Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:11463


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Full Text
ANNO XJL1V. NUMERO 5.
, .APARTA FURA H DI JANEIRO DE 1868.

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ENRRBBAD03 V SVBSOUFCAO.
Parabyba, o Sr. Aotonlo Alexaadrmo de Lia
Natal, o Sr. Antonio Marques da Silva ; Arscaly,
o Sr. A. da Lomos Braga i Csara. .o Sr. Joaqun
Jos de Olnrelra ; Para, og Srs. Gerardo Antonia
Aires A Filhos; Amazonas, o Sr. Jerooymo da
Oifia Alagoas, o Sr. Prao' seo Tavares da Costa;
Baha, o Sr. Jos Martn- s; Rio de Janeiro,
o Sr. Jos Ribeiro Gas r
partida Dos estafeta.
Oiinda, Cabo. Eseada e estages da via frrea al
Agua Prela, Ijdoe os das.
guarassfl s Goyanoa oas segundas e sella fa'ras
Santo Anlo, Grvala Bezerros, Bonito, Cernara,
AUloho, Garaohno, Biqoe, S. Beoto, Bom Coa-
selan, Agoas Bellas Taearattf, as tergas ferrra,
Rao d'Alho, Nazareth, Limoeiro, Brejo, fesqueirs,
logiteira, Plores, Tilla Bella, Gabrob, Boa-Vis
la, Murlcury, Salgueiro e Ex, as qoartas feiras
Serlobiea, Rio Peraoso, Tamaadar, Toa Barrai-1 Mjn* ?* *> >el: larcaa e aaztu ao aeio
res, Agna Prela e Pimenteiras, an rjumias (afras, f dia.
,
i

.
S

AUDIENCIAS DOS TRIBUNAES i>A CAPITAL.
Trlbuoal do comraerrio: segunda e quintas.
Retaceo: largas e-Matados is iO*iefa*.
Paztnda : quintas a 19 horas. ,
Juno do commereio r segundas as tf hora?.
Dito de urphos: tercas e sextas as 10 boras.
Sesrwadavara do ctsI
i eora da tarde.
BPIEMERIDES DO HEZ DE JANEIRO.
3 Qatjlerase, a h., 19 a. e 29 s. da m.
9 Loa ebeia as 8 h., a 19 s. da i.
IS Quarto ming. as J o, II tn. e 15 s. da t.
Si La nova as 4 h., 25 m. e 50 s. da t.
DA t DA S-4,
NA.
ff. Sgnnda. # F pifaala, Ss aspar, Bata, e B.
7. Ter^a. s. Lar op, S. Tba sro
B. Qor. S. Se rie, S. r rpbito.
9 Qnima. Ss. Juliao, Celso i JRareiootlta.
10. Sexta. S. Gencalo de Ais, ant.
11. Sabhado. S. Rrgino p. m., S. Bonorata v.
12. Sabbado. S. Siyro, Z.iico e Areadio.
PREArfARBE HOJE.
Priaaira as 1 aoraa e Si a. da
Segunda s 3 horas a 19 minutos a
aaUa.
PARTIDA DOS VAPORES COsTEIROS.
Para o su! at Alatoaa a 14 a 30; para o norta
at a Granja a 15 a 30 da cada mas; para Par*
Dando nos dias 14 dos metes Janeiro, margo, Mar
julho, setembro a notembro.

IKTEMOR
KIO DK .11 \URO
17 dedezeakro de 1867.
ENCOR g\MENTO DO? FORTES.
O direito de segraoc; e to sagrado eoao o dl-
reito de liberdade.
Se-ote altimo enoobrece e a-igora as aereas do
hemem,o priraelro isenia o da coo^traogi-jen-
to a o torna indepaodeote.
A n?io renoe era si todos os direltos indivi-
duaos para garanti-los eom minio maior efflcacia
do que o pJa coosegdlr a lor?a pessoal.
E" to raspelU-el esse direiio qua os gerernos
do nosso lempo, obumbrados pelos perigos da in-
Tasao a qae esto sjenos os paiies modernos,
Teem se iiopellidoe a atirar se as animas conse-
queocias, me.-mo desnaturando o.
Uesnatorandoo, sin, porque os olemrfhlos de
vida embregados para conler as usurparles es-
trangeiras absorrem por tai modo a substancia
dos Estados, que todas as oatras saas relaces fi-
eam paralizadas.
Este desequilibrio prejodlca is nagoes.
Nao so o (roc'o de economas publicas reali-
sadas a' cusa da pathocos e5f ireos que se esvae;
nao a prejudicial militarisacio da bracos empre-
gados na industria e na agricultura qua se iuuii
lisain ; mai do que isso a milito peior ; o
ccrmoromittimetrfo das doangas por mais da na
scalo, o grvame perpetuo da gar.gio que
passa.
Entretanto Iraxem as lotes da poca, nem as
brandas coaqQlsOs da intelligsncia, aponiam re-
medio seguro a tamanno mal.
A propria diplomacia retrabe-se para regular os
direilos ioteraaciooaas s depols Je cessar o ogo
dos caoldiS.
11-g-iitain-se congressos de paz e accendem-se
os morros.
A irooossibilidade e a proscripgio da goarra as-
ta' cooflada ao aperlei;oamento das maebiaas de
exterminio.
Hoje a torea do direito ceden logar ao direito da
(orea. O mesmo aconteca ba cinco mil aooos.
Depois da lio grande a penosa marcha, a huma-
nidada esta' qaasi em seu primillivo pooto de par-
tida /
Nesta-desgraeada e peni-el sltaacao cumpre aos
goveroos proteger os povus, coliocandosa na p
de torca-los respailados.
A nossa boa e a lealdada com que prolessa-
mos as ideas de respeito e (rateroidide para coa
as demats nachas provou-nos ja' e dolorosamenta
o erro de nossa poltica.
Na memoa occasiao em que votes aatorisadaa
pregavam no parlamento e na imprensa a necessi-
dade de dirainalr-se o pessoal e o material da ar-
mada e exercito, o Brasil estremeca quasi ao
mesmo ampo a violencia de ultrages latios por
governos estrangeiros.
Qae sacrificios nos teem eustado a impreviden-
cia dos anoos anteriores, a actnalidade se encarre-
ga de o demonstrar.
Gormado, levanuao o alarma coraecamos a con-
templar com nquietacao as muralhas de nossas
fortalezas; reconbecemos a iacapacidade em qae
se acbavam de camprir a sua misso, e nos estor-
bamos em re ara-las.
Raergaemos bateras ; construimos casamatas e
guaraecemo-las com artilbana moderna, capat de,
qoaado mais nao tosse, ao menos difflcallar o ac-
cesso de nosso porto, e garanir-nos de Insultos
comeos que ja sollreramos.
A fortaleza de Santa Cruz principalmente pas-
30u por ama iransformacao completa, e o publico
desta capital seguio com interessa os trabalbos que
deviam torna-la inexpognavel.
Esta crenca se enraizou por tal forma que se
amanba a adversidade nos deparasse novos dias
de provaf jo e nos desiliudisse, teriamos de sflrer
duplamente : a dr do ultraje, e a impotencia de
nossos perdidos estorbos.
Com effeitn, nos ltimos anaos a scieocia mili-
tar tem aitiogid tal grao de progresso que de dia
em dia nm aperteicoamenlo recente vam opera
completa metamorpbose nos meios de ataque e d
defesa.
Em 1864 a idea de eoconracar fortiQcacoes sur-
ga na Iaglaierra coao na pensamenlo atrevido;
entretanto boje nma realidade nao t all como
tambem na Franca a na Russia potencias estas
que nao satisfeius com o que ja realisaram em
seas baluartes, proseguem as experiencias da
arte militar cajos resultados assombram o nniver
so inteiro.
Do Tims de 20 de agosto altimo extrabimos o
artigo qae em seguida vae publicado. Chamamos
para elle a attencao publica e particularmente a
dos Srs. ministros da marioha a da guerra, por-
que encootraram dados muito ioteressantes acer-
ca da resistencia relativa das cbapas massicas de
ferro, a das cbapas de espessura igual a essas,
composlas de carnadas, ou escamas sbrenoslas
amas as oatras.
Esta le tur a tari compre hender quao pouco va-
lera as nossas actuaes fortaletas, nao obstante os
melhoramentos qae tiveram.
Looge da aconselbarmos como poltica exclusi-
va, a poltica de guerra, todavia convem altender
que a capital do imperio, o coraco do Brasil nao
esl por forma alguma resguardado de ataques
provenientes de navios inimiges.
Ji estamos empenbados; a colpa recabri so-
bre a fatal id ada ; per milla-se ao menos que as bo-
ras de descanco nao sejam perturbadas por gra-
ves apprehenoes da totora segaranca do nosso
porto.
Naeionaes e estrangeiros esperaa segura pro-
leerlo ; o governo compretaeode seas devtres e
tranqailisari os espiraos inquietos.
Els o artigo a que nos referimos :
c Pez-se ltimamente em Sbmborynees nma
experiencia, qne mais interessanle em suas de-
duchas do qae em seos daialnes.
c Provou-se recente mente que, em qualidades
igaaes, cbapas de diversas eepessaras, nio acol-
cboadas, offerecem aos projectis naa resistencia
/juasi proporcional aos qnadrados de suas respec-
tivas espessoras. Entreunto, alem deste tacto
moito conbecido, qae cima de ama certa espes-
sura nao se pode fabricar cbapas lio igualmente
densas ou eompaetas, como as cbapas mais delga-
das, aio se pode admittir, e cortamente a expe-
riencia at boje ainda nio provoa este tacto, qne
a mesma proporcao snbstiluiria se as cbapas del-
gadas fossem enllocadas nmas por delras de oatras
e convenientemente arrabiadas para formar am
iodo.
c A chapa massiea tere sempre ama certa van-
lagen) se fr realmente bem fabricada, mas nio
tanta como se as cbapas delgadas tossem atacadas
separadamente.
A experiencia am qaestio teve logr do se-
gninie modo :
Tres maralbas de ferro, tendo cada urna O-, 177
ram sabmettidas ao fogo de om canbio raiado de
O-, 17/, earegando-se pela boeca. Nio havlam
coicboes por detfte das moralhas. As chapas mais
delgadas eslavara postas nmas. atrat das oatras.
O primeiro alvo era formado por nma chapa mas-
sica de 7 polegadas (O-, 177) de espessura, o se-
gundo por duas chapas de 3 polegadas e aeia (0a,
088) a o terceiro de 3 cbapas de 2 poilogadas 1/3
(0", 039) de espessura, bem aboloados. Se a regra
emprica'dos qaadraaos das espessoras fosse appli-
caMtaaaaoKwaau, proporcao da neattaeU
deveria ter sido, tomando a pollegada por anidada,
de 49 para a chapa massiea, de 24 qnasi para as
2 cbapas de 0-, 088, e de 16 quasi para as 9 de
0-, 069. Ora, os resaltados da experiencia foram
os seguinle? :
< Para turar a chapa massict com ama bala Pa-
hsser, de cabeea egival, fu preciso ao eanbio de
C-, 177 nma carga de 15 1/2 libra* 7k. O); para
turar as duas cbapas de O". 088, 14 libras (Sk. 35),
a para as tres cbapas da 0-05', 13 libras (5k.
896).
t A energa d > prrjeetil fol no primeiro caso de
61 ps tonnrs por pollegada da circn-,lerenda
da bala, de 57 no segundo, e de 52 no tereeiro.
t Estas proporcSes sio mai diferentes aquellas
qae resultara das reeras dos quadrados; asas de-
monstran) qne se pae obier nma torea eonside-
ravel de resistencia com moralbas de ferro dls-
posias em mnitas carnadas; porem qne nouca esta
torca igualara' a de naa cbapa massiea da mesma
espessura.
< Esta qneslio importante, porque o governo
pede ao parlamento om crdito supplementar para
constrnir fortes de ferro, a iamediatamente se as*
segura no pablieo qae sera' neeessario ebapas da
orna grande espessora para resistir aos projectis
da nova artilbaria ralada.
t Eis aqoioijrstema qae se propde para estes
fortes de ferro : na parte anterior, chapas da 5
poilegaas (0-, 127) de espessora; 21 ps (6-0.40)
de comprimeolo, a 5 ps (l3,52 de largara, cello-
cadas horisontalmeote ; per delraz desta primeira
carnada de chapas orna segunda Qlelra de chapas
vertieaes de 16 polegadas (C-,40) sobre 5 (0-127)
de seecio, a por delraz dsstas nma tercelra carnada
de cbapas semelhantes, coilocadas horisontalmente.
Para snpportar esta eonstraccao pela parte
posterior ha um certo numero de pilares de ferro
qne teem nma seecio de 12 pollegadas (C-,3n) so-
bra 5 ((-,127); estes pilares tio eollocados dous a
dous coa na nter vallo de 2 ps e 3 pollegadas
(l-, 68) entre cada par. Sio fitas as tres carnadas
das chapas de eooraca por fortes eavllhas que atra-
ressam de parte a' parte.
t E' laeoDiestavel qne a construecio deste mas-
sico contposto, menos dispendiosa qae a de orna
chapa massiea que tives a mesma espessura.
Trata-se fomente de saber se elle possoe orna tor-
ca de resistencia safflciente: o que as experien-
cias at agora nio provaram. Nio necessario
que estes fortes do mar sejam invulneraveis, basta
que elles possam parar a marcha de nm ioimigo
qae tea nm objecto especial em vista.
i As eoodicOes nio sio as mesraas para os na-
vios e para os (orles da Costa. Os primeires davem
ser carragados quanto menos melbor, e por eonse-
qaencla, preciso procurar obt-r para elles a
maior torga como menos peso possifel; para os l-
timos, ao contrario, a questio coasiste em procu-
rar a maior terca pelo prego m-.n barato.
Apresenta-se-nos como modelo a seguir os for-
tes do iittoral de Cronstadt, e prevalece a Idea de
qae todos elles sio revestidos no exterior de eba-
pas de 15 pollegadas (0-, 38) de espessora, e no
interior, de ama carnada de enanas da 7 polegadas
(0a, 17). Entretanto nio ateim. As biterias sio
construidas por diversos systemas, que foram mo-
dificados a' medida que os trabalbos avangavam;
por isso a batera do forte Constantino aprsenla
tres aaetbodos de eotutroeeao. lia dalles consiste,
enmecando. pela frente da obra, em orna chapa de
9 pollegadas 1/2 (0-, t); depols 6 pollegadis (0,
15), de Mea coilocadas em urna ossada aogular de
1 p jllegada (0-, 025) da espessora, apeladas em
urna ebapa da mesma espessura na parte posterior
de todo o massico. A frente da obra tem urna in-
cllnacio de 22 grios.
c Um ootro forte esta' revestido com nma chi-
pa de 7 1/2 p. (0-, 177) na frente, a tem a mesma
ioclioaco de 2J graos. Um tereeiro perpendicu-
lar e construido com barras de Tbornycropb, la-
minadas em Millead.
As chapas da primelra batera e algomas das
ootras foram fabricabas por Pelin e Gandel.
( A batera que se cita mais vetes como exem-
po aos inglezes, ou antes os tres escudos, abrigan-
do cada um tres caobdes, poiera ser deserlptos
dest modo : Um certo numero de barras de ferro
da 13 ps, 4 polegadas (i-,06) de coroprimento,
12 pollegadas (,30) de espesrura e 12 pollegadas
(0-.30) de altara, esli dispostas horisontalmeote
urnas sobre ootras, o reunidas sobre toda a aaa
extencao por mel de reenlrancias e saliencias
(machos e femeas).
Por detraz de eada barra bauma tutra sallen-
ca de tres polegadas ru,07o) de comprimeoto, de
forma tronco-comea. Este tronco do cone se en-
calla em forma da cauda de andonnba em ponta-
letes perpendiculares de grande espessura, eolloca-
dos pela parte posterior. Tendo os rossos reconhe-
cido que esta construecio metlica linba pooca co-
hesio, estabeleceram na trante das barras duas
chapas de 1 l/pollegadas (0-,037) de Jespessura,
que sao recorvadas por cms da extremldade su-
perior das cbapas.
t A grande vantagem que apresentam as barras
de Tuarnvcroph seu prego commodo comparado
aos ootros systemas de bhadagem. Qoaodo, po-
rem, se reeonhecea necessario apoia-las tio forte-
mente pela parte de delraz, e cobrl-las pela frente
com outras chapas de ferro, esta condlgo modifl-
cou-se considerarelmeote. Urna coostruecio deste
genero custt, para o escodo smeote, mais de
75,000 trancos por peca; as dimensoes destes es-
cudos sio de 14 i/2 ps (4a, 41) de comprmanlo
sobre 8 ps (i-,43) da altura.
t Os escudos inglezes cnstam menos de 25,000
francos por canhio, suas dimensdes sao de 12 ps
sobre 8 (3-,65 sobre 2-, 43). A casamata inglesa
casta, qoaolo a' parte aetalliel, 75,000 francos
por canbo. Construida conforme o systema russo
costana perto de 170,000 francos.
c Segundo os calclos baseados sobae a expe-
riencia de Sboebaryness referida mais cima, pare-
ce que.se pode aflancar que naa mural ha metadl-
es, como aqu lia que ba proposito de construir-se
em Hymouth, resistir' a aaa bala de 600 libras
atirada a mu pequeo aleanee, asslm como a um
canhio americano de 20 pollegadas (0-, 50) tazan-
do fogo as mestnas conduces. Se, comtodo, se
reconbece qae esta mnralha anda asslm nao tem
tana resistencia como se espera, serta eertamente
mais econmico addieionar-lhs nma nova eamada
de cbapas de 5 polegadas (0-,l27) o qae poderla
ser execotado sem a menor oifflcuidadc >
(Diario do Rio.)
PERNAMBUCO
REVISTA DIARIA
A inscripcio para o exame de bablitacio ao
concurso da cadelra vaga de matbematicas do Gym-
nasio Provincial termina no dia 14 do correte.
No dia 20 do correte tem lagar o conenrso
as cadeiras vagas de Instruec&o elementar do sexo
feminlno.
Essas cadeiras sio as do Granito, Villa-Bella, Ou-
rleory e Boa-Vista.
as Urcas, coroadas garcas, do Rio Grande
do Norte, naufragou a barca bespaobola Josefina,
filiada as Canarias e pertenceote a j proprio capilio
D. Severino Agolllar.
O naufragio deo-sea 18 do prximo passado met,
pelas 2 boras da tarde, em frente do povoado deno-
minado Tubario, salvando-se toda a trlpola$o,
bem como os passagelros, qae acbam-se recolbidos
a esta cidade, condolidos pelo /no;'ca, que os to-
mn em Maco,
. .
A Josefina la da 7ron na Escossla para llontevi-
do eom earregameato de earvio de-pedra.
' Informara nos- de que Francisco Antonio de
Oiiveira, que hornea-dissemos estar preso, fot nm
dos que fol soto no sabbado mesmo a'larda ; Oca
pois assm ractiBcada a noticia n'essa parte.
Em outra parte-deste Diaria publicamos sob
a robrtea Coomooleado om artigo lodo ao
nosso eierlptorio i proposito do qae hootea disse-
mos sobra o acontecido no quartel da polica ao A*
balalbio de infamara ; e a esse respeto cmpre-
nos declarar qae tosam aquellas a InformacSes
que aos fornaeeraa pessoaa qae aos parecen mere
carea conceito, entro oatras nm ofBeiai dquelle
corno, a que nos damo las sem segunda lencan.
Nio levantamos a era nanea procuramos levan-
lar obleas i acqoleseeacia da malos para debellar
o aais depressa possjval o inimigo qae nos compi-
ti a orna guerra aos campos do Paragaay, anas
pelo contrario, teaeos (aito o qne nos tem sido pos-
sivei coa o flm da aplanar dfficuldade a' esse de-
sidertum.
Assira, pois, coavra que fique bem eslabelecido
qae nio demos vola a' esse (acto, mas qae apenas
repetimos o que nos informaran!; e qae, por isso
mesmo, com grande satisfacio que publicamos
esse artigo, do qoal eada om dos nossos leitores po-
der' tirar a raciiflcacao que iba appronver para a
nossa noticia de hoot^m.
O|uiz de paz do quarto anno da fregnezia de
Santo Antonio di audiencia oas tercas a sextas-fel-
ras as 2 boras da tarda, sendo porem nos das an-
teriores quaodo es designados forera santificados.
Tendo vindo de Nazareth, na nltima semana
de dexembro, o alaoereva Exequial Barbosa Moura
rooprar encomaendas oesia cidade coa dnas se-
dlas de 109000, brancas da primelra serie, foram
ellas reconbeeidas como falsas, e condolido elle pa-
rante a Dr. chafe de polica ; qoa, depols de Inter-
roga lo, remetteu-o para ali acompaonado de urna
praga de polica, aBm de se procedern is devidas
diligencias.
Declarando elle ter recebido essas sedlas de Ja-
clotbo Xavier de Laeerda, fol esa chamado pelo
delegado de Nazareth e interrogado, resultando do
interrogatorio terem sido ellas, e mais sete qoa
apreseotAo, dadas pelo Sr. Domingos de Sonta Bar-
ros, em pagamento da qoatro taecas de la qae
comproa no da 19 de detembro, dia ea que a po-
lica procadeu is diligencias qne ji noticia nos.
E' mais orna prova comprobatoria do qaanto se
verifiaou oas nltimas diligencias.
No dia 5 do correte, manifeston-se na pe-
queo incendio no trapiche Pelonrtnho, sem graves
consecuencias, ( felitmente I) o qual fol eilineto
pelo Sr. subdelegado de S. Prei Pedro Goncalves do
Recite com auxilio da bomba do arsenal de msri-
nha.
Na noite de 6 de prximo passado, fugio da
cadeia da villa de Pesqoira, escapando se por urna
janelia da sala livre, o criminoso Joio dos Sanios,
que, al a data da commnnlcagao offlcial. ( 13 de
dezembro) nao linba anda sido encontrado apezar
das diligencias que faziam as autoridades.
Paz-se ayster que os Srs. fiscaes exeeutem
as postoras municipaes na parte qne dizem respe-
to as earrocas de eonduiir gneros, as quaes, ten-
do orna lotacio determinada, carregam ordinaria-
mente mais paso do que o que Ibes determinado
na postara, com o prejnizo para o calcameato pa-
blieo e encommodo para qoem as v fustigar os po-
bres animaes sem do nem piedade.
No dia 28 do passado fallecen de nma qoeda,
na cidade de Nazareth, o Sr. eommendador Loo
rengo Cavalcanli de Albuqoerqae, commaodaote
snperior da guarda nacional desso municipio.
O finado era homem estimado na comarca, e
deixa ama bella fortuna.
Fallecen e fol ante hornera sepultado o Sr
Joio Baptista Fragoso, antig > negociante de nossa
praca, e ex socio gerente da commandlta.
Pedem-nos qae lembremos o exacto campri-
meoto da ordem da polica, sobre o transito de car-
rocas pela roa Direita, por que ji comecam appa-
recer %basoa.
Comecara hoje os trabalhos lectivos da escola
de primeiras ledras, do sexe feminlno, da Sra D.
Maria Bertboleza, na ra da Concordia.
Latera.A que se acha a venda
a 50* a beneficio da igreja de Nossa Senho-
ra da Soledade, que corre terca-(eir i 4.
No da 6 do correte foram lidos as malrl-
zes da capital os seguintes proclamas :
i* denunciacio.
Maooel Mara do Naseimeoto, com Alexandrlna
Mara do Rosarlo.
Francisco Vaientim das Cbagas, com Paula Ma-
ra da Concelco.
Francisco Vieira Calda, com Maria Emilia
Wanderley.
Ursnlianno Clinie de Torres Gallindo, eom An-
ca Joaquina da Cooceicio, vinva de Noberto Ma-
rinbo Falcao.
2* denoociagao.
Alfonso Carlos de Castro e Maria Josephina de
Qoeiroga.
Bernardino de Senna Jnior e Adelalde Francis-
ca das Cbagas.
Ladislao Benvenoto de Barros e Maria de Ale-
xandria de Hollanda, vinva de Manoel Antonio
Gongalves.
Jos Loit de Franga Torres e Deollnda Cabral
Godnbo, viava do capilao Atallba Duarte Godi-
nbo.
3' denunelagio.
Maooel Torquato Pereira Lobo, eom Maria Mag-
dalena 'le Castro Nunes
Lula Vieira de Freas, viuve de Jesnina Vieira
de Frenas, eom Jovnlana Perpetua dos Santos.
Eugenio Rodrigues Baptista, eom Antonia Mar*
colina da Porlficacio.
Jos Pantaleio da Costa, com Claudina Josephi-
na de Anauociagao.
Rapan-nexo da polica.. Extrato das par-
tes des dias 5, 6 e 7 de Janeiro de 1868.
Poram recolnides a* casa de detengo no dia 4
de taneiro :
A" ordem do subdelegado do Recite, Modesto Fol-
gar, bespaobol, a reqoisicao do respectivo consol;
e Maria Senborlnba dos Prateres, para eerreceo.
A' ordem do de Santo Antonio, Francisco, eacra-
vo de Manoel Jos Michado, para eorreecio.
K
A' ordem do subdelegado de S. Jos, Maria Be-
nedicto Gomes da Hora, Jaclntho Perreira Gomes e
Maria da Assompclo dos Prateres, para correegae.
A' ordem do da Boa-Vista, Manoel Vicente Ma-
case, Maria dos Santos e Antonio Martins de Oii-
veira, para eorreecio.A' ordem do do Poco, Ma-
ria Luciana da Silva, por ferlmentos.A' ordem do
dos Afogados, Francisco Faustino ia Silva, por fe-
rmenlos graves.

ajrexereit>...................
Par* a armada........
a
0 a. IB O Masculino. 1 -< 1 3 ? 'S 1 M
te * J. Feminmo.
CJ n .!. 1 1 .UascMfi'no. w 1 9
J. . i . I Feminino. 1 O -*-
aja * m w Masculino. , l'i! a m
ce * 4 1 Femnino. 1 00 1 , sr 01
IS c-l =1 8\ r-. Masculino. s > a
51 CC 1 d> 0 ^4 Feminino.
0 O 1-t TOTAL. 00 SS a
ADVERTENCIA.
Na Solidada dos doeotes exlstem 210 ; sendo, 123
horneas, 87 mulheres.
Poram visitadas as enfermaras :
As 9. 9, 9, 9, 9, pelo Dr. Ramos.
As 9, 9 l|2, 10.9, 9 l|i, pelo Dr. Sarment.
Fallecern):
Jaciotho Gomes da Silva, eoterite.
Francisca Mara da Cooceicio, phlhysica pulmonar.
Maria Maximilia, tubrculos pulmonares.
Antoaio Jos Francisco, dem.
Joaquina Rosa de S. Jos, dem.
Antonia, gastro enterile ebronica
Loit da Santa Cruz, anasarca.
Antonia Maria do Esp rito Santo, phlhysica pul-
monar.
Cecilia, diartba.
Passagelros do vapor nacional Potengi, entra-
do do Peoedo e portos Intermedios :
Amonio Alves da Lu, Antonio de Soaza Reg,
Coportioo Guimaries Bastos, Manoel Francisco Al-
ves da Miranda, Joio R. Monli Pires. J. Pureslen-
berg, Francisco de O. Barbosa, Domingos Jos da
Silva Peiioto, Alexandre M. da Foneeca, Jos da
Costo Coalla, G. R. Pink e 3 criadores, Adolpho da
Silva Menetes, A C. Lona Jatoba', A. G. Porto, An-
tonio Blp > da Silva, lente Idelfonso B. Galvao,
roo Antonio Jos de Plgneiredo e 2 pracas 6 pre-
gas a 1 sargento desigoados a 3 raerotas.
Crhitemo publico.Obituario do dia 3 de
Janeiro de 1868 :
Francisco, Peroamboco, lo mezes, Santo Anto-
nio ; cmaras da sangue.
Antonio, Pernambu:o, Santo Antonio, escravo ;
congestio cerebral.
Joaquina, Pernambueo, 8 anoos, escrava, Reeife;
bydropesia.
Felicidade Perpetua Magalhaes, Portugal, 80 an-
aos, viava, Santo Antonio; erysipela.
Cecilia, Peroamboco, 80 aonos, solleira, Boa-
vista ; dlarrba.
Mara, Peroambuco, Boa-vista ; bexigas.
Maria, Pernambuco, t mezes, Santo Antonio;
nflamraacao.
Argemira, Pernambuco, 6 mezos, S. Jos ; es-
pasmo.
Joaquim Goncalves de Siqueira, Pernambuco, 28
annos, casado. Reeife ; febre perniciosa.
Feliciano Cavaleaoti, Peroambuco, 80 annos,
casado, Boa-visto ; diarrha.
- 5 -
Francisca, Peroamboco, 11 mezes, Boa-vista ;
dentlco.
Bernardino de Senoa Carneiro, Pernambuco, 29
annos, soltoiro, S. Jos ; vanlas.
Francisco, Pernambuco, 3 mezes, Boa-vista ; es-
pasmo,
Alfredo, Peroamboco, 2 annos, S. Jos ; inte-
nte.
Benta, Pernambuco, 38 annos, Santo Antonio,
escrava; bexigas.
Dr.
A' ordem do subdelegado do Reeife, Antonio e
Simio, eseravos, este do Bario do Livramento, e
aquelle de Jos Pereira de Araojo, o primelra por
fgido e o segundo para correegao.A* ordem do
de Santo Antonio, Jos, escravo de Angosto Ocla-
viane de Mello, a requerimenjo d'este.
O ebefe da 2* seecio
J. G. d* Mesavita.
Poram remedidos pela reparlicio da polica
oa reeratas segoiotes:
No dia 7.
Ao inspector do arsenal de marioha
(menor).......................... i
CMARA MUNICIPAL DO RECIPE.
?SESSAO EXTRAORDINARIA AOS 23 DE OUTU-
BRO DE 1867.
PRESIDENCIA DO SR. PEREIRA SIMF.S.
Presentes os Srs. Aquino Ponseca, Gustavo do
Reg, Silva do Brasil, Santos, Dr. Miranda,
Pitanga e Dr. Villas-Boas, abrio-se a sessio.
Fol lida e approvada a acta da sessao antece-
dente.
Len-se o seguinte
EXPEDIENTE
Um offlcio do Exm. presdeme da provincia de
16 do eorrente, declarando une, em vista do que
poodera a cmara em sea offlcio de 9 do dito mez,
sob o. 59, tem a dizar Ibe, que approva, nio s a
nova escolba qae (ez a mesma cmara du terreno
no campo das Priocezas, para ser nelle construido
o seo paco, mais tambem a alteracio, que segando
o desenbo annexo ao masmo offlcio, necessario
fater-se na planta do bairro de Santo Antonio des-
ta cidade, na parte onde sa acba o terreno citado.
Qae se remettosse copla deste offlcio ao erige-
obeiro cordeado', recommendando-se-lbe qae trace
na planta a alteracio concedida, e bem assim
qne se recommende ao procarador para tratar da
desaproprlagao das casas e terrenos precises para
abertura da ra, e ao advogado para aconselhar a
manaira da effactuar se a desapropriacio.
Oniro do mesmo, de 18 do crrante, reeommen-
dando a cmara que pooba a disposicio do jalao
de direito da 2* vara, os iivros de receta, existen-
tes na contadoria, afim de poder elle proceder no
dia 25 do eorrente ao novo exame qae Ibe reque-
rea a promotoria publica para esclarecimento da
verdade no precesso de respsnsabilidade, instaura-
do contra Jorge Victor Perreira Lopes e Joaquim
Tavares Rodovalbo.Que neste sentido se expedis-
se ordem a contadoria.
Outro do mesmo, de 22 do eorrente, transmittin-
do a' cmara para seo conhecimemo, a afim de qne
tenha logo a devida execucao oa parto qae Ibe to-
car, como se recommeodoa em aviso do ministerio
da fatenda de 12 do correte, o meloso exemplar
Impresso do decreto n. 3977, daqoella data, rega-
lando a cobranca do imposto sobre os veocimeotos
percebldos dos cofres geraes, provinclaes e muni-
cipaes.Que se remettosse a' contadoria para o
flm ex posto.
Ootro do Exm. vigario capitular, de lo do corren
te, respendendo dlBoitivameole ao offlciu qae a
-
liles.* cmara dirigi ao Rvm. goveraador dobis-
pad-o, em dala de 12 do protimo passado, declara
que esta o dadas as providencias no sentido que
pretende a mesma Illm.* cmara hiteirada.
Ootro do Dr. chere de polica. Pedio Francolino
Guintares, de 2* do eorrente, communicando ter
na mesma data assomido o exereicic* do dito cargo
para o qoal fol nomeado por decreto da 9 deste
met; deelara que nesse exercieto acaa-lo ba a c-
mara sempre dlsposta a saiistafer a todas as re
quisjg&es que bonver de fuer lbe,quer sejam estas
do servico publico, quer do particular da mesma
eamara.#Jje se aecnsasse o receDImeMo.
Outro do solicitador, nio s pediodo qae se Ibe
maodasse entregar o recibo das cuelas por elle
pagas a Tiburco Valeriano Baptista, o qual acoa-
paohoa a coota de 24 da abril ultimo, como sciea-
tifkando baver fallecido no Par' Manoel Jos da
Silva Grillo, contra quem requerera aeajlo exeeuli-
va por qoebrameoto de fianga em proeesso crime,' Br"a*sl Reo' Dr "Miranda""
do qoa ja' deo sdeacia tambem ao advogado para '
intdotar aeccao ordinaria contra os neideiros do
mesmo, e finalmente qne tendo-se suscitado divida
na contadoria se poda elle pagar as castas da par-
to, qaando a cmara condemoada, diz qoa sem-
pre as pagoa, sem qne nnnea hoovesse reelama-
C-io, a para a que mnitas vezes tem pedido dinbe-
ro, e Isto In para evitar que as partes teaham sen-
tenga, que augmentara' maior despeza ao cotre,
nio o tendo porem feito naqaellas em que cabe re-
curso ; conclua pedindo a cmara que autorise a
quem jolgar conveniente, pagar as ditas eustas.
Posto em disenssio, resolveo-sa qoanlo a prmeira
parto, mandar entregar o reciboqoanlo a segun-
da qae a eamara fiea Intel radaa qaanto a ter-
ceira, que se offleiasse a eontadoria que nio potes-
se dnvida no pagamento das eustas jndiciaes, feito
pelo solicitador, mandndose respoodar a esteno
sentido da deliberacio tomada.
Ootro do provedor, communicando, em conse-
que ocia da ordem que receben, que fizera am odia
9 do eorrente o saque da quanlia de 2005 a favor
do Dr. Arislides de Paola Das Martins, contra Ma-
noel Francisca da Silva Novaes, residentes na cor-
ta, fazendo enlrega da primelra va do dito saque
no mesmo dia ao Dr. Jo- Bernado Salvio Alcan-
forada. lotelrada.
Ootro do mesmo, participando ter dispendido a
qoaotla de 681 com o sello de eioeoeota e duas le-
tras, que resultaran] dos contractos ltimamente
feitos; pede a cmara que mande Ibe seja levada
em coota a referida qoantla.Que se desse ordem
para tsto ao contador.
Outro do mesma, declarando em eumprlmento da
ordem que Iba foi dada em offlcio de 12 de setem-
bro prximo Sudo, procorou eotenier-se com o Dr.
Jacobina, aBm de precisar a quantia que o mesmo
quer peta desapropriacio dos terrenos por onde
tem de passar a travessa da ra d.s Pernambnca-
as, na Capunga, sendo qae pela dlreccio oa dita
travessa ja' existente, sera' o palmo a 10 J, a lendo
a largura de trila e tantos palmos a qoarenta,
ebegara' a desapropnagao a dozentos e tantos mil
ris, e vindo pela dlreccio reda conforme a planta
em vigor, costara' a mesma desapropnagao......
16:0O0J.Posta em diseussio, o Sr. Gostavio do
Reg pede a paiavra e oppoe se a desapropnagao
de qae se trata, declarando nio baver necessidade
delta, pois qne s approvea aos particulares mo-
radores e donos de terrenos naqaella lucalidade e
nio ao publico.O Sr. Dr. Pitonga pede a paiavra
e mostra que o sea compaahein labora em enga-
o, porqnioto a travessa que se pretende abrir nao
approveita somonte aos proprtetarios de terrenos e
moradores daqoella localidade, approveita tambem
10 puhiic.n em geral.
Diseutida a materia e posta a v< tos se devia ser
aberta a travessa em questio, e por onde ja' elis-
ia, partndo do por u do Laserre a desembocar na
ra das Peroambocanas, neste sentido passoo, vo-
tando contra, os Srs. presidente Pereira Simdss,
Gustavo do Reg e Silva do Brasil. Resolvda a
desaproprlagio, dellbarou se pedir ao Exm. presi-
dente da provincia a alieraci da planta nessa
parte.
Ouiro do engenheiro cordeador, informando fa-
voravelmeate a peticio de Francisco Jos Goncal-
ves thesoareiro da irmaodade do Saotissimo Sa-
cramento da freguezia da Boa-vista, proprletaria
da casa terrea do becco da Bomba n. II, o qoal
reqoer para continuar com o concert principiado
na dita casa.Concadeo-se.
Outro do mesravemettendoa copiada planta da
estrada do Olho do Bni, com a iodicagio dos terre-
nos do Dr. Maooel Perreira da Silva e D. Maria,
vi uva de JosAlgarve.que teem de ser desapropna-
dos para a cordeacao da dita estrada.Intei-
rada.
utro do mesmo, informando o reqoenmeoto de
Manoel Anselmo Corro de Figueiredo arrematan-
te do muro do cemiterlo da freguezia da Varzea, o
qoal pede a prmeira prestagio do seu contrato,
compre- be declarar ser vardade ter o dito arrema-^
tante exeeutado metade das obras e estar 00 caso
de receber a citada prime.ra prestagio.Mandon-
se pagar.
Estando lindo e exerclcio de !866 a 1867, qaan-
do foi antorisada a cmara fazer a despeza da obra
em questio, resolveu-se pedir nova autorisagio a
presidencia para poder effectaar o pagamento, al-
legand i-se a cansa porque assim se praticava
Outro do mesmo, loformando sobre o que pede
Manoel Ferreira da Costa, relativamente ao con-
cert de sua casa n. 22 do largo do Paraizo, que
fra obstado pelo respectivo fiscal, declara que
quando oa sua prmeira lotormagao, disse qae
nada tinba a oppor, entenden qne as obras serlam
feltas de eooformidade com as postaras, e fiscal
moito regalar foi qaando oxigio o comprimeoto do
despacho.
O reqoerente desmanchou pirte dacoberta e da
frente da dita casa, e as obras que tem de execu-
tar sio mais ama reedifleagio do qne concert, e
pelo qne Ibe acaba de expor verbalmeme o reqoe-
rente, est resol vldo a execotar a dita obra de eoo-
formidade com as posturasGoncedeu-se.
Outro do mesmo, informando nao baver Incon-
veniente qne Henriqae Kroger alargas a porta da
cocbelra da casa n. 61 da ra do Brum.Conce-
derse.
Foram approvados tres pareceres da commlssio
de polica.
O 1* no sentido de se mandar denunciar a fac-
tura dos coocertos de qae precisa o aeoogue pu-
blico da ribetra da freguezia de S. Jos.
O 2* maodando-se proceder ai caiga ment da
estrada qae eondaz ao cemiterlo pablieo desta ci-
dade e fazer a ponto sobre a mesma estrada.
O 3* finalmente qne se poda conceder a Pran-
cisco Porrier, collocar urna pequea forja de fer-
reiro no armatem n. 7 d ra da Imperador.
Aeerca do primeiro e segundo pareceres que au-
torlsara a factora de obras, para as qoaes nio
exislem verbas na lei do orcamento; resolvea a
eamara mandar pedir autorisagio ao Exm. presi-
dente da provincia, para despender as qaantias
necessarias.
0 Sr. Silva do Brasil votou cootra o tereeiro pa-
recer que concede a collocacio da peqnena forja de
ferreiro na ra do Imperador.
Entra em discassao o parecer da commissao de
polica addiado na sessio da 16 do corrate, sobre
o pedido de Manoel Alves Guerra a-rematante do
plaotio das arvores nesta cidade e foi aporovado,
maidaodo-se entregar a quanlia de 1:0005 ao dito
Guerra.
Foi oomeado soppleote do fiscal da freguezia de
Smto Antonio ocidadio Gailherme Rodrigo Bre-
ckenlield.
Despacbaram-se as petigdes de Antonio Carlos
de Almeida, Aprigio Jos da Silva, Antonio da Sil-

