M lrcula e arg j pata |. ., | i.mie I.ievf.
rua earn>a .que me serve 0e gma ,*, iraM**r,
S-nrto a rrfeiieaP.Pr>v. aprehrnd.d. --^.atn-
roa sealmraa) Marta g,,,,hia d(Wrvwe... m. Ja-
ragua i u o Sr. Ju-hdu da Sna K.- v >i- u> Ke-
n ruado. Vi(jauo, ivr bem |r.|>Seai uu ira-
bilho.
Fuv m da Car de y u setihu a' I na da ln iu"
cairUrP. 18, Orscia.vn 'iiuolo de n nr F i-rei... 4
quai (. 1 C(iiiii.r>di: a Ant m > J annm. m- Hh-, mi.
radnr na rrrgu^na de ngfta fala. n>ini.%
d>S Palmares, niju e.rravo len. o- .gr. ra)u li-
le: erlalura VpQlar,- irloK^di. n roil", |..Mdj
largo e osa de fimiia (eirada. id fu a. I u m-B-
eancado, a>ipidu iro nio miinn.. n (p ..,,.,.
di pe; er d.rb'ado pr i'in.3 A .- 1 1,1 m ; lewuj
>lo*arenm < itim, ramn hciu r>fS
lint de (-M>o, ctieii de.paWih .-ti.-..";, ei.ua
omita i'.". Uiba r.i^a de bnni |>ar ->s d- sig da- suihtf M-i-adi tefta- e (.11. I-11-u.HO
M f 11, .le i.aiwt.i pune., oat* .41 n 1 i.r. q.t. ra
>4t|.p 1 w 4tr>ilsdii na n.en a .iu>i. i 1 t>-ij
r-if*- ** t.t SSfeSaS pi.liriae> r ,.ni.e>e .. g
Ar*. rapitae le raiitpn > eaeiraii. u"li "ei
irarelHi a* casa actipa aeilaiaia, nue n;(. gi4i,n>
faSM,
Lnit da Sila Ferer.
um~]




M
1 YilliaMfa
*
s
___
Diarlo Je rcrnsmtineo Seila lelra 14 de Fererelr
____.
HsJtL.
UTTERiTORl.
0 conde de |mors
Octavio Fefllet
Trautraa j
DI
Pinheiro Chayas
YOLUME 2."
(Goatinaarao)
VII
Eila que se cohecia perfeitamcnte, e
defioira-se com pasmosa verdale. Por ti a
<1 contas a marquezi de C iinpvalloo, da
mesan farola qae o conde de Camnrs, nao
era tima .-x'.epgto no mani parisiense ;
porm duas almas lo energ cas. e don*
espirito* lo privilegiados deviso levar a
riijsimos extremis as ordinarias deprava-
rles.
A atmesphera art Cio parisiense ronba elle divamente s mu-
ll ;res o gost i e o sentimento do dever, dei-
xaalo-lhei apenas o sntiraento e o gosto
do prazer. Nese meb esplend lo e filso
coa) umi pepa mgica de theatro pardero
ai iiocSsS verdadeiras da vida euagera', da
vida corista! era pariiculir, e podemos afoi-
tamente dizer que sSo pagas tolas aquellas
que alio edicim pra si mesmas (na allo-
mas que o faeoi) uma es^e;ie de taebaiJa
apartada do turbilafio. SI) pa< so pensam om ardor na voluptuosilale
dos sentidos do csjirito, porque nao teem,
nem urna vez por anno, urna impress >
qualqaerde ordem moral, a nao ser que lli'a
eacrave f arca oo corago o sentimento da
maternidade, da mate nidada qu ) algumas
(jcteslam ; sao pagas como as gentis e ca-
tliolicas profanas do~seculo XVI, apa sona-
das pelos explendores dj luxo, pelos velu-
do, e pelas sedas adamascadas, d'Ulas
pelos movis precio os, enthusiastis das le-
tras e das arte*, aloradoras e si mesraas
o dj amir; 3) pigas deliciosas como Ma-
na Stuart e como ellas capazes de se seo-
irem chrislas no cepo do patibelo.
Fallamos bem entendido ms me Inores,
no escol, mas que leem, sonham e pensam.
Eia quat) s outras, s que tomim da vida
de Paris apenas as feices mesjuionas e o
endoular pueril, qae se vesica, mexer.cim
agiura-se de da e de noute no vacuo, e
dansam com frenes, banhidas pela ciuva
luminosa dos raios d) sol parisiense, sem
pViXoe.se sem peo amentos, sem virtudes,
e sem vi i s sequer, devemos confessar que
rilo imaginamos que haja mais despresivel
gente.
A marqueza de Cimpvallon era pois ella,
como dissera ao bomeaa que se Ihe asscrae-
lhava, urna verdadeira paga ; e, como dis-
para tambea, o conde de Camors, n'oraa
dessas horas solamnes en qieo deslino das
zaulheres hesita e se decide a maior parte
dasvezea debixo da afluencia do homem
A quem amim, lngara-loe oo espirito e no
conco um germea que fructificara mara-
villosamente.
