Diario de Pernambuco

MISSING IMAGE

Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:11467


This item is only available as the following downloads:


Full Text
^ttmmmmm:
^BVHHMMBaataMMHHHNMBBMH
mm,
mfmm
HM
pBM^ptU
1

)
L




-
.-

- i

/
7
i
ANNO XL1V. NUMERO 9.
V
**!>*, fc
PABA A CAPITAL E LIC.HH OXDE SK VlO PACA rBH,
Par tres itm atiaalades...................._ -,finA
Par ifis ditas Jm .....- 60000
rar aris miM f fc ... ........ .... I Per auna dem .,........,....;....... ItffiZ
Cada naier. araU. ..,.............J 24*>
-a.
SEGUNDA FEIRA 13 DE JANEIRO DE 1868.
>nno e
PASA
Pf tres ames aJiantdes ,,
r .. .
A PBOVINCI4.
Per iii irlo idea
' '. .. > f,
..
'.i
Par ive dito, lea........... "....................
Hratnuta. i,........;;;...................
' ...........t>...........i
6*7*9
ISJBOt
muso
17*000
igg^W MWwi ir aanoiPviftiiKD di mtmm wnmu m ma a wmn>8. sus jpknpbsuvuim.

ENCARREGAD03 DA SUBSCRIPCAO.
Parabyba, o Sr. Antonio Alexaadnao d Lima;
Natal, o Sr. Amonio Marques da Silva ; Aracaty
o Sr. A. de Lemos Braga ; Cnr, o Sr. Joaqoim
Jos de Ohveira; Para, oa Srs. Gerardo Amonio
Altes 4 Filos; Amazonas, o Sr. Jeronymo da

Costa; Alagoas, o Sr. Francisco Tavares da Costa ;
Dahia, oSr. Jfis Martin" A- a; Rio de Janeiro,
o Sr. Jos Ribeiro Gas >srnr-
partida dos estafetas.
Oiinda, Cabo. Escada e estafes da Tia terrea at
Agua Preta, todos os dias.
Iguarass s Goyanna as segundas e sextas fairas
Santo Aniao, Grvala Bexerros, Bonito, Caruar
AiMobo, Garanbnn, Bique, S. Bento, Boa Coa-
selao, Aguas Bellas Tacarat, Das tercas-feirras,
Pao d Alho, Nazaretn, Llmoeiro, Brejo, Pe*queira
logazeira, Florea, Villa Bella, Cabrob, Boa-Vis-
la, Murlcary, galguero e Ex, as qoartas feras
Sertabaem, Rio Formoso, Tamaodar, oa Batrai-1 Primeira ran o cyej: tareas sexta* n mMn
t s, Agua Preta e Pimenleiras, as quintas feras. dia. ^ ao zaeio
Seronda vara do el ral
I acra da tarda.
qaintas
i DA CAPITAL.
Tribunal do commereio : segundas a quintas.
Relaeao: tercas e sabbadas s 10 horas.
Fatenda : quintas s 10 boras.
Juifo do commereio : segundas a i I boras.
Dito de orpbos: tercas e sextas s 10 boras.
: qoartas esabbades a
EPHEM1MBK DO MIZ DE JANEIRO.
3 Qnarto erase, a h., 19 a. a M s. da n.
9Loaebe.aas8b.,e'l9,.dat.
16 patrio aiB*. as 2 b., II e 15 s. da L
24 La aova as 4 b., 25 m. a 50 s. da t.
DIA! DA S'f ffA.
13 Seg. S. Hilario b S. Emilio m.
14 Terr;. S FeH m.,e S. Micrina v.
13 Quart. S. Amaro abo.. S. Secandloo m.
16 Qolnt. Sj. Berardo, Acord, Otho mu.,
17 Sex. S. Amo abb., S. Eleuripo m.
18 Sab. S. Prisca r. m. S. Leobardo.
119 Domingo. S. Canato re/,
PREArfARDEHOJl.
Primeira as 6 oras e 54 m. da sssafcfc
Segunda as 7 boras a 18 minlos da tarda.
PARTIDA DOS VAPORES COsTEHWi.
. Para o sal at Alagoas a 44 a JO: para o aorta
at a Granja a lo e 30 de cada mez; para Fea*
nando nos dias 14 dos metes Janeiro, marco, mata
julbo, setembro e novembro.
PARTE OFFIlM
este alvjtre a esclarecida pradenda e perspicacia de
Y. Exc.
Aproveito a occaslo para solicitar aioda o valio-
so apoto e p-oleccio de V. Exe. acerca de om im-
portante objeeto que prende actualmente a mtDha
ai tenca o : fallo da mal ni de S. Jos desta ci-
dade.
A malrix de S. Jos fondada pelo Bxra. blspo
Perd gao, no anno de 1845, foi por mira confluida
b21 n-i '!* tfe,U P'V'ncu-TEm "orante a miaba primeira admioistraco diocesana
?P?r ,,m..T?,%d "T BDdl,, Pedr,m8 e >b8rta CDj, PDb,,C0 no d,a K < deieabro de
l. Exc._algunas InformacSes sobre o caito publico 1864, (altndolas sement
OVERSO DO BISPADO
SED VACANTE
Eipedieale da dia 10 de jaaeira de 1868.
na provincia, devenio ea tadicar ao rnesmo lempo
saas mai8 argentes aecessidades, para que possara
Lies infjrmacois ser levadas ao conbecimeoio da
2ssembla legislativa provincial na saa prxima
sesso.
Multas sao as necesidades da alcese, e deixan-
do de oecapar a attaagao de V. Exe. eom aquellas,
cuja satistago dependa dos poderes geraes do es-
tado, e que acabo de levar ao conbecimeolo do go-
verno imperial ero om relatorlo exigido pelo aviso
circular do Etm. ministro do Imperio de 2'.) de no-
vembro do anoo prximo Oodo, limitar-me bei a
a guarnicao exterior e
as torres.
Cessando o mea governo cessaram tambem in-
eliimcme as obras, apetar de se baver exlrabido
regularmente a lotera que en solicitara da religio-
sa moolficeocia da assembla provincial, e qae 0-
ra tao liberalmente concedida.
Agora, pols, qae tai Dos servido confiar se-
gunda vez a' miaba indignldade a administracio
desta diocese, jolgo ser para raim un dever Im-
perioso coocluir de lodo essa bella matriz.
Muito ja" lem feito a commlsso eocarregada da
dirercao das obras sob a presidencia di preslimoso
ctbido
loal e
las igrejas matriies.
Quaoto a' di visito das parpebias, oo relatorio qae
no aano prximo passado live a honra de apresen
lar a' presidencia desta provincia, assim me ex-
pressel : O principio errneo qae lofeliimeote pre-
oceupa alguns esplritos, de qae a aitribolcj dada
pelo act) addiciooal s assemblas proviociaes de
legislaren] sobre a dmsao eccle-ia^uea, pode ser
exercida discreciooariameote, e sem atteogao as
cndilo ;s e regras cannicas em vigor no imperio,
(como se teodo a Constituico recoobectdo a rell-
gio calbohea como a religiao do estado, possa esta
ser entendida e interpretada em firmal desaecordo
com a legislafao eccleiastica), tem convertido essa
importaote aitriboico concedida para o bem espi-
ritual dos povos, rn om elemeato de desorgaolsa-
;o ecclesiastica e rnesmo social, visto como a di-
visao ecclesiastica a base da divisao jadiclaria e
policial; dssorganisacao, cojos funestos effeitos to-
dos vemos e sentimos.
Sendo as parocbas qaasi smpre creadas, sap-
primidas oa divididas conforme as conveniencias
eleiloraes e os ioteresses das iofluencias locaes, o
resoltado tem sido essa aoarebia legal (permita-
me V. Exc. a expressio) qae se observa na divi-o
ecclesiisllca de toda a diocese, e que to prejudi-
.eial tem sido e contina a ser a administrado es-
piritual. Fregoeiias ba, que acbam-se lo reduii-
das, qae neobum sacerdote quer encarregar se
de lias, perqu nao podem foroecer os meios de de-
cent subsistencia ao paroebo. Os sacerdotes pre-
ferem pois capeilaoias mais rendosas do que taes
parocbas, e sem o Irabalbo e responsabilidaae pa-
rocbtal e a autori Jada ecclesiastica, qae deve re
mediar esses males, oscilla algumas vedes, e eom
raio, entre o dever de velar pela cara das almas,
o o de garantir ao clero am Iralamento deceote.
Oulras regoezias existem, e em grao de numero,
cojos limites mal tragados e confusamente defini-
dos, deixam os paroefaos na davida sobre o territo-
rio de sua jurisdicao ; originara freqoenles con-
victos e reelaraaedes, como acontece actualmente
entre os parocbos de S. Loorenco da Malla e de
Igoarassu ; entre os de Papacara e S. Bento ; en-
tre os de Altinbo, de S. Caetaoo da Raposa e dj
Bonito ; entre os de Cimbres e de Buique, etc.,
etc. Ora, islas davidas, estes conflictos, que fazem
-desapparecer d'entre os parocbos a barmonia tao
necessaria a' cooperaco mutua na deslriboico do
pasto espiritual e cura das almas, tem anda o
grande inconveniente de aSectar a validade dos
sacramentos, mormeote o do matrimonio.
Em tal estado de coasas eolendo que s orna
nova circomscripco de parocbas poderia remediar
6ssas desgraeas. E pois que essa reforma nao
de fcil execuco, pelo menos reconsiderem-se as
lels que crearam oa divtdiram as referidas fregu-
zias, am de se Ibes as^goarem limites claros e
inequvocos : esta medida urge.
O olvido das regras e prescripc5es cannicas na
divisao das parochias nao lem causado somente
essa /unestis8ima confuso de limites; (em tam-
bem afldciado as igrejas matrizes de un modo de-
ploravel. Se a malor parte das antigs main/.es
do interior da provincia achara se em mo estado,
tanto no material do edicio, como nasaifase
paramentos; sendo isso proveniente da iosufB-
ciente sabveoco dada annualmente pela assem-
bla provincial, do arrefecimenio do fervor reli-
gioso dos povos, e muitas vezes da negligencia e
falta de zelo dos reverendos parocbos ; o estado
das matrizes das freguezlas novameote creadas
indescriptivel, coafrange de dar os coracoes catbo-
llcos.
Algumas deesas nc vas matrizes sao peqaenas ca-
pellas s vezes de taipa, coaira as coostituigoes
diocesanas, em estado de ruina, sem sacrario, sem
paramentos, sem alfaias, absolutamente incapazes
para a admoistrago dos sacramentos, o qae tem
dado lugar a qae amas nao tenham -sido cannica-
mente providas at o presente como acontece com a
de Gamelleira ; o as tiobam sido dotadas de pa-
ramentos e alf. s pelos proprios paroebianos,
orno as freguexias de S. Vlceole, de Nossa Senho-
ra da Conceicao da Pedra, de Saot'Anna da povoa-
gao do Saeco, etc.; ootras tinaimenie qae foram
logo cannicamente providas, continnaoj a funecio-
sar com mafs ou nnnes indecencia por nao havir
dentro de seus limites outra igreja para onde se
possa transferir a matriz.
V. Exc. cemprebeode qae n'am tal estado de
coasas nao possivel baver nao digo pompa e ex-
plendor, mas ao meooi decencia no coito publico :
decencia e pompa qae, sendo devidas a Deas, re-
dundara ao raesmo tempo em proveito da socleda-
de, pela salular influencia qae exerce a mageslade
do caito catbollso sobre o espirito dos povos.
Sao estas as necessidades mais argentes da pro-
vincia em relaco ao caito publico. E confio oa
aflr-az e aatorisada cooperaco de V. Exc. e oo pa-
triotismo da assembla legislativa provincial, qae
ellas serio, seno no iodo, ao menos em parte sa-
satisfeitas assim, como ja' o fui a do aogmento das
congraas dos coadjutores.
Estas consideraos, que ja' no anno passado le-
vei ao conhecimento da presidencia da provincia,
novamente as aprsente a V. Exc visto como o
estado das parocbas o mesuro. Acrescenlarel
quanto as igrejas matrizes qae, sendo a sabvencio
qae anoaalmeote vota a assembla provincial la-
safficientissima para o concert e reparo dellas, a
distrlbacao que se costama fazer dessa sabveoco
torna-so qaasi inoolil; porque appllcando se a va-
rias matrizes orna pequea qaaotia (com a inten-
eo mu louvavel de attender as necessidades do
malor nomero dellas qae (or possivel) o resollado
lem sido o qae se devia esperar : o mao estado de
qaasi Odas ellas; porquaato com es-as pequeas
quantias comecam se apenas os reparos e qaaade
no acao cegaate appliea-se igual qaaoiia, ja' as
obras do anos anterior esto armiadas por in-
completas ; em ootras occasISes a queta assignada
pela assembla apenas ebega para a compra de al-
gum material, o qual, fleaodo exposto ao tempo,
se damnifica, e maitis vezes al se extravia, sem
provello algum para a matriz.
Me parece aoe (azendo-se ama dUlrbuicao mais
restricta dessa subvengio, os resoltados seriam mais
satisfactorios; porqae distrlbaindo-se por daas ao
tres matrizes das que esle em peior estado, flea-
riara estas completamente reparadas; e pralican-
o-se Isso torfos os aonos, Islo reparando se an-
Buaiment- tres matrizes, em poneos anuos estariam
todas no estado perfeito em que devem estar e o
ge a deceacia do coito publica. Eu submetto
sobveoca) para a coaclosio das referidas obras
exteroas; mas, Exm. Sr.,essa sabveoco, alea de
ser insofflciente para a eonclusio dessas obras,
alada nao pole ser reeebida em cooseqaeocia das
cireomstanclas ponco favoraveis do ibesouro pro-
vlnclal, como V. Exc. me commuoicou ; sendo que
por isso, grande parte do qae se tem feito devido
ao zelo nunca assas louvado do Exra. barao do Li-
vramento, presidente da commissao por mim no-
meada, o qual tem adianladonio peqoeoa qnanlla.
Em taes circurasiaacia'!, pois, sollicilo o vallosissi-
mo apoio de V. Etc. nao so para que a subvengo
j volada seja entregue, so bSo tambem para que
a assembla legislativa provincial na sesso deste
anno, vote nova sabvengo, como seapre tem feita
nos anuos anteriores, para que eu possa concluir
no exterior esse raagaifleo templo .ae atiesta ao
mesrao tempo a nossa religiosidade e o aperfeicaa-
meoto da industria e das artes entre nos.
Sio estas as considerarles que submetto apre-
ciado de V. Exc, para qae se sirva leva-las ao
conhecimento da nobre assembla legislativa pro-
vincial.
DIABIO DE PEENAMBCO
ama excellente edacacao moral, ist-tlltc-
indasirlal, que ser olil para <-, e mais
ainda para a patria. Amai pols con extreno filial,
e |or tola a existencia, o estabelecimenio que vai
servio de ninbo, como a ave implme; qae vos
abrigoj eos risoobos dias da infancia e juventode ;
e qae vos dea, em nome da patria, o pao do espiri-
to, comoo oro'po. Do mesmo modo, amai os vos-
sos dignos director e mestres, que vos leem esti-
mulado, como carinbosos pas, no amor do iraba-
lbo, aa coltora da iBtalligeacia. e ao camlnbo da
virtode.
t quaado sabirdes do vosso estabelecimenlo-
e vos coofundirdes na vida social. Ja como extre,
mosos pas de ramilia, boorados a laboriosos ope-
rarios, oa ebefes zeloso s e iolelllgeotes de nossas
abricas, lembral vos desta /esta, qae boje celebra-
mos, para qae Deus vos t novos bros para o
amor do trabalbo, e novos esforcos, para a pratica
dos boos exemplos; e qaaodo cootemplardes essas
medalhas, que foram collocadas em vossos peilos,
ierabrai-vos tambem que representam ellas a aris-
tocracia do talento, do trabatho e da virtnde, e qae
foram por vos iSo legliimameole alcaogadas, como
as distinccoas qae eaoobrecem o magistrado, que
rgidamente distribue jnstica, nio se corvando ao
aceno dos poderosos, ou como as do valente solda-
do qoe do solo natal repelle a inimigo, e nao vacll-
la derramar o*aogae em defeza das consternadas
mais e esposas dos seus coneldados.
Maranbio, 22 de dezembro de 1867.
< Antonio Marques Rodrigues.
lllm. e Exm. Sr.Designado pelo meu illostre
director para agradecer a V. Exc. as pateroaes e
animadoras expresses qus acabaes de dirigir aos
educandos qae este anno mereceram ama medalha
de prata em recompeosi de saas capacidades mo-
ral, intelectual, e industrial ; compro este dever
com a mais doce satisfcelo.
Exm. Sr. A casa dos educandos artfices que
conta mais de S6 anuos d3 existencia, tem dilatado
seus passos progresstvos, dissiminaado pelo im-
perio grande numero de artistas laboriosos ; e tal
tem sido a saa fama qae estabeleclraealos idnticos
a esta hao viodo beb-r InstrnccSes respeito de
saa disciplina a boa ordem ; mas nanea teria ella
ebegado a este ponto, se nao tlvesse tido
ra de ver testa do ttmao desta
n am estabeleeimento do povo, qae sustentado e v o sea adversarla Drn in.!. .na i < ~~
amado pelo poo Neste eMabelpeimento baveis re- earregando-lba orna arada 1^-e ~ poriaguez foi feita entre os subscriptores qae
ama hora 8,0M<"' l09 mi,oa em me* aior pirte desejam aotecipar seus pagamentos.
Mo'sbahdk no WTC Jlorenqa 27.A crise ministerial eonuniii. O
-*r^lTrrTLalen,e laos Ml>-Tdur .nbia.
nos de
o segointe
rlo'CS T^^0 Exm-Sr- a>imln 0 **>-
no as. Exc. o Sr. presidente da provincia m
aviso datado de 7 do andapie, baver a Div?oa Pro^
tSt^A 5? *oi* "'""* *sn S af
loza a ,ere.,ss,ma priocett U. Leopoldina, o Ba.
S^.,.iG.B,|-,T0 S.*' m dal de M, rosmiMIo
??!"W *s chefas de "Wtlco e cmara
muoc.pal desta efdade a ootfcra de tao
acoatecimento. preveniodo-os de qoe,
ibante motivo, na nnte do dia "
HA insurreicio no Hiiti faz pro-
RarARTigAO da poucia:Extracto da parta-
do da 11 correte.
Foram recolbldos casa de detencao no dia tt>
do correte :
A ordem do lllm. Sr. Dr. chefe de polica,
Ubrystovo Thsodomiro Santiago, camo alienado:
a ordem do Dr. delegado da capital, Pdro oa E-
duardo, escrave de Maooel Antonio Santiago, para
[n7.,a .,-,|Correccao; a ordem do subdelegado do Recire,
aaraaaio 7 6/8, Maca 7 1/8 d. Assuear de Per- Joaquim, escravo de Jerooymo de Alboaaeroae
mr'*r>br.an0 Si ,26/3 ,ooro21/5 >2S/6, Mar.abo, a reqaer.meoto deste. ******
Hacana
gres sos.
TBLEGBAMUAS- C MMERCIAKS.
Londres 28 -8 b. da manha.O algodao esteve
fronxo, corabaixa de 1/8 d Pernambuco 7 3/,
basto
por sema-
Pa-acioda-prada^^iSSi" ra*.'
percorrldas pe, banda de msica da comprala de
Na dita noite
agr
msica
Sabbado chegoa dos portos do norte do Imperio
o vapor brasilciro Guar, trazendo noticias do A-
mazooas at 22 do passado, de Para at 1, do Ma-
ranbao at 3, do Ceir al 6, do Rio-Grande at 9
e da Parabyba at 10 do correte.
AMAZONAS.
Mada oceorreo, que mereja menco.
PAR.
ras margeos do Amazonas relnava o typbo,
tendo ja feito algumas victimas em Monte-Alegre
e Gurupa.
jvTn n5'/Sde*reodea D0 mez d dezembro....
MARANHAO.
Foram nomeados promotores pblicos de
Guimaraes o Dr. Altioo Lellis de Moraes Reg, e
do Brejo o Dr. Joaqoim Lopes Lobo.
No da 2 do correte tomoa posse a nova di-
rectora da oraos do commereio, comosla dos
Srs.: Cndido Casar da Silva Rosa presidente, An-
tonio Lopes Ferreira vice dito, Custodio Gon{a|ves
Belcbior e Joao Caocio Pereira Prazeres secta-
larios, Trajano Augusto Valente tbesooreiro.
.."""" A. *lfaadega readea no mez de dezembro___
tlb.3i9934.
Nesse mez vieram ao mercado 8019 saccas
cora algodao e 3991 saecas com assuear.
Ctiegoo, procedente de Peroambuco, no dia
o, o palbabote Graciosa. g
O cambio regnlava : sobre Londres 21 d., so-
bre Paris 460 rs. e sobre Portugal 150 a 155 %.
Os soberanos vendlam-se a 11J200.
A nova dlrecfria da Assoclaco Typogra-
phica, compoj-se dos Srs. :
Dr. Antonio Henriqoes Leal presidente honora-
rio ; Ignacio Jos Ferreira presidente, Antonio da
Rocba Borba vi.ce-dito, Joaquim Canuto Laja e A.
J. de Barros Lima secretarios, J. T. da Silva e Soa-
za thesoureiro.
Embriagando se continua e diariamente o .
Rvm. vigario do Brejo, padre Marcolino da As- jastificaros negociantes Castro, Souia & Das, des-
sumpcao e Oliveira, fol suspenso pelo governador Iu Pra5* Qoo a polica soppunha indiciados nessa
a veotu-
- provincia presi-
dentes qae ma tose tem interessado pela saa pros-
pendade ; a V. Exc, Exm. seobor, em nome desta
casa, e de todos os educandos, pego o seo valioso
patrocinio para lio til ostituicao, que bem se fez
merecedora pelos seas coabecidos precedeoles.
A' vos, seooores, qae tambem nos qmzestes
honrar com as vossas presentas, pedimos a conti-
nnaco de vossas benevolencia a proteecao.0
edocaodoSabino Mandes Vieira. >
PIAUHY.
Apenas encontramos o seguate na Imprenta:
No dia 2$ do mez passado (aovembro) dea-se
no termo da Uolo om fado estopendoo estupro
de urna menina de 7 aonos por seo proprio pai III
O faci criminoso dea-se do segal ate modo
Jos Miguel Serejo Bambea, estando ebrio, se-
gando nos consta, ao recolher-se urda da noite
daquelle dia a saa casa, nao encontrando nella saa
raulber dirigi se ao lagar da rede, onde dormia
sua filha de nome Angela e abi foreando-a, com-
metlea esse moastrooso atleatado cootra a nature-
za humanal/
E^te pa.qae assim proeedea, mais se asse-
melba a fera, qoe babita as florestas, do qae rnes-
mo ao proprio bomem /
c Logo que a inteiz victima viose forjada, poz-
se a gritar pedilo socarro e o monstro apenan
do-lhe as guelas, embargou-lhe a voz I
t Chegada a noticia ao conhecimento do delega-
do de polica do termo, este expedlo logo as preci-
sas ordeos p.ra ser preso, como de fado foi o de
linqaeate, que est eodo preeessado.
rimes semelhaotes devem ser severameote
ponidos, para que nao se reprodazam todos os
das. >
CEAR.
i~Feio Dr* ^Qil de d,rel Jor68 dos Santos foi
julgado Improcedente o segundo processo instaura-
do contra o coronel Vianna, pelo roubo da tbesou-
Sobre as cdulas falsas diz o Pt>o //:
A dehgeocla, de que foi commissionado o
amenuense da polica Pedreira, qae d'aqai seguio
para o Maranho em ama jaogada, nao esclareceu
a qaesto das sedlas falsas mas servio multo para
- illumioaram-se os edificios po
biras ^.T T" Par,ic''. ndo as ate
horas execotado o hymno nacional era frente de
aP m,6 l"0lu,01s PrS Exc. vivas analago. ao
assa8,Pt,qoesesolemnisava,rs qaaes foram ea-
tbaelasticamente correspondidos
iai.'.2I,ii0,Bci*M.d?tMrt Me,0D' dodes-
rnnfrlJ J **Y*&> '"* "OOiero de fuOC-
c oaarlos ede cidadaos comparecern! logo a d rl-
glr felicilacae, qoe pela presidencia foram atra-
decidas em nome do governo imperial.
Em seguida percorreu a mencionada
as ras do dons bairros da capital
ma'Uni't.miSr- Dr- Gsu* de s'' lierendo dar
mais uma demonstrado do jobito de que eslava
possoido, assim como da saa adheso a principio
monarcb.co e a dynastia reiaaote, offereceu em
palacio orna partida, qae esleve moilo concorrida
e animada.
S. Exc. a S. Exma. espoza, como sempre, tra-
tara?1 a todos os convidados eom aqaella cortezia
e delicadeza que os clstiogue.
As demajs cmaras da provincia fra transmlt
lida a noticia do fado de qoe se trata.
~"i.B?laT'm com9Cno a produzir satisfactorios
resultados es esforcos da presidencia para a ob-
tengao de voluntarios da patria, do exercito e ar-
mada, em vista das vantagens concedidas ltima-
mente pelos ministerios da guerra e marloba a
,a0S * Alm de doos recrutas e de oito guardas nacionaes
desigoadps, remeter o Sr. Gustavo de Sa para a
corte, pelo Guar dezeoove volootarios, cuja ae-
quisuao parela difflcilima, se nao impotsivel oa
quadra actual. "
O alfares da guarda nacional Joaqalm Barb)-
ti Lordeiro se bavia offerecido presidencia para
auxiliar na comarca da S. Jos, lodepeodeotemea-
te da retribotcio pecuniaria, as autoridadss poli-
ctaes e os ebefes da referida guarda no ser vico do
recrutamento e da captura de pracas desfgoadas.-l
Fura aceito o offdreeimento, reeebendo o dito of-
acial recomraendaco de intender-sa a combinar,
para tal Om, eom aquellas, a que tem de coad-
juvar.
T ''* lvjg,nando de rranqoilidade o dialrlc-
to *. ruz da-spfrtto Saoto, em conseqaencia das
enrgicas medidas qae por aliimo foram adopta
das pela presidencia e reparti da polica con-
tra os criminosos e seus sequazes qae all pratica-
vam alternados. *
Haviasido pela presideocla
mascare 20 a 23.
Havre 277 b. 30 m. da tarde.O algodao em
balxa. Pernarabnco i'sorte frs. 102/30 a 103. Os
conros bom mercado, sustentando os precos. Assu-
ear tjpo a. 12-58 a 60.
Os fondos brasilairos sio colados :
3 /. -1859-86 a 90.
4 1/ /852-58-69 a 71.
4 1/2 V1860-66 a 68.
4 1/1 /.186365 a 66.
PERNAMBUCO
REVISTA DIARIA
do bispado.
Lemos no Pdfz:
Prximo da povoagSo do Morro, que dista 2 le-
goas da villa do Icai, mora o subdelegado do 2*
districto, o qual tendo um fmulo em seu servico,
foi este mandado recrotar por ama deligencia de
soldados de polica, pelo recrutador o Sr. capitao
Campo3. Fol o homem encontrado no servfco de
roca, e reeebendo ordem para entregar se, resis-
ti. Os soldados de polica, qoe nesta quadra vo
se tornando celebres, iovestiram centra o pobre
homem qae se defenda com am pac (baste de ma-
nlva, diz o nosso Informante) e na lula deram-lh
uma bayonetada no pesco?o. Foi o ferido conduzi-
do para a casa do delegado de polica, onde suc-
cumbio! >
< Houve no dia 22 do passado a distribuido dos
premios aos educandos qoe este anno mais se dis-
tinguirn) por conducta, e as aalas e officios. O
Exm. Sr. presidente da provincia, nao podeodo
comparecer a este acto, commisslonoa o Sr. Dr.
inspector da instrueco para fazer soas vezes.
Depols de conferidos os premios, o Sr. Dr.
Marques Rodrigues proferto om discurso, a que
respoudeo, agradeceado o educando Sabino Mendes
Vieira. Estes discursos publicamos abaixo.
< Os premios sao medalbas qae se distlogaem
pela fila : as de fita amarella sio para a capacidade
moral, as de fita azul para a capacidade intelec-
tual, e as de fita encarnada para a capacidade In-
dustrial.
t Houve grande concurrencia de todas, se nlo
admirara por ser coasa notoria, louvaram ainda
uma ves o aceio, ordem e disciplina qoe fazem da-
quella casa om modelo de estabeleeimento de edu-
carlo.
Na exposlQo dos Irabalbos os mais apreciados
foram os de caoteiro e eocadernador, que sao dos
melbores qae se eaeootram fallos nesta cidade.
t Foram estes os discursos proferidos :
c Jvbns EaocANOos.Commissiooado pelo pre-
sidente da provincia, o Exm. Sr. Dr. Antonio Epa-
rainondas de Mello, tive a honra e a satisfagio de
eonfarir os premios, qae digaamente recebestes.
Comprebendendo os vossos deveres, tendes
pelo tlenlo, moralidade, e trabalbo alcancado,
premios de bonra, os qaaes nio s ho de lisoogear
oobremeote a vossa coosciencia, porque sao elles
o syroblo da josiiga; como tambem dlstioguir-vos
na socledade, que applaode e respeita sempre o
mrito, seja qual fr a saa manifestaco e origem.
< As medalbas, que oroam 01 vo-us peho', dls-
Uncios educandos, deveis considralas cono esti-
mlo e recompensa, como estmalo porqae, na
rude peregrinarlo da vida, 01 do-sos desejos
oo se rotea realisar sem que baja a perse-
verares, que fortalece o espirito e a resiguagio,
qoe coi faz encarar cora animo tranquillo a toa
e a m oriana. Como reconpeosa, poqoe a nos-
sa (0isciencia recoobece e pro:lama, que do mun-
do a juslica nao coasa Ilusoria, e que o m-
rito, piovenlente goj boas esfo*;os, e das boasac
c5?s, hade ser sempre encarecido pelos borneas.
Filbos do po-o, leudes reeebida o agasalho
Infame especulacao.
1 Das averiguacois procedidas no Maranho re-
sullou conhecer-se, que a casa de Castro, Sooza
L.* nao eslava comprometida em tal negocio, e
que o dioheiro falso remettido para a casa de c,
fra recebido no bao:o, em boa f, como aconleceu
com ootros muitos negociantes.
Acbava-se ja de volta na capital o Exm. Sr-
Dr. Lsao Velloso, de sua viagem ao norte da pro-
vincia.
A alfandega renden no mez de detembro
Lemos ne Pedro II:
f Fallecea ante-bonlem, ao anontecer, e sepal-
toa-se bontem no cemiterio desta cidade o nego-
ciante portogaez Francisco Luiz Salgado, ebefe da
casa commercial de Salgado, Souza & C
c Uma pneumona agnda, que foi rebelde ao
tratamento empregado, poz termo a sua preciosa
existencia no breve espago de 6 dias, deixando sua
familia inconsolavel por lo grande perda. >
t No t?rmo da Granja deram-se no mez passado
(dezembro) dous assasinatos, qae nos foram cora-
monicados por nosso correspondente as seguintes
palavras:
c No dia 5 no districlo da Varzea-graade om in-
dividuo de nome Manoel Raymuodo assassinon com
uma facada a seu sogro Francisco Rodrgaos de
Mendonca.
A morte foi instantnea, e o assassino acha-se
preso para ser preeessado.
t No dia 6 o pardo Jos Venancio, casado, mo-
rador nos suburbios da eidade, maior de 60 annts
assassinon com ama facada a om individuo con De-
cido por Gen, rapaz de 20 aonos.
c Perpetrado o crime o assassino eotregou-se a
prisa'-), dizendo ter sido aggredido pela victima.
c Consta qae com effelio bouvera uma alterca-
cao entre elles, por clumes I
i No dia 1 do crreme (jaoeiro/, de 5 para 6
boras da tarde deu-se oa villa de S. Francisco um
assassioato oolavel pela audacia do face moroso
qae o pratieoa.
t Eis como oos referem este desgraeade aconte-
cimento :
f llantera a tarde Joaqoim Sapatelro, dislincto
(aquista e cangacelro assassinon com ama caolveta-
da no ambigoa om pobre bomem de nome Florn-
do, que parece-nos ser Portogaez.
< O assassino faz profisso do baralbo e do c-
cete esteve jogando com a vid ma, com quem 11-
vera urna altercago por cansa de seis vintens nio
passaodo a briga de palavras ; porque as pessoas
preseotes intervieram e separaran) os contendores,
retirando se Florindo para casa de seu sogro o ve'
Ibo Joo Ferreira Gomes.
a Poacos instantes depois ebegou o delegado em
exercicio, Jos Faado Pacifico Jnior e queixao-
do-se Ibe Joaqoim Sapateiro de qae Florindo Uvera
ra o desaforo de altercar coa elle,o delegado man-
dn prender aqoelle por doos guardas.
1 Effedoada a priso foi trazldo o preso a pre-
senta do delegado qae eslava na porta de Fraoeis-
co Rufino, em companbia de Sapateiro qae apenas
- dispensado do
servig) do destteameoto da guaroso, como guar-
da nacional, o compositor da tyoograpbia do peri-
dico opposlcionista Rio Grandense, em razio de
ter allegado qoe a sua aaseocia da mencionada
typographia trazia embaracos a poblicacao da
folba. *
fra avoliaio nos doas mezes passado3 o
raadiment) da alfaodega, e o mesrao suppuoba-se
qua succederia no correos, visto continuaren) a
entrar no porto muilos navios para receber carre
gamento.
la ser Iluminado a kerosn* o pbarol da
rortaleza da barra da capital, em razio de ja ter a
presidencia recebido para isto antorisaQi) do mi-
nisterio competente, a quem dra conhecimento de
tal Decessidade, qoe ha raoito orgia por satisfacao.
A mesma presideocia havia providenciado so-
bre o servico da vaccina^ao, de modo a n*o conti-
nuaren) os estragos prodazidos pela varila, por
causa do deleixo da popalaco em submelter a ella
as pessoas que necessitam de semelbante preser-
vativo.
PARAHYBA.
Nosso correspoodeate nos escreve, em9d)
correen :
Desejamo-lhes as melhores entradas de anno.
Por aqui ludo val oa santa paz e sem altera-
Cao, e neobum facto ba que raereca ser noticiado
cora mioaciosidade.
Parece qae estamos com o ioverno, e no dia
4 bouveram agaaceiros bsrn soffriveis, o qae
uma felicidade, por que o Invern de 67 foi pessi-
mo, e a agricultura j 8)fl>ia muito com a falta
das chovas.
t Contina a caresta dos geoeros alimeoticios,
a farioba de mandioca est pelo prego de 480 mis
ama medida. A falta de troco am mal qae affli-
t ao commereio e a populacho; o dinbeiro de co
bre tem desapparecido da circnlacao, e na tbesou-
rana de fazenda pagara eom as novas olas de
5^000, de 10*000 e de 50*000; mas nio as acei-
tara em pagamento, de serte, qae mallo se qaei-
xam os negociautes falla de dioheiro para paga-
meato de seus despachos na alfaodega.
At aqui, em poltica, as coasas permaoecem
00 rslafu quo, parece que o Dr. Serfico, ou son-
da o terreno, ou as quer conservar no mesrao p.
O Dr. Serfico val b im em a sua administracio.
c Segando dados qae obllvemos poaeo mais
ou menos esta, a estatistica desta capital: 1,141
easas conectadas, inclnindo 66 sobrados, 37 lojas
de fazenda, 2 de ferragens, 110 tabernas, 23
alambiques, 12 armazens de algodao, 10 de carne
secca e asucar. Tem mais, 4 conventos, 6 igre-
jas, 5 typograpbias, 3 bilbare?, 2 qaarteis, 3 bos-
pitaes, 3 pbarmacias, 1 lyceu com 7 aolas de pre-
paratorios a 1 bibliotbeea, 4 aolas de in-trneco
primaria para o sexo masculino, daas para o fe-
menino, 5 aalas particulares, sendo uma de Ins-
trueco secundaria, 3 lomes, 1 hotel, 3 joroaes.
sendo 1 diario e doos peridicos, i matadouro, 44
ras, 32 baccos, 5 pracas, duas casas de mercado,
2 ancoradonros, daas cadeias, 1 deposito de plvo-
ra, 2 pbotograpblas, 3 edificios de repart c5es pu-
blicas, 1 palacio do governo e i tbeatro.
t Eslo a carga no porto os navios ioglezes:
Pretton, Salven, Derendole, Crtierion, Rowena,
Jar.i Ure e Malta.
Cumeca boje o concurso para preenebimento
das vaga de terceiros escriptorarios da thesonra-
ria de razeada desta provincia.
Em vista do contrato provisorio celebrado
eoire o goverao e a companbia de vapores nacio-
naes, demittio de si o mesmo governo o direlto qoe
tioha a' dais passageas em cada viagem dos refe-
ridos paqaetes.
Foram suspeasos por tempo lodetermioado,
e raaodados sobmetter a' conseibo de disciplina os
Srs. capitaes Francisco J>s Vianoa, Cbrlstovao
Santiago deOUvera a Maooel Javencio de Menezes
e lente Antonio da Rocha Accioly Lins, otficiaes
do 4* batalbao da guarda nacional.
Um dos triamphos mais ioeontestaveis da ex-
poslcao portogoeza em Pars, foi a collecgao de
trsjos dos suburbios do Porto, representados em
figuras da barro.
Poram oslas figuras em numero de vinte e qua-
tro, mal delicadas e faltas com admiravel espinio
e fielmente exactas oa expressio typica, vendo-se
entre ellas a vendedeira de bolos e de Ralliohas, o
vendedor de peize, o agaadeiro, o cantor e a can-
tora ambulantes.
A vidrac do Sr. Ctmpolinl, do Porto, foi uma
das que mais altrahio a curiosidade dos visitantes;
e as suas estataasiobas aebaram imraediataraente
compradores.
Consta-nos, qae o Sr. Decio de Aqalno Fonse-
ca, lente coronel coamandante do Io batalbao de
artilharia da guarda nacional deste municipio do
Recife, s tem desigoado para o servigo da guerra
em seo balalhao aquellos guardas, que, ou por si
mesmos, ou por seos pas, dispdem de bens de for-
tuna ou recursos.
Este batalbao, qae o menor do municipio, tem
nio obstante fornaddo para a gaerra seteota a seis
pragas ; as qaaes ia' seguiram para o sal, por ba
verem todas sido jalgadas aptas para o servico do
exercito.
O chfe da 5* secgio,
J. G. da Mesqolla.
Foram remettidoe pela repartlco da polica
o seguate :
Dia It
Recrutas para o exercito....... t
Rterutas para a armada......... |
i Ctsi.TRRte ptiBLtao.Obituario do dia 40 a
Janeiro de 1868 :
Pbilomeua, Peroambuco, 9 anoos, Bja-Vista ; ta-
berculos pulmooares
Isabel, Peroambuco, 8 mezes, Boa Vista ; ma-
rasmo.
Beroaraioo de Assis Cavalcanti, Peroambuco, 2*
anoos, solleiro, Bja-Vi ti ; tubrculos pulmo-
nares.
Jos, frica, 48 annjs, salteiro, Santo Antonio;
espasmo.
Marco, Peroambuco, 11 mezes, e3cravo, Recife ;
demigio.
Joo, PernamtacQ, 5 raezes, S. Jss: eonvalsfias.
-11
Maris, Pernambuco, lo mezes, Boa-Vista ; sez59S.
Claudia Guilbermioa dos Santos Porto, Pernam-
buca, 13 anoos, solteira, Boa-Vista ; convuls5s,
Antonio Ferceira da Silva, Pernambuco, 30 aooos,
solteiro, Boa-Vista; bydropesla.
Antonio, Peroambuco, 2 anoos e roefo, S. Jos ;
congestao cerebral.
Communicados
oo de Dos.
Fondeoa bontem as 6 1|2 horas da tarde no la-
marao o vapor francs Navorre, vlndo da Baropa.
A' bora adianlada em qae faadeoa nao no per-
mute dar mats do que as seguintes noticias, qae
extrabimos da correspondencia de Portugal.
Por!ugal. Novo empresiimo portuguez e felix
xito desta operago.
Franca. Dscasso da nova le do recruta-
mento.
Inglaterra Novas tentativas fenianas.
//alia.V0U50 contraria ao governo.Crise mi-
oisterial.
Autlna A cmara dos senbores approva a no-
va constnaigio.
Blgica.Crise mioi'terial.
TELKGRAMMAS POLTICOS.
Londres 27.-A dastnouigo do total do empres-
Gutteraberg pronuncia o sea fil lux I
O mais amigo monumento da impreosa exposto
por Porlogal foi em liogua bespanbola, 1478; sao
versos de om Qlbo de Portugal.
Em 1490 apparece em portuguez orna Wstoria
do imperador Vespasiano; obra da Valentim do
Morara, chamado pelo rei Joio II a Portugal, onde
foi secretario de el-rei D. Maooel.
No XVI scalo abundara os livros de devogio, e ?V? S. DeC,a^a de q
beraassiraosdevi.eos.degeograpbia.de astro S, Jraadf W, 'T,08-
nimia e de narrativa das conquistas.
Notel os livros de Joo de Barros acerca da des-
coberta das ludias (1552), de Souza Coutlnbo a res-
peito do cerco de Dio pelos turcos, impresso era
Goimbra em 1556, os comraentarios de Afijan de
Albaquerque era 1537, e finalmente uma ediego
de Candes com estetitolo: Oslziadas-com
PRIVILEGIO REAL-IMPRESSOS ESI LISBOA, C )M LICEN-
GA DA INQOlSIfJAO EM CASA DE AHTJKIO 00HZALVES,
lapBKSsoa.
Pelas 7 horas di noite do dia 10 do crreme,
passoa pela poote da Bia Vista um carro, que nos
dizem ser da cocheira do Sr. Joao do Deas, a' ra
do Imperador, dirig do por um belieiro da pV v ra-
da ; 0 qual pareca commaoicar a seas doas caval-
los o espirito diablico que trazia no corpo, peis
tal era a pressa que esse bolieiro linhi de ebegar
a casa, qae s por feiicidade aao esrxagoa aos
transentes; mais anda assim atirou-se com tanta
violencia sobre um cabriole', que vioha adame,
que o espatifoa, escapando por milagro de serem
morios o Sr. Dr. Sabioo e seu creado qae vioham
00 dilo cabriole!.
O bolieiro desculpava-se com a dure3a dos quei-
xos dos cavallos.
Nio serla, pois, mo qa9 elle fosse na casa de
detengo amollecer eslas qaeixadas, o que seria
moi fcil se qulzessem por emeffectividade as pas-
turas manicipaes.
E' insupporlavel e altamente deponente a auda-
cia da maior parte dos bolielros I
O vapor francez Navarre, lira a mala para
o Rio e Babia, boje ao mel dia.
A' bordo do Guar vieram dos portos do nor-
te do Imperio 451 pragas entre gaardas oacionaes,
voluutarios, recrutas e libertos, com destino ao ex-
ercito e armada.
Esse vapor trouxe para a nossa praea, das
do norte do imperio 20:643^500, e para as do sul
1(>7:2565723 rs.
O escrivo dos protestos Jos Mariano esta'
de semana: a ra de Saolo Amaro n. 20.
Por engao foi publicado no aaouncio da roa
da Iraperatriz n. 28, ao lagar em qae dlipaletos
enfranqoeados felos em Parsqaaodo deve ser
paletos enfranqoeados feitos no paz, como esta'
00 original, e qae s por erro lypograpbico foi pu-
blicado:
Entrn hoje no exercicio de thesooreiro das
loteras o Sr. Amonio Jos Rodrigues de Souza.
IaOterla.- A que se acha a venda
a 50a a beneficio da igreja de Nossa
Senhora da Soledade, que corre terga-fei-
1a 14.
Passagelros vnoos dos portos do norte no
vapor Guar:
Dr. Emilio Dias e 1 escravo, D. Rita de Cassla
Barbosa Lima, Albo, 1 criada*e 2 escravos, Joa-
quim Antonio de Oliveira Loto, Antonio Alfredo
da Gama, Antonio Lazary, Jos Narciso de Carva-
Ibo, fre Antonio de S. Braz Maciel Piohelro, Anto-
nio i.odrigues da Costa, Francisco Antooio de Deas
Parede, Dr. W. Robinson, dous escravos a euire-
gsr a Alfredo Garca & Irmio.
Segaem para o sul :
Manoel Antonio Fernandas Lima, D. Aona C.1
Fres de Lima, D. Viceolioa P. Pereira da Serra,
Manoel Castanbeiro, Francisco Ladislao Toseaoo,
sua senhora, um criado e doos escravos, Dr. Joa-
quim Barbosa Lima, Albertina e Emiliana (liber-
tas), Anaelete Francisco Mala, Antonio Teixeira de
Queiroi e soa senhora, Luiz Manoel da Costa, Jos
Asceogo e om Qlbo, Antonio Jos de Araojo, pri-
maros lenles da armada Jos Antonio da Silva
Maia, Rufino Luiz Tavares e Antonio Flix Corroa
de Me; o, Dr. Gaidlno Tobas de'Senna, Jos Som-
bra, Antonio Jos de Mallo, 451 pracas pira o ex
ereitD e rmala, 15 escravos a entregar.
Polmica religiosa.
Preaa a palavra, insta a tempo
e {ora de tempo: reprehende, raga,
ailmoesta com toda a paciencia e
doulrma. Porgue vtr tempo em
que muitos homens nao soffrerlo
a san doutrina, mas, tendo comi-
endo nos ouvidos accumularo pa-
ra si mestres conforme, aos stus
desejos, e assim apartaro os ou-
vid os da verdade e os applicarao
s fbulas.
(S. Paulo, 2 a Timet., c. IV, vv, 2, 3 e 4).
< Si algoem disser 00 crer que
o Deas da le amiga difireme
. do Deas da le evanglica, seja ex.-
commungado. *
Si quts diient, vel crediderit al-
terum Deum esse pnscae legis, al-
terum Ecangeliorum, analhana,
sil.
(Cantil, de Toledo.)
IV
Paralltlos de Terluiano entre o Xoto 0
Vrlho Testamente.
I."
(Contmuacao.)
Cbrsto enva os seus discipul a pregar o rei-
Declarou de que Dos era o reino?
itos nem vestidos para a
jornada. > Quem poda prescrever istosa
nao o eos que alimenta os Qlbinhos dos corvo?,
que veste de formusura as flores, e que ontr'ora
dissera : t ^ao atis a bocea ao boi que debulha,
ata de que se alimente de seu trabilbo; porque
todo aquello que trabalha merece recompensa. Po-
da Marciao supprimlr estas palavras; mas que nos
importa se o sentido dellas permanece? Mas
quando Jesns Christo ordena a seus Apostlos
que sacudan) (em iMtemnoao de maldigo) o p
de suas sandalnas cootra os impos que os nao re-
ceberem, nmguera Invoca o soccorro de um tes-
lemunbo sem a inteogao de levar o negocio a um
Iriboorl. Sun, tomar tesiemuohas contra a desbu-
manidade, ameagar o juiz.
Os depoimentos de lodos os qae assegoravam a
Heroies que uns tomavam o Cbrsto per Joao
Baptista, outros por Elias, e outros por algum dos
amigos Propbetas, atteslsm aioda que Jess
Cbristo do pregava um Daos novo. (I)
O Christo, segundo o seu amigo costme,
t sustenta o povo no deserto. Ora, se elle nao
t o mesmo Dos qae o Creador, esta' muilo abaixo
do Croador; porqu oo foi s am dia, com os
elementos grooseiros de um pao e de um peixe,
c nem cinco mil horneas somente que o Dos d
t le amiga sustentou oolr'ora. O prodigio se reno-
< vou durante quarenla aonos, com o man celes-
c te para seiscentos mil homens. >
Fol tao igual em ambos os casos a magestade di-
vina, que Ibe approove, segando o exemplo ja" da-
do, nao s qae o sustento, por mdico que osse,
bastasse para as prtclsdes da mullido, senao qae
multo as excedesse. Assim, n'ura tempo de lome,
fez o propbeta Elias que, mediante a saa beneao,
as mdicas e ultimas prvidas da viuva de Sarepta
dorassem por mais tempo que a escassez. O fado
esta' registrado do lerceiro livro aos res. Se abrl-
res o qaarto, acharas ahi o procedimento do Cbris-
to, eseripto de antemao aas aegoes do santo pro-
pbeta. Este ordena que se deslribuam ao povo os
vlnte pes de cevada que Ibe havlam apresentado.
Que i isto para cem pessoas f Ibe replica o
seu servo, que comparava o numero dos asisten-
tes com a exiguldade da rago. Dai-lh'os, diz el-
le, e tiles comero; porque eis-aqui o que diz 0
SenHor: t Comero esses pes, e anda sobrar.
Comeram com effeito e ainda sobrou, segundo a pa-
lacra do Senhor, > Que identidade entre o Cbrsto
velbo e o novo 1 Eis aqui porque Pedro, confron-
tando as maraviihas de que era testemnnba cora
os milagros da le mosayea, recoohecla ojo s o
passado, mas, no passado, a prophecla do futuro.
c vos, quem dizets que sou eu tperguota-lhes o
Mestre. Tu' s Christo; Ftlho do Dos vivo
responde Podro, em nome de todos. Nao poda Pe-
dro ter idea de outro Coristo, se nao daquelle qua
conbecia pelas santas E-criaturas, desde o Penta-
teuco at os propbetas. O proprio Chisto cooQrmoo
o seo testemuobo, aceitando o, isto recommen-
dando silencio. Ora, si, por um lado, Pedro o nao
confessa se nao como o Cbristo do Creador; e si,
por ootro, Coristo Ibe prescreve silencio sobre a
conflssao de saa f, segae-se qae o mea Salvador
nao quiz que a f do Apostlo fosse proclamada.
c Illuiolexclamas tuPedro enganoa se;
e Christo quiz saffocar a mentira no oasr.edooro.
Bem diferente a causa assigoalada por Cbris-
to a. este silencio. < E" necessaria, accrescenia el-
le, que o Ftlho do Homem soffra muito; necessa-
no que seja rejeitado pelos andaos do povo, pelos
principes dos sacerdotes, pelos Escribas ; que seja
morto e resuscite ao terceiro dia. Como esta pra-
dlcgao se refera a Christo e s a Cbristo, elle at-
testoo, ser elle o mesmo Christo, a quem ella sa
referia. Supponbi-se, porem, qae a propbecia fossa
omissa neste ponto: dar por motivo do silencio a
necessidade de saa paixo, era demonstrar qua
Padro se nio eogaora.
Todo aquelle que quizer salvar a sua vida a
perder; e todo aquelle que perder a vida por amor
de mim a salvara. Mxima qoe seguramente



