Diario de Pernambuco

MISSING IMAGE

Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:11482


This item is only available as the following downloads:


Full Text
Mr
VMMNB
aawp
">*
ANNO XL1V. NUMERO 24.
r IBI A CAPITAL E LIC1BES 0>B *>E W.lO PACA P01
Par tres auet afatlot'os ...,., .. ... s
Per ae/s ditos le ,; ...,. f. i. m ,
Par ui aunt jifera ,........i .'. r. !......
fiada listen rala* .#1 ...............
ii itfoat i b O
6C00
I 000
24C00
320
;..*
QUINTA FEIRA M DE JANEIRO DE 1868. ,
P
V
**A 1W0 E PABIA A PBOVKMCIA.
Per tris mu iMite]. v .. .... ,. -
Per teis 4Uts > \.......... .
..................................
Par ana Mea a.....
*

8I7M
1SJ504
S94S80
I7|00P

p pfe
.''m,
i
A88M^MMwaniimaw m wmsMwv* i nABun mvntt i ama nm eita HLm*AuiM.
-
r
U
ENCARREGAD03 DA SUBSCRirgAO.
Parahyba, o Sr. Antonio Alexaadnoo de Lima;
Naul, o Sr. Antonio Marques da Silva ; Aracaty,
o Sr. A. de temos Braga ; Ceara, o Sr. Joaqnim
Jos de Oliveira; Para, os Srs. Gerardo Antonio
Altes & Filbo; Amazonas, o Sr. Jerooymo da
Cosa; Alagoas, o Sr. Francisco Tacares da Costa;
Baha, o Sr. Jas Martin? A|vg; Rio da Janeiro,
o Sr. Jos Ribeiro Gasoarinb.; |
a.-*. nPKARDA D0S ^TAPETAS.
T: d*5?- **?'* cBea da ra farrea al
Afoa Prela, todos os das.
Iguarassti s Goyanoa oas segundas a saxlas fairas
SmA^ brVa,i *". Bonito, Caroar,
Alttnho, Garapboo*, Biqoe, S. Beoto, Bom Con-
p a'ik R1M Be"as nMrm. D 'reas felrras,
Pao d Alno, Natarelb, Lfmoeiro, rejo, nnqoeira
Iogueira, Flore, Villa Be/la, Cabrob, Boa-Vis-
ta, Murrcury, Selgneir> e Ex, oas guanas eras
SerlobSem, Rio Formoso, Tamaodar, Uoa Barrei-1 Priwira rara do ffl>#i: leseas a sextas ao meio
res, Agua Preta a Pimeniefras, as (jornias feiras. | da.
Secada Tara do Cira. : quartai eiabbadei a*
AUDIENCIAS DOS TRiBUNAES DA CAPITAL
Tribunal do commerrio : segundas e quistas.
Relacao: tareas a sibbadot is 10 horas.
Fazeoda: Quintas s 18 horas.
Juizo do eommercio : segundas as II horas.
Dito de orpbos: tercas a sextas as 10 horas.
1 oora 4a Urda.
KPHBMERIDES DO MEZ DI JAKEIKO.
3 Qaartoereec. a 1 h., 1 m. e 29 s. da m.
9 LaHKmih,lJj.li.
16 Quarto ming. as 3 h., !l m. e 15 s. da u
34 Loa nova as 4 b., 3 m. a 0 s. d t.
DUH DA STlt A.

27 Seg. S> Joao Chrysotomo are. d.
28 Ter?. S. Cyrillo b. e 8. Lenidas m.
29 Qort. S. Francisco de Salles bb.
30 Qoint. S. Martioka m. e S. Barseo.
31 Sext. S. Pedro Nolaseo, e j. Gemioiaoo b.
Sab. S. Ignacio b. m. e S. Brgida t.
i PorlOeacio de N. S., S. Floscolo b.
PREAaARDEHOJE.
Primeira u 7 oras e 42 m. da trihii
Segooda s 8 horas a 6 minutos 4a larda.
PARTIDA DOS VAPORES COsTHROS.
Para o sal at Alago a 14 a 30; para o nona
at a Granja a 18 o 30 da cada mex; pan Fer-
nando nos das 14 dos masas Janeiro, marco, i
julbo, setembro e novembro.
-
EXTERIOR.
\

'I
*
f
.i >
*
Roa.
ALLOCUQAO PROMCUaA NO ULTIMO COXStSIORIO
SECRETO DK JO DE DUEUBRO, POR 8. 8. PI IX.
Venerareis irmos.eus rico em misericor-
dia nos consola em todas as oossas at(ribala;5es,
mistura as alegras a as tristezas, adro de que es-
perando sempre cello, sem nos deixar Intimidar
pelos obstculos, caroinbemos, com passo cada
ves rnais firme, pala ra da justica, e de que sus-
tentando sem temor a causa da sua santa igre|a,
consagremos todas as oossas torgas ao completo
xercicio do nosso ministerio apostlico.
Toda a mundo distingue claramente qaantos
testeminbos da sua diviaa hondada. Nosso Se-
nbor Clemeotissimo se tem dignado prodigar-nos
no seio das mais graves calamidades de qoe ne>-
tes lempos de grande iniquidade se aeha affligida
a igreja, e no mel dos graves perige, com os
qnaes tem sido provada a per todas as partas cir-
comdada asta seda apostlica. Precisamente quan-
do Satans, seas satelyles e seas fllbos nio ees-
sam da deseneadear a ana lana da maneira a
mais bonitel contra a rehgiao divina, contra nos,
a contra a cadeira de S. Pedro ; guando de*astam
a atormentan as povoac&es da inlelicisslma Italia,
a nos a por tanto lempo consagrada, o Deas de
misericordia a de hondada se manilesta de orna
maneira ostensiva! a admiravel a saa igreja, corre
em sua ajada e a protege com o apoto da saa vir-
tud omnipotente.
Veles boje, veoeravels irmaos, qae todos os
prelados do mundo eathelieo, estreitamente uni-
dos a nos palos lacos da f e noldade, e unnimes
em defender a santa sede a movidos por uta so
pensameoto, por um sentimento uoico, oo ees-
sam, uqs de viva voz a outros com a peona na
mi, de defender a causa do eatholicismo, a oes-
sa e a da santa s ; os meamos seculares as
grandes a publicas assemblas da Europa, levan-
tara a voz para a proteccao da igreja catboliea e
desta santa s, e em inleresse do nosso poder tem-
poral, acaba de ser esplendida e magnficamente
defendida a qaestao principalmente no senado da
Pars e no corpo legislativo eom qaasi unnimes
sufragios e eom applauso e goso de udos os bo-
rneas de bem. As popalac5ss catholicas execran-
do eoergicamenti a abomloavel perfidia dos nos-
sos inimigos se apressaram regosijadas a testemu-
nbar por demonstraedes publicas e esplendidas o
sea aljelo filial para nos, e a proclamar a saa
piedade e a saa veoeracao santa s alliviaodo a
saa miseria por cootiauos donativos : os fiis de
ambos os sesos, at os pobres, aeodem em nosso
auxilio eom o sea diabelro, e entre os eclesisti-
cos e entre os socalares se vam escriptores mui
illustres que em suas obras, a mui discretos ora-
dores que em seas discursos no seio das assem-
blas polticas, tem por gloria defender e sustentar
os principios veneraveis e incooteataveis da justi-
ca, da verdde e da santa s, e os defender com
valor e talento, refalando victoriosamente todas as
mentiras de seas adversarios.
E qaantos horneas de nobilissimo nascimento,
Dertenceates a qaasi txlos os paizes, chelos da
lervor pela cansa da rehgiao, abandonando as fa-
milias, suas mulberes e seos fllbos, i;m acudido
em auxilio da nossa cidade, a arrestando perigos
e fadigas nio lera hesitado em alistar se em nos
sa milicia a de expr a sua vida pela igreja, por
nos e pela soberana da oossa santa s ? At os
pais catholicos inflamados do espirito religioso,
envlam os seus filhos, talvez o seu nico Sitio, a
defender a santa s, e imitando o Ilustre exem-
plo da mal dos Macbaos, tem a gloria e jabilo de
os ver derramar o sangue par tal eausa.
A mais, os povos submettidos nossa autorida-
de civil, anda que expostos por culpa dos humeas
mais perversos a sedcelas criminosas, a ames.-
cas e ; males de lodo o genero, permanecen) fir-
mes e constantes na saa f para nos e para a san-
ta s. Entre ellos se distingue seguramente o po-
to romano, qoe nos profundamente querido, e
que merece todo os nossos louvores : porque qua-
si todos os ctdados de qualquer ordeno, grao e
condigo qae babitam na nossa boa cidade, nos
provara i porfia o seu affeclo e submisso para
nos, a sua obidiencia nossa autoridade civil e a
da nossa santa s, ardendo em desejos de soccor-
rer nos. Vos sabis lambem, veneraveis irmaos,
qaanto se distinguen) pela saa fidelidade os nossos
soldados, dignos sem excepcio de todo o elogio ;
sabis cora que admiravel valor lim combatido
contra as partidas desses horneas criminosos, e
com que gloria tem suecumbido no campo da ba-
talha pela cansa da igreja. Nao ignoraes tambem
qae o augusto e poderoso imperador da nobre e
generosa nacao franceza, considerando os nossos
graves perigos, tem enviado a seas valentes sol-
dados, que assim como os seus illustres ebefes
com ura zlo e ardor extremados, especialmente
nos combates de Meotana e de Moole Rotoodo, ti-
veram por bem prestar soccorro aos nossos solda-
dos, latar valorosamente as suas fileiras e arros-
car a mora por es la santa s, cnbrindo assim o
sea nome de gloria.
Vos sabis como brilba cada da mais com a
ajada de Dos a luz divina do Evangelno, espe-
cialmente nos paisas das santas mlssSas, como a
nossa senilsima religiao loma novo incremento,
-nomo os que estavam snmtdos oas trvas e oa
sombra da morte, dissipando-se as ouvens qae
obscureciam o sea eateodlmenla, se refugiara no
seio da igreja oossa sania mi, e como, erafim,
em Jolas as partes se deseavolvem diversas insti-
tuiedes pedosas, to otis a todas as classes a lio
conformes com as oecessidades da sociedade ebris-
ia a civil.
Todos estas fados que oos recordamos breve-
mente, a todas estas multiplicadas consptracSes
dos implas, por admiraveis modos descobertas e
destruidas, nos fazem ver com clareza qaio ma-
ravilhosameole protege a soa igreja o Seohor To-
do Poderoso e eheio de misericordia, em coja mo
eslao os eora{5es dos bomens ; como quer provar-
nas al a evidencia qoa as portas dos fennos
ri3o prevaleeerao contra ella, e qae Elle mesms
stari eomoosco at a consummico dos seclos.
Por isto, veneraveis irmos, demos sempre ao
malores acedes de gracas por toda a eteroidade as
Pai Cleroeniis'sirao das misericordias, por lanos
Deoefieios qoe deile recebemos, e pondo nelle toda
a nossa esperanca e toda a oossa coofiaoca, oio
cessemos de fazer-lbe as sopplicas mais fervorosas
vara qoe pelos merecimeotos de sea anteo Filbo,
Nosso Seohor Jasas Chrisio, contiaae salvando a
oa igreja de todas as calamidades, nos livre dos
nossos inlmlgos, e confunda e dissipe seus projec-
tos e desejos impos. Roguemos-lbe tambem que
ae digae trazer a salutar penitencia e ao eaminbo
recto da justica a estes meamos iotmigos, inclusos
aquelles qoe feitos prisioneiros no combate contra
nos, e tratados por nos com toda a caridade, in-
sisten), sem embargo, na saa obstioagao.
E para oblar qoe Daos escote mais favoravel-
tnenle as nossas sopplicas, temos recorrido a' in-
tercessio da Imoacolada virgem afarfa, me de
Daos, qae para todos ns ama mi chela de
ternura, o mais poderoso auxilio de todos os cbris-
tios, a qoa obtam quaoto pede, a qoe nanea pede
em vao. Depois temos recorrido a' lolercessio dos
bemaveniurados Pedro, priocepe dos apostlos, de
Paulo seu compiobeiro de apostolalo, e de todos os
autos que reinara eom Coristo nos cos. Porem
antes de terminar nao podemos deixar de exigir as
elicitaces mais completas e merecidas, ao mesmo
ampo com a expressio de todos os nossos senti-
fwntos de graUdio aos qoe conlriboem eom tanta
i)*4
gloria *aa para a defasa da nossa saota eaosa a da
ii &"i* UnW por seQ* escr'Plos a por suas
oirerendas, como de qaalquer oaira maoeira qae
seja, e at con o perigo da soa vida. Nio nos es-
quejamos de todas as nossas oraedes, sopplicas e
actdes de gracas de orar humilde e tenazmente a
ueos, da quem dimana todo o beneficio excellente
e.todo o dom perfelto, para que se digne encher
com os mais reos favores da sua divina graca, e
toda a sorte de beocios ceieetiaes a todo estes fl-
lbos da igreja que nos sao to queridos, e qoe sao
os intrpidos defensores da igreja.
CARTA DK S. S. PI H AO CaRDBAL PATRIZZI, SED
_ VIOABIO KM ROMA.
Veneravel irmao, saude e binqo apotlolica.'So
meio das nossas presentes amarguras, tinto nos
confortara a f do nosso bom povo romano, a soa
rellglio, a viva e coas,ante adhesao, qae oos tes-
temaoha em tolas as clreomsUoeas, qaanto gra-
ve a nossa dr vendo que, m-srno >ta cara ci-
dade confiada mais especialmente oossa aolori-
dade, e a nossa vigilancia, nao est inteiramente
isenta do mal, qoe a corropcio geral tea Introdu
(ido por (oda a parte. Ns deploramos parlicnlar-
mente tres males: a implada Je da bUspbemis, que
se diffuode desgra^adamente, sobre todo no povo;
a inobservancia dos dias f-stivos; e a (lia de r^s-
pelto na casa de Daos. Estes manirestam se nao
obstante ser a po3alac*o geralmente piadosa, e
provocara ordinariamente a vioganc divioa, como
as santas escriptoras e a historia ool o attestaro.
Goosegaitemeote, penetrado da saotidade du oosso
dever de vigiar para a gloria de Daos e salvacao
das almas, e para afamar do nosso povo, quaoto se-
ja possvel, os Dagelljs celestes, eos vos reeommeo-
damos, veneravel irmio, nosso vlgario, qae deis
providencia em doso nome o com plenas poderes
para a extirpajao destes males. Bjm ser certa-
mente reanimar telo dos caras, dos eoaessores,
pregadores, superiores de insttoicds piadosas, e
mesmo dos boos seculares, para que cada um, da
sua parte, empregaodo es melos, qoa estiverem ao
seu alcance, cootribua para a instruccae, por meio
de repreheoso, admoesUcio, e de toda a qoaiida-
de de obras de caridade para qoe cessem taes es-
cndalos e para arrependiment dos culpados. E
para este efTeito nio deveri a autoridade eeclesias-
tica deixar calr em desuso as leis penaes, estabe-
leeldas para se conseguir a emenda dos calpados,
e prevenir para qae se evite o perigo da perverso
dos oolros.
Nos temos a coofiaoca de que o carcter esseo-
mmente religue e piedoso do nosso povo, no
meio do qaal, os meios empregados n'ootras par
tes, oo sem vantagem, nao delxara de produiir
fructo, facilitara bastantemente o bom resaltado.
Portanto ao vicio de blasphemia, poder se-hia op-
por nma qoalidade de apostolado formado pelos
paes de familia, por aquelles que esto a" testa das
diversas funcedes eivis, pelos ebefas das diversas
artes, e rnelos mecnicos, esforcando-se todos para
extirpar dos seos subalternos este vicio exeeravel.
A observaocia dos das festivos pode ser anima-
da pelos chefes prloclpaes das offleloas, pelos que
estao a testi dos trahalbos, e at pelos operarios
animados de um verdadeiro espirito de religiio.
Quaato ao respeito devido s igrejat, e a' attitu-
de, que Ibes devida, ser neeessarlo por em vigor
as ordens dadas oelo noto prsdecessor de santa
memoria, Leio Xll, e reprodoitdas n'jotro lempo
por vos mesmo; lembrese seriamente a todos qoe
a casa de Daos urna casa de oraeso, e que a sao-
tidade coovem a um lugar santo. Ora corno talvez
que a cansa principal deste mal provenha das mo-
Iheres, que, iodo a" igreja, se enfeitara, como se
rossem aopasselo oo ao toeatro, el consilium for
ma a speenlo petant, paltium extrnsecas jactant,
calceum stipantmuitiformem,*oUmnem mamfestalm
p-iraturm totam etreumferuut mulierttatem, con
vera era opposicio a Uta farmar orna so :iedade de
senboras respeitaveis, qoe, pelo sea exemplo, e pe-
la influencia, que Ihes fcil eiercilar, procuren)
moderar este luxo, que a ruloa das familas, e
nma das prmeipaes causas dos mos costumes.
Para facilitar esta tarefa, talvez mais difficultosa
do que as oatras, preciso lembrar s mulheres,
qae, se nao coovem a" soa modestia procurar an-
cosamenle, em qaalquer lagar que seja, attrahir a
attencao dos outros pela pompa das modas, e pela
bizarra Jos vestidos, por isso qoe Dos aborrece o
fausto e o desejo de agradar aos homens; pratiean-
do-se Isto oo templo santo, nma verdadeira inju-
ria felta a Daos, que abt reside em pessoa sobre
um tbrooo de misericordia para receber as adora-
coas e s oracSes dos fiis. Lembrem st do precci-
to, que Ihes impz S. Paulo de terem oas igrajas a
cabeca modestameote coberta, tanto em respeito a"
presenta real de Daos e dos anjos, qoe o adorara,
coma para afaslar dos outros o perigo de profanar
por sua causa a saotidade do templo. Nao se es-
quegara de que este grave ponto da disciplina fol
senpra inculcado pela igreja, e posto em vigor to-
das as vezes. queseproluziram abusos, que nenbum
costume pole justificar. Iateodam bem para que
Qm se pnblicou esta lei, que se nao deve illudir,
razendo do veo ara novo oroalo para a cabeca.
mas observal-a cora exactidio, cobrindo a cabeca
com a modestia. Que cada nma applique a si mes-
5*1 .- c>0 oreole- aae Tertuliano fazla aos
chnstao do seo lempo : Oro le sive moler, sive s-
ror, *rw filia virgo, vela capul; si moler propler
filies; si sror propler fratres; si filia propler pa-
ires, omnes in te tales periclitantar. Indue ar-
maturam pudoris, eircum due vallun verecundia;
murum sexut tuo slruc, qui nec tuos emittant ocu
los nec admitat alenos.
Nos esperamos qoe a grafa do Seohor dar effi-
cacia ao vosso xelo, e a virtud) nacessana aos
meios qoe empregares; taoto mais qoe conlriboem
a reanimar, e desenvolver as boas dsposc5as des-
te caro povo romano os acontecimentos amaacaJo-
res, qae se dos antolbam, e que nos convidara a
apaciguar Dos irritado contra nos; o lulo de tan-
tas familias, qae a desgraca Ihetraz a'memoria;
o beneficio da preservar > do maior numero que
oos convida a' gratido. E nos temos por certo
que a nossa solicitado e a vossa nio ser omacoi-
sa vi. No entretanto como ama prova do favor di-
vino, ns vos damos com todo o coracao a bencio
apostlica.
Roo, em S. Pedro, 12 de oalobro de 1867, e do
nosso pontificado anno XXII.
Po Papa IX.
O Sr. Jos Leandro de Barros fol nomeado
auxiliar do recrutador do termo da Escada.
C bo
merclo o tempo que os tribnaaes precisara para
aperar a liqaidaco legal.
A perspectiva de 1868, se se podessem afaslar
as conimgeocias poltica e agrloola?, faria esperar
eguramente aoimacao e cooftauga; mas nesta
pane cada commerciaote deve afarlr palo sen pro-
pno pensar es clcalos uao em oatras circum-un-
I poderia abracar desafogadameote. Pelo qua
No coveoto do Carmo da Nazarelh do
festeja-se o Seohor Bom Jess dos Passos.
A compaohla Pernarobacana no sabbado faz se-
guir o MamOUguape, para a soa liaba do sal; e no
mesmo reerba passsgelros a 3J para o porto da
Calbeta, as proximidades daquelle povoado de
Nazarelh, proporcionaoflo assim i nossa popolagie i respeiu a laxa do descooio, nanea boove lio boas
um passeio agradare! 6 de variadas emocSe?. razSss par prever que a abonsaocia1 de dioheiro,
Por forca da providencias do Sr. Dr. cbffe Jl0? boove durante o vario passado, continuar em
de polica, dea-se a appreheosie da mais innta *"* Par'; mas sejam quaes forera as facilida-
nolas da lOfOOO falsas, oa villa de S. Benlo, era dus *Jge *a offerectm oe>ta parle ejovm que os
mi de sete pessoas differeotes, cojas declarares, J0*arelaotft a loJostnaes ponhara pooca eos-
no interrogatorio feito pela polica local, sio no B,n?s oos seos planos, qoe asseotem nesse calculo
sentido da teram recebfdo as raesmas olas do Sr, j nvioaoio a graodezi dos exercitos oo cominete,
capito Domingos de Sonta Barros por vendas de 1aa de ^nno Pra aoao e ha raaito tempo tem sido
algodao a elle feitas, come mostrarain por contas o osean dalo sempre cresceote da eivilisacio euro-
produtidas eolio. Pa. ^ fao evidentes indicie de aagmeotar o'uta
O referido interrogatorio a as notas apprehendi- Progressao ainda maior quaa ordinaria. Sao tara-
das foram remeltidas ao jolz* processaote, como ; ^'m am nioti/o consiate para prevencio e colda-
pefas de instruccio da crlme, de qoe i argido o "os ,s Incartezas de outra o'rdem, produtidas pelo
mencionado capito Domingos da Sonta Barros, jsysttma fsc-l -o Uoaoceiros dos EstaJos-Uaidoj.
Amanhaa renoe-se, em assembla geral, a ^a,> anda daodoo devido peso a astas cgos
compinhia de segaros Indemnisadora, para onvir | "racoas, oada pola aulorisar a sospeiU de que
a leltura do relatorio aoouo, a proceder eleicao, r'ranl? oovo ill>J ^ixe de prevalecer o preco
da nova directora. j bixo do diooeiro. E" certo qae o valor da inoeda
Informam-nos qoe jonto a fortaleza do Brum J* Dom re"r' *?"' a nos empre-
achata ha carea da oito dias, um cavallo morto ; r apresentando desde ante-boatem symptomas da 1 'ogeiras pouco proiuctivas, ou cojo reem-
eorropcio. Chamamos para isso a attengo de
PERNAMBUCO
REVISTA DIARIA
Fol nomeado o Sr. capito Jos Joaqnim Coelbo
para o commando do deposit) especial de iostrac-
gao da arma de caradores cavallo nesta pro-
vincia.
A proprlo pedido, fol exonerado da cemmis-
sao de auxiliar ao recralador da Escada o Sr. Jos
Yellozo da Silveira.
Foi nomeado reerotador do Cabo o Sr. capi-
to Antonio Raymaoda Lias Caldas.
Em conseqaencia da muJanga de domicilio,
fol traosfendo para igual cargo vago oo balalhio
o. 24 da guarda nacional da Escada, o Sr. tenante
clrorglio do batalnao da Infamarla da mesma
guarda nacional deite municipio do Recife, Dr.
Maooel Daarte de Faria.
Fol designado o dia I9 de marco para a tos-
tallacao da junta da qoallfleacio da fregoexla de
Jaboatao, visto nio terse reunido a mesma em
tempo eoopetente.
quem competa.
Na madrugada da domiogo havera' ama mis-
sa solemne, a Nossa Seohora da Sadle, no altar da
igreja da Madre de Deas, as expeosas de alguos
devotos da mesma Seobora.
Consta nes qoa ante honlem, no logar Brejo,
da fregueiia de Poco da Paoella, foi assassinado
Pedro JosFrancisco.ooerado da graoda familia por
se oppor a soa prlsioqae queriara realisaro inspec-
tor da qoarteirao do Ingar a sata guardas naciooaes
sb o pretexto da ser elle designado para a guerra,
a urna hora da madrugada. O assassinado antes
de eabir ferido, ferio levemente o inspector e ama
praca com um coropasso.
Achara se presos, como indiciado no assassioalo
Joaquim Jos de Oliveira, Bancal Jos da Silva a
Maooel da Luz do Espirita Santos, i
Desse fado v se qae nio foi sem fundamento
o que ha dias dissemis a proposito da falla de cir-
cumspecgao e cuidado oa realisagao das prisdes
da recruias a designados. Sao sempre mos os
froetos que brotara da. ama arvore, embora boa,
qoando oo ella eoidadosameote tratada I
A compinhia Brasileira de segaros de vidas
sob o titulo daProtectoras das Familiasal 31
da dezembro do aono prximo passado lioba subs-
cripto a capital de 4,369:986^470 sendo o seu ca-
pital eoovertido em apolices da divida publica da
6 /. da quaotia de 1,162:000*000.
Do Tumis do do corrate traduzimos o se-
gointe artigo por elle publicado, sob o Mulo
Mercado Monetario de Inglaterra :
< O anno de 1867 raostroo, corxo j se saspeia-
va, qae o paooico da 1866 se aotecipira doze mi-
zas. A guerra da Allemaoba precipiou a crise fl-
oaoceira da Europa, porque a nao ser ella era mal-
lo provavel qa o alecto te ostentaste at se re-
velar a verdadeira sltaagio dos caminos de farro,
qae depois espalhoa a mina oode toda a geote se
julgava segura. Agora ple cada um recoohecer
qae o desasir veio por daas vezas, oo se dividi
era duas partes; e se se deseovolvesse de um gol-
pe, a catasiropbe bavia de ser quasi tota, porque
quasi impossivel que quilquer estabelecimeoto
cora grandes responsabilidades podesse. posto que
forte e prudente, sabir sao a salvo de ura lal estado
de confusio.
c Entre o anno de 1867 e o de 1857 ha a certos
respeltos alguos pootos de siogular semelbaDC'1.
Em Janeiro ultimo pareca que o mondo comraer-
cial oada mais tinba a fazer do qoe aastar-se da
crise, que acabava de presenciar, e esperar a re-
percusso gradual, que inevitavelmente se segu a
qualquer periodo da terror. O eommercio nacional
estava sao, nao bavia disposicSes para involver os
oossos recursos em emprezas estraogeiras, a pare-
ca que o restabelecimeoto da eoofiaega dependa
nicamente de urna coibeita regular e da seguran-
ga de paz na Europa. Mas resiava aioda um peri-
go que estava fra do alcance dos observadores
mais experimentados. Assim como em 1837 ma-
guera poda coojeciurar que os amores negocian-
tes de exportacio de Glasgow, Liverpool, Mm-
ebester a de outras pragas estavara consignando
carregamentos com perda para os mercados es-
iraogeiros, com o fina de encher os bancos de le-
tras de cambio, e obter urna proebra Ilimitada de
diobeiro; assim lambem em 1867 lodos vlviara
na supposicao de que os directores das principaes
companhias de caminbos de ferro de Inglaterra,
oos quaes estavam corapromettidos 500 milhoes de
libras de capital, podiam, quer se soubesse, quer
nao, prolongar a pratica de declararen) dlvUen-
dos, maito superiores aos lacros, allm de iodazi-
rem os capitalistas a foraecer novo capital para
emprezas extravagaates e improfleo^s. Em ambos
os casos a ligao a mesma, isto qae, qaaodo o
povo ioglez, n'um estado de appareote prospenda-
de, se presta a pagar 6 oa 7 por ceato pelo aso da
raoeda, deve ter-sa como seguro qoe debaixo da su-
perficie exista orna caosa oceulta de mal estar,
embora oo seja fcil de descobri-la. Nos dous an-
uos anteriores ao pnico de 1837 a laxa do des-
cont no banco reguloa entre 5 e 7 por tanto, e
em 1854 a 1865 os limites pagos fcilmente, foram
o e 9 por cento.
Todava nem o fracasso dos caminbos de ferro,
nem a crise fioaoceira do aoao passado produii-
ram felizmente dimiouicio seosivel oa riqueza oa-
ciooal porque as suas cooseqoeoeias oio sao
igaaes s que resaltara de se empregarera eapi
laes em pengosos eroprestimos estraogeiros, oo de
se exportarem os productos das oossas fabricas
para paizes afasiados, a prejos multo inferiores ao
seu cusi aetual.
t Houve simplesmente orna correccao de calclos
Ilusorios, e por esta circomstaocia se explica prin-
cipalmente a admiravel firmexa com que, no mel
das sensacSes da miseria universal, proseguirn) e
al se eslenderam as operaedes do nosso eommer-
cio usual.
f Esta singular firmeza a mais consoladora
prora da torga natural da nossa vida commercial.
B para apreciar bem aquella [orea vital preciso!
ponderar nao so qoe o eommercio sabio quasi in-
colme da crise financelra e do pnico dos cam:-1
nhas de ferro, mas tambem que de toda a parte
tem descido sobre nos nma seria de calamidades,
entre as quaes avalla a de orna celbeila aioda mais
deficiente do que a ji escassa do anno passado.
Os nossos sioistros martimos foram inferiores aos
annos antecedentes e a rpida e continua baixa do rilas.
bolso seja demorado ou d.fflcil; e a guerra em
oliimo caso prolot ra esse effeito, porque os das
perdidos das armadas forcariam as paieocias in-
volvidas oessas qaestoas a procurar dioheiro em
toda a parta e por todo a preco; roas bavia de
deeorrer mniti tempo amos de sa oblarem vastos
soppriraeolns pecuniarios, porqoe com a procara
havii de.naseer a deseonfianca e a cautela. Urna
colheita mi influe mais rapidaraeote oa tiluacio
monetaria ; mas com orna exisleoela mooetaria de
41 railhSas de libras em Paris, e 22 milbdes em
Londres, orna escassez agrcola igual a do anno
nodo, apeoas poderla, quando muiu, faxar fluctuar
a laxa do descont no banco do pooto'ara qoe est
actualmeote at 4 por ceato. imagina sa que a
actaal abundancia da dinheiro se deve altribuir
por um lado a desconfinga que induz a vender
diariamente o papel de crdito, a por outro a timi-
dez dos passoidores de eapiUes dispooivels. Esta
opioiao inteiramente errooea. Sa de repeote se
restabecesse a coofioca e se seguisse om mo-
vimento geral e enlhasiastico oa compra de fuo-
dos, nem por isso dimioaia oo mercado a lotaiida-
de di capital dasempreg.do. Aqoelie que compra
!00 libras de consolidados, arges de caminbos de
ferro oo qoaesqaer outros ttulos oaciouaes, paga o
competente prego ao vendedor, a o ooico resultado
dest operagaj qoa A possua ttulos em lugar
de fl e B possue diobeiro em lugar de A. Cooveo-
gam se, pois, aberlamaata que por maior que seja
o moyimaoto a aoimagio oa bolsa (Stock Eteban-
ge) nao dimiauir a fauilidade predominante no
mercado monetario, salvo sa a perturbaren) a
guerra oa as ma's colheltas, oa oos eolregarmos
ootra vez a ama vida eitravagaote, a orna ex-
cessiva Importagio de producios exirageoros.
Lotera.A qae seacha a venda
a 52a a beneficio Jas familias dos voluntarios
da patria, que corre sabbado Io de feverei-
ro pelo niivo plano,
Passageiros da barca portogueza Soto Silen-
cio, vlndo do Porte :
Antonio Pacheco Dias Torres, Antonio Lopes do
Aojo, Antonio Gomes da Costa, Antooio Guedes
Valenie, Antonio de Araajo Coatinho, Joaqaim
Carvalho, Joo Marques Dias, Joao Aotooln Mar
tios Braga, saa seohora, 1 fllho e 1 iha. Lorireo-
50 A'ves Ferreira, Maooel Luiz (lomes, Maooel Go-
mos, Maooel Jos Peroaodes, Serafim Pioac e Ma-
nuel Carlos Ttvxeira.
REr-AtvnQAO da poLicK.Extracto da parte
do da 29 de Janeiro de 1863.
Foram recolhidos a casa de detencio no dia 28
do correte:
A' o dem do subdelegado de Santo Antonio, Joa-
qaim, escravo de Joaqnim da Silva Moura, a re-
qoerimeoto dos procuradores deste, a Jos da
Guia, escravo do coaveoto do Carmo \ a requeri-
raento do respectivo proviocial. A' ordem do de
S. Jos, Toeodora Fraocisca de Almeida; para
correceio. A' ordem do do Poco da Paoella, Joa-
qaim Jos de Oliveira, Maooel Jos da Silva e Ma-
noel da Luz do Espirito Sanio, como indiciado em
crime de homicidio.
O chefeda 2' seegio
J. G. de Uesqna.
Foram remedido? por esla reparlicio no dia
29 do eorrente os seguintes Individoos:
Para o exercilo...................... 9
Para a armada...................... 1
Para o arsenal de marlnba (menor).. 2
12
Casa de dktkkqao. Movlmento do da 28
de Janeiro de 1868.
Exlsliam 302, entraran) 6, sabio 1, existen)
307.
A saber :
Naciooaes 219, mulheres 5, eslrangeiros 37,
mulher I, escravos 44, escrava 1.
Alimentados a costa dos cofres nrovinciaas 224.
Movimento da enfermarla do dia 29 do cor-
rente.
Tev balx :
Antooio, escravo, sentenciado.
Tiveram alta ;
Antonio J .aquim da Molla.
Franeelino Pereira da Silva.
Passagairo do vapor Mamanguape, viado do
Rio Formoso:
Rodrigo P. da Silva.
Passageiros do biate Marta Amelia, saludos
para o Aracaty :
Bonifacio Pereira da Costa Qaelroz e Manoel F.
da Cooba.
Passagairo do biate brasileiro Protector, sabi-
do para a Babia :
Manoel Jos Vieira.
cbmitbbio publico.Obituario do dia 29 de
Janeiro.
Maria, Pernambuco, 6 dias, Santo Antonio; con-
volsdes.
Ricardo, Pernambuco, 9 meies, Recife : dentl-
cao.
Miguel, Peroambuco, 6 aonos, Recife; febre ty-
phoide. '
Militaoa, Qoirioa da Silva, Pernambaco, 39 an-
uos, solteira, Santo Antooio ;. laborelos pulmo-
nares.
Maurieia, Pe nambuco, 48 annos, escrava. Boa-
vista ; pneumona.
Jorsellno, Peroambuco, 8 aonos, S. Jos ; va-
algodo, se por um lado tem posto em risco a si
toagao los possoidoras de algodio, taoto em rama
como man ufa clorado lera pelo outro co Mocado no
vameote aqualia industria em uondigoes mais nor-
maes. Por oode se vd qae, apetar dos caprichos e
desastres do tempo, o corpo mercantil de Inglaterra
nao tem ratio para se abarracar ou desanimar,
porque o eommercio inglex nio diminuto de repu-
tado Bem de forca, e todo leva a esperar qae 00
futuro continu a preponderar como no passado.
A miseria dos dous niiimot aonos oascea toda da
dissipaeio e nio da destruicio da riqueza, a nao
ser da paramenta imaginaria. Nesta disspagao es
bavares de mllhares de pessoas, d'antes abastadas,
passam para as mos dos aventoreiros, especula-
dores ele, e esses bavares so ficam fora do com-
Mara Severa dos Praxeres, Peroambuco, 22 an-
nos, viova, Santo Amonio ; bexigas.
Eufrozioa, Peroamboco, 12 mezas, Boa-vista;
dentigae.
Loit, Pernambaco, 60 aonos, escravo, Boa-vista;
odararaagao.
Joaooa Baptsta Ferreira dos Santos, Peroam-
boco, 20 annos, solteira, Santo Antonio ; coogestao
cerebral.
Communicados
t ___
Polmica religiosa.
XVI
Diz ainda oCmtao Velho a' pagina 24
Os Judeos dmam qaa erara rjlhoj de Abra-
nao, a qoe o Chrisio era filhi da oav|j. Jasas
" k"5'- *') COQseoti(' W>a o chimtssem filbo de
Abrabao, porqae disse elle qae j* exista aates
que AJarahlo fosse fono ;^lsse mais que oChris-
o nao"podia ser fllho de David, porqae o propro
avid chamava ao Cbrlsto seo Seobor I (Mtth.
c. 22 v. 43). Eatretaolo cootra o que disse o
propro Jesos Cbrlsto, a vossa igreja persiste em
chama lo fllho de David ff
A islo respoude promptameote Isaias qaaodo,
prophelisaodo a vinda e oasclraeoto do Messias,
diz 00 verso 7 do cap. IX o segoiote :
O seu imperio se eslenier culi vez mais, e a
' fft lerifim rusentar-st Ka sobre othrono
ae David, e sobre o teu reino : para o firmar 1
* fortalecer em Juizo e juattea, desde enlo e para
sempre, etc.
Repare-se nestas palavras : t Asseotar-se-ha no
throno de David, e sobre o seo reino : deltas
servio-se o Arcbanjo S. Gabriel qaaodo aooonciou
a virgem Mana a iocaroacao do Verbo, dizeodo :
Ka concebir* no teu ventre e dars d luz um
filbo, e por-lhe has o nome de Jess. Esl* ser
grande ser chamado Filho do Atltssimt, e o
benhor Dtus Ike dar o throno de seu pai David
t ir"n. 1, 31 32.)
Pode haver oada maU positivo a termioaoti T
u qoe resta qa < Christdo Velho desmiola a
saias, depois de Isaas, a Lucas, e depois de S.
Lucas, ao Arcbanjo S. Gabriel I
Em outros muitos lagares do Evaogelho Jesos
Cnristo recoobecido por Filbo de David ; e a mes-
ma passsgera a qoe se apega o Chnstao Velho
deraoostraqu) era esta o seotimeoto comraura dos
Juleos. Assim, ten Jo o Seohor perg untado aos
Phariseos : qoa Ihes parada do Cbrlslo, e de qoem
era elle Filho T Qae respondern) os Phariseos T
Respooderam que era Filho de David Quid
vobis vidttur de Christo f Cujus filius est T Dietmf
ei : David. Jess Ibes rsplleoo : Pois como Iba
chama David em espirito Senbor, dizendo : t Disse
o Senbor ao meu Senbor : seota-te a' minba mi
direlta, at que ea redoza os teus ioimigos a ser-
virera de escabello de teus ps f Se, pois Di-
vid o chama seu Seobor, como elle sea Fllho T
E nio hoave quem Ibe podesse responder urna s
palavra : e daquelle dia em dianta ninguera mais
ousou fazer-lhe pergooias > (S. Malh. XXII, 42
a 46).
Ora, consideran Jo alternamente a referida objeegao
de Cbrista aos Phariseos : quem podera' dizer qae o
Redemptor oega por ella ser Filho de Dvid T IIa-
viam os Sadduceos apresentado a' Jess a difflcal-
dade dos sete irraios successivamente casados com
urna mesma mulher (S. Math. XXII, 2o) e teodo-
Ihes elle feito calar a bocea com a saa saota
palavra, explicando Ibes o verdadeiro sentido da
Escriptora, oo Ihes soffren o orgulbo aos Phari-
seos, que se vaDg'oriavam de ser os mais entendi-
dos oa lei, para nio tentaren tambem a Jess eom
aquella pergunia : da lei f-B sabida a resposta que tiveram, em se-
guida a' qual IJ qoe, por sua vez, Ihes dirigi
Christo a perguota : < Qoem jalgaes que o Chris-
to I 1 Quid vobis videturde Christo 1) Ora, teodo-o
julgado os Phariseos, qaee consideravam puro ho-
rnera, simples descendente de David, qoiz Nosso
Senbor nao tmenle confundir Ibes a grande scien-
cia, mas ainda mostrar-ibes, qoe elle era tambera
Fino da Deot, conobst>ncial com Deas, e a qoem
o propro David, divinamente inspirado, Iba bavia
em espirito chamado Seobor. mallos scalos
antes.
Mas, por querer coovencer da soa filiacao div.
na aos Phariseos, seguir-se-ha em boa f, qae Je-
sushnsio negou se descendente de David que nao
ennsentio charaassem-no Filho de avid ? Qoem
oio v qoe isto nao eslava oa mente divina ? t, de
accordo coro esla intelligen:ia, nao esereve S- Pau-
lo aos Romanos ... Jess Cbfislo, Seohor nosso,
que Ihe fot feito da linhagem de David, segundo a
carne (Ep., I, 3) f E a Timoiheo : t Lembra-le
que o Senhor Jess Christo, que nasceu do sangue
i David... (Bp. c. 2, v. 8) ? E S. Joio, na Apoc.
XXH, 16 : Eo Jess enviei o meu Aojo para
vos dar testemooho destas cousas oas igreja?. Eu
sou a rotz e a geragao de David ?
Entretanto, o Chrisliio Velho, que lomou a exe-
eravel tarefa de deturpar e torcer o semdo das
Kscripiuras, ainda Deste ponto foi fiel aos seus h-
bitos. E porque nesta discassao estamos disposlos
a nao omittir oada que possa pulverisar completa
mete os erros desta homem, addoziremos por de-
mals, os seguintes argumentos de Tertnlllano, ero
resposta a Mareiio:
Refere o Evaogelho que, ouviodo um ceg que
Jess passava, gritou : Jasas, Filbo de David,
lem piedade de mim. Isto prova que o ceg tinba
coma cario qae Jess era Filho de David, isto ,
sabido da familia de David por saa mal.1 Mas
aqueles que marchavam adame de Josas intima-
vara ao ceg que se calasse.i
Sem davida, elles Ibe impnnbam silencio por-
que grilava era alias vozes, mas nao porque elle se
engaaste chamando a Jess Filbo de David. Ou
enlao, prova-me qne elles impunham silencio ao
ceg por saboreen que Jess nao era o Filho de Da-
vid. E ainda quando ousasses afJQrma lo, fra mais
razoavel sappr nelles ignorancia, do que acensar
a Jess Christo de ter acceilado voluntariamente
ama declaracao mentirosa em relagao a' saa
postea.
M?s o Senhor pacientei, dizes iti.
Siro, mas nao ao ponto de confirmar o erro. Qae
digo eu ? Sua filiago com o Creador aioda se re-
vela aqu. Pr meiro que lado, Jess Christo nio
restitoio a vista ao ceg, para qae elle delxasse de
o crer Filho de David. Fez aioda mais. Para pre-
veoir que cainmniasses a sua paciencia, qoe Ibe
suppozesses ama simolago bypocrita, ou ihe oe
gasses a saa descendencia de David, Jesos Cnrislo
confirmou de um modo asss significativo a coo-
flsso do ceg: pela cora de saa eofermldade ;
2* pelo testeraunho qoe dea i saa f. A loa f te
salvou. Falla, Mareiio I Que f seria a do ceg ?
Que Jess Christo descera em come de ootro Deus
para desthrooar o Creador, e destruir a lei e os
Prophetas ? Que nao era elle a vergontea destina-
da a fl jrescer sobre a raiz de Jess, este germen
sabido de David, e verdadeira loz dos cgos ? Mas
ainda nao bavia nessa poca, pelo menos o creio,
cegos igoaes a Mareiio (1), qaa dovidassem que tal
fosse a f desse ceg, qaaodo grilava :< Jesos 'Fi-
lho de David.i
O Deas qae se coobecia, e quera ser conhecldo
de todos como Filbo de David, recompeosou eom
a vista exterior a f deste hornera, mais perspicaz
que a tua, e qae ji possala verdadeira loz, afitn de
eosmar-nos ao mesmo tempo, nio s a regra, como
a recompensa da f. Aqoelle qoe aspira a ver Jasas,
o er filho de David pela Virgem toa Mal.
Todo aqoelle qoe assim o nao er, nao com-
prehender esti palma de sua becca: A toa f
le stlvou. Por consegu ote, permanecer sepul-
tado em orna cegoeira etrea aqoelle qae se
precipita em aotitoeses que se destroam por si
mesmas.i
Nio desejarei que esla terrivel eonclosio se
applique em todo o seo no rigor ao CKrislio Ve
Iho I Ao contrario, fago incessaotes votos a Deas
para qoe o ilumine, a o faca eotrar na verdadero
eamiobol
Em cootlnuago, esereve a mesma pag. 25:
c Diz a lei aotiga : nao juraras falto, mas cum-
prirs aa Senbor os teus juramentos: Jess
Christo porm disse : nio 7'nrit absolutamente
era pelo co nem pela trra. (Math. C. V. v.
v. 33a3)
Breo, grite o Christao Velho, nio sa dava jurar
absolutamente'.
Pois bem : (Joroello a Lapida, que Ihe continua
a dar ligoes, ji qoe para taoto nio teobo aotorida-
de; e o leitor que coatiam a observar a temen-
d. de com que o Carialuo Velho cita a reaiaa os
textos do Evaogelb I
Falle a Lapide :
Kgo autem dico aWt, on jurare ormino eque
per clum, quta thronus Det est; eque per terrant
quia scabellum est pedam ejus; eque per Muroso-
timam, quia civitas est magnt regs; tuque per
eaput tuum juravens quia non potes unum capil-
lum lbum facer aut mgrum. (S. Math. V. 34,
35, 36) iEu porm vos digo, qoe absolutamente
nio Juris nam pelo co, porque o irbono do
Daos: era pela trra, por joe o asseolo de seus
ps : nem por Jarasalm, porqae a cidade do
grande re: nem juraras pela loa cabera pois ni
podes fazer qua um cabello ten seja branca oa
negro.
Aqu Jess turista explica e completa o segundo
precello do declogo sobre o ndo i'iirar em too,
qne os Escribas, e Phtriseos expllcavam mal. Pri-
meramente, diilam qoa o juramento permaneca a
obrigava, quaodo se faxia por Daos, a sa lavocava
o seu testemuobo; nao assim, porm, qaaodo se
razia pelas creatoras. Cbrlsto aqu eosioa o con-
trario : oas creaiuras sa Intoode o Creador; ellas
foram credas por Dos, a teodo o qoa tem
huveram de Deus, a ludo o que ellas sao de-
vera a Deas: e por contegolnte aquella, qua
jara, cita a chama a Deas, que a primeira verda-
de, como testemuaba de seo jurametti. Jurando,
pois, pela erealura, on faz da mesma um Deus, o
que um crina de idolatra; oa torna-te oecessa-
rio subentenderse Deus como Creador. Em se-
gundo lugar erravam os Escribas, quaodo jolga-
vam qoe oeete preceito s se prohiba o perju-
rio. Pelo eonlrario, Christo ensioa aqu qde Deile
se prohibe lodo o juramento, toda a irreverencia e
abuso do nome de Deus. Era larceiro lagar eosi-
oavam os Escribas que aquella que jurava pelo
templo ou aliar oio fleava obrigado ao jorsmeoto;
mas o que jurava pelo ouro do templo, 00 pelas
dadivas do aliar, ticava obrigado, porqoe esta
ouro e esta dadiva ceda em provtiio do Sacerdo-
te ; mas Cbrislo refuta os. (S. Math. ca. XVIII v.
16.) Ego culem dtcoaobtt.nrm ommno. Eu porem,
vos digo; iiueabsuluiamenie nao Juris. Dest&lagar
os Paiagianos, (segundo o lestemunho de santo
Agostioho oa Epstola 89, qoest. S) eusioaram qae
nenbum juramento era permetlido aos Cbristos. U
mesmo peosaram os Waldenses e Wiclefistas, como
se evidencia do Concilio de Constanga, e boje pen-
sara lambem do mesmo modo os Anabaptistas, qua
recusara jurar em juizo ainda obrigados pelos
Joizes.
E' islo por certo um erro de f, eondeonado pelo
uto constante da Egreja, pelos exemplos do mesmo
Deo>, do Apostlo Sio Pao o e dos Sanios que
jorafaro, como se v do Psairao 109, Romon. I, 9,
Pnilp. 1, 8, 1 Coriotb. 13 v. 31 a em outros laga-
res. Isso mesmo reeonbece a propria razio; por
qoaoto o juramento a honra de Daos, como pri-
meira verdade, juramentum enim est honor Dei,
ut primaverilatis: jurans enim tnvocat Deum in
testen, quasiprimam el infallibtlem veritatem. Pelo
qoa o juramento um acto de religiao a latra,
actus religtonis el taina, se, codo ensioa Jeremas,
C IV v. % feito em vwdade in venate, isto ,
para qoa nao se jora falso, a em iu&ttea, et m jus-
tilia, para qae nao sa jare o qae tajaste oa
mi; e era jaizo, in mjudicio para qae nao sa jara
temerariamente sem alguraa uiiiidade oa oeces-
sidade.
Piris: .Como, pois, Christo ordena aqoi que nao
se jure absolutamente non jurare ommno i Res-
ponde ero primeiro logar S.Bernardo, Serin. 6 in
Caotie.; dueodo que isso oio preceito; lio
sroeote conselho. Em s*gundo logar confessam
ontros que preceito; mas qoe prohibe to .rnen-
te o perjurio, isto o juraraeoto falso. Em tercei-
ro logar, julgam outros que Christo manda que
nao se jure absolotameoio non jurare omnino, pe-
las craaluras, reas tmenle por Deus. E esta a
opinio de S. Jeronysno.
Manda finalmente Christo, qoe nao se jare abso-
lutamente, non jurare ommno: primo, perqne,
cuido diz samo Agostinbo (Serm. 28 de Ver bis
Apostoll): Falsa juratio exitiosa esl, vera juratio
piriculosa esl, milla secura est; o jurameolo
falso prejudicial, o verdadeiro perigoso; o mais
segaro nio jurar. Secundo, absolutamente, isto
, quaoto era ti couber, oe procares com ancla;
oao ames, nem desejes comocousa boa, e deleitosa
o juramento. Ouinmo, ti est, ut quantum tn te est,
non affecles, non ames, nec quasi pro bono cum
aliqna dilectalione appelas ;n> jurandum. Como
diz sanio Agoslioho de Mendacio (lbidem.)
(rontinuar-si ha)
s?
(I) Nem igaaes ao Qhnsto Velho.
Fublicacoes a pedido
ii'iumphos recentemeute olidos pelas
preparaces de veame, feitas pelo
abaiio assignado.
O Sr. Jos Lniz Salgado Accioly, erapre-
gado da thesouraria provincial, sofria serios
encommodos em sua sade, pr-venientes
de urna fstula qne tinba ba amito tempo ;
e, depois de muitos remedios que bavia to-
mado, os mdicos com quem se receitra
o acoDselbaram, qae nao tratasse de fecha-la,
pois que poderia ter fatal consequencia. Re-
solveu-se a experimentar o xarope alcoolico
de veame: lomou urna garraf.i, foi esla
sufficiento paja tecobrar sua sade; a fs-
tula fecbou sem que fosse preciso usar de
remedio externo.
Estando eu na thesouraria por occasiao
d'uma arrematacao, e contando-me o mes-
mo senhor este facto em presencia d'outros
senhores empregados, eslava tambem pr-
senle o Sr. Belmiro Augusto d'Almeida, que
responden ao companheiro : Voss foi fe-
c liz com urna garrafa que tomou, e eu j
< tomei duas, e nenbum resultado obtive
c de exostosi e escropbnlas que ha tres an-
c n ossoffro. Pergunlei-lbe se liaba com-
prado em minba botica, respondea-ma que
nao ; disse-lbe que pelas prepararles feitas
em outras pbarmacias ea nao responda.
No dia seguinte procurou-me e Ibe vend
urna garrafa ; osoa e sentio maita melbora;
comprou segunda e acba-se completamente
restabelecido, gosando perfeita sade: as
escropbnlas fecharan, e os ossps crescidos
pozeram-se em seu estado natural.
E' exacto. Recife, 11 de dezembro
de 1867.
Jos Luiz Salgado Accioli.
Belmiro Auyusto de Almeida.
O Sr. Francisco Xavier Cavalcante Lin?,

