Diario de Pernambuco

MISSING IMAGE

Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:11492


This item is only available as the following downloads:


Full Text


;rr> V
ANNO XUT. NUMERO 34.
aet ob
taa-a^I a
P4H4 A Cimili B LrtUW MU HA PACA fftMr,
Par tre? iwlidjg .......... .410'....... g 6G00
Per hm files i Per na m Idn/Sr .,.;......:........ 240OO
Cada aiaer* ariase ,.j............... 320
**,** UBfiVl FEIRA 11 BE FVEREIRO DE 1868.
* l BK2WTBO B V*BA A PBdMlNCIA.
Per trae mnes a Miado J. -. ..... :. ~
Par ana ditos idea i...................,,...........
** ..... .. .y. ..........
1 ... .. .. ,. ,....... .. .. .. .. ..
W7W
uso
S7IOO0
8as(&Di\*8i mu iPumiTfflisiNKD m lanamp^Ao si maroaia tciiima m baia & jhkds emts ipiwpib?!?*ams.
BNCARREGAD03 DA SBSCRIPCAO.
Parabyba, o Sr. Antonio Alexandrino de Lima;
Natal, o Sr. Aoioolo Marques da Silva; Aracaty,
o Sr. A. de Limos Braga ; Caar, o Sr. Joaqaim
Jos de Oiiveira; Para, os Srs. Gerardo Antonio
Aires & Pidos; Amizouas, o Sr. Jeronymo da
Cosa; Alagoas, o Sr. Fraocisco lavares da Costa ;
Baha, oSr. Jos Marnor Alvag; Rio de Janeiro,
'o Sr. Jos Ribelro Gas >arich
Partida dos estapetas.
Oiioda, Cabo. Encada eeslages da va (errea al
Agua Preta, lodos os das.
Iguarassii s Goyanai as segundas e seitas feiras
Santo Atuo, Grvala Bezerros, Oooito, Caroar,
Altlobo, Garanbnns, Biqoe, S. Bento, Bom Coo-
selao, Agoas Bellas Tacara't, as fergas feirras,
Pao d'Albo, Nazareib, Limoeifo, Brejo, Pesqueira,
logazeira, Flore, Villa Bella, Cabrob, Boa-Vis-
ca, Murlcury, Sa/goeirr- e Ex, as qoartas feiras
Serlnbiem, Rio Ponnoso, Tamandar, Una Barra!-
rn, Agua Preta e Pimentelras, as quintas tetras.
AUDIENCIAS DOS TRiRUNAES DA CAPITAL.
JFT
Tribunal do eommercio: segundas e quintas.
Helago: tergas e sabbados as 10 horas.
Faieuda : quintas s 10 horas.
Juo do eommercio: segundas is 11 horas.
Dito de orpbos: torgas e sextas as 10 borai.
Prtoefra vara do ctvei: tercas sextas ao mel
_dia.
Sngnnda Tara do el val : qnartas e labbades a
I ora da Urde.
aWHEMERIBBS DO HEZ DE FEVEREIRO
1 Qoarto ereac as 3 h., 3 m. e 56 s. da t.
8 La ebeia as 6 h., 42 m. e 56 s. da m.
15 Quarto minr. as 6 h., 24 m. e 13 ?. da m.
23 La ora as II h., 28 m. e 1 s. d m.
DAS DA SEMANA.
10 Segunda. S. Escolstica v., S. Goilberme.
11 Terca. S. Paulo, Ss. Lzaro e Dativo abb.
11 Qoarta. S. M-rrello, S. Eulalia v. m.
13 Quinta. S. Gregorio II p. S. Beoigoo b.
14 Sexta. S. Vaieotim, Ss. Eoxeoio e Efebo.
13 Sabbado. Ss. Paustino e Juvita no.
16 Domingo. S. Porfirio m., S. Julia.
PflEAafAR DE HOJE.
Prlmeira as & oras e 6 m. da maaaai S
Segnoda s 6 horas 30 minutos da tur*.
PARTIDA DOS VAPORES CCteTETROB.
Para o sol at Alagoas a (4 30; pava o oru
at a Granja a 15 e 30 de cada mex; pan
nando dos dias 14 dos mexes Janeiro, narco, i
Julbo, setembro novembro.
IWTERIOa
r
rio di: j i^eIro
empleas pravlaelaes.
Vamos tratar di assumpio que eiu loteressa s
onvenieoelas do pata.
Z-.lisos observadores das saiutare- ideas que em
amor da ordem e que pela ordem caminham i fe
licingo dos estados, nao opinamos pela exorbita-
rao de cerios poderes, nu consentirnos que seja
iraotvlada grande obra de orna le providencial,
s pelo malvolo loll uo de iateresses mesqoiahos! pocas anteriores, como ioevitaveis
ou de pretenedes desazadas.
Eis o que dos cai da peona, quando reflect rros
r.o bem para que forana creadas as assemblas
provincias e no mal para que v.io teadeodo.
N5o. A idea de Bernardo Pereira de Vaseoneel-
les nao foi originada para fias inuteis, nao merece
qae seja abastardada pelos qu-, comprabeodeodo
aqoelle grandioso espirite, nao procurara ou nao
querem prezar a sua obra.
O povo, a quero est incumbido o sagrado direi-
te da escolba dos seus representantes no poder le-
gislativo geral e provincial, deva pezar com toda a
geriedade os vitos da sua conseiencia para aquel-
es q ib, investidos do honroso mandato, s tentam
Invalidar os efflcazes principios creados pira o
proveitoso equilibrio dos supradilos poderes.
Convera que o legislador provincial compenetre-
se da sua verdadeira e interessante missae. Urge
oue os parlamentos das provincias occapem-se
mils das provincias, e nao saiam da alQida qae
Ibes compete para, em deseoconiros anachlcos,
obstaren) ao roilboramento do povo, na fructifica-
do dos g-rmens plantados palos bem intenciona-
dos governos.
Hoje mais do que nunca imperiosa necessida
de a Del observancia da ordem e dos principios
que trouxerem a riquezi das provincias, aQm de
que este bem fadado imperio, somm total dellas,
dponha de mais promptos e rigorosos diseorsos.
As assemblas provmeiaes devem, por tanto,
merecer mais cuidado qoelles que se vo descui
dando desta grande verdade : qoan io enfraqoece
a circumferencia debiliti-se o centro. E as pro-
vincias o que represeotam ? A circunferencia.
Do municipio neutio, que symbslisa o centro,
nao devem partir augaeotos ou modiGcacdes que
se desantorisem de encoDtro s raoditicagoes e aug-
mentos provinciaes; mas, tambem e.-ta iadicando
o espirito sensato do bom legislador, que nao se
bazeem falsamente as leis provinciaes, que se har-
monissm essas leis por iotencds mal cabidas, pa-
ra ao depois diffhuitarem ou por multo tempo ira
possibiliiarem os esforcos proficuos dos poderes do
centro.
Se gSo se reonbecesse de ha miilo a immensa
importancia da representacots que dimiooissem,
oa sua pratica jadleiosa, os obstculos com que
Iota a representago geral para beoeficiar as pro-
vincias, per eerto que seria orna burla a continua-
fio das assemblas provincia*.
Eulo poderiamoi bem concluir que deixando os
amigos governos ou (untas de provincia, sabamos
de scyiia e enlravamos em Charibdes.
Porm tal nao deve acontecer.
Compenetren) se os romeos que principian) na
carre-ra publica de que os parlamentos provin-
ciaes, por serem ama boa escola de experiencia
poltica para os que comegam, nao merecen) tor-
narle em bancos de apreodizagem intil, em lu-
gares de recreio agrada veis a certas d- svai radas
intelligencas e eneommodos fortuna da nago.
Ha poneos espiritos hodiernos que consideren)
o que nos consideramos em relacao s assemblas
provinciaes ; ou se ba muito?, nao se anlmam a
proferir estas verdades, ou ainda enlendem que
cedo para acooselbar o povo na escolba dos seas
eleitos de provincia.
E por isso que muitos ospiritos vulgares, inap-
tos para as grandes cousas ou pervertidos e gas
'.os pelas pequeas, quotidianamente presentara
ss impondo a sua candidatura a' legislarlo bien
na.
Qaest5es importantissimas de nstracco, de po-
lica, de rendas e de extinego de dbitos sao a's
vezes preteridas, as assemblas provinciaes, s
pelo abuso em que vivem os deputados dellas a en-
redar-se ociosamente as quesloas de poltica ge-
ral, que em nada aproveitam a' marcha da legis-
lado da provincia.
E de vemos estar de bracos cruzados peraote no-
vas cenas iguaes a's que se teem paasado ?
Pderemos condescender com esses introtnetli-
mentos infructferos?
Representantes da opiniao, e escudados na con-
fianza qae se dos deposita, asseatiremos Da desor-
dera com qoe se trabalba para esleriisar ou des-
truir a optoiio que dos seus mandatarios quer
obras e nao espera atropellos ?
Nao; repetimos ainda urna vez. E o povo sem-
pre nos ba de encontrar dhpostos a debellar as
interferencias malignas, qne s nascem para dis-
virtoar todos os elementos aproveitavets de urna
le magnifica e librrima.
Brevemente vai-se proceder eleicao de depala-
dos provinciaes no Rio de Janeiro. Os eleitores
qoe se Interessam sinceramente pelo progresso da
nossa lavoura; os nimos tranquillos que anda
nao desesperaran) de que esse nosso grande ramo
de fortnoa publica podera' expandlr-se a ponto de
tirar ao pafx o onus enorme que pesa sobre elle;
os interesados no bem da trra que da' ouro na-
cional, qoando o onro. estrangeiro exborbita de
preco ou desapparece da trra ; todos esses pen-
samientos eopenhados no progresso da agricultura
patria qae reverte em prosperldade do agricultor,
devem antea de todo, ponderar que tempo de
delegar borneas que cuidem mais de anferir dos
setos ubrrimos desle nosso abeocoado t ir rao pro-
ductos qoe em moeda valbaro, seoio o que perde-
mos anda, ao menos o qoe ja' temos perdido.
Se os membros das assemblas provinciaes nao
se esmeraren) por essa feote inexbaorivel de ri-
queza, a que pauperismo ebegarao as provincias
4o imperio T
E se as provincias empobrecerem, pela parau-
sarlo da latonra, onde ira bascar o imperio com
que pagar a onerosa divida ?
Creos qae nesu crise especial e tormentosa
lodos devem ser brasileiros.
ceden o passo i exploracao mais (Vil e natural do
slo, at que chage a opportaoidade de reclama-
ren) a sua reveodicago.
N > emtanto oio s a iolustria agrcola que de-
ve servir de base aos reodimeotos da Estado e de
f jota exclusiva das rendas publicas.
E' necessario auxiliar este grande maio de pro-
ducQ'io com o deseovolvimento relativo de ontres
esforcos de actlvidade, qae sio ontros taotos ins-
trumentos de progresso, encarregados de accelerar
a marcha e o< triomphos da civiiisacaa.
A impaciencia com que em nosso sculo se tem
procurado resolver os grandes problemas, que nos
iegaram as ideas e o< abalo* revolarionarios das
corolarios das
aspiraces constantes do espirito humano, se algu-
mas vezes teem conduzido a soeledade a deplora-
veis erros e a Irregulares aberracoes, nao menos
certo qne a t-ra engrandecido com o conheclmento
de principios, de cojo salutar ioflaxo licito espe-
rar os mais proficuos resultados.
Os diversos ioleresses sociaes, que teem origem
as cocdiro's de sua propria existencia, ainda qoe
apparentemente se nos aligaren), cyrando em nma
rbita particular, esiflo todava de tal modo presos
ao macbiolsmo geral, que dar-lhes novo impulso,
concorrer para augmentar toda a forca commuiu
e toda a eoergla vivificante do tronco.
O principio da assocbco garante este duplo e
admiravel resultado.
Emquaoto que por um lado desenvolva o espirito
de classe e di a cada ramo de trabalho a soa auto
nomla propria, fraternisa todas as manifestares
do engenbo e da acividade, tornando-as solidarias
em todos os interesses, e rraternisando-as as ga-
rantas de todo os direitos.
Desde qne se inicioa este grande principio, os
mais ootaveis publicistas modernos, reconhecendo
a sua irrecusavHl influencia pratica, procuraran)
resolver a qoeslao no terreno da experiencia, de
piis de a terem esclarecido as discnssdes da tri-
buna e nos certamen* da aprensa.
O resultado de seas esforcos nao poda ser mais
nobre e mais satisfactoriamente coroado.
O reconheclmento universal da ac^ao deste ge
neroso principio do desenvolvimenio social, boje
mais qoe ama convlcco, am dogma e ao mes-
mo lempo, ama conquista do progresso.
O principio de associacio, ao passo qae garante
pela solidariedade e eflkacia de todos os nteres-
tes commons, concorre ao mesmo tempo para des-
pertar o esforco da iniciativa individoal.
Ao passo qoe as sociedades e aperfeicoam e
conqoistam novas garantas de liberdade, os povos
vao pooco a pouco emaocipando-se da tutela dos
governos, e lomando sob sua responsabilidad* a
audaeia das emprezas e o ardor do apostolado das
novas ideas.
Uaidade oa admiolstracao e franqueza na areno
dos commetlimentos uteis, por parte da iotelligencia
e do trabalbo, na espbera da actividade individual,
sao as bases mais seguras do desenvolvimento mo-
ral e material das nacoes.
Estudemos agora o que preciso fazer para que
este principio tenna applieaoo entre dos e prodo*
za resultado* anlogos a' grandeza de ana Inl-
eiacio.
(Diario do Rio.)
PERHAMBUCO
Espirito de auoclacio.
As diflleuldades por que estamos momentnea-
mente passande e qae se aggravam naturalmente
com as incertezas da sitoacio, devem servir nos
de gola para tragar am caminbo mais largo e mais
firme no fnturo.
Mono temo na verdade progredido em relagao
ao corto periodo de nosea existida poltica, mas
preciso nao desconhecelo, muito nos falta aluda
para aproveltar todos os recursos de que dispde o
palz e tirar de suas footes naluraes de riqueza o
proveito que a inteiiigencia e o trabalbo devem an-
ferir destes preciosos elementos de prosperidade.
Mas para que estas conquistas se vio gradual-
mente consegaiodo, preciso qae a oplolao publi-
ca seja aconselba u n) sentido de empregar as
suas forjas vitaes no conseguimento das aspira-
coes sensatas e dos loteresses legtimos, eni vez de
se afadigar na lata ,'das paixSss extereis e de es-
jorcos Improductivos.
' sabido que o nosso movimenlo Industrial, aa
exceptuarnos a lavoora, alada matto acanhado e
circonucnpio.
E dSo admira esta facto, porqae nos palies no-
^i,eTJ-,.08nucle08 d9PopalacSo sao ainda
multo diminutos e eiDaih*do$ m iadoatriu [abra
REVISTA DIARIA
S. Exc. o Sr. presidente da provincia resolvea
prorogar por tres mezes o prazo, determinado na
portarla de 3 de oovembro ultimo, para serem de-
marcadas as trras, qae acham-se por medir, su-
geitas a' legitimacao ou revalidacao no termo do
Bonito, na conformidad do art. 33 do regulameolo
de 30 de Janeiro de I8'ji.
O Sr. capilo do batalbao a. 23 da guarda
nacional de Garanhuns, Manoel Aureliaoo Civa
caoti de Albuqoerque, foi traosfarldo para o bata
Ihao n. 30 da mesroa gnarda nacional do rauoici-
pio do Buique, visto aehar seahi domiciliado.
O Rvro. Sr. Dr. Pedro Mara de Lacerda foi
nomeado blspo do Rio de Janeiro, seguado noticia
0 Correio Mercantil d'alli.
Para comprlmento de aviso circular do mi
nisterio da agricultura, eommercio o obras publi-
cas, o Exm. Sr. presidente nomeou orna corarais-
sio, composta dos Srs. Drs. Jos Joaquim de Horaes
Sarment, Maoeal Buarqne de Mcelo e Francis-
co Ferreira Borges, para informar sobre o estado
nesta comarca do Recite de diversos ramos da In-
dustria e manufactura.
Alm desta parte, a mesma commisso incum-
bida de colber noticias sobre o Damero de fabricas
existentes, sea objecto e sua importaocia ; sobre o
numero de operarios 'empreados as mesroas fa-
bricas, sea sexo, idade, naturalidad'1, condigno e
estado civil; sobre o processo eropregado n fa-
bricado das maoofacturas, a Imporuncia e oa-
loreza das machinas, e a forca e natureza dos res-
pectivos motores ; e finalmente sobre proceden-
cia sobre sobre a procedencia da matera prima
empregada na fabrieaco.
O governo Imperial agracion o Sr. Jo5o Vlcen
ta de Aloeida com a eommeoda de Cbristo por ter
offertado om templo construido e paramentado
sna costa, para servir de matriz, sob a invjcaco
de S. Benedicto, a freguezia qae se projecta crear
em Campos.
Por servicos prestados na casa de eorreccao
da corte, foi promovido a' commeodadnr da ordem
de Cbristo o Sr. major Daoiel Jos Thompson, e
nomeado cavalbeiro da imperial ordem da Rosa o
Sr. Pedro Paulino da Fooseci.
O vapor inglez City of Buenos Ayres, da li-
nba de Liverpool, em viagem do Rio do Janeiro
para Londres, arrlboa hontem ao nosso porto, por
faliar-lne carvJo, depois de 13 das de viagem, e
apenas faltando-lbe ires para ebegar a S. Vicente
i O Sr- Joao Bernardo Nelva de F-goeiredo,
guarda da alfandega desta provincia, foi exonera-
do a sen pedido, e nio espontneamente pelo res
peotivo Sr. Inspector, como dissemos por engao
nesu Revista no sabbado 8 do correte.
De Gamelleira nos escrevem em data de 9
do crreme :
Estamos em santas missdes.
t Por toda a parte onde se aprsenla o levita do
Seobor investido da dignidads apostlica, am con-
curso espacioso de povo o acompaoba para ou-
vl-lo.
c E' qae Deas, misericordioso como e extre

confundidos do mesmo zelo dispatavam entre si
qoal mais se dlstlngolsse em eoocorrer anm os
aeus servljo.
Mas a caridade evanglica ainda nio se ten-
va per fe. llamela satisfelta.
< Poi eotio qa se apreseotoo nma criaoctnha
de meaos de doos naos, muito linda, qne gamia
debaixo do jugo docaptiveiro ; e fre Fidelts fteua,
e leve compaixio de sna sorte. Subi ao pu'pUo e
exbo'Do os ouvlnte* a remirem aqoelle Innocente
to teoro, quo lofeiit: e fa-lo apresenlar afdra de
qoe se verlficasse tio generoso qoao edificante
exemplo.
Nao necessll u malta rogativa. Todos una vo-
ee, coodoidos dtqaelta desgrana, vieram depdr aos
ps do missionarlo capacbioho o sea obalo ; e em
breve lapso de tempo loi aquelle qoe gema do cap-
tiveiro re tituido a' liberdade I Que placel poderi
piolar mais liado qaadro ?
i BeoQios do Co cbovam sobre a cabeca do
missiooario, e sobre a dt ora pequeo povo qae
lio nagestsso e rico, de nobres sentimeotos se
aprsenla as occasioos mais solemnes da vida.
As rolssdes tlveram principio no da 3,e nu cor-
to espaco de 5 dias qoanlos serviecs oos prestou
frei Fidelis I E (oler se-ha ainda olvidar dos he
nefico< qoe os capucbinbos italianos do hospicio
de Nossa Senhora da Panba prestam a' religiio e
ao imperio ? Negar esses servicos nao sena s in-
gratido, seria uo crime I
f O da II o designado para a ultima missio;
e priza aos Caos que oio seja a ausencia de tie U-
lastre personagem muito looga. Fiat voluntas
Dft*
Pela inspectora da alfandega foram norasa-
dos, para iolgarem as- qoettdes previstas pelos
arts. 559 g 2>, 856 e 570 < 5* do respectivo regu-
lamento, os Srs. :
Francisco Ferfeira Borge?.
Antooio Vallentim da Silva Barroca.
i: i-tao Cyrlaco da Costa Mor eir.
Jos Jeronymo Montelro.
Jos Jj.j a'Amorim.
Jos Pereira da Cooba.
Manoel Ignacio de Oiiveira.
Thomaz de Aquino Fooseca.
Eduardo Feotn,
Pellppe H. Nudbam. -
fleoriqne Fonler Hitrk.
Candido Casimiro Goedas Alcoforado.
Antonio Luiz des Saltos.
Joio Carlos Bastos de Oiiveira.
Jo- Joaquim da Cosa Maia.
Bernardino J Monteiro
David William B. w.raro. -
Christovao Star.
Jos Francisco Caraeiro.
Miguel Arcbanjo de- Fguelredo.
Vicente de Paula Oiiveira Villas-Boas.
los Moreira da Silva.
Ant-mio da Costa Rosal.
Alian Paterson.
W, Feoelley. ......
Antonio de Almeida Gomas.
Antonio Bernardo Vn de Carvalbo.
Luis Antonio da Siqueira-
Francisco Gomes de Oiiveira.
J. O. U -.vi.'.
Antonio da Silva Ferreira Jnior.
Dr. Cosme de S Pareira.v
Loiz Antonio Vieira.
Angosto Cesar de Abren.
Antonio da Silva Pinto.
Luiz de Carvalbo Paes de Audrade.
Fauslioo Jos dos Santos.
Jaeomo Geraldo Mara Lomacbi de Mello. .
Anselmo Jos Pinto de Soaza.
Ricardo Pe reir de Parias.
Florencio Domingaes da Silva. .
Antonio Carlos de Pioho Borges. *
Francisco de Paul. G)D(alves da Silva.
J>s Biptista da Castro e Silva.
Manoel Caldas Brrelo.
Manoel Coelbo Cintra.....
Jo3o Athaoazio Boielbo.
Jos Ribelro Galmaries .
Luiz Fraocisco de Mello Cavalcanlu
Joio Pranciso Regs Qointella.
Man)el Peregrino da Silva. .
Joaquim Aurelio Wanderley.
Joio Joto Henrlques.......
Car os Eduardo Raidel. .
Manoel Antonio Yiegai Jnior.....
Jos Antonio Moreira Das. .
Antonio Lopes Pereira de Mello.
Antonio Jos Cordetro Simoes.
Jos Mamas Ferreira.
Antonio Jos Silva Brasil. .
Jos Marcelino da Rosa. .
Luis Jos da Costa Amorim.
Jos AWf i da Silva Gqlmares.
Joaquim de Almeida Pinto.
I-oterla.A que se acba a venda
a 54a a beneficio das familias dos volun-
tarios da patria, que corre terpa-feira 18.
o
p
o
I-i
>

I Masculino.
.1.1
I Feminino.
>
n
I
Masculino.
8
mosaraente zeloso do sea rebaoho, oio coosente
e nem consentir' jamis qoe a impiedade se'eo-
raize no mel de campo qae tio cuidadosamente
foi cultivado pelos apostlos do Cbristo.
< Aoooaciada ba longos aonos nesta povoacio
as missoes apostlicas desde qoe a occasio se
apresentou que um concurso itnmenso de puve,
viado dos mais recnditos sitios da freguezia, cor-
ren oovir no meio da mais religioso silencio as
palavras ebeias de anco e verdade que Ibe diriga
o inissionario capacbiobo. Esle solicito como no
cnltivo da vinba do Senbor, lancoo 1og > suas valas
para as obras da nova matriz, e exhortoa aos ou-
Tintes i prestarem seos servicos. conforme as (or-
is de cada um e sem distlnccao de calbegorias,
na eoncluso de to pia obra.
c Suas palavras nao foram baldadas. Todo o po-
vo concorreu no meio do malor contentamento I
conduzir os materiaes de qae oecessitava a igre-
ja -, o eolio rico e pobre, plebeu nobre, todos

Feminino.

Masculino.
Feminino.
a

s
Masculino.
IS
00
Feminino.
3
8
I
Masculino.
8
1 1 co 1. O 3
M w 3
00 >^ 9 w
Feminino.
>
TOTAL.
i
ADVERTENCIA.
Na tolidade dosdoentes exlstem SOa ; sendo, 114
bomens, 90 mulheres.
Foram visitadas as enfermarlas :
As 7, 6. 7, 7, 6 1|2. 6 1|S,6, pelo Dr. Ramos.
As 9, 9 li, 9 1|J, 9 1|S. 10, 9 1|2, pelo Dr. Sar-
ment.
Fallecern) :
Mara dos Praxeres, bexigas.
Emiliano Jos da Silva, tubrculos polmoaares.
Joaqaim Silvestre da Silva, anemia.
Florencio Jos Feroaodes, anemia.
Joanua, lufeccio parlente.
Joanna Mara de Mello, bexigas.
Clementino Praneisco Xavier, bexigs.
Justino Rufino, anemia.
Casa db detenco. M)vlmaoto do dia 9
de fvereiro de 1868.
Exlsiiam 316, enirarara 20, sahirara 2, exlstem
A saber :
Naclonaes 236, multares 5, estraogeiros 39,
mulh-r l.escravos 50, eseravas 2.
Allmeniados a eusu dos cofres nroinciaes
333.
Movimento da eofermaria do dia 9 do cor-
rente.
Ti verana balxa :
AgoMlobo Romio RodrigaesI
Marcos B. de Araojo.
Jos Estevas de Siqueira Jnior.
Ttverawalta :
Jos M rlelo dos Sanies.
Manoel P. de Lim.
Targino P. de Sooxa.
RsrAimgAo da pot.ictA.Extracto das partes
do rila 9 e fO de fevereiro de 1863.
Foram recolbidos a' casa de detencao no dia 8
do corrente:
A' ordem do lllm. Sr. Dr. chele de polica, 15
sentenciados, viudos d<> Rio Graode do Sui, com
destino ao presidio de Fernando. A* ordem do sub-
delegado do Recife, Ananlas, liberto, e Roberto, es-
era vo de Joao Francisco Padllha, para correcto.
A' ordem do deSaot) Ailooio, Antonio, escravo de
Jos Gooealveg Salgado, a reqoenmeoio deste.
No dia 9 do mesmo mez:
A' ordem do Ur. delegado da capital, Antonio
Bernardo de Moura, por furto de cavallos A* or-
dem do subdelegado do Recife, Richard Bauosly,
Americano, a requtsicao do respectivo coosul. A
ordem dojuiz de paz da freguezia de Sanio Anto-
nio, Pirmino, escravo de Aoiont de Aibuquerque
Hollanda Cavaicaote, por se achar peoborado.
Por esta repanicao f ;i remeitido para a armada
1 recruta.
O chefe da 2" seecao
J. G. de Mezquita.
CEMtTEtn riBLtco.Obituario do dia 8 de
fvereiro de 1868.
Damiana, frica, 60 anuos, solteira, S. Jos ; de-
syoteria.
Maris, Peroambnco, 2D anuos, escrava, S. Jos ;
varila?.
Fraocelma, Peruambuco, 7 mezes, S. Jos ; febre
perniciosa.
Manoel, Pernambnc?, 40 dias, Poqo ; espasmo.
Anna Rut de Brito, Pernambuco, 10o annos, sol-
teira, lk a-\ isla ; dyarrhea.
Jo Francisco Pies de Andrade, Pernambuco, 54
annos, casado, Boa-Vlst- ; hepalile chronca.
Emilia Edmond, Franca, 31 annos, solteiro, Boa-
Vista ; labercolos" pulmonares.
Albino, Pernalnbaco, 5 auno, S. Jos ; gangrena.
Maocel Joaqaim do Hora lira, Pernambuco, 58 an-
nos, casado, Boa-Vista ; hyperlmpbia.
Joanoa Mara de Mello. Macelo, 25 aonos, viava,
Boa-Vista ; bexigas confluentes.
Marimba, Pernambuco, 5 mezes, Santo Antonio ;
dentico.
Antouio de Oiiveira Gindin, Pernambuco, 3i an
nes, Boa-Vista ; tubrculos.
_9
Satyro, Arries, 45 annos, escravo, Boa Vista; be-
patite chronca.
Francisco dos Santo, Pernambvco, 18 annos, sol-
teiro, Goa-Vista ; bexigas.
Miguel Ferreira Toientiao, Pamambbaco, casado,
Recife; anoplexia fulminante.
Clementino Francisco Xavier, Perncmbuco, 23 an-
dos, casado, Boa-Vista; bexigas.
Manoel, Pernambuco, 7 dia?, Boa-Vista ; espasmo.

CHRONCA JUDIGIARIA.
TRIBUNAL .% RIIAVlO.
sesso em8de fvereiro de 1868.
Presidencia do Exm. Sr. conselbeiro Soaza.
As 10 horas da mannaa, presentes os Srs. desem-
bargadores Santiago, Gitirana, Guerra procurador
da corOa, Almeida Albuquerque, Motta, Assis, Do-
mingues da Silva e Souza Leao, fallando os Srs.
desembargadores Loureoco Santiago e UchOa Caval
cante, abrio-se a sassao.
Passados os folios deram-se os seguintes julga-
mentos:
appellaqSes civeis.Appellante, Antonio Jos
deOlelra Castro; appellada, Joaoaa liberta.Con-
Qrmada a seotenca. Appellante, Manoel Geraldo
Monteiro; appellado, Joao de Sa Cavalcante.Con-
firmada a senlenca com declarado. Appellante.
Jos Rodrigues Paes; appellada, D. Helena Maria
do Carmo.Conflrmada a senlenca. Appellante,
D. Mariana da Concalcao Pereira; appellada, a
viuva de Jos Laiz da Franca.Conflrmada a sen-
?a. Appellanies, Braz Ferreira Finheiro e outro ;
appellado, Ignacio Caetano de Alencar Rodova-
iho.Reformada a seotenca.
appkllacao crimr.Appellante, ojuizo; appel-
lado, Manoel Fraocisco da Silva. Improce-
dente.
babeas corpsNa peticSo de Fraocisca Generosa
da Soledade, negaram a ordem. Coacedeu-se sol-
tura a Manoel Joaqaim da Caoba.
Assigoou-se dia para julgamenlos dos seguintes
feitos :
appkixacSbs civus Appellante, Manoel Cesar
FalcSo; appellado, Antonio Leitio Vieira de Mel-
lo. Appellante, a Santa Casa da Misericordia; ap-
pellado, Candido Jos da Silva Goimaries.
PASSAGK*.
Do Sr. desembarga ier Gitirana ao Sr. destrabar
gador Guerra___Appallaces c.veis: appellante?,
bacharel Galdlno Ferreira G mis e outroo; appel-
lado, Antonio Goncalves da Silva. Appellante. Fran-
cisco Solano da Cruz Ribeiro; appellado, Godofredo
Henrtque de Miranda. Appellaute, Manoel Ignacio
da Silva Teixeira; appellado, Antonio Pereira de
Ao Sr. desembargador Loureoco Saotiago.Ap-
pellaeo crime: appellante, o julio; appellado,
Antonio Roberto de Albuquerque.
Do Sr. desembargador Motta ao Sr. desembarga-
dor Assis.-Appellac5es civeis: appellante, Stlvioo
Gancalves de Oiiveira; appellada, D. Josepba Mara
dosSantos. Appellante, LuIsPuecb; appellado,
Joio Praneisco Olero.
Do Sr. desembargador Assis ao sr. desembarga-
dor Domlngaes da Silva.-Appellae5es enmes: ap-
nellante, o joizso; appellado, Fraocisco Gomes de
Andrade. Appellante, Manoel Bexerra da Paixao ;
appellado, o jizo. Appeilaco civeis: appellante.
Vasco Marinho da Gama Mello; appellado, padre
Jos Gomes dos Rete. Appellante, Anglica Bar
narda de Miranda; appellado, Manoel Jos Dan
tas. AppelKwte, a administragao da mas de
Goncalves Bastos; appellado, Dr. Joaquim Jos de
Ou Sr. desembargador Domingoes da Silva aoSr.
desembargador choa Cavaicaote.- AppellacOes
civeis: appellaote, Manoel de Almeida Noguelra;
appellado, Maximlano Cardim de Oiiveira. Appe -
Unte, Goncalo Franco de Oiiveira; appellado.Gal-
diooTavares da Silva. Appellaote, D. Felicidade
Maria de Vasconcellos; appellado, Dr. Antonio de
Carvalbo Raposo.
As 2 horas eneerrou se a sessio.
Reg, Dr. Pitanga e Dr. Miranda, faltando com pleameote eliflcadas, respetando desta nanefra
causa os Srs. Silva do Brasil, Santos e Dr. Villas 0 disposto no mesmo ragaUmeatoObserva po-
Boas, e sem ella o Sr. Barros Reg, abri se a ses- rem a com missio qoe, navendo logares sea ar-
CHIRA MUUCIPAL DO RECIFE
6- SESSO ORDINARIA AOS 10 DE DEZEMBRO
0 DE 1867.
Presidencia do Sr. Pereira Simoes.
Presentas os Srs. Aquino Fouceca, Gustavo do
sao e foi llda e approvada a acta da antecedente.
Lea-seo seglo te
expedibnti:
Um offlcio do eogeaheiro cordiador, informando
sobre e requerlmento de Jos Tnomax Cavalcaoii
Pessoa, no qual pede que se Ibe d cordeacao para
levantar 290 palmos de cerca na freote de sen si-
tio na travessa do Luca, freguezia dos Afogalo?,
cumpre-lhe dlzer que esta cerdiacio nao pode ser
dada presentemente sem desapropriar-se o terreno
do sitio da freote, qae propriedade do Dr. Joa-
qaim Antonio Carneiro da Cunba Miranda, visto
que pelo aliobamento marcado pelo soo aotacesser
acerca do sitio do sapplicaote, tem de avanzar
pertn de trinta pumos, e a estrada tem de entrar
ontros tantos no terreno do Dr. Miranda.Posto em
discusso, resolveu-se conceder ao snpplieaole fa-
zer a cerca oo mesmo logar onde exislia a
oolra.
Outro do mesmo, ioformaodo o requerlmento de
Joao Fraociso Pardillas, que pede licenca para
rebocar a frente da casa terrea n. 107 da roa do
Pilar, e concertar a calcada e collocar urna nova
soleira na porta da mesma casa ; compre Ihe dizer
que nada tem a oppor a pretancio do snpplieaole,
urna vez que collooue a nova soleira no mesmo ni-
vel da velha. Coocedeose.
Outro do mesmo, ioformaodo sobre o requeri-
meoto de Manoel Pereira Lemos, no qoal di< qae
leo lo obtido liceoca para fazer am muro proviso-
rio em sen terrea > oa roa do Alecrim, resolved
agora fazer em vexde maro, casa de 22 p tinos de
freote; declara que nada tem a oppor a semelban-
le preteacio.Conieden-se.
otro do mesmo, informando sobre o que pode
uo requerlmento tanto Francisco Gomes de Oii-
veira, para mudar tres travs, remover o poni
para por no alinbamento da casa sita a roa do
Quiabo da freguezia do Poco da Panel la, assim
como demolir o tarrago qoe tem oa freote da mes-
ma casa ; diz nada ter qae oppor a pretendo do
supplicanle.Concedea se.
Outro do mesmo. ioformaodo sobre o que pedem
do reqaerimeoto jauto Bartholomeu & C, para
concertaren) o cano de esgoto das agoas do telhado
da casa da ra das Laraogeiras d. ll,e abrir na
frente e nos oitoas tres ocalos, aflra de se toroar
mais arejada, oos quaes davera' ter grade de ferro,
declara que Dada lem a oppor sobre o concert do
cano, em qoanto aos ceios, as posturas munici -
paes nada duendo a respeilo, a cmara resolver'
o qoe melhor entender.Concedeu se o cooeerlo
do cano, e abortara dos ocalos someote aos
ol5es.
Outro do fiscal da freguezia de S. Fre Pedro
Goncalves, informando o reqnerimento de Goilber-
me Pasco -, que tendo obtido liceoca para nx otar
om prqaeoo vapor na sna fabrica de costuras
roa do Apollo, casa n. 19, resolver transferir o
dito vapor para o quintal da casa o. 25 da roa da
Guia, contigua aquella; dit qne na verdade o
qnlotal da casa a qoe agora o sopplicaote se refere
bastante espagoso e offereee commodos para esse
Oro, mas timbem nio seacbando designada a roa
da Gala para estabelecimentos desta ordem, psre-
ce-lbe qae nao poda ter lugar semelbante preten-
ciio.a' commlssao de sade.
Ootro do fiscal da freguezia de Santo Antonio,
remeneado a relacao das casas que exlstem em sua
fregaezia sem numeracio.loteirada.
otro do mesmo, commanlcando que na dita
freguezia nao existem roas novamente abenas que
nao tenbam ainda nomes.loteirada.
Ootro do mesmo, informaodo ccolra a preten$ao
de Joao di Cont Alvesda Silva, de ser dispenso da
multa que Ihe fora imposta por nao ter revisto os
pesos e medidas de soa taberna sita a' roa das
Crozes, dentro dos mezes de abril a junbo.Alten-
deu-se ao supplicaote em vista do qae allegoa.
Outro do mesmo, pedindo autorisaco para qne
possa admiitir ama carroca qae conduza o liio ti-
rado das mas para os Ingares onde deve ser depo-
sitada.
Nesta occasio o Sr. Dr. Pitanga pede a palana
e diz qae andando todo o dia n-s ras desta cidade
Dio eocootra os serventes empregados na limpeza
em nenhoma das mesmas ras, e tendo as fregu-
ztas de S. Jos e Recite cada urna sui carroca em-
pregada na C'.ra lucao do llxo, em oeoharaa dellas
tem elle eocootrado. e por Isso, sem qae se oppo-
nha a exigencia do fiscal da fregaezia de Santo Ao-
looio, requer lodavia como raembro da commissio
de polica, que se determine a este e aos demais
que mandem a nota a mesma commlssao dos dias
em qoe devem trabalbar com as carrocas, com de-
claracSo da locatidade.e bem assim daquellas onde
trahalham os serventes.Assim se resolveu, auto-
risanda-se ao fiscal de Santo Aotooio, que admit-
tisse a carroca quando fosse necessario fazer a re-
mocao do lixo, daudo-se'sciencia ao pr carador e
cootador.
Ootro do fiscal sapplente da freguezia de S. Jos,
Informando nao ter lagar a preteocio de Gaspar
Jos de Mello, de expor a' venda fogos artificiaos
oa casa n. 75 da ra Imperial,^wr ser ella contra
as dlsposicdes do art. 6' da postura addicional de
13 de juoho de 1853.Iodeferio-se.
Ootro do mesmo, ioformaodo sobre o qne pede
Jos Rufino da Rocha em sea reqaerimeoto ; de-
clara que parece-lhe nao haver inconveniente no
qae pede o peticionario, sojeiundo-se este a levan-
tar no alinhamento da ra frente de casa oa muro,
para que o terreno oio flqoe em aberto, com te-
Iheiro como pede.Mandou-se informar ao eoge-
uheiro cordia'or.
Outro do fiscal effeetivo da mesma fregaezia,
Joio Pacheco Al ves, commaoicaodo ter reassami-
do o exercicio em o dia 6 do correte.loteirada,
e se communicasse ao procarador e cootador.
Outro do fliscal da fregaezia da Boa-vista, in-
formando nio haver inconveniente em permittir-
se que Joio Cbnstino, abra om cano de esgoto
para as aguas fluvlaes, de sna casa n. 20 da ra
da Mangueira, da mesma fregaezia, nma vez que
o dito cano sirva somante para este Om.Gonce-
deu-se de conformidade com a luformacio.
Outro do mesmo, commonieando que o tenente-
corouel Francisco de Paula Correia de Araojo,
princlpiou a edificar tres casas terreas na ra no-
va dos Pires sem liceoca, pelo que o cooslderou
ineurso no artigo 20 da postara de 13 de junbo
de 1855.Que se remettesse o termo de lofraca-
cio.
Ootro do administrador do cemiterio do Poco,
cemmuoicndo qae o portio do mesmo estabele-
cimento acha se arrainado em estado de oo po-
der fuoeciooar, pede a cmara providencias.Qae
o eogenbelro ief jrmasse.
Foi apprevado o seguate parecer da commissio
de policta, e uo sentido do qual mandou-se res-
ponder ao administrador do consulado provincial
o sea offlcio de 30 de oatubro allimo. A com
missio de polica a' quera foi presente o offlcio
do administrador do consulado provincial em que
pede baja toda regularidade na numeracio a que
se esta procedendo nos predios desta cidade, en-
teode que nada ba a provideociar mais do qoe o
estabelecido pela cmara, qae vem a ser, obser-
var o qoe determina o regulamento de 16 de abril
de 1842, fazendo numerar seguidamente os pre-
dios edificados em roas novas, reservando para os
que fossem posteriormente edificados, a designa-
Cito de numero e letra mandando avivar os a-
maros apagados oas raaaja numeradas, eu renume-
rando de novo aquellasTnas qae sendo ba tampas
numerada?, gardam Irregularidades por ter sido
a numeracio felt quaido apreseauvam Interval-
os para novo predios, que j4 ao aebam com-
ruamento, por taita de planta, aonde a edifieacao
irregular e apropriada, nie se pode guardar o
que dispfie o regulamento, e nesias clrcomstan-
cias inteodendo a eoajiissao qae se dev fazer
numerar seguidamente, sem duliorcio al qoe se
estabelecam os armamentos marcados pela planta
da localldade, que se deve mandar proceder.A
cmara proceder como melbor Ihe parecer.Pa-
go da cmara municipal 12 de novembre de I7.
Dr. Prxedes Gomes de Se uta Pitanga e Feli-
ciano Joaquim dos Santos.
O Sr. Dr. Pitanga fez o segoiote requerlmento,
que seodo posto em discussio, foi approvada
cRequeiro que se peca ao advogpdo, qae estnde a
qoestio seguinte, e d seu parecer, se, sendo m
cmara municipal obrigada ai des do Jory,
leodo em corapensagio a arrecadagao das maltas
do mesmo jury, e se, leodo sido privada de-ta ar-
reeadaciu, em vi-la da legislacao geral, deve to-
dava continuar a fazer as despexas com o mesmo
tribuna!, sem qn<> ttvesse compeosag&o algoma de
nutra- arrecdac5)s eomo acontecen com a en-
mara monicipal de municipio neutro, a quena
fui cooflada a arrecadagio das decimas orbanas.
Pago da cmara 10 de deztmbro de 1807.Dr.
Pitanga.- Mandou-se remet er a commissio de po-
llea ama pengio de Luiz Gomes Bezerra, arrema-
tante do imposto de alerigao de pesos e medidas,
allegando que acbando-se ja em exeeueio em al-
guias repartlgoes publicas o novo systemn m-
trico, pede a coofecgo de um regulameolo para
este Om no municipio.
Dlspaeharam-se as ptico-s de Aotonlo da Silva
Ferreira Jnior, Angela Custodia do Sacramento,
Gaspar Jos de Mello, Joaquim Eleuteno Maitos,
Jos Rufino da Rocha, Joaquim Paes Pereira da
Silva, Joao do Couto Alves da Silva, Joao Saraiva
d'Arauio Gtlvao, Maooel Dias da Silva Saoto?, D.
Maria das Neves de M randa, Bartbolomen Loa-
rengo, Rjrtno Mmoel da Cruz Carreiro, Theotonio
Flix de Mello, e levaatou-se a sessio.
Eu, Francisco Canato da Boa viagem secretarlo
a subscrevi.Pereira Simoes pre-presidesle, Dr.
Piaoga, Dr. Villas-Boas, Reg, Fonseea e Sr. Mi-
randa.
Commiuiicados
Polmica religiosa.
XIX
Escreve a' pagina 14 : < O Dos dos Jadeas
uno, o Deas dos Christios trino. Os Jadeos
nunca admiltlram seno o moootbelsmo poro, os
Cbrlstios nio admitiera senio a Sanllssima Trln-
dad3 (S. Malh., cap. 28, 19 ; S. Joao, 1 Eplst.
cap. 5 v. 5) O Deus dos Judos oo lem pal nem
c mii. O Dos dos Cbristios tem nma e ontra
c eouaa. O pnmeire concilio de Nica declararon,
no principio do seclo XIV, que o Filbo tra eon-
i substancial com o Pat: o primeiro concilio de
# Echefo deci-roa, no priocipio o secuto V qun
Mura era Mai de Deus
E' oeste rosario de estafadas antitbeses, que o
Chrtstao Velho imaginen poder eofiar a simpltclda-
de dos oescios! Com effeito, quera, sem refl'Xo e
exame, lr lodos estes trocaailbos do chistoso es-
crlptor, ba de diter l eemslgo : O boraem um
graode sabedor de Escrlploras I Pois pooco des-
cubrir cousas que fazem calar o Nihil sub sol fio-
vum 7 i escobrir que o Daos dos Judos oo t nha
pai nem mi, ao passo que o Deas dos Chrbtios tem
ama e outra cousa, pequea theologia T Descu-
brir qae os Judos nunca admitliram seno o mo-
notheismo puro, e que o; Cbristios nio admitiera
seno a Santsima Tnndade, isto qae o Deas
dos Judeos uno e o Deus dos Cbristios trino,
n3o levar as lampas i lodos os theolog >s do man-
do 7 Mas agora se qoa'quer menino, que tenba II-
do a carhtha d> Padre Ignacio, perguntar ao CJkns-
tao Velho onde esta' a dilferengs entre o Dens uno
e o Baos trino ; que responder 7 Quem entre os
Hebreos igooroo, que Dea* era trino era pjssoas,
e qaem ootre os Cnristios ignora, qoe D>>a uno
na esseecia T Qo> m disse ao Chrtstao Velho qae
os Judos nao admiti'im, seoio o Deas uno, e
que os Christios nao admitan seoio a Sann-sima
Trindade ? os Judos recoobeciam o D us no oo
sentido de ser une na essencia, mas nao em ser
uno as p-ssoas ; eomo os Coriatios recoobeeem o
Deus trino no sentido de haver tres pessoas divi-
nas o'ums s substancia ; porqae o dogma enris-
tro : que Deus fnno e uno ; trino em pessoas
e uno na essencia Como, pois, se arroja o Christao
Velho a eserever que os Judos nio admittiam se-
no o Deus uno, e que os Quistaos oio admitiera
seoaa a Santissima Trindada T Entra na cabeca
de algum sensato, que o povo da Daos nio tivesse
aoedes do dogma da Trindade, tendo as mios o
Gnesis, enjas primaras palavras comecam por de-
nuncia-la ? Duvida f Pois se duvida, nio dovide de
mim, duvide de Santo Agostinbo, qoe se exprime
desta forma : Apraz me ver ao comego do santo
Livro do Gnesis revela la a Trindade ; pois ahi se
Id o seguate : *No principio creon Deus o co e a
trra, para significar que o Pai creou o mundo
pelo Filbo, segundo esle testemuoho do Psalroista :
cQuam magnificas, Senhor, sao as vossas obras I
Fizesles todas as eousas sequndo a Sabedoria*;
mas a Escrlplora nio tarda em fazer meoco do
Espirito Santo. Depois de referir que a ierra foi a
prlmeira obra, qoe Deas fez, oa qaal a materia
que Deus bavia preparado para a estructura do
universo, sob o nome de co e de Ierra, qoe a
mesma Escriptura, assim descreve : Ora a ierra
era tenebrosa e ioiorme, e as trevas estavam ena-
lbadas sobre o abysmo ; acereseenta logo, para
completar o numero das divinas Pesoas da Trin-
dade : agoas.i loe me delectat plurmum, quod ettam m
summo exordio Sanctt Libn Gentseos Trtmtas
commendatur, ets. (Aag Civtt Dei, Lib. XI, c 32.)
Qae d z a isto o Chrtstao Velho 1 Tiohlm oa
nio tinbam os Judos conhecimento do dogma da
Trindade 7 Ese ea disser que mais faclt o
Chrtstao Velho lizoora-lo do qoe os Jodd ? Que-
ris ama pr va ? Ea vola dou, abrinlo o vosso
opsculo a' pag 35, e leodo estas voseas palavras:
cDeas, depois de applicar um castigo a Adi por
c ler dado oavido a' voz de sua muiher, fez p?ra
ambos ornas tnicas de palles, e disse : Bis ah
t esta feito Adi como um de *4s, coobecendo o
t bem e o mal > (Gen. 53 v. St) Como um de
nos, disse Deas I Eolio, quantos Deuset bavia 7
Se fosse um s Deas dinaigual a nos; mas
dissecomo um de nis, o qae qaer dizer qae ba-
via mais qoe om Dens: absurdo qae se desmente
no mesmo Ceoesfs.
Esta sytlabaja theologiea s se pode comparar
com aquell'outra : O Evmaelho subrogou os dog-
mas da le anttga.l A vesse a mlllesira* pane da instraecao theologiea
que alardea, hava de ver na-tas palavras da Deus:
tSis ahi est feito Ado como vm de nos urna re-
veiago nio s da Trindade, segundo Santo Agos-
tinbo, co"no ontra propbecla da redempco futura,
seguado Terialtiaoo. Duvida ? Pode duvldar, mas
duvide do mesmo Tertuiliaoo, que a proposito
mesmo de-sa acareagao felta por Deas aos delia-
qaeotes do paraizn, responden oestes termos a Mar-
eiio, que accasava a Deas de Igaoraocia : fiasen-
sato I Que insultas o tesmunho da Magestade Di-
vina, e a ligio que dava ao hornera I escota :
Deas raterrogava a Adao como incerto, aflu de
provar ao hornera que elle era llvre, e ufferecer-
he por ama retractacio espontanea oo humilde
coDflsso, o ensejo de confessar elle mesmo a sua
jama
. '




