Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:11477


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Full Text
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ANNO XL1V. NUMERO 19
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SEXTA FEDtA 24 DE JANEIRO DE 1868.
65000
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Mii Miwmo rnn ata rmoviMciA.
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juiaiDs, oros iPiiiwpiBWoaiiros*
ENCARREGAD03 DA SUBSCRIPCAO.
Parabyb, o Sr. Antonio Alexandrino de Lina;
Natal, o Sr. Aoloolo Marques da Silva; Aracaty,
o Sr. A. da Lemos Braga ; Ciara, o Sr. Joaquina
Jos de Oliveira ; Pira, os Sr?. Gerardo Aoionfo
Alfas 4 Pililos; Aamooas, o Sr. Jeronymo da
Costa; Alagoas, o Sr. Frao-iscn Tavares da Costa ;
Baha, oSr. Jos Martin*' a:--s; Rio de Janeiro,
Sr. Jos Kibeiro Gas larnbi
PARTIDA DOS ESTAPETAS. ISerlnniem, Rio Formoso, Taauodarp, Uta Barrai-
Oiinda, Cabo. Bscada a estages da ra farrea at I res, Agna PreU Pimeoletva, as quintas (iras.
Agua Preta, lodos os das.
Igaarass s Goyanna as segundas a sextas falras AUDIENCIAS DOS TRIBUNAE5 DA CAPITAL.
Santo Aoto, Grvala Bezerros, Bonito, Caroar, I
Alllobo, Garanbnns, Biqoe, S. Bento, Bom Con- (Tribunal do eommercio : serondas asistas.
sel3.1, Aguas Bellas Tacaraf, as tergas felrras, Relaeo: tercas e sabbados as 10horas.
Pao d'Alho, Nazaretb. Limoefro, Brejo, Pesquelra, iFazenda : quintas is 10 boras.
Ingazeira, Flores, Villa Bella, Cabrob, Boa-Vis- Joizo do eommercio: segundas is 11 oras.
ta, M urlcury, Salguis e Ex, oaa quarias reiras 'Dito de urpbaos: tercas e sextas as 10 horas.
PriffMira vara do cire: tercas e sextas a neio
dia. -
Serrnada vara do el val : quartas esabtedes a
i ora da tarde.
EPHEMERIBES DO MEZ DE JANEIRO.
3 Quarto rese, a i b,, 19 m. e 29 s. da a.
9 La ebeia as 8 h., a 19 s. da t.
16 Qoarto miog. as 2 b., ii m. e 15 s. da t.
24 Loa nova as 4 b., 15 m. a 0 s. da i.
DIA l DA S?V KA.
30 Saf. S. SebastISo ., S. PabiSo p. r.
ti Tere. S. Igoes v. m, S. Eplptaaafo.
22 Qoart. Be." V'cenie a Anastacin asm.
23 Qoint. S. Ilderonso are., S. Rayamodo.
24 Sel. S. Tlmotheo b. m., S. Mareolino,
25 Sab. S. Ananlas, S. Javenltno m.
I 26 Doaingo. S. Polyearpo b. m., S. Paula vinva
PREAafAR DI HOJE.
Primaira as 3 oras a 42 m. da tari*.
Segunda a* 4 horas 6 minutos da
PARTIDA DOS VAPORES COsTHROB.
Pan o sol t Alagoas a 14 30; pan o
at a Granja a 15 e 30 de eada mea; pan
nando nos dias 14 dos mesas Janeiro, margo,
julbo, setembro novembro.
PARTE OFFIdUL
MIXISTISIMO l\ I i/l\D\
Circular n. 68. Ministerio d s negocios da fazen-
da. Rio de Janeiro era 28 de dezembro de 1867.
Zacaras de Ges e Vascoocellos, presidente do
tribunal do tbesouro nacional em vista da impe-
rial resolugio de consulla da secgao de fazeoda
do eonselho da estado de 18 do corrent*, crdena
aos Srs. inspectores das thesoorarias da fazeoda
que aotorisem as atlandegas e mesas de rendas
habilitadas para cobrar a porcentagem i que se
refera a elrcnlar n. 39 de 30 de setembro ultimo,
oio f em moeda nacional da ouro e em sobera-
nos e meios soberanos pelo valor legal, mas taro-
bem oas de que trata a tabella annexa, segundo
os valores nella mencionados, desprezadas as frac-
ges ; fleando alterada a ottima parte da sobredi-
ta circular, a qoal deveri ter exeeocio qoanto a
porcentagem que nlo preflier o mnimo valor das
moedas, eojo reeebimen'o agora se permitte.
As moedas que se reeeberem serio inviadas as
pocas eompetentes is referidas tbesoorarias, e
por estas remeitidas Immadiatamente ao thesooro,
a fim de terem o conveniente destino.- Zacaras
de Ges e Vasconcello.
TABELLA DAS MOEDAS DE OURO A QUE SE REFERE A CIRCULAR N. 68 OE28
DE DEZEMBRO DE 1867.
TAL.
Ooro.


Ooro.



Oaro.
Ouro..

Oaro.
>
DNOMINAQ.U).
Moedas frimctzar.
100 francos..................
50 ditos....................
20 ditos....................
As de 10 e 5 ditos..........
Moeda da Blgica.
Depois de 1862.
100 francos.
50 ditos....
20 ditos...
10 ditos...
5 ditos...
Horda hetpmhola.
Oaca bespaohola.
Dobrdes de Isabel.
100 reales.......
Moedas do rttr.o da llaha.
peso
eu gbauhas
TITULO EU
MILLBSSIUOS
32,258050
16,129025
6,45161
em pruporcSo.
20 francos..,
10 e 5 ditos..
Ooro.........
Moedas pertuguezas.
I0J0C0...................
At de 5,2 e 1*000.........
Moedas dos Estados Untaos.
a gula dupla ou 20 dollars...
A de 10 5,2t|2e <|4dedila
26,794921875
8,336
6,45161
em proporgo.
17,735
em propercao
33,435
ero proporcio
0,900

>
VALOR PAR.
OBiERVAgoKS.

35*315,46
17*ft57,73
7*063 092
0,875
0,900
0,900
0,916 2|3
>
0.900
28*519,90
9*125,675
7/063,092
19**73,64
36*604,272
Peso, toque e
valor igual
ao das moe-
das france-
zas.
OBSERVACAO.
Podero ser tambem aceitas as antigs moedas de ouro brasilelras ou portaguezas na con-
foimidade das ordens de 25 de novembro de 1850 e 24 de joibo de 1851.
Secretaria de estado dos negocios da fazenda, em 28 de dezembro de 1867.Jas Seve-
riaoo da Rocha._______________________________ __________
INTERIOR
RIO DE JA\t:lRO
CRISS C MSISRCIAL.
Sob a influencia de circumsiaoeias anormaes, as
deliberacoes do poder execativo nio plem ser
pautadas de modo a respeltarem sempre as pres-
crlpi;oes estabelecidas.
Os estadistas a quem confUda a governago do
estado, em taes casos, teem de assumlr res-
ponsabilidades extraordio-ria*, todas as vezes que
ellas se justifiquem pelos proveitosos effdltos que
prodozem. "
Assim como, ao general em chafe de om exerci-
to em operacSes, do gabinete de um ministro se
lbe nio pdem determinar os movimentos, por isso
que se acbam dependentes das evoluedes do ioimi
o : assim tambem os estadistas, n'uma simaco
critica, cercada de Innmeras e variadas difflcal-
dades, nio devem esquivar-se a aceitar os conse-
Ibos da prudencia e do bem publico, s pirque a
lettra expressa de orna lei a iso se oppoa.
A Inglaterra creoa por esta razio os bilis de in-
demnidade.
Interpretar o pensamento do legislador, o que
cumpre ao governo, quando da litteral execuco
de aiguma medida, por circumstancias nio previs-
tas, se reconbecer estar ella em antagonismo com a
iotencio, que a dictara.
Durante as pocas calamitosas de crlses fi-
nanceiras e apnras do tbesouro naclooal, a alta
znisso de nm estadista empregar todos os estor-
bos para extirpar a selva nociva do egosmo, que
je propoi a aggravar as nicessidades sooiaes e os
encargos da naci.
Sobre a qoestao palpitante da actualidade nem
tanto se tam a exigir do ministerio.
A lei que antorisa as alfandegas a cobraos de
15 por cento dos direitos em ooro, foi tio sabia-
mente promulgada qae deixou facultativa a sua
xeeucao, eotno se do 1, art. 9*. eapltalo 2*
da lei n. 1507 de 20 de setembro de 1867, que
diz : cO governo poder mandar cobrar em moe-
da de ooro pelo valor legal, do 1" de Janeiro pro*
ilmo futuro em diante, 15 por cento dos direitos
de importacio.i
Acooselbar qae se dispense completamente a fa-
culdade da lei em prejaiio da renda publica, quan-
do de todas as tontas do estado se devem exigir
os precisos recursos pira fazer face is urgencias
do servico publico, seria nio conbecer os nossos
deveres.
A febril aglotagem de metaes preciosos, que ues-
te? ol irnos das tem crescido de proporcOes, f-
cil de remoller, alliando os interesaos do Qsco com
os do cemmercio.
Sojeltar a parte do imposto em ooro ao prego do
valor de cambiaos effectaados sempre pelo ultimo
paquete sobre Londres, as liabas de crrelos per-
manentes, era um arbit'lo a tomar com aiguma
proneuidade em onlra praca, e ootras circumstan-
cias, em qae as operaedes dasla especie fossem
fetas sobre o verdadsiro movimanto das traosac-
cdss reaes ; mas aqu, onde em larga escalla os
crditos supplemeotares, e os saques de aasas fl-
liaes contra as casas matrizes permitiera avultadas
operagoes, sem pratrpto dispendio das sommas que
representara, deixaram ainda a' aglotagem lar-
go campo para saciar sua ambicio, sem qae se
consegnUse aleancir as vanlagens qne buscamos.
Fortanto para barmonlsar es Intereses do As-
eo com os loteresses da praca, que iba sa < coogs-
Bltos oa antes com os da popalagao consumidora ;
pareee nos qae fltacio de om prego de cambio
para pagamento da parle de imposto* em ooro, se*
ria ama medida prudente entre os arbitrios pela
lei concedidos ao ministro de por oa nio em execa-
{lo esta matma lei.
Quando no parlamento se diseatio a le, que ci-
tamos, Mm as circumstancias do paiz eram tio
aggravantas, nem o cambio havia dsseido ao prego
actual. A base de que se servirn os legisladores,
era de um cambio, 24 pencas por mil rls.
Aeeiu-se pois o espirito da lei e sobre a parte de
pagamento de direitos em oaro, cobre se as al-
landegas mals 12 por eeato da usa, e assim tere-
nos oxado um cambio de 2i para estes impostos.
sem urna medida prompta e decidldi neste sen-
*o a aglotagem subir' anda de exigencias ; o
cambio descera' at onde ningoem pode prever ; e
as difflculdades flnancelras, publicase particulares,
correro os azares da ravelia.
Compare-se a cifra resoltante dos proventos da
parte da cobraoca em ouro oas alfandegas com a
perda que o thesooro soffre as reoiessas para a
Europa e com o pagamento de compromissos de
Importadlo por coala do estado a um cambio as-
sim depreciado por aquella exigencia de ouro as
casas fiscaes, ver-se-ha que o saldo enormissimo
contra a fazenda publica.
De bomens de actividade, intelligencia e constan
te dedicagio, como o Sr. ministro da fazenda, as
deliberages sobre objectos de tanta gravidade
nunca se esperam debaldp. Assim o er o respei-
tavel eommercio desta praga, assim o espera a po-
puiagao desta curte e assim Analmente no-lo faz
acreditar a justa opioiio que S. Etc. nos merece.
ANDA 0 CAMBIO.
A liberdade da impreosa, a mais santa de todas
as prerogativas, ropos devares sagrados aos qne
exercem a missio de orgos da opioio publica.
Esquece-los nos momentos mals crticos om cn-
ma de lesa-nagia.
Nio seremas nos os ap:statas, qaa bao de ser
expostos na praga publica com sambenito e caro-
cha.
Nao nos prenderemos a conveniencias, nem a
interesses de bando algom, quando o paiz exige
que a verdade seja sabida desde os pagos reaes at
a choopana do pobre.
.N'uma nagas livre, como a nossa, em qne os es-
forgos e os sacrificios do povo foram reclamados
para em om glorioso dia, erguerem o grito de li-
berdade e iostituirem a sna independencia, nao
devla ser a imprensa, a Alna mais predilecta da
lib -rdade do povo a que se amordagasse para, ven-
dando-lbe os oibos, ecultar-lbe os perigos qae o
ameagam.
A reinsistencia de erros de ionga data conduzio-
nos ao estado precario da actualidade.
Ti vemos de empeobar nos n'ama guerra, para a
qoal ainda nao sobraram os sacrificios de saogae,
nem os recursos do tbesouro : e todo poroso os
systemas mixtos teem sida a formula preferida
em todas as deliberages.
Recorremos as pragas estrangeiras a pedir capi-
taes em tio mesqulnba quaoildade, que des4e logo
reconbeciimos nao serem sofflcienles para satisfa-
zer os empentaos da guerra, tendo por isso da lan-
gar mi de ootras expedientes, como os qae foram
levados a pratica.
Do reprovado systema mixto, tio eoostantemen
te asado, nio colbemos seoao estragar o crdito,
pedindo emprestimos a alto prego, soccorrendo-nos
depois aos melos mais violentos que desviavam do
eommercio as economas dos particulares, qae se
achavam vinculadas a industria e a todas as fontes
productoras da riqueza publica.
Estragamos todas as searas de qae podamos
aufarir as eolheltas ndispensavels para os exces-
sos de dlspeodlo acarralados por ama lacta, des-
favorecida para nos at pelas eondigdes excepcio-
naes de nm slo mal explorada: qne exceden em
difflculdades lado qnanto portera esperar-se.
Da tantos e tio repetidos erros arrastamos as A-
nangas do paiz ao que agora presenciamos. Ag-
giomeradas as causas, qae acariciamos com a in-
differenca, fomoe levados a triste sltaagio, qae nao
pode ser centestaja.
Eseolber novo eaminho, bem differente do tri-
Ibado at boje, o que compre fzer aos bomens
da governacao do estado. Sem isso nio escapare-
mos a banca-rota.
E podaremos delxar a naci descer at ao ulti-
mo degrio do avutamento qoasde nos nio faliam,
gragas a Daos, neste abengoado slo'inexgotaveis
mananeiaes de riqueza, snfflelentes para satlsfazer
todos os compromissos creados nesta calamitosa
poca, e eolloear-nos ainda entre as nag5as na or-
dera proemineote a qae t*mos direito TI
E' o que agora iocessantemente reclamaremos
dos nossos bomens de estado, a quem se acbam
confiados os negocios pblicos.
Sio as flnangas o nosso maler cuidado; sem el-
las poderem corresponder as neceasldades ereseen-
tes, todo impossivel.
Hija no paiz um governo, qae esqaega todos os
oses de dolorosa tradlgio, e estabalega novas don
trinas, principies certos, e leniu a coragem de res
guardar-dos eom energa di penara, a qae pretea-
deram rednzir-nos.
Sr. minblro da fazenda, V. Exe. cbamalo a
barra do tribunal da opiniio publica como o nico
competente a responsavel pelas medidas qaa ur-
gentemente sio reclamadas. E' V. Bxc. qaem po-
de impedir qne nos laneemos no abismo.
A etpeculagio prosegoe em sea eaminho, tendo
s em vista a avidez do ganho.
O eaminho contina em espantosa progrsssao
descendente elevando-so o prego do oi>ro a mals
de 50 por cento.
E estas evolagSas rapidaa, qae nao podem ser
expcadat pelos acontec mentar dos ltimos dias,
nio encontrara paradeiro !
Para casos tao momentosos e velho amanhSa
tarde. E preciso qae sem delonga, o governo
se aprsente na allura da siioagao, e que em-
prafcue lodos os meios da eoirlgir estes desman-
dos.
E' preciso qae demonatre nio se achar asso-
berbado com os pagamentos qae tem a realisar
na praga de Londres no mea de margo; que por
sua iniciativa e respoosabilldade faga elevar o
cambio, autorisando saques a prego malbor do
que aqaelle qae actualmente se encostra no mer-
cado, qne visto ser rae a lei facoltativs, suspen-
da o pagamento em ooro de 15 por eenlo dos
direitos de importagio arrecadados as alfande-
gas.
Os especuladores nao snpportario por eerio a
torta coocorrencla daqaelles a quem o governo
eommettar taes operag5es.
As despezas de nma oagio nio devem ser dieta-
das pelo espirito de economa appareme : devem
revellar, antes de todo, a intelligencia e tabedoria
dos bomens que as detarminam.
Adiantar no presante easo algomas sommas que
condozam a elevagao do cambio, e presciodir da
cobranga em onro as alfandegas, sera' ama gran-
de economia para qnem como o governo tem com-
promissos a satlsfazer em rauito mals larga escala,
regulados pelo cambio.
Semelbantes despezes podem bem tradnzir-se
por plantar graos pa>a eolher alqneires.
Esperemos qae o governo tambem assim o ca-
lenda.
(Dtario do Rio.)
D ARIO DE PERNAMBUCO
Pelo vapor franeez Savou, da linha de Marselha,
recebemos Jornaes da Babia de 13 a 19 do cor
reole. Nada adianta elle do Rio de Janeiro, por
ter d'ahi sabido no mesmo dia que o Cruzeiro do
Sul.
Voltaram de Santo Amare o Exm. presidente
da provincia, commandante das armas e cb(o de
polica.
S. Exe. Rvma. ecmeca a experimentar gran-
des melboras em seos padecimentos.
Dixia-se que iam ser mandados para o exer-
cito os presos da penitenciaria, que fossem jolga-
dos aptos para o servigo.
A corveta de goera>.Aietro* MIio Do **
13, para o Rio de Janeiro.
Com as pragas racebidas nesla provincia,
eoadnzio o vapor Guar, com destioo ao exerelto,
870 pragas.
No dia 15 do eorrente o Banco da Babia fez
om eraprestimo de 60:000* a' tbesooraria provin-
cial de Sergipe, ao juro de 8 *|. ao anno.
O cambio regulava : sobre Londres 19 1|4 a
19 1|2 d., sobre Pars 488 rs., sobre Hamburgo 835
e soore Portugal 158 por cento.
Ficavam a' carga para Pernambuco : suma-
ca Hortencia e brigoe portoguex Adelaiii.
Lemos no Diario :
c sempre com satisfaga j qne registramos em
cossas columnas actos de pbilantropia e patrio
lismo, que sao tanto mals para serem exaltados,
qoaoio partero, do coragio de urna seohora.
A segointe carta dirigida ao Exm. Sr.
sidenta da provincia pela Exma. Sra. D. Rosa
Hara Perreira, mais orna prova dos sen-
lmenlos nobres e generosos que caractensam lo
virtuosa seobora.
< Illm. e Exm. Sr.Havendo rceu irmio, o ca-
pio Jos Carlos Hartios Ferreira, em sua vida
manifestado a veot^de de coocorrer para as ur-
gencias do estado em razio da gnerra actual, com
aiguma quaotia, e tendo eu sido sna herdeira ni-
ca, pego a V. Exe. permissio para em nome delle
offereeer a quantia de quatro contos de ris para
as despezas da mesma guerra, assim como tre-
cootos de ris para as despezas da provincia, por
baver elle tambem manifestado o de-ejo de con-
correr com aiguma coosa para ella.
< V. Exe. se dignara' dar as precisas ordens
aflm de serem competentemente entregues as ditas
quantias, oode coovier.
< Deas guarde a' V. Exe.
> Babia, 11 de Janeiro de 183.Illm. e Exm,
Sr. Dr. Jos Bonifacio Nasceoies de Azamboia.
dignisslmo presidente desta provincia.Rosa Ma-
na Ferreira.*
PERNAMBUCO
REVISTA DIARIA
Em cooseqnencia de exoneragao reiteradamen-
te solicitada pelo Rvd. conego Jos Antonio de Sao-
xa Gomes, de cara da cathedral de Oiinda, fol para
o mesmo logar nomeado b Rvd. conego Ignacio An-
tonio Lobo.
Foi eleita a direegio da snciedade allemia de
beneficencia desta cidade, sabindo presdanle o Sr.
Constantino Noppel, vice-presideote o sr. William
Otto, secretario o Sr. Olio Bobers, Ibesoorelro o Sr.
Tbeodoro Edieseo, e directores os Srs. Cbristiaoi
Kroger, William Spider e Nobiling.
A canhoneira non'americana Hurn, qoa
aoda cruzando na costa, com procedencia do Rio
de Janeiro, eotrou neste porto na quarta-feira pela
manbaa.
Desta provincia para as do norte coodazio o
Cruzeiro do Sul a qaantia <*e 149:400*01)0, sendo
para a Parahyba 5-4:000*, para o Cear 20:000*
e para o Para' 70:400*.
Amaobia a ultima praga de arrematarlo
de varios impostos munielpaes de Oiinda.
No dia .. do eorrente fol enconlrada nave-
gando no ramo do sal a galera iogleta Ingla-
terra.
O encontr foi a pooca distancia de Fernanda de
Noronba pelo vapor Giqui, qae d'alli vicha para
esta capital.
A Inglaterra lmva a seo bordo grande copia de
passaguiros.
O Sr.Carlos Pinto de Lemos dea bonlem para
o servigo do exercito, nm bomem em sea lagar.
A estrada de Oiinda, eotre a Tacaruoa e os
Arrombados acha-se em miseravel estado tantos
sao os baracoa e eaotaieSaa qae abl ba. Nio ebe-
gari o producto do pedagio ao meaos para soa
conservagao ? A continuar no estado de abandono
em que se aeba, brevemente Acari intransitavel, e
privada a pobre Oiinda deesa nica via de commu-
nicagao, que anda lbe parmitte ter freqaenta-
dores.
Fomos obsequiados pelo Sr. Ferreira Naves
com om volme de snas poesas sob o titulo de
Vrenos, impresso no Rio de Janeiro.
Agradeeendo a delicada offerta ao aotor dos
1 Threnos, desojamos qae eooiinae a enriquecer a
liiterattra patria eom as flores que brotam lia ex-
plendida qoio aaloralroente de sua alma.
Com effeito o livro do Sr. Ferreira Navas rel-
la om talento que prometa multo ; e os seis Tre-
nos oOerecem momentos deleito-os a quem se rev
n'uma pagina Intima, como as da 1* e 4* parta, ou
aprecia o joco-serio das poesas epigraniosatieas,
qne formam a 3* parle ou aloda l com satisfagio
as poesascommemoranvas e laudativas que formam
a 2* parte.
lacootestavelmenle o joven poeta entra com fir-
meza na senda Iliteraria, a os seas Tiranos mere-
cer ser lidos.
Se ama oa oulra vez ama pequea falta de niti-
dez as Imagens vera sombrear os seas hados qoa-
dros, nio isso motivo para desesperar. A som-
bra oecessaria para melhor fazer transparecer os
jogos e effeitos da loz.
As poesas intimas dos Tkrenos sao liodissiraas,
e as epvgromraaticas revellam om aparado bom
goslo no aotor para esse genero.
O qae levamos dito nao lemos em coma de nm
jnizo critico, apenas nm rpido esbogo das im-
presses qae nos deixoa no espirito ama primeira
ieilora desse odorfero ramalhele, a que o Sr. Fer
reir* Naves chamou Thrmos.
Domingo 2' fesleja-se oa Igreja do Pilar o
Sanio m-rtyr S. Sebasliao, pregando ao vungelho
o vigarlo de S. Fre Pedro Googalves do Reclfa a
ao Te-Deum o Rvd. Esleves Vianoa.
Em vlrtude do arl. 27 da lei n. 1,507 de 26
de setembro oliimo, as multas impostas aos jurados
passaram para a fueuda gerai aflm de serem co-
bradas executivameole, bavendo casualmente a
tbesourarla expedido as cootas para joizo, tem que
o artigo citado estivesse em execogao p r depender
de regulamentos e instrucgas do governo, tai pelo
procurador A-cal, de accordo cora o Inspector man-
dado soster todo e qualquer nrocedimenlo judicial
al que sejam expedidos os respectivos regula-
mentos.
Em 30 do mez de deterobro prximo Ando,
foi collado por precuragio que apresentou o RvJ.
Antonio de Mello e Aibaqoerqoe, o vigsrlo spre-
seoia-lo para a fregatzia de Lmoeiro das Alagoas
o Bvd. Satyro Jos Barbosa. Foram lestmuohas
desse acto os Rvds. Srs. Ago-toho de Lima Lacer-
da e Joaquim Ferreira dos Santos.
Asha-se nomeado vlgario encommendado da
freguezia de Trjucopapo, o padre Joio S-rapiao da
Cruz, o qaal occopava all 9 lugar da coadjutor.
Em data de 16 do eorrenle, fol oomeado vi-
gario encommendado da fregoexia do Rio do Peixe
oa Parahyba, o padre Autonio Tboraaz de Aquioo.
Em d.ta da_ 20 lambeta do correte, foi re-
novada a provisao do coadjutor di freguezia de
Campia Grande na Parahyba, ao padre Jos Am-
brollo da Costa Ramos.
.Era data de 22 foi nomeado, sob proposta do
respectivo vlgario, coadjutor da freguezia de Ja-
boaiao o padre Joaquim Themodo de Lima Mei-
relles.
Remettem-nos o seguiote, pedindo sua pobli-
eaeio:
i Srs. retadores da RecisU Dana.-~A' vista
do interesse qne Vracs. mostrara tomar pelo bem
publico, lolgamos acertado qne se pega ao Exm.
presidente da provincia qae se digne mandar ou
recoromendar qae seja observado restrictamente
por aquellos que teem de proceder a exame saai
ario nos recrutas ou designados para a guerra o
qpe se id no Diccionario de Hyaiene Publica e Sa-
lubridade do professor Tardteu, da pag. 153 a 161
do tono. 2*, qae o que se observa em Franga, para
qne se nio coramettam iojustigas coosideraodo-se
capaz de servir individuos que teem exempgoes, e
dispensando-se outros qae as nao teem.
O que se deve querer individuos que se ba-
tano contra o inimigo, e nio qae vio para os bos-
pitaes, porqoe estes, em vez de darem servigo, con-
correm pelo eootrario para o augmento da despezas
inteiramenle inuteis. Lendo-se Tardien, s se en-
gaara' quem quizar s lo, porqnanlo esse illure
professor da Escola de Medicina de Pars esclarece
todas as quesios e nao deixa duvidas quando as
questes oOerecem difflcoldade >
A cultura e sobretudo a fabricago brasileira
do fumo mosiraram-se na exposigao de Paris dig-
nas de sna origem ibrica.
As populages da pennsula bispano-portugueza
teem para est genero nma apltdo tradicional que
ellas levam para as suas colonias e mesmo para os
paizes estraogeiros, para a Hivana como para lia-
nilha, para a Argelia como para o Brasil.
Em Paris o fumo de um consumo, e, portanto,
de om aprego lio geral corao as margens do Tejo,
o este aprego justificado palo aroma delicado pe-
netrante, astea um pooco forte do que brando, dos
charutos e dos cigarros manipulados com maila
babilidade; gaba-se principalmente o (amo em
rolo, como reuoindo a Agora i torga.
Aperar de tal mereciraento, este ramo de pro-
docgao esta' ainda de aiguma sorte apenas na es-
tra, e, pois, que a vaga dasta narctico resiste a
todas as criticas da bygieoe e da ecooomia domes-
tica, como outr'ora is da poltica e da religlio, o
Brasil pode ter preleocoas a urna paite mais am-
pia no foroecimeoto geral do mondo.
Neste imperio, bem eomo em outros paizes, o
cacio e o assucar sio o sequilo ordinario para a
produego, como na Europa para o consamo ; mas
o cacao brasileiro s merecea orna medalha de
prata.
A soa preparagio corresponda melhor, pela sna
extrema simpleidade, a ama civilisagio nascenta ;
basta eolher o fructo maduro, desprender o grao,
secca lo ao sol.
Mesmo oas provioeias do Amazonas e do Pari a
arvore do cacio cresce naturalmente sem cultura,
e em geral as plantagdes ebegando ao estado de
prodaegio nao exigem nenhom cuidado at a eo-
Ibeita ; por isso qne ellas coostltuem naquellas
regides ama renda expontanea que serve para do-
lar as Alnas dos fatendelros.
A qualidade nio soffre, ao qae pareee, dasta II-
beralidade gratuita da natnreza, porque o eommer-
cio classlAca com vantagem o cacio do Ama-
zonas.
Os Indgenas do paiz fabricara eom elle o choco-
late e mesmo sabio para os osos domsticos.
toterla.A qae 86 acba a venda
a SI* a beneficio das familias dos vo-
luntarios da patria, que corre amanba 25.
Casa dk ortknco. Movlmento do dia 22
de Janeiro de 1868.
Bxlstiam 305, entraram 6, sabiram 8, existem
303.
A saber :
Nacionaes 216, morberas 5, estraogeiros 36,
molber I, escravos 44, escrava 1.
Alimentados a ensta dos cofres provlnciaes 213.
Movimento da enfermarla do dia 23 do cor-
rete, f
Tiveram balxa.
Vicente Ribeiro da Costa.
Jos Felfppe de F'gueiredo.
Mara Lacia dos Prazeres.
Tieram alta:
Jos lliiael dos Santos. -
Thom Paes do Reg.
Passagelro do vapor franeez Savoie, vindo
dos portes do sol.
Fleoschel Albert.
Passagelro sabido para a Europa no mesmo
vapor.
Francisco' Antonio Sello.
Passagelros do vapor brasileiro Parahyba,
viidos de Goyanoa.
Manoel Gomes Vananeio, Antonio JosP e ixolo
Goimares, soa seohora, doos Albos e dous en a-
nos, Alesaodrmo Barreta, Antonio Taiseira d a
Ponceca Leao e Gregorio Jis Estanislao Fer-
reira.
Passagelros do patacho brasHeiro Grmc, sa-
bidos para o Rio de Janeiro.
Anton>o da Silva e tres escravos a entregar.
Communieados
Polmica religiosa.
XHL
At aqu (escreve o Chrislao Ytiho 4 pagina
t 24) vos tenho mostrado o quaoto val do Penta-
teuco ao Evaogelho : a grande differenca que
existe eotre o Dos anaunniado por Jesns
Cbristo a o Dos pregado por Moyss; o qaanto
era abomlnave um Ueos coberto de sangue, e
i sangue intil, poniae bao remla os peecados em
preseoga de um Dos que proscrevia o saogae,
qae repellia os holocaustos, e qae s aceltava os
sacrificios Incruento.... >
t Bem veles, Sr. Padre, qae o Dos de Moy s
exiga elle mesmo holocausto de sumsimo chei-
ro (ara o seos carites (1)) como btzerros,
t earoeiros, bobes, ete ; o Dos prem de Jess
Christo, nao s nao exige, camo repelle as bos-
tas e holocaustos que chelrem a sangue, segun-
do a le; porque no Ihes sao agradwets I Logo
o Dos de Mov.-s nao nem polo ser o Dos de
Jess Christo!... (pag. 16).
< O Deas dos Christaos nao quer nem aeeita se
nio sacrificios incruentos; sendo Jess Christo
rolllma victima () do Velbo Testameolo offere-
< cida em resgate do genero humano, como se v
< da seguiote passagem de S. Paulo aos Hebreos
t c. 10 vv. 9 e 10): Eis aqu venho para faztr,
c Dos, a tua contade; na qual vontade, aeeres-
c eeota S. Paulo, somos sanlifletdos peta offrenia
do corpa deJesus. Christo, feta wma wz. .....
Pg 15).
Sobre e>ie ponto, como sobre todoi os ootros
que I ha cthiram debalxo do ctalo, tartoa-se o
Christio Velho de golphar erros, blasphemias e
impiedades contra a divloa magostada de Daos I
Neonata escriptor, amigo ou moderno, qae en sai-
ba, escreveo ainda sobro os sacrlB:ios da le ami-
ga os absurdos herticos e repagoaoUs, que aca-
bara da sabir dos tubos da peona do Chnstio Ve-
lho I Vollaire, com ser o patnareba da iapiedade
dos ultimo t-mpos, fui obrigado a seguir a tradi-
gio de tolos os povos no modo de ver, e apreciar a
idea geradora dos sacriclos. Na iua abraEssai
sur le moeurt, e. 120, assim se exprime : t Da
tantas religioes differentes, nio ba orna s qne nio
teaha por fim principal as expiaces; o hornero
seoto sempre a necessidade de turnar propicia a
clemencia divina. Ora a neee cia, eomo a expiagio, suppde a culpabiiidade; logo
a oolversalidade dos sacrificios prova a crenca geral
no dogma do peceado de origem. Aignns amores
>ae al de opiniio que o sicricio preceden ao pe-
cado original; e, eom effeilo, a probibigio. qae
fet Dos ao hornera de toear na arvore da ciencia
de bem e do mil, enterra um verdadeiro sacrificio,
na soa mais lata accapgao. Era ama protestagao
perm.oonte da dependencia do bomem para eom
Daos. Sa mais tarde o sacrificio revestio o carcter
particular de expiagio, a idea primitiva permane-
cen sempre; e, ou quizesse o bomem attrablr a si
es favores da Dmodade, en quizesse abrandar sua
ladignagao, pensou, por impulso intuitivo da pro-
pria natureza, em anniquillar-se oa preseoga do
Creador. Assim a depeodeocia ou a ceotriegao do
Romera foi a primeira idea qae os sacriAcies ex-
primirn).
Ojeamos os mestres da verdade a respeito deste
grave assampto; e pelo qae se vae 1er se conbece-
ra cabalmente o ahysmo de erros em que se preci
pitia o Chrtstao Velho I (Jomo lado se dirige ao
mesmo Ara, oio julguei necessano guardar res-
tricta ebservancia sobre ordem chronologica; e,
pois, comegarel por Santo Agostioho, que alias re-
sumi toda a idea ou todi a ttieona dos sa nucios
da lei amiga, como vamos ver no qae se segu. O
leitor, portanto que preste toda a adengao.
Dta sacrificios flj|uralivos.

