Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:11465


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Full Text
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ANNO XJJV. NUMERO 7.
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31*
JSEXTA FEIRA 10 DE JANEIRO DE 1868.
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171000
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&88!1<&I!a>8I am iPimiiffiBiiD ira isQ&aiPvti&o n mDDi JKWtiaaaiDii a wmh iraunas, sita ipaw)ipsirr^Ayia3(i>2%
ENCARREGAD03 DA SUBSCRIPCA0.
Paraliyba, o Sr. Antonio Alexandnno da Lima;
Natal, o Sr. Antonio Marque* da Silva; Aracaty,
O Sr. A. de Lemos Braga; Caar, o Sr. Joaqaim
Jos de Oliveira; Para, os Srs. Gerardo Antonio
Aires & Pilbos; Amazonas, o Sr. Jeronymo da
Costa; Alagoas, o Sr. Fran'lsco Tarares da Costa ;
Baha, oSr. Jos Martin1- a..-s; Rio de Janeiro,
o Sr. Jos Ribeiro Gas >zriob<
partida dos estapetas.
O.inds, Cabo. Escada e estacSes da via frrea at
Agua Preta, todos os das.
Iguarass s Goyanna vas segundas esextas feras
Santo Anio, Grvala Bexerros, Bonito, Caruar,
Altlnbo, Garaobon?, Biqoe, S. Bento, Bom Coa-
sel ho, Agnas Bellas Tacarat, as tercas felrras,
Pao d'Alho, Nazaretb, Limoeiro, Brejo, Pesqueira,
Iogazeira, Plores, Villa Bella, Cabrob, Boa-Vis
ta, Murlcury, Saigaeuv e Ex, as guaras feras
Serlobaem, Rio Pormoso, Taroandar, Uoa Barrai-
res, Agua Preta a Pimenteiras, as quintas letras.
AUDIENCIAS DOS TRIBUNAE5 DA CAPITAL.
Tribunal do commercio: segnndas e quinta.
Relacao: tercas e sabbados as 10 horas.
Pazenda: quintas s ifl boras.
Juko do commercio: segundas s II boras.
Dito de urpbos: tercas e sextas s 10 boras.
Primeira rara do cireJ: tafeas a sextas ae celo
dia.
Seenndavara do civel : qnartas eaabbndes a
i non da tarde. ""7""
EPHEMERIDE9 DO MEZ DE JANEIRO.
3 Qnarto cresc. a l h-, 19 m. e 29 s. da m.
9 Lna ebeia as 8 h., 0 19 s. da I.
16 Quartn ming. as 2 h., li m. e 15 s. da t.
34 Loa nova as 4 b., 25 m. e 50 s. da t.
6.
7.
8.
9
10.
11.
11.
DIA I DA S -X f?A.
Segunda, ejji I' plfasia, Ss aspar, Batb. e B,
Terca. 9. Loe ino, 8. Thec ero
Qoarta. S. Se 'aritw, S. Tb cpWto.
Quinta. 9*. Julio. Celso < JTarcaoollla.
Sexta. S. Gonealo de Anuante.
Sabhado. S. Rygioo p. ra-., 9. Honorata r.
Sabbado. S. Satyro, Zutico e Arcadia
PREAalAR DE 10JS.
Primeira as 3 oeras e 42 m. do urde.
Segunda s 4 bona a S minte* da
PARTIDA DOS VAPORES COsTEIROS.
Para o snl at Atajeas a 14 a 30; para o-
at a Granja a 15 0 30 de cada mex; par
nando nos dias 14 das mezes Janeiro, nano,
juibo, setembro e novembro.
PARTE OFFICIAl
CORUNDO DASAI.HAS.
yairtfl fcneral do coruraande as armas de Per-
nambace, u eida;e da Rceife, 9 de Janeiro de
1809.
ORDEM DO DIA N. 402.
O brigadeiro commandante das armas faz pu-
blico, que desaqaartela hija o contingente do 8 ba-
talbo da guarda nacional do municipio do Recita,
que cora outros corpos tazla o servico da guar-
nico.
Tornoo se digno de louvor o citado contingente
pele asseio, disciplina e regolardade com qne ser-
vio, e por tanto o commaudatt i das armas faz jos
tica ao sen commandante, o Sr. capilo Antonio
Jos Leopoldiao Araotes, aos seos offlciaes e guar-
das, fajando esta declaracAo.
0 mesmo brigadeiro declara para os los conve-
nientes que tendo flnalisado em 31 de dezembro
fifldo a lieenca de 3 mezes qne obteve do governo
o Sr. alferes honorario do exereito Francisco Pe
reir da (Jouba,foi naqoella data exonralo do ser-
vico, em cooseqoenela do disposto em aviso circu-
lar do ministerio da guerra de 17 de agosto do an-
uo prximo fiuoo.
(Assignado) loaquim Jos Goncalves Fontes.
Conforme.Emi/wHO Ernesto de Mello Tambo-
ron, lente ajodante de ordens encarregado do
detalhe.
DIARIO DE PERN1MBUCQ
__.. ... -...... "
De Liverpool e Lisboa ebegoo bonlem o vapor
ioglez Olinia, trazendo-noa joraaes do ultimo par-
to de zz e 21 de dezembro.
As noticias de todo o norte da Europa sao assim
resumidas pelaJVafo :
Hmtem recebeu-se o segulote telegrama de
Florenca :
t Asseverase qne o ministro da guerra resolven
chamar as armas os soldados do primeiro aiista-
ment) de 1847, Qcando assicn o exereito com
50,000 homens de augmento. A cmara voton 6
inundes para a transformacio das espiogardas,
Menabrea terminou o sen dUenrso, e disse que o
governo italiano protesta contra as patarras inju-
riosas de Rouber, e aceita o roto de 1861, protes-
tando todana contra os meips riolentos.
c Juiga terminados os m-1 nejos ganbaldiaos, diz
de nm roto de approracjio in desapprorar^o. ilat-
tzzi acensa o ministro por ter ceu?urado o gabi-
nete qne o preceden e por nao ter protestado enr-
gicamente contra a Intervengo estrangeira, e diz
que digenclon sempre oppor-se as tentativas dos
aritaldloos.
Deste telegrama se v que a Italia se decla-
ra em antagonismo aborto com a Franca, respon-
dendo ao roto do corno legislativo de o de setem-
bro pela renoracao do roto de 1861.Roma capi-
tal da Italia.
t A cmara dos deputados e o ministerio Mena-
brea iancaao assim a luva as potencias calbolieas,
estabelecem a persistencia de um estado do in-
qnletacSo qoe se nao pode tolerar.
c Verdade qne Menabrea repete que nao qner
que a Italia se aposse de Roma pela reroluco, por
meios riolentos, mas sim nicamente por meias
mora es.
< Mas qoem ba qne nao conbec* a linguagem
bypocrlta com que os governos italianos coroam
as suas mais escandalosas mva-= T
c Hoje toda a gente esta' convencida que os re-
volucionarios italianos, seja qual for o grao da sua
exaltaco liberal, nao se servem das palavras pa-
ra expressar as snas ideas e tencoes, mas sim pa-
ra as occuitar, e assim julgamos nao estarmos
taaito longe da verdade interpretando as patarras
pacificas, com que o ministerio Menabrea busca
adoear a aspereza do roto dos deputados de Fio-
renga, em nm sentido absolutamente contrario.
i Julgamos, pois, que o ministerio M-nabrea
pronunciando aquellas patarras nao tem outro fim
3eno ganbar tempo para preparar a aggresso.
t O gabioete de Florenca parece nao desco-
abecer o qoanto a sua resolucao e a da cmara
dos deputados italianos ba de maguar a Franca,
e segnndo vemos do mesmo telegramms, princi-
pia por tomar algumas precauedas ordenando a
coocentracao de orgas as fronteiras pouttQ-
ias.
1 Mas como comprebandera a Franca esta con-
centraco ?
< Nao vera' nolla urna ameaga antes do que
ama precaucao T
Eis o qae os acontec ment03 em brere nos
bao de dizer.
Entretanto outros despachos afflrmam que
as cidades da llalla ba grande agitado entre os
revolucionarios, e chegam mesmo a dizer, que Ga-
ribaidi acompanbado de maitos dos seus se dirigi-
r para Tiroli.
t Damos pleno crdito a agitacao dos revolucio-
narios italianos, mas acreditamos prematura urna
ora tentativa ae Garibaldi, pois estarnas persua-
didos que desta rez frente da aggresso contra
os estados pontificios nao estar' Garibaldi, mas
sim Vctor Manuel, pois as discos.-ues pariamen
tares e as declarar.is dos ministros rasgaram de
todo a mascara e pozeram a Italia em perfeito an-
tagonismo com a Franca.
c Assim julgamos poder dizer-se com bas-
tante probabilidade que nao esta' distante um con-
flicto.
As noticias que nos do os jornaes extrangel-
tos sio mais alrazadas do que as que commonica
o telegrapho e dizam que at aquella data o parla-
mento de Florenea, apezir da violencia da discas-
-so, anda nao tioba tomado resolngio algnma ape-
zar de todos os discursos mostrarem a bostilidade
contra a Franca o o desojo d Ihe responder reno-
vando o roto de Romi capital de Italia.
Este estado parece de am certo modo confir-
mar o resaltado qoe os tjlegrammas annuuclam.
A imprensa mostrara anda alguma esperan-
za de poder entar que a dignidade da Franca fos-
se oBdnd'da sem remedio pela Italia, e esta espe-
ranca foodara se na conferencia projectida.
i O Btndard assererava, apezar da todos os
esmeoudos, qoe o ministro dos negocios estran-
teiros tena em brere orna reoniio com os repre
sentantes em Pars, da Russia, Prussia, Inglaterra
e Austria para assantarem as bases de urna reu-
nilo gerat; e qoe esta reunio era a primeira coo-
Aqoencla das declarares de Mr. Rouber e do
voto de 5 de setembro pelo corno legislativo.
i A Prussia, segando elle, fura a que tomara a
iniciativa, pois qae, segando a opinio das cinco
grandes potencias, as coodic<5es prlmitiras da con-
ferencia proposta esto to profundamente modifi-
cadas, qae preciso faxer nma reuniao preparato-
ria para se combinar nos meios possireis e acei-
tareis para a resolucao desta complicada quis-
tan.
t E* ocioso fazer notar que estas noticias estao
en contradico com os differentes jornaes que bon-
tem citamos, que dos dlziam que a conferencia nao
Qaal estara' destes jornaes melbor informado t
Nao o sabeodo decidir esperamos pelos tactos,
que mostrarn se acertaran) os qoe negaram on
os qne afflmavam.
< Adrolttlndu, poro, qae o projecto de nma
conferencia restricta e provisoria esteja aceito, nao
nos parece possirel que a Italia possa nella tomar
parte, porque depois das declarares do gabinete e
parlamento de Floreoea orna tal hypotbese nao
pode ser admissivel, pois qoe poda pedir Dalla
quando deelara que se queraoossar de Roma mes-
mo a despeito da rontade da Franca embora lenba
de ir cootra a mesma Franca 7
< Taires respondam a obserradeia da convenci
de setembro ; porm este tratado fi o governo ita-
liano qoe o infringi, que o rasgou segando a pra-
pna conOsso dos seas hmeos polticos, que afflr-
mam qne nao s t^em tilerado os alutamentos
ganbaldlnos mas qne os teem favorecido e provo-
cado.
c Porm esta conflssio nao era necessaria, pois
o governo romano possue disto mesmo pravas ia
negaveis fornecldas pelos proprios garibaldlnos.
< Mr. Crisp, antordade entre os revolucionarlos
e e indigitado para socceder a Menabrea no poder,
nao duvida de dtclarar-qoe a coorengo de setem-
bro nao tem ralor pois esta' em eontradlcio eoaa o
programla nacional.
1 A convenci, pois, esta' morta, assim o con
fessam os proprios qae a mataram.
t Disto concluimos, qne a Franca tem adquirido
a sua liberdade de aeco, e estamos persuadidos
qae asara' delta, pois qae a revoluto italiana se
collocoa em am campo em que ja' nao possirel
subterfugios.
e A que'to hoje ja nao entre Roma e a Italia
mas sim entre a Italia e a Franca.
c Porm qaal o ettadoda Italia ?
c Para o avahar basta dizer, que o govfroo que
acaba de Insultar a Franca vive nicamente pelo
apoio das bayonetas, porque tudo coospira contra
elle, por nm lado a democracia conspira para der-
ribar a moearebia, por outro lado os povos canea-
dos do dominio piemoctez buscara preparar-se pa-
ra recobrar a sua antiga autonoma.
O governo piemontez descobre o trace destes
projoctos e toma preeanroas para resistir etplo-
so que receta, e neste triste estado qne Vctor
Emmanuel acaba de perder proteegaodaPraoga.
< Parece-nos qoe a hora da explagio approxl-
ma-se para o rei exeommangado I
c As noticias de Inglaterra continuara a mostrar
qae os elementas de desordena all agglomerados
todos os dias se agitam mais e fazem prever graves
perigos.
O ministerio Inglez v. o perigo, encara-o po-
rm sem placidez, pois conbece que a sua forga
nao est em equilibrio com a dos seos adversarios.
c Os partidos em Inglaterra esto relbos, gastos
de energa e sem f, e gastando a pouca rlda qae
tem em hostilidades reciprocas, na sua frente se
levanta am partido novo, chelo de abnegago, do
fanatismo e da resolucao do desespero, este partido
feoiaoo.
t Mas o que o fenianismo 7
1 O fenianismo a rerolngae, talrez ainda
mais do que a rerologo, o castigo.
c Deremos al a disto obserrar que a Inglaterra,
protegeodo a rerolugo na Kuropa, recusando del-
xar a poltica das ilegitimidades, rennio sobre si
es Itagellos juntos de todas as rerologoes e diria-
mos francamente que a Inglaterra estara perdi-
da sem remedio se nao rissemos all despontar
talrez e nico remedio que a pode salrar, o ca'bo-
licismo.
c As noticias de Hespanha nao offerecem Interes-
se, os diversos partidos liberaes contrarios ao go-
verno meditam se mandarao os seas representan-
tes ae congresso ou se se abstero de lutar naqnel-
le terreno.
A' isso temos a accrescentar o que segae, qne
ainda colbemos dos jornaes qne temos a vista.
O estado de Londres era assustador. Os te-
nanos fizeram saltar pelos ares orna parte da pri-
so de Clerkeowell, onde estava encarcerado o co-
ronel Borke, causando grandes estragos e fazendo
perecer e Qcarem ferldas mollas pessoas. Burke
fugio. Alm desse incendio, outras tentativas Uve-
rara lugar na city, om o flm de fazer voar os r-
ameos ah situados, e em Grosvenortquare.
Igualmente tentaram atacar algans depsitos de
armas, em diversas cidades do reloo.
Corra em Brnxellas como certo, que o mi-
nisterio pedir a sna demlsso.
Em Portugal nada occorren que merece
meoco.
PERNAMBUCO
REVISTA DIARIA
Cumprimos ainda boje, nm dos nossos mais sa-
grados deveres, fazendo am appello aos bros e pa-
triotismo desta nobre provincia.
Rica de glorias e de tradicoes, sempre grande e
generosa diante das calamidades que slllgem a
patria, temos profunda certeza de que elia nao
sera' indifferente ao eonvite que ora Ibe diri-
gimos.
Noticias do sol do nos como certo o aeabamento
da goerra, se o imperio, compeoelrando-se seria-
mente da urgente necessdade de termnala, en-
viar quano antes, ja e j cinco mil bomens para
eogrossarem as Qleiras do nosso exereito.
O governo imperial acaba de dirigir-se aos seas
delegadi s fatendo semelbante exigencia.
Cumpre, portante, qae nos qae nunca voltamos
a face ao dever, e nem recnamos dianle dos sacri-
ficios qae exige o paiz, continuemos a dar mostras
dos sedimentos qae nos animara neMa qaadra, em
que vemos empenbados os bros, a honra e o futu-
ro do imperio brasileiro.
E' ebegada a occasio de am ultimo e supremo
sacrificio : tacamos o nosso dever I
Secandemos a' antordade publica na execncao
de seus arduos deveres, e seja esta provincia, para
gloria nossa, a primeira em enviar para os-campos
da honra o maior numero de seus filbos.
O Indiferentismo, em semelbante emergencia
nm crime : a ma rontade, e a reluctancia sao
monstruosidades sem quallficacao I
Para que os nossos leitores possam araliar da
lealdade com qoe fallamos aos seus sentlmentos
patriticos, e invocamos o auxilio de todos, apres-
samo-nos em transcrerer o segoiote trecho da car-
ta do correspondente de Tuyu-Cu para o Correio
Mercantil.
Dlspensamo nos de fazer qnalqner reflexio to
eloquentes patarras, ungidas do mais acrisolado
patriotismo.
c Vod terminar minha correspondencia fazendo
ama snpplica aos altos poderes do estado, e diri-
g odo rae ao coragao e patriotismo de todos os Bra-
sileros. Empregue o gorerno todos os esforgos,
sejam elles effleazmenta secundados pela boa roo-
tade e dedicago do poro ; orgaoisem-se 3,000 bo-
mens somente, mandem-nos para ca' qnanto antes,
e eu Ihe asseguro qoe quinte ou rime das depols
de sna chegada ao tbeatro da guerra, esta estara'
sem falta terminada. A extenso de terreno eeen-
pada pelas nossas torcas considerarel, de oito
terti"ga7 e qu'e desme'oltam altamente o boato iegaas, rtd"",l,.,B3"M. J? t,^3?2
de urna reunio provisoria dos diplomticos para adelgaga-la, sojetundo-a a poder ser atacada e
provisor!
flesbrararem as difflcaldades, ms apontaremos
que anda boje as rev.il a coas daqaelles jornaes
reea connrmadas pela Indepenience Belgt, qoe
afflreaa que conforme notieias de Pars as uegs-
ciagoes relativas a' conferencia se tiaham malo-
grada.
cortada.
t O Chaco ahi esta' cena saas urgencias, retirar
forcas d'aqni para remette-las para la' sera' descu-
brirnos ; cinco mil bomens all quererx dizer Onda
a guerra. Homens da sitaago, Brasileins, quaes-
quer qae sejam vossas crengas polticas, esqueg-
mo-nes por um pouco deltas e dos interesaos parti-
darios, reunamo nos em nma s rontade, a de vio-
gar as injurias qae o nosso pariino recebeu ; qne
elle seja basteado victorioso e radiante as amelas
loimigas, e rolle cada om a suas antigs posigdes.
Cinco mil homens I tmente cinco mil homens t >
fteuoio-se hontem o Instituto Arcbeologico e
Geograpbico Peroambucano ?ob a presidencia do
Exm. conselbeiro mooseohor Monis Tarares e com
assistancia des Srs. Drs. Joaqaim Portelta, Soares
de Atevedo, Nascimento Feitosa, Amaro de Alba-
querqoe, Cnnha Figoeiredo Jnior, e os Srs. padre
Lino do Monte Carmello, major Salvador Hjnnqdo.
Osmm Liport, e o socio correspondente Ferretrn
de Almeida.
E' lida e approrada a acta da antecedente.
O sr. secretario perpetuo menciona o tegointe
expediente :
Um rQkio do Sr. Dr. Francisco Amyothas da
Costa Brros, agradecendo a sua eleigo de socio
correspondente.Inteirado.
O mesmo Sr. secretario perpetuo da' coeta das]
segointes offertas :
Varios nmeros do Diario de Pernambuco, pelo
consocio Dr. Pigueiroa.
Tres nmeros do Forum e tres da OpimSo Na-
cional, pelas respectiras redaegoes.
uas moedas de 20 rs., ama de 1699 e ootra de
1713, ambas oftVtadas pelo consocio tenente-coro-
n-l Justino Perelra de Parias, o qaal declara qoe
as encontrn na escarago qae ora se procede na
passagem ae Sanl'Aaaa, junto ao sitio de sna pro-
priedade.
Todas estas offertas sao reeebidas com agrado e
mandam-se archivar.
E' lido e reroettido a' commsso de fondos e or-
gamentos o balango de recelta e despeza verificado
no 3' trimestre de ootabro a dezembro do crrante
auno acadmico, o qual apreseotado pelo Sr.
thesoorero qae se cba presente.
Em seguida o Sr. presidente tai ver qae aproxi-
mando-so o dia 27 do correnta aoniversario da
restaurado de Pernambuco e da iotlattago do
Instituto, conrlnha deliberar sobre a testa respecti-
va ; e esoirendo o Instituto neste sentido, o mes-
mo senhor convoca assembla geral para esse
dia e nomeia as segnintes CimmissVs : Para os
convites dos Exms. Srs. presidente da provincia,
vigario capitular e commandante das armas, os
Srs. Drs. Nasciment) Feitosa, WitruvioP. Bandei-
ra e Cicero Peregrino.
Para a commsso de-recepeao dos convdalo3,
os Srs. Drs. Joaqun) Portelta, Cunba Figuetredo
Jnior e major Salvador Henrique.
Para a conmlsso que tem de examinar os dis-
cursos qae bouverem de ser lldos aquella sesso,
es Srs. Drs. Nascimenlo Feitosa e Cunba Figaeire-
do Jnior.
Levanta-se a sessao.
Hontem desaquarteloa o contingente do 8*
batalbo de infaotaria da guarda nacional, qae
ajudara o serrico da guarnigao da praga.
Em conseqaencia de affiueneia de materias,
Interrompernos boje a contlnoago do communica-
do que lemos publicado sob o titulo de Polmica
Religiosa.
Foi nomeado alferes do 1" batalbo de infao-
taria da guarda nacional deste municipio o Sr.
Leenelo Quintino de Castro LeO-.
A rarlola que ral grassando assaz nesta elda-
de, tem igualmente accommeitido a differentes
pontos do centro da provincia, sendo um delles a
villa do Limoeiro, cuja popularn tem sido ene-
mente atacada.
No entretanto, em conseqoencia das providencias
tomadas pelo governo, nao tem continuado a pro-
doego em grande escala de casos fataes.
Foi determioado ao juiz municipal de Pao
d'Alho, que dispensasse do cargo de escriro Inte-
rino da orpbos a Jesoino Domngoes Carneiro,
rislo ser no mesmo termo partidor e contador um
cunbado deste ; o qae consume incompatibilidad'',
em rista da le.
. Foi nomeado o Sr. Joaquim Marcelino de
Carva.ho guarda da casa de deteogo.
Fci relevado da multa que Ibe fdra imposta
o professor Juo Jos Rodrigues, Mito ter prorado
acbar-se na occasio em que a mesma Ibe foi im-
posta com licenga do delegado iliterario respec-
tivo.
Os passageiros da barca bespanbola Josepht-
na encalbada as coras do Tubaro, porto de Ma-
eu, foram coodazldos para este porto pelo vapor
Tpojuca da companhia pernambucana, sendo as
suas passagens pagas ia coaiinenli pelo respectivo
vice cnsul, o Sr. D. Juan Bussoo.
Domingo 11 do correte tem lugar a testa da
Sanbora da Concelgo que se venera na capellinha
da estrada de Joo de Barros, sendo queimado na
noite do dia posterior (13) am lindo fogo de arti-
ficio.
Hoje damos sob o titulocoramunicado
nma resposta ao artigo que ante noniem publica-
mos sobre o acontecimealo do dia 4 no quartel de
polica.
Que apreciem o articulista de ante hontem e o
pnblico a naioreza das informagoes que nos minis-
traran) acerca d'aqnelle aconiecimeBio, que publl
camos no nosso numero de 7, e vejara se tomos
Inexactos.
S. Exc. resolten dirigir ao Sr. Dr. ebefe de
polica o seguate offlcio :
2* scelo.Palacio do governo de Pernambuco,
9 de Janeiro de 1868.
Ulna. Sr.Constando-me qne algumas autorida-
des pollclaes em sea zelo pelo servico, tem enten-
dido qae podem reerutar na occasio das feiras e
bem assim os Individuos, qne vo condnzlndo g-
neros qner para esta capital, quer para as referi-
das tetras; expega V. S. com urgencia as suas or-
dens recommendando a' todas as autoridades poll-
claes, qne nao recrutem nenham Individuo naqnel-
las circunstancias, aitendendo nao s aos grandes
inconvenientes que resultara para a laroora, mas
tambera a que se dere proceder _ao recrutamento
com o menor rexame da popolago.Deus guarde
a V. S Baro de Villa-Baila.Sr. Dr. ebefe de
polieia.
No mesmo sentido offlcloa-se a' todos os rela-
tadores.
E' pois sem dnrida esta ama medida Importante
que dere traxer ineontestavels beneficios a'os po-
bres lavradores e matulos, qne, na ausencia delta,
riam-se obrigados a' abandonaren) o frncto arran-
cado a trra com 0 suor do rosto por nao poderem
ir a's feras rndelos on traze-los a' esta cidade,
sem eorrerem o risco de serem sorprebendidos
pelo recrutamento nessa tarefa.
Resta, porm, que essa ordem toda bondosa e
necessaria seja fielaaenta enmprida por aquelles a'
qoem compete execata-las.
O vapor que ante-hontem a noite o telegra
pbo annuncon do sal, foi o Parahyba, da cumpa
nbia Pernambucana, rindo do Rio Formoso.
Em additamento s noticias que hontem te-
mos de Caruar, escrevem nos da Raposa dizen-
do qoe por causa da more de nm cachorro foi
Joaqaim Manoel Antino esiaqaiado sobre nma tra-
vessa de pao do comprlmento dos bracos da vie
tima, qae fioaram amarradas em ambos os pu
anos, comprimida as arlicalagSas e presos os
ps sendo qae n'esse estado doloroso passou ama
noite inteira, despeito dos clamores da mi d'ei-
sa victima peranie o subdelegado. >
E' ainda sob reserva qae publicamos o addita-
mento, recommendo-o as autorlades.
* Lotera.A qoe sg acha a yenda
a 50* a beneflcio da igreja de Nossa
Seohora da Soleda de, qae corre terca-fei-
ra 14.
*-" R*PABTic>o da poueA. -. Extrato da par-
le do da 9 de Janeiro de 868.
Foram recolhides a' casa de detencao no dia 8
de Mneiro :
A' ordem do Dr. jais municipal da vara, lien
nque Jos da Silva, para enmprir sentenga. A'
ordem do Dr. delegado da capital, Paulo Vicente
das Coagas, pr crime de morte. A'ordenado
snboatagado do Reclfe, Hermn Nofo, allemo.a"
requislgao do consol da Suecia ; Actonio, escravo
de Domingos Mariins Pe ra Monteire, a requer-
ment deste ; e Jos Joaqnim de Sant'Anna, para
corroeco. A' ordem dj de Santo Antonio, Anto-
nio Bernardo da Costa Vianna, para correego. A*
oraem do de S. Jos, Joaqnim Fernandos da Silva
awciel 0 Torgoato Henrique Lobo da Silva, para
correccao. A* ordem do de A togados, Josepba
Marta da Conolco, para correccao. A'ordem do
do Peres, Marta do Nascimento da Aonunciacao,
para correccao. A' ordem do da Magdalena, Gnl-
Iberaina Mara da CooceigSo e Peilppe de Santia-
go, para correccao; e Manoel Ferreira do Nasci.
ment, como suspeito de ser escravo e se achar
fugidoJ
O chefe da 2* seceo
. t.G. de Mesvmta.
Foram remettidos pela repartigo da polica
os reerutas segointes:
No dia 9.
Para o exereito.........,.......... 5
Para a armada.,................... i
Eagllsh Bank o Ufo de Ja-
neiro l.linlted.
Capital do
Baoco em
500,000..
acetos de
* *>. 5, 1.000.000
dem reali-
zado..... 500.000
Fundo de re-
serva.... 45.233
BALCETE DA CAIXA FILIAL EM PBRNAMBICO, EM
31 DX DKZEMBRO DE |8b7.
Activo.
Letras des-
contadas .
Garantas e
valores
deposita-
dos.....
Letras a re-
CcnCr
Mobilia etc.
do Bjinco.
Diversas cori-
tas ....
Caixa......

694:327^(410
122:155^240
75:000^000
10:652210
366:1384340
557:882,5130
i.8 6:1754330
Passwo.
Contas cor-
rentes sim-
ples------451:2490060
Depsitos
praso flxo,
com aviso
e por le-
tras.....725:6430O;O
Ttulos era
caucao e
deposito..
Diversas con-
t Jo *
S. E. 0.
1,176:892^140
122:1550240
527:1270950
1,826:1750330
Pernambuco, 7 de Janeiro de 1868.
F. B. Bloxham, Manager.
Joseph S. Lambley, Accountant.
Correspondencias
Sniores redactores.Dando Vmcs., no sen Dia-
rio de hontem, noticia exacta das occurrencias
que desgracadamente tlveram lugar no dia 4 do
correrte, no quartel do corpo de polica, por occa
siao de se vendear que as 160 pracas do 4* bata-
lbo da guarda nacional, que o Sr. commandante
superior interino mandoa flear no mesmo quartel,
estavam destioadas para o servido da guerra, vi-
ram-se Vmcs. toreados no sen Diario de boje a ad-
mitlrr que o publ.co Qzesse qualqoer reetibeagao
quena noticia, em virtude do commnncado, que
no seu mesmo Diario de hoje, foi publicado sob o
anonymo ; communicado alias qne nao pode ter
por autor se nao a algum individuo aeostomado a
faltar verdade, para fomente queimar o podre
nsenso da lisonja no altar da corrnpco.
E com effeito, nesse communicado o qoe se v
que se quer fazer do Sr. tenente-coronel Silvino
Goilberme de Barros o exacto enmpridor de
ordene, como boa patriota, sendo nos quera pre-
tendemos que taes ordens nao fossem cumpridas,
insubordinndonos, como desconnecedores das lels
militares a que estamos sugeitos.
Compre por tanto qoe neste sen mesmo Otario
nos abram espaco para expormos com verdade
aquellas supraditas occurrencias, como vimos ago-
ra faxer, e o publico ficar sabendo qne Vmcs. nao
foram inflis na noticia que deram, devendo por
isto ser atirado ao despreto o autor desse commu-
nicado, no qual nao ha urna palavra qae nao seja
ama falsidade.
Tinha o i* batalbo aqaartelado no 1* de julho
do anno prximo Ando, e nos ltimos dias do mex
de dezembro corren como certa que elle desaqoar-
telaria no 1* de Janeiro eorrente, sendo que o pro-
prlo Sr. tenente-coronel Silvino, sen commandante,
di ta aos offlciaes qae, se assim nao aeontecesse,
darla parte de doente. Dorante os seis meses deste
aqaarielamento o batalbo forneceu para a guerra
75 guardas, nao sem repugnancia dos offlciaes,
que bem viam a in)ustioa relativa qae assim se
prallcava, neis qne muitos batalboes ba na provin-
cia qoe nao tem concorrido para a gnerra nesta
proporco, taoto mais quanto, antes disto, e quan-
do era commandante delle o digno Sr. teoente co-
ronel Jos Francisco Pires, bavla elle fornecido j
para o mesmo Om 45 guardas, alm de maitos vo-
luntarlos qae segalram nos batalhdes commanda-
dos pelos Srs. coronel Leal, e tenentes-coroneis Pe-
res Campe I lo e Joo Paulo Ferreira ; mas nem por
isto bou va da parte dos mesmos offlciaes o menor
obstculo a designadlo feita ; pois qae a desastro-
sa guerra do Paraguay assim o exiga, e torga era
acsim proceder. .
Entretanto, o servico da goarnlcao da ilha de
Femando exiga tambera algara saenftsfo da guar-
da nacional, e nos ltimos oTras do mes de novem-
bro do anno prximo fiodo, preveoio o Sr. eom-
mandante superior inferido ao cnm>ante do 4*
batalbo, que este mesmo bafcHbao dan para este
fim o contingente de 90 pracas, q*w em lempo
j corapeteote deveriam ser racsthidas ao quartel do
2* batalbo. SSais tarde foi declarado que-este coa
linente seria elevado ao nnaero de 25 pracas, e
I alodS depois a 30. Com este Mimo avise mostron
' se o Sr. tenente-coronel S.lviao de-contente, e disse
! de publico na secretarla do batalbo, qoe assim
aconteca por qne o Sr. tenente-coronel tocio, que
tioba privilegios ante a presidencia, nao quera
dar mais de dez pracas.
Prevenidos disto, os cororaandantes de compa-
nhia do 4* batalbo fizeram a competente designa-
Co, e o contingente de 30 r*aeas para Fernn lo
eitava preparado, e seguira logo que nonvesse or-
dem para wto.
Correa o mez de dezembro sem H\ ordem sp-
parecer, entretanto qae o bawlfio leve ordem para
desaqaartetar no dia 2 de Janeiro ; mais tarde po
rom nova ordem foi dada para que nao desaguar-
telasse ; todava o Sr. tenetts-coronel SMvino afflr-
mava que o batalbo desaquartelava nesse dia, e
taz-endo-o formar nesse mesmo da, dii*io-se com
os uflklaes aos Ezms. Srs, presidente da provincia,
h commandante das armas e ao Sr. commandante
superior interino, para despedir se, por ter de des-
aqoarlelar. Nessa occasio S. Exc. o Sr. eomman
dante das armas e o *r. eommandante superior in-
terine, declamara qne ainda nao linbam recebldo
ordem para o deiaqaartelameoto do 4* batalbo.
Chegados o Sr. tenente-coronel Silvino e mais
officue? ao quartel petas 3 boras da larde, e ainda
nao tendo ebegado a ordem para o desaqnarlela-
mento, conservou-se o tatalbo era forma at 6 ho-
ras, qoaodo, por nao ter viudo a referida ordem,
retrense o Sr.lenente-coronel Silvino deixando o
batalbo de promptido, e asseverando que no dia
segrate seria desaqoartelado, ou elle dara parte
de doeote e se reeolneria sua casa.
No dia 3 ebegon ao batalbo a ordem para seu
desaquartelaroento, e formado elle, deelarou o Sr.
lenente-coronel Silvino que apenas esperava que
fossem rendidos os destacamentos que se aebavam
as fortalezas do Brnm e do Burao, bem como
que o Sr. commandante superior viesse passar re-
vista para ter logar a retirada do batalbo.
Com quanto, pela reforma do digno Sr. tenste
coronel Jos Francisco Pires, sentissem os offlciaes
do batalbo desagrado tal que a mullos oceorreu
a idea de abandonaren) sens postos, todos, nao ob-
stante, continuaran) a ervir, eempre se booveram
com lealdade e exaego no comprimeoto dos seus
deveres; e nao tendo motivo para nao acreditar na
corre-poodencia desie comportamento da parte do
Sr. tenente-coronel Silvino, embora prevenidos com
elle, ainda nesta crenca esliveram al o momelo
em que elle deelarou aguardar a chegada do Sr.
commandante superior ini-irino para fazer retirar o
balalho, nao podendo per isto nem ao menos sas-
peitar qne se eslava representando nma tarca.
Cumpre aqu dizer que o Sr. commandante su-
perior interino no mesmo dia 3 bavja prevenido
ao Sr. lente coronel Silvino qoe nao poda pas-
sar revista ao batalbo, no sen desaqnartelamento,
porque tioba urna conferencia com a presidencia
da provincia as ID horas; mas o Sr. tenente-co-
ronel Silvino nao desisti d'essa revista, e Fazen-
do o batalbo esperar formado, pessoalmente s'en-
tendeu com o Sr. commandante superior interino
as duas boras, e este effectivamente se apresenioa
no quartel as 3 horas, passon a revista ao bata-
lbo e se dirigi a este agradecendo-lbe os bons
servicos qoe prestara dorante o aauarletaraento,
tendo paren o sentimento de annunciar Ihe que
devertum ficar no quartel 160 pracas sob o com-
mnndo de um capilo, e com um tetunte e dous
alferes, para substitutrem o destacamento que
extstia na ilha de Fernando.
A estas palavras o Sr. tenente-coronel Silvino
mo-irou-sa contrariado, e de publico, em presenca
do mesmo Sr. commandante superior interine, dis-
se, que mnito estranbava este procedimeoto, quan-
do ptr ordem anterior linba o batalbo de for-
neccr apenas 30 pracas para este Om, as quaes es-
tavam designadas ja' e promptas, e que portanto
como militar ia enmprir a ordem, mas que pedia
licenea ao Sr. commandante superior para se
qoeixar d'elle ao presidente da provincia.
Retirando se n'eta occasio o Sr. commandante
superior Interino, o Sr. tenente-coronel Silvino
cootinuoo nos seus protestos de lealdade ao bata-
lbo, declarando a este que ia designar as ; ra,as
que deviam compor o contingente era numero de
160, mas que em seguida ira pessoalmeote ao
presidente da provincia, em qoem conBava, e es-
tava certo que este contingente finara reduzdo
ao numero j antes designado de 30 pracas; e no
caso contraria que elle pedira sua demisso, por-
que bavla de mostrar que o Sr. commandante su-
perior interino nao desmoralisaria.
Em seguida passou a fazer a designado das
160 pracas, no que foi ajudado por todos os cora-
mandantes de eompanblas, respondendo aos guar-
das, qoe reclamavam, que confiassem nelle, por-
que para Fernando nao iriam mais que as 30 pra-
cas ji designadas, tanto qae a designaco actual
razia, indisiinctamente de casados e viuvos com fi-
lbos -, tao certo estava de que ella nao vigorarla.
Seria preciso estarmos Sennores de trama qae
se forgicara as trevas, para que nao vissemos
impassiveis tudo quanlo se praucoo, aconselhan-
do al as pracas de nossas compaohias que alten
dessem ao que Ibes dlzia o Sr. tenente-coronel
Silvino, e tranquillas agoardassem a resolaco do
governo.
Fez-se portanto na melbor ordem a designaco
das 160 pracas, bem como do Sr. capilo Henri-
que de Miranda Honrlqaes, qae as devla commin-
dar, ficaodo ellas uo quartel sob o commaodo in-
terino do Sr. alferes Joo Goocalves Ferreira e
Suva, por ter si jo entregue o resto do batalbo ao
Sr. capilo Henrique para o levar a parada afim
de debandar.
Retirado o resto do batalho* e dos offlciaes, o
Sr. tenente-coronel Silvino dispensoa da corarais-
sao do commando interino do continente desig-
nado, ao referido alteres Ferreira e Silva, e logo
mandn desarmar as pracas designadas, recolber
as armas em urna das companbias, e dirigindo-
se ao offlclal d'estado do corpo de polica, exigi
d'elle um recibo das mesmas pracas. E;le offl-
cial exitoa passar o recibo, pqr nao ter ordem
de sea commandante para isio; mas, retorqoin-
do-lne o Sr. tenente-coronel Silvino, qae se Ibe
nao passasse o recibo daria d'isto eonta ao pre
sidente da provincia, como acto de desobediencia,
o mesma offlcial passbu-lbe o recibo.
que acabamos de narrar, como tacto aconte-
cido depois da retirada do resto de batalbo, nao
presenciamos, mas foi nos referido peles offlciaes
do corpo de polica, com quem conversamos no
dia segoint?, accrescentando elles que o offlcial
d'estado pretenden recolber ao xadrez as pracas
designadas, como Ihe ordenara o Sr. tenente-coro-
nel Silv'no, o que nao teve effeito porque as mes-
mas pracas allegaram qne seu eommandante se
comprometiera a obter de S. Exe. a revogaco de
sna designaco, e que elles agaardavam a volta
de sea commandante.
Ao retirar se o Sr. tenente-coronel Silvino com
o recibo qae Ihe passou o offlcial d'estado, tomoa
am carro puchado a qaatro cavailo?, e segua
com direceo ao acude do Prata, onde se acha re-
sidindo o Sr. presidente da provincia.
De passagem, no Monteiro, estere em casa de
um dos abaixo assigaados, o lente Antonio da
Roen* Aeeioli Lins, (eommandante interino da-3
companhia, e abi repeta os seus pratestos costra
a ordem do Sr. commandante superior interino,
contra soem expressou>-se de modo a fazer acre-
ditar qoe lioha sincera ijoeiza, e affirmcu que a
nao ser aitendido pelo Sr. presidente da- provincia
pediria sna dea Isso.
Segundo o Sr. lente coronel Silvino para a
residencia do Sr. presidente de provneia, nao sa-
bemos-nos o qae entre S> Exc. e elle se passon.
porque nao nos pmcurou. elle, nem consta- qoe o
dissesse a algum offlcial do batalbo.
Entretanto, n'esse mesmo da correo d plano
qoe m 160 pracas que nearam no qaartel esta-
vam destinadas para o serveo da guerra, e qne
o proprio Sr. tenente-coronel Silvino como ues
as tmba posto a' disposico- do Sr. pre.-dente da
provincia, a qnem entregara' o recibe- qne Iba
passou o offlcial d'estado do corpo de polica, na
mesma occasio em qae elle afflrmava qne ia re-
presentar eontra a desigoaeo ordenada pelo Sr.
commandante superior interino I I
Sera' isto certo T Todo o mundo o diz, e o pro-
ced meato ulterior que elle teve autorVsa- a 1 tur-
ma lo.
E com effeito, pelas seis boras da tarde,, a popn-
laco da fregaezlas do Poco da Paoelia e da Var-
zea, a t^uera ebegara a noticia de tal ceeurrencia,
poz-se em movimento, nahavendo mulberes, mais
e Albos de guardas do i* batalho. qne se nao po-
zessem logo a eaminbo, procurando os cora mandan-
tes de eompanblas e o proprio Sr. tenente-coronel
Silvino, na sna residencia na Pa.ssagem da Magda-
lena, e todos dlziam que iam pedir a soltura da
seas maridos, pas e Albos, como seos nicos arri-
mos, porqoe Unham isenco legal do servifo da
guerra.
O Sr. lente coronel Silvino negoa-se a todos
quaotos a este respeito op'ocuraram nesse dameos
porm empregamos todos os malos de persuadir a
essas pessoas, qae a designaco feita nao era para
o servico da goerra, e que tomara mis a defeza dos
guardas des>guados, parque effecti va mente era
quasi sna totalidade tinham tiles isencio legal. A
costo conseguimos aquietar os nimos de todas
essas pessoas, que por confiaren) era nos, se retira-
vara aguardando nossas diligencias e servicos no
dia segoiote.
Nj da 4 foi nosso primeiro cuidado dirigrmo-
nos ao quartel, e ah acbamos as pragas do 4* ba-
talho desarmadas, e com ordem de nao sabirero,
declarando-nos qae libamos sido trabdos, porque
elles estavam desigoados para o servico da guerra.
Foi orna sceoa contristadora esta qne vimos,
mas recommendando a todos prudencia e ordem.
sabtmos e procuramos logo enienderao-nos com o
Sr. tenente-coronel Silvino. Eram dei boras da
maoha, acbamo lo em sua easa na rna do Impe-
rador, e pergaotanlo Ihe nos qual o deslino qne
se pretenda dar as pracas designadas no dU an-
tecedente, e qoeprezas se acha vara no qaartel, ello
nos respoodea que nada podia dizer ainda porqoe
o Sr. preoideote da provincia nada linba resolvido.
Eoto o convidamos para ir comnosco a palacio para
que fallassemos com o Sr. presidente, e melbor fl-
zessemos valer os dlreitosdos nossos guardas. Antes
que a islo uos respondesse, o Sr. tenente-coronel
Silvino, mandou por ora san calxeiro orna carta ao
Sr. comandante do corpo de polica, e depois nos
disse qae nao era preciso irmos a palacio ; que
elle iria s, entender-se-bia com o Sr. presidente, e
nos dira depois no qaartel, o que S. Exc. resol-
ve sse.
Nesta occasio moslrou o Sr. lente coronel
Silvino grande perturblo ; e nos que ja nao po-
damos oceultar as descoottaneas que linhamo?,
expressamo-nos com grande desgoslo, dizeodo cla-
ramente que nao era possivel delxar de haver trahi-
Co em tudo quanto tuina bavido.
Sahimos cora direceo ao quartel, e abi acbamos
urna torca do corpo de polica armada, com o sea
commaodaote a te-ta, ordenando este que as pra-
cas do 4* batalbo fossem reeolbidas ao xadrez.
Dirigiodo-oos ao Sr. commandante do corpo de po-
lica, Ihe dissemos qae aquellas pragas estavam sob
o commando de ara capilo do mesmo batalho, e
que portanto nao nos pareca curial que elle extr-
cessssua auloridade sobre ellas.
O Sr. commandante do corpo de polica nos res-
ponden que nao linba visto offlcial algum do 4* ba-
talbo, sob cojo commando eslivessem aquellas
pracas; e nos aponamos immediatamente esle offl-
cial, que presente se acbava e at fardado : Era o
Sr. capilo Heorlques.
O commandante do corpo de polica deelarou en-
lo qae eslava comprimi ordens do governo, e
pergaoton-nos se queramos oppor-nos a ellas.
Oissemos-lhe que nao queramos oppor-nos
ellas, mas sim reclamarmos contra ellas por serem
offeosivas das pracas de nosso batalbo, cojos di-
reilos deviam ser respeitados, porque a lei os ga-
rante, tanlo mais qoanto o Sr. tenente-coronel Sil-
vino acabava de assegarar-nos que o Sr. presides
te nada traba resolvido sobre reclamaco su,*
que nao tardara em ir ao quartel com a solugao
que desse o Exm. Sr. presidente, a qnem de novo-
tinha elle se dirigido.
O Sr. commandante do corpo de polica dea nos
como perturbadores e resistentes s ordens do go-
verno, prendendo-aos ordem do Sr. presidente da
provincia, e chamando immediatamente o Sr. ma-
jor do mesmo corpo, ordenoo qne elle fosse a pala-
cio, e isti mesmo dissesse a S. Exc
Vollando o Sr. major, disse ao Sr. eomman-
dante qoe o Sr. presidente da provincia declarara
que approvava a nossa priso, e que cumprisse as
ordens que tinha para recolber ao xadrex as pra-
cas do 4* batalbo.
O Sr. commandante do corpo de polica dirgin-
do-se-nos, pergontou-nos se estavamos scientes de
nossa priso ; respondemos-lbe qne desde que elle
nos intimon a priso, estavamos delta scientes; e
Seamos no quartel. Ento foram reeolbidas as pra-
cas do 4* batalbo ao xadrez, sem a mener resis-
tencia, sendo nos os prime i ros & recommendar or-
dem e subordiuacao s mesmas pracas.
Depois disto nao vimos mais o Sr. tenente-coro-
nel Silvias, seno depois qae, recolbldos a este
qaartel, aqai se dirigi, ignorando nos a qoe fim,
embora tivesse procurado o nosso aposento.
Eis a nirraco fiel de todas as ocenrreneias a
proposito do desaqaartelamenio do 4* batalbo da
guarda nacional, e da priso das cento e sessenta
pracas delle, no dia 3 do eorrente ; tendo apenas
qoe acereseentarmos, qae esta cidade abaioosa
quasl em peso para eonbeeer deltas, porqoe a no-
ticia correr por toda a cidade, e grnpos numero-
sos de pessoas se formaran) em frente do quartel,
e as snas immediaeoes, at qoe, em virtude da
apresentacao das mulheres de cera praoas, foram
estas solas al a noite, nao pelo Sr. tenenle coro-
nel Silvino, mas, pelo Sr. commandante superior
Interino. Oepois disto, e ainda em virtude de pro-
va de iseocao legal foram sollos al hontem mais
onze, restando apenas qoarenla e aove, das qoaes
podemos afflrraar, sem recelo de sermes contraria-
dos, qoe a respeitar-se a lef, nao sera' manirda a
designaco de vinte, mnitos destes pnisicameato in
capazes I
Ha violencia mais bem demonstrada T
E agora, pergontamos nos:
Que valor tem esse communicado, qne s podia
ser dictado pefa vil adulaco, alarmando qoe a
redaeco deste.Diano foi mal avisada na noticia
qae den dessa occorrencia,a qnal passaria desaper-
cibida para a nvlor parte da popotaco, quando a
verdade presidio a noticia dada por este mesmo
Diario, como flea demonstrado, interessando-se a
populacao inteira pela orte dos guardas presos,
tanto qae, como pode attestar o Sr. commandante
superior interino, elle proprio tol incessantemenie