m l }'** ****T~mto.-T* Uto Si *vr0 te im.
'.oiquidude, e por ahi reergoer-se da qdefla. De
'goal modo procedu em nutra oceasio : Ciro,
oode est, leo raioT O Seohor tmba ji oovid
a voz do sangtt^de Abel qae repercuta al elle.
Mas interroga ao implo,-para que, osaodo de seo
livre arMhw, f sse til* propno qo* oloataria-
tente aggravasse o sea crlme pela mentira, e pelo
endoreclmeolo. Djos, preludiando desde eolio a
dootnoa do Evaogelho : tVs seris justificados
por vussas paiavras od eoademoados por rilas,
os eosinava asslra a coofessar os nossos pfte* os
ortratrfts ama syllaba. Has porque Pearo (Pedn)*
Pira qae ama materia solida e coaiuacta exprim-
e por seo oome a energa de sn f, oo porqae a
E-eripmre representa o toesmo Je*rr Chriflo, ora
como podra angular, ora como peora de eootra-
disaop.d3eca.a;jip. Nao. preciar diier,*ttis.
Cerorauoic r ao mais caro de seos discpulos ura
oome que lira va de saos proprios sy roblo*, valia
muito mais talver, qae se ibe impozesse um come
emprestado.
=
07


.DECLIRICSES.
deliciosa essencia florida sobra o sea lenco, Hit* dito de algodio; a Linden Weydmo
ou-taja as-.do a meiaa n' ura estado de di- A/*, M ., L
tuicao. como am cosmtico; por certo he- t^e mercean ."aoWsiva
sitaV um s instante em perfeiwmente coin- F4 D,0Q' d* S' *7rWtin {\ Vor/IeD,f'ifln( cid* eo as seoboras e scoboritas da Ame- i i di. *ru de ferro, indumentos de msica Ktff A^L J^S SVmii
rica Hespaobola ; as quaes a tem u*ado para \?m0> ,ldros crvs,e e ocalos; a A. Roberto & avallado em 40*. por exeeucio de Candido Gon-
Para evitar as frau luanlas e despresiveis e^io.
nlferarM framez ,s e tambor*,. L d'" "'ado! A"n,es *
Urna grande moliida-', viuda da Jadi4, de Ty"-
em ver de os negar. Ponjoaeto, po>l> que Ada ti ro, de Sidooia.e das regides martimas, se apiahacn
veste sido entregue nerl*, em conseqaencia do ao redor dalle. (Evangth ].
decreto coolra elie proferido, todava Ihe restava a O Psalmo aoooociava : Eis ahi es estraogelros,.
speraoca. Es que Adao se lom< ikqiI a ana os habitantes de Tyro, e di Ethiopia vao renascer' Cuiupra lores ddvem pedir a Agua de Florida
den>. dlioS-obor. Como se Deas moslrasse. em teus maros. OhSiaol oh tni! dir o hornero, I desde log que no futuro seria o homem elevado e o borneo) nafcea era seo seio, porqne a Horneo) i.uii.u ifiup A* v, Vnlb .*.
ivtndade ma unio hypottatica do Verbo cm a Deas tambem ahi oasceu segundo c vontade do
matuuza Almona (I). Mis cooeluamos r-sta passa- Alussimo, Nao era lato nos ensmar qae os Gea-
gem. Agora, puls, temamos, qu, estendendo a tos haviara de abracar sna lei. porqae elle era
mi, colh tambera da arvore da vida, d'ella coma nascido H.raem Deas para ediucar urna Egreja,
viva eternamente. Por esla palavra agora, io segando a vontade de seo Pai e com a rooliidao
dicio do preaenie Deas n. fai comprebeoder dos Geotios ? (tagarnos ainda Isaas: Eis qae os
qae a vida tornou-se passageira no teo'po pre- povis cbamadus. pelo Seohor correm, estes do Sep-
sent; por isso nao amaldica Adi nem Eva tentriao, aqaelcs do Meiudia, oalros das margeos
porqoo aspirem i rehbilitacao, pois qoe ji se; do mar da ierra dos Persas. O Pfophela repele
F'6 ditas perfamaria e calcado-, a Jos
ta excjusJo de todo e qaalquer oatro per- Loi g. Ferreira & c.
fume. 5 ditas ebapos e pissemauteria f a J. A. Pinto
acbavaio rehabilitados aos olbos do S Dti >r por
am comee de expiacio- Ao centrar'o amalJici
Caa. Debalde (julzera o (ralncida riscar ro u a
anorta lembraoga do sea crime. Deu o condem-
tu a viver carregado de dupla infamia :o sea
rime e a sua mentira.
Quer ainda e Christao Velho ootra prova da re-
?elagaii do-dogma da -arili-sima Trtodade as pa-
lavras do Gene is. Uuvida ? Pude dnvidar, mas
duvida de issuef, que as-im discorre c ru a allilo
qaia qoi>. Ibe pn>pna : Tuilo qaanto a Escriptura
Santa nos eosiaa sobre a creaco do universo,
nada em compa*aQo do que nos diz sobre a crea-
cao do bomem. At se Miar (1*-i.>, todo quaoto
Dos fat o dmt ara mandado : Que a luz se fa^a :
que o firmamento se despregue pelo seio das aguas :
que. as aguus se rettrem : qae a Ierra fe descubra
t ferment'as suas yroduccoes: que hoj grania
luieirus que dniilam o din e u noile : qie as uvee e
os pe promzn os utumues segundo as suns difjri entes es-
penes (ijfn t, 2 e seg.) Mas qoaodo ss trata de
fater o bornea', M >y;.. nos musir Deas mulando
de lingoagera : Pagamos o hornera a oussa ima
gem e seraelhaoga. Faaamus hominem nd imsgi-
uenel simihludmem nosirum ( bid, r. XXVI)
Ja se uao ouv^ ess* palavra imperio?a e do
Binante; mas sim urna palavra meiga, m auo
por issj perca sua tflkcia. Parec) que Oto* con-
sulla cooDSigo mesmo, qae se excita a ti mesmo,
Como pira nos fater v r que essa obra que val
emprebeoder excede e sebrepo a a todas ..s su.s
obras auunores. Facomos o hmem. D^us falu
dectro de si ui^smo, falla cmii aiguem qut> u.:>-ra
com elle, a ^Iguem coja rr-atnra e uiNgcm .; o
hornera. FalU com outro qae elle mesmo, &>m
aquelle por quera'lidas as coisas foram f-itas, cora
aquella que diz ao sea Ev^ogelho: Tudo quaoto
faz o pae, seu i;r > da mesma urte faz (Jijo. v.
19). Paiiaadu a seu Fillu, ou com sea PillU'j falla
ao m->!u.j t ir.'j cora u Eipiriti Santo, Qiuipolen
le, ign.l e coxterno a am e outro.
i b' ura i coba inaudita em loda a lioguagem
da Escriptura, que outrem, a nao ser Den-, innha
falUdo de .i me-mu no numero plural: Facimos
o homem. O mesmo Dos na E-cnpiura nao lat*
por este redo mais d.i que duas ou tres Veze- ; o
esta Uqgcvge'n eiirordioana (ouega a jpparecer,
qaando se trnta de crear o b"mMi>.
Quatid i D-os muda da linguaacra, e de algum
modo do s>-u proced-r ordiaario, n.io p de a m mes.uo; mas para dos mostrar, que vai
coiBec-r, segundo os seas eteruos censelho-, ama
nova rd-m de.coi>a..
Ansm que o numem, tso altameote elevado
cima dasoutras criaturas, de cuj* g^-rac-lo nos
falla M ys<, prudntiilo por um modo inleira-
Benio oov,). A Trindi-le ctmeci a manifestar s;
fazendi a crentura raitmil, elija iiprcd*s iu
teliHciuacs sao um irapeifnta lm racSes 't>ri is, pelas qoaes Dos t fecando em si
aaesma iBs>un, discrs. da bisl. noiv^p. 173).
Nao b^ cbrislio que s.iba u calheeterao da sin
reliyiao, que igoore eslis verdales p>imana-i do
cbrisiinru-iDo, quB liiriben o for.ro do m i^iy-ra >.
Basu sab-r qui o pjvo de Daos eiperav* o Mis-
sias, coja eiytsctacao era o seu ccn ses e aniu-tms d sua yerpgnngo para se nao
davidar de que o d-ama da Triodade ihe fosse ro-
nbfcido, n,j nom lacia clareza como depois de Jer
sos i bn>ii., que U a luz quo di.-.sip ,u as sombras
dos oysiei o (U le aotijfo, cujo Um era prenarar
o camtuho pra outra mais aogusta, mmosearre-
gada rtn ct-reiijuoi.3 o mala f.-conda ero vinul^s-
t Moys, diz anda B ,s>uet. para conservar o
pnvo M-mpre na esoerauca 'testa loi. roofirma-u oh
viDd< dqu'liB jjrande Pronheia, qw devia Mhn
de Ahri-hairi, s- vos ba de suscitar do meio dn- >st neao e
d< numo '/j viissns trma s, un Pn-phein s-me
litante a mim, esculaio. Uhuim XVIII. 13, i8).
* Ajut-iie Pio(-r.i-u ^eu^eha(l!e a M y-'. legis-
lad.r c.jino ell-, qoem pode ser kenuo MiMa>,
coja dootniia d-vu algum dia regular e sautiflca
todo o oatverxq ?
Qoe rej.pi.oda ii Chrtslao Vtlho e sua seila.
Ma, ame do res.tradrr, 0^5* anda o que vou
duer iMiorn-qi ao imano da le mosayea, cu
relago *' unidade de Dos.
OnoTia oo Dos ucico, pessoal e vivo, impo-
Dba a fe 00 n dever do conservar Ui-lraenie o do-
ma da iimo'ade, cora excra>ao ib-.oiuta da todo o
erro contrario. E-ie dv.-r p.^ava ja locinldu no
prira-iro rnPlt. dodec-lago. AS revedagd pos
tenores au.piiaram o preceiio. \Vmosque o I-gis
Jador divino lutiQ cao>tatemeD!e contra at te
dr-ocias oo PaitaDi>mo, que por Ma a par" s
apres-nl.vam n uif-ru:e>, e que deparo ser rom
bailidas h re(iHt>da. A>suo nao se limiiou a dizei
a re>peil.i da r-Pgiao dos Cananro* : Nao adora
r a m-os di-u>es, orm llie* dars cn'to: n'i
imiui- as ^oas obras; u>a>ordtraa D^sirui-u
lias, e qu-braias a suas estatuas : oo farascoo-
ceri-i aitiuiu d-iieiw.nem rom o s-os oeus^s Ni,,
Jjabileifi na toa ierra para que le uo fC-mi pt-c
car contra mim, serviadu aos shus d*m-s u1"-
cei tan ente lo ser tiupecj. (Exod. XIII. 2i
32. 31.)
Ef* p.,is nm dever re>tri.no p;ra o Israelita ex-
friuiir sua f fi de-truicAo j^. todo u que. >e ihf
ppiioh.. lsael sa aiava em pr.-sii.ga d..s moo.-lruo-os er
ros e prati^a aliomlfavela J (odas as 0u,S-> i lo
'*'/a> A ^ ,!" OI"oa,,- mraroava em tuuo;
al prennia s iodjBam^i.t- a .'e uuidade de loaar,
aOoo no quH o da arqa da aiar/Ca. Todo esse pensa-
meoto no oujiada ..ysi-roaicamujie eraunjaaa-j
era o jir-ii.-e pi.s rvauvj iiraira a iiolaina, coo-
lag > tar os ll-Jirf >, p .vo carnal e pr ilundamenle loen-
nado a' l..o >ln.i, 0,03o diz a E-criyiura E poi- U
lar Iho a i i da uoidadn de D-> % cuBtrap >to o-
blinii a" po/.* Jade ','0 d^u-e^ Co P<(tKI3*iO, er
lod) odesigt,,ij na le. Turto taquilla rohuata i.r
ganis;-cso social era grande, c.mo eram grandes
a> bgur^s a ps -y nJoaloa d ..y-t^ lo-, qo-i o Mi-
Sias navu dn cealisar na pit-uitude do* tarap.
&inln.|UHutrBilnj lliuilra nstrt Ilpl e
nio P-rmitt.m eoraparar com ind.vm'u-cau indo-
0S symboio e finuras da le de VI y-s eoui a rea
lidadesda ki ev uelica, cojos iyos sub m-s s*
acbavam dr-rr-; nados no Aolig j Te>.iamut ; mas
io me P0--.O fu- lar a rvi>r..:oz r o Ik-iIismujo pa-
arHloqu o >s dfil )U T nullmio. quand re.sp.io
deuu a Ha i-iao, que nana >traoha.io qne o nu-
nein di- .-i iiiis fo**o duse ua-a .-uiro, du-lii.:
. i E' Vei i>a le eu p lOeria, pur ela so cir
cnm-i sao > pe s Pri.pho.us niQj, jj.|0^ .symbolos da le.
41 AiiH4 Te-l.ll.rl.iad j D^o- do Ju.i-..s, do D-o-
Crea i,., iu-, D,.irC mais d^ urna ura douom^-
to don: > As -loi f*i so.- E.iii; a duze pudras
preciosas que briihavam na- ve^le, sacerOdaes dt
Afi--;as d.-re, p-.lf^ ^srVlniga8 UJ J.,rjop.n
Jo-sn^e ir-'a'iiu.-s em forma a arca uia, gau
OQlr-s i.ni.i> fjur;;8d)DUii.erosj!ra.iaOos Ay.tfU
es Qia ..fu- f cuuios peviaui uAoo>lji.s r-r
lilis .. 'i: o. 'ii.s ajfja- b- C;as um -ulo uuii* ra
art'd, e irvar a vi.la a.i -^i dt u*i,0->, oode sr
bvu ejt OKUldO O f.oOO T|(.-nl i dfl Daos, seguaio
a lin^ii-K. ui d I-aia- ; Eu fai correr rioseui
COoh Itj.... y. ,ca. Q i3cS ndias sciul llaul-s, i1k-
Vlaio i- Ao i i... iuiiiar cmi seu* rams >% vh-
tfcs >avr-!-> ,1, jjjr.-ji, .jo- revest. Jrt-ua G Ti>P.
Com Poniifi,-.,] ii-ruo Jo .Par-. Qi.. coi u mu as fuo-
Pft.1 CliotliUdas Ua f. uram lis Alello*
i rh- iiu.jo.vh3 airam-ala* pe i Vrrdadein
- do JifUao, a i-.ollvcadao uo souiUaiiu
esta maravilba, dizeodo: Levanta os olbos, eolba
em torno de li; porque os peves reunidos mar
chara ao teo encontr. Ao aspecto destes estrao-
geiros e destes desconbecidos, prosegue elle, dirs
em ten corago : Quem me gema estes albos?
quem m'os natho? d'onde me sao vindosT
E este Cbristo nao se ia o Cbri-lo dos Prophe-
tasT Qoal str pois o Chrlaiu dos marcionlslas, a
df speito de seus dogmas cicnstrao:o., si o seu
Chn.-to nao o do3 Pr.phfiUs ?
M is eis no Filo as miserias e as enfermidades
do Pai. Pal ignora no Paraso onde estiva
Ado; b Filho ignora quem Ihe tocou na orla da
sea vestido.
Qaero conceder ignorancia do ChrUto, siesta
lioguagem me perrailtida contra o sopblsraa di
heresla.Cma mulher, atormeniadi por maitos
aunas de am ti ix i de saogu >, o toca, e elle nao
sabe por qjem tocada. *Qttem me tocouT per-
gunta. Miio grado a deuegago de seos discpulos,
elle insdste, com a ms.ua ia. .rancla : tAlgutm me
tocou; e da esta prova : tporque eu sent que urna
vii lude sahto demtm A istuque responues, Uar-
:-i.-i. Chrisn coubecia quem Ihe tocou T Eulo
porque alT-tctar ignoranciaT Porqae? Para pro-
vocar a cuodssao da fraqaeza, para experimontar
a f de quem Ihe tocou. Assim bavia (arabem
outr'oralnterrogalo ao n-osso primeiro pai, como
si ignorasse o lugar -r.de nUtusje. Ado, onde
estas? Adam, ubi es? A ju-iiiicaco do Crea-
dor a justi-aciu do Cnristo. Caristo se
assemelba ao Creador.
< -los o Cbristo era iuimigo da le de Moyss,
que pr hibia tocar a muibdr menstruada.Foi
para insultir a le,(lites lo,que elle nao s se
drixou lo.-ar pela entVruia, como al Ibe res'.uio a
saJe. Oa qne D-us buii faz*jo, mais por od o que
por naturez Si jemos, porra, que a f dessa
"ni h r foi Ihe menioiia: A tua f te salvou;
qu-'ii s tu p>ra explicar pela invej ou odio um
Dr-orQcio, que o mesmo Seohor declarou ter sido a
recompensa da f daquela molber ? Queres tu
que toda a la f coo>isiisse no de>prezo da le? A
quera podei- persuadir que essa mu ber, estra-
nn.i a um Drus e quem nao linhi a menor idea, e
oso iniciada arada no Exaogelno bov>, infriagisse
es-abrupto preceitos quo ainda a obi g,vm? Mas
"ssa iiifraecidoem vinudede qui fe? EinqueDeos
cria eiU ? sobre quera rahia ojcj despr^zo ? So
bre o Creador? P.rque cerlamenle era a f que
diriga lno a uoao qaaudo tocou no Cnrisio. Si era
a f no Cread if, pois i|ue outro Daos nao coune-
Cia, como viclava a sua lei ? Como infractora da
le, o nao poda ser seoo por sua f oo Crea-
dor. Aqu uuv. ojirrul lad-o: como barmonisir o
respeiio que ac.mselha a submisso, com a violencia
iuea tr-osgred ? Eu le digo: Sua feraacoovic-
cao d- que to seu Ueus p-efena a misericordia ao
sacrifieio; era a certeza ue que o seu eu obrava
ocla tucaiago de Jess Cnristo. Chela distas sea-
tmenlos 030 toco a oo Salvador, coosideraodc-o
como um justo uu como om proph-u exposto as
impurezas huinaoas, mas sim coma am Deus que
sua f ihe revelava cima de lodo o cootagio cora
ruptor, fot -rpreou po.s sabiamrote em seu favor
as proinoic-.-s oa lai,queso iiga as colisas que podiam ser maocnad>s, mas nao a
D-us que ella coutemplava oo Chrisio. Lemhra-
va-se de qu.i laes prooibigoes eram para o Qoxo
sanguneo da meastiuago meosal e da parterigao
n*s operagoes regulares da natureza; mas nao em
suas aberrages.
S*hia po s mu brra qae o sea estado mrbido oao
era temporario; mas exigiao socci rro dadivioa mi
soricordia. Por isso, em vei de baver violado a le,
p le. sa dizer quo sabiameoie di.-ucauio os seas
pr^ceiios. Fui a uta f que tambera Ihe comronni-
con e-sa mieiiiaemia tPorque si nao reles,
lumbeta nao cooiprelisniereis. Ayprovando Jhsus
Unrisio a fe oessa mu.her que nao cria seno ao
Creador, cora a resposta qae Ibe eu declarou se o
>eus da f, qae elle approvou:A loa f te
SalViU.i
Nao desorezemos esta circumstancia. A horaor-
rhoissa, Uicindo na orla do vestido de Christ), nos
aliesia que Cbristo traba um carpo real, e nao
un..Mstic.', como dizes, N > tenbo o designio de
voiiar a e^ta quasto; apena, registro am ficto,
que foriiflt as miabas provas. Si o Cbristo n i
livessd um corpu verdadeno, um phantasma, coasa
vaa e imaginara nao poda ser manchado. Impos-
sibihtado d era rabir imi urezas pelo Ulusono de
sa suostaucu, como otena querido? A Mulo
d'.D'migo da le ? Rspede.
(Continuar se ha.)
"i ni miimimiiif.________________________
aduiterar;5es fran'-ez s e baroburgu9?as, os
l>ua
as outras s3o alsificioes seua valor..
Vende-se as pharinaciai"' tfe A. Caors
Barbosa dr C, J. da Couceic3o Bravo & C
M. A. Barbosa, P. Maarer & G. e Bartbolo-
meu d C,
COMMEKGIO.
eBACA DO RECIFE 10 DE PE VER El RO
DE 1868.
As 3^ borag datante.
rlloje)
Cambio sobre Loodres9 d/v ltP/4 d. par 15000.
Cambio sobre Portagat O (rrvt8TJ-. por 1000
pagaveis em esterlina.
Algooo de l sorte104000 por arroba.
Frt' de a godo para Liverpool3/4 d. e o / de
pnmagem.
Jos de Aquino Foaseca
Prasi denle.
Francisco Mamede de Almeida
Secretaria
1 dita imageos; a madama Aduar.
4 diusebapos; a Cbristlaai Iroios.
2 ditas eolxetes ; a Prente Vianna & C.
< ;;; irr.8-s e palles preparada; a Domingo;
Jos Perr'eTra.
a ditas tecidos de lioho; a Adriano, Castro 4 C
140 ditas queijos, 200 ditas vinbo, I dita obras
de bronre, 20 ditas chip s e t-cidos de Moho e
aleodio, 1 da coaros, I dita movis, 15 barris tinta,
1U0 ditos e 100 meiis maoleiga, 150 fardos papel,
2. saceos farello, 200 gigos cerveja, 1,000 ditos
,batata.. 130 barricas" cernalo, 15 ditas porcela-
na a-|.A. Borle di
8 barris vraho ; a J. M. Palmeira.
1 fardo tecidos de algodo; a Maooel i C.
50 barris e50meios maoleiga; a Jolmsion Paler
<&C.
7 ditos prego,; a Isidoro Bastos & C.
cilves Torres contra Cosme J* Feroaades. __
Consulado provincial
Pela mesado consolado provincial se fat publi-
co qaa no dia 22 do crrante mez Boda se o prazo
marcado para a cobraaca a boca do cofre dos im-
post.s aanuociad ig por edual desta reparticio de
11 do mez findo, orten<.eBtes ao exereicl(f*cor-
reoie de 1867 a fit, e qae fteam sogeitos a malta
de 6 'i, tolos os imposto* que forera pagos depois
desse da.
esa da consalado proyJoclaL6 de fsvereiro de
1868. '
Francisco Amioiflas de Camino Hoora.
A Ulma. jonta adraioistraliva da Santa Casa
da Misericordia do Recife, recebe propostas para
aforameol dedoas terreno* dos Arrombados, qoe
onli'ora perteoceram a Maooel Jos Lopes Braga;
na sala de saas sesees ao dia 13 do correte as 4
horas da tarde.
Secretaria da Santa Cas* da Misericordia do Re-
cite, 7 de ferereiro de 18S8.
OescrlvSo
Pedro Rodriga-s de Sonz*.
pauta nos pbecos nos gneros sJEiTOS A DiRET.i ~ Ojibaixo assignado lancadnrda rec.ebedoria
msxpobtacao. -6BMANA i-i 10 a lo do mez ^ Te?*3* "^ts geraes fax stente a todos qae
de FEVEusiRi DE 18U8 Item "d contiuuar do dia 10 do^orrente, o laoca-
Mercadonas. unidades. Valores, eotoo imposto pessoal, em as roa de S. Frao-
cpi-tn 9Xfain cisco, Florentioa, Belra, Santa Isabel, Santo Amaro,
m }|pracado Caoim/p.raiso, Ria, Calabnn5.,8. Boro
Aleool ou espirito de agaaar-
dente......... caada
dem eaiaca.......
Agurdenle de cana .... a
essa
de
rublicacoes a pedido
Declarac&o.
Joan Brnardo Neiva de PijiaHredo ssieotiBe-i
ao r-pp- uvel petjHe qoe foi demuiido do luj;ar
d guara da slfandeg de.-U cidade a sea pedido,
p r nao pod-T mais cootioaar por eocomodo de
sauif e nao como dis-e est Diario na sea con-
. .-iioada Revista Diaria, ser pedida pelo Sr. ios
peder.
____
Protectora ns familias
Associjao brasileira
M
Segar auo so re a vida
Approvada per decreto do qwerno
imperial*tte 13 de junho de 1864.
Gerida iel Bancv.Kuial Hjpwthecano da
Riw te Janeiro.
CammUso Cscal.
V^adrr, J ,s Jua ,ui.u o Luna e Silva Snbrinho.
L..mme.iador, J^roujuio J ** de Mesquila.
dem, Roav-ulura G.inealvrs R qae.
11. m, GunhrriiHi Prniu M| alna es.
Esta asg,: can Hcn-jo u.t-011.1 d 18i7 com 2951
;"XTS' c"n'"ra P"al >ut.sc ipto de res
*,.-..i:U80ii7 ', e c.iverl*B era apotii es 4> diwil
uui.nc ara ju*o de 6 i.ur e*Uo ris 1,162:0004000
As pessoas uuequiZeree iSMirever-.e na assovia
ino, sa.. convivas a dinir se pes-oalmene, ou
or escriulo, -o p..r lt-rmn io de quera quer que
**), oo. ** o'o-i-ni actorlsado Da ag^neia da di-
i* as>uci:>cai> ra rio L vra-i.e .to 11. 19 | andar, a
tratar un aSr. Jf. |. de Vidal, qa- Oara' regn
UnM. da me5ma e t,d M eXpItcacSus de que
CarrC'T. 1U.
Novo banco d Pernambuco
em liquidacao.
Os possaidores de notas da emisso do
banco queiram quanto antes apresental-as
ao troco.
Caia filial do bat -o do Brasil em
l'eriaoihaco
De ordem da directora se fax publico qoe o the-
soureiro respectivo paa o 28 divideodo das ac-
edes do banco di Bsasil, lozalisadas nesta caixa
oa razo de 1UA por aeco.
Recite li de janeir^ de 1868.
O guarda-livros
Igoack- iNuoes Crrela.
EM LIQIDAQAO
Novo banco de Pernambuco
Os Srs. accionistas podem eceber o 3'
dividendo (em reoeda correte) de 10 o/o do
capital, assimeomo o 1. de 30 o/o. e o 2.
de 46 o/o, ja annunciados.
ENGLSH BANK
Of Rio de Jaueiro Limited
Descoma letras da pra?a tasa a con-
veneionr.
Hatada diobeiro em conta corrente e a
praso fixo.
Saca vista ou praso sobre as cidades
pnocipaes de Europa, tem agencias na Ba
hia, Buenos-Ayres, Montevideo, New-York
o New-Orleans, e imuie cartas de crdito,
para os mesmos lugares.
Largo do Pelounnho n. 7.
ALPANDEGA.
iteodimeoto do lia 1 a 8........ 123:10ofi90
idem do da 10.............. 23:63.5031
dem geaebra ...
dem-reculada ou do reino
AlRodao em caroco .... arroba
dem em rama ou em la
Aogicos (toros)....... dum
Arroz com casca..... arroba
dem descascado ou pilad. ..
dem lnanco....... ,
Assucar mascavado ....
dem refinado.......
Azeite de atneodoira oa meado-
bim......... casada
dem de coco...... *
dem de mamona .... *
Batatas alimenticias .... arroba
B-muillia........ libra
Bolacha mi diara, propria para
embarque ......
dem una........ ,
Caf bom........ ,
ldra escolha ou restolho
dem torrado....... libra
Caibros......... nm
14G:63i|51il
900
400
900
880
"800
200
8A7O0
603000
14500
2fiO0
&W
24700
G4600
24500
14*00
14400
14500
. arroba

. >
. am
. arroba
. urna
arroba
libra
nm
libra
cento
libra
Mov meato da alfaodega.
Volumes eotrados c m N/eudas...
comgeoeros.....
Volaraes sabidos cora faxeoda*...
< t com eneros....
18
373
It
747
-----758
557
U .lli-miM.
O iV, |.
Bao.
>mb
it>e il<
Marelio o idera" jamis i i-nfli'ar
.este ooo.t- o.p.r iKu,Da i^i-aj^aisirH.l- ? O >.,
"* UtV "'n" niu '** "i,,i, iir"-"';"^r o-
S ,1. ,ri. Oiii-u rd;iui,ijr c, nvpfiH o un
'"',!"*" rj M* '-orr0-noud-r ao
o.-u.-r, ,t.aar,l-, o* no-
Si 1 1 ^ """" d"- ** ""ou",.,. a
* |,,' ^o<"iuf.i. u n d
{Ti *?,., *-.., tkrm i),lho -.
W que uuio espanto ln0 eaosuo.
Afciia de FIoJJ. de Harray e
L.'.BniHiu.
J? l vajosse lempo em que pormeio de
hero el bur ilos e engenluisos anouncios nos
jornars pMblicos, se aicancava oempalmar-se
e iUrn,lu/,ir-sB uta artign inferior ac-:ei-
tacao j-utilica. As esssncias ordinarias e
<1e urna emauacio ae*rna, fatincarta d'oleos
barains, sSo hjQ em da oniversilmente re-
jbita.lHS em ili-spi-ili) q tudas as iopressas
tanjan* oiHorovHtivis; em quanto que
este adiuiravbl e nquiss'mo perfume e cos-
meiicii, rorop >to e fxir^bidu por urna
pe Uv^l e rH.siiiiiisapel finua dd raras e
deiicail l 'te* e p'aua-. n ilitraes e sn-
brem-ifwra e9Mna>l m Amrica do Sol
e Mtxicu, d.- prfferene'n t das as mais
perfumara* aguas djf.iru.so.svai gran
IhqIu a,|,jiiiriiilii para m dn dia em ta
nnv.-i fafta, runos triuirji to-, p<*a meio 4e
t'dis a-? el Isb'ei il< n lo, sem
u.ilaa r)a>iiinuil igi" la.is .io que a sua
De^carreftaro hnj II de fevereiro
Barca fraoczaCoitgnymprcdoiias.
Ilaica franceza fio Grandeiaem.
Brizne soeco Picforinnlrm.
B^rca portugn^za iVoro Silencio sal.
Patacho hHsi'anhniIndiochai qoe.
Briue inglesA/aundr/inacalhao.
Brieoa lgica Alexanlra, vindo deTerra-Nov,
manifest. a:
318.1 barricas e 213 meias ditas bacalhao;*
Sauoders Bruthers C
IMie brasileiru Sania Rita, viodo do Aracaty,
manifjstoa :
10 saccas alajorlo ; a L. A. Siqoelr.
104 ditas dito; a J. 1. de Carvalbo Moraes
lrmao.
57 dita dito; a ordem..
40 ana* dito: a E A. Barb & C.
4 ditas dito,68me!, s desoa; aGomesdeMattcs
<& Irma.
34 saceos farinba de mandioca ; a Jos Lopes
Davim.
2o ditos cera de caroaba; a Candido Aflboso
Moreira.
Vaoor bra.ileiro Pottngy, vindo de Penedo e
alacBo, man i f-si, 11] :
502 sa'-c^s a'godn; a ordm.
24 ditas d,t,.; a J-aqolm P. da Costa Moreira.
44 rtitas dito; a tfindn lo, Olivara & C
118 ditas dito] a A'varo Angoslo d'Almeida.
43 1iu dito; J. M. Palmpfra.
19 cuas dito; a Virginio J. dos aotos.
62inss ditn; a Candid Kibeiro.
100ditas dito; a Maooel Joaquiro Rodrlgaes.
52 ditas dit-, 10 latas oleo de mamona; a Js
Augusto de A'auj.
50 dius dito, 27 saecas algodio; a FrancUeo
'it'ocalves Turres.
H-aiH brasrteirn Nossa Senhora dos Navegantes
vinrtn do Asm, manifHsta :
ICOaiqueifH gal, 31 saceos, 1 barrio* e 1 rallan
(era de rariiana, 8 m.ihos courmbos, 200 duos
palh, fi6 gCeas algod,.; ur- m.
28 rtit^s don ; a J,s dn Atevfdo Aodrade.
M dilas dito; a A. C. de Vh^poocpIIu fi.
2 ditis din. 12 barricas cora de caro; a ; a
Viviano de S .oa Cida".
3 sap.ei.s gnmma, 6 dit-w rra de carnui, 1
lito dtia a abeih, 1 dilo buxos de pesc.oa; a i
Gama & 8ilva.
16 morbos cnnriohon, 92 saccas algodio; a M.
J'-6 Kernand-s Barros.
2d,u dito, 15 sacen edra de carn.-b*. W
caixo-s 9|as de dl|a> l{ conrog sat8.aiut. a A(.
irniii ce C.
^saeco rr de carab^ a Vmnto Pmw.
UU* e li barrica* dua; a Maooel Roingaes
Cal.......
dem branca. .
Carne secca (xarqae)
Carneiros. ...
Carvo vegetal .
Cavernas de sicupira
Cera amarell.....
dem de carnauba em broto
Ilem idem ero velas .
Cevados (porco).....
Cha..........
Ch.riyos.......
CocoFseecos......
i(Oll........
Couros de bo, salgados .
dem seceos espichados .
dem v^rd-s.......
ilem de cabra corlldos om
Idem de ou?a......
Doces secens......libra
Uem em gnia oo massa. c
dem em calda .......
Ensarn* ^ ,.....nm
Espaoadores graoo'es ....
Ilem peqoeoo......i
Esleirs para forro de estivas
de navio........cento
Idem de carnauba.....
Eslopa nacional.....
Farinba de mandioca. .
Idem de araruu ....
Peijao de qualquer qnalidade .
Frechaes ....;..
Fumo em mina, bom. .
Idem ordinario ou reatolno. .
Idem em rolo bom.....
dem ordinario oa restolbo .
Qalliobas........
Gomina......... arroba
I pee acuantia (raz). .
Jararaoda (cos-Ufira). .
Lenba em achas.....
Ha de aaogu em loros .
Linbas e esteos.....
Mel ou melado.....
Mho ... .....
<)s-os..... .

