Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:11462


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Full Text
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ANNO XL1V. NUMERO 4.
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AJJ3HA.
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ENCARREGAD03 DA SU8SCRIPCAO.
Tamoyba, o Sr. Antonio AlexaBdrino de Lima;
Natal, o Sr. Antonio Marques da Silva ; Araeaiy,
o Sr. A. de Limos Draga ; Cear, o Sr. Joaquim
Jos de Olvt-ira ; Pura, oa Srs. Gerardo Antonio
Alyes & Kilbos; Amatooas, o Sr. Jeronyrao da
Costa; Alagoaa, o Sr. Fran 'seo Tavares da Costa;
Bjhia, o Sr. Jso Martio' i; Rio da Janeiro,
o Sr. Jos Ribeiro Gas i
Partida dos estafetas.
Oiinda, Cabo. Eseada e estafes da ra terrea at
Agua Preta, i >dos os dias.
Iguarase s Goyanna as segundas e sellas 'airas
Santo Anto, Grtala Bezerros, Bonito, Caruar,
Altlnbo, Garanhon, Bique, S. Bento, Bom Con-
selho, Agnas Bellas Tacarai, as tercas feirras,
Pao d'Alho, Nazareth, Llraoeiro, Brejo, Hesqueira
logneira, Flores, Vrlla Bella, Cabrob, Boa-Vis
ta, Murlcory, Salgueir> e Ex, as quinas flras
Serlnhiero, Rio Formoso, Tamandar, Uoa Barrei-
rea, Agua Preta e Pimentelras, as quintas fairas.
AUDIENCIAS DOS TRiBUNAES DA CAPITAL
Tribunal do commerco : segundas e quintas.
Relaco: tercas e sabbados as 10 bofas.
Fazenda : quintas s 16 horas.
Juio do coramerci : segundas s II boras.
Dito de urpbos: tercas e sextas s 10 boras.
Prmeira vara do civol: tercas senas ao malo
da.
Sezuoda rara do ci vsl
1 acra da tarde.

-
qaartaa eiabbadas a
EPHBMERIDES DO MEZ DE JANEIRO.
3 Quarto eresr. a 1 h.. 19 m. e 29 s. da m.
9 Loa cotia as 8 h, e 19 s. da l.
16 Qoarco xning. as 2 h., 11 m. e 15 s. da t.
i! Loa nova as 4 b., 25 m. e 30 s. da f.
DA Oa
VA.
. tfegonda. ega \- fvaU, ; aspar, Balb. eB.
7. Ter^a. S. Luc ; i i oro.
8. Qnarta. S. Se Al <. rphilo.
9 Qointa. S. Ju.i -: Marcionilla.
10. SfXta. S. Goncaio de u, ant*.
11. Sabbado. S. Hygino-o. m., S Honorata .
12. Sabbado. S.,Salyro, Zolicoe Arcadio.
jlARDEHOJE.
uoras e fi m. da Urda.
,. 2 boras a 30 minntos da nniilaig
PARTIDA DOS VAPORES COsTlBlOS.

Para o sol at Alagoaa a 14 30; para o non
at a Granja a 15 e 30 da cada max; para Fer-
nando nos dias 14 dos metes Janeiro, marco,
jolbo, setembro a novembro.
PAP
TT.
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UN 1
CIAL
Rio ile Janein e a
:s
A F.I'l.\D.l.
de dettmbre de 1866.
C nviodu que as sectas do contencioso das
th- .araras de faxenda para boa ordeo>, regolari-
i -. le e ooormidade do servido a seu cargo, se
observe o regulan)' oto annexo desta, faga V. S exe-
cuta-!o provisoriament', notando os Inconvenien-
tes, qoe por ventura apreseotar na pratica o nesmo
regulamenio, a fin de ser posteriormente revisto e
mel de cfflcio; e pelo qoe toca'aos membros 4a
junta por mel de eota, lao^ada em forma de pare-
cer no mesmo reqoerimeoto, offlcio on ootro papel
; de que se tratar, nos segointes termos. Para dar
parecer, preciso doi segointes esclarecimen-
tos............... a bem do servieo publico o
requisito
Com esta eota datada e assignada pelo procora-
dor liseal o papel sera' logo devolvido a' secreta-
ria, e pelo respectivo apresentado ao Inspector,
que iodependente de qualquer outra ormalidade,
resolver' como eoteod r.