Ojera sera' tao ins nsato qne possa crer que
Daos iam aiguma nteessidade das eoisas que Ihe
sio offerecidas em sacrificio'.' A sagradaEscriptu-
ra testemunba o eontrano era moilos lugares; e
nos basta citar esta paiavra do Psalmo: t Eu disse
ao Senhor: Vos sois o meu Dos ; porque no ten-
des necessidade dos meus bens. > Assim, Deas nio
tem oecdtsidade, nem dos aoimaes que se lhe sa-
crificara, oem de nenbom objacto terrestre e cor-
rnplivel, nem mesmo da justlga do hornera ; e todo
ocnlto legitimo qoa lhe tributado, nao atil se
nio a quem ih'o tributa. Qnem dir' qaa resalta
aiguma vaotaeem a' fonte porque as suas agaas
laclam a sede? oa a' lar, porque por ellas se v;m
os objectos? Se nossos paes, nos amigos lempos,
imraelavam vieiimas a Daos, conforme lemos oa
Escriptora, esses sacrlflciet oio eram sena o figu-
ras do que se passa em nos, isto do amor qne
nos une a Dos e ao nosso prximo para eleva-lo a
Dos. O sacrificio vi ivel pois, ura sacramento,
oo, em ootros termos, om sigoai sagrado do sacri-
ficio lovislvel. Foi por isla qne a alma penitente
do propbeta oo o mesmo propbeta, qnsrendo tor-
nar a Daos prepleta ios seas peecados, lbe disse :
Se ts qmzesseis sacrificios, eu vol-os teria ove-
reado ; mus vos vos ne dtleilats com holocaustos.
< O sacrificio agradavel a Dos i um espirito que-
c brait pela d'r: vos ni desirtstreis, meu
Dos, um coraran contncto e hnmilhado. Re-
dictamos que ao mesmo lempo que o propbeta diz
< qae Dos nao quer aaerllcios, > mostra qne s
lbe apraz o coragaa cootrleto e bumilbado. Nio
quer o sacrificio de om novllbo degolado; qaer o
de om coragio cootrieto. Assim, o que o propbeta
diz qae Daos nio qaer a ligara do qae elle diz
qae qaer. Dos oio qaer sacrificios no sentido em
qae os insensatos os tomam (3), isto de ama
van satisfagio; porque se elle oio quizesse qae o
sacrificio que pede, Isto i, o sacrificio de nm cora-
gio contricto e bomilhado pelo arrepeadimeoto,
toase significado por aquellos qae lhe aio deleita-
veis, seguramente, nio tena ordenado na le aot que estes lbe fossem offerecidas. Assim, deviam
cessar n tempo coavemeote, e determinado, por-
que se nio pensasse qne Dos os desejava por
amor dalla e da nos, quando curto qae nie que-
ra pare nos, sa nio aqalilo qae esses sacrificios
figuravam. D'ahi estas palavras de Dos, por boc
ca do mesmo psalmista: Se eu tlvesse fome, nio
dira av ti; porque todo o universo me poruee,
eom lado o qae elle encerra. Comerel a carne dos
looros oa frbsrei o saogae dos bodes? > Si esu
rio, non dicam Ubi; meus est tnim orbu Ierra,
(1) Vejara a irreverencia impla com que elle tra-
ta a Supremo Creador I E om opsculo desta
ordem qae por abi, em certo circulo, apregoado
por um primor de doatrloa 1 E at admiro qae ja
oio fosse admittido as anlas de primeiras lettras
para servir de eatbeeismo I
(2) Que cootradiegie I O Chrislao Velho, para
mostrar oposieo eotre o Amigo e o Novo Testa-
mento, tem combattido as victimas da le amiga,
como nefandas, telas, sanguinarias, etc.: agora diz
qne Jesui Christo fot a ultima desseu victimas 1_.
Deiio ao pi leitor o tirar as conseqnencias lgicas
desta proposigio.
(3) Qae tambem o sentido em que o CArstao
Velho os loma; entrando por consegainte no nume-
ro dos insensatos de quem (alia S. Agostiabol
el plenitudo ejus. Nun quid manduca* carnes
taurorum aut sanguinem hircorum potmbo f E' ce-
rno se Daos dlssesse : Quando en tivesse necessi-
dade destas eoisas, nio vol as pedera, porque as
leobo sob o meo dumioio. >
O psalmista, para explicar o sentido destas pala-
vras, aecreseeola : Immolai a Daos nm saeritclo
da loovor, e reodel ao Allissimo os voseos vo
tos >. mmola Dea sacrifiemm hudis, ti redde
Altissim vota tua lo*ocai-me ao da da trido-
lacio, en ves livrarei, e tos me glorificareis >.
Ontro propbeta diz : Qae offereeerei en ao Se-
nhor, qae seja digno delle f Corvarei o joelbo
t diante do Allissimo ? lbe offereeerei eomo bolo-
t cansos teoros aovilhos? Applacar se-ba com o-
< saenieio de mil carnelros, oo de dez mil bodes
pingues ? Consagrar-lbe-bei o man primognito
< por camba iniquidade, o fructo de miabas eaira-
obas pelo peceado de mioba alma ? Eo te tnsi-
Darei, bomem, o que ta deves fazer, e o qne
Deas exige de ti : Pratica a Milico, ama a
misericordia, $ est sempre prompto a uarskar
< com o Senhor teu Deut .
Estas palavras assaz manifestara qae Deas nio
i exiga estes sacriAclos senio palo qae figara-
c vam. E le tambem diz por S. Paulo, aa ep slola
c aos Hebreas : Nao vos esqaegais de exercer a
vossa earldada com os pobres, porque com taes
sacrificios.agradarais a Deas AssimJ quando
i elle diz : Eu mais amo a misericordia qaa o
sacrificio nio faz comprehenler oalra coasa,
seoiu qae om sacrificio 4 preterido ao ontro,
vWto eomo o qae se chama vulgarmente sacrifi-
cio oio seoao o signal do verdadeiro sacrificio.
Ora, a misericordia o verdadeiro sacrificio ; o
que fez dlzer ao mesmo apostlo : tE' com taes sa-
crificios qne se torna Deas favoravel a. Talibus
tivm sacrificas placelur Dea.
Logo lodos os preceitos divinamente inspirados,
em relago aos sacrificios do templo ou do taber-
naealo, se referen ao amor de Deas e do proximu.
Nestes d>us pr-ceit is se encerra toda a lei a os
propbelas : In his duobus praeceptis tola lax pen-
de! el prophetas. iCivit. Dei. Iib X eap. V).
8 2*.
Parece qae, depois de harer Sanio Agostioho (e
anteriormente Tertalliano) fallado de modo tio de>
cisivj e terminante sobre a origsm, ndole,e intui-
tos dos sacrificios da le abtg*, nadi raai- deveria
addiciooar; mas, porque teoho protestado arran-
car al a ultima raz os erros qae sobre esta mate-
ria (o sobre todas as ootras que iraiou) corumaltea
o Christo Velho, preferireique antes se me acense
de demH*do minucioso e prolixo, do qne de de-
fectivo e omisso na refutagao. E pois, aqu tem o
leitor no mais qoe se segu, ludo quaoto encontr!
aotorisado cas Escriploras, e dos eseriptos dos
santos padres, sobre os sacrificios da lei amiga, a
proposito dos quaes disse o Christo Velho as mais
repugnantes blaspheralas contra o Daus Creador I
Soliem-se os vos a Isaas :
3.
t De que me serve a mira a mnllido das vossas
i victimas, diz o Senhor ? deltas j astoo eo tarto:
< aso quero mais holocaustos de earoeiros, nem
i da gordura de animaes ndios, nem sangos da
< bezerros, nem da cordelros, nem de bodes
(Isaias, cap 1, II).
De que me serve a mim a maltido das vossas
victimas? > Commentando estas palavras de Isaas,
diz Tneodoretoo seguiote : U verdadeiro culto e
a verdade ira religiio consistem ao exercicio da
justiga, no amor da verdade, na pralica da cari-
f dade. s sacrificios sanguinolentos e exteriores,
< sem estas disposigoes d'aima, nio sao capases da
< nos fazer agradavels a Daos. Ple-se dizer qua
t Deus mais os ttlerou do qne os pedio. Elle quiz
i retrahir o povo judeu do culto dos dolos, im-
poodo lhe om eolio proporcionado ao seo gosto
is suas disposiges. De tempos em lempos fazia
o Seobor conbecer pelos seus prophetas, qae es-
tes sacrificios lhe impertavam pouco ; qae elle
os oio desejava ; que ell os nao tinha oedido.
(Ps., XLIX, 10; Amos, VI, 21; Jerem. VI, 2J ;
Ezequiel, XX, 20). Quera o Seohor trazer o
povo Insensivelmente ao s verdadeiro sacrificio
da lei nova, qoe eorapreheodia por ura modo
c eminente ludo o qoa os amigos sacrificios nio
coutinham se oio em Agora >.
E quaodo Deas diz: Ja estoo farto das vossas
victimas >, era como se dissesse : Jame aborre-
cem e me desgoslam ; ellas sao o objecto da mi-
< nba aversio, tedio e fastio. Ora, segundo S. Ja
t rooymo, o eizer Deas : J estou farto val o
' mesmo que dizer : < Eu nio oecessito de coosa
f aiguma ; porque a trra e toda a soa pleoitade
c ou exteosio roe perteneem Assim o diz Da-
vid oo psalmo XXUI : i Do Seobor a trra, e
todo o que a anche : a redondeza da trra e todos
os seos habitadores >. Domini est trra et plenitudo
ejus : orbis terrarum, et universi, qui habitant
in eo.
No verso 16 contina Isaias: Lavai-vos, pari-
Ocai-vos, tirai de dame de meas olhos a maligni-
dade de vossos peosamentos: eessai de obrar per-
versamente >. Nio pede D8us aiguma lavagem
oa parificagio meramente exterior, observa Cal-
me! ; todo isto elle coodemoa oos versos antece-
dentes. Quer orna pureza interior, urna parificao
gio d'aima que nie se faz seoio pala convenio d-
coragao, pela penitencia, pela caridade : no qoe
pareee qne quiz Deus insinuar o baplismo da nova
le, ditem EuzeLio e Tneodoreto.
Em segoimeoto diz Isaias no verso 17 : Apren-
de! a fazer o bem : procura! o qae jasto, soccor-
rel o opprlmido, (axel Instiga ao orpbao, defendet a
viuva >. Que vale taato como se dissera, observa
Meooqulo : < Examinai qoal das parles tem mais
justiga oa soa cansa, e nio qoeirals, por presentas,
favores, oa medos, pronunciar orna senteoga
Iniqaa .
Oo que Deas sanqutnarto e ungativo nio o
Deas dos Judeus I Entretanto, esse mesmo Deas
abominare! e cruel (na execravel linguagem da
Christo Velho) qae regaita os sacrificios de san-
gue, que s qaer a misericordia ; qoe s qaer
bem ; qae s qaer a proteegio ao opprimldo ; qne
s qaer a justiga ae orpbio, o amparo v|ua I
c Para quem otharei eu pois (esclama esse Daus
vingativo, ainda por bocea d'fsaiaa: LX VI, 2), pa-
ra quem otharei se nao para o pobrismho e que-
brantado de espirito, e que treme dos meus discur-
sos ? Palavras que S. Jaroaymo explica, duendo:
< Logo habitador do co, oa, por melhor dizer.
o Creador de todas as cousas, qae diz qaa nio tem
templo na trra, esse mesmo omnipotente senhor,
toma de boa mente para seo templo o bomem hu-
milde e manso e que trame de onvlr suas pala-
vras I
O que mmola nm boi, brada o mesmo Isaias,
como o que mala a um homem : o que sacrifica
urna rez, i com o que deita os milos fra a um
rao : o que offerece urna aUaco, come o que of-
ferece sangue de pora : o que se lembra de quetmar
intenso, como o que bemdiz a um idolo. Todas
estas cousas gostaram ella di (zer, andando aos
seus enmes, e a sua alma se eUkitou tul toas abo-
minacoei (dem, 3).
o qae immela om bol eomo o qne mata a
om bomem.
< Oagam isto os Judeos, exclama S. Jeraoymo
c (i), e entendaos qae Deas pi basca os saenft-
c cos, mas o aoimo dos qae Ib'os off receta.
t Todas estas coasas gostaram ellas de fazer ete.
Isto diz Isaias, coutiaua S. Jarooymo, nio porqat
i es Jadeos qae offereeiam os sacrificios, matassetn
t borneas, oa, em lagar de eordelroi cabritos, Im-
(4) Ooga tambem o CnmUto Vilho, exclamo eo,
e fiqas emendando qae Deas no basca oa sacrifi-
cio, mas sim o almo do qae Ib'os. offetecem.




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tsera, idaluL m poraa*. offere-i No meio das provacoesporqa* paa.
rmeateos aerificio da re!, ebto- preciso qoe' 6 espirito pblico lechaba*
o- taina para e nao d?lxar abalar vtlx
ccasio, oeaa-tao-pouco amatar-* o,n
de exagerace em qqe ot rislonarios
hit
d
lfiveaDOs-
havendo
e J auelr* de 486*.
I aflOIOH .VUZ- O/ifrA
aei :
irmeate .
mesmo "lempo Ues'naliladeVe aU
^oe, qaaaie-a'-voatade obms
eratn tiu mos como fossea homicida, oa ioa-
t nolassem a Dea
No qoe o Seuhor a
crisis qoe os E-cri
< costanas dtvasso
soberba, de atleta
de dolo, de crueid
ftinido* pe '*' *ae vete s Uiicam na a
aljente a byp -
riscos aoiam a on*
Ldnlfio, de rapio, de
roptft, de maledicencia,
" -
i *
taocciotrado (ola i doolrma
de Estado, Santiago de Chi
m'sfhtes em dita cidad
fM-rfatrotmeote de ast
de stte amo?, sem
-jOtaaiS lLe liouvesse proporcionado O terioracioque nesse terapo poja'aBtece'r.
r ailirio: decidip-seUnaimeme em to- _.PAPf^ff1 tit?..d.'L*.*"',n'uioP,ia
JfKsicSo de
ote dar' fiador Idneo. ****
eoio sera' feito em trca prestacSa*
PPaaVpoisqae a obra esijver no meio ; o
e aebar ella acabada ; e o 3 tre metes
dj o arrematante respeaatul pela de
meaur
mar
goclos publica.
A poca qae atraressaraos a d'aioelU em qae da OH de ba*er apeDai.
a ioiiiTtrenca un erim, em que tolos e oa- descubri com sorpresa,
Mina ultrajad, em que iodo o cld.dio, **"** de8apparecJdo. No eota Ejo |
aero despeaos, teni o dimito de pedir eont
fo-erno pelo seus act>s, impr-lhe, como coudKajaz
O proprlo S. Paul",
dos pr, poetas ao toeaale ao Valor bguralivo dos cao do (Diodo, i Coaserv-co U
sacnbius da le, aio o aio reprov, como Ibes .cionaei e a viogiuca da? yfffl0S*5 receida.
teaaie ao valor garalivo dos' o do awodo, a coaserv-co i t*ct 'd? brios oa- [a$huu oerfeitamen'e Curado, com graode as
- na .Zl aAIIPAB AMIA IKu.' nln.^. b >ilk_. n A .- .ft -, ---- ^* ^ ^l
I
r aso delle e no fim de tres raazes se
perfeU^menie curado, eom gratwe a
'sombro e sansfacao detodoi os Swpwn,
em eom-
parecer em os das todicaOa* ao pago da cmara,
e moaldoa de soa flanea qoe ero apreseoudas
S, ara da antes na respectiva eerelarla, onde aeba-
op- rio o orimento paa consultar.
i| P^a da cmara municipal do'Recle, 15 de ja
potro da 18(8.
Laiz Jo Perelra SlmSe,
P' -presidente.
Pranciseo Canuto da Baa-viagom,
Secretarlo.
reconbece o seu mrito relativo ue,tas palavra* Has essa logerencl* d tolo em tod>, esa di \ZZr"" )S u,cs ; haviam nert do as'
da Epstola ao Bureos (IX, 13.14), na qa I, mos- reito do censurar eim^r, *4 osa juaia titwo se,l b lJ.n a*J2L
trando a
i acs ri3i'iou.- vi.v, ia, m, u* >ju i, mi- reno qo censurar impur, ^ um ju*u i'vuiu o ."_. 1 i_ ____-W-. ^
saperioridadaJ^ ceremonias do Nuvj juslilfca : preciso que lelos, cala)*, fortes e o esperHiQ* e-jatM ve-10 Dom. Ut UlB
cu iadus no purioluaio, cerquem o. palor de furca D m que des e etito 1 esia parla o tei re
Ttlnr"'" obre a do. Antlgo. diz : i Se o saogue
dos bodes e do> toaros e & cinta espaloala de e {resttgto, porque s assim certa e breve vira' a
salvado do pan : preciso que, ao cuotrarlo
d?screoca, da malediceoda e da desconflanga com
urna n villu cictitic os Immualos p.ra a pun-
fiesco da caro", quvuito mais o saogue de lesos
Cunlo, qu plu E-pillo Sauto se ofTireea a si
. mesm sera macula a Deus, almp r' a nossa
i eoaactenc das obras da morte, #ara servir ao
c Deus vito T>
V* e, poTUBti. qfle o Apostlo reeenliaee que o
sangt Jos bodes e dos louros, quao-lo on^reodo
eoma>ymbolo de homildade e cooineeio da alma
peceadora, noha o mrito de titUi/lcar oaiamtti-
4ot pK- lie licito pensar que tudo quaato at aqu ti-
llo reproduiido a respeito do aeriflciai da le
antlg, e da ana lgaifl.ca<;aj legal e moral, o man
qo* terminante, para convencer de corrosivo ti-
dos o' erres que psr abi inda a inocular oUns
lo Priao, acarea de*t matara ; e pois me licito
pensar tambera que o lellor cordato e discreto, es-
tabelectodo urna ama severamente aaalylico, e
Parante camar mnnlcin1, desla eidale,
r' em pff* Oos uta i7, iO e 2 docorra-ie,
ser arretiatida por qoem menor preCMff--
reeef, a obr* drpar& a apw-teicjaaeoto'do ce-
coruoiendddo uin graBde gumero de seos mltorio da freRuem desamo Amaro'de Jaboatao,
cenfiecidos que sofTram de d'ITerentes affee- !>?** **# 00,, e so* us coodtcdes ap-
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|.Ei
i maieoiceocta e as oescoouansa cuui-------------- ---------- --------------r--- #|1M ,aninie.-
multas wes os ^m.js a qoem^coofla, C*>es P^OQf fC8, lar,_l*q_oenjeaVM COStas ; ^ ^ wpsro| e perleQSaroeDl) do c.
coaparallvo *nlre os principios qae, rujado na (nangas e a perda do seo commercio ?
aateridade dos prophelas.do duutores e iolerpre-j Nso" temos anda receote o etemplo da graole
rao? aboora dana^o, teahami lena seu civismo, 0 mdr Pacifico, na Araericado Sal, & que
oa soa perteia. e na firc^ do .nossos reearstw.e seus ^^ resoi^es,^m sido aaieisaes.
cfoTe,ev.S,ldM,08MSl,Q8WrOSP,MCO'r' Veade^e uas pharmacias de A. C,m
Sem, iste larde ou nunca veremos migada a Barbosa 4 C, J. da pouceiclo Bravo S G
caneca da by.tra qu nos morde. I M. -A.. Barbosa, P. Maurer. 4 Ce Bartholo-
a gnerr proloogada, onde a jKros corre o sao-1 meu q
gue brasileiro, e a semelhanga de ucqa tratera se :
funde o nosso oer. *ane expectativa putilic, e
periurba lodo o movimeUo commercial a tolus-
tria' do pait.
E' este o eBeito. qua ae produi entre n;, mas
(ju aeo senao a rep.itn;o to que eco outras po
cas se lem dado oo resto do muido.
Qual o pova que ua sosieotaco de orna luta co-
lossal e prolongada, como tem sido para us a
guerra do Paraguay, nao e. tes di E-cni'tiiras. lenho addundo, e a Uasphe
mas de Ciristo Vtlho, ha de -recoobecer tacil
meme que eu eiendo a verdade, e que, ludo o qus
oo for Isiu, erro; hercita ? bla>pfiemla;
impiedede i
G Dtradicos de Curi>( i Vrlhe.
A pagin 3i diz : Tudavta Jess Christo (alia
da le assim pomo dos propbetas e dos Palmos,
como dando te.-iemonho delle. Ora, se Jess
Cbrislo dit cjue u VelOo Testaaiento (alia delle -, se
recoDhee assim a auiondde do Pcot*teuc\a
ei,coofor^ie o r^-onhece o mesmo ChritlSo Ve-
Uto em a nota da pagina t% : como sustenta qu-j
sao cuolradirlorios s livros do Velho e do Novo
Testameuto T
Mais: t Anda boje, i\i eHe, a' pagina 3i, bu-
gotm niln na bucea de /esus Christo orna io-
a conveoieoeia, urna ipressao menos digna do
i eole sipremu ; entreunto qQ> a pagiaa It ha-
via escrtpto: c Que se Jesas Chn>to tlvessenuto
aos Judeos que vioba ajrar, molificar, ou de-
rogar a lei teria sido apedrejado, coaio mullas
ve es o qoneram faier, quando exceda om Boa-
c co os liroiies de sr-a habitual pradeocia. P^is
qutm excede os Ututos de sua habitual prudeiuia
alo cojii e;(e ama luconvenieucia, e ao (ai urna
eoasa menos igna do Ente Supremo 1 E qaem po-
de diier, sem illeuder a slenilude da diviodade do
Homem D^us, que elle alguma vei excedeu os U-
milis da sua habitual prudenei* ? Duer esta Das-
pbemla au cuusidcnr JisUsCbristo puro homeio,
sujeito a' accessos da humana p a menos escrupulosa consciencia,
Mais: a pagina 20 dii: t Mas oo, a lei aotiga
c fui toda alterada, o culto luteiratpeiste mudado.
Mas logo oa pagiua iiu!tt-diauetcreve : OSr.
padre Campos dii qua Jess Ghrlsto nao veio
destruir a le, mas aperfeieoala. Nao, Jess
Cbrislo disse anida mis do que isto ; nao im
derogir, mas fai-la eom'orir. Aqu temos nao
enigma : No periodo anterior diz a lei aot'ga
fot toda alt-rada, oeulto inteiramente mudado
e ao periodo seguate da Jsu>C'.insto eio (a-
^ ter cumprir a le Cono fet elle comorlr a lei,
se a derogoo? Pois derogar ua le 6 ta la cum-
prir? Bom modo de (aier cumprir a le I
Entretanto, e mt'ou) a sustentar, que Jess Chris-
to nao veio destruir a lei, mas aperfeicoa-la, segua-
do elle mesmo o declaroa por ma ias vetes, e con-
forme eslava proptielisade. < Oe Sio sahu a lei,
e de J-ru*aiero a palavra do Seuhir. (i-aia>)
< De Siao sahir a lei: sirr, a le oova sanio de
Si>. Na Synag 'a leve o Bvangelho o berfo. S
oa Jalea pregou Jesu^Chnsio. Nem elle veio
derogar a lei de ttoyss, mas p de surte que, em cerio modo, a rehg'o carista
nao ootra coosa mais, qoe a reforma da Ju-
daica. a /Calmel).
Mais: a pagina 18dii: Jesas Chrsto perse-
goido, preso, coalernaado, e morte igoomioiosa-
mente pelo poctifleado judaico, nao seria lo
louco qae creasse outro pontificado ieoal.
Pondo de talo o ab periodo, notare! apenas, que a eipressonao se-
rta tao loucoafplicada a Jesns Cbrislo, por da
mais d'speitosa para com o Filo* de Deus Dxer
nio era tilotmdr- presoapr qoe era louco,
embira nao em (al grao, qbe oreaste ora novupou-
ticado Nao outra a itlligiia do adverbio
comparativo loo. Uu o Christo Velho nao sabe o
valor das palavras, e peccou por ignorancia ; ou
sabe, e peecou por malicia.
Escolha.
M..is : nao c*mprfheodende o sentido do verso
18 do capnalo I do Evangelho de J o, dis a pa-
gina 34 : O De os dos Judeos nao o Deas dos
Cbnsiyg, que s Jess (hristo deu a coohecer.
E isto depuis de havL-r escrlpto pagina 31: o
Deus dos Christaos nio se importa com qos o
bomeni ei>nhe(a a sua 'sseorl; pelo contrario
t asee cotieclmento perteilo sera o eomplimeoto
da civi.i-arao
V-se, poi*, que ora Je-o Cbrislo fer c>Bb?cer o
Deas dos Christo ; ora o Dea* dos Cnristos nao
se Importa qae os bomeos 6 UnnhfQam n. sua es-
sencia ; ora ser esa conhecimento o implemen-
to da rivilisaco ; de molo qo, nao ob-lmt- Je-
sns Cbnsto ter (etto Ooohscer o Deus dos Cnrrtiao,
esst eoobecimeolo s ha de vir eom a civnwaeoT
Pvr eu lgica do ChnslS > Ve'ho 19 seculos de en-
siao e de crenca cao ttieram aiuda coohecer o
D a* dos Christaos I
Em concloso : ai a pagina 33 : Como ho
mera Jesas Cbristo violo* a lei, por qae a nao
podia derogar, u as cerno Bens a deroguo. Aqu
temos no a be resta bem caract?risada !
Jesns Cbnsto, mesmo ci mo homem, nao poda
errar. Anda qoe pela ioearoacao elle assumtsse
todas as-fraquezas, e miserias do homem, comiedo
neo leve do homem o peccade e a igcoraocia. Pos
saindo em grao absoluto o flora da toerr-ocia, e da
inopeccaroiiidade como pedia violar a le t O carc-
ter, qae delle nos trajoa o Evaogelbo o mal ma-
gestoso : pelo Isdo da intelligencia, sobumidade
ecDtmoa ;pelo lado do corago, ternura casta, e
iDFffiv-i ; pelo lado da vuntade, cerl-ia absoluta
de SI. Ora, entre am carcter desta summa perfai-
jio, e a possibilidade deeommetler om enme, qual
a viclacao da le, ba orna incorapaUbilidade abso-
lot. Jesas Christo, alm das suas outras per-
tel{5es, como boroem, era sincero, pirque era am
espirito soblime ; era sincero, porque o seu co-
rajo era om fascinarlo de ternura, e de cas-
tldade constantemente aberto para ledos os ho-
lleos ; era sinc-ro, pnr qoe unha c-rea ab-
solnta do q>-e era, porgue tmha f na sua pa
lavra, porque acreditaba em ti. m Eute to
perfttt' podia violar a le T D-"* lih-rdades pe-
rijosas apode ter o Chralao etkt\ E nao per-
muta Deas, qo elle a sua mooomania tbeoiogica
acabe por negar de todo a divtndade de Jess
Cari-lo! "*
8ib, pois, o lellor qae Jesas Christo al nos
ceas Diurnos mr menm deo camprimentn a le. so
Leas (cap XXI!, 7.) dn sssim : **(retanta,
ehtgou o iui ios pt$ *mos, ne qual efa neetssa-
no inmutar-u a PasiM a.
Opadre Atilunte Pfereira, to, firmado na aut> ridade de Sao Thomaz, exclama.
eousa certameote a4irave11 Gm-piram tres
Evangelistas em referir, camo Jesns CbrisP, as
vespiras de sa'a patxjo, mandara dous de sea dis-
cpulos a eida kaoem, qae elle loes aponiua, oceBacu o, em qoe
'-atesmn 9>-nnor belebrasse a Pascoa com toaVw el
les, na qaalt*asCB c-remonia prioc'^l raa co-
mida do rdiga" :Asim -. Maiheo (TIXVI, I8J;
S. Marcos /XlV, li) ; e aqol 9: Lacas.
Pawe :<0* ni) budi escrever mais eiara,
eex.Tissaniente, que Je-gs.Ch'isto, pnneo aaieno^
ser prnso, e rr pao--cer, crteoraaa, ni forma 4a tu
' t*o\ttt. a esta da Pasca, eTrmmlhmfc'ron
ro. E" nu pv|o mono, a pt-rsuasio em ijae anda
boje se *t%% % inrej, iioando indos os >doi>* caula
DO fantum ergo -Obsert .tajeg J?** aba tn U
Cfien,, fbum turbm du^ ifna se "i sms mata-
d>'W,*iua mais -ftgnimTjfivii'f t. Pame du,
q J^ni Ghcl.w, qaereoJo eoaf .ronr-se em todo
a le, eatuliMQ tara aer ttamuladu o da O* Pascoa
tea Jadeos I
" f ful I II
republie?, que hegoa as portas da banca rola,
mas que ao primero sopro da victoria erguea-se,
qual um cadver galvaoisado, e mje marcha sega-
ra no camioOo da restauraijao? E eatretauio bem
longo de assimila-la estamos aiuda.
A guerra doParaguay a ama gaerra de java-
nio ; e se bem ou mal nella nos empeabamos,xe-
cuar hoje opprobno.
E para aquelles que conbecem o qne tem sido a
iovaso dos estados da America, a garra qae sus-
leaumo formidavel, e Umma pnmeira sera' a
victoria.
0 Brasil nao podia oapr, ao comecar a lucia.
massas numeri.ss e disciplinadas de soldados.
O Brasil orna nagao civihsala e industrial, e
nao poda ae ebufr arrancar ao seu Cv e
a' sua agricultura os seus priucipaes elementos de
producto; ogoverao brasileiro tintu disnte de
Si a le e a bumanldade, e nao poda del;ar de res
peitar as Uenc^es militares e os direiios do cida
d >, que s o# gjveruos absoloi.s -ij ifw u.
ilficii seria eoUo esmagar a P^r^suay, enera
vado aos piot?oae-, abrigado par furioidaveis re
duelos a protegido por uqjSjiw clima.
ferros d'ploravefs, mas que evitados pouc
mais mis leriam avaacado, te.jiu sido a partnna de
todas as guerras, porque ao bavemos releva-los,
dos aiuda ua minucia da arte muiur ?
Digamos a veidide.
O pan (em cumori Jo o sea de ver, mas aio Ja nao
fes tudo.
Um oov j esforco, mas ux esforz sapremo, dar-
nos-ba ganho iniilivel.
Retmperem se as forjas, e corra cada am ao
seu posto.
Uu momento de desatento pode trazer a perda
dos grandes sacrifico felos.
Lembrrmo>njs i.Jos ns^brAsil^lros e,estrangul-
ros,'qae nao mais o u.traje e ((Teosas passadas
qae viagamo, 6 o saogue das victima que corre
a cada in-tanie no solar Jo dspota paraguayo, sao
as lagrima da viuvez e orpbandad que canilosa-
raeote amparamos oo nosso lar, a h dito do pan hospitaieiro que recebe e agasalha aos
que o procurara.
A guerra prosegae, e pr.isegae com vigor.
O Ooatos aterradores qae, a' caegada dos pa-
quetes, se rocra aos oossos ouvtdos, sao ard(s le-
vlacos dos adominturr de noticias, que as olhos
dos iaeaulos qoerem passar por bom mforinados.
Neoaum outro Curupaiiy veio maisempalledecer
a aossa estrella: as armas a Ma las c.miotiam vic-
toriosa', e nao lardara' muito que oos auuuoci-m
o termo da campaona.
Tenba o pan, teaha o commercio eoofiaoca o
goveruo, a >o se deixem dominr por ess- pnico,
me, ou circumslanuios calamitosas, como a por
que passaraos, pode arras'la-los a' paralisa^o so
nao a perda dos seas grandes loteresses.
E-ti-jamos precavido contra esse bando de espe-
culadores, que, sequo-os de ouro, e lodiff rentes a-
calamidades publicas, loroam-se < dios oacomenu
dores de mas aovas para verem regurgitar os seus
cofres.
A snu ;fi > fiuaaceira do paiz nao diversa da
qoe Ihe creou a uitiraa eraissao do papel moeda.
Pelo contrario, se maior i; no|e O de.-equeilOrio
das nossas lioaogaa, oo, melh ir dueado, sa rniiore?
sao hoja os oossos eucargos, mais cuasoiidado
t^mbrm fisou o nosso crdito com a creacfto dos
novas impuslos.
O goveroo nenhnma medita fiaanceira extraor-
dinaria anouociuu ao paiz; oenauma nova emis-
sao se realisoo, e apenas s* lem proseguido na troca
e vena das letras do ibesuiro e tuodago da divi-
da flucluaole.
A que eausas, pois, se dave attribuir a espantosa
baila do nosso cambio?
Aos revezes das to^sa? armas? Nao, e o
dnsernos; porque todas as n lu-ias que u; ve u de
uvOiUeiros ou de mar chateles, esiao accordes qoe
luiio aVuiuha o remat das nossas opsrag'..; qu.i
a e.U hora, favorecida pelo crescilaeaio das ag u,
a uos-a as-juadra torga u Humana e vai em demaD-
da dos uuiui s abrigos do cacique.
a' anouueiada demisso do sr. aurquet de Ca-
las, em quera o paiz deposita ledas as esperan-
za ? Nao, parque o goveruo deciarou em seu
orguo oilicul, em resp-.sia ao iograto eslraogeiru
que teoiou marear a firmad i repuia^o do iimstre
Keneral, quo cootiii* a ueposiiar t:a iSie. a
tuiis robusta coDQao(a.
A* per^epcao de l'/a trn ouro dos direito de
cuusumv? lambemuo. SsiueiOaulemedidapoderia
faier osccilar o cambio ua proporcao do augmento
do preco do metal, mas nao jUstiQca a espantosa
ba>xa que se uos anauucia do sul.
E tamo assim e que o .-ob-.raoo de oaro esti a
57/ por ceopo cima do par e a raoda nacional
a o, teoou ambos o mesmo liao iNeuhuaj cau-a cuuheoid txp>ica este rstaio
aonmalo u*s uo.-.-as trascg's comaerea.
E'ubvio poruuio que a aojaixi oo camiio pro-
lui dd especula Gis aladas e b.m combioadas,
qot fiier*m foryar o pre.o di metal.
E' possivdl que a exigencia de l.'i% m oaro oa
ironaupao dos dirmws, tenha foruocilo pretexto
a especulado. Vimos lacios desta orden na ulti-
ma crise aiiiericjia, quaodo o gtferoo federal
irdenoa a peroepQao do direilos de^ifmdeg em
ouru, e que-esie meul subo a 289i mu.cjioi
am, embora com fuudameolo qae entre nos se nao
d, poda o aovo goveroo remediar o mal deixan
tfo oe osar oa auionsac3> que para tameibaote
medida ib- f ii eoafenda. Nao dueo, is que ofaca,
oem ja vems motivo para recuar de ama provioeo-
cn que ueoessidades imperiosas acooselbaram;
n.as &* Mato l> preciso, lauto se far.
A eoufiang e a caima vaiui tuoo uas operares
O madadas auiaceiras.
-.-tasavata ,que urna eroolra lenha- ocommereiw,
ara procurar r.om criterio taludar as verdadeiras
cansas dos ir-qj s.que acuiitra, a exigir que as
rnn.v..m.
2a ae Janeiro da 858.
B. V.
COMMEBCIO.
PtACA DO RECIPE 3 DS JANEIRO
E 1868.
Colaris IBcufs da junta de eorreiaraa
As 3 horas .da tarde.
Assussr msseavado pargaJo americano' 2830
por arroba (honte')
A'todao 1* Soria9*5300 por arroba ( oo.em e
boje).
AlgoJao de Macelo 1' sorte 9.5000 por arroba
posto a bordo (n,oatem)
Algodo da l'aranyba 1' sorte93 0 por arroba
posto a bordo (neje).
Cambio sob e Loa-tres90 d/v 17 l|2e 17 d par
IfiUOO (honte.!-).
ld-m ..iim-gti d|V 16 |2, 16 7,8, 17 a 17 1|2 d
por 1$ (boje).
Cambio s.-hre Pars 90 Mi 540 ?s-por franco
Chontem.)
Descont de letras decano prao 8 PiP ao aoao.
/os de Aqamo Faseca
Presidente.
Francisca Mamede de Almeida
Secretarlo.
_=
Novo banco de Peraaoibuco
em liquidacao
Os possaidores de notas da emissao do
banco queiram quanto antes a^resental-as
ao troco.
3. O arromalaale dar* fiador idneo.
4.* O pagamento sera' feito am tres prestirlas
ieoae : a l^qorvdo a obra estlvpr no mel -,
i* qoaodo se achar acabada ; e a 3* tres mezes de-
pois de concluida, fleand< o mesmo arrematante
rolierio refndo principiara' dentro de 15 das, de-
pois de assigaaao o respectivo termo de coolrato, a
serrf-cenetufda ao pratode qoatro mezes depol de
eomegada.
2.a No caso de que o arrematante nio compra a
primetra e segue-ia parte da condigo cima pa|3-
ia'nma mulla a-VK)50iX), ficaudo o contrato 6>
hfohuu vatwr oo primero ca- o, seu do c-inciuida a
obra p if eoota do arrematante.
Paymoots lar Mooey Os may be nada el-
tber lo S iveraigos or Ibeir equivaieol la tbe Pa.
per Mou^y of tbe Empire, at tbe correo! rale of
Eicbange,
Bnifh Con slate.
Peroambuao 12 i* drzemher d 1667.
Benilncrk. W. Ooyle.
H. B. Ms. Cnsul & Brilisn Patket agente.
Oilorpo provisorio de polica, da coofoirai-
dade eom o seo reguameoto, contrata os objectos
abaixo designados, com qoem melhores rantsgens
oflsrecer, procedeado a de vida approvagao de S.
Exc. 9 Sr. presidente'da provincia :
200 bon^ts com virola, 200 fardas a sobreeasa-
[co,^OP caj{v, tudo d?.panno izu', e 100 pares de
sapalde?.
Os preteadentei eomparecaro aa secretarla do
eorpa.peia.ll horas do da 28 do crrente, cora
Sane com multa .reitera a barcapoilugueza Ma-
riana /,-por ter contruda ser WnvV r para o res-
to da carga a pasiil|l(ITiiWl>luS>>a os cooslg-
oatarios Tbumaz de Aqoino Ponseca & C, oa eco
o aapitio na ayci.__________________________
*OFtO
A tarca porluno-za Aia#a segne em poneos
das por se acbar coca a eirga qaasi completa :
pan o resto e pa?sgiro trau-se ero Bailar &
Ollveira. roa do vIgarto o. W.
LEIL8ES.
m
r~-
*-\
De machioas para descarcar e saceos va-
riados.
1a a t4tl torrente.
suas propostas em carta fechada, competeotemeola' 0 ,veir' '!"?? "Vi e,/^?
bahlliiado *}nem ptri-ncer, do melhor Sormeulo de ma-
Secretaria do corpo provisorio de polica 22 de *l&1 r'<*e"i,<;tar. '*0?*0' ** e,n18 '0
iceira Je 1868 serra?, de 8 a 3o, de i2 a 18, de I a a 20 a de
e?ecremt*d-corpo .iy.mJro de 12 a 18 poilegadas, inclusive algn-
Jos Geraldo de L'Bja. |macom armaciio de ferro-, aseim eeme da ee*ea
24(0 saceos a variad >s e c m eopica.
IIOf
as II to-5 da roanrrS* ero pootMwaToazem dos
Srs. JibbStop, Palfi & C, a ra do VlgarB"
O IIIm. Sr- laspeclor da loeaouraria de la-
zeodadesta provincia manda fazer publico que ti-
ca marcado o da 27 de jaueire proximu viudocro
para o codear o a que se lera de proceder nesta
responsavel pela deienoracao que posss apparecer lihesoarana para prenciiimealo das vagas de pra-
ca obra feita.
Caita filial do bao do Brasil em
l'ei'iaiu buco
De ordemda drectorla se (az ptihlico qoeotbe-
sonrelro respectivo p*na o 28 dlvideodo das ac-
vVa do baoco d i Bsasl, lo;ilisadi nesla cala
aa rata > da, |0 por ac?o. ItfkV'
Rdcifelidejaneir de 1868
O uaola-livros
Igoacu Nuj; Crrela.
EM LigUIDaQfi
Novo banco de i'ernambaco
Os Srs. accionistas podera ecetier o 3
dividendo (em moeda crrente) de 10 o/o do
capital, assimeomo o i. de 30 o/o. e o 2.a
de i o/o, j anuuaciados.
A caixa filial do baoco do Brasil tiesta
cidade troca as suas notas dilaceradas.
ENGLISH BANK
Of Rio da Janeiro Limited
Descont letras -h praca taxa a con-
venconar.
Rec-be dinheiro em conta corrtnte e a
praso txo.
Saca vista ou praso sobre as cidades
principacs de Europa, tem agencias na Ba-
ha, Buenos-Ayres, Montevideo, New-York
o New-Orleans, e irame cartas de crdito,
pira os mesaos lunares.
Largo do Pelounnho n. 7.
O* pretendentes I dita arreroalacao pedem com-
parecer em os das indicados no pago da cmara,
manidos de suas flincis, qoe sero apresentada
um da antes na respectiva secretaria, onde acba-
rao o ornamento para coosoltar.
Paco da cmara municipal do Reclfe, 15 de Ja-
neiro de 1868.
Laiz Jos Poreira Simo,
Pr-presideole.
Francisco Caonto da Boa-vilgem,
_ __________________Secretarlo.
Qiarlel do ommando do 1. baUlhao de arlllhria
da- guarda nacional do. municipio do Recite,
aonarielado no Hospicio, em 21 de Janeiro de
1868.
Faco sciente aos guardas naciooaes d'este bata-
Iho abaixo declarados, que se acbam designados
para o servido da guerra ; e qoe por tanto devrao
comparecer oo quartel do II spiclo at o dia 25.do
correte, afim de serera inspeccionados e alistados;
poendq reclamar seas diretlos os. qae tiverem
isenr3o legal.
Casemir#ije Frates Ferraz Jnior, Aotonio Fran-
cisco de Car va I bo, Francisco da Rocha de Almeida
Vascbncellns, Francisco Alves de A'lMda Jnior,
Josa da Silva B la-Vista, Manoel Mana Mictiado Ro-
sado, Tr|ano Carneiro Leal, A Sonso Xavier de
Macedo, Feriino Deatano Ferreira Coelho, Aotonio
laniz de Araajo, Eduardo Daarle Bodrigues, Joao
ijoogalvs da Miranda Coelho, Caetano L'bioio da
Silva Marques, Francisco V>eira Perdigao, Joao
Theopbilo da Costa, Paulo Alflniano de Almeida,
Pedro Jcs de Oliveira, Tilo Livio Soares, Jos
Carvaibo dos Sanios, Manoel Caetano de Almeida,
Affoso de Az-vedo Maia, Joo Baptista Ferreira,
Juo de Lima Freir, Jos Rodrigues de Souza, Jc3o
J >> da Silva, Antonio Ferreira Lima, Vicente de
Aquiao A.ibuqnerqu, Fraocsco Jo' Clementino,
Francisco Jos de Ollveira Rodrigues, Jo AlBaia-
noGoogalvus de Almeida, Antonio Marqu'es Cu-rea,
Eduaroo da Costa Obveira. Jacintho Jo- de Mello,
Joio* Francisco de Carvaibo Jomor, Procoplo de
Senta Santiago, Pirmtoo Alve- Barbosa, Joao Ara
oha da Poneeca, Beato Jos Torre, R'j4olpho Al
ves da Suva, Bernafdlno Lopes dos Aojos, Beato
Mureira de Souza, Manoel Caetano.
Deciu de Aquiao Fonceca.
ALPANDE8A.-
Randtmeao C: lia ls 22.........
dem Jo da 23 .............
287-.I5S725
32;502*9:i


