Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:11470


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Full Text
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ANNOXUV. NUMERO 12.
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ENCARREGAD03 DA SCBSCMrCAO.
Parabjba, o Sr. Antonio Alejandrino de Lima
Natal, o ir. Antonio Marque*, i* S'tva; Aracaty,
o Sr. A. de Lemos Braga; Ciara, o 8r. Joaqalm
Jos de Olivetra ; Pira, os Srs. Gerardo Aoiooio
Alves 4 Pilhos; Amazonas, o Sr. Jeronymo da
Costa; Alago**, o Sr. Prao'lseo Tavares da Cosa :
Balua, o Sr. Josa Martio' h >*; Rio de Janeiro,
O Sr. Jos Rlbeiro Gas /tror
partida dos estapet.s.
O.ioda, Cabo. E-cada e estardes da va terrea ale-
Agua Preta, trios os das.
Iguarass s Guyanoa as segundas e sextas fairas
Santo Anto, Gravati Bezerros, Bonito, Carnario
Altloho, Garaorfbn*. Biqoe, S. Benio, Bom Coe-
Serlobiem, Rio Porroose, Taraacdw, Ve* Barre!-
rea, Agua Preta e Piraeoleiraa, as %uaaus feiras.
AUDIENCIAS DOS-TRiB'JNAES DA CAPITAL.
Tribunal do commersio: segundas asuntas.
sebo. Aguas Unas Taearatd, Bas tercas feirra?,. Relaco: tercas e sainado a* iO-bera*
Pao d Alho, Nazaretb, Limoeiro, Brejo, Pesqaeirav Fazenda : quintas s M horas.
lafrzeira, Flores, Villa Bella, Cabrob, Boa-Vis- uio do commereio: segundas as 41 horas*
ta, Murlcnry, Salgueirv e Ex, as ananas feiraslOito de orpbios: tercas e sextas s 19-horas.
Primafra Tira J*. elral: sertas sexta, ae meio
TS5 TTJgr* *'9unu *
EPHEMEMDa DO mi DE JAJMKW.
)aarto eres* .a.lt k, m. e 29 s. da m.
beia ae b.e 19 s. da t.
miag.as 2r,lm. e 15 ..da t.
la nova as ib., 23 m. e 50 s. da l
- -
DA DA S
NA.
W,S*jl..Sv Hilarlo b S. Eftilio ra*
* T*ro.. 5. Fex m., e S. Maeriaa v
1*5 Qoart.. S. Amaro alib., Sr Seiundics m.
16 Qnint-. Ss. Berardo. Acrelo, Otho-ao.,
T Se. S. Antio abb., S.^H>oipo n.
^Sb. S. Prisca v. nj. Si.Iiaobardo.
sVDotsiBfo. S. Canoto re,
PARTE OFFKIAL
-,
aUXlSTERIO llAFlimi.
Decreto n. 4,0KS de 18 de dezembro de 1867.
Di regulameoto para a arreeid>(o de imposto
pessoal.
Ufando da aatorisacio conferida pelos arts. 10 e
3t da lei n. 1,507 de 33 d-> setembro de correnta
anno ; e ten lo oano o parecer da >e'.gVj di fa
zenda do conseibo de estado : hei por bem qae ua
arrecada^i i do impist i pessoal se oos'rve o rega-
lamento que coa este bina, asifnado por Zica-
rias de Goes a Vasconceilos, di saeu conseibo, se-
nador do imperio, presidente do oooselbo de mi-
nistros, miuistro e secretarlo de estado dos nego-
cios da fatenda e presidente do tribunal d> tbeson-
ro oacioual, qae assim o tenha tntendldo e faca
execntar.
Palacio do Rio de Janeiro, em 28 de dezembro
de 1867,16* da independencia e d > imperio.Gom
a rubrica de S. M. o Imperador.Z icarias da Ges
e Vascoocellos.
Ugulaineal a que se rrfere decreto cima.
CAPITULO I.
Da imposto pessoal, su* quola e tsensott.
Art. 1. O Imposto pessoal, creado p*lo ar>. 10 da
lei o. 1,507 de 26 de selembn de 1667, devido
por toda passoa nacional oa e>traageira, qas resi-
dir no imp-no e tirar por saa cuota casa de habi-
tarlo arrendada ou propria, aiQli qae nella nao
more.
Art. 2. Emenda se p>r casa de h .biOco, para
os efleitos do artigo aniecedeolH, todo o local rao-
bulado que o contribuais ti ver i sua dispcsiijao,
e respectivas dependencia i, como cocheiras, caval-
taricas, quintal, peqaena borta e jardim para uso
ou reereio do morador, exeloido o terreno annexo
de maior extens^o, ia^alto, ou qae peto genero de
cuitara participa da natareza 4 agrico las.
Art. 3. O imposto nao comorebende : (lei n.
1,507 de 2(5 de siembro de 1867 art. 10 | 1)
1* Os edificios ou f\ru de ediBcios destinados
exclusivamente a' iada.-tfia agrcola, pastoril ou
fabril e a' residencia dos respectivos traba i hado res
6 operarlos.
2* A parte do predio occopada por loja, offlclna,
escrlptorlo e estabelecimenu de industria ou pro
fisso, ainda que Isenta do imposto sobre as indus-
trias e prn8s-5es.
3* Os armazeas de deposito, fabricas e estabele-
cirnttis, quando, nao coastitoindo casas de habi-
lacio, nelles apeaos darmam calxeiros ou ontros
jirepostos para guarJa dos raesmos estabeleci-
meotos.
Art. 4. A qaota do imposto de 3 / sobre o
valor lo-aiivo do predio oa parle do predio :
1* de 480| e mais oa cidade do Rio de Janeiro.
2* De 1809 e mah as cidades capitaes dasi
provincias de Rio de Janeiro, S. Paulo, S. Pedro,
Baha, Pernamaueo, Maranbao e Para'.
3* De I20 e mais aas ootras cidade.-.
4* De 6O9 e nnls nos uniros logares (lei cit.ar-
tigo 10.)
Paragrapbo nico. O valor locativo sera' fixado
pelo modo determinado sos arts. 18 a 22 deste re-
golamento.
Art. 5. Sao sntos do imposto (lei cit. art. 10
11):
1* Os membros do eorpo diplomtico estrao-
geiro.
2* Os eonsnles geraes, cnsules, viee-consnles e
agentes consulares, qae forem estrangeiros, salvo
sendo propietarios ou possuidores temporarios de
bens immoveis, bam como se exerrerero o com-
merciu outra iadustria, caso em qoe /icario sujei-
tos ao imposto nos termos do presente regula-
memo.
3a Os offlciaes do exereito e armada, qae estive
rem em effactivo servico de eorpos aqaartelados,
a bordo dos navios do estado oa em campaoba.
4* As pessoas qae paga rem o imposto sobre os
/encmenlos na cooformtdada do decreto n. 3,977
de 12 de outubrode 1867.
5 Os pacos ep^copaes, os eonventos, as casas
de misericordia e hospltaes de caridade, os reco-
lblmentos, os seminarios e os esiab^leclraeotos de
piedade, beneQcenela ou instruc^io maotidos p<-
los cofres pablicos geraes, provlnciaes ou muni-
cipaes.
6 us templo?, igrejas, capailas, matrizes, e to-
dos os edificios destinados ao servlco do estado,
provincias ou municipios.
| 1*. A disDOsico do o. 3 deste artigo exten-
siva aos offlciaes da guarda nacional e dos eorpos
de voluntarios da patria e de polisia, que ae acba-
rem em campaoba, ou em quauto estiverem incor-
porados ao exereito.
2*. A dispogicao do o. 5 comprehende smeate
os que, em razao da proflssao, emprego, estado, re-
sidirem no edificio do convento, corporacao ou esta-
beleclmentr.
S 3v A disposieo do n. 6 alo comorehenJe as
pessoas que morarem em casas annexas aos tem-
plos, igre)as, capailas e matrizes, ou en. predios do
oslad;), provincias, maalcjpios e estabeiecimenlos
pablicos, ainda que gratuitamente.
CADTIUO II.
Do lao;ameDto do impasto.
Art. 6*. Os disirictos .-cies mais populosos po-
dero para facilidade e calendada do laocameato
ser divididos, eom a posslvel igsaldade, em sec(5es
designadas por nmeros, compoodo-se cada urna
deltas de ras ioteiras e pelo modo qae mais coa-
veniente for.
E-u oivlsao da competencia dos administra-
dores das recebedorlas, qae a snbmettero a' ap-
provaQio do ministro da f zenda, na corte e pro-
vincia do Rio de Janeiro, e a's dos inspectores das
tbesoararias, aas ouiras provincias, pondo-a todava
logo era execacao.
Art. 7*. O laocamento annoa' do imposto come-
Sra' no 1* de maio e devera' conclnfr-se no mais
eve espago de tempo qae possivel lr.
Art 8*. O laocadorsubdivldira' a respectiva sc-
elo em eerto numero de mas, e aotes de eomecar
as suas operaedes em cada ama destas subdivisies
declarara' por annuocios abitados nos lagares do
costume e Das folbas pabilcas quaas as ras oa la-
gares em qae ae tera* de proceder ao laogameoto,
preveniode os locatarios dos predios da que devem
exhibir os recibos e contratos de arreadamaoto, a'
vista dos quae; tem de ser Atada a quota do im-
posto. .
Art. 9*. O laocaaiento sera' dirigida pelo lanca-
dor da respectiva seceso, escripto por um empre-
gadA.dja recebedoria, que servir' de esenvo, re-
visto-pelo e ser i vio da mesma recebedoria, e con-
fef*' :
^ : A situacao da casa.
i: O nooae da pessoa sojeita ao imposte.
3*. A saa profissao.
4a. O valor locativo sobre que tem de recahir o
imposto. (Modelo aoneto n. 1).
Art 10. E' da auribaijo do administrador da
recebedoria inspeccionar e flsealisar o processo do
laocamento, corrigindo o e maodande reformar,
orno entender eooveoients, o qae Dio estiver coa
forme a's disposlcfcs do presente regulameot, e
ordenar, fiado o dito processo, a orgaoisaco da
eslaustiea do Impoto no respectivo distr.cto (decre-
to d. 2.551 e regalamento de 17 de marco de 1860,
ait30|23).
Art. 11. Incumbe ao eserlvio da recebedoria (de-
creto d. 2^551 e regalamento citado, art. 33 10):
Ia. Examinar os rroliuwDtos organisados pelos
empregados que servirem de eserivies do laoga-
mento e corrigir es defeitos qae tiverem, debaixo
da inspeccie do adadnistrador.
2a. Referendar o encerramento dd livro da ins-
cripgo do imposto jaotameale com o empregado
que eopiar os sobreditos roes, eom a data do da
em que se ti ver concluido o lancament).
Arl.. 12. Inenrobe ao empregado qae servir de
eserivao do laocamento. (decreto n. 2,551 e reg.
citado, art 35):
Ia. Acompaohar o rerpectivo lancidor e assistir
ao exime e revlso dos recibos e arrendamentos,
arbitramentos e mais diligencias, qae forem preci-
sos, redunndo a escripto todos os actos de oficio,
de qoe dar' fe.
2a. Organisar os armlamentos on deserpcio dos
predms, eom a deelaracio dos nomes das roas, tra-
vessas, pr.gas, etc^ numeraco das casas, andares
ejejas qae boaver debaixo dessa mesma namera-
cio ; estado em qoe se acharem, se em roina, em
obras oa desoccupadas; reudtmento aonaal delias;
nomes dos propietarios qoe as occoparem, e dos
inqollinc.-., e todas as mais eircnmstaneias essen-
eiaes para a foitnra do laucamento e da estatistica.
Os roes sero escriturados pela orden numrica,
e, depois de confer loa, assigoades pelo esenvo e
laneador.
3a. Entregar, no prloeiplo de cada semana, ao
esenvo di recebedoria, o processo do laocamento
da anterior, o qual, achando o legal, pora nelle o
seuvistoe o devolver' loga ao escriptorano
incumb'do do livro da inseripeo do Imposto.
Art 13. E" da attriboieao do lanzador (decreto
n. 25H e reg. cit, arl. 37):
Ia. Eliminar e verificar n valor rocatlvo dos
predios constante dos recibos on arrendamentos,
nio attendeodo aos qae parecerem dolosos on le-
sivos, ou cootiverem algnm vicio, ou por qoalqaer
ootra eircomstancia forem claramente snspeitos de
fraude, e rix mdo nstes casos o prego provavel do
aiugnel, que poderiam render em rl.-g'io a' capa-
cidad e localidade delles, e ao tempo do laoca-
mento, ou aluguei pago por outros semelbaote?.
Em todos os reeibos a arrens, qae forem
apresentados, pora' o langador a nota devisto
datada a rubricada por He em lagar donde nio
possa ser tirada.
2*. Arbitrar, qnanio aos predios occopados pelos
proprios dooos e outros, qae dependam de arbitra-
mento, o qae poderiam render se fossem alagados.
3a. Averiguar as lacunas, que se acharem nos
roes no acto da inspeccio dos predios, qne devara
ser addiclooados para completarse o laucamente;
ou as mudangas oceorridas proveniente, por exem-
plo, de falleeimento, de habitar,h de predios de
aovo edificados, de madaoca da residencia para o
districto, de acbarem-se mubiliados predios qae o
nio estavsm, por serem estabeleclmentos indus-
triaos, ou ostra circunstancia.
Art 11. Olaocameoto tara' notificado aos conec-
tados inscriptos pela primeira vez, e quandoboaver
alteragle para mais em relagao ao exercicio ante-
tenor, por tneio de nma nata que ihes entregaro
os laogadores, meocionando o aluguei do predio e
a quota do imposto, no reverso da qual serio trans-
criptas as priocipaes disposigues reglamentares
coocernemes aos deveres dos conectados (modelo
annexo n. 2).
Paragrapno nico. Se os conectados nao forem
encostrados, pobticar-se-nio seos nomes pelas fo-
lbas publicas, afim da qae possam allegar em lem-
po oque Wr a bem de seo direito, e iasterpdr os
recofsos que as leis facultara (decreto n. 5,551 e
regulameuto de 17 de marco de 186), arts. 77 e
78).
Art. 15. Concluido o arrolameoto das pessoas,
proeeder-se-ha na recebedoria ao lancamento da
declaragSes que contiveram os roes, e da quota
correspondente aos conectados no livro da inscrip-
go do Imposto.
Paragrapbo nico. Todas as notas, qae se boa-
ver de fazer no iivro de qae trata esta artigo, ieve-
rao ser escripias as fainas em braneo, qae para
esse elTiiio se reservaro no flm do dito livro, fa-
zendo-se na colomna das observag5es uoicamente a
chamada por meio de nnmeros. E-ta< notas serio
datadas e asslgnadas pelo empregado qne as lan-
gar, e neilas se mencionara' em resumo e que fr
essencial para esclarecer ou justificar a alteragao
feita no langamento, como despachos, ordeas e do-
eo meatos.
Art 16. Pello o langameo'o, o admlaistrador da
recebedoria por editaes afiliados nos lugares do
cosame e as folbas publicas, convidara' as pes-
soas qoe tiverem sido nelle incluidas, pira dentro
do prazo legal apresentarem as reclamagSes qae
Ibes faculta o presente regaiameoto.
Paragrapho uoico. As referidas pessoas poderao
mesmo eiaoiioar na repartigao o livro do langamen-
to, mediante permlssao do respectivo chele.
Art. 17. O langamento comprebende :
1.a As casas de habitagao qoe o colieetado tivtr
por sua eonta no districto, ainda que neilas nio
resida.
2.a As pessoas que morarem em predios de par-
ticulares gitanamente, salva a disposicio do art.
5a n. 5 e 2.a
Art 18. As diviso ou alojameotos de nm mes-
mo predio occopados per differentes pessoas, que
nio vivam em commnm, considerara se casas de
bahitaedes distinctas.
Paraorapho uoico. Esta disposigio nio compre-
bende os besleis, hospedarlas e estabeleeimentos
semelbantes.
Art. 19 O imposto deviio pelo anno inteiro.
Ia O colieetado que, no decurso do exercicio,
se mudar para outra casa de babitagio de maior
oa menor a'aniel, nio Acara' ^ojeilo a augmento,
era tera' direilo a' dlminuigOe qaota.
2a O qoe, ro decarso do exereieio, se madar
para ontro districto, nio Oca snjeito ao imposto
desse exercicio no districo da nova residencia,
provame que naquelle doade sabio esta' incluido
no laogamento oa pagou o mesmo imposto.
Art. 29. O valor locativo do predio, que deve
servir de base a' qoota de 3 /, de qne trata o art
4a, sera' o prego do aluguei auonal, constante dos
recibjs e arreodamentos oo arbitrados pelos lan-
zadores (lei 1,507 de 26 de setembro da 1867, an.
10 j Ia)
Art 21. 6 arbitramento sera' feito cora attengao
a' localidade e eapacidade do predio, tomando se
por termo de cemparagao o aluguei das casas mais
prximas e da maama eapacidade, ponco mais oo
menos, e tera' lugar:
1.* Quando o predio fr oceopado pelo proprie
tario oa por pessoa que nelie Habite gratuita-
mente.
Ia Quando os conectados, sob qaalquer pretex-
to, nio apresentarem no acto do laogamento os re-
cibos ou arrendamentos, oa estes forem visivel-
mete suspeitos de fraude em prejaito do Im-
posto.
3.a Quando no predio existir loja, ofiicioa, escrip-
torio oa estabelecimento de iadustria oa proflssao
para separar se a parte correspondente do aluguei.
4.* Quando parte do predio fr exclusivamente
consagrad a' agricultura oa industria, para sepa-
rarle o alogael a essa parte correspondente.
5.a Qaaodo o predio for destinado a batel, hos-
pedara, eollegio, hospital e ontros estabeleeimentos
semelbantes, para separar-se a parte corresponden-
te aos qaartos, aolas, dormitorios, refeitortos, eo-
fermarias e ootras diai5es proprias de taes esta-
beleeimentos. ficando sojeita ao imposto smecte a
parte do edificio habitada pelo don, director oa
ebefe e seas prepostos.
6.' Em todos os casos em qae se tornar absoluta-
mente neeessario, por constar apenas dos recibos
e arrendamentos o alogael liquido de encargos Im-
postos ao locatario, oo por outra circumstaneia se-
melhante qoe inflaa senslvelmente no valor lo-
cativo.
S l." Se os predios Icrem occopidos por pessoas
PRSAafARDEHea.
Primeipaoa-9*Ofas e 19 aa. da smIi
Segando** Ojonas e 42 niato da tarde.
PARTIDA DOS VAPORES S9&TJSROS.
Para o sal at Alago** a 14 30; para- o non*
ate a Granja a 3 e 30 de cada mez; para Pee
nando nos dias 14 dos meies Janeiro, mareo, i
Julbo, setembro e novembro.
reconhecdameote necessitadas, o arbitramento do
aiagaei sera' feito eom moderacao, dtvendo ist>
constar por especial declaragio no laracameato.
| Ia No vbitraaaeato do valor locativo, alten
der-se-ha smenla ao edificio oa patle dalle, e nio
a' mobllia, sua inaportaacla oso ou deslioo.
Art 22. A pessoa qae por saa profissao oa ren-
da oanicalar tiver notoriamente roeiis da vida
suffl-:iantes sojeita ao imposto, ainda qua habite
era commam mu ootras. Nio se adminira', po-
rua, divt*io do- valor locativo, atando ama res-
ponsaval pelo imposto de leda a casa, conforme as
declaragdes que se flzerem oo Unoador.
Paragrapa nalco. Se algnsna das referidas pes-
soas fr isenta do imposto, proceder se-ha ao arbi-
tramento para separar se a parle correspondente
do valor locativo.
Art. 23. As atiribaigoef conferidas neste regaia-
meoto aos adoaimstradores das recebedorias e sens
eserivies serio exereidas, nos lagares onde nio as
boaver, pelos Inspectores das allaodegas e seas
ajudanles en empregados por estes designados, e
pelos admioi.-tradores das mesas de rendas, eellee-
tores e seos respectivos eserivies.
Art 24. As attriboiiuis conferidas pelo mesmo
regolameot> aos langadoras das recebedorias se-
rao exereidas, nos logares onde nio as h -uer,
pelos inspectores das alfandegas ou empregados
qoe forem por ellas designados para servirem de
i locadores e pe os administradores das mesas de
rendas e eolleciores.
Paragrapho uoico. Os inspectores das alian ic
(fas e os adraici.-tr.dores das mesas de rendas, col-
lectores o seus eserivies, poderao commetter, estes
aos seos agentes e ajudanles, a aquelles aos sens
empregados, o encargo do langamento d i Imposto,
designando um n'elles para servir da laooador e
outro da escrivio. (Rsg. de 19 de setembro de
1860 arts. 508 e 731.)
Art. 25. O laneador palera" e devora* pedir es-
clareeimentos, quando se tornera precisos, aos
inspectores de quarteirio, parochos, repartig5?s
pablicas e mesmi aes partieulars que possam ter
conbecimento dos eontribuiotes.
Art. 26. Os eserivies do langamento rtsponle-
rio por qaaesqoer omls.-5as en engaos na escrip-
tnragio de que pissa resultar prejuizo nao s a'
fatenda nacional como a's parles interesadas, as
quaes, em tal easo, seri> effectlvameate Indemni-
sadas pelos mesmos eserivies. Igualmente os bo-
gadores que, por aboso de suas attnbnigSas, oa por
odio oa afjjieio, arbitraram mtlor ou menor Im-
posto do qoe o legtimamente eobravel, alm de
ioco-rerem aas penas dos arts. 129 e 135 do cdi-
go criminal, tic,rao responsaveis a' fatenda nacio-
nal pela dimiouigao, e aos prejudicados pelo ex-
cesso que fr verificado por outros langadores
comeados ai hoc peloi administradores das rece-
bedorias. (Regalamento de 16 de abril de 1812
art 26.)
Art. 27. As pessoas qae injuriaren! os empre-
gados incumbid n do laogamento do imposto nos
actos de seu officio, ou se portarem de modo que
perlorbem os referidos actos, serio autoadas pelo
escrivio do langamento, e presas a' orden da an-
toridada policial, a quem sera' enviada era offleu a
parte circunstanciada do delicio, assiguada pelo
langador, para proceder-se na forma das leis eri.
mioaes (regolamento citsdo art 27.)
Art. 28. Os empregados incumbidos do langa-
ment uo poderao, com o pretexto de verificcao
do valor locativo, entrar as casas de nabiugo
sem o eonsentlmento dos moradores, sob pena de
demissao, alm das crmolinadas no cdigo crimi
nal, devendo guiar se pelas declaragdes dos mes-
mos moradores, comprovadas palos recibos e con-
tratos de arrendameato, e, na falla destes elemen-
tos, proceder ao arbitramento, na conformidade do
art. 21.
Em daas presdales fguves,
i de outabro e noverabro, e a se^n
e maio-quando imposto exceder.
Antes doi-praeos marcados, se os
ra o (|ueretn,. ou sendo neeessario.acantilar
os retos da-fazoa-Ja nacional per
abertura do fallenci oa da bito do oontribulnt.
Arl. 34. Todos os obrigados ao imposto, qpe o
nio pagares, dentro-dt>s referidos arazos, incorre-
rao na multa. di i por cento do valar do mesmi
imposto (tota. i,507 de 26 de setembro. de 18*;.
comegio'a^anccienaa .i aula de
Ltftttfafc i loslroc50 'ementar do atmoaslo Preaincial.
$^u7*!t*t ^rre.te,.das.3(paaas 4 horas
) acautela S ",do baB0,r ** Capibaribe, os
mol vos I ? /lonaea Lod^o aotonio da.*lva e Jos
KI"!?!.. : taorlana dos Passos oa raHhor iateMigeacia, le-
vando esle om caivete de mola, pozerara-se a
folgar, resultando salar takdaVM fwido com urna
grande facada. O crimiaosi foi loo.preso.
Na dia 14, no logar do Garapn-Verde, da
fregaetla da R-a Visto, desta cidade, foi ferido
melraoM. HVaniem ,. cadoa ^ et.,JiplorJ5O ^^ ***
menc.wa.id.'is nos balangog; na enlamo qae orna
declara;jo feita posteriormente pelo ex-tbesooreiro
demt istra o ccairario.
< Siraticade-o-roobo na nolte de 3 para 6*dr> ci-
tado njezejpibo, o ex-lbesoareiro ofBcioo dapri-
sao ae da '.), eommuntcando qoe exi.-tiara na ihe-
J*Jl*,,a ta> *** gavet, diversos bllhetes.e rfi-
bos aempregados da aUandega, e qoe os deisara
de ipr&seniar qnaodo v^rifleoo sa oniorrubo pe'a
persarbagao eas qae ficou, e coro fffeito eoeonwara-
se asses (.-amentos, de que a be.-ojraria rem*t-
tea>aothesoareir", com o oficie n. 123: de tO de
corrida- Amaoba eonvea o nasaraMtn a,,n.,i H- )U,iw' 0JPX r8"*cao QQ8 mostra ter o ex ibesoa-
Art. 3a. imposto pesso.l n^ sera'considera- POiices ^ITS^tJSZS^^ 5ft**. !<*Wt*** Jg
do onos real, aem o proprietarlo do predio respon- edn. m oorar.a r*uW^ma o e jnoho a soaaa de l:IH>71.
savel pelo Imposto devido oelo isnuilino -.-.^-i.- .. aoja, falu sena descoberta se no acto do MArtrcj
Art. 3fk A ^branca nia rtlS^ Procedido a' vericagij c< salu-
cofre podaia' ser SA fdo reS SI ufL "' *""* *** *mmn ^^H^n^f^i.n, ,
meio execntivo, pelos cobrado* das rerebedr.rla a/.h A. a u Acwsee que o ex-lnspector, na infcmag.-o
ou nos Ingares'populosos, pTeaJdendc!a3 !! nenhda\ rir ."I SfS 8!nCDre' '"" St"*da an chefe de polica da p-a,incia e enviado
pennadas por nr saoso, bra&ileiro, o padre Are- por copa ao thesonro' com o rfflcio dessa swrdeo-
vedo, professor oodesenho era Peroamboeo, as. cia n^SJ de 10 de jolhj, confessa que c mencio-
qaaes faziam har.a acs primeiros gravadores de "
qoalqaer academia, da beUas-artes.
gao das tnesourarias de fazeo-la, por agestas dos
ebe^e das ootras estac5e fi-eae., oa dos thesoarei-
rendas mesmas eslagSes. onde.os hoaver
S Os chefes das esut&ja. uscaes, oa os the-
soureiros serio responsav^ por e.-tes agentes, de
qoem poderao exigir finja Idunea.
i 2.a Ais mesracs apetites abnur-se-ha a me-
lada da multa por elles anweadada m domicilio
dos cootribolotes, na esuit,rmirtade da circular n.
37 de 30 de st-temb'O de 1847.
S* 0 producto }iree4dado peles agentes sera'
entregue, onde boaver recebedorias, no oltimo da
otil de cada semana, e nos demals lugares, nos
prazos qne forem marcados pelos referidos cnefes.
Sere apresenlada. uesse acia os conbeciraentos em
ser, repnt ndo-se cobrados os que faltarem.
I 4.a Os ditos .g-mes poder i o ser despedidos
peijs chefes das estajaes Oscaes, quando estes as-
sim o enleoderem conveniente.
Art 37. O praxo da cobraoga do imposto no do-
micilio dos devedores sera* anonadado pt.r editaes
dasestata^s da arrecadagio, afflzados nos lagares
do cosame e oas folbas publicas.
Arl. 38. Nj livro do langamento do imposto sa-
rao inscriptas as dalas dos pagamentos a os nume-
ro? das conheclmenlos de clao que sj eitrahirm
cooforme o ra >delo annexo n. 3.
Art 30. O expediente das e gao sera' prarogadi, ssmpra que a afTiueooia dos
contribuales o tornar necessario, nos unimos dias
dos prazos marcados no art. 33, para a cobranca
do imposto.
Paragrapho tnico. Se, nao ob.-ianle a pronga-
gio de hora, alguaseontribainles deixarera de ser
aviadas por falta de lempo no ultimo da do pra
zo, o ebefa da estagio IVeal fara' relaclnar os
seos nomes, afim de admiiti-losao pagamento sem
multa al o dia 5 do mez segninte, sendo a relagao
assiguada pelo chefa no mesmo dia. (Decreto n,
2.551 e regulamento de 17 de margo de 1860, arts.
fi8a.69)
CAPITULO V.
Da fisculua^io i contabilidait.
Ait. 40. A fLcaiiMcao do-laocarneuto e do im-
posto pessoal se fara' do mesmp modo eslabelecido
nos leiiulamentos dosimpostos laucados.
Art. 41. Havera'para-ec expedirme e eontabHi-
dade do Imposto os segoioies livros :
1.a Do Uugameoio (aaadete annexo n. 3).
De lalrjes para as quitaos?.
Sio dons re-
tratos peqoenissimos, e. rior de dous ailhetes da visita, sendo as chapa*
abenas em eebre, a Uiho-doce. Nio se >de
exigir nr-ais pe*.Vicao, aera mais s/melhang. Ao
Sr. Prederico d* Campas, habilissimo prlmeiro gra-
vador da casa di moeoa, ouvi eu expresar a saa
admiracio pelo ban acabado de tio delicada obra
e sel que 5. S. der* um parecer por eschptt elo-
giando o aaloF. Co-la a crr que o goveraakiasi-
leiro oao -.aba aproveilado melhor o aalevaeie
ment do.padre Axtvedo, e que se mandare laaer
gravuras ao estrangeiro, bavendo no paix gravado
res lio distinctos.
E' sempre cora grande saptisfaegao qao registra-
mos a^ni qoalqaer appreclagio quo de nm nosso
patricio lazem no estrangeiro, sobra lude qoando
esse patricio nm hornera intelligoata e do mere-
claenti do Sr. padre Aievede.
Ainda por affljencia da materia, deixamos
de publicar hoja o eommunkoado que tem por
ululoPolmica religiosa.
Lotera.A qu se
a 51* a beneficio d
luotarios da patria,
aoooDciar.
acha a venda
las familias dos vo-
que corre qnaodo se
2.a
CAP1TUL1 III
Das reclamabais.
Art. 29. As reclamag5es dos coll3CUdo3 contra
e langamento podem ter lagar :
Ia Para exoneragao oa redaegao do imposto
exigido pelo colieetado por estar lodevida ou ex-
cesslvamente laxado, como nos casos de inclusio
de pessoas nio soj^itas ao imposto, erro na desig-
nacao das pessoas on moradas, injustiga na fixagao
do valor locativo oo mudanga de residencia.
, Ia Para remissio total ou parcial do imposto,
pedido por motivo de perda lotal ou parcial das
faculaades contnbaintes, como nos casos de Incen-
dio ou outra circumstaneia extraordinaria alten-
divel.
Art 30 As reclamagoes tendentes a' exonera
gao ou reduegao do imposto, nos casos do n. 1 do
artigo antecedente, podem ser Intentadas durante
o langamento at o dia 30 de novembro, sob pena
de nio serem depois admTtlidas.
1.a Pora do prazo marcado neste artigo, ne-
nbuma reclamar j sera' admittida pelos ebefes das
estaro-1- da arrecadagio seno:
1.a Por ordem do ministro da fazenda na corte e
provincia do Rio de Janeiro, e dos Inspectores das
tbesourarias as ootras provincias, no caso de in-
cidente nao previsto, justificado perante as mesmas
autoridades.
2.a Pelas pessoas qne sem fundamento algom fo-
rera conectadas para o imposto pessoal. ou a qoem
por direilo competir o beneficio de restitoigio.
3.a Palos conectados qoe forem comprehendidos
no langamento depois de (Indo o processo, por qoal-
qaer circumstaneia extraordinaria; devendo, po-
rm, ne-te caso as reclamabas ser intentadas den-
tro du prazo de 30 dias, qoe for marcado em a nota
de que trata o art. 14.
2.a As petigQes serio dirigidas ao ebefe da es-
tagio de arrecadagio, instruidas com os documen-
tos que os reclamantes jolgnem a bem de sea di-
relto, e entregues na mesma estagio.
3.a As reclamarles, Informadas por escripto
pelos langadores, e por quem mais convier, serio
decididas administrativa mente, dando se o motivo
d decl-os quando as mesmas reclamagdes fo-
rem joigadas improcedentes', e entregando-se
aos reclamantes os documentos que as acompa-
nbarem.
Art. 31. Das decisSes dos chefes das estagSes de
arrecadigio bavera' recurso, no prazo de 30 dias,
sem effeito suspensivo, na conformidade dos arts.
28 do decreto n. 2,343 de 29 de Janeiro de 1859 e
60 a 67 do regalamento annexo ao decreto n. 2,551
de 17 de margo de 1860 :
1.a Na corte e provincia do Rio de Janeiro, para
o tribonal do thesonro nacional.
2.a as ontras provincias, para as thesonrarias
de fazenda, e destas para o mesmo tribunal.
3.* Do tribunal do tbesooro nacional, para o con-
seibo de estado.
uoico. A disposigio deste artigo extensiva ao
arbitramento do valor locativo. (Lei n. 1,507 de 26
de setembro de 1867, art. 10 { Ia.)
Art. 32. As petlgdes para remissio do imposto,
nos casos do n. 2 do art. 29, poderao ser dirigidas
em qualquer tempo, ao ministro da fatenda na
corle e provincia do Rio de Janeiro e aos inspecto-
res das tuesoorarias as ootras provincias, por In-
termedio das estagoes e reparltgdes fiscaes compe-
tentes.
$ nnico. As deci.-5es dos inspectores fliam de-
peadentes da approvagio do ministerio da fa-
zenda.
CAPTULO IV.
Je tempo e modo i* cobranca.
Arf. 33. A cobraoga do Imposto pessoal sera'
realisada i bocea do cofre das estigdss de arreca-
dagio, das 9 horas 4a maobia s 3 da tarde, pre-
eedendo annunclos por editaes nos logares do cos-
ame e as folbas publicas.
1.a Nos metes de ontobro e novembro, se o im-
posto Dio exceder de 12J009.
3.a De eontas crrenles das valeres entregues
acs cobradores e agentes, o qual sera' aberto, nu-
merado, rubricado e encerrad) pelo chefe da esta-
giu fi-cal.
Ari. 42. A recebedoria na corle, e as tbesoura-
rias de fazenda aas provmeias remetterio ao tne-
souro nacional, coojuaciameute com o balango ae
cada exercick, a estatistica do iuposto pessoal,
cora as observagoes que Ibes occorrerera (modelo
aonexo n. 4)
Art 41. A porceolagem e ma s despezas do ex
pediente da arrecadagio, adrainistragio e flscalisa-
gio, as pocas par as entregas do producto arre-
cadado, e prestigio das eontas dos exactores res-
pectivos, serio as mesmas eslabtlecldas oes regu-
lamenlos fhcaes em vigor.
capitulo vi.
Duposiiues ti ansttoriat.
Art. 44. Pobucado o prsenle regularaento na
curte, no Diario Oficial, e as provincias nos pe-
riooico3 nue costumam pobliear os actos offlciaes,
as estagoes fiscaes procederao immediata mente ao
langamento do imposto para o correte exerci-
cio, observaods as disposlgoes do mesmo regula-
raento.
Art 45, O imposto correspondente ao exercicio
corrate sera' pago at o fim do mez de junho pr-
ximo futuro,ob pena de multa da 6 ;(>. (L i n.
1,507 de 26 de setembro de 1867, art 30, e circu-
lar n 37 da 30 do mesmo mer.)
Art 46 As reclamagdes, da que trata o art. 29
a. 1, poderao ser iotentadas al o fim do mez de
junho.
Art 47. Os Inspectores das tbesourarias de fa-
zenda pode ao autorisar os chefes das estaedes de
arrecadag?o para rubricarem os livros nos lugares
onde, pela distancia em que se acharem das cap
taes, fr esta providencia necessariajpara execagio
dos arts. i'i e seguales.
Rio de Janeiro em 28 de dezembro de 1867.
Zacaras de Ges t Vasconcellos.
PERNAMBUCO
Nameragao do bilheles da lotera 51" offere
cidos pelo thesonreiro das loteras para auxilio das
despezas da guerra.
Meios bilbetes ns. 1130 a 1154.
Rsparticao ka POLicu.Extracto da parlo
do da U de Janeiro de 1863.
Poram recolhidos a casa da dc-leogio nos dias 13
do Brrente:
A' ordem do Dr. juit municipal da 2 vara, Jos
Manoel Perreira Ramos, por se a rhar inearso no
ar. 265 do cdigo criminal. A crdem do subdele-
gado do i ecifa, Jis Tbomaz Chrislian e James
Grabo, inglezes, a reqaisigao do respectivo cnsul.
- Poram remanidos pela repartigao da polica,
no dia 14 do crrante, osseguinles recralaj :
Para o exereito 2
Para a armada 1
REVISTA DIARIA
Poram nomeados para o 8a batalbio de Infanta-
ria da guarda nacional deste municipio o cdadios
seguales:
3.a companhfa
Tenente o alferes da mesma Jos da Costa Santas.
Alferes, Joio Domiogues daCnnha Lages.
6.a companbia
Capitio o lente da 3a Francisco Antonio de Sooza
Leio.
S. Exc. e Sr. presidente da provincia atten-
dendo ao que requeren Joio Goncalves Rodrigues
Pranga, capitio da 3a companbia do 9a balalbso da
guarda nacional de Ollnda, resolveu, de conformi-
dade com o art 69 da lei n. 602 de 19 de setem-
bro de 1850, reforma-lo no mesmo posto.
Sob proposta do Sr. Dr. ebefe de polica foi
nomaado Sympnrooio Rodrigues de Lana para o
logar vago de Ia sopplente do subdelegado do Cu-
rato da S de Ollnda.
Pot noroeado promotor publico di comarca
do Cabo, o Sr. Dr. Andr Cavaleante de Albnqner-
que.
Poram transferidos o promotor publico de
Pi d'Alho Dr. Jos Antonio Correa da Silva para
Santo Antio, e o de Santo Aotio Dr. Jos Joaqaim
de Soulo Lima para o de Pao d'Alho.
O Sr. Jos Joio da Amorim, negociante de
nossa prtca, acaba de offerecer, ao Sr. comrnan-
danle do 6a batalbio de infantaria da goarda na
clona i, doos libertos em subsinalgo de seos dons
ilios Jos Joio de Amorim Jnior e Manoel Joio
d'Amorim, qae haviam sido designados para o ser-
vigo di guerra.
Pedem-nos qne lembremos a polica, a bem
da (boralidade pnbltci, qae tome algunas medidas
no sootido de remover algamas mulatas qae va-
gueiam embriagadas pela ra de Hortas e paleo uo
armo insultando a qaalquer pessoa por quem
passam oo encontram.
14 -
A' ordem do Ulna. Sr. Dr. chefa de polica, Jos
Gomes de Vaoderley, como sospeito de ter sido
amor de urna faada dada em Belisario de tal, e
Miguel, escravo de Manoel Francisco por fgi-
do; a orden do Dr. delegado da capital, Manoel
endes ou Francisco Manoel Alves, por criine de
mjaria ; a ordem do subdelegado do Reclfa, Felip-
pe ou Bernardo, escravo de Caivalbo e Nogueira,
a requ-nmento deste; a ordem do da Capooga,
Jos Lanriano dos Passos, por ferimentos gra-
ves.
O chefe da 2a scele
J. G. de Metquita.
Relagao dos recrutas que forara remeltidos
pela repartlgo oa polica no dia 14 do correnle
mez de Janeiro de 1868 :
Para o exereito...........
Para a armada ...........
Pata o arsenal de marinha
6
1
1
-8
brasileiro Potengt, sa-
Passageiros do vapor
lldo para o sol :
Mara Pulcheria de Mallos, I -entura e 1 meni-
no, Joaqoim dos Santos Gomes, sua senhora e 1
criada menor, Jos Francisco Borge* Fulmnense
e 3 companbeiros, Dr. Joio >p'.ista Pedro Cirta
Real, sua senhora e 2 criados; ur. Antonio Joio de
Carvalbo, coronel Antonio F. J C. P. Mello Brre-
lo, Dr. Fraocisco Soares BrarSJa i e sua senhora,
Dr. Joao P. de Alboquerque Sarment), saa senho-
ra, 1 Qiho e 2 criados, Joio Pranciseo dos Santos,
Manoel Jos Machado, Antonio Ferr, Jos Maga-
Ibies dos Santos Carregel, w. Robellard e sua se-
nhora, Antonio de Sonza SiJ Adolphi Venceslao e
sua senbora, Amelia Gustavo cerraira de Paula.
Passageiros do vapor! Gequt, sabido para
Fernando:
D. Joaquina J. de Si Lobli. J lio Baptista Pareira
L'-bn, ii. Mara de Gusmo Lobo, D. Rosa Maria.
D. Marina M. Rona, Francisca Dionizla, Dr,
Joio de Sa Gamma, sua se. iiora. 2 Olhos e 2 cria-
dos, B'llarmioo de Romao e Canuto A. Morf ira.
cemterio publico.Obituario do dia 15 de
Janeiro de 1868.
Panlo Gongaives, Alrica, 70 annos, solteiro, Boa
Vista; bexisas.
Manoel, Peroamboeo, 1 anno S. Jos; bexigas.
Alfred.', Pernambaeo, 7 mezei, Boa Vista; den-
ligio.
Publicacoesl a pedido
Att publico
Ji rontanndo, como tenbp consciencis, e nio-
gera de oda l o contestara] mais de trmta anoos
de esforeado-, e moito escrupulosos serviros em
differentes empregos de fizenda, e quando em re-
compensa legal dos mesmos devia esperar a apo-
sentador) a, qae ha vi a requerido ao goveroo desde
20 de abril prximo passado por motivo de graves
e mal sabidos padecimentos de molestias, qne roe
iropossaibilitavam de continuar a servir ao estado,
fni ter decreto de 27 de novembro antecedente
exonerado da commissao de Inpector da tbesoara-
ria desla previocia e demettldo do logar de chefe
de secgio da de Pernambu expendidos no seguinte avian:
Rio de Janeiro, 29 de novembro de 1867.
lllm. e Eim. Sr.Commonico a V. Exc para seo
conhcimento e devidos effellos, qne por decretos
de 27 do correnta foi exonerado o inspector da ibe-
soararia de fazenda nessa provincia Joio Saverla-
no Ribeiro e demlll'do o procurador fiscal Manoel
Soares da Silva Bezerra, sendo o prlmeiro tambera
demiitido do lugar de ebefe de secgio da tbesoora
ria de fa enda de Pernambnco, pelo deleixo e im-
pericia com que se haviam no enmprimento de
seos devores, romo velo a eoobeeer-se por oecasiao
do rejbo dos cofres daqoella thesoararia ha me-
zas commotiido.
i O deleixo ac>ia-se compro vado pelo officio do
ex-iespector do Ia dejulbo ultimo, n. 116, no qual
referindo-se ao balango qne se den nos mesmos
cofres a 28 da junho, em comprimento da circular
de 10 de Janeiro deste anno, informoa qae a junta
verificara a exacliiUo e existencia, dos saldos indi-
aadcsalango apenas se vevitaram os valores exis-
ten*** em notas pelo nomero dos magos, e segando
a. larrac?o que continham, das respectivas impor-
tancias ; tende-se asslm paaucado sempre nos ba-
laae- anteriores, visto rgan so contava ao acaso-
ara on ontro mago.
t llouve ainda imperte.. dos sobreditos empre-
gados, qoando se tratou de exigir do ex-thesoorer-
ro a imp irlanda do alcance, na eoaformidade da
legislagio vigente; porqpaato. resoiveram emjuu-
ta qne se Ihe forroasse. tulpa pele rnroo de peca-
lato em observancia dos preeeitos do decreto n.
657 de 5 de dezembro de 1849, qne nio erara,
mais appiicaveis ao. caso, orna que elle aeha-
va-se sobmettido a piacesse de ronba a pecla
de qoe f3ra i.bsolvido pelo juizde direlto, tendo se,
porem, appellado da sentenga deste P*ra a relami.
do districto.
< Dos guarde a V. Exc-Z icarias de 8s a
Vasconcellos.Sj. presidente da provincia do Cea-
ri. >
Antes qoe, carro importa, me empenba esa ama
justa e bem rttenciosa apreciagio deste acto do
goverro, que me considerou culpado no lamenta-
vel aconteciaento do roobo pralicaio nos cofres da
thesoorarla. na nuite de 5 para 6 de Joihe nltlmo.
e que me fulmine u com nma severa, se nio cruel
ponijio,, coodemnando me a' perda de ant'gosdl-
reiloSj e deixindo-me, em Nade ja' bem avangada,
em wiado da desesper'gio ea' meri Je pungente
pobresa com urna grande familia, me permltiira' o
publico, me permillira' mesmo o governo, que a
modo de defesa, e como para melhor jostiflraga
do meu compertamento de tomen e de erapregaco
eu me aioogue um poaco no que devo annunclar,
e addusa, com relagao a esse fual aconteehnento
do ronbo, eertas roisiderac5es e cireomstancias,
que me abrigara de culposas faltas, e qualquer res-
poosab'Hidade.
Souba por amigo do Rio qne S. Exc. o Sr. ron-
selhsro 2learlas, por ocesiio de elle emrenhar-
pela mioha requerida aposenta loria, no da 5 de
novembro (data bem recente) depois de manifes-
tarse com expressdes de b'mgoldade, e Tarar a
mea respeito, taes coao as de tef-me p r am ho-
rnera muito honrado e bom empegado, dlsse, (ft-
qae bdffl corsigoadi) qne nao poda deixar da cen-
surar me por nio baver representado ao goveroo,
fazendo ver que era pequea a Uanga do thesou-
reiro e por nio dar nma vez por ontra em das in-
cerlos balango". tos cofres, porque, se assim proee-
desse, ja' se terla descoberto o alcance, qoe desde
ranit j tempo exista, e oii dira lugar a que o the-
sonrelro se apregentasse ronbado, ^uindo alias tt-
nha por fra de dovida que lora elle o proprio la-
drio, accrescenianeo que tanto mais se levava a
assim pensar qnaoto para isso bavia urna circums-
taneia muito importante, e era que da tbesouraria
do Ceara' nunca fra'remedido ao tbesouro todo
o saldo existente, e qoe quando leve ordem para
isto, appareceu o reobo, o que provava qoe cem a
remessa de todo o dlnDeiro nao podia mais o the-
soureiro_ enecbrir a sua falta, concluindo qua por
taes razoes se convenca de ter sida o tbesoorelro
o autor du roobo, e que portaoto ja' se aborreca
da mioha insistencia em querer capacita lo de qae
ente um hornera honrado e que esta' innocente
oesse acontecimento ; sendo que sobre todo Ihe
causara indignago a impulagao de autor do dito-
roobo ao chefe de polica, sopponJo-o capaz de
acreditar em semelbaote emboste.
Nio vioba a proposito, nem tive meio de, assim
particularmente informado do que eotio disse S.
Exc. o Sr. cooselheiro Zicarias, directamente fal-
lar a S. Exc. e a essas soas considersgSes oppor:
qoe oio para censurar o nao ter eo representa-
do no sentido da elevagao da Ganga do luesooreiro
e por baver deixado de dar nma vez por outra ba-
leos indeterminados nos cofres a seu cargo ; no
prlmeiro caso porque, alera de nunca me ter oc-
corndo a lembraoga de tal oecessidade, como con-
fesso, sem duvida por me ver sempre a bragos
com multiplicados, e urgentsimos afazeres, en
deseaosava e devia descansar no acto do tbesooro
de por ordem o. 13 de 15 de margo de 1862 ter re-
dundo ao valor de 40:000 o de 100:COO em qoa
na conformidade do 9a do art 2.a do decreto n.
870 de 22 de novembro de 1S5I, a thesoorarla ba-
via provlsoriameole arbitrado essa flanga, e no se-
gundo porque merecendo-me plena conOaoga o ei-
tbesoureiro Yianna, nio me podia advertir da ri-
gorosa conveniencia, ou necessidade de proceder i
balangos em dias incerlos, quando alus nos de
pocas proprias sempre se venficaram existir nos
cofres os valores qne representava a competente
escriploragio ; qne assim onnea apercebi, nem me
podia perceber de que o dito ex-lhesoaroiro se
achasse no supposlo alcance que disse S. Exc. dn
muito tempo exista ; qoe a thesouraria nanea te-
ve ordem do tbesouro, era mesmo a por ultimo
expedida em 7 de junho procedente a qne aliudio
S. Exc. para remetter Ihe todo o saldo existente,
mas sim, e somante o disponlvel, eom ailengio
perianto a necessidade dos encargos della ; sendo
certo qne tambem nanea deixoa de promptameate
occorrer a's receidas ; que a proposito, e ea pro-
va disto, como por nm prolongado irabaloo acabo
de verificar a thesoorarla por virtnde da ordem do
tbesooro o. 2 de 9 de jaoeiro de 1863 remellen em
6 de fevereiro do mesmo anno para a do Para*.. .
30:000* ficando de saldo em diobeiro 135:5322701
r., sendo 58:558J' rs. de eonta do exerele de
1861-1862, e 76:674*409 rs. do de 1862-1863 :
qoe em consecuencia da ordem n. 29 de 8 de ju-
nho tambem de 1863 remellen para a de Mara-
nbao em 18 de julno snhseqoente 50.0004, ficando
de saldo em dinheiro 121:830*130rs., >endo.....
103:966*289 rs. de 18621863, e 18:863*841 rs.
de 18631864 ; que em virlude da ordem n. 1%
de 5 de agosto de 1863 r- meneo em 29 do mesmo
mex para a de Pernambnco 80:000*. ficando de
saldo em dinheiro 41:170*802 r., sendo.... 19:289*892 rs. de 1852-1863 e 21:880*992 rs. de
18631864 ; qne em 5 de jan tro de 1864 pagou
saque do tbesooro de 80:000*, ficando de saldo
em dinheiro 141:817896 rs., sendo 22:O42#707 rs.
de 1862-1863, e 119:775*189.rs. de 1863-186 ;
que em 14 de marco tambem de 1864 pagon igual-
mente saqne do tbesouro a favor da eatxa filial do
Banco do Brasil em Pernambaeo 100:000*, ficando
de saldo em dinheiro 126:437*142 rs. sendo.....
33:385*454 rs. de 1862- 183, e 93:051#688 rs.
de 1863-1864; que em 28 de dito mes e anno
pagou saque do tbesooro tambem a favor da dita
raixa filial 100:000*, ficando de saldo em dlonelro-
24:398*869 rs., sendo 18:150*935 rs. de 1862
1883, e rs. 6:247*934 de 1863-1864; qoe era
vlriuae da orden n. 60 de 17 de outabro de 1864