i
.-



A V
1 A*k4VTM M
a
tarto 4c ri
ENGLISH EW1L
Of 10 u* J^eiro Limita!
tU letras da praga i cn-
venciona*;

I
morador oa roa Imperial n. 8t, tcndo rece-*
bidr/ d*um seo am:go uareseravo omito
doeflte,' CQtn o tratamente qoe se Unlia*
applicado, passoo a poni da ter bydrop-
sia g%rt,rsps e pernw rocbtdos (aaaiarc),
ventre crescido (sales) e agua pa.caytlade Rec-^oo 4
de ambos os peitoa, e se m obrtgado a nao pras^ fixo.
poder deitar-se com granle ndedad>;j\ ^ fj|U ^ ^^ js c. ^
mim recorreu, eom os pos refrigerio e>. >rmCj,,ael ^ E cias Ba.
dissolvidos emmM.depantasemolientes,V^ .enoa-Ayrev MontevSo, New-York
e o xarope alcoohc6.de veUrae e pUMM to New-Orleans, e im.ue carias de crdito,
mesmo, se restabeteceu. Este escravo seu'
seohor receben e veadeu.
Mi
AYISOI
Oaaimta letra 30 de Jamelro de i88.
S: GIIIKT/i .71JX OVSV
Para Lisboa
pCOMPANHIA PERNA
DI
1 Ra vega ci costeira por vap#r.
em ceota eorrtnte e a.paral)ybl) alal, Haoo, Araeaijr, Ceara e raVroio.
Val MfelP-com breidde a bare. porlogoex
Pereda Borqei, por ler ama rinde parte da sai
carga promota, par o rest.ote e p.ssageiros-tra-
ta-se con Ollvelra Filbo-t & .Cj largo do Corpo
Santo n. !, oa com o capuo oa pr.c. do com-
. E' exacto. Recife, !2 de dezemtftd de
1867.
c Francisco Xavier Caoalcante Lins
para os meamos lugares.
Largo do Pelourinho n. 7.
""*
AI.FANUEGA. ..
Rediownto de Ju la 28......... 1*94 195
dem do dh 29............... 7.C5i547
Fado igual j4 se dea com nm escravo do
Sr. Ciernen ti no,' o qaal flz publicar; e oatros
muilos que r}iso d mencionar para nSo me
toraar polixo.
Recife 12 de dezeuibro de 1867.
Jos da Rocha Paraah ot.
ta* ATTENCO
% ** Xarope alchooiico de veame, prepa de
pelo pharmaceutice Jos^da Rocba.Pararlos,
estabelecido com boticana roa Wreit o S
em PerDambuco.,
Este xarope ncontesta velrjGeBte Lperioi
a todos os zarapes depuraiius, de uja coa-
posicjfo o seunnior elemento a salsa par-
rilba, pols que se tem couheciduet vea-
me mais eoeigico pira a prom i;c ra das
molestia^ cuja base essenciai depende da
purificacJo do sangue;' assim, pois, se tem
verificado, por muitas pessoas ae se acha-
vam desenconadas, as quaes acbaja-se hi je
lestabeleeidas eom o referi lo xarope alcoo-
iico de veame : entretanto que alguns, ten-
do asado do xarope. du.Cuzyoier, de Lar-,
rey, de salsa p irnlna, de saponaria, oleo
de Ogado de o.icalno, e outros agentes des-
ta ordem, na la conseguiram. E' elle d*
fcil digestSo, agradavel ao biladar e aool-
pbato. Alguns me li os desla cidade e da
de Macei o tm recommeadado -para a cu-
ra das
Impigens, thha, escrophulas,
Tumires, ule*ras, escorbuto.
Cancros, sarnas degeneradas, flus alvo
Todas essas aEfeec5es provm de urna
causa interna; bao ha,, puis, raziSo ajfeuma
em crer que ellas se pudem curar c.hh reme-
dios eilernos. Tatnbem se presereve o xa-
rope alcn das auVces do systema nervoso e fibroso,
taes como :
Gotta, rhaomatismo, paralysia,
Dores, impotencia, esterilidade,
fc Marasmo, hyoo ondria, eramagrecimeDto.
O xarope alchooiico de veame sobre-
todo da maior otilidade, para curar radical-
mente, e em pouco tempo, o rheomatismo.
Adverte-se qne o verdadeiro xarope so se
vende oesta cidade na botica acuna indi-
cada, do abaixo assignado ; e em outra
qualquer partn que se tem anrraechdo nao
da me-ma composi(3o, e nem o abaixo as-
siggnado se responsabilisa.
t;;
9S#7W
Mjv!mnto dallrandeg.
Volarais entrados cjm gttMOS-- -r
Volarees libidos eom fazendas...
t eamgeoeros....
27-1
-----
16
147
-----173

Pebre e sezes. Caris admi-
rareis.
O Dr. Egbert Simms, amigamente um d s
membros do collego mlico de PilaJel-
phia, e preaenteroenle um dos mdicos o
mais popular em Mmnesota, escreve a um
ami?o em N iva-York, que as pilu'as assuca-
radas de Bristol, esto prodizindo maravi-
Ibas naquella regan em casos de febres e
sezes, e febres beliosas e-interaittentes.
O extracto s-guinte de suas observacoes .'ci
publicado com a devida permisso de t^l
amigo, quem for dirigida:tc-tmo Vmc.
sabe, eu sou mui pouco amigo de remedios
annunciadns, e principalmente plalas. A
maior parle dulas para uada prestam e mu-
las s5o periaosas. Porm as pilulas assu-
earadas de B-istol, formam urna honrosa
excepcjSo. N3o se podia desej^r me hor p-
lalas para o uso de familias. NSo ha segun-
do nao me engao, em toda a pharmacnpa
cousa que com ellas se posssa comparar;
nem isto anda tudo; as qoalidades ami-
binsas das pulas as tornam um remedio
positivame je iaestimavel para a cura das
febres biliosas e intermitientes e sezes, I3n
communs nesta la tita le. Eu as achet d'utna
eficacia exc^llente ao curativo de febres,
calefrios e sezes. Ellas s5o ta ito (-picas
como aperientei. e podem ser administradas
eom grande vantagem, naquelles casos en
qae os purgativos drastic s poderiam ser al-
tamente perigesos. Ellas se acbam metti-
das deniro de vidnobos, e por is>o cooser-
vam-se perfeuas em todos>os limas, Em
todos os casos aggravad'S ou provenientes
de um estado impuro do &augoe a sa sapar-
rilba de BrM I, deve ser lomada conjunta-
mente com as pilulas,
Vende-se as pbarmacias de A. Caors
Barbosa & C, J. da ConceicSo Bravo & G
M. A. Barbosa, P. Maurer S C. e Barthulo-
meo d C
Decarreyam bojt 30 de Janeiro ,
Logar portoguetJ/io mercadorias.
Patac-io'lngle Siten f.alhenne dem.
Brigae inglrz-Luj'ron'a-ileai.
Ungue mgln-H'nriHla Grcn-bacilhAi.
Patacho lpg!er-Hiirfciltm.
Rarr IngieraRosmon4 -mercadori.
Papacho Oolstnsejj-'af'"''a fnarqae.
Patacho tispaobdlrrIndio dem.
B re ingl^xaFtottng Qovd -car#o.
/tSOBEOrtlA DKKKNUAS .^4RNAS
GFHAES
Rendxento o da 1 a 28.......... 31:91^71
llera dodia S9................. 1:3810
~"33:ToTAoe4
CONSULADO PROVINCIAL '.
(tecdimeoto do-lia 3 28........ Ii7:6i0\l7
dem de da.29................ 1:708*001
A carac.
O vaper Piropamn, mman-
daute Torrea, seguir' para os
porto* sama oo da 30 do cor-
reate as 5 horas da hrde. Recebe
carga al o ia 29. eocommeoda,
pssageir-ae dinVir a Irt t o*U da^anida
al t borai da tarde, do oscppfi-rio do Porte do
nuifB. i._____________
GMPANHU RliASBCANA'
tSavegafdacosteirtt-por twpor,
Macei escalas e i eoedo
O vapor Potengi, comajandan-
pj eteir, iHgaira' .para os por
tos cima no da 30 do Qorreale
as. 5 boras da tarde,. Recebe car-
ga ateo dia W, enemroendie-
pawageToe e diaoelro a freteai* as 2 horas da
lardn do da da aabida oo eacfMMrJ do Fbrte
do Mitos n. 1.
LEIL01S.
roMPASiulimuiB(ri:m\
?av
DE

esm
MD7IMENT0 DO PiTO
Navios entrados no da 29.
Pono2s das, bj,-ca portugea Nuco Silencio.
de 336 toneladas, cauii) J.i- Aatouio Pcirreira,
eqip^gt-m 19, carga sal, viubD e ouiro gene-
ri 8 ; a Onveira Pilho & C.
liba de Sanago (i'ctn-Ui)9 das, payano,n>e-
ricaoo osa Btlitr, Ja' |0K tjDelad'1, rapuiwj
Chsrles Xftson, eijaipagem 24, carg ll barra
Com aieit le plt ; ao rriesmn capio.
Navios sabidos no memo di".
Araeaiy_Hiaie brasileiro Novo InvenS'V'l, capllio
Joaguim Anlouio dj Figueireflo, carga U.ff;rBO-
les gen>rn?.
Araraiy Hale brislleim Uaria Ametvi, capilj F
T. de Assis, carta diff'reute geasros.
D>h'a- lliii-' bra-i'firu Protector, capillo Jtaquim
LuizGjngalves PrQa, carga vario geor-ros.
Rio Granl do SolSumaca braslleira Pelotete,
capilo Cuflodio Jjs dos Santos, carg assuear
GDservagso.
Snspendeo do latparao para a Bihia o lagar d-
slez Maanee, capKaD Toratoo, com a mesma cir-
ga que muaa de Liverpool.
JDECLIEAOSS.


GOMMEBCIO.
PRAQA DO RECIFE 29 DE JAwEIR
DB CtacL'g fliciaeg di junta de corre'or:s
As ii horas da vra.
Algodio de Maeei 1* sorto 9*000 por arroba
posto a burdo.
(Hoolaro)
Algodo da Parahyb I sorie9*0 0 e 9*00 por
arroba poto a hjrdo.
dem dem 2 sorte 8*009 por arroba pwtoi
bordo.
Ac^S da divida.pablca7S880 cada urna.
Cambio sob.e Loaires90 d/ 17 Ij2 d por i*
/.sede Aquio Fbaseca
Pr codele.
Friiclseo Mamede de Almei Ja
Secretarlo
Nevo banco de Pernambuco
em liquidadlo
Os possuidores de notas da emisso do
banco pieiraa quaoto antes apresenul-t
a| troco.
Caia fiiial d bahv.n do Brasil en
IVraaaiaaeo
De ordem da dinsctoru se faz. publico qoe o ibe-
seareif o mpeeMVft paga o 28 dividendo das ac-
efca do oaoco d i Bsasii, loJalisaddg nesta cala
a rail > d t J* por aceao.
Recife I d, eelro de 1868.
O Boardalivroe
Igoack Nooea Crrela.
t EM LIQIDSCO
Novo banco Os Srs. accionistas podera aceber o I'
atvidendo(era moeda corretede 10Vado
pkal Msiaoomo o l.*tta 30 o/o. e o 2.
da 4/a, j anouooiados.
Cnsul i fio provincial
Pela mes do Cotulado provincial se f' publi-
co que oo lia 20 do crrente mez se priECipiaiu a
contar os 30 da uters marcadas para a cobraos
a' oocc do cofre das rrapdstos de 4 0|0 sobre os
estajelecimfOtos de cmimerclo tora da cidade,
preosas de algodAo, lyp'.'graprnas, c'uchciras, bale:
qins. tinieis, casas de p.isto, cavallarlas e fabri-
cas de 8-Ojo sobre consultorios mdicos e ciror-
nicos.csrtorijs e esenptonos ; de 20 OrO sobre os
H-tiOelecimeotos de commercio em gresso e a re-
tarho, armareos de recolher, de depusitos e trapi-
che; de 5t* por casa de modas de 30*009 por
casa d biibar; de IDO* por casa de vender roo-
oa, sel ios e obras de marrioerna labricadas em
paz estrangeiro, de cerpra e venda de cra'os
oor ca^la eurretor commercial e icenb s e leiln,
4e 1:000* por csa -d operr;5es bancams coni
emissese previiegos ; de iOO* por easa de ope-
rares tiAne.aria* com emis-eo e sttn privilegios,
companblas anonyraa* e agr-oolas ; de 21*0* p"i
easa de cambio ; d 3*'* por escravo empri-gado
em servico de Ivure'ilga ; de f 0(0 por lon-Ud;.
de lvaren?3S e canoas abertas ; de ?* per egera-
n aanhador, c por lote, saveiro on baireira-; de
10* por cavado dealenoei; g* por cavallo >
sella particular ; de 8 0|0 pela veoda dorAapim d>-
ulanta, eo de carros, carri'Qis e oumihas perteo-
eeatfg ao anuo flaaocelro de 18 7 a 1868, e lam-
r)=m o 1" semestre do imoosio de 20 0,0 do cudo
modeagoardeflto : s;i]-itsnd -se a malta de 6 0,0
todos os d-hiios que forem pagos depols de Ondo
os ditos 30 das.
M?a do coosaiad provincial 13 de janeiru de
1368.
Fraocisco Amynihas de Carvulho Jfoara
__________________Administrador.
Santa Casa da Misericord
do Recife,
Alllma.Jauta administrativa da Sama Casa de
Misericordia do Recife mauda fazer oublico qn
a saiaJe suassessSes. ao da 30 de Janeiro p. pe-
as a Horas da tarde tem de ser arrematadas :
|uem mais vaoUgeas offerecer pelo tempo de a a
a tres annos as readas dos predios em segcid
declarados:
EatalK'.lecirnenlos de caridade.
Ra do Padre Flonano.
Gasa terrea o. 17......
Ru larga do Rosarlo.
Terceiro andar do snhrado n.. 24 .
Roa da Gloria.
Casa terrea n. 26.......
Roa da M da.
Primeiro andar do sobrado d. 37 .
Sgnalo andar dem.....
Lola idem........
Pati'inB! de orphes
Roa da C Sobrado de om audar n. 63 .
Ruada Madre de D.-us.
Casa t.rrea o. 12......
Roa do Amorim.
Casa terrea o. 26......
Roa. do Viga rio.
Prlmeiro andar do sobrado o. 27 ,
Roa daPobte Velba.
Casa terrea o. 29 .
Raa doilar.
Casa terrea o. 104. ...
i asa tarrea n. 9. ....
dem b. 94......
?itio o. 8 no Porno da Cal. !5o*ikk
As arrematacies serao.feitas pelo tempe de un
a tres annos, devendo os-licruote*' virem aoom
panhadis do seas fiadores 0U: munidos rdt erts
petes.
Seeretarfs'da'Santa Cisa da Miserrcordla!
Recife' 22 de dezembro de 1857.
costeira por
Rio Formoso.
O vapor Uamangtiape,
eomroaridaHe Costa, se-
guir' para o porto ci-
ma.ao dia i* de (e*feio
a<* 4, tiaras da mamugadi.
Recebe arjia, paseg.ei-
io", riiorB*eoOas di-
riDt-uo a (rete uo e.icripiorlo do Forte de Matos
n <___________________________________
CQmPAKKIA PERNtiVLBfJCARA
DB
IKafe^aeaa cosieira par vaper.
Goianna.
O vapor Parahftha, eonniD-
dinte MeHo, spgiiira' para o por
11 aeln a no da de fcvfrehv as
9 horas da nolte. Recebe carga,
en'.ommeoda, passj'geiros e d -
oheiro a fete, oo escritorio, do Rsrie do Matos
d. !.

de quem.
to oa roa V el ha d. 27, defronte dj becco do Ve-
ras, teoda os commodos segnintes : 2 salas, 1 ga-
binete e 3 quirt r no 1* ao lar ; 2 sala, "t qur-
tqs ecosthha no'2* andar, qolbiai murado e ca-
cimba.
Sexta fe ir 31 do correte.
Mo armarem *i dlt > agente a ra da Crtu n. 62
1* aodar.as II 1(2 horas.
ammJ iiJUii-JUi-lLlM LaswwwW

Paia o Porto
sane em poneos dia> o brigue Boa te, recebe car-
ga e passe*Kos : a tratar eom os consigeatartos
Carvalho (S N^oeira, oa ra da ftitrf>ttf 20.
COMPARHIA BRASILEIRA
DE
PAQUETES A VAPOR
DS portos do norte espera-
do a t o dia 2 de fcver>iroo
vapor Paran, conim.iadaote
o cpilSo t-iiiiii wd Ra;
muodo de Faria. o qual de-
poi- da demora do coilume se-
guir' para os pirlos do snl.
De-de ja se rerebem passageiros e eng3ja-se a
carga qae o vapor poder enndutir a qaal Geveti
ser embarcada ao da da -ua chegada, encommen-
d.-is e diuh-irn a fretc at ao -'la da soa sabida ae
2 horas. Previne-se aosSrs. passageirrs qo--saas
pa^sagens s se recebem fiesta agencia ra ds
Cruz n. 57, prlmeiro aodar, escnptorlo de Anto-
nio Luiz de Oliveira Atevedo & C.
COMPANHIA SRtSliEIRA
DE
Paquetes a vapor
Dos portos do none esperado
at o da 7 de feverf.jro o vapor
Cruzeiro do Sut, commaudante
Alcoloradn, qual depois da de-
mora do costme seguir' para
os |i'trios du >a\.
Recebem-se desde j passageiros e enRa|a-se a
i-arga qne o vapor peder eondozir a qual devera'
*er emburrada no da de sua ebegada, enmrr men-
!*k e diohiiro a frele ule o da da sabida as 1 no
ras. Prevjn-se aos Srs. psssageiros que suas
pa'sagens s se reeeriere ne.-ia agencia roa d*
Crn n. 57, i* aodar, escripi.orie de Aatonlo Lu?
de illiwpiri Afvi-nn xfi C. f
DE
Criada
Precisase de urna criada pira" ehgdmmar ew
slobar para casa de pequeoaiamtlia eetraag^iM :
I taalar na roa dg Traplch-:- D. 0. ,
I

'. presento para meninos.
. O Alpbabet P&rtW.iiW' Rlatrado, con-
tendo rjimeiras npSes de religiSo, urbani-
dade e historia santa: i elegante Tolome,
com numerosas eslampas.
IgOftO rs.
LIVRARIA FiUNCEZA.
A lava, fllhoi, genro a euohados do finad Jo-
s dos Santos Naves agradecen) cordlalm.Lte a
Quatro oo mals cavallos em boas carnes proprios ,od*8 M Pessoas qne se dignaram assistir as exe
para earrw, diverses movis noves e usa- Q<"*. lw alma do mesmo finado se fleram
dos, relogios de ilgibeira de onro e praia, ap- n* 'rf'! da 0T<^m ^F^r* "o 8 Fraocisco, e de
paremos para .tonco I Jamar, tndo ao correr Z^ llS,eq.?l.d-. M*,"r'" ,"<' '
do martello. (setimodia qae por klms daqa-lle 8a>de'sefta de
nnjr .resarateapella-doceaiieerio-poblica, as 7 horas
"w, .....da manhaade sat.haio jo rtB fM,r^jr.
No armazem da rus do imperador o. Ib as II mi^^^^mmi^^^^^^i^^^mmm
Aeris psjoragjote Mar Mas.
'
Jft um
snbrada de doos mi res
LO.Hl
DS
RKIiOdOGIRO
Vistor Grandin
O agente Pooiuil veBdera'em leilio por conta o |A. R d t adeia 4a Ka<-lf* H'Jft
le nuem perteocernm sobrado de dous andares si- ** ** B0II6 Jfc.19
AVISOS DIVERSOS.
O proprielario deste 9tabeleci-
meotA, premiada com a tn^daiiH
d. .ipo.-i^o universal de Par-
no auno de 1885, tem expo to a
venda em soa injj, ora gTindf
ai ti meato-de reiogie piraalgi-
beira como sej*ro : de. oaro e
praia, seodo dos melhores fabricaotes, de pa d
tes ingleies, snissos e orisootaes. Tambera tem
urna grande qoanndade de relogros parra parid-,
e qne hatem oras, ditos para embarcares e para
cima de mes, todos estes relngios sao dos mais
bjiiitos model *. O mesmo concerta relogios de
todas as quadades existentes, as-im como tam-
bera concerta ebronometros' de alglbeira e mariti-
IIO fia Ail 1*A ES
16Roa da Cruz16
Ha diarl Ltn-nte oeste eslabelcimrnto om sor l-
menlo de dotes para cha, po-de-l, bulos inglezes,
pothosj fiambre e fst'cls de d;ffereBles qoilf
dad-'S,
Viobos Daos de (odas as qaalidades, enneervas
licores, etc., etc. Recebem-se eocomosendas de
trabaibos proprios de pastelera para grandes jan-
tares, bailes, casamentas e baitliados, haendo
para i?;.enfrias anal ga-, b nltjas de bpRuhos,
taoto de armaclo como sem ella, jSo de Id de-
corados, seceos e oo'.os bolos do t0uita-efpeclaes
dirferenles.
O duoo deste estabeteetmento tem rejslrldo
substituir.as bandr|as as armares de papelSo e
de lolha per armajo.-s de assocsr, com^et-nte-
meote. decaradas,- i,1D|o para .(tovir.ria como
para tora l aran ai i 'amnienoaaJiafflJtcaPdicio
FEITOR.
Precisa-6e de um homem, que entendamos: reoebe empre por tolos os vapores, um
deiardtm e d planas, para un sitio em compirtd sortimentq de correotes e tranceln*,
Olirida nn>rprifldO-v nnrtnffnflr nta lv 8endo ,udo de ooro de ,el e de mi-los .n
uimaa, petertnao se ponagaez. nesta ly- moderoos,*ssim como diversos objetos debijou
pograpiita.
tprl d>i<'mi tl'iititne p midornoe e.istoa.
A extrarcao da lotera S'sera' nodra lrde fa
vereiro, pelo novo plaoo.
O escrivao,
Jos Pedro das Weves.
- Prielerirr Kit?, subdito altmao, vai piri'f.jjJ^J**^*^
o Erados Uriios a negocio. ''
/- Preci-a-se alagar -emivesm va par.-todo o
servico de c.s. e ra : em Fora de Portas ra do
Pilar o. 76.______________
0 6r. Mu o L'joIiuo Pereira Giraldes,qnel-
ra ter bontade de app.reeer oa ru* das Crazes
n. 30, t andar, a negociada seo lateresse.
nadas.
Tambera nesle-msmo esial.elecimento comprase
pevide de miOanoia^a WU.). \
A. fe, Pereira do Carn Xmodioor mt
raudo nwaobiadoo. ti da ra d. S
OOr
est am
ln>pefatriz.
l)iJJUf> K-'OII!U-B S Aulllnll.-, II O'll.-iH
mente consternado pla m re de soa noica til lia
D. Aona Pastora de AB1f>de, y ie leve 'ugir no
cidade do Porto, liqolda a -ua casa rommercial oa
m>ma, para thar su. resideocla em Lisboa, para
onde pede dbj* em d aote as ordens de seos
imigo e relaedes eomraereiaes. Lisboa 12 de
- Ha praca da Indipeodeacia n. 33, lojade
onrives, compra-se onro, prata e pedras preciosa^
e tamhem se faz qoalquer obra de encommnda e
todo e qualqner concert.
Offjieertse para en mar em famiPdpl.
nbores de engenbos situados perto das esuoes da
via farrea, urna pesso. legaiuenle babilitada, e
qne da fiadores acerca de sua moral, re*uelto e
boa stid.de, as lmgu*s : tTna,.ita'iaoa, Irspceza
e parluguea.a tscr,v,r, traauir e follar.cm os
seas verdadeiros acentos, ala de-piano, cantona
harpa, e rabeca pelos melhores n>ftnds ; quem
precisar proaaze na rasa do Sr. VieRen,.. negocian-
t. de piaoos, ra do bsperadur n. ao,

Feitor




.
Precisa-sede om. ama. que saibi cmlnhar e
angommar : a tratar na roa do Vigario uberns
n. <3.
Ama
No sobrado do armazem do sol na roa da
Concordia Inda precisa-e alugar urna esorava
uu ama ama forra para o servido de omito pe-
queua fatt'lu, paga-se bem.
Na ru Nova n. 63, d-ja-e f>Har cora o
Sr. 1 aqu o Domingo** de Barro--,. fficial de car-
P'nieiro ebegado do I' rio em tirs do nao prnxi
ata pa>sad'> ; sendo feito este aaooneio pedido
de seu mamo Antooio DoniOKties de Barros, resi-
deute na corta-d>> Rio d.- J^aeiro.
Precisa se de om feitor para om sitio perto des-
Wjpr.r;a : a tratar na ra da Santa Croz n: 9.
Aluga-so a m-ei-agoa cora sotao, sita ao norte
da r.ibricd do gat, com frente para o rio. por 12*
por raer.
Preeisa-se^leamMrTente^ara a boticTda
prieada Boa vistan 32.
OfftTtC se urna ama de leite s^m meuioo :
na roa de S. B>m Jesos das Crionlas n. 5.
Cliocolato YarmiGida

DE
re t-
UM
OftVrece-so urna
Aguas Verdes e. 88.
ama deleite : da toa das
Paga-se bem.
Precisase de om criado b>ro copelro
lielro, prefermjivsf qnn se|. esfangeiro, a
aa ru. dos Torres n. i, and-r.
e bu-
tratar

186*000
301JOOO
19SJ000
%j> 00
WiOi'O
120*0(0
10014000
763*000
0*000
181*000
100*ro0
!80*000
. J5**ouo
. -301*000
DB
Paquetes a vapor
E' e-per;do dos portos do snl
at o da 8 de fevereiro 0 vapor
Guatd, rummandaote o prlmeiro
leo-nie Pedro Hyppilito Duarle,
j !)n:i l d- (i os da d'-mora do eos-
turne fcuna' para o- portos do norte.
Rect-bem-se desde ja pa^sageirus e enpr.ja-se a
carga que o vapor md>r cooduzr a qual devira'
ser embarcada no dia de sua rbegada, oocommen-
ls e diohefro afrete al o da da sabida as 2
hora*. Previoe-se aos Srs. passagevos qoe soas
'assagens s se recebem nesta agencia ra .
Croz a. 57, escnpierio de Antonio Lus de Olivei-
ra Azeve'u ri C.
Illa de S. Miguel
A barca portngoeza Parary, tem a maior parte
do seocarreeamento prompio e para n resto e pss-
-aiiros, paraos quaes tem bellos ommodos Ira-
ta-seom o seo conigaatario Joo do Reg Lima
a ra do Apollo o. a.