Cimors nao pensava en deitar as culpas
a si mesmo ; impressionado por todas as
harmonas que oaproxi oavam da marqueza
Jameatou mais amargamente do que nunca
as falalilades que os separa vara. E' verda-
de que ao mesmo lempo, tendo mais coo-
fianca em siproprio, desde que se agringa-
ra com obrigaces de honra mais estrictas,
entregou-se daui por dhnte com menos
- escrpulos curiosidade e s commoces do
D-arigo, coatra o qial sejulgava protegido
invencivelmente. No receiou freqoentar
mais vezes a casa da sua formasa prima, e
coatrahio mesmo o habito de a risitir um
ou duas vjzes por semina quanlo voltava
da camira. Se a. cnco-itrava sosinha to-
mava a sua palestra a feico irnica e sur-
damente provocadora em que ambo i prima-
vam. Camors nao olvidava a audacosa con-
filen :ii da opera, e gostava de Ih'a lem-
brar, perguntando-lhe se descobrira em fim
o here de amor que procurava, e que, na
opioiao delle, devia ser ou um acelerado
como Boii/wel. ou um msico orno David
P.izzio.
Ha scelerados que sao msicos ao
mesmo tempo, responda ella ; ento o
ideal .. proposito cante-rae alguna
cousa.
Pelos fins do invern a marqueza deu
na baile, os bailes della tinham un a justa
fama de magnificencia e de boro, gosto. Fa-
zia-lhes as honras com urna g'avidad a su-
prema. Nessa noute vesta um falo muilo
simples, como deve fzer urna dona de casa
que se preze de cortez: un longo vestido
de velado sombro, os bracos aus e sem
pulsairas, no roseo seio un collar de volu-
iaosas perolas e por toucado a sua cor6a
herldica piusada ao geiro edificio dos
seus cabellos loaros. Camors, entrando,
apanhou de relance um o bar da marqueza,
que pareca espera-lo. O conde visilra-a
ua vespera e houvera entre elles um esca-
ramuza mais viva do que de costume. O
brilho, que emanava da fronte de Carlota,
i deslumbrou-o. A formosora della, escan-
decida sem duvida pelos secretos ardores da
luta, e como que Iluminada por intima
chamma, tinha o esplendor fino e sereno
da um transparente alabastro. Quando
Camors consigui aproximar-se della, e
comprimenta-la,cedendo involuntariamente a
um raovimenlo de apaixonada admirarlo,
exclamou:
Est esla ooule formosa, prima, a
ponto de incitar a commetter um crime I
Carlota cravon os seus olaos aos olhos
delle.
Sempre quera ver isso, disse ella.
E afastou-se com a sua habitual e sober-
ba indifferenca.
O general aproximra-se, e, bateado no
hombro do ende :
Camors, disse elle. vos: provavel-
.meate no dansa. Jogamos urna partida de
. iadrez ?
- = Com muito gosto, general.
E ambos, atravessando duas ou tres salas
dirigiram-se para o toucador da marqueza,
pequeo aposeato de forma oval, de ledo
' altissimo, e com as paredes forradas de urna
i seda vermelha e espessa, matizada de flo-
res oegras e braacas. Ainda que se tinham
lirado as portas, dous pesados reposlelros
isolavam completamente essa cmara da
prxima galera. Para all que o general
costomava ir jogar ou dormir durable os
seus bailes. Estava armada diante de um
divn urna pequea mesa de jogo. Era
essa a nica alteracSo. No mais o toucador
-conserfa-a o scu aspecto familiar de lodos
os dias, trabalhos de seohora principiados,
. livros, revistas e jornaes espalnados por ci-
ma das mesas e das cadeiras.
epois de duas ou tre3 partida? qne o paramethor. desfroctar urna circunstancia
geaeral ganhou fCamors eslava distrab lo): agradavel.
Tenhi retaorsos, mancebo, disse o Ea, mioha senh ra, amo-a, e amo-a
mirquez de Cmpvalljn, de o roubar por ccbjo deseja aer anuda .. Amo-a com
tanto tempo as aenhoras... Hestitoo-lhe mortal fervor, bastante para me deixar ma-
a sua liberdade. Eu von dar orna vista de tir por sua causa, para ser tambem capaz
Olbos a estes jornaet. j de a matar.
Parece-me que no ba nada de novo, | B#m, muito bem disse a marqoeza
tornou Cvaors, levantou-se. a naaia.toz.
zar das leyandadea nlo pequeas da sna ju- odiosa mtrtfa, e que obedece soa conset-
ventuie, ia ac della a mlhor geule. k enca transmiltindo-lhe este aviso.
marqueza ieCampvallon frequeotava estas A marquen, depois dolorleabado a lei-
rennioes a petfgo de Camors, ^ a condessa tora, estendeo framente >-erta ao general,
de La Roche-Jugau se^uia-a, porqj a segua Assignada : Leonor Joaona de La Ro-
para toda a p com seo ilbo Sigismundo, che Jogao, disse ella.
Nessa noiit MB>3o estava pouco nume- Acha ? disse o general,
rosa. -'XJ^^BBBgado apenas bavia aljjuns' E'claro como o dia, lornoo i mar-
minutos, -a satisfacao de ver entrar o queza. O decer piedoso... prestM se- qae exige a laiacio "de" machinas" de'um
genen arqneza. Esta exprimio-lhe ductores... pesseas honestas... pode dis- COnsiderave! tolume.
lo dd! Camprs Elysio?, e o 5.* a* atacSo do
Lcuvre e a- da ra des santos padres.