Eita disposi;o, teDdo smeote por flm a faeill-
dade e ecosomia do axpediente, nao inbibejo pro-
curador fiscal de dirigirse ao inspector, sendo io
reduiido a decreto nos termos do art. 89 I 3* do ,
decreto n. 870 de 20 de novembro de 1830 aopro-1f.^0,""', por d* S?V DCS ,errao do,"V
vado pelo art. 12 J 10 da lei n. llii de 27 de ;" ^_!ciSl..i- ?Ze,_d.?? le novambro da 1851
set-mbro de 1800.
Deus guarde a V. S.Z icarias de Ges e Vas-
conreilos. Sr. cooselheiro director geral do
contencioso.
Regulamento das thesonrarlas
te l'izend a que ae refere
;tIso de 9-A de dezembro de
isee.
CAPITULO I.
DA OBGAKISAGXa E ATIUBIQOES DAS SECQ5ES
DO CONTFNCIOSO.
AM. IH< sec^oes do contencioso das thesoara-
*rias de farnda creadas pelo decreto n. 870 de 22
de novembro de 1851 estfo immedlatamenle sujei-
tas aos respectivos chele*, que sao os procuradores
uscaes das mesmas thesourarias. (Decreto citado,
art 13).
Art. 2. as provincias em que houver ajndante
lo procurador da faieoda de 1* instancia, como
permute a lei o. 243 de 29 de novembru de 1841 a
eccao do contencioso da respectiva Ibesouraria,
ser immediatamente regida pelo dito ajodaote,
conforme as instrucco 'S, e rleos do procurador
fiscal, que, todava continuar a ser o seu che-
le. (Decreto o. 2344 de 29 de Janeiro do 1839
art. 17).
An. 3.* O servieo do expediente das seccSes do
contencioso ser feto em cada tbesonrarla pelos
empregados, que o inspector, oovlodo o procurador
i-cal, designar entre os da secretaria e contado-
ria. (Decreto n. 870 de 22 de novembro de 1851
art. 14 e n. 2343 de 29 de jtueiro de 1859,
At. 17).
Art. 4." Ui empregados de que traa o artigo
antecedente, urna vez designados, nao poderao ser
retirados das seccoes do contenciaso seno por ne-
cessidade do servieo em tuira estacio da tbesoura-
ria, ou se a sua permanencia ns seccoes se tornar
inconveniente, ouvidos em todo o caso os procura-
dores Oscaes.
Art. 5.* Para o servieo externo de cada secrao
do contencioso o inspect r da theso raria designa
ra um continuo, correio, ou servente, o qual ficar
immediaumeDti sugeito ao respectivo procurador
fiscal.
Art. 6.* Os procuradores fhcaes poderlo chamar
para os auxiliaren) nos trabalbos das seccoes do
contencioso, os solicitadores do jolzo dos (eitos
oampre que o trabalbo especial a cargo destes em-
preados o peimillir.
Art. 7.* as seojoes do contencioso das thesoura-
rias incumbe:
5 l. Fazer e registrar a correspondencia offlcial
dos procuradores scaes.
2." Escrover os termos de arrematare?, Hin-
cas e contratos em que for parle a fazenaa pu-
blica.
3.* Organisar as relajea dos processos execu-
tivu?, e de uatureza diversa e quaesquer outras
que o procurador fiscal deva remetter a directora
geral do contencioso, na forma da le, e das ios
truegoos da mesma directora; e fazer qualquer
outro trabalbo relativo ao contencioso judicial do
estado a cargo do mesmo procurador. (Decreto
a. 870 de 22 de novembro de 1851, arL 13.
CAPITULO II.
DAS ATTRIBUICOES DOS EMPREGADOS.
Art. 8.* Ao procurador fiscal, como ebefe da
seccAo, do contencioso, comoete, alm das atiriboi-
c5es mencionadas no art. 33 J 1* a 8 do decreto
o. 870 de 21 de novembro de 1851.