3li(:615(i49
Mjviraeoto da alfaodega.
Vo3m?b entrados com fixendas...
< c coa geaoros*..
Volarais sabidos com 'azendas...
c < geaeros....
7i
-----1 74
:-l ;
521
------552
Publicares a pedido

De*cTfltraro boje 2t de Janeiro
Barca ingleaRsumonJ mercaderas.
Ligar pcriugo>z -Julioroercadorlas.
Hiate inglezMactetrafarmba e mai-l genero?.
Brigoe inglezily^onrarvSo,.
e acbo hulsiense Marta rharqoe.
Patacho hespanholIndio\tm.
Brigne ioglezLwzrfnnxi ferro e car vio.
Hiate lnlezS. C. Eoansmercad ras.
Patacho inglezEllen afiert'nIdea.
IttSCSbfcUimiA tB KK.-NUAS WitRNiS
GER1KS
Sandlmeato in dia 1 a 22.......... 2I:80MM0
Idea do da 2]................, 1:3714153
53:1745683
__________
CONSULADO PROVINCIAL
Recrllraento do dia 1 a 22........ 107:S)tli72
dem do dia -J.............. V:35l952

DECLiRiaS.
*.-
!
117:2335825
ramm
|llllLg_W-_l-af
M0nMSTa UO PORTO
CoaUa-no que o Sr. Jos BilUncaort acaba de
obter novameok liceoga para eo-ioar primeiras
lettraa. Peines dos pal a do meamos que eneea-
ira am aestre mo dedicado c mo o Sr. Diuaa-
aurt. Podara baver qoem se emere ao adiao-
amento oe ?*u* aiamoos, mis nao'mais do qae
t-lle. Por vanas veies leobo conversado com
oessua qae lb confia am seas Hlhos, e t dos se
ra iram sali-feiiu.-, o que mano raro nest^ sa
iidu. 1 or mu Us vezes ioi i b-iervado e seo meitioto
d en-ioo por'nomeos de alta catheguria,' e todos
sabalo (0 -'tpiilissiaoj.
Pcdim:.'-ibes de-culpa se de algam modo otfen-
demus a a modeati.
Omqnej leve um fitko.
Navios ttUraios no da 18.
Portes do sul9 ai, vapor franca Savote, de
1530 tooelad., CLamandante R 88, carga diffcreite.- groi-ns; Eiier c.
Liverpool43 da, paUcbti in.it-z Ellt Calharte,
de 129 toneladas, capuaJ John RrKS, equiuati'-m
6, carga a,Serenes getro; a'Simpsoa Brod
& C-
apomlm (eflv,G(yanns)ft bota?, vapor brasileiro
Parahiba, da 104 tuorladas, coamaadaate Mvl-
lo, e,4uip<;*m. 20, m lasiru; a cwapaabu per-
aambncaaa.
Xatios sabidas no mesmo dio.
Rio de JaneiroPatarhj brai-iieim Groca, capillo
Antonio A4ve da Silva, carga ass-ear" e antros
genero.
BabiaHule iag^ezJ/aa>r. cap'ljp Nugeni, eir-
ga parte da qne irooi- r n*w Tile.
Para-Hiate.brasilero,/gai/ia, eapUo,Tr]aao Ap.
ionio da Coila, carga asi-ocar e entres gner>s.
Marseille e por tos intermediosVapor (ranctz Sa-
vou, cummaBOaui^ Ruyx.
GoosoUdo provincial
Pela mesa do consulado provincial se faz pnbl
co que oo dia 20 do corrente mez se priBCiptam a
contar os 30 das otis marcados para a cobracca
a'bocea do cofre des impostos de fDfi sobre os
estabelecimeatos de, c-ammercio fra da cidade,
prensas de al^odo, lypograpbiir, coebeiras, bote
quios. botis, casas de pasto, cavaltarias e fabri-
cas dt 8 0|0 sobre consultorios mdicos e cirur-
gicos, canarios e escriptonos ; de 20 00 sobre os
estauelecimeoius de com tamo, armazens de reeolher, da depsitos e trapi-
ches ; de 5t> por casa de modas; de 305009 por
casa de buhar; de lOOjl por casa de vender rou-
pa, sel ias e obras de marcineiria fabricadas em
paiz estrangeiro, de ce^pra e venda de escraos
por cada corMor corcmercial e agentes de leilo,
de 1:0005 por casa de operacfcs banca ras com
emissrjes e previleg os ; de 4005 por casa de ope-
rares nanearas cum emissao e sem privilegios,
cumpanhir.s anonymas e agencias ; de 2105 por
casa de cambio ; de 3 )3 por escravo empregado
era ser vico de alvartoga ; de 1 0,0 per tonelada
de alvarengas e canias abertas ; de ?5 Pfr escra-
vo ganhador, c por lote, saver oa balieira; de
tOS por ca vallo de aloguel; 55 por cavallo de
-na particular; de 5 0,0 pela veoda do capim de
ulanta, e o d carros, carrocas e oronibas perten-
cent s ao aaoo fluanceiro ne 1837 a 1868, e tam-
bero: o Io semestre do imposto de 20 0,0 do consu-
mo de agurdente : a]e!tando-se a malla de 6 0,0
todjs os debitus qae forera pagos depdls de Ando
os ditos 30 das.
Mesa do coosu'ado provincial 13 de jmelro de
1868.
Francisco Aaiyolhas de Camino Moora
________________Administrador.
Pela secretaria da cmara mualcipal desta
cldale se faz publico qae aio teado sido effeetna-
do no dia 22 do corrente como eslava anonncla-
da a arremaucio di- obras do muro de encost
Ji lado do nasceot da estrada do matadouro. e
dos reparos e aperfeigoameoto do cemllerio da
Ifegaetia deSauto Amaro i' J.h. lata,coatiouam
as mesmas em praca no dia 29 do corrale e srb
aseoodujoes meac odas no edlul de 15 do eor-
renie.
Paco da cmara muaicipal do Rscife 22 de Ja-
neiro de 1868.
LaoijJo.' Pereiri Sira<5es,
^Pro-oresidente.
(. -graBanaoCiaata-da Boa-viagem
.... Sexretario.
tirantes existentes nesta reparticin Osexaqies:
versarlo sobre as materias seguales ; leitura, aox-
lyse grammalical eorlliugraphia,arilhmetica esuis
appiicacoes ao commercio com especialidade re-
dacao de moed.is, pesos e medidas, clculos de
descont, jures simples e cmaoslos, Ibeocia de
cambios e, suas applicae-Ses.
Os coocurreotos deverao previamente aprasentar
seus requenmeotos in-truidos de documeutos que
provem idade arnpleti de dexollo annos, ls"eng3o
de pena e colpa e bom procodimealo, oa forma de
art. 3* do decreto n. 2,549 de 14 de marco de
1860.
Secretaria 4a tbeseorerla*a fenda de Per-
aambuco, em 6 de dezembro de 1867.
Serviodo de offiVial-maior,
Manoel Jos* Pinto.
tmillElO GEIIAL
Relaclo das cartas registradas existentes na
admimstraco do correi > desla cidade, pa-
ra os Srs. abaixo declarados:
Antonio Aeoas Vcira de Sxiaza, Antonio B-r-
nardino Martius de B%rro', Dr. Aoloslio Dparte d-.
Silva. Bironeza de Cimbras, Candido Jo Coelho
de Moura, Dr. CiadidJ' Vieira Chav-s. lenle
Era liano Brueslude HdUiTaaibariiaJD. Feliciana
Mara do Bego, l'.-rnau lo Jos di Silva Mao'a, Dr.
Francisco d* Carvilho S)ar-s Braoiio, Dr. Gerva-
sio C Pirra Fdrr-eira, Dr Gabriel Sjares Raposo
da Cmara, Dr. Joao Jos' P. de Au ar (2). J >-
Francisco Moreira. Maoe ll'nio de Ouvaira Hr.-
ga, atieres Maaoei Jos de iveira Mello.
irnos martimos
- ... <
LEILAO
De urna m-.bilia de aaaraLda a Lu'z XV computa
de 12 cadeiras de guarnido, 1 de b>i(0>, 2 de
baiauc 1 sul;, i causlos com lampo de pe-
dra. 1 dita de amarello nova a Luli XV, 1 di-
ta de amarcilu u-aJa, diversas cadeiras de
amarello novas e osadas, camas francezas no-
Ts8 avadas, nTaTqoPrB-, t ricos erpe+aos
com molduras duutojidas, aparelbos para alma-
co p jaot.r, ricos jinos p.ra enf-lte de mesa,
lanternas, canditiios' a gar, cabides, bergos,
- gu.rua vyMitfos e-amar-|io m.vus, lapeies_es-
carradeiras, reloaio de ooroerprala, u^sta oc-
caslio se vender uro muleque com i4aaaos
de idade com principio de olflciu de marcl-
neiro.
O agente Mirtios fara' v%iiao par conta e risco
de nma pessoa que se retira para o Rio de Janei-
ro 'os-objeclos mencionados no armuem. da ra
do Imperador n. 16, as 11 horas tra ponto, sem
reserv* d< r-r^re.
-----
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DK
ftavegaco co&U'.ira pr, vapor.
Parahyba, Natal, Maceo, Aracaly, Cear e
Acarac.
O vapor Pirapana, c mmo
danle Torres, s-goira' para os
portos cima no oa 30 do cor
rente as 5 hora da t-rde. Recebe
carga al o dia W encoromendas,
passageirus e dlnbeiro a frete at o di da sabida
as 2 horas da tarde, uo escnptorio do Forie do
Mt>s n. 1.
COMPANHIA PERIIAMBUCARA
-

i
Dora ara dlante podera ser enviados palos pa-
quetes a vapor da Reai Compaobia Briaonica, para
quasl iQdas as parles do mundo; cartas, juroae,
livros, amo-tras de mercadOrias, ele, paganao-sa
previamente oeste coo-ulado o re? pee ti vo. frete em
oinhpirtoo pnr meio de sellos do correio britanui-
co. Para o reioo de Portugal somante podem ser
pagos de ante-mo, ss carus sendo o porte quatro
pcooies por cada qoario de onca (duas oilavas) em
diafteiro esterrioo oo sea valer.
Tambero se conceden ordens para dlnbeiro, nSo
exaoendo da 10 libra esteriioa* ca* nma, so-
fera qnalquer dos principies arreoi da Graa
B-etanka irlanda mediante orna oommlsso con-
forme a tabella segaiole, Bstas ordens- pndeai ser
pagas em soberanos oa o seu valor em moeda
corrente dete imperio.
, ....,_0RDEN PARA DINHEIRO
Scb
r t *lb
EDRAES.
Paraasqaantlas n5oeTr,pdeado 0
i de 2 al 5... 1
b de S at 7... 2
i de* 7iP 10... 3
Consolado bntanaieo ero. Purp4flibOco, 12
dezembro de 1867.
B^urinc: W. Doylt,
Peo.
9
8
DE
Navegaco costeira por vapor.
Goianna.
- 0 vsoor Paralaba, comman-
danle Melto.senuira' para jk por-
to cima no dia 2o n > currante as
9 horas da noite. Recebe, carga,
aaa*>meeaOa,-tieaftageiro ? 4-
nheiro a frete, no e;cnpiunu do Forte do Matos
a. 1.
GQjiPANHIA PERNAMBUCANA
DE
Vavegago costeira por vapor.
Macei-escilas e 'enedo
O vapor Potengi, comman lac-
le Perelra, seguir' para os por-
tos cima no oa 30 do correle
as 5 horas da larde. Recebe car-
ga ata o dia 29, encummecdae
passageros e dinheiro a frete at as 2 horas da
lardo do dia da sabida no escriptoi io do Forte
do Matos n. i.
COMPAHORASILEIRA
DE
PAQUETES A VAPOR.
Dos porios i*o norte espera-
do al o dia 2 de fever. iro o
vapor Piirori, rommaoriante
o capillo teoente Jo- Ray
mando de Faria. o qual d*-
pois da demora do coume se-
guir' para os portos do sol.
Desde ja se receben passageiros e pngcjvse a
carga que o vapor poder condozir a qoal dev-ra
ser embarcada n> da da sua chegada, encommen
das e diob'troa fete al ao da da soa sabida at
2 horas. Prevlne-se aos Srs. passageiros qu-suas
passageos s se recebem nesta agencia roa dt-
Cruz n. 57, prlmeiro andar, psenptorio de Anto-
nio Luiz de Oliveira Azevedo dt C
Para Lisboa
Segoe sem demora o briguo portognez Cons-
tante II, por se achar com grande parte da so*
carga prompta, para o re.-unte e passageiros tr..-
ta-se com Oliveira Filhos & C, largo do Corpo
Saetea. 19, ou con o capUSo na prae* do com-
mercio.
DI
por vapor.
Rio Formoso.
O vapor Mamanguape,
eomroaiidaoU Co-l, e<
gira'para, o porto acl
ma n i o., 26 do correte
as II boras da manbaa.
Recebe carga, passapei-
ros, eocoo,uendas e di-
Duciro a frele DUMuiiplono do Forla de Malos
a 1.
De orna escrava muala com 16. annos de idade,
r^culhid, lava, engomma, cosiu'ha e cose e de
orna prta d- 0 annos ponco mais uu menos,
ezcellnlo cosiohHira. lavadeira e quitanaeira.
IIOJE
O asente Martins rara' leiiao das r.scravas men-
cionadas ao armazem da ru Jo Imperador n. 16,
as i 1 huras em pon o.
tt*iaw&**rtsM
'W-
avisas diversos.
.....' '.------------------------
FETOR.
Precisarse de.uiB hooiev, que enienda
do j^rdim e de plantas, para uui sitio em
Oliuda, preferi:ido-se portuguez: nesta ly-
pograpbia.
Ka vega cao caoteifa

Porto

6
de
^
Pretende seguir com a maior brevidade possi-
vel a b.rca painaopza Social, por ter a maisr
parte de sen carregamento ensajido, para o re.-la
e passageiros e para os qoaes tem bms commndia
traU-se com o consignatario Joaqnim Jj? 6oo.
calves-Beltrao, roa do Trapiche o. 17 on coa o
eaplio.
Iia de Miguel
A estraccao da loieria 51' seta abbdo 25 do
correte mez.
O escrivSo,
_________________I?- Pedro das Neves.
Alogam-se para rasa de familia duas escra-
va s qufl c m.'iram, ensinham e epgommam : qnera
arpcisar oirlja-se em s^nto Amaro ao sobrado
junio rtu mu Heno n^n.
1 sliluto rclieologicu e Geograpkico
periiji-iliiicaiio.
Tendo o Instituto Archeologico e Geogra-
phico Pern ambo cano de celebrar o sexto
aniversario da sua fuodaco Do dia 27 do
correle Janeiro, pela urna hora da tarde,
no salo da bibhoiheca pttblLa pruvincial,
no convento ce Nossa Senhora do Carao,
sao convidados para sirailhante effeito em
assembli geral todos os socios qae se acha-
rem no Recite, effectivos, honorarios e
corresponded tes.
Nao conhecendo o instituto a sede das
dilerenteS assoccoes litierariag, scientifi-
cas, artistii-as e de beneficencia que existem
nesia cidsdde, tem a tonra de convidar pelo
preseute edilal a cada urna de taes associa-
?6 a assislr solemndade do da 27, ou
a fa?er-se abi representar,
E para coeliecitnento das corporaces ou
pessoas que vere de ornar a-eesso com
a sua palavra autborisada, aqui se transcre-
ve a uitimt paite do art. 28 do regiment
ao instituto:
Se oa sala exsUm socios ou pessoas
outras que desejam ler algumas memorias
interessante, parlicipam-no ao secretario
perpetuo, para ele previnir ao presidente,
0 qual d a palavra aos autores ds memo-
ri'S; a leitura de cada urna das quaes n5o
1 de esiender-se alm de meia hora. Po-
rm neuhuma memoria ou trabalbo pode ser
apresentado e Udo em sess publica, em
que ames seja submeitido a ama commisso
de exame, para, isso nomeada, a qual tem
voto decsivo sobre a conveniencia ou ja-
conveniencia da leitura.
Aclia-se Cum effeito nomeada a commisso
prescripU; e as memorias oa iraba.'bos des-
tinados a serem lides, devero ser enviados
ao secretario perpetuo at o dia 23, depois
do qnal n5o podera a commi9s5o respeetiva
examina los.
.Secretaria do Instituto, 14 de Janeiro de
1868.
). Sobres de Azevedo,
_ ________Secretario, perpeioo.

casas.

A barca.portoaoaza Parary,tem amaJor parte
do seo carreitameaio prompto e oarn o resn e pas-
basildeS.M. B. eaneuiedocorreiobritanuico. tageiros, para os quaes tem bniu commodos tra-
nt'P la-seeom o-seo exasigoaurio lodo de Reg lima
Leller*. nnr'aap*",'Bk-pareel, Psmpl* r-(
Fara- Lisboa
-, W-.r.d. and can M "'* <* atibar m ""ZZVrTrl
mentor *y mearjr.*l*rlU>b Po^t1g t-.mp. frrro. Borja, oor t-r ora
I- liMtara *-<# ate Dtaaaid for Ibe K.nedom, Pr promoU, para .resta

Val -Mr rom lireviflade a barca pojtngpcza
grande parte da sna
tamo a passageiros tra
atAhail* Peitrai.
la caras praduiilat arla coiajasicjo d aaa
eahiiu f iwral, io raalnepte Btl-
lairaaa.
Dom Clemente Silva, que reside oa ra; easu do arrematante.
Perante a cmara roonicfildet*otddP, es-
tara' em praca em os di 7k 50 e li* torrate,
para ser arrematada per a-m meaor ir>>ia>rB. Merch^ouii^, p*Hfto\ em, may orw be e*nt bjr
car, a obra do maro de encalo daJadftip.earcea th B.itisb Haii PaclMs te aeariv al i pars of Ihe
te da estrada do maurtrjora. publico da Cabauga,
oreada na qoaotia de 6:100', ib asaaegoiuiea ft.o
dicS-; especiar : |> L-'tiars onlu can bu prepald >
1>A obra eomecara' dentro, 4* oiaiaias.de- 6f#*igal. iZhnZ***-" at. l-uerafor t e com O.rvwra Fiiboj & C largj do Corpo
pois de assigoado o termo di caau>io e CMduifa Puriogal, is f^or Pace fer eacU qoarter o aa Sto n. lO.oacom o capnao oa praca do com.
do razo A* quatro arte d'-w! da comeroada. Mane* (iwe ritavao).
1* No caso qoe* o arremaunm Mi a pnaeira DlnnriTr Yl^orfl
roodicao pagara* orna malta 5001000. beaodo.' mUUJjy .UrUOrP.
eoniralo de neatium vale na pnaaeirucaju, seuAa Are a'so issand.a!Lia aoa'OJate onaay at
coacluda a obra por admiD):lfasip .ao seguado, a
Iba
Para Baha.
Ahir nuUorave poasiel o aaibib te
do-
pna-^i-ai P0.1 OAwu 10 Greal Britalo aod I/e- -aal .Proieelor : a trat.r a-m J M.rta Pal
l.u'd al tbe loUoWiDg rale of eommissioa. neira no largo do Corpo Santo o, 4, 1* andar.
Alaga se a casa a. 28 da roa Velha e o aadar
da rea Dlrena n. 36 ; a chavo da ana esia' aa ta-
berna defront, a a do andar esta' oa taberna .ra-
bo lio : traa seno Recite, roa da Cadeta n. 3.
Jo'Pmcapic de Sonta Maodooca em una
toja a roa da Cadei* o. 11, tem am graode sorti-
m.nio de melas de fio da K-co.sla, excellenies
cbarut..?, b.iQs cigarros, caxlmbo-, fumo, aleo da
ootio> obi'Cios: venir por nregos com modo.
O aban o ssigoa4o .-clentlioa a corpo ds
commercio desta praca e e-p^cialmente As ^essoas
com qnam enirrtm traesaecss, qoe d 1* d ja-
ueiro em diai.te t*m a-ceeiado a sea esubeleci-
inenio % ra do Qjei 1 aeo n M X, o Sea eaueiro-
Uaooel AJves Le>*. QQ" cnntiaifara' o ro*amo %y.
i-ira dn Ma.clo sob a w'xt social de Rocha Silva
& C, Ocando haUlitado para liquidar o acirva e
passivo
Recife 13 do Janeiro- fe 1868
Juio da Bocha & 3 iva.
Alosase ama casa ao M mlelro atoflm da
marco ca1 DnD', eomm>do*, fresca, e pinuda da
nove : qnem a qnuer dirjase ao Sr. J6 Caoal-
lo do Reg Barros, na povoicjio do Mooleiro.
Precisa se de om caisairo ara lomir conta
da orna Vea *a a que oa cnnbecim'Qto de soa coa-
deU4 iraiar na ra o Rosar to da Bva*itaj t-
t-erua 0. 56.





incivil



- '!<

ama.
i O Sr, Maa ^l.UgouBo Ptteira Giraldts Uto
1
Na ra*r*Mf da Secan > n. 31,
elsa sej^pmr aaefber forra ou
compra'* coswhar.
1.RRO
Precisi-s* de
Cfwpo n. 83.
Ama de lpite
H -de leile :
Bar
do,
Alg-*#%^eU audar sobrado o. 8,,
Sroa dalropfratrt ton sobrado a Paesegem d
gdaleea arto da punte : a tratareemJ. J, d
Jlgo a*WJJMgap>ca*p. 34. ^g
Precs#.5te-3,-(| gcJffl hjajtheea Je di ver-
jos predrWIrVre- esmndeddor r a tratar na roa
da imperatfyn;1g. v
ES?H
Betrtft. o Sao Francisco,
n FC8TI DO GBO FQgl0 iaint ,0-^^1757
Domno 26 di Janeiro dei 808 ?2 G,ogato. ** naca*, -o-, os signan
ii;_ i : i W anuos de idade, *tr ora pouco
O Dr 6. a. Rapas % Cmara, aamiieo
Mt alerto m escritorio .na ra da Cid la b,
63, aodir, ond pode ser procurado da 9 Mal
di OJioa as 3 da larde.
i 4.1 I
Alm dos treas ordinaria* de passa-
geircs ha ver es seguintes especiaes.
Cinco Puntas (partid*).
Afolados
Boa vi.igfdj.
Praierw.
Bfee,
Cabo (chegaia)
Ida.
MANfl.W
Horas Min.
10
10
10
iJ
10
11
Vo'tt.
0
9
31
15
'. TAR
H.ras
1
1
1
1
2
*Rje i
' **o
9

3!
36
15
Ira sera-
sega'Bies-:
. fulo, esta-
lura balxa, cosiun a embriagarse e andar pe
los suburbios dista eidid* Soledad?, Capooga e
Manglobo : que o o capturar leve-o a roa Dire
u a. W, qoserl reeomppsadi>4
/
Prsele
0 Alpbabrto Porfogn.
tendo primeiras noc5es de
dade e historia santa: 1 elegante rolme,
com numerosas estam
LIVRARr*
|
coNmtiui.
16Ba da cW-46
rfh !^i ^* nuk^ae a
<"* pniiaaoairaaoe tela perfeila
eogoa-
ToMh
Prs reres.
Boa-vi age.
Aoga4s.
Cinco Pool** (.-Urga-i*).
fiOITE.
Horas Ma. Horas
8 O
8 19
8 ii
8 83
fi
y 15
O bjltwes ijfga Ireos'tiara o Cabo
comprados ursabbido25 doeorrent'
II
11
12

13
podero
das 10
Mo.
30
49
;;
M
45
ser
ti*
ras da nadbSa m ida tardona eslava. de Cioeo
Ponas. .
Eeriplerl.>.da uoarlatafldaBOia, illa do Cabe,*
de janeircii 1868
ri? m"! gDe? ec,nvltr le'negocio pode "'dirl-
frleBteae*.eeiaeateet^in^e^^ D- 'IW*
maaj(o dedoces para eb,-po-ded* b*w laglew, -i JLSLrae"'-- ______________
dl'deS e *#sl9rt>-**!d>*'Bl t-eron
Vinbos Adosas toda a qaalftfadW, toneeTO' '**
iwes.ecele. Rece^-9 ewwmaseBoa de USB
> propriea do pastelera pava 8r*ads po-
sma de lelte mallo tiom e
a irat r la ra das Aguas Verdes
Se algaom se Julgar eredordo floado coorman
danie supwiflf'bwireoco Ciicaoll de AHrager-
}u, qoeira apreaolar set Umltm foyaligtdo) ai
o fl'o -Jo crranla moa oo eDoeob Pitrib'i ao te
nxoie c. ruoel i brisiovao de HuHaada Cavalcaaii
de Albnquorqoe, ara s*;na Tarificados pagos
pelos h jrd'rus do dito-floado.
| *- 4*ssi>a tKbilluda para qoalqoer eserlptara.
gao oo enslno da orimeiras letras aanma para fo.
fa da cidade se off-rece a sor p-ocurado oo paleo
do Tarao sagvndo.aadar do sobrada b. 4.
Mftk
.' Q. O Mann.
Sapenot-nn-Dte.
O a1>a>to asslgoao pn-prieiario a eO(f-mw
Allmho c frejr.jena de A-iia Prets, fot public.i
de que tendo o sea e?crao Fraooioo, ertoolo,
de ida4.3J aoois poaco mais oo menos, oa noiie
do da 21 da dezembro pruiiano passado fnrid'
esm ama facada ocrao Bjaifamo proprdde
do Sr. Mmofl de Millo Bastos, rendeiro i) eoge-
nho C'Di R-.chada da rpesma reguetia, que ties-
ta data frz otr-K do referido sen e-cravo Fran
cisco, ()]' se >eha} foragide a jostra pobliaa dn
termo, para promover saa raptur, pnni-lo e para
depois de haer -lie cumprldoa sentenga qoe Ihe
fr imposta, ser arrematado e bas a poblica por
venda, ara rom n pridocio delta .erern sati-fei-
las as costas judicial, perda* e damoos ao se-
nhor do escraro fl-joJiJ, fe ti que a nada mais
sfja e abat) asignado obugado a pagar ; o que
ludo con:Udi t-rnn qn as.wmo no respectivo
proeeso. ftig.ob) Aiiinh 17 de joelro de 18S8.
______^^^_ Antonio Ferreira Rastos
Precisase de ama ama oa criada para casa de
poupa familia, e para andar cora ama crianca e
faier algnm servido tsala : oa roa da Cadea'do
Hecifa b. 27. _^______
Precia se d ama ema de raoia dade para
comptar i coriobar para -tfuas pessois : na ra de
S. Francisco o. 18.
larts, bailes, casamaotos e bapUsado, baodo
paraisf eofeiles anlogos, bodejas de'boliohos,
unto de armacao como sera ella, vo de I* >-'
eorados, geeaoa e oros bolos de muMas-epeciaes
dirTereoie3.
O dooo desle e*t*be!eciiueoto tero resolrido
substituir as bandejas as armares de papelao e '
de roma, pnr armagS^s de assocar, eorapeteata-
menie decorada, nato para a pr jviocta como |
para (Ana. Carao as eBcommeacia bem acoadicio-
aadas. .
f ambem nesie mesmo estabaJedmeato compra-se'
petide dejnelanela (milo).
Nova
Col!ejio rfe s. PcfJr
,P.b,etI"',l4aBOfff)arbosa de Araojo
*** stipoUteoWftVtferai ios paos de
eos alomos trn particular que wudoo
***{ resideufia :par* a ma do Hcapleio,.
s iKado n. 26. e que ae boje em diaote
'^ *ea CDllf,,' leDominacao e
wdro.- OairoslB, scleMtflca a seas
alonaos tanto internos como eatereos
que dod|a 7 do correte mez eos diaote .
cfl m "'-Ti o esiabeleclroento sob a direc-
' roesrnn^ prnf>,sores.
Criido
No caf corrm?reial do largo do Corpo Santo o.
9, precisase de nra criado forro oa escrao para o
servico do mesmo.
Roga-8 aSr. Mano-1 Ttiomat dos Santis
qoe foi -artereiro da artiga cadia ds>u eidade
que venha quato aotes a traesa do Lima n. 7, a
negocio que oo ignora, do contrario s publicara
o tal negocio.
Precisase de ama am de idade para oti-
nbar : a tratar na rui da Senzala-vetha n. 48.
Aluj um sobrado de nm anar e soto com bons com-
modos rw lariro i!a Ribeira de S. J >s n. 19 : a tra-
tar na Boa-vita, Corredor do Brspon. 11.
Achoo-se urna eand< no rio Capibanb*', quem
se julgar iom direito a ella dirjase a Porta d'Aaa
em Apipacos : sitm do eogenbiro Caroeiro Sl,.o-
teiro.
Ama
No piteo da matriz de Santo Antonio n. 4, pri-
oseiro aodar, preclsa-se alujrar ama viera va 'para
ser vico mano leve e'qoe suba comprar na praga.
Fedegoso A planta, conhecida eotre nos sob a de-
nominacSo de ftdegoso, e no Rio de Janeiro
<; pro incias do sul deste ituperio pela de
otista de gallo, o tiaridtum utilissimum
on ttartdium elongaUm de Schom, e o he-
iotropium curoisadiwn de Mari., pertence
familia das boragineas.
O fedegoso considerado, na therapeoti-
ca pernambucana, como urna das plantas
mais recommendaveis por snas virtudes cu-
rativas, e applicado interoa e externamen-
te, como calmante do systema nervoso, na
paralysia, asibma, tosse convuba ou cerque-
.lucae. tosses recente? e antigs, suffocaces,
catarrhos pulmonares, etc., e em geral con-
tra todos os sofrrimentos da vas respirato-
rias ; sendo um excellente unitivo para
aquel'es que padecem de phtiica pulmonar.
Sea efficacia contra o ttano ou espasmo
ncontestavel, e ninguem ha que a deseo-
abeca.
N5o ignorando nos o qae acabamos de di-
zer, e esforzando-nos por ser til bumanida-
de soffredora, preparamos o qoe abaixo indi-
camos, pondo a disposicio dos distinctos m-
dicos, e dos doenles desta e das ootras pro-
vincias deste imperio nossas preparacSes,
que sao:
nv-enc&o na ra Nova n. 30.
S2- Cbegou um sortimento de bombas,
as mebores que aqu tem viodo, por tirar
agua sem ninguem tocar.
Eucanameuto para agu, na
ra Nova n. 30.
tsr- Fa2em-se econcerta-se melbor e mais
barato do que outo qnalquer por ter objec-
tosvindos da Europa jeconta propria.
" -

i
Precisa-se de urna ama para co-iohar e com
prar, paga se btm : a tratar oa K;a da roa Nora
.H-T60"1" d9 rm* DeiSOa Para eoslnbar e
Advoracia
O hacoarel Uorlo.) de Morae.
ro continua oom seu eserlptorio de ad*o-
' raido Apollo*. 47, I- and^r,
onoe pode ge, proearado das 9 lij
es Piohei-
Preci-a se alugar orna cl>a que seja per'
lo da pragae que te ha eommodos para grande
ramilla, prefanndo-se casa que se ache perto a
ama e.-tago dos trilho* urbanos: quem iiver dfri-
ja-sea roa do Sebo, fabrica de cervfja.
Precisa-se de una ao>a para engommar ; oa roa
do Trapiche a. 36, 2 andar.
ras da tnaneaa.as 3 da Urde,"dea?ca-
especlalabtite a causas coromerciaes.
na sua aus.ncia podem os seas coosti
tonles entender-** com o sea amigo o-
mmmm
uas (bras
que seteahaem vista a pu-
mm/SJ! S T ,Mpreelve,' ^ "Porcia e^)or sienta reservado
:- djsequibrio o q'ue seSa-TL ^^ dM *"**" W8MMC'S' *
ondo ai ZSLs t Zlt^^ttTf0^forcas ^^ ^ooad.,- d,
'aran a i...-. Mpenenefas dos mais abalisado mestres da sciwtm nt. a^J. .
^A&srssis^s^ dsacao ma,igDa desses snys;
^ediaTet?"croe?crgam8,no *"*> *da^P'?3o, pela ria dtgestr^r^o contacta
tffSTrM^ d,3 b^^e,ecomofra dada-
owtituico^robVsiL mdnli^ ln L'V036 formas t3 variadas- ^^cendo
.reciosas MX,dQZHK, nwt.lac5es, e cortando anda em flor da rttede vidas
Preeisa-sc oe ser rentes
Jo Mittos."
S Km \\tL DKAKSeVia,.pod? "'"Prtgrto vantajosamente na syphilis, erisV
So f SH'Jf"' S0 df"l,dade d0 esloma flammagoes chron cX
^SSa^Z^T^ cePhala,,as> nevralgias, ulceras ebronkas, hydropesii!
vist DfrZ!f s/br^1CaS elC- e -em geral em l0&,s as molestias em que se SS
mfelle SrtS Tem3 saDuineo; pois que omapratica constara tem ftS
mdispensavel nos casos gravissimos para minorar os sofifrimentos,
do Pone
r.r e DPBr, urna laoeroa sita na
povoagSo da Boa-viagem : quera a prtl-nder dir-
jale a roa Augura n. 114, qTO achara* com qu< m
Ama
Precise se de urna ama para cozlnhar e comprar
para casa de hornera toitelro ; a Iratar oa ra No-
va d. 3.