'

i


'

'i


.

!

ver a face d> Seohor. *Agora, pois, diz Moyses,
se aehet a graca na fu presenta, mottrai vos a
mim piiM que en vos veja. Aoceura esta provo-
ca pela qual o Cbristo novia res'l:r a aossa bu-
naanidaie. M jsi sabia o perfeitameote, porqoe
I' essa respeta Iba bavia sido dada; sabia qie
ootinrra f/i* / contemplar a face do Senhtr ser
Mas
nat ser asstm com o meu servo. Moyses En lite
fallara a elle de viv voz fallasu a nussa huwa-
nidade, que devia re*"tir), e nao de urna maaeira
enyymalica, sea por figuras.
(Confirmar m ha)
Nao me causn sorpreia a pubeacio, assigna-1
da por sigan dos srs. olBcires do 4 baialhS di
guarda oaelooal, sob o mea curara -udo, do D ano
de Pemambuco de 10 do correte.
Desde qae assarai o commando do referido ba-
talbo, coaiprebeodi logo que leria de lu ir com a
ma vmtad* de alguns ufflcues, m'. -vootade essa
que flcou revelada exub-r-mieioente pela manera
porque procederam no q jarte! d j eorpo da polica,
e arada mais pela citada pubikacSo, oodeseiba-
nifesla clarameote o t jirito de oppoicao poltica
qae os domina.
Nessa poblicacao son aggradido e mal aprecia
do pelos prprlos a quero trat -i cura a maior caite-
zia e delicadeza, a' pouto da me aifibuirem faci-
qae oso praiiqaef.
Entretanto, corapreli-hde o publico que nao me
licito aceitar a oiscosso; nao t porjue nao a
dovo ter com otlioues do mea eommando ; mas
timbea) parque teodo elles de resjonder a erase
Iho de disciplina por ordera joer exposico'de miaba parte seria lida como uio
acto de aceosaeSo.
Acbaodo-rae, pois, pcftis dis^osioes, ffljmo,
com lado, que os stnbore-offlciaes no seu7:egi>
faror de me agredirerD.etratesuraui it ter eu pos-
to em liberdade tjd> os guanas oaclouaes reco-
midos ao uu(le de'oo'fc a qae linhan iseetoes
legaes; aitr.bumdo senieinanie acto, ao Sr. com-
maadacite superior ioterrao. Garanto sb n mha
p.ilvra e sem receio de ser cnieslado, qne o.Sr.
comraand*nte superior neuhama parte t-ve Da sol-
t'ira de laes guardas; tojjs elles foram sollos pur
mira, como podera declarar os proprios guardas e
ofSeialidade do eorpo de polica.
Paro aqol porque as quero eotreter polmicas :
o publico esta inteirado d t que se passoa e eu nao
recelo do Juno do< bomens n bem.
Recife ti d. jaoeiro de 1868.
Silcino Gulihet me de Barros
Dio poda partir se nio da bocea, daflkodooo-a* tata Aiaat Ja abanimttai fue
mem. Approwma te, Marcio, com o rei de Baby- j do Sentar de toda a trra. Sun
looia deis* fornalba ardeote, accesa pelo imp
La vers como e Silo do hornera (nada qae, pro
prlameote (aliando, elle nao liaba arada nascido do
bornea.), la' o veras operando esse duplo prodigio-,
elle salvaos tre'rmos que-sacrificara a vida por
saa gloria, e perde os Caldeos jue prefenram sal-
var a saa pela idolatra. Qae doutrioa oova es-
ta, cojos ensinos reuiontam a scalos tao afistadotT
Ja* se verllcavam antecipadaraente os oracalos pe
tos qaies o fiibo do homen devia aononciar om
da os seas mirtyres, e as eoroas que Ibes deslina-
va. t Vede, du I-ilas, o justo perece, e nio ku
quein considere em s-u coraca~o; e enhor Ihe cha
ma o homem de sua misericordia,, e nao ha qnen
lastime i E era ca fui etse oraeaio mat*
verdadelro do qae n persegaiQie dos santos ? Ob
norte, mor le nao ordinaria, nem cotnmum. segan-
do as l-i di n-'iuM-za, mas II ustre e x.lT ida nos
combates pela fe, murte na quil lodo aqoelle qae
abaadoas a vida por amor de Dos a conserva t
fooii, uj'smo aqu se reconheee o jola qee pn-
ns com a perda da vida aqueile qae procura res-
gatal-a injustamente e rec jmp.-nsa com a ejo-er-
vacao desea vida, o generoso sacrificio na^ se Ibe
cilerece. Elle se aprsenla como ura Daos dos >
que d o mal pelo mal Tolo aqueile que se en-
vergonhar So o meu Corislo pedia svr expasto a' cofog.u) ;
a sua vida lima ieoga serie de ullrages. Traga
os opprobrios dos herexes que ihe laocam era ros
to, com amargo desdes, a abjeccij de sea oasci-
r mente, a obseuridade de seas pmneiros annos, e a
bane-.a de saa carne mortal. Qual de toda* estas
circunstancias se appllca aj leu Lbristo. Mar
Ciio? Elle envernoobar se I E de que'? To, sirr,
te deves mvergwooar de tere imagmado ora Cbns
to to extravagante !
Has o qae sobreludo te conf ande oo poderes
contestar, que o Chnslo se u-.sirase no Tnab r,
entre Moyses e Elias, qae ella viaba aoni jailiar.
Has logo accresceoias :
f Eis aqu jastameule o qoe proclamoa a vi
< sabida da cavem : Este o meu fiibo mmlo
< amado: oavio-i .' Uto nao ouvi mais, nem a
i Moyses, oem a Enas.
Ei'borl mas basUva a declaraco sem a pre,
seoc dos doas propbetas; porque, dcsiga u lo el-
la aqaelie a quem coovlnba ouvir, exciuia ralos
os roais ; ua dar-s^-ba, que ela p-nmtta, que de
roos crdito Isaias, a Jereaias, e aos oatro*
propbetas, que ella dos nao mosirou, qua'ndo ex
cine os dous qoe loruoa vi.-iveis? Cuocedo-te que
a preseoca de M yes e de Elias fosse u--c-ss>n..
Has era Vrz de Onristo, fazel-os vj si veis, conver-
sando cera elles familiarmente, o que dencla ami
zade; ou faieodo-os part cipaoles de sua ice-rna
gloria, o que denota 09 nplacncia e favor; porque
nao os vemos apparee.-r em algum logar obscuro,
sigaal certo de a^oiquillamento, va at oas trovas
do Creador, que o Cnnsto viera dissipar, afaslao
do-os asslm dos divinos esplendores do mesrao
Consto, que, dizes, viera separado seu Evangelbo
da le edi> propbeU* ? Bom modo de mostrar que
vinba aDoiqaillar Moyses e Elias I Bom modo de
eosioar, que os abauduudmos, associaudo-os elle a
a sua misso Para os anntquillar, exalta os, co-
b-iodo-os com os raios de sua gloria I Que mais
faria o Cnnsto? Por ao seo lado os pregaros de
sua viada ; mostrar a saa divindade entre aquellas
a quera se manifestara em rel.ii.3es anteriores;
conversar com aquellos, que por lanos seculo
maotiveram o uoiversj na sua expecuco; c,m-
municar sua gloria quelles, que o prucUmarara
rei da glora, iMo, a dous bomeos predestinad, s
ora,legislador do p.ivo, e ooatro. leformador;ura,
qae bavia consagrado o Autigo Testaueat >, e o 00
tro, consummadj o Novo: qae mals convioha ao
Cbrlstodo Creador? Por isso Pedro, recoohscendo
com razo os compaobeiros do seu Cbn.-t >, cora
qnera conversavam Inseparadara-'rjt unidos, ex-
clama : Bom que aqui fiquemos. 1 como se
disssera : Bom bab Ur se ond 1 s > Moyses
e Elias t Levan e/no* res tabernculos: um
para U, outro para Moyas, outro para Elias.
(I) Logo, pregaa o Dcos dos Judeos, em oome
de ouein failou Moy>es. A quem devemos acredi-
tar ? A Tei tuhaoo ou ae Cliriilao Velho f A res-
po.na obvia.
Mas oao sabia elle oque dizla? Como asslm I
Provioba sua ignorancia de um erro usturai, 1 u de
om principio, que defendamos d< propbecia oov,
o exiase da graca, qae urna especie de demeo
cia ? Com tlf-ito, o b.>mem ao rapio do espirito,
raormeota quando crat-rapla a gloria de Deas, ou
(jando Dous talla por soa borci. deve c>c->s-na
mente sabir lora oe si, e perderse nos ralos da
magestaue divtua :-E' este o punto, que oos sepa-
ra dos Psychicos. Entretanto, o arroubo exutic-
de Pedro de f idl expheagio. Como, se nao en
espirito, terla elle ecubedo Moyses e Elias? Es
tataas e i 1 geos deiies nao as lichi o poro, por
qae a le Ib'a prohiba. Pedro os vira, pois, em
espirito; e por c, osequin'.e o que elle disse no ac
casso do esjirilo e (ora dos seolidos, oio o poda
saber.
Alera de qae, se Pedro nao sabia o que duia, por
que tffcctivameDle se eoganava quando va era Je-
so; Cnnsto o verdadeiro LDristo, como se explica
que, sendo Pedro interrogado ponco ames por
Cbnsto sobre a opimao que d lie linham, respon-
dea que o linnara coreo o Chnslo eoviado pelo
Creador : < T s o Chrislo, Filho do Dens vico ?
Se o li ves-e. coohccido nesse mora-mo por P loo de
nm Deus extraoho, nao se tena to poaco eagaoa-
do sobre este ponto. Se o segondo erro e conse-
que..cia do priraeiru, resalta luveGCiveimeote qu-,
at esse dia, rao bavia Jesas revelado oeohum<
divindade nova ; que, al esse da, Peiro nao e-le-
ve em erro, pois que seu Mestre oada de seme-
iban'.e bavia revelado, e qze, duraaie todo esse io-
tervallo, nao o eonsiderou de oatra son se nao
como o Chrii-io co Creador, cojos designios c nr-
mou entre os borneas.
3."
Jesos Cbristo escolbeu eolre seus discrpale^ tres
lestearanbas da viso e da voz, isio ua traosSga-
raco. Nuvo iraco de sertelnaoca erm n seu ter
do Pal. qae b.via aun : Toda a palavra se> al
testada peto iepotmento de Un tese sos retira-se para o moa te : explicarse a rszio do
lagar. Fol sobre ara monte que o C eidor bavia
Hliciad. na saa lei'o ptvo iiriniitiv) por ama visio
e pelo som de sua o. Craviuha que a nova al-
lianca fosse assignada u'um lugar elevado, como
lora coocluida a amiga, a' soujijra ambienta aa
mesma oovem, coadeasada pelo ar do Creador.
Asslm a nnvem nao foi ento mada. Urna voz se
oovio do co; 0 Pai oeo om noo 1 -t-muntio ao
Filn. do qual Ja bavia diti por bocea de David :
T* $ mtu Ftlho; tuhoje te geren ; e por Isalaa:
Se temis ao Senhor, ouvi a voz de n Ftlho. Ets
oh* por fue, tornnno o vtsirel, bra-J-t : Este i o
meu Fuo muito amado E se sob.alende o Fiibo
que vos tenbo prometiido.
De feuo, se elle up ometieu oatr'ora, e disse de
pois : Bsle o meu Ftlho e.-ta palavra eoavra
iqaeile que moirava o ubjecto, que elle liaba pro
metilo, h oao a^uaile a quera se pode responder:
iQuem s la para me dtzer: *Este o meu Ftlholi
Teu Fue I- T uao me aoouaciasie a sua vraoa
futora, sem que me revelasses l mesrao a toa pro
pria existencia.
t Ouvi o pott: Desde a origem o mesmo Crea-
dor navia aeeuraco que o povoodem eavir como
Proph-u, porque cemu tal o deva considerar o po-
v. leus, diz H y-s, juscilar-cea-Aa dentre os
Vtsscs untaos um Propheta > Alluso ao -eu oas
cimeuto camal. lOuvto como se elle fra eu
mesma tPor*se> exterminad do seio do povo
todo aquelte fue o nao ouvtr. l-aias falla a me-ma
liogorg-iu : Se tmete o Stnhcr, ouvi a voz de
seu Fttho o Palavra qae seu Pai couflrra ra quando
Interrompaa a saa conversarse cora Moyses e Elias,
diteeoo : Este i o meu Ftlho muite amado: ou-
Vi-Oi a
Se de Meyses e da Enas se fez a fransieao para
Jesos Cnri 10, esta se uo operava da parte de ou-
tro Deas para ootro Christo ; mas da parte do
Creauorpaia oseo Cbristo, qaand fri socceder
ao. Amigo Teslameolo o Novo. >Ndo i, d>z Isaas,
om me>n>1atano, nem um simples enviado, que os
ha de salvar, e ti mesmo Senhar pregando em
pessoa, compriodo le e oa Propbatas. O Pai de-
slgAoa, pois, a seu Pilbo discpulos novos. Mas,
antes disto, associoa publicameate Mjyses e E ias
as prerrogativas de seus esplendores, c >mo para os
despedir com todas as booras, que erara oe>idas a
soa ayerarcrHa e fldelidade afirB de provar ao
ande, qce havia saciado de gloria entre o Christo,
Hf**s, Bnas.
Uahacae nos desereveo de aote-mo todas as
etrGomsUDeat dessa viso do TbaBor oaqoella
P***eo, en qu o Espirito Sanio falla em nome
es Aposioio. iSnar, ,n ouvi a 1*1 pnlavra e
tmmtdect de medo.. Dlaale de qo-, se nao
J fl," BI0'a*to Palavra : r?s(# i o meu
'.m ""* f "T": "w^>- 'lonsoieret tuos obras,
t^TvT0.'. "t0 ,eD rr*notrqaando
' mo"rf'* o era ne dous ammaes.
^m."*kH$^4^ felr* 1* de Janeiro ic 18>8.
;r Civakante Lias.; gneros.... Wl
------365
O Sr. Frarjaoo Xavier Civakante Lio,
moriidoT aa ra Imperial n. 87, toodo rece-1 ff
bidt) d'iui sea am'go om Mtrm mto ,,, fr.!?.'^" ^.fflt
doonte, com o tratameoto qae se Ibe tmha j Brigae poripiia-z-Comento /7-idea.
asttslem dianle
gloria eobrio es
cea* Protfgui Miftacuc. tEis a nuvem respinn-
rcenle. 5eu bnlh) imlapa oda luz"dessa
mesma lu de qae teas va>tid-3s sciatilUvaa.
Lsmbremo-ojs da roraessa feita a Moyses, que anrjlicado, passOU a ponto da ter hydropi- P"D!etOinda -idero.
a verstnos eomprida. O orwra de Drosdesejava e porn,s ochados (aoazarca), l'1* ''-**'-dem.
o^- r r \ -,. ratacoo Oamooriri>-tTaeckla Haifinfdi dem.
veDtre crawido (aocitts) e atua na caviade Rrifo.iBfiez-AMW-e/rt&.
de ambos 03 paitos, e ao vU obrigado a n3o grigoo loglezRoatno-farinha de trigo.
poler deitar-se com gran le anciedade ; a, Ba iagiia-j/araii*o-carvao.
i Pela reeebedon'a de reodas internas gerass
mim recorreu, e com os pus refrigeraales, |*^ faSfc'a^^0' "A ^'fc"-""10-
dissolviiios em infusa 1 de plantas emolieoles.
>ry Horienm\iea.
Barca noroega Sordinp idera.
morrer. E eu pronuncurei em la prtsenca o fl O Xarope alCOOllCO de velaras e ptlulaS 00 Barca lagleia-r.'reji-in -idem.
Esle escravo seo
mesmo, se restabeleceu.
seokor receben e venden.
E' exacto. Recife, 12 de dezembro de
187.
e Francisco Xivier Cacalcante Litis
nome do Senhor :Senhor, mamfestat me a voss.i
gloria ;repele o Ualo. Foi-irie rspoodldo do
futuro o que elle tloh 1 ja' ouvi lo : Eu te. precede
ret na minha gloria, etc.. E era animo lo.-ar:
Tu' nao me contemplars sendo pelas contis
Na (a lava" a jui oem de seo c. rpo, Bem de seas'
ve-iiios, m>s dessa gloria que devia ser revelada
nos olllmos lempos, pela qual so>pirava. Eotto p .. ., ,
Moy-s .v 10 ha face face, com. he fr pro-1 cto igual ja se deu com am-^escravo do
nieitido nesus paiavras ou muas a Aro : Si-o- Sr. Clementino, o qaal i publicar ; eoutros
(/fin Hfr vi propheia do Senhor, eu ihe appn- ,muitos qn deixo de mencionar para d3o me
receret em urna visao, etite (altare* em son'io. Mas jornar nj-olixo
Hecife 12 de dezembro de 1867.
JPublicacOes a pedido
Copia. Trrceira sercao.Miolsterio dos oege-
ejos da jusliga.hio de, Janeiro, em 2 de mano
de 1865. *
Cu-ulia V. S. W seo oBcio datado de 13 de Ja-
neiro ultimo sob o. I33S, se em vista do de-reto
de 10 de ttierabro de,l8.0 devein os cidadios O
Ibos de porluguezes, serem ellunioadoa do alisia-
ment da guarda nacin ti do sea commando, bem
como os menores da ,
nao estando sobre o doraiuio paUrno. e teodo ren-
da salBcieeie para viverem indcpendenles : era
coniluj a' nieama duvida teobo a responder-lhe
que esta questao ja fot resolvida pelos avisos do
ministerio dos negocios estraogetros por cm d >-
^oaes se conclae, quo o anas Inliviiuo* de i.a
trata V. S. 00 seu citado oficio, nao estilo ttentvs
do servico di guarda nacional, por isso ijue a re-
soloco de 10 de seiembro de 1861 nao desnacio-
uulisa o nem o pjdia faifa em face da Constitu-
cao ; pelo contrario, ao qui 'is.ojdj a respe-io
de.-tes mego'es, resolv a joa quaiidade de. cida-
do brasileiro, resol vendo a sua sacios iidade,
apenas concede-se qae os unos'menores deplecare.
a le qae regula o estado civil de sea pa z. Nao
coropreheode na esphera dodlreo civil servido
militar da guarda nacional que regido pjlo dit. i .
publico e qurt sao obligados todos os Uravile><0N
maiore de 18 e menores de 60 aBOos. Deas (ii-r
de a* V. S. (aos)Francisco Jo^ Faado__^Sr.
brigadelro Manee! Antonio da Fooseca Cesta.
Conforme.Antonio Leite de Pioho.
Nos abaix-i assij-nados, pa8sag>iros do brigae
portugaez Triumpho, viudos do Porlo para Per
oamboco, faltaramos a ura dever se oao agrace
cessemos cordialraente ao I'.lrh. Sr. capillo Ma
n>el Francisco Jnior, o bc-m traiaraento, as agra-
davris e altenciosas rnaueiras com que taraos ira-
lados dorante a viagem, assim como ignalratnte
agradecemos ao Sr. puoto: por Isso qa-irara estes
dignos seobores aceitar os protestos do sabido re-
conbecimenlo ero que se sebam os pwogtjros.
Peroambnco, 31 de dezembro da 1807.
Julio Cesar Leal.
Marganda Rosa.
Alvaro Gaptista Das Ferreira.
Jos Margues de Uliveira.
Antonio Barbosa.
Camillo Barbosa.
Jos Tnomaz da S!'v.i.
Aniotio da Costa Googajves.
Agostlnbo Das da Silva.
J>aquim daSn'v Mallos.
J, Fernaooes da Silva.
Antonio Baplista.
Jos Soares L-al.
Hanoel Teixeira de Carvalho.
Antonio Joaquim de Onveira.
Joi Jo- Fereira Abelhas.
Jos Aotooio Vieirv
Antonio Das Ferreira.
Manuel Rodrigues Lipes.
Joo Feroaodes.
Aottoio aveiioo de Araujo Moora.
Joaquim de Souza Rodrigues.
Antonio Caoarnba.
Antonio da Cra'. Lelo.
Jos ta Ritlia Paran es.
ATTIiNC
Xarope alchoolico de'veame, prepa tr
pelo pharmacetitico Jos du Rocha Prannos,
ilabelcdo com botica na ra Direit' o 8S
em Pernambuco.
Este xarope incontesUveimenteso eri<*
a todos os xaropes depura vt?, fecoj- co 1-
posi^ao o seu maior eleai r.t > a s l& pi
riliia, pois que se tem conhecida e< 1 vel-
me mais enrgico p-ra a prem t-.t radas
molestias, cuj base essencial depenie da
purifi acao do sangue; assim, pois, se lera
veriQcado por muitas pessoas jue se aclia-
vam desengaadas, as" quaes acham-$e boje
restnbelecidas com o refer Jo xarope alcoo-
lico de veame : entretanto que alguns, ten-
do usado de xarope de Gtizynier, de Lar-
rey, de salsa parrila, de saponaria, oleo
de figado de bacalbo, e oulros agentes des-
ta < Mera, na la c^nsegniram. C elle de
fcil digesto, agradavel ao baladar e aool-
phaio. Alguns meJi os desta cidade e da
de Macei o tm recommendado para a cu-
ra das
Impigens, thba, escrophula1!,
Tumires, ulceras, escorbuto,
Cancros, simas degeneradas, fluxo alvo
Todas essas aUeccoos provm de urna
causa interna ; nao na, poi, razo alguma
em crer que ellas se podem curar com reme-
dios externos. Tambera se prescreve o xa-
rope aleboolico de vebme para o tratamenlo
das affecces do ^ystema nervoso e flbtoso,
taes como :
Gotta, rheumatismo, paralysia,
Dores, impotencia, esterilidade,
Marasmo, hypocoodria, emmagreciment.
O xaiope aleboolico de veame sobre-
todo da maior utilidade, para curar radical-
men e, e em pouco tempo, o rheumatismo.
Adverte-se qne o verdadeiro xarope s se
vende nesta cidade na botica cima indi-
cada, do abaixo assignado ; e em mitra
qualquer parte que se tm annucciadn n5o
da mesma composigo, e nem o abaixo as-
siggnado se responsabilisa.
Ernpeoes lafEiunnatorlas.
Bem poucassao as molestias nao sao distinguidas por symptimas cons-
titucionaes, que sejam t5o perigosas- como
as eryoiptllas. O seu assento na eoider-
-mej ou pelle exterior e durante a sua exis-
tencia os vasos superficiaes acbam-se su*)
carregados d'urn virus infe;tanti. No en-
tanto ella cele com urna rapi lez prompli-
do juasi inGrivel as qualidaJefed?puralfas
e conirairhtanies di Saisaparma de ttfis-
tol. Todas as erupces exteriores, laes co
ino herpes, empollas, borbuibas, esp nhas.
empigeas hmidas e secas, rubor inflamma-
torio, cobreiro ou herpes miliares, lupus,
prurido, tinha escamosa ou farfurea, ru-
pia de, de, todas estas eofermidades sao
promptamente extirpadas mellante o uso
deste imcompiravel especifico vegetal. O
vmtre dever conservar-se livre e desemba-
rca lo, para Cojo fim use-se das piulas as-
sucaraJas de Briitol, pus o melhor e o
mais seguo de todos os purjiani.es at boje
conhecidos, e nada ha, ta comparar.
Vende-se as pharmacias de A Caors
Barbea d C, J. da Conceicao Bravo & C -
M. A. Barbosa, P. Maurer & C. e BartQolo,
meu d C.


