Diario de Pernambuco

MISSING IMAGE

Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:11464


This item is only available as the following downloads:


Full Text
^^H^HHHHB^HEH


ANNO XL1V. NUMERO 6-
ab -oiiviu
r



>fr
I
W.l A C* PITA I.
wbe ib itie pac* reTK.
*ar tres mezes afolladas................. 6COO
Par aria aftas idea .. .... j ..- .. .. ..... ... I2|5000
er na amt idem .1 ...... ... ...... 24JC00
lata ara rila jl............ 320
.
* ,> OCINTa FEIRA 9 DE JANEIRO & 1868.
m Ht tres mezas adhnaHa* Nr eeh dita* Idea Ptr ave ditas idea .... Par Mi MM M . * Mnvno E MBAai INCIa. .. .. .. .. .. ... .. ,, .. ,. ,, #< .. .. ,# ,. .. ..., .. .. ,, ,, ..
I
#7*0
iSJOOt
Mitro
171000
a\8ttNrB\8i im ipimAOimtt m asdsunpvoiiKD di uavaoaia n^iiqkda iu&ia a imam bits jkwb^wimid,

ENCARREGAD03 DA SUBSCRIPCAO.
Parabyba, o Sr. Anloalo Alexaadnoo de Lima;
Natal, o Sr. Antonio Marques da Silva ; Aracaly,
o Sr. A. de Leaos Braga ; Csara, o Sr. Joaquina
Jos de Olivelra ; Para, os Srs. Gerardo Amonio
Aires & Fllbos; Amazonas, o Sr. Jeronymo da
Costa; Alagoas, o Sr. Francisco Tavares da Cosa ;
Baha, oSr. Jos Martin- Ai- s; Rio de Janeiro,
o Sr. Jos Ribeiro Gas orte!*
Partida dos estafetas.
O.inda, Cabo. Eseada e estagdes da Ta frrea ate
Agua Preta, l)doi os das. *
Iguarass s Goyanna as segundas e sextas flras
Santo Antao, Grvala Bezerros, Bonito, Carnar,
Altlobo, Garanbon*, Biqoe, S. Bento, Bom Coa-
selo, Agnas Bellas Taearai, as tercas felrras,
Pao d'Alho, Naiaretn, Uraoeiro, Br#-jo, Pesqaeira,
Ipgazeira, Plores, Villa Bella, Cabrob, Boa-Vis
la, Marlcury, Salgueir> e Ex, as quartas felras
Serlnbaem, Rto Fornwso, Tamaodar, Una Rar-rei-
res, Agua Preta a Pimentelras, as quintas airas.
AUDIENCIAS DOS TRIBUNAE3 DA CAKMlL
Tribunal do eommercio: segundas e quintas.
Relaco: tercas e sabbados s 10 horas.
Patead: quintas s 16 horas.
Joko do eommercio: segundas as i 1 horas.
I Dito de urpbaos: tercas a sextas s 10 horas.
Primara vara do efvei: torea1 a- sextas ao meio
dia.
Servada rara do ctiI : qiarui esabbadei a
I acra da tarde.
BPHEMERIDES DO M DE JANEIRO.
3 Qoarto rese, a 1 h.. F> vn. e 29-s. da m.
Loa cheia as 8 b., e 19 s. da t.
16 Qoarto rain?, as 2 b., H m. e 151. da t.
Si La nota as 4 b., 25 m. e 30 s. da I.
DIA. Dk&Lh. NA.
6. Segunda. tgt-F p!f3nta, Ss. aspar, Baib. e tP.
7. Terca. S Lur ido, S. Thsc oro.
8. Qoarta. S. 8 erln<\ s. it ophilo.
9. Quieta. Ss. Junio, Celso 1 Marcionilla.
10. Sexta. S. Ganga In de AuuiiDt.
H. Sfebbade. S. Hvgino p. at, S. Honorata t.
|1 Sabbado. S...Satyro, Z-.tkoe Arcadlo.
PREAgfARDBHOJK.
Priaeira as 3 oras a- i2:m. da tarda.
Svgaoda a* ooras a >minatos da
i PARTIDA DOS VAPORES COsTtROS.
Para o sol at Ala*oas a 14 a 30; wi o
at a Granja a 15 e 3* da cada mex; para
nando nos das 14 dos meses Janeiro, marco,
julho, aetembro e novembro.
r -

EXTERIOR.
Exportadlo de uro.
Quantidadei e causas naturaes da exportara).
Ha quem se mostr inquieto pela qnaslidade de
trietallico, qne de algnns mezs a esta parte se es-
t exportando do Rio da Prata, e aecnsam vista
desse tacto dbm depreciado commercial, nastes
lugares, de orna Importancia que causa espanto.
Nao participamos desse alarma e nos tactos qae
se prodaiem, vemos cansas naturaes que devol-
vem ao estraogeiro o ouru saperabandante de nos-
so mercado sso deixar-ojs ao anicj pesj de ri-
qaeza. -
Que qasntidade de ooro se tem exportado T
Porqae se tem exportad 1 tauto eo tao pjucos
metes 1
E'.todemos essas qaesi5s.
Segundo o eollega britannlco a exportado da
ooro nos sen ultim1 mezas desde maio a outnbro
tem sido a segolnte :
Pelos paquetes inglezes .......
Pelos paqaetas fraoceies........... >
Pela linba de Marselba............. 1
Pela lioha astronmica............ 1
Pela liona de vapores entre Liver-
pool e Rio da Prata............'..
P.T Ci'v of Limerik...............
Por Flamsteed..................... *
226,110
307.997
17.701
642,607
775,801
59,900
70,000
regular o cambio de modo a nao seren prejudica-
dos e alcaocarem utllidade do negocio.
Estas sSo a nosso ver as cansas qae teem dado
logar a exportacio metlica dorante os seis lti-
mos me7.es por isso qae a Jalgamos Insviuvel,
que reputamos iocondocente o proceder do baneo
f m guardar as libras esterlinas como mel de li-
mitar a exportacio, e por essa razio qne para
exportar essas libras esterlinas se paga premio.
Po-m repetimos, nesse lgico e natural mov|.
ment do ooro nao vemos cansa alarmante para
nosso eomorercio, nem consa algama que possa per-
turba lo.
A industria rural pode resentirse e se resents
do deseqoilihrio qne aprsenla a prodcelo eom o
consamo nos mercados europeos, posto qae o mer-
cado americano nos fosse fechado por altos impos-
tos, porra a exportarlo de ooro nida tem qae ver
com essa depreciado, nem tambam, diremos, o
mal estar de nossa industria rural deve exclusiva-
mente attribuir-se a falta do mercado americano,
ha causas internas qae analysaremos em oulro dia
que explicam essa depreciado.
Cremos pois, qu 1 os qae se aeham scbresaltados
pela exportadlo do o uro, entre el les o col lega do
Standard s teem obedecido a temores qae nao
teem fundamento
(Tribuna, de Buenos-AyresJ
9

100,216
dons milhSss e cen mil duzentas e dezesseis li-
bras sterlinas oa cerca de on:e milhoes de patacoes
exportad )S en seis meses.
Sapponde exacto este avallado algarisan se tem
algaem inquietado, sem buscar as causas naturaes
e lgicas da exportacao.
Nao t'tms i mi o algarismo do oaro imparti-
do nos seis ltimos mezes para poder deducir do
exportado e tomar o saldo exacto do qae sabia pa-
ra o estraogeiro.
Porin, aceitando des mllbdas de pttacdei nos
seis mezes, fcilmente se comprehende, espera-
mos, qae essa exportacao ni 1 pode ter maior la
fluencia sobra o deseovolvimeoto eomoereial do
nosso paiz.
As necesidades da guerra e principalmente saa
durac) teem trado ao Rio da Prata orna poca
verdadeiramente anormal para saa sitaac/o mone-
taria.
Daas ordeas de facas deven prodazir-se : e o
flaxo e refluxo do oaro tem rtspsndido lgicamen-
te a ellos.
O primeiro toi ao comedir a guerra, o segundo
dorante o segando ana > dalla.
Ao comeeir a guerra os goveraos argentino e
brasileiro, especialmente o brasilelro, eaeootra-
ram-se com grande qoantldade de oaro obtido por
emDreslimos especiaos.
Todos os seas contratos e forneclmeatos paga va
em ouro, a asslm derramava immensas sommas
desse metal no Rio da Prata.
Os bancos e anda os commereiantes abastecidos
por essa rica eorrente, em ves de Importar ooro
para a compra da nossos productos, faxiam activo
eommercio de cambio para o estraogeiro e desse
molo a torrent) de ouro, qae em raso da gaerra
all lia a estes panes, permaneca nelies.
Ful durante o primeiro periodo e obedecendo a
esta ordem de fados qae o Rio da Prata se vi a
inundado de libras sterlinas e os patac5ss entra
ram para os bancos sos milhSss.
Porm veio o segando periodo e nova ordem de
cousas se saccedeo.
Oftrasil j' nao importa oaro para pagar o- seos
contratos e ent) desapparece a crreme de im
portacao qae dava lagar ao negocio de cambios
para saldar as compras feitas no esiraugeiro para
prever os exercifis desde o vestuario e comesti-
veis que consoraera al o carvao qae gastam os
enconracados e canboneiras.
Bastara' citarmos nm nnico artigo importado no
Rio da. Prata para que se convenga o leitor que as
grandes sommas que absorve em nada affectam
nem podem aflectar ao eommercio normal e aos
recursos destes paizes.
No gnerosvaporesse tem Importado de do
ze mezes a esta parte no Rio da Prata por valor
quita' de doas milhoes de patacoes e o valor que
consomem os transportes e vasos da esquadra im-
perial e transpon >s argentinos deve costar no an-
no maltes ceios de militares de patacoes.
Eotretanto qae interessa este consummo com o
eommercio normal e regalar destes paizes ?
Absolutamente nada, e por isso a manelra de
pagamento ao estraogeiro tem de ser sempre anor
ml.
Porm, se se llver em consideracao qae os gas*
tos offleiaes do Imperio se fazem oeste segando
periodo por meio de letras de cambio que os bao
eos 6 os particulares deseontam, comprebeoder-
se-ha sem difllculdade que as exportaedes de ooro
para saldar os consnmmos extraordinarios, em
raiSo da gaerra, nao s de vapores e carvao, mas
tambem da vestuarios, armas, comestiveis, etc.
sao lgicas porqae os bancos e particulares neces-
sitam balancear as contas de saas transacSes ante-
riores.
Um exemplo demonstrara' nosso peosamenlo.
Um commerciaote, por exemplo, Importou um
vapor que vale 100,000 patacoes, e vende esse va-
por, recebe o preco em ooro, qae leva ao ban-
co em troca de ama letra de cambio sobre Lon-
dres.
O banco di a letra, porm como por seas nego-
cios anteriores se acha a descoberto com a casa
aceitante em Londres junto com a letra enva oa-
ro para saldar essa coota : o qae se torna tanto
tois neeessario quato o augmento anormal de
consumo no Rio da Prata, faz com que nos merca-
dos e.'trange.ros naja tocadores contra o nosso
mercado, porm nao tomadores de letras de cam-
bio.
A halxa dos nossos productos nada tem que ver
com a exportacio do oaro, porqae se se tratasse
simplesmente de operaedes commerciaes, baveria
sempre compradores a maior oa menor prego e
anda qae nao boavesse ama arroba d la a a
venda nao era raiao para que o oaro se expor-
tasgp.
Nao. A no?s" ver o movimento monetario de ex-
portacio que aa nota boje no Rio da Prata nao
rnais que a consequencia lgica do movimento de
importaco da consumo extraordinario qae recia-
mam as necessidades da gaerra.
E em nossa oplniao menoo activa a exportacao
de ouro porque nma parte desse consumo se paga
actualmente, nao com ooro que o Brasil importa,
roas sim com letras sobre o Rio de Janeiro, donde
sahern saqaes oa oaro para pagar o consumo no es-
traogeiro.
Se boje como no primeiro periodo da guerra o
imperio pagar no Rio da Prata eom ouro por elle
Importado as proviedes do seo exercllo, a experta-
cao matallica em vez de reduzir-se a dez rtilhSes
de daros em seis mezes seria moito maior, pela
simples razio de qae baveria maior numero de lo
madores de letras sobre os mercados que nos team
mandado provisSes extraordinarias para a gaerra
e sacadores por acbarem-se a descoberto com seas
aceitantes do estraogeiro.
E a esta cansa qae deve attribuir-se a alta oa
baixa do cambio em poca como a actual.
nao qne aos Bancos oa casas de eommercio
nio eonvenba o negocio de saque, mas que acban-
ao-se enea a descoberto com seos aceitantes as
praeasestrangelras, neeessltam remetter ouro joo-
lmante co-n as letras que sacam 0 teem ento qoe
PERNAMBUCO
REVISTA DIARIA
Terminoa boje o praso de triota din atis para
reeepcao i bocea do cofre dos impostos da dizima
urbana e de 5 */ sobre as rendas dos bens de raix
perteneentes as corporales de mao mona, relati-
vos ao !* semestre dj correte auno fioanceiro de
1867-1863.
D'ahi por diaote Qcam sngeitos a multa de 6 */.
os contribnintes que nao boaverem satisfeito aquel-
las impo.-ieoes.
Os professores da iostrneco primaria G. Lysio
Rodrigues Ferreira e Oiymplo Francisco Honorato
acabara eom loovavel patriotismo deotferectr o /.
de seas veocimentos.
No dia 7 do correte foram remettidos pela
polica 17 recratas, sendo 4 para o exercito, 12
para a armada, e 1 menor para o arsenal de ma-
rinba.
Na seganda-feira a n oitinba, qnando voltava
de Api pucos o trem dos trilbos urbanos, na corva
prxima a eatago, esmagoa nm cavado que por
alli vagvs, e entao stravessava a lioba.
H >uve anda deseocarrilhamento, mas de I les ne-
obom mal resnltoa aos passagalros, e ponco durou
a ioterrupeao do transito por tal motivo.
Foi encontrado no dia 1* do c. rreote, na lat.
S 5* e long. O de P. 34, o brigo bepanbol Vmon,
qne da Babia segla para Nov.-York.
Eolendeodo o Exm. brigadeiro eommaadante
das armas de conveniencia, qae sejam os destaca-
mentos da guarda nacional commaodados pelos
respectivos offleiaes, daterminoo S. Bxc. o Sr. pre-
sidente da pruviocia, qoe fos mando do destacamento da Fernanda o Sr. capilo
de voluntarios da patria Antonio Gracindo de Gus-
mo Lobo.
Na noite de testa, na freguezla de Agaa-Preta
o preto Francisco, da fabrica do engenho Altinho,
espancon a um ootro escravo perteocente ao enge-
nho Canoa.
O delinquente vindo no dia segainte apadrinba-
d) e sendo preso ao tronco, pode fugir ; e a polica
d'aili proceden depois de aviso do respectivo ins-
pector, corpo de delicio no offeodido.
No en tanto, a nniea providencia qne consta
terse dado ; ao passo que o delioquente diz-se ter
se gabado, que fura vendido da Babia para c por
ser alli criminoso de morte.
E' o que compre averlgaar-se para a punico
pelo novo e velho.
Ao anoltecer de 7 do correte, roa do So-
eego, lugar do Campo-Verde, fol assassioada a par-
da Josepha Mara da Cooceico por Paolo Vicente
das Chagas, qoe descarregoa-lhe tres paobaladas,
pdenlo o criminoso evadir-se immediatamente.
Na manbaa de 8, foi perm, o criminoso preso
pelo subdelegado da freguezla de S. Jos, que se
mostrou diligente na reallsacao dessa prisio.
Levado Vicente a presenta de Dr. delegado, con-
fessou o crime qne tlnba commettido e declaroa
que tend Josepha, eom quem estara amasiado,
commettido infuelidades, elle tomara a resolucao
de viogar se, para o que munlo-se de um caivete
de mola, cim o qaal praticoa o crime, podeodo
illadir a vigilancia do subdelegado do 1* districto
da Boa-vista.
Fet-se corpo de delicio e val ser instaurada a
colpa 00 joizo desta ultima subdelegada.
A infeliz estava grvida de cinco a seis mezes.
No dia 15 do correte abrem-se as aulas de
instruccoes primaria do Gymnasio Provincial, e
dessa data em diaole esto abortas as matriculas
das aulas secuodarias, que prlncipiam a fuoccio-
nar no dia 3 de fevereiro prximo.
No dia 10 do correte acham-se tambem aber-
tal todas as aulas do internato da S. Bernardo, a'
roa da Anrora.
A Sra directora do coliegio de Santa UrsbU
nos oede declaremos que, por motivo de molestia,
sera' demorada a abertura do mesmo coliegio, at
que se aaouucie por este Diario.
Escrevem-nos de Garuar:
t No dia 1' do correte dense ara desaguisado
na povoaclo da Raposa, do qual resalDu Acarean
tres individuos gravemente fondos de faca, a qaal
era manejada por Vicente Padiiba, Instrumento ce*
go da gente ma' do lagar. Ao Hadarse a missa,
esse esbirro, sem respeitar ao da e ao numeroso
concurso de povo, dea vs de prisio a nm rapaz,
a titulo de designado. Os pareotesqne se aehavim
presentes procurarais obstar a prfsao, e d'ahi se
ongiooo o tumulto, 00 qual se Involveram algnns
dos prineipaes bomeos da povoacao ; mas sem sa-
berem do principal motivo do tnmolto. Vendo nm
dalles que Vicente Padiiba atirava lacadas ao povo,
tomn a resolucio de dar-lbe nma bordoada afim
de tomar-lhe a faca, como de lacio foi tomada de-
pois dos tres ferimaolos ja' mencionados.'
t Amaloado qae fol o barnltao a aotoridade po-
licial, tomoo em lista as pessoas invoivtdas no tu-
multo, e abi temos ama nova rede de perseguidas
contra pessoas qae se aebavam por alli por lerem
vindo a mNsa, e qae quai parle nenbuma toma-
ram no conflicto.
c O vgano qoe anda eslava na igreja faxendo
ons baptisados, sabio antas ae os Andar, aQoa de
ver se consegua amainar aquella desordena; e
como no correr de saas exertacSes dissesse sentir
inconveniencia e criminalldade do aitentado, in-
correa as iras da polica e logo no ootro dia sna
casa fol eereada, preso nm seo caobado e condoli-
do amarrado para esta cdade I Em quanto nao
chegou oaqnella povoacao o professor, reioava a
mals perfelta paz; mas esse mo bomem em fes
de cuidar as obrigac5es do sea magisterio, cons-
tituio se o assessor dos desordelros, ludutiods-os a'
pratiear actos que deviam nm dia ter o disfeicho
que se vio. Chamamos a attengao do Sr. director
da instrnecao publica sobre esse professor, que s
quer faxer jos a ordenado e nada mais; tanto que
os pa de familias ja' tem lirado aens flibos por
verem que o bomem nio loma o menor interesse
pela soa lostruee&o. Desojamos qae o Sr. director
desenvolva a mesma energa que tem desenvolvido,
relativamente a' ontros professores.
O povo da fregoeiia da Raposa paelO'o e or-
delro; porm o boi aperriado da' em arremetter.
Entretanto la* vio soffrer borneas honestos e brio-
sos, por cansa das tropelas de nm reerutamento
rnfrene e desvairado.
Sao bera graves ests noticias qu> nos dio da-
quella localidade. pois damo-las sob toda, reserva.
chamando todava a attengao das autoridades su-
periores para ellas.
Hontem as 6 e mcia da tardo telegrapho
annoncioa vapor ao sol da barra, sem decarar
qaal o seo nome ou qualidade. At- as 8 oras da
noile alada ella nio lioha fondeado e nem se sabia
que vapor era ; no entanto presamia-se ser nm
vapor da companhla Pernambec-ana, viudo do Rio
Formoso.
Hoja rene se em sesso ordiaaria e> Instituto
Archeologico Geograpbico Pernambucano; e um
dos objectos da ordem do da deliberar o qoe
convm para a festa do sen anniversario, que o
ao mesmo lempo do dia em que esta provincia se
liberlou do jugo bollantes.
Boje procede se a revisio da lisia geral dos
jurados oa casa da cmara municipal,
Na dia 11 do c- rrrente (sabbado,) sera' bas-
teado o estandaite de Seobor 11 im Jess dos Pas-
sos, na fretnezla do Poco da Paoelia, sendo acora-
panbado por seoboras, algnmas das quaes entoa-
rao os versos, eompostos para a soleronidade. De-
pois de basteado, subir aos ares um lindo balio
aereoslatitico.
Por se dar um engao no titulo, e em afu-
mas addigSes do balaogo do banco ioglex que ton-
tera litemos publicar, repetimos boje 9 mesmo com
as emendas competentes.
Lotera.A qae se acha a venda
a .10a a beneficio da igreja de Nossa
Seohora da Soledade, que corre terca-fei-
ra 14.
O pessoal dos enfermos, educandos e empe-
gados existentes nos eslabeleclmantos a' eargo de
Santa Casa de Misericordia do Recite no mez da
dezembro ultimo foi o segoinle :
Hospital Pedro II.
Enfermos...............*.... 181
Mendigos.................... 21
Empregados.................. 18
Serventes..................... 16
Filhjs de enfermas............. 8
S45
20
6
S
"8
Hospicio de alienados.
Enfermos.................... 68
Empregados.....:............. 11
Hospital dos Lazaros.
En [erraos....................
Empregados....................
Serventes......................
Casa dos expostos.
Educandas do estabeleeimeato..
Em eroagao tora do
Empregados....................
Servente................_.....
par-
79
101
71
11
i
184
Coliegio dos orpbaos.
Educandos................... 66
Empregados.................... 10
Serventes....................... 7
~83
Coliegio das orpbias.
Educandas.................. 117
Empregados................... 12
Serventes..................... 2
131
Recapitulacio :
Eofermos.................... 291
Educandos...................292
Empregados................... 81
Serventes..................... 28
Amas........................ 72
Tolal..............76;
Rbparticao da polica. Extrato da
te do dia 8 de Janeiro de 1868.
Foram recolbides a' casa de detencio no dia 7
de Janeiro :
A' ordem dosubdelegadodoRecife,Aotonio Duar-
te Coimbra, a requisicao do capltao do l'orio. A'
ordem do de Santo Antonio, Jobn Anderson, por
embriaguez.
O ebefe da 2* scelo
i. G. de desquita.
Foram remettidos pela repartigao da polica
os recrutas segnintes:
No dia 8.
Para o exereito.................... 4
Para a armada..............,...... i
CAMAi MUNICIPAL DO KEGIFE.
3ESSA0 EXTRAORDINARIA AOS 30 DE OUM-
BRO DE 1867.
PRESIDENCIA DO SR. PEREIRA SIMES. -
Presentes os Srs. Aquino Fonseca, Gustavo do
Reg, Silva do Brasil, Santos, Dr. Miranda, Dr.
Pitaoga e Dr. Villas-Boas, abrio-se a sesso.
Fol lida e approvada a acta da sesso antece-
dente.
Leu se o segninte
EXPEDIENTE
Um officio do Exm. presidenta da provincia, de
28 do eorrente, eoncedendo em vista do qoe poo-
derou Ibe a cmara municipal em ontro de 23 do
mesmo, sob n. 62, a autorlsaeao que pede para
pagar pela verbaEventuaes dos cemiteriosno
orcamento vigente, a qoaotia de 3:063*040 porque
fol arrematada a obra do maro do cemiterio da
freguezia da Varxea.Inteirada, e qoe se commu-
nicasse ao procarador.
Ootro do mesmo, de igual data, approvando a de-
liberagao qoe toocou a cmara municipal, segundo
Ibe declaroa em sea offlcio de 23 do correte, sob
n. 61, de mandar fuer os melborameotos de que
necessita o aeoogae publico da ribeira da freguezia
de S. Jos desta cdade, sendo um delles o ladrilbo
no circulo do exterior dos baices de lagedo, e no
interior de pedra paralleplpedo, sendo todo na
quantia de8:190$, Scando a mesma cmara au-
lorisada a (axer semelhaote despeza pela verba do
orcameoto .vigente, destinada a concert de pre-
dios.Que se annunciasse a obra dos melbora-
meotos em qoestio para ser arrematada em o dia
13 de novembro prximo vindooro.
(Jotro do mesmo, de Igual data, eommonieando
approvar a deliberagio qae tomn a cmara, nio
so de, segando Ibe declaroa em officio de 23 do
correte, sob n. 60, mandar calear com pedras Ir-
regulares a estrada, qoe partlndo da de Loix do
Reg, val ter ao cemit:rio publico desta eidade,
como substituir a bomba existente na mesma es-
traaa por orna ponte de ferro, todo orgada na
quaotla de 10:8884500, mas tambem eoneeder a
autortsago qne pede a dita cmara para exceder
eom semelhantes desposas a verbaEventuaes
dos eemiterios pblicos. A mesma resolugao,
partidpando-se ao procarador.
Ootro do director interino da repartigio das
obras publicas coa despacho da presidencia, man-
dando Infirmar, es qae declara dito director ter
encontrado na mesma repartigao o oflhlo locln'o
da cmara maolcipal, cobriodo bom proposta de
postora para eonstrocgio das soteas das casas par-
ticulares, procorou iatomar-sa a respailo eom di-
versos propriftarios, eiiegoo. ao eonhecimeoto
de que todos elles se opfifca a eonetroir as soleas
ora as oiroengae da proRoata, por Ibes parecer
noi acanhada, prefenodo antts- faterem cora di-
meerfies arbitrarias, embera pasuem a respectiva
molla. .
Nestas circomslaoclas,. nara evitar reprodogio-
desses factos, qae prejodica a regulandade da"
edifleaco nov, lembr o director ser conveniente
adoptar-se as dimeogoes indicadas no projecto qt
formuloo, sendo estasdo aisoalbo ao fuehal f.
palmos e nio 12, tundo.as jaaellas das mermas so-
teas 6 palmos de largona sobre 7 de altura em. lu-
gar de 5 de altura e largura; do mesmo modo os
peiloris terio 4", 5 palmos de aliora em vex de 4,
conforme a proposta da cmara.
Posto em dlscassjOt resolveu-se informaras.
Exc. que, sendo a materia de que trata 0 director,
exclusivamente daauribulgio da cmara, e tendo
a mesma ja orna postora approvada em eiecuglo,
parece que a lofoinugo ora dada pelo mesmo di-
rector, acha-se preudicada.
Oulro do jolx de paz primeiro votada da fregae-
z>a da Boa Visia, Deeio de Aquino Fonseca, com-
municando que sa achara lora da provincia os elei-
tores Dr. Jjo Silveira de Sooza, Aotoolo Haja-
Ihaes Soares Jet Pereira Vianna, (bario da S.
ledade) roga a cmara que se digne de ter reinar
que aos sappleates respectivos se expessam diplo-
mas.Asslm se resolv u.
Outro do jult da paz primeiro votado do primei-
ro itistrictj da freguezia de Moribeca, J >-e Carlos
Teixelra, aceosindo o recebimento do da cmara
de U do eorrente, responde que se acha bastante
doenle, motivo porque trm passado o exercicio ao
immediato, etdadao Neia de Sa' e Albnqoerqne,
e qae por isso devera' a mesma cmara officiar ao
dito juizde paz,Qm de qae proceda a qoaliBca-
gao dos volantes na tercetra domioga do mez de
Janeiro prximo vindonro, de eooformidade eom o
que dispds o art, 7* da le de 19 de agosto de 1846.
Que se respoodesse a> joii de paz qoe a' elle
cumpre officiar ao sea immediato, visto acbar-se
como diz doenle.
Oulro do Dr. francisco Amyntbas de Carvalhe
Moura, a .ministrador do consolado provincial, di
tendo ter chegado ao sea conbeetmento que a no-
va numerago que se esta' procedendo por ordem
da cmara, na freguezia da Boa-Vista, vai toda Ir-
regular de manelra a crear grandes embaragos
aquella repartigio qnando tiver de mandar efec-
tuar o langameola do imposto da dcima, roga a
cmara providencie no sentido de ser suspensa a
nova numerago qoe se esU' fazendo, e que d saas
ordena para qu onlcamente sejam pintados os
predios em fundo preto, e depois de estar este ser-
vico prompto, requesite um empregadoda dita re-
partigao, aflm de eooformidade com o lae;ment
actual da missao da dcima de Impostos os res-
pectivos nmeros.A' commissao de polica.
Ootro do advoiaido, dzendo qoe o sea parecer
acerca da peli^ide Manoel Jj.- da Silva Mar-
ques, que devoive, qne estando a arrematagao
feita, nio Ihe permettldo desistir delta, e deve
ser eeagido a raiMar oa pagamentos a qne se
obrtgoo.
Convm qoe se nio entregue a petigo, em que
coofessa o dito Marques baver feilo a arremata
gio, e devi propdr-se aegao necessarla para coa-
gi-lo ao pagamento, e se aiada nao se realisoa a
hypotheca para garanta da nova arremaiagao,
tambera convenienle requerer o embargo nella.
Posto em discuso, resolveu se mandar proce-
der como indica o advogado depois de ser chama-
do o arrematante para assigoar o termo e letras
provenientes do contrato, e negar-se a isto.
Outro do engenheiro cordeador, informando so-
bre o que diz no reqaerimento jacto, Manoel de
Barros Brrelo, que tendo-se Andado o prazo da
conservagao e rtsponsabilidade da estrada do ma-
tadoaro, pede o pagamento da ultima prestagao a
que tem direito ; cumpre-lbe dizer que as obras
da dita estrada, que foram executadas pelo sop-
pilcante, esto em bom estado de conservagao, e o
arrematante esta* no cazo de ser attendido.-Man-
don-se pagar.
Outro do mesmo, informando o-requerimento de
Antonio da Silva Ferreira Jnior, em que para le-
vantar as portadas do andar terreo da casa n. 4 da
ruado Livrameoto ; cumpre-lbe cfter que as tres
portas existentes, alera deserem estrellas, saodesi-
goaes.pois urna tem 4 1|2 palmos, ootra 4 3|4 e a
terceira palmos delargura.e levantaodo-se estas, e
conservando as mesraas larguras actuaos, Ac este
defeito mullo mais saliente. O predio s lem viole
palmos de frente e adrante somonte duas portas
com as dimeogoes das posturas.Nio lem logar.
(Jotro do mesma, informando o reqaerimento de
Manoel Jote da Silva Filgaeiras, cumpre Ibe de-
clarar que verdade o que o suplicante allega,
nio deu a cordeagao requerida, porque o terre-
no em qoestio e qae esta' em aberto acba-se todo
comprebendido no alfnbamento da travessa deno-
minada da Lama, qne pela planta tem de se alar-
gar para flear com quarenta palmos conforme
marcam as pos loras.Posto em dlscassao, delibe-
roo-se nao s com o proprietarlo do terreno, exi-
giodo o prego qae pede pelo mesmo lerreao, como
eom o engenheiro para declarar os palmos preci-
sos para abertura da travessa, e Aoalmente exami-
nar o espago que falla para ser aberta, dando disto
sciencia ao Sr. vareador Silva do Brasil, que Oca
encarregado de entender-se com os propietarios,
por onde se tem de passar a citada travessa.
Outro do Sscal da fregnezla de S. Jos, informan-
do a petiei" de Antonio Cesarlo Moreira Dias, de-
clara qoe era vista do dlsposto as postaras, pare-
ce-lhe nao poder ter logar a preteogao do peticio-
nario da eslabeleeer ama casa da vender plvora
na roa Imperial
Posto em dlscassao, e tendo os Srs. Silva do Bra-
sil e Dr. Pitaoga fallado acerca da materia, decla-
rando qoe na citada roa Imperial exlstiam casas
oode se venda plvora, nao deviam ellas continuar
em vista mesmo das postaras a qne se refere o fis-
cal, convlndo que fossem iataaediatamente cagadas
as licencas que livessera oa seas propietarios.
(sto posto, resolveu a cantara indeferir a petigio, e
ordenar ao fiscal que examine sa as casas referi-
das estio estabelecidas eom liceoga, e desde que
poca.
Permittio-.se que Francisco Xavier Pereira de
Brito, arrematante dos alogueres das casas ns. 18
e 20 da praga da Independencia podesse traspassar
conforme requeren, os. masmos alogueres a Ban-
delra & Pereira, sendo fiador Jos Alves da Silva
Goimaries.
Prestou juramento de ciJadao brasileiro, em vista
da earta de naturalisagio, qae apresentoa Antonio
Luis de Olivera Azevedo, por procorago exhibida
por Manoel Camello Pessoa.
espacbaram-se as petigSes de Antonio Cesarlo
Moreira Dias, Antonio da Silva Ferreira Jnior, ba-
cbarel Antonio Raogel de Torres Bandelra, Anto-
nio Carlos de Almelda, Aotonio Pereira de Carva-
Iho Guimaries, Antonio Fernandos Alves de Lima,
Antonio Manoel de Medeiros Furtado, Domingos
Jos da Canba Lages, Francisco Xavier Pereira de
Brito, Francisco (goaelo de Atnorlm, Francisco Mo-
reira da Costa, Feliciano Marqaes Vianna, Guilher-
me Augusto de Athayde, Joaqaim Francisco de
Pauta Esleves Clemente, Joo Antonio Coelbo, Jos
de Vasconcelos, Jos Gnngalves da Cruz, Manoel
Flix da Silva, Manoel Firmino Ferreira, Manoel
Jos de Si Araojo, Manoel de Barros Brrelo, Ma-
noel de Monas Pinbeira, Manoel Joaqaim Baptisla,
Manoel Teixaira Basles, Manael Jas da Silva FU*
gueira, Romio do Reg Barros, Rosa Candida Goa-
Qafoes Ferrelr.Seobori* Cosaria da Cruz, Me-
vaoiou-.se a. sesso.
Bn Francisso Canuto da Boviagem, secretario a
enera vt
Declaro en lempo, qoe- a deeisio tomada para a
bertnra da travessa de qoe faz parte o terraoa de
Maooel Jos da Silva Filgaeiras, fol para o segal-
raento da rna do Apollo, passando pelo citado ter-
reno. Boavisgem, o declare! Pereira Simo*s.pr>
presidente. Santos. Dr. Villas-Boas. Silva-do
BraMl.-D* Pitanga.Reg. Foneeca. r. Mi-
randa.
*J
feond** & Br-aallian BanL,
ilied. (')
Capital do bae em I5.C0O ac
g5es de ;10O...............
Argoes emitlidas t3,0OA........
Capital pago 43 por aegao.....
BAIANCBTE A CAVXA FILIAL EM PESHAllBUGO, 31
M DCXS.MBRO DE 1867.
Activo.
Letras descontadas.............
Crditos sobre diversos, ontros
bancos e eaixas filiaes........
Caixa es aaoeda correte.........
13.333t38flt30
ll.35:55o530
5.20G:OOOJ080
93M9tOSO
1362:9884400
3::49*4I0
Passivo.
Capitaljforneeido pela caixa malrta
Depsitos......................
Crditos de diversos ontros ban-
cos e caixas filiaes............,
*734:186i860
888.88^S90
8I8:097J850
1.027:2004120
2.734:186J860
S. E. O.
Per nam buco, 7 de janoiM de 1868.
t. Simn, Aeeoontant.
Communicados
PoleMlca religiosa.
Vrega a palavra, insta a lempo
t fora di lempo: reprehende, roga,
aimoesta com toda a paciencia e
iloutnna. Porque vira temvo em
que muitot homens nao soffrero
a san douirtm, mas, tendo comi-
chao nos ouvidos accumularo pa-
ra si mestres conforme aos stus
desejos, e assun opartaro os ou-
tutos da terdade e os applicarao
s fbulas.
(S. Paulo, 2*a Timel c. IV, vv, 2, 3 e 4).
< Si alguera disser oo crr qoe
o Dos 4a le aotiga difireme
do Dos da iel evanglica, seja ex-
commoogado.
Si quis diient, vel credtderit al-
terum Deum esse prtscae legis, al-
terum Evangcliortim. anathem
stt.
(Concil. de Toledo.)
III '
0 preeada argieal, a prescieacia divina, a sabe-
doria, a bondade e a juslfa de Deas, es sa-
crifiios.
eebea. Tudo portante f i dlsposto-a-ordanadVpor
senteofa da jastlga. O logar, a torna, o movwaan-
to, os effeltos, a oatnrexa, a apparlalt, o oassioaan-
to a declioagao des-elementos, joos sio do Crea-
dor. Nio imaginas- qne a justiga divina dale de>
da em que o ma!- lave entrada no mondo. Pora*
deslusil-a e dar-lbe o.peccado pororlgem. Teoaos.
provado qoe o re?dor se maof-stBo pela bonda-
de-, fonle de ludo.;; e- um attrlbstt qoe regula as-
operagdes da D como accidenta.^ utas como inherente a' naturea.
divina.
I 9
Desde que a.mal invadi a trra, a a bondad
uivloa leve d baver-se eom>o seo iniralgo, certo.
que a mesma.joslica divina, acboo nata applieaqo.
nova. Fol pets neeessario que, atteota a dirtgjaoc
raovimentos- da bondade dwnos, e respeitando-essa.
liberdade pola qual Deas- se commoniea a qoeov
Ihe appraz^ relriboisse acada osatconformn sana
obras, oll-iecesse os dona celestes a quem cemart-
eesse, os aecusasse'aos. Indignos, os retirassa aos in-
gratos, e se oppozesse a toda a rwalldadev Assim,
pois, essa justiga disMbotiva, qoe condemaa jutgan-
do, e pane depois d ter condamnado, nao sa nao
a dispaasago da bondade. Por mais q.o djgaca, es-
sa pretendida craeldade divina i antes ora lesia-
mnoho de indulgencia, qne a manihstagio de ana
nataral violento^. Mais: o terror de seos jaizos tor
na-se em praveito do boa oo do mal. Ja' nao
basta va que a bera, d'ora em dasta a bracos com o
nal, e por elle vencido, losse racoaanMndavel por
si mesmo. Ptr mais amt vel qae losse a virtode,
nio Ihe era mals possive maaler se, e o seo anta-,
gooisla. fcilmente a teria snpplantado, se algoon
terror ulntar nio tivesse lapeliido para as vas d*
bem, oa aellas retido aqoelles mesmes que a eas-
se recusassea.
Alem disto, entre la olas sedneges do mal con-
tra o bem, quem se inclinarla ao bem, podeodo im-
punemente depresa-lo 1 Qaem se esforcaria per
conservar o que sem ri.-cj podia perder ? Largo a
multo mais trilhado o eaminbo qae nos condas
ao mal, nol o dizem os livros santos. Nella nio
entrariam todos os homens se nio fossem coudos
pelo temor T Oh I nos trememos diante das terri-
veis ameagas do Creador, e, nao obstante, difflcil-
mente nos podem arrancar ao mal I Qie fora pois
se nao bouvesse ameagas ? 'Chamars mal a urna
(Conttnuacao.)
8 7-'
Assim, pois, at a prevaricagio do hornera s ap-
parecer a bondade divida. A justiga, a repres-
slo, ou, para fallar a lloguagem dos Marcionistas
[i), icrueldade, nao se manifesta se nao depois do
peccado. Desde logo, t a mulher condemnada
parir em dores, e a obedecer a seu marido. Mas
a mulher (compre nao esquecer) tinba ouvido an-
tes sem travo de amargura e no meio de bengos,
estas palavras, proferidas para a propagagio da
especie humana : Crescei e molliplicai-vos. E
a mulher havia sido dada primitivamente ao bo-
mem para sna companheira e nao eserava. Depois
do peccado a ierra fol maldita ; essa mesma trra
qae antes fra abengoada. Depoii do peccado as-
ceram os cardos e os espiohos; mas antes a trra
era alcatifada de relva, coberta de plantas e arvo-
res que davam toda a especie de fructos. Depois do
peccado veio o trabalho, e o pe ensopado no suot;
mas antes o sustento oao cuslava trabalho, porqae
o fornecia cada arvore com certeza iofallivel, e
sem que o hornera Ih'o extorqulsse. Depois do pee-
eado, o hornera converle-se em Ierra, quando antes
fora dalla formado; isto condemnado a mor-
rer, quando era destinado para a vida. Emfim, de-
pois do peccado leve o bomem necessidade de ves-
tir se de pedes, para cobrir suas vergonhas, quan-
do antes andava n sem escrpulo. A bondade de
Dos, que dimana de suaessencia, apparecera pois
primeramente, e depois a severidade provocada
pelo crime. Urna, Inherente natureza, a oolra ac-
cidental; nma, altributo da dlvjodade, a oulra
acommodada ao bomem; urna nascendo de si mes-
ma, a outra nascida de nma causa. Nem a nature-
za podia conservar oa maego a bondade do Crea-
dor, nem a rebelliam do bomem escapar s repres-
soes da severidade divina. Deus assumio a pri-
meira e ceden a segunda a urna necessidade.
Rejeita Marclo como ms as faneges do julz:
Insensato, que nio imagina outro Dos bondoso se
nao porque nio pode conciliar com a boodade a
represso do juiz; si bem que o seu Deus juigue e
condemoe igualmente, como j o demonstramos
E despoje-o elle destas foneges, qoe ento far
ua legislador asss frivolo e iocoosequente, que
estabelece leas destituidas de sanego e de julga-
ment. Mas anmquillar a jostica de Dos, nio se-
r annlquiliar ao mesmo Dees ? Urna de duas : oo
bas deaecosar infallivelmente a justiga que consti-
lue o verdadeiro joir, on classifical-a entre os ma-
les ; transformando assim a injustiga em bondade.
Realmente, se a justiga nm mal, a injustiga
ira bem. Ora, se s forgado a declarar a injustiga
coma a peior coisa, nio podes deixar de incluir a
justiga entre as melbores coisas. 0 que se oppe ao
mal bom: o qae se oppe ao bem mo. Por
coosegoinle, a justiga lauto nm mal quanto a In-
justiga um bem. Nem a consideremos somente co-
mo urna virtude, por assim dlzer, tosnlada, e boa
em si mesma. Devemos ver nella a guarda e a tu-
lella da bondade, porque a boodade separada da
josiica, qae a dirige, ja' nio bondade, injostiga.
Heputo: nao ba bondade sem justiga. Tudo quj
justo bom. '
8.
Se cerlo que a jastiga e a bondade andam lo-
separaveis : qoe dizer d'aqoelle que vem estabele-
cer duas divindades contrarias, attriboindo a urna
a bondade e a' outra ama jusliga exclusiva? Oode
esta' a justiga esta' a boodade. De toda a eternida-
de Dos, bom e Jasto. Estes dois attribatoa an
dam a par. A bondade fez o mando, a jasiiga o or-
deooa. E' ainda a jastiga que, nspirando-se na
bondade, decide que convem organisar o mundo
de elementos assellados com a bondade. Quem
pronunciou a separagao entre a los e as trevas
entre o dia e a noite, entre o ceo e a trra, entre
as agaas superiores e as interiores, entre as plani-
cies do mar e-a ierra rida, ootr'ora confnodidas,
entro os grandes e os pequeos coros laminosos,
entre os lateiros que presiden) o da eos qoe pre-
sidem a neite, enire o bomem e a mulher, enire a
arvore da morte e a arvore da vida, entre o uni-
verso e o paraizo, entre os animaos qoe nadam as
aguas, e os qae habitara na ierra ? Sempre a jus-
tiga. A jastiga ordeooa tadu o qae a bondade con-
(1) E tambem a do CArtaio r#tto.
justiga que nao favorece o mal ? Recusars chamar
bem a' justiga que prov oa execogio do bem ? ia
queres nm Dos qual deve ser; seria melbor o
qoe creasses segundo a loa pbantasia ? Um Dos
qae deixasse o crime dormir em paz ".' Um Dona
que fra ludibrio do demonio? 0 Dos bom seria
na toa oplulo, aquello qae melhor conseguase
tornar o bomem mo; pois qae Ib assegararla a
lmponidade.
Mas pergouto en : nio aotor de bem aquella
mesmo que o saneciona T E qual o homem es-
tranbo ao mal senie o ioimigo do mal ? Qaal o
homem estraoho ao mal seno o ioimigo do mal ?
Qaal o inimigo do mal senio aqoelle qae o re-
prime? Qaem o reprime senio o juiz que o casti-
ga ? Logo Deas todo bora qu indo todo em fa-
vor do bem. L go, para dii-lo n'oma palavra, el-
le lodo poderoso, porqae tem oas raaos a vida a
a morte (i). Si Deus ao lem ootro poder saolo a
de servir-me, mu oouco faz por mira em querer a
mioha feliciJade. E si o poder de Deus a isto sa
limita, com qoe conOaoca esperare! delle o bem 1
Como exigirei o premio da virlode se nao espero
o castigo do vicio f Um Deus tal excita necesaria-
mente a minha descoodanga : elle nao lem suppli-
cios para o vicio nem recompensas para a virtude:
logo nj dispde nem de sopplicios era de recom-
pensas. E' lio verdade que a justica a plenitud*
da divindade, qne ella nos manifesta um Deus per-
feito, e nos mostra no eote soberano um Pal e Se-
nhor : Pal, por sna clemencia, e Senbor por sna
lei : Pai por soa antoridade indulgente, e Senbor
por sna auloridade rigorosa : Pai qae devemos
amar com ternura, e Senbor qae devemos temer
necesariamente ; digo amar porque elle presa
mais ia misericordia qoe o sacrificio > ; (3) e te-
mer porque elle aborrece o peccado ; amar porque
elle antes quer o arrependimento qae a morte do
peccador; temer poruue repelle os peccalores Im-
penitentes.
Por isso ao lado do preceito: Amars leu Deus,
a lei ajuotoa : iTeme ao Seobor. Si por um lado
se refere submissio, por outro refere-se ao orga-
Ibo rehollado.
10.
Devemos seguir o Creador em todas as saas
operages. Par toda a parte sempre o mesmo
Deus, cqoe tere, mas que cura ; que mata, mas
que vivifica ; que abale, mas que eleva; que crea
o mal, mas que crea Igualmente o bem. > Por
quaoto nao deve flear sem resposta a objecgo do
hereges.
< Ora, exclamara elles, o mesmo Creador de-
clara : < Ea soa qaem crea o mal. a
Abusando de nm termo coramnm, que confunda
oa sua ambignidade as duas espacies de males, o
que tanto se applica ao peccado como ao castigo,
attribuem nossos adversarios este duplo mal ao
Creador, para depois repudalo como autor da
prevaricagio. Pela nossa parte fazemos aqu um
disncgio. Distiogaiodo, como convm, o mal da
contravengo e o mal do sopplcio, o mal da culpa
e o mal do castigo, damos:a cada um dos sjus au-
tores o que Ibe compete : ao demonio a prevarica-
gio e a culpa ; ao Deas Creador o sapplicio e o
castigo. De um lado a obra da maligoidade de ou-
tro a obra da justiga. Emfim, os jaizos e os rigores
depois da rebemio e da traosgressio, sao os males
de que entenden tallar o Creador; mas etes ma-
les sio inherentes ao juiz.
E' bem verdade que as sentengas de Dos tor-
nam-se males terrlveis para aqoelles qae ellas u-
rem ; mas consideradas em si mesmas sio boas
porque sao a expresso da jastiga, a protecgo da
innocencia, a sanegio da lei, a represso do crime,
e, por este lado digoos.de Dos.
Prova (4) pois que estas sentengas sio injustas afim.
de pravaies que se de vem imputar malicia, isto ,
se devem considerar males da iojustiga. Perqu des-
de que ba Injustiga, ellas se lomam bens verdadel-
ros. Estes sopposlos males, nao o sao para aquellos
qae eoodemnam sem exame aabusam da Iioguagem.
Vem pois afflrmar qae foi injustamente qae o bo-
mem, despresador voluntarlo da Iel divina, receben
o triste salario que o Senbor Ibe qolz reservar;
que foi injustamente, qae as Iniquidades das ga-
racoes precedentes desappareoeram debaixo das
aguas do diluvio, ou sob as cbammas violadoras ;
qae fol injustamente ferido pelas dez pragas o
Egypto, boje emporio hediondo da soferstigao, oo-
tr ora despota desapledado do povo que bavia aco-
Ibldo. t Elle endurecen o coragio de Pbara
Mas o Implo qae havia negado a Deas, qae tantas
vetearse havia orgulhosamente rebellado contra
(2) Um Deas qae arbitro sopremo da vida
da morle, porqae de ambas autor, nao pode, era
desaggravo da soa jastiga e sem quebra de .soa
bondade, aeabar, at com o moudo n'om instante,
quanto mais aotorisar a destroigo de todos os fal-
sos prophetas e de todos os rebeldes soa lei t
Desconheeer este principio fundamental da sanedo-
ria absoluta de Dos e do sea indispotavel imperio-
sobre todo o creado nio s impiedade, como Igno-
rancia profunda das relages entre a natureza a o
ten aotor, eotre a Independencia deate e a submis-
sio daquella. Mas o CkristSo Velho nio est por
Isso/
(3) O Chnstao Velho attribaa estas palanas a
Jess Christo, quando perleneem ao Velho Testa-
mento, e sao tao applioadas ao Deus dos Jadeas;
quanto ao mesmo Jasas Cbristo: em lempo o pro-
taroi,