Jess d3s Cri na, Patos e traves-a dos Expostos,
por isso oetessiriose faz qoe todos tenbam promp-
tos os seas recibos e contratos de arreodamento
para por elles-se proceder referido lancameoto.
E para constar se faz o precepto.
Recebedona de Pernamboeo, 7 de fevereiro de
1868.
Jos Theoiorio le Sena.
O subdelegado do 1* dislricto da fregoetia
da Boa Vista, faz -cenle a quem interessar possa,
que achase recibid a casa de detencao Benedic-
to, escravo qne dii perleocer a Fraocisc Gomes
Tabosa, morador oo termo da Gloria de Goita, de
onde se aasenura desde o aooo prximo passado,
qaem se jolg.r com direilo ao mesmo escravo,
compareca oebta sabdelegacia, qae provaada a
poss do mesmo escravo Ihe sera' entregue.
Subdelegada do Io distnctoda freguezia da Boa-
Vista, 8 de fevereiro de 1868.
Jeronymo Jos Ferreira.
7*oo Declara Cilo.
ltKLth *s 8u/1,eDC'as do JUIZ0 ae orphos drsta cidade,
*7n continuara a sr de b-je em diante 009 dias te'ja e
*~ seiia-fcira, teodo po'ro aberlas ao meio da.
360
400
880
33X00
4*000
MfifJO
33300 D'ora em dante oodem ser enviados pelos pa-
6*300 qaetes a vapor da R-a> Cnmpanhia Britannica, para
250 qaasi todas as parles dn mondo; cartas, joroaes,
3001 l'vros, amnstras de mercaaorlas, ele, pagndose
20tK)0 [ previamente oeste eoo-uiado o respectivo frete em
2*1)00 diooeiro oa por meio de sellos do correio britaooi-
3*oOJ co- Para o reioo de Portugal smfole podem se
4*000 Paos "8 aote-roo, as eartas seodo o porle qnatro
6b0 Pooies por cada qoario do onea (duas oilavas) em
dioheir,' eslerlin > ru -eu valer.
Tambm se enncedera nrdens para diobeiro, nao
exeedeDdo de 10 libras esterlinas cada uro, so-
bre qualquer dos principaes correos da Graa
B'etauba e Irlaoda mediante urna commissao con-
forme a tabella seitoinle. Estn ordens podem ter
pagas em soberanos ou o sea valor em moeda
Correte deste imperio.
ORDENS l-ARA D1NHEIRO.
AVISOS M1BITIMQS
COMPANHIA PERNAMBUCANA
Navegaco costeira por vapor.
Goianna.
O vapor Paialiyba, comman-
daote Mello, seguir' para o por-
to cima no dia 15 do corrente as
9 horas da noite. Recebe carga,
. encommendas, passageiros e di-
nheiro a frete, no escripiorio do Forte do Malos
o. 1.
Para o Porto
S2he em poneos dias o brizne Boa F, recebe car-
ga e passgeiros : a tratar com os consignatarios
Carvalbo & Nngoeira. na rna de Apollo o. 20.

234
:,.o
110
380
104000
1*000
360
32Q
1*000
451 m
2UOu
c
nm
arroba

t

urna
. .
. .
. .
Paina de carnauba.
Papagaios ,
Pao Brasil. .
Idem de jangada. .
Peehuiy ....
Pedras de amolar .
dem de filtrar......
Idem de rebulo......
Petia* d ema......
Piassava ... v ... .
Pomas, ou chifres d* vaccas oa
novilhti*.......cento
Pranchoes de amarello de dous
costados,
12*000
urna 16
arroba 2*'Kl
alqueire 2*300
arroba 10*ooo
4*0oo
SAi'tHI
15*000
85000
10*ooo
XVI i,
l*iO
4-JoiM
2i*0,-0
9.)*K)o
3*000
1240011
6*000
200
1*6'. iU
240
1*000
o\V no
ti*IMI0
5*0 K)
12*000
INM
8tK)
1*000
2*000
160
dnzia
cento
i
om
c nada
arroba

p.'.ino
um
quintal
o m
arroba
ama
i
Para as qaantias nao excedendn
> de 2 al
de 5 at
de 7 ai- ..
Consulado brtaaoieo em Peroambuco, 12 de
dezembro de 1867.
Beutmck W. Doyte,
Coosul de S. M. B. a agenieocrrelo britannico.
Sch. Peo.
2... 0 9
5... 1 6
7... 3 3
10. . 3 0
Notice,

eoiiPAiviiizi
DAS
Messageries Imperiales
Al o da 14 do eorr-nts mez, esperase da Eu-
ropa'o vapor francez Gmenne, o qual depois da de-
mora do cosiume seguir para Baha e Rio de Ja-
neiro.
Para coodicoes, reles e passageiros lrata-se na
agencia roa do Trapicbe o. 9.

Gonipaahia aineiicaca e brasileira de
paqneies a y^por.
At o dia 16 do corren'e esperado de N*w-
York por 9 Tnoroaz e P^ra o vapor anericano
Nor/a America, o qoal depois da demora do eos-
tome seguir' para os porlos do su!, nra fretes e
pasMig-ns tratase com os agentes Henry Fur^ter
& C, roa do Trapiche d. 8.
Letters, new-papers, Book pareis, Samples rf
Merchaodu-. P^tt rns, etc., may nnw be s-Dl by
tu- B'itisb Man Pa- k -is to meany .-. li pars, of ibe
Worid, aod cau be prepmi al this OSBi-e euher io
money or hy meaos "f <-f Briil-h Postag Stamps.
L'liers o/; can b prepald f..r ihe Kmudom
nfPortngal. Tn Bruish lea oo leiters for
P .nogal, is f.,ur Prace for eacb qoarter of aod
oounce (iwe oitava:).
Money Orden?.
Are also isa-d ( in,. c,,n.0,^,rt 00 3Dy 0f (ne
pnn-ipai Post Off|.--s m Greai Bntaln aod Ire-
raie of v.mnvsinn.
lan-1 =1 th f !' vr ni
libra
molho
.....
.....
. .
. ,
Lraocn. .
. .
. .
Idem de louro .
Rap ....
Sabo ....
Sal .
Salsa parrilha .
Sniatn- O" c uro
Sebo em rama .
Idem em velas .
Sola em vaqueta .
Tahuas de amarello
diversas ......
Tapiocas ........
J1]"......
Travs. .
unas de bol \
Vasstmras de piassava. "
Dita* de timb .
Uiu delau-uauba .
V 1041(1 t. .
um
libra

aluni'iro.
3*800
20*000
10*000
1*000
160
400

arroba
p.r
arroba
*
urna
duza

arreba
qaiuial
urna
cento



carada
90
s
'-
er.
O
Qft 9* 5 - 2
a o y M ** -r sn "5 o -3 3H *t
5 i- i*"1 * -p.
< < < . d s d * d s d
0. 9. 1. 6. i. :! 3. 0.
No Single
Porto
r
Para o referido pono pretendo sabir com a pos*
slvl bre-viaada o palacio portuguez Gaiibaldi, re-
cebe carga a freto : a tratar com Davio Peireira
Baltar, toa do Bram n. 66, oa a bordo com o ca-
pitao.
''

orto
.
I *- a
' .i ai
S2
1E&81
5
30*000
800
5*0' K)
7*000
KMN
ptmoo
87AOOK
3*000
2*000
6*tfl
380
10*000
8*t0
6*4'M
80U
. Payinoots for Mu,.,, y os u.,y be made ei-
ther ni S ivereijns ,r iner eqniv|ent io tbe Pa.
per Mouey of me Empire, at ibe current rale o
Esenauge.
Bntsh Cassotate.
Peroambdco 12 d oiz-nher de 1867.
B-niiiink. pf- D'y,p-
U. B. M-\ Cousui & Brnisn Pa'cket agecte.
___
a barca portugaeza Despigue II, a chogar do Rio
de Jaaeiro, raulo Faustmo Jos de Car va Iho, tem
doos tercos da carga engajada, para o reslo qae
ihe faOa trata-so com Ferreira & Loareiro oa tra-
vessa da Madre de Dos o. 10.
GOtiPANrlIA PEUNAMBUCANA
DE
Navega cao costeira por vapor.
Waceia escalas, i enedo e Aracaj
O vapor Pulengi, cor/inundan-
te Pereira.segnira' para os por-
los cima no da lo do rorrete
as S horas da larde. Rerehe car-
ga al o dia 14, encummendae-
passageiros e diobeiro a frete at as 2 boras da
tard' do dia da sabida no esenptoro do Forte
do Matos o. 1.
qual baja elucido aljuud> guitas desta
Roca A
Costa A
da S'lv-i.
B.rca fraoaeta fh Qrmie, vioda doHivre,
manifesiou :
Aq,!^4^iw.<,o, DD,o,"g,; Thd^
AmnrmA C ^ **''" d"* 5 LDfe ^ *'*U
40 oiiu 40 meins dita :** r *
runos.
2 calta* pianos; a V.iM. .'
Puno ,U" Stnoss; V,ceQt **
|...us eonr.de l0str; a|luA. Bj,lbw.
i*c7Jl, "R,""aR' "'**.Ma ta, picado e
d.U chap* ; Ad Himnuri, A >l.
19d.schHI,,s, r.ie,,,., ,, actete,
8* dar,i* preuo., a M ,fcU,Wl'( |rao
d-^7,2sfe,r- -e j^.mo-
i di* imiareaiMa.; ainurpr 4 g
i .i..ap,ect)8l j. >elleiro 4 lU9tWAi; a
< U l,le.1B AlPl fo-lll,).
I oiu v..ir. ; Uwin.
3'lMs atiulb.
1 2V? r ""a: S,,w & Cardos.
-,f,f8s *"** V-rg.,, *. Cajih^hi.fr.
Afjjidcfa de Pernambaeo, 8 d fevereiro d-
'A#ffKadn. O 1. confenente, Francisco de P.
Gonfuives da Silva.
O f c-ioferpKie, Sot Thomaz de C. Quaresma.
Amirovw-Alfandegd 2o do Janeiro o 1 '8.
A, Hlalio
C .of r.H. rJ3.oe5crptorarlo, Eutyclio Mon-
dmt Pestaa.
uSBEDORIA DE RENDAS HXl ItNAS
GRRAKS
ftamflmeBto >.* dia la8.......... 10:75>7S2
ldondjifc 10................ :64 *49'
,.....
.

7 3l7*ifil
:- i
CONSDLAnOTROVINClAl
EdJmemo dr. dial a 8....... 43:3I3*h4i
dem dodiaW.............. 7:728*b
{(1:038 5 4
i I 1
* I ,; ------t-
- 1 ii..- 1
COvJPANIHA PERNAMBCANA
DE
SavegncAo rosteir per vapor:
De iiroem do eoo^eih 1 dn dira.-co sao convida-
dos os Srs. ac-ijuistas para reon rem se em as-
amblea gerai no da 15 di crrente ao mlo da,
ou miar da easa o. II B< prac* do Oifpo So-
it. *fi u de campnr-se o disposto 00 art. 19 dos
atolos.
Esi-npioida comDaohia Peroambucana em 3
le fevereiro do 1868.
O erenl,
P. 9. Borgea.
U cuos-ihii aa cini,ras do arsenal de guerra
ir"isa comprar o sesmnie :
1 R'ditaoa oe f-rro oe 9 a 10 pollegadas de di-
metro ruin o comoeleotrt eix.
1 correte no f-rn pooi 33 a 40 paln* pro-
pna para trabibar com baldea na n>ema roi-
lana.
12 garrafas oV aleool.
1 tumi c m breo.
2 arn.bas de rame de lato sortido.
. 1
eob
MOVIMESTO DO POETO
P-reira di a
P. W.id.
BbtM ^ora, B iJB S^iVSKS,
1 dita tecidos e lia; a H. Wilver.
Navio snhid no din 9. .
Rio a Prat<4TTri|..H p..'rinenez Esperunc, capl-
li Mo .el frtmtist 1 da" .1 iva, cnra asquear e
aguan}*' le.' _______ ^ I
Nmioirtrofii odia 10.
Sfarville por. ari-'ii. 44 *Hn *> PV'mi*o e
39 20) lonela1., 15.p i.) Vi--l r Pmv'efic.l, qo)
f II, cara* vinho imlrus geoer, s ; a li- et
frfreg.
Rj, rfe Jjn-iro11 **, vapor IBgl-2 C-ftf nf Ene
,noS Aurtt, de8t'0ii-n l'd*, capujo y i-v >'
ta r-A*'" .itllroli- r*t*""< i Admnsun HwJ
C. Vel r-P.-b r r^rva...
A'arii* o*ilfi. no mesmo din.
RihV'. r iinwi.ji!} >-.u na tiuron, tfm
oiJfJl-> H-n-V Eti^i Jminr
Poitm do utVfp.r hm-ii-ir..Gn-ir,e oman-
dan* i* leme P-dr.i II Iiu-"--
Coal-B.rca a e.k ^umn-gu-ai Wiea Bohenfeld,
c-p.tao 61 Sbuit Vttv* ^'su'ar.
Oi>.-,rv^*'. Iir 1*-^*
go^p^nd-n d.i-WW"'*'! p.m Ribhi o'brhroe lo
gle Agjus, cp qaelruuiu de Terra Nova.
SHO^ibro-1.
80 ufift* de A B C
6 caniveies de tptr$r pn*s.
3 f.. Iiinliss onro Imanak.
li n ihikSsu. de eh.v.H smtidoa.
KdO Cor ia< para andames.
j'i 1 mpeiido- de Simo de Naouia.
2 snobas de fl 1 de vella.'
4 d'uzs de limas coalas de 5, 7, 9 e 13 porte
ga 3 ditas de ditas meia cana de S, 7, e 9 ppllega-
diS.
2 .-lila* d< limaiSes de 5, 7.9 '" 12 rfifns.
4'ditis de ditas de desim-mr de 14 e 16 iit:s.
4 i'tff dn limas triangular de 3, 5, 7 u 9 dita?.
tr, titiras de paii'uha preparada.
foO egs -le c, rilas ae polla.
5 pedrl, de amolar. '
2> tu os.
2 'Usu de pTUCeis SOTlid?.
t fu 4 a izias d pmceis d8 peooa STtld03.
llill mnllin fle ripas.
J-err,tes suri|it..s.
IO.iicO Pj H.is de ladrbo.
f ni niir-s jora vq>ietrx, fotn do cooro de
fadii, r. m i, rompeipntes rhap s.
bus cun os competentes arreio.
2 .1 t > invife".
X) mei,i- .le sulla.
A- p-ssiia* 'qtiHonlrnvm vender ditos artijo*
11. H-eni ni su.j i(r..|.o-ias na sala do conselbo as
1 bo**-. (im-tt dueorretp.
Ci.selo.1 de r tupias do arsenal de guerra 8 d
feVoieir.. re 1868.
JV Mana liJef .nn Jicorne da V. P. e M lW.
re.|,(n"btB.
Fr.Ekh.tr> d P Hay; mealTO da SHvs,
Secielaro.
Ilha de S. Miguel
A barca portoRueta Pararj/.tem a maior parta
do sea car. eamuoio prompto e para o resto e pas-
sauoiros, paraos quaes tem bellos commndos tra-
ta-secom o sna c>a a roa do Apollo o. i.
Para Lisboa.
A barca poriogoeta A/raranirp Hereulano, *
qual e esperada do Rio de Jaaeiro, e de>de ja se
enaaja a carga qae ainda poder receber, trata-se
cf.ro E. R. Rabello, roa do Trapifcbe o. 44, sgoo-
do andar.
________i______________
Para Lisha
Segae sem demora o brigoe poilngoei Cons-
laoteilt, por se arbar com grande parte da so*
carpa prompta, para o restaole e passageiros trar
ta se com Oiiveira Filtios C. lario do C'.rpe
Santo n. 19, oo coro o eapllo na pracoa do com-
mercio.
_-------.. tr
Para Liverpool em dirertura
A barca mel.Mary Wodsre-ehe algodio
a ratio df>5/8eS or eenio pov Mbra: a diri-
jpr-ae na roa da Crot o. 6.
Para Lislo
Vai sabir fm puuers o\o a barca portoners
Nova Mananna, par ter frraode p re d' soa car-
da p'noiHia, para o restante e passilffctfos iraia-se
-.un Onveira Pi ln< A C, largo (to (inrp-i Santo q.
19 oo com o capito oa praga do commercio.
IEIL5ES.
DE
Fa?e>1s Hnp s e adradas.
O agente Otiv-ira fata letto por ordem a drfer-
Si.-s, e, nnr conia e risco d- qoe*a periaarer, de v>
rudo Mirlirne.uio oh fazeoOas hmnas prutirias de
mercado, e de dulas e ainoneea lisoa avariadoa;
II .K
A II horas da mi.ha em p'ntrt, ta seo _
rrit.i rm a ro d Cadeia a. 4, aor cima do aim*.-
eua do Sr. Barroca.

Para o Porto.
SiSSlf^ r1"3 d.ta> a bar" w" Novo
Mencio por lera maior parte de soa carga promp-
re;".?,M.re8.U0U> e P84^'. P o qne ofle-
cuifJ r foait"0'os. Wau-se coo Ollveira*
Filbos 4 C, no largo do Coro S.ato n. 19, oo
comocapitaona Praga do Commerclo.
* compa"nhia""pernambca"a^
PB
Jiavegapo costeira por vapor
Parahyba, Natal, Macao, Aracaty, Cear e
Acarac.
O vapor Ipojuea, commandao-
te Martios, seguir para os por-
los cima oo dia 15 do correte
as 5 boras da tarde. Rebebe car-
ga at o dia 14 as 3 boras da
ton.e, eocommeodas, passageiros a diobeiro a
frete al as 2 horas da tarde do dia da sabida '
escripiorio oo Porte do Matos o. 1. _
rOHPlKHIA PERMBl'IMt
DE
o costeira por vapor.
Rio Formoso.
O vapor Maman guape,
con ir,,Lilatle Costa, se-
guir* para o porto ci-
ma no da 10 do ci.rtnte
as 5 horas da madrogada.
Rccfho carga, pastagei-
r ros, cncommeodTs e di-
obeiro a irete oo escripiorio do Porte do Malos
Pauta cabrirle para duas e iutupessoas
"* t e m cavatlo ne s,;| 2
rn-n'
'PW ftitarwnc^to fepi- P n,k na p^-, *-
evuimerciu, eui (reate ao C^rpo Saio.

i


r


.-

1 HEBfVa




140.
' -i -.-.- i -..
i
Da oaa taberna coa poneos toados propria para
alga principian a qual tara' vendida tm om
011 mals Iotas a tontade dos compradores.
Quinta (ira 13 do correte. T.,
O atent Mnlas fara leilao por canta e risco
ds quisa pertenaex da taberna sita na roa das
Grates a. 41, o balando pode ser examinado no
aromem da ra do Imperador n. 16. Principiara'
as 1 oras em ponto g\ mesma taberna.______
LEI10
De um telheiro com 6 casinhas e um qua-
dro com 27 casas emolaos proprios no
bairro da Boa-vista.
Quinta-feira 13 do correte
O agente Pesiana (ara' leilo por coota de qnem
perteoeer da un utbeiro eom 6 easiotes de lijlo
os. 69, 71, 73, 75,77 e 79 que reod^m 40 meo
saes, este terreao t-ra 100 palmos em qadro sito
na roa do Socego frente para a ra do Deslioo
ao p da casa do-Sr. Tiborclo e do Sr. Vlegas e
Onda" jauto de um p de castanbeiro, lera ama
cacimba oa mejo a em eicellente localidaoe fia-
ra ellBcaco.
Um quadro no fia da roa do Soeegj n. !, o
quai tern 27 casas ns. 4 a 97 e t-m cada ama sala,
qaarlo e cosiorn, rendara por mex 139*., tem ama
cacimba que da excellente agua para os morado-
res e cambrone, ambas em chaos proprios: os Srs.
licitantes podem examina-las com antecedencia e
a qualquer expliclo o agente acba-se profflpto a
dar. O leitso lera' logar no dia cima meociona-
do as 12 boras em ponto no largo do Corpo Santo
josto ao caf ccmmeicial.
CtM
Alagase com moitai commodos para familia,
na roa Direila a. 36, a-chave esta' em bano na
taberna, e trata-as no Reaife ra da Cadeia n. 3.
Crkda
AVISOS DIVERSOS,
CURSO NOTURNO
DE
LINGUA FRANCEZA
para as pessoas do comraercio, que dese-
jam fallar e escrever esta lingua :
feito r-on
fos Soares de izvenlo
das 8 as 9 baras da noite
Dirigir-se ra Bella o. 37.
Secretaria do Moote Pi Popular Pernam-
bucano em 8 de fevereiro de 1868.
O I >m. Sr. director em virtade do qae di-poe o
art. 18 dos estatutos, manda pelo presente convi-
dar a toaos os socios efT-ciivos qne nao estiverem
compreheodlds no art. 60 do capitulo 11 do refe-
rido estatuto, para comparectrem no dia 12 do
correte met pelas 6 boras da tarde na sala da-
se-soes da sociedde a8m de reunidos em assem-
bla geral tratar se de negocios tendeles a mes-
ma sociedde.
Senriado de secretorio,
Joaqoioi de Gouveia Cordeiro.
Preeisa-M de ama criada forra oa captiva para
casa de pouea familia, qae suba eagommar e pa
ra aadar com orna crianca : a tratar oa ra do
Hospicio n. 9 on da Cadeia do Recite n. 27.
O abano assigoado decan ao respeiiavel
publico e com especialidad^ so corpo do comroer-
ci que venden a sba taberna sita na roa di Ran-
gel o. 73 ao Sr. Joio Ferreira Salgado Guimare-,
livre e desembaracada. Recite 3 de fevereiro de
1863.
Lnlz PerMra de Almefdi.
ABERTURA GERAL
DO
GIUM HOTEL
SalsaparriHia de Avpr.
hamamos de noto a att3o do pubii-
Cbamamos^
co sensato dar te etaediKnajiaTei, co-
r^STn-" f^Jifc t Dr" t! ll^r^ef le todos procurara alivio
tracto computo da ?ajn*rriha J J. ,,4,:mh v Jeffl eQ_
'osi^ieaisijaorigrn o predominio exten-
so e Istal de um molestia qm ostra os
leusltragos cim innmeros e assombrosos
casos" na estatistica da mortandade. Por-
Jon principio desta ternvel molestia; bem
," tcomo-todcPos-'males qae--podem conduzir
urna idea clara do medicamento e os seus i n.
que este nome geralmente tonbeeido e 1
pVompto que podem en- de-l, bolos inglezes, podios,,
ternvel molestia; bem
.mrawu sos aninazes.
4 16,-Rua da Crnz~J6."
Ha diariamente oeste estabelecimento. um sortimente de doces para cli.
""sleis de diffrentos qualida*Jes, fiambre etc.
pastis
b Ib o#
P3es-
Kesttfrai.te fiancez
A
Una larga do flotarlo u. 44.
O proprietario oeste estateleclroeuto lem a non
ra de informar ao re.-peitavel publico que [-oe a
soa disposigo dm'restauracte francez do melhor
posto, bem como qae foro-re comida para tora
por irecos moderados, que alaga qaartose Salas
iDubi lados para dormida.
lia caf r Miliar
MKK IS91II
>4 O Or. A. S, Pere.ira do Carmo (medico) >M
3 est morando noaobradon. 12 da roa da c
Imperatrli.
Feitor.
Criada.
Precisa se de orna criada para engommar e co-
sinhar para duas pessoas : a tratar na ra das
Cruies n. 21,2* andar.
A nova casa de pasto a ra das Cruzes n. 21,
foraece comidas por proco mdico, aonde esta um
excellente cosiobeiro. Na raesm casa prec sa-se
de um esi-rawo.
AMA
Precla-e de urna ama para cosinhar
do Apollo o. H, armazero.
na ra
Precisa-se alqaar um escraro Dar todo o
servigo : tratase no Corpo Santo n. 13.
Cosinheira
PrepJa-se de ama eosinbeira, preferindo-se es-
crava; a' tratar na roa da Crat o. 9, 1 andar.
Precisa-se d ama ama eserava ou forra para
eosiohar e mals algom servipo, em o na aas de
pequea familia; na loja n. 4o, na esquina da Ma-
dre de D.'os.
Precisa se d>i una aaaa para engommar, na
Tm No*-* n. 32, 3 aodaj^______^^
Pumo di cg'i de suu seubor a' ra da Impe
ratriz n. 46, o escravo -rioolo de nome Eugenio,
qoal foi comprado a Aotarafa Jjaqulm do- Rel<, mo-
radur na 1 r _-1 ?i 1 da Aga Preta, da comarca
dos Palmares, cojo escravo tem os sigoaes segua
Jes: estafara regular, reforjado do corpn, ro~to
largo e usa de barba cerrada, cor fula, falla des-
cansado, c aleijado do d J1 mnimo do p esquer-
do por ser dobrado por cima dos outros; levou
cale- branca de brim, camisa branca com
pe U de fu-lio, cbapj de palba amarella e orna
trutj com uuja caiga di b.-im pardo, duas cami-
sas de algodosinbo nscado abenas e um bausiubo
de f jlha, de palmo pouco mais ou menos, que se
supoiro ir enrolado na mesna trouia, por isso
roga-se s iut-ridades policiae3 e previne-se aos
Srs. capUes de oampo o queiram apprehender e
trazel-o a' casa cima declarada, que sero gratifi-
cados.
Na roa Aogasta perto do cbafariz n. 93, la-
va-se e engomma-se perfjitsmente, camisas tava-
di e eogoiamada a ISO, cihas a 200, collelas a
120 e poletots a 500 rs. ______
Aloga-se a salla da frente, alcova e om qoar-
to no fundo da mesma alcova e sotAo do 3* anlar
do sobrado da ra do Qaeimado o. 2, a tratar na
loja do mesmo. ^__^_^^^^_
Aluga se am moleqae de Hale 16 annos, fiel
ejle boi iadjle; oa ra di Qaeimado n. 2.
Ignorndose o morada do Sr J a-
qnim Pereira de Vasconcelos, pede-se o
favor da dingir-se ra do Hospicio n. 60
afiin de fallar com pessoa de sua familia.
Aiu,",a-s- um grande sillo na traves-a da es-
trada de Joo de Barros, emqueesteve o lilm. Sr
guarda mor da alamela : quera prct-odar diri-
ja-S ao m 'rao sitio.
Um p'rtugaez de 20 adaos, com pratica de
n^poc.io pretende ser arrumad > em armazem do
assocar ou outro qu^lqoer negocio que sej arma-
iem em grosso : quem precisar deixe carta fecha-
da com as iniciaes M. D. T. Joaior a' ra da So-
ledade n t.
No da M de Janeiro de 1K6S, desaoareceu a
mutata Garlou, eserava, com idade de 24 a 26 an-
nos, alta e seca do corpe, tem caballos annelados,
andar facelr^rjaqaebrandu o como quaodo anda ;
lera sardas na rosto e olbos piscos, qoando se rl
parece querer chorar. F i seduzida e lirada da
casa de Joo Francisco Ferreira da Silva Braga,
era Jiragua de Miceio, por Prolhogio de Barros
Uoiverso, com qoem tiaba negocios illicito, cojo
seductor baizo, bdcu feito do corpo, osa de cha-
peo de palnasif Crale, cor atbeoeaia, bem pimpio
e roettido a valenie; carpira e inculca-se marei-
neiro, asa do cab Mos compridos e abortos, costo-
ma andar com as liabas dos dedos polegares eres-
cid fJA recruta a egoij para o sol ondeebteve
sua esosa, qae loe serve de guia para transitar.
S-rado a referida escraf aprehendid e eotro^ae a
sua s^nbora D Mara Sopbia da Goncslcao, em Ja-
ragua', oa ao Sr. Justino da Silva Boa-vista no Re-
cif-, roa d# Vigrio, sera' bem gratieado do ira-
albo.
Precisa se de om feitor para am sitio peno desta
praca : a tratar na ra da Saota C'oi o. 9.
Fedegoso de Pernambuco
A planta, conhecida entre nos sob a de-
nominaclo de fdegose, e no Rio de Janeiro
c pro incias do sul deste imperio pela de
orista de gallo, o tiaridutm utilissimuv
ou tiariditm elonoa'.um de Schum, e o he-
hotropium carassadium de Mart., perteoce
familia das boragineas.
O fedegoso considerado, na therapeoti-
ca pernambucana, como urna das plantas
mais recommendaveis por suas virtudes cu-
rativas, e applicado interna e externamen-
te, como calmante do systema nervoso, na
paralysia, asthma, tosse convulsa ou cuque-
luche, tosses recente? e antigs, soffocacOes,
catarrhos pulmonares, etc., e em geral con-
tra todos os sotfrimentos das vias respirato-
rias ; sendo 'om excellente unitivo para
aqueles que padecem de phtisica pulmonar.
' Sua eficacia contra o ttano ou espasmo
ncontestavel, e ninguem ha que a deseo-
nheca.
N5o ignorando nos o que acabamos de di-
zer, e esforcando-oo? por ser til humanida-
de soffredora, preparamos o que abaixo indi-
camos, pondo a disposigo dos distinctos me*
dicos, e dos dnles desta e das nutras pro-
vincias deste imperio nossas preparares,
que s5o:
A IURJBEI3A
em extracto \ilcoolleo, eniplas-
t o. oleo, tlutura, pllulas, xa-
r pe e finito.
A JUHUBfBA e urna das substancias me-
dicamentosas que perteacem ao reino vegetal
e eniram na classe dos tnicos e desobstru-
ent>)s, sendo empregada com vanta^em con-
tra asfebres intermitentes acompanhadas de
engorgitamento de ligado e bago.
Ella tem sido aplicada c< m incontestavel
prove to contra a anemia ou chlorose, hy-
dropesia catarrbo da bexiga, e mesmo par
excitar a menstruacSo difficil, resultante da
mesma anemia ou cblose.
0 ARBOBntGET.H
Es muito superior aos xaropes de CUISI-
NIER, e de LARROY. De faci'digesto, a-
gradavel ao paladar e ao otphato, elle cura
radicalmenite, s^m mercurio, todas as affec-
c5es da pelle, impigens, alporcas tumores,
ulceras, sarnas degeneradas, escrfulas, es-
corbuto. E' sobre tudo poderoso as moles-
tias rebeldes ao mercurio e ao iodareto 6?
potassi, ^
Pos Termlfiigos para loninrlga.
Preparado a mais segura para a eXpubo com
pela das lumbrigas e outros vermes, sera acarre
tar os inconvenientes que se tem dado com ootra?
preparares Sao de grande aecc verrr.iciva
agr-idavdis ao paladar e compativeis com tod s as
idades e compleigrjes, variando sement na quao-
lidade.
XAROPK DE SALSA PARRILHA DO PARA,
ou,
DEPURATIVO OO SA\Gl'E
USADOS AS MOLESTIAS DE PELLF,, IMflGENS,
DORES BHEMATICAS ELCEBAS VENREAS
PII.ILAS AtfTI PERIDICAS
Contra asfebres intermitentes, nn sezties
SlaD D3 utiftistw
O MULUNU' tem acfo directa sobre o?
centros nervisos.e por isto faz dormir sem, (J da ta
determinar aulaencia de sanue no cerebro, m^;, nn[a 08o.?ra,mc Ju Mn:J*
Comida para fura.
Aorompu-se comida eom todo aselo e regula-
ridade, dando-se louca, e lado o mais necesario, ,0lu.e-1'
^^n^n 1 mMMs ouaaulzerem. rapicneo barao do Ltvramenlo, Forte do Mauos
e se mandando levar as casas que quizerem,
na ra estreita do Rosario n. 191* andar, por
cima do fooiletro. _____
80W000
Perden-3e na seila-feira passad pelas 4 horas
da tardo, desde a' rna Augost, Martirio?, Darte da
roa de Urnas, entraodo na travessa do Poeinho,
Pla. beeo do Palco, a entrar de novo oa roa de
H rtas ai f roa do Catiuga', a qaaolia de 80O0O0
em ,r/sJ|,0,!,s' 880o ora* di 500| do tbesi.uro,
om* do 2o# e outra de 10!)#dacait filial. Qoem
acboo esta quantia e a
como o opio e substancias simples que delle
se extrahem pelo que o somno tranquillo
e reparador, calma a tos?e as bronchiles,
e modera os accessos de atbmae de tosse
convulsa.
TODOS ESTES MEDICAMENTOS SAO PIlEPAnADOS
POR
Joaquim d'lineida Pinto.
PHAltM\CEUTI O EM f-ERNAMBUCO.
Roa larga do Rosario N. 40
_____Judo ao qaartelde p- lieia.
Na ra do Imperador d, 15,
defronte de S. Francisco, vende-se o seguin-
te: foibnbas de porta e de algibeira, cirtt-
lhas, cartas de a b c, tabeadas, catbecismos,
biblias da infancia, manuscriptos, Simo de
Nantua, pautas, procuracoes bastantes, ro-
tlos e eiiquetis para botica, bdhetes para
caixas d cha, de charutos, licores, vinhos
e etc., tudo prego mdico._____ _^
VENDERSE
Saceos eom tarioba de ojaocraca muiio upe-
rlor, chegadas no da 9 do corrate pelo vapor
vapor (juor, do Ri > de Janeiro, aspiro como sac-
eos com ft-ijao braoco do Portv anda em moito
bom estado pelo barato precio di 2 o sacco : no
trapfet"-
n. 15.
usos. >*>.
A raz da salsaparrilha dos tpicos co
nbeeida como om dos melhores alterantes
que possoimos, porem os mdicos tod s sa,-
bemque ha outros tSo bons como ella, e
que em combtnacSo com a salsa s5o riuito
mais efficazes do qm qualquer droga pode
ser por si ; portanto, este composto de
salsa, rabada, stdligia, madrag ra, etc;
possue muito mais poder sobre as eufermi-
dades do que-qualquer de E' preciz i notar qu nao urna prep-
rame secreta, pos a formtil' de .cua pi*epa-
racSo tem sido publicada mu tas vites e
submettida as juntas de bygiene publica,
mostrando exactamente as drogas qae en
tram na sua composic5o e o sen niedaf fi-
ciendi. A grande vantagem de remedios
desta qualidade fcilmente percebid ; o
medico sabe exactamente o que est recei-
t?ndo e os resultados que se devem espe-
rar, e o doente sane o que est tomando, o
que na"o acontece com a maior parte dos es-
pecficos que por ?ht se apregoam ; no em-
prego de prepararles mediemaes como as
que o dotitor confecciona, evita-se um sem
numero de males que recitara do uso tte
remedios secretos que tem quasi sempre
por base alguma drj?a perigos, ctmo sej?
mercurio, arsnico, etc.
O extracto comporto de salsaparrilha do
Dr. Ayer especialmente effleai na cura das
molestias que tem sua origem na escrfula,
na infeccau sypbilitica em todas as suas for-
mas, ulceras, chagas, mal do fuado, dar-
tbros, empingens, sarna, comidiSes, tumo-
res, rheumatismo, pstulas, e toda qoai-
dade de erupcoes, etc., e em qualquer im-
pureza do sangue, pois opera directamente
sobre o sangue -e as secrecoes, purificndo-
os e expulsando o veneno, e lhrando-os da
acg3o viciada inspfra-lhes novo vigor e no-
vas forjas.
SALSAPARRILHA DS AYER
, sem duvlda, o mais poderoso renovador
do sanguo, conhecida a medicina, puis o
nico remedio de que se tem tirado vanta-
gens permanentes no tratamento da syphilis
e escrofola.
De todas as molestias que affligem o ho-
rnera, taivez n3o haja urna que infunda tan-
to terror, nem urna que seja t3o inexoravel
e horrorosa nos seus estragos como a sy-
philis, mal sypriil.tico ou mal venreo. *
E' piovinel que esta molestia tenha exis-
tido desfe os tempos mais remotos da his-
toria, entre os judeu?, liegos' e romanos,
porem alguns autores peo'sam qo foi in-
tr duztda na Europa da America depois de
Colomho ; porem ha pravas positrvas do
contrario.
Segundo Valerios, a calvicie e as ulceras
na cara de Tiherius, de que falla Tcito, fo
ram causadas pela syphilis. Ha prova po-
sitiva pue existi 800 annos pelo menos an-
tes de Colombo.
G. de Salicito diz que existi em Millo
em 1209.
Petras de Argelato falla de i la na Rolonha
em 1470, e Hypocrates e Cleso poem foca
de duvida sua antignidade ; porem cerlo
que hoja existe em todo o mundo, e qne
mais de um terco do genero humano suffre
de la.
E' imp ssivel achar outra molestia qne
de tal maneira afecte toda a economa e
que p>areca s< b tantas formas, e staque
o homem de tantas maneiras diversas.
A -yphs primaria nurto conhecida,
porem a secundaria ou constitucional toma
formas d.fferentes que o primeiro sympto-
ma de ve despertar em todos serios cuida-
dos.
Os sympfomas premonitorios mais com-
rnuns sao: languidez, abatimento moral e
physico, falta de appetiie, insomnia, olhos
pesados, dfires rheutaaticas, particuarmen-
te de nou'e, paliidez, looteiras de cabeca,
magreza, dores nocturnas e s vezes peque-
as erupcoes co:u fehre ; depois vem os
verdadeiros, rrtacSo na garganta acompa-
uh.da de leve febre, dores as juntas,
queda d s cabellos erupcoes, darthros, tu-
mores nos oasoa, ulceras, manchas na pelle,
tfprPS de cabera (as dores sypliilcas sao
menos funes durante odia, geralmeDtc co-
megnrn a angmpntar ao lr do sol), surdez,
tqm res malignos, zuido nos ouvidos.
As erupcoes .^yphiliicas sao de muitas
especies, como eiu-ces escauiosa*, erup-
coes ulcerosas, erupcoes pustulosas-e erup/
c5o ra pebe da cabeca fazendo cahir os
cabellos.
Qoando a syphilis ataca a membrana mu-
ella, como tosses, resfriad- s, dfluxos,
0J*p de garfanla e de Lronchites; qualquer
rouqudao deveser tratada immediatamente.
A experiencia raostra que o peitoral de
cereja do Dr Ayer cura todos estes padeci-
a^ntos qoas se .-a excepto, e raro o lu-
gar, nos paizes onie coobecido, q e nao
teoha numero sos exemplos de cures feilas
por ele.
Kovas couservas lic*re<
Assucar candi.
Fructas sceas e cryslalisadas.
Ktas em calda.
Pastiloas de assucar de dfferenles quali-1
dades. H
Amendoas confeitadas.
Papis Unos com estalo para sortes.
, fgna de rtsas e ie flr
em garrafas,
Bombons.
Xaropes de diversas qualidades.
Candilados.
Pastlbas de caf com leite.
Bombom fort dant.
Pastilhas de rosa elimSo,
Ditas do Oriente pimenta.