'.Ei^tr~i
COMHERCIO.
os rece 1 ctente ob'idos pelas
preparaces de veame, feitas pelo
abaixo aasigaddj.
O Sr. Jos Luiz Salgado Accioly, empre-
gado da thesour.rja provincial, soffria .-erios
encommodos em soa sa le, provenientes
de urna fstula q e tmha ha muito tempo ;
e, depois de muitos remedios que bavia to-
mado, os mdicos com quem se reoeitn
o aconselharam, que i.3u tratasse de fchala,
pois que poderia ter fatal consequeneia. Re-
9ol?eu-se a experimentar o xarope alcoolico
de veame: tomn orna garraf 1, foi esta
sufflciento paja lecobrar sua sade; a fs-
tula fecbou sem que osse preciso usar de
remedio externo.
^ Estando eu na thesooraria por occasiao
d'uma arrematarlo, e contando-me o mes-
mo senhor este facto em presenca d'outros ao troco
aenhores empregados, eslava tambera, pre-
sente o Sr. Belmiro Augusto d'Almeida, que
responden ao compaoheiro : Voss foi fe-
< liz com nma garrafa que tomn, e en ja
tomei duas, e nenoom resulrado obtive'
de exostosi
PRACA DO BECIFE I i DE JANEIRO
DE 18f8.
Ci l.-ip") s 1 feiaes da junta de earre'ons
As.; ,4 boras da taro*.
Algodao da i*arahyba 1* serte 8J0O0 por arro-
ba posto a bordo,
dem dem 2" sorte 7,5000 por arroba posto a
bordo.
Attodao 1* sorle-7r300 pnr arroba.
Cambio sobe L-radr^ 90 d/v 20 I/i, 20 3/8
e O d. por IJOfJO avista.
Cambio sobre Portugal -glerlioas 90 d/v 21 d. per
15000 (nonvni).
Cambio subre Paris90 rl// 475 r.. por fr.
Cambio sebre Portojraj avista 160 d[v de premia
(Hootem)
Frete do aljjolao da Parahyba para Liverpool
3/4 d. e S 0(0 !e prlmagen?.
dem do alifolao daqul para Liverpool3|i d. e 3
0|0 de priraagero.
fdpm de igodo de Macei para Liverpool5(8 d.
e 5 Ofl d<* prlrnagem.
Uem de assasar da Parahyba para Canal4o| e
5 0i0 por too-lada.
dem de a-urar daqai para Liverpool 25 e 5
0)0 por tonelada,
dem d assacar daqal ^ara o Ctnal ioglez42J6
e 6 0,0 por tonelada.
J.s de Aqiiino FoBseca
Prudente.
Francisco il%mede de Almeida
Secretario.
Barca ptlr-'iSea Quien dem.
Barna -oalkilemburgueaie Vetn Aohenfieli
ide-B^ -
Brigae iogleAglon dem.
Luar losletCardidem.
rVacho bolsieoseMartacbarqae.
PUctio bespaobol Indio-iiem. .
Inpyrta Vapor brasileiro Guar, viulo dos portos_do nor-
te do imperio, mao;fa*ioa o segalnte :
27 barra mioteia; a Marques, Barros t C.
Eocummeodas :
1 volarae a Aotooio Correia Frias. 1 a ordem, 1
a J. A de Olivara Uro, 1 ao Dr. B. B. Pires, 1
a Souia Andrade 4 G, 1 a Antoalo Correia de
Vasconcelos d C, 1 a Tn. Frelss.
RECgBBUOftlA DE RENDAS INTERNA
GERASS
Readimeato o dia i a 10.......... 8;032A73
Idea do dia 11................. 649X803
se fai poblico, qae Oca marcado o praso de irmia tZ^lJl^L0* K,y be. -1* ..'' d.
iias Dar-flrm pagara dltiraa de thoeeilari, Tr !kS.V/r f V*'*** f,n,,a," ,be p
averbada-as pessoae abano aeaeionadas, (lodo o Jcftj/ of "* ***"*' at ,ba Crreot rWe ^
qual ge promover' a eobranca eteculiva .
Dr. Aotooio Joaqolro Ayres do Nasci
m*oto,!caridor*dos' menores Mi-
noel e Igoer....................
Moeda, Medelros 4.C., e Maooel Per-
reir de Medeiro?................
Curadores flVaes da massa fallida de
Pedro da Silva Reg.............
Ernesto Augusto Mangaba Ja Silva..
Jos Antonio Lopes................
Administradores da massa fallida de
Joaquim Jos da Silva............
Lo i 1 AjOtooio Vieira e oulros.......
Manoel Joaqoim do Reg e Alboquer-
qae, tator da meoor Biba de Manoel
Gooi de S uta............+ ,.r
Caetaoo Francisco de Barros Waoder-
ley e ootro.....................
Jo Vicente Enery...............
Joao de Araojo Cmara..............
Joae Laurino ATouellas GalvSo___
Fooseca 01 Abro..................
Administradores da massa fallida de
Amorim, Fragoso, Sanios & C.....
Tasso & Irmaos....................
Armioio Pessoa de Albaquerqoe......
A cmara municipal desta cidade....
Administradores da massa fallida de
Pedro daStlva Reg............... tOOgOOO
1GO030
l:UC|Kii
20X900
H6I60O
25J63o
21 394
ll:96u807
122J95
53*557
32J0O0
71*100
7A23*
12.15000
oiObO
405000
103>*i^ij
44374^
Daoge.
Brlt.-h Consolare.
Peraambuco 42 de dember de 1807.
Beoilurrk W. D .yle.
I. B. Ms. Consol A Bniisi Pa k t ageole.
Os mesmns............,............ 38050;!
Andr de Abro Prto............. 4"50t0
Joao da Cunha Reis................ 225766
Antonio dos Santos deSniueira Caval-
eaate........................... 745246
Joao Jos Alves de Oliveira.......... 2(55*5
D. Mariana Prancisoa de Jess...... I8#J09S
do dia. ti............... 3:5385396! Antonio di Barros G>rra........... 1545067
Francisco Cavalcano de Sonta Leo e
8:6825539
CONSULADO PROVINCIAL
Recdimeoto do da 1 a 10........ 65:1715175
Ideo
68:7095571
PRA<;A DO BECIFE
em II dn Janeiro de lSS s3boras da tarde
HUVI4TA KEHlIAL.
Cwbios.Sicoa-se sobre Loodres a 93 v. e
20^, 20'/, e i d. ^r l4000 e visU a 20 d.
por 150U0; sobre Paris a 90 d. v. de 465 a 475 rs.
por fr.; sobre Portaeal, esUrlloo, a 90d.v.2ld. por
15000; e 160/ da premio a vista.
ALGODAO-Veodeu^e nde Pernrnboco escolbido
e regul-r de 75500 a 75(XW a|;eod9 Macei
po posto a bordo de 7590) a 85010;
Assgah.Vandeu se o braoco de 45000 a 45^00,
o stirnxno a 35900, o roascavado porgado de 45000
a 45800 e o bmio da C*oal a 25300 e o amencaoo
de 25550 a 25651 por rf>
Agoauor.itb.Veudeu-se a 745 a pipa.
Couros Os seceos e salgados venderam-se de
211 a 220 ris por libra.
Arroz.-O pilado da ludia veodeu-se a 35200
por $.
Azbite docb.Veafleu-se o de Lisboa a 45tOO
o galio.
Bacalho.Em retalho vendea se do 145000 a
U5300 a Oarrica.
Batatas. Veoderam so a 75*00a .
Cafb.Veodeu-*e de 55200 a 655..0 a arroba.
Cha.dem a 25550 a libra.
Cervkja A dazia de garrafas veodeo-se de
45^)0 85400.
Carvaodbpeoha. Vendea-se a 155000 do d
North-Wales, a 135500 do de Cardiffe a 13J0
do da Escocia, por tonelada.
Farlsha de trigo.A de N-W-York e B-ltimnre
v.-ndeii-se de 75 a 295, a 60 Trieste de 325 a
355, por barrica ; a do < hile a I (5 e a da Califor-
nia a 125 por sac-r.s de 100 Ezistem em ser
5.800 birrlcas n 29.500 s.e.-e>, a saber: 1,000
barricas de New Ynik, 1,800 de Baitimore e 3,000
de Trieste, e 18,000 saceos do Chile e 11,300 da
California.
Farinha de mandioca.Vendea se de 45500 a
85i00 o saceo.
Louca.-A iogleza veadeu-se de 323 a 330
por cento de premio.
Manteiga.Venden-se a ingleza a 800 rs. a <8 e
a francesa de 600 a 620 rs.
Massas.Venderam-se a 85300 4 caita.
Oleo de linhaca.Vendeu-se a 2J500 o galo.
Presuntos.Veaderam-se a 165 $
Queijos. Os flaraengos venderam-se a 2}>300
:ada um.
Sabao.Veoden-se 0 inglez a 140 rs. a libra, e
a 200 rs. o do Mediterrneo.
Tocinho.Vendeu-se o de Lisboa a 105500 por
arroba.'
Vinagre.Veodeu-se o de Portugal de 1005000
a 130*. a pipa.
Vinhos. Os de Lisboa venderara-se de 1905000
a 2 05 por pipa e os de uniros paizes a 1905*
Velas.As de composieo veaderam-se de 610
a 620 ris o pacoto de 6 velas.
Frutes Do alM8o para Liverpool carregaodo
aqai a 7/8 d. por S e 5*/. de prlaagem por vapor
e a vela a 3/1 d. e S'/*, ao assnear a 25/ por tone-
lada, e para o Canal Inglez a 42/d por tonelada
veta; do alaodao da Parahyba para Liverpool a
3/4 d. por S e 5*/o de priragem a vtla e do assa-
car para o Caual mRlez a 43/ por tooelada a vela ;
e do algodoo de Muce para Liverppol i 5/8 d. por
libra e 5% de prlmagern a vela.
Descont.0 rebate de letras regulou de 8 a 10
por cento aoaono.
M0VME1STQ O PQTO
A'avios entrados no dta 11.
Para' e portos intermediosS dus vapor nacional
Guara' de 999 toneladas,comnoaadaote 1* tr-n*o-
te Arnaco Jos Pinto de Souza, eqopagem 57,
carga diferentes geoeros; a Aotooio L. O. Aze-
vedo & C.
CardiffJ3 das, barca ingleza Zelia, de 257 tooe-
laaas, capito H. L Mu, by, eqopagem 8, carga
carvo ; a ordem.
Navios saludos no mesmo dia.
Para* e portos intermediosVapor nacionaI Para-
n, eommandante o capito 1-neote Farla.
CanalPatacho oambargaez tiary, capilo C N.
Dabl, carga asnear.
ObserviQSo.
Suspeodea do lamarao para Bello o brigue bre-
mense Freedrech,idolp, capliao B. t. Rabe, com
a mesma carga qoe trouxe de Goayaquil.
dem paraos portos do norte,barca ingleza Con-
tis of SeftoA, capito C. Watsoo, cora, mesmo las-
tro que trouze do Rio de Ja.oeir.
Al ao raeio dia do dia 12 ala bouve entra ias
oem sahidas.
D.. Mara Cava Icaote de Souz. Leo. 2305696
Jos Cesario de Mello.............. 1135370
Dr. Francisco Leite Bitteacourt Sara-
paio............................ 1085904
Francisco Marques da Fooseca...... 2I55U3
Maooel Gimes da Caoba............ 7I53>2
Fraaeisco Cavalcaole do Sooza Leo. 13350'"
Viuva a berdeiros de Jos Higioo de
Miranda........................ 1I75U5
Antonio Jos de Figoeiredo......... 295587a
Ba< harel Joaquim Elviro de M. raes
Carvalhn........................ 82598
D. Mana Eolaiia Cavaicaote Waoder-
ley............................... 3050CO
Rec-hedoria de Pernambuco, 18 de dezembro
de 1867.
O administrador.
Manoel Carneiro de Souza Lacerda.
Novo banco de Pernambuco
em liquidado
Os possoidores de notas da emissio do
baoco queiram quaoto Dtes apresental-as
LIQUIDAQAO
Novo banco de JPfernambuco
de 46 0/0, j annunciados.
A eaixa filial do banco do Brasil nesta
disseT *T
M<.yse* e Enar. B1
nttrn V.rk.ri.. f ti """. -"'mi rnysieno>os
fm\Eaefeartai fallm oa v.-so dS doas ol.vUras.
e m do ramos eamga* de iva" IstoSta
Sea aaimae* myster>o>os
. respondea-me qoe
n5o ; disse-lbe que pelas prepararles feius
em ootras pharmacias eu n3o responda.
No dia segainte procuroo-me e ine vend' cidadeVocTas sr
ama garrafa ; osoa e senta moiu melbora; ^ aS SU38 nota8 dllacerada-
comprou seguDda e acba-se completameote' alfandega
restabelecido, osando prreita sade: as Reodimeoto do Jia i a 10.......'.. m-84l04i
escropbulas fecbaram e os ossos crescidos WeB d0 ..*......... 17:6 85667
pozerara-se em sea estado nataral.
E' exacto. Recife, i i de dezembro
de 1967.
Jote Imiz Salgado Accinti.
t Belmire Augusto de Almeiia.
iijiiinaa
DECL1RQ01S.
Santa Casa da Misericorda
do Recife,
A I lima, junta administrativa da Santa Casa d
Misericordia do Recife manda fazer publico qui
aa sala de snas sessoes. no dia 9 de Janeiro p. pe-
las i horas da tarde tem de ser arrematadas a
quera mais vaotageos oflerecer pelo tempo de an.
a tres armes as rendas dos predios em seguios
dxlarados:
Estabclecimeoto de caridade.
Roa do Padre Floriano.
Casa terrea n. 17.......1865000
Roa larga do Rosario.
Terceiro aodar do sobrado o. 24 3015000
Ra da Gloria.
Casa terrea n. 25........ 19:5000
Ra da M da.
Primeiro aodar do sobrado o. 37 965 00
Segundo andar dem...... 9650i>0
Lofa idera.........12050(0
PatrimBie de orphos
Ra do Vigario.
Primeiro aodar do sobrado o. 27 1815000
Ra do Pilar.
Casa terrea n. 99........ 5565000
dem o. 9i........2015000
sitio n. 6 oo Poroo da Cal. 150500*
As arrematacoes sero feitas pelo terape denit
a tres annos, devendo os licitantes viren) acora-
paehados de seas fiadores oa munidos db cartas
destes.
Secretaria da Santa Casa da Misericordia do
Recife 22 de dezembro de 1867.
O escrivo,
______^______Pedro Rodrigoes de Sooza
O Illm. Sr. Inspector dj ibesouraria de fa
zeoda desta provlnsia manda fazer publico qne 8-
ca marcado o dia 27 de Janeiro proiirno viodooro
para o coneoso a que se lera de proceder oesta
tbesonrana para preencbrnento das vgas de pra-
ticanten existentes oesta repartirlo. Os exames
versaro sobre as materias segumies : leitura, ana-
lyse graromatlcal eortbograpbia.afithmetica esuas
aoplicacSss ao cnmmercio cora especialidade a re-
docao de remedas, peos e medidas, calcpios de
descont, jaros simples e compostos, tbeoria de
caiDtiKis e soas appllca(Oes.
. Os concarrettes devero previamente apresentar
seas reqaenmeotos instruidos de docameotos qae
provem Idade completa de d'-zoito aooos, iseocao
de peoa e colpa e bom prncedimenio, Oa forma do
ari. 3* do decreto o. 2,549 de 14 de marco de
1860.
Secretaria da tbesoararia da faTrnda de Per-
nambuco, em 6 de dezembro de 1867.
Servindo de 1 fflcial-maior,
_______________Manoel Jos Pinto.
O Illm. Sr. iospeclor da thesooraria de. faren-
da d-'Sta provincia manda fazer publico que oca
marcado o dia -13 de Janeiro prximo vmdouru
para o concurso qae se tem de abrir nesta ibssou
raria para preencbrneoio das v?gas de terceiros
escriturarios da mesma.. Os exames versaro so-
bre as mali-rias segmnles : Iheona'da esenptura-
cao mercactll por partidas simples e dobradas e
suas_applicag5es ao commercio e ao tnesouro, trt
duego correcta d. pelo meaos da ultima, principios geraes de geo-
graphia e bisjorla do Brasil, algebra at equac5es
de segundo grao e pratica do servico da reparticao
em que o empregado esliver serviooo.
Secretaria da thesouraria de fazeoda de Per-
nambuco, em 6 do dezembro de 1867.
StTviodo de i fBcial-rxai jr,
Maooel Jos Pinto.
iOrtnlffgiR-Al
Pela idaiinistrago do ci rreio deba cidade se
fax poblico qu* ernj/irtude da conveoeo pastal
celebrada pelo* givernos brailero e f anctz, se-
rio expedidas nulas para Enrnroa no dia 15 do
cornoie nm, pflo vapor mg n Oneida.
As carias scio receidas at 2 horas antes da
qae for marcada para a sabida do vpor; e os jur-
naes at 3 boras ?ots.
Almioistricao do correio de Piroambuco 10
de Janeiro de 1868.
O admiBlstr.vlor,
Dominios d;s Passos Miranda
111. 1 ....
Pela secretaria da S ma Cisa de Misericor-
dia do Aecife se taz .-cenle a ija-m Iribressar, qae
00 dia 20 de Janeiro corrate, p--la* 10 boras da
manbiia no salao da osa dos expj'tos fara' o Illm.
Sr. Wesourelro capiiao Vanle de Paula e Olivei-
ra Villas-boa, pagamento dsi ujeosxhrfades ven-
cidas de outubro a dezembro de 1867, as amas
qoe cooduzirero as.cr*ancas qoe laas foram coo-
adas para crear.
Secretaria da Santa Casa do Recife, 5 de Janeiro
de 1S3S.
O escrivo,
________ _'>edro Rodrigoes ce Sooza.
Santa Casa de Misericordia
uo Recife.
A lilm" junta administrativa da Santa Casada
Misericordia do Recife receberri pruposias paja ar-
rendamentn pelo lempo de um aires annos, dos
sitios os-15 e 18 00 lugar das Salo!>, a qoem
mais vaotageos i.Sercer, encarregando se de fa-
zer todos os coocertos deque precisam as casas
existentes no sitio n. 15.
rs prelendentes podero examinar a obra a*
fazer se as casas, e devero ct-mpancer perante
t junta na dia 0 de Janeiro futnro, pelas 4 boras
da tarde, na sala de suas sessoes, onde deve efec-
toar se dita arremataco.
Secretaria da santa Casa de Mis.riccrdia do Re-
cite,. 2 de jaoslro de 1867.
O escrivo,
Pedro Rodrigues de Souza'
GOKKEM fiEUT
Relaco das cartas registre.tas vindas do norte
pelo vapor nacional tGuara para os senhores
abaixo deparados :
Antonio Perelra de Miranda, Antonio Rufloo Se-
veriano da Cunha ((t:mb), t-inoran Jos de Fi-
soeiredo (Ipojoca), deseraoargadir Fcaocisco Do-
minirnes na Silva, Joo Jos da SAi Sacramento,
Dr. Jjs Pento da Cuaba Figu-iredo. 3m Moreira
da Co.-ta Soares, J is dos Santos Naves, Manoel
Jo.-e' dp (Hiveira Mello._______________________
C01UE10 itlUL
Relajo das cartas registradas existentes na
administrado do correia desh cidade, pa-
ra os Srs. abaixo declarados:
D. AdeUlde Emilia da Silveira Lobo, Antonio
Gonjalvfs Pf-nn*, Djrn npo3 Rlbeiro de Oliveira,
Antonio Machado Gomes d> Silva, D. Blmira Vir-
gilina de Castro Meneze?, Cbarles, Cuaba Irmos
iV C. Domingos Jos de Ca-iro e Silva, Dr. JoJo
Jo; Ferreira de Agniar (2), Dr Joao Raymondo
Pereira da Silva, Dr. Jos Julio de Albuqocrque
Barros, Dr. Jos Jacinibo deSraz, J;: Pereira
Mal, Jj? Ricardo Gomes de Carvjlbo (Santo Au-
la.). Leandro Olloace Alves de Carvalho, D. Mara
Leonarda Ncgueira Boaoian, M;iria Joaquina T1-
l- Maciel, Rosa & Irraio, Sau-Uan> L. Tenorio.
17ISQS MASITIMCS
'Compaobia ajjcriwua ebiasile'rra de
p:;qaetes a >ipor.
Al odia 13.00 correte esperado (Je New-
Yoik por S. Toomaz e P* Guidmo Stor, o anal depjts da demora do rsta-
me segua' p>ra os p irlo- do sul, pira f retes e
pangeos trata se cora os agentes Ileory Forster
- C, rna nn Trapiche n. 8.___________________
CUMPANHIA PlRNAMBUCANA
M
^avegaco costfira por vapor.
Parabyba, iial, Maco, Aracaly, Ccar e
Acarac.
O vapor Ipnjuca, eommandan-
te Martin", seguir para os por-
tos aclrr-a no da lo do erreote
as 5 horas da larde. Recebe'ear-
gaatotia 14 as 3 horas da
orne, i-tic ii.n ni ?, pasvageiros e diobelro a
frete al as 2 huras da la'de do dia da sabida:
escrip orio no Forte do Matos n. 1.
- -.-- -
Para
D'ora em diante ood-ra ser enviados pelos pa-
quetes a vapor da Rea: Corapanbia Britanoica, para
qoasi lodas as panes do mundo; cartas, joruae,
livros, amostras de mercaoorlas, etc., pagaodo-se
previameot- oeste coosolado o respectivo frele em
dinbeiro 0:1 pr raeio de sellos do correio hritaoni-
00. Para o reioo de Portugal sxfote podem ser
pasos de anle-mio, as cartas seodo o porte qaatro
peoiiii's por cada quarto de traca (daas oitavas) em
O fiscal da fregoezia da Boa-vista fai publi-
co a qaem nter-sur possa que fra aprehendido Eiro MlartEi 01 lor
00 sitio dotenente Mauricio na estrada de Luz'
do Reg, ama egua roca qae se aebava dest> ora-
do piaota^Os dornesjco: quem se jolgar cora
direito a mesma ro nparey i que salisfazeodo o dis
posto no art. 16 do tu. II das postaras mnniclpaes
de 39 de juoho de 1849 Ibe sera eotngae.
Boa-vista 10 dejaoeiro de 1868.
Jerooymo Jos Ferreira.
132:67#70
Movimeoto da alfandega.
volarnos entrados com faiendag...
geoeros....
1
Volnmai laaidoBownfaieodas...
141
894
73
10
laspec#lo do arsenal de ma-
rioha,
Faz-se pob'ico qae a commlssio de peritos exa-
minando na forma determinada no regnlameote
aonexo ao decreto 0. 1,324 de 5 de evereiro oe
1854, os cascos, machinas, ealdtiras, apparelb s
mastreacSes, vnlarae, amarras e ancoras dos vapo
res Ipojuca e Potenge, da eompaabia Peruaaiba
cana de oav-egcio eostetra, acbou todos estes ob-
je.clos em est ido de poder em os vapores navegar.
lasper-cio do arsenal de marraba de Pernambu-
co, 11 de Janeiro de 1868.
O inspector
H. A Barboza de Almeida.
InspecoSo do arseaal de nia-
rinha,
Fax-se publico qae a commlssio de peritos ex a
minando na forma determinada no ngnlameoio
anneio ao decreto o. 1,324 de 5 de feverefro de
1854, o casco, machina, ealdeiras, apparelbo, mas-
treacao. veame, amarras e uneorao do vapor Ca
atarugue, da companbia Vigilante, aehon todos
esses objectos em estado- de poder o vapor conti-
nuar ao servico de reboiae em qae se emprega.
loupeeclo doarseoal de manaba de Pemamba-
eo, 10 de Janeiro de 1868.
O inspector
H. A. Barboza de Almeida.
Tambera se conceden] ordens para dfnbeiro, nao
exeedendo de 10 libras esterlinas cada orna, so-
bre qualquer dos priocipaes crrelos da Gra
B'Otanha e Irlanda mediante umircommlsso coo-
forme a tabella segrate. Batas ordens podem ser
pagas em soberanos oo o sea valor em moeda
correte deste imperio.
OaDE-NS fAR D1NHEIRO.
Para as qaaBtias nao eicedendo 2...
I de 3 si i. 8...
> de 5 at 7...
> de 7 at 10...
Scb. Peo.
0 0
1 6
2 a
3 o
em Peruaobuco, 12 de
S goe cora brevidade o hiate Lindo roquete, ca-
pito e pratico Francisco Ribeiro Barros ; podo
adraltiir aiuda al^uma carga, qae se traa com o
eu Ci.rdgoatorJo Amonio de Almtida Gomes, na
roa da Cruz n. 23, 1 aodar.
Para a Babia
A sahir o mais breve possrel o palhabote n;-
cional iPrt'te raeira no largo do Corpo Santo n 4, Ia andar.
GOmPA^HIA PERNA1V.BUCANA
DB
Navegago costura por vapor,
Macei e escalas, Peoedo o Aracajo*
Seguir* do dia 15 do correte
as o horas da larde o vapor Po-
tengi, commandaDto Pereira. Re-
ci'tu carga al o da 14 as 3 ho-
ras, encummeridas, passagens e
drahi'iro afrete at? as mesma boras do dia da
abida : no Forte do Matos o. 1.
Porto
Pretende seguir com a maior br* vidade possi-
vel a barca ponuguea Social, por ter a maior
parte de seu carregamenlo engajado, para o resto
e passageirose para os quaes lem boDS commndos
trali-se com o constpnatario Joaqoim Jos Goo-
calves Beitrao, roa do Trapiche n. 17 oa con o
capito.
CoosQlado britannlco
dezembro de 1867.
Beulinck W. Doyle,
Consol de S.-M. B. e agente do correio brilannico.
Notice,
Lel'er, newspapers, Botk-parcel?. Samples>f
Merchandize, Paneros, etc., nsjy now be seot by
tn Bniisb Mail Pa>kets to meariy all paria of the
World, and can be prepaid at tbis Office eitber m
ruoney or by meaos of i.f Briti-b Postage Stamps.
Letters only can be prepaid for ihe Kraedom
of Por loga I. Tbe Brltisb sea-rates 00 letters for
Portugal, is toar Pence fer eacb qoarter of aad
oouDce (iwe oilava;).
Money Orders.
Are also issned at ibis consolate on any of Ihe
principal Post Olfic s io Great BriUln aod Ire-
|aod at th f"llow ar rr nf mnt< Iilia de S. Miguel
A barca portugneza Parary, tem a maior parte
do sea carregameotd prompt 1 e para o resto e pas-
ageiros, para os quaes tem bellos commodos tra-
la-i-ecom o seo consignatario Joio do Reg Lima
a roa do Apello o. 4.
Para Lisboa
Val sahir com brevidade a barca portngoeza
Pereira Borget, por ter ama grande parte da soa
carga promnta, par* o restante e passageiros tra-
la-se cooi Ouveira Fiibo- & .C, largo do Corpo
saotu 0. 19, oa com o'capito aa praca do com-
mercio.
MarniiMo
a
s
oe
O
Ca.
a ^. *9 0 s a "5 No Single.
g 1 3 a < <
( d a 9. i 8 d s d 1 d 3. 0. J 0 e*8 ejl 5
1.6. 13.
Secrne com a possivel brevidade o palbabote Se-
braiente, ntra o re.^to da carga qoe Ihe falta tra-
ta-s com Jos Sa Leiiao Jnior, a roa da Madre
de Ceos.________________________________
Para o K10 Grande floSul sahir*' sem maior
demora por ter algoina carga prompU a barca
braalleira Ponhtnha, caDitio Jeaquim Bernardes
de Sooia ; r.cr.e algama carga a frete : para
tratar no eseriptorio de Amorim Irmaos, roa da
Croz n. 3. ___________________^
Para o Rio de Janeiro se goe com brevidade
o patacho bnsileiro Gracu, c.puo Antonio lveo
da Silva ; tem prompta parte da carga, e recebe
resto a frete, para o qae trat se no escriptor
de Amorim Irmaos, ra da Cria o. 3.
.i

PS.
. *
i


s1


"
1
I
f
-.;---".-


H
infff-
/

i
- eg*Ba fefra 1S de Janeiro de W-(S.
edificadas em chaos prearlos aa estrada
menlo peno da atacas di trilhos arban
eom terrena ao ht,.
\ Trca-eira l i de Janeiro.
Por Intervengo daajtento Pj0to, em sea es
crtptrio ra da Crotr>. 38.
LEL\0
O agente P. n ual veaderi per oonta da quem
perteic-r, as s:rava sfgnlaiet:
Urna e. crava sadia, Idade 25 aooM, perita co-
oheira, doceira, eogoniroadejra Uvandelra.
Urna Jila, i la 1t 40 anuos, cosinheir.
Uma dita, Idade. 30 .toaos (<'j>>U) qollaudeir.
Duas ditas idades 30 a 35 auoos, mu possantos
proprias para seiviAj decampo.
Terga fera li do corrente.
No irm-ih-m o mSo agote, i rea da Crtiz
B. 6i, priaii > andar, as 11 i(l nras.
Attenc&o.
dn'!8 ?rflba ralhr eom 0*il*> menciona!
Lorpo Santo n. 17, |.a andar.
Anselma Jfarialto de Souja
BoateHor4.Ma.oel do Naseimenn.
Francisco Jos Vi-ira Gairoarss.
f Joanoim Pereira Camello,
do 6301 '{"I0." R-phael de Siqoeira,
rbaoos e ulqul?.G'^"u v""r Jimaraes.
Manuel Jo.- .1 Albergar.
Maneel Pranclfco de Albuquerqoe Mello.
Pedro Lula da Espir.t i Santo.
Reg no Perreira de Carvaloo.
Norae Pessoa.
Manoel ViUliuoSantiago.
Thomai Apastado C. Pimental.
Miqopi Cimillo.
Jote lavares E-lima.
Jo.' Antonio de Albuquerjue.
' Antooi'o da Silva Angelo.
Paalmo Accin Caoavarro Wandsrley.
Jos Ribeiro da Silva.
Joao Bernardiao da Silva.
J.iajnitn Pereira Val-ole.
JV Bornardino dos Siotos.
Olyuoi i de Soona Gilvo.
Mmoel Joaqoira Pssoa.
Senaslio Valenanoo.
Aotoo'o Jos Gomes Jnior.
Antonio de Ollveira Silva.
Muitaatte^o.
Cosloh*e paca lora, com lodo rsse:o e promp
lidie, c 031 la* maiio beso follas com iodos os
adoftos nacessarlos; dndole lca e todo o ne
eessarh e njindaodose reoa. Na roa gstreita do Bosart n. 19, 1. aaOar.
Na masraa ca-a vale se orna mora la de o*a*s na
povoaio de Gainelleira, mniti propria para nego-
cio por ser na roa da Estafan o lar a ojaem r
majio para negocio, e vende s- p;r barMo refo
O* abauo asignados, estabeleddo* com toja
de mludcias a' roa do CibogV n- U, Uiea, soin-1
te ao publica e especialmente ao corpo do cum-|
mir-o qiadlssolvfram arotgavpImeBle a soeie-
FERREIRA VILLELA
PhaUgraplM da Angosla Ca>a Imperial
do Brasil
PREMIADO NA KlPOSICiO PROVINCIAL BK PKR,
NAMBUCO K YA EXP>S!C0 COTM4L D3
DE JANEIRO EIJl 1866.
CiltVVIH: COSMORlllA
RIO
AND1R TERREO
17 Ra da Imperatriz
17
dadeqe1,nn,mnodi,oes&cimentosob ,,, ,,, ^ T, ^ ^ di^f ^hOTaMa^dO ^ffl ^S^
,uo qun i.uu.oj no ano estatieiecimenm soo a ra- .* a sua t*hotographia, a aai< anij, dti
aio commerctal de Maeliate fio-mara^ & C desde' Provincia, oa roa do Cabag n. 18. sobrado com
3ldeda/.embr prximo flndn li.-.ajdo He- lo Al "-'da pelo pateo da matru. Sor*ao- coe*
ma, recebendn seo capital h luerrs
nlo da Silva Machado ripc\nivtl plo activo a
oassivo da mesma sociedade. Reeife 11 de Janeiro
de 1368.
Bento Alves Mchalo Gulmaraes.
_____Jos Antonia da Silva Machado.
e Jo- A uta- Palcos.
R'tratos em porcelana.
Retratos em talco.
Metra
Ama dd leite
de leite :
Precisase de ama ama
Crespo n. 23.
na raa do
IGltAO
O agente Pootoai vaidor em leilo por coola
de quem perteocer os movis segniotes : orna mo-
billa de Jacwajjdi nota a Lou XV, tent os con
solos ejardiaelra tampos de pedra, 1 mobiiia de
amarello eom pooeo Bsoj 1 guarda roapa, I mesa
elstica para jatar. piano, l cartelra, 1 o*,
moda de amar elt, 1 mesa para Jojo, I quarliobei-
ra, 1 porta licor, i aptrador, 1 saoctaarn, mesas
para mel de sala 1 marquis >, 1 cima de jaca-
randa, t de amarello e l de ferro, 1 toocador, i
binculo, diversas machinas pira caf, e*paridnos
carrlnhos para eriancinha, candelabro, cadeiras
avalca, p.*pelhjs, 1 lavatorio e perteace*. lanter
as, tapt.., 1 fogio para barcaca, i par de eal-
xilbos e tnuitos ontrii objectos.
Turija-feira 14 do correte.
No armaiem do mesmo ageste, a' ra d Crox '
9. 62, Ia aodir.as i I beras.
LEILAO
De capw de ba'ci.
O agente Poniual competen'emJote aotorisado
vender' em lellao cor eooia de qaem perteoeer
81 barris com carne de balea.
Qoarta-feira 15 do corrente.
No armazem do baio do Livrameoto, as 11
horas.
Aula particular
Roialina de Miranda Henhqaes Teitelra aolo-
risada eom o competente ltalo que los oi eo-
cedldo pela directora d iostroogao publica, a'ba-
secom aola aberta na roa daRjaa n. 8, oade ea-
sioa a ler. escrever e contar a a gratnmatlca na-
cional, como tambem a costara ebaa a labyrlotbo
cbeio e passado, a bordar da ooro, de matiz, de
troco e bordado braoco em ponto de prata e todos
os pont.-a de lia.
Ana de leite
Qaem precisar de ama ama de leite dirjase oa
Upuoga ra da Yeoiura n. 29, qoa aedara1 com
qoem tratar,________
Casa
Alagase a casa n 8 da ra do Principe, com 2
Mas, 3 quartos, cozlobi fra, cacimba e bom
qulotal : a traiar na roa Nova n. 3.
i Alaga-se a casa terrea T l(i a~raa do Jas-
mim : a tratar na roa das Plores n. 37,2 andar.
Rogase ao*| Sr. Faancisco Camlo de Paula
Pacheco, morador na villa do Cabo, o favor de
apparecer na roa de Hortas arroazem a. 2
realisar o negocio que nao ignora.
Precisa se d'una ama para comprar e cos-
uar para duas pessoas; a' tratar no i* andar do
sobrado o. 19 oa ra da Peoha.
Feitor
Prechase de am feitor capaz e bom Irabalhador
para om sitio pequeo, prefere-se casado coa
poor.a familia : trata-se na i-ua Nota n. 19, pi
meiro andar.
Retratos para alftnates.
Retraius para botd-s e para areolas.
Amh, .* P4ra c"Uf> *m PPel escrever
Ambrotypjs com a< rfires ao natural.
RES*
a 9000 a
wia de retratos em cartees de lisita.
' err.jT-um coplelo sorMmento de pro-
p.___.. ----- i >* "">i> nuc casme
ia.f Jf de q, resPeitavel PiWi> concorrer
sUs estas serSo vanaJas todas as segundas reiras.
a apreciar todas as eolleces de
AOS SRS. CHEFES DE FAMIA
I1
Tero
para
Moleqne fgido^
Ansenion-se fcoattiu (10) depos de mel dia o
moleqae Sobastio, de Idaite de 11 a 14 anoos, le-
vando vestido caiga de brlm parJo, tamisa de ru-
cado e chapeo de fellro ja asado, moito ronbe-
cld por tersido escravo doSr. Viegase porvmder
bolo*, demorando se oeste n,ister no correio :
quem o appreh>-nJer leve-o a casa de seu senhor
a ra Nova n. 19, 1'andar, qce ser graflcado.
Do qaiolal r"o coronel J)~Maria" Iidef ja?o
na ra do Hpicn de?appaieceo na larca-feira 7
do correte am .motara pi>saro preto da provincia
do Amazonas muito manso, aioda no da 8 f i vis-
to as arvores e mares dos quinues dos vismhos
da roa da CoocmcSo e da roa dos Prea. Da se a
gratificado de 8} a qaem der noela del.o ou
oober quem o tem e gaarda-se tegredo.
ili .k ------_.,.,.., .-.'iniiiiMMi ne r,rn
cJit'1nh!HCU!' ,"1r"JVD'1,T. como qnadVos,
caunhas de papel, de marroquim, de boho e d
madreprrola, pas i8i..e?mru,)lBS'es,De"l1ase Parolas floas,:
nnaiafn"0"" e,cV'ln Paotographicos'
que se vendem com t.)djs os preparos a dando-se
as preeisas informagSis para se fazerem vistas oa
retratos.
A pholographla esta' abena todos os das.
meooras de juasi igual prego do bilhete de admisso.
Mirada de cada pessoa 500 t
De?de ja acb.i-se abert concumS^^IS^A^biibo.