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'Mar/te te Ferauttae* sexta felra lOdt Janeiro efe 1SS8.
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L1QUIDAQA0
procarado por innaraeras pessois que aprsenla- ve estar lembrado dlslo, bera como de rae o mes- dalla qaein neonrr-se, pelo sontimento <
ram as TafflKias dos mesmn guardas! mocapuao Corislovo observara ama occasio u^oolo-a disperta, e menos ainda de avaiiar da
Qae mrito tero anda este commonicado, tpre- que, ao passo que era preso como revoltoso, mere- i des,ignacifl diante do recibo e alistado, que aballo Ttfrt_. l JbMt^J^i^ "T"?"* "i
sentando o Sr, tenentecoronel Silvlno, como dls- ca ser considerado capaz de canter os aardas. se em; minha iolenco onica, expando eir- 11 OVO UuUCO (16 L GTIlcilIlDUCO
tinelo rollrtw por ana dedleacao cansa publica, e Assim ih>is-Ooa palete que o Sr. commandante cawetaaefidaraeule o faci, arredar 0"aw ru qrs amnnit nnA*m nwahar > o
por saahaMa*. quaado, ITerireodo ao goveroo! do corpo da polica,.seguiado a mxima qoextNttoa mea e*lo que possa ter produzido > referida I .. :
160 pracsdol* batalbao para oservico da guerra,
como se por dedleacao a He aaat guardas se bou-
vessem eflorecido para lato, Oca patente ao contra-
rio, pela narraco falta que taea guardas foram
delidos a pretexto de destacaren para Fernando,
por ordem do Sr. commandaute eoperior Interino,
simulando elle nessa oeeasiij os reseotiraento e
desgosto Inexplicavel, a consegointemenic, qoe
houve traicio negra, miseravel, e vil, dando se
estes mesmos goardas como designados para o
servico da guerra?
Como pretende o autor deste commonicado scr
acreditado, afflrmando qne o Sr.lenente-ooronel Sil-
vino,pelo prestigio de qne gosa.'coosegoia designar
para o servico da guerra esses 160 gaardas sem
ama obsemcSo. sem a menor transgressSo da
disciplina do corpo, quando tal designarlo se fez,
como Oca provad a pretexto de destacaren) esses
guardas para Fernando, e anda assim, foi preciso
qne garanssemos, nos e outros cfflciaes do bata-
lbao, que a designacio era cora effeito para >sse
destacamento, e o Sr. leoeote-eorooel Silvioe,
protesura qae esta fliesma desfgoaco flearia redu-
nda ao numero de 30 praja?
Lomo pretende aiada ser acreditado afflrmando
que mals tarde o Sr. teneote coronel Silvio i dfri-
giose ao quartel, e tomando conbeciraeoto das
i&encSes de seas gaardas, manija por em lber a-
de todos qaantos toham direito a esse acto, mere-
cendo assim spplausos, listo como s tinb% empe
nfco'em entregar ao governo Individuos sem (en
coes, quando, de sua ordem cao fot solt um -6
guarda, e tedos o tem sido de ordem do Sr. rom
mandante superior Intertnor e qaerendo fater
acreditar que a designacio eSo vlroraria, de propo
sito designou caadoseviavoscom flihos, sendrt que
por isto tem sobre elle cbovldo maldades de quantos
tem sabido deste fictoT
Como Analmente quer ser acreditado, afflrmando
que n', por querermos farer patriotagtm, auxilia-
mos os guardas a se rebellarem s orden d-< sen
superior, quando, promovento apenas o direito de
nossos guardas, reclamando inces^autemente e pro
curando convencer o Sr. commandante do corpo
de polica da violencta praileada para com os mes
nos guarda*, afio de que elle representasse ao
presidente da proviocia: vendo que, nio obstante,
S. Exe. approvou a prlso qae nos fon intimada, e
ordenon o recolbimento dos guardas ao xadrez,
ainda ficemos com que estes subordinadamente se
recolhessero, e aceitamos reslgnadamente a pritio,
sem a mnima reflVzo a! boje?
Patttottigem' atiero fater aquelles qne a costa do
sangue do povo, querem faser-s- presumios cida-
dos, e dedicados a' causa publica para obterem
booras, que os nao podem honrar; patriotagtm
sabara fazer aquelles que especulara cora a miseria
publica e particular, valeudo-se de p oslcoes que o
acaso e a vil bajalacio, Ibes proporcionaran:.
Nos, seohor aotor do caromaQicado, nio flaemos
patriotagem; pugnamos pelos nossos guardas, cura-
primos um dever de honra, qae as oossas fardas e
os nossos galoes nos impoem.
Eis arenosta que temos a dar a esse cmmnoi-
cado, Srs. Redactares, pedindrlrfs que, em vista
do qoe temos dito, e coja veracidade atteslada
pela opiniSo geral desta cidade, appel'ando para o
Sr. commandante superior Interino, cojitestema-
nho na"o pode de manefra afeuma pr- i Jir-.r o
qaanto temos alio", 68 dlgoem Vmes. coonrmar a
noticia que denm no seu Diana de hontem, des
presando, como o publico despresara', e como
06= de-presamo*, esse commonicado, e sen autor.
Qjartei das Cinco Ponas 8 d Jmeiro de 1868
drisfoeao Sant'Iago de Oltveira,
Capio.
Francisca Jos Vianna,
Capillo.
Uctnosl Juvench Bezerra de iienezes,
Otpitift,
Antonio da Rocha Accwh Lins,
Teneote.
o commonicado a que ja respondemos, pre. a ora le?iro que alada toara, tasto mais
qnamo aaeriQcou a verdade, qae i de notoriodade
pnblica.
Qaartl das Cinco Poetas, T do Janeiro de 1868.
CAriiloce Sant'Iago de Otiveira,
Cap! lio.
Franeitt ios Vianna,
Capito.
Manotl uvencto Bezerra de Menezes,
Capitso.
Antonio da Rocha Accioli Lins,
Teneote.
deligeneia,
ttjeia
protestando
tb m
jossa ler produndo a referida .... 1" r~~y~~%"
ando desde ja contra quaiquer l.aiviacado (em moeda correnle)OB 10 o/o do
ita e itii.iusiui )nitiuic*0capila, assimcomo o^^a^p o/o. e o 2.

Sri. Rfdacfor''.Fuenaos ant>'-hoatem a respos
ta ao eommunicido que comnosco se oecupou, re
lativamente as ocenrreocias que tiveram lunar no
da 4 do errente, no quartel do corpo de polica,
a qual someote boje o ie ser publicada.
Nes>a resposta, como vera' o puhco, narramos
COm verdade o que so passou entre nos e o Sr
commandante do corpo de polica, e esiavamos
persuadidos de que nioguem ousana coostestar-no
nem mesmo o proorio Sr. commandante do corpu
de polica ; mas illudimo-oos, porque este ahi vel
no Di trio de hontem contando urna historia irri-
soria, e toda falsa. Como se aiireveu o Sr. tenente-
coronel Jos Joaqnim do Reg Barros a fallar a
verdade tao de puouco, arrojando se a invocar em
sea apoio o testemunbo das pessoas que presencia
ram o faeto TI
Nao podemos por tanto deixar de vir anda a
imprensa sobre este objscto; para convencer a esle
Sr. leo eme coronel Reg Barros de que el'e faltou
a verdade, e o faremos Sfrviudo-oos do que elle
tuesmo diz na sua correspondencia.
Diz S. s. qoe no da & foram entregues ao official
de estado do cjrpo ao seu commano, pelo i-n-iii-
coronel do 4* balalhao da guarda nacional, 158
pracas, as quaes deviam ficar deudas no.;qaartei
at segunda ordem ; e qoe no da segaiolei*pelas 9
boras da mauhi, reerbeu ura offluo da a mor ida-
de superior, ordeoando-lh qoe Ine loformasse se
ara verdade terem se evadido do referido quiri 1
alguns daqoelles guardas, recommendando-ihe a
xnaior vigilancia na det^ncao dos mesmos guardas
e para veriOear isto S. S. Incumbir a um offlia<
do seu corpo, sendo que ao deseropen'io dessa ajr
dem oos cpposemos; e chegaodo isio ao sea no-
nhecimenio dirigi senos e nos fez ver que n:;
devlamos erear embaracos ao cumprimeolo de
ordem superior, proclamando, como proel.mar-
mes desobediencia; e nao sendo altendf 1o, fot
forcado a prenler-oos a* ordem do prendeato da
provincia. Aerescenta anda S. S. qne, dando par-
te disto ao goveroo, esle mandara recoher todos
os guardas deudos no quartel, ao catabouce do
corpo, o qoe executoo, nno sena cpposie,o nos-a.
que ainda depois de presos mniinnamos a procla
mar resisieacia a' ordem do presidenta da pro-
vincia.
Desta historia qae o Sr. commandante da corpo
de polica veio cooiar ao publico, apenas podemos
concluir qoe S. S., qoe, sem raio s apresentara
eos Ireoie doi gaardas do 4* batalbao, para delles
tomar conta, quando eiles lioham commandante,
qoe era o Sr. capilio Henrque de Miranda H-uri
ques, qoiz jusuUcar sua ioterveocao lodebita na
guarda nacional, apatrinhando se rom eg5a ordem
que recebera do goveroo, para informar Sibre a
fuga de guardas doJ4# batarbio. Mas nem eiac-
to que soa mierveoco fosse por este motrvo, nem
a proposito disto tivemos com algom ofBrial do
sea corpo e nem com S. S. mesmo altercagao at-
guma, menos ainda dirigimos palavras qoe ani-
aaassein deeobedieaeia e insobordioaco dos guar-
da.
A verdade onica a que flea patente de nossa
resposta ao commnoicado a que arima allodimos :
o Sr. commandante do corpo de polica no da 4,
pretenden tomar conta dos guardas nacionaes; do.
ibe fiem js ver qoe estes guardas tiabam comman-
dante, e que nos pareca irregular seu proced
melo ; e 8. S. rrpltcand) qne enmprla ordeos do
governo, dis-emos-ide, em re-posta, qoe- represen-
tasse ao mesmo governo, era vista do qu Ihe io-
ormamos. Poruue deeeobrio S. S. qce com esle
BOS80 procedinnenio proelamavamos a desobedien-
cia, e resistan s s ordena do gnverno 1 Eotre-
lanto S S. preodea-aos, e aioda i6- nennama re-
slsteucia S'emos.
Por ultimo 8. S., que recebara approvicao deseo
acto pelo presidente da provincia, mandoo metier
o calabooee os gnardas, e ods lomos os pnmei-
ros a recorameot r aos mesmos gnardas loda a
prudencia e soOordioacao, dando-Ibes a certeza de
qoe proenranamos fazer valer o* s-us direitos.
Como ou-a o Sr. rom mandante de carpo de no
Jicia alBratar o contrario t
E nao vio S. S. qoe, a nio procedemos como
procedemos, e pelo que ionios at censurados por
Olios que prewoeiaram o ficto, 8. 8. nio liona
mel de cumpnr essa orden, qno ella seria bur-
lada pela simples accao dos gaarda*, desde qoe
alies Ibe bati-gsem o pe, e se pozeaseo em ordem
de mareb......
E S. S. me-mo, oa toa secretaria, em presenta
dos seos offlciaes, e apoiado prisls, nao censo-
i iHiHe^^
O juiz municipal de Naiarel em Pernamboco,
oo Baplista do amaral e mello, balido e rechazado
por lodos os redados de su as infamias pelo juU
municipal de Sao Romo em Urnas.
O commuolcado de 4 de Janeiro crrente, em res-
posta a minha correspondencia de 27 de dezembro
do anuo paisudo, veio mostrar em alto relevo do
quania capaz o juiz municipal de N azrela, e
tazer ver pelo estylo inslito, e iudeceole de sua
linguagero, que era este mesmo joU o (soirito, que
auimava Joaqnim Violera e Mesber para ferir re-
puta;des albeas, por mel de seas immundos pas-
quina I.....
Por esle commonicado a por outros muilos fac-
as v se, qoe o sr. amaral nao tem o menor vi-
de miaba parte a por obiees a remessa de soldado
para a guerra, por quanto genio ttmbo auxiliado
ao governo, a exemplo de ootros, arrancando a
cada canto, iror. vido e indtffrreele, lagrimas e
clamores por fallar me o amor pelo e emento efh-
clal e especialmente o geoio e ogeiio de aleanfar
fitas sem sacriflcios, tenbo cooseiencia de fue,
come cldadio, j Ba, o qoe eumprla rae, e cabk-me
na forcaa, devendo isso ao meos por me a cober-
to das gloriosas corridas de recrutadores e designa
dores.
Recife, 9 de Janeiro de 1868.
O bacbarel, Monnel Joaquim Sttoeira.
Demetrio de Azevedo, Araorm lenle e commm-
dante intei-mo da 4' conrpanhia do 9 balalnio
de ufaotiria da guarda nacional do municipio
da dade de Oiioda em vrriade da le etc.
etc. etc.
Atiesto que Manoei Jos de Seoa guarda na-
cional da 4* compaobfa do meo interino commaodo,
viuvo sera flihos, est fardado-de hraoco e azul,
esta armado, promplo para o servico do batalhio,
lem ba c.raducta civil e militar, diguo de todo
a eonsideracao pelos relevaaies servicos qoe tero
prestado, nao s neta cidade como na iina de Fer-
nando de Norooha, d'onde a pouco ebeguu de um
)i.
de 46 fo. j aaounciados.
A caixa filial do banco de Brasil tiesta
cidade troca as suas notas dilaceradas.
alfandega.
ReodUsasto do lia i a 8
dem do di 9.......,
63:417*736
21:182*134
84:595*870
i 24
578
-----702
131
518
-----64S
lumbre de educaco-AcmiBM quanli auanli sunt destacamento de quasl dorjs anuos
educaiioni deber, e- nem tem que danenio dat
quod non habtt, eque plus ouira cuusa querer se o irapua-ivel. Esle juiz
em seo communicado toca muilo de lave em cerios
(aet s de miaba correspondeocia, sem distrui lo-,
deizando de locar em outros de summa importan
cia, bera como a aecusaco, que ihe fiz a respeito
de Joaquim Vinlem, dus clgauos, e etc. Nao se
defeode, bea odefezo, permaoeceodo inabalavel
minha accu> cao.
A sua defeza a de um verdadeiro reo coavlclo,
nies de defender-se por meio de seu intimo amigo
loaqulm Viniera, como costuma, para nio se ler
dado ao espectculo, a qae se dea, tanto mals quau-
lo o sr. amaral um mero portento I....
Foge de mira, d-meas cosas, coofessase j
vencido, coxo se v de seu mesmo coramuoicado.
Pobre amaral I Assim patentes suas miseraveis
macbinacSes, temen Jo o castigo d'eJIas, infurece se,
e debatendo-se no ultimo acco.-so de sua bydropho-
bia j em fuga, quer ferir e morder em sua passa-
gim o raniiodlgno e illostre jala da dlrello de Na
zarelb o Sr. Dr. Joo Paulo Muuteiro de Aodrade,
que se aciia muilo e muilo alio collocado para nao
temer os denles e a inoculjco da oogenia baba da
quelle, cojas injurias louvam, e cujos iouvores d-
jurlaa.
Diz aioda o juiz amaral, que o atlestado do Dr.
juiz dedireito foi uoi bem c-lculado jogo, per este
dito v se ainda, que elle est no accesso de soa
ioucura, pensando, qoe eslava, como soldado aioda
logando as larimbas lascas e fossos das fortalezas,
ou, qae, como juiz, recebeodo as clferlas de peize
dos ciganos para conseniir, que eiles oa Irira fur
lassem pelo jogo de Ira-carias a populaco intel
ra I.............. Squem nao coobeee ojoiz ama-
ral ou quera nao visila os lasares, por ond elle tora
andado, pode-o acreditar.
Se o aiiesiadd do omito digno joiz de direilo c
um bem calculado jogo, como diz elle amaral em
seu communicado, para qoe me oo cuama a res-
poosabilidade para ver se assim exacto o qae diz 7
O circulo, a qua se acba ligado o sr. amara) o
maia limitado possivei e da pelor arale, lodos os
mais o ternera pelo seu ar pestfero semelliaote, o
cholera-morous. Nenhum osforco e artificio pre-
cisa para se ver quo talado o bdllo l< rmo de Na-
tareih se acba pelos escndalos da trindade maldi-
ta. Por miuba propna digoidade vira aos prelos
ju.-tilic ir-ino das injurias e bal :oes, que contra
mim laocavam hornees perdidos e condemnados
pela opioiao publica, e se o sr. amaral nao tero a
precisa coragemde se justificar, ligue entregas a
sua cobarda, e por isse dfesde j por si e pela opi
nio publica condemnado pelo que dase eu em ul-
uba correspondencia.
So quera capaz de ludo, de ser mandado aos
prelos, e expeliir fezes o sr. joiz amaral, pelo que
i' Ibe disse em miabas correspondencias, aluda
o Sr. amaral, que encarregandose na villa da Es-
cada, qaando la' morava, como advog.do, de urna
causa oo Sr. Antonio Gimes de Barros e Silva, de-
pois de engolir oiio centos mil res do mesmo, aban-
donou-a sem dar a meoor salis'acao, e que ali foi
una lasioe factor de pasquios, isio digam as por-
tadas das casas e os esleos da fera d'aqoelle logar
eom aileslaco de todos seus habitantes, o qual de-
pois de ler pratiodo oulroa a tos indigoos, ratira
se, passaodo assim alnoa um calote de seteoia mil
res a Manoei Serafim. O sr. amaral com priaci
pos polticos para ver as coosas do seu paiil
E' islo orna verdadein blaspbemia, proferida
pelo sr. amaral I
A soa poltica sao rnente es estouros de sua bar-
riga, e o revolver de suas tripas, que consume
mente conservamse em carne viva, iliudlndo assim
o proprio governo.
Esperar o sr. amaral que os bomens dos partidos
amjjpposico formulem Ibe urna aecusacao para
eoto elle solicitar do goveroo imperial sua demis-
sao qae um bem calculado joge para ainda as-
sim se lacubrr as profundas dobras de snae mal
dades : esta sua deleza a pr ova mais evideote de
sua cooderaoaco, saneciooada por si e pela opimo
publica ; e mais adianto pelos tribuoaes. Peca o
r. amaral sua demisso, antos qne o governo Ib'a
d, por que assim delxa agella bella popalacio,
que o detesta, viver em paz, llore de soas crueis
luju-tigis, violencias, e persegracSes. Teobo res-
iioodido ao Sr. joiz maaic,ipai de Nazareth.
Recife, 9 de jaoeiro de 1868.
Ibones Phmo de Borba Cavalcanti.
E por ser verdade mandei passar a presente re-
salva de conformidad* com o archivo da coropaobia,
o que affl-mo em f do meu posto.
Quartel do commando interino da 4* eo*.ipaohia
do 9* bataih^o de infantaria 4t guarda nacional
de Ollnda, 17 de nombro de I87.
Demetrio de AzeveJo Atnorvn,
Teneate commandante interino da 4" coapnha.
Visto. Quartel do commaodo do 9' baialho de
Infamaria da uuara nacional de Ulioda, 17 de
ouiubro de 1867.
Qaeiroz Petifca,
Tenente coronel commandante.
Balalhao 9* de infamara da guarda nacional
de Olinda. N. 185.
Qtiroz Fonseea,
Tenente coronel commandante.
Fiea carregado ao ibeseureiro do balalhao o
capito Jos Joaqnim de Lima a quantia de 125,
mensalidade do roez de ouiuhro a dezembro, que
pagou o guarda uaeioual da 4* eompanbia, Uaooel
Jos de Sena.
Ollnda, 14 de eutobro de 1867.
O ibesoorero,
Jos Joaqum de Lima.
(Etavam sellados e reconbtcidos.)
Mauifesto.
me&m
"!?&*
aPublioacSes a pedido
Ao publico.
Ma grado mtnreccorro a mprensa; tributo,
porm, om certo respeito a opiniao poMica, qae me
imi'Se um dever, a que nao posso fu'iar-me.
Teodo sido hoj pelas 10 horas da mauhaa varte-
jada cono todo apparato militar a casa de minea
residencia, a roa d'Aurora, pela polica auxiliada
de orna escolla de gaardas nacionaes do balalhao
(9*) de Oiinda.cumpre rae explicar ao publico, juiz
severo, semelnants deligeocia demaueira a por me
a salvo de quaiquer Juizo qde, por ventara, teoba
ella podido aotorisar sobre todo por ser esia, em
minha vida, a pritneira occasio de iocommodo de
lal natureza.
Em das de agosto ou setembro recebi em
mlaha casa na qualidde de rreadu a Maooel Jos
de Senn, gaarda nacional do 9' batalbao de infan
tana, que acabava de um destacamento no presidio
de Fernando, de qnasi doas anuos, e nao podendo
coovir-me seus servjgos dependentes dos que devia
prestar ao seu oaialoo em muoicipio differente,
dirig roe ao repect1vo teneote coronel commao-
dant, Jos Cardos* de Queirz Fn urna dispensa de servico
Nos abaixo assignados, penbarados sobre modo
pelo boro ronceilo que serapre merecemos dos
umita respejiaveis paissgeires da empreza dos
Trtlhflt Urbanos, na qual exerciamos o loear de
raachioisias, oos cabe a sati-faco de agradecer
eleroaraente aos mesmos seohores, esse conceito
que s a sua bondade nos pjd.ria prodigalisar;
desejando ao mesmo tempo, qae cjio os novos roa
cbinistas liles dispes>m a tusma bondade, visto
os seus conkeaiiteuUs profiuionaes.
Por oo saiiermos aiuaa a causa da nessa de-
missao, por isso deixamos de comprimenfar a
su,-radiu empreza, aguardndonos para a occa-
sio qoe ella oos dispensando essa honra, oos
mo.-tre publicamente a causa qoa s levoa a obrar
comovsco desta maocira. Euiao, procuraremos
jnstiticar-no segundo a razo que julgamos nos
achar possuidos.
Recife, 9 de Janeiro de 1868. ,
Jos Soa res Pinto Con di.
Mancel Amonio Je Freilas.
Nao son advogado do Sr. capito Domingos de
Souza Uarr s ; acompanbei-o apenas oas averi-
gua cSes policiaes, as qunes o honrado Sr. Dr.
chele d-i polica se houve cavalberrusameni9, e
cora muila digoidade.
Nio tenfco portaoto a mnima-parle no qoe se
ha publicado em sea favor, o que naturalmente
felo pelos Srs. Drs. Joo Tnom-e Campello, que
sao os advogados do Sr. Barros.
. Todos sajjoin qoe nao escrevo aoooimamente ;
tenho consciencia do qoe fago, oo to forto a res-
poosabilidaie de meus esenptos; e por isso sam-
pre os asstgoo.
Como poltico tenno omi re^ra d9 proceder;
como alvogado ouira : como poltico aecusa a
quaotos coDlrariam miohas vi-lascomo advoga-
do pc-aso qua a defesa nao lem nuoca misier de
trazer a discusso pesseas para.favorecer seu
niieote, ao cnoirario joigo devor tirar da causa
qualqoer elemeuto de odio.
Os Srs., que veera nos rticos de defesa do Sr
Barros, deven saber que, se os quizef 60 accussO%
oo-occoltarei meu nome.
Nada teoho com a actpalidade ; se en podeseej
ter logereaela na polica oo estara na cadeia s-
ment o Sr Barros, islo o que lenho ditrt, e foi
o que eu dissa an S-. R-g>, que entendi ganbar
mals algoma aff-ica coraraercial iodo levar ao
Sr. Vunna coosidoragOes por mim feitas oo senti-
do que venho de expr oa casa do Sr. Pedn
Bornea,
Recife, 9 de Janeiro de 1868.
Dr Anfomo Borges da FoASeca.
Mjvimento da alfandega.
Volumes entrados com fazeodas...
* ~ *__ gneros....
Volomts sabidos com faaendas...
t gneros... -
:'! Daearregam-boje AO de Janeiro"
Barca fraoceaSanto Andr mercaduras.
Bngae porloguez-Consanfe /f-idem.
Paiacho raglezXunAerj-iiem.
Brigoe inglezLuziaT*-ldero.
Patacho hamboreoezTtieckla SchanudiMm.
Brigflo ioglezRosariofarinha de trigo.
Barca hiraborgue-aMarta Miles-iem.
Vapor ragleO/mia -Mera. ---------
Barca lagletaMaranhocarvSo.
Barca logfezaUncandem..
Barca ioglezaSea Qaewi-idem.
Brigne inglez^-vlaoa-idem.
Barca ingieraMargaren Welrcscarvo.
Lugar IurIct Ceara dem.
Barca franeezaMary Hortensedem.
Barca noruegaJVordfflp-iaem.
Barca me kelembnrguense Vein AohenMd
dem.
Pasacbo bolstenseJtfaracharque.
Patacho hesdauholIndio laem.
RE0EBEDORA E RENDAS INTERNAS
GERAES
Rendimeoto do da 1 a 8.......... 3:6055948
dem do da 9................. 3:469*464
ntngw
CONSULADO PROVINCIAL
Rendimento do da 1 a 8........ 49:336*479
dem do di 9............... 10:339*471
'