Gompaabia americ e arasileira de
na^oates a v^poi-.
Al o da 4 dn fr-vereiro e-pera<0 ^os pr.rtos
do ,-ul o vapor'americano-"isMggiuei o qual de
pfls da demora do co-turne r para N W-
Yo k, tncande bo Para e S. Tmoa, para fr*-tp*
pa-subiros irat se era os agentes Henry Korler
& C, roa do Trapiche n. 8. .
Tboraai -Antonio Meie| onteiro, repassado da.
mais pnigeuie dor, convida aos a muros do conse-
Mii-iro Antonio Pengrioo Haelel M i tero na rao
de liamarar, hUeald/l em Lsboa a 5 do cirr. ro-
le, para assisiirem a urna mis-a que manda rezar,
na matriz da Boa vi U oo da 3i do correle pe-
la- 7 ti" d manilo* m -rTratm d %>i alma.

Beoto Jos de M os seos amigos e do Hoado Joaqmm toegalves
Salgado, a arsislirem t om memento qoe p.r soa
alma tem de tata* >e Ba ordem te-erira do Carm<>,
amiaba 31 do carele pelas 9 bor.s da raa
tita
Precisare alujar
ora escravo para ser- $o .rdinano de urna ca-a,
roa do Imperador n. 19, 2 adar.
Prrcisa-se de homeio que leudo % nariilia-
c5*s necessar.s possa e qoeira seguir para o snl,
em logar de om designado: na ra do Apoll
n. 36 segando aodar csa da >sqna.
AM.aiQ- Xnueade Castro,
Desde 8S7 que sao as tabellas 'lomfcidas
appjicadas em Portugal,- como-o remedio
prompto e effica,. para a expulso-daiJom-
biigas, qoe lo gravespadecimentosausam,
erjoe qeasi lempre se suppoe eHas> a ori-
gem.
.Este virmifugo prefervel a.qualquer
outro pelo sou agradavel paladar e fcil ap-
plicacao as enancas, as qoaes iraralmente
sao mais tacaitaa de emelriante mal.
Fede^oso de Pernimbueo
A plaa, conbecida entre nos sob a de-
nominacao d-1 fcdpgoso, e to Rio de JaBeiro
o pro incias do sal deste iiuperio pea de
arista de gallo, o tiariduim utissimutn
on iiartdium elonaalumo Sebora, o a he-
hotropinm cartosadium de Man., pftrteoce
familia das boragineas.
O fedegoso considerado, na tberapeoti-
ca pernatuDucana, como urna das plantas
mais recommendaveis por soas virtodes cu-
Fp reSta UO glOriOSO martyro. te, como caitnaute du systema BerroBo, na
jRrZ na iorrei* mfttr/ /1nlPara|ysia asihma, tosse convulsa oiioaiie-
mw> na i^rejri raa^nz ue lucbe> tosses recefllei eantig3Si J2j;8
\ J0S6 O ItOClie. catarrhos polnmnares, etc., eemgeralcon-
A trmaodade de Noua Si-nhora do lerco, pre- lra lds os snUrimentos das vas respirato-
sentememe erecta na igr-ja auiriz de S.oV-s tem ras ;. sendo ora excelieole unitivo para
ohSa, senlo orador da testa o Rvm. padre Aogu-to
Maria Ferrelra Botelho, que pela primeira vez
oe-ta cidade, sobe a iribuoa agrada.
A nonti baver ladiloha e bovo da g.rgaota,
c*~
d s gargantas, exposto
raote a semana.
Sua efficacia contra o ttano ou espasmo
incontestasel, e ninguem ba que a desco-
nbeca.
cando ..magemdom..agroSo--s7;to-;rd=;o ^.[T^0 DS 91 i1"" de d-
*muff!3f S?*22T^0*<-oq por ser til buouoida-
de soffredora. preparamos o que aoao indi-
camos, pondo a disposirao dos distinctos m-
dicos, e dos-doentes desta edas notras pro-
vincias deste imperio nossas preparares,
que sao:
de
N'i dia 3 ilo crreme fugio o preto
Joaqn m criooio de 20 annos, alto e secco
do corpo cum o dedo poteg^r da mao es-
carda mm hucado, o5o tem barba-e quan-
no talla adre os olbos como espantado.
Fui comprado ao Sr: Manoel Jnaquim da
Silva Bra^ileiro, como procurador do Sr.
Joze Cirreia Paea. de Gar. nhuus. No dia
; Messnqeries fmflemnlex *****em.camoiie *s.*adi5oh
com-urna troxa ue rorrira.
'4$raiih'ca>s0om I0u# rs, qnem ole-
conp.ftajiii.%
DAS
iJumh pri^isar de oro hornera par. adminis
trar qui.lqaer obia oo estrada, a da que --ja dis-
tante, uUna on alguma f^briea mesas offleina ou
ajudadar nipura c rrespundeote.de todo tem pra-
pea e multe activo e da coBneeinoemo, quem
qoiizer oonmie por esa folba oo deixe na venda
do tidliza oito do Livramento carta psra J C
r..tifica;ao 200^000
Precizase saber o lugar onde existe
o Norte americano H. P. Esiill, elle sabio
deMa cidade no trem oa estra la do sai na
tarde de 2o do correte, e desembaicou
na estacan .a liba, alia tomaram cavallos
sendo um rnsso : Esiill alto magro, mo-
reno, tem oslo s caslanbos e fundos, ca-
bello? castauhos, bigode roivo, falta de den-
les na fente, e as orelhas afleciadas de
mole*iia de pelle; M. Gorry alto gordo,
cor alva erizado, tira os cabellos pretos,
e crespos, pouca barba qnem d'elle aer
Q-ilicia, e enlregal-o a qualquer autboridadu
policial para ser remen ido ao Sr. Dr. ebefe
de p. hcia, recebci a' gratificacio cima
na ruado Tnpixe n. 4H 1. andar.
Foglrara no da t8 do correte', do engibo
ramnata-Mersim, na comarca de Santo Aoio, os
etcrav.is segoiotes : Marcelino, cr preta, altura
regalar, sedo do corpi. t-sta um pouco ac da e gr.ode, olhos fuodos e vermelrvos, Mta de
denles em om eanto da boca, eotis do rosto lustro
sa, rosio sdco, esta hncaudo ep.ucabirba na
ponta do-iuHxo, raaos e ps regulares, per ni*
noas, idade 26 annos. t-m cicatrizas oas co na degas; tem pareles forros em S'pua d'A'agda
Se-a, N'sa Senbora do O', Pedia d- F go Tiuo-
r. regular, sc. do c\,rpo, eotts lS!X lUd?d e en'rani "3 C,aSSe d9 l0n'fOi e desohstru-
nnos, cicairizes as estas, falla om jauto arras-,ent',S' Send0 empregada CCm vantawem Con-
tada ou d-sp^neid,; tem mal na< Cinco piolas tra as febres intefinieoies acompanadas de
^""^M"18 *"** n"na-'eJ.sepba, engorgitamonU de gad. e buco.
si. as 'avirrr^ia? .Saxs i E,,a, ** *>* *?.e S^w
e alto, gaoh. o. ra e amasiada cn om cabr* i proveito contra a anemia ou cblorosey h)-
escravo, eonbecido por Vicente aifaiate. Em 1866, dropeMa catarrho da bexisa, emesmopara
**' l e'crTa Feliciana em sua excitar a menstruaco dtfficil, resuiaote da
A JURUBEDA
em extracta alcaollc, emplaa-
to. ole, tintara, plltolas* xa-
rrrpe e Tinbo.
A JU RUS EDA urna das substancias me-
mesma anemia ou entese;

as. Boga o aba'xo assignado, as autoridades
-polici.es e aos capites de campo, a captura dos
mencionados e-craos, qoe gratificara rom ISQJk
inrto ambos juotos como sahiram; pudendo cou-
doiir ao engentio cima dito, oo n* ra do Impe-
rador n. 77 primeiro andnr, sal* do lado de cae
Viole e D.-uBde N"vembr<\
___Ifonorf AnteinM Our i de Quetraz Barros
a professora pqblica, Eu.i a~Candida de!radicalmer!e, s-m^mtrcurio, todjs as affec-
M" lo Lude contina I. i-i mr i^rilr. ,titm I .-x
a
roa dos Guararapes n. i6.
corbuto. E sobretodo poderesonaatoies-
tias rebehies ao nrereur.o e ao iodureto d^
0 ARllBe VEETAI
E* muito saperior aos xaropes de CISI-
N1ER, e deLAKRUT. Do faci'Wgesio. a-
uradavel ao paladar e ao olphato, elle tura
,-------------- ,,-., ,. mu iui ue iniiK/oimiiuin, o lu-ui iLuini, iuu.is u dlieC-
iL ,DV c"Dlmu',.alf,'i";'r'ar'o'.rmeDtelcoes da pelle, impjgns, alpo'cas tumo/es
llogna frsnCf-za, das i as horas da larda a1 i j l'mv*t ( a dos Guararaoe. n 6 I ulceras, sarna.s degeneradas, escrfulas, es-

<*>
O escrlvo,
Pedro Rodrigues de Sooza
A aixa fllraJ/do banca do -BVaMl nesta
cidade troca as suas notas dilaceradas.
Pelo consolado proviaciai sao chamados io 'os
arjoelles c miribuiute?, qae, por terer cixeiros
BacionAes em seos e>tabelfCimrOU}s, farano iSfoios
das iD>pos^5j8 eoaoprtheo'lidas n(ir''$,i, 48 e
Jt da lu do orcaraulo.l!''nte, a' vi.en pasar o
imposta jddiei'nai de 3 por /. credo> pela lei
pravioCiat o. 7T7, cujo -ia^o para a respetiva oo-
branca a boc do Cifre tuda couloactameiUe r-om
os d>mais imp stns, ora em Ignal cobt.oca, iBOor-
rendo oa moiu de 0 por /. os que deixarem de
s.ti-fizer o m-Miio imposto oste pr.go.
C d^u!^^ orovrnetal de Peroaupuco,. Vi de ja-
Fraucisao Anyoibas de Carvalho Moni.
Pe* *aM*i>jHei.-d<> fdisirielo'di frpgu
4 B-a^aisiej te-Az^ pubMeo a qoeo mw>
pis-a qui aba-sedep.s.iarto boj eaM*.^ rwssapedrez elo catratlo fo ewoorrado iirax
d CemHwio puBbeo, e sospeha-se'' ser orlado
quera-se jerg.r coydeeito a. m-snio oomp*lrec
qee pArVado fHe vera eotreyae.
Al O di 30 do cirrreot* in*i p'ppr,-,-ae dos pe"
tosdu-w>l o.vapoc toeerz.kvam,- cumrMndaot^
Massenel, o qual depoi* da di-mora d c-.siome se- varm C-pUUga em casa de J.ZO Duarle
nuira' para Bordeo,-, losando m"Dakar (Sore) t>
Lisboa.
Par. oodiede, (retes e o -isagens Irats-se
agencia ra do T'apicbH n. 9.
COaPAMHA fERNAMBCANA"'
iKavegvea raalcira par vapor.
Na zar e h do i^*bo.
B1

Eib e.>n-equ<-frla da ponv
pos- t.sta do &aobor->oni J*
>lw- di s P.s.miS Bu r< nvenlo do
Qsaaw.
i-retih
dasNe es.
Grrificaoilo 1000000.
Ainda est fgido desde 21 de Abril p.p_
a pset'P^,conhecido. por Femare, cri-
oadei^je-40annos. alto boa presenca^ sem
barba e com f lia de denles, e b de assoi-ar e carreiro muito alegre e canta-
dor. A' tres anaosesteve em s. Beoto de
GaHnhaii8;).n om doente da f milia de
^^ofSa^.1? W8'''",W1rt.eewdo Santodese-
rm du G>b, na pf..iMar qoera ^^'c-te Juuiwr, a oode. bas-
I vi*g.a Bi Poeow. t.rpaBe*bdo i je ^o* Conh--c'lo por at-r abi o comprador.
fevereiro a- 4 h.ras d madrused, edesembar- Coma'4jme en% feTi-riro p.p. fugira O E-
Pastaxem 300 tor peo. r"'lla de P^squ^iro donde foi remetttdo ao
_ -, ____ niesro" Sr. Ur., e ompradn esie Sr. em
m\ IIVK04
Ftscaiisaco da Aegoe/ii de SdDto potassio
Antonio V ttteife |
O baixo nstigtfi, para que coegoe ao coabe-, P*8 ?e*m!la?oa |ara Ioiist>riga.
elmeoto dos interesados, e nao alleguem it-norao-l Preparacau a mais segura psra a a#olaii eum-
ca, prlo presente fax ver a todos os proprieurlos, "l''u ,,as l^mbrigase ouiros vermes^. .caire-
idmimsiradores de Irmaodades, contrarias reft-;**r os ioo-fOeoienles que se t-ra dado rom ouiras
glos?g, cooeot-s, ordens, casas nab udas e ierre- i prepara^oVs', Sao de gra.de aecac vwM'iva.
oos dfvobrtos dest fregoezia, que l-m di dar *rdav)is ao paladar e compalive* cu, mn.s as
comenmeoto o osensto na p >t9 a- de O de hdese eampleiedes, variando somente oaqcan-
ooembro de 183S, arts.'!a>'8*, que se retVre a lid.de.
Hmp-z* pnblieaeqoe pe asegunda vez chama a1
ait-ecaodos ysraos paz. a referida p.*tor. Lans- XAROPliESALSA PARR1LHA OOPARA
enpte oeste Dmno oos n. 5.6, 7. JO, t i e ti do! on
oTrvBWaooo; seodo qoe para se dar cumprlmeo
to a limpeza das tasas Urna eoocbde IS dus de
pr*M (mareados na mesma postura) e para os
terrenus de vollos ti a tilm. Cimar. pedei coo-
ceder sos roieressaflos a lic-o.a para poder uro-
ra-lo", dveodo impetrarera a iue>m* Iro-nca quao-
to lotes, adverte que fiodo u 3 lus (contados
de-la dau) proceder, ceutra os iufraciores
forma porone mano a dita postura.
Recife; 901 tfo-tirtrgmrortWfl8
Ctetano Pinto de Veras,
FiscaL
na

i* I
----------
Marca S8pu0ve eaUrein algum eagenbo-
di> roenfir<'Coaa -fwr.i. ou s-guiAi i Sarra
Mod. fregoezia de,Bo. rJ^iTrSi^sTS&S^^ doTebt,ira;and f-tava cons^temenie
to o. carB, e p..rtprar.rir-,e eoraPos eiVs'?l *.^-.IWto -a autftoradadee^ pofc-
natar na Ti.imaz oe Aqorno P.neea C, cu cim eua* aspue de Campe a sua apreaeosao

rit^- vobo.
Jeronpn 3ot torrtvri,
sucdelcgddu soppleuie.
o capiJj D. praei.
. de levar ao caes do Apollo n. 57.
MU I)
Azevedo Imito
ua (i** Qeimadon.%1
VENDEffl
Teibados > fi^ro nalvaonud Caono de i-hoTbo d* lodae as tmivu.
Barias fsiaob*.' de H*os ne \aeMnhos.
Tn-oor.8 par. enarenar balado de todas if
grossnras.
Salitre reDotdo de Londres.
Breu ei X'fre.
ftaco em tlh. .
Mmnhos par. reflnscao d todo* os Mm.nbos.
Bridas, esporas e picadeiras de jjoca.
KI'llATIVO HO SA.\CiJR
OSADOS NaS MOLESUAS DE PfiLLK.' IMPMSN,
nOHBS UHElttlATlCaS KULCKRAS VKMHSA8
Pll-t l.XS A\TI l'IHIOnCt AH
Ctinir as febres ini-rniieutr*, n ezee
n zpL ara ai wrunsutt
O AIuLUiNiU' lem arcu directa sobre os
centros nerv .su, e por islo faa tiornitr sero
determinar aftliienfia de sangne carehro
como o opio e substaaci.is simple querelle
se extrahetn. peto que o sonaoo Uaoiuillo
> reparador, raima a toase as bronemtes,
e tiHiderd'os aecessos deasthmaedatosse
couvutsa.
TODOS ESTES MEDICAMENTOS SAO Pa8PARAD0S

Jia-juim ifimmda P1M1.
PBAKM ii EHJTI O EM>RNiH1JCO,
Ku> itt-|a de Kesarid N. (0
_________U H aa aictctie p ikia.
Preeit se f.Hijr
Boma. 0-oUv.r' ppma (&
Bcme M-ria.a, euo fui fiera, o ex i.%e*>et.r do
.r?? dn minilii, .mi npij, rtH r ^-,.
r Enrii^nnoH.d'iobm, hh M ,vei,.
ida-: Br q> eo-la o-f (rroii oooM^DMoes ao.q.jMe
o.Maeaw d> ir ao.P- ru aa.taawfrorirtMio a
eorrpanbi P^rnambuojna oo maudor la
para ser procurada.
avisar
mvmmWmsmsmn
: 11. .m^mmmsmmsmM
I

m
i
i



C______-:_ ,-


\.
F
******** WUWMtolWltff
iliflm
ens-9-
/ Un* SEVIAL.
Pani o trJrtaaB!e e cora rpida e completa das molestia* syp
&T'9l *o. debHinade do estomago; JaBami#c8MhroBfcl# flad'
n! ^nrESJ51*?888.' cePhala,*ias> nevralgias, nlcera's coronicas, hidropesas; pleori-
SS WbniCaS9 m& aUodas wlMw H qne wteVhaeB thrt apa-
mcacao (io systema sanguneo. i:
*3
5-3;
tr
/' Cblgldcra* geraes
A WHfe- ura bem inaprecfavel, caja importancia e valor id est,reservado
aoens
erfla/o o avalisulo.
X, iniesvel qae o homem neste mundo constantemente, e por todoe oslador
"2wo por una mflnidade de agentes morbficos que todos tndem, dadas certas e deter-
CS8 cirGU,mLstancia8' a arterar re8nl*' xercicio das'fanccoes orgamcas/resaltanbo
peste desequilibrio o que se cbamamoteta.
. A molestia oiomais duque a desvirtaacSo das forcas vitaes, ocasionada,- d,
f aS mves^acBes experiencias dosmaigabalisado mestres da sciencia. pela depm-
'acao aos humores geraes, consecuencia da accao maligna desses mesmos agentes mora e
n? L ?rgVlimo P*>cto-da respirace, pela via digestir pele contacto
Asyphilis iotelizmente tem sido a partilna da bumanidade, e como fra de duvi-
aoe esse terrtvei Froten aoa otadas asidades, e debaixo de todas as suas formas to riada,*nfraquecendo
oaewni$es rooasias, produnndo nautilacoes, e cortando ainda em flor da dad* vidas
Eliminar da economa esses principios deleterios. e parificar a massa geral doi
tumores tem sido desde tempe inmemorial o fim constante da medicina, e os purgati-
os>flgnram em primeire lagar para prfeneber esse esiteratum ou pn.
1 Elixir depurativo do Dr. Sevial parece merecer a preferencia sobre todos: 01
mmeotos successos obtidos pelo uso deste salutar agen'e tauto na Allemanha, como em
rra*9e liaba, o ternamocompaobeiro iuseparavel de qaasi todos os doentes.
Sendo as melesiias, como cima- dissemos, devidas s alteraoes deshonores, o
itr epurattw do Dr. Sevial pode ser empregado vantajosamente na syphHis, erisy-
% d "f"*1!*"08. b6^. gota, debilidad do estomago, iBflammacoes cronicas do
IfZrJ f0, d0*,e* 8e,atica*. cepbalalgias, nevralgias, ulceras cbronicas, bydropesias
pieansiag, gonorrheas cbronicas etc. e em geral em todas as molestias era que se tenba
.Mita a purificado do systema sanguneo; pois que urna pratka constaEte tem feito
'er que elle e inispensavel nos casos gravissimos para minorar os soffrimentos,
parar o dnente para medicacoes superiore; e as menos graves
faemaa do seo oso, convenientemente epetkto.
^^ As substancias que erm-am na eoaaposicao do Elixir dtpwauvo do Dr. Sevia
^rte^*m *om exclusivamente ao reino vegetal, e grandeeatbegoria das substau-
saf depurativas e aniisyphiliticas; assim, ao passo que este remedio depura o orga-
^f**0 eliminando os principios nocivos saude, pelo mecanismo natural das evau-
icoes-alviMB, neutraiisa ao mesmo tempo* virus sypbilitico qoando ste virjem.
em feito erupcao bo estertor dtsbaiM de suas multiplicadas formas ; e previne taav
emlos ,estragos dessa lerrivel molestia, quaodo por ventura se ache ella ainda no
tetado de ncmbapo, isto sem se ter manifestado sob formas exlemas: beneficio
rnense, tanto mais quanto oeste estado os individuos ignorara completamente se es-
Jo contaminados por este terrivel inimigo.
O .sabor agradavel d'este Elixir convem a todos os estmagos, a sua acc5o so-
re o tubo intestinal suave e benigna, e de nenhuma forma produz molestias medi-
lamentosas, como acontece ao purgante dito Le Roy, que na sua qnalidade de dras-
ico forte irrita a mocosa intestinal, e consecutivamente a seroza, resultando deste es
ado, maltas vezes, hydropesias, que qoasi sempre terminam pela morte do doente.
Assim pois esperamos que o uso deste remedio justifique cabalmente as nos-
as asseveracoes, porque sendo um medicamento tao
rauca tem confirmado sua utilidade.
5 a.
W
I
MV
}wk
^o'ii.il.. *>i
f3J\S%
:*&
me
,
a
Apprmim*. pal Utmlim
4e Medlcfaut, cmvrccad* wtm
bspllae de ParU.

ELIXIR DO DB THERMES
U tlJIllM,
l>MPll.e. > PrU.
hSSK^R^*^^ diaria^ r.hprt*d.P^,I^MpBte>
roiit ou rOrtm nmlltdaa flnorn hru. i-j j mtior xito as cneai de arampet resultantes da rihaniarla aara* a.1
l^pJKMKSSrS^^ d.BJ perniciosas, utto^jS^^S^J^
!< ,epl apW^,raaeM,ar4,,eememde E. OALLOIS, pharma^ntico do S, M. lmpmdor, pkes Td6me, 9, e Pwto.

WWAMBUIW, ?. MItBX sr O, m tadu ai Pharmiriai >o Braxfl.


pre-
a cura a conse-
n w m litfM mnvmm
PREPARACOES FERREAS-iAHGASCb
PPR*Dil MU iCADSMU DB MSniciS
DE BURIN D BlJSSON
rttraiffic, Inmu th iudca < Iti&au 4t tu
V
simples na sua composicao, a



nico deposito em Pernambcio
Na botica e drogara
DE
Barlhotomeo Companhia.

34-RA DO ROSARIO LARGA34
fcSSEffCIA COMCEUTIIAIIA

Preparada a'fri por Auguste Caors,
FILVB-ACET1C0 PELA ESCOLA DB PARS E SUSSESSOR NESTA CIDAOE
DB
Arlfttides S.-is.- c e 9.
N. 22 Boa da Cruz .\.
HA
22.
-

O ntoente professor TBOSBir, aa nllima rdiglo de sen Tratado i Then-
mMm 0-Mattn* meii, racwiihece qu os mugiaovM tiTp! sao muilu
TMa inetfieaaea para curara* molestias qne teern por caus o empobreeiviento
do *ngue. Muitos mdicos dos mais distinctos tribuem caserna exiio awit-neia,
n'essas prepira(oe4, do ningant, ce se sel no sangue, como o tem recooleci
Os chimicos os mais peritos, sempre kiiimamente unido eom o ferro.
" pois, prestar-se ara trrdsdciro servico aes &" Medica*, o obamar-se saa attencAo
aobre u preparacoes seguales.
i9 f( PrTPM mUParlifM imio nin,^neme ama afoa, aeirtitada,
1 IW rciTCtB HangaaiCW zou, ngndnt^ aubslimaido com tanugm
ecoDoniia as jais mneraes ferrugioosap.
fflhlil.c XiiH^ 4c MBrctodcferre e ^ntogmiHe Weraveii
eoMeado eaa auna daeocentiaramos de iedornioe ferro sunganieo indimdas
particHlannejMa as molestia- Tymphaticas, eseroEiosas, a as chimada caai
rosa* tuberculosas. ^%
Brages dtiacUto de ferro e de maniese ^fSS!^X
re-a, a iemxjrriif-a, a nir-
norrbai. A iadicacJUi (ts
aBarnar mus data praparacoea di a* uielfaorea wltavJo.
OKBfrriB da Bunio diMejaada obr a adbesao compleu d* publico a!Si-a
cerca a alor de anas areparavAaa, ararina qo* alia aa pa fratwuiveiua a atM
dupoaicio, dirigeodo-aa; *
Na Paran*****), a m nenia garal. Mftarnr a O, ahamaceutioea, roa Nava.
iik m aiiiiri
w vi tiw ufe MK,uw uc icno c uc oidDuaat
4' Piflas de CartoBSto frreo nangasico

i

mineral.
Tratameoto paramenle vegetal sem mercurio, iodo, ouro, nem outro qualquer
Verdadeiro purificador do sangue sem azougue.
Especial para a cura de tod^s as molestias que tm sua origem na impureza do
sangue, como sejam as molestias boubaticas, syphiliiicas, escrupulosas, darthrosas, qoer
venbao ellas por herelitariedade, qner sejam adquendas pelo contacto com pessoas infec-
cionadas dos diversos viros que contaminara o sangue e os humores.
A caroba 6 um remedio prodigioso, usado desde remotas eras pelos indios
do Brasil, e passaado seu uso de geracao em gerac5o, boje, um dos remedios, mais
conhecidos como prprio para combater as molestias mais hediondas, entrando nesse nu-
mero a morphea ou elephantiases, para cujo curativo os nossos sertaneios considerara a
earoba como remedio espe;ifico.
Ha mnito tempo entrn a caroca nos formularios como preparado magistral
sob a forma de eleictusrio,. ainda boje lembrado as pbarmacopas com o nome de seu
celebre autor Joao AlvesCarneiro: n3 ella portanto, remedio novo nem desconhecido
ungento de caroba da mesma sorte preconissdo desde tempos inmemo-
naes como o mais apropriado para o curativo das boubas e ulceras syphiliticas srdidas
e empregsdo com proveilo depois de improficua applicacao de muilos ouiros agentes
therapeuiicos energre s e de uso quotidiano.
Muitos dos nossos medicr s de considerarlo e entre elles o milito distincto pra-
tico e observador o Sr. Dr. Pedro de Athayde Lobo Moscosoi tem confirmado por meio
de experiencias repelidas, oque diz a fama das benficas propiedades da caroba no
trtamelo das boubas, das diversas formas sob que a ayphilis se aprsenla e moito es-
SlSfSi8 qT *,nI*Wl'to. e poderiaraos relatar alguns casos de dSannrto
T.?? JS? 1 P!" mesm.Sr-Dr- Moscoso em 1ue a car"ba Prodorio adiLiraveis
effe-tos depois de.uten e prolongadas applicacSes de sakaparrilha, mercurio, iodo,
ouro e seos preparados, etc., etc. ,uuu>
Nao era possiwl que u a planta to notavel por suas inapreciaveis virledes
escapasse a perspicacia-* investitfacoes dos mais abalisados praticos eur peos, que se an-
plicam com especialidade ao estudo e tratamento das molestias syubiliticas e herpeticas e
para prova ah e-iao os Srs. Drs. Cssanava, Sehorfer, Ricord e outros dando as mais li-
songeiras inforancoes sobro as propriedades corativas da caroba e preconisando-a como
ItShri. K";os,ss,0,0t. P';a o tratamento das erupcoes cutaue^s, seccas ou snppurativas,
?,fSriS o Ia ? (ju',"ja,le' ecze'"as. "'ceras de diversas naturezas, tumores osseos, e
nutras mu.Us molest.as de natureza syphitica ou bouba ica,
ror ter-se gen ralisado muito o uso da Eaiemeia da Caraba aue eu Dre-
?ZJ!:QStmmS?& Var'S medicos ^desejam continuar eraVuL obserTcoes.X
IZ^TJJZ Rr0n,pt UIa r,0Ud,de da mesma essenria' *bM* sera a a^5o do fogS
j;iifh.PnhejUd,C'r aS Pf0pne lad6S mediC3me^sas; e d'ora era diante enconar se ha
na mmha pharaacia sempre e em porcao sufliciente para lodo os cedidos a essencia ron-
centrada de caroba, e o*nuento da mesma planta' pwrqeCSeilSSS
mdicos que quizerem experimentar 13o precioso aeente medicinal nnore.
Recife de Pernambnco. 17 de oulubro de 186G.
SOFFRIMENTOS D'ESTOMAGO. CONSTIPAGO-
Cura em poucos dias pelo CARVo DE belxoc era p ou em pstillias.
ENXAQUECAS; NEVRALGIAS. EwsajfwcSeasio dj-
sipadas rpidamente pekis perolas D'ETHER d B' CIFTM.
ANEMIA, A PALLIDFZ os soflHmwitosque neeessiUimdo
cniprtgo dos fcrragiitosos sao sempre combatidM oom o melliot resultado
pelas PM.UIAS DZ VALLET. Cada Pilula leiu iucravado o iioinc I1UT.
PO DE ROG. Basta disolver un Bnsed desle p em me!
parrsfa nagua para se oliti'r orna liinoiada ap-adel que purga sem fa-
T clicas.
VINHO DE QUINIUM de barraque. Este vinl.o, um dos
poneos cuja- composicao c garantida constante, urna das mi Inores pre-
paracoes de quinino, sem accJo notael sobre os convalcscentes, dando-
lhis forcas e apressando i Tolla a saude. Cura as febres antigs que re-
sistio ao sulfato.de quinino.
MOLESTIAS DA BEXIGA. A maior parte d'cstas moles-
tias, camo as seiatieas, lorobagos, catarros, e todas as clores nervosas em
geral sg curadas pelas pemls be eeseuc* orTHE*E MTtN* de
Dr. Cafftaa. O profissor Trousseaii em seu Tratado ric teraputica acon-
sellia as pura seren tomadas na occasio do jantar, na dse de t 12.
OLEO DE FIGADO DE BACALHAO DE BERTH
Garantido puro e de primeira qualidade, um dos poucos apfovados pola
Academia de medicina.

.

|
Ai*a^a abena a malrieola d'aola publica de
Um da fregaeila de S Jo'jd'est cidide, e ter
comeijo o sea siarcieto t.o da 3 ^effT^feiro pro-
xlmn riodonro no largo da rlbelra, sobrado n. 5.
Preelsa-se de om eaixelro que d rnnbecl-
manto de sna conducta: na padaria da ra Direita
n. : _____________^_^^^
O* fbaixo assigaados m>robros da conueiasio
4a liquidaco da sonledade Club de Recife, preri-
Dea ans seobores socios quA sa aekam un proveo!ente d mentalidades, qos (Juauto antes
railfagatn, eDlendendoseparaisso e< m os mesaos
absiso a*ignadoa certos de que oo o fazeod
sero eniregn s os ses recibos as droiolstrarfies
dos hosplte Padro H e Portooe*. esktentes nesla
cidade, aos quaes passa a' pertcncer oreoaaoesceD
le di referida extinta sociedad?.
Jos Lopes Oavtm.
Jiaqu'm Leocadio Viegas.
ioano'tn JosKodrtjrn-s oadosla.
PASTA e XAROPE de NAFE de ARABIA
E i)i:i.\\.ri:mi:u
SSo os unieos peitoras apprevados pelos profei-
ifor w 1- Fac,"l,ad de Medicina de Fr.mca, e por)
50 Mdicos dos Ho pitaes de Paria, os quaes certi-
HcaiSo tanto a sua sup omres peitoraes como sua poderosa efficacia contra
B DrflMxo, trl,,pa. !rri'?*c c aa AOel
V do pt-Iio o Ja garganta.
RACAHOUT DES RABES
*>E lli:i.t\tUKM!K
Bnico alimento approvao pela Academia de Me-
dlcjna de Paria. Elle restabelece
soffreni de Estom;
lece as critmcaa e
alsso em virtude de sua'propiedd annlcplicre
he o mellior preservativo das Febrea amaraa
- Ij plioilr.
Cala frasco e cada caitinlia destas preparacoes
reuda sewtpre o je//o t a firma Utlam/renler, ra
Ik.ffifi, 26, cm Panx (Cuidado com as fakifi acoes).
Depcsitnriosem todas as pharmacias do Brasil.
Deca ja;lo.
0 aba io asflgoado, laocador da recebadoria d
rendas Internas garas dest prorioela, faz scieotd
a o* locatarios dos pedios das rus* do Cr roa* dn*n 58f *\ e'ma' p"e d InJapaadewi,
ra do Qoelmado, e travessa da raesma, -as tem
de cont.nuar no da J9 do crreme oV.aato
do Impoiio oessoal da Jft/J d.rld, pJr toda a
5T.Td T- T' ,a strBei"- Wl le n.
laneam.^ ^mbro ** W. a qas n i ar.tj do
taocamento defem apresen! .r os seas reelbst a
contratos de arrendameota dos referidos predios.
Ia,t '|UaeS tem de ser *< QO-Jt i dito
E para que ebegae ao ejnhf etaiento de t4>;
far o presente. V
Recebedoria de Peraaoiboeo 38 de ianeira de
lobo. ~
Jo- Theodoro de Seoea.
M
Na ra do fjaeiaiado o. 7 tem se para ala-
jar orna escrara boa eogommalein e qne m-
bem cot.nhe, bem como se a loga un menete de
H anoos.
as pessoas que
o e dos Iutcatinoai forta-
as pessoas debiliadas, alem
VINoe QUINQUINA
FERRUGINEUXdeMBITIER
Com Malaga e Pyrophosphato de ferro.
Este vinlio foi preconizado por toda a emprensa
medical como sendo o mais poderoso tnico
empregado para curar a Culorosis, Anemia e
Exhanstaqao do sangle. Deposito ger em
Paris, em casa de Laurencel, pliarmaceutieo"
droguista, ra dos Lombarda, 4i.
.' .
^

as ?nVkhmii.adas i>es stxti*ea,aa afk&
^SMCA-.. E A .TEfcAtOES DO SAUCHJ.
30. o< aras 4a* '~p'iIa*L
jniatulaj, *rsef. aran,
'witame, acrimonia, < m
erruMt. itinm Jr..f Tll)wa|
_ frws. altrrafott io aB>
>* iXa.-npK vc^,i.,l -t, iuercfio|
"*"" Baviio*. .* IM HS) lomao-aa
per Muni. r^uiDdo ,. na.-iiniianut Btpuratmo
meamas isoieaiiaf.
>ia XropaCtrataiff*#: -
' U All.E. cara lat^-S.-j.
laineiiteilBalqoerpurj ";r
thi.riii.nu. t debilidad, \
.^.....i-rne i fluxoM ftora"
.ia* 4as niilheie. E>u iajaccaotaainaf^af '.
raga-M coa > Xaropo ^le Ci'lrocM U Forro.
r*.rr.luu. patoa 411* a cua usa Mea
POMADA ArsiTIHEPETTCA
Coatra 1 di- atftcfntt cuanta rowieuaa
ULULAS VEGETASS DEPURATIVA
6* Q' UtabSa. ctJi (rasa* ai aaMStaiad* da O
SRS. I9EQ1G08.
-^ Vara rr.:-Trr\a HM*
IH;-rt*i SaTJ ttrU'M#W
f .:>* i-ij fjrar *"?-
"> t iiuiut a Jurwcm
1*'~^ o rrtiv l4 AVISO AOS
*;ir > *"!.IL-
#**it 4BE>
AVISO. Todos
este* medicamentos foram eprovados pela Academia
imperial de medicina de Paris.
Em Varia,
tio-Janeir. Rifoscbeils
Tesdorpu.
Bahie... Il.issa et C1'.
DEPOSITO
t. FRERB, 19, rae Jacob
Hciuuxa Pernamluco. Haubes et C'.
Ceara.....Huma et O.