--
-
s
*





Ty'Mtrte < Term*mhn<* ~ QuItaia f elra de Janeiro de 1S68.
.3 oflaHB yijz oraai


: queesmacava ojude eom Todava, nio<6 otea Dos qoe o mea l)eo aprf o-1 Me Deus separarse do sptimo e obras |a
reiterados ene****, nao merecer' qwesaa morte jdeu,a eit*belcer estas probibicoes : ** Ue* pmedaaHiitDte reseado tos oulr.s seis
servisse de exettpWr Qie diier ruis Havia mulera* ; oo corometters adulterio ; nao follar* ;,dus : efcras tojroan.s : obras de ludo os das,
lo aae o Egvad*4,.i*Jeeihado dlante de ibis e do nao levantaras falso testemunho ; nao desejars, a Mas o acto de lvar a arca ero temo doi maro
crocodlllp que DTeWiira ao Dos vivo, er cotpa'I congas albels ; honrars a leo pai e a tua mal, nao f*e passar por urna obra homioa, pe orn*
do do ciiao^WKfctfii par eom'e AHisweo^i amara a tea* prximo como a umesroo (8). Atenebra de todos es da?, hila tioha a sanelo de
Tambero o Senhor Dio poapou asua cacao quaodo as recommendacoes principies de innocencia, de Dos : ella era tres vetes sania, e essenciaimente
~ pudor, de justtea, de pintado fllial, veen os precel- I divio pol< que-.Id nao Deus a ordeeava. Aqol
los da beneficencia. Assim, volvidos seis aooos de deseaveherU ea omyslerto do symbolo.se nio fosse
ervidio, recobra oescravo a sna llberdade. De demasiado longo descobnr as figuras qoe as pres-
sele em seta aooos a ierra repous. aflm de qoe o cripcdes do Creador enctrram. Demats: pos-
pobre ceife por sua vea. t A le desata a bocea sivel que tu as nao admitas. E melbor pois con-
aoboiqoe dtbalba qaereodo igoiflear que a vencer te a ti e aos leos seetarus eom a irreaistl
doura ordenada para cora < aoimaes oos eonduia vel evidencia da verdad*,- do qoe recorrer a pro
a' compaizo para com os oossos temelbanles.
II **
Ma, enlre todos o beneficios da le, compre
esta se Ibe lorooo ingrata- Arreroes*ou dous orsos
sobre os meninos; mas menteos qoe baviam in-
sollado o sea propbeta.
811.
Examina prlmeirameute o proeeder do soberano
jai!. Si te parecer conforme aos principios da ra-
lio, atiriboe a' sabedoria e a' ja te* *'W e to-
dos os meios porqae elle se manfesta. E, para
cortar pormeoores, justifica todas as prevaricis,
ja que coodeanas todae as senteocas*, descolp >
dos os peccados.ja qoe rejeitas fjdos os jauos. Oa, que ea defenda de preferencia aquelles que mais
antes pondo de parle, a censura contra o juii, pro- violentamente bao sido atacados pela beresia (.9).
cura'convence lo de iojasti*. Elle pedia aos A lei de talUo precrevia : olho por olbo, deaie
Ibos couu das iniquidades dos pas. K" verdade : por denle, odio pnr odio. O fim desta le nao era
roas a eresjeria de nm poro indcil requera igaaes aulorisar o mal ero reveadita do me, mas comer
remedio*, all) da ligar o pala a" lei divina, at a violencia pelo temor da represalia, hn dimcu,
por interesses 4e su po^tendade. Cora elleito, impossivel talvez, persuadir a ora pojo grosseiro e
roosira-me um homem, qae nao vele mais cuidada- incrdulo esperar a viogan^a das raaos do benoor,
smente ni salvaeao de seus Albos qae na propria. segundo o nraeolo do Propbeta : A mim me per-
O^ira cootradico. Se a bencao dos pais passava a tence a viogaoca, e en a exereere a sea lempo.
*ua descendenc.a sem nenum merecira-nto della, Eoirelant, qoe fai a le 1 -Previne o peosamemo
porque raxo a cnlpibilhiade dos pais oo re Q-do altrage cqm a cerleza de igual ullrage ; permii-
tena sobre os eihoa 7 () O lavor e o odio eram te a segooda kjaria para prevenir a prirr.eira ag-
iauaes : desciam por todos os degros da familia, Rfessao ; oppSd as urdiduras da perversidade o
sera preiodicar as decides ulteriores, tesses das, conlrapeso da perversiJade equivalente; aterra a
vaoir uha- *0i pais comern uvas verdes e des- prlroeira com a segooda Iraped i a segunda, ater-
bolaram se os denles do* flihis: Que qoer isla di rn(|o a priroeira perqu a paixaj mais ucil-
z-r ? Ouer d.ier que o pai oo carregara" mais mente se desvanece eom a perspectiva do mal, que
coro ii.iua.dade do libo, uem o filbo com a iol- j experimentan. Com e*eito, nada tao agro ao
auidade do pai. Entp cada ora so pagara as fnas offeosor, romo stffrer por sea turno o mesmo ral
nrevaricatjs Qae.ra Deus que, abraodala a da- qUB le a ouiro I ^e a lei prohiba algumas vian-
Pol aodesempenho dessa ordem que se oppoie-
raro algaos offieiaes do 4* baialh, qoe aiita ja
Dio se acbavarn aqorielados, e qoe all se apre-
sentaram a paleteo ; o qoe chegando ao mea eo-
nheclmeulo dirigVtr.e a elles e Ibe fi ver qae nld"
deviam crear embarazos ao camprimeot) de erdem
superior proclamando, como elles proclamararo,
dtsibedlencia; e nao sendo atteodido foi dreado
a prende-los a ordem do presidente da provincia,
a quem del lamediaUmente setnela do occor-
rido.
Em resposia a mlnha eommumeacao, S. Bxc. o
Sr. presidente determinoo-me qu maodasse reco-
Ibar lodos os guardas delidos no quarlel ao cala-
Limiitwno nos a provas bouce do coreo, o que execotei, nao seoa opposico
iocontettavel distioecio do dos referidos ofilciaes que alada depois de presos
por iriim, eonunaaram a proclamar resistencia a
ordem do presidente da provincia.
Se isio u nao o que exactamenle se passon no
Rile tr- guite, a lei. M. s aquelies qae levavam a arca ao os proprlcs guardas e as pessoas imparciaes qoe
redor dos maros no dia de sabbado, o tuerarn sem assistiram as occorrencias a qae leoho alladido.
fondas Iave.-tiiic5es.
simples, taes como a
sabbada. que prohiba as obras do homem, e oo as
de Deus. Foi por Isto que o temerario qoe corta
va madeira ao sabbado, foi cooderanado a' morte.
Teza do povo, abrandasse larabjm a lei que para
elle (era fel; e dosi'aile a i*^ "'uis"
se mais a raca com a pessoa. Alm disto, quera
adm.lte o Ev'ngelbo da ve.dade, v a que oacao
diriga se a seoieoca que viBgavi nos Qlbos os cri-
mes dos pas; isto essa que se dev.a ligar
volaolariamenw por este vol : Caja oseu *
que sobre nossas cabis e de nossos phos I J a
Providencia Ihe applicava a palavra que Ibe ouvira.
E' boa a severldade, porque justa ; se o julz
boro, justo. Por igual, todas as coosequeuc.as
que dertvam da urna ju.-ta severldade sao boas a
colera, o feto, o nger. Ellas sao dividas da seve-
rida le, como esta o da ju.-ti(;a. A maocebos que
devem respeito, preciso for5a-U ao respeito.
D'oode, c absurdo reprochar ao juii as attribuicrjes
do luix, o iunocentes como elle mesmo. gue i se
recooheces a necefsldade do cirurgiao, como re-
pellir os insirumeulos de que se ella serve pira
corlar, carjar, cauterisar.e ligar s "rnes quando
sem estes Instrumentos nao ha cirurgiao T Mas
corta ella lora de proposito ? Separa intempestiva-
mente? Quelma sem reflexao ? cntao instau-
ra prncesso contra os instrumentos de que elle
U'a, e cundemua seu ministene. Na mesma io-
cooseqoeocia laboras, quaodo, admitiindo um Deus
ioia, suppnmes os movlraentos e os aflectos por
neiodus quaes elle julga l Na escola dos propa-
las e do Cnr.sio, e nao na dos philoropnos ou de
Epicnro, aprendemos nos a conhecer a eus. no=
que eremos que a divmdade em peSioa baixoo do
co a' trra, e que, para salva: o homem anniqo-
loa-se al ao homem, looge estamos de pensar com
esses visionarios quaellaaej* indiff^enle as coasas
S Mj?, aecresceotam os herege?, chos de
Epicnro nesta coojuoctura, se vosso Deu ca-
. pat de colera, de odio, de zelo, de vingaoca ; lo-
. co modavel e corrupiivel; logo e moilai (o;.
Estes ra.iocioios nao atteiram a chnsUcs, que
creem ero nm Deus rooito, e, comludo vivo eterna
mente. Insensatos I que meis a Dos tptlo ho-
mem ; e, porque as paixoes do bomem denunciara
orna naiurea corrompida, applicaes a eus a cor-
rupeo, e as miserias buuiaua. Nao oos llolamos
com a semelbaoca das palavras; mas di^ngamos
cuidadosamente is cousas. O sentidos de eus e
os do hornero, ainda que designados por um termo
commum, diffsrem unto quanlo as naturezas de
Deus e do lumem. Assra aiinboe-se ao Eterno,
mo, ps, orelhas, olhos ; inases;es o.bos, essas
orelbas, ees mo, esses ps serio semeltnttes aos
nossos, : porque leera o mesmo nome T Hi tama
dillereoca enire o corpo de U-us t o do Uom-m.
nao ob-taote a ccramunbao da palavra memoro,
quanta ha entre a alma divina e a alma humana
sob a deoomloasao de senliroento, corruptores no
bomem, porque a substancia humana corruptivei.
e Locapazes de alterar a essencia divina, porque
esta incorroptivel. Ces na divmdade do (,rca-
dor T t Sim respondes. E como, pois, imaginas
emprestar a Deas as imperfetas do homem, em
vez de Iha dejares sua p:eoadivmdade? Adroimr
orna natureza divina, 6 exeluir della ludo o qoe
participa do hom-m : ori, se confessas a divmdade
do Creador, de acteico tens declarado qoe elle era
nada se asst-mMba a* creatura humana. E se Deas
foi qaem iosuflou oa face do homem a vida, e oa*
o bomem que a insoflou no Creador (sobre o que
nao ha que duvidar), a mais estrautia c. nfaso
de fdas por em ?us as quadades do bomem, em
vez de i r no homem as quadades de Deus; fa-
zer Deas a imagen) do homem, em vez de faxer o
hornera a imagem da Deas. Assim qae eu sou a
imagem de Deus. Minba alma recebeu os mesaos
sentimentos e as raesmas qualidides de Deas ; ma
nao no mesmo grao. A propriedade <
variam como as duas substancias.
Responde-roe mais : Porque chamas ta qnalida-
des divinas aos seniimeotus contrarios, isto a
paciencia, a compaixo o a bondade qoe as produi?
Estamos todava, mu looge de as possulr em toda
a sua perfeijo ; porque s Deas perleito. Por
igual a colera e a indignarlo nao apparecem no ho
mem com a incorrupubilidade e inailer^vel placi-
dez de Deus, privilegio incomroooieavel per sua
natureza. Elle i; rila se.ma? sem comm^So; indig-
nase, mas sem moda oca, ero altera?o. Todos
os seus movimentos devem corresponder aos no.
sos : sua colera nossa perversidade ; seu zl> ao
nosso orgoibo ; sua inlignago a' nossa rograttdae ;
e lado o que lemlvel para os roaos -, assim como
tem Rile misericordias para os fracos, looganimi-
dade para os peccadores nao convertidos, recom-
pensas para quem as merece, liberalidades para os
justos, e ludo o que os bons requerem. Ene tem
cada om desies diversos ail.etos, mas como convm
ao ente perfeito e eterno, que corarauoicou ao bo-
mem estas facoldade?, mas nos limites de suana-
tureza.
13-
Estas considerac5es e-iabele:em a sabedoria dos
joiros divinos, on, para fallar liogoagem mais dig-
na, no lo* mostrara como salvaguarda desta boo-
dade ooiversal e soberana, que os mirciooistas se
param da Jostlga, e que recu-am reconbecer em
um Deus t5o puro como sua essencia, t fazendo
eabir a ebuva sobre os bons como sobre os raaos, e
nascer Igualmente o sol para os justos e o*ra os
impos i. Eotretaoto a quam seno ao Creador
convm este elogio ? Dehilde oasoa MarciSo riscar
do Evangelbo este testemunho dado por Jeso-
Cbristo ao nosso Deas. Este teslemuoho esta* es
tampado no livro do universo : lldo por todas as
consciencias. Treme (7), Marci.o I Essa pacien-
cia qoe negas espera le, e te ha de nlgar ; esa
paciencia < qne prefere a misericordia ao s-cria-
do Toa a negas I Mas nao ella qne desvia a
espada suspensa sobre a cabera dos Ninivias ? que
concede mais qaioze aooos as lagnm>s ae Eie-
qaias ? qoe estabelece no reino de Babylonia n*o
rei peoiiente ? que restitae s soppllcas de om
povo inteiro o fimo de Saal, prestes a morrer? qae
perdoa a David depois qoe confessa sna prevarica-
rlo centra a ca.-a de Urns? qoe levanta o imperio
de Israer tantas vezes qoantas oab>te ? qaeagasa-
Iba tantas wzes qoantas iBtimida ? Ta so oibas
para o joiz I contempla tambera o Pal. Ta o cen-
saras quando elle se vinga I porque o nao louas
qaando elle perdoa T P5e na balanra a severldade
e a bjndade I E qaando tiveres descoberto em meu
Dos a misericordia e a jusiica nao leras mais oe-
cessidade de recorrer a outro Dos para encontra-
res a bondade.
D'abi passa ao exame dos diversos mandamen-
los, preceitos, ordens e conselhos de qae Deas cer-
coa o bomero. Tado isto, Ulvez me digas, nao
esta* tambem regulado pelas leis humanas? Sem
duvida ; mas antes de todos os Lyeorgos e Solos
do iodo, bavia Moy^s ; bavla D*as. Cada ge-
ragio que se segu nerda das geraQSe qoe foraro.
da?, se declara immundos alguns aniraaes, posto
qae abeoco&dos desde a origero do mundo (reco-
nhecei-o 1), nio linba .ouiro Bm seno obngar o
o povo a' temperanca, e por freio a glotonera, que,
nao obstante alimentado com o pao dos aojo-, se
lerobrava cora sau-lade dos pepinos e meloes do
Eiypto. A lei procorava assim prevenir as hab-
luaes companbtiras da intemperanca : a saber, a
incontinencia e a lascivia, que se debilitara com a
sobriedade. <0 povo linba comido e beidj, e le
vantou se para dansar.
Estas sabias pr*veoi,es tnham tambem por nm
extinguir a sede do ooro, destruindo o pretexto da*
hecessidades da vida, com qoe as nqaezas se ac-
bertara, para satitfazer as delicias dos baoqueles
sumptuosos.
Limitar-se-ha Disto o mrito destas previsoes 7
Acosiumavam lambem o bomem a Jejuar no intui-
l) de agradar a Deus, a contentarse com poacos
alimeatj, e a escoiber os mais gr9Seiro. Sem da-
vida, o Creador merece aqai ama ceosura : nao
ter antes imposto estas pnvac.5es aos Marciooistas
do qoe ao seu povo. Pelo que respeita a essas loo-
gas, Incomrnodas e roinucio?as particularidades de
sacrificios, de oblarlas, de ceremonias e de ritos
diversos, nioguem putera aecusar a D^us de ha-
ve los prescripto por amor de mesmo, pois elle.
o diz lararaente : Que necessidade tenho eu da
multido de vossas vii lima* ? Qiem vjs pedio as
vossas oblagSes ? Mas admiremos aqu a sabedo-
ria da Prov.deocia. Conhecendo o pendor do povo
judeu para a idolatra e a pfovaricac.ao, toma ella
o collado de lgalo ai verdadeiro coito, por um
apparato de ceremonias mageslosa?, lao propnas
para desafiar os sentidos quanlo a pompa das raes
mas opersties pagas. Ella quera, pelo tacto de
qoe Deus o ordenava, e de que Ihe agradava, que
o povo de Israel desvlasse a soa tenco dos ritos
idolatras, e nunca cedesse a' leotaQo de crear do-
los para si.
Al oo commereio h.-baual da vida, e no meio
das mais vulg-res particularidades internas ou ex
terna, Deus Ihe ordeoou a forroai-o do* m-nores
vasos destinados 4s oblaSes, aflm de qoe, cerca-
do por todos os lados deaas observancias legaes,
nao perdesse de visla un momento a presenca de
Dea3. Realmente, que melbor"coodi?o de felici-
de para o homem que a de repou*r saa vontade
na le santa e medita la dia e no I te T Nao irapo
temo* a promolgaco de:-ta le! severi !ade no seu
fundador. Ella obra de orna boodsde soberana,
que procuriva domar a rudeza do sea povo ; e.
tora ruos multiplicados e fMigantes, peiava urna
f ainda movel. Aqui oo fallamos do sentido mys
l co desta lei, toda espiritual, toda prophetica, syro
bolo augu>to do foturo. Basta, p:r agora, demoos-
trar, que, seodo o fim natoral dessa lei prender o
hornera a Deus, ua> pode ella merecer neobura*
censura senao dos perversos que u^j querem ser-
vir a Deas.
Foi anda com estes intoltos benfico?, e nao com
os de a'ggravar o peso da lei, qoe a bondade do To-
do-Poderoso so>eitou nos Pruphetas pregadores de
urna moral digna dJle. Fazei desapparecer da
vossa alma a malicia dos vossos pensaraettos:
ensioai a fJier o bem. Bascai ajusli{a, susteotai
b opprimido ; protegel -o orpbao ; aefeodn a
viava ; nao afagenleis os qua vos consonara ;
fugi ao conlacto dos roaos ; roropei as ligaduras
da iniquidad?, a!liiii a carga dos qoe esiaoop
pre-sos; qaebral os contratos injustos, iviai o
vosso pao com o famioio, recebei em vossa casa
os qoe oo teera asylo. Se virdes um bomem
ni, cobri-o, e oo despreseis a carne de qae sois
a formados. Preservai vossa liogaa da calnmnia e
vossos labios de dis.-orsos artificiosos (IU). Afas-
tal vos do mal ; pralicai o bem ; busca > p.z,
e segui-a sera tnierrupcao Entral em colera,
mas nao pequis. Qaer dlzer : Nao perseve-
rt-is no vosso resentimento, oo nao vos vmgueis.
Feliz o bomem que nao eutrou no conseloo do
impio, qae nao parou no cumulo oos peccadores,
nem se asseotou oa cadeira da pestilencia I
Onde, p i*, se assentar elie ? iQuaoio boro,
qoauto doce a irrao? babitarem juntos, niedi-
lando dia e oolte na lei do Srooor 1 Vale mais
confiar oo Senbor do que nos homeos e esperar
mais nelle do-que nos principa da trra. Com
efleito, qul a recompens do hornera que serve
ao seo Deas ? Elle sera' como a arvore planta-
da junto a' crreme das aguas qae da' fructos
no te rapo proprio, e cuias folhas nao cahem.
Todo o que elle eroprebender Ihe surtir' bem.
Aquelie qae lera as roaos innocentes e puras,
i que nao receben a saa alma em vao, e qa* oun-
t ea perjurou na presenta do proxim >, e;te rece-
bera* a bencao do Senhor, alcanzara' a Bttterl-
crdia do Deas sen Salvador. Porque eis aqai
que o olbo do Senbor esta* aberto sobre aquel-
c les qoe o ternero, sobre aqaelles qu esperara
c em sna misericordia. Dvrara'sui alma daraor-
teda morte eterna e os saciara' na sna fo
t roe,isto tambem, na sua fome da vida
< eteroa. Grandes iribalac5es sao preservadas
na Ierra aos jostos; mas o senhor os livrara'
c de todos os males. A morle dos sjotos. precio-
i sa aos olbos do Senbor. Deas guarda todos os
seas ossos ; nio sera' quebrado ora m) ; o Se
< nhor resg.la as almas da seus serv>.. (II)
Ora eis aqui algaos preceitos tirados o'eoire mi-
das Escrlpioras do Creador. Parece-rae ser eom,
pleto o testemunho de sna infinita bondade, qner
nos preceitos de caridade qae estabelece, quar as
recompensas que promeite.
Ngarei8, pelo meuos.que os seos maBdamen-
< los sejam maltas vezes contradictorios, e qne
annnnciem um carcter phaolastico e movel ?
t Por exemplo : da om lado probiba trabalbar no
< dia de sabbado, e do outro ordeoa qae a arca da
alliaoct, para destruir as moralbas de Jrrird,
a seja levada em roda dessa cidade, dorante oito
t d*a* consecutivos, isto dorante o dia de sab-
c bado.i
Aqai, Marcio. perdes de vista a propria letra da
le, qne nao exclae do sabbado se cao as obras do
bomem e nao as da Divioaade. Daraote seis
das, du a lei, trabalharas e concluirs a toa obra;
mas o sptimo da, qae o da do Senbor teu
Dos, nao fars nenbuma obra. Qae obra ? A
toa, sem dovida, Marcio. A conseqaecia raque-
castigo; porque nao trtbalbavam para si, mas
obedeciam a Deus, cuj' obra execatavam.
ja*' ^ie i- 17-
Por Igual, qoando elle diz: Nao fars dolo
lalhado, nem nenhoma imagem do que esta' oo
co, oera do que esta' sobre a trra, nem do que
esta' debaixodas agua*, < estas prohibico-s tiobaa
por fim prevenida idolatra. Por qaanio elle ac-
crescenta : Nao as adorars; nio as servirs.
Quant) a'serpele da brooze, que Moy?, sem
nenbum peosamento de Idolatra, f-rmou, por or-
dem do Senbor, era ella dastioada a curar os qae
baviam sido mordidas pelas serpentes. Assim
tambero o qierobim e seraphlm de ooro batido
que eobrlam o propiciatorio da arca da alanga
(dj,corar;o iaoocente e coradigna da mageslade da
arca sania, e la' postas por motivos roui differen-
les do principio idolatra, que provocara, a prohib-
cao de tida a imagem tajtiada) oo esto em eoo-
tradigao com a prolndigno precedente, visto como
elles nada tem de c rornu'n coa-, os dolos qae a
lei prohibe. Ji' fallamos da beoefica sabedoria
que presidir a' instituirlo dos sauriQcios, desti-
nados a arredar do paganismo ao povo. Quaodo
Den-, rejeitando ao depois as ob acoas, disse:
> Que necessidade leubo ea da mullida) dos vos-
sos sacrificios ? Qj.-ria que soubessemos que
nenhum interesse pessoal lioba oas cereraoaias l-
gaos. (I!) f Nao beberei mais, diz elle, do saogue
dos te*ros;> porque em outro lagar tioha dito :
c O Deus eterno nao tem fome nem sle.a Com
quanto laorasse ara o'liar de complacencia sobre
as victimas da Abel e aspirasse com delicias os
holocaustos de No: qae lao grande suavidade
poda acbar as entranbas de orna nevilba, oa.que
perfume oo cheiro idas victima consomiias pelo
fugo? Masas almas paras santas daquo'les
que ao Eterno oftereciam os d:ms da sua muniQ-
cenci?, eram-lhe o mais delicioso alimento e o mis
suave perfume qae sobii at elle I Que importa-
vam a' sua suprema felicidado os saoriticios do uni-
verso ? Elle s os recebia como vassaiagera devi-
da a sua diviua magestade. m cliente olTerece a
um grande da (erra ou a uro principe, que de nada
precisa, nm presente quilquer. A qualidade ou
quaotidade da offe ta, ainda a mais vulgar, des-
honrara' o bomeui opulento, ou dar-se-ba que esu
respeitosa deferencia oo alegra o seu coraeio ?
Se pelo contrario, o diente, sem esperar a ordem
do principe, ou por ordem que della recebeu, traz-
Ihe magnficos presentes, se celebra Ibe solemne-
mente o oalalicio oa a exaltarlo; mas o faz cora
odio oo corayao, com Adeudada dubia e submis*o
vacillante, o principe ou o rico nao devera' bradar:
i) ie necessidade lenMo eu da muludao de vossas
olerus ? aellas etlou farto. Repulo e aborrego
vossas solemniddes, vossas fastas, vossos sabbi-
dos.
Provon Deas (Uzeado vossos (estas, vossos sab-
hados), que justos motivos uvera para repudiar os
ritos por elle prescriplos, poique o bomem os ob-
servara', antes por phautasia do que por prestar
eolio a Di u.-, e rebaixava a si o acto religioso.
(Continuar-ji lia)
Dessa breve e exacta expoeigo, sa v que sa i
mal cabidas as censaras que me dirigi aRevista
Diarlasel e disto estoa intimamente convencido
qne, qaem as redigio oa foi mal iuformado ou nao
me tem boa vontade.
aceite, 8 dejineiro de 1868.
Jos Joaquitn do Reg Barros.
COMMEBCIO.
B.
PRACA DO REC1FE 8 DE JANEIRO
DE 1868.
As 3 tf horas da tarde.
AlgodSo 1* sorte73;K5 por arroba.
Alodio da farabyba 1 sorta 8^000 por arro
* ba posu a bardo.
(Homero)
Cambio sobre Londres 90 d/7 20 ii2 d. por
1,8000.
Cambio sobre Pars90 M 468 rs. por fr.
Descont de letras9 0|0 ao anno.
J.s de Aqaino Foaseca
Presidente.
Franciso Mamede de Almeida
Secretario.
_=
EM LIQUIDAQ&0
Novobaneo de Pernambuco
Os Srs. accionistas podem receber o 3.
dividendo (n rnoeda correte) de 10 o/o do
capital, as simeotno o 1. de 30 o/o. e o 2.
de 46 o/o, jl annunefiados.
ca xa filial do banco do Brasil nesta
cidade troca as suas notas dilaceradas.
Novo banco de Peraambuco
em liquida^ao.
Os possuidores de notas da emiss5o do
banco queiram quanto antes apresental-as
ao troco.
--------------------------------------
1 dita looc ; a Dalaeoor.
10 dius steerinae, 40 bur-s e 80 meios
teiga ; a Vicente Ftirjlra da Cpt 4 Fijbos.
3 biincas vldros ; a A- J. Dias Medronho.
1 barril e 32 caixas calcado, vidros, perfumaras
etc.; a Lopes 6i Ohvelra.
2 ditas drogas ; a Joo da Silva Farla & C.
i dita coores ; a Dominios T. aslos.
6 ditas quioqailbarias" e chailes de la ; a Mon-
teiro & Irroao.
8 diu* challes, crinolina, ealcado etc.; a Mo-
obard Metler & C.
? ditas paouos e fitas de seda ; a II. Wilmer.
7 litas chapeos de sol, perfumaras e eaixiobas
de madeira ; a Tisset frret.
5 ditas chapeos de sol, lencos e amostras; a Joo
F. Lopes.
2 ditas tecidos de algodo ; a D. P. Wild.
4 duas chapeos ; a Cnri.-tiani Irmog.
7 duas tecidos diverses ; a Scfiapheiilio & C
6 ditas modas, mercearla e tecidos diversos, 1
barril vioo; a Lioleo Weydraaoo & C
11 ditas obras de madeira, coaros, tecidos de la
e chapeos; a Magaloaes L Irino.
3 barris porcelana, 3 caixas mercearla ; a
Norat.
1 dita papel ; a Liiibacar & C
1 dita dito pintado ; a J. W. de Mddelros.
30 barris a 20 meios roanieig, 9 caixas tecidos
diversos; a Kaller & C.
3 ditas uiiudeas e couro* ; a S. Teixeira Dastos.
6 ditis quioquilharias ; a Antonio da Silva Faria.
2 ditas crvsUH--, 6 ditas e 4 barricas vidros ; a
Duarte l'ereira <& C
6 caixas papel, coques, porcelana e conservas;
a Yaz Si Leal.
la ditas vidros, quadros e qulnquilharias, 50 bar
ris e50 maios mameiga ; a Isidoro Distos & C.
50 ditos e 7a meios dita, 5 caixas tecidos *
sos, chapeos e perfumaras; a ordem.
9 ditas tecidos diversos ; a Caroeiro & N)gueira.
II d tas movis, chap:*, carios, peifumarias e
caix nhas de madeira ; a Alves, Horabarger & C
1100 gigos bauta*. 100 ditos cerveja, 100 barris
e 100 meios roaoleiga, 100 saceos farello, 2 caixas
vlnbo, i 10 ditas queljos, 41 ditas e 11 barricas dro
gas, marroqalns quadros. calcado, chapeos, cbatles
etc.; a E. A Rorle & C.
KEEBEDOR1A LE RENDAS INTERNAS
GEBABS
Rendimento o dia 1 a 7..........
dem do dia 8.................
_
CONSULADO PROVINCIAL
Recdimento do dia 1 a 7........ 37:8963697
Uem dodia............... 11:439,4782
----------------------------------------------------- '------------------------------------------------------------------------------
Recebedoria de Pernambuco, 18 Ce dezsabro
-de 1867-. ec.llti
. i OadmUUtntr. < -
M moel Carneiro de Souza Lacerda.

dver-
i 0 Uloa. Sr. lospeci^- | ztnda desia provincia manda fazer poblico qoe fi-
jes marcado o da 7 de Janeiro prximo vlodonro
para o cooeurso a qoe se tem de proceder nesta
tbesourarla para preenchimeoto das vagas de pra-
licaoU existentes nesta reparligao. Os exames
versr.ro sobre as materias seguntes: K mira, ana-
lyse frammallca eorlhographia.aritbmeiica esuas
ipp'icie^ies ao eommercio eom espeeialidade re-
doo de reoedos, pesos e medidas, clculos de
descont, jaros simples e eompostos, iheoria de
cambios e suas a>pilcares.
Os coocarreotes devero previamente ipresentar
saus requenmootos iostroldos de documentos qae
provem idade ccmpleta de dezoilo aooos, isengao
de pena e colpa e boro procedimento, oa forma do
arl. 3 1860.
Secretaria da thesonraria de fa?oda de Per-
nambuco, em 6 de dezembro de 1867.
Servir.do de rfDi ial-maior,
________ Maoel Jos Pinto.
O lllm. Sr. inspector da thesonraria de fazen-
da desta provincia manda fazer publico qne flea
marcado o dia 13 de Janeiro, prximo viodooro
para.o concurso que se tem de abrir nesta theson-
raria para preenchimento das vagas de terceiros
escrlpiurarios da mesroa. Os exames versarao so-
bre as materias segmntes : theoria da eseriptura-
co mercaclil por partidas simples e dobradas e
suas applicagSesao commercia e ao thwoaro, tra-
duccao correcta das lioguas iogleza e fraoceza oa
pelo menos da ultima, principios geraes de geo-
graphia e historia do Brasil, algebra al eqaagSes
dd segundo grao epraiica do servido da reparilcao
em que o empregado esliver servindo.
Secretaria da thesouraria de fazeoda de Per-
aambuco, em 6 de dezembro de 1867.
Strvindo de offinal maior,
_______ Manoel Jos Pinto.
Santa Casa da Misericorda
do Recife,