va Perreira Jnior, bario do Livramento, Cleaea-
tioo Theodoro da Silva, baeharel Deodoro L'i piano
Coelho Catanbo, Elias Baptista da Silva. Francisco
Jos Gongalves, Gmlberraa Angu^to da Athayde,
SoJIberae Pmssiar, GoeMiarme Rodrigo Brecken-
field, Ignacio Barroso de Mello, irmandade do Saa-
tissimo Sacramento da lregaea>a da Santo Antonio,
Jos Francisco Dmiz, Joio Pacheco Alves, Joio
Carneiro Campello, Jos de Vasconcelos, Joaquim
Praoeiseo de Paula Estevas elemento, Manoel An-
selmo Correa de Figueiredo (?), Manoel Jote da
Silva Filgueira, Manoel Alves Guerra, Manoel Joa-
quim Alves dos Santos, Manoel de Barros Brrelo,
Manoel Ju-iioiano da Silva, Manoel Perreira da
Costo, Francisco Antoaio das Cbagas, Francisco
Jos RegaU Braga a leva ion se a sessio.
Ea Francisco Canuto da Boa viagem, secretario
a escrev.Pereira SiraOes, pro-presidente, Dr. Pi-
tonga, Dr. Villas Boas, Santos, Fonstca, Silva do
Coiumuiiicados
Polmica religiosa.
Prtga a paiavra, insta a lempo
e fora di lempo: reprehende, roga,
aimoesla Cvtn toda a paciencia e
doulrma. Porque vtr tempo em
que mmlos horneas nao soffrero
a san doutrtna, mas, lendo comi-
chao nos ouvuios accutnularo pa-
ra si mestres conforme aos stus
desejos, e assim apartarao os ou-
vidos da verdade t os applicarao
s fbulas.
(3. Paulo, P a Timet. c. IV, vv, 2, 3 e 4).
Si alguera disser on crer que
o Deus da le anliga difireme
do Daos da le evanglica, seja ex-
commuogado. a
Si qms dtteril, vel crediderit al-
terum Deum esse prtscae legie, al-
terum Evangeliorum, anaikema
SU.
(Coocll. de Toledo.)
III
0 peccino efiaal, a prestkaeia divina, a sabr-
(toria, a biadade e a jusU'ea de Deas, es si-
Vl es.
Creado o hornera com todas as condignas de ser
feliz, decabio do astado da graga, e desde logo se
convencen qua ; pelo cammbo da renunca a das
dores da abnegago poda reconciliarse coa Deas.
Mas que o saeriri no devessa ser a expressio e o
resumo do conbeciraento que o hornera adquirir
de si mesmo, de Deas e do culto qae devia render-
Ibe; oa que ama revelagio espacial de Deas fosse
neeessaria para ordenar o sacrificio, o qae im-
possivel de deeidir. O que certo que o sacri-
ficio, o mais Importante dos actos religiosos, en-
contra-se no bergo do genero humano. Logo de-
pois di expulsio dn paraizo, o orgulhoso Caim
offerece om sacrificio nio sanguinolento ; o pia-
dioso Abel faz correr o sangna das victimas. Palta
ao sacriUcio de Caim a vinude da renuncia, ome-
nto da homeoagem sintera, e, sobretudo, o reco-
nhecimeoto formal, a retratagio completa do pec-
cado, qae exprima o sacrificio sanguinolento. As-
sim, o sea sacrificio regeitado : o tugo do co
nio o consom eomo ao da Abel. Caim, que sa
recesa a recooheeer se peccador pelo sacrificio, fax
irromper cora energa selvagem sna criminosa ds-
oosico. Immola ao seu odio a ioveia o ioaocenle
Abel. Eatao maoifesta-se uw-j kmahs PM. a sua revelagio toea a' plenilude I
Sob urna forma qnadrupla se manifesta o pecca-
do : Ia o homem desconoV de Deus a adopta una
paiavra mentiros que o perde ; dovida a se torna
ao mesmo tempo incrdulo e supersiicijso, renden-
do se s suggettdds do demonio melamorphoseado
na serpente -, 2* aceeode-se nelle a concupiscencia,
abasa da natureza, e a desordena se introduz as
relagSas sexuaes; 3o o orgolho Ihe faz desejar ser
semulhante a Deus, e Ihe Inspira o amor de nma
falsa hberdade ; V a incredulidade, a concupis-
cencia, o orguiho geram o odio e o fratricidio.
Desde eolio todas as paitoes seoboream o coraeo
do homem ; o peccado tornase ama poteocia for-
midavel ; domina o homem, mas tt da va-nio o
coosiraoge ; encadela o, mas nio o violenta. E
isto o que exprimen] com tanta energa aquellas
palavras que Deu< dirige a Caim : t Por ventura
se obrares bem nao recebers a recompensa 1 ese
obrares mal nao estar logo 9 peccado tua porta ?
Mas a tua concupiscencia estarte-ka sujeita, e tu
dominars sobre ella (Geoesis IV, 7). Por este
orculo divino se reconbece que o bomem, ainda
mesmo depois da colpa e da perversio da sua na-
tureza, eonserva a sua liberdade, e seohor das
saas aegoes.
Ora bem : a solagio de todos estos mysterios
vamos nos eneoatra-la satisfactoria e completa no
assombroso Tertuliano, que, oos erros de Marciio
e de sua seita, ferio de morte todos os bereges e
impostores qae se ihes baviam de seguir, at a coa-
sammage dos seclos.
Comega Tertuliano por mostrar que, com effdlto,
nio se pode davidar de que ama ordem difireme
se acba estabelecida entre as amigas ordenages do
Creador e as novas disposigdes da Jess Cbristo :
que concorda perfeiumenle em qoa a forma da
liogaagem dos dous Testamentos difiere, nao mecos
qae os preceitas de virtade e de disciplina das duas
leis : que, nao obstante, o pensamenlo cardeai e
collectivo das duas alliaogas (Ora iosplrado por om
mesmo Deas nico, idntico na substancia ; por
um Deas reconbecldo por lodo o povo judea como
o ordenador soperior dos dous Testamentos : qae,
na essencia, se acham estos na mais perfeita har-
mona, admittidas todas as modificagdss previstas e
ordenadas pelo mesmo Deus dos Judeus, e execn-
tadas por Jess Ghnsio, su enviado, e sea Pilbo, a
quem baria dado todo o poder no co e na torra, e
qne, em virtnde de sua filiagio divina e da pleni-
lude de sua jurtsdigao, poda, sem destruir a lei
a miga, coordeoar e uniformar snas disposlgSes, se-
gundo os designios da redempcio.
Assentadj esto razio d'ordem a qoa preceden)
mnitas outras coosideraces, no sentido de mostrar
que o Deus de Marciio orna monstruosa concep-
cio sem oenbnma razio de ser no passado, pois
que nunca se manifestara, nem p r obras nem por
propbeeia, prosegue Tertoliano:
2.
Pois qne vamos inceur a disenssio do Deus cc-
nbecido, se se pergunta eom qoa titulo existe elle,
convira' necesariamente comecar pelas obras an-
teriores ao bomem,afim de qae a hondada de Deas,
revelada juntamente com elle, e reponsando em
ama base Indestrocvel, nos forneca na aeio da
apreciar a ordem e a sabedjria das obras que se
seguiram.
Discpulos da Marciio I nma ves instruidos da
bondade do nosso Deus, nio podis deixar de reeo-
ohece-la digna da Divindade, com as nxsmas coo-
digdes com que ja' vos demonstrei qoa essa virtn-
de era falha de sabedora no vosso idolo. Importa
estabelecer antes de todo qoe este vasto universo,
pelo qoal o nosso Deas se revelou, nio o foi ella
mendigar a outrem ; tirou-o do sen proprio que-
rer, craoa-o por si mesmo. A primeira manifesta-
go de sua bondade fci o nio consentir qae o Deas
verdadeiro permanecesse eternamente sem te temu-
nbas; isto fol chamar a' vida iotelligenctas ca-
pazos da o coobecer. E ha vera, na verdade, bem
que se possa comparar ao conhecimemo e pos.se da
divindade T Qaando atada esse bem incomprehen-


-:





.8381 ia OHia/rii as k
fkW*.*,**
i

-
,.-..., ,,
constintemente
sl,el o tinha quera o apteclasse, por e Crea**, eollocando eonstintemente Unta do
falta de elemente a que se livesse manlfe-tado, a hornero o bem e 9 maj, o yida.ea rpor^rt
presciencia trtofs conlemplava no Tutoro esse ou.Dtus lerobre oa aroeace oq exhorte, veris
bem qoe det aunr; e o conUbo* V tfs Itflnftl' trm tddo a ordena le a tsbeHbnft* di seos preo
bondade, a qaai flevta dispor o appareeimenteaeste! se-combinara om- H ,
mesroo beuiyWipfccIpItaBto, sem da. 4u0.se as-,
semelhasse a ama bondade fortuita-, nada que ti -
Tesse resaibo de urna riva|i4a4H^rjosa.e qo<
devia daur do da em qae 4^Pl^B0i>lP: ,,
ella qoem fe o prlncIploH | c^V ; I '* clla'
exista aot-s do principio, ae sA'I m"st por seas obras. Deste principio, qoe Ha '% nan-
cea o lempo, co)a distioi'caorca^*aB"'Dl'1'e r*J
voloc,des diversas o.* sao errad pem eorpds
luminosos. Elles vos sePPo |ligO,dii
Janeiro e 19S8.
.5
oaMim .yjt oma
lio liarse io amar, toma no^boirecar. wkVtomrW"!**** QBdo
j3 'lar a le : Ora
vossas ureprias palavr-is (dtr-aie-
eraonstracSes di Hberdadehamana
roe provam e tornern nao a Deai a catastrophe que Ibe sobre
voto. Este punto en vo-lo conceda. Msenla)
porque foi dada ao horada) croa hberdade e oro
c poder que Ibe haviam de ser to funesto* f >
Pira cooi mais jaecoraocsuatiealc a realldade do
eite vivesse a vida material, a
da josuc conforme a Des
be cooirrinnicado a ?^|
eguodo a lio;oagem sag
Quanto a' vida no bem,
advcrtio de respl-
qoem bt-Je d.seja resubeleeer o
humero na vida, quereudu antea arrtpcodimeu-
to do pecrador ue Bao creara o borneo pira a morte. Por coo-
guict, quir. Deus para o hornero nm estado do
v^^^B8 I' in*m prtcipiloQte no e.-tid^E

Bondade iofiDiia, parjealrular o lempo, os aeze.li're arbitrio, e a dignidad* desta lost.loi.lo ero
os annos E poi eso harte alada tempo para r-lacioa Dea?, voa primeiro que todo pfovar que, Sendo
aquella qae fe o lempo. Nio bavia principio, ao- Deas assim o regulou ; e demonstrar qae est
les do principio, para aqaella
cipio.
qae se applleara manifestameate ao
HE* sbraoo dos marea. Com
homeos Dio na uro s que
rdtm de delicias, nem mesmo
j se nio transportadora
qae toaba sido estabelecido qaerobio sobre o rp to-
te santo ; isto oas alturas celestes, de bode se
nrecipjjaa^jifltfer, segundo o la^ana^ta du AHU-
simo; i B*>ae t^aba residido no eaeio d u pe-
isto entre os raios.teiarosndo*
ae iciotilUm como outroa UOlos
de Lucifer precipitme cora a ra
)|rasleeodi
das estrellas.]..
diamanto', i'q
por I lli morle, e is-u nao por Infliruirtade nem
rancia (i) pelo qoe oeohuna imputaeo se poTta=T ->,'a P^">;
finr ao Creador. Arada que o eductor 'ora aplira iodica
aojo, o sedo ido era livre e teobor de si ruesnaf, Irreoreb
elle a ioagem e sedMlhaoca do Attist i cimento, oestiriti maifasej, bavia sido firmado
era ibais (orie que o anjo,'e como emana ~ra o bem: era emaoacao do Creador, que pi-
d* saa eieroidade ebras Irrepreheasi-
?os do
le Dio
le outr'ora desuso da do sea
rei prevarica#Bf:oairo.Dno
o mpsmo autor d peccado.
as-
rao
demonstrar ,
que creou b prin- corobioaca e-a a prcfenv,l. Anda a que se roa 'd Deus, era de roais ro tre engera aue a jub dajlafra d- ^oa eteroidade
DiffSlarara i bobead e tanedoria divinas, porque taoca oogeiica. Oa^piritos 10 os tees iu.- vrfs; racreata'ra o
Ora nao tendo tldo principio, nem sendo snjeita estes dous afribotos marcham in.-eparavelmente]s?geiros, exchma o Psalmisia, e o ralo lea minis- ea. e collocada jaoto ao tbrooo
a' ifltWso toiapo, Immeasa e iuQnita a'sua oiwa^asBi<^aao^so- Deus. A fabedona-sem'Uo. Teria llSs submetdo a
sabedoria; a bondade sem
doraco ; nio pode Mr considerad como instan- \ a bendade sao sabedoria; a bondade sem a sa
Une, accidentii e prov( cala a obrar ; nada tem hedera nao boadade; o copirariv Avio pode
ella que a assattee so lempo, porqn* 4 eterna ; convlr ao deus df'M .rclao. onde a' boodade se al-
sabio dateio de Ueos, e, por consequerjcia, cousi- lia a extravagancia, cerno ja' demon.-lramos. Era
derada como sem tiro, e, pir i-so mi-smo, digna de oecessariO que Deus foe cenbecido.
Deus; confuodindo assim, e-anottllandocabaimeo-', contestar^' este deafgnio eniloentemenXe bom e ra-
to a preterida hondada do d. us de Marcial, que ctonal. En neces.-ari um esto' digno de conue
esta* UnUameBiB abaixo da banda to do nossoicr a es: ora 4ual podia_, ser mais capai de
Deas, oo >o ao a re.iaco do principia e da dnr 1- pre^ncher e:te lien.do que o imsgem '. >omtl(4nca
qao, como msalo inferior em malicia, ae todava a [de Deus7 Kis ;qui aifita urna concpoao segura-
" qoe a
* Linas; era Qoal
univtrsidade dos menta a bandada por c immuniracao ao lado
seres 4A myieflOjflo bomem, se esto tossa. incapaz bondade p r essenoia. U$ depa.is per verle
de domssao, se nd possaisse urna datureza .luntariaojeoie su nitoreza: Depois
ras, Vtoc3o,"Boa-Venlar*, ele, etc., ainda'repe- Barea suecaSntrige-l
tem os gemidos das vicbmas.imo10la.d05 aferoci(|a-. Luga/ IpglezC de satnica de seos lyraronos oppresscresI
; Ao>igaxici do Ass.. .'
Na resposia qae dea o Rvd. vigarlo Jo.- de Mal-
dgekSi'va, no^isMiiajg|^aW6 oovembro, ao
crrespndeme do Ass para o Correo Satatense,
devra S. S. dlzer qoem prlmelro leve a uisle surte
de servir de instraeseato a Saiaor, para sesear a
dl.-cordia qoe buje reina entre S. S. e aquellos, a
qaem do-deonosamate chama, algans poucos eoies
de sua freguesa I Remontndole a era de 1883,
como fez, de\- s. 8. diz^r qoem naquelle anoo
atirou o primeiro cartel de desafio a urna familia
iDjeir, retasando se, telotosamete, a Ir casar a
fliha do capito Amorim, quaado este, eom a casa
pesspalmele lampera convidar a S. S.,para j>resi
Barca francesaJfury flfp^Wneidcflu ^
Barca noruega"Nardiop iem.
Barca-me*.elemburguense Tem Artenlii
1 idea. tttari eieaM g&
Pa.acbo bolstenseHaracbarqae.
Patacho beadauholl#dm -dem.
Patache bafcburgoe:- Theekla Scham:dttnebri
Baak of n|| de la-
dro UanUcol
anaU elvda que a das aojas a quum Deas offeosss forsm pestas a n, tsto patenteadas.
i:agll*Ii
el
Captol do naneo em 13,000 ac
1 coei-de *00.............. U.333:335J1330
Acgjes emilito* 13^)00........ II 555:355^560
CautHl pago 45 par aceio..... 6 2 Q:0O>j$)0
B\LANCBTS 0\ CAIXA FILIAL IM FBRNA1IBIICO, 31
DE dezemuho o 1867.
Activo.
Letras descontadas........... 935 4i9A0oi)
Credius. sohrp diversas, onjnBL
bapros s caixas fl iaes........ 1 62:98
'
L-e-ae4e; seade que o ateo desaewqae-tmou
Uwlfio de reccorref ao Bfni v|si|jr, quee-tra-
lnhadjo^ um ui proceJimeBio, maadoujjqoo S. S. Cjx em modarorrente;..*.....v "6awW#it
Tnzese o casameoto, ou dsse par issa licenca a ^i.i...u.. < -.--.--*T t^V"1, ,
Por. conse- .Qaaps ^Seneas qe Ibe oram lapaudaal! *JIb\m^ sacerdule- E ver M agjri o Stivo, que 2.73i:i8**JW
le a qoem des.eo o bomem da shbrnissSd qae derla a Ovas.' prTOCJu um uaulbaate. rompimeaio, qae faz fatuto. -
adaalrar I.,...... Analsem-Qo, o* qua sabem, e G'P'tal fornecido pela ca matriz '. 88:889#*90
Mn^ a eoaioea.ftao perguoiuao admirados, Depsitos.................... 818:097^650
malicia pote mesclar-se com a bondade.
Assim, quaoJo I* d prufuudt-z > de sua eternl -
dada a bondade divina, bouve destinado o bomem a
conbecer a Dos, por intra razSo merece* ifa o
recoribecimento do mesmo homaro. Teodo-o tira-
dd do nada, preparou-tbe como droneiif* pasSagei-
roa massa enorme do un'verso, e no futuro nma
hbitapSo das mafs magniOca!", aBm de qne a sa-
be'dtirra eieTW'e reorelasse as perjiferr e ns
granles cousas ; se revelasse por lod*a parto, e a
creatara passasse das mai'avribas.d'a trra as iu< ITe-
vels da eternidade. Pelo verbo, ministro exeellen-'
te, corda Dees ama boa obra, ditendo : Meo co-
raQo produzio orna palaVrI excllente Rece-
Dhega pois Marcllo pe.a'excellpncia da arvore qcfsV
nao rera a do frnetc. To, porrp,'coltiTaflor Inh-
bil, eialrras om mi eocberto a arvore do bem.
Mis o enchert do blasphemo nio medrar, e, mlr-
rando com a roso qae o enebertoo, attestara' a ua-
loreta oa boa arvore.
Vele rpidamente a qae ponto froctificna essa
palavra. Disse Deas : Faga se l lo, e isto se fez.
e Deus vto que tso era bom Nao qae Deas,
para coohecer a bondad de sua obra, secesHUsse
filar nella seus olhos ; mas, sendo boa a obra, elle
a v ul qoal elU ; hc.Dr-a com om olear de
conjpUceocu ; son i a' sua perfelcao, e nella con.-
tompla os primores de sua sabedoria. Cbao a elle
bom ao que creon bem, para te mostrar qoe Deus
todo boodade, qvJf falle, qner ebre. A palavra
nao sabia alada amaldicoar porque o mal nao era
nascido. Veremjs as causa qae forjaram o Crea-
dor a amalJi;oar. Entreunto, doudejem quanto
qoizerem os marciooislas, amando compuoba-se
de eleroeotos boos : aolhentlo testemonho da im-
measldade do bem, qae apoirdava o hemem, para
quera s bav'tam sido creados estes prodigios. De
eito, que hospede mais digoo de hab lar as obras
de Deas, qoe imagen) e a aemelhaoca do rot-.-mo
Deas, oa qual a bondade oberaoa mais esmer'ia-
se do qae em todas as utra6 eoosas, qae ella affei-
qooo, nao cro voz imperiosa de Sohor, mas com
mao amiga, e r.oapcando por e-ti di ce palavra :
t Far.amos-v homem nossa imagen e semelhan-
ra ." Ompreneode?, Marciiu I a Bondade que
(allou ; a Boodadp, qoe, formando o homem do
limo da trra, eleveu o p al e>ta caro'' cheia de
maravilhas, a dotoa de lio variadas acoloades
ama s materia. Foi a Bondade, que iu>uQou oo
bomem ama alma vvente, e nao ioanimada. Fui
a Bondade que disse a este re da creaeo : t Goza
todos os seres ; mnndi orno soberano sobre lodos
elles ; impoe thes nomes que conesponJum sa<
naturesa A pos o necesario, veio e ag/adavel.
Juerendo qoe o'urna habiiago mais amena resi-
dase o'possudcr do universo, transponon-o para
um jardim de delicias, o mais ango' jmooto da
igreja. Ao dono da tetTa, no mel dfft-oto bjns,
(altavi-lhe anda nm a coropaohe'ra. E-t,
Ib'a dea a soberana bondade. Bem sabia que esle
seria o sexo de Mara, e ara grande bem para a
greja.
Esta mesma lei qo censuras, qrje torces em
controversis iojoriosas, foi a roesroa b mita fe df
Deas, qae impoz ao homem, para preuder-:h'o por
sea propno iDterese. Qae Tora o lum^-m emregoe
a si mesmo, esoltO Oo jago rtlvino? Um oi'jeen^
de aborrocimeoto para sea Cread >r ; om animal'
laOgado tn'.re esses anlmaes estpidos, qu1? Ibe de
viam obedecer, e que Dos entrega aus seas pro-
prlos inslinctos, para atletar o despreso em que os
tem. Ao cootrario, qaU a eterna sabedoria que s
o homem podesse gloriar se da ter silo jnlg.ido
digno de receher de Deas sn le, e qne, como
creatura racional; dotada de inteligencia e di^cer-
nimenlo, fosse c mlldo por urna liberdade racional,
saceito ao monareba que lhe subraeltera toda a
naturexa.
Nao pa-am ah as benvolas nrvi=?!r?a bao.
dado jo Dea<: Va da em que comerdes deste
(rudo, disse ella aos nossos primaros pues, morre-
res de morle. Acto uitlmo da misericordia, qu
Ihes assignalava as fuoestas conseqoencias da
traosgresso, para qua a ignorancia do perigo nao
favorecesse a Infracta) du preceito. SI a promol-
ga^ao deste preceito era marcada cora o sello da
sabederia, a mesma sabed:rla exiga que para fa-
xer respeitir a lei fosse asstgoado nm castigo a
prevancacSo.
Mas ( nao esquecamo b I ) aaaonci.tr cora an-
tecipajio o ca>tno era nao quere-lo; e poi. Mar-
Clao, reconhece a bondade do oosso Deus I Ella se
manifesta por todas asparles, as hrss, na llo-
guagem, oas misericordias, as previsSas, nos pre-
ceitos e oos avisos.
Firamos a diQhaldade.
Caes mmund's, qae o apostloexpee da as-
sembla saots, vos qoe ladraes con'ra o Deas da
verdade. aqoi tendes osargameotos que siu todo
vsso paMol
t Se o vesso &3BS bom, como que, t:nd<>
t prescieocia ofuturoe o podar- de imp^i-r o rail,
eonseulio qoe o hornero, imagem sna sua s?ma-
* (han?*, oa antes so propria suostsa iaoela on-
gem d'alma, se daixasse illudir pelo dorara' >, a,
infringlodoa lei, locorrasse na raoit? Se a boa-
4 dade conseiillsse era nao querer o mal: a pres-
ciencia era nij ignorar o aeoot^cimeoto; o poder
c era evita lo,jamis terla aeoutecidoo qaaoao no-
* dia aeooiecer.dadasestas trescoodicoasdaroages-
< tade divina. Ora Isto acooteceu, logo ceno qae
i a boodjde, a prescieoci, o poder do vosso Dos
sao vans chimeras. O peccado t-ria sido porslvel,
< se Deas fos3e o que vos o fa/et>T u peccado deu-
se, logo vosso Deus nem tem b;odade nem pres-
ciencia, nem poder. >
Anies aa resposta, eampre-me viogr no Crea-
dor o trplice attributo qne se lhe contesta. Nao
me demorare longo lempo sobre este ponto. Teoho
em meo favor o principio estabeleeido pelo Den?
do proprio Marcio: As provas devem eomegar
peras obras, i Pets bem I como as obras do Crea-
dor sio bs, ellas atlestam a soa bondade. Ac-
cresee qne a gjaodeza destas mesmas obras, e o
baverem sido conquistadas sobre o nada, atlestam
igoalmeme o poder divino. Uando fossern crea-
das, mediante alsruma materia preexist-nte, como,
quer Hermogfenes, e seas sectarios, poder-se-hia;
arada aizer pae (oram creadas dn nada, vito como
nem sempre foram o qoe sao. Para resomir mea
as obras de
mente boa e honrosa. Eranece-sarlo pos
i.uagem e aemclbauca d< D-us fosse todaia
vre arbitrio, o^e independencia caracierta.aogus-
tos q'ue manifstassea aos ons de icdis a ima-
gom e seroelbanca do AUissImo. t'ara lito foi da-
da ao homem uiua substa'ucia h.nrada com esto
privilegio, sopro de um Deus livre e pao depen-
dente seao delle. A'm de que, nao teria sido
que o
'acaso eoPtradiTorio que o nico possuido: do un
vario, o rei da creaeo, nao remasn antes de tudo
pelo imperio de .-ua alma, senoor dus outroi, escra-
vo de si mesmo t Abre pois os olhos, oh SUrci.io I
reconhece a hondada de D-us po dom que elle fez
ao bomem'; admira sua sabido'ria nessa combina-
'cSo." Nao invoquemos, todava, aqu seno a bon-
dade qaa jUos departi e se augusto privilegio.
Trataremos da. sabedoria n'outro lugar,
Com fuello, s Deus bom por Datureza. Aquel-
lo que possue nm aunbuio increado nao o possoe
por communicajo, mas por essencia. Quanto ao
bomem, o ra iDtelrameoia da creaeo, que leve
ora comeco e receben no principio a tua forma e
o sea nodo de ser, nao mclioado ao bom por na
toreza, mas apridenialmenie; nao u possue como
dominio seu, mas por titulo de'cuocefsio, a bel
prazer de um suberao de quem emana mdoo que
bum. Mas para qe esse valido do co tivesse
tamb-.m o seu privilegio, ecancipa^o em.seu pro-
vena pelo proprio Cieador, para que o bem se tor-
oasse propriedade sua, quasi que dina nalureza
*ua, Iba foi coucedida a libertado, o livre arbitrio
com urna baUuca que couserv o eqoiibrio eolre
o bom e o mal. Etn virtu la detta nobre iudtpea-
dencia, o bomem, como o exiga .sabedoria, foi
posto em estado de eperar o bom como se gover-
oa um dominio proprio, ara razo da sua sobera-
na, sob as mspiragdes de ama vouiade senb ira d
si,que nao actuava mais por lisonja do qu^ por
temor. Nao ba^taya que o bomem fosse bom por
communicaco, convinna que o fosse por escolba,
como por urna propriedade de seu ser, afim de
qua, tornado mais (orto contra o mal, podesse, se-
ohur de suas aeges, e livi e eumu seu auloi,
inumpliar dos assaltos, qoe a providencia bavia
previsto. Tirai-iba o livre arbuilo e veris qaa,
encadeiado au bem por aec&sidade, em vea de
praiica-lo esjautaneamenta, e.-t.', por ouiro lado,
sugeito, em virtude da euermidada de sua natu
reza, as iovasoes do mal, smpre escravo, ora do
mal, ora do bem. E por tanto, a'p'lenitade da li-
vre arbitrio lhe fui concedida par um como para
nutro, am de que, pertencendo-te costanlements
a si ctsm1, sa maniivose voluoiariamenie no
bem, ou se iaoQasse voluoiariamebte oo mal.
A em de que, os alzos de Deus aguard-m o hj
moui no um da ana carreira. Era da razio que o
homem proclamasse a ju^ue; peles mritos de
ama.escolha livre e espontanea. De^apparega a
iierdade, lance-se o homimajos charcos do vicio,
ou iigue-sa a' viitude iudepondeatameto de sua
voLlade. pelas ieis da urna oecestidade eega, e
dizai-ma onde estarla a ju.-tiga da recompensa, a
a Justina do ca.-tigu? Era esta o inta i0 da lei.
L'-nge de excluir a l.'berdade,. a, conrrmi. Ba-
pou-a na Bdt-lidade ou na rcbello voluntaria: as-
sim tem a liberdade duuie de si dous camiahos.
Se c certo que a baudade e a sabedoria divinas
caraciensain o dom coufendo ao bomem, perden-'
do da vista a pnmelra regra da bondade a da sa-
bedoria, que deva marchar antes de toda a dis-
cussj, nao vamos condvmuar urna causa pelo
seu resultada, nem decidir, como cegos, qaa
lastitaicai. indignada Dous, s porque foi vicia-
da na pratica. Mas antes enire;nQs na nalurtzi
do fundador para lhe coobecermos o d^sigoio. De-
pois, curvados diaate de saa obra, abanamos os
olhos em trra.
Sem duvida. quiodo sa eneontra desdo os pri-
mofros paseas a queda do bimom, xem n iv -r exa-
minado o plano em que ella foi concebido, muito
fcil imputar ao Archilecto divina o que acaote-
ceu, porque nos escapam os desenbos de sua sabe
doria. Mas, logo que, desde o comer-o da suas
obras se reconhece a sua bondade, ella nos per
soade qua o mal nao poda emanar de Deus, e a
liherdada do homaro, cuja lembranca s noi^pre-
sania, so t florece como a verdaduira culpada nd
mal commetlido.
I 4
Dado isto, a explfcago fcil. Pelo qae per-
tonca a Daus, tudo esta salvo, isto a ecooom:a
de sua sabedoria, as riquezas de sua presciencia
e de sea poder. Eotriaato, leas o dlrelto da exi
gr d Deus oraa grande constancia e urna lovio-
lavel J-i.'j t-ie as suas iasliiuigSes, para qoe, bem
estabelecidj esta principio, tu cesses de uoi per-
guntar, se us acoatecimeutos podera dominar a
vmuJe divina. Urna vez coaveocido da coostan-
eia e da (idelidada de am Dus bcro, constancia a
flJehd^da qaa sa trata de Qrmar em obras asel-
U-l s com a sabedoria, nao le espantaras mais de
qaa U.us, para conservar em sai immutabiiidade
os planos qua tracara, nao i-nln Impedido acn-
Secimentos qae rrprovava. Com elTelto, se origi-
nariamente bavia dado ao bomem a hberd.de de
sa governar por si mesmo, e sa foi causa digna
da magestaJe suprema iuvestir a creatara desta
Dobre Independencia, panto qu8 |S deraonstra-
iii -', coosequeotemente Ibe havu dado tambera o,
poder de usar delta. A forca da instaicjio assim
o requer. Mas, qae goxo Ih deixava elle?- Uro
gozo que, em reiagao a Deus, devia ser regalado
segonao o mesmo Dos. Que quer dizer isto?
quer dizer, segundo Deus, e para o bem. Agora
pergonto eo : poda a/guera dar armas contra si
mesmo? Em relar;ao ao bornam, ess goso dea-
va depeodente dos movimentos fe soa proprla li-
berdade. Q..ando se concede orna facnldade, lam-
brasa nunca aignem de lhs constranger ou liml-
tar-ihe o exercicio ?
Era pois consequeote qae D?as ja nio lator-
viesse mais na liberdade que havia concedido ao
bomem. isto e, que fecbaasa era si mesmo a pres-
ciencia e a omnipotencia com qae poda impedir
que o hornera, tentando abnsa; da libardade, ca-
hisse no mal. A ioiervencao divina nesta cir-
camstaHcia era anniquillar o livre arbitrio que
Bens IhecooHara com tanta bondade e sabedoria.
Sopponhamos que Deas lotervloba, qne abafava
livre arbitrio, conteni a mo prestes a tocar
nao investa de sernclnaote poder ?
NiognoH) "qubncia nao tena imposto o peso da
losse lu fraeo paraieva-l. Contra qoem podei- Pectoa dep-i qua saroauu. e pecwdo. A daiar
se ailejr pir desculpa a sua impotencia Dio le;, desse dia t multipiison assim. o.seu trafico isti 6
ra Deus pfbfflTjlgada tur de.ff,to de morte; em- somma das suas p>evaricic,8is. Mas, copao sabs-
floj em vez de revestir de liberdjde e Ind'ependea- tancta espiritual, reeebera tambem a liberdjd.e do
cu um ser frgil, lhe tena aot.es recusado esse bem ou do. mal; porque Deus nao. boovera Teca-
favor. Este mesmo homem, esTa-mesma sahstan- sado um privilegio a um ente qQ tamo se aproxi-
dVli- ca lntBngBnte, este, mesmo Ado cam saas con- mava dille- .~
dires primitivas, nao o vemos,, em viriade de Todava, coodemnaio-o, d'antemao nos dea o
seu mesmo arbitrio efe sua mesma iod'p^oden- mais positivo tesi-munt)o de qae por ama depra
ca, triumphar aiada i.dis os das dos assaltos e
sorpr.-zas da demouio, quaodo se condui segundo
& submissS'o dos preceitos de Deus ?
-------Z--------------1*-------------------srr-=-r
O sopro deseas,isto a alrai eorrortpea-
sioo horo*in. Logo < a substaiita do Creador
capai de peccar de urna ou outr forra, por-
c qoe corrapgo.da parte au poda denar de
resaiar sobie o todo.
Depsitos.....
Crditos da diversos nairos-bni-/1,*
eos e caias Qilaes.......:...
v.ico pes-oal a toda voluntaria o anjo havta pee
cado. Demais, proqorcooaodo a dilacso a's soas|
obras^peraanecpofll aos calclos de sua sabedo-
ria, qoe addiava o aDofqottameoiO do demonio
com o mesmo Om com que adiava a rehabilitare
do homem. Abri a este Combate quotidianu .utna
carrelr. soffieieate,' aflu da que o borneo osa
gasse sea Ioimigo eom essa mesma liberdadecoco
que )e sucumbir aos seas assaltos (oova "prava
Como que um coracao, que, diz nao ler recan-
lo pata o odio, poda par um motivo iao frivolo,
arder em raocores una lampo?! E'qua nem o
esla anda to puro como o ioculcara, nem S. S. de
animo deliberado a subiier-se *cora damirlyno S. E. O.
omoquer faier crcr, t. se nao, examieem s a Pernauibuco, 7 de Janeiro de 1868.
respsia a que aliado, e veremos as metamoruhoes
porque pasta, sao autor, qoe urnas vezes, humilde
e per>everauie na fe, pe ua as lujurias, qua a
sua imagingao escaldada, tem podido atiribuir a
qaem nenas nao te ve parto, e parece at resolyido
s-guir o exampip, dos bemaven^urados marty-
Parajresponder a esta difGruldade, eximinemcs^ d'o que a eolpa era delle e nao de Deu-); aOra de
as qoailidades da alm;'. Primeiraraente, cumpra g.eo homem reoonqolstasse ditoameola a salva*
qae nos ciojamus ao texto gre^ro, que chama a : so pela victoria, e odiaba losse maisamargamen-
aroa um sopro a rio nm espirito. Algans nter- (e castigado qaanl'o fosne vencido p-T aquello a
pretes, nao ri-ll-ct'odo na difTireuca destes dous,quem bavia sopplaBtado antis; e.ipor ultimo, aflu
termos,oem na propriedade das exprs os, emfe qoe a bondaae divina se, mamfestasse coa a
vez 0%sopro escrevem espirito, e desl'arte mi-' maior evideuol, transportando ao paraso ohomam
oi-iran-aos hereges pretexto de blasphemar do coroado de gloria, o bomem que devia deixar a
espirito de Deus, isto do mesmo Dos, trapa-
lando lhe o peccado. Desta questo ja tratamos
ii'ootru logar. Si be pois, Marcio, que o sopro
meaos o/ie o espirito, bem que seja orna emana-
{ao deste, e coma que ama subtil exalagas ; (o-
dav nio esputi'. Assim, a brisa mais leva
qua o venia. Anda que provenha du venta, nao
vento.
Vida para eolher 0 (rucio da arvore da vida.
( Cor.lir.nar-Jt' /(ij
ua !
O artigo editorial do Diario de Pernambuco de
do corrale, relativamente ao i* hataiho de in
faoiaria de/gaardas naclomes revellou qa a sua
mostrada redaccaj nao fra bem Informada dos
vento.- Ac sjpro podera eu chamar imagem dq,. nuaallutio
spirito ; perqu por elle qaa o hornera se as ..Ja .
mih. ^ r> ,.= ui, .. n -..n. ,.,h., n uimceis
peosarreoto n'uma palavra, dtrel
Dos saograodes porque sao boas; Deus pode-i Iher a indiosa'serpete, eutao
roso porque todo H>e prtenee; donde lhe vaio o{taria : Oh I que senhor
noroe de Tola Poderoso.
Has qoe dizer de noa presciencia, qoe tantas tes-
tomoahas conta qaaatos os propbela que BHe ins-
piron? >io qoeroeotra prava oo attestajSo iuals
magnifica do qne a sabedoria com qoe o autor da.
universo soobe dispar de todas as ereaioras qoe a' lenta oa a insillnlcaji absurda. Qualqaer da
sna presciencia previra. Se a transgressio futura dnas qns se escolna, s merece cedsnra. ftas-
4a lei qoe fra impasta nonvesse escapado ap pan-1 de qua Dos toltiesse o aso da liberdade, n-'o
amento ot-ruo, elle a nio tena amoscado com a' < parecera entu haver se engaad i, visto qae
morle, qoereodo assim precave la'. Ora, pois que' se mostrava incapaz da prever o futuro ? Sao
ba em Ovos ttnbutos que nao pxrmniem qoe oe-
nbam nal podesse e devesse arontecer ao homem,' f
e
semelha a I) as, i-j ao espirit', segando o
testemunho do Evangelista. E' pois o s)pro a
imagemao espirito. Ora a represeotaco nuaca
idetica com a- verdade urna causa ser coutor-
me verdade a outra a mesma verdade. Assim
o sopro< b-m qua seja a imagem de Deus, nao
pode dai tai soda egu.iar i-iuetbaac do divino
modelr/quo, por nao poder Deus peccir nao pos,
a o sea sopro, lito a sna imagem e^mmetter
peccado. Nisio a icotiem cede a realidade, e o
sopro inferior ao espirito.
Ceriameute alguns traeos do Todo Poderoso bri
toara uossa alma iramonai, livre, senhora de sas
accd:s, racional,, capaz de iBlelngencia e de saber
dotado da sabedoria e da providencia. Mas al
neslas lacuioades ella oo se no imagem. InH-
unamente inferior a' esstucia divina, nao pode
elevar-se a urna pureza esireraa de macula, iltri-
buto ext'usivo de D-^us, isto da verdade; e esta
a nica prohibjco imposta- a' Imagem. Urna
imagem, posto que exprima os traeos de um nio
del i vivo e animado, .seropre destituida da vida e
da movitnent). Assim a alma em relaeao ao es-
pirit Ella nao poda reprodoiir o privilegio da
impecrabiiidade, qae virtade- distioeiiv do espi-
rito. De oaira sorta ella den.ria de ser alma, pa-
ra se tornar verdadeiro espirito, a o bomem, qae a
possue se toraana am Deus.
Prosigamos.: sena neceseario que tudo o- que
emana de Deus se traasforroasse em. Deus para
qoe tivasses o di re lo da erigir sao sopro em di-
vrodade, isto em ser infallivel. Se soprares o'u
ma Caula, converters o iostrurqenio em hornera
porque o animaste ao too sopro? A mesma cou-
sa deu-se em Dens, quando niraou a bomem de
seu espirito. Emflra os livros smios aos easiaam
frmala ente que elle aspirou na face do primea ro.
hornera un sopro da vida e d-u loa urna alma v-
venle. Nio dizem qu-i irro c/moanicassoo espi-
rita vivificauK Separou de sua prupria suostau-
cla esle ser aovo. Toda a ohca ntcessariameoie
lisiiocta do ariiQce, islo inferior a ella. O Vaso
qoe sane das maos do oielro aao >o oleira. Par
igual, o sjpro creado pela espirito trao, o espirito.
lepara bem nisi >. O iujsiuo noma de sopro, dalo
a' alma, indina bstanla qua ei a foi crala n'um
grao de iofarioridada.
c ura bam es aqu quedas a' alma ama fra
c queza qae ba poueo lhe recusa vas.
(Ja in lo ousas igualar a alraa a Deus,Uto fazc-
la i.-x -uipu da peccado, eu sustento qaa ella a frae^.
Mas trata-se da approx'm !-!a da aoja ? Sou /or-
eado a resiabelecer na soa preouiiaeacia esto re
da crea;ao, que os aojos :e apressaai em servir e
que t julgaria os anjos no ultimo da se perseve-
raste oa lei de Daos; o qua oo qu z na or eo.
Portaoto o sopro da Daus pie prevai>:ar. I'.'.i -.
mas oo o devia ; peda pela Infermidada de su.
sabstancia, como so >ro que era, e oo espirito. Mas
nao o devia era virtude do s"a livr arbitrio, visto
como era livre e nao escravo.
Alem da liberdade, bavia aioda a rnica de
morle, novo apoto crtaracido a' sua fragilldade
para governa a liherdada de suas deci-Sis. Assim,
si a alma peccou, pdase d zer qae oo pecceu
pelo seu principio que a assemelba a Deus, mas
per seo livre arbitrio, assoeiado a essa substancia ;
livre arbitrio qoe Daus ibe coacedoa coco suprema
sabedoria ; mas qua o hornera iociiaoa para ola
do qae quij. Se tal o astado das eousa-, estoo
justicados da reproche da mal, os planos do Crea-
dor. O livre arbitrio n3 deCiiuara' mais a culpa
a) autor do queco dimana, mas a'creatura, que
lhe p-rverie.u.o uso. Em suma, que mal se nuda
aunbuir ao Creador ? A prevaricado do bomem?
Mas o qae perlence a esta oo partonca a Daos:
nio se poda considerar como autor do'delicio a-
qaelle que o prohibe^ sao disse lado, aquella qoe
o C'Odemoa. Sa a morte um mal, nao deve o
odioso recaDir sabr quera disse < morrereis;
mas sobre o temirario que affrooio.i esta ameaca.
Despresaodo a mora ci eou a murta. Se ou a
desprezra nuaca tena ea existido.
De balda, no intuito da aitribuir a culpa ao Urea
dor, se imputara a obra do mal ao demonio, como
i-i)'o sido ella o lasiig dor du bomem, parque
Todo Poderoso, qae creou os espiritas a para serera
seus mensagelrpg, o autor do demonio. A subs-
tancia aoge'ica, sabida pora das maos divinas, eis
o qaa perteoce so Creador. Mas o que Deas oo
fex foi o diabo; resolta pois qaa elle se fez a si
mesmo delator, que laoca sobre Deus esla falsa ac
cosaco : t Deus vos. prohibi de tocar em todas
as arveres; dallas podis comer sem raorrer. Nao
vos Impoz esta probibiclo se oio porque vos inveja
a diviodade. Eoftauo para com os borneas I Bias-
pbemia para coro Dens I Malicia lio profunda
pode vir de Uru- ? Nio certameqte. Elle assig-
namu o anjo coro, a mesma bondade qoe se mao i
na arvore fatal, afogeotando. da pfesenca da a>rt-! feta em todas as ootras snas obras. Qae digo?
e qaa Marcrad" gri- bavia-o declarado mais sabio de lodos antes da soa
contradictorio com
sigo mesmo I Qae carcter Inconstante e Infle!
sua obra, po.s desaz o que flzera I Da qae
servia conceder o livre arbitrio para depois o
encslelar ? E porque eneadeia-lo depois de o
baver concedido ? Oa a Interven 3o/3ra to-
existindo o mal, retova examinar a natoreza'do
hornero, ver se o mal ae provera aotes da nalu-
reza do homm do qae da aaioreza de Dos. '
Noto primeiro que todo,que o bqrnam f i creado
livre, dtp"B,eode s o sen arbitrio, (roveroaodo-
ae Tjr seo pfoprtw poder. E' ete sobretodo o fa-
do por onde o humero verdadelra imugero e se
melhaoca de Den*. Mas eoroprebeodamim bem :
O homem nao li (alto a imagem de ens nem no
rosto nem bus lineamentos do eorpo, lio vanados
na especie bnmaoa; mas na substancia emanada
sa _ple dei'xar de confassar qae concodera
Dmos esse favor sem comprehender-lhe o resal-
lado. E oh ira a sea presciencia lha mostrasse
c o bomem abusando ura dia de seos dons : qoe
c mais convinna dgmdade suprema do qae a
immolavel fldehdade as sois iastitaices, qaal-
qu-r que fjjse o resaltado ? Ao bomem cabla
< ver se dio havta l racamento gasto o tbesoaro
t qoe *eeeera. S elle tena desobedecido ama
t lei que nao quizara seguir. Vas ao legisla :or
< nio competa frustrar a lei nao permltiindo o
t coa primeo! i do preceito?
Eis aqu qoal fra a liogagero qae, com razio,
do mesmo Dos, isto na alma, qo corresponde lenas cuoir o Creador, se e'l em virtade da soa
a forma de Dos, oode elle imprimir a ello de providencia e do podar qae Ibe exiges, se npp-o-
soa llberdade e de sen poder: A me-ma (i que zra ao livre rrbilrio do hornera. Pois bem I j
Den lhe impox cooflrma sto privilegio. De qae' que o Creador se confirmoa com institaic33S ds-
servirisro leis par qo>m nio fjgse seober de sa- Ida a sna ergem asseHadas com o enano da bon-
geitar-se eo nioieiia-? Da qne aprovitanam dade e da sabedoria, apressa-to em render inte-
ameacas de morle pira a traagressio di le, se o rlormente respeito i sua gravidade, paciencia e
desprezo da le na fosse acto hv: 9 e espoataoeo ? toKdade.
Po njestoa modo nos prectitus posteriores procede Com effjito, nao tlrou Daos o Bomem do nada
I