59:675*950

MOVIMNTO DO PDBTO
Navios intrads no dia 4.
Japomio, ero Goyaooa 7 horas, vapor brasilei-
ro Parahyba, de 104 toneladas, comman aote
Mello, equipagem 20 em lastro ; a comoanhia
Peroambucana.
Terra-Nova 33 das, brigoe inglez Bertha, d-
237 too-l.das. apioJoho Brine, equ pagero
II, carga 3,200 barricas com bacalbao: a Johos-
ton Pater & C.
Glasgon 46 das, brlgue inglez Abbey, de 213
toneladas, capilao C. H. Newraao, eqnipagem 8,
carga carvo e outros gneros; a Adamson
Hemre & C,
Cardiff 37 das, barca franceta Aiolphe de 247
toneladas, capito L. A. Hardy, equipagem 10,
carvo ; a ordem.
Rio Purrooso 10 boras, vapor brasileiro Ma-
manguape de 230 tonelada?, eommandaoie Cos-
ta, equipagem 19, em lastro ; a Compaabia
Peruambucaoa.
Liverpol por Lisboa 22 das do prmeiro e 15
do seguoo, vapor inglez Oiiada, de 516 tsnela-
das, commjodanle LaDg, eqnip?gem 24, carga
differeotes eneros ; a Tnomaz Jefferees 4 C.
Navios snhidos no mesmo da.
Baha hiaie inglez J. A. Waodhewse, capito
Eddy, cargj vnbo e outros generas.
Ro da Prata patachogarossiano Esperance, ca-
pilao C Brandt; carga assncar.
Observnrao
Sabio e fuodeon no lama rao a galera Josrvkita
inAlmtra. ^ "
EOITAES.
Permilr--se--aos-ha expender
ama palavra sokre a* enfer-
mliiadesdos pnloies e da gar-
ganta.
Quando os pulmoos se ebegam a enfer-
mar, pode-se dizer que o doeole se acba s
bordas de urna e fermidade incuravel, e o
prmeiro passo dado em tao perigosa sitaa-
$0 a losse. Toroa-se pois da maior im-
ponancia o atalbar-se a mesj a immedia la-
mente. Se por ac-o perguntardes de que
maneira isso se podo conseguir, prooop-
tamejte responderemos eom o Peitoral
de Anacaliiiia di Ketnp, cojo excedente
xarope preparado e composto com o
mfatbtof> b-rsatmeo soceo TJe ama ar-
vore do Mxico, condecida desde ba muitos
se ulos pek saborigenes, como remedio
excelso pira as enfermidades polmona-
res. EM magnifica preparado cura a tosse
dentro em poucos dias e la vezes em poucas
horas ; aliviar a astbma, corar a irrita-
da membrana da tracbea e impedir final-
mente o desenvi Ivimento da pibysica. Ao
contrario da todos esses peituraes e xaropes
feitos de fructa8 e oairas substancias acres
e de urna naiureza davidosa, ella u3o encer-
ra em si nenhum acido prussico, e como
igualmeme nao conim nenbuma mixtura de
O cidado Severiaoo Jo^ de Monra, joiz de paz do
4o aaoo era etercicio da freguezia de Samo An-
tonio do Recife, ele.
Faca saber a qaem couvier, que as audiencias
deste uizo continuara a ser as tercas e sextas-
feira* as 2 horas da Urde, na sala publica a ra do
Imperador.
Ouiro sir, que despacbo das 6 horas da manba
as 6 da tarde na casa de rumba, residencia no lar-
go do Carmo n. S2 e no escrlptorlo das loteras
sito a ra do Crespo n. 15 eu aonde for encontra-
do e bem assim que quan o os dias marcados para
as audiencias forera saotlcado?, dilas audiencias
serapre serao nos anterioras.
Recife, 7 de Janeiro de 1858.
Ea Joaqaim da Silva Reg^, escrivao que o flz e
escrevi.
Severiaoo Jos de Hoara.
oa Is de natal a meia-noite, deveodo oestes casos
ser as igrejas abenas uma bora antea; terceiro,
durante os actos da senara saala, oa soleranida-.
des'religiosas, ou tercos e novenas : aquellas pea-
soaa qoe a sea cargo tivereo os mesmos temple,
lof/lngiado as duposicoes. deste mesme artigo, se-
rio malladas em SOfObO, a o doplo oa reinci-
dencia.
TITULO VI.
Dos diferentes objtdos que -tncomwwdam t prejn
dieam ao publico.
Ari. 7. Fjcaoa prohibidos os loques e dobres dos
sinos desde as selle boras da aoiie at aa cinco da
manba, excepto as mairites para admioislraco
dos Sicramenios, antes da mi sta do raial e los
casos de incendio oo rebate : os sacristaes oo che-
fes de eorporsedes religiosas qoe lofriogirem este
artigo paga rao 122001) de mulla.
Ait. 8. Nenhuma igreja dar mais de tres repi-
ques de cada vez na vespera de qualqner solemni-
dade, e estes .- teiio lugar ao meio-dia, s ires
boras da tarde e s ave marias, nao deveodo cada
ubi durar mais de cinco minutos: os sacristaes e
ebefes de corporales religiosas qoe iofringirem
este artigo, tanto no qoe diz respetti ao numero
dos repique, como ai teapo que deveo dorar,
serio multadas em 10/1000.
Arl. 9. Nenhuma igreja dar mais de doos do-
bres de cada vez por cada Bel que morrer, e esses
dobres serio dados ao recebtr a noticia da morte
e na occasio do enterro, os quaes dorar" someo-
te ez minutos : os saertstes oo chefes de corpo-
rar5es religiosas qoe rafrlogirem as disposlcdes
deste arl>go sera multados era IOj>0O.
Arl. 10. Neunuma igreja dar mais de qoatro
dobres por occasio de ufflcio de corpo presente,
e doos oas visHaedes de covas, deveodo dorar sb-
roette in minlos: os sacristaes oa chefes de
corporales religiosas qne infringlrem as disposi-
gdes deste artigo serao aullados em 105000.
Ait. 11. Os dobres e repiques serio redolidos
metade do tempo presenpto, podendo mesmo ser
soppriroidos se oa viiiobaoca da Igreja hoover al-
eura doeote de affeccao grave, deveodo os sacris-
taes e ebefes de corporacSes religiosas confirmar-
se eom o atiesiado- do facultativo as'lsienie, que
ser rubricado pela aotoridade policial do logar :
os infractores sern multados ero 23fiOOO.
POSTURA ADDlClONAL DE 20 DE INUVEMBRO
DE 1855.
Da Ilmpeza pnblfea e particu-
lar da etdade do i\ ccfe.
Das habi!a{es.
Art. 1. Todos os propnetarios de casas habita
das sao abrigados a lelas exieriormente limpas,
caiando, ou piolando-as, logo qoe se acbarem de-
negridas, ou sojas, e a repararen) lodo e qoalquer
estrago em soas paredea : o proprielarm, qqe as-
sim o nao Qier, sera advertido pelo fiscal de sua
freguezia, o qual Ihe marcar quinze das para fa
te-lo ; e, n> o fazendo, sera multado em 105000,
e o concert feilo a soa cu.-ta mmediatamente.
Ar. 2.- Os propnetarios de trras devolutas den-
tro da cidade, ou mu prximo delta, sao abriga-
dos a te-las muradas ; e nos seus suburbios sao
obrigados pdlo meos, a cerca las : os mfractores
desle aitgo sogrero a malla de 30^000^______
ijon. n EIO GB HAfi
A Sr." D. J sepba da Cruz Marlns, qneira vir
a repartic o do crrelo d*>ta eidade adro de re-
ceber uroa carta recommendada viaia do Cear.
Coosalailo provincial
Pela mesa do consulado provincial se faz publi-
co qae no da 9 do emente cre se flualisa o pra-
so marcado para a cobranca a' oocca do cofre dos
imposios da decima urbana, e de 5 C|0 sobre a
renda dos bens de raz perte.ncei.tes a eorporacSo
de mo mora relativa ao 1 semesire do anoo fi-
oanceiro correte de 1867 a 18h8, licando sojello
a' multa de 10 0,0 todos o dbitos qae L-rem pa-
gos depois daquelio dia.
Mesa do con-uiado provincial de Pernamboco 2
de Janeiro de 1868.
Francisco Amynthas de Carvalbo Moura
_______________Administrador.
O cooselho de compras do arsenal de guer-
ra precisa comprar o seguate :
30 arrobas de poltra grossa de boa qoalldade :
as pessoas que quizerem veoder dito artigo apre-
sentem suas propostas na sala do cooselbo as 11
boras do dia II do correte.
Conseibo de compras do arsenal de guerra 7 de
Jaoeiro de 1868.
mmm mu
Pela adminisiracao do eorn-io desta cidade se
faz pob'ieo que em virtode da convenci postal
celebrada pelos goveroos brasileiro e francez, se:
rioepedidas oslas para Enrona oo da lo do
correle mei, pelo vapor mgln tfneidat.
As cartas sero recebidas at 2 boras antes da
qne for marcada para a sabida do vapor, e os jor
naes al 3 horas aols
Adminislracao do crrelo de PerBamboco 10 de
Janeiro de 1868.
O administrador,
Domingos dos Passos Miranda.
------------
ttn
COMPANHIA PERNAMBUCANA
Navegaet asierra per vapor.
Goianna.
O tibor ParnhWi} comman-
dante Mello, seguir' para o por-
to acioaa ao da 11 do correte
as 9 boras da noite. Recebe car-
ga, eocorameoaas, passageiros e
dinhelro a freie no Forte do Malos n. I.
Mi

AVISOS MARTIMOS
BSCLARACOIS.

para o mesmo guarda i
pela rar.n, que ibe aasutia, ao que responden me.ianiimouio-ingrelienie este, que abundante-
^.ttiKir-;;. rfissior. ,meDle se eD,ontr-a nas p^**^**-
fez se effcrlva, como do reeioo .ofra, asseguran- 'esPor C0nS6RU10te 0 sea OStO RO pro-
do me dito teneojo coronel que nao serla locom- "uz nauseas 6 suave 6 agradavel de tr>
roodado desta forma, datado me soa palavra, de
qoe o dispensarla de qaalqoer destacamento em
onsideraco aos servicos ja prestados, reiterando
assim aqu lio qoe afflocara aos seus soldados por
occasio de recbelos de volta de Fernando ero
allococo qoe Ibes dirigir, e recommeodaodome
qoe no caso de ser elle recrotado Ibe pariiclpasse
para fazer reqalsicio a presldeocta.
Islo passon se a roa do Imperador desta cidade,
acredito qe, dignamente, nao ser eootes-
tadr.
Qoalqner bomem de bOa f e levado pela eon-
Banca, qoe deveriam inspirar as palavras de om
ootio nas coodico-ts do Sr. teneote coronel Qieiroz,
descansara, como deseansei, e nio esperarla ser
mar-se.
Acba-se de venda em casa de A. Caors
Barbosa, da J. da C. Bravo & C. e de P.
Maoror 4 C. .
C0MMEB6I0.
Pela secretaria da Santa Casa de Misericor-
dia do Recife se faz cenle a qaem foleressar, qoe
oo dia 20 de Janeiro correle, pelas 10 boras da
maoba, no salo da casa dos expo-t j- far*' o Illm.
Sr. ihesoureiro capito Vicente de Paula e Olivel-
ra Villas-boas, pagamento das mentalidades ven-
cidas de ootubro a dzembro de 1867, as amas
quecooiozrem as creancas qae Ibes foram con-
dadas para crear.
Secretaria da Santa Casa do Recife, 2 de jaoeiro
de 1868.
O escrivao,
Pedro Rodrigues de Sonza.
O con?elho de-compras do arsenal de guer
ra cbama atteoca para o annuocio de 14 de de
zembro flodo, atim de qoe sejam alomadas as
compras all) meacioaada no dia II do eorreoie.
As pessoas qae qaizerem veoder ditos objectos
apresentem suas proposias oo dia cima indicado
na sala doeooselOo as 11 boras de dia.
Cooseibo do compras do arsenal de guerra 3 de
jaoeiro de 1868.
Jas Mana L J da V. Pessoa e Mello,
Coronel presidente.
boje ineonmodado por forca de reqoslco da poli- rmi
eia de Oiloda para ser tirado de mloba ca>a o
PRA^A DO RECIFE 9 DE JAflfilRO
DE 1868.
As 3 x boras da tarde.
Asaacar roascavad brato (americano) 2oo0
a 2570 por arroba (hoowx).
Algndao 1* aorta* (oetla pravaj-7*500 e 7Jj60por
e sobre Loodres 90 d/r 58|8 e 20 lt2
referido gaarda como designado para o serv7o"drJmlSn^,l^ goerra. *-u>"iu mun r*r.90 o/ 469 ra. por ir.
Nao oppot resist-ne adro de collocar me na Umb,,R!if j,"K.:' pagavel em alerllyas1
altara, qae por um dever duplo me cabe na q'ua-
iDle o prareiimnio ce asshn se Uvera I dra, que atraveasamos,
eoro o Roardas do 4' balalhao t I ve qoe nao fui o guarda, d.speasado
eJ*> ",wtB qOT tmharooa a forca moral pre-' pretiameote avisado ou ebaofad,
"para Ci'Bier qoalqner iosubordinacao que se
2d*889,M "hamos mesmo a melber vonta-
Mido d-^ Dit>Lnm ppeM,> D0S ''' S?, nesl* d,'tro'''J(>. froairaodca; eoSoorideganc
aldaoal^J^ fr rowl flMtiBo, o por aenar-ae fora da cidade dilo ga*ria
' |>iw maodim linar lar nm ninm. A* ,..a.>v .ni...J
que poa-rla fazer urna
do servig ,t
. e eu descoabncia
e deseonnea! a kVs doi easos e pela forma que as leis do processo tem
a mea
amensado pelo respectlvj commaudanie,
o poltra considera-io ausente oa foragido
maooo dxer por nm gmrn do sertico.
tofo E uiSS"0 w*d,, eaP"*" Cnna- que ni
da nowa ^, ^l"*'w "uta Ir.tanda al h0a apresentaeo.
nado eaie Qw f r^S* os S0"0'" "'' J\i"J^tl 9-&o Ce qaaliQcir .
lite do corpode ffiae ?t!,01Sf- "}*?'?- B}'io **'w** Cl>roe Q^lroz. eom relaco
* *" e seas efflciaea. S. 8. de- mi e ao tea gsarda, deiuolo essa tart* a qa
o acto, etn
a
qaem
d|v213y8d. porl*.
Descont de letrasfe flt0 ao aooo.
J> se de Aqumo Foasaea
Presidente.
B=roardiBn de Vaseoncellos
Peto secretario.
Novo banco de Peroambuco
em liquidado
Os pnssuidree de notas di emiasio do
baoco ajueiram quanto antes apreswtiri-as
ao troco.
Santa Casa de Misericordia
do Recife.
A lilm joma administrativa da Santa Caaa da
Misericordia do Recife reeebem propostas paja ar-
rendaroeoto pelo lempo de om a treg anoos, dos
sitios ns IR e 18 oo lugar das Salinas, a qoem
mais vaotagens Merecer, eocarregando se de fa-
er lodos os coocerto de qae precisara as casas
existentes no sitio n. 18.
Os pretendemos podero examinar a obra a'
fazer se nas casas, e devero comparecer pera me
a junta no dia 9 de jaoeiro fotnro, pelas 4 boras
da (arde, oa sala de suas essSes, oade deye effec-
loar se dita arrematacao.
"- Secretara da Santa Casa de Misericordia do Re-
cife, 2 de iansi.ro de 1867.
______Pedro Rodrigos de Sonza*
Fisealisaeit de Sailo AaUiaiTd
Efeife
O abaixo assienado faz publicar oa arligos das
postaras moDielpaes abaixo declarados, para co-
oheciaeoto de qoem loteressar, afim de nao se-
rem infrieaidos.
Hecir, 7 d Janeiro de 1863.
O riscal
___ C"*f"*o Pinto de Vera.
POSTtA DE 90 nB'iHO DE 49.
Tirio-1'
Safra* pnb/r'M.''-
Artigo 10. Todas is purtas a jaoeilas internas e
externas dos templos se eoni-ervario abenas al
ao roeo-dla, excopo nos das em qoe, egondo os
ritos e eoaioraes re t osos, devem oa sesmos
templos caoserrar-se femados, e se no corpo da
gr*)* corredores, oo sacristas oio bonvereo se-
podaras: aqoellas pe-soaa qoe a sen eargo live-
*Wt*s igr#jas, infringindo o presente artgo serao
modadas ero i2*000.
COMPAflHIA BRASILEIRA
DE
PAQUETES A VAPOR
E'e-perado dos portos do norte
at o da O do corrente o vapor
Guar, commandante o prmeiro
teneote Pedro Hyppolllo Duarle,
o qual depois da demora do ees-
tome seuira' para os portos do sol.
Recebem-se desde ja passageiros e engaja-se a
carga qne o vapor poder coodotir a qual devera'
ser embarcada no dia de suachegada, encommen-
d.s e dinhelro a frete at o da da sabida as 2
boras. Previoa-se aos Srs. passageiros qoe suas
oassagens s se reeebem nesia agencia roa de
Cruz n. 57, escriptorio de Antonio Luiz de Olive!-
ra Azeve-do & C.
mmm nmmem
Navcgaco
vapor.
DK
costeira por
Rio Forrooso.
O vapor Mamanguape,
eororoandaote Cosa, se-
guir' para o porto ci-
ma oo dia II do corrente
as 10 boras do dia. Rece-
be carga, eocommendas,
passageiros e dinheiro a
frrieno escnpi.irm no Forte do Malos n. 1.
COJIPAWHIA
das
Messageries Imperiales
At o dia 11 do corrente mez espera-se da
Europa o vapor Iraoeez Nacarre, o qaal depois
da demora doxostame seguir* para Babia e Rio
de Janeiro.
Para condicoes. freles e passageos trala-se ca
agencia rba do Trapiche o. 9.
GOMPANHIA PERNAMBUCANA
m
Navegago costeira por vapor.
Macei e escalas, Peoedo o Aracaju'
St-gnira' no da 13 do corrente
as 5 horas da tarde o vapor Po-
tengi, commandante Pereira. Re-
cene carga at o dia 14 as 3 ho-
ras, encommendas, passagent e
dinhelro a frete al as roesmas boras do da da
sabida : do Forte do Malos o. 1.
.


HE.111% El IIO
Pretende seguir com multa brevidade a barca
Despique II, tem dous tercos de seu carrega-
meoto a bordo para o resto que Ibe (alia tratase
coro os seus consignatarios Antonio Luiz de Oh-
veira Azevedo & C. roa da Croz n. 57.
Porto
Pretende segoir com a maior brevidade possi-
vei a barca portogoea Soctaf, por ter a maiar
parte de seu carregamento engajado, para o resto
e passageiros e para os qoaes tem baos commodos
trata-se com o con-ipnaiano Joaqnim Jos Gon-
calves Beltrao, roa do Trapiche n. 17 oo com o
caoitao.
Ilha de 8. Miguel
A barca poriogueza Parary, lem a mafor parte
do seo carregatneolo prorapto e para n resto e pas-
sageiros, para os quaes tem bellos comraodos tra-
la-secom o seu consignatario Joo do Reg Lima
a ra do Apollo n. 4.
P*ra a Baha
A sabir o mais breve possivei o palhabote na-
cional iProteciori : a tratar cem Jos Maria Pal-
meira no largo do Corpo Santo n. 4, prmeiro
andar.
Para Lisboa
Va sabir com brevidade a barca portngneza
Pereira Borges, por ler urna grande parte da sua
carga prompu, para'o restante e passageiros Ira-
la-se coro Oliveira Flhoi & .C, largo do Corpo
Saoto o. 19, oucom o capilao na praga do cc-n.-
merclo.
Maraniao
Segu com a possivei brevidade o palbabote S-
brateme, para o resto da carga qoe Ihe falta tra-
ta-se cora Jos Sa Leiio Jnior, a ra da Madre
de Ceos.
Rio Grande do sal.
Para o refeiido porto sahira' por eses 8 dias
por ler quatti loda a carga prompla, a oarca por-
tugueza Armina, par o resto que Ihe falla pode
iralar-se ocm o consignatario David Ferrerra Bal-
lar, raa do Brum n. C6, ou com o capilao a
bordo.
Para Lisboa

Oompaaliia aioeriuaua e bia&ileira de
p qne tes a tapar.
At o da 15 uo corrente esperado de New-
Yorlpor S. Tnoma7. e Para* o vapor amfricaoo
Gutdtng Star, o qaal d:pots da demora do cosa-
me seguir' para os pirtos do sol, para fretes e
passageos trata se com os ageotes Henry Porsler
"GQMPANHIAPERNAMfiUCANA
M
Nave^acao eos tira par vapor.
Fernando de Noronba.
A sabida do vapor Giquid,
para o porto acuna qoe oi-vu
ter logar oo da 11 do corra-
te, Bea transferida para qoao-
Oo for de novo anounciada.
Segoe cm poneos das o brigoe portogoei Coti-
tante I por ter orna grende parle do seu carrega-
mento prompla; par o resto e passageiros trata-se
poro Oliveira Filho & C, largo do Corpo Santo n.
19, oo-cora o eapiiBo na praga do ^omroerclo.
Porto.
S'gnir com toda a brevidade possivei, a vellei-
ra galera poriogueza Nova Fama II, por j ter a
maior parte do carri-gamenlo engajado : para o
resto e passageiros, aos quaes office ricos e ex-
cellirates commodos ; traa se coro Cunba Irroos
& C." a roa da Madre de Deus n. 31, oa com o ca-
pito a bordo.
Para o Porto
egne com a possivei brevidade *nr ler saa estiva
engijada o brigoe portuitoez 7Vtum>jAo : para ear-
II e passagpir.is trata-se cnni os consignatarios
Tbomaz de Aquino Fonseea & C, ma do Vigario
n. 19, Ia andar.
Para,
Para
segoe eom brevi lade o bem conbecdo biate
Lindo Paqule, capi;ao e pranco Francisco Rideiro
Bastos; a Carga que Iba falta trala-se com o seo
consignatario niondr de Almeida Gjraes, na ma
da Croa o. 23.1* andar.
Se?ae com maita brevidade o veleiro pataeho
Vetante por ter a maior parte d carga ja' a bor-
do, podendo ainda almittir a'gomas miudezas.
trau-se cem o respectivo consignis rio Antonio
de Alraeida Gomes, oa ra da Croz n. 23, prmei-
ro anndar.
Para u Rio Grande do Sol .aoira.' sem maior
demora portar aieoraa carga proa pa a barca
braslleira Pomhtnha, capilao Joaqaim Bernardos
de S raza ; recehe alguma carga a frete : para
tratar oo escriptorio de Amonm irmos, raa da
Cruz n. 3.__________________________
Para o Ro de Janeiro segoe com brevidade
o patacho brasileiro Graca, c da Silva ; tem. prompla parte da carga, e recebe
resto a frete, para o qae trat se co escriploris
de Amonm Irmos, ra da Croz n. 3.
LEILOES.
i >
COMPANI11A Pb'RR.iMBQCANA
DK
Navefaca* casteira par vapor.
Pafahyba, Ndta!, M*ea, Aracaty, Cear e
A carac.
O vapor lpojuea, commandan-
te Maruo-, t-Hguir para os por
ios afina oo da 18 do crreme
as fi horas da larde. Recebe car-
ea atoo di 14 as 3 boras da
lar, e, tur mal' nas, passageiros e dinheiro a
frete at as 2 tiir-s da tarde do dia da sabida:
eseriptorio no Forte do Hatos n. 1.
l Are I. Depois do meio-dia o lemploa s sa
abrirlo : prlraelro, e forera mairiifg oo capellas C**"r e BaraWBaO
coradas para a aaminiMratlo dos sacramentes j A esenna Georgiana um quasl lodo o carrega-
segando, para a celebracao das mlssas de madrn".- melo.f>ar* o resw qae Ibe falla trata-so com
gada, que s lerao lugar depon daa imee boras, Tas so Irmaoi.
LEIiO
De 3 cagas terreas novas sendo orna com sotio-
ediBcadas em chaos proprlos na estrada do eaca,
namenio p-no da e-ta;o dos triibos nrbaooa o
com terrenos ao lad>.
T-rca-Mra 14 de Janeiro.
Por intervengo do agente Pinto, em seo er -
criplono ma da Cruz o. 38.
De adnellas e aerteaorg para torris:
A 11 do correte.
O agente Oliveira fara leil> por ordem dos
consigoatarms do navio iniez Strsu AtnoHOunite
vlndo reeeoienieote de Neir-'iik; pi-r cuota o
rlgco de quera perforar e em presenca do Illm.
Sr. cnsul ae S. 11. Britaonlra, de poica de adu-
ellas e mals penemos para barricas qas foram
desembarcadas de bordo do mesmo navio.
Sabbado II do correnta
ao meio dia em ponto no armaren alfandefado
do Bario do Ligamento no Caes de Apollo.
O'iUaiaca do leilaa deceblag
O ageDte P--!aoa cuBtleoa boje o leitdo a c-
belas as mals novas do mercade, e em leles a
ventado dos compradores aa II boras rtlJWauii
no largo da escadioba da alfandega.
%
ILEGfVa 1


ml^J%JfW(S^nkmz^*%Mn ,fafMfrtfrfr,fl*a
AVI&0S:R$OS.
Atten$o.
Mailo m precisa rallar;coat,o$ abis mencinas
dos a Bflfoei da rauta sen interease, a praca do
Corno 9au> o> 17. t.*adar. ^
Anselmo Mariobo de Sooza.
Boa ventora Muwl do Nascimealo.
Francisco Jes* VUira Gaiemass.
Joaquim Pareira Camello.
Preparatorias para a Facul-
dade de Direito.
Jos Soares de Azevedo, profesor de
lingua e litteratura nacional no Gymnasi Joaquim Rapbael de Siqeira.
Provincial do Reetfe, Uiaaierlo^ms^uca- Loa^ffl,ty0s*'V9 VieiraGnimaraes.
sa, roa Bella n. 17: **[ "* Albergarla.
Um caras de Mogo. FMe; #%!!%&;&?oeU^
de Gengraphta e Historia ; '
de Rhetoriea e Potica :
de PbllMopMa.
09 estudantes que quizerem preparar-se
em quahjuer tiestas disciplinas, pdem di-
rigir-se indicada residencia, de roanbi at
s O horas, e de tarde a jualquer boro.
Criados
No eollegio-da Conceieao precisase de ora eo-
alro forro ou escravo e da ota srvanle escravo.
AMA
PMacisa-wda apa ama aa| ca]
familia : oa r
i
Franeise
?al a Earopa.
de
mjeraidJi^A. .
Anteare* ^efle, subdito-
Halla.
I
'*-

Aloga-se um segando an
ra da Imfteratrii n. 42 : a trata
ment do mesmo.
Na roa do Hispido o.
on comprar ama cas* terrea oa sobradj de ora
andar com eommodos para grande familia e que I
tenna bom quintal em cias propno.
*J. FERREII VILLELA
Precisase de urna ama
a. 70.
na roa de II irlas
Aula parrtenlar
Rosallna- de Miranda Henrkiaes Telxelra, aato-
risada cora o competente Ululo,que lu foi canee-
dido pela directora da io-iruccao publica, acha se
. com aula abara oa roa da Reda o 8. onde enci-
na a ler, escraver e contar, grammalica nacional,
como tambera a costara cbia a labyrlniho cbelo a
passado, a bordtr da ooro, de matiz, de troco, o
bordado branca em ponto de prala, e todos os pon-
tos de liia.
O padre V. Varajo, competentemente licencia-
do, eusios oas horas vagas' as disciplinas que
professa, cora especialilate grammalica nacunal
e aritbmetica : ua rna Bella n. 49, como por ca-
sas particulares. ,
Precisase de um caixeiro qae tenba praaca
de taberna : na rna da Panha n. 39.
'.....TP l. I II
Uro pedido
Pdde-se a qaem a':toa tres cbavlzlnhas em urna
argola de ac, as podera'.entregar na loja do Passo,
Regioo Ferreira de Oarvaibo.
Nurae Pessoa.
Manuel Vitaliuo Santiago.
Thomaz Aoasiaelo C. Pimental.
Manoel Cimillo.
Jos lavares Estima.
Jos Antonio de Alboqnerjue.
Antonio da Silva Angelo.
Paol.mo Accioll Canavarro Waoderley.
Jos Ribeiro da Silva.
Joo Bernardlno da Silva.
Joa iuiii) Perelra Va late.
Jo- Bernardlno dos Santos. ^ O padre Valeriano da Aletela Correa, ainda sob
Oiympb de Sonta G.lvo. a pressao mais dolorosa e pungente, vem dar nm
Manoel Joaquina Pessoa. leaiemuabo publico de agradecimenio aos Rvms.
Seoastiao Vaierianno. Srs. secretarla do bispado, vlgario de S. Jos, v|.
Antonio Jos Gomes Juaior. gario de Santo Antonio, gnardeao de S. Francisco,
Antonio de Olivelra Silva._____________^^^ 'religiosos do Carmo, capncbinbos e aos deraais
. No dia L de Janeiro d prozuno passado'an- eoo,p*D,ieiros a3er!,oles.S no desapparacea da engeabo Cacbueira da eomar- i R""18- Sr Antonio "de Mello e Albnqnerque,
ea de Santo Aotio, o escravo cabra, de nome Coa- tnristovo de Holanda Cavalcanti, Frei Antonio
rado, de viole e einco annos pooco mais oa me-1"8 Santa Rila e "ei ,orge e Santa-Anua Locio,
naveslatara regular, foi escravo do Sr. Lsoaardo nafrarla do Uvrameotn, irmaadades das Cha-
Bezerra Cavalcauto ; qaem della dar noticia queira *as Bl,m Parl e San,i c,iC',l do Carma, e a to-
levar. ao referido engeabo, que sera gsnarosamen- 'rias *8 derot's Psssois, com particularidade o Sr.
te recompensado. j Manoel Feruandes Chaves, que se digna rara assis-
~Preri a Jn .,1 m ... u rir P'^tar seas obsequios pessoaes oas exequias
._.Ar!cJ8a-sa de aii imiS- ana para cosloJnr | e meSmo durable a longa enfermidade e ultima
ia Augusta Casa Imperial
de Brasil
XPOSIpAO PIIOVINCIAL DE PER-
NAMBDCO E NA. EXP3SJC0 CENTIUL DO RI9
DE JANEIRO Em 186G.
Tem asoaphotograpbla, a mais amiga desta
provincia, na rna do Caboga o. t8, sobrado, com
entrada pelo patee da matriz.
fo
RitMOfi (OSHORlHi
ANOiR TERRIO
17 Ra da Imperatriz 17
lodos os das das 4 horas da tarde em diunte
Coa as pnncipaes vistas das cidades de todas as partes do mando, baialhas,
chicosrtrat,,s p'r Moi 0i syilequs c0010"- mm** edebru e todo o que ha de mais intereste n'este g
?^!^Ldl^?/tT^[^^ "rrerf a aprefiar tod'as a, coecoe, de
e ootra para engommir
aadar.
na ra Direita n. 26, !.
Precisa-se de orna ama para engommar para
casa de familia: a tratar na ra da Matriz da
Boa Vista o. 28, t. andar.
Guilberme Carueiro da Cuaba dec ara ao
respeitavel publico que, de boje em diaote se as-
agoaia de sna mal presada e nunca asss cborada
mi, Sjbastiana Mara da Conceicao, e de novo os
convida e a todos seas amigos que por esqnect-
manto deixaram de ser comprehaudidos no pri-
meiro convite, para asslstirem as aslssase memen-
to qae por alma da roesma flnada lera' lugar na
sexta feira 10 do correte, stimo dia da sna ?e-
por' Guilberma 'Caro'e'ro" da" cnbr-! ggf*C*0, n> 'reja do Paraizo, as 7 boras da mar
velra.
R-cife, 9 de
Janeiro de 1868.
'
qae sera' recompensado.
A mesa actual da contraria de Santa Rita
de Cassia convida a mesa elelta a tomar posse
sabbado 11 do corrente as 5 boras da tarde.
Maximino da Silva GusroSo,
Thesoureiro interino.
Precisa-se de um criado
mais servio de casa : na ra
73, 2* andar.
para compras e
do Imperador n
Os abaixo asignados declarara ao respeita-
vel publico e corpo d) commercio que teodo es-
piado o prazo da darago de soeieiade entre el-
les celebrado son a Snna da Marques, Gomes &
C, na loja de fazeodas da ra do Cre-pa de.-ta
(idade, Dea dissilvida a mesma sociedade e a
cargo do socio Jjj Jos Mrqi-s todo o activo
social e os deraais socios pagos de ?eus capitaes e
lucros. Recite 10 da jjuairo de 1858.
Joo Jos Marques.
ChriMovo Gomes Pereirs.
_____________Jo- Joaquim de F. Machado.
Collegio de 8. Francisco
Xavier
Para educa dos moninos
Estabeleciiio na grande e bem arejada casa
onde estava o Gymnasio, na roa do Hos-
picio n. 55, dirigido pelos padres da
companhia de Jess.
O Rvd. pidre director deste collegio scientiSea
aos paes dos seas alumnos e dos deraais qr/e qui-
zerem cooflar-lha a edacaco dos leus fiihos, que
nj dia 3 de fevereiro cjmi'caro a fuoccionar to-
das as aulas rtesta estabelecimeoto, achando-se
abertas ja' as matrculas.
Nesta sollegio recebera -se meninos de 6 a 12
annas para serem educados e instruidos as ma-
terias preparatorias das faculdades do imperio. A
imgua italiana, msica e desenbo sarao ensioadas
a pedido dos pais.
Hsverao meninos atarnos, meio-pensionistas e
externos.
Os internos pagaffp 405 me.nsaes, os meiopen
sionistas loji, e Oieiteraos -53 adiaotados.
Os pobres sarao admitirlos gratuitamente as
aulas do collegio, provanlo o estado de pobreza
com attest*co do parocba respectivo ou de outra
pessoa de f.
Para admissao do3 alumnos e para qaaesqoer
esclaracimentos trata se com o director do mesmo
eslabelecimento a qualqaer hora do dia.
Bernardina otoniT~Perelra~Basto3, porta-
gaez, retlra-se para Biircpa.
Precisa se de orna am com bastante leite e
sadfa para tomar canta de urna menina recemnas*
cida : no flra da ra da Concordia passando a
goiabeira qoarteirao do Mantelro terceira casa.
Marques, Gomes & C julgam nada dever a
pessoa alguma, por qualqaer tualo veacldo, a
veucer ou conta de livro, se porm alguem se jal
gar credr, queira apresentar a coola oestes tres
flias para ser immediatamenw paga sendo exacto
Pernambflco, 9 de janelre da i68.
Ama de eiteT
Precisase de ama ama que tenha bom leite para
amameatar ama crianca; na ra da Gafa o. 4i
1* andar. Namesma easa precisa si alagar nm
moleqaepara o servico interno e externo de ama
casa com pequeua familia.

. -f
Retratos em porcelana."
Retratos era talco.
Retrato era papel (diversos tamanhos.)
Rutraios para aloetes.
Retratos jiara botoas e para argolaa.
Retratos para cartas, em papel de escrever.
Ambrotypos com as cores ao natural.
niMu
a 9/J000 a
dB?i* deretratiis em carldes de sita.
Tem sempr^ um completo sortiraento de po-
dutos chin,icos para vender, assim como quadros,
caixinhas de papel, de narroqaim, de buMo e de
madreperol, pa8 simples e com rabies, esmeraldas e parolas finas,
cassoletas de ouro ele, appareibos photograpbicos
que se vendem com todos os preparas a dando-se
as precisas informacoes para se faze'rem vistas oa
retratos.
A photographU esta' aberta todos os das.
O Dr G. A. Raposo da Cmara, medico,
tem abert-j e sen escriptorio na roa da C deia n.
55, andar, orde pode ser procurado das 9 boras
da manbaa as 3 da tarde.
Precisa-se da um caixeiro para taberna na
ma ds Santa Rita n. .1.
vistas estas sero variadas todas as segundas feirai
p' 40S SUS. CHEFES DE FAMILIA
de i.m Sf! do e0l"da d direit?- am b8lla Prenda' havwd0 entre ellas
de sabido valor e as menores de quasi igual preco do billiete de admissao.
Ujntrada de cada pessoa 500 rs.
., .. j ? mu d njjrjpaairiaaa a
uesde ja acba-se aberta a concurrencia do respeitavel publibo.
muitas