I Desempennar e fazer desca peonar as func-
r-'s mencionadas no artigo antecedente.
i Fazer sem dependencia de ordem ou autori-
saco superior todo o expediente, qoe fr neressa-
rio para o bom deserupenho das ditas fonecoes, e
que Ine encumbe o art. 33 I* a 8* do docreto
d. 870 de 22 de novembro de 2851; e dar lustrue-
:/< s a seus ajudaotes, e aos demals agentes da
lazenda pobliea, que pelas dlsposiio;s em vigor
lhe esliverem subordinados, podendo exigir direc-
tamente das diversas repartieres e funecionarios
pblicos, iodependente de officio ou ioterveDco do
inspector, informaedes e quaesquer esclarecimen-
tos, de haja mister, bastando, para resalva das es-
ticdes da thesuuraria, a carga nos respectivos pro-
tocollos, qoe ser assignada pelo procurador fiscal,
ou por seu ajndante, ou pelo empregado da seecao
que r para Isso designado.
Fica eiii-ndido, porm, que o pedido verbal on
por escripto de esclarecimentos ou informales
ser sempre dirigido ae ebefe da eslacto, ou re-
particao que os deve foraeeer.
3.a Remetter anoualmente at o fim do mez de
Janeiro, ao director geral do contencioso dotbesou-
ro nacional um relatorio cireumstaociado dos tra-
balbos da respectiva seecao durante o anno deccor-
rido, expondo o estado em que sa acbar a mesma
seecao, e o contencioso judicial do estado, e indi-
cando as medidas, que entender convenientes.
Neste relatorio enunciar o seu juno motivado
sobre as causas que tecbam influido para a malor
on menor arreeadaco da divida activa da Naci
indicando espeefflcadamente os abusos e os meios
de corrigi-los.
A.* Remetter mensalmente ao inspector da tbe-
sonrarla com as declarares que entender necesa-
rias, copia do ponto dos empregados da seecao a
<]ual Ibe ser para isso apresemada pelo ajudante,
onde o houver.
8." RaoolatUr o fornecimeuto dos objeclos pre-
cisos oo expediente da seecao.
6.* Dar todas as providencias, que couberem na
sua aleada para que o servtgo da seecao se faca cem
a devida ordem, e, no seu desempeobo, sejam lis-
calisados com todo o zelo os inleresses da fazenda
nacional, podendo para advertir partienlar, e publi-
camente os empregados sob sua direccao, e repre-
sentando ao Inspector di tbesonrarla, e ao governo
imperial, por intermedio da directora geral do
contencioso contra aquellas a respeito dos quaes
sendo improfleoo esse meio convenha empregar
medidas mais severas.
Art. 9. Paraobterem os esclarecimentos einfor-
maces de que trata o artigo antecedente o. 2, os
procuradores Oseaos deverio em regra geral lan-
zar margem do requerlmento, offleio, memorial
oa ostro papel, qoe motivar a ensenen, o seguate
despacho : Ao Sr......para informar.
Esta frmala, porm, nao ser empregada:
1.* Para com os membros da junta da thesoc-
raria,
2. Para com o presidente e chefe das reparti-
eses da provincia civis, militares e ecclesiastieas
nao subordinadas tbesonraria de fazenda.
j nico. Qaaodo para dar sea parecer o proca-
rador fiscal necessilar de novas InformacSes e
esclarecimentos, qne dewm, flear constando do
processo, e dependam de qualquer dos funeciona-
rios comprebeaaidos as excepcoas previstas, po-
der requisita los, pelo qoe toca ao presidente e
cheles das reariic5es nao subordinadas a tbesou-
rana de axeda por meio de cota lineada digo por
ia contina em seo inteiro vigor.
Art. 10. Ao ajudante do procurador da fazenda
de 1.* instancia as provincias compete.
!.? Dirigir i inmediatamente os trabalbos da sc-
elo do contencioso, segundo as instroe;5es e or-
dem do procurador fiscal respectivo, devendo as-
sistir diariamente a elles, salvo o impedimento
pelo servieo relativo ao juizo dos feto.
2.* Ter em boa ordem, fazendo emmassar, rota-
lar e gnardar em lugar proprio, ou livros, docu-
mentos e papis di seecao do contencioso.