queda, a menos qae Marcio tome a sabedoria pelo
mil.' Percorre as propnelas de Ezeqolel. Beco-
nhecers sem difflenidade qae esse anjo, bom em
sna orlgem, oao se perverteo, se n3o pelos movi-
meotos de sua voolade. Assim se dirige Deus ao
demonio na pessea do rai do Tyro: A palavra
divisa relilo aos meas envidas oestes termos :
f Filbo do homem, levanta am canto lugabre sobre
o ret do Tyro, e dlr-lbe-his: isto Ojx o'Senhor
t Deas: Ta eras e sello da seoellranea. (Quer di >
zar : to reprodazes a Integrldaoe da imagem e
da semelhaoca), chelo de sabedoria e perfeito oa
belleza. (Estas palavris o declarara o mais ele-
vado entre es anjos, archanjo, superior a todos
< em sabedoria). Tu nasceue no Edn, nos jar-
dins de delicias do Seohor. (B* porque com ef-
falto Dos havia creado os aojos quando produ-
zfo seres de nma segunda crderu). As pedraS
c preetwa* formavam o ten diadema : o rub, o
topasio, o Jaspe, a cbrysolilha e a carnelina, e o n
berilla, e a sapb'ira e o carbnculo, e a esmerar-,
da, todo foi eropregado em reaicar a toa formo-
snra : o onro regorgita em teas mealbeiroi a oos
teas thesooros. Desde o dia do ten nascimeoto
eo le eetabehci qoervtim s->bre o monte santo,
marcharas oo mel das pedras ioceodidas. Pos-
to Irreprebenslvel na loa formaco at qae a ini-
f quidade ge achon em ti. Na maltiplicaco de
teu eommereio se eneberam as toas entranhas
do Iniqaidade, e chista do peccado te.
sao os tempos qoe correm I DKBcers;
certametta, porque s Indjffsreoca de ligaos s une
a mi-w-jntade e,delealdi;de de outros!
Quando o paiz se aeha emneohado era ama Iota
de honra e de dignidad, quando aossos irmaos pe-
lejam oo campo de hatfiha e derramara sea sao
gue pela mais santa das cansas, eon*trange se-aos o
c raeo ao ver qae se levantara bices ao desenla-
ce promoto e feliz de ama guerra que tantos males
oos lera cansado.
Para honra, porero, nossa, compra dize-lo: es-
la epoeha por qoe passarnos de privaces esacn
flc.i^s, o patriotismo brasilleiro recorda os aqilgos
lempos de ha oicidade espartana.
Doeu-00% perem; que o Diana de J>ernamb*co,
gazeta da grao.de circularlo aceiiasse Iaes lotorma-
coes, a brind para ellas espago oas columnas de
sua red a ocio.
Mal avisada foi a redacto, danda vulto a um fac-
to que, para a maior pane da popolacao, passava
desaoeroebido, visto oo ter as proporcoas que sa
Ibe preteode emprentar.
Sabe a illnstr?da redaccao qae o governo impe-
rial no honroso empeobo de debeliar a guerra,
exigi dseos delegados oas provioctas novas re
messas de contingeotes, aflm de retorgarain a- nas-
so xeroito em opera ges.
itiroaineoto, qaando lado aos faz crer ^ue te
reos ebegado a occaso de ver coroados os nossos
sacrificios, visto a posigo desesparada em que6e
acha Lopes quando. portanto, precisara s de mais.
forca, para com mais proroplidao, compelllrmos o
tespota em am ata^ae gsral, a' reoder sa -liante
da bravura de nossis armas, tadfl o sacrificio
ponco era faca da lmanla necesMade !
Pois hm; o Sr. tonente-corooel Silviao 6ailber-
me da Barros qn* tem dado provas exuberantes
de aa rJ*di aco p cansa pabllca, e de lealdade,
como militar, ao governo do pai, era comprimen
to da nrrtm snporor dirigio-se ao sea qourtel e
separan <"rca >e p*nto e sesseota pracis, >fin de
enlr-? "ellas es-o!her qnaes a aptas para serera
pn'S'^aladas. como designadas de sea baialho.
Com o pTesHgio de qoe gos, em frente de seus
aoldMos, Nto se fez. sem urna observara >, sem a
meoT traBuressii^ *a diciplia aocorpo.
Mais tarde, o Sr. leoen'e-coronel Silvinodiri
rio a ao qoartel e tomanlo coDhecimento das
iseraotC'S de bqs gaarda, oiindoa por em lber
dade todos qoaot na tmham dirn o a esse acto, me
reeodo assim.ann'aiisos visto como *.traba em-
peoho ero entregar ao governo Individuos sem
isempges.
Eis a qoe se resamem as censaras feitas o dig-
an Sr. tenenteenronel Sil'inoI Oade esta a'tral-
5S0 que ia daodo lugar a am terrivel disturbio, se-
gdndq o Diario f
Sa o severo coronriraento do dever, se o slocero
flesejo da ajadar ao paz as clrearastancias era
qoe se acha merecer censaras, o Sr. teoeateco-
roaei Silvinoas deva receber c>ro afio ; potqae
aos olhos dos homeos de bam S. S. urestou rele-
vante servico. mostrando at qae ponto tero em-si
afinado o sentimenti do dever e da lealdade.
Mal Informada foi ainda a o ibre redaccao quaa-
do escreveu qae o Sr. teneato-oronel Silvfn des-
ailendfra aos seos offlciaes oo pedido qoe lhe fite-
ram relativaroAnto a soltara dus guardas qua se
aehigsem nos casos da lei!
O Se. tenrate-orinelSilvias longe da desa'teade-
toj.disse-lhes qae tuda/aria era favor da seus guar-
das, de quem ara o primairo prote:'.ir ; promet-
toilo que seriara soltos todos os que tivessem
isempges lenaas.
. Mas, os sanhores offlciaes, co)is nomes ciiara o
Osario ntondeado,qae deviam faier patnotagem,
dando ao meroo lampo roostras da roa vontadeem
que toma,actul sitaagao poiitlca, ditigirac? se ao
quartel da polica e all, esquecaqla-e de qaa
earm militares, prororaperara- em ceosaras acrJ,
aaxiliaodo os guardas a se rebellarem as orden de
s o superior, travnde-se de razoas como d'guo
commandaot da polica, qaa nao poda ser iodiffa-
raoie a sameihanies sc-Ui de disobedieocia e in-
sahirdin'aQao.
oCbegadi semelhaoto tanto, aofionh'.clmento do
benemrito p-esdeoto degia proviocia, ordeooo S.
Exc. qae fossern presos os ditos offlciaes e reco-
Ibidos a ama fortaleza,... l
Saiba, oois, a nabre redaccao do Diario, a quero
alias tratamos cora a dfstinccio que no- merece,
qae foi mal informada,; qae o. facto passon-se co-
mo o tornos referido e qa* nio foram atropellados
os direitos dos goardas.
O Sr. t^oeoie-coroca! Svino aro sezeelbanto
emergencia, port'oii se cora a maior digaidade e
zela oela cau=a publica. As censuras que lhe sSo
atiradas sao infelizmeat?, quasi sempre, a moeda
c^ra qua sao pagos os boos servidores d es-
tado.
Nao desanimo, porm, o Sr. tenesto coronel S'l-
Tiao -a oplniao pobnca faz jastica ao seo proredt-
mento, e o governo rfleonheca os servicos e ddi-
cacao com qe-S. 9. o lem eficazmente auxi-
liado.-. ,,. .,

_____ >ai o iayiaiapsi __________
1.027^00t1(r
_____.J\__
1734:i86i86i
.
T. Simen, Aeeountau.
Tes : oulras vezes, altivo e irritado, ergue se para
fazer o protesto solemne da-alUrradoras ameacas,.
ditendo em.coociuso, o qaa nao quero ter pon-
tos da eootacto com os judas, quer velho quer
novo I Como se a misso sahume da que te acha
eacarregade toe confers o direito Je maltraiar a
stigmatlsar seus freguezai com epinicios lujurio-
sos de judas.e Sauaazl eorao se a aobreza do
carcter de que se aoua revestido Ibe perrautisse
desear na posigo elevada, d'oode Ibe competo
fallar, para cha/urdar se'. ero paginas, dejoruaes
palmees, collocaado-se, como effactivameoto se
coilocou, baito de uro Fiudiafa. Mas deixaado
isto departe, preciso saber S. S. em que Q-
ca. A hura idade e a soberba sao duas iniraigas
lne:oasiluveis, eo^pidea estas nem um ns-
tame; por uso claro que s urna dallas nflalo
no animo de S. S. para dar aqaella resposta.
E, com quaoto seus freguezes nao creara neue
Inculcado de-ej) de raariyrlo, carecm todava
Saber se na pes-oa de S. S. tom am pal amoroso, a
qneo acaiera e r,-corram em suas necessidades
esplriloaes, oo se ura aojo extcrminador, do quera
fujam e se acaule lem. A resposta concisa, que
aguardara, Ins anslaara a posico e aililude qaa
devem lomar.
Ceno de que, quando S. S. esliver de veras re
s rio, deve I irgar de roo a poltica,,op.de os marty-
res vo boje at pa-saado por bobos de cura-da, e
tomar a posgo que lhe cabe oa oadaira do Evan-
gelio. D'ab icssa posigao 6 qae S. S. nao deve
arredar om s passu ; d'ab que deva maular a
digaidade do seu carga e, zelar o resuelto gue se
deve a sua matriz; d'abi que S. S. deve seguir o
exeraplo dos beraayenturado?, de cuja bocea uunca
se ouvio sanir ama s expMajsao hoisil; d'abi
que 8. S. deve coaibator os abusos que oos
desmoralisam, nunca esqu-cendo que o cbnsliaois
roo urna regiao Ce an,r, da decura a paz, como
eosiaou seu diviuo foodadar aos apostlos e disc-
pulos, os quaas longe da fazarem violencia,. os
meios da qua sa serviram erara os da par.-uas ,
nunpa os da farga.
Cidade do Ass, zl de oovembro da 1867.
Um dtenles.
RECEBEDORIA DE SENDAS MEMAS
GEBAE
Rendirrento i'o da 1 a 4 ...
dem do dia 7


MtifOn
i03i*4lo
2:737*4s
........

CONSULADO PROVINCIAL
ecdimento do dia I t
idara do di 7........
25:090*46(1
13:018*017

O Sr. Domingos &o Sauza Barrus faltn a verda-
de, quand i em sua Ounamoaicadu de sabbado, 4 do
carrete, dase ler eo assaverado toreas sido re-
ceidas dalle, as sdalas de qae flz entrega aa po-
lica.
Nao assevorei, nem mesmo disse talcouaa, nao
o poda dizer, po qua o nio sabia. .
So assaVerasse uu mesmo o dissesse; nao era isso
de admi-ar, murmeute a' pessoa do Sr. Barros;
porqoauto,-toado sMo logista, sabe o quanto .com-
mum a' esta claese, o perguoiarem a seos (regu-
res, a qoem e porquanto vendern saos generas
Nos autos de son urocesso, Sr. Barros, necess-
riaroeote encontrara* o termo de minba decl traco
faita na polica: recorra & S. i elle e vera qoe,
nem siquer, rae leuibrei de sua resp-Uavel pes-
soa.
e dmira-se o Sr. Barros da simplicidade e boa fe
cora que ioram trocadas dez sedlas da des mil
ris por duas da ciucoanla. E-: no sea direito, e
eu o Iohvo, visto coQhacer o quaoto isso lhe cea-
vero......
Mais me admlrei eu, Sr. Barros, em o matulo e
nao- ser una jo eom> S. S. ejosr, Do ter exigido
a troca total dassedulas que Iba deram em paga
meato deoito boas saccas de algodao; visto qae,
alguero lha tinha feito, seguado elle disse, observa
coes acerca da veracidad* da taes sdalas. E' que
otaimatuto, iranqulisou sa pel facilidade da
trnsmisso das pnmeira.
J v p is o Sr. Barros, que nada ba a admirar
com o soecedido, a n .o ser a circunstancia (alai,
qua se da entre 8 S. e aqueiles, que por sua boa
(, coro t ma facilldade se leem juni :ado.
F.-ies t-ein achada qaem sobre si turne a respon-
sable dade Immediaia. ao pasao qae S. S. anda
nao descubra sao CYB1NE0.
Racifa 7 de jao-iro de 1868.
Gaspar Antonio Vieira Gumiifus.
ERRATA.
Na parte deste artigo, hontem publicado, dense
os seguales eogaaos, qoe passarnos a eorrigi los :
Na 1* col. da 2 pag. na I" linha da citagode
Santo Agosimbo, onde se ihiecreticotum, lase
Ant*MftcorNM.
Na 2" col. 2* linha do onde sa l primeiro
prtacip' toa-se primeiro principio.
Na 3* col Hutas 21, oooe du-semas que ella
pr si >tcdiga-se. mis que elie por si ele; mais
abam onde esivi os luuios VI e Vil, suOstiuaa-se
por-S 6 e g ^
38:108*497
-----------------

PRACA DO RECIFE
om -i do jancire de ISCSisS horas da tarde
REVISTA Si;%V*.l..
CambiosSacou-se sobre Londres de W} a 2o:,,
d. por <*U0; sobre Pars de 460 a 466 ris por
fr ; nominal, nao bavendo iransaccoes desda a
sabida do vapor.
Algodao-Veadea-se o de Pernambaco de 7J500
a 7*S00 a anoba; a o da Parahyba posto a.bordo
a 7*800.
Assucan.Veodeo-se o hraoco de 4*000 a 4*800,
O su me na de :58)) a 3*9 JO, o masca vado porgado
de 2*800 a :51(i0 e o broto de 2J50O a 2*7oU, p, i
arroba.
Agurdente.Vendeu-se de 72*a74*a pipa.
Cooaos Os seceos e salgados v Aderara-se da
210 a 22 ris por libra.
Annuz.O pilado da india vendeu-se a 32Q0
por (ai.
Axeitb DiocK.Vendeu-se o de Lisboa a 4*'iC
o galo.
Bacalho.Era atacado vendeu-se a 12*500 a
barrica o a relato de 149 a lo*.
Batatas.Venderam-se a 3* a <$.
Bolachinhas.Mera a 4*300 a barrica.
Caf.Vendeu-se de 35200 a 6o 0 a arroba.
Cha.dem da 2000 a 2*o50 a libra.
Cbrvbm. A duzia de garrafas vendea-se de
45-imj a 8*500.
Cabvao de peora.Vndou-se de 13000 a
lfe.100 k tonelada.
LougA.A innieza vendeu-se de 323 a 330 6%
por cenlo de premio.
Ma.nteiga.Vendea-sa a ioglcza de 640 a 860 rs.
a I Dea, e .francesa a il'.O rs. por libra.
Massas.Venderam-^o a 8*300 a caixa.
Oleo de linhaca.Vendeu-.so a 2c300 o galo.
Passas. dem a 10* a caixa.
Pbbslntos.Venderam-se a lt*a fjp.
Qbbiios. Os (laraengos venderam-se a 2*800
cada ura.
Sabao.Vendeu-se o inglez a 140 rs. a libra, e
a 200 r*. o do Mediterrneo.
Tocisbo.Vendeu-se o de Lisboa a II* por
arroba.
Vinaube.Veudeo-sa o de Portugal de 90*000
a i ;05 a pipa.
Vinhos. -Os de Lisboa vanderam-se de 190*000
a 2i05 por pipa a os de ontros paires a 190*.
Velas.As de composicao veuderam-se a 610
ruis o pacota de 6 volas. 1
Dbscotto.O rebato de letras regulou de 8 a 10
por centoaoanno.
Fuetes Para Liverpool earregando aqoi 7/8 a
3/4 d. p ir 8 pelo algodao ; carrejando ni Paraby-
ha, Rio Grande d > Norte- e Csara, o mesmo ; para
o Canal ioglea 4-fy por tonelada 3/o pelo assocar
earregando, e earregando na Paralaba 52/6 a 50/
por tonelada 8%
-------
GOMMEEeiO.
s
s a
Ao
tei
0 relogio do lampo marca noie dens aooos qu,
o braco encorado e ocolegido docaiebre assas-i
Oo Vicente Perrer Campos roubou a vida ao des.,
diloso Marcolioo Jos do Maraes.
O dia 7 de Janeiro de 1866 foi eseolhido de an
(e-mo pelos vis assassioos de Seriobaam pasa i
sacrificio da victima, qua lu era aooniada &>m 1
nm tropegQ aos saus escndalos, m serias e infa-
Effl LIQUIDQ&O
Novo banco de Pernambuco
Os Srs, accionistas podem receber o 3
divideado (en tLoeia ciirreote)de 10 0/0 do
capital, as simeomo o 1. de 30 0/0, e o 2.
de 46 0/0, j aaaifiiciados.
A caixa filial do banco do Brasil nesta
cidade troca as suas notas dilaceradas.
Novo banco de Pernanibuco
em. liquidado.
Os possoidores de notas da emfssao do
banco queiram quanto antes apresental-as
ao troco.
M0VIMKT0 UO POBTO
Navio entrado no dia 6.
Penedo e portos inlermediosT-3 das, vapor nacio-
nal Polenqi, 281 toneladas, commandante Jos
Joaquim Pereira, equiptgam Q carga varios ge-
noros; a compauhia Parnambooana.
bservacao
No dia 7 nao houve entradas nem sabida?.

EDITAES.
30B*
O cidado Severiaoo Jos de Monra, juiz de paz do
4 auno em exercicio da fregueaia de Santo An-
tonio doRecife, etc.
Paco saber a quero convier, que as audiencias
de.ta juno conimnam a ser as torcas sellas-
feiras'as 2 horas da larde, na sala publica a ra do
Imoerador.
O uro siro, qne despacho das 6 horas da maaba
as 6 da tarda oa casa do mioba residencia 00 Ur-
g do Carmo n. 2-2 e no escriptorio das loteras
sito a ra do Crespo n. 15 en auade lor encuoira-
ao e bem assim qoe quan o es das mareados para
as aodieocias forem saaUQcados, ditas audiencias
seropre sarao nos anteriores.
Itecife, 7 de Janeiro da 186J3.
Eu Joaquim da Silva Regn, escrivao qne o fiz e
escrevi.
Severitoo Jos de Moer.
DECLIUCOES.

ALFANDEGA.
37:08 i*43i
ii.8tiJ7iy
rtendimeBto do dia 1 a 4
dem do di* 7...............
Q3(j&MAI.f.*
=
Movimento daatfaodega.
84'.934*!42
Voluraes entrados eom. fazeodaa..
t gneros....
Volaum sahi dos com f alendas...
a a gneros....
Daacarreeam boie
4/2
------ -471
35
167
rr 292
(1) Bnlretanto diz ChrtstSo Velho ter
peccado o resallado da ignorancia I
8 de Janeiro
Rtrea franceza Snnlo Awlrmeicad -ras.
Brigua p iriuguez T>iumphuna-rcidorias.
A indguacSo doshoTi^ps honestos sobe o> ponto Bngue portogaezComante //dem,
em presenta da publiea e acintosa proteccao, oro- Bfigna ioglezhmtama idem.
diRa'isada pelos po4e'osos da G*malletr, a J Rofloo da Sirva, que com elles balem hoje palma* Brizno imrleaRosurmfarinba de trigo,
a Impooidade, que lavra-horrrvekneoto nesto pobre B^lgoe sunco<)'nt XVi+n.
pala,e Insertan a famljia daqoelle,- a qaem maadt-' B|rra himburg .e a -.tf'i'ta .Vii~i1ei.
rtro arrancar a vida cobarde a mjseral.nenie. | Soma-a besnarvi'tla./oro Elisa vmdos.
Odia 7 de Janeiro de 186* sera sempre da u I-te Su naca hespaogotaPautasal.'
recordacio para nma familia, infeliz, e da eterna'Barea inniezaM-irgarrtk 9f'lre$ earvSo.
>. Re- tnaldicao para aquelles qaa se baaqqatearam <" ra Barca ingiera-aron'iocarvo.
--------o sangue derramado de Marcelino Jos de Mu-, Barca ingieraHrecttn -id?m.
Sido O;res. 1 ...... Birca iogiezafita Quiendem. w
1 Os cbos dos meatos da Gatnalleir*Duas Bar-! Brigne inglezAgtondem.
Pela secretaria da Sania Casa de Misericor-
dia do Recita se taz soianto a quero nieres.ar, que
no dia 20 da Janeiro corrate, pelas 10 horas da
manbaa, 00 salo da easa dos ezpostos tara' o Illra.
Sr. ibesoureiro capito Viceule de Paula e iivei-
ra Villas-boas, pagamento das mensalidades ven-
cidas de oulnbro a deaembro de i8b7, as amas
qoe coodoiirea as craaocae qoe Ibes foram coa-
adas para crear.
Secretaria da Smta Casa do Reoife, 2 de Janeiro
de 1868.
,ob O eserivo,
____________Pedro Rodrigues de Soasa.
conseibo de compras do arsenal de guer-
ra chama aiieocao para o anooacio de 14 de de-
zembro Sodo, aflm de qoe sejaro alomadas as
compras aitl mencionadas no dia 11 do correte.
As pessoas qae qoizerem vender ditos objeetos
aprsenteos snas propostas 00 dia cima iadicrdo
na sal do eonselOo as 11 horas do dia.
Conseibo de compras do arsenal de guerra 5 de
Janeiro de 1*68.
Jas Mara I. J. da V. Pessoa e Mello,
___________________Coronel presidente.
Santa Casa da Miserieorda
dO'Reeifo.
.. j unta administrativa da Santa Casa de
Misericordia do Recito manda fazer publico qae
na sala de suas seasoes, n dia 9 de Janeiro p. pe-
las 4 bora3 da tarda tem de ser arraniatadas a
qaem mais vantagens offerecer palo lampo de nm
a tres annos as raudas dos preilos em seguida
declarados:
Estabeteciaenta 4e caridade.
Roa do Padre Flonano.
Cas terree 17......
Ra larga do Rosarlo.
Tereeiro andar do sobrado 1. 84 .
Roa da Gloria.
Casa terrea n. 2o.. ... .
Raa da Moeda.
Primeiro andar do sobrado b. 37 .
oa* ni
186*060
301*000
Segundo andar ideas.
Lofaidem. .
nq< t^^MMillMA
19i*00O
96*100
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idos dt
Casi tarrea n.
dem a. 94. .
Sitio n. 8 bo Foroo 4a Cal.
As arremataos ,aaftipifi tas
a tras aooos, MMH ilcitao
paabados de
desle. c
Secretaria da Sania Casa Ha Misericordia
iM67.
twshcV ti i *digaa->a*mtrimim94
w j\a --A. ^m
a.
0 vapor Ipnjuea, commandan-
te Martn*, seguir para os
!os adata do da 15 do eon
" Aoias da tarde. Recebe;
i 14 as 3 non
ssafc"?iros e diobef
ras da tarde do .'a da sab
jiote.
orte do Matos o. i.
i "i**""^"} *mMo pre-vinel-tl se ftrpoblf' qOTMO
vefWs rbovelvVjg'ela
bacas, orinjes, um relo
va e dividas di importan
Por mandado do Ilim. Sr.
eoramerelo o agente Martios
leilo os objeetos cima
lida de Aievedo 4 Plore!
t- HoiIJ
No armazem da ra do lacerador n. ,
'lloras, dode os lciantes polero examin
-fwcte ic-v devcdores ds dita massa.
1 vapor Parahybn, eommaa-
danto Mello, segair*' p-|
u cima no du *i do ferrad-, e
as 9 turis da o aite. Recebe car-
ga, earjmmeaaas, passageiros e
06 Porte da Matosa. I.
eo qae no da 9 do ,ccwante me, se 8o lisa o pra
.-o marude para a cobMMoa .' bocea do eafre opal-
mpostos da dcima urbaoa, e de 5 {1,0 sobre a.1
renda dos bns de ralipertaaeeetas a corporacJd''
da rada raara relativa ao 1 semestre do atino A-'
oancetio correte de 1867 18158, finando soielta I mi ^ --------------------
Francisca Amyothas de CarvaUu Meara
-_____ AOnMaUtrador. j
O conho.de-compras ,do arsenal ds-ner-1
DE CHAPEOS
a abi ,i.a.m *iq j*n
-4 snaattd tisa. ataoltai a"
wp*r.
ra precisa cspaprar o seg.oiota ;
Garrobas de decora grossa de boa quafldada:
as pessoas qa qutierem vender dito artigo apre'-
iieoieai saas pruposu* na sala do conselbn as 11
boras dodia ti do correle.
Conseiho de compras do arsenal de girra=7 di
Janeiro de 1868. "^ *** -
Fiscalisacao de Saolu Anluio
Kecife
O aniixo asswnado faz publicar os artigas ds
W^iora municipal abaixc dealarados, para co
nhecimento de qoem interessar, afim de nao se-
rem Infriogidos.
R*te, 7 de Janeiro de 1863.
O fiscal
Caetnno Pinto de Vtrqs.
POMMA DBW^liE JL\SH0.DE 849.

et Gdstein Mi-
Rio Formoso.
U 00! O&O.Mpo ,Uamang conimaudanta Cosu, se
gira' para tpor lo aef-1
na no da 11 di correle
ae 10 bora-dn da. Race-
carea, encommenaas,
oassigeiros e dmheiro a !
fscrmiorio un Fo'te do Matos o. 1.
mbfou
aiaamel .<|8tefras *ai*x> i ,wl
Quinta-feira 9 do corrento.
O agente-Pestaa fera* imlSo pr cota e risco
aqueon pAtencar de-7 fH<* cbi ^*impart*, 10
barris com mantelga fraoceza e 900 esleirs la
Mossor.;,4mntt4fa 94oeor ras da raanhaa no armazem do Anuas.
FERREIRA VILLELA
rpi da Angosta Casa Imperial
j|T \ d Brasil
W'ADO lA>.XPasi(:AO PB0V1NCUL DE PM-
"^^s1^^"""- ^ sauBMmwAMma* aoui
a pelo paleo da roainz.
B
#IStBMOIfBRS'rJS.
------------
fltb.
Precisarse

,
A
COMP ASi III %
das
i
->.
TITULO 1.
S*i$ puhiicii.
Artigo 10. Todas ,a portas e jan ellas interna? e
externas djs templos se cooservarao abortas, at
ao meio-dla, excepo qoe das ero que, segoodo os da demora o coslume sajjuira' para
ritos o cosiumes religiosos, derem es mesmos! de Janeire.
umplos conservar-M eepados, e- se ao oorpo da P*ra eoodiod>, fretes e passagens
iirreja, corredora?, na sacristas nao houwerem se- agencia mi do Trapiche n. 9.
^alturas : aqae|laa pessoas que a sea r.argo tira-'
rem as grejas, lofn'ngiodo o presento artigo sero
multadas em 12*000.
Art. 11. Depuis do meiodia os templos ? se
abriro :.prta)eiro, se forem matdzes on capelias
curadas para a adaiinistracao dos sacrameotos ;
segaado, para a cnlebragao das missas de madru-
gada, qae s teo tagar depois das cinco bora?,
ou as de natal a meia noite, deveodo ne.tes casos
$er as igrejas abenas ama Dora antes ; tKreeiro,
durante os atl s da semana .anta, ou solemnida-
des religiosa, ou tercos e novenas : aquellas pes-
soas que a seo cargo tiverem os roesuios templos,
inlnogindo as di>posi{oes desle raesmo artigo, se-
ro multadas eui 2j50uO, e o duplo na reinci-
dencia.
t,a Ijpographia.
PreparSorisspara aacttl-
dade de Dydto.-
Jos Soares de Azevedo, professor de
Hnguas e litteratura naeiooal no Gymnssia
iProvincial do Recife; tem aberto ein sua ca-
a, roa Bella n. 37.
1 m curso de Liagoa Frsneeza:
de Geograpbia e Historia ;
de Rbecorlc e Potica *
de Phllosrjphia.
O estodantes qoe quizerera preparar-se
opa vapor rraoca Naoarre, i^^liepis e_ra_ qua.lquer dotas disciplinas, pdem di-
Messageries Imperiales
Al o da 14 do crrante mu esperare
l- I
M
a
0 u ;'.) o

w retratos per IntfWo sistema photogr-.
P^laTos ttf dertfelatta. wuco iu
'Retrates ara tako. mMOOOM fia :.* a ,
'Mejfsto* em' papel ^diversos tamanhos.)
Retratos para alfinates.
Retratos ^ara botos e para areolas.
Retratos para cartas, em papel o*e escrever"-
Ambrolypostom as rres ao Datara!.
RF/I
. fc ,8 WOO a
doiw deretrafts eeartes de >isi
Tem sempr< am complato soriimento de p>o
s chitticos para vender, ssiro.conio quadros,
cantabas de papel, de marroqtnro, de butilo e de
maoreperola, pSie-pir-tont, alfinews de otro
simples------------*--------- ------
bM1l MU Oj
a.
Op10b ,03fl1d fr
17 Ra da Impetutriz 17 q /.
ludoa os das das horas da tarde em dinte
______ ?.09..se rem coro lodos os prearos dando-se J^I"Jl.,0. 1^1 sP"vti puMico Corrcorrer apreciar todas
as precisas informacSas para se faierem vistas oc
retratos.
A photograpbla esta' aberta todos os dias.
Catia e Hiu
tratase na
r- ODr G. a. Raposo da Cmara, medieo,
tem-abert e seo escriptorlo na ra da Cadeia n.
no, v andar, ende poda ser procurado das oras
da m^nhjias 3 da larde.
.-*> Pfeeisa^ade um caixeiro
roa de Santa Rita c. 3.
~~-
para taberna
----------**
vistasests serao widas toiaS as 'mosItw"* apredar todaS CO,ie?5e8 de
p^ m SUS. CBEFB DE Flffrtlfl
0 .^i?1*!*" ^correrem 0O vHar SS!SS oalkkia por s
elfas muitas
D.1
n. 1; a ira-
ri^ir-se- indicad* residencia, de manha a
as 9 horas, e de tarde-a qoalqoer hora.
titulo vi.
>oj itffei entes objedos que tncumvtodam e.preju
dicam au publico.
Art. 7. Ficam pronibidos os toques a dobres dos
sinos desde as sette boras da noite at as cipco da
maoba, excepto as matrizes para admiorstrajao
dos Sicra mentas, antes da mis-a do natal e nos
casos de inceaJio ou rebate : os sacnsles ou che-
fes de coriioraeoes religiosas qae infringirem este
artigo pagarao 123009 de malta.
AU. 8. Neohuma Igreja dar mais de tres repi-
ques de cada tai na vaspera de qoaiquer solemui-
dade, e estes so taro lugar ao meio-dia, < tres
boras da tarde as ave maria, nao devendo cada
aoj dorar mais da cinco minutos : os saeristes e
befes de corporavSes religiosas qoe infrio gire.ti
esta artigo, tanto ao que diz respeitJ ao numero
dos repique^, coro i a lampo que deveoj ourar,
sero moludos em lOjlOOO.
Art. 9. Nenh.uma igreja dar mais de doas do-
bres de carta vaz por cada Bel que marrar, e esses
dobres serao dados ao receber a noticia da morte
e na occasio do enterro, os quaes durarn soman-
te aez minutos ; os sacrlstaes ou ebefes de corpo-
GOMPAHHIA PERNAWBCANA
M
Navegagdo costea por vapor.
Macei e escalas,-Penado e Aracaju'
Seguir' no dia 15 do correte
as 5 horas da tarde o vapor Po-
rai, commaodante Pareira. Re-
ceba carga at o dia 14 as 3 ho-
ras, encommendas, passagens e
dinhelro a frete at as mesmas horas do da da
sabida : no Porte do Mtos n. 1.
COMPANHIAPERNMBCAiT
DE
Naregaeio cos eir por vapor.
Fernando de Noronha.
Segu o vapor Gtqni no dia
11 de Janeiro prximo ao mio
da. Recebe carga al o dia 10.
Encommendas, passageiros e di-
nbeiro afrete al as 10 horas da
manha do da da sabida : escriptorlo no Forte
d Matos n. 1.
-. -i *J t" -1.
Udtemeole grande
Precisa-se de oti ama q.ie saiba cosinhar a nltlmamente nma
comprar : a tratar na ra .Nova n. 32, segunde
andar.
Aluga-se
A casa t-rrea na roa do Tambi
fr no corredor do Bispo o. lt.
Aloga-se a casa n. 16 da faa'do Jasmrm
fr"-f Ba toi das Pigres n. 37. segando andar.
Precisase de

Preclsa-sa de am caixeiro qaa tenba pratica
de taberna e que d conheclraento de sua conduc-
ta : na ra do Rosario da iio.\-visu n. 43 esoj na
da ra do Arago.