O secretario da irmandada da Nossa Seoho-
ra da Boaviagem erecta na povoig'io do iceamo
nome, em virtule do art. li dos esiatutos, convi-
da a todos os irmaos a comparecerem no con.'i.to-
[rio da mesmairmandada s 10 boras do do correnta para em mesa geral >er eleito o jniz
qne t?m de fuocci;narno *nno di 1868 a 1869.
Secretaria da irmandada de Nossa Senhcra da
Boa-Fiagem 7 de Janeiro de 1888.
O secretarlo.
Jos Caetano da Silva.
Antonio Valentim da Silva Barroca.
Previne se ao respeitaval publico que pes-
soa alguma faca negocio de compra com a casa o.
46 sita na ra do Padre Fioriaoo, pertencente a
Joaquina Joi da. Silva Gau Jnior, pois que a
dita casa tem c m liccoas e quera a negociar lera'
de perder seu dinheiro. Recie 8 da Janeiro de
1868.
Francisco Jos da Silva Gaio.
Caixeiro
Um moco com habilitando para ajadante de es
cripiono ou para vender assucar, com mailo boa
letra, deseja se arromar, cujo d fiador a sua con-
ducta : qoem delle trecisar delxe carta fchala
nesta typjgnphia sobre inlciaes N. S. B.
Gabinete portgaez dcLeilura
Conselho deliberativo
Da ordern do lllra. Sr. presidente convocado o
conseibo para sessSo ordinaria, seguada-feira 13
do cerrante, as 6 1|2 h>ras da tarde.
Sala do conseibo deliberativo 9 de Janeiro de
1868.
Firmlno Antonio Sonto-Malor Raposo
Secretario.______
" POCO OA PANELLA
h esta do Senhor Bom Je-
ss dos Passos,
Para eonbecimento dos devotos do Senhor Bom
Jess, publica se o prograrama da (esta que ser
o seguinte:
O levantamenlo da bandeira lera' lugar sabbado
11 do correnta as 8 boras da noite, no meio de
canucos tirados e respondidos por senboras, com
acompaobameoto pela msica do 1* balalbo da
guarda nacional. O prestito sahira' da casa da juiza
e depois de um pequeo passeio, seguir' em di-
receo a matriz. Terminara* o acto pela ascenso
de um lindo balo. Em as noltes de 12 a 18 resar-
se-ba o setenario, havendo depois do setenario ver-
, sos, tambera lirados e respoodidos por senboras.
Em cada noile de setenario havera' balo depois
; do acto. A aurora do da da festa, dcmrago 19 do
corrente, sera' festejada com ama salva de 21
tiros.
A orebestra tanto por occasiSo da festa camo
dos setenarlos, sera* composta da escolhHos pro-
fessores sob a direcco do disliocto maestro o Sr.
Colas. A masica sera' a grande e bella missa deno-
minada Snfo Chnsto,
Ao Evaogelho pregara' o Rvm." Sr. vigario An-
tonio Manoel.
A' tarde a igreja consarvar-se-ba aberta para a
visita dos fiis que quizerem ir ali azer suas su-
plicas ao Redampior.
A nolte apos o Te-deam, qneiraar-se-ha um lindo
fogo de artificio, solan lo-se entao a^sim eomo de-
pois da fesia e dorante a urda diversos baldes.
, ferido de
profunda dor pala pagamento da sua presadsi-
ma esposa D. Mara Alexandrina de Reg Barro-
ca, agradece cordialmente aos seos prenles e
amigas, que se digoaram asslsiir ao memento e
acompaohar o cadver at o cemiterio, especial-
mente aqoolles que para este fim vieram do Mon-
telro eOiioda, e de novo os convida para os sof-
fragios do 7 dia que lero lugar sexta /aira 10 do
corrate, na igreja la ordem tercira de S. Fran-
cisco, as 7 horas da manbaa e do cemilerio as 8
pelo qae anda mais agradecido fies ra.
Convida igualmente aos Srs. sacerdotss para
ceiehrariM.i missas em ditas igrejas e capella*.
Precisa-se de um maoino dos ltimos chega
dos do Porto, para caieiro no paleo do terco n. 141
Ama de leite.
Precisa-se de orna ama de leite : na travessa do
Qoelmado n. 1.
Trilhos urbanos
Pede-se aos Srs. conductores quehajam de cum-
prlr com pootualldade a tabella cfferecIJa ao pu-
blico pela empreza, tendo era vistas o ioteresse
do mesmo as boras da partida, que sao sempre
atrazadas. Mlrem-se oa estrada do sul.
Um assigoapte prejodicado.
Rogase ao Sr. Francisco Camilla de Paul;
Pacheco, morador na villa do Cabo, o favdr de
apparecer na ra de Hortas armaiem n. 3, para
realisar o negocio qne nao Ignora.
Roga-se ao Sr. Sebastin Aceoll Saollagc
Ramos, qaa venga a' ra do Padre Floriano a. 7.
Precisase de ama pessoa de afflincadacon-
ducta qae seja trabalhador e activo, que tenha
pralica de taberna e qne entre com alguma qoan
lia para se Ihes entregar a casa de iprcco e
dar-se-lhes sociedada : qoeru estlver oas coodic-
edes rfirija-ss a ra Oiratta a. 129, para tratar.
Ao publico"
Lendo o abaixo assignado o Diario da terca-
feira 7 do corrente a relajio dos devedores da
dlzlma de chancellarla publicada pela recebedorfa
de reodas interoas garaes, deparon com nm nome
Igual ao do abaixo assignado, a vista disto (e pa-
ra evitar engaos) o abaixo assignado declara
qne de ora era diaota se assignara' Antonio Au-
gusto de Barros Crrela.
Recife 9 da Janeiro de 1838.
Antonio de Barros Crrela.
Aenco
o
Os abaixo assignados avisara a qaem possa inte-
rpssar, qae compraran) aos Srl. J.tao Evangelista
Gomes A C, aa fazandas que tioharaca Joja da
roa do Qoeiraado o. 2, esquina do becco do Peixe
Frito, como tambera a arraacao da raesraa loja,
para onda mudaram o sea estabeiecimento da la-
zeudas. ii
_______ Angosto Ociaviano de Souu A C.
Aloga-se am sitio na Ponte de Ucbd* junto
ao cmate n dador Jos Jaeoras Tasso, com se le
quartos, duas salas e quintal, grande baixa para
caplm, agua correnta, com maltas arvores da
fruto : a-tratar na raa do Vlgario n. 20.
D'ora em diante podem ser enviados pelos pa-
quetes a vapor da Real Companbia Brlianoica.para
quasi todas as partes do mundo; earlas, joroaes,
livros, amostras de mercaaorlas, etc., pagaodo se
previamente neste consolado o respectivo frete em
dinheiro ou por meio de sellos do correio hritanci-
co. Para o reino de Portugal sement podem ser
pagos de ante-mo, as cartas seodo o porte qnatro
pennies por cada quarlo de onca (duas oitavas) em
dinheiro esterlino ou sea valer.
Tambara se concedera ordens para dinheiro, nao
excedendo de 10 libras esterlinas, cada urna, so-
bre qualquer dos principaes correios da Graa
Brelanba e Irlanda mediante urna commisso con-
forme a tabella seguinte. Estas ordens podem ser
pagas em soberanos oa o sea valor em moeda
corrate deste imperio.
ORDENS PARA DINHEIRO.
Aoi.oio Aaoipnj Leii oo Mego convida aos seus
amigos e aos do Sr. Antonio Valentim da Silva
Barroca, para asslsiirero algumas missas que man-
da diaer na igreja mairiz do Corpo Sinto, por alma
da Exm.' Sr. D. Maria Alexandrina do Reg Bar-
ror-a. no da 10 do coronta 8 bnras da manh.
Jo Lopes Ferreira, eslabelecido com pada*
ria na ra imperial o. 3, de boje em diante assig-
nar-se-ba Jos Goncalves Ferreira Guimares, em
vinuie de baver outro de igual nome.
~ Troca-se orna hrait-i escrava de 16 anoos d
idade, recolhida, por om escravo preto oo mulato
que seja moco e da boa figura : a tratar a ra
dos Prazares nos Coelbos n. 22, das 6 as 9 boras
da maobaa.
' GAUIEUEIRA
Instraccao publica primaria.
Do dia 7 do corrente em diaote estar
aberta a aula publica do sexo mascolino da
freguezia de Gamelleira.
Colirio de S4 |edro g
O bacbarel Manoel Barbosa de Araujo fi
avisa ao publico em geral e aos paes de g
seos alomos om particular, que modoa ^
sua residencia para a rna do Hospicio, es
sobrado o. 26 e qne de boje ern dame a*
tomara' o seu collelro a denominado de J^
S. Padro. Ootro sim, scientifica a seus mt
alomos, tanta internos, como externos Sgj
que, do dia 7 do corrente mez em dame, jjg{
come?arao a funecionar todas as aolas 8
do referido estabelecirafnto sob a direc-
fai des meamos professores.
UVA DA IHPC2UATRIOS X. 14.
le noite haver sempre caf, sorveles cerveja etc. etc.
1 Precisa-se de ama ama para
no de nma casa de p.raca familia,
coser e igommar \ a que qolzer
do Amorlm n, 33 andar.
o servlco nter-
que saib> bem
dirija-se a* roa
Precisa-se d'nma ama para comprar e cosi-
nbar para duas pessoas; a' tratar no 1* andar do
sobrado o. 19 oa ra da Penha.
Na roa do Crespo o. 8 B preclsa-se de urna
ama para cosiohar e comprar.
Domingos Carpintero, Hospanbal, e;Iado*sol-
teiro, retira-se para Earopa.
Para as qa a n ti as nao excedendo 2...
de 2 at 5...
deSat 7...
> de 7 al 10..-
Consulado britannlco
dezembro de 1867,
Sch. Peo.
0 9
1 6
2 3
3 0
em Paroambuco, 12 de
MRITimOS
Beulmck W. Doylt,
Consol de S. M. B e agentadocorreio Dritannico.
Notice,
Letters, new^papers, Book-pareis, Samples of
Merchaodize, Paiti-rns, etc., may now be ssni by
the Brillsb Mail Parkals to maariy all parts of the
World, and cao be prepaid at thla Office eitber in
money or by meaos of ef Britisb Postage Stamps.
Letters onty ca be prepald for tbe Kingdom
of Portogal. The Britisb sea-rates oo lelters for
Portugal, Is fonr Penca for eacb qoarter o and
oounce (twe oilava;).
Money Orders.
Ara also issued at ibis confuate on aby of tbe
principal Post Offices in Greal Brltaln and Ire-
land at tha tollowia rate nf r.nmmioo.
ca
a
'
Alnga-se ama casa na ra Augusta n. 56,
com re* quarto?, S sata?, quintal e cacimba : a
tratar a ra do Vlgario d. 2o._______________
" Alaga se nma iscrava para cosinbar e azer
o servigo Interno d easa de familia : qoem pre-
cisar dlrija-se em Santo. Asuro ao sobrado jauto
do cenHerio iojlM.__________.
Muita atteDQuo.
Coslnha se para tora, com todo-o asseio e premp
tidn, commidas moito bem failas eom iodos oa
adobos aacessarlos; daado-sa looea e todo o ne-
censado a mandando-se levar as casas que qolze-
rem. la roa aatnita do Rosarlo n. 19, 1 atada*.
m!5ic??* Md^^aaaoaad povoatitfUe Gamelleira, multo proprla para nego-
cio por aer ua roa da EstacSo e ter a mesma ar
znacao para negocio, e vende se por barato preco.
Precisa-aa aa oaa aenHmaam JiajMai m~
dara: da roa 4a teMxaaiU a. SO
a
I
g.
tu

9S
a
fas
6
6.
a a
=5
<
d
3
Si

S d
3. 0.
NoStngle.
ESTIUDA DE FERRO
DO
Kecife ao Sao Francisco,
AVISO
Pe'a superintendencia desta esUada de ierro se
faz publiee, qne segondo o regolamento vigeote,
para a percep$o de armazaoageos descootam-se
os dias de chegada e eotrega das mercalorlas e
que serao contados os deoais dias qae deoorrerem
quer uteis quer domingo oa santificados, nos quaes'
estaro Igualmente iberios os rmateos para a en-
trega daa mercadorias.
Consiera-se diafda chogada aquella em qae for
a mercadorl* descarregada al o meio dia, con
tindo-se do dia segute. para as mercadorias des-
carregadas depois desia hora.
Outrosim, se faz publico qae do da 13 do cor-
rente em dunle nao sera' mais permetlido tirar
amostras da assucar dentro dos armazens das es
lacoes. A compauhia transportara' gratis pelos
trens de carga as amostras qaa acompaobarem o
assucar constante que estas nao excedan, a 500
grammaa de cada qualidade de asquear.
G. a Mtnn.
Saperlptendente.
Villa do Cabq, 9 de Janeiro de 1868?
fyuijois for Money uraers may oa maue ei
tber ia Sovereigas or their equivalen! lo tbe Pa
per Moaey of the Empire, at tbe correal rale of
Ezcbaoge. .
Brltsh Consulate. U
Pernambuco 12 da dezember de 1867.
Beotlncck. W. Doyle.
H. B. Ms. Cnsul & Britlsh Packet agente.
ri
Preclsa-se de nma ama que saiba cosinbar
comprar : a tratar na roa Nova n. 32, segando
andar. fcVWhft aft f
* Preeiea-se de am etiteira qaa tenha arafic
oaiifcc
ca
de taberna e qae d ooabaeimeato de sua conduc-
ta : na ra do Rosario da Boa-vistt a. 43 ataja o a
da roa do Aragao._________ ___
de
m
. Aiaita-ae oa sitio aa tarada, de Joio
Barros com bastantes eommodos para a
de familia : a pessoa qae pretender
Altencao.
No dia 7 de Janeiro de 1868 fugio da villa do
Pao d'Albo, o ascravo de- nome Benedicto, crioulo,
com idada de 20 a 22 annos, pooco mais oa meos
pertencente ao abaixo assignado, com os slgnaes
seguales: cor fulla, altara regular, om pooco
seco do corpo, sem barba, rosto redondo, tem urnas
mareas de queimaduras pelos peitos, urna oa bac-
ca do estomago e ouira em om braco ; como Um-
bem tem no rosto qae poueo se divulga por ficar
as marcas das queimaduras qne leve oo rosto
mais prelas do qae a cor oatoral, falla descaoca-
do, fot vestido com caica de brim parda grosso,
camisa de chita branca com pintas encarnadas,
cbapdo do Chile ja* asado ; descoofia-se qae esteja
no Recita por lar sido encontrado na ponte do rio
S. Joo oa talvez seguira para Santo Aolao ou
Santo Amara de Jebeaio; soeede-se ter ido as-
>eflt>r pr.ca coma voluntario : portanto recom-
menda-se as pessoas encarregaflas do reerutamen-
lo, as autoridades paliclaes e capitaes de campo a
apprefcensio da dte escravo, que sera' generosa-
mente reeompeneado, podeodo entregar ditoes-
era vo aos Srs. Sa', Amenm di C, a' rna do Livra-
melo o. 6, oo em Pao d'Albo. Protestase desde
ja' com lodos os rigedores das leis do imperio con-
tra qoem o tirar acoitado.
______Juaqolm Cavaleaate fle Albaqaerqoe.
Manoel Jos de .Albiqrjdrque Mello, profes-
tor ptrtieolar da iasteaeco.elamentar, provsaj.r
dtela directora da iasireteao publica, faz cen-
le aos paes de seos alomaos e a qnm mais preci-
sar! qne abri a sna anta no dia 7 do correte
atea, no pateo do Tergo n. 141, segundo andar,
onde se poderlo entender com o anounclaole : ou-
tro siffi tambem racebe peotlonistaa,
DOXTRA FOGO
A companhia Indeminsadora, estabelecida
nesta prafa, toma seguros inaritimos sobre
navios e seus carregamentos e contra fogo
em edificios, mercadorias e mobilias: na
ra do Vigario n. 4, pavimento terreo.
Os abaixo assignados fazem scientes ao res
peilavel pnb'ico, com especialidad* ao corpo do
coramercio, que compraran) ao Sr. Guilnerme Ji.-
de Sooza a sua tabe oa, sila no pateo do Carra
n. 13, livre e desemharacada de qualquer debi-
to. Recie, 3 de fahairn o 18 S.
Joaqum RotitQues da Cosa Sanios.
Manofl de Araujo.
mm\wm~
ROS AR.-i.?AaES
16-Rua da Cruz-16
Ha diariamnte neste estabeiecimento nm sortf-
meoio de doces para cha, po-de-l, bolos ingi.-z-.-,
podin, flanbre e pastis de diHerenles quali
dades.
Viobos Anos de todas as qualidadas, concervas
licores, etc., etc. Recebem-se encommendas de
trabalbos proprlos de pastelera para grandes jan-
lar s, bailes, casamentas e baplisados, baveodo
para tssa eofeiles antlogos, rj nlejas de boliohos,
tanto de armaQo como sem ella, pao de-l de-
corados, seceos e oulros bolos da muiuu-especiaes
differeotes.
O dono deate estabeiecimento tem resolvido
sQbstTtuir as bandejas s armacSa de ppela > e
de folha, por arroacoss de as socar, competente-
rbenW decoradas, tanto para a pfiviaeia como
para fra. Ce rao as tniommendas bem aeondicio
nadas.
Tambera neste mssrao estabeiecimento compra-sa
pevlda de melancia (rxIOlo).
A quem tomou
na tarde de i, do corrents do andar do sobrado
n. 28 da rna do Qalmado. nma menina deltoo a'
rna om breve de setlra cOr, de ro'a, com fita de
deitar ao pesccgi da mesma cor caja fila de om
lado franjada, seodo visto a apaobar-se por am
moleque qne tornea a direegao da roa do Bjangel;
pede-se a quem o tomou ou dar noticia e o quizar
restituir, dar parle oa casa cima que se recom-
pensara' bem.
Entrada
ra
RESTARANT A LA CARTE
geral ra larga da-Rosario n. 37 e para familias
estrefa do Res3rio n. \ A
Rur/m. al!!l|C0-G*r1rr,d0 Hermaj10' Proprielarios deste grande e.-tabelecimento, com a cheoada da
Europa do p ineiro, fem o prazer de anounclar aos seas amigos e frettuezes aaa Jarham r.u -
oo mesmo estabeiecimento, ociosos por ver todos os seus oarochunoV tanto nr, Jla,'M
de ootras provincias. Os propietarios tem fallo todo TSSStStiS^ aaS ffii*!S ?
35. ihS'>edeS aCb"0 ^ commodidadada 'JSSZ^SB'^Z Vv*T
para reSeS* "*" leUarI ***** Dacio>e estrangeiros, na mesma tala ba om magnifico piaoo
Cmese.a mesa redonda a la carie e manda-se domicilios
Os vlnbos mais finos do mercado acbam se no estabeiecimento
A nolte ba sorvete e refrescos, caf, cha e chocolate a loda a "hora
MITO MAIOR VANTAGEM
O bem conhecido COIM(ll0 ^ OURO
Calinga paga mais do qae ootra qualquer pessoa peder' pagar
IFd 13, assin, como ja- tem dado tD(as provas e cfr.rec9 suas
que outro qualquer.
as
n. 2 D roa do
inoedas de ouro
e
joias por menos 20 por cjnto do
A escola publica da 1* cadeira de iostrocciSo pri-
maria para o sezo femenino, acha se abena na ra
segundo andar.
do Imperador n 16,
O major Loareneode Albaquerqoe Cavalcan-
ti faz sciente ao respeitavel publico que o sen en-
genho Verde de Cima da freguezia de Bonito, de
hora em diaote passar-se-ha a denomiuar-se Me3-
rim.
Precisa-s
de um menino de 10 a 12 annos, qae saiba ler, e*-
cfever, e que tenha pralica de caiseiro ; oa ra
do Livrameto n 36.
Precisa-se de nm meorao
taberna, dos ltimos ebegados :
Seuzala-veiha n. 51
para oaizeiro de
a fallar na roa da
Aloga-se ama escrava para o servico de casa
de familia : a tratar na ra Imperial o. 1, seguo
do andar.
Precisa-se de urna ama para comprar, cos-
nhar e mais servico domestico : na ra Bella Da-
mero 40.
de cozinha.
Precisase para casa de familia de orna ama de
cozinha, prefenodo-se escrava : a tratar na roa
do Crespo n. 23, loja.
Precisa se de ama ama
roa de Hortas n. 88, sobrado.
para cosinbar : na
Waraa "
METHODO CaSTILHO.
Manoel Jos de Faria Simes, professor
particolar de tostraccSo elemeutar pelo me-
tbodo Gaslilbo, avisa aos pais de seas alum-
nos e ao reipeitavel pnhlico, que est aber-
ta a sna aula, desde o da 7 do corrente. Da
ra da Praia d. 59, segundo andar. Na
mesma aula se recebe;n peosionisias e meios-
pensionistas por precos commdos.
Os abaixo assignados fazem sciente ao
respeitavel pnbli'O, e especialmente ao cor-
po do conimercio, que desde 31 de dezem-
bro prximo passarj gavelmeote I sociedade commercial, que ti-
nbam na loja deazenda sita ra do Quei-
mado n. 4, cuja sociedade gyrava sob a ra-
zio de Narciso Irmao & C.; tcando a cargo
dos socios, Joaqun) Jos da Silva e Fran-
cisco Nunes da Silva, o activo d mencionada
flrma.
Recite, 7 de Janeiro de i868.
Narciso Jos da Silva.
oaquim Jos da Silva.
'rancisco Nunes da Silva.
"31" Ba Direita~31
Neste est beleclmento se acha a' venda om bello
sorti ment de rendas e bleos de pon los de croch
dos memores gostos vindo de conta propna, por
1830 pde-se veqder por preijo moito cemmodo qae
em qualquer ootra parte, veodendo se tanto em
GRANDE HOTEL BOR-
DEA IX
Reslaorant fraileis, caf e buhar
4iRa larga do Rosario44
Neste estabeiecimento achara" sempre o respei-
tavel poblico comidas a qoalquer ama bora com o
melhor acelo possivel, e por sso nao lem poopado
as despezas,tendo mandado vlr om exceliente co-
zlnbeiro. Enearrega-se mandar comidas para f-
ra, e faz-se qoalquer jamar de encommenda ; o
poblico achara' neste estab-lecimenio quartos para
dormida. O done deste estabeiecimento espera
desde j a concarrencia do respeitavel puhlico.
Precisa-se de um caiielro com pratica de
taberna, de li a 16 anuos : na roa larga do Ro-
sario o. 31.
O abaiso assignado faz scieoie ao publico e
com esoeclalidade ao corpo commercial, que do 1*
de janeiro deste anuo tem dado ioteresse ao seu
caixeiro Guilberme Francisco Paredes Porto em
sen estabeiecimento da fazendas a' rna do Quei-
mado o, 23, seodo a firma social Maia & Porto, e
sob respoosabilidade da mesma Arma fica a liqoi-
dacao do. activo e passivo. Recite 7 de jaoeiro de
1868.
Amonio Ferreira da Silva Maia.
~ FESTAS
Presente para meninos.
O Alphabeto Portuguez Ilustrado, con-
tendo primeiras nocoes de religiSo, urbani-
dade e historia santa: 1 elegante volutne,
coto numerosas estampas.
lg0O rs.
LIVRARIA FRANCEZA.
Escola de meninas
D- Maria Augusta Serpa, competentemente habi-
litada pela directora gera' da osiruccio publica
abre a ra da Conceicao o. 31, urna escola particu-
lar da meninas em queeosluara a lr, escrexer, e
contar; graram3tica portugo^za, historia sagrada
anihmeiica e principios elementares de geome-
iria ; costuras de todo o genero, comprehendendo o
labyrlniho, o ponto de marca,o bordado d> braoco
de seda, da ouro de prata, da matiz, de frco, de
missiogas, de cabello, era paono, em papel, em
palba, era lalagarca, ete. Trabalhos de la e pomos
o crochet: toucas, sapatinhos, tipetes. Flores de
panno de laa.de papel, etc. A escola abre-se no
<"a >o do presente roez de Janeiro.
Uaximiana Mara de Jess, abaixo assigoada
moradora do povoado de G.malleira, onde tem
aberto um pequeo esiabelecimenlo de molbad. s,
az sciente que nesla data tem autorlsoado por
urna precuracao bastante ao Sr. Falix Cavalcanta
de Albuquerque, para que em seo Doaie possa ira-
lar de lodos os seas Degccios, podeodo comprar,
vender, receber, paaar e fazer qualqaer tranacao,
(para que) digo aceitar letras, pois para todo isto
he concedo illimltados poderes, pedendo com o
mesmo se entender quem quer que com a abaixo
assignada tlver qualquer negocio. Gamelleira, i
de Janeiro de 1868.
A rugo de Jlaximiana Maria de Jescs
Carlos Lenides do Reg Barros.
Jos Goncalves da Silva.
Ar.ionio Jorge Bopes dos Santos.
Precisa-se de orna ama para conhar para pou-
ca familia; na rna da Cadeia n. 9, loja.
Aloga-se o s brado a' roa da Aurora n. 12
casa terrea a* roa da Uniao o. 30 C, e o segondo
andar e soto da casa n. 37 a' ra do Imperador :
a tratar com Luis de aloraes Gomes Ferreira.
Nova festa de rs. sT da CoceicoT'feila pe-
los artistas na igreja de Saoto Amaro, na villa do
Cabo, no dia 12 do cqrredte.
No dia 10 a noile sahira' a bandeira, passando
em. diversas roas desia villa, encontrando os es-
pectadores alguos bosqaes, onde delles apparecer
nma moca recitando uos versos, sendo ditos ver-
sos produecao do Sr. Palhares, caja capacidade
tao coobactda na sociedade, que nos despensa di-
:er qualquer cousa a respeito : e do carro que
leva a bandeira um anjo responder' para o bos-
que.
A'ista disso os artistas do Cabo contam cora as
preseocas dos passiantes do Cabo para o brilban-
tismo deste acto religioso, onde os seus encarre-
gados nao se nezaraoa trabalbar para a exec-ncao.
das
Alnga-se
Alnga-se nma casa sita na Ponte d'Uchoa a mar-
como a retabo em peciuba de 10 varas, gem do Capibaribe, eom vheiro e baixa de capias,
da manbaa as S da tarde.

, a tratar na roa do Vlgario a. 31.
'
Oilegk) Concedo
No dia 8 do corrale brem-s* as sa-
las de primeiras letras, lat m, fran?ez,
inglez, geometra, geograpbia, pbilosopbla
e rbetorica.
MRk
nma
Precisa-se ee ama ama para o servio V
so pessoa: na rna da Croa a. 16, 2 andar.
O abaixo assignado participa ao poblico qa4
dMioi nesta data de ser cobrador da casa do Sr.
Henry Gibsoo, testamsnteiro de sea finado pai.
Recita 9 de Janeiro de 1868.r __
BazilioLofi Coelbo.
AttenoSo.
N. 2 i Roa do LivrameDto i. 2$
Deposito de (amneos e calgado nacional da fa-
brica da ra do Jardlm n. 19, de Jos Vicente Gc-
dinbo, tanto oo deposito eomo na fabrica seapromp-
tam todas as porches d calcado o mais barato
possivel, esta fabrlea tem todas as machinas pro-
priaspara os calcados ja bem acreditados pelo
graade numero de fregaeiea qae daqai se for-
neeem.
.A I! -a BOJ *.* *i}i-f.a : *
.-r



tari ie pernafc&S1- SeiC* Mra 10 4c Metro de
18C8.
*_

ARMAZEM
DO
VAPOR FRANCEZ.
;BUA NOVA H, 7.
Acaba da cnegar de Pars i este estabelecimen-
lo um grande e escolhido sormen'.o de calgado
Oos meHio;es fabricautes daqtrlla grande prac,
assim como grawle variedad* de quinqullhirla e
de novos hrinq' edos para emolas, cojos arligos
Mlacbam etpastos a escofca e vootade dos cea-
pradores, emo sejam alguos que passamos a
meacionar,
l'Htwa moda
Ricos ceapeosiohos de gosto para senboras fei-
tos ao eepricho de asa grande modista de Pcris.
Bolinas para se atieras
de setia branco, daraque dito, pretas e de ostras
ereates cores eofett.das a rigorosa moda.
Botinas para meninas
te maitas qaalidades bem sortidas.
Brseos de enro
da Ve i a oltima moda dos Campos Blizios e boule-
vars de Pars, para seoboras e meataas.
I.v3s de pellie*
do wdadeiro fabricante Jouvln, brancas, pretas *
de outras diferentes cores.
Leqev.es
om eseolbids sortlmealo de leqaes de diversos
gustos e qaalidades.
Perfumarla
finos extractos, banhas, ot s, pos de arroz, aga
da cologue, agua Qcrida e (abnete!1.
Impeliros
de dHTerentes tamtnbos e gostos para salas, gabi-
netes e pequeos mocadores.
Catalanas de coslnra
de novos modelos ricamente guarnecida* e c
lindas pegas de musir.
Delicado presente
bokinhas ecestiBbas de seda e de velludo me
importantes para hraco de meninas passeio
Chapeos de sol de seda
de cores e mnlto be'los para senboras e meoii
. Ronquis d exposicSo
delieadts booquets de flores de porcelana com lin-
dos jarros para mesas de salas e santuarios.]
Lunetas
ie afo, tartaruga e (btalo.
Oculos
de seo, bfalo e de prata doorada.
Blcas bengalas
de canna verdadeira com ca.-iao primorosamente
yabalbados en marfim, compradas na eiposico,
Chicotes para passeio
moito finos de balea e cabo de marfim.
Oleado para mesa
de mallo boa qaslidade, novos e bellos padrees: no
armazem do Vapor, ra Nova n. 7.
Para tollet
tjeetos de pbantasia moito bellos para tollet
Coques
ebegados de novo a aluna moda.
Blces alfolias
de velludo e de marroquim para retratos.
Esterescopos
eom lindas pbotographia* transparentes.
Estampas
de figura?, paisageos, cidad e de santos.
Moldaras douradas
de diversas larguras para quadros.
bai-jonr
(vara candieiros e lauternas de piano.
Cosmoramas
grandes e pequeos com 50 ou mais vistas esco-
midas a' vontade, muito pittoreseas.
Bealljos
pequeos, de quatro e seis pegas de musir.
Aecordions
t concertinas, o que ha de melbor oeste genero.
Callas de rame
de varios precos e lmannos para passarinbo.
Bolinas para bomem
grande sortln ento bem escolhido ern Pars.
Botlaas para meninos
de amitos modelos bem sonidos. jt
Sapa ios de tapete
de charlte, de tapete avellndados e di tranca de
Lisboa para homeos, seoboras e meninos.
Botas rnsslanas
Perneiras e raeias perce.rs?.
Mantas de feltro bonitos padres.
Chicotes fortes compridos.
Lavas de fb da Escossia.
Carteirlnbas para dioheiro.
Saceos de tapete p.-ra viagem.
Malas e boleas sortidas.
Pooteiras para cbarutos e cigarros.
Charuteiras e cigarrelras de palba.
Caximbis de bonitos modelos.
bravatas -retas e de cores.
Gordas para violo.
Bengalas para bomens e meninos.
Bscovaspara cabello.
Escovas para dentes.
Fentes de marfim para tirar c-spas.
Pentes de tartaruga de desembarazar.
Abridores de I uvas.
Tesoorinbas delicadas para costura.
Caivetes finos com tesoorioha.
Meias de fio da Escossia para hornera.
Yenezianas transparentes para jaoellas.
Juadros pequeos para retratos.
Pares de lindas figuras peqnenas de porcelana.
Jarros mu peqoenos de porcelaoa.
ojelos de porcelaoa para botar nacha.
Taiberes finos para meninos.
Objectos de mgica para divertir familias.
Pbutcgrapbias mgicas.
Globos de papel para illominaco na campo.
Casimbas de vlmes para meninas de escola.
Ceixinhas de msica e reajeijos para meninos.
Vetas a gas para caodieiros e candelabros.
Carrmnos de quatro rodas para condozir crianca
Bonecas de massa, de cera e de porcelana.
Bercos e camas com cortinados para bonecas.
Cabnolets e cavallinbos de madeira com machi-
qsjoo para meninos de 3 a 8 annos montaren)
Para presrpes
Eguras para ornar presepes, casinbas, animaes,
pastores, e ontros multes objectos proprios.
Atteocao.
Mi sendo possivel mencionar-se aqui todas as
qaalidades de calcado, nem todos os arligos de
qaraquii haras, e moito menos da grande vare-
dade de novos brioquedos; pede se ao publico om
passeio a este estabeleelmento, certo de que en-
contrarlo bastante paciencia para bem eseolherero
o ene desejarem comprar, e precos baratissimoe
em vinude de baver m todos es.es artigos grande
qoantidade, e terem sido comprados mesmo na
Baropa pelo doao do airo esubeleoimento, arma-
i do vipor, roa Nava n. 7.
| CiUafitt lSIT
45hia lireila45
Chega, gente!!!
Borzegoins ingleses para homem a >.
Ditos (raaeexes dem a 5\.
Borzegains para senhora, enfeltados, a 4f.
Ditos para menina, dem a 31,
Sapaldes inglezes para bomem a 4j.
Ditos americanos a 3#500.
Chinelas do Porto a 11600.
t3apitos-tranca para senhora a 11280.
Ditos avelodados, Idem, a 11280.
Sa palos fraucetes de salto a 31.
Aproveitem emqoaBto tempo.
Seguro contra tbgo
Antonio Lnlz de Olivelra Atevedo & C, agentes
da compannia Pidelidade, esiabeleciaa no Rio de
Janeiro, tomam seguros centra fogo em predios e
aercadorias, em sea escriplorio rae da Crui ca-
mero 57.
Ka praga da Independencia n. 33, luja de
ourives, compra-se ouro, trata e podras preciosas,
e tambem se faz qualqucr obra de eacommenda e
todo qualquer concert.________^^^^^^^


Troeam se
ts notas do banco do Brasil e das calas filiaes-
ea descont moito rasoavel, na praga da lnde,
oendencia n. JM.' ..._____________________
Da'-se 801 a premio, eam bypotbeca em
fcem de raz de dferado valor sesta cidade : a tra-
ur na raa da Imperatru loja n. 28._____________
Aluga-se a casa da ra da Florentina n. 2 :
a tratar na taberna do largo do Paraito n._l6.
Alaga se o 3* andar do sobrado n. 1 da ra
Imperial ; a tratar no 1* andar. ____________
Chocolate vermicida
DE
Antonio Nenes de Castro.
Desde 1837 que sao as tabellas vomicidas
applicadas a Portugal, como o remedio
prompto e efficaz para a expulsao das lom-
biigas, que lao graves padecimeotos causam,
e que quasi sempre se suppde ellas a or-
gem.
Este virmifugo preferivel a qualquer
outro pelo seu agradavel paladar e fcil ap-
plicacao s cnaogas, as quaes geralmeote
sao mais atacadas de semelbante mal.
Copeiro
Precis-se de om bom copeiro para casa estran
gelra : traa-se a' roa do Vigaiij n. 2, escrlptorlo.
A empreza do gaz desta cidade desejanJo facilitar geralmente o oso do gaz na
casas e estabelecitiientos particulares, offerece desde j as seguiotes vantagens:
1." Urna reduegao coosideravel nos precos dos caaos, toparemos e tolos os mate-
riaes pn cisos para a iustallacSo deba luz.
i. O gaz fornecido boje de extrema pureza e tito offender a prata, o broDze
ou outro metal differente, assim come aeabam damno poder causar s pinturas, quadros.
ornamentos, papel de forro mais delicado que seja, toraaodo-se ao mesmo tempo to sau-
davel e mais econmico outra qualquer luz, j conhecida, aQnal, evitar tambem a obs-
trucc3o dos canos e tobos dos apparelbos.
3.' Os apparelbos existentes, como lastres, arandelas, bracos de vidro, de bron-
ze, etc., etc., sao proprios para os sennores que preferem luxo e elegancia, como para
os que necessitam simplicidade e economa.
4.* As pessoas que qaizerem collocar o gaz em seas casas podem dirigir-se i em-
preza, a qoal se eocarrega da collocagao de todos os apparelbos, canos, etc., tomando toda
a responsabilidade pelo pe feiio cumpriment do masmo, ou por outra, podem empregar
qualquer maquinista reconnecido pela empresa, sendo o mesmo maquinista responsavel
pelo mu trabalho.
5.a A empreza obriga-se ainda a reparar gratuitamente qualquer falta de luz,
obstrucelo de canos, etc., devendo o consumidor pagar somente as pecas novas que forem
precisas para o mesmo concert; qualquer reclamado que possa baver, ser dirigida ao
escriptorio da empreza raa do Imperador n. 31, alim de ser logo providenciada. a
ESPECIAL HOMEOPATHICA
DOUTOR SABINO 0. L PINHO
HIJA \OVA IV* 43.

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Si: 8 Ja -Ra do CabagX. S A
Os propietarios deste estabelecimento offerecem ao respeitavel publico
um explendido e variado sortimento de joias de ouro ebegadas recentemente
da Europa, cojos modelos sao novos e de bom gosto como sejam: pulseiras
com perolas, rubins, esmeraldas e brilbantes, brincos da mesma forma, aunis
de pbantasia, proches para retrato, etc., etc., botes de coral rosa para p^ito
de camisa e cacoletas com retractos.
Compra-se e recebe-se em troca ouro, prata e brilhantes pelo seu en-
trinceco valor, assim como moedas nacionaes e estrangeiras. Tambem se en-
combem de fazer concertos