Os livros e papis lindos quando o expediente
ordinario da seecao os dispensar, serao recolhidos
I ao carlorio da inesouraria e ah devidamente ar-
chivados, fazendo-se a competente carga ao carto-
rario oo respectivo protocolo.
3.* Organisar as relaces semestraes, que sero
assigDadas pelo procarador fiscal e remedidas a
directora geral do contencioso, e bem assim for-
necer ao mesmo procurador fiscal os esclareci-
mentos, de qae este precisar para o relatorio qne
conforme o art. 8.* n. 3 devera' remetter a dita
directora geral.
4. Organisar e fazer organisar os ndices e re-
pertorios necessarios de todos os papis que exis-
tirem as secedas do contencioso, e bem assim o
assentamento geral de lodos os processos a preca-
lorias da fazenAa, no qual se irlo notando todas
as oceurreocias al sea l?rmo final art. 19 } 4.*
a 7.
5.* Organisar ou fazer organisar nm ndice ge
ral das naneas cora aa convenientes B*peclficacoes
por forma que Ci sempre idea da sua idonedade,
e estado, e da garanta qoe ofTereeerem a fazenda
publica, e bem assim o das inscriocins das hypo-
tbecas a fazenda publica (art. 19 JJ 2. e 3.)
6.* Tomar n ponto diariamente aos empregados
da seceso, tanto na entrada, como oa sabida, fa-
zendo no respectivo livro as declarares exigidas
pelos factos, qoe oceorrerem.
7. Extrahir o apresentar ao procarador fiseal
oo primeiro dia niil de cada mer, a certido do
ponto, depois de julgadas as fullas dos empregados
que as tlverem pelo inspector, afim de poderem os
mesroos empregados rec*ber seus veneimentos.
8.* Autbeoticar com a sua assigoatora sob a for-
mula do estylo, as coplas dos documentos e papis
ofllciaes da correspondencia, oa axpedieate da
secec, e assigoar as certldSes dos papis e livros
existentes na scelo depois de subscriptas por
quem as passar e de satiafoilos oa emolumentes
devidos, mediante guia passada pelo mesmo aju-
dante da eslacao competente.
as ihesoorarias em que nao houver ajudante,
ficam estas incumbencias a cargo do olQcial nalor
ou offlcial da respectiva secretaria.
As certiddes serio requeridas ao inspector da
thesouraria que as podera' mandar passar uzando
da seguinte formula : Passe, nao bavendo incon-
veniente.
1.* De termos de flanea, contractos e outras obrl-
gaedes.
2.* De ndice geral dos responsaveis a' fazenda
por flaneas, contratos on outras obrigaroes.
3.a De mscripQes de hyoolhecas a faxenda pu-
blica. (Circular da directora geral do conten-
cioso n. 55) de 4 de oqtubro de 1866 e modelo an
nexo)
4.* De assentamento* das cansas execnlixas da
fazenda. (Circular da directora goal do cooten-
cios9 d. 585 de 15 de outabro de 1S66 e modelo
annexo)
5.* De assentamento das cansas de natureza di-
versa. (Circular citada.)
6.a De asseolamente dos mandados e preca-
torios expedidos para fra da provincia. (Circular
citada.) v
7.a De assentamento dos mandadas e precato-
rios, expedidos aos oellectores e oolros agentes da
fazenda oa provincia. (Circular citada.)
8.a De registro de cilicios e portarlas expedidos
para fra da provincia.
9.a De registro de offioios e portaras expedidos
para o interior da provincia.
10. De registro dos pareceres do procurador ti/-
cal.
11. De protocello geral oa de ootrada dos pa-
pis na seceaa e sahida para a secretaria, para a
juntt da thesourjria ou para outras e-tacoe?.
UOVERYO DO BIP1DO
'SEDE VACANTE.
O Exro. Rvin. Sr. internuncio apostlico acaba
de autorisar o Eim. e Rvm. Sr. Dr. vigario capi-
tolar para dispensar os oradores constantes da r-
laco abaixo transcripta, nos impedlmentus de aftl
nidada lcita em priineiro grao igual da lioba late-
ral a do segando grao attiogente ao primeiro da
consangoloidade da linha lateral.
Esl.s petieos podem ser procuradas na secreta-
rla do bispado no palacio da Soiedade.