2:7372428
868J52 3:60594>-
49:336*479
ERRATA.
Na parte desle anigo, aote-hontem publicado,
dea-seos seguales engaos, que passamos a cor
regi-los :
Na i* col. da 2* pag. na 1* liaba da eilaejio de
S-nto Agosliobo, onde se lhaereticotum, la-se
l;mrtt.tcorum.
Na 2* col. 2* linha do Io, onde se l priuuiro
principela-se primeiro principio.
Na 3* col. liabas 21, onde du-semas que ella
por si erediga se mas que elle por si etc.; mais
abaixo ondaesto os mulos VI e Vil, sub.-litua-se
por-6e 7.
PiiblicacSes a pedido
Ao mea presad amigo o Sr, alfcres
Lcureoc de Hollauda Cavalcaui de
Albuquerqae.
Por occasio da morte de sea avd, o coro-
nel Loure.ic Cavalcanii d'Albuqoerque,
coaimandatita superior da comarca de
Pao d'Alo.
Longe a morto ja' val, mas deixoa per
Futido sulco de prantos derramado 1
Vendes Leal Jnior.
E' triste o descambar do aslro fulgido,
qoe sobre o espago um dia s Drilbou I
E' triste o desf jllut de creabas lepjdas
qae o bafejo da morte pallejou 1
E' triste o descantar da oeeia fnebre,
modulada aos aecentos do soflrer I
E' inste o 6om dos dobres faaerarios,
que junto nosde longe veem morrer!
Mas qaem pode impedir o fatal oselo
quo a morte em oossa fronte vem depor v
quem oosara' sustar os seus designios?
quem ousara' anta ella se ioterpr T
Das illu.-oes gentis triste ludibrio,
asim co'as eras passam as geragoes !...
assim desbata cada branco Ivrio....
assim fenecem tantos coragSesI....
Ao sentir-se afracar, o corpo exnime,
o oibar embaciado erguido aos cus,
vai baehar-se da f no doce balsamo,
vai folgircomo estrellaaus ps de Deas I
:

A' qaem fica na trra restam lagrimas,
para onundar o leilo funeral,
coma restam suspiros dos favonios,
a jos o rouco arfar do vendaval!
i
Basta de pranto, amigo I Eia I console-te I
Sabes Deas qaaaio bom, qaaoto clemente 1
Basta de pranto I As flores dVm tomlo
tem perfumes nos cus vergel vidente I
E os goivos, qoe ornam frontes de cadveres I
perdem mais tarde aromas e frescor I
e juoto i ciui do fuoerario tbalamo
sempre triste tragar-.-e o fel da ddr I
Deixa em paz o romelro da existencia,
qaeexbaosto de cansadoja marren!...
O Eterno lem o em si.... ah sim I c:o ala-te !
descerni ao t da ierra, aos ceas se ergaea I
Janeiro, 5 e 1838.
Bellarmino Carneiro.
Nio posso esqnivar-me de reclamar contra a
narra gao que z aRevista Diariade bnntem,
das oecorrencias havidaa no da 4 do crreme no
quartel do corpo de polica entre a'gons offlelaa* e
pragas do 4* batalbo da gaarda nacional de lofan-
lana e o commandaote do corpo de polica.
Pa**o a expor o faeto como se passoo, sem re-
ceto de ser contestado com vaotagem.
No da 4, forana entregues ao ofActal da estado
4o corpo ao mea eommando pelo teoente coronel
(8) O qoe ba em cada om destes mandamentos
que nao esteja no espirito de toaosido. de boada-
dn e de misericordia da lei evanglica ? Ora sn Je-
ss Chrislo nao snpprlmio nenbum destes preceilos,
qae so fuedameniaes, eemo destruio a lei de
Movss f
fd) Ataques qae boje renova o Chruto Telko
Qae achoa no Marcionismo ara arsenal da neresiaa-
Veja-se o qoe elle dix confa a pena de lalio e 0 referido batahSo, 158 orac*. as quaes deviam
(4) Igual ool'ficacao oa iollmago fatemns hoja comoare- oom o modo exuberante porqae a vai' Dcir deudas no qnarlel al segunda ordem.
ao Ckristao Velko, para qae p'ove a erueliade do justificar Terfoliano. | $0 a\a jK.gUinte, pelas 9 Doras da manha, rece
Dees dos Judeus pela Ino'ocencia dos qae merece (10) Qn*nl<* desearamos nos qo ao menos este w om efjjei0 a autoridade superior ordenando-me
ram seas cativos. Mas qoal I O bomem oero j se precnio fosse observado pelo Chrutit Vtlko 11 q0e lDe ,f,,rfrMSce se era verdade terem-se evadl-
lembra da blasphemUs qua a trocltenoche eopioo Mas como bade elle observar preeeitis do Vas de ^ do referido qoartel algaos daqaelles guardas,
dos Marciooutai. I Abrahin, e do Das d> Isaac e d > D-a d Jacob,! recoromeodando me a maior vigilaacla na detengo
(3) Compare se este arnmnto com o qna sobre que considera mbomnavel e jwii>iiiarw I Oh I tf me;meg gaarda*.
este ponto deilron o Ckritlo Vetk I Dea*, perdoai.lbe, qoe elle nSo sao o qae oiz I I pira po(ler j,r foformacio que se exiga de
(8) Eis aqol as objaccoes que o Ckristao Velno (Jl) Qoe e-plrilo recto. intellgunte, e bem lo mat preci>ei venftcir qoal o nonaaro de guardas
reprodoilo ; qoe plagio impo I lenriooado dolan' de rpconbecer oa raDedoria ^^ xisteote no qoartel e disto incumb auna of-
(7) Diremos pela noaaa ve : Treee, Ckrisl&o desies preceitos a elemencia, a b mdade do Deps floai do corpo sob meo eommando. .
relfcol V ero lanos ex*i0ies decleroeoja iott- dos Jo le os I E quem conseqoeniemeaie se o*o
Dita e ioetgoiavelaniMa.itf ^ Dos do Peula- borrorisara' de lr a Maapbemias. insano, e Ira-! (U) Ao contrario, afirma e Chrutto Hto qe
tenco I... Pax pena e ao iojlgBaco ver tanta properios asqaerosos, qae o Chnslfo Velho, nos o Dees das Jadeo se deleita va coai o espeeueojo
ignorancia toa arreblqneg de scieocla auctorlta- seos accessos de Joncora. tem /aiiado contra a do sangoe das
Ua I i rtivindafl de sen Creador I
ALFANDEGA.
Rendimento do da 1 a 7 '.........
idem do da 8................


31:954*142
11:463*594
63:417*736
107
349
-----456
104
549
653
''

1 divlodade de sen Creador I Fatal cegaelra f
ticiimas t Esta biasphetnia nao
tem jastifleaco se nao na bucara senil I
Moviraent) daalfandega.
Volaraes entrados com faieudas...
c i c gneros....
Volumes sabidos com faxendas...
t gneros....
Descarregam hoje 9 de jaoeiro
Barca franctiaSanto Anir raercadoras.
Brigue portugueiTrtumphomercadorias.
Brigue portugaexConstante //dem.
Placho mgier X>mtheiv~dem.
Patar-ho bamborcuet Tner.kla Sehanudilieta.
Brigue ingls Luzitanta dem.
Briiiuo inglexRosariofariph de trigo.
Barca tnmburgue'.aUma &!des idan.
Barca logleza^-iaran/iaocarvao.
Barca iogleza-"3fiiroweA We/rescarvo.
Barca ioglazaGrecianidera.
lirca ioglezaSea Queenidera.
Brlgne inglezAqtondem.
Lugar InsleiCettr idem.
Barca francesaMain Hortense dem.
Barca noru'-sj Nordiapdem.
Barca me kilemourgueaseVein Aohen/ield
idera. .
Pa acbo holstenseJfur/a charque.
Patacho hesdanhcH/ndioidera.
importacSo.
Brigue rn*so Aalto, viodo ae Llverpo:!, ma
nifesiou o segiote :
2io toneladas carvao; a Saunders Brothers
&C.
Barca inglexa Corea, vinda de Swmsea, ma
nifesmu o segints :
423 tonsladas carvSo ; a Wilson & Hett.
Barca iogleza Petrel, vinda de ardifT, man
e-1 ii o seguinie :
430 t neladas carvao ; a Sinnders Brothers & C.
Barca francesa Saint Anir, vioda do Ha-
vre, mamfest'-a o seguate :
3 Caixis e:>lc io ; a B-rnel.
i dita papel, 1 dita perfumaras, 1 dita Otas de
seda; a < lio I! fire?.
30 barris e 30 meios manleiga ; a Mrqaes, Bar
ros & .
13 ditos e 13 meios dita ; a Manoei Daarte Ro-
drigues.
100 barricas cementi; a Tasso Irmos.
1 barril vioho, 1 dito tinta, 1 vidros, 3 cai-
tas urna carroga e perleoces, 2 ditas ama bomba
e ditos, 1 dita apparelbos para agua gazosa, 1 dita
drogas; a H. Leiden.
I dita chapeos ; a Joaqolm de Soaza Maia & C.
i dita pannos, 1 diU passemanera ; a madama
Adoor.
II ditas qainquilbarias; a Li Antonio Moreira
Das.
40 barris e 40 meios manteiga; a Jos Marceli-
no da Rosa & Fi hos.
50 ditos e 30 meio9 dita; a Tbomaz da Aqu no
Fooe.-.a & C.
20 ditos e 40 meios dita ; a J. J. Gongalves Bat-
ir o.
20 ditos e 30 mefos dita ; a Luis Jos da Costa
Amorim & C.
3 calas machinas para fazer jollo ; a Borstel-
mano & C.
1 dita bonetes; a Jas Luiz Gongalves Ferreira
&C.
3 ditas tecidos de linno; a A-iriano Castro & C.
2 ditas chapeos ; a Ferreira & Matheas.
1 dita cariO-s ; a A. J. da Cosa e Silva.
7 dita* perfumarlas. Olas, clcheles, mercearla,
papel ele.; a Prente Vianna & C.
19 ditas e 8 barris drogas; a Birtbolomen & C.
1 caixa licores; a Luiz Bertboo.
1 dita luvas, 2 ditas coaros; a D. A. Matbeos.
9 ditas e 22 barril drogas; a Manoel Alves Bar-
bo*.
9 caixas tecidos diversos, brinque Jes, papel,
pbospboros e chapeos; a A. Cimillo de HollanJa.
i dita calcado ; i Arante* Si Lyra
2 ditas piaooe*, 1 dita revolver, 3 ditas vidros;
a Lebmano-Frres.
2 ditas xuveis; a Loiz Antonio Siqoeira.
i diu calcado ; a Antoolo Rodrigues Pinto.
2 ditas irem de cosinba ; a Maooel Si C
i diu ealcado ; a Cbrlstovao Ferreira Campos.
100 barris e 150 meios manteiga ; a Joo Peral
ra Monlmbo..
l.cm ama borra, 1 dita ama machina ; a P.
V. Buoletreaa.
8 ditas vidros, 1 dita e 10 barris drogas ; a J. C.
Bravo & C. |
i dita oejectos para selleiro ; a C. C. Guadas Al-
cofbraeo.
1 dita canSas-; a Guimaraes Si Fre tas.
12 ditas filas da seda, chapjs ele ; a J. A. Pinto
Seridio.
20 tua* vioho, 5 barris e 16 meios manteiga ; a
Jo- Mana Palrudira.
t b.rns vioho: a V. Graodia.
1 cj.Xis movis, 2 ditas armas; a Jas L. Bour-
garda
1 aiu chapeos de sol; a F. kaestrale.
S ditt* arrotos para carro ; a Antonio Roberto &
Fimos.
-1 dius teeidos diversos ; a Singiehorst A C.
8 dita qu i aqai I barias; a Anlonio Jos FuiPdo.
1 f.rdo roibas, 20 barricas erragens, 1 caita
chais ; a M-Mo Lobo-& C.
69 barr* n 50 meios aeteiga; a Candido A.
Sedr da Motbc
1 canas chapeos e tecidos de algodo; a Silva
k Cardeso.
i diu biscootos; a H. Nlemejer.
MOVIMENTO DO POETO
No dia S nio houve entradas nem sabidas.
wa
EDITAES.
O cidado Severiaao Jos de Moara, joit de paz do
4 nono em exercicio da freguezia de Sanio An-
tonio do Recife, etc.
Faco saber a qaem convier, que as audiencias
desle juio contiuuam a ser as tercas e sextas
feiras'as 2 horas da larde, na sala publica a ra do
Imperador.
O jiro sim, qoe despaebj das G horas da manba
as 6 da urde na casa de miaba resideucia no lar-
go do Carmo n. 22 e ao escriptorio das loteras
silo a ra do Cresoo o. 13 ou aoade for encontra-
do e bem assim que quao o es dias marcados para
as audiencias forero santificado?, ditas audiencias
seopre sero nos anteriores.
Racife. 7 de Janeiro da 1868.
Eu Joaijuira da Silva Regj, escivo que o Cz e
escrevi.
Sever3D3 Jos de M. ara.
DECLARARES.
Peta secretaria da Santa Casa de Misericor-
dia do Recife se faz sciente a qnem loieressar, que
no dia 20 de Janeiro correnle, pelas 10 boras da
maohfta, oo salo da casa dos expostos fara' o lllm.
St. Ihesoareiro capilio Viceote de Paula e Olivei-
ra Villas-boas, pagamento das mensalidades ven-
cidas de outabrn a dezembro de 1867, as amas
qoe cooduzrem as oreancas que Ihes foram con-
liadas para crear.
Secretaria da Santa Casa do Recife, 2 ds Janeiro
de 1868.
O escrivao,
Pedro Rodrigues de Suiza.
O cpnsclbo de eompras do arsenal de guer-
ra chama atteoi;.lj para o annuncio de 14 de i! -
zembro Bodo, m de que sejaro ultimadas as
compras alii mencionadas oo dia 11 do crreme.
As pessoas qae qaizerem vender ditos objectos
apreseolem suas propostas no dia cima lndic?de
na sala doconselOo as 11 boras do dia.
Conseibo de compras do arsenal de guerra 3 de
Janeiro de 1868.
Jes Mana I. J da V. Pessoa e Mello,
Coronel presidente.
Santa (Jasa de Misericordia
uo Recife.
A Iilm* junta administrativa da Sania Casada
Misericordia do Rsclfe recebara propostas paja ar
rendamentn pelo lempo de nm a tres annos, d *
sitios ns- 15 e 18 no logar das Salina*, a quem
mais vantagens offerecer, eocarregaodo se de fa
zer todos os concert* de qae precisara as casas
oxisteates no sitio o. 13.
Os preteodentes podero examinar a obra a'
fazer se as casas, e deverio comparecer perante
a junta no dia 9 de jaoeiro futuro, pelas 4 horas
da tarde, oa sala de saas sessoes, onde deve effec-
luar se dita arrematadlo.
Secretaria da santa Casa de Misericordia do Re-
cife, 2 de jansiro de 1867.
O escrivao,
Pedro Rodrigues de Sonta*
Pela recebedoria de rendas internas geraes
se faz publico, qae flea marcado o pra*o de trila
das para virara pagar a dilima de chancellara,
averbada as pessoas a baixo mi ncionadas, Bodo o
qual se promover* a cobranca execativa;
Dr. Antonio Joaqolm Ayres do Nasci-
ment, carador dos menores Ma-
noel e Igoez..................... 160,3000
Moeda, Medeiros & C, e Manoel Fer-
reira de Medeiros................ 1:446^552
Caradores ti- -a da massa fallida de
Pedro da S I 'a R"go............. 20I9 '0
Ernesto A igusto Mangaba da Silva.. 1166oO
Jo- Antonio Lopes................ 25>>3o
Adraioisiradores da massa fallida de
Joaqun Jo.- da Silva............ 2IU594
Luiz Aotooio Vieira eootros....... 11:9605807
Maaoel Joaqaim do Reg e Albaqaer*
qae, tutor da menor filba de Manoel
Gouv> de Soaza................ 1293*
Caeuao Fraocisco de Barros Wandsr-
ley e outro*..................... 532557
Jos Vicente Emery............... 3z0-><>
Joo de Araajo Cmara.............. 7#D0O
Joio Laurino Arronxellas Gal vao.... 474234
Foaseca A Aora.................. 12 >00
Administradores da massa fallida de
Amorim, Fragoso, Santos & C..... 544000
Tas*o4 Dmos.................... 40*000
Armmio Pessoa de Alboqoerqae...... l39o'i6
A cantara mamcipal desia coi a de---- 444746
Administradores da massa fallida de
Pedro da Silva Reg............... 200*000
Osroesmos......................... 3804061
AsdrdeAbra Porto............. 14n0l<)
Juo da Caoba Res..............-. 224766
Antonio dos Santos deSiqueira Caval-
cante........................... 748246
JoSo Jo- Alves de Oiiveira.......... 244'.o
D. Mariana Francisca de Jess...... 43*095
Aotoow da Barros Correa........... 154*067
Francisco Cavaleante de Soaza Leao e
Di alalia Cvalcaoie de Sooz. Leo. 23f)*696
Joo Gesarii de Mello............... 113*370
Dr. Francisco Leile Biitenconrt Sam-
pai............................. 108*904
Francisco Marques da Peoseca...... 2I*5)3
Miaoel Gimes da Cunna............ 7I*3>>2
Francisco Cavaleante do Sooza L-i. 133*647
Vrava e berdeirea de Jos Higino de
M.randa........................ 117*115
Amonio Jo- de Finired.i......... 295*878
Bbarel J.iaqaim Bisiro de Mcraes
Carvaliio........................ 82*928
D. Mana Eulalia Cavaleante Wanaer-
ley............................... 3W0
Alllma. junta administrativa da Santa Casa da
Misericordia do Recife mauda fazer publico que
aa sala de suas sessoes. no dia 9 de Janeiro p. pe-
las 4 boras da tarde lem de ser arrematadas >
qaem mais vantagens offerecer pelo lempo de nm
a tres annos as rendas dos predios em seguida
declarados:
Eslabeleciraenta* 4 caridade.
Roa do Padre Floriano.
Casa terrea o. 17.......186*000
Rda larga do Rosarle.
Tercero andar 8o sobrado n. 24 301*000
' Ra da Gloria.
Casa terrea n. 25........19:*000
Roa da Moeda.
Primeiro andar do sobrado n. 37 95*fOO
Segando andarldero. ... H6000
Lofaidero.........1.20*0(0.
Patrim*m de rphos
Ra do Vigario.
Primeiro andar do sobrado n. 27 181*000
Ra do Pilar.
Casa terrea u. 99....... 2564000
dem n. 94.........501*000
*itio n. 5 oo Forno da Cal. 1504000
As arrematarles sero follas pelo teropo de nm
a tres aonos, da vendo os licitantes vlrem acom-
panbados de seas fiadores ou munidos t cartas
destes.
Secretaria da Santa Casa ra Misericordia do
Recife 22 de dezembro de 18J7.
O escrivao,
Pedro Rodrigues de Sooza
Consolado provincial
Pea mesa do consulado provincial se faz publi-
co que no dia 9 do crrenle rrez se Onalisa o pra-
so marcado para a cobranca a' bocea di cofre dos
impostos da decima nibaoa, e de 5 IjO sobre a
renda do3 bens de raz perteocertes a rorporar3o
de mo mora relativa ao 1 semestre do anno fi-
nanceiio crreme de 1867 a 1868, fleando sojelto
a' multa de 10 0,0 todos os dstitos que L-rem pa-
gos depois daquelie dia.
Mesa do consolado prowncial de Ptrsambuco 2
de Janeiro de 1868.
Francisco Amyntras Administrador.________
O conselho de compras do arsenal de guer-
ra precisa comprar o segolnte :
30 arrobas de plvora rossa de boa qualidade :
as pessoas que quizerem vender dito artigo apr-
sentelo suas propostas Da sala do conseibo as il
horas do dia II do cerrente.
Conseibo de compras do arsenal de guerra 7 de
Janeiro de 1868.
fiscatisacao de ?auU> Aid.o do
Kecie
O abaixo ass'cnado faz publicar os arligos das
posturas municipaes abaixo declarados, para co-
nhecimento de quem icteressir, afim de nao se-
rem Infringido?.
Recife, 7 de Janeiro de 1863.
O fiscal
Cnetnno Pinto de Veras.
POSTURA DE 30 lE JU.NHO DE 1S4?.
TITILO I.
SuiUe publica.
Artigo 10. Todns a portas e mellas internas e
externas djs templos se conservario aberlas al
ao meio-dla, excepo nos dias em que, segundo os
riles e cosiumes religiosos, devem os rcesmos
lemplos conservar-se fechados, e se no corpo da
igreja, corredores, oa sacristas nao bouverem se-
pulturas : aquellas pe-soas qae a sea "argo live-
rem as igrejas, infriogindo o preseute aitgo sero
multadas'em 123000.
Arl. 11. Depois do meloda os templos s se
abrlro: primeiro, se forera matrlzes ou capellas
curadas para a admioi segundo, para a clebrajao das mlS;as de madru-
gada, qrjtj s lerao lucar depo's das cinco boras,
ou as do natal a meia-noe, devendo ne.-ies casos
ser as igrejas abenas nma hora antes; tercero,
durante os adis da samara sania, ou solemnida-
des religiosas, ou tercos e novenas: aquellas pes-
soas qne a seu carpo llverem os rcesmos lemplos,
infrlngindi as disprsices deste mesmo artigo, se-
rio multadas em 20*000, e o dupio na reinci-
dencia.
titulo vi.
Do d'/ferentes ohjrctos que mcommodam e preju-
dTcam ao publico.
Arl. 7. Ficam prohibidos es loques e dobres des
sinos desde as selle huras da noite at as cinco da
manhsa, excepto as matrizes para a^ministraco
dos Sacramentos, anies da mis a do natal e nos
casos de incendio oa rebate : os sacristes oo che-
fes de corporaedes religiosas qae tnfringirem este
artigo pagaro fMlOJ de molla.
Ait. 8. Neoboma igreja dar roais de tres repi-
ques de cada vez na vespera de qualqner solemni-
dada, e estes s terao logar ao meio-dia, s tres
horas da larde e s ave maria*, nao devendo cada
mu durar mais de cinco minutos: os sacrisies e
Befes de corporagoes religiosas qoe infnngirem
ota artigo, tanta no qoe diz respeitJ ao numero
dos repique*, como ao tempo qae devem dorar,
sero multados em 10*000.
Arl. 9. Neohuroa. igreja dir mais de dons do-
bres de cada vez por cada fiel que morrer, e esses
dobres serao dados ao recebar a noticia da morte
e na occasio do enterro, os quaes duraran rnen-
te ez minutos : os sacrisies ou chefes de corpo-
rac religiosas qoe infringirem as tiisposic.rjes
deste aitgo serj multados em 10*000.
Art. 10 Nennuma igreja dar mais de quatro
dobres por occasio de offleio de corpo presente,
e dons as visitaras da cov^s, deveoo dorar so-
tDSLta d-z mlnotos : os sacrisies oa chefes de
corooraces religiosas qoe InfriDgirero a* dispost-
(5es de-ie artigo seio multados em 10*000.
Art. 1!. Os dobres e repiques serao redozdos
metade do tempo prescnpio, podando mesmo ser
suppnmidos se na vliiobanga da igreja honver al-
eum doenle de affcrc rave, devendo os sacris-
tes e ebefes de coipurases religiosas conformar-
se com o attesudo do facoltativo asslsieme, qoe
sera rubricado pela aotordade policial do lagar :
os infractores "fio multados em 25* <00.
POSTURA aDDICIO^aL DE 20 DE NVEMBRO
DS 1855.
Da llmpcza publica e particu-
lar la cidade do V eclle.
l)at tiabiloJcs.
Art. 1. T' dos os propneiarins de casas habita-
das >o obrigaios a te-la* elle*iormente lirapas,
caiaoRH, oo pieana*-*, lugo que se acbarem de-
tteg.no**, oa soja, e a reparare todo qualquer
rsirago em sois paredes : e proprieuro, qae as-
siro o oo inr, sera advenido pelo u>cai.de sua
freKui-iia. o qoal lie marcar quioze das par (.
ze-lu ; e, nio o laiend, aera maliado eru lOAOyfJ,
e o concert feitu a sua cusa immediatamtnle.
*
i
-
i

ILEGIVEL
f


-J-..V*
* I8f8


Arl. 2. Os propneUrlos de Ierras davolntas deo
tro da cidada, oa roa prximo della, soebrlgi-
dos a te-las ornadas; e no seus aoharfeios. sao
brfgados pelo renos, a crea las: os infractores
esterico scflVer So amolla de 3OJO0O.
COMAIHDOTIPEJ.101.
taarlel Jo eommaml j superior da giarila nacional
do municipio do Recite, 2 de Janeiro de
1868. J
R)dolpbo Jlo Barata de Almeida, gnltarlo da
imperial ordem da Rosa e cavalletro da de Corls-
to, lente coronel coaamadawe do segundo ba.
talliao e commaodaote superior interioo da goar
Porto
Pretende seguir conj a maior brevidade pos
val a barca portuguesa Soeiif, par ter a roai
parte do fea carregaatonto engajado, para o re.-t
e passageiros e para osqoaes tem bons cornmodos
trau-e eom o consignatario Joaqotm Jas Con-
nives Beltrlo, ra do Trapiche n. 17 oa eom o
capitao.
liba de3. Miguel
A barca portofneza Parary, tem a malor parte
do sea carregameoto proropto e para o resto e pas-
sageiros, para o quaes tem bellas cornmodos tra-
Precis
comprar
andar.
te de rjwa ama qie saiba eosinhar e
a tratar na ra Nava n. 32, segundo
fT NOVA FABRICA DE CHAPEOS
Precisa-so de uro caitiro qae (auna pratica]
de taberna e que d conbedeaeolo da sna conduc-
ta : na roa do Rosario da Boa-vista i. 43 esqo na
da roa do Arago.
da nacional desto aanieipio, por 8ua Mageslade tase com o sea consignatario Jjo do Reg Lima
*
a ra do Apollo n. 4.

o Imperador, a quero l>eos guarde, eje.
Fago aabr ao Sr. Dr. Manuel Duarte de Pa-
ria, cirurgiao do prmelro balalbao de iofaotaria
o a todos aqoelles qae poderem e qoizerero fazer
chegar. ao sen eonhecimeoto, que pelo presente
edilal chimado a comparecer no quetel da mi-
aba residencia dentro do prazo de 30 das, a con-
tar desto edtal, a nao o fazendo dorante esse lem-
po, seri' n orneado o conselho de investlgaeao, para
verificar a ausencia, nos termos do do decreto' Va' a ni r eom brevidade a barea portngaeza
n. 3335 de 25 de ooverabro de 18t>5 por se ter au- rtmra Borges, por ter am grande parte da sna
Para a Baha
A sabir o mais breve possivel o palhabota na-
cional Protector : a tratar cea Jos Mara Pal-
mesano largo do Corpo Samo n. 4, prima iro
andar.
Para Lisboa
Preclsa-se de ama ama para ca*a de peqnena
familia : na ruada Iroperairiz n. 49.
francisco Antonio Selle, subdito" italiano,
val a Eoropa.___________^^^^
Aloga-se om sepoodo andar
ra da Impertirla n. 42: a tratar
memo do mesmo.
do sobrado da
no estibeleci-
sentado do batalhao sem liceoca, como cummuBi-
Coa o respectivo commaodaote.
Redolpho Joao Barata de Almeida.
COBBEIO GHAL
RelaeTo das carta? registradas existentes na
carga prompia, para o restante e passageiros tra
ta-se eom Oilveira Filbo* & .C, largo do Corpo
Santo n. 19, oa eom o capitj na praca do com-
merclo.
Maranh&o
ad muiistMcio da corren desle dade, pa- S* 5" p,ss T9i brev"1ade ibote So-
ra os Sr* ibaixo dwlararlns Mtense, para o rosto da carga que Ihe falta ira-
ra o r. aoaixoueciaraaos t*-se com JosSa Leiiao Jonior, a roa da Madre
Antonio Goacalves Peona, Domingos Ribeiro de de Ceo.
Oliveira, Francisco Yieira Porjjgao, r. Herrao-
Alaga se om sitio na estrada de Joio de
Barros eom bailantes cornmodos para urna gran-
de familia : a pessoa que pretender dirija se a rna
Direita n. 3.______________
a roa do Hospicio n. 63^ precisa-se alagar
oa comprar ama casa terrea oa sobradj de om
andar om cornmodos para grande familia o que
tenba boro quintal e era chaos proprio.
9
genes Scrates Tavares de V*asconceiln, Dr. J qoim Pres Gonealve* da Silva, Dr. Joio Jjs F.
de Avu ar (i), Dr. Jos Ja lo de Alboquerque
Rio G laude do Sul.
Para o referido porto sahira' por esles 8 das
porjerqoasi toda a carga prompta, a barca per
iratar-se eom o consignatario David Ferreira Bal
tar, rna do Brum n. 66, oa eom o capitao a
bordo.
Para Lisboa
Sogae em poucos das o brigne portognez Con-
Barros, Dr. Js Pereira Miia, Leao.lro 0:ion:e lugoeza Armtnda, para o resto que Ibe falta pode
Alves de Carva!b<\ Manoel Joaqolm Toledo, Dr.
Pedro Alfonso de M-llo, D Rita da Mua Macie:,
Rosa & Irmao, Dr. Tobas Brrelo de Meneaos.
C;ORRGIOGE3llL
A Sr. D. J sepha da Cruz Martins, qneira vir
a reaarti; o do orreio dta cidads allro de re-
cebar urna carta recomroen Jada vi o'a do Cear.
O scrrlario da irmandade de Nossa Senbo-
ra da Boa-viagem erecta na povoic'o do mesmo
nome, om nrtode do arl. 14 dos eoiatoto, convi-
da a todos os irmos a comparecerem no consi: lo-
rio da roesroa rmandads as 10 horas do dia 13
do correnta para em mesa geral er eleito o inlz
qae Um de fuocci>nar no inno d> 1868 a 1869.
Secretaria da irmandade de N ssa Senbcra da
Boa-viagem 7 de Janeiro de 1868.
O secretario,
Jos Caelano da Silva.
AVISOS MARTIMOS
C0MPANH1A BRAS1LEIRA
DE
PAQUETES A VAPOR
E'e-perado dos portos do norte
at o dia 10 do correnta o vapor
Guar, commandante oprlmeiro
tenrute Pedro Hyppollto Duarte,
o d)ual depois da demora do cos-
tme seguir' para os portos do sul.
Recebemse desde jl passageiros e engaja-se a
carga que o vapor poder condozr a qual devera'
ser embarcada no dia de suacbegada, encommen-
das e dinheiro a frete al o dia da sabida as 2
horas. Previne-se aos Srs. passageiros que saas
passagens s se recebem nesta agencia raa e
Cruz n. b'7, escriplorio de Antonio Laiz de Olivui-
ra Azeveoi r..
O padre Valeriano de Aletela Corra, ainda sob
| a pressao mais d>loro;a e pungente, vera dar um
testemonho publico de agradecimento aos Rvms.
Srs. secretario do bispado, vigario de S. Jos, vi-
gario de Santo Antonio, guardeo de S. Francisco,
fflnVrpoTleVml grVndY^^^ capncbinbos e aos demais
ment prompta ; para o resto e passageiros trala-se Pheiroa *acerdotoi, eom parlicnlaridade os
eom Oliveira Filbos & C, largo do Corpo Santo o. rl .' un010. d n Mb." e Albuqaerqoe,
19, oo coro o eapitSo na pra?a do Commerclo. Cbrislovao de H -llanda Cavalcanli, Frei Antooio
--------------------------------i de Santa Rita e Fre Jorge de Santa Anna Locio,
J OrlO ia confraria do Livrameoto, irmandades das Cba-
s*nnlri ,a. 1 ,4 38' BjID Pafl e SaD,a CecilU do Carme, e a to-
X'eo,oa a brevidade possivel, a vellei- ,'das as demais pesso.s, eom panicularidade o Sr.
mafnr nfrKVISZ ^Cm *?"* "' p2r j ,er a MaDoel gandes Chaves, que se digo.ram assis-
r8ta nV,?.?r. ,!g l BeDaJad0 : Pr '' Prl>r seus obsequies pessoaea tas exequias
21?1S& auaesffe"ce ricos e ex- e mesmo durante a loaga enfermidade e ultima
celleseommortos transe eom Cunha Irroaos agooi.de sua rani presada e nunca asss chorada
,5n "hnJa d8 *"* 3i' 00 coro *' m,i> Ssbasliaoa Maria da Conceico, e de novo os
-___________________________ couvl(,a e a todos seas amios que por esqoeel-
Pqv.i a PApr,. msnto deixaram de ser comprehendidos no pri-
meiro convite, para asslstirem as roissase memen-
to qoepor alma da mesera floada ter' lugar na
sexta feira 10 do corrente, stimo dia da sua se-
pultago, na Igreja do Paraizo, as 7 horas da ma-
nbaa.
J. FERREIRA VILLELA
Phetographo da Augusta Casa Imperial
da Brasil
PREMIADO NA F.XPOSICO PROVINCIAL DE PER-
NAMBC0 K NA EXPaSICO' CENTRAL D3 HIO
DK JANEIRO Em 1866.
Tem a soa pbotograpbia, a mais aotiga desla
provincia, na roa d Caboga n. 18, joarado, cem
entrada pelo pateo da matriz.
Tira reiraus per todos os syslemas pboiogra-
poicos.
He tratos em porcelana.
Retratos em talco.
Retrato; em papel (diversos lamaohos.)
Retratos para alrJoetes.
Retratos para botSes e para argolas.
Retratos para carias, em papel de eserever.
Ambroiypos eom as corea ao natural.
aftBM
a 9#000 a
da?h de retratos em cartees de Yisila.
Tem sompre um completo sonimeoto de po-!
dotos chimicos para vender, asslm como qoadros,!
caixiahas de papel, de marroquiro, de bufilo e de I
madreperola, passe-p-.r-touis, slfinetes de onro'
simples e eom rooins, esroeralls e perolas Unas
eassoletas de ouro etc., apparelbos photographicos
que se venjlem eom todos os preparos e dando-se
as precisas informacSes para se fazerem vistas oo
retratos.
A photographla esta* aberta todos os das.
DE
DE
Manoel Moreira de Souza
UA NOVA W. Mr
mnnnS.^V0 es,abe'ecr,,'eol') ha dij completo soriimento de ebaro para ooonens, senboras e
msmnos e vende-se por menos pre5o do qoe em ooira qoalqoer pane. sennoras e
__