Segundo annonca o Journal des elega-
phes urna rede subterrnea da mesma na-
tureza reunir prximamente as principaes
estarces de Pariz.
O ar enpregado como motor, compri-
mido por meio da agua e nao pelo vapor,
Peg un'un jirnal, e encostou-ae aofo-} Maa, cootinuou elle coro voz surda e
?5o, aqneceodaos pos ora um ora oulre.jabafada, amano-a, dizendo-lh'o, procurando tr^nqnllamete a penn qae senta, por nao farcir a letra' mas nSo o esivlo. e o E'orna infeliz applicacSo acescenta a-
general, refdstelluo no divm, percorrea tam ,eo inpirar-lbe amor, violo iodigna- ter estado em casa nos dias precedentes qnan- que ainda mais decisivo que presta ao quelle jornal, do sysiema imaginado pelo
e Mmitor do exeralo, approvou algumas mente-brigagBes de- honra, cuja existencia -do elle a puntara, mas era difUcil esperar conde de Camorssopponho que a elle engenheiro Sommolier para a Derfuracao
ra, e outras tambem de quede cer- urna explicacao decisiva n'uma r da to pou- qoe allude a cartaos prejectos e os calcu- Ha Monte Genis
nao ignor
promocoes, reprovou outras, e pouco a pou
co a lormeceu, con a cabera pendida sobre
o peno.
Camors n3o lia. Oova vagamente a mu- julgo-o, e acceito-o. Despedace a ultima ca- debalde interrogava o rosto de sna joven j Se eulivesse a certeza de que esla c-
sica da orebesira e scismiva. Por entre deia moral qoe merestava. Saio das filei- prima. Achava-o bello e fro como sempre.; varde epstola fra por ella escripta, nunca
as harmonas, )s rumores e as tepidas fra- ras dos homens de honra, saio mesmo das Augmentaram-lhe cimisso as ancias. N;sse mais Ibe tornava a p6r a vista em cima.
to n'io sabe. Como honiem me disse, um co numerosa, e debaixo das vistas vigilantes'los da condessa que o general tem percebi-
crime. Nao procuro atteoua-lo. Encaro-o, da condessa de La-Roche-Jugan. Camors do t3o bem como eu, supponbo.
grancias d > Daile, seguia com o pensamen-
io lo las as e'oLices daquella qae, eotre as
multieres que al!i doudejavam, era raiohi
iocontesiavel; via-lbe o pisar altivo eon-
deaule ; oima-lbe a voz grave e musical,
respirava-lne o perfumado bafo. Este rapaz
saciara-se de tu lo; o amor e o prazer j
ufio tiuham para elle nem tenta?es nem ar-
canos ; mas a sua imaginaco gasta o enve-
Ihcida despertava cheia de fogo ao con-
templar esse fjrmoso marmore viv e pal-
pitante. Essa belleza pura, severa e secre-
tamente devorada pelas chammas, agihva-
Itie o sangue uas veas. Realmente Carlo-
ta era para olla mais do que urna simples
mulber, mais do que urna simples mortal.
As fbulas amiga*, as densas encoradas,
as hachantes lascivas e ebrias, as volupias
sobrehumanas, o impossivel e o desconfe-
cido no amor terrestre, tudo all estava a
dous passos, mio, e de tudo isso o se-
parava a penas a somora importuna desse
velbo alormecido I Mas essa sombra, em
fin, era a honra ..
Camors litara os olbos, como que embe-
vecidos e absortos no scismar, no feposle-
ro que defrontava com o fogo. Sbito esse
reposteiro ergueu-se quasi sem bulla, e
afastando as pregas do velado franzido, eo-
tre-mostrou a marqueza a sua fronte juve-
nil e coroada. Abrangeu de relance com a
vista o mbito do toucador, e, depois de
ama pausa, deixou cahir de manso o repos-
teiro, e avjn.;-)u directamente para Camors,
que estava pasmado e immovel. Pegou-lhe
as mos sem dizer palavra, cravou nos
olhos delle o ^eu olhar profundo, lan^ou de
novo urna vista de olhos para seu esposo
adormecido ; depois, erguendo-se ao de
leve uos bicos dos ps, ol-receu os labios
ao mancebo. Camors teve urna vertigem,
blvidou tu lo, debrugou-se, e obedeceu-lhe
Nesse instante o general fez um movi-
miento sbito e acordou ; mas j a marque-
za estava diante delle, pousando ambas as
oaos na mesa de jogo, e sorrindo-se.
Bons dias, meu general, disse ella.
O general murmurava algumas palavras
de descuida; Carlota compellio-o, toda
rison'ia, a aconmodar-se de novo no divn:
Ande, continu, accrescentou ella:
venbo buscar meu primo para dansar um
cotilln.
E voltoo caminho da galera. Camors
seguiu-a. paludo como um espectro. Ella,
passando pelo reposteiro, voltou-se e disse
Ihe a meia voz :
E' este o crime.
Depois engolpboa-se no seio da multidao
que anda encina as salas.
Camors nao procurou tornar a encontra-
la, e pareceu-ihe que ella o evtava tambem.
Um quarlo de hora depois sabia do palacio.