AMA
HE JANEIRO
Pretende seguir com muita nrevidade a barca
Despiqne fl, tem doas tercos de sea carrega-
; ment a bordo para o resto que Iba falta trata-se
com os seus consignatarios Antonio Laiz de Ol-
eir Azavedo & C. ra da (Jrax n. 57.
Porto
Pretende seguir cora a roaior brevldade
vel a barca portogueza Socio/, por ter a
possi-
roaier
raQSes religiosas que infriogirem as aisposicdes parte de sea cmegamento engajado, para o resto
deste ait'go seria multdos em tO000. !e P8s<,lros e para os qoaes tem boos commodos
Art 10. Neabuma igreja dar mais de qoatro
dobres por eccasto de otflcio da corpo presente,
e doas as visitacoas da covis, devaodo durar so-
manta d--z minutos: os sacrlsiaes ou chefas de
corporac3es religiosas que iufringirem a< disposi-
{es desle artigo sero muliados em 10,5000.
Ait. II. Os dobres e repiques sarao redazidos
melada do lempo prescripto, podando mesmo ser
suppnmidos se na viunbanga da Igreja boaver al-
gam doeote de auaegao grave, devando os saeris-
tes a ctiefes de corporacSas reliRiosas conformar-
se com o aiiesudo do facultativo asistente, qae
ser rubricado pala aotortdada policial do lugar :
os infractores serao multados em 25S0O0.
POSTURA ADD1CI0NAL DE 20 l)t NoVEMBRJ
DE 18fi.
5f a llmpeza publica e particu-
lar da cldude do k eclfe.
Das habttwyes.
Art. 1. Todos os propnetanos de casas habita-
das sao obrigados a lelas exteriormente limpas,
caiaodo, ou piBtando-as, logo qoe se acbarem de-
negridas, ou sojas, e a repararem lodo e qoalqoer
estrago em suas paredes : o propnetaro, que as-
sira o oao tl'.jr, sera advertido, pelo Qscal de sua
freguezia, o qual Iba marear qaioze das para fa-
ze-lo ; e, nj o fazendo, ser multado em iO000,
e o concert feito a spa casta immediatameaie.
Art. 2. Os proprittirios de trras devolutas den-
tro da cidadr, ou mu prxima delta, sao obriga-
dos a te-las morada; e nos seas sabarbios sao
obrigados pelo menos, a cerca las: os mfractores
desleaitgo seffrero a malta de 30J0OO.
~C0IIiU)~8UPERI0ft,r
narle I do com manda superior da guarda nacional
do municipio do Recite, 2 de Janeiro de
1868.
imperial ordeiu da Rosa e cavalleiro da da Chris-
to, tente coronel commandanie do seguodo ba-
talho e commandaote superior interino da guar-
da nacional deste municipio, por Sua Magostado
o imperador, a quem lieos gaarde, etc.
Paco saber ao Sr. Dr. Maooel Doarte de Fa-
ria, cirargio do piUmelro batalbo de infantaria
e a iodoaqeiles qae poderem quizerem fazer
chegar ao sea condecimeato, qae pelo preseute
adiul caamado a comparecer no qaaMei da mi-
nna residencia dentro do prazo de 30 dias, a con-
tar deste edital, e nao o lazendo dorante esse lem-
po, sera' nomeado o cousslbo 4 invesUgacao, para
verificar a ausencia, oos termos do |. do decreto
n. 3533 de 96 de oovembro de 1865 por se ter au-
sentado do batalbo sem lieenca, como communi
eon. o respectivo commandaote. ,
Rodolpbo Joo Barata de Almeida.
trata-se com o coosigntano Joaqmm Jos Goo
calves Beitro, roa do Trapiche n. 17 oa com o
capillo.
Ilha do S Miguel
A barca portogaeza Parary, tem a maior parte
do sea crregameoto prompto e para o resto a pas-
sageiros, para os quaes tem bellos commodas tra-
ta-se com o sea consignatario Jalo do Reg Lima
a roa do Apollo o. 4.
fiear e Maranho
A eseona Georgiana tem qoasi todo o crrega-
meoto, para o resto qae Ibe ralla tratase com
Tas'o lrmaos.
Precisa-se de ama ama para casa de pequea
familia : a ra da Iraperatriz n. 43.
Prmeiras letras-
2Roa da neor/lia 2
Maria Banholea da Coneeicio participa aos
Srs. paes de familia qae Ibe qaizerem eonfiar
suas meoioas qoe tem aberto aula de primeiras
letras e liogua fraoceza onde espera a proteeco
dos mesraos senhores afBaecando-lhs qae fara'
todo o esforco pa^a qae saas edneandas lenham o
desejado aperfeicoamento. Afflaoca-lbes a boa
letra. O francez das 4 as 6 bor:s da tarde.
Francisco Antonio Selle, subdito italiano,
val a Europa.
Alogi-se am segondo anrtar do sobrado da
ra da Iraperatriz n. 42 : a tratar no estibeleci-
meato do mesmo.
Aluja se um sitio na estrada da Joao de
Barros eom basiantes cammods para nma gran-
de familia : a pessoa que pretender dirija se a ro
Direita i. 3. _____________________
Na roa do Hospicio n. 63, precisa-se alogar
oa comprar urna casa terrea oa sobrada de um
andar ora commodos para gran I familia e qae
lenba bom quintal e em caaos proprio.
ama ama para casa de-poora
^na-roa da Concordia casa da esqua n. 9.
S*12 Paleo~do~Tere V 12
No nnlep deposito da fabrica e looca bem eo-
.D.ICJ-a:~Barb*l^-Da villa d0 Cbo, recebe cons-
sottimento, e acaba de ehegar
poreo de jarras rrslriadeiras
oe tuito lamanbo e proprias para sala, quartinhas
entenadas brancas e encarnadas, piuras igualmen-
te, garrafas dem grandes a pequea?, Jarras para
deposito d agaa em casa, grandes e pequeoas, ea-
nos vidrados, curvas, cotovellos e 3 bocas, telbas
proprias para eneamiohar as aguas pluviaes aos
caaos, a escolher oo tamaoho de polegadas, assa-
deiras, algoidaes, galas grandes e pequeas, pj-
nHIas, papeiros, both-s para roanteiga, tinta ou
raaona, panellas para pao de 16, vasos para plantar
ores, ditos de carranca* p,ra alares, obra prima
pos para vedar f.rmigas as plantas, muringues
brancos e encarnadas, e muitas outras obras qoe
so rom a vista.
Adverta-ge ai s fregaezes, nem s da prira como
de tora, qoe cosiumam fxer eos sortimeot' s para
Goyaooa, Parahyba, Rio Grande do Norte, aprovei-
tam a oecasio das ebegadas.
achar com todo aceto, dig-nidade e moralidads.
a* ??a bl!ete de otnit d* d'reil0 a niQa bella- prenda, havendo-entre
de subido valor e as menores- dequasi igual prego do bilbeie


o de adraieso.
entrada de cada pessoa 500 rs
v .wa'Fa m aiaipaata*iaaa at
uestieja acna-se abepta eoncurrencia do respeilavel publilo.


<
njj
~ Troca-se nma bonita escrava de 16 anoos de
Idade, recolhida, por om eseravo preto cu molato
que seja mogo a da boa Agora : a tratar a roa
dos .Pozares nos Cocios n. 22, das 6 as 9 horas
da manta.
i

RA DA IMPERATRK IV. Ii^
Fara Lisboa
Val sabir com brevidade a barca portogaeza
Pereira Borges, por ter ara grande parle da sua
carga prompta, para o restante e passagetros tra-
ta-se com Onveira Pilbos 4 .C, largo do Corpo
Santo a. 19,oacam o capito na praca do eom-
merelo.
Maranhao
Segne eom a possivel brevidade o palhabote S-
brateme, para o resto da carga qae Ibe falta tra-
ta-se com Jos Sa Leito Jnior, a ra da Madre
de Ceo?.
Rio Grande do Sol.
Para o referida porto sabira' por estes 8 das
por ter quast toda a carga prompta, a barca per-
lugaeza Arenada, para o resto qca Ibe falta pode
traUr-seeom o consignatario David Ferreira Bai-
lar, ra do Brnm n. 66, oa com o capito a
bordo. .
Para Lisboa

Segae em poneos das o brlgae portugaex Cons-
tante I por ter ama grande parte do seu crrega-
meoto prompta ; para o resto e passagelros trata-se
com Oiveira Pilbos & a, largo do Corpo Santo n.
19, oo com o capitgp na praca do Crmmercio.

AVISOS MARTIMOS
Lorto.
Sagoir coa toda a brevidade possivel, a vellei-
ra galera portogaeza Nova Fama l, por j ter a
maior parte do earregameoto engajado : para o
rerto e passageifos, aos quaes offarece ricos e ei-
cellent-s co.mmodos ; trato se eom Caoba lrmaos
t Ca a ra da Madre de Deas n. 34, oa com o a-
pito a bordo.
Para o Porto
segu com a possivel brevidade por ter sa estiva
engajarfa o brigoa portugoet Triap*o : para car-
ta e passigatr* tr*4-e com os consignatarios
Qomaz de Aquino.Fonseca & C, ra do Vfcario
O padre Valeriaoo de Afilala Correa, anda sob
a press&o mais dalorosa e pungente, vtm dar om
tBstemuoho publico da agraducimenio aos Rvms
Srs. secretarlo Ha bispalo, vigario de S. Jos, vi
gario de Santo Antonio, goardeo de S. Francisco,
religiosos do Carmo, capocbobos e aos dentis"
eompanbeiros sacerdotes, com parlicnlaridade os
Rvms. Srs. Antonio de Mello e Albuquerque,
Chrisluvo de H llanda Cavalcanti, Frei Antonio
de Santa Rita e Frei Jorge de Santa Anna Locio,
a coafraria do Llvrameoln, irraaodades das Cha
gas, Bam Parto a Saola Ceeilii de Carreo, e a to-
das as demais pesso.s, com particularidade o Sr.
Mancel Feroandes Chaves, qoe se dignarais assis-
tir e prestar seas obsequios pessoaes as exequias
e mesmo durante a loBga enfarmidada e ultima
agona de saa mui presada e nunca asas choraos
mal, Sabatiaua Maria da Concel(o, e do novoas
convida e a lodos seus amigos qae por esqaeci
manto deixaram de ser comprehendidos na pri
meiro convite, para asslstirem as missase memen-
to qae por alma da mesma finada tera' logar na
sexta feira 10 do correte, stimo dia da saa se-
puitago, na Igreja do Paralzo, as 7 boras da ma-
oba.
t GAiAiEiLEIRA
lustniccao publica primaria.
Do dia 7 do eorrente em diacte estar
aberta a aula publica do sexo masculino da
freguezia de GameHeira.
Instituto A relie lgico e Geograpliko
Pernanibocaiio.
Havera' sesso or.Unaila qahilafeira, 9 do cor-
reate jaoelro, pelas it horas da manbaa.
Ordem do dia.
Pareceres a roiis irabaibos de commis3es;
alibera^o sobre os prejarativos convenientes
para a festa do aooiversario do Iostitut'.
Recife, 4 de Janeiro de 1868.
J. Soares de Ate ved-a.
Secretario perpetuo.
mmmmwmmmmmmm
B CoiLsiode S, pedro
O bacharel Manoot Barbosa de Araujo
2 avisa ao pnbiieo em geral e aos paes oa
| seos alomos em particular, qoe modoo
sua residnria para a roa do Hospicio,
j sobrado n. 26 e qoe de boje em diante
| tomara* o seu Cfejflo a deoomioago de
I S. Pedr-a. Ootro sim, srientrflca a ?ens
- alumnos, tamo internos, eomo esteros
| que, do da 7 do correte roes em dianle,
I comecaro a fuocciooar todas as anlas
i do referido estabelecimtnto sob a direc-
| cao ds miraos professores.
MMMmm ana
De noite baver sempre caf, sorvetes cer?eja etc. etc.
:o e
MUITO MAIOR VANTAGEM
O bein conhecido CORADO D 0U80o!D
ruioo
Cabag paga mais do qoe outra qoaiquer pessea podera'
prd wf aS:m como ja. Iem dado tnIas a
qoe outro qoaiquer.
pagar as
e o&rece suas
moedas de ouro a
por menos 20 por cento do
Ensino
n. 19, andar.

C9PANHIA BRASILEIRfl
PAQUETES* A VAPOR
' esperado dos portos do noria
at o dia 10 do correte o vapor
Caar, oomauradanie o pri meiro
lente Pedro Hyppolito Doarte,
_' oqaalfaw|i<*4pmr* do cos-
kuw' para os portea do sob..
pm-se desde j passagelros e engaja-se a
carga qpe q yappr oeder coaduzr a qoal devera'
ser embarcada no dia de saa cnegada, eieommeo-
dus dnheiro a .-ate at o da da sabida as 2
boras. Prevme-se aos Srs. passageiros que suas
passngeos s se recebem nesta agencia roa de
Crai n. 67, esc;iptorio >i Anianin ijiit de Olivei
fiar,
Sagne com malta brevidade o velelr
Velante par ter a matar parte d carga
do, podando alada admittir a I gamas
trata-se eom o retpectMo aoaeigaaiario
de Alraeida Guates, na raa da Crox n.
ra nadar.

-. attai
i :-"< i i
sy*S eom brevi ,aiJe beon conhecido biate
ilastos; aarga qae Ibe falta trata-se com o seo
consignatario Awonjp n A'm|, sarna Val
da Croa a. *3,1 aaar.
. !
LEILOES.
23i prlmei-

De urna vacca tari na m
parir*"; um cavallo de U* bom
com o% competeol^s arrios io
vos, omamobiliade a
tmente nava, uma dita e
santuario do randa, dons g
amarella, doas commodas, sen
outra cora poneo oso, 3 armarle
am eaMrat>si|ftj-i M otlaa-Mielf as,
a #, eraBMw,4HMM d# amtMIa**
gavetas e sem rttas e dtvareev ra-sfflos
MOJE
#*?*
Antonio Vilen*im da Silva Barroca, /erido de
profuida dor pelo pa.-samanto da saa presadis*i-
ib esposa D. Maria Alexandrina ,ao Rapo--Barra
ca, agradece cordiaimente aos seqs prenles a
amigic, que sa dignaran! sststir ao memento e
acompanhar o cadver at o etuaerio, especial-
mente aqualles que para este Om veram do Moo
tetro aO iada, e de novo os convida para os sof-
fragioido7dlaquerln luar sexta feira 10 do
correata, na Igreja da ordem terceira de S. Fran
cisco, as 7 boras da manbaa e n* ce miterio as 8,
pelo qae anda mais agradecido fiesra.
Con vid igual meo e aos Srs. sacerdotes para
ceiehrarpi,.i missag em dit*s lgrejs e canallas.
Os parentes e antigua do majar Seba.-tiao Cbrt-
sogao ae M alto amoonm, tallecido oo campada
guerra, sao ceiavidados a assiair ama missa qae
oelo repoaso eterno d'aqaelle loado, tem daca-
labrar o eapatio do .! betofUo da infantaria da
*ua/dnacOl, pa lOAtria da Boa-vista as 8bo-
< na manhaa (te dia Q.j(,ri fnrrn.
jjg**** HffHV
oerta e'Jaloitto.^'p^'cfonto de
Aodr, sem barba, estala/a or4maria, grosso do
corpo, de pernas e de breo9, "& peqoeoos com
a ahM,eatra;aoaae Mspa: Ja Joi me aqa no
tacita, condiiuiio um carrosa. Qem o pecar
evar ao estoo engbno, ser gnerosaflienie re-
compensado por sen' senbot "Manoel iAsM
relrar f .
Preeisftw aainma mi pan'tomar cont da
casa de ora hornera s; i tratar na raa das Agoas
Verdes,, n, 591 andar.
Imperador
- Precisa-se de nn?mepino dos nliimoi
do do Porto, para cuatro aa pata do te rea ap
Ama de lieite;-
Preeisa-se de ama ama e Isite ; u iraveiM o
1 QaelDulo n. 1.
SEGURO
MARTIMOS
jDOXTII.I. FOGO
A compaibialrKlemoisador, enabelecida
flftta ^m^ turna segaros martimos sobre
tavio* e seus carregameotos e cirtra fogo
am edi(icios, mercodorias mobilias: na
nua do -Kigarfl._4, pavimento terreo.
Oj abaixo aslgnados farem scieates ao res-
petavel pob'co, com especllidade ao orpo do
commereio, que comprara! o Sr. Guilaerm". Jos
de Srnza a sua tabana,'sjla no pateo do Carmo
o..13, Ijvra e dasembaragaJa da qoalqoer debi-
to. Recife, 3 de Janeiro de 1868.
Ja jtgiseel de Araujo.
Escola de meninas
D. Maria Aogusta Serpa, competantemenla hab-1 a ,h,,n .
litada pela directora geral da lostruccao publica I l assignada, professora particular, avisa
abre a raa da Cooceico o. 3, ama escola pnico' ?,t^Wl'SalumDas e a 1uem man eonvier,
lar de menina, em queensioara a lar. escrexer a .a 3 e fevere,f0 e^ berta a sua bem
grammatica porlugueza, historia sagrada Ctth<,c"1a f/> Qoeimado n. 41
_________Pnscilla S. Mendos Albuquerque
contar
arithmeiica e principios elementares de geome-'
tria; costuras de todo o genero, comprehendendoo
labyriutho, o ponto de marca, o boroado de hranco,
de seda, da ouro de prata, de matiz, de frco, de
misstogas, de cabello, em panno, em papel, em
palha, em talagarga, ele. Trabalhos de la, pontos
decrorht-t: toucas, panno, du la, de papel, etc. A escola abre-se no
dia 13 do presente mez de jaoelro.
Icoi raodo-se anudo reside o Sr. Jos Harco-
lano Tnomaz de Aquino, roga se a elle que appare-
ga, a ra do Padre Floriaoo n. 7.
Precisa se de am caixeiro de 16 a 18 aonos,
para taberna, que teoha basiante prattea e aclivi-
dade, para tomar conta a ama casa : quera estiver
oo easo, dando fiador de sua cooducta, diri'a-se a
ra das Laranjeiras n. 12, para tratar.
Maximiaoa Maria de Jasas, abaixo assignada,
moradora no novoado de G-imalleira, onde tem
aberio nm pequeo esiabeleciraeoto de molbadis,'
fax sciaute qoe nesta data tera auiorisoado por
ama procuraco bastante ao Sr. Flix Cavalcaole
de Alboquerque, para que em sea noaie possa tra-
tar de lodos es seos negocios, podendo comprar,
vander, recabar, paear e faier qoaiquer traosaco,
(para que) digo aceitar letras, pois para ludo isto
ibe concedo illimitados poderes, pedendo com o
mesmo se entender qoem quer qae cora a abaixo
assigoada tiver qualquer negocio. Gaaielleira, 3
de Jaoeiro de 1868.
A rogo de Maximiaoa Maria de Jesos
Carlos Lenides do Reg Barros.
Jos Goncalves da Silva.
Actonio Jorge Bopes dos Santos.
Aula parti^ubir
Rosa Jaucero de Albuqnerqoe Pessea daSil-
va, auDrisadacum o competente titulo que Ibe fui
concedido pela directora da tnsliucgao publica,
acba-se com aula abeita na encruzuhada de Bel-
lem. onde ensma a ler, eserever, contar, a a ;-ram-
raatica nacional, como tambero a cosiora crla, e
labyrintrio cheio e passado, a bordar de ouro, de
mstir., de >c<<, o bordado branco, em ponto de
prata, e todos os ooutos de la.
Alogam-se o 2" 3 3 andares
ra do Crespo o. 23.
do sobrado da
de eozinha.
Precisase para casa de familia de nsaa-ama de
connha, prefennda-se escrava : a tratar na raa
do Crespo n. 23, loja.
uas obras de Forte
Precisa-se da serventes
do Mattos.

A(iencom
Offerece sa um boraem, iodo do Rio da Prata,
com babilitacoes para eitor ca para oairo qualquer
seivlco, a denar carta (echada nesta ttpograpbia
comts letlfisB. C. P.
s i
16-Rua da Cruz16
Ha diariamente nesta estafceleeiment nm sorti-
iwerato de doces para cbv po-de-l, boKis Ingleses,
podios, anbre e rasteis da differeotas quali-
dades. .
Vtnkos Qnos de todas as qaalldades, coneervas,
licores, etc., ele. Recebem-se -encorameods de
trat albos proprps da pastelera para grandes jao-
lan?, balres, caamntos e baptisados, havedo
pkra Isrebofeltes arfilogos, bmlejas de'bollnos,
tanto de arraaco como sera ella, po-e-l de-
cora*, seceos e ontros twlos da maltas especias
diff^reotes. ^_____
O dono desle estaboleciiaen'.o tem resolvldo
substituir uasbandeas s armares de papelo e
de (ul|au- naa-a#mfi?6. da ssacar candanle-
manta decoradas, tanta para a pratinis coosc
para fora. Cerao as tn'.ommendas sem acondicio-
nadas.
Tambera neste mesmo estaheteeimeolo cmpra-se
imbem oeste mesmo
Aqun
ProgramniM dafestadeNos-
aSaSenliora da Conceicao,
quo se deve festejar era
tamelleira no dia 19 do
eorrente.
No dia 9 lera principio as novenas qua sero
cantadas por am creseido numsro de senhoras que
a isso se prestam para o que nao se tem peopado
sacrificios.
No da 18 se levantar a bandeira coa toda a
pompa e solemnidad?, e em nomnente entrarlo as
vesperas solemnes, pregando em seguida o Rvd.
Sr. Jos Esteres Tianna.
Ao amanbeeer do dia 19 nraa salva 4a 51 tiros
aanunmr aos habitantes do lugar os actos do
dia.
Urna boa msica exeentara diversas pegas e a
hora determinada entrar* a festa qne ser termi-
nada com ootra salva de 21 tiros
A* noite ser cantado e Te-Ueum, orando ao
Evangelio como a noite o mesmo Rvd senbor aue
ja conhecido pelas saas qualidades oratorias na
tribuna sagrada.
A larde baver eavalhadas e ootros divartimen-
los proprios do lagar, sobiado ao r doas balSes.
Preeisa-se de orna ama para connhar para psn-
ea familia ; nrna'da Cadea n. 9, leja.
Novidad.
quem tomou
m arde de 4 n catrMrts do ailar do sobrad
n. 28 da ra da Qniimado, nma menina deiwn '
raa sai breve.e saiiai e6 aa ro a, com u da
4r*itar ao pescof> da maissa tr coja flu daan
i*4* 4 iraaiada, sendo, vis lo a apanbar-se per am
olaqna que lomea a direor;ao da roa no laagsl;
pete-ae. a qnanj o tnasoa ou dar notcia a o oixer
sutoir, dar parte na nasa anima que se reeom-
ft m aasawtH
I I pensara* Ata.
*'.<. .i i
Vndese nna armaconova de amirello, e ala-
ga-se a lojapropria para qualquer negocio, na roa
da Iraperatriz n. 86 : a tratar na mesma raa a.
66, arara.
Cv!lo4eearro.
Vende-se nm excallente cavallo de carro, novo,
possaote e cprpulento, debanita figura ; na travs-
sa do Queimado n. 1,1* anJar, cOcina de relo-
loeiia.
Aloga-sa o sbradoa' rna da Aorora o. 42,
casa tert* a* rn da oio n. W C, o segando
andar a soto da casa n. 37 a' rna do Imperador:
a tratar eon Laix de afottee Gonus tonaira.
GRANDE MOTEL BOU-
DE4UX
Restaarant fraseis, caf-e bilhar
44Rm larga do Rosario44
Neste estabelecimento achara' sempre o respei-
tavel publico-comidas a qoalqoer orna bora com o
melfaar aceio possivel, e por isso nao tera poopado
as desperas,leado andado vir uta encllente co-
zinheiro. Encarrega-se mandar comidas (tara lo-
ra, e faz-se qoaiquer jamar de encommenda ; o
publico achara' aaste estab^lecimenio qaartos para
dormida. O dons deste astabeleeirnento espera
desde j a coacurreocia do- respeltatel publico.
~ Domingos Carpmteiro, Hospanhoi, estado sol-
teiro, retira-se para Europa.
Jos Estoves Viaoaa far ver ao respeitavel
publico qoe seo"io responsbilisa por debito algu
falto em sea nome, e que qualquer carta qae ap-
pareca em sea nome pedio Jo dinbeiro emprestado
falsa.
Precisa-sa de ara caixeiro cora praea de
taberna, de il a lanoas : na ra targa. do Ro-
sario n. 31.4
Pracisa-se de urna ama para comprar, cosi-
nbar e mais serv; j domestico : na ra Bella nu-
taero 40.__________
O abaiso assignado f*z silente ao pobco e
rom esoeclatdade ao eorpo commerelal, que do !
de jaoeiro deste auno tem dada mteresse ao sea
caixeiro Guilberme Francisco Paredes Porto em
seo estabeletlment da fazendas a' raa do Quei-
mado o, 23, sendo a firma social Mata & Port, e
sob respoosabilidade da mesma Arma flea a liqui-
dacao ao activo e passivo. Recife 7 de Janeiro da
1668.
Antonio Ferreira da Silva Maia.
Precisa-se da urna criada que salba bem la-
var, engommar, coxinbar, comprar e ir a manda-
dos : na roa da Moeda n. 27, tercelro andar.
Precisa-se de am menino para oaixeiro de
libero, dos unimos ebegadoe: a fallar na rna da
Senzal-velban. 6*1.
Alaga-ae uma eserava pira o servipo de casa
de familia a tratar na ra Imperial n. i, segou
de andar, ^__
lstruccao primaria
A primeira escola publica da fregaaiia da San-
, to Antonio se aba em exereicto desda 7 do cor
1 rente, na roa Bella n. W>; anj fr pi



.-
~
I1EGVEL




/* 2or,ewo* Ni'
/ff fu1tm*
ARMAZEM
r1
;!(
VAPOR FRACEZ. # erssBara8e

BA NOVA H", 7.
Acaba da ebegar de Part, i esie estabeleciaea-
to na fraude e escolhiJo sortimento de calcado
dos memo-es fabricantes daqaella grande praca,
assim como grande variedade de quiuqullirla e
de novos btinq-edos para enancas, ojo artigo*
se achata ex posto* a eseoiba e otjlade des com-
pradores,' cajo sejam alguns que pastamos a
mencionar.
III tima Moda
Ricos chapeofibos de gosto para seoboras fei-
ws ao eapricbadaajUJgreaaB modista d Pars.
Botina* para aeahoraa
de setim braceo, daraqoe dito, pretas e de oulras
diflerentes cores eofeit* das a ntorosa moda.
Botiaias par ameatiann
4o moiUs qoalidades em sonidas.
Brincos de onro
de M a chima moda dos Campos Erios e boale-
faros de Paris, para seoboras e meoiuas.
i. uvas de pe I lea.
do verdadeir > fabricante Joqvo, brancas, pretas e
' de ootras difiranles eres.
beques
om eseorbido sertimenlo de ieqaes de diversos
talos e qoalidades.
Perfumarla
fiaos extracto, banhas, ole.*, pos de arror, agua
de cologoe, agaa fli.nda e jabonetes.
Espetaos
de differenles tamanbos e gostos para salas, gabi-
netes e pequeos loucadores.
Cal alabas de costara
de novos modelos ricamente guarnecidas e com
Lindas pecas de msica.
Belieado presente
botcinbaseeestlebas de seda e de vedado moito
Importantes para braco de meninas a passeio.
Chapees de sol de seda
de cores e mono bellos para senooras e meninas.
Boaanets da exposicao
deicad s booquets de flores de porcelana com lin-
dos jarres para mesas de salas e santuarios.)
Lmelas
de ac, tartaruga e |bnfalo.
Ocolos
de ac, bunio e de arata dearada.
Bieas bengalas
de canoa verdadeira com casio primorosamente
trabalbados em marflm, compradas na exposicic.
chiclos para passeio
maito Baos de balea e cabo de marQm.
Oleado para mesa
de moito boa qualtdade, novos e bellos padroee: no
armatem do Vapor, roa Nova n. 7.
Para (oilet
objectos de phantasia moito bellos para toilet.
Comes
ebegados de novo a oltinr.a moda.
Blces albuns
de velludo e de marroqnim rara retratos.
Este r eescopos
com lindas phuieBnphias t aosparetes.
Estampas
de figura?, pai?agens, cidadf> e de santos.
Bolduras doaradas
de diversas laiguras para qoadros.
Abat-jonr
;.ra candielros e linternas de piano.
Cosinoranias
grandes e pequeos com 80 ou mais vistas eseo-
ibidas a' vontade, muito pitiorescas. g
Bcalijos
pjqaenos, de qaatro e seis pecas de msica.
Aecordlons
c concertinas, o ooe ha de melhor neste genero.
Galotas de arante
de varios preeos e tamanbos para passarinbo.
Botinas para koniem
Erando .-oniu eoio tiem escolhido eti Paris.
Botinas para meninos
i mailos molel s bem soriidos.
Sa patos de tapete
3e charlte, de tapete avellanados e i tranca de
Lisboa para homens, seoboras n roeniaos.
Botas rnsslanas
P?rnpiras e roeias perne ras.
Mantas de feltro coitos padroes.
ubiclas fortes compridos.
Lavas de Ib da Escossla.
Carteirinoas para dioheiro.
Saceos de tapete p ra viagem.
Malas e boleas sorlidas.
Ponteiras para charutos e cigarros.
Cbaroteiras e cigarrelras de palba.
Caximb >s ds bonitos modelos.
Grvalas pretas e de cores.
Cordas para violao.
Bengalas para bomens e meninos.
Escovaspara cabello.
Escovas para denles.
Pentes de marfim para tirar espas.
Pentes de tartaruga de desembarazar.
Abridores de lavas.
Tesonrinhas delicadas para costara.
Caivetes finos com tesourinba.
Meias de fio da Ecossia para bomem.
VenezUoas iranspareoles para janellas.
iQ-jadros pequeos para retratos.
Pares de lindas figaras pequeas de porcelana.
Jarros mni peqaenos de porcelana.
Objects de porcelana para botar baaba.
Taiberes tinos para meninos.
Ob}ectos de mgica para divertir familias.
Pbotgraphus mgicas.
Globos de papel para illominacao ne campo.
Casimbas de vimes para meninas de escola.
Ceiiinbas de msica e reajeijos para meninos.
Telas a gas para candielros e candelabros.
Garrimos de qoatro rodas para eoodozlr crianes
Bonseas de massa, de cera e de porcelana.
Bercos e camas com cortinados para nonecas.
Cabnolets e cava I linos de madeira com machi
nismo para meninos de 3 a 8 annos montarem
Para prest, pes
goras para ornar presepes, casinbas, snimaes,
pastores, e oulros muitss objectos proprios.
Atteofiae.
Nao sendo posMvel mencionarle aqoi todas as
qoalidades de calcado, nem lodos os artlgos de
qainquilbarias, e multo menos da grande varie-
dade de novos brioquedos ; pede se ao publico om
passeio a este estabeleeimento, certo de que en-
contrarlo bastante paciencia para bem escolberem
o que desejarem comprar, e preeos baratissimos
em viriade de na ver em todos es es a/tigos grande
qaantidade, e terem sido comprados mesmo na
Baropa pelo doao do dito estabeleeimento, arma-
tem do vtpor, roa Neva n. 7.
hlaViireiU45
Checa, gente!!!
eses para Domen a S*.
iaeaa5*.
eeobora, enlutados, a 4*.
Ditos para menina, dem a 3*.
Sapaides ingieres para bemem a 4*.
Dttos americanos a 3*300.
Cbinelas do Porto a 1*600.
ij3jjiiFnan
Wtjffl! SeS i feSjCf
ii-.. t;.l
j Idea, a 1*280.
Sapatos francotes de salto a 3*.
Aproveitem emqnaato lempo.