de cozinha.
Oabaizo assignado faz sciente ao respeltavel
publico coro especialidadB ao corpo do commerclo
que o Sr. Maooel Aralit de Barros Lima deitou
os ser seu caixeiro de cobrangas desde o di a 20 do
correnle.
Recite, 31 de Janeiro de 1868.
Goilrierrae ^orge da M Ita.
^^lciti >e a,t aat ca'leiro com praiica de ra"
berna aflangaodo sua couducia t.mbem se Iba d*
socieUade eouando com dioheiro : no paleo da Ri'
evao-
..i7. Ur-.G-A-W*aum, medico, tem o seu es-
eriptorio a' roa da Cadeia d. 36, segonoo
oorte di consoltas todos os das de 8 at
la raanbaa, e2 at- 4 boras da larde.
andar,
10 boras
Primaras lettras.
Defrontc da matriz da Be-T'sta
o. 84.
Jos de Bittancouri, pretende eslabelecer esco'a
do sexo mase lino ta sala interior da casa onde
tare leja decalgado e all leccloaou algons meni-
nos, novanenle sa propoe a etso e:rrccio por es-
tar auiorisado para esse flm; alianga a boa lelira:
na raesaia cass, das 6 horas da nunba 6 da
tarde.
Casa alugar-se.
Aloga sa a casa da iravessa da Concordia, qae
foi de Jriaeo Januario de Oveira, cada e pintada
da novo, cora miito b.>m quintal murado pra
planug5s5, muito fresca, e exceJIentts commodos
para familia; o- pret^odentes podem examnala,
que aiada se esta' acabando a pintura, e dirigir se
a raa d iTip-rador n. 27 2 andar, oa a ra do
Apollo n. 47 1 andar pa tratar sobre o alognel.
Grande soriimenlo de ro denaples preto,
moreamiiue preto, casemira e panos pretos
para o quaresma. '
Cirostlea-iples preto a HOCO
o colado.
Veode-se grosdenaples preto a 1<200
iA40O, HQOO, W 0, doOO, 2^500. 3-5
3^500 o c iva io. Moreantiqae preto a 2^500
3^ e 3^500 o covado. Patio preto para cal-
as e palitols a 1/600, 20, UoOO, 35, U
e 55. Cssemira preta a 1;6;0, 25, 2$5C0
e 33000^) frivado. Cortes de casemira preta
entestada a 3J, 3^300, 4, 6^000 e 8^000
o corte de caiga.
Iec ilacha a 8(j50O.
Vendem-se pecas de algjdao de raarca F
em 21 jardas, que s3o varas, a 8/550.).
Dito muito enci.rpado para toalaas de p da-
ra por ser rauito lar.'O a 9(^00 a peca.
Dito mas estreito a 6.? e 7j a peca.
O que novo a oOOO.
Vende-se pecas de mdapola.> fino de 24
jardas a 50, 6$, 70, 80, 0 e 100000, raa
da Imperatriz ns. 56 e 72.
em extracto alcoollco, emplas-
tro, leo, tintara, pilailas, xa-
rnpe c vloiio.
A JURUBEBA urna das substancias me-
dicamentosas que perteacem ao reino vegetal
e eniram na classe dos toaicos e desobstru-
eotes, sendo erapregada com vantagem con-
tra asfebres intermitentes acrapanhadas de
engorgilamento de figaoV) e bago.
Ella tem sido aplicada com ncontestavel
proveito contra a anemia ou chlorose, hy-
dropesia catarrho da besiga, e mesmo para
excitar a menstruacao difflcil, resultante da
mesma anemia ou chlose.
0 ARROBE VEGETAL
E' muito superior aos xaropes de CUISI-
NIER, e deLARROY. De faciidigestSo, a-
radavel ao paladar e ao olphato, elle cura
radicalmente, sem mercurio, todas as affec-
c5es da pelle, impigens, alpo--cas tumores,
ulceras, sarnas degeneradas, escrfulas, es-
corbuto. E' sobre tudo poderoso as moles-
tias rebeldes ao mercur.o e ao iodurcto dr
potassio.
Pos verntlfngos para I >mhrlsn.
Preparago a mais segura para a expalso com
oleta das lombrigas e outros vermes, sem acarre
lar os inconvenientes que se tem dado com ootras
oreparagSes. Sao de grande aegac vermtciva,
agndavdis ao paladar e corapativels com tod s as
idades e compleigSes, variaado rnente na qoao-
lilade.
Fundido da Aurora em San-
to Amaro.
Completo sortimento de taxas de f rre
coado, molde raso, ltimamente provadas
para o fabrico do assucar.
CoJlegio ConeeSi^ao
No da 8 db correte abrem-se as ao-
I de primeiras letras, ltiro, franeez,
ingle?, geomeiria; geograpbia, phlosopbia
o rheturica
Idaie'
a Ira-
Vende-se ama malata de 18 anoos da
boa cotiDheira, iaaderra eogomraaeira
tar na travessa da raa dos Pires n. 6.
Preparatorios para a Facul-
dade de Direito.
Jos Soares de Azevedo, professor de
liogua e litteratnra nacional no Gjmnasio
Provincial do Recife, tem abarlo em sua ca-
sa, ra Bella n. 37:
Um curso de LIngoa Franeeza:
de Ceographia e Historia:
de Rhetorlca e Potica:
de PhHoephla.
Os estudantes que quizerem preparar-se
em qualquer deltas disciplinas, pdem di-
rigir-se indicada residencia, de manhJ at
s 9 horas, e de tarde a qoalqaer hora.
Vida de Horacio Nelson,por
Forgues,
Sem coDt5fagio atgema NeI*on reflchbecido
como o priraeiro almirante do-mondo, e se Bao ti-
vesse alcaogaflo as victorias d'Abookir fia Tra-
lalgar, talvez qn-Jos Napoteto. a soa taaaeMaae ft*dtrselenatiafc
tradoxenMo, M eteaaeote proelamaoaa de Trafal-
*ar'rf* r v,rra Pira qut cada um cmnpra o
f5"J2l po's' coi "razio qoe os inglezes
lSSJSSS^Ne,8CD':t "*
Vende se est Bra ioteressanta per l600 rs.
XAROPE DE SALSA PARRILHA DO PARA,
ou
DEPURATIVO D SWGO
USADOS NA* MOLESTIAS DE PELLE, IMPIGENS,
DORES RUEMATICAS ECLCERAS VENREAS
PI LULAS ..AXTI I'UIOIMC AS
Contra as febres intermitentes, on seies
O MULUNGU' tem aepao directa sobre os
ceiros nervios, e por isto faz dormir sem
determinar affluencia de sangue no cerebro
como o opio e substancias simples que delle
se extrahem. pelo que o serano tranquillo
"j reparador, -alma a tosse as bronchites,
e modera os accessos de asthma e de tosse
convulsa.
TODOS ESTIS MEDHUMENTOS SQ PREPARADO*
POR
Joaquim d'lmeida Pinto,
PHARMACEIJTI O EM PERNaMBBCO,
Roa larga da Resario N. 10
Junto ao qnartelde p licia.
Atten^o.
Moito se precisa rallar com os abaixo mencionas
aos a negocio de moito seu interesa, na praga do
Corpo S oto o. 17, l. andar.
Anselmo Mariano de Sou?a.
Roaveotura Maaoel do Nasclmeato.
Francisco Jos Vieira Guiraaraes.
Joaqoim Perelra Camello.
Josquim Congalves Vielra Guimares.
Manoel Jos de Albergarla.
Manoel Francisco de Alboqoerqoe Mello.
Pedro Luir do Espirito Sauto.
Regino Fmefra de Carvalbo. -
Nome Pessoa.
Manoel Vitalioo Sanliago.
Thomaz Aoastacio C. Pimentel.
ianoel Camillo.
Jos Tavares Estima.
Jos AntoBio de Alboqaerqoe.
Antonio da Silva.Angelo.
Paulino Accioli Jaoavarro Wanderiev.
Jos Ribeiro da Silva.
Joo Beroardloo da Silva.
Joamira Perelra Valenle.
Jos Bernardino dos Santos.
OlympiodeSooia Gafvo.
Sena.-tiao Valerianne.
Antonio Jo* Gomes Jnior.
Antonio de Oliveira Silva.
Collegio de 8. Fraucisco
Xavier
Para edocj-co dos moninos
Estabelecido na grande e bem arejada casa
onde eslava o (ymnasio, na ra do Hos-
picio n. 55, dirigido pelos padres da
companhia de Jess.
O Rvd. padre director desle collegio seieotiflca
aos paes dos seus alumnos e dos demais qae qnl-
xerem conflar-lbe a educarlo dos seus Albos, que
ni da 3 d- fevereuo CirogrSo. a fueccionar lu-
das as aulas desle estabdccimeolo. acbando-se
abertai ja* as roatricolas.
Neste callento rect-bein se meninos de 6 a 12
aunas para serem edcalos e inst uidos as ma-
terias preparatorias das facoldades do iropeilo. A
liDRoa ifc.liao,rusica e desenho sero easinadas
a pedido dos'pais.
Havero mtoioos internos, mdo-pensionislas e
eternes.
Os internos oag-.rSo 40fl mensaes, os mel pen
sionistas l5,eoa externos 3$ adi.intados.
Os pobres sera adiuitiidos gratan ljente ns-
aulas do collegio, provando o estado de pobrea
com attestacao do parocho respectivo cu de outra
pes'ua de f.
Para adraisso dos alronos e para qoaesqoer
esclareciminios traa se cora o director do rae mo
estabelenmento a qualgiUT hora do dia.
Seguro contra fogo ~.
Anlonlo Luis deOliveira Atevedo 4 C, agentes
da companhia Fidelidad*, e.-tabeleciJa oo Rio de
Janeiro, tomara seguros contra fogo en predios e
mercadorlas, ero seu escriptorio roa da Cruz no-
mero 57.
ten sido desde tempo immemorial "o fiV^sUnte 5TSc!nT
meiro lugar para presncher esse desiieratum u fim
lepuranvo do Dr. Sevial parece merecer a preferenc
)s obtidos pelo oso deste salutar agen'e tanto na All
rnam o companheiro inseparavel dequasi todos os d<
elestias, como cima dissemos, devidas s alteraco,
D[;uSev,al Pode rempregado vantajosamente i
os, bobas, gota, debilidade do estomago, inflamma
bs seaticas, cephalalgias, nevralgias, ulceras ebron
mi v SlThl 'll^J^L^10^ as molestias e
ia ,ara
-rtnoa ,8If>st**c*as PJe otram na composicao do Elixir depurativa do Dr R*k
Xpta al eetUSSas ^ ^ 6 *X2 *SS
iismo, el m nando ni ffi ; SS"Bi a Pa8S0 ^ue este remedio dePara o or^
c5 alvinas^ neutra ir^i^T ^^ *'<> mecanismo natrjral das ev;
entoto^^^Z^Tt-*?00 viros syphititx. quando" este virje
>em os sSgos deia S t 8Ua? ^P'^as ttrm; e previne lam
atado de3? tn *Z J*f qmnd? ^ ventura M ache e,ta ainda ~
^^tS^'^\J^mS^!^TAo S0b frmas ex,ernas: beneficic
o con^inados^^^ ^'^ 'gnram >mP^^e
re o ^S^^J^^^T^^ f "taTIIM *>
amentosas uS^SST SSW'J! e nenhuma foa produz molestias midi-
co fot 'rrita a %Z Lff!??nU>- d,t Le Roy* ^ue Da sua 1ualidade de ras-
ido ni ?vML SS wtetmal, e consecutivamente a aeroza, resultando destees
aS?.^' que qoasi semPre teminam Pe!a m^te ,1o doente,
uSSlE SS?"S05 uso,deste remedi Jastiflque cabalmente as nos-
**&rUMSU medicamenu, tao simple? na sua composicin
nico deposito em Pernambcco
Na botica e drogara
Barthotomeo Companhia.
3-RUA DO ROSARIO LARGA34
se es-
is
ESSEJtfGIA CTOnCENTRADA

Preparada a 'fro por Aui>uste Caors,
IRMACIDT1C0 PU ESOL.t BE PtRIS E StMMHaal NDtTI rmi
DK
P.1RIS E S08SMM KISTI CJBJM
Arlfctides als-ct e !. s mu
. 22 Ra da Cruz 22.
mineral.
- Alogase a mei-agua com seto, sila ao norte
da fabrica do gar, com frenle para o rio, or 122
por roez. ~
Precisa se de otoa ama soroentc para servico
dei cosioha; sr* roa de Horlas .^86, sobrado.
Os adminisiradores de feVtTda Mila-
grosa Virgem N. S. da Conceic5o da ca-
pella do Monteiro declartM que os recibos
das esmolas para a mesma festa, sSo em
referencia 2.1 lotera do correnle mez de
Janeiro, e nao i. de fevereiro come se
acha declarado em ditos recibos.
Recife 16 de Janeiro de 18*38.
mmmmmmmm
W O Dr. A. S, Perelra do Carmo (medico) m
gj est morando no sobrado n. 1J da roa da f?J
0fi Imperatriz. (m
eiemplar carioaado, B, n^^Z**^*
L rlfe^?wtn,oni. !!S' croo Thlsto- lTJliT Ba -,9* o m6S[B0-
fliSTOBIA m CAKLOS
XII
fiei da Suecia
POR VOLTAIRE.
yndB-"Sf BSTrflxcetTenteotjrji- por 1JJW0 m,
brochar, na Itvraria Ecooomica roa do Crespo
B. I '
Na mesma llvrarla toroam-se asslgnatnras para
a+vlda de Horacio Nelsono celebre almiranu
anglez a 12 cada etemplar.__________
' Aluga-se
a loja do predio da roa das Crozas. S7, com ama
arroagao lavernisada, qae serve pira qnalqtwr ne-
gocio, oa sera ella ; tambem se vende, n, caso qae
qaeiram comprar'. a tratar no segundo aodar do
mempp predio, ^< \ hura a< 6 da tarde.
- 7 'Albg-se' o 1* ad.r do sobrado da ra eelrei -
doo*io-a. 14, pro+auo para escriptcrlo : a
xia da p'fte WTdtWj; ,iW0 rs. en tW
chava, a Wstarte,4 Gf|;ftm.fcame*
ida.
Off:rece-e urna, pessoa com pratica sela pare qoaliuer botica : quem Brarbur aa-
Antonio Manoel Cordeiro, residente na
corte dj Rio de Janeiro, ra do Lavradio
o. 53 A, encarrega-se de tirar dn|oruas de
mercs, assim como cartas de juines de di-
reito, municipaes, bem como deifc-atar de
revista, e tudo o mais que das protincias do
norte Ihe for eacommendado) e lude por
presos mdico?,
i Rio, 1 de Janeiro de 1868.
Antonio Manoel Corldeiro.
% Hendi.
0
Fogiram, desta capittVm dialeer,verrbro.i
estravos, Garvioa, pardo, nariz aflado, representa
terdeidade 36 aaaes, cabBga ebarba piotaaiV
falla descangadn leen o brafo dinajao-tleijado. con-
sequencia de urna queda, Jrabafoh *l|{urna-ca
de carpina e parece.^er Jotr, -OBtaWaj da-Baala
a. o pardo Napoleio, estatura regular, idade 56
ioors, Dooca barba e hila grosaa, Descooa-se
loe fugiraaa para o lalrUor da .provbaeia, o Wo-
pobiIo atTserem rteratad ?. Rogase a todas as
pessoas que delles tiverem noticias do os fazer
capturar, oa oramaoiear na raa da Cadta do Re-
elle, o. SO, que serj0 gratilodoa seearoaassaii*
. Reclfs, 2.1 de Janeiro de>68
Wa praga da Indepeuiiiuea n. 33, loja de
oarives, compra-se ooro, prata e pedras preciosas,
e tambem-se faz qaalquer obra de OBCoaimenda e
todo e qualquer concert.
Programma da festa domar-
tyr S. Sebastiao, erecta na
igreja de N. S. do Pilar em
fra de Portas.
O dia Ji do correte sahir do arco da Coocei-
gao a haodeira do glorioso marlyr S. Sebastin,
acompai.bada por grande numero d meninas toda
trujando de braco, a qual seguir pelas roas da
Cadeia, Cro! e Pitar, hariear, sendo oesta occa-
sraff*a o dia 18 ao roeio da, orna salva de ll tiros e
Jver.sas gjrraodulas de fogo,soblrao ao ar. annnn-
eiando ser a vespera Oo glorioso saato; tocando
nesta occasiio a banda de roosica do hatalbso
de infamaria, se* a dircgo do Sr. Tbeolooio Jos
de Sooza.
ts 7 hiras prineipiar as-vesperas.
5 5 horas do da 26, orna outra salva annuneia-
rserebegadoodia de nossoeacelso Padroelr; as
II horas principia,! a festa. sendo dirigida a or-
diestra polo professor frei Jorge; Soda esta dar a
guarda de honra as 3 descargas devidas_ao mesmo
tBtO.
SSo oradores do evaogelho o Exm. rigario da
fregu ia padre Antn o AI ei d'AssumpgSo, e
ao Te D-um o padre-mestre Jos Esteves Vianna,
ambos bero conheciies aa tribuoa sagrada.
As 4 bcras da tarde, tocar no largo da (greja a
m-irna banda de mosica, as melhores pegas de seo
repertorio cha ver diversos baldes.
UepoisdoTe-Deum, ser ccBdozida a bao 'eir
com Igoal pompa para casa da futura joiza a
lllroa. e Ezma. Sra. D. rsolina Cordolio d'Almei-
da Crur, digaa espo.a do Illm. Sr. Maooel Gomes
da Cruz.
Tratamento puramente vegetal sem mercurio, iodo, ouro, nem entro qualquer
Verdadeiro purifleador do sangue sem azoogoe.
P601-1' para a cura de tebe as molestias que lm sua ori^em na mnnreza nVi
K x\7?:c]efrboubatiras'syphiiiiicas- "S^iSESS*
venoaai elUs poi here litanedade, quer sajam adqueridas pelo contacto com De cionadas dos diversos viros que contaminara o sangue e os humores P
do Bra.il Vn!r! tT rer5ed' Pr.od,8050> **> desde remotas eras pelos indios
^rZ-1' Passaad0.seu uso de geracao em g^racao, boje, um drs remedios mais
To"ZT^Zlr?- C',mbaler 3S ?l0,e"tias mh hedtond-. entrando nessenu-
cToycro^meTioetedflcT' Para ^ ^ S DSS0S Sertancjos CGnsidera a
, k ,k Ha milt10.temP entrn a carota nos formularios como pren
alebrnter "Sr' *M' ^.'bwdo as pharmacopas ec o neme de eu
or Joao Aires Garneiro : nao e ella portanto, remedio novo nem desconbecido
Ama
Boncie.
Hm--* .Y eiart
a roa da Concordia ao ubuio do armazcm do
sol, precisase alugar uaa esor a va. oa orna ama
forra, qoe cosmbe e engomme para pooca famUia.
I paca-sebea. r imw*>
ATIERO
Carnaval
Na roa e-trelia do Risario.aobrad^da-om andar
B. 35, aluga-se reos ve.-tu arios 1>ordadae a ooro e
a ia, ludo rauito ara conn ; vf sinarios de priacipe
iaUn'. bjrdados a vciiadlnh lado por muiti
lo prego; tem gran lo sortfia|>4a dminos
oga de todas as cores para alugar a 2$u0l), e
tambeea qoai^aer vestaarios qua se qaelra
ar faiatpor qualquer amarina 40a tragam,
or pncfacbuio tumuiudo.
Ao publico
-abc4s# 8rftnadosD*retpia> ^o-pBWieo-
com especialkiade ao respeitavel corpo do curo-
fljercioj quedissolveram amigavelmeote a soeie-
nade q^eitefcam na laja- d fucadas-a' roa de
Queinaado a. 5, que test gjrado aa rarao de Moa-
l teire 4- Guimares, desoa'o dia 31 de desemhro
proiiaao'Bndo, fleando o ex socio Manoel Monteiro
da Cucha coro o estaelciso60lo,^rteoeendo-lhes
toda darla* o btifado ao passtvo. Recife i* de
jaaetro te 186&. ;
Manoel atoateiro da Conbi.
Cwoiodio ioi Alve* Gaunaaes.
Ha muito tempo entrn a carota nos formularios como prepar
armacopas co
emedio novo n
riar-, ram?HT?l M ?b* e da mesma sorte P^onis.do desde tempos inmemo-
naes como o mais apropriado para o curativo das bou! as e ulceras syphililfcas srdidas
e empr%gtdo com proveito depcis de improficua applica;o de UtortI&
Iberapenticos enrgicos e de uso quotidiano. g
Muitos dos nosss mdicos de consideraco e entre elles o waito dislinclo nra-
tS {?!?"{ ^U6 d V fama das beneficas P^priedades da caroba no
nSgSiS aT?1, S d',V6rSaS fmaS SOb qDe a ayphilis se aPreseDta muit0 es"
peualmente as que tem sua sede na pelle, e poderiamos relatar algunecasos de data muito
, ^rVa,dS P!' meMB0,8r- ** M08C0S0 em ^ a rbn.prodoHo admiraos
effeitua. depois de muleis e prolongadas app!icac5es de sakaparrUha, mercurio, iodo,
ouro e seus preparados, etc., etc.
Nao era possivel que una planta t5o notavel por suas ioapreciaveis virtodes
escapasse a perspicacta e inreetigacSes dos mais abalisados pratiees enr-po^ que 5TJ:m e'Pec!ai,dad a estndo e tratamento das molestias syphiliticas e "herp^ticas/e
LnoS h,?n^b M ^ C3SanavauScbarfer, Ricord e ouros dando as mais ii-
songeiras mformagoes sobre as propnedad?s corativas da carobe* preconisando-a como
Sf^c PrSS,SS,mo,-PaIa tralameDto das erupcoes cutnea, seccas ou suppurativas,
ffiSrS 52! ? fM/d6> eczenias. "'ceras de diversas natarezas, rumores osseos,
outrasmuitasmolestias de natorezasyphilitica oobonbaica.
n, a Mi,r lf r'se 8e?eralisado muite o uso da Essenela dn Cnrota que en pre-
paro e peas instancias de varios mdicos que desejam eontiruar em snas obeervaces le-
Itberei-me a ter prompta urna- quaolidade da mesma essencia, obtida sera aacco do fogo,
- prafJud,*?r aS PrPr,edades Medicamentosas; e d'ora em dante encontrar-se-ha
na mtnha pbamacia sempre e em porcao sufficiente para todos os pedidos a essencia con-
centrada de caroba, e e agenlo da mesma planta, para que nunca falten aossenhores
mdicos que quizerem experimentar to precioso agente medicinal
Recife de Pernambco. 17 de ouluLro de 1866..
_ ACDaTK Caors.
Ra da Cruz n. 22.
'
fe%fc*m
DE
DE
J. VIGNES.

\m. S5. BII4 DO IMPERADOR V56.
O pianos desta antiga fabricar sao aoje asss conhecidos para que sejaoeoossariolasistir sobra
n* sopcrioridade, vantugens e garanta qae offerecem aos compeadores, qaahdadcs estas incontasu
-eis qne elws tem dafiftiiivamente ccmqoistado sobre todas osqueera apparaoid* nesta |irac ; pos
loindoom teclado c macbinismo qoe obedceme todas as vootades e capricho* das clanrsias;sea
doee fallar, por sarem fabricados de proposito, e ter-ae ferio ni*a>aroectimelaeccaentos Importaa.
rssimos para o eHaca desta pan ; qoaata s caes, sao melodiosas e flautadas, a cor isso muito agrada-
lato aesonvidos dos apreciadores.
Fazent-se ccaaaMeB>as MODamuaidcsvlaala aesta fabrica cerno na do Sr. Blonda),de taris, socct
orraMandinraUciiaawa, eot fnja-capllBc4arco sBOtorapremiados, eoi todas aa eicosicee.
No mesmo estabelecimento se achara sempre am explendldo e variado sortinoaoto da msicas dea
Inores anteras da laropa, assim orno narascaleoic piano* eertnoBleo, sendo todo vcodidv Per
preooeiwniiiocjoic razeaTcU.


MMa
Ua Mn 9*+V9& *e
caica L
A GAZ
A empreza do gaz desta cidade desejando facilitar geralmente o uso do gaz na
casas e estabeleciraentos particulares, offerece desde j as segointes vantagens:
i. Urna redoccSo consideravel nos presos dos canos, apparelbos e tolos os mate-1
Tiaes precisos para a installacio desta loz,
2. O gaz fornecidft boje de extrema pureza e nSo offender a prata, o bronzel
oo outro metal differente, assim come oonhuin damno podara causar as pinturas, quadros.
ornamentos, papel de forro mais delicado qoe seja, toraando-se ao mesmo tempo Uto san-
davel e mais econmico outra qoalqoer luz, j conbecida, aflnal, evitar tambem. obs-
troccSo dos canos e tubos dos apparelbos.
3.* Os apparelbos existentes, como lastres, arandelas, bracos de yidro, de bron-
ze, etc., ote., sao proprios para os seobores que preferem luxo e elegancia, como para
06 que necessilam simplicklade e economa.
4. As pessoas que qoizerem enllocar o gaz em suas casas podem dirigir-se a em-
preza, a qaal se encarrega da collocacio de todos os apparelbos, canos,etc., tomando loaa
a responsabilidade polo perfeilo cumprimento do masmo, ou por outra, podem empregar
qualquer maquinista reconhecido pela empreza, sendo o mesmo maquinista responsave
pelo sea trabalho. -* .
5. A empreza obriga-se anda a reparar gratuitamente qaalqaer falta de loz,
cbstruccJo de canos, etc., devendo o consumidor pagar somente as pecas novas que forem
precisas para o mesmo concert; qualquer reclamacSo que possa haver, ser dirigida ao
escriptorio da empreza ra do Imperador m 31, am de ser logo providenciada.
DOUTOR SABfflO 0. L PIHHO
HIJA NOVA N.
'.
Neste importnte estabelecimento se ach a Posto qoe, na segnnda edicao do The-
tudo o qoe necessario para a pratica da' *
Uomeopathia.
Medicamentos em glbulos e era tintaras


.

MI S A -Ra do CabugM. S A
Os propietarios deste estabelecimento offerecem ao respeitavel publico
um esplendido e variado sortknento de joias de ooro chegadas recentemente
da Europa, cujos modelos s3o novos e de bom gosto como sejam: pulsaras
com perolas, rubins, esmeraldas e brilhantes, brincos da mesma forma, anneis
de phantasia, proches para retrato, etc, etc., bot5es de coral rosa para paito
de camisa e escoletas com retractos.
Compra-se e recbese em troca oaro, prat e brilhantes pelo sea en-
trinceco valer, assim como moedas nacionaes e estrangeiras. Tambem se en-
combem de fazer concertos
Agostinho Jos dos Santos $ &






.


-\
SOFFRIMENTOS DESTOMAGO, CONSTIPAQAO
Cura em poucos das pelo carvo DE BELLOC em p ou em pastilhas.
ENXAQUECAS; NEVRALGIAS. Essas affeesdes sio dis-
ipadas rpidamente pelas PEROLAS D'ETHER do D' CURTA 1.
ANEMIA, A PALLIOEZ e os soflriinentos que necessiLim do
emprego dos ferruginosos sao setnpre combatidos com o mcltaor resultado
pelas pilulas DE VALLET. Cada Pilula tem neravado o nome VAILET.
PO DE ROG. Basta dissolver.um frasco d'estc p em meio
garrafa d'agua para se obter urna limonada agradare! ter clicas.
VINHO DE QUINIUM de Labarraque. Este vinbo, ura dos
poucos cuja composi<,uo garantida constante, urna das uiclliores pre-
paracocs de quinino, sem acQSo notave sobre os convalescentes, dande-
Ihes forjas c apresando volta a saude. Cura as febres antigs que re-
sistao ao sulfato de quinino.
MOLESTIAS DA BEXIGA. k maior parte d'estas moles-
tias, como as sciaticas, lumbagos, catarros, e todas as dores nervosas em
geral sao curadas pelas PEROLAS de ESSENCIA DE THEREB:NTINA do
Dr. Cleitan. O professor Trousseau em seu Tratado de .'teraputica acon-
sellia as para seren tomadas na occasio do jantar, na dse de 4 4 12.
OLEO DE FIGADO DE BACALHAO DE BERTH-
Garantido puro c de primeira qualidade, um dos poucos aprovados pela
Academia de medicina.
AVISO. Todos estes medicamentos foram aprovados pela Academia
imperial de medicina de Parit.
DEPOSITO
Em Parts, X.. FRERE, 19, rao Jacob
Diponcueu.e ; Hauum 4 Pernambuco. Mauiier et Cu.
Ccara.....Hacrer et Cu.
Wi Jmmlr.
Balite..
Tesdorph.
Hasi et O'

- ti
#:#

iiiiiiiiii
PREPARAQOES FERREAS-HAR6AHICAS
APPKOVADAS fllk kCktZUlk DH MBDICIIU
DE BRIN DU BUISSON
rkiiBitEii, tarase pa uUsi a Bt'tin i* tt
r
2'
0 eminente professor Trodssbad, na nlma edicto de sea Tratado d Tkera-
peuttea $ Materia medica, reconhece que os ferruginosos simples s3o maltas
vezes inefficazes para curar as molestias que teem por eausa o empobrec ment
do sangue. Muitos mdicos dos mais distinctos altribuem esse mi o xito a ausencia,
n'essas preparaedes, do manganese, que se acba no sangue, como e tem reeontecida
os chimico os mais peritos, sempre intimamente unido com o ferro.
E' pois, prestar-se um verdadeiro servico os S"* Mdicos, o ch&mar-se sea atteacSa
sobre as preparacoes seguiutes.
Mff fprPP tlltlMTlipna dando tairaediatamente orna agua, acidulada,
IU5 iwrCi UiaUgaUIlUa gaZ0M, apainel, subililaiado com vanugem
e economa as aguas mincraes ferruginosas.
Plalas e Xarope de iedarelo de ferro e de mngnese inallerTeis
contendo cada nm cinco centigramo de tatareto de ferro manganico indicadas
panicalarmeau as molesliu Tjmphatica, escrofiriosu, as chamadas aa-
erosas tuberculosos. w
Io rases de heuto de ferro e de masganese I ^iSSfrSZ
i9 Palai decirbon-lofrreo manganeo f Z^TSu
taentsr otas etaas nroparaoBes di os elhores resallados.
O f Bcnn ata Baissoa desejand* obtor a adneslo cotapieu o mbUco ssslce a
crea o ralor de sus Btreparacoes, prerno o^oa tlk as poe (ratoiumenia s sas
dspoaicio, dingendo-se;
He Ptnambuco, sea agenu grral, Kaarar Cu, pharmaceatieos, m* Hora.
iiiiiiiiiiiuihihi
m m m m m
Yeode-M na Botica Franceza roa Nova a. 23.
C0LLEG10 DE S4NT0 AH4R0
W.
S Retife, roa dt Trapiche R. o,
Fundado em o auno dt 1865;
Director, o professor Jos Francisco Eibeiro de
Souza.
0 director do colleglo de Santo Amaro, do intuito de montar sen estabeleeimento
convenientemente, acaba de fairr arquitleio do exeellente edificio em qoe achava-se lq-
ealisada a-SoeH>dade Clab do Rerife.stu a' roa do Trapiche a. 5, para onde modoo
sea cotcelo. A educacao t ttittruco baseada do doto sy;tema especial de premios
e puoices, sendo tutalmente abolido o castigo raannal. Cntlnna a reeener como at
aqu alumnos pendonistas, roelos pendonistas e externas ; aebando-se o estabelecimen-
to preparado com todo o asseio e eommodo, e prvido de um eicolbido pessoal de pro-
fessores, qne leccionario as sesnlntes disciplinas :
lnstrnccao elementar Relnonca e poeuca.
Lingoa latina Geograpnia e historia
* Francexa Geometriaa
> logleu Pnilcsoph
A abertora da anla elementar tera' lagar do dia
3 de foteretroem diaote. A Insperfeo des comparta otos do coliegio e es estatutos
di mesmo, esto a dlsposrcao dos inieressados. Outro sim, o d>rertor tem oreado ama
cadeira da dexonho annexa a aola elemenur, sem qoe por este importante e til meiko-
rameoto exija maior iodemnisaeia.
O director empregara' iodo o afflnco a cuidado nie t, na parte relativa ao bom
tratamento adlanumoMa de seas alosDoe, come tamoem, na boa orden e regolarlda-
de 4o sea osUbXeeimeoto.
EscriptoricSo mercantil
Mu'ica ocal e instrumental
Daieobo
Densa
7 de Janeiro e as demais do dia
aonro noateopathlco cu Vadem-
cum do homepata!*, pagiDa 677, se
ache indicade o meio de osar d'esse preser-
MtUlCdtneuiua cui(,iaiujv v.u un "Mo """--------------7------ : i
preparados com a mais escrupulosa ex'acti- vativo, com tooo convm repiU-lo com ai-
d5o por meio de machinas especiaes. | gaos esclarecimentos mais.
Carteirasporutei-j,coateudoospnncipaes Para urna famiiia dissolvem-se 20 gto-
ARMAZEM
DO
VAPOR FRANCEZ.
medicamentos em glbulos lOfi. 20(5,
30($, 40^, 50(5 e 60 conforme a quanti-
dade de tubos.
Caixas de medicamentos em globnlos e
em Unieras ie 805, 0Q5, 1205 e 1504
rs., segundo o numero dos vidros e de tu-
bos.
( Estas caixas sao mu uteis aos mdicos,
senhores de engeohos, chefes de grandes
familias, capitles de navios, e em geral
todos que se quizerem dedicar pratica da
homeopathia.)
Cada tubo avulso costa.......I000
Cada vidro de meia ooca de tintura. 25000
Vendem-se glbulos inertes, tubos vastos,
vidros para a prepara cao das dses, etc. etc.
Escovas elctricas para tratamento das
molestias nervosas, principalmente para as
dores de cabeca.
Apparelhos do lavar os olhos no trata-
mento das opbtalmias.
Apparelbos de injeccio para o tratamen-
to de certas molestias das mulheres.
Cb preto e verde de ex.celle.nte qcajj-
dade para uso dos enfermos.
Vende-se igualmente o Tnesonr ho-
meopathlco uu Vade-meciim do
homeopatha (obra incontestavelmente
indispensavel todas as familias, pela clare-
za, com que ensina a empregar a nova me-
dicina), prego 204.
(Em porces de 50 exemplares faz se o
abate de lo por cento.)
G0NSULT0RI0 HOMEOPATIIICO.
0 Dr. Sabino 0. L. Pinbo d consultas
lodos os das uteis desde i i horas da ma-
obSa at s 2 da tarde.
As visitas aos enfermos sao feitas das 2
horas em diante; mas em caso de neeessi-
iade as visitas podero ser feitas a qual-
quer hora.
Para que as visitas rjossam ser regulares
compre que os dientes ou os seos enfer-
memos mandem dar parte do seu estado,
todos os dias ate o meio dia as molestias
agudas; e de 5 em 5 dias as molestias
ebronicas.
As consultasescriptassSo respondidas mais
ou menos promptamente, segunlo as
oecessidades da molestia e a distancia em
que S6 acba o doente, pois que neste caso
faz-se preciso indicar de urna s vez ludo
o qne convier ao restabelecimeuto da sade.
As retriboicessero pagas na mesma con-
formidade.
0 Dr. Sabino roga a todas as pessoas, qne
coslomam consulta-lo por escripia, que or-
deero aos seus portadores a prompta entre-
ga de suas cartas, visto que, eatregande-as
como costumam, na accasio de se retirarem
do Recife, impossivel responde-las satisfac-
toriamente.
MEDICAMENTOS PRESERVATIVOS.
Em quaesqoer epidemias o Dr. Sabino
faz distribuir gratis s pessoas pobres, no
seu estabelecimento, os preservativos neces-
sarios, dando-lhes as competentes instruc-
ces.
Presentemente reina a epidemia de bexi
gas; muitos j se tem aproveitado com fe-
lizes resollados do seu offerecimento, feitc
no Diario de Pernambuco; mas necessa-
rio qoe todos experhnentem esse meio 13o
fcil e to commodo de se preservarem e s
suas familias d'essa terrivel molestia.
O preservativo empregado a vaccina
elevada 5a dynamisacao. As pessoas, que
fazem uso d'ella, ou n5oso accommettidas de
bexigas, oa, si o s3o, raramente as tem de
m qualidade.
_
bulot em urna garrafa com out tercos
d'agua pura, vascoleja-se bem, e d-se
cada pessoa ama colberada pela manb, ou-
tra ao meio dia e outra a noite, durante
tres ou cinco dias consecutivos. Deixam-se
passar oulros tantos dias sem nada tomar,
fiados os quaes, repele-se o remedio da
mesma maneira; e assim se continuar
em quanto durar a epidemia.
(As creancas al a idade de 3 anuos to-
marlo o remedio as colherinbas).
Si a epidemia estiver muito forte, ou, si
na casa houverem bexiguentos, deve o reme-
dio ser tomado todos os dias sem interrup-
co, at que a cousa melbore; depois do
que volte-se a usa-lo do modo ensiuado.
A garrafa deve ser nova e muito bemlavi-
da, primeiro com agua qoente e depois com
agua fria. (No caso de nlo haver garrafa ou
tidro novo, poder servir urna garrafa de vi-
oho ou de agurdente, com tanto qoe seja
muito bem lavada com aguas quentes e
frias.)
Para tima s pessoa basta dissolver 6 gl-
bulos de vaccina em 2 oncas d'agoa, e d'ahi
tomar as colheradas como j ficam indi-
cadas.
N5o precisa grande dieta. Abstenham-se
do cha e do caf fortes, do aboso das oeot-
das espirituosas, das comidas gordurosas
e muito adubadas Eis- aqui apenas o que se
exige.
PLUMERA CELINOS.
(contra a moroedura oe cobras)
Este medicamento gota de muito bons
crditos contra o veneno das cobras e de ou-
tros animaes venenosos.
O Dr. Sabino nao tem aioda observac3o
pessoal de facto algum que o autorise a
afirmar soa eficacia; mas sabendo que no
Rio de Janeiro e em S. Paulo elle tido co-
mo muito poderoso, mandou-o vir para ex-
perimentar.
Algumas pessoas do centro d'esta provin-
cia e da da Parahyba tem escripto ao Dr.
Sabino, dizendo ser incontestavel o merilo
da plumera no tratamento das mordeduras
das cobras.
Emprega-se a plumera celinos interna e
externamente, da maneira siguite:
Uso interno. Nos casos menos graves
dissolve-se urna ou duas gotas de tintara
em duas oncas d'agua, e d-se ao mordido
urna colberada de hora em bora.
Nos casos mais graves dissovem-se seis
gottas em quatro oncas d'agua pura para
dar-se urna colherada de meia em meia hora,
de 15 em 15 minutes, e at de 5m 5 mi-
nutos (segundo aforca do veneno inoculado
ou iutensidade dos symptomas manifestados.)
Logo que houver melhora, se espassaro
gradualmente os intervallos de urna dsea
outra.
Uso externo. Ao mesmo tempo que se
d a beber o medicamento, appltcam-se ex-
ternamente na parte, .mordida tios de linbo
ou de algodo embebidos em urna dissolu-
Coda mesma tintura constante de 10 gottas
de tintura em 20 colheres grandes d'agua.
Esse* fios se conservarlo sempre molhados
sobre o logar da mordedura.
O Dr. Sabino receber com reconbecimen-
to as communicaces que se dignarem de fa-
zer-lhe as pessoas que experimentaren o
emprego da plumera celinos,
Nota.
Em ausencia do Dr. Sabino acha-se in-
cumbido de resolver quaesqoer negocios
relativos ao estabe'ecimento o respetivo ge-
rente.
Jos Alves Tenorio,
Professor em homeopathia.
Para edacaco do sexo masculino
Director Hanoel Aires \lanna
| t
O eollegio da Concedi, madado oltioamente para o bairro de Santo Antonio, roa
de S. Francisco casa o. 72, contigoa a' estacio central dos trflbos urbanos dos Apipueo?,
contina a fooecionar regolarmenle, recebendo alomos eneros e Internos, tanto para as
aulas primaran, como para todos os preparatorios necesarios a' matricula de qoalqoer (a-
coidade, sendo os seos respectivos professorec pessoas moraiisadas e de am coaceito ma-
gistral ]a bem flrmado nesta eldade.
O director deste aovo colleglo continuando a empregar toda a solicitada no desempe-
nbo de seo mandato, espera fazer-se mais digno dacoDOaoca com que o vo honrando os
senbores pas de fami.ia, conando-lhe bondosamente os seos Albos.
Os estatutos do colleglo, assim como o fraoco ingresso em todas as saas dependen-
cias, eslo sempre i dlsposijo de qoem possa interessar.
'S
HOTEL
kua NOVA IT, 7.
Acaba de ebegar de Paria i esta estabelecimen-
to um grande e escolbido sortimenlo de calcado
los selbores fabricantes daqoella grande prica,
assim como grande variedade de qoinqoilbtrta e
de novos brioq- edos para crlascas, eujos artigos
telacham exposlos a escoiha e oolade dos com-
pradores, como sejam atguos qoe passatnoa a
mencionar.
Ultima moda
Ricos ehapaofiobos de gosto para senboras fei
ios ao capricho de orna grande modista de Paris.
Botinas para 8 en horas
le setim branco, doraqoe dito, pretas e de ontras
iiflrentes cores enfeiti das a rigorosa moda.
Botinas para meninas
la maitas qoslidades bem sortldas.
Brincos de onro
ie lei a oltima moda dos Campos Blizios a boole-
rards de Paris, para seoboras e meninas.
Lnvas de pellica
Jo verdadeiro labrleaote Jouvio, brancas, pretas e
le ontras differenies cores.
Leques
sm escolbido sortimento de leqoes de diversos
iostos e qoalidades.
Perfumarla
teos extractos, banbas, oloa, pos de arror, agna
ie cologno, agua Q< -ida e -abneles.
Espelhos
la differentes tamaobos e gostos para salas, gabi-
aetes e pequeos toocadores.
Caixinbas de costura
1 novos modelos ricamente goarnecidas e com
lindas pegas de msica.
Delicado prestente
oolcinbas e cestlnbas de seda e de velludo moito
importantes para braco de meninas passeio.
Chapeos de sol de seda
ie cores e moito bellos para senboras e meninas.
Bonquets da exposlco
lelkadcs bonqoets de flores de porcelana com lin-
ios jarres para mesas de salas e santuarios.;
Lonetas
le ac, tartaruga e |bofalo.
Oenlos
Je ac, bfalo e da prata doorada.
Ricas bengalas
le canoa verdadeira com casto prircorosamente
trabaibados em maiflm, compradas oa exposico.
Chicotes para passeio.
auito Anos de halea e cabo de marfiui.
Oleado para mesa
le moito boa qualidade,tiovos e bellos padroes: no
irmazem do Vapor, roa Nova o. 7.
Para toilet
jbjectos de pbanusia moito bellos para toilet.
Coques.
begados de novo a ultima moda.
Bleos albuns
le velludo e de marroquim para retratos.
Esterescopos
:ora lindas pbotograpbias transparente!.
Estampas
le figuras, paisagens, cidades e de santos.
Boldnras douradas
le diversas larguras para qoadros.
bat-Jour
para candieiros e lanternas de piano.
Cosmoramas
{randes e pequeos com 50 ou mais vistas esco-
midas a' vooude, muito pittorescas.
Realijos
pequeos, de qoatro e seis pecas de msica.
Aecordlons
i concertinas, o que ba de melbor oeste genero
allas de rame
le vario- preces e tamaobos para passarioto.
Bolinas para bomem
jrande ?orto ento bem escolbido em Paris.
Botinas para meninos
le muitos modelas bem sonidos.
Sapatos de tapete
le charlte, de tapete avellodados e da tranca de
Lisboa para horneas, senboras e meninos.
Botas russianas
Perneiras e meias peroeiras.
Mantas de feltro bonitos padroes.
Chicotes fortes compridos.
Lovas de o da Escossia.
Cartelrinbas para dinbeiro.
Saceos de tapete p.-ra viagem.
Halas e boleas sortldas.
Pooteiras para charutos e cigarros.
Cbaroteiras e cigarreiras de palba.
Caximbjs de bonitos modelos.
Sravatas pretas e de cores.
Gordas para violao.
Bengalas para homens e meninos.
| Escovas para cabello,
i Escovas para denles.
Peotes de marfim para tirar c-spas.
Pe o tes de tartaruga de desembarazar.
Abridores de ioa?.
Tesoorlobas delicadas para costura.
Caivetes Anos com tesourinba.
Meias de Ao da Escossia para bomem.
Venezianas transparentes para jaoellas.
Qoadros pequeos para retratos.
Pares de bodas Agoras pequeoas de poreelana.
Jarros moi pequeos de poreelaoa.
Objectcs de poreelaoa para botar banha.
Taiberes Aoos para meninos.
9b)ectos de mgica para divertir familias.
Pbotcgrapbus mgicas.
Slobos de papel para illumioaco no campo.
Gastiobas de vimes para meninas de escola.
Ceixinbas de msica e reajeijos para meninos.
Velas a gas para candieiros e candelabros.
Carrinhos de quatro rodas para condazir crianza
Booecas de massa, de cera e de poreelaoa.
Bercos e eamas com cortiuados para booecas.
Cabriolis e cavallinbos de noadeira com machi-
nismo para meninos de 3 a 8 annos montarem
s Para presepes
Iguras para ornar presepes, caslnbas, animaes,
pastores, e ootros muitos objectos proprios
Altenc3o.
Nao sendo possivel menclonar-se aqoi todas as
loalidades de calcado, nem todos os artigos de
lumquilbarias, e moito meos da grsode varie-
iade de novos brinqoedos; pede se ao publico um
passeio a este estabelecimento, certo de que en-
sooiraro bastante paciencia pata bem escolberem
gne desejarem eomprar, e precos baratissimos
im virtode de haver em todos estes artigos grande
^joantidade, e terem sido comprados mesmo na
Suropa pelo doao do alto estabelecimento, arma-
iem do v^por, roa Nova n. 7.
Em lempos modernos nenhom descobri-
mento operou maior revoluto no modo de
corar anteriormente em voga do que o
PEITORAL