Voltou logo para casa. No seu quarto
estava urna lampa la acesa. Quando, ao
passar pir diante de um espelho, vio a sua
pbysiooomia reflectr-se no vidro, teve mo-
do de si. A^uelli-scena terrivel abatera-o
deveras. Nao havia duvida; a discipnla
transformara-se em meslra. O facto em si
nada liara de surprehenlente. As mulbe-
res elevam-se mais do que nos na escala da
grandeza moral n3o ha virtude, nao ba
dedicacSo, nao ha herosmo em que nos n3o
vencam ; mas, quando se arrojam aos vr-
tices, desabam mais depressa do que os ho-
mens, e descem muito mais abaixo. Isso
consequenca de duas causas; a paisa i
nellas mais violenta, falta-Ibes o sentimento
do pundoaor.
Porque emim o pundonor, a honra mas-
culina, alguma cousa vale, e n3o a devemos
deffamar. A honra o pudor da homem ;
o seu uso nobre e salutar e delicado. D
realce aos predicados viris. Algumas vezes
uma .forca, um encanto, sempre. Mas
pensar que a honra a tudo acuda, que em
presenga dos grandes interesses, das gran-
des paises, das grandes provages da vida
seja um amparo ofallivel, e um ofallivet
broquel, que suppra os principios vindos
daregio mais alta, e que emfim substitoa
Deus, commetter um erro gravissimo,
arriscar se a perder de todo n'um minuto
fatal a estima de si mesmo, e engolphar-se
de sbito e para sempre nesse sombro
ocano de amarguras, onde o conde de Ca-
mois bracejava com desespero, agonisante
e perdido como M naufrago ao seio da
noute.
Travon comsigo mesmo, no segredo da
sua conscencia, durante essa noute nefasta,
um ultimo e angustioso combate e per-
deu-o. No dia seguinte, s seis horas da
tarda, estava em casa da marqueza.
Encontroa-a no quarto, cercada do eu
luxo regio. Eslava semi-deiladi n'um di-
vn ao p do fogao, um pouco paluda e fa-
tigada. Recebeu-o com a sua despreoecu-
pagao e frieza habita es.
Boas ooutes, disse-lhe ella ; passoo
bem de hontem para c ?
Pouco bem, disse Camors.
O que teve ?
Creio que o adevinha.
Ella eocarou-o com uns olhos multo espan-
tados, e nao respondeo.
Porque? Isto s fazrir.
O general principiou um dos seus pas-
seios solemnes atravez do quarto. A mar-
queza olhava com ioquietagao para o relo-
gio. Seu marido sorprehendeu-lhe um des-!
ses olhares. Parou de sbito, e disse:
Espera hoje Camors ?
Espero; creio qoe vira por ahi depois
da -sesso da cmara.
J o suppunha, tornou o general.
Contrabio-lbe os labios um sorriso con-
flleiras da bomanidade. Dos sentimeatos momento dara a vida para que ella Ihe dis
humanos s o amor me resta, e s sagra-! sesse ama palavra de amor,
do para mim o ente a quem o consagro; mas1 A viscundessa de Oilly gostava dos jogos
preciso que o meu crime se salve ao menos de prendas em que era necessaria certa vi-
por urna tal no qoal grandeza. Eaqai est vacidade de espirito, ainda que ella nao ti-
como eu o entendo. Imagino duas creatoras vesse nem muita, nem pouca. Em sua casa
livros e fortes, amndose e eslmande-se re- jogava-sa o jogo do secrdario, dos papeli-
ciprocamente, cima de todo, e despresando nhos, como ainda hoje moda. Esses jg"S
e resto, tendo s entre si atecto, e dedica-' de prendas, tambem chamados joyos inno-
xio, honra e lealdade, mas tendo tudo isso cenes, nem sempre os3o, como se vai ver.
em upremograu. Eutrego-lheeconsagro-! Tinbam-se distribuido peonas, lapis. e
Ibe absolutamente a minba pessoa, tudo quadriobos de papel s pessoas de boa* valso.
quanlo sou agora, e tudo qoaoto posso'virjvontade, e urnas sentadas roda do orna E sabe, continuou, que tola idea me
a ser, com a condigo de reciprocidade.' mesa grande,, ootras om solitarias cadeiras I tem perseguido desde que recebi essa caria
Deixemo-nos estar na atmosphera da onven-4 estofadas, rabiscavam mysteriosamente, ora infame ?... porque, em boa verdade, pare-
ci social; fra della seriamis ambos mi- perguntas, ora respostas, emquanto o gene- -
seraveis... Secretamente unidos e secre-1 ral jogava o whist com a coodessa de La Ro-
tamente isolados, em pincaros ignotos, no' che Jugan. A marqoeza de Campvaon nao
meio da turba humana, dominando-a e des-1 costumava tomar parte nestes jogos qne a
presando-a, juntemos os nossos dotes natu- entastiavam, e Camors ficou espantado ven-
raes, as nossas t'aculdad-s, os nossos pode-!do-a acceitar ressa noite o lapis e os papis
res, as nossas duas realezas parisienses, a que viscondessa Ihe offerecra. Essa sin-
sua, que n3o pode ser mais extensa, a mi-!gularidade espertou-lhe a atienglo, e foi
nha, que se bade alargar, se eu fr amado... J para elle como que om aviso de tomar sen-
e vivamos assim ligados intimamente at.tido no que se passasse. Entrn no jogo
horado passamento... Diz>a devaaeiar amo->tambem. contra oseo costume. eeocarre-
do Monte GeDis.