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.i sa FwwjwnM //rni m^^
!!> II |ff*f "'"' ** 1'^'
te l^ra^HK ^tp
crotoro dp mesme, Wo rem*Vteo ao los eonstaples. daqaette tttao, de, qe agora ea*
1*508 r. *m otrre, ficando de saldo sso a occopar.
3 518*326; sftrlo 81:03*863ts. Os-morlvosda mfcrttt desastrosas lofamnte de-
e 72M9JW1 r. de 86Vi86 ils*, conforme se l oa reledo aviso, Toram em
_ril de .! pagoa &aqae do tttesqq-
o de 86:0001, ficando de saldo ero dinheiro..
da a prlaie administrativa, am araeo raxoavel pan paiz;
**mct.f 1868.
.1 oaaMJ>: .YlalX QZM/
iimii** n*m9n nnn < n m .i r t ir d t -g


ea i i i
L - 1
247:301*960 na csixa d tf-1866 oe ;
que em >rtude da rda o. 56 de 4 de abril de
1866 em 2 de maio fab*eqpnle remellen ao tne-
souro rs. 178* J*, i>to 00:)K>0* era "8,f'
rentes e 78:8305 em illas de 5*000 da qtferta
estampa suhsiituidas Mi renda da prqnnti
por nao baver funde era ola no respectiva mu BuI, ficando de sal*j em rti-
Dhelso 46 660*834 res na dita calta de 1865-=
1866 : que em vutuie 4a ordem a, 33 de 6 de
maio de 1866 remeltoo ao tnesooro em 3 de julbe
tambero de 1866 40:000*. ficando de saldo em di-
nheiro 104:6401340, sendo W8.-63?*30i de #855
1896, e 31 de I8G6 !8T : que em 2 de setem-
*ro de 1866, por lalta de saque fia cala 6c.al do
banco do Brasil em Pernambuco na (rma 4a or
4cm n. 41 Ade it de juoho tambera 4e 1866,
remenea ao thesouro -5(i:08t*, remessa qoe (o
approvaJa pela ordem o. 66 4e 25 do dte mea de
setembro, ficando de saldo em diobeiro.........
160:6191307 seado 39:3773084 de 1863-1866, a
121:2411223 de I86ti_lfc>7 : que em viriude a
ordem n. 84 de $2 de deetmbro de 48G6 em 7 de
Janeiro do correle aano renmteu ao mesuro
IdV.Oilf1* ficando de alto em diniwiro-----.......
235:7971576 seodo'9di705*86., de 18651866, e
144:1 911716 de 18t 1807 : q*o ero 10 umbem
de Janeiro dito pago saque do tnesooro de 50:001*
ficando d* saldo em diohclro *;7:100*OC7 seude
95.924^691 de K65- 188*.-a 15t:47S*316 de
18-6 a 1867 : qee em virtud* da ordem n. 18 de
22Me maio uiiiroo em 21 de abril subsequeate re-
mellen ao theseuro 120:660?. Bcando de saldo era
dinheiro 119:8(61169 na calta de 18681857":
qoe em 16 da abril diio pa^ou saque do theseuro
de 7:800 flcaado de saldo m diobeiro.........-.'.
121:7741098 timbero de 8661867 : que em 19
do mesoin mea de abril >aguu s*que do tnesooro
de 6.500* icDlo desalo em dinheiro......-..-.
122:4761663 de 1866 -4867 : que em virtode da
ordem o. 38 de 7 de ooho precedente ( a iliroa
a que referi s S. Esc. o Sr. couselheiro Z*carlas;)
na vespera do roobo dos cofres estavam ceolados
para ser remeltidos ao ihesouro 80.00.1 em notas
correte?, b em via d*s preparo para o mesino flm
43:0(Ole tanto em notas substituidas em juohn,
dito de iO*J. 0 da 2* estampa, e de 51 da 3" cojo'
prazo para o descont Irgai liaba de priaeipiar no
l* de seteiubro prximo passado : que todos esses
sald;s precisado por pocas, algumas vezas rouilo
superiores ao do lempo do referido roubo, e ou-
tras bem r-daiidos, ou pequeos, estavam obriga-
js as cretcidisdespeias ordinarus e ettraordi-
nariris a caigo da iliesouraria, maiim') nos anoos
de 1861 e 1863 por occasio da grande epi-
demia dj i h kTo-iu rtiQ, e de ISCo ero diaote ero
raiao da guerra coaira os goTernys de Uruguay e
Paraguay, assim como ifQjente e multo avuliada
substiluicao de nttas de diversos valores, segando
provase. e consta das repelidas e ma) ^raiue-
somroas reroellidas ao thesouro, sera qoe jamai.-.,
o de qualquer forma se falusse ues desperas, e
subsiiiirto s : que nunca tive razaj para presa-
rolr que o ez-tbeaonrelro Vianna estivesse em al-
cance para coro a fazenda, assiro porque ttAft
posluaimenle occorrea aos pesados encaraos da
tbesouraria, com porque na> pocas dos Dilaocos
seropre se acharam dos cofres os valores, que de-
vero ezist r ; sendo que alguinis vezes eram bem
exiguos os saldos em dinbtiro a seu cargo, coma
por exemplc, alm de outrjs cima mei-c oaados,
em 30 de abril 31:3991470, e em 31 de malo do im-nu aono,
que importava era 1G 2991285 segnudo mesoio
consta dos batneos existentes no tbeouru, clr-
cumstanciis, ou fados estes que rasoavelmeote ex-,
claem a pos^bliidade do suppcsto antigo alcance
dtale : que nao tive a preleuco de a lodo iranze
Innocenlar o sebredito ex tbesourtiro qaanto ao
casa do referido ronbj, e muito menos quiz abor-
recer a S. Etc. oSr. cjtselh-iro Z icarias coro in-
sistente proposito de eonvence-lo de que o nesino
ex-lliesoureiro, embora criminoso, Or* eslranho a
tal (acto ; mas acostumr.doa cooslJerar os bomeos
sempre de toa f, e seg'jindo os seus preceden!**
en nao traba, como ainda agora nao teobo razio
para duvidar da pro^idade e honradez da mesmo
ex-lbesoureiro, luinterrompidamente attestadas por
seu bom comportaiuento offlcial e particular, sendo
que assim, someste por entender que S. Exc. o fer.
coDselbeiro Ztcarus gustarla que eu Ibe fa|ltse
com o intimo das rniuhas sioceras cuiivirg:-, <-
porlanto sem favor, ou de>f.tvor a alguem, atrevi-
me por diversas veze-, em rela.io a esse lamenta-
tel aconteclmeoto do roobo, a aventurar o jjizj
de que, em meu conceit >, o dito et-ihesoureiro nao
ti vera parte nelle, tanto mats qaanlo tlnha suspei-
ta contra ontros, suspeltas que todava nao pud
dar por seguras e verdadefras : q.e oira por es-
crlpio ero de qoalqner oatro modo del a enten-
der a S. Exc. oa mesmo formei o peasameoto de
qoe o r.tn-fe de polica fra antor, oa cmplice no
referid. facto do roubo, mas nio hesite! em dizar
a S. Exc, a arada repito, qne o mesnu boovese,
senio com inepcia, ao menos de inaneira previa!-
da e incoavemente em suas diligencia', nio pro-
curando descubrir os verdadeiros criminoso?, po-
rm siro, e somente& mo qus justiflcar que o ni-
co fra o auie-dito ex-thesooreiro : que infeliz-
mente S. Etc. nao me runhece de perto, nem por-
tanto pode sab- todas as miDhas acco s de hornera e de empreg*
do, seno sena fcil em acreditar qne sem subor-
dinar o mea dever publico a qualquer con-ldera-
o de sffeivan, ou desaf>-lcSo, louge de condescen-
der com o supposto fSt.fdo da atraso, e falta do di-
to ex-thesooreiro, toba a precisa forct e indepen-
dencia para baver-me devia, erigoro>ameo:e cu-
tra elle, e quem ui-r que fosse -. pois que em zelo
pelos interessesda faieoda cao dava direitj a que
alguem me excedesse: que assim (lites js co
fres se o fdCtj do referido roubo livesse depeo len-
te de providencia, e accao de mmha parte : que
em sutnma essa importado do'antigo alcrace,
ronbo dos eofrs ao mencionado ex-th'oon-iro
parece antes ter sida art-ir?, e maliciosiraentc le-
vantada e >uggerida por alguem para sat sfagao e
seas perversos ititeniQS.
Estas intuitivas rai's e ajastadag dedales que
venbo de oppor, sendo como devem ser desprevi -
Bidamenle aiieodidas, contraiiam, e desvaneeem
sem duvida a procedeocia dos declarados captulos
de censura de S. Exc. o Sr. eonselhelro i icarias s
meo respeitn, captulos de censura qne altas nao
censtituiam, nem podiam constituir erro de oiBclo
da turaba pane, para qaa logo depol fosse par elle
to desapiedadamente punido; sendo para uot.-.r
que om deiles, o de f il-a de representaba i m j -
Yerno sobre a peqaeohez da flanea do tbesoBreiru,
acaba de ser nu.lineada por S. Bce. em a ordem
D... de... de oovembro aoteeedeoie, qae en res-
posta ao mea < fflcio n. 142 dirig : ao tnasooro em
30 de julio ultimo no sentido da necesaidade di-
ser a mesma banca elevada a nunca menos de....
80:i 001 declarm qoe Ocasse ella sabsistiodo oa-
anelle valor de 40:0001 ja' diado pelo tOesnoro em
a citada ordem n. 13 de 15 de marco de 1852.
Atienta a eoaoifetacao de a. Etc., o Sr. conse-
Itaelro Zacaras ao mea alladido amigo e o mais
qoe eoDctudeotemente deiio eannclado, esta' bem
evidenciado, qne na reeente dtti de 9 de oovem-
bro, qoatro metes depols do aeoDiecimenta dorna-
lio dos cofres da tbesouraria, e qnaadu sem oovida
ja' se chava exteo^aroeote informado a* respailo,'
S. Exc. anda nao fallava com sospeita, oa coovic-
c8o de fili, oa compromeitimeoto pooivel de rol-
aba parte em tal facto, nem portento era para erar-
se que aquellas tuas censaras se cuavertessem era
instruroent -s da minba amqailacio.
Sinto aobre modo, nem para meon, os malefl-
cos elleitos do lerr>vel acto da 8. Exc. que a um
estado vaieiudmarto e decrepito por eaosa da mi-
aba dedieacao e esfurco so servico pobneo no rte-
corso de ruis de triuta anoos ajunlnu me a hE c-
Jrva siluacaa de absiiata falta de meios para qiho-
ler a Biaba numerosa tamiia, mas sioto tambero,
porque tenbu o bem eoienlido bro e nrguHin di
bomem honesto, qoe S. Exc. embora justamente
impressionado pelo infame laclo so referido roobo,
levado do luavavel empeohe de puoi-lo dasida*
mate nio te iembrasat, era admiiusse a possibi-
lidade e que oa pequea tociedade como o pe-1
queoa Merarcbia offlcial so eocoi iram borneas e
tancerooarioe lio eiosoe de seas crditos, e de las
boara, qointu podem ser oa demais elevada posi-
cio,ff^it.olo Infelizmente i|nelles o direitj de
r atirBdidos a acreditados como estes.
8* d* 8 Ex*, o 8r. eoaelheiro Zicarias oecor-
resse eoU lerabraoca desti santa vrtade, mwi-
las veze loMiflea la pelo* precedentes do h 'meo, e
do empregado, a' despefto de eooveffcir-se de per
0 ex lbesooreire Viaooa -erimlcsa oesse farJ de
roflbo, ede qualquer int>rmacao oe>le sentido com
pwic*o de umbem nelle enredar me poromb^o
eeondescendente, nso m. faria vlc,ima d9.uma
a72?!? I. WTi"' com* "* '"mente :ra-
llida roionseeridNclo de WeS 7^^^
roobada, motivndose, eom a maior Impropria
dade, e offeosi do meu carcter, com os (uudamea-
a iademnltao dj cofre com jura de /; mK re ao iov#rafle-reai.aneracio dos servlcos, .porque n. .. B(Binn, Indares,
roa do aru S do decreto > 37 oa^H eumpro o en de-;er, sem me importar com e.ses l',.. T ^_ ,>
de f8Wob-ervaiido-se oo caso deflr^oTM|BPKrWo*a,que por abi aodm.
substancia os.seguimos :-r 4 jmmi jaatijkim jiW.' e 7 do mesaN decreto ; nio assim po-, Sirva a preaente de resposta aa. Sr. Espirito
q*e me. kavta no eumprmp,t9 dot meas dPrrs rm auanto ao exercicio interino, era qoe ptrmiUio Santo, u aos qje ( qalzerem emitar, visio como
^\^JX^ktmS* New-Orleaas,! e imiUe .castas aecrdito, tempiea eeawr^M feenide, e w eorpo da
nao v'oliar^i a impreasa pera Matar de espeto
semelbante.
Recie, lo de Janeiro de 1868.
Dfcio de i4}Htid Fonstea.
Ojii
como *ei reconhecer-te. piveenstio de roubo do-estivesse o eli*o Baptista da Costa i
cofre it tkesoutari*. qae, suspenso Ibesoureiro, impedido
Traurel de cada uro. destes tafiraa a especial- clrcurostancn va que tlnha lagar a .
nenie. do rt. 69 do rete o. 736 de 20 de aove
Por offlcio n. 116, do t* de jalao prximo patsa- 1880, al qae foiea comeado e Mrasse
da e*rt!CH>ei ao ttiesoat*, nio so qae, teodo-se m co u inesoatbrUgiQBipeieBteBate afiaocado, oan-
sesso da jiiota da '.besooraria de 28 de juobo an- do analmente o Sr. inspector aa iatelligeaeia de
teeedeote (ultimo da til do mesmo) examinado e qoe oeste data se ex pede aviso as presidencias das
conferenciado a receita e despeza relativas a ges- i provincias sobre a observancia do art. 9 do sa-
tao do eiercicta de 1866-188? at esta data, de- prado decreto de 1850.-Z icarias de Gees e y*s-
pois de exlrahi Jos da respectiva escriptaraco o* cooccllos.i
convenientes twUoco?, acbeu-se deverisllr de Con fesso que como tambera o procurador tiseal em -
saldo a* cargo o ntao tbesoareiro Viwoa a quan- vlta doqaepor iofurmacoes oSciaessabia o tbeam- ^'" 6r..Tv^frtirMar
ia cala ;ro,entrei em serla duvida e besitacao soare o verda- 4 r>eip*s-ioiHdarpKf provar
deiro a!canc^ e esovenieate execaco dcsta or- me empresta va.
dem ; lauto assim qae en ama daojellai m.obas *'* !,1' m ien ???" e5 ^ e^harn
coonieocia, a da 7 de ootobru priado escrevi a oar "
S. Exc. o Se., cpaselbelro Z icarias, sobre outras
tia de 20!: 1695119, isto em diobeiro na
((eral 16:5735492, oa da diversos alores........
37:141119, sendo 5447S0 em objectos de ooro
prata e 37:0861499 em assignados e letras da al-
fandega, na especial da s'absTltcricao das notas de
aaicipale Naurelli
AO
i>ubiicon
O bictiarel Hermes Piloto de Horba Cavalcaati
no Wan de Pernambuco de lo do eorreole, ar-
ito), pedio que o charaassa
as impulagos qae
igseja, corredoree-e eaotisitaa cae opuverem se-
paliuras : aquellas psssoa* qua a ei cargo tive-
rem as igrejas, infrlngiado o preseqla.artig serao
mu rudas em-ll#0>.
Art. 11. Depois do meloda os templos s se
abrtrao : primeiro, se mreor matrlzes oa pellas
caradas para a administracao dos sacramentos ;
segundo, para a celehracio das missas-de madru-
Os possuidores de OOtdS da emissao do gada, qae sd teria logar depois das cinco oras,
banco qaeiram qaanto ates apresental-as <"de natal a a-ea-notte, devendo uestes casos
ao troco. ,,r H '*re)M bertas ama bora antes; lerceiro,
- da semana saota, oa solemnlda
Largo do Palourinho n. 7.
^^
Novo banco de Eernambuco
em liquidado
51 da qu-.rii eslampa 17
luidas) e na de depsitos publ
atada qao, passanda ero segaida a mesma iaea a
casa dos cofres, aW verificoa a\>xaetldo e exlstu-
ciados Inditados caldos as especies e valores men-
cionoo* nos referidos balances.
Tirmel orna verdade nesta minlia partlclpacio, e
oiiodou direlte a que em eeoirario ao mea cons
oieucloso testemonbo offloat, eonsequeote a nal
acto solemne e ostensivo da janta da thesooraria,
em presenca de empregados desta e de pessoas es-
tranhas, prevalecam as maligna* e pretenciosas
conjetura do alguem, dando p r -simulado e
phantastieo o proced meato de tal balanco, e partl-
ciparo de saldos coma fcilmente ebegou a acre-
ditar S. Vrtt. o Sr. couse.heiru Z icarias.
Em nenhom caso me soccerro a mentira, e as-
pira nao omino a verdade de confessar qoe oeste
balanco, como em ontros anteriores, nao se dea a
respectiva veriBcaco pela cootagem de nota por
nota, mas sira pela eoniagem das de om oo outro
masso ao acaso, e das dos demals pelas iodicaeSes
de seus valrese imi ir uncas.
Bera-sei qoe esle proceJimealo oio o mais re-
gular, ou conforme a lei, porm, sobre nao ter des-
conflauta do et tbesooreiro, de nao poder por roeus
atropellados aftazeres na tbe-ooraria gastar seis oo
mais dias na veriflcaco de saldos avallados, e ero
valores rolado, e de nao ser tao neselo eom o roca
coliega da janta e respectiva secretario, que nos
derxasseraos llladir com simulados valores, quaod i
afocto e desfarcado a lamo se atreverse, oa eom
graoderisco se propezesse o referido ex-thesoorei-
ro, nao duvido perguntar :onde, em que thesoo-
raria, no ibesouro mesmo, se procede a' balaocos
ordinarios por modo difli-rente 7 Duvido ser nisie
contrariado.
Se nao se tivesse segu'do poneos dias depois o
fatal facto dosoh'reditj roubo, leoho por certo, as-
segar ) o mesmo, qoe o modo do procediaieoto de.te
balanco, ainda quando abld" geralmente, e do ihe-
souro era particular, terla passado sem reparo ou
imputaeao de algoen\
Entretanto S. Exc. 'e 9r. conselheiro Z icharias,
cedendo msleScas combtoa^des, e reijeeturas
que depois do facto do roubo se levantaran), fir-
mo definitivo ]Ui:o de existencta do antigo alcan-
ce do ex-tbesoureiro, e vio al, como para am dos
motivos da eroeza da mmha perdicao,"condemoa-
el deleito, e contradir') entre o referido balando,
e a minha citada pariicipaco em nao se ter nisto
achade o mesmo et-thesourelro era falta pela
quautia de l,622i>572 (alia* 2.02il?i72) de diver-
sos burieles e recibos-de adlaotamento de dinheiro
a empn-gados da aifaudega datados de levereiro,
abril e maio ltimos, e dias de juoho pausado an-
teriores ao mencionado bataneo, os quaes em con-
sequencla da declara^ao do dito ex-thesoareiro es-
cripia ja da sua prisao, se encoolraram ero arnt
gavett de soa mesa, e de qae del coubeciroento ao
inesoor por ifflcio o. 123 de 10 de julbo prece-
dente.
S a terrivel lgica dos aconteclmentos em suas
desastradas conclu^oes poderia al oslo compro-
meiier me 1
Creio que est ao alcance de todos, qae fdra
mlster, <\\ii o eoiao Ihesoureiro se achasse em
-completa falta de recarsos, ou absoluto descrdito,
que fosse mesmo am bomom iolelramoie perdi-
do, para que, sabendo como sabia, do necessario
procadifflento d balando coslumeiro do li n de ]u-
nho, embora o ero qnesto se desse cohO em eura
pnro-nlo, e para o li n da circular do thesouro de
10 de jaoiiro prximo passado sob n. 4, nao repj-
zesse ao cofre a p-quena qnautia adiaotada a ero-
pregados da referida repiriieao da alfaodega, evi-
taudo assim coaseqneme comprometlimente.
Aprecie agora o publico dd-apaixonado a proee
dencia da ostentada impericia, com que, s-'guodo 0
citado avisd, me houve quaudo se iratia de exigir
do referido ex-tbesuureiro a importancia do alcan-
ce, em mandar f-jrmr-ibe culpa pelo crlroe de pe-
culato oa forma do decreto o. b57 de 5 de'uezem-
i-ro de 1849, e que coostuuio tambero am outro
inoitvo para a miaba mullo ioiqua Jemissao de
dous empregos.
Comocumprla-me, por ofBcio n. 120 de 7 da jo-
lito anieced-ule, da subsequente au do aconieci-
menio do roubo, del este exteosivo coohecimento
ao inesouro, e x-roe desde logo cargo de osteani-
va, e cooQJencUlmeale iatetrar a S. Exc. o Sr.
couseibeiro/icarias de todas as supervenientes
oceurreneias, e circunstancias relativas tal
(acto.
A>sra, alea de em confideocias da 8 da julho,
23 de agosto, 11 de seterobro, a 7 de outabro lti-
mos ter franca, e i;e-i-uv..;vi i m-uie fallado a S
Etc. soiireo ref'ridoacouteciaento, lohereotes di-
ligencias da polica, pessoas radiciadas oelle, e
proeessos inslauraJos a respeilo, nao esguecendo-
me de noticiar a preventiva pnso pelo ebefe de
p lica do exihrsuurero Vianna, e conlinuo Joo
Uayoiuodo taganha, sua pronuncia, e ulterior ab
solv cao no comprleote jmzo de direito, nao esca
|; o ii e o dever de por uill:, n. 112 tambera de 7
de julbo dito seieutiflear a S. Exc. de haver inti-
mado aos dadores do mesmo ex-thesonreiro a obri-
jago de quinto antas entrarem para os cofres da
lOesouraria com a importancia do desfalque abi o-
c mirado em cousequeocia do lollcado roubo, as
sim como de ter mandado logo proceder a seqoes "]
tro em bensdo dita ex ibesoureiro, e dos refer los
fiadores qu30t> bastassem para solver o alladido
de.-filijue ; sendo qua stmeliiantemeute oo esca-
pou-roe a lembranca de por cfQcio n. 122 de 9 di
mesmo me! de julho participar a S. Exc. que, em
rao da prisao do relendo ex-ibesonreiro, coosl-
derando-o ipso faci sospeaso, e porlanto impedido
de continuar a servir o respectivo del, qae era um
dos s--us Oidores, bavia ne.-sj data reqaisl ado a
presid>-ocia da provincia a oomeaQo do uro Iba
sooreiro loteriuo; visto que, como mesmo fiz de
pois valer em offlcio n. 13S dirigido ao tbesoqro
em 26 tambero de julho, nao devia considerar essa
necessana subslltui^o como es caso de falta re-
peortua.
Importa aqu manciooar qaa por offlcio n. 126
de 16 de juloo referido dei coala ao tbesonrodw
que os fiadoras do ex-tbesooretro Vlanoa quapto
q'iella intimago para o recolhiraento do desfal-
que dos cofres, respoaileram : I, que n5o podiam
ser respoosaveis por quaotia superior a flanea : 2
qae, oo estando anda verificado pelos tribuales
competentes que o aflamado fosse autor, oa cam-
pOae do indicada roano ol podiam, nem deviam
entrar nem mesmo com a qoaotia da flanea ; vi.-to
que s eraoi respoosaveis pjr todo equalqaer des-
falque, em qoe fosca aqueile jo'gado em colpa por
enieoca dos tribunas : 3* fin ilroeote que pod a a
thesoararia ordenar a exaenco do sequestro em
seas bens para garaoiu do valor aiiaacado, seado
qno era lempo oppor tuno farlam vakr o seo direi-
to ; eoncloiodo eu o cuado otflclo por aceresceo-
tar qaa em cooseqoeocia de tal resonsta resolve-
ra-se em essao da jont da thesonrarla deeonfor-
aidade eom o parecer fiscal, que por eni>o fosse
atieodida a reelamacao dos ditos fitdores, raaodaa-
do-se porm torear eflectiva o sequestro ja ordena-
do em beni de mesmo.
Pica pelo exposto bem evidaociido qae 8. Exc.
o Sr. eoaseltietro Ztcirias foi por mim assaz ia-
Jurmaijo do faci, eirearostaocUs ele, do sobradi
to roano, assim como que se acbava par fe lamen la
intetradoda existencia da prisao, e processo em
razio delle competente Instaurado contra o men-
cionado ex-thesonreiro.; teodo sido depois, e sobre
to ludo que exjedio a segrate ordem : Mi-
nisterio da faienda. -Rio de Joeiro, 10 da setam-
bro de 1867.S 88.Z^cbarlas de Qes e Vas.
conc llo, presidrtota do inbgoal do thesouro naci
nal, teodo presente o offlcio n. 13S da 26 de albo
deste aaa, em que o Sr. Inspector da tbesouraria
do Ceara participa qne mandara procedor i se-
questro nos bens do respectivo thSonreiro Loiz
Antonio da Silva Vianna, e seos fiadore?, e os in-
timara para reeoiherem sem demora a importan-
cia do desfajqae encontralo nos cofres da dita
Ibesoorarta, Dem como qne fflra obrigado a coo-
sentir que o flal do mesmo tnasour.-ro servlsfss
Interinamente, e sem fioca na falta de pessa
qoe a pelease prestar; deeraYa o reTerrdo Sr. ios
pector, qae no seqaestro bem procedea, camprin-
do qae marque ao tt3csoara.ro depois de reqoisiu-
re para o vapor para o sol:
eo G*ar, elle sabe que sos iacapaz de aproveitar
Boro vento coadaza Hermes.
i 1500 publicad 2741106, cerno par otflcialmenle a V. Eze. (e o flz por offlio a.! ?"": *f ?a "? "*0
184 do dito moi) depeis de ter somante por virio
da ordem du tbesouro de 10 de setembro prximo
passado sob o. 58, requisitado competentemeot a
prisco. admraistrativa do sobredito tbesooreiro,
marqaei a este, na f.rma do art. 5 do decreto o.
6o7 de 3 de dezembro de 1819, prazo rasoavel de
3*> das, para recoiner a tbesouraria cora p repele- r
. livo juro de 8 */ anuo, por indemnisagio a U-
'tend a importancia do desfalque encontrado no
cofre, entau a sea cargo, em segaida do referido
acontec ment do rouoo, e no caso de faifa quanto
ao effeilo dessa Inlimacao farei execatar o dispos-
to no art. 6 do citado de:reto. >
Eotretante entro n'oma especie de dnvid Sobre
se, por ventura dando-se'a Improcedencia de'impu-
tacao e eriminalidade qoaalo ao mesmo mesoarei*
ro ao procasso j instaurado psr aqqalle facto, de-
res : oo discalirei.
lloitos sao os qae me coahectm procurando pagar
il eom sacrificios.
Se o me* amigo, espido Antonio Gomes de Bar-
ras e Silva foi preja-lieado, quaodo eu advogava na
termo da Eseada, para elle timbera dlsp5e a lei,
obrfgsodo a indrmotsacao o advogado, que prejudi-
a a demanda por falta soa.
No termo da Encada tamben fui advogadd do
Exro. Sr. birai de Uiraga, seus fllbos e genr-, l-
ente enronal Antonio Marques de Molanla Caval-
canti d'A'buquerque: aelies rccebia om coato e
e duieatos mil rdis de partido. Nia me desagrada
o modo porque mes me julgam.
O t*nenie-coronul Aotemo Marques me eonheee
muilo de p-no. Elle que diga sobre minha linba
di, conducta all.
Em damprimeatolde deveres quero se: jalgade
Caixa filial d* baa^ do Brasil en
Pcraambaco
De ordem da directora se taz publico que o Ihe-
soureiro respectivo paga o 28 dividendo das ac-
edes do banco do Bsasil, looalisadao nesta caix
aa razi) de 101 por accao. .
Recfe 14 j*neir. de 1868
O guarda Ilvros
tgnaclt Nuues Crrela.
itr aa igrejas abenas ama bora antes:
durante os act.-._ _
des religiosas, oa tercos e novenas : aquellas pes-
aras que a seo cargo tlverem os roesmos templos,
iofrloglodo as disposlcoes deste mesmo artigo, se-
rio multadas era 201000, e o duplo na reinci-
dencia.
TITULO VI.
Dot differenles objrctos que tncommoiaoi
dicniH ao publico.
Art. 7. Ficam prohibidos os loques e dobres des
sinos desde as selle boras da ootte al as cinco da
maohaa, excepto as matrizes para administracao
dos Sacramentos, asles da mista do catal e no
casos de Incendio oa rebate ; os saeristaes oo che-
e freju-
ALFANDEGA.
Rendimenlo de lia la 14......... 162:10911581 fes de corporacSas religiosas que iofrtoglrem esle
idem do di 1-5.............. 11:386*662,artigo pagarao 12000 de molla.
Ait. 8. Neohnma igreja dar mais de tres repi-
173:6961110
Movimento da alfandega.
Volaroes entrados aera fazeodas...
c gneros....
Volumas sabidos com faiendas...
i < gneros.
147
348
------495
23
132
------177
sempre pU opposigo.
Redfe,' 14 de Janeiro de 1868.
Jui Baptista do Amaral e Mello.
va, istJ nao obstante, fazer proeguir a respelto o
determinada no dito art 6 do c tad dee. com risco
de cusas, e mi xito da fazeoda. Por bondade d-
me V. Exc. em particular sua valiosa opinio a ,
respelto; bm cerlo qo?, quaudo nao possa enejar 0 C01Hinai|aanlC SUpeNttT o mldtfbl
aotes de fln lar o praso marcado, lornarei tff.'Ctivo aO
o proeedlmenlo do dito art- 6.
PUBLICO