Srguro contra fogo
*"OAZ.
A enprea do gaz desta cidade desejaodo facilitar feralmente o uso do saz na
casas e esUbelecimeolos partioulare, offerece desde j a* segoiotes VMtageos:
i,.* Urna redoccao coasideravet nes pretos do caaos, appaxelbos e todo os
*> 1'.
ESPECIAL HOiEOfATHtCA
DOUTOR SABINO 0. L Pllf
saate-
e aio ofender a prato, obrooze
raes pr. ctos para a iostallacio dortataz.
2.* O gaz foroecido boje do extrema pun
^ss^asssp^ss % vz s^r^jjrei88i. rbum daa,ne *? ** **-. w*.
Janeiro, toaam seguros mira fogo em predios e orMmeotes, papel de forro matsdeltcade sao aja, turnaudo-ae as mesmo tempo o sao-
mercadoria, em sen escripiorio roa aa Gru nn- oavel e atis econmico outra quakaier luz, j conhecida, aGna, evitar tambem a ob>
traoclo dos canos e tobos dos appareihos.
3. Os appareltaos existentes, como lastres, arandelas, bracos de vidro, de broo-
ze, etc, etc., sSo proprios para os seobores que preferem luio elesaocia como Dar
os qoo aecessitam simplicidade o ecoaomia.
*.
mero $7.
fia praea da lodepenaencia n. 33, loja de
ounves, comprase onro, pr ala e pedras preciosas,
e tambes se bu oaaainer obra de eBCommeadno
todo qaakjoer concert.
. Trocara se
notas do banco do Brasil odas
u notas o naneo do Brasil e das calzas Uiaes-
doa descont afeito rasoavei, na praca da tad,
oendencia n. li.\____________'
sW-oo 800* a premie, eom bypotbeea eo
boa de rait de dobrado valor nesta cidade: a tra-
tar na roa daimperatria loja n. 18.
Aioga-s a casa da ra da Florentina n. a :
a tratar na taberna do largo do Patata n. 16.
Aluga-ee o 3* andar do sobrado n. I da roa
lapefial ; a tratar no t* andar.
Preeim-se alogar aa pieto para todo o ser-
vico de casa: na ra do Raogel n. 9.
Chocolate vermicida
DE
Aattiio ^Baes de Castro,
Desde 1857 que sao as tabellas vomicidas
applicadas em Portugal, como o remedio
prompto e efficaz para a expulsSo das lom-
bi igas, que (So graves padecimeotos causara,
e que qaasi sempre se suppe ellas a ori-
gem.
Este virmifugo preferivel a qualqaer
outro pelo sea agradavel paladar e fcil ap-
plicacao s enancas, as qoaes geralmente
s5o mais atacadas de semelbaote mal.
Copeiro
Precif-se de nm bom copeiro para easa estran-
gelra : trata-se a' roa do Vlgarb n. 2, escriptorlo.
B P<
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a ua
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fe a>
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- "* B 2
As pessoas que qutzerem cullocar o gal em asas casas podem diricir-se em-
preza, a qoa se encarrega da collocacab a responsabilidade pelo perfeito cumprimento domasme, ou por atra, podem emprecar
qoakjHer maquinista reconbecido pela empreza, sendo o mesmo maquinista reJpbnsavel
pe asa trabalho. ^ -' i r
5.1 A empreza obriga-se anda a reparar gratuitamente qaalouer Taita de loz,
obstrucco de canos, etc., deveodo o eoosomidor pagar someote as pecas ovas que forem
precisas para o mesmo concert ; qaaqoer reclamacao que possa baver, ser dirioida ao
escnptorio da empreza raa do Imperador n. 31, afim de ser logo providenciada
1 oh
vesA ob
t
I

.'.i-
A asna
i.
> S A Ra do cabag3.
Os proprietarios deste estabeleeimento offerecem ao respeitavel publico
um explendido e variado sortimento de joias de ooro ebegadas recentemente
da Europa, cojos modelos sao novos e de bom gosto como sejam: pulseiras
com perolas, rubios, esmeraldas e brilbaotes, brincos da metma firma, aoneis
de phantasia, proebes para retrato, etc, etc., botoes de coral rosa para pito-
de camina e escoletas com retractos.
Compra-se e recebe se em troca-odro, prala e brilhantes pelo seu en-
trinceco valor, assim como moedas oacionaes e estraogeiras. Tambem se en-
cumben de azer concertos


Agostinho Jos dos Santos # C

8.Mlfl1u3 00 a
r"z ab v: ob ,nl sb st
sl* Portato esubelecimeqto se acha
todo o que neesssario para a pratica da
Uomtptatkia.
Medicamentos em globuloso em tinturas^
preparados com a mais escrupulosa eiacti-
dio por mew de machinas especiis.
Carteiras portatei*. oonteudo os principaes
medicamentos em glbulos i 00, JOtf,
30T, 403, 50 e 603, [Confore a quanti-
dade de tubos.
Caixas da medicamentos em glbulos e
em tinturas de 803. 1003, 1203 e 1503
r., aaguado: o numero dos vidros e de tu-
bos.
< Estas caixas slo mni uteis aos mdicos,
senhorea de eogenhos, ebefes de grandes
familias, capitles de. navios, e em geral i
todos que se quizerem dedicar pratica da
homeopalhia.) ,+
Cada tubo avolso custa.......43000
Cada vidro de meia onca de tintura. 23000
Vendem-se glbulos inertes, tubos vasios,
vidros para a prepararlo das dses, etc. etc.
Escovas elctricas para tratamento das
molestias nervosas, principalmente para as
dores da cabeca.
Apparelhos de lavar os oaos no trata-
mento das opbtalmias.
Apparelhos de injecclo para o tratamen-
to de certas molestias das mulheres.
Cha preto e verde de exckllente sau-
dade para uso dos enfermos.
Vende-se igualmente o Tbesonro ho-
aaeopatalco ou Vademcum da
oosseopaiha (obra incontestavelmente
mdispensavei todas as familias, pela clare-
za, com que ensina a empregar a nova me-
dicina), preco 203.
(Em porcoes de 50 exemplares faz se o
abate de 15 por cento.)
RIJA NOVA HH. 3.
avft
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CONSULTORIO HOMEOPATIIICO.
mmwmmmm mmammm
O Dr. A. S, Pereira do Carmo "(medico) >j
est morando no sobrado n. 12 da roa da J?;
Froperatri. <$m
d consultas
horas da ra
Isto que pechiucha.
Fazendas com toque de a-
vana*
Madapolao de 105 flooa GJ.
Olio de 9 dema 63.
Aigodo2ioho Oooa tj>.
Dnoa 3*.
GUmisas o- 3oC0a 23.
Baldns de i& -* 55.
Satas de Sia 3*.
Tualhas de 1*500a 800 rs.
Sarootas de 25O0-a 13300.
Enf-it-s para cab-ca de 53a 23.
hypos oe copa baixa de 5350 -a
Na ra dos Quarteis
Viann*.
*3.
N. 2 largo da matriz de Santo Antonio n. 2.
' RETRATOS A OLEO
<-h i rmf J? Dra de Parlec|Par ao respeitavel publico a volta do Sr. Alberto Hens-
cei que foi Earbpa com o duplo fim de se por ao correle dos mais recentes pro
gressos da arte photographica e adqoerir para o nosso estabeleeimento mais um ar-
tista de talento.
0 Sr. Alberto foi summamente feliz e conseguio engajar um deslindo pintor de
SR. e AIS I,OS lilllSTO PAPF
membro honorario a academia real de piutura da cidade de Dresda, e do qual a reputa-
cao bem rundada nos autonsa a erperar producoes notaveis no seu genero de trabalho.
Um progresso immenso ltimamente execuiado na photograobia, nm dos mais
importantes consiste o arte de obier retratos em tamaoho natural, flxaodo directamen
te na grandeza que se desaja, sobre a lela do pintor, o retrato pbotographado, por meio
de um instrumento especial chamado : cmara solar de augmentacao.
P. r esta forma o talento e o saber de um arti>ta babii o maravillosamente se-
cundado pela precisSo absoluta e infallivel dos contornos e das sombras que Ihe pe a
pbotograplua sobre a tela, e ludo se reun assim para se alcancar o maior grao possivel
de semelbanca incontestavel, ao que d ainda maior realce o sello artstico*, que imprime
ao retrato um bello colorido.
0 Dr. Sabino O. L. Pinho
todos os dias uteis desde 11
abaa al s i da tarde.
As visitas aos enfermos sao feitas das 2
ooras em diante; -mas em caso de neeessi-
iade as visitas poder5o ser feitas a qual-
quer hora. ,
Para que as visitas possam ser regulares
compre que os dientes ou os seus enfer-
maros mandem dar parte do seu estado,
todos os dias at o meio dia as molestias
agudas; e de 5 em 5 dias as molestias
ctronicas.
As consultas escriptassSo respondidas mais
ou menos promptamente, segn lo as
aecessidades da molestia e a distancia em
que se acha o doente, pois que neste caso
fa-se preciso indicar de urna s vez ludo
o que convier ao restabelecimeato da sade.
As reiribuicoesserao pagas na mesma con-
formidade.
O Dr. Sabino roga a todas as pessoas, que
costumam consulta-lo por escripta, que or-
deero aos seus portadores a prompta entre-
ga de suas cartas, visto que, entregando-as
como costumam, na accasiao de se retirarem
do Recito, impossivel responde-las satisfac-
toriamente.
Posto que, na segunda edcJo do Tfce-
ssarra boaueopathlto ou Vadrmr
cuaa do homepata a, pagina 677, se
acha indicado o meio de asar d'esse preser-
vativo, com ludo convm repiti-lo com al-
guns esclarecimentos mais.
Para urna familia dissolvem-se 20 gl-
bulos em urna garrafa com dou$ ttrfos
d'agua pura, vascoleja-se bem, a d-se
cada pessoa orna colherada pela manba, ou-
tra ao meio dia e outra a aoite, durante
tres ou cinco dias consecutivos. Deixam-se
passar oulros tantos dias aem Bada tomar,
flndos os quaes, repele-se o Temed io da
mesma maneira; e assim se continuar
em qoanlo durar a epidemia.
(\s creancas at a idade de 3 annos to-
maro o remedio as colherinhas).
Si a epidemia estiver moito forte, ob, si
na casa houverem bexiguentos, dere o reme-
dio ser tomado todos os dias sem interrup-
cao, al que a cousa melbore; depo'ts do
que volte-se a usa-Io do modo ensiuado.
A garrafa deveser tova e moito bem lava-
da, primeiro com agua quente e depois com
agua fra. (No caso de nao baver garrafa ou
vidro novo, poder servir urna garrafa de vi-
obo ou de agurdente, com tanto que seja
muito bem lavada com aguas quentes e
iras.;
Para urna so pessoa basta dissolver 6 gl-
bulos de vaccina em 2 oncas d'agua, e d'abi
tomar as colheradas como j ficam indi-
cadas.
Nao precisa grande dieta. Abstenbam-se
do cha e do caf fortes, do abuso das bebi-
das espirituosas, das comidas gordwosas
e muito adubadas Eis aqui apenas o que se
exige.
LINOS. V,
Precisa-se alogar uma boa escrava para
,-i-rviQo ioterao de orna c.-a de pqaca familia :
trata- na ra da Cadeia, loja n. 7; paga-se bem.
J Educado primaria e se-
cundaria.
Na in8litolcao de Jen nytno Pereira Vil-
: lar, rs rna larga do Rosario o. 22,nao s
I e eoslnam as materias qooconsiituem o
} curso regalar de pnmeiras letras, como I
I as disciplinas preparatorias para a facnl- j
I dade de dkeiio; cajas salas estao aher- 5
I tas do da 7 do presente Janeiro por diante, j
Pelo mesmo processo nos podemos reproduzir e pintar oleo, uma vez que se
nos d uma photographia, seja de que tamantao for qoalqoer retrato de pessoa mora ou
n. ti, loja de ealjado do aumente e no tamanbo que se desejar.
I As pessoas que quizerem julgar por si mesmas deste novo genero de traba'bo,
"S^S^JS^r!^^ mu a D0SM galeria-aode esl3u expostsuma
AMBROTYPOS
Retratos em caiovinhas
Para satsfazer a auroerosos pedidos de moitos dos nossos fregueses, estamos pre-
parados para fazer retratos neste genero, para os quaes tambem temos agora um grande
ve aado numArn rln rira o hnnltic ^.J.;... e,""i


MEDICAMENTOS PRESERVATIVOS.
Em qaaesquer epidemias o Ds. Sabino
faz distribuir gratis s pessoas pobres, no
seu estabeleeimento, os preservativos neces-
sarios, dando-lhes as competentes insiruc-
coes.
Presentemente reina a epidemia de bexi-
gas; muitos j se tem aproveitado com fe-
lizes resultados do seu offerecimento, feito I zer-lbe
no Diario de Pernambuco; mas necessa-
rio qoe todos experimenten! esse meio to
fcil e to com modo de se preserva rem o s
suas familias d'essa terrivel molestia.
O preservativo empregado a vaccina
PLUMERA CEL1N0S.
(COJCrflA A MORDEDURA DE COBRAS)
Este medicamento gofa de muito boos
crditos contra o veneno das cobras e de ou-
tros animaes venenosos.
0 Dr. Sabino nao tcm ainda observaco
pessoal de fado algum que o autorise a
afirmar soa eficacia; mas sabendo que no
Rio de Janeiro e em S. Paulo elle lido co-
mo muito poderoso, mandoo-o vir para ex-
perimentar.
Algumas pessoas do centro d'esta provin-
cia e da da Parabyba tem escriplo ao Dr.
Sabino, dizendo ser incontestavel o mrito
da plumera no tratamento. das mordeduras
das cohras.
Emprega-se a plumera celinos interna e
externamente, da maneira s- guinie :
Uso interno. Nos casos menos graves
dissolve-se uma ou duas g-tas de tintura
em duas on?as d'agua. e d-se ao mordido
uma colberada de bora em bora.
Nos casos mais graves dissovem-se seis
gottas ero quatro oncas d'agua pura para-
dar-se uma colberada de meia em meia bora,
de 15 em 15 minutos, e le de 5 em 5 mi-
nutos (segundo a forca do veneno inoculado
ou intensidade dos symptomas manifestados.).
Logo que houver melhora, se espassarao
gradualmente os intervallus de uma dse a
outra.
Uso externo. Ao mesmo tempo qoe se
d a beber o medicamento, applicam-se ex-
ternamente na parte mordida ios de liobo
ou de algodo embebidos em uma dissolu-
c3oda mesma tintura constante de 10 goltas
de tintura em 20 colheres grandes d'agua.
Estes fios se conservarao sempre molhados
sob.e o lugar da mordedura.
O Dr. Sabino receber com reconbecimen-
to as commonicacoes que se dignarem de fa-
as pessoas que experimentaren) o
emprego da plumera celinos.
_______
Nota.
Em ausencia do Dr. Sabino acba-se in-
cumbido de resilver quaesquer negocios
elevada 5* dynamisacao. As pessoas, que relativos ao estabe'ecimeto o"respetifo ge-
fazem uso d ella, ou noso accommettidas de rente.
bexigas, ou, si o sao, raramente as tem de i Jos Alves Tenorio,
m quahdade. I professor em homeopathia.
ve ariado numero de ricas e bonitas caixiobas.
t.'achrtg'
Aloga-se ama casa em frente a Igrej, com ae-
cominodacoes pira familia, com eocbeira. estriba-
ra e btoneiro: a tratar no largo do Corno Santo
n. 15. _________
Aioga se o 2* e 3* andar d casa o. 57~na
raa da Croa : a tratar na mesma ra d. 53.
O Dr. 6. A. Waibanm, medico, tem o sen es-
criptono a' roa da Cadeia n. 36, eeoado andar,
onde di consaltas todos os das de t al 10 oras
da mannaa, e S al 4 boraa da larde.
Samuel Pawer Jafeostoo Atompaabii
Ra da Senzala Nova n. 42.
aoiaciA DA
Fnadl^io de LoW Hoor.
Machioaa a vapor da 4 o 6 cavallos,
Moendas e meias moendas para engenbo
Tanas de ferro coado a batido para enge-
Bh0 _____
Arreios df.carro para um e dous cavallos.
RelogioB de ooro patente inglez.___
Arados americanos.
Macbiaaapara deacarocar algodao.
Motores para ditos.
Machinas de costura.
P"deo-se o pe aireiio de om par aovo e
5T52.* '""^"-" "t"** *. estrada
de Jo*i> Peroandea V>eira, beeo do Oiho do Bol e
estrada le J>ae de Berros al o beca to Etptabei-
ro; aoem tiver senado qoeteo Jo entregar, o odori'
faxeroa padaria da Solidade. ende reoeen*
aekad*.
CASA DA FORTUNA
Aos 5,0000
BILHE1ES GARANTIDOS.
A'ra do Crespo n. 23 e casas ik) costme.
O abano aasignado venden nos seus moito feli-
tes bilnetes garantidos da lotera qoe se acaben de
eitrator a benerjcio das familias dos veinntarios
da patria oasegointes premios :
N. 40S1 aro meio com a sorte de 5:000,1.
i. 3i d..as quintos com a sorte de 90(1*.
N. 350i dons quintos coa a sorte de 46. i.
N. 2{ )5 om meto cea a sorte de OOJ.
E ouiras multas orles de iOO, 40 e 2PJ.
Os Bossoidores podem vir receber seas respecti-
vos premioe sem os descootos i as lea na casa da
Portan} a rna do Crespo n. 23..
Aeoaovse a venda os da I* parte da lotera a
faor da igreja de N >s. Tlacie, que acextrantra' qatndo fr annnneiada.
i*rejo.
Biibete.....ii*000
Meio......2.fM
Onarto. .... i$m ^
Qo.oio. .... laooo
Em porco de 1003 para cima.
BuiMe. .... 4*800
Meto......2*IM
Ooartns. .... IlltC
fiioto. .... seo
Maooel alarnos




DE


.



JDE
J. VIGNES.
[%. 55------RI7m DO 1BPBRADOR I*. 55.
O pianos deta anga fabrica sao taoje asss connecidos para qae seja necessarlo insistir sobra
.na superiondade, vaaiogens e garantas que offerecem aos compradores, qnalidades estas incontesta
reis que elles tem definitivamente conquistado sobre todos os qoe tem apparecido nesta praca pos
aojndoum teclado e macbmismo que obedecem i todas as vontades e caprichos das pianistas! sem
Sanca falhax, por serem fabricados de proposito, e ter-se feito nlUmamecte melboraroentos imnortaii-
rssimos para o clima deste uaz; qnanto s vozes, sao melodiosas e flautadas, e por isso muito MrdL
teis aas oovidos do apreciadores. > *r-
Paiem-se conforme as encoromendas, Unto nesta fabrica como na do Sr. Blondel, de Paris socio
torrespondente de J. Vigoes, em enja capital foram sempre premiados em todas as exposiodes ^^
Nomeano esUbelecimento se acbar sempre um explendido e variado sortimento de mas'icas don.
aeihoree amores da Eoropa, assim como harmnicos pianos harmnicos, sendo tndo vendido or
oreos commodoee raxoavels. ^^ t-~ wm
Yande-se na Botica Franceza ra Nova b. 25.
alia

n^AiAu,^m,m BBi m* (,oe "* oar
Sj^Ytai!m''l*:atf'tar Da m d* '-^"-l
- Aluga se e sobradada rna dos Omino* n. 10,
e a eaaa da rna dos Prueres n. 3b, com coaW
dos para familia.
Precia-se de doss cafracetroa matriea'ades
para iranalhar con vebleole d alfkndeta. aaca-ae
bm: na raa aa Uacordal a21AT^^r^*"
Ama de leite.
Preeia-se de orna ama one leoha bom le He : a
itar a' roa da Cadeia o. 34, 9* andar.
tratar
Aos fumadores de bm gusto
CHARUTOS OA HA VANA
Ero a QaUria R^crt-tua roa da Inmerairix n.
17 se ha i^cebido por amostra tres marcas de so-
perlor quaidade da acreditada fabrica de aanneJ
de la Sala. w,w
HISTORIA DE CARLOS
XII
Re da Suecia
FQR VOLTAIKE.
Vende-se esta eieellenie obra por 1*200 em
brorbora, na Hvraria Econmica rna do Crespo
n. 2.
Na meeroa Hvraria tomam-se asslgnatnras para
avWa de Boraeto Nelsoo-o celebre almirante
angle a 1* cada exemplar. ^
Precisa-se de urna aalber idesa de boa eon- P.. J'^* a a -------------~" o
docta para faier cempanbia a oro moca soiteira : i? UBQlCaO da AUl*0ra eiH 0311
qnea qotier dlr.ja-se ao pateo do Terco d. 4, sea- *^au. **** *****
do ea dia e trahaUo, das 7 as 8 loras da noite. tO AmarO.
Con pleto aortimento do taixaa da I tro
eoa*>* S*1* nt0> Inmamenta aprovadas
para o tabrico do assucar.
Alaga-se orna preu goe lava, engu
eosinba coa perfeifio: na raa do Raogel
na mesma casa engeama-ee cea perfricao.
Pr^eta se de orna ama para cosialar
rna de Borlas n. 8, sobrado.
n. 46
Ama cozirheira
?0 0'O.
\ -
Precisa-M *s nm menino oa taberna da roa de
Horua n. 16, coa prat ca oa sem eit.
Poglo na urdo de dorntego 99 do mex js
m"o om meteqoe de noae P,oei.io, rrtoolo.de
14 annos de Idade, lea os aaiim saitou>c ama
cieairn peto peee<>co, Mvon camisa o cenla de
algodaoitobo e cbaieo de palba novo: qn^a o
pegaron ti ver noticia dalla dirija-se a travesa toado algara pratteaoV i
da aatrix U Santo Aatonio sobrado a. 14. 'nadara da Solidado n. i4. ^^ |
ab .
Precsa-se de om a< a qoe saiba cotlnbar bem
par casa de fn.ll, pr feriodo-se escrava : aa
o PriM. g hr^, m O i>o, pro-
ieod so arromar eos ooa'aner estak^itcimento, I
PREPARAQES FRREAS-MAN5ANICAS
amovaoia rau acansau dr anicnu
DE BURIN DU BISSON
narnacae*, laaaoi atla Scafta laicia da Fu
III
O oaMnonto professor TnetmsiAO, na nltina edicto do sen Tratado ds Tksn-
pmum e Maniro medica, recoobece qne os ferruginosos simples alo roelas
topo mefflttoo para curar as molestias qoe leem por eauu o eapobroei anona
do aasajao. anime mdicos dos mais distinctos attribuem esse mi o xito a aoaeaeiaV
n estaa preparacoee, do mangan*, qoe se aebo o* snese, como o loa rOtOnbocido
os chiraico os aoaus ponto, sempre tomameme anido com o ferro. '
r pois, presiar-se nm verdadero servico aos S" Mdicos, oeamaroa SMS^ttonoso
sobre a* preparaedes aegnintes. ^^
1 PflS BrTfflS niRflifM -ando ^a>ataaonw mo.agna, acidatoda,
tajyaa iu5anrcoa |MOttt .p,*,^ .Bbsiado oan vanagoa
i oa agua miswraes ferruginosas.
2* Pililit-e Xirope de iedoreto i ferro e it ningancse indleme
Ommooo coda saa dneo centigramo de iodsrem de ferro manganeo indicados
aaraenlarnMiBto as motosiias rjmnlunoa. oscrolntosna, o nw *TmfM oan-
rosa aboreatsoas.
i* Pililti it arbofiti frreo nsnjnico i
abonar a daos ayopareeoo d* o lalnnroa
Q+*r**mmmmm49*f ttimta oaoapaa a>janbtioo ssaMoa a
> o valor de sos iran iln a ano qoo olla a pao crs&iiamaUo a oso
a agesta gorsl. 1





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Varas da babado b
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farrilaUdAraiaoa
Frascas d'agoa de _
Frseos de --eo metto
Doza da tesoaraa peo-
Frascos dagua para I i rapar denles .
dea presa* Ht* para agorar cabello -
^*rpMMdeatMjfto.|Baia .
g^d?Pf *f}5* Irvellos a .
dem de palitos de segnraoca a .
Garrafas de arua -Florida virdadeira .
MWarloa^wD estampas para mentnos a
IfeflMDM da roapt d layara.....
^* <**<>"- para senhoraa .
as> bailo (papal)4
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SLWS^^ *?3*^7^^SE fTJ\^ ^daTu^U
prau coa ttto. de j&ftn e madr.perolaobra^iorn^^TJ^ JESV1 -3*1 m*rac/ 2 SS' i^sJ.e.porcela" wateadoa a
rde^atr^co srs^^5^*^^ avis^isj'M
i^^WM^iinwwie a. .
a de papel de- peso oranco ,js0 a
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4,100.
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i .*

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amostra com peohor, conservando-s.
e QUINQUINA
lNTu!XdeMBIT!ER
----------------------------r
Rogase ao "Sr.Francisco Ca mulo de PaulJ
Pacheco, morador na Tilia doabo, o favor de
appareeer na roa de Hortas armaiem n I para
realisar o nejecioqne nao Ignora. '
31 Ra DreltTi
Nesle esl elecimento se acba a' venda on bello
sortimeoto rendas e bicos de pontos de croeb
aos-memores gbstos vindo de coma propna, por
isse p04e-8e -vetfder por proco maito cammodo que
e!^J,la^*e,' 6Mrat P3" vebendos tanio ero
pejf^-s -esmo a relamo *n pecinba do tO raras,
das 9da saanbaa as 3 da tarde.
------
ioff'"ilJ!.ei,r!D?if,>' "?s? como Ifbraa ter-
M
Pa^agaif3 fdgio'
deouro
.cas: e0d,Pr^sbnamgJ^Al^g
--CorapraiD-se Diarios: na roa Direita o. IS
br" dac,g,rpO8'*4*f00 a arroba, ea I%0 t.
W$3io*fl?h?* u Pywpbo.ph.to de ferro.
empwtU, .. 15a'8 P^w^o tnico
^K^o^Sw-^YI"0^ ANEM,,A
sakole. Deposito geral em
Pars
rut doi Lombarda i*.
jT ^.1* Al L*UBf KCFL Pharmaceutieo-
Piano
aso e que esteja^m ton, ^sUdo ^ **
qolser veoder Onia-se rqa Wo,a lojaT u?
ia do Hospicio o. 63. precisa-se coa-
PASTA eXAROPEdt-NAF de ARABIA
B IXIW.HIMKB
^^StT'rM'r"!08 p610 p~f-
_ .*" SIU llnpnnrirt ,. o ..k- i.
fu'ros peitoraw r*^ ""P^dade sobre todos oe
n. gl"waeeeaaai su poderosa efficacia contra
.f-1 ,rr,'9oe e as AOel-
J" gargiiuu.
os IVnvr .
?* do pello
"No'^-do eomoid da casa da roa do Vicario iJl*", n 8<*rsRlo om andar .^
?nfln^fmi?',os P,ra gTiae "' 8 que
lenriam oons quinta es.
14, pequeo e moilo ocinho : n*
o qweira eotrcar o casa Indicada iaberna) ir
sera recompensado.

W


or m^LM/ ,aro de ,0da8 as qaalldades
na ra L%^ 0 ^ 0D,r 1"^uer parle :
na majto'Cadea p. m,-4ojt de amW v

Mirla'Fractlsca do uifio SaoloAgra, ses'C-j
se oras, reconbocidos para com aqoellas ipes-j
u
soas que m.to

se presurao) na ofrriDidaile eo-;
ra-se
RACAHOT DES RABES
E DELA!WrEMIB
drd."ftsf ^T,te,a Aeadem* *-
o em v,-,.,ude de %Z?? ."''litada., a
OM ancas
o Sjphrtfc. TO *" Febre ""ralla
'irla fi-aaco
Irro sewpte o
Depositaos^;odOCOmi8
.)? ^",I,a ,,esUs Pwparac
PatS fr "/*'" ma"9^,ier, r,
: (-u-dado com as falsa-afet,.
' as Pbarmacias do Brazil.l
o- i2o5 tWh" aee eL,VMmenlo a
ro.LoUeeaigalves A, v.u.j-wjW.caweiMe de- cor1'uSai q qu,zer VolM,&r aonuocie
moEStrar-aBes qoalo liio.s sao prato*p,ir iao fcoos'i t>orJ^^ral}i_____
oficies de amlsade. o [ilm. Sf. Jop J.aqmm de
otaessa ment, c tlo, prompiidao, assldwae j
a esiolei>5o com ^ut. se presin a i Sr. Jof Fer- lclea3. asirt c > patacas 4)onngneres
Modes Bastos, a cuo'suote aSsKiec7a.p'resUolo's3 J^Wolies, compraaMe com premio "na ^do
em lonoqee est^a a0 Sao alcance; ao r. Pran-I CreiPo-Q.<, prime andar. rua*
ci'oo Libanio "Cotia* lMho
a o r. Prac-
--w. uiuamo umim runo a mostea friteit* qo
yponiarK.aieDte atiresootoo na funeral; a i-io-
Gotp-a-se auro rata m
naj>raca_^lDdepede=c;a P.3X
ras velbas
dada oo ftivino Espirito Saolo, os ons^qoos qoc
P^rod.R,iISou ; aos R-vsia. Srs. padres-Grego e Melle; L9flf m-se
S Se;iB2r"DC, e mSSa rtn se,irao di "^^ fi Faga-^

Aiiiga-se
rua
nm-ceunno andar do sobrado na rua da Queii
do, ean> ba*taoies c^wmodos para famika, com a
coofMcao porm de a pessoa qoe pf^ieniJer iodt-ro
nlsara despeta da piomra qoe se acba em anda
ment : a tratar no Coracs de Oaro o. 2 D
doCatga. ________
los Mara da Sil"v7~deelira qae de*oje em
dame se as-Ufaa J.is Hara da Costa o Suva, em
viriu le de haver outro de icoal nome.
Racife, 4 de janftro de 1867.
Aviso.
Por fallecimemo de Jos Joaqoim Ramos e Sil
\, entao e^tabeiecldo com l Im*eratriz, os ees herdlros por si a aatoilsados
pelo credi.r do toado Rasaos, convidara a'qoell^
pe^oas que ttoham delsadom dito esUbelecimea
to algn .bj-ctos de ooro aflu de serem cooeer-
tadws a' virem receb-es. provando a sua joalida-
de, a= rua do CabUHa' I. j de j las o, 1 de Ni-
oU j Tolentino de Carvaiho, o qoal se acba auto-
risadoparaentregHos. Ouiro sim, pedem lambem
a qoem qaer qae s-no devedor a* caa por com
pra de jotas, emprestimo ou ooira qualqoer tran-
saoco, a boodade de satisfarerem sens dbitos ao
praio de uto das.
O praio para a entrega dos oN<>eios sera'
das a coma* da data da piihn-o desle
Recife, 7 de Janeiro de 1867.
l^toSSV*"'* 'M*0-l--coTi.

MedaiaadeOKO.premio de 16.6C
OJJiNA
LAROCHE
as nR^, I?Y?_!u,,na*erdaPOrcoBseBinta
LOJA DO*G
"iTI
POI. _
^ MUbelecimimtotem a satisfafio de levar
..aSmHamen^.d0 rMPtovel pobliceqae
m de receber pelo almo vapor da Eu-
a nargrande e variado sortimento de ob-
os de tote, novidade, do quaes se 1-
mero fleando o respeUve! poblicona serte-
ufe qae oeste stabelecimeoto seropre en-
25J2 c'mP'eto sortiraento de arS-
gas de goto e tnteira novidades como sejam
Cintos
us maitos desejados cintos com pontas.
ZS5l alffiS f^DdademuitSgos
tSST T,d'de.' re8Pet0 a eSteS CUtOS
nao fazem observacSes e sm deixamos a
w Gao Vigilante Da roa do Crespo n. 7.
Lcqucft
daloSU'!nnHM ,eq?es d,8S0.madera,san-
S Sr**0? ; pretos- braDC<>' ^
cores, e muito se tornam
pelas bonitas paisagens.
_ % Fldre
Omelborqoesepodedese>ar neste arti-
SL5afgg?^'gw
as *Pelia
aaueL n if-M'da8 br3DCas e de c6r!
aquellas para noivas. e estas para bailes
smenlos e baptisados. '
Luvas
J de todas as .qoalidades
recommendavel

ca-
para se-
No awqzn(%[fazenda8 d*
Santos Coelho, rua do< Quci
madon 19.
Lansinbas Poil de Chvre a ij o covado.
MadapolSo enfestado a 84 a peca.
Cambraia de cores matisadas Gnissimas
800 a vara.
Mea brancas transparentes ficas 4e 44,
l5*^. 64, 74, 84 e 94ooo a peca coa C
jardas. -Hm
Wem branca tapada de 84 e 94 a pee
com 12 jardas. *^
Mem branca fraeeza muito larga a 94 a
peca coa varas.
Baldes de 35 e 40 arcos nesgados par
senboras, a 44500. P
idea de mursulina Desgados a 5|. i,
loem de crochet a 54.
Mena de mursolina para meninas a 34*
VttK
Saias bordadas a 54. '
Caabraias admascadas para cortinado
i* a peca com 2o varas.
Mem para forro a 34 a peca com 10 jar-
das.
Cambraia de linbo muito fina de 64 e 94 i
vara.
Madapoloes finos de 64, 74, 84, 94,404,
114 e 124 a peca.
Ptetflba de algodSo superior faenda pan
saias a 34200 a pe?a coa lo varas.
Cobertas de chitas de ramagem a 246oo.
Lercojs de bamborgo fino a 24400.
dem de bramante maito fino a 34200.
^Pannos adamascados para cobrir mesa j
Gawdanapos de linbo adamascados a 4
a duza.
Ataamado adamascado com 7 1/2 palmoi
de largura a 24 a vara.
Mem adamascado de linbo com 7 1/2 pal-
mos de largara a 34 a vara.
AlgodSo eDfestado com a mesma larenri
a tiSlooa vara.
dem trancado de algodSo a 14600 a vara.
Toalnas alcocboadas delinho lisas a U
a dozia.
dem de algodSo felpudas a
a dtizia.
Colchas de foso a 64.
Lencos de cambraia brancos finos a 14800
za e 245oo a dezia.
ir
'!!*!Js'!f
al a -*2 <*-0
B2a.|g^8f-
58*!
n*
ce
3
bI's
5""-.|BS
I ^D 8
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B9 =sgg
?""
3
a
s
i
c
T S. cr>? i e-'S a
_ a
4 AGUA BRANCA
Per conbeeer a i&flueoei
todos os annes, por tsse tfmpo,
qoe cosloma baver
e p< r veri
Pe narobaco, ella ooe lem sempre era vistas aera
a \nt^r,imtDte bem (tnir so boa r'poi
ni,. e?p00'" em -aBd*r buM'- o* differenif h
KCdeScb%8ar 0Ufi' *e a*fi JSTK!
Jn9oe a ,0i ola Branca, rom especialidad*
oode primeiramem. se enctiir m quaesq r d-'
teaobjectoa de ncvioi.de e moda, i, esu' tr-
menle reconber.du; mas amoa ssim a Aanfa te
partlcolar, e io respeilavel poblico r geral, ett
Ufe One rrniui icnM titn
24
muito doce nem muito
oaBM.de Mssa fin'ss|mos a 34200
SWOo a duzia.
Fil do linbo liso a Soo a vara.
dem com lpicos a 14ooo a var
Grosdenapies preto bom a 14boo,
z^cioo o envado.
Worantiqe preto superior a 28
vado. ..
FtonHi de todas as cores a 800 rs. o co-
vado.
Tarlatana de todas as
vara.
?00 o co-
cores a 8co rs,
Eniprega-
Kaalralxla,
Jior
preco
m M O KDAS"
niais delicados, poi nem
RcaBndJt"'fl L4R0CHE RBUGIH0S4
Rcoaindoto,las as propriedade (o ferr,?? da quina.
a5, ruc Drouot
ra^tf na rua ^ botica fran-
Alvaro
I
deis
VNDflS
^HA
'
Preflsavse ee nnw ama para o servico ds
6 pss a: na roa da Crin o. 16, 2 andar.
Jco Carlos Coelbo Silva vai a Eoropa.

naa
Folbiohas
de porta
Veadem-se no eeriptjrio desta Dtarto a 160 rs
PICHE
Jival sem .segundo.
<> a,do "imano n. 4
fcier acabar com as fazenda? abix.
. mencionadas.
>^a?r7er 9f bm baratiwia..
diboa a la-"yr,mb0 Com Wco, laxen. '
Meltoia'eon' io'ijarda'si 3*
Pwr!!?'e^e_cor Mito Boas
nhora, bomem. meanas^endo^e algodSo,
fio da escocia, seda epelica muito fresca
do brante Joovin, pareo-nos queS Ib.!
d Ea'Z iW r Pr todos os I
ihnan.T5a^Gal, V|K,lante, recebe grande
qoantidade deste artipo e por isso semore
tero sort.menio a vontade do comprada
taabem nlo se valle da falla o sea prec
sempre o mesmo. v ?
. Penles
Muito bonitos pentes de tartaruga para
coque e alizar oa cabellos, assim como Sara
dadegs?ar S mSmS 6 muilas ou,ras 9"
lis coras
,,k .?nde ^'raentode escovas, rara roona I
otfl'tf'- d6D,eS e DDhas' *W
osso, bnfalo, balea, marfim e madreperola.
Superiores na*?b Sienas para bar Bffff1 bMqaM
ba sendo cabo de marfim^ lar aru eion" L- SS'"80 "*"* onitas fazend* qat
M-a* qualidades, as quaes o fobncat "[ nJtfff" M** que em ou!ra qualqe
rante a boa quadade. ,aDr'cante ga-j parte, e da-se amostras de tudo,
Abotnadaraa
uiegaram as nui lindas guarnicoes d*
botSes para colle'es fazenda de roso assim
jo grande sorltmento de |B par"p
l aparada penna
e
'Aa... qoe bem se SKlTSa
desempenho oe t.e obras, s.m, a pro ia o el
Bramante delinho com 10 palmos de lar-
pura a 24f>oo a vara.
Mem de linbo com
ara.
5 palmos a l<>2oo ;
Mem de linho com 3 1/2 pJmos a Soo
a 235000.
apreciar o silo grao de-es peritos biecto iji.
STmilS ""U.""*>"' bt..lme.rran.
jado oro moderno cit,io de Ou de n.onu Ifll.
ttaloiado da U,pura de 7 a 8 ppllfgadal ,
o leqoe de o-adre-ueroia, UD) pVr de lova, e !ef
Mea, ramos de finas flores pare o erqoe J/iS
Ruam.cao para s (ovas, el--., ele, &almni*
lem dksso
Bstao em ordrm do da as n-.^as e leUas ir-itr*.
a Hua palha de halla, e ooiro dilfere,.. ffciK
a mwmaqoalidade eprfi|.ri.s p ""'''
as cba(,l,s de Hnbora^e KX.5 ? !o
qoeospreienden.es emparecam M ic?a a'gn.a
8.
Branca na roa do Qoima'no n".
Bolsas para cacadas.
Sov.%'^Hr,to,rW,i8i C'* ''o aoeo?
Baloes de i'o
ra s
O000.
. *-0, 3o, 3.J, 4o 0, fa ar."nc
a24,245oo,34,345
45e
Ditos de 25 e 3o arcos com mollas
d tif.
^! bolsas
pretende
aprec/ac
branca da rua do (ju<-in-ado D.8."
caivetes fixos cu ferros para abrir
*SS?CDa rDa do Qutiaado
lija da
Foalhas
Carrdtolaie liaba' com i
SS. S' Va crS SS"
flnft,3. oSretas de massa moilo novas a
enfladores para espamiho HlZSi
e com 400 jar-
60, i,'jbo e
METHODO CASTILHO.
Manoel Jos de Faria Simoes, professor
particular 4e Dstruccao elemeutar pelo me-
hodo Castiloo, avisa aos pai* de seus alum-
nos e ao respeitavel polilieo. que est aber-
ta a sua aala, desdf o da 7 do crreme, na
roa da Praia o. 59, segando andar. Na
mesma aula se recebe n pensionisias e meios-
peasionisias por precos commdos.
0* abaixo as^goados fazem scieute ao
respeiiaveloobli q, e esoecialmeate ao cor-
po do commercio, que desde 31 de dezem-
bro prximo pagado he acna dissolvida ami- w Chapeo.-, do CbHl
gavelmente a sociedade comaercil, que ti- kS0^.!.0 ia*"1*'" f',* li>Tai do Tra-
ak9m.o^.h..j..:.. i__.iJV |P'Cne.oP'mos chapeos do Chin m.i. -i__
C3drafaSde "Dha linir :
test1* D'o!i1
J tos de boto mnito finos a
wsZwTV Pafa reaf^ cabello d
Vras"^"^.^endaboa,;;; ? *
"ak^ &aDJa branca ^ ''^o pari
^" de palito Wo a *. '. *...... *
A dinheiro ou a prazo
breve ahraarSlPDad ?/e"'e>o moilo
de quem .redor, lenham a bonoade de
uas comas at 31 de Janeiro
Ditos de murculina estreilos a 64
Jis^a'tilbos finos a G.
Percalias finissimas
a 4oo res o envado.
saldaren)
de 1868.
Liqmda$o.
1 da 'mperatriz, armaiem de
Canas de
cbo/re
Paulos de setreranca
sem en-
U
KSr %"""*',o. m e::
"na de dontruia cbrtsiaa a .
d n^'108 frsDCe* DPerior .
miniSi? Plch?<>gn proprio para
a^phalto, alafeces de canoas
aseoaltiadoo, assim como para rebocar
ernerna, cuadm tnres d aeu.
etc.. etc., em groaso : as fabrica do gaz e
tSSS??uZ! Bolla S
Grosa
*>xaa
CaonS^!f-a0sp,,0"* d-l''i' c'on'tendo
nf ""rabas moito soperlores a, nao
daTe de P'Pa' Pa0Ud0 5K
reuibo do mesmos
3J60I-
nbam na loja daaz^nda sita roa do Qoei- qoe aiitea
: Q" qoario n. 16.
Cbtll, os mais claros
mado o. 42, coja soci-dade gyrava s b a' ra- |aca; '^r%TZ^ U'W0S ^e'ios d>
zao de Narciso IrmSo C.; ficando a cargo
dos socios, Joaqoim Jos da Silva e Fran-
cisco Nones da Silva, o activo da mencionada
firma.
Recife, 7 de Janeiro de 868.
Narciso Josida Silva.
Joaqoim Jos da gilva.
Francisco Nunes da Silva.
ATrBalCaia
O padre V. Varej'o, competentemente licencia-
do, sniaa as horas vatras as disciplinas qoe
profe ariromeilca : na roa Bella o. 40, coma por ca-
sas parueolares.
r a, t a ,rm* nja-se ao pateo do Crmo n. 6, para tratar.
- Manoel Francisco Telxelxa avisa ao noUica
qa* por ini-rmed.o dos Srs. Olto B,hre" BS
Te Vianna 4 C e pelo* oavlos Kipernea ?aL
Iheti, acaba de receber paiba e junco%S mt
res qoalidades. que vfBde mal* barato do qoe em
Pfciaa-ae de om caiteh-qoao teapacra:
a beroa : ., rB da haba b.'k f *
rauca
COMPRAS
" .......