,
AgostMo Jos dos Santos
^#Kfirttt m^,
Neste importante estabelecimento se acba
todo o que necessario para a pratica da
llomeopathia.
Medicamentos em glbulos e em tinturas,
preparados com a mais escrupulosa exacti-
do por meio de machinas especiaes.
Garteiras portaleis contendo os principaes
medicamentos em glbulos 10, -06,
304, 403, 50^ e 603, [conforme a quanti-
dade de tubos.
Gaixas de medicamentos em glbulos e
em tintaras de 803, 1003, 1203 e 1503
rs., segundo o numero dos vidros e de to-
bos.
( Estas caixas sao mui uteis aos mdicos,
sennores de engenhos, chefes de grandes
familias, capitles de navios, e em geral
todos que se quizerem dedicar pratica da
homeopathia.)
Cada tubo avulso custa.......13000
Cada vidro de meia ooca de tintura. 23000
Vendem-se glbulos inertes, tubos vasios,
vidros para a preparado das dses, etc. etc.
Escovas elctricas para tratamento das
molestias nervosas, principalmente para as
dores de cabega.
Apparelbos de lavar os olbos no trata-
ment das opbtalmias.
Apparelbos de injecgo para o tratamen-
to de certas molestias das mulheres.
Cha preto e verde de excbllknte quau-
dade para aso dos enfermos.
Yeude-se igualmente o Tnesouro ho-
meopathteo ou Vadc-mccum do
homeopalha (obra incontestavelmenie
tndispensavel todas as familias, pela clare-
za, com que ensina a empregar a nova me-
dicina), preco 203.
(Em porces de 50 ejemplares faz se o
abate de 15 por cento.)
CONSULTORIO HOMEOPATIIICO.
d consultas
horas da ma-
l Dr. A. S, Pereira do Carmo (medico)
est morando no sobrado n. 12 da ra da "
Imperatrls.
Istu que pechincha.
Fazendas com toque de a-
varia-
Madapollo de 102 flnoa 65.
Dito de i idema Si.
Algodozioho Baoa 2$.
Ditoa 35.
Camisas h 3J3C0a 2>.
Baldes de IJ a t&.
Salas de 62a 32.
Toalbas de 12500a 800 rs.
Seroulas de 22500-a I2o00.
Endites para cb-ca de 52a 22.
Cbirpos fle opa baixa de 520 a \&.
Na ra dos Qaarteis n. ti, lija de espado do
Vlanni.
N, 2 largo da matriz de Santo Antonio n. 2.
RETRATOS A OLEO
Temos a honra de partecipar ao respeitavel publico a volla do Sr. Alberto Hens-
chel que foi Europa com o duplo fim de se por ao correte dos mais recentes pro-
gressos da arte photographica e adquerir para o nosso estabelecimento mais um ar-
tista de talento.
O Sr. Alberto foi summamente feliz e conseguio engajar um destincto pintor de
retratos, p
SR. CARLOS ERNESTO PAPF
membro honorario da academia real de pintura da cidade de Dresda, e do qual a repula-
gao bem fundada nos autorisa a erperar prodoc5es ootaveis no sea genero de trabalho. MEDICAMENTOS PRESERVATIVOS.
Um progresso immeoso ltimamente execatado na pbotograobia, um dos mais .
importantes consiste n'arte de obter retratos em tamaoho natural, fixando directamen **m quaesqoer epidemias o Dr. Sabino
te na giandeza que se desaja, sobre a tela do pintor, o retrato photographado, por meio 'az distribuir gratis s pessoas pobres, i
Precisa-se alogar urna boa escrava para
serpeo interno de urna casa de pquea familia :
tratar na roa da Cadeia, loja o. 7 ; paga-se bem.
O Dr. G. A. Walbaum, medico, tera o sea es-
ertptono a' ra da Cadeia o. 36, segundo andar,
oade i consultas todos os das de 8 al 10 boras
da nuobaa, el at 4 boras da tarde.
MnrM Power Joustuu Atompaabit
Ra daSenzala Nova n. 42.
ASINCIA DA
FundlcSo de EiOW loor.
Madrinas a vapor de 4 e 6 cavados.
Moendas e meias moendas para engenho
Tanas de ferro coado e batido para enge-
Abo,
Arreios de carro para om e doos cavalloa
Rategios de oaro patete inglez.
Araios americanos.
Maobinaspara descarocar algodio.
MetoM* para ditos.
Machinas de costara.
dirlto da aa par aovo d
wmmmmmmmmi
Educagao primaria e se-
cundaria.
Na nslitoico de Jen nymo Pereira Vil-
lar, na ra larga do Rosario o. 22,nao s
se eosinam as materias queconstiinem o
curso regnlar de pnmeiras letras, como
as disciplinas preparatorias para a facul-
dade de direilo; cojas aulas estaro aner-
tas do da 7 do presente Janeiro por diaote.
de um instrumento especial chamado : cmara solar de acgmentaco.
P< r esta forma o talento e o saner de om artista bab maravillosamente se-
cundado pela precisao absoluta e infallivel dos contornos e das sombras que ibe pe a
pbotograpbia sobre a tela, e ludo se rene assim para se alcancar o maior grao possivel
de semelbanca incoDtestavel, ao que d ainda maior realoe o sello artstico, que imprime
ao retrato um bello colorido.
Pelo mesmo processo nos podemos reproduzir e pintar oleo, urna vez que se
nos d orna photographia, seja de que tamanbo for qualquer retrato de pessoa morta ou
o; ausente e oo tamanbo que se dse jar.
a I As pessoas que quizerem julgarpor si mesmas deste novo genero de trabalho,
sao convidadas a nos fazer a honra de visitar a nossa galera, aonde eslu expostosuma
serie desles retratos como amostras.
AMBROTYPOS
Retratos em caixinhas
Para satisfazer a numerosos pedidos de muitos dos nossos freguezes, estamos pre-
parados para fazer retratos neste genero, para osqnaes tambem temos agora om grande
ve ariado numero de ricas e bonitas caixinhas.
M
Pwdea-se o pe
fcaraegaios raneex para'noaefli 36. daestrada
4a Joo Peraaaaea VieUa, beeo do Olbo do Bol e
eMraaa de Joa de Barro ate o beeo do E^plahel-
-eam tiver achado qaerMtdo entregar, o podera'
a padaria da Soiidade. enda recebara* o
ro;aoam
Saaar
aebade.
Preclsa-se de doo^earriKeiroT m^tncoidaa
para trabalhar eom vebkolo da airaadaita. ni Mr
fm: es raa da Concordia o. SI A. ^^^
CASA DA FORTUNA
Aos 5,0000
BILHE1ES GARANTIDOS.
A'roa do Crespo n. 23 e casas do costme.
O abaixoassignado venden nos seos moito feli-
les bilheles garantidos da lotera qoe se acabou de
extrahir a benecio das familias dos voluntarios
da patria ossegointes premios :
N. 4051 um mel com a sorte de 5:0005.
N. 32 doas quintos com a sorte de 9O0i.
N. 3o0i doos quintos com a sorte de 40i'.
N. 2638 om meio com a sorte de 200A.
E outras moius sortes de 1002, 40* e 20J.
Os possuidores podem vir receber aeus respecti-
vos premios .em os descontos 'as leis na casa da
Fortoni roa do Crespo n. 23..
Acoam-se a venda os da 1* parte da lotera a
favor da igreja de Nissa Senbura da Soledade do
Recie, que se extrablra' quando lr annnociada.
Preco.
Bilbete. .... 5,5000
Meio......2&S00
Qoartos. .... 1250
Qulolo.....laooo
Em porcio de 100,5 para cima.
Biinete. .... 4*500
Meio......2-*25d
Ooartos. .... 1*125
Quinto. .... 900
_________ Maooel Martins Pinza.
Aluga-se orna preta que lava, engomma e
cosinba com per feigo : na ra do Raogel o. 46 ;
na mesma casa engomma-se com perfelcaix_____
Aloga-se o 2* andar do sobrado n. 2 da roa
des Mariyrios, eom bons eommodos e de 4002 ao-
anaes : a tratar na thefourarla das loteras.
Primeara letras
2Raa da c oncordla2
Mara Bartbolea da Cooceico particioa aoa
3rs. paes de familia qoe Ibe qofzerem confiar
suas meninas qne tea aborto aola de primeiras
letras e lingos franceta onde espera a proteceo
dos mesmos seabores afosneando Ih-s que fara'
todo o eafnreo ptra qoe soas rdncandaa leobam o
d5PJado aperfeieoamenlo. Affianca-lbes a boa
letra. O francs das 4 as 6 boras da (arda. Re-
cebe se teneloalslas *i malas peostoalstai.
"IustniCG&o primara
A primalra .escola publica da freaoeila de San-
to Antonio se af.*>a em ecerauo desda 7 do cor-
rila, tu roa Bella a- W.
Posto qoe, na segunda cdico do Tne-
souro homeopathleo oa Vadem-
cum do bomeopatha, pagina 677, se
ache indicado o meio de usar d'esse preser-
vativo, com ludo convm repiti-lo com s-
gaos esclarecimentos mais.
Para orna famiiia dissolvem-se 20 gl-
bulos em urna garrafa com dous tercos
Tagua pura, vascoleja-se bem, e d-se
cada pessoa orna coibera da pela manbS, ou-
tra ao meio dia e outra a noite, durante
tres ou cinco das consecutivos. Deixam-se
passar outros tantos di as sem nada tomar.
Godos os quaes, repele-se o remedio da
mesma maneira; e assim se continuar
em qnanto durar a epidemia.
(As cranlas ate a idade de 3 annos to-
marlo o remedio as colherinbas).
Si a epidemia estiver muito forte, oo, si
na casa houverem bexigoentos, deve o reme-
dio ser tomado todos os dias sem inierrup-
co, at que a coosa melbore; depois do
que volte-se a usa-lo do modo eosiuado.
A garrafa deve ser nova e moito bem lava-
da, primeiro com agua qoente e depois con
agua fria. (No caso de d5o baver garrafa eu
vidro novo, poder servir orna garrafa de vi-
nbo ou de agurdente, com tanto qne seja
moito bem lavada com aguas quentes e
fras.)
Para urna s pessoa basta dissolver 6 gl-
bulos detjacct'na em 2 oncas d'agoa, e A'zhi
tomar as colheradas como j ficam indi-
cadas.
N5o pre:isa grande dieta. Abstenbam-se
do cha e do caf fortes, do abuso das bebi-
das espirituosas, das comidas gordurosas
e mudo aduladas Eis aqui apenas o que se
exige.
PLUMERA CELINOS.
(contra a mordedura de cobras)
Este medicamento gosa de muito bons
crditos contra o veneno das cobras e de ou-
tros animaes venenosos.
O Dr. Sabino n5o tem aioda observado
pessoal de fado algum que o autorise a
afSrmar sua efficacia; mas sabendo que no
Rio de Janeiro e em S. Paulo elle ti do co-
mo muito poderoso, mandou-o vir para ex-
perimentar.
Algumas pessoas do centro d'esta provin-
cia e da da Parabyba tem escripto ao Dr.
Sabino, dizendo ser incontestavel o mrito
da plumera no tratamento das mordeduras
das cobras.
Emprega-se a plumera colinos interna e
externamente., da maneira s gointe:
Uso interno. Nos casos mdftM graves
dissolve-se urna ou duas g- tas de tintura
em duas oncas d'agua, e d-se ao mordido
urna colberada de hora em hora.
Nos casos mais graves dissovem-se seis
gottas em quatro on?as d'agoa pura para
dar-se urna colberada de meia em meia hora,
de 15 em 15 minutes, e al de 5 em 5 mi-
nutos (segundo a forca do veneno inoculado
ou intensidade dos symptomas manifestados.)
Logo que houver melbora, se espassaro
gradualmente os intervallos de urna dse a
ootra.
Uso externo. Ao mesmo tempo que se
d a beber o medicamento, appbcam-se ex-
ternamente na parte mordida tos de linho
ou de algodo embebidos em urna dissolu-
coda mesma tintura constante de 10 gottas
de tintura em 20 colheres grandes d'agua.
Esees fios se conservarlo sempre molhados
sobre o lugar da mordedura.
O Dr. Sabino receber com reconbecimen-
to as communicaces que se dignarem de fa-
zer-llie as pessoas que experimentarem o
emprego da plumera celinos.
Nota.
Em ausencia do Dr. Sabino acha-se in-
cumbido de resolver quaesquer negocios
elevada 51 dynamisaco. As pessoas, que 'relativos ao estabe;ecimento o respetivo ge-
fazem uso d'ella, oo nao sao accommettidas de' rente.
bexigas, ou, si o sao, raramente as tem de Jos Alves Tenorio,
m qaalidade. I Professor em homeopathia.
O Dr. Sabino O. L. Pinho
todos os dias uteis desde 11
nhSa at s 2 da tarde.
As visitas aos enfermos sao feitas das 2
horas em dianle; mas em caso de neeessi-
dade as visitas podero ser feitas a qual-
quer hora.
Para que as visitas possam ser regalares
compre que os dientes oa os seus enfer-
maros mandem dar parte do sen estado,
todos os dias at o meio dia as molestias
agudas; e de 5 em 5 dias as molestias
chronicas.
As consultasescriptasso respondidas mais
oa menos promptamente, segnnlo as
necessidades da molestia e a distancia em
que se acba o doente, pois que neste caso
faz-se preciso indicar de urna s vez tudo
o qoe convier ao restabelecimento da sade.
As retribuices sero pagas na mesma con-
formidade.
O Dr. Sabino roga a todas as pessoas, que
costumam consulta-lo por escripia, que or-
denen aos seus portadores a prempta entre-
ga de suas cartas, visto que, entregando-as
como costumam, na accasio'de se retiraren)
do Recife, impossivel responde-las satisfac-
toriamente.
seu estabelecimento, os preservativos neces-
sarios, dando-Ibes as competentes instruc-
ces.
Presentemente reina a epidemia de bexi-
gas ; muitos j se tem aproveitado com ft-
lizes resultados do sea offerecimento, feitc
no Diario de Pernambuco ; mas necessa-
rio qoe todos experimenten! esse meio to
fcil e to commodo de se preservarem e s
suas familias d'essa terrivel molestia.
O preservativo empregado a vaccina
PiLULAS de BLANCARD
,aa wosuto n raaao aaxtiiavzl
Approradas pela Academia de Medecina de Parii
avmaaau im* m ntu aaa m
rAaaaaoa aoeprrais aa fBMcjt, aa iblsica, oa islabd*, BA iiafMA,!
Mtnf* tamrmm Rxpifm tir(a. u lltw-rtrk, tasa, Par, 1SH.
Bataa POu Im aavalvMaa 'idi aanda rtriao-twtotal de ama mnldadi eacora, tea
moa UgcHhroi. Goiando du propredde do lose e do luid eUaa wii orutd-
palawBte ou aSeecoi* CUorotUt, BurofuUuu, tuttrmrim, flaaaVaaaaj m aiwiiri-oj,
imtnerrkta, mm, ec; enfin. eltaa offerecem adapmtkoaama medlcaca du mala eoer-
tco pan modificar aa eomioicoe* tympaatkM. ftm aa MBMai
M.B. O toasM* de ferro Inpuro a altercas metie
H mSal, irrlUBU. Cm proi de wuwtm o* aaOMOoMadi AM
TcrmdclrM Pllalw de Bl.ncmrd, dtV-----aBa*ITir- alM da
KnirCKUiiemuarM^iriRrr^iiiUiqMidduuHni
laferiM A* ua raalo vara*. De mular da filiahuia.
Yende-se na Botica Franceza roa Nova o. 28.
Pasase bf>m a ama ama qoe salba ootiobar
para casa de familia : a tratar aa roa da lmpera-
trie o i4, loja.
Preaisa-se de urna molber idosa de boa con-
ducta para fazer compaobia a orna moca soiteira :
3oem qoizer dinja-ae ao patra do Terco a. 4, aea-
o em dia de irabaloo, das 7 aa 8 boras da ooite.
' .'
Preeisa-sn de um menioo oa taberna da roa de
lertas o. 16, eom prat ea oa sem ella.
Aula partiQulrjr
Rosa J.oc m da Aiboqaerqae Pessoa da Sil-
va, aut irisada cum o eompetrotA Utolo que I he foi
coocedido pela directora da tnstrncc > ppbllea,
acba se com aula abeiU aa encrotilhada de Brl-
lem, onde eosioa a ler, eserever, costar, e a gram-
mailca aacliioal, eumo tamoem a eoaiora sbia, e
labyrietbo caeio e pastado, a bordar de oaro, de
matiz, de I e, o bordada branco, em ponto de
prata, e todas os pootos da la._______
Alotam-se o i* a ja andares do sobrado la
raa do Crespo a. S3. _____________
Jo* Esteves Vianoa faj ver ao raspeitavel
pnblico qoe seaio respuosibiiiss por debito aignm
falto em *eo Doma, e qoe qoalqoer carta qos ap-
HISTORIA DE CARLOS
XII
Ed da Suecia
FOR VOLTAIRE.
Veode-se esta excellente obra por 14200 em
broebura, na livrana Ecooomica roa do Crespo
D. 1
Na mesma livrarla lomam-se asslgnatnras para
avida de Horacio Nelsooo celebra almirante
ansies a H cada exemplar.
Fundido da Aurera em San-
to Amaro.
Completo sortimento de tai xas e f rro
coado, molde raso, ltimamente aprevadas
para o fabrico do assocar.
^^^^
DE
|DE
J. VIGNES.
[X. 55. RA DO IMPERADOR N. 55.
Os pianos desta antiga fabrica sao boje asss coobecidos para que seja necessario insistir sobra
tai soperioridade, vantagens e garantas que offerecem aos compradores, qaalidades estas incontesta
vais eme elles tem definitivamente conquistado sobre todos os qoe tem apparecido nesta praca ; pos
tnindo um teclado e machinismo que obedecem tocias as vontades e capriebos das pianistas, sena
nunca ralbar, por aerem fabricados de proposito, e ter-se feito nltimamecta meltioramentos Importan-
vsaimos para o clima deste paiz ; qnanto s votes, sao melodiosas e flautadas, e por isso muito agrada-
tais aos ouvidos dos apreciadores.
Paiem-sa eonforme as encommendas, unto nesta fabrica como na do Sr. Blondel, de Pars, socio
orraspondente de 1. Vignes, em caja capital foram sempre premiados em todas as exposicSes.
No meemo estabelecimento se achara sempre nm explendido e variado sortimento de msicas doa
Minores amores da Baropa, assim como harmnicos pianos harmnicos, sendo todo vendido poi
oreos commodoae razoavels.
-
i
Ama coziiilieira
Prea'ia-sa de nm* ama na salba cotlahar btaa
para casa da familia, trafeitodo-sa escrava : aa
aa AVi Pire, s>bndi a 18.
0 peuoeuo onriugnei de 14 a 18 aunis, pre-
irnde se arromar em qoaiqner estabeb-eimeato,
parecaem ten nome pedindo dinbeiro emprestado i tendo aleoma ortica de nadarla > a tratarse aa
falsa.
padaria da Solidada o. 14.
allll IIIIMIIlllllOHIIf
PREPARAfjOES FERRES-HAH61HIC1S
arraovADAs raxa academia db mbdiciiu
1>E BRIN D BISSON
haraattaiko, larriad* ada Icaawia i> LWkiaa i tu
O amiaenta professor aoussRAD, aa ultima edlcio da sea Tratad d Thsrt-
pmtum afatarta taadtea, recoahece que oa ferruginoso siiiples alo moias
vetea iaeffieaua para curar as molestias que teem por eausa a empobreei ment
do sangoe. Maitoa medico* doa meia distados attribnem esse m a xito a anteada,
o'essaa preparacoee, do mxmf atuse, que se acba oo sangne, como a tem reconnarida
aa ehimieoa oa ouis peritos, sempre intimamente anido eom o farro. '
I' oi. preaur-aa om verdadiro servico aos S,u M edicoa, o cfaamar-M saa attaaaia
sobre as preparacoes segantes.
1 PAt fpiTPnc mintlHcn itndo imn^iatamente ama agaa, acidalada,
rOI terreOS maSgBICOS g1MMi agradavel, subutum economa aa aguas miaeraea ferniginosaa.
2 Fililis e Iirope de ioareto h ferro e de manganese inilteraveis
eaaiaado cada ama cinco ceniframoa de ladnretode erra mangamcaiodieadae
fauaiaaJameBta na molestias TymphaUcu. eacrofolosaa, a aaa cbamadaa eaa-
i a Urbercaloaas. v
racaitadaa #neeiaimenu
(para a eblorosts, a aae-
atu, a lauearrbea, a ame-
aorrbaa. A
Io firifes de lacUto de ferro c d wganesc j
' t PhIis de eirbouto frreo unpiieo
alsaraar amas aaa arapajupiaa U m asaiboraa
itaaotaadoa.
' Oa> aana aa aaasaaa deaeaaaa aasar a
aaraa 4 valar da aaaa awas^racaas. aravsaa aa
aapasioaa,asttgaa4a-ea;
da paMiea
&
saa agasm garal.
O, atiinairaalinas. na Rava.


* K'
'


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C>(.rl<,e
- exU Mh c elro ie 1868.

[f-n ft
i
JOIAS
N. 2 D,
P^ coracao de orno. +*&f
A toja n. I D intitulada Coradlo de Ooro na roa do Cabng, acha-se d'ora em dianta offerecen
Jo ao respeiuvel publico com especialidade as pessoas que booram a moda os objectos do ultimo gos
td 'a Parta) per meaos 10 por cenio do qae em oatr* qaalqaer prte, garanttndo-ee a qualidade e a so
da obras.
O respeiuvel publico avallando o desejo qae deve ler o proprietario de nm novo estabelecimen-
10 qne qner progresso em sea negocio deve cbegar imroed'atameute ao coracao de oaro a eomprar
aneis com pereitos brilbanlee, esmeraldas, rabins e perola; verdadeiras em agarras, modernas pele
(minuto preco de 10#, brincos modernos de oaro e coral pare menina pelo preco de 3J, maracas dt
prata com cabos de marfim e madreperola obra de moderno gosto (o que o eocontraro no coracao di
onro) volus de ouro com a competente crusloa ricamente enfeitada pelo pequeo preco de 12*, brin-
eos de nm trabalho per feto por *m mdico preco, cassoletas, tranealins, pulceiras alfinetes para re-
tratos outros modelos ludo do alto gosto, aneis proprios para butar cabello e flnna, dito para casa-
mento, no artito roseta tem o Corceo de Ouro om completo e bem variado sortimento de diversos
gostos, butoes para puabos com diamante, rubios e esmeraldas, obra esta importante ja' pelo seu va-
lor ja por gosto ds desenho, brincos a forma da delicada moslnha de moca com pingante contendo es-
venidas, robras, briraaotes, perolas, o gssto 6 sublime, alfinete para grvala no mesmo gosto, relo-
floaeara senboracravados de pedras preciosas,ditos para homem, diversas obras de brhantes*de
o gosto, crusiBhas de rubios, esmeraldas, perolas e brhantes, aneis com letras, cacoletas de
erystal e oaro descoberta para retrato (a inglea) brincos de franja, ditos a imperatriie toda e qual-
jwr jola, pare secoliocar retratos a obras da cabello, e outros muitos objectos qua es pretndanles en-
contrario no Coracao de uro qae se conserva com toda a amabilidade aos concorrentes deixaudo-
e da aqai mencionar precos de cortos objectos porque (desculpem a maneira de fallar} dizendo-se
preco talvea alguem faca mao juizo da obra, por ser tao diminuta quantia a vista do seu valor.;
Na mesma loja corapra-se, troca-se ouro, prata a podras preciosas, e tambem recebe-se coneer-
tos, por menos do qua em outra qualquer parte, a dao-se obras a amostra com panbor, conservaudo-s
a Coracao de Ouro aberto at as 8 oras da noile.
Qaalqaer pessoa que se dirigir ao Coracao de Oaro nao se poden' engaar com a casa, pois
oto se na sua frente nm coracio pendurado pintado da amarello, alem de outro qua se nota em nm
rotulo (isto se adverte em consequencia de terem ja' algamas pessoas engaado com outra casa.
na do
RIVAL SEM SEfiWUW
lo laciniado n. 4, loja da
miudfezai
Jos BigodinitQ.
x*
Varas de babado boNado do Porto a
Carreteis de retroi preto com aas ottavM
Parriteis de reteo de todas as cores a
Frascos d'agoa de Colonia muito superior a
Frascos de o eo muito fino a .."... .
Duza de tesouras pequeas a.....
Frasco* d'agua para Iiropar denles .
Re4es pretas lisas pare segurar cabello a
Duziis de peonas de ac muito finas a .
Caitas de liona do gaz de 30 novellos a .
dem de palitos de seguranca a .
Garrafas de agua Florida verdtdeira .
syliaba ios com estampas para meninos a
Memento da roupa da lavar a.....
Duzlas de meias finas para senbora a .
Agulbas francesas a bailo (papel) a ..
Pecas de filas da lia de todas as cores a
Grozas de botdesde porcelana prateados a
Caixas com alSnettes trancezes a .
Gaitas de 100 envelopes muito fiaos a .
Resma de papel da peso branco liso a .
Frasco com superior tinta a.....
Pares de boloes de panno mnlto bonitos
Lianas em carta o de 200 jardas a .
Caiza de superior linba do gas com 50
novailos .............
Talfeeres para meninos a.......
Masso com superiores grampos a .
Bonets para meninos a........IfffQt
Pentes com costa de metal a...... 40
Realejos para meninos a....... iOt
81
50t
001
i
SOt
324
6<
601
ft
1J0OI
3
i
64
501
161
84
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StVXX
u
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70
24*
3(





ESSENCIA COI CENTRADA
CAROBA
Preparada a'fri por Auiruste Oaors,
f HARHACKUTICO PELA ESCOLA DE PARS E SDSSESSOR NESTA CIDADE


DE

Arlatides Safs.vc e I. toan
N. 22 Roa da Cruz X. 22.


minera?.
Tratamento paramente vegetal sem mercurio, iodo, ouro, neta outro qualquer
Verdadeiro purificador do sangue sem azougue.
Especial para a cura de tod*s as molestias que tm sua ogem na impureza do
saogae, como sejam as molestias boubatk-as, syphiliticas, escrupulosas, darthrosas, qoer
?en*am ellas por here litariedade, quer sejam adqueridas pelo omacto com pessoas afec-
cionadas dos diversos vi ros que contaminam o sangue e os b amores.
A caroba nm remedio prodigioso, u?a *i Brasil, e passaodo seu uso de grac5o em gerac5*. hoje, um dos remedios, mais
conhecidos como prprio para combater as molestias laais hediondas, entrando itesse nu-!
mero a morpba ou elephaiitiases, para cujo curativo os nossus sertanejos consideran, a
caroba como remedio especifico.
Ha -muito tempo entre* a careba nos formularios como preparacao magistral
sob a forma de eleictuario, anda boje lembrads as pbarmacopas com o nome de sea
celebra autor Jo5o Alves Carnero : n5o< olla pertanto, remedio novo nem descoohecido^
0 ungento oe caroba da mesma surte precooisado desde lempos immema-
riaes como maisapropriado para o curativo das boubas e ulceras sypbiiicassrdidas.
-e aspregeo com proveito tepois de improfecua applicajao de uilos oniros agentes
UioTapeuticos enrgicos e de-aso qaotidiano.
Muitos des nossos mdicos de consideracSo eentre elles o muito distincto cra-
lico e observador "Sr. Dr. Pedro de Albayde Lobo Muscoso, tem confirmado por meio
Gratamente das boubas, das diversas formas sob qoe a -aypbilis se apreseota e muits es-
3>ecialmeEte as que tm soa de na pede, e poderiamos relatar alguos casos de data muito
moderna observadas pelo effeitos,' depois de inuteis 6 proloogadas applicafea e salsapawtlba, mercurio, iodo,
ouro e sus preparados, etc., etc.
Nao era possivel que una planta lo notavel por suas inapreciaveis virtudes
escapasse a perspicacia e'investii?aooes dos mais abalisados pratices europeos, qoe t ap-
plicam com especialidade ao estado e tratamento das molestias sypiliticas e herpeticas, e
para preva ah esiao os Srs. Drs. Casauava, Schorfer, Ricord e outros dando as mais'li-
songeiras informatoes sobre as propriedades curativas da caroba e preconisando-a como
remedio poderosissimo pra o tratamento das erupcoes cutaue^s, seccas ou suppuraivas,
darthros de tola a qualiJade, eczemas, ulceras de diversas natureeas, tumores oseos,
outras rtuitas molestias de natureza syphilitica ou booba ica
Por ter-se geu^ralisaJo muito o oso da Essenela da Caroba que eu pre-
paro e pelas instaacias de arios mdicos que desejam continuar em suas obeervagees, de-
liberei-iBe a ter prompta urna quantidade da mesma essemia, obtida sem a aeco do fgo,
para n3a prejudicar as proprielades medicamentosas ; e d'ora em diante eacoutrar-se-h
na minht phamacia sempre e era porco suEiente para lodos os pedidos a essencia con-
centrada de caroba, e o ungento da mesma pao, para que nunca fdltem aos sentares
mdicos gue quierem experimentar t3o precioso agente medicinal.
Recil'e de Pernambuco, 17 4e oulubro de 186.
Al'GsTE CU.0RS.
3\ua da Gruz n. 22.
VINde QUINQUINA
FERRUGINEUXdeMBITIER
Com Malaga u Pyropliosphalo dl^ ferro.
Este vinho fo preconizado por toda a emprensa
medical como sendo o raais poderoso tnico
empregado para curar a Ghlorois. Anemia
Lxhanstacao do sakouk Deposito geral em
Pars, em casa de Laurbncel, pharmaceutieo-
drogiiista, ra dos Lombarda, 44.
PASTA e XAROPE .]< NAF de ARABIA
E BELANGRENIEB
So os nicos peitoras approvados pelos profei
In1*?. dJ Fac"Itad de Medicina de Franca, e por
50 Mdicos dos Ho pitaes de Parii, os quacs certi-
ncarao tanto a sua superioridade sobre todos os
ouiros peitoraes como su poderosa efficacia contra
os BcBnxo, Crlppa, Irrlia^dc* e as Affcl-
** do prilo o da gorganla.
RAGAHOUT DES RABES
BE bi:i.i\,ki;\ii R
nico alimento approvado pela Academia de Me-
diana de Pari. Elle restabelece as pessoas que
soflreni de HsMniago e dos Iatestinoa; forta-
lece as criancas o as pessoas debiliudas, atem [
aisso em virlude de sua propiodode anulrptlc-a
lie o mellior prcscrvatTO das Fcfcrea amuralla
e i.phf..*-.
Ca la frasco e cada caixmlia destas preparaces
Icvao sempre o tello e a firnta Delangrenier, ra
Hi-lihcr, !, em Paria (Cuidado com as falsiflcacoes).
Depositarios em todas as pharmacias do Brazil.
fadalha daORO, premio de 16,600 tt. i
auiNA
LAROCHE
il.lXIU febrfugo e fortificante
SOPBKlOS HS V1KHOS E ROPIS D flniA
^eperimentada com pleno successo sos hesnitaes,
a ooina Uroohe (ou extracta eample*. av
ufna) urna preparacao excepcional, por ser
privada do amargo da quina. Agrada por conseguinte
as pessoas as ais intolerantes e aos paladares os
mas delicados, pois nem 4 muito doce nem muito
vtsiosa, sendotte urna limpidez constante. Emprea-
se com muito proveito nos casos de gaatralgia
J; i>.-|ic, etralgla, aaenria, nstio sem
usa apaarcutr, ftnvnlcwenrss demora-
e Mam E o esaeciiieo das molestias febris.
OWNA LAROCHE FERRUGINOSA
Keunmdo todas as propriedades do ferro da quina.
EM PARIZ, y^Z>
| Vende-se na ra Nova, botica fran-
ceca deP. Mau'er&C.
% Ama de leite B
Qaeta precisar de ama ama de tsite dirjala na
Quuioga ra da Ventura n. 29, qae senara' com
qacia tratar, ^
COMPRIS
M0EB4S
de ouro e
Comprase
poraaia prefjoxiae em outra qoalqaer arte rosa-
das e ooro e prata oaeiooaes e estraoj^lras : oa
rua i Trapiche o. lt$, armatem de Adrtaoo, Oi-
iro & C, e roa dj Crespo n. 20 loja de Alvaro
Augoato de Aimeta.
Kival sem segundo.
Rua do <|EeImstuo o. 49.
Qaer acafear coto asfazemlas abaia
medonafas.
Qtieiram ir tw a a,oe hn e baratfftiaa.
Toa Ibas labyriBUw com bioo, fazeo-
Carreieis de lioba com lO fardas a '. '.
Grvalas pretas e de cores muito Boas a
oaixas de obreias de roassa mnito novas a
eaadures para aspartilho de cordo
fita a........
Carrfltels de linba Alexacdre com 400 jar-
3J004
504
44
C
IPC'
321
32(
2(
2(
32t
1%
-BOt
2C
pr (a
Compram-fe moedas de onro oaclonaes a estran-
felfas, bao como pauedes dos dtversos eonhos :
em casa de Adamson, Howie & d, rua de Trapi-
che-novo a. 40.
Em moeda Daga-se
paadeacia o. 22.
Prata e ouro
beta :
oa praca

ta Iade-
laior pieco
qae esa outra qualqaer pane, compra sa moedas
da oaro e prata : oa loja de oarives, ri.a do Cabu-
gi^n. 1, asqoloa da rua larga do Rosario.________
MOEDAS
da ooro e de pratapagase mais qoe Das ontrag
casas. Rua do Ga~boga o. 9retojoaria.
Piano
Comprase ura piano de armario com algam
aso a que estoja em bom etado : qoera tiver a
qotier vender dinja-se a r na Nova luja n. H.
Na roa do Hoapieio o. 63, precisa-se com-
prar om sobrado de am andar ca casa torrea com
bastantes eommodos para grande familia a qoe
lenhao oons qniniaes.
VENDAS
F1 i i | i ni 11
Folhiuhas
de porta
V^odctn-se no e'criptjrio d>ta Dtarw a 160 rs
CBpra-8e a 13 por cento
Prata da todas as qaalidadea a assim tambem
libras esterlinas a "mro de todas as qnalldades
por mais preco do qae em oatra qnalqaer parta :
na roa da Cadea o. 68, luja de aialcjo.
'.
Moedas de ouro
faeioaal mtraageiro. asslm como libras ester-
lioa<: compram-se na roa do Crespo n. 16 primeio
adir. ____________________""
Moedas de prata
Badenes, assim como paiaebes portngneies e
bespanbes, compram-se coa premio : oa roa do
Crpb o. 16. prime andar.
fjompra-se ooro a prafa em obras velhas:
a iraaa daiqdeoet^cccU s. 22.___________
Barrh vazios
ComprMe fnrns vatios em boa estado a 21600
cada oa : m trapiche do_Peleajr1nbo.
FflB(ii da roa d Broa b7~80
82 e 84
Co"ra-ie farra foodido vtlbo, lati cabra.
Chfeoslo Cbi
Vente-ce no botei de Franca n. la, roa do Tra-
piche, ptimos chapeos do Chili, os mais elaros
que exiatem no mercada, dos oltimos ehegados ha
poace, por presos eommodos: no qaarto n. 16.
Manoel Francisco Teixeira avisa ao publico
qoe, por iniermf dto dos Srs. Olio BmIu-s e Paren
ie Vwnna &C, pelos navios ltptrania e Ade-
Ifui, acab de receber palba e janeo tfaa memo-
res qoalidades, que veode mais barato do qne pro
qnalqaer ontra parte, na na ofllcioa rua de Mor-
las n. 18._________
VENDE-SE
Hoito bonitos e bm fetos azolejos hespanhoes:
oa loja da lopf,a da roa do Imperador n. 46.
Vende-ae por mdico preco o sobrado nT 21
sito oa roa da S P-dro Mnyr em Olmda, e bem
assim om terreno foreiro onde se aeba edificada
parle da cidade do Rio Formozo : i tratar na rua
do Imperador n. SO, 3. andar.
VATiiwiiF
e bacalbao do Porto : vende-se oa rua do impera-
dor o. 28, taberna do Campos.
Vende-se urna escrava de 30 anaos de
idade : na roa da Ponte Veiba n. 12.
Sabooetes moilo finos a 60, ie,' 200*
unos de bolla mnito finos a 240 e
Viadas de liada froxa para bordar a". '.
varas de cordo para espartilho a .
entes volteados para regacar cabello da
meninas a.....* -
Frascos macaca' oleo muit Abo, a '. !
Abotoaduras muito finas para colletes a .
liarioes de linba branca e de cOres a .
unra de ara preto superior a..... N
scovas par tato, Uieo boa, a jot
Varas de franja branca de linbo para
uan a............_
Caixas 6 palito balao a ". ".
batas de palitos de segnranea sem n'.
efijfre a........M
S<,boneies de familia a 100,160 l '. '.
(.ariiha de dontrina ctwisia a .
Quadfernos de uapal peqo*no superior a .
ioa de barainos franceres superior .
Groza de pnospboros muito superiores .
O'ixas a retalbo do mesmos .
Ci'2? Phospboroa de veJhetia conted
MO veiohas mnito snperl.ires a .
samas de papel almajo mdiio superior .
*!?* de VZf>el PaoUdo afTlor qnali-
d*de........,,
nnzias de m?ias para bomero '. .' ."
uoztas de meia eroas mnit,^ Euperiores .
iOC
4(-
64
SU
224
54
savia
tt 04
II
164>
.1*604
22804
iftif
Terreno.
Vndese om terreno oa rua Imperial, com 60
palmss de freus 200 de fundo, em bom local,
oo precisa da atierro e por unte preprio para
edificar a tratar na raa uireita o. 24.
Veadem se daas escravas sendo oroa~de 20
anoos de Idade, bonil> figors, eogimma e ossieha
e faz todoservij)de orna casa, e a entrada 10
aooos de itade, cosepeifpitameate : na roa da
Bgoeira n. 1, asslm como om eseravo proprio
ara lodo ertieo de idada da 30 sonos.
T *^f*** ** optlaaTerreao coailgtw a es-
Ucao de Oameltrira, coa 3 casas, orna uto no
E8GENH0 PAO O'OLEO
Tasso IrmS.is eodem este engenho de soa
propnedade. oa permatam por predios oesta
praca; o qial moenie e corrente, om 2
carros, 10 b.Js de correia; 0 burros, 6 bes-
t 9u\Lav*l!!? Cm uma P^uena 8afra
de 1000 a 1600 paes de assucar para o
anno. NSo podeudo alean car preco rasoa-
vel, tambem n3o duvidain facer nm arrenda-
mento pelo tempo qoe se tratar, ou dar so-
ciedade a quera entender do trafico de en-
penho e teoba pelo menos escravatura para
!6 enxaiias.
Tambem, se cnrjvier ao prateodenle, ven-
dem e eopeuho contiguo ^enoniinado Har-
mona > antigam*)' te Cora da On?a o
qual est desmontado, mas ptima acqni-
siclo netas suas maltas e grande cercado pa-
ra pastos de aniftaes. Faz-se negocio para
entregar j o referido engeiibo com a safra
que resta par tirar, oa em maio, conforme
melbor convier aoapreteudente.
LOJA 0 DO'GALLO VIGI-
LANTE RUA 00 CRES-
PO H. 7.
Os proprietarios deste mnito bem c inbe-
do estabelecimento tem a satisfacSo de levar
ao conhecimento do respeitavel publico qne
atabam de receber pelo ultimo vapor da Eu-
ropa nm grande e variado sortimento de ob-
jectos de inteira novidade, dos quaes se li-
mitam a mencionar apenas um peqneno nu-
mero ficando o respe tavel publico na serte-
za de que neste estabelecimento sempre en-
contrado um c npleto sortimento de arti-
gos de gosto e inteira novidades como sejam.
Ciatos
Os muitos desejados cintos com pontas,
bordados a vedrilho, fazenda de muito gosto
e completa novidade, respeito a estes cintos
n5o fazem observares e sim deixamos a
apreciacod's esclarecidas freguezas isto so
no Gallo Vigilante na rua do Crespo n. 7.
Leqnes
Muito lindos leques d'osso, madeira, sn-
dalos, e madrtperola ; pretos, brancos e de
cores, e muito se tornam recommendavel
pelas bonitas paisagens.
Flore*
0 melbor que se pode desojar neste arti-
go as qnaes parecem naturaes assim como,
tambem recebemos uma pequea porc5o to-
das pretas e se vendem na loja do Gallo
Vigilante rua do Crespo n. 7.
Capalas
Mu lindas grinaldas brancas e de cores
aquellas para noivas. e estas para bailes, ca-
samentas e baptisados.
Luvas
Luvas de todas as qualidades para se-
nbora, homem. meninas, sendo de algodlo,
fio da escocia, seda e pelica muito fresca e
do fabricante Jouvin, parect'-nos que nSo ba-
ver quem ignore que por todos os vapores
da Europa o Gallo Vigilante, recebe grande
quantidade deste artigo e por isso sempre
tem sortimento a vontade do comprador, e
tambem nao se valle da falta o seu prero
sempre o mesmo.
Pentes
Muito bonitos pentes de tartaruga para
coque e alizar os cabellos, assim como para
arregacar os mesmos e muilas outras quali-
dades.
Escovas
Grande sortimento de escovas, para roupa,
cabellos, chapeos, dentes e uobas, sendo de
osso, bfalo, baleia, marfim e madreperola.
Nava'has
Superiores nairalnas pequeas para bar-
ba sendo cabo de marfim, tartaruga e ou-
tras quahdades, as quaes o fabricante ga-
rante a fcoa qualidade.
.Ahotaaitaras
Chegaram as naui lindas guarnieses de
botoes para colteles fazenda de gosto, assim
como rande sertimento de bo*5es para po-
nbos._
r?2S
Adinheifo ouaprazo
O abaizo assipoada pretendeodo muito St
breve reirar-se para Koropa vende san ^
estabelermento de fatendas a diDheiro H
o a praza, voatarte do compradora rua J&L
da Iroperatriz n. 28; e pede as pessoas :.ff
de quem credor, tenham a boodade de M\
saldarera suas coolas al 3i de ianeiro *4
de IWa g|
Liquidado.
Na rea da fmperalriz, armazem de
ifaiendas o. 28, contina a roei-ma liqui
ddgao : em qnanio nao se vender o mes- S
moestoboteelmenio.
Corles de cbia escura miudtobas, na-
dr5es francezes com II covados a t$.
s*cbincia de chita escara a i8
e a 20o rs. o eovado.
Estas cbias de cores fizap, padrSes I
rancezes, qae sempre se vendern) a 240
re. o eovado boje em liijuidaco se vende
IfO e a 200 rs. |
Cassas [,ancez>s a 240 rs. e i
eovado
Estas cassas a qoe pelos padroes cha-
mam horgandys, iem a vaotagero de nao J
desbotarem, e sevende ocovado a 240 rs.
Briol braoco de Hubo fino a -I > ;
a vara.
. ftdaoriTatDba8 de seda> P 'la
a zii) e 320 rs.
Liquidado de cbamins para candeelro
a gar.
fjfaamins americanas a 2i0 e 320 rs
e a dozia 2550O, 3 e 3*S00.
Pavios a 40 rs., e em duza a 400 r3.;
boeaes a 500, 800 rs. a i, e mais objec-
tos tendentes a esta arte.
JoUoesar Pinto de Oliveira.
4TTE\CiO
Aro arma&m de f'azendas de
Santos Coelho,t\n do Quei-
mado n 19.
Bom e barata
Lansinhas Poil de Chvre alio eovado.
MadapolSo enfestado a 84 a peca.
Cambraia de cores masadas linissimas a
800 a vara.
dem brancas transparentes finas de 4,
5#0OO, W, U, 8^ e 94ooo a peca com (
jardas.
dem branca tapada de 80 e H a peci
com 12 jardas.
dem branca franceza muito larga a 94 a
peca com 8 varas.
Bales de 35 e 40 arcos nesgados par
senhoras, a 44500.
dem de mursulina nesgados a 54.
dem de crochet a 54.
dem de mursulina para meninas a 34 c
345oo.
Saias bordadas a 54.
Cambraias admascadas para cortinado >
124 a peca com 2o varas.
dem para forro a 34 a peca com 10 jar-
das.
Cambraia de linho muito fina de 64 e 94 a
vara.
Madapoles finos de 64, 74, 84, 94,104..
114 e 124 a peca.
Platilha de algodSo superior fazenda pan
saias a 34200 a peca com lo varas.
Cobertas de chitas de ramagem a 246oo.
Lences de namburgo fino a 24400.
dem de bramante mnito fino a 34200.
Pannos adamascados para cobrir mesa a
i450(7.
Guardanapos de linho adamascados a 44
a dnzia.
Ataalhado adamascado com 7 1/2 palmot
de largura a 24 a vara.
dem adamascado de linho com 7 1/2 pal-
mos de largura a 34 a vara.
Algodo enfestado com a mesma largura
a 141oo a vara.
dem trancado dealgodSo a 14600 a vara.
Toalhas a!cochoadas de linho lisas a U
a dnzia.
dem de algodlo felpudas a 134 e 14
a duza.
Colchas de fust3o a 64.
Lencos de cambraia brancos finos a 14800,
24 e 245oo a duzia.
Lencos de cassa fmssimos a 34200 t
3460o a duzia.
Fil de linho liso a 8oo a vara.
dem com salpicos a 14ooo a var
Grosdenaples preto bom a lb'oo, 24
24800 o eovado.
Morantique preto superior a 248oo o eo-
vado.
Flane'la de todas as cores a 800 rs. o eo-
vado.
Tarlatana de tudas as cores a 8co rs, ;
vara.
Bramante de linho com 10 palmos de lar-
gura a 245oo a vara.
dem de linho com 5 palmos a 142oo ;
ara.
dem de linho com 3 1/2 palmos a Seo;
vara.
P.iquissimos basqnins a 254000.
Assim como outras muitas fazendas qut
se vende por menos que em outra qualquer
parte, e d-se amostras de tudo,
Bales de 2o, 25, 3o, 35, 4o e 5o arcos
para senhera a 24,245oo, 34, 34'5oo 44 e
54000.
Ditos de 25 e 3o arcos com mollas a 5
e 64.
Ditos de mnreulina estreilos a Gfi.
Espaitilbos finos a 64.
Percalias finissimas a joo res o eovado.
Irritado dos pulmoer. angi-
as, tosse, escarres de
sangue, crupo ou garro-
tuno, catarro, rouquidao
e todas as innumeravei molestias que affec-
t5o aos orgos da respiracSo
fM:.IPIMRKCK]!
ediante a acc5o da balsamiea e irrev
S en
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4 AGUA BRANCA
Per conbeeer a influencia que colonia Liver
em l.)dos os annes, por esse lempo, e ptr mi
qnanto se desenvclve e arpara ie o norn co.-lo tm
Pernamhaco, ella ;oe tto sempre em vistas agra-
dar, e sinceramente bem servir a soa boa fregoe-
xia, aulecipoQ-ie em aandar bastir es di (Ter totes
objectos de gosto e faLtaa, que agua rnesno aca-
bara de chrgar.
Qae a loja d'Agnia Branca, rom e=fprialidade,
onde prlmeiramente se (tniur.-.m qcaesqa>r des-
ses objectos de novio: de e moda, Isso e&ia' feral-
mente recontiecido; roas amoa as.im a Aguia to-
ma corro por dever fclmiiti.-ar ao bello seso, ira
particular, e ao refpeitavel publico tm geral, sen-
pre qoe como agora, recebe os irop ranles objec-
tos que abano meocioca, e por mais esta vez ella
toma a liherdade de pedir a stieigo das EiOt"
apreciadoras do bim, para os nevos e bellcs rna-
los que (ni ani om liro e rco I01II1L
Nao ceriamenie rom orna mal aparada peno*
d'Aguia, qoe bem se 1 de descrever o bum gesto e
desempenho oe taes obras, sim, a prepria iotel-
agencia d'urra excelItnti.'Sirr, que bem podera'
apreciar o alio grao defses petfeitoa objectos, lal-
vei 0$ priixeirrs que neste genero tenbam viodo
oli nosso Pernan bnco.
A Aguia Braoca, fsra' apenas conbeeer os ob-
jectos de qoe se crtri-oem esses novos e bellcs or.
nalos. Em om bello cartso vem babilnenle arran-
jado, om moderno cilio de Ola de sttim (3 acba-
malutsdo da largora de 7 a 8 pollfg^dss, cm bel-
lo leque de nadreprrola, um par de levas de pel-
lica, ramos de finas flores para o coque, Bello,
guarnifo para as lavas, etc., etc., e finamenl
uma almofadioha de seiim com areraalicas pasli-
Ibas em p.
Akm disso
Esloemordem do da as novas e bellas trancas
de fiua palha de Italia, e ooiros dirTereolfs eofeiles
da mesma qualidade o proprios para vestidos to
las, cba'pos de sentoras e ireninas, resta sement
que os pretendenies cimparec;am na leja 'Agoia
Branca na roa do Qneimaou n. 8.
Bolsas para cacadas.
At bolsas para carada, apuia branca receben e
pretende vecdelss bsraiamtrile, com tanto r'<- .
apreciadores da cff;a deuem flor um par a agria
branca da rua do Queurado n. 8.
Caivetes fixos ou ferros para abrir
Vendem-se oa rua do Qui-imado loja da
branca n. 8,
Rons espartilho?.
A atla branca a rua to Queimado n. 8,
beu novo sortimento de bons rspartilbos e
sempre vende-os por preces con modos.
tonluitaii.-t dos jn;in;is
Bna d.n CfU* D, l';.
Ha presnos, dito? em "imitre, 'rucias tm cal-
da, ditas anas, caj, dilo crlstaiisado ; ncebeso
encommendas para casan entes, bailes o taj-lisa--
dos, bollos e Pao de 16 enfeilados.
ia:3s.
RCia
rece-
ctito
Vinlio do Rheno'
em superiores qoalidades, por precos cemmodns
em nasa de P.abe Schmellau & C, 'rua da Cadeia
0. 18.
ANACAHUITA
Champanlia
em dras qoalidades, regular e upericr irr. casa
de ftabe Scbmettan & C.roa da Uadfja n, !8,
Cognac
'oramota e superior, em casa re Rabe Scbmei 1
& C, rua da Cadeia d. 18. | ^--"U.o
Shervy de Londres
^operior e regular, em casa de Rabs Scbcdlaa ,
C, roa da Cade'a n. 18.
Linha deovellos
de Alexandre e ouira : em casa de Rabe Sebea
lao & C. roa da Cadeia o. 18.
' fcv*=j 'a" f-
Aos agricultores.
8aanders Brathers & 41 acaDam de receber
de Liverpool vapores de forca de 3 a 4 cvanos
eom todos os pertences, e moi proprios para faze
lem mov r machinas de desearecar alfedio, po
dendo cada vapor trabalnar at eom 140 serras,
tambem servero para enfardar algodo, ou para
juiro qoalquer servico em qoe osam de trabalbar
com animaos. Os mesmos tambem tm a* venda
machinas americanas de 35 a 40 serras.
Os pretndanlas dmjam-se ao largo do Corpc-
ianto o. II.
eom
mesmo, e todo por preeo raroavel: a tratar .
o doo abano assijrnado aoraaor do mt-smo logar.
Maatei Savertaoo Wandarkx.
4 llene A o.
Vflo1e.se oleo de riela* de. bna qoalidade em
atas e earrab* para casa* da familia e kenbore*
da ngenh i, por menos SO por cesto do qoe ao
ou* parte : oa tra'essa do fjanoca n. 5, ces do
Ramee.
Ultima moda
Bellos chapAosIntios de apurado gosto para se-
nbora fritos a., capricho da nroa das prlroelras
modistas de Paris, ebegados ao armazn do vanor
roa Nova a. 7.
Francisco Jos Germann
fRA NOVA N. 2!,
acaba de receber om lindo e magnifico Mi
tmenlo da ocnlos, lonetos, binocaloa, do o
timo mais aparado gosto da Europa 6 oci
los de alcance para observaces e par* i
maritimos. -^
Ch(Wu afinal
A pooMda galopean
para cora rpida e completa dos callea duros.
: moi ai ha
Bfitca e dmgarla
DI
nartholomrn ft c.
34Roa larga da Rataria34
PEITORAL de KEMP.
a Mnacannita mexicana queda o nome es-
pecial este incomparavel remedio, um
arvore, coja madeira por muito tempo st
ba usado no Tampico para a* cura das d-
fermidades cima mencionadas. Foi tam
bem ensaiada e approvada pela academia
medica de Berlira O peitoral de Kemp
om xarope delicioso inteiramente livre df
opio, acido hydrocyanico e outros ingre-
dientes nocivos.
A' venda as drogaras de A. Caors, Br
vo C. e P. Maorer 4 C, e em todos o
estabelecimeDtospharmacenticos do imperit
TOTS
Cola.srussiauas, perneiras e meias perneiras no-
*amente ehegadas, da melbor qnaiidade aoe temos
visto, no arraatero du vapor roa Nova o. 7.
LUVAS
Novo soriimenii. de luvas de pellica de Jjnvin,
brincas, preUs e de ootris bonitas cores para ho-
aseos e teoboras; no artoatem do vapor rua Nova
o. 7.
Mantenga ingleza Soo
Vende sa manteca inlea flor a 800 r. a libra:
no prog esso do pteo do Ormo n. .
As Pilulas Cathartkss
DE ATEB.
O jun-ffaiUe mai efecas at kajj eMhceidt,
I>laspilula s.if, j:: r .- :.;. /.
linca, ato tnmo .
Jala m?m Mtcrrn ;-, i -, .;.,,
iDjpcdli'iite mlacrol ; no
eentci par,: na erlaiifiu pe>Mai
myti dvlleadiis, io n..t. i tcmv>]
Ic, oiuik!.... como ci Se ji
(a"3 mu (bros, k.o Ujilnnl ,*;
\ is cilcazcj vira .:: neige
rolRHtu.
Estas pilulas calmrtlc.is panjlo parUeo toes yv .
ouraano kciii mercurio.
Nto se lem poupado Irabalbo nem despa para lena ',.
HUm a nm grao ele p.-rfe-.-o (al, qae nada cix..
o o resultad > de anuos do esludos laborlOaM
Par alcancur todas a naUajaat que toaltM de uso Je eatbar
Ucos lem e combinado .cato ai vlr{dcx curar:,., du-
pwotai qae rao empreadas na Moftccao das plalas. Z. ,
compolco e KU v,t M enormidades qag aHio ao alOBBM
de sua aei-ao, raas Mae* po.Iem reeisti la. on evaiii Lis.
Suas propriedade penetrantes e.xplorio pcortro, paria! e
dio vigor todas as paite de organismo humano; pc!s corr- i-
a sua ac,ao vieiada e Bu recuperar a sua vitalidade. ITma das
eonsequeneias dsia. propri-bdes que o docute, k,: ,-Jo d.
d6r c deliiUdu.lo (>lij ,icn, admira se do encoolrar, to depre *u
sua saudo c energa reenperoaa por meio d- um rs=c L.
simples e ngrndavel.
As molestias que esto ao co alcance sio.
^i--ao nmejiiifa, ImllamtU e mal PAEClMEirrOS DO HGADO,
Fel.-e ga$tro-k*ptica, OattrUe, #tcej Biliosas imtriau,
Ergt/pcta, /IyUra).Ha, irrfrt, erguir parcial, c raralv'ui
No ifaaaaak e Itaaaal a 8cnde do Dr. Ayer, que te puMl,
lado sobro u diversas doenjrj oae esuo ao alc.iuct ne
KlALGDIOS PBOAlTES.
Acia se em todas as Boticas e Drogsrias do mpto.
O Peitoral de Cereja
DE AYER,
Para acabar
4500 a 0*. as ira como saceos com feijo por du, Bronchite. tui*. --,..<. ?!ZZ
por
baratsimo orees: no trapiche bario do Lvra-
ment no Portado Matos o. 1S._________________
Vende-se om moleqoe de bonita Usura e de
I idada da 14 a 15 annos : na rua do Queimado
la.1
PARA A provpta' cuba da
~ Tnlia
enaa, Bronchite, Tiaioa primaria, Tubertndoa
pulmonarea, e todaa os moleaUaa do
Polto, aaaim oomo para aliriar
oa ethicoa*lecJarado3.
As prcparac4e do Dr. Avcg go rcsdida bu rulinhiaa
aro-barias e boUcw do Imperio,
tm l