ET fcil de aleaoear se que ento eu qmz expri-
mirme em termos mais froco?, e frisantes acerca,
di doutrioa, e etecu2o dessa tren), e queso a, O baeharel Fiarme.-Puuio de Borba Cavalcantl
passiva obediencia a autoriJade supsrior qae fa- encarregou sa da mtsso de usaltar-me c aos meas
cilmente por tudo se suseeptibilisa, nao delxando amigoi.
quasf sompr, s^quer ^o direito da insta observa- Se Hermas nao fuSe coohecldo ja' como apto
ci a interior, me levoua nic rtflxionar oslensi- para o papel que agora de3empeuha darla res-
vamente sobre o seu liiteral mandat). posta
Ue qualquor forma certJ. que, embora contra
o mea modo de eatfnder, de conformidad c^m os
termos della reijoisltei, na forma e resolncao da
juota, a prisao administrativa do ex tbesoureiro
Vianna, marquei-lhe prazo para iolemoisaco a
fazeoda do de>fal-|ue vorificado oo cofre, e por fal-
ti do mesmo n-ste ciso mandel-lbe formar culpa
por crime de pee olato.
Se errei assim proceleodo, fof, como cima dis-
se, por passiva ebedlencia do dever, sem me apar-
ceber do abysmo qoe immediatamente depois me
liaha do perder, e uo por puoive! impericia.
Nao me elevo em lotelllgeocla a saber, mas da-
vi u qae alguem oo mea caso se houvesse dille-
reatemente, e nio posso mesmo adminlr que e?si
rsinh? suppost, porm contesiala filta, meraceste
a sevenssima coodemna(;ao, qae se ma Uvrou.
S. Etc. o Sr. conselheiro Zicarias, como oio du-
vidou inaaifesta-lo acuelle meu amigo no Rio, ebe,-,
goa tlrmemenle a eoovencer-se de que o ex ihe- i
sonreiro Vianna desde multo teirpo eslava em al-,
canee, assim como quera para encrbr-lo atrever- j
^e a pratic.ir o facto.do referido roubo ; o lafeliz-!
mente a minha condigio da m-pector da tbesoura-
ria a este lampo, e soliente ella, deu lugar a qae
S. Exe. por demais prevenido era razio de falsas
iodaccSes cadesse a Impressao do momento para
em detlnitiva considerarme oiso crimlooso por
leixado, e coudescendeote, o3o encontrando dianle
o zelo, diligeocia e probidade de toda a minha ton-
ga vida passada, nem porlanto admidindo a possi-
bilidade de mlona innocencia.
E' pois, em justa apreclacao dessa supposto an-
llgo alcance do dito ex-thesooreiro, e de mea in-
culcado compromettimeoto por deieixo e condes-
eendeueia em lal caso nao dispenso me de desear
a c-rias conoideracSes a respeilo.
Toree! o ezercicio de lnsp;ctor da tbesouraria
desta provincia em 0 de agosto de 18 j'0, e ento,
como era natural.' e mesmo de dever, proceda a
balaogo'no cofre dell, verificando ex*ela a exis:
tencia dos respectivos valore?.
Aotes de roln servio o referido ex-lhes^nreiro
sob a Qspecco d Sr. JVio iSaptista da O^iri Sil-
va, actual inr-pecwr di tha-ouraria de Pernarofinc",
al 17 de agosto dj 18J"6, dab al 27 de odtubro
do mesmo aono sob a div Sr. chele de scelo Ua-
noel Nones da Mallo, desta data al 14 da jalho oe
1839 sob a 9o Sr. Jos Praoctsco de Mour, hoje
Fique a H;rmes o consolo de qae bem esta' ser-
vlndo : basta o juito dos qua me eonhecem.
Nailreth, iOde jinetro de 1858.
Joio Das Coailnho de onza Pereira.
0 juiz de dirftito de Kaiareth
Ao
/ tt/Ullt-U
Na analye feit pelo Sr. Dr. Joio Biptista da
i Amoral e Mello, )u:z mnnlcipz d'este termo, ao at-
istalo qae del ao Dr. Hermas Piloto de Borba Ca
i valcaott, a ped'do d'este, e publicado u'esle Diario,
' de 4 do correle me?, se lem as seguales pala-
vras :
f fi/am os habitantes da Nazaretb, saja fugi do
I exercicio para nio decidir eaosa que podesse
I trazer desafeieo Dengosa T
D'gam os partidos que se debalem, se ped vo
103 a eleitores aqu, se j troquel despachos por fa-
I vores polticos
Emprazo ao Sr. Dr. Amara! para qoe as expli-
que : se ellas fossem smenla facns e sarcasii-
cas, como muitas outras da mesma aoaly-e, ea as
deixana correr sem observaevo, pois qaecoofasso-
roe inhabilitado para arcar com o minio digoo Sr.
Dr. Amaral oo emprego qoe magistralmeote sabe
fazer de expresso-s ofaosivas. Esse ap^ello aos
habitantes de Nazareth, a nao ter um tiro occolto e
malvolo, seria orna Inepcia, e o Sr. Dr. Amaral
i nao in-*pto ; seja pois franco, visto que oo Ibe
1 falta coragero para grandes causas, qoaalo mais
l para acensar, ainda qae sem (uoJa.n-oio, I al-
giiem qoe taoha loeorndo ero sea desagrado. Diga
1 qual fot a autoridade de-u comarca qua fugio para
nao decidir ousa qie troaxesse desafeigio" perl-
gosa, qual a que irocoo despachos por favores po-
lticos, e qae pedio votos a eleitores d'aqoi 7
Presta este grande servigo a caua publico, con
corra para que seja posto fra da judicatura um
membro gangreaado.
Nazaretb, 13 da janelro da 1868.
J.o Paulo Mooteiro da Acarada.
As pllulas assHearadat de
Bnstol.
Neuhum remedio cailiartico p?ra o uso das
familias, teon merecido ou recebido os louvo-
iaspector da meooraria do Pira, e dahi em dame
at o di d i meo exerccio sob a do dito Sr. ebefe. res que tem sido ootorgado as plalas assuca-
da seegao Nunes. radas de Bristol taoto dos mdicos cmo dos
E' ioconta-tavelmeate c-arlo, que esses zetosos e
doeotes. s lestemantios tendeles sua
efBcacia e a sua perfeita isempeao. de loda
a casta de composigo e-tranha e offeosiva,
sao das mais elevadas autoridades medicas.
ocntrado ; sendo que para mais, I o seu gra.lde me.'itO segUdO estas leste-
tiS^tSti n>anhas' csiste *>d!as n5 *,m-
pana e puriflcam o estomago e os intestinos
honrados faoceionarins, ao menos as pocas ordi
narias, ou detarminsdis, deram os devldos bilan-
gos o$ cofres a cargo do mesmo ex laesoareiro, e
oo parere crivr| qo- calassem qualquer falta, em
que o live.-sem encuntr
conforme me coa
minislragio do Oa
e do lempo do exercicio do refariJo Sr. H ur?, se
.como tambem obviam a necessidide de urna
ipurgacaocontinuada. Alm d'isso ellas nao
como acontece
nem
procedeu all a' balaogos Inopinados sera resulta lo
contrario ao dito tbesoureiro.
No lempo mosmo do mea oxerciclo nem lodos os
buiancos foram por mira presididos, ro razio de eniraquecem a ioiva |psv>
qae per meu< antigos e slflictivos padecim.-ntos. com todos esst-s purgantes mineraes;
nio pode noa dias dalles dar comparec>m'ento Da 130 pOUJO causam a mais leve ddr, CU nau-
ibesmraria, teodo sido aiguus dos mesiuos 8s?isu- sea duraQte a sua operaco fuoccional; e
do pela mencionado ebefa de secr.ao Nunes at 8
de agosto de 186o, e outros dabi em diaote pelo ac-
tual eaefe de saceo Jos Varooil Bezerra de Albu
querqae.
Divo a isto acerascaotar, qaa em Has do dito
auno de 18j'9, e principios da admraislragao do
Exro. Sr. Antonio Marcelino Nunes Gongalve'.h^ja
por isso mesmo se tornam inapreciaveis
p3ra as ruulberes, crianfas e hom-sns ido-
sos. Isto um assumpto de vasta impor-
taneja, que todos devem estudar, principian-
do por experimenirem em suas pessoas as
senador do impario, era am dir ero qae eu oo grandes e incoutestaves Yii ludes das pillas
eslava na Uiesonraria apreseotou-ss o mesmo ahi
ioaspradamenta, e fez proeed^r a balango oos co
fres dalla, por cootagem de nota, aehaodo-se tudo
em Inieira exactidBo.
D-si-i meu verdadeiro bister.co intuitivamente
se maoifeta, ou qae oio exislia esse aoppoeto ao-
liito alcauca do sobrad to ex tbesoureiro, supposto
alcance que servio de machina iaferoal para a mi-
nha perdigad, ou que elle dativa, e vioba ja' de
lempo anterior ao mea exercicio com grave com-
prometimiento daqaalles distinclos faoccloaarios.
assucaradas de Bnstol. Actiam-se a ondi-
cionadas dentro de fragquiuhos e por isso o
seu estado perfeito se conserva em todos os
climas. Em todos os casos causados por
aggravac3o ou provenientes e impurezas do
saogue, a salsa, a^ril-u de Bnstol, dever
ser tomada conjun;.ament com as p-
talas.
Vende-se as pharmaoias de A. Caors
contra o que altamente protestara os seas hoar..sos narh,sa if J ,]a fttnrpiciin Rravn & C.
precedentes de hon-siida 'e, Inleiresa e boa exac
eo oo servido da fazeoda.
Nao sai que outra coqsa se possa rasoavelmeate
concluir asseverar sem qoabra do dever da on-
seiencia^e saos prlaeipios da lgica.
Ao Andar esta mraba snclnta, porm multo nal
exposico ao publico, come om l manto oa protes-
to Decessarlameaie levantado contra aqaelie acto
meaos ju:to do gaverao, qaa em urna Hada bem
allantada, e depois de mais de triuta anuos da de-
dicados servlcos, me confundi e saeriflcoa ao
maior infortunio com nma grande familia, flea-me
a c. nviccao pr&faoda de que S. Exc. o Sr. conse-
lheiro Z icarias levado da forte, mas infundada
M. A. Barbosa, P. Maurer & C. e Bario olo-
meo 4 C.


C0MME3C10.
PRACA DO RECIFR 15 DEJAEIRO
DE 18r8.
Cntaeoes < fcia?s Ja junta de r. retorjs
As 3 4 bora da urae.
AI?od53 1* soria7,5600 por arroba.
(Hioiem)
impresso, chegou a exerce-lo por falsas apparea- Frete de assticar da Uacci para o Caoal50| por
cas, e por qqe nio me conhece directamente; sen i tonelada e 5 00
do para nio esqaecer, edmo alada fago valer, que dem dem da^Parahyba ^ara o Caoal 59] por
tal acto se expedio sem alleocao ao rigoroso oreito
natural qae ea taha de ser ouvido, e convencido
tonelada, e S 0)0
i s de Aqolno Foaseca
Presidente.
, B:Vaardino de Vasconeellos
Pelo secretario.
.Uuof^fl-
das faltas ea culpas imputadas, ao mesmo lempo
que cootra o oaracter de vitaliciedade qae as leis
da fazenda em vigor garantiam-me qaanto ao era-
prego de ebefe de seccao da tbesouraria de Per-
oarobueo de qae, como da commlssio da inspector
da daqel, fui tambera privado.
No malo da mioba mais intensa dr saavisa me l
de cerlo o do o soffnmenlo a eooscieoea de qoe \Trtxw\ KnnAA lia Piarr.jrYiRnnA!bem 0 isemestre do imcoslo de 20 0,0 do consu
nuocafui Improbo, ero corromnidoe orevarlca-.-n'Jv UaUOU UO LtUlidlVilU) mo.
EM LIQUIDACSO
Descarregam boje 16 de Janeiro
Brigae iogletLafana' mercadorias.
Brigae 03riugaei-Cow/aii<. //lagedo.
Barca iogletSea Queencarvao,
Barca makelemburgueose Fem Aohen/Uld
dem.
Brlgoe oglezAjlondem.
Lugar ioglejCear dem.
Pe.acbo bolsleoseMara charqoe.
Patacho haspaubolIndio -Hi-m.
HEGEBEDOKIA UK RENDAS INTERNAS
GERABS
Readimeatoo da 1 a 14.......... 10:9315559
dem do da 15................. 716*312
T6i7j87
CONSULADO PROVINCIAL
Recdimeoto dodiala 14........ 73:1904009
Ideoijdo diajo............... 2:351*649
~77:341*058
MOVMEHTO 1)0 POETO
Nmio entrad) no da 13.
Aracaty7 dias.biat brasileiro rVoco Intenetvel,
de 42 toneladas, capito Joaquim Autooio de Fi-
gneiredo, carga diffareoles geueros ; a Alves
i\ Silva.
Navios sahidos no mesmo da.
Penado e portos iatermelio>Vapjr bras^iroPo
tengi, commiodaole J. J. Pereira.
Acarac e portos IntermediasVaper brasileiro
fpojuca, cemroaadante J. J. Mamas.
liba de FernandoVapor brasileiro Geqw, com-
mandanle Atevedo.
Rio de Jaoero Brigue austraco Dezmei Brude,
capito Antonio Bodlcb ; carga assucar.

EOITAES.
Comatando de armas.
Qaartal do commando do 1 bal-lnio de artilharia
da gaarda nacional dn mooiciplo do Racife,
aquart"lado do Hospicipio era 13 de jaaeiro
de 1868.
Faco saber aos goardas nacionaes designados
para o servico da goerra, cojos oomes tem sido
publicados, qae nos das 16, 17 e 18 do correte,
devem se apresentar nesta quartel, as 11 horas da
manbia, aBm de serern inspeccionados, seado re-
colhidos preses, e tidos como desertores os que nao
cumprlrera a presente ordem.
Decio d'Aquioo Fonsee,
Teoente-corouel commandante.
Alexandrino Uirlios Correa de Barros, teoeote-co-
rooel commaodanta do 6. bUalho da guarda
nacin! do municipio do Recie por sua magos-
ta te o 1 uper.'-d r, que Daos guarda etc,
Paco saber aos guardas n*cioos aaixo decla-
rados, qne sa achara designados para o servico da
guerra, era viriude do que se devaro apresealar
oeste quartel deoiro de tres dias para serem ins-
criptos.
Adalioe Ildefooso de Siqu^ira Alhuquerque. Do-
mingos Cavalcaot' de Soa Lea', Francisco Tilo-
daue das :hagas, Jos Luic Cavjleanti da Olivaira,
Joaquim Severiaoo Nery, Joao foelisiea Moreira
da Costa, Joaquim Noraenano de Mello, Cosme de
Aorau Mi'-ed >, Barovenulo Buarque Cavalcanl de
Albuqaerque, Carlos Prato de Lamos, M>noel Joa*
qaim Ramos e Suva Jnior, Jos Fi-rreira Bailar,
Pelisberio Ferreira de Olivaira, Maooel Cavaleaot
le .ilbuquerque Mello, Jos Rodrigues Caropello,
Joo Cvale aiti Laroenha Los, Beiisario de H >l-
landa Cavalcanl do Rago Barros, Jo de Borja
Burqoe.
Quariel das Craco-Pontis, 15 de Janeiro da 18G3.
Alexaadrino Marlias Correa de Barros.
DECLARAOS.
A viso.
Pa sabdelegacia do segundo dlstricto do termo
da Eseada fui preso pala madrugada do da 12 des-
ta raez ora individuo que diz cnamar-se Jos An-'
lonu da Silva, o qoaf coodoz a tres cavallos que
nao re-la duvida da serem furiados, sendo uro ala-
zn caxito, am mellada caro e outro rasso sujo e
pequeo : qaera se jutgar cora direito a ellas cora-
paraca pa mesma sut.delegacia, que ju-licando o
dominio ihe sero eotregaes.
Villa da Eseada, 13 de Janeiro de 1858.O sub-
delegado sopplenta ero exercicio,
Alexaodre da Mntta Canto.
Ooosohdo provincial
Pala mesa do consulado provineial se faz pabli-
co qua no dia 20 do correla mez se principiara a
contar os 30 das otis marcarlas para a cobraoc
a'bocea do cofre das iroiio-tos da 4 0(0 sobre os
estabelecim-o(^ d.j e mi-.u-reio fra da cidade,
prensas de algofio, trpographias, cebeiras, bote-
quius, hoteis, casas de pasto, 'Cavallarias e' fabri-
cas ; de 8 0,0 ?oore consultorios mdicos e cirur-
gicos, cartoriis e es'criptonos ; d 20 0)0 sobre os
estanelecfmantos deeommerclo em grosso e a re-
talbo, rmateos de recolher, de depsitos e trapi-
ches ; d Si* por casa de modas ; de 30*009 por
casa de btlbar -, de ! pa, sel ios a obras de marcmeiria fabricadas em
paiz estrangeiro, de eanpra e venda de seraos
por ead eorreior eommercial e agentes de leilo,
Ja ,1:000* por casa de oparaedas bancarias com
eroiss5es e previlegos ; de 400* por casa de ope-
rar,5^s bancarias coro emiS'io e scm privilegios,
companhias aoonyroas e agencias ; de CO* por
casa de cambio ; de 81* pur escravo empregado
em servico de alvarenga ; de 1 0,0 por tonelada
de alvarengas e canoas berfae ; de Ef* por escra-
vo fanbador, c por tole,' saveiri>>oa -balleira; de
10* por eavallo de alu^uei ; 8* por eavailo de
sella particular -, de S 0,0 pela venda do apiro da
planta, e o de carros, crnicas a orooihns perteo-
centis ao anno Baancelro de 1867 a 1868, e taro-
probo, nem corrompido e prevarica
dor oo exercicio do mea emprego, do megmo modo
qae a qoasi geral roanifasiacio da seotimeato pu-
blico por esse acto qae me perdeu.
Ceara', 28 de dezembro de 1867.
Joao, Severiano jW/ro.
(Do Cearen$e).
Os Srs. accionistas podem eceber o, 3 o
mo de aguardante : gajaltaodo-se a molla de 6 0,0
todjs os dbitos que forera pagos depois de Sudo
dividendo (em moeda crrente) de 10 oa do **>d,as' ...:.
. uuw vu / 7 M9g do consu ado provincia 13 de jane ro de
capital, assimcomo o 1. de 30 o/o. e o a.* j868-
de 46 o/o, j annunciados.
A eaixa filial do banco do Brasil nesta
Poda o Sr. Joaquim Francisco do Espirito Santo,
ou outro qualquer esbravejar, pela de.-igoaQo qua Cidade troca as S113S DOtas dilaceradas.
ai, e que alada pretendo fazer, 40a ga rdas do
bataioao de mea commaodo para o servico da
goerra
ENGLISH BANK
P le ser que aasisUm a algosa designados por rw
mas o malo d, prova-l.s (Jl ttlO <1 JaUOlfO LllUltea
mim, isengoes legaes;
pao correspcodeaclas pelos jrnaes; e qaalqaer
a importan- bomem sensato oso Ignora Isso.
Eoleodl qoe era occaiSo dos qoe dispSem de
fortuna condrrerem para o aeabamento da guer-
ra ; e o meio que parecen mato acertado foi a
desigoacao destes, orna vez qae estlvewem qaalifl.
eados guardas naefooaes; porque tambera o pobre
tem dado e contina a dar sea cootiogeote.
Desconu letras di praca taaa a con-
venconar.
Recrtbe dinheiro em conta corrente 'e
praw fio.
Saca vista on praso sobre as cidades
priacipaes de Curjpi. tem agencias na 6a-
Niogoeto ignora qae teobo prestado sorvigos ao hia, Buenos-Ayre<, Montevideo, New-York 1 ritos e cosame religiosos, deven os mesmosi
Francisco Amyothas de Carvalbo Moura
Administrador.
Ficatiaca de ^a 11 tu ntojiio di>
Kfcife
O abiixo assicnado Ut publicar os artigo das
postaras momeipaes abaixo declarados, para eo
ohecimento de qaem lateressir, aflm de nio se-
rem infrrosttdos.
, Recife, 7 de Janeiro de 1868.
o fiscal
Ciefino Pinto de Verat.
POSTURA DE 30 iB J.SHJ DE 1849.
TITULO I
Sate pnbeu.
Artigo 10. Todas aa portas e janellas Infernas t>
externas do templos se eon-ervaro abeatas-al
ao meie-dla, excepo oos dias em qoe, segando os I
ques de cada vez na vespera de qualquer solemni-
dade, e estes f tero logar ao meio-dia, s trts
horas da tarde e s ave otarlas, nio deveode Cada
am durar mais de cinco minutos : os saeristaes e
chafes da corporales religiosas qoe iofringirem
esta artigo, tanta no que diz respeito ao numero
dos repfqoes, como ai temeo que devm durar,
sarao multados em 10*1000.
Ari. 9. Neohuma igreja dar mais de dous do-
bres de cada vez por cadi Bel que morrer, e esses
dobres strSo dados ae receber a ouieia da morie
e oa occasio do enterro, os qoaes durar-i orne-
te -iez minlos: os sacrlsises oo ch'fes de corpo-
racoes religiosas que infringiris as disposicoes
desta nt'go serai multados eru 10*000.
Art. 10. Nentiuma igreja dar mais de qnatro
dobres por occasio de (itSeio de eorpo presente,
e dous as vsilacSes de cevas, devtodo dorar so-
meite dez minutos: os saeristaes ou cheles da
corporacues religiosas que infnngirem as disposi-
coes deste artigo sero moltados em 10*000.
Ait. II. Os dobres e repiques serao redutidos
metade do lempo presenpto, podando mesmo ser
sopprimidos se Da vitinbaora aa Igreja bouver al-
gum doeute de affacco grave, devendo os saeris-
taes e ebefes de corpuraedes religiosas conformar-
se com o atiesiado do facultativo assistente, que
ser rubricado pela autoridade policial do lugar :
os iofraetores sarao mudados em zoiOO.
POSTURA ADI)ICI0.\AL DE 20 DE .NoVEMBRO
DE iS"}.
'i a llnapcza publica e particu-
lar da cidade do a eclfe.
Das hahila{oes.
Art 1. Todos es proprieurios de casas habita-
das sao obrigados a te-las exterormenle limpas,
caiando, ou piolando a*, logo qoe se acbarem de-
oegridas, oo sujas, e a repararem todo e qualqner
estrago em suas paredes : o proprleuro, que as-
sim o nao Oier, sera advertido, pelo flseal de sua
fregoezia, oqual Ihe marcar qoioze das para fa-
ze-lo ; e, nao o fazeodo, ser moltado em i0*0U0,
e o concert feito a soa costa immediatameote.
Ar. .- Os proprittarios de ierras devolcias den-
tro da cidade, ou mu prximo della, sao obriga-
dos a la-las moradas ; e nos seas sulrarbos sao
obrigados pelo menos, a cerca las: os infractores
deste artigo sofTrrro a multa de 30*G00.
Pala secretaria da Sania Casa de Misericor-
dia do Recife se faz sciena a qaem Interessar, que
no dia zO da jaaeiro Crrante, pelas 10 horas da
maohaa oo salo da casa dos expostos fara' o Illm.
Sr. ihesoureiro capitg Vicente de Paula e Ollvei-
ra Villas-boas, pagamento das meDsalidades ven-
cidas de outubro a dezembro da 1867, as amas
qua coodozrem as cranlas que Ihes foram coa-
adas para crear.
Secretaria da Sania Casa do Recife, 2 de Janeiro
de 1868.
0 escrivo,
Pedro Rodrigues de Soaza.
Pela rapar tieso da polica se faz palilica, que
foi preso e recolhido a casa de det-racSo como sus-
peito de ser escravo e aodar fogido e prato africa-
no de nomo VJiRuel, que representa ter 45 a 50 an-
uo*, mais ou menos, de Idade.
Quero, pois, se ja'gar com direilo a elle compa-
rece na mesma reparlir;,1o cera os Ululo. rompro^
batorlos do seu domioi), para Iha ser entregue.
Secretaria da polica de Pernambuco, 14 de ja-
oero drl8G8.
O secretarlo.
E nardo de Barros Falcas de Lacerda.
De ordem do lUro. Sr. iuspacior d ihflsoura-
ria de fazenda desta provincia se faz publico a
quera iotere-sar, que ni da 17 do rorrete mez,
se pagrao na rnesraa the.-ou-arla as paosfias do
Moni Po Geral dos servidores do estado.
Secretaria da tnesauraria de azeada de Pernam-
buco, 15 de janeiru de 18C.8.
0 i.fial-maior.
Manoel Mam'ede da Silva Costa.
Santa Casa da Misericorda
do Recife,
AUlma.junta admicistrativ da Santa Casa de
tfitarlcorda do Recife manda fazer publico- qaa
aa salade suas sessoes. no dia 16 de Janeiro p. pe-
as 4 boras da tarda tem de ser arrematada: "a
juera mais vantageas olfereeer pelo tempo de tira
a tra's annos as rendas dos pr6Jlos em seguida
declarados:
fttabelecimente de caridade.
Roa do Padre Floriano.
Casa terrea n. 17.......
Ra larga do Rosario.
Tereeiro andar do sobrado n. 24 .
Ra da Gl.ria.
Casa terrea n. 25........
Ra da Moeda.
Primeiro andar do sobrado n. 37 .
Seguodq andar dem......
Lofaidem.........
Roa da Cr.dria do Recife.
Sobrado de ora andar n. 63 .
Ra da Madre da Deus.
Casa terrea d. 13......
Ra do Amor ira.
Casa terrea n. 26......
Ra do Pilar
Casa terrea o. 104......
PatTimABto de orphaoB
Roa do Vigarib.
Primeiro andar do sobrado n. 37 .
Ra da Ponte Velba.
Casa terrea n. 29.....
Ra do Pilar.
Casa terrea n. 99. .
dem o. 94......
Sitio o. Sao Forao da Cal.
As arrematares sarao feftas pelo tempo de om
a tras anoos, deveodo os licitantes virem acom-
panhados de seus Dadores oa manidos dt cartas
destes.
Secretaria da Santa Casa da Misericordia de
aecife 22 de dezembro d 1857.
O escrivo,
Pedro Rodrigues de Souza
' *
186*000
301*000
19:*0G0
O6*f00
865000
120*0(0
2.001*000
763*000
60*000
180*000
181*000
100*C00
256*000
201*000
150*000
COREIO
OfeAL
Relacio das cartas registradas viudas do sol
peio vapor ingiez Ooeida> e d-s existentes na
adm'aistrac.0 do cerreio desta cidade para os
senbores abaixo declarados:
Antonio Gaocalves Peona, Antonio Machado Ga-
mes da Silva, Baroneza de Cimbres, D. Belmira
Virgilina da (Jastro'Menezes, Candida Jos Coelho
de Moora, Domingos Ribeiro de Ollveira, O. Peil-
ciana Adelaide da S Iveira Lobo, padfe Pirmlno
Jjs* de FISoeredo^oJoca^desembarBador Fraa-
clsco Dpmragues da Silva, Josqaira- Aogaslo Ri-
beiro de soita Maranbac), Dr. Joi Jos "erre-
ra de Ag>iar 12), Dr. Jos Rento da Caoba Pigael-
rdii. Dr. Jif Jolio de Albaqtrerqae Barros. Dr.
Jo-Per'ira Maia, Jos dos Santos HVTei; D. Loi-
ra MCtndo, Leandro OHoace Alves de Carva-
lbo, Manoel Joaqoim Toled\ MaeoM Jjs de Olf-
T-fra Mello, Dr. NaborC Bezerra Cavalcanl, Dr.
Pedro Affjwo do Mello, U R(tav da Mfrtta Haciel,
Rosa & Irroo, Salosiaoo Lbralo enorio.
O eo seibo da compras do arsenal de-fierra
armea comprar cioCe ovil covados de panno azol
tiara far-tiroento, eom orgenea, e por esse metivo
recebe propostas amaohla ae mel da.
Sata das sessffes do conselha de compras do ar-
senal goerra 18 de Janeiro de !8W._J0 Ma-
ris Ildefonso Jaeomeda-Velfi Peweae Mello.
Francisco de Paula C da Silva
Secretario.
ILEGVH |

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COMPANHIA BRASILEIRA
PA$ETS A YAP0H
eirtlrt para pessoas,! Ala para a mi pessoa, I
sof, 3 mesas c*mprMis, *>** prfprias para fa
xendas e orna,*^t^tfW
n 11 boras ene ponto na armaxeo da ra io Tra
Diebe B 33.
Ama
ub >t.-i-S *JM
mm
vapsr Paran, eommandaotel FMS AraCJIJ 6 1 */# (6 Cir-
'o capilao lente Jo.- R*y rfff "*
.(otado de Paria, e qual de- ,w ..
raol* da demora do coslume ae-1 #WiS .
gira' para os perla do tal. O atente Pestaa (ara' leilao cor coala! de quem
Desda ja raeabem passageiros engaja-se a perteneer e para feebar coma dos gneros cima :
carga qae o vapor poder conduzir a qual di-vera buje as 11 oras da maobaa no armazem do
Precisa-se da ama
Crespo n. 13*J
as
I
Precisa-se de ama ama para
ama casa de ponea familia : na roa da Cadeia na
mero SI.
ser embarcada ne da da sua chegada, eneoromea-
das e dQbiro-a- frea at ao dia da saa sabida at
2 horas. Prevhie.se aosSrs. passageiros qaesoas
passagaos6 se recabara Bosta agencia ra ds
Crai n. 57, orimeiro aodar, escriptorio de Anto-
nio Luiz da Oliveira Azevedo & C.
Paquetes a vapor
mm$
Annes.
<_ a.
De 2 casas forreas de taina sitas na Ca-
xaog q lagar Ra rreirs. -
Crdero Srm5
, a' reqaeriroeoto de Harmeoegildo Bdaardo do Re
Dos parios do sul esperado R0 M0Bteiro e por mandado do Illm. Sr. Dr. jais
*t o dia Si do eorreate om dos de orphios tendera' em lelfSo as duas casas ter-
vapores da eompanhia.o qaal de- (Peas ai,im, deseriptas seqs>trads por falleeiraeo-
pois da demora do costme ae- w a _inoel Jlo Coefho, Isto
gira' para os portos do norte. Sexia faira 17 do crrante
Reeebem.se desde ji passegei'os a engafa-se a aS (I norM por,ado preaw qae foi a Associa-
carga qae o vapor poder condutir a qaal de ser embarcada no dia de sua ebegada, encoromen-
das e dinbelro a frvta at o da da sabida as 2 ho-
ras. Previne-se aoj Srs. passageiros qae suas
passagens s se receben nesia agencia rna da
Cruz n. 57, 1* aod*>, eserlplorio de Antonio Luiz
de Oliveira Azarado & C.
1 "
Pv.
S?goe eom brevidade o hiate Lindo Paquete, ca-
pito e pratieo Francisco Ribeiro Barros ; poda
admillir ?inda al; orna carga, qae se trata com o
sea consignatario Antonio de Almeida Gomes, na
roa da Cruz a. 23, 1 andar.
Para a Baha
A sabir o mais breve possivel o palnabote na-
cional PrsteUor. a tratar com Jos* Maria Pal-
eoeira no largo do Corro Santo n 4, 1* andar.
?orto
Pretende segoir eom a maior brevidade possi-
vel a barca porugueza Social, por ter a malar
parte de seo carregarnento engajido, para o resto
e passageiros e -para os quaes tem bons eoromodos
trata-se com o consignatario! Joaqaim Jos Gon-
calves Beliro, ra do Trapiche n. 17 ou com o
capilao.
Ilha de E Miguel
A barca porlogneza Parary, tem a maior parte
do sea carregaraeolo prompto e para p testo e pas-
sageiros, para os quaes tem bellos commodos tra-
ja-secom o sea cjnigoatario Joao do Reg Lima
a roa do Apollo o. 4. _______^_^^
S DIVERSOS.
FElTOR-
Precisa-se de um homem, que enenda
de jardim e de plantas, para uui sitio em
Otibda, preferindo-se portojjaez: nesta ty-
pographia.__________________ .
ILIELI
a Augusta Casa Imperial
de Brasil
Fundido dMUAi wii ^4T!TcaRy.Y?^TvlNC,AI M PER"
"^ AHBC9 E HA .EXPftSlfAO CKNTRAI. DD Kl"
toAmaroc** *rw/ANKiiw>ir4866.
ompteto sortiment4e'tixa:de f m*J^'***']?*. ais aotisa desta
do aoldt ra, WMiM^imMdii W^Z^ilSgtf "^ ""
\
coadOi
para o fabrico
Precisa-se di serrents vas ebras do Porte
de- Maltos.

Casa
Aloga-se a casa n. 8 da roa.do Principe, com 3
salas, 3 quartos, coziobi foca, cacimba e bom
gaiaut1: a tratar na roaNo^a a. 3.
ffere-Se umi passoa para eosinar partt"
colar a primeiras letras a amaos os sexo: a
tratar em Pora de P ras na ra do Pilar n. 19,
das 4 as 6 boras da tarde.
Carpo Ssnto n.
Anselmo Hannbo de Seoza.
hoaveniora Manuel do NaseimeBto.
Francisco Jos Vivir Gaimarasl.'
Joaqom Pereira Ciraello.
Joaquim Goncalvea Vieira Guimare*.
Maooel Jos de Alberga/la.
Uanoel Francisco de Altuqaerqaa Helio.
Pedro L'.iiz do Espirito Samo.
Regino Perreira de Carvalbo.
ame Pessoa.
Maooel Vitalino Santiago.
Thomaz Aoaslacio C. Pimentel.
HaDoel Cimillo.
Jos lavares E.lima.
JJ> Antonio da Albuqaer.jae.
Aotooio da Silva Angelo.
Paolmo Acctoli Canararro Wanderley.
r.ifi Rihfai.n A* Gil..
s
'

Rlf 1 DA I1IPER4TRIZ i\.