Precisa-Je da ama ama para I do o servico de
orna casa de pouea familia : na ru da Cadea Da-
mero 21.
AMA
AVISOS DIVERSO
Preparatorios paya a Facul-
dade de Direito.
Jos Soares de Azevedo, professor de
lingua e lilteratura nacional do Gymtvsio
Provincial do Recifa,.teaiaberto em sua ca-
sa, ra Bella n. 37:
Ura enrsi de Llngoa Praneeza:
de Cieogr.iphia e Historia ;
de Iltiecorica e Potica ;
de i2iiop'i:.i.
Os estudantes que quizerem preparar se
em qualquer de.tis disciplinas, pdem di-
rigir-se indicada residencia, de manda ate'
s 9 horas, o de tarde a qoalqoer hora.
Ordem terceira de N. 8 do
Carmo.
O abaixo asslgaados, eacarregados pela
Precisa-se-le ama ama para casa de pequea
familia : oa ra da Imperatriz o. 49.
Francisco~ntoaio
val a Europa.
*^!^a ym maAaaoBBJ^ioJ
Aloga-se um segando andar
ra da Ira9ertri! n. 42 : a tratar
ment do mesmo.
Selle, subdito italiano,
do sobrado da
no estibeleci-
Na roa do Hospicio o. 63, precisa-se aloi
oa comprar urna casa terrea oa sobrad) de
andar com commolos para gran.l* familia
tenna bom quintal e em chaos proprio.
um
e que
.
ES RADA DE rERRQ
DO
Kecife ao Sao Francisco,
AVISO
P* a superlnteodrncii desta estrada de ferro se
faz pubce, que segando o regulameolo vigente,
para a percepcao de armazenageus descontam-s
o< das de chegoda e entrega das merradorla* e
|queseio contados os demais dias qoe decorrerem
i qaer otis quer domiogo oa santificados, n9s qaaes'
mesa 'e>Ur5 ioalmenl aberlos os armazens para a en-
regeder para cootratar a obra "do arma>om terJ UeS^d" er"d?""-. k
reo que se val diBear no logar do sobrado lucen- L i V CD,18adl anelle em qoe for
diado da ra das Grazes, convida a todos os mes- f nereadorla descarrewda al ao meio da, con-
tres de obras, oa ootra qaalqn-r pessoa qne qaei-1 ^TJ:V0 dl* ??">. Pra as mercaduras des
ra imprpftar diti obra, apresertir suas propostas
at o da 15 d > corroo!*, na secretaria da roesma
Na roa de Apoiloo. 20, armaifmde asnear
precia-se de ama coznneira livre ou sirava. *
No dia 1. de jaoeiru do prximo pasado ao-
no desappareceo do engpoho tiafcaetra da comar-
ca de Santo Aolo, o escravo calrra, de noroe Con-
rado, de vinie e cinco anno< poucp oais ou roe-
nos, estatura regular, oi escravo. do Sr. L-onardo
B-zerra Cavaleaot- ; qu -m delle der noticia qoeira
levar ao referido engeaho, que s^ra ginerosamen-
te recompensado.
Precisase de duas amas, uma pira cn?inhar
e ouira para engorara .r : na ra Dlreita n. 26. 1.
andar.
ODr G. A. Raposo da Cmara, medico'
tem aberto e sen esrriptirio na roa da Cdela o-
55, andar, onde pode ser proearado das 9 horas
da uanhaa as 3 da tarde.
- "r GfiEtLER
lnstruccao publica primari..
Do dia 7. do crtente em dia te estar
abarla a aula publica do sexo mascolino da
ireguezia de Gamelleira.
m
Precisa-se.de uma ama para engommar para
casa de familia: a tratar ni ra da Matriz da
Boa Vista n. 28, l. andar.
Marque?, Gomes- pessoa aignma, por qualqunr filo vencido, a
veucer oa coon de livro, se porm aigaem se jal
g*r credfir, qneira apresertar a coota nest->s tres
dias para ser imroediatamente ptga sendo exacto.
Pemamhuco, 9 de jauelro de iiiS.
Oaliinete portugaez dcLeura
Couselbd deliberativo
De ordem do lilra. Sr. pre.-idente convocado o
eouselho para sesslo ordinaria, scguuda-feira 13
do correte, as 6 l|2 hvras da tarde.
Sala do eonselho deliberativo 9 de Janeiro de
1868.
Firmlno Antonh Sooto-Malor Raposo
Sccrtlario.
t*i uto de S4 pedr
O baeharel Manoel Barbosa de Araujo
av^aao publico m goral e aos paes de
seus alumno* em particular, qa modoo
sua residtoih para a roa do Hospicio
fcbrado u. 26 o qoe de boje em diante
tenis ra' o sea Oulleglo a denomioaco de
S. Pdir*. Outro sim, scientifica a seus
alumnos, Pnte lr,t, roos, como exterros
que, do dia 7 do corrente roez em dame, i
comecarao a funcriomr todas as aulas ;
do referido wiabelecim'nto sub a diree- :
V d' s me-Hi u profe-seres.
Vi
M
HITA DJL IAIPEttATBIZ ]. 14.
-e, pbo^^ cojos dones, convidara ,o respei-
,t vir vstalos, assagoar.ndo-lhe* qoaVmonhi!"a 2^JS^S" *?"* '5 tm SQ,S frf8a8"
o mator agrado posslvel jonto com precos moKromodoS ba lnUmu^ raoJ A
De noite bavera serapre caf, sorvetes cervej
etc. etc.
HARITIMOS
OXTRA FOGO
A companuia Indem^isadora, es'.abelccidn
nesta pracn, t ma soguros marrtimos sobre
navios e seus carregamentfs e contra fogo
edificios, mercadorias e mobilias: na
No Moiiteiro
ordem, ainde 'ncontrarao os esilireclmenlos pre-
eisas. Reeife 9 fe |aneiro oe 1868.
Jos Jjaqoim de Lima Patrio.
Gibricl Antonio de CaMro Qointaes.
Francisco Jo' dos t'assos Guiroaraei
Aviso.
A directora do colleiio de 5>nta Urjnli, esta
belecido na roa Formosa do bairro da Boa-vista,
avisa aos pais de suas aiuraoas que as trabamos
do refarido collegio comecam no dia 15 do corren
te. Ple aiola recebe: algumas tmeroas, iimi-
internas e exlemas.
_____________llrsoja Alexandrioa de Barros
Alu^a-se
o srgondo e terepiro andares da casa n. 57 ua roa
da Cruz : a tra'ar na roesma roa n. 55.
Ama
Precisa-se d* uma ama forra oa escrava para o
servico ds rauit > diminuta familia e paga-se bem :
na ra da Concordia, so irado do armazem do sol.
e do dia segainte para as
carregadas depois desta hora.
Outrosiro.'Se faz pnblico qae do dia 15 do cor-
rente em diaote nao sera' rnais permettido tirar
amostras assucar dentro dos armazens das es
tacdss. A companhia transprrlara' gratis pelos
trens de carga as amostras que acompanbare-" o
assucar constante que estas nao excedam a 500
grammas de cada qualidade de assncar.
G. O. Uann
Saperint^ndenle.
Villa lo Cabo, 9 de Janeiro de 1H68.
Precisa-se de uma ama para cosinhar em casa
de pouca familia : a tratar oa roa ova loja p. 7
ou na rovoacSs do Mooteiro na taberna junto a
rennagao.
Caixeiro
Declarado
Jas de Azevedo Silva vem pelo presente decla-
rar ao coepo do comraerclo desta praca de Per-
narobaco, qae nesta data lera dlsselvido amigavel-
rneote a soclrdide commaaditaria qne tinha no
eslabelecirocnte de fazendas silo a' raa das Con-
vertidas n. 30, cora osr. Antonio Rodrigues da
Costa, e qoe gyrava sob soa flrraa : fleando a sea
cargo todo o activo e passivo da raesma loja, e res-
ponsavel por todas s traosacc5es commerctaos
effdduadas pelo mesmo socio Antonio R >drga s
da Costa, o qaai dea desoierado de toda e qua>
qapr responsahilidade.
Paaahyba 31 de dezembro de 1867.
O abiixo asslgnado scientiflca ao pnblico e
om esperhlidade ao corpo do commereio, qae a
datar do 1" de Janeiro deste anna, tem admittido
coma socio de ?a casa coramereial, sita a' ra d
Crespo n, 18, a s-u caixeiro J So Aotonii de Mil-
lo, cuja (Irma social gyrara' sob a razao de A-
orad* 4 M.-llo ; fleando a cargo e responsabilidade!
da referida Arma todo activo e passivo da mesmo
casa.
Reeife 10 de Janeiro de 1868.
Jos Azevedo de Andrada.
Veiide
19
ft
a obra em brochar\ e em
Code Poal_ii r Pauslin
de Dees n. 24.
6 voluntes-TheorH da
Helie : na ra da Madre
VNDESE
"Maito booitos e b*m feitos azolejos nespanboes:
na loja de tueca da roa do Imperador o. 46.
Aluga-se uma casa na ra Aucu-ta n. 56
com tres quartos, 2 sala, quintal e cacimba
tratar na ra do Vilano n. 20.
Preci-se de om caixeiro com pratlca dVtaber-
oa e d fladur a soa conducta ; oa ra do Codor-
niz o. 3, se dir quem precisa.
Fundico da Aurora em San-
to Amaro.
CoTip!eto sortimento de taixas de f rro
coado, molde raso, ltimamente aprovadas
para o fabrico do assucar.
Precisa-se de nma molher idosa do boa con-
ducta para fater coropinhia a tima icoja soltetra:
quem quizor dinja-se ao pateo do Teico n. 4, sen-
do em da de trabatno, das 7 as 8 horas da noite.
O pequeo portogaede 14 a 15 aoBo$7pre-
tende se arrumar em quaiquer estabeiecimento
tendo alguma pratlca de padaria j a traiar se no'
partira da Solidado n. 14.
ra do Vigarion. 4, pavimento terreo.
G0NFBT4I
mm ah i^tae
16Ra da Cruz16
Ha diarivmente oeste estabeWimen'o um sorti-
mento de doces para cha, pao-de-l, bolos Inglczes,
podio*, flaobre e [stett de diferentes quall
JadfS.
Vtobos finos de tolas as qaalidades, coacervas
licores, etc., etc. Recebem-se encommendas de
trabamos proprlns de pastelera para grandes jan-
tares, bailes, casanvntos e baMIsado", havendo
para-es-a -ofntes aniegas, b ndejas de boliohos,
tanto de arniagao" como sem ella, pao de 16 de-
corados, seceos e oolros bolos da muitas-especiaes
differeoles.
O d,.oo deste estabelerimenio tem resrlvido
substituir as bandejas as armarles de papelio e
de folha, por armaras da assucar, competente
mente decoradas, tanto para a provincia como
para fora. (.o o as i n wmmendas bem acondicio
Badas.
Taiibem nosie m 'Smn eslabelecimento comora-se
pevlde de melancia (aiOle).
SEM A LA CARIE

Eulrada geral ra larga do Rosario o. 37 para f,m
estrella do ftestrio n. \ A
proprietarios deste grande e-tabelccimento, com a chegada da
sen, aromos a fregoezes, qae se ach.m ootra vz
mato e
coocur-
quartos pur precos ra-
a de jornaes nacionaese eslrangelmj j na mestna sala ba
Francisco Garrido 4 Hermano
buropa do p i neiro, tem o prazer de ooncar aos
no aoemo estabeleciment^
de oalras pr.vlnc
rencia. Os hospedes
zoaveis.
Ha sala para le tu
para recreio.

Cmese a mesa ndonda a la carta e manda-se domicilios
A noite ha sorvete e refrescos, caf, cha e chocolate a toda
am magnifico piano
a hora.
MUITO MAIOR VANTAGEM
0 bem conhecido CORADO 3E 0UB0o.D
Cabug paga mals do qae ouira qaalquer pessoa podera' paar as
Kro qn.io"er!"9 ^ ** ^ '^ PrVaS 6 CffereCa '!
ra do
inoedas de ouro e
jo-a? por menos 20 per cmto do
Precisa-se d) serventes
do Mttos.
uas i bi as du Porle
Aluga-se um sitio na Punte de Ucha junto
ao commendador Jo> Jacome Tasso, com sete
quartos, duas salas e quiota", grande baixa para
caplm, agua corrente, com muitas arvores de
fruto : a tratar na ra do Vtgarlo n. 20.
DE TOADOS FRESCOS DE BACALHO
Vende- se em frascos
e meio frasaos triangu-
lares, pharmacia Hoco,
J, ra de Castiglione,
era Paria.
As contrafae?em, os o!e*a parti, d'um clioiro tone.
DECL4R4CA0.
Jos Antonio de Oliveira, declara que na-
da recebeu e nem receber quer do Sr. Luiz
Fernandes de Mosquita, o tempo qae morou
em soa rompanhia, e bem assim o feroeci-
ment de cotamedorias e mais despezas fei-
tas em seu hotel PERNAMBUCANO ra
das Crozes n. 39, servindo esta declarado ao
Sr. Mesquita de documento para qae em
tempo algum ?e lhe possa cobrar.
Reeife, 12 de dezembro de i868.
Declarado
Antonio Rodrigues da Cosa vem pelo presente
declarar ao eorpo de coramercio desta praca e de
Peroamboco qne nesia data tem diesolvido ami-
gavelmeote a soeledade que tinha no estabeleci-
mento de fazendas sito roa das Convertidas o.
30, a qual gyrava sob soa firma e da qoal fazia
parte como socio commaoditario o Sr. Jas de
Azevedo Silva, fleando o mesmo senbor retpoosa-
vel por todo activo e pa-sivo na raesma loja e o
aononciante desonerado de toda e qoalqoer res-
ponsabtlldade qae apparecer posa da data do
presente em diaote. Parabyba, 31 da dezembro
de 1867.
de peixes comuna, taes ce^o o e^oTa^a; o^T^^tZl^S^^J^
ameamo sa oleo, aeoefaes, foram imaginados para sustituir os im^M^mluZ^^Z'-
llre-co. de Bncalhho de Terra Aova. Estes olcoa communs ou seos waSLSZSZ??
obtdos na industria por precos mui bahos, em quanto que os rerdadeh-as oleas de StodTtarTiitf
?C3.S^,,^Vam.ente mult? Mro. ?jst? ^e para Obtel-os fresco, e sem mislura, e,l.b""'ii*0
randevigirancia e ter esmaiores cuidados"nosVoprio?"lumredas au' ''^m'cm^IZ*?**
I. Hogg desde o annode 1*49. Estes oleo, poro de 2iX^l!!SLC^in^fMer
grangearam para este precioso ji.edicainenio uma fama universal naa molestia io pello tTZ^^f
SrCfB*e ,ymPhat*c ""Srt*a fot meiwnoi,etc./,e por isse.deram lugar a nociva?e dese
.A^'a' X? rfeo ?* "F5 fad' d* **. dlstlngne-se entre os oatros oleoe mi.
c6r de patha, o seo cheiro suave e delicado, e seo gosto de sardinha fresca. *^ 8,w
O RELATORIO (avoravel do chefe dos trabaHios chymieo da FACULDADE DE MPrurm. ^^
PABIS condue como aegue: O eleo er de alha de M. Hogg tonttm uma terca parUdTJ*
Halos activo* mait de que es afeas pardos e nao aprsenla algum des inconveniente, ? "
i repara n'eite, quanto ao tkeiro e saber. "^mu que se
^eJU>-ae eia> teda pharmactaa da Franca dos palxea eatranaetr**.
WETHODO CSTiLHO.
Manoel Jos de forja Simes, professor
particular de instrucc3o elementar pelo rae-
tbodo Castillio, avisa aos pais de seus alum-
nos e ao respeitavel pulilico, que est aber-
ta a sua aula, desde o dia 7 do corrente. na
ra da Praia n. 59, segundo andar. Na
mesma aula se reeebem pensionisias e meios-
pensionisias por precos commdos.
Precisa-se de urna ama para comprar, cosi-
nhar e mais servicj domestico : na ra Bella nu-
mero 40.
' de cozinha.
Precisase parafasa de familia de uma ama de
czioha, ptefenndo se escrava : a traiar na ra
do Crespo n. 53, loja.
PREPARADOS
Ama
Precisase de um ama paraeturommir na roa
do Traptebe n. 36, V andar.
Precisa se de um substituto para o servico
da guerra, medlaote vaoUgens qae te convenca-
Ea a-----_m
4
PILULASdeHOGG
lo P.lula* nattrimentaea de Hogg, com pepsina acidificada, o
gastratgicas, iyspepsicas, etc., e nos casos em que as diiitnoet sao laborioias. e is vex <_
pojjfwi*. *"^
Dose : uma pilula antes e deaois de cada cernida.
O alimento nao seno uma substancia bruta sem nenhuma virtude antrimental por ai-Besan.
a qoe deia perecer de inanico aquelle que nao digere. ^
ma nica coisa basta para operar a transforma?*) dos alt'aientoa am nafrmeno; esta i a
pepsina acidificada. (D' LUCIEN CORVISART, medico de S. M. o imperador dos Frsncexea) (1)
* Pilulas de Hogg, com pepsina nnida eom o ferro rcduzlda pelo h^droaraeo-
contra as molestias chronicas, e afTeccSes que d'ellas resultam, ptret brancas Morosis, menstrutea
difficil, fortificam os temperamentos debilitados.
Dose : de 2 a 4 pilulas cada dia.
O Ierra, rcdmldo pelo hydrogenee, 6 a melhor das preparacee ferroginoaas. {BOCHARDAT^l
Com .ojuda da forca viva que contem a pepsina, os alimentos iransformau-so em nutrimento*.
S Pillas de Hogg, com pepsina proto-iodnreto frreo inalteravel, contra aa
escrofulosas, lymphutira, e syphititicas, a tsica, cachtxia chlorotlca, e aa anecies atonto
na economi.
Dose : de 2 a 4 pillas cada dia.
A pepsina, pela sua unilo com o ferro e o iodo, modifica a aceto excitante d'estea dois ared
agcms sobre o estomago das pessoas nervosas ou irritavela. Memoria presentada leajU
Vino.* ni Ja inpfliVi'iin Ja Duna """
Presente para meamos.
0 Alpbabeto Portuguez Ilustrado, con-
tendo primeiras noces de religio, urbani-
ate e historia santa: ^ elegante volume,
com numerosas eslampas.
$O0O rs.
VllARfAFRlNCEZA.
Coiiegio de 8. Francisco
Xavier
Para ednc--cao dos meninos
Estibelecido na grande e bem arejada casa
onde estava o Gymnasio, na roa do Hos-
picio n. 55, dirigido pelos padres da
companhia de Jess.
O Bvd. padre direetor deste collegio scientidea
aos paes dos sens alumnos e dos demais qoe qnl-
'.rrern cooflar-lhe a educagao dos seus fimos, que
Fedegoso de Pernambuco xtot 3 utojhb?
A planta, conhecida entre nos sob a de-' -^ULNGU' tem acfo directa sobre os
nomtnacao d.; fregse, e no Rio de Janeiro l*ien,r,lS nervosos, e por isto faz dormir sera
e pro incias do sal deste imperio pela de'delerminar aflluencia de sangue no cerebro
orista de gallo, o tiaridtum utilissimum : como P' e substancias simples que delle
ou ttartdium elonoaltim de Schura, e o he-1 se MtraD. pelo fjue o somno tranquillo
liotropium curoisadium de Mart., pertencee reParador- 'alma a tosse as bronchites,
familia das boragineas. "e modera os accessos de astl;ma e de tosse
0 fedegoso considerado, na therapecti- !convulsa-
ca pernambucana, como urna das plantas'T0D0S E3TES
mais recommendaveis por suas virtudes cu-!
rativas, e applicado interna e exlernamen-'
te, gomo calmante do systema nervoso, na
paralysia, asthma, tosse convulsa ou cqoe-
luebe, tosses recente? e antigs, suffocagOes,
catarrbos pulmonares, etc., eem geral con-
tra todos os soffriraentos das vias respirato-
rias ; sendo um excellente unitivo para
aqueles quepadeeem de phtisica pulmonar.
Sua eficacia contra o ttano ou espasmo
incontestavel, e ninguem ha que a desco-
nheca.
MEDICAMENTOS SAO
pon
Jcaqttim d'tmeida Pinto.
PHABMACEL'TI o em i-ermambco.
Rui larga da Rosario N. 10
______Jurloja qnarleWe p Hcia._
Atteii#io.
X. 2 > Rna do Limmente H. 2$
Deposito de tamancos e calcado nacional da fa-
nrlca da ra do Jardiro n. 19, de Jo> Vicente Go-
dinho, tanto no deposito como na fabrica seapremp-
lam todas as porcoes de calcado o rosis barato
posslvel, esta fabrica tem todas as machinas pro-
prias para os calcados ja bem acreditados pelo
INao Ignorando BOS O que acabamos de di- grande numero de fregueie* qne daqai se for-
zer, e esforcando-nos por ser til humanida- necem
de soffredora, preparamos o que abaixo indi-
camos, pondo a disposicao dos distinetos m-
dicos, e dos doentes desta e das outras pro-
vincias deste imperio nossas preparacoes,
que sao: -
molestia*
atnica* geraaa
osoa
eademit
<\j da 3 de fevereiro om-faro a funceionar to-
jas as aoias desta eslabelecimento, acbando-se
bertas ja' as matricolis.
thate collegio reerbem-se meninos de 6 a 15
anoas para serem educados e iostiuidos as ma-
tartas preparatorias das faculdades do impeli. A
uugua italiana, msica e desenlio serlo eosioadas
a pedido dos pais.
Ihv-ro meninos internos, melo-pensionislas a
iteraos.
O loturoos pagirSo 40?5 mensaes, os meio-pen-
sioQi-u- I5, e os externos ; adtaoudos.
Os pobresserSo admittidos gratuitamente as
aulas do eoilegio,- provando o estado de pobreza
com alttstaco do parocbo respectivo ou de outra
pessoa de .
Para admi'so dos alumnos e para qoaesqoer
egclarecimeotos trata se com o director do mesmo
'Staheleclmeoto a quaiquer hora do da.
Beroardino Antonio Perelra Bastos, porlu-
snez, retira-ss para Eorc pa.
A JURURB1
em extracto aicoollco, emplas-
tro, leo, tintura, pllnlas, xa-
rope e vlaho.
A JURUBEBA uma das substancias me-
dicamentosas que perteacem ao reino vegeta!
e entrara na classe dos tnicos e desobstro-
entes, sendo empregada com vantagem con-
tra asfebres intermitentes acompanhadas de
eDgorgitamento de figado e baco.
Ella tem sido aplicada com incontestavel
proveito contra a anemia ou chlorose, hy-
dropesia catarrho da bexiga, e mesmo para
excitar a menstraco, difficil, resultante da
mesma anemia ou cjjlose.
Iff
Precisa-se ee ama ama para o servico di
s p' ss.a : na ra di Cruz n. 16, 2- andar.
n.a
,
imperial de medicina de Hari*.
osa, pliarmaccutico-chyniico, roa de Cantlglione, 1, nico propiMario PKMndaF
Frascos de 100 e de 50 pilulas hermticamente lepado*.
Deposito as principies pharmarias.
(I) Vede n obras intitaudai ; P*vpepti*. t Ctnsumpfdo. EihU tetra M $litmlm t W mtrimnhf,
Vende-se oa nharmacia franceza na roa Nora de P. jiaorer 4 c.
0 ARBOBE VEGETAL
E* muito superior aos xaropes de CUISI-
NIER, e de LARRY. De facdigestao, a-
gradavel ao paladar e ao olpbato, elle cara
radicalmente, sem mercurio, todas as affec-
'coes da pelle, jmpigens, a!porcas tumores,
ulceras, sarnas degeneradas, escrfulas, es-
corbuto. E' sobre tudo poderoso as meies-
tias rebeldes ao mercurio e ao odurelo d^
potassie.
Pos vermlfrios para lombrlgas.
Preparado a mais segura para a expnlso com-
pleta das lambrigas e ontros vermes, sem acarre
tar os inconvenientes qoe se tem dado eom entras
preparares. Sao de grande accic vermiclva,
agradavais ao paladar e compativeis eom tod s as
idades a eompleifdes, variando smenle na qoao-
tidade.
am
Azevedo i Irmao
Ra do Quemado w. 82
VENDEM
Telhados de ferro galvanisados.
Caonos d chombo, de todas as gros-uras.
Bacias esianbadas de todos os tamaBhos.
Thesooras para encrespar habidos de todas as
grossoras.
Salitre refinado de Londres.
Bren e eoxofre.~
Zinco em folha.
Moiohos para rednaco de todos es lmannos.
Bridas, esporas e picadelras de jjnea.
Ama delttte.
XAROPE E SALSA PARRILHA DO PARA,
oo
ileUapara m^^mL^S ^^lSZ^
amamfntar uma criaba ; na roa da Gola n. 4 SAD0S NA9 molestias be pellr, impicbns,
l andar. Na mesma casa precisa ae alegar um D0RES R"Ematicas eclceras venerkas
moleqne para o servico interno e externo de ama PILCLAS AMTI PERIDICAS
casa com peqaena familia. j Conira asfehra inttraitentes, o teiks
Yida de Horacio Nelsou, por
Forgues.
^em conlestaco algoma Nelson reconhecido
como o primeiro almirante do mundo, e se nao ti-
vesse alcancado as victorias d'Abnoklr e de Tra-
/algar, talvez que fosse a Inglaterra vencida por
patelo. A soa tenar idade e consclenea do genio
tradozem-se na eloqoewe proclamagao de Trafal-
gr : A Inglaterra espeta que cada um ounpra o
seu dever I E', pois, com razo qoe os Ingleses
idolotram a memoria de Nelscn, e o proclamam
salvador da sua patru.
Vende se esta obra ioteressante por 1600 ra. o
exemplar cartonado> Ba livraria econmica defron-
te do Arco de Santo Antonio, as*ira como a histo-
ria de Carlos XII por Voltaire a 111160 rs. em brr>
chura rea historia de G Braa a 82 eneader-
ntda.
Precisa so de nma arai coaa bastante leite e
sadia para tomar conta de uma menina recemnas"
etda : oo Bm da roa da Concordia passaodo *
goiabeira goart^irao do Moatelro terceira casa
Criados
No collegio da Concedi preoi=a-sa Ida om co
peiro forro ou escravo e de om sVrvente escravo
Goilherrae Cirneiro da Cooba dec ara ao
respeitaval publico que, de boje em diante sa as-
sigoara pos Guilherme Carnelro da Canfca OH-
veira.
, Recte, 9 de Janeiro de
V,

v
i

-n
.-i_
I1EGIVEL
-T-
mm


-
1-----------------
! a
|


_

^
>
(
Uri de peruawbuc* ftegunda eir 1S d 4ane.ro de 486S.

ARMAZEM
DO

YAPOR FRANCEZ.
fcEUA NOVA N, 7.
Atiba de chegar de Pars 1 este estabelecimen-
lo um grande e escolhido sortiraenio de eticado
dos melho: es fabricantes daquella grande praca,
assim como grande variedade de qaioqallhrta e
de novos brinq'edos para crlaocas, cojos arllgos
selaebam expostos a escolba e voottde dos com-
pradores, orno sejain algaos que passamos a
mencionar.
Ildmamoda
Ricos chapeosiobos de gosto para senboras fei-
ios ao capricho de ama grande modista de Par.
Botinas para senhoras
de setim branco, daraqae dito, pretts e de ootras
differentes cores eofeit-.das a rigorosa moda.
Botinas para meninas
4a maltas qoalidades bem sortldas.
Brlocos de onro
de lei a oltima moda dos Campos Elizios e boule-
vards de Pars, para senhoras e meninas.
Lnvas.de pellica
io wdadeiro tabrieante Jouvin, brancas, pretas e
de ootras differentes cores.
iLeqnes
nm eseolbido sortimeato de leqaei de diversos
gestos e qaalidades.
Perfumarla
liaos eitractos, bsnha, olees, pos de arroi, agoa
de cologoe, agua Q( "ida e jabonetes.
Kspelhos
fia differentes tamanbos e gostos para salas, gabi-
netes e pequeos toucadures.
Calitnha de costura
de novos modelos ricamente goarnecidas e com
lindas pecas de musir.
Delicado presente
boteinbas e cestlahas de seda e de velludo mallo
importantes para braco de meninas passeio.
Chapeos de sol de seda
de cores e uiniio bellos para senboras e_meninas.
Boiiqiiets d esposl^ao
delicados bonquets de flores de porcelana com lin-
dos jarres para mesas de salas e santaanos.|
Lunetas
de seo, tartaruga e |b.ufalo.
Oculos
de ac, bfalo e de prata doarada.
Ricas bengalas
da canoa verdadeira com casiao primorosamente
trabalbados em marflm, compradas na exposicao.
Chicotes para passeio
moito finos de baleia e cabo de maifim.
Oleado para mesa
mnlto boa qoalidade, novos e bellos padroes: no
armaxem do Vapor, rna Nova n. 7.
Para toilet
objectos de phantasia moito bellos para toilet.
Ceques.
ebegados de novo a ultima moda.
Ricos albuns
de velludo e de marroquim para retratos.
Esterescopos
com lindas photographias transparentes.
Estampas
te figura?, paisa<*ens, cidades e4e santos.
Molduras douradas
de diversas largaras para quadros.
Abat-jour
para candielros e lanteroas de piano.
C o sho ramas
grandes e pequeos cora 50 ou mais vistas etco-
tbidas a' vontade, muito pittorescas.
Reailjos
pequeos, de qoatro e seis pecas de msica.
Aecordlons
concertinas, o que ba de melbor neste genero
Callas de rame
de varios preces e tamanhos para passarinho.
Botinas para bomem
grande sortln ento bem escolhido em Paris.
Botinas para meninos
de muitos modelos bem sonidos. t
Sapatos de tapete
de charlte, de tapete avelludados e da tranca
Lisboa para homens, senhoras e meninos.
Botas russlanas
Pernelras e meias perne'.ras.
Mantas de feltro onitos padroes.
ibicotes fortes coropridos.
Lavas de fli da Escossia.
Gartelrinbas para diobeiro.
Saceos de tapete p*ra viagem.
Malas e boleas sortidas.
Pouteiras para charutos e cigarros.
Cbaroteiras e cigarrelras de palha.
Caximb)S de bonitos modelos.
Gravatas pretas e de cores.
Oordas para violao.
Bengalas para homens e meninos.
Escovas para cabello.
Kscovas para denles.
JPentes de marfim para tirar cispas.
Ventes de tartaruga de desembaracar.
Abridores de luvas.
Tesoorinbas delicadas para costura.
Caivetes finos com tesoorinha.
Meias de fio da Escossia para bomem.
Vene2ianas transparentes para janellas.
Quadros pequeos para retratos.
Pares de lindas figuras pequeas de porcelana.
Jarros moi pequeos de porcelana.
Objectos de porcelana para botar banha.
Taiberes finos para meninos.
Objectos de mgica para divertir familias.
Pbotcgrapblas mgicas.
Globos de papel para illominacao ne campo.
Castrabas de vlmes para meninas de escola.
Ceixinbas de moslea e reajeijos para meninos.
Velas a gax para candieiros e candelabros.
Carrinhos de quatro rodas para conduiir enanca
Bonecas de roassa, de cera e de porcelana.
Bercos e camas com cortinados para bonecas.
Cabriolis e cavallinhos de madeira com machi-
nismo para meninos de 3 a 8 annos montarem
Para presepes
flgoras para ornar presepes, casinbas, animaes,
pastores, e outros muitos objectos proprtos.
Attenco.
Nao sendo possivel menclonar-se aqoi todas as
qaalidades de calcado, nem todos os ariigos de
qmnquilbarlas, e moli menos da grande vaile-
dade de novos brinqoedos; pedese ao publico om
passeio a este estabelecimento, cerlo de qae en-
contrara bastante paciencia para bem escolborem
o qne desejarem comprar, e precos baratissimos
tm virtude de baver em todos estes artigos grande
aantidade, e terem sido comprados mesroo na
oropa pelo dono do dito estabelecimento, arma-
seo do vapor, ra Nova n. 7.
45Hta Direila4o
Chega, gente!!!
Sorigalas ingleies para lomera a Sf.
Ditos franceies dem a 5.
Borxegnins para senhora, enfeiudos, i l-
Ditos para menina, dem a 3}.
Sapaioes inglezes para hornera a 4f.
Ditos americanos a 31500.
Chinelas do Porto a i600.
Sjapljs-tranca para senbora a 1J280.
Dilos aveludades, dem, a 11280.
Saptos franeexes de salto a 31.
Aproveitem emqoaato lempo.__________
ILLUMINACAO
A GAZ.
4J3JJ
PHARMACIA
ESPECIAL HOMEOPATHICA