DE

AtfACAII FITA
Tanto no tratamento da
Tssse Crup Astba
Tkisica ReuqHidio ReafrianMtas
Breachite,
Tnsse cosTuIsa,
Dores de peito e MpeeUneia de sangue.
Gomo em toda a grande serie de enfermi-
dades da garganta, do peito e dos orgSos da
respiraco, que lano atormentara e fazem
soOrer a bumaoidade. A maneira aoliga de
curar consista geralroente na applicacao de
vesicatorios, sangras sarjar oo applicar ex-
teriormeBte ungentos fortisimos compostos
de substancias \esicantes, afim de prodozr
empolbas; cujos diJereotes modos de curar
nao faziam enfraquecer e diminuir as torcas
do pobre doente, contribuindo por esta for-
ma de urna maneira miis fcil e certa para
a enfermidade a destruirlo inevitavel de sna
victima ? Qujo differente pois o effeito
admiravel do
PE1T0R1L DE .meMUTA!
Em vez de irritar, mortificar e cansar
inauditos soffrimentos ao doente,
calma, modifica e suavisa
a dor, allivia a irri-
tado, forti-
fica o
corpo e faz com que o systema
desaloje de urna maneira prompta e rpida
at o ultimo vestigio da enfermidade. Os
melbores votos em medicina da Europa (os
lentes dos colleg os da medicina de Berlim)
testifican) sereu exactas e verdadeiras estas
relacoes analgicas, e alm d'isso a experien-
cia de milb'ares de pessoas da America Hes-
panhola, as quaes foram curadas com este
maravilloso remedio, sao mais que sulli-
cientes para sustentarem a opjoio do
Peitoral de Anacahaita!
Deve-se notar que este remedio se Pcha
inteiramente izento de venenos, tanto raine-
raes, como vegetaes, em quanto que porm
alguns d'estes ltimos, e particularmente
aqi-.elles que sao dados sob a forma de opio
e acido bydrocianico, furmam a base da
maior parte dos xaropes, com os quaes tao
fcilmente se engaa a credulidade do pu-
blico. A compusirao de anacabuita pe.toral
acha-se linda e curiosamente engarrafada em
frascos da medida de cerca de meio quarti-
llio cada um, e como a dose que se toma
s de urna colber peqnena: basta geralmen-
te a applicacao de um cu dous frascos para
a effrctuaco de qualquer cura.
Acba-se venda as pharmacias de A.
Caors Barbosa, J. da ConceicSo Bravo <* C,
P. Maurer A C, M. A. Barbosa & G. e
Barthulomeu C. e em todas as principaes
boticas e tojas de drogas.
Paia a boa conservaco de vosso cabello usai do
DE
PARS
RIJA DA IMPBRATRlJB' N. 14.
ras sa @inm,i8T.
Debalxo dessa denominacio abrase no novo estabelecimento cojos doao, convidam >o resnai>
ttvel pobltco tanto desta cidade eomo de fora da provincia qoe qoiterem boara los com was Iregoa-
Ia, a vlr *lru las, ai>Mtoaraodo-lbes qoe sempre blo de encontrar bom tratamento, grande assato i
o maior agrade possivel Jnoto eom trecos moito coromodos.
Da noite naver seospre caf, aorvelas cerveja etc. etc.
I
Lusica
Leceiona-ae por soUejo a a tocar varios
iosiromeatos, diodo-se as ligSes das 5
horas da larde as 9 da noite : a tratar na
ru* Angosta o. 30.
Trocam se
as notas do banco do Brasil a das calas flliaes-
Jom descont muito rasoavel, na praea da Inda,
oendDcia n. *t. ______.
O aoauo asoinoado ieadi> dissolvido asucie-
dade qoe ttoha na taberna da Capanga, a qnal gy-
rava sobre a rma de A. A. Pacheco & C, agr?-
dece cordlalmeote a seo et-socio Jos Praocisco
Xivier de Mello as maneiras delicadas eom qne
sempre o tratou.
Antonio Alves Paebeeo.
Aniso Perrelra Saldanba, tintoreiro, roga
o especial favor aos seos amigos a fregueses
que no prato de 45 dias ventura tirar as soas
ebrasqoe se acham prometas ja ba lempos e nao
viodo tirar as Bramas s^rio vendidas para se-
rena parns os seas trabalnos : na roa da Impera-
tria i. 67.
Obtlhete ialelro garantido n. 911 da lotera
SI* dos voluntarios da patria perleoee ao Sr. ea-
piio ArigiidM Osar de Almeida (do Piaobv) e ti-
ca em meo poder.
Padre Y. Varejio.
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Moiel Fraoeico TeiXeira avisa ao pobliiio-
qoe, por intermedio dos Srs. Olto Bobres e Paren-
te Viaooa t C, e pelos navios 'srtronca e de-
Ihaid, acaba de receber paIba e junco das melno-
jes qualldades, qoe vende mais barato do qoe em
naaiqoer outra paite, na sua ofllcina ra de
H-rtos o. 15. m
ismuel Fower Jobnston i.Uompahia
Roa da Senzala Nova n. 42.
ASKNCIA DA
-Fnndl^iode Low Moer.
Machinas a vapor de 4 e 6 cavallos.
Vfoeodas e meias moendas para engenho-
Tinas de ferro coado e batido para enge-
nho,
Arreos de carro para om e dons cavallos,
^elogios de onro patente inglez.
irados americanos.
Machinas para descarocar algodo.
Motores para ditos.
Machinas de costnra.
Chocolate vermicida
M
Aitoiio Naaes de Castro.
Desde 1857 qoe sao as tabellas vomicidas
appiteadas em Portugal, como o remedio
prompto e eficaz para a expolslo das lom-
brigas, qoe i5o graves padecimeotos causam,
e qoe qaasi tempre se snppoo ellas a ori-
gem.
Este virmifogo preferivel a qoalqoer
outro pelo sea agradavel paladar e fcil ap-
plicacao s enancas, as qoaes geralmente
sao mais atacadas de semelbante mal.


te reriuAie* Sexta felra 94 e *aaelro 4e I8C8.
UrT"
Vinm tti T
DE OUKO.
r. mi. -.
A loto!. 1 D inUCQtad Conco de (taro na roa do Ctoii, acba-se d'ora em diante ojSneea
Je 10 mSivel pobl.cTcom especialld.de u pesaoas qae booram a moda ""l^" "J^ ?
I?t JS) pSr meM por cento do que em ontra qoalqoer parte, girantindo-se a qoalidade o
da obras.
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dlBiBDtO
prata
c^rdl?e^raUbVbo*"peTfeto ^71Sn iod'ii i 5fe (MmrieW^MMV P^'" ,fl^8.^r*c^'
TMMe entro, modetoe ledo de alto fosto, aoeis proprlos pera botar cabello e "a, dito P" "f*
meato, to artito roseta tem Corceo do Onro um completo o bem taado sortimento de diversos
ratas, butoes para peenos com diamante, rabias e esmeraldas, obra esU importante )a Po _*
W ? por gostods fateono, brincos a forma da delicada miostana de moca com piolante contender
amidas, rabins, brllhaotes, peroles, o gesto snblime, alfineta para grvala no mesmo gostoi, reto-
gios para senbora cravados de podras preciosas, ditos para -ornea, diversas obras de di UhanlM a
Stogosto, cm-iobas de radios, esmeraldas, perol*. orneantes, aoeis com letras, escoletas d
ansiare oaro descoberta para retrato (a iegleza) brincos de franja, ditos a P ^ f"
wner ]oia, para secolocar retratos e obras de cabello, e onlrosmwtos ebjectos qae os P^0"*6.0/
contrario no Coracao do Onro qae se conserva com toda a amabilMade aos MMWJssJgey
se de aqu endonar procos de certos objeetos porque (desculpem a maneira de tallar) aizeeoo-se
preco taire, algaem faca mo juno da obra, por ser tao diminuta qaantia a vista do sea <**
Na mesma toja compra-se, troca-se oaro, prata e pedras preciosas, e tambera recste-se. mer-
los, por Beos do que em outra qaalquer parte, e dio-se obras a amostra com penhor, eonservando-s.
eOoraeeo de Oaro Sberto at as 8 oras da ooile. ,- __._.._.-.... !<_.
Qoalqoer pessoa que se dirigir ao Coracao de Oaro nao se podera engaar com aease, pots
BOU moiw frente am coracao peodurado pUtsdo de aroarello, alem de outro qae se noU em um
roalo (isto se adverte em consequencia de terem ja' algamas pessoas engaado com ontra casa.
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COMPRAS

18-; M&CENTO.
Pagase por pr*a enmoeda no cohaqaS dc i
no H. i d, roa do Csbog e sed
se fara' ttaior rauagem *o vendedor, compra-se
igaslmeoie moeJs de oaro.
28pOT
OURO E PRATA.
Compra-se moedas de aO$Oi) a i8M*,
assira como prata nacional e esirangeira
18 0/0 na ra do Crespo n, 16_1""
Prata e ouro
Io andar.
Em moeda Daga-se
pendeocla u. 22.
bem : na praea
da Iode
I
Maior pre^o
que era eutra qoalqoer parte, eompra-se moeds
de oaro e prata : oa loja de onrives, rna larga o
Rnrn n. li A, esqoioa da rqa do Cabiiga
Moedas de ouro
Nacional e estraogeiro, assim eomo libras ester-
linas: compram-se na ra do Crespo n. 16 primeo
andar. .^
Compra-se toda a qualldade de movis novo
e osados : ea roa do Imperador o. 16, armazem
de trastes.
Moedas de prata
nacienaes, *ssim como pataedes portagaeres e
bespanbes, compram-se com premio : na ra do
Crespo n. 16, prime andar.________
Compra-se oaro e praia em obras velbas :
a Draca da totepeudezcia n. IX _________
Milito maior vantagem
C)rapra CORAfAO DE OURO n. 2, roa do Ca-
boga', moedas de oaro e prata. ,-m
"Moedas de ouro e prata
Paga-fe por mais do que em oaira qua)e.Br par-
te : ea Soja de onrives arco da Gonceico e compra
oore -e prata vetha e pedras prfdosas._________
anis vazios
Gsmpra-se bams vatios em bom estado a 2#6C()
oeOa um : no treicbe do Pelooriabo.
MOEDAS
Ce ouro e de pratapaga-se mafs ^ue as ostras
casas. Roa de Ciaboga n. 9relojoaTla.
C'Hpra-se a 13 ptr ten tu
Prata de ledas as quadales e assim tndem
libras eswrrmas e ^oro de todas as qua-lifisdes
por mais peeco do que em onrra qualquer parte !
oa ra da
N0V1DADE
Srdosarthros que Gregorio Paes do Amaral & C, com loja de fazeodas a ra
do Crespo n. o rec^er^m pelo vapor frar^ez Nuvarre e para as quaes cvda a con-
currencia do mundo elegaDte e econmico.
CrlAPELINAS de fil de seda de c;r preta para lato e de palha muito superiores e nca-
MMTw^* muesulina branca c de laa de cores, esguios com fitas, etc. para
SEDAs1!r^ateTed?Bdae8"cows com sUs assetinadas, os quaes actualmente esto em
mada em Pars, assim orno grosdeoaples de cores e prelos. mnnnn^n
CAMISAS bordadle lisas cosa peito de esguio de ludio pa.a hornera e de madapolao
muito fiaas para meninos de todas as idades. w ,- .
aouelles de poota comprida e em p.
POIL DE CHEVRE. Verdadeiro poH de chevre liso e com msela, fezeoin nova com
bn h<> Rual ao da seda. .
ENFE1TES decores variegadas ede gostos diversos, muito proprtos parasoirees. pas-
LEGUES de'sndalo, madreperola e marfim, estes ltimos novidade no nosso merca-
do porque sendo todos interinos sao lavra los no gosto de filagrana.
CHITA DA INDIA, suoerior coila, muito encorpad< e propna para colcha de cama.
CHAPEOS DE SOL de seda de cores diversas para sena<.ras.
Aim destes artigos rceberam-se cu res n5o so por este paquete como d elos
passados, ntreos quaes lemtra mencionar, romog, basquinas, corsages, filos braceos
pretos lisos e bordados, creps, saiis bordadas com babadinhos, calcas e camisas lisas
Lopra-ee
por matS'freco que em outra qaalquer parte moe-
das de curo e prata oacionaes e eslraogetras : na
roa do Trapiche o. W, armaiem de Adrravo, Cas-
tro A Cw e rna d) Crespo n. 20 loja de Alvaro
Angastcde Almeida.__________^_^____^__
Coiopra-se
por is preco qiw em outra qualquer parte moe-
das de ouro e prata naciooves e estragiras : Da
ra d Cadeia o. 13, loja de Jos -Loiz Cn^alves
Ferrara A C.
C^fflf'am-se t-sciaves
Comprara-se, vendem-se e trocam-se escravos
de ambos os setos e de todas as idades: a ra
do'Imperador 0.77, t aodar._________________
Na ra do Brura u. 7, Qd*r. compra-se
dous-escravos qae eateadam alguma cousa de ea-
noeiro, e uro qe *e|a bam cosia^ielro, seado lau-
to aqoelles como este mojos._____________
18 ptrrcente pela prcla
em moeda : se paga na praga da lodepeocia nu-
mero ti.
Moedas de prata e oro a 2% par -
aU.
" No esenptorio de Phipps Brothers & C, ra do
Vipar-n o. i, compra-se prata em moeda com 20
6|0 de premio.
cobre,
lato e chumbo
Compra-se cobre, lat5o e chumbo : no armazem
da bola amarelta no oito da secretaria da polica.
ffeFro \elh fundido
Na fuadi.ao da roa d Brum n. 8i compra-se
ferro veln, cobre, lalo e chombo, paga-se bem.
VENDAS
e bordadas para senbora.
5 ra do Crespo
5
GRANDE DEPOSITO
DE
l
PIANOS
H. 9,------Ra da Imperatriz-N. 9.
Neste antigo e bem conhecido estabelecimento encontrar o respeitavel publico
mnrp nm sortimento de pianos, dos melbores autores allemes e francezes, como de
Carlos Scbeel, Bord e Maaprety todos especialmente encommendado e construidos para
este clima. _^_^ e8labelecimento oflerece-se maiores vantagens do que em outra
qualquer parte relativamente aos concartos e affioacees serlo fetos com o maior esmero
.-iHEfMtt0EV0GEtEY.
Folhinhas
de porta
Veodem-se no eseriptorlo desta Diarto a 160 rs
Livraria encyelopedica
Chegaram a' livraria eocyctnuedica de Jos
Barbosa de Mello, roa da Cruz o. o, as sacoimes
obras do Dr. Cheroovlt : Formulario ou Guia me-
dica, qaecnitra a d seripeo de todos os medi-
cament-.s. Senma ed-rao i volme de 838 pagi-
nas, com (94 duaras no texto, earaderoado. Pre-
co 6J>. Diccionario de medicina popular em que
se descrevem os symi tomas, as causas e o trat
meoto das molestias n'ama iiogoanem accommo-
dada a' iotelbceocia da pessoas estranbas a scieo-
cia medica, ttreara edtcSo, 3 volomes com 2il
fioras oo texto eneaderoado. Prego -Of.
4C4BA
de che^ar os sabonetes de
aleatro
O uso detes sabonetes tem apresentado os mais
benficos t-ffeltos contra as impigens, paooos, sar-
nas, tiuha, caspa, comlchoes, e todas as demals
molestias de pell'.
Vende-se
NA BOTICA E DROGVRIA
DE
Bartholoiueu A C.
34Kaa larga do EMira34
TB&li
DO GALLO VIG-
LANTE RA DO CRES-
PO H. 7.
Os propietarios deste bem conhecido es-
tabelecinjento lem a satisfago de levar ao
conhecimento do respeitavel publico que aca-
bam de receber peto ultimo vapor da Euro-
pa um completo sortimento de objecto sde
apurado gosto e de inteira novidade; [os
quaes est3o resolvidos a vender por pre-
gos mui ratoaveis, como sejam :
Lindos cintos com ponas, bordados ve-
drilbos, fezenda que nao haver quem con-
teste ser a melbor que ba neste artigo, isto
s na loja do Gallo Vigilante, ra do Crespo
o. 7.
Legues de madreperola, sndalo, marfim,
madeira e osso, etc., com lindos desenbos.
namlces de palhas,
Biquissimas guaroicoes e trapgas de finas
palbas de Italia, com vedrilho, pingentes e
sera elle?. e cu tras com botots da mesma
palha muito proprias para guarnecer vesti-
dos, chapellinas, etc.
Lindas bolsinias ou cabases para as me-
ninas trazerem nos bracos, cada qual mais
bonita.
Tcnouras,
Fioissmias tesouras para unbas, costuras,
cabslleiretros e alfaiaies, as quaes garanti-
mos ao comprador a sua boa q.adade.
Navalhas.
Superiores navalbas com cabo de tartaru-
ga e arfim as quaes es fabrtcaates garan-
tero.
Lavas.
Lavas de Jouvin, camurca ede seda bran-
cas,, pretas e de lindas cores.
Penales.
Grande variedade tanto para coques cerno
para alisar cabellos e a barba, ditos para
acregacarcabellos, sende de tartaruga e b-
falo com pedrinbas e sem ellas, etc.
Port Bouqucls.
Muito lidos port bouquels com cabo de
madreperla, proprios para casameotos, bai-
es etc. efc.
S!eovafl
Finasescovas para roupa,cabello, chapeos,
unbas, deales e para limpar pentes.
Abotnalurr*
Lindas aboluaduras para cblletes, punhos
e collarialtos.
Perfumarlas
Finas e de todas as cualidades e des me-
lbores pe fumistas at o presente conbe-
cidos.
Collares de Royer
Eletricos magnticos, contra as coovul-
. s das cranlas e facilitar a (lentir.o das
mesmas. Ja tao conhecido os prodigios
desto, collares anodinos que nao ba quem
duvide de seus efficases effeitos, e o' Vigilan-
te, sendo recebedor destes collares, ten>
sempre grande quanlidade em deposito, isto
s na loja do Gallo Vigilante, ra do Crespo
4 AtillA BRANCA
Per conbecer a influencia que costoma haver
em todos os aonos, por esse tempo, e per vero
qoaoto se desenvclve e appora-se o bom gosto ea
Peroambaco, ella que tem sempre em vistas agra-
dar, e sinceramente bem servir a sua boa fregu-
tia, anteeipoa-se em nandar buscar es differeotes
objeetos de gosto e fantasia, que agora mesmo aca-
bara de chegar.
Que a loja d'Aguia Branca, com especialidade,
onae primeiramente se encentrara quaesqu-r des-
ses objeetos de novia; de e moda, Isso esta' geral-
mente reconbecido; mas~ain ma como por dever selentifi.-ar ao bello sexo, em
particular, e ao respeitavel publico em grral, sem-
pre que como agora, reetbe os imprtanles objee-
tos qoe abaixo meociona, e por mais essa vez ella
toma a liberdade de pedir a atteoco das Exrn**
apreciadoras do bom, para os oovos e bellos orna-
tos que formam um lindo e rico loiilet
Nao certameole com urna mal aparada penoa
d'Aguia, que bem se pode descrever o bom gosto s
desemperno de taes obras, sim, a propria intel-
agencia d'nraa excellentissima, que bem podera'
apreciar o alto grao desses perfeitos objecto?, tal-
vet os primeiros que nesse genero lenbam vindo
ol nosso Pernambuco.
A Agola Branca, fara' apenas conbecer os ob-
jeetos de que se coropoem estes dovos e belles or-
natos. Em nm bello cartao ve.m hbilmente arrab-
iado, urn moderno cinto de fila de setim ou acba
roalotado da largura de 7 a 9 pollegadas, nm bel
lo leque de madreperola, um par de lovas de pel-
lica, ramos de finas dores para o ceque, peito,
goarnicao para asluvas, etc., etc., e finalmente
urna almofadlcna de setim com aromaUcas pag-
inas em p.
Alem disso
Eslo era ordem do da as novas e bellas trancas
de fiua palba de Italia, e onlros difierenies enfeites
da mesma qoalidade e propnoa para vestidos de
las, ebapus de senboras e meninas, resta someote
que os pretendentes comparegam na loja d'Aguia
Branca na roa do Qaeimaou n. 8.
Bolsas para cacadas.
At bolsas para cucada, aguia branca receben e
pretende vende-las, baratamente, c m tanto que os
apreciadores da caca deixem flear um par a agota
branca da roa do Quelmado o. 8.
Caivetes fixos ou ferros para abrir latas.
Vendem-se na mi do Qoeimado loja da agaia
branca n. 8,
Bons espartilhos.
A agoia branca roa do Queimado n. 8, rece-
ben novo sortimento de bons espartilhos e eomo
sempre vende-os por precos eommodos.
Jal o Cesar Pinto de Ollveira, preten-
do muito breve retirarse para Eorcp,
vende seo armazem de fazeodas todas no-
vas e* de prompta exlraccao por serem
qnasi todas melazas e baratis, e qoe aiun-
dendo as dilB -aldad'j do cambio e des
pachos da alfaodega, fat conti ao com ra-
dor aproveitir. O mesmo pede qoe las
pessoas de quem credor, tebam a bon
dade de qnactj antes saldvrem seus debi-
to, o mils tardar at feveretro do crtenle
asno.
Coollnua mesma liquidado at vender
o rxe-xo e-labeleeimenl.
Roa da Imperatriz n. 28.
Chitas francesas de multo bom pao e
de cores fizas a 360, 310 e 280 rs. o co
vado.
Chitas ingieras de core* Oas, padres
francezes a 500 rs. o covaio.
Percalas com Modos desenbos de 5C0 rs.,
aoje vende-se a 400 rs o covaio.
Gassas francezas de cores seguras, que
pelos padrdes cbamam organdys, tazenda
fina a 280 e 2iO o covado.
Corles d'. cambraia de cores com C va-
ras a ?4500 e de 6 e mela varas a 3$000
Bnliiauiaa de flores miudlnhas de 720
rs. o cevado, hoje se vende a 560.
Pil de seda preta com fl Tes miodas
multo superior a IJOIO o covado.
Pil de llnho liso a 750 rs. a vara, ela-
borado com llorsinba a 900 rs. a vara.
Velndo pre-o de superior qualldade a
5000 e a i000 o covado.
L neos de eas>a estampados, grandes e
de boniias cores, que sempre se vendern
a 4060 a dozia, boje se vendem a _|o.'0.
Lencos branco de cassa, fiogmdo linho
proprtos para alglbeira a 400 e 320 rs. e
por dozia 41000 e 31500, e cblnezes com
barra a 3,1600.
Lencos de hnbo poro e moito finos a
SCO t 640 rs., e a dotia a 51000 e 61000.
Metas para homem mono encorpadas
americas de 61000 ra. a duzia, agora se
vende a 41500 e opar a 400 rs.
lir.vatiuhas de seda moito boa fizenda
a 500 e 320 rs. eada urna.
Cortes de calcas de ganga (raneeza a
11000, e o covado a 320.
Bhm branco de linho puro a i800, ,
11500 e HiOO a vara.
RoDta feta nacional.
Paletots escures de esfrauque, muito ,
bem eiios a 31000 e 215C0.
Ca.cas db casemira a 81000.
Paletots a t21U00 ; roopa feita de ro-
mem e de meninos de diflercntes qualida-
des e precos razcaveis.
ODjeetos de candieiros a gaz.
Candieiros a gaz dourados a 10000 ;
de cristal a 61000 ; simples sem globo a
3HXX) e ?510 e lampanoas a H600; bo-
cats de diffcreutes nmeros e quaiidades
a 500. 8C0 e 14000.
5,000 chamiiis em liquidacao a 320,
g 400 e 300 rs.
Estas chamices garantidas pelos me-
lhore fabricantes da Europa, tem a van-
* tagem de serem a maior puiie de crystal,
''A; e que pela sua boa qualldade tempera
atoram e resistem a urna luz rdeme : s
se vendem na roa da Imperatriz n. 28,
cada urna a 320, 400 e 500 rs., e por du-
na tem a batimento de zO or cerno.
5
WfU
Entrada geral raa
RESTAURAN! A LA CARTE
larga da Rosara a. 37 e tara familias roa
e_treita da Rasara 4 A.
p.. rirridn k Hermano, proprleUrJos deste grande estabelecimento, com a ebegada da
^^^^S^^^^*^^^*^^1^^^ qaeseacbam outra vez
9 1S_il?_!iS .einsos oor ver todos os seos parochiano, taoto da praca eomi
Z^T^mXVXX^molo^m^\ parsauafazer a sua lllostre eoncer-
_t_^Mr_!_-_^_2L!^^^ *"08 k'p>o-
Europado p Jw^te-i o pr. ~^^riZ"-^ pa'rochiano, tanto da praca eomo do mato e
0n"?SBrpVopSo^mU inda *Sm nar s.ti.fazer a su. i.loslre
reneia. Os hospedes aebario toda eemtnodiiade
,0M8UHa sal. para Wtor. de Jornaes naclczwse eelrangelros, na mena sala ha-nn. mainlleo pian.
9m "cSitse a mesa redonda a la earte e manda-sr i demleilios.
Os vlohos mais floos do mercado acbam se no estabelecimento.
A' notte ka aorveM e relreseos, cat, efia" e cboeolate a toda I bora.
Son
a ooo rs,
-Vende-se manteira inglesa flor a 800 rs. a libra :
na travessb do pateo do Carmo n. 9.
Vende se urna arroacao nova, propria para
qualquer negocio, principalmente de moldados,
por barato preco : a tratar no paleo do Carme u
mero 5. _____^^^^
Vendem-se doas iioottas e cravas com bab -
lidades, sendo orna deltas propria para aigoma
moca soltelra por ser rec hida : a tratar oosCoe
lh(,8, raa dos Praues b. ti
ENGENHO PAO DOLEO'
Tasso Ir raaos vendem este engenho de sua
propriedade, ou permutam por predios nesta
praca; o ayial monote e correte, com 2
carros, 13 bois de correia; 0 burros, 6 bes-
tas e 12 cavallns: eom urna pequea safra
de 1U00 a 1600 paes de assucar para o
anoo. Nao poilendo alcaocar preco razoa-
vel, tambem n5o duvidam fazer nm arrenda-
lsto mais do que pecuiui-ha a 2sfl0.
Cbales que se venoeram a61, se vende a 21
por ter grande quantidade: na rna do Rosario
n. 22 loja do Vuno?. ______ _
Para acabar
Vendem-se saceos com fariob de mandiocaie
21500 a 51. assim como* saceos eom feijao por
baraUssimo prega: no trapiche bario do Livra-
melo no Porteo Matos o. 15.
" "f***010 Pe' ten,P qne setraiar, ou dar so-
ciedade a quem entender do trafico de en-
gento e techa pelo menos escraratura para
16 enxadas.
Tambem, se ennvier ao prstendente, ven-
dem e engenho coutigoo denominado < Har
monia >, aogamei te Cova da Onga o
qual est desmontado, mas ptima aorjui-
sic5o pelas suas matlas e grande cerrado pa-
ra pastos de animaes. Faz-se negocio para
entreg j o referido eogeobo com a safra
que resta par tirar, ou em malo, conforme
melbor convier ao preteudeote.
Francisco Jos Germann
|RA NOVA N. 21,
acaba de receber um lindo e ma-gnifleo to:
timento de oculos, lunetos, binculos, do n
timo e mais apurado gosto da Europa e oci
los de alcapce para observaces e par i
ataritiroos. _____________________
-Grande novidade para
festa
Ka loja] do Pavo rna da Imperatriz p.
60, de Gan-a & Silva,
Modernas poupelinas com paiminhas
bordads e qoadros, covado a. .
Hojerntsslmas lazinbas coro pal-
mas, salpico?, qoadrrs, lisias, ele.
etc., covado, a 400, 300 e........
Lindas loas com listas de seda, co-
vado, a 560 e....................
Verdadeiro poil de Chevrocrm listas
moderna, covado, a 800, lie....
Pinissimas' muselinas de core?, eo-
vado, a.........................
Bonitas sedas de cores com 4 palmos
de largura, covado.a.............
Grosdenaple aza!, ro?, lyno, elnia,
etc. etc., covado, a..............
Modernas cassas com listas largas,
vara.a 6i0, 720, 800 e...........
Modernissimos organdys de cor, vara,
Organdy largo, cora lista e qoadros,
vara,a........................
Corles de organdy com lisias bran-
cas e de cores, leodo 8 varas cada
corte a.........................
Lazinbas de urna s cor maibisadas
covado a.......................
Cortes de cambraia branca bordada,
sendo neste genero o mais rico que
tem vin Jo ao mercado...........
Bonitos cortes de sedas cores claras a
Bonitos cortes de phactana a.......
Cortes de organdys listados com 10
varas, a.....................
Fil branco bordaoo, sendo de meia
largura, vara, a..................
Bonita fazenda branca para saias,
tendo pregas de nm lado e tam-
bem bordada, vara a <1. 11380 e
Picas saias bordadas a 61000, 81 e
Cassas de orna s cor de flores, cova-
do a...........................
Ollas francetas muito Onas, sendo de
listas e Gires, vara a 500 rs. e cc-
vadoa..........................
Modernos punhos com golloras, sen-
do de esgnlo de linho, bordados,
braocos e de ores a.............
Modernos manguitos com gollinbas a
Reos corpinhos de camhraia mnilo
bem enfeitados e bordados a 81 e
Saias econmicas e escoras, para
quem fr passar a festa fra a...
Chales Isabel
6$<>00.
Cbegaram os mais lindos chales de mine de
todas as cores com urna bonita e larga renda de
lao em toda a volla," sendo oeste genero o mais
lindo e mais moderno qae leem vindo ao merca-
do e vende se pelo barato preco de 61000. u
mele na loja e armazem do Pavao, -
peratrfz v. 60, de Gama & Silva.
No armazem de faztndas de
SqjUot Qoelko, ra do Quei-
mado n 19..
B_a e barato
Lansinhas Poil de Chvre a & ocovaflo.
Madapolao entestado a 80 a peca.
Cambraia de cores matrsadas finissmas a
800 a vara.
Idea brancas transparentes finas de 4,
15000, 60,70, 80 e 90000 a peca com tO
jardas.
dem branca Upada de 80 e 90 a peca
com 12 jardas.
dem branca franceza muito larga a 90 a
peca com 8 varas.
Bales de 35 e 40 arcos nesgados para
senboras, a 40500.
dem de mursulina nesgados a 50.
dem de crochet a 50.
dem de mursnlina para meninas a 30 *
30-M.
Saias bordadas a 50.
Cambraias admascadas para cortinado
120 a peca com 2o varas.
dem para forro a 30 a peca com 10 jar'
das.
Cambraia de linho muito fina de 60 e 90 a
vara.
Madapoles finos de 60, 70, 80, 90,100,
110 e 120 a peca.
Platilha de algod3o superior fazenda para
saias a 30200 a peca com lo varas.
Cobertas de chitas de ramagem a 26o*.
Lences de bamburgo fino a 25400.
dem de bramante moito fino a 30200.
Pannos adamascados para cobrir mesa s-
10500.
Guardanapos de linho adamascados a 40
a duzia.
Atualhado adamascado com 7 1/2 palmea-
do largura a 20 a vara.
dem adamascado de Imtao com 7 1/2 pal-
mos de largura a 30 a vara.
Algodao enfestado com a mesma largura
a I01oo a vara,
dem trancado dealgod5e a 10600 a fara.
Toalhas alcochoadas de Dbo lisas a 110
a duzia.
dem de algodao felpudas a 130 e 140
a duzia.
Colchas de fostSo a 60.
Lencos de cambraia brancos finos a 10800,
.0 e 205oo a duzia.
Leogos de cassa finissiroos a 30200
306Ou a duzia.
Fil de linho liso a 800 a vara,
dem com salpicos a 10ooo 3 var
rosdenap!es preto bom a I800, 20
28oo o covado.
Morantique preto superior a 208oo o co-
vado.
Flanella de todas as cores a 800 rs. o co*
vado.
Tarlatana de todas as cores a 800 rs, a
vara.
Bramante de linho com 10 palmos de lar-
gura a 25oo a vara.
dem de linho com 5 palmos a l_oo r
rara.
dem de linho com 3 1/2 palmos a 800 a
vara.
Riqusimos basquins a 250000.
Assim como outras muias fazendas qce
se vende por menos que em outra qualquer
parte, e d-se amostras de todo,
Bal5es de 2o, 25, 3o, 35, 4o e 5o arcos
para senhera a 2#, 25oo, 30, 35oo 40 e
50000,
Ditos de 25 e 3o arcos cora mollas a 50
e60.
Ditos de murculina estreitos a 60.
Espartilhos finos a 60.
Percalias finissimas a 4oo reis o covado.
x
561
801
I02W-
2100!
11801
OW
ilOO
10001
410ti
Mjooe
281000
iOoa
. 60001
64
11601'
lOjOOfj
J4t
30f
llOOf.
21300
100001'
20800
Bula* rnssianas, prrneiras e roeias pernera? no-
vamente thegadas, da meihor qualidad qre (eraos
visto, no ?matea do vapor rna Nova n. 7.
LUVAS
Novo scrtimeni de luvas de pellica de Jcnvfo,
brancas, prttas e de oulras bonitas cores para ho-
toens e senboras; no armazem lo vapor roa Nova
n. 7.
A os agricultores
Saunders Brathers & C. acanam da receber
le Liverpool vapores de forea de 3 a i cavallos
com todos os pertences, e mot proprios para faze-
tem mov r machinas de descarocar algodao, po
dendo eada vapor trabalbar at com UO serras,
tambem serven para enfardar algodao, ou para
outro qualquer servido em que usara de trabalbar
com animaes. Os mesmos tambem tem a' venda
machinas americanas de 3a a 40 senas.
Os prf.tendentes dirijam-se ao largo do Corpo-
anio o. II.
Vende-se orna casa no principio da rea do
Monteiro n. 49, ponto alto, quatro quart"s, cosiob*
rra, lerrago no fondo com aspenrn, orred:r no
oito com varaoda de ferro a poni de dif, tai-
Ihriro, estribarla, qoarto para prtos chiqu-ir i pa-
ra gallinhas murado com tanque, cacirnl r, m
bomba, quintal ''"O palmos de comprlmento, 70 da
frente, acaba em 20, n > fundo sahtda para o no
com arvoreds de truc lo, chaos prrprios, eacieiroe
para hortalica ; quem o pretender dlnja-se a' < va
da Ixperatriz o. 61, a tratar cun Custodio Uanoel
Goncalves. ^^^ _________________
__ Venda-se o boteqoim da r u-i da Lapa n. 10
muito afreguezada e coa poneos fundos, convo
aitote a qualquer priocipiante.
Escravo para a guerra
Veode-se uro excedente eterav. peca para e
guerra, baoita Sgnra, serve para algum mo;o de-
signado que qneira dar um sob-iitoto : na toa o
Queimado n. 46, lija de G es & Ba.-1 s.
a' ra da Im-
Cen cuto
Cemento bydraoeo da roeibtr qoalidade para
ediHr.aces D'^gua,tasques, alterte*, agseoiamen-
tos de canos, etc., ero barricas grandes, a 120,
Dito com mam oa romano a 100.
_m porco superior a W barricas se faz ama
dirTereoca do preco conforme a qoolidade :
Nos armazens de Tarso Ir-
mito.
OESSO
Nos ntme_8 de Tasso Irroio^g:
GRADES DE FERPO
para jardius, porteira, ete.
Rw armiie.s de Tass |rnaf8>
3
Veode-se por menos do qoe em ontra jR
qoalqoer parle telbas, tij >toa de alvnu- flgi
ria batida e de tapameoto, fcilos rum
barro doce : nes Ceelhos ciarla defreote S
do hospital Pedro II. m
Si
Chegou afinal
A pomada galopean
para cora rpida e completa dos callos duros.
VKHDK SB RA
Botica e drogara
DI
Bariboloaaeai 4t C.
34Raa larga de Resarie34
noto
Doce de goiaba
veode-se na roa da Cadeia o. 9, loja.
Vende-se orna escrava de 30 snnos de
idade : oa roa da Ponte Velfaa n. 4 4..
Missal romano
Vndese am mls5al romane, todo gnaraecido
de ptata, ecm pouco uso eeui petlVi'-o esia.ic t>ro-
prio para alguma matriz : ea traveesa do Quei-
mado o. 3, l andar, ou na roa Nev loja de st-
lito Ae Ir.aUafo* Jote Ferrer*.