PiLULAS de BLANCABD
aaV MBniTO BI FXaBO LALT1*AT1X
ApproradM pela Academia de Medecina de Parii
. **Toaauaaj rtxa nilHl idkil aa llfi manan
li*-^?SI ? ?^5*'D* tc*t ? mu, da Tn**tt,*K.
Mfnl*" *-** Bxporitot OnUTfait do N.w-York, 1053, 4Pari, US.
mJ*** P"0]* a-olvldas lim eanada rano-balMBrica de urna teanldade excoal.a.
rjaos digesTo*. Gosando das proprledades do Iodo e do *no, ellw conve. .rind-
aaa^rraaa, aamta, etc.i enfia, ella, offereeea ao* pratleo* orna aoedicaca oa* aula aaar-
ica. >n moddcar a* ea-aiit.io. IpapUtUao, fraoaVmx Mitta4a1~
mJL 2r 8J??*i *fcm '* **-
inferior 4 um minia vtrde. Par* -* dwooiar aa (.U.Iea^aL
Achaai -. eaa toda, a. m.naaelaa. rWaHNka, rao Bvaaaartt, a*. PaWa.

VeBe-se aa pharmacia de P. Maorer d;c, ra Nova.
Medalaa de ORO, premio de 16,600 &"
mmm
LAROCHE
i.ixih febrfugo e fortificante
scit.k.ur aos t1sh0s s ias8pes m odinl
Experimentada com pleno successo nos hespitaes,
a quina Laroche (on extracta completa de
ajulna) urna preparacao excepcional, por ser
privada do amargo da quina. Agrada por conseguinte
as pessoas as mais intolerantes e aos paladares os
niais delicados, pois nem muito doce nem muito
viscosa, sendo de urna limpidez constante. Emprega-
se com muito prsveito no* casos de gaatralsia,
dyapepela, aevralgla, anemia, rnatlo aem
rauua apparente, eonTaleaccnca demora-
das e enlorose. E o especifico das molestias febris.
QUINA LAROCHE FERRUGINOSA
Reunindo todas as propriedades do ferro e da quina.
EM PAMZ,
15, me Drouet.
' A venda na pharmacia
e C. em Pernambocc.
r

de P. Maorer

?gR>UDEIH3 U&m
t ii8'*ir, gnataa ****
F.i^ da Soitio, S*. tk PAt.i

Ra da Cruz n. 2.
Ac&te Caous.

DE
DE
4 .
J. VlGNESLJi^lan
fW. 55. IVA DO IMPERADOR M. 55.
0 pianos desUtnMiga fabrica sao aoje ass connaoldos para que seja nesario insistir sobr
na superior idade, vantagens e garantas que offaxeceai nos compradores,*]nalidadei mu* ineomest
res qne elles tem deaoftirameofe conqaistdo sobre todos os qae lean apparecido esto pmea : do
5.iSklecla0 e mc'ns" tne obedecem i toda* na tonudas e capricho das pianistas seo
tSi^ pof.MMBB f1'*c3dan da eroposik, a ter-sn feitn aUmamncte melnoraniantos tanporun-
S B o^dosfctrecaPdo?e.,,aMto*B W*-*"* atonaadna,. Wr o mi aiteia,
mtnSSmMmtALa71^ ** >, o esta lrica como na do Si. BloneL de Paris, sodc
DIB ae J. Vienes. AID enli eaninl fnram samnre nrnmiadns nm trulia >. urniui^u
t.^T1!/168'm c" caPital totam sempre premiados em todas as exposlc5ea,
tMUidresantoresdaEaropa, assjm^omo nvm^alcos
achara sernpre nm expleodido e variado sorlimenlo de msicas doa
-i como harmnicos pianos "
prncee comniodb* e raioareh.
Collegio de S. Francisco
Xavier
Para edncaco dos itiobuos
Estbelecido oa grande e bem arejada casa
onde estava o Gymnasio, na roa do Hos-
picio n. 55, dirigido pelos padres da
compaohia de Jess.
O Rvd. padre direclor desln collegio scientiflea
aos paes dos sena aunmos edos demais que nnl-
terem coofiar-lb a edneacao dos eos filio, qae
no da 3 de fevareiro oasecaro a fuDCrionar |o-
das as aulas dente estafcelecimeolp, acbando-se
aberta ja' as matricoJas.
NestecollegrirrecebemseTlJenToos de'6 l
nnas para serem educados e iosli nidos oas ma-
terias preparatorias das faeoldades do impeli. A
hDgua italiana, ronsica e desenbo sero eouiada
a pedido des pai.
Havero meninos internos, melo-iensiocisus e
externos.
Os Iniermn ttatara"40* maOMs, saBeln-peav
sionistas IS,eosetternw^ adianiades.
Os pobres-serSo admlttido- gratortuwnte- as
aula docollegio, arovando ,o siado de pobrera
com auestaco do parocho resnaettvo ou de i outra
pestoa de fd.
Para adrlssao dos alorcnos e -para quaesquer
esclarecimentos trata se coro o director do mepaaoil
esiatjelecimento a qoal^uer hoM^o da.

Seguro contra fgo
Antonio Lu* e Olifeira Ate*edo 4 C^ agenia*
da eompaohia Fidelida.de, estabeleeid no Rio de
Janeiro, tomam seguros contra fogo em predios e
mercadnrias, em seo escriplOTo rn,4a Qroi aa-
meto 57.

Troc
Preparatorios para a Facul-
dadede Direito.
Jof Soares de Azevedo, professor da
lirtgua e lilteratora nacional no Gymnasio
Provincial do Recife, tem aberto em sua ca-
sa, ra Bella n, 37:
Um carne *i BJngoa Franceza:
de Geographia e Ristorla :
de Bllieiorica e Potica ;
de PbllOftopkia.
Os estudaates que quizerem preparar-se
em ^ualquerde-tas disciplinas, pdetn di-
rigir-se a indicada residencia, de manh5 al
s 9 horas, de tarde-a foarlqner hora.
O^TIIA FOGO JtJ1
A companhia 'JtidemTtsadara, estabeledtl
nesla prac3. t'aa pguros mariiimos sobre
navios seus car regaa en ios e contra/ogo
8m edificios, ^ercadorias e mobilias: na
ra do VlgarjftB. Pavimepto terree.
cosinhar : na ra
Trilhosurbmos.
No di- 2 d-' f^vereiro havero os Irens ordina-
rlfs e fxtraordioarios Jesle II li ras at meia nou-
le, (codo qu, o irem que deve partir da esiaco
do R.cifrt ao meio dia,etieg.ira' sonente st a e>ta-
cao do Caldeireiro e nao parar em ponto algum,
e pantra' do Caldeeiro aproas rhrgar : do
msmo modo haverao irens cxtraird:narios al as
quairo h ras da tarde, indo sm-ni.'-u'. Apipo
eos .i trem de 5 e das 7 h>r;s da t^rde, e devero
partir do referido logar apenas t-1:> p.-ir m ; fsies
sement locarn em todos es poot-s de ida e volt:
n;s viag-ns extraordinarias bavero iros irens, e
ni refi-rido dia 2 se vender o sement bilhe'ea-de
da'6 volt*, o* qoaes ter-o a designaco do dia e
n'kserviro nem sero rerebilos seaao para ese
mesmo dia, e para evuar coi.Qielos sero vendidos
por 1(000 os de Ida e volta, e s se admitir'
pas.'ageiros munidos de bilhetes, cuja metade de-
ve gnardar para a volla, e o que nao esliver nesias
circumstaoeias nao sera' admuudo e bo peder'
continuar a viagem.
Adverle se que somente sero vendidos os bilhe-
tes correspondentes ao numero de paisagelros qne
DoVrem a ndozlr os irens, assim como se roga
aos Srs. pass>g^lros que nao se aggl<>merea no i
mesmo trem, p.rqoe nao possivel conduzr todos
de orna sve, e isso trara' desordem e demora
inevilavel djg pariida?, entretanto que havero
laolos trens qnntos sejam prerisos para coodarlr
iodos os passageiros, e se empregaro todos os es-
foroos para que as vlagens se acam regularmente,
afini de que nos nao sejam prejodicfedos pela
sffl'ieBcia meaos prudente de out*os.
Fiea snhtpot do como nos ordinarios os bilontes serio vendidos V
Ida volt.
;-i
Sa cade ,.-:>. ti --!..,..;-.-..
je* la u on lintte, i"'-" murrio} m .-:*
ralle cois -lasto il awnw o>- '
s~..f, ---rv.-..- .;..- .-.>.r.i
______.-~~-*Jr ; ,. ...
a.- at.jrt.7v.'kt .

Deposito na pbarmacia
C. em Percambnco.
de P. Matirer
r |U Botas do banco do Brasil e das
harmnicos, snnde todo vandid w \im descont multo rasonvel, i^-prasa **."ted.
calas Sliaes-
t S:U
Prec^M^e^da-nma^maaaiairi eos
do AiwHoaV^aiCT** }rj
Ama
Pvecis'-e de orna
totnonvU.
m%
de leite
.. --i
na roa do
Desppareceo da ro* estrella do Rrsrk) n*
10, V andar, no corrente me', orna caeborrioba
de raca raieira, alnijada de orna pern, e eomo se
saiba em poder de qaun esta", pede-se a pessea
qoealiver, o favor casa, afim de nao ver sen nomo publicado neste
jornal por urna consa lo ridwola.____________
Dase 1:206$ a premio oh bypoibeca em al
8IUB predio; a pos-o que qulxer pode donar nes-
ta-4ypograpbia o nome e morada em carta fechada
dirigida a' P. P.____________________________
ufferce-se nm moco n*ra caixro de laber
na, do qffe tem bastante pratlca. ou mosmo para
'goma sociedad*, entraudo com naa pequen*
qnantia : a tratar n travessa do Litrmenlo n.
a8,|tbema._______________________________
CiiiiipanliiH intleninisafJora
Hm cumprimento das d >posie5-* dos estatoto*
da compaabla de segoros martimos e terrestres
indemnlsadora, convocamos a assembla geral dos
sensores accionistas para se reunir em se#sao or-
Voaria no escripiorio da mesma compaohia no da
31 do corrente a meio da, aira de serem aprecia-
das as contssdo aun* nodo, e tratar-sena defloiU-
va approvacao do leguiajreoiQ intro, das coo
dic5-s gerei d> se#ur(fi ierratres.
Racih 12 de >ir6 488.
U rtirtetces
rnKlse > Joao- de Barros,
ariqua Be*oardes de Oliveira.
Joo da Silva B*fadai.
IGrande hi znazem de tn4
tas medicamentos ete.
Rna do Imperador i. 22.
jjjg Productos chimicos e pharma-
I centicos os mais empregados em
: medicina.
Tintas para todo o genero de pin-
ja? tnra e para tinturara.
j( Productos icdostriaoi e tintas
| para flores, como botoes de eres
x e modelos em gssso pan imitar
I fructas e passaros com o compe-
m teute desenlio.
Productos cumeos eindustriaes
* para pbotograpbia, tinloraria, pin- M
9C tara, pjrotecnia etc. m
8 Montado em grande escala o snp- v
pride directamente de Pars, Lon- H.
dres, Hambacgo, Aovers e Lisboa >
I pode offerecer productos de plena
( conanca e satisfazjr qualquer en-
Seommenda a gcosso trato e a rta-
me e por proco commodo. u
5
Prncisa-se de nm* ominar para
soiieiro qae saiba bsa cosinhar :
gel n. 3.
de homem
na roa do Ran-
..
-------r-
De^ppareceu
n* da 25 de Janeiro dtnte anno o aeJeqae Leon-
cio, tdade'8 anuos, eom os s'gnaes segnintes :
grande, tem algoos bichos no* ps, leou camisa
de algodao azul sem cale* e *ea cnapj : qnem
o capturar leve o a ra do Impe*ndr 60, qoa
ra recompensado.
I HBTIIADO I
-----------"---!----- ,, I
I IGIVH



""

*?"<
.

4r
QBhd Mr se (k 4Mlro 4e {fi.
s
AN.

l'J V
I
'
-
A GAZ.
y
&
empreza do gaz desta cidade desejando facilitar geralmenle o aso do gai na
casas e estabelecimeotos particulares, offerece desde ji as seguiotes vantageos:
1. Urna redocc3o consideravel dos procos dos caaos, apparelhos todo os mate-
riaes precisos para a installacao desta luz.
3.* O gaz foroecido hoje de extrema pureza e nao offender a prata, o bronze
oh outro metal differente, assim como oennura damoo poder causar s pinturas, quadros.
ornamentos, papel de forre mais delicado que seja, tornaodo-se ao mesmo tempo Uto sao*
Javei e mais econmico outra qualquer luz, ja conbecida, anal, evitara tamDem a obs-
trucfo dos canos e tubos dos apparelbos.
3.* Os apparelhos existentes, como lustres, arandelas, bracos de vidro, de bron-
se, etc., etc., sao proprios para os senhores que preferem luso e elegancia, como paca
os que necessitam simplictdade e economa.
4/ As pessoas que qaizerem collocar o gas em suas casas podem dirigir-se em-
preza, a qaal se eocarrega da collocacSo de todos os apparelbos, canos, etc., tomando toda
a responsabiliJade pelo perfeo cumprimento do masino, ou por outra, podem empregar
qaalquer maquinista reconhccido pela empreza, sendo o mesmo maquinista responsavel
polo sea trabalho. -^^
5.* A empreza obriga-se ainda a reparar gratuitamente qualquer falta de loz,
obstrucco de canos, etc., devendo o consumidor pagar somente as pecas novas que forem
precisas para o mesmo concert; qualquer reclamaco que possa baver, ser dirigida ao
escriptorio da empreza ra do Imperador n. 31, afim de ser logo providenciada.
' '
-

ESPECIAL HOWEOPATHICA

so
:r\
DOUTOR SABINO 0. L. PINHO
RIJA MOVA 3T. 48.
CabagW. 1
Os propretarios deste estabelecimento offerecem ao respeitavel publico
um expandido e variado sortimento de joias de ouro cbegadas recentemente
da Eoropa, cujos modelos s3o oovos e de bom gosto como sejam: polseiras
com perolas, rubios, esmeraldas e brilbantes, brincos da mema forma, aunis
de phantasia, proches para retrato, etc, etc., botoes de coral rosa para paito
de camisa e escoletas com retractos.
Compra-se e recbese em troca ouro, prala e brilhantes pelo seu en-
trinceco valor, assim como moeJas nacionaes e estrangeiras. Tambem se en-
cumbem de fazer coucertos
Agostinho Jos dos Santos &

m
COLLEGIO
K. 5
DE SANTO AHABO
Recite, roa da Trapiche R. o,
Fundado em o auno de 1805;
Director, o professor Jos Francisco Bibeiro de
Souza.
O director do collegio de Santo Amaro, no ininito de montar sen estabelecimento
convenientemente, acaba de faier arquisfeo do excelleote edificio em que achava-se lo-
calisada aSociedade Club do Recite,sita a' roa do Trapiche n. 5, para onde mudoa
sea collegio. A educigao e irufruceao baseada no dovo systema especial de premios
e panadas, sendo totalmente abolido o castigo manual. Continua a receber como at
aqui, alamnos pendonistas, melos peocionistas e externos; acbando-se o estabelecimen-
to preparado com todo o asseio e commndo?, e prvido de um escolbido pessoa! de pro-
essores, qae leccionaro as seguintes disciplinas :
Inslrucejio elementar Itetbor>ca e potica. Eseriptararao mercantil
Lingua latina Geograobia e blstoria Msica vocal e instrumental
Francea Geometriaa Bezenbo
> Iogleza Philcsopbi Dansa
A abertura da aula elementar tera' lagar no dia 7 de Janeiro e as demais do dia
3 de fevereiro em diante. A insperfao dos compartimentos do collegio e os estatu.-s
di mesmo, esto a disposicao dos interessados. Ostro sim, o director ten) creado urna
cadeira de dezenbo annexa a aola elementar, sem que por este importante e til melho-
rameoto exija maior indeimisaco.
O director empregara' todo o affineo e cuidado nao s, na parte relativa ao bom
tratamentn e a.Haot.ment de seas alumnos,como tambem, na boa ordem e regolarida- 3n
de de sea estabelecimento. fgfe
Neste importante estabelecimento se acba
todo o que necessario para a pratica da
Homeopathia.
Medicamentos em glbulos e em tintaras
preparados com a mais escrupulosa eiacti-
do por meto de machinas especiaes.
Garteiras por talis, contendo os principaes
medicamentos em glbulos 100, _0$,
30#, 40$, 500 e 60 conforme a quan-
dade de tubos.
Caixas de medicamentos em glbulos e
em tinturas ie 80,->, 1003, 1200 e 1504
rs., segundo o numero dos vidros e de tu-
bos.
( Estas caixas sao mu uteis aos mdicos,
Posto que, na segunda edic5o do The-
souro homeopathlco ou Vadem-
cum do homeopata, pagina 677, se
ache indicado o meio de osar d'esse preser-
vativo, com ludo convm repiti-lo com al-
guns esclarecimentos mais.
Para orna familia dissolvem-se 20 gl-
bulos m umat garrafa com dous tercos
d'agua pura, vascoleja-se bem, e d-se
cada pessoa urna colberada pela manh, ou-
tra ao meio dia e outra a noite, dorante
tres ou cinco dias consecutivos. Deixam-se
passar ouiros tactos dias sem nada tomar,
fiados os quaes, repete-se o remedio da
mesma maneira; e assim se continuar
senbores de eagenhos, chefes de grandes ; em quanto durar a epidemia.
GRANDE DEPOSITO
BE
PIANOS

N. 9.-----Ra da Imperatriz-----N. 9.
Neste antigo e bem conhecido estabelecimento encontrar o respeitavel publico
sempre um sortimento de pianos, dos melbores autores allemes e francezs, como de.
Carlos Scbeel, Bord e Mauprety todos especialmente encommendados e construidos para
este clima.
No mesmo estabelecimento oflerece-se maiores vantagens do que em outra
qualquer parte, relativamente aosconcertos e aflinacSees serSo feitos com o maior esmero
e promptido possivel,
HENRIQUE VOGELEY.
familias, capities de navios, e em geral a
todos que se quizercm dedicar pratica da
homeopatbia.)
Cada tubo avolso casta....... 13000
Cada vidro de meta onca de tintura. 2:5000
Vendem-se glbulos inertes, tubos vasios,
ridros para a preparaco das dses, etc. etc.
Escovas elctricas para tratamento das
molestias nervosas, principalmente para as
dores de cabeca.
Apparelbos de lavar os olhos no trata-
ment das ophtaimias.
Apparelbos de injeccao para o tratamen-
to de certas molestias das mulheres.
Cb preto e verde de excellente quau-
oade para oso dos enfermos.
Vende-se igualmente o Thesonro ho-
meopathlco ou Vade-mecum do
homepata* (obra incontestavelmente
indispensavel todas as familias, pela clare-
za, com que en si na a empregar a nova me-
dicina)! precQ^0#.
(Em porcef de 50 exemplares faz se o
abate de lo por cento.)
CONSULTORIO HOMEOPATHICO.
O Dr. Sabino 0. L. Pinho d consultas
todos os dias uteis desde 11 oras da ma-
abaa at s i da tarde.
As visitas aos enfermos sao feitas das 2
oras em diante; mas em caso de neeessi-
dade as visitas poderao ser feitas a qual-
quer hora.
Para que as visitas possam ser regulares
cumpre que os d entes ou os seus enfer-
memos mandem dar parte do seu estado,
todos os dias ate o meio dia as molestias
agudas; e de 5 em 5 dias as molestias
ebronicas.
As consultas escriptasso respondidas mais
ou menos promptamente, segando as
aecessidades da molestia e a distancia em
que se acba o doeote, pois que neste caso
faz-se preciso indicar de urna s vez ludo
o que convier ao restabelecimento da sade.
As retribu ii.'es serlo pagas na mesma con-
formidade.
O Dr. Sabino roga a todas as pessoas, que
costumam consulta-lo por escripia, que or-
denen! aos ssus portadores a prompta entre-
ga de suas cartas, visto que, entregando-as
como costumam, na accasio. de se retirarem
do Recife, impossivel responde-la* satisfac-
toriamente.
MEDICAMENTOS PRESERVATIVOS.
Em qaaesquer epidemias o Dr. Sabino
faz distribuir gratis s pessoas pobres, no
seu estabelecimento, os preservativos neces-
sarios, dando-Ibes as competentes instruc-
?5es.
Presentemente reina a epidemia de bexi-
gas; muitos j se tem aproveitado com fe-
lizes resultados do seu offerecimento, feito
no Diario de Pernambuco ; mas necessa-
rio que todos experimenten) esse meio lio
fcil e to commodo de se preservarem e s
suas familias d'essa terrivel molestia.
O preservativo empregado a vaccina
elevada 5a dynamisacao. As pessoas, que
fazem uso d'ella, ou nao sao accommettidas de
bexiga?, ou, si o s2o, raramente as tem de
m qualidade.
to-
RESTAURANT A LA CARTE
Entrada geral ra larga do Rosari n. 37 e para familias roa
estrella do Rosario o. 4 A
Francisco Garrido & Hermano, propietarios deste grande estabelecimento, com chepada da
Enroado p-ineiro, tem o prazer de annaneiar aos seas amigos e fregoezes, qae se achara outra vez
do mesmo estabelecimento, anciosos por ver lodos os seas parochianos, tanto da praca como do mato e
de ootras provincias. Os proprietariosiem relio toda e possivel para satisfazer a sua ilustre concer-
reoeia. Os hospedes acbaro toda commodidadede graades salas e asseiados qoartcs porpregos ra-
oaveis.
Ha sala para le tara de jornaes nacic^&ss 9 estrangeiros; na mesma sala ba um magnifico piano
para rereio.
Cmese a mesa redonda a la carie e manda-se i domicilios.
Os vlohos mais fios do mercado aebam-se no estabelecimento.
A' noite ba sorvete e refrescos, caf, cha' e chocolate a toda a ora.
Attencao.
o
Pede se a Mara Qalleria, antifra escrava de nm
tal Plato, norem boje forra, de cor parda, e qae
morava em 1860 em Cbora-menino, em eompa-
nhia da urna viua, na segunda casa depois da
pontee qae tem doas Albos (Albino e Olympio,
ambos escravos) declare por este jornal oade pode
ser procurada. Este annancio de sea (libo Al-
bino.
Attencao.
25-Rua do Livramento-25
Deposito de (amneos e calcados oaelonaes da
fabrica da roa do Jardim o. 19 de Jos Vicente
Gudiobo, tanto no deposito como na fabrica se
apromptam todas as psrcSes de calcados mais ba-
rato possivel ; esta fabrica tem todas as machinas
proprUs para os calcados ja bem acreditados pela
nade Damero de fregoezes qae daqat te orne-' Olympio de Soou Glvo.
^^ Seoastlao Valenanno.
. i" I Aotooio Jos Gomes Jnior.
AlUg9,*Se Antonio de Ohvelra Silva.
a ioja do P'edio.da roa das Crotei a. 37, eom orna. ~ TendoirdwawSiDBadT
araacao "verntta*a. m tarta pon qualquer se- a] tocio, ou sem ella ; tambem te vende, ai caso qoe -
aeiram comprar : a tratar no segundo andar do
predio, das 1 horas a 6 da urde.
Attencao.
loito se precisa fallar eom os abuzo mencionas
dos a negocio de mmto sea interesse, na praca do
Corpo Sinto n. 17, t. andar.
Aa-t-lmo Uarinbo de Souza.
Boaveotura Manoel do Nascimeato.
Francisco Jos Vieira Goimar&es.
Joaqoim Perelra Camello.
Joaquim Goocaives Vieira Guimares.
Manoel Jj- de Albergarla.
Manoel Francisco de Albnqoerqoe Mello.
Pedro Luiz ao Espinto 8aoto.
Reglno Ferrelra de Camino.
Nume Pessoa.
Manoel Vltahno Santiago.
Thomaz Anastacio C. Pimeotel.
Manoel Camillo.
Jos lavares Estima.
Jet Antonio de Albnqaerqae. '
Antonio da Silva Angelo.
Paulino Accioli Canavarro Wanderley.
Jos Ribeiro da Silva.
Joo Beroardlno da Silva.
Joa mira Perelra Valeote.
Jos Bernardlno dos Santos.
(As creaocas al a idade de 3 anuos
marao o remedio as colherinbas).
Si a epidemia estiver muito forte, ou, si
nacasahouverem bexigoentos, dte o reme-
dio ser tomado todos os dias sem interrup
(5o, at que a cousa melbore; depois do
que volte-se a usa-lo do modo ensiuado.
A garrafa deveser nova e muito bem laya-
da, primeiro com agua quente e depois com
ajua tria. (No caso da nao baver garrafa ou
vidro novo, poder servir urna garrafa de vi-
nbo ou de agurdente, com tanto qoe seja
muito bem lavada com aguas quentes e
fras.)
Para urna s pessoa basta dissolver 6 gl-
bulos de vaccina em 2 oncas d'agua, e d'abi
tomar as colberadas como j ficam indi-
cadas.
Nao precisa grande dieta. Abstenbam-se
do cha e do caf fortes, do abuso das bebi-
das espirituosas, das comidas gordurosas
e mmto entubadas Eis aqu apenas o que se
e*>ge.______
PLUMERA celinos.
(CONTRA A MOnDEOURA DE COBRAS) _
Este medicamento gosa de muito bons
crditos contra o veneno das cobras e de ou-
tros animaes venenosos.
O Dr. Sabino nao tem ainda observarlo
pessoal de fado algum que o autorise a
alfil-mar sua efficacia; mas sabendo que no
Rio de Janeiro e em S. Paulo elle tido co-
mo muito poderoso, mandou-o vir para ex-
perimentar.
Algumas pessoas do centro d'esta provin-
cia e da da Parabyba tem escripto ao Dr.
Sabino, dizendo ser inconteslavel o mrito
da plumera no tratamento das mordeduras
das cobras.
Emprega-se a plumera celinos interna e
externamente, da maneira seguinte:
. Uso interno. Nos casos menos graves
dissolve-se urna ou duas gotas de tintura
em duas oncas d'agua, e d-se ao mordido
urna colberada de hora em hora.
Nos casos mais graves dissovem-se seis
gottas em quatro oncas d'agua pura para
dar-se urna colberada de meia em meia hora,
de 15 em 15 minutes, e at de 5 em S mi-
nutos (segundo a torca do veneno inoculado
ou intensidade dos symptomas manifestados.)
Logo que houver melhora, se espassaro
gradualmente os intervallos de urna dse a
outra.
Uso externo. Ao mesmo tempo que se
d a beber o medicamento, applicam-se ex-
ternamente na parte mordida tos de linho
ou de algorlo embebidos em urna dissolu-
coda mesma tintura constante de 10 gottas
de tintura em 20 colberes grandes d'agua.
Esses fios se conservaro sempre molbados
sobre o lugar da mordedura.
O Dr. Sabino receber com reconhecimen-
to as communicacoes que se dignarem de fa-
zer-lbe as pessoas que experimentarem o
emprego da plumera celinos.
Nota.
Em ausencia do Dr. Sabino acha-se in-
cumbido de resolver quaesquer negocios
relativos ao estabe'ecimento o respetivo ge-
rente.
Jos Alves Tenorio,
Professor em homeopathia.
Para edaeace do sexo masculino
Director Hanoel Alves Vlanna
O collegio da Concedi, modado ltimamente para o bairro de Santo Antonio, roa "
de S. Francisco casa n. 72, contigua a' estago central dos trilbos urbanos dos Apipucos, |
contina a fu accionar regularmente, recebendo alumnos externos e internos, tanto para as (f^
antas primarias, como para todos os preparatorios necees arios a' matricula de qnalquer fa- -
culdade, sendo os seas respectivos orofessores pessoas moralisadas e de um cooceito ma-
gistral ja bem Qrmado nesU eldade.
O director deste novo collegio continuando a empregar toda a solicitado no desempe-
os de sea mandato, espera rater-se mais digno da conrlanca com qae o vao bonrando os
senbores pas de familia, conOando-lbe bondosamente os sens Albos.
Os estatutos do collegio, assim como o franco ingresso em todas as saas dependen- Cf^
cas, esto sempre disposicao de quem possa interessar. g|g
fifi
Da-se na cont de ris a Joros, eom garan-
ta em propriedade de pedra cal: qoem preten-
4er 4irlja-se a roa da Gonceico dos Coqaeiro na
Soa-vista b. 69.
orna cala eom
jog, mestre An-
tonio Ignacio da Suva para Jfamangoape em 9 de
outobro prximo passado eom a marca J. A. T.,
AASP, n. 5, levando tambem alguns objectos
para (fflcial de goarda nacional: mgt-je a quem
della tiver noticia de avisar em MtMnguape a
Jote Yieente Dinii, e do Recite a Silva Goimaries
4 C, ra do Cabaga' B. I.
AMAIl TERREO
47 Hua da Imperatriz 17
PRIMEIRO ESPECTCULO DE SU A ClaASSE
lodos os das das 6 oras da tarde em diante.
Com as principaes vistas das cidades de todas as partes do mondo, batalhas, m-o
numentos celebres e todo e que ba de mais interesante neste genero.
Convencido de que o respeitavel publico concorrer a apreciar todas as collec-
c5es de vistas estas serio vanadas todas as segundas feiras
, AOS SRS. CHEFES DE FAMILIA
Podero sem escrpulo algum concorrerem ou visitar esta grande galera por
se acbar com todo aceio, dignidade e moralidade.
Cada bilbete de entrada d direito orna bella prenda, havendo entre ellas mnitas
de subido valor e as menores de quasi igual prego do bilbete de admisso.
Entrada de cada pessoa 500 rs.
CHARUTOS DE HA VANA
Se ha recebido por amostra tres marcas de superior qualidade da acreditada fa-
brica de Manoel de Csala.
17 ra da Imperatriz 17.
L MUT11AD0 [
ARMAZEM
VAPOR FRANCEZ.
BA NOVA N, 7.
Gontinaa a ebegar de Pars a esieestabeleclmen-
to bom sortimento de ealcado escolbido dos melbo-
res fabricantes daqoella grande praca, assim co-
mo grande variedade de qainqalintrla e de no-
tos (brinqcedos para crtaooas, cojos artigos te
acham ezpostos a escolha e vootade dos compra-
dores, como sejam os qae passamos a mencionar
e oiilros auos.
Betlnas para aenhoras
de setim braoco, dnraqoe dito, pretas e de ootras
iiffereDtes cores eofeiUdas a rigorosa moda.
Botinas para mcoinas
de maltas qoalidades bem sortldas.
Brimcos de ouro
Je lei a oliima moda dos Campos Elixios e boale-
rards de Pars, para seoboras e meninas.
Luvas de pellica
lo verdadeiro fabricante Joovin, brancas, pretas e
le ootras difterentes cores.
I.eques
am escolbido sortimeato de leqaes de diversos
gostos e qnalidades.
Ultima gosto
Ricos cbapeosmbos de gosto para senboras lej-
os ao capricho de orna grande modista de Pars.
Perfumarla
Unos extractos, banbas, olos, oes de rror, agua
le cologne, agua fl< -10a e sabonetes.
Eapelhos
da differentes tamanbos e gostos para salas, gabi-
netes e pequeos toncadorea.
Mascaras
cbegadas em grande qnantidade de mascaras de
rame, de cera, de seda, domines, nariz com oce-
los e barbas.
Caiilnhas de costara
le notos modelos ricamente goarnecidas e com
lindas pecas de musir.
Delicado presente
ooleinhas e cesliobas de seda e de velludo muito
importantes para braco de meninas passeio.
Chapeos de sol de seda
de cores e muito bellos para senhoras e meninas.
Bouquets d exposl^So
delicados booqaets de flores de porcelana com lin-
dos jarres para mesas de salas e santuario!.)
Lunetas
le ajo, tartaruga e bfalo.
Ocnlos
le a(0, bfalo e de prata doorada.
Blcas bengalas
de canoa verdadeira com eastao primorosamente
trabaibados em marflm, compradas na ezposico.
Chicotes para passeio,
muito Cuos de balea e eabo de marfim.
Oleado para mesa
le multo boa qualidade, notos e bellos padres: do
irmazem do Vapor, roa Nova n. 7.
Para lollet
tjectos de pbaotasia muiio bellos para tolle.1.
Coques.
ibegados de novo a ultima moda.
Blces albuns
le vedado e de marroqoim para retratos.
Esterescopos
:oia lindas pbotographias transparentes.
Estampas
le figura?, paisagens, cidades e de santos.
Molduras deuradas
le diversas larguras para quadros.
baf-Jour
para candielros e linternas de piano.
Cosmoramas
grandes e pequeos coro 50 ou mais vistas esco-
midas a' vontade, muito piuorescas. Z
Mealljos
pequeos, de quatro e seis pecas de msica.
AecordioDS
i concertinas, o qoe ba de melbor oeste genero.
Callas de rame
le varios precos e lamrobos para passarinbo.
Bolinas para hornean
rande sortio ento bem escolhido em Pars.
Botinas para meninos
le muitos modelos bem sonidos.
Sapatos de tapete
le cbarlote, de tapete avelludados e d9 traeca de
Lisboa para horneas, seDboras e meninos.
Botas russianas
Perneiras e meias perneiras.
Mantas de feltro bonitos padrSes.
Cbicotes (orles compridos.
Lavas de fio da Escosia.
Cartelrinbas para dinbeiro.
Saceos de tapete p.-n viagem.
Malas e boleas sorlidas.
Pooteiras para charutos e cigarros.
Cbaroteiras e cigarrelras de palha.
Cazimbis de bonitos modelos.
Grvalas pretas e de cores.
Cordas para violao.
Bengalas para humens e meninos.
Escovas para cabello.
Escovas para denles.
Pentes de marfim para tirar espas.
Feotes de tartaruga de desembarazar.
Abridores de luvas,
Tesonrinbas delicadas para costura.
Caivetes finos com tesoorinba.
Meias de fio da Escossia para bomem.
Veoezlanas transparentes para janelias.
Qaadros pequeos para retratos.
Pares de lindas figuras pequeas de porcelana.
Jarros moi pequeos de porcelana.
Objectos de porcelana para botar banba.
Tatberes finos para meninos.
Objectos de mgica para divertir familias.
Pbotcgrapbias mgicas.
Slobos de papel para illominacio no campo.
Casimbas de vimes para meoiof 8 de escola.
Ceixinbas de msica e reajeijos para meninos.
Velas a gas para caodieiros e candelabros.
Carrmbos de quatro redas para condozir crianca
Bonecas de massa, de cera e de porcelana.
Berros e camas com cortinados para bonecas.
Cabriolis e cavallinbos de madeira com mace/
nismo para meninos de 3 a 8 anuos montaren)
Para presrpes
jgnras para ornar presepes, casinbss, animaes,
pastores, e ootros muitos objectos proprios.
Attencao.
Nao sendo possivel mencionarse aqni todas as
cualidades de calcado, nem todos os artigos de
juioquilharias, e muito menos da grande varie-
dade de novos brioqaedos; pede-se ao publico nm
passeio a este estabelecimento, certo de qoe en-
sontrarao bastante paciencia para bem escolherem
} qoe desejarem comprar, e precos baratissimos
tm virtade de baver em todos estes artigos grande
qnantidade, e terem sido comprados mesmo na
Europa pelo dono do dito estabelecimento, arma-
tem do vipor, ra Nova n. 7.
mmmmmmmmmmmtmm
m Msica
%k Lecciona-se porsolfejo e a tocar varios
ainstromeatos, iaedo-se as i'CSes das 8
M horas da tarde as 9 da noite : a tratar na
9 roa Aognsta d. 30.
BRISTOL
Nio tonteen aem calomelanos nem ntahum o,'tiro
miaeral.
A grande necessidade e falta de um ca-
Ibarlico ou de urna medicina purgativa, ha'
muito que tem sido sentida, tanto pelo po-
vo, como mesmo por meio da faculda e me-
dica; e por isso, infinito o gosto e prazer
que sentimos, em podermos com toda a con-
baoca e seguridade, recommendar as pla-
las vegetaes assocaradss de Brls-
tol, como urna exceilente medicina porga-
tira a qnal encerra em si, todas as partes e
mais ingredientes essenciaes, tornaudo-a em
um perfeito, seguro e agradavel catbarlico
de familia. Este remedio nao composto
dessas drogas ordinariamente usadas na
composico dessas pilulas, que por abi se
vendem, mas sim, sao preparadas com as
mais finas e superiores qualidades de raizes
medicinaes, hervag plaas, depois de se
baver (bimicamente estrabido e separado,
os principios activos, ou aquellas partes que
cootem o verdadeiro valor medicinal, da-
quellas porcoes fibrosas inerles e agreste in-
teiramente destituidas da menor virtude.
Entre esses agentes activos ou agredientes
especficos, podemos nomear a podo-
pbyilia, a qual segundo a experiencia
lem demonstrado, possue um poder o mais
mais maratiluoso possivel sobre as regioes
do ligado, assim como sobre todas as se-
cretes biliosas. Isto de combinacSo com
o leptaudrin, e mais algons extractos
vegetaes e drogas altamente valiosas, cons-
lituem e formam urna pilula purgativa, tor-
oando-se por isso muitissimo superior,
qualquer urna outra medicina da mesma na-
tureza, que jamis fra apresentado ao pu-
blico. As pilulas vegetaes asquea-
radas de Bristol, acbar-se hlo sempre
um remedio prompto, seguro e eminente-
mente eicaz, para a cura de molestias, taes
como sejam as segoiotes.
Dyspepsia, ou indi- Hydropesia dos mem-
bros ou do corpo,
Affeccoes do figado.
Ictericia,
Hemorrhoidas, -
Alu balito, e irregu-
laridades do sexo
femenino,
Dores de cabeca.
gest5o,
Adstringencia, ou..
pris3o do ventre
banitual,
A/Ja do estomago e
flalulencia,
Perda do apetite.
Estomago sujo,
Em todis as molestias que derivam a sua
origem da massa do sangue: a salsaparrl-
Iba de Brltol esse melbor de lodos os
porificadores deve ser tomado conjuntamente
com as pilulas, pois que estas duas medi-
cinas, tendo sido expressamente preparadas
para ib arem de harmona urna com a ou-
tra, quando belmente assim se faz nao nos
resta a menor duvida em dizer, que no
maior numero dos casos, podemos afliancar
n3o s um grande allivio, como tamoem
urna cura prompta e radical, isto, est bem
visto, quando o doente d5o se ache u'um
estado muito alm dos recurs s humanos.
Acham-se veada nos estabelececimentos
de A. Caors Barbosa, Joao da C. Bra/o & C,
P. Maurer & 0., M. A. Barbosa, Bartholo-
meu & C. e em todas as principaes boticas
e lojas de drogas.
Foglo no da 20 do corrente o escravo de
nome Paotaleo idade de 22 aonos, pouco maisoa
menos, crtoolo, com os signaes segumtes : cor
bem preu. boBita figura, barba nenbnma, tendo
alguns denles da frente podres, e (em a falla uro.
pouco descanez la ; este escravo trabalbava com
carros de coi oa alfandega : roga-se a todas as
autoridades, acsm como aos capltes de campo a
apprebtoso do dito escravo, entrega-lo na roa da
Cruz a. ', oo ero caso de sao seobor Joo da Sil-
va Paria, ra do Hospicio n. 4 ; prolesia-se desde
j com tolos os rigores das leis do imperio contra
quero o tiver acoutado.
O Sr. Aureliano Nobrega Olioda Vasconcel-
os qn-ira ter a boodade de aoparecer na livraria
da infancia, praca de Pedro II n. 6, afim de rece-
ber urna carta que all existe para o mesmo senbor
vtoda da cidade do Penedo (Alagoas).
Offerece-se urna mulher portugueza para
ama de costuras e eogommados : na rna da IV-
nba d.5, 2* andar.
casas.
Aluga-se a casa n. 28 da roa Velba e o 3* andar
da roa Direila n. 36 ; a cbave da casa esta' na ta-
berna defronte, e a do andar esla' na taberna em-
balzo : trata-so no Recife, ra da Cadela o. 3.
Nova inveiic&o de bombas,
na ra Nova n. 30.
ssf Cbegou um sortimento de bombas,
as melhores que aqui tem vindo, por tirar
agua sem niuguem tocar.
Encanameuto para agua, na
ra Novan.30.
ssr Fazem se econcerta-se melbor e mais
barato do que out'o qualquer por ter objec-
tos vindos da Europa de coota propria.
de cozinha.
Precisase para casa de familia
cozinha, preferindo-se escrata : a
do Crespo n. S3, Ioja._________
de nma ama de
tratar na roa
Ama
Precsese de nma ama v*n eozinbar e comprar
para casa de bomem solteiro ; a tratar na ra No-
ta n. 03.
ATTENCAO
Carnaval
Na roa estrella do Rosario, sobrado de oro andar
n. 35, aluga-se ricos testoarios bordados a ouro e
a 14a, todo muito em eoou ; tricarlos de prloelpe
e domin* bordad, s a tellodiobo, todo por muito
barato preeo: t#m grande sorilmento de domin*
de gaoga de todas as cores para alagar a 2|0O0, e
fax se tambem qualquer vestuario qae le qaelra
mandar fater por qoalqoer Bgurino que tragara,
todo por preeo moito eoroiaudo.______________
oel Power Jobnston &.lismiaahia
Roa da enzala Nova n. 42.
AOINCU DA
FnndlcodcLow Ifoor.
Machinas a vapor de 4 e 6 cavallos.
Mnendas e meias moendas para engenbo.
Taixas de ferro coado e batido para enge-
nho,
Arreios de carro para um e done cavallos.
Relogios de otiro patente inglex.
irados americanos.
Machinas para descarocar algodo.
Motores para ditos.
Machinas de costura.
_ Precisa se nm* ama para easa de pooca
familia, prefere-se forra: na rna do Litramalo
o. 17.
O Dr, G. a.
tem aborto e sen escriptorio na ra da
85,1* andar, onde pode ser
la manta as 3 a urde.
________ Rogase ao Sr. Manoel Thomax dos Santos
Kapoo da Cmara, medico) qae fot r-areereiro da a diga eadeia de j na roa da Cadela p, qae v*nha qanto antes a trate do Lima i. 7 a
procurado das 9 bom negoelo qae nio ignora, do contrario le tuolicar
lo tal negocio.