As preparafoe* do Dr. Ayer sao prepara- Recebem-se encommendas de trabalhos proprios de pstelaria para grandes
das com esped atleoco aocma dos tro- Jan f,'. 5a' .' p^'Mdoa e casamentos, havend para isso eneiies analoeos, bandejas
picos, e tem modiQcicoes importantes sobre JJf10.5 ^nU) de armago cmo sem-ellas,' p3es-de-l e outros bollos difrerentes en-
* que saofe.tas para outros paizes. atados sendo o de cor feia com assucar.
Portanto deve se no'ar com muito cuida- j ., desle es,abelecimenlo tem resolvido substituir cas bandejas as armaces
dos, para que n> haja encano que os re- P.aPelo e fjlha, por arm^oes de assuca.r competenlemenle decoradas, taoto para a
medios do Dr. Ave-, preparad* paia Pr0T,ncia c00 para fra, serSo as ene .mmendas bem aconnicionadas.
Neste estabele;iment compra-se pevide do me*ancia (milo).
Aye-, preparad* pata
o Brasil, trazem rotulo e direceo mi-
nuctosr na linj?ua portugueza. Portanto
coovem notar com muito cuidado que o ro-
tule ou envoltorio de cada frasco traz na
fr< nte o nome do remedio e descripcao do
seu uso na lingua portugueza i
Deve-se recusar todo o qualquer frasco
que for offerecido com rotlo em inglez e
que nao teaba impresso em um dos lado I
do rotulo o nome do agente geral para o
imperio do Brasil.
Uoico deposito ra Dreita n, 15.
Veede-se oa botica iranceza de P. Maurer
d C ra Nova n. 25.
'!

Ama de hile

BESTAURANT A LA CARIE
Entrada geral roa larga do Rusa.i n. 37 t para familias roa
estreita do Rosario u. \ A
Franci-co Garrido 4 Hermano, proprlelarlos deste grnde e-iabelecimento, tem feito lodo o
possivel para satisfater a sna mostr concurrencia. O hospedes acbaro toda commodidade de gran-
des salas a asseiados qoartos por precos rasoaveia.
Ha sala para le.tura dejornaes nacce^se estrangeiros: na mesma sala ba nm ccagnifico piaa
para recreio.
Come-se a mesa redonda a la carte e manda-se domicilios.
Os vinhos mals finos do mercado aeham se no eMabelpctroento.
Precisa-so de orna ama de leit,: na roa do (Juel- wm^ai^SI***1***' "^ ct'* ebocolM oda a hora e mgniflcos billares U
ido n. 28. B v oivenimenio.
M9A
Precisase de urna ama i>ara todo o servic<\ em
casa de pouca familia : a tratar na ra da Madre
dr- Dos o. 26.
Manoel J,i- Moreira, vai a Europa e leva em
gpa compnhia sen fllhode menor ilade Antonio.
Precisa se de um caixelro de 2 a 14 annos
prefere-"S8 portugoer : na ra Dlre'ti dos Afoga-
dos n 3. taberna.
Cozinlieiro
No caes de Santo Amaro n. 18, casa terrea com
sotao, precisa se de um conoetro bomem oa mu-
Iber para pooca familia.

^^^
A1\TIG9 HOTEL- PEDRO ALEXWDMM
TO TI ~\ 4
LISBOA
Travessa de Santa Jnsta n, 72.
Pedro Alejandrino Gomes oferece aos seus amigos fregoezes, conhecidos eimigos do Brasil,
seo bolel que acaba de abrir novamente em urna das melhores casas do centro ue L'aboa. dot flear
junto an Roci. *^
I Tem lugares independentes para SO hospedes, grande saiJo de jantar, ala nobre de visitas,
sala de leitora, casa de baobos, pateo, cocheira, agoa e gaz dentro, e nutas ootras aecommodac/Je.
Os presos muito commodus e o pe>s>a| escoihido para bem servir em ludo aos Srs. hosp-des. O aa-
nunciante ja'bem conhecidopelo seu zelo, fraoquma e sinnendade com que costnma tratar, convida
a todos os Sr-. paisageiroa do Brasil a que Ihe envie.n as snas ordens e Iba dispensen! a mesma cea-
Banca e amisade.
Precisase de nma ama para o servico de dnas
pesoas : na ra do Paare Floriano n. 69, primeiro
andar.________________________^^
15$ de gratificaco
D-se loS a qoem acbon am HiHn-t de ouro
cravado eom podras verdes encamadas, o qoal
i i perdido do Mjnieiro at o Caldeireiro oa noite
de 6 para 7 do c>rreote, a pessoa que otiver acba-
do quereniio resiiiui-lo pode emrega-lo na roa
Bella n. 34, qne recebera' a gratifkaco cima.
Ns roa do Destino n. 16 ha urna preta es-
erava qo oozinha e engomma, para ugar-se.
Aloga-se por 10 mt-n.-al orna tieqoena casa
com qontai e cacimba, jamo a faorica do gaz, la-
do ao norte com a frente para o rio.
*%Wls


DE









.


J. VIGNES.
IW. 55. RA DO mPERADOEl 7t. 55.
O pianos desta antiga fabrica sao boje asss conhecidos para qae seja necessario insistir sobr*
;ua snporioridade, vantugens e garantas qae offerecem aos compradores, qaaiidades estas incontest
'ais que elles tem definitivamente conquistado sobre todos os que tom apparecido nesta praca ; pe*
aando ora teclado e macbnismo que obedecer todas as vontades e caprichos das piauisus, sea
Domingo 2 do correte, por den s om annel. tinnea falbar, por serem fabricados de proposito, e ter-se feito oltimamecta meteoramontos Imperta-
eootendo iros hrhantes, de*eocfia-se t-'r rt*J oa j rssimos para o clima deste paiz ; quanto s vozes, sao melodiosas e flautadas, e por isso muito agrada-
matriz de S. Jos ; quem o tiver srhado e o quizer i is aos ouvidos dos apreciadores.
restituir dirjase a ra Nova n. 3, qo. a!m de se
Ihe ficar mu to aitradecido, tambem so recor>iea-
sara' bem.
Prerlsa-se Je uro criado bom copeiro e bo-
lieiro, preferindo-se qae *eia M-traageiro, a tratar
I na roa dos Turres n. 12, andar.
PARA O CARNAVAL.
Ao respeitavel poblico nm cabe a t oora
de oFerecer om grande sortimerito de domi-
"4ns e vestuarios carcter de diversas qua-'
lidades para os amadores deste importante
Fazem-se conforme as eocummendas, tanto nesta fabrica orno ca do Sr. Blondel, de Paris, soci
:crrespond6nte de J. Vignes, em cuja capital foram sempre premiados em todas as oxposic5es.
No mesmo estabeleciment se achara sempre am explendido e variado sortimonto de msicas doa
albores amores da Europa, assim como harmnicos pianos harmnicos, endo todo venid> por
pregos commodos e razoavels.
Gaz
americano
Mais barato que em ootra qualquer parte
ra do Vieario n. 9,1* andar.
i
No vida de
Alosase urna ca*a com quintal murado o plan-
divertimento, pois o proprietario u'este es- a imeSuSTc B*-Vl,u: a ,raUs Da rua
tabelecimento promette vender os seus do- -------tjj------------~.-----------------
minos e vesiuiios mais barato do que em Jf'l'JOS llf'OOLlOS
OUtra qualquer parte, fetO para que todos A empreza seota profundamente que a demora
possam duertisse nos dias 23, i e 25 do da machina o dos carros, cuja encjromeoda f,-z
correle, sendu cora pduco dinheiro.
CON VEM LER.
Vende-se domios de alpacas de cores
4$. Ditos de la de cores a 45. ..ditos de
cambraia de cores a 3$. Ditos do muiapolao
aoje '*;>. Ditos de la de listas de seda a
Ama
_-*
Na rua da Cadeia n. SO precisa-se de urna am
para cosiobar.
Avi^o
,
J.-> Valeatlm Ferreira Bastos aehando-se, aoto-
risado pelo Ilim. Sr. Dr. director gerSt da tn*t/a*
eao pnblica, para o ensioo de primeims lauras
" i nesta cidade, declara aos Srs. paes de familia, qae
mra^rM *CDaSe lbema SQa aaU desdfl '* 1 0 je,r0
viuva aubcarragair ia*Zl 7Sa, VES ^rre^te^n^o^a'ruideianta Cf.li n. 37.
de um negocio feito naquelle da, sendo No pateo do Terco o. 13. prelsa-sa de onj
peMMo mo poftadoriie stia cas, na roa Aogasta eaitelro de 12 a 14 armo, qae d fiador a soa con-
o. 39atea.nateCafcoiii.iD. lama.
iicuaediata, pois os estragos sao rpidos e
rreparaveis ; com'eca inchando e irjflriBa-
do as parles, seguindo-se a ulceracSo qu
s vezes esttnde-se at os ossos do nariz e
laryoge; ento se pe de a voz; causa tos-
se, causa a formaco de tubrculos e fez
esiragos illimitavert em todas as partes do
corpo. Se todos cnmprehendessem bem o
alcacce deste torrivel (lagello, ninguem te-
na um momento de secpgo emquanto O
mal nao fosse estrpado do syste.ua.
(jITreemos troje um abrigo seguro e
una cura ed c z de toda a qualidade de mo-
lebtia sypbilitica na
Salsaja Para asseurar orna cara permanente es-
te remed di ve ser tomado com, regulari-
riade e constancia, observaiido escrupulosa-
njenie as drecces qoe acompanham cada
i. ase o m portuguez, e ao mesmo tempo
deve-se evitar excessos de todas as quali-
dades.
Caiece tambem especial attencao o
l*ei tora l de cereja
Do Dr. A yer
pajra cura radical e certa de todas as mo-
lestas do pelo e garganta, tosse, consti
paes, bronchites, stbtna, defluios, roa
qqido^ coqenluc e angina e dipheria.
A grande fama que tem graneado-este
remedio devida s admimis curas da t-
sica pulmonar, mol^sia esta t5o penosa e
fatal em snas co-isequencias, que aquelles
que sao atacados dos piimeiros sympiomas
devem ser tratados o mais cedo possive,
e o prn-eiro remedio que se applica deve
ser efkaz, pois o3o ba tempo de fazer ex-
periencia. As pessoas atacadas da tsica,
geraimeote hura pooce caso -de seu mal,
at qoe seja Urde para coral-o ; nesta,
mais do que
com ir "\ antecedencia ; assim como que o recro
de sy que podem dar-e as machinas cjDIi-
noar condour mais de tros carros, e se nales
cop' .un maior numero de oassagrlros do qne
C'" /jrtam, o s recoromeoda^Ses que nei-te seu-
f tem feito o presidente da provincia, a collo-
q na indeclinavet r.cas-idide de temar as
pr^ lencias, que abaixo vao declaradas no itituiio
G& e 8J. Ditos de ptll de chevre muito n- de onclliar a s*garaaca dos pissageiras ca a
CCS 86 e l(!>. Ditos de alpaca adamascabas maior facilidade possivei de transito.
a 6 0 85. Ditos de cambraia branca muito x Pe,de ^esculpa pelas faltas que futiam havio, e
fina a AS K, p fit nitns iIa vprhniin.is deVida a graDd*' Ml nc'1 e P*s^K"'ros e oL^la-
nna a i, b e o>. irnos ae verDounas CQlos morevllos. prcme,le occorrer do moio p,s-
de cores a b-3, 8f> e .OSOOJ. Ditos de cam- Sjvel a necessidade de traatpofte, logo que chegoe
braia bordada a 8.-^, 9 e 0,5 00. Ditos machina qoe se espera a oda momen >, ou que
de ganga de cores a 30 e i-3000, e outros 1,aue prompia a ootra que esu' tm concert,
de muitas qualidades que nao se pode men- SK. wVgr *$%?, J'oo i
Clonar. ra* trens especiies, ou extraofdiBarios ero ijiiLnt >
VfSlnh'iOS a CaPtCtCP 4$ft)0. s' n;'0 realisarem as condiedes cima declaradas
Vfnrlo-sft vpstnari s a rara,Mor ,o .IvprQ-i^' E Deil> c nfjrmi venae-se vesiuari s a caraaer ue u.versa!; ,.. qq90S ,reos 80menle coaduzro os pa>sa-
qualidaJes a 4, OQ, 80, 'J5 10,9, ^;h 2/> e geiros qae comyortarem os carros, sendo eipressa-
3'.'l0J0. mente probibidd que os senhores passageiros se
PARA ALUGAR. con-emm as plausformas.
logase dminos das qo lidades cima I^Q^cada ireo ao coaJoiira ma,3 do que
menciona las pelo prego de 2$, 40, 5^)00 e j 3. Que no caso de entrar maior numero de pas
(5(5100, sendo que quem Comprar grande sageiros do que perroit era os carros s conserva-
porc5o lera abatiment. rem ia?"e oas p''0'11 .ao p"""1"4' o irem
Vestuatios carcter.
Aloga-se vistuarios carcter de muitas geiros que se muoa
qualidades pelo prego seguinte2(5, 45, 35 rem,?arajS .lre8',
e 6VJ90:. a quem comprar poigo faz se
ahatimento no prego, roa da Imptratriz n.
56 e 72, loja e armazem da Arara.
at que des$am as que foreru de mais, rccommeu-
dando-se mrl tnstintesf^ife aos se chores passa
di Lunetas antes de euira<
Florioda Miria da O ncrijjio, roordora na
praca da Boa-Vista n. 30 2 andar, precisa de to-
mar dioheiro a juros par >ua ibardaJe, (cando a
mesma ssrvlndo <*' p-ssoa qae o emprestar at qne
pguarifuarn pretender diriga se a mesma casa
)0e achara' coa rjusm tratar.^_______________
Precisa se de um homaro de contlang, enr-
gico e cora bastante, conheciment desta praga,
para representar qui diversas casas ioglezas ex-
portadoras, mediante nina commisso: a quem
cwnvler dirige se a' roa d'Auroura n. 62, para tra-
tar sobre,este ssampto,
*
"teto Bptl8ta"Ubello Pereira subdilo porta-
gaet, retir-se para for da provincia.
Aatonio Gomes de Moura e sua senhora, por-
tognezes, vio par a Europa.__________.
O Or. G. A. Raposo da Cmara (medica) len
abertoosea escnpiorio a.i rua da Cid'ian. 53!
aodar, onde pode ser procurado das 9 horas da
mauba a's 3 da Urde.
-- Alogi-se nma eserava proprla para todo ser-
vico do urna casa, na rua da Iuiperatriz n. 43*
andar.
__ Precisa-se arrendar um sitio nos arrabaldes
da cidadeg qoi fofi pasto pa,r cas e de besta,
e terreno pa*a plaritacdes que rKcfpe sois pessoas
annualment; na loja de enrtyes do arco da Con-
eeigo.
di Aurera,
em qwtlquer ^rolhr oulr ohnda de 1859 a 4861
__Da se at a quantia de seis contos de ris a
premio de om por cento ao mea, eom bipolheca em
predios ires nesta etdade; na roa estreita do Ro
sano o. 47, se dir' que os da'. \____
Aot m Jo Alvos de Brtto, a' roa do Impe'
rador n. 46, compra por bom pr-ca o 3* numero
jr-rnal noblicalrj pe,a estudanles de
Alm do trem do costme qae tem de partir de
Apipacos a 8 etSminntos da manha, bivera'
mais outro trem, qoe parimdn do I! ate a? 8 e 15
minutos ehegara" somante at a Jaqueira ; e o'ahi
voltara' para o -Becifd apenas pausar o trem qae
vem de Apipucos. ti cando d'ah em diaote em lo
dos os p ntos. Fica snprimido o trem qua a 8 e
13 minutos parta do Kecife ate Auipucos, e suhs
lltuido por ontro qne partir di lt-cife as 9 e 10
minutos e ira' at Apipucns, voltaado d'ahi as 9 e
45 raioutos, tocando em todos os pontos.
Tambes partir' de Paroameirim para o It-cife
um trem as 9 boras e 35 inmuto?, tocando em lo-
dos os pontos. ^^^^^_
No mais subsiste a regra da tabella do coMumo.
Nota M tfe Janeiro prximo pa?sado f. gio
do engenho Sapucaia, sito na frrguezla da Sant.i
Amaro d* Jabolo, o escravo Manoel, pardo, aea
borla Jo, de 33 annos de idade, p>;uco mais ou me-
aos, altura regular, seanSlro, cabello^ crescidos,
ps grandes, quanao aida inclina a cabt-ci para
oaixo, toca viula e can,, e tem o o IB i > i' -arre
to. Este escravo fbi comprado em Villa-Bella em
margo de 1854 a Jlann Mu da Cooeeigo :
qoem o prender e levar ao proprietario do dito en
genbo oa o baro da Soledade, nesta cidade, sera
generosamente gratificado.
Por precisao vndese urna bonila e boa es
erava, de Idade de 33 nnos, com Glho erlouliabo
de Idade de 8 annos, o qaal serve para p--ge'n, por
1:600,5, qnairo escravas e nm escravo pera, de ida-
de Oe 33 annos, nm bom mulatinho de idade d
13, annos, ccziuba bem : na travessa do Carmo
o. i. : ______________
Caixeiro
Precisase de nm caixeiro para am hotel, qae
tenha pratica
?smoel Power Jobnston Compaobia
Rua da Senzala Nova n, 42.
AGENCIA DA
Fundido de Lr* Hoor.
Machinas a vapor de 4 e 6 cavallos,
Mneodas e meias moendas para eugenh1)
??aas de farro coado e batido para enge-
nho,
Arreios do carro para nm edous cavallos.
Helogios de otiro'patente it^lez.
Arados americanos.
Marhinaspara descarocar algodia.
Motores para ditos.
^chinas de costura.
Anlcnlo Jos re Carvalho, rstnante, fas ver
ao respeitavel [iilico que, tendose dado i'n--idas
a seu resp-itj p r appareepr noroes liina-s o sen,
ra olveo auumeniar o seu nome, e que Reara' desta
rJ^la ccaoecidd cumo Antonio Augusto Jo: de Car-
valho.
Becife, 10 dj fovereiro de 1868.
ara a Loa consenagio le vosso tabello, csai da

na rna estreita do Rosario n. 11.
Precisa-se de ama ama para engommar : na
roa atraz da matriz da Boa-visU n. 38, primeiro
andar. ____________ -
_ Precisase de nm caiteiro q teoha pratea
de padari e d fiador saa conducta : na roa
larga do Rosarlo n. 50,
Elle um preventivo seguro e certo con-
tra a calvce,
EHe d e restaura furga a sanidade a pelle
da rahega, ..
Elle de prompto faz cessar a queda pre-
matura dos cabellos,
Elle d grande riqueza de lustro acs ca-
bellos,
Elle doma e faz preservar os cabellos em
qoalijuer forma ou pnsig. qoe se deseje,
rj'um estado formoso, liso e macio.
Elle faz crescer os cabellos bastas e com-
pridos,
Ello cnserva a pella e o casco dacabega
iimpo e livre de toda a esptie de caspa,
Elle previne os cabelles de se tornaren!
brancos,
Elle 'conserva a cabega n'um estado de
frescura refrigerante e agradave.'.
Ella nao demasiadamente oleoso, gor-
durento ca pegadigo.
Elle n5o deisa o menor chero desagra-
dave,
Elle o melhor art go para os cabellos
das criangas.
Elle o melhor e o mais aprasivel a tigo
para a boa cinservaco e arrajo dos ca-
bellos des senhoras,
Elle o nico artigo proprio para p pea-
teado dos cabellos c barbas dos senhores,
Nenhum tencador de senbora se podo
considerar como completo sera o
TNICO ORIEXTAL
o qual f reserva, limpa, fonilica o afonao-
sea o
CABELLO.
%,


... ----- .

tarto
Mtoftfr tfcr^a letra 11 Fverelr 4e 186$.



ILLUMINACAO
A GAZ.
A empreza do gaz desta cidade desejando facilitar geralmente o aso do gaz na
cuas e estabelecimeotos particulares, offerece desde j as seguiutes vaatagens:
i. Urna redacto coasideravel dos presos dos caaos, apparelbos e tolos os mate-
riaes pr- cis>os para a iostallacao desta luz.
2. O gaz fornecido boje de extrema pureza e nao offender a prata, o bronze
oaoutro metal differente, assim come oebum damoo poder causar as pinturas, quadros.
ornameotos, papel de forro mais delicado que seja, loraando-se ao mesmo tempo tao sao-
davel e mus ecoaomico outra qualquer luz, j conbecida, anal, evitar tambem a obs-
iraccao dos canos e tubos dos apparelbos.
3.* Os apparelbos existentes, como lastres, arandelas, bracos de vidro, de bron-
ie, etc., etc., sao proprios para os seubores que preferem luxo e elegancia, como para
os que necessitam simplicidade e economa.
4. As pessoas que quizerem colocar o gaz em suas casas podem dirigir-se em-
preza, a qoal se eucarrega da collocacio de todos os apparelbos, canos,etc., tomando toda
a resposabilidade pelo perfeito cumprimento do masmo, ou por outra, podem empregar
qoilquer maquinista recoobecido pela empreza, sendo o mesmo maquinista responsavel
pelo sea trabalbo.
5.a A empreza obriga-se ainda a reparar gratuitamente qualqaer falta de luz,
obstrucco de canos, etc., deveodo o consumidor pagar somente as pecas oovas qae forem
precisas para o mesmo concert; qualquer reclamaco qae possa baver, ser dirigida ao
escriptorio da empreza ra do Imperador n. 31, am de ser logo providenciada.
PHARMACIA
ESPECIAL HOMEOPaTHlCli
DO
DOUTOR SABINO 0. L. PINHO
RA NOVA X. 43.
Neste importante estabelecimento se acb
lado o que necessario para a pratica d
Uomeopathia.
Medicamentos em glbulos e em tintura* ache indicado o meio de osar d'esse preser
a: S A -Ra do CabngS. S A
Os proprietarios deste estabelecimento offerecem ao respeitavel publico
am eipleudido e variado sortknento de joias de ouro cbegadas recentemente
da Europa, cojos modelos s5o oovos e de bom gosto como sejam: pulseiras
eom perolas, rubios, esmeraldise britbantes, brincos da mesma forma, anneis
de phantasia, procbes para retrato, etc, etc., botes de coral rosa para ptito
de camisa e escoletas com retractos.
Compra-se e recbese em troca ouro, prata e brilbantes pelo seu en-
trinceco valor, assim como moedas naciooaes e estrangeiras. Tambem se en-
cumbem de fazer concertos
Agostinho Jos dos Santos # &
SANTO AMAR
Recite, ra di Trapiche n.
Fundado em o auno de 1865;
Director, o professor Jos Francisco Ribeiro de p
Souza. m
O director do collegio de Santo Amaro, do intento de montar sen estabelecimento
convenientemente, acaba calisada a-S>ciedarie Club do Recife,ta a* roa do Trapiche n. 5, para onde modon ^5
sen collegio. A educa^ao e mtrucQdo baseada oo covo systema especial de premios //Q
e puoicos, sendo totalmente abolido o castigo manual. Continua a receber como at 622
aqa>, alumnos pendonistas, melos pencionlstas e extern is ; achaodo-se o estaheleeimen- $&&
to preparado com todo o asseio e commodo?, e prvido de am escolbido pessoal de pro- :
essores, que leccionarao as seeolnts disciplioas :
Instruccao elementar Retbonca e potica. Escriptnracao mercantil
Lingua latina Geograobia e historia Msica vocal e instrumental
Francea Geometriaa Detenho
Ingleza Pbilcsnphi Dansa
A abertura da sola elementar tera' lugar no dia 7 de janMro e as demais do da
3 de fevereiro em diante. A iospec^ao dos compartimentos do collegio e os estatu-s
d i mesmo, esto a di-posicao dos interossados. Ootro sim, o director tem creado urra
cadeira de dezenbo annex a aola elementar, sem que por este importante e til melbo-
ftmento exija maior indeTinisaco.
O director empregara' todo o afnaco e cuidado nao s, na parte relativa ao bom
tratamento e adlaot.ment de seus alumnos,como tambero, na boa ordem e regularida-
de de seo estabelecirnento.
t'l__ SSS SJEf $8 gfiS&
preparados com a mais escrupulosa exacti-
dio por meio de macbinas especiaes.
Garteiras portaleis, contendo os principaes
medicamentos em ^glbulos tO, 20,5,
30 dade de tubos.
GRANDE DEPOSITO
em tinturas ie 805, 100$, I20 e 150
rs., segundo o numero dos vidros e de to-
bos.
( Estas caixas sao mui uteis aos mdicos,
senbores de eugenbos, ebefes de grandes
familias, capites de navios, e em geral
todos que se quizerem dedicar pratica da
bomeopatbia.)
Cada tubo avulso casta.......14000
Cada vidro de meta ooca de tintura. 2^000
Vendem-se glbulos inertes, tubos vasios,
rrdros para a preparado das dses, etc. etc.
Escovas elctricas para tratamento das
molestias nervosas, principalmente para as
dores de cabeca.
Apparelbos de lavar os olbos no trata-
meDto das opbtalmias.
Apparelbos de injeccao para o tratamen-
to de certas molestias das mullieres.
Cb preto e verde de encllente qali-
oade para uso dos enfermos.
Vende-.-e igualmente o Thesonro ho-
meopathlco on Vade-necum do
onieopaha (obra incontestavelmenie
mdispensavel todas as familias, pela clare-
za, com que ensina a empregar a nova me*
dicioa), preco 20$.
(Em porcoes de 30 exemplares faz se o
abate de 15 por cento.)
CONSULTORIO HOMEOPATHICO. '
O Dr. Sabino O. L. Pinho d consultas
iodos os dias uteis desde 11 horas da ma
alias at s 2 da tarde.
As visitas aos enfermos sao feitas das 2
horas em diante; mas em caso de neeessi-
iade as visitas poderSo ser feitas a qoal-
luer hora.
Para que as visitas possam ser regulares
compre que os dientes ou os seos enfer-
meiros mandem dar parte do sea estado,
todos os dias at o meio dia as molestias
agudas; e de a em 5 dias as molestias
tronicas.
As consultas escriptassSo respondidas mais
oo menos promptamente, segn lo as
aecessidades da molestia e a distancia em
que se acha o doenle, pois que neste caso
faz-se preciso indicar de urna s vez todo
o qoe convier ao restabelecimento da sade.
As retribuices serao pagas na mesma con-
formidade.
O Dr. Sabino roga a todas as pessoas, que
costumam consulta-lo por escripia, que or-
denera aos seus portadores a prompta entre-
ga de suas cartas, visto que, entregando-as
como costumam, na accasio de se rtirarem
do Recife, impossivel responde-las satisfac-
toriamente.
Posto que, na segunda edic3o do The-
souro bomeopathleo ou Vadem-
cum do bomeopatua, pagina 677, se
ABMAZEM
VAPOR FEANCEZ.
RA NOVA H\ 7.
vativo, com ludo convm repili-lo com al-
gans esclarecimentos mais.
Para urna familia dissolvem-se 20 gl-
bulos em urna garrafa com dous tercos
d'agua pura, vascoleja-se bem, e d-se
cada pessoa ama colberada pela manbS, ou-
Caixas de medicamentos em glbulos 4 tra ao meio dia e outra a noite, durante
SE

PIANOS
N. 9.-----Ra da Imperatriz-----N. 9.
Neste antigo e bem conhecido estabelecimento encontrar o respeitavel publico
sempre nm sortimemo de piano?, dos melhores autores allemes e francezes, como de
Carlos Sebee!, Bord e Mauprety todos especialmente encommendados e construidos para
este clima.
No mesmo estabelecimento oflerece-se maiores vantagens do que em outra
qualquer parte, relativamente aos concertos e afiinaciees sero feitos com o maior esmero
epromptido possivel,
HENBIQUE VOGELEY.
MEDICAMENTOS PRESERVATIVOS.
Em qaaesqer epidemias o Dr. Sabino
faz distribuir gratis s pessoas pobres, no
seu estabelecimento, os preservativos neces-
sarios, dando-lhes as competentes instruc-
c5es.
Presentemente reina a epidemia de bexi-
gas; muitos j se tem aproveitado com fe-
lizes resultados do seu offerecimeoto, feitt
do Diario de Pernambuco ; mas necessa-
rio qne todos experimenten) esse meio tao
fcil e tao commodo de se preservarem e s
suas familias d'essa terrivel molestia.
O preservativo empregado a vaccina
elevada 51 dynamisac5o. As pesseas, qne
fazem uso d'ella, ou nao sao accomroettidas de
bexigas, ou, si o sao, raramente as tem de
m qualidade.
s
9
a
o
i 2
=r o
j, tu
a g
c
5"
a. "o
s. s?
2
m
f

Cu
i
2-
c
S33
O
2
?!
o
ts
s
1
y.
a.
a
O
o"

O
&
O
a
-i
13
O.
6
o>
"H.
So"
XI
a

a
o
j-
B
o
oo
O
O
*n
a>
en
Su
B>
1
o
B3

m
r- i"
B
m t>
oT S
1 I
ao
e* c
a a
15 a.
2 9
i i
B b
S' 5
s
CB
s
a
en
a
m
o.
CB
T3
a>
a
B
M
8'
Cu
a
u
(xa
sr
9
CB
en
B
I
s
8-
s
B
g
Cu
CB
CB
f
o'
en
&
tres oo cinco diaa consecutivos. Deixam-se
passar oulros tantos dias sem nada tomar,
dados os qaaes, repete-se o remedio da
mesma maneira; e assim se continuara
em quanto durar a epidemia.
(As creancas at a idade de 3 annos to-
marlo o remedio as colberinbas).
Si a epidemia estiver muito forte, ou, si
na casa houverem bexiguenlos, deve o reme-
dio ser tomado todos os dias sem interrup-
cao, at qae a cousa melbore; depois do
que volte-se a usa-lo do modo ensiuado.
A garrafa deve ser nova e muito bem lava-
da, nrimeiro com agua quente e depois com
agua fria. (No caso de d3o baver garrafa on
vidro novo, poder servir ama garrafa de vi-
nbo ou de agurdenle, com tanto qae seja
muito bem lavada com aguas quemes e
frias.)
Para urna s pessoa basta dissolver 6 gl-
bulos de vaccina em 2 oncas d'agua, e d'alii
tomar as colberadas como j ficam indi-
cadas.
Nao pre'isa grande dieta. Abstenham-se
do cha e do caf fortes, do abnso das bebi-
das, espirituosas, das comidas gordurosas
e muito adubadas Eis aqui apenas o que se
exige. %
PLUMERA CEL1N0S.
(CONTRA A MORDEDURA DE COBRAS)
ste medicamento gosa de muito bons
crditos contra o veneno das cobras e de ou-
tros animaos venenosas.
O Dr. Sabino nao tem ainda observaco
pessoal de fado algum que o autorise a
affirmar sua efficacia ; mas sabendo que no
Rio de Janeiro e em S. Paulo elle tido co-
mo muito poderoso, mandou-o vir para ex-
perimentar.
Arguenas pessoas do centro d'esta provin-
cia e da da Parabyba tem escripto ao Dr.
Sabino, dizendo ser incontestavel o mrito
da plumera no tratamento das mordeduras
das cobras.
Emprega-se a plumera celinos interna e
externamente, da maneira s guinte:
Uso interno Nos casos menos graves
dissolve-se urna ou duas g tas de tintura
em duas oncas d'agua, e d-se ao mordido
urna colherada de hora em hora.
Nos casos mais graves dssovem-se seis
gottas em quatro oncas d'agna pura para
dar-se urna colberada de meia em meta hora,
de 15 em lo minutes, e at de 5 em 5 mi-
nutos (segundo a forca do veneno inoculado
ou intensidadedos symptomas manifestados.)
Jjogo que houver melbora, se espassaro
gradualmente os intervallos de urna dse a
outra.
Uso externo. Ao mesmo tempo qne se
d a beber o medicamento, applicam-se ex-
ternamente na parte mordida ios de linho
oa de algodo embebidos em urna dissolu-
c*> da mesma tintura constante de 10 gottas
de tintura em 20 colberes grandes d'agua.
Esse- Sos se conservaro sempre molhados
sobre o lugar da mordedura.
O Dr. Sabino receber com reconhecimen-
to as communicacoes que se diunarem de fa-
zer-lbe as pessoas qae ex per mentar em o
emprego da plumera celinos.
Nota.
Em ausencia do Dr. Sabino acha-se in-
cumbido de resolver quaesquer negocios
relativos ao esube'ecimento o respetivo ge-
rente.
Jos Aires Tenorio,
Professor em homeopathia.
Contlnna a ebegar de Pars a esieestabelecime*
10 bom sortimemo de caigado escolhido dos melno-
es fabricantes daqnella grande prica, assim co-
mo grande variedade de qoinquiibirla de oo-
vos biinqcedos para crlaocas, cojos artlgos se
acbam exposios a escolha e vootade dos compra-
dores, como sejam os que passatnoa a mencionar
e ootros nuiles. j
Botinas para canoras
le seliro braceo, doraqoe dito, preas e de oatras
iifferentes cores eoftit. das a rigorosa moda.
Botinas para meninas
do mnitas qnalidades bem sorildas.
Brincos de ouro
lo lei a ollima moda dos Campos Elizios o bonle-
rards do Parts, para secboras e meoioas.
Luvas de pellica
lo verdadeiro fabricante Jonvin, brancas, pretas e
lo oatras differentes eres.
Leques j
om eseolbido sortimento do leqaes de diversos
(ostos e qnalidades.
Ultimo gosto
Ricos ebapeotiobos de gosto para senboras fei-
tos ao capriebo de orna grande modista do Pars.
Perfumarla
loos extractos, baobas, olos, pos de arroi, agoa
Jo cologne, agua Herida e abocetes.
Espetaos
lo differentes tamsnbos e gostos para salas, gabi-
netes o pequeos roncadores.
Mascaras
cbegadas em grande qaantidade de mascaras de
rame, de cera, de seda, domioos, nariz com ocu-
los e barbas.
Calitnhas de costnra
lo novos modelos ricamente guarnecidas o com
liadas pegas de musir.
Delicado presente
boicinbas ecesiiBbas de seda o de velludo muito
importantes para braco de meninas passeio.
Chapeos de sol de seda
de cures e muito cellos para senboras e meninas.
Bonquets d exposicSo
Ielic2dc8 booquets de flores de porcelana com lin-
ios jarros para mesas do salas e santuario!.
Lunetas
le ac, tartaruga o |baMo.
Oculos
le ac, bfalo e de prata doorada.
Ricas bengalas
te canna verdadeira com eastao primorosamente
trabalbados em maifim, compradas na exposigao,
Chicotes para passeio,
oaito fiaos de baleo e cabo de marfim.
Oleado para mesa
le mullo boa qualidade, novos e bellos padrees: e
muiio barato de nma pega para eima.
Para toilet
tjectos de pbantasia muito bellos para toileL
Coqnes,
ehegados de novo a aturra moda.
Rices albuns
Jo velludo o de marmqnim para retratos.
Este r eoscopos
om lindas pbotosraphias transparentes.
Estampas
lo figuras, paisagens. cidades e de santos.
Molduras donradas
le diversas larguras para quadros.
Abat-jonr
para candieiros e lanternas de piano.
Cesmoramas
grandes e pequeos com SO oa mais vistas etco-
Ibidas a' vontadf, muito pittorescas. 2
Reafljos
pequeos, de quatro e 'eis pegas de musies.
- Aeeordlons
i concertinas, o qoe ha de roelhor neste genero.
Sallas de rame
le varios preces laroanho pra passarinho.
Botinas para homcm
grande sortio ento bem escolhido em Pars.
Botinas para meninos
le amitos modelos bem sonidos.
Sapatos de tapete
le charlle, de tapete avellndados e de irania
Lisboa para humen*, senboras e meninos.
Botas rasslanas
Perneiras e meias perneiras.
Mantas de fe I tro bonitos padrees,
jbicotes fortes compridos.
Lovas de fij da Escosia.
Cartelnohas para dinheiro.
Saceos de tapete p. ra viagem.
Malas e bolgas sortidas.
Pooieiras para charutos e cigarros.
Ctaroteiras e cigarreiras de palha.
1 CasJmbis da bonitos modelos.
Perfume Ineitlugnlrel,
para o lenco, teicador e bando.
m
de