P ILEClYtL


M
*m*Mmtimt**MiUHfr*toMk
OA* Mi
Lonren^o Per ira leudes Guiraaraes, tendo dado balan*
co em raa toja de f izeadas ra da lmperatri* il
72 e 56, fez um grande abatiment de suas fizen-
dae pira poder liquidar com mais brevidade.
rineczas a 2iO, 2S0 e
riflOMMfci
Venile-so ewsas
320 rs. o covail.
Ditas f aoceas Urgae a 240, 280, 320
e 400 rs. i) corado.
Ditas iugleias a i60>e 200 rs. o covado.
Lasiahas para vestidas a 240 rs '
' tarado.
Ven1e-3e
Brilbautiaas de cares a 300.
Vtide-se arbaotinas deeerss para vea-'
tidos de seuhoras e roupinbas para meninos
a. 500 o covado, ditas brancas a 500.
Orgaalis brasea a 1,000.
Veadt-se organdiz branco muito fino part
vestidos de senhoras a 1,5'a vara.
i^uSiXSSS***- a*"*"
Alpacas de cores com flores para vestidos
de suDhora a 500, 8IW, 720 e 800 rs, o
covado.
lUnpa feita nac nal.
Vende-se pditots de alpaca pretos e de
cores a 3 >3uO e 4O00.
Ditos pretus da panno a 54. G# e 8$, di-
tos de aitti.i casemira a 3 dd casemira a 5 e co!e!es de casemira
a U e 335O0.
tadaj>ala)a 4'#00
Vende-se p-cas d madapolao Qno a 4 55, 0.5, 7|, 8, el*.
Pecas de algodosinho a 4,?')00, 54. 6,4 e
7JOl)o.
Cambraias Usas a 45.
Vende se caajbraias lt*as peca a 4J, 8J, 6J
e70.0
Brim p rdo a 5-0.
Vende se brina.-^de com toque de mofo
a fO, GiX 700
Brim branco de linho a i2SO.
Ven lase brim de linbo para caifas a
138D. UQtU.
Coates debi de linho 45500.
V-nde .-e chales Ja fil deluib'o a 45500
e tym. bretanha de linho 53 e 60,
Mi$anibque Vsiide-*e musatubique com palmas "de
se la para vestidos de senhora a 40 Jo co-
vad.), pbantaia com listas de teda a l& e
80) o cavado, sni Iji da Ai ara, mussu-
oa* de cores ,ara vestidos de senhora,
roupa de meninos a 509 o covado, braman-
te de nh'i, bre a iba de linho, brim de co-
res para calcas e oulras muitas fazeudas
que mais logo annuutiaremos que boje nao
o fazemos por falta de tempo.
Cortes de trim para calca a !.
Vende se cortes de brim de cores para
caiga a 1, I540a2,3.
Aviso impar-lai;le
O propietario da* lojas do Ai ai a da ra
da Imj eratrh n. 50 e 72 declara ao respei-
tavel publico e scus freguezes que encom-
mendou um grande sirlimer.t) de domios
de todas as qualidadese vestuarios a carac-;a vara-
ter para as pessoas que gostam de divertir-
se pelo carnaval, pois todos estes artigos
devem estar promplos do flm do te mez em
diante e qqe espera que os seus fregueses
hourem com as suas fraquencias afim ce
Ibes comprar bemfe>tos vestuarios ou aluga-
rem, pota o que se afianza grande quauti-
dale que ex'ste para se escolher, tudo de
bum goslo e preco mais barato possivel :
ra da Imperatrz ns. 50 e 72.
Chitas para cobertas a 280.
Vende-se chitas para cobertas a 80, 320
e 300 o ova lo.
Vende-se alpacas adamascadas para vesti-
dos da seuhoras e meninas a 720 e 800.
Cortes de ganga a 1400.
Liqaida-se cortes de ganga para caigas
de homem a 1/5400 e 1000 o corte..
Bria fi o pa a falsas a 1400.
Vende-se brim muito fino de cores para
calcas de homem, roupa de meninos a 10400
e 16600 a vara, dita branca de linho para
I02SO, HiOJ e f^OOO a vara.
Fioih li holizoa 720.
Vende-se fil de linbo liso a 720 a- vara,
dito de palminb s a 900 e 800 a vara.
Castores para calsas a 2o0
Vende-se castores para calcas de homem
e de meninos a 2oo e 24o o covado, brim
de cores para caigas a 32o e 4oo rs. o co-
vado, ganga de cores a 38o e 4->o rs.
Pil de rhevre a 800
Liq itivsa esta nova fazenda para vesti-
dos de seaboras e meninas por nomo poil
de chevre a 8oo 9oo e 1,8 o covado.
Berrja de lisias a 24#.
Vende-se bereja de listas para vestidos
de senhoras a 24o o covado, e outros mu-
tos artigos que se deixa de mencionar por
falla de tempo, o que b evemente se annun-
ciar para melhorar o pieco lar. fazeadas.
Chitas escoras a 320
Vende-s"e chitas francezas finas escaras a
lio 360 e 4oo rs.
Algodtoe lista e 200 o covado-
Vende-se algodao de lista proprio para
roupa de escravos a 2oo reis o covdo.
La preta a oOij
Vende-se ISasinha preta para luto a 4O0
e 5oo o covado, alpaca preta a 5oo, 64o,
8oo e 44 o co ado, moriantique a l3? dito
a2,5.
C berao de chita a 20000.
Vende-se cobertas de chita a 20 e 205oo,
ditas de damasco a ooj rs.
ifgodo infestado a l0O0.
Vende-se algodes enfestado para leoces
e toalhas a 10 a vara, dito pintado a i#goe
-fnii
PARA ZO INTERNO
0 cordeiro preyidente
Na antiga laja de miudezas a roa do Q
mado d. 16.
Tendo sempre** na dS rqrtarf
ft (rogaeus, umbeiD aio qae
Igoorem o qae i
re>amidamBle .
beciiuenw e tos lw4 fTu ja iVCorte1
rrevdeDte, roa do Queimado a. 18, receben o se-
goiote :
i^i1,*3.6 QIXior" Haie Mliuaara melas,
taoto para seoboras como para meBinar
Leqoee de diversos e moernoa^Oftlos.
piS*Ji2!?.6afcila**o* /iodo
flos tjtoa ffu toja wC
PREPARADOS SIMPLES,
...., Xarope de jurubeba garrafa......... U
V.nbode I,
Plalas de vidro......... 106oo
Tintura de 64o
Extractu. hydralGOolito de jarubeba l^oo
PREPARADOS CPMPOSTOS.
Vinho de jurubeba ferruginoso garrafe. 20ooo
Xarope ^f^



.
24ooo
64o
64o
20500
i
Oleo de jurubeba vidros....
Pomada de pote......
Emplastro > fibra. ...;
PARA ZO EXTERNO
A alUJIUBEBu./
Esta plantar hoje reconhecida- como o raais poderoso tnico, como mu nm
lente desobstruente, e como tal applicada nos engorgitamentos do fijado e bZn 11
bepatites propr.amente ditas, ou ainda complicadas com anaiarohas, as inflammarn>
subsequentes as febres miermitentee ou durezas, nos abeessos internos nos tmE
pecialmeote do tero e abdomen, nos tnmores glandulosos, ua anazarcha as hvdronT
aas, erys.pellas; e asaociada as preparages ferruginosas, ainda de grnde SS
as anemias, chloroses, faltas de meiistruagJo, leucorrheias, desarranjos atnicos do t
mago, debdidade orgnicas, e pobreza de sangue, etc. coicos oo esto-
O que dizemos affirmam os mais distiactos mdicos desta cidade, entre os roaos
podemos citar os lllms Srs, Drs. Silva Ramos, Aquino Fonseca, Sarment Seve Pe!
reir do Carino, Firmo Xavier, Silva etc. Todos elles reoonhceem a excellencia dS ni
deroso medicamento sobre os demais ate boi? ronhecidos Dar todn r ma.? !^o
tanto que lodosos dias fazem d'elle applicacSr.
para todos os casos citados,
Apresentando aos mdicos e ao publico em geral diversos preparados da jura-
Deba trvemos por 8m genera.sar mais o uso d'este vegetal, fazendT desapparece a
repugnancia que ate hoje sentiam os doentes de usar dos --3---------=-
--S preparados empricos d'elle. o
mais dasvezes repugnantes a tragarem-se, e que tinham aindaa desvantagem de nac
ser calculada a dose conveniente a applicar-se, o que torna muitas vezes improficuo um
medicamento, quepodenaproduzr ptimos resultados.
La;zils n 280.
Vende-se lanzmbas estampadas para ves-
tidos de senhora a 28q e 3io o covado.
Chitas adamscalas a 440.
Vende se chitas adamascadas para vestidos
a 400 e 44Q o eOfido.
Meias para howeai a 4400).
Vende se mois para homem a 4^, 50, e
para senhora a 65. b-i e S0%O a duzia.
G anle pc-liircha.
Saias bordadas para senhora a 30500, 40,
et0OO.'.
Organ !y de cores a 40000.
Verde-se organdy de cores para vestidos
da sen^ra e ceoinos a 4'.'0 e 500 rs. o
covalo.
Politols de alpaca a 30500.
Vende-se palitots de apachas de c^res e
branens a 30500 e 4<50 O, ditos de meia
caemira a 350;> e 40; cateas de brim
pardo a 10'OO e.20000.
Ar.ra es; liquidando
chitas miudas a 100 e 200 rs. o covado,
C3.sas miuJas a 240 o covado.
Lans hrancs finas a 50 rs.
Vende-se lan-inhas brancas com palmas
de cores para vestidos da senhoras a 500
500. 2 e C0 o covado.
Aberturas de algodosinho a 4000.
Vende-se aberturas para i ami-sas a 400 e
5 0 rs., (utas ticas de linho a 10000.
Lindos cortes de la de barra a 80OCO.
Vende-se indos cortes de la de b na a
8, 100 el20i00.
Espartanos a 50OCO.
Vende-.-e ricos espaitilhos para senhoras a
50 e 600'O.
Alpacas de cores a 64o.
Vende-se alpacas de cores para vestidos
de senboras a 64o e 72o rs. o covado.
Cortes de gazineta a 10ooo.
Vende-se c 'res de gazineta para caiga a
10, l2ooe 104oo.
, Ca-gas de meia casemira a 30ooo.
Vcnde-se caigas de meia casemira de co-
ras -para borneas a 30, palitots de panno
preto a 50 e 60, caigas de cazemira lina a
50 e 60.
NOVIDADE.
Vende-se urna armego propria para qoal-
quer negocio.
L3as escossesas a 27o
Vende-se laas escossesas de qnadros para
vestidos de senhoras e de meninas a 28o e
32o o covado.
Lengos de seda a 7oo.
Vende-se lengos de seda de flores a 8oo
caoa um para acabar urna grande porc5o
i que tem na ra da Impera:riz n. 56 e 72.
La siiilna com listas d5 seda
Vende-se lasinhas muito largas com lis-
tas de seda a 10 e 8u0rs. o covado, ditas
fina a 5t.O o covado.
Cortes de casemira a jJ$.
Vende-se cortes de casemira *de cores a
20, 30 e 40, ditos de casemira preta para
caigas e 30, 40, 50, 60 e 80.
Sedas de c c a 19499.
Vende-se sedas de cores fixas a 10400,
10600 e 20 o (ovado, grosdenaple preto a
10&OO, 20 20500, ditos de tedas as cores
a 20 o covado,
Osnossosprepados sforam aposentados depois de havernaos convenientemente
lo a jurubeba, fazendo as experiencias precisas para bem conhecer as propriedades
nentosas desta planta em suas raizes, folhas fructas ou bagas, e a dose convenien
ea applicaelo, fondo alm d'isto procurad) levar os nossos preparados ao maiorcro de
tperfeigo P^^P^f < ^ poopimos esforgos, n5o nos importando o pouco lu-
Por tanto os que se dignarem recorrer aos nossos preparados podem ter a certeza
de que elles offerecem a garanta, de qne se pode encontrar a prompta e infallivel cara
de ana que dos soffnmentos, aue de.xamos innumerados, se forem em tempo appcados
tendo alemd'.sso, medico ou doentc a vantagem de escolher as nossas variadas nrena
rages aquella que melhor Ibe pode convir,Kja pela fcil SS^pSSX&
das molestias, id.de, sexo, ou ai oda natareza de cada individuo puc^ao
mn,flofiS D0SSaS PreParaC5es[f?rru2QOsas s3 'tas de forma quesetornam completa-
&2S&3SS& T>porqM procuramos os "-^de ferro S^
nmh.har! aqKe"eS qae m?S tncosam jurubeba, e saberem a applicacSo de nossos preparados, destribuimos gratuitamente
em nosse deposito um folheto. onde tratamos mais extensamente d'esta Dlanta e dos we*
tos preparados, v u"a u r
Deposite geral de todos as preparados
Botica c drogara
34Ra larga do Rozar34
tefttue? $"DPI" eenfeIlafl0S.el doBe0U.SSQ"^!X,0has,,,S0' P10UlJo ao-
cioaa-los seria baituta entadonho. e se ven-
de e dtU ioji d*a..udou do Cordero Prevl-
dtftti ra do Queiojoo b. 16
h Na faltamfore,
O Cordeiro Previdenie roa do Qaeimado b. 16
tem coosUale-ueBie aa lindo aortimento de 0
Das e booiUs flor, por isso guando Iguma ba.
Wlidosa joveo qoiaer preparar gualquer eoteite de
bello orto deve logo lembrar se qae ba diu Jeja
do Cordeiro Prerdeote^ roa do.Queimado a. it,
aio faln flores.
Para alvejar os dente.
O cordeiro aravidete a raa do Qaeimado a. 16
receben do bem ejoneeide fabrieaute Joob Gos-
nell k C. ama ptima qualidade de-ps para dea-
tes aromatisados com cantora qne realmente tem
oioreeido todo ccoceito pcrqae nao s almeja per-
teitamente os denles come lambem eooserva-os
sempro o otelbor estado de perfeleo, assim pois
queiraas rir comprar ditos pos na mesma loja
4o Cordeiro Preideoie, roa do Qoeimado n. 16
BofeUe eom pan tas.
O Cordeiro Previdente receben um lindo sorti-
ment de enfeites com pontas para testidos, tanto
de seda como de laa qae combinam perfeitamen
te cora es datos modernos do mesmo formato, par
tssopara poder enfeltar-se eom gosto qoalqoer
vestido*rdtpeosael comprar-9e--dtles enieitec
na mema io]a do Cordeiro Prevldente, a,-rua~do
Qaeimado n. 16.
Chapellnas de seda
Modernas e bocilas cbapelioas de seda-para se-
nhora receben o Cordeiro Providente raa do Qnei-
Jiado o. 16 e por ser pequea a quanlidade re-
eebida, quem pretender ama moderna bonita
ehapeaoa deve aprecar-se em mandar compra-la
bm dita loja do Cordeiro Prevideate a raa du
Qdimado o .16.
CaIXINHAS enfeitadas.
Estas muito desojadas caizinhas vasias e enfei-
tadas com tost, qae tanta extractad lem tido e
que realmente servem para diversos Bos, exisUro
na loja do Cordeiro Providente a ra do Queimado
o. 16 um completo sorumeoto de ditas caixinhas e
sao vendidas por precos to rasoaveis, que o expe-
rlente fregoex nao objectara' em compra-las em
dita loja de miadezaa do Cordeiro Prevideate a roa
do Queimado n 16.
PONTEIRAS E CHARUTOS.
O Cordeiro Providente, roa do Qoeimado n. 16,
(em um boro sortimento de finas pooteiras pan
baratos, sendo Usas e com figuras em alto rele-
vo ; e para que os seus fregaeies nao se Incom-
modera em comprar charutos em algamas das lo-
jas de charuieiros, receben tambera um bom sortl-
mento de finos charutos do afamado fabricante
Furtada de Simas; assm, pots, eneontrarao os
apreciadores uro bom sortimento na dita loja do
Cordeiro Previdecie, roa de Qoeimado n. 16.
A loj t do cordeiro prevideate
Ra do Queimado n. 16.
Nella acbaro os pretenderles um grande e va-
riado sortimento de perfumarlas finas, tanto ingle-
aas como francezas, seiido :
Finos extractos para lencos.
Baobas e pomadas para cabellos.
Oleo pbilocome e baboza para dito.
Pos bygiemcos para denles.
Uilos campburaus para ditos.
Opiata ingleza e fraoceza para ditos.
Pacotas com pos de arroz.
Vasos de porcelona par ditos.
Sabonetes para mo e barba.
E muitos outros objectos qne serao presentes
ao comprador qae se dirigir a roa do Queimado
a. 16, loja do cordeiro providente.
Baoifeijas pequeas.
Fabrica e fudico de troz
tros mttae8t caldeireiro,
>>*ituada
t$ na
fmlade
latoeiro, e funii
na Soledade, n
ciptn. 3, t com
ra Nova n.
FaTjrifaawse nrjsre nu penante ealabclorj
ment todas as obras concernentcs as artes
respectiaas como sejam:
Alambiques de todos ee tasaanbet es
feitios, os mtii ecradllatfoa apareHjwae.
Derosne com as dimengoes delicadas dos
fabricados em Franga. .
Fabricam.se avulsas qwaesqoer peca des*
aparelhos, eomo sejam o dilatador, ratfief-
dor e condensador, ou esquenta aarapas,
resfrlador, serpentinas inloriores.
Fabricaiii.se bombas de todas as dimea-
gaes e qualidades, pelo systema fraBsec ou
americano, simples, de pressSo, repnxo, e
com especialidade a tace rio \aZim-p
nominada pelo enorme Yolun* de agua
que absorvem ealculada em 400 pir^rwp
hora, e das quaes algomas estae proBDUsa
serem experimentadas. V h*
Existem bombas por este systema me-
nores, para regar sitios, garantindo-se nle
86 a sua dorag3o como a grande qoaotidade.
de agua que foraecem pelo que sao coM.de-
radas hoje as primeiras bombas conaecidas
Todas as raais obras se fabricara i vonta-
de dos freguezes e a sen capricho.
Existem sempre promptos no deposito inr
dicadona ra Nova n. 38, um completo sor-
timento de obras solidas, bem construidas e
a pregos rasoaveis, como s3o alambiques,
serpentinas, taxos, passadeiras, repattidei-
ras, escuroadeiras, cocos, caDdeias, e muitos
outros uteacios preprius para engenbos,
como sejam mancaes de bronze, parrfoams
para rodas de agua e outres.
Cavilhas, machos para lemes, Jfrejos da
todos os tamanbos e para o forro 'de cobre
de navios.
Aprompta-se tudo quanto diz respeito as
obras de latSo torneadas e polidas com toda
a perfeigao.
Vlvulas para tanques de banho, torneiras
de todos os tamanbos e qaalidades, assim
como todos os ornamentos para militares,
botoes para farda, aparemos para barretina,
nmeros, espheras, espades, cornetas, alam-
padas turbulos, caldeirinhas, &avetas, almo-
farizes, perfumadores.
Obras de folhas de flandres de todas as
qualidades, bahs, bacas, bules e outros
utencilios domsticos.
Lampioes para gaz para engenhos, folha
de flandres em caixas, folhas de cobre e la-
to, tubos de chumbo para encanstenlos de
todas as dimengoes, folhas de zinco, estanho
em barras e verguinha, lances e barras de
chumbo, vidros finos para espelhos, de co-
res, bordados, e opacos, e outros para v-
dragas, diamantes para cortar vidros, cadi-
nhos ordinarios e de patente, rea para mol-
dar, folies para ferreiro, lavatorios com ba-
cas e jarros, trra podre e outros nmeros
objectos proprio de taes eslabelecimentos.
Sendo todas as obras inspeccionadas e
fetas sob a direegao do socio administrador
Jos Baptisla Braga o qual se acha de novo
especialmente incumbido da gerencia de tSo
Vendem-se na roa;do.Qaeimado n. 16. floja do ["aportante estabelecimente, isso omara-
rantia pela sua longa pratica, que tem os se-
nhores freguezes de que serao s-ervidos a
contento, com promptidSo e prego commo-
do, pelo que os propietarios lbe serao agra-
decidos. ^
xT*ni f' 36, ltna Vivlonne, l>
MU FABRIG4 DE CHAPEOS
DE%
eordeiFo;previdente.
f,harn tos
da acreditada fabrica de Jos Furtado de
Simas.
Vendem-sejna loja^doicordeiro prevldente a roa
do Qaeiirado|o. 16
GRANDE BAZAR
RA NOVA N. .0 E 22
DE
Manod Moreira de Souza
RITA \OVl M. 4.
meninos evV10irr^lec!meD, ba,nm comt>le,0 sorliBlento f chapeos para borneo* enhoras
meninos e veude-se por meaos prego do que em ontra qoalqoer parte. "* -ennoras
Basqoins pretos a 145.
Vende-se basquinas preUs de erosdena-
ple a 145, lti5 e 205.
Brim pardo a 400 e 500.
Vende-se brim pardo de linbo a 400
500 rs. o covado, fozenda muito Iba.
Bramante de algodao e linho, brim de
linho pardo e branco, e oulras moitas fa-
zondas que se torna enfadoobo mencionar-
Ihe e muitas qualidades que avist do com-
prador vera' como a Arara vende barato.
Casemiras a 25000,
Vende-se cortes de casemira para calca a
25 6 35000,
Cortes de casemira prela para calca a 35,
35500 e45-
Liquidado de cortes de cam-
bra la a 25000.
LiqaidsgSo de cortes de cambraia com
barras de co.es a 25, 25500 e 35000.
Eival sem segundo
fsl qneimando (ada qnaote tem em
seu estabelecimente de miudezas
ma d Qu imada a. 49.
40
60
2 0
. A vista taz t.
Unas com mano superiores obreias a...
r"itas e cordSes para espartllbos. faienda
boa a................
Carritets de liaba Alexandre com 400 ar-
das a .............._
Dozias de meias croas muito boa.'. 1 '. '. 4Oi*
4o; o
16(1
10
25:to.
280G
24'
560
ISTIAS 00 PEITO
Aviso Importante.
O3 aicos v^rdadeiros xaropes de bypophospbi
tos de suda, de cal e de ferro do Dr. Cborchill tra
zero a rma quairo vazes repetida deste sabio ro
dico'sobre o subscripto e a marca de fabricada
SKtCla SrnB'.12, rua Castlglione, Pars
Acba-se a venda em frascus quadrados com o no
me do Dr. Cbarehill no vidro. Prego 4 francos eOi
' Com Iastrocc&o
Venda
Pars
Attenco
l>s MaraCjatfa, tero para veedor <-m sea
ou arrendammto.
Vende se por prego raioavel, dlnbeiro 00
a praso, conforme se ajostar, ou se arreada o m
geobo Jaboatiozlnbo, raoeote e eorrenie, sito na
comarca de Santo Anto, com terreno suficiente
para safrejar de l.fiO a 2,000 paes ananaes, todo
o terreao mui frtil com bastantes vaneas, todot
os partidos esto eocapoelrados, Ui asacar de
mano bja qaalidade, e em tudo muito manelro
tem boas sitos para iavradores, um grande cerca-
do, duas ca?as para morada e diversas para mo-
radores, t >das cobertas deaelba, sepiala, casa de
rarmha, otaria e forno, casa de engeito muito
grande, com casa de forjar para 800 mil pes,
casa de encanamanto moite espacosa com os cal-
fIanrc8hTlpar* <,eP!,0< ncar aecco, don?
h ul, 5,S para seec,r SSIM:r. eoni e
rV^f P*r* as5eotar nm ''lacio, moenda
Jftl agQa I""1*", "om assentamente eom
as tai precitas at para faier relame, om Un
,arraeg.
^^opnrior qaalidade
^Rsde Uvaw.
Piafaba.
Resmas de papel almaco paotado a .
anas com 600 phospnoros de velliaba a.
uauas com p.,Jilos de fogo maito boas a .
uroias de palitos do gaz a .
Doria de baralbos franceies a 240C' e '
Latas com superior banba a....."
Prascos eom agua dentiOce a. '.
fraseos com tnperior agua de Cu'logn'e a
400 e .'..........."
Frascos com olee para caberlos a 240 ei '.
Garrafas com agua florida verdadeira a
Sabonetes muito finos a 60, IfiO, 00 e
Mos de bolla maito finos a 200, 240 e .
varas de cordo para espartilbo a '.
Penlei de vollas pra meninas a. .
Abotoaduras de diflereaiea qoatidades para
colletes a......... .
^rtoei de baba branca e de oraB a "
..bra de ara preu superior a .
Mcovaa par* fato, muito lina a 5f 0, 8r0
Varas de franja branca de linho para
toalba a......' .
CarolahhdadedaOBlr'na Cbris,"' ""Mlbor
Llvros de missas abreviadas a *
Chilabas com6 frascos de-ebeiro roorias
para mimos a....... yrrm
""Shff?.fle.aMi pa"br
Caixas eom oolxetes f'rancezes maito sn'te-
riores a.............. po
Meias croas para mecios a 240,280 320
Pares de sapatos de (ranga e tapete a
Ditos ditos para meninos a......" jj< qo
Fraseo grandes con soperior tinta Delez 3*)
Tesouraa muito Cuas para nabas eos-
_ taras a...............
Carrteis pequeos com retrox de todas as
corea a 40 o..-........... 80 *
500
320
l^iOO
3(
32
320

500
20
120
1500
Fundiv&o dAurora em
Santo Amaro
^FkVmUVm de U,,M balidas efundi-
das, alambiques de todos os tamanbos e fundos d.
^SiStT^i de l1dos os ,amaDhas qaalldade, crlvos e boceas de fornalba. e qae tud
se vende por comaiodo preco.
Vapores.
o H^r^n0*!* d*8*aaders Brotn 4 c
o n.utrf m DHeS Proprios para 53^ mover
on quatro maehinas para descarogar algodV
Condecorares.
i i!?aeu'!?'-D0 Vapor ia C.TnaLrr,KeSdeJ2s J- San9lvM Basto
^na,d^CabnD-2A,esquinad. rua
OEPUaATIF
iffiE^!^, I i .T8RAC0ESD0 SU,G
'0.000 curas dat n;p"i>Cii
comtxoti, acrimonia, t ?
erfet,vkioiai ditng%tm
_ na, alteraeon do wfa
. Jeu,n'10 iractamtnio Depurativo
reprendo as minias molestias. .
Es'faropCitrac5fri.::-, -
de OHABLE. cura \m*
tainenteqttalquerpre -a-
rmaxaeao, e(fcHti i
-------- igualmente os /turo* i ora
trancas das ulherM._EsttBjteaolwiKi
trega-se coa e Xarope de Citracto di retro
etn.rr.ld., PMM, qM cgr, ^ ^
POMADA ANTIHEHPETICA
Contra: nai afftccott eutaneat
HMMH.
do Rosario.
larga
10(i
320
commam e soperior, em casa
hfc G., raa da Cadeia-'i. 18.
800
500
40
400
IJoOO
500
Viho do Eheao
eriRrR.Kl9S- Pr pregos commodos:
em^casa de Rrtbe Scbmettau & d, raa da Cadeta
Champanha
r&fia^--eSor:emea8a
Cognac
de Rabe Scbmettau
Machinas para descarocar algodao. domt
Ihor aotor que tem apparecido Da America
E tal a execocao do machinismo, que o al-
godlo sahe quasi to perfeitocomo o debo
landeira. Recommenda-se a attencio do<
Srs. agricultores, estas machinas.
GAZ GAZ GAZ
Chegon ao amigo deposito de Henry Forster
u, roa do Imperador, am carregamento de gaz *
primeira qaalidade,o qual se vende em partidas
retamo por menos prego do que em outr- qa
PICHE
afl^alVE?^TAES DEPURATIVAa
g; CJaav**, cada trasto val actos atado ti m
AVISO AOS SRS. MDICOS.
Gtb emnrrhot, in-it-
ro:'elucl:rt ifriuifit
nerrctai .un ih ..-5-. -
'hmt e loda ai daenem -
do peni,; t coi he ivhdee durte sarape y. Koacct.
tUtaatlM em Par, ron Vfvtrfttkn, e

I
urna
Ur.
A venda na paarmacia de P. Manrer 1
a C, em Pernambuco.
Y2RDADE1S0 LE KOI
4t tiaatBEi, DocUur-kHd*da
Ru n

Shervy de Londres
2*00* pjrior ^. de Rabe Scbmettan &
Fi?P*iaAI',ra C,m -?r- maJr anofll C*-
eaot de Albaqnerque e<6.
Sal do Assu.
A bordo do blata Ocmbatdi, a tratar eom Tasio
irisaos, i
a di
Fermha de mandioca
Teadese farioha de mandioca, ensacada
versos creeos e ma'" barato qae em 00tra pana-
na roa* Grox n. J3, andar, eriptorlo. para
ver ao trapicho do Uoaba,
Aueritr f>**o tti&iHda Baha
1 velra Auvade & &, roa da Croa v7.W
n. 18.
Lmha denovellos
"~ VEHDE-SF
VSt h5acaB*8wo unto a estaco dot tri-
Ibo arbaaos : 4nem a ,ir Dao deliara'de comprar
a trata/na taberna n. 5, ao mea-
-a-
ser barato
lagar
O moiiro de Veneza
Kaa da lafperaeriz n, lo
Vende-se piche ao gaz proprio para
at-phalto, eaiafeto de candas,
asa?albados, assim.como para rebocar
efalernas, conductores d'agna,
etc. *&., em grosso : naabrka do gaz, e
a retalho, do armazem da Bolla amarella,
jtravessa do Imperador.
CBdecoracea
A bem conbeeida loja de jolas de Moreira &
Doarte, a raa do Cahog a. 7, acaba de rereber
porgao de babitos e Jkialatos da ordem da Rosa,
e babitos da de Cbristo de differentes tamanbos
qne vende por pregos mui razoaveis, alm disso
eoatinoa a ter como sempre om completo sorti-
mento de joias dosfosios mais moderaos para as
qaaes coata com o concuo de seos bous fra-
gales. ^
a libra, pede-se
Vfnde
ManteiRa ingleza a 800 e ix ,
. bW qM veabara ,p*ei"ar '^Ci,
Latas
de anetat anrlaanexaa a SOS ri a t>t> m w
ser aefoor a asa
Cera de caraaaaa
Na roa do Qaeimado n. 16, vndese boa cera
de carnauba.
Veade-se tuna reta de 20 aonos, parfeiu
costoreira, engom.nadeira e coainbeira, sabendo
mais fazer doces, bolos e coser de alfaiate : na roa
Jova b._46, 2 andar,
Fio -de algodao da Baha
Mam agT ?- unta:/. if.
Vende m ao eseriptorie de Aaionlo Laiz de 011-
1 veira Azevedo & C, roa da Cruz o, 87.
i
Deposito na pharmaela de P. Manrer i
a. esi Parnamboco.______
Cota superior
Vende-se no escriptorlo de Antonio Lote de Ol.
veiraAzevedo&Crea da Crox a. 97.
~ Saamep viaa^aH,
Vende-se no escriptorio de Antonio lalzlde OH-
SuSESSa.* m**"* n>* 2