ta
^f^SJ^Sr.
t
geiras, beta
peaaa
ene-novo
rata
n moada naga-te
paoiancii o. ti
-Vende ^ p>T preco razoavoi, a fl-iBljroTn
.an?a*i SS^3 T"H' 00 S9 -"eodi o en
genbo J,boatior.nbo, rooenle e correle, situ na
eomare. de Saot. Atnao, com terreob fflciente
O-ra aalrV^r do t.iOO a S.WO pses aoonaooTuMo
n. nS 6 T fKr"1 Cm ba8,a0,e' V'" todOS
X^* caportrwlo*, /,. aesoc'ar a"
mu.to b 4 qaaJidade, e em lodo mono manelro
te nona sitos para lavradorea, um grande crea-'
Je, doas casas para morad, a di varias para iT
,f adores, t daocoberla* a telha, semaia, easa do
tarro*, marta e Lrno, casa oe eogeato molto
irande, rom m e porr para 800 mil
EfGENHO PAO fJolEfJ
Tasso Irma.* vvndea esle engento de sua
carro,' 'al ""te e correnie, com 2
carros ia-bfus de correa; 0 burros (i hp,
*\mV!S T u>a ^- -K
ae lucjj a 1600 p3es de assucar Dar o
anoo. NSo podendoaJcancarpreiPrazoa
vel. lambem nSo duvidam rr Sit
ment pelo tempo qoe s traiar, ou dar s^
enho e teoba pelo menos escravatura para
Na .
lateodaa o. 28, contina"! me~m,7lqo",
ma^'a6?1 qUaD, Dao sa Koter o mes-
lo tabeleeimento. -
-riu.r,fe8 de rh"* esCDra "'--Bbi, na-
dr6es franceies com II covados a t P
reemnena de chita eseara ai8
v e a 20o rs. o covado.
fr.na.V-. ,M "' ^^ fl"8' P*-r8
franceses, qoa sempre se
jveoderaroa240 j
"lwTat00br,s:e,,aUldaSaO8ev^
Catsas fraocezHs a 240 rs. o
covado
Estas cassas a qoe pelos padrCes cha-
maro borgandys. tem a vamagem de o
dsb 'tareo, e sevende ocov,do a 240 A
Brimbraaro de linho fino a l
a vara
>0de3rarIa,,lhaSde'Seda''>"ateila
, J0M,cWde cbamfns para candeeiros|
Cbamins americanas a 2i0 e-30 r. m
e a d0Iia 23S00. 3a e 3c3oo. ^" "- *
,*0,,*'*."oiiaa4 AGUA FLORIDA
Bons eapartilbos.
A agoia branca a roa do Qneimado n fi
seprvebK.eBto de b Slbos- o'
.eropre vende-os por pucos ei n modos.
a:as.
gOi
rrco-
ceme
UBfetaria dos naris
Rna da o o* n. lo.
1
*"^n'^ A* ^Wfrncas fm ral-
Vinho do Elieno'
rgfsraasw
Champanha.
Omac
Z33
MkRAY&LANM/IN
de Rabe Scbmeitaa
A agua orida
'loada como
bueae.
tos teode
JulioCesar
aJOO,800rs.ei,,eoalsobjeC:
entes a asta arte. '
Pinto de Olivelra.
de Murray & Lanmant
r Mido serV2a $%
mais costosas: conserva sea aroma a'
2^ **"?%!!>
Sua efficacia tSo delicada, comoeletrar,
es sao seus multiplicados osos our \
oelle Vnfibanh' 0a como wavisado l
pene, depon que se ten ha
balito.3 Par 3S geDgiVas
I ^ommnm e superior, em casa
A C, ras da Cadeia n. 18.
Skervy de Londre
Linha deuovellos
&gS VStiX gdfl B""Schme>
doTasm^ n!6.'"' C'fWta ft,i>nm M Ba 'a
As Pluas Cah^tiis
t$
?isador d;
feito a barba
ou aromatisar i
I>K A.YE.
Aomtyriculiures.
Sannders Hratbers & & acanam de receber
J22P* Taporeg de 'orcad83a4cavallo
eom lodos os pertenees, e mol propr.os para fa e
iem mover macboaa de descartcar algedo m
endo cada vapor trabalhar at com o serrad
ambe,D ET,J!" SSS!a aSdaoWoSnerpaara>
( hu
pilulat
mano seui nicr.-iino.

eonhos
49 Trapi
e
bota
onro
: a praca
da lade-
ca de aneanameniomote^espacosVeom"os'cal-
aoos araclso, p, depMitode asnear g.cco, doo.
famosos balrdes par. seee.r assocar, boa estola o
boro loga para aeotar ama dt>l.eeo, moeoda
a roda dagoa qoisi novas, bom a a Uaas precisas al para f.ier rtame, nm t n-
qoepara mal a orna easa para bsgaco, todo em
mw baoj estado : ajaett pretmor pede enieo
ier.s. oeste praea com B*roaroioo Crrela de He-
leoda Rapo, m. do Livrameoto o M. oD no enee-
oo lampo Aloero ejm o Sr. aaior Maaael Caval-
caou ao AlbB4oerqoa a "'
16 enxadas.
Ha?600' ?eCftnvier ao PWtendente, ven-fl
dem e engeuho coatituo.ngnominado Har-i
monta aotigame^ te'. Cova da Onca "o
qoal est desmontado, mas opima acnlii- '
sicao pelas soas m4tas e grande cercado p -
ra pastos de ammaes. Fawe negocio para
Diregar j o referido, engei.no com a sala
2h!?par tir8r- m mk>> f
Jlbor convier ao preteode-te.
T- %tU*" ^.r,,?0 em M -e'trabalta?
oro animaos. Os, mesmos umbam idm a' venda
oaabjuaa americaoas de 36 a 40 sorras
Tnm.m,a aUr *^
^^T:^ESBS'
D soavida comple-coes, depoisdese haver So a
Sate LS'?8 name,sas' ?
irmf Roadas, na alcova de um eo
1 eTar'a S'sS-T"0 Um antidt0 3lS
te para os desma.os causados por cansara
lnnS,??- Pr.fparada ^'camen?eIS
i'Tp"S dr0garia de A- Caors Br>
*_C.eP. MaorerfiC., e em todos o
^PHolMaSopuramcDft ,
itue* ..,o ,.,,d0 lla ,ua CJ,i;,
;.'' <;.-n ..,.,.,.,., nenifloiM
lageMleutc mineral i
.
para
f.'IO illli^.
TtlU.,13 e pe, j.:,
no niesuio tenipa
mi* d< llcud
IM. mu rorte, ,MO Uistaulc i '..
vs.*Ocuca por as peona .n-l,
porgao o puriJlsSo todo ">"-.-.j
Pnra alaujiir ta,lab
cos, tem-sr combin.iH., .o,?.,ito
Plantas que *o apregadM n-
Suai uimirin,!-! etl-lao on eiaji .'a-,,
o^o^ r:---P'-r ai> p^e*.
^a2a#5'-i-
vaatagodf qae resnlta de us0 de mthar.
1,8 vir'"'ie amUMi da*
W confav..u Ja,, piofc, .... t
d^Bnconlnir, jo dopressa,
PO- ::icij i- u,u RnlGdio I..A
vo d C. e P. Iiaorer 4 c., e em todos iw^rj!SR^^*
estabeieamentospharmacenticos do imper WESK ^JT^
Vende-se oleo de ricino de boa onakdad
latas o arralas para ea.a de familia e sen
de engenh t, por meos SO po? cerno do oot
alia parte : na traiessa do Carioca D. 2 ca
v'nbo fino enirarrafafK
Vende-
e per m.-dico pre^o vloho do Porto de
mnl .callante .ioal.dada.em ratxas da dote o.r-
la?Sroai,'l?*"deD,f, T*Wes BalUr''"
Francisco Jos Gennann
IRA NOVA N. 21,
acaba de receber na linde a aagniftee ser
tuena de ocnlos, lunelo, bmocnloa, de n
timo e mais aparado gosto da Europa a oci
los d alcance para observacea" e oar i
aaritnos. *^
Cberou afinal
A pomada galopean
para cora rpida e eomrMVia dos callee daros.
niO si na
Bttica e dragarla
ni
Barholamrrj dr C.
34-.Rna larp 4o Roaaria24
60TS
.--'t*,UhH*1.* Pernfira8 "'a* P^rnelras
vamenta ebegadas, d, melhor qoa.idade qne temo
iJlo, do armaiem do vapor roa Nova n. 7.
LUV1S
PADSrHEKTOS DO PI01D0,
niMlDI03 PD-KOANTES
;
O Peitoral de Cereja
Novo sornmemo de lovas de pellica de Joovla. | r^R'
branca^ prelas e de otras bonitas eres para ho^
a teoboras, ao aro,.,., do npor ro. Nov, *a*. a. cooetipa^ To^, Bo,qui Mantenga ingiera a 800
Venda se msofiga Ingiera flor a 800 rs a libra
oo i rog esi j do patso o Caruw 9 -"'
pulmonare., o todM M molestbMd"
Poio, aMlm oomo para aliriar
oa ethlcos deolarados.
As ******* do Di!, avkr so roadlaai ^s o.-***
rogana boucaa g0 Imperio, ^"*
Jm



a.w.4iCTrt^
8.

?S
!
I I
4*0

J am
SEVIAIfi<> :
Para o trtamento e oara rpida e completa das .molestia* sjphjuucae,
eumatisao, lftls, gota, ebidade do estomago, infiammagoes chronicas do npdr
^), dftres sciatibas, cephalalgias, nevralgias, ulceras chronicas, hydropesias, .fllfeun-
s, gonorrtieas chronicas e em ge. al todas as molestia em que se tonda em vista a pu
riftcao^D aystemt8^eo.
Cousidcraces gcrae
A sande qm bem inapreciavel, eoja importancia e valor s est reservado ap enf
o avaJia-lo. -
MiU
''*>'
>COS DE
.r*
s ... .
OBRA
ra "
Vende-se em frascos
l wit frseos trUogu-
lares, phr)cUHo<*,
3, rea de Castifiione,
i Paria. mmrft
As<

ariao
\i
atar
os atea*!
**oi
) etqua'.o, a
cm feitu coa oleo*
ptHmAtmm,
JOjattifioidade de ageotes morbficos que todos tendem, dadas certas edeter-
umstancras, awilterar o regatar exereicio das ranchos orgnicas, rsultaobf^ I
incoDiestarel que o homem neste ranndo constantemente, e por todos os
stacado poruqga
niotdK circu
teae? des?qoi!ttSo o-que se chamamolestia.
A molfttgi nad mais do que a desvirtuacid das toreas titaes, ocasionada,- a.
do as iovestigaees e experiencias dos mais abalisado mestres da seiencia, pela depm-
*ac3o doa humo/es gcraes,-cnseqnencia da afcead maligna desses masa* agentes mora
Seos introduzco! no organismo pelo acto da respirado, pela via digestiva, pelo contacto
iinmediatf, ele, te. etc.
A syutiilis. infelizmente le sido a partSlba da homanidade, e como fra de duvi-
h que esse terrivei Proteo da medicina ama molestia hereditaria, ella tep sido'obser-
vada era todas as dades, e debaixo de todas as "suas formas. tad variadas, enfraquecendo
cnstituicdes robustas, produzindo mutilaces, e cortando ainda em flor da idade vidas
preciosas.-
Eminarv da economa esses principios deleterios. e parificar a massa geral dos
inmores tern sido desde lempo immemorial o fim constante da medicina, e es purgati-
vos flgurm em primeiro lugar para preencher esse desiteratum oa fim.
O Elixir depurativo do Dr. Serial parece merecer a preferencia sobre todos: os
inmensos successos obtidos pelo uso deste salutar agente tanto na Allemanha, como em
Frasca e Italia, o trname cOmpanbeiro ioseparavel dequasi todos es doentes.
Sendo as melestias, como cima dissemos, devits s alteracoes dos humores, o
elixir depurativo do Dr. Sevial pode serempregado vantajosamente Da syphis, erisy-
pelas, rheumatismos, bobas, gota, debilidade do estomago, iaflammacoes chronicas do
Igado e baco, dores sciaticas, cephalalgias, nevralgias, ulceras chronicas, bydropesias,
ji*r.r#\-ds, gonorrheas chronicas etc. e em geral em todas as molestias em que se tenha
toa vista a purificacao do systema sanguneo; pois que ama pratica constante tem feito
rr que elle indispensavel nos casos gravissimos para minorar os soffrimeales, pre-
parar o diente para medicaces superiores ; e as menos graves a cura. a conse-
racacia do seu uso, convenientemente repetido.
As substancias que entram na composico do Elixir depurativo do hu\ Sevia
jerencom todas exclusivamente ao reino vegetal, e grande cathegoria das substan-
cias depurativas e antisyphililicas; assim, ao passo que este remedio depura o orga-
nismo, eliminando os principios nocivos saude, pelo mecanismo natural das eyau-
m&s alvinas, neulralisa ao mesmo tempo o viras syphilitico quando este virjem.
;b feit.) erupc3o b0 exterior debaixo de suas multiplicadas formas; e previne taui
wm os estragos dessa terrivei molestia, quando por ventura se ache ella amda no
**5l ido de encubadlo, isto sem se ter manifestado sob formas externas: beneficio
esienso, tanto mais quanto neste estado os individuos ignoram completamente se es-
to contaminados por este terrivei inimigo.
O sabor agradavel d'este Elixir convem a todos os estmagos, a soa acc5o so-
*rt' o tubo intestinal suave e benigna, e de nenhuma forma produz molestias medi-
ti.ientoias, como acontece ao purgante dito Le Roy, que na sua qoalidade de drs-
tico ferie irrita a mucosa intestinal, e consecutivamente a seroza, resultando deste es
ado, muitas vezes, bydropesias, que*quasi sempre terminam pela morte do doente..
Assim pois esperamos que o uso desta remedio justifique cabalmente as nef-
as asseveracoes, porque sendo um medicamento to simples, na sua composico^ a
critica tem confirmado sua ulilidade.
nico deposito em Pernambcco
Na botica e drogara
DE
Barthotomeo Companhia.
3iBCA DO ROSARIO LARGA34
IV
'um chein ftvn o
ra substituir os
Woi^stes con _
em quanto qrte oa yraderos
|u pra obtel- frt$eo e Bi mitlura, eumpre
no propaot tm&rM pete, amia omio manda
r-ro. de IkhIKiiUM "> m* e
* ma unireml na noltttm ti peiU, as
etc.,e por mo,derua lusar a oov-a o
, de Asado de
jj. O le* de
o rkltj!utww
PARS condue cano i
cipl a*TJimhl
fcil de digerir, etingae-se entre os outros oleo pe* m
icad e eo gotto de atrdtaba fresca. *^
dos Utbalbos chjnnjeM da FAOJtOADE DE MEDICINA DE
e eSt d walha de M. Haga ctmkm.um* ttrta frte it ra-
o e/foj pviot t ndafrt$itU* ywn m mconwtnieutu fue n
' ** "jgfw* ** Mt*<* c*te***** -jj
ira'nSlC
O cordeiro providente
Na antiga loja de miadezas a rua^|
mado n. 16.
Tendo ft
seas reg^
umbem
ignorea
resumid
10 V
de pe'
ib
00094
esa
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assrH
oj do c^l
16, recebea
ma^aano t\


PSLULAS de HOGG
| PHuIm BatrM fosireis. "I ill"' f'*?.
Dose: orna pilula antes e depofe Meada cobUM. j^.j._.j ._, .
O Biintenlo Oto seno urna substancia bruta sem nenbuma nrtuo* imtrimental pct^ewsmt,
1 que doia perccer.de ianicio Mucllb que nio rfiflere. __ ... ,
Cma' nica coisa basta p*4 operar a transforma*) dos alimento! om ijU/r.eaio; esta
pepsina acidificada. (I) LDClElt BOpVISART, medico de S. M. o imperador dos Fra^ceies) (1)
S l-I. o Iom. em pepoton unW.com o ferro rcduW. pelo hyato.y.aiey
Ta a multtUu chi^uw??'tx cfl, furujictm o* lejn'perinenlQS ebUit/idoi.
-. O fert, d ffX'ftJ^e,. i a nn-lbor das preraracw ferr^8a^(BOlIC^DAT.)
. rYom aj^da da firf tti qu?l& a epM, w aumente* twmformsuMe em tuirkncnlo!.
90 Pilula* eje Hajsa, com pepsina r prot-ioureo frreo iasIteraTe^ centra^ S molestia*
' ilUiu
e*ofuloM,ymphti*>*c #h^m," tilica', ptete oftoroico, e a
na economa.
a '1 ululas cana oa.
ifcMfrk, pela sa tmifo eom o ferr e .0 iedoy modific aceto esotaote d estes dojs w
-Tssoasidertesas ou irnutejs. Memoria apreientaau m At
nico proprietario e preparador.
i-.e : de, 2 ft i Diluas cada da.
A prtMfcfft, pela sa .milo eom o ferr o.o iedy modifica aceto esotaote d estes dote preciosos
. agentes nio estomago da pessoasiertesK 00 irriUet. UemOfia praentadk a Acede**
imperd ie mtmna aerara. ^ ,.____m
llaga, pharraacruiro-clivuiico. ra e lails"i*r, m,
Trsscte delftOCe }B plas irmetifamente tapie*.
Deposito as prineipaes puarmscias.
Dfififti 1 Comempeao. Eiludt ivtre o* ellumtt* e $e nutrimtnlti.
na i ^ VW ** '**" *nto,*,:
Vende-se na pbarmacia franceza na roa Nova de P. Maurer LOliIDA(]Ar0 DE FAZENDAS
Por baratos presos.
fazenda de
Cassas francezas de cores a 210 rs. o covado.
Ditas franezas, superior quaiidade, -grande variedade dejpadres,
8JLi rs. a vara, a 3*0 rs. o covado.
Ditas ditas mnito finas a 400 rs. o covado.
Superiores bullas francezas largas de cores Sxas a 260 rs. o eovado.J
Lindas laas de cores com salpicos e com ljresj aj320 rs. o covado*
Ditas com palmas de seda a 320 rs. o covado.
Ditas com listas imitando poil de Cbvre a 400 rs.o covado.
Superiores alpacas de cores de daas largaras com listas e com flores, grande va-
ried .de de padrees e gosns inteiramente lindos ffazenda de 10 o covado) a 50>rs.
Sedas de cores de quadrinhos e de listas a 800rs. o eovado.
Ricos romeos ou capas de merm, bordadas'e enfeitadas com renda pretar [o que
a de mais moderno para hombro de senhora a 8)J, 10& e 124 cada am.
Bous madapoies a 5?, 65 e 7/5 a po$a.
Uitos a 3$.
Superior algodcsinho branto^com 20 jardas a 4$ a peca.
Assim coma outrasmoitas fazendas por menos do sea valorjpara^liquifer.
LOJA DAS COLUMNAS
DE
Antonio Correia de Vasconcellos & &
Ra do Crespn. 13.

PARA UZO INTERNO
PREPARADOS SIMPLES,
Xarope de jurubeba garrafa......... l&ooo
Vinhode l6oo
Plalas de vidro......... 1060o
nhecimento de lodos qaa a
Prendeole, ra do Qaeiaiado
guate: fl Q
Bonitas e duradoras ligas de pellica para meias
tanto para senboras como para meninas
Legues de diveraMMnNeji|e gosto
dxu-i om aOMfWrado8 e nio
Tfnneninis.
Coques simples centellados, molde Inteiramen-
tik>Mnn bm n\ ao-tilu J%u*3 o6oiu::
.. Boa papel ea ealilahas IIm, panudo d*or
do a timprado, nalagijaii objucios, qnataao-
ciooa-los sena bastante enfadonbo, e que se ven -
e ea dita lou de mi adelas do Cordeiro Previ
danta, ma do Queirnaao a. 16..
MSo faltan flores,
O Corieir Prevideate a-ra Qoeimado 16
tem constaalemenle m (indo sortimeato de -
nas e bonita flores, por isso qoando algosa ba.
biiidosa joven quixer preparar qualqoer eofeite e
betto gosto deve logo lembrar sa que ba dita loja
do Cordeiro PrevtdeDte, af/aa da Quetoado n. 16,
Bao faltan llores.
ara alrejar os denles.
O cordeiro previdenle a roa do Qaenpado 0.16
Jrecebeu do bemcontietldo fabricante Jonb Gos-
Jnell & C, urna ptima qnaiidade de pos para den-
otes aromatisados com canfora que realmente tem
merecido todo concelto porque nao s alveja per-
fectamente os denles cojp tamben conserra-o?
sempre ao melbor estado de perfei(2o, assim pois
loeiram Vlr comprar ditos pos na mesma loja
do Cordeiro Previdenle, roa do Qoeimado n. 16
Enfeltes com ponas.
U Cordeiro Previdenle receba am liado sorli-
meato de enfeites com postas para vestidos, tanta
de seda como de la que cumbinam pareitamen
te com es cintos 'moderaos do mesmo formato, por
fisso Tiara poder enfertar-se eom gost qaalquer
vestido indispepsavel comprar-fe ditos enfeiles
na mesma loja do Cordeiro Presidente, a roa do
Queimado n. 16. ,
chapellnas de seda
Modernas e bonitas cbapelinas de seda para se-
nbera receben o Cordefro Previdenle roa do Qaei-
nado n. ifi e por ser pequea a quantidada re-
cabida, qaem pretender urna moderna e bonita
capelina deve aprecar se em mandar compra-la
em dita loja do Cordeiro Previdenle a ra do
Queimado n .16.
CAIXINBAS ENPEITADAS.
Estas moilo desejadas caisiabas vastas e enfei-
tadas com gasto, que tanta ex'.raccaa tem lide e i
que realmente servem para diversos Bns, existfm
na loja do Cordeiro Providente a roa do Qoaimado!
o. 16 um completo sorimento de ditas caixiohas e
sao vendidas por pre?os to rasoaveis, qu o eipe-
rianla freguet nao objecura' em coropra-Us em
diu loja de miudezai do Cordeiro Previdenle a ra
do Queimado o 16.
POiNTElfiAS E CHARUTOS.
O Cordeiro Previdenle, roa do Queimado o. lo,
tem nm bom sortimeato de Anas pontetraapara
cnarotos, sendo Usas e com flgoras em alto rela-
vo ; e para que os seos freguezes nao se iucotn-
niadere em comprar charutos em algnmas das lo-
jas de charoieiros, receben tambem om bom sorti-
meato de finos charutos do afamado fabricante
Fuado de Simas; assim, pois, enconlrarao os
apreciadores um bom sorliroeoto na dita loja do
Cordeiro Providente, roa de Queimado n. 16.
Pata offertas no Hospital por-
tugnez.
Bonitas cestinbas com rucias de cera, obra de
muita perfeico e bom gosto.
Para cortar moldes e erxbmlhar fazendas.
Vendase papel nardo folb grande.
Para lastrar calcados.
Vende-se superior graia econmica.
Veode-se papel para matar moscas.
A loja do cordeiro presidente
Ra do Queimado n. 16.
Nella acharo os pretendenies um grande e va-
riado sortlmento de perfumaras finas, tanto ingle-
zas como francezas, sendo:
Finos extractos para lencos.
Banbas e pomadas para cabellos.
Oio pbilocome e baboza para dito.
Pos bygienicos para denles.
Ditos campborados para ditos.
Opiata ingleza e fraoceta para ditos.
Pacotes com pos de arroz.
Vasos de percelona para ditos.
Sabooeies para mi e barba.
E muitos outros objectos que serao presentes
Fabrica e fundigo de bronz
outros metaeSy caldeireiro,
situada
Prin-
8%to na
cidade
lelas, ^* 'E
Fabncara-se oeste importatWeflflfe

1

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B 5=
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Tintura de 64o
Extracto hydralcoolico de jarubeba a 12)5l5oo
PREPARADOS COMPOSTOS.
Vinho de jarubeba ferruginoso garrafa. 25ooo
Xarope ld6oo
Pilulas vidro... 2fjk>oo
Oleo de jarubeba vidros 64o
Pomada de pote...... 6io
Emplastro > fibra. ----- 2-35oo
PARA ZO EXTERNO
A IITMJBEBJ.O
Esta plantaje boje reconhecida como o mais poderoso tnico, como um ezces
lente desobstruente, e como tal appUcada nos engo'-gitamritos do ligado e baco, na-
bepatites propriamente ditas, ou anda complicadas com anazarebas, as Dflammac5es
subsequentes as febres intermitentes ou durezas, nos abeessos internos, nos tumores es-
pecialmente do tero e abdomen, nos tumores gladulosos, na aoazarcha, as hydrope-
zias, erysipellas; e associada as preparares ferruginosas, ainda de grande vantagen
as anemias, chloroses, faltas de menstraacao, leucorrheias, desarranjos atnicos do esto-
mago, debilidade orgnicas, e pobreza de sangue, etc.
O que dizemos affirmam os mais dUtinctos mdicos desta Gidade, entre os quaes
podemos citar os lllms. Srs, Drs. Silva Ramos, Aquino Fonseca, Sarment, Seve, Pe-
reira do Carmo, Firmo Xavier, Silva etc. Todos elles reconhecem a excellencia d'este po-
deroso medicamento sobre os demais at han cpnhecidos para todos os casos citados,
tanto qne todos os das fazem d'elle appcacSir.
Apresentando aos mdicos e ao publico em geral diversos preparados da jara-
beba, ti vemos por fim generalisar mais o uso d'este vegetal, fazendo desapparecer a
repugnancia que at boje seotiam os doentes de usar dos preparados empricos d'elle, o
mais das vezes repugnantes a tragarem-se, e que tinham ainda a desva itagem de nao
ser calculada a dose conveniente a applicar-se, o que torna muitas vezes improficuo um
medicamento, que podena produzir ptimos resultados.
Os nossos prepados s foram apresentados depois de bavermos convenientemente
studado a jorabeba, fazendo as ezperteneias precisas para bem conhecer as propriedades
medicamentosas desta planta em suas raizes, folbas f ru tas ou bagas, e a dose convenien
ea applicacSo, teodo alm d'isto procurado levar os nossos preparados ao maior grao de
tperfeisao possivel, para o qae n5o poopamos esforeps, nao nos importando o pouco lu-
cro que possames tirai^,BaT a
Por tanto os que se dignarem recorrer aos nossos preparados podem ter a certeza
de que elles offerecem a garanta, de que se pode encontrar a prompta e infllivel cora
le qualque dos soffnmentos, upe deiamos innumerados, se forem em tempo applicados
lendo alm fisso, medico ou aoente a vaetagem de escolber as nossas variadas prepa-
races, aquella que melhor Ihe pode convir, j pela fcil applicac5o, e ja pela complica5o
las molestias, idide, sexo, ou ainda natorza de cada individuo.
As nossas preparagSes ferruginosas sao feitas de forma que se tornam completa-
mente soluveis nos suecos gstricos, porque procuramos os composto* do ferro que como
mes estad boje reconbecidos.
Para aquelles qae mais minuciosamente queiram conhecer as propriedades da
urubeba, e saberem a applcaijad de nossos preparado, destribuimoi gratuitamente
;m no&so deposito um olheto, onde tratamos mais extensamente d'esta planta e dos n?r* *
mos preparados,
Denosit |eral 4 tonos os preparados
*ote e drogara
34Rui larga do Rozario34 a 8\;
ao comprador que se dirigir a ra do Queimado
n. 16, loja do cordeiro previdenle.
bV:Q'!ejas ucqueitas.
Vendem-se na ru^do.Queiiaado n. 16. loja do
cordeirotprevidenle.
Charutos
da acreditada fabrica de .Jos Furtado de
Simas.
Vendem-sejna loia;doscordeiro:providente a roa
do Qoeimadolo. 16
GRANDE BAZAR
ROA NOVA N. -O E 22
rifara-se neste importaoWessVhleci-
mepto todas as obras concernentes as artes
respectivas como sejam: -
Alambiques de todos os tamanboa em
feilios, os mui acreditados aparelhos de
Derosne coa as danencme:.delicadas dos
fabricados em Frasca. i MJ
Fabricam-se avulsas quaesquer pecas des-
aparelbus, como sejam o dilatador, ratifka-
dor e condensador, ou esquema garapas,
resfriador, serpentinas ieteriores.
Fabricam-se bombas de todas as dimen-
ces e qoalidades, pelo systema francez ou
americano, simples, de pres$5o, repeso, e
com et-pecia i idade a estanca rio I assim -p
nominadas pelo enorme volme de agua
que absorvem calculada em 100 pipas por
bora, e das quaes algumas eslo promptas a
serem experimentadas.
Existem bombas por este systema, me-
nores, para regar sitios, garantiado-se nao
s sua dur agio como a graude quantsdade
de agua que fornecem pelo que sao cons de-
radas hoje as primeiras bombas coDhecjdas.
Todas as mais obras se fabricara voota-
de dos freguezes e a seu capricho.
Existem sempre prom ptos no deposito in-
dicado na ra Nova n. 38, um completo sor-
timento de obras solidas, bem construidas e
a preces rasoaveis, como sao alambiques,
serpentinas, taxos, passadeiras, repardei-
ras, escumadeiras, cocos, candeias, e muitos
outros uterx'lios preprios para engenbos.
como sejam mancaes de bronze, parafuzes
para rodas de agua e outres.
Cavilhas, machos para lenes pregos de
todos os tamanbos e para o forre de cobre
de navios.
Aprompta-se tudo quanto diz respeho as
obras de lato torneadas e polidas com toda
a perfeicSo.
Vlvulas para tanques de banho, torneiras
de todos os tamanbos e qualidades, assim
como todos os ornamentos para militares,
botes para farda, apapelhos para barretina,
nmeros, espheras, espadas, cometas, alam-
padas turbulos, caldeirinbas, navetas, almo-
farizes, perfumadores.
Obras de folbas de (landres de todas as
qualidades, bahs, bacas, bules e outros
utencilios domsticos.
Lampioes para gaz para engenhos, folha
de (landres em caixas, folbas de cobre e la-
tad, tubos de chambo para encanamentos de
todas as dimences, folbas de zinco, estanto
em barras e verguinha, lancees e barras de
chumbo, vidros finos psra espelhos, de co-
res, bordados, e opacos, e outros para vi-
(Iracas, diamantes para cortar vidros, cadi-
nbos ordinarios e de patente, rea para mol-
dar, folies para ferreiro, lavatorios con) ba-
cas e jarros, trra podre o outros nmeros
objectos proprio de taes estabelecimentos.
Sendo todas as obras inspeccionadas e
feitas sob a direccSo do socio administrador,
Jos Baptista Braga o qual se acha de novo
especialmente incumbido da gerencia de tao
importante estabelecimente, isso orna ga-
ranta pela sua tonga pratica, que tem os se-
nhores freguezes de qne serao servaos a
contento, com promplidde prego comino-
do, pelo que os propietarios lbe serd agra-
decidos.
Fatris, 36, Rna Vivenno. a
CHABLEmoecnspcial
AS K.NKKIIMIUADAS DKS SEXUAES, AS AFFtO
y.">KS i:UTANP.AS. E A ".TERAgOES DO SANGUB.
. 10.COO curas du impingtmg,
puttuUu, herpe*, aotaS,
comixoet, acrimonia, e s>
erf on. viciniat do langv*)
vina, e alteraeoet do itm
fue (Xarope vegetal srn mercurio). i |iwiClaX
vcela BAMiuti > por semana, seguimio o irsctameato Depurativo t {
ampregadu na> mesma molestias.
Este XaropsCrseUCai
de CU AB.E. cura i
lmeme qualquorpiiroaco*.
relaxacao, e debilidade,
igualmente os fluxos e flore
bancas das aiulheres. Esta mjeccao bsnigns ssv
prega-te coa e Xarope de Cilniclo de Ferro.
BBeaaarraSaaa, Pernada que as cara sai tres atea,
POMADA ANTIHERPETICA
Cootra: os affeccoe* cutnea* e cotMSoe*.
PILULAS VEGETAE8 DEPURATIVAS
se s< Caaba, cada fruso al ascoujisado da aj
DEPtt'BATIF
.i SA1VG
PLUS DE
CPHU
Machinas para descarocar algodao. do mt
Ihor autor que tem apparecido na 'Americ
E' tal a execucao do macbinismo, que o al-
godlo sahe quasi tad perfeito como o de bo
landeira. Recommenda-se a attencSo doi
Srs. agricultores, estas machinas.
liaiiihas a 16#e240rs.
Vondeo-se ISailDhas ascoceas muilo bon(U3
pelo baralissimu preqp dA?)js.. o eovado, ditas
miudonas para acabar a 160 rs.: s na loja e
aroaiem do Pavo roa da Imperatrli n. 60, de
Gama & Silva.
Fundi^ao dAurora em
__Santo Amam~-*
c-wq
Soyo e-grand depositle superior oftrvSo ie Cariff na
Babia, t*
Antonio Somos dos Santos & a, rna Santa Barbara a. 1, esto habilitados i s^oprlr da
3'm coediQoos mais favoraveis qae em ontt j qualqner deposito, a todos os navios a vapor qna
eewajE naoueiia porto. A eontratar nesta eom Domiogos AIvm Mathaos^i m
.
Attencao.
Casaas Boas a 240 o 330 rs.
as de seda preta a t54. a .%
I respon-17, ,,.-_-
o eovada, basqot-
IH na rosado
14 aiaaasi
. Completo sortlmento de taixas batidas e fundi-
das, alambiques de todos os lmannos a fondos di
ditos, moeqdas de todos os nanlos de sayarioi
ualidade, crivos e boceaste fornalba, o qaa tnde
se vende por commodo prego.
Vapores.
Tande-seem casa de Sannders !Brothers & G.
o largo do Gorpo SaDto i. lt, vaporas patentes
ta oa quatro n
J i BTtM '
X- __.______L__At
Ul GAZ GAZ
Chegon ao antigo deposito da Henry Forsler d, roa do Imperador, um carrefamento de gaz ds
primeira quaiidade.o qual sa vende ea partidas
i retalho por menos preso do qae em oatr qaa
mer parta.
Veide-se a taberna da roa da Cacifjb. a. J
com frente para a roa do Visarlo, ebbio afrecoe
sada, e com poneos fondos, propria para om pria)
tipiante: a tratar oainesma.
------ ..... --------------.
Para acabar
Veadem-se saceos com farinba de mandioca de
MSft'O Si, assim como saceos com fefjo por
baratis^imo oreco: no trapicha bario do Llvra-
meoto no Forte do Matos n. 18.
AVISO AOS SRS. MDICOS.
Sirpd

nmwHmi
Cara caurrKoi, ioum
coqueluches trrUuc6$*
uervQiiM las dos btoi-
chtot c lofi ii uj deeK<*
do peio, bant* u local,
un rolhe rchJra ilcsta tarofut J> AorCCT.
Dr. nitaili em l'.ri;. r l"len. sa.
A venda na pharmacia de P. Maurer e
e C, em Pernambuco.
VERDADEIRO L RO'
Ru. de Solnr,, 01, a. PARS.
Balees brseos e de cores para me-
i-as. ,
A'agnia branca, a' ra do Qoeimado n. 8 rece-
ana ornas amostras de superiores balSes blancos e
de cores para maninas de diflarentes lamandos, a
como sempre, vendeos por piejos coamodos,
vis(o a boa quaiidade.
Veodc-sa ama armario pfoprla para qoal-
qner estabelecimeoto, eoverotsada ; na roa Dirella
d. 61, e umbem sa allnga a mesma casa qne c ffe-
rece coaamodes para se mnrar ; qaem a pretender
dirija se a roa de Santa Therera o. 41
achinas paf dcroc,r W
|M<- 0-< i
Cendecoractaes
A bem coobscida loja de iotas, de Morelra *\
Duarie, a' ra do Calinga n. 7, acaba da recener
porteo de babitos e HBclalatos da ordem da Rosa,
a Rabilas da de Cbristo de diferentes umanbes
qae vende par pregas, moi raaoaveis, alm disso
continua a ter como sempre om completo aorti-
ment de joias dos gastos mais modernos para as
quaes conta com o caacorso de seos b&a tre-
Depoilto
|C. em Pernamlio^,
Cou/mUt^kor

'*** 2S.1L
ILEGIVEl

-! *sf *T fwtaf
.be .a ii< c-t >
i ota*ai 'J t>
,( ,, t. a* .eMOealaJ
.U a eaawafta, a* un, I
Vende-se ntJ'Werfpi
felra ieedo &C, ina
I ai siJ :
er-ej*" *b t-:-<



!