A MUI AFAMADA
AGU4 DE FLORIDA
DE
MRRAY K* o mais delicado e mimoso e ao mesmo
lempo o mais e>tavei de todos os perfumes,
e encerra em si, no seo maior aoge de ex-
celencia, o proprio aroma das verdadeiras
flores, quaodo ainda Da sua florescenc;a e
fragrancia natural. Gomo om meio seguro
e rpido allivio contra as dores de calca,
nervosidade, debilidade, desmaios, flatos,
assim como contra todas a* formas ordina-
rios de acdenles bystericos; de summa
elcacia e nao tem outro que o iguale.
Igualmente, quaodo deslemperada com agua
toma se-um dentriflcio o mais agradvel e
excedente, dando aos denles, aquella ahora
e aperoiada appareeia tao altamente apre-
icada e desejada pelas senboras.
Como um remedio contra o mo hlito da
bocea, depois de diluidla em agua, sum-
mameDte excedente, faz remover e neutrali-
zar todas as materias impuras qoe se criam
roda dos denles e das genitivas, tornan-
do-as duras, sadias e de orna linda cor en-
carnada. Quanto a delicadeza, riqueza e
permanencia do seu fragr ote aroma, ella
por certo n5o tem igual; e a sua superiori-
dade e sem rival. Ella igualmente torna-sa
um meio mui excedente, para fazer remo-
ver de sobre a pelle do rosto, toda a quali-
dade de brotuejas, ebullicoes, sai das, pan-
nos, manchas, impingeos e espinos. Quan-
do se queira servir d'ella como remedio
para fazer desapparecer qualquer destes des-
figuramentos, e que tanto desfeiam as lindas
feicSes do bello sexo ; devera-se usa-la em
um e tado de dilluic3o, destemperando-a em
um pouco d'agua; norm no tratamento
de qualquer urna espinha, usar-se ha d'ella
pura em toda a sua forca. Finalmente como
um admiravel meio de communicar s fei-
coes tngueiras e paludas, urna pelle macia
e de una transparente alvura, dando-lho
urna linda cor de rosa: pira um tal fim,
ella leva a palma a todos os perfumes que
se teem inventado at? hoje, e existe em
plena soberana fem rival. Bem entendido
ludo isto se refere nicamente Asna
de Florida de Hurray man.
As imitages qge se teem feilo na Franca,
Allemanha, assim como em mnitas entras
partes: sao intdramente inuteis e invalio-
sas; portanto recommenda se mui especial-
mente s senhoras, que ttnliam toda a pre-
cauto e cuidado, de quando compraren),
estejam cenas que compram.
A GENCINA
U. M FLORIDA
MURRAY i LNIKAN
A qual prejarada somente pelos nicos
proprieiarios
LANRiAN i KEMP _
DE
MYAYQKR.
Ama
Precise se de urna ama para cozinhar e comprar
para casa de bomem toileiro ; a tratar na roa No-
va n. 53.
GRiMDE COKItlORAJlIA
tliHll TERREO
17 fua da Imperatriz 17
PR19KEIRO ESPECTACUIiO DE SCA CXASSE
lodos os dias das 6 oras da tarde em diante.
Com as principaes vistas das cidades de todas ai partes do monde, batalhas, m-o
numentos celebres e todo o que ba de mais inieressante nesie genero.
Convencido de que o respeitavel poblico cuncorrei a apreciar todas as collec-
roes de vistas estas sero variadas todas as segundas fuiras.
AOS SRS. CHEFES DE FAMILIA
Poderlo sem escrpulo algum concorrerem ou visitar esta grande galera por
se acbar com todo aceio. dignidade e moralidade.
Cada bilbete de entrada da direito a urna bella prenda, havendo entre ellas mnitas
de subido valor e as menores de quasi igual preco do bilbete de admisso.
Entrada de cada pessoa 500 rs.
CHARUTOS DE HAVANA
Se ha recebido por amostra tres marcas de superior qualidade da acreditada fa-
brica de Manoel de tsala.
17 ra da Imperatriz 17.
e *
Ha praca da Independencia n. 33, loja do
aomes, compra-se caro, prata o podras preciosas,
Utnbem se fax qualqaer obra de eBCommenda o
qaakjoe/ concert.
Gasa mobiliada
Alosa-so n'uma dss principaes mis dwta cidado
por 3 12 naejes, om oa doos andar, molto
aeeiado. com boa mobilli de Jacaranda e 1 piano
o mobllia completa de sala d>* jamar qoarto: na
roa da Cadeia-Velba d. 30 oo na estrella do Rosa-
rio d. II oo tora loformacao. ____
.. orna casa terrea-oo
oreao-rus, em sea esoriptork) roa da Croz no-'obrao, qoe seja em boa ra : qaem livor annan-
ro S7' 'i co para aer procwada.
- Srguro contra fogo
AntoMo Lnii de Ollveira Atevedo & C, asentes
a oampaBltia Pidelidado, esiabeJecw D0 Rio de.
Janeiro, tomam seguros contra fofo em predios e Precisa-so <
Fundido da Aurora em San-
to Amaro.
Completo sortimento de taixas de f rro
coado, molde raso, ltimamente aprovadas
para o fabrico do assncar.
Quero precisar de nm adminstrador para en'
RiTiho, pod eirislr so a roa da Peoba o. 3, loja
de fonileiao, qae achara' ioformac&es da pessea
que tem exercido ha mais de tO anuos este lugar
aom zelo, fidelidade e pericia.
Alug-a-se
o segando andar e tolio do sobrado da roa da Ca-
rtela do Recife n 60, con soSaentes comraooos
para (a milla: a traiar no armaiem do mesmo.
Trocam se
iinota* do banco te Brasil odio calas Alises-
Precisa-so alocar om sitio com proporcoes
para mais de seis trabajadores aonaameute : a
traiar na ma da imperan u o. 30, loja.
C ONIVIIEIHO
Preciss-se de ou cosiubeiro para orna easa de
peqaena lamilla : a tratar na ra da Aurora n
24, 2-andar.
Atteneo.
*
25-Rua do Livramento-25
Dnpi sito de lmaseos e calcados oacn n*v o*
fabrica da roa do Jar di m n. 19 de Juse Vicente
G'dinbo, Unto no deposito como na fat>rfa se
apromptam todas as porrdes de raleados mais ba-
rato po^ivel; esta fabrica tem toda* mach'nas
prnpris para os calcados ja bem acreditados pelo
grande numero de fregueies qae dsqoi so forne-
eem.
CRIADA-
Na roa de S. PranoJcco n. 72 preelsa-se do nma
criada portaioeu oo oocrava.
Sravatas pretas e de cores.
Gordas para violo.
3eo|ialaspara homens e meninos.
Escovas para cabello.
Escovas para deoles.
Pentes de marfim para tirar eispas.
[Votes de tartaruga de desembarazar.
Abridores de lavas.
resoorinhas delicadas para costura.
Caivetes Anos com tesoorioba.
Heas de 6o da Escossia par-a bomem.
^enezianas transparentes para janellas.
Quadros peqoeoos para retratos.
Pares de lindas figuras pequeas de porcelana.
Jarros mui pequeos de porcelana.
Objectos de porcelana para botar banha.
Taiberes finos para meninos.
Objectos de mgica para divertir familias.
Pbotigrapbias magias.
jlohos de papel para illumioarao no campo.
Uastinbas de vimes para meninas de escola.
Cmxicbas de msica e reajeijos para meninos.
Velas a gas para caodielros e candelabros.
Carrintios de quatro rodas para condnzir crianga
Bonecas de massa, de cera e de porcelana.
areos e camas eom cortinados para bonecas.
Cabriolis o cavalliobos de madeira eom mach
cismo para meninos de 3 a 8 annos montaren)
Para retratos
calzilbos para colar-se retratos, os qaaes sao mui-
to baratos de ama doza para cima.
AUeoco.
Nao sendo possivel menclooar-se aqo todas as
inalidades de calcado, nem todos os srtlgos de
laioqailbarias, o multo menos da grande vario-
lado de novos brinqaedos; pede-se ao poblico oro
passeio a esle extabeleciroeoto, corlo de qae eo-
ontraro bastante paciencia para bem escolberem
i itoe desejarem comprar, o precos barallssimos
w virtade de baver em todos es'.es artigos grande
aantldade, e terem sido comprados mesmo na
aropa pelo doao do ano estabelecimeoto, arma-
wm do vipor, roa Nova o. 7.
mi mi mmmmm
Msica
Lecciona-se por soifejo e a tocar varios
iosiroroeatos, daado-se as lindes das S
b ras da larde as 9 da noite : a tratar na
roa Angosia n. 30.
ATIERO
Carnaval
Na ras estrella do Rosario, sobrado de nm andar
o. 35, alnga-se ricos vestuarios bordados a ouro e
a lia, todo maito em eoou ; v^staario* de principe
e domin* txrdadfS a veiiadinbo, lodo por maito
barato (Teco: tem grande sorilmeoto de dminos
de canga de todas as c Ores para alagar a 21000, e
Ui se tambem qoalqaer vestuarios qoe se queira
mandar fater por qoalquer flgunno que tragim,
todo por preco moito commodo.
"Peixe secco.
Na roa da Praia, armatem a. 74, vende-so mui-
I Koio Pvixe sece e mlr|uiUs noTiswoas.
i
i
i
M
Atteneo.
Muito se precisa fallar com os abaixo mencionas
dos a negocio de mono seu interesse, na pracs do
Corpo Si.nlo o. 17, !. andar.
An-elmo Marinho de Sonta.
Boaveniora Magoel do NascimeBto.
Francisco Jos VHra Guimaraes.
Joaquim Pereira Csroello.
Joaqoim Goncslvfis Vieira Guimaraes.
Manoel Jo- de Albergarla.
Manoel Francisco de Albuqoerque Mello.
Pedro Luii do Esf)nto Sanio.
Regino Ferreira de (Jarvalbo.
Nume Pessoa.
Mannel Vithno Santiago.
Tbomaz Aunstacio C. Pimcntel.
Manoel Cimillo.
Jos Tavares Estima.
Ju- Antonio de Alboqaerqac.
Antooio da Silva Angelo.
Paolmo Accioli Canavarro Wanderley.
Jos Ribeiro da Silva.
Joo B-rnardino da Silva.
Joamim Pereira Vslenie.
Jos Bernardinn dos Santos.
Olympio de Soora Galvao.
Seoastiao Valenanno.
Antonio Jos Gomes Jnior.
.Antonio de Oliveira Silva. ^_______
Desappajeceu do sobrado dos Afogados o. 1
linio a ponte, no dia i do correte um relogio de
algibeira d praU dourada, com nma crreme mo-
derna e im dous sio^tes pequeos de quatro faces,
cootendo em cari .i face urna pedra eocarnada, ro-
ga-se a qnem fr ditos objectos offerecidos o favof
de os appreb'oder e levar oo mesmo sobrado, on
na ra do ijuatinado o. 73 loja de ferrageas, qae
sera' recompensado.
Precisa se de om moco para caiieiro de am,
escriptono, e qae t^ohi h Ir-Ira, e esceva certo-
o tambem de um criado firro oa captivo; io iR
ma-se na ra de Santa Rita n. 3 ________
Cosinbeiro.
Precisa se de om bom co^oneiro, nao se olba o
prego : na ra das Laraogeiras o. 14, hotel Ja-
ventude. ^^ _______
Precisase de urna mcIBi*' para acompicnar
a orna familia ao serian : a tratar na roa da Cuno
n. 70.___________________________________
SEG OROS
martimos
CONTRA F0C30i
A companhia Inilemmsadjra, esiabeleciaa
nesta praca, turna segaros mari timos sobre
navios e seos earregameDtos e contra fogo
om edificios, mercadorias o mobilias: oa
ra do Vinario n. 4, pavimento torreo.
Chocolate vermicida
DB
Antonio Rimes de rastro.
Desde 857 que 3o as tabellas vomicidas
applicadas em HDriogaU como o remedio
prompto e ercaz psra a expulsio das lom-
bi igas, qoe lo graves padecimeotos caosam,
e que quasi tempre se sappde ellas a ori-
gem.
Esto virmifugo preferivel a qualquer
ootro pelo seo agradvel paladar e fcil ap-
plicacao s enanca, as qoaes geralmeote
sao mais atacada de semelbaute mal.




.....
tari* *c reruafeico rerca felra li de Fevereiro 4e 1868.

IDA.
fleeife...........
Rada Aurora...
Ruados Pires___
Soledade.........
ijamiobo Noto.'.
Maoguiobo......
S. Jote..........
Torre...........
Ponto de Ucooa..
Jaqueira.......
Parnameirim..
Saot'Auna.......
Gata Forie.......
Calderero.......
MoDleiro.........
Porta o'Agua.....
Apiparos........

1
Tabella da companhia dos trihos urbanos, dos dio* ulei^do mcz deJanefjF}
MANIIl
6.18 7.20
6.t 7.53
6.18 7.2
6.M 7.27
6.22 7.30
6. 7.3
6.28 7.33
6.29 7.37
6.30 7.40
6.33 7.4*
6.40 7.45
6.12 7.47
6.4t 7.50
6.46 7.5i
6.50 7.36
d.S.1 7.67
6.35 8.0
8.18
8. 8
8.2(.
8.2i
8 25
8.27
8.30
8.3:
8.35
8.37
8.40
9.10
9.(2
9.14
9.1
9 ix
9.20
9.J2
9.24
9. ir
9.28
9.30
9.32
9.34
9.36
9.38
9 39
9.4i>
TARDE.
VOLTA.
3.0
3.2
3.4
3.10
3.14
3.1
3.18
3.20
3.22
3 24
3.26
3.8
3.301
3.30
3.33
3.35
3.37
3.40
3.42
3.4
3.47
3.30
3.32
3.35
3.67
3.58
4 0
4.3
4.6
4.10
4.20
4.23
4.23
4.27
4.30
4.32
4.33
4.37
4.40
4.42
4.45
4.47
4.50
4.32
4.63
4.57
30
3 10
0.13
5.13
3.17
5.20
5.22
5.25
5.27
5.30
5.32
5.33
5.37
5.40
5.42
5.43
5.47
5 501
6.0 7.0 9.0
6.3 7.3 9.3
6.5 7.3 9.5
6.7 7.7 9.7
6.10 7.10 9.10
6.12 7.12 9.12
6.13 7.15 9.1;.
6.17 7J7 9.17
6.20 7.20 9.20
6.23 7.23 9.23
6.25 7.23 9.25
6.27 7.27 9.27
6.30 7-3< 9.30
6.32 7.32 9.32
6.35 7.36 9.35
6.37 7.37 9.37
6.40 7 40| 9.40
MANHA.
Apipaco'M..... Porta d'A'toi... 6.13
6.17
6.20
6.96
Casa Porte...... 6.2S
6.30
Paroameirim... 6.33
Jaqaelra........ 6.35
Punta de L'jiia 6.37
Torre........j 6.40
">. JOS.......4, 6.42
6.44
Caoiiobo Novo^ 6.46
6.49
toa dos Pires.. 6.51
lu da Aurora. 6.53
lieif. t 1 6.3a
7.20
7.22
7.23
7.30
7.33
7.38
7.42
7.44
7.46
7.48
7.50
7.52
7.5i
7.56
7 58
7.59
8.0
8.15
8.17
8.2(1
8.25
8.28
8.31
8.37
8.40
8.42
8.44
8.46
8.
8.50
8.32
8.54
8.36
9.0 '
9.35
9.40
9,42
9.44
9.46
9 48
9.50
9.52
9.541
9.56
10.0 I
9.46
9.47
9:50
9.55
9 58
10.0
10.4
10.7
10.1"
10.1:
10.15
10.17
10.20
10.22
10.24
10.27
10.30
TA%.
3.40
3.55
4.20
4.22
4.5 3.2i
4 30 5.25
4.3* 5.27
*.3d 5.3*1
4.40.3 32
5.13
.17
4.7
4.10
4.45
4.47
4.49
4.50
4.52
4.54
4.56
4.57
4.58
5.35
3.37
o. 38
5.40
8.41
14
5.45
5.47
3.49
5.0 |3.50
6.0
6.3
6.5
6.10
6.14
6.18
6.2:
6.25
6.27
6.20
6.30
6.32
6.34
8.35
6.37
6.38
6.40
8.0
8.3
8.5
8.(0
8.1t
8.18
8.23
8.25
8.27
8.29
8.30
8.32
8.34
8.35
8.37
8.38
8.40
10.0
10.3
10.5
10.(0
10.14
10.18
10.23
10.25
10.27
10.29
10.30
10.32
10.34
10.35
10.37
(0.38
(0.40
Domingos e das santos.
Do Recife para Apipoco?..
De Apipueos para o Recife,
TAIIDE.
9.0
ESSENGIA CONCENTRADA
DE
CAROBA
Qreparada a'fro por Augusto Caors,
PHAIMACLITICO PEL V ESCOLA DE PARS E SUSSESSOR NESTA CIDADE
CE
Aristldes Salsicf e <.
B. 22 Roa da Cruz W
Snna
22.
Tratameolo paramente vegetal sem mercurio, iodo, ouro, nenx nutre qnalqnei
minera!.
Verdadeiro puriflcador do sangue sem azougae.
Especial para a cura de todas as molestias que tm sna origcoi na impureza do
sangae, como sejam as molestias boubaticas, sypbiliiicas, escrupulosas, darthrosas, quer
venhaai ellas por hereJitariedade, quer sejam adquendas pelo contado com pessoas infec-
cionadas dos diversos viros que contaminara o sangue e os birasores.
A caroba um remedio prodigioso, salo desde remotas eras pelos indios
de Brasil, e passaodo sen uso de geraclo em geranio, aoje, um dos remedios, mais
conboordos como prprio para combater as molestias mais hediondas, entrando nesse nu-
mera a morpha oa elephaotiases, para cujo curativo os nossos sertanejos consideram a
carola como remedio especifico.
Ha miMlo empo entrea a earoba nos formularios como preparaco magistral
so* a forma de leictuario, arada boje terebrado as pbarnwcopas com o nonio de seu
ceebre autor Jao Alves Caroeiro: nao efla portanto, remedio novo nem desconbecido,
O Maganta de earoba da mesara sorte preconisado desde lempos immerao-
siaes como o mais apropriado para o cura dake uso otibas o empregeao com proveito rvo dasbeeficaa de rimppplicacao de maitos ooiros agentes
Iherepeutioos enrgicos e dpois quowdiaoo.t
Kuitos dos nossos media s de consideracSo e eotre elles o maito istincto pra-
ce e observador o Sr. Br. Pedro e Aibayde Lobo Mostoso, tem confirmado por meio
do experiencias repetidas, oque diz a'faena das benficas propiedades da earoba no
tr-atanvenlo das boubas, das diversas formas sob que aayphilis s-s presenta e muit es-
pecialmente as que tm sua sede ca pelle.o poderiamos relatar alguns casos de data emito
modero observados otilo mesmo-Sr. Dr. Moscoso em-que acaraba prodszio admifaveis
effeitos, depofs de ineieis e prologadas applic*c3es de sasaparrilha, mercurio, iodo,
ouro seas preparados, etc., etc.
Nao era possivel queipa planta tao aoievel por suas inapreciaveis virtudes
escapasse a perspicacia e nvestig-acoes dos mais ablusados praticos eur^eus, que se ap-
plicam comospecialidade ao estado e trtamento das molestias syphiliticas e herpeticas, e
para prova ah esto os Srs. rs. Gasanova, Schuffer, Ricord o outrosdando as mais li-
songeiras informaces sobre as propriedades curativas da camba e preconisando-o coinotj
remedio poderosissmo para o trata inepto das erupcoes cutneas, seceas ou suppnrativas.h
dartiros de toda a qudiJade, enemas, ulceras de diversas naurezas, '.tumores osseos, eil
oatras maitas moio6tias de ootureza syubilitic.a ou-boi.ba.ica.
'Por t-r-so generalizado muHo o uso da !2eBcia da Caroba que eu pre-'j
paro e pelas iostaciias de vswfos medics que descaen OManar em-soas observa?e8, dQ-', \
Oerei-ma a ter prompta uioa quauid^de da oiesma essencta, obtida sem a aeco do fugo. 1
para oao prejudicar as propriedades naedic^rafliitosas; e d'ora em diante encontrar-se-h*,,
na micir pnamacia sempre e em porfo sufficieme para tod s os pedidos a essencia con-
centrada de caroba,'' e O anquento mdicos que quiserem experimentar-So preciosa agente adicinal.
Recife de Pemambueo. 17 de outubro de 186S.
AuUste Cacds.
RuadCraz n.22.
CASA DA FORTUNA
Aos 4,000$
B1LHE1ES GARANTIDOS.
A* roa do Crespo n. 43 k casas do costme.
O abaiio asignado vendea nos seos maito eli-
tes bilbetes garantidos da lotera qoe se acaboo de
^atrahir a benericio das familias dos voluntarios
la patria os siguiles premios :
N. 2580 am quinto com a sorte de 4-.000J.
N. 1840 dous quintos com a sorle de 7v.'#.
N. 459 um meio com a sorle de 300.
E outras muitas sones de 100a, 40 e 20.
Os possoidores podem vir receber seus respecti-
vos premios sera os descontos ns leis na casa da
Portuo; roa do Crespo n. 23..
AcDam-se a venda os da 53' parte da lotera
das familias dos voluntarios da patria (54a) que
se extrablra' sabbado 18 do correte.
treco.
Bilhete.....0*000
Meio......3000
Quinto.....1200
Em porc3o de i005 para cima.
Bllbete. .... 6S800
Meio......2*760
Qaioto. .... 1100
__________ Manoel Martins Fiaza.
Escravo fngido
Acba se fgido desde o dia 19 do raer prximo
qjassado o escravo do abaixo asignado de noore
Joaqom, teodo os sigaaes sef.antes : idade 2o ao-
n 3 puuco siais ou menos, cor varmelha, bucoa
grande, oHios grandes e amortecidos, babao, ea-
beca pequea, ca^Mios carapiobos, dormmboco,
estatura v^enlar, sorco doorpoou antes magro,
bom eos de um us ps Meante gros.^o de rbeamaiismo,
ps grandes e lar^n, bastais ladino e Mucoso e
se lotrtfrta forro. Hit ida certeta deque estufa
no Recife, onde >a e>tere Tugido o auno passado i
recomwenda-seipois as atoildadestioliclaes a
pitaes da campo a captura e entrega-a sea seirfcor
omesao abaiso as>ignaeo oa vdi de Iguarast
ou aos Illms. 'Sr*. Dr Jas B-rnar coforado, no CalVIreiro, e ao capi80 Flix Fran-
cisco de, Suora Magaihaes no largo do Paraso u.
26. Jguara** Jus Th asir da Mcu Cavalcanti.
jg A^to^acia
Otwcharel Laorioo de Uoraes Pnhei-
ro riinn.'i conB sen ekcripl>rlcide advo-
gac(r.arua do Apollo n. '47, 4 andar,
i.ujr pode ser procarado tas 9 1|2 boras
da Kanh.ia as 3 da .tarde, dedica-se es-
pecialmente a-causas coenroerciaes. Ka
soa oscacia podero os saos coneiitoimes
entender-ve i oseo de Paul. Peona, a' ra do Queima-
dn o. 29.
Compra-se
por mais preco que em ouira qaalqaer parte mee-
das de ooro e prata nacinaes e strangelras : na
roa do Trapiche o. (<5, armaiem de Adriano, Cas-
tro & C, e roa do Crespo n. 20 loja de Alvaro
Augusto de Almeida.
Gumpra-se
por mais preco que em oolra qaalqaer parte mee-
das de onro e praia naclonaes e estrangeiras : na
roa da Cadefa o. 13, loja de Jos Lua Ctngalves
Ferreira & C. ^____________________
Compra m-se escraves
Compram-sP, vendem-se e trocam-se escravos
de ambos os sexos e de todas as idades : a ra
do Imperador d. 77, 1 andsr________________
Compra-so ama cadeira de arroar em bom
estado; na roa Nova n. 63.
Moedas
Da ouro e prata, compram-se por maior preco
qoe em ootra parte : oa ra do Crespo n. 16, pri-
meiro andar.^_______
Urgencia
Compra-se por maior preco do qae ootra qeal-
qoer pessoa ooss* pagar briih.-nies sollos oa em
obras velbas, para nma pessoa que oaer levar para
a Europa : a tratar no CORA^AO DE OGRO, n. 2
D, ra do Csboga.
LUJA
DE
JOEdTRO
Giiaprr-se por maior preco
que em eatra qaalqaer parte moedas de onro e
prata nacinaes e tsiraogeiras : a' roa Oo Trapi-
che n. f6,ar.mazem de Adriano, Castro C, e
roa do Crespo 0.20 B loja de Alvaro AagUito do
Almeida.
<]ompra-se urna casinba: tratar~es-
ta typograpbia.
Compra-se
Sempre por mais do que em ootra parte, prata
e oero de todas as quahdades em raooda : na roa
da Cadeia loja de azulejo o 58.
LE
I*BU E2VIAI>
Para o tratamentoe eura rpida e completa das meriestiag syphiliticas, ,eris-e-
u, rLeumatismo, bobas, geta, debilidade do estomago, infiaainiaescbronicas'do gado
ii)8C6, ddres sciaticas, cepbaialgias.uevralgias, ulceras ebronicas, hydropesias, pleuri-
d,goaorrhe3S chronicase em ge al todas as molestias em qae setet-naem vista" a po-
ifsa^ao do systema sanguinso.
Conieraee gerae
A sande um bem inapreciavel, cuja importancia e vak)r s" est reservado ao em
ersao valia-lo.
incontotavel que fcomem neete mundo constantemente, e por todos oslador
iacado ainadas circumsUncias, a alterar o regular exercio das funces orgasicas, resoltanbo
vaue desequilibrio o que se-diainamolestia.
A molestia n5o mais da que a desvirtuacSb das forcas vitaes, -occasionada,- d
enndo as iovestigaces e experiencias dos mais abalindo mestres da sciencia, pela -depm-
'aco -dos bumores geraes, conssquenGia-da aeco mattgna desses mesmos agentes-mora e
feos introduzdos bo organismo pelo acto da respiraca, pela via digestiva, pelo contacto
tme&aio te. etc. te.
A sypliilis inrelizmente tem sido a partilba da hemanidade, e como fra de duvi-
tt que esse terrivel Proteo da oaedicina urna molestia hereditaria, ella tem sido obser- '
ida em tedas as idades, e debao de todas as suas forenas to variadas, enfraqaecendo
cnstitucee robustas, produzioo mutilacSes, e cortatdo aindaou flor da idade \ida
*Teciosa8.
ElimJBar da economa esses principios doieterios. e purificar a massa geral do*
amores tea sido desde terapo inuaemorial o fin constaste da medicina, e os purgati-
+9* flgnram em prinjeiro lugar para preeneber esse ieseraium ou fm.
O Elixir depurativo do Dr. Savia* parece merecer a preferencia sebre todos: o
juncosos sncoessos obtlos pelo uso deatesalutar agente unto na AUemanba, como em
iTanc e Italia, o tornam o companbeiro separavcl dequasi todos os doenitss.
Sendo as melestiae, como cima disseaos, devida.-, s alteraces dos humores, o
SMxr depurativo do Dr. Se va I pode seretnpregado vaotajosamente na sjphiiis, erisy-
pclas, fheumatismofi, bobas, gota, debilidad do estomago, inSammacoes ebronicas do
figado eiafo, dores seiatjca*, cephalalgias, nevralgias. alearas eronicas, hydropesias,
piecnsias, gonorrheas ebronicas etc. e em geral em todas as molestias em qoe se tenhs
un vista a parificado do systema sanguneo; pois que urna pratica constante tem feito
*sr qae elle indwpensavel nos casos gravissimos para minorar os soffrimentos, prq-
js-arar o doente para medicacos superiores ; e as menos graves a cura a conse-
cuencia do sea uso, convenientemente repetido.
As sabstancias que entram na composis2o do Elixir depurante do Dr. Seria
psrtencem todas exclusivamente ao reinu vegetal, e grande camegoria das substan-
:ias depurativas e antisyphiliticas; assim, ao passo que este remedio depara o orga-
mo, elimiuando os principios nocivos saude, pelo mecanismo nataral das evan-
icSes alvinas, neutralisa ao mesaio tempo u virus syphilitico quando este risjem.
em feito erupcao ao exterior debaixe de suas multiplicadas formas; e previnetan>
bem os estragos dessa terrivel molestia, quando por ventura se acbe ella anda m
estado de encubofo, isto sem se ter manifestado sob formas externas: beneficio
menso, tanto mais quanto oeste estado os individuos ignoram completamente se es-
to contaminados por este terrivel inimigo.
O sabor agradavel d'este Elixir convem a todos os estmagos, a sua ac?ao so-
Victttr tirandin
Roa da i adela do Kcife N. 0
O proprieiarlo deste eslabeleci-
m.'Dt i, premiado enm a medalhaj
da eiposico-universal te Paris
oo ono de lSt, inm expoto a
venda i m sua loja, om grande
*oi tinento de riugios para algi-
eira como se:.-.tu : de euro e
praia, sendo dos meUiores abneaotrs, de 4>a'en-
tes icgletes, soissos e oribOHae*. Tambeja tem
ama graode qnantidade de relcgios para pared?.
e qoe ba'.em boras, ditos para emtiarcacSes e {ac
cima de mes;-, todos estes rel bonitos model s. O e*io concorta relogiofi de'
todas as quaiiiades Nilenles, assim como tara-
r-m concerta chrouomeiros de aig<4)eira e marili-
4dos : recH)e seirpre por tolos os vapores, um
completo sortimenio de .correles e trauceUes,
eodo lodo Ve ooro de le e de modelos os mais
modernos,aesiro como dtv*r*os objtctos de bijoa-
lena dos mais bonitos e modernos gostos.
Precisare de orna ama para o servjco de
casa de pequesa familia : oa ra do Crespn 18,
B* andar.
Seperior vioho Itt Parla,
Veode-se oo escriptono de Amonio Lt!t5de Ol-
f-r^ra Aievedo &C, roa da Cruz o. 57, tc>calzas
< 12 earrafas.
Para o cima val
latea**
Sorlimento de mascaras de diversas qnalidades;
ETQJaienva. *P, ra da Cadea d > Rc;F-\
Joaqalm Jos GoocalC8S~~Bclrao tem para
veDder ao sea esoriptorio oe ra do Trapiche
c. (7 :
Brim de algodo 4i Baha, moli preprio para
TvUpa de-escravo.
Fio declgodao da Baha.
Paono de algodo da fabrica do Illm. Sr.com-
ov ndador -Pedroso.
Viobo do Porto, em calas de orna dota.
Dio dadito em barvis de dcimo.
Mathinas para descarocar aleodo.
Boa occasiao.
Jallo Ce.-ar Plato de Oliveira, prelea-
do maito breve retirarse para Europa,
veode seu armazem de faiendas todas oo*
vas e de prorapia extracto por serem
quasi tooiMoelezase baratas,equeaiten-
deodo as dilOcuidades do Ambio e des
pachos da alfaorjega, (ai coola ao compra-
dor aproveilar. O mesmo pede aqoe las
pessoas de quem credor, leohjm a boo-
dade de qaaoto antes saidarem fs dbi-
tos, o mais lardar al fevereiro do correte
aooo.
Cooiinoa a mesma liquidado at vender
o mesvo estabeieclmeol .
Ra da Imperalriz o 28.
Chitas francezas de multo bom pao e
de cores Gias a 360, 3*0 e 280 rs. co-
vado.
Cbitas ingieras de cores Gxas, padroes
rancezes a iO rs. o~covido.
Percalas com lindos desechos de 800 r?.,
boje veode-se a 400 rs. o covalo.
Cassas francezas de cores segara?, qae
pelos padrSes cbamfm organdys, fazenda
Boa a 280 e 2(0 o covado.
Cortea de cambraia de cores com 6 va-
ras a 2JoO e de 6 e mela vras a 300.
Bnlhaniina de flores miudinhas de 7-20
rs. o covado, boje se vende a 560.
Fil de seda prela com flores miadas
maito superior a f0(0 o covado.
Fil de linho liso a 7' is. a vara, ela-
borado com florsinha a JOO rs. a vara.
Velcdo preto de superior qualidade a
saOUO e a i000 o covado.
Locos de casia estampados, grandes e
de bonitas cores, que sempre se veoderam
a 45060 a dnzia, hojs se veodem a 2l'> 0.
Lengos branco de esa, Bngiodo lindo
proprios para algibeira a 400 e 320 rs. e
por dazia lOOO e 3o00, e chioezes com
barra a 360O.
Leocos de linho paro e milito Unos a
300 e 640 rs., e a duia a 300 e 60.
Heias para hornero minio encorpadas
ameritas de 6A000 n. a oxla, aRora se
vende a 4{500 e o par a 400 rs.
Gravatinbas de seda mono boa fazenda
a 500 e 320 rs. cada urna.
Cortes de calcas de ganga franceza a
15000, e o covado a 320.
Brim bran;o de hubo poro a 1800,
1*500 e l00 a vara.
(lulipa feta nacional.
Palelots escures de entronque, oauito H
bem fetos a 31000 e 25300.
Cacas de ea^emira a 8/000. \:
Paletotsa 125000; roupa feita de bo Jj^l
mero e de meninos de dillercoles qoalida- |S
des e procos razoavei?.
Oo|ectos de caadielrosagaz. lu
Cancitiros a gaz dourados 1050G0 ; @%
de crystal a 65000 ; simples sem globo a Aj
35000 e ?5o('0 e lampannas a 15600; bo- jjfcjti
cais de ri.ferentes nmeros e qualidades ax
a 'OO. SO e 15000. B
5,000 chamios em Iiquidaco a 320, |[,
400 e foO rs. m
Estas etnmios garamidas pelos me- ',,('
Ihore* fabricantes da Europa, lem a van- [y^
lagem de serem a maior parte de crystal, ^
e qoe pela sua boa qualidade t tempera (ft
aluram e resisiem a una ioz ardenle : f ])&
se veedem oa roa da Imperairlz o. 28, :^&
cada orna a 320, 400 e 300 rs., e por du- M
ta tm abatimento de 20 por cenio.
Muita atten$io
Ncjoclasfl ama machina de fater gelo, a qual
ache-se em fuurcao elleoliva. E' urna excelleute
acffalslco p ra quem quiaer essaiar a industria
defteixe gelado, como lia no pAia', aomle al pi t
ua,a le concedeu-se nma sntiveoco de 2*J:0005
aBiiuaes pelo tempo de 12 nonos, "o respectivo em
prezario para dar &H* extenc.o a esla industria
para abastecer aqotlla rapiial do peixe fresen, i
ereco barato, e para tal 3m rouito se presta a Te
fenda mircbna, visto estar collocada na Ala&fias,
aonde ba multa abuoSancia de pelse a prefe ba
raiissimn, e pode para aqu ser transportado fres-
co com galo, para ser vendido tambem barato, e
com graode lucro, vende se a dila marh oa ou t-
ma-se-oBa pessoa emo tocio, ealraodo com uro
peijueoo capnal para melbnres ioforaiaroes: a
iratar oa ra do oaiego o. !) fabrica do cboco
late.
ival sem segundo.
. "f* ^** 4elmaBon. 4.
wja e miadezas de Jos Bigodiobt
PWNCIPIA O .NOVO ANNO A VENDER
BAIATO
E SOM.
Carriiels com I oilavas de
Koprio paraniaehina......... 50B
nozas de agulWi para miebioa.....25000
retroz prelo
Varas de tobado tardado do Pono a 160 e
L'bras de prego? Trnceles graoois e pe-
qoeoosa 2t e..........
Canas de liona para marcar.....,
Dozias de ttsoura pequeas.......
Redes para cabellos o melbor qu* da. .
Duzlas de peonas de ac soperlor a 40 e .
Caixas de linha do gaz com 30 oovellos a
Caixas de palitos de; sfgoranca a......
Syllabarios com eslampas para meninos a
Livns mpres08 com rol para roopa a.
200
3
240
480
320
60
400
20
-320
100
Duzias de melas finas para seobora a..... 45000
Papis de agolbas balao a......... 6(1
Pecas de Olas de Isa ela'tiras para vlstidoa 000
Grosas de boloes de lonca prsteado e de
cor 1................ 240
dem sem ser praleado a......... 160
Caixas cem agulhas de fundo doorado a.. 240
Caixas com 100 ecvelopfs moilo finos a 6110
Caixas de papel amisade liso e panudo
a 600 e.............. 700
Resmas de papel aimaco muito superior 25800
Resmas de papel de peso moilo Boo a 25200
Frascos de (iota prela superior a 80 e 100
Pares de boloes para punhos moilo bonito a 120
Carioes com liona a Alejandre com 200
jardas a.............. 100
Caixas rom superior lu-ba do gaz com 50
novelios a..............' 800
Facas e garfos para chancas a..... 240
Massos com soperiores grampos lisos e de
caracol a 30 e............ O
Grozas de peonas de ac mullo Boas a 00 800
Bonets de oleado para meninos a 15000
(Tcaibas de lindo com labyrinibo muito fi-
nas a.................. 25800
Carreteis de lioba com 100 jardas a 3t>
Carretelsde linca Alexandre de sopericr
qualidade a............. i SO
Gravatas prelas e de cores, superior fa-
zenda ................ 500
Toros de ;'acaraoda'.
Deposito de pao e cestas
F. .M. G. oa ra larga do Rosario n. 36.
A esie deposito ebegaram bootem os monos de-
sojados brgos volantes feilos de vime para creao-
cas e bonclac, bal.-ios d roenioos apreodereo a
aodar, maracas colieno', actales com p para de-
positar fruous oa mesa, d los com diviso para fa-
cas e garfos ditos com lampa e s-rn olla para eos-
Jiireiras, ditos para depsitos de papis rasgados,
ditos eraodes e pequeos para deposito de roupa
soja, ditos qoadrtloogos graades para os srmazens
de f;i;> 11 u e qoiequilbanas eaviarem essas mer
cadunas aos logists, bandejas de vime branco da
maior a menor para roopa eogommada e flores
condecas muit) propnas para eoviar-se roupa aos'
meamos dos coliegio?, dilas de outro formato e ap-
plica.^Oris dulerete, aeafates braoeos e de core
cwnpridos e redondos, do maior at o. 12, cestas
de areo felfas de vime e de madeira felpada para
apaohar frucus oos sios, e fazer-se as com .ras
00 mercado, eadeirao de vim branee, obra forte
oripria para os sitios e o- viajantes dos vapores a
Europa, gtgas feita* de vitoe braoco e de madeira
peks c..oa>truiros, obr^j-special para o trafico de
padarlas, oovaltos de cera branca de L rol o Boo para acender vellas oas igrejas e os bi
eos d sai pullnfladus em posicao alta, capachos
corr r:.lns e mnho* de psssaros. Aqu acba-se
eoosiaoiemente acdenle pao fabricado pea roa-
nba e a urda, ma-sas de aramia e de farinba de
trigo. Pedaos a lodos os Srs. consumidores se
digne preferirnos a outros, tanlo pela variedade
dos objHcpis acim* como peles erreos qaa sem
pre empregaraos para o nosso pao ser o especial
Prata e
Em moeda oaga-se bem
re o tubo intestinal lave e beoigoa, e do nenliuma forma prodnz inolesas*tnoV'jP?0ii0ii?:
tmentosag, como acontece ao purgante dito Le Roy, que na sna qualidade de dras>
oo forte irrita a mocosa intestinal, e consecutivamente a seroza, resaltando deste es
ado, nanitas yezes, bydropesias, que qoasi sempre terminam pela morte ilo doente.
Assim pois esperamos que o aso deste remedio Justique cabalmente as nos-
ajasseveraooes, porque sendo om medicamento to simples na sua composicSo, a
Hawa tea confirmado sna utilidade.
Calco de|MNlo en Peraambscu
Na botica e drogara
os
Barthotomeo & Companhia*
34-RUA DO ROSARIO LARGA-34
COMPRAS
ouro
praca
oa
da Inde-
Compra-se ouro e praia em obras velbas
aa Draca da lodepeodescia u. 22.
Muito motor vontogem
Cimpra o COBAfAO DE OCRO n. 2, roa do Ca-
boga', moedas de ouro e prata.
Moedas de our e prata
Paga fe por mtis do qoe em noira qaalqaer par-
te : oa oja de oorives arco da Cooceijo e compra
ooro e praia velh e pedra precicsas.
Cowpra^a um gaaroa roupa ae amarello
qae leoh pneo asa e que stU ppri boa ; a tra-
lar ai raa do Hospkio n. w.
de ciie^ar os saboaetes de
alcatio
O -aso destes sabonetes tem apreseotado o mais
benecos etleltosontra asimpigene, paoaoe, sar-
nas, Koba, caspa, omlcbdes, e todas as demais
molestias de peil >.
VPnnp-Sft
M BlTICt E DR06.1RI.4
DE
Oartholnnaen S c
34Saa larga do BossjrioM
Cfctegou afinal
A pomada galopean
para cara rpida e completa dos callos dores.
IVKSDB-SB NA
Batiea e drogara
M
nartholomea 4k C.
24Roa larga d Rosario34
Vente-se pielie ao gaz proprio para
i'pharo. ealafeto de candas,
astoa4badoii, assim como para rebocar
cHiterasas, conductores d'aga,
etc. etc.,, em grosso : ns fbrica do gaz, e
a retalbo, -no arniazein da Bolla amartlla,
ilravessa oe Imperador.
Vapores.
Veode-saero casa de Sauoders iBrotfcers & C
o largo do Corpo Saoto a. 11, vaporas palete
00 todos os pertences proprios para faier move
03 00 qaatro -nactxnas para descarocar akodi
AO
VEADO mmm.
Antes oiesmo do liello Veario Liana peoar na
mudsnca do S da visicha PHAGaTA AMAZJVA'-:.
'sio vira lo de freDle, visto que ,>e lem eooservado
de COSTAS, j a Aguia Branca, quando pouada eiu
seu olnhc, escogitiva o meio ou modo dnpoder di-
minuir o numero de seas aos frrgueies, ero cojo
rol se encnnir.im mais nemes do qoe n'uma folbi-
nba de BU1STOL, porm sempre sem provello a-
g"n, fleque agora com o rebolico das DE-IGNA-
COES, sobreveio orna lembranca a Agma Branca
que a nao ser como mextquivel, seria ella 1S0 fo-
lit e proveiicsa como a dtsc berta do XAHOPE DO
BOSQUE ; isso 6. se ella Agoia Braoca livesse a li-
herdide de DESIGNAR aquelles de (eos fn-guezes
rrais vergcubosos para pagr eniao, ella de ceno
ii, ri.i orna cempanba completa, que por ser a nrl-
meira lomara a gloria e renome de EM:oiiRA(lA-
OA, e provaveimeote os de mais enmmerciaues fa-
riam oulrs l nP, e al in-.-mo o be eo dara o seu ccniingenie, e assim >m breve vera-
mos adrr'irarelmenie engros.'ar as fileiras do nosso
brioso exercilo, ou alias aqui-lles qoe enjovm cttn
a fumaca da plvora, correrhm apressados a saldar
suas cootas, ealfOM baveriam que, voiontartarcen-
tn 1 ITerect.-scm o pasarrirto ccmO por renio un
ouro io cambio de 30 8000 com lano que o re-
(ido de saldo lhe fosse passado com data anterior
a da desigoacao ei.lrelanlo, a Agoia conbece que
tsso Impossivel e por lamo nao deseja qae esse
s-gredo seja s:-bido por ma:s alguem.
AfiUlA BBI.NC&
Nao se descuida de na !jo: lie-
giK-zia.
E para bem a serur ola coostanlemenle a reci-
ber noves scriimtnlo-, quer de cbjertt'S de m-da 1
phama'la, quer rte perfutranaj ; essas sempre h
melbor qoaldadr o acuelles dos mais nioderoos o
api.ralos gottos, pelo que ella espera ri ptinoar a
merecer oa sna-boa feeguczia a sua eoslomadapK-
IhcqSo.
O cocscnie e abundioto sorlirpeDlo do (t'tl',
de moda, oovidadoe pbantasat de apofadoTlR.
e perfumaras de frimtira qualidade, a ii.^r r.o au-
iijmeotfnca desmentid" dlsltoio GHAOO E
SINCE IDADE de que a A^uia Branc? lauto sr-
ufana, teto feito rom iue a sua boa fr-goeiia so
torne constante, e laso prova o concurso de pessoa
da cida outras provincias vlsisb*, quo eerf.s h^a reali-
dade procurara a leja da Agma liranca para cciu
decango de espirito proverera-se do que t.-ocionam
comprar, pois ijue leem a eefteta do serem ben
servidos na superiui idade do objecto e commod-
d.iue do preeo em relacio a qualidade du m.smo.
b^-as verdades ja p obeeidas, pudem anda aproveilar aquelles uoe d
novo se quixerem lomar Confiarles freioezes da
Ijja da Agoia Branca : a ra do Qneim.d.i n 8.
fa|ci, auveloprs, ptnnasc Ilota-
A A|uia Braora la 00 Queimaoo n. 8 rececerj
aovo sortimenio dos diver-os ebjfdos aerna
MAimiGA
800
;!
a 000 rs.
Veode-senMofeira iogleza flor a 800 rs.a libra :
03 Progresso do pateo do Carmo o. 9
Veo.1e.se orna escrava de >7 apnos com bo-
nita Agora, eugomma e cosiDba soffrivelmeole, sem
achaqoei; o largo da Detencin. 17.
Vende-se feriaba de millio nova a 120 res a
libra, diariamente oa roa do Colpvpllo y. i5.
AtteocAo.
Veade-se terreos para ediQ^aaio, as melbores
rns esla cidade; a tratar na roa da Gloria n. 78,
das 7 as 9 turas da manr-a?.
Muita atteiiolo
Negocia-S' ama machina de fmnr gero, a qual
acha-se rm fooceo t-ffeotiva. E' orna eicelleDle
ar.qol-icao para qaem qoeira ensaiar a lodo^tra
de pene gelado, como ba 00 Para', a onde at por
orna le coneedeo-se orna subvenco de 25:00t j>
annoal pelo teipo de dote anuos; o respectivo em-
premio para-dar mais extenco a esta Industria,
para abaslreer aquella capital de pede fresco a
preco barato, e para tal fira moito se presta a refe
1 ida macbln, visto estar collocada as Alagoas,
a rod ha malla abundancia de p> ixe i preco ba-
ra-slmu e pude para aqui ser transportada fresco
c grande locro; vende e a dita machina oo loma-se
nma pessr a como si cin, entrando com om peque-
oo capital para roelhor infrmacan;a iratar o
roa do Mondego n. 99, fabrica de chocolate.
Francisco Jos Germann
|RUA NOVA N. 2i,
acaba de receber nm lindo e m;..nic> :
ticiento de ocnlos, Innetos, binculos, )
timo e mais aparado gosto da Earopa o ec
los de alcance para observares e par
maril irnos.
om
ditos, e abafto especificados sendo caixiohas e
papel iiequeii pautad 1 e liso com beiras deorada.
Huirs com papel cid d'arados.
Oulr;.s cm papel pagelo.
Outras com papel tarjado de prdo.
Outras com papel de qoadnnhos de cores.
Papel de peso branco e aiul, liso e pautado.
Pa:el alrnasso greve lambero liso e pautado
Papel em (Vlbas mol grandrs pra mappas etc
Papel mate borrao.
Anvelopes de diverjas qualidsdes e lamanfeos ata
prourios pi.ra olBcios.
Penoas d'aco Inglezas qnalidade exiraeoa dos
brm ivphecidos fai r.cantes Perry j C.
Boli|a9 din superior Unta para cr piar.
Boiijas com superior lala a:ul para Gctr pret:.
B tijas com superior lila roueba ou vilele.
B..I jas com superior tinla preU.
Frasqoinbos cem exceilentes tintas, carmim a
azul para riscar.
Prafqofobos com linla p3ra marear rcopa.
A coromodidade dos preces anima aos compra-
dores dii.-girt-m.se a dita toja da Aguia Braoca : a
toa do tjueimado n. 8.
- A'arua du V'ig^rio o. 33. vendase pir prec o
commodo cera de carnaoba e esleirs de dita.
Cera de ra atiaba
Vende-se cera de carnauba maito superior e
moito em coota para fechar conta : a roa 1a Ma-
dre de Dos 0.12, araazem de Manoel Barbosa
Ribeiro,
Liberdade
dos vlsibos Portasnezea
T.;sso & limaos.scaham de recebar segunda re-
messa do maito apreciavel viobo da Pigoeira, co-
ndecido pela legeola Liberdade, dos vloho^porla-
gaezes ero pipas e Darris de 5* : a roa do Amo-
rim n. 39.
Vacaras do Porto a 3#000
a dnzia.
Venife-se a' roa do Imperada armaiem de Fran-
iciicoJofe LfUe.
Ofiiciito
Cemento hydraa''o da me'ber qoatidade para
edifleaedes o'agua, tauqueo-, algeroses, assemameo-
tos de cedo?, etc., em barricas grandes, a 12^,
Dito corrmum 01' romano a lej.
Em porcao superior a 5 barricas se faz nmi
dfferenca 00 preco confirme a qoaniidade :
Nos armazens de Tars-) Ir-
mo?.
ijO
Tassf Irmjos.
Nos rmazeos d-
GBADFS DE FEBPO
para jardhis, porieiras, eir.
Sea arm2e8 la Tan" \tmiu
Oarro de conduOo
Vende-se om carro e bol promplos para traba
loar : co armazeo do sal roa da 0>Bceicio.
Venda ou arrendamnito.
Vndese por preco raroavel, i diobeiro cm
a praso, conforme so ajasiar, ou se arrenda o eo-
genho JaboatSozlnho, moenie e correte, silo ra
comarca de Sanio Antoo, com terrepo sofflcieDt
para safrejar de 1.3U0 a 2.OU pes aoocses, todo
o terreno mu frtil com bstanles vaneas, todo*
os partidos estio eoeapaeirados, hi assucar de
muilo b.a qualidade, e >m tudo moito maoeirc,
lem bans sitos para lavradore, om graode c 10, duas caas para morada e diversas para mo-
radores,' t das coberlas de tena, senzala, casad*
farioba, olaria e forno, rasa de enpeor.o multo
graode, com casa de portar para 800 mil pes,
casa de encanamento minie espaeesa coro os cai-
xdes precisos para deposito de assoc-ar secco, docs
famosos balrdes para seccar assncar, boa estufa a
bom logar para as>ect*r orna distibco, moenrn
e roda d agua qoasi,aovas, boro assenlaroeoto con
as taxas precisas at para fazer rtame, om tan-
que para mel e orna casa para bagaco, todo em
meito bom estado : quem pretenKr pdn oieo-
der-se nesta praca coro Beroardroo (kirreia de Be-
zende Reg, na do Livraraeolo o 20. ou noenge-
cbo C?ropo Alegre coro o Sr. roajer Uaooel Gavat-
canli de Alboquerque e S.
Botas ro^slanas, perneiras e meias peroeirae 00-
vamente ebegadas, da melbor qualidade qae temos
visto, no armazem do vapor 1 ua Nova n. 7.
LUVAS
Nevo sortimenio de Iava3 de pellica de Jonvta,
brancas, pretis e de oniras bonitas cores para bo-
meos e senboras; no armazem do vapor rea Nova
0. 7.
Veodeipse 4 bois mancos flihr.s da paTto'd*
Apipueos, ,iara carro 00 para maur > oaem prs>
tecd^r dirija s a roa no Imperador o. 43. 00 c-
criyuri 1 de Clandio Dubeux ou em Aftpocss a*
sic ds mesmo.
UEGlVEL