Aotanio Rodrigues de F.eilas e Thereza de Ja su
Boaveolura.
Flix Jos da Costa e Francolina Mara Be-
zerra.
Jos Caetano de Faria e Antonia Rita da Con-
ceicJlo.
Manoel Leandro de Faria e Paulina Francisca de
Faria;
Joo Moizinho de Pontes e Grtrudes Mari da
Conce'Co.
Joo Ferreira Mara e Jjsepha Mara da Con-
ceigao.
Joo Gdncalves da Fonsuca e Marianna Joaquina
da Conceicao.
do inda presos 6,>, entre os quaes existem : Fran-'Srs. denata'os Rosa Basto
cisco Aoioaio da Oliveira, casado com 11 flihos ; "' -
menores de 12 anuos,
. o coja muiher nao vio
reelama-ln por haver eulouquecido com a noticia;
Maurino Gonzaga de Lixa, as mesmas cireums-
Uncias; Jos Vicente Gomes com 5 aooos de iade
e com oito liltio anda menores, e muitos oulros
em idnticas circumstaocias.
Segundo nos infermam, tem ease batalhao sera
pre dado os contingentas que lhe tem sido pedidos
quer duraote o lampo do eommando do Sr. Pires,
qoer do do Sr. Silvino, em numero superior a 121
pracas, aim de crescid numero de voluotarlos
para os Ia, 2o e 3a batalboss aqu organisados ; e,
estamos certos, anda agora se prestara a foros-
cerumnoyi contingente, sem que fosse preciso
proceder-so da forma porqna se fax.
Vem a propisiio desse triste (arto fallarmos do
desabrido recrutamento que vai tendo logar na ci-
dade. Para essa terrival atropello chamamos a ai
leoco da primeira autoridade da provincia.
Bam jbamos que mistar mandar gente para
o lol, e somos os primeiros a recoodecer qoe a
santa causa pela q-ial pugnamos neeessita de de-
fensores nos campos do Paraguay; mas coovm
que se empregue prudencia e moderaco na tris
fa* r, I w r"^"" y< Jos Marques da Silva e Florinda Maria da Con-1 tissiraa taref* da recroUr, e que se nao pegue, s
celcao
EstevJo Lacas
Evangelista e Joaquina Gomes
12. De prut eolio de remessa dos papis para a dos Prazerea.
secretaria e qoaesquer oolras estacees de fatenda. | Joo Francisco de Oliveira e Mara das Dores do
13. Do ponto diario (as secgoes em que houver Espirito Sanio,
ajodaole.) jjs Bernardo P.-reira e Maria Francisca da
14. Do extracto meosal do ponto (as seccSes Concelcio.
em que houver ajudanti.) jJS Bezerra Severno e Tnereza Mara da Ct n-
Arr. 20. Alcm destes livro, poderao os procu- ceijo.
radores fiscaes crear os que Ibes parecerem con-1 Manoel Joaquim Mara e Bernardina Maria de
9.a Exercer todas as atlribuieSes do procarador
fiscal as fallas e impedimentos desle, oa quando
for designado para o substituir (Decreto de 22 de
novembro de 1831 arL 34 lnsiruceoas de 9 de
agoste de 1866 arts. 2.a e 4.a)
Arl. 11. as provincias em que nao houver aju-
dante do procurador da fazenda de 1.* instancia as
funecoss aitribuidas p-lo artigo antecedente a este
empregado sero exercidas pelo procurador fiscal
que podera' delegar a qualquer dos empregados
da seceo as que, sem inconveniente do servieo
publico o poderem ser, nao importardo exercicio
de jurisdico.
Art. 12. Aos demals empregados dasseecSes do
ontencioso incumba fazer lodo o servieo dallas
que Ibes for distribuido : devendo guardar rigo-
roso sygillo sobre os negocios reservados que cor-
rerem pelas secgdss, e, no caso de revelaeo, os
procuradores fiscaes o commonicaro aos inspec-
tores das thesourarias a quem Incumbe providen-
ciar conforme a gravidade do caso e suas circums-
taocias.
CAPITULO III.
Da ordem do expedtntf.
Art. 13. as seecdes do contencioso, como as
demais estaces de lateada durara' o expediente 6
horas, comecando as 9 da manhaa e terminando as
3 da tarde.