i

IVA

segae cora a possivel brevidade ,.r (er soa estiva
engajada o brigue porluguer Tnumpho : para car-
ga e passageiros tratase eom os consigoalarios
Thoroaz de Aqoino Fonseea & C, ra do Vinario
n. 19, 1 andr.
Para,
Seue eom malta brevidade 6 veleiro patacho
Velante por ler a maior parle d carga ja' a bor-
do, podeodo ainda aimillir algomas miudezas.
trala-se eom o respectivo consignatario Antonio
de Almeida Gomes, na ra da Cruz o. 23, prlmei-
ro anndar.
O Df G. A. Raposo da Cmara, medieo,
tem aberto o sen escriplorio na mi da Cfdeia a.
55, andar, ende pode ser procorado das 9 horas
da tnanha as 3 da larde.
Precisa-so de am caixeiro para taberna
roa de Sania Ritan. .1.
na
Para
a
Sejrne cora breviiaJeo bem conhecido Male
Lindo Paquete, capillo e ortico Francisco Ribeiro
Bastos ; a cir^a que Ihe falta trala-se eom o sea
consignatario Antonio de Almeida Gomes, na ra
da Cruz n. 23,1* andar.
compTniia PRNaMBUCANA
DE
\avegacao cosleira por vapor.
Parahyba, dlal, Maco, Aracaty, Cear e
Acarac.
O vapor lpojncn, commandan-
te Martins,' seguir para os por-
tos cima oo dia 15 do corrente
as 5 horas da tarde. Recebe car-
ga aleo dia 14 as 3 horas da
taroc, ene. rarnenda?, passageiros e dioheiro a
frete at as 2 horas da tarde do dia da sabida :
escriplorio no Forte do Matos n. 1. _______
COMPANHA PERNAMBCANA
DE
Navcg'ico costeira por vapor.
Goianna.
O vapor Parahyba, comraan-
danie Melb, seguir' para o por-
to cima no da 11 do crreme
as 9 li iris da noite. Recebe car-
ga, enrommenaas, passageiros e
dinheiro a frete no Forte do Mato3 n. 1.
LfOSPiMHA PEIMSlBlJIliNA
DE
Navegado costeira por rapor.
Rio Formoso.
O vapor Uamanguape,
commandante Cosa, se-
guir' para o porto ci-
ma no dia II do corrente
as 10 horas do dia. Rece-
be carga, encommendas,
. passageiros e dinheiro a
frete un escriplorio no Forte do Matoso. 1.
Para o Rio Gran le do Sul sanira' sem maior
demora por ter algoma carga prompta a barc
braiileira Pombtnha, capito Joaqnim Bornardes
de Sauza ; rec.be alguma carga a frele : para
tratar na escritorio de Amoro) Irmos, ra
Cruz n. 3.
da
Para o Rio de Janeire segae com brevidade
o pancho brsileiro Graf. cipilo Antonio lveo
da Silva ; lem prompta parte da carga, e recebe
resto a frete, para o qae Irati se co escrlptoris
de Araortm Irmos, ra da Crnz n. 3.
SE33
LEILOES.
COJIPAHIIIA
DAS
Messageries Imperiales
At o dia 14, do correte mez espara-se da
Earopa o vapor trancez Navane, o qual depois
da demora do costme seguir* para Baha e Rio
de Janeiro.
Para eondicoes, freles o passagens trata-se na
agencia ra do Trapiche n. 9.
GOWPAHHUPERNWBCNA
DE
Navegagao costeira por vapor.
Macei e escalas, Peaado e Aracaju'
Seguir' na dia 15 do corrente
as 5 boras da tarde o vapor Po-
ttngi, commaodacte Pereira. Re-
cebe carga at o dia 14 as 3 ho-
ras, encommendas, passagens e
dinheiro a frete al as raesma* boras do dia da
sabida t no Forte do Matos o. i.______________
"COMPANHIA PERNAMBCANA
DR 30 ,
Navegaco costeira por vapor.
Fernando de Noronha.
Segoa o vapor Gioui no dia
11 do Janeiro prximo ao meio
dia. Recebe carga al o dia 10.
Encommendas, passageiros e di-
nheiro a frete al as 10 horas da
manha do dia da sabida : escriplorio no Forte
do Matos n. 1.
De chaajpanhe, manteiga franceza e
esteiras
1IO JE
O agente Pestaa fara' leilo por conla e risco
de qoem pertencer de 7 gigos com champanhe, 10
barris com manteiga franceza e 900 esleirs de
Mossor : quinta feira 9 do correte pelas 11 ho-
ras da roania no armazem do Annes.
LElL
De ceblas.
Iloje O do correarte.
O agente Pestaa venlera' em leilao por conta
e risco de qaem pertencer de 301 caixas com su-
periores ceblas bontem desembarcadas do brigne
Constante II, em um oo mais lotes conforme coo-
vierao vendedor ; as 11 horas da manha de boje
na escadicha qnasi jnnto da alfmdega.
Antonio Valentim da Silva Barroca, rerido de
profunda dor pelo pagamento de sua presadissi-
ma esposa D. Maria Alexandrina de Reg Barro-
ca, agradece cortlialmente aos seos prenles e
amig-s, que se dignaram asslsiir ao memento e
acompanbar o cadver al o cemilerio, especial-
mente aquellos que para este Om vieram do Mou-
telro eCModa, e de novo os convida pira os suf-
fragios do 7 dia que lero lugar sexta feira 10 do
correle, na igreja da ordem lerceira de S. Fran-
cisco, as 7 horas da manbaa e ne cemilerio as 8
pelo qae anda mais agradecido fk: a.
Convida gulmenle aos Srs. sacerdote para
celphrarei.i missas ern ditas Igrejas e capelln.
tugio, ha poucos das, do engenbo Balhoes,
freguezia de JaboatSo, oro preto crioulo de nome
Andr, sem barba, e^aiora ordinaria, grosso do
corpo, de pernas e de bracos, ps pequeos com
as uohas estragadas de bixos: ja foi visto aqu no
Recite, conduilodo urna carroga. Quem o pegar e
levar ao mesmo engenho, ser generosamente re-
compensado por seu senbor Manoel Pires Fer-
reira.
M
\-
De 3 casas terreas novas sendo nma eom sotio.
edificadas em chaos proprlos na estrada do eaca
menlo peno da estacao d:s Irilbos urbanos e
com terrenos ao lada.
Terca-faira 11 de Janeiro.
Por intervencio do agenle Pinto, em seo es
criptorio rna da Cruz n. 38.
AVISOS DIVERSOS.
Preparatorios para a Facul-
dade de Direito.
Jos Soares de Azevedo, professor de
litigua e lilteratura nacional no Gymn; sio
Provincial do Recife, tem aberto em sua ca-
sa, roa Bella n. 37:
Um curso de Lingoa Franeeza;
de Geographla e Historia ;
de Rhetorlca e Potica :
de Phllosopha.
JOs estudantes qne quizerem preparar-se
em qualquer destas disciplinas, p lem di-
rigir-se indicada residencia, de manb5 at
s 9 horas, e de tarde a qualquer hora.
Ausente.
No dia 3 do corrente ugio da casa de seu
senbor o preto Joaqaim, crioulo, de idade
de 30 annos, alto, tendo muito ponca barba,
e o dedo pelegar da mao esquerdt aleijado;
quando falla, tem por costume abrir mnito
os olhos, como espantado ; levan calca de
bfm pardo, camisa d'algodozinboi, e cha-
peo de Manilha j usado : consta tef andado
para as bandas da ra da Concordia e do
Gaz. Roga-se, pois, s autoridades poli-
ciaes a soa apprehensSo e a sua entrega Da
CapuDga a Jos Duarte das eves, que ge-
neroscmente gratificara.
Precisa-se de um menino dos nltiroos eneja
dos do Pirto, |jara caxeiro no pateo do terco n. til
Ama de leite.
Precisa-se de orna ama de leite : na travessa do
Quelma iiiai mmmm mmm
fcS. lugid a mais ue uui mezaraniha OH
escrava MarcoLna, vulgarmente conbe- 9
cida pelo nome ae Mus- com o> si nses 1
legajles-: mulata ciara de cabellos anel-
lado3 rjzendo os serr.pre cortados cima
dj pescoco, sacca e de estatura regular,
tero a bala pequea, as m.ces do ro*to
uiuito elevadas, orna be ide oo oiho di-
reito e falta de deoles na freute do lado
superior, ales de uma ferida que ainda
deve conservar no p esquerdo pela que
Bdando maoqueja e reprtsenta er 30
.onos, esta' acoulada na cidade em casa
de algutm e desde ja protost pelos pre-
juios que se me tem causado e me bao
ao fa er : rogo as autoridades poliches e
capues de campo que empreguem toda
a sua vigilancia afim de captora-la qco
sero bem recompensados levando-a a
ra das Trinchelras n. 48, 1<> aedar.
Genoveva Correia de A. Albonueraae.
Aluga-se
A casa trrea na roa do Tambi n. 19 : a tra-
tar no corredor do Bispo n. II.
Alnga-se a casa o.' 16 da" roa do JasmlmT
tratar na roa das Flores n. 37, segundo andar.
Preclsa-se de uma ama para casa de poura
familia : na ra da Concordia casa da esquina n.;9.
W. 12 Pateo~do~Terco X..2
No nico deposito da faqrica de louca bem co-
nhecida-Barbalbo-na villa do Cabo, recebe cons-
tantemente grande sortimento, e acaba de chegat
ltimamente orna poico de jarras resfriadeira>
de lodo tamanbo e proprias para sala, qoarlinhas
eofeitadas brancas e encarnadas, pionas igaalmen
le, garrafas idem grandes e pequeas, jarras par^
deposito dagna em casa, grandes e pequeas, ca-
nos vidrados, curvas, cotovellos e 3 bocas, telhas
proprias para encaminhar as agnas ploviaes ao>
canos, a escolber no tamanho de polegadas, assa-
deiras, algoidaes, tigelas grandes e pequeas, pa-
nellas, papeiros, bulbos para manteiga, tinla oo
baoba, panellas para pao de 16, vasos para plantar
flores, itosde carrancas para .lares, obra prima
pias para vedar firmigas as plantas, rouriogues
braocos e encarnad is, e muitas outras obras qut
so com a vista.
Adverle-se a(s rregueies, nem s da prsga corr
de (ora, que costamam fazer eus sortimeoKs par;
Goyanna, Parahyba, Kio Grande do Norte, aprove-
tem a oceas>o das ebegadas.
ANDIR TERRFO
17 Ra da Imperatriz 17
1'RTaUEIRO' ESPETACO.O E SVA CaLASSE
Iodos os das das 4 horas d tarde em diante
Com as prmcipaes vistas das cidades de todas as partes do mando, batalhas, mo-
numentos celebres e tudo o que ba de mais interessante n'este genero.
Convencido de que o respeitavel publico concorrer a apreciar todas as colleces de
vistas estas sero variadas todas as segundas feiras
AOS SRS. CHEFES DE FAMILIA
Poderao sem escrpulo algum concorrerem ou visitar esta cbanoe galera por se
acnar com todo aceto, dignidade e moralidade.
Cada bilbete de entrada d direito ama bella prenda, bavendo entre ellas muitas
de subido valor e as menores de qnasi igual preco do bilhete de admisso.
Entrada de cada pessoa 500 re.
Desde ja acha-se aberta concurrencia do respeitavel publibo.
Trocase ama bmita escrava de 16 anno* d
idade, recolhida, por um escravo preto en molat
que seja mogo e de boa 6gura : a tratar a ru.
dos Prazares nos Coelhos o. it, das 6 as 9 horas
da o>anb3a.
GflWE (
Instruccfio publica primaria.
Do dia 7 do corrente em diante estar
aberta a aula publica do sexo mascolino d
freguezia de Gamelleira.
lasUtoto Arehc lgico e Geograp'iiicu
pernambncaco.
Hivera'^sesso ordinaria quinta feira, 9 do ici
rente Janeiro, pelas II horas/la manbaa.
Ordem do ola.
Pareceres e mais irahalho de cmmissSes;
Ddlineygao sobre os prejarativos conveniente
para a festa do aniversario .lo lo.-i-t-jt
Becife, i de Janeiro de 1868.
J. Soares de Azevedo,
Secretario perpelui.
Ollrgio de S, Pedro
H O bacbarel Manoel Barbosa deArauj)
U~ avisa ao poblico em geral e aos paes de
}^3 seus alumnos em particular, que mudou
Mg sua residencia para a ra do Hospicio,
sobrao n. 26 e que de hoje em diante
tomara' o sen collegio a denominado de jjg
S. Pedro. Oolro sim, scientifka a seos m
alumnos, tanto iotern)*, como exlerro; i
que, do da 7 do crreme mez em diante, }@
comecarao a funecionar todas as aulas
do referido estabeleetm* oto sob a direc-
co dos mesraos professores.
RA DA OIPEffiATRIZ 1%. 14.
,v,i DMba'X. d.es? denomloaco abre se om novo estabelecimenlo cojos donos, convidara ao resnei-
avel publ.co lano desla c.dade como de fora da provincia que quieerem honra los cem soa i fresue-
m-.rJL^iu-,0.Mjegaarando-lhesque8empro hao de encontrar bom traiamento, grande asseio e
i maior agrado possivel junto com pregos moilo cemmodos.
De noite baver sempre caf, sorvetes cerveia etc. ele.
MITO MAIOR TANTAGEM
O bem condecido GOU0I DE 0SI0D.2D ruad0
;bog paga mais do que oulra qualquer pessoa peder' pagar as IHOCCuiS uO OUTO 6
01 (l til, 3cSm como ja- lem dado ,aDlas provas e di-reco ;Uas jo a? por meces 20 tor cento do
|ue rulro qaalqutr.
Pogto oo da 22 de deze^bro prximo pas-
sadj o moleque Hilario, ostatora ordioaria. che'o
do corpo, rosto redondo, sem barba pertencenie
a Exm.- Sr.' D. Toereza de Jesos Sooza Leao do
engenho Carauna. Os aprehendedores conduiam
ao mesmo-engenho ou a ra da Imperatriz n 86
2o andar- '
MARTIMOS
Criados
Mti
HE J AHEIRO
Pretende se#otr com mnita brevidade a barca
Doopique U, tem dons toreos do en carrega-
melo a bordo para o roclo qae Iba falla trala-se
eonj os aeus consignatarios Antonio Lola de O-
veira Azevedo & d raa da Crnz p. 57.
Car eMaranho
A escuna Georgiana tem qoasi lodo o carreca-
TaSw'iraSo? tW* qM lb8 aUa ,rat"8e com
No collegio da Conceir.ao precisase f de om co-
pe iroforroonescravoedetimssrvenie escravo.
Precisa-se de uma ama ; na ral de Horias
n. 70._________________________.-___
Aula particular
Rosalloa de Miranda Heoriques Telxeira, auto-
risada com o competente Ulula, que loo foi conce-
dido pela directora da iosirocco jioblJca, acha-se
com aula aberta ca roa da Roda n 8, onde ensi-
na a ler, eserever e contar, grammatica -nacional,
como tambera a costara cbaa e labyrlmho cheio e
pissado, a bordar do onro, ds matiz, de -troco, o
bordado braneo eas ponto de prata, e todos os pon-
tosdaiaa.__________________'
Aluga-se o 2* andar do sobrado n. S da roa
des Mariyrio, com bons cornmodos e de 400 ao-
aaes: a tratara rhwoararla das loteras.
Continua a estar fgido desde o dia 7 de se-
tembro do anno prximo passado o negro Manoel,
o qual tem os signaes segnintes : c6r ful, ebeio
do corpo-, estatura regalar, levoo ferro no pescoco
e na perna, porai por dentro da caiga para nao o
ver, foi escravo de Joo Perreira Taboza, em Ca-
ruar, e depou de Joao Perreira Taboza Jnior,
engenho Rede em Santo Aatao, foi visto ba tem
pos na Torre no sitio Capinassi o ltimamente
em Caraar no engenbo Mariquioaas, aonde
conhecido em Caroar e em Santo Aoto por Ma
ojeTCeara*: roga-se encarecidamente aos Srs.
capilaes dj earopo e autoridades pociaes que o
caplurem qne serlo geosrosamente recompensados
na raa estrella do Rosario n. II.
Trilitos urbanos
% Pede-ge aos Srs. conductores qoenajam de cam-
prlr eom pootualldade a tabella offereclda ao pu-
blico pela empreza, tendo em vistas o ieteresse
do mesmo as boras d partida, que sao sempre
atrazadas. Mirem-sa na estrada do sol.
' '' TJm assignaate prejodicado._____
O abaixo asslgnado participa ao publico qae
dtixm nesta data de ser cobrador da caaa de Sr.
enry Giboa, lesiamcnteiro de sea finado tai
assoife 9 de Janeiro de 1868
BaziiioLolt Ceelbo.
Antiuio Auuipnj Uoiie oo llego tonvioa aoi seus
amigas o aos do Sr. Antonio Valenlim da Silva
Barroca, para assistirem ajgumas missas que man-
da dizer na Igreja larrfz do Corpo Santo, por alma
da Exm.' Sr. D. Maa Alexandrina do Reg Bar-
roca, no da 10 do correte s'8 boras da manbaa.
sHB
Jos Lopes Perreira, eslabelebido cosa pada-
na na roa Imperial o. 39,de boja em dianle assig-
nar-se-ha Jos Gbncalves Perreira GotmafSes, em
virtuie de baver ouiro dejgual noaae._______i
Precisa-se de ama ama para o servico nter-
no de nma casa de pjuca familia, qae salba bem
coser e oagommar; a qne quizer dirljwo a' roa
do Amonto n, 33 1 aodar.
Precisa-se d'ama ama para comprar e'eosj-
nnar para daas pessoas; a* tratar no i andar do
sobrado n. 19 aa ra da Pan na.
Na ra do Crespo o. 8 B preclsa-se de uma
ama para cosiobar e comprar.
DO\TRA FOGO
A companhia Inflemaisadjra, estabelecid;
nesta praca, toma seguros martimos sobn
navios e seus carregamentcs e contra fog'
om ediOcios, mercaduras e mobilias: ns
ra do Vigario n. 4, pavimento terreo.
Os abaixo asslgnados fatem seienles ao re
pellavel pob'ieo, com especialidade ao cerpo d
commercio, que compraram ao Sr. Guilberme Josr
de Sooza a soa labe na, sita no paleo do Carm-
n. 13, hvre e desembaracada de qualijuer debi-
to. Recife, 3 de Janeiro de 1868.
Joaqutm Rodrigues da Costa Santos.
Manoel de Araujo.
Attengao.
Offerece se um hornera, vindo do Rio da Prala
com habilitaQes para feitor ou para on'ro qualquei
servico, a deixar carta fechada nesta typographi
com as leltras B. C. F.
C0NFRITABI4
BIOS A1-1!AES
16-Rua da Cruz16
Ha diariamente oeste estabelecimanto am sorti-
mento de doees para eh, pio-de-l, bolos ingtezes,
podins, ianbre e pastis de differentes qnall-
dades.
Vinbos anos1 de todas as qaalidades, concervas
licores, etc., ole, Recabem-te encommendas de
trabalnos proprlos de pastelera para grandes jan-
tares, bailes, casamentos o baptisados, havendo
para tso enflles anilogos, banlejas de boliobos,
tanto de armacio como sem ella, pio-de-l de-
corados, seceos e outros bolos de muilas especies
difereoies,
O dono desle estabelecimenlo tem resolvldo
substituir Bas bandejas as arma^es de papelio e
de folba, porarmaedes de assoear, competente-
mete decoradas, tanto para a provincia como
para fra. Carao as ensommendas bem acondicio-
nadas.
Tambera neste mesmo estabelecimenlo corapra-se
pevide de melaocla (milo).

Escola de meninas
D. Maria Augusta Serpa, competentemente bbi-
'larfa pela directora gera ta iostrueco publica,
(re a ra da Conceico n. 31, uma escola partica-
*r d v menina', 'Di queens:uar a lr, escrexer, e
"tu r; grammatica porlugueza. hi.-torla sagrada, i
iriihmoilca e principies elemenia-es de geome-
' ia ; costaras de iodo o genero, compreheedendo o'
hyiirlho, o pomo de marca, o bordado d- braneo, i maz, de fl,c,\ o bordado braneo, cm noci de
Aula partigulir
Rosa Jmcm de Aibuguerqoe Pessca da Sil-
va, aotorisada com o competente titulo que Iha fui
concedido pela directora da inslroccio publica,
acha-se com aula abeila na eEcruihada de B.-l-
lem, onde ensina a ler, eserever, contar, e a graoi-
maiica nacional, como lambein a costara ChSa, e
'abyrtctho cheio e passado, a bordar de coro, .le
prala, e lodos os poulos do lia.
- Alugam-se o 2- e 3o andares do sobrado da
ra do Crespo o. 23.
de cozinha.
Precisa se para casa de familia de orna ama de
cczinha, prefenodj-se escrava : a tratar na ra
do Crespo n. 23, loja.
Precisa-se di serventes
do Mallos.
uas obras do Forte
ese la. de onro de prala, de matiz, de fr oro, de
s upas, de cabello, em panno, em papel, em
alha, em talaparca, etc. Trabaihos de lia e pontos
' cr-icbel: toncas, sapatinhos, tipetes. Flores de
'hoiim, de la, de papel, etc. A escola abre-se no
'a 13 do presente mez de Janeiro.
li.'ii auo Toomaz de AqniDO, roga se a elle que appare-
;a, a i ua do Padre Floriano n. 7.
Precisa se de um caixeiro de 16 a 18 annos,
ara uberna, qae teuha bastante pratica e acttvi-
nde. para tomar conta a urna casa : quem esliver
o c iso, dando fiador do sua eonducta, dirija-se a
ua iias Laranjeiras n. 12, para tratar.
Maximiana Maria da Jess, abaixo assignada
doradura no povoado de Gimalleira, onde lem
borlo nm peqoeno osiabelecimeolo de molnadcs,
z scieote qua nesla data lera autorlsoado por
ma nrecaracio bastante ao Sr. Flix Cavalcante
e Aiduquerqu, para qae em sea nomo possa tra-
ar da lodos os seos negocios, pedendo comprar,
rander, receber, paear e fazer qualqoer transacao,
para que) digo aceitar letras, pois para tudo isto
ie cjcdo illimitados poderes, podendo com o
oesmo se entender quem quer qae com a abaixo
ssijtuada tiver qualquer negocio. Gamelleira, 3
le Janeiro de 1868.
A rogo de Maximiana Maria de Jesns
Carlos Lenides do Reg Barros.
Jos Goncalves da Silva.
________At-tjnio Jorge Bopes dos Santos.
;. i^
Precisa-se de ama ama para coiiohar para pon-
-.a familia ; na ra da Cadea n. 9, loja.
ea^SS n^C, "eTseg'undo I JffiS
ndar e sotao da casa n. 37 a' ra do Imperador :
i tratar cem Luiz de Moraes Gomes Ferreira.
GR4^DE HOTEL BOU-
DEAIX
Rcstaorant fraucais, caf e buhar
44Ra larga do Rosario 41
Neste estabfclecimento achara' sempre o respei-
tavel pnbliro comidas a qualquer uma bera com o
melhor aceio possivel, e por isso nao tem poup^do
as despeas,tendo mandado vir nm exceente co-
zinbeiro. Encarrega-se mandar comidas para lo-
ra, e faz-se qualqoer jamar de encommenda ; o
publico achara' neste estabi)ecimenio quartos para
dormida. O done desle estabelecimento espera
desde j a concurrencia do respeitavel puhco.
Domingos Carpinleiro, Hospanhol, estado so-
loiro. relira-se para Europa.
Jos Esteves Vianoa faz ver ao respeitavel
poblico que senaoresponsbilisa por debito algum
eito em seu nome, e que qualquer carta que ap-
A quem tomou
Nova festa de 5. S. da Conceigao, feila pe-
los ariistss na igreja de Santo Amaro, na villa do
Cabo, no dia 12 do cerredle.
No dia 10 a noile sanira' a bandeira, passando
am diversas roas desla villa, encontrando os es-
pectadores alguas bosques, onde delles apparecori
ama moga recitando nns verses, sent ditos ver-
sos prodnecao do Sr. Palbares, cuja capacidade
to coDhectda na sociedade, que nos despensa di-
ter qualquer cousa a respeito : e do carro que
ova a bandeira am anjo responder' para o bos-
que. ...
A'vista dlsso os artistas do Cabo coniam cora as
rese?cas dos passiantes do Case para o brilhao-
tfsmo desle acto religioso, onde os seus engarre-
gados nao se negaraoa irabalbar para a execocao.
Precisa-se de. um caixeiro com pratica de
taberna, de 11 a lo annos : na roa larga do I! -
sarjo n. 31. _______
O abaixo asslgnado fiz scieote ao publico e
com especlalidade ao corpo eommercil, que do !
de Janeiro deste anno tem dado interesse ao sea
caixeiro Guilherme Francisco Paredes Porto em
seo estabeleclmenti de fazendas a' rna do Quei-
mado n, 23, sendo a firma social Maia & Porto, e
sob responsabilidade da mesma firma flca a llqai-
daco do activo e passivo. Recife 7 de laoeiro de
1868.
Amonio Ferreira da Silva Maia.
mm
A escola publica da 1* cadeira ds intrucciIo pri-
maria para o sexo femenino, acha-se aberta na ra
do Imperador o. 16, segando andar.
O major Lourencode Alboquerqoe Cavalcan-
li faz scieote ae lesoeltavel publico qae o soa en-
genho Yerde de Cima da fregneaia de Bonito, de
bora em diante passar-se-ha a denominar-sa Mea-
ra.
.__________________________
Precisa-se
de om menino de 10 a 12 annos, qne saiba ler, es-
erever, e qne tenha pratlaa do caixeiro; na roa
do Livramenlo n 36. ______________
Preclsa-se de om "menino para oaixeiro de
na tarde de 4 do correis do i* andar do sobrado taberna, dos ltimos ebegados : a fallar na roa da
n. 28 da roa do Queimado, ama meoina deitou a' Senzala-vel&a n. S2.
roa nm breve de sella edr, do rosa, eom fita de' ,,----------------------------------------.
deilar ao peseoc* da mesma cor coja fila de om "T *'?" om> escrava para o servico do casa
lado fmjaoa, sendo visto a apanbar-se por om 'u : acatar na roa Imperial o. 1, segio
moleque ae lomoa a direcQo da roa do Rangel;
FE8TAS
Presente para meninos.
O Alpbabeto Portuguez Illustrado, con-
tendo primeiras nocoes de relig3o, urbani-
dade e historia saota: 1 elegante volume,
com namerosas estampas.
i $000 rs.
L1VRARTA FRANCEZA-
Aluga-se
Alaga-sc ama casa sita na Pona d'Ucboa a nr r-
gem do Capibaribe, com viveiro e baixa de capim,
a tratar na roa do Vigario n. 31.
pede-se a qoem o lomo a oo der notiela e o ooizer Precisa-se de nma ama para comprar, eosi-
resiiioir, dar parle m asa cima qne se recom- nbar o mala servico domestico : na raa Bella na-
pensara" be. mero 48. ti
j{ 8 1
1*
Collegio Conceig&o
No dia 8 do corrente brem-se as au-
las de primeiras letras, latim, francex,
aglez, geometria, jjeographia, philosopbia
rhetorlca.

| ftfBlltl_|


B
aaBewBaaMB
V
ele 4868.
\>
ARMAZEM
DO

VAPOR FRASCEZ.
JUA NlWA N, 7.
Acaba de ctiegar de Pars i este estabaleciasftn-
4o am grande e escolhido sortimento de calcado
* melhoies fabricaoies daqaella grande pra^a,
assim como graode veriedade de quioquiltriria e
de oovos bfiBo/do& para criaoeas, cajos artigo?
-*e acham expostos a esoc*!ia e vooUde dos com-
pradores, e.-mo sejim alguns que passamos a
endonar.
\ It me moda
Ricos chapeosiQbos denosto para seohoras .ei-
ios aocaprictio.de urna grande modista de Patis.
Bol na* par* seuhoras
ate setim tranco, dnraqoe dio, preias e de oatras
dUflerentes cores enfeiUdas a rigorosa moda.
Botina* par* inealoas
dktmoitts qoslidades bem partidas.
Brlr*?os e ouro
*Mi oltima moda dos Campo- Elizios e boale-
acii de Pars, para seobor e meninas.
Lava* de jwrllica
o wdadeiro fabricante Joavia, brancas, pretas e
* oatras diferentes core?.
fleque*
aun eseolbido sortlmeau de leques de diversos
jtostoe e qualiJades.
Perfumar**
Anos extractos, baohas, leos, pos de arror, agaa
de ecdegne, agua fl< rlda e abnete?.
Espelho*
dedrfferent;? tamanbos e gastos para salas, gabi-
netes e pequeos toucadores.
Cais.iiih.is de costura
Ae novos modelos ricamente guarnecidas e coas
ijadas pega* de musir.
Delicado prsenle
bolombas .ecesahas de seda e de vellido maito
importantes para braco de meninas a passeio.
Chapeos de sol de sed*
de cares e raoito bellos para seuhoras e meoinas.
Bouqtiets d exposleo
delicados booquets de flores de porcelana coa lin-
dos jarros para mesas de salas e santuarios.)
Lunetas
Ae ac, tartaruga e [humo
Denlos
de ac, bfalo e de prata do orada.
Ricas henalas
ia canoa verdadeira com casto primorosamente
trabalbados em marflm, compradas na exposicp.
Chicotes para passeio
maito finos de balis e cabo de marflm.
Oleado para mesa
de multo boa qnaiidade, dovos e bellos padroes: no
armazem do Vapor, roa Nova n. 7.
Para toilet
oljectcs de phantasia mono bellos para toilet.
Coques
caegados de novo a oltioa moda.
Reos albnns
de velludo e de marmquim para retratos.
Esterescopos
com lindas pboloprapbias trasparentes.
Estampas
de figuras, paisanos, cidarir e de santos.
.Molduras douradas
de diversas larguras para quadros.
Abat-jour
para candielros e ianternas de piano.
Cosmoramas
grandes e peqnenos com 50 oo mais vistas escr-
ibidas a' ventad-, muito pittorescas.
Realijos
pequeos, de qoatro e seis pecas de msica.
AecordioDS
concertinas, o que ba de melbor neste genero.
Callas de rame
de varios preces e tamanbos para passariobo.
Botinas para homem
grande sortlnento bem escolhido em Paris.
Botinas para meninos
le mnitos modelas bem sonidos.
Sapatos de tapete
de charlte, de tapete avelludados e di tranca de
Lisboa para horneo*, senboras e meninos.
Botas russianas
Pernelras e meias perne rss.
Mantas de feltro bonitos padroes.
Chicotes fortes compridos.
Lavas de Ib da Escossia.
Cartelrinbas para dioheiro.
Saceos de tapete p.-ra viagem.
Malas e boleas sortida?.
Ponteiras para charutos e cigarros.
Sbaruteiras e cigarrelras de palba.
Caxmbis de bonitos modelos.
Gravatas pretal e de cores.
Gordas para violo.
Bengalas para bomens e meninos.
Escovaspara cabello.
Escovas para deoles.
Feotes de marflm para tirar cipas.
Pentas de tartaruga de desembarazar.
Abridores de lava?.
Tesoarinhas delicadas para costura.
Caivetes Qnos com tesoorinba.
Meias de flo da Escossia para borneo).
Veneziaoas transparentes para janellas.
Qoadros pequeoos para retratos.
Pares de lindas figuras paqoenas de porcelana.
Jarros mui pequeaos de porcelana.
Objectos de porcelana para botar banba.
Taiberes Anos para meninos.
Objectos de mgica para divertir familias.
Pbuttgrapbias mgicas.
Globos de papel para iiluroinaco no campo,
tlastiobas de vimes para meninas de escola.
Ceixicbas de msica e reajeijos para meninos.
Yetas a gaz para candielros e candelabros.
arrmDos de qoatro rodas para coodozlr crianza
-Booecas de massa, de cera e de porcelana.
Bercos e camas com coi tinados para nonecas.
Cabriolis e cavallinbos de madeira com machi
sismo para meninos de 3 a 8 anuos montaren)
Para prese pes
figuras para ornar prosepes, caslnbas, animaes,
pastores, e ontros manos objectos proprios.
AtteDCSo.
Nao sendo pos-i ve i mencionar-se aqoi todas as
qoalidades de calcado, nem todos os artigos de
qnraqnilbarias, e muito menos da grande vari-
dado de novos brioquedos; pede se ao publico am
passeio a este eslabelecimento, eerto de que eo-
oootrarao bastante paciencia para bem escolbcrem
o jue desejarem eomprar, e precos baratlssimos
em virtude de baver em todos estes artigos grande
Sotidade, o terem sido comprados mesmo na
opa pelo doao do aita estabelecimento, arma-
i do vipor, ra Nova n. 7.
45Hua DireiU45
Chega, gentxl!!!
*w:egains ingleses para bomem a SA.
> 'Ditos franeeies dem a 61.
Borxeguini para senhora, afeitados, a 42.
Ditos para menina, dem a 3*V
Jiapaldes inglexea para homem a 41.
: Bi'.os americanos a 31500.
'Chinelas do Porto a 11600.
^apitos-traoca para senhora a CC280.
aritos aveludados, dem, a 1AS80.
Snalos fraocezes de salto-a 31.
. AproveiUm emquaalo lempo.____________
A GAZ.
A sapreM-o gaz desta cidade deaajaodo facilitar feralmente o uso do gat oa
casas e estabelecimsolos particulares, ffepece desde j u segtntes vantagens:
i.* Urna redueco considera vei dos.procos dos canos, apparelbos e tolos os mate-
riaes precisos papa -a installaco desta luz.
2; O gm'foniecido boje de extrema pureza e nao offender a prata, o bronze
Antonio Lor de oiiveir Aewredo & a, agentet oa oq^q. u,etal drtTefente, assim como Denhem damno poder causar s cinturas, cuadros
IXS^^^^S^^fi!^ ^^^^^^.^^^^ ?eja, torua?do;se ao mesmo lempo tao sau-
Seguro coatra bgo
PHARMACIA
ESPECIAL HOMEOPATHtC*
DO
DOTOR SABINO 0. L. PINHO
RA MOYA 3. 43.
cercadorias, em sea escripiorio
mero 57.
em
roa da Cruz
nu-
Sa pra^a da Indepeadoncia n. 33, loja de
onrives, compra-se aro, prata e podras preeiosas,
a umbem se fax qualquer ebra de encommenda e
Joio e qaalqaer concert.
Trocara se
as notas do banco do Brasil e das calzas filia.es-
Joea descont muito rasoavel, na praca da lnde,
oedencia_n. itx.1_______________________
Da'-se 8001 a premio, eam bypotheea em
bem de raix de dobrado valor nesla cidade : a Ira
lar .na ra da Imperatrix loja n. a._____________
Aloga-se a casa da roa da Florentina n. 2 :
a tralar na taberna do largo do Para jo n. 16.
- Aloga-se o 3* andar do sobrado n. i da roa
Imperial; a tratar no 1* andar.
iPrecisa-se alngar nm pelo, para todo o ser-
vico je casa : na ra do Rangel n. 9.__________
Chocolate vermicida
DE
Antonio Nenes de Castro,
Desde 1657 que sao as tabellas vomicidas
applicadas m Portugal, como o remedio
promplo e fiicaz para a expulsao das Jom-
biigas, que tio graves padecimeotos caueam,
e que qua&i sempre se suppoe ellas a ori-
gem.
Este Tirmifogo preferivel a qoalquer
outro pelo seu agradavel paladar e fcil ap-
plicacao s enarca?, as quaes geralmeate
sao mais atacadas de semelbaote mal.
Copeiro
o
a I
Io
Preci.--se de om bom copeiro para casa estran
geira : trata se a' ra do Vlgaiij n. i, escriptorio.
fflH
S 2 3 g 5'
!:"
|sf
o a cr 2
cr i a
a> a o w
Bi-,,
T3 sr. r g
fi-B M B'
S3o5-g-
s i ifi
a "' &n
o o A) ,=
ra = e nV.
2 v
davei caais eocnanico ouira qaakjoer luz, j conhecida, aGnal, .evitar tambem a obs-
truocf o tos caaos e tobos dos apparelbos.
3* Ospparelbos exlsteles, como lustres, arandelas, bracos de vidro, de bron-
ze, etc., te, sao proprios para os senhores que preferem luxo e elegancia/ como para
os que neGessium-eitrjplicidade e ecooomia.
4.* Ac pessoas que quizerem collocar o gaz em soas casas podem dirigir-se em-
preza, a^ual se oacarrega da collocaeSo de todos os apparelbos, canos, etc., tomando toda
a responsabilidade pelo petfeilo cumprime&to do mosmo, ou por outra, podem empregar
qaalqaer maquinista reconhecido pela empreza, sendo o mesmo maquinista respousavel
pelo cj trabalbo.
5.* A empceza obriga-se ainda a reparar gratuitamente qoalquer falta de loz,
obstruccao de canos,-etc., devendo o consumidor pagar somonte as pecas novas qne forem
precisas para o mesmo concert; qoalquer reclamacjto que possaliaver, ser dirigida ao
escriptorio da empreta roa do Imperador -a. 31, afim de ser logo providenciada.
M.' S i -Ra do CabngaM. S A

Os proprietarios deste estabelecimento offerecem ao respeitavel publico
um esplendido e variado sortimento de joias de ouro chegadas recentemente
da Europa, cujos modelos sao novos e de bom gosto como sejam: pulseiras
com perolas, rubias, esmeraldas e brilbantes, brincos da mesma forma, anneis
de p4anta6ia, proches para retrato, etc, etc., botes de coral rosa para p=ito
de camisa e cacoletas com retractos.
Compra-se e recbese em troca ouro, prata e brilbantes pelo seu en- \
trinceco valor, assim como moedas nacionaes e estrangeiras. Tambem se en- r
combem de fazer concertos y
AgostMo Jos dos Santos % &
Neste importante estabelecimento se acba
todo o que necessario para a pratica da
Homeopathia.
Medicamentos engloblos e em tinturas,
preparados com a mais escrupulosa exacti-
d5o por meiu de machinas especiaes.
Carteiras portatei?, contendo os principaes
medicamentos em lbulos 100, 200,
300, 400, 500 e 600, [conforme a quanti-
dade de tubos.
Caixas de medicamentos em glbulos e
em tiotoras e 800,1000, 1200 e 1504
rs., segundo o numero dos vidros e de to-
bos.
( Estas caixas sio mni uteis aos mdicos,
senhores de eogenhos, chefes de grandes
familias, capites de navios, e em geral
todos que se quizerem dedicar pratica da
homeopathia.)
Cada tubo avulso custa.......10000
Cada vidro de meia onca de tintura. 20000
Vendem-se glbulos inertes, tubos vasios,
vidros para a preparado das dses, etc. etc.
Escovas elctricas para tratamento das
molestias nervosas, principalmente rjara as
dores de cabeca.
Apparelbos de lavar os olbos no trata-
ment das ophtalmias.
Apparelbos de njeo;ao para o tratamen-
to de certas molestias das mulheres.
Cha preto e verde de excellente qcau-
dade para uso dos enfermos.
Vende-se igualmente o Thesoaro bo-
meopathlco ou Vadc-mecum do
homeopatha (obra incontestavelmente
indispensavel todas as familias, pela clare-
za, com que eosina a empregar a nova me-
dicina), preco 200.
(Em porces de 50 ejemplares faz se o
abate de 15 por cento.)
B
i-a
O
B
9
o
fm/' ^
^OMPHIAii^
E.-S
b.sjIs
f B P
re
o
CJ
O
re
Dr. A. S, Pereira o Carino (medico)
est morando no sobrado n. 12 da ra da
Iraperatriz.
Istu que pechincha.
Fazendas com toque de a-
varia*
Madapolo de I0J flnoa 60.
Dito de 9t dema S0.
Algodojinho flnoa 20.
Ditoa '30.
Camisas de 303COa 20.
Baldes de 41 -a 2.3.
Saias de "&a 31.
Toalbas de loOOa 800 rs.
Seroolas de 21500-a I0oO.
Eofeites para cab^a de SIa 21.
Chupos de copa baixa de 50O -a ty.
Na ra dos Quarteis d. 11, leja de calcado do
Vianni.__________________________________
Precisa-se alogar urna boa escrava para o
servlco ioteruo de urna casa de pquea familia : a
tratar na roa da Cadeia, loja o. 7 ; paga-se bem.
Educado primara e se-
cundaria.
Na inslituicao de Jmnymo Pereira Vil-
lar, na ra larga do Rosario n. 22, nao so
se ensinam as materias queconstituem o
corso regular de primeiras letras, como
as disciplinas preparatorias para a facul-
dade de direiio; cojas aulas estaro aber-
tas dodia 7 do presente janelro por diante.
CASA DA FORTUNA
Aos 5,000)?