DO
A empreza do gaz desta cidade desejando facilitar feralmente o uso do gaz na
casas e estabetecimeotosparticulares, offerece desde j as segaintes vantageos:
1. Uma redacefo coDsideravel nos pretos dos caaos, apparelhos e todos os mate-
riaes precisos para a installacSo desta luz. ,"":!._ ;__'. .
2.* O gaz ornecido boje de extrema pureza e nao offender a prata, o brooze
ou oatro metal differente, assim como oenhum damno poder causar s pinturas, quadros.
ornamentos, papel de forro mais delicado qne seja, tornando-se ao mesmo tempo to san-
Janeiro; tomam seguros ontra fogo em predios e davel e mais econmico outra quaiquer luz, ja conhecida, aflnal, evitar tambero a obs-
mercadorias, em seo escrptorlo ra da Cruz nu- truegao dos canos e tubos dos apparelhos. -
mero 87. _________I 3.* Os apparelbos existentes, como lastres, arandelas, bracos de vidro, de bren-
DOUTOR SABINO 0. L. PINHO
Seguro contra logo
Trocam se
isa praca da independencia n. 33, toja de M> et,c>j etc, sao proprios para os senhores que preferem luxo e elegancia, como para
ourives, compra-se ooro, prau e podras preciosas, ^ necessilam simplicidade e economa.
e tambem se fat quaiquer obra de aacommenaae 4, as pesms que qaizerem wllocar o gaz em saas casas podem dirigir-se em-
------------------preza, a qaal se encarrega da collocagSo de todos os apparelbos, canos, etc., tomando toda
a responsabilidade pelo perfeito cumprimenlo do masmo, ou por outra, podem empregar
qoalqaer maquinista reconhecido pela empreza, sendo o mesmo maquinista responsavel
pelo mu trabalho.
6. A empreza obriga-se ainda a reparar gratuitamente qualqaer falta de luz,
obstruccSo de canos, etc., devendo o consumidor pagar somonte as pecas novas qne forem
precisas para o mesmo concert; quaiquer reclamac3o que possa baver, ser dirigida ao
escriptorio da empreza roa do Imperador n. 31, afim de ser logo providenciada.
as notas do banco do Brasil e das ealxas filiaea-
dom descont muito rasoavel, na praca da Indi,
oendencia n. il.)___________ ,_______
D/-se 8005 a premio, com bypotbeca ero
bem de raz de dobrado valor Desta cidade : a tra-
ur na rna da Imperatrit loja n. 28.___________
Aloga-se a casa da ra da Florentina a. 2 :
a tratar na taberna do largo do Paraiio n. 16.
Aloga-se o 3* andar do sobrado n. 1 da rna
Imperial ; a tratar no 1* andar.____________
Chocolate vermicida
DE
AbIonio \aocs de Castro.
Desde 1857 que s3o as tabellas vomicidas
applicadas em Portugal, como o remedio
prompto e eficaz para a expulso das lom-
bi igas, que t5o graves padeciiDentos causara,
e que quasi sempre se suppoo ellas a ori-
gem.
Este virmifugo preferivel a quaiquer
outro pelo seu agradavel paladar e fcil ap-
plicacSo s enancas, as quaes geralmente
sao mais atacadas de semelbante mal.
be.
u>
a
c
B =
J.
M
T5 J -i
8 o s^
g si g.B
&ilgf*
oj 9 o o."13
o** a 9
u o u u B
a o- e*
i i
.si-
3C<5'
O u O WT3
en bm ->> o a
O O i
re C r> .
lffl
o o 5 w
a O.
B
ES 5?- o
T f B P re
o
da
OD A. S, Pereira do Carmo (medico) oh
est morando no sobrado n. 12 da roa da ^
Imperatrix. .......f^
misis^ is^tt
feto que pechincha.
Fazendas com toque de a-
varia-
Madapolo de 105 Booa G.
Dito de 9* idema 5.
Atgodozioho unoa i>.
Ditoa 3*.
Camisas de 3300a 2.
Baldes de 4-a -lo.
Saias de 55a 3.
Toalbas de 14500-a 800 rs.
Seroulas de 25O0-a 15500.
Enfeites para'cabca de Sa 2$.
Chpeos de copa baia de 5f'0 a 4.
Na ra dos Qaarteis b. 22, leja de ealQado do
Vlanna._________________
Precisa-se alogar orna boa escrava para o
servlQo interoo de nma cafa de pqoea familia : a
tratar na roa da Cadeia, loja n. 7 ; paga-se bem.
O Dr. G.A. Waloaum, medico, tem o seu es-
eriptoTio a' roa da Cadeia n. 36, segundo andar,
onde da consultas todos os dias de 8 al 10 boras
da manba, e 1 at 4 horas da larde.
Stauel Power JotmstOD AompanhU
Ra da Senzala Nova n. 42.
AGENCIA D
Fnndl^Sode Low Hoer.
Macbinas a vapor de 4 e 6 cavallos.
Moendas e meias-moendas para engenho
Tanas de forro coado e batido para enge-
nho,
Arreios de carro para um e dous cavallos.
Belogios de onro patente inglez.
Arados americanos.
Machinas para desearojar algodo.
Motores para ditos.
Macbinas de costura.
Perdea-se o p direlto de um par novo de
borzeguins (raneei para bomem n. 36, da estrada
de Joo Fernandos Vieira, beeo do Olhn do Bol e
estrada de Joie da Barres al o beeo do Esplnbei-
ro; 5|oem tlver achado qoerendo entregar, o peder'
fazer na padaria da Solidade, ende tecebera' o
achado. ______
~ Preelsa^e de dous carroceiros matriculados
para trabalhar eom vehculo da alfandega, paga-te
bens; w U4 a oncorlia o. 21 A.
mm Um mm mmmn
Educacao primaria e se-
cundaria.
Na institoir;io de Jeronymo Pereira Vil-
lar, na roa larga do Rosario n. 22, nao s
e eosinam as materias queconstitoem o
curso regular de primeiras letras, como
as disciplinas preparatorias para a facol-
dade de direiio; cujas aulas estarlo aher-
tas do da 7 do presente janelro por dianle.
CASA DA FORTUNA
Aos 5,f
h: S A -Ra do CatougW. A.
Os proprietarios deste estabelecimento offerecem ao respeitavel publico
um explendido e variado sorlimento de joias de ouro chegadas recentemente
da Europa, cojos modelos s3o novos e de bom gosto como sejam: polseiras
eomperolas, rubins, esmeraldas e brilhantes, brincos da me$ma ferma, anneis
de phantasia, proebes para retrato, etc, etc., botSes de coral rosa para p to
de camisa e cacoletas com retractos.
Compra-ie e recbese em troca ouro, prata e brilhantes pelo seu en-
trinceco valor, assim como moedas nacionaes e estrangeiras. Tambem se en-
cnmbem de fazer concertos
Agostinho Jos dos Santos $ &
Neste importante estabelecimento se acba
ludo o que necessario para a pratica da
Homeopathia.
Medicamentos em glbulos e em tinturas,
preparados com a mais escrupulosa eiacti-
dao por meiu de macbinas especiaes.
Carteiras portalei-, cootendo os principaes
medicamentos em glbulos i 00, 200,
300, 400, 500 e 600, [conforme a quanti-
dade de tubos.
Caixas de medicamentos em glbulos e
era tinturas de 800, 1000, 4200 e ioO
rs., segundo o numero dos vidros e de to-
bos.
( Estas caixas sao moi uteis aos mdicos,
senhores de engenhos, chefes de grandes
familias, capitaes de navios, e em geral
todos que se quizerem dedicar pratica da
homeopathia.)
Cada tubo avulso custa.......10000
Cada vidro de meia ooca de tintura. 25000
Vendem-se glbulos inertes, tubos vasios,
ridros para a preparaco das dses, etc. etc.
Escovas elctricas para tralamento das
molestias nervosas, principalmente para as
dores de cabeca.
Apparelhos do lavar os olhos no trata-
menlo das opbtalmias.
Apparelhos de injeceo para o tratamen-
to de certas molestias das mulheres.
Cb preto e verde de excellente qali-
daoe para uso dos enfermos.
Vende-se igualmente o Tbesouro ho-
meopatbico ou Vade-ineciim do
homeopatha (obra incontestavelmente
indispeosavel todas as familias, pela clare-
za, com que ensirra a empregar a nova me-
dicina), prego 200.
(Em porcSes de 50 exemplares faz se o
abate de 15 por cento.)
Posto que, na segunda edicSo do Tbe-
souro bomeopathlco ou Vadem-
cum do homeopatha, pagina 677, se
ache indicado o meio de osar d'esse preser-
vativo, com tudo convm repiti-lo om al-
guns esclarecimentos mais.
Para uma familia dissolvem-se 20 gl-
bulos em uma garrafa com dotu "rf<>
d'agua pura, vascoleja-se bem, e d-se a
cada pessoa uma colherada pela manbS, ou-
tra ao meio dia e outra a noite, dorante
tres ou cinco dias consecutivos. Deixam-se
passar outros tantos dias sem nada tomar,
findos os quaes, rpete-se o remedio da
mesma maneira; e assim se continuara
em quanto durar a epidemia.
(As creangas at a idade de 3 annos to-
marSo o remedio as colherinbss).
Si a epidemia estiver muito forte, ou, si
na casa houverem bexiguentos, deve o reme-
dio ser tomado todos os dias, sem inlerrup-
$0, at que a cousa melhore; depois do
que volte-se a osa-lo do modo ensiuado.
A garrafa deve ser nova e muito bem lava-
da, primeiro com agua quente e depois con
agua fra. (No caso de nao baver garrafa oo
vidro novo, poder servir uma garrafa de vi-
nho ou de agurdente, com tanto qne seja
muito bem lavada com aguas quentes e
fras.)
Para uma s pessoa basta dissolver 6 gl-
bulos de vaccina em 2 oncas d'agua, e d'ahi
tomar as colberadas como j ficam indi-
N5o preisa grande dieta. Abstenbam-se
do cha e do caf fortes, do abuso das bebi-
das espirituosas, das comidas gordttrosas
e muito adubadas Eis aqui apenas o que se
exige.
/a
AKJEBTID
Ci
N. 2 largo da matriz de Santo Antonio n. 2.
RETRATOS A OLEO
Temos a honra de partecipar ao respeitavel publico a volta do- Sr. Alberto Hens-
chel que foi Europa com o duplo fim de se por ao correte dos mais recentes pro-
gressos da arte photographica e adquerir para o nosso estabelecimento mais um ar-
tista de talento.
O Sr. Alberto foi summament feliz e conseguio engajar um destincto pintor de
retratos, p
SR. CAltTiOS ERNESTO PAPF
rsembro honorario a academia real de, pintura da cidade de Dresda, e do gual a reputa-
C5o bem fondada nos autorisa a erperar produces notaveis no seu genero de trabalbo.
Um progresso immenso ltimamente executado na photographia, um dos mais
importantes consiste n'arte de obter retratos em tamaoho natural, Asando directamen
te na grandeza que se desaja, sobre a tela do pintor, o retrato pbotographado, por meio
de um instrumento especial chamado : cmara solar de augmentaco.
Pi,r esta forma o talento e o saber de um artista habii maravillosamente se-
cundado pela precis5o absoluta e infallivel dos contornos e das sombras que Ihe poe a
photographia sobre a tela, e tudo se rene assim para se alcancar o maior grao possivel
de semelhanca incontestavel, ao que d ainda maior realce o sello artstico, que imprime
ao retrato um bello colorido.
Pelo mesmo processo nos podemos reproduzir e pintar oleo, uma vez que se
nos d uma photographia, seja de que tamanho for quaiquer retrato de pessoa morta ou
ausente e no tamanho que se desejar. ,,
As pessoas que quizerem julgar por si mesmas deste novo genero de traoa.no,
[sfo convidadas a nos fazer a honra de visitar a nossa galera, aonde estSu expostosuma
serie destes retratos como amostras.
AMBROTYPOS
Retratos em caixinhas
Para satisfazer a numerosos pedidos de muitos dos nossos fregoezes, estamos pre-
parados para fazer retratos neste genero, para os quaes tambem temos agora um grande
ve ariado numero de ricas e bonitas caixiohas.
CONSULTORIO H0ME0PATHIC0.
O Dr. Sabino O. L. Pinho d consultas
todos os dias uteis desdo 11 horas da ma-
nbaa al s 2 da tarde.
As visitas aos enfermos s5o feitas das 2
horas em diante; mas em caso de neeessi-
dade as visitas podero ser feitas a qoal-
quer hora.
Para que as visitas possam ser regulares
compre que os dientes ou os seus enfer-
memos mandem dar parte do seu estado,
todos os dias at o meio dia as molestias
agudas; e de 5 em 5 dias as molestias
ebronicas.
As consultasescriptasso respondidas mais
oa menos promptamente, segn lo as
oecessidades da molestia e a distancia em
que se acha o doente, pois que neste caso
faz-se preciso indicar de uma s vez tudo
o que convier ao restabelecimento da sade.'
As retribuices serlo pagas na mesma con-
formidade.
O Dr. Sabino roga a todas as pessoas, que
costumam consulta-lo por escripia, que or-
denen* aos seus portadores a prompta entre-
ga de suas cartas, visto que, entregando-as
como costumam, na accasio de se retirarem
do Recife, impossivel responde-las satisfac-
toriamente.
MEDICAMENTOS PRESERVATIVOS.
Em quaesquer epidemias o Dr. Sabino
faz distribuir gratis s pessoas pobres, no
seu estabelecimento, os preservativos neces-
sarios, dando-lhes as competentes instruc-
ces.
Presentemente reina a epidemia de bexi-
gas ; muitos j se tem aproveitado com fe-
lizes resultados do seu offerecimento, feito
no Diario de Pernambuco ; mas necessa-
rio que todos experimenten! esse meio to
fcil e to commodo de se preservarem e s
suas familias d'essa terrivel molestia.
O preservativo empregado a vaccina
elevada 5* dynamisaco. As pessoas, que
fazem uso d'ella, ou nao sao accommettidas de
BILHE1ES GARANTIDOS.
A'ra do Crespo n. 23 e casas do costme.
O abaixo assignado vendeu nos setrs moito feli-
zes bilhetes garantidos da lotera qne se acabon de
extrabir a beneficio das familias dos voluntarios
da patria os segoiotes premios:
N. 4051 um meio tom a sorte de 5:000#.
N. 3i dous quintos com a sorte de 9U J.
N. 3>0i doos quintos com a soite de 40'. #.
N. 2535 am meio com a sorte de 2000.
E ootras moilas sortes de 1000, 400 e 200.
Os possuidores podem vir receber aeos respecti-
vos premios sem os descontos das leis na casa da
Forln! roa do Crespo n. 23..
Aebam-se a venda os da 1" parte da lotera a
favor da igreja de Nossa Senhora da Soledade do
Recife, que se extrablra* qaaodo fr anounciada
Freco.
Bilhete. .... 0000
Meio......205W
Quartos. .... **250
Qolnto. p 10000
Em porco de 4000 para cima.
Slbete.....40500
Meio......2230
Ooartos.....1025
Quinto..... 00
_______________Maooel Martins Finta.
Aloga-se o 2* andar do sobrado d. 2 da rna
des Mariyrios, com bons commodos e de 4000 an-
anaes : a tratar na tbetoataria das lotera.
PiLULAS de BLANCARD
Jk MDBKXTO M HUO 1KAITMATO,
ApproTadaa pela Academia da Medecma de Para
iiimiiii mu i wmux aa tal wwiaat
ummDiTiiuoi motmkts tm rANC*, d* klgica, da ulauda, D>"J"'"ci
Mmttmmmm Esptifo* nitrtai dt Niw-York, 185, U rmrU, 11.
Eu Pflutai avotvidaa 'm amada ratno-bataMnlca da nm. tennMada eaccadra, tam
avutagcia da lerem InatteriTel, tm tutor, dea aequeno toIudm, den eamaraai m
nnm Ugathoa. Goundo di propriedada do Iodo a do a*o, tl.i eeayam artat-
Plmente cu aBecooct CUorotUa, Burofulouu, imttnOMt, Carntrott, na mmmtmm,
*mtn,rrkta, axtmia, ec.; enDo., ellas offerecem Kt pncot uou BHScat" d -
\ pan modificar u coiuliaKoi Ifmpkttiuu, frtutt JT- J. O Mtala i* farra tapara aa ahataaa aa eaka-
aaia talal, inttaau. Cwm ama 4* aurau a da aalaaacMaaa aaa
wiMi aa *H1 a lear<, Atrte -* enHtT aana aO *a
prmtm reactiva bmu araia, qu nanaoiida, vm mmm aa parta
iafariar U aa rotado aro*. Dar -te iamalar aat UfaUrijiai
Aekaaa-m ea loaa* u Pharmaataa. WaraiaiioHia. mo afaoaaarti. ***.
PLUMERA celikos.
(contra a mordedura de cobras)
Este medicamento gosa de moito bons
crditos contra o veneno das cobras e de ou-
tros animaes venenosos.
O Dr. Sabino Do tem ainda observado
pessoal de tacto algnm que o autorise a
affirmar soa eficacia; mas sabendo que no
Rio de Janeiro e em S. Paulo elle tido co-
mo muito poderoso, mandou-o vir para ex-
perimentar.
Algumas pessoas do centro d'esta provin-
cia e da da Parabyba tem escripto ao Dr.
Sabino, dizendo ser incontestavel o mrito
da plumera no tratamento das mordeduras
das cobras.
Emprega-se a plumera celinos interna e
externamente, da maneira segnite:
Uso interno. Nos casos menos graves-
dissolve-se uma ou doas gotas de tintura
em duas onc^s d'agua, e d-se ao mordido
uma colberada de hora em hora.
Nos casos mais graves dissovem-se seis
gottas m quatro on^as d'agua pura para
dar-se uma colberada de meia em meia hora,
de 15 em 15 minutes, e at de 5'em 5 mi-
nutos (segundo a forca do veneno inoculado
ou ntensidade dos symptomas manifestados.)
Logo que houver melbora, se espassaro
gradualmente os intervallos de uma dse a
outra.
Uso externo. Ao mesmo tempo qne s&
d a beber o medicamento, applicam-se ex-
ternamente na parte mordida fios de linho
ou de algodo embebidos em uma dissolu-
clo da mesma tintura constante de 10 gottas
de tintura em 20 colheres grandes d'agua.
Esses fios se conservaro sempre molbados
sobre o lugar da mordedura.
0 Dr. Sabino receber com recenbecimen-
to as communicacoes que se dignarem de fa-
zer-lbe as pessoas que experimentaren! o
emprego da plumebia celinos.
bexigas, ou, si o s3o, raramente as tem -de
m qualidade.
1
Nota.
Em ausencia do Dr. Sabino acba-se in-
cumbido de resolver quaesquer negocios
relativos ao eslabe'ecimento o respetivo ge-
rente.
Jos Alves Tenorio,
Professor em bomeopathia.
DE
C
Vende-se na Botica Franceza r
mi
Nova n. 25.
COLLIGIO DE SANTO AMARO
5
Para edacacae do sexo masculino
Director Hanoel Alves vlanna
O collegio da Coneeicao, mudado ltimamente para o bairro de Santo Antonio, rna
de S. Francisco casa n. 72, contigua a' eslaco central dos irilbos urbanos dos Apipuco?,
contina a fanecionar regularmente, recebeodo alumnos externos e internos, lano para as
aulas primarias, como para todos s preparatorios necesarios a' mitriculade quaiquer la-
cnldade, sendo os seus respectivos professore pessoas moralisadas e de um cotceilo ma-
gistral ia bem Armado nesta cidade. '
O director deste novo colleglo continuando a empregar toda a solicilode no desempe-
nbo de seu mndalo, espera faier-se mais digno daconanca com que o vao honrando os
senbores pais de familia, conBando-lbe bondosamenle os seus Blbos. __.__
Os estatutos do collegio, assim como o franco ingresso em todas as suas dependen- gjj||
das esto sempre a disposigo de quem possa interessar.
" "i
%m
primeiras letras
2Rna da concordia2
Mara Barlboleta da Coneei(3o participa aos
Sr. paes de familia qne Ibe qniterem confiar
suas meninas que lea aborto aula de primeiras
letras e liogua franeexa. onde espera a proiecco
dos mesaos senbores affiancando ikes qne fara'
todo o esforco para que suas educandas tenbam o
desejado aperfeigoamento. Afflanca-lbes a boa
letra. O trance* das 4 as 6 bons da tarde. Re-
cebe se pensionistas e meias pensionistas.
Jos Estevas Vianoa fas ver ao respeitavel
publico qne se nao responsabilisa por debito algnm
feito em sen nome, e qne qoalqoer earta qne ap-
pareca em sea nome pedindo dinbeiro emprestado
falsa.
Caixeiro
Um moco com babiliu^Sea para ajadaote de es-
criptorio oa para vender assoear, eom muito boa
letra, deseja-se arromar, cojo di Dador l oa con-
ducta : qoem delle rrecisnr delie earia /ecfcada
jtitU lypvgraftLia abe iaitue* N. i. B.
Recife, roa di Trapiche n. 5,
Pandado em o anno de 1865;
Director, o professor Jos Francisco Ribeiro de
Souza.
O director do collegio de Santo Amaro, no intuito de montar sen estabelecimento
convenientemente, acaba de faier acqnislco do excellente ediflcio em qne acbavase lo-
ealisada a-Sociedade Club do Recife,sita a' roa do Trapiche a. 5, para onde mudon
seo collegio. A eiucacae e tnstrucco biseada no novo systema especial de premios
e ponic5es, sendo totalmente abolido o castigo manual. Continua a receber como ate
aqui, alumnos pendonistas, melos pendonistas e externos; aenando-se o estabelecimen-
to preparado com todo o asseio e commodos, e prvido de om eseolbido pessoal de pro-
fessores, qae Ieceiooaro as segnlntes disciplinas :
lnstrnceao elementar Retborica e potica. Escripturacao mercaatil
Lingua latina Geograpbia e historia Masica{vocal e instrumental
Franceza Geometriaa Deienbo
Iogleza Phllosophl Bansa
A abertura da aula elementar tera* logar no dia 7 de janeiro e as demais do oa
3 de (evereiro em dianle. A Inspef^o dos compartimentos do collegio e os estatutos
Idi mesmo, esto a disposicao dos iBleressades. Ootro sim, o director tem creado orna
cadera de dexenbo annexa a anla elementar, sem qae por este importante e atil meino-
rmeM0 exija maior indemnisagio. gH
O direetor empregara' todo o affineo e cuidado nio na parte relativa ao bom
traiaaento e adlanUmenio de seus alumno?, como tambem, na boa ordem e reguiariaa-
de de ten esiabelecimento.
Precisa-se de orna ama para cozinhar para pou-
ca familia ; na ra da Cadeia n. 9, loja.
Aloga-se o sobrado a' roa da Aurora n. 12
casa terrea a* rna da Uniao n. 30 C, e o segundo
andar e soto da casa n. 37 a* ra do Imperador :
a tratar com Loii de Moraes Gomes Ferreira.
Collegio Coneeicao
No dia 8 do correte brem-se as au-
las de primeiras letras, latn, franeez,
ingle?, geometra, geographla, pbilosopbia
e rbetorlc.
3BW!
HISTORIA DE GARLOS
XII
Eei da Suecia
K>R VOLT AIRE.
Vende-se esta excellente obra por 1*200 em
brochora, na llvraria Econmica roa do Crespo
n. 2.
Na mesma llvraria tomam-se asignaturas para
avida de Horacio Nelsono celebre almirante
anglex a i cada exemplar.
Preeisa-se de om caixeiro para taberna na
roa de Santa Rita o. 3.
p99>
Escola de meninas
D. Mara Angosta Serpa, competentemente habi-
litada pela directora geral da inslraecao publica,
abre a ra da Cooceico o. 31, nma escola parlicn-
lar de meninas, em qae eos'oar a lr, escrexer, e
contar; grammatica portnguexa, historia sagrada,
arilbmetica e principios elementares de geome-
tra ; costuras de todo o genero, comprebendendo o
labyrlntbo, o ponto de marca,o boidado de tranco,
de seda, de ooro de prata, de matiz, de roeo, de
missingas, de cabello, em panno, em papel, em
palba,em (alagarta, ele. Trabalhos de Ja e pontos
de crochet: tacas, sapatinho, tpele*- Flores de
panno, de Isa, de papel, etc. A escola abre-se no
dia 13 do presente mex de Janeiro.
Aeiicao
Os abaixn assiOdo vis*m a 1u9m P^8* n,e'
ressar ona coP"ram aos Sn. Je4o Evangelista
S lnec7te faxendas que tinham na loja da
nudo Gueifliao n. 2. esquinado becco do Pelxa
Frito com* tambem a armacao da mesma loja,
para ood mudaram o sea estabelecimento de fa-
IeI"ia,' Aogorto Oelaviano de Soma A C
Precisase de urna pessoa de iffhncadacon-
tacta qae seja trabaibador e activo, que tenha
pratica de taberna e que entre com algoma quan-
tia para se Ibes entregar a casa de negocio e
dar-se-lbes sociedade : qoem estiver oas condic-
n Liija-s a iw D.reiu o. 1S9, p:ra traur.
.^
.
-



i 9


,



mmm
-,.


*fe
teri
*- Mecada **** r
Janeiro de I88.
SALSA
BRISTOL
L9im e frljmJ e Trascrs raides.
PaBBKHI
M
N#2D
^* CORAClO
Jp M SW.K^ *!*. "haj. d'ora em dlante eflorecen
d fa fturU) per menos 20 por centc.do queem SSf?n^?nr*m a modl 5 objec,os d0 Dllimo os
da obras. q 6moatr* ^".er parte,garantindo-se a qualidade ea so
to qoe qaTSSKm m"S UX&g SSLST.0 PrPri aaels o, pleitos brilbaniei < oro a comprar
diminuto preso de 10*. brincos modero" de o o w?I? Lvl^1/38 i6" '"/'S ,moderD" "el
prata com cabos de marBm e madreperola obra d SrEn ^T0/'" pel pre5 de -3*' maraca8 d
oaro) Toltas de ouro com a corooSe^crnS r^ ,B0 gf qo? enC0B,rar* n coraco da
co. de om-trabalbo perfeito m^tom^rt."!'wU? pel P-qaeD0 prT de 12*V brm-
tratos eoutros modelos tndelie ao^nt ^,na1f A, ole,a8, lr;neal,ns' PQlceirs aloetes para re-Ui "~ u
"o, no artieo roseatem o GoraciS^2ffi / P.ara bKBtor cabe" e flrma' dUo P"a P eXlraCt0 de um atti8 J mas Zfu!? S dstdenn. brincos a forma da delicada
0 yurde puiifieador di sangue!
Esta excelltnl.e admiravel medicina, pre-
parada de orna manen-a a mais scientifle
por Chancos e droguistas mui dootos e de
urna insirucfio profunda, teodo tido moitos
annos de experiencia ao par de urna looea e
laboriosa pratica. b *
A sua composicao nio consiste de um
SfS'i^.P*^ ?*. > dia""'. roblas e esmeraldas, obra esta importante
" a maosinha de moca com piogeute conteudo es
ja' pelo seo va>
, w%rais3ssw3s?K isas &m KSV
Coraeao de Ooro aberto at as 8 oras da uoile m pannor' ^nservando-s*
" T-a?^^ -. P*
rotoioOstoseadTerUem eooseqae^cra de ere^ a^ nB
raizes, herva
numero de
s, cascas e folbas, possuindo to-
ede
ees
-^^=in:cKc^
las **. as qoaes teem sede o
essento no sangue ou nos humores: e estes
diiTerentes eitractos veeelaes. arhnrn JT?
LOJaODO GALLO VIGI-
LANTE RA DO CRES-
H, /.
MDeiec ment tem a satif^So de lerar ar,
eoobecimento do respeitavelpoblco ZVil

ESSEffClA COHCE^TRADA
DE
CAROBA
Preparada a'fro por Augusto Caors,
PH.RMACEDTICO PELA ESCOLA DE PARS E SLSSESSOR NOTA CIDADE

servarem em toda a sua forfa o curativo p?"
peeial de v.rtude, qne cadumdeper s
Pf,ue:, A ra' ^ Planta de salsaparrilha
produzda as Honduras, a que nos
mes nesta preparado,
qae todos os mdicos
mam.
Na
- nsa-
sendo a qualidade
mais presam e esti-



Arlstide Satsct e *. orna
J. 22 Roa da Croz JS. 22.

mineral.

Tratameoto paramente vegeUl sem mercurio, iodo, ouro, nem outro qualquer
Verdadeiro purificador do sangue sem noogae
mero a morph *>JL^t^S^S^SS^S^ ST "*
earoba como remedio especico serlanejos consideram a
sob a roma3 ZSSFBtSlS M25W-* -**1
seu
composicao da salsa parrllhi
fe Brtotol eolra mais e 50
(leste concentrado extract.. Ella i
cerra em si co.sa niguma, que possa por le-
ve ser pengosa ou injuriosa sade ;e tan-
to n e*te, como em quasi todos os mais res-
patos, e ella inleir.ment diversa de todas
essas mais preparacoes, as quaes debaixo
do nome de salsaparrilha. sao acondiciona-
das ou poSt3S em garrafas pequeas, s^ndo!
SSSf5 6K-doses ^i dmlDaa de urna1
olner de cha por cada vez. Nos pelo con-
trario engarrafamos a
pa um completo sortimento de obiecios ce
apurado gosto e de inteira noviS os
qoaes estao resolvidos a vende por'pre
Cw mu. razoaveis. como sejam P
drhof SflDSCm ponlas' iwd3^ ve-
an nos, fazenda qQe n3o haver quem con-
narmttzem de fazendas de
tontosCoelhotTua do Quei-
madon 19.
Botn e barato
[ S'011" Poij d* Chvre a irJ 0 covado
Madapolo efestado a 8* a peca
MoTS! ^ ^ maMdas fiS^imas ,
jarda' *' e 9|l000 a pefa com
comT2ai.taPadade8e9^ape?l
dem branca franceza muilo larga a 95 a
peca com 8 varas.
Bafes de 35 e 40 arcos nesgados par
senboras, a 4500. y
dem de mursulina nesgados a 30.
dem de crochet a 5.
dem de mursulina para meninas a35f
Jf>000.
Saias bordadas a" 50.
Cambraias admascatlas para cortinado i
1*5 a peca com 2o varas. '
dem para forro a 30 a peca com 10 jar-
i I
&


i.- 3. I S
o
p
I
-S.B S
sr
IC
5 Q 2 Q.2T3 i S-*

Lequesdemadreperola, sndalo, marflm
madetn e osse^ eLc, Com lindle" C
aarateoes de palhas.
Lindas bolsinhas ou cabases para as mP
eleictuario, ainda boje lembrado as pbarm atiTimir*
ce.enre autor Joo Alfas Carneiro: nao ella ^TUa^njS^o^^li,
O ungento de caroba da rnesma sorte preconisado d>srtP ILttconhecr,'
riaaa como o mais apropriado para o curativo das bo^baTrulLafsypSraV.rM0'
eempregedo com proveito depois de improficua applica de mulSs '8"
therapeuticos enrgicos e de uso quotidiano, PP,lu,.d0 fle MW ouiros agentes
Moitos dos nossos medicns de coo'sideracSo e entrp pI1p a mu a-
s, oque diz a fama das beneQcas propriedades d
tSSSZZ2Fj3* a^hi,is.se psenla
por meio
.rauoieoio das i^.l^^^t^^Q^T^S^Z^SJ' Carot" n0
songeiras informagoes sobre as propriedades era ivas da caroh, P f aDd i8 mais l'
remedio poderosissimo para o lamento das erupS cutanet LP,TlTd0'' C,n
dartbros de tola a qu.lilade, eczemas, ulceras"i^mS^lZ*"99*'
outras muitas molestias de natureza syphibtica ou bo bafea S SSe8' e
Salsa parrilh de Bristol
em frascos grandes, e assim por este modo
dividimos com os consumidores, o grande*
|S7 V-3ntagem a,can?ados Por aquelles
[que acondicionara sua preparaco em carra-
os pequeas. Cada um dosfra-cosda nossa
Salsaparrilha dc Brlslol contem
arnesma qoant.dade igual porfo comida
naquellas -garrafas pequeas, e alera d'isso,
possue anda mu.to mais forca e virtude
med^cmal do que aquella, que por ventura
se possa achar contida dcotro de seis garra-
fas de pequeo tamanho. Prtanlo mui
natural, que aquelles que achara ocenpados
em preparar e vender as suas producoSeS
garrafas pequeas, murmurem e trrilam
canto os nossos frascos grandes; procla-
mado que a nossa Salsaparrilha de
Krisol nao i ossue a menor virtude i po-
. Teaonras.
Fmissimas tesouras para unhas costura*
cabale,re,ros e afaiates, as qu g am .'
mos ao compradora sua boa qualidade
_ IVTa!bas.
bupenores navalbas com cabo de (arlara.
8e marfim as quaes os fabricantes garan-
Luvas.
Luras de Jouvin, camurca e de seda bran.
cas, pretas e de lindas cores.
r Feotes.
brande variedade tanto para coaues como
para alisar cabellos e a barba, 3X5 para
rregacar cabellos, sendo de taaruga e b"
-lo com pednohas e sem ellas, etc.
., ., .. l7or onqiiets.
Mu.to lindos -pon bouquets com cabo de
!Ss etCPetc propriosPara ^-menlos bai-
Escoras
nnhca!eS?VaS PararouPa. cabello, chapeos,
onhas, denles e para limpar pentes. .
Abotnadiir?s
.SelerD,t;ir,an,i0 Ddicam^ simplesmen-fe cLoinnn?IUaduraS para Col'ete?' Ph
te refer monos para cora essas centenares collariDnos-
n^'? 6 ,1slemDh')s nuthentico por
j recibidos de tolas as classes da socie-
das.
Cambraia de linho muito fina de 63 e 9 a
vara. '
Madapoloes finos de 60, 70, 80, 90,100,
110 e 120 a peca.
Plalha de algoda"o superior fazenda par
saias a 30200 a peca com o varas.
Cobertas de chitas de ramagem a 206od.
Lences de hamburgo fino a 20400.
dem de bramante muito fino a 30200.
l Kl^DW adamascados para cobrir mesa i
*dooo.
Guardanapos de linho adamascados a 40
a dozia.
Atualhado adamascado com 7 1/2 palmo
de largura a 20 a vara.
dem adamascado de linho com 7 1/2 pal-
mos de largura a 30 a vara.
Algodao enfestado com a mesma lareurt
a 101ooa vara.
dem trancado de algodSo a 10600 a vara.
Toalhas alcochoadas de linho lisas a ii<5
a duza.
dem de algodJo felpudas a 130 e 14^
a duza.
Colchas de fustao a 60.
Lencos de cambraia braocos finos a 10800,
20 e 205oo a duzia.
-J^cos de cassa fimssimos a 30200 e
306Ou a duzia.
Fil de linho liso a 8oo a vara,
dem conrsalpicos a 10ooo a var
Grosdenaples preto bom a 108oo, 20
z^8oo o covado.
Morantiqoe preto superior a 208oo o co-
vado.
Flanella de todas as cores a 800 rs. o ce-
vado.
Tarlatana de todas
vara.
tr-
en
a
O
14
H2oB
33
a
>
[
**
Si
O
o o
= 0.2^??
B
09
O
& "O Si
"" ."3
o. M
O w
S
>
o
C3
co
(t)
o
a>
a
i a
5'>a
-o SS 2-S^.
a m a T "i
o a w cr
m B ^ *!
^2 S.* ^
o H Er. i?
o o.1?
S s i -
SPiS
lf9
^S
ST
A AfiIA MANGA
P-.r conbecer a
era todos os ann.s,
qQsnto se defenvclve
as cores a 8oo rs,
s quaes plenamente atiestan, o po-
vo c virtudes niaiavilhosas da
paro e
JL3- S'"se 8elsrdl,?ado muito o uso da sseacla da Carobi
pelas instancias de varios mdicos o.ip, dePiam ,^*.J.7*E?!
dade, nos
der curati
nossa
SALSAPARRILHA DE RISTOL
A vantagem de termos os nossos proprios
asentes naquelles lugares aonde as difflren-
S,m Qt drg3S' hervas e P,atlas deque
se compaem as nossas medicinas,' S3o pro-1
duzdas, e que nos habilita esercer
Perfumarlas
ihriD.aS e e 0das as 1ual'dades e dos me-
IJores perfumistas at o presente conhe-
p., Co,,area ue Rover
fflelncoa magnticos, contra
soes das creancas e facilitar
as convul-
i dent'Qo das
_ d.e seus Meases effeitos, e o Vigilan
collares, tem
mesmas. Ja tao conhecido ,
S?.,arflS a^dD0S que n5 h3 qnem
auvide de seus eflicases effeito-
*,. sendo recebedor destes
a- r""*-"*-"* laroea que cu nre- K"~w" ,,l-" "'neiro, nem a <
U.1U03, c ijue nos uaDiiua a exercer aaiipllfl wmnro nPAnyn-------.- "i wiuies, lem
constan:e cuidado e desvello ^m^T\J^fTi^eemttfslt0' st0
escolha; e o que assegura e garante nf n 7 J GaH Vig,laDle' rua do Crespo
formidade de excellencia.
Em quanto que por outro lado, nos nao
nos poupamos nem dinlie.ro, nem d.li-
Bramante de linho com 10 palmos de lar-
gura a 20poo a vara.
dem de linho com 5 palmos a 102oo i
rara.
dem de linho com 3 1/2 palmos a 8oo
* da.
Riquissimos basquina a 250000
Assim como outras muitas fazendas qm
se vende por menos que em oulra oualquer
parla, e da-se amostras de ludo,
influencia que costoma taver
por <$e lempo, e pr ven
e ar-pora . rc.u.iiucco. ena qoe tem SPmpre em vistas ar
xa, anteclpou-se em naDdar buscar es diferentes
cn2alpdlAR?,a Dr^"~",8'''' rora wP'rtade,
onaeprlmcirameute se enc.nimn quaesqoT de-
se^ objecus de Dovidide e moda, Uso eil? cera -
menie recobeeido; mas ainra ssim a Agufa (c-
Sar.Sr r d"er H**" "o bello sfxo, m
pelicular, e ao respe.Uvel pub|1C0 ero eral, em-
orna aiiberdade de pedir a aiieiCo da? Eiu.
ar recaderas do bom, para os nevos e belks crua-
tos que furitara um liedo e ricotoill, t
I\ao e eerismeoie cora orna mal aparada nenn
df r bem se 'l,e **! o l,,m gfio e
eaempenho de taes obras, sim. a preprit inS-
agencia d'uroa excellenibslma, que bem nrlerV
preciar o alio grao des.es rcf-os shettS .
^5^Pe^bnDese^tioi-b-^
^AKu^KS^rnK:
Mos. Er um bello rarte vero bsbiteeni arran
jado, um mrderno cirio de fila de ft"(r '
nalotdo da l,rKu,a de.7 a 8 pollrgadat obS'
o leqne de madreperola, um par de lovas de ,
llca, ramos definas nOres para occqS S
Koarnlfio para as tons, e ele" e Bna'lmert
Alem disso
to emordem do da as novas e bellas
fcaaatma*QTEr! nl*Ui
Bolsas para cacadas.
Ate bolsas paraccada. apuia branca receLeu e
" vende-las bartamerte. .
tic para'agoia
prnende ..uw-m uori
apreciadores da cac.i deixem u>>r
nTrah?^^^^
cemrada de caroba, e7mguenTd?eim^^^^ S0Vf Ji^ !!lados-e tomP^trados da
mais firme
Kecire de Pernambuco. 1 / de outulro de 1860. das as naces, e de todos os paizes aue n
S1"^'"8?'?! ^l Po-aem
Rua da Cruz n. 22.
COMPRAS
AGsTE CAORS.