wmmmm
liarlo a*

i

OoHares Boyar iH*!'*
0a Anois elccrlcos ugnitjoM
i*AJSI*> w**iai*)*QiwiiMdo n. :8
"""aM*** *. lglMidf, S5S
reiues resonados a tal altura elevado, q
boje ti4 .tPKSfli: flps.iwejpeisetteii
propon 044 por interoedio de seus amigos
8 paroflfcs..iip#i* desconoeva as virtu-
des desees seaore apreciavais collares
Royec,
oo|-
A altara oormsagloria d* ooscor-
rer para a to jasto. flm, se nao por oa*t. u M-ot> .e&sboa
ro mtMtejp nospor ter seaipre,,*oon&
an te me ate um completo sorti meato deesas
coll ras agftecpe, que bem se podem chi-
marsalva vidas dais criaocas.
Resta anda que os senhores pas de fa-
milia se zapata eoawpoer.fde.que eonvem
nao esperar que as. ancas sejam atacadas
do mai, a por isso neoessario on conve-
niente qce caa antecedencia se deite na
enanca nmdesses collares para assm estar
ella preservada das convilcoes e se contar
uvre des figoresda deuticio.
A agoia,branca rua do Queimado n. 8
contina a receber por todos os vapores
franceses a quatttidade que ba coatratado e
por isso acha-se ella sempra provida-dos ver-
7
.
F & &.B
.<\ (.biam rfmig ,-.
61 SHi'6 toq ,a ,i(!;
rj m et
n oWrw
ai3 0'qtwnonoibeopfw da ilratm n. 60
I H) obowlt
jM
^fp iaxih -Bi-iin *3f
. i iol
ol

w-pirro
Importante.
OsuarWverSe.r
^ ^i I"mu leanMioniLM
"3 rm qaa'ro vezes repelida desie mia-la m\
aico sobre o subscripto e a marca ee fabrica "da
SSfZtJl"* .* r" *> m.nn rtDda f0 ,MCg uaraoua coa *>
Botica de Bartbolomen & C.
.
BE
,110051 1*1 -n o (Jfciij
*iqqseb 'alna .siroiq*
do Crespo A, esquina da roa do Imperador ^^f ^^ Cr4MA S?!??~ de*te gwude es, abelecimento esolvido liquidar a mair parte das
I
id O GVtJ?8 8t'flO Ir
M-Ol!
e-econtrarao na loja do fW. 'predio 4o respeitavei publico, os aeftyfcs attiges que
rS.teSthf08 dB fcrto.bnni bordados
com
" m^TpariT0^* boM'^ 9 '*
Bie^Sat^utpolPWh* tato*
CemPar* M*b*"* Wdfl 64tefi ni'n* mod
H?ifm mTatiohas para senhera.
Lindos colares
-----
^~
NDE NOV

AUGUSTO PWTO 4 C.
11lua do Queimado-*-ll
dadeiros coUmo R.ye eletricos"^a^l^"^^^laiaalTWi^e ^' D,Ma,a
^OYas cnapelmas w"^^,,d9marBlD,od08 abertog ede
ie- lia paiha da iiaJ a. nXt?5.eB Pam; assim como de SiaMb
A Agni* Branca, a' roa do Qoetmado o. 8, rece-
ben ooi novo sorlimenu de bjnitas cbapelinas de
fioa palba da Italia, om>dascom dtlicadas flore1: e
como seropre a Aguja Branca as rende por oreVo-
eommoios. < K v
Rap Viajado e Paulo Cordeir
A loja do curdeiro prevulente a' ra do Oaetnia-
6> n. 8, recebeu nova remess dssas qualidades
ob rap*
Trenos vaatajosoa
as mindezas do jtrandftestnbeleci.
menta de Snza Soares A |rmo.
Kna XoTa ja. 28,
t esdem em groooo e a retalho.
a SM08e SSo" ""' Superires' MP?* rflaa
Dua em nvelos, mais inferior a 1J300 e 14800
Dua b'raoca em caixas de 50 nvelos a 640 ri
Uita para marcar, caias de 16 ditos a 240 rs
Dua braoca em ditas de 10 ditos urandes a 300
Dua eio carros de 100 jardM a 360 rs. a dojia:
Dita em earros de 200 jardas a IfiO a duila.
ita em candes, branca epreta,a, ICO rs. a dita
Rozetas de cores em cauas de doiia, a 1J500 a
0113.
Grampas com cabeca de vidro a 160 rs. a dita.
Aguiheiroa piniaics a 240, rs. a amia.
B.i5es de moedintias douradase orneadas nara
pnohos, a 11900 a diuia de pares. ^
Ditus de madreperola, para camisa, a 800 rs. a
groza.
Ditos de o8so, para calca, a 240 rs. a dita.
Caixiobas com soldados de chambo a 120 r
Espelbos de muUura dourada a i4Q0 a dua
Pentes de lajo djnrado, para coco, a 6J rsTa
Queta*
Ditos de lacos llsof, para cocO, a 31500 a doria.
Ditos dourados, com flores, 2,1400 a duna.
Ditos de bfalo, multo boas para absar, a 2A300
e 25400 a dita. r
Dedaes aroarelos e prateadof, finos, a 240 rs. a
... eoatmi'!
Riqaissimos veibffleoUs.de catabrals primorosa
mete bordados, com todos os pertences para
1 'creaBcas Ise baptHar.
Rico! vestnario ta coras, lodos completos para
meninos de. 2 a 4 aaac?.
Manta de bioode pac* no i vas.
Moirlannqne, grosdeaaiile' sedis.prela, branca
e de cores. :
Riqoisslmos oioto.. ollima moda.
Rices enfoiles para seui&ras e meninas.
Liadissimaa bapeiioas de seda a d palba para
meninas.
Rlqnissimos cortes de fantasa para vestidos de se-
nlliT.i. '-- ;,>V(
Lindos cortes de lia para. veaMo.xtovidade.
Lbapeos de castor a canclier, ollima moda para a
rapasiada em'Parlz.
Grande deposito de ltras de Jiotb recebe-se por
lodos os vapores grande sortimento.
receliido ol ^l^t abatBeD,os em P^fos. M8im como teem
ande porcao de azeadas novas tarto inplezas como francezas,
alamino i -----------B'"i|rav*)UO
nmrf.^1 i- ^n:.e-^0',.dand0..de toda8 "as, amostras deixaDdo ficar p^nhor, n
Isto 86 na loja do Passo ra .do Crespo a, 7 esquipa da do Imperador.
Balite a i&, 355oo e 3(J
vendem-se um grande sortimento de cri-
nolinas ou baldes de arcos para senbora pelos
Se &F&L "*~'e" W^i &", &^ S^Uu. Para 2
grande porcao, na loja e armazem do pa- nhoras MWsWctprirte de amidas wwirL
vao, ra da Imperatriz n. 6o, de Gama &\ "^'dB Pars, ectifgados ao armazem do vapor
ra Nova b. 7. ^
>
I
Pavo, roa da Imperatriz n. 6o, de Gama &
Silva.
PALITO'S DE PANNO A 6
VendeB>s palitos de panno preto saceos
a 6^, ditos sobrecasacos a lo, calcas de ca-
a*fSirieMmm ^^ ?^r$** ?^^"f&P" stjs:
Vestidos de bood para noiva com manta e capella.
sesudos de cambraia branca bordadas que ba de melbor.
yaem qniier faeer boa compra de tiras
oorjadas od babadinbos, achara om grande
sortimento para escolber e por t reco muito
ojms baratlo que em nutra qualquer parte
na lo;a e armazem do Pav5, ra da W
ratriz d 6o, de Gama & Silva
uzeada para irto Ba |eja do
Fro
Vende-se sebm da Gbina com 6 palmos da
argura proprio para vestidos a 2d ocovado,
llazmbas pretas lisas, alpacas com listra bran-
ca a Iflo covado, cassas brancas om stras
pretas a 5oo rs. a vara, ditas pretas Hsas e
com pipieos vara a 56o rs. ditas francezas
com listras e ramagens vara a 8oo rs., me-
rm preio, alpacas e priocezas, mais barato
do que era outra qoalqoer parte, na (oa do
Favao. rna da imncniri? a. />..__.
SopeHor poRe de algodo d* Baha
Vndese norrJBorio de Anium Lojt de (Mi-
velraAteytdo & C, roa da Cror n. 37.
JUeif* a lifi^
mandil,. 1C.*b,r C"m rd,f,e <* ft-rrager.s a
miderasexIsu-Dtes dita-loj,. e pnP is^o 1 tti.
Ir"8 oOQVa por pr-nco d.nb/ira, aoa e-
mnr.e,lD"kfh0 aPP'oveta,mT(.cc'a..l3 "
comprar alamMqnes e sens perlfnre..,' e ennecias
uVePfeV^S 8fDh0rM W,,'te *'" ''''
e erraen?, assim como a.ntta i.-m !$ .a
Igrej; approveitfB) aoccaMto.
Fio de algd da Bahia.
Veada-se on scrlptorlo de Antoi i.. Luh de Oli-
veira Azevedo A C, roa da Con o. S7..



/,

fS,.rnD,C e Preto'/rosdenaPle Prto e de todas as cores para vestidos.
Camisas para homem francezas e inglezas de linbo, edealgodao.
Cortmados bordadas e admascados "para camas de 2o a 8od.
Dito, bordados e admaseados para janellas de $ a 2o,?.
unas de seda e laa e seda para cama de noivas.
Basqotnas modernas de muito gesto de 2o$ a 5oj
X!LS a6 Crf hKPara cderas e sofas- e col"s d "che para camas.
MrSS tde Crepe branC0' e cbaPos de Palba da Italfa Pro seobora.


32orP6adeCrDfiDepara faZer mais ^gantes os viudos de laa o de seda
^LJSSSS Sa'aS bof,*adas de linlo, camisas e camisinbas bordadas e lencl de
cambra.a bordada para senboras, ricas toalbas-bordadas com muito oslo e liados t
tuarios para bapUsados com o respectivo eoxoval. 8 V8fr
Laas com hstras de seda de varias cores a qoe ba de melbor. n ,
Chapeos brancos de castor, e ricos chapeos deso inglezes para hornero.
Malas de diversos tamanbos para via^ns.


dita.
Clchales em caixinbas a 640 rs,.a dita.*
Ditos em ca toes a 600, e 900 rs. a dita.
Pegas de Uta bara coi, larga, com 10 varas, a
500 rs. a peca. '
Pit de seda n. i i/, pecas com 8 varas, a 260
rs. a dua.
CadacaJjraoco.paracerooJas a 560 rs. a dozia
de pegas.
Laas de todas as cores, para bordar, a 64500 a
Jtbra. ^ i
Pnosphoros de cora, em eaixinnas, a 360 r. a'
doria.
Ditos de pa encerado, sem ebeiro, a 3(50 rs. a
dozia de caixinbas.
Pitos de cera
. iOO a dozia.
O.ruinas da O ulrina Cbrlsiaa a 320 rs.
Obres de colla, m caixinbas, a 320 e 500 rs.
Sabonetes Anos a 800 e i a dozia.
Faca e garpbos cabo de osso, fazenda boa. a
2*500 a doia.
Abotoadnras finas pata ccletss, cintos com Ove-
jas de crjUjal, e muifas otras q'o'alidades, polcei-
ras de coatas, pentes com pedras para coqoea, en-
elles para caberla, um completo gorllroento de .perr
fumarlas de todas as qoalidades. colarinhos, can.
deeiros a^ar, ferragens de todas as qoalidades etc.
etc.; a roa N.iva n. 28
.
de* barSmST """^ Pret3Se **'**" e f!9R*R *
Este estabelecimento eoptiDa-a receber as melhores.
Esteiras e alcatifas para salas.
ilRua do QaeJmadu1
Haioiq j

.

i
em caixas graodes de folha, a
Este estabeleeimento a rna da Imperatriz n 70,
recebe de soa conta por todos os paquetes franct-
zes diversos objetos da ultima moda de Paria,
como sja bonito* eoqaes lisos e enfeltados, fliat
de sarja, ditas de seda lisas e borladas de toda*
as larguras e de soperior qaalidade, liados sapa
tos de merino, da.casemiea e iSa, toncas de laa,
muito bonitos cbapelliobo, babadinbos e ntre-
melos com Modos bordado, grvalas da seda pre
ta e de cores para bomem e senboras; as verda-
deras lavas da Jourin brancas e de cores muito
bonitas, cartefras de diversos fefios e lmannos,
meias de muito boa.qualidade, para homm, se-
nboras e meninos, om Irado aortiaieoto da bicos,
espanilbos, toocadores da Jacaranda' do .diversas
lmannos, fitas de velodo, tuncas pretas e de co-
res, iodos enfeites para vestidos, ciojos de diver-
sas qoalidades muito binito?, altrans, abotoadora?
para rolletes, lia para bordar de superior quali-
dadA, orna ioOoidade de bonitos briaqaedos par
criaocas, as roeihores perfomarlaa de Lubim, Piver
e Coooral sociedade Rygeoica, immencidade de
objeelos qoe deno de mencionar para nao se tor-
nar massante, tudo por precoe muito cou-modot.
.......
.
JOOgO/l
i

.
"<
I
N. 64'.
i
Nova loja de miudezas e artigos de modas
N. 64-Rua da



'
DE
SILVA & NEVES.
i
_
I
i
iM
-??.
9*


rua
titoldiM ZlP X ta-ri0SJ deste,novo estabelecimento offerecem ao respeitavel
SSStS.7a a.be,,a 5,dade e d0 1Derior am ,ind0 e escolhido sortimento de mi
SKBSl Vm demodas' concorrendo para isto o terem na Europa, pes- W
y Sa a ?S a executarei suas encommendas no que bouver de mais no H
W nliS 1 f e ^aran'enljvei?der Pelosprecos mais rasosveis do que em
g|3 outra qualqoer parte apar de maneiras delicadas e sinceras.
artigos demoS ftSSg? P6, "^^^^ 0*"H 3 ^'^ bel!8 fM
Lavas de Jouvin para senboras e homens, de todas as cores. fe
uvros para missa com capas de madreperola etc. 8M
Indispensaveis e boleas de tooas as qualidades.
Coques os mais modernos.
Espartilhos collares, e cintos de seda e vidrilho.
| qualidades!01138 GU''PUre' ** Seda' Cblonds) e de alSod3o> de todas s
ir* ^P^^sorlimoo, d trancas, fitas, botoes e guarnieres de seda
t Leques de sndalo aberto do mais apurado trabalbo
1 gua -da e tQ,C0 orieDtal de Laman & Kemps. m
Kieos enftites e guarnigOes de flores para vestido e cabeca.
Calcado-,-para seohoras rijeuinas.
n* omPerfurnaria,s as melhores e mais escolhiJas de Lubm, Piver, e Con- M
dray, em ricos e elegantes vasos de porcellana, crystal eprata iogleu. ^
ao m^TLt o^k a' aSvD)ais finas e melhore qe teera at boje vindo
ao mercado, par seoboras e homeos.
Cbapos de palha da Italia, e a imitaclo para meninas,
poden JoSidoT"0 ^ artg0' deg0St !faDlai I ******
asm
. rey
I
010
(DE BAZAR
Tova n. 20 e 22
Machinas para costara do aotor Wbeele'
te Wilson, ebegadas ltimamente da 'Arae-
rio; as qoaes podar coaer-se cota deui
pospontos, toda e qoalqoer fezenda, emb>
lahar, frangir, bordar e marcar roupa tod*
com peseiclO.Sao-tao simpies, que com.
prebndense fcilmente a maneira do trabj-
Iho e a pessoa teodo ppatica do coser em m>.
rbinae, pode fazerpor oaa oaorvioo qoe f.
ciara 3 ceetoreiras.
ehai-to i este estabeJecimeote a attot
c^o do publico, visto que elle se aoba con-
ptaUmeote sortido de objectos de gostt
como bem loques de madreperola e de sai^
Sia ote8' fiS Para ckU)' cok* perfp
^Na na novan. 20e 22. Carnerro Vlai.
fioa
IVOMltl'x
'
:
2o<5 e 255, calcas de casimira de cofa 7 e
rJ, um grande sortimento de col tes de toda
a qualida'e e outras moras qualidades de
ronpas qui se venden mais barato do que
em outra qualquer parle, na loja e armazem
do PavSo, ina da Imperatriz a. 60, de Ga-
na & Silva. '
A* salas do Pavo a 34,3 00.
Yeade-se urna grande por{So das mais bonitas
saias brancas com lindas barras bordadas de co-
res, tendo 4 pannos cada oma.sendo fazenda io-
teiramrote moderna, pelo barato prejo de 3,530 <
cada urna sendo fazenda que sempre se veodeo
pot mutto mais .dinbeiro ; na loja e armazem do
Hs.va(>,.oa a da Imperalrii u. 60, de Gama 4
CASA^UINHOS DO PAVAO ,A 18^1, 2o5
u 25^ E 300
Chegaram o mais modernos casaquinhos
ou aquetas d grs preto, ricamente enfei-
tadas sendo uns.com cintura e outros soltos
conforme se usa ltimamente e vendem-se
pelos baratos precos, de 18d. 2ojj[f 25.5^ Zofi,
na lojae armazem do Pavao, rua da Impe-
ratriz n. 60, de Gama 4 Silva.
Camlslohas a 30.
Venaem se as mais modernas camisinbas coro
manguitos tanto.bordados como de rfteeuinbas com
i etftaules puobos e. bonitas abol adoras pelo bara-
10 piejo de 3 100 ; na loja e armazem do Pavo,
rua daimperatrii o. 60, P^h ueha m canmiras a 1s600 sdo
Pavo.
.Vnde-ie ama grado porcao de casimiras sope-
^3f*s2*r**tofl**i:*B,o escoras -e alegres proprias
para caicas, po.letoa, colotes e roupas para roeni-
os'O'o baratissimo prego de 14800ocovado oo
a 2800 o ctirta.de calca, graude pecbmeba ns
lija.e armazem "do PavSo: rua da Imperatriz n. 60,
deGma (S Slfva. '
Alpaca mnstrt com 5 palmos a 280.
' S o Pavao.
Vndese alpacas-de qoadrbs sendo padrSes es-
coros proprios para vestidos leado 5 palmos de
largura que facilita fater-se um vestido al com
1 cevados pelo barato preco de 280 rs. o covado,
garantmdo-se que fazenda qoe val murto mais
dlohelro, portanto pichincha : ns loja e arma-
U do Pavo rua da Imperatriz n 60, de Gama
tx &ilva.
Poopelinas para a testa a 320 rs. o covado.
Veude-se orna grndeprc3o das rnsls bonitas
ponpelinas transparentes com palmlnbas bordadas
a 14 ou qoadrinhos a imilntao de fio de seda, pro-
trias para vestidos pelo baratsimo preco de orna
pataca o covado, grande pecbocha : na loja e
armazem do Pavao roa da Imperatriz n. 60, de
Gama 4 Silva.
CORTES DE SEDA,
a 28Ouu reas na ioja do Pavo.
Cnegarata o* mais modernos cortes de seda de
cor com elegantes desohos claros e escu'ros, len-
do mnita fazenda para nro vestido e vendem-se
pelo barato prego de 280O0 reis, por estarme'
mono prximos da festa, isto na ioja do Pavo,
roa da Imperatriz n. (.0, de Gama & Silva.
SAlAs ECOiNOMICAS.
a 2,500 res.
Vende-se ama grande porcao de salas de cor
eom bnniaa barras pelo baratsimo- preca de
5300 res, na laja e armazem do Pavo : roa da
Imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
PNHOS COM GOLINHAS.
a 1*000 reis.
Ml reame Iqoe.
veadt-se soperior moire-aniKioe de cr, rom
aieum loque de mofo.prr preco muito barato, para
aelama&sta00 P*VL'rS da Imperalriz *
4$'-00
Em rites de laa
Veodem-se superiores rrtes de laa matizaba
com 13 vados, pelo barato preco de 4 o corte,
lto na ioja e armazem do pavo, rua da Impera-
triz n. 60, de ama & Silva.
inbraiaslaigas a 000 e i$280
vara.
Vende-se cambraia transparente com oito
palmos de largura, qoe facilita fazerse um
vestido com quatro varas, a 1$ e 1^280 a
vara: na loja e armazem do Pav5o, rua da
Imperatriz a 60, de Gama A Silva.
Espanilbos.
Vende-fe um grande sortimento de espar-
tilbcs dos mais modernos: na loja e arma-
zem do Pavao, rua da Imperatriz o. 60, de
Gama A Silva.
Anadlne a 64000.
Vendem-se os mais bonitos cortes de ana-
dine, sendo fazenda inteiramente moderna,
transparente, com bonitas palmas bordadas ;
esta fazenda, que d muia phantasia, ven-
de-so pelo baratissimo preco de 651-00 o
corte : ua loja $ armazem doPa\5o, rua da
Imperatriz o 60, de Gama & Silva.
Reos crica le roedlua pro-
prios para baile.
Cbegaram os mais modernos cortes de
medina, sendo urna fazenda inteiramente
nova e transparente, coro lindas palmas e
quadros de seda, e vendem-se pelo barato
preco de 226*000 0 corte : na loja e arma-
zem do Pavo, rua da Imperatriz n. 60, de
Gama & Silva.
Cambra l.ia a 3#50G rs.
Vendem-se finsimas pecas de cambraia,
branca e transparente, de 3(5*ic0 ate 100 a
peca; ditas tapadas muito finas, de 5 0)6; ditas suissas com I vara de largura a
85, 10j5 e 125 ; na loja e armazem do Pa-
vao, rua da Imperatriz n. 60, de Gama 4
Silva.
Cortinados para cassmen'os.
Vende-se um grande sortimento dos me-
lhores cortinados bordados, proprios para
camas e.janellas, pe s b^rat-s precos de
95, 105, 15,8, 205 e 250OO o par; da-
masco de 15a imitac3o de seJa, com 8 pal-
mos de largu a, a 45 00 ; colchas de cro-
ch ; ditas de fostao brancas e de cor; cro-
chs proprios para cadeiras, sofs, cadeiras
de balance,para abrir presentes, etc. etc,:
na luja earmzem do iav3o, rua da Impe-
ratriz n. 60, de Gama cV Silva.
Cortes de chita eom 10 cora-
dos a 35, 3530 e 356(0.
Vende-se cortes de chitas francezas, es-
coras e claras, de cre> fixas, e tendn 10
covados, a 35u0(>; ditas com H a 35300 ;
ditas com 12 a 35600. : E' pechincba, s
para acabar: na loja e aimazem do Pavao,
rua da Imperatriz a. 60, de Gama & Silva.
1 ._Ni.11,; 1
flseravos ftgidi
Do esgeoho Penandoba ceimos a estar !>
gida ha cerca de um anno a ecrva de Dome Sa-
bina com os signavs sfgoioles : ir.oola. balxa
gr(ss, cara redonda e b.xigo.^a, ie.-ia buida e
c m oaacicainz, 5r fo'a, telo grandes, rtios
peqoenas e peruas srqoiadas, rej-r^eti ter i
atos de Idade, acht va-se grvida quano fogio e
manalgonssignaesqe nao se re.ord?, cotila,
queeita serv-ndode ama em alguna cas? deta
cidade a litlo de forra pcls fol vVta ra
das na nbeira de Santo Aolooio : quem
hender leve a ao referido enpeobo va a'
Ooro a. 10, que str
mente.
trucos
a apra-
roa do
recompensado generosa-
lOOjjOOO
Fogio no dia 25 do correte mea de ontiibro dt
eogeuho Liraoeiro fregoezia da Efada, o escravr
com os seguales sigoaes : cabra fusco, alto cok
bom corpy e booia Ggora, cara b.-xigsa, barba
pooco serrada, cotioma rapar o bigode n a peira
cabellos uro tanto carapiubadis, pouco cambeu
lem og dedos grandes d. s ps m-is compridoa
oro pouco gago, cero Mgumas cicatnzes velhas dt
chcele uas costa.s em orna pa' e em um brac*
veaiindo camisa de a'godio da nuta on MRodioi
nho, calca e paletot oe bnm pardo chapu de 1 as-
a preto, e lava vara decarreiroquo e supp5u-s
ter ido assenur (.raga como volontrfo : recom
meada se as pescas encarregadas do recroiamet-
lo e as itoridadfs policiaes com e.-perUidade
d) Rio rormoso, Uoa, Agna Preta, S. B. uto e Por-
loLa.vo e a ouira qualquer p<..soa a apn-eliensi
ao uno escravo, e eotrtga-lo no dito (hcenho qni
recebera a graiilcac^o cima. O escravo chama-
se francisco.
Grande novidade para a
festa
Sa loja do Pavo rna da Imperatriz d.
60, de Gaua Silva,
SSCOildoq
119
aovo-D
1ZV
'tana iu-)
mmoei JBento de Oliveira Brafira. **
moa nat
10q. t

.oioms-
.i-.'cdns ebsc

53-rlllia Dlreltan.53
;,.0l9
Neste estabelocime.ntO se oucontrarSo a
vordadairaa machiaas americanas ebegadas ltima-
mente, as quaes sao feitas pelo mais afanado fa-
bricante da .\raerica, por isso avisa a todas as per
soas que precisaram oomprar, de se dirigir a este
estabelecimento que comprarSo das mais perfeitas
oeste genero, assim como mais barato do que em
ootra qaalquer parte, por isso que se recebe por
eoata propria, bem como cannos de chumbo e moi-
ahos para moer milho, e grande sortimeDto de fer-
ragens e miudezas em grosso e a retalho.
Facas de cabo branco de meiobalanco a k%
a dozia, limas finas de todos os tamaflhos proprias
de trabalbo de escultura. -
Vende-se orna grande porcao de pannos com
gollnhas de esglso de Itoho, 'com os mais liodos
bordados pelo barato preeo de IfiOOO. o lerno, di-
tos bordados de er a 640 reis, sendo grande pe
cbincba pelo preco, na roa da Imperatriz n. 60 de
Gama & Silva. '
POL DE CHEVBE.
a 560 e 800 reis.
Vendem se as mais bonitas laosianas com listas
de seca, intituladas poii de cbvre pelo baratsi-
mo preco de S60 reis o covado, ditas com as lis-
tas matbisadas a 800 res, assim corno om grao-
dp sortimento das mais bonitas e modernas fanst
ntias que se vendem pelos precos de 280,400.
oOO e 860 reis, bonitas alpacas de seda de Broa
s cor a 640 e 800 res, uto na loja do Pavo,
foa da Imperatriz n. 60, de Gama & Silva. sendiynesateo-ro oakais rico qn
Baloes esgUlS. lm vlnJo ao mercado...........
a 2$SO0V
Cbegaram os mais modernos balSes esgoios sen-
do verdadetramenie americanos e vendem-se pelo
barato preco de 15500, na loja do Pavao roa das
Imperatriz n. 60, de;Gaa 4 Silva.
Pcchlocba
Cortes de cassa a 35-
iBGoaiaofiortes deorgapdis a
S. o. Pavao.
Vendem-se cortea de cassa cada am em sea pa-
pel sendo padroes no vos, miados e grandes a .15,
dito de orgaodis com listas de cor e todos bran-
cos pelo baratissiroo preco de 3*500 : s na loja e
armazem do Pavao roa da Imperatriz n. 60, da
Gama & Srlva.
Cassas 4o rs. so pavo.
Vndenle bonitas cassas inglezas da co-
res lisas pelo barato preco de 240 rs, o co-
vado, ditas francezas fazenda muito fina com
pad roes listrados e de dores, assim como com
palminas miadas proprias para meninos a
3oo rs. o covado ou a 5oo rs. a vara : pe-
chincha na leja e armazem do Pavo roa da
Imperatriz n. 60 de Gama & Silva.
Cortes de alpaca a se te patacas.
' V-U'i^ra se cortes de alpaca escara pan vesti-
dos pelo baratsimo preco de 21140 o corte, 6
grande pechincba na loja e armazem do Pavo roa
da lpetaM a. 00, de Gama & Silva,
Modernas poupelmas c rn palmarias
bordadas e qnaoros. covario a. .
Modernsimas lazmbas C"H pal-
mas, salpicos, quadrns, listas, ele.
etc.eovado, a 400, 800 e........
Linda lias coro listas de sed?, co-
vado,a560...................
Verdadeiro poil oe Ch-vrecom listas
modernas, euvido, a SOt), I* e....
Kinissimas mosolinas ne cores, co-
vado, a.........................
Bonitas sedas e con s cim 4 palmos
de largura, covado. a.............
Grosdenapie azul, roxo, lyrio, cinta,
etc. ete.,covaoo, a...._.;,?j^;...
Modernas eas> c^m listas largas,
vara, a 640, 7o. 800 e...........
Moderoissimos or^noy* de rr, vara,
Organdy largo, com liu t quadros,
vara, a........................
Cortes de' organny rom li.-ias bran-
cas e de eo'es, teodo 8 varas cada
corte a...;.....................
Lazinhas de orna s covado a.......................
Cortes de'camhraia branca bordada,
801
tfiStiC
ew
2^001'
liOOC
1*001
l*00i
440
28.
Furlaram no dia 3 do correte, do engenho R.
crelo da fregoezia de Macibaca,. quatro ab.maes
de r, da, dous dos quaes tem o ferro >lf, e sao
urna egoa da cor ru-sa pedrer, e o 1 or,, um nosr-
l.i ca-lanho, castraho, tres pi brancis, frente
aberta, beico hroc e cego'de uiii otb*j a os oa-
tro lambem sao marcados com o ferro JIX, rie-le
nro e podro, casiaobo rosilho, caleacu de brarrp,
e uma egoa de ror russa hafa : qcen. d- r n. lela
oo o* lev-jrao mesmo ergeobo, se'a'-geper'samn-
ljHA.rP.a,'I!t',>n;,d"; a'slm c"niu r' ?''"'- rom
lo 000 a uuem apprehender o mulato He m m
Launano, cero os gignaes fegnlr tes: bsixo ror
clara olhos grandes, nariz afilado, cabello corrida
sem barba, ps peqnenos, tem o rosto deiode
pannos, e urna marco de qneimadura de um lado
que chega al o pescogo, e un,a cicMnz por b^ix
das rostellas, o qoal fugua do dilo erg-uho ua
roesroa uoe do da 3 ; .vup>5e se Icr 10,. para o
Recite assenlar Praa, 00 andar na comarca da
Vii-t.ra ondn morco por aigons snms: roga-sa
as amoridades e capites ce campo que o a^re-
beodam e o levem ao mtdcionado eoger,bj, uu a
roa do Uro n. 10.
Escravo fgido"
Do engenho BomOro c marca do Limoeirr, fugic
na ooiie do da 3 do correr,te o.r? do frrr-mtira, a
escrava enrola de m me AdIodI>. de 20 unos de
liarle pouco mais ou menos, e ero is. siiio.es se-
guimos : e-iatora regular, cor um pouc. fula, ros-
10 redondo, deotes limados, illis vivo e lem gian-
des cicatr.zes de f. go pela barriga e pedos. Poi
croprada cesta rl.Ja'e a 21 de rfwrWro prximo
pa-sad.., aos Srs. Noyoeira & C, moradores a' rea
da Cadea 00 Berife.
Quem a aprehender ccnrliza-a a feo snior ne
refrrido engenho, ou neMa prar/n a Oliveira Frlboa
a C-, largo lo Corpo Santo n. 19, que sera' recuro-
pensdo.
GRkTIFIA-SK
SiOfH
28,8000
IO50OI
6*001
1N
lOJOfX

240
m
B00I08 cortes de srtas cores claras a
B anas corlea de pKaDtana a.......
Gortes dq orgnoyi listados eom 10
vara*, a.....................v ,
Fil branco burdaao, sendo de meis
largara, vara, a. ...f...........
Bonita fazenda hraeca para saias,
tendo pregas de. om lado e lam-
bem bordada, vara a l& 180 e
Ricas aftas bordadas a fiaooo, 8* e
Cafites da om s cr de 6ore., cova-
Ditas francezas roniio linas sendo de
lisias e Saras, vara a 500 rs. e co-
vadoa........................
Modernos, puohos com golmius, sen-
do.da esgoio de liiihn, bordados,
brancos e de cores a.............
Moderos manguitos rean gollinh.as a
Bic.'ig corwofcos de rameraia muito
bem enfaldaos e borlados a 8* e
Saias ecom.mics e egruras, para
quem r bassar a fpgia fora....
Chales Isabel
a 6stl().
Cbegaram os mai> nod.is ehalea da mi rio de
todas as cores com ooia bon>ta e larga reoda de
lao em totfa a volta, sendo nesle genero o mais
lindo e mais m ao merca
da e veode s pelo rarsti preco de 6*000, unir
mate oa la e nrmazm do pvo, a' rua da Im-
peratriz D. 60, do Gam* & Silva.
1*000
2*506
10*001
NNH

a quem canturar e conduiir a' fabrica de sabSono
Afi gado, on a rua do Amorim n. 41, no Rerife, a
escravo Loiz, pardo, idade 33 oons, u qual j' em
principio deste ann fm preso pnr logiflo. e de novo
evadise da moma fabrica, ende trah^ll iva, na
madrugada de Domingo ultimo, 24 fle noven broj
cojo escravo fogio ve>uodo a roop^ do oso, de aL
godo da liaras, costuma embreafai-e, negar
proprio nome, e bem c. mo'i do seLhor, e taifa
por castigo urna corn nt- fechada na cintura m
t >mojelii>, do que devera' cooseivar ao menos ai
manchas.
Alfencio.
Na roa eslreita do Rosario n. 3o, sbralo de oro
andar faz se bandejas de bolos oe muiic 1 uu. g g'lo.
enfeitadas, de arma^ots, Btiqu|te> de flor-' fitas
com lefeiros, proprias para canmVntos e haih-a
todo coro rooito asseo e n ais barrio do que era
noira qoalqoer parle, pndelo e bol' b enfeiiados,
uaia presentes, vtnde-se boquetes de Q rres d ce-
ra, ro**8 e cravos, dalhas e de gu> li|uer flflr, ea-
ueiUs para menina- e para noivas e paiors>, lodo
mnuo barato, arco, ro-a tara enleiteg de lajt-
nba", e fm-se toda iruu de cera para eofeiie de
lapinhas, leda a eon mii.enda de Q te# uara fu,
ludo ge aproDipta lauto e depre.ssn, mfeita se ve-
as ricas para baptlsdos, e vende.-e grbsas da t>
Ihasde ""* papel a -1 a grosa.
1 56 tiegraiflcago
Fngiodoengenh- Wnaoacu. fre^uezia da Es'ea-
da, na o< ite 6- 45 para l do rq"evte, o esrr pard- de'20 nni>s, lonee
mais ob menos; 1 ab -c* d mrrlda. ^beld s n rrido.
a reales, cara r> nproia, ni-ri 6 ad.i, denles mo%
cheo do coreo, pe- c morid s e c^ m.saroas Ai as
caaellas, sahio c m r. mi-a Ua a g .itrio da Ierra,
calca oe ri-cado e, hai-) de' nasa j? 'ehi>:
uuem o pegar lee* at referido eutttuli oo a roa
da Seoiala n. 38, que recebera' a rauSca^a
acima.^___________'
*(> dia I* le oove.irbro do anno proglmn pas-
sado (1867) fogio do poder de leo sech r o allid
>v.fin*at (, e-rrr-vii pardo ai'-hon.lado de n roe
Mariirhc, cnro idade de 20 aoaos p neo rn"1* ott
m*nos, estatura recolar, rosto c.aip'id.i, r. m U-
d a ns denti'R da frent* cid npn nnl preto na
re^iio frnnial d- lado dire|to n parle noeeri. r da
nari?, proUro a e> n>avrdade do oho. ufanas fa
'la?, com punca barba un ooelio e no l>bin supe-
rior, iaO' ejstido da ohIq e janneta de hrim par-
do ; 011^ni faila onza taslole peb. R a lema
i-IBf r s. mbrio ;, presume se qn" tenji pmi u> ado
a.v-eoiar prar ; e p >r Isso o nugino ab >xo as-ig-
nado roga as autorllade.s millares, pihrnes c ra>
pilaea de rn po a cnplara de dilo egrrr.v.i [i^ra 8'j
entregne ao oie-m" abaix 1 arv-lgnadn m so* pro-
pnedadeMicacono engenho Inhamao do lerroe
de lgoaras4 onde se graliOeara' a pessoa que O
coadoiir.
Jos Vas".t Paorjel.