O Dr. G. A. WV-baum, medico, tem o sen es-
eriptorio a' ra da Cadeia n. 36, segnndo andar,
onde i consultas todos os das de 8 al 10 oras
da manbSa, e i at 4 oras da tarde.
SMiel Power Joriaston Alompanhii
Ba da Senzala Nova n, 42.
AGENCIA DA
Fundlcio de Low loor.
Machinas a vapor de 4 e 6 cavallos.
Moeudas e meias moendas para engenho
Tuxas do ferro coado e batido para enge-
nhoi
Arreios de carro para um e doui cavalloa.
Retoos de ouro patente inglez.
Arados americanos.
Machinan para descarocar algodo.
Motores para ditos.
Machina denostara.
Perdea-se o p din-lio do om par aovo do
fearafgoios franeea para bornea o. 36, da estrada
Jo Joio Fernandes V>eira, beo do Olbo do Boi
estrada de J-o de Barras ato o teco do Esptanei-j
ro; joem llver acbado qoereodo entregar, o peder'
Jaar aa padaria da Soudade. oade recebera' o
adiada,_______________________________________
Preeis'a-se de dooscarroceiros matrica'adoa
ara trabalbar com vehculo da alfandega, paga-se
W ; na roa da Concordia n. 21 A.
BILHE1ES GARANTIDOS.
A' ra do Crespo n. 23 e casas do costme.
O abaixo assfgoado venden nos sens muito fell-
ses bilbetesgarantidos da loteria qne se acaben de
extrabir a beneficio das familias dos voluntarios
da patria osseguintes premios :
N. liil um meio com a orle de 5:0000.
N. 32 dous quintos com a'sorte de 9001.
N. 30i dous quintos com a sorte de 4000.
N. 2535 um meio com a sorte de 2000.
E oatras moitas sones de 1000, 400 e 200.
Os possoidores podem vir reeeber seas respecti-
vos premios sem os descontos das lea na casa da
Fortom rn do Crespo n. 23-
Acnarasea venda os da 1* parte da loteria a
favor da igreja de Nossa Senhora da Soledade do
Recife, qne se extrablra' qaindo fr annnnciada.
FrefO.
Bilhete.....50000
Meio......20500
Qaartos. .... 10250
Quinto. .... 10000
Em porco de 1000 para cima.
Rmele. .... 41500
Meio......21250
Ouartos.....10125
Quinto. .... 900
Manoel Martins Fiuza.
Aluga-se urna prea que lava, engomma e
cosinba com perfeico: na rna do Rangel n. 46
na mesma casa engoama-se com perfeico.
N. 2 largo da matriz de Santo Antonio n. 2.
RETRATOS A OLEO
Temos a honra de partecipar ao respeitavel publico a volta do Sr. Alberto Hens-
chel que foi Europa com o duplo fim de se puf ao corrente dos mais recentes pro-
gressos da arte pbotographica e adquerir para o nosso estabelecimento mais um ar-
tista de talento.
O Sr. Alberto foi summamente feliz e conseguio eogajar um destincto pintor de
rftrtos n
SR. CARLOS ERNESTO FAPF
ruembro honorario c*a academia real de pintura da cidade de Dresda, e do qoal a reputa-
cao bem fundada nos autorisa a erperar producoes notaveis no seu genero de trabalbo.
Um progresso immeDSo ltimamente executado na photograobia, nm dos mais
importantes consiste n'arte de obter retratos em tamaoho natural, fixando directamen
te na grandeza que se desaja, sobre a tela do pintor, o retrato pbotographado, por meio
de um instrumeato especial chamado : cmara solar oe augmf.ntacao.
Pi r esta forma o talento e o saber de um artista habii maravilhosameote se-
cundado pela preciso absoluta e infallivel dos contornos e das sombras qne ibe p5e a
photographia sobre a tela, e todo se rene assim para se alcancar o maior grao possivel
de semelbanca incontestavel, ao que d tinda maior realce o sello artstico, qne imprime
ao retrato um bello colorido.
Pelo mesmo processo nos podemos reproduzir e pintar oleo, urna vez qne se
nos d tima pbotograpbia, seja de que tamanbo for qoalquer retrato de pessoa morta ou
ausente e no tamanbo que se desejar.
As pessoas que quizerem julgar por si mesmas deste novo genero de trabalbo,
sSo convidadas a nos fazer a honra de visitar a nossa galera, aonde est3u expostosuma
serie destes retratos como amostras.
AMRROTYPOS
Retratos em caixinhas
Para satisfazer a numerosos pedidos de muitos dos nossos fregoezes, estamos pre-
parados para fazer retratos neste genero, para os quaes tambem temos agora um grande
?e ariado numero de ricas e bonitas caixinhas.
CONSULTORIO HOMEOPATHICO.
O Dr. Sabino O. L. Pinbo d consultas
todos os dias otis desde 11 horas dama-
nhaa at s 2 da tarde.
As visitas aos enfermos sao feitas das 2
horas em diante ; mas em caso de necessi-
dade as visitas poderao ser feitas a qoal-
quer hora.
Para que as visitas possam ser regulares
cumpre que os dientes oa os seus enfer-
me iros mandem dar parte do seu estado,
todos os dias at o meio dia as molestias
agudas; e de 5 em 5 dias as molestias
chronicas.
As consultas escripias sao respondidas mais
oa menos promptamente, segundo as
necessidades da molestia e a distancia em
que se acha o doente, pois que neste caso
faz-se preciso indicar de urna s vez ludo
o que convier ao restabelecimento da sade.
As retribuirles serSo pagas na mesma con-
formidade.
O Dr. Sabino roga a todas as pessoas, que
costumam consulta-lo por escripia, que or-
denen! aos seus portadores a prompta entre-
ga de suas cartas, visto que, entregando-as
como costumam, na accasio de se retirarem
do Recife, impossivel responde-las satisfac-
toriamente.
MEDICAMENTOS PRESERVATIVOS.
Em quaesqner epidemias o Dr. Sabino
faz distribuir gratis s pessoas pobres, no
seu estabelecimento, os preservativos. neces-
sarios, dando-lhes as competentes inslruc-
ces.
Presentemente reina a epidemia de bexi-
gas ; muitos j se tem aproveitado com fe-
lizes resultados do seu offerecimento, feito
no Diario de Pernambuco ; mas necessa-
rio qoe todos experimenten! esse meio to
fcil e tao commodo de se preservarem.0 s
suas familias d'essa terrivel molestia.
O preservativo empregado a vaccina
elevada 5a dynamisacSo. As pessoas, qne
fazem uso d'ella, ou nao sao accommettidas de
bexigas, ou, si o s5o, raramente as tem de
m qualidade.
Posto qne, na segunda edico do The-
soaro borne opa th Ico ou Vadem-
cum do homeopatha, pagina 677, se
acbe indicado o meio de usar d'esse preser-
vativo, com todo convm repiti-lo com al-
guna esclarec mentos mais.
Para urna famiiia dissolvem-se 20 gl-
bulos em urna garrafa com dous tercos
d'agua pura, vascoleja-se bem, e d-se
cada pessoa ama colberada pela macha, ou-
tra ao meio dia e outra a noile, durante
tres ou cinco dias consecutivos. Deixam-se
passar outros tantos dias sem nada lomar,
flndos os qnaes, repete-se o remedio da
mesma maneira; e assim se continuar
em quanto durar a epidemia.
(\s creancas at a idade de 3 annos te -
marlo o remedio as colherinbas).
Si a epidemia estiver muito forte, ou, si
na casa houverem bexiguentos, deve o reme-
dio ser tomado todos os dias sem interrup-
co, at que a cousa memore; depois do
que volte-se a usa-lo do modo ensiuado.
A garrafa deve ser nova e muito bem lava-
da, primeiro com agua quente e depois com
agua fria. (No caso de cao baver garrafa ou
vidro novo, poder servir urna garrafa de vi-
nho ou de agurdente, com tanto qoe seja
moito bem lavada com agnas quentes e
fras.)
Para urna s pessoa basta dissolver 6 gl-
bulos de vaccina em 2 oncas d'agua, e d'ahi
tomar as colheradas como j ioam indi-
cadas.
Nao precisa grandt dicta. Abstenham-se
do cha e do caf fortes, do aboso das bebi-
das espirituosas, das comidas gordurosas
& mu exige.
PLUMERA CELINOS.
(contra a mordedura de cobras)
Este medicamento gosa de muito bons
crditos contra o veneno das cobras e de ou-
tros animaes venenosos.
O Dr. Sabino nao tem ainda observacSo
pessoal de fado algum que o autorise a
affirmar sua eficacia; mas sabendo que no
Rio de Janeiro e em S. Paulo elle tido co-
mo muito poderoso, mandou-o vir para ex-
perimentar.
Algumas pessoas do centro d'esta provin-
cia e da da Parabyba tem escripto ao Dr.
Sabino, dizendo ser incontestavel o mrito
da plumera no tratamento das mordeduras
das cobras.
Emprega-se a plumera celinos interna e
externamente, da maneira segninte:
Uso interno. Nos casos menos graves
dissolve-se urna ou dnas g tas de tintnra
em duas oncas d'agua. e dase ao mordido
urna colberada de hora em hora.
Nos casos mais graves dissovem-se seis
gottas em quatro ongas d'agua pura para
dar-se urna colberada de meia em meia hora,
de 15 em 15 minutos, e al de 5 em S mi-
nutos (segundo a forca do veneno inocnlado
ou intensidade dos symptomas manifestados.)
Logo que houver melhora, se espassaro
gradualmente os intervallos de urna dse a
outra.
Uso externo. Ao mesmo tempo qne se
d a beber o medicamento, applicam-se ex-
ternamente na parte mordida fios de linho
ou de algodo embebidos em urna dissolu-
C5oda mesma tintura constante de 10 gottas
!de tintura em 20 colheres grandes d'agua.
Esses fios se conservaro sempre molhados
sobre o lugar da mordedura.
O Dr. Sabino receber com reconhecimen-
to as communicaces que se dignarem de fa-
zer-Ilie as pessoas que experimentarem o
emprego da plumera celinos.
JVofo.
Em ausencia do Dr. Sabino acba-se in-
cumbido de resolver quaesquer negocios
relativos ao estabelecimento o respetivo ge-
rente.
Jos Abes Tenorio,
Professor em homeopathia.
ULULAS de BLAKCARD
a* awraiTo m mu nuLnauvu
Apprortdaa pela Academia da Medecina de Paria
^^^ mwmwiwm anuo mu m u6-rthm
nmnTAtu ros Kwrmfts u fianca, da iiloica, da iilarda. da tn*ia,i
Mtnf-4 kmrtu >u BspMifoi* Uirfoii i* Ntw-York, 1853. $ i* FarU, tltf.
bata PBato motvMas ** carnada ralao-baiauriea de om tenukUdt eiMHHa, Ha
TTT ff MMaravea. *aort de oa peffteoB volante, t aa cunara
Vaw diftiMiaa. Goaando di propriedadej do Iodo c do aTanao; ella* tontea rid-
palmeate aa aSocoet CUorotiau, frcrofuiosu, tmHmltm*, Cmmmm, m tmttrrlm,
aaoorracc. uatfa, etc.; enOia, eBu offerecem aosaratko* aaas medicactdas ssaisaasr-
peas pan naodiacar u eoostaieoes lympluiju, fr*c+i oa datsilsi
?' f :T 9 .M,,M* Ierre tapare charada
BMato lafid, krlUBM. Como pron do purou do ouii
vardaaetraa nieico ce BUneara. de. aiiii _
rgaireaeavajDOMa ansa, ani narodailaa. lofctior hu rasaJ* verda. Bera -oo '-------fiH *, ri-trsiii
Aesutaa -se cae u
Yende-se na Botica Franceza rua Nova a. 25.

DE
(DE
J. VIGNES.
[%. 55. tUJA DO IMPERADOR W. 55.
0 pianos desta antiga fabrica sao hoja asss conh.ecidos Dara-qae sej necessario insistir sob?
ma saperioridade, vanlugens e garantas qne offerecem aos compradores, qualidades estas iocontesta
fals qne elles tem deailivamente conquistado sobre todos os qoe tem appareeido nesta praca ; pe.
aoindonm teclado e machinismo que obedecom todas as vontades e caprichos das pianistas, sen
onca (albar, por serem fabricados de proposito, e ter-sa feito ltimamente melboramentos importan-
vssimos para o clima deste paiz ; quanto is vozes, sao melodiosas e flautadas, e por isso muito agrada-
tais aos oDvidos dos apreciadores.
Faxem-se conforme as encommendas, Unto nesla fabrica como na do Sr. Blondel, de Paris, socio
correspondente de i. Vignes, em cuja capital foram sempre premiados em todas as exposicSes.
No meemo estabelecimento se achara sempre um ezplendido e variado sortimento de msicas doa
albores amores da Baropa, assim como harmnicos a pianos harmnicos, sendo todo vendido por
oreos commodo e razoavels.
Pagase bem a ama ama qoe saiba cotlnbar
para casa de familia : a tratar na rua da Impera-
trlz n. 4i, loja.___________________-
Precisa-se de orna ama para tomar eonta da
casa de umi homem s; a* tratar na rua das Agoas
Verdes, o. SO J andar.
Precisa se de urna ama
rna de Hartas n. 86. sobrado.
para cosinbar : na
Primeira k letras
2Rna concordia2
Mara Bartboiea da Coaeeico participa aot
Sre. paes de familia qne Iba qoizerem confiar
suas mempas qoe teas abarlo aola de primeiras
letras e liogna franceza, onde espera a proieccao
doa mesmos senhores amaneando Ibes qoe fara'
lodo o esforco para qoe soas edoeandas tenbam o
desejado aperfeicoamento. Afflaoca-lhes a boa
letra. O francez das 4 as 6 borss da Urde.
Iustruc^ao primaria"
A primeira escola publica da frecoezu de San-
ta Aeloaio se aeba em evrcicio desde 7 do cor-
note, aa rua Bella a. Mi
Aos fumadores de burn gosto
CHARUTOS DA HAVANI
Em a Galera Reereitwa rna da Iraperatriz n.
17 se ha recebido por amostra tres marcas de su-
perior qualidade da acrediuda fabrica de Manoel
de U Sala.
Precisa-se de orna molber idosa de boa con-
doeU para fazer eompanbia a om oca solteira :
qoen qoizer dinja-se ao pateo do Terco d. 4, sen-
do em da de trabaloo, das 7 as 8 boras da nolte.
Caixeiro
Precisa-se de om menino aa taberna da roa de
Hortas aja, com prat ca oo sem ella.__
Fogio na Urde d~doniiogo 29 do mes pas-
sado om moieqoe de nosoa Puoeiaoo, crioolo, de
14 annos de Idade, Um os qatlxje saeotes a orna
cicatriz pelo peseoco, tevon casis* carela de
algodaozioao e eaapo do palha e*M : qoem o
pegar on liver noticia dell* dirija-se % trawiM
da mauiz de Santo Antonio sobrado 1.14.
HISTORIA DE GARLOS
XII
Re da Suecia
por, 1200 em
rna do Crespo
POR VOLT AIRE.
Vende-se esta exceilenie obra
broebura, na ilvraria Econmica
o. 2.
Na mesma livraria tomam-se asslgnatoras para
avida de Horacio Nelsooo celebre almirante
anglez a \i eada exeroplar.
Fundido da Aurora em San-
to Amaro.
Completo sortimento de taixas e f rro
coado, molde raso, oltimaiaeDte aprovadas
para o fabrico do assocar.
Ama cozinheira
so o*o.
Prec'sa-se deom'ama qne saiba cosiohar bes
para casa de familia, ar-ferlndo-se escrava : na
ma do Pira. s-brd< o VL________________
O peauruo punugoez de <4 a 15 >iin>8, pre-
tenda so arromar nm qoaiqoer esiab-leeiDento,
irado alguma pratica da padaria; a tratar se na
padarl 4a Solidad* o. 14.

III
PREPARACOES FERREAS-MARGANICiS
irPROTADAl PILA AC&DBUU DB MBDICIWA
DE BURIN D BUISSON
humiuifa, bais pala Icaesa (a Mea* os hrii
I
I
O eminente professor TRussba, na ultima ediclo de osa Tratado i* TA/ra-
asuttea Mattrxa medica, reoonbece que o* ferruginoso sknplas sio mu.iu
veses inefficate para corar u molestia* qne teem por causa empobrec ment
do ungue. Mnitos mdicos dos mais distinctoa attribuem esse mi o xito 4 ausencia,
n'essM preparaooea, do mangones, qoe se acba no sangue, como o tem reconhecido
os chimicos oa mais peritos, sempre mtiraaraeote unido com o farro. '
I' pois, precur-seom verdadeiro servico aos SrM Mdicos, o cbamar-*e sos atteaeSe
sobra as preparacoes seguinies.
Io PM fpprPC iTIIIKMniliM imi9 nmediaUmanto oma.afoa seidatada,
rio lerreos maiiganicus ,, ^^utd, Mbptumdo coa vanugem
economa as agoas mineraea ferruginosas.
0 Malas e tarop de iednreto de ferro e de mangaaese mfowm
CHteado anda orna cinco centigramos de iodureto de ferro manganieo indicadas
panicBlanneBt as molestia Tymphaticu, oserofialosas, o as chamadas csa-
araaas tubarcoJoau. v
S Ira;ees de UeUU de ferrole oaigiiese --.-pm
4o PDlas de carbonato frreo mingaaico
akarocr aau dnas praparaeoea di aa saelbores raanludos.
O Baria da Haao daaejaad* obssr a sdnsafo oompiau4o taMoaroflo a
cerca do valor da asas arapsravo*, svoviao qi* oa as 6a gnraHiaiwata a aao
diaaoaicaa, dirisjendo-aa;
aaaoigenU|arJ,aawrra<>,s*macj4kio*,mRavc
uum
ara a caloresis, a aoe-
ria, a loocorrtea, a ame-
arrnoa. a\ iadicscia do



Iro 4e 1818.
')


_ N. 2 D ^ N, 2 D
Q9^ COHACiO DE OIRO,
h]K
'v
A loja n. 1 D Intitulad* Corafio de Onro na ra do Caboga, acha-se d'ora em diante offerecen
-So ao rtspeitavei publico com especlalldade as pessoas que bonram a moda os objectos do ultimo gos
U (a Pars) per menos SO por cento do que em outr qualquer pule, garantiodo-se a qualidade e a ao
da obras.
O respeitave! publico (tallando o desajo qn leve ter o propietario de um novo estabelecimen-
\o que qrjer progresso em sea negocio deve cbegar irorcedlatamote ao eoracao de oaro a comprar
anets com pereitos briibantes, esmeraldas, rubios e perola; verdadeiras em agarras, modernas pele
diminuto proco de lOJt, brincos modernos de otiro e coral para memoa pelo proco de 3, maracas de
pra! com cabos de marfim e madreperola obra de moderno gosto (o que o encontrarlo no corafio de
owo) voltas de oaro com a competente oruslnna ricacneote enfadada pelo pequeo preco de 12, bnn-
eos de nm trabalb perfeKo por um mdico preco, cassoletas, tranealins, pulceiras alflaetes para re-
tratos e outros ndelos fado de alto gosto, aneis proprios para bular cabello e firma, dito para casa-
mento, no arto roseta tem o Corceo de Onro nm completo e bea Tariado sortimento de diversos
t;ostos, butfos para ponhos com diamante, rubios e esmeraldas, obra esta importante ja' pelo sea va-
or Ja' por gosto ds ssenbo, brioeos a forma da delicada mosinba de moca com piogente contando es-
meraldas, rabins, Briibantes, potlas, o gasto sublime, alQaete para grvala no mesmo goeto, relo-
crios pan se-ahora cravados de podras preciosas, ditos para homem, diversas obras de briibantes da
maito gosto, crasinhas de rufcins, esmeraldas, aerlas e brllhantes, aneis com letras, cacoletas ae
erystat o onro descoberta para retrato (a ingiera) brincos de franja, ditos a imperatrlze toda e qual-
qner rola, para secoliocar retratos e obras de aabello, e oatros maitos sbjectos qae os pretendemos en- i
aoacrarlo no Coracio de Onro qae se conserva com toda a amabilldade aos concorrentes deixando-
so te aqat mencionar procos de cortos objectos porque (desculpem a maneira de fallar) dizendo-se
PC050 talvex alguem fa$a mo juizo da obra, por ser lio diminuta quantia a vista do sea valor.!
Na mesma loja compra-se, troca-se oaro, pratt e pedras preciosas, e tambem recebe-se confer-
ios, por menos do qite em outra qnalqoer parte, o dao-se obras a amostra com penhor, conservando-s
iGon^o de Oaro aborto at as 8 oras da noite.
Qoalqaer pessoa qae se dirigir ao Coraco de Oaro nao se podera' engaar com 1 casa, pois
flota se na saa frente um coraco peodurado pintado de amarello, alem de oatro qoe se nota em um
rottlo (isto se adverte em conseqaencra de terem ja' algamai pessoas engaado com outra casa.
RIVAL SEI SEGISDO
aa do cmelm4 40, laja dt
mitidezaa
DE I 1
Jos Bigodtnho.
Varas de babado bordado do Porto a H*
Ctfreteis do reros preto com duas oitavas
Parriteis de reteo de todas as cores a .
Frascos d'agaa de Colonia muito sflperiar a
Frascos de oeo maito fino a......
Dutia de tesouras pequeas a .
Frascos d'agua para liropar dentes a .
Rees pretas lisas para segurar cabello a
Duiii de peanas de ac maito finas a .
Caitas de liaba do gas do 30 novellos a .
fdem de palitos de seguranza a .
Garrafa? de agua Florida tcradelra .'
Silabarios com estampas para mentos a
Memento da roopa de lavar a.....
Darlas de meias finas para seohoraa .
Agulhas frtocezas a balo (papel) a .
Pe^as de filas de laa de todas as cores a
Qroias de bot5es de porcelana pra'.eados a
Caitas com alfineites trnceles a .
Caixas de (00 envelopes muito finos a .
Resma de papel de peso b raneo liso a .
Frasco com superior tinta a.....
Pares de botoes de panno multo bonitos
Liuaas em carto de 200 jardas a .
Caixa de superior liaba do gaz com 50
nowilos ............,' 70t
alfceres para meninos a....... M
Masso com superiores grampos a ', 3(
Bonats para meninos a........ijOOf
Pentes com costa de metal a...... 40
Realejos para meninos a....... iw
KX
'
61
60t

lfJtX
3*
iO(

501
161
81
60(
SfOOi
i (
' 81
iO
Roga-se ao Sr. Francisco Camillo de Paula
Pacheco, morador na villa do Cabo, o favor de
apparecer na rna de Uorlas armazem n. 2, para
realisar o negocio qoe nao Ignora.
3i Kua Direita 31
Neste est belecimenlo se acba a' venda nm bello
sortimeoxo de rendas e bicos de pontos de croch
dos memores gostos vindo de conta propris, por
isso pOde-se vender por preco muito commodo qae
em qoalqaer oatra parre, veodeodo se Unto em
poretes como a retatbo em pecinba de 10 varas,
das 9 da manbaa as 3 da tarde.

I

Mirla Francisca du Espirito Santo Agr, setrs'fi-
Ibes e oras recoohecldos para cora aquellas pes-
soas qae muito se presuram nt eofermidaoo e es-
trra ment 'e fea mai presado marido, pal e-so-
gro, Loiz Gorj-cclves Agr, ricen publicamente 6e-
moostrar-lhes "Vanlo Ibes sao ralos por to 'boas
oQkios de amisade. Ao lila. Sr. Jos iMqatra de
Moraes Sai mee, c zelo, preointidao, ssiduid,le
o desiDtensse com queseprefitou; a, 8r.lofer-
nandes Bastos, a coostaale*s.-islenea,STestandoe
em todo qae eslava ao sea alcance; ao Sr.Trao-
cisco Libanio Collas Fliio a msica grteita que
expontaoeamenle apreseotos no (ooerat; a iroam-
dada do fhvrao Espino Saito, os obsequios qae
prodigultsea-; aos Rvbjs.-8ts. padres Gregoe Mejio
o sea desiateresse no offioie e missa dn seimo di a:
ao Sr. Maneel Loiz Ytraesos seus boos otEdos de
amisade-,-c finalmeote es Srs. Qinteiros, as
provas tnequivoeas da stocera uniao; a ledos pro
anto, dkigioos um eterno agradecetenio.
viso lana da Silva deci:r o/Je deiiuie em
diaote ee'sssigoa Jos Varia da Costa -e Silva, em
virluie de aver oatro do igual nooae.
Recita.-:, de jaoeira^e 1867.
Moedas deouro
Nacional e estrangeiro, sssim como libras ester-
linas: compra m-se na ra do Crespo n. 16 primeio
andar.___________
Cornpram-se Diarios: na roa Direita d. 15,
fabrica de cigarros, a i500 a arroba, e a 140 rs.
a libra.
Piano
Cempra-seam piano de armario com algwm
ase o qae estoja o bom estado: rnetn liver e
qg-ker vender rija-se a roa Nova loja n. 11.
Na ra do Hospicio u. 3, precisa-se com-
prar nm sobrado de om andar os casa terrea com
"bstanles coermodos para grande familia e que
l*nham Dons galota es.
VINDt#UINgUINA
FERRKNEUXdeMfllTIER
Com Malaga o Pyrophosphalo de farro.
tste viaho fe preconizado por toda a emprensa
mediaai como sendo o mais poderoso tnico
emprcga nuUMSTAOAO do sanle. Deposito geral em
Paria, ern casa de Laurencel, pliarmaceutieo-
rognrsta, ra dos Lombarda, 4i.
M
C'Bfra-se a { ptjr ct*o
Prata de todas as qualidades e assim tambem
libras esterlinas e -oro de todas as qualidades
por mafe preco do qu ees eotra qoalqaer parle :
na roa 0a Cadea n. 58, toja de ainlejo.
Compra-se
urna tal.-rna as roas do Rangel e'Livramento on
paieodt J'enba : quera quizer vender annnncrs
por et-te jornal.
Moedss de -prata
nacientes, assim como pataco>s portugnezes o
hespaohes, compram-se com pretaio : na rua-o
Crespo n. 16, prime andar.
Compra-se our e praia em obras velbas :
na wasa da Independencia a. 24.
MMP
Folll
Preersc-se ee urna ama para o servico ^
s pe3oa: na rna da Craz n. 16, 2 andar.
nma
Joc Carlos Goethe METHODOtaSTiLHO.
Macoel Jos de 'eria SioaSes, ^rcessor
particular de tekuqeiq eleioeatar pelo me-
tbodo Casiillio, avisa aos pas de eeus alum-
nos eso respeitavel pablico, qoe est ber-
ta a sua aula, desde edia 7 do ^crreme. Da
ra da Praia d. 59, segundo andar. Na
mesma-aala se reoebem pensioureias e*meios-
pensiooifias por pregas commdos.
Os abaixo asignados fa/etn scieute ao
respeitavel pobli-o, e specialmeate 4i>-cor-
po do commercio, qae desde 31 4e deeem-
bro prximo pasado se acna dtssdrvida ami-
gavelmecte a soctedade commercia!, que ti-
nbara na loja defaeenda sita ra do Quci-
mado d. cuja sociHdade gyrava -c b a r-
zao de Narciso IrmSo AO.; ticando a cargo
dos socios, Joaqun.oeo da Silva o Fran-
cisco Nuass da Silva, o activo da mencionada
-firma.
Recife, 7 de jarjeiro de 1868.
Narciso -Jos da Silva.
Joaqmtn Jos da Silva.
Francisco Nunes da Sitia.
de porta
V-6Bem-se no criptorio des;a Diario a 160 rs
O padre V. ^arejo, compelooiemeote lieeocia-
4o, eosioa cas horas vagas as disciplinas que
professa, com especialzale grammatiea naci ooai
aritl)me.iica : ca roa Bella o.',40, como, por ca-
jas particulares, ______ ^^^_^_^
-Precisa-se de um ciixeiro qoe tenba pratfca
de taberna : na roa da Penha n. 39___________
Utu pedido
Pede-se a qaem acnon tres chaviziatias em orna
argola de ac, as podera' euiregar na loja do Passo,
qae sera' ceeompensade.
Chapeos do Ctii
Vende-fe no betel de Franca-n. 14, ra do-Tra-
piebe, ptimos chapeos do Ghill, es mais claros
que Misten no mercado, dos ltimos ehegados fia
puoco, por pre(os coomodos: ooqaarto n. 16.
aaoel Francisco Teixeira.avisa ao publico
qoe, por intermedio dos Srs. OttoBobres e Pren-
te Viaoca i C, e peios navios iperan<;a o Ae-
Iketd, acaba de recebar palba e anco das melbo-
rea quaWa<)es, que ver-de malbarato do qae em
qualquer oatra parte, na sua offlciaa ra de Hor-
taifl. j.".
Vecde-se por pre^o razoavel, dineiro oc
a prao, conforme se ajastar, oo se jirrenda o en-
geufca Jaboa comarca e Santo Aotao, com terreno sufflciente
para re>ar de 1,300 a 2,000 pes aanuaes, todo
o lerreeo-e mni feriil com bstanles varzeas, todos
os partidos e*tio encapoeirados, f^z assacar de
muito fena qnakdade, e era todo muito maneiro,
tem boas silos para lavradore, um grande crca-
lo, dua caas para morada e diversas para mo-
radores, t ida^cebertas de telba, seozaia, casa de
farinba, tana e forno, ca*a de ensebo muito
grande, eosn casa de porgar para 800 mil paes,
casa de ewauameoto moite espacosa com os cai-
a5es precisos para deposito de assucar aecco, dous
lamosos balcSes para seeear assocar.
t. m lagar para asseotar
PASTA e XAROPH dY NAF de ARABIA
be iklam.ki:mkr
SSa oa aicos peitoras approvados pelos profes-
IfTi d* Facultad de Medicina de Franca, e por
50 Medico dos Ho-pitaes de Parix, os quaes certi-
ocarao tonto a sua superioridade sobre todos os
ouiros peitoraes como sua poderosa efficacia contra
ns DcStaxo, rlppa, Irrito?oes c as Afcl-
T" o ptllu o da garganta.
RACAHOUT DES RABES
DE UIXVM.IIIMIR
irico alimento approvado pela Academiade Me-
cjna Paria. Elle restabelece as pessoas que
solTrem de Elom,o e dos Int-MbioHt forta-
lece as enancas e as pessoas debilitadaa, alm
araso em virtude de sua propiedade analrpiloo]
hc|o rnellior pnaeryatiro das r^brea aaiaraUa
Cada fiasco cada caiiinha destas preparaos
/mo sempre o sello e a firme Wanqrenicr, wa
Mi-lns, 26, em Parir (Cuidado cen as falsinYacoes).
Depositarios em todas as pbarmacias do Braxil.
Medalhaae OURO, premio de 16,600fr.
auiNA^
LAROCHE
IIIVIU FBRIFUeO E FORTIFICANTE
suraaioa *os visaos i iaropes oa qdim
Experimentada com pleno successo nos hospitaes
quiaa Laroche (oa straeta eampieta de
quino) 6 urna preparacao excepeioual, por ser
privada do amargo da quina. Agrada por conseguinte
as pessoas as mais intotwanles e aos paladares os
mais delicados, pois nem mnito doce ncm muito
viscosa, sendo de urna limpidez constante. Emprca-
se com muito proveito nos casos de trlsU
cla, ue,.ulula, anemia, fastiu irui
rauxa apparente, eeavaleaceneaM demora-
dae cfaloroHe. E o especifico das molestias febris
. QUINA LiaOCHE FERRUGINOSA
Reunido todas as proprisdades do ferro e da quina.
EM PARIZ, ^^ricS^ .
i V-ende-se na ra Nova, botica frac-1
ceza-deP. Maurer&-C.
Rival sem segundo.
Ra do Qadmano n. 4.
Qer acabar com as fazendas abaii
meocienadas.
Queiram rir rer o qw basa e b^rstetms.
iabyriotho com bico, asen-
Toalbas de
da boa a
Girreteis de liaba com 00 jardas a .' '.
Grvalas preta's e de c6res muito finas a
Caixas de obreias de massa maito novss a'
eDadores para espartilbo de cordo
fita a........-....
Carreteisd.e liaba Alexandr com 400 ur-
das a .............F
Sabonetas maito fiaos a 60, 160, 200*
Ditos de bella muito finos a 240 e .
Sfiadas deJinba froxa para bordar a .
Varas de esrdo para esparWbo a .
ates volteados para regacar cabelio de
meninas a ........
Fiascos de Beacaca' oleo moit-Bbo, '. '.
Abonadoras multo tinas para colletes a .
utrtdes de Unha branca e de uinra de ara preta superior i
3
seo
i(
LOJAr DO AGALLO VIGI-
LANTE RA DO CRES-
PO N. 7.
Os propietarios desle muito bem conho-
rto estabelecimento tem a satisfaclo de lerar
ao coDhecimento do respeitavel publico que
acabam de receber pelo ultimo vapor da Eu-
ropa om grande e variado sortimento de ob-
jectos de inteira novidade, dos quaes se li-
mitam a mencionar apenas nm pequeo nu-
mero fleando o respe.tavel publico na serte-
za de que neste estabelecimento sempre en-
conlrarJo um c >mpleto sortimento de arti-
gos de gosto e inteira novidades como seiam.
Cintos
Os muitos desojados ciotos com pontas,
bordados a vedrilbo, fezenda de muito gosto
e comfleta novidade, respeito a estes cintos
n3o fazem observaces e sim deixamos a
apreciacSod-s esclarecidas freguezas isto so
no Gallo Vigilante na ra do Crespo n. 7.
ILeqiirs
Muito lidos leques d'osso, madeira, sn-
dalos, e madreperola ; pretos, brancos e de
cores, e muilo se tornam recommendavel
pelas bonitas paisagens.
FIdres
O melbor que se pode desejar neste arti-
go as quaes parecer uaturaes assim como,
tambem recebemos urna peqoena porcao to-
das pretas e se vender na loja do Gallo
Vigilante ra do Crespo n. 7.
Capellas
Mu lindas grmaldas brancas e de cores
aquellas para twivas. e estas para bailes, ca-
samentes o baptisados.
Luras
Luvas -d todas as qualidades para se-
nbora, hoaem, menioas, sendo de algodSo,
fio da escocia, seda e pelica muilo fresca e
do fabricante Jouvio, parece-nos que nao ba-
ver qoem ignore qoe por todos os vapores
da Boropa o Gallo Vigilante, recebe grande
quatitidade desle artigo e por isso sempre
tem -soTtrmeoro a WDtade do comprador, e
lamban n3o se va'te da falta o seu preco
sempre o mesmo.
Pentes
Wtiito bonitos penies de tartaruga para
coqae e alizar os cabellos, assim como para
arregagar os meamos e muitas outras quali-
dades.
Escoras
"Grande sortiKentode escovas, para roupa,
cuellos, chapos, dentes e unbas, sendo de
osso, bfalo, i)teia, marfim o madreperola.
Mavaihas
Superiores na^alhas pequeas para bar-
ba sendo cabo de marfim, tartaruga e ou- j
tras qualidades, as quaes o fabricante ga-
rante a boa quadade.
Afotiadnrn
Cbegaram as mui lindas guarnieses de
botSes para colleies fazenda de gosto, assim
como grande sortimento de botoes para po-
nos.
Hp=^ iii i.....ni mili imy sa
B Adiheiro ouaprazo
H O abaixo ascisnado prelendeodo moito
g| breve retirar-se para Europa vende seu
esiabelerimeoto de fatendas a diofceiro
on a praro, vontade do comprador ra
da Imperatriz n. 28; e pede s pesseas
de qoem cr-edor, tenhara a hondada de
saldaren suas conias at 31 de Janeiro
de 18o8.
No (armazem de fazendas dt
Santos Coelho, ra do Quei-
madon 19.
Bom c barato
Lansinhas Poil de Chvre a U o covado.
Madapolo enfestado a 8! a peca.
Cambraia de cores malisadas finissimas >
800 a vara.
dem brancas transparentes finas de 4,
5,5000, Q&, 7, 85 e 9^ooo a pega com C
jardas.
dem branca tapada de 85 e 93 a pep
com 12 jardas.
dem branca franceza muilo larga a 95 <
peca com 8 varas.
Bales de 35 e 40 arcos nesgados para
senboras. a 45500.
dem de mursulia nesgados a 55.
dem de crochet a 55.
dem de mursulina para meninas a 35 *
35500.
Saias bordadas a 55.
Cambraias admascadas pra cortinado t
125 a peca com 2o varas.
dem para forro a 35 a peca com 10 jar-
das.
Cambraia de linho muito fina de 65 e 95 >
vara.
Madapol5es finos de 65, 75, 85, 95,105,
(15 e 125 a peca.
Platilha de algodo superior fazenda par;
saias a 35200 a pega com lo varas.
Cobertas de chitas de ramagem 256oo.
Lences de hamburgo fino a 25400.
dem de bramante muito fino a 35200.
Pannos adamascados para cobrir mesa a
45500.
Guardanapos de linho adamascados a 4
a duzia.
Atualhado adamascado com 7 1/2 palmoi
de largura a 25 a vara.
dem adamascado de linho com 7 1/2 pal-
mos de largura a 35 a vara.
Algodao eefestado com a. mesma largura
a l-5loc a vara.
dem trancado de algodao a 15600 a vara.
Toalhas alcochoadas de linho lisas a 11*5
a duzia.
dem de algodao felpudas a 135 e 140
a duzia.
Colchas de fustn a 65-
Lencos de cambraia brancos finos a 15800,
25 e 255oo a duzia.
Lencos de cassa fintssimos a 35200
3560u a duzia.
Fil de linbo liso a 8oo a vara.
dem com salpicos a 15ooo avar
Grosdeoap.es preto bom a 158oo, 25
258oo o covado.
Morantiqoe preto superior a 25800 o co-
vado.
Flanela de todas as cores a 800 rs. o co-
vado.
Tarlatana de todas as cores a 8co rs, ;
vara.
Bramante de linho com 10 palmos de lar-
gura a 255co a vara.
dem de linho com 5 palmos a l52oo j
vara.
dem de linho com 3 1/2 palmos a 800 i
vara.
Riquissimos basquins a 2o000.
Assim como outras muitas fazendas qot
se vende por menos que em outra qualquer
parte, e d-se amosiras de tudo,
Baloes de 2o, 25, 3o, 35, 4o e 5o
para senhora a 25,2550o, 35, 355oo 45 e
55ooo.
Ditos de 25 c 3o arcos com mollas a 54
e C5.
Ditos de mnrculina estreitos a G5.
Espaitilhos finos a 05.
Percalias finissimas a Q
a
M
9
o
CA
II
S-.OcholoB.S
a, m
o W ^ u -* *.
f>