Grande novidade para a
festa
Nalojadopaviarnadalojperatrizi,
bO, de Gama & Silva,
Balees de 2o, 23, 3o, 35, 4o e o arcos
50oooSe Ta 3 2 "' 250' 3?' 35o 4 e
9 f* dC 25 e 3 arCS COm mo,,as a 5 ISa^n^fiC
Ditos de murculina estreitos a C0
Espaitilhos finos a 60.
Percalias finissimas a 4oo res o covado.
a
de
MOEDAS
owro e pr la
Compram-se moeias de ooro nacionaes e estran-
fetfas, bem como patacoes dos diversos caobos -
em casa de Adamson, Howie 4 C, roa do Trani
ene-novo n. 40. r
a-i^a^hr*'e t? SGb,ad0 de d0IIS dares que
fu Nov m3.eSUd0 e 6m boa rua : a f *r I
um remedio mais efficaz e seguro ; do que
nertom outro, que vos tfnha sido offerecido
ate boje, e o qual por ceno nao'ha de mal-
lograr vossas expectativas,
effeetira cura das
Eq ooeda oaga-se
pendencia n. 22.
Prata e
bem
ouro
: na praga da Inde-
Maior preQo
qne em outra qualqoer parte, compra se moedas
de ooro e prata : na leja de oorlves, rua do Cabn-
ga^n. I, esqoioa da roa larga do Rosario.
. Piano
Comprase nm piano de armarlo com aleom
uso e qoe esteja em bom estado : qnem tiver e
qolier vender dinja-se a roa Nova loja n. II.
VENDAS
Folhiohas
deporta
Vendem-se no e'criptorio desta Diario a 160 rs
Moedas de ouro
Nacional e estrangeiro, assim como libras ester-
linas: compram-se na roa do Crespo n. 16 primeio
Terreno.
ed.flcar : a tratar najoa Ulreiui. P
-ff^"SBrSS?="
e tai todo servicj de urna casa, e a
annos de irtade. cose per feitamente
Mangaeira n. 1, assim como nm escravo p
para todo semeo de idade de 30 annos. P
n T* yen.ae'.se a meia ff"ia da roa de"snl"Rta
-96 : "atar na rua D-eiia n. 27.
para
de~2
e coslnba
ontra de 10
na roa da
Escrfulas,
Chagas antigs,
Ulceras,
Feridas ulcerosas,
Tumores,
Abscessos apostemas,
Erupcas,
Herpes,
Febre e s zSes,
Salsogem,
Impingeos,
Lepra,
Hydropesia,
na prompia e
segrales enfermidades :
TiDha,.
Sypbilis ou mal ve-
nreo,
Irregularidades do
sexo feminino,
Nervosidade,
Debilidade geral,
Febres malignas e
biliosas,
Febres intermitien-
tes e remiten-
tes.
Ictericia, ele, etc.
^ Compra-se teda a qualidaJe de movis novos
e osados: na roa do Imperador d. 16, armaiem
de trastes.
,r>"ZVeD8'8e om arraeai de roolnadjs
afregoeado : na roa do Rangel n. 73.
muito
Barris
vazios
Compra-se barns vaaos em bomesudo 24600
cada om : no trapiche do Peloorinbo.
Fondc daraa "diT Br omlr80
82 e 84
Compra-ge ferro fundido velho, latiSo e cobre.
MOEDAS
?lurne de P"tpagase mais qae as untras
casas. Rna do Calmea o. 9-relojoaria._________
Gaapra^e a 13 per ceato
lihr'L.Lr"" M oo I ?8/ nuro de ,0da8 a9 inalldades
S> Vi Pr^d0 qo,, em oalra J^'qoer parte :
na rna da Cadea o. 58. lola de iqlejo. v
Ctnpra-se
pir mais pre5o qQe em ontra qoalqaer parte rooe-
!n!Ta/,0.eoKP,aU.0/C0Dae8 estrangelrasTna
5^dVA.amda>6SPO D- M ,0ia d9 M
de prata
nsswi m"^ Ma, p,,aM P'
SiWSS^pSS. prea,,:
portoguezes e
os rudo
ENGENHO PW DTJLEO-
Tasso IrmSos vendem este engenbo de sua
propnedade. ou permutam por predios nesta
praca; o qoal moente e corrente, com 2
carros 10 bois de crrela; O burros, 6 bes-
Si eirl?nCa'a.,fA: Com uma Pe1uena "fra
de 10001 a 1600 pies de assocar para o
anno. N5o podeudo alcancar preco razoa-
?el, tambem n5o duvidam fazer nm arrenda-
ment pelo lempo que se tratar, on dar so-
ciedade a quem entender do trafico de en-
genbo e tenha pelo menos escravaiura para
lo enxadas. e
Tambera, se convier ao pratendeBte, ven-
dem eengeuho coutigoo denominado f Har-
mona antigamette Cova da Onca, o
qual est desmontado, mas ptima acqul-
sicSo pelas suas maltas e grande cercado pa-
ra pastos de animaos. Faz-se negocio para
entregar j a referido engenbo com a safra
que resta par Jirar, oa em maio, conforme
melhor convier ao preleodente.
Outro sim, acharse-ba, que para o bom
resultado e perfeilo curativo de tudas aque"
m;: orHald,ade8 aCima ap0Dt8das auian-
tamento da cura, e grandemente promovido
SafnncS0Urad0;-OSatndo-se aomes Sipo
das nossas mu valiosas plalas ve-e-
tars asMiearadas de Brhtol to-
madas em doses moderadas em connccao
ou conjunctamente com a salsaparrSa \
fazem remover e expeilir grandes quatida-
des de materias morbficas e humores^vicia-
dos que se desprendem e livremenIe clrca-
lam espalhados pelo sysiema. is ^causado
rrSi^rr?v~^
das operagoes funecionaes. C'C, Drma-
Vende-se as pharmacias de A. Caors
Barbosa & C, J. da C. Bravo 4 C M A
Barbosa, P. Maurer d C. e ^iMomu
SfiSKS P00*6''04* com paiminbas
bordadas e qoadros, covado a. .
Modernissimas Jaziobas com pal-
mas, salpicos, oadres, listas, ele.
ele, covado, a 400, SOOe....
vSo.lal60en..".!U!.deSeda' C1
Verdadeiro poli de Chevre com liVs
modernas, covado, a 800, i$ Q...
Finissimas musselloas de cores, co-
vado, a............
Bonitas sedas de cores conVi'p'alms
de largura, covado, a.........
*SVJ2b roxo' 'y"0 en',
etc. etc., covado, a...........
Moderaas ,eassas com listas lar
vara,a6iO,720,800e.. .. g '
Moderoissimos organdys de c' vara
Organdy largo, cora lista e qu'adros'
Corles de organdy com isl'aV bran-
cas e de cores, tendo 8 varas cada
corte a...............
Laiinbas de orna s cY mattiisadas
covado a..,............
Cortes de cambraia branca' bordad.
sendo oeste genero o mais rico que
lem vioJo ao mercado___
Booiios cortes de sedas cores claras*
Bonicos cortes de pbantana a....... oloOC
)"" dn organdys lisiados com 10
401
56f'
80f
1^200
640
2000
1^800
1200
1OO
ijOOC
4*0-30
280
branca da rua do Queiroado n 8
Caivetes fixos ou ferros para abrir
Vrndem-se na rua do Qucimado I, a
branca n. 8, J
Bons espartilhos.
A aguia branca rua do Quemado r.
beu novo sor lmenlo de "bons amarilleos
es prr precos rommodos.
Lis.
iuia
re ce-
ceno
VAS DO SEBTAO
A Salsaparilha
e bacalbo derforto
dor c. 2. (aberra ri
wSSSS'' 'iernfiras e *' perneiras no-
vf?n n esada?,fa melhor ""dade que temos
visto, no armaiem do vapor roa Nova n. 7.
, LVAS
Novo sortimento de lavas de pellica de Jouvin
brancas, pretas e de oatras bonitas cores para ro
mens e senboras; no armazem do vapor rua Nova
Manteiga ingle:a a 800
Vende se manteiga logleza flor a 800 rs. a libra
no prcg esso do pateo do Carmo n. 9.
I>E .A.YER.
cura radical de
Para acabar
24*000
28*000
feijao por
bario do Ljvra-
Attenijo,
era
Vende-se oleo de ricino d boa qualidade
> e seob
Ramos1!"16 : ,ra'eSSa d ^""" A 'es do
latas e garrafas para casas de familia e jores
d!.!.n8-e.0.,.0'Pr menos 5. Pacent do qQe em
Cortes de
'aras, a .
Pil branco bordado, sendo de meia
largura, vara, a.........
Bonita aienda branca para" salas,
-tendo pregas de um lado e lam-
bem bordada, vara a 1*. 1*?80 e
teas saias bordadas a 6*000, 8* e
Canas de orna s cor de flores, cova-
do a...................
Ditas franceas muito fls, Vend d
listas e flores, vara a 500 rs. e co-
vado.........................
Modernos punbos com'giinn'as'Veo*
do de esgolao de llnno, bordados.
brancos ede cores a.............
Modernos manguitos com goliiobas' a
Reos corpinbo8 de cambraia moito
bem enfeiudos e bordados a 8* e
Salas econmicas e escoras, para
qnem r passar a fesia fra a....
Chales Isabel
aWO.
Cbegaram os mais liados chales de miric de
"S" ". a "12 oma bon,a e '"a renda de
lindo e mais moderno que (eem vindo ao merca
do e vndese pelo barato preco de 6*000, anica-
men e na ion e armaiem do Pavlo, a' roa da Im-
peralrlx n. 60, de Gama d Silva
6*000 ^
MwdeEiSe SafCCS com arDba de nuudioca de
2jU0ao*, asim como saceos com
baraussimo nrega: oo trapiche
ment no Forte do Matos n. 15.
T Vende-se unToptlmo terreno contiguo a es-
tacao de Gamelieira. com 3 casas, uma mata no
raesroo, e ludo por preco razoavel: a iratar com
o dono abaiso assigoado morador no ntsmo logar.
Manoel Severiano Waoderley
6U
1*600
10*O0^
240
300
1*000
2*300
10*000
2*500
!.V?0d6",e nm> ^M'* completa de amarel-
de om ?,? S rDa,0S de nma >em como
in2?nqiarto'.moUoPropr, Prnm nolvo por
\ i9 ,er *anid. ,8sim como aluase o
Hlll0:Ti0 fa 1e e>,a' aiobni., o qoal m
Vndese um par de eapuelras pafTnavios-
Vende se ou permuta se por algoma ca^a
terrea um ptimo terreno silo a Ponte de Uchoa
prximo a ponte nova e a eslaco dos trilbos nr-
baos, tenda 150 palmos de freote com 300 de fan-
do?, lodo moradi e com nos 10,000 lijaos de al-
venarla grossa: a tratar na roa do Imperador n
37, segundo andar. iraor "
VENDE-SE
Um carro americano de qoalro rodas e qnatro
Francisco Jos Germann
|RUA NOVA N. 21,
acaba de recebar om lindo e magnifico toi
timento de ocnlos, lunetos, binoenloa, do vi
timo e mais apurado gosto da Europa a oct
los de alcance para observaba e par i
1 martimos.
Boa occasiao.
Jolio Cesar Pinto de Oliveira negociante
malriculado prelendendo muito breve re-
tirarse para Europa, vende seu estabe-
lenmenlo de faiendas a dioheiro oo a
prazo; e pede is pesstas de quem ere-
dor, tenham a bondade de saldaren) 'uas
contas al 31 de Janeiro do correle anno.
Continua a liquidar da roa da
Imperairiz n 28.
Cortes de cbia escora miudinha?, pa.
droes francezes com 11 covados a 2*000
nao di>boio, e se vende o covado a 18o'
| Corles de cassas rancezjs, ooe pelos
2tc/2f* chamim organdiz a ?*500 e i
| 2&00, e o covado 240.
Coilas franceas, lindos desenhos de
pao muito encorpado e Anas a 260 e
320, e percales a 400 rs. o covado.
Cortes de caigas de ganga, padrSes os-
curos a 1*. e o covado a 320.
Brilhaniina fina de flores miiidnhas de
720, boje se vende o covado a 560.
Corles de casemira fina a 6*, e calca
a 7* e 8*. nacionaes. v
^nCla^aTatiDbas deseda estreltinnas
3!0 e SCO rs. cada nma.
Paletots erafraoquiados feltos no oalz
escaros a 3* e 2*500.
e 1*880 br"C fiD de "Db a '* ,i4
Candieiiinbos de p a
a 26*.
Lamparinas de cristal
chincha.
5 000 cbamios em HqoldacSi
222J00 e m "'e a d0Ii W00, 32(0
4J000 rs. pavios a 40 rs.
Candieiros a gas para cosinba 00 salla
oe trat 00 corredores a 18800 e ?*.
Boeaes a 500, 800 rs. e i e ob-
jectos desU arte tambem se concertara
candieiros e se irccaro.
Agoa de tirar nodoas, o frasco 1* nao
bezine.
Na roa da Impralrljr n. 28.
Escroftas, ulceras, chagos, fer-
idas veas, molestias syphil-
iticas, e mercuriaes, Enfemi-
dades das mulhores, como re-
teucao, mcustro doloroso, ulcer-
a3 d0 uto, e flores brancas.
A Kevralgia, Convisoes, Ery-
sipelas, Eafei-midaes Cutaaeas,
borbnllias, nascidas, etc.
IXZTZ7F*'0 dC SA,LSAPA"-nA, conrcccton-
ao peio n. A\ LI, i uma comUiiafao dos mclhorca cleni-
t, ," v'Cnda' al'provao ""-> Pele PrimC!
aas Indias e dos princlpaea Estados da Eurona
cur\ dvI'n;irA,,II'1,A AYKR ****>>* .mea, na
cura das m.lcat^ ,llc lera sull .,-, "*
C^dn:^:ur0oUe^^
LT7.? v: c lerrivcl d0 que n +** *
fel I dcslrucl,la' "orem < causa principal dc mu tas en
fem-dade, que Dio Ihe 8lIo goralmentc tribuidas.
-alta de apefio, l.Va.,ucza c molcza era todo corno- Mi
chtfr d ^ 8cmWan(c pnlldQ e rpo Mao
hur.tn,p,mUo, outras vc-zc, corado e amarcllo o rX-
da boca; ,ges,o tmm e apetito Irrojular, V,,r, incl^
e evacuado irregu,ari QnalMto ntn,/05 ^^ J
zulada mos ra-se a roda dos olos, quao i no es,,m"
o vi, latente deste terrivel flagelio (e s ve2 heredit irio,
Mb expostos Umbem a sofer das ennrmidad^^^
Salsaparilha de Ayer
todas as r>artes o todos h
os da sua acijo viciada
aUcrmitc poderosissimo
2500 e a duna
a 1*500, pe-
rupexo 00 veneno di molestia VDeer7o
ue, c d ao
renovadas
COXUECIDO
rara permanenmente
,.Ar-r-
0 sai a eornSL U,n "K Ulna norS 5,?P c "f"!" <> victima das garras de
mentos hunano, o 1Uc demSs c que a ^
ournnire pouerosisslmo para a renovani .i >. B
corpo j ci.lmquecido pola docnS 6 ""su*,
oomo as da juvntude. uocna lorta e energa ren
BEBRBSSSBESESi*
Salsaparilha de Ayer
a mentor preparaco ato hoje descaberta para esUs e nnti.
molestias anloga, que uma combinao d.s i2i' ?!
mis cffloazes condecidos, c que temes conciencJn rlJ. ^S5 -
U
BEMEDIO DE AYER PARA SEZOES 5
InfaUvel na1 febre, tntermittentoi, remittontM.
ebre. BtUosas e tercas, | do gado, "-
otwmento do bco, ceguis D6r no
ouvidos e palpitaOea, quando
o causados pelas
: FEBRES INTEBMirPElES, OU REMIITENTiS.
I 4s,preparace, d< Db. Ateb o Tendida. em toda*
aoeajeDrofariM* Imperio, ^______ :.___-.
\
\


mm.
mm
'-T' -T*
UHoe
'" *r ^^^^^^mm.'^^^mm W.
u
o
vn. SEVIAL.
Para o tratarnento e cara rpida e completa das molestia syphiliticas, "J8-9"
^rteuniatismo, bebas, gota, debilidade do estomago, infiammacoschronica do flgad"
*hsp, dores sciaticas, cephalalgias, nevralgias, ulceras cBronicas, hydropesias, pleori-
-= gonorrheas chronicase em ge al todas as molestias em que seteaha em vwta apo-
do systema sanguneo.
Considera caes gerae*
k sande um bem inapreciavel, coja importancia e valor s est reservado ao en?
>o avalia-lo. .
incontestavelqne ohomem neste mundo constantemente, e por todos m*
tacada por orna 'mQnidade de agentes morbficos qoe todos tendem, dadas certas Jer'
wuak-s circomstancras. a alterar o regular exercicio das ronceos orgnicas, resultanDo
desequilibrio o que se chamamolestia. # .
A molestia nio mais deque a desvirtuaclo das torcas vitaes, occasionaaa,- a,
/as investigacoes e experiencias dosmais abalisado mestres da sciencia, pea aepra-
*pfc dos humores ger3es, consequencia da acclo maligna desses mesmos agentes mora e
wmtroduztdos no organismo pelo acto da respiraclo, pela via digestiva, pelo coaiacio
anaasdiato etc. etc. etc. ... ,. .
A sypuils infelizmente tera sido a partilba da hnmamdade, e como e rorade duvi-
* 9 esse terrivel Proteo da medicina urna molestia hereditaria, ella tem sido obser-
*j em todas as idades, e debaixo de todas as suas formas to variadas, enfraquecendo
*tucoes robnsias, produzindo mutlaces, e cortando ainda em flor da dade vidas
pwiesas. .
Eliminar da economa esses principios deleterios. e purificar a massa gerai aos
waores tem sido desde-tempo immemorial o fim constante da medicina, e es purgan-
* gguram em primeiro lugar para preencher esse desiteratum ou fim.
O Elixir depurativo do Dr. Sevial parece merecer a preferencia sobre todos: os
3*ansos successos obtidos pelo nso deste salutar agenie Uuto na Allemanha, como em
?7K>?a e Italia, o tornam o companheiro mseparavel dequasi todos os doentes.
Sendo as melestias, como cima dissemos, devrdas as alterares doshnmores, o
Smr depurativo do Dr. Sevial pode serempregado vantajosamente na-syphilis, erlsy-
agfe, rheumatismos, bobas, gota, debilidade do estomago, isflainmacoes cnronicas do
%ao e baco, dores sciaticas, cephalalgias, nevralgias, olceras cbronicas, hydropesias,
jfcjrjrisias, gonorrbeas chronicas etc. e em geral em todas as molestias em qne se terina
jb vista ,a purificacao do systema sanguneo; pois que orna pratica constante tem reno
wt que elle indispensavel nos casos gravissimos para miDorar os soffnmentos, pre-
parar o doente pafa medicacoes superiores ; e as menos graves a cura a oonse-
foeseia do seu uso, convenientemente repetido. .
As substancias que entrara na composielo do Elixir depurativo do Dr. Sevia
asiencem tolas exclusivamente ao reino vegetal, e grande cathegoria das substan-
aas depurativas e antisyphlilicas; assm, ao passo qoe este remedio depon o orga-
ewmo, eliminando os principios nocivos sande, pelo mecanismo natural das eyau-
uSte'alvinas, neutralisa ao mcsmo tempo o virus syphilitico qoando este virjem.
mm feto erupcao ho exterior debaxe de suas multiplicadas formas; e previne tam
wa os estragos dessa terrivel molestia, quando por ventura se ache ella anda no
arlado de encubaco, isto sem se ter manifestado sob formas externas: benencio
asenso, tanto mais quanto oeste estado os individuos ignoram completamente se es-
& contaminados por este terrivel inimigo.
O sabor agradavei d'este Elixir convem a todos os estmagos, a sna accao so-
sfi o tubo intestinal suave e benigna, *e de nenhuma forma produz molestias med-
tmxentosas, como acontece ao purgante dito Le Roy, que na sua quahdade de dras-
i$& forte irrita a mucosa intestinal, e consecutivamente a seroza, resultando deste es
*&>, mujtas vezes, bvdropesias, que quasi sempre terminam pela morte do doente.
Assim pois esperamos que o nso deste remedio justifique cabalmente asnos-
asseveraefies, porque sendo um medicamento tao simples na sua composieao, a
sdica tem confirmado sna utilidade. .'
(Jaleo deposito eci Pernambuc
Na botica o drogara
DE
Barthotomeo Companhia.
3-RUA DO ROSARIO LARGA34
L101IDACM) DE FAZENDAS
Por baratos presos.
fazenda de
Cissas franrezas de cores a 210 rs. o covado.
Ditas franc zas, superior qoalidade, grande vanedade dejpadroes,
8 rs. a vara, a 3*0 rs. o covado*.
Ditas ditas milito finas a 400 rs. o covado.
Superiores caitas francezas largas de cores fixas a 260 rs. o covado.]
Lindas laas de cores cota salpicas e cora fbres? a 320 rs. o covado.
Ditas com palmis de sedj a 320 rs. o covado.
Ditas com stas imitando poil de Chvre a 400 rs.o covado.
Superiores alpacas de cores de doas larguras com listas e com ores, grande va
riod ide de padrdes e gostis intftiramente lindos (Tazenda de 15 o covado) a 500 rs.
Sedas de cores de ijuadrinhos e de listas a 800 rs. o covado. t
Ricos romeos ou c*pas de merm, bodadas'e enfeitadas com renda preta, .o que
&a demais molnmi) para bombro de senhora a 85, iOiJi e \2& cada um.
Bons madapolQes a 5 5, H e 7^ a peca.
Ditos a 35.
Superior algodiosulio branco^com 20 jardas a 43 a peca.
Assm como ouiras muitas fazendas por menos do sea valoreara liquidar.
LOJA DAS COLUMNAS
M
Antonio Correia de Yasconcellos & C*
Ra do Crespn. 13.
PARA Z0 INTERNO
PREPARADOS SIMPLES,
Xarope de jarnbeba garrafa......... tfooo
Vinhode t?
Pilulas de vidre......... ii?ooo
Tintura de t Qk>
Extracto hydrateoolico de jarnbeba 125co
PREPARADOS COMPOSTOS.
Vinho de jnrubeta ferruginoso garrafa. 20ooo
Xarope l)56oo
Pilulas > vidro... 2^000
Oleo de jarnbeba vidros.... 64o
Pomada de pote...... 64o
Emplastro > libra. .... 25oo
PARA Z0 EXTERNO
A JCHIBKBI.
Esta planta' hoja reconhecida como o mais poderoso tnico, como nm exces
lente desobstruente, e como tatapplicada nos engorgitamentos do figado e baco, na-
hepatites propramente ditas, ou ainda complicadas com anazarchas, as inflammacfe
jubsequentes as febres intermitentes oa durezas, nos abeessos internos, nos tumores es-
pecialmente do tero e bdomen, -nos tumores glandulosos, na anazarcha, nas.hydrope-
zias, erysipellas; e assocada as preparaces ferragaosas, ainda de grande vantagea
oas anemias, chloroses, faltas de menstraac3o, leucorrbeias, desarranjos atnicos do esto-
mago, debilidade orgnicas, e pobreza de sangue, etc.
O que dizemos affirmam os mais distioctos mdicos desta Gidade, entre os quaes
podemos cita'- os lllms. Srs, Drs. Silva Ramos, Aquino Fonseca, Sarment. Seve, Pe-
reira do Carmo, Firmo Xavier, Silva etc. Todos elles recomVcem a excellencia d'este po-
deroso medicamento sobre os demais at hoi 7 ronhecidos para todos os casos citados,
tanto que todos os dias fazem d'elle applicacSf.
Apresentando aos mdicos e ao publico em geral diversos preparados da jnru-
oeba, tivemos por fim generalisar mais o uso d'este vegetal, fazendo desapparecer a
repugnancia que at hoje sentiam os doentes de asar dos preparados empricos d'elle, o
mais das vezes repugnantes a tragarem-se, e que tinham ainda a desvantagem de n5e
ser calculada a dose conveniente a applicar-se, o que torna muitas vezes improficno nm
medicamento, que podena produzir ptimos resultados.
Os nossos prepados s foram apresentados depois de haveraos convenientemente
estudado a jurubeba, fazendo as experiencias precisas para bem conhecer as propriedades
medicamentosas d'esta planta em suas raizes, folhas fructas ou bagas, e a dose convenien-
ea appcagSo, tendoalm d'sto procurado levar os nossos preparados ao maior grao de
tperfeico pQssivel, para o que n3o poapamos esforcos, n5o nos importando o pooco la-
cro que possa Por tanto os que se dignarem recorrer aos nossos preparados podem ter a certeza
de que elles offerecem a garanta, de que se pode encontrar a prompta e infallive cora
de qualque dos soffnmentos, que deixamos innumerados, se forem em tempo applicados
tendo alm d'isso, medico ou doente a va'ntagem de escolher as nossas variadas prepa-
rares, aquella que melhor Ihe pode convir, j pela fcil applicacSo, e j pela complicagSo
ias molestias, idide, sexo, ou anda natureza de cada individuo.
As nossas preparares ferruginosas s5o feitas de forma que se tornam completa-
mente soluveis nos suecos gstricos, porque procuramos os composto de ferro que como
taes esto hoje rconbecidos.
Para aquelles que mais minuciosamente queiram conhecer as propriedades da
lurubeba, e saberem a applicacSo de nossos preparados, destribuimos gratuitamente
sm nosse deposito um folheto. onde tratan.1 mais extensamente d'esta planta e.-dosopp*
mos preparados.
Deposite geral de todos os preparados
Botica e drogara .
34Ra larga do Rozario34
f

c
ce
B
CD
5. S
o
00
2
i
o
en
C6
zo
D
D
a
a
o
S
*s
o
6>-
<.
Vi'
a
C-
O
o
I
OQ
s
c
g
ja
a

o
o
ft
&

s
I

m
0. T3 o
n -1 rt>
o
O O
co CO

5 0 O "O I 0 B O
Q. en
O O a as
a. as O. O
0 -1 ce
*0 as
tu a> CO
co "O, a.
% as

O CD -t
<* 0
O CO O. O CO as
0. g ce
CD 0-
e> 0
B CO co
% -^ ce
0. as 2. a,
es as O-
5 CB O. g O co
a 0
a 0 0.
fi- ~ 0
ce co
"2 0. as a B
en a 8
a co CO ai B a

3 I
# "* i
o n a.
&I I
os
O.
a
en- M
- a

2. 3
Rwoe grande deposito de superior carvo de Cardiffna
Babia. .
taonio Gouws dos Santos 4 c, raa snU Barbsr d. !, esto habilitados a snpprlr d.
a cocdicJes mais faoeaiaia qae em onno qoalqner deposito, a todos os navios a vapor qot
mm aagaeia box, k contraur nesU con Domingos Aira Mathens,
NOVA FABRICA DE CHAPEOS
DE
DE
Manoel Moreira de Souza
RA NOTA X. 4.
NVste novo estabelecimento ba nm completo sortimento de chapeos para bomen., sen'ioras e
meoinos e vende-se por menos prego do que em ouira qnalqaer parte.
0 eordeiro providente
Na antiga leja de miudezas a ra do Quei-
mado a. 16.
Tendo .sempre em vista nio ronbar o tempo os
sms fregueies, com extensos annnocio* ; mas
iinkta nao qoeceode cpia os mesmos fregoeies
taorem e qnt.tte noo \m eMe reeeildo, por lss
resuraidam.nt 0 dtfa': ehegtndo' assim a co-
nbecimenio de todos qne a dita loja do Cerdelro
frerijenie, roa do Queimado n. 16, receben o se-
plate :
Bonitas e dnradoras Hgs de pellica para meia?,
tanto para senboras como para meninas.
Leqaes de diversos e modernos gostos.
PtDies coa enfeites doarado e nio donrades,
para ncnlnas.
Coques simples eentenados, moldes Inleirimen-
t novo.
Boro-papel em calxinbas liso, pautada doora
do e timbrado, e ootros rooitos objuctos, qne men-
clona-los seria bastante enadonbo, e qne se ven-
de em dita loja de miudezas do Cordelro Provi-
dente, roa do Queimado o. 16.
Nao faltan flores,
O Cordelro Previdente a roa do Qoeimado b. 16
tem coonatemente om lindo sortimento de 1
as e bonitas flores, por isso qnando slgnm* ha.
billdosa jevra qnizer preparar qnalqaer eoeite de
bello gasto deve logo lembrar se qne ba dita leja
do Cordniro Providente, a roa do Qoeimado n. 16,
n.Vo faltan) flores.
Para alvcjar os dente.
O cordelro previdente a rna do Qoeimado n. 16
recebeu do bem eonhecido fabricante Jonb Gos-
| oell & C. urna ptima qoalidade de pos para den
'tos aromatisados com cantora qoe realmente tem
merecido todo ccncelto porque nio s alveja per-
fritamente os denles come lambem cooserva-os
sempre no melbor estado de perfeicio, assim pois
queiram vir comprar ditos pos oa mesma loja
do Cordelro Previdente, roa do Qoeimado n. 16
Enfeites com postas.
Cordeiro Providente receben om liodo sort-
meato de enfeites com ponas para vestidos, tanto
de seda como de la qne combinara perfeHarneo
te cora os cintos moderos do mesmo formato, por
isso para poder enfeitar-se com gosto qnalquer
vestido indispensavel eomprar-se ditos enfeites
na mesma laja do Cordeiro Previdente, a rna do
Qoeimado n. 16.
Chapelloas de seda
Modernas e bonitas ebanelioas de seda para se-
nhora receben o Cordelro Previdente roa do Quei-
marlo n. 16 e por ser peqnena qoantidade re-
cibida, quero pretender orna moderna e bonita
chapelioa deve aprecar-se em mandar compra-la
era dita loja do Cordeiro Previdente a roa do
Queimado n .16.
CAlXINHAS ENFEITADAS.
Estas mnito desojadas caixinhas vasias e enfei-
tadas com gosto, que tanta extraccaa tero lidio e
que realmente servem para diversos flns, exist.ro
na loja do Cordeiro Providente a ra do Queimado
o. 16 nm completo sorlimento de ditas caixjobas e
sao vendidas per precos to rasoaveis, qne o expo-
nento fregoez nao objectara' em compra-las em
dita loja de miudezas do Cordeiro Previdente a rna
do Queimado o 16.
PONTEIBAS E CHARUTOS.
O Cordelro Previdente, ra do Qoeimado n. 16,
tem um bom sortimento de floas ponteiras para
charotos, sendo lisas e com figuras em alto rele-
vo ; e para que os seas fregnezes nio so Incom-
modero em comprar cnarotos em alguroas das lo-
jas de cbaroteiros, recebeu tambera um bom sorli-
mento de finos charutos do afamado fabrcame
Fuado de Simas ; assim, pois, encontrarlo os
apreciadores um bom sortimento na dita loja do
Cordeiro Previdente, roa de Qoeimado n. 16.
Para off erta* no bospltal por-
taguez.
Bonitas cestinhas com (rucias de cera, obra de
muita perfeicao e bom gosto.
Para cortar moldes e embrnlbar fazendas
Vndese papel i ardo folna grande.
Para lustrar calcados.
Vende-se superior grata econmica.
Veude-se papel para matar moscas.
A loja do cordelro preTldcnte
Ra do Queimado n. 16.
Nella acharaoos pretendentes nm grande e va-
riado sortimento de perfumarlas finas, tanto ingle-
zas como francezas, seado :
Pinos extractos para lencos.
liannas e pomadas para cabellos.
Oleo phllocome e baboza para dito.
Pos bygienicos para denles.
Ditos campborados para ditos.
Opiata ingleza e frauceza para ditos.
Pacotes com pos de arroz.
Vsos de porcelooa para ditos.
Sabonetes para mo e barba.
E muitos outros objectos que serao presentes
ao comprador qoe se dirigir a rna do Queimado
n. 16, loja do cordelro providente.
Ban-'cijas pequeas.
Vendem-se na rna;do;Queimado n. 16. lloja do
cordeirotprevidente.
Charutos
da acreditada fabrica de Jos Furtado de
Simas.
Vendem-sejna loj'a'.dojcordeiro'previdente a roa
do Qoeimado|n. 16____________ ___
GRANDE BAZAR
RA NOVA N. -0 E 22
Fabrica e fundico de bronz
e outros mttaes, caldeireiro,
Uioeiro, e funilciro, situada
na Soedadf, ra do Prin-
cipe n.3, e com deposito na
ra Nova n 38, da cidade
F*do Reoife
DE
BRAGA SAMPAIO
Fabricam-se neste importante Blabolsci-
meoto todas as obras concernen tes as artes
respectivas como sejam:
Alambiques de todos os tamanbos em
feitios, os mu acreditados aparemos de
Derosoe com as dimencfos delicadas dos
fabricados em Franca.
Fabricam-se a valsas qnaesqner pecas des-
apareces, como sejam o dilatador, ratifka-
dor e condensador, ou esquenta garapas,
resfriador, serpentinas interiores.
Fabricam-se bombas de todas as dimen-
ces e qoalidades, pelo systema francez ou
americano, simples, de pressao, repoxo, e
com especiaiidade a estanca ros t atim~$p
nominadas pelo enorme volme de agua
que absorvem calculada em 100 pipas por
hora, e das quaes algunas esto i roo-ptas a
serem experimentadas.
Extstem bombas por este systema, me-
nores, para regar sitios,- garantindo-se nio
s sua duracao como a grande quantidade
de agua que forner.em pelo Que sSo coBS.de-
radas hnje as primeiras bombas conbecidas.
Todas as mais obras se fabricam vonta-
de des freguezes e a seu capricho.
Existem sempre promptos no deposito in-
dicado na ra Nova n. 38, um completo sor-
timento de obras solidas, bem construidas e
a precos rsoaveis, como sao alambiques,
serpentinas, taxos, passadeiras, repartidei-
ras, escumadeiras, cocos, candelas, e muitos
outros utesc'lios preprios para engenbos,
como sejam mancaes de bronze, parafozos
para rodas de agua e outres.
Cavilhas, machos para lemes, pregos de
todos os tmanbos e para o forro de cobre
de navios. '
Aprompta-se tudo quanto diz respeito as
obras de lalo torneadas e polidas com toda
a perfeicao.
Vlvulas para tanques de banho, torneiras
de todos os tamanhos e qualidades, assim
como todos os ornamentos para militares,
botes para farda, aparelbos para barretina,
nmeros, espberas, espadas, cornetas, alam-
padas turbulos, caldeirinhas, navetas, almo-
farizes, perfumadores.
Obras de folbas de flaodres de todas as
qualidades, babs, bacas, bules e outros
uteucilios domsticos.
Lampies para gaz para engenhos, folha
de flandres em caixas, folbas de cobre e la-
to, tubos de chombo para encanamentos de
todas as dimenQes, folbas de zinco, estanho
em barras e verguinha, lancees e barras de
chumbo, vidros linos pra espelhos, de co-
res, bordados, e opacos, e outros para vi-
dragas, diamantes para corlar vidros, ^cadi-
nhos ordinarios e de patente, rea para mol-
dar, folies para ferreiro, lavatorios com ba-
cas e jarros, trra podre e outros nmeros
objectos proprio de taes estabelecimentos.
Sendo todas as obras inspeccionadas e
feitas sob a direcelo do socio administrador,
Jos Baptista Braga o qual se acha de novo
especialmente incumbido da gerencia de tao
importante estabelecimente, isso urna ga-
ranta pela sua loriga pratica, que tem os se-
nhores freguezes de qoe serlo servidos a
contento, com promplidaoe preco commo-
do, pelo que os propiietarios lhe ser2o agra-
decidos.
?Pars, 36, Rna Vivienne, D
CHABLE MlDlCNSPCIL
Venia ou arrendamtnto.
Vende se por preQo razoavel, dlnbeiro oa
a praso, conforme se justar, ou se arread o en-
genbo Jaboatioztnbo, moente e correte, sito na
comarca de Santo Aoto, com terreno suficiente
para safrejar de 1,500 a 2,000 pes annoaes, todo
o terr oo mu frtil com bastantes varzeas, lodos
os partidos e.-tio eneapueirados, faz assocar de
multo boa quahdade, e em todo moito maoeiro,
lem bons sitos para lavraderes, um,grande cerca-
Jo, duas ca>as para morada e diversas para mo-
radores, t dss c bertas de tena, seozala, easa de
farinba, olaria e forno, casa de engento muito
grande, com casa de purgar para 800 mil pies,
casa de eoeaixamento moile espacosa com os cal-
zos precisos para deposito de a-sucar secco, doos
lamosos balc5es para seccar assocar, boa eslnfa e
bem Higar para asseotar urna diUilacao, moeoda
erda d'agna quasi novas, bom assenlamento com
as laxas precisas at para fazer rtame, nm t.n-
que para mel e orna casa para basaco, tudo em
roeito bom estado : quera pretender pode enten
der-se nesta praga com B-roardmo Corrtia de Ra-
zeode Reg, ra do Livramento n 20, ou noenge-
nbo Campo Alegre com o Sr. msjer Manoel Caval-
caott de Aiburjuerque e Si.__________________,
Vende-se ama armagao propria para qoal-
qner estabeleeimento, enveroisada; na roa Dirella
o. 62, e tambem se allnga a mesma casa qoe rffe-
rrce commodes para se morar; qnem a pretender
dirjase a roa de Santa Tbereza n. 42.
Baldes
me-
biancos e de ceres para
ninas.
A agoia branca, a' roa do Qoeimado o. 8, rece-
b~-u nmas amostras de superiores baloes brancos e
le cores para meninas de diflerentes tamanbos, e
como sempro, vendeos por prejos commodos,
visto a boa qoalidade.
Lazinbas a 16# e 240 rs.
Vendem-se laazinhas escocezas mnito bonitas
pelo Daratissimo prego de 240 rs. o covado, ditas
mindiabas para acabar a 160 rs. : s na lojf e
armazem do Pavao rna da Imperatrtz n. 60, de
Gama & Silva._______________
Attenco.
Casaas floas a 240 e 320 rs.
as de seda preta a 15J e a
Crespo n 17.
o covado, basqol-
22# : na rna do
Manoel Francisco Teixeira aisa ao publico
que, por intermedio dos Srs. Olio Bobres e Paren-
te Vianna & C., e pelos navios Htperan(a e Aie-
Ihetd, acaba de reeeber palba e joico das meloo-
res qualidades, qoe vende mais barato do qne em
qualqner oatra parle, na sna cfflcioa i roa de aor-
tas n. IS.
Fundico dAurora em
Santo Amaro
Completo sortimento de taixas tatidas e (andi-
das, alambiques de todos os tamanhos e fondos dt
ditos, moendis de todos os tamanbos de snpertoi
qoalidade, crivos e boceas de fornalba. o qoe tud
se vende por com modo prego. ____________
Vapores,
Vende-se em casa de Saunders -Brothers di C
o largo do Corpo Sanio n. 11, vaporas patente;
om todos os pertences proprlos para fazer move
es oa quatro machinas para descarogar algoda
Condecora c5es.
Chegaram no vapor Bglez Stme om snrlimenlo
i loja da oorives de J J. Gotcalves Bastos &
C. roa do Caboga a. 24 A, esqnina da ra larga
do Rosario.
,Ci ment
Superior de Marcelha igual ao Portland em
barricas grandes de 11 arrobas a 125 a barrica,
em por^Sss se fara' reduegao do prego: a tratar
com Tasso lucios no armazem do caes do Apollo.
Papel de imprimir
Acaba de ebegar neva remessa de papel para
imprimir jornaes : no armazem da Tasso Irruios
oo caes do Apollo.
Superior panno de algod da Babia
Vende se no escrlptorio de Antonio Lnlz de Ol-
velra Azevedo & C, roa da Cruz n. 57.
Vinho do Khena
em superiores, qualidades, por pregos commodos:
em casa de Rabe Scbmettaa & C., roa da Cadeia
n. 18.
Champanha
em doas qualidades, regalar e superior : en casa
de Rabe Scbmettao & C, rna da Cadeia n. 18.
Cognac
cmmnm e superior, em casa de Rabe Scbmeltau
& C, rna da Cadeia n. 18. |
Shervy de Londres
superior e regalar, em casa de Rase Scbmeltau Si
C, roa da Cadeia n. 18.
Linha denovellos
de Alejandre e ontra : em usa de Rabe Scbmet
tan & C roa da Cadeia n. 18. .
0&PUHATF
i, SAIVG
OPri
Machinas para descarogar algodo. do mt
Ihor autor que tem apparecido na Americ?
E' tal a execuc3o do machinisme, qne o al
godao sahe quasi tao per feito como o de bn
laudeira. Recommeoda-se a aUenc3o doi
Srs. agricultores, estas machinas.
GAZ CAZ GAZ
Chegou ao antigo deposito de Henry Forster
C, rna do Imperador, nm carregament de gaz di
primeira qaalidade.o qual se vende em pardas
i retalho por menos prego do qoe em oatr* qua
mer parte.
AS E.NFKKUIUAUAS DBS SEXUAES, AS AJOTO
3ES r.rjTANF.AS, E A VTERACOES DO SANGUt
50,000 curas das \mpingntt_.
ptaJu/o, htrpt, omii
comixoei, acrimonia, t fc>
ler(o$, viciosas do sangvr,
virus. alleraeoss do oa>
fue (Xarope vegetal sm mercurio). eiraratH.-
vccelaca BAM70* ,l\iini lorciO-s dov
pr seins.ua. seguindo o Iraclamecto DspurtUivo : '
mpregado nis mesmas molestias.
Este Xarop#Urietei f ;
de CI1AHI.K. cura wmtii
lamente q ualquer purgacez,
rtaxacao, t debiliaeds,
igualmente os flaxos i flor*
brancas das mulhcres. Esta iajeccao benigna eav
raganie con o Xarope de Citraclo dt Ferro.
ateaaarraidaa. Pomada que a* cura em tre dita
POMADA ANTIHERPE7ICA
Contrai aas affsecoes cutneas s comisan.
PILULAS VEGETAES DEPURATIVA
6e 6' CltaM*. cada raieo val a*WBAbado is'tK
?io.
AVISO-AOS SRS. MDICOS.
(". jra eaMrrkos, lenes
I coqueluches trriiafm
j-J ncrvotci toe dos brew
! 1 a. i V Jo peuo; hat, ao doanU
iiau t-olhr n-hili-a desln xarope D' FoRcrr.
ilr. i'uiBU et Part, ru VlilrB.e, *S
A venda na pharmacia de P. Macrer y
e C, em Pernambnco.
Sirofi
WU^MT
PICHE
rvmutKxzTi tsv
TERDiDEIROLEHOTj
d< is.'vaaiacv, DoOtur-XiUtia
Ru de 8e>lno, 81, *. PARTS.
Vende-se piche do gaz proprio para
aphalto, ealafetos de candas,
a eaI ha dos, assim como para rebocar
cisternas, conductores d'agna,
etc. etc., em grosso: ns fabrica do gaz, e
a retalho, no armazem da Bolla amarella,
travessa do Impsrador.
Vende-se urna escrava de 30 anuos de
dade: na ra da Ponte Velna n. 14.
Condeeorac5es
A bem condecida loja de jotas de Moreira A
Daarte, a' rna do Catinga n. 7, acaba de reeeber
porcao de babitos e offlcialatos da qrdem da Rosa,
e babitos da de Quisto de diflerentes tamanbos
qne vende por pre;o> mal razoaveis, alm disso
eontinna a ter como sempre om completo sorti-
mento de jolas dos gostos mais modernos para as
quaes coala com o concurso de sena bons tre-
geles.
Vende-se um moleque de bonita Agora e de
Mide de 14 a 15 anuos: na ra do Qoeimado
n. 1
Ba ctan carrafa, "I. entre a rclha paacl tan}
que le7a & ok ttne'e, un rotulo imttreeso es :r>
relie coa Sute Ir. jiii se tdtnii riiiccct.
JV. B.reoet-
tendo-eaml*ttra
de *00 .-an-oe 10-
krefsrle.ieelterel
'> ta, i, vida,
a m:iaio,|ot-
fl ibiboif i.t> e a
tstUr ieemtMt
Deposito na pharmacia de P. Manrer
C. em Pernamboco.___________
Cola superior
Vende-e no eseriptorio de Antonio Lnlz de OU-
veira Axevedo & C, rna da Croa n. 67.___________
Superior vb.o d Pirtt.
Vende-se no escrlptorio de Antonio Lulr|de OH*
velra Aievedo & C., roa da Cruz a. 57, >na calas
de 13 garrafas.
.1 A
ILEGJVEl