14.
Attenfo.
Moito se precisa rallar tom' os abaiza mencionas e
dos a negocio de .oito.a nteres., na prac. > S^^^J!S^SJ^T i!
Tira retratos par todos es sysismas pbotogra-
pa icos.
Retrato am porcelana.
Ketratos em talco.
Retrato,* em papel (diversos lmannos.)
Retrato? para aiSnetes.
Retraas yara botos a para argolas.
mtratos para CMUs, em. papel do escrever.
Ambrotypos com as cores ao Datara!.
REIM
a 9#000 a
dllia e retratos etl Carles de Visita 'laVe> poblico taDt0 *S3toddadecom de lora da provinera qua quuerem honra Tos coca anas freg-
Tem.sempre nm completo sor.imento de 9^t*^*i\*Z!L^^
Mhm

Debaizo dessvdeiKmioaco a*re-se nm novoesrabeleclmento cojos donos, convlam ao respei-
dotgehtm.co.r.arawrS^ asi izo c mo qoado" | f ^'"^gradopossiveFjooto com pre,e moito cemeoodos.
r^- ^_ ^"':,' -""" tvniu i(uuru., Da noli* hvr wmnrA cafp ir.lii r.prvpia f Ir. pli
fara lisboa
Val sahir com brevidade a barca portogaeza
Pereira Borges, por ter am grande parte da saa
carga prompta, para a restante e passageiros tra-
tase com Oilveira Filboi & .C, largo do Corpo
Santo o. 19, oucom o capito na praja do com-
merclo.____________________________
COMPANlilA PERNAMBUCANA
DI
Navegaca cosieira por vaper,
Goiaona.
G vaoor Parahyha, cemman-
danta Mello, seguir* para o por>
to acia a no dia 18 d > correte as
9 boras da notte. Receba carga,
encummendas, passageiros e d
nheiro a fre-, do escriplorio do Forte do Malos
ffflffAmV PER.UMBIirASJi
DB
Navegaco costeira por vapor.
Rio Formoso.
O vaper Uamangtiope,
commandante Cosu, se
gira' para o porto aci
na no dia 16 do correte
as 5 boras da manhaa.
Recebe earga.eocoromen-
as, Dassageiros e diohei-
ro a frete m ocripi -no no Forte do Matos n. 1.
Para o Rio Grande do Sal sahjra' sem maior
demora por ter algoma carga prompta a birca
braslleira Pombinha, capito Joiqoim Beroardes
de Sooza ; recabe algama carga a frete : para
tratar do escriptorio de Amonio Irm3os, roa da
Cruz n. 3.
Para o Rio de Janeiro segoe com brevidade
o patacho bnsilfiro Graca. cpitao Antonio lveo
da Silva ; tem prompta parte da carga, e recebe
resto a (reto, para o qua trati se no escriptoris
pa Amonm Irmos, ra da Croz o. 3.
Para o torio
segoe com a possivel brevidade por ler sua estiva
eugajada o briguo portugaez Tnumpho : para car-
pa e passageiros trata sa com os coosignatarios
Thomaz de Aquioo Fonseca & C, roa do Yigarlo
D. 19, 1* andar.
''a Lisloa
Segoe sem demora o brigae portogaez Cons-
tante II, pjr sa achar com grande parte da sai
carga prompta, para o restante e passageiros tra-
ta-se con Oliveira Pilho C, largo do Corpo
Santo a. 19, ou con o capltio na praga do com-
merclo.
samas
Instituto reaeologico e Geograpliico
per na ai boca no.
Tendo o Instituto Archeologico e Geogra-
pbico Pernambocano de celebrar o-sexto {? {J'beiro da Silva,
anoiversario da sua fuodaco do dia 27 do S^^Xea^S
correte janeiro, pela urna hora da- tarde,
no salao da biblioilwca ptrWiea praviuctai,
ao coorento Ce Nossa Senadora do Carm>,
sao convidados para simulante effeito em
assembla geral todos os socios qae se acba
rem no Recife,effectivos, honorarios e
correspondeates.
N5o conbecendo o instituto a sede das
differentes associygoes litterarias, scientiQ-
cas, artsticas e de beneficencia que existen)
Desia cidad Je, tem a bonra de convidar pelo
presente edilal a cada urna de taes associa-
ces a assistir solemmdade do dia 27, ou
a Yazer-se ahi representar,
E para coehecimento das corporales on
pessoas que tiverem de ornar a sessio com
a sua palavra autborisada, aqu se transcre-
ve a ultima parte do arl. 28 do regiment'
do instituto:
Se na sala exlstem socios ou pessoas
outras que desejam ler algumas memorias
Dteressantes, participam-no ao secretario
perpetuo, para este previoir ao presidente,
o qual d a palavra aos autores das memo-
rias ; a leitora de cada urna das quaes nio
pode esiender-se altn de meia hora. Po-
rm nenbuma memoria ou trabalbo pode ser
apresentado e lido em sesso publica, sem
que antes seja submettido a urna coramisso
de esame, para isso nomeada, a qual tem
voto decisivo sobre a conveniencia ou in-
conveniencia da leitura.
Acha-se cum effeito nomeada a commiss5o
prescript ; e as memorias ou trabalhos des-
tinados a serem lidos, devero ser enviados
ao secretario perpetuo at o dia 23. depois
do qnal nao poder a commiss9o respectiva
examina-los.
Secretaria do Iostiluto, 14 de Janeiro de
1868.
). Soares de Azevedo,
Secretario perpetuo.
Preparatorios para a Facul-
dade de Direito.
Jos Soares de Azevedo, professor de
liogua e litteratura nacional no Gyran; si o
Provincial do Recife, tem aberto em sua ca-
sa, ra Bella n. 37:
Uia curso de Llngoa Franeeza;
de Cieographta e Historia :
de Rhetorlca e Potica;
de Pklloftopha.
Os estudantes que quizerem preparar-se
em qualquer dettas disciplinas, pdem di-
h


:
simples e com rulos, esmeraldas e parolas finas,
cassoletas de onro etc., apparelhos photographicos
qae se vendem com todos os preparos a dando-se
aa precisas iflforaiagSaa para se tazerem vistas oo
retratos.
_ A pholographla esta' aberta todos os das.
Jos Bernardino dos Santos.
OlympideSooiaQilvao.
Sonastiao Valeriano.
Antoo-o J' Gomes Jonior.
Aotunio de 01 ivir Silva._____________________
Urna passoa habilitada.ntlerece-sa para lee-
clonar m casas particulares primeiras letras a
francez : a tratar na ra dos Cochos n. 14.
Qjem quer mandar azer com da fra, diri-
ja-se a roa de S. Francisco, junto ao por.|ao da or-
dem larceira, qae achara' com ^oem tratar.
Os abaixo assicndo* tem jnslo e eohtraiado
a esa de negocio sita a' roa Direlia n. 127 com o
Sr. Tbomaz de Figaeiredo, livre e desembarazada
de qaal juer onu : por ioso quero se juigar ora-
dor apresente-se no prazo de tres dias.
Maooel Narciso da Coala.
Cleseoie Aolenio da S. Araojo.
Os abati assignado fazem fcierta ao res-
peitavel paolico e com especialidade ao corpo com ,i pririnhn
mercial qudele 31 de dezerobro proxim) pas- uvvutumu,.
sado, dissolveram amigavelmoote a sociedade ooe i Precisa-se para casa de lamilla de ama ama de
lioham em sna loja de fazendas sita a roa do In- cozoha, prefenodo se eserava : a tratar na roa
perairiz n. 60, qoe gyrava nesta praga stbre a Or- do Crespo n. 23, loja.
roa social de jama Silva, ficando a c- cio Suva, todo o activo a passivo do mesmo esta-
beleciraento. Recife 14 de Janeiro de 1868.Por
procoragao de Antonio Pereira da Cota Gama
Joo Francisco Paredes Porto.Flix Pereira da
Silva.
O Dr G. a. Raposo da Cmara, medio
tero aberto o seo escriptorio na roa da Cadeia n-
55, andar, onde pode ser procurado das 9 boras
da manoa as 3 da tarde.

16Ra da Cruz16
Ha diariamente oeste estaboUciraenio am sor t-
menlo de docas para cha, po-de-l, bolos inglezes,
pudio, flaobre e (as'.eis de diflirentes qoall
dad**, tauntta
Viohos finos de toias as qu^lidades, concervas
licores, etc., ele. ecebem-se encommeodaa do
trabalhos propriosTa pa-mleria para grandes jan-
tare, bailes, casaoif-ntos e baptisados, rravendo
para ts:a eofeites anliegos, bandejas de boJinhos,
tanto de armario como sem ella, t>e de l de-
corados, seceos e oulros bolos da muiias-especiaes
dJrTereotes.
O dono deste est-belecitnenlo tem resolvido
sDbstltair as baudejas as arma^oas de papelao e
de folha, por arroaces de assuear, competente-
mente decoradas, tanto para a pnvincta como
para fra. Carao as < n mu mandas bam acondicio
nadas.
i Tambero nesta mesmo eslaheleeimenta coropra-se
petide.de.melancia (ajlo).
Trocam se
as notas do banco do Brasil a das calas filaes-
Jom descont maito rasoavel, na praca da lnde,
oendencia n. 22.
^S O l)r. A. S, Pereira do'Carroo (medico) 3K
^ est morando no sobrado n. 12 da roa da cg
Imperatriz.
a-

LEILOES.
Na ra da Imperatriz n. 3.
O agente %ntoal tara' leilao na loja do sobrado
sito a roa datraporatriz n. 3, do segolnte : 1 bi-
Ihar de jaearan la e pertences, armaco de amarel
10 eom poaco aso, Oteiro, moxos com asseoto de
palba, 10 mezas de marmore tendo os ps de fer-
ro, mesas de amarsllo, bolas para bilbar, grozas
de gis, mesas de amarello redondas, gaarda looca,
cadeiras de gaarnigao, plateleiras da amarello, re-
logioe de parede e algibeiras, bandelja<, callxes,
copos para survete, ditos para serveja, colberes de
melai prateado, garrafiobas, chicaras, escovas pa-
ra bilhar, 1 ventilador, 1 jogo de gamito, 4 qoa-
dros com moldara doarada a moitos oatros objec-
tes que sa toroam enladonho mencionar, e qoe es-
tarao patentes no dia.
Na mesma loja em qae ter logar o leilao, as
11 lloras.
De fazeaias, miudezas, e livr s em
branco.
A SABER :
Chitas, earabralas, algod5es, cobertores, chales,
platilhas, eolartnhis de papel e ootras faiodas.
Lincas em novelo' de ns. 16|18 8 de 40 a 120,
taa de differentes cores pira tur dar e ootras miu-
dezas.
Dm JofO da litros sendo devedores geraes, dia-
rio e razao e mais outros tivros em branco de dif-
ferentes tamannos.
1 eaita com musgo.
2 barricas com manteigl.
A rn 4o Trapiche armaicm a. 38.
O agenta Piot fara' leilao para llqoldsco e
por eonta e rsco de qoem pertencer de dilleren-
tes fazendas e miudezas existentes no armazem da
roa do Torvas n. 39, onde se effectaara' o leilao
as W horas do dia cima dito.
I4BIJLAO
Istu que pechincha.
Fazendas com toque de
varia*
Madapolo de 10,5 finoa 6*.
Dito de 9 dema o&.
Algodozinho finoa 2#-
Ditoa 3.
Camisas de 3*500a 2*.
Baldas de Ai -a 2J5.
Salas de ofl-a 33.
Toalhas de l*509-a 800 rs.
Seroolas de 2*500-a 1*500.
Enfeites para cab-c* de 5*a 2*.
Cbvpos de copa baixa de 5*50 -a 4*.
Na ra dos Quarteis n. 22, leja de calcado do
Vlanni. _____
No caes do Apollo armazem n. 55 preci-
sa-se de um criado para tratar de 3 ca-
vallos.__________________________________
' Urna passoa habilitad, que se encarrega de
cobrar dividas mediante nma mdica emiss3o, so
riizir'-se a' indicada residencia, de manhS at offirece a qaem mais qoeira se otllis&r dos seos
s 9 horas, e de tarde a qoalqaer hora. gjijj J J j}*
Precisa-se, com urgencia, de um menino
porlagoez para caixeiro de taberna ; a tratar no
pateo do Tergo n. 12._______________________
Precisa-se de umi ama para coslnbar e com-
prar : na roa da H irlas n. 7._____________
De noite ha ver sunspre caf, sereles cerveja etc. etc.
' 11 'H
-------,
0.41'jqKM*

RESTARANT A LA CARTE
Entrada geral ra larga do Rosario o. 37 e para familias roa
estrella do Rosario n. |j|
Francisco Garrido A Hermano, proprietaries desta grande eslabeleeimento, com i ebegada-da
Europa do p iseiro, tem o prazer de aunonciar ao seus amigos e fregueze, qae sa acbam outra vea
oo mesmo estabelecimeoto, anciosos por ver todos os seos parocbtanos,. tanto da pra^a c^ mo do reato e
de ootras provincias. Os proprietarlos lem feito todt) s possivel para >tisfr a sua (Ilustre coocar-
renela. Os hospedes acbaro toda commodidade de grandes salas e asseiados guarios por pregos ra-
joaveis. -
Ha sala para leitora de jornaes aaciooaese estraogeiros: na mesma sala ka om magnifico piaao
para recreio.
Come se a mesa redonda a la carte e manda-se domicilios.
Os viohos mais Saos do mercado aeham se do estabeleelmenlo.
A' nolte tu trrele e refrescos, caf,.cb e chocolate a toda a herav
.

KS^K^CiA COHCGIT1IADA


Preparada a Trio por Auruste Caors,
rHARM.tCEDTlCO PELA ESCOLA DE PARS E SV98ESSOR NIS1S GJ9ADE

DB
mineral.
Ar6tldes Sais vt e f. nui
N. 22 Roa da Cruz N, 22.
Tratamento puramente vegetal sem mercurio, iodo, ouro, nem outro qualquer
Precisa-se de orna ama para o servico inter-
ne de ama casa da ponca femilia, que sslba bam
eoser e eogommar : quera quizar dirija-se a roa
do Amorim o. 33, pnmeiro aodar.______________
Precisa-sa de am cralo para compras e o
mais servido da casa : na ra do Imperador n.
73, 2* aodar.
Perdeu-se
oo dia 15 do correnta, desda a ra da Praia at a
roa de Apollo desta cldade ama letra di quantia
de 70*310, vencida em 15 de outabro do aaoo de
1867, aceita por Afanoe! Thom de Jess, sacada
por Antvnio Jos de Castro Azevedo, o qaal roga a
eessoa que a achar o favor de a levar a' roa da
Prafa n. 44 ; e previne ao aceitante, qae s pagae
dita letra se Ihe for apveseotada pelo proprlo sa-
cader. RiCifa 16 de jaoairo de 1868.
_______ Antonio Jos da Castro Azevedo.
Anda esta por alugar-se o segundo andar do
sobrado da roa do Rosario da O a Vista n. 53, as-
ura como a loja do mesmo com bonito armaco
para taberna.
Os abaixos asslgoados fazem scieota ao res"
peitavelpublico, e especialmente ai corpo commer*
i'ial, que desde o dia 31 de dezembro prximo paa-
sado, sa arba dlssolvida amtgavelmeate a socieda-
de qoa tinbam na Uberna o. 4 a roa Direita, que
irava sob a razio social de Hallo Costa & C. ; e
b m a-sioi que a liquidaco do passivo da mesnia
firma tica a cargo do socio Jos de Mallo Cosa Oli-
velra, a qoem passoa a perteocer erelasIvameBta o
lito estabelecimeoto, sem neabama responsabili-
dade o socio Thomaz Jos de Oliveira, qae fica pago
de sea capital e lacros.
Recife, 15 de Janeiro da 1868.
Jos de Mello Costa Oliveira.
Toomaz Jos de Oliveira.
Ama
Precisase de ama ama para engommir
do Trapiche n. 36,2a andar.
na roa
Preisa se de nm substituto para o servico
da guerra, mediante vaotageos que se convenci-
nar : a tratar na estrada dos Afilictos n. 24.
Precisa se de orna ama de leite : em Bem-
nca, sitio do Sr. Barroca, oo na roa do Sebo nu-
mero 42.
Na roa do Imperador n. 73, 2* andar, preci-
sase de um criado para compras e mais servido de
casa, e bem assfm de ama coziobeira.
encao.
FESTAS
Presente para meninos.
O Alphabeto Portugaez Ilustrado, con-
tendo primeiras noges de religi3o, urbani-
dade e historia santa : i elegante volme,
com numerosas estampas.
.$000 ra.
LIVRARIA FRANCEZA
"Oollegio de 8. Fraacisco
Xavier
Para edacaco dos moninos
Estabelecido na grande e bem arejada casa
onde estava o Gymnasio, na roa do Hos-
picio n. 55, dirigido pelos padres da
: corjopaahia de Jess.
O Rvd. padre director desta callegio scionti i i
aos paes dos seas aluraoos e dos dewaig qoe qui-
zerem coodar-lhe aedacacaodos seus 6loo, qua
n> da 3 de tevareiro ome^aro a fonecionar to-
das as aulas desta estabelecimeoto, achando-se
abenas ja' as matriculas.
Nesta eollegio recebam-ss meninos de 6 a 12
annas para serem educados e iostiuidos as ma-
terias preparatorias das faculdades do impeli. A
lingua italiana, msica e daseubo sero eosinadas
a pedido dos pas.
Havero meomos interoos, meio-pensionistas e
externos.
Os otarnos pag-.r.lo 40* mensaes, os nielo pen
sionistas 15*, e os externos 5* adi.intados.
Os pobres sero admittidos gratoitimente as
aulas <) eollegio, provaado o estado de pobreza
com aiii-st n;io do parocbo respectivo ou de outra
pessoa de fe.
Para admlsso dos alumnos e para qaaesqoer
esclarecimeotos trata se com o director do mei-mo
estabelecimeoto a qualquer hora do dia.
Albino Baptista da Rocha, relo-
joeiru e dooralor, na praga da lo
dependencia n. 12, fai todo e qual-
quer concert perteoceote a sea
ai te, assim como tem um sorllmen-
to da vidros de crystal lapidaJos
para relogios descoberto? etc., ele.,
todo mais barato do que em qualquer parta e res-
ponsabillsa-se pelo seu trabibo.

Precisa se de ama ama forra ou eserava para
cosinbar e mais algum servico, em ama casa de
pequea familia : na loja n. 45 da esquina da Ma-
dre de Deo?.
Verdadeiro purificador do sangne sem azougne.
Especial para a cura de ted^s as molestias que tem sua origen na impureza de
sangae, como sejam as molestias boubatiras, sypliiliikas, escrupulosas, arlhrosas, qoer
veobam ellas por hereJitariedade, quer sejam adqueridas pelo contacto eom pessoas infec-
cionadas dos diversos viros que contaminam o sangne e os humores.
caroba um remedio prodigioso, n.-aio desde remotas eras pelos indios
do Brasil, e passaodo seu uso de gerac5o em g-rafo, hoje, um dos remedios, mais
conbecidos cerno prprio para combater as molestias mais hediondas, entrando nesse nu-
mero a morpba ou elepbantinses, para cujo curativo os nossos sertanejos consideram a
caroba como remedio especifico.
Ha muito tempo entrou a caroba nos formularios como preparaco magWtral
sob a forma de eleictuario, ainda boje lembrado as pharraacopas eom o nome de seu
celebre autor Joao Aives Carneiro: nao 6 ella portanto, remedio novo nem desconhecMo,
O ungento de caroba da mesna surte preconizado desde lempos i_memo-
riaes como o mais apropriado para o curativo das boubas e ulceras sypbililieas srdidas.
e empregedo com'proveiio depois de improficua app!ica;o de muilos ouiros agentes
therapeulicos enrgicos e de uso quotidiano.
Muias dos nossos mdicos de consider/acSo e entre elles o i uito distincto pra-
tieo e observador o Sr. Dr. Pedro de Alhayde Lobo Mostoso, tem continuado por meio
de experiencias remetidas, o que diz a fama das benficas propriedaes Oa carura no
tratamenio das boubas, das diversas formas sob que a ayphilis se aprsenla e muito es-
pecialmente as que tru sua-se.le ua pelle, e poderiamos relatar alguns casos de data muito
moderna observados pelo mesmo Sr. Dr. Moscoso em que a car- ba produzio admiraveis
efleiios, depois de inuleis e proloogadas applicages de salsaparrillta, mercurio, iodo,
ouro e seus preparados, etc., etc.
No era possivel que una planta to notavel por suas icapreciaveis virtudes
escapasse a perspicacia e investigares dos mais abalisados praticos eor.-'peus, qoe se ap-
plicam com especialidade ao estudo c tratamento das molestias syphiliticas e herpeticas, e
para prova alii esio os Srs. Drs. Casanava, Schorfer,, Ricord e oulros dando as mais li-
songeiras informacoes sobre as propiedades corativas da caraba e pieeonisando-a como
remedio poderosissimo para o tratamento das erupedes cutaue^s, seccas ou suppurativas,
dartlirosde tola a qudilade, eczeioas, ulceras de diversas naturezas, tumores osseos, e
outras muitas molestias de natureza sypbilitioa ou bouba tea.
Por ter-se gentralisado muito o uso da Jtissencla da Caroba que eu pre-
paro e pelas instancias de varios mdicos que desej-tm continuar em suas observaces, de-
libere!-me a ter prompta urna quantidade da mema essenria, obtida sem a aeco do fugo,
para nao prejudicar as proprieJades medicamentosas; e d'ora em diaate encontrar-se-ha
na minha phamacia sempre e em porcao sufficiente para tod: s os pedidos a essencia con-
centrada de caroba, e o ungento da mesma planta, para qus nunca fallein aos senhores
mdicos que quizerem experimentar to precioso agente medicinal.
Recife de Pernambuco, 17 de ouluLro de 1860.
Augure Caors.
Ra da Cruz n. 22. ^^___

Bernardo de Cerqaelra Castro Monteiro faz ver
ae Sr. Bernardino de Sa' Leito qae a carta de
flanea qu Ibe passoa de ama casa na ra dos
Acougoiobo?, s responsavel pelos alugueis at o
dia 19 de dezembro, em qae moroa a loqailloa, e
nada mais pela razio de que a ioquilioa afflanca
da tendo levado a chave logo no dia em que se mu-
don e quereodo pagar os d prietarto Do qoiz receber, dlzendo que primeiro
me bavia de dar prrte, estando eu doente e fra da
cidade, e at esta data anda nao qniz dar recibo
a'ioqailioa, nem lio poaeo dar-lbe a minha carta
de flanea : bom modo de receber alagael com a
casa fechada 1 j____________________________
G aoaixo asslgoado declara ao corpo do com-
mercio qae comprou o-deposto silo na roa Direita
o. 30, ao Sr. Bernardino Aotooio Ferrelra Bastos,
livro e desembarazado de qualquer debito. J
Recife lo d Janeiro de 1868.
Ricardo Jos Goms da Lar.
Offerece-se orna ama para coslobar dundo Oa
dor a saa conducta : a tratar na roa da Ponte Ve-
Iba n. 43.
Alu^a-se
A casa terrea da roa Imperial n. 160, com bons
comiiiodos : a tratar na padaria da roa Direita
n. Si.
Oflerece-se urna ama de taita moito bprn- e
sem menino ; a tralir na roa das Aguas yerdes
a Ci________________________;._____
Precisa-se de am caixeiro pequeo : na ra
das Crozas o. 41.
Attento.
"
A SABER:
Bma mbiria de jacaraadi, i castic,aea e maa-
Jas,l cama fraoceza, 1 r-asa de jamar, isofide
^cKafdat-U-cadaira rv-""^" i iarntorlf,-!
.c
J ja w o *r*( *' M : nu AC-
Lalz Napoleao Duque das Botas, ebefe dos Je sai-
tas. Protector de om subdelegado, tres vlavas,
tres orpbies e dons qae nao sao casados, solteiros
e nem vinvos. Va' as matas do Campello pegar
eoelfios e volte a cr.az do Peris pedir a S. josa qae
reslilua oa bens de' lojeldavillaasa. SenQora poli-
ca I abra oa olboa testa alma anglica.
O Jacques FarranU
Alagare uolTscrava qae tai os servijos
de ama casa, taato interoo como exferao ; a tra-
tar na roa da Matrit da. Boa-Vista, sobrado a. 26,
l* aodar._____________
. Arrenda-se nm sitio no lagar dos Afflictos,
com casa de pedra e cal, e outra mais pequea na
frente da estrada,com orna cacimba a dous pegos
de agua boa de beber, varlaa anrores de fructo e
duas balxas plantadas de cap- '. trata-?* na loja
daraa*Cre*pc-B.4,,

Cumprir umdever
O abaixo assiguado vem por meio deste, agrade-
cer coraealmate ao sen ex-st^io o Sr. Jos de
Mello Costa Oliveira, o bom tratajnenlo, tauto pes-
soal como domestico, qae do mesmo receben, ja
como caixeiro qae foi do mesmo e Ja como socio,
igual mete a sua excellenlissima familia, e portanto
receba esta pequeoa prova de gradao.
Recita, 15 de Janeiro de 1868.
Tbomaz Jos de Oliveira.
M_A
_ Trecam-se tres excellentes escravos mocos
com habilidades por oatros tantos esiravos pretos
oa mulatos : a tratar nos Chinos raa dos Praxeres
n. 1i. __________________________
precisa se alabar um escravo de 15 a 18 an-
uos, para lodo servijo de casa de um estraogeiro:
a tralar a' roa d Trapiche o. 43, armazem.^
Aluga-ae o 3* andar do sebrado n. 1 da roa
imperial ; ajratar no 1* andar. __________
Vida de Horaeio Nelson, por
Forgues.
Sem conlestacio algama Nlson reconheeido
como o primeiro almirante do moodo, e se nfto ti-
vesse alcacado as victorias d'Abookir e de Tra-
falgar, lalvea, qae fosse a Inglaterra vencida por
NapoleSoi A sua tenacidade e consclencia do Reoio
traduzern-se na eloqaenle proclamacaa de Trafal-
gar : i InQiattrra apera que cada un eumpra o
seu dever t E\ pola, com razao qae os inglezes
idiloiram a memoria de Nelsuo, e o proclamam
salvador da sna patria.
Vende se esta obra interessante por l00 rs. e
exenp|ar cattonado, na livraria econmica efroa-
te do Arco de Sanio Antonio, assiro come a histo-
ria de Carlos XII por Voitaire a l^OO rs. em bro-
char e a historia de Gil Braz a SJ encader-
da._______________
"
Precisase de ama ama para' o servido domestico
de ama casa de paqueaa familia : na roa das Cru.
xas n. al A, taberna da porta larga.
freeiaa-se de om forneiro para a cidade da
Victoria : a tratar na taberna do Ursa do Paratio
las.
Precisa-se de nm oapeliao, tanlo o ordenado
de 4001: a tratar na roa do Haars Florlaw tu-
mar 71.
Deutscher Hulfd verm in
pernambuco.
Dle ordenUiebe Geoeral Versammlong des Ve-
relos Baet am 16 leo diesis, io Lcale es Herr
Leideo, abtnds 7 Uor, statt.
Im Auhage des Ao=scbasses
^B. Nubilieg
Secrttair.
Cosintteiro
Precisa-s de om cosinheiro a: roa das Laran
geiras o. 14 hotel. Na mesma casa precisa-se da
um criado.
' Pga-se 305 mensaes a nma eserava qoe
ralba bem ccslnhar para ama familia de 4 pessoas
e igual quantia a ootra que seja perfeila eogom-
madera : a qoem enviar esie negocio pode diri-
gir-se em carta lechada a N. D. aesta typogra-
pbia, para ser procurado.
O Sr. Antonio Jos Braga qoeira ir sjustar
eontas como socio oo caixeiro qae era da labtrna
do pateo da Ribeira ns. II e 13.______________
Precisase de om canelro de 17 a 18. naos
am pratlca de taberna e que d Dador a, sua con-
ducta : no pateo da Ribeira n. 13. ______
Precisase de orna ama para tomar conta d
urna casa de homem solteiro : no pateo da Ribeira
o.l3.
R. Z Roa dt livramesit R 25
Deposito de tamancos e cilqado nacional da fa-
orlca.da roa do Jo.rdim n. 19, de Jos ViceWo Gj-
dioho, unto no deposito como oataonca saapromp-
tam tudas as portoes. de cal?adb o mais barato
possivel,esu abrica lem todas as machinas pro-
prias para os cajeados, ja nem aeseditados pelo
grande numero de freguezes qoe daqui ae or-
uecem. ^^___^
Azevedo Irmao
Ra do Queimado fl-iS
VEtDEIW
Telbados de ferro galvaoisad.s.
Ganos de chambo da todas as gros^ur-as.
Bacas esiaobadas da todos os tam&Bbos.
Tbasouras para eocrespar babados de todas as
grossoras.
Salitre reGoado de Londres.
Breo e enxofre.
Ooco em folh?.
Moinhos para reflnagio de lodosos timanhos.
Bridas, esporas e picadeiras de ojuca.
\?mu ijU!h_UINA
FERHUGINLUXdeMBITIER
Com Malaga e Pyrephosphato de ferro.
Xete vinho foi preconizado por toda a empninsa
medical como sendo o mais poderoso tnico
enpregado para curar a Cblorosis, Anemia
Exbanstacm) do Sanou'e. Deposito geral em
Pars, era casa de Wrencei., pharraaceutieo^
.uuiiu-
roguista, rea dos Lombwd, 41, .
l u#li.!l -" *
SEGURO
MARTIMOS
DONTRA FOCO
A companhia Indemoisadora, eslabelecida
nesta praca, turna seguros martimos sobre
navios e seus carregamentcs e contra fpgo
9m edificios, mercadorias e moiiilias: na
rn do Vigario n. 4, pavimento^terreo.____
Precisa-se de'om caxelro de 12 a 14 anos
de idide para taberna, prefere-fe porlagoez: a
ratar atrada malria da SanleAntonio i*i
- Precisa-se alegar nma bu'eserava para o
servido interno de orna casa de pqoea famiUa : ...A.^"'J/r
tratar na roa a Csdela, ioja n. 7; pga-ae bem. 6W ^* P, Maorer U
Medalha de ODRO, premio de 16,600fr.
auiMA
LAROCHE
LIXIll FBSIPUGO B FORTIFICAMTB
SOrEKiO AOS TIUOS I IAePl s"1*
Experimntada com plea successonos nospitaer,
quina Laroehe !ou ar enlleU
JM) uaaa preparacaa excepcional, por ser
privada do amargo d>taa. Ag-d" V conseguinta
as psoas as mais iDtolerantes e aos paladares os
mafi delicados, pol ne muito doce1 nem mwito
viscosa sendo de urna limpidez constan. Emprega-
M com' muilo proreiio no caaos de a_rtralgia,
riiprprl, nevralala, aaeinia, fastla ae
CU1,B upparenlc, eaavaleueBran diu e cir*"- E o especifico das molestias fobris.
QUINA UROCHE FERIOGINOSI -
Reunindo toda as propriedades do ferro da quina.
EM PAJUZ,
15, me Drouot.
Vende-se na ra Nuva, botica frau-


mmm
':--........* ->
'' l"i im'rn-innn
'-".....i**'-
HaHHi^HIH
tortore perunkie* Ojnluta fefra c *e Iaaelr A empresa do gaz desta cidade deseando facilitar geraimente o'w de gaz na
casas e estebeteciments particulares, offereoe desde j asesjjuiotes vantafenr
i. Urna reducto consideravel nos presos dos caaos, -apparelbos esodos os mate-
riaes prcisos para a mstaUacJo desta luz,
2.* O az foroectde boje de extrema pureaa 'ol offender a prata, .*ronze
on outro wetanlrfferente, assim cotilo nenhum damno podera Causar as pinturas, quadros.
ornamentos, papel de forro mais delicado qoe eja, tornaado-se ao mesmo tempo Ho sau-
davej e raais econmico .aVoatra qualquer iuzj coaaecida,-aQnal, evitar lasaba obs-
traccao dos cano e tubos dos apparelnos.
3/ Os appareUios exisieotes, como 1 ust/es, arandelas, bracos de vidro, de bron-
ze, etc., etc., sao proprios para os senhores -que preferem kxo e elegancia, gob para
os qoeuecessitam simpticidade e economa.
i.* As pessoas qse quirerem estocar o gaz em-soes casas podem dirifrir-se em-
preza, a qual se eocarraga da collocacao de todos os-appareiBos, canos,etc^, tmanse toda
a responsabilidade pelo perfeilo cumpriaaente do masmo, od por outra, podem empregar
qaakprer maquinista reeeohecido peta eaipreu, sendo o mesmo maquinista reepaasavel
pelo mu trabalho. H e
k,-. V ,iA emPreM briga-se anda a reparar gratoitamente qaalqaer falta de luz,
ODSwoccao de canos,-etc., devendo o consumidor pagar somonte as pecas novas qneorem
precisas .para-o meemoconcert; qualquer reciamaco-quepossa baver, ser dirigida ao
scnptowo da empraza-wa do Imperador a-SMmeaor logo providenciada.

*
n
9: S A -Ra do CabogAW. 9 A
Os propietarios deste estabelecimento fferecem ao respeitavel publico
un -esplendido e variado sortimento de jc4as de ooro ebegadas recentemeote
da Europa, cujos modelos sao novos e de bom gosto como sejam: pulseiras
com perolas, subtes, esmeraldas e brilhantes, brincos da mesma forma, anneis
de ^amasia, proebes para retrato, etc, ete., bottea de coral rosa para p=ito
de -camwa -e -cacoleUs com retractos.
Comprare e recbese em troca ooro, prala e brilhaotes pelo seu en-
trwceco vafor, assim como moedas nacionaes e estrangeiras. Tambem se en-
umbea de faaer concertos
Agostinho Jos dos Santos % &
0Msm mM
aPECIAL HM0fATHICA
D0T8R SABINO 0. L PIKH0
*tUA MOVA 48.
Neste importante estabelecimento se ach a
odee que necessario .para a pratca da

liomecpathia.
Medicamentos emglobt'.os e em tinturas
preparados com a maia^escrapulosa eiacti-
dc por meio de machinas especiaes.
Csrteiras prtale?, .coatendo os principaes
medicamentos em flebglos 100, io&,
30a, 405, 500 e 60 ; conforme a a>u anu-
dado de tobos.
Cetxas de medicamentos em glbulos e
m-tinturas de 805, 1900, 1200 e 150,$
FS.,-tguDdo o numero dos vidros e de tu-
bos.
(Estascaixas sao mni-uteis aos mdicos,
sanbores de eogenhos, ebefes de grandes
tamias, capitaes de navios, e em geral
todos que se quizerea dedicar pralica da
borneo patbia.)
Cada tubo avulso custa.......14000
Cada vidro de meia ooca de tintura. 25000
Vendem-se glbulos inertes, tubos vasios,
vidro6<)ara a preparafao das dses, etc. etc.
Escovas elctricas para tratamento das
molestias nervosas, pnccipalmente para as
dores de cabeca.
Apparelnos de lavar os olbos no trata-
mento das ophtalmiss.
Apparelnos de injeefao para o tratamen-
to de certas molestias das mulheres.
Cb preto e'verde de kxcbllsntr qau-
babe para aso dos enfermos.
Vede-se igualmente o Tbescuro ho-
meopaibleo ou Vade-mecum do
homeopatha (obra incontestavelmente
indispensavel todas as familia?, pela clare-
za, com que ensina a empregar a nova me-
dicina), preco 200.
(Em porcoes de 50 eiemplares faz se o
iba te de 15 por cento.)