.
Ht

^/-

i
H^. Fundido da Aurora em Saa-[
to Amaro. \J 3
Completo sortimento de Uixas de f rro
coado, molde rase, ltimamente apretadas
para o fabrico do assocar.
N. 2 Dt
DE OURO. ^Jfcf
k toja n. 1 D intitulada Cora$*o de Ouro na roa do Cabug, acha-se d'ora em diaote offereceo
JO ao respeittvel publico com espeeiatidade as pesaoas que bonram a moda os objectos do ultimo gos
W r* Pars) per menos 20 por cento do que em outra qualquer parte, garantindo-se a qualidade e a so
da obras.
O reepeitavei publico avaliando o desejo que deve ter o proprletarlo de am doto estabeleeimen-
te que quer progresso em sea negocio deve ebegar immediaumente ao coracao de ooro a comprar
aueis com rfettos brilhaates, esmeraldas, rubios e perola ; verdadeiras em agarras, modernas pele
diminuto preco de 10*, bnneos moderaos de ouro. e coral para menina pelo preco de 3*. maracas d
prata com cabos de marflm e madreperola obra de moderno gosto (o que o encontrarlo no coracio de
ouro) tettas de juro com a competente eraslnba ricamente eoleitada pelo pequeo preco de 12*. brin-
cos de nm trabalbo pereito por nm mdico preco, cassoletas, tranealins, pulcetras alfinetes para re-
trato tiros modelos ludo de alto gosto, aoeis proprio para buur cabello e Arma, dito para casa-
me26* 0.*0 rosoU ^1 Coracio da Ouro um completo e bem Yariado sormeoto de diversos
gosws, butoea para pannos com diamante, rubins e esmeraldas, obra esta importante ja' pelo sen va-
\ZtA?? ,gh,.', tS2& brinc?8 a 0^m, dde,i0<1> maoslnba de moca com piogente contendo es-
SXZSSSl aaSBflfa pmiu' *osto 6 SDb,ime' ,lfinet ra rava'a no mesmo gosto, reto-
2i^, ?aTad08 Oe Petras preciosas, d.tos para uomem, diversas obras de brUbantes de
u.g "^i18 de rab,DS' esmeraldas> Perolas 6 orilnantes, aneU com letras, ca3 de
^yar iLur.desC0berU para retra, Srft &a?S br" de Sabe"* i 0Qtr8 mQ,os ebJ8Ctos A" os Pretendentes en-
^A,nni^L C aode Ouro qae se conserva com toda a amabilidade aos concurrentes deixandc-
se de aqui mencionar precos de cortos objectos porque (desculpem a maneira de fallar) dizendo-sa
proco talvexalguem faca moju.zo da obra, por se? Uto diminuta qoaato a visu do"u vX.J
t* ir L2in?-I.1 compra-se' ,roca-se ouro' P? Pfldr" Preciosas, e Umbem recebe-se coneer-
rtSLfSft qle etD omra 89n-er Parto. do-se obras a amostra com penhor, conservaado-w
e Coracao de Oaro aberto at as 8 doras da noile. r""l"* *'auu-s
a casa, pois
en
-2
.Sr5
a 9 w
1- s;2S
52* aa <
3
S "*
e>koo3.SS
|S-;
T3
"S
O 50 o ai 12 B
- -,
a
I 83
2
*1
^ yj &. a. o> 3 a Si a
a ^

e*
o
Qaalqaer pessoa que se dirigir ao Coracao de Ouro nao se podera' engaar eom

r^wiU.?Saa!fenl.9nmcor*ciopendQrad0 Pintado de tmarello, alea de ontro que se notoem um
rotulo (4sto se adverte em consequeucta de ferem ja' algumas pessoas engaado com outra casa.
e
1 f
i s
3
5 ^,
09
O
B
:
.
O.
o
o
2
a -r
2.
o
ce

s
8
*
f
I
-o
i

I
o
p>
a.
m


en sr B
s o
o. ca
5 o o *
-1 i
B9 g
B> CD
i* o c-
B>
3 as a w
a
o ce
OQ % o
5" c- a
eo ca o
O. B 9

B' tu &9 s
V
B
B.
B o O ca
co 00
B9 CJ a
C a
O
O i
O- "< o
a> ce 00 ca
a a
B9 O. B
-1 u
ce
a. Cb a 8
a CA B
B> o
n s
CD ce
o
O a.
o w oo O
a 11 s . 3
fi> OQ i
Q. CJ te
O 1

5
I

CJ
b"
o
o
i
ce
Bi
S
I
O
ca
C

TMTAMENTO dod- GHABLE, de PARS
Me*c W|XHtil. coitdultBrpea, S. ra' Vlvlftni
Bm iraoctc mmer*
AVISO 4QS OES. S^iIS&T" M p,'w
el
Hlo mlnt en-
relo, laaui C-
beba, Coahitia
sob tada a>
formas em opia-
to, capsulas,
eonfeitot, tantio
o rslomago
omago mt-
raUfciem
Jiciu e liigHiu caradoT iktH e abusii e uu grande ouuero de umoocaui
ctu-ar em i HA MAIM O AiViVOS
jo caro Micamenle sem Mcahidaii, Corrtmentas. Helaxatao do canal, CIai rao U htaigt,
Periat teminaet, curaodo ptioiiira a causa irulenu inflduimaloria d'essas dorntaa seioaca'
com algums idros do ueu n:pi:hati\u un kamcb para para, esaas atTeccoes, teccar
caual e lae tornar a dar &ua gidei dou para acabar uieu cnenle XAnera ao ci i ato di
rasan ci miuha injbccau. A cura radie;;!, as lEinurt para m Busos kraacaa. aetuem
o meuao trttxmeoto. (Vaja-M a noticia txplicativa.)
40.000 DOENTES CURADOS
Verdadero UaUrocoto depurativo do auogae. Al kerpat cu nuu .....ilirntii anwppflH
p*rMtoaf virut. ekaaoi $ afftcfu Mcriai, humores, e todas asdaencaa aua alleri a pareu
do ungB* alo caradas em poucu lempo por mea itsuri cti-i tivo mi oo awaa
ha>hi mntit, miabas rtuoi^a BarrjaATiWA* e minria fommu >iT>au
yela-u a auoeira de traur-e. A noticia ^ae $e d graw o deposito de meo awdtai
sea superioridade a baai lnhatiili t
uiKBto. Eam exeeilente tralaiscMo Dio eootem toen'
se da
corto*
'ilu b dau ao cata que posaa como en apreseotar tacas anestaooes da cuna.
farsa. awuttcoai 4o doutor Ckab

DE FIGADOS FRESCOS DE BACALHAO
MENCAO DE HOMIA
Vende-se em frascos
e meto Irascos triangu-
lares, pharmacia Hoce,
2, ra de Castiglione,
em Paria.
A eamtrafaef *ea, os ole pmrdmm, d'um cheiro forte, e mais composicOes feitas com oleo
de peiiee comaana, taes cerno o ewate, a arrala, o phoea, a lixa, m oleo dos acalores pecador
emeamo os leos tegetaes, foram imaginados para substituir oa erdadeiroa oleoa de fladoa
Breaeaa de Bacsbao de TcrraVova. Estes oleoa communs ou seos larrrdanraa sio
obtidos na industria por pretjos mu baixos, em quanto que os verdadeiros leos de Beado de bacalhn
fresco so. relativamente multo caro, viste que para obtel-os /rteos e tetn mistura, cumpre exercwr
ajandert^lan M. Hogg desde o anno de I8i9. Estes Um paros de Baealisao de TerravNovat del,
grangearam para este preaoao medicamento tuna (ama universal naa molestias do pello, as atTercTi.
| ^^"* lymphaUcas, a magrtia dos eiinoi,etc.>e por isso.deram lugar a nocivas e iealeaes
,J\I2 ?\~ ^m0** "2,.f^P ** dierir' distingue-e entre os outros oleoa peU su.
*s.d2Jf?5JiS>/1*,ro su"7e e. deheaao. e Pto de sardinha fresca. ^
-AJLAI?RI0 fmtravel lo chefe dos traballioa chymieoa d. FACULDADE DE MEDICINA TIF
MR ondue carne aegue : O cv/eo cor de palha de U. Hogg eontem urna terca parte de rtm!
I *lo ,m^tlv*m "Ifli '',?'' o* l" fardo* e ruto aprsenla alaum das inZnieni*,.. Z27X
I r'^Tt2^Le', I*""0 -o ***"" Mfcor-
aprsenla algum das Inconvenientes que se
M* aka.ru.acU. da Franca das palies eatrangetroa.
PlLULAS de HGG
lo FUadasa aaalrlemtaea de Hogg, eom anaialna mciiIlHeada, contra aa aftccSea
tastrainieas, dyspepicas, ele, e nos caaos em que as dtgetle* sao laboriosas, e as venes, iin-
jtosstven.
jjose i urna flula antes e depois e cada comida.
O alimento Bao senJo una substancia bruta sem nenbuma virtude nutrimental por si-mesase,
. a que deisa pemeer de inanico ai|iieUe <;ue nao digere. >
Orna uirica cuiaa basta para operar a tr;insfonnar,o dos alimento: om nutrimentos; esta 4
* pepena acidincada. QV LOQEiV CORVISART, medico de S. M. o imperador dos Franceies) (1)
a Pllnlaa) de oflfr, oaa pepslaua auslda com ferro redaicldo pelo h^drogeneo,
costra as molestias chronlcas, c alfecres 'iue d'cas resultam, fiares brancas, Morosis, menslruaco
difleil, fortlflcam os temperamentos debilitados.
Doce: de 2 a pilulns cada da.
9 Arro, reduiido pelo Jiydrogeneo, a melhor das preraracSes ferrueinoas. (BODCHARDAT.)
rom ajiida da jorca viva que eontem a pepsina, oa alimenta* transrormam-se em nulrimentes.
*" Fliwiaa de lloag, com pepsina e preto-iodureto frreo inalteravel, contra as molestia*
tserofutosiu, ymf/halica, e syphflilicas, a tsica, eaehexia chlorotka, e as affeectes atnicas geraea
economa.
Dase : de 2 a pilu'as cada dia.
pepsina, pela sua uniao com o ferro e o iodo, moeniee a acele excitante d'estes dois preciosos
agentes sobre o estomago das pessoas nervosas ou irritavele. > Memoria aprtseniada i Academia
imperial de mediana de Pars.
oa, puarmaceutico-chymico, naa de Caassgllame, %, ucJeo proprietario e preparadar,
ma-os de uo e de 50 pillas hermticamente tapado*.
Deposito as pnncipaea pkarmacias.
II) Vd* as oUaa laWoUdas: Ogs/tri t Orntumpe*. Irtsi* Hirt U HmmlM $ ** mlriamlm.
Veode-ie aa pnarraaia franceza oa roa No?a de P. Maurer & c.
a
i
I
C5I
Ea2
- CD
_ o
ce "O a
B2a
_, o
II
s
o
o
a
50
i
S
ca
CD

S.co
c ce
cd s*
n ST ce
S? m P a
"8aft
5 B ca fe,
8 = 5 5.
Quetu precisar ue um leitor para eogenho,
pode eirigir se a roa da Peona d. 3, loja de funi
leiao, qne achara' InformacSes da pessea qoe tetn
eiercido ba mais de 10 anuos este lugar com zelo,
Gdelidade e pericia.
Advertencia
O abaixo assigeado apressa-se em declarar qne
nac o autor do avi o pnblicado hornera sobre seo
sobrieho o Sr. Jos Hontem de Hedeiros querer
vender as cs.'as da estrada do Encanamento.
Aquello aviso parte sem duviia de algum desa-
felcoado deseo sobrinbo por quanto ha amito que
o abaixo assignado autorison o mesmo sea sotiri-
nbo de procurar renda para as mesmas casas
uuer publica qaer paiticniarmente. Recife 27 de
Janeiro de 1868.
. ________JoSo Baptista de Medelros.
CASA
Alaga se a casa dr ra do Principe n. 4, com 2
salas, 3 quarlos e cosinha ra, quintal eom cacim-
" a tratar na rus Nova o. 3.
ba
COMPRAS
Prata e
Em moeda naga-se bem
pendencia n. 22.
ooro
praca
na
da lode-
[Maior preco
que em outra qualquer psrte, compra-se moedas
de ooro e prata : na loja de ourives, n.a larga do
ruarla n. t\ a, esquina_da roa do Cabug
Moedas de ouro
Nacional e estraogeiro, assim como libras ester-
linas: compram-se na raa do Crespo n.16 primeio
dUU3r.
Compra-se ouro e ptaia em obras vtlbas :
oa Draca da Independeccis a. 22.
Muito motor vontagem
Compra o C0R.A(7A0 OE OURO n. 2, rna do Ca-
bnga moedas de ouro e prata.
Moedas de ouro e prata
Paga se por mais do que em outra qualquer par-
te : na loja de ourives arco da CoDceigo e compra
ouro e prata velba e podras preciosas.
MOKDA^T
de curo e de pratapaga-se rrais que as outras
casas. Ra do Cabug n. 9relajeara.
Capra-se a 13 per ceulo
Prata de todas as quaiidades e assim tambero
libras esterlioas e ->uro de ledas as qualidades
por mais preco do que em entra qualquer parte
na ra da Cadeia p. 08, loja de a?olejo.
Compra-se
por mais preco que em outra qualquer parte moe-
das de ooro e prata nacionaes e estrancelras : na
roadoTrap.clwn. IMrmatem de Adriano, Cas-
iro 6, C. e ra do Crespo n. 20 loja de Alva^
Angosto de Almeida. ia-u
LOJA O GALLO VIGI-
LANTE RA DO CRES-
PO N. 7.
Os proprieUrios desle lem conhecido es-
taDelecimeto lem a satisfar;5o de levar ao
coobecimeato do respeitavel publico que aca-
bam de receber pelo ultimo vapor da Euro-
pa om completo sortimeDto de objecto sde
apurado gosto e de nteira novidade; [os
qoaes esto resolvidos a vender por pre-
Co mni razoaveis, como sejam :
Liados cintos com ponas, bordados ve-
dnlhos, fazenda que n3o haver quem con-
teste ser a melhor que ha oeste artigo, isto
so na loja do Gallo Vigilante, ra do Crespo
n. 7.
Leqoes de madreperola, sndalo, marfim,
madeira e osso, etc., com lindos deseolios.
<-ii rnicrt s de palhas,
Riquissimas guarcigoes e trangas de finas
palhas de Italia, com vedrilho, pingentes e
sem elles, e outras com botoss da mesma
palha muito proprias para guarnecer vesti-
dos, chapellinas, etc.
Lindas bolsinbas ou cabases para as me-
nioas trazerem nos bragos, cada qual mais
bonita.
. Tcioiirai.
s Finissimas tesouras para unbas, costuras,
cabslleiieiros e alfaiaies, as quaes garanti-
mos ao comprador a sua boa qualidade.
Nsvalbas.
Superiores navalbas com cabo de tartaru-
ga e marfim as quaes os fabricantes garan-
ten).
L uvas.
Lu?as de Jouvin, camurga e de seda bran-
cas, pretas e de lindas cores.
Petates.
Grande variedade tanto para coques como
para alisar cabellos e a barba, ditos para
arregagar cabellos, sendo de tartaruga e bu-
falo com pedrinbas e sem ellas, etc.
Port Bonqnets.
Muito lindos port bouquets com cabo de
madrepirola, proprios para calamentos, bai-
les etc. etc.
Escoras;
Finas esco?as para roupa, cabello, chapeos,
unbas, denles e para limpar pentes.
Abotaadnr?s
Lindas aboluadaras para colletes, punhos
e coll3rinbos.
Perfumarlas
Finas e de todas as qualidades e dos me-
Priores perfumistas al o presente conhe-
cidos.
Collares de Royer
Eletncos magnticos, contra as convul-
sos das creapg*s e facilitar a dentigao das
mesmas. Ja tao conhecido los prodigios
destes collares anodinos que n3o ha quem
duvide de seus efficases effeitos, e o Vigilan-
te, sendo recebedor desles collares, tem
sempre grande quantidade em deposito, isto
so na loja do Gallo Vigilante, ra do Crespo
n. 7.
Roa occasio.
Jnlio Cesar Pinto de Olivelra, preten-
do muito breve relirar-se para Baropa
vinde seo armaiem de faiendis todas no'
vas e de prompia eitracco por lerem
quasi todas tetelas e baratas, e qoe alten-
dendo as difflcaldadej do carasio e des
pachos da alfaodega, (ai conta ao comira
dor aproveiur. O mesmo pede aqoe la
pessoas de quem credor, tenham a bun-
dade de qoaotu antes saldarera seus deu-
tos, o mais tardarai fevereiro do torrente
anuo.
Conlinoa a mesma liqoidaco al vender
O mejvo eitabelecimem .
Ra da Imperatrir n. 28.
Chitas franceiss de multo boro pao e
de cores nas a 360,3*0 e 280 ra. o co-
vado.
Chitas ingieras de cores Cas, padiSes
iraneezps a 200 rs. o covado.
Percalas coro lindos desenhos de 360 r.,
Boji vndese a 4(0 rs o covado.
Cassas fraccezas de cores seguras, qoe
pelos Pjjdr5es cbamam organdys, Taieuda
o a 280 e 240 o covado.
,.p7,ae2encanDbra,a decores com 6 va-
ras a ia.x)o e de 6 e meia varas a 3*000.
Briinanima de (lores mludinhas de 720
"""vado, boje se vende a 860.
rilo de seda preta coro flores miudas
modo superior ifjt o o covado.
ril de lioho liso a 7S0 ts. a vara, ela-
borado cora Uorsinba a 900 rs. a vara.
Kfrum pre.'ie Pf'or qualidade a
9000 e a 5*000 o covado.
Lencos de cas.a estampados, grandes e
alS"1 cores' qae seD>Pr8 *e vender* m
a 4*060 a dnna, boje se vendtro a 2#5'iO.
l-encos branco de cs*f, Qogmdo iinlio
. proprios para s'gibeira a 400 e 3i0 rs. e
por dutia 44000 e 3*300, e cblneics com
barra a 3*600.
[ Lencos de linbo puro e muito Onos a
I oU e 640 rs., e a doria a 5*000 e 6*000.
Melas para homem mimo eocorpadis
| americas de 6*000 rs. a duaia, agora se
! vende a 4*300 e o par a 400 rs.
2J?"S?*8 de seda mo,to boa farenda
a SCO e 3i0 rs. cada nms.
, .^i" de Ci'5as deroga francea a
1*000, e o covado a 320.
,.BJ? bran0 de Hubo puro a J800,
I*o00 e 1*100 a vara.
Hoopa feta nacional.
Palelols esruros de esfranque, muito
bem feilos a 3*000 e 2*500.
Ca cas de easerolra a 8*000.
Palctots a 12*000 ; roopa feita de ho-
mem e de menioos de ciercoles qualida-
des e presos razoavtis.
Objeclos de candieiros a par.
Candieiros a (ra doursdos a 100G0 :
S'sUJ.6?00 ; *""",,i stm lutl0a
J*0C0 e ?*310 e lamparinas a J*ClO; bo
C.si,eil!T':'renIeii "aceros e qualidades I
a 500, 800 e 1*000. i
5,000 rhamins em liqoidaco a 320. ,
400 t 3C0 rs. I
Estas chr.mirs garantidas prlos me- i
Ihore* fabricantes da Europa, tero a van-
tagem de seren a maior paite de crystal, i
e que pela sua boa qualioade t itroper* i
aturara e resisten a urna ini ardecie : so
se vendem na ra da Imperatrlz n.
cada orna a 320, 400 e 500 rs., e por
na tero abaiimeoto de 0 por cenio.
par
5.
28,
du-
Compra-se
por mais rreco que em outra qnalquer parte moe.
das de ooro e prata nacionaes e estrange.ras
Krafrfl"'^ ^ ^ ^ ^ ******
Perreira & C.
Compra m-se esetaves
Compram-se, vendem-se e trocam-se
de ambos os sexo e de todas as darles
do Imperador o. 77, 1 andar.
na
Ivs
escravos
! a roa
4CAB4
de che^ar os sabonetes de
alcaMo
O nso desles sabon^tes tem apresentado os mais
benficos effeltos contra as impigens, pannos, sar-
nas; tioba, caspa, comichees, e todas as demais
moksstias de pelh.
Vende-se
XA BOTICA E DROGARA
DE
Barthotontett t C. '
34Rna lar[)i do Hosario3-i
Francisco Jos Germana
{RA NOVA N. 2!, '
acaba de receber um lindo o ma-gnifleo m
timento de ocuios, lonetos, binculos, do r
timo e mais apurado gosto da Europa e oc:
los de alcance para observacoes e par <
martimos.
cobre,
lato e chumbo
Compra-se cobre, laiSo e chombo noarroatem
da bola amarella no oitao da secretaria da polica.
Ferro velho fundido"""
Na fondijao da roa d Brom n. 84 compra-se
Oro velbo, cobre, lato e chombo, pagase bem
2J00 "
OURO E PRATA.
Compra-se moedas assim como prata oacionl e eslrangeira a
20 0/0 na ra do Crespo n, 46 l" a&dar.
Compra-se orna carroca e alusa-se oro pla-
no : a tratar no largo do Ctrpo Sanio n. 19 nn
roa da Imperatrir o. 88, 2andar.
Coropra-se orna a terrea que seia boa e
leja sltoada as mas Aogosla, pateo do Terco oo
Cmeo Punas; qoem a tiver e qo^zer'vender diri
a-se a esU typographia em carta fechada eom as
iniciaes S. J. pa'a ser proeorado.
Compr8m-se
de ooro e prau : o rna da Cadeia
Missal romano
Vende-fe nm mlssal romano, todo goarnecldo
de prata, cem pooco oso e em perft i to estado, pro-
prio par algoroa matriz : na travessa do Qoei-
mado o 3 I* andar, oo na roa Nova loja de sel-
leiro de Domingos Jos Ferreira.
Linguas.
Chegaram as soperiores iioguas de fumeiro do
Rio-Grande do Sol ao armazem mo Mercantil,
roa da Cadeia n. 53. Vende-se a 240 res.
Livrria encyelopcdica
Chegaram a' livraria eacyelripediea de los
Barbosa de Mello, ra da Cruz n. 52, as scni"les
obras do Dr. Cherno*lz : Formulario ou Gtua me-
dica, quecoBtm a d-scrip^ao de todos os medi-
camentos. Stima edtrao. i volme de f 38 paei-
na, com 94 figuras no lezto, encadernado. Pre-
co 6*. Diccionario de mediana popular era que
sadesereveu) os symptomas, as causas eo trai
ment das molestias n'uma lioguaeem accemmo-
dada a inielligencis das pessras eflranbas a telen.
cia medica. Ter cea a eduao, 3 volumes com 231
liinras no teiio encadernado. Preco 20*.
Aos agricultoresT
Sannders Bratbers C. aear.am do recebei
de Liverpool vapores de forga de 3 a i cavallos
com todos os pertences, e mni proprios para faze
tem mover machinas de desearecar algudio, po
dendo cada vapor trabalhar at com 140 sertas,
tambem serverv para enfardar algodao, ou para
outro qualqoer servico em qce usara de trabalhar
com aniroaes. Os mesmos umbem lm a* venda
machinas americanas de 35 a 40 serras.
Os pr tendentes dirijam-se ao largo do Corpo-
Santo n. 11.
j Ai\ae.,
No armazem de fazenda* de
Santus Coelho,rua do Quti-
mado n 19.
Boa e barato
Cambraia de cores matisadas fioissimas
sOO a vara.
dem brancas transparentes tinas de 4
55000, 65, 70, 8fi e 90ooo a pega com iC
jardss.
dem branca tapada de 64 e 90 a peca
com 12 jardas.
BaRSes de 35 e 40 artos nesgados
sonhoras, a 40500.
dem de mursulina Desgados a
dem de crochet a 50.
dem de mursalina para meninas a 30*
Saias bordadas a 50.
Cambraias admascadas para cortinado
120 a peca com 2o varas.
dem para forro a 30 a peca com 10 jar-
das.
Cambraia de linho muito fina de 60 e 90
vara.
MadapoISes finos de 60, 70, 80, 90,100,
110 e 120 a peca.
Platilha de a!god3o superior fazenda par
saias a 3(5200 a peca com lo varas.
Cobertas de chitas de ramagem a 206oa.
Lencoes de hamburgo fino a 20400.
dem de bramante muito fioo a 30200.
Pannos adamascados para cobrir mesa
40500.
Guardanapos de linho adamascados a 40
a dozia.
Atualbado adamascado com 7 1/2 palme*
de largura a 20 a vara.
dem adamascado de linho com 7 1/2 pal-
mos de largura a 30 a vara.
Algodao enfestado com a mesma largura
a 101 oo a vara.
dem trancado de algod5o a 10600 a vai'a.
Toalbas alcochosdas de linho lisas a 110
a duzia.
dem de algodao felpudas a 130
a duzia.
Colchas de fuslo a 60.
Lencos de cambraia brancos finos a 10800,
20 e 2ooo a duzia.
Lencos de cassa fimssimos a 30200
3060o a duzia.
Fil de linho liso a 8oo a vara.
dem com salpicos a 10ooo a var
Grosdenaples preto bom a 108oo, 20
28oo o covado.
Morantique preto superior a 208oo o co-
vado.
Flanella de tod3s as cores a 800 rs. o co-
vado.
Tarta tana de todas as cores a 8co rs, *
vara.
Bramante de linho cum 10 palmos de lar-
gura a 205oo a vara.
dem de linho cum 5 palmos a I02oo a
ara.
dem de linho com 3 1/2 palmos a 8oo a
vara.
Riquissimos basquina a 250000.
Assim como outras muitas fazeLdas qo
se vende por menos que em outra qualquer
parte, e d-se amostras de tudo,
Bales de 2o, 23, 3o, 3o, 4o e 5o arcos
para senhora a 20,20300/30, 35oo 45 e
50ooo.
Ditos de 25 e 3o arcos com mollas a
e60.
Ditos de murcuna estreos a C0*
Espartilbos finos a 00.
Percalias finissimas a 4oo res o covado.
ia
Al
v >
e 140
53
Grande novidade paran"
fiesta
Ka loja do pato rus & laperalriz -
60, rfe Gawa | Silva,
Chegou afinal
A pomada galopean
para cara rpida e completa dos callos dnros.
SVENOK SE NA
Bdtica e drogara
Barholomen A C.
34Roa larga do Rosario34
HISTORIA DE CARLOS
XII
Eei da Suecia
por
raa
1*200 ero
do Crespo
FOR VOLTA1RE.
Veode-se esta excedente obra
broebura, na livraria Econmica
n. 2.
Na mesma livraria tomam-se assfgnatoras para
avida de Horacio Nelsono celebre almirante
anglez a t cada ezeropiar.
Moedas
o. 4.
Coropra-se orna eMJrava de 30 a 4o anuos de
idade, com tanto qne st-ja sadia e forte para o ser-
vico de casi de familia e qne salba endonar.
inr e engommar : a 1 atar na roa do Ho^p.cio
o. 47 das 6 da manfcaa al aa 8 toras, e das 4 da
tarde em diante. 4 *
NOVA PECHINCUA
A 15500
VENDAS
Vfnde-e am carro decarregar g-
neros da Alfaodega. por preco muito com
modo, a tratar cesta .typographia,
Cobertores de dous polios qoe se Ten-
dero a 3*. torrsm-se a 1*500o Invern
esta ebegado, preciso preveoir-ae
Ainda tem a 2#000
Cbales perfeitos a 20, os qoaes se ven-
diam a 60 e 80a qnareama est na
porta, e elle sao proprios para todos os
arios s se vende por este preco poner ;
grande qoantidade na rna larga do Rosa- i
rio d. 22 loja de Viaona.
Vende-se
Pelo barato, orna armaco nov, excedente para
loja ie fazenda, oa molbidos : a tratar no atee
do LivratneBto o. 31 depotito.
Venia ou arrenda mi uto.
Vende-se por preco razoavel, diobeiro on
a praso, conforme se ajostar, on se arrenda o eo
genbo Jaboatiozinbo, rooente e crreme, sito na
comarca de Santo Antao, com terreno saffidnte
para safrejar de 1.500 a 2,000 pes annnaes, todo
o terreno mni frtil com bastantes varzea todf
os partidos estSo encapneirados, faz asoc'ar de
muito boa qualidade, e di todo muito roaoeiro
tem bona sitos para lavradores, nm grande cerca-
do, duas casas para morada e diversas para mo-
radores, todas coberlas de telha, seozala, casa de
rannba, olana e forno, casa de ensenfco multo
grande, com casa de purgar para 800 mil ne?
casa de encaixaroento moite espagesa coro os cai-
z5es precisos para deposito de assocar secco don
famosos balcOes para seecar assocar, boa estufa e
bom lugar para assenlar urna distilacao. rooeDda
e roda d agua qussi aivas, bom asseolaroento com
as taxas precisas at para fazer relame, uro Un-
que para mel e urna caa para bagaco, todo em
meito bom estado : qoem pretenler pode ^n-en
der-se nesta praca coro Beroardino Corris de Re
zende Reg, ra do Livramento n 20, oo no enc-
ono Campo Alegre oro o Sr. roajor Manoel Caval-
eanti de Albuquerqoe e 8.
OtETAS DO PEITd
Atso Importante.
(te nicos verdadeiros xaropes de bynopnosnbl
tos de soda, de cal e de ferro do Dr. Cborchil) tra
zero a Arma qoatro vezes repetida desie sabio m
dico sobre o subscripto e a marca de fabrica da
Ka."-I* V0' ,{' "* ^^'fMoBe. Pars
Acba-se a venda em frascos qoadrados tro o no
me do Dr. Cborchill m vidro. Preco 4 francos eOi
Pars : Com Instriicco
Vende-se cinco escravos, sendo uma escrava
de 22 anuos bonita figora, engomma, cose e cosi-
oba, outra de 30 annos com as mesroa babilida
oes, oatra de iO annos que cose perMiaroente,
nm escravo de 30 annos perfeito cosinheiro e ou-
tro da mesma idade para todo o servico : a roa
e.'treita do Rosarlo o. 43. Tambem se Irocaro es-
lea escravos por oolros.
Modernas poupelinas cero palminbas
borrladss e qoadros. covado a. .
ModcrniSMmas lazinhas coro pal-
mas, salpicos, qnsdro, lisias, ele.
ele, covado, a 100, 00 e........
Lidas lias com listas da seda, co-
vado, a 560e....................
Verdadeiro poil de Clu-vre com lisias
modernas, covado, a 800, lJe....
Finissimas mussellnas de ceres, co-
vado, a.........................
Buoitas sedas de corea com 4 palmos
^ de largura, covado, a.............
Grosdenaple azul, rozo, lyrio, cinta,
etc. etc., covado, a..............
Modernas cassas com listas larcas,
vara, a 610, 720, 800 e...........
Modcroissiroos organdys de cor, vara,
Orgaudy largo, com lista e quadros,
vara,a........................
Corles de
400
560
800
1*809
40
2ooe
i0:;o
1*000
ifoon
4*030
280
2inno
2K('rjf3
lefijoo
240
300
2*500
Ual de Lisboa.
N rna do Apollo armazem o. 30, e rna estrella
do Rosario o. 47, vende-se cal de Lisboa vioda _
pela ultimo cavio, a nica cal nova qoe ba no P*r J*raias, porteiras, etc.
mercAM.
organdy com lisias bran-
cas e de cores, tendo 8 varas cada
certe a.........................
LSazinhas de orna s cor matnlsadas
covado a.......................
Cortes do cambraia branca bordada,
sendo oeste genero o mais rico que
tem vinJo ao mercado...........
Donitos cortes de sedas cores claras a
Bonitos cortes de iraniana a.......
Cortes de organdys listados com 10
ras, a....................... 6*009
Fil branco bordaoo, sendo de meia
largara, vara, a.................. 640
Bonita fazenda bracea p3ra saias,
tendo pregas de oro lado e lam-
ben) bordada, vara a I* 1-Jti0 e I*'<**
Ricas saias bordadas a 65000, 8* e 1O*OC0
Cassas de urna s cor de flores, cova-
do a........................... ,
Ditas fraocetas omito finas, sendo da
lisias e flores, vara a 300 rs. e co-
vado a.................,........
Modernos poobos eom goliobas, sen
do de esgnlo do llobo, bordados,
braceos e de cores a.............
Modernos manguitos coro gollinbas a
Ricos corpiohos de cambraia muito
bem enfullado e bordados a 8* e IflfMl
Saias econmicas e escoras, para
quero for passar a esta fra a.... 2*300
Chales Isabel
* 6M00,
Cbegarsm os roals lindos chales de mirlro d9
odas as cores coro ama bonita e larga renta rt-
au ero toda a volta, sendo oeste genero u msra
tinao e roals moderno qae teem vindo ao roerra-
flo e vende-se pelo barato preco de 6*000, onfra-
mecie na loja e armazem t'eratriz n; 60, de Gama & Silva.
Cemento
Cemento bydraulico da melkwr qoalidade part
fldiflc.agoes n'agaa,taBqnes. algerotes, assemamea-
tos de canos, etc., em barricas grandes, a 12*,
Dito coromum na romano a 10$.
km porco superior a 61 barricas se faz non
liifferenca no preco conforme a quantidade ;
Nos armazens de Tarsj r-
meos.
GESSO
Nos armazens de Tasso Irmios.
GRADES DE FERPO
-, etc.
Ros ar-uzeis 6t Tass* (rnos.