^^vbbh^HbHHMHbH
^HHI
bu
BHIH
mi
f-
Urlo 4 ITiWWWiliyti aWWtfcifra *9 **ayly de 18(8.

DO
DR. SEVIAL.
Para o tratamento e cora rpida e completa das molestia syphilitieas, eris-9-
ai, rheomatismo, bobas, gota, debilidade do estomago, inflammacoes chronicas do^ad0
ibaco, dores sciaticas, cephalalgias, aevralgias, nlceras chronicas, hydropesias, pleori-
(i3, gonorrheas chronicas e em ge: al todas as molestias em que se tenha em vista a pu
riflcaclo do systema sanguneo.
Considera ces ge raes
A saade 6 am bem inapreciavel, cuja importancia e valor s est reservado ao ena
ermoo avalia-lo.
incoatestavel qne o homem neste mundo constantemente, e por todos os lador
meado por urna infinidade de agentes morbicos que todos tendem, dadas certas e doler-;
ainadas circumstancias, a alterar o regular exercicio das funeces orgnicas, resuitanbo
fOise desequilibrio o que se chamamolestia. # |
A molestia nao mais do que a desvirtuado das torcas vitaes, occasiooada,- d,
jundo as investigares e experiencias dos mais abalisado mesures da sciencia, pela depm-
ac3 dos humores geraes, consequencia da accSo maligna desses mesmos agentes mora e
3cos introduzdos no organismo pelo acto da respiracao, pela va digestiva, pelo contacto
inmediato etc. etc. etc.
A syphilis infelizmente tem sido a partilha da humanidade, e como ora de duvi-
da que esse terrivel Proteo da medic'ma urna molestia hereditaria, ella tem sido obser-
vada em todas as idades, e debaixo de todas as suas formas t5o variadas, enfraquecendo
jonstituices robustas, produzindo mntilacoes, e cortando ainda em flor da idade vidas
preciosas.
Eliminar da economa esees principios deleterios. e parificar a massa geral dos
lumores tem sido desde tempo immemorial o fim constante da medicina, e es purgati-
vos flguram em primeiro lugar para preencher esse desiteratum ou /nu
O Elixir depurativo do Dr. Sevial parece merecer a preferencia sebre todos: os
inmensos successos obtidos pelo uso deste salutar agenle tanto na Aliemanha, como em
? ranea e Italia, o tornam c companheiro inseparavel de qpasi todos os doentes.
Sendo as melestias, como cima dissemos, devidas s alteraces dos humores, o
Erir depurativo do Dr. Sevial pode ser empregado vantajosamente na syphilis, erisy-
?elas, rbeumatismos, bobas, gota, debilidade do estomago, iflammaces chromcas do
Igado e baco, dores sciaticas, cephalalgias, nevralgias, ulceras chronicas, bydropesias,
jeansias, gonorrheas chronicas etc. e em geral em todas as molestias em que se tenha
tm vista a purificacao do systema sanguneo; pois que urna pratica constante tem feito
w que elle indispeusavel nos casos gravissimos para minorar os soffrimentos, pre-
parar o doente para medicacoes superiores ; e as menos graves a cura a conse-
uencia do seo uso, convenientemente repelido.
As substancias que entram na composico do Elixir depurativo do Dr. Sevia
?ertencem todas exclusivamente ao reino vegetal, e grande cathegoria das substan-
cias depurativas e antisyphiliticas; assim, ao passo que este remedio depura o orga-
nismo, eliminando os principios nocivos saude, pelo mecanismo natural das eyau-
5?es alvinas, neutralisa ao mesmo tempo o virus syphilitico quando este virjem.
$m feito erupeo ao exterior debaixo de suas multiplicadas formas; e previne taui
oem os estragos dessa terrivel molestia, quando por ventura se ache ella ainda no
astado de encubacao, isto sem se ter manifestado sob formas externas: beneficio
aiienso, tanto mais quanto neste estado os individuos ignoram completamente se es-
te eonti minados por este terrivel inimigo.
O sabor agradavel d'este Elixir convem a todos os estmagos, a sua accSo so-
re o tubo intestinal suave e benigna, e de nenhuma forma produz molestias medir
lamentosas, como acontece ao purgante dito Le Roy, que na sua qualidade de drs-
tico forte irrita a mucosa intestinal, e consecutivamente a seroza, resultando deste es
ado, umitas vezes, bydropesias, que quasi sempre terminam pela morte do doente.
Assim pois esperamos que o uso deste remedio justifique cabalmente as nos-
as asseveracoes, porque sendo um medicamento to simples na sua composiclo, a
pratica tem confirmado sua ulilidade.
nico deposito em Pernambeco
Na botica e drogara
DE
Barhotomeo Companhia.
3iRA DO ROSARIO LARGA3*
?H


PARA UZO INTERNO
PREPARADOS SIMPLES,
Xarope de jurubeba garrafa......... !<5ooo
Vinhode *6oo
Plalas de vidro......... irS6oo
Tintura de 64o
Extracto hydraleoolieo de jurubeba 42#5oo
PREPARADOS CefflPOSTOS.
Vinho de jurubeba ferruginoso garrafa. 2i$ooo
Xarope I06oo
Pulas vidro... 20ooo
Oleo de jurubeba vidros.... 64o
Pomada de pote...... 64o
Emplastro > libra. .... 2#5oo

lquidaciro de fazendas
Por baratos presos-

Cassas francezas de cores a 240 rs. o covado.
Ditas francezas, superior qualidade, -grande variedade dejpadres, fazenda de
8'jU rs. a vara, a 30 rs. o covado".
Ditas ditas milito finas a 400 rs. o covado.
Superiores chitas francezas largas de cores fixas a 260 rs. o covado.J
Lindas ISas de cores com salpicos e com fbresj a 320 rs. o covado.
Ditas com palmas de seda a 320 rs. o covado.
Ditas com listas imitando poil de Chvre a 400 rs.o covado.
Superiores alpacas de cores de doas larguras com listas e com flores, grande va
ried -de de padrees e gostjs inteiramente lindos ffazenda de 1$ o covado) a 500 rs.
Sedas de cores de quadrinhos e de listas a 800 rs. o covado.
Ricos romeos ou capas de merm, bordadas'e enfeitadas com renda preta, [o
ta d9mais moderno para hombro de senhora a B$, 100 e 125 cada um.
Bcvqs madapotes a 53, 00 e 7$ a peca.
Ditos a 35.
Superior algodiosinho branco'com 20 jardas a 45 a peca.
Assim como outrasmuitas fazendas por menos do sea valoreara liquidar.
que
LOJA DAS COLUMNAS
DI

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Antonio Correia de Vasconcellos & C.
Ra do Crespo n. 43.
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PARA UZO EXTERNO
A JfJKUBElIA.
Esta plantaje hoje. reconhecida como o mais poderoso tnico, como um excei
lente desobstruente, e como tal appticada nos engorgitamentos do figado e baoo, na-
hepatites propriamente ditas, ou ainda complicadas com anaiarchas, as inflammacei
subsequentes as febres imermitentes ou durezas, nos abeessos internos, nos tumores es-
pecialmente do tero e abdomen, nos tumores glandulosos, na anazarcha, as hydrepe-
lias, erysipllas; e associada as preparagSes ferruginosas, ainda de grande vantagea]
as anemias, chloroses, faltas de menstroac5o, leucorrbeias, desarranjos atnicos do esto-
mago, debilidade organicas; e pobreza de sangue, etc.
0 que dizemos afirmara os mais dMinctos mdicos desta cidade, entre os quaes
podem os citar os lllms. Srs, Drs. Silva Ramos, Aquino Fonseca, Sarment, Seve, Pe-
reira do Carmo, Firmo Xavier, Silva etc. Todos elles reconhrcem a excellencia d'este po-
deroso medicamento sobre os demais at ho;? conhecidos para todos os casos citados,
tanto que todos os dias fazem d'elle applicac&v.
Apresentando aos mdicos e ao publico em geral diversos preparados da juru-
beba, tivemos por fim generalisar mais o uso d'este vegetal, fazendo desapparecer a
repugnancia que at hoje sentiam os doentes de usar dos preparados empricos d'elle, o
mais das vezes repugnantes a tragarem-se, e que tinbam ainda a desvantagem de nao
ser calculada a dose conveniente a applicar-se, o que torna muas vezes improficuo um
medicamento, que podena produzir ptimos resultados.
Os nossos prepados s foram apresentados depois de havermos convenientemente
estudado a jurubeba, fazendo as experiencias precisas para bem conhecer as propriedades
medicamentosas d'esta planta em suas raizes, folhas fructas ou bagas, e a dose convenien-
te applicacao, tendo alera d'isto procurado levar os nossos preparados ao maior grao de
tperfeico possivel, para o que nSo poupamos esforcos, n3o nos importando o pouco 1#
ero que possames tirar.
Por tanto os que se dignarem recorrer aos nossos preparados podem ter a certeza
de que elles offerecem a garantia, de que se pode encontrar a prompta e infaUvel cura
de qualque dos soffrimentos, que deixamos innumerados, se forem em tempo applicados
tendo alm d'isso, medico ou doente a vanhgern de eseolber as nossas variadas prepa-
racoes, aquella que melhor Ihe pode convir, j pela fcil appcacao, e ja pela complicafo
das molestias, idide, sexo, ou ainda natureza de cada individuo.
As nossas preparaces ferruginosas- sao feitas de forma que se tornam completa-
mente soluveis nos suecos gstricos, porque procuramos os compostos de ferro que como
taes estao hoje reconbecidos.
Para aquelles que mais minuciosamente queiram conhecer as propriedades da
jurubeba, e saberem a applicacao de nossos preparados, destribuimos gratuitamente
em nosse deposito um folheto. onde tratamos mais extensamente d'esta planta e dos ai*
mos preparados.
Deposite geral de todos os preparados
. Botica e drogara
34Ra larga do Rozario34
NOVA FABRICA DE CHAPEOS
DE
O oordeiro previdente
Na antiga loja de miodezas a roa do Quei-
mado n. 16.
Tendo semprt m nsia uko eoebar o tapo M
seos regaeies, eoa ex teosos uaaocios ; *
lambem nao qaereodo que os mesaos (regoues
igoorem o qae.de noto tem elle recebldo, por Uso
resumidamente a dir': ctaegaoio essim o oo-
nheeimento de todos qae a dita loja do Cerdrtro
Previdente, roa do Queimado a. 16, receben o se-
galnte :
Bonitas e doradoras ligas de pellica para meias,
taalo para senboras como para meninas.
Leqo.es de diversos e modernos gostos.
Pentes com afeites douradus nao donrados,
para ojcdios.
Coques simples eenfeltados,moldes inteiramen-
te notos.
Bom papel em calimbas liso, pautado doora
do timbrado, e outros aiuitos objccios, qoe meo-
clona-los seria bastante enfadonho, e qoe se ven
de em dita loja de miadeus do Cordelro Previ-
dente, roa do Qaeimado o. (6.
9JS faltan florea,
0 Cordelro Previdente a roa do Qaeimado a. 16
tem eonstanlemeole um lindo sor lmenlo de ti
oas e bonitas flores, por isso quando algum* ba.
bilidosa joveo quizar preparar qoalqoer enfeite de
bello gosto deve logo lembrar se que ba dita loja
do Cordeiro Previdente, a roa do Qaeimado n. 16,
nao faliam flores.
Para al vejar os dentes.
.O cordeiro providente a roa do Qaeimado n. 16
receben do bem oonhecido fabricante Jonb Gos-
nell & C. ama ptima qualidade de ps para den
'tes aromatlsados com canfora qoe realmente tem
merecido todo enaceito porque nao s alvej per-
(eitamente os dentes coma lambem conserva-os
sempre no melbor estado de perfeieo, assim pois
qoeiram vir comprar ditos pos na mesma loja
do Cordeiro Previdente, roa do Qaeimado n. 16
Enfeite eon ponas.
U Cordeiro Prevideote recebea am lindo sorli-
meato de enfee* cora ponas para vestidos, tanto
de seda como de laa qoe combinara per f; llamen
te com os cintos modernos do mesmo formato, por
isso para poder enfeitar-se com gosto qualquer
vestido iodispensavel comprarse ditos enfeites
na mesma loja do Cordeiro Prevideote, a roa do
Qaeimado n. 16.
Chapelinas de seda
Modernas e bonitas cbapelinas de seda para se-
nhora recebea o Cordeiro Brevidente roa do Qaei-
mado n. 16 e por ser peqoeoa a quantldade re-
cebida, qoem pretender orna moderna e bonita
cbapelina deve aprecar-em mandar compra-la
em dita loja do Cordelro Previdente a ra do
Qaeimado n .16.
CA1XINHAS ENFEITADAS.
Estas maito desojadas caizinbas vasias e enfei-
tadas com gosto, qne tanta extraccie tem tide e
que realmente servem para diversos tos, existem
na loja do Cordeiro Previdente a roa do Qaeimado
n. 16 am completo sortimeoto de ditas calimbas e
sao vendidas por precos to rasoaveis, qoe o expe-
riente freguez nao objectara' em compra-las em
dita loja de mludezaa do Cordeiro Providente a roa
do Queimado n. 16.
PONTEIRAS E CHARUTOS.
O Cordelro Previdente, rna do Qaeimado n. 16,
tem um bom sorlimento de floas ponteiras para
cbarnlos, sendo lisas e com figuras em alto rele-
vo ; e para qoe os seos fregaezes nao se locom-
modea em comprar cha rulos em algo mas das to-
jas de cbaroteiros, receben tambera um bom sorti-
meoto de finos charutos do afamado fabricante
Purtado de Simas; assim, pois, encontrarlo os
apreciadores um bom sorlimento na dita loja do
Cordeiro Previdenie, roa de Queimado n. 16.
Para offertas bo Hospital por-
tugus.
Bonitas cestinbas com fructas de cera, obra de
muita perfeicao e bom gosto.
Para cortar moldes e en.brulhar fazendas.
Vende-se papel Dardo folba grande.
Para lustrar calcados.
Vende-se superior graxa, econmica.
Veude-se papel para matar moscas.
1 loja do cordelro prevlAcnte
Ra do Queimado n. 16.
flella acharao os pretendemos um grande e va-
riado sortimeoto de perfumaras finas, tanto ingle-
zas como francezas, sesdo :
Finos extractos para lencos.
Baobas e pomadas para cabellos.
Oleo pbilocome e baboza para dito.
Pos bygienicos para dentes.
Uilos campborados para ditos.
Opiata ingleza e franceza para ditos.
Pacotes com pos de arroz.
vasos de percelona para ditos.
Sabonetes para mao e barba.
E mnitos ootros objectos que serio presentes
ao comprador qoe se dirigir a roa do Queimado
n. 16, toja do cordeiro previdente.
Baniieijas peqaeoas..
Vendem-se na rnajdo^Queimado n. 16. floja do
cordeirotprevidente.
Charetos
da acreditada fabrica de Jos Furtado de
Simas.
Vendem-se}oa loja^doucordeiro previdente a rna
do Qoeimadoln. 16 _______.
Fabrica e fundico de bronz
e outros metaes, caldeireiro,
latociro, e funiiro, situada
na Soledadtt, ra- o Prin-
cipe n. 3, c com deposito na
ra Nova n.88, da fMade
do Recifa.
DE
BRAGA i SAMPAIO
Fabricam-se oeste importante eatabeleci-
mento todas as obras concernentes as artes
respectivas como sejam:
Alambiques de todos os tamanbos em
feilios, os moi acreditados apareaos de
Derosne com as dimencoes delicadas dos
fabricados em Franca.
Fabricam-se avulsas quaesqner pecas des*
aparelhos, como sejam o dilatador, ratifica-
dor e condensador, ou esqoenta garapas,
resfriador, serpentinas interiores.
Fabricam-se bombas de todas as dimen-
coes e qoalidades, pelo systema francez en
americano, simples, de pressao, repuxo, e
com especialidade a estanca rios! assim -p
nominadas pelo enorme volume de agua
que absorvem calculada em 100 pipas por
bora, e das quaes algomas esto promptas a
serem experimentadas.
Existem bombas por este systema, me-
nores, para regar sitios, garantindo-se nao
s sua duracaocomo a grande quantidade
de agua que fornecem pelo que s3o conside-
radas hoje as primeiras bombas confcecidas.
Todas as mais obras se fabricam vonta-
de dos freguezes e a sen capricho.
Existem sempre prom ptos no deposito in-
dicado na ra Nova n. 38, um completo sor-
limento de obras solidas, bem construidas e
a precos rasoaveis, como s3o alambiques,
serpentinas, taxos, passadeiras, repartidei-
ras, escumadeiras, cocos, candeias, e mullos
outros utencilis preprios para engenbos,
como sejam mancaes de bronze, parafuzos
para rodas de agua e outres.
Cavilhas, machos para lemes, pregos de
todos os tamanhos e para o forro de cobre
de navios.
Aprompta-se ludo quanto diz respeito as
obras de la to torneadas e polidas com toda
a perfeicao.
Vlvulas para tanques de banho, torneiras
de todos os tamanhos e qualidades, assim
como todos os ornamentos para militares,
botos para farda, aparelbos para barretina,
nmeros, espberas, espadas, cornetas, alam-
padas turbulos, caldeirinhas, navetas, almo-
farizes, perfumadores.
Obras de folbas de flandres de todas as
qualidades, babs, bacas, bules e outros
Qtencilios domsticos.
Lampies para gaz para engenhos, folba
de flandres em caixas, folhas de cobre e la-
tao, tubos de chumbo para encaDamentos de
todas as dimengoes, folbas de zinco, estanbo
em barras e-verguinba, lancees e barras de
chumbo, vidros finos para espelhos. de co-
res, bordados, e opacos, e oulros para vi-
dracas, diamantes para cortar vidros, cadi-
nhos ordinarios e de patente, rea para mol-
dar, folies para ferreiro, lavatorios com ba-
cas e jarros, trra podre e outros nmeros
objectos proprio de taes estabelecimeotos.
Sendo todas as obras inspeccionadas e
feitas sob a direccSo do socio administrador,
Jos Baptista Braga o qual se acba de novo
especialmente incumbido da gerencia de tao
importante estabelecimente, isso urna ga-
rantia pela sua longa pratica, que tem os se-
nhores freguezes de qne sero servidos a
contento, com promptid3oe preco commo-
do, pelo que os propiietarios lbe serao agra-
decidos.
^Paria, 36, Rna Vivlenn.. J&>
CHABlE.WfDECIMSPCCIAL

DE

Manoel Moreira de Souza
RA XOTA X. 4.

Nesle novo estabeleefmento ha nm completo sortimnta de cbacos para Lomen?, senboras e
meninos e vende-se por menos preco do que em ouira qaalqaer parte.
Vende se por preco razoavel, dlobeiro oa
a praso, conforme se a justar, ou se arrenda o en-
genho Jaboaliozlnho, moenia e correle, silo na
comarca de Santo Anio, com terreno sofficiente
para safrejar de 1,500 a 9,000 paes annnaes, todo
o terreno mai frtil com bastantes varzeas, todos
os partidos esto eneapoeirados, faz. assacar de
maito boa qualidade, e tm todo moilo maneiro,
tem bons sitos para lavradores, am grande cerca-
de, duas casas para morada e diversas para mo-
radores, t idas cobertas de telba, senzala, casa de
farioha, olaria e forno, casa de engeobo muito
grande, com casa de porgar para 800 mil pies,
casa de encaixamento milite espacosa com os cal-
idos precisos para deposito de assacar secco, doas
famosos balcOes para seccar assocar, boa estufa e
bom lagar para assentar nma distiiacio, moenda
e roda d'agoa quasi aovas, bom assentamento com
as taxas precisas at para fazer relame, am Un
qne para mel e nma casa para bagaco, tudo em
metp bom oslado : qoem pretender pode enten
der-se nesta praca com Beroardino Correia de Re-
zeode Reg, roa do Llvramento n. SO, on no enge-
nbo Campo Alegre com o Sr. raaj r Hanoel Cava!
caot de Albuquerque e S*.
Novidade.
'

*1&

Novo e grande depositle superior carvao de Oardiff na
Babia.
ifW^ASrJeSiwJM- ^ 5V Barb,m D- *esno habffitatfos supprfr de
CCWBJ B*va*u to. a eoMraur nesU com Domingos AIvm Hatheus,-
Vende-se orna armacloneva de amarello, e ala-
ga se a loja propria para qaalqaer negocio, na roa
da Imperatriz n. 86 : a tratar na mesma roa n.
56> "a.
Vende-se orna armacao propria para qaal-
qaer estabelecimento, envernlsada; na roa Direlta
o. 62, e lambem se aliaga a mesma casa que cffe-
i-ece commodos para se morar ; qoem a pretender
ilrija se a rna de Santa Tbereza n. 41 ______
Balees brancos e de cores paradme-
ninas.
A aguia branca, a' ra do Qaeimado n. 8, reca-
ben ornas amostras de superiores baldes brancos e
de cores para meninas de diOerentes tamanbos, e
como semaro, vendeos por precos commodos,
visto a boa qualidade.
Vende-se nm par de capneiras para navios:
na roa do Vigario o. S, on com o capito do Ser-
glpano, a bordo.________
Lian abas a 16#e 240 rs.1&"
Vendem-se laazinbas escocezas muito bonitas
pelo baratsimo preco de 40 rs. o eovjdo, ditas
. miodinbas para acabar a 1(0 rs.: s na leja e
armazam do Paveo roa da Imperatriz n. 60, de
Gama & Silva. '
Cavallo de carro.
Vende-se om excellente eavallo de carro, novo,
possante e corpulento, de bonita figura ; na traves-
a do Queimado n. 1,1* andar, ofOcina de relo-
)oeiro._____________
Fundado d'Aurora em
Santo Amaro.
Completo sorlimento do taisas batidas 6 fundi-
das, alambiques de todos os tamanhos e fondos di
ditos, rooendas de todos os tamanbos de snpenoi
qualidade, crivos e boceas de fornalba, o qne tudf
se vende por commodo prego.
Vapores.
Vende-se em casa de Sannders [Brothers & C.
o largo do Corpo Santo n. 11, vaporas patente5
om todos os pertences proprlos para azer mover
88 on quatro machinas para descarocar algodc
Vende-se
om escravo de 23 annos e ado, proprio para en-
genho, pois trabalba bem em todo servico tenden-
te ao fabrico de assucar, e pereito carreiro :
qoem 0 qolzer ver pode dirigirse ao largo da de-
teoeao n. 17.
Condecorares.
? Cnegaram no vapor ioglez Sene am sorlimento
loja dd oorives de Jos J. Goncalves Bastos &
C. roa do Cabog o. 2a A, esquina da rus larga
do Rosarlo.
Attenco a liqu'dacao
O arrematante da loja de ferrageos de finado
Sebasliao Jos da Silva na ra Nova n. 35, estando
resolvido a acabar com o restante das ferragens e
miodezas existentes em dita loja, e por isso convi-
da ao respailavel publico a se muoirem de ditas
ferrageos e miodezas por penco dinbeiro, aos se-
nbores de engeobo a approveitarem a oceasio de
comprar alambiques seos pertences, e esqoentas
garapa, aos se nbores artistas diversas ferramen-
tas e ferragens, aislm como ainda tem sinos para
igrejas; approveitem aoccasiao.
GRANDE BAZAR
RA NOVA N. .0 E 22
fe)HS
SAltfG
Machinas para descarocar algodSo. do m
Ihor actor que tem apparecido na America'
E' tal a execacSo do machinisme, que o al-
god5o sahe qoasi t5o perfeitocomo o debo
landeira. Recommenda-se a attengo doi
Srs. agricultores, estas machinas.________
GAZ GAZ GAZ
Chegou ao antigo deposito de Henry Forster
C, roa do Imperador, nm carregamento de gaz dt
primeira qaalidade.o qual se vende em partidas
i retalbo por manos preso do qoe em ouir* qaa
mar parta.
PICHE
comm
AS K.NFKKMIUAUAS DIS SEXOAES.AS AJTO
" fCTAWEAS, E A '.TERAgOES BO SAHGTJI.
10.000 caras du impinetttt.
puitulat, ktrptt, lonib
comixoet, acrimonia, a-
lereou, viciosa/ do iiruam
1 t-rui, < alteraeott do uu*
gu iXarope vegetal sm mercurio). -partfcc-
*rCelr HAKI'OM MI!VIiHAa tOBIO-U dck.
por semana, segnindo o tractameoto Depurativo : ?
mpregado as mesmas molestias. '
Este XaropCitrtetsaS!?t
de CHABLE, cura iiute.
laoieute qualquer purqacao,
rtlaxafao, i debilidad, t
igualmente os fluxoi e florm
raniis das mulhercs. Kna injec;ao benigna
erega-ee con o Xarope dt Citraoto de Ferro.
es>rraldaa, Puaida que Cira tres lita,
POMADA ANTIHERPETrCA
Contri: mi affteeoei cutneas comixot.
PILULAS VEGETAES DEPURATIVAS
citaba, cada IruM val mmbmJu4 tt'm
AVISO AOS SRS. MDICOS.
j Cara ctnarrho*, io-im
coquelucliei, irribicst
nervosas sal dos bron-
ekios e todas as doatfa
1 uo fieiio; halii ao doeutt
uoia calila rchdea deln tarop ti' Korcst.
Dr. Ctt*.it,H em Pars, ru Vl>inw, 4t.
A venda na pharmacia de P. Maurer f
e C, em Pernambnco.
Cassas laai a 540 e 3 rs.
tas de seda preta a 15 e a
Crespo n 17.
o ovad, basqo-
W# : J* rna Jdo
Cimento
Superior de Marcelba igual ao Porlland em
barricas grandes de 11 arrobas a 12J a barrica,
em pon Jes se fara' rednc|ai de preco : a tratar
coro Tasso Irmios no armazam do ca6s do Apollo.
Papel de imprimir
Aeaba de chegar nova remessa de papel para
itnprimir jornaea : no armaxem de Tasso Irmos
do caes do Apollo.
Siperit>r psBoo de uleodo da Baha
Vende se no escrlptorlo la Antoniaf Lolx de OU
Vende-se piche ao gaz proprio para
asphalto, calafeto* de candas,
assoalbadoa, assim como para rebocar
cisternas, conductores d'agna,
etc., etc., em grosso : ns fabrica do gaz, e
a retalbo, no armazem da Bolla amarella,
travessa do Imperador.
Conjlocorae A bem conhecida loja de jolas de Moreira A
Duarte, a' rna do Cabnga n. 7, acaba de receber
porco de hbitos e efflclaiatos da ordem da Rosa,
habito? da de Corista de differentee lmannos
qoe vende por pregos moi razoaveis, alm disso
eootinoa a ter como sempre nm completo sorli-
mento de joias dos gostos mais modernos para as
qnaes eoota com o concurso de seas bons fre-
gaezes. ,
Em cada garrah, tal, eolre a ro'.ht t os/tptl lu
que leiri o ucu sinele, um rotulo Imprtsso ai am-
rtacom Siuc luriaiu ? ojemc si^icu.
JV. B. *tmH.
_ tendn-aenma lottn
de 100 fnDro u
fcrc Par, ateltawl
I O da de ruta,
M tBJxitbo,gnu-t
i nba.(lm;Hfi> t co
ioanu
Ut
Deposito na pharmacia de P. Manrex i
C. em Pernambnco.