DEPOnTADOS M)litico8.~El Pas, jornal
de Las Palmas, na Canaria Grande, publica
urna nota drs deportados polticos hespa-
nboes que residiram ultimameate n'aqnella
provincia. Fignram na citada nota:
Marecbaes de campo..... 2
Br gadeiros.-........... 5
Coronis..............
Teneotes coronis....... 3
Commandantes......... I-
Capitaes............. 22
Alteres............... 6
Sargentos............. 13
Soldados.............. 270
Paisanos.............. 457
res estranbos e quasi sacrilegos, aqui tem
um. Mas antes de acceitar, pense bem nisto,
porque Ibe attesto que muito e muito se-
rio. E' immenso o amor qoe Ihe consagro...
bastante para desdeobar e calcar aos ps o
que os homens mais vis ainda respeitam...
bastante para encontrar s oo seo amor, na
sua estima, na sua ternura, no orgulbo e ao
delirio da sua posse... o esquecimeato e a
c insolago dos ultrages feitos amizade, das
traiges com que despe Jago a f jurada, da
macula indelevel que estampo na minha hon-
ra I... Mas, minha senbora, faria mal se lu-
dibrasse este sentimento, bem o deve per
ceber... Se quer o meu amor, se acceila
esta .'iilian;a, contraria a todas as leis do
mundo, mas, pelo menos, graode e singular.,
dgnesedizer-m'o, ecaio a seas ps... Se
a nao quer, se treme diante d'ella, se nao
pode cumprir todas as obrigaces lemiveis
que ella impe, diga-m'o tambem... NSo
gou-sede receber n'um cabazinho os bilhe-
tes, med'da qoe iam sendo escriptos. Fas-
sm-se urna hora sem incidente algum par-
ticular. Despenderam-se tbesourosde fine-
zas e de graga. As perguntas mais delica-
das e as mais inesperadas: o que o amor?
julgam que seja possivel a amizade entre os
dous sexos? succederam-se tranqaillamenle
com equivalentes respostas.
De sbito a marqueza scltou um frouxo
grito, e vio-se urna gota de sangue correr-
Ibe brandamente pela testa; desatou logo
a rir, e mostrou a canela de prala que li-
aba lapis de um lado, e do outro lado urna
penna com que picara a fronte, quando es-
tava toda embebida as suas reflexoes. Des-
de esse momento a altengao do conde red>
brou, e tanto mais quaoto um olhar firme e
rpido da marqueza parecen avisa-lo de no-
vdade prxima. Sentr-se ella a um canto,
um pouco inmersa na sombra, para ahi
receie nem urna palavra, nem urna aecusa- meditar mais vontade as suas perguntas e
gao... Cuate o que costar, derrubo o edi-
ficio das minhas ambigoes, parto, exilo-mej
para sempre, e o que hontem se passoa para
sempre se esqueceu.
Calon-se, e cravon os olhos nos da joven
senhora com urna expressio de ardentissima
anciedade.
A' medida que elle ia fallando, ia ella to-
mando um ar mais grave; esculiva-o de ca-
bega um tanto in ainada, na allitade de ama
curiosidade violenta, vibrando -loe, a inter-
vallos, um olhar inundado de sombra cham-
ma. Urna tenue^e rpida palpitago do seio,
um ligeiro frmito das azas dilatadas do na-
riz, eis o que irahia apenas a procella que
l ia dentro d'aquelle espirito.
|E(fectivamente, disse alia depois de
am corto sileneio, torna-se isto interesante...
mas, en todo o caso, eu imagino que nao
tenciona partir esta noite ?
Nao, disse elle.
Pois bem t tornoa ella fazendo-lhe com
a cabeca um signal de despedida, e sem Ihe
offerecer a m5o, tornar-nos-hemos a ver.
Mas quando?
Um dia d'estes. <.
Camors pensou que ella desejava ler tem-
po da reflectir, aterrada pelo monstro que
elle evocara. Comprimentou-a gravemente,
e sabio.
No dia seguinte e nos dous di ts immedia-
tos debalde procorou a marqueza de Camp-
vallon; disseram-lhe sempre que se estava
vestindo para ir juntar fra.
Foram esses das, para o conde de Ca-
mors, seculos de tormentos. Um pensamen-
to, que muitas vezes o inquietara, apossou-
se delle com a oa especie de pungente evi-
dencia. A marqneza nao o amava, quizera
apenas vingar-se do passado; obrigra-o a
deshonrar-se, c afinal ria-se delle; fizera-lhe
assignar o pacto, e esquivava-se depois. E,
comtado, no meio das angustias do orgnlbo,
a paixlo, em vez de afrouxar, exallava-se,
exasperava-se.
No quarto dia depois da celebre conver-
sag3o, nao foi a casa da marqueza ; esperava
encontra-la n'um sarau em casa da viscon-
dessa de Oilly, onde iam habilualmente am-
bos todas as sextis feiras. A viscondessa era
aquella antiga amante do conde de Camors
pai.o qual entender dver confiar-lhe a edu-
cacSo de seu fillio. Camors tinlia-lhe ainda
urna certa affeig5o. Era urna boa mulber,
estimada geralmente, mas de quem por isso
nao se deixava de motejar um pouco. Ja
Ihe ficava longo a mocidade ; obrigada a re-
nunciar ao galanteo, qoe fra o priacipal
entretenimento dos seus floreos annos, e nao
tendo o mnimo gosto pelo beatero, met-
tra-se-lhe, em conpensagSo, na cabegater
urna sala onde se reunissem illustrages.