-------------n "'i. i i
--
:- : .. '... *
'^ft.qwu $. m -i* Jtf vJnm%h*h*.
-

"
-
\
*
Gratule liqiidaeo

/mrenoo Per ira Mondes GuiraarSes, tendo dado balan-
do em sua loja de fajeadas ra da lmperatriz n.
72 e 56, fez una grande abat ment de suas fazen-
dm p ira poder liquidar eom mais brevidade
Yen-le-sO'cissM fraoczis a 2i0, iSO e Brilhanlinas de csics a 500.
320 rs. o ovalo. vende-se brilhaotinas de cores para ves-
largas a 240, 280, 320 ^^ e senboras e roupinbas para meninos
| a 500 o covado, ditas brancas a 500.
I Orgsal! braico a 1,000.
Vende-se orgaodiz branco muito fino para
vestidos de senboras a 1 & a vara.
Alpacas adamascadas a 720.
Veude-se alpacas adamascadas para vesti-
e- i DitM iglOias a 160 a 200 rs. o covado.
Laiiuhas para vestilos a 240 rs o
COTilO
Verrie-se Ifasinhas para vestidos a 240,
280; 32 e 400 rs. o covalo.
Alpacas de cores co'n (lores para vestidos
do s.)ohora a 50>, 5G, 70 e 800 rs. o
covado.
Ru?a Taita nac un'.
Ve&de-se p ilitot de alpaca pretos-e de
cores a 3|5Q e 45000.
Ditos praSttf de panno a 5$, 6# e 85, di-
tos de neia casemira a 35500 e 45, calcas
de caieraira a 55 e r>0, coletos de easeinira
a 35 e 35500.
U.la talas a 4 000
Venle-s;? pagas de madapnlao fino a 45,
5|. 4, 75. 85, o 05;
Pecas de algodosinhoa 45000, 55, 65 e
75004).
Camhraias li*as a 45.
Vende s cnoabraias lisas peca a 45, 55,65
a70J0-
Rrim-pito a''H).
Ven le se briii pa/do coa toque de mofo
a 560, 60Je 700
li.i n braoco de linho a 15280.
Vtnie-se brim de linho para calcas a
1($2^>. 15600 e 25.
Criaba de tf de \>ahn 45500.
V ni*, se chales d li Je linho a 455GO
e 55 '00. brclanha do linho 55 e 65,
SI ^chique com patosa de seda a 400.
V.-.nrte- seia para vestidos de senhora a 40 o co-
vad"), phaoiasia com listas de seda a 15 e
880 o Mvfldbj s ni I j i ila Aara, mu*su-
iina> ae cores para vestidos de seahora,
rou ;! da meninos a 50!) o cavado, braman-
te do iih'i, bre aha de linho, brim de co-
res para calcas e oatras militas fazeudas
qu-5 mus logo anniiuciaremos qoe boje nao
o bienios por falta de tempo.
Gastas de brim para edea a 15-
Vende-se cortes de brim de cores para
cal;a a t& 154i.0e25.
Aviso importo fie
O propietario das lojis do Arara di ra
da Ita, eratii n. 56 e 7 dec'ara ao respei
tuvcl poblie# e sens freguezes qne encm-
luenlou un graride soattoento de dminos
de todas as qualidades e vestuarios a carc-
ter para as pessois que gastara da divertir*!
s;e pelo carnaval, pois tolos estes artigos
devsin estar promptos do fim de te mez em
diante e pie espera (pie os scus freguezes
iirem com as suas iivmcncias afim de
Ibes comprar bomfeos vestuarios ou aiuga-
ren, pois o i"ue se aSaaca grande quanti-
dite que existo pa-a se esoolher, ludo de
bota posto e prego mais barato possivel:
rua'da fmseratrz na. 56 e 73.
Chitia para cobertas a 280.
Vende-se chitas pira cobertas a 280, 320
8 360 o cjva o.
Lannuhas a 280.
Vende-se lanzmtias estampadas para ves-
t Jos de aeobofa a 28o e 320 p covado.
C'i'uas adamasca las a 440.
Vende se chitas adamascadas para vestidos
a V>'o 440 o covado-,
Meias para horneen a 45000.
Vende se meias paca homem a 45, 55, e
gara seobora a 65. &$ e 35iK'0 a'duzia.
fi an-le pi-.hhchs.
Siias borda Jas pira seobora a 35500, 45,
e OOO.
Organ-Iy de cores a 45)00.
Vende-s.vorgandy de cores para vestidos
d-3 senfiora e meninos a 400 e500 rs. o
cova lo.
Palilols de alpaca a 35500.
Vende-se pvlilot* de alpacbas de c-res e
areos a 35500 e 450 O, ditos de meia
ca-eroira a 35500 e 45 ; calcas de brim
par io a ijJuOO e 25000.
Ar ra est liquidando
criitns miradas a 160 e 200 rs. o corado,
cassas milas a 240 o covado.
Lans branes finas a SCO rs.
Vende-se lanUnhas brancas com palmas
de cores para vestidos de senhoras a 500
360, "20 o 800'o corado.
Aberturas de algodo?i;ho a 4500.
VonJe-se asertaras para amisas a 40D e
5 0 rs., ditas fijas de linho a 15000.
Lindos cortes de 13a de barra a 8^0,0.
Vende-se lindos cortes de la de bma a
85,105 e 125' 00.
Espartith-is a 50C0.
Vende-se ricos espartilbos para senhoiasa
35 f 6J0C0.
Brim pardo a-tft e 500.
Vtode-se brim pardo de- linho a 400 e
aOO^rs. o corado, fezenda mnito flna.
Peeblncba a 85500.
Vendem-se pepas de alg^do de marca F,
dos de seaboras e meninas a 720 e 800.
(iri>* de g^Rga a 1400.
Lijida-se cortes de ganga para calcas
de bomem a 15400 e 15600 o corte.
Bi-h fi o pa-a calsas a 1400.
Vende-se brim muito fino de cores para
calca de bomem, roupa de meninos a 15400
e 15600 a vara, dita bronca de linho para
15280, 15400 e 15600 a vara.
Fi o d ltiholizoa 720.
Veode-se fil de linno liso a 720 a vara,
dito de palminh s a 900 e 800 a vara.
Castares para calsas a 200
Vende-se castores para calcas de bomem
e domenioos a 2ooe24o o covado, brim
de cores para calcas a 32o e 4oo rs. o co-
vado, ganga de cores a 38o e 4oo rs.
Patl de cbcvre a 800
Liq,ida-se esta nova fazenda para vesti-
dos de seaboras e m;niuas por nome poil
de eberre a 8oo 9oo e 15 o covado.
Bcreja de. lisias a 240-
Vende-se bereja dt listas para vestidos
de senhoras a 24o o covado, e outros roui-
tos artjgos que se deix;1. de mencionar por
Ma de tempo, o que b clemente se annun-
ciar para melhorar o pieco Jar. fazendas.
Chitas escaras a 320
Vende-se chitas francezas finas escuras a
32o 360 e 4oo rs.
Algorfa t de lista a 200 o cavado-
Vende-se algodo de lista proprio para
roupa de escravos a 2oo reis o'covado.
La preta a 500
Vende-se lasinha preta para Into a 460
e 5oo o covado, alpaca preta a 5oo, 64o,
8oo e 15 o covado, moria: tique a 15 dito
a 25-
CoberU* de chita a 2*000.
Vende-se cobertas de chita a 25 e 255oo,
ditas de damasco a 4ooj rs.
Afgodao entestado a 1#00.
Ven !e-se algedOes entestado parilences
e toalhas a 15 a vara, dito pintado a l52ao
a vara.
Alpacas de cores a 64o.
Vende-se alpacas de cores para vestidos
de senhoras a 64o e 72o rs. o covado.
Cortes de gazioeta a 15"00.
Vende-se c -res de gazineta para calca a
15, l2ooe 154oo.
Ca-cas de meia casemira a 35ooo.
Vtnde-se caifas de meia casemira de co-
ras para horneas a 35', palitots de panno
preto a 55 e 65, calcas de cazemira tina a
55 e 65-
NOV1DADE.
Vetide-se orna armec5o propria para qual-
quer negocio.
Utas escossesas a 2?o
Vende-se laas escossesas de qoadros para
vestidos de senhoras e de meninas a 28o e
3o o covado.
Lencos de seda a 7oo.
Vende-se lencos de seda de flores a 8oo
caoa um para acabar urna grande porco
que tem na rna da Imperarriz n. 56 e 72.
La siiihas com listas de seda
Vende-se laasinhas muito largas com lis-
tas de seda a 15 e 800 rs. o covado, ditas
finas a 5r>0 o corado.
Cortes de casemira a 2$.
Vende-se cortr-s de casemira de cores a
25, 35 e 45. ditos de casemira preta para
calcas e 35, 45, 55, 65 e 85.
Serias de ed ei a 1*490.
Vende-se sedas de cores fixas a 15400,
15B00 e 25 o covado, grosdenaple preto a
15>'00, 25 25500, ditos de ledas as cores
a 25 o covado,
Basquins pretos a 145.
Vende-se basquinas pretas de grosdena-
ple a 145. 1*55 e 205.
Bramante de fhjdUo e linho, brim de
linho pardo e branco, e onlras moitas fa-
rendas que se torna ehfadonho mencionar
Ihe e muitas qn lidades que avista do com-
prador vera' como a Ar..ra vende baralo.
Casemiras a 25000,
Vende-se cortes de casemira para calca a
25 e 35000,
Cortes de casemira preta para calca a 35,
35500 e 44.
Uqultlafo de cortes de cam-
bala a 25000.
Liquidicao de cortes de cambraia com
barras de cores a 25, 255O0 e 35000.
Grande aortimenlo de gro-denaples preto
moreaniitjoe preto, casemira e panos pretos
para o qaaresma.
Cirosilenaples preto a 150C0
o covado.
Veode-se grosdenaptes preto a 15260,
0 cordeiro previdente
....."''; ~" 'l _---------
Fabrica t fundiqo de bronz
Ha antiga loja de miodezas a roa do Quejr g e QvfrQS metacs, Cldciretro,
Utociro, e lunHcito, smda
na Soierfade, fu do frifi-
cipe n. 3, e eom deposito na
ra Nova n 38, da cidde
do Recifcn n
BRAGA fsAMPIIO
Fabricam-se oeste importante eMaMeci-
mento todas as obras concernentes as artes
respectivas come sejam:
Alambiques de todos os taroanhos em
feiiios, os mui acreditados aparelbos de
Derosne com as dimeDCes delicadas dos
fabricados em Franca.
Fabricam-se amisas qnaesqner pecas des-
apareaos, como sejam o dilatador,-ratifica-
e condensador, ou efquenta garapas,
i


H










-
PABA UZO INTBBNaa*.
PREPARADOS SIMPLES
Xarope de jumbeba garrafa......... 15oeo
Vinbode !56so
Plalas de vidro......... 156oo
Tintara de t 64o
Extracto hydralcoolico de jurubeba % 1255oo
PREPARADOS COMPOSTOS.
Vinbo de jurubeba ferruginoso garrafa. 25ooo
Xarope 156oo
Pilulas > vidro. 25000
Oleo de jurube! a vidros.... 64o.
Pomada de pote...... 64o
Emplastro fibra..... 255oo--
PABA UZO EXTERNO
A JITUUBE11*.
Esta plantar hoje recoahecida como o mais poderoso tnico, como- om exeas
tente desobstruente, e como tal applicada nos engo^gitarneutos do figado e baco, na-
bepatites propriamente ditas, ou ainda complicadas com anazarebas, as inflammac5es
sabsequentes as febres intermitentes ou durezas, nos abeessos internos, nos tumores es-
pecialmente do tero e abdomen, nos tumores glaodulosos, na anazarcha, as hidropa-
tas, erysipellas; e assoctada as preparaces ferruginosas, anda de grande vant*gea
as anemias, chloroses, faltas de menstroac5o, leocorrbeias, desarranjos atnicos do esto-
mago, debilidade orgnicas, e pobreza de sangue, etc.
O que dizemos affirmam os mais di^inctos mdicos desta Gidade, entre os quae
podemos citar os lllms. Srs, Drs. Silva Ramos, Aquino Fonseca, Sarmeoto, Seve, Pe-
reira doCarmo, Firmo Xavier, Silva etc. Todos elles reconheem a exeellencia d'este po-
deroso medicamento sobre os demais at hoh ronhecidos para todos os casos citados,
tanto que todos os dias fazem d'elle applicacSr.
Apresentando aos mdicos e ao publico em geral diversos preparados da jnrn-
beba, tivemos por fim generalisar mais o aso d'este vegetal, fazendo desappareeer a
repugnancia que at hoje sentiam os doentes de usar do* preparados empricos d'erte, o
mais das vezes repugnantes a tragarem-se, e que linham ainda a desva:ilagem de nao
ser calculada a dose conveniente a applicar-se, o que torna omitas vezes improfieoo om
medicamento, que podara produzir ptimos resultados.
Os nossos prepados s oram apresentados depois de haremos convenientemente
astudado a jurubeba, fazendo as experiencias precisas para bem conheeer as propriedades
medicamentosas d'esta planta em suas raizes, folbas fructas ou bagas, e a dose convenieu-
ea app'icacSo, tendo alm d'isto procurado levar os nossos preparados ao maior grao de
tperfeico possivel, para o qoe nao poupamos esforcos, d5o nos importando o pouco lu-
cro que possames tirar.
Por tanto os que se dignarem recorrer aos nossos preparados podem ter a certeza
de que elles offerecem a garanta, de que se pode encontrar a prompta e infallivol cura
de qualque dos soffnmeotos, que deixamos innomerados, se forem em terapo applieados
tendo alm d'isso^ medico ou doeniea vantagem de escoiher as nossas variadas prepa-
races, aquella que meibor Ibe pode conrir, j* pela fcil applicacSe, ej pela complieac5o
das molestias, id de, sexo, ou ainda natureza de cada individuo.
As nossas preparaces ferruginosas sao eitas de forma que se tornam completa-
mente soluveis nos suecos gstricos, porqae procuramos os compostos de ferro que como
taes esiao boje reconbecidos.
Para aqueltes que mais minuciosamente queiram conheeer as propriedades da
jurubeba, e saberem a applicao3o de nossos preparados, destribuimos gratuitamente
em nosse deposito um folheto, onde tratamos mais extensamente d'esta planta e dos o**
naos preparados.
Deposita geral de todas as preparados
Botica e drogara
34Ra larga do Rozario3i
NOVA FABRICA DE CHAPEOS
DE
Tendo setnpre en wsta io roabar o t*mpo S<
fregaezes, eom: ezMoxos anlaaeiM ; wn
tambero oo qaerentfo que os meamos fregueie
Ignurem o qoe de k>to tan elt recebido, por nao
resuroidameoie o dir': cnegaodo assim ao co-
beiMmeoio de todos que a dita loja do Cerdeiro
rreviduote, roa do Qaeimado a. 16, recebeo. o se-
tmote : A
Bonitas e doradoras ligas le pelHca pira meias,
tanto para senhoras como para meninas.
Loques de diversos e moAeraes gastas.
Peoie eom enUrtes dourados e nao doarados,
para memo*.
Coques simples eenfeitados,moldes inteiramen-
le novos.
Boo papel em ealiinbas liso, pantado doora-
do titubra lo, e oatros hhiios objeolos, que mea
eona-los seria bastante en(adonho, e qne se ven-
e em dita loja de aiudeas do Cordelre Previ
dente rui do Queimado n. 16.
Xi> altaui Qores,
O Cordero Previdente a roa do Queimado a. 16
tem coastaatemenle um lindo sorunieoto de fi
as e boaius llores, por isso quando algom ba.
bilida i belKi (osto deve logo lembrar se qoe ba dita leja
do Conieiro Previaenie, a ra do Qaeimado o. 16,
nao [altara lores.
Para alvejar es dente.
O cordero prndente roa do Qoeimao b. 16
receben do bem condecido fabricante Jooh Gos-
Inell & C. ama opuma qoalidade de pos para den-
'tes aromatisados com canfora qoe realmente tem
merecido todo eoncelto porqae nao s alveja per-
feitamente os denles come tambera coasem-o'
sempre no meibor estado de perfelcio, assim pois
qneiram vir comprar Olios pos na mesma loja
do Cordero Previdente, rna do Qneimado n. 16
Enfeltes eom pona.
O Cordero Providente receben um lindo sorli-
ment de enfeite* com pontas para vestidos, tanto
de seda como de laa qoe combinara perfeitamen
te eom os cintos modernos do mesmo formato, por
isso para poder eofeitar-se com goslo qualquer
vestida indispensavel comprar-se ditos enfeites
na mema loja de Cordero Previdente, a rna do
Qaeimado o. 16.
Chapelinas de seda
Modernas e bonitas ebapelioas de seda para se-
ahora receben Cordero Providente ra doQuet-
narlo n. 16 e por ser peqoena a qnantidade re-
ebida, qnera pretender ama moderna e bonita
ebapelina. deve aprecar se em mandar comara^ta
em dita loja do C rdeira Previdente a ra do
Queimado n .16.
CAIXINHAS ExNFEITADAS.
Estas mnito desejadas caixinb,- vasias e enfel-
ladas com gosto, qae Unta extraeca tem tido e
qus realmente servem para diversos dos, eaisttm
na loja do Cordero Previdente a rna do Queirnad
o. 16 um completo sortimeato de ditas caixiobas e
sao vendidas per presos to-rasoaveis, qoe o ex p-
nente regoex nao objectara* em compra-las em
dita loja de miodezaa do Cordero Providente a roa
do Que.ruado a 16.
PNTEHIAS E CHABTOS. .
O Cordero Prevideate, roa do Queimado n. 16,
tem nm bo-sorr>meoto de Boa ponteirag para
ctiwolos, sendo Usas e com figuras em airo rel
vo ; 9 para qoe os seo fregaeies nao se Ineom-
modesi em comprar cbaratos em aigamas das to-
jas de ebarnteires, reeebea lambem om bom sorti-
ment de finos charuto? do afamado fabricante
Furtado de Simas ; assim, poi?, encontrarao os
apreciadores um, bom sorRmento na dita loja do
Cordero Previdenie, ra dcQoeimado d. 16.
em $4 jardas, qae sSo iO varas, a 8550J. 1^400, 15600, 18< 0, 23OO, 2I500. 35
Dito, muito er,cr,rpado para toafras de parla- 3a500 o covaio. Moreantique preto a 2i5500
ria $or ser muito lar^o a 9/1)00 a pega. 3d e 305UO o covado. Paoo preto para cal-
Dito mas estrello a 63 e 18 a peca. cas e palitots a 10600, 20, 20500, 30, .40
O que novo a 53(>0>. e 50. Casemira preta a 1 0 0, 2 ?, 20510
Vende->e pegas de midarjolSo fino de 24 e 30000 o covado. Cortes de casemira preta
jardas a -70. 80, S0 e 100000, roa enfeuda a 30,30500, 40, 60000 e 80COO
da lmperatriz os..56 e li. o corle de calca.
---------------i
Vetde se
afregueuda
vre e d?s
a tratar o
-- Vcc
onza casa
Terce, ato
Sr. Mendf
aeimbas,
mesmo su
Tierna.
(eom pono?= fondos e
nOft .". arma?o li-
nw*ks Cruies n, 41 :
on perroata se por
_ s, pateo da Penha ro
dfronts da otaria do
Irs com frocteira?, duis
vi-euda; a tratar no
iiw *> v ^to.
Sn.
Vende-se uo McrTptorib de Antonio Lnlide 01^
wln ainada & C, roa da Crnt 57, 'ealkaf
w 12 ganraias
^m

Vndese on permuta.se por casis neila i-
dade urna parle do engento Forno da Cal. no ter-
mo de Olila, o goal tem (orno para o fabrico de
cal, qus ai em cima das pedreirai, e proporc.5es
para grande olaria, e torras moito feriis pera
plantacSe, bom pasto para vacea- de leile e qnai-
qner (Tiaoaa, aeaa malas pare madeiras de cons-
Irurcao, carvSo e leoba ; a tratar na roa Augusta
.36.
\kBm
Soperiar panno de algoda da Baha
YeHde se no escrlptorio de Antonio rLuii de 011-
velra Azeved.) di C, rna daCraz n. 57.
i Vende se ama taberna na rna da Impera-
y-iz auito accfaeuda e coa pooeo fondos pro]
pna par om printlpiiBte ; a tratar na mesma
ra n. 34.
dor
resfriador, serpentinas iterlores.
Fabricam-se bombas de todas-as dimen-
efles e qualidades, pelo systema fraocea ou
americano, simples, de pressao, repoxo, e
com especiaiidade a estuvea rio t auim -ap
nominadas pelo eBorme volme de agua
que absorvem calculada em 100 pipas por
hora, e das quaes algunas eslo prun ptaa a
serem eiperimeotadas.
Existem bombas por este systema, me-
nores, para regar sitios, garantindo-se n2o
s sua duragaocomo a grande qnantidade
de agua que fornecem pelo qoe s3o cons de- '
radas hoje as primen-as bombas conbecidas.
Todas as mis obras se fabricam vonla-
de dos freguezes e a seu capricho.
ExiUem sempre proropies no deposit in- -
dicado na ra Nova n. 38, um completoaor-
timento de obras solidas, bem construidas e
a preces rasoaveis, como sao alambiques,
serpentinas, tazos, passadeiras, repartidei-
ras, escumadeiras, cocos, candeias, e muilos
ostros otenc'lios preprios para enjenhos,
como sejam mancaes de bronze, parafozos
para rodas de agna e outres.
Cavilhas, machos para lemes, pregos de
todos os tamanbus e para o forro de cobre
de navios.
Aprompta-se tudo quanto diz respeito as
obras de latSo torneadas e polidas com toda
aperfeico.
Vlvulas para tanques de banco, tomeiras
de todos os tan-anhos e qualidades, assim
como todos os ornamentos para militares,
botoes para farda, aparelbos para barretina,
nmeros, es olieras, espadas, cornetas, alam-
padas turibtrfos, ealdeirinhas, havtas, almo-
farizes, perfamadores.
Obras de folbas de flandres de todas as
qualidades, babas, bacas, bules o outros
utencilios domsticos.
Lampies para gaz para engenlios, folha
A loj* do cordero preTMeate de flandres em cantas, folhas d? cobre ela-
Rua do Queimado n. 16.
ella acbarao os pretendentes um granda -e va-
riado sorumento de perfamarias loas, tanta iogie-
aas como fraaceza?, seado :
Pinos extractos para lenco?.
Banhas e pomadas para cabellos.
Oleo ph i locme e babosa para diio.
Pos hygienicos para denles.
Ditos campborados para ditos.
Opiata inglesa e fraocet para ditee.
Pacotes com pr> de arroa.
Vasos de porcelana para ditos.
Saboneies para mao e barba.
E muitos outros objectos qne sere presente
ao comprador que se dirigir a rus do Queimado
a. 16, loja do cordero providente.
Bao'cijas pepenas.
Vendem-se na rua,do.Qaeimado n. 16. floja de
eordeiroprevidente.
Charutos
da acreditada fabrica de Joe Furtado de
Simas.
Vendem-sejaa loja'.dolcordelro'previdente a rna
do Quermadojn. 16
GR4NDE BAZAR
RA NOVA N. -0 E 22
DE

Manoel Moreira de Souza
RS A NOVA N. 45.
Neste bovo estabelecimento ha nm completo sortimento de chapeos para bomeB?, senho-ras e
meninos e vende-se por menos prego do qoe om nutra, qnalquer parte.
iiU i J
Eival sem segundo
Est queimaado tado qoante tem em
sea eslabelecimela de miudezas
roa a Qn imada a. 49.
A vista faz f.
Caixas com muito superiores obreias a... 60
Pitas e corddes para espartilbos, faxeoda
boa a................. SO
Carritets do linba Alezaadre eom 490 jar-
das a ................ ft
Ouzias de meias ernas mnite boa..... 4Oof
Resmas de papel ala>aco pautado a 4ih 0
Caitas com 500 pbospnoros de vellieba a. 16t>
Caixas com pillos de fogo mnito boos a 10
Groias de patitos do gax a : 2$6<>0
Daifa de baralbos francezes a 2540 e.. 280
Latas eom superior banba a...... 32
Frascos eom agna denliflee a...... 5ti0
"rseos com superior agua de Cologoe a
400 e............... 500
Frascos com olee para caberlos a 240 e. 3
Garrafas com agna florida verdadeira a i500
Sabonetes muito finos a 60, 160, 200 a 32t
Ditos de bolla muito finos a'2C0, 240 o 32(
Varas de cordao para espartilbo a *
Penlei de voltas para mealoas a..... 320
Abotoadaras de differentes qnalidades para
coMetes a............. 500
uirtoes de lmha branca e de edres a 2i
Libra de ara preta superior a..... 120
escotas par tato, mnito fina a 510, 8C0 e; 1VM0
Varas de franja branca de liubo para
toalba a.............. 101
Cartilba de doitrioa ebrislaa da aaelhor
qoalidade a..........% 32(
Livros de missas abreviadas a..... 2(kk
Ca ilnhas cono 6 frascos de cbelro proprias
para mimos a............ 800
Dozla de linba de miada para bordar
raui'o fina a............. .500
Caixas eom eolxeles franeexes moilo sope-
rioras a........."........ 40
'." i as cruas para meninos 240, 280, 320 e 400
i res de sapatos de tranca e tapete a 14500
Ditos ditos para meninos a...... 1 (0
Frascos grandes eom saperior tinta ingleza 32o
Tesonras multo finas para anhas e cos-
turas a ............... 500
Carrlteis peqoenos eom retrox de tedas as
cores a 40 e.............. 80
- AT rEMC AiU
Vende-se orna eserava parda eom pouca Idade,
moilo sadia e sem vicios, com molto bom leite
para crear, ese, lava, engoma o coainaa ; om
on cria de 6 para aoaoi Para ver e tra.ar, oa
roa do Cabog n. 3, 3* andar.
Veaas4t.peeatldad ?d aas aseraws lae
C*s ambas OBni^atfliaiss.: a rna do Padfd
Florlano o. 71.

Fundigao d'Aurora em
Sanio Amaro
Completo sortimento de taixas batidas e fundi-
das, alambiques de lodosos lmannos e uados dt
ditos, raneadas de todos os tamanbos de superior
qnal idade, crlvos e boceas de fornalba. oae tad<
se vende por eoroatodt? preco.
Vapores.
Vende-se em casa de Sanuders 'Brothers & C
o largo do Corno Santo n. II, Taporas patente^
om todos os periences proprios para faxar mover
es oq quatri macbinas para dascarogar algodac
CoadecoracSes
Chegaram no vapor nplez Seau om sortimento
loja deoorivesde Jos J. Goncatvas Baslo. &
C.. coa do Cabogi n. 24 A, esqaina da ra larga
do Ro-ario.
Tinho do Rheno
era superiores qnalidades,- por pregos commodos :
em casa de Rabe Scbmetlau & C. rna da Cadeia
n. 18.
era duas qualidades, recolar e soperlor : em easa
de Rabe Scbmettau & C.rna da Cafleia n, 18.
Champanha
' s, regular e
i di C.rua di
Cognac
>i
a
Sherry de Londres
commnm e superior, em casa
k G., roa da Cadeia n. 18.
de Rabe Schmettao
sopenor e regular, em casa de Rabe Scbmettau A
C., roa da Cadeia n. 18.
Linha denovellos
de Alexaadre e ootra : em easa de Rabe Scbmet
tau C, ra da Cadeia n. 18.
O
mouro de Veneza
Kaada imperaerii n, 13
' Vende :
Maalaifa ingleza a 800 e i J a libra, pede-se
aos fregaezes qae venbam apreciar a qualidade.
lata
de fruelas portoguexas a 500 rs. e l*t de 2 li-
bras de pera e pesego a 600 rs., eomo "ie pode
ser meibor a ana qualidade.________________
Bixas
de Hamburgo recpntem-nte ehogadas a botica
franeesa ti msji Crox.__________________
Vende-se orna armacio nova, propria para
qualquer negrcio, ptineipalaienle de molbados,
por barato proo : a tratar no palee do-afo Bk de idade W anuos:
mera 8,
Machinas para dascarocar algodSo, do mt
Ihor aator que tem apparecido na America
E' tal a execucao do macbiuisme, que o al-
godo sahe quasi io perfei lo como o de bu
landeira. Recommenda-se a attencSo doi
Srs. agricultores estas machinas.
to, lutos de chumbo para encaeamentos de
todas as dimencoes, folbas de zioeo, estanho
em barras e verpuinha, lanedes e barras de
chumbo, vidros unos pira espelhos, de co-
res, bordados, e opacos, e outros para vi-
dracas, diamantes para cortar vidros, cadi-
nbos ordinarios e de patente, rea para mol-
dar, folies para ferreiro, lavatorios eem ba-
rias e jarros, trra podre-e outrositameros
olijectos proprio de taes estabelecimentos.
Sendo todas as obras inspeccionadas e
feitas sob a direccao do soeio administrador,
Jos Baptista Braga o qual se acha de novo
especialmente incumbido da gerencia de lo
importante estabelecimeate, isso orna ga-
ranta pela sua longa pratica, qae tem os se-
shores freguezes de que sr3o servaos a
contento, com premptid3oe preco comino-
do, pelo que oa propietarios lbe sero agra-
decidos.
G*Z GAZ GAZ

Coego ao anttgo deposito de Henry Forster 6
C, ra do Imperado*, om earrpgamento de gax di
primeira qualidade.o qual se venda em paradas
x retalno por menos preco "do que m oatr- ^nL
Toar parte.
Vende-se piche do gaz proprio para
a assealliaios, assim como para rebocar
clsernas, coadiutiires d'agna,
etc., etc., em grosso : ns fabrica do gaz, e
a retalno, do armazem da Bolla amarella,
travessa do Imperador._________^^^^
Cera de carnauba
Na rna do Queimado a. 16, vende-se boa cera
de carnauba.
"Fio de algodao da Babia
Veode-se do escriptorio de AolonioLaiz deOli-
veiiia Azevedo ( C. raa da Cruz n. 67.
Sitio.
Vende se om grande filio com excellente casa
de vivenda, oa Torre, a qual perlence ao llim. Sr.
commendador Bento Jo- Fernandes de Barros :
quem o pretender queira apparecer a' rna das
Onies n. 63, 1* andar, que achara' com quem
tratar.
Venda-Mam bonito e bem apessoado erioo-
lo, idade 23 aonos, ja InspeMonado e qne eom
rouila vontade qoer ir combater contra o tyraoao
Lopes, 4 exeellentes eseravas, engommim, cosee
e cofinhami orto bem, tem boa conduca, nm
preto de meia' idade proprio para sitio, a&a mola
na travessa do Carmo
n. 1.
A AGUA BRANCA
Per conbecer a influencia qoe costoma baver
em lodos os aonos, por esse lempo, e pe r vero
quanto se desenvolve e appnrase o bom goslo em
Pernambaco, ella qoe tem sempre em vistas agra-
dar, e sinceramente bem servir a soa boa frepue-
zia, aoleeipoo-se em aaudar buscar os differentes
objeeto de gosto e fantasa, que agora mesmo aca-
bara de chegar.
Qoe a loja d'Agnla Branca, rcra especialidade,
onde prlmeiramente se encentrara qoaesgu-r des-
ses objectos de no vid; de e moda, Isso esia' geral*
mente reeonberido; mas ama a.->im a Agaia to-
ma como por dever selentificar aa bello sexo, em
particular, e ao respeitavel publico ero gf ral, sem-
pre que como agora, recebe os irapi ranles objec-
tos qoe abaixo menciona, e por mais essa vex ella
toma a liberdade de pedir a attenco das Exm"
apreciadoras do bem, para os novos e bellos orna-
tos qoe formara om lindo e rico toillet
Nao eertamente com nma mal aparada peona
d'Aguia, que bem se pode descrever o bom gosto a
desempenho de taes obras, si, a propria intel-
ageneia d'uma excellentisslma, qne bem podera'
apreciar o alto grao desses perfeitos objectos, tai-
vez os primeiros qoe nesse genero tennam viudo
ol nosso Pernambaco.
A Agola Branca, fara' apenas eonbecer os ob-
jectos de que se compdem esses novaa** bellos r-
nalos. Em om bello earMo vtro babiaBieole arrao-
jaao, aro moderno ciclo de Ota de-eeti f u aelia-
malotado da largura de 7 a a pollegadas, na fiel'
lo leque de madreperola, uro par de luvas de pe
li.'a, ramos de finas Odres para o noque, peito
guarnicao ara estovas, ete., etc., a Onalmeot
urna almofaduba de setim com aromticas past
inasem p.
Alela disso
Bslie em ordem do da as novas e bellas trancas
de loa paltta de ltaii, e ootros e1Werent#9 enfeites
da mesma qoalidade e proprios para vestidos de
las, cbapus de senboras e meninas, resta somenta
qoe os pretendentes amparegam na loja d'Agdia
Branca na roa do Qaeimaoa n. 8.
Bolsas para cacadas.
At# Mas -para cacada, agoia branca reeebea a
pretende vende-las baratamente, com tanto que os
apreciadores da caca deixero Orar nm para agota
branca da roa do Queimado a,Kv.- -
Caivetes risos ou ferros para abr* latas
Vendem-se na roa'do Queimado Irja da aguia
branca n. 8,
Bons espartilbos.
A agola branca roa-do QtrimaHo1 n. 8 rece-
ben BovesorilB.eB.ode boaaMaaattilboa e como
sempre vende-cs por prejos comuodos.
TOTF
Botas rossiaoas, peraeiras e meias pernelras nc-
vamenle ebegadas, da meibor qualidade qoe leaos
visto, no armazem do vapor roa Nova n. 7.
LUVAS
Novo sortimento de lavas da pellica de Jonvto,
brancas pretas e de ootras boatas cores para ho-
raens e senboras; no armaxea do vapor roa;Nova
o. 7.____________________________
" Cola superior
Vende-se no escrlptorio de Antonio Loix de OU-
veira Aievedo & C, roa da Cruz o. 57.
Zrvende-se nma mulata de 18 aunes de"
boa coliDheira, lavadeira engommadeira
tar na travessa da raa dos Piras n. 9


u*t .4 rA

H -
1 lUtlill i


r
.....ii'T
W
r.

.89
.
!
5



I
:.

'
30 de JaneIre *c 16f8.