Art. 14. S no caso de argenela do servieo e de
haver sido por isso o expediente prorogado, pode-
ra' este estender-so alm da hora fixada no artigo
antecedente. A prorogaejo do expeliente podara'
ser ordenada pelos procuradores fiscaes sempre
qae se dr atrazo as trabalbos das seecdes;
ou pelos inspectores nos termos do art. 58 do de-
creto n. 786 de 20 de novembro de 1150; mas
oeste cato sera' a ordem commonfeada aos pro-
caradores fiscaes, e na sua ausencia aos ajudan-
te?.
Art. 15..as seccoes do contencioso regidas pelo
ajudante, bavera' um livro aben, numerado e ru-
bricado pelos inspectores das thesouraria (decreto
de 22 de novembro de 1851 art. 31 g II) no qual
os respectivos empregados, excepto somante os
procuradores fiscaes (decreto citado art. 44, assig-
naro sea nome a's horas marcadas para comecar
e Andar o expediente observando-se o disposto oo
decreto n. 736 de 20 de novembro de 1830 art. 59
(msirareoss de 9 de agosto de 1866 art. 3.a)
as seecS.'s em que oo houver ajudaote o pon-
to dos respectivos empregados continuara' a ser
tomado como actualmente pelos offlciaes malores,
peles contadores, o a pelos inspectores, segundo a
cathegeria da thesouraria, e a estacio a qae per-
teacerem o ditos empregados.
Art. 16. Nenbom do- empregados da seecao se
podera' retirar antes de Dado o expediente sem
permissio do procurador fiscal ou de sed ajddaote,
onde bonver, e aqueile que o Ozer sera' contada
orna falta p-ra a imposico da pena do art. 59 do
decreto de 20 de novembro de 1850, podendo alm
disto ser responsabilizado, se o case o exigir (avi-
so do miDisteno da fazenda de 28 de setembro da
1835.) TiMVJ
Art. 17. Quando acooteca que algom emprega-
do nao possa assigoar o'Iivro, de que trata o arti-
go antecedente, por se acbar, dentro ou fra da
repart^So, oecopado em servieo publico qae nio
eoaveoba ioterromper, lancar-se-ha no dito livro
orna nota, que assim o declare, para ser atieodida
opportanameni, conlaoVse esse dia ao emprega-
do como se hoavesse assignada o ponto. (Aviso do
ministerio da fazenda de 28 de marco de 1831.)
Art 18. Em neohnm caso, salvo o prevista no
artigo antecedente, e o de impedimento per moti-
vo de servieo publico gratuito e obrigatorlo, se
abosara' a grstincacio da exereicio aos emprega-
dos das seccoes, que deixartm da asaignar o livro
do ponto, quer na occasiio da entrada, quer na da
sabida, embora seja justificada a falta contada por
esse motivo. (Decreto i. 2,343 de 29 de Janeiro de
1859 art. 43.) .
Art. 19. Para o expediente cargo das seccSes
do contenciosa bavera' os seguales livros;
veniente-', partecipando-o a directora geral do
coBlencioso.
Art. 21. Os livros de que trata o artigo antec-
deme ns. 8 e 9, polero ser rediuidos a nm s oas
seccoes onde o expediento nao avoltar.
art. 22. Todos os livros mencionados do art. 19
e;o aberios, numerados, rubricados e encerra-
dos pelos procuradores fiscaes, excepto o de termo
de flaneas e cootratos, e o do ponto, qae o sero
pelos In-p clores das thesourarias na conformlda
de dos arts. 31 I II e 33, 8- do decreto de 22 de
novembro de 1851.
Poderao porm os procuradores fiscaes autori-
sar os seus ajudantes, onde es bouver para pro-
cessarem aquellas de laes livros, qae o possam por
elles ser sem ioconvenlente.
Arl. 23. Os termos de flanea sero lavrados pelo
empregado da seecao, que for designado pele pro-
curador fiscal e assignados por esta e pelas par-
tes interesadas depois de lidos perante ellas, do
qne se fara' expressa meoco nos mesmos termos.