HEGfVa 1


III -!

l ,
r ~

'


-
Oa todiMs ttoctrfe*} MMtim
UMaj^L srasca.r^ de {^rm*ro n 8
.^Aynpwiiijh Ofcp>igitoSfcgeWw **
Clarea, Rtyr^nac eiwtotr w querer
isgredus* sfewdadee, porque a famaaVraa
fflac* tK tanto estwdido, e os seus
bkzes rMultffdfts a tal altara elevado,, que
hpje rapa a pesaos qrje por experiencia
prepria, ou por intermedio de seus amigos
pan-ates, ignore oa desconhe-a as vrtu-
m desses sempre apreciareis collares
ftoyer.
k gafa branca porm gloria de concor-
rer pata um tio justo flm, se.nSo por'oa-
rs nodo-so menos por ter sempre, e cons-
antemente ara completo sortimento desses
collares magnticos, que bem se podem cha.
marsalva vidas das enancas.
Resta anda que os seahores pas de fa-
milia se fajam convencer Jde qae convem
nio esperar que as criancas sejam atacadas
do mal, e por isso necessario on eonve*
otete qae eom antecedencia se deite na
enanca om desses collares para assim estar
ella preservada das convrlcoes e se contar
ivre dos rigores da dentlcio.
A agola branca roa do Qaeimado n. 8
: -
titie*M><. an-raraag^
: .-'
frmcipiaro mujo
HA
LO JA e armazem
DO
Kaa. ia.Ivpentrii d. 60
u
rua de Creep* ftll, esquina da ra do Imperador

contina a receber por todos os vapores' ^em^Pa"'" seohor*s*8en<- e,es de n,u no??*S;nl|!ade qU6 ha "t por isso aena-se ella sempre prvida dos-ver-.LlDdo' ciares e voius de vinibo e seda, uinma
dadeiros eolhres Royer eletricos magne- .od.a e ,D,e,ra "ovdade.
MCA. -r^'f c?egar PB.' V**""" Guunnt> wladlsslno sormenip" de fazeol. qae lium os
nossot correspondentes qoe foram as memores, as de mais gostos e noviades qae' encootrarara ero
SiiX,0nS!!^!S!tttmg *precU50 *mpeimt fMM> "t*af,,gS q*b
Rfqolsslmoa corles de seda de cores, com (Indos
mants completamente oovidade.
Liodl.'ficne^-wtidos de cambraia branca bordados
eom gosto.
Ricos basqotaes, primorosamente bordados, e ulti-
ma moda em Parir.
Rlqafssjmas ehapdiow de sed, ptlhii a imacio
e enrolladas om mnito gosto.
ticos.
Novas chapelinas
de fina palha da tala.
A Aguia Branca, a roa do Quelmado n. 8, rece-
ben nm novo sortimento de bonitas cbapelinas de
fina palha da Italia, ornadas com delicadas flores, e
como empre a Aguia Branca as vende por precos
Rap Viajad e Paulo Cordelro
A Iota do cordeiro providente a' ra do Qoelma-
3 n. 8, recaben nova remessa dessas dualidades
oe rap.
recos vantajosos
as nodezag do graode cstabeleei-
mente de s Roa Nova o. 28.
Tendera em grstso e a realho.
litabas novenos, muito superiores, libras sortidas
a ?#t0 e 2,8*00. i
Dita em nvelos, mais Inferior a i#500 e-11800
a diu.
Dita branca em caixas de 50 nvelos a 640 ris
Dita para marcar, calas de 16 ditos a 20 rs.
Dita branca em d'tas de 10 ditos grandes a 560.
Dita em carros de 100 jardas a 360 rs. a doria-
Dita em carros de 200 jardas a I j00 a doria.
Dita em car toes, branca e preta, a 160 rs. a dita.
Rozetas de cores em cana: de duzia. a 11500 a
dita. *^
Gratnpas com caneca de vldro a (60 rs. a dita.
Agniheirrs pilalos a 240 rs. a duzia.
Boi5es de moedinhas donradas e prateadas, para
pondos, a (900 a duzia de pares.
Ditos de madreperola, para camisa, a 500 rs. a
groza.
Ditos de osso, para caiga, a 240 rs. a dita.
Caixinhas com. soldados de chumbo a 120 rs.
Espelbos de moldura dourada a 11400 a dotia.
Peales de laco deurado, para coco, a 61 rs a
dizia.
Collarlobos, ponbes e g ravatinbas de Cbany, cm-
pleu novidade.
Rlqoissimos leqaes de marflm lodos abertot e de
oiiimo gosto em Parla ; assim como de sndalo
madreperola.
Riqalssimos vestimentas de cambraii* priroorosa-
meote bordados, eom lodos os perteaces para
ereaocas se bapiisar.
Rico vestoarios de core, todos completos para
meninos de 2 a 4 annos.-
Mantas de blondo para noivas.
Hoirianilqu, grosdenaple sedas preta, branca
e de cores.
Riquissirocs cintos, oltima moda.
Ricos enfeites para senhoras e meninas.
Lfodissimas ebapelinas de seda e de palta para
meninas.
Riqusimos cortes de fantasa para vestidos de se-
nhora.
Lindos corles de ISa para vestido, novidade.
Cbapeos de' castnr a canotier, oltima moda para a
rapaslada em Parii.
Grande deposito de lavas de Jonvin recebe-se por
todas os vapores grande sortimento. <-
t
nmM w*

. .____Caserairas, cambraias, lias, mosselrnas, precalia?, chitas e nma InCnidade de objeetos qoe
deixamos de mencionar por se tomar,macante.
Isto so na loja do Passo roa do Crespo b. 7 esquina da do Imperador.
TFAS E ESTEI
AUGUSTO PORTO & C.
11Roa do Queimado11
Vesti-los de blond com manta, ramo e capella para toiva.
dem de gorgorSo bordad, s pretcs oara a quaresma.
dem de cambraia branca bordados superiores.
Basqnines de seda para sechora g,sto mederno de 18,51 a 500.
Colxas de seda, ditas de 13a e seda para camas (!e noivas.
dem de crox e toalhinnas de croch para cadeiras.
dem de fustSo brancas e de cores de 55 a 10jJ.
Cortinados bordados e adamascados para cama de 20 a 700.
dem bardados e adamascados para janella de 9 a 200.
Tapetes grandes e pequeos para sof e portas.
Pannos de casemira para cobrir mesas, goardanapos grandes e pequeos, toa-
inas para m3o de lioho e de al^odSo, atoalliado traaco e pardo, pannos finos pretos e
azues, casera ras rretas e de cores, todo por mdicos precos.
Chape inas modernas para seohora de palha e de-crepe.
Camisas de lioho e deaJgodSo nfiltzas e rancezts para hornera.
Mo;r^braoco e preto, sedas pretas superiores para vestidos para a quaresma.
AMA fe SILVA.
o Sr AnL SI*'" a S!,va'*?,Dd0 dissolvidoamigavelmentoa sociedade que tinha com
^TS,1!0!10 mii bUUi COm fim ,e 8purar d,Dbeiro' e diminuir o grande de-
KaX.f?-,r!maSaM,m-coniotaiB -ecebido aHimamenta urna grande porcao
la" 2" "J"' rJ '0gleZKS COino fraaC4"a8' a^a^ e suissas, dando de todas el-
^JJ^^W'irpMk on manda as levar em casa das Exmas. familias pe-
darSSl ?^^'^^esiabelecimentoabertodeslease horas damanha as8
menta nES'01^1 aspessoas *** Degciam eaa Peqoew escala, que neste estabeleci-
3SHfr i?y(AAsmsm08 P^cos que comprara as casas'inglezas, ganhando se
apena* o descont podendo assim faur melbor sortimento.
Tira bordadas c BabadJohos
yoera quizer fazer boa compra de tiras
bordadas on babadinhos, achara om grande
sortimento para escolher e por freco muito
mais barato do que em outra qualquer parte,
oa roja e armazem do PavSo, ra da Impe-
ratriz n 6o,
Fazeodaa para lato na loja do
Pavio *
vende-se setim da Cbioa com 6 palmos de i
argura proprio para vestidos a 20 ocovado,
laaziDhasjiretas lisas, alpacas com listra bran-
ca a 10 o covado, cassas brancas com listras
pretas a 5oo rs. a vara, ditas pretas Usas e
com s, [picos vara a 56o rs. ditas fraocezas
com listras e ramagens vara a 8oo rs., me-
rm preto, alpacas e princezas, mais barato
do queem outra qoalquer parte, na leja do
vio, ra da Imperatriz n. 6o, d F. P.
' da Silva.
PALITO'S DE PANNO A 60
se palitos de panno preto saceos
obrecasacos a Io0, caifas de ca-
preta a 60 e 70, d ta muito Anas a .
0 e lo0, finissimos sobrecasaecs de panno a! i dltas sn,SEas com *ara de largura a
2o0 e 250, calcas de casrmira de cor a 70 e 5' *0^ e 2 ; Da ,('Ja armazem do Pa-
80, um grande sortimento de colotes de toda v5' rua ^ Imperatriz n. 60,
a qualida e e outras mni as quUidades de Cortinado para eassmen'os.
roopas qu" se vendem mais barato do que Vende se um grande sortimento dos me-
ara ootra qualquer parte, na loja e armazem lbores crtnados bordados, proprios para
lo Pav3o, i na da Imperatriz a. 6o, de F. camas e Jane,,a8. pe" b-rat-s precos de!
_do.
Hu do Qnetnano o. 49.
UJ ffe oiidCEttt < j Btgodirto
FHNCIMA O NOVO ANtfO A VKNDKR LvT0
EMM.
Carrilela rom S oitavas de rtlna preto
proprio para machina......... goy
)onas de ajrulha* para maebma...... i{C00
Varzs de babaco Mrdado do Pono a ItjOe JOO
Libras de prejtos franceies gmatts e pe
qornosa249e............ 350
Caixas de Imba para marcar.....
Oozas de itsnura- peqoena.1.......
Hedfs para cabellos o melhor que ha. .
Dallas de peonas de ac wpenot a 40 e .
Caixas de linha do gas coa 30 novel*. *
Caias de palitos de stgoracga a......
Syllabarios e>m esiampjs para meninis a
Lirca Impresos ce rol pr.ra mvpa a. .
Uorlas de melas finas para sen hora a..... ii00
Papis de agulbas balso .......... 60
P-Cas de Olas de Isa entras p^ra vi-id( y 600
bruas de boiSes de looea prateao e de
cor a................ ;^fi
dem sera ser prateado .......... po
t40
480
320
60
too
320
100
-
4#i;00
Em corles de Isa
Vendem-se superiores corles de ISa matizar**
com 15 c< vados, pelo barato preco de it o corte,
isto na loja e armaxtm do pavo, rua da Impera-
triz n. 60,
^uabraias largas a i000 e -1280
a Tara.
Vende-se cambraia transparente com oito
palmos de largura, que facilita fazerse om
vestido com quatro varas, a 10 e 10280 a
vara : na loja e armazem do Pa**3o, rua da
Imperatriz n 60,
Espar tubos.
Vende-se om grande sortimento de espar-
tilhis dos mais modernos: na loja e arma-
zem do Pav5o, rua da Imperatriz n. 60,
Cambraia 30500 rs.
Vendem-se finissimas pecas de cambraia,
bran-'a e transparente, de 30500 ate 100 a
peca; ditas tapadas muito finas, de 50 at
Caixas cera agnlhas de hmco dooi
Caixas ccoj 100 eLvelipts moilo BDos a .
Caixas de papel ami?ade liso e t-antado
a 600 e..............
Resmas de papel almajo mnilo snpentr '.
Resmas de papel de peso ailo fin, a .
Frascos de tinta preta soptritr a 80 e .
Pares de boHJesjiara ponhos muitt IhdU' a
CariCes com linba a Alnaodie ctm 2b0
jardas a ..............
Caias eem foperlor lli ha do caz _DVf"'* '.............. 00
Pacas e garios para ensnoas a..... 240
Maso com ruperlare* grimpos bos e de
caracol a 30 e............
Grozas de p lhs de ayo auilo fi'na's a fi
Bonets oe oleado para meninos a .
Toabas de bobo cem Ulvriniho muito fl
as a...............
Carretela do Imba com 10o jardas a '. '.
tarreteisde linda Alexandre de fuperkr
qnalidade a............
Gravatas pretas e de cores, sopenorfa"-
renda ?.....
240
COO
700
2/80C
00
120
100
CO
800
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a
P. da Silva.

'|90, 100, 150, 200 _e 250000 o par; da-
1 i ,. ----' --------,r.-w- ~^r^..u.v.u j,.w imuuo j-aia a uu.n tama.
Diios de lacos liso, para coe, a soo a dotia.. 8r0' Vw e de diversas cores, organdis e cambraias brancas e de cores e lias de mui-
Ditos duorados, coro flores, 24400a duzia. tas qualidades.
e &iS?'01 mBU b0S P"a a,i8ar'a nm Saias' toalha.s e engo de lioho ricamente bordados.
Dedaes amarlos o prateades, finos, a 240 ra. a
dita.
debeles em caixinhas a 640 rs. a dita.
Ditos em candes a 600, e 900 rs. a dita.
Pecas de fita para coz, larga, com 10 varas, a
800 rs. a peca.
Filas de seda n. 14/,, pecas com 8 varas, a 2G0
rs. a dita.
Cadaeo branco para ceronlas a 860 rs. a duila
de pecas.
Laas de todas as cores, para bordar, a 64500 a
fibra.
Pnospboros de cera, em caixinhas, a 360 rs. a
daiia.
Ditos de pa encerado, sem cbelro, a. 360 rs. a
dom de calxnbas.
Ditos de cera, em caixas grandes de folha, a
14400 a duzia.
Cartilbas da Dwtrfna Chrislaa a 320 rs.
Obreas de corla, em caixinhas, a 320 500 rs.
Sabonetes finos a 800 e 13 a dnzia.
Facas e garphos cabo de osso, fazenda boa. a
24500 a dotia.
Abotnadors finas para toletes, cintos com Ave-
las oe eryslaj, e mollas outras qualidades, polce-
ras de coBta, peotes com pedra* para coques, en-
feites para cabeca, um completo sortimento de per
lomarlas de todas as qualidades. colarinbos, cao
deeiros a gaz, (erragens de todas as qualidades etc.
te ; a roa Nova 11. 28.
Malas para viagens grandes e pequeas, chapjs de sol inglezes e mnitos oatros
rticos todos vendidos por baratos pregos, pois s se deseja agradar e aparar dioheiro.
11Kua do ttacusudu11

camelaba a S0. |masco de l5a a mitajo de seda, com 8 pal-
Vendea-seas mais modernas camisiohas com i mos de argnra, a 40 00 ; Colchas de Cro-
msogoitrs tanto bordados como de presoinbas cgm eb ; ditas de fustSo brancas e de cor : ero-1
^W^^mV^mS^ para cadeiras, sofas, cadeiras1
rua da imperatriz n. 6d, "*u,eH- uo ravao'. de balance para ccbrir preenles, etc. etc,:,
F< cbincha em casimiras a f 606 s o!Da loja e armazem do Pavo, rua da Impe-
Pavo. D- b0>
Vndese nma gradde porcao de casimiras supe-
riores entestadas, sendo escoras e alegres proprias
para calcas, prieto, coletos e roopas para meni-
nos pelo baratissimo preco de 14800ocovado on
a .24800 o corle de caica, grande pecbmcha na
loja e armazem do Pavao : rea da Imperatriz n. 60,
PUNBOS i.OM GOLINHAS.
a 14000 reis.
Vende-se nma grande porcSo de puchos eom
golmhas de esgoiso de Iwho, com os mais lindos
bord*dos peto barato preco de 14000 o terno, di-
tos bordados de cor a 640 rei<, sendo grande.pe
chincha pefo-preco, na rua da Imperatriz n. 60.
M*?StlH-
a 24 o 00.
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N. 64-----Rua da Imperatriz-----N. 64.
ICeva ljavde miadezas e arligos de modas

DE

Lealdade
Este e-tabelecimento a rna da Imperatriz n. 70,
recebe de sna eonta por todos os paquetes trance
zes diversos ohjectos da oltima moda de Parlz,
como seja bonitos coques lisos e enfeitado?, fitas
de sar|a, ditas de seda tsas a borladas de todas
as largaras e de superior qualidade, lindos sapa
tos de merino, de casemira e la, toncas de laa,
muito booites chapellinhos, babadinhos e ntre-
melos com lindos bordados, gravatas de seda pre-
ta e de cores para hornero e senhoras ; as verda-
deras lavas de Joavio brancas e de cores muito
benita?, carleiras de diversos felios e lmannos,
meias de mnito boa qnalidade, para homem, se-
Dbora-s e meninos, om lindo sortimento de bicos,
espartilhottoocadores da Jacaranda' de diversos
laruaohos, Blas de velado, trancas pretas e de co-
res, lindos enfeites para vestido?, cilos de diver-
sas qa?lidades muito bonitos, albons, abotoaduras
para rolletes, la para bordar de superior quali-
dade, nma ioSmdade de bonitos bringuedos para
crlaocas, as meihdres perfumarlas de Lbiro,' Pver
e C ni.:rai sociedade Hygenica, immencidade
objeetos qoe deixo de mencionar para sao se tor
Bar masssnte, tudo por pre;os muito co. modos.


SILVA>& NEVES,





m
Os proprietarios de?te novo estabelecimentj oflerecem ao respeitave
||W pobhco desta bella cidade, e do interior om lindo e escolhido sortimento de
*g|v miudezas e arligos de moda?, concorrendo para isto o terem na Eurona, pes-
^w soas habilitadas a executarem suas encommetdas no que houver de mais no- w
( vidade e gosto, e Karanem vender pelos precos mais rasoaveis do que em ^^
outra qualqoer parte apar de maneiras delicadas e sinceras. gffj
Acabam de recener pelo vapor francez Guicnne, os seguintes bel'os ^^5
art'gos de moda e fantasa. ^^
Luvas de Jouvin para senhoras e homens, de tedas as cores.
Livros para missa com capas de madreperola etc.
Indispensaveis e boleas de tojas as qualidades,
Coques os mais modernos.
Espartilhos collares, e cintos de seda e vidrilho.
Rendas de Guipure, de seda, (blonds) e de algodao. de todas as
qualidades.
Completo sortimento de trancas, Blas, botCes e guaraicoes de seda V%
*g com vidrilho e sem elle, gravatinhas de seda, e rnaaguiios de lustro borfados ^'1
^^ tudo doinhimo gosto de Paris. J^>
IB Leques de sndalo aberto do mais aporado trabalho ^^
Agua Florida e tnico oriental de Laman & Kemps. )&D
Ricos enfeites e jruarnic5es de flores para vestido e cabeja.
Calcado para senhoras e meninas.
Perfumaras as melhores e mais escolhidas de Lubm, Pver, e Coa-
dray, em ricos e elegantes vasos de porcellana, crystal e prata ingleza.
Meias de al-*nd3o, as atis unas e melhores que teem/af hoje vindo ^^
ao mercado, para seahoras e hmeos. SSSg
Cba-ios de palha da Italia, e a imitacSo para meninas.
E um sem oomero de artigo, de gosto e fantazia qoe s a vista
podem ser apreciado.
m
de

GRANDE BAZAR
roa Nova n. 20 e 22
Machinas pa a postura do autor Wbeele
AWilson, cbgadas uitimameote da Am-
rica; oas quae* pode- cozer-se com dom
pespontos, todae qualquer fazenda, emb
mbar, frangir. pordaT'* marcar roupa; tud
cora perfei?ao. S5o t3o>*imples, que con-
prebende-se fcilmente a manira do trabi-
Ib e a pessoa.temi pratica.de coser m m>
rhioas. pode fazer for diaoservifo que b>
eiatu 3<) costuraras.
Chama-se este estabelecimento a attei-
i ,<9 4 pnblioG#Ivisio '^oe elle se a cha com
plemente sorido d bjectos de g(*tc,
yy JJ ^qoes de madreperola e de sai-
nwnaeete, *
Na rB nova n. ao e 22. Caroeiro TW
HiC
"
ij
DEPOSITO
ni! a
/-i i i*i lua n^mourRO receniem
brande pecamcha de gros- faaea. **&.
de naples pretos
na loja do Pavao.
Grosdenaples 1280
Grosdenaples a 1(5800
Grosdenaples a 20CO
Grosdenaples a 2$200
Grosdenaples a 2^500
GrosdeDaples a
Grosdenaples a 3OO
Grosdenaples a 3#2O
Grosdeoaples a
de Hamhurgo receniem ule cbgadas a Doli*
20800
Escravo8 'ugidos
GRiTiFUA-SE
3,500
Cbe^aram os mais modernos balSes esgnlos sen-! Neste grande estabelecimento encontra o
do vc-rdadeiramente menanos e vendem-se pelo respeitavet publico tim avultado sortimento
imSrmu^So.**80^"^ do Pa'o rBa da$ dos melhores grosdenaples'pretos tanto
largos como estreitos, que se yendem muito
Cassa a -fio rs. n o pavo.
Vendem-se bonitas cassas inglezas de co-
res tlxas pelo barato prego de 240 rs, o co^
mais barato do que em outra qoalquer parte
em ra^o de se ter fedo urna grande com
vado, ditas francezas fazenda muito fina com i p,r,a a,Dtes 1ue. augmeniassem os direilos na
a quem capturar e cocdozir a' fatrica de saboft
Atigado, ou a rua do Amonio o. 41, do Recite, e
escravo Lulz, pardo, idade 35 annus, o qoal ja" ea
principio dette anno fui preso por fgido, e de novr
evadi se da nesma fabrica, onde trabalrava, e
madruRad de Domingo nliimo, 24 de novemb-o;
cujo escravo fogie volindo a roopa do uso, Ca
Kodu de li.-tras, costuma embre(.ar-se, oetar
proprio nume, e bem c< mo q do senhor, e tratta
pur castigo urna correte fechada ca cintura e'ne
tornoM-llo, do que devera' conservar ao menos aa
manchas. ____________________
]00$000
Fogio no dia 25 do correte mez da ontubro, dt>
engenho Limoeiro freguezta da Escada, o escravo
?At\A i>BSeAROCAR ALGOD&
Macoel Bento de Oliven Braga.
B3Uva Dlrelta n.53
Ueste estabelecimento n eneontrarSo a
vwdadeiras machinas americanas chegadof Tiltraw,
mente, as quaes sao feitas pelo mais afamado fa-
bricante da America, por Isso avisa a tedas as.-per
scas que precisarem comprar de'se dirigir a este
estabelecimento que comprarlo das mais peVfeitas
neste genero, assim como mais barato de que em
r outra qualquer parte, por isso que se recebe pe
cunta propria, bem como eaonos de chumbo e tnot-
nhos para moer milbo, e grande sortimento de/er-
ragens e miudezas evm grosso e a reulbo.
Pacas de cabo oraneo de neto balanfo a ''r
9 dnzia. limas (roas de todos os tamaubos proprias
de trabalho de escoltara.
padrees letrados e de flores, assim como com
paimioas miuoas proprias para meninos a
3oo rs. o covado ou a 5oo rs. a vara : pe-
chincba na loja e arrna/.em do Pavao rua da
Imperatriz n. 6o
Lasiohas lisas a oOO rs. o vado s o Pavo.
Cbegaram as mais modernas lanzinbas,
sendo de urna s cor proprias para vesti-
dos, com as mais Lindas cores, sendo cor de
alecrn), lyrio, carne, carina, ciuza azul, ro-
xq, etc. etc., que se vendem pelo barato
preco de 500 rs. o covado. Ditas com listas
e i almas, de cores diflerentes que se ven-
dara pelo barato preco de 360 rs. o covado.
Ditss transparentes com palmiohas a 320 rs.
ditas pra acbar a 24o rs.: tudo isto na
loja e armazem do Pavao, rua da Imperattiz
n. 60.
Os retalbos do Pavo.
Vende-se urna gra..de porc3o.de retalhos
de ca?sas de cores, ditos de la- zinbas de
varias qualidades lerdo muitas com lista de
sedas eom ras de alpacas lisas e lavradas,
assim como urna grande porcao de retalbos
de chitas pretas e easas, prevenindo-se que
quanto maior fur p-irao qoe os freguezes
comiirarem mais b- ralo se venderlo: na loja
do Pav5o, rua da Imperatriz n. 60.
Poil de Chrre.
Vendem-se o mais moderno poildt Ch~
vrt de urna s cor, sendo anda mais lus-
troso que a propria sola e vendem-se a 2
o covado. Ditos tambem'lisos e outros com
listas a 46< O o covado. Ditos d listas
de seda muito modernos a i&. 800 e 560
r.,^arantindu-se que neste genero o me-
Iher emais m derao que tem vindo ao
mercado: islo na loja < armazem do Pa\ Oo,
roa da Imperatriz d. 60.
Matsw a ste patacas.
Vendpm-se bonitas saias econmicas de
cr, pelo barato preco de 2fi240 rs. poden-
tto estas .satas servir at para, vestidos, fa-
irodorse Itae eorpo de outra qualquer fazen-
da alistante; pecbincba, oa loja e imn-
lem doFavJo, rua da impenatrix a. 60.
BrilSes a 25, 355oo e 3#
Vendem-se om rande soriimenio de cri-
olmaaao'baloesde arcos para senbora pelos
1 ojjEsratoapreiosSe-i*, 23oo e 3 por, osver
'grande porcao, oa loja e armazem do Pa-
na da Imperatriz n. 6o,
L8eitas de cor a 240 e 300 rs.
i ?BdSSQ'te lanzihas matisadas, padrps
mctersaif e rnoito bon'Ka peto t arato prego
de"9m o rs.
42-ravata* n 400 rs.
Voidlm se gravaih has pretas estreitas
da moda pelo baratis cada BBa, ar.sim come nm grande sortime:)
to!decores ILas e bordadas, pur baiali
pM?0.
chale dejrrsijla. ,->
Votadas*.ae uusjsioree. cMos relos de
misa>.pirf0LbaraWr^'<,3^P0.;rs cada __N*vo
om, a~sim como: ditos de -uioore hien-
da mnito snpertor a i 05 e 12*000, e nm
1 boui.o sorttmeoto de capas e retonds.
alfandega, a.-sim como um bonito sortimento ^om ,g*"8-*i|Me8: cabra fusco, alto com

de moireantiqnes pretos, sedas lavradas e
de todas as fazendas proprias para a qua-
retma e luto, dndose de todas, amostras,
emandam-se levar em casa das excellentis-
simas familias, pelos caixeiros, na loja e ar-
mazem do Pav3o, rua da Imperatriz n. 60
Roupa feita boa e barata
Junto loja do Pavo, rna da Imperatriz n. SS.
Vende-se n'esie estabelecimento om gran-
de sortimerito de roupa por precos muito
baratos, como seiam, calcas de meia case-
mira escura a 158 0. Ditas da mesma me-
lhor fazenda a 2'50CO. PabMs de patio
preto, saceos, f-aques a 55C0, ditos de
meia casemira escura a 3#500, ditos de al-
paca mesclada a 3#, dito de brim riscadiobo
a 20400. Colotes de todas as qualidades a
25, 2(5500 e 35, assim como tem constan-
temente um grande sortimento de calcas e
camisas de algodao azul e de listra proprias
para escravos; isto junto loja do Fav5o,
rua da Impeatriz n. 58.
AigiHltziuho a "',000
Vendem-se pecas dealgodjziabo muiti encor-
pado e lareo teodo 20 jarda? cada pe?a pelo bara-
to prego de 5& najoja e armazem do Pavio rua
da Imperatriz o. 60, de F. P-Taira da Silva.
Os (s'.qnihos do P.v a 16.000
Cbegiu om elefante sortimento dos mcls mo-
iernoi e mais t.i-m efeiudos ca.sjumtios de
trri sJenapIs preto sendo com sintora e sem ella, e
outros a Imita^o de j-qneiinlias e vesd'rn-^e pe-
lo- baratos presos de ihj, i $, 55J e 30JJ : na
lojie armazem do Pavau ruada Iaparatriz n, 60,
da F. Pereira dt Silva.
Sfdas larcas.
Vfndem-se bonitas sedas de cores para
vestidos, tendo largura de c ta francesa qne
facilita fazer-se um bota vestido com 10 ou
1< covados, teodo entre ellas algumas pro-
prias para luto, pelo barato preco de 2S o
covado, assim o mo sedas lixas. de todas as
cores per precos mais eom modos qoe em
outrl qualqutr parte. ,i
Panno preto Q 10600 e 2ooo.
Vende-se panno pr^> superior '"Qm seis
palmos de largura prjrio para naletots e
calcas pelos baratsimos preces de l6iO e
2^000 o covado, grande pecbincba.
Meias baratas, duaia Jooo rs.
Vendem-se doz'iasde meias de cor escora
sendo meias de muito mais diohe iiguidam-se a 25, por ter alunm toque de
mofo; ditas ifgl-zas cruas muito encorpa-
das a o;5 a dnzia
VESTIDO? A 400.
Vendem-se bonitos -roes de vestidos de
cambraia 'ranea com lindas barras bordadas
a 40900, dit 'S mai 6nos caro ss brras bor-
dadas a cor a 5>, fi'e l*^ O,' ditos de fan
to taxia com lindas barrj enfeites de seda a
^ff'eit'iiooo.
boro corpo e boniu fipura, cara bexi| sa, barba
puuco serrada, costoma rapar o b'gode e a perra
cabellos um unto carapinbades, pneo cambeta
tem os ded nm pouco ga/o, com a lpurnas cicatnzes velhas di
chicote uas cosas em nma pa' e em um br$o
vestindo camisa do algodao da ru. t=t ou aigudozl-
nno, c; Iga e paleto! oe brim pardo.chapeo de 'as-
ta preto, e Inva vara de carreiroque e snppSft-s
ter ido assentar prafa como vnluniario : recou-
menda se ss pessoas enranegsdas do n-cruiamen-
to e as Autoridades ooliciaes com esper.inlidado ai
d) Rio Forrrosn, Una, Agoa Preta, S. Bento e Por-
to Calvo e a ootra qualquer pessoa a npprebensac
do dito escravo, e entrega-lo no dito eogeobo, qa
recebers' a graiificatae cima. O escravo chama-
se Fraocisco^___________
Fugio no dia 25 de selembro proii-
mo passaoo do eogenbo Ponial, o escravo
Jeao M> nteiro, com os sigoaes segointes :
cor iulla, idade 30 annos pi u o mais cu
menos, ps um pou o giossos, ticatr zes de
chicotes e j esteve ac utado mais de dous
annos na povoacSo do Monteiro, e onde fot
preso e recolbido cadeia da cidade de
Oinda : quem o capturar portera' er.tiega-.
lo ao seu senhor Vicente Meudcs Wataleiley.
no engenbo Puntal, silo na comarca de Se-
rinli3em, ou no Recife, em casa de M**aoel
Alves Ferreira & C, na rua da Moedi t. 3,
teguodo andar, que ser graticido.
Fueio no da 27 dedez.nibro prxi-
mo passado do engenho Pont!, o escravo de
nome Jeronymo, com os signaes seguintes :
crioulo, de idade de 2(> annos pouco mais
ou menos, bem f.ll.>ne e bem coubeciJe
e-ia ci arle, pis j foi preso por queier
as-entar prag no corpo de polica : quem
o capturar poter enirega-lo ao seu seobor
Vi entn Mendes Wanderley, no envenho
Pontal. sito na comarca de Sennbem, oa
no Recife, em rasa de Maaoel AJves Ferrei-
ii & C. na rua da Moeda n. 5, segundojna-
dar, que ser gratificado.
- ,
I
Masearas
snrtlmento de mascaras de monsa, da ara-*|
me, de cera e de seda, domino*, nada tom (ienl"S
e b-rtiss. indo bem sonido e novameot rh-f
ms ao armazem do v dem-ze tiuiu em cenia de urna duzia para cima.
, Do eogenbo Arassnapy da comarca do Cabofa-
slram ero das de outubro flntl, rs esrravn lla-
ooel crionK t>m oa segnioWs signaes; uajbig-
htnle*rode, p* ppqoeao, cor tula, punco
barba, olbos vivos, es atora mediana, hi,i- do cora
>>, nm pouco remador no anear, de 40 ann*s da
dad, pnoen mais oo roeno, fui sen.vo de floado
eorooel St-tN-to Lotx-s, GoiroarBS ; e Lodofina,
criedla, d>- 30 annos, pouco mais on neoos, 'alta,
secra, peiiuda, olho; grandes e br'ocs. ps oos,
e eom is toronzelios om tanto pota dentro, lacea
peqai-na, e tem aigoD'a-cirttnzes de chicote nai
coi tas : roga-se a quem oa raptoiar de o*,Levr
a mesmo epgenbo, un oesta cidade n< rna de A-
pi lio 0.36, 1 andar, qce srrlo gen rosamente
gratiScados_______________ _______
A'"h\se tejida desde o dia 13 do cerrent,
a preta crim la, de nome G-ralda qoe f< i Wcrava
d> Sr. Joan de OMvt-ira Le de S> na, esianfirel-
do a i na larga do flusaria, a anal tem ni U-uHinna
s. bf aa ro*-ias de om das roaos e repsenla ter
de 33 a 40 nnrs; con-ta ?char-e oetota n hair-
rn de Santo Aanlenio oo talvez n Ci** Parte:
quem a pegar *>a der noticia ei8ct ondn e-Ua se
CRa 5i)fir dirigir-e aoCjueiro filio o. oo
.hi sra'gratifl^aoo, prcleslando e por percas 6
damnys cJt ir*q' m a \ver acollada.