$
B 5 o
"*.-o
|?a85
ligD
re
fli33l
"O
I 2. ro
5 I &
sblf
ai" *'
Ja':8
gl3f.ps.J
" ft? B
s*gHi
.5
a

a
m
,9 S
o> O !=
i.
-1 S CD
CA
_aja-3B"o;
>
a
3 s
**1 O" Q. t3-
P30.0 c V* "
0= B .3-
S Soga- &5
SDa.2 o c a
g"g F122.S!
Km SP 3
K v a "' <
* S'-P o 2-^,^
*t grrfo
VI
o
a
"O
2.-
o.
cu
>
O
>
a
u
oa
i
a
0
o
s
co
C = -i
-j 3, o
B"
S E.r-
rs
4 A&UIA BRANC4
Per conbeeer a loOacncla qne costoma baver
em (odes os ancos, por tsse lempo, e pi r ver >
qoanto se desenvclve e appora e o bom fo>\o tm
Peroamt'co, ella qoe tt m serepre em vistas agrs
dar, e sincerameute bem servir a soa boa frfguo
zia, aotecipoQ-se em n andar bascar os didereotr
objectos de gosto e /amasia, que agora at:ao aca-
bam de cbfgar.
Que a luja d'Agola Branca, c, rom esperialidade,
Dde prlmt-irameote se rae, EVr.-m qoacsqo' r des-
ses objectos de oovidde e moda, isso esia' feral-
mente reconbecido; mas am'a assim a guia te-
ma coco por dtver sclemiflcar ao bello sexo, ein
particular, e ao respeilavel ^oblico UD geral, sem-
pre que como agora, reetbe rs firpt rlactes objec-
tos qae abaiio meocioca, e por mais essa vez el.a
toma a liberdade de pedir a atie^o das Ezoi"
apreciadoras do bm, para osnovos e bellos orna-
tos o.iif f.Tir.am om lico e rico loiil t
Nao ceriamenie com urna mal aparada peona
d'Aguia, que bem se (de descrever o bom g> sio e
desempetiho fle taes obrus, sim, a propria iotel-
agencia d'uma exoclltntisslm, que bem podera'
apreciar o alto grao de>ses peieitos objectos, tai-
vez os primeiros que neste genere lenbam viudo
oli nosso PeroaiLbuco.
A Agu Branca, tara' apenas ornhecir os rb-
Jeetos de que se ctoHem essfs novos e nelles r-
nalos. Em om helio Mtto vem babitmetiie anan-
jado, nm moderno cilo de lila de sttim iu acia-
Balotado da largura de 7 a 8 pollegada-, um bel-
lo leque de madreperola, un par de lavas de pe
Mea, ramos de Goas llores para o ccqtif, peito,
guarnirao para asluvas, etc., etc., e doalrcenis
urna almo/adinha de sttim com aromaluas [asn-
inas em p.
Akm disso
Esto emordera do da as novas e bellas trincas
de tiua palba e llalla, o ouiros d llerec.es enrules
da mesma qoalidade e propnes pata vestidos do
las, chapeos de sintieras e menlDSS, resta somcntc
qae os pretendentes comparrgam na !cja O'Agot::
Branca na roa do Qoeimaoo n. 8. '
Bolsas pitra cacada?.
At bnisas paficigiui, agua broca receben e
pretende vecde-las baratarrette, c^m lano que os
apreciadores d.i c:c.a deixem fir;r utn par a Eguia
branca da rna do (Joetmdo d. 8.
Caivetes fixos cu ferros para abrir
Vendem-se na ra do ueia-ado leja da
arcos branca n. 8,
Bons espartilhos.
A agoia traeca ra do Queimado c. 8,
beu novo sorrrento de bous rtparlilbos e
sempre vende-os por preces con modos.
latas.
gCiaj
rere-
CCD-O
LiquidacSo.
socar boa estnfa S *,oa preia sopenor a .
.roda d'agaa qoasi .aovas, bom asseolamento com^t. CJa Drauca de hafco para
as laxas precisas al para fater rtame,
, um t,n-
qo para mel e ama casa para fcagago, tudo em
meto bom estado : quera pretent^r pode esMen
der-e nesla pr*ca com Beroardine Correia de ite-
rendn Reg, roa do Livramento d. iO, oo no enge-
oho Campo Alegre coro o Sr. major Manoel Caui-
caot Ce Albuquerqae e &*.
Novidade.
COMPRAS
MOEDAS
de ouro e pr ta
Compram-se moedas da oaro nacionaes e estran-
gei-ras, bem como pataeSes dos diversos conbos:
em casa de Adamson, Howie & C, roa do Trapi-
che-novo n. 40.
Prata e onro
Era moeda naga-se bem : na praca da inde-
pendencia n. 2. ______^^
\eode-e ama armacaonova de amarello, e a.u-
gasealqja proprta paraqoalqoer neg:oele, na roa
da Imperatriz n. 86 : a tratar na mesma roa n.
6, arara. _______
l'avail dearn.
tVene-se oti excedente cavallo de carro, >vq
poscaote e cortulento, de booita fl salegtielmado n. I, i andar, oScina de ta-
joem.
me-
ram-ae
moedas de prata : na roa Nova n.
por maior prego que em oatra parte.
Balee* brancos e de cores para
nicas.
A agola ranea, o* roa do Qaeimado o. 8, rece-
ben ornas amostras de superiores bales crneos e
de cores para manas de iflereotes lmannos, e
como semprs, vndese por precoa commodos,
slo s boa qualidade.
VaMe se ata par 4e eapoelras-para navios:
aa rna do"V.gario o. 5, 00 om o capito do Ser-
glpano, a bordo.
Varfis de
toeifaa a
Caisaede palito balo a ". '. *. ". '. ". '. \
Caixjus 4a -palitos de segTiranea sem en-
noiM a........
Sbone de -familia a 100, l0 e '.'.".'.
Cartilha e dontrioa chnsia a .
Uuaderuo 4e papel 4>eqoeno superior a .
Uuza de bacalbos francezes superior *
uroza de flhosporos mnito superiores .
UMXas a reHibo dos mesmos .....
Cams de phofeboros de vellioba eontend
oou veHinfcae moito aopef ores a .
Cesraas de papel almaco muito superior .
fcesmas de papel paulado superior auali-
r,(,ade............;. .
Iwzias de meras para bonem .....
Doctas de meias croas mofl enperiore '.
360(
i*
Vende-se
31.
Faga-se
Comprase ama escrava qoe saiDa coslnbar e
angommar : na roa da Uoin o. 1S.
_ Compra se um preto que nao seia moco : na
roa do Rangel o. 9.__________^^^^
Compra-se
por mai pretjo qoe em oatra qaalquer parte moe-
das da ooro e prata naeiooaes e estraogelras : na
roa do Trapiche n. 16, armazem de Adriano, Ca.
tro j C, e roa do Crespo n. SO loja de Alvaro
Angosto de Alroeids.
JJaior pre^o
Ee em oatra qoalqaer parte, compra sa moedas
ooro 9 prata : na loja de oores, na do Cabo-
ga n. 1, esquina da roa larga do Rosarlo.
M O KD AS"
de ooro de pratapagase mais qae Das outras
mim. Boa do Caboga 0. 9rlojoaria.
um escra ved* 23 an ros esado, propr/o para en
genno, pois trabatba bem em todo servlfo tanden
te jo fabrica de aesocar, perfeito carreiro :
qoem oqoizer ver pode dirigirse ao ijrgo da de-
leDflo n. M._____^ .
Condecorares.
Cbegaram no vapor ingles Sjk? om scrtfmento
i loja da ooriveg d Joe J. 6on cal ves Bastos di
C, roa do Caboga n. ti A, esqoioa da ra .Vga
do Robarlo._________________
YEMDESE
Mmto boDitng bam fait; azulejos hespanhoes:
na loja de looca da roa do Imperador n. 46.
iCimento
Superior de Hueeloa igoal ao PortUnd em
harneas trandeg de II rrobas a I2 a barrica,
em por 3rtS fm' teiacqio de preco: a tratar
com raast IrmiM 00 armaiem do caes do Apollo.
Papel de imprimir
Acaba da ehegar nova remessa de papel para
imprimir jornaes: no armazem de Tisso Irmaos
w caes do Apollo.
ENfiENHO PAG D'OLEO
Tasso IrmSos vendem este engenho desoa
propriedade. ou permutara por predios nesta
pra?a; e qaal moeote e correte, com 2
earros 13 bois de correia; 6 burros, 6 bes-
a! e.rl?aCavainn: Cm uma V^qnenz safra
de 1000 a ,500 p3es de assucar para o
anno. Nao podendo alcaocar pfeco razoa-
vel, tambera nao dovidam fazer nm arrend-
ndolo pelo tempo que se tratar, on dar sr>
ciedade a quera entender do trafico de en-
enho e teoha -pelo menos escra?atura para
16 enxadas.
Tambero, se conier ao pretndante, ven-
dem e engeolio coutiguo detiomiMdo Har-
mona antigaiaetite Cova da Onca o
qnal est desmontado, mas ptima acq'ui-
sf5o pelas suas mattas e grande cercado pa-
ra pastos de animaes. Faz-se negocio para
entregar j o referido engenho com a safra
que rosta par tirar, oa em mato, coBforme
melbor convler ao preteudente.
Na rea da Imperalriz, armazem de
fauodae o. ?8, contina a mesma liqui
di$ao : em quanto nao se vender o mes-
mo eslabelecimerrto.
Cortes de chita escora raiodinbss, pa-
drees francezes com 11 covados a 25.
PedHcha de chita escora al808
e a 20O f3. o covado. m
Estas chitas de cores fixas, padrSes M
1 francezes, que sempre se veoderam a 240 Mi
rs. o eovaiio boje em ilquidaco se vende
a 180 e a 200 rs.
Cass&s francem a 240 rs. o
covado
Estas ctssas a qoe pelos padrOes cha-
mara horgaedys, tem a vaelagem de cao
desbotarem, e seveode ocoado a 240 rs.
B i 111 bramo de linbo fino a \&
a vara.
Lindas gravatinbas de seda, para festa
a 2i0 e 320 rs.
Liquidajo de cbamins para caodeeiros
a ** 1
Chamins americaoas a 240 e 320 rs_ ;
e a duzia 2,5500, 39 e 33u0.
Pavios a 40 rs., e em duzia a 400 rs.;
bocaes a 500, 800 rs. e 3, e mais objec- I
tos tendentes a esta arle.
JuUoCesar Pinto de Oliveira. 1
AGUA FLORIDA
J
Loofe'.tara dos auais
Ra da Ctwr. n. 16.
Ha presnos, ditos em fiambre, 'rucias iw cal-
a, ditas secas, caj, dito crMah'sado ; recebe -h
eocommendas para casan entes, baiks e bdUlsa-
bollos e Pao de l eoftitado?.
dos.
x>m
Aos agricultores.
Saooders Bratbert dt C acaDam de receber
de Liverpool vapores de fuma de 3 a 4 cvanos
com todos os perlences, e mu proprios para faze
tem mover machinas de descarriar algodao, po
deodo eada vapor Irabalbar at com 140 serras,
tambem serven para enfardar algodao, 00 para
oatro qoalqaer servico em que osam de trabalbar
coro aoimaes. Os mesmos tambem tm a' venda
machinas americanas de 35 a 40 serras.
Os pretendentes dirijam-se ao largo do Corpo-
^antoo. II.
Attenco.
Vende-se oleo de ricino de boa qoalidade em
latas e garrafas para casas de familia a seobore*
de engenho, por menos 80 por cento do qoe em
ootja parte : na ira fessa do Carioca n. 2, caes do
Ramos._____ ____________
Ultima moda"
Bollas cbapeosiobos de aparado gosto para se-
nboras feitos ao capricho de orna das primeiras
modistas de Pars, e ehegados ao armazem do vapor
roa Nova i. 7.
MURRAY & LANMAN
A agua orida de Murray 4 LanmaD
Jlhada como om artigo de perfume, nai
tem podido ser igualada pelas preparacoei
as mais custosas: conserva sen aroma, ce-
rno se formasse parte da prenda a que eli;
se applica.
Sua efficacia to delicada, comoelegai
tes sao seus multiplicados osos, qur sej;
empregada como artigo de toncador, qn.
0.0 uso do banbo, ou como suavisador di
pelle, depois que se tenba fcito a barba:
j para hmpar as gengivas ouvaromatisar 1
balito.
D suavidae, brilho e elasticidade ai
compleicoes, depois de se baver lavado; ai
livia a irntacao de erupcoes ordinarias; fa:
desaparecer o desagradavel aspecto doi
pannos, das sardas, do rosto, rugas e toda
casta de ebuJic5es, e d vigor e frescura
parte onde quer que se applique. Sua e&-
ciencia e elegancia sao igualmente infalli-
reis nos casos em que seja preciso applica-
la como estimlame e antisptico, nos con
cursos e assemblas numerosas, as loca
lidades infeccionadas, na alcova de um en
Termo, assim como um antidoto exeellen
te para os desmaios causados por cansaft
on snffoca?5o. Preparada nicamente po-
Lanman 4 Kemp, Nova York, e a venda po-
Caors 4 Barbosa.
A' venda as drogaras de A. Caors, Br>
vo & C. e P. Maurer & C, e em todos 01
estabeleKDentospharmaceuticos do imperii
Vinbo do Ehenof
em superiores qoaliJades, por precos ccrrmrn*
em casa de Rai,e Scbmetiau ti C, ra da Cadea
n. 18.
Champanha
em duas qualidade?, recalar e superior : m- caso
do Rabe Scbracltau ^ C.,rua da Cadea d. 18,
Cognac
commom e superior, ern casa do Rabe Sobmeilau
4 C, ra da Cadeia o. 18. J
SheiTy de Londres
superior e regular, em cas-a da Rabe Schuititaa n
C, ra da Cadeia u. 18.
Linha de novellos
de Alexandre e outr* : em casa do Rabe Scbmet
tau i- C, ra da r.adeia n. 18.
As Piulas Catharticat
I>E AYER,
O purgante mate fume au h-j. i
y-'\:lh.'..., '.:: .,.;.
Unes, bSu UuJo un .. ,-
, -17.'! II tu lucivitrio ::..: .'. ,
', Insrod* Blo 1 ... ral ., ; :..,.
I, ecirtm para :15 cijuw < ; -:,
mnl< ddfca '. -, a> rncsn >
< >; ,-mimo.-i.;i como o de ..-(.
lasa mni forte*, eo bite'nnli b|.
VMceMcazva .:-. ns pessa "
rv-'HIat.i".
Esu Ululas otttartieai ix.rg.o u pwcao todo -* i
b'juuno Btiii luirouno.
Kuo.o (ttm p..;,,,!, (rsballio nem iK-^za psni :. -^
Irftal, a um pus Oo porTos^o tul, que u:iJ;l dc..<, ......
Mg resaludp de annoi o .-Mudo UbvrvM c toostnu'~.
I ara 1. tuiCar tada a aMagcaa quu n-sultao neos, tom-,e combinado bmciUc .u vlrtudt <-,t*,'i<: At
|.Intas que lio rnp.-.-.il.H na coaltcciu dos [julaj i
coiposidSo tnl qnc a, (BflfrmldaS suc e*to ko uIobM
aecjo, taras > ezej podera rcsUUJu 011 evadi 1 s
Suas proprie^idea pei.cin.iucj esplonio pcucMo, c-.^ /.
dao vijfor i toda, uf.) orgmbu Umaanwd wrripa

Francisco Jos Germann
IRA NOVA N. 21,
acaba de receber nm lindo e magnifico so>
timento de ocnlos, lunetos, binocnloi, do c
timo e mais apurado gosto da Europa o oct
los de alcance para obsenacSec o par <
maritimos.
Chegoii afinal
A pomada galopeas
para cara rpida e completa dos calloi duros.
VIRDISK KA.
Botica e drogara
M
BarAholoncn C.
UKm larga de lUarit^-M
BOTAS
Bota? rossunas, perneiras e meias peroeiras no-
vamente ebegadas, a melher qoalidade que lomo?
visto, ti; armaxem do vapor roa Nova n. 7.
LUVAS
Novo sortimento da luva de pellica de Jonvin,
brancae, prelas e de ootraa bonitas cores para ho-
rneas e senboras; no armazem do vapor ra Nova
i. 7.
Mantenga ingle7a a 800
Vende se mantPiga ingkz or a 800 rs. a libra :
oo prog.esso do pateo do Carmo o. 9.
As molestias que esto ao seo akatao .,.
IV.. * bntywematihedomifaJtmaniHhh*
PADE0IMENT03 DO PUJADO,
,;' ':',' -''' ;": eattril*,ftai, Utotas Zumb-*.
i nmPtm, tfyireptla, ukIb, cegutru MniaL t ;'araMs.
tailo ofb.v. as dn rsaa doo^u .uc cftao2o aiaoo de
BEMEDIOB PCTHOAiVTES.
Ac'a si cat U)t) ta CjUcos o Dro-,iria. ^ unveiit
" O Peitoral de Cereja
E AY1H,
PAHA i PIKiri.\ CUBA DA.
Angina, do CoustipatOos, Toemos, %Uaq*im IbW-
enea, Bronchita, Tisioa prtmaria, Tubercnl
pulmonapes, o t^das as molestias do
Peito, assim como pura aliviar
os ethicos declarados.
A? pi.para.".; do Dn. 4vr.s s:.g v.nida CB8 pdatljaaf
irojulas c toticu do Imperio,
ILEGiVEl


3
Mario W rcn
r*
9"
"fe



t
9
.
DO
i
DB. SEVIAL.
Para o tratamento e cora rpida e completa das molestia* syphiliticas, er's9
as, rheamatismo, bobas, gota, debilidade do estomago, inflammacSes cbronicas do ligad'
baco, dores sciaticas, cephalalgias, nevralgias, ulceras cbronicas, bydropesias, plonn-
uss, gonorrheas chronicas e em ge al todas as molestias em que se tenha em vista a pn
rificacao do systema sanguneo.
Consideraees geraes
A sande nm bem inapreciavel, coja importancia e valor s est reservado ao ent
armo o a?alia-lo. t
incontestavel qne ohomem neste mundo constantemente} e por todos oslador
tacado por urna infinidade de agentes morbficos que todos tendean, dadas certas e rJeter-
nnadas circumstancias, a alterar o regular exercicio das funcgoes orgnicas, resultaono
lesee desequilibrio o que se chamamolestia. I
A molestia no mais do que a desvirtuado das torcas vitaes, occasionaaa,- a,
fondo as investigacoes e experiencias dos mais abalisado mestres da sciencia, pela depm-;
aca> dos humores geraes, consequencia da acc3o maligna desses mesmos agentes mora e ;
icos mtrodimdos no organismo pelo acto da respiracao, pela via digestiva, pelo contacto
inmediato etc. etc. etc. ., ;. ....
A syphilis infelizmente tem sido a partilha da humanidade, e como e tora de dcvi-
ia que esse terrivel Proteo da medicina ama molestia hereditaria, ella tem sido obser-
taa em todas as idades, e dcbaixo de todas as suas formas to variadas, enfraquecendo
ionstituifoes robustas, produzindo mutilaces, e cortando anda em flor da idade vidas
preciosas.
Eliminar da economa esses principios deleterios. e purificar a massa geral dos
lumores tem sido desde tempo immemorial o fim constante da medicina, e es purgati-
tos figuram em primeiro lugar para preencher esse desiteratmi ou fim.
O Elixir depurativo do Dr. Sevial parece merecer a preferencia sobre todos: os
mmonsos successos obtidos pelo uso deste salutar agente tanto na Allemanha, como em
Franca e Italia, o tornam o companheiro inseparavel de quasi todos os doentes.
Sendo as melestias, como cima dissemos, devi'das s alteracoes dos humores, o
Elixir depurativo do Dr. Sevial pode ser empregado vantajosamente na syDhilis, erisy-
peas, rheomatismos, bobas, gota, debilidade do estomago, inflammac5es chronicas do
igado e baco, dores sciaticas, cephalalgias, nevralgias, ulceras chronicas, bydropesias,
plcnnsias, gonorrheas chronicas etc. e em geral em todas as molestias em que se tenha
ir vista a purificacao do systema sanguneo; pois que urna pratica constante tem feito
fijr que elle indispeusavel nos casos gravissimos para minorar os soffrimentos, pre-
parar o doente para medicaces superiores ; e as menos graves a cura a coase-
([nencia do seu uso, convenientemente repelido.
As substancias que entram na composc5o d> Elixir depurativo do Dr. Sena
pertencera todas exclusivamente ao reino vegetal, e grande cathegoria das substan-
:ias depurativas e antisyphilicas; assim, ao passo que este remedio depura o orga-
suo, eliminando os principios nocivos saude, pelo mecanismo natural das eyau-
,xkS alvinas, neutralisa ao mesmo tempo o virus syphilitico quando este virjem.
em feito erupcao ho exterior debaixo de suas multiplicadas formas; e previne tam
Bf-m os estragos dessa terrivel molestia, quando por ventura se ache ella ainda no
tetado de encubaeo, isto sem se ter manifestado sob formas externas: beneficio
OJ5cso, tauto mais quanto neste estado-os individuos ignoram completamente se es-
o contaminados por este terrivel inimigo.
O sabor agradavel d'este Elixir convem a todos os estmagos, a sua accao so-
sre o tubo intestinal suave e benigna, e de nenhuma forma produz molestias med-
tomentosas, como acontece ao purgante dito Le Roy, que na sua qualidade de drs-
tico forte irrita a mucosa intestinal, e consecutivamente a seroza, resultando deste es
'.;-o, militas vexes, .bydropesias, que quasi sempre terminam pela morte to doente.
Assim pois esperamos que o uso deste remedio justifique cabalmente as dos-
is asseveracSes, porque sendo um medicamento to simples na sua composico, a
pratica tem confirmado sua ulilidade.
nico deposito em Pernambrcc
Na botica e drogara
DE
Bartkotomeo Companhia.
3i-B.UA DO ROSARIO LARGA34
'!
HUilE
MENCO DE HONRA
Vende-se em frascos
M, FIGADOS FRISCOS DE BAC1LHAQ -* a. .
lares, pharmacia
W'FW
liLldd
1, roa de Castiglionc,
em Paria.
Al *mmt*mtm*tte, os oros pardos, "um chelro forte, c msis composicSes feitas eom leos
de pelxea communa, taes cerne o etqualo, arraia, o phoca, a lixa, os oleo* dos armadores pescadores,
e meamo o oleo* regetaes, feram imaginados para substituir os verdadetros oleo* de ajao*^
Laatn do arolaio de TtrrXoa. Estes oleo communs ou aeos aairfii dawii an sio
obtidos na industria^or precos mui baiios, em quanto que os verdadeiros olees de ligado de bacalhao
fresco sio relativamente muito caro, visto que para obtel-os frescoi e tem mistura, cumpre exercer
grande vigilancia e ter os malares cuidades nos proprios lugares das pesca, assim como manda faxer
M. Bogg desde o aano de 18^9. Estes oleo* puros de Macnlbaa de TerrmAova de oom
ajKntearam para esta precioso medicamento urna fama universal as molestias io pello, as affee,
escrofmU*as e lymphatas,
, a magma do* nio, etc., e por isse,deram lugar a nocivas a i
fcnililfiri
tola. O oleo de nogo 6 mui fadl de digerir, distingue-se entre os outros leos pela sua
edr de palha, o seo chelro snave 9 delicado, e seo gesto de sardinna Tresca.
O hSLKTOMO favormel do chefe dos trabalhos chymleos da FACULOADE OE HEDICWA DE
PABIS conciue como segu : O leo e* de palha de Jf. Hogg conttm urna terf* parte de pria-
partM e nio aprttenU tlgum de inconveniente! que te
dos palzes estraaSetroa. >
activos malt do que o elees
repara n'etles, quanto ao eheiro e tabor.
V Veade-se eaa todas a paanaacias da
PILULASdeHOGG
So Pll..la nulriaientacs de Bogg, eom popstaa idtsVada, contra, aaaffeeeef
gsstraUjica, igtpepsieat, etc., e nos casos em que as dtgettiet o laborimu, e t vetes, im-
possiveis. .
Doso: urna Biltila antes e dc?ois de cada comMa. ____
To alimento nio seno urna substancia bruta-sem nenhuma virtude nutnmenUl porri-mesma,
a que deixa perecer de inaniclo acuelle que na digtre. *
lima rica cois, basta para operar a transfermacSo dos eltmenoj cm nutrmtntot; esta t
pepsir.a acidificada. (O' LDC1EN COUVISART, medico de S. M. o imperador dos Francezes) (1)
*o Pillas de Boga, eom prplnn mida eom o ferro rrduzlilo pelo trvdrogeaeav
centra as molestia chronicas. e affccce, .,e deltas resultara, p>rtt brancas, hlorosa,menstruaci
ifficl, [oitifiram os temperamentos debilitados.
Duse : de 2 a li pilubs cada da. ifin^iminniM,
. O ferr, irduVido pelo hvdroRenee, C a melhor das prerararoes ferropinosas. (BOCHARDAT.)
,, Com ajida da for\a viva que conten a pepsina, <* alunemos transformam-se em nutrimento,.
Plalas dr Bogg. com pepsina 0 rroto-iodurcto farreo inalteravel, contra as molestias
01
(lAr0 DE FAZENDAS
JPor baratos precos.
Cassas francezas de cores a 240 rs. o covado.
Ditas franc-zas, superior qualidade, grande variedade dejpadres, fazenda de
3/Jrs. a vara, a 320 rs. o covado.
Ditas ditas milito finas a 400 rs. o covado.
Superiores chitas francezas largas de cores fixas a 260 rs. o covado.J
Lindas las de cores com salpicos e com flores] a 320 rs. o covado.
Ditas com palmas de seda a 320 rs. o covado.
Ditas com listas imitando poil de Ghvre a 400 rs.o covado.
Superiores alpacas de cores de duas larguras com listas e com flores, grande va-
ried -de de padres e gost>s inieiramentc lindos (fazenda de 1$ o covado) a 500 rs.
Sedas de cores de quadrinhos e de listas a 800 rs. o covado.
Ricos romeos ou capas de merino, bordadas'e enfeitadas com renda preta, [o que
na de.mais moderno para hombro de senhora a 80, 100 e 120 cada um.
Boas madnpoloes'a 5?, 'G0 e 1$ a peca.
Ditos a 30.
Saperor algodinsinho branco'com 20 jardas a 40 a peca.
Asim como ouiras militas fazendas por menos do seu valorjpara liquidar.
.
L0JA DAS COLUMNAS

DE
Antonio Correia de Vasconcellos & C.
Ra do Crespn. 13.

T
O

Cu
O
a. s
*
o
.
|
s
a
B
es
o
ai c
S
s o>
a
o o
*J -
O O o
c^
O
-1
a
A
c
*
H
5
o
O
s
a.
o
2"
o tt.
9 ET.
& i
cr.
o
B

fi>
o>
o

en'
ET
c-
o
3
1"
o
O.
CD
B
V
Cu
ce
5
g
a
es
W
O.
o
co
B
w
Vi'
O
a?
3
O.
Cu
CD
a
"
CD
a.
a>
Bl
c
o
o.

co
B
<
O
o
CD
ai
Cu
03
M
B
"s
O
"O
o.
o
n
CD

Cu
O
ce
g
C
O
en
B
B

Cu
so
B
Ot5
a" 5d
3

B
5
1
S
B
B

3-.
B
s
Cu
CD
CD
O
OQ
s
CD

n pepsina o rroto-iodnreto farreo inalteravel, contra as mol
escrofulosas, lym:hatkw, e sypliilitkas, a tsica, cachexia chlorolieu, e as afecfes atnicos |
aa economia.
Dose : de 2 a /i pillas cada dia. -
A pepsina, pela sua uniao com o ferro e o ledo, modifica a aceto excitante (Testes dois precioso
agentes sobre o estomago das pessoas nervosas ou irntaveis. Hemono apresentada a Acaicmw
limterial de mediemn dr, Pars. __ .
Bogg, pliarmaccutco-chymico, roa de Caotigrloiie, nico proprictario e preparad*.
Frascos de 100 c do 50 pillas hermelioamtnle tapados.
Deposito as principaes pliarraai ias.
(i) Vd as obra ntituUda etrfa e CmumpcHo. Eituis stlre os alimente* ( M nulrimtnltl.
Vende-se na pharmacia fraoceza na ra Nova de P. Mauror & C.


.
^OlOMfy

-




PARA UZO INTERNO
PREPARADOS SIMPLES,
Xarope de jurubeba garrafa......... 10ooo
Vinhode li$6oo ,
Pillas de vidro......... 106oo
Tintura de 64o
Extracto hydralcoolico de jurubeba 1205oo
PREPARADOS COMPOST0S.
Vinho de jurubeba ferruginoso garrafa. 20ooo
Xarope 106oo
Pilulas vidro.,. 20ooo
Oleo de jurubeba vidros---- 64o
Pomada de pote...... 64o
Emplastro libra..... 205oo
PARA UZO EXTERNO
A JRUBEBi.
Esta plantaje hoje reconhecida como o mais poderoso tnico, como i i exce
lente desobstruente, e como tal applicada nos engorgitamentos do figado e baco, na-
hepatites propriaraente ditas, ou ainda complicadas com anazarchas, as inflammacoes
subsequentes as febres intermitentes ou durezas, nos abeessos internos, nos tumores es-
pecialmente do tero e abdomen, nos tumores glandulosos, na anazarcha, as hydrope-
zias, erysipellas; e assocada as preparaces ferruginosas, ainda de grande vantagem
as anemias, chloroses, faltas de menstruacSo, leucorrheias, desarranjos atnicos do esto-
mago, debilidade organicas; e pobreza de sangue, etc.
O que dizemos affirmam os mais distinctos mdicos desta cidade, entre os quaes
podem os citar os lllms. Srs, Drs. Silva Ramos, Aquino Fonseca, Sarment, Seve, Pe-
reira do Carmo, Firmo Xavier, Silva etc. Todos elles reconhecem a excellencia d'este po-
deroso medicamento sobre os demais at ho ? conhecidos para todos os casos citados,
tanto que todos os das fazem d'elle applicacaV.
Apresentando aos mdicos e ao publico em geral diversos preparados da juru-
beba, tivemos por fim generalisar mais o uso d'este vegetal, fazendo desapparecer a
repugnancia que at hoje sentiam os doentes de usar dos preparados empricos d'elle, o
mais das vezes repugnantes a tragarem-se, e que tinham ainda a desvantagem de nao
ser calculada a dose conveniente a applicar-se, o que torna muitas vezes improficuo um
medicamento, que podena produzir ptimos resultados.
Os nossos prepados s foram apresentados depois de haverraos convenientemente
estudado a jurubeba, fazendo as experiencias precisas para bem conhecer as propriedades
medicamentosas d'esta planta em suas raizes, folhas fructas ou bagas, e a dose conveniecc
ea appcacSo, tendoalm d'isto procurado levar os nossos preparados ao maior grao de
tperfeicao possivel, para o que n5o poupamos esforcos, nao nos importando o pouco lu-
cro que possames tirar.
Por tanto os que se dignarera recorrer aos nossos preparados podem ter a certeza
de que elles offerecem a garanta, de que se pode encontrar a prompta e infalhvel cura
de qualque dos soffrimentos, que deixamos innumerados, se forem em tempo applicados
tendo alm d'isso, medico ou doente a vantigem de escolher as nossas variadas prepa-
races, aquella que melhor Ihe pode convir, j pela fcil applicaco, e j pela complicaco
das molestias, idade, sexo, ou ainda natureza de cada individuo.
As nossas preparaces ferruginosas sao feitas de forma que se tornam completa-
mente soluveis nos suecos gstricos, porque procuramos os compostos de ferro que como
taes esto hoje reconbecidos.
Para aquelies que mais mmuciosamente queram conhecer as propriedades da
jurubeba, e saberem a applicaco de nossos preparados, destribuimos gratuitamente
em nosso deposito um folheto, onde tratamos mais extensamente d'esta planta o dos nv -
mos preparados.
Deposito geral it todos os preparados
Botica e drogara
34Ra larga do Rozario34
0 cordeiro providente
Na antiga loja de miudezas a ra do Q-
r- mado n. 16.
Tendo sempre eco vista nio roabir o tempo aos
;eus tregneie^, com extensot .anoooeto ; ms
umbem gao qoereodo qae os mesmos fregoeze
igoorem o qae de noto tem elle recebldo, por Isso
r-ufnidsrn o dir': cbegiMo assim e eo-
nbeeimeolo de todos qae a dita loja do Cordeiro
Providente, roa do fineimtdo a. 16, receben o te-
gainte :
Uonitas e doradoras ligas de pellica para roela?,
tanto para senboras como para meninas.
Leqaes de diversos e modernos gostos.
Peale* com enfeites doarados e nao doorados,
para meninas.
Coques simples eenfeltados, moldes Inteiramen-
M DOVOS.
Bom papel em ealxlnbas Uso, pintado donra
if'i e timbrado, e outros mallos objuctos, qae meo-
tona-Ios seria bastante enfadonbo, e qae se ven-
te em dita loja de miadezas do Cordeiro Previ-
dente, roa do Qaeimado o. 16.
IVSo faltara Core,
0 Cordeiro Previdente a roa do Qaeimado b. 16
i>*m constantemente am lindo soriimeoto de
tris e bonitas flores, por isso qnaodo algnma ba.
tolidosa joven qaizer preparar qaalqoer enleje de
helio gosio deve logo lembrar se qne ba dita loja
do Cordeiro Previdente, a roa do Qaeimado n. 16,
nso falta m flores.
Para alvejar os dente.
O cordeiro previdente a roa do Qaeimado n. 16
receben do bem conbecido fabricante Jonb Gos-
uell & C. orna ptima qualidade de pos para den-
les aromatisados com cantora qae realmente lem
merecido todo concelto porqae nao s al veja per-
feilameote os denles come tambera conserva-o?
sempre no melhor eftido de perfelcio, assim pois
im-iram vir comprar ditos pos na mesma loja
do Cordeiro Previdente, roa do Qneimado n. 16
Enfeites cora pontas.
o Cordeiro Prevldeote recebea am lindo sorll-
roenlo de enfeites com pontas para vestidos, tanto
de seda como de laa qae combinara pertitamen
t4.com os cintos modernos do mesmo frmalo, por
isso para poder enfeitar-se cem goslo qoalquer
vestido indispensavel comprar-so ditos enfeites
ni mesma loja do Cordeiro Previdente, a ra do
Qaeimado n. 16.
Chapellnas de seda
Modernas e bonitas cbapelinas de seda para se-
nhora receben o Cordeiro Previdente raa do Qnei-
nado n. 16 e por ser pequea a qoantidade re-
cetada, qaem pretender ama moderna e bonita
chapelina deve aprecar-se em candar compra-la
em dita loja do Cordeiro Previdente a raa do
Qaeimado n .16.
CAIXINHAS ENFEITADAS.
Estas muito desojadas caixinhas vasias e enfei-
tadas com gosto, que tanta eitracca tem lide e
qae realmente servem para diversos flns, existem
na loja do Cordeiro Previdente a raa do Qaeimado
n. 16 am completo sormento de ditas caixinbas e
sao vendidas por precos to rasoaveis, qae o expe-
dente fregae nao objecUra' em compra-las em
dita loja de miadezas do Cordeiro Providente a ra
do Qaeimado n 16.
PONTE1RAS E CHARUTOS.
O Cordeiro Providente, raa do Qaeimado n. 16,
tem nm bom sortimento de Bnas pooteiras para
cbarotos, sendo lisas e com flgaras em alto rele-
vo ; e para que os seas fregaezes n8o se Incom-
modem em comprar charntos em algamas das io-
jas de charoteiros, reeebeu tambem am bom sorti-
mento de Anos charutos do afamado fabricante
Parlado de Simas; assim, pois, encontrarao os
apreciadores um bom sortimento na dita loja do
Curdeiro Providente, roa de Qaeimado n. 16.
Para offertas no hospital por-
tugnez.
Bonitas cestinbas com fructas de cera, obra de
muita perfeico e bom gosto.
Para cortar moldes e embrulhar faiendas.
Vende-se papel Dardo foira grande.
Para lostrar calcados.
Vende-se superior graxa econmica.
Vende-se papel para matar moscas.
A loja do cordeiro previdente
Ra do Queimado d. 16.
Nella acbarao os prelendentes nm grande e va-
riado sortimento de perfumaras unas, tanto ingle-
zas como francezas, sendo:
Finos extractos para lencos.
Baobas e pomadas para cabellos.
Oleo phlloccme e baboza para dito.
Pos hygienicos para denles.
Ditos campborados para ditos.
Opiata ingleza e fraoceza para ditos.
Pacutes com pos de arroz.
Vasos de porcelona para ditos.
Ssbonetes para mi e barba.
E mallos outros objectos qae serlo prsenles
ao comprador qae se dirigir a ra do Qaeimado
n. 16, ioja do cordeiro previdente.
Baorieijas pequeans.
Vendem-se na ruado^Queimado n. 16. loja do
cordeiroiprevidenie.
Charutos
da acreditada fabrica de '.Jos Furtado de
Simas."
^Fabrica e fundado it bronz
\outros mttaes, caldeiretro,
latoeiro, e funileiro^ situada
na Soltiadt, ruca o Prin-
cipe n. 3, e com deposito na
ra Nova n. 38, co cidade
do Ikcife
DE
BRAGA AS6MPM0
Fabricam-se ueste importante estabeleci-
mento todas as obras concernentes as artes
respectivas como sejam:
Alambiques de todos os tamanbos em
feitios, os mui acreditados aparethos de
Derosne com as dimencoes delicadas dos
fabricados em Franca.
Fabricam-se avulsas quaesquer pecas des-
apareaos, como sej'am o dilatador, ratifica-
dor e condensador, ou esquema garapas,
resfriador, serpentinas interiores.
Fabricam-se bombas de todas as dimen-
coes e qualidades, pelo systema francez ou
americano, simples, de presso, repino, e
com especiaiidade a estncanos]assim-p
nominadas pelo enorme volme de agua
que absorvem calculada em 100 pipas por
bora, e das quaes algumas esto | rompas a
serem experimentadas.
Existem bombas por este systema, me-
nores, para regar sitios, garantindo-se nao
s sua duracao como a grande quantidade
de agua que fornecem pelo que sao cons de-
radas boje as primeiras bombas conbecidas.
Todas as mais obras se fabricam vonta-
de dos freguezes e a seu capricho.
Existem sempre promptos no deposito in-
dicado na ra Nova n. 38, um completo sor-
timento de obras solidas, bem construidas e
a precos rasoaveis, como s3o alambiques,
serpentinas, taxos, passadeiras, repartide-
ras, escumadeiras, cocos, candeias, e muitos
outros oteBcilios preprios para engenhos,
como sejam mancaes de bronze, parafuzos
para rodaste agua e outres.
Cavilhas, machos para lemes, pregos de
todos os tamanbos e para o forro de cobre
de navios.
Aprompta-se todo quanto diz respeito as#
obras de lato torneadas e polidas com toda'
a perfeicSo.
Vlvulas para tanques de banbo, torneiras
de todos os tamanhos e qualidades, assim
como todos os ornamentos para militares,
botoes para farda, aparelbos para barretina,
nmeros, espberas, espadas, cornetas, alam-
padas turbulos, caldeirinhas, savtas, almo-
farizes, perfumadores.
Obras de folbas de (landres de todas as
qualidades, bahs, bacas, bules e outros
utencilios domsticos.
Lampies para gaz para engenhoi, folha
de flandres em caxas, folbas de cobre e la-
ti, tubos de chumbo para encanamentos de
todas as dimencoes, folbas de zinco, estanho
em barras e verguinba, lancees e barras de
chumbo, vidros finos psra espelhos, de co-
res, bordados, e opacos, e oulros para v-
dracas, diamantes para cortar vidros, cadi-
nhos ordinarios e de patente, rea para mol-
dar, folies para ferreiro, lavatorios com ba-
cas e jarros, trra podre e outros ioumeros
objectos proprio de taes eslabelecimeotos.
Sendo todas as obras inspeccionadas e
feitas sob a direccSo do socio administrador,
Jos Baptisla Braga o qual se acha de novo
especialmente incumbido da gerencia de t5o
importante eslabelecimente, isso urna ga-
ranta pela sua longa pratica, que tem os se-
nhores freguezes de que serao servidos a
contento, com promptidSo e preco commo-
do, pelo que os proprietarios lhe serao agra-
decidos.
Paris, 36, Raa Vivenae, D
CH*B!!pecimspai.
Vendem-sejna loja^doeordeiro.previdente a roa
do Qoermad
sjna loj
ojn. 16
GRftNDE BAZAR
RA NOVA N. -0 E 22
DtPllBATIF
au;SAi\G
mpim
Machinas para descarocar algodo, do mt
Ihor autor que tem apparecido na Americr
E' tal a execucSo do macbinismo, que o al-
godo sane qoasi to perfeitocomo o debo
landeira. Recommenda-se a attencao doi
Srs. agricultores, estas machinas.
GAZ GAZ GAZ
Cbegon ao antigo deposito de Henry Forster A
C, ra do Imperador, am earregamento de gaz di
primeira qaalidade,o qual se vende em partidas
i retaiho por menos preco do que em outr* qual
raer parte.
PICHE
AS ENFtKMIUAAS DES SEXUAES, AS AFFIGr
:S r-JTAtVKA'S. E A '.TERAgOES DO SANGUi'.
' 10,000 curas das w/n'/ijtni*,
pstulas, herpe*, sarn,
comixoet, acrimonia, a.
Iercots,vicio*a* dosangut\
_ tM'nw, alteracoe* do m>>
gue (\aro(rt veelal fm mercurio). Bi-pni-k-.,,, -
tcf&tavm Hl\Han MjrfKRAES tomao-se dOk"
por semaoa. seguimlo o iraciamenio Dtpuraiwo : '
empregado as mesmas molestias.
Este XaropsCitrsetadtl?- >
de CHAliLE. cara aj*i*di.>
lamente qualquernuryacoo,
rtlaxacao, e deoiliatide,
usimenie os p.uxos e f.ortt
tranca* das mulheres. Esta injaefao benigna i&
?rega-sseom o Xarope ds Citraclo de Ferro.
eaisrroidaa. Pomada qas as cara a tras diaa,
POMADA ANTIHERPETrCA
Contra: as afftceot* cutneo* comixeat.
PILULAS VEGETAES DEPURATIVA!
A* tt' Ckaie. cada frasca val atceBfaasJo i'aaf
WaStB
AVISO AOS SRS. MDICOS.
Cura caiarrhoi, osta*
coqueluche! irriurfe*
nervotat tas dot bren
chitH c rodas at du yeito; ha- u: ao iloento
uoia cutlii- r'-hclrt du.-U: xarope O' ''orckt.
Dr. (Ilikin coi Parix. raa Vlvlaaaa. n-
A yenda na pharmacia de P. Manrer y
e C, em Pernambuco.
TERDAOEIRO l?, RO
Siro^du
tPORGET
it Itt.'VaBKT
Rus do Seta
, Socltnr-Niriiwta
81, a. PA.HIS.
Lazinlias a 160 e 240 s.
Vendem-se laazlDhas escocezas muito bonitas
pelo baratsimo- preco de 240 rs. o covado, ditas
miodinbas para acabar a 160 rs. : s na loja e
rmazem do Pavo roa da Imperalru n. 60, de
Jama & Silva.
t
..... ---------------------------__-
ssovoe grande depositle superior oarv^) de Cardiffa
Babia.
nto.o.rncondio^smais favorav*,qae ,, oadqaalqoer deposito, a todos os navios a vapor fue
cwam naoaejle porto. Aeontraur uesUcooflwni-go AiwMatreus^ *
ao
Cassas finas a 240 e 320 rs.
ias de seda preta a ISf] e a
Crespo n. 17.
b covado, basqpt-
W: na rD||do
Fundi^ao d'urora em
Santo Amaro.
Completo sortimento de taizas batidas e fundi-
das, alambiques de todos os tamanhos e fondos di
ditos, raoendis de todos os tamanbos de superior
qualidade, crlvos e boceas de fornalba, o qae ludo
se vende por commodo preco.
-
Vapores.
Vnnde-se em casa de Sannders {Brothers & C
o largo do Corpo Santn. II, .vapores patentes
om todos os pertences proprios para faxer pnover
o quatro machinas para descarocar algodic
Vende-se piebe do gaz proprio para
asphalto, ealafetos de candas,
assoalbadoa, assim como para rebocar
cisternas, conductores d'agua,
etc., etc., em grosso : ns fabrica do gar, e
a retaiho, no armazem da Bolla amarelia,
travessa do Imperador.
Condeeoraces
A bem conncMa loja de jolas de Moreira A
Dnarte, a' na do Cahng n. 7, acaba de receber
porcao de babitos e ofBclalato da ordem da Rosa,
e babitos da de Cbristo de diflforntes tamanhos
qae vende por presos mui razoaveis, alm disso
continua a ter como sempre om completo sorti-
mento de joias.dos gostos mais modernos para' as
qaaes conta com o concurso da seas bcos fre-
taeies.
Fie t 8igtdn da Bak [
Vende-se no ucriptorio de Anlonw LqU de tti-
veira Azevedo & C, raa da Cruz n. 57.
m ai ssxrafa, ?1, tott* a rolli c pcat aja;
que Iea o mtu unetc, um rotulo Imprenta m tau-
rll com Sblo taraiAi. ao otirso nuaxi.
If, *. htmet-
, ~ t,m Wndo-stuma Misa
/ cY^yi^-JTD ** so ,ri"co* ut-
krsParii.acHIarcl
a 60 i de Titol,
aeaxlaio,t:nrs-M
4o ab&t&rnto e Ao
alar himu, .,
Deposito na pharmacia de P. Manrer i
C. em Pernambnco.
Col superior
Vende-se do esnriptorlo de Antonio Luix de Oii-
veira Axevedo & C, roa da Groa n. 57.
gi^rior Tiked-W?U
Vende-ae no escriptorio de Antoi
veira Aievedo & a, ra da Groa
de 12 garrafas.
------
i
deOti-
im calas
q otee?} y-i>its<
frfc annawt a}in! tsttUt
84