*
M*
.
lirio de Peruakiet Terca felra II ie Feveirlro 4c 1868.
____,______-i__________I____I____i-----------:------ t ,
1 i ( i i i ..... --i .....~~ "
Grande liquidaco
ARAR A.
Lourenco Per ira Mendes Guimar&es, tendo dado balan-
do em sua loja de fazeadas &tua da Imperatriz n.
72 e 56, fez um grande abatimento de suas >zen-
das p ira poder liquidar eom mais brevidade.
Vsnde-se cassas rancezis a 240, 2S0e Brilbanliiias de cere a 500.
iO rs. o covado. Venderse brbant'mas de cores para ves-
D'Us ffaacJs largas a 210, 280, 320Judos de senboras e roupinbas para meninos
409 re. o corado, a 500 o covado, ditas brancas a 500.
DUasJQglemlCOe800r.iocevado.l (Waoiis braceo a !,00.
Uasiuhas pafa vestidos a 240 rs 0 i Vende*e organdiz branco milito fino para
CftV*dl>. {vestidos de senboras a \& a vara.
Vende-se UUsiuhas para vestidos a 240, | Alpacas adamascadas a 720.
280, 32. e iOO rs. o covado. Veode-se alpacas adamascadas para vest-
Alpacas le cores cota dores para vestido dos de &m\ioxtt e meninas a 720 e 800.
de sinhora a 500, 500, 720 e 800 rs. o
covado.
S.Hipi feita nac naL
Vende-se. pilitots de alpaca pretos e de
cores a 353'0 e 45000.
Ditos pretos de panuo a 55. 6$ e 85, di-
tos de rnei i casemira a 35500 e 45, calcas
d* casemira *Wa tdj, coletes de casemira
a e 30500.
flailapoli) a 4 000
Vende-se p^as de madapol5o fino a i&,
50, 6i; 75, 83, e 405.
Pecas de algodosinhoa 43000, 53, 63 e
73000.
Cimbraias lisas a 43-
Vende-sa cambraias lisas peca a 43, 53,63
e 730J0.
Brim p:rdo a 5'0.
Ven le-se brim pardo com toque de mofo
a 560, 003 e 700.
Brim branco de lioho a-15280.
Vente-sa brim de linho para calcas a
:52S9. 13600 e 23.
Chales de fil de linho 43500.
Venda tchales de P de linho a 43500
e 53'HW. hretanba de linho 55 e 65,
Mngasobjque com palmas de seda a 400.
Vende-.-e musambique com palmas de
se la par:i vestidos do senhora a 40" o co-
vsd-i, phaotas enn lis'as de seda alie
800 o cavado, so ni loj da Atara, mussu-
lip.as de cores para vestidos de senbora,
ronpa de minino? a 500 o covado, braman-
te de lina, hre a>ha de linho, brim de co-
ros para caigas e outras muitas fazeadas
que mais Lujo annuuciaremos que boje uo
o fosemos por falta de tempo.
Cunes de nrim psra calca a 13.
Vende-se cortes de brim de cores para
caiga a !, i54':0e23.
kv'm importante
O proirRtrio fas lujas do Arara da na
da Im er:!tii n. 50 e 7 dec'ara ao respei i
tavel publico e seus freguezes que encm-j
oaeodu una grande sortimenta de dminos |
de Mm as qualidades c vestuarios a carac-
ter para as pessott que-gostun de divertir-i
?e m\o carnaval, pois tolos estes artigos
dovrtin e>lar proraptos do fi;n de-te mez em
liante equees,. tl'irt s de ganga a 1400.
Lijuda-se corles de ganga para calcas
de bomem a 45400 e 15600 o corte.
Bria fi o pa a calsas a 1400.
Vende-se brim muito tino de cores para
caifas de bomem, roopa de meninos a 4)5400
e 15600 a vara, dita hnnea de linho para
13280, 4 5400 e 10(500 a vara.
Fi d- li lio hzna 720.
Veode-se fil de linno liso a 720 a vara,
dito de palmifih-s a 900 e 800 a vara.
Oslares para calsas a 2(10-
Vende-se castores para caigas de bomem
e de meninos a 2oo e 24o o covado, brim
de cores para caigas a 32o e 4oo rs. o co-
vado, ganga de cores a 38o e 4oo rs.
I'oil ne chevre a 800
Liquidarse esta nova fazenda para vesti-
dos de senboras e meninas por nome poil
de chevre a 800 9oo e 13 o covado.
Brreja de lisias a 240.
Vende-se bereja de listas para vestidos
de senboras a 24o o covado, e outros mai-
tos" artigos que se deixa de mencionar por
falla de tempo, o que b evemente se annun-
ciar para melhnrar o pteco jas fazendas.
Chitas escuras a 320
Vende-se chitas francezas finas escuras a
32o 360 e 4oo rs.
AljHa>> de lisia e 200 o covado-
Vende-se algodao de lista proprio para
roupa de escravos a 2ou reis o covado.
La preta a 500
Vende-se lasinba preta para loto a 460
e 5oo o covado, albaca preta a 5oo, 64o,
800 e 15 o colado, moria etique a i&, dito
"foera de chita a 2$000.
Vende-se c bei tas de chita a 23 e 255oo,
ditas de damasco a -loo- rs.
Aigodo cf->sia'So a lOO>.
Venle-se algedes infestado para lences
e toalhas a 13 a val*, dito pintado a 132oo
a vara.
Alpacas de cores a 64o.
Vende-se alpacas de cores para vestidos
de senboras a 64o e 72o rs. o covado.
Cortes de gaziueta a 4 5000.
Vende-se c res de gaziueta para caiga a
. -'
a com as sua- flaquencias afitn de
ihe.s comprar bemfe4o$ vestuarios ou alaga- szooe 10100.
rom, pois o que se afianca grande quaqti-l Ca-gas de meia casemira a 35ooo.
dale que existe para se escolher, tudo del V-nde-se caifas de meia casemira de co-
bom'gosto e preco mais barato possivel: ras Para bmens a 33, palitots de panuo
raa da Imix ratr ns. 56 o 72. preto a 55 e 6,?, caigas de cazemira tina a
53 e 63.
NOVIDADE.
Vende-so nina armego propria para qual-
quer negocio.
L3as escossesas a 2-0
Vende-se laas escossesas de quadros para
vestidos de sennoras e de meninas a 28o e
3o o covado.
Longo? de seda a 7oo.
Vende-se lengos de seda de flores a 800
caoa um para aechar urna grande porgo
que tem na ra da Iiaperarriz n. 56 e 72.
La siultas coa listas de seda
. Vende-se laasinhas moito largas com lis-
tas do seda a 15 e 8'Ors. o covado, ditas
finas a 5t0 o covado.
Cortes de casemira a 2$.
Vende-se cort> s de casemira de cores a
25, 35 e 43. ditos de casemira preta pra
caigas e 33, 43, 53, 63 e 83-
Sedas de ed e- a 1^400.
Vende-se sedas de cores Oxas a 43400,
15600 e 25 o i ovado, grosdenaple preto a
13^00, 25 23500, ditos de tedas as cares
a 25 o covado,
Basqotas pretos a 145.
Vende-se basquinas pretas de grosdena-
ple a 143, 463 e 203.
Bramante do algodo e linho, brim de
linho pardo e branco, e ouiras moitas fa-
zondas que se turna enfadooho meocionar-
Ihe e muitas qu lidades que avista do com-
prador vera' como a Arara vende barato.
Casemiras a 230C0,
Vende-se cortes de casemira para caiga a
23 33000,
Cortes de casemira preta para caiga a 35,
3A500 e 45.
Liquidar de co~tes de eam-
brala a 25000.
Liqaidaglo de cortes de carobraia com
barras de cores a 2/?, 23500 e 33000.
Grande sortimento de gro-denaples preto
moreaniique preto, casemira e panos pretos
para o quaresma.
Grosdenaples preto a 45000
o ovado.
Vende-se grosdenaples preto a 13200
43400, 43600, 138"0, 25000, 23500. 3!
Chitas tiara cobertas a 280.
Von hi'as pira cobertas a280, 320
s 360 o ova'o.
Laaiaha8 a 280.
V nde-s anzlnbas estampadas para ves-
abora a 8Q e 320 o covado.
C litas adamasca ;:s a 440.
Vende se chitas adamascadas para vestidos
1 Oj e i i- o covado.
Meias para bomem a 4500.1.
Vende se meias para lmm jara senhora a M. '.; e 35000 a duzia.
Saias bordadas para senbora a 33500, 43,
Organly decores MtgOffi.
Vende-se orgaody de cores para vestidos
tanhora e meninos a 4'JO e 500 rs. o
oov.0.
Palftdts de alpaca a 33500.
Veode-se oilitots de alpachas de c, res e
brancos a 33500 e 450iO, ditos de meia
casemira a 33500 e 45; caigas de brim
{ordo a 13o00 e 25000.
Ar.ra est liquidando
chitas miadas a 160 c 200 rs. o covado,
casas miu .as a 240 o covado.
Lans brancas finas a 5CO rs.
Yenda-s lan>inhas brancas com palmas
fe cores para vestidos de senhoras a 500
.'.60. iSO e 800 o covado.
Aberturas de algodosinbo a 4500.
Vonde-se aberturas para i-amisas a 400 e
5 0 rs., ditas tinas de linho a 15000.
Lindos cortes de la de barra a 850(0.
Vende-se lindos cortes de la deb.rra a
8g# 4C'5 e 125000.
Espirtiliios a 5300O.
Veide--o ricos e-spartilbos parassnuorasa
55 e 6501 0.
I?.im pardo a 4^0 e 500.
Vwie-se brim pardo do linho a 400 e
0*0 rs. o covado, fazenda muito fina.
3'eehlncba a 83500.
V md n-se pegas de alg ;d5o de marca F
z%fy jarlas, que sao ^0 varas, a 85500.
PARA UZ INTERNO
PREPARADOS SIMPLES,
Xarope de jarubeba garrafa......... Iflooo
Vinhode > ,6oo
Pilnlas de vidro........ * Tintura de 64o
t Extracto hydralcoqlico dejorobeba 1235oo
PnEI'ARADOS COMPOSrOS.
Vinbo de jorubeba ferraginoso garrafa. 25ooo
Xarope 136oo
Pillas ridro... 25000
Oleo de jorubeba vidros.... 64o
Pomada de > pote...... 64o
Emplastro > libra..... 255oo
PARA IIZO EXTERNO
A JlTltUBEBJt.
Esta plantaje hoje reconhecida como o mais poderoso tnico, oomo nm excei
.ente desobstruente, e como tal applicada nos engo-gitamentos do figado e bago, na-
bepatites propriamente diias; ou anda complicadas com anazarohas, as inflammacoe
pecialmente do ulero e abdomen, nos tumores glandulosos, na anazarcha, as hydrope-
zias, erysipellas; e associada as prepararles ferruginosas, ainda de grande vantagem
las anemias, cbloroses. faltas de menstruago, leacorrneias, desarranjos atnicos do esto-
mago, debilidade orgnicas, e pobreza de sangue, etc.
O que dizemos affirmam os mais distinctos mdicos desta cidade, entre os quae
podem os citar os IJlms. Srs, Drs. Silv Ramos, Aquino Fonseca, Sarment. Seve, Pe-
reira doCarmo, Firmo Xavier, Silva etc. Todos olles reconhicem acscellencia d'este po-
leroso medicamento sobre os demais at non ronheeidos para todos os casos citados,
tanto que todos os dias fazem d'elle appcagar.
Apresentando aos mdicos e ao publico em geral diversos preparados da joru-
beba, tivemos por fim generalisar mais o uso d'este vegetal, fazendo desapparecer a
repugnancia que at boje sentiam os doentes do usar dos preparados empricos d'elle, c
mais das vezes repugnantes a tragarem-se, e que tinbam ainda a desvantagem de ne
ser calculada a dose conveniente a applicar-se, o que torna muitas vezes improficuo um
medicamento, que podena produzir ptimos resultados.
snossos prepados s foram apresentados depois de bavermos convenientemente
estudado a jorubeba, fazendo as experiencias precisas para bem conhecer as propriedades
medicamentosas d'esta planta em suas raizes, folhas fructas ou bagas, e a dose convenien
ea appicago, tendoalemd'isto procurado levar os nossos preparados ao maior grao de
tperfeigo possivel, para o que nao poupamos esforgos, nao nos importando o pouco lu-
cro que possames tirar.
'Por tanto os que se dignarem recorrer aos nossos preparados podem ter a certeza
de que elles offerecem a garanta, de que se pode encontrar a prompta e infallivel cura
de.qualque dos soffnmentos, que deixamos innumerados, se forem em tempo applicados
tepdo alm d'isso, medico ou doentea vantagem de escolher as nossas variadas prepa-
ragfies, aquella que melhor Ibe pode convir, j pela fcil applicago, ej pela complicarlo
las molestias, idide, sexo, ou anda natureza de cada individuo.
As nossas preparag5es ferruginosas sao feitas de forma que se tornam completa-
mente^oluveis nos suecos gstricos, porque procuramos os cotnpostos de ferro que come
taes esto hoje reconbecidos.
Para aqueljes que mais minuciosamente queiram conhecer as propriedades da
jurubeba, e saberem a appticaglo de nossos preparados, destribuimos gratuitamente
sm nosse deposito um folheto, .onde tratamos mais extensamente d'esta planta e dos pe-
sos preparados,
Deposita geral de todos os preparados
Botica e drogara
34Ra larga do Rozario-34
MU FABRICA E CHAPEOS
DE
0 cordeiro previdente
Na antiga loja de miadoaas a rea de Quei-
mado n. 16.
Tendo sempre im vista oio roubar o tempo aos
seas regueies, com exmaos aonoocioa ; mas
tambero nao qaereodo qae os mesmos fregaeres
Igoorem o qae de novo tem elle recebido, por isso
resuiniaameme din': chegaodo assim ao co-
nbeeimeni e todos qae a dita loja do Cordeiro
PrevidentQ, roa do Qoeimado a. 16, receben o se-
guate :
BoQias e doradoras ligas de pellica para meias,
tanto para senboras como para meniDas.
Leqaes de diversos e modernos gostos.
Peuies com entaiies doorados e nao doorados,
para meninas.
Coqaes simples eeofeltados,moldes Inteiramen-
te oovos.
Bom papel ea ealiinbas Uso, pautado doora-
do e timbrado, e ouiros muilos objactos, que meo-
ciooi-los sena baante eoladonho, e qae se veo-
de em dita loja de miudetas do Cordeiro Previ-
dente, ra do Qaaimado o. 16.
X&o.Ialtam O ores,
O Cordeiro Prevfdeote a roa do Qaeimado n. 16
tem consunteaente am liado sortimenta de fi
aas e bonitas fiares, por Isso qnaodo algara ba.
bllidaaa jovaa qaiter preparar qaalqaer enfeile de
bejlo gosto dee logo lembrar se qae ba dita loja
do Cordeiro Prevideote, a ra do Qaeimado n. 16,
aao lalum flores.
Para alvejar os dentea.
O cordeiro prevideote a raa do Qaeimado n. 16
!receben do bem conbecido fabricante Jonb Gos-
oell 4 C. ama ptima qaalidade de pos para den
tes aromatisados com canfora que realmente tem
mereeido iodo eooceito porqoe nao s alveja per-
fectamente os denles como tambero conserva-o1
sempre no melhur estado de perfelgo, assim poi.1-
qaeiram vir comprar ditos pos na mesma loja
do Cordeiro Prndente, roa do Qoeimado o. 16
ChapeJtnaade seda
Modernas e bonitas cbapelinas de seda para se-
nhora recebeo o Cordeira Providente roa do Qaei-
mado o. 16 e por ser pequea a quanlidade re-
cebida, qaem pretender urna moderna e bonita
chapelioa deve apresar se em mandar compra-la
em dita loja do Cordeiro Prevideote a roa do
Qaeimado o .16.
PONTEARAS E CHARUTOS.
O Cordeiro Previdente, roa do Qoeimado o. 16,
tem am boa) sortimento de finas pooteiras para
charutos, sendo lisas e com figoras em alto rel
vo ; e para que os seus fregoezes nao se locoai-
modem em comprar cbarotos em algumas das to-
jas de cbarotelros, recebeo tambem um bom sorti-
mento de fios charutos do afamado fabricante
Portado de Simas; assim, pois, eneontraro o
apreciadores um bom soriimeoto na dita loja do
Cordeiro Prevideote, roa de Queimado o. 16.
A loja do cordeiro previdente
Ba do Queimado n. 16.
Nella aebarao os preteodentes um grande e va-
riado soriimeoto de perfumaras floas, laolo ingle-
us como fraocetas, sendo :
Pidos extractos para lencos.
Baohas e pomadas para cabellos.
Oleo phllocome e baboza para dito.
Pos hygif dicos para denles.
Ditos campboradospara ditos.
Opiata ingleza e frauceza para ditos.
Pacotes com pos de arroz.
Vasos de percelooa para ditos.
Sabooetes para m.io e b.iroa.
E muitos outros objectos que serio presente
ao comprador qae se dirigir a roa do Queimado
o. 16, toja do cordeiro prevideote.
BaiMeijas pequeoas.
Veadem-se oa rpa.do.Quaimado o. 16. floja do
cordeiroprevideute.
Charetos
da acreditada fabrica de .Jos Furtado de
Simas."
Vendem-sa na loia,docordeiro prevideote a roa
do Qoeimado o. 16
Boa tinta para escrever-sp.
O Cordeiro Previdente, raa do Queimado n. 16,
acaba de r-ceber nao peqoeoa quanlidade de boa
tinta (Bior bi 6 oo n3ces^a^lJ explicacoes a tal respelto, roas
lembrem-se todos que a melbor tinta que eiite oo
mercado vende se na I ja do Cordeiro Providente,
ra d-j Qaeimado n. 16.
Pit relogios
Um lindo sortimento de port relogios araba de
cheitar ao Cordeiro Prevideote, ra do Queimado
o. 16.
Trangas de ouro com pingentes.
O Cordeiro. Previdente, ra do Queimado n. 16.
reci'beu um liado sortimeaio de trancas de onro
com vidrilhos e sera elle, para eofrue. de v.sti-
dos e se asta' veodendo, por pregos bastante mo-
dlesf.
GA2 m
DE
Manoel Moreira de Souza
RIJA NOVA M. 45.


Nesle novo estabeler'meolo ba am completo soriimeoto de chaoos para romeos, senhoras e
moomos e veade-se por manos preco do qae em outra qualquer parte.
Rival sem segundo
Est queimando tado qnanto tem em
seu cstabelecimealo de miadezas
ra do Qaeimaiio n. 49.
A vista faz f.
Ca xa? com moito superiores obreas a... 60
para espartllbos, fazenda
o muito encorpado para toalhas de pada-' 3:000 o covado. Mureantique preto a 2S5U(
ra por ser muito larzo a 9^1000 a pega, 33 e 3#o00 o cova,do. Pao pre'o para cal-
mais estreito a OS e 75 a pega.
O qae novo a 531)00.
gas e palitots a 1^00, 23, 25500, 3, k&
e 5,5. Casemira preta a 1 -GO, t&, 2j5t 0
Vemle->e pegas de m-daoolao fino di 24 e 33000 o cavado. Cortes de caemira preta
jar*w-a U. 60, 76, 83, 95 e 103000, raa enfeuda a 33, 33o00, U, 6^000 e 85COi-
Ja Imperatriz ns 50 e 72.
o corte de caiga.
mmt-m
n do Porto de loias as feres e qcalidades.
Mascaras de diversas qualidades para o carnaval
Asoa-rjz.
As verdadelras oeonas ralztaphlcas.
B-poletas da marca B B.
La-, da 11 Us as cores pa/a*ofdar.
UMpos preto de pellj ora bomem.
Halancas deciraae.
DaUs Jeilngra-nma.
_-.-t--------. _______
-Venle.se om mnlaio para ir por lson do
efgoado : na ra do Imperador o. 80. 8

A os agricultores.
Sanoden Bratbe'rs & c. aeanam de recebe!
de Liverpool vaimres de forca de 3 a 4 eavallo
com todos $sj)ertences, e mjii proprios para faze
rem mevrf machinas de descarocar algd3o, po
denlo cada vapor trahalbarat com liOserras,
tambero servera para eofardar algodo, oo para
outro qoalqoer servigo em qae osam de trablbar
com animaos. Os mesmos tambero tm a' venda
machinas americaoas de 35 a 40 serras.
Os pr6tendeotes diriiam-se ao largo do Corpo-
Saoto n.M. ________________
Vndete oma mohilia de jararandi teodo it
cadeir?s, S de braco, um sof, 4 ronclos e mesa
redonda e mais 1 mesa deamarello parajantar
tendo 20 paisas abirta, us Cisco Postas o. itl.
Fitas e cordoes
boa a.....
Carriicts de linha Alexandre com 400 jar-
das a................ 2; o
Duzias de melas croas muito boa..... 40ot
Resmas de papel almago paulado a 4*010
Cairas com 500 phosphoros de velliBha a. 160
Canas c< m pnlitos de fogo moito bons t. 40
Grozas de palitos do gaz a.....P. 2J6C0
Duzia de baralbos franceses a 240C e.. 28o
Latas eom superior baoba a...... 32-
Frascos eom agua dentflee a...... 5C0
Frascas com superior agua "de Cologne a
400 e............... 500
Frascos com olee para easeflos a 240 e. 320
Garrafas com agua florida verdadeira a IjoOO
Jabonetes muito finos a 60, 160, 200 e 32t
titos de bolla moito finos a 2C0, 240 e 32(
Varas de cordo para espariilbo a 20
Pente de voltas para meninas a..... 320
Abi.ioaduras de diflerente qualidades para
eolletes a............. S00
:art5es,,de linha braoca e de cores t 2f
!.ibra de rea preta superior a .... 120
'scovas para falo, muito fina a W O, 8^0 e 1*000
varas de franja branca de lioho para
toalba a.............. 101
;3rtha de dootrioa chnsta da melhor
qaalidade a........r a 320
fjvro de missas abreviadas a..... 2*OtH
Caniohas com 6 frascos de ebeiro propnas
para mimos a............ 800
Opzia de linha de miada para bordar
mafto floaa............. 500
Calxas com colxetes francezes moito supe-
riores a................. 40
Meias croas para meoioos a 240,280, 320 e 400
Pares de sapatos de traoca e tapete a 1*500
Ditos ditos para meninos a ...... 1* 00
Frascos graodes cem soperior tinta ingle 320
Tesooras moito floas para nanas e cos-
turas a............... 500
Carrlteis pequeos com retroz de todas as
cores a 40 e............... 80
ATTEi\iO
No armazem de fazendas dt
Sant^jsCoel%otrua do Quei
mado n 19.
Bom e barato
Cortes de crgandy branca muilofina com 10 jar-
das a 9*.
Carobraia branca muito Ooa, peca com 10 ardas
a *, C*. 7*. 8* e 9*.
? nr_iriDea l*Padai Pecas de 12 jardas a 6J>, 8*
Diia suissa floa coro 8 varas, a peca por 8*.
Dita adamascada para cortinado, peca com 20
ras a l*.
Cbegon ao antigo deposito de Henrj Forster 6
C, ra do Imperador, um carregameoto de gaz <
primeira qnalidade,o qual se vende em partidas
i retalbo por meos proco do qae em outr* qa>'
laer parte.
GRiNDE
RA .NOVA N. -0 E 22
Fabrica e fundico de bronz
e outros mttats, caldeireiro,
laioeiro, e funilciro, situada
na Soledade, ra do Prin-
cipe n. 3, e com drposito na
ra Nova n. 38, da cidade
do Recife,
DE
BRAGA &SAMPAIQ
Fabrigam-se neste importante estafceleii-
mento todas as obras concernentes as artes
respectivas como sejam:
Alambiques de todos os tamanbos em
feitios, os mui acreditados apareloos de
Derosne com as dimeoges delicadas dos
fabricados em Franga.
^abricam-68 a valsas ^oaesq per peis des-
aparelbos, como sejam o dilatador, ratifica*
dor e condensador, ou esquenta garapas,
resfriador, serpentinas interiores.
Fabricam-se bombas de todas as dimen-
ges e qualidades, pelo systema francez ou
americano, simples, de pressSo, repnxo, e
com especiaiidade a estncanos I assim -p
nominadas pelo enorme volume de agua
que absorvem calculada em 100 pipas por
bora, e das quaes algumas esli j roo ptas a
serem experimentadas.
Existem bombas por este systema, me-
nores, para regar sitios, garantindo-se n3o
s 4 sua dnragaocomo a grande quantidade
de agua que foraerem pelo one sao cons de-
radas hoje as primeira bombas conbecidas.
Todas as mais obras se fabricana vonta-
de dos freguezes e a seu capricho.
Existem sempre promptos no deposito In-
dicado na ra Nova n. 38, um compleio sor-
timento de obras solidas, bem construidas e
a pregos rasoaveis, como sao alambiques,
serpentinas, laxos, passadeiras, repartidei-
ras, escumadeiras, cocos, caudeias, e muitos
outros uteic'lirs preprios para tngenhos,
como sejam mancaes de bronze, parafuzos
para rodas de agua e outres.
Cavilbas, machos para lemes, pregos de
todos os tamanbos e para o forro de cobre
de navios.
Aprompta-se tudo quanto diz respeito as
obras de lato torneadas e polidas com toda
a perteigao.
Vlvulas para tanques de banfao, torneiras
de todos os tamanbos e qualidades, assim
como todos os ornamentos para militares,
botoes para farda, apareloos para barretina,
nmeros, espberas, espadas, cornetas, alam-
padas turibulas, caldeirinbas, fcavtas, almo-
farizes, perfumadores.
Obras de folhas de flaodres de todas u
qnalidades, bahs, bacas, bules e outros
utcticilios domsticos.
Lampies para gaz para engenbos, folha
de flaodres em caixas, folbas de cobre e la-
to, tubos de ebumbo para encaoamentos de
todas as dimengoes, folbas de zinco, estanho
em barras e vereuinba, langes e barras de
chumbo, vidros finos p.ra espelbos, de co-
res, bordados, e opacos, e outros para vi-
dragas, diamantes para cortar vidros, cadi-
nbos ordinarios e de patente, rea para mol-
dar, folies para ferreiro, lavatorios com ba-
cas e jarros, trra podre e ouiros nmeros
objectos proprio de taes estabeleciroentos.
Sendo todas as obras inspeccionadas e
feitas sob a direcgo do socio administrador,
Jos Baptista Braga o qual so acba de novo
especialmente incumbido da gerencia de to
importante estabelecimente, isso urna ga-
rart:3 pela sua longa pratica, que tem os se-
nhores freguezes de que serao servaos a
contento, com promptiuoe prego commo-
do, pelo que os proprieiarios me serao agra-
decidos.
Attencao
Negocia se croa machina de fazergelo, a qual se
rhi pro fuoe^ao ffe acqofsigo para quero queira ensinar a lodusiria
>ie peixe geladc, como ha no Para, arnde >\. por
orna le conctdeo-se oma sobveoeao de 25:0t0*
annul pelo lempo de 12 anno-, ao respei t vo em-
urezario para d^r mais extengo a e.-ta industria
[i ra abastecer qu> 1. capital de pe xe fresen, a
prego barato, e para lal Om moito se presta a refe-
rida machina, visto estar enllocada as Aiasas,
acode ha mmia abundancia de pene a pr*ce bara-
li.-fimo, e pdf para aqui str transportado fresco
com pelo para st-r vendido torabern tralo, e cora
grande lucro, vndese a dita machina co tnma-sa
urna pe.-sea con orlo, entrando com oro p'qneno
ci'Oal, para meihi r informacSes, a tratar na roa
O Miinrtpeo n. 99 f hnc e f hic> lite.