*^^.?E^yswTOrtat^>*'frfe-yyv'3.'y< *


~v;
^



\'{

f

*
I
(Mares Royer
|i Anadiaos eleotrloas magti ticos
Oeposti* acreditado
UU da guia branca ra do Queimado n. 8
Apregoar anda os prodigiosos effertog dos
^Uar Hqw;ja nlo ensinar ou querer
mtroduxir Bondades, porque a fama de sua
effleacu tem-se tanto estendido, e os seus
felizea resultados a tal altura elevado, que
boje rara a pessoa que por experienoi
propria, ou por intermedio de seus amigos
aparentes, ignora ou desconhe.a as virtu-
des desses sempre apreciaveis collares
Royer.
A guia branca porm s gloria de concor-
rer para un tfo justo fim, se nao por ou-
ro modo ao menos por ter sempre, e ras-
antemente ora completo sorumeato desses
collares augnecos, que bem se podem cha-
marsalva vidas das criancas.
Reata anda que os senhores pais de fa-
milia se facam convencer jde qoe convern
nao esperar que as criancas sejam atacadas
ao mal, e ppr isso necessario ou conve-
niente que com antecedencia se deite na
enanca um desses collares para assim estar
ella preservada das conv ilcOes e se cootar
Iivre dos rigores da denticlo.
A aguia branca rna do Queimado n. 8
continua a recetor por todos os vapores
franceses a quantidade qne ba contratado e
por ino acha-se ella sempre provida dos ver-
dadeiros collares Royer
ticos.
Novas
lari de PermnfcMtU i ^^mtmU i S de Janeiro de 1888.
Para principiar o anuo de 1868
m PEITO
KA
LOJA E ARMAZEM
DO
rna do Crespo a. A, esquina da roa do Imperador
.... _Acab* d? fthegar pelo vapor Guente, om variadsimo sortlmento de (azoadas qoe dliam-os
oossos correspondentes qoe foram as melhores, as de mais gostos e novidades-que encontrarara eo
i ant, e por fsso romto recummetidamos a apreciado do respeitavel pobllco, os eaulmes arl'gs que
so encootrario na loja do Passo.
chapelinas
de fina palha da Ital a.
A Aguia Branca, a' roa do Queimado n. 8, rece-
tea om novo sortimento de bonitas cbapelinas de
boa palha da Italia, ornadas com delicadas flores, e
como sempre a Agola Branca as vende por precos
eommodos. ., .
Rap Viajado e Paulo Cordciru
A loja do cordero previdente a' ra do Qaelroa-
di n. 8, recaben nova remessa dessas qualidadeo
de rape.
Frenos vanajosos
Has miadezas de grande estabeleci-
ment de Sonza goareg 4 [mko.
Rna Nora n. 28.
Veadem era gresso e a rctalho.
Lnhis novellos, muito superiores, libras sortldas
a 200 e 2300.
Dita em nvelos, mais inferior a 1J500 e 14800
a dita.
Dita branca em caixas de 50 nvelos a 640 ris
Dita para marcar, caixas de i6 ditos a 240 rs.
Dita branca em ditas de 10 dKos grandes a 360.
Dita ero carros de 100 ardas a 360 rs. a dujia-
Dita em carros de 200 jardas a 15*00 a doiia
Dita em cartoes, branca e preta, a 160 rs. a dita
Rosetas de cores em caixa* de duxia, a 1500 a
Rlquissimos cortes de seda de cures, cota lindos
tnatizes completamente novidade.
Lhidisslmos vestidos de eambraia branca bordados
com gosio.
Ricos basquinas, primorosamente bordados, e ulti-
ma moda em Pariz.
Rlqaissimas cbjpelinas de seda, palba a imitaco
e enfeiiadas com muito gosto.
Coqaes para senboras, sendo estes de ultima moda
em Parir.
Lindsimas gravatinhas para senboras.
Lindos colares e vollas de vt Irilbo e seda, ultima
eletricos lasne-' r n ,' ?,nte,r* B0"dade-
> nagne- Collarlnbos, ponbos e gravatinhas de Cbuny, ecm-
pleta novidade.
Rlquissimos leqaes de marOm todos abertos e de
Riqousiraos vestimentas de cashraiis primorosa,
mente bordados, com lodos os pirtences para,
ereancas se baptlsar. *
Ricos vestoarios de cores, iodos completos par
meamos de 2 a 4 anuos.
Mantas de blonda para noivas.
Moirlantlqne, grosdenaple sedas preta, branca
e de cores.
Riqnisslmos cintos, nltima moda.
Ricos eofeites para senboras e meninas.
Lindissimas chapelinas de seda e da palba para
meninas.
Rlquissimos cortes de fantasa para vestidos de se-
nhora.
Lidos cortes de Ba para vestido, novidade.
Chapeos de castor a canotier, nltima moda para a
rapasiada em Parir.
i'
Roa da toperafriz d. 60
Atibo lnportat.it.
Os onicos verdadelros jaropes Ce h\pM)tioMt-
tos de soda, de cal e de tetro do Dr. Chorro**!,
tero a firma qoairo vetes repelida desie saMo aw-
dico sobre o subscrito e a marca de fabrica *
Pharmacia Swaon, 12, rna Ca.-tiglitne, Pscic
Acha-se a venda em frascos quidrados coa *-
me do Dr. Chorchill no vidro. Preeo 4 fraseas cfJ
Paris : Com Insiruccao
Escravos fgidos
por
- ------------------------ ^ --, .- ^ .uu \f 'ikj i- ***" o> ti i i i isa
oitimo gosto em Parir ; assim como de sndalo, Grande deposito de luvas de Jonvin recebe-se
maareperola. I iodos os vapores grande sortlmento. '
Casemlras, eambraias, 13as, mosselina?, precallas, chitas e nma Infloidade de obiectos ane
aeifamos de mencionar por se (ornar magante.
Isto s na loja do Passo ra do Crespo n. 7 esquina da do Imperador.
e^;,! i w d0DOS de-te grande mMecimento necessidade de liquidar sua firma
social resolveram vender suas (aseadas muito mais baratas do que em outra qualquer
tom ? ?e d,,,Biailirem 8ran,1 deposito-que teem e aporarem dinheiro, assim como
vS/ i ullimamenle ma 8raDtle P"cIo 4e fazendas novas, tanto inglezas como
Hdncezas, aientfas e suissas, dando de todas eHas, amostras, deixando ficar p nhor, oo
pT3?1^8 r m rasa das excellenlissaa8 familias pelos seos caixeiros ; estando
este estabelecimeDto alerto, desde as 6 horas da manhSa s 9 da note< e participara s
pessoas qne negociara em pequea escalla, que oeste estabelecimento comprado pelos
mftsmos preeoi-que compravam as casas inglezas; ganbando-se apenas o descont; po-
oenoo assim fazer melhor sortimento. *
Tirao bordadas e Babadlahes
(Jaem quizer fazer boa compra de tiras
bordadas oo babadinbos, achara um grande
sortimento para escolber e por j.reco muito
mais barato do que em outra qualquer parte
na loja e armazem do PavSo, ra da Impe-
ratriz n 6o, de Gama & Silva.
Fazendas para lato na loja do
Pava o
Vende-se setim da China com 6 palmos de
argura proprio para vestidos a 20 o covado,
laazinhas Pre tas lisas, alpacas com listra bran-
ca a 10 o covado, cassas brancas com listras
pretas a Seo rs. a vara, ditas pretas lisas e
com s,.lpicos vara a 56o rs. ditas francesas
com listras e ramageos vara a 8oo rs., me-
rino preto, alpacas e princesas, mais barato
m7kDo eo^oho Penaadoba ronBDa a estar I.
miw"?iM * rrssa, cara redonda e bn/ocs i,-ia l i<
* oaa cicatnr, t8r fnla, K* L/adi Tr*
pequeas e pernas trqoiidas ru.f ei,i* i
nos de Idade, ach.vale graviK,, do *l
om algoos s.finaes qne nao ," u, r(!-
qoee..a'ervlBdodea(r ta \%f, av'fc-^S
c.dade a litlo de forra poH fol v, Ia n"J2
d,as na r.beira de Santo An.ooio : qoern Vffi
mente q *" reeoB:Pt! 8erott-
Moirc-anfiqnc.
Vende-se superior moire-aniiqoe de r6r. coro
algum icqne de mofo, por preco muito barato, para
acabar: na lija do Pavao, roa da Imperatrir n. 60,
de Gama & Silva. '
00
Em folies de la
Vendem-se superiores corles de iaa malira.-'a
com 15 ti vados, pelo barato preco de 4 o corte,
isto na leja e armazem do pavo, rna da Impera-
trir n. 60, de Jama & Silva.
Cambraias largas a lOOO e i,$280
a tara.
Vende-se eambraia transparente com oito
palmos de largura, que facilita fazer-se um
do que em outra qualquer parte, na leja do vestdo com quatro varas, a U e 10280
avo, ra da Imperatriz n. 6o, de Gama divara: Da ,0Ja e armazem do Pavao, ra da
Silva.
PAUTO'S DB PANNO A 60
Vendem-se palitos de panno preto saceos
00, dilbs sobrecasacos a lo0, calcas de ca-
100^000
Fofio no dia 23 do correte mrr d oofeiro *
fngenbo Limoci/o fregoeria da rirada, o eneran
com os segointes s^naes : cabr* fosco, alto *
bom eorpo e boDlu fliura. rara bfs:g!, fc*
pooco serrada, cotiuma rapar o b gode e a can
cabellos om t^nto carapinhades, peueo ca,b tem os dedos grandes dLs ps maU rdoptMw
um ponco gago, cem lgurt-as cicurtres vi-inas di
usl.ndo rjoiisa de aig, do di mataco algodao
nho, calca e palelol de brlm pardo, chapeo de >.
a preto, e leva vara decarreiroque f e sowwe-s
^r ido assentar praga como voluourk. reto,
menda se as pessoas encarregadas do r.rrufesm-
lo e as antoridades noliciaes com e.Leo1;,lj d) Rio Foraoso, Una, Agua Prrla, S. Ututo e Pac-
to uivo e a onira qualquer pessoa a arpiebeosaK
do dito escravo, e entr^a-lo no dm> .reecbc.qw
recebera a gratiflcac#o cima. O escravo cbtw-
^e Francisco.
dita.
Grampas com cabeca de vidro a 160 rs. a dita.
Agultieiros pintados a 20 rs. a doria.
Roldes de moedinhas deuradas e prateadas para
ponhos, a i900 a dara de pares.
Ditos de madreperola, para camisa, a 500 rs. a
grora.
Ditos de osso, para caiga, a 240 rs. a dita.
Caixiubas com soldados de chumbo a 120 rs.
Espelbos de moldura dourada a 13400 a duria.
Pentes de lago dourado, para cec, a 64 rs. a
doria.
Ditos de lagos liso?, para coco, a 5500 a doria.
Ditos dourados, com 6\rcs, 20400 a duna.
Ditos de bofalo, multo bons para alisar, a 2300
e 20400 a dita.
Dedaes amarlos e praieados, tinos, a 240 rs. a
dita.
Clcheles era caixiubas a 6i0 rs. a dita.
Ditos em ca toes a 600, e 900 rs. a dita.
Pegas de fita para cor, larga, com 10 varas, a
500 rs. a pega.
Filas de seda o. 1 A, pegas com 8 varas, a 260
rs. a dita.
Cadago branco para cerclas a 56*0 rs. a doria
de pegas.
Laas de todas as c8res, para bordar, a 65500 a
libra.
Phosphoros de cera, em caixinbas, a 360 rs. a
dazia.
Ditos de pi encerado, sem chairo, a 360 rs. a
dona de caixinbas.
Ditos de cera, em caixas sra-ndes de folba, a
104OI} dona.
Caminas da D utrina Cbrista a 320 rs.
brelas de colla, em caixinbas, a 320 a 500 rs.
Sabonetes finos a 800 e \& a dazia.
Pacas e garpbos cabo de osso, fazenda boa, a
20500 a dazia.
Abotoadoras finas para coleles, cintos com five-
las de crystal, e moltas ooiras qualidades, polcei-
ras de canias poetes com pedras para coqaes, eo-
feites para cabega, um completo sortlmento de per-
lomarlas de todas as qoalidades, celariohos. can-
deeiros a gar, ferragens de todas as qoalidades ele.
etc.; a roa Nova n. 28.
AUGUSTO PORTO i C.
11Ra d Queimado11
Este estabelecimento acaba de receber e vende por commodojpreco as seguimos ?!in,ra Preta a 6 e 70, "d b omito floas a
fazendas finas : g 90 e lo0, flnissimos sobrecasacos de panno a
Vestidos de b ond para noiva com manta e capella. | *< e 250, calcas de casemira de cor a 70 e
Reos vestidos de tamoraia branca bordadas < qoe ha de melhor.
_a bordadas < que ha de melhor.
Cortinados bordados e admascados para camas de 2o0 a 8o0.
Ditos bordados e admasoados para janellas de 90 a 2o0.
Colxas de seda e 15a e seda para cama de noivas.
Basquinas modernas de muito gosto de 2o0 a 5o0.
Toalbinhas de croch para cadeiras e sotas, e colxas de croch para camas.
Chapelinas de crep branco, e chapeos de palba da Italia para senhora.
Moire branco e preto*, grosdenaple preto e de todas as cores para vestidos.
Camisas para homem francezas e inglezas de linho, e de algodo.
Guardapisa de crinofine para fazer mais elegantes os v. sdos de 15a e de seda
a ozo rs. a vara.
Superiores saias bordadas de linho, camisas e camisinhas bordadas e lencl de
eambraia bordada para^enhoras, ricas toalbas bordadas com muito gosto, e lindos ves-
tuarios para baptisados com o respectivo enxoval.
L5as com listras de seda de varias cores a qoe ha de melhor.
Chapeos brancos de castor e ricos chapeos deso iuglezes para homem.
Malas de diversos tamanhos para via^ens.
Panos .finos e csea iras pretas e de cores e outras muitas fazendas que se ven-
dan baratissimo. "
Este estabelecimento contina a receber as melhores.
Esteiras e alcatifas para salas,
11Roa do encimadoh
S1S1SS USi

N.
64-----Ra da Imperatriz-----N.
tfova loja de miadezas e artigo* de modas
eatdade
Este e'tabelecimento a roa da Imperatru n. 70,
recebe de soa conla por todos os paquetes frunce-
zss diversos bhjectos da ultima moda de Parir,
como seja ncoitos coqoes lisos e eofeitados, filas
de ssrja, ditas de seda lisas e borladas de todas
as largaras e de superior qoalidade, liados sapa
tos de merinO, de casemira e la, toncas de la,
muito bailes cbspelliaho?, babadiohos e ntre-
melos com iludo? bardados, gravatas de seda pre-
ta e de cores para homem e senboras; as verda-
deras tovas de Jouvin brancas e de cores muito
bonitas, carteiras de diversos eitios e tamannos,
melas de amito boa qoalilide, para homem, se-
nboras e meninos, um lindo sortimento de bieos,
esp&riilboe, toacadores d* Jacaranda' de diversos
lmannos, filas de velodo, irao^as pretas e de co-
res, liados eafeiles para vestidos, cinios.de diver-
sas qQilidades muito bunitis; albons, abotoadoras
para colletes, la pira bordar de superior quali-
dade, ama infialdade de bonitos brieqaedos par
crianzas, as melhores prfomarlasde Lubim, Plver
e Cuuarai sociedade Hyneuica, immencidade de
objeclos qoe deixo de mencionar para nlo se tor
Bar massaote, todo por precos muito cou modos.
DE
SILVA & NEVES.

80, um grande sortimento de coletes de toda
a qualida:e e outras mui as qualidades de
roupas qu-- se venden mais barate do que
em outra qualquer parte, na loja e armazem
oo PavSo, tua da Imperatriz a. 6o, de Ga-
ma As salas do Pavao a 3500.
Vende-se oma graode pore> das mais bonitas
=aias brancas com Modas barras bordadas de co-
res, lendo 4 psnncs cada nma, sendo farenda n
leiramenie moderna, pelo barato prego de 3050
-ciM urna sendo farenda qoe sempre se venden
por amito mais diubeiro ; na loja e armarem do
Pavao, na roa da Imptratrii n. 60, de Gama &
oliva.
Cam'slohas a 3.
Veudem se as mais modernas camisinhas coro
manguitos tanto bordados como de pregoinhas com
elegantes puohos e bonitos abolladuras pelo bara-
to preco de 30'tKr; na loja e aromem do Pavo,
ra da Imperatriz n. 60, de Gima & Silva.
pichincha em casimiras a 1$60 so o
Pavo.
\eade-se nma gradde porco de casimiras supe-
riores eofestadas, sendo escaras e alegres proprlas
para calcas, poletols, coletes e roupas para menl-
s Pelo baraiissimo prego de 1*800 o covado oo
a 2*800 o corte do calca, grande pecbmeba na
leja e armarem do Pavao: roa da Imperatriz o. 60,
de Gama & Silva. '
PUNHOS COM GOLINHAS.
a 10000 reis.
Vende-se oma grande porcao de pochos coa
goliobas de esgalo de Imho, com os mais liodo>
Cordados pelo barato preco de 10OUO o torno, di-
Tos burdados de cor a 6i0 reis, sendo grande pe
chincha peio preco, ua roa da Imperairir n. 60 at
Gama & silva.
Escravo fgido
Do eogenho Bomflm ccroarca do Limeefro t*
na noiie do da 3 do correte mer do d*zen)lr,
esrrava crioula de nome Antonia, do 50 snnra de
idade peucn mais ou menos, e com rs siL-mes s
goiotes : estatura regular, er um proco fe*, ros-
to redondo, denles limados, olhos v.vus e tem g.au-
ocs cicatnres de fego pela barriga e ptiics. Fot
comprada nesta cldade a 21 de Wwflro i ronca
rassadP, aos Srs. Nrgueira & C, mcradores a' re*
da Cadtia coRecife.
Qoem a aprehender condoxa-a a sen senhor
referido engeoho, cu nesta praca a Olivnra Filtw
Si t-, largo do Corpo Santo n. 19, que sea' reeco-
pensado.



GRANDE BAZAR
raa Nova* n. 20 e 22
Machinas pa a costura do autor Wbeele>
4 Wilseu, ebegadas ltimamente da Ame-
rica ; as quaes pode cozer-se com dou>
pespontos, toda e qualquer faaenda, emb>'
frbar, frangir, bordar e marcar roopa; todi
con perfeicSo. S3o t3o simples, qoe con>
Brebende-se fcilmente a mueira do trabi-
ino e a pessoa tendo pratica de coser em m>.
rhkias. pode azer por da o ser vico qoe (
can 30 costoreiras.
Cham-se este estabelecimento a atteic
So do publico, visto que elle se acba con'
pletamente sortido de objectos de gosto,
como bem leqaes de madreperola e de sao*
dalo, fivelas, fitas para cinto, cokes perfo
mariaeete,
Na roa nova a. 20 e 22. Garneiro Via'
a*C
Os propnetarios deste novo estabelecimento oerecem ao respeitavel
puaiico desta bella cidade, e do interior um lindo e escolhido soriimento de
miudezas e arttgos de modas, concorrendo para isto o terem na Europa, pes-
soas habilitadas a executarem suas encommesdas no que hover de mais no-
^ vidade e gosto, e garaniem vender pelos precos mais rasoaveis do que em
jjjgg outra qualquer parte aparee maneiras delicadas e sinceras.
Acaban de receber pelo vapor francez Guienne, os segrales bellos
artigos de moda e fantasa.
Luvas de Jouvin para senboras e homens, de todas as cores.
Livros para missa com capas de madreperola etc.
Indrspeqsaveis e boleas de to:as as qualidades,
Coqoes os mais modernos. g?
Espartilhos collares, e cintos de seda e vidrilho. "8g
Rendas de Guipure,. de seda, (blonds) e de algod5o, de todas as SB
ig& qualidades.
Completo sortimento de trancas, fitas, botos e guarnices de seda
com vidrilho e sem elle, gravatinhas de seda, e maeguiios de lustro bordados
tudo do ultimo gosto de Paris.
Leques de sndalo aberto do mais apurado trahalho
Agua Florida e tnico oriental de Laman & Kemps. JjfS
Ricos eofeites e puaroicoes de flores para vestido e cabeca. |||J
Calcado para senboras e meninas. P^
Perfumarias as melhores e oais escolhidas de Lubm, Piver, e Cou-
oray, em ricos e elegantes vasos de porcellana, crystal e prala ingleza. fS
Meias de algodao, as mais Gnas e melhores que teem at hoie vindo ^S
ao mercado, para senboras e bomens. jjjg
Chapeos de palba da Italia, e a mitacSo para meDinas. ^g
E um sem numero de artigo, de gosto e fantazia que so a vista ^^
podem ser apreciado.
Imperatriz n 60, de Gama Silva.
Espartilhos.
Ven-le-se um grande sortimento de espar-
tilhcs dos mais modernos: na loja e arma-
zem do Pavao, ra da Imperatriz n. 0, de
Gama & Silva.
Ricos cortes de ntedlna pro-
prios para Dalle.
Chegaram os mais modernos cortes de
medina, sendo urna fazenda inteiramente
nova e transparente, com lindas palmas e
quadros de seda, e vendem-se pelo barato
preco de 220000 o corte : na loja e arma-
zem do Pavo, ra da Imperalriz
Gama & Silva.
Cambralas a 30500 i
Vendem-se fjoissimas pecas de
branca e transparente, de 30-jO ate 100 a ma.aruRada de Domingo omino, 24 aeJveaitaf
peca; citas tapadas muito finas, de 50 at &TS^.ffi^^
100 ; ditas suissas cono I vara de largura a proprio Borne, e bem r.rmo o do srotor, e trari
' Pur castigo urna corrento fechada ca eitura e *
t>rno?elli., do que devera' cooseivar ao mecos
maochas.
GRlTIFIfA-SK
80, 100 e 125 ; na loja e armazem do Pa-
vSo, ra da Imperatriz n. 60, de Gama &
Silva.
Cortinados para eassmcn os.
Vende-se um grande sortimento dos me-
lhores cortinados bordados, proprios para
camas e janellas, pelns b rat's precos de
90, 100, 150, 200 e 250000 o par; da-
masco de la imitaco de seda, com 8 pal-
mos de largura, a 40 00
tfencil
I0V0 DEPOSITO

DE
MACHINAS
pA ESCAROCAR ALGODAO
Manoe! Bento de Oliveira Braga
53Ba Dlrclta n53
Neste estabelecimento se eacontrarSo a
verdadeiras machinas americanas ebegadas nltima
mente, as quaes sao fetas pelo mais afamado fa-
bricante da America, por taso avisa a todas as pes-
soas que precisaren comprar, de se dirigir a este
estabelecimento qne comprarn das mais perfeitas
neste genero, assim como mais barato do qne em
outra qualquer parte, por isso que se recebe por
costa propria, bem como caonos de chombo e moi-
nhos para moer milbo, e grande sortimento de fe-
ragens e miadezas em grosso e a retamo.
Facas de cabo ornco de meio balanoo a 40
a doiia, limas finas de todos os tamanhos proprias
de trabalho de escoltara.
esgoios.
a 03OO.
Chegaram os mais moderos balSes esgnios sen-
do vtrdadeirauwte aoiericaaog e vendem-se pek
barato preco de 2500, na leja do Pavo tan da;
Imperatru o. 60, do Oama & Silva.
Cassas a lio rs. s o pavo.
Vendem-se bonitas cassas inglezas de co-
res lxas pelo barato preco de 240 rs, o co-
vado, ditas francezas fazenda muito fina com
padrees listrados e de flores, assim como com
paiminas miudas proprias para meninos a
3oo rs. o covado ou a 5oo rs. a vara : pe-
chincha na leja e armazem do Pavlo ra da
Imperatriz n. 60 de Gama & Silva.
L-asichas lisas a 500 rs. o covado s o Pavo.
Chegaram as mais modernas lanzinhas,
sendo de urna s cor proprias para vesti-
dos, com as mais liadas cores, sendo cor d;
alecrn* lyrio, carne, canoa, cinza azul, ro-
xo, etc. etc., que se vendem pelo barato
preco de 500 rs. o covado. Ditas com listas
e palmas, de cores differentes que se ven-
de m pelo barato preco de 360 rs. o covado.
Ditas transparentes com palmiubas a 320 rs
ditas p. ra acabar a 24o rs.: tuda isto na
loja e armaztm do Pavo, ra da Imperatriz
0. 60 de Gama A Silva.
Os retalhos do PavSo.
Vende-se urna graude porco de retalhos
de cassas de cores, ditos de lanzinbas de
varias qualidades tendo muilas com lista de
sedas e outras de alpacas lisas c lavradas,
assim como urna graade porco de retalhos
de chitas pretas e cassas, prevenindo-se que
quanto maior for a porco qoe os freguezes
comt-rarem mais baratse veodero: na foja
do Pavo, ra da Imperatriz n. 60, de Gama
& Silva.
r oil de Chvre,
Vendem-se o mais moderno poil de Ch-
vre de urna s cor, sen io anda nais lus-
troso aue a propria seda e vendem-se a 20
o covado. Ditos tamben lisos e outros cora
listas a' 105i 0 o covado. kilos de listas
de seda muito modernos a 10, 800 e 560
r., garantindu-se que neste genero o me-
lhor e mais moderno que tem vindo ao
mercado: isto na loja e armazem do Pavo,
ra da Imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
Natas a sete patacas.
Vendem-se bonitas saias econmicas de
r, pelo barato preco de 25240 rs. poden-
do estas saias servir at para vestidos, fa-
zendo-se ihe corpo de outra qualquer fazen-
da difireme ; pecbincha, na loja e arma-
zem do PavSo, ra da Imperatriz n. 60 de
Gama 4 Silva.
Cassas eseossezas.
Vendem-se s mais modernas cassas es-
cossezas para vestidos, pelo barato preco de
ti rs. o covado; ditos de lis'as, padres
moderoissimos a 320 e 30 J rs., na loja e
armazem do Pavlo, ra da Imperatriz n.
6 ', de G ma A Silva.
Baldes a 20, 305oo e 30
Vendem-se om grande sortimento de cri-
nolinas oa baloes de arcos para senhora pelos
baratos precos de 20, 205oo e 30 por baver
mono barato, arcos, ro.-as rara enf>n s d- lapi-
nbas e fut-se toda iruta de cer* i-s iLfeiie de
lapinbas, toda a encommenda de Un? nra for,
lodo se aprompia barato e depress, enferta se ve-
as ricas para bapllsados, e vende-te grosas de fo-
|basda- nt/u papel a 1$ a grosa.
MM| ne gratificago"
Fugio do eng^nh i MaQsoaco, freeunia da fosa-
da, na noiie de la para 16 do correrle, o esenw
pardo, de n ni Elias, id>de de 20 dpos, jouco
mais ou monos; rab-fa comprida. rablli s re rndos
e ren'es, cara r< mpnda, naris afl-ad... denles (.aos,
cheiodo corpo, pes c. mondos ec. n> sarnas sl a*
candas, sahio com c*mlsa de a>g n'o da ierra,
calca ae ri.'cado e cnapo do as. ji \o'bn-,
quem o pegar ieve-o ao referido eugenho on a roa
da Senzala n. 38, que recebera' a gratiDcacao
cima. *^
Na roa estreita do Rosario n. o, s brado de aa
andar Ui se baodi-jas de bolns de n uilo hom g'sio,
enfeitadas, de armacoes, bogeles t fljrps, flus
colchas de ero- com leirelro?, proprias para casameotos e baikJL
cb; ditas de fusto brancas e de cor; ero- luduCCID D)Uil0 asseio e maisirip io oLoem
o^bs proprios para cadeiras. sofs, cadeiras WjSatgaSJTl SfSS
de balance para cobr.r preveo tes, etc. etc.:! r,,ros8 e cravos. daihas e? de qu-i.,uVu, Z
na loja e armazem do Pavo, ra da Impe- Pellas para menioas e para noivas e pastor todo
ratriz n. 60, de Gama dr Silva.
ferie* de chita coc iO cova-
Vende-se cortes de chitas francezas, es-
curas e claras, de eres lxas, e tendo 10
covados, a 3,51)00; ditas cora 11 a 30300 ;
ditas com 12 a 30600. E' pechincha, s
para acabar: na loja e arma?em do Pavo,
ra da Imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
Grande pechincha de gros-
denaples pretos
na loja do PavSo.
Grosdenaples 1^280
Giosdeoaples a 10800
Grosdenaples a 20000
Grosdenaples a 20200
Grosdenaples a 25500
Grosdenaples a 20800
Grosdenaples a 30010
Grosdenaples a 302 0
Grosdenaples a 30500
Nesto grande estabeUcraaenio encontra o
respeitavel publico um avultado sortimento
dos melhoies grosdenaples preos tanto
largos como estreitus, que se vendem muito
mais barato do que em outra qualquer parte
em ras3o de se ter fe to urna grande com
ora antes qoe augmenusstm os direilos na
alfandega, assim como um bonito sortimento
de moireanliques pretos, sedas lavradas e
de todas as fazendas proprias para a qua-
re.ma e luto, dando-se de todas, amostras,
t mandam-se levar em casa das escellentis-
simas familias, pelos caixeiros, na loja e ar-
mazem do Pavo, ra da Imperatriz o. 60
de G :ma & Silva.
Koupi feita boa e batata
JuIo loja do Pavo, raa da Imperatriz o. 58.
Vende-se n'este estabelecimemo um gran-
de sortimento de roupa por precos muito
baratos, como seiam, caigas de meia case-
mira escura a 108 0. Ditas da ni es ni a me-
lhor fazenda a 200(0. PaMots de pao
preto, saceos, f aijues a 5500, ditos de
meia casemira escura a 30500. dilos de al-
paca mesclada a :-'0, dito de hrim riscadiofao
a 20400. Coletes de todas as qualidades a
20, 205uO e 30, assim como tem constan-
temente nm grande sortimento de calcas e
camisas de algodao azul e de listra proprias
para escravos; islo junto loja do favo,
rna da Imperatriz n. 58.
\ Ausente.
No dia 3 do crreme f gio da c.i?a de sea
senhi r o preto Joaqnim, criouln, de idade
.de 30 annos, alto, tendo muito piuca barha,
je o dedo peiepar da mao esijoerda aleijado;
qpando falla, tem p os olhos, como espantado ; levou taiga de
,brim pardo, camisa d'algodi-zit.ho, e cha-
j peo de Manilha j usado : coma ler andado
| para as bandas da ra da Conc rdia e do
Gaz, Roga-se, pois, s autt-iidades pi.fi-
ciaes a sua apprebeo>5o e a st,a entrega Ba
Capunga a Jos Duarte das Neves, que g-
neros mente gratificara.
Fugio no o 22 de dcienbro prximo *as-
atd o meU que Hilarlo, estatura o'dmaiia, ebeio
do corpn, rislo redond sm bvrba |i loient*
a Exo .' ?r." D Toerera de Jess S^nza Leao da
engenho Carsuna. Os apn heniedi res rrndoiaia
ao me>mo engenho oa a ra da Imperatrir n. 8t
2 andar.
Aos agricultores
Saaoders Brathers & C. acanam de receber
16 Liverpool vaporea de forca de 3 a 4 cavallos
com todos os periences, e mui proprios para (are
tem mover Kiacbioas de desean gar alg*do, po
deDdo cada vapor trabalbar at com 140 serras,
(aaibem serven- para enfardar algodo, oa para
ootro qoaloaer servico em qoe osam de trabalbar
com animaos. Os me.-mos lambem tm a' venda
machinas americanas de 35 a 40 serras.
Os protondenies dinjam-se ao largo do Corpo-
santo n. II._____________________________
Chegou afinal
A pomada galopean
para cara rpida e completa dos callo* daros.
VERDE SE NA
Bitica e drogara
DB
Bartbolotnen k C.
34Roa larga to Rosario34
preco o sobrado n. SI
Continua a estar fug'do desde o da 7 da se-
teuitro do ann prximo passado o cetro Manee',
o gual lero os Mgcaes segointes : <6r ful% cbei
do c^rpo, estatura regalar, levoo fero no ptea>
e na perna, purea) por dentro da raiyx ir- neo tt
ver, foi escravo de J.>o Ferrelia T>twi?, ero Oa-
rnai, e depui< e J eogeolm li oo em Sanio Antao, d i vi-to ba leu-
pos ba Torre no sitio Cap nass e ultin; reate
em Caroar no engenbo Martqnlrho?, son-e
conbecido em Caroai e em S*ni A< u> por Ma
niel Ceara': roga-se enfarecidimeiie aos Srs.
capilafs d c iai| o e autoridades polinaes qne o
capiurem que S^ro genrrosamente recompensado*
oa raaesireila do Rosario n. 11.
Vendeja por mdica
sito na roa de S P-dn> Mutyr'em Olinda, e bem
assim om terreno f >reiro onde se aeba edificada
grande porcSe, na loja e armazem do Pa- parh5 4i cKla48 0 Rl0 p,)KD0Z0. 4 ,raUr Ba roa
vio, raa da Imperatriz n. 6o, de Gama &, do Imperador n. SO, 3.* andar.
Aencao.
No da 7 de jan iro de 1868 lugre da villa do
Pao d'Albo, 0 escravo de nome B- nedlrio, crioolo,
com idade de SO a 22 auoos, pooco mais on nuoos
perteoernte ao abano as>lgoad.., o.m segnmle8 : rdr folla, allora regular, nm pneo
seco do corpo, na barba, rosto redi ofo, u m ornas
mareas de qoein adoras p*-tos pellos, oma oa boc-
ea do estomago e outra ero om hraco ; romo lam-
bem tem no rosto qoe penco se divulga por flew
as marras das quefa>dura que wve no rosta
rois pretas do qoe a cor natural, falla d<-sran$a-
X foi vestido com caiga de biim pirdn grosso,
eatnli-a de chita branca com pmi>s eticrxuds,
r.h'i'i do Chile ja' asado ; desn-nUi-se qoe esteU
no B-cifa p< r ter sido enc< tirado m pool-- do r\
S. Joao oa lalve.t seguirla para R.nl A' lio da
S-nto Amaro de Jaboalo; foppoe se f r iil i aav-
spnir prn* como volontarior perianto reensa-
mrnda se as pessoas encarregadas de r>-rrouroe*i-
to, as autoridades puliciaes e c; tutiis de catrpo a
apprerensio d dito escravo, qoe -r' g.-nfrosa-
mente reci mpenc'do. podendo entregar dito es-
cravo aos Srs. Sa', Amenro 4 C, roa do Livrav
mento n. i. oo em Pao d'Albo. Pnti-sU se desd*
J%' com lodo* o* ngedores das leis do inperio coa-
ira quem o ti ve r acuitado..
J.aqoim Cavalcaole de iihn^
] IllGVH