m
N. 2
largo da matriz de Santo Antonio n. 2.
K RETRATOS A OLEO
rh i fi? t? nra de Parlec'Par a respeitavel publico a volta do Sr. Alberto Hens-
cnei quetoi a Europa com o duplo fim de se por ao correte dos mais recentespro-
fitade S Y l'hotographlca e adqerir Para o nosso estabelecimento mais um ar-
retratospSr' A'berl f summamDte feIiz e conseguio eogajar um destnelo pintor de
2?2 E ^ 3C^de-ma reat de pDlura da ciJade de Dresd^ e do qual a reputa-
""B fundada nos autonsa a eroerar nrtv\nrfa* nmaroic n ..J .
m
eao bem fundada nos autorisa a erperar produces nolaveis no seu generle trabalho".
progresso mmeoso uliimameDte exeeulado na p"botographia, Dm dos mais
importantes consiste n arte de obter retratos em tamaoho natural. Asando directamen
t na giandeza que se desaja, sobre a tela do pintor, o retrato pbotograpaado, por meio
de um instrumeuto especial cbamado : cmara solar de acgmentacAo.
P. r esta forma -o talento e o saber de um artista babii maravilhosamente se-
cuniado pela precisSo absoluta e infallivel dos contornos e das sombras que he p5e a
pnotograplna sobre a tia, e tudo se rene assim para se alcancar o maior grao possivel
de seme banca ncontestavel. sn que d :inda maior realce o sello artstico, que imprime
ao retrato um Lello colorido. F
M ^a Pel m.es.mo Pro.cesso ns podemos reproduzir e pintar oleo, urna vez que se
nos d urna pbotographia, seja de que tamanbo for qualqner retrato de pessoa morta oo
ausente e no tamanho que se desejar.
As pessoas que quizerem jolgar por si mesmas deste novo genero de traba'ho,
teT^SAffeS/oSS.*visilar a nossa galeria-aoDde esrau exposlosuma
AMBROTYPOS
Retratos em caixinhas
Para satisfazer a numerosos pedidos de muitos dos nossos freguezes, estamos pre-
parados para fazer retratos neste gene; o, para osqnees tambem temos agora um crande
ve aricdo mimar de rwas e honitas caixinhas.
CONSULTORIO HOMEOPATHICO.
O Dr. Sabino 0. L. Pinbo d consultas
todos os dias uteis desde 11 horas da ma-
olii at s 2 da tarde.
As visitas aos enfermos s3o feitas das 2
lloras em diante ; mas em caso de necessi-
dade as visitas poderSo ser feitas a qual-
quer hora.
Para que as visitas possam ser regulares
cumpre que os dientes ou os seus enfer-
memos mandem dar parte do seu estado,
todos os dias at o meio dia as molestias
agudas; e de o em o dias as molestias
ebronicas.
As consultas escriptassSo respondidas mais
ou meos prumptamente, segundo as
oecessidades da molestia e a distancia em
que se acba o doente, pois que neste caso
faz-se preciso indicar de urna so vez ludo
o que canvier ao restabelecimento da sade.
As retribuicesserSo pagas na mesma con-
formidade.
O Dr. Sabino roga a todas as pessoas, que
costumam consuita-lo por escripia, que or-
denem aos seus portadores a prompta entre-
ga de suas cartas, visto que, entregando-as
como costumam, na accasio de se retirarem
do Rccife, impossivel responde-las satisfac-
toriamente.
Post que, na egunda-edicao do The-
s*uro eum do homeojMktha, pagina 677, se
acbe indicado o meio de usar d'esse preser-
vaiivo, com tudo convm repiti-lo com al-
gons esclarecimentos mais.
>ara urna familia d'issolvem-se 20 gl-
bulos em urna garrafa com dous tercos
apn pura, vascoleja^e bem, e d-se i
cada pessoa orna colberada pela manha, ou-
tra ao meio dia e outra a noite, durante
tres ou cinco dias consecutivos. Deixam-se
passar outros Untos dias sem nada tomar,
findos os quaes, repeie-se o remedio da
mesma maoeira; e aesim se continuar
em quasto durar a epidemia.
marlo o remedio as oraerinbas).
Si a epidemia estiver muito forte, ou, si
nacasaiiouverem bexiguentos, deve o reme-
dio ser tomado todos os dias sem inlerrup-
{3o, at que a cousa melbore; depois do
que volte-se a nsa-lo do modo ensiuado.
A garrafa deve ser nova e muito bem lava-
da, primeirocom agua quente e depois com
agua fria. (No caso de nao baver garrafa eu
vidro novo, poder servir urna garrafa de vi-
obo ou de agurdente, com tanto que seja
muito bem lavada com aguas quentes e
frias.)
Para urna s pessoa basta dissolver 6 gl-
bulos de vaccina em 2 oncas d'agua, e d'abi
tomar as colberadas como j ficam indi-
cadas.
Nao preiisa grande dieta. Abstenham-se
do cha e do ca fortes, do abuso das bebi-
das espirituosas, das comidas gordurosas
e muito adubada Eis aqui apenas o que se
exige.
JABOATaO.
Programma da festa do glo-
rioso Santa Amaro.
Na madrugad do dia (O do carrela depois de
r" ?!Mffnud* '** t-bandeira do glo-
rioso MSWAmaro, seodo co&dotfa por quairo
meoin H.som de hajojonioso crnicos, acompa-
nlido por ama baod de msica marcial sob a
dlreccao do hbil proessor tteas, e do meio de
diversas syraodolas de ogo ; depois do que segal-
ram-se as novena*, que se e.-iao festejando com
moita pompa, tocando aellas a mesma orchestr
varus e eseotbidas pe?as.
Havero *e3pera, sendo o orador o Rvd. padr*
Lioodo Moote Camello, e termiaaro com a as
eeojao de um liodo balo,
O amaobecar do da da festa, quesera' domingo
las de freDIe' Mriftt,eJ As 10 boras da maobia entrara' a festa, orando
Smi*"8 Rvd" Fr' Jjiqaiin d EpirUo
Terminada fesia satirio ao ar quatro lindos
&aioes acompanbadoa de varias gyrandvlas de
._.. ^Ki*
gente!
"i"
BomgiiM ingleies para boaaem a 5*.
A tarde bavera proeisalo.e depois que esta se
recolber entrara' o T Dtun, aos o qual qoeimar
se-ba om bello fogo de ertificio dirigido pelo babil
rusta Joao Evangelista, ja muito conbeeido en-
ir nos.
As pessoas de fra encontrarao na referida po-
'oaco um bolel moito courorlavel, qoer pelos
seus commodos, qner pelo asseio do servico, para
que oteo proprietano nao tem poupadp esforcos,
aBm de agradar ao poblico.
^^la Pr* seolorar
Dito para merina, liem '
Sapaiow mgleies para heuem a 41
Ditos americanos a 30.
Chioelas do Porto a t69e
Maplos-tranca para seahe a tlI80k
Ditos aveludades, idf m, a 1#J80
Snalos franceses de salto a 31.
Aproveitem emqoaaio lempo.
--------------- ~--------
UlUIf
I
,-j
|'J
ARMAZEM
KJ
DO
Antcnio Manoel Cordeiro, residente
na corte do Rio de Janeiro, ra do Lavrad'O
n. 53^A, encarrega-se de tirar diplomas de
mercs, assim como cartas de juizes de di-
ivsto, municipaes, bem como de tratar de re-
vhta, e tudo o mais que das provincias do
norte Ibe for encommendado e tudo por
preces mdicos.
Rio, 1 de jineiro de 867.
___________ Antonio Mnoel Cordeiro.
MEDICAMENTOS PRESERVATIVOS.
Em quaesqoer epidemias o Dr. Sabino
faz distribuir gratis s pessoas pobres, no
seu estabelecimento, os preservativos neces-
sarios, dando-lhes as competentes insiruc-
?5es.
Presentemente reina a epidemia de bexi-
gas ; muitos j se tem aproveitado com fe-
lizes resultados do seu offerecimeoto, feitc
noeD'ar/o de Pernambuco; mas necessa-
rio que todos experimentem esse meio to
fcil e to commodo de se preservarem e s
suas familias d'essa terrivel molestia.
O preservativo empregado a vaccina
elevada 51 dynamisac5o. As pessoas, que
fazem uso d'ella, ou n5os5o accommettidas de
bexigas ou, si o sao, raramente as tem de
m qualidade.
plumera celinos.
(contra a mordedura de cobras)
Este medicamento gosa de muito bons
crditos'contra o veneno das cobras e de ou-
tros animaes venenosos.
O Dr. Sabino n3o tem ainda observado
pessoal de facto algum que o autorise a
affirmar sua eficacia; mas sabeodo que no
Rio de Janeiro e em S. Paulo elle tido co-
mo muito poderoso, mandou-o vr para ex-
perimentar.
Algumas pessoas do centro d'esta provin-
cia e da da Parabyba tem escripto ao Dr.
Sabino, dizendo ser ncontestavel o mrito
da plumera no tratamento das mordeduras
das cobras.
Emprega-se a plumera celinos interna e
externamente, da maneira seguinte:
o interno. Nos casos menos graves
dissolve-se urna ou duas g las de tintara
em duas oncas d'agua, e d-se ao mordido
urna colberada de hora em hora.
Nos casos mais graves dissovem-se seis
goltas em quatro oncas d'agua pura para
dar-se orna colberada de meia em meia hora,
de 15 em 15 minutes, e at de 5 em 5 mi-
nutos (segundo a forca do veneno inoculado
ou intensidade dos symptomas manifestados.)
Logo que houver melbora, se espassaro
gradualmente os intervallos de urna dse a
outra.
Uso externo.Ao mesmo tempo qoe se
d a beber o medicamento, apphcam-se ex-
ternamente na parte mordida fios de linho
ou de algodo embebidos em urna dissolu-
55o da mesma tintura constante de 10 gottas
de tintura em 20 colheres grandes d'agua.
Esses fios se conservarlo sempre molhados
sobre o lugar da mordedura.
O Dr. Sabino receber com reconbecimen-
to as communicacOes que se dignaren) de fa-
zer-lhe as pessoas que experimentaren! o
emprego da plumera celinos.
O Dr. G. A. Wafbaom, medico, tem o seu es-
critorio a' ra da Cadeia o. 36, segundo andar,
oode da consultas todos os dias de 8 at 10 boras
da manbaa, e 2 at 4 boras da larde.
Joaquitn Bapiista
sua viseen] a' Poriffgal
Moreira rea rapidez de
no paquete Oneida. pede
acs-.olpa por tancar nao desle meio, aQm de des-
pedirse de todas as pessoas com quero, durante a
sna estada ne.-ta provincia, ntrele e relac.5es de
amuade ; e ao mesmo tempo aeradece mais par-
ticularmente aquellas que o honraram com as suas
viscas e significativas protas de estima e conside-
ra (ao.
Na rpa Nova n. 63, toja, se dir'
cisa de urna ama de leite, e paga-se
dando.
nuem pre-
bem agr-
- Aluga-se a mei-agua com sito, sita ao norte
da fabrica do ga% com frente para o rio, por li&
por mez. r w
A commisso encarregada da liqnldajio do
extincte Club do Recife, convida a todos os credo-
res daqoella sodedadd apresentartm na rna do
Viagrio, escriptorii d. 14, os seus ttulos ou cootas
para depois de apreciados pela mesa a commisseo,
serem pagas as respectivas Ireporiancias.
O rbesoorelro
___^_^^_______ Lopes D.
Aiug-j-se o v e 3 andar
do Crespo n. 23.
do sobrado da rna
Nao leudo comparecido numero sofflciente de
contrabocel da propriedade Apipucos, delxou de
ter logar a rtunio geral deignada para o dia 12
do crreme, em coosequencia do que o administra-
dor interino coavida a todcs os consenhores da
me.'ma propriedde a comparecera) no da 26 do
andanie, pelas dez horas da maodaa, na cap.Ha da
mesma propriedade, cerlos de que a reuoio geral
se-Hectuara com o numero de votos prsenles
para a leitura do relatorio e approvago de conras,
de conformidadecom adisposiQaodo art. 18 dos es
latinos de 28 de Janeiro de 1S66.
Esia convotago devia ser feita para o dia 19
mas leo lo nesse dia de fuoecionar as jontas qua-
iiflcaduras, as qoaes s3o obrigados a comparecer
diversos consenbores se iransfere para o da 26
com o fim de obter-se maior nameiu da cuucur-
rente?.
pipuco?, io ut5 jaueirg ue I86S.
_______^^ J*e Ceario de Mello.
Nota.
Em ausencia do Dr. Sabino acba-se in-
cumbido de resolver quaesquer negocios
relativos ao estabe'ecimento o respetivo g3-
rente.
O padre L-onaroo Joa Grego e sua mana
rraucisea Jcsephina Grego Gulojares aioda pos
suidos do mais profundo sent ment, cordialmante
agradecen] a tjdas as pessoas que s digoaram
acempanbar a sepultura os restos moriaes de sua
prezada m i Joanoa da Coocecao Greco e com
muna esiiecialidade aos reverendjs Srs Fr. J>ree
Lyrilio Mooel da Oiveira. Toemlstocle Boma
Vaseooe los. Fra cisco Altes de branles, Jo
Lyrillo de Lima e Jo- Roberto da SilVi. Coofes-
umo-o s anda sumament- gratos ao H|m Sr
ccmraenrtador Manoel Luiz Vires. Em qa t
aos brs. Qumteiros e Agr provaro mais urna v
o conceitoem qoe sempre os tivemos ara conj-
nosco.-Amigos verdadeiros.Aceitem, pois, es^es
senn_o.es os nossos agradec meatos.
ULULAS de BLANCARD
a *** "9nM, m mu DiUTiun
ApproTadaa pela Academia da Medecina de Parii
______. JrSSf" "'"*' *-wmiw
*J.",U "* osriTAt* di wahc*, da iblqica, da ulabba, da tomvu wici
S?nif e"olT?d,f rt.lno-btli.mica de mm. tenaktade ezeeHlTa. tan
avanugea de aeren lnlter.,Ci,, ltm t^0Tt & M ftmeno volume.. dTarf*nMitZ
laee dvesroa. GoDdo da, propriedade. do XoSo" eTo ^o, Saa^veTSLr
.^m^.!'",la, ."?' *"" 0lIenetm P* aaedtopt te tn
r Pera modificar ai coiuuty.coes IgmpUtct, fnutt 7rHnln ^'
mJL m L.,,df "1S hm *" ** -
u MU, irnuat*. Como prota t mmm *"'hwrl*.ilt inferior .. u r.uu, m D. 4tTS37SuSBEE
0
^

Vende-se na Botica Franceza rna Nova n. 25.
JES
DI
Para edocaco do sexo mascalioo
Director Jlanod Aham
Jos Alves Tenorio,
Professor em homeopathia
ri 5 i2 da Con"50. ""idado oltimamente para
.L.;Z!.>a.el*toc.as3 72, contigua a' estaco central
^lanoa
o bairro de Santo Anlonio, rna
^g aulas primarias, como para todos os nrenarainrinnr Internos, tanto para as
* co-d.de, sendo Sa seos r.so^^^SStS^^^H^ ** q,lqUer fa"
aag glstral ja bem Armado nesta eidade. moralisadas e de um cocceito ma-
<9\ nhn h? ?lrec,or ?e5te Dovo Htallo cnnlinuando a emprecar toda a Mlbiin. a
H nho de seo mandato, espera fazer-se mais d.gno daronuanra rnm n? ? Jesempe-
^ senbores pais de fam;ia, conBandolhe bondosamente08"s flmS qUe W0 b0nriDd9 0S
Os estatutos do collegio, assim orno o fra neo ingresso !w
elas,eslo sempre disposic^ode qoem possa interessar! *S 80as &^eD^-
COLLEGIO DE SANTO AMARO
3 Recife, roa d Trapicke n. 5,
Pandado em o auno de 1865;
Director, o professor Jos Francisco Rrbeiro de
Souza.
. di,rec,or *> ""'j0 ,d8 SaD|o Amaro, no intuito de montar seo estabeleeimenlo
convenientememe acaba de fazer acquislco do excellente edificio era que achava se lo-
calisada a-S.c^dade Club do Rerifp,_sil, ro, do Traptche s Ja"BdV "don
seo colletlo. A edueagfU, e tutmecOo baseada oo eovoPsy,tema especLl de p"oloa
e panioS*, pendo totalmente an,.|.do o castigo manual. CoDiino, a receber como at
aqu, alnmnos pencloolsU, roelos pencionlslas e extern ; achaodo-se o estabelecimen-
to preparado com todo o asseio e commodos, e orovido de om-escolnido Des'cal de nr,.
fessore, qoe lecciowro as segniot-s disciplinas : p
Instruceao elementar Retbonca e potica. Eeriptorc5o mercantil
wogoa launa Georapbia e historia Mo-lc.^vocal e iostromeotal
Franceza Geometria DezenbO
. tnglexa PaiIcsodM Daosa
3 de wlIinrJLd!-Mto 6]emotir ,"a' ,0*ar D0 dia 7 de i'1'* dentis do dia
, mwmo la!, I*019-. .A 'DTf?* d28 on>"oo o eollegl0 e os estator
cadeira de Oezenho ..S0"5*0 "?* '"w,- Oo,ro im- d.'rpf",r creado orra
ramenio eia nte i*V'.,0'! reweal"> S6m 1oe Por efe "P'nte e til meiho-
*' >""r >Daea>oiss^ao. r
truZZT^TX\0 \tt0C0 e C0id,do ,6' p,r,e re," boo,
d- (te en MUbBrimenio! alomos,come tambem, na boa orden e regoianda-
iamael Power Joaaslon iCompauhi
Rna da Senzala Nova n. 42.
AGS.VCIA DA
Faadl^So de Low Uoor.
Machinas a vapor de 4 e 6 cavallos,
Moendas e metas moendas para engenho
Tanas de ferro coado e batido para enee-
nbo, r *
Arreios de carro para nm e dons cavallos.
^elogios de ouro patente ingiez.
Irados americanos.
Machinas para descarocar algodo.
Motores para ditos.
Machinas de costura.
Chocolate vermicida
DE
Antonio "Janes de Castro,
Desde 857 que sao as tabellas vomicidas
applicadas em Portugal, como o remedio
prompto e efficaz para a expulsao das lom-
bngas, queio graves padecimeotos causam,
e qoe qoasi tetnpre se snppe ellas a ori-
gem.
Este virmifago preferivel a qnalqner
outro pelo sen agradavel paladar e fcil ap-
plicacSo s enancas, as qnaes geralmente
so^mais atacadas de semelhante mal.
jmmwmmmm
tollegio Conceico
No dia 8 do correle brem-se as ao-
las de pnmeiras letras, latim, fran--er
iglez, geomeiria, geograpbia, pbilosopbi
VAPOR FEANCEZ
KUA NOTA W, 7.
Acaba de cnegar de Pars este esubelecimen-
o um grande e escolhido sortimento de calcado
los melboies fabricantes daqoella grande praca
issim eomo grande variedade de qoinqullhrla
le novos biinqiedos para crlaosas. calos artleos-
selaebam expostos a escolba e vootade dos com-
pradores, cjbjo sejam alguna que passames a
uencionar. r
Ulllma moda
Ricos cbapeoiobos de gosto para seoboras fei-
os ao capricho de orna grande modista de Pars.
Hollis para tenhoras
le setim branco, duraque dito, pretas e de ootrai
Uereotes cores eoftit-das a rigorosa moda.
Botinas pira mcuinas
le maltas qoalid.des bem sortidas.
Brincos de onro
le le a ultima moda dos Campos Elizfos e bonle-
rards de Paris, para seoboras e meninas.
Lavas de pellica
lo verdadeiro fabricante Joovio, braocaa, pretas e-
ie ootras differeoles cores.
Leqnea
im escolbido sortimealo de leques de diversos
josios e qualidades.
Perfumarla
Inos extractos, banhas, etos, pos de arroz, agua
le cologne, agua Q. -i1a e .abneles.
Espelhos
le differeotes tamaobot e gostos para salas, gabi-
netes e pequeos mocadores.
Calilnhas de costara
le novos modelos ricamente guarnecidas e com
indas pecas de musir.
Delicado presente
oolcinhas ecestlDbas de sedae de velludo mallo
importantes para braco de meninas passeio.
Chapos de sol de seda
de cores e mullo bellos para senhoras e meninas.
Bouquets d exposico
Jelieadts bonquets de flores de porcelana com lin-
dos jarros para mesas de salas e santuarios.]
Lunetas
le ac, tartaruga e burato.
Ocolos
de ago, bfalo e de prata doorada.
Ricas bengalas
le canoa verdadeira com casto primorosamente
irabalbados em marflm, compradas oa expsito.
Chicotes para paaselo
moito liaos de balea e cabo de inarQm.
Oleado para mesa
le malta boa qualidade, novos e bellos padroes: no
irmazem do Varor, roa Nova o. 7.
Para toilet
jijectcs de phantasia mono bellos para toilet.
Coqnes
ihegados de novo a ulliooa moda.
Ricos albnns
le velludo e de marroquim para retratos.
Esterescopos
com findas pboiciyr.phias transparentes.
stainpas
le Bguras, palsagens, cidades e de saDtos.
Roldiiras douradas
le diversas largaras para quadros.
Ahat-jour
para candielros e lanternas de piano.
Cus mora mas
grandes e pequeos com 50 oo mais vistas esco-
midas a ventad'', muito pitiorescas.
Hcalijos
pequeos, de quatro e -eis oseas de msica.
Aecordions
i concertinas, o qoe na de melhor neste genero.
Callas de rame
le vanos procos e lmannos para passarinho.
Botinas para bomem
grande sortm ento bem escomido em Paris.
Botinas para meninos
ae moitos roodel >s bem sonidos.
Sapatos de tapete
ae charlte, de tapete avelludados e df tranca
usooa para himen, seohoras e meninos.
otas russianas
rernelras e meias perne.ras.
Mantas de feltro bonitos padrSes.
Chicotes fortes coropndos.
Lavas de flj da Escossia.
Cartelrinhas para dinheiro.
Saceos de tapete p*ra viagem.
Malas e boleas sorlidag.
Pooteiras para charuOs e cigarros.
Charuteiras e cigarrelras de palha.
Uaximb.'s de bouitos modelos.
Grvalas pretas e d cores.
Cordas para violo.
Bengalas para bumens e meninos.
Escovas para cabalo.
Escovas para deules.
Peotes de marflm para tirar e=spas.
P-ntes de tartaruga de desembarazar.
Abridores de lovas.
Tesooriobas delicadas para costura.
Caivetes finos com tesourioha.
Meias de fio da E>cossia para bomem.
Venezlanas transparentes para janeilas.
Uuadros psqueuos para retratos.
Pares de lindas figoras pequeas de porcelana.
Jarros roui pequeos de porcelana.



dd


rhetunca.
ASDlR TERREO
7 Ra da Imperatriz 17
PRIMEIRO BSPETACWO B HVA CEASSE
Iodos os dias das 4 horas da tarde em diante
C m as pr.ne.paes vistas das cidades de todas as nartM1, J a k i
numentos celebres e tndo o qoe ba de mais b^JS^S*-??0' ^^^ mo'
C

SSS. *J5#W,*; -35S3 a ,prJr um Alta d.
HISTORIA DE CARLOS
XII
Eei da Suecia
FOR VOLTAIRE.
vende-se esta excedente obra por
brochura, na Ilvraha Ecooomica rna
n. 2.
ItiOO em
do Crespo
genero.
vistas estas serSo variadas todas as segundas feiras.
AOS SRS. CHEFES DE FAMILIA
5lJ?^m5 "Vr?rla-t0,aim-se Mlstutnras para
lZV* ?e.Horac, Nelson-o celebre almiranu
oglez a ( cada exemplar
, Io Im scropolo algum concorrerem oo Tisir esta
acbar erm todo areio. dignidad* e moral.dade. *
Uda bilnete de entrada d direito ama bella prenda k.AnuiA .
de sobido valor e as menores oe.nasi goal p^J^VJS
Mtrida de cada pessoa 500 rs
um. ,< 2cfia-S -Uarti i cooourreiraa liho.
GRANDE GAUtRU DOr S
ellas maitas
, AVISO AOPIIRIJCO
Joao Praocifeo Ribeiro, profosso de mdica, faz
f cente aos seu cimoaoheiros d'arte de mosica,
que d.T-ero idote aebase desonerado do com-
promiso^de ffrtlto.naa fuocc^s do Sr. Franeis-
co Libanio Collas, e por e aeh.r livre, off-rece
s-os previmos a qoa.qoer companhe ro aue n
qoclra servir do suppl.caote ; e ac&ara" na ra do
^UQgel o. 71. faedar.
Precisa-se
de
de oa mnique
moa. coja conducta seja ffiaocada, par. servic
t S?:?,.rar"ir id Bram a. 39.
1 ILUJlBL 1
Objectos de porcelaoa para botar baona.
raiberes finos para meoloos.
Objectos de mgica para divertir familias.
P&otgrapbias mgicas.
Slobosi de papel para illomioaclo do campo.
-astinbas de vimes para mecinas de escola.
jjeixinbas de msica e teajeijos para meoioos.
I Velas a gaz para candielros e candelabros.
^arrintios de qoatro rodas para conduzlr eriaoca
BOBeeaj de massa, de cera e de porcelaoa.
Berfos e camas com cortinados para nonecas.
Cabriolis a cavailiobos de madeira com machi-
oismo para meoloos de 3 a 8 annos moniarem
Para prese pes
Sgoras para ornar prepes, casiobas, animaes.
pastores, e ontros muites objectos proprios.
Attencfo.
Nao sendo possivel meoclooar-se aqui todas as
cualidades de calfado, nem lodos os artlgos de
juioquilbanas, e multo menos da gr.mde va/ie-
Jade de novos brioqoedos; pede se ao publico um
i atsselo a este eslabelecimenlo, eerto de que en-
ontrarao bastante pacieocia para bem escolbereaj
1 que desejarem comprar, e precos baratlssimos
jm viriude de baver em todos es es artigos grande
juantldade, e terem sido comprad* mesmo na
Soropa pelo dooo do oilu estabelecimento. arrai-
iem do vipor, roa Nova o 7.
O teoeole-coronel Fraocisco C. Pessoa de f .
cer^a, Dr. Pe*re Camello Pessoa, M^oel C P
soa. Antonio C. Pessoa de Licerda, O. Pranciar*
Aojo soa, D. Nabel U-sulioa Pussoa, Mana Francis-
ca das Uiags Pessoa, A exaodre R..drigo- dos
Aojos, Dr. Francisco Rodrigos Pessoa de Mello a
Dr. Adoipho Genuino Rodrigues dos Saotoa cr-
dealmenie agraderem aos seus amigos, e a india
as pessoas, qna se dignaran de ass.Mir as exeaoias
de soa presada irroa, confiada e ta, coodoz!
ramo seo cadver aoolt.mojas.go, Sa
aioda para qoe se oresteo a ass.stlr a tt*ii
stimo da, qoe le a logar na igreja de^tn Se
Mora da Conce.c, dos militares' eTiMo"or
rente pelas 7 boras da manba. r
Pr*ei$a* d nTsaoMia "para aoda* Mm
-aa earrofit: na roa larga so ReWlfi.*"
-?~-j.

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-;'
larlm 4e reruHbaet

------------------------------------------------------------------------------------------------------

^^aULiVi
N%2 D
COKIClO
-*ii*hi,li

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N. 2 Di
HE OlltO. >Jfc0
0 aaeltavat pobllco mlUodo o desejo que deve ter o proprfcferio de nm oto estabeleeiman-
toqae quer profressoem sea negoco dte chegar imn'ediatm2n-..5 tteieeimen-
etoeiseon perfcttos brilbanlee, esmeraldas, rubinsVS- 5^^US..0BmJlTprV
fllmiooto Mrde 10* bnoooa moderaos de oare ^w^S^Slf^ff'MmS^it
eos *e em irabalbo perfeo por .* mdico preco, eSSe^SfitfiSSS" PXe\ ir.
Bival semsetftf3bwj
Est queimaido laa> quaetafleli kf+l
seu cstabelccimeitt de miudezas
ra do Quiniado a. 49.
A vl*ta faz f.
Caixas com auno su^erior-ei obreUs a...
Filas e cordSes para ejfarillhof, faxtnda
boa a.................
Carrltets de licita Alexandre com 400 jar-
das a ................
Dalias de meias croas malte boa.....
Resmas de papel a i mago pactado a .
Caixas com 500 phospbros'de felilBha a.
Oaiia. cum p.Utos de fogo moilo boos a .
troias de palitos do gaz a ^ 14(1
ttwWas, robina, brllUittes, peroles, o gesto sablrtoe, altmete ra^etata
ios par sentwra travados de pedrs preciosas, dos ara humera 1
SUP* cT!i*e "*"" ****+ ^iTbS^^80yS. SE 5
telo-
brilbantes de
500
32i
1>0u
3*
3
*
320
contraro o Concio de (loro qae se conserva'com toda a amabilidad. an* *?.! ^h
2*r*~f pre0S<'*certos <**-P*q (deUKS" mane,". +%mtftT
aaalqoer pessoa qae se dirigir ao Coraco de Oaro neo se podara' engaar com casa, dos
\(\ \a 9 i*iu saa frente om concao peodorado Iudo de amawllo, alem de otro ana
rbate {toe aojarte om couseqnencia do terern ja' aigam pescas eaXcom
4f p&ilas wgetes wsucarHas
*

BRTSTWL
engasado com oatra casa.
Attenco
i
****lso *' j fat scieate ao respertcvel!
oaeflco e eipecialaeote ao corpe do commercio
qea comproa a taberna sita do largo do Pilar a.
15 ao Sr. Agostteho Ribeiro'da Silva, livre e de-
^embaracada, qem SB jal/ar com diretto a mes-
a comprela a prazo de 3 das a contar de
naje, dapoi. do ctamaco algoa. Recife '15 de ianeiro de 38.
______________AotopioxtoOirvalho.
Mara **ellna Mooteiro, competentemoate
hv.eaciadapeJolllm.Sr Dr, director geral de-ios-
iraecao paWlca, tem aberto era sua residencie d
roa do Aletrai o. 4, aula de eneino de
istres para o-exo femenino: c-s pai
Dazia de baralbos francezes a XJ40C e..
Latas com superior banba-a......
Frascos com agua denliBce a......
Fraseus com superior agua deCologoea
400 e...............
Frascos com olee para cabe!los a 240 e. .
Garrafas com agua florida verdadeira a .
abneles muito fiaos a 60, 160, 200 a
Ditos de bolla moilo finos a -2Q0, 240 e .
Varas de cordo para espartiltw a .
Pentes de Tollas para meninas a.....
Abotoadaras de diffcreotes qaalidades para
colletes a ............
Candes de Unha branca edo egresa .
Ubra de ara preta superior a .... .
Sscovas para fato, moito Ona aWO, 8J0 e
Varas do franja branca de linbo para
toaloaa ,.......'.....
Caniiba de doutrina cbnsta da melbor
qualidade a.......... .
Livros de missas abreviadas a.....
Giilolias com C frascos de ctretro propriaa
para irnos a.....,,.....
Doria de nha d miada para bordar
Mfte fla a....,,,,,.,,, jdq
Caixas com colxetes francezes muito supe-
riores a......, ,.......
Meia* croas para mepinosa 240, 280, 320
Pares de sapatos de Iranpa e tapeto a .
Mes ditos para menloos a ...... .
Frescos grandes com superior tinta iogleza
Tesouras muito finas para untas e cos-
turas a rt ... ., ...,.,..
Carrlteis pequeos com retroz de todas"as
cores a 46 e.. ........... ..
Boa occasio.
SOP
24
120
1#000
10(
32(
29U<
m
40
400
'mi'
i 00
320
-- Na MVem das Pires, cocheira .-i, vvndem-
se tres bels mansos muito TBictendos e multo boo-
ae iodo servico. uxn carro erada novo e doas car-
rocas com todos os seus pertenees : a tratar oa
mesma cocheira, ou na ra dos Pires o. W.
LOJA 00 GALLO VIGI-
LANTE RA 00 CRES-
Os propietarios deste bem conhecdos-
Oeleciment tem a MUsfaC5o de levar ao
conbecimento do respeitavel poblico Dam de receber pelo Itimo vapor da Enro-
pa om completo srriimento de ofejecio sde
aporado gosto o 4e ioteira novidade; [os
quaes esUo resoh'idos a vender por pre-
Qos mui razoavew, como sejam
Lindos cintos com ponta, bordados ve-
arilQos, fazend* q.ue n5o haver quem cod-
teste ser a meloor que tea oeste artigo, isto
so m l0a do Callo Vigitaote, ra do Crespo
Legoesdmadrep#o!a, sndalo, marfim,
nudeira^esso, etc.-, com lindos deseotios.
Rarnl^s de palfaas,
Hiqaisstinas guamiCoes e trancas de Tfeas
m palhas de Italia, com vedrilho, pmgentes e
e 0Utres com bot5 s da sma
pofha ntu.to proririas para guarnecer vesti-
dos, cfeapellmas, etc.
Lindas bolsiotws oa cabases pera as me-
trazerem r.os bracos, cada anal mais
so;
primaras
******* e^lomah.., oeabumoutrol ^^ rain eral.
A grande necessidad-e e falta de um ca-
tbartico oa de ama medicina pnri?ativa, ha
muito que1 tem sido sentid, tacto pelo po-
vo, como esmo por reeio da.'laeulJa e me
dica; e-pw isso, infinito o gosto e prazer
que sentimos, cm podermos com tocia a con-
tiaaca e-s^nridade.-reommendar as pn
las v? gotees asraearadUs de rls-
tol, como urna exceilonte medicina purga-
tiva aqnalencerraem si. todas as parles e
mais ingredientes esscHciaes, torctudo-a em
um peifeito, seguro e agradavel catharlico
de familia. Este remedio nao. cjmposto
dessas drogas ordinariamente osadas na
composigo dessas pillas, que por abi se
A-endem, aes sim, se preparadas com as,
-aais finas e superiores-qualidadec de raizes
l
asa assegorando aeliv ade. zelo e desempeobo I
las runrcoas ioherente8 ao mesmo maglsterla
Snguro contra f<5go
AotooiolLuIz de Olweira Azevedo A a. aceoles
da eompMMa F.delidade, eaiabeieeida n 'too de
Janeiro.'toowm sguros contra fogo em predios e
Seoa57 Se 6SCf'P,0r, rM'GM oa-
de lie^ar^ssabenetes^
deatro
tJLSZPSSl Mb0"' frosentado-os mais
oeeeBcos f ffeltos cootra asimpgens, paoeos, sar-
das. a*a, caspa, coenicboes, e
moesttes de pelK
ende-se
SiBOffii EMOfiMEU
bonita.

COMPRAS
MOEBAS
de ouro e pr ta
G.mpraose moedas de ouro nacionaes eestran-
feiras, bem como pataeoes dos diversos cunrws :
em casa de ftdamson.'Kowie & C,-nia do Tpeoi-
medicmaes, hiervas e piaas, depois de selaMm8-40-
fcaver chioMGamente eitraoido e separado,
os principios activos, ot: ^juellas partes que
coctem o verdadeiro wlor medicinal, da-
qllas porwes fibrosas inertes e agrede in-
terramente Mtituidas da menor virtuae.
Entpe esses agentes activos or agredientes
especficos, pedemos .nemear a porio-
pb^iiin, a gual segundo a experiencia
tem demonstrado, possoes
mais.maravilhosopossivel sobre ascegies
do fijado, asam como saine todas as se-
crecDes biliosas. Isto de conibmaci con
o lepiandrio, e mais alguns extractos
vegetaes e drogas altamente rali -sas, cons-
tancia 4 /ormam ama pilula purgaliva, tor-
nando-se por isso rnuitissia^o superior.,
qaalquer-ama ouira medicina a mesmaoa-
tureza, que jamis fra apresentado ao pu-
blico. As plala* vegetaes asquea-
radas de atristo!, acbar-se-!5o sempr-e
um remedio prompto, securo e eminente-
mente eleaz, para a cura de molestias, taes;
como sejam as segnintes.
%spepsia, ouiadi- .Hidropesa das mem-
bios ou do^orpo,
Affecces do igado,
Jcteritia,
flemorrhoidas,
-Mu haio, e rr-egu-
laridades do seso
femenino,
Dores de cabeca.
Prata ^ ouro
na puga a. Ioie-
Era moede Daga-se bem :
oenrteocia o.J2.
DE
nartfcoleuiea
dkC.
Rosarie34
Vede-se
Maior preco
?oe ero oatra qualqner part, compea se moedas
* ouro e prata : na leja de oorives, n.a doCabcs-
f u. 1, esqoiea da ruajarga do Rosario.
Moedas deouro-
Tacional e eeraogeiro, ascim como Iteras ester-.
ig*: compra-e na ra do Crespo o. M primeia^
3QttT,
teSSl h ^ ,erneir* rafias, perneiras.no-
?*2 !*,* arnarero-do vapor en Noven T
^e*e-6ortlmeao.doiuvas 4e pellica de loo vio
braocaa, retas e do ootras feciias c<5rs para ho-
mens-e^enboras; ae armaie do vapor roa Nova
C'mpra.seRieda a ojiaWade ue roov<-i novo<
e assdos :.na.rae do Imptradar o. 18, armszem
3e (reste?.
Barris
razias
^esiao,
Ad;tringencia, oa..
prisSo do veatre
liaoUual,
Azia do estomago e
Aatulencia,
Pcrda do apetite.
Estomago sujo,
Em todas as molestia que derivara a soa
origen: da massa do saogoe; a alcaparra*-
Iba de Brlstol esse ai-lhor rie ledos os
porificadores4eve ser tomado conjunemente
com as pilulas, pois que estas doas medi-
cinas, tendo sido expres-samente prepralas
para obarem de barmonia urna com a ou-
tra, quando fiemeDte asstm se faz nao nos
resta a menor dtivida em dizer, ntie no
maior numero dos casos, podemos affimear
nao s um grande allivio, como tambem
urna cura prompta e radical, isto, e.-t bem
visto, qoando o doente do se ade u'ura
estado muito alm dos recurs s humanos.
Acbam-se veada nos e*tabrlececimenlos
de A. Caors Barbosa, Joao da C. Bravo & G.
P. Maarer & C, M. A. Barbosa, Barlolo
meu & C. e em todas as prineipaes boticas
e lojas de drogas.
- a praca da independencia n. 33, loia de
oarives, compra-se ouro, prata e pedras preciosas,
e tambem se fax qualquer obra de eacommenda e
todo e qoalquer concert.
Msica
Lecciona-s9 porsolfeje e a tocar varios
iosiruujeato, dando-se as |ig5es das &
bnraa da urde as 9 da noite : a tratar na
ra Aogosta n. 30.
mBmmmmmmmmm
Amga-se ama ptima rosinoelra e lavadeira,
Da Cipunga no porto do Lieerre, qoem precisar
informacd. dirija-se a esta ivpograpbia das 5 ho-
ras da tarde em diante.J
Pranciseo C de IfedRiros, proprietario dos
mnibus Jabona e Olioda, Ui seiente ao publico
que domiogo 19 do rorrete buara' os seus m-
nibus para a testa de Santo Anaro de JaooalSo,
para assim facilitar mais a romarla aoa devotos
ie# ? A ..*.' huras d* maobaa e voltario de Jaboato
g |2 da urde, erreos t J 14 e volta.
Aluo-a-se
nmegondo andar toSdo na roa do
ZadT"d,p,0orM.e
Corecra-M barrw vazios em b.iaejtado a 2JCC0
cada um : no trapee do Peloooiatio.
MOKDAS"
de ruro e de pratapagase mais -ene as ootras
C^fa^se a 13 gremio
Prata de todas as quadades e assim lambem
Ufaras esterliaaee ->uro de todas as aalldade
por mais pregado qoe em outra qoatquor parte
na,ra da Carfeiaq. 58, lofo rie avaMg.
^amp^av-se
por otis preco qoe m outra qualquer pae oe-
das de ouro e prata aciooaes e eslraogeiras oa
roa ddTrapiche n. W4 arma:en de Adriano as-
& C e ra do Cro*po n. 40 loia de Alvaro
Au^ostode Almeida. '">ro
7eada opilico.
Mariana Rosario de Fonseca Malhfiro, coreeu
BasiaDte.^opuradorMioel tot**t Fooseca, par-
Wpa ao rfPeiiavel puttco ,,., p enameqte-des-
at.ar;ou orno desemfcaracado t de hoje.aara
r^paldo o s,io aarca dos firarapsT com
fvotfln.,21, para a ra ..iilrurDpo<- urna exw
cao-cue promoved corura.Frlix da.Caoba IVliel.
^u^J*0!***- a qQ*1 "" l0*iT e/ecofrer pe"^
lo Jiim. &r. juico munieip*l4a var* defu cida-
de, como ron>u eos aoiea da me.mafJque psram
nl,?or, .d0"*"< *-:!. SileSatosameolS
P t^^t69 ""^*- os erares de'
mr\S?"fdXe,ra' ^ se W"-* ella de
forma aigama, de oenu* Victoreo.Domlilfia Al-
ves Mala,.aue como eredor fci qu*D pode pr0.
?ao elle Maia jwssoMmente se aorsentou iaocau
n?^in S M,Qhora,,os. e os preteadia, o quc'nio
3n0M3 que fui qua^to ^ertenren a dito Mar e
de*a manara .den Om a tal eecoio. Ja por
aaoi w v qna ee tao-famoso predio mi lUre l
desembaracado, p se ven,i a quem mais or a
trilaraa ra da Craz do R-f- n. B9. '
Tesouraa.
^nissUnasnesouras para unbas, costuras
cal>s. mos ao compredor a sua boa qtrandade.
MaTalhas.
Superiores n*valhas com-cabe-de tarUru-
f*n marfimaequaes os fabricantes garan-
ten.
i.UYQH
todas -as. demaia i-.uvas deJaevm, camurga e-de seda bran-
des, pretas ede Jindas cores.
Peutee.
orande variedade-tanioperatoques como
psra alisar-cabellos e a-barba, ditos para
Mrregacar caeos, sendo de tartaruga e ba-
tato com pedwobas e sem ellas, etc.
Muito liados port bouquets-com cabo de
^aadrep les etc. etc.
JKacovas
Finasescopas para roopa,eabello, chapeos,
aonas, dentes-e para limpar penles.
>rtboi4aadar;.
Lindas aboltwduras para colletes, puchos
e collarinhoe.
Perfumarla
rias e de todas as quaiidadese dos me-
jores petfumttas at o presente conbe-
Collares de Royer
-Eletncos magnticos, contra as-convul-
ses das creaocace facilitar a denticao das
femas- Ja eitao conhecido ts prodigios
tetes collares anodinos que nao ba quera
dJade de seus effiase elTt,ios o Vigilan-
te, sendo recebedor desies collares, terr-
-sempre grande quaadade em deaisito, isto
so na loja do GaHo agitante, ra do Crespo
n. 7. ^
Julio Cesar Piolo de Ovlra negociante
matriculado prelendeodo muito breve re-
tirar-ae para Eoropa, vende seu estabe-
lerimento de azeodas a dinbeiro oa i
praio; e peJe as pessoas de qoem ere-
dor, teoham a bondade de aldarem suas
contas at 31 de |ai>eiro do torrente aneo. W.
Conlinaa a 'quijada da ra da
Imperatriz n )8.
Cortes de cblta escara mludiaba*, pa-
dr6es francetes com ti covados a 2uO0,
nao disbolo, e se vendoo covado a 180.'
Cortes de cassas franceas, oue pelos
padroes cnamam orgaodii 550 e a
S^SOO, e o cavado 40.
Chitas frar.eeias, liodos desechos de
pao mullo eocorpado e finas a 260 e
310, e perceiee a 400 m. o covedo.
Cortes e caigas de gaog, padioes es-
euros a 1, e o covado a 320.
BnlhantJoa Ona de flores mindinhas de
720, boje se vende o covado a 560.
Cortes de casemira Soa tlil, e calcas
a "i e H, nacionars.
Lindas gravatiobas de seda estre:inbas
3?0 e 500 rs. cada urna.
Palelots emfrinqoiados feitos no pal:,
escoros a 3* e 2|SO0.
Bf'm branco fino de lloho a l, lO |
Caridteirinhos de p a 2*500 e a duza
a z6.
Lamparinas deciistal a 1*500, pe-
chincba.
5,00(1 cbamins em liguidagiii a 2i0 e
320, 400 e 506 r?.,e a duza 2*500, 32(0
4t00 rs. pavios a 40 r?.
Candieiros a gaz para cosinha en salla
de trai ou corredores a IjjSOO e 2*.
Boeaes a 500, 800 rs. e 1, e ob-
jectos desta arte tambem se concertam
candieiros e se trecam.
Agna de tirar nodoas, o frasco 1* nao vsi
bezine.
^^Na roa da Impera trir o. 28.
sana? fs^fi ^1
VEND15-SE
daruado Imperador o. 45. coeneira
FraRcisco Jos Germann
|RUA NOVA N. 21,
acaba de receber nm ndo e magnifico n
tunoato de oculos, lunetos, binocnloi, do r,
tinwe mais apurado gosto da Europa oc-
ios martimos.
Grande novidade para a-
festa
IVa loja do Pavo roa da Imperalriz d
60, de Gara & Silva,
Modernas poupelinas com paiminhas
rjordad.-s e quadros, covado a.
Modernsimas iannhas com pal"
mas, salpicos, qnadres, lisla ele
etc., covado, a 400, 500 e....'..
Llodas las com listas de seda, ca-
vado, a 560 e............
Verdadero poli de Chvre'ccm liVls
m mwm
ISa armazem de faztndas de
Santos Coelho, ra do Quei-
mado n 19.
Boa e barato
Lausinhas Poil de Chvre a i& o covado.
Madaporao enfestado a 8,5 a peca.
Cambraia de cores ma Usadas finissimaa a
800 a vara.
dem brancas transparentes loas da 44,
S0OOO, 64,16, 8(5 e 9oo a peca coa 4 C
, jardas.
dem branca Upada de Sfi e 9& a peca
com 12 jardas.
dem branca franceza muito larga a 93 a
peca com 8 varas.
Lales de 35 e 40 arcos nesgados para
senhoras, a 4(5500.
dem de mursulina nesgados a 5.
dem de crochet a 5.
dem de mursulina para meninas a 81 a
3(55oo.
Saias bordadas jt 5(5.
Cambraias admascadas psra cortinado a
12-5 a peca com 2o varas.
dem para forro a 3(5 a peca com 10 jar-
das.
Cambraia de linbo muito fina de (0 e 9A
vara.
MadapolSes finos de 6)5, 7/3, 8(5, 9$, 10(J,
1 ir? e 125 a peca.
Platilha de algodSo superior fazenda para
saias a 35200 a peca (pm lo varas.
Cobertas e cS nm^m >~zo.
Lences de hamburgo fino a 2(5400.
dem de bramante muito fino a 3(5200.
Pannos adamascados para cobrir mea a
i5500.
Guardanapos de linho adamascados a 4(5
a duzia.
Atualhado Adamascado com 7 1/2 palmoi
de largara a 24 a vara.
dem adamascado de linbo com 7 1/2 pal-
mos de largura a U a vara.
Algod5o enfestado cem a mesma largur
a lHoo a vara.
Jdern trancado de algodJo a I,5<50a vara
Toalhas alcocboadas de linho lisas a li
a duzia.
dem de algodao felpudas a 13(5 o 4S
a duzia.
Colchas de fbfitSo a 6.
Lencos decambraiabrancosfinosa 1(5800,
2(5 e 2(55oo a duzia.
Longos de cassa finissimos a 35200 o
3M0u a duzia.
Fil de linbo liso a 800 a vara.
dem com salpicos a ieoo 3 var
Grosdeoaples prelo bem a Soa, 2*
2/>8oo o covado.
40(
m
80
modernas, covado, a 800, l*e....~
de ci res, co-
AGUIA KR4NC4
Moedas de pata
oaeienaes, assim como nataeoas porluguezes t
oepanfies, ompram-se eom premia : na ra do
Crespo n. 6, prime andar.
Compra-se oaro e praia em xthrg velha<;
aa rjfaea da laaecenderca a. 23.
._____Manoel Jo da Fondea,
Para acallar
Vendem^e saceos com aroba
- de mandloeade
-55 O a 8, as- im como accos eom feiiao Dor
baraitssimo nr-ga: no
Muito maior vantaqem
C mprao CORDO DE OURO n. I, ruf do Ca
caga, moedas de ouro e praia.
Moedas de ouru e prata
Paga-se por mais do que em outra qualquer par-
te : oa loja de oorives arco da Conceico e comora
ouro e prata valba e pedrat preeloaag.
Compra-se
' da Cada n. 13, loja.de J.s Luiz CtBj-v feijo
iraplcbe tirio do Livra.
meato no Fort ao Matos d. 15. J
em /h Cer a ,Bfiu*Ml> Qoe costi
em.todea os annes, por esse tempq, e per ver,
quanto e desenvolve e encara*e o bom gosto ea
Pernambaco, ella Qoe temempre em visffs agrt
dar,.o sloceramenle bem servir a sua boa (reo-
eia, anteclpao-e em rtandar bu-car os differertes
SZZtT ""<* "* SKS
es.objectDS denovidi.de e muda, iS0 ejU. Ber..
mate reconbeoido; mas ainoa sim a Agufa to-
majeomo jior dever selentiti. ar ao bello sexo, em
paPHealar, e ao refpeitavel poblieo em gtral sem-
pre que como agora, recebe os impcrtaoles 'objec-
SSLSfiSfi de ped,r a "e"5o das Ezm
STSE d0 bom' P?ra os w bellos orna-
lu- ttjxmm WDJ'Ddo e ricotoillet.
Nao eenamente cobj urna mal aparada nenna
d Asu.a, qBo4iem se rdde descrever o bom l m
deaempeniio oe agencia d'uma escell^tisaima, que bere nodera'
apreciar o alio rao desses pefeitos obj?etos i
A Agnia Branca, fara'
Finissimas mus-elloas
vado, a..................
Bunitas sedas de cores ctmTi'afmos
de largura, covado, a...........
brosdenapie azol, rozo, lyh-, clnza,
etc. ele, covado, a.........
Modernas cassas om lisias largas.
vara, a CO, 720, .300 e.:.........
oderDissimos organflys de cOr.'var!
Off-anty largo, com lista e quadre.
vara,a...........
Corles de
Manteiga inglezaaSon
Verjde ee manteiga iogleza flor a 800 rs a libra
no png-ewo d<> ptao do Carmo n. 9.
Ferreira 4 C.
Cuppaia-8e8C(aveg
Compram.se, vendem-se e t-ocam-se
de ambos os jexo a de J.jdas as
do Imperadjr o. 77, t andar.
dados
escravo?
: a roa
e fcaealhlo do Porto : vendase na roa do /moera-
dor n. 28, taberoajJo Campw,
Vende-se am
Flor/ano o. 7,
iodo molaio ; a roa do padre
VENDAS
Queima-
- Cam (a
pessoa que pret-nder ndom-
flacha ira aoda-
Oimob. Su raa
Folhiiihas
deporta
Veodem-se no e*erir,torlo_df su Diarto 160 rs
Veade se ama taber ua siUdi povoacio da
Boaviagem : a traur oa roa Aogusta o. 114.
Vendem selOOcalbros de roaogoe de 30 nal-
mos de comprlmento e mais 60 de roattoi do m-s-
mo comprim-nto : atrat da matriz da Boa vista n
,oo na pica da meme o 32.
Vende se ama arroacao te f-brlca de chara-
tni e cigarros na praca da Boa-vista : a tratar oa
ra do Aragan n. 45.
Cera de cariante
Na roa do Qjeiaatj n. 16, veade se boa cera
de carnauba.
?eade-ae oa oavaHo eom para todo lervfco
em conu; aa patee da Ricieira n. 13.
Liagoas
Chepararo as op ores liogoss d (orueiro do
Pi Granee do Sol ao armarem Uolo Mercanlil
roa da Cadeia n. 5), vendem ge a 2i0 r?.
Terreno. ~
Vendese-om terrpoo oa ra Imperial, cem 60
palmss de frente e 200 de fundo, em bom local,
nao precisa de atierro e porunto propno para
ddiQoar: a lrj'.r oa raa uireila o. 24.
Cemento
1^,me-n,0 h,ydrao,,co da rr.e'btr qaalidade para
ediacacoes o aoa, lasques. aierotes, asseo.amen-
tos de canos, etc., em barricas erode, a 12*,- /*
uno commum oo romaon a lOfi.
Km porcao supprior a 8 Darrieas se faz orna
d-IT-renca no preco conforro* a qnantidade
Mos armazens de Tarso Ir-
mao?.
apenas conhecer os ob-
jertoe de que se coropem esses novos e bellos or-
natos. Em nm bello cart.o vem hbilmente"rraD
lado, aa moderno cinto de rita de setim co"2a
malotado da largura de 7 a 8 pollegadas, o bel
o leque de madreperola, om par de lovs de pe-
lica, ramos de finas flores para o que mE
goarn.eao para aslovas, etc., etc., e noa'lmete'
Alem disso
Estao em ordem do dia as novas e bellas Iranra*
fl Pal, de Italia, on.ros differentee S
f 5?V a"a,,d4e e ProPoa para vestidos de
Me, bapus de senboras e meolnas, resta gmente
que os pretenderes compareesra na ioja 'Abuis
Branee na roa do Jaeimano n. 8.
Bolsas para capadas.
Atbolgai para cacada, at'aia brarca recebea t
pretende veode-las baratamente, cem tanto qoe oc i
apreciadores da caca denem flear um par a aenia
braoca da roa do Qo-lroado n. 8. K
Caivetes hos ou ferros para abrir latas
Veodem^e na roa do Queimado leja da aCja*
branca n. 8, *""
Bons esparlilhos.
A agola branca a roa do Qoeimado d. 8
beo novo souimeotode bons espartiltaos' e'
sempre vende-oa por pregos commodo?.
orgaody com lisias (.ran-
eas e Oa cores, tendo 8 \aras cada
c rtfl a...................
LaaziDhas de urna s corma bisadas
covade a.................
Cortes de cambraia branca bordada'
sendo neste genero o mais rico que
tem vin.!oao mercadj.....
Bonites cortes de sadas cores elaVaV
Bonitos cortes de pbantazia a...
Cortes do organdys listados comi
^ var;, a.................
Fil bracio bjrdaoo, seodo'demei
largura, vara, a.........
Bonia fenda branca 'p?ra"sa'Vs,
tendo pregas de um lado e ism-
bi-m bordada, vara a l&. |280 e
Ricas saus bordadas a 0aOOA.Ua
doafa m i Cr "e 0tre?' C'va-
Dius franceas moVl Bo; Vendo''
listas e fl res, vara a 500
vadoa...............
Modernos puchos eom'giins! Ven'-
do de esguio de linbo, bordado
briocos e de ores a___
Moernos mangnos cora goiliob"
Kicos corpiobus de cambraia
bem enfeitados e bordados
oaias econcmicig e
l'OI
W
2oo;
UOb
ifiWH
MoraDliqoe preto snperiw a 2'8oc o o
vaoo.
FJnella de todas as cores a 800 rs. o co-
vado.
Tarlatana de
vara.
BramaDte de Hubo com 10 palmos de lar-
gura a 2f5oo a vara,
dem de lirjno com 5 paimesa f 2oo a
todas as cores a 8co rs.
com moito a S
300(.
28500(!
Qeof
CiiTO!
lawK
10*00f
de
rs. e co-
a
muito
a 8| e
. escuras, 1.31a
quem or passar a testa fraa....
Chales Isabel
a 63(100.
lindos chales de miric de
Chegaram os mais
S'em'nJ". ? m f'0D"a e hTS* rcoda *
an em tooa a volta, sendo neste cenero o mai-
d J Z?iS m("'T00 *ae teea> viort" e" a
per!w.DD.ie-y^ie.a,.d.ffl..P''. a' *> !
a
de Gama & Silva.
O
"1 o