.<
IIEGJVEL


1> tarto**
enarca flt* S
|liH
'
LITTERaTORA.
169 as de sua familia serio inmediatamente
queimadas, e toda a sua familia, conpre-
beodeodo o* bomens e as mulheres, os ra-
ff._ maiurallata antera- Pates e os v*Hl0s era*xecuUda nnediata-1
cano Isleittnore ao latera* da f ^ por ordem de ^ a j^,
*** I F mister dizer que a cidade nanea foi
Ne principio do presente anno um abali- visitada por um estraageifo sena> ama s
sado naturalista, oriundo dos Estados-Un- vea e o barco que tinba transportado este
los da America, publicou urna interesante viaiaote foi queimado immedia lamente MJ&
rlaco da sua viagem s regios serlanejas po|s da par.ida do alludido viajante,
lo vasto imperio celeste. Sammariemos os | A proctamac3o da nohreza prodOzio prom-
irechos mais notaveis dessa exploraeo. : to effeito. Toda a cidade se levaotoa contra
B'ukmore, assim se appellide o natura- o americaco, e mais de 10:000 pessoaa, em
tista, paitio de Cantao em companhia.de um estado de furiosa excitado, se precipitram
photograpbo e de un missionario. Dirig-; para o local onde eslava o barco, Wtoobs-
ram-se para oeste, e, bavendo percorrido tante as demonstracSes ho>iis dos habitantes
terca de 60 m Ibas nglezas, chegaram ao Beckmore resolveo desembarcar e continuar
vrtice do grande delta do Sikiaog. cujas j a viagem at Hai.kuw.
vastas e mui feriis campias se dilatamj Depois de debelladas muitas difficuldades,
os bomens da polica, mandados pelo mao-
darim, conseguiram abrir-lhe urna passagem
atravez o populacho que atulbava as roas,
Pondo aqu termo, reaaOj^aarnome a
gor s suas disposigoes. lestituto Histrico e Geogrape*a}fesileiro.
jlmBojPyfcijBilirfw Wnjfc ^Hnlftt "* Empregar a enrgia e a severidade, quan- ; grecas ao inclyto protector, e a S. M. a
pircaros dos serros, qoe se confundiam no do as palsvras vehementes poden expirar Imperatriz pea sabida merc de assistirem
horhonte com o azul desmaiado do co, en- sen echo,qoando a arrogancia degenera em benvolos a esta solemoidade, Disse.
de principiavan a semillar as numerosas fanfarronada, porque n3o tem esleto solido Relatorio do primeiro secretarlo do Instt-
estrellas que resplendtm sobie o bemis- em que se fmpare, om d'aqaelles erros
pberio austral. As sombrara descam dos de palmatoria que s podem ser commetji-
montes, envolvendo os plaieos esnavsando,dos por polticos principiantes. Ordenara
oton vivissimo da verdura anda hmida D. Pedro que demitisse os ministros, qoe rcmmusus espectculos ueqiw m. wmiynu
daschuvasdo dia antecedente, e, por entre revogaste o decreto de lonvocacao'd'essa es- a historia. Um grande povo, pacifico e
as pregas d'esse manto soturno, deslisava em pecie de cortes proviociaes que elle proco- laborioso, todo entregue ao desenvolfimen-
inn-iMiiu mmn nma frania i\p nrata n ri- rara reunir, untar a isso urna caria severa- to das naturaes riauezas do ubrrimo tor-
Quatr mil mancebos sen InetruesSo
militar, chegados recememente ao campo de
batalba, sem riveras nem provisto, apenas
armados com as espingardas venas e mel
destrui'las. contervando aim disse as eom-
muoicacto interroropidas com o governo
Italiano.
A fallar a verdad*, tiahars diante deV
ravilhosos espectculos deque faz mencfo tres exercitos. E com lado isto, o qie ten-
" des feito ? Urna coasa sem exemplo. Tea-
tato Histrico e Geographico Brasileiro,
conego Dr. J. G. Fernandes Pinbeiro.
senboesAssistmos a um dos mais rae*
j)ci s ribas do rio e alimeniam nma deosis-
sima populacho. Nos coofir.s d quellas ler-
fas bailas erguem-se montanhas recortadas. .
Alguns curnes deltas attingem a elevacSo travssas, armazens e officinas das circum-
de 4b0 a 600 metros. Os seus contornos visinhancas. Conseguio Gnalmente subtrair-
estampam se nilidaraeute do azul doscos, se aos perseguidores, e ebegou ao.camio,
devido tal vez ausencia ou pelo menos i onde depois de ter. marchado urna distancia
grande raridade de ve^etago assuas ver-;de 5 milbas, foi sorprebendido pela noite e
obrigado a refugiar-se em urna estalagem.
lentes.
A grande nudez das montanhas um ca-
rcter gcral de todas as cadeias na China;
Nao porem, isso devido esterilidade da
natureia, porqaanto, onde se osteoiam os
elegantes piuheiros, apresentam vigor nota-
tei, e o naturalista n3o poda explicar como
urna popalaco lo eminentemente indus
iriosa e econmica nao emprega aquella
vasta exlenso de ubrrimo ierren j em fa-
7,r vegetar pelo menos as madeiras para
construcc5o e para queimar. A nica ra-
r o, porm, que o nosso autor d daquelle
focto provir a devastacSo das montanhas
das revoas successivas, que assol m o im-
perio em todas as direcces.
De eito, ha nao poucos seculos a China
ioba se era estado chronieo de revoioces, e,
AHi, duas ou tres vezes durante a noiie, os
habitantes da aldeia vierm fazer gritara in-
fernal, acompanhada de gongs, bradando :
i Mata, mata, mata o diabo branco.
Que noite de agona para o pobre natu-
ralista i Felizmente para elle, os bomens
da polica que o tinham acompauhado esta-
\am munidos de cartas de protec3o do ma-
danm mais superior da provincia.
Apoz algumas negociag5es os retoltosos
deixaram o Americano, sob a condicSo que
partira na manha seguinte ao romper do
dia.
Daqnella sorte, e batalhando em qaasi
todo o caminho, conseguio transpor as 60
milbas que separara o principio aa navega*
C3o do rio Cassia, em Kwangsi, das aguas do
torcicolles, como urna franja de prata o ri- rara reunir, juntar a isso urna carta severa-
beirSo do Tpirangaque d o nome planicie.' mente desapprovadora do rei D Joio VI,
EotSo, a scena que ali se represeotou ap- quaodo para sustentar este ultimtum havia
parecen diante dos olbps d'Herminio, em apenas na Baha, j cercado por mar e trra
ludo quanto tea de grandioso para um ver- pelas forcas americanas, o corpo de exercito
dadeiro liberal, e de pungitivo para um co da general Madeira, e em Montevideo, iso-
ra(So de portugoez. D. Pedro j se pozera ladas no meio (fuma populado fremente,
testa do movmento ou antes do protesto'do as tropas de D. Alvaro de Castro, era irritar
Brasil contra as resoluc5es da corte de 1840. as paixes ji violentamente excitadas do
A revulucSo deste anno, que os de vemos pricipe D. Pedro, dissipar as suas uliimas he-
saudar com respeito, porque foi a primeira siiac.oes se elle estava pendendosecrelameo-
inanifestaco na oossa patria do rande prio-1 te para o movmento revolucionario, ou quei-
cipi liberal, obedecea com lado principal- mar-lbe os navios, se elle linha a ideia re-
mente a dous sentimentos secundarios, que servada de transigir com a revolta, e de sal
foram os que ioQamaram o povo, mas qua var na tempestado os direilos da corda por-
foram tambero os que levaran a revolucao tugueza, e as pretencoes, anda possiveis, da
ao principio, em que se despeoharia, anda meiropole; era analmente colloca-lo na fu-
mesmo qoe s tropas do duque d'Aogoul- nesta alternativa de se p6r testa da revo-
IMd WWBWWWll ---------------V------' -.iy.w -....------------, -.- ----, ? _. ,
sa os Chin podem era alguns dias apenas re- rio Siang, na provincia de Hunan, onde bick-
edificar as suas baix>s habitac5es. construi-
das de ierra, a nalurezi carece de largos an-
cos para revestir as montanhas de florestas,
e as revoltas ho se succedido mui rpida-
mente para que a China possa reali-ar essa
larefa. sempre em comefo; e de mais os
habitantes nao se sujeitam a trabalbar pa-
ra fornecer asylos seguros aos salteadores.
Tor toda a ampia extenso da rego, que
Bickraore percorreu, a centesima parte della
nao esta planuda de arvoredos. Qua>i tudo
<;jt icculo, o qu de admirar em distric-
(os, onde a populav3o se conta por centenas
de milhares.
Pelo que respeita s trras balxa?, seria
npossivel conseguir dellas mais productos
do que os obtidos acicalmente. Quasi to-
das dao em eda urna duas magnificas co-
Iheitas.
E' na realidade maravilboso que esta gran
de fertilidade se baja sustentado durante
urna lo longa s-rie de seculos. E' mister
attribui-la a duas cousas: Ia ao excelieote
systema de adubos, o qual tem por base o
guardar-se ludo que pode servir para aquel-
la tirn, al mesmo o cabello que rapara da
cabeca l a* s iuandacc%s que, em todo os
annos, cobrem as trras baixas, e nellas de-
positara ama vasa fina e fertilisanle como no
Valle do Nilo.
Seguindo o rio de Sikang, que atravessa
/il -* A-aviada na nrirt\ai-
urna Miua proiunuamenio *.......^-.v
ra cadea de montanhas, chegaram os viajan-
tes a Shauking, onde o vce-re das provin-
cias de Kwangtong e Kwaog? reuna a sua
corte no lempo em que os nossos arre jados
avoeogos appareceram pela primeira vez
'aquellas longioquas erras do Oriente.
Actualmente este dignlario reside em Can-
to, afim de vigiar mais. fcilmente os bar-
baros, que v5o negociar n'aquelle pont.
more procurava um barco; aps vinte das
de navegado, atravez perigos, anda mais
serios do qoe os cima indicados, ebegou
ao lago Tungtng.
A cidade mais importante que Bickmore
vio, navegando no Siang. rio que provavel
mente poderia ser accessivel a barcos de
vapor, Siangton, que demora prxima
mente a 90 milbas antes do rio desembocar
no lago Tungting. O commercio entre esta
cidade e Yucba, na costa jeptemtaional do
lago Tugling, e tambera com Hankow e ou-
iras cdades do baixo Yangts, das mais
consideraveis e muito sorprehendeu o via-
jante.
A cidale de Sangto, lalltude de 28,
longitude 112, 15' por certo a praca com-
merc'ul mais importante no valle do Yangt-
s, que anda nao foi aberta aa commercio
com os esirangeiros.
O rio Cassia, qu<; corre de Kweilin ao sul
para Wuchau, nao pode ser navegado por
especie algocna de barco de vapor. Assim
o affirma Bickmore. N3o por assim dizer,
mais do que urna successo nao interrompi-
ia de saltos, e, posto que o barco do via-
jante n5o demandasse mais de 5 a 6 polle-
gadas d'agua, s com muitas difficoldades
que o barqueiro p5de arrasta lo por cima
das rochas do fundo do rio.
Desos de ter atra'essado o lago Tung-
5g, Bickmore fz-se de vella para descer
o rio Yangts, e no fim de tres dias chega-
va a Hankow.
A viagera qoe vai cima succintamente
relatada foi emprehendida com o fim espe-
cial de reconhecer a geologa da China me-
ridional, e de achar a ordem de sobreposi-
?5o das rochas. Para conseguir esse pro-
posito, o sabio naturalista apenas teve de
conservar o barco junto s ribas dos nos,
me nao viessem pennsulasoffecar os gritos
liberaos que resoavam oeste heroico paiz.
A lberdade foi o grande nome, inscripto
na bandeira dos beroes de 20, mas as pai-
xes que acenderam o rastilho, que, agitan-
do o pa'z inieiio, desde o (dalgo al ao n-
fimo plebeu, tornaram irresistirel a explo-
sao, foram o odio contra os inglezes, e a rea-
c5o contra os privilegios de meiropole da-
dos, pela fuga da familia real, ao Rio de Ja-
neiro, nossa colonia antiga.
F-us duas paixes cegaram estes bomens
heroicos, fizeram com que, em relami ao
Brasil, meotissem propria origem do seo
poder, fazendo sentiraos seusirmSosd'alra-
mar o despotismo contra o qual se revolta-
vam.
A opposico a esta poltica errada nao tar-
dou a manife.-tar-se as provincias america-
nas. D Pedro, lambem ferido desastrada-
mente pelas cortes nj seuorgalbo, nao po-
de nem mesmo tentou conter o movmento,
e a convoca rao dos procuradores das pro-
vincias no Rio de Janeiro foi o signal nao da
revolta, mas da resistencia ao despotismo
das coi tes de Lisboa.
O pensamento da separaco estava looge
da mente de D. Pedro, estava loige al da
imaginaco de muitos braslleiros. Urna cer-
ta independencia administrativa era o alvo ex-
tremo das aspiraces do partido moderado.
lurao ou de ser esmagado por ella.
Todos estes pecsamentos atravessaram co-
mo relmpagos a mente angu-iiada de D.
Pedro no momento solemne em que leu e
relea, com a fronte hanhada de soor, cerca-
do por urna populacjio anciosa, os despachos
de Lisboa. Mas era impossivel a hesitaco;
urna velle'dade de transigencia com os de-
cretos das cortes perdia-o irremissivelraeole
e arrojava ao mesmo tempo o Brasil ao vr-
tice d'anarch'a, onde se estorciam e se es-
torcem as repblicas hespaoholss da Ameri-
ca. N2o hesitoa mais ; paludo mas firme, o
neto de D. Alfonso Henriqtfes, arrojando au-
dack> futaro e o seu bo n nome na historia, soltou
estas palavra sonoras: Independencia ou
ooorte*. Independencia ou marte repeti-
rn n'um brado unisono as turbas apioba-
das Independencia ou marte* retumbaram
ao longeos ecbos das montanhas, e de col-
lina foram resoando pelo immenso ampni-
theatro essas palavrassublmese terriveis.
Estava fundada urna grande oac3o, mas
os laces sacrocantos que u?iam, dous povos
lo intimamente irmSos, estavam despedra-
dos tambera, e os odios civil iam dividir por
largos annos filhos da mesma raga, berdei-
ros das mesmas tradifbs, que podiam, que-
brando o pacto colonial que estava sendo one-
roso para a grande familia portugueza da
Nestas ideas ainda, saira D. Pedro do Rio America, fundar um pacto d'allianca mais
_*_^ ar^'lt. O IV..,t, nnn aaaI.I jiaI!i1> n nA*il im^ditaI nnniiiin BQ nicoiril nOQ
^S^T^^^p^mK^^^^^JXt
de ter atravessado muitas gargantas, o natu-
ralista americaco lancou ferro. Compul-
sado urna carta corographica, vio que duas
milbas cima, em urna curva do rio, se acba
um dos logares procurados pelos bandidos.
Julgando-se, todava, sufficientemente prote-
gido pela canhoneira, detou-se, nao todava
sera ter renovado as escorvas do rewolver, e
eixando ao alcance da m3o um comprido
<3bre bem aGado, precauc.5o que lomou to-
das as noiles dpranie orna longa viagem de
1:200 milbas atravez da China. Na margem
do rio os barqueiros haviam estabelecido
ama cabana temporaria, para ah celebrarem
os ritos fnebres por occasio da morte d um
dalles, e em toda a noite reperculiam-se os
sons do tam-tam, dos gongs e dos gritos e
UWV ^ -v *----------t----------
pleto de todas as carnadas para grandes dis-
tancias. D'est'arte Bickmore pode ver in
siu toda a serie de rochas daqoella parte
da China, desde o granito at s chamadas
to novas como o terreno triasico e lalvez
ainda carnadas mais recentes. O naturalista
americano fez boa colheita de fosseis, c que
Ihe permitir realisar, no seu regresso a
Cambridge, em collaboraco com o distincto
professor Adassz, um estudo comparado
dos fosseis da China com os da Europa e
America.
A estrada que Bickmore percorreu, de
ha muito que foi indicada, para nella se es-
labelecer urna via frrea entre Cant5o e Han-
k lw, porque se conjectura que mais para
e ste os montes Meiling sao bastantemente al
sons do *+.~522 to diera. SS serem fcilmente atravessados. O via-
das lamentares plangentes das mmueres n3o encontrOU Do caminho
do finado. Alta noite, a setinella da ca-
nhoneira brada em voz alia. Os bomens do
arco fazem oulro tanto, sem obterem. po-
rm, resposta d'um barco com aspecto tn>
peito, que desee o rio e que chega tSo prxi-
mo de nos que se distingue perfeitamente o
som dos remos batendo n'agua. A sent-
nella dispara-Ihe um tiro de peca, o que
rodua inmediatamente, urna humilde res-
posta. Os piratas enganaram-se,; e bem
vem que a preza n5o para as torcas del-
las Duraute a viagem Hankow, Bick-
more teve muitos desses falsos alarmes,
nue demonstrara exuberantemente a necessi-
dade de se esur sempre precavido contra
as aggresses dos piratas.
Decorrida urna semana," chegou a Wu-
chau, na provincia de Kerangsi, onde o no
Cassia se une ao Sikiang. N'este ponto e a
ultima esiacSo dos missionarios, e um debes
offereceu-se para o acompanhar at Kwei-
lin, capital da provincia.
Dir2iram-se para o norte, e durante as
primaras 100 railhas encontraram apenas
jante americano n5o encontrou no caminho
obstculo serio para a construeco de um
caminho de ferro. Aquella regiao na rea-
lidade montanbosa ; porm nao offerece
grandes difficuldades.
De Hankow o viajante parti para Shan
Aqu termina a mu curiosa desenpeao
de um viajante intrpido e muito Ilustrado,
a qual tentamos extractar com fidelidade,
conservando-lbe a feico interessante que a
caracterisa.
..a l
APROCIAMACO 0A INDEPENDENCIA DO URAS/L
NO TPIRANGA
(Excerplo de um romance indito)
Foi ao declinar da tarde que elles entra
ramn'uma vasta planicie erma ena, onde
a vista n5o eocontrava objecto qoe prendes-
se mais particularmente altencSo. Comtudo
Alfredo paroo. e voltandu-se para o sea
amigo, disse-lbe.
Observa este campo, Herminio.
Herminio relanceou os olhos em torno de.
de Janeiro, e dirjira-se aS. Paul) para acal-
mar com a sua presenca as agitaces da
anarchia que dacerava a provincia. Con-
segue*o; recebido enthusiasticaraente.assuas
ordens executam-se com a mxima rapidez,
e as popularidades mais firmes oscillam, in-
clinam-se diante da sua popularidade im-
mensa.
No dia 7 de setembro de 1822 sai D. Pe-
dro da cidade, seguido pelas autoridades
superiores da provincia, e vai dar um pas-
seio pelos arredores para o lado do ribeiro
do Ypiranga. O dia estava calmoso e es-
plendido, povo innmero se apinhava no ca-
minho por onde elle havia de passar, para
vercomosseuj tlhos esse joven beroe da
America, esse principe, nascido nos degraus
do throno, que descia delles para se ir cur-
var com respeito perante a sacro-santa-ima*
gem da lberdade. Chegam junto do ribei-
ro, cujas agoas lmpidas e sussurrantes es-
palhavam na almospbera urna doce sensacSo
de frescura. Para melbor a desfruclar D.
Pedro apeia-se e senta-se beira do Ypiran-
ga sob um docel d'arvores umbrosas.
Agrupam-seem torno delle, escutando-o
respeitosos e attentos, os magistrados, os re-
presentantes emfim das altas classes paulis-
tanas. Ao longe tumulluavm os especta-
dores nesse vastissimo amphilheatro cerra-
do pelas collinas distantes.
O sol da America invade a scena com o
esplendor dos sens raios. A natureza toda
respira serenidade, nao bole folha as arvo-
res, nao geme o vento na planura vasta, e
o ro suspira entre as margens verdejantes,
cuja imagem oscilla docemente no trmulo
cristal das soas aguas. Como que presen-
lindo que est para se representar urna das
grandes scenas da historia, a multido em-
mudece por um instante, e om silencio
augusto e fremente paira sobre as campias
do Ypiranga.
Sbito resoa ao longe o galope de um ca-
vado, todos os olhos se voltam para o sitio
d'onde vem esse rumor inesperado, e veem
aoproximar-se redea sola um corcel es-
pumante sobre cojo eolio garboso se inclina
um official que parece querer incita-lo a
apressar ainda mais a carreira veloz. De-
vora o espaco. Apenas as vislas dos cir-
cumstantes liveram tempo de divisar no ex-
tremo do horisonte, e j elle sulca a mulli-
dlo que se desvia rpida. Chega junto do
principe, e faz estacar de sbito o ginete,
cujas pernas finas e nervosas vergam s-
bita represso da hbil mo do cavalheiro.
Este apeia-se n'um palo, descobre-se, e,
curvando se respeitosamente diante de D.
Pedro, entrega-lhe os despachos de que
portador.
Tinham vindo de Portugal, e a pnoceza
D. Leopoldina, que ficra no Rio de Janeiro
supprindo a falta de seu esposo, enviava-
lh'os com ordem ao mensageiro de nao des-
cancar antes de lh'os ter entregado. Inquie-
to pela urgencia da remessa que annuncia
graves communicaees, D. Pedro hesita an-
solida e perdoravel, porque se bascara as
leis eternas da jaUica, pacto que, separando
administrativamente os dous paizes. Ibes da-
ra orna notavel importancia politica. Nao
o quiz o destino. A separaco consummou-
se e os odios, que a lucta accende, eleva-
ran entre os dous povos ama barreira mais
diffieil do que as procellas e os caprichos do
Ocano.
Pinhetro Chaves.
Kss"minrdas:''aTgVmas"aldeolascora20 ^^'^^^Xm^Z^^V^' oell' que lhe ^^X Pr
fin SSr Jueto a cada aldeia ha nm for- si e nada vio que podesse demora-Ios um [mon^los apenaSi talvez 0 segredo do seu
.* AnLirniin no toDO da mais elevada col- momento. ,_.. I destino do paiz, da sua apotbeose, ou da sua
raa SSaEnfood! oThabitantes col- Entlo que ten o campo? perguntou JJ" Da mort. iodos o obser-
SLhm #*. a os seus elle. .. I tam com anciedade, o djama cujas scenas se
Se nao ests debaixo do jugo dos vemos D itanj se lravanl ^ deseDlacam den-
preconceitos nacionaes, curva-^ respe'to- fj^k* todo8 0 advi.
smente, meu am ? nham> U)oi lne MnleiII a conno0o, todos
locara as suas eotbeitts d'arroz, e os seos
mais preciosos baveres ; por isso que toda
a nepulaco destas regioes conposta ni-
camente de ladros occapados en roobar os
on0fbS'aa^1N0%mVad1aPda E.te grande ^^^^^
no JTStm. Mndo o rio Cassia. encon- P^' fffaSS bras.lei-' xe no peilo o destino de dous paizes, espe-
Sos um arco de nandann, que havia da P^fjMje^;PaJlh08 aroda de ra asrdeos do prncipe, e a sua nao dis-
tamos uw rouoa(io de tudo que con- ra. ...w^. ... ;n.flnoiDim0ni
qouco D_^_ mnalra ft Mudo d'anar
smente, meu amigo. Aqu o Ypiranga.
0 Ypiranga l 1 ine de,oram a angostia.
E este grande nome evoco" de jubito no J
ShT o que bem mostra o estado d anar,
ohia em quV se acba todo aqnelie terntor.o-
onde SittXtt a revolw dos Taipmgs, visto-
que a? Ss autoridades o5o poden pro*
teger-se contra os ladres. ...An 9K0
Apenas chegados a K-^l.n, lat.tade25
20' longitude 110, 25' a leste de Gre-n-
wich; a nobreza da cidade lancoo contra os
viajantes a seguinte proclamado:
De commum accordo entre todos,
ordena-se, que, se alguem tiver communi-
rpido crepnsculo^que ?J?JZ mzrtom em silencio que se revele a von-
desdobrava entorno d'elle era nagestoso
na sua uDitormidade solemne, e que a nata-
reza parecer preparar esse vasto campo de
Marte da America para nelle se proclamar
tambem a independencia nom povo. A
planicie era ampia, e sem ootaveis ondula-
cees, apenas um ou outro outeiro alteava o
solo, desenbando sobre o tapete liso da pla-
nura a sua linba flexuosa, como a de onda
ordena-se, que, se alguem tiver commum- "- r'^ Aa hrUa fnrma no Uro
cacao com os Irops, ou lhes alogar casa ou; pequea qae o sopro da brisa roma no lago
qualquer outro logar de habitato, a sua ca-, tranquillo.
tade da Providencia.
Emfim D. Pedro abre os despachos, per-
corre-os com a vista anciosa, e o seu espiri-
to recosa-se a dar crdito s novas que esses
papis encerrara. L-os de novo; a hesita-
c3o j Ihe nao permittida.
As cortes, inexperientes no ardoo mister
da goveroanca, obedecendo, tomo todas as
assemblas revolncionarias, antes a voz das
suas paixes irritadas do que aos saos dteta-
lastUnto Histrico e eogra
phleo Brasllelro.
Sessao publica anniversaria.
Discurso do presidente.
Yeoho dar cumpri ment a om preceito
dos estatutos abrindo a sesso anniversaria
da fondacao do Instillo Histrico, Geogra-
phico e Ethnograpbico Brasileiro.
Nao pode antes realisar-se este acto por
influencia do fausto acontecimento, que me-
diante favor do co, propicio sompre ao
Imperio, trouxe mais um penhor de perpe-
tuidade augusta dynaslia, felizmenio rei-
nante ; e causou jubilo ineffavel naco
brasiltira, da qaal a porcJo dedicada que
censtitue esta associacSo implora reverente,
pelo orgo ao seu presidente, venia para
dirigir ao tbrono como preludio de manifes-
taco mais solemne, respeitosas congrato-la-
Ces por to esperancoso acootecimeBto.
No conceilo de nm sabio que presidia en
instituto semelhante ao nosso, era bella e
nobre a idea dos nossos antepassados quan-
do respeitavam nos altares essa proteceo
efficaz e inviolavel que constitua o direito
de asylo : mas nobre e talvez ainda mais
piedosa podeconsiderar-sea inspirada a um
soberano do oriente, quando ordeoou que
o direito de asylo &e estendesse s biblio-
thecas do seu Imperio : Alli tambem, di-
zia elle, do-se verdadeiros templos, por
que o culto que nellas se professa e- o da
virlude fort'ficada pela intelligencia e pelos
deveres dictados, segundo a experien
dos tempos passados.
Ampliando este pensamento do katita ao
Egypto poderiamos dar gragas s letras be-
oecentes, aos gosto dos estudos senos, as
nossas conferencias e palestras pacificas.
Estranhos, por ndole da insiituico, a in-
fluencias polticas deleterias, os membros
do instituto tem achado oeste recinto um
verdadeiro asylo, um campo neutro para
as opini5es, om ponto de reoniJo para os
pensamentos. Dados exclusivamente as
letras, arrosUm animosos os ardaos traba-
Ihos a que se comprometieran), pondo a
mira smente na gloria da patria.
Nao se limitara ao fim principal da socie-
dade-colligir, nethodisar, publicar ou
archivar os documentos necessanos para a
historia e geograpbia do Brasil vo alen ;
escreven lnteressantes nemonas sobre as-
sumptosque se prendem ao nosso Pr08ra_m'
na, empenham se era firmar e esclarecer
pontos davidosos ou obscuros da nossa
competencia, e nao se eximem de corngir
engaos e combater erros que alguns es
tranhosou por ignorancia ou por malevo-
lencia, propalan en seus *cr.ptos sobre
as cousas da nossa trra. Na Bestt TJj-
mensal se exlben provas nao equivocas
teAUre;rproper, W -*
proteccao poderosa que lhe d vria. Se
ao fra essa protecCao (aun affirna-lo
con todas as veras) malogrados serame
fructes de nossas fadigas. nao ^ariano
agora dando conta da gerencia que nos foi
C No no social findo no deseen o insti*
tutodobomconceito que nerecidamente
80 relatorio do erudito primeiro secreta-
rio patentear com o primor ^ocn*
que o distingue, os successos desseperiodo
Veris que talentos distoctos se. nterave-
rara no nosso quadro; mis por Jalcom
-------------------- ---------o ------------- ---------
to das naturaes riquezas do ubrrimo tor
rio que Ibe coubera por sorte, e i solu ,3o
de complicados problemas sociaes, vio-se
sbitamente ferido era seus bros pelo des-
ptico ebefe de ama intitulada repblica.
Ao reclamo da patria trocou o lavrador
seus inofensivos instrumentos pelas morti-
ficas armas da guerra; deixou o arteso a
olficina pelo acam, amento ; fechou o estu-
dante os livros para empuphar a espada,
ou a escopeta; e o sabio, interrompendo
as cogitac5es do seu gabinete, foi por os s-
grelos da sciencia mere do iuipiacavel
mister de destruir os bomens.
Fomos todos nos testemaohas do ardeote
enthusiasmo c im que milhares de volun-
tarios se alislaram as bandeiras da honra
da nobre abnegacao com que inmolaran
as aras do dever as nais ceras alTei-
C5es d'alna, do inexcedivel derredo con
qae nos campos de batatha emularam com
os mais legendarios beres amigos e mo-
dernos.
Ha tres annos qae o Brasil sustenta con-
tra o tyranno do Paraguay a mais colioesal
guerra pelejada na America Meridional, ha
tres annos qae progalisa seu sangue, su
ouro ; n3o para dilatear fronteiras de que
nSo carece; n3o para firmar oppressivo
predominio sobre seus vtzinhos, mas sr>
e nicamente para vingar inmerecidos ultra-
ges, para abater as muralhas dessa nova
China, para franquear sens nos, que tambem
s3o nossos, ao pavilhio de lodos os po-
vos II
No meio das marciaes lides nao esquece
o Brasil nenbm dos cuidados da paz. Em
quanto com seos canhSes torca a abertura
do Paraguay, espeotaneameote pateotea o
Amazonas ao commercio de lodas as- naces
inaugura sea pantheoo da industria,, e vai
ainda as ribas do Sena ganbar novas, es-
plendidas e incruentas- victorias I' E todo
isto no exercicio norme! das suas libewimas
io.xtituices I
Pelo qae nos diz mais particolarraente
respeito, lambem devemos gloriar-n93 e
darmo-nos recprocos eraboras, porqoene-
nhuma s ve deixou o loslitolo de ser
honrado com a augusta presemja de seu
immediato protector, sendo o numero-de
memorias e oulros trabalhos hdos durante
o anno, um dos embarazos com qae ten'
de arear o vosso obscuro chronista.
Coube-me a honra de primeiro oceupar a
ltenlo do nsliluto com a letura de urea
tosca memoria intituladaA Academia Bra-
zilica dos Esquecidos. O feliz achado das-
actas e outros trabalhos dessa academia que
se Julgavam perdidos no incendio da nao
Santa Rosa permittio-me o exame d'esses
mesmo trabalhos, muitos d'elles firmados-
pelos mais illustres nomes de que se honra
des, durante lodo o dia 23, 'aposto na
firme resistencia s tropas altiadas. S gira-
do a sua ptopra eooflssao, neo obstante a
extraordinaria superioridade do armamento,
nao puderan ganbar nenhum dee pontos
das vossaa liabas.
Os vossos dormirn no canpo da bata-
lba de Mentana; bo foran inquietado do- i6i
rante a noute. As tropas alliadas nene che-
garam mesmo a ataear os pestos avancados.
Deste modo ten Jes tido toda a non te para
continuar, sem ser molestados,- com o gratv
so do vosso pequeo exerco, a retirada
qaebaviam priucipalmeate preeorado inv
pedir
Os vossos adversarios rao conseguiram
portaato Hada do qae queram. A retaguarda
que tendes deixado em Mentara nv foi de
maneira alguna toreada ; manteve-te at
manha seguinte na sua posigao. Yendo
ento que o combale tinba perdido' a sua
significaco contra os tres exercids, e ape-
zar disso, nunca perdeu a coragem mee
fez ama capira:lac3o regalar e honrosa.
Els-aqui, raeo earo e grande general, o*
qae todos ho de dizer na Europa, d ftctb'
de Mentara. I Ja de ser considerada' por
vos e pelos vossos beFiocos eompauheiros de
armas, como urna das nais gloriosas.- Ha
de ver immensa di Serenes as torcas, e nSO'
obstante is*o, a victoria fot disputada atea'
ultimo momento.
Uin punbado de horaeos sen armas sos-'
penden a marcha, em campo abarlo, amados-
que tiobam en relaco a elles todas as van-
tagens, e atrai de si duae ou tres poten-
cias,
Lisongeiem-se os vossos amigos dessa
batalha ; teena isso-direito. Peto que ne
diz respeito, a nraba ultima- tortaia*. e o
meu ultimo orgulno confesa-me
Vosso amigo, E. Quinet
A CAS* ONDE NA3CEU N*,PO*fiAQ'Iv Em
Aj acera, prximo a praca do mercadey ha
um largosinho chamado Place ftsettvav on-
de se v axasa onde o grande fcoraem nas-
ceu.
Um dos visitantes deste lagar inra^wo-
doaro, diz o seguinte a este reepeito:
... Pediedo permissie para visitar este
mausao, foi*me concedida immediatamente.
Um criado acompanhou-ne, dando-oae as>
inforraaces e descripeo aMnuciosa*de'-todas-
as particularidades da cae. Todas-assalas-
estavam bem mobiladas o qaarto oade'nas-
ceuo grande-bemen, tiaaa aioda* a cor-
tinas das janittis corridas, o qoe :be dava
um aspecto anda mais- respeitoso-; urna-
criada da casapeJio-me para lhe nao to-
car, porque e velUas talvee se desfiaessen;
accrescentando: Porque todas as cousas-
aqui, nesmo ascadeiras enezas saoobjec-
tos de grandeveneracao para' a faceitia qqer
pelos mais iiiusuca uuuim uo ^uv o ^w-.- lua uc (jliiut .suw.v" r"- ------ iv
va a capital do Brasil no vice-reinado d boje oceupa a casa, e objeelos se pede di-.
Vasco Fernandes Cesar de Meaezes,. depois-
conde de Sabugosa.
Pagaodo assim o tributo as ideas e pre-
conceitos da poca os academeos esqueci-
dos, imitaram seus mulos de alm-mar ;
j na escoba dos assumptos, urnas vezes
poeris, e ootras ridiculos ; j no immode-
rado uso dos conceitos antitbeses e traca-
dilhos postos em voga por Marini e Gon-
gora. ..
Ingratido, porm, tora e bem rea, se
deixassemos de reconbecer o relevante ser-
vico- que s patrias letras prestaran esses-
beoemertos varos e se os sepultassem no
olvidoo nome do preclaro vke-rei que era
seu palacio congregava os doulos. e com se
exemplo espancava as trevas da media idade
colonial.
Tres das nossas sesses foram consagrada
inteirar-rao-nos de plano deeducacao que
quizera Milln, en meiado do secuto X.VUL
O nosso- distinelo consocio, o Sr. A. D. de
PascoaL escadando-se na veneranda opiatao
do sab'w Herder, qoe cr que a historia
nacional de nm povo devera ser procurada
as escolas e as tradicoesy pensou que-nao
estara muito arredado dos nos da nussa
inslituicao se dedicasse seos escisos laares a
versao commentada d'esse notavel esenoto.
Causa urna verdadeira manvilb (dn
n'um eloqaeete prologo o erudito tradnetor)
considerar que o secretario d'Oliver Crom-
well concebesse um pbrao de educago que
deixa aps si, em muito a/astada distancia,
tudo quanto se fez nos doos seculos- poste-
riores sua existencia, tT verdade que as
aguias da intelligencia enxergam de looge
a realidade do mnnto noral, que nao e per-
cebido nesno de porto, pelos espirites.aca-
ahSempre solicito, o Sr.F. A. e.Warnhagera-
na averiguaco dos letigiosce pontos da oos-
sa historia remetteu-nos ur*. laminoso traba-
lbo concerneote nataralidade de D. Aate-
nio Felippe Camarao. Kntende o nosso u-
lustre consocio que ao Rio Grande do Norte
e nSo ao Cear, ou a Pernambuco, sabe a
doria de baver visto nascer o esforcadocau-
ditho dos Piliguares; e com aqoea pron-
ciencia que todos lhe reconhecen profliga,
am porum, todos os contrarios argumentos.
(Con.imw-M-Aa)
lar sagrados,. parque tedos aqu eiisHsia,
qaando Napoleo nasceo.
O leito onde madame[BOnaparie- den i.'
luz ao extrarjpdioario fiteo> aindaal.existe.
Como apenas cheguei a une das jaoeHas, o,
criado disse-ne qae olhasse para ua pa-
teosiobo em baixo, onde Napoleo era>erean-
pi brincava e jogava ; o pateo est baje todo
ornado de vasos aflores.
Oulro visitante diz qua qeando-visiteo;
aquella casa, estava toda em desordena,
em consequencia de so- andar linpando,
para a recepeo do patache da fregueziav
que segundo o costume na Corsega,. vai re-
gularmente abengoar todas as casas dos
seus fregueses. Deste modo (dia elle) o
qaarto e o berco de Napoteao, saoat>eD?oa-
dos todos os annos, em-qanto qoetalhon-^-
ra se nao fea nem far' ao sea tnnulo.
DI POICO DE TUBO.
Itaui.Os jornaes da Europa pobcam
a seguinte carta escripta ao general GanT
haldi: j ._.._.
Veyloux (Suissa), 42 de novenbro.
Meu caro e grande Garibaldi.
Qoando Uve a honra de vos escrever
para Varignano, ignorava o relatorio fteie-
graphico) do general rancez, wmmandante
das tropas pontificias e francezas em
Mentana. Quanto gloriosa para vos a
conflssao da verdade feta pelos vossos ad-
vAPHsrios
Confess!n qoe a sua presenca era ur-
gente en Roa para a salvar.
Assin reconhecem, e o mundo ha de sa-
be-lo, que. sem a invaso estraogeira, te-
rieisdado Roma aos italianos.
E quinto s3o terriveis estas confissoes
segundo o ponto de vista militar.
O exercito francez e o pontificio tinham
todas as vautagens, as do numero e as da
ram no nosso quaaro u, ;.""_. g0. organisagao. Tinham urna numerosa art-
TrarrbSPaCie!1S'NrU 5* petas). *u, d. prec^
Um inmisimal.-Ne- nes de ootabro falr<
leceu nos Estados-Uoidcs, n'o pavo de
Mas.-achsset, Elias Heave, inventar das ma-
chinas de coser.
A prineira parte da sna vidaJm un, pro*
loogado martyrio, poisviveu na miseria luc-
tando cora as grandes difficodades qne a
sua invencSo deviaacarretar a ora siaqes
operario como era Elias.
Para n5o morrer. de fometeve que accei-
tar um humilde emprego nos caminaos de
ferro, at que conseguio aplanar todos os
obstculos chegando a possuir urna toruna
colossal. .
Quando morrea, deiyou mais d dou&mi-
Ihles de dollars.
As srmrisss egvpcias,Assphioges qne
aa exposicao universal de Pars marcaran a
entrada da soeco egypcia no parq*, toram
compradas por Mr. Vietorien Sarcion, o ce-
lebre autor, dramtico, qne as destiua par*
adorno da. sua quima campestre. So as des--
pezas de transporta dos dea monolitos de
granito sobem a seis mil francos. Esta ac--
quisicito de Mr. Sardn n2o a teria podida
fazer iadubitavelmente oeahun autor dua-
matico portogoei.
DESCOBERTa BrrERKSSANTE.Todos saben
que as gallinhas chocan ovos de patas; as
quem janais pensoo qae ellas podessen
chocar ovos de peixe 1
Diz ona fotba francesa qne um natura-
lista inglex. qoe fez parte da ultima expedi-
do augio-franceza na China, observou os
nrocessos empregados pelos habitantes do
Celeste Imperio para obter este resollado
serprendente.
7 Apannam elles con todo o cuidado, a flor
d'agua, as materias gelatinosas que envol-
ver as ovas do peixe ; quando tm ama
certa porco, enchem ama casca de ovo
de gillinba, vasio, depois echam om cera a
abertura feita ao ovo e o collocam sob as
asas de orna gallinha choca.
Passados dias, quebram a casca e nergu-
Iban-a com o seu contedo en nna porcd
de agua aqoecida ao sol; nio tardan entao
a origraar*se una quaoudade de peixinbos.
Urna vez chegados a um certo taroanho, sio
estes peixes postos em rios, ou en tanques
apropriados,
Refere o nesmo naturalista que esta in-
dustria nuito inportante na China.
"-v
i
'
TYP. DO IARIO-RUA DAS ORUlSa W ?
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