Collares Royer
fu Anodines electrices magnetieM
ner>*lt acreditada
lijad aguia branca roa do Queimatfa n. 8
Apregoar odi Wprtfigibsos efleitns dos
ollares ojBH-Mr>e;-nsmar ou querer
Iatrodazir Bondades, porqne a fama de sua!
eficacia tem-^e tanto estendijo, e os seus
(alizo* resultados a tal altura elevado, que
hoje rara a pessoa que p>r experiencia
propria, oa por intermedio de seus amigos
8 parentes, ignore ou desconhe:a as virtu-
des desses seinpre apreciareis collares
Boyer. ^
A aguubrnca po.rm se gloria de concor-
rer para ura tao justo flm, se nao por ou-
ro modo ao menos por ter sempre, e cons-
antemente um complato sortimento desses
collares migneticos, que bem se podem cha-
marsalva vidas das enancas.
Resta anda que os senhores pas de fa-
. milia se facam convencer de que conven)
nao esperar que as criancas sejam atacadas
do mal, e por isso necessario ou conve-
niente que com antecedencia se deite na
enanca um desses coares para assm estar
ella preservada das coov Jcoes e se contar
vre dos rigores da dencSo.
A aguja branca ra do Queimado n. 8

PICHINCHAS
Para principiar o anuo de 1868
ntnom mn
O r i
H
roa do Crespo n. t A, esqua da ra do Imperador
#.
-. iCab dA C?8e" pe,' Vlpor Gw"tw> Dm 'iadisslmo soriimenlo de fazendas qoe diwmM
oo-mi correspondentes que fono as me.horea, as de mais gestos e novdades quY encontraram em
xzk$^t" 'prec,a?So do respeiuyei *abHc> ** ,w
RiqnissltDos cortes de sed de 6re?,com lindos
madres completamente novidade.
Lindsimos vestidos de cambraia branca bordados
ss. *a ssj ,w*n** s ^e8|
a quanudade que ha contratado e Lindsimas gravatinhas para senhoras.
/rancezes
por tsso acha-se ella sempre provida dos ver-
Jadeiros collares HJyer eletricos magne-
Novas ckapelinas
dt fina parha da tala.
A Agoia Branca, roa do Queimado o. 8, rece-
ben- Dojim soromeiiio de boaifa* enapelioas de
Boa palba a lia!, ornadas com delicadas flore e
ceno sempre a Aguia Branca as vende por oreos
eommudos. r f v
Rap Viajad e Paulo Cordelro
A foja do erdelro prevideote a' ra do Quelma-
di o. 8, receben nova remessa dessas oualidades
de rap.
Trenos vantajosos
aas miodezas do ura me estabeleci-
menlo de suza Soares A |rmo.
Wa It'U d. 28.
Vendem en groso e a retfalho.
a .2^%S''',a^0,*,,pertOreS' Mb'WMt,a
Dua a notwlo*, naisioferior a li>00 e 1J800
A (lllfta
Dita branca em cala de SO nvelos a 640 ris
Dita para mercar, calta te 16 ditos a 240 r.
Dita braoca era ditas de JO ditos grandes a 560
Dita em carros de 100 jardas a 360 rs. a doria-
Dita em carros de OO jardas a 13200 a dua.
Dita era cande?, branca e preta, a 160 r. a din.
Ruletas de cores em cana? de doiia, a 14500 a
i dita.
Grampas com cabega de vidro a ItiO rs. a dita,
Afutoeiros pntalos a 240 rs. a duzia.
Botes de nwdinhas donradas e prateadas, para
pnobos, a IJOOO a dutla de pares.
Ditos da madreperoia, para camisa, a 309 rs. a
gnua.
Ditos de osso, para calca, a 240 rs. a dita.
Caixiobas com soldados de chumbo a 120 rs.
Espelbos de multara doorada a 11400 a dua.
Feotes de lajo dourado, para coco, a 64 rs. a
dona.
Diios de lacos lisos, para coco, a 5S500 a doiia.
Ditos dooradns, com flores, 22400 a duna.
Ditos de hofalo, roollo bons para alisar, a 23300
2*400 a dita. '
Decaes amarlos e prateados, finos, a 240 rs. a
dita.
Clcheles em calxinhas a 640 rs. a dita.
Ditos era cartoes a 600, e 900 rs. a dita.
Pecas de fita para coi, larga, com 10 varas, a
SOO rs. a Fitas de seda n. 1 >/ pecas com 8. varas, a 200
rs. a dita.
Cadaco braoco para eeroulas a 560 rs. a dutia
de pecas.
Laas de todas as odres, para bordar, a 6A500 a
libra.
Phospboros de cera, em caixinhas, a 360 rs. a
doila.
Ditos da pao encerado, sem cbelro, a 360 rs. a
dona de cainobas.
Ditos de cera, em caitas grandes de folba, a
12400 a dozta.
Cartilhas da D->utrina ChrisiSa a 320 rs.
Onreas de colla, em caitinbas, a 320 e 500 rs.
S*boaets finos a 800 e .12 a duiia.
Facas e es'pbos cabo de osso, faienda boa, a
22500 a duila.
Abutoadoras Unas para coletes. Hotos com Uve-
las de crystal, e moflas outras qualidades, pulcei-
ras de costas Deoles coro pedra* para coques, eo-
lelle para cabera, om completo sortimento de per-
fumarias de todas as quali i;>d-s colarinhos. can-
deeiros a gat, ferragens de todas as qualidades etc.
etc.; a roa N va n. 28.
.Lealdade
Este e9tahleeim recebe de sua conta por todos os paquetes Trance-
tes diversos objedos da oliima ir.oda de Parii,
como seja booitos coques lisos e eofeilados, titas
de s."-rj, ditas de seda lisas borladas de todas
as larguras e de superior qualhlade, lindos sapa
(os de merino, d casemira e ia, toncas de la,
multo bonites cha.elhos, babadiobos e entr-
nelos cor lindos-bordados, #raatas de seda, pre-
ta e de cores para hornero e seafioras ; as verda-
deiras luvas de Joovm brancas e de cores muito
omitas, earteiras de diversos fenios e tamaitos,
meias de muito boa qnahdade, para bomero, se-
nhoras e meoinw, um lindo sortimento de tucos,
espariilnos, toacadores de Jacaranda' de diversos
taiiiaolvts, titas de veludo, trancas pretas e de co-
res, Odn tnfeites para vestidos, cintos de diter-
sas qoalidades mnito bonitos, albuos, aboloaduras
para rolletes, la p.^ra bordar de soperior quali-
ae> ama ioinhlale de bonitos brinquedos para
Crtancts, as methor^s perfumarlas de Lutiim, Piver
C"Uirai MjciedaJe Hygeme.a, immenciaade de
obje>s qoe derto de mencionar para nio se tor-
flar macante, todo por precos muito eou.modos.
com gosto.
Ricos basqolnes. primorosamente bordados, e ulti-
ma moda em Parii.
Riqoissimas cbapeliDas de seda, palba a Imitacio
e enruladas com muito gosto.
fe*fa para senhoras, sendo estes de ultima moda
em Parit.
seda, ultima
Lindos colares e voltas de vi Irilho e
moda e Inleira novidade.
Coliariohos, poMoa e gravatinhas de Cbony. cm-
plela novidade. *f;
Ri?'.'.ls"B0S l(lnes ^e naatfim todos asertos e de
Riqotsslmos vestlmontas de cambraias primorosa-
mente bordados, com todos os pertences para
ereaocas se baptlsar.
Ricos vestuarios de cores, todos completos para
meninos de 2 a 4 aooos.
Mantas de blondeparanoivas.
Molriantlqoe, grosdenaple sedas pr'eta, tranca
e de coras.
Riqulsslmoa cilos, ultima moda.
Ricos eofeites para seoburas e meninas.
Lindissimas cbapeliuas de seda e de palba para
meninas.
Riquisslmos cortes de fantasa para vestidos de se-
ahort.
LicJo corles de 15a para vestido, novidade.
Chapeos de castor a canotier, ultima moda para a
rapaslada em Parii.
NA
LOJA E ARMAZEM
00
& a
J S

-

lumn ., I.----- -ciwa t>uo layanava mu ranz.
aunnu "" aai,m coao alo I Grande deposito de lavas de Joovio reeebe-s por
madreperola.


todos os vapores grande sortimento.
Casemiras, cambraias, lia?, mossellras, precarias, chitas e urna loflnidade de ebjeelos qne
aenamos de mencionar por se tornar majante.
Isto s na leja do Passo rna do Crespo n. 7 esquina da do Imperador.
t^m '--------------------------------------------------'-------------
FAS E ESTEIHAS
.-
AUGUSTO PORTO i C.
11+Rua do Queimado11
Rect-beram em seo estabelecimento um esplendido sorfiinento de tpeles, lca-
fina da Io-peratrx i. 60
nm nmtm u san
SiE>S0R DE ^l,i"
AMA. SILVA*
n snaTi0?0 ira daosU ^ama na l0J'ae a mazem do Pava"<> tem resolvido vender
rtlStn? i "iu,t0 ma,i bar!,te"0BI fim le 3Prar dmbeiro, e diminuir o grande de-
5* ,a!* fflesmas' 8Ssim como tem recebldo ltimamente urna grande porcSo
la*-arSS? T8S' i"1^ 'og,e'?s como fra,iceas. alemaes-e soisas, dando de todas el-
\Z IZ l de,saodo Hcarpenhor. oo manda as levar em casa das Exmas. familias pe-
da Zf,i I!0.*' eS,.and0 este es,ablecimenlo aberto desde a8 6 Loras da manha as 8
mpntnrl Part,c,Par *pessoas q e negociara em pequea escala, qne nesteesteleci-
^^^"^P^^^P^^^^r^ as casas'ingieras, ganbando-se
apenas o deseonto podeodo assim fazer melbor soriimento.
Tira bordadas e Oabadlnho*
.yuem qaizer fazer boa compra de tiras
borJadas on babadinbos, achara um grande
sortimento para escolber e por (.re;o muito
mais barato do que em outra qualquer parte,
na toja e armiem do Pavio, ra da Impe-
ratnz n 6o,
Pazeodas para Fno na loja do
Pavo
vende-se setim da China com 6 palmos de
argura proprio para vestidos a 25 o covado,
laaziDhas pretas lisas, alpacas com listra bran-
ca a 15 o covado, cassas brancas com listras
preUs a Soo is. a vara, dius pretas lisas e
com s dpicos vara a 56o rs. ditas francezas
com listras e ramagens vara a 8oo rs., me-
rm preto, alpacas e princezas, mais barato
do queem outra qualquer pars, na Irja do
Pavao, ra da Imperalriz n. 6o, de F. P.
daSilva. .
Eival ma segindo.
Ra do Que Imano n. 4.
Loja de mudezis de ios Rigodiuia
PRl.MCIPIA 0 .NOVO AKNO A VEHDEB BAKAM
E BOU.
Carriteiscom 2 oitavas de rtlrn preto
1 >roprio para matbina......... jQp;
Ounas de agolbas para macbma.....SitOO
Varas de babado Dirtlado do Porto a ICO
Libras (te pre(to> franreies granis e pe-
qnenosa S4t e............
Caitas de Imba para matear ......
jmnas de tesouras peqoenas.......
Hed.s para cabulos o mtibor qoe t>. .
uuiu de ptnnss de ajo superior a 40 e .
r i" a6 llD,i,a d0 !l foaj 30 aOTtlMi a
ua de palitos da sgnrBca a... .
yllabanos c.m ump. para Deaints a
uvros impresos ctm re p-ra roopa a. .
Uums de meias Soas pata stnhcra a.....
rapis de aguihas balia a.. .
P-cas de fitas de la elasajfia vlido
Orosas de boioe> oe louc lanteao de
cor a........
dem
sem ser prkjeado a..
'
mwwm

PALITOS DE PANNO A 65
Vendem-se palitos de panno preto saceos

prelos para a quaresma
dem de cambraia branca bordados superiores.
Basqnines dsela para senhora gusto moderno de S5 a 305.
Colxas de seda, ditas de 15a e seda para camas de noivas.
dem de crox e loalhinhas de croch para cadeiras.
IJem de fusta.- brancas e de cores de 53 a 105.
Cortinados bordados e adamascados para cama de 20$ a 705.
dem bordados e adamascados para jnella de 9 a 205.
Tapetes grandes e pequeos para sof e portas.
Pannos de casemira para cobrir mesas, goardanapos grandes e pequeos, toa-
inas para m3o de Itabo* de aigodio, atoalliado tranco e pardo, panno* finos pretos i
aznes, casem ras pretas e de cores, tudo por mdicos precos.
Cbapeinas modernas para senhora de palba e de crep.
Camisas de linbo e de algodo inalezas e francs: s para hemem.
Moir braceo e preto, sedas pretas superiores para vestidos para a quaresma.
gros preto e de diversas cores, organdis e cambalas brancas e de cores e laas demui-
tas qualidades.
Saias, toalhas e lencol de Hoho ricamente bordados.
' Malas para viagens grandes e pequeas, chapis de sol inglezes e muitos outros
artigos todos vendidos por baratos precos, pois s se deseja agradar e apurar dinheiro.
11Ra do Queimado11
---------s de panno a
2o0 e 255. calcas de cas. mira de cor a 75 e
85, um rande sortimento de coletes de toda
a qualida e e outras mu as qualidades de
ronpas qu. se venden mais barato do que
em nutra qualquer {.arte, na loja e armazem
o PavSo, mada Imperalriz a. 6o, de F.
P. da Silva.
Camelabas a 3.
Veudero-se as mais moaeroas cauisiohas cem
*$' 00
Em corles de laa
Ven.lem-fe supVriores cortes de iaa mallta^a
com 13 ci vados, peto barato preco de ij o corte,
isto na loja e armaz-m do pavo, roa da Impera-
lriz d. CO,
Cftiobraias largas a 4000 e i$280
a Tara.
Vende-se cambraia transparente com oito
palmns de largura, que facilita fazer e um
vestido com quatro varas, a 15 e 15280 a
vara: na loja e armazem do Pavao, ra da
Imperatriz n 60,
Esparillbos.
_'.Vende-fe um grande sortimento de espar-
tilhcs dos mais mbdernos: na loja e arma-
zem do Pxao, ra da Imperalriz n. 60,
Carabrafas a 35500 rs.
Vendem-se fiiissimas pecas de cambraia,
caigas deca-'bran:a e transparenle, de 35500 ate |0| a
muito Anas a! P*'8 oitas opadas muitoifinas, de 55 at
105 ; ditas tonas com 1 vara de largara a
8.4, 105 e 125 ; na loja e armazem do Pa-
vao, na da Imperatriz n. 60,
Cortinado para casmen'os.
Vndese um grande sortimento dos me-
lbores cortinados bordados, proprios para
camas e janellas, pel-s b ratos precos de
95, 105, i56, 205 e 255000 o par; da-
masco de la imitacao de sea, com 8"pal-
de largura.
Caitas cem apulbas de foufc d.iirsrjc a..
Calcas cem 11)0 eLvei(p(g.BUitv Cata a '.
tanas de papel amUade Ii-o e lauito
a C00 e ..........
Re-roas de p?.pel altxaco muito sopent-r '.
mmas de papel ce peso ir mo floo a .
Fiascos de tinta prea so peni r a 60 e .
Pires de rxiotstaiapDulHH muito t< Mt. a
CartSes com libba a Al.xaciJre ctn. 2(0
^ jardas a..............
Ciraa rrm supencr lu fca do gar ret ,'0
novel'os a...........
Pacas e garios para trunca; a '. '. '.
Mssfo tem uprri,ret giao.ia>i litis e ce
caracol O .............
Gretas de ptneis de ac truHo Boas i ICO
Bi-nits de oleado p:,ia mtniers a .
T.ahas de liubo tim lal.jntiho n uiti 0
nas a..................
Carreteis de liuha c Larreteis de linba Alemdrt Ue otcrir
qoahdf.de a............
Gravatas pretas e ie cttef, mpmicttt
zonda a............
5 a 8
mos do largo'a. a 45 00 ; colchas de cro-
mangoitos tanto bordados como de preguiohas c^m' cb; ditas de fuslo brancas e de cor: cro-
-leRautes punhos e bonitas aboP adorss pelo bara- cns nronnos nara radftiras r.rs carlpira*
iopr^vde3a,00; na loja e armatem do Pavo,' 3S' '

ra da ImoetaUit n. 60,
Pt chincha en earipufu a l^GOO sdo
Pavo.
Vende-se ama gradde porco de casimiras .upe-
riores eii/e>u--ias, sendo escuras e alegres proprias
oara calcas, puletols, coletes e ronpas para meni-
nos pelo baratis'lmo preco de 1*800 o cavado ou
a 24800 o corte A caiga, grit.fle pt-cbncha na
loja e armazem to Pavio : rna da Imperatriz n. 60,
PUNHOS OM GOLLNHAS.
a 1*000 lis.
Vende-se


64-----fina da Imperatriz-----N. 64.
Roya loja de mindizas e artgos de modas
.
DE

'
SILVA & NEVES.



m
Os proprietarlos deste novo estabelecimenlo oferecem ao respeitavel (In
publico desta bella cidade, e do interior um lind. e escomido sortimento de S^
rniudezas e arttgos de modas, concorrendo para isto o terem na Enrona, pes- **
soas habilitadas a execularem sttas encomtneadas no que bou ver de mais no- 5?-^
vtdade e gosto, e garantem vender pelos precos mais rasoaveis do que em ^M
outra qualquer parte apar demuneiras delicadas e sinceras.
Acabara de receoer pelo vapor fiancez Guame, os seguintee bellos
artigos de moda e faolasia.
Luvas deJouvin para senhoras e bomens, de todas as coros.
Livros para missa com capas de madreperola etc.
Iadispensaveis e-belgas de to as as qualidades.
Coques os mais modernos.
Fspartilhos collares, e cintos de seda e vidrilho.

GRANDE BAZAR
roa Nova n.20 e 22
Machinas pa costopa do autor Wheete'
4r Wii8oo, ebegadas ltimamente da Ama-
nea,* as qu sea podo cozer-se com dom
pospntrtos, toda e qualquer fazenda, emb'
mar i f raosirv bordar e arcar roupa ; 'tudt
com ptrMtlo*' 83otac'BipleBs qooco
prehewtw-se facitoeate a metra 4o trab.
ibo u a pessoa tendo pratica de coser em m
rt>as. pm*e erpor oamSM-eWswMiras.
Cboma-se^ste'^stabetaemi'ent a attai-
f*r-4'iaWleoJ. iste qoe He ge acha con-
pletamente sonido d^iobjeeios de gosO,
^1"" ]g" *qoes de madreperola e de m~
Jahii anotas, fius para cinto, coke* perf-
Na ra nova a. 20 e 22. Carneiro Vi,
oa aC.

Rendas de Guipure, de seda, (blonds) e de algod5o, de todas as
com vidrilho e sem elle, gravatinhas do seda, e manguitos de lustro bordados Wt
tudo do ultimo gosto de Paris. j?*>
Leques de sndalo aberto do mais apprado trabalho
Agua Florida.e tnico orieoul de Laman & Komps. ^^
Ricos eofeites e guarnigesde Sores para vestido e cabefa. ^
Calcado para enhoras e meninas. g^
Perfumaras as melhores e mais escolhidas de Lubm, Piver, e Gnfc
dray, em ricos e elegantes vasos de porcellana, cryst^l e peala ingleza,
Meias dealgudao, as mais finas e memores que lean at- boje vindo
ao meitado, para senhoras o bomens.
Ch.-ifos de palba da Italia, e a imitagio para meninas.
E um sem. numero de artigo, de gosto e fautazia qoe e a vista
&Q podem ser apreciado.
*
SOVO DEPOSITO
orna grande porcao de pnnbos coa
golinha8 de e^guiu de li-oho, cm os mais lindo
hordados pelo i.arato preco de l000 o terno, di-
tos boraados de cor a 640 res, *endo grande pe
chincna pelo preco, na ra da Imperatriz n. 60.
balees esguios.
-.. a. 3**00.
Cbegaram os mais moderues baldes eeguios sen-
do verdadeirameDie americanos e vendem-se pelo
barato urec.. de 2^500, na I j% do Pavio raa rtaf
Imperatriz o. 60
Cassas a So r. s o pavo.
Vendem-se b.-oitas ca>sas inglezas de co-
res fixas pelo barato prego de 240 rs, o co-
vado, ditas francesas fazenda muito fina com
padroes listrados e de flores, assim como com
paternas miooas pronrias para meninos a
3oo rs. o covado ou a Soo rs. a vara : pe-
chincha na leja e armazem do Pavio ra da
lo'perattiz n. 6o
Laosianas lisas a SOO rs. o covado s o Pavo.
Chtgaram as mais modernas lanzinhas,
sendo de urna s eor proprias para vesti-
dos, com as mais Iludes cures, sendo cor e
alecfim, lyr.o, cainc, caima, cinza azul, ro-
xo, ete. etc., que se veudrm pelo barato
prefo de 500 rs. o covado. Ditas com listas
e palmas, de cores difierentes que se ven-
dara pelo barat' prego de 360 rs. o covado.
Ditas transparentes cora palminhas a 320 rs.
ditas p loja e armaztm do Pavo, tua da Imperan iz
n. 60.
Os relalhus do Pavio.
Vende-se urna gra de porgo de retalhos
de cansas de cores, ditos de larzinbas de
varias qualidades lendo muitas com lista de
sedas e ouims de alpacas lisas e lavradas,
as-m como urna grande porgSo de realbos
de chitas prttas e casfas, prevenindo-se que
quanto mator for <\ p.'rg.lo que os freguezes
com^rarem mais barato se vend^rSo: na toja
do Pav3o, ra da Imperairi/. n. 60.
He de Cbre.
Vendem-se o mais moderno p&il de Chi-
me do urna s cor, sendo ain.ta mais lus-
troso que a pri.pi ia se ia e venaVm-se a 25
o covado.' Ditos tambern lisos e outroscom
listas a iiJ 0 o covado. Ditos de listas
de seda muito -modernos a 15. 800 e 560
rs., garanlind -se que nesre genero o me
Ihor e mais m derno- que tem vindo ao
mercado: isto na toja armazem doPav3o,
roa da Imperalriz n. 60.
%afa a set<* patacas.
Vendem-se bonitas saiasefr-nomicas de
iSr, pelo-barato! prego rie2fl0 rs, pedeflj
' do et salas servir at-pava vestidos, fa-
de balango, para cobrir presentes, ele. ele,:
oa loja e ai mazem do l'a\ao, ra da Impe-
ralriz n. 60,
Grande pechincha de gros-
denaples pretos
a loja do Pavio.
Grosdenaples irzS
Grosdenaples a l;JS0O
Urosdenaples a 2<$000
Grosdenaples a 2#20
Grosdenaples a 2500
Grosdenaples a 2800
Grosdenaples a 3()i o
Grosdenaples a 3$2 0
Grosdeoaples a 3r55CO
o *= 3-
o. u' 5 a."
W!
?- CLT. rf
Iflil
C ai
ergu-
" *> s o
1 a P a
ESGEKHO PEO DOLEO
Tas^ IrmSos vendem este engetiho de sua
propriedade. ou permutara por predios rota
praga ; o qvial moente e crlenle, vm 2
carros, 10 bois de correia; 6 lunos, 6es-
las e 12 cavallos : com um-a pequea safra
de HO a 15(0 pues de assucar p; anno. Nao podando alcatgar ptego lazoa-
vel. tambem n3o duvidam fazer nm arrenda-
menio pelo lempo que fe tratar, 00 da so-
eiedade a quera entender do trafico d en-
penho e leuha peo menos estravaiura para
16 enxaiias.
Tambem, se cenvier tb pretenderle, veo-
Neste grande estabekcimenio enconlra o dem e engeulio contiguo enqmnaao Bar-
respeitavel. publico um avuliado sortimento .n,on,a "ligmei le Cora da oca o
dos melhores grosdenaples pretos tanto V? es,a aesmmlado, mas ptima aeqe-
largos como estreitus, que se vendem muilo SICao fel? suas mattas e grairde cerrado pa-
mais barato do que em outra qualquer parte ra P:*tos de amo aes. Faz-se nept eio para
em ra^ao de se ter feto urna grande com-
pra antes qoe augmentassem os direitos na
alfanilega, assim como um bonito sortimento
de moireaniiques pretos, sedas lavradas e
de todas as fazendas proprias para a qua-
reMBa e luto, dando se de todas, amostras,
e mandam-se levar em casa das excedent-
simas familias, pelos caixeiros, na loja e ar-
mazem do PavSo, ra da Imperalriz 0. 60
Roupa feia boa e barata
Jnato loja do Pavao, rna da Imperatriz n. 38,
Vende-se ateste estabelecimento um gran-
de soriimento de roupa por pregos muilo
baratos, como seiaro, caltas de meia case-
mira escora a l#8i 0. Ditas da mesma me-
lbor fazenda a B0Ot>O. Pabtots de pao
prelo, saceos, f aques a 55C0, ditos de
meia casemira escura a 3500. ditos de al-
enlreg; j o referido engei ho com a >.ra
que resta par lirar, ou cm maiy, ccnftAme
melhor Cunvier ao preteudente.
MME!6\
a Soo rs.
lilr?
Tende-se marteira ingli;a Q r a 8'0 r?. a
na Prcerfffc di. paleo do farmo n. 9.
Esicmvos ratrido
(Rj'IIHA-SE
a quem caoturar e roudutir a' farruca de sabSo no
Afiliado, ou a tua do Amorro o. 41, no Ite^if?,*
e.-cravo L0I7, pardo. Id^de 35 ancos, < qual j' ea
prior-i) u. deste annu r<>i preso por rogid e de nov
evaoio se da n.esma fabrica, onde trab.alt .va, ta
madrupada de Domicgo oltiojo, 24 de ni.ven.brs
cojo esrr?v,> fogra ve>imdo a'roopa to io,eaJ
paca mesclada a 3|5, dilo de brim riscadinho godu de liaras, postuma embreapar-e, ntfar
a ?jjl4(l0. Coleles de lodas as qualidades a proprio Borne, e brm nmo.odo setlior, e f-afi
25, 2otlOe30\ assm Como tem COOSlan- P^'^t.go uroa crrate fechada tarmlora, ene
tmeme nm grande sortimento de caigas e
camisas de algodo azul e de listra proprias
para escravos; isto junio toja do Pavao,
ra da Imperatriz n. 58.
Algdrzitho a *,06O
Vendem-se p-ca dealgoda-izioho moito enrrr-
oado e larao luido 20 jarda cada peca pelo bara-
to creco de o na .. ia e armatem do Pavo roa
da Impt-rainz n. 60, de P. P^reira da Sila.
O cas; qu i 11 litis do P. va a 46.0GO
Ch^gou Din elegarte s.rtimento dos'mala mo-
erno e mais t.ero exfoliados ca>ao,atnhos d
ari-sdeaaplsw^to swsOi o m siatora e sem ella,e
outros a iti/itayoj d jaiiuetionas e veod> m-.-e pe-
los baratos preyo- de lr, ivS, 231 e 3"3 : na
loj< c armatrm d<> Pavaornada Imperatriz n, 60,
de F;Pertira da Silva.
Sedas largas.
V^ndem-se bonitas sedas de eores para
vestidos, tendo largura de c'^ita franreza que
facilita fazer-se um hora vestido coro 10 ou
l corados, tendo entre ellas alpomas pro-
prias para lato, peto barato .prego de 25 o
covado, assim o. mo s^das HVss.de todas as
cofes per pregos mais commodos qae em
zwrtrwta Ihe corpo de oolre qualqoer'fesfttri ouira qnalquer parte.
t^rnodlo, do que doveta'
maorba*:.
cooseivar ai menos a?
?AHA ESCAROCAR ALGODO
anod Bento de liveira Braga.
83-Wna DIreita b.53

Neste estabelecimenlo se .encontrado
verdadeiras machmaa americanas enegadas nltiros
mete, as qaaes sao feitas pelo mais afeando fr
bricante da Araerica,, porisso avisa a todas ts pe"
soasque precisarem comprar, do se dirigir a est?
, estabeieci men i que comprar 5o das mais perfeit*-
.oeste genero, assim como mais barato do qoe *& t
outra qoalqner parte, por isso qoe se rocebe pw ymc
conta propria, bem cmo cannos de cboabo e mi
ikospaca moer milho, e gr,|de sortinjeffto defe^
ragtns e miudezas em grosso e a retartho.
Faeas de cabo oranei de oio bracea '*
duzia. limas floas de todos os tamanboe proprHs
do trabalbo de escultura.
da difireme; pecbincba, a loja e arma-
zem dO Pav3<, roa da luperatriz n.60.
MaHes a id, 343oo-e 3d
Vefldem-se um grande sortimentode cri-
nolinas ou baloes de arcos Maro senhora pelos
baratos pregos de t4, 23oo e 35 por baver
titande porreo, na toja e armazem de Pa-
O, rna da Impura ti i/, a. o,
LSnzinbW de er a -249 o900 rs.
Vndemse latizinnas mafiradas, padroes
mofiero' s e Omito bernias pelo M^alo^ro^o
de 240 0 300 rs.
<;raTttis a 4'0 rm.
Vendem^e fravniifn. prata* estreitos
rlamo^a pelo harti9 ada tima, assim cora* om triando s.irumen-1
Panoo preto a l6fO e 25oeo.
Vende-fe panno preto soperior 'om seis
palmos de1 largura profiri para oaletots e
caigas pelos baratsimo- pregos de45t0 e
25O0O o covado, grande pechincha.
Meias baratas, duzia i&ano rs.
Vendem-se dozias de meias de cor escura
sendn rreias re muito m^is dinherro pnim
liquidam-se a 25. por ter alcun teqoe de
a.oo ; ditas ii'glezas cjuas muito encorpa-
das a 35 a duzia
VESTIDOS A MOfO.
Veodem-fO bonitos cortes de vpstidns de
camhraia i rauca com lindas barras bordadas
a-4'59 dadas h-cJbs a 55, U e 50* 0, dittS da fan-
w de cores--lisa e^ordala; p batato tzi.-fom lincas barra i e enfcites de seda a
85 e 1(5000.
Fupio ro dia 23 do coirnte b-b de (-ntobio, ~6>
DRt-Dlio Limoeiro frepoezia da Ei-ada, o eatraw
com os etuuiUs sifnafs : cabra fusco, al con
horo eotpO r boolia Bgora, cara ber.io t.?., tarn
pmco .err3fJ?,rov|tiD,a rapar o b'yi-Of e a pura
rabelld* nm tanto raiapiDbado?, pauco ca^betl
n-m os dedos grandes d(s ps nr.r.i> compridos.
nm pouo pavo, cem alguna? lCairles v^lhas dt
chcete ua.' cusas ero urna pa' e ero om Trace
reanndo camisa de algodo V MMS Bfl a'pr-dosl
nho, calca e psletot oh bnm pardu, eliapeo de' a
ia prelo, e lava vara de carreiroque e e soppCe-a
ter ido assentar pra;a como voluntario : recom-
menos se as pes-eas enearregadas do rtcrnamieB-
io e as tDt'iridsdis i-oliciaes cni especialid^ie si
I) Bio Formoso, Uoa, Agua Preta, S. Pfnu>g Por
lo Calvo e a ootra qualquer pestoa a app'effentS
do dti efcravo, e c-nirega-lo bo dito rntenhl, qn
rpcebera' a ^raCc.i -"io cima. O escravo cbama
>e Francisco
clfai> Vendem-se soperiores chales pretos de
wndt. pelo barato pnec d3HOftTS calda
om. Mwcotho
i .i- -
Novo sorUmenio de caceras de misso, ctSarx-
ifilot de vninuTA tama-l* ^ ir e de seda domtO< rtsnin'rffOlts
ira muito ttperlor a 10* o I25OO e uto ,,,s ao anBmtn do v, ir reM N v D< %>t
boni o soriimento de capas e re'ondas.

. Do .engento A rassrssy da comarca do Cibofo-
Biraro em (tas Ce oulut.ro flnd (S <- noel, crioolo. tvW oa sf potriles stftMea ; urohig-
liatante grande, ps pequeos, cor .nla.'pi.oce
barba, olbos io, es'atora n ediana, hei- po, i tu pouco temador oo ndr, de 40 tanos d
idad', p>ue mais cu menos, fui f*cr*v<> do Orada
coroor-l Sebapin Lrpea Gui.Trrs ; e l idoma,
crioula, di- SKaonos, poco mais iu netus, alta,
secca, pmuda; iJho* piande's e brulds ^- finoir,
e eoro rs tornorelios umlaolo para dmirn,. V cea
pequea, e tem alpina cicilntes de chlrtte bss
co>tas : roga-se a qecm os capturar-de c lev
ao B.esmn epgeobo, ou nsla cidgoe na tua deA-
pollo n. 36, I* indar, q'n tirio |en; r.:Bieul8
grat|Hrttiw._
Fugio no f"fle erefcrodo aaar rildo,ttt
dem-se moile em conta de urna dosis para cima.
eiTBet)lw*wiins Meroies da citttarea.de H*fih,
escr ato Fu ade, p nrrentea ior<.riiinom8f
da Conha P^retr -lirio.cornos signaessfginies:
< nflio de idade de iO nnos. jRneo n ?is mlncni s,
aliora e rorp. r gniar, tpm o'rosto I' a>otroa'losr r^m. falla d*tal|ran*.>inea bar-
ba, Ufi-um ilb mais- apertetlq do que* ooiro, e
qn-ode falla ttvm^sse r. m as palp. beas, i ernas
caval>ir.v, l- e rxS. s grarC,' 'ad>o\ r. mpra
p ifffif rtespt: brfsgad,., BistVe.ite asorar. ear-
retro eenfea^ase wrrattar ; <1eicopft-se4ue e;le
eiavi* sssHma.- traga, qorm o preija*'/ *ins te
m<"F o *BSvBhn, < u tu RrcITe aos Sr-. 0'iBirS
Pilhoi 4 C., qne lera' em itil i'ls'de B'RfiflcES*
ILEGIVEL

mu i 'm
340
SU
480 1
SO

400
20
320
100
hs
- 00 i
. o
160
s
600
i
, 700 Um-
;:oe
iO
1-0
;*.
* FOO
t z40
co
ROO
KOt
}m
.
/
119
W

I
':.
I
-

.i*
:- -

a*
i
I

I
---------v


&.-!\
-a*
...... iap
T.. <
Diorlo de Pernnnbneo Quinta felra SO de Janeiro de 1868.
,
\
r

>
n/

UTEiUTM.