B
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K
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CP ** -*. t. >
5?n3
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2o n E S .
B a ftt?
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CV
o.- '
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09
3
5
B
rece-
eemo
-BStf Q S*2.^3(,asg.^m
2. B = Z .a c
dem de linho com 3 1/2 rulmce a 800 3
* da,
Riquissimos basquiDS a i?:G00
Assim como outras muitas fazendas que
se vende p.,r menos que em outra qualquer
parte, e da-ge amostras de lado,
Baloes do 2o, 2o, 3o, 33, 4o e 5o arcos
para ser.ht.ra a 2^000, 3^, 345co 4 e
Ditos de 23 e 3o arcos
e 60.
Ditos de murculioa eslreitos a
Espartillios flr.os a 6,3
Percalia8foissimaga4ao res o evade.
A Salsaparilha
. I>E A YE.
Paro a cura radical le
Escrfulas, ulceras, cifgas.fo*
idas velhas, molestias synh.
iticas, o raerenriac-, Enformn
da . tencao, menstro doloroso, nlcr-
acao do tero, c flores brancas.
A Nevralgia, Convulsos, Erv-
fipelas, Eiifenatades Cutauea,
borbulhas, nascidas, etc.
de SALSAPARILHA, confeccin-
na combinadlo dos mclliorcs demira-
104001 ^TT CO!"lcdao* *J 4 competo .ogm.rt
mJv '' nl'',rov'10 Witado pelo prfrneiro,
medico, dos atados Unido., da An.crioa do 5ul. e aato
2#0< twladiaac dos principan Estados da Europa '
A SALSAPAMLIIA de AYER espdatelo*. tOcaa na
infcc.0 veneren, no oso cCMo do mercurio ouemouTlcnc
impureza do Sangue. Entre todas ns molestias qnc ailligem o genero kaougu nao
Lanma ,na,s universal e ter.ive. .,o lc l ,scro/-, p'or^
etLat?*"". P" Principal do mu l.^n
ftnnidadc. qae nt Ihe sio geralmcutc nt.ribuldas.
f*? "'"' C!,""!cos '^tomii Io? segrate
ebetod. boca, semblante plido e luchado, 4, v'3 Ca
aMratraoparonlo.oulrxsvcv,, con,,.., o amn,-|o no re*-
da boca; Dlgcs.ao fitea c apelo Irre-n.l.r; rMr, Inctad
e evacuncao irregular; Qnando aaea o, pulmoc-, ama rtr
rutad, moetra- a roda do, ojbos, ouando e no eslon."-
apparecem freunenlemente, n,,,^ mp2u da eab-a e on'n.
fi?Ji, des ri, e -los orgo, geWro. o uterinos. I-0"a- f
nao 6men,e aauc.Ies ,e padceem das forma' .ESS
1*,W* "/w que aecoartu. .le SK
contra o. seas estrago,; todo. aqilUe em cajo ,, ^
estao e,ro3,o, uuabe a solfrer das enfirmidadas auo
^S^^^^^^^^^ nm aa.
1^001
2*50(
O exfrarto eomposto
adopelo Dn. ATEB,<5i
SS-" 90
Nos armazens do Tasur. Irmioa.
GBAD S DS FEBPO
para jardios, port*iras, ne.
Ros armazens re 'IW> rraos
Veodem-se
ou Iroram-ie duas tecraa-. turo
cor.
Habilidades por don e-eravop, nao 5a renar
orna e-crata tem Jl annos, bjatla fl ra. el
ma moito toro, cose e ecaoba, e
aooo, eose bem : oa
43, i ngar.
ma
eneum-
a outra tem l)
eaireiU do Rocano .
4

a
S.
5.
o> ca.
=3 O
5JI
09
Salsapafillia de
joe opera dlrcctamenle sobre o aBM
Ayer
pnriflcr.ndoo c -
a,o -a
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o. *
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ENGENHO PAO D'OLEO
Tasso Irmas veodem este eogenho de sua
propriedade. ou permutam por predios nesta
praca; o qal moeote e correte, com 2
carros, 18 boift de correin; 0 burros, 6 bes-
tas e 12 cavallns : cora urna pequea safra
d 1000 a 1500 pSes de assucar para o
anoo. Nao podeudo alcaocar preco razoa-
vel, tambem nao duvidam fazer nm arrenda-
meoto pelo lempo que se tratar, oa dar so-
ciedade a quera entender do trafico de en-
irenbo e teaba pelo menos escra?aiura para
16 enxadas.
Tambem, seconierao pretndeme, ven-
dem e engeuho coutiguo denominado Kar-
moiiia angamei te Co?a da Onca a, o
qual esta desmontado, mas ptima acqui-
sicio pelas soas mattas e grande cercado pa-
ra pastos de animaes. Faz-se negocio para
entregar j o referido engenbo com a safra
qae resta par tirar, ou em maio confnrmAi4es'ia eaie mais brai
melborconvieraopreteuojmei a^ViT^'^11 m'iD1
65 ffi.tt_
o C
D = -, -1
i a 3 a
o.
a.
M

2
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a 9 a <
o 9:

pulsando dclle a corrupeao a o
todas a. parte, a lodo, s iiSbL'S?*!*?***** peaafn.
o. d m accio viciada e lusnirinH^i' "nno, iivrnnd.)-
alterante po .rpo j cuira,,ucci.lo Se Uca iwS d M?8"0' *dt#
como as da juveutudo. aocn 'f! e cuergia renovadas
TAUBEX O XBLBOn AXTI.Sr,JIIZIjrC0
COSBECIDOf
cura permanenmentc a. nolores frmis de SYPim Di
oTin-i e ri, i V"Ior dc um me-lio <|Ue, como rs*-, frvrA
urna mnrS* f'rapcao e arrebota a vivllma .1 B^...s oV
aioCoL^? 'Sno,uil"o. porm Incvifivel c ,k-,l
toe logo combolido com energa.
ri,.afrfpre,t'" SLSft rcmcdi0 '"ftltael iiora a cura do todo, o pSS
mento8 Uumauos, o yue dtaemo. i iuc a ^^
Salsaparilha de Ayer
< a methor preparado at lioje dcscoberta para estas c ootr
mo.estla. Hiiulosraa, que una combluaiao do alter"nfn
mais emeazps conhecido., c que temos consciencia de oftVrcc-r
[ to pnollco o mellipr resultado que e possivel produalr. d
iBttlllgeacia e pericia medico do. soscos ttuipos. """ *
B-el Fran-laco Mielra xi.it ao pohluo
08, p. r inirro>dii. d.i gra. Ocio Bohres e Pran-
le Vianna & C, e pel.js oavios Esperanem e At
"" '.rh* a" r#,Cebr P'ba e Joneo das me|m.
do (joeem
i na i roa d.
BEMEDI6 DE AYER PARA SEZE9 \
InfaUTel as fbbrea intermlttontcs, romittonU-,
Pebres Biliosa* e teroaa,mal do figado, in-
oromento do ba?o, oagueira. Dr uoa
ouridoe e palpitoe^s, quando
aao causados pelas
FEBRBS INTEfiMirTENTBS, Ol EEMnTEIrT
^preprate de Da. Aier s5j roadlda. em todas m
Wleasa Drogaras do Impario.
-:


mu. *, prn.J^.1j- ajt^agg
1 de Janeiro de 1868.
DO
R. SEVIAL.
tara o tratamento e cara rpida e completa das molestia syptulrticas, "?#
. Tteanatismo, bebas, gota, debilidade do. estomago, infiammaces chromcas ao ngjgi
kwo, dftres sciaticas, cephalalgiaa, nevralgias, leers chronicas, hydropesia, Ptwji
in,gaerrbeas chronicas en ge:al todas as molestias em que seteahaem visu a puf
systema sanguneo
A saude um bem ioaprecifvel, wfa imprSS^valor s esta reservado ao ent
o avalia-lo. i J
t mcontestavel que o homem neste mondo constantemente, e por todos *
acate por urna infinidade de agentes morbiBcos qne todos tndem, dada* J**!,,!^
Dad eircomstancias a alterar o regular exercicio das ranecoes orgnicas, resana**;
Mtse tesequilibrio o que se chamamolettta. --wada d I
Wm Abestia nao mais deque itoM^to1^^^*^
sjano a> nestigaces e experiencias dosmaisabasadomestres wiweaw^ p
afiod&s
humores geraes, consequencia da accao maligna desses mesmo& agenteamone
tossiaiiodinidos no organismo pelo acto da respingo, pela va digestiva, pelo contacto
^sypli^nfimente tem sido a partilha da homanidade, e como 6fraide> duvi-
a a t^ terrivei Proteo da medicina urna molestia hereditaria, ella msiaoobaer
a todas as idades, e debaixo de todas as suas formas o vanadas, enfraqoecaww
e corundo ainda em flor da idade vidas
eda esa -
ttsiiaises robustas, produzindo mutilacoes,
'"'"ominar da economa esses principios deleterios. e purificar a massa geral dos
acaaort tem sido desde tempo immemorial o fim constante da medicina, e os pwgau-
M %oram empriraeiro lugar para preencher esse iesiteratumm fim.
O Elixir depurativo do Dr. Sevial parece merecer a preferencia sobre UMoe.oa
mmtff^n soccessos obdos pelo aso deste salutar agenie tanto na Allemanba, como em
granea e Italia, o tornam o corapanheiro inseparavel de quasi todos os doentes.
&do as melestias, como cima dissemos, devidas s alteracoes dos humores, o
gRxir depurativo do Dr. Sevial pode ser pregado vantajosamente na sypbis,erisy-
Ms, reumatismos, bobas, g6ta, debilidade do estomago, inflammagoes chronicas do
Indo abaco, dores sciaticas, cephalalgias, nevralgias, ulceras chronicas, hyropenas,
oaristas, gonorrheas chronicas etc. e em geral em todas as molestias era que sertenna
a rota a purificacao do systema sanguneo; pois que orna praca constante tem ieiw
twaoa eile indispensavel nos casos gravissimos para minorar os soBrimentos, pre-
oeste para medicaces superiores ; e as meaos graves a cura a conse-
i do-seo oso, convenientemente repetido. .
As substancias que entrara na composiclo do Elixir depurativo ao ur. aero
VtfWKem todas exclusivamente ao reino vegetal, e grande cathegona das suDSian-
sias Reparativas e antisyphiliticas; assim, ao passo que este remedio depura o orga-
me^ eliminando os principios nocivos saude, pelo mecanismo natural das eyau-
ciws alvinas, neutralisa ao mesmo tempo o virus syphilitico quando este virjem.
-sm feto erupeo no exterior debaixo de suas multiplicadas formas; e previne tam
lea, os estragos dessa terrivei molestia, quando por ventura se ache ella anda no
mAa de encubado, isto sem se ter manifestado sob formas externas: beneucio
ae'ase, tanto mais quanto neste estado os individuos ignorara completamente se es-
te cpataaiinados por este terrivei inimigo.
O sabor agradavel d'este Elixir convem a todos os estmagos, a sai accao so-
are o tobo intestinal suave e benigna, e de nenhuma forma produz molestias meat-
**tf%*>sas, como acontece ao purgante dito Le Roy, qne na sua qualidade de aras-
feo tota irrita a mucosa intestinal, e consecutivamente a seroza, resultando aeste es
da, suatas vezes, hydropesias, que quasi sempre terminam pela marte no aoenie.
Assim pois esperamos que o uso deste remedio justifique cabalmente as nos-
s* aaseveracoes, porque sendo nm medicamento to simples na sua composicao, a
feca tem confirmado sua ntilidade.
nico deposito em Pernamfocco
Na botica e drogara
DE
Barthotomeo Companhia.
34RA DO ROSARIO LARGA34
PARA Z INTERNO
PREPARADOS SIMPLES,
Xarope de jurubeba ganiafa.......
Vinho de
Plalas de vidro.

.




m
DAfM U FAZENDAS
For baratos precos.
fazenda de
Cassas francezas de cores a 240 rs. o covado.
Ditas franc sas, superior qualida-Je, grande vanedade depadroes,
SUf 13. a vara, a 30 rs. o covado.
Ditas ditas nwiit > finas a 400 rs. o covado.
Superiores ditas francezas largas de cores flxas a *60 rs. o covado.]
Lindas I3as de cores cora salpico* e com fljresj a 320 rs. o covado.
Ditas eom palmas de seda a 30 rs. o covado.
Ditas com listas imitaudo poil de Chvre a 400 rs.yo covado.
Superiores alpacas de cores de daas larguras com listas e com flores, grande va
tf? e de padroes e gost s inteiramente lindos ('fazenda de 1# o covado) a sou rs.
Sedas de cores de qaadrinbos e de listas a 800 rs. o covado.
Ricos romeos ou CDas de merm, bordadas'e enfeitadas com renda preta,.(
ada mais atoderDO para hombro de senhora a 8J, 105 e \U cada um.
" Boas madapoioes a 55, G# e H a poca.
Ditos a 'Mi.
Superior algodaosinbo branco'com 20 ardas a 45 a peca.
Assim como oiitras militas fazendas por menos do seu valoreara Jiqmdar
lAooo
l(>6oo
IjjftOO
Tintura de ,?*
Extracto hydralcoolico dftjurubeba 12ooo
PREPARADOS OMIPOSTOS.
Vinho de jurubeba ferruginoso garrafa. 2^ooo
Xarope *(Woo
PUulas vidro... 2tooo
Oleodejprnbeba.vidros.... 64o
Pomada de, poteu. 6io
Emplastro libra. .... 245oo
PARA UZO EXTERNO
Esta planta' liojeVeconhecidajoomo o mais poderoso tnico, como nm exces
lente desobstruente, e como tal applicada. nos engorgitamentos do figado e baco, na-
hepatites propriamente ditas, oo inda complicadas cora amearchas, as inflammao5es
jubsequentes as febres intermitentes om durezas, nos abeessos internos, nos tumores es-
oecialmente do otero e'abdomen, nos tumores glandulosos, oa anazarcha, as hydrope-
lias erysipellas; e associada as preparacqs ferruginosas, ainda de grande vantageai
oas anemias, chloroses, faltas de menstrnacap, leucorrheias, desarranjos atnicos do esto-
maco, debilidade orgnicas, e pobreaa de sangue, etc.
0 que dizemos affirmam os mais disinctos mdicos desta cidade, entre os quaes
oodemos citar os lllms.' Srs, Drs. Silva Ramos, Aquino Fonseca, Sarment. Seve, Pe-
reir doCarmo, Firmo Xavier, Silva etc. Todos elles reconh xem a excellencia d'este po-
deroso medicamento sobro os demais at hoh ronhecidos para todos os casos citados,
tanto que todos os dias fazem d'elle applicaclr.
Apresentando aos mdicos e ao publico em geral diversos preparados da jura-
beba tivemos por fim generalisar mais o uso d'este vegetal, fazendo desapparecer a
repugnancia que at hoje sentiam os doentes de usar dos preparados empricos d'elle, o
mais das vezes repugnantes a tragarem-se, e que tinham ainda a desvantagem de nao
ser calculada a dose conveniente a applicar*se, o que torna muitas vezes improficoo um
medicamento, que poderia produzir ptimos resultados.
Os nossos prepados s forana apresentados depois de haverraos convenientemente
estudado a jurubeba, fazendo as experiencias precisas para bem conhecer as propriedades
medicamentosas d'esta planta em suas raizes, folhas fructas ou bagas, e a dose convenien*
ea appiicacSo, tendoalm d'islo procurado levar os nossos preparados ao maior grao de
tperfeicao possivel, para o que no poupamos esforcos, olo nos importando o pouco la-
cro que possames tirar.
Por tanto os que se dignarem recorrer aos nossos preparados podem ter a certeza
de que elles offerecem a garanta, de que se pode encontrar a prompta e infalhvel cura
de qualque dos soffnmentos, que deixamos innumerados, se forem era tempo applicados
tendoalm d'isso, medico ou doentea vanUgom de escolher as nossas variaoas prepa-
rages, aquella que melhor lhe pode convir, j pela fcil applicacao, e j pela comphcacSo
das molestias, idide, sexo, oa ainda natureza de cada individuo.
As nossas preparaces ferruginosas s3o feitas de forma que se tornam completa-
mente soluveis nos suecos gstricos, porque procuramos os composto* de ferro que como
taes esiao hoje reconbecidos. .
Para aquelles que mais minuciosamente queiram conhecer as propriedades da
jurubeba, e saberem a appcacSo de nossos preparados, destribuimos gratuitamente
em nossedepositoum folheto. onde tratamos maisosleusamented'esta plantae dosOt*
mos preparados,
Deaosite geral de todos es preparados
Botica e drogara
34Ra larga do Rozario34
0 eordeiropwvidiil
Na antiga loja de miudexas a roa do Quei-
mado n. 16.
Tendo sempra m su o roobir o tesis
seas fregaeies, eooa exiaaso% miocios -J
umbem nao qtM^odlMMQlJstgiaos tregoex*
IgBorem qne fe n^Tterf e feotbldo, pot iwo
resomidamenit o diia': caenoSo Msim M co-
nbecimenio de wao#qne r*U 1oa do Cerd*r
Previdente, roa do Qaeimado n. 16, receben o se-
guale : /t r V
Bonitas e doradoras ligas de pellica para metas,
taoto para senboras como para meninas.
Leqaes de diversos e modernos gostos.
Penw eom eafeiie domados e nao dooradw,
para watoM.
Coques simples centellados,moldes Inteiramen-
te nonos.
Bom papel em calxtnhai Uso, pautado donra
do e timbrado, e ostros maitos objectos. qne men
eioaa-los seria- bstanle entadonbo, e qne se veo-
de em dita ioja de miadetas do Cordelro Previ
dente, roa do Qaeimado n. (6.
NSo faltasa florea,
O Cordairo Previdente a roa do Qaeimado a. 16
tem constantemente nm lindo sortlmento de fi
as e bonitas llares, por isso qaando algom ba.
uilidosa jeven quitar preparar qualqoer enleite ce
bello goslo (*,va logo lembrar se qne ba dita loja
do Cordeiro Providente, a roa do Quemado n. 16,
ao falum flores.
Para alvejar os dentea.
0 cordeiro previdente a roa do Qaeimado n. 16
recebeu do tea coonecido (abricante Jonh Gos-
jnell & C. urna ptima qoaiidade de pos para den
'tes aromatisados eom canfora que realmente tem
merecid toda concetto porque nao s alveja per-
feitamente os denles come tambem conserva-os
sempre no melbor estado de perfeico, assim pois
oueiram vir eumprar ditos pos na mesma loja
do Cordeiro Previdente, roa do Qneimado a. lo
linfeites eom pontaa.
O Cordeiro Previdente receben om lindo sortl-
mento de eofeites cora ponas para vestidos, tanto
de seda como de lea que combinara perfeitamen
te com os cintos moderno do mesmo formato, por
isso para poder enfettar-so eom gosto qoalquer
vestido indispensavel comprarse ditos enfeiles
na mesma loja d, Cordeiro Providente, a roa do
Queiowdo n, 16s 1
C'hapellaas de seda
Modernas e bonitas ebapelioas de seda para se;-
nhora recebeu o Cordeiro Previdente roa daJoei-
mado n. 16 e por ser pequea a qoantwade re-
cebida, qnem pretender urna moderna t
bonita
chaueiina deve aprecar se em *ndr eompra-ia
em dita loja do Cordeiro Providente a roa do
Queimado n .16. > -,.
CA1XINHAS ENFEITADAS.
Estas mnito desojadas caixinhw vasias e entel-
tadas com gosto, que tanl extraeca tem tido e
que realmente servem p?ra diversos flns, existem
ua loja do Cordeiro Previdenle a roa do Queimadn
n. 16 um completo sortmenio de ditas caixinbas e
sao vendidas por precos to rasoaveis, qo o expe-
riente rregaez nao objectara' em compra-las em
dita loja de mindetaa do Cordeiro Previdente a roa
do Queimado n 16. _____
PONTEIRAS E CHARUTOS.
O Cordeiro Previdente, ra do Qoeimado n. ib,
tem nm bom sorlimento do finas pooteiras para
charutos, sendo lisas e com fignras_ em alto rele-
vo ; e para que os seos freguezos nao se incom-
moriem em comprar cbarolos em algomas das Io-
tas de cbarnteiros, recebeo tambem nm bom sortl-
mento de finos cbarnlos do afamado fabricante
Furiado de Simas ; assim, pois, eueontrarao os
apreciadores um bom sorlimento na dita loja do
Cordeiro Previdenle, roa de Queimado n. lo.
Atoja do cordeiro previdente
Ra do Qaeimado o. 16.
Nella acharo os pretendentes om grande e va-
riado sortlmento de perfumaras finas, tanto ngle-
zas como francezas, sendo:
Finos extractos para lencos.
Baohas e pomadas para cabellos.
Oleo philocome e baboza para dito.
Pos bygienicos para dentes.
Uitos camphorados para dilos.
Opiata inglea e franceta para ditos.
Pacotes cora pos de arroz.
Vasos de percelona para ditos.
Sahonetes para mi e barna. _
E muitos outros objectos qoe serao presentes
ao comprador que se dirigir a roa do Queimado
n. 16, ioja do cordeiro previdente.
Barnieijas pequeas.
Vendem-se na ruajdo^Queiinado n. 16. |loja do
cordeiroiprevidenie.
Charutos
da acreditada fabrica de .Jos Furtado de
Simas.
NOVA FABRICA DE CHAPEOS
DE
Vendem-sejna loja;doLcordeiro previdente a rra
Fabrica e fumttfldc^fironz
e (nitros mttaes, caldtirciro,
Uiociro, e funeiro, sitiada
naSahdade,
ra N BRAGA i^mmt.
Fabncaa-se aeste laaportaDte estaoalea-
meoto todas as obras concernentes as artes
respectivas como sejam:
Alambiques de todos os tamanhos em
feilios, os mui acreditados apareihos de
Derosne com as dimencSes delicadas dos
fabricados eoi Franca.
Fabricam-se avulsas quaesqoer pecas des-
aparelbos, como sejam o dilatador, ratifka-
dor e condensador, en esqoenta garapas,
resfriador, serpentinas interiores.
Fabricam-se bombas de todas as dimen-
ces e qnalidades, pelo systema trances oo
americano, simples, de pressio, repuso, a
com especiairdade a estanca rios t assim -*p
nominadas pelo enorme volme de agua
qoe absorvem calculada em 100 pipas por
hora, e das quaes algumas estao promptas a
serem experimentadas.
Existem bombas por este systema, mar
ores, para regar sitios, garantindo-se nia
s sua duracSocomo a grande qoantidade
de agua que fornecem pelo que sao conside-
radas hoje as primeiras bombas conhecidas.
Todas as mais obras se fabricam i voota-
de dos freguezes e a seu capricho.
Existem sempre prora pos no deposito In-
dicado na ra Nova a. 38, nm completo sor-
timento de obras solidas, bem construidas e
a precos rasoaveis, como sao alambiques,
serpentinas, taios, passadeiras, repartide-
ras, escumadeiras, cocos, candeias, e muitos
outros uteEC'lios preprios para engenhos,
como sejam mancaes de bronze, parafozos
para rodas de agua e oatrcs.y
Cavilhas, machos para lemas, pregos de
todos os tamanbos e para o forro de cobre
de navios.
Aprompta-se tu do qoanto diz respeito as
obras de latSo torneadas e polidas com toda
a perfeic2o.
Vlvulas para tanques da banbo, lorneiras
de todos os tamanbos e qnalidades, assim
como todos os ornamentos para militares,
botes para farda, aparelbos para barretina,
nmeros, espberas, espadas, cometas, alam-
padas turbulos, caldeirinhas, Eavlas, almo-
farizes, perfumadores.
Obras de folhas de flaodres de todas as
qnalidades, bahs, bacas, bules e outros
utencilios domsticos.
Lampies para gaz para engenho, folha
de flandres em caixas, folhas de cobre e la-
tao, tubos de chumbo para eocanamentos da
todas as dimences, folhas de zinco, estaaho
em barras e verguinba, lances e barras de
chumbo, vidros finos pira espelbos, de co-
res, bordados, e opacos, e outros para vi-
dracas, diamantes para cortar vidros, cadi-
nhos ordinarios e de patente, rea para mol-
dar, folies para ferreiro, lavatorios com ba-
cas e jarros, trra podre e outros comeros
objectos proprio de taes estabelecimentos.
Sendo todas as obras inspeccionadas e
feitas sob a direccao do socio administrador,
Jos Baptisla Braga o qual se acha de novo
especialmente incumbido da gerencia de tSo
importante estabelecimente, isso ama ga-
ranta pela sua longa pratica, que tem os se-
nhores freguezes de que serao servidos a
contento, com promptidaoe preco commo-
do, pelo que os propietarios lhe serlo agra-
decidos.
do Qoeiroadon
!iT-
GRaitDE BAZAR
RA NOVA N. :-0 E 22
DE
LOJA DAS COLUMNAS
DB
Antonio Correia de Vasconcellos & Ct
Ra do Crespn. 13.
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Cu
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o'
en
O
a
fo^o e grande deposito de superior carvao de Cardiff na
BftM.
Antonio Gomes dos Santos & C., roa Santa Barbara n. I, esto habilitados a snpprir da
ojm eonlcoes mais favoraveis qne sm onfto qaalqner deposito, a loaos os na vina a va#or qoa
ocwem naoea nno. A contratar nesta com Domingos Alvw Matheai,