ILEGIVE1


^h^OTB
^MH
i----------- w .-----------------------------. .-----

I
*
Diario Je FcrBaaahaeo ei<* lelr S* de Jaaelr* 4c 1868.
LffTERiTGlA
deifez cm pA, ao despe tar d*essa Humse- E mais adiaote :
gu -so o ainthem, la-acando face da Daos Agarro a mi da e
' ou dos horaens. e q.jauta* rezes o scepti- Que me qwer a
1 cismo, a verdadeira> potencia da alma. Na poesia R-d
no ten) sida o epilogo sombro deesa total Craso os bracos,
A primeira pxne de qoe no occopainos, Corre-me o ra
se nao nos Iludimos, offerece-nos am ex- Vejo o, escoto-
emplo palpitante d'essa phae solemne de Carboneada i
locidde eTrUti Poesas
par Victoria o ralbare*.
E. Pelletan, o estilista enrgico e sobe-
rano da Franca, escretendo aquella livro
admir3*:e1 qae se chama -- Pjbfissai de f
do XIX secuto, ao rnesmo lempa que traca-
>a o evangeibo da democracia moderna, n-uao, OrguHiomdr.-ugottostic. ISobre'a pedra det-ta campa
eom esse genio invest.ga tor e prophetico Mi$ larde> como a ,* Tomwai> R0|aiD prato8 arrancados
e pensaaor eminente, aura? ao mundo son0bras do crepsculo, rem a raz5o caima De eoneSet machucados
esta phrase cabali.-tica de morte : a poesa'
riim a ducaht, ella deixar de existir...
ainda se v
to
r
a estatita
OT ***". wuiiiiiuu pojigao e o emprego aessas rorgas no aaiqui amen-', .hir .^ *?.. a- <*
afanen viscoude de Porto- to das revoltas. foi anda\m servido presta-'! Z^' A^J*&."Si*"'
Alegre W fru npido, e vencendo enor- do causa das tres potradas aliada. eder ^ *J ** .hjpothese
mes obstaal a naturaes do aolo paraguayo,; Essas recoltas de provincias da Coofede
comecro a marcha atrevida que o levou a racio Argentina e asappreheoces de outros
Toyo-coe, oode o ro encontrar o general possiveis commettimeotes kigimMtir*
Mitre.qoe/eassam.oocommandoem chefe-Buenos-Arres, talvez fosssu os aeaeselha-
1 dores de ama medida qae determinarJo pro-
incerteza e desanimo as prodceles-.tfo- A' pagina 124 o poeta ainda nos falla as- Urna serie de combates arrojados e bri- vavelaent-j pedidos de eiolicacCes da oarte
Cinae eJrii!:*a' hJ*u2a dt fe'> Det', Jim :- -. ^"SLf2?,, '8lDa,- da-guerra era d0 8,b,Dele d0 Ri0 de Ja WT O governo
a~SS5ir 6 "S0Dge,ras Paraas a.reoJio* Pesoa em armar silba de Mar-
i
E^sas linhai termina tas por soas idnti-
co* ( aindt o pensamento do e criptor) sil-
go.lis acaleodi da metro com un som
tuusi al desip jareierJo, porque antes per-
sonilcam ora Iuxj de restuario, ama osien-
agode forma do que verdadeira insp ra-
a o.
Nao nos desvanece o intento de escrever
ma re'ulico essas palavras sybilinas,
nem mesmo nos daremos ao encargo de um
estillo historie) philosophini de que os-
tros ] se occu:iraiu, alija de mostrronos
u que ha de rasjavel na appreiag3o da il-
lasire publicista. E. Pellean, oe>se mo-
mento, fllava, s.m duvida, embeve:id) ain-
<'. i i'.rts laurais do sctij (rinoiph is, escrevia
qapboose de sua gloria de prozador de
u in poesa inimilavel, roas, nao proclatna-
*a urna verdade que todos os scalos, aindi
os mais remotos enounciam e que atradic-
5o dos povos conmemora; porque, se
ceno qae a poesia dos nossos temp >s tem
laceamos poetas de outras ida les, f>r-
coso, to.Ja*ia, confessa'r que a historia da
literatura, moderna tem registrado os mais
briibantes exemplos e os protestos mais s i-
feuines a aquella propbecia.
Sea poesia,como a entenileu, Limirthe.
6 a incarnaco do que ha de mais intim >
id corado do lioraetn e de mais divino no
pens^oieato, do que a mtureza tem de mais
-bello na jmagens e de mais Inrmonioso
uos 8>n; se ao mesmo teupo o sent*
ment e as sonsac5es, o espirito e a rp iteria,
se p ir isso ella forma urna linguige n per-
feiti, que exprime o homem em toda a sua
liumanidale, que falla ao espirito pela idi,
a alma pel.i sentimento, imaginado p :1a
i magem e ao ouvida pela musoa= a poesia
rfeve ser umi fattidade inherente mesmo
natureza do hornera porque era todos os
tempos da vida humanasempre houve um
cibera que peasasse c-qne seatisre, as^im
:nmo um liro immeoso aberto pela ino de
Ueus s indagaces dos pbilosoplios e dos
sabios e as emoc5es nuis suaves edoce-
dessa meas divmior, traduzindo-se pela
malo da das palavras e dos soos que por si
sos conslitaem essas duas formulas subli-
mes d) 'uello artstico a pjesia e a mu-
sica.
Nao precisamos recordar como comeeoa
a poesia contemplativa e de ama uiagestade
verdadeirameate irica da India, nem com>
ella se f irmou nos tempos quasi mytaicos
da primitiva Grecii, onde os poetas mode-
I ivam as suas ma;s vividas cancSes aos sons
Uarmoniosos dos seus instrumeotos msi-
cas, para dei&ar coaftrmadu esta verdade
Como dissemos, nao- vamos escrever urna
rofutacSo ao pensar do escriptor francez e
todas as consideracoes que ahi deixamos
Tierm-nos ao espirito com a leitura de ara
livro recentemente publicado.
QuerenosMiar das Poezias Mocidadee
TrisKza do Sr. Victorian Palhares, das
qaaes, apenas procuramos traduzir umi
simples iovressao de leitura.
I
Dtjpos das produeces verdaleiraraeate
poticas e nacionaes de F, de S.i e D. Cir-
neiro, at o apparecimenlo peregrino dos
Cantse Phantasias de Varella e destes
Mociiade e Tristeza, ainda na) veio luz,
;io menos que o saibamos, urna obra de cajo
mrito o leitor, ao voliar a ultima pagina
Dfo esperimente um abatimento de tristeza
pela ausencia completa de interese, pela
gaita de idea e de sentimento oa pela extra-
vagancia da formu'a e das imagens.
A raz5o nos parece obvia; porque se as
pro1urce3 sao rara3, ao ver de um critico
xauderno, ainda mais rara a censura da
imprensa, exerceado as funccSes da impar-
cialidade para animafSo ou para escarment
dos autores.
No meio, pois, d'esse desanimo contns-
tidor, o apparecimt-nto de urna obra de
mrito um faci altamente significativo no
paiz das letras e as Pomas do Sr. Palhares
se n3o consideramo-las de todo isentas de
deffeitos, s5o, todava-, urna estra lumioosa
para quem o silencio qoaodo nao um cri-
me urna injustiQa manifesla.
Abramos o livro.
O HtordiVldio as suas Poesas em tres
partes ; a primeira, pelo seu carcter espe-
cial e mesmo para raz5o de ordem de nossas
onsideracSesdenominaremos de intimas;
a secunda o poeta chamouLivro de Ade-
taide e a terceira flnalmenie, ainda qualiQ-
caremue depoesas diversas.
A primeira parle justifica o titulo do li-
vro e ahi o poeta se nos revela por urna
tristeza intima, por um abandono da vida
Teal que multas vezes degeoeram as suas
estropies na queixa mais amarga contra os
borneas e soas instiluicoes.
Os espirites positivos, aqelles para qaem
o mundo nao passa de urna realidade milito
prosaica e a vida um goso continuo de illu-
s5es especulativas. chamarSo isso affec-
ta?ao byroaica e muita lagrima sem mo-
tivo.
Pa-a nos qu9 n5o procuramos a causa
seno porqte estndamos e sentimos a idea
j creada a primeira parte da Mocidadt
t Tristeza felia-se a ontra ordem de Tac-
tos qie a phisiologia explica, estudapdo a
katureza do seotimeato em soas diversas
phases ; destingaiodo as chimeras da pri-
tn -ira idade do imperio da reflexo, qae
sempre nos trat o tempo com a experien-
cia.
Em ama, sao as paixoes reprimindo o
curso das ideas; a esphera da iotelligencia
coodicoes sumadoras e lisongeiras para as
armas adiadas.
Resumamos1.
e tranquilla, que modifica oa equilibraos' Pelos cothuxos dad r, Os exercilos da allianca dominara urna ex-
arrebatameoios das paixoes com as exigen- Vemos em todas essas comparaces algu- tensa liona_de cerca de seis leguas, cercando
ca i sociies e as ideas tomim o cunbo da ma cousa de exagerado qae realmente no \ o campo inimigo, desde Tuyuty at Tayi
reflejo. | oSo agradoa. Pode ser qae o aotor tivesse sobre a margem esqoerdado Paragaay, alm
O arajr despe-se da materialidade que o para isso algumi raza o de aatoridade, toda-'de Humaita, impedindo, portanto, as com-
rodeia para lornar-se trm sent;meato ver-1 va nao pensara-s que a liberdade a arro-!manicac5es dos Paraguayos pelo rio, como
dadeirameate nobre e elevado ; de vago e jo potico va atea materialisacao daqaillolas impedem por trra.
indi finido que era concentra-se oa pa/. ser-'que por soa nttureza nao o poder ser. O dictador Lpez rio as suas bostes ba-
a do lar, divinisan lo-se n'aquellas frontes A concepc/o por mais elevada qu seja ti Jas em todos os encontros, ea soa caval-
peregrinas qoe se cbamaram Mara, Cor- decabe, qoaodo obscurece a idi que qaer laria qaasi toda aniquilada pelos nossos irre-
dela bnogenes ou Cidly. fazer sobresahir. sistiveis regimentos do Rio-Grande do Sol.
Tal segundo pensamos, o carcter do Se tudo que deixamos indicado e qae in- A esquadra brasileira de eacoararadosforfou
Ldrode Adelaida, a parte mais bella das da transpirece emalgons ontres lagares galharda e brilbantemente o passo de Curu-
Pocas do Sr. Palhares, e para nos, a que urna paluda sombi'a para o livro, ella de paity, e bombardea a soberba Hamait, em-
parece menos vulneralvel aos olbos da cri-
tica.
V-se claramente a distancia qae vai da
tal sorte qaa nao pode prejulicar o seu quanto a e*qaadra de navios sem couraga
verdadeiro mrito. O autor por certa na") conserva-se abaixo de Garupaity.
levar a mal a franqueza com que nos expri-
primeira segunda parte. A transico 'mimos sobre as sus Pjesias;"porque, seo
magnifica e o poeta como qoe antevdodo-a. nosso hamilde juizo esti aquem da Micida-
coljocou na ultima pagina dessas poesas d* e Tristeza, o3o serad'por certo reflexes
intimas, aquellas estrophes admiraveis, ns- que o ir3o marear ; mas, se ao contrario
piradas na mais pura resignado e no mais
samo amor flu.
Sempre tu, um veo cobrindo a noute
do passado; a historia do poeta n'essa
qia Ira que paluda mente esbofamos, a
cbrysalida que se transforma ao perpassar
de urna impera .. para vi ver a luz do
amor que sempre er porqae lera esperan-
za no porvr.
Quizeramos prescindir detrazer para aqui
tagnes quando o livro j est naconscien-
cia do publico ; to la vi j seja-oos licito re-
produzir alguos trechos dessa mimosa poe-
sa para que o leitor melhor possa ajuizar
do que temos dito.
Choras ouviodo do leu fitlio o pranto
Vergas angustia de ma ver penar
Ao! tu sonhavas am porvir de encarto,
Lmdo futuro que n5o querchegar.
Eu sei, ea sei como a esperanca mente
Ea sei, eu sei como o futuro v3o ;
Porm contigo eu soffrerei contente
Ai, miaba mai, nao me abandones nao.
Tudo passou ; a juventu Je,, as flores ;
A noit-i eslende sobre mim seu veo.
Que noite fra I que fataes negrores!
Nom urna estrella me ficou no co.
Apalpo e fronte, minha fronte queima,
Fge ao contacto da gelada m3o ;
Mas a minb'alma co'a de-grafa teima
Ai, minba mli, nao me abandones nao.
Ves I d) passado atravs das sombras
Alveja a camja de mcu triste pai ;
Vamos beija-la. Porque assim teassombras?
A morte o abysmo ea que tudo cabe,
floje, mais tarde, amanb3a quem sabe ?
Talvez que ei torabe no funerio cnao ;
Porm sem que o meu supplicio acabe
Ai, minba mai, nao me abandones nao.
Olha : um anginho me fa lou de amores
Meigo rae di-se: eu te farei feliz
Moc >, tao mo?o, porqub as im tu choras,
Prautos lio tristes, porque choras ? Diz.
Eu, macilento, receioso, mudo
Mostr i-I he a oodoa da fattl paixo. .
Mas, tu somenle me perdoas tddo
Ai, minha mi, n5o me abandones n5o.
Um da a vida rae pesca nopeito,
E o mundo todo pareceu-me atroz
Mirei um tmulo ;que ditaso leito
Disse tranquilla de minb'alma a voz.
E para a morte caminhei tremendo
Arrebatado na infernal paixo...
Tu me surgistes,desraaiei gemendo:
ai, miaba mai, nao me abandones nao.
Depois... eu triste meditava ainda
Gomo a existencia levara assim,
Quando urna virgem melindrosa, linda*
Passon cantando por ao p de mim.
Cbamei a: oh leva ra cantar comligo
Oa-me as dolaras da gentil canc3o. ..
De ti lemorei-me e murmurei comigo :
Ai, minha mi, na me abandones nao.
ha nelles algum fundamento, a sinceridade
com que nos dirigimos ao poeta aindi
ama bomenagem que rendemos ao seu ta-
lento.
Finalmente, terminaremos esla apreciado
com as palavras de um am go, cojo pensar
judidoso sempre acatamos.
As Poesas de V. Palharesfallara ao
cnraf3o e cabera porque insinam-nos
n'alma am dulcissismo comala ment e dei-
xam-nos entrever para sju jovem autor
brilbanlissimo futuro.
Emiliano Rodrigues.
Essas estancias tem um verdadeiro m?-
rito Iliterario, pela naturalidade e pelo sen-
timento ; s5o a chave de ouro com que o
Sr. Palhares fechoa a ultima fulha de soas
poesas intimas.
No Livro de Adelaide o autor mais
poeta, quer em relacio a forma, quer em
relacSo a concepto. Abi o rilhimo corre
naturalmente e a inspiracao nunca* se deixa
absorver pelos vas da im'ginacao.
Ma em todas essas poesas urna seren-
dade tao simples que bem revela o-talento
real do Sr. Palhares.
Para darraos um espcimen basta indi-
ca rmos, d'entre quasi todas aquellas produe-
ces as intituladas. Najanella, Amor e
morte, com vestes de anjo. Escuta, Sempre,
Espi ranga, etc.
A ultima parte do livro compe-ss em
soa quasi totalidade dessas flores peregrinas
que no caminho da vida, muitas vezes es-
pargimos no eolio da amizade ou sobre a
campa dos morios. -
As poesas Liguori, A' morte dt P.
A/fonso, rium lbum, Junt) ao tmulo de
Nunes Maeh'ido e Sombras essa expressan
pungente de melancola que termina o vo-
lme, nao desmentem a cabera qne as creou.
Ha sempre a mesma elevacSo de ideas e
de sentimento.
II
Temos at aqui percorrido o livro do Sr.
Palbares somenle luz dos nossos sentimen-
los e nao sob o ponto de vista wtistico oa
esttico.
Outros o farifo talvez.
Se a convicio nos dic qae nao transi-
gimos com a consciencia oessa rpida apre-
nso est ainda trabada, od antes a sua acc5o acSo, nada impede-Dos a qae digamos com
se desenvolve n'um terreno extremamente t franqueza a nossa ultima palavra respeito
Circunscripto, e entlo, a raz3o dominada da Mocidade e Tristeza.
O desespero do inimigo manifestoa-se
claro no ataque de Tayuty, em qae as sus
perdas se elevaram a mais de 2,0u0 morios;
mas alada assim Intive neste audaz commet-
limento circumsancias qoe por cerlo deixa-
ram os generaas da allianca mais empenba-
dos no redobrar de cautelas: os chefes pa-
raguayos tinbam oeeessariameote recebado
aviso de qae Tuyaty ficava naquelle dia toe
nos guarnecido pelo d stacamento de fo-e
numerosa que marchara, como marebou.
para Tuyu-Gu, tiaham sabido que o corpo
de Paraguayos alistados no ejercito argentino
era no mesmo dia o encarre^aio da velar
pela segoraoea da direita da acampamento,
e avan;aram e peoetraram nenie quasi sera
encontrar resistencia I difOcif. pois, nao
ver nessa ataque urna porta abert pela cha-
ve de urna traico ; mas ainda bem qae por
um lado a indisciplina dos Paraguayos fa-
minios, e por ootro a bravura dos nossos
soldados s a intrepidez fra porm indbmita
do general visconde de Porto-A'egre salva-
ra Tuyuty dos golpes- do desespero.
As ultimas noticias do tbeatro da guerra
auwncian a possibildade, talvez a proba1-
bidade, de um faci desogradavel para a
causa da alManfa. Diz-se qnae o campo Ini'
roigo' recebe os precisos- pecnos por ca-
rrttnho aberlo no grande Chaeo, e que por
ahrplaneja Lpez effctaer a retirada do
se exercito.
E' urna cortrariedade gravissioaa certa-
mente a> proloogacao da gaerra, qoe seria a
consequencia daqqella retirada'; mas ainda
est por provar-se que ella se- realizara sem
abaodbno de imcaenso material' de gaerra,
sem a maior quebra da forrea moral de dicta-
dor, que ficaria eemagada naoruinas de sua
Sebastopol.
NSo ha guerra- ?em revetes:: a retirada
de Lpez com a maior parte do seu j raui-
to resumido exerc'rto equivaleria a um revez
pela necessidade de urna nova- campanha;
n3o se esque$am, porm, as vantugns reaes,
considerareis, que temos alcaogado: j
moito o campo ininwgo cercad-;, jmoito
a facilidade com que repetidas expediees
alliadas a*an?am pelo interior do Paraguay,
sem encontrar combatentes que Ibes dispu-
tem a maroha ousada;. -mesmoj-maitoosse
extremo recurso do grande Chaco, qae e
monstra como ef&ieote e inoontestave! o
cerco do campo inimigo.
Em todO' o caso, possa ou nao retirar-se
Lpez, a allianca ha de ven er, e fra trai-
dor confes aquello qae; recejando novos
;sacrificio6>. hesitasse um momento, ou tiv&s-
;s a inspiracao sacrilega de acoiiselhar o op
iprobrio da patria, lembrando-so de recaar
diante de om poder de qpe o fanatismo era
a base, e- que felizmente se desmorona para
honra da> humanidadeo triumpbo dacivisa-
cio.
Se darante a paz- nao hav'u.olbo* quepu
des8en> ver a vida real e interna do Para
gaay, dorante a guerra ainda menos nave-
r quem consiga comprehend-la, masan
obscuramente: o Paraguay nao tem alma
qoe p-onso, nem voz que falle: pensa e fal-
la por elle o sea dictador; mas o que tudo
indica qne esse misera paiz pedir aotem
po longos, annos para varar as ruinas em
que vai deixa-lo a guerra actual, e,. prosiga
esta ainda por um anuo, o-Paraguay -* r um
pata quasi ssm horneas. J na lista dos
prisioneros, e no triste exame dos cadveres
das victimas-dos comhatss, o maior numero
* de velhoo e de imberbes! oh l qpanto to-
a podido fazer pela grandeza e esplendor
da sua patria a ventado esclarecida, renosla
e virtuosa de um honrado e sabio cliefo de
povo t3o heroicaraeate fantico I
A Coofederacao Argentina- teve de asso-
berbar am 1867, alm do empenta da guer-
ra do Paragaay, a que por circumstandas
extraordinarias n3o pode acudir cora auxi-
lios novos, duas vezes Qagello da peste da
cholera-morbos, e no correr de alguns me-
zis as revoltas que rebonlaram em al guias
de suas provincias.
A cholera-morbos, que ainda a esta hora
nao cessou, embora comecasse j a declinar,
despov >u Buenos-Ayres e Corrientes, don-
de fugiram para o campo quantos puderam
n3o ficar oas cidades.
As revoltas amea^aram seriamente a esta-
bilidadb do governo legal: que pretendan)
as revoltas? Na Confederarle Argentina lei-
mam ainda alguns em designar os partidos
Ret o.speclo poltico do a ano de
IV
Repblicas platinas
Os tres grandes ros que ajuntam suas
aguas para formara immeasa baca do Prata,
criam em um vasto campo da America Me-
ridional inier-'.sses commus, e a necessida-
de de um generoso concert internacional
que devora nao alimentar aotagooiemos, mas
estrellar as relagoes das repuDlicasdo Uru
guay, do Paraguay, da Coofederacao Argen-
tina e do Imperio do Bras; s3o tres arberias
possantes que ao mesmo tempo separara e
uera aquelles Estados; separara quaodo
marcara limites, onem semp?e pela conwaau-
nbo de transcedentes ioteresses,.que o tempo
eacivilisacao, o commejrcio ea industria de-
seuvolvero cada dia mais.
Nao pouco as ambicdes de dilatadissraas-
possesses cok>i>iaes, esem duvida muit > as
obscuridades e improcedencias do tratado
de Tordiailbas, eo&erros e as contradieces-
que em relaco geographia e Vopograpbia
trouxeram em desintelligeacia os dous go-
vernos da pennsula- ibrica, plaolaram as
margeno platinas elementos de desbarmonia,
de cium.es & odios qiie tm custado, ainda
depois da eraancipaco dessas antigs colo-
nias bespanbolase-portugueza, guerras quasi
todas esteris, sacrificios motis de sangue o
de riquezas.
As lices da experiencia, o estado reflec-
tido das cousas, o deseuvulv.menlo dos priu-
cipios do direito commum das naces inte-
ressadas vao pouco e pouco- firmando as jus-
tas bases do accordo e dae relaces amigas
do Brasil e das repblicas- platinas.
Condemnacjo de velos odios, pac, liber-
dade da navegacio dos grandes ros, inde
peodoncia e iolegridade dos diversos Esla -
dos, poltica de no-intervencao nos conten-
das e I utas internas de qualquer delles, re-
laces commerciaes cada vez mais- extensas,,
eis o; fundamentos do accordo, do syslema
de que fallamos.
A guerra tremenda que a violencia brutal
do dictador do Paraguay provocoa em 18GI
e acendeu e 1855, guerra que ainda per-
dura horrivel, o ultimo esforco da poltica
odieBta e feroz do passado, e marcar a vic-
toria completa da poltica, da GivilisacaK da
paz e da liberdade, da poltica- qoe nao quer
eonqaistas, nem ros fechados-s nacues, nena
povos sosegados ao mundo.
No estado- retrospectivo dos aconlecrmen-
tos do anno de 1S&7 nao pederamos, pois,
esquecsc as repblicas platinas, duas das
quaes sao alliadas do imperio actualmente, e
todas com pan.be i ras delis nesse systema de
harmonia, de leal amizade, de liberal indi-
ligencia qu& ha do produzr fructos utilissi
mos ellas, a Brasil e a todas, as naeoes
que tem naquelles Estados relafes commer-
ciaes.
A gurra, sendo o principal cuidado dos
governos e dos povos, a gaerra, tao colos-
sal e preahe de consequencias da mais ele-
vada importancia, levanta-se sobre todos os
outros acoDtecimentos, e de cerlo modo os
amesquinba.
O desastre de Corapaily, em que tropas
brasileiras e argentinas sob o commando do
general Mitre, tentando o impossivel, tiveram
de recuar com grande perda de ralales sol-
dados, mas sem deixar nublada a justa re-
pntaco da sua bravura, arrefecea o ardor
das operac&es activas dos al liados, e a esse
faci, qae perlence ao anno de 1866, jua-
tou-se em breve o dos movimentes revolto-
sos em provincias argentinas, qoe obrigou
o general Mitre a deixar o campo da guer-
ra e a voltar para Buenos-Ayres,afim deas-
sumir a presidencia da confederarlo; ama
parte do exercito argentino teVe tambera de
destacar para correr s provioalM rerolta-
das.de modo que o marquez de Caxiar,geoe-
ral em chefe das forcas de trra e mar do o liberal, qoe predomina no governo, e qne' r com razao appau lido pelo Brazil, qae
imperio, em operacbes no Paragaay, vio-se nelle deve predominar por bem do paiz econta uelle mais do que om alliado na guer-
obrigado a empregar alguns mezas na reor- por interesse da civilisag.ao; e ha influencias ra do Paragaay, am amigo franco e dedl -
iaadmisavel de sabir detla vencedor.
A Confederaca Argentina, qoe se opu-
lenta com a gaerra, porque o ouro qae ali-
menta i gaerra, fica principalmente no sea
seio, que paseara por formidavel e profun-
da revolucao, at ameacadora 4a soa iotegri-
Jade, se a allianca nio triumphasse, e qoe
governo S9 /obuslecer com a victoria, que certa;
de Mar- a Repblica Oriental do Uruguay, qae
L!nJ esS1 ide"' que naJ e 00Ta' gQerrJ a anarcbia <> odios das suas pro-
TSf pr0T,0Caf r-par?- Prias ac^58s' erreaodo o dictador do
i.JL K g?,era0 de Urqu,7a' logo Paraguay, e que natoralmente, lgicamente
depois de Rosa celebraram-se tetados com se approxima do Brazil e no Brazil confia!
A^rDaJ*,,terra eEsItados-nid0S Norte Efaibem, porque o Imperio Americano
l^:.aJB"^'im"toW y81?" Pr,meira ^en'oella i^eressada, que rea
d. Uh ir^u 8araQtlda. a ne^ral.saC5o pea sua independencia e pela soa integri-
dajlha 0% Martin Garca, caa posiga tal Jjade
qiebem fortificada paderi em momento'
dado, impedir toda a navegacao pelos tres_________________
los que forman a bahia do Prata.
Deixando de parle a argamentacSo pode-
rosa que offerece a doutrina desses tratados,
a Confdderac3o argentina nao teria em face
do direito e dos principios forea bastante
para exigir a destruyo, o arrasamento de
Humait, desde que levantassa fortalezas na
iiha de Martin Garca: a razSo que condem-
na Humait condemna Martin Garca duas
vezes mais; porque Humait fecha semen-
t o P.raguay, e Martin Garcia fortalecida
fechara o Uruguay, oJParan e o Paragaay,
desde qne a Confeders^So Argentina o qui-
zesse fazer.
Felizmente esta questo1 Scoo adiada, e b3o
pertuboa de-modo algara relaces do im-
perio com a confederado.
A sede do gorerno geraf, a escolha da
capital argentina foi ainda em 967 objectg
doestudo, das disenssoes drr competente
congress i, e das= sontendas legae flos par-
tidos. A cidade do Rosario pareUtr duran-
te agom tempo desuada para oerecer a
grande honra ; mas por fim Buenes-Ayres
contrato a gozar aprhaozia, que debaiso de
mutco pootos de vista ustificadameae Ibe
compete,
A venda de propriedabs que o vice-pres-
dente da eoofederacSo possoia no Rosarie,
e que se foruaram mais desejaveis quasdo
se eotolhava provavel ou segura a mudao-
ga da oaoMaaV proro:ou acerbas censuras
da-imprensav qoe terndnarain- orna crise m^-
O irlandez'neparoa. e vendo qw tinha as
nisterial: o'ficto abona ao meaos a morali-^P01"35 nos P08* disse:
dade poltica da- c&nederac.
No correr des- discussoes nos debates
o parlamento e da imprensa relativamente
a escolha da capital; eaosou seosaco a idea,
neo ioteirameots-nova, mas, en qualquer
tetapo nociva- e-contraria par- do Rio da
Phrta, a idea da capital da confe^eraco Ar-
gentwa emMmiWdo, islo a idea da
absorpeo do Estade Oriental fr Uruguay
pete-eonfederagao Argoslina.
O* pensameuto p5de ser grandeoo: mas
nem todo que grandioso til. A ima
gioacao des polticos- as vezes cerno a dos
poetas- creadora dos- beUos sonbos-,. ojoe na
pratiea seriam reald*de desastrosas.
A independencia oirrtegrsdade da'Estado
Oriental-do Uruguay, como a independencia
e ini.gridade do .Paraguay sao condifs es-
senejaes iropreciodive"-d eoncerto, do sys-
tema iuteroaeional do Prata. O Imperto do
Brasil e a cc*#deraeaoA+gw>tina procisam
desses*dous Estados iaepeodenies levan-
tados, garantidos, sueitotaos leaimer.te
entro um o otro: sSe-ellos duas Soiesas
impedindo choques e crxrtguidades que po-
deriam tornap-se bosti, sfio dous laso-de
Correales de amizade.
A barmoniav a paz do sysema iuternaeio-
nal p-atino assentio priceipalmento na- in-
depedencia o- na integridad* do Estado
Oriental do Uswgoay e do Paraguay.
A prxima teigao do presidente da^ con-
federage Argentina prevoca o fervor e a
excibgb febri dos respectivos partidos.
Sao nio poueos os candidato suprema
magistratura da Repblica,
A reeleic3e- de Mitre, nao sendo adoiss-
vel oem permiwida pela coostilaigao, abre
facit campo s diversas candidaturas Bbe-
raesj.aque se oppoe potsates influencias das
provincias Ssalde, Sarmiento e Raveon
laipor si aosympathias de diversos dren-
Ios do partido liberal; mas Urquiza,. o po-
tentado de Kntre-Rios, dispota-lhes a. palma
da.victoria Valentim AUna, Paz o outros
s^empenbam. por subir, mais alta posigao
do Estado.
A imprensa Argentwfcpublicoa e-discute
ama caru do generak Mitre a Gotierres,
'carta a rpca-cbannm o testamento poltico de
Mitre, e r.a qoal elle aGoaselha, sea.parecer
faz-IOjOprocedimeDlo^ue deve tero parti-
do liberal, argeotioo, concentrando-se todo
em favoei daquelles des-seos candidatos que
mais legtimamente,, por mais numeroso
concurso da opinlo ti ver direito. de ,osten-
lar-se seu representante.
O-general nao des Larca a soa, opposigao
candidatura de Urquiza, a soa reprovago
enrgica da deYaJenlim AJjuna, e abunda,
am protestos de absiengao eleiloral com in.-
ffuencia da auctoridade, qae- merecem elo--
gios, porque expzimem o Bianifestam o rss-
poito devido aovlo livro o soberano do povo
delegador.
Corre por conta da oagao Argentina a es-
colha do cae fe do s&a governo; qualquer
que seja o escolbido, compre acatar a dele-
garlo de um pero vre, e o nico voto
que temes direito do fazer, o da inspi-
racao do patriotismoe do bom soaso na es-
colia do ebefe da confederagao Argentina.
Tambem em vesperas de eleic3o de presi-
Tem razSo. senhor r loi o broto do
raso criado queme tirou as- botas eesque-
cau-se de me tirar as esporas-,
O sujeito riu-S8*awda do dl'O allenra; es-
to vendo isto, abrir*a bocea,e pergunrtuvlhe:
O senhor irlandez ?
N3osenhor, soa inglez, sacho graca
ae^qoe diz, porqurbom deve imagtoaraue
estoo ao facto d'esea e d'outrasf, nascido e
criado na Irlanda r
DI POICO DI TCDO.
As tres NACKS--Pergontando-se am ia
a um irlandez porque trazia urna das mer-
as calcada com o avsso para fora, respon-
deu o bom hemam com esta plaosvel razo:
que trazia assim, porqae ella eslava com
um buraco do direito.
Um allemao conloa isto a ora individuo,
que lbe pareca irlandez, e o aujeiro limi-
tou-se a rir.
O allemao para o zangar; prosegua:
Morto simples sao os irlandezes f Ff orna
hospedara onde eslava, dormiam no quarto
visinho um escossez cora om irlandez, am-
bos na mesara- camae om inglez eomra
cama separada. O eseoeez era hornear de
todos os dia tos, e tanto medo linb o ir-
landez do sea compan-heiro, qae adormeceu
cona os ps do fora daroopa, s parar nao
se raeier. O ieglez vio jeto i luz da )m-
pario, e lembroo se de por ornas esporas
aos ps do irlandez : esto com somno, eo-
colbeu as pernas, e picoo o eollega. Uns
fortissim socco foi 3 resposfa>, e entre os
dois travcu-se o segote dialege-:
Porqne me ba?
Porqi me picoo cora a esporas.
E' impessivel... dfitei-me descalco f
Repare-,.
J." .b OU ub,.,ku' w iyHa gute Repblica- Oriental do Uruguay es-
cora deaomraagbes que nao tm mais razao ^.^ 0ar(sMo do certamen con-
tSL^nfedleral,8las**mT?S !?ELI? |Stitac#oal. que nao podemos supp6r duvi-
idades-no tempo de Rivadavia puder3o ^-1 d Em' j djKdid d ^ f
Qaidl-dep?'-S; "Ia? b0je: ?JSSf "'lqae se hostilisam, o par.ido colorado o
tempo, nao tm ideias que legilimem taes
nomes.
Hoje e desde alguns annos ha om partido.
que se nostilisam, o pan
nico que tem influencia accao, e paree
inacreditavel que perigue a candidatura do
general Flores, cujo triompho eleiloral se-
ganisag3o zelosa do exercito, -dizimado pelos
combates e pela peste da cholera-morbus.
Entretanto o inimigo encerrado nos seus
entrncheiramentos dava testemunho do sea
respeito valenta dos nossos bravos, nao
ousando ama s vez sahir a combater, e a
poderosas de alguns homeos, e ha faocbes,' cado.
e ha talvez am partido, qae o smeote j Bravo nos combates como a propia bra-
porque combina em ideias e planos para vara, leal e sem refolhos fra dos campos
combater o qae predomina. Estes elemen-' das batalhas, (al vez as vezes um ponco
tos, que se acham em opposigao, explorara rod as apparencias da manifestado do
a situagao, e procedem consequentemente: o pensamento o general Flores, oa actual-
celas alocos mais vigorosas faz aotever! As poesia deque fallamos nio so ape-, esqaadra brasileira trazia em continao so-; governo da Confederagao alliado do impe- dade o homem necessario para dirigir os
na filtr n nnmp rtn wi antnr il bresalto as guarniges de Curopaity, e ate, "o. e hostilisando a este, ellos alacam a al- destinos da soa patria. Nem Ihe fag3o dos
ua oJiiOi u uume uu aou auiwi ja_________ KhpHon- lisfU A incl^l.m < Mn Aa Pr*On*V f arma o Aia tinlanoln An Alhn A*e..l.An
om mundo bem estranho daquel e em qae na urna
vive nos com todas as sais necessidadesma-, tem ama significagao oo mundo Iliterario.
teriaes. Mas, se atrarz dessas paginas ha muita
Camioha-se, por assim dizer em busca de belleza que a critica sensata n3o pode deliar
um souhofugitivo, mas quj se reanima sem- de applandlr e admirar, ha tambem algoma
pre aos raios vividos da imaginacao ; cada cousa, que a nosso ver, defetaae faz empal-
cepriebo satisfeito, mais om passo dado Mecer algumas de soas composigoes.
para a felicidad qae se busca; cada sorri-i Na poesiafl* $ort$ l-se o segainte :
so, am presseDtimento de goso. Porm, j
se amdia, nessa viagem sempre duvidost'Apalpo os seis da vida
se nao vence am obstculo, se amiragem se' N5o encontr um coraglo
penetrando na laga Pires, bombardeara o
campo paraguayo.
As novas levas de soldados qae chegaram
successivamente a Tayuty, e a chegada do
liaoca, e snstfntam a causa d Paraguay, e
sao as prov ncias confederadas blancos do
Estado Oriental do Uruguay.
Qae pretendan as revoltas ? vencer, con-
terceiro exercito cummandado pelo barao'qnistar poder supremo, mas as suas liga-
do Herval, deram ao general em chefe mar-
quez de Caxias os meios in dispensareis para
acrar as opracoes,*qae recomecadas em
meiados de 1867 deixam o exercito para
guayo qaasi completamente cercado.
ebes as jevariam a resoltados tao contrarios
e nocivos causa da allianca, que o sea .tri-
umpbo ebegaria a ser calamidade para o im-
perio do Brasil; a retirada, pois, de parte
r.-.roREo yae j 'Reavi.: Esereren do
Vieima a om jornal parisiense que o-governo
francez expeda, ha peeco, s sua princi-
pa es embeixadas. uros -nota-circular, em qua
anuDocia que o imperador Npoleaj accm--
panhado por seo filho.-ft/a orna carta via-
gem at-Boma para a* projimidades do Na-
tal, afim- de visitar o podre santo, cujo-esta-
do de-saude continua a 'inspirar serias -cui-
dador. .
Os representantes f.Tmcezes do estraegei-
ro reeebero ordem ao mesa tempo- de
motivaren^ no casode-slgumornterpeliago,
a presaaga das tropas fraocesas em Civita-
Vecchia pelo prximo desembarque do im-
perador nos estados do papa. sas tropos
deveram servir de escctia|qaefle soberanow
D'esta-arte se pretendedesculpar a occopa-
gao dos estados ponficios pelao tropas da
FraneaJ*
Acsresoenta-se que, clarante estada em
Roma do imperador NapoM4>, a corte-
d'Austria' fer-se-ha representar acola por
um dos seus membres,- e designa-se para
este fea archiduque Alberto*.
MtaaiOA acertaoa O1 gorerno italia-
no declarou no parlamento qoe mandara,
suspender o pagamento dos jaros do dehito
poutflcio correspondentes- s provincias oo-
papa aanexadas ao reino d'lkaa. Segundo
parece* o plenipotenciario da Italia em Pars
foi incumbido de informar desta deliberarlo
o marquez de Monstier. 0gabinete de J/Jo-
ren-a allega que nao.seria possivel alcaagar
do parlamento italiano autorisagao de um
crdito bascado sobre a eonvengao, qoe
n^ste momento tanto eneoierisa os aaioos.
na, Ral a.
Divida da Kuac-PA.Aralia-se eni66 rail
i'3-miihoes o 11 i.OuO francos as dividas-dais
estados europeos, assim repartidas:
Austria
7.078,027:983 francos.
Aliemaona
3.011.13T;913 fraBeos.
Blgica
655.466,047 francos.
Dinamarca
747.744,139 francos.
Hespanba
4.705,376:968 fraocos.
Franga
42.415,946:749 francos.
Grecia
452,672.000 francos.
Italia
5,287,582:451 francos.
Paizes Baixos
2.100,387:703 francos.
Estados Pontificios
366.891,304 francos.
Portugal
1.069,852:302 fraocos.
Inglaterra
18.655,279:865 francos.
Rasan
6.888,278:076 francos.
Soecia
419.224,880 francos.-
Noroega
46.330,327 fraocos.
Tarqnia
1.000.238:000 francos.
Clenlo aproximado da popularlo d'estes
erros e das riolencias do filbo desastrado
ponto de accosagao ioflexivel, qoe o pai j
suffocou a roz da oatoreza, comdemnando estados 291,739.-000 habitantes. A relagJo
o filbo proscripgao dUfargada. eotre a populagSo e a divida vem a ser 226
Foi assim qoe correu durante o anno de fraocos por cabega.
O jaro annaal d'esta dirida 2,963:600
francos.
1867 a vida e a fortuna das repoblicas
platinas:
O Paraguay, replobica platina, pelo con-
curso das aguas do seu principal rio, aniqui-
do exercito argentino do tbeatro da gaerra, lando-se em ama gaerra de qae (em todo
!
v
!

TYP. DO DIARIO-RA OAS RbfcES N 44.

k.)


"
J4


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