Recebia alguns bomens oistinctos, sabios,
escriptores e artistas. Ufaoava-se de que
as suas reunies o pensamealo desfra.'lava
em toda a sua amplilude os seus foros e a
sua liberdade. A viscondessa, para fazer fa-
ce s obrigagoes da sua nova situarlo, re
respostas. Um instante depois, Camors,
percorrendo a sala para receber os bilbetes,
vio-a por um papelinho no cabaz, e aeotio-
a metter-lbe outro na mo com a destreza
felina do seu sexo.
No meio de toda essa papelada, amarro-
tada e dispersa, que todos se entretiaham a
ler e a reler, Camors nao teve difflcaldade
em tomar conhecimento, sem que pessoa
alguma reparasse, do bilhete clandestino da
marqueza. Estava escripto com ama tinta
avermelhada om pouco paluda, mas muito
legtvel, e continha estas palavras:
c Per tengo, em corpo e alma, honra e
bens, a meu primo bem-amado, Luiz de
< Ca ors, desde agora e para sempre.
Escripto e assigdado com o puro san-
gue das minhas veas.
t Carlota de Luc-d'Estrelles.
< 5 de margo de .85.
Todo o sangue de Camors Ibe subi ca-
bega, passou-lhe pelos olhos urna nuvera,
e sezurou-se a urna caeira con urna das
mos. Depois, de sbito tingio-se-lbe o ros-
to de pajlidez mortal. Esses symptomas
na) erara nern os do remorso nem os do
medo. A sua paix3o domioava tudo. Senta
um jubilo immenso. Via o mundo a seus
ps.
Foi por esse acto de franqueza e de ex-
traordinaria audacia, realgado pelo sangui-
nolento myslicismo tao familiar ao secuto
XVI, que ella adorava, que a marqueza de
Campvallon se entregou ao seu amante, e
que ficou sellada a sua uoio fatal.
Havia perto de seis semanas que se jfcis-
sra este ultimo episodio ; eram quasi cinco
horas da tarde, e a marqueza esperava o
conde de Camors, que devia ir a casa della
depois da sesso do corpo legislativo. De
sbito seotio bater a urna das portas do seu
quarto, qoe commuaicava com os aposentos
de seu marido. Era o general. Carlota notou
com espanto, ejwm certo frmito, que vi-
nha cora as feigoe? transtornadas.
O que ha de novo, meu amigo ? disse
ella. Est doente?
Nao, responden o general, nao estou.
Ficou de p diante della, e encarou-a
por um instante sem fallar; os olbos par-
dos rolavam-lbe as rbitas.
Carlota, continuou elle emfim com um
sorriso constrangido, venho-lbe confessar
urna louenra minba. Desla manha para
c tenho anda lo mais morlo que vivo... Re-
cebi urna carta singular... Quer ve-la ?
Se isso Ihe apraz, disse ella.
O general tirou urna carta da algibeira e
deu-lb'a. Era de urna letra evidentemente
e laboriosamente disfargada, e nao linha as-
signatura.
Urna carta anonyma ? disse a marqne-
za, erguendo ligeramente as sobrancelhas
em- signal de desdem; depois principiou a
l-la. Dizia o seguinte:
Um amigo verdadeiro, general, indig-
na-se vendo qoanto se est abusando da sua
confianga e da sua lealdade. Enganam-n'o
ce-me que a infamia contagiosa...

Total.
811
O canal de scez. Os doeaosentcs pu-
blicados pela companhia do canal de Suez
Jeve a idea de espreilar a nossa con- allesUin qnc as 0Dras es(3o mil& untadas
versagao ? disse a marqueza n'um tom de do que se bavia aDnunciado paTa o fim do
zombeteira indolencia.
Sito, disse o general, detraz d'este re-
anno de 1867.
De feito, a companhia tinha preoeltido
posteiro como no theatro, mas, gragas a qoe dos7i mm de metros cubico, tola-
Deus, pude resistir a esta vil teiitaco....:|dade dos desaterros a zer, essealgarismo
Se a tal (riqueza cedesse, desejana ao menos. ficaria reazio a 40 mffhes em 31 te de-
que fosse com o seu consentimento. zembro de 1867. N'essa data s faltavam
Esse consentimento pede-mo? disse para se extrabir 39 milhes esetecentos mil
a marqneza. | metros de trra. Veriflcam-se, porta*,
Minha pobre Carlota, eootmnou elle^,^ vez mais as pr^ses para o acaba-
n'um tom doloroso e quasi suplicante, sou' t0 deeniliv0 o aM\ m omubro fy
um velbo doido, urna decrepita creanga... 4 ^69 Sabe.se> 3|m disso, que a explora-
mas sinlo que esta miseravel carta vai-me 3(> do cana| a comecoa por mej0 de tranaite
empecoobar a vida... Nao tere nem mais direck) das mercadonas e dos passageiros,.
urna hora de paz e de confianga... Que
quer?... J fui to cruelmente engaa-
do I... Sou um homem leal, mas vejo-me
obrigado a reparar que nem todos sao como
eu... Ha coasas que me parecem to i m-
possiveis como aadar com a cabeg-i pelo
cbo, e comtudo sei que ha gente que as
pratica todos os dias... Como Ihe hei de
dizer isto Lendo estas liabas prfidas, nao
pode deixar de notar qae as suas relaces
com o primo Camors sao mais frequentes ba
temdos esta parte.