Manoe! Moreira de Souza
RUI NOVA X. 45.
Neste novo estabeletmento ba om completo sorlimento de chapeos para borneas, senboras e
meninos e vende-se por menos prego do qoe em onira qoalqner parte.
Venda ou arrendamento.
Vende-se por preco razoavel, dinbeiro on
a praso, conforme se ajostar, on se arrenda o en-
genbo JaboalSozinbo, moente e eorreoie, silo na
comarca de Santo Antao, com terreno soffleiente
para safrejar de 1,500 a 3,000 pes adnuaes, todo
o terreno mui frtil com bastantes vaneas, todos
os partidos estao encapneirado?, (az assocar de
mnito boa dualidade, e em todo muito manelro,
tem bons sitos para lavradores, nm grande crca-
le, dnas caas para morada e diversas para mo-
radores, todas cobertas. de telha, senzala, casa de
(arinba, olaria e (orno, casa de engenho muito
grande, com casa de porgar para 800 mil p&es,
casa de encaizamento moite espacosa com os eai-
ides precisos para deposito de assocar secco, dons
famosos balcSes para seccar assocar, boa estala e
bem logar para assenttr nma dUttlacjio, moenda
e roda d agna quasi aovas, bom astentamento com
as tazas precisas al para fazer rtame, om I;n
qoe para mel e nma casa para bagaco, todo em
meito bom estado : qaem pretender pode enten
der-se nesta praca com Bcroardioo Correia de Re
zende Reg, roa do Livramcnto n 20, oa no enge-
Dbo Campo Alegre com o Sr. major Maooel Caval
canti de Atbnquerqoe e Sa.
Vende-se nma armacSo propria para qoal-
quer estabelecimente, envernisada ; na ra Direita
n. 62, e tambem se allnga a mesma casa qne c(Te-
rece commodos para se morar; qoem a pretender
dirija se a rna de Santa Tbereta o. 42.
Balees brancos e de cores para me-
ninas.
A agnia branca, a' roa do Qaeimado n. 8, rece-
ben urnas amoitras de superiores batOes brancos e
te cores para meninas de difierentas tamaobos, e
;omo sempr, vende os por preco commodos,
'isto a boa qoalldade.
Liiinhas a 16 e 240 rs*
Vendem-se liazinbaa eseocezas amito bonitas
pelo baralissimu preco de 210 ri. o covado, ditas
miodinbas para acabar a ISO rs.: s na ioja e
avmazem do Pavo roa da Imperatnz n. 60, de
Gama & Silva.
Cassas Anas s 2iO e 320 rs. o covado, basqui-
nas Sa seda preta a 15# e a 22 : na roa do
Crespo 17.
Manoel Francisco Teixeira avisa ao publico
qoe, por intermedio dos Srs. Olio Robres Paren-
te Vianoa & C, e pelos navios titpiranc* a Mi-
Ihetd, acaba de recebar palba e i o neo das albo-
res qnalidades, qne vende mais barato do qne em
aif as n. 15.
Fundi(ao dAurora em
Santo Amaro.
Completo sortlmento de tafias batidas e (andi-
das, alambiqoes de todos os tamanbos e fundos dt'
ditos, moendas de todos os tamanbos de superior
qnalidade, crivos e boceas de (ornalba, o qne tu J'
se vende por commodo preco. ____________
Vapores.
Vende-teem casa de Saanders (Rrothers & C
o largo do Corpo Santn. II, vaporas patete.'
om todos os pertences proprios para (azor mover
es on qatro machinas para descarocar alttoda<
Condecorares.
Chegaram no vapor loglez Seme om sortlmento
loja de oorives de Jos J. Goncalves Rastos
C rna do Cabog n. 2i A, esquina da ra larga
do Rosario.
{Cimento
Superior de Harcelba igual ao Portland em
barricas grandes de 11 arrobas a 125 a barrica,
em porfes se (ara' reduc$3o de preco: a tratar
com Tasso Irmos no armazem do ca6s do Apollo.
Papel de imprimir
Acaba de ebegar nova remessa de papel para
imprimir jornaes : no armazem de Tasso Irmos
ao caes do Apollo.
Superior panno de algodao da Babia
. Vende se no escrlptorio de Antonio Lulz de Oli-
velra Azevedo & C, roa da Cruz n. 7.
Vinho do Rheno'
em superiores qnalidades, por precos commodos:
em casa de Rabe Scbmetian & C, roa da Cadeia
a. 18.
'0EPURATIF
du-S&NG
>*Pars, 36, Rna Viviano-D*
CHABLEMDECNSPCAL
AS E.NFEHMIHADAS DES SKXL'AES, AS URO
Coks qrrANEAs, k a tera^oks do sangue.
~ 10,000 cuTUduimpinftnt,
pstulas, herpes. lanw,
comixoes, acrimonia, *
lercoes, viciosas do sangtm
' tirai, alteracoss do sgth
fue- (Xarope vegetal ti mercurio-), icpum.
veceiaea lltMiii itKHtKS tomio-se dov
por semina, seguindo/t tractamcnio Dtf-uraivo t
mpreyado as mesma; molestias.
Esta XirofuCitric Ulan
da CUABI.E. cura iiiU'.y
tamsnlequalqufirf: r~: ".-_
relaxacao, debtltd&Ja, :
igualmente oa f.uzos e (lores
trancas das mulheres. Esta injaccao benigna aj-
egi-se cora Xarope da Citrado da Ferro.
emari-ttld. Pumada que a cara S tras M
POMADA ANTIHERPETICA
Contra i au affscfou euianeaa a coousca.
PILULAS VEGETAES DEPURATIVAl
t* y ChaMe, cada fraaae vai asasatiatedo de aft
Machinas para descarriar algodao, do mt
Ihor autor que tem apparecido na Americt
E' tal a execuc5o do machinisme, que o al-
god5o sahe quasi to perfeito como o de bu
landeira. Recommenda-se a atteagao doi
Srs. agricultores,.estas machinas.
GAZ GAZ G4Z
Chegon ao antigo deposito de Henry Forster A
C, ra do Imperador, om carregamento ds gaz di
primeira qnalidade.o qual se vende em partidas
i retalho por menos preco do qne em *?utr o I
laer parte.
PICHE
Vede-se piche do gaz proprio para
atpkalt, calafetas de candas,
assealbados, assim como para rebocar
cisternas, conductores d'agna,
etc., etc., em grosso: ds fabrica do gaz, e
a retalbo, no armazem da Bolla amarella,
travessa do Imperador.
Champanha
es, regular e
u & C, ra di
Cognac
em dnas qnalidades, regular e superior : em casa
de Rabe Scbmettan & C, ra da Cadeia n. 18.
commum e soperior, em casa de Rabe Scbmeltao
A C, rna da Cadeia n. 18. I
Shervy de Londres
superior e regular, em casa de Rabe Scnmetlao d
C, ra da Cadeia n. 18.
Lmha denovellos .
de Alexandre e ontra : em casa de Rabe Schmet
tt* & C rna da Cadeia n. 18-
Vende-se urna escrava de 30 annos de
idade: na ra da Ponte Yelha n. i 4.
Condecora*? 6>s
A bem conhecida lija de jolas de Moreira &
Duarte, a' rna do Cahoga n. 7, acaba de receber
porQo de hbitos e > fflclalatos da ordf m da Rosa,
e hbitos da de Cbristo de difluentes tamanbos
qne vende por presos moi razoaveis, alm disso
continna a ter como sempre om completo sorli-
mento de joias dos gostos mais modernos para as
quaes conta com o concurso de seos bons fre-
guezes.
i
Aencao.
Vende-se olea de ricino de boa qnalidade em
latas e carrafas para easas de familia e senbore*
de eneeobo, por menos 60 por eenlo do qoe em
cotia parte : na travessa do Carioca n. 2, ces do
Ramofc
" Vende-se a mMa >oa da roa de Sant Wt
n. % ; a tratar na roa Direita n. 27.
AVISO AOS SRS. MDICOS.
SiirpfcLa
Cara catarrhos, tourn
eon*eluS*s irrituf6m
nervoiai $i itot broa*
chiot t Ktint a, don* m
' do pejo :.U au doaala
umt collie rende* de*ic wrop lf' P*it.
bf. CUMU em Crii, rv' WiwlrBwe. a.
A venda na pharmacia de P. Maurer *
e C, em Pernambuco.
IVEBDADEIRO LE RO
dt aiS.V*B>V| DoUaiu-MadaciD
Rus de Selna, 51, *\ PARS.
b cada gaarafa, Tal, ratra a rolhi a o papal a/j|
qut lera a nni liatte, um rotula unprc. em ias-
rtUscom 3ELU Im;iaj.*"o cauasx.
K B. ntmtt-
. Icjxi-vs-uniifciU*
it 100 fraorot mi-
.- hraPar<,atrlUl
60 da de S,
D0CTlllri-I0ECIN ^~> toe^Mi-a.
pKARMACIEBy ftS!!^U
b f :
Deposito na pharmacia de P. Maurer i
C, em Pernambuco.
~ Cola superior
Vende-se oo escriptorlo de Aatosio Loix de Oli-
velra Axevedo dr C, roa da Croa n. sy.
Soperior fiiaa 4o Pcrlo,
Vende-se no escrlptorio de Antonio Lult|de Ol-
velra Azevedo &C, raa da Croi D. (7, em calas
de 11 garrafas.
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Uri. e rtrnimrtei1- QnUU Mh itftftfliHkrt ***!
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Collares Royer
H Anonos elctricos magnticos
i Deposito acreditado
Wja da agma'branca rua do Queimado n. 8
&j Afrtwr/irida Os prodigiosos ffeUosdos
-dHares Royer i nao ensillar o querer
utroduzir no?idades, porque a lama de soa
acacia1 ledHf5anto estendido, e os seus
fezes resultados a tal ttura elevado, que
aoje'Tara 6 'a pessoa que por experiencia
propria, qd por intermedio de seus amigos
8 parents, ignore oa desconhe* as virtu-
des desses sempr aareciaveis collares
Royer.
A aguia branca porm sa gloria de concor-
rer para un t3o justo fim, se nao por ou-
ro modo ao menos por ter sempre, e cons-
aniementa um completo sonimeuto desses
collares magnticos, que bem se podem cha-
marsalva vidas das enancas.
Resta anda que os senhores pas de fa-
milia se fecam convencer jde que conven)
nao esperar que as criancas sejam atacadas
do mal, e por isso necessario ou conve-
niente que com antecedencia se deite na
criaoca um desses collares para assim estar
ella preservada das convuledes e se contar
vre dos rigores da dentico.
A aguia branca rua do Queimado n. 8
rua do t reapo n. 9 A, esqu
Acaba de chegar pelo vapor Gutenne, ato wiadisslffio sortimenlo de fazodis qae dizam oa
nossos correspondentes q foram as melhores, as de mais gostos e novidades qae encontraran ero
RlqnfMlmos cortes de seda de *6re?, com lindos
matir.es completamente novidade.
Lindsimos vestidos de cambraia branca bordados
com gosio.
Ricos basquinas, primorosamente bordados, e ulti-
ma moda em Pariz.
Riqqlssimas cbapelinas de seda, patha a Imitacao
e enfeltadas com maito gosto.
Coques par senhoras, sendo estes de ultima moda
em Parir.
continua a receben por todos os vapore,
francezes a quantidade que ha contratado e; Liodissimas grvattdhas para seoboras.
por lsso acha-se ella sempre prvida dos ver- LlDdO colares e voitas de vi inibo e seda, ultima
dadeiros eolliras Hivar AlatrL>na minna aai e Inleira novidade.
JjS, Ky6f e,elncos ma>- Gollarlnlios, ponbos e gravatinhas de Cboov, cem-
pleta novidade.
Riqoissimos leones de marBm todos abertos e de
oltlmo gosto em Parla ; assim como de sndalo
madreperola.
-
Novas chapelinas
de fina palha da Ital a.
A /gala Branca, a' rna do Queimado n. 8, rece-
ben nm novo orlimento de bonita rnapelinas de
floa palba da Iialia, ornadas com delicadas flore?, e
como sempre a Aguia Branca as vende por precos
eeroroodos.
Rap Viajado e Paulo Cordeiru
A loja do cordelro previdente a' rua do Quelma-
d o. 8, recabcu nova remessa dessas qualidades
de rap._______
Presos vantajosos
as miudezas do grande cstabeleci-
ment de Snza Sres & [rmo.
Rna \ova n. 28.
vendem en grosso e a retalho.
Liobas nnvellos, muito superiores, libra* sortldas
a 2$O e JOo.
Dita em nvelos, mals inferior a 14300 e U800
& dita.
DKa branca em eaixas de 50 nvelos a 640 ris
Dita para marcar, eaixas de lo ditos a 240 r..
Dita branca em ditas de 10 dKos graodes a 560.
Dita em carros de 100 ardas a 360 rs. a duria-
Dita em carros de 200 jardas a 1 200 a duzia.
Dita em emd>, braoca e preta, a 160 rs. a dita.
Roletas de cures em cana, de duiia, a 1*500 a
dila.
Grampas com cabeca de vidro a 160 rs. a dita.
AgnKieiros pntalos a 240 rs. a duzia.
Botdes de mnedinhas dooradas e pratedas, para
pontios, a 1*900 a doria de pares.
Ditos de madreperola, para camisa, a 500 rs. a
groxa.
DKos de osso, para calca, a 240 rs. a dita.
Caliiohas com soldados de chambo a 120 rs.
Esperaos de moldara doorada a 1*400 a duzia.
Peotes de lapo doorado, para coco, a 6* rs. a
duna.
Ditos de lacos lisos, para coco, a 5500 a dnzia.
Ditos donrados, com flores, 2*400 a duna.
Ditos de bnfalo, multo bons para alisar, a 2*300
2*400 a dita.
Dedaes amarelos e praieados. Anos, a 240 rs. a
dita.
Colcnetes era calxinbas a 40 rs. a dita.
DKos em cartees a 608,e 00 rs. a dita.
Peeas de ita para coz, larga, eom tO varas, a
500 rs. a pepa.
Fitas de soda n. 1 yv pajas com 8 varas, a 260
rs. a dita.
Cadaco branca para ceronlas a 560 rs. a duzia
de pecas.
Laas de todas as cores, para bordar, a 6*00 a
libra.
Pbosphoros de cera, em ealxinoas, a 360 rs. a
4azia.
Ditos de pao encerado, eem ebeiro, a 3C0 rs. a
dnzia de caixmhas.
Ditos de cera, em eaixas grandes de folha, a
1*400 a duzia.
Carttlbas da Boulrina Cbrisia a 320 rs.
Obreas de coKa, em calimbas, a 320 e 500 rs.
. Sabonetas finos a 800 e 1* a duzia.
Facas e garpbcs cabo de osso, fazenda boa, a
2*500 a du.'.la.
Abotuaduras Boas para coletes, ciatos com Ava-
las de crystal, e multas ootras qaalidades, pulcei-
tas de coe-tas, peotes com'pedras para eoques, en-
faites para cabera, nm completo sortimento de per-
fumarias de todas as qualidades, celarlrmos. cao-
deeitos a gaz, ferragens de todas as qualidades etc.
te : a rna Nova n. 28.
Riqoisslmos vestimentas de cmbrala* primorosa-
mente bordados, com todos os pertenec para
mancas se baplisar.
Ricos vestuarios de cores, todos completos para
meninos de 2 a 4 anuos.
Mantas de blonde para noivas.
Moiriantlqoe, grosdeaapl* sedas preta, braaca
e de cores.
Riqosslmcs cintos, altima moda.
Ricos enfeites para senhoras e meninas.
Lindissimas cbapelinas de seda e de palba para
meninas.
Riquissimos cortes de fantasa para vestidos de se-
nhora.
Lindos cortes de lia para vesfido, novidade.
Chapeos de castor a eanotler, ultima moda para a
repastada em Parix.
Grande deposito de luvas de Jouvin recebe-se por
todos os vapores grande sortimenlo.
C


Para prfi^iar o Anuo de 1868
LOJA E ARMAZEM
DO

Boa da Iipperatrii i. 60
. Tendo es donos de?.te grande esi abeleoimento necessidade de liquidar sua firma
icial reselveram vender suas fazendas muito mais baratas do que em outra qaalquer
rte, afim de dimrnajrem o grande deposito que teem e apurarem dinheiro, assim como
teem recebido ultMnamenie urna grande porcio de fazendas novas, tanto inglezas como
&J!1 i^S0^!0Iep^n,1*1,0,' ,pMcia^ d0 rwpei'* PnWoo. ie|itotet eaqoe raacezas, alemSas e soissas, dando de todas ellas, amostras, deixando ficar penhor, oo
mandam-nas levar em casa das excellentissimas familias pelos *us caixeiros; estando
este estabelecimento aberto desde as ftboras da raanha s 9 da noile: e parlicipam s
pessoas qae negociara em pequea escalla, que neste estabelecimento compraro pelos
mesmes precos que coropravam as casas inglezas; ganhaodo-se apenas o descont, po-
Casemlras, cmbralas, 13, mnsselinas, precalias, chitas a urna inflnidade de objeclos que
deixamos de mencionar por se tornar masante.
Isto s na leja do Passo rua do Crespo n. 7 esquina da do Imperador.

Lealdade
Este estabeleeimento a rna da (mperatrii n. 70,
recabe de soa conta por todos os paquetes france-
zes diversos orj-ctos da ultima moda de Pariz,
como seja noaitos coques lisos e eBfaitados, fitas
de sarja, ditas de seda lisas a borladas de todas
as larguras e de superior qualidade, lindos sapa-
- tos de merino, de casemira e la, toacas de laa,
muito bonitas cfeapelliohos, babadinbos a ntre-
melos com lindos bordados, grvalas de seda pre-
ta e de cores para bomem e senhoras ; as verda-
deras luvas de loavin braoca* e de cores muito
benitas, carteiras da diversos fetios e umanhos,
metas de maito boa qualidade, para bomim, se-
boras e meninos, um lindo sortimento de bieos,
espariilhos, tancailoras de Jacaranda* de diversos
' ttmaobos, Blas de velado, traagas tretas e de co-
res, liados enfeites para vestidos, cintos de diver-
sas qaalidades muito bonitos, albans, abotoaduras
para coiletes, la para bordar de superior quali-
dade, urna InOoidade de bonitos briequedos para
criancas, as melhores perfumarlas de Lubina, Plver
e Caiirai soeiedade Hygeniea, immencidade de
objectos que deixo de mencionar para ao se tor-
ear massaate, tode por pracos muito cou.modos.
,

GRANDE BAZAR
roa Nova n. 20 e 22
Machinas pa;a costura do autor Wheele;
4 Wijson, ebegadas ltimamente da Ame-
rica.* as qpae*pode cozer-se com dora
ontos, todae qaalquer fezenda, emb
r, fraonif; bordar e marcar roup; tnd(
pm perfei(J3o. S5o t3o simples, que com-
prehende-se fcilmente a maneira do trato-
fiio e a pesoa tendo pratica de coser em ?
rbinas. pode fazer por da o ser vico que f>
ciam 30 costoreiras.
Cbama-se este estabelecimento a attei-
c^o do publico, visto que elle se acha eom
pzetataefltecirdrtdo e objectos de goste
como bea leqnes de madreperola e de sn-
dalo, fivelas, fitai para cinto, cokes peffb'
maria e ate, .. '
Na roa nova a. 10 e 22. earneiro Viai*
M4C
GHAI\!)E IV0V1DADE
AUGUSTO PORTO i C.
11Ru do Queimado11
Este estabelecimento acaba de receber e vende por commodopreeo as seguiotes
faas finas:
Vestidos de bond para noiva com manta e capel la.
Ricos vestidos de cambraia branca bordadas i que ha de melhor.
Cortinados bordados e admascados para camas de ojS a 8o*.
Ditos bordados e admascedos para janellas de 9# a 2o.
Colxas de seda e 13a e seda para cama de noivas.
Basquinas modernas de muito gosto de 2o* a 5o#.
Toalhinbas de croch para cadeiras e sos, e colxas de croch para camas.
Cbapelinas de crpe braeco, e chapeos de palba da Itaiia.para senbora.
Moir braoeo e preto, gresdenaple preto e de todas as cores para vestidos.
Camisas para hornera fraocezas e ingiezas de linho, e Guardapha de crjoofioe para fazer mais elegantes os vi stidos de 15a e de seda
32o rs. a vara.
Superiores saias bordadas de linho, camisas e camtnbas bordadas e letsgl de
cambraia bordada para senhoras, ricas tosbas bordadas com muito gosto, e lindos ves-
tuarios para baptisados coa o respectivo oxoval.
Laas com hstras de seda de varias ores a que ha Chapeos branoos 4e castor, e ricos chapeos d sol ingiezes par* bomem.
Malas de diversos tmanhos para viajieos.
Partos finos e casen tras pretase de cores outr-as muitas fazendas qe se ven-
dem baratissimo.
Este estabelecimento contina a receber as me.!hores.


Esteiras e alcatifas para salas,
11Rua do Queta-Mato11


ltMoM(&^^^^M ^^^SfcSfefe^
-
Ni
-.....-/-i
-Rua da Imperatriz-----N. 64.
Rova lja de mindezas e arligw de medas
DE
*
SILVA & NEVES.
.


\
zm>
Os propriearios deste dgvo estabelecimenld offerecem ao respcitavel
publico desta bella cidado, e do interior twn lindo e escolbido-sortimento de.
(jgSaf -miudezas e arliges de modas, concorrendo para isto o terem na Europa, pes- -
V| S93S habilitadas a executarem suas encommendas no que bouver de mais oo- 'gM
mK T'da i^g outra qualquer parte apar de maneiras delicadas e sinceras.
jk-fo Acabam de receber pelo vapor francez Guieme, os seguictes bellfis
^Sj artigos de moda e fantasa.
58 Luvas de Joovin para senhoras e homens, de todas as cores.
Livros para missa cora capas de madreperola etc.
Indispensareis e bolgas de to;as as qualidades,
Coqoes os mais modernos.
Espartilhos collares, e cintos de seda e vidrilho.
gS? Rendas de Guipure, de seda, (blonds) e de algodo, de todas as .
| qaalidades. fg
Completo sortimento de trancas, fitas, botes e guarnieres de fieda )5
,^j com vidrilho e sem elle, gravatinhas de seda, e mangnos de lustro bordados>P^|
" tudo do ultimo gosto de Paris.
i Leques de sndalo aberto do mais apurado trabalho
Agua Florida e tnico oriental de Laman & Kemps.
Ricos enfeites e guarnices ci flores para vestido e cabega.
senhoras e meninas.
5
-
Calcada para senhoras e meninas.
Perfumaras as melhores e mais escolbidas de Lubm, Piver, e Ccu-
dray, em neos e elegantes vasos de porcellana, erystal eprata iogleza.
Meias de algodo, as mais finas e melhores que teem at boje vindo
ao mercado, para senhoras e bomeos.
Chapeos de palba-da Italia, e a mitaco para meninas.
E um sem numero de artigo, de gosto e fantazia que s a vista
podem ser apreciado.
Yira* bordada* e Babadinhoi
Qaem quizer fazer boa compra de tiras
bordadas oo babadinhos, achara um grand*
sortimento para escoiber e por [reco muito
mai barato do qne em outra qualquer parte,
na k]a e armarem do Pavlo, roa da Impe-
ratris n 6o, de Gama A Silva.
Faaeodas para Intfo na foja do
Parao
vende-so setira da China com 6 palmos de
largura proprio para vestidos a 25 o covado,
lazinhas.pretas lisas, alpacas com listra bran-
ca a 1,5 o covado, cassas brancas com listras
pretas a 5oo rs. a vara, ditas pretas Usas e
com pipieos vara a 56o rs. ditas francezas
com listras e ramagens vara a 8oo rs., me-
rm preto, alpacas e princezas, mais barato
do que em outra qualquer parte, na Iota do
Pavlo, rua da Imperatriz o. 6o, de Gama A
Silva.
PALITO'S DE PANNO A 60
Vendem-se palitos de panno preto saceos
a 60, ditos sobrecasacos a lofl, calcas de ca-
semira preta a 60 e 70, d ta muito finas a
0 e lo0, fioissimos sobrecasacos de panno a
2o0 e 230, calcas de casemira de cor a 70 e
80, um grande sortimento de coletes de toda
a qualtdaie e outras mui as qualidades de
roupas qw se vendem mais barato do que
em outra qtralquer parte, na roja e armazem
do PavSo, tua da Imperatriz n. 6o, de Ga-
ma & Silva.
As sala* do PavSo a 305OO.
Veode-?e urna grande porfo das mais bonitas
satas trancas cooi lindas barras bordadas de co-
res, tewlo 4 pannos cada ama, sendo faienda In
ieiraeote moderna, pela barato prego de fiO
cada orna seodo Taienda que sempre se vemieu
pormnitomals dinheiro; na toja e aromem do
Paveo, na rna di Imperatrit o. 60, do ama &
Silva.
CamUIaha* a 30.
Vendem sa as mais modernas cainisiohas com
reaogaitos taoto bordados como da prefoinbas com
elegautes pnobos e bonitas aootfadaras pelo bara-
lo preeo de 3J 00 ; na toja e armaien do Pavo,
rua da Imperatriz n. 00, do Gama & Silva.
t'tckiirdtaeui carairas a 4^600 sao
Pavao.
Venderse urna gradde porcio de casimiras supe-
riores entestadas, seodo osearas o alegras proprtas
para ealcas, poletots, coleies e roopas para meni-
nos pelo baratissimo prego de 1M0G o covado oa
a SOOOo corte4e caiga, graode pecbncba oa
loja o armazem do Pavao.: -raa da Imperatriz o. 0,
de Gama & Suva.
MWKK.QQV 0LINHA8.
a l008 res.
Vendo-so ama grande porgao de puchos com
golinhas de esguio de linho, com os mais liado.-
bordados pelo tiaratp prego de 1^000 o torno, di-
los bordados do er a>640 res,- sobo graode p*>
chincha polo proco, aa rua da lujpewir a. 00 de
Gama 4i Silva.
Baloes e^uios.
. a 23-ioo.
Cbegaram os mais moderos balSes esgnios seo-
do verdadeiramente americanos e veodem-se peU
barato preco de 55500, na lija do-Pavo raa tUt
Imperatriz d. 60, de Gama Silva.
Cassas a *4o rs. so o p'arSo.
Vendem-se bonitas cassas inglezas de co-
res kas pelo barato preco de 24a rs, o co-
vado, ditas francezas fazenda muito fina coa
padroes listrados e de flores, assim como com
palminas miudas proprias para meninos a
3oo rs. o covado ou a 5oe rs. a vara : pe-
chincha na leja e armazem do Pavlo rua da
Imperatriz n. 6o de Gama & Silva.
Lasiohas usas a 300 rs. o covado s 4 Patio.
Chegaram as mais modernas lanzinbas,
sendo de urna s cor proprias para vesti-
dos, com as mais lindas coreo, sendo cor de
alecrim, lyrio, carne, canna, cinza. azui, ro-
so, etc. ele., que se veudetn pelo barato
preco de 500 rs. o covado. Ditas com listas
e palmas, de cores differentes que se ven-
dem pelo barato prego de 360 rs. o covado;
Ditas transparentes com palmiobas a 320 rs
ditas p*ra acabar a 24u rs.: tudo isto na
loja e-armaztm do Pavo, ra da Imperatriz
n. 60 de Gama & Silva.
Os retalbos do Pavo.
Vende-se urna grande porcao de retalhos
de cassas de cores, ditos de lanziobas de
varias qualidades tendo muitas com l.sia de
sedas e outras de alpacas lisas e lavradas,
assim como urna grande porcao de retalhos
de chitas pretas e cassas prevenindo-se que
quaoto maior for a purco que os fregueses
compraren mais barato se venderlo: na loja
do PavSo, rua da Imperatriz n. 60, de Gama
Siva-
Foil de Cberre,
Httlre anliqne.
Veade-:e soperior meire-aniique de c6r, com
aigam toque de mofo, por preco muito barato, para
acabar: na loja do Pavao, rua da Imperatriz n. 68,
de^Gama & Silva.
SCO
3
490
no
a
60
20
380
10
4#u00
Em corles de la
Vendem-se superiores cortes de lia matizada
eom 15 ce vados, pelo barato prego de 45 o corte,
wto na loja e aimuz- ra do pavo, rna da Impera-
triz o. 60, de Gama & Silva.
ambraias largas a 1000 e 4280

a vara.
Raa do Uncinado n. 4.
Loja de miidezae de Jas Bigoitrt.
PlNaPU 0 NOVOc i^lllfOuA-K*! IU1TO
Larrileis com 3 oliavas da retrtz pr^o
proprio para machina.........
Hutas de Sfolhas para macina.....
Varas de babido bordado do Porto a t0
Libras de prego? fraocnes granel s pe-
queo a 240 e............
Canas de lioha para marear ......
Duzia de usotras peqoenas.......
Redts para cabellos o melbor qne ha. .
Dutlas de peonas de ac superior a 40 e .
Cms de linba do gaz com 30 nov.Jlo* a
Lanas de palitos de sfgoranca a......
Syilatiarios eom eftamps para menicc a
Uvroa Impresso eco rol para roopa a. .
Ouzfs de meias 8nas para stLkora *..... 42000
Papis de agulbas baio a.........
Pegas de filas de lia ela>if'a para vis
Grosas de boi3es de longa pratvao e
,/' .............
dem sem ser prateado a.........
Caizaa com agulbas de uno dowado a..
Caixas cim 100 er.veli-p*s muito fiocs a .
Canas de papel smiade liso e paulcd
a 600 e..............
Ka-roas de papel almaco omito superior .
Resmas de papel de peso auno tino a .
Fraseos de peta prela soperior a i>0 e .
Pares de botOegpara pnnhos muito b'U'f a
CarirJes com linba a Alejandre cem ICO
jardas a .............
Caixas com nperior lu ba do gaz co 0
novePos a..............
Facas e garfos para cnsn;as a.....
Masso cem >nperiirer:-grampos lisos e de
caracol a 30 e............
Grozas de petoas de aso muito boas a 00
Bonets de oleado para meninos a .
Ta has de lao ctm labvriotbo mullo fl
s .............'..-... 2J8O0
Carreteis de lioha com 100 jardas a .
urreteisde llnba Alei?ndre de snpericr
qualidade a....... ,, ,..,,.
Gravatas pretas e de cores,. superior fa-
zenda t...............
340
10
240
00
TOO
--iO
100
to
103
800
m
eo
800
1000
30
110
500
-
>>
ISOVO DEPOSITO
..._


? i)ESCABOCAR ALGODAO
Manoel Bento de Oliveira Braga,
83Roa BlreJta o.53
Neste estabelecimento m encontrar5o a
verdadeiras machinas americanas ebegadas ultima
mente, asquaes sao feitas pelo mais afamado fa*
bricante da America, por isso avisa a todas as per
soas qae precisarem comprar, de se-dirigir a este
estabelecimento true comprarSo das mais perfeitas
neete genero, assim como mais barato do anean
ontra qoalquer parta, por isso que se recebe por
conta propria, bem como cannos de chumbo 6 moi-
nhos para moer milho, e graode sortimento defer-
Vendem-se o mais moderno poil de Che-
vre de atea s cor, sendo ainda mais lus-
troso qne a propria seda e vendem-se a 2
o covado. Ditos tambem lisos e ouiros com
listas a WSlO o covado. Bitos de listas
de seda muito modernos a 1#, 809 e 560
rs., garantindu-se qae neste genero o me
liior e mais m> derno que tem vindo ao
mercado: isto na loja o armazem do Pavao,
rua da Imperatriz n. 60, de Gama dr Silva.
satas a sete patacas.
*,' Vendem-se bonitas satas econmicas, de
er, pelo barato preco de 2240 rs. poden-
do estas saias servir at para vestidos, fa-
zendo-se Ihe corpo de outra quatquer fazea*
da diflerente; pechincha, na leja e arma-
zem do Pavao, roa da Imperatriz n. 60 de
Gama & SOVa.
cassas escossezas.
Vendem-se as mais modernas cassas es-
cossezas para vesUdos, pelo barato prego de
32 rs. o covado ; ditos de Hs'as,' padres
moderoissimOs a 320 e 36 rs., na loja e
armazem do Pavr>, rua da Imperatriz n,
60,: de G ma & Silva.
BalSes a.25, 3|5oo e U
Vendem-se um raode sortimento de cri-
Vende-se cambraia transparente com oito
palmos de largura, que facilita fazer se um
vestido com quatro varas, a lje {280 a
vara : na loja e armazem do Pavao, roa da
Imperatriz n 60, de Gama & Silva.
Espartilhos.
Vende-se um grande sortimento de espar-
tilhos dos mais modernos: na loja e arma-
zem do Pavo, rua da Imperatriz n. 60, de
Gama Silva.
Ricos cdries de mediisa pro-
prlos para baile.
Chegaram os mais modernos cortes de
medina, sendo urna fazenda inteiramente
nova e transparente, com lindas palmas e
qnadros de s eda, e vendem-se pelo barato
preco de 22$00O o corte: na loja e arma-
zem do Pavao, rua da Imperatriz n. 60, de
Gama & Silva. *
Canl>ralas a 3(5500 rs.
Vendem-se finissimas pecas de cambraia,
branca e transparente, de 35500 ate 105 a
peca; ditas tapadas muito finas, de b& al
l; ditas suissas com I vara de largura a
85, 4041 e 125 ; na loja e armazem do Pa-
vlo, rua da Imperatriz n. 60, de Gama &
Silva.
Cortinados para eassmen 'es.
Vende-se nm grande sortimento dos me-
lhores cortinados bordados, proprios para
camas e janellas, pelos brat"S precos de
U, 105, 455, 205 e 255000 o par; da-
masco de la mitaco de seda, com 8 pal-
mos de largura, a 45 00 ; colchas de cro-
cb; ditas de fusilo brancas e de cor; cro-
chs proprios para cadeiras, sofs, cadeiras
de balanco, para cubrir presentes, etc. etc,:
oa loja e armazem do PavSo, rua da Impe-
ratriz n. 60, de Gama dr Silva.
Cortea de chita coto lO cora-
dos a 35, 35300 e 33610.
Vende-se cortes de chitas francezas, es-
curas e claras, de cre.> (xas, e tendo 10
covados, a 3uOO; ditas com i I a 35300;
ditas com 12 a 35600. E,' pechincha, s
para acabar: na loja e armazem do Pavo,
rua da Imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
Graada pechincha de gros-
denaples pretos
na loja do PavSs.
Grosdenaples' 16280
Giosdecaples a 15800
tirosdeuaples a 25000
Grosdenaples a 25200
Grosdenaples a 25500
Grosdenaples a 258C0
GrosdeDaples a 350CO
Grosdenaples a 35210
Grosdenaples a 35500
Neste grande estsbeUcimento encontra o
respeilavet publico um avultado sortimento
dos melboies grosdenaples preos tanto
largos como estieitus, que se vendem muito
mais barato do que em outra qualquer parte
em raso de se ter fe to urna grande com
pra antes qoe augmenUssem os direilos na
alfandega, a.-sim como um bonito sortimenlo
de moireaotiques pretos, sedas lavradas e
de todas as fazendas proprias para a qua-
retma e luto, dndose de todas, amostras,
e mandam-e levar em casa das excellentis-
simas familiaf, pelos caixeiros, na loja e ar-
mazem do Pavao; rua da Imperatriz n. 60
de Gama & Si va.
ftoupa feia boa e barata
Junte leja de Pava, raa da Imperairii n. 58.
Wende-se n'este estabelecimento um gran-
de sortimeiito de roupa por precos muito
baratos, como seam, calcas de meia case-
mira escura a 158* 0. Ditas da mesma me-
lbor fazenda a 25010. PalMs de pao
preto, saceos, f aques a 55510, ditos de
meta casemira escura a 35500. ditos de al-
paca mesclada a 'fi, dito de brim riscadiobo
a 25400. Coletes de toda* as qualidades a
25, 25500 e 35, assim como tem constan-
temente um grande sortimenlo de caigas e
camisas de algodau zi.1 e debstra proprias
para escravos; isto junto loja do Pavao,
rea da Imperatriz n. 58.
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MOLESTIAS 00 PUTO
Aviso importante.
Os nicos verdadelros xaropes de byprjpbo.'pW-
tos de soda, de cal e de Ierro do lir. Cor rr-hill tra-
ten a firma qoatro veres repetida Anw Wo me-
dico sobre o subscripto a marca ce (abrir da
pharmacia Swaun, 12, rua Castiglforje, Paris.
Acha-se a veDda em frascos qoadrados com o oo-
me do Dr. Churrhill no vidro. Preco i francos eOi
Pars : Com iDsiruc^o
YENDE-SE
Maito borjlds e b'm feiu azulejos hfSp.ajib.00S:
na loja de Ica^a da rua do Imperador n. 4C.
aran1 iifaBtg.-afeyjg
Escravos fgidos
GRiTIPirA-SE
a quera escurar e condosir a' fahriea de sabo DO
Afugado, ou a rua do Amorim n,AI, eo Re'ife.e
escravo Lulz, p^rdo, idade 35 sobos, o q-ial ja' em
principio deste aono foi preso pur fogid... e de.doy*
evadise da mesma fabrica, onde trahaltia-a, o
madrugada de Domingo niiimo, 24 de noven.b^b;
cujo escravo fogie ve;lindo a roupa du qsj, den
podio de li-tras, costuro* embreagar->e, nepar
propiio Btme, e bem como o do senbor, tari
pur castigo urna crrente fechada n ciotura e & t-jrnorellu, do que devera' cotise var ao menos a)
manchas.
Fugio io 'ti 23 de ezeabro moihi o pas-
sad o moleque Hilario, estaera ordloaii, chelo
do corpo, rost redond, ffm barba itfiifeub
a Esm." Sr.* D. Thereta de Jeos Soma te.i.- do
engeoho Garana. Os aprebendednres rondoran
ao me-DiO ecgenho oa a rua da Imperairu u. 85,
2* andar.
300^000
ragens e miudezas em grosso e a retalbo.
Mnas ou bares de arcos para senbora pelos
A os agricultores
Saauders Bratbers & C. acaaam de receber
Je Liverpool vaoores de forja de 3 a 4 eavallos
eom todos a= pertences, mui proprios para faxe
tem mover macbnas de descarecar algudo, po
dendo eada vapor Irabalbar at com 140 serras,
tambera serve.ru para enfardar algodao, ou para
ootro qaalquer servico em qoe nsam de trabalhar
com animaes. Os tnesmos tambem tm a* venda
macbnas americanas de 35 a 40 serras.
Os preteodeoiea dinjam-se ao largo do Corpo-
Santn, i i.
Cti/?ou afinal
A pomada galopean
para cara rpida e completa dos caHof daros.
VENDES NA
Bitiea e drogara
-
irtholHM* C.
31Roa larga Itourit34
Vfnd^e por mdico nwe
o sobrado d. SI
Pacas de cabo dranoo. de mebakn> a 4# k &W**'l ^^S-^^5 'J-'aS^l^?^^St^rfiS:
a dnzia, lima finas de todo os tamanbos proprias pille porcao, na loja e armazem do Fa- ^Tte *.-ewart do Rm Frmio: i traui na roa
de trabalho de escultura. 'o, roa da Imperatriz d. 6o, Be Gama 4. do imperiiror'n. l, 3. andar.
Fapio no dia 25 do correte roez d onlcbro, de
engenho Limoeiro fregoezia da Escada, o escrava
ce m os seguales signaes : cabra fusco, alte cot'
boro coTpo e boniu figura, cara besig sa, barba
puuco serrada, costaroa rapar o b gode e a peira
cabellos um unto carapiobados, pouco cambis
tem os ded-.s grandes dts ps mais conipndos,
uro pouco jai;.j, cero ; gomas cicalrues velhsa w
chiclo uas costas ero urna pa' e era um brago
vesnodo camisa de algodao da mataba algoCaori-
nfio, calca e palelot de brim pardo, chato de i so>
taprelo, e lava vara decarreiroque e supp^e-S
ter ido assentaF praca como voluntario: recoa>-'
meDda se as pessoa encanegadas do ri crrimen-
t e as ; uti ridades policiaes com especia|nia!8 a*-
d) Ro Formoso, Una, Agua Preta, 8. Bento e Por*
to Calvo e a ootra qualquer pessoa aapp'ftb^nso
do di lo escravo, e enirega-lo oo dito enpenb(>, qa:
recebera' a gralifica^ao cima. 0 escravo ihia>
se Fraucisco. _______________
100^ de gratifwagao
Fogio do engvnho Ma^anaeo, fregoezia da F-e-
da, na roite de 15 pava 16 do correrte, o etenvo
pardo, de n me Elias, idade de 20 onos, ponto
mais ou menos; tab-c& c< ffiprlda, i bel: s rerridoa
e rentes, cara ci mprida, rari'. aO'ad >, deirtf caoa,
cheiodo corpo, ps c 'mondos e c m sai as at as
canellas, sahio c*ro. camisa de a;g-'do da t.-rra,
calca oe ri.-caOo e chapeo de nasa j.1 ve'bit-
uuem o pegar leve-o ao referido engeBh ou a roa
da Seozaia o. 38, qoe recebera' a grat.ficago
cima.
Attencao.
No da 7 de jaoMro de 1808 fopio da villa do
Pao d'Alho, o escravo de neme Benedicto, ermolo,
com idade de 20 a 22 anuos, pouco mais oo.menos
perteocenle ao abano as>lgnadi>, com i s $tgn*es
segaintss: rr falla, altor regolar, nm p. ute
seco do corpo, sem barba, rosto reo< nrt<\ tem ornas
mareas de qoeimadoras pelos peno*, orna im boo-
oa do estomapo e outra em nm braco ; como tara-
bea tem ao rosto qoe pooco se divo'* por ficar
as marcas das qaeiffladnras qoe i-ve m> rok)
ro.-is pretas do qoe a cor natorat, falla dearanea-
do, foi vestido com calca de brim p>M camisa de chita braoca cora pistas encamada*,
f- ba i j do Chile ja'osado ; desconU-se qne estela
no Recite per ter sido encoctrado oa iooi d,i rio
S. Joan oo talvez segoiria para S-ot* Ao oa
Santo Amaro de Jaboatio; sopp5e s* ter id aa-
senur prtca como voluntario ; ponantu reeom-
meuda se as pessoas eocrregadas "o rerrutn>eo-
to, as autoridades policiaes e crpiiies de can.po a
apprefeosio de dito escravo, qne sera' pearroaa-
mente reeooipoacado, podeodo enirepar cravo ao Srs. Sa*, Anterim C-, a' ru do LivYa>
ment o. 8, oo em Pao d'Albo. Pn testa se desea
ja' com todos'..s ncdores das Uis do imperio cut-
ir qnem tiv^r acuitarlo.
J-aqnim Gavalcaote de Atbrjqo*fM.
IEBVB I