1
I
',

'
<(
I '
li

I
j
isa
I
BUrl* de l G
Collares Eoyer
o Inodiaes electrices raajiieticts
. : epQ*U eredita do
Wja da agaia braaca roa do Qoeimado n. 8
^ Apregoar anda os prodigiosos effeitos dos
-oairas ttojor j nao eojiuar ou nerer
iBtrodazir novidtdai, porqae a fama de sua
efflcacia tena-so tanto estornudo, e os seus
rehzes resultados a tal altura elevado, que
ooje rara a pessoa que por experiencia
proprta, ou por intermedio de seus amigos
e parentes. ignore ou desconheja as virta-
aes desses sempre apreciaveis collares
Royer.
A aguia braaca porm se gloria de concor-
rer para una to justo flra, se nao por ou-
ro modo ao meos por ter sempre, e cons-
antemente um completo sortimeuto desses
collares magnticos, que bem se podem cha-
marsalva vidas das criancas.
Resta anda que os senhores pais de fa-
milia-se tacara convencer (de que convem
nSo esperar que as criancas sejam atacadas
do mal, e por sso necessario ou conve-
niente que com antecedencia se deite na
cnanea um desses collares para assim estar
ella preservada das convnlcbes e se contar
livre dos rigores da denticao.
A aguia branca ra do-Queimado d 8 r?/ ^ aail gSl-
contiaa a receber nnr I/uac n* ,.wJ. i ?e*.P?ra senboras, sendo estes de ultima moda
MUITAS FAZEYDAS
LOJA e ARMAZEM
DO
ra do Crespo n. 9 A, esquina da ra do Imperador
Acaba de chegar pelo vapor Guienne, um variadsimo sortimento de fazendas que dizam os
nossos correspondentes qae Toram as meihores, as de mais gustos e noWdades que encontrarara em
fan, e por [sso muito recoromendamos a apreciacao do res-peitavel publico, os seguintes artices que
so eocontrarao na luja do Passo.
Riquisslmos cortes de seda de cores, com lindos
matires completamente novidade.
Lindissimos vestidos de eambraia branca bordados
coro gosto.
Ricos basqoine?, primorosamente bordados, e ulti-
ma moda era Parir.
Ri3as-f**5J1*p*,iJBa*,de seda, palha a Imitacio
P
por todos os vapores
francezes a quauttdade que ha contratado e
por isso acha-se ella sempre provida dos ver-
daderos collares Royer eletricos magn-
ticos. 8
Novas chapelinas
de fiua palha ta Hala.
A Agma Branca, a' ra do Queimado n. 8, rece-
ben um novo sorlimeoto de bonita chapelinas de
una pama da Italia, ornadas cora delicadas flores, e
como sempre a Aguia Branca as vende por precos
eomroodos. v v
Rap Viajad e Paulo Cordelre
A loja do cordelro previdenie a" ra do Quelma-
di n. 8 recebeu nova remessa dessas qualidades
do rape.
Frenos vantajosos
as miadeza8 do grande estabeleci-
meato de Sooza goares k Irmo.
Ra Nova n. 28.
Yendem em grosso e a retal h o.
muito superiores, libras sortidas
em Pariz.
Liodifsimas gravatinhas para senboras.
Lindos colares e voltas de vi Irilbo e seda, ultima
randa e ioleira novidade.
Collarlnbos, pouuos e gravatinhas de Cbuny, com-
pleta novidade.
Riqoissimos leqnes de marflro todos abertos e de
ultimo gosto em Pariz; assim como de sndalo
madreperola.
Riqoissimos vestimentas de cambra las primorosa-
mente bordados, com iodos os pertences para
crea ocas se ha plisar.
Ricoi vestuarios de cores, todos completos para
meninos de 2 a 4 annos.
Mantas de blonde par,a uoivas.
Mofriantiqoe, grosdenaple sedas preta, branca
e de cores.
Riqoissimos cintos, ultima moda.
Ricos enfulles para senboras e meninas.
Liudissimas cbapeliaas de seda e da palha para
meninas.
Riquissimos corles de fantasa para vestidos de s-
nhora.
Lindos corles de la para vestido, novidade.
Cbapeos de castor a canotier, ultima moda, para a
rapasiada em Pariz.
Grande deposito de luvas de Joavio recebe-se por
todos os vapores grande sortimento.
Casemlras cambralas. Has, mossellnas, precalias, cbitas e urna InBnidade de obieeios qne
aeixamos de mencionar por se tornar macante.
Isto s na loja do Passo ra do Crespo n. 7 esquina da do Imperador.
mals Inferior a 1$500 e 13800
Liobas noveilus.
a 23200 e 25O0.'
Dita em nvelos,
, a dita.
Dita branca ero caixas de SO nvelos a 640 ris
Dita para marcar, caixas de 16 ditos a 2i0 rs.
Dita branca era ditas de 10 ditos grandes a 360.
Dita em carros de 100 ardas a 360 rs. a doria-
Dua em carros de 200 jardas a 40300 a duzia.
Diu era candes, branca e preta, a 160 rs..a dita.
Roietaa de cores em canas de duzia, a 10500 a
dita.
Grampas com cabeca de vidro a 160 rs. a dita.
Agnlbeiros piolados a 240 rs. a doria.
B. loes de raoedlobas dooradas e prateadas para
pannos, a 10900 a duzia de pares.
Ditos de madreperola, para camisa, a 300 rs. a
groza.
Ditos de osso, para calca, a 240 rs. a dita.
Durabas com soldados de chumbo a 120 rs.
Espelbos de moldura dourada a 10400 a duzia.
Pentes de lco dourado, para coco, a 60 rs a
lula.
Ditos de lacos lisos, para eoc, a 30500 a doria.
Ditos dourados, com flores, 20400 a duna.
Ditos de blalo, multo bons para alisar, a 20300
e 20400 a dita.
Dedaes amareios e prateados, finos, a 240 rs. a
dita.
Clcheles em caixiohas a 640 rs. a dita.
Ditos em cartoes a 600, e 900 rs. a dita.
Pecas de fita para coz, larga, com 10 varas, a
500 r?. a peca.
Fitas de seda n. 1 /2, pegas com 8 varas, a 260
rs. a dita.
Cadaco branco para ceroulas a 560 rs. a duiia
de pegas.
Laas de todas as cores, para bordar, a 60500 a
libra.
Phoepboros de cera, em caixiohas, a 360 rs. a
duzia.
Ditos de pa encerado, sem chelro, a 360
duzia de caixrabas.
Ditas de cera, em caixas grandes de folha,
04OO a duzia.
Druidas da Dnutrina Coristaa a 320 rs.
brelas de colla, m nixinhas, a 320 e 500 rs.
Sabonetas finos a 800 e 10 a duzia.
Facas e garphos cabo de eso, fazenda boa. a
20500 a duzia.
Ahumaduras finas para coletes, cintos cem ve-
las ae crystal, e multas outras qualidades, pulcei-
ras de cenias, pentes com pedras para coqoes, en-
feltes para cabeca, um completo sortimento de per-
fumarlas de todas as qoalidades. oaiariohos, can-
deeiros a gaz, ferragent de todas as qualiJajles etc.
etc.; a roa va n 28.
rs. a
Lealdade
Este eslabeleeimenlo a rna da Imperatriz n. 70,
recebe de sua conta por todos os paquetes france-
zes diversos objectos da ultima moda de Pariz,
como seja oonitos coques lisos e eofeitados, Otas
de sarja, ditas de seda lisas o or Jada* de todas
as largaras e de superior qualidade, lindos sapa
tos de mene, da casemira e la, toncas de laa,
muito bonitos chapellrabos, babadinhos e ntre-
melos com Hado* bordados; grvalas de seda pre-
ta e de cores para bomem a senboras ; as verda-
deras lavas de Jouvin brancas e de cores muito
benitas, cartelras de diversas fetias e lmannos,
matas de muito boa qualidade, para bomem, se-
nboras e menioos, oro lindo sortimento de bicos,
espartilbos, toocadores de jacaraada' de diversos
taroaobos, filas de velodo, trancas pretas e de co-
res, lindos enfeites para vestidas, cintos de diver-
sas qualidades muito bonitos, albuns, aboioadoras
para eolletes, lia para bordar-da superior quali-
dade, urna infioidade de botillos briBqoedos para
crlaocas, as meihores perfumarlas de Lubim, Plver
e Conarat sociedade Hygeoica, iramencidade de
objectos que deixo de mencionar para nao se tor-
ear massante, ludo por presos muito coamodos.
------

""

GRANDE BAZAR
-naNova n.20 e 22
Machinas pa a costura do autor Wbeek)
& Wilsoo, chegadas ltimamente da Ame-
rica : oas qoaes pode cozer-se com dooi
pespootos. todae qnalquer fazenda, emba-
tnbar, frangir, bordar e marcar roupa; tudt
com perfeic3o. S3o t3o simples, que coa-
prehende-se fcilmente-a maueira do traba*
lbo 6: a pessoa tendo praiica de coser em m>-
rbioas, pode, fazer por da o servico que ti-
ciaoa 30 costureiras.
Chama-se este estabelecimento a attet-
c5o do publico, visto que elle se acha con
ptaameoie sortido de objectos de gosU.
cwno bem leques de madreperola e de ate
dalo, fivelaa, fitas para cinto, cokes perft
marta e etc,
Na roa ora n. 20 e 22. Caroeiro Viai-
na 4C.
ANDE 1V0V
AUGUSTO PORTO i C.
11Ra do Queimado11
fazndas finas
Vestidos de b'ond para noiva com manta e capella.


fina da Iirpera' a.
be
T a GAIflA A SILVA.
, J t8 ^ dene grande es, abelecimento resolvido liquidar a maior parte das
SSl!?,6'3" veDde^ com- gr30des abatimeotos em precos, assim como teem
E!. bfe nB? grande porcao de fazendas novas tanto inglezas como francezas,
ff u,88ss' ^em. d.estlQ3Jd0 venderem-nas mais barato que em outra qualqner parte
mimim nPnr?rem *nhe,ro' dand0 d ^das ellas, amostras deixando ficar p.nhor, oo
as pSr?; ? Var 6I? CaSa S exce,l8Dtissimas Emilias pelos s^us caixeiros; assim como
mnlnTJ ne80c,am em P^aena escalla, neste estabeleeimeoto comprarao pelos mes-
Srlii CLq ^Tpravam na.s caS3S in8'ezas' gacbando-se apenas o descont.
bord di ZZtT2ZA ba Tf" de liras Vendem-se um grande sortimento de cri-
Smf.n ^'08' achara ora graode nolnas m ba|5s de arcos para senbora pelos
na loja do
sortimento para escolher e porireco muito
mais barato do que em outra qualquer parte,
na loja e armazem do Pava, ra da Impe-
ratriz n 6o, de Gama A Silva.
Fazeadas para luto
Pavo
Vende-se setim da China com 6 palmos de
largura proprio para vestidos a 25 o covado,
laaziohas pretas lisas, alpacas com listra bran-
ca a 1,5 o covado, cassas brancas com listras
pretas a Seo rs. a vara, ditas pretas lisas e
com silpicos vara a 5fio rs. ditas francezas
com listras e ramagens vara a 8oo rs., me-
baratos precos de 20, 25ooo e U por haver
grande porc3o, na loja e armizem do Pa-
v3o, ra da Imperatriz n. 6o, de Gama A
Holre-antiqne.
Vende-se superior moire-antiqoe de fr, rom
algom toque de mofo, por preco moito barato, para
acabar: na luja do Pavo, ra da Imperalrii n. 60,
de Gma & Silva.
PECillXCIN
Em c.lrs de la


r.rn"A nMi VnT"BC"^TZ *" UU.IS? Bie1 Vendem-se superiores cortes de la matizad
rmo preto, alpacas e prmcezas, mais barato'com 15 vados, pelo barato pr<


Silva.
PALITO'S DE PANNO A 60
Vendem-se palitos de panno preto saceos
a H, ditos sobrecasacos a lo, calcas de ca-
semira preta a 60 e 75, d ta muito Unas a
receber e vende por commodojpreco as segointes H e lo, finissimos sobrecasacos de panno a
, 2o( e 25j5, calcas de casemira de cor a e
85, um grande sortimento de coletes de toda
a qualidaie e outras mu as qualidades de
roupas qu se vendem mais barato do que
em outra qualquer parte, na loja e armazem
do Pav5o, i ua da Imperatriz n. 6o, de Ga-
ma & Silva.
As salad do Pavo a 3^5OO.
Vende-se .urna grande porcio das mais bonitas
salas brancas com Iradas.barras bordadas de co-
re?, leudo 4.pannos cada orna, sendo fazenda lo-
teirameute moderna, pelo barato prego de 350 >
cada urna seDdo fazenda que sempre se venden
por muito mais dinheiro ; na loja e armazem do
Ravao,. na ra da Imperatrix n. 60, de Gama A
Silva.
CASAQUINHOS DO PAVAO .A 18& 2o
L 25tf 'M
; Cbegaram o mais modernos casaquinhos
ou jaquetas de grs preto, ricamente enfei-
tadas sendo uns com cintura e outros soltos
conforme se usa ltimamente e vendem-se
pelosbaratos precos de i8&,2o&t 250e 3o0,
na loja e armazem do PavSo, roa da Impe-
ratriz n. 6o, de Gama A Silva.
Camlslobas a 3.
Tendm se as mais moderoas camisinhas com
mjoguitos lanto bordados como de pregoinbas coro
elegantes puohos e bonitas abot.adoras pelo bara-
tmprego de 3I00 ; na loja e armazem do Pavo,
ra da Imperatriz n. 60, de Gama A Silva.
pkkiocha em casimiras a 160 so o
Pavo.
,----------~-----------------------, r-. o.o.u prego de &# o rrte,
ao que era otitra qualquer parte, na loja do! ,ft0 na '-i e a^maz^m no pavo, ra da impera-
Pavo, ra da Imperatriz n. 6o, de Gama A StSM? ,J.araa_& Sllva" -
MOLESTIAS 00 P1T0
atso Importante.
( nices veradelros xarepes rf- bypnhoct:!ii-
tos de seda, de cal e de Ierro do L r. Cra-rhill tra-
zem a firma qoatro vetes repetida rtvi ^blo me-
dico sobre o subscripto e a marca ce fabrica da
pbarmacia Svrann, II, ra CasilgcoH. Par.
Acna-se a venda em frseos quadrados ero o nA-
me do Dr, Cborchill no vidro. Preco 4 frteos eOi
Paris : Com instrueco
Soperor ppnn deafgodo a Baha"
Vende-se no escrlptorio a? Aniooi Lult de Ofl-
vHra_Azevedo A C, madaCruz o. S7.
Atiendo a Iiqrd.-c(T~
O arrematante da loja de ^rra^c- fie Qoao
hebasiiao JoseVda Silva na ra Nova o. 3f, fsiaodo
revolvido a acabar cem o reliante aa. fcrrsgens e
miodezas existentes ero dita lija, e pir issi cenvi-
aaaorespeiuvel publico a se mooirem de ditas
terneeos e miodfzas por penco dioh^ro, u s e-
nncres de eofeiiho a approvtitar.ro a ccas-o de
coreprar alambiques e seos reiteres, t oqu^Dlas
garapa, e aos siircies artistas wersas furamen-
tas e ferragens, assim como arada lm .in.s para
igrpjas; apprcveitemaccrasiao.
Fra acabar
,IfAde?.5e facccs com ,irDt,a de Eodloca d
-otyaa, asm como s ecos cm fe-'i3t. por
baratissimo prrqa: no irspicbe fe[o de Liv.-a-
ment no Porte ao Matos n. 15.
Vende-se urna attr.acSo propia rara qual-
quer eslabelecirrent", envemisda; na rea Direila
n. 62, e tambero se allnga a mrsm* ca>a que (ffe-
rf ce commodos para se murar; quem a pretender
dirija se a ra Escravos ftindos"

ambraias laigus
Ricos vestidos de eambraia branca bordadas < que ha de melbor.
Cortinados bordados e admascados para camas de 20$ a 8ojJf.
Ditos bordados e admascados para janellas de 9$ a 2ojjL
Colxas de seda e laa e seda para cama de noivas.
Basquinas modernas de muito gosto de 20$ a 5ojl.
Toalbiohas de croch para cadeiras e sotas, e colxas de croch para camas.
Chapelinas de crpe branco, e chapeos de palha da Italia para senbora.
Moir branco e preto, grosdenaple preto e de todas as cores para vestidos.
Camisas para homem francezas e inglezas de linho, e de algodo.
Goardapisa de crinofine para fazer mais elegantes os v< stidos de 15a e de seda
a 32o rs. a vara.
Superiores saias bordadas de linho, camisas e camisinhas bordadas e lecrl de
eambraia bordada para senhoras, ricas toalhas bordadas com muito gosto, e lindos ves-
tuarios para baptisados com o respectivo enxoval.
L5as com listras de seda de varias cores a que ha de mefhor.
Chapeos brancos de castor, e ricos chapeos de sol ioglezes para homem.
Malas de diversos temanhos para via^ens.
Panos finos e casen ras pretas e decores e outras omitas fazendas que se ven-
dem baratissimo.
Este estabelecimento contina a receber as meihores.
Esteiras e alcatifas para salas.
iiRa do Queimado11






N. 64-----Ra da Imperatriz-N.
Xova loja de miatlczas e arligos de modas

DE
SILVA & NEVES.

Os propietarios deste novo estabelecimenlj offerecem ao respeitavel (1^
publico desta bella cidade, e do interior um lindo e escomido sortimento de S
ggg miudezas e artigos de modas, concorrendo para isto o terem na Europa, pes- ^S
soas habilitadas a executarem suas encommeadas no que houver de mais no- 5
vidade e gosto, e garan'tem vender pelos precos mais rasoaveis do que em
^g outra qualquer parte apar de maneiras delicadas e sinceras.
Aeabam de receber pelo vapor francez Guienne, os seguintes bel'os
artigos de moda e fantasa.
Luvas de Jouvin para senboras e homens, de todas as cores.
Livros para missa com capas de madreperola etc.
Indispensaveis e boleas de todas as qualidades. Coques os mais modernos. gH
Espartilbos collares, e cintos de seda e vidrilho.
Rendas de.Guipure, de seda, (blonds) e de algodao, de todas as
qualidades.
Completo sortimento de trancas, fitas, botoes e guarnigSes de seda f|
com vidiiho e sem elle, gravatinhas de seda, e maBguiios de lustro bordados W&
tudo do ultimo gosto de Paris.
Leques de sndalo aberto do mais apurado trar.alho
Agua Florida e tnico oriental de Laman & Kemps.
Ricos enfeites e guaroicoes de flores para vestido e cabeca.
Calcada para senhoras e meninas.
Perfumaras as meihores e mais escolhidas de Lubm, Piver, e Gou-
dray, em ricos e elegantes vasos de porcellana, crystal e prata ngleza.
Meias de algodSo, as mais Coas e meihores que teem at boje vindo
ao mercado, para senboras e homens.
Chapeos de palha da Italia, e a mitacao para meninas.
mm E um sem numero de artigo, d gosto e faotazia que s a vista
p< podem ser apreciado
m
SOVO DEPOSITO
PiA i)ESCAROCAR ALGODIO
Manoel Bento de Oliveira Braga,
63Roa Dlrelta n__53
Neste estaboJecimento se encontrar5o a
verdadeiras machinas americanas chegadas ultima'
mente, asqnaes sao feitas pelo mais afamado-fa'
bricante da America, por isso avisa a todas as pes*
soas que precisarem comprar, de se dirigir a este
estabelecimento qne comprario das mais perfeitas
te genero, assim como mais barato do que em
outra qnalquer parte, por isso que se recebe por
conta propria, bem como caos de chumbo e moi-
nbos para moer milho, e grande sortimento defer-
ragens e miudezas em grosso e a retalho
Facas de cabo oranco de aeio balseo a *A
se ama gradde porco de casimiras supe-
riores entestadas, sendo escuras e alegres proprias
para caigas, poletots, coletes e roopas para meni-
nos pelo baratsimo preco de 1^800 o covado ou
a 2800 o corle de calca, graDde pechincba na
loja e armazem do Pavo: ra da Imperatriz n. fio,
da Gama & Silva.
Alpaca mODStro com 5 palmos a 280.
S o Pavo.
Vende-se alpacas de quadjos sendo padrSes es-
coros proprios para vestidos teodo o palmos de
largura que facilita fater-se um veslidj al com
8 covados pelo barato preco de 280 rs. o covado,
garantindo se qne fa?euda que val muito mai*
aioheir, por lauto pechiocha : na loja e arma
rem do Pavao ra da Imperatriz o 60, de Gama
& Silva.
Poopenas para a festa a 320 rs. o covado.
Vende-se orna grande psrcio das mals booitas
ponpelinas transparentes com palminbas bordadas
a la ou quadnnbos a imitacao de fio de seda, pro-
(rias para vestidos pelo haratisslmo preco de urna
pataca o covado, grande pechincba : na loja e
armazem do Pavo roa da Imptratriz n. 60, de
Gama 4 Silva.
CORTES DE SEDA,
a 28OO res na loja do Pavo.
Cbegaram os mais modernos cortes de seda de
cor com elegantes desenbos claros e esenros, ten-
do.muita f uenda para um vestido e vendun-se
pelo barato preco de 2800U res, por estarmos
muito prximos da festa, isto na loja do Pava?,
rna da Imperatriz n. 0, d Gama & Silva.
SAlAs ECONMICAS,
a S.S00 reis.
Vende-se nma grande porco de saias de cor
com benitas barras pelo baratissimo preco de
2^500 res, na luja e armazem do Pavo ; rna da
Imperatriz n. 60. de Gama & Silva.
PNHOS COM GOLINHAS.
a 1,3000 reis.
Vende-se orna grande porco de panbos com
golinbas de esgulo de li-nho, com os mais lindo.-
uordados pelo barato preco de 1$000 o terno, di-
tos bordados de cr a 6i0 reis, sendo grande pe
rhincha pelo preso, na ra da Imperatriz n. 60 de
Gama & Silva.
POIL DE CHEVRE.
a 560 e 800 reis.
Vendem se as mais bonitas lansiohas com lista-
do seca, intituladas poil de cbvre pelo baratissi-
mo prego de 860,reis o covado, ditas com as lis-
tas mathisadas a 800 res, assim como om grao-
de sortimento das mais bonitas e modernas lansi
tilia? qu* se vendem pelos precos de 280, 400,
500 e 560 res, bonitas, alpacas de seda de nma
s cor a 640 e 800 reis, isto na loja do Pavo,
ra da Imperatriz o. 60, de Gama & Silva.
Baldes espinos.
a 2*500.
Cbegaram os mals modernos balfies esgaios sen-
do verdaderamente americanos e vendem-se pelo
barato preco de 2500, na l ja do Pavo roa das
Imperatriz n. 60, d Gama & Silva.
Peebloeha
Cortes de cassa a 33.
Cortes de organdis a 3J5oo
S o Pav5o.
Vendem-se cortes de cassa cada um em sen pa-
pel sendo padrdes novo*, rniudos e graudes a 3j,
ditos de orgaodis com listas de edr e todos crn-
eos pelo baratissimo prego de 3*900 : s na loja e
armazem no Pavo roa da Imperatriz o. 60, de
Gama & Silva.
Cassas a 4o rs. s o pavo.
Vendem-se bonitas cassas inglezas de co-
res tixas pelo barato preco de 2i rs, o co-
vado, ditas francezas fazenda moito fina com
padres listrados e de flores, assim como com
palmillas miudas proprias para meninos a
3oo rs. o covado ou a 5oo rs. a vara : pe-
chincha na leja e armazem do Pavo roa da
Imperatriz n. 6o de Gama 4 Silva.
Cortea de alpaca a sete patacas.
VDrf>m se cortes de alpaca escora pan vest
4*t pelo baraiissiroo prego de HiiO o corte,
duzia. limas fioas de todOS OS tamanbOS propriaji $Mde peoWocba na loja e armanem do Pavo ra
de trabalbo de escultura.
a 14000
a vara.
Vende-se eambraia transparente com oito
palmos de largura, que facilita fazer-se om
vestido com quatro varas, a 10 e 1,5280 a
vara : na loja e armazem do PavSo, ra da
Imperatriz n 60, de Gama & Silva.
Espartllhos.
Vende-se um grande sortimento de espar-
tilbcs dos
Do engenbo Peoanduba rootlnua a stat f-
gida ha cerca de um auno a eimva de Di me Sa-
bina com os signaes fegointes : cr.oula. baxa,
gressa, cara redonda e buigcss, ti.Ma batida e
c.m utracicainz, tdr fu!, setos piande, p>cs
pequeas e percas srquidas, retuutfeiiia tir 2i
acnos de dade, achsva-se grvida qoodo fogio
mais algons sigoaes que nao se recerda, rensta
queesta'fervindode ama em ilgrttna caca dla
cidadi a titulo de forra peta foi vfria t frutos
das na ribeira de Santo AoDcio : quero a apre-
hender leve a ao referido ecgenbo cu a" ru do
Ouro n. 10, que ser recompeosado genuosa-
mente.
100#000
Fugio no dia 25 do correte mez de ootubro, do
engenho Limoeiro reguezia da Escada, o escravp
com os seguintes signaes : cabra fusco, altJ con
bom corpo e booiu figora, cara bexig, sa, barba
pouco serrada, costuroa rapar o b'gode e a petra
cabellos um Unto carapinhados, jiouco cambeta
mais mudemos : na loja e arma-j t^m os dedos grandes u.s ps mais ccrr.pridos
zem do Pavao, ra da Imperatriz o. 60, de:um pouco 8a?0-ccro *'sumas ekaims vdbas di
Gama & Silva. chlC0t!Ds eo5,as em oma ra' e m bracc
Anodino RUTot\ veatindo camisa de algodao da ro;ta en algndozi
AnadiDe a (0COO. nbo, calCae paletol de brlm pardo.chapeo de!ae
Vendem-se OS mais bOCltOS cortes de ana- 'a preto, e lava vara de rarreiro que e upp5e-s
die, sendo fazenda inteiramente moderna, ,er"iosstt)tar praja como voluntario: recom-
transparente, com bonias palmas bordadas ; Tll ?JfiS?lZ*Vis d0 ^K*
esta fazenda que de muia phantasia, ven! uVr.o.SfS ?SS Sffu WLSK
de-se pelo baratissimo preco de 6C00 o lo Calvo e a outra qualquer pe.-s(.a a appreiiensat.
corte : na loja e armazem do Pavo, ra da (Jo <,i, e/cavo, e entrega-io no dito (Dfeer.hr>, qrw
Imperatriz n. 60, de Gama & Silva. I5CPi?oiiscral
Ricos cortes de medlaa pro-
prios para baile.
Chcgaratn os mais modernos cortes de
medina, sendo urna fazenda inteiramente
nova e transparente, com lindas palmas e
nuprirns dn sprla ft vpnilflm.jp npln haratn rurlaram no da 3 do correnle, do engenho Re-
quaaros ae secia, e yeuem-se pelo barato crel0 da fregoem 09 Muribcca qualro%Dlmaes
preco de 22,5000 O corte : na loja e arma- de reda, dousdcs qoaes tem o ferro M-C, e sao
zem do Pavo, ra da Imperatriz n. 60, de u*0* eRa <** cor rursa pedrez, e o ootra cu qoa'r-
Gama 4 Silva.
Cambralas a 35500 rs.
Vendem-se finissimas pegas de eambraia,
branca e transparente, de 3)5500 ate 10i5 a
peca; ditas tapadas muito finas, de 55 at
105 ; ditas suissas com i vara de largura a
85, i0j5 e 125 ; na loja e armazem do Pa-
vo, ra da Imperatriz n. 60, de Gama &
Silva.
Cortinados para eassmen ios.
Vende-se um grande sortimento dos me-
ihores cortinados bordados, proprios para
camas e janellas, pelos baratos precos de
93, 10,5, t5,5, 203 e 255000 o par; da-
masco de la imitaco de seda, com 8 pal-
mos de largu-a, a 43 00 ; colchas de cro-
ch ; ditas de fusto brancas e de cr; cro-
chs proprios para cadeiras, sofs, cadeiras
de balanco, para cobrir presentes, etc. etc,:
na loja e armszem do Pavao, ra da Impe-
ratriz n. 60, de Gama & Silva.
Cortes de chita con O cva-
dos a 35, 33uo e 356(0.
Vende-se cortes de chitas francezas, es-
curas e claras, de cores fizas, e tendo 10
covados, a BfiuOO; ditas com lia 33300 ;
GR^TIFIA-SE
a quem capturar e condoiir a' fabrica c'e sabio no
Afi gado, ou a roa do Amorim u. 41, do Rente, o
eseravo Luiz, pardo, idade 35 anuo?, o qoal ja' em
principio deste anno foi preso por togido, e de novo
evadio-se da roesma fabrica, ODde nabaltiava. pa
madrugada de Domingo ultimo, 24 de novembro.;
cujo eseravo fugiu vestindo a roupa do uso, de al
godo de letras, costuma embreagar-?e, negar
proprio nome, e bem como o do senhor, e trazia
pur castigo urna correnle fechada c cintura e os
tjrnoiello, do que devera' cousetvar ao menos ai
manchas.
da Imperatriz D. 60, de Gama & Silva.
to ca?tanbo, caetraho, tres ps braceos, frente
aberta.beico branca e rgo de um oib.*. e os on-
tros tambern sao marcados com o Ierro MX, destes
om poltro, casiaoho rosilbo, calcado de branco,
e urna egoa de cor russa haia : quem drr nolicia
ou os levar ao roesmo eegeobo, sera' genen saroen-
te recompensado; a.-sim como se graiira com
lOi'^OOO a quem apprehender o mualo de mme
Launauo, cem os signaes tegointes: hairo, cor
ciara, olhos grande?, nariz afilado, cabello trrido,
sem barba, ps pequeos, tem o rosio chelo do
pannes, e urna marco de qoeimadnra de um lado,
que chega al o pesceco, o uroa cicatriz por baixo
das costellas, o qoal fugira do dito erg. uho ua
j merma nclie do da 3; suphSese ter ido p.-,ra-o
Recifeassentar pra^a, oo andar na crrnsrea da
| Victuria oudemorou par algons znnrs : rogs-se
. as aniondades e capites de campo <)ue o appre-
. bendam e o levem ao medetonado eugetij, uu a
' ra do Ouro n. 10.
Eseravo fgido
Do engenho Bomfim comarca do Limoeiro, fugio
Ba noite du dia 3 do correte mez de, dezembro, a
escrava crinla de nome Antonia, de 50 aunas de
idade 'peuco mais ou menos, e cem os sipni.es se-
guintes : e.-laiura regular, cr um penco fula, ros-
to redondo, denles limados, olbosvivse tem gran-
des cicatnzes de fego pela barriga e pellos. Foi
comprada nesta cidade a 21 de [evereiro prximo
passado, aos Sr?. Nogueira & C, mc-raderes a' ra
da Cadea fio Recife.
Quem a aprehender conduza-a a .tu senhor no
ditas com 12 a 5600. h pechincha, _so ref(.ndo eDgf Dh0j on Deila a 0hSejra f[(:l
para acabar: na loja e ai marera do Pavao, & o, largo do Corpo Santo o. 19, que sera" recum
ra da Imperatriz n. 60, de Gama & Silva, pensado.
Grande novidade para a
festa
Na loja do pavo roa da Imperatriz n.
60, de Gama & Silva,
Modernas poopelioa- c m paiminbas
bordadas e quadros. covado a. 40t
Modernsima* laaziohas com pal-
mas, salpicos, quadms, listas, ele.
ele, covado, a 400, 600 e........ 560
Lindas loas com listas de seda, co-
vado, a 560 e....^............... 80C
Verdadeiro poli de Cb< vre cem listas
modernas, covado, a 800, 15 e 1J20
Finissimas mussellnas de cures, co-
vado, a........................ M<'
Bonitas sedas de cores com 4 palmos ~
de largura, covado, a............. 50O0
Grosdenaple azul, rozo, lyrio, cinzs,
etc. ele., covado, a.............. 13801
Modernas castas e<>m listas largas,
vara,a 640, 720. 800 e........... UON
Modernissiroos organSys de edr, vara, ilOOt
Organdy largo, com lista e quadros, ,
vara, a........................ 13001
Cortes de orgaady com listas bran-
cas e de cores, tendo 8 varas cada
c rte a......................... 40r>
LSazinhas de orna s edr niatbisadas
covado a....................... 28(
Cortes de eambraia branca bordada,
sendo neste genero o mais rico qne
tem vindo ao mercado........... S43O00
Donitos cortes de sertas cores claras a 28^000
Benitos cortes de phantana a....... 10^001
Cortes de orgaodys listados com 10
varas, a....................... 63001'
Fil braoco bordaoo, seooo de meia
largura, vara, a. ..->............ 641
Bonita fazenda branca para saias,
. tendo pregas de um lado n tam-
bes bordada, vara a \>. (280 e 13600
Ricas saias bordadas a 6*000, 83 e lOJOOt
Cassas de urna s edr de flores, cova-
do a........................... 2
Ditas francetas mono Boas, sendo de
listas e flores vara a 500 rs. e co-
vado a........................ 30('
Modernos ponhos coro golinhas, sen-
do da esguiao de buho, bordados,
brancos e da cores a............. IJOOO
Modernos manguitos rom gollmhas a 2330P
Ricos corpiohos de camhraia moito
bem eofeitados e bordados a 83 6 103001
Saias ecoDomiraa e escoras, para
quem fdr passar a festa fo" a.... 2350b
Chaies a Isabel
a 6sittf0.
Cbegaram os mais (pdos chales da mirloA de
todas as cores com orna bonita e larga renda de
. lan em tona a volta, seodu oeste genero o mais
iludo e mals moderno que teem vio*) ao merca
do e vende se pelo laratu preco do 6JOO, nica-
lente na l ji o armaaem t hivao, a' roa da Im-
ralriz a. 60, de Gama & Silva.
O
enc
3
>'a roa estreita do Rosario o. 35, sobrado de um
andar faz se bandejas de boles de nuitn boro g- sio,
enfeiladas, de armagoes, boquetes de florea, lilas
com letrelros, proprias para casamentes e bailes,
tudo com muito aseio e mais barato do qne em
ootra qnalquer parte, paodtl e t-oi enfeiiades
para presenks. vende-se boquetes de fl.res de ce-
ra, rosas e era vos, dalhas e de qualquer Ur, ca-
pellas para meoioas e para noivas e pa.Mnras, indo
muito barato, arcos, ro>as para end-it-s de lapl-
nbas, e fez-*e toda iruta de cera i'ara enfeile do
laptnbas, tuda a eocnmrnenda de fl res para fora,
lodo se aprompta barato e depressa, enf>ila se ve-
las ricas para baptlsados, e vende-se grosas de fo-
Ibas de' = ^ papel a |g a gresa.
\i*to$e gratifica gao
Fugio do engenho Mac*naco, freguzia da E.-ca-
da, na nt ite de lo para 16 do correute, o enerare
pardo, de n me Elias, idade de 20 annos, pone
mais ru menos;rab-c* Cmurlda. iheli. s crrridoa
e rentes, cara c< mprida, narit l ad >, deotes saos,
cbeodo corpo, ps c mondos e c m sarnas at at
canallas, sahio com camisa de agirio da terrk,
catea de ri.-cado e chapeo de na s* ]i ve'bo:
quem o pegar lee-o ao referido pogeah 00 a roa
da Senzaia n. 38, que recebera' a gratifieac&o
acima^____________ _
T>(> dia de novembro dcanno proiiro pas-
sado (4867) fugio do poder de seo seuh r o abaiso
assigoado, o eteravo pardo ac-boculadn de n mo
Maitinho, com idade de 20 aopos p-uco maiaoa
menos, estatura regalar, ro.-to c impiido, cora to-
do os denlas da frente e cera oro fgoal preto na
regiio frceial de lado direito na paria ot eiicr do
narir, prximo a cncavidade do olho, prucaa fal-
las, com pouca barba bo uueno e no l.-bio supe-
rior, ledo ve.-tido de calca e jaoneta de brim ^a^
do ; qoodo falla pux bastante t*!*. R e tem o
olhar sombrio ; presme se que teoh procurado
asseolar pra?a ; e por Ib o mesmo ;-b no assigj-
oado roga as autoridades m'lit>res, policiaes e c-
pitaes de campo a capiora de diio escrtv para sel
entrega ao rnesm" abaixi as-igoadn ero so pro-
prledadeMacaco00 eugenho lnbaroio do termo
de Iguarau coda se graliBcara' a pessoa que o
ecudoxir.
Jos Doarte Paogel.