lra Azeiedo & C., rna da Croi.n. 5Z. r,i- r lveira Arneo & C, roa da Cruz e. 57.
'i
Fia de argadft da Baha.
Vende-se m crlptorio 4 Aaieoto Lab de 011-
I
ol*
Idll
WeruawJt eb a|isj a*iH
I -a i
\ a avun *oi
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Cola superior
Vende-se no escriptorio do Antonio Late da
Teira AzaveTo g C, rna da Crnz n. 57.
i ftaeriar viado tut^, T
Vende-se no escriptorio de Antoiio Lalirda OH'
veira Aieve.io & C, roa da Crui n. 67, eva caixas.
do garrafal, n '
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.+* iii-' ~iii t' l ni i mu ii injnj')
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l.rl. U r.nu*,M S.xU felra IO de ,a.
Collares Royer
01 BodBs elctricos magnticos
Beposlt acreditado
Wja da aguia branca raa do Queiraado n. 8
Apregoar anda os prodigiosos effeitosdos
3oMifw-Rbytr j nao ensraar ou querer
latrodazir novidades, porqne a fama de sua
efflcacra te-se tanto estendido, e os seus
fehws resaltados a tal altara elevado, que
25J!nJ P^5 1ue Pr experiencia
proprta, ou por intermedio de seus amigos
e prenles-, ignore on desconhe;a as virtu-
des desses sempre apreciaveis collares
Koyer.
A agua branca porta sa gloria de concor-
rer para ora t2o justo flm, se nao por ou-
ro modo ao menos por ter sempre, e cons-
antemente um completo sortimento desses
collares magnetices, que bem se podem cha-
marsalva vidas das criancas.
Resta anda qoe os senhores pas de fa-
milia se facam convencer ,'de que convem
nao esperar que as criancas sejam atacadai
do mal, e por sso necessario oa conve-
niente qoe com antecedencia se deite na
enanca um desseff collares para assim estar
Mi preservada das convaJcSes e se contar
uvre dos rigores da denticao.
A agnia branca-rna do Queimado o 8
eonunua a receber por todos os vapores
rrancezes a qnanlidade que ha contratado e
por isso acha-se ella sempre provida dos ver-
dadeiros collares Royer eletricos magn-
ticos. B
Novas chapelinas
de fina palha da tala.
A Agnia Branca, a' rna do Queimado u. 8, rece-
ben am novo sortimento de bonita* cbapelinas de
Boa palha da Italu, ornadas com delicadas flore" e
ewBoodosPre 3 ABQla Brin" Ve0de por pre*
*?fVal?9 e Pa,,,0 ordeiro
A loja do cordeiroprevideote a' rna do Quelma-
j n. 8, receben nova remessa dessas oiui^ri..
de rap.
nelro de 1868.
MUITJLS
DOPEITO
FAZEUDAIS
ra do Crepo o. 9 a, esquina da raa do Imperador
now., rJr^L^" pe#' npor 6umne> nm variadissimo sortlmento de farendas noe diism os
Sa^Tol68 "ne f0r*m/S me,D0rW' de mais 0,,8 e novidades'que encontraran! em
^tovfftagF'** a*reCa5i *i*"*Ml. os'segaiBtes trgosqne
KA
LOJA E ARMAZEM
DO
m
loa di Ioieratrii7 n. 60
AMA SILVA.
toja
Riqnisslmns corles de seda de efires, com lindos
malites completamente novidade.
Lindissimos vestidos de cambrala branca bordados
com gosio.
Ricos basqofnes, primorosamente bordados, e ulii-
ma moda em Parir.
"?.&.*?**n's de se- Palha lftacio
e enreiudat com moli gosto. *
^o PaS* Mnhor"'sen('0 e* de <" moda
Llndissimas gravatinhas para seoboras.
mnlC,ar.es- e *ol'a de v,,rilno e seda, oUlma
moda e Inleira novidade.
*i*?^''-a9'LUm e rw'as Cbnny, c;m-
piea novidade.
Rlqoissimos leques de marflrn todos abertos e dej
Casemiras, cambraias, las, mdsselinas, precalias. cbitai
deuamos de mencionar por se tornar magante. *"a'' """
Riqni88lmos vestimentas de cambraias primorosa-
mente bordados, eom todos es perknees para
creancas se bapllsar.
Ricos vestuarios de cores, todos completos para
meninos de 2 a 4 airnes.
Mantas de blonde para noivas.
Moirlaotlqne, grosdenaple sedas prcU, branca
e de cores.
Riquisslmos cintos, nltima moda.
Ricos enfeites para senboras e meninas.
Liodissimas cbapelinas de seda e de palha para
meninas.
Riqoissimos eortes de fantasa para vestidos de se-
nbora.
Lindos corles de 15a para vestido, novidade.
Cbapeos de castor a canotier, ultima moda para a
rapasiada em Parir.
Grande deposito de luvas de Joavo recebe-se por
lodos os vapores grande sortimento.
e orna InOoidade de objeelos qne
Isto s na loja do Passo raa do Crespo n. 7 esquina da do Imperador.
I

i
Precos vantajosos
Has miudezas do grande estabeleci-
ment de Souza Soares k Jrnio.
Roa Nova n. 28.
1'endem en grosno e a realho.
a SM0SeOsS5r5' muit0 soPeriores "uras sorUdas
Dita em nvelos, mais inferior a i500 e 1^800
Diu branea era eaizas de SO nvelos a 640 ris
Dita para marcar, caitas de 16 ditos a 240 r
Dita branca em ditas de 10 dilos grandes a 360
Dita em carros de 100 jardas- a 360 rs. a do;ia:
Dita em carros de 200 jardas a IJOO a dusia.
Dita em oarloes, branca e preta, a 160 rs. a dila
HieUs de cores em cana* de duna, a 1500 a
uh3.
ANDE IN'OV


AUGUSTO PORTO 4 C.
11Ra do Queimado11
e vende por commodofpreco as segointes H e lo#,flnissraios sobrecasacs d'epanno a
neoda rZhTl v/rande ^^"Rto volvido liquidar a i
rehK,fm^l,/am VCnde!; com raDdes alimentos em precos. assim como teem
^\^^^^ttP0?vor?, de fazendas Dovas ta^ piezas como franceza
afim de tSlm ^fld.esn* vendereni-nas mais barato que em outra qaalqner parte
ma^dam-nas fe?! Pm ?,t0^faoDd0,,de,todaS-el aS' amostras dexand0 fic^ P ^r, oo
as Sa f r.n PBSi excellent.ss.mas familias pelos seus caixeiros; Sssim como
SnS S ?XSSLtS Pe,qeM ^,a' Deste ^belecimento comprarlo pelos mes-
boSa rs^ho^ja^T i ,vcn4t- S^^ ** *
tintios, achara um grande nolinas ou bales de arcos parasenhora pelos
baratos precos de U, 2Aooo e 30 por baver
grande porfo, na loja e armazem do Pa-
v5o, ra da Imperatriz n. 6o de Gama
Molre autique.
Vende-se superior moire-anliqae de r6r. rom
alom toque de mofo, por preco mnito barato, para
vende-se setim da China com 6 palmos de tnT: D. ,o*d0 Pavo>rQa d imperatriz n. 60,
argura proprio para vestidos a 20 o covado, aIDa & S,lva-
laaziobaspretas lisas, alpacas com listra bran-
ca a 10 o covado, cassas brancas com listras
pretas a Seo rs. a vara, ditas pretas lisas e
com tpicos vara a 56o rs. ditas francezas
com listras e ramagens vara a 8oo rs., me-
rm preto, alpacas e princezas, mais barato
do qoeem outra qaalqaer parte, na lea do
Pavao, roa da Imperatriz n. 6o, de Gama d
Silva.
Avt9 Importante.
Os nnicos verdadeiro xarope de bvpcpbospbl-
los de soda, de cal e deferro do Lr. Cbnrc hill tra-
zem a firma qoairo vetes reptiida desie blo me-
dico sobre o sobaerlpto e a marca- de fabrica da
Pharmacia Svrann, 12, roa Caetighone, Parts.
Acha-se a venda em frascos qnadrados c^m o Do-
me do Dr, Cbnrcbill ne vWro. Prero 4 francos tOi
Paris : Coa instrurgao
scravos tridos
mTk00 eflReiino Pfiwodoba PontiDoa a eslar fq-
na cerca de um anuo a ciava de o< me a-
n. ? redocda e be75os. ''a batida e.
maT.fonl ,cbsv-"ra'ida uando tom e
?oe..C.*lM!t$qne Di0 "**>> C0*t4
a* ""indodeaaa em alsuaa cas:,
dada a titulo de forra pols for {?," "a
Hender leve a ao referido f ocentao
sortimento para escolher e por preco maito
mais barato do que em outra qualquer parte,
na loja e armazem do Pav3>3, ra da Imne-
ratriz n 6o, de Gama & Silva.
Fazendas para Inte na loja do
Paro
Ouro d.
mente.
detla
pernos
apre-
a' iua do
-...wHiog fD^euno cu a' iua do
>w, qne ser recompeosack) geceraa-
oopoo
4^00
Em corles de
se superiores cortes
la
de laa
a dita.

Grampas com cabera de vrdro a 160 rs
Aguibeiros pintados a 210 rs. a dnzia.
Boides de moedinbas douradas e praleadas oara I
pnnhos, a 10000 a duzia de pares.
Ditos de madreperola, para camisa, a 500 rs. a I
groza.
Ditos de osso, para calca, a 240 rs. a dita.
Caisinbas com soldados de ebnmbo a 120 rs
Espelbos de mnldnra dourada a 1400 a duzia.
Pentes de lago donrado, para coco, a 60 rs. a
dnzia.
Ditos de lacos liso?, para coco, a 5*800 a dnzia.
Ditos dourados, com flores, 24400 a duzia.
Ditos de bfalo, multo bons para alisar, a 25300
e 20400 a dita.
Dedaes amarelos e prateadoi, floos, a 240 rs. a
dita.
0)lchetes em calxinhas a 640 rs. a dita.
Ditos era caribes a 600, e 900 rs. a dita.
Pegas de fita para coz, larga, com 10 varas, a
C00 rs. a peca.
Piras de seda n. 1 /z. pecas com 8 varas, a 260
rs. a dita.
Cadaco branca para ceroulas a 560 rs. a duzia
de pecas.
Las de todas as cores, para bordar, a 60500 a
libra.
Phosphoros de cora, em caixinhas, a 360 rs. a
dntia.
Ditos de pu encerado, sem cheiro,
dnzia de caixinbas.
Ditos de cera,
10400 a dnzia.
Cartilbas da Doulrina Cbrlsta a 320 rs.
Obreas de colla, em caixiohas, a 320 e 500 rs.
Sabpnetes Anos a 800 e 1$ a duzia.
Facas eirarpbos cabo de osso, fazendaboa.a
20300 Jdmla.
Ahumaduras finas para coleles, cintos com 8ve-
las de crystal, e muilas ontras qoalidades, pulcei-
ras de coalas, pentes com pedra* para coques, en-
'lies para caneca, um complete sortimento de per-
fumaras de todas as qnalidades, ceiariuhos. can-
deeiros a gaz, ferragens de todas as qualidades etc.
etc.; a roa Nva n. 28.
a 350 rs. a
em caixas grandes de folba, a
Este estabelecimento acaba de receber
fazendas finas:
Vestidos de b.ond para noiva com manta e capella.
Ricos vestidos de tambraia branca bordadas ( qne ha de melhor.
Cortinados bordados e admascados para camas de 2o0 a 8o0.
Ditos bordados e admascados para janellas de 90 a 2o0.
Colxas de seda e laa e seda para cama de noivas.
Basquinas modernas de maito gosto de 2o0 a 5o0.
Toalhinhas de croch para cadeiras e sofs, e colxas de croch para camas.
Cbapelinas de crpe branco, e chapeos de palha da Italia para senbora.
Moir branco e preto, grosdenaple preto e de todas as cores para vestidos.
Camisas para homem francezas e inglezas de linho, e de algodo.
Goardapisa de crinofine para fazer mais elegantes os v< sdos de ISa e de seda
oaO lS a Torca
Superiores saias bordadas de linho, camisas e camisinbas bordadas e lencl de
cambraia bordada para senhoras, ricas toalhas bordadas com multo gosto, e lindos ves-
toarios para baptisados com o respectivo enxoval.
L5as com listras de seda de varias cores a qoe ha de melhor.
Chapeos brancos de castor, e ricos chapeos de sol inglezes para homem.
Malas de diversos tamanhos para via^ens.
Panos finos e casen iras pretas e decores e outras muitas fazendas
dem baratissimo.
PALITO'S DE PANNO A 60
a r-?B"8e.?a,lt68 de mpret0 saccos
Lm- fobrecasacos a lo0, calcas de ca- palmos de largura, que facilita fazer se um
Jr J .- P1^ a ** e !> d t muit0 flDas a vestido com quatro varas, a U e 10280
Vendem-se superiores cortes de 13a matizaba
com 15 cTvados, pelo barato pre$o de 40 o rrte,
isto na loja e armazem do pavo, ra da Impera-
triz n. 60, de (ama & Silva.
Cambraias largas a i000 e i280
a ma.
Vende-se earxbria transparente com oito
*nn K ? 2o ,d0 C0,reBf ez de oniubro:'d(
engenno Limoeiro fregnezia da Eseada, c eseraT*
com oa seguutea iigtaes : cabra fuaco, alto eoa
bom corpo ebooiu figura, cara bexig,sa, fcsrbi
puuco serrada, cosiuroa rapar o bigote e a peirs
cabellos om lano carapinbades, pooco caabcu
fm os dedos grandes des pea mas acmpriM
um pouco gago, cem slgumas cicaintes vt-lbaj di
ructe as cotias em urna pa' e em um brsec
vfiiindo camisa de a'gedo da anta ou aigcdaoii-
ono, cuca e paletot de brim pardo chapeo det*e-
a preto, e lava vara de carreiro que e suppoe^
^r ido assentar praja como wiantario : rec.om-
menda se as pesseas encarregadas do rterutameo
lo e as antoridades noliciaes com especialidade r.
Q) hio Kormoso, Una, Agua Preta, S. Rento e Por-
to oaivo e a ooira qualquer pessoa a app.ebeusc
do dito escravo, e entrega-lo bo dito fDgesbo, qm
recebera a gratificaejo cima. O escravo chama-
se francisco.
que se ven-
Este estabelecimento contina a receber as melhores.
Esteiras e alcatifas para salas,
11Ra do Queimado11
Este estabeleeimento a rna da Imperatriz n. 70,
recebe de sua conta por todos os paquetes trance-
zes diversos objectos da ultima moda de Parta,
como seja bandos eoqoes lisos e enfeitados, fitas
de sarja, dKas de seda lisas borladas de todas
as largaras e de superior qnalidade, lindos sapa
tos de merino, d3 casemira e laa, toncas de laa,
muito boniles cbapelliobos, babadinbos e ntre-
melos eom lindos bordados, grvalas de seda pre-
ta e de cores para borneo) e senburss ; as verda-
deras lovas de Jouvin brancas e de cores maito
benitas cartefras de diversos feaios, e lmannos,
meias de mnilo boa qoahdade, para hornero, se-
nboras e meninos, om lindo sortimento de bicos,
espartilho, toocadores de Jacaranda' de diversos
lmannos, lias de velado, trancas pretas e de co-
res, lindos enfeites para vestidos, cintos de diver-
sas qnalidades maito bonitos, albans, abotoadoras
para colletes, la para bordar de saperior quali-
dade, ama iofiaidade de bonitos briaqnedos par
erlaocas, as melhores per fumarlas de Lubim, Piver
6 &u.r-i sceiddade Hygenica, immencidade de
objectos que deixo de mencionar para nlo se tor-
nar massante, tqdo por precos maito coamodo?.
-
-----
N. 64-Ra da Imperatriz-----N. 64.
Kova loja de mindezas e arligos de modas

DE
SILVA & NEVES.

m
n w aS PrfPrielar0S ^este novo estabelecimentj oerecem ao respeitavel 5B
poDiico desta bella cidade, edo interior um lindo e escolhido sortimento de S
miudezas e arligos de modas, concorrendo para isto o terem na Europa, pes- &Ss
soas nahiittadas a execotarem suas encommeadas no que bonver de mais no- <*Wi
viaade e gosto, e garaDem veuder pelos precos mais rasoaveis do que em l^
outra qualquer parte apar de maneiras delicadas e sinceras. ||f
Acabara de receber pelo vapor francez Guienne, os segointes bellos ^^>
artigos. de moda e fantasia.
Luvas de iotivin para senhoras e homens, de todas as cores.
Lutos para missa com capas de madreperola etc.
fodkpeosaveis e boleas de todas as qualidade.
Uqoes os mais modernos.
Espanilhos collares, e cintos de seda e vidrilho.
quadades6D(la' de Guipore' de seda' (bk,Dds) e de a,od30' de lodas as
. -a ^P'elO'Sortimeoto de trancas, Atas, botes e guarnieses de seda
eom vidiLbo e se,m elle, gravatinhas de seda, e maagmios de losiro bordados
tudo do ultimo gosto de PariSi
Leques de sndalo aberto do mais apurado trahalho
Agua Flrida e tnico oriental de Laman & Kemps.
Kicos eofeites e guaroicoes de flores para vestido e cabeca.
Calcadu para senhoras e meninas.
m rS?3"? as .tnelbores e mais escolhidas de Lubm, Piver, e Coa-
/ ega.nte3 vasos de Porcellana, crystal e prata inglega.
dray,



GRANDE BAZAR
ni Nova n. 20 e 22
Machinas pa-a costura do autor Wfaeete
AWilson, chegadas uHHnamente da Am-
rica; as qoaes pode coier-se cota don
pespoDtos, toda e qualquer faienda, emb*.
mbar, frangir, bordar e marcar roopa; toU
com perfeicio. Sao to simples, qu con..
pFebeode-se fcilmente a maneira do trab.
ho e a pessoatendo pratiea de coser em o,
rbioas. pode fazer por da servJco que 1.
ciara 30 costureiras.
Chama-so a este estahelechiiento a attei-
CSo do publico, visto que elle se acba con
pletamente sortido de objectos de gesto
como bem leques de madreperola e de sl-
dalo, HveUa, Otas para ^iato, cokea parlo*
maria e ele,
Na nu aova n. 20 e 22, Gamero Yin*
oa 4C.
ao mereaapaa%thoS SSO? ^^ ^teem at ^ VQdo
Chapeos de palha da Italia, e a mitaSo para meninas.
podem ser ;pmrec^on!mer0 de artig' de gSt e ataaia ^ a ^ta
CfSf .
'
1


NOVO DEPOSITO

T/a i)ESCAROCAR ALGODAO
Manoel Bento de Oliveira Braga,
53Rna DIrelta b.53
Neste estabelecimento so encontrar3o a
verdadeiras machinas americanas chegadas ultima
mente, asquaes aofeitas polo mais afamado fa-
bricante da America, por isso avisa a todas as pes-
soas qoe precisarem comprar, de se dirigir a este
estabelecimento que comprarlo das mais pOrfeitas
neste geaero, assim como mais Barago do One em
outra qualquer parte, por isso qne sa recebo por
conta propria, bem como cannos de chumbo e moi-
nhos para moer milbo, e grande sortimento de fer-
ragens e miudezas em grosso e retamo.
Facas de cabo orane da molo baiaoco a )#
a dntia. limas finas de todo* os tamaofaof proprras
da trabalbe de escultura. ,
2o5 e 2U, caifas de casemira de cor a 76 e
8& um grande sortimento de coletes detoda
a qoalidate e outras molas qoalidades de
roupas qoe se vendem mais barato do que
em outra qualquer parte, na loja e armazem
do Pav3o, la da Imperatriz a. 6o, de Ga-
ma & Silva. r
Ai salas do Pavo a 3$oo.
Vende-se nma grande porjao das mais bonitas
"aias brancas com lindas barras bordadas de co-
res, tendo 4 pannos cada nma, sendo faienda in-
leiramenie moderna, pelo barato preco de SOi
rada nma sendo faienda que sempre se vendeu
Dor muito mais dinbeiro ; na loja e armarem do
Havao, na rna da imperatriz d. 60, de Gama di
CASQUINHOS DO PAVAO ; A 180, 2o
25,51 E 300
Lbegaram o mais modernos casaquinhos
ou jaqueus de grs preto, ricamente enfei-
tadas sendo uns com cintura e outros soltos
conforme se usa ltimamente e vendem-se
pelosbaratos precos de 483,200,250 e 3o0,
na loja e armazem do Pav5o, roa da Impe-
ratris n. 6o, de Gama & Silva.
Camlslohas a 3^.
vendem-se as mais modernas camisinbas com
manguitos tanto bordados como de pregninbas com
elegantes pnnbos e bonitas abotoaduras pelo bara-
to pre$o de 3* :O0 ; Da loja e armaiem do Pavo,
ra da Imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
Peebiaeba em casimiras a 1600 so o
Pavo.
Vende-se ama gradde porcao de casimiras sope-
rieres enfestadas, sendo escoras e alegres proprias
para caigas, poletots, coletes e roopas para meni-
nos pelo baratsimo prego de 1*800 o covado ou
a 2*800 o corte de calca, grande pecbincba na
loja e armazera do Pavio: ra da Imperatriz o. 60,
de Gama & Silva.
Alpaca monstro com 5 palmos a 280.
S o Pavo.
Vende-se alpacas de quadros sendo padrSes es-
coros proprios para vestidos leodo 5 palmos de
largura que facilita faier-se um vestido at eom
8 ccvads pelo barato preco de 880 rs. o covado,
garaotindo se qne fazeuda qne val muito mais
dinbeiro, portanto pecbincba : na loja e arma-
rem do Pavo roa da Imperatriz n. 60, de Gama
d silva.
Pouplinas para a festa a 320 rs. o covado.
Veade-se nma grande p^rco das mais bonitas
pouplinas transparentes com palmichas bordadas
a la oo quadrinhos a imitaeo de o de seda, pro-
trias p2ra vestidos pelo baratissimo prego de nma
pataca o covado, grande pecbincba : na loja e
armaiem do Pavo ra da Imptratriz n. 60, de
Gama & Silva.
CORTES DE SEDA,
a 28*000 res na loja do Pavo.
Cbegaram os mais modernos cortes de seda de
cor com elegantes desenbos claros e esenros, ten-
do mnita faienda para nm vestido e vendem-se
pelo barato prego de 28*000 reis, por estarmos
mnilo prozimos da festa, isio na loja do Pavio,
rna da Imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
SAlAs ECONMICA 8.
- a 2,500 reis.
Vende-se nma grande porgao de salas de edr
com benitas barras pelo baratissimo prego de
2*500 res, na loja e armazem do Pavo ; raa da
Imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
PNHOS t:OH GOLINHAS.
a 1*000 reis.
Vende-se nma grande porcao de panbos eom
gcl.uh.s de esgolao de Itabo, "com os mais lindos
bordados pelo barato prego de 1*000 o terno, di-
to* bordados de edr a 640 reis, endo grande pe
rhiocba pelo prego, na rna da Imperatriz n. 60 de
Gama & Silva.
POIL DE CHEVRE.
. a 860 e 800 reis.
Vendem se as mais bonitas laosianas com listar
de seca, intituladas poil de cbvre pelo baratissi
mo prego de 660 reis o covado, ditas com as lis-
tas mathisadas a 800 res, asim como nm gran-
de Borilmento das mais bonitas e modernas lansi
nnas qne se vendem pelos pregos de 280, 400.
500 e 560 reis, bonitas alpacas de seda de tima
s er a 640 e 800 res, isto na loja do Pavao,
roa da Imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
Balees es^oios.
a 25300.
Cbegaram os mais modernos baldes esguios sen-
do verdadeiramente americanos e vendem-se pelo
barato prego de 2*500, na toja do Pavo roa rtas
taperatriz 0. 60, de Gama 4 Silva.
Pecbincba
Cortea de cassa a 30.
Cortes de organdis a 308oo
S o Pavo.
Vendem-se cortes de cassa cada om em seo pa-
pel sendo padrSes novos, mlodos e grandes a 3*,
ditos de organdis com listas de cor e todos bran-
cos pela baratissimo preco de 3*500 : s sa loj e
armazem do Pavio roa da Imperatriz o. '60, de
Gama ) Silva.
Cassa a lio n. t o pavio.
Vendem-se bonitas cassas inglezas de co-
res flxas pelo barato preco de 240 rs, o co-
vado, ditas francezas fazenda maito fina com
padrOes listrados e de flores, assim como com
palminas miadas proprias para meninos a
3oo rs. o covado on a 5oo rs. a vara: pe-
ehincha na leja e armazem do Pavao roa da
Imperatriz o. 6o de Gama dr Silva.
Corte 4e alpaca a aete patacas.
.' Ve-adem te canes de alpaca escora pan veati
do aelo baratissimo prego de 2*ii0
a 10 e ifitw a
vara: na loja e armazem do Pavao, ra da
Imperatriz n 60, de Gama 4 Silva.
Espartllbos.
Vende-se um grande sortimento de espar-
tilhcs dos mais modernos : na loja e arma-
zem do Pavao, ra da Imperatriz n. 60, de
Gama 4 Silva.
Auadlne a 60000.
Vendem-se os mais bonitos cortee de ana-
dino, sendo fazenda inteiramente moderna,
transparente, com bonitas palmas bordadas ;
esta fazeuda, que de mnita phantasia, ven-
de-se pelo baratissimo preco de 60(00 o
corte : na loja e armazem do Pavao, ra da
Imperatriz n. 60, de Gama 4 Silva.
Ricos cortes de medlaa pro-
prio para baile.
Chegaram os mais modernos cortes de
medina, sendo urna fazenda inteiramente
nova e transparente, com lindas palmas e
quadros de seda, e vendem-se pelo barato
preco de 220000 o corte : na loja e arma-
zera do Pav5o, ra da Imperatriz n. 60, de
Gama 4 Sriva.
Cambraias a 30500 rs.
Vendem-se finissimas pecas de cambraia,
branca e transparente, de 30500 ate 100 a
peca; ditas tapadas muito finas, de 50 at
10*; ditas suissas com 1 vara de largura a
80,100 e 120 ; na loja e armazem do Pa-
vo, ra da Imperatriz n. 60, de Gama 4
Silva.
Cortinados para eassmcn 'os.
Vende-se nm grande sortimento dos me-
lhores cortinados bordados, proprios para
camas e janellas, pelos baratos precos de
90, 100, 450, 200 e 250000 o par; da-
masco de la imitacSo de seda, com 8 pal-
mos de largura, a 40 00 ; colchas de cro-
ch ; ditas de fust5o brancas e de cor; cro-
chs proprios para cadeiras, sofs, cadeiras
de balanco, para cubrir presemes, etc. etc. :
na loja e arnuzem do Pavo, ra da Impe-
ratriz n. 60, de Gama 4 Silva.
Cortea de chita cosa lO cova-
do a 30, 30300 e 306( 0.
Vende-se cortes de chitas francezas, es-
curas e claras, de cores fixas, e tendo 10
covados, a 30000; dilas com 11 a 30300 ;
ditas com 12 a 30600. E' pechincha, s
para acabar: na loja e armazem do Pavo,
ra da Imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
Escravo fgido
Do engenho Bomfim comarca do Llmoelro, foglo
na ooite do da 3 do correte mea de d.-zemro! a
Mema cnoola de neme Antonia, de 20 nenes de
idade penco mais on menos, e coro os 5ipn.es se-
gointes : estatura regular, cor nm penco fut, ros-
to redondo, denles limados, oihos vivse lern p an-
des cicatrizes de fego pela barriga e peiio?. Fot
ermprada nesla cidade a 21 de fevereiro w^imo
pairado aos Srs. Nogneira 4 C, moradores a' raa
da Cadna ooRecife.
Quem a aprenender conduza-a a sen senhor no
referido eDgeDho, oo nesla praca a Oliveira Filhoi
S c-, largo do Corpo Santo n. 19. que stra* rec>
pensado.
GRiTIFlCAS
a quem capturar e conduiir a
Afigado, on a ra do Amorim u. 41,
escravo Lolr

fabrica de sabo t
. co Renfe, o
, pardo, idade 33 aunos, o qual ja' ea
principio deste anno foi preso por rugid-.., e dt> no
evaoio-se da mesma fabrica, onde irabali.ava, b;
madrugada de Domingo ultimo, 24 de novembro?
cojo escravo fugio vestindo a roupa to uso, dt ai
gocao de listras, costuma embreafar->e, ntgar
proprio noroe, e bem como o do senhor, e tratil
por castigo orna corrente fechada na cintura
turnoiello, do que devera
ma Debas.
e n<
conservar ao menos ai
Grande novidade para a
festa
4
m
w
102O(
64i
Na loja do pavo roa da Imperatriz s.
60, de Gaita & Silva,
Modernas ponpelinas cem palmmnas
bordadas e quadros, covado a. .
Moderoissimas lazmbas com pal-
mas, salpicos, quadros, listas, etc.
etc., eovado, a 400, 500 e........
Lindas la< com lisias de seda, co-
vado,a560e....................
Verdadelro poil de Cbtvrecem listas
modehias, covado, a 80 i, l e___
Finissimas mnssellnas de cores, co-
vado, a.........................
Bonitas sedas decores com 4 palmos
de largura, novad >. a.............
Grosdenaple atol, roxo, lyrlo, cima,
etc. etc., covado, a..............
Modernas cassas com listas largas,
vara, a 640, 720,800 e...........
Modernsimos organdys de ro>, vara,
Organdy largo, com lista e quadros,
vara.a.,.,,...................
Corles de organdy com lisias bran-
cas e de cores, temi 8 varas cada
c re $.........................
Laazinbas de orna s cor malbisadas
covado a.......................
Cortes de cambrala branca bordada,
sendo ueste genero o mais rico qne
tem vio Jo ao mercado...........
Bonitos cortes de sedas corea claras a
B 'Ditos corles de pbantana a.......
Cortes de organdys listados com 10
vara, a.......................
Fil branco bordado, sendo de meta
largura, vara, a..................
Bonita faienda branra pira salas,
lando pregas de nm lado e tm-
beos bordada, vara a 14.1JS80 e
Ricas saias bordadas a 6*000, 8 e
Cassas de orna s edr de flores, cova-
do a...........................
Ditas fraocetas mnito i*, sendo de
listas e fhre?, vara a 006 rs. e co-
vado a..........................
Modernos pnnbos com gelmnas, sen-
do de esgoio de llnbo, bordados,
brancos e de cores .............
Modernos mangdltos com gollinbas a
Reos corpinbos de namhraia mnito
b>-m enfetados e bordados a Si e
Saias econmicas e escoras, para
quem 6r passar a testa fra a....
Chales Isabel
a 6.S0U.
Chegaram oswais lindos chales de mirinfi de
todas as cores com orna bonita e larga renda de
lan em toda a volta, sendo neste genero o mais
Atfencao.
Na roa estreita do Rosario n. 35, sobrado de nm
andar far se bandejas de bolos de muito bom g. sto
enfeiladas, de armarles, boquetes de flores, filas
com letretros, proprias para casamentos e bailes,
tudo com muito asseio e mais barato do que em
outra qualquer parte, pcdei e bolri, en/Vitados
para presentes, vende-se boquetes <>. flores do ce-
ra, ross e cravos, dalhas e de qm-lqner BCr, ca-
pellas para meninas e para noivas e pastoras, todo
muito barato, arcos, rosas para enlnh-s de iapi-
nhas, e faz-se toda rula de cera para enfeiie de
lapinbss, toda a eocrmmenda de hVrM para fon,
tudo se aprompta barato e riepressa, enfeita se ve-
las ricas para baptlsados-, e vndete grosas de fo-
Ibasde- |j< papel a la a grosa.
1W$ d Foglo do engenbo Macanaco. fre{utzia da Fsea-
da, na noite de 15 para 16 do corre..te, o estrave
pardo, de n^me Elias, idade de 20 aooos, pouco
mais ou menos; rab^ga comprida. abtlli s c< rndos
e rentes, cara comprida, r,ark aDiado, tientes saos,
chelo do corpo, ps empridos e c m sarnas st as
canellas, sabio com camisa de aig.do da trra,
caiga de riscado e chapeo de as ja veiho:
Quem o pegar leve-o ao referido eogttrm ou a rna
da Senzala o. 38, que recebera' a graiifjcaco
cima.
Ausente.
No da 3 do corrente f gio da casa de sea
senbor o preto Juaujoim, crioulo, de idade
de 30 ancos, alto, tendo muito pnuca barba,
e o dedo pelegar da ni5o esqoerda aleijado;
quando falla, tem por costume abrir mnito
os olbos, como espantado ; levou caiga de
brim pardo, camisa d'algodozmho, e cha-
peo de Manilha j usado : con.*ia ler andado
para as bandas da rna da Concordia e do
Gaz, Roga-se, peis, s autoridades pili-
ciaes a sua appreben*5o e a sea eutrega na
Capuoga a Jos Duarte das Ne ves, que g-
neros mente gratificar.
m
S4J000
28*000
10*601
6*001.
6W
40*00t
2U
300
i*00d
2*500
10*001
2*50('
ts...' ti-(iii<. a mais de (lu me? a ;:. i fea jg
e-cr..va Marcel na. vulgarmente runhe- !
cida pelo nnii e de Mu.- rom o si. i,--e- ---\
S .'egnintes : mulata clara de caballos rel- 2h
gg; lados ;razendo os sempre corlados ano. 2
W do peseoco, senca e de estatura rrgular, 1
lem a testa pequea, as ro. ga^-s da ro>to KI
muitoe .ivada.-, orna be i rtito e falta de denles na frente do la.ofg
superior, altn de nma ferina qoe amna g
seve conservar no p esqoerdo pelo qne **g
andando manqueja a reprsenla 'er 30 '!$
anuos, esta'acouiada na cidade em casa gg|
de algnem e de-de ja proteste pelos pre-
joiros qoe te me tem cansado e me nao
de fa er : rogo as autoridades policiaes e ,
capites de campo que empreguem iod
a sua vigilancia a flm de captura-la que
sero tiem recompnsanos levaudo-a a
roa das Trinchelras n. 4*, 1 a. dar.
Genoveva Correiade A. Albouiprqqp..
Fogiu oo o ti de ihzu.. Uiu iioaimo pas-
-ad o moleque Hilario, estatura oidmaiia, che'o
do corpo, rosto redondo, sem baria pe trociente
a Etm.' Sr' D Tnereta de Jesns S.,oza Leso do
engenfao Caraona. Os aprt benfledures conduizm
ao mermo engenbo ou a ra da Imperatriz n 86,
2 andar._________________ '
Continua a estar fgido desde o dia 7 de se-
tembro do anno prximo passado o negro Manoel,
o qnal tem ns sigtaes segnintes : r> tola, rbeie
do corpo, estatura regalar, levou fe.ro oo ptfco0
e na pero*, poro por deoiro da raiga v r- no :
ver, (ei escravo de Jo Ferrelra T-ho>,' em Ca-
rnal ,e depois re JjSo Ferrelra T-ho7a Jouior,
engenho R-de em Santo Aoiao, fi i vl>** ba- lem-
pos na Torre no sitio Cap nass e BlumaireBte
em Caroar nn engenbo Mariqulutias, aos/e 4
eonbecldo em Caru&i e em S*ot.. A. tu por Ma
DMlOear': roga-se enrarecidimente aos' Srs.
capitas d oropo antorldades pohciaes qae o
capturen) qne serin generosamente recumptnsadot
na ma estrnta do Rosario n. 11.
de UHO o cort, .
grande pecbincba na loja e armazem lio Pavo roa mente oa tria e armaiem do Pavio
da Imperairb n. 60, de Gama 4 Silva. j peratris a. 60, de Gama A Silva.
Fogio. ha poneos das, do engenbo Boihoes,
(regoeiia de Jaboatio, nm preto crioulo de njme
Aodr, sem barba, e.-tatnra ordinaria, grosso do
corpo, de pernas e de bracos, ps pequeos coot
as aobas estragadas de bixos: Ja fu visto aqnt no
liado e mais moderno qoe *em viod i ao merca Renfe, condoiiodo orna carnea. Quem o pegar a
.do o vendo se pelo barato preeo do 6*000, onica- Lavar me8o engenbo, ser generosamente re-
a'rna dalm-Jcon3fteijsido por seo senbor Maonel Pir Per-
I reir.


LlTtERiTOai.