V
0 conde de Camors
POR
Octavio FenIct
Trt'furfi*
VE
l>,nJteiro Chayas
\OLlME I.
(Continuago)
111
As impressoes pessoaes do onda de Ca-
mors, recetando a noticia deste casamenta,
nao liuham sido das roais agradaveis. Pri-
meramente era obligado a reconhecer que
vanara muito mal CarLla de Estrelles, e
qr.e no momento era que accusava de espe
alar ees os seos fraeos haveres, sacrifica va-
\\m ella os selecenios mil fran:os de rendi-
meMiu do general. Senta por conseguirte
om algum desgosto que nese negocio na
fcpresetra o raellior papel. Em segn lo
lagar via-se obrigado desda es-c ni omento
a abafar a paixo se:reta que e.so formosa
e original rapariga loe inspiraba. Muluer
o viuva do general, Carlota de Estrelles
unca lbe podia pertencer; seduzir a mu-
iui uesse veHio o desse amigo cojos bene-
ftck>j accaitara, ou de^poza-la um da. viuva
e rica, depois de a ter recasado quaado po
bre, era urna indignidada ou urna baxeza
que a boara lhei> consenlia sem fazer
\ stfneca o rigor da proliiDico, se essa
honra, que elle tizara a uuica lei d3 soa
ida, nao eri urna yalavra v. Camors logo
a percbeu, e resiguou-se sem hesitar.
Dura .teosquatro ou cinco das quo pas-
goa ainda em Cainpvallon, portou-se adrai-
Kaveluiente. As attenges delicadas e re-
servadas da que roJeou Carlota de Estrelles
lemperaJas com urna dse conveoieate de
tjielancbolia, mostraram-lhe a um tempo o
lea reconbeciiueaio, o seu respeilo e o seu
Rezar.
O marqnez da Cimpvallon tambem estava
saJisfiiissimo cum o modo de proceder do
oven conde, que lisongeou o fraco do seu
fiospftdeiro mostran io-lhe urna affeclu osa
sympailua ; pouco Ihe fallou na belleza da
ana uoiva, milito nos S3us prelicados mo-
ris, e deixou tranparecer a mais perfeita
CDolianca n> futuro dassa un lio.
Ni vespera da sua partida, Camors foi
mandado cbamar ao gabinete do general.
Meu joven amigo, disse-lhe a raar-
qn:ado Campvalloa eniregando-lhe urna
tena de trezentos mil francos sobre o seu
banqueiro, devo declarar-le pra socego
da iua oociencia que iofonnei a raioha fu-
tura e3posa de lulo quanto se pas$ou entre
nos. Cirlota, ineu j)ven amigo, -lae raui-
to aleigjada, e consagra-he mu to particu-
lar estima, saiba isso. Por conseguiute
receban a m'raha c mraunicago com sensi-
vel agrado. Tambera a avisei que nao ten-
cionava pedir-lhe recibo desta quantia, e que
esejava que nunca llie podesse ser recla-
imada, Carlota, que ba de ser a minha ni-
ca berdeira, nao ih'o escondo, associou-se
csrdialmsnte as rainhas mleocois. Agora,
meu caro Camors, fgame nm pequeao fi-
*or, Para lbe revelar todo o meu pensa-
manto, folgaria de o ver ja dar largas aos
seus projectos de ambiguo legitima. A m -
cjia nova situago, a minha idade, as minbas
predilecc5es, as que ea imagino que a mar-
quesa lera, vio reclamar todo o meo tem-
po lvre e protestam contra qualquer cons-
tcangimeolo Por consegainte desejaria re-
eommenda lo o mais breve possivcl aos meus
honrados e liis eleitores, tanto para o cor-
to legislativo, como para a junta do distric-
ta que nao faria mal em conquistar prmei-
ro que ludo. Para que havemos de dile-
jrir ? O conde j capacissimo, e possue
urna instruego amplissima. Ento est
dito I Marchemos! Principiemos as nos-
sas operaces I Quer ?
General, eu preferira sazonar um
pouco ; mas seria urna verdadeira loucura,
e-uaj ingratidSo ao mesmo tempo nao me
prestar s suas boas disposices. Qeu devo
fazer ? Vejamos.
Meu joven am>go, em vez de partir
para Pars amaalia, parta para a sua quin-
ta... Reuiliy... nao fui isso que disse ?
Pois bem 1 parta para Reuiliy e conquiste
Oes Rameares.
b= O que vem a ser Des Rameures, ge-
neral ?
Nio conhece Des Rameures ? Ah
rerdade, d3o o pode conhecer... Diabo I
Didiu 1 E' pena : Des Rameures omni
potente no circulo... um original, aquel-
te Des Rameares... mas beliissimorapaz...
%e!lissimo rapaz! ve-lo-ha com a sobrinha,
orna senbora muito respeilavel! Tenba
paciencia, mancebo, preciso agradar-Ibes;
080 obtem triumpho seno por esse prego..
figo-lhe qae Des Rameares tem aquelle
circulo fechado na mao 1 A mim protega-
me elle.. se nao fosse isso nio teria dado
fiera um pas-o, palavra de honra 1
Mis, general, qae devo eu fazer para
fee agradar ?
A Des Rameures ? ver!... E' um
grande original. NSo vollou a Paris desde
1823 e a Paris e aos parisienses consagra
um profundo horror. Pois bem, precisa de
Ihe lisonjear as ideas que elle tem a esse
espeito ; neste mundo secessario o sen
p )uc chinbo de manha, mancebo.
E a sobrinha, general ?
Ah I diabo l Tamben indispensa-
*el agradar sobrinha. Des Rameures ado-
ra-a, e ella faz delle tudo quanto quer, ain-
da qae o to procura s vezesrecalcitrar. .
E qae especie dffmulber a tal so-
brinha, general ?
Oh I urna senhora muito respeilavel,
perfeitamente respeitavel... urna viuva...
um pouco devota... mas inslruidissima...
muito merec meato I
E o qae hei de eu fazer para agradar
sobredita senhora ?
Ah I isso agora que muito per-
cuntar I... Eu por mim nunca soube agra-
dar a urna mulher, j ...l Com ellas
.sou tolo como um avestruz... NSo pos-
Has o meu joven camarada e que a
nbo ii draendo eomsigo qae nemtuio erara
ro>as no cara nbo da anibigao, e $oe n)
Ite ay;radava moito encontrar logo ao prin-
cipio diMs physionomias de to missador
aspecto como as de Des Rameures, ede sua
respeitavel sdferinha,
IV
A qointa de Reuiliy compunha-se de duas
herdade- perdidas no mel dos campos, e
de urna casa de soffrivel appareocia que fra
em outro lempj habitada pela fam.lia ma-
iernal do conde de Camors. Esta proprie-
dade^ftucca e le v.ra. Quando ali chegou
eram pertodeoito horas e estava prximo a
iu lar um Irado dia de verio Urna longa e
soiub a avenida deolmeiros seculares qae
entre-crozvam ss suas copas folhudas.ia ter
casa da residencia, qoc dIo corresponda
a este prefacio imponente. Era umenfe-
zadn edificio do seculo passado, ornado sim-
plesmente com um attico, mas flanqueado
ape/.ar disso pelo pombal fidalgo. Tambera
recebia om carto reflexo de digaidade dos
dous pequeos terragos sobrepostos que o
precediam, c cuja dupla escadarii se ampa-
rava a balaustradas de granito. Dous animaos
de pedra, que lalve outr'ora tivessem tido
algama pareceng com leSas, faziam syme-
tria de ambos os la los da balaustrada, ne
adito do terrago superior, e devoravam-se
com os olh >s bavia cento.e cincoeuta annos.
Por traz da casa Q ;ava o jardra, no uieio
do qual campeiava melancholico sobre un
peJestal de caotaria um mostrador solar,
entre alguas canteiros que imitavam azes
de espadas, e azes* de paos timbera ; mais
adame, buxos a, arados em forma de coa-
fessiouarios, eoutros em forma de p xadrez ; ao funlo, e defronlando com a ha-
bitago, urna parede em meia laranja ptima
para irepadeiras ; di re u urna lmela de
abobada verdeante igualmente cinzelada no
gosto da poca ; um labyrintao de nichos,
e de ltalas que se engolphava por infinitos
meandros u'um valle mysteriosoem que se
ouvia um pequeo e triste rumor. Era urna
nympba de barro, cuja urna, por um pro-
cesso bydraulico desconhecido. enlornava
de noute ede dia um estreitissimo fi i d'agna
na baca de um pequeo tanque, orlado de
aotigos pinueiros, cuja sombra pareca 15o
negro como o Acheroote.
A primeira impressao do conde de Ca-
mors ao ver tudo isto foi saberanamente
penosa, e a segunda ainda o foi mais. Em
outros lempos nao ha duvida qusalgum n-
teresse acbaria em procurar no meio dessas
memorias do passado os ratos de urna
creanca que ali nascera e crescera, que fra
sua mi, e que amara talvez com ternura
todas essas velbaras; mas o seu systema
uoadinittia puerilidades; repeili > por con-
seguate essas ideas, se essas i loas Ihe acu-
dirn), e depois de urna rpida vista de
olhos pedio de jamar.
O guarda e sua mulher, que bavia trinta
anuos eram os nicos habitantes de Reuiliy,
linbam sido prev lidos por um e.tpresso.
llaviara passado o d>a a limpar a casa, a
aneja-la, operago que dera em resultado
avivar todos os inconvenientes que tinba em
vista destruir, e irrifar os velbos penates
da casa, perturbando-os no seu tranquillo
sorano, na sua poeira, e as suas leas de
aranha. Um vago perfume de adega, de
sepulcoro, e de sege velba invadi a gargan-
ta1 de Camors ao entrar na sala principa
onie eslava a mesa posta. Havia duas velas
de seboem cima da toalna, cousa que es-
pantou .muto o mogo Conde que nunca vira
velas de sebo. Essas duas velas sciotilla-
vam frouxamenie as trevas como duas es-
trellas de dcima quiula grandeza. Camors
pegou com precugo no castgal de ferro de
umadellas, e mirou-a primeiro algum tem-
po com curiosidade; depois aproveiteu-a
para examinar de perto os seus antepassa-
dos, que forravam as paredes, e que pare-
came rabem olhar para elle com extrema
surpreza. A pintura desbotada, e estalada
deixava apparecer a lona em mais deum
sitio. Uns linnam perdido o nariz e outros
j nao trabara seno um olho, alguns li-
nbam raaos sem bragos, e outros bragos
sera raaos, mas apear disso todos se sor-
riara com a maior benevolencia. Um caval-
leiro de S. Luiz recebera em 93 um bayo-
netada na cruz da condecorago, e o buraco
licra aberlo ; mas o cavalleiro sorria-se
como os outros, e resprava o aroma de urna
flor.
Terminada esta inspecgo o conde de
Camors disse comsigo que nem um so
desses retratos chegaria a valer quiuze
francos, e sentou-se diante das duas velas.
A mulher do guarda levara urna grande
porgSo da. noute precedente a matar metade
da populago da capoeira, e os diveros pro-
ductos desse morticinio compareceram suc-
cessivamento em cima da mesa, a logados
em ondas de manleiga. Felizmente o ge-
neral tivera o paternal cuidado de mandar de
vespera para Reully um capaz de provisSes,
afim de salvar o conde das primeiras diffi-
culdades de urna mudanga imprevista. Ai-
gumas fatias de empado e uns poucos de
copos de vinho de Chateau-Yquem ajuda-
ram o joven conde a comba ter a tristeza
mortal que a mudanga de atmospbera, a
solido, a noute, o fumo das velas e a com-
panhia funeraria de seus aotepassados co-
megavam a inspirar-lhe. Recuperou a for-
ga moral, que por um instante ihe faltara, e
incitou o vellio guarda que o servia a dar
lingua. Procurou tirar delle alguna cscla-
recimentos sobre a interessaote individual'!,
dade de Des Rameures; mas o velho guar-
da, como todos os camponezes normandos-
estava convencido qua o homem que res-
ponde con} clareza a urna perguota flea des-
honrado para sempre. Com toda a defe-
rencia possivel, deu a entender a Camors
que a elle nao o embacava assim com a
ignorancia que afectava, que o senhor con-
de sabia moito melhor do que elle quem
era Des Rameares, o que fazia, e onde mo-
rava, que o tenhor conde era seu amo, a
quem devia por coseguinte o mximo res-
peilo, mas que o seohor conde era pari-
siense, e que lodos os parisienses, como o
proprio Sr. Des Rameures dizia, eram ami-
gos de mangar.
Camors, que jurara a si mesmo nSo se
zangar nunca, nao se zangou. Pedio um
esse' resDeito nao precisa de conselhos...
ta delhe agradar, podra i basta mostrar- pouco de paciencia ao velho Cognac doge-
e^ne modesto e cortez... nada mais!... wral, accendeu um charuto, e sahio. Es-
Emfirn la ver todo, e estoa certo que tudo
ba de ir s mil maravilhas. Agradar a Des
Rameures, e sobrinha, a senha !
No dia seguinte, de madrugada, Camors
sabio da qointa de Campvalloo, munido
dessas informages incompletas, % alm disso
de urna carta do general para Des Rameures
Metanse n'uma carruagem dealuguel, e
dirigic-se para a sua quinta de Reuiliy, que
ficava a dez leguas de distancia. De cami-
teve algum tempo encostado pequea ba-
laustrada do terrago quefleava na frente da
casa, vendo o espectculo que se desdobrava
diante delle. A noute, ainda qae bella e
pura, envolva as vaslas campias u'um veo
espesso. Cm silencio imponente, a que
nao estSo costumados es ouvidos parisien-
se s, reinava ao longe nos plainos e as col-
linas assim como nos ampios espagos do
co. S, a intervallos, ergaia-se de sbito
um longinqao ladrido, depois calava-se, e
tudo beava de do o en silenciosa paz.
O coad de Camors, cujos olhos ponco
a pooco ft tinham habituado escandao,
desceu a escada do terrago, a embrenhou-
- se di secular aTenida, que eslava* o som-
| bria e tao solemne como urna cathedral
meia nonte. Sahindo oa avenida, achou-se
| n'um caminho vicinal, qae foi segurado ao
acaso.
Para fallar a verdade, -Camors, at essa
poca da soa vida nunca deixra Pars. To-
1 das as vezes que de l sahira, fra acompa-
nhado pe'ds seus rumores, pelo sen movi-
'ment, pelo turblho mundano, pelaexis-
, tencia artificial; as corridas, as cagadas, o
lempo passado a beira-mar ounas cidades
de banhos therraaes, nunca lne trabara feito
conhecer na realidade nem a provincia, nsm
o "campo. A verdadeira sensag5o do campo
e da provincia recebeu-a elle n'esse momen-
to pola primeira vez, e foi-lbe altamente des-
agradara!.
A' medida qae a avaogando pela estrada
silenciosa sem luzes e sem casas, parecia-lhe
| que viajara nos sitios devastados e mortos
de umi paizagem lunar. Essa regio da
Norman lia faz lembrar as porgues mais cul-
tivadas da velha Brelanba- Tem o mesmo
carcter agreste e um pooco selvagem, as
macieiras e os t >jos, os densos arvoredos,
os valles verdejantes, as veredas entaladas
entre os serr*, e as sebes frondosissimas.
Ha scismadores quegostam d'esta naturfza,
meiga e severa, mesmo no seu repouso noc-
turno. Gostam de lado o. que ento esper-
tava a indifferenga do conde de Camors,
desse mesmo silencio, dessa tranquilidade
das campias adormecidas, do aroma dos
praios onde pela inanhia se fez a ceifa; das
pequeas luzes an;raadas que brilham aqui
e alm na reir dos vallados, do arroio in-
visivel que murmura na visinhanga, do vago
mugido de ama vacca a sonhar, e, cima de
tudo isto, da profunda serenidade dos cus.
Camors ia andando sempre com urna es-
pecie de desespero, liseogeando-se sem du-
vida com a idea de encontrar por fino, o bou-
levar da Magdalena. Acbou apenas alga-
mas cabanas de camponezes, espalbadas
beira da estrada, e cojos tectos baixos e
musgosos pareciam sahir dessa trra fecun-
da, como urna veget<-c3o enorme. Dous ou
tres dos habitantes desses tegnrios respira-
vam o ar da noite na soleira da porta, e Ca-
mors p le descortinar por entre as sombras
as suas formas pesadas, e os seus membros
desengoncados pelo rudes irabalhos da la-
voura. Estavam mudo7, imraove:s, e rnmi-
nando as- trevas como aoimaes fatigados.
Camors, como lodos aquelles a quem domi-
na urna idea soberana, tinba costume, desde
que adoptara para regra da soa vida a re-
ligio de sea pai, de pautar por ella todas
as suas impresies e todos os seas pensa-
raentos. Desse momento disse comsgo que
havia sem duvida alguma entre esses cam-
pemos o um homem civilisado como elle,
maior distancia do que entre esses mesmos
camponios e os brutos dos mallos, e essa
reflexo confirmou-o no sentimento de aris-
tocracia sem transigencias que era um dos
termos lgicas da sua dontrina.
Acabava de subir urna encosla ingreme
bastante, do cimo da qaal entrevia com olhar
desanimado um novo borisonte de maciei-
ras, de medas de feno, e de confusa verdu-
ra, e preparava-se para voltar para traz,
quando um incidente inesperado o pregoo
no sitio em que estava; um estraobo ru-
mor eocbera-lhe de sbito os ouvidos. Era
um agradavel concert de vozes e de instru-
mentos, que, nessa completa soledade, pa-
reca milagre oa sonho. A msica era ooa
e mesmo excellente ; o conde reconheceu o
preludio de Bach arranjado por Gounod.
Robinson, ao encontrar ojjvesiigio de om p
humano na areia da sua ilha, nao ficou mais
espantado do que o nosso hroe descobrio-
do no meio deste deserto um symptoma to
vivo de civilisagio. Orienlandu-se pelos sons
melodiosos que ouvia, desceu a colima com
precaugo e curio-idade, como um filho de
re procura de um palacio encantado. O
palacio appareceu-lhe a meia encosta debai-
xo da forma de urna alta parede, que era a
parle posterior de urna babitago com as tra-
zeiras para a estrada. Urna das janellas do
primeiro andar estava aberta n'uma das fa-
ces laieraes da casa, e era d'abi sem duvida
que sahiam as ondas de harmona, confun-
didas com as ondas de luz. Por entre um
acorapanhamento, em que alguns instrumen-
tos de cordas se casavam com os barpejos
de um piano, erguia-se urna voz de mulber
pura e grave, e dizia a phrase mystica do
joven maestro cora urna expresso eum
gosto que a elle mesmo o enlevariam. Ca-
mors era bom msico, e muito capaz de
apreciar a sabia execugo de-.se trecho. Ira-
pressionou-o tanto que sentio o irresistivel
desejo de veros executores, e particularmen-
te a cantora. Nessa intengo innocente es-
caln a escarpa do vallado que orlava a es-
trada, poz-se nos bicos dos ps no cimo do
talude; acbando-se ainda um bom par de me-
tros abaixo da jaoella esclarejada, nao besi-
tos em usar dos seas talentos gymnasticos a
fim de trepar aos ramos superiores de um
dos velbos carvalbos que vigavam na sebe.
Em quanto operava esta asceoeo nao dis-
fargava a si mesmo o que em semelbaote
acto bavia de levano para um futuro depu-
tado do circulo, e nao podia deixar de se
sorrir com a idea de ser apanbado nessa
posigo equivoca pelo terrivel Des Ramea-
res, ou por sua sobrinha.
Con segu o eslabeiecer-se com moda mente
n'um ramo solido, entre a folbagem mais
densa, qaasi defronte da janella interesante,
e ainda que estivesse a urna distancia respei-
tavel pode a sua vista penetrar no interior
da sala, onde se real i.-a va o concert. Es-
tavam l reunidas urnas dez pessoas, pelo
menos eram as que elle poda ver. Algumas
seehoras, de diferentes idades, trabalhavam
roda de urna mesa. Junto deltas um man-
cebo pareca entreter-se a desenhar. Dous
oa tres assistentes estavam aqu oa alm
enterrados em caleiras boas para conshego
com os seus ares beatficos. Em torno do
piano via-se um grupo que attrahio princi-
palmente a attengao do joven conde. Urna
linda rapariguinha de uns doze annos estava
gravemente sentada ao piano; delraz delta
um velbo, notavel pela sua alta estatura pela |
sua fronte calva, a sua corda de cabellos:
brancos, e as suas espessas sobrancelhas.
negras, tocava rebeca com urna dignida-
de sacerdotal; om bomem de uns cinco-
eola annos.de trajo eoclesiajtico, 6j com.
ocolos enormes de prata, estava sentado,
junto delle, e manejava com profunda at-
tengao o arco de om violoncello. Entre
elles ficava a cantora. Era urna senhora
morena, paluda, elegante, que nao pareca
ter mais de vinte e cinco anoos; o oval um
tanto severo o seu rosto animavam-'n'o dous
rasgados otaos Degros, que anda pareciam
maiores e mais vividos quando canta va. Pou-
sava una das mos no hombro da menioa
que estava sentada ao piano, e pareca bater
o compasto brandamente, ora accelerando,
ora moderando a zelo da enanca; pois essa
mo era encantadora. Ao preludio de Bach
succedera um bymno de Palestrina, um
qoarletto a qae dous novosejecutantes pres-
tavara o sea concurso. O velho padre, nes-
sas circumstancias, largara o violoncello;
pozera-se em p, tirara os oculos, e a sua
voz de baixo profundo corapleiava urna har-
mona das mais satisfactorias.
Depois do quartetto, bouve ora momento
de conversagSo geral; a cantora dea am
beijo na pequea pianista, que sahio logo
da sala. Formou-se ento um circulo em
torno do padre, que tossio, assoou-se, tor-
noa a por os ocnlos de prata, e tiroa da so-
taina um rolo de papis, qae davam ares
{de maouscriptos. A cantora entretanto p-
proximra-se da jaoella como que para te-
mar ar; fechara e abra tranquillamente um
, Jeque entre os dedos, e osea perfil deseoba-
j va se no luminoso enquadramento. Olbou
para fra ao acaso, filando as vistas ora no
co, ora na campia sombra. Camors como
que ouvia a soa respirago pura e leve por
entre as ligeiras palpitares do leqoe. De-
brugou se um pouco para ver melhor, e es-
se movimento agitou em torno de si a fo-
lbagem; a juvenil senhora, ouvindo este H-
geiro rumor, tlcou de sbito immovel, e a
postara firme e erecta da cabera claramen-
te indicou qae tinba os olhos filos no cam-
ino onde Camors se enoovelra. Sentio elle
qne a sua situago principiava a ser grave,
e, nao podendo adivinhar de forma alguma
al que ponto era visivel ou nao, passou de-
ba>xo do fogo desse olhar obstinadamente
fixo um dos mais crueis minutos da sod vi-
da. A juvenil senhora voltou-se emfim para
o interior da sala, u disse com voz tranquil-
la algumas palavrasque chamaram logo para
junto da jaoella dous ou tres dos assistentes,
entre os quaes Camors reconheceu o velho
rebequista. Nesse momento de crise o que
Ihe pareceu melhor foi conservar no seu
nicho de verdura o silencio e a immobilida-
de dos tmulos. AatiituJe das pessoas da
janella nao deixou de o tranqailisar ; pas
seiavam as vistas pelo espago n'uma incer-
teza evidente, e d'abi concluiu Camors que
desconfiav?m da sua presenga, mas que o
nao tinbam descoberto. Trocavam entre si
observarles a ornadas, qne o joven conde
prestava de balde um ouvldo attento. Em-
fim urna voz forte, que julgou ser a do ve-
lho rebequista, fez ouvir claramente estas
tres palavras: soltem os caes I Este escla-
recimento parecen bastante a Camors ; nao
era poltro, nao recuaria um passo diante
de urna alcata de tigres; mas andara cem
leguas a p, para fugir da sombra de um
ridiculo. Aproveitou urna aberta feliz em
que Ihe pareceu menos activa a vigilancia de
que era objecto, deixon-se escorregar pelo
tronco da arvore, saltou um vallado, achou-
se no meio de um campo, um pouco mais
adiante subi escalada um muro de podras
solas, e den comsigo Da estrada. Retomoa
ent j o andar pacifico de um passeiante em
pleno uso dos seus direilos de cidado. S
o apressoa um pooco, ouvindo instantes de-
pois ao longe o ladrar tumultuoso dos caes,
que Ibe provava ter sido a sua retirada ver-
daderamente opportuna. Tornou a encon-
trar postado na soleira da sua cboupana um
dos camponezes que vira quando passra
primeiro. Parou diante delle, e disse-lhe:
O' amigo, aquella casa grande, que
tem as trazeiras para a estrada, e onde se
tem estado esta noite a tocar e a cantar, a
quem pertence?
Ora... o senhor naturalmente bem
sabe, tornou o bomem.
Se o soubesse, redarguio Camors,
nao lb'o perguntava.
L O camponio nao respondeu. A mulher
estava ao p. Como Camors tinha reparado
que geralmenle, em todas as classes da so-
ciedade, eram as mulheres mais espertas e
mais bondosas do que os maridos, tentou
dirigir-se a ella:
Minha boa senhora, como v, eu nao
sou d'aqui. Ento aquella casa a quemper-
lence? Ao Sr. Des Rameures talvez?....
Nao, nao, isso nao, acudi a mulher... O
Sr. Des Rameures... tica mais longe.
Ah l E enio qaem mora ali?
Ali... o Sr. conde de Tecle... o con-
de de Tecle... .
Ah 1 e diga me, elle nao s... tem
urna senbora em casa, aquella que estava a
cantar... sua irma... sua mulber... ou o
que?
E' sua ora... a viscondessa de T-
ele.,, a viscondessa Elisa, podera 1
Ah obrigado, minha querida seoho-
ra. Vocemec tem filbos?... Peis abi tem
para Ibes comprar tama neos 1
Deixou cabir urna pequea moeda da
ouro no regaco da camponeza e afastou-se.
A' volta o caminho pareceu-lhe menos
comprido e menos melancholico tambera. la
andando, e canlarolando o preludio de Bacb.
Nascera a la e aformosera a paizagem
Emfim, quando o conde Camors descortinou
ao.fundo da avenida, sombra sempre, o
seu palacete ergoendo-se cima dos seus
dous terragos, ebanhado em candida luz,
acbou Ihe um aspecto amavel e jubiloso. To-
dava quando se enterrou na velba alcova
dos seus prenles maternaes, e que respi-
rou de novo o ebeiro acre de papel boloren-
to. a de madeira caruncbosa que Iba coaopu-
nha a atmospbera, teve mu ta nece;sidade
de se lembrar de que exista nos arreores
urna joven senhora que tinha um lindo ros-
to, urna linda voz, e um lindo nome.
No dia seguinte pela manba, o conde de
Camors, depois de se ter mergulhado n'uma
tina de agua fria, com profondo espanto do
velho guarda e de sua mulher, qoiz ir visi-
tar as snas duas berdades. As casas pare-
ceram-lbe muito semelbantes habitacoes
de castores, ainda que menos commodas:
mas ficou espantado de ouvir os rendeiros
l na sua lingua rustica dissertarem sobre
todos os processos de cultura e de creago,
como gente quem nao eram estranhos os
modernos aperfeigoamentos da sua industria.
O nome do Sr. Des Rameures iotervinha
frequentemente nos discursos dellesem apoio
da sua experiencia e das suas theorias pes-
soaes. Esta charra era a empregada de
preferencia pelo Sr. Des Rameures, aquella
machina de joeirar inventara-a elle, certa
raga de animaes fra pelos seas desvelos
introduzida na provincia. O Sr. Des Rameu-
res fazia isto, o Sr. Des Rameures fazia
aquillo, elles imitavam-n'o, e com a imita-
gio se davam bem. Camors percebeu que
o general nao exaggerra a importancia lo-
cal desse personagero, e que decididamente
n5o bavia remedio seno mette-lo em Iinho!-n *./ _- -j n- i ^.
deconta. Reviven ia visita-lo nem mearo' aL ~ *"""?*"** ***?" Era ?Wl
da "*! ^ mes,aa graciosa perspectiva de campias em plano
Fnirni. no.iin ,u n -x inc,,nadoi 'rdes como i esmeralda, i mais
m 51 *r nS JLi?T- Cum?nd0 aD,1a'semeadas a1ui a,> de grupos d'ar-
esse dever para comsigo mesmo, o jovtn vores, depois canteiros ornados com flran-
la^dVTteacTl0 iSnT. ?"! ^ ^ ^^^^ZSSb
e dSm a fumar f Tp?! T^'i90M>"nBi os arroiospalreiros, vaccas
e pot-se a fumar. Era meio da, a com- eccrdeirnhos abrigados sombra e oue
todo o silencio e a so ido pareciam-lbe qua-' podan figurar nS oLa Zica to ?us-
si to completos e tosin.stros como na ves- iroso era o pello das Teas To Jndda e
pera noite. Quebrara* a mudez meri- espumea a 15a dos cord So
diana um ou outro cacarejar de'gallinbas,
um tal ou qual zumbido d'abelhas, o tenue
tintinar de um sino ao longi e nada mais.
Camors pensava no terrago do seu gremio,
no rumor da mullido, no rodar dos mni-
bus, nos cartazes dos espectculos, nos pe-
queos kiosques onde se vendem joroaes,
no cheiro do asphalto escandecido, e o m-
nimo desses encantamentos revestia-se na
sua i lea d'uma dogura infinita. Os habi-
tantes de Paris tem ama vantagem que nao
apreciara, bem entendido, seno quando a
perdera; que, stm c ntribnirem nada
para isso, tm cheia naturalmente urna boa
metade da su existencia. A potente vita-
lidade, que os envolve contioaamente, dis-
pensa-os, sem que elles o suspeitem, de tra-
larcm da sua oceupago ialelleclaal. S o
barulho das ras, que forma em tomo delte
urna especie de coro incessaote de baixos
profundos, preenche as lacunas do pensa-
mento, e nao deixa subsistir o sentimento
desagradavel do vacuo. Nao ha cm s Pa-
risiense que nao tenba a bondade de acredi-
tar que elle que faz tado o barulho que
ouve, quem escreve todos os livros que l,
quem redige todos os jornaes que lbe ser-
ven) para o almogo, quem compe todas as
pegas que o regulara ceia, quem inventa
todos os bons ditos querepete. Essa lison-
geira illuso desvanece se, apenas um acaso
o transporta para alguns kilmetros da roa
Vivienne. Succede-lhe n'esta provago urna
cousa qtie o confunde ; enfasl-a-s horrivel-
mente. N'essa occasio talvez snspeite no
segredo da sua alma lassa e inerte que
urna dbil creatura mortal; mas nao volta
para Paris, recebe de novo o attro da elec-
tricidade collectiva, recupera as fergas, sen-
te-se elstico, anda outra vez activo, azafa-
mado, esperto, e reconbece, com ampia sa-
lisiago. que um dos eleitos deste mando,
momentneamente aviltado, c verdade, pelo
contacto dos entes inferiores que povoam os
departamentos,
O conde de Camors. tinha, no seu mesmo
espirito, mais do que ninguem n'este man-
do, com que vencer o aborrecimento ; mas
n'essas primeiras horas de vida provinciaoa,
privado das suas relages, dos seus cavallos,
dos seus livros, longe de todos os seus h-
bitos e de todas as suas predilecgoes, devia
sentir e senta o peso do tempo com urna
ratensdade desconhecida. Foi por conse1-
guate para el'e urna deliciosa commogo
ouvir de sbito tremer o le reno com um
certo tropear, que anuunciava claramente
ao seu ouvido experiente a approximago
de cavallos finos. Um instante depois, des-
cortinou por baixo da sombra arcada da sua
avenida duas senhoras a cavallo, que avan-
gavam directamente para o seu humilde pa-
lacete, e que vinham seguidas distancia
conveniente por nm criado de libr com ro-
seta preta no chapeo. Vende este encanta-
dor espectculo, Camors, ainda que um pou-
co sorprendido, compoz as snas mais bellas
maneiras de geatil-bomem, a fui mesmo pa-
ra descer a eseada do terrago; mas as duas
seoboras, vendo-a, parecern sentir urna
sorpreza pelo nenos igual delle; pararam
de sbito, e caoferenciaram entre si; de-
pois, tomando ama resclnco, continuaram
o seu caminho, atravessaram o pateo que fi-
cava no fundo dos terragos, e desapparece-
ram na direcgo do tanquesito,. que se asse-
melhava com e Acheionte. Quando ellas
nassavam junto da balaustrada,. Camors com-
primentou-as, a ellas corresponderam-lhe
abaxando ligeramente a cabeca. Apezar
do veo que Ihes- fluctuava nos chapeos, Ca-
mors reconheceu, sen hesitar, a cantora
d'olbos negros e a pequea pianista.
Passados alguns minutos, obamou o ve-
lbo guarda :
Sr. Leonardo, disse-lhe elle, o meo
pateo publica?
O pateo do Sr. conde de certo que
nao publico, disse Leonardo.
Mas que significa passarem por aqui
muito sua voatade aquellas duas senhoras
Oh! meu Deus I os donos da caia ba-
via tanto tempo que nao vinham a Reuiliy r.
Nao era por mal que esta duas senhoras
vinham passear quinta do-Sr. conde... Al-
gumas vezes mesmo descangavam na resi-
dencia... Minha mnlber dava-llies leite... Mas
eu Ibes direi que o Sr. conde se encemmoda
com isso.
Nem por sombras, Sr. Leonardo....
Como se lbe metteu semelhanlc cousa na ca-
bega?... Eu pergunto s... E essas senhoras
quem so ?
Ob! senhoras maito distinctas, Sr.
conde. A Sra. viscondessa de Tecle e sua
01ba a menina Maria.
E o mando dessa senhora, o visconda
de Tecle, nao costuma passeiar ?
Ah! Deus verdadeiro, passeiar elle
acudi o velho guarda com sorr60 ma-
nboso... Ha moito tempo qoe est com os
defuoctos, pobre bomem, como o Sr. conde
sabe perfeitamente.
Bem I admitamos qae o saiba, Sr.
Leonardo; mas Oque entend o que eu nao
quero transtornar os hbitos dessas senho-
ras, percebe t
O Sr. Leonardo mostrou ficar satisfeilo
de o dispensaren! d'ua?a mteso desagrada-
vel, e o conde de Camors, teodo reflectido
de sbito que a sua residancia em Reully se
prolongara algum tempo, segundo todas as
probabilidades, voltou para o palacete, exa-
minou os diversos aposentos, e oceupou-se,
de combinago com o guarda, em gisar o
plano dos arranjos mais urgentes. A pe-
quea c i dade de L... nio ficava seno a duas
leguas; offerecia recursos bastantes, e o Sr.
Leonardo receben ordem de ir l n'esse mes-
mo dia entender-se com nm archilecto.
Ao mesmo tempo o conde de Camors di-
rigia-se em pessoa para a habilago do Sr.
Des Rameurs, sobre a qoal obtivera emfim
indicages bastante exactas. Seguio o mes-
mo caminho da vespera, passou por diante
do edificio d'aspeclo monstico, onde resp-
rava a viscondessa de Tecle, olhou para o ve-
lho roble que lbe servir a elle de observa-
torio, e encontrn, depois de andar ainda
qaasi om kilmetro, o palacete que proca-
rava. Podia comparar-se com essas resi-
dencias ideaos, que povoaram os sonhos des
nossos leitores na sua feliz infancia, quando
liam por baixo d'uma gravara de frontispicio
esta phrase inevitavel : O palaciu do conde
de Valmont estava agradavetmente situado
(Cominuar-se'ha.)

l'M POOCO DE TODO
A CATASTROPHE DE Cl.ERKENWELL. E'
grande a consternago que excitou na Ingla-
terra a catastrophe de Clerkenwell. Es-
tc-se organisando soccorros para as victi-
mas, e a polica faz as mais activas diligen-
cias para descobrir os criminosos. A rai-
nha manda continuamente informar-se ao
hospital da saude dos feridos. O ministro
do reino envin j um primeiro soccorro de
500 libras para allrio das victimas, e es-
t-se abriodo ama subscripeo de i penoy
por pessa, a fim de qae n' eta possam to-
mar parte todas as classes da soeiedade.
Os tres individuos presos no ocal onde
bouve a exploso j foram levados pre-
senga d > magistrado, acensados de terem
cansado a morte de quatro presos qae pe-
recern) victimas aquelle crime.
Os aecusados nao manifestam a menor
perlurbago. As testimanhas de acensa-
gao sao o carcereiro e o agente de polica,
que dtele primeramente a mulber e Bes-
mond, segurando um em cada mo, sem
os deixar fugir, no meio aquella confu-
si), at qoe vierara em seu auxilio.
. Resulta das suas declarares que a poli-
ca fora avisada de que se preparara um
golpe de mo para libertar o coronel Burke
e Casey, presos em Clerkenvrell.
Todas as ras e travessas prosimas da pri-
sco acham-se ebeias de agentes- de polica,
estando alguns de uniforme e eutros dis-
fargados.
Estes agentes viram a mulber na priso;
sabiam que ia visitar o preso Casey e vi-
ram-na sair d' all depois de fallar por di-
fiere Mes vezes cem Bosmon e Alien, e an-
da depois eom urna qoarta pessoa,- que se
soppoe ser a que poz fogo ao barril,, e qoe
nao foi apprebendida pela polica.
Sao varias as opinies acerca da materia
que causou a exploso. Julgam uqs que
fosse fulmicotn (algodo-polvora), & ou-
tros urna compoeigo de petrleo e de ni-
tro-glicarna.
Aos ofli.-iaes de artilheria pareceu-lhes
encontrar as materias qoe entrara na com-
posigo da polvera de caoba o. Pelas di-
raenses do barril julga-se qne a carga se-
ria do peso de 300 libras; considerando po-
ror que n' esse caso teria havido desastres
muito maiores, e que toda as pessoas que
passavam pela rua teriaca parecido, tera-se
por provavel que o barril s> contivesse 100
libras de plvora* A,polica avisou todos os
vendedores de productos ebkaicos que nao
vendara substancias perigosas seno pes-
soas cuja residencia cooaeca. O magis-
trado publicou um aonuscio, em nome da
rainha, offerecendo 300' libra esterlinas a
quem possa dar informages tendentes ao
verdadeiro descobrimento do crime, e 100
libras a quem denuncie oa outros cmpli-
ces, anda nao apprebendido pela polica.
Igual quantia sa offerece a todo o cmpli-
ce que d informages tendentes ao mes-
mo resoltado, exceptuando-se porm o
cmplice que poz fogo ao barril.
N' outros bairros hoave novas tentativas
incendiarias, por meio de garzafas cheias
de materias fiammaveis, langadas pelas ja-
nallas.
Awista.Os habitaates- de Nev-Jersey,
nos Estados-Unidos, foram testsmunhas de
um singular espectculo..
Viram a Mr, Mills, bomem de ama grande
gordura, e qoe tinba sido maie da cidade
puchando um carro em que ia Mr. Tomp-
son membro da legislatura do estado.
Depoi de ter assim percomido os logares
mais freqcentados da'cidade, Mr. Mills dei-
xmi o carro e explicou aos seus concida-
dos o segredo do espectculo.
Tratava-se de urna aposta eleitoral. Se
em Barington nao triumphavaai os radicaes,
como succedeu, devia Mr. Tompson passear
ao outro em carro ao redor da cidade, o
vice-versa, se a vJitoria pertencia aos dem-
cratas.
Mr. Mills perdeu e enmprio a aposta.
Mara.O ama de Maria era outrora
de to grande vanenago,. que em certos pai-
zes era prohibido-s mulheres usar dalle.
Affonso IV, rei de Castella, estando para
casar com urna joven Maura, declaroa que a
nao tomaria por esposa se Ihe pozessam no
baptismo, o nome de Afano.
Entre as condigea de casamento estipu-
ladas entre Maria doMavers e Vladislau,. rei
da Polonia, bavia urna qoe dispunba. que a
princeza trocasse o. sea nome pelo.de Aloy-
sa. Sabe-se tamben qne Casemiro. I, rei
da Polonia, que casou com Maria, filba do
duque da Russia, exigi a mesma. cousa da
que tomava por mulher 1
(n.vNBE iwENcAo.Est-se- feaendo em
Pars a experiencia de um novo pavimento
para as mas, composto de ferro, betume e
madeira, cuja primeira vantagem consiste
em evitar a lame.
A hiobdade.Diz orna folha, ter sido
representado em a noite de Natal, no thea-
tro Fossati, em Mlo este drama original
portoguez do Sr. Cesar de Lcenla,, actual-
mente no Brasil, e que agradou muito.
AssociAgAo ns amotinadobes. Em Bolo
nba apprebenderam-se documestos em quo
se pro va a existencia de urna associ;-cao in-
titulada La Sacra Falange, cojo fim era
perturbar a ordem publica. Tinha suecur-
saes em quasi toda a Italia.
COLHEITA DE A1G0DO NO MlSSlSSlPt. E'
muito inferior ao que se esperava; os col*
tivadores vem-se em difficuldades para po-
derem pagar aos libertos. Tem havido mui-
las rixas entre negros e brancos.
Canal de scez.Para concluir esta mo-
numental obra, que liga o Mediterrneo cem
o mir Vermelho, falta ainda cavar no canal
41.549,499 metros cbicos; que ser tra-
balho para 20 mezes,


>
i



-




TYP DO DIARIO-RUA DAS CRZES N ti.

, -i 'JM,BI M*1",1 -. |K
3


Full Text
xml version 1.0 encoding UTF-8
REPORT xmlns http:www.fcla.edudlsmddaitss xmlns:xsi http:www.w3.org2001XMLSchema-instance xsi:schemaLocation http:www.fcla.edudlsmddaitssdaitssReport.xsd
INGEST IEID ECAL1ZMTM_D4FEME INGEST_TIME 2013-09-04T23:44:13Z PACKAGE AA00011611_11482
AGREEMENT_INFO ACCOUNT UF PROJECT UFDC
FILES