De certo, disse a marqueza, eu sou
muito amiga d'elle
Lembra-me tambem qne estiveram
sos om com o outro no toucador, naquella
noite do baile... Quando acordei,tinham
ambos um ar mysterio o... Que myslerro
pode haver entre os dois ?
Ah! ahi que est o segredo, disse
a marqueza sorriodo-se.
Nao o posso saber ?
Sabe-lo-ha qoando for tempo.
(Continuarse-ha.)
DI POICO DE TODO
Grande catastrophe.L-se na Gz0ta
de Elberfeld do dia 15 docorrente :
c Dea-so esta manbS urna catastrophe
terrivel, como ainda seno tinha visto na
Westphalia, as minas de New-Iserlohn, en-
tre Bccbum elWitten.
De 270 mineiros que hoje de manh3
desceram mina, segundo o costume, pere
ceram a maior parte, quasi todos pelo me-
nos estao gravemente feridos.
S os trabajadores qoe eslavam em
certa galera foram s dvos como por milagre
Estes porm eram em pequenissimo nu-
mero.
A's I i horas da manh baviam sido
retirados 70 cadveres, e estava-se longe de
haver terminado essa tarefa.
Do artigo.MestreMenino, cscrava ;
A mulher,
DiscpulosJ escrevi
M.A que parte da ora{5b ?
D.Artigo.
M.Bem, bem; emalher?
D.Tambem artigo.
M.Imbcil, artigo ? I
D.Sim, Seahor ; artigo... de luxo.
Perguntas innocextes.-A fim de provar
que a Prussia nao tem sobre os povos da
Allemanha o prestigio qoe a ella se attribue,
refere o correspondente do Phare de la Loi-
re a segunda anedocta dada por auten-
tica:
Guilherme I viajava incgnito no seu paiz:
Nos suburbios de Toeplitz encontrou-se ci m
um registrado que passeava socegadamente
nos campos fumando o sea cachimbo clas-
sico de porcelana branca.
Quem s tu? perguitcu-lhe o rei.
En son jti, responden o outro admi-
rado.
Ests contente com a toa profissSo ?
Estou satisfeito.
Parabens I
O rei voltava as costas quaoo-o o juiz o
interrogou por sea torno.
Vamos a saber, meu rapaz; e I
quem s ?
Ea soa o rei da Piussia.
Esls contente com a tua profisso ?
Estou satisfeito.
Parabens'1
E voltou as costas ao rei com a mesma
sem-ceremonia com que o soberano lh'as
voltra a elle.
estabelecido entre os dous mares.
Asreceitas deste servigo, durante ot priS'
meiros dez mezes de 1867, elevaram-se a
I 9 coritos de ris. Nota se no relator pu-
blicado pela companhia qae s o producto
do mez de eotubro iguala o producto total
do primeiro trimestre, e que as receitas
cresciam todos os dias.
Su.cidio ve. vu df.putat-o. Correspon-
dencias de Italia dirigidas aos ornaes fran-
cezes fazem a commoveole narragao de om
suicidio por amor. Eis aqoi a versio do
correspondente da Libert:
O Sr. Bailazzi, depulado pelo Erbo e
amigo intimo doSr, Rattazzi, dea tres tiros
de rewolver no corago. A raorte foi ins-
tantnea. O infeliz morreu, tendo diante dos
olbos tres retratos da sua futura noiva, jo-
ven milaneza, que seus pas Ihe liaban re-
cusado poucos das antes, allegando a incer-
teza da soa posigo. >
OS PIONEIROS DA BMlGRAglO CUINEZA.
Ciocoenta a sesseata Chinezes estabeleceram
residencia em Nova-York, onde se empre-
gam na venda e ao fabrico dea charutos, e
principalmente como coziobeiros i bordo dos
navios; arte em que no tm rivaes. So-
brios em extremo, economisam urna parte
dos seus lucros, e d'alli a pouco juntam om
cabedal importante. Em quanto nocbega
o momento em que a popuiacSp do celeate
imperio ha de invadir o mondo inteiro, con-
vela indicar qoaes sao os postes avaagidos
e urna emigraeo, que ba de ser, a boso
ver, tao importante para o mande, como
foi, ha qutnze seclos, a dos barbaros.
Repblica irlandez-a.Urna d'eslas ma-
nhas, coma o Internacional de Londres,
appareceu sffrxada na porta do lord Maire,
urna preclamagao em verso, proveniente cfa
Repblica hlandeza, que, tradazida, dizia
assim :
Automotor.Escrevem de Berna (Suissa)
a urna folba franceza annonciando-lbe que
symphni, porgue j subi o panno, e o
drama vai comecar.
Ah 1 vejamos isso I
Ama-me ? exclamou elle, ou quiz
simplesmente hontem aoute sujeitar-me
a urna experiencia ? Pode dizer-m'o, quer
dizer-m'o ?
De certo que posso. mas nao quero,,
Julgaa-a mais franca.
\ Tentto occasiSes.
Pois se j Ihe passoa o Omento do
ser franca, chegoa para mim a occasio de
o ser.
E' urna compensago, djsse ella.