Soperior ps-nno de algodao da Baha
Vende se no escriptorio de Aotoob 'Lulz de Oli-
velra Azevedo A.C., ra da Crox n. 57. _______
Mascaras
Novo soriimeoto de mascaras de musa, de ra-
me, de cera e de seda, domlos, oarli com ocoles
e barbas, todo bem sonido e novameoto eroga-
das ao armatem do vipor roa Nata o. 7, e veo-
dem-ie multo ea coota de oma dozla para cima.
varas
Dita oar forro, peca coro 10 Jardas a 3*.
ila de cores floas a 500 rs. o covado.
Dita de rres muito Unas, a 700 rs. a vara.
1'iia de linho multo fina a 9* a vara.
Ba!5es de 25 e 30 arcos a 2* e 2*300.
Ditos de 40 e 50 diios, nesgados a 4*.
D.tos de rousstlida a 4*500.
Ditos de dita, esquios a o*.
Ditos de crochet a 4*5C0.
Dit s de mu'selio*, iwra menina.; a 3*.
galas bi.Madas a 4s5(0.
Fi6 de liiiho comjaioicos a fl0 rs. a vara.
Dito de li ho l,so a 720 rs. a vara.
rosaeoaple preto, bom, a 1*800, 2$ e 2*800 o
covado.
Worianiiaoe soperior a 2*800 o covado.
Tarlatana de tod3s as cures a 800 rs. a vara.
Flaotha de cores a 800 rs. o covado.
lu.a^manla de lioho com 5palmos de largara a
19200 a vara.
Maadapoles finos a 63, 7, 8*. 9*. 1C* e 12* a
pega.
Platilba de algodao, superior fazenda para saias,
pe{a com 10 varas a 300.
Atoalbado adamascado de linbo com 7 ^ palmos
de largora a 3* a vara.
Dito dito de algodao, a 2*000 a vara, entestado
com a mesma largura a IJIlOO a vara.
C bertas de cbija de rao agem a 2*600.
Colxas de fo.-tao a 8*500.
Leoedes de liamborgo de linbo a 2*400.
Ditos de bramante a 3*5C0.
E-partIlbos floos a 5.
iKflS de lia adama8cados para cobrir meias a
Giardauapos de Jinbo adamascados a ja duzia.
Toalhas de linbo, lisas e alecchoadas a 11*000 a
dola.
D tas de algojo felpadas a 2*000 a dozia.
Lingos dP eambrala Bnos de 1*800, 2*, 2*500,
3*200 e 3*600 a duzl. '
Assim ci mo outras maltas fazendas que se ven-
da por menos que em outra qa alauer parte, e da-
se ameslras de todo.
i___S_&r'
Machinas para descarogar algodao. do nu
lhor autor que tem apparecido na Americ?
E' tal a execogo do macbinismo, que o al-
godao sahe quasi to perfeito como o debo
landeira. Recommenda-se a attengao doi
Srs. agricultores, estas machinas.
co
i-g.Bg
So S.o c
S B r= *~ a>
lBS=r
SgB53
i o o.*o
D" w 1 H
S D o w> B
Bf
Q--3 tu B
E) r- 9
(O M -. 3 5
D 3,
6 8 5 =; 2
san
5:2 sr: &
f f bp
VINdlQU INQUINA
FERBUGINEUXdeMfilTIER
Cora Malaga, c Pyropliospbato do ferro."
Este vinho foi preconizado por toda a emprensa
medical como sendo o mais poderoso tnico
empregado para curar a Cm.OROsig, Anemia e
Exiunstaq\o do sangue. Deposito geral era
Pars, em casa de Laurencfi., pnarmaceutieo-
droguista, ra dos Lombarda, ti.
TERDADEIRO LE ROY
de nexeiET, DoeUur-lfWitn
Ba d Selna, SI, da. PARS.
HMHUHKEnaaBBBaaaBaB
Im cadi garrara. Tal, entr* a folha popel 1
M lera o iaea unttt, im rolulo Imfreu tm -
raUaccm aaiw lairiaua ao ot" r ame es.
f. B. l'tmtt-
tBio-cftipai'tfra
tt (00 franco* te-
kr(Parii,a a 80 *as it villa,
wanilaao.gou-aa
4* abatimento t
ala acuito *
MOLESTIAS 00 PITO
AtJso Importante.
Os onlcos verdadelros zarapes de bypopbo tos de suda, de cal e de ferro do Dr. Cburcblll tra-
jera a firma quatro vezes repetida deste sabio me-
dico sobre o subscripto e a marca de fabrica da
pharmacia Swaoo, 12, ra Castljrlione, Pars
Acba-se a venda em frascos quadradoe eom o no-
me do Dr. Chorehi 11 do vidro. Preco 4 francos tO!
Pars : Com instruegao
Deosito ua yaarmacia
C. em Pernamhnco.
de P. Maurer d
,\m\
Vende-se
Faz-je mdo oerocio en a irm?c5o e sorlimenla
00 ero e'le da fabrica de cbarotos, sita oo largo do
Xercn n. 2 : a tratar na roesoja.
"Fio de algodao daBahia
Veode-se 00 escriptorio de Antonio Loix deit-
! veira Azevedo & C, raa da Crai a. 57.
ILEGIVEL
?i-AWAJI vWaV^W W A'iil-dJa


1


r
~~F
>
r
.i
'*
Collares Royer
01 Anadiaos electrices aagaelicos
Deposita acreditado
tajada aguja branca ra do Qaeirnado d 8
Apragoar ajada os prodigiosos elleitos-dos
fiares Royer ja nao ensinar ou ouMer
5E2K?l,diVporque a fcSS
Icacia tem-se tanto esteodido, e os seus
\FrSttll la'altUra '"5
!n B',a'POr intero>edio de seas amigos
parantes, ignore ou desconbe;a as virtu-
ae* desses sempre apreciareis collares
noyer,
A agnia branca porm sa gloria de concor-
rer para uta t3o justo flm, se nao por oo-
ro modo ao senos por ter sempre, e cons-
antementa um completo sortimeato desses
llares magnticos, qne bem se podem cha-
marsalva vidas das criancas.
Resta anda qae os senhores pais de fa-
milia se facam convencer [de que convero
nao esperar que as criaocas sejam atacadas
do mal, e por isso necessario ou conve-
niente qne eom antecedencia se deite na
enanca um desses collares para assm estar
ella preservada das convoyes e se contar
livre dos rigores da denticJSo.
A agnia branca ra do Queimado n. 8
STV recebe; por todos os wpore
frantezes a quauttdade que ha contratado e
por i_88o acba.se ella sempre provida dos ver-
fefttot coUwi Royer eletricos magnl
Novas chapelinas
de fina palha da tala.
A Aguia Branca, a' ra da Qoeimado d. 8, rece-
tll^TJr?.?meal^ ^oiu, capelinas de
Boa palha da Italia, ornadas com delicadas flore' e
siss?ra A*u,a Branca as veode W
Rap Viajado e Panlo Cordeiro
A loja do cordeiro prevideute a" ruado (uelma.
de ra reC9beB oova Tme* dessas qualidades
-Z~Z
Personabas* Terca letra ** de Verereirc se 18CS.
GO
principiar o anno de 1868
RA
LOJA E ARMAZEM
DO
ra do Crespo n. A, esquina da ra do Imperador
oro nriadisslmo sortimento de fazendis qae _
8 e mais gostos e novidades qoe eucootraram em

Mi? 1

.
Raa 4a Ireieratrii u. 60
SE
uut nmn u mn
SUCtESSOR DE ~*~vmt
(je AMA relu Pereira da Silva, tendo dissolvido amiga veimpnte
SiSni3^0 ,DgleZKS C0dl0 fraQC^as'al,em5es e "'. dandS de todas el-
tostsa^Spfc?.OfiSarp!Dh0r\0a ma[,da as levar em sa das Ezmaa familias pe-
meSmnSfrP0. asPfiSMqi negocamela pequea escala, que neste esUbeleci-
?^nicomPraraPe!osmesmosprecosque comprara as casas'malezas eanbando-se
apenas o descont podendo assim/fuer meluor sortimento. 8 eimaMo se
TOrfpm bord?*B e abadlnhos
Quera qnizer fazer boa compra de tiras
es completamente novidade.
^cJmSo.'651"505 d6 Mmbfau branca bordados
Ricos bMqatDes. primorosamente bordados, e oltl-
ma moda em Parir.
a imitarlo
Rlqoisiitnas cbapellnas de seda, palha
e carenadas com amito gosto,
Cemepa?ia Se0h0raS' 8ed C8,eS de ltlDa mii
Ljndissimas pravatinhas para" seohoras.
LeTT, e ?0"a? de ',rilu0 e seda, ultima
moda e inteira novidade.
ple0Sdadeh08 V"'5 *' CbaD*> C=m-
R,?,?,',~"I10S l6qu,ls (,e roarflm ,ods abertos e de
oitimo gosto em Parlz ; assim como de sndalo
madreperola.
mente bordados, com todos os pertences para
cranlas se baptizar.
Rico vestuarios de cores, todos completos para
meninos de S a 4 anuos.
Manas de blondepara noivas.
Moirianiiqne, grosdenaple sedas preta, branca
e de cores.
Riqulsslmcs cintos, ultima moda.
Ricos enfeites para senhoras e meninas.
Lindissimas cbapelinas de seda e da palha para
meninas.
Riquissfmos cortes de fantasa para vestidos de se-
nhora.
Lindos corles de I5a para vestido, novidade.
Uiapeos de castor a canotier, ultima moda para a
rapasiada em Pariz.
Grande deposilo de luvas de Joovin recebe-se por
lodos os vapores grande sortimento.
deiT,mneCrtT^^Cambra,3S','5!!'mQSse"na'precalias'cbiUl80 nma mnoidide de obieclos que
cenamos de mencionar por se tornar macante. vu^iv* yuc
Isto s na loja do Passo ra do Crespo n. 7 esqaina da do Imperador.
Presos vantajosos
na miadezas da graade eslabeleci-
menta de Soza Svares & |rmo.
Ra IVova n. 28.
Vendcm en grossa c a retalho
a imeiiSoo' mu"u SUJ,eriores> llbMswrUdM
Dita era nvelos, mals inferior a 5500 e 14800
D;ia branca era caitas de 50 nvelos a 640 ris
lia para marcar, caitas de 16 ditos a 2i0 r
Diia branca em ditas de 10 ditos fraudes a 360
Dita em carros de 100 tardas a 360 rs. a du;ia:
- Diu era carros de 200 jardas a lizOO a doza,
la pmcarlo?, branca e preta, a 160 rs.a dita.
Rozetas de cOres em cana, de duzia, a 1A300 a
Grampas com cabeca d vidro a 160 rs. a dita.
Agullieiros piotados a 210 rs. a duzia.
BmrJes de m pnohos, a 1A900 a duzia de pares.
Ditos de madreperola, para camisa, a 500 rs. a
froz3.
Diios de osso, para caiga, a 240 rs. a dita,
tomonas com soldados de chumbo a 120 r'
Espelhos de malfnra dODrada a 11400 a duzia
Pentes de lago donrado, para coco, a 61 rs a
0011 a.
Dlios de laeos liso?, para cor, a 5J500 a dozia.
flilos d .urados, coro flores, 24400 a duzia.
W e 2*400 a dita. '
Dedaes amareios e prateado?. Anos, a 240 rs. a
Clcheles era calxinhas a 640 rs. a dita.
Ditos em cartees a 600, o 900 rs. a dita.
. wJr*1* de fl,a Para Cl' '"a. com !0 varas, a
500 rs. a pega. '
Knas de seda n. 1 /j, pegas cora 8 varas, a 260
rs. a dita. '
Cadago branco para ceroolas a 560 rs. a duzia
kda pegas.
Laas do todas as cOres, para bordar, a C4500 a
libra.
Phospboros de cora, em caixmdas, a 3GO rs. a
duzia.
E
AUGUSTO UTO 4 C.
11Ra do Queimado11
Rec^beram em-seu esiabelecimento um esplendido sortimento dotosles alca-
SSSHt* ^3*pa-ra bmr salas' lud0 d ae'hor qualidade e das m,h; Imdas'co e .'
borladas on babadinbos, achara o
m TClPtT* 6SC0lber e Pr CO milito
mai, barato do qoe em outra qnalquer parte,
ltrSV 6olaZBI d Pav3' rua da 'mPe-
Fazeodas para Intfo na loja do
Pavao
vende-se etim da China com 6 palmos de
argura proprio para vestidos a U o covado
laazmhas pretas lisas, alpacas com listra bran-
ca a i o covado, cassas brancas com listras
pretas a 5oo rs. a vara, ditas pretas lisas e
com spicos vara 56o rs. ditas francesas
cora listras e ramagens vara a 8oo rs., me-
rmo preto, alpacas e princezas, mais barato
jo queem outra qaalqner parte, Da loja do
F-Aao, roa da Imperatriz n. 6o, de F. P.
daSiiva.
PALITO'S DE PANNO A 6i
Vendem-se palitos de panno preto saceos
o que Po^ vejjfiMr-yin^o ver as pessoas que wm*\M\f7m\^^^ sobrecasacos a M, caifas de ca- ^oca e transparente, de 3^1:0 ate 1
Vesu loa de blond com manta, ramo e capella para coiva.
dem de g.rguro bordada pretcs aara a quaresma.
dem de caminata branca bordados superiores.
Basqiuncs de seda para senhora Roste moderno de M a $0$.



Coisas de seda, ditas de laa e seda para camas de ncivas.
dem de cn.x e tualliinhas de croch para cadeiras.
I lera de usii. brancas e de cores de 55 a 100.
Cortinados bordados e adamascados para cama de 20$ a 700.
Id-m b rdad.is e adamascados para janella de 9 a 20J.
Tapetes grandes e pequeos para sof e portas.
lhas Mr/ma?.0dpdl,i-?e?rtM p,a^5brir ** s^ardsossoa grandes e pequeos, toa-
mas para mao de indio e de acodan, atoalhado t.ranco e pardo, oanno/finos nretos e
azues, casera ras t reas e de cores, ludo por mdicos precos. P
Chape mas modernas para scuhura de palha e de crep.
Camisas de liuho e de algodao io^lezas e francez?s para homem
srtenmTr^l'Z^10' sedas Prelas saperiores para vestidos para a quaresma.
fasqSdades ^ 3 cambraias braDCas e d* cores e lias demui-
Saias, toalhas e lencol de lioho ricamente bordados.
rticos tt\S,mT Pn'ltS e Pe(Iuen3S' cbapoade sol inzlezes emuitos outros
artigos todos vendidos por baratos precus, po.s s se deseja agradar e apurar dinheiro.
11Rua to eueitnado n
Em coi les de la
Vendem-se supfriores corles de aa matizada
com lo c( vados, pelo barato prefo de i o corle,
islo na loja e armarem do pavo. rua da Impera-
triz n. 60,
Cambraias largas a IOOO c ^280
a vara.
Vende-se cambraia transparente com oito
palmos de largura, que facilita fazer se um
vestido com quatro varas, a l e W8< a
vara : na loja e armazem do Pavao, rua da
Imperatriz n .60,
sparfllhns.
Vende-se um grande sortimento de espar-
tilbi-s dos mais mbdernos: na loja e arma-
zem do p3vo, rua da Imperatriz n. 60,
Ca un brnfK a 30SnO rs.
Vendem-se finissimas pecs de cambraia,
preta a 6 e 16, d ta mui'to finas a pefa; flilas opadas muitn finas, de 55 at
# e loMnissimos sobrecasacos de panno a \iUd; f,i,as suissas com I vara de largura a
zo,5 e 254, calcas de casimira de cor a 70 e 85'0^ e ,2<5' na ,nJa e armazem do Pa-
86, um rande sortimento de colates de toda
a qualidaie e outras mui as qualidades de
roupas qu se vendern mais barato do que ,
era ontra qnalquer parte, na loja e armazem ,hores cortinados bordados, pi.oprios para
v5o, rua t\a Imperatriz n. 60t
tni-tlnadna para casNmca os.
Vende se um grsnde sortimento dos me-
do PavSo, toa da Imperatriz n. 6o, de F.
P. da Silva.
a 360 rs. a
folba, a
Ditos de pu encerado, sem cbelro,
duzia de caii'nhas.
Hitos de cera, em caixas era,cdes da
4^400 a duzia.
Gartilhas da Doninna Chri-^iaa a 320 rs.
Ol'reas de colla, em r.iixrahas, a 320 e 500 rs.
Sahnnetes flnns a 800 e 14 a duzia.
i?s e **rP,<03 ca*>o de osso, fazenda boa, a
SioOO a du-ia.
Abntuadoras finas para coleles, cmtos com flve-
las ae cry-tai, e muflas obtras qualidades, puicei-
ras de cobia, pentes com nedr.-.i para coques, en-
feites [ira cabe<, uro completo sortirneniode per-
fuiDarlas de todas as quali lad8, colarinhos. can-
deeiros a g^z, f^rraRens-de lodosas qualidades etc.
etc. : na N va n. 28
Lea Id a de
Este e-iabelecimento a rna da rmperatrz n 70,
recebe de sqa conl por todos os paquetes fr^pre-
les diversos ohj^clos da oluroa o.fxla de Pariz,
orno s--ja rxwtt >s coque1* lisa e entenados, Qis
de sarja, dilas de seda lisus o b as largiirajye de superior qualidade, lindos sapa-
ts de oieno, di casemira e ia, tuncas de laa,
-auito bonito* ehapetiiniM*, baDadiohos entren
tnews c*m liado? bjrdados, fersvatu de seda pre
ta edo cores para bnmiD h sHnras ; as verda-
deira* luvas de Jiuvio brancas de cores muito
b< uita, carairas de diversos fenios e tamannos,
Bieas d- muito boa .ualH-de, o^ra homem, se-
Bftora* e meamos, ora iuiio sortimento de tacos,
punimos, tounadores a* Jacaranda' do diversos'
lanaabo, Ou* de veludo, iranias pretas e de co-
res, linls enfeftes'para vesniu*, cintos de diver-
sas qnjlidades rDfiitob..nft'w, albnns, abotoadora--
par collews, Ua pwa bordar dade, orna ioOoidade de boonos bnnquedos par*
criancas, as memores paramarlas Cou irai ,*ocie,dade. Hyeinca, immencidade dp
objectes qne deito de ioniorMr para nao s* 'tor-
Bar massanie, todo por precos moito eo-i modos.
BSTOIA DslSiLOS
. XII
Rei a Suecia
POR WLTAIHE.
Veo*-ses!a- etee'tnrueabra por
brochara, aa livrana Bcin.jmica roa
D. 1
Na.oMsoja.U'TaH (niaam-ae assijfoataras para
avida de Horacio Jieisino celebre aimiraon-
Mftes-a H cada andar.
Liv aria ^icyeopedica .
S GtmganMS a' uvrarta o. yf iUH,i,ca ^ j,
irb.isa Mellaba t, .C- uz 52, as s-p.,i .i.g
br^s di Or. Cuerno i' : Fo-iHlarto nu Xma me-
mxt, tittr.**ts'n a !d *""pgao oe t ido* ... med
auieotw. ?$iimied^o I v.iuoui de KS8'pii-
B-, o) 194 i^.irH. o ieii<, rv!3drrii fn. Owcton'irio d mediana fopuiar em nu
< On.^orevHHj ,,j -yon t ni-.-, cau.-a* eo lr*i*
B*nt ta> mrresig rr*ilmi \ie*em accori'mo
dada a' iaie!lifni-ia daUHMMMiS e-irania a >n-n
niaili a. Ttrenra edt3), 3 v-iluo*. com 211
S*)rit ao t^xio t^cadr u-idu, Pr<-f" 205.
^"cm qaiier tpt*&Ufi oca-
f?ea .,o "d K? ''','" Wtnt Orh*-
-------- ^ -J__________________
irada *. f m, TS^T^fS!"* 'VW
Uau M ,.. ,ua M," '%!* /*' i Sra O oda :
tauma n. 3 3j uU w R8e"< rna da

IrSl

-


m



N. 64-----fina da Imperatriz-
Wb Kova 'ja de midezas e artigis de modas
BE
"4

SILVA &NEVES.

?&

Os prnpnetarios deste novo estabelecimerfto offerocem ao respeitavel
ponneo desta heUa cidade. e do interior um lindo e escribido sortimento do
11200 a
d Crdspr
fc !'hT,- IIT* de BkW"*' onneorrendopara isto o terem na Eurooa, pes-
a^ Z- a ex<,CHlarwn st,:,s encqmiherifiis no qu honver de mais no-
v ia,ie e nsio, e itarantem ve-ider pelos precos mais rawaveis do que em
"^9 oulra *1:il,P'er parte apar de maneiras delicadas e sinceras
art.ot ATT ,,ef recefor Pe'0 vapor ftancez Guienne, os segointes bellos
arugos a moda e faitasia.
Lavas le Jnnvm para senhoras e hnmens, de todas as edres.
Livt< para missa cora rapas de raadr^perria etc.
ndispeiisiveis e boleas de to as as qualidades.
?^U Coques 0% mais modernos.
Fsparijihng chillares, e cintos de seda e vidrilbo.
raalidadesend3S ^ aVn' de S6da* (blbdS> e de alg0d30' de lodas as M
>* ?tDp,el s ''ment de trangas, filas, botoes e goarni(5es do seda ^
c,m v dniho e Mn. elle ravatinhas de seda, e masgaos d lustro bordados 01
tudo do nltimo gnst.. de Paris. QB
Legues do sandali aberto do mais apurado trakrttoo
Agua Fl.inda e tnico oriental de Laman.& Kemps.
H.cos eoft-ims e t'uan.icoes de fl-.res para vestido e cabeca.
lAtCMfn para senhoras e moninas.
j Plf*l'?5f'as' "neihnres e mais escolbidas de Lnbm, Piver, e fioa-
dray, em ricos elegante* vaSi,a de pirrcell^d, cryst^l e prata ingleza.
, mn ,S "W'tto, as -uiais fiuas e melbores que team at boje vindo
ao mercado, para- safthims e btmins.
8
>*' ms

Chpsus4Js palha da Italia, e a imitaeao para meninas.
E um soru no mero de artigo, de gosto" e fantazis
podem ser apreciado.
qne s s vista
INJECTION BROU
l<-lr ii.imii.M ^,
.
,
DE
Ajcrproradas pela Academia da Medecina de Paite
**"" ^* tci a uo-mH.il.
rJTZ*"- "*"! o r-v. o* Ktica, W4 iai.**a*. aa laaata.
*ri'"' <-. Kxr.ntw V ^Lr,,^rn!!?"L!5! "mn' "-Niwlca de MMMMaacaaaaa.a,i '
_"** mTfm "vrta. ~m *r. d a p^aurno .olurr. de ** .na .
tmm igwnot. pala oa. aa>raa Calorarla. SrfWta, ,^/a,a,. /-l-'* W!.Tr>T
nirraa. amia. etc.; radn., taift>rce<-B aa pmiem ama aMdtcacaaa r'-------'
I Bar moa-arar aa coeauau?* iym|ia.iUu. ^.m* diHluaa'aa
__** a. o > t mu w iimi m iaiM
""V 'I. nnun Cama vrun 4c purtaa -'rarHUllc aa
******'* Hlaai i aataantara, *-fau.ww)ela4a
rua rraeMva nu Ira.. ^.- nptoaan*. M. mmIum urk
> m raala *ra>. W. -w annat>r aai taLuauata.
.va. i
VeFOe-se na pi armacia^de P. Maorer a C., rna Nova.
canalsfobas a 3.
vendem-se as mais moaernas camisinbas com
manguitos tanto bordados como de presuiDbas cum
elegantes pannos e bonitas abnl adoras pelo bara-
to preco de 3 :00 ; na loja e armazem do Pavo,
ma da Imnerairi o. 60,
1 pfchincha em casimiras' .$600 seo
Pavo.
Vende-se urna gradde porcao de casimiras supe-
nores enfesfadas, sendo escutas e alegres preprias
para calcas, poletots, coletes e roupas para menl-
no2flo baraiisMmo preco de I00o covado on
a 25800 o corte de caiga, graLde pecbmeba os
loja e armarem do Pavao : rna da Imperatriz o. 60.
PNHOS i OM GLINHAS.
a ooo peta
Vende-se orna grande porcao de pannos com
pohrrhas de esgula* bordados pelo barato prego de IJOoO o temo, di-
tos burdados de cor a 640 reis, ^endo grande pe
cbincba pelo prego, nj^rua da Imperatriz n. 60.
Baldes esgoio.
a 85-500.
Cbegaram os mifs modernos balfjes esgnlos sen-
do verdaderamente aaaericanos e vendeiu-se pele
barato oreco de 25500, na Kja do Pavo roa da.'
Imperatriz o. 60
Cassas at4o rs. s o pavo.
Vendem-se bonitas cassas in^Iezas de co-
res tixas pelo barato preco de 2io rs, o co-
vadoi ditas francezas fazenda muito fina com
padrees listrados e de Dores, assim como com
palminas miadas proprias para meninos a
3oo rs. o covado oa a 5oo rs. a vara : pe-
cbincha na leja e armazem do Pavao rua da
Imperatriz n. (io
Lasiuhas lisas a 500 rs. o covado s o Pavo.
Cb*garam as mas modernas lanzinhas,
sondo de urna s cot piourias para vesti-
dos, com as mais lindas cores, sendo cor do
alecrim, lyrio, carne, canna, cinza azul, ro-
xo, etc. etc., que se veudem pelo barato
prego de 500 rs. o covado. Ditas com listas
e palmas, de cores differenjgs que se ven-
dtm pelo barat" prego de 3bt) rs. o covado.
Ditas transparentes com paluiiniias a 320 rs.
ditas p*ra acabar a 240 rs.: tudo isto na
loja e armaztm do Pavo., rua da Imperatriz
o. 60.
Os retalbos do Pav5o.
Vende-se urna gra.de porcao de retalbos
da cansas de cores, ditos de la' zii.has de
varias qualidades tendo muias com lista de
sedas eoui ras de alpacas lisas e lavradas,
asfcim como urna grande porfao de retalbos
de bitas pretas e cas>a8, preven i ndo-se que
quanto maior fof .' p> rrao que os.tregHezes
c.omi.raremma^sh-raio se veoijerSo: na loja
do Pavo, rua da Imperatriz n. 60'.
KoilMe Cbrre.
Vendem-se o mais moderno poil de Chu-
me to urna s i'r, seo lo inijS mais lus-
troso uue a propiia seda e vendm-se a 2
o tovade. Ditos tamfi*m lisos e ouiros com
iitas a'i/.S

de seda iauito modernos a 10. 8t'0 e 5(30
rsj, fjarand -se que neste genero o me-
loor e mais moderno que lera vindo ao
mercado: isto na loja i'armazem do Pavo,
ras da Imperatriz n. 60.
Nafa* a setf palmeas.
Vendem-se bonitas saias ecnomicas de
cor, pelo barato preto ne 240 r* podeo-
lo eatas saiaSj^rvir at para vestidos, fa-
zendo-se llie co>pn de oulra qualquer tazen-
|.da i6erente; 6 pecbint'ba, oa loja e arma-
zem doPavSo, roa d Imperatriz n. 60.
Baldes a 2, 3<$ooo e U
Vendem-t.e.um grande sortimento de cri-
fnolinasorjbloesdearciis parasentiora pelos
beiaus pre?s de 3, 2/f3oo e :i& por ha ver
glande poreSo, na loja e armazem do Pa-
va; roa da Imperatriz n. W,
Linzinhas de cor a 240 e 300 rs
Venteui-se lanzinlias matizadas, padi5-js
modernos e muito bonitas pelo rarato pfecn
de 240 e 300 n*.
rvatas a 400 rs.
Vendeis-se gravaiinhas pretas estrellas
de-rooda pelo riaratissim. preco de 400 re.
cada.ome, *sim como nm uiande s.>riHiie'i-
to da eotee Hsas e bordadas, por baiat<>
preco. -#^*4--taa*.
balea d^Hk.
. Vendssts sopt. is de
reeta, pshi .ton Vf*'*
A W. <. CMOO ditos d.. i-rSi^ra toen-
da mnio superior a UUt e'f*#UK>, e hm
booiio MirtiiBento de capas e rotondas.
camas e janellas, pe. s b ratos precos de
90, I0d, *SS, 205 e 2500O o par; da-
masco de la? imitaeao de se Ja, com 8 pal-
mos de largu-a, a 4S 00 ; colchas de cro-
ch ; ditas de fustn brancas e de cor ; cro-
chs proprios para cadeiras, sofs, cadenas
de bataneo, para cobrir prwontes, etc. etc, :
na loja e armazem do t'avo, rua da Impe-
ratriz n. 60,
Grande peehiucha de gros-
denaples pi-etos
na loja do FaiSo.
Grosdenaples Ic2i80
Grosdenaples a 1(5800
(rosdeiiaples a 2r0i0
Grosdenaples a 2^200
Grosdenaples a 25500
Grosdenaples a 2j58O
Grosdenaples a 30t0
Grosdenaples a 3't0
Grosileoaples a 35500
Neste grande estabelccimeuto encontra o
respeitavel publico um avuliado sortimento
dos melhoies grosdenaples pretos tanto
largos como estreitos, que^e veudem muo
mais barato do que ero outra qualquer parte
em rasao de se ter fe>to urna grande com
pra antes que augment^ssem os direilos na
alfandega, .-sim como um bonito sortimento
de moirtantiques preti s, sedas lavradas e
de todas as fazendas pioprias para a qua-
re-ma e luio, dando se de todas, amostras,
e mandam-se levar em casa das excedent-
simas familias, pelos caixeiros, na loja e ar-
mazem do Pavo. rua da Imperatriz n. o
Koupa leita km e haata
Junto loja do Pavo, rna da Imperatriz n. 58,
Vende-se. n'tsie estat.elecimeuio um gran-
de soriimeoto de roupa por precos u-uito
baratos, como se.m, caigas de meia case-
mira escura a 158 0. Ditas da mesma me-
IIkt fazenda a 25'" 0. Pahtots de pao
preto, saceos, f aques a 55( 0, ditos de
meia caseurira e>cura a 35500. ditos de al-
paca mesclada a :i5, dito de Drim riscadioho
a ?54oo. Coletes de indas as qualidades a
23, 2$5<0 e 35- a.-s.m c-mo tem constan-
temente um grande s'ortnienro decaigas e
camisas de algodao zid e de listra propiia
para escravos; isto junto loja do Pavo,
rua da Impe 0 castiuiniis a P\ a 16.000
Cn>-gi)Q ou. cleg'te iliacoiu dos oais rro-
ieroo> e mals tiem ex.rertadO!" ca aqn'nrios de
itr.-so'enapl'- preto m-od c..m xiotora e sem ella, e
i.lr!-. :i irut f"i i d- j'ii|n''imns h veud> m- i> baratos pie,o de tH5, 5, *5 e 3"5 : na
LOJA DO?GALLO VIGI-
LANTE RUA DOCRES-
PU H. 7.
Os proprieUrios desle bem coLbecid^ es-
tabeleciu enio tem a satfoco de lety o
eonhr cimento do respeitavel publico cea Ca-
btm de receber pelo ultimo vapor .la E ro-
pa um completo soriimen'.o de. L>cu> sde
apurado gosto e de inteira no vi wj. ;us
quaes estao resolvidos a vencer por pie-
cwmu razoaveis, ermo sejam :
Lindos cintos com ponas, bordadoa ?e-
dnlh s, fazenda que nao havet ni Con-
teste ser a meliio:- que ha neste ariigo, &{o
s na toja do Gallo Vigilante, rua do ftespi
Lcques de madreperola, sndalo, niarfim
madeira e osso, ele, com lindos ftesesbo.
,i.narnfeoes de path^s.
Riquissimasguarnigoea etranas definas
palhas de Italia, c< m vedrillio, [.ingentes t
sem elles, e nutras com petois da mc.-tra
palba muito proprias para guarceter vesti-
dos, chape!I mas, etc.
Lindas bulslnhas ou cabasespara as me-
ninas trazerem nos bracos, cada oual ca'rs
bonita.
iTesouras.
Finissimas tesouras para unl-as, autoras,
cabsllet eiros e a'faiates, as quaes g ranft-
mos ao comprador a sua boa quaiioade.
IV valbas.
Superiores navalhas com caho de tartaio-
ga e maifim as quaes os fabricantes taian-
tem.
Lnvas.f
Luvas de Jotivin, camurga e de seda bris-
cas, pretas e de lindas cores.
Pentes.
Grande variedade tanto para o qnes como
para alisar cahellos e a barba, ditos para
arregagar cabelle s, sendo de tartaruga e b-
falo com pedrir.has e sem ellas, ttc.
Port Bcuquels.
Mudo lindos port bouquel com cabo de
madrepirola, propriospara ca atueutos, bai-
les etc. etc.
Escoras
Finasescovas para roupa, cabello, chapeos,
unhas, dtntes e para limpar pentes.
Abolnadnr:
Lindas aboluaduras para collel6s, por,bos
e collaiinhos.
Perfnmarias
Finas e de todas as qualidades o dos me-
Ihores perfumistas at o presente conhev
cidos.
Collares de Royes-
_ Eletricos magnticos, contra as (x-nvul-
^s das creargas e facilitar a dent-gao das
me-mas. Ja tao mohecido s prodigios
desfes collares anodinos que nao ha.durft
duvidede seus efficases efl'eitr.s e o Vigilan-
te, sendo recebedor desles collares, tem
sempre grande quantidade em deposito, isto
so na loja do Gallo Vigilante, rua do Cre*po
o. 7.
i? arroaz, ro do Pavauroail* Iujperatrii n, 60,
l'o P. Pereira a\ Silva.
iAf
V' nd'Aa-se- bonitas spdis de cores pira
vestidos:tndo largura de c ita franeeza que
facilita fa/.T-e um liom wstido rom rtt-ou
it covados, tendo entr ellas ali-umas pro-
prias para lut->, pelo barato prego de 25 o
covado, assim o mu sedas li-as de todas as
cores per precos mais conrmodos que em
outra qnalquer parte.
Panno preto a 1& 0 e 25ooo.
Vende-Ve panm.preto superior <*om seis
palmo' de largura proprio para naletts e
caigas pelos tinratMmr pregos de I56tO e
500O o covado, grande pechincba.
MeiS baratas, rtozia 26ooo rs.
Vendem-se dozia* d" BH'ids de cor escara
sendo meias re muito mais dinhero pot m !
liquidam-se a 25, por ter algum toque de
mofo ; ditas inginas coas muito encorpa-
das a 55 a duzo.
VERTIDOS A 45010.
Vendem-se bonito* mr do'vfsttdns' de
camhraia branca cpm Ijadas barras bordadas
n 45*K). dit s- mais rim.s cm as brras bor-
dadas a cor a 55/5 e # 0. drtos'deftn-
ta/ia rom Huas barra* eeirfoites de"seda a
[U ti 5K)i.
Sis niutl lindas ps n^aspo^peli'as
que cliff-rra.r! loja do ?
>o a 5110 rs. cavado.
V-m->i- in-s- as wai lio l*-> iirtiiHpllnin rhogs-
TpIo bTtlil'.. Wp.1t, en'.- t'an|i-renl.8 puf. il''-
r..m qmdnnhiii (n'iiiiih e rii s > e inai
modernas C.-uin si-jaro : rn(pnla( Iferino, vi-rrt-.
y i rAzo, azu>, crina e r. a tic. ele, gai^rnoid
>ie g>i)Hf(i > qo t-'ra vindo d^ ai-
IGrandea.mazem de tm-
^ tas medicameDtos etc.
Roa de liEpcradcrit. 22.
g Productos chimicos e parma- i
mt ceticos os mais empregaoj, em
2 medicina.
Tintas para todo o genero de pin-
mi tara e para tinturara.
SS Productos
V.
radustriaes e tratas J
para flores, como botoes de Onres m
e modelos em gesso para imitar S
fructas e passaros com o compe- &
tente desenho.
Pro-lucios chimicos eindustnaas
para pnotograpnia, linloraru, piu- M
tura, pirotecnia etc. S
Montado ero grande escala e snp- l
prida directamente de Patis, Loo- J
dres, Hamourgo, Aovers e Listioa I
m pode offerecer productos de plena M
| contianca e satisfazjr qualquer en- tt
g[ eommenda a grosso trato e a reta- 3
-. Iho e por prego commodo.
0
Nova invenco de t'unbag,
na)na Nova n. 30.
t^ Chegou um soriiment'- rio bombas,
ns uit-lbnres qoe aqui tem viodo,sor tirar
agua sem niof;ueui locar.
EucauanieDto para nprn, m
iua Nov..^(l
s- Fazem-seeciiaierta-se o e(r or e mah
haraio rioquwotit o qualquer por'Ur objs-
tos vindo da Europa de conta propria.
I '"' i.i,! Jjawyv^--^^jaaaial
Escravos lugido:^
GRtTIFUBR
a 11 IL-sle
-i n.fclit
ii/irt^rB'P*. m-reiifl >, p^ra vi><1mi rnin.a' '-,
.n-nv-'S o-niiera se pel> haratiaimn pr(.) PO''
A>s n envado, nniaiaeaW d* >) e_ai*nzeir> o.
P ilva.
60 a> F. Pu-ia da*
(giera ri[.tiirr e enndusir a' f.t r e MbJteat
At.-trani., on a rua do Amorim d. 4i, no Be-**,-*
r.-crvu Lnu, jiardo. idade 33 aunn;-. i qohI ja- p
iiiiMHi'io d. >te aun.. f"i preso p i ; -' df rutt
evs'tln > dj Mi-mi.-. f..t;rnT., onde l,ivO:v. ps
miirne*liide Uon.fAv.. llilo,!2l 'i n*vi<-M>r ujii ewravo liijii" Vp>i>tido a roul.'rtf us KiMio deli-u*>, cu>tu(iw embiCi-t-e, neir
nrniirii'i n.'ii', y tu ro mi.' y i e fai'i
i>..r i-^iiju n.a c-.rr'iit1 fertfa r.a ntitcr ~ nr
i .rau"-O", do qoe det; ra' cpDtei vgr< ao ojhbws ai
mocbas.
Fn.i" n.i no 9 i iniro rt>. cj-rrtp "nno,
dn ln-r Ci*i*ai lein.o rtelgur*-f.'. .. ataeeav e
hhpC'", '""i 'S ilones *er!i'j8i"T llura
reflar. pf.r v ronha. <.lhos ppqn.nis o >-(immi-
B-. inrna> fin-s, lerb aJijon i .' i tj
h ptjrie]., rpon. -n d(. Uma ven > r fniCf,
d tildad* |.(iliriH > rspnae p r i- i.i n> arj-
i.r ti.i.(i .o iifto'9 (.-riicn'arfs n.e > I *-nt $
ma Augustau. 6, uue serio tm .^.(.n' 1
ILEGVIL