paaiaai^


*i
tsmsm
^H^^^HM^H
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__te
I

PUN Je *f*lHI***nlhkf^ if *^elr* de 180.8.
LITTEft4T0aA.
I-----------------------------------------------
liH POICO Di TUBO.
ExpiAsAe.fto dia 13 do correle honve
em Monceau-lea Mines (Frsoca) orna terri -
velexplo-5o de gaz n'utr dos pocos de ex-
traer;!) da uiiaa de cirvao da pe Ira de
Bany.
O proferto do departamento, o suh-pre-
tlo eVCnai^ns. e nutras autoridades foram
x joell-i locil para diriirem os tratwllios de
salvago.
Infelizmente dins galeras por t^ai das
quaes se a-:bavara os hifolires operarios que
foram surpreoeodi los pela exposo. forato
encontradas obstruid is p.jr grandes de>aba-
mentvs e srib precisos a'guos das de tra-
alho para as desobstruir.
No dia seguinie as Choras da tarde ja
so tinhatn tirado ta miau oitenta cadveres
Os traoalhos desalvacjio continuavam.
O imperador Napoleiio enviou ao pre-
feito de Saone et Loira urna somma de
O.000 fiancos para ser deslribuida pelas
familias das victimas da exposo de gaz e
do desabamenlo sobreviado as minas de
Alancean. O imperador eoviou a!m dsso,
aquella ponto, am dos seus ajudantes de
om Jo para o informar deste doloroso acon-
tocimento e prestir socorros a viuvas e os
pbos.
scntafode uman.va wnw Ja, consagra in-
teiraincnte .i iUDrtesi esse espectacul >. A
primeira ropreaiuicfti exclu idamente
para s jornaiijtas, o publico nj ad'-'
mutilo.
Sons quk passam.Publican a casa flor-
um novo litro do Sr. Tnomaz Ribeiro, o
qual se intitulaSons que passara.
Quera habttualmente visa nos campos co-
ndece e aprecia os = soos que passam
vozes qoe se cruzam oos ares, diz o poeta,
que se repercutem nos chos e ?aVperder-
se na distancia sons que se v3o acordando e
crescendo proporco que diminue o coro-
burborinho da bumanidade ; harmonas que
nao cahem na arte e seperdemne natoreza;
cantes que s tem aiaaco no tbeatro mo-
dela lo pela acstica do infinite. E' a cata-
dopa do rio, oa sua queda montona e plan-
gente ; a flauta do pastor entre os bali-
dos do armenio ; a cantiga do barqoeiro
levado a sabir da correte sobre a trmu-
la esleir do iuar; a cancao de gloria que
o soldado e a vivandera vSo cantando na
e?trada; o proloogamento do coro dos
dem de raia fresca 3 l|2,
dem da peixe seco 6 ris.
Id-a dS adovalbO 14 ris.
Ilem derobaHtos e seelhos 8 ris.
dem de cacao fresno e lanbado 10 ris.
dem de dito seco 8 ris.
Ida*de badejo fresco 5 ris.
dem de ruivo 5 ris.
dem da savel lanbado 8 ris.
Iden de tamba 6 ris.
Urna lagOsta boa 15 ris.
de dezembrotornou mais tarde a ser adop-
tado e pert paaeu, n9o obstante ser o dou-
decimo mez do anno.
Era em i iaaabro que os romanos cle-
bravam a fastas em honra de saturno, las
oonbecidas sob o noraedeSalurnaes. stas
festas foram restabelecidas em Roma no
anno 257 da soa tondaelo. A principio a
festa s dura?a om dia; Auguro ordenou
que ella se celebrasse duraate tres das,
desde 17 a 19; Caligula acrescentou-lhe
mais um dia, com o que cou durando qua-
tro; a este dia poz aquelle imperador o
kilogramma e meio de seda vegetal, que
ainda que poda ser lecida t, parece no
emtanto mais abta para ser misturada com
a seda ordinaria do fabrico de varios te-
cidos.
PuiLOsopii > vario.fiitamos em Londres
n> iriounal de polica de Miluorough-
strect.
No baneo dos rcs est um sugeito de
ar ib uno, cilio vivo, eterno sorrio nos la-
bios.
Foi agarrado no momento em que metlia
mSo artaira no inlispensavei de urna se-
ohora velha.
Tratava-se a segrate conversa entre o
magistrado e o reo.
Qual a sua prossSo, Merewdoer ?
Son viajante.
Quer dizer vadio, n5o isso ?
K* a mesma cousa ; o viajaste e o va-
ilio asse nejham-se. A un'ci dilerenca es-
ta era que um viaja sem dinheiro e o ouiro
sem milo.
Bravo I roc tem urna Iingua de pra-
n. M-rewether. Onde aprendeu esse beilo
palavreado?
Soba nada q te cultive o espirit)
como as wagea: tenio viajado muito.
Qoer d sqda io f
- Por toJa a Europa.
A fazer o que ?
A observar.
E' orna benita occupac5:> para um su-
geite da sua laja E que tem obsrvalo,
Sr. pbilosopho ?
Tenbo visto pondas cousas que oavar
e mudas que criticar ; de mais lenbo-me
rido.
Que pessimista voc Paz-mi o
favor da me di/.er o que julg digoo de
lo.uvor neslfc pobre aundo ?
Um magistrado se cumpre com o sea
dever; um pastor cloquente que fa ser
mes breves ; a a doudo que tem bastaate
juizo para ter m3o na iingua.
As mil maravilbas I E do que que
so ri?
Do imbcil que pavoneando-se na sua
cadeira, supp08 que a posig5o qoe oc:upa
deve inspirar respeito.
J vej que voc outro Ulysses; e
visto que gosta das senteoc>s permitta-me
que emita urna que talvez lbe cause algu-
uia admiracao.
Nao me admira nada qae venba de
V, S.
Pois a minha senlenca que aeixar
de viajar durante tres mezes, e ir entre-
tanto descancar naqoelle palacete a que cba-
mam geralmente moinbo de disciplina, e
que ponho generosamente sui disposi-
t3o.
Merewetlwr inclina-se com respeito e diz
com a maior serenidade :
Muito obrigado.
Quaodo u reo a a sabir da sala, o magis-
trado ainda accresceotou :
Vai para um lugar que convida
meditaclo, Sr. philosopho, e s vezes alcan-
ca-se l juizo.
Nesse caso, Sr. jaiz, respondeu Me-
rewether j a porta, bei de l procurar uro
lugar para V. S.
Para a i.vrne.\SA. Um theatro de Paris
aacuisciando oltimamente a primeira repre-
Uma carangnejola 30 ris.
Urna araoba 20 ris.
Navalbeins, duas por 1 ceitil. nome de JuvenaHs ou fasta da juveutude.
Caramojas cosidas, lampares, mexeloeJ1 Em qoaotO duravam estas, feslasos tri-
camarSes. o alqueire 8 ris. bunass e escolas conservavam-se fechados,
Oaricos i, sendo grandes por 1 ceitil. d3o era permirilto emprebender guerra,
Tambora nao de xam da offerecer al- nem executar criminosos, era exercer oo-
gum ioteresse os apon amentos que fez o ira arte alm dada cosinha e aos escravos
delnilorio, da vida qoe se havia de obaer- era concedida a mxima,liberdade.
var no convenio da losua, em Caeainba: I Immediatamente apoz as salarnaes cele-
1-Que em todo o anno se^oao coaesse brava-se a festa das Sigillartas, assim cha-
mis qoe orna vea no dia. mada porqoe a sua celebrado consista
2oQoe se ficasse no coro desde as Ma- principalmente no offerecimenlo que se fa-
tmas al prima. ziarn entre si os romanos de presentes,
3oQae lodos se occapem no trabalho ues como sinetes (sigittus, d' onde sigtlla-
amponezes que voltam do trabalbo ; os da casa, reparando-a, alimpaodo-a, ieco- res), anneis e ooiros pequeos objeelos de
fragmentos de riso e harmonas festivas Ihendo os cavacos da praisr, e outras cousas esculplora, como se osa eotre dos- nos das
que fogem do palacio illomioado ; a con- semelhaote. que agora decorreo at ao principio de ja-
versa das ves nos cboupaes; o lamento das, 4o- Que entre dia jamis- se ajuotem a neiro e ainda em diversa epochas do aon\
saudade*; o murmurio da pre.;e... e lodo fallar uns com os outros. ^como na Paschna n i.^m a > di
na. De_10 Mogramrnas^ de cascase tir"0m,76 ; esse inlerva.Ho dividido emem
paites ro thciaometro centgrado, e em
80 em Reaumur. Donde se legue que para
achar o equivalente de 20 gisReomur.
por txercplo, no thermometro centgrado
preciso multiplicar 20 por 1/4, e obter-se-ha
25, Se se qcizesre pelo contrario cenbecer
Seda oanoA sem Oiciio.Na Gazette o equivalente de 20 graos centgrados em
lie Campagtu l-se o segninte: graos-Reaomur,,era multiplicar aquelle nu-
Julgava-se d'antes impossivel obter seda mero por 4/5 e ler-se-bia 16.
sem o bicho ; porm experiencias recentes o thermometro Farenheit, qoe 'especial-
damonastram o contrario. Temos urna com- menle empregado nos paizes onde prevalece
municacao do Sr. Ranosley. de Perchtol- a ||ngua ingleza, co tem por nnidade de
Jord, que pretende poesair o segredo de medida o mesmo intervallo que os ootros
.obter directamente a seda da arvore, e re- doos; os seos dcos pontos fixos extremos
IS! SinT !.m0lra d0 Prod"l- co" sSo a temperatura da agua a ferver, e a que
'2r nl! T' f T fr coofirmad se obtem pela mistura, em partes igoaes, de
'fmnnJfin!8: ^L^^f^ ?m 8rande narioba e de nev, mistara que prodw
.importancia no mondo industrial e commer- m ^ maior que 0 do gdo. Este nter-
Vvj-OT* nu- RanMi. a u- valI iividido em 2t2 partes; a nev
cadaroS m\m f hiZ?. 7 M '"^ de_retida correspondnte ao 32; d'onde se
cada por aun e braDijuissima, c6r de pra- rorjclue aap a dwtanrta pntra o oda derre-
ta e mudo mais solida do que a cemmum.
tido e a agoa a ferver dividida em 180
om mi-
eiearplo,

FOLHETIM
ABUAMDIIVA
POR
Ch, Deslys.
i
Ha alguos annos, recebi do men ami .o
Gilberto a segunte carta:
<.......................... .....
Ella eslava assentada sombra dos pi-
nheiros mansos, muito perto do mar.
c O Mediterrneo, o mar azul I Azul era
tambem o co. Um sol esplendido illumi
nava a paizagem. Doce brisa derramava
pelo ar o perf me das larangeiras. A' di-
reita e a' esquerda. viridantes colimas, entre
as quaes, sobre um rochedo, se assenia a
boa cidade provencal de Hyeres, Nunca
me sentir a tal ponto enfeudado, abalado
pelo seu aspecto, pelo aspecto do seo mar-
vilboso panorama.
t Mas, agora me lembra qoe nlo coohe-
ces Hyeres. Imagina sobre urna encosta
piltore ca vetustas casas em caprichoso am-
pbittieatro, nem mais nem menos do que
lagartos que se aquecem ao sol. Na cu-
miada do rochedo, torres, ruinas da idade
media. Aqui e alm, jardins, terracos, pra-
vas publicas. Urna deltas est arvorejada com
altas pa'meiras, como na frica 1 Abi est a
cidade amiga. A cid de moderna espalha
na planicie as suas casas branqneadas, no
meio de ama matta de limoeiros, de laran-
geiras, de magnolias, de geranoos arbores-
centes, de heliotropios gigantes. Qoe m?is
direi ? E' ama vegetacSc mgica, embalsa-
mada, inebriante. Sonha-se alli com o
Gdeo, com o oriente, com as mil e nma
coates. As sebee sao feitas com cactos,
atoes, romeiras, loureiros, jasmins e rosas.
t Que clima! que co Primavera eter-
na. Hyeres a esttcSo invernal por excel-
encia, v gente pode aUi envelhecer; mor-
rer em Hyeres alo pode ser f
Mas fallemos de ella. Eu camiohava
pre^:
e>te coDcerto vago, imcompleto, iiidefeni-
vel, mas saudoso e atrahente, a baloicar-se
ua* mrbidas (ufadas da aragem, perfonaa-
doscoxins em q*e passam asharmonis da
aatureza.
Sons que passam tambem s5o os canto
ephemeros do poeta ; monlogos da sna
pbantasia que s5o ordinariamerte dilogos
com o seu coracio qua vibrara era ouvidos
iodiHoreotes, e que se n'outro cora?3o
acharam echo, expiram coroalos pela m-
xima glora a que podiam aspirar.
O livro do Sr. Tbomaz Ribeiro contera
as mais inspiradas poemas do sympetbico
escriptor, algumas das quaes j o paMico
lem saudado e applaudido por mais de orna
vez. Neste caso esto : A Festa e Cariede,
A Judia, Bira-vinda, e ootras quenosabs-
tmos de enumerar.
O volume fecha com om dos mais inspi-
rados cintos de cysne de Parada de Goo.
O' minha rni sem ventora I...
M.nha raai I... miii querida
abre a tua sepultura !
Os nossos letores de cerlo adevinharan
desde logo quoo poeta chora era torrentes-
de peesia a saudoza recordado de sua rni,
que prometle nunca esquecer:
A quem perdeu tanto affecto
ninguem nunca diga := Esqaece I
que be acaba o ?lento ;i vida
quando a saudade esmorece !
Os sons qae passam vem ocupar om dos
logares de henra da moderna litteralura por-
tugueza.
u novo livro est a venda na excellente
livrana do Sr. Campos Jnior e em todas
as mais do costme.
Curiosidades. Em documentos anligos
encontramos a obriga que os sapateiros de
Braga e GuimarSes fizeram em 1569 com
a cmara de Viaona do Castello.
E' a seguinie :
Urnas botas de muito boa pelle de corda-
vo, de duas solas, e bem acabadas, de 9
pontos a 12 40) ris.
Nao tendo estas botis taxas, nao passa-
ram de 350 ris.
Urnas b.tas escudadas, boas, de duas sol-
las, da b >m couro e bem acabadas, de cor-
dav3o dos ditos pontos, nao passaram de
340 res.
E n) tendo seo3o roslos 240 ris.
Urnas botas de vacca, de boas ilhargas,
de couro da trra e de duas solas, bem aca-
badas 330 ris.
E sendo s rostos 250 ris.
As de 8 pontos 300 ris.
Sapatos de 9 pontos, bem acabados, de
boni couro e de boa sola 90 ris.
Sapaios de mulberes, de qoalqoer cor
que seja de bom cordavao, de 4 pontos at
G, de faceta e palmilba iOO ris.
Sollar. NSo levaro mais do que 30 res.
No mesmo anno estabeleceu-sa a obri-
ga do peixe na mesma cidade do seguinte
modo:
O arratel de pescada fresca oa lanhada
5 ris.
dem de congro 6 ris.
5'Que ao s-abbados e veaperas de das
santos se nao fee de comer para alguem.
<>' Que na Quaresma se coma peixe pou-
cas vezes.
7*Qoe em qaatff bouver pato, por aas
bolorento e duro qoe seja, nao se procure
outro at se nao gastar aquelle.
8a Qjue a esmola va pedir w dona-
to de quinze em quinas oSas vi.'la Aa Guar-
dia, e quaodo elle nao possa ir. a fa^am os
uaos secolwes para 3e= guardar maior re-
ceibimento.
fAN-DECTA^-^O manusCTlpto das Pandeo-
tas ou do Cdigo, essa vas*' eompilacle das
leis, que inspire a maior pane da legisla-
cao Boderna, cbsmou-se-lbVpor muito am-
po Pasdectas flor entinas. 0 roanuscripto
original fi achadb- em 1750r no saque de
AmapNs e o imoe?adorClutark) fez presen-
te doile cidade de Pisa. &% florentinos-
tomaran Pisa,, e o mannscripto> levado para-
Florenca, fui collocado no pakaeto da rep
blica, n'um gabineta- magoideacaeote deco-
rado, A sua-guarda-foi coofiada aos reli-
giosos bernardos,, que o- nao onostravam se-
b5o emeertosdasdo-anno, come-se fossem
santas reliquias ;: o p*imeiro magistrado da
como na Pjscboa, no S, Lizaro ea> S.
Miguel.
Mh. FiOnENs.Fallecew no dia 6 deslc
mez na sua casa de campe de Montgeroo,
em PnDca, o sabio physiotogista Plourens.
Mr. Flonreos era secretarie- perpetuo da
academia das scwnciaj e menvbro da acade-
mia fraoceza. Ifascera em rVl*3ureiHcm, no
Heraut, a de abril de 179H, contando
por isso cerca de 74 annos.
Aos 19 annos-eslava doutorado- en> sae-
tScina pela univereidade de Mbntpelfier,
era seguida ao- que foi residir para Par,
coavivendo abi' cora1 os- sabios mais emineo-
teSi como Jbi^e Cwier, Tray, Soflroy
Saint-IMaire, o travano parlicularamisa-
de om Cbaptal'e Frederko Cuvier.
Mr. Floureco- escrevev om grande na'
mero- de obras, notaveis peta claresa de es-
tylo e- rigor de aoalyse. Entre ellas pobli-
con em 1854'umaqne tem por tituloBa
lonqiviade humana e d qmntidafo- de
vida no globo. Parece que1 nesta obra, ao
qqe dizuma folba- estrangeira^ que d acu-
cia da sua morteyo sabio pbyiologista>eo
sina a prolongar r existenota- alm dos li-
mites ordinarios. Se assim pouco !be
anroveitau: o resaltado das-sea* investiga
Bastara s oito diaa para a preparar em v^L a T neV "V '
qoaalo os bichos gastara 7 seS funlo E2?' S 'Vu,zf. ra"rmar
(libra e am terco) custa de lTl iffi! Z* Lr(? ^T**^ W.,-p0r'
ponto de partida qne o centigrado, e depo
tomar os 36 do resollado; obtsr-se-ba
3o0,3; para o thermometro Reaomor seria
preci-:o tomar os 4/9, e o resoltado seria
26e,7.
Por isso se v qne imcertante, qoando
se faz meocao da temperatura, nao omittir
a designacSo do tbermometro de que se fez
nso.
repblica assistia a esta oerimoaia, com j&es, pois-no coDegoiu seww de prava ao
eabega descaberta, assim'como ooireligiosos seu systema. QoeodO' mwt nos deiaoa
fue tiaham tochas accesas as mane.- eoninnao o rifo de que ana casa de fer-
No ESCAmisNTAMiUm jornal de Nova
Tork. anaunsia o casamento de oca litterato jdemia fraceza era 1840, em substituido
!
guma maravilia viva que receia assustar.
Admirava de longe o seu gracioso vulto, o
seo perfil to paro qae se destacava perfei-
taraente ua luminosa transpareucia daquella
atmospbera meridional. O vento brocava-
Ihe nos cabellos, entre os quaes um raio
mais vivo fazia resplandecer fios de ouro.
Eslava assentada e.n ura cabero, no meio
das ruinas de Pomponia, aquella cidade ro-
mana que os sabios descobrram ba pouc.
Parece-me que j le disse que seu pai ho-
rnera erudito. Archeologo, numismata, ge-
logo, antiqoario, collecconador, mas na es-
sencia bom hornera, como os encentramos
em Hoffmann.
t Elle andava de um para outro lado, dic-
tando sua fllha alguma memoria, ao passo
eom. urna senhora de quarenta'a naos, fresca,
bem conservada e coia> bom parecer, que
teve a desgraca de ficar viava ea ld*3 ~
de perder seu'segundo marido em le46 ;
de lamentar a mors- do terceiro em. 18S2::
ie- se vestir de luto qando o quarlo pas-
sou a melbor vida em 1853'; de derramar
amargas lagrimas quando o quinto.succura-
bio em 1857 ; de-ver exbalar o ultimo sus-
piro ao sexto em t8od> e deficar inconso-
laver quando o-stimo- falleceu en-1864.
O jornal que refere esta noticia-diz qne
marido numero oito sa batea ead-saio ;.
mas que isso- comparado com o valor qoe
se necessita para cootrair matrimonio eom
urna ranlher a quem indubitavelmente se
lbe poder applicar algum da o famoso
ep'tapho :
Yace aqui ana triste viuda
Que muri de pena aguda.
Apenas bubo perdido
A su dcimo marido I
Dezembro. Pois que estamos ea de-
zembro, vem a proposito referir aqoi alga-
mas particularidades a respeito d' este mez,
as quaes nem por todas as pessoas. serlo
conhecidas.
Deo-se a este mez o nome de dezembro
(de decem, dez) porque entre os romanos;
era o dcimo depois do de Marte, que era o
primeiro do anno de Bomulo. temo ao
mez de julbo, chamado antes Seatilis, se
houvesse dado o nome de Julio Cezar e ao
de agosto o nome de Angosto, o imperador
Commodo quiz dar o de Amazona ao mez
de dezembro, em honra de orna dama ro-
mana, cujo retrato traza em am annel, re-
presentada de amazona. Porm o nome
n~~"~-. "" T-t~:
re, mas com todos os cuidados que merece
urna descoberta t3o...
O antiquario nao acaboa o que qneria
dizer, porque den com os olhos em mim.
Ah, oSr. Gilberto 1 E' verdade...
e en tinha-me esqaecido ... perdi ... o
mea estado sobre Pomponia ... E depois.
ama grande felicidade, um triumpbo !...
t Bem sei, disse eu, eu vi.
Ento de certo me descolpa* Eu
volto ji. V conversando cora Armandina.
Que diabo I E sobretudo com ella que
todo. Permuto, permuto. Conversen).
Galba chama por mira. At j.
c E l foi, fugio, levando o seo thesouro
para a casinba em qoe reside beira-mar.
Quando me aproximei, nao p le Ar-
que, por outro lado, os seas olhos procura- mandma esquivar-se certa commoco. Le-
vam, afuroavam entre as excavacoes e os ve-
Ihos laocos de moros. A poucos passos,
um bomem, com alviab e enxada, revolva a
ierra.
c De repente esse hornera dea am grito,
ajoelboa, curvon-se, olhou e procaroa na
trra movida, entre o eninlbo.
* Eis de um salto o antiquario- ao p
delle. Excita com mo febril, afervora-o
com brados de impaciencia e de alegra.
Depois, alto clamor de'triumphol Endirei-
ta-se ; mostra sua filha alguns fragmentos
de olara, algumas raedalhas. Ella soiri.
applaade, pede que lbe deixe ver. Elle
deita a correr, pousa sobre am penedo o seu
precioso achado, e j comega a inventariar e
a classificar com dootoral express3o de feli-
cidade.
Etrusco! era om vaso etrasco I E
elle qoebroa-o, aquelle desazado, aquelle
sacrilego I Qoe pena I Mas os bocados sao
bons. Quanto ao sen contheudo, anneis'
muito oxydados, moedas de cobre ... ara
Glba I Parece-me qae sSo muito raros, os
Galbas.. Um Sptimo Severo .... al- de intelligencia.
gumas moedas cobertas de escorias e de fer-
rugem. Supponho que sSd gallo-roma-
nas ____Mas oode ala a minha lente ? Ora
esta I ay certo deixei-a no meo gabinete.
Vou l d corrida, para poder examinar me
p ante p, sem rumor, sof/eandoarespi-jlhor. Espera-me aqoi, minha fllha... E
relo, como faz quem se aproxima de al-1 voc, oh cavador, continu, procure, esmiu
vantou se, dirigindo me um cumprimento
amigavel. Mas por que baixaria as palpe-
bras, que seria aquelle embaraco, aquelle
rubor ? Seu pai diria alguma coosa ?
< Ea nao eslava menos abalado. Fiqaei
immovel. NSo sabia o que havia de dizer.
Por graode fortuna iLterveio o bomem
do alviao ; era om corpulento gitano .
meio mendigo, meio saliimbanco ; physio-
nomia de maro, descarada; era um Cal'ot.
Elle tinha-e dirigido para Armandina,
e apre^entava lbe ama m5o bem aberta.
t Vendo qae ella n3o attentava na soa
prsenos alli, para mover-lbe a attenco sol-
too orna especie de risadiuha grotesca, Eu
ia dizer-lhe alguma pslavra dura, mas ella
acudi em tom qnasi degratidio:
c Bem, muito bem., Volte d'aqui a
urna hora, Estou satisfeita,
% Ao mesmo tempo poz-lhe na mo al-
gumas moedas de prata. Elle embobou o
dinheiro, e depois desapparecen, teodo-se
trocado eotre elle e Armandina certo olhar
re ir o... *
MK Fteoreos
fei jde Micbaod Teve- por couseirente VicSor
mgo<
* Oconpon. diverso-logares a professo.
do e cutros cargos- e honras,.de que o tor-
navam digno os sds- talentos.
0 PLANTADOR 38O0CEZ.A. Cultura ili-
nhada, parmiitmdo o emprego de raachiaas
nos amanhos secundarios, oas indispei:;-a-
veis em ma lavoura, taes oomo a monda,
a sacha e a amonta, ou arreed, est em
oso ha moito nos- paizes estrangeiros por
suas immeosas vantageos econmicas.
Assim para a executar, tem-se ioveniado
raiadonss para trabar as liabas-, as dese-
jadas distancias, plantadores mais on me-
os complicados para depositar a sement,
quando- para este ultimo fim.se nao eraprc-
gara o semeadores mecbanicos.
Mas,, para cus, de todos os plantadores
osados na agrilculiura estrangeira, aqueile
que sa nos Agora mais simples, mais econ-
mico, e mais expedectivo, o que se-raven-
tou e usa na Escocia.
Seda extbaihda da amobeira.Do mes-
mo jornal.
tPor varias vezes temos fallado-n'est
Gabela da fabricagao da seda vegatal, extra-
hida da casca da amcreira, e temos india-
do alguns processos. Devemos agora iedi-
car o m thodo salo pelo italiano, o Sr
Potenza.
Decotando de dois era dois annos as amo-
reiras se obtem urna qoantidade de ramos
que se expem accSo.dosol at fac+tar a
separado da csea, que se poe depois a fer-
ver em affua pura, ou acida, oa alcalina,
segando as circumstaocias, preparando de-
pois as fibras ficaodo-as mo, o machi-
Que significa va aquelle mysterioso ac-
corde ? Que segredo seria aquello T
< Armandina leu-me nos olhos estas per-
guntas, e disse logo :
Sr. Gilberto, veio a ser necessaria
orna explicacSo entre nos. Queira assentar-
se abi, defronte de mim. Conversemos.
II
Hoave silencio por alguns momentos.
Depois ella comecou resoluta e leal-
mente, olhando para mim bem de frente;
Sr. Gilberto, o que foi que o so-
nbor pediu hontem noute a meu pae ? e
o que que agora vem pedirme ?
A sua mo, respond cora igual fran-
queza. Amo-a, meina Armandina l
J sei... e nao lbe quero mal por
isso. Mas...
i Caloo-se, baixando ontra vez os olhos.
Eu cravava n'ella os meus, com angustia,
em xtasis.
< Armandina emfim cortn a madez.
t O que preciso amar sobretudo, pri-
meiro que todo, mea pae.
como ea j protestava comam gesto:
Deixe-me concluir. E' ora segredo,
o meo segredo. O senbor vae saber tu-
do, e a minba confia ca provar Ihe-ha pelo
menos a minha estima. Se se sent com
coragem para associar-se minha obra, se-
rei. Senao preciso que m'o diga e que
nos separemos. N3o se comprometta pre-
cipitadamente. Ouga-me primeiro, ooca.
E depois de estar um pouco como em
meditacao.
Haver qaatre annos qae meu pae,
achando ama occasio faveravel, deixou-se
de repente do commercio qae o enriquoceu.
Aspirava ao descanso, menos por elle do que
por minha^tfRfc caja saude comecava a al-
terar-se. "^mna pobre me I apesar de to-
dos os nossos disvelos e oracoes e esforcos
para que nao se apartas.se d'este mondo, er-
gaeu o vo para o cea d'onde viera. Des-
cnlpe-me Sr. Gilberto; nao pesso lembrar-
me da morte de minba mae sem chorar. -\
ainda... e sempre... como se a perdesse
hontem.
t Calou-se outra vez, suffocada pelas la-
grimas que llie cobriam o rosto.
c Pedi-lbe desculpa de haver avivado tSo
dolorosa recordado.
t A minha dr, tornou ella, n3o foi na-
da comparada com a de mea pae. Elle pa-
reca qae endoadecia de desesperacJo. Es-
teve em risco de morrer. Para salval-o.
de seda comoaum se paga por O ou 50
Dorios (18/5000 a 2,jHtoO res). Tres- nc-
tares de terreno produzem 300 a 50 Jun-
tos de seda, ou oa prodoeio de 6 a 7 mil
florios (2:1600000; z:7OO0OOO ris). An-
da qoe a fabricacSe-sofire 16 pbases ?fo-
cada por creancas de seis amos.
O Sr. Thiers. E' para1 adairar qne na
hornera pequeo, dbil, de- voa aflautada, e
que conta j 70 annos de idade, como Toiers,
teuba ainda vigor para taser discursos de
tres horas. A poca de'Madrid explica
isso pelo moda seguinie :
Sao infinita ae-precaucSes que tbma o il-
ustre eradbr papa conservar a sua delicada
saude. Osea odo de viver'nSb e asse-
melba aederaai ningoem. levanta-se in-
variavelmente s cinco horas da' raanba,
lauto no Tero cooso- no invern,- e traba I ha
at s oslD eml)ralbado em rma manta.
Joma enta urna refeico leve, e- a-passear
dteta a ua seorelario> muito hbil1 e instrui-
do qne lem na 30ames, e cora- caja ooope-
racao escraveo a m volnmosa uisforia
do-eonsidade- edo iroperio1. Oce-lebre es-
tadista recebe depois aignra amigos e con-
verse com ella at o meio dia, qoe guan-
do slmoca. Oalmoco eompoe-se s>de um
ov>e de urna havena de ca to almoca teaa-um panoe- pente sebrea
barga e os jpelhas-.
Snbe ent5o de casa- geratoente a- p,
quando o tempo- bom, z-algumas visitas
breva- e chega* camara> duas e ania,
quando comer* a-sessao. AH, com obra-
cos eNuados, escuta sem tomar apontaacen-
^os Deaamanifestaras suas impresses. Vol-
ts pava casa de-corro para jantrr, e depois
do jaotar, em qce>guarda a naiersobriedade,
dormeomipoueo. al que coaaeam a s*-
gar ca-irequeuialares babilaaes de sua esea
ooke-, Kn'.ac--toma par le-na con verseo
com i acundia bsilhante eiaeigotavel rae
toda a Europa coonece.
A. soa sala d>visitas est, aserta todas as
Dolas* salvo na. qiniata-feira,.qjne o Sr. T.r.~
ers destina paia,. ir ao tbeatro dos Italianas
seja qual for o espectculo.. Durante es
eolr actos,.as notabilidades de-todas as casj
ses aeodem aa-seu camarolej. que se cen-
verte em uma>succnrsal da so sala de vi
zitas.
O Sr. Tb'ers 6 muito aiico3do cir
azal para o Tacto. Usa qua. sempre um
casado de pane aaul abotor.de, e traz cha-
pen de felino.dorante todo r>ver5o. Quem
acreditar que esta consumado poltico, saj
amador de pescar cana? Dos- dias de ca-
t'/r, quando-est, no campo, passa horas in-
teira* a observar as ondo'acoes que for-
mam na superfice da agua os ramos das arj
vces, com-a esperanza de-pescar um bar-
bo ou urna Ir uta.
Thermometro.Sabe-sa- qne esse insru*
ment data do lim do socalo XVI, mas nao
se coahece eom certeza, quem foi o seu
aoihor.
O tiiermome'ro nao tora em todos os-pai-
zes o. mesmo numero- de-graos.
Ha tres tbermometos; centigrado, Reau-
mnr, Fazeuhei.
Nos dons primeras a. unidade da medida
-o intervallo comarehendido entre-a tem-
p ;ra:ura do gelo derretido, e a daagaa a
ferver, sob ama pressio atmospherica de
0 wasT.Todaageete conbece a anh-
vra toast. Fazer um toast urna expressao
ajue ha mnilo passou o Estreilo pera se na-
turalisar em todas as- nngoas. Mas ncra
toda a gente conhece era qoe acepcao este
patovra for primitivamecfie empregada em>
Ioglaterra. Toast significa torrad! :' o-
toast era non falia de pao torrado nue se-
punha n' urna graode taca no principi dos
banquetes deearemonia. Cireolava a taca
em vadta da- mesa e cada um-beba um gole :
acabado o liquido, o conviva, ea cujas dios
se achasse a ia?a-, coma a tarrada.
Dando roma de outro asoaaa sin^ciar
qae exista na t Vtede Henrique VIH, as-
antigs ebronicas referem urna atedocta que'
merece ser contada.
No reinado de lenrique V1IP, pois, os
gentlemw da cora assisliam, na> como
n'outro ieropo envnglaterra, 2% levantar
da rainha, mas- ao banbo da raiebo. Eis
como traba losar a seremonia r qiwndo a
rainha, erabrulhada b' om grosse ptetea-
dor, era coaduzida'ao banho paita suas
criadas, abriam-se as-portas da sala-de ban-
bo ao re eaes--cortejos que o acnmpanha-
vam. Coa homenagem tributadla-sobe-
iana, cada oortezSo pagava en5o-n"nma
taca, lomava com ei!< algomas getas de
agua na banneira e ohegava-as aes-labios.
Ora um da/era A-aaa Bolena a-ratoba.
Anua Bol eDi-coja cabeea de vi a caais tarde
.ealjir sobre o- cutello do algor ur dicer-
to genllemnrt recem-shagado k cvte-apre-
sentou-se no-banho a-rainha. tassaram
adiaute todca os corteaoa a prebaatberem
a ceremonia de gole de agoa e elle deixou-
se ficar para o canto,. a ponto ete-dar- na
vista ao re o sen pooeo fervor em se-asso-
ciar aos outras naquella-bBmeoageov Desa-
gradado disto, ebegoo-se HennqueWU ao
seo novo covteaio e isse-lhe em voz ua
pouco irada.
- Entodeixa-seabi.ficar, mytord"?.....
Nao quer prestar horaaaagem rawba f
Senhoiv-respondea o cortezao estou
espera que- todos babam. porque-aeho- a
torrada preferivel ao gola.
E nclinou-se ante Anua Bolena*.
- O rei gestea muito- do dito, econaedeu
a suagraca.ao espirituoso e gallardo gen-
tleman.
Soicroi.pen ASRuasu.Queuk o inven-
tou ? seria algum desesperado > NSo foi
um poeta.. E. suicidou-se por ssse ratio ?
Nao; gaabou minio dinheiro pondo- em
moda essa especie de suicidio.
Em {820 representon-se ea Para um
drama intitulado A filha da- msico ,
original- deCrosnier, o qual, dasejando pro-
duzir efeito no sao auditorio, a observando
que eslava j muko estafado o-suicidio por
meio da pistola ou da estraagnla^So, quiz
inventan oolro methodo de viagem at a um.
mundo desconbecido, e dogois de muito.
pensar encontrau a aspbyiu.
Depois de representar-seo-drama, dnraa--
te um- anno e s no departamento do Sena.
houveram 88 casos.
para consolal-a. foi-ma preciso senenidade, e
at direi maisv fon-a de alma. o.:'m dia em-
fim, disse-me o medico:
t Seu pae vivera ; mas ao est feilo
todo. Cumprc-'-ho continuar a sua obra. E'
preciso trataJ-o como am velho creaoca;
di-trahir-lhe a dr, alegrar-Jhe a vida. Elle
deixou-se do commercio muito cedo, e a
ociosidade pode matal-o. Ordeno nma oc-
cuoaeo, nma paixo que o traga sempre era
moviraento, que lbe feca esquecer o que
mais lbe de. Qual ha-de ser, nao sei.
Mas a senhora tem in>tincto do ,corac5o.
Como ama seu pae, procure e ha-de acbar
Havia na nossa visinhanca um antiqua-
rio, nm archeologo que o que mais desla-
va era ter proselyt >s. Eu j bavia notado
qoe meu pae lbe prestava certa attenco.
Fiz qne o visioho frequentasse a nossa casa.
Excitei-lhe o estro com lisonjas. Fingi gran-
de enthusiasmo pelas soas invesligaces, des-
cobertas e esperancas. Meu pae reanimava-
se ouvinde-nos. Para me fazer a vontade
vistou alguos museus, e leu alguns livros.
Nos arredores, em propnedade nossa, ha-
via, dizia o archeologo um acampamento
romano. Propoz excavacoes. Elle consen-
ta. Mas ai. que por mais que lidei nao se
achou nada I
Meu pae comegava a recahir no sea a-
baiimento. Eu desesperava. .. qoando um
dia, indo a casa de um joalbero para me
concertar ama joia, vi na taboleta algumas
antiguidades, algomas moedas pequeas cc-
hertas por gros-a capa de ferrugem e de
verdete. Tive urna idea sbita: comprei tu-
do aquillo, reccmmendando moito que nao
se fallasse a ninguem ero tal compra. De-
pois, pelo meado da noute, a tremer de roe-
do, mas m cia, sahi furtivamente de casa, corri at o
sitio das excavacoes, j qnasi ab ndonadas,
e alli szinba no meio das trevas, munida
de um alviao, abri om huraco, metti n'elle
as minhas velharias, cobri-as com cuidado,
com arte, de aeira que a nao podesse
suspeitar nada. Por Om, ajoelhando, pedi a
Dos que me perdoasse e qae abencoasse o
mea estratagema.
c No dia seguinte, mea pae nao qneria ir.
Eslava completamente desanimado, abati-
do, triste. Nao se acha l nada,, diria
elle. Eeu respond: Naodesanmenos...
Quem sabe ?.. Mas orna vez... Vamos!
E elle ceden.
< Chegamos ao terreno. Como me bata
o corago I Cavoa-se em am ponto, cavou-
se era outro. Eu mesma diriga os traba-
Ibadores. Per tim designei-lbes o ponto
essencial. O thesouro foi desooberto. tMeu
pael men pae f olhe vejar bravo I Elle
ergeu a caneca, e correa para mim com
orna precipitarlo que logo rae parecen de
bom agonro.
E* verdade, verdade s-ao braceletes
romanos, medalbas romanas 1 Tocando-as,
os seus dedos trerniam de contentamente.
Em seus olhos havia ama chama. Dei gra-
gas a Deas. Tioba achado o meio. Meu
pae eslava salvo 1
Fomos breve consultar o visnho, o sa-
bio. Elle poz os seus ocolos e declarou so-
lemnemente qoe o achado era de iei. Era
preciso fazer am relatorio sociedade ar-
cbeologica do departamento.
Cabe-lbe essa honra, disse mea pae.
c Isso nao. E' ao senhor. E olhe que
o receberam por acclamacSo. Qoe bella
estra I
< Mas en nlo estou habituado a escre-
ver. Nem gosto de escrever.
c Sua filha servir de secretario, e o s-
nior dictar.
Que excellente archeologo 1 Servia-me
s mar vi ibas. Meo pae teve de resolverse.
Foi o dosso primeiro relaton >, e n3o podia
ter melbor successo. A sociedade dos an-
tiquarios decida por ooanimidade que as
nossas moedas velhas eram moedas roma-
nas, e que a nossa propriedade era um a-
campamento romano. Um acampamento de
Julio Ce ar, se me fax favor. O relatorio
provava-o por modo irrefutavel. O relatorio
foi admittido como merabro na sociedade,
depois foi questor, vice-presidente, presiden-
te, presidente perpetuo... ledas as honras 1
#. (Ctmtina).
TYP. DO DIARIO-RUA DAS'CRZES NAV"

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