Aiuso da Ibfrdide de aprensa.
111
(Cnoclusac.)
A seecao de justica do ccnselho de es-
tado sent nSo poder adoptar a jurispruden-
cia, que se comea no aresto do supremo
tribuna! de justica, e no accordio da rela?lo
reviso; a, e cora pezar que ella se v 4a
tecessiJaJe de dizer que as raoes que ser-
virara de fundamento ao supremo tribunal
de justica e relacio revisora, quelle para
conceder a revista por incompetencia de juiz
e a esta pra annutlar o processo nao Ihe
fjarecera de peso nem sustentada na recular
ctelligencia das leis em vigor, e por isso
lio pode deitar de admirar que com tanta
facilidad^ ;e tentasse destruir urna pralica e
ntelligencU constante e contraria, adoiiitida
i9 & oos auditorios da corte, mas em todo
o imperio, desde a publicaco do cdigo do
f r 'ces 1813, em que loi publicada a sentenca do
do supremo tribunal, isto e, por mais
ID anuos I Estas razos em que se funda
o accordo do supremo tribunal, e que foram
adoptadas pela relacao revisor, so as se-
gointes :
i." O ulgamcrito sobre o crime de in-
juria commettiilo por abuso de liberdade
de impreosa compete nao ao ebefe de po-
t a, mas sim ao tribunal de jurados, em
tiilude da lei de 2) de Selembro de i83
entendida e resalvada nesta parle pela lei
de MeOutubro de 1831, n. 5 :
2.a Suposto pareja que o contrario se
acha sanccionido pela lei de 3 de Dezembro
de 1841, art. 4. i., e respectivo regu-
. lr.ir.ento, art. 3. 4." todava esta lei na-
fa mais all fez que transferir para os che-
les de polica a jurisdieco conferida aos
j':ss de pu pe 1 7 do art. 12 do c-
digo do processo criminal, para julgar cri-
nes, a que corresponder pequeas penas
e nessa geoeralidade de crimes nao era com-
f.. hendido o de abusos de lioerdade de im
prensa, por menor que fosse a pena c>r-
respoudente, visto ser este um crime ce
particular natureza, regido por urna lei es-
pecial.
3. Urna lei especial nunca se entende
levogada por le posterior, senao quando
espesamente, ou quando se torna com ella
*ccompiivel. Decreto de 6 de Julbo de 1693.
Estas razos produzidas pelo supremo
tribunal de justica parecem partir da opi
oiao da que trata a lei de 21 de Setmbro de
183 J ; pelo menos na parte relativa ao pro
cesso que se a;ha em inteiro vigor, porm a
opiniSo contraria no entender da seccio, a
mica exacta em que se sustenta vista de
u 11 remedido exame dos cdigos crimiual e
C processo.
Quando f > publicada aquella lei em 2
de Setembro de 1833 achava-se anda em
Ci-'eussao o cdigo criminal, e o seu pn je-oto
Originario nio mencionava os crimes de a
Li.-so ;de liberdade de imprensa, a/espeito
dos quaes se pretenda fazer urna lei espe
nal, que eHectvamenle foi publicada antes
da adopco do coligo criminal; mas, pro-
froriinlo a discussao do mesmo cdigo pre-
valecen, as cmaras dos deputados a idea
de encarregar a sua redaeco a urna nova
coramissao, a qual julgou dever compilar e
alterar no mesmo cdigo toda a parte penal
relativa aos abusos da liberdade de impren-
sa ; e atinal passou o cdigo criminal em
ambas as cmaras com alteraces e addicoes
f:ta$ por essa commisso, resultando, por-
tante, ticar a lei de 20 de Setembro de 183
completamente revizada e alterada pelo refe
rido cdigo criminal na parle relativa as
panas.
Subsistiu porm a lei de 20 de Setem-
bro de 1830 na parte, em que regulava a
competencia exclusiva do jury especial
electivo creado por ella, para julgamento de
todos os crimes de abuso de liberdade da
imprensa, at a publicaco do cdigo do
'processo criminal, mas que essa competen-
ra exclusiva cessou pela publicaco do dito
cedigo em Gns do anno de 1832, o que
s? nao podeduvidar.
t Pela disposigao do art. 38 da lei de 20
d3 Setembro de 1830 eram em verdade
tiullas todas as sentencas que em causas de
abuso de liberdade de imprensa fussem
proferidas por outro tribunal ou juizes, que
rao fossem os do ju-y competente, mas esta
disposipo caducou em parte pela publicaco
do cdigo do processo.
A competencia do jury, dos juizes de paz
e jaitas de paz,|para o julgamento dos dif-
ferentes delitos, nio se acba regulada pelo
cdigo do processo com attenc5o natureza
es crimes, foi regulada em relacSo da gia-
vidade da pena, e de sua duracc5o maior ou
menor. N3o pode a semelhante respeto
Laver a menor davida, quando se examina
>onf preveoco as disposices do dito cdi-
go relativas a este objecto. _
* Pelo art. 12 % 7 compete ao joiz de
paz: Io julgar as contraveocoes das postu-
ras das cmara' municipaes; 2o julgar os
crimes, a que n5o esteja imposta pena maior
quo a mulla de 100*, prislo, degredo ou
desterro at seis mezes. com multa corres-
pondente metade do tempo, ou sem ella,
e tres mezes de casa de correcto ou ofici-
nas publicas, onde as "houver. O modo
pelo qual osjaizes de paz devem proco er,
quando ha deooncia de contravencSo de pos-
tura ou quexa de crime, cuja deciso fioaj
lhe compete, se acha definido nos arts. 205
e21i, e a competencia das juntas de paz
para conhecer dos recursos delles ioterpos-
tos se estabelece neste ultimo artigo e nos
seguintes at o 227. ; t \
t E pois que o crime de ojuria commet-
tido por meio de papis impressos, lithogra-
phados on gravados, destribuidos por mais
de 15 pessoas contra particulares ou empre-
ados pblicos, sem ser em raz5o do seu
offi-o, tem, segundo o g 3 do artigo 237
do cdigo criminal, a pena de pnsao por 1
e 6 mezes e de mulla correspondente a me-
tade do tempo; evidente que durante o
tirapo, em que vigorou a disposicao do 5 7
do artigo 12 do cdigo do processo aos
juizes de paz competa julgar com recurso
s unta de paz este crime, sem embargo
de ser de aboso de liberdade de imprensa,
vjsto que soa competencia se regolava nao
pela natureza dos crimes, mas sim pela gra-
vidade da peni e sua durac5o, conforme o
disposto no citado T do artigo 12.
A exciusao do jury para o julgamento
de semelhante crime consequenci
que Ira'a o J 3* do aitigo 237 do cdigo contrario, nullamente se teria procelido era
criminal, segue-s que esse julgamento com-jtodos os deudos de abuso de liberdade de
pete boje aos juises munic^iaes, delegad s iroprensa, porquanto nos termos da dita lei
e subdelegados, eom r curso para o .ais da o processo n3o,devia ser forma'd pelos jui-
direto e aos ebefas de polica, com recurso zes de paz, era boje pelas autoridades que
para a felicito do districto, porYrtode do os sobstitmram depois d lei de 3 de dezem-

disposto na lei de 3 de dezembro de 1841
e regulameoto n. 120, e segue-se tambem
que o aresto do supremo tribunal de justica
e o regulamento da relacao revisora, qoe
fazem objecto deste parecer, s5o exhorbitan-
tes, e apartam-se da observancia das leis
em vigor. # I
t Pretende o supremo tribunal de justica
que na generalidado com qoe se estabelece
a competencia dos juizes de paz, 00 artigo
12 3 7o do cdigo do processo-no est com-
prehendido o crime de liberdade de impren-
sa, por menor que seja a pena correspon-
dente, pela ras3o de ser este crime de par-
ticular natoreza e regido por urna lei espe-
cial. Para que esta fosse procedente e a
doutrioa exacta, era necessario que o sa-
premo tribooal de josica demonstra-se qoe
o coligo do processo nao en applicavel aos
crimes de .buso de liberdade de imprensa,
e para esta demonstrc5o sera preciso apon-
tar o artigo expresso do cdigo, em que es-
ses crimes fossem resalvados, declarando-se
n5o estarem comprehendidos as regras ge-
raes eslabelecias no mesmo cdigo, quer para
regular a competencia dos juizes e sua no-
meaejio, qoer para indicar a marcha dos
processos.
Ora, longe de se encontrar no cdigo
artigo expresso, em que os crimes de abuso
de liberdade de imprensa fossem exceptua-
dos e resalvados das regras nelle estabeleci-
ds, para continoarem a ser regidos pela lei
especial de 20 do setembro de 1839, encon-
trare pelo contra io moitos artigos positivos
para demonstrar que o cdigo quer que
esses deudos fossem regulados felas suas
disposices, tendo o particular cOidado de
Iranscrever, compilar e reproduzir todas as
disposic5e3 especiaes da citada lei de 20 de
setembro que nao quer que caducassem por
virtude das regras geraes n'elle estabeleci-
das. A secco limita-se a citar simplesmen-
te sem iranscrever os arligos do cdigo de
processo, que contm ]egislac3o relativa
imprensa, legislarlo j em vigor pela lei de
20 de setembro de 1830, mas reproduzida
abi para continuar a vigorar, o que era ne-
cessario visto que o cdigo legislava sobre
a generalidade dos processos era todos os
dolidos sem excpcao dos de imprensa.
Estes artigos sao o 252, o 273, o 280 e fi-
nalmente o 312.
t O art. 3zi, em que se determina qoe
continuem a ter vigor os processos marca-
dos na le de respousabilidade dos ministros
e secretarios de estado e conselbeiros de es-
tado, c no do supremo tribunal de justica,
assim oomo os do foro militar, em causas
meramente militires, e as do ro ecclesias-
tico, em causas puramente espiritoaes, era
o lugar apropriado para se resolver os de-
licio da impreosa, se por ventura quizesse
o cdigo que centinuassem a ser processa-
dos, e regidos segundo a lei de 20 de se
tembro de 1830; mas, longe de ah se achar
semelhante excepelo, acha-se no artigo se-
guinte a regra: Ninguem isento da ju-
rispieco de jujz do paz, excepte os privile-
giados pela constitnico, ele.
t A eitaco que faz o accordo do supre-
mo tribunal da lei de 20 de ootubro de 1831
5, allegando que eile entendeu e resolveo
a lei de 20 de setembro de 1830. com-
pletamente improcedente para e-clareci-
mer.lo da questao, porquanto nao se dovida
que essa lei de 26 de ontubro de 1831 so-
mente declarasse policiaes as injurias e ca-
lumnias nao impressas, e que as impressas
continuar a m a ser processadas de coni'or-
midade com a citada lei de 20 de setembro
at a publicaco do cdigo do processo, que
a revogou nessa parte, como ja fica demons-
trado.
Nao pela natureza do delcto que, se-
gundo o dito cdigo, se ha de regular a
competencia do jury, e a do joiz de paz ; e
hoje a dos juizes, que os substituiram em
virtude da lei de 3 de dezembro de 1841;
pela gravidade da pena e de su maior ou
menor durac3o. Assim o crime policial, de
que trata o art. 3lO, nao obstante ser poli-
cial, n3o pode ser julgadoseno pelo jury,
em raz3o de ter pena maior que seis mezes
de pris3o; ao contrario os crimes particu-
lares, de que tratam os arts, 207, 209, 210
e 237 3o, e mesmo os puhlicos, de qoe
tratam os arts. 106,128 e 177.o3otm de
su- julgados por jury, sen3o pelos juizes
municipaes, delegados, suodelegados e che-
fe de polica que substiluiram aos juizes de
paz. .
t A razSo que d o supremo tribunal,
em quanto allega que urna lei especial nun-
ca se deve entender revogada por lei poste-
rior, senSo quando o expressamente, ou
qn ndo se torna com ella incompativel, pode
ser contestada, quando exige revogacSo ex-
pressa das leis especiaes, visto que a maior
parte das leis do corpo legislativo n3o fa-
zem expressa menc3o das leis qne revogam,
e contentam-se a formula ficam revocadas
as leis em contrario ; entretanto escusada
se torna a contestado, urna vez qne o su-
premo tribunal concorda em que urna lei
especial q alquer se entenda revogada quan-
do se torna incompativel com urna lei poste-
rior.
Ora, incompativel o 7o do art. 12 do
cdigo do processo cem o art. 68 da lei de
20 de setembro de 1830, e portante a con-
clus3o devia ser que os debates de imprensa
n5o estavam mais snjeitos a essa lei especial,
e que deviam ser processados na forma do
cdigo do processo, e que eram portante
competentes para os julgar e punir os juizes
de paz, e depois da lei de 3 de dezembro de
1841 os cuetes de polica, juizes municipaes,
dele ados e subdelegados, em todos os ca-
sos em que esses delictos nlo tiverem maior
pena que a estabelecida no referido 7o do
do cdigo do processo
bro de 1841, mas sim pelojury.de acensa-
do nos termos dos arts. 20 e 21 da sobre-
dita lei de 20 de setembro; o juix de direito
o3o seria o das comarcas, seo3o o joiz terri-
torial com jurisdieco criminal; o jury n3oL
seria o de foro commum, seoSo um especial
VIH "50 de altor a, reservad a
Em quanto So apparece essa lei, n3o industrias extractivas.
devemos permanecer mpassivei-, diante( 4* galera ; PiO. "OOdedeseavolvimento
das contradiccoes judicianas, e das ramo- 5. "CO de largura e 0.
ralidades representadas na corte do Imperio
por cansa da imprensa.
O invente de Guttemberg tem urna cobre
m30 de altura ma>
missao, quando bem dirigido.
Dirijamo-lo pois bem, para manter-lhe a
nobreza natural.
DesapparecerSo as contradiccoes judicia-
rias, se, em quanto nao fr revogada a lei
e electivo, tal qual o estabelecia a citada lei de O de setembro de 1830, os juizes ros-
que ea muilas de suas disposices n3o con- pitarem e cumprirem o aresto do supre-
corda nern" com o cdigo do processo, nem mo tribuna! como legitima interpretacSo da
com a lei de 3 de dezembro de 1844. lei, considerando o jury como tribunal
t E' natural que mais de om processo por competente para decisSo dos crimes da
delcto de impreosa chegasse ao supremo imprensa.
tribunal por meio de revista, e sendo sua j E a imprensa cumprir sua missocivi-
opiniSo emittida no accerd3o de 22 de agos- lisadora, se as redaccSes do nosso joroalis-
to de 1848, qne estes delicios se regem nSo.mo nSo acceitarem arligos, communicidos,
pelo cdigo e leis posteriores, seoSo pela lei ou correspondencias escripias em Ungoagem
especial de20 de setembro de 1830,deve-indecente, torpee injuriosa ; e se banirem
ra elle ter annullado todos os ootros pro-: de todo essa lepra de respoosabihdade
cessos, anda os julgados pelo jury, porque comprada e veadida de mercadores da hon-
0 nao foram pelo jury da dita lei, mas sim ra alheia.
pelo do cdigo,
c N.ao constando, porm, que assim pro-
aos productos das vendo cobrir superficies corvas, ootras la-
minas de menores dimeaioes rehiladas as
primeiras dissimulavam as diflerencas.
as partes das galeras correspondentes
xima. Essa galera simplesmente destina- s claraooias a coberta era em zioco, Em
da a formar om espaco qoe facilite 1 cm todas as ootras galeras era o zinco que co-
culac5o. ^VKr ItP" Qner as partes dispostas em clarabous,
5* galera ; 880. m00 de deseovolvmentof^j|#tras partes.
23. -00 de largura e 12. "00 de altura, re=t2 Aertoras pratkadas nos tectos, em
servada aos tecidos trabalhos e fabricados, diversos pontos, e qne serviam a dar sabida
e outros objedos qoe compSem as vest- 30 ar viciado, eram formuladas de laminas
IX
O que significa nma publicaco nos or-
gos da imprensa sob a assigoatura de um
cedesse o supremo tribunal em outros pro-
cessos, visto que o dito accordo de 22 de! nome conhecido ?
agosto de 1848 o3o sufficiente para abalar Que ha verdade na imputac3o. e umaga-
a otelligenca e applicacSo regular que tem rantiade exactidSo pela responsabilidad da
tido o cdigo do processo, a 1 i de 3 de de- assigoatara.
zembro de 1841, e os regulamentos dogo- Na hora porm qne em juizo se vo dar
verno, e portante a seccSo n3o julga ainda as provas da verdade das aecusaces, o que
necessario pedir a respeiio uraa interpreta- significa a troca dessa assignatura merece-
c3o ao corpo legislativo, e de parecer que dora do crdito por outra desacreditada e
por em quanto bastar que o governo trate
de instruir aos procuradores da cori das
relacSes, para que, no caso de apparecerem
as relaces revistas concedidas em causa
de aboso de liberdade de imprensa peto
mesmo fundamento, hajam de sustentar a
regalar observancia das leis, combatendo a
falsa duotrina estabelecida no citado accor-
d3o e somenle quando julgados semelhantes
ao que proferto a relacao de Pernambuco
em data de 20 de marco de 4849 se repro-
duzam, cumprir entSo recorrer ao corpo le-
gislativo para a interpretac3o, se por ven-
tura n3o parecer efficaz o meio da responsa-
bidade dos juizes.
c Tal o parecer da scelo. Vossa Ma-
gestade Imperial resolver o qoe parecer
mais acertado e justo. Paco, em 17 de no-
vembro de 1850.Honorio Hermeto Car-
neiro Leo, Antonio Paulino Limpo de
Abreu.Caetano Mria Lo;ies Gama.Co-
mo parece.Com rubrica de Sua Magestade
o Imperador. F.usebio de Qaeiroz Couti-
nho Malioso dn Cmara.
IV
Como havia prognoslicado o digno pro-
curador da cora em 30 de Julbo de 1850,
as opini5es deseo :emtrada3 dos poderes ju-
diciario e execuivo sobre tal materia, teem
produzido no foro um verdadeiro scisma;
prejudicial administracSo da jnstica.
O governo nao p3e iotervir na inter-
pretacSo das leis, dizem os seguidores dos
ares tos dos trihuoaes.
O aviso de 15 de Janeiro Se 1551 por-
tento nao passa de urna oph)io, aotorisa-
da sim, mas sem forca obrijatbria.
Em materia jodiciaria o unieo poder om-
petente o supremo tribunal de Justina.
Os que julgam que a lei de 20- de Setem-
bro de 1830 acba-se revogada pele nosso
cdigo do processo criminal, aceitando coa
verdadeira a doutrioa do aviso citado, ea-
tendem que, ombora em regra geral, ee
avisos do poder exeeutivo n3o paesam de
urna opwo respeitavel, assim n5o s3o
aquelles tomados e fundados sobre consul-
ta do conselho de Estado com assisteocia
da Imperador, porque em taes casos os
avisos teena torea de decreto, e os decretos
sao obrigatorios.
Obrigatorias 00 n3o as doutrinas dos
avisos do governo, de- qjialquer natureza
que sejam: a competencia dos deudos de
abusos da liberdade da imprensa precisa
ter urna solocSo uniforme. t
O poder executivo, apezar de ter decla-
rado pelo seo aviso de 15 de Janeiro de
1851, que a competeaeia do julgamento
desses delicies da aleada das autoridades
policiaes, comtodo pele seo moderno avi-
so de 27 de Marco do correte anoo acaba
de dicidir que nao lbe pertence iotervir as
decisoes de questoes da competencia da
jurisprudencia dos trooaes, e qoe por-
tante os tribunaes aceitem os arastos judi-
ciaes, e os cumpram
Permanecendo esse estado cootradcloro
de opinies, mister dar-se quaquer sola-
cio s divergencias.
Embora nos parepa pelos fundamentes
inconcussos do aviso de 15 de Janeiro de
1851, revogada a lei de 20 de setembro de
1830 pelo cdigo do procosso criminal, e
que hoje os delictes de abusos de liberdade
de imprensa s3o da aleada das autoridades
policiaes, com todo sendo da aleada do po-
der jodieiario a ioterpretac3o dootrioal das
leis. deve ser respeitado o aresto do supre-
mo tribunal de justica a tal respeito, at que
o poder legislativo diga a ultima palavra.
nao pode deixar de ser loovada a don-
trina do aviso de 27 de marco findo, como
meio de preven>rem-se conflictos emredous
grandes poderes do Estado, e portante boje
os deudos provenientes dos abusos da li-
berdade da imprensa devem ser julgados
pelo jury, manttda a lei de 20 de jomo de
1850.
Vil
digaa de despreso ?
Immoralidade e cumplicidade.
Ha immoralidade na troca das assigoatu-
ras, porque urna responsavel perante a
sociedade, e outra perante o juizo.
Ha immoralidade porque assim aliasen-
ta-se um currilbo de prepostos de crime,
sempre promptos a afironlar o xadrez das
prises.
Ha immoralidade porque a imprensa de
urna Vestal que deve ser, torna-se urna
desregrada Messalina.
X
E' tempo da imprensa assumir a posico
que lhe pertence.
A par do eosino, da educaco luterana
da divulgacao de todos os conbecimente3
uteis e necessacios, deve a imprensa ser
cortez, polida e civile na hora que fr
echo de queixas, e desaggravos. deve o
autor que as faz, ser o responsavel perante
os tribunaes.
Assima imprensa torna-se um poder
inexpugnavel porque a sua misso ser a
da verdade.
(Diario do ttio)
\
Mas semelhante disposicSo da lei neces-
sia ser revogada.
Confiamos muito na reclidSo das decisoes
do tribunal dos pares. Vemos nelle o
baluarte inexpugnavel da liberdade, a co
destribuitiva, nm
REL.VTORIO
Sobre as obras de utilidad* publica, guo
expostas no palacio do concurso geral
de todas as nacoss, podem ter immedia
ta appticaco no imperio do Brasil,
apresentado pelo engenheiro civil bocha-
re! formado Antonio Alves da Siiva e
S.
Eocarregado peto ministerio das obras
publicas, commercio e agricultura de coad-
juvar os trabalhos da commisso1 brasHeira
na exposir3o universal de Paris, fui incum-
Dido pelo presidente da dita comntssV), de
estudr sobre obras de utilidade publica, o
que no concurso geral de todas as- naces
se noowesse exposto, e que podesse ter m-
mediata applicaclo no Imperio do Brasil
O resultado deste estude constilue o pre-
sente rotatorio, exclusivaoaeote composto de
ama descripeo cumpleta das iooovaces e
trabalhos que apyarecerara no decurso da
sxpedicj) de Londres de 1862 expesiejio
ie Paris de 4867.
As innovacoes s3o raras ou apenas se per-
ebem atienta suecessao pida das eapo-
sicoes untversaes que para serena completas
compenvse de productos, todos j expos-
tos> e onde o trabalbo manual tradozio com
algum melhoramento um irabalho intellec-
toal j conhedo. Procorei altentantote
poder ajootar alguma raodificaco s-des-
ripcoas que forroavam o relalorio sobre o
mesmo aesumpto na ultima exposicao de
Londres^nida porm ten'lo segundado os
meus intsnlos, tive de tratar de outros- pon-
tos que anda qoe-differentes daquelles, n3o
sao de menor importancia para o nosso im
perio.
PAt.VCIO DA. EXPOSICO UNIVERSAh.
Situaccto, dimenses geraes.
O immenso monumento onde a civilisacSo
de cada paiz patentea neste momento seu
grao de adiantameote. o mais vasto qoe at
boje tenha sido construido, o palacio da ex-
posco universal de Paris, acba-se situado
no centro da grande superficie do Charop
de Mars, da qual elle oceupa 15 1[2 hec-
tares.
Inaugurando em 1851 em seu palacio de
cristal o syslema das exposicaes universaes
a Inglaterra dispoz para o grande concorso
internacional, de urna rea de 8 4|2 hec-
tares.
Em 1855 a Franca desenvolvendo um
progresso relativo, dispoz de 10 hedares.
Os melhoramentos das insdustrias de toda
a sorle, exigiram da exposicSo internacional
inglezade 1862, a soperficie total de 11.1(9
hectrea, 15 1[2 sendo a superficie, sem
contar a dos anoexos rauito numerosos, do
palacio da exposicSo fraoceza do correte
ann9, esse numero attesta o resultado da
Iota que todos os povos tem colbido as ex-
posicoes precedentes.
Descripeo gerat. O palacio compOi-se
de orna serie de galeras concntricas, em
parte circulares, eem parte rectilneas, cor-
tadas por outras galeras partindo do con-
torno exterior, e dirigindo-se todas para nm
JI espaco central livre de 151. m70 decompri-
"! ment sobre 41. m70 de largo, disposto em
lumoa forte da justica ?'">?. ""!Jrdins. As galeras concntricas s3o ao
30b I
mentas.
6 galena ; 763. m00 de desenvolvimento
igual em largnra e altura galera n. 4 e
destinadada como ella facilidade da ciren-
lacSo.
7* galera ; 675. m00 de desenvelvimeoto
da mesma largura e altura que a galera n.
5 e reservada aos movis e ootros objedos
destinados aos usos caseiros.
8* galera ; 587. "OO de desenvolvimento
igual em altara e largura s galenas ns. 4
e 6 e destinada como ellas facilidado da
circula co.
91 galera-; 553. m00 de desenvolvimen-
to, 6. m00 de largara, 10. "00 de altara,
reservada ao material e applicacftes das ar-
les liberaes.
10. galera; de 487. m00 de desenvol-
vimento, 15. m00 de largora, sobre 15. "00
de altara destinada s obras d'arte.
11. galera ; 4(3. "00de desenvolvimen-
to 8. "'50 de largura, e 8. "30 de altura
destinada historia do trabalho.
12. e ultima galera ; essa galera nao
outra cousa que um alpendre de 364. "'00
de desenvolvimento, 18. "35 de largura e
7. "50 de altura.
Todas as galeras recebem a luz pela par-
te superior, a 2* porm por suas grandes
dimenses, a recebe pelas partes lateraes,
e por essa circumstancia que sua altura
de muito superior das outras.
As galeras em numero de 16, que per-
mitiera de ir directamente do exterior ao
jardim central do palacio, tem todas o mes-
mo coroprimeuto de 170. "00 e tres lar-
guras dillerentes a saber :
Io Um vestbulo de 15. mOO de largora
sobre 25. mOO de altura mxima, que cor-
responde entrada principal.
2 Tres galeras de 10. mOO de largura
das quaes uraa disposta do lado opposto
entrada principal, e as duas eutras segundo
o pequeo eixo do palacio.
3o As 12 galeras restaotes sao de 5. mOO
de largura, igualmente espadadas sobre o
contoroo exterior e serven de entradas se-
cundaras.
As dimenses das galera sSo todas te
madas sobre liabas passando pelo centro de
cada urna dellas.
Materiaes de constrwco de todas as ga-
leras.O ferro batido e fundido formava
o material do palacio, salvo porm as ga-
leras subterrneas e nos muros verticaes
das galeras 1 e 2 al cerca de 7. 00 ci-
ma do slo, onde reinava a maconaria de
pedra bruta ou da betou, e as galeras 10
eil ondea mesnw maconaria rei nava sobre
toda a sua alluray A pedra de alve-
naria foi aqui adoptada somonte para a sum-
midale dos pocos de ventilacSo e para ai-
gunsdegros do jardim centra.
O esqueleto era ferro das Afrentes ga-
leras era arranjado assim : a gatera 1 com-
punba-se de vigas do syslema americano de
17. mOO de comprimente tendo a forma de
urna linda borisontal interiormente, e su-
periormente de duas liabas inclinadas em
"sentido inverso,, convergilo para seas ex-
tremos.. Esees vigas erazi-lisas por urna
extremidade s pilastras da galera % ou s
peca longitwlioae qoe reuniam essas pi-
lastra,, e supportadas em um ponto inter-
mediario por coluaoas tubetares a secc3o
retangnlar. Longitudinalmente ellas eram
ligadas entre- si pe vigas de pequeas di-
menses em duplo-T.
O esqueleto da gatera. 3, igual a esse, so
diUeria no comprimento das- vigas, qpe era
de 23". mOO. As columnas intermediarias
em ferro laminado goardavam nma distan-
cia de 5. m80 de eixo, e eram supprimidas
as partes correspondentes spassageos, ahi
enUto as viga eram mantidas- por outras vi-
gas longitudinaes ligando a da direift a da
esquerda.
A tesooras da galera 2; distantes de
12. m30 de eixo a eixo, compuohaose de
pilastras verticaes tubulares em ferro lami-
nado a secc5o rectangular de 0. Oi90 sobre
O. m80 a parte inferior at cerca de 7. m50
de alterare de Ot m90 sobre 1. m35 at
origera do arco ligadas entre si por um
arco tubular do mesmo metal de 6. mOO.
de /flecha e de ora alcance livre 33. mOO.
As pilastras er3o retorcidas interiormen-
te de. metro em metro pos ferros- de ngu-
lo e laminas de ferro abertas, de maaeira
a darera passagem a tubos em zioco que
permiltiSo o escoamento das aguas pluvi-
aos. Pecas sopplemeotares tambem em fer-
ro laminado ligavo essas pilastras de nm
lado gatera 1 e de outro gatera 3, e
alm disto ellas er3o ainda mantidas em su-
as posices por 4 enormes cavilhas fixas
contra o massico de fuodac3o.
Os arcos er3o formados de laminas verti-
caes ebeias, de O. m80 do altura, e mantl
das a distancia de 0. m^S por ferros de n-
gulo interiores, que alm disto impediam-
Ibes de perder suas formas primitivas. As
pilastras excediam a origem dos arcos de
5. mOO e as suas extremidades superiores
eram reunidas entre si de maneira a oppo-
re-n-se soa flex3o. Assemblageos toogi-
iudinaes"em duplo T formavam de todas as
tesourss'am s syslema solidario
As tesooras das galeras 4, 6 e 8, distan-
tes entre si de 5." 13 e 3.m 85 de eixo a
eixo, eram formadas de arcos em ferro fun-
dido de 0.m 20 de flexa e de 4. 75 de al-
cance, repoosando sobre columnas Ocas do
mesmo metal.
As das galeras 5 e 7 eram do syslema
Polouceau de 23 00 de alcance, e espaca-
d'essa
disposto e da comida no artigo 228. que nbam mais de seis mezes *nJ"P
submetdos ao jury do toro commum esta-
ait. 11
A seceso_o*o ^^h^^j^>?!!Sa,esse. motivos, que deseja-
que, se as razos, em qoe o nbonal de jus-| f reslrDglda a competencia delle no
tica fundou o seu aresto fossem exactas e d r
verdaderas, millas teriam sido ^ |,QA?tS," o^t deve ser oceupada
tencas proferidas em processos de abusle | ^ jalgamenl0 te crime8 graves. de crmes
que alarmem a sociedade, e levem o susto,
a deshonra e o terror ao seio da familia e
do Estado : crimes que demovam a cir-
culac5o do sangue as veias sociaes.
Os delictes sem essa significaco, e as
pequeas infraccOes de deveres devem es-
tar a cargo e dentro das attribuicoes
autoridades policiaes
^lrr^s^^^
do cdigo al o presente, ainda mesmo as
proferidas pelo jory, em todos deudos, coja
pena excede a seis mezes de pris5o. por-
quanto desde a pur>lcac5o do cdigo os de-
udos de imprensa foram processados pelos
juizes de paz. na frma estabelecida para os
ootros delidos, e os de imprensa, que ti-
foram
ordena smenie a remessa daquelles proces-
sos qae versarem sobre delictes, cujo conbe-
cimeoto nao competisse ao iuiz de paz:
belecido pelo cdigo do processo.
c Ora, se a lei especial de 20 de selembro
de 1830 o3o tivesse caducado em virtude
Demonstrado qoe ao jiz de paz com- de 1830 nao tivesse caancaao em wiuue
petia o jalgameqto defioiUvo do crime de do cdigo do processo, em quanto este me e
das
centro do modo seguate : g das galeras 9, 10 e 11 eram iguaes as
1* satera 1370. "00 de desenvolvimen- das galeras 5 e 6, os alcances variando s.
to 17. "00 de largura uniforme e 7. "50 Emfim, as da galera 12 eram formadas
de altura. Essa galera formada de um de vigas em ferro laminado, apenadas de um
alpendre exterior de 7. "00 de largo, e 7. lado sobre o muro, de outro sobre columnas
"50 de alto sopportado por pilastras em em ferro fundido,
ferro laminado, permittindo de fazer exte- (Os desenhos que acempanham esta sao-
riormente a volta do palacio ao abrigo das cinta descripc3o farao melhor comprehen-
intemperies; demais elta formada da ga- d-la.)
leria propriamente dita, reservada aos ali-
mentos a diversos graos de preparac3o.
2* galera ; 1210. "00 de desenvolvi-
mento, 38. "00 de largnra uniforme, e 25.
"00 de altara mxima. Primeira das cons-
| trneces desta natureza, ella reservada s
I^..unw inotrnmpntns e rtrocessos das ar-
vista dascoosideracoes expendidas, traccoes desta natureza
ooe nos parece que a lei de 20 de setembro machinas, instrumentos e processos
de 1830 deve ser revogada de conformtda- tes es,
de com os principios do aviso de 15 de
Janeiro de 1851.
3 galeri ; 1030. "00 de desenvolvimen-
to, 23. "00 de largura uniforme sobre 7,
A elevacSo e collocacao nos lagares res-
pectivos das diversas pecas de todas as te-
souras foi operada por andaimes qae os de-
sennos juntos definem suficientemente.
Coberta.K coberta das galeras i, 2 e 3
compuoha-se de laminas de ferro onduladas
de O 97 de largura sobre 1. 68 m. de
comprimento, rehilados entre si longtudi-
ual e transversamente. Em plano a forma
de cada lamina sendo rectangular, e ellas de-
era ferro, dispostas absolutamente da mesma
maneire qoe as de nma gelosia.
As aguas pluviaes, recebidas obre a co-
berta da co.istruccSo inteira, eram todas di-
rigidas por canos e tubos interiores ao es-
queleto metallico, aos esgostos situados as
galeras subterrneas, que as enviavam aos
esgostos da cidade.
Ventilac k\ ventacSo de todo o pa-
lacio fazia-se natural e tambem artificialmen-
te. Dezeseis pocos distribuidos ao redor
do palacio, em correspondencia com as 16
galeras dirigidas segando os raios, comisa-
nicavam com canaes subterrneos que, a sen
turno, communicavam com o interior por
meio de uraa mult'ulao de aberturas prati-
cadas no slo e mantidas fechadas por gra-
des, manidas de pequeos orific os.' A dif-
ferenca de temperatura qae uecessariamente
existeria entre o iaterior e exterior, provo-
cando a sabida pela parte superior do ardi-
latado, attrahia novo ar pelas galenas sub-
terrneas.
Comtodo. a insuficiencia desse meio tendo
sidoreconbecida, combinou-se a ventilacao
natural com a artificial, produzida por pode-
rosas machinas ventiladoras, eombinac3o que
produzio o melhor resultado.
Assim executado o palacio da exposicSo
internacional de Paris de 1867, preencheu
plenamente sea fim, e decretou sem dovida,
para o fulcro, salvo ligeiras modificaces es-
senciaes, o modelo de constroeces idnticas
da mesma importancia.
Accessorios assegurando o servico hy-
draulico do edificio da expoicm.k irriga-
C3o do interior do palacio da exposicSo, o
entretenimento dos jardins, a prodcelo e
condensaco do vapor, a almentaco das cas-
catas e chafarizes, e outra Beeessiddes exi-
giram (segando calculo approximado) am
consumo diario de lOOOO.mOOO d'agoa.
(A razao de 100 litros por da e por ha-
bitante, aquello numero correspondera .
alimeotacao de urna cidade de lO&.OOO al-
mas).
Esse volme .d'agoas [fornendo peto rio
Sena que atravessa Paris foi dividido- em 2
partes iguaes, urna da quaes era ieva*apor
poderosas bombas aspirantes e comprimen-
tes, movidas vapor, a um reservatoro
construido adhoc sobre o Trocadero, situa-
do ama distancia horisootal de SGO-idOO-
do local da machina, e moa altura de 41 .mOO
cima do slo do palacio, senv'mdo a distri-
buir em om tempo dado grandes voluntes-
como os necessarios irrigacSo dos jardins,
aos chafarizes munumentaes, s bombas de
incendio, etc.; a outra destinada 13o tmen-
te a alimentar as grades de vapor, os con-
densadores, a cscalas e a servir a expe-
riencias que necessitavam pequeos volomes
d'agua, era tornecida pelas bomba de urna
macbina rfiaritima da forca de 1-000 caballos,
que a levavam a diversos resrvatenos de
pequeas dimeneces.
Nesses reservatolios vinban nvrgulbar
os tubos da asprac3o de bombas de espe-
cies diflerentes que fuoccionavam j como
objedos expostos, j> como objectos destina-
dos a preeocher aa servico particular.. A
quasi totdade deslas bombas era do sys-
lema dito centrifugo a ps curvas de tedas-
as dimensoes em use. A generalida le- des-
se systema de bombase- sufficientemente de-
monstrada, Io por seu- rendimeoto deO;65
*0,70 ; 2"por sua Scil installaeio ; 3> pelo
volume consideravel d'gua que ellas podem
fernecer comora pequeo dimetro.
Materiaes de ooMtrucct m geraij.
Um grande numero de paizes expzo3
materiaes empregados em suas eoostruoces.
Em a'guns- a resistencia prattea defina as
qualidades, seja como productos formados
pela naturoza, seja oomo productos, cojos
elemeutos- foram reooidos artificialmente.
Pidras*As rochas de diversa natureza
;ue figuravam na e7.posi1.T10 saostravam an-
tes que as fundacoee parte* constiiuines
de certa construcoes importantes, do que
collecces mineralgicas. O marmore so-
bretodo, abundava as seccBes- italiana fran-
ceza e portugueza> debaixo de diflerentes
formas a tambem bruto. Entretanto sena
inatil considerar osses materiaes debaxo de
am ponto de vista especial A um pa qua-
quer, quando elles variara da urna tocaiida-
de outra, e quando cada paiz apnopria em
geraUosseus a seus usos.
Ttjlos.Os jotos massicos tabulares
ou Ocos, em argjla ordinaria, e es refracta-
rios em argila plstica, estavam largamente
representados^ Os cuidados da cosedura, e
a fabricaco por mchicas- pewttitiiram de
dar aos productos desse genero urna tama
muito regular a cor e o som proprios SBa
boa qaalidade.
Os tijolos cos ou tubulares, fabncaofcda
mesma maneira que os tobos empregados
exesiccacSo das trras hmidas, s3o,h5je
muito empregados pela vantagem de apre-
sentarea resistencia igual, um peso, meta-
de menor que os massieos. Edes. s3.i em-
pregados em ab badas unde elles ppoem-se
propagaco da bumidade em tubos- de cha-
mines, e em canaes para esgoto das aguas
embutidos na espessura dos muros.
Betons agglomeraios.EtiXrQ as macona-
ras que tive occasiSo de examinar, a de
Cogoet de C. mereceu toda a attencio.
Os betons agglomerados, essas pedras ar-
tifi;iaes cujas qualidades s3o iguaes e mes-
mo superiores (segundo os autores) s das
pedras naturaes, sao chamados a operar
urna grande revoluco na arte de construir/
bastar para demonstra-lo citar que so elles
applicaveis s canstruceas agrcolas e ur-
banas, s abobadas, esgotos, cisternas e re-
servatorios, s poutes, barragens, aqoeduc-
tos e viaductos, s construeces hydraulicas.
de toda ordem, etc.
As vaniageos de poderem elles ser fabri-
cados em todas as localidades, mesmo na-
quellas onde n3o se eocontra a pedra natu-
ral, visto, entretanto, que se disponha de
seos elementos, a facilidade de se poder
continuar um da a rasiruccSo deixada na
vespera de maneira obter urna massa eem
apparencia de juncc3o e no estado moooli-
tbico, os resultados favoraveis attestados
pelas experiendas sem numero feitas sobre
elles, notavelmente no qoe diz respeito aos
trabalhos bydraalicos de toda a natureza,
permiltem de concluir a soa geoeralsacao.
{Continuar-se-ha.)
TYP. DO DIARIO-RUA DAS CRUZES N. 44.
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1 ieIvh 1


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