Dlsrl* de Pereibnco Terca felra 11 de Feverelrnie. 1868.
z=
fa* !! :
UTTEMTURi

O conde de Oimors w
POR .
attivit Feuillet
Tra4acfle
DE
Pinheiro Chayas
volume l."
(CoatinaagSo)
VI
Abrir se orna porta, c Mara entrara
bruscamente no quarto tnzendo em cada
liraco ama boneca agigantada. Camors le-
vantoa-se e coaprimeotou-a gravemente,
mcrdeodo os labios para reprimir um sor-
riso que, todava, nao escapoo Clisa.
Mara, diste ella, ora realmente digo-
te que cbegas a metler raiva com as las
boue;aj.
As minhas bonecas Se eu adoro-as!
disse Mar.
E's ridicula Vai -te embora, tornoo
a m'ii.
Mas Do sem !he dar am beijo, anda
assim.
Puz as b >aecas no tapete, ccrreu para
sua mi, dea-he m beijo sonoro em cada
face, depois apaohou as bonecas, dizendo-
ibes: i Yenbam, rainhas queridas E logo
desapparecea.
h I mea Deus, senhnr conde, tor-
ncu a viscondessa, rindo, foi um incidente
desastroso... mas insisto, e rogo-lhe que
me acredite sob palavra : liara ha de ter
ama razio muiloclara, milita bondade e mu-
la coraem. Agora, ac:rescenlou ella com
seriedade, pense o lempo que quizer, e
enha trazer-me a sui decis5o, se for boa.
S9 o nSo f.jr temos de nos separar.
Miaba sentiora, disse Camors em p
diante della, compromet'i-me a nunca Ihe
dirigir urna palavra que na filho nao possa
dirigir a sua mil. .. E' iso que deseja ?
Elisa de Tecle cravou nelle os seus bellos
OlhOS por am instante com urna express3o
de profundo jubilo e de profundo reconhe
cimento ; depois, velando de sbito com as
mos o rosto, murdiuroo :
Obrigada! estou to contente"!
Esteod^u-lhe urna das Dios hmidas dos
seus praotos; Camors poisou nessa linda
n) os seus labios, iacluou-se profunia-
meate, e sabio.
Se liouve um momento na sua fatal car-
reira em que este rapaz mereceu que o ad-
miras-era, foi nesse momento. O amor que
elle tintia viscondessa de Tecle, apezar de
nSo ser sem mistura, era grande ainda
assim. Era a nica paixo verdadeira que
elle at ah sentir. Quando vkressa amor,
oujo triumptio julgava certo. fugir-lhe para
sampre nao ficeu s fulminado no seu or-
gulho, tcou despedacidoe dilacerado at ao
fundo do corago ; mas receben o golpe c >ra
fidalgos bros. Foi bella a sua agona. Ape-
oas urna palavra de amargura, immediata-
rnente reprimida, traho a sua primeira an
gusiia. Foi comasuadr despiedoso, co-
mo desejava se-lo com as dores dos outrjs.
Nao corametteu nenhuma das injusticas
vulgares nos araaat-is engeilados. Soube
conliecer quanto era verdadeira, decisiva, e
eterna a resolugo da viscondessa de Tecle,
e n5o leve nem um segundo a lembranga
de a considerar como urna dessas trausac-
goes equivocas e ambiguas, que a* mulberes
propoem algumas vezes, e de que os h-
meos sempre dispem. Perccbea que
era inviolavel o santo refugio que se aco-
hera Elisa. Nao discuti, nem protestou ;
inc!inou-se e beijou nobremente a nobre
mlo que o feria.
Em quanto ao milagro de coragera, de
caslidade, e de fe pelo qual a visconde-sa
de T;le transformiva e purificava o se j
amor, esjuivou-se a demorar nelle o pensa-
mento por muito tempo. Esse nsgo de
herosmo que, por assim dzermos, revela:
va em toda a sui nudez urna alma divina,
transformava-lbe as theorias. Urna palavra
que llie escapo i quando voltava para casa
pode fizer conbecer a opino que formara
dc-oaixo do seo ponto de vista:
E' urna puerildade, murmurou elle,
mas urna puerilidale sublime.
Chegando cjsa, encontrou urna carta
do geueral. O marquezde Gampvallon da-
va-lhe parte de que o casamento com a
prima Luc-de Estrelles se realisaria dabi a
dias em Pars, e convidava-o a comparecer.
Todo se devia passar na restricta intimidade
da familia. Gamors nao desgostou desse
acaso que lbe proporcionava o natoral en-
sejo de urna divertSo, cuja necessidade sen-
ta 5 teve mesmo tentages violentas de par-
tir immedialamente para atordoar os seus
padecimentos : mas veoceu essa fraqueza.
Foi no dia seguinte passar a noute a casa
de Des Rameures, e, apezar de ter o cora-
Cao vertendo sangue. quiz mostrar viscon-
dessa tranquilla fronte e um sorriso im,as-
ivel. Aanancica a curta ausencia que
projectava, e disse-lhe o motivo.
Aprsente os meus votos sinceros ao
general, Sr. conde, disse-lbe Des Rameures,
desojo que elle seja feliz, mas coafesso que
tenho as miabas dtrodas.
Eu lbe transraittirei, Sr. Des Ramea-
res, as saas boas palavras.
C'o a breca I... Exceptls excipiendis,
tornou o velbo rindo.
Em quanto viscondessa de Tecle, as at-
tencoes invisiveis, a secreta affabihdade, a
delicadeza primorosa, e o meigo eagenho
feminino com que procurou pensar a ferio"a
que rasgara, e insiouar-se docemente no
seu papel maternal, para todo isso expri-
mir bem seria necessana umapenna apara-
da pelas saas maos. Dous dias depois, Ga-
mors parti para Pars. No dia seguinte
ao da sua chegada. dirgo-se muito cedo
para casa do general, que morava n'um
magnifico palacio da ra Vanneau. Deviam-
se assigoar as escripturas oessa noute, e o1
casamento civil e religioso devia-se effectaar
na maohaa do seguate da. O general
estava extraordinariamente agitado; Camors
encontroo-o passeando as tres salas, de
correnteza que formatam o pavimento do
palacio rente do chSo. Assim que vio o
conde: .'
Ab I ab f bem apparecdo seja, gri-
tn elle dardejando-lhe um feroz olbar:
at que emfim, n5o foi sem tempo t
Mas, general...
EotTfo, o que ? mas geueral ? Nao
me d am abraco ?
Doa, 8im general,
Entao sabe que amaoba ?
Sim, general. __________
(1) Por engao do pagioador declaron-se
no ultimo numero acabar ali o primeiro.
rolume, fue s agora acaba.
A. R,
Sim, general... C'o a breca! o so-
cego que eu lbe invejo.... Ytu"-a j ?
Anda nSo, ge leral," acabo de che-
Pois va visita-la. Deve-lhe dar essa
prova de ioteresse, depois, se descobrir al-
guma cousa, diz-m'o ?
Masoquebei de eudesobrir, ge-
neral?
Ea sei l. O conde conhece as mu-
Hieres melbor do que eu. Carlota ama-me
ou a5o me ami ? Bam percebe qae nlo
tenho a ridicula pretenc5o.de Ihe fazer per-
der a cabeca... mas tambem n5o desejaria
ser objcto de um sentimento de repulsio.
N5o porqae eu tenha motivo para sop-
por... Mas a rapariga t5o reservada,
to impeoelrave! I...
__ a prima Luc-d'Estrelles lem um genio
fro.
Sim, tornou o general, sem dovida, e
alguns respeitos... mas emfim, descobrir al-
guma cousa, cont com o amigo para me
a vitar... olhe, depMs de a ver faz-me o ob-
sequio d*. vir por aqui, sim? Fico-lhe inQ-
Dtamente obrigado.
Perfeitamente, general.
Eu amo a como um parvo.
Magnifico, general.
Huml dc-fructador!... E a proposi-
to, Des Rameur.'Sl
Parece-me que nosso, general.
Bravo I fallaremos n'isso... Bem, v-
se emb-ra, meu querido filh).
Camors dirigio-se para a ra de S Do-
mingos, a cisa da condesse de La Roche-
Jugan.
>:nha ta est emcasa, Jos? perguo-
tou elle ao criado, que encmtrou na aote-
cmara muito occupado com os pjeparati-
vos que a circunstancia exigia.
Sim, Sr. conde... A Sra. condessa
est era ca^a... e V. Etc. pde-Ihe fallar.
Bem, tornou Camors, e eoflando por
um corredor, que reinara em todo o compri-
mento da casa, dirigio-se para o quarto da
condessa de La Roche-Jugan.
Mas esse quarto j nlo era o da condessa
A digna mulher quizcra cede-lo por forca
prima Cirlcta, a quem mostrava. desde que
ella era noiva dos setecentos mil francos de
rendimento do general, a mais servil defe-
rencia. Carlota de Estrelles acceitra essa
c.imbioacJa co.n indifiereoga desdenhosa.
Camors, que n3o sabia, bateu por consegain-
te a porta de Carlota de Estrelles.
NSo obtendo resposta, entrn com hesi-
tacjio, levantou o reposteiro e parou de s-
bito diante de um e.-tranbo espectculo. Na
outra extremidade do quarto, e defronte da
porta tkava um gran le spelho de toucador,
diaote di qual estava de p Carlota de Es-
trelles, que de>se modo linha as costas vira-
das para o conde ; vesta, oa antes envd-
via-acom um gesio esculptural urna especie
de penteador de cachemira braaca sem man-
gas, que Ibidesvelavaos hombros e os bra-
cos ; os seus cabellos, de um loiro cendra-
do, estfvam desatados, fluctuantes, e cbega-
vam em largas ondas ao tapete, como asse-
Uado manto. Encostava-se ligeramente
cjm urna das maos mesa do toucador.
com a outra uoia ao peito as pregas da rou-
pagem ; via-se ao espelao e chora va. As
sais lagrimas cahiam, prola, perola dos
seus olhos profundos noseo candido e puro,
e deslisavam com as go'.as d'orvalho que de
madrugada aljofraru oojardim as marmreas
espaduas das nymphas. Camors deixou cahir
de manso o reposteiro, e retirou-se logo,
levando todava dessa visita fugitiva urna
eterna recorJaco.
Tornou informacSs. e p Je emfJm rece-
ber os abracos de sua tia, q ie se refugiara
oo quar) de seu filho, o qual fra dester-
rado para o quarto mesquinho, d'antes oc-
cupado por Carlota de Estrelles. A condes-
sa de La RocbeJugaa, depois d'S prmeiras
expans, levou seu sobrinho sala, onde
estavam expostas todas as pompas do enxo-
val. As cachemira', as rendas, os velados,
cobriam os movis ; na pedra do fogSo, as
me*as, as jardineiras sciotillavam as caixas
de joias abortas.
Emqu mto a condessa mostrava estas mag-
nificencias Camors, teodo o cuidado de
avaliar o prego de cada urna, Carlota, qae
fra avisada da presenga do joven conde,
entrou na sala. Vinha nao s de sereno,
mas de ra liante aspecto.
Bous dias, meu primo, disse ella es-
tendendo alegremente a mo Camors.
Quanto Ihe agradego a sua visita...- EntSo
nao v" cjmo o general me deita a perder de
mimo.
E' um enxoval de princeza, minha se-
ahora.
E se soubesse, Luiz, como tudo sto
Ihe fica a matar, querida filha... Parece que
nascea n'um throno... E' verdade que ella,
como sabe, Luiz, descende dos res de Ara-
go.
Boa ta, disse Carlota beijando a con
ilessa na testa.
Sabe, Luiz ? eu agora quero qae ella
me chame tia, tornou a eondessa affectando
esse ton plangente, que loe pareca a mais
elevada expresso da ternura humana.
Ab disse Camors.
Vamos, querida menina, ponha a sua
cora diante de sea primo, pego-lhe.
Muilo rae obsequiar, prima.
Meu primo, disse Carlota, em cuja
voz barmoniosa e grave passou vibrante um
leve toque de Irona, s3o ordens os seus m-
nimos desejos.
Hara entre os enfeiles qae alulbavam a
sala urna cora fechada de marqueza, engas-
tada de pedrarias e floreada de perolas. Car-
lota ajustou-a na cabega ao p do espelho,
e indo co!locar-se erecea e firme diante de
Camors com a sua magestade tranquilla:
Aqai estou, disse ella.
E como o conde a encarava com ama es-
pecie de deslumbramiento, porque a ioun-
davam de belleza e de altivez os reflexos
do diadema, Carlota mergulhou de sbito
os seus olhos nos ohos do mancebo, e abai-
xando a voz n'um tom de indizivel amar-
gura :
Ao menos vendo me caro, nlo ver-
dade?
E, em seguida voltou-lhe as costas, de-
satou a rir e tiroa a cora.
Depois de algumas palavras indfierentes,
Camors sabio, dizendo entre si que essa ad-
miravel rapariga se ia fazer urna ternvel
mulher, mas sem confessar qae seria disso
elle o principal culpado.
Vollou logo, segundo a sua promessa,
para casa do general, qae passeava as suas
tres saias, e que Ihe bradou assim qae o
vio de longe:
.. Ent3o ?
sEoi5o, general... magoific ,.*ai tudo
bd "i-
- Ora Deus!... vio-a?
ella?
iparece
satisfeitis-
De certo qae a vi
K.O qae lbe dis
Poaca cousa,
sima.
-7 Ora adeus t e n5o notou cousa algu-
raa? a
Notei que era muito bonita.
Forte oovidade t... e julga que me
tem algom amor:'
Do certo... a seu modo... tanto amor
quanlo pode ter... porque urna natureza
fra.
direito de o pintar, ou nenbnm direito lbe
assiste.
O seu dever conhece-o. pelo menos julga |
conhec-lo; o de manter, por entre os
qnadros de costomes mais delicados, se*.
vero o seo jolgamei to, casta a sua penna.
Espera nao deixar de o cumprir. Dito isto,
continua a saa narr?g5o.
Havia perto de cinco annos qae os edito-
res de Reuilly linbara enviado o conde de
Camors ao corpo legislativo, e anda n5o es-j
taram arrependidos. O sea deputado co-
E o forte anecio de urna vox plangente
O morto afQige no sepulcro amigo.
Deixai Desflore a sombra que o salgueiro entorna
Oo t nlo chegueis sao mortoario emblema
Que em doce olvido minha tumba adorna I
Obi l isso na") me desconsola, bem nhecia maravilhosamente os seas peqienos
sabe-.. O que ea desejo n5o Ihe serdesa- iateresses locaes, e n5o perda ensejo de os
gradavel.enloosou, nao? Bravo, inunda- servir. Tambem, se alguns dos seos dig-
me de jubilo, mea caro filho i atea uote. nos coosltaiotes, viudos a Pars de passa-
At noite, mea general. gem, se apresentavam no palacete que elle
A ceremonia das escripturas nao offerecea mandara construir na avenida da Imperalriz
incidente algum ntate!. Mas, quando o por um architecto chamado Leseando (fra
tabellio leo con voz modesta a clausula pela um i delicadeza de Camors com o seu velho
qual o general institua Carlota de Estrelles amigo) eram recebidos com urna afiab lidade
herdeira de todos os seas bens, Camors to captivadora, que voltavam para a pro-
divertio-se em reparar na soberba impassi-. vincia enternecidos,
bilidade de Carlota, no exaspero risonho da Gamors digoava-se perguntar se suas mu-
Bacqaire, e da Van-Coyp, e no olhar oa- iheres ou suas filhas os liobam acompan-
morado com que a condessa* de Li Roche- hado na saa pequea viagem ; punha saa
Jugan eolagoa ao mesmo tempe sea filho disposig) bilhetes d'espectculo e de entra-
Sigismundo, Carlota e o tabellilo. Depois,'da na galera da cmara ; mostrava-Ibes os
es olhos da condessa viraram-se para o ge- sens quadros e as saas cavallarigas. Fazia
neral, e parecerem observzr com satisfago mesmo trotar os seus cavallos no pateo, pa-
que n3o tinha muito boa apparencia. ra elles verem. Todos acha^am e repetiam
No dia seguinte, ao sabir daigreja de S. com sensibilidad^ que toba uns ares me-
Thomaz d'Aquino, a joven marqueza nenos melanclicos do que outr'ora... e que
fez mais do que trocar o seu fato de eoiva
por um fato de viagem, e partiu logo com
seu marido para Campvalloo, banhaia das
lagrimas da eondessa de La Roche-Jugaa,
que tinha as glndulas lachrymaes excessi-
vameole doceis e tenras.
Oito das depois, Camors voltoa para
Reuilly. Paris retemperra-o., eorijara-lhe
os ervos. Avaliava mais ajuizadamente,
como bomem pralico. a sua aventura com
a viscondessa de Tecle, e dava a si mesmo
os parabens do desfecho que Uvera. Se
houvesse seguido outro camioho, todo o
seu deslino poda acbar-se preso nesses la-
gos, ou em grave risco. O seu futuro po-
ltico em particular, segundo tolas as pro-
babilidades, (icaria perdido, ou iodelinida-
mente adiado, porque a sua ligago com
Elisa nao deixaria mais tarde ou mais
cedo de vir a lame, e de lbe alienar para
sempre as boas dsposices de Des Rameu-
res. Nesse ponto nao se lludia. effect-
vamente, Elisa, na primeira conversago
que tiveram, contou-lhe que seu to pa-
recer livre de um grande cuidado quan-
do ella rindo lbe deixra entrever a idea de
vir um dia a casar sua filha com o conde
de Camors... Camors aproveitou a oxasiSo
para lembrar viscondessa que, respetan-
do sempre os projectos de futuro que ella
Ihe fazia a honra de formar, nSo se compro-
meta a realisa-los, e que a razo e a leai-
dade lbe ordenavam guardar a esse respeito
urna absoluta indepeodentia. Ella concor-
dou de novo com a saa dogura habitual, e,
desde esse momento, sem deixar de Ihe
mostrar a mesma predilecto affectuosa, nao
fez nunca mais, nem por sombras, umi al-
L-iso qualquer ao sonbo querido que alTa-
gava... Mas a ternura por saa filha pareca
augmentar, e entregaVa-se aos cuidados da
educago da creanga com um accrescimo de
fervor que sensibilisaria immenso o coragao
de Camors, se o cora:5o de Camors nao
parecesse ter perlido do sea ultimo esforgo
de virtude quanto anda tiaha de humano.
Resalvada a saa honra pelas suas francas
explcages com a viscondessa de Tecle, nao
hesitou em aproveitar francamente os be-
neficios da situagao. Deixou-sc proteger
pela viscondessa, lauto quanto ella quiz pro-
tege-!o apaixonadamente. Soube persuadir
a seu to Des Rameures que o conde de
Gamors estava destinado pelo sea carcter
e pelo seu talento a um grande futuro, que
viria ainda a ser um excellente partido para
Mara, que ia tomando cada vez mais gosto
pela provincia e pela agricultura, que prin-
cpiava mejmo a ser descentralisador, em-
fim, que era necessario prende-lo com soli-
dos lagos urna trra que aioda se havia
de ufanar de o possair. O mirquez de
Campvallon veio nesie meio tempo apresen-
lar a joven marqueza viscondessa de Tecle;
n'uma conversago confidencia I com Des Ra-
meures, desmasciroa emfim as suas bateras.
Ia partir para a Italia, onde tencionava de-
morar-se bastante; mas antes de partir de-
sejava dar a sua demiss5o de membro da
junta gerale do corpo legislativo, e recem-
mendar Camors aos seus honrados e fiis
eletores. Des Rameures, seduzidoanticipa-
damente, prometteu o seu auxilio, e esse
auxilio, equivala ao triampho. Camors teve
comiodo de dar pessoalmente alguns passos
para chamar a si os eletores mais influentes,
mas elle era t5o seductor quanto temivel, e
daquelles que conquistara, com um sorri-
so um corag5o e om voto. Emfim para
se por de todo em regra foi-se estabelecer
por algumas semaoas em**' capital do de-
partamento, Fez a cort mulher do pre-
feito, bastante para lisoDgear o funecionaro,
mas n5o tanto que desse cuidado ao marido.
O prefeito prevenio o ministro de que a
candidatura do conde de Camors tomava no
departamento um aspecto irresitivel, que as
cores polticas do joven conde pareciam in-
decisas, e tal vez at nm tanto suspeitas,
mas que a administragSo, n5o esperando
poder combate-lo com vantagem, achaya
que era grande habilidaie apoia lo. O mi-
nistro, qu nao era menos hbil do que o
prefeito, ro tambem do sea parecer. Em
virtude de todas estas circumstancias, Ca-
mors, antes de completar os seus viote e
oito annos, vio-se nomeado compoocos dias
de intervallo membro da junta geral, e de-
putado ao corpo legislativo.
Assim o qu'uestes, minha sobrinha,
disse Des Rameures quandejoube deste da-
plo resultado, assim o quizeste, e sustente,
com todo o meu crdito esse joven parisi-
ense : mas, por mais que eu faca, nao posso
ter confianga n'elle!... Queira o cea, miaba
querida Elisa, qje nunca depforemos o nos-
so triumpho I... Queira ocu que nanea
digamos com o poeta: Vota Diis exaudita
malignisl... Atieoderam aos nossos votos
os deuses malfazejos!
VOLME n. \
Vil
No momento em que vamos entrar na
segunda parte desta verdica historia, pre-
cisamos de fazer um pedido aos nossos lei-
tores, e sobretodo s nossas leitoras; pe-
dimos-lhes que se b5o revoltem por verem
a verdade, tal como todos os dias a eocon-
tram no mando, transparecer n'estas pagi-
nas com vivas cores, ainda que nm poaco
temperada. Devemos amar a verdade, co-
bri-U d'am ve translacido, mas enerva-la
nSo. O romancista sabe que nSo tem di-
Ireito de calumniar o seu tempo; mas tem
Aventura de cm timante. O viajante
inglez, Hearne, que fex diversas viagens pa-
ra explorar o mar glacial do norte, rata a
seguinte aventura:
Qondo Hearne viajara ne alto norte da
America, com diversos cooduatores india-
nos, nao lorge do mar Atbabasea, am desses
encontrn de repente vestigios de om pj-
Comfco do-poder temporal dos papas, E tm singolaj. admirados de semelhaote ap-
GREConio o grande. No sexto seclo da parigJo, em logar 13o distante de teda hab
era christSa, os Lombardos, que em tempo tagao humana, os Indios segolram o vesti-
mais remoto habitavam a parte septentrional gio, e depois de algom lempo descubrir
da Germania sobre o Elba, fixaram-se lem- Dma pequea cabana, construida de nev e
porariamente na Panonia, depois de terem madeira levada pela con ente, naqnalacha-
muilas vezes mudado de paragem, conforme ram s urna joven mulher. Ella comtrehen-
os usos da vida nmada qae haviam adop- deu sua lingua e fcilmente se deixon persua-
ta(*-. dir de que devia segui-los para abarraca do
Alhando-se com os povos vsinhos contra rajante. All contou ella sua historia. Per-
osGepidas, a qoem venceram, eotre^aram ieDcja aos Indios Dorgib, que longos annos
aos alliados o paz dos venedos, segundo om viviam em litigio com os Thecanies. orna oa-
tratado que linham feto; e, reunrado mu- ira tribu da familia Athabasea. Estes ulU-
Ih-ires.criangas, velhoseescravos, deitaram'mos inham-a feto prisioneira e escrata.
fogo s nabtages, e pozerara-se a cammho pouco tempo depois soube ella escapar a
aQm de procurarem nova patria.
O eunuco Narss, oflendido no ssu orgu-
Iho por um insulto que Ihe fizera Sophia,
seus senhores; mas perdeu o caminho para
voltar propria tribo, e depois de perigos
e incommodos chegou ao lugar onde foi en-
mulher do imperador Justino, poz-se tot* contrada. Alli ella procurou abrigo para o
d'uma revolta, declarou-se radependente, e invern. J tinba passado sete mezes sem
chamou rs Lombardos em seu auxilio. Es- ver a0Da cara nQmana reuzidai inteira-
a sua pbysionomia com isso locrra muito.
A sua cortezia, um tanto rgida, vergra
um pouco sem que a sua digniduie afirou-
xasse; no rosto algum tamo sombro estam-
pava-se ama serenidade rsooba e grave a
om tempo. Tinba um ar graciosamente so
berano. Tratava as muloeres, novas ou ve-
Ibas, pobres ou ricas, honestas ou nao, com
a polidez celebre de Luiz XIV. Com os
seus inferiores, da mesma forma que com os
seus iguaes, a sua urbanidad-.; era primo
rosa, porque no fundo consagrava s mulhe-
res, aos seus iguaes, e aos seus inferiores o
mesmo desprezo completo.
Nao amava, nao respeilava, ofio estiraava
senao urna pessoa, e essa pessoa era elle
mesmo; porm amava-se, estiraava-seeres
peitava-se como um deus. Cora efeiio con-
seguir realisar om si, tSo completamente
quanto era possivel, o typo quasi sobrehu-
mano que tomara como alvo das suas aspi-
rages na hora critica da sua vida; e, quan-
do se mirava, armado de ponto em brauco,
no espelho ideal collocado diante dos seus
olhos, ficava salisfelto. Era effectivamenle
o que desejava ser, e o programma da sua
vida, tal como elle o flxra, executava-se
fielmente. Por um esforgo constante da sua
enrgica vontade podra domar no sea foro
iatim), tanto quanto j desdenhava nos ou-
tros, todos os sentimentos iostinctivos de
que ludibrio o vul,o, e que n5o eram, oo
sea modo de pensar, sen3o suieices da na-
tureza animal, ou convenges que lgam os
fracos, e de que os fortes se julgam iseutos.
Todos os das procurava desenvolver e levar
extrema perfeigao os dotes pbisicos e 33
faculdades iutellectuaes que o acaso Ihe dera,
afim de obter, na sua curta viagem do bergo
ao nada, toda a sorama possivel de gosos.
Convencido emfim de que a flor do bom
tom, a delicadeza do gosto, a elegancia das
formas, e os requintes do pundonor consu-
mera, urna especie de belieza moral, que
o supremo remate d'um filalgo perfeito, fa-
zia lodos os esforgos para se ornar com es-
ses encantos ligeiros e primorosos, como
am artista conscleocioso que n3o quer deixar
na saa obra a mnima imperfeigo.
Resultava desse trabalho operado sobre si
mesmo com muita constancia e xito que
o conde de Camors, no momento em que o
tornamos a encontrar, nao era talvez a mais
excellente pessoa deste mando, mas era
segando todas as probabilidades, a mais
amavel e a mais feliz. Como todo3 aqual
les que se res lveram a s terem mrito,
dispensando os escrpulos, va ludo sa-
bir medida dos seus desejos. Sem re-
ceto do porvir, barateava-o audazmente e
viva com larga opulencia. A sua rpida
riqueza explica-se pela espantosa audacia,
pela finura e a seguranga de juizo, pelas
boas relages e tambem pela independencia
moral. Era muito da sua.predilecglo um
dito feroi, que alias pronuuciava o mais gra-
ciosamente que se pode i magn; r : A
humanidade, dizia elle, compe-se de ac-
cionistas. Inspirado por um tal axioma,
depressa consegu'a ser rosa-cruz na mago-
oaria da alta corrupgto fioanceira. Distin-
gu a-se entre os outros pela seductora au-
tordade da saa preseoca. Sabia empregar
oome, sitaagao poltica, reputagao d'omem
hoarado, servindo-se de tudo, e n3o arris-
cando cousa alguma. Levava os horneas
uns pelos seus vicios, outros pelas saas vir-
tudes e sempre com a mesma indiflerenga.
Era incapaz d'uma vilania, Nao faria en-
trar um amigo nem mesmo um inimigo em
negocio que elle soubesse desastroso. O
que 8uccedia que, se o negocia tomava
mo aspecto, elle sabia retirar-se a tempo.
e os outros ficavam; mas as especulages,
assim coms as batalhas, ha o que se cha-
ma a ceva da artilharia, e, se se Ihe dsse
muita importancia, nunca se poderia levar
a cabo cousa que fosse grandiosa. Tal co-
mo era, passa va com razo por am dos mais
delicados entre os seus companbeiros, e a
sua palavra valia por escriptura no mundo
da alta industria, assim como as mais pi-
ras regies do gremio e do sport.
- (^ontinuar-seha.)
CH POUCO DE TUDO
Epitafio. E' do Sr. Fernando de Ma-
galhes a seguinte poesa, qne pablicou sob
esse ltalo, no Jornal dat familias :
Ea amo as folbas do crescido arbusto
Que a fronte embala no verdor da campa ;
Amo a caligem diadema augusto
No triste port de funrea estampa.
Ea amo s vetes infernaos estridulos
De errantes aves no chorSo bratio ;
Amo o silencio de marmreos dolos
O manso afago de hibernal roci I
Oh I nio chegueis ao mortoario emblema
Que em doce olvido minha tumba adorna;
Deixai que ao menos a subtil phale*ma
Desflore a sombra que o salgueiro entorna.
CrescSo as montas de crois abrolhos
A trra as piratas outra vez recobre ;
NSo seque o nranto de sumidos olhos
Na muda loosa que meu ser encobre.
Ai I esse pranto como a brasa quente
As flores cresta do final jazigo ;
tes, comannlados por A'boim. sea chefe,
dirigiodo-se para o norte de Italia, apode-
ram-se dessa parte do paiz.
Longin, general romano, mandado contra
Narss, s ple arrancar-lhe urna pequera
mente s suas propras f.rgas. De que vi-
va ella ? Quando fugira levara comsigo al-
guns tendues de teado. de qae fizera lagos
para cagar perdizes, colhos e asquilos, tam-
bera tinba matado alguns castores e porcos
provincia que tomou o nome de exarchato espinos. Depois de gastos os primeiros
de Ravenna, a qual governoa em nome do iaco?, fez novos dos teadoes das pernas dos
imperador. Todo o resto do paiz, desde as
coelhos e esquilos cagados. Porm a mulher
circumspecta nao cuidou nicamente na dis-
pensa, mas tambem no toilete. Das pelles
dos animaes preparou um vestido para o in-
vern, nao somente quente e commodo, mas
tambem, como disse Hearne, de bom gosto,
mas salpicado. Tinha arranjaio esse vestua-
rio e um par de patins solidos com am ca-
bo quebrado de urna ponta de sena de fer-
ro, e o fragmento de um arco de ferro, que
levara do seu captiveiro. Grande trabalho
causoo-lhe a conservagSo do fogo. Com
duas pedras sulfreas, esfregadas com vio-
lencia, podia produzir algumas faiscas, ac-
cendendo assim algumas fibras de madeira,
mas esse trabalho era muito penoso, e devia
sempre ser feto de covo. Da cortiga inte-
rior dos vimes, perto da cabana, soube pre-
parar urna especie de fio, de qae j tinha
promptas algumas centenas de covados para
fa7er urna rede, afim de pescar logo que
desapparecesse o gelo. Hearne diz que ama
das mais bellas mulberes que encontrara na
America. Os seus companheiros indios, pa-
rece que foram da misma opinio. Cada
um delles quera laz-li sua mulher, assim,
seguodo o costme de sua tribu, resolveram
luctar a seu respeitoella coosentio, o com-
bate comegou, e ella deu a m3o ao mais forte
da sociedaie, que aterrara os outros, pondo
assim termo vida solitaria.
Machina de guerra.Torpedos de orna
forga destruidora, qae vai alm dos j conbe-
cidos, acabara de ser experimentados no por-
to de Brest, rio de Landernao, um pouco a
ste da enseada de Kerhuan. Urna corres-
pondencia dirigida ao Phar d> Loire narra
da maoeira seguinte esta inleressante expe-
riencia :

t O navio mixto de 100 pegas Wagran,
raso at a primeira batera, mas nao dmi-
nondo a solidez da quilba, loi e-colhido
para as experiencias destes novos inventos**-"
de destruig3o, coroados dos melhores resul-
tados.

montanbas de Trento at as portas de Ra-
venni e de Roma, submelteu-se-lhe depois
sem cerco nem bat ilha; s Pava resistindo
s legias de Longin, foi tomada depois de
tres annos de cerco. Os Lombardos fieram
de Pava a capital dos seus estados.
Alboim, primeiro re, nao leve tempo de
ver florecer o novo imperio. Rosemonda,
sua mulher, f -lo assassinar, por elle hs-
v la constran^ido a beber pelo crneo de
seu pai, Cunimond. rei dos Gepidas, a quem
Alboim matara n'uma batalbi. Iva costme
daquellas povos servirem-se do crneo dos
niragos para as libiges nos feslins solem-
nes.
Pela morte de Alboim (573) o reino cahio
em anarchia at a Luilprand (712744)
cujo reiBado foi celebre pela conquiala de
Pentapjlis, e pelo comego das contendas com
os papas.
Seu terceiro successor, Astolpho (749
756), conqostou a Istria aos Gregos, e poz
fira ao dominio dos imperadores de Consten-
taopla no norte de Irlia, apoderando se de
Ravenna (742) Foi ent3o que elle marchou
contra Rjma; mas. teado o papa Estevo II
implorado o soccorro de Pepino o breve, re
de Franga, o exarchato foi dado santa s.
Dessa poca para c principiou a auloridade
temporal ot papas.
O exarchato remonta, como dissemos, a
Narss (5B8). vencedor dos Godos. As ci-
dades principaes eram : Ravenna, capital;
Oderzo, Padua. Adria e Bilonha, Ferrara,
e as cinco cidades de Pentapolis, dadas ao
papa por Papino; Rimini, Pesaro, Fano,
Sinigaglia e Ancona.
Narss dividi os seus estados em 36 du-
cados, que se tornaram independentes at o
reinado dj Aulharico (584590), cujas con-
quistas se estenderam at o estreito de Re-
gium.
A igreja de Roma aproveitouse da dupla
vantagem de ter sido fundada por S. Pedro,
prncipe dos apostlos, e de contar entre os
seus membros personagens im;ortantes, a
quem elevada posig3o e o nascimento davam
grande influencia na corte.
A trasladag3o da sede do imperio romano
foi nociva s relages hierarchicas eotre o
bispo da aotiga residencia imperial e o da
nova ; isto entre o mais poderoso patriar-
cha do oriente e o primeiro bispo dos paizes
orieotaes.
Ainda que a maior parte dos escriptos dos
bispos testemunbassem respeito autori-
dade superior, comtudo o papa conservava
o primeiro lugar na antiga capital do mundo,
e diriga s a sua vasta diocese, cujos limites
o zelo dos missionarios fazia recuar conti-
nuamente. Muitos acontecimentos prepa-
raran! a grandeza da santa s, e a superiori-
dade da Europa sobre as outras partes do
mundo.
A historia mostra nos os primeiros papas
inabalaveis naf, sempre promptos a soffrer
o martyrio, prdigos do seu patrimonio para
com os pobres, solcitos em tornar o culto
publico mais imponente, e em conservar a
sua dignidade pelos mais austeros coslumes.
Entre elles notaremos Gregorioo Gf ande
que, quasi cootra saa vontade, foi elevado ao
pontificado no tempo em que Roma se acha-
va devastada pela peste (593).
Gregorio era filho do senador Gordio, de
illastre orgem patriciana; o pretor e teve
por mai a santa Silvia.
A's vantagens do nascimento Gregorio
juntava nobre pbysionomia, maneiras affa-
veis, talentos superiores, e virtudes dignas
do pontificado. Soccedeo em 590 a Pela-
gio II, e mereceu o sobrenome de Grande
pelo seu infatigavel zelo e hbil poltica.
Aquelle Ilustre varSo mandou missiona-
rios que converleram pande parte do reino
de Inglaterra e o rei de Kent. Contribuio
com todo o seu poder para o engrandeci-
meoto da religi3o christSa, e estabelecen sa-
bias instituices em Roma. Gregorio que-
ra que para trazer ao aprisco as ovelhas
desgarradas se empregasse a dogara e os
meios de persuasSo, e nanea as medidas de
rigor. Esse sabio pootifice, que dea o
exmplo do verdadeiro goveroo ecclesiastico,
foi de todos os papas o que oos deixou maior
numere de escriptos.
N'aquelle seclo (em 529) S. Bento, que
nascra em Norcia, entre os Sabinos, estabe-
leceu sobre o monte Cassino no reino de
aples, urna associag3o de cenobitas, desti-
nada para capital de urna immensa congre-
gagSo' Approvada por S. Gregorio, a asso-
ciago espalbou-se rpidamente por todas as
provincias da igreja latina, vndo depois a
prestar immensos servicos religio. E' ge-
ralmente sabido quanto os Btneditinos furam
uteis humanidade e s lettras. At essa
poca es frades ainda n3o eram considera-cluir qUe o effe.to destruidor cempletar-ae-
dos membros do clero, mas sim como leigos bia em maior distancia,
ou seculares. Houve entre elles bastantes M tentativas e obler-se-ha um
padres e b.spos, mas s no principio do VI de |Uaar tSo convenientemente estes
scalo e qae os fr^.^aram a ser con- appareihos de defesa qae posm Um-
siderados como fazeodo parte de clero pro- ?? ^ de aggresS0.
priamente dito.

O processo muito soperior ao encon-
trado at boje pelas nages martimas, e con-
siste em l'jzer sossobrar o navio que passa a
certa distancia de um ou mais torpedos sub-
marinhos, variando sua profundidade se-
guodo o fundo das barras ou ensead< O systema inglez s aproveitarel no
instante em que a embarcag3o se acba exac-
tamente sobre o torpe io ; assim sao tam-
bem os dos Americanos e dos R issos.
O Wagram, ancorado do lveo em urna
profundidade de d zesete metros, estava ro-
deado de quatro torpedos collocados obli-
qoamente a doze metros, conservando a con-
gurago do navio e a seis metros abaixo do.
lame da agua.
Urna batera elctrica collocada em Ierra,
a um sgnal dado, pez fogo aos torpedos,
O espectculo um segundo depois foi dos
mais sorprendentes. Imagine-se um immen*
so esguiebo de agua de seis andares de aN
tura deixando entrever o navio como que
estorcendo se e afundando-se sensivelmente,
partido em tres parles distinctas.
Mais notavel seria o effeito, se esse navio
estivesse armado e couracado, isto carre-
gado com artilheria, mastreagao, ancoras e
amuradas cuberas de pesadas placas, tea-
dendo alm disso a facilitar qne os vaos se
quebrassem.
A destruigSo do interior do Wagram foi
completa; tudo estava esbandalbado, as pe-
gas de madeira e os vaos, tendo de mais a
mais o navio grandes rombos. Apenas
houve tempo para encalha-lo fra do leito
do rio, gragass precauces de antemaoto*''
madas.
Este resultado inesperado tanto mais
ootavel quanto o mais forte torpedo nao faz
exploso em consequencia do fio ter arre-
bentado.
De boje em diante as bahias de fcil ac-
cesso nao temerao mais os encouracados de
qualquer espesie ou forma, armados de ca-
nbdes mais ou menos monstruosos; alguns
torpedos collocados convenientemente, com
urna viga intelligente, baatam para fazer
voar numerosas bateras e aos mais formj-
daveis baluartes. Presentemente n3o ne
cessario que o navio toque ou fique sobre o
torpedo, comprehende-se fcilmente que
pois da experiencia cima todas as difflcul-
pades se acbam vencidas.
Aps o desastroso resoltado prodozido
na distancia de doze metros, pde-se eoo-
I f

TYP. DO DIARIO-RA DAS CRUZES N. U



Full Text
xml version 1.0 encoding UTF-8
REPORT xmlns http:www.fcla.edudlsmddaitss xmlns:xsi http:www.w3.org2001XMLSchema-instance xsi:schemaLocation http:www.fcla.edudlsmddaitssdaitssReport.xsd
INGEST IEID E7BIT19S1_57YL7X INGEST_TIME 2013-09-05T00:03:07Z PACKAGE AA00011611_11492
AGREEMENT_INFO ACCOUNT UF PROJECT UFDC
FILES