I*

9
DUrlo t Peraabnr 4<*Mda fel* 13 de JaaaaV Je 1868
la
LITERaTORA.
--------------------------____^_____
Relrsspecto poltico it 186'.
i
EUROPA
Quando prorompau a ullima guerra do
Oriente, um do1? mais esclarecidos escrip-
tores poiiticos da Franva, contemplando o
mmenso drama de sangue, exelamou : e
todava nao l, n5o na Turqua, Da
vor..ram os proprios filho?, despedacand) mantera. iustituicos e praticas que as anni-
os ti atados em qoe se fundara o (timo equi- quilam.
librio eoropcu. Mas" o rigor da lgica implacavel: e
A n-zlo de to natural fraqueza de" obra aquella theoria e aquella principio devem
qne se intentara to robusta e cheia de tan- ter dado a beber tragos de fel ao sea impe-
ta vitalidade est no principio qne a cons- rial propugoador. Se na Italia a theoria ser-
tiiuio. O principio consumidor do systema
de equilibrio de 1815, como o de Utrecbt
que o preceder, cora) o de Westphalia,
foi a torca e 3o o direito, faia victoria da
espada e nao o triumpho da jsistiga.
O egosmo e a amb-gSedos' vencedores! iramiaenl, e cuja resolugSo, qualquer que
vio-lhe para abater a casa da Austria, arran-
cando a esta o Milaoez, deixou-lhe na rege-
neraco da Yenecia urna ponte de gratido
poltica, qne Ibe dispata a adiada do futuro,
era Roma um prob'ema de solugo sempre depois veo justificadamente sobresalta-la.
A Austria agarrava-se Venecia que so ostentoa na delicada pendencia injontrtavel
he buscara kacrifietos, e pardea a vanecia, babildaue poltica,
le foi expellidada Aii?manha. | Querer em nome da Franca o Luxem-
A Franca deixou que a Italia, por legitimo burgo ce li Jo pela Holiandf era a guerra, a
interesse se ligssse Prussia contra a Aus- guerra sem alliados com i Prussia eothu-
tria, a quem alias Ja havia n5o pouco abatido,' siasmada pelos seos triumphos, fortalecida
e em resollado plantn na Italia as sympa- pela Allemaoha do norte, qoas segura do
ir ligtt'&i t Grecia, cojfc deslaos tSo riso-
nbamente sorraados pelos poetas 'se obum-
bram com a desordera creada por faegoes
qoe se suppOe partidos e por governo qua
n3o acha forca oem opiniao maoifesta do
paiz governado.
A porta Ottomana, sorda sos conselbos das
hias pela Pru&sa que nao Ihe podem ser concurso opportuno da Russia, guerra sem potencias iotereisadas edesintereseadas, ne
favora^, e fac.Utou i Prussia, sem o pea- a delcsa de ura fundamento legitimo, goer-' J,. a concewes importantes aos Candio-
sar e-serno querer, urna pujaoga que logo ra cora a reprovacao da Europa, guerra ta8> e bi praCa de forgaa, de que alias n3o
provavelraente fatal a Franga.
A victoria de Sadowa e o'consequeDtt tra-
tero dado provas, mas qoe at um certo
~ .0~.*,~v w -^^ y--. --------------,-------------, --,----------, >,uu.>1Uv.. v,u ..------------ ----------,-----------. U imperaor LlllZ napoleao COOVldOU as nonio naiVPfi lima namsidaitp. nnlilir H
Hato que esla o volc3o que ba ce abrazar inojogo das batalhas sacrificara aos seus seja, Ihe augmenta o numero dos inimigos; tado de paz que amesqurahoa a inlluencia do grandes potencias signatarias do tratdo de ?,,; renlar dom^^t rtftfnS
o,maoilo europeu. linteresses e ao eograndecimento de seas e na Allemanba levaotou a seus olhos cora a imperio d'Austria nos consellios da Europa abril de 1839, e a Italia, qoe rai tomando o Vt^L hr-ndiaTa rSSiar w
O.alMlisado ecnptot prop'iet'ara assim EStad0S as ,jaS do dever e odireito.o de- derrota de Sadowa urna potencia rival e e levantou diante da Franca urna potencia costme de azer-se ouvir nos coosellos eu- a n^in l Roma ViTriamada r.nit-ii
ameacadora, a Prussia, que frente da cou- que loe pode disputar a primazia oos campos ropos, a considerar a siluacao do Luxem-' d.lJ2 irm^Jm e^ntPmmte a nuLusTo
federacao'Tdo norte, e em certas condicoes de batalha, dispertoa no animo do imperador burgo. Na simplicidade e clareza do con-1, ttmLrV T> PanrlraS aua^S2im
tanobm afrente dos Estados Germnicos do dos Francezes cuidados que deram testera u- vite a Franca ficoa sabiamente poupada a fntI. riT iaar5o >m a ontr
sul, e com a sua organisago profuodamen-' nho das delicadezas e dos riscos dasituaca"). um revez diplomtico, e a Prussia exposta era[B lac^^ anaoa 1807 deixand
teroilitaratiraaudaciosaaosolhosdaFraogal A Franca entrn immediatamente em tra- condemnada previamente a recuar do Lo-\aenoi(. dp aii/mn rrnnhatM sancinolentos
a desagradavel approbengo nlo j de urna balhos de reforma de organisago militar para xemborgo ; porqoanto nesse convite o im-'einp a institu noe se defende era p
simples duvida, mas da certeza de um serio duplicar em um momento dado suas forcas perador dos Francezes n3o iridian a aspira- a aSDiracs0 nne atora menos estreil as re-
perigo para a sua influencia nos grandes ne- de operaces activas, e o eagenbo humano j gao de aoir o Luxemburgo Franca ; mas, I jac58 j '.. .. convidadas as
gocios da Europa. foi posto em tributo para aperfeifoar os ins- propondo que se considerasse a situacSo do porcias euroo's para' se coneregafem
E ainda mais, seo plebiscito nlo contra- trumeotos de morte, para dar espiogarda gr3o-ducado, inapoz em honra da iustica e Aa otlllj '.! F^ .^-- BZE5
i,1 do ioiaotee ipeca do anilbeiro coadices | do direito a retirada das guarniges prus-! 30Dog ^1 ^ '
oras a capazes de multiplicar os meiot de,lianas. ....... | Os ult.raos acont'eciaenlos da Italia ife
L*te episodio da historia poltica do auno podiam har de M 0 omt..
de 1867 provaq-oamo pude conseguir para no, r^m a pensador algur:- filaos deurafi'
manotencao da pa e so1oc|o das mais arns- 'osa ^ ^a^n p80r s pedieote
cadas quesloes a dposi?So sincera e decf- que adi0fl e D0 reso,Teo a iatD e qae
dh)a das grandes potencias, de se entende-! ^ando a antev todos os drreitos do Pa-
rerfl com lealdade, prestando cnUo justiga e a sitaa?3() de Roma, animando ao mes-
e ao direito no aceordb amigatei em todos me> temp0 8^ 3SpiraCoes italiana qoe Ibes
os pleito internaciunae da Eoropa. Aos
alguna- sobos antes, a tremenda erup;o,' vor de respeilar a just'ca que assistes p)
qae come?ou pela campanha terminada in-'t nc;as vencidas, e o direito dos potse das
completamente em Solferino, continuo'u lo-!naCo3s: sonh3o predominio perpetuo, nao
:o depois cora os coramettimontos do mais' contam cora as reaeges, era com o desen-
valente e feliz d*s goerrilheiros, de cujas' volvimen'.o da civilisacSo. nem lembram
victorias recolheo os despojos o governo|q0e ni arena dos combates os vencidos de
.tahano, reace.ideu-se mais violenta aos hontem podem ser os vencedores de ama-
impulsos da poltica de Berlim, e ainda n|l3a; nem ao menos calcolara que pela
agora n3o chegou a esgolar-se, e ainda ago
ra vomita lavas do seio do velcSo aberto.
Ousamos, porm, dizalo, aquetle sabio,
vidente do futuro, fitou com exagerado ex-
clasivismo os olhos em om ponto onico da
carta da Europa e deixou se dominar pelas
propc.rgries gigantescas de ura problema
hrmidavel e complicadissiino, que ao mes-'
roo lempo europeu e universal, porque
pertence i poltica internicional da Europa
e aos sentimentos religiosos do rnuodo ca-
Clico.
Qiaolo a tis o voleao n3o est s na
propria lgica do egosmo e das ambices os
alliados da vespera tornam-se inimigos do
da siguite.
E' um erro fetal o dos governos que nao
compre!iendem que ca direcgSo dos nego-
cios internos, como as relaedes externas
s boa e perduradora a poltica que se
bafea na justiga e na moral.
Systema internacional da Europa, orga
nisac/io geographo-politica dessa como de
qualquer ootra parte do mundo, provjndo
dos rebultados das batalhas cm guerra co-
lossal, ser sempre imposig3o de vencedo-
Italia, e-ta tambem no Oriente e em toaos res a vencaos, arbitrio e nao le, torga e
os Estados europeus, as grandes potencias,
como as de segunda e nliima ordem, por
que precisamente >e denuncia no trabalho
incessante, na arg5o inflexivel do lempo,
nss.aspiragoes coras e amadurecdas dos
j>oves, as comhina.es ambiciosas dos go-
vernos que, pouco a pouoo vio preparando
transforma.5o geograpbo-polilica aquella
iorte do autigo continente.
C e;sa IranFfurmagSondecIinavel, e le
formosamente se ha de realisar, que o
voleao em toda a parle ; o que se observa
desde n5o poucos annos, o que se vio em
1867, um edificio a cabir por peJagos e a
cosciencia de todos os povos e de todos os
governos comprehendendo e sentndo a ne-
cessidade da nova e graodiosa organisago.
e, impellidos por esse sentiraento e por
essanecessdale,pro&onciando-se violen'a-
menteem unios, absoroges, conquestas de
provincias, em confederares e desmem-
bramentos demornachias, que aluem e des-
moronara o velho monumento com decom-
posiges parciaes, e com ousadas combioa-
goes e improvisados coocerlos, muitos dos
quaes sero apenas provisorios; porque,
emra, o mappa qae ha d ser permanente
on assim chamar-so, a nova physionoaoia
europea, algua ostro ensaio de sysleraa
geral de equilibrio, e, Denso qeira, o ma-
gestoso beneficio da paz desarmada, sraen-
te poder provir doaccordo de todas as po-
tencias, accordo que, bem de receiar, ao-
parecer lalvey depois 0N0 accordo ruidoso,
de abalos profundos e sanguinolentas bata-
lhas de todas ellas, sera resultado perma-
nente.
Qjustissimo horror que inspira a ala-
gara desse embale pasmoso de tantas ideas
o de Untos inleresses oppostos, de tantas
nages e de taotos governos, raantm a
Eoropa em longo periodo de espectativa
atribulada e snistra : o theatro se mostra
sempre palpitante, ancioso. quasi convulso,
presentindo prxima a calastrophe ; mas
cada anno qoe vai passaodo apenas deixa o
drama a prolongir-se com episodios vio-
lentos, que nem apagam o suslo geral, nem
t'ecbao o abysmo dos sacrificios, nem annun-
ciam o termo da aego.
E' por isso que o retrospecto poltico da
Europa repetido ao comegar de cada novo
anuo, ha moilo tempo jmente se modifica
pelo quadro de acontecimentos importantes,
eslrondosos, ro^s subjunctivos, ou apenas
SySkpioitwCOa e um profundo mil, e
sempre o mesmo e sem alterago relativa-
mente ao carcter esseacial da situ-ogao eu-
ropea. ,
Assira urna yes era a guerra da Russia,
O Occidente salvando a Turqnia, o congres-
jo de Paris harmonisando os ioimigos, mas
deixando em p como dantos a ameaga da
guerra geral: oulra vez era a guerra sabida
da paz, a queslSo da Italia partido desse
mesmo congresso de Paris, especie de J-
piter, de cuja cabega sahira armada e prora
pa para as batalhas a Minerva guerreira da
cmancipago italiana; era a Austria batida
em Magenta e Solferino, a Franga parando
era Villa Franca, a paz geral ficando mais
que nunca duvidosa; depois foi a Dinamar-
ca abandonada sos furores da Allemanba,
e a CClucia do espolio, o gos da ciquisla
preannunciando furiosa luta entre os vence-
dores alliados da vespera ; emfim foi o r-
pido mas formidavel choque allemSo, o aba-
timento da Austria excluida da familia ger-
mnica, a presenca da Prussia engrandecida
e tornada cabega e espada da Allemsnha do
Norte e ainda por isso mesmo e desde logo
nma probabilidads demais para enorme
conflicto prximo.
Victimas immoladas nos campos de nata-
Hias a cootarem-se por muitas dezeoas de
milhares, thesouros esbaBjandos que es-
pantam pelos sacrificios impostos aos povos
e pela ruioa das finangas dos Eotados, e por
fim sempre entre as guerras de consequen-
cias parciaes a paz armada geral, sempre o
mesmo carcter essencial da situago da Eu-
ropa.
Considerando os perigos e o cortejo de
horrores que deve trazer a guerra descom-
munal, de cuja influencia e impsteseifln si
nao direito, t portanto obra condemnada
por vicio original, durando apenas o tempo
preciso para o descanso e a reaoimago dos
vencidos.
Aquces que pensam que smente pela
guerraesmagadora de algasias potenciase
posssi-el resolver a queslSo implacavel da
nova organisaglo da Europa saaccionain o
horrivel decreto da permanencia da situa-
g!5o provisoria, da permanencia da paz ar-
ma raada e das apprehenses de outra-
guerras logo aps o breve periodo de abas
lmenlo de urnas, e de ephemeras alliangas
de nutras' potencias.
S o pacto e o concento Ieae3, justos fei-
los na paz e com empenho do bem e cora
sacrificios do egoismo por todos os governos
congregados e esclarecidos pelo espirito da
justiga e da equidade pode realisar um \vs-
teraa de equibrio europeu, que tenha cou-
diges de vitalidad}.
Esta condemnago lgica da guerra con-
sola ao menos o corag3 >. E' positivo,
incontestavel que na liypothese da guerra
geral da Furopa os vencidos terSo de sujei-
tar-se ao arbitrio dos vencedores : j estu-
damos o poder ephemero desse arbitrio
incapaz de fundar combioago estavel; ad-
mltida, porera, a hypotese que potencias no
continente europeu tora fundamento para
calcular com, nao diremos segura, mas pro-
vavelvictoria... qual dellas bastante for-
te para resistir soutras, equal pode contar
com alliangas infalliveis, quando as adiadas
no Occidente seriara antagonistas no Orien-
te, quando os intoresses de urna se barrao-
nisam em Dm ponto e se contrariara em
outro ?
Para qualjuer das potencias da Europa a
somma dos sacrificios, ainda mesmo no ca-
so da victoria, aconselharia prudentes con-
cesses por amor da paz. Todas e tudo
em todas as potencias itm que perder, que
arruinar com a guerra gera'; todas e tudo,
excepgSo do orgulho que cega, da arabi-
g5o que doudeja e do egoismo que prejudica.
E todava o concento, o accordo, a since-
ra intelligencia dos governos parece impos-
sivel! A paz armada de to prolongados
annos, anda mais fatal do que um anno de
guerra gera1, atiesta que cada nma das
grandes potencias reeeia provocar a lula
horrorosa, embora se prepare para ella ;
tedas se apertam as mSos com respeitosa
amizade, todas mostram urnas soutras em
fingido sorriso amavel os dente* promptos
a morder enraivados, e cada dia que passa
a confuso se augmenta mais c a descon-
fianga perturba as relagoes intimas dos po-
vos.
A humanidade, a civilisago, o commer-
cio, a industria applaudem em todo o caso
este geral receio da guerra, applaudi-lo-
ho, porm, cora fundamentos mais espe-
rangosos, se elle uspirasse aos governos
conselbos e corabinages tendentes a des-
truir miis ou menos cedo os antagonismos
da poltica e dos interesses das diversas
potencia-, e a diminuir os elementos da
desharmonia : entretanto, o que os gabina
riou rea mente ao imperador dos francezes
nem nos ducados italianos, nem as provio
cas perdidas pelo saolo padre, fallou antes destruico.
s sympatbias pela Prussia do que pela Fran- O que o genio marcial inventou mal se com-
ea, as maoifesta. Oes da Venecia e alera do'prebende ainda, a permita Deus que o rito
atlntico, montio Franca, ou Luiz Napole5o | venba demonstrar a experiencia repugnante
a fez meotir no Mxico, e preparou horrivel' de horrorosas balalbas.
catastrophe qae tssignalou o erro mais es ] No meio destes empeohos tao eloquentes,
trondoso do reinado do actoal imperador dos t5o positivos, era impossivel que a Franga e
francezfa.
a Prussia n3o se encarasse face face, de-
E, finalmente, aquella mesma Ibeoria das safiando-se silenciosas, mas francamente o
nacionalidades provoca outras de igual fbr- prximo encontr na arena dos coabates.
ga, que animara as aspiragoes de popolagoes! O desafio, existe, ficou registrado as fu-
diversas, excitadas pelas ambigoes de gover-
nos qu?. calculara eograndecer-se exploran-
do taes elementos. Assim para a Russia a
oacionalidade substrluida em planos de fu-
turo pela communidade de raga qoe Ibe da-
ra os slavos da Aostria e da Turqua, ea
communidade de relrgiao qne, em nome do
culto grego ortnodoxo, rjavo- s afogaria m>
estreilo de Constantinopla o imperio do ori-
ente, como dara ao imperio do norte o do-
mioio exclusivo do Mar Negro e a mais pu-
jante influencia no Mediterrneo.
rosas invectivas da imprensa, na conseien
cia dos dous povos, que calcula coi o tre-
mendo conflicto.
E bouve um da, xaais que uzs da, vm
periodo, embora curto-, em que a espada
da Franga a Ja Prussia eomegarans a sabir
das bambas.
Honre a questSodoLosemburgo.
Foi urna questSo simples> t a simple? que'
se pode ebegar a prompto abordo coa os
csnseHios e eoncurso das grasdes potencias ;-
mas esse risco de guerra colossa&m assorop*
Como se v. a idea da nacionaldade que to de tanta siisptieidade pe descobertca
era sua conscienciosa applieagao ro sa a
to conforme s tendencias do espirito hu-
mano, tendo de certo modo transformado
a Eoropa occidental, embora ostente toda a
expansam qoe recebe do impulso das doc-
trinas laucadas e firmadas do mundo pela
revolugo fraoceza, essa idea magestosa, qoe
ioimizade mal ds?argada dos deus Estados
o ciume que os separa, e a facilidade com-
que a vontade, o capricho, o erro de um s
horneo, de um s> imperador owrei pode
por em* conflngrarrfO a Europa inleira.
Fallamos da questSe-do Luxemburgo, que
alias est>mort poderia ser o ramo de oliveira e o principio no estado-actual da Earopa as questee*que
da nova organisago europea, esbarra dian- se dizera moras preaocunciam quesloes vi-
te dos antagonismos do norte, e nem- en vas ou revvenles.
todos os cisos soni aos planos da propria
poltica do imperio do occidente.
Estas compiieagoes qoe eomegSo a fetigar
A raz da q|iesi3o do* Loxemburgs-- est
anda nos tratados de 154o; pelos quaes lita-
ra o gro-ducado sendo-estado de coofde-
por antigs, estas oiiposiges de ideas, de raij3o germnica, mas annexado ao reino-dos
tendencias, de ambigoes qoe d3o causa- a-' Paizes baixoa smente como possesso- par-
que nao se mostrem duas potencias de accor-
do em todas as quesloes da poltica interna-
cional daqaella parle do velho mundo, vern
tieular dorei^e este; receioso1 de compro-
metter a Ho-3anda germnicos, adoptara por systema nao fozer-
entregar ao anno de 1803 a Earopa em. sjV representar ogro-ducade dieta de Fratw-
luaeo que pelas suas condigoee essenoiaes-
ainda a mesma deisada pelos- annos- an-
teriores.
O quadro fac'fknente se desenh resumi-
do nos tres segumtes traeos..
Trabalho natual, inOexivel da- tfassfor-
raago geographo-politico da-Earopa :
Paz armada, arruinadora como a guerra:
Futuro incerto e nublado: apprehenses
tormentosas em todas as ncgO-es.
Poupado felizmente aos horrores da guer-
ra geral ou de agigantadas por-portjas o
auno de 1867, aern por isso escapoa aos es-
tremecimentos que delermiD o rece des-
se medonho Degello.
Duas vezes a fronte europea se enrogou.
sinistra, e ainda agora prcae-zne- em campo
limitado e parcial, em urna ilba dea- domi-
nios do sultao, a luta prolongada- que pana
03 irreflectides apenas anunciara- urna re-
volta poninas, e para os goveraee que a
observam cuidadosos assignala mais um.as-
sustador aviso da decooposiQo- & imperio
ottomano. portanto da proballdade de om>
violento embate europeo.
A victojia de Sadwa, o tsinmpho iffir
aeoso, triumpho cuja rapidea de gran-
diosas conseqaencias, tinbam escapado aos
clculos, dos mais habis estadistas, impoes-
sionram e deviam, impressionar principal-
mente a Franga e o seu imperador, que
tes das diversas cortes procurara e, ou o
fort.
Apezar da.;dentidade Ca-raca, o Luxs-
bargoeratSo pouco-germaatco,.quo a oo-
federagonunoa se resent:-da falla do seo.
representante- em Franefrtj etoleroa o dae-
membramentodo gro-ducado, que em par-
te deixou de pertencer ao rei da Illlanda,
e seguio os dtetinos da Blgica. Quaodosa
negociava o troiado de abil de 483> qia#
saaccionou esta sciso, o rei gro-duqne re-
cloeaoua sabida do Luxemburgo daconfe^-
ra?3o; n3o seconveio porm em rorepap
eolio* esse laco federal sea o protexto da
iocoq,venieo do procedente qne poderia
ter influencia dissolvente aa .constitnigSo da.
Allemanba.
Mas o rooUvo dessa cada pue prenda o
Luxemburgo ao corpo gsraMnico era claro
para quaoloa- reflectissem, no pensamealoe
tas combksaooes que prssidkrdm aos traa-
ios de 1B^6.: o segredo coasistia no ea>pe-
Bbo de abe^r a Franga eda cerca-la da mu-
ralhas sioistras, como suspeitosapertabadora
da paz europea; o segredo raanifesau^se
franco no direitn de gcarnigao do Luxem:
burgo, direito que a Prussia exercen desde
1816, guardando cora os seus soledosas
fortalews- do gr3o-ducado, cujas pseas de
artllaaaia..apoDtavam para o norte da Franca.
Foi por- isso sem duyida qoe o Luxembur-
go separado de facto. da confedefa^o Ger-
diplomraias reunidos en* Londres bostaram
tres dias- e tres sesses eonferencraes para
terminar ncgociago relativa ao Luxem-
burgo, asignando o tratado de 11: da maro,
pelo. qua! a lollaLda conserva o Lasen-
burgo, cuja autonoma e neuiralldade s3o ga?-
rantidas pelas1 grandes potenciar, a Plcssia
retira sua guarnieses, e as fortalezas satis---
Sazem os bros to Franga as ruinas a qie
*5r condemnads*
Na apreciago apaixonadi dpaconteci-
niwi*o honve queB'visse qoebra ib pundo-
nor da Franca no tratado de 11 demaio ; a
verdad, porm, patente :-a Frjnca d3o
absorveti o Luxemburgo; mas l nao es-
lava,nada pois perdeu.-norecnou; aPros-
siaconnasndava as brtalezas a sabio'ael-
las,- porciie detia sahir; foi, porlsoto,-a
Prussia- que cedan a psr?9t> que illegima-
aoente corjaervava-em seu'poder ; e as ortF-
eagoes quevoam pelos are o impulso das
rainas destruidoras dizersfao mundo iooperio francez lovou mais-tiflaa das nooas
coas' qne prseuraram marea!"4be a nist3ria
os architectos do monumento anglorio 18.- '
A Europa, qoe durante res semanas
acom>panu*a-s3resaltada quelo do L-*
xembargo, respirou tranquil)/ -saudando
acert o-a sabeiferia da couftrea^a diploma-
tica de Londres;
No em tanto & revoTtS" do^-CXHudiotas, r**
volta ] tantas vezes aanuirisd* expiraoter
vencida;, quasi da-'tado e abeolutamente es-
magada-, mo.-tra anda o colla-ergaido e al-
tanado, zombana do poder d-aoito.
A pr3>longago da lata coroaj&ietem fa*>
gado a aieogo doa-obeervaderea iodilferer;
les s caceas que secombaterj.masno po-
dem ter-arrefecido-oe-cuidadjSMlos gabine-
tes europeos que apreciam isvidamente >
transcecencia e valordoselett8ntaeque al:
meutam o-fogo reveluaionarie que aorasa a^-
ilha de Sanda.
As ponencias occioanlaes, qi^e- ha tanto*
sao contrarias, esses acontec mergos vieram
determinado peta lgica, e ou ae- qoe ef-
feclivamenfe se pronoociaram ou oate ain-
da ma*s- graves deviam necessarianene so-
brevir.
Na coovenoSo de" 15 de Setembro, con
diz Mazar, a fnmpf e a lulia se ligaraui
por inleresses negativos en3o por interes-
ses posiiiws; o obfectb pratico procortdo1
pela Franja- era a cessajo da sua iater-
vengo em Mima' sea saciiear o Papaba-
i%lia, que desejava r retirada da* tropa*'
{>auceas da guarnigSo- de Rema, Jobri-1--
gou-se a impedir e a oombeer jqualquor
aggresso matwial1 dirigida- pelas- suas fron-
teras contra o poder pontifical;: mas em--
bova1 tomasse est compromisso, a Italia,
pelcvoto do sec parlamento; dsnitarou em
alta* voz aos ouv^osdo maodO .iaUsiro que
asaa!capiial era ema.-
Peciso ejusio e dlzel-e;. aasigawdo a
conv3S?3o de 15 de SetemOro, og^veruo
ittliaaw nao sophisoreu, nem guardoa leser-
as raentaes; esperoo o trioaapho'daa' suas
aspira?-js do tempe edqs metes nwraes,
c- ncnaviae foi Interto o reaeber- a> acces-
so das-popnlagoes alimaas^ seHomapor
si mesma derribasse- o peder ecclesiasico.
A Franga-'eo protestoo contw estas espe-
rangas o contra este-sonhe dos Italiaces,
n5o se obr'igou nees- convidos- a Italia a
obrigar-se dos Papas, contentoo-se com a oaosula que
punha Roma ao abrigo- de ataques esteri-
res, e caas' a vantaga de se sasWrahir so-
peso e inconveniencia*' de sua j5awito lor>
ga interven?o.
. A-questao assim sposta,-e afnda-" ma!3
a melliop desenvolvida por Mzade, satisfaz;
verdad3-e naoslra coaao-a conveaqao de lo-
de-Seteoibrw-fdi um asoedieotc qpe podia
j.fipedir conflictos durante algom tempe
mas do qae pelo riges* d lgica- bavia de-
ser catsMM de graves- commettiraaelos em >
breve futurov
Nao ara iaapossive^. sem meeme muito-
tempo se-eslao esforaado poa>ga)fansar o, Qm m^0 ardr..-das aspeos ita-
cadaver TarfOM. vem cartaaaenle em..Janag nWSV a Roma, ^ pr,mai)S tem-
virara s saas "portas a mais poderosa rival. I maniGa desde 1839, oontnuou a perlencer-
Em poltica os graades erros nunea. 8cam Ihe de direito para ^ue a Prussia- era nome
recurso de expedientes que apenas adiam
difficuldades de occaso, ou as vezes o soc-
corro de principios e o agulameuto de aspi-
ragoes, que em breve aggravam ainda mais
a situarlo.
Tocando o apogeo de sua grandeza im-
perial, e era explicavel empenho de atacar
nos seus ltimos reductos o systema do
eq&ilibrio europeu fundado em l8Ioem
sentido t3o opposto a influencia da Franga,
Luiz Napoleo acceitou e apatrocinou a
theoria das nacionalidades, que veio com-
pletar anda mais a extenso e importancia
do principio da vontade dos povos manifes-
tada em plebiscitos como regaladora da sua
sorte poltica.
A theoria das nacionalidades presidiado
organisago dos Estados nobre, generosa,
justissima sob muitos pontos de vista, alm
de ser em n3o poneos casos difcil, quasi
irrelisavel ba applicagSo pelos> diversos mo-
dos de entender as condigoes qoe determi-
nara, a nacionalidad?, era ameaca paten-
npm"or^Jterdesahraorganis8cSoes- t* fcontra os governos oppressores dospo-
taS^o^ mundo europeu, n3o 6 ^ossivel vos, cuja autonoraia era o furor dos algozes
impunes. Luli Napoleo tinha enado. Fe-
lippe de Germines diz em suas anemonas,
que Deas creou a Franca e a legleterra
muito visinhas. urna soberbaa no meio de
seus mares que goveroa, ootra possante no
da Allemanba contiauaese a manier-ie all de
santinetia Franga..
Os acontecimentos de 1863, a dissofuga:.
docorpogermanisode 181 o, aconfederaga>
da Allemanha do norte e o agigantamento da
continente, de qua um dos arbitros, pasa Prussia, mudarara complelaoenle a ordm
se contrabalangarem pela sua torca e pala constitutiva da antiga Allemanha, ficando o
sua til rivalidade: a historia dos acoateci- Luxemburgo tambem de direito tora da, cen-
aran los e a sabedoria da experiencia e do federaco que dexara de existir, einspiran-
tempo do melhor conselho: a Franga e a do I Hollaoda justos recejos e Franga cau-
Inglaterra devem e precisara ser aHiadas telosa vigilancia.
Fra da confederag3o germnica de fado
e de direito, ainda assim o Luxwuburgo se-
seniinellas do occidente da Eoropa, tea
causa comraum a defender, marcada pela ci-
vilisagSo e pelas ideas liberaes: a sua riva- ria, como dantes, sujeito ao direito de gaar--
ldade um perigo para a Earopa, a sua nig3o da Prussia, e o lago amigo e o diretto
allianca estreita orna garanta dos principios embora caduco, mantido e ejercido, podiam
que nobilitam a humanidade. servir de pretextos para^ questoes alambica-
o o peosaraento anachronico de Felippe das pela amblg3o prus'siana. A Hulla
de Cermioes.mas o resentimento e o orgolho
distanciaran! ba poucos annos as duas no
tencias occidentaes: a Inglaterra seguida da
Hespanha deixaraa sos Franca no Mxico,
e mais tarde negara-se ao convite de Loiz'e derebgiso.
Napole3o para congregar os governos euro- Naturalmente a Frasca pensou como a
pos no empenho de ajustar as grandes Hollanda, e prompta se raostrava a aceitar
presentio os perigos do contacto com a Prus-
sia, e ninguem Ibe pode levar a mal que a
alvoragasse a idea repugnante de sacrificar
a sua oacionalidade 3 communidade de raga
questoes ameacadoras de guerra geral.
O orgulho da Franga fallou no Mxico e o
a cesso doliuxemburgo que esta Ihe fazia.
O governo hollandez cedendo o Luxembur-
deixar de lamentar o cancho e as ambi
coes do governos que concorrem nao pouco
para easbaragar e impedir urna sabia cotr-
hirtaclo poltxa, realisada pela diplomacia,
tendo por base ajnstiga, os direitos dos
povos, as segarancas de perfeita paz e o
bem da bumanidade.
Entretanto o estudo do passado, a expe-
riencia, a lgica, a moral aconselham o mais
decidido e leal empenho por t5o grande be-
neficio, per esse accerdo sincero e limpo de
egoismo, accordo que n3o sonho potico
nem utopia de idealista elevado.
E'omfacto que o svstema geograpbo-
tem podido apagar no sangue dos cadafal-
sos: o principio da consulta dos povos, e
da senlenga destes em plebiscitos que assu-
mem, appareatemente ao menos, caracier e
poder legtimamente soberano, perde em
parte a sua forga pela descren^a daliber-
dade da manifestado do voto, e por outra
parte nSo o aceitaran se n3o em casos extre-
mos, excepcionaes e sem contestag3o de re-
sultado favoravel aos interesses da sua po-
li licas grandes potencias do centro e do
norte da Europa.
Demais aquella theoria e este principio
que entusiasmara m as proprias opinioes
resentimento na Europa. Alm do Atlntico go calculava de certo gaohar tranquilidade
sabia se mostrara a Inglaterra, no veloo mun-, de espirito, extiogoindo aqoelle toC9 de ne-
do fra t3o precaota que parecer snspeitosa: gocios communs com a Prussia; o imperio
melbor, talvez, se hoovera aportando seus francez recebeodo o gro-ducado, despeda
lagos naturaes e necessarios com a Franca delle a guarnicSo prussiana, mudava a pon-
em um congresso diplomtico, que Ihe pa-! taria das pegas das rf spe< tivas fortalezas, e,
recera eS'.eril, para os coucertos da Europa, o que importava mais, alcangava urna com-
0 resultado do abandono e da recusa foi pendejo n3o territorial, pois que pequea ^"^J"* "ufB *"?.
ver-se a Inglaterra por sua vez abandonada e insignificante era comprada com as con- dirato ^ 'J ^"y^
tambem nela Franga a qnesiSo da Dinamarca, \ quistas do rei Guilberme, mas de alta s.gm-! dente da B
..Ai-.Aorilaii;m9mhar>on(lArarimnnrtanlA ficar,3n moral lflnois dos desencantos de te pea
rqo^
Canda asi-grito a-alerta, qae-loes aconsa-
lha ma;-Dtima alanga, roa-is-homogenoin
dade degistas nce-coacertos da Europa.
Gomo- se poda- explicar essa resistenoi
pertinaz-* inven ay de orna ^aoolago alie
t3o limiada'qoe, sa-chega, nSo exceden
quatrocaotas mil almas, aos esorcos de urna
potencia,que dbpoe-de exemito regulas e
relativacaente n-ttaeroso? Adesordem ad-
ininislpaliva da "Barqua, a iaeapacclado- de
seus gneraes, a todava Ociar-Bacb snire
elles :* conta, ro bastara pwa satisfacer as
exigSBCJai dos espitos que procurasa prin-
cipies- esclarecidos dessa constancia dos re
voitaios Candiotas, que nsora podido ser
vencidos e a&itjoilados pelis tropas do sul-
tao.
Sandia, a antiga Creas, pela historia,
pslas.tradieSesv pelas idias, profundamente
gfaga: eis-abi a raga failando, mais. do que
a*raca, a ataos do passatto a sonfcar futuros
deslumbraatos, poetice- em reE&spenca na
iactualidaeo-; e perto de Canda eis-a Grecia
presumindo qoe trahalha por si, e treba-
Ihando pop outrem, concitand9i, animaudo,
anxiliaado, a revolta. que de-prto e em hr
songeiras apparencies- de preveito seu pro-
rom*o-.o encorajada, se snstonte.
Ligae-se influencia do elemento da raga
o elemeBto religioso, caleule-se a diligencia
tenebrosa da potencia quemis presume vir
a- ga-abar cora o desmorcaamento do imperio
ottamano, e tejemos a,decifragrio doeni.ma
da revolta de Ganda, dos pronunefementos
da Serviat (i* couspiacao latente qoe amea-
ga de morlfti mais ou, menos prxima, o im-
perio, cuja cabera ainda Constaniinopla.
Communidade de ragas, communidade de
religio, raga slava e raga grega, culto de Gre-
gos orthodoxos, principios explorados pelo
colosso do norte no centro e no oriente da
Europa, contrabalangando a theoria civilisa-
dora, liberal, legitima das nacionalidades,
que a base dos estados do occidente e do
sul, eis-ahi as rainas tremendas, a que se p5e
fogo na outra extroaidade do mundo euro-
peo.
A revolta de Canda nada ou bem pouco
por si mesma, muito e tudo pa sig-
nificayo dos elomentos que a excitara e ali-
mentara.
Canda n3o est smente defronte do mar
Egio a da Grecia continental, est no seo
da Turqua pela religiSo e est no continen-
te da Turqua e na Austria pela? ragas;
Canda o comego, e os Gregos e os Slavos
nolitico europeu creado pelos conselbos di- liberaes mais adiantadas. e ale as machina-
rjlomaticos de Vienoa d'Austria em 1815 goes revolucionarias, sendo apatrocinadas
uo resisti igualmente 15 annos torga'por Luiz Napoleo,. servem as causas que
aTaiiSs'de.iamai.bas-coDSiderar.ia.porUa.e'licco moni depoi dos ,^$?*T^'Z^i eS.ao dooccideot.: ,oS o.bos d*m. M6 edo gjE*-I**|^S^T?l^ *--
A te pro ecio que por pooco tempo se do-se delles amada pelas mstoito*, libe-
quest.
ra, impotente no continente, e da Franga in-
dfierente por vinganca,realizou-se desmem-
bramento da heroica Dinamarca.
A Franca errou: oerro n5o ficou impone!
pos que- correram deyeis da cocvec3o de
15 de Satemfero; uraa^esperanga^aHama di-
verso se combinavaiv para isso : aespe
ranga pareca animar aa realidad tanto a
Franga como a propm Italia; peasaram
ambas que o espirito naoderado qpie presi-
dir a Euveficao e a babilidade com que se
dirigissm Degocag.oc9-concilladeaas teces-
sem ic;:t una Jo accordo entre o> Santo Pa-
dre e o governo de:Floreoga. A diversSo
eslava na Venecia airada dominadapela Aus-
tria, e-para a regenafac3o da qaal era fcil.
inclinar os cuidados ardentes, os olbos ia--
flamados dos Italianas do partido- da aego.
Mae a esperanga dissipou-se-- a- a diverso
deixou de exlktia. Tentarampse negocia-
g5es,.fizeram-se cavir conselbos; o Santo
Patrs, porm, firme na inabalavel fortaleza
do nn.posstimu$>.robastecide pela forga.-da
sua consciencia o pela immensa altura;, do
saolssimo deposito, nao se arredou. urna
lioha do procedar. que at esto tivera.
Por outro lado a guerra da Alemanaa em
.1366 deu Prussia urna, alliada na IlaUa,
|que em premio ganhou a-,Venecia.
' Assim, pois, achou-se unida debaixo do
sceplro constitucional de Vctor lanoel a
Italia toda, menos smoate Roma com as.
pequeas pTOvincias que Ihe restara,, e serru
mais esperanga de arsaojo pacifico, e sen*
mais diversio os Italianos bradaram. de no-
vo :' Roma capital k*. O partido daaccSo
nao se liaaitou a btadar : Garibaldi volou
aos planos audazs,. cujo desenwlvimeno
a bala de Asprosaonte jnterrompera; as
ioscripes dos voluntarios para, a arsojjada
empraza fizeram-se com ostantago, os par-
tidos armaram-sa e penetraram, oa territo-
rio romano, e, depois de preso, una vez
e detido por or?as do governo de Florenga,
conseguindo em breve escapar, appareceu
iambem o famoso guertilbeiro dos. domioios
do Papa.
Era ent3o chefe do gabinete italiano o Sr.
Ratazzi distincte pa* seu patriotismo e alta
capactdade, e conhecido pelas suas ideas
muio favoraveis. alliaoca (ranceza.
Ora, incontestavel que o governo de Ftor
renga fez mais do que tolerar, favorecau a
invaso dos Estados do Papa pelos g^sibal-
dinos, pelo menos as ultimas semanas que
a precederam.
Aquella observacSo e este fado, ehegaram
a fazer com que alguos acreditassem em in-
telligencias secretas entre os governos de
Paris e de Florenga; os fados, porm, vie-
ram logo provar o contrario.
(QomHna).
t rauca uu ueiueiru ucsao vi r|------.---------------o- .annia ios ,, em .830 ,GrKi *&* ****>- fiLM" ESlffi^jEZ^ %
eea Estado indepeudente, a Blgica comega-
va a se-lo de facto, e em seguida o descon-
cert do systema se manifestou de todos
confianga do patrono; porque ninguem com-
prebende que possa ser lealmente liberalis-
simo alm dos limites da Franga, quem no
lados: novos Saturnos, os principaes governo interior da Franga nSo d changas
architectos daquelle monamente poltico de-inem expansao s ideas liberaes, e pertinaz
aae aa aivisao -uos oon-iv- -- ~-.....-- 9Phntp da tmer-
grande campanha contra a Prnssia. espirito temeroso vio acesck^eda/uea .
Talvez s por essa divers3o vencesss o her- ra, contando que a Frangaie apressa,
tria na
deiro dothrono doveocedordeRosbacb.
E aioda dnplice erroe doplice punigSo
tada a ir tomar Prussia conlas da sua re-
cente gloria militar; Luiz Napote3o, porem,
to e gloria da nacionalidade.
con-
encan-
Lil POICO DE TUDO.
' Tornam a estar em uso na Italia os
duellos. ... .
A Gazeta de Milo falla de um duello a
espada entre o capitSo B., official s ordena
A revolta de Canda um facto de appa- ,j0 pruCipe Humberto, e outro Sr. B., ex
rente significag3o parcial, e qualquer que offical de graoadeiros, e um dos redactores
seja o seu resultado, embora testemunhe a do GazeUino.
ftr* Este ultimo ficou gravemente ferido no
carcoma da Turqua, n3o dar motivo guer
ra geral da Earopa. Canda a vespera, pescoco
ama das vesperas; mas o dia da catastro-
phe chegar mais tarde. Afogada em sao-
goe a revolta, a antiga Creta permanecer
.presa aos dominios do Sl|o, vencedora
TYP. DO DIARIO-RUA DAS CRCZES N. 44.

v

"*m
mm


Full Text
xml version 1.0 encoding UTF-8
REPORT xmlns http:www.fcla.edudlsmddaitss xmlns:xsi http:www.w3.org2001XMLSchema-instance xsi:schemaLocation http:www.fcla.edudlsmddaitssdaitssReport.xsd
INGEST IEID E7XFJUR9R_SAC680 INGEST_TIME 2013-09-04T23:18:41Z PACKAGE AA00011611_11467
AGREEMENT_INFO ACCOUNT UF PROJECT UFDC
FILES