E von provar-lb'o, continuou Camors.
Com isso folgo immenso, re?pondeu a
marqueza recostando-se do:emente no. di-
vn, como quem se pa a seu commodo
solver illustrar-se. Frequentava os cursos as pessoas a quem mais affeigoado.' Um
pblicos, e tambem as conferencias, cuja | homem, que do general nao tem recebido
Oh Ipego-lhe, minha senhora, tornoa moda principiava a estabelecer-se. Fallava! sen5o beneficios, urna mulher que tudo Ihe um individuo por nome Hehford escrevra
Camors sorrindo-se ; nao continuemos a muito em geragoes espontaneas. Manifest-. deve, contrabiram entre s relaces secretas, nma circular aos governos da Europa e dos
ra comtudo urna viva surpreza no dia em que sao para o general um ultrage. A pes- Estados Unidos annnnciando-lhe que, tinha
que o conde de Camors, que gostava de a soa que considera como piedoso dever avisa- inventido, debaixo do nome de automotor,
enraivecer, enteodea dever informa-la de qoe j lo, nao qaer calumniar ninguem. Est con- um movimento continuo aue poder servir
os homens descendiam dos macacos. (vencido que a sua honra respeitada por para todas as machinas ntovas at agora
Ora, meu amigo, disse-lhe e'la, isso aquella a quem a coafiou, e que aiada nao pelo vapor. .
realmente um cousa que ea n3o posso ad- deixna de ser digna da sua ternura e da sua Pede 50 milnoes pela revelagao ao seu
miltir. Como se pode acreditar que seu av (estima; s anda mal em prestr-se aos cal- segredo.
foi um macaco, sendo o nrtu caro Luiziobo culos de futruo que o seu melhor amigo,
to bonito rapaz! general, nao receia basear na sua morte, na
Os seus raciocinios eram todo3 desta for- {sua viova, e na sua beranga. A pobre se-
ca. Todava gabava-se de ser philosopha; nhera foi involuntariamente fascinada por
ms algumas vezes pela manha sabia s es-:um homem.que aos seos prestigos sedocto-
condidas, cora um veo muito espesso, e en-; res deve a celebridade. Mas esse homem,
trava ens. Suloicio onde se ia confessar, como Ibe podaremos qualificar o procedi-
afim de estar em boas contas com Deus Nos-1 ment ? Todas as pessoas honestas se hor-
so Senhor se Deus Nosso Seubor por aca-rrorisam com semelbantes cousas, e em par-
so para ella existisse. | lidiar o amigo a quem urna cooversacao
Era ridhinha bons parentescos, e, ape-. por acaso su-prehendida poz ao faci ae tao
Tubo pneumtico.Demos noticia ha tem-
pos de que tinham principiado em Pariz os
trabalhos para o estabelecimento de um tu-
bo atmospherico para transmisso de des-
pachos.
Essa obra acha-se [concluida e d to sa-
tisfactorios resultados, qae a administrago
dos telegraphos resolveu listar a bolea es-
lago central por dois tubos, que bao de
atravessar, o i. o Grande-hotel e ocircu-

.
I. R.
(Repblica Irlandesa)
Os Irlandezes da America esto mides I
Irlandezes de Inglaterra segu o seu exera-
plol
Uni-vos l Avante, vaknles filhos da Ir-
landa !
Combatei pela vossa mi patria!
Que infamia que a Irlanda estoja ligada
Inglaterra I
Sustentai alta e Grme a bandeira da Ver-
de Erin I ,
Deus salve a Irlanda!
Eclipse do solParece que se est pre-
parando urna grande expedirlo scienlifica
para ir India estudar o grande eclipse do
sol que deve baver este invern, lendo al
urna durago extraordinaria, pelo qne se
torna de summo interesse.
Os astrnomos raglezes escolheram para
este fim urna esta?5o situada oa cordilheira
do Himalaya elevada 2,333 metros oo 7,000
ps inglezs cima do Divel do mar.
O anno de 1868.O Charivari publicou
urna caricatura que representa o anno de
1868 debaixo da forma de um bebe tendo
ainda o seu bibe qae se exercita no manejo
d'arma debaixo da vigilancia de um sargen-
to instructor.
A prussia.Em 1866 no qne constitua
o antigo reino da Prussia, a longitude total
das vias frreas era de 6,892 kilmetros,
mas. mas a dos Estados novamente adquiri-
dos de ootros 2,328 de modo que o actual
reino da Prussia rene hoje urna extooso
de 9,220 kilmetros.
O capital empregado nesta extensa rede e
de 2,259 milboes de fraocos.
Desde 1838 se tem construido por temo
medio 256 kilmetros por anno.
A quarto parte do total kilomtrico da
rede prussiana tem sido construida e se
explora por cont do Estado; mas ootra
qoarta parte a construiram compaahias par-
ticulares, e boje a explora tambem o gover-
no, o resto tem sido construido e explo-
rado por emprezas.
Uma conversao.Muitos jornaes anaan-
ciam que uma actriz, que represeatava com
grande successo os primeiros papis as
pegas de Alfredo Musset e de Georges Sand
no Deon, Mllc. Margante Thuillier acaba de
entrar como postulaol no convento das
Carmelitas de Blois,
TYP. 1)0 U1AR10-RUA D AS CRUZES N ii
31


b:
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c
-?
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