IIEGJVEL I




Ib

Diarlo de Pernanbnco Quinfa felra de Janeiro) de 1868.
,--4
LlTERaTl.
Mj-.ituU H Uto-rico e Geogra-
phlc Braslleire.
Sessao publica annirersaria.
Relatorio do primeiro secretarlo do Insti-
tuto Histrico e Geographico Brasileiro,
cnnego l>f. J. C. Fernandes Pinheiro.
(Oactaslr.)
0 mesmo noss) consocio fez-nos ainJa a
valias i co nmonicico que, pro-eguindo em
seus examas relativos as duas priioeiras ex-
polic5)S porluguezas qm vierara explorar
o nosso 11 iral, enirrj oo coahecimento do
que a primaira (di 15)1) qoe inquestiona-
volmente doscoorira a Bihia e a Georgia
Austral de GoA, era. secundo mui fortes
ttJcc5es, coramaadala. nao por Ganglio
Coelko, mis sua por D. Nano Maooel. o
Invia chanto na ierra firme, nao at a
ititude de 3, mu sim at qnasi a de
35 ; islo 6. at a foz de Rio da Prata, em
sua margem septentrional, qoe fui pelos ex-
pedicionarios tomada pelo termo final deste
contigente do hdo do snl.
lacontestavel a vamagera das biographi-
?, p-rm"uindo o estudo minucioso de f.c-
108 e circumstancias que exclue ou repelle
gravidade hsl arica. Nosso Instituto aco-
Ijd sempre pressuroso eseriptos desiejaez,
o por isso nao podara daixar de ouvir cotn
summo prazer a narrativa, tSo sioge a como
elegante, que da vida do disncto artista
Francisco Manos! da Silva Ibe fe o Sr. Dr.
H. D. Moreira de Azevedo.
Nj psrtenceu por certo o biograpliado
ti categora desses egregios varies, cojas
vidas sao outros tatitos marcos milliarios
plantados na estrada do progresso, foi. po-
6m> eidad > honesto e laboriozo, cujo eo-
tcanhado amor pela paira revelou-sc, ora
na* inspirarlas do seu e>tro musical, ora
na* luslituiTus a que soube coasorciarseu
eama*
Nos paites livres, como felizmente o
nosso, uenlium as interessante do que o da insirueco do po-
vo; pu do espirito to til e iadispensa-
vei, como o pi> do carpo. Conscio desta
verdade foi qua o nosso allega o Sr. Or.
i'ei.zarda Pinheiro de Campos escolueu pa-
ra ii .-m.-t de um seu trabalho (cuja conelu-
so impedio a falla de lempo ) influencia
que sobre a sorte das nacoes exerce a ins-
*rucc,3o publica, apoiando suas asserc^s
om tactos oi.ilnidos- nos annaes cratempora-
HflfS.'
Muito senhores, que os principaes sue-
co-m-s di hbtoria aoliga sjjatn para nos
problemticos, mu'tu mais que o berco da
nonarehia portuguesa esleja cercado de
espasmo ne?oeiro ; mas o quo excede a
tola a especiado que o faci primordial
da Qossa bistoria, o gnesis da nassa auto-
nomh poltica, fosse susceptivel de duvidas
c conltttacQes il...
Felizmente rasgou um nosso laborioso
Colega 0 veo da incerteza, e apoz irapro-
tiras lucubracas, logrou o conhecimento da
y?erdade, apressando-se a traze-la ao gremio
o tVstituto. Quero, ouvio ou quem ler a
memoria-do sr. Dr. Moreira de. Azevedo
conven er-se-ba que houve duas verses
da sublime resposta do principe imperial
o Sr: D. Pedro, exaradas nos editaes do
senado, da cmara do Rio de Janeiro, e pu-
blicadas nos das 9 e 10 de Janeiro do anuo
de iSti, prevalecendo a segunda dessas
versos pelos pondirosos motivos que coro
toda a lucidez exhibe o nosso esclarecido
collega.
O histrico da industria fabril e manu-
(jc.ureira no-Brasil foi-nos tragado pelo Sr.
Or. Maxiraiano Marques de Carvalbo, n'ums
sua bem elaborada memoria. A proverbial
eracidad do rasso patz, as riquezas de
t do o genero que jazera sepultadas as
a uranhas da Ierra despertando a cobica do
governo metropolitano, fe-lo condemnar com
demasiado rigor o desenvolvimento de qual
quer industria.
Cora razo estygmatisa o nosso consocio
esse erreoho systema proteccionista quo,
excluindo a concurrencia, suffocava no ber-
00 toda a idea de melboramento e progresso
com applauso da ignorancia ou da medio-
cridade. Com razo lastima que a tenra
planta da industria nacional, que aqu ou
acola pareca querer germinar, fosse ace-
tosamente arrancada por mos invejosasou
loteresseiras.
Attendendo a que o nosso Instituto, alm
de histrico e geographico, tarnbem etb-
rographico, communicou-lhe o Sr. Dr. Jjo
R'beiro de Almeida o resultado dos seus
profundos estudos e meditaces eerca da
mui- debatida questio da aclimagj das racas
humanas.
Tivemos apenas lempo para ouvir a lci-
tura de parte dessa curiosa e interessante
memoria, denominada : Consideraces so-
bro' o aciimameoto das rac;s humanas, para
servir de estudo colonisa.o do Brasil
grabas, porm, nimia benevolencia do au-
tor, posso desde ja dar-vos o elencbo de
soas principaes concluses, b3ssadas nos
segointes principios:
1 Qae todo o movimento migratorio de
marcha secular, resultante da expansao len-
ta e gradual da populacao, chega a adunar-
se, por mais que se estenda essa mesma
mgracSo.
2o Que urna migracSo rpida nao pode
constituir urna colonia dnravel e prospera,
salvo o caso de estabelecer na mesni2 zona
esotbermica, ou ainda um pouco mais fria
d que a regio d^e partir.
y.^.eb8cruzamentos comas racasabo-
ribenes, qaando eogenesicas, favorecem 'e
acabam o aclimamento ao passo qae a selec-
c3o secular o consolida.
Oestes principios, ou theoremas elhno-
logicos, deduz o nosso estudioso collega o
coronario : que as nnumeraveis e dolorosas
experiencias porque tem passado a huma-
taidade em suas migracoes aconselh5o a pre-
ferencia de parcial aclimamento, apoiado no
crazameoto com os naturaes do paiz.
Fora nos preciso qne honvessem topo-
erapbos qae ftzessem a descripcao dos lu-
gares em qoe tem estado. Dizia o celebre
Montaigne, a reconbeceu-o o nosso esttma-
vel consocio o sr. F/J- Borges qaando ela-
boroa a soa preciosa memoria relativa a
fundacSo do arraial de S. Domingos, ante-
pasado glorioso da imperial cidade de Ni-
taeroby.
Oisse glorioso porqae, como sabieis e o
jraLr to-Io recordou, foi este o sitio em
que ferio-se urna porfiada balalba entre os
Francezes e seos alliados os Tamoyos, e os
Portuguezes auxiliados por Ararigboya, he-
roico mombixaba dos Tupimins. as ses-
sfias do anno vindouro ouviremos o restan-
te desse trabalho, coja introduego apenas
conhecemos.
Penc'em da deliberaba das nossas com- ciado direito, alliada s congruencias so-
misksoes alguns assumptos condados ao seu ciaes.
zelo e iliustraco : aqu-lles, porm, cujo Mais um volunte dos Apontamentos do di-
estado se antolbou mais fcil, o mais or- reito internacional, ou colleccSo completa
gente paree-ram, tiveram o necessarie ao- dos tratados celebrados pelo Brasil con as
dameoto. Asslm, ptr exemplo. a commis- diSereotes nacSes estraogeiras entregou
slo de fundos e orcamento, redigio com a' publicidade o Sr. Dr. Pereira Pinto. Re-
habitual exactido o sao parecer sobre as porto-me ootro sim ao que acerca de t3o
contas do nt-sso thesoureiro, e flxoa a re- valioso c u'ilissimo trabalbo disse em meu
ceita e despezi do Instillo para o preter- ( relatorio, addicionando ti5o somente a im-
to anno social,- e a da admisso de socios pressao causada pela recente leitnra.
ii iii
t rTaqnelle jetante, urna pee de arti- muitas atteacoes e auxilio. Um d'estes offi-; qoe w, devemoa Heder titkfa io
r;nnX! 80bre"*,rf0Dcla''aa ?ol- ciaes olfereseu-se para acompaataa o i te-1 gv aogelho, aob cojo nome exijo qwdeixea
Ima, confirmava, na verdade um feliz xito, nente Centenari, j ferido em Motrte-Roton- aqui estas tochas
Esta noite providenciaremos rr^fea-
ram.
Bem esta, mas lembrem-se qoe, se?
n5o cederem a esta iotimacSo, irei pedir ao
proprio commandante francei que os faca
entrar nos seus deveres.
E foram-se d'alli pouco antes qoe eu dei-
porque os zaavos rtlmam para o lado de eo, chefe desta typographia, a procurar ni-
Mentana que condo a Monte-Rotondo; e quelles contornos o nosso carro de ambu-
cerca de um kilmetro do principio do paiz, lancia.
occaparam de facto, mas j a hora avancada, I Entretanto, eu mandei pedir so coronel
a estrada e as eollmas nossa esquerda. francez os raeios locaes para transportar
(Eu considero seapre as posicoe*. tendo na os nossos feridos, cujos metos me foranr
mtnha frente a estrada que vai dar Ti*oli.) formalmente recusados. Era natural; os
De facte, s cinco e meia mandei dons bra- feridos baviam j sido declarados prisionei- ,a3se o hospital,
exhibi tres pareceres favoravets a a guns branse o terceiro volume um periodo vos rapazes a Monte-Rotondo, e distancia ros de guerra, tanto queja alguns dos nos-i Todos os combatentes nw eslavam no
doseanltdatos.que almejavampor sentarem.de_dezase.s_annos(IBiO a 1850) do reinado! de a'gons centenares de metros d'aquelle sos, recomidos v^lzvL^Mi^^JjJ?^ casas foam omprSdos
local ouvt, amo: alto, quem vem l?. cia destes, para U de Mentana, tinham sido; na capitulac3o, em numero do 30, aproa-
dos xoavos; e de seis enviados quelle ponto logo de madrugada enviados para Ruma Os! naadaraente
"Ifr^l'n Si.f mar,Burla,Dd0':j? Meouna segoiriam aquellos durante ol Os restantes, qoe na entrada dotFrsuy
S?i2S?!'J P I' d-a* reco,h'dos na ambulancia dos pootiS- cezes em Mentana foram enviados ao eampo
so tres regr.ssaram, e os ootros tres vi-os, os, eslabelec.da entre Alemana e Mjote- in;mg0 por engaso tiobam sido conduzidoa
anda estendidos por trra, qaando, voltei Rolondo, sendo esta urna verdadeira provi- { p
de Menlana para Passo Crese, no dia 4 s dencia para os reridos, visto a distancia
tres horas da tarde. i d'alli a Roma ser mnilo pequea, os raeios
Eramos portanto atacados pela frente, de transporte muito commodos, o qoe era
na barricada pela rectaguarda, e pela es- suflic ente para urna rpida evacuagao, em-
qaerd. quanto que nos ver-nos-biamos na necesi-
A direita t3o pouco nos era acessivel, por.dade de os arrastar em vehculos incomma-
ser formada de urna longa escarpa de ter- dos, escassos, e mal preparados at Passo
se neste recinto. JdoSr. D. Pedro 11, enenliumde vos ignora
Alm desses pareceres, maisdous outros que nesse periodo apresenta a nossa histo-
mereceram vossa acquiescencia. a saber: o
da c jmmiss3o de archeologia, versando sobre
a memoria que um nosso consocio, que 12o
honrosamente representa o Brasil na Blgica
tencionava apreseolar ao congresso arebeo-
logico e internacional, prximo a reunir-se
em Antuerpia, e o que coube-me a satisfa-
go de apresentar-vos conceroenle com-
pra dos documentos histricos que haviam
pertencido ao conde de S. Lourenco.
Sempre escrupulosa na admisso de no vos
membros, esmerilba a nossa sociedade os
ttulos de capacidado ii t-llectua! e moral
dos que Ibe sao propostos; assim se expli-
ca o facto das limitadissimas acquisices
que aonoalmente faz. Tres foram, como
ha pouco vos disse, os pareceres que vos
trouxe a cotrraisso de admisso de socios,
e os nomes de todos os tres aspirantes sa-
htrara victoriosos da prova do escrutioio.
Mencionando cada nm desses nomes apon-
tarei os ttulos Iliterarios que mais particu-
larmente os recommendaro aos nossos suf-
fragios. O Sr. tenante-coronel Pedro Tor-
quato Xavier de Brito, j mui ventajosa-
mente conhecido pelos seus valiosos traba-
loos topographicos, pela redueco que aca-
ba de fazer da estimada Carta Chorograpbi-
ca do Bras'l devida ao*noso fallecido con-
socio o coronel Conrado Jacob de Niemeyer
com os additamentos e correccOes que a
experiencia Ibe surgirira augmentou o apre-
co em que justamente a tinbam os cultores
desses estudos.
O Sr. capilo Epipbanio Candido de Sou-
za Pitang.i, alm de varios relatorios e ar-
tigos scientifleos, publicados em diversos
jornaes, o autT do Diariu da viagem do
porto de Jatahy villa de Miranda e do
Itinerario do reconheciraeoto do estado da
estrala que da cidade de Antonina dirgese
colonia militar de Jataby ; trabalbos estes
que mereceram ser transcriptos nos tomos
XXVI XX VII da nossa Revista.
Finalmente o Sr. Dr. Jos Mara da Silva
Paranbos Janior, esperancoso e moi festeja-
do t>lento, que anda nos bancos collegiaes
revelava-se pelo sen amor aos estudos his-
toreos e por mui auspiciosas estras, esbo-
cou a largos e vigorosos traeos, na Biogra-
Phia do general Abreu, baro do Serr
Largo, alguns dos mais brilhantes episodios
das nossas goenas platinas.
O augmento da subvengo que dos cofres
pblicos recebemos, o nunca assaz louvado
zelo na arrecadaco e distribuico da nossa
receita e despeza que oo cessa de testerou-
hhar o nosso benemrito thesoureiro, per-
raittio-nos a acquisifo de vinte e seis vo-
luntes in folio de preciosissimos documentos
pei'teocentes ao espolio do conde de S. Lou-
renco, em que ha pouco vos fallei A al-
guns dos nossos prestantts consocios, re-
sidentes as provincias, ou nos paizes es-
trangeiros, escrevi rogando-lhes que me
noticiassem a existencia de preciosos cdi-
ces on manuscriptos que por ventura abi
possam apparecer e entrena no plano dos
nossos trabalhos.
A bibliotheci do Iostitulo ganha diaria
mente maiores proporcoes, e opolenta-se
com novas obras, devdas compra, ou
donativos de mui distinctos cavalbeiros,
cejos nomes vio mencionados nos aonexos
a este relatorio.
Nossa Revista, publicada com a possivel
regularidade, est sendo vivamente solici-
tada pelas a.ssoci3coes scientieas e liUera-
rias de ambos os bemispherios, e contina
a merecer de grave escriptores nacionaes
e esttangeiros os mais entusisticos teste-
mu ohos de considerarlo e sympathia.
Tratando-se da Revista, campeo um grato
dever commooicando-vos que no numero,
cuja distribuico ora se faz, comecou a pu-
blicado da mui luminosa e mui apetecida
memoria do nosso saudoso consocio o Dr.
\. Goncaltes Das, intitulada O Brasil e a
Oceania. Este trabalho, que por algum
tempo julgou-sc perdido, foi-nos restituido
lelas vagas e recommendado admiraco
da posteridade.
Proseguem os empregados do Instituto no
fiel e exacto desempenho de seus respecti-
vos deveres, lornando-ro por isso cada vez
mais dignos de louvores e animaces.
Mais commodamente alojados nos novos
compartimentos to munificentemente cedi-
dos, melb&r toroou-se tambem a collocaco
e distribuico dos livros, manuscriptos e
mappas qoe por falta de espaco confusa-
mente se achavam accumulados.
Esforcou-se ainda esie anno o nosso Ins-
tituto por manter as mais cordiaes relacoes
com todas as outras assoctacoes congeneres,
de dentro e fra do paiz, recebendo dellas
reiteradas provas de reciproca esttma e
aprego.
Nao havendo desmerecido do honroso
COnceito, de que sempre gosou, continuou
a recebar dos supremos poderes do Estado,
e de todas as demais autoridades, multi-
plicados e lisongeiros documentas de bene-
volencia e consideracio. Anda urna vez
rogo-lhes se dignem de receber os agrade-
cimeotos do Instituto por meu obscuro in-
termedio. jnftm
Para conformar-me com o estylo de com-
memorar as obras que nos foram oHertadas
durante o auno social, fallarei das que me possivel ler no limitado tempo de que
pude dispor.
O mais eloqnente panegynco que se pos-
sa fazer da nossa patria apresentala tal
qual : assim o entendeo, ass'.m o exem-
pliQcou a commsso directora da exposifo
nacional, lazendo preceder ao sea metbo-
dico catlogo orna mui circumstanciada e
verdica noti;ia, abundante de dados estatis-
ticos, repleta de informaces, haundas as
mais puras fontes officiaes. Insti
ria diplomtica fructuosas ligues, qoe o
nosso illuminado e infatgavel conso :io nao
esquece de por em relevo em suas mui ins-
tructivas Noticias e notas.
Oulra obra, patriticamente concebida e
conscienciosamente executada, acaba tam-
bem de chegar . Refiro-me ao Pequeo Panorama da ci'
dade do Rto de Janeiro pelo nosso colle-
ga o Sr. Dr. Moreira de Azevedo, intelli-
gente e perspicaz esmerilhador das glorias
patrias. A mo que firmou o zimborio
do edificio com a mesma seguranca e mes-
tria com q e assentra-lbe os alicorees,
por certo a de um adestrado alvanel, de
quem o paiz espera noves e nao menores
commettiraentos.
Um cidado, qae ainda ba pouco sent
ra-se nos conseihos da coia, dirigindo
orna importantissima repartir", conbecen-
do por propria experiencia que a grandea
dos Imperios serve de pedra angular a ins-
trueco publica, pretendeu em soa curia
administraco arredar os bices que tolliio-
Ihe o desenvolvimento, conduzindo-a pela
larga vereda do bem entendido progresso.
Colhido, porm em meio de seus refor-
madores projectos por um vendaval parla-
mentar deixou o poder, que Ibe ovejavo
os polticos para entregar-se s pesquizas
do erudito, s nobres aspiraces do publi-
cista. C iraprebendeis que quero fallar do
Sr. oonselheiro Jos Liberato Barroso t
do seu recente lvro A lmlrwrm Publica
no Brazil.
Diz-me a consciencia, senhores, que es-
tou abusando da vossa benvola attenco:
ponho, portanto, termo ao que tinha de
dzer-vos, impetrada a previa e necessaria
indulgencia.
LTIMOS MOMENTOS DO COMBATE DE ME.Tf.-VNA
L-se no jornal A Unidad* Italiano de
Milo de 11 de novembro:
t Consegu a'cancar. juntamente como
mea humilde rocinante, a testa da coIudm,
no cume da maior eollina, a jual a priei-
r d'onde se domina Mentana, a um kilo-
metro de distancia da estrala que condua a
Tivoli ; tinha p eomecado a-fusilara dos
poslos avancados. Sobre o carne- da dita-
colina estava Alberto Mario, sub-ebefe de
estado maior, que baixando do- cavallo, r-
denava a distriboigo dos voluntarios sobre
a nossa direita.
Mas a!m, direita, sobro a encost
que continua em declive, Garibatdr. FabrizK
Missori, Guerzoni, davam outfas disposi|
ces.
Ento Mirio me disse: *Eis chegado
o momento; e eu : Tuina nota que b*
primeira casa de Mentana estatelecerei urna
ambulancia.
Voltei lentamente, avisei dMsto tambes?
Frigvsy, que encontrei no caminho, o qual
se ia desguarnecendo de voluntario* que pela
maior parte se dirigiam sobre a nossa direi-
ta, e durante aquelle meu pequeo transito,
encontrei j alguns feridos, e nossa direi-
ta alguns zuavos, que percorriam a estradru
Apenas se entra em Mentana, esqoer-'
da, por debaixo do Gaste!lo>existe a peque-
a igreja parochial; mandei que se arrota-
basse a porta, e immediatamente dispus aa
primeiras cousas maisurgeates paraopromp-
to traiamento dos feridos. Poucos momen-
tos depois, entraram muitos, e algnns dloiles
de bastante gravidade.
Seram duas horas. Os nossos n3o po-
diam manter posigo fra de Mentana; en-
traram de novo, e rpidamente foi erguida
urna barricada entrada da villa, a dez me-
tros da igreja, e do castello. Nao pude mais
sair da igreja, em razo da abundancia dos
feridos, e das altencoes e cuidados, de que
estes a todo o momento carecam. Mas nos
estavamos em marcha, e eu nao era encar-
regado do servioo sanitario: faltava-nos tndov
menos a boavontade eo sangue-frio. Fe-
lizmente os tres mdicos encarregados da
columna Fri^esy, tinbam comsigo tres pes-
soas de servico, um pequeo estojo para ara-
putace, e tres francos de medicina^ alm
de duas caixas carregadas em um macho,
conteni ligaduras, faxas, e mais patrecbos.
< locumbi em seguida a urna ordeaanca
que montasse no meu rocinante, mal appa-
relhado, mas bom, e qne se dirigisse a Moa
te-Rotondo, em busca do nosso carro de am-
bulancia ; porm nao regressando o mensa-
geiro, achei-me sem cavallo e sem o carro,
accetando eu desde logo as offertas e soc-
corros do dignissimo doutor Pastori, a quem
todos os elogios sao insulucientes.
t Decorri eu assim urna hora, onvindo-
se frequenles tiros, mas em distancia; a
nossa gente havia-se recolhido barricada,
no castello que a flanqueava direita, e por
cima das casas de ambos os lados.
Repentinamente o fogo lorna-se anima-
dsimo, e redobra de inteosidade. Descu-
bro Menotli Garibaldi a p, e Guerzoni
paizana montado em um misero cavallo em
relaco ao meo, e dando rpidas e terminan-
tes ordens; n'aquella confuso, decidi-me
a tomar nota da hora, a qual me pareceu
solemne e decisiva eram tres da tarde.
O general Garibaldi, que havia entrado
reno. Que fazer?
c Resistir, e honrar as armas voluntarias.
Este fai o grito geral.
A'squatro e meia horas, o fago emoe-
nbou-se com moita vivacidade, e era de tal
natereza o ruido, qoe bem deprasa suspei-
tei das espingardas Chassepot.
Quem ouve o rumor dos golpes caden-
ceados e consecutivos do bater da pndula
de um relogio, apenas forma urna mesqHi-
nha ideta da frequencia e successo rpida
d'aqnelles tiros. Eram os francezes, apezar
de ainda duvidarmos que fossem elles
c Felizmente as bailas davam na fachada
da direita-, e na da igreja, onde se- havia es-
tabelecido a ambulancia, chegando algumas
a penetrar alli. Aos nossos escaaseavatn as
monicSes. Todos os feridos havao cedido
as suas.
c A's cinco e um qoarto o fogo fo dimi-
nuido, e en seguida cweou completamente.
t Pergonte na manha seguinte aos olfi-
sioes francezs, a razo- exista, respondendo-
oe elles que em vista da forte resistencia
q-'.i? haviamos opposto, da inefficacia do ti-
ro e na especian va demais eanhoes, tinbam
resolvido cercar todo o paie, para toma-te
de aasalto na manha- seguate;- fazendo cli-
sar da prompto toda< e qualqper resistencia,
e evitando assim um intil derramameato-
de saogue.
t A noite decorreu em sooego. Tods*
formavamos diversas bypotiieses-. En QCloV
nava-mn a que Garibaldi- estivasse em Mono-
te-Rotondo, como tambem a maior parte da<{
oossa gente, visto que em Mentana, nao exis-
am mais de 510 homens, muito aproxima -
damenfch-
Durante a noita pude obtar, por mec
da forcay alguns cctxoes, enxe?goes, cober-
tas, lenca*s, e livre accesso para arranjar
agua. Pude tambem-visitar as-casas, onde
estavam reeolbidos varios feridos. e trans-
porta-tos 'ambulaacia, envia-ido homens-
dos mais corajosos emexploraeSo pelo cam-
po, coma o fira de me certifisar-se
am lamentos de feridos em torno de nos.
Finalmente consegu restabelecer a ordam
na igreja...e a calma no etpirito dos-feridos
e no mer., que de mais se acbava agitado.
< Rompe a manboi, continua o silencio cj
Crese, e d'alli em diante transportados por
meio da via frrea at Terni, cuja localida-
de mesquinha emqoanto aos bospitaes,
os quaes se acbam quasi sempre eneros.
t Emquanto eu esperava pelo oDcaa, que
devia regressar de Moole-Rotondo, om gru-
po de officiaes de todas as graduace me
dizia que as tropas disponiveis para o da
seguinte montariam a f 5-rOOO homens entre
pontificios e francezes ; qoe continuav a
chegar mais arti I hera, cojo numero de pel-
eas se elevara a 15, pouco mais ou menov
a mais reforcos; que se tinha dado ordem
para atacar vigorosamanle Mome-Rotondo
if norte, e acabar depreca com acuelle ne-
gocio para poupar sangae'; e wsisliam a
ponto de rae pedirem que diligencooase com
a rnrnba iotenenco evitar tantas pardas de
vidas.
Entretaoo voltou o ofbctel eos o te-
nenie Centenari; tinbam subido al&" Mbnle-
Rotonlae ao convento de Santa Mari; na-
da alli havia-qoe nos perteucesss; almi dos
feridos traasparlados de Mentaca;- os fran-
cezes eram senbsres d'dquella importte
posigo.
Alegrou-se-iae-o eoracSo. 9* nossos-,
e o general Giribald* com elles, siuham to-
mado o partido raaiaprudente, isso; o'.
se retiraren] e do nao darem o godaousa
dia estrangeira,-pontificia e francez^.denos*
aiacaremr venoerenv e-deslruirem.
< Que despeiio- nao- experimenloi] por
isto o general commandante da Ia brigada,
da t* divisio-do corpo de opera{jpes:A
orna mensagem qualhe fui enviada de C-
rese, era que se das- pedia- restituios dos
oossos feridos, responde qoe estes* esta-
vam melbor as suas- mos- qoe as dds- -se-
diciosos salteadoresque avisoria das ar-
mas alliadas era completa, mas que ceta va
muito indignado p&ta desagpaco do-gene-
ral Garibaldi.
Alegrante, ol bar geaeral PeiHen I
Na froatelra italiano eslavas-.os reaes caraobi-
oui-f'oeiros promptos a secundhr o leu dssejo
Socega, torcas aitiadas kaF&m victoriosas
sobre toda a linha 1*
I Sou'aa que o&-dous refiaiesitos france-
zes que bos atacafam tiokam chegado- do-
mingo da manhs-a Romas e a 4 hora da
a Roma, e teobo motivos para acreditar que
ao general francez me pesaase tal engaso,
desejando elle enriar fus nossos ao confifla
italiano o mais que Ibe fosse possivel.
c A Sra. Jessie Mara Wbite, qoe conse-
goio entrar em Roma com todas as formali-
dades polticas e militares, para reclamar a
troca dos feridos, e obler o arpo de Eurico
Cairoli.fpde analysar Roma em tm diver-
sas phasos da apprebenso pelo xito ain-
da ncerto do combate e na certeza d vic-
toria. Itorm, depois do annonc' desta, es-
tava apioboada de milUares de pessoas, qoe
assistiam impassveis ao longo e triste desfi-
lar do eaitejo dea feridos.
Esta piedosa e iotelligeote seubwa foi*'
necer-noa-hia inferessaotes detalhes sobre;
aquella sin longa visita Roma.
Em quarrto a nos, partimos de Mentas s-
5 horas da tarde do dia 4, espitados por
ama companhia de zuavos at ao confina ita-
ano, e descobrimos a eollina de Monte-P.-
tofido qae estsv-a cohena- de cariosos.
A anilharia pontificia1 desfilan per diante'
de as, e os toaros e viente conductores
dos canhbes papelinos ainda virjens, como
tam'.Jem dragues e geodarmas de* verdadeira
origom romana, exclamavam- coa amarga
irona: Roma oi^morte, e acarieJavam os
candatcom a palma das nroos!! *
A-ioeila gente mereca na realidade
urna heaatombe de beroes! Oitala Vsndea f
Mas confortemo-oos, amigos-;- a honra
aogment> o nosso espanto. Consideravamo- manha de-segnnda-feira reeeberam cwlem
de novo em Menlana, recommendava com
instancia aos bravos defensores que manti-
vessem a todo o costo aquella forte posico,
e a sua ordem foi executada emquanto que
as forjas humanas o permittiram.
c A barricada, a columna e aquella boa
defesa, socegaram o general, e permittiram-
lhe qoe se dirigisse a Monte-Rotondo, ag-
grupando em torno de si a geote que se
achava na estrada:era tempo, porque os
zuavos, que formavam a primeira linha de
nos vencidos, visto nos faltaram lodos (
meios de-commnnicsa;o com os nossos.
c A's 6> horas a meia avistamos as calca
vermelbae.quc viobam sobre ras pela rect>
goarda. Nao havia lempo a perder. Reo-
nio-se cooselbo, composto doaafljores Boj-
lando, Yeccbi, n"o o Augusto,, mas sim.y
antgo patriota de Modena, Maggiolo, Sga-
rellino, e dos capitaes Erba a Torre-Tareiii,
sobre aa-medidas-que se haviam de adoptar,
a tendo-8adado p*or certo 3- inevitavel q-ae
tinham-que operar contraiOJ9 de Hoba
ffrance2, e que nos era intoiramente iater-
ceptadatoda e qoalquer ccmmuoicaco com
os nossos, decklio-se que >arlamenia5semos
para ama honrosa capitulaco. Poi esco-
Ihidocomo porlamentaiia o capitao Cavo,
qoe se dirigi ao campo itaimigo As con-
dicoes por ps> proposta? eram precedidas
da declaracao qpe cediaoos forca doexer-
citofraocez, que se rendiam as armss, e que
nao se opp&riara de neahum modo a que
todos os combatentes de Mentana se trans-
portassem livr.emente ao confina, italiano,
conservando os officiats as suas espadas e
bagagens,
Regressando o parlamentario, um off>
cial fraoGez, ajudact- do general Pelhez,
contra todo o uso da. guerra, onduzio um
batalbo do 59, que oceupou desde logo a
bancada, e envo ao campo nimigo todos
os voluntarios que- se acbavauv sobre a estra-
da e as casas.
Tal procedimento lberendeu grave cen-
sura de Narratoni, ajudaotedo corooel Sal-
lomone, nao oppondo elle syllaba a taes ar-
goicoes.
e Apenas avistamos aqaelles soldados os
nossos dispararam ainda alguos tiros, de-
sesperadamente dispostos a n5a tolerar pre-
potencias.
t Restabelecido 'o silencio das armas, e
convencionada a honrosa capitulaco, os vo-
luntarios do castello foram postos em liber-
dade, e ordenou-se que m is tarde seriam
acompanhados por urna escolta de francezes
at Passo de Crese, que os defenderan) das
barbaras e inhumanas violencias dos to vis,
quanto indignos zuavos pontificios, daspre-
zados de todos, at dos proprios francezes.
< Repentinamente desceram das eminen-
cias os francezes em grupos, ecomecaram
a despedazar todas as nossas armas. Mise-
ra perda, na verdade, em relaco s espin-
gardas Chassepot, que disparara 8 a 10 tiros
por minuto, por meio de urna facillima ma-
nobra, e que podem disparar 12 ou 15,
tendo os cartuchos commodameote a mo,
dos quaes haviam sido fornecidos apenas 20
dias antes, em Leao.
Dirigi-me ento ao primeiro ofcial que
lia de semelhante trabalho, gaarda-o can
telosamente em suas estantes, r
< A escravtdo no Brasil, o titulo da
obra que o Sr. Dr. A. M. Perdigo Malbei-
roscaba de finalisar. Sobre seu incontes-
tavel mrito por vezes me tenbo pronuncia-
do, convencendo-me a leitura do ultimo vo-
lume que poucos entre nos podenam ven-
tilar to momentosa questSo com mais fino
[tacto e mais cabal conbecimento da scien-
1 em frente Ibes mterceptava a marcha, tinham
ganho algum terreno sobre a nossa direita
por debaixo da estrada que divide Menlana
em duas partes do lado oriental, e que con-
doz a ama eollina, que domina o paiz em
toda a sua exteoso. Era evidente o seu
designio. Procoravam romper a nossa li-
nha e impedir-nos a retirada. Mas a colli-
de marchar immei-satameotoao' nosso encon-
tr. E^ies formeram a segunda liaba- ce-
deodo aas zuavcs-a.hoora do primeiro ata-
que. M:s totes, rapelbdos pela- frente a-pela
nossa esquerda, Soram epoia substituidos
pelos fraecezes.
t E v.orao. Ibes disse e> vas degradastes
a ponto de vos reunrdas, em segunda
linha, eom aqu&tlea-caoaJhaa?
e lielles ma-respondenam:Que- vou-
lezvou* ? Tempereor noos-readonne^ il faot
marcier: Pa-jremii9rdi*soldat?v
E qual a razio porque replique eu,
esta tropa poaitfieia qas-ebega agera nao
a va r. con toda.henlem?e anta mens albos se
ia desusando ama colomoa.de zuavos e mais
papalinos de maoeiras insultantes ed ol ha-
res- altivos e insolentes Ao que um d'elles
meretorquio; SalitlOM com argeocia
novos reforcos. e sao esses os qioe agora
i vedes em marcha, porque la jorae a i
e< jude ; mous vou&otes battus c;mme des
bravos.
Ora at que afinai accrescontei eu, e
:posso ce?tificar-ves,, senhores, qpe, se oSe.
fosse o exercito Srancaz, nao triamos por
certo adido.
c Comecou ento entre elles ama verda*
deira. disputa sebre-qnal nos baa de prestar
serveo. Ea tioha qoe proceder a umaiam-
puteco de bagWBle gravidade e mandis pe-
d? aos cirurgioes. francezes- se me podiam
foraecer cloroformio. Yieram pedir-me
desculpa da-me 3o poderemser uteis sobre
aquelle panto, por nao terem coa6igo as
caixas de ambulancia; asas offereceram-se
para me ajularem eperaco. Acceitei.
Foi um preciosa ajodav.
ApFeseniei-lhes era seguida, todos os
nossos feridos, entra os quaes o conde Bols
da Romana, ferido no peito &. era gravissi-
mo estado ; o valenle Mayer ferido grave-
meote o anno passado, e capitio do quasi
dissolvido corp dos livorn&zes; Adami. de
familia distineta d Livorno, com oulros
seus companheros, e o bravo commandante
Stalo de Genova.
Ptdi-lbes o seu voto para nm outro
caso d'amputaco, no qual convieram co-
mgo. Em summa, foram dedicados para
com os feridos, e promeiteram-me qae asa-
riam de todos os cuidados e attences com
elles duraote o seu transporte at Roma, o
qual se devia effectuar durante aquelle dia.
c As ferinas, quasi todas effectuadas
pouca distancia, sao graves: no peito, no
abdomen, na parte inferior das eexas e dos
joelhos; muitos sao os casos qae devero
reqoerer sacrificio de membros.
< Pouco depois da entrada dos France-
zes, o velho parocho do lugar, em vestes de
das arrcM-foi salva nsocta designa!.
\ barricada e toda-a-defs de Maatana
protegen-btroicamenta a retirada des nossos,
dos q aes assim mers- algumas- centenas
transpueram o confira-; a capitulaco- de
Mentana, oonvencionada' com os Pranceaes,
provou evideatemeote emqua grao de cobs-
deraco au/ie!tes soidadcsnos tverara
>< Trezentaa homens espilDlaram bom*>
oamente cora.'nm numero seis vezes mais
superior.
AqostnfvtBtrUmit
O Dr. Ageetiobo Bertaoi era oirogiia^
ar do corpo--dos volunaficsgarJaldiw>a..
Abas dv'Sbtrdade Ai-oaaprensa.
I
3*al a autspidade com psente para-juigar
ce-abusos da iberdade de- imprensa- entre
DOS?
H* divergencia de opini7o-entre o poder
judioiario e o-poder execolifa sobre tal-ma-
teniaw
Naopino de-alguos magestrados, dd al-
guo tribunasa-dO 2a inst.or.oia, e do supre-
ma tribunal dajasliga, o crirae por abose
da.kaerdade de imprensa a-da compatencia
do-jiarji
> aviso de &de Janeiro de-1831 faadado
na consulta da soefao de jcsUija do ccnselho
de estado declara qoe a lei de 20 de setem-
bro de 1830 pprque se regulava o psrcesso-
nos^delictos sommettidos por meios da im-
praosa,. est revogada, e q^e taes delic.os
devam ser processados pelas autoridades-
pobciaes de cooSbrmidade comas le*a pps-
tesiores.
U
ram de bom grado a toda e qoalquer in-
cumbencia.
c E' doloroso dize-lo aqui entre nos, mas
a verdade esla, que o offisio ordena cou-
sas, qoe officiaes e soldados francezes con-
demnam dentro em seu coracao.
* Era a segunda vez que|me acbava com
os francezes vencedores: em 1849 em Re-
ma, e agora sobre as collinas qne a circom-
dam. Ento era um s o inimigo a comba-
ter, agora eram tres os conjurados para a
era ocVopada de novo pelos bossos, e nossa perda. Mas ento e Wra^fejso-
GaerzonTbradava: < o dia P nosso r me fcvedor a maior parte dos officiaes de
encontrei, e lhe roguei me prestasse guar- cmara e cbinellas, acompaohado de um ira-
da, proteceo e soccorros para os feridos, de em vestes sacerdotaes, veio visitar a igre-
e encontrei, valha a verdade, irmosd'armas ja e a sacrista. Immediatamente Ibe foram
que nos prodigalisaram todos os cuidados,' apresentados e entregoes todos os objectos
advinharam os nossos desejos, e se presta- pertencentes ao culto da dita igreja, e qoe
Eis a razab o poder jotario naiSasten-
t&fo de sua-opinio:
i. Que os-julgamentos- dos crimes- da,
natureza de abaso da libstttade de imprensa,
sao regidos por urna lei especial qual a de
m de setembfo de 1830,. entendida eresoli-
vida pela de 2(5 de outobro de I S i, artigo
'>", eque na.conformidade do direito .nao-sa.
devem enie&der alteradas as leis ospecaes-
por lei geral posterior, seno quando o s3o
expressamente, ou quando se tornam cam
ella incompativeis, decrelo de 6 do junbc-, de
1693, e som este prasupposto se-deaami-
nam excepta o da lei geral.
2. Que o % Io do artigo 4a da-lei de 3
de dezembro de 1841 nada mais fez que
transferir para os chafes de polica juizes
municipaes, delegados e subdelegados, a ja-
risdico e aleada qua pelo artigo.ti 7o do
cdigo do processo criminal eram concedi-
das nos juizes de paz.: e que se estes at a
data dessa lei nunca se conbaceram compe-
tentes para o julgamento Qnat do crime de
abuso da liberdade de imprensa, por menor
que fosse a pena correspondente, da mesma
maeeira deviam ter procedido os joiies que
os substituirn!. ,
m
Agora o parecer do procurador da coma,
em 30 de jullio de 1850.
O julgamento dos accordos do supramo
tribunal de justica da 22 de agosto de 848
e da relaco de Pernambuco de 20 de marco
de 1849, funda-se no supposto de nao ter
sido revogada palo cdigo do processo cri-
minal a lei de 20 de setembro de 1830: io-
telligencia esta, que paraca nao ter sido sus-
tentada nos auditorios de justica dasde a pu-
blicagao do mesmo cdigo ( Sao em verda-
de de grande peso as rasOes com qoe argu-
menta o supremo tribunal, e pode por con-
sequencia este arasto produzir ao foro am
verdadeiro seisma, prejudicial administra-
cao da justica. Pensa portanto ser indispen-.
saiel algnma providenciiv fixanlo-se a ver^
dadeira intelligencia da tagisia(o a tal res-
paito.
A seceo de justica do conselho de sstado
em 17 de novembjo de 1850, dizia na soa
con snlta:
(Conlinua-ie-ha)
pareciam preciosos.
< Ao abrirem um caixote onde tiohamos
encontrado algumas tochas, que foram as
nossas luzes durante a noite, qoeixaram-se
de as vorem dizimadas, e iam entrando na
posse immediata das que restavam.
, Alto, Ibes disse eu, estas ho de ser
vir para esta noite I
Ao que o frade, tornando-se lvido, res-
ponden :
Quero expr o Santisssimo, e islo nao
se pode fazer sem as tochas.
Mas antes de tudo, seabores, rep
Macrobio republicano. Diz nm jornal
bespanbol que morrea em Pars com 102
aonos de idade Mr. Beuvoir, officia! qoe foi
do exercto republicano no fim do scalo
passado e qae formn com as soas tropas e
quadrado na prac* da Concordia no dia 21
de janeiro de 1793, em qne foi guilbotina-
do o re Luiz XVI.
TYP. DO IAW0-RA DA8 CRZSa NJ .
.


\t




-
;

*


Full Text
xml version 1.0 encoding UTF-8
REPORT xmlns http:www.fcla.edudlsmddaitss xmlns:xsi http:www.w3.org2001XMLSchema-instance xsi:schemaLocation http:www.fcla.edudlsmddaitssdaitssReport.xsd
INGEST IEID ETKXAH5DF_BH4KFS INGEST_TIME 2013-09-04T22:43:43Z PACKAGE AA00011611_11464
AGREEMENT_INFO ACCOUNT UF PROJECT UFDC
FILES