(Art. 19 | Ia.)
| nico. As bypotbeeas legaes e onvencionaes,
e suas iuscripedes; os depsitos de numerarlo, de
apolices ou outros ponbores sero notados no livro
competente a margem dos respectivos termos, e
se Bao os bouver, sero transcriptos em resumo
oo mesmo livro.
Arl. 24. O iodice geral dos respoasaveis com-
prehendera' por ordem alphabetica o nomo dos
mesmos responsavei, com a indicado da raspee
liv obriga;ao, Mja qoal fdr a sua natureza, a
indispensave referencia, nio s a pagina do livro
de termos de flaneas e contractos, onda so acbar
lavrado o termo eu contrato, ou transcripta a
sumroa da bypolbeca convencional on outro lta-
lo d'onde se derive a obrigacu; mas tambera
a do livro de inscripcoes de hvpotbecas (art. 19 J
Art. 25. A escrlptaragao dos livros ns. 3, 4, 5,
6 e 7 do art. 19, se fara' segundo os modelos re
medidos pela directora geral do contencioso
para uniformidade dos trabalbos das ifferentes
secc5es.
Arl. 23. Os livros de ponto diario e sea respee-
livo extrasto meosal ( art. 19 13 e 14 ) sero
escriptarados conforme os modelos dados pelo
ihesouro. ^Circular a. 22 de 28 de maio de 1863.)
Art. 27. Os empregados incumbidos deeserever
os protocollos da seecao do onteneioso rubricarlo
nos da secretaria oo de quaesquer ontras estaedes,
as verbas de remessa dos papis, que forem en-
viados a mesma seecao, a qual pelo mesmo modo
sera' exonerada dos papis, que remetter as de
mais estacoes.
Art. 28. Todos os papis, que beaverem de ser
presentes os procuradores fiscaes, todos os qae es-
tes tiverem de enviar a qualquer esiagao da the-
souraria da fazenda en a seas empregado?, por
qnalquer necessidade do expediente das seccoes do
contencioso, sero sempre remettidos debaixo de
protocollo, no qoal especficamente se mencione o
numero, natureza, qnalidade e objeeto dos papis,
e data da remessa.
Este laocameati assigoado pelo empregado com-
petente da esta;o qae enviar os papis, sera' ru-
bricado pelo da estacio que os receber incum-
bido da escripturaco dos protocollos, precedeodo
a' robrica a palavra-recebi, e praticando-se de
igoal modo por eeeasio da devologio.
Ficam prohib ios os offlcios osados em algatnas
thesourarias nos oasos de qoe trata este artigo.
ArL 29. A remessa pela thesouraria das contas
certides e outros ltalos de divida para serem
ajoizados se fara* tambera por meio de protocollo
na forma dos artigos antecedentes, lanzando para
isso os inspectores oas relacoes sob as quaes de-
vem ser elles enviados da eontadoria, o seguinte
despacho : A' seceo do contencioso para os devi-
dos elfeitas.
Art. 30. A disposlgio dos arts. 27 e 28 nio com-
prebende o easo.
1.a De materia reservada.
2.a De coovir, attanta a importancia e qnalidade
do assumpto, dar aos procuradores fiscaes ins-
irnceOaa, oo fazer alguma recommendagio a bem
do servieo.
3.a De representacao dos procuradores seses
os inspectores sobre qualquer objeeto concernen-
te ao servieo publico.
ArL 34. Nos casos, em qae es procuradores fis-
caes lenham de ser oovidos oa reqoerlmeotos de
partea ao outros qoaesquer papis Ibes irlo com
vista ji informados por todas as estaeSes e 'anecio-
nanos a quem competir esclarecer o assumpto de
modo qae os procaradores fiscaes dlgam de seo
offleio sempre em ultimo lugar.
ArL 32. Os procuradores fiscaes logo que de-
rem o seu parecer devolverlo os papis aos ins-
pectoras na forma e pelas asios indicados n&s
tris. 27 e 28, salvo quando entenderem convenien-
te oa deverem na forma da lei apresenu-los
junta da thesouraria.
$ 1.* Antes de serem os papis levados a' junta
devera' o sen destino ser notado na seecao do con-
tencioso no livro de entrada e sabida, dispensndo-
se o sen iancameato do protocollo especial de re-
messa.
| 2.' as seecdes da joota sero relatados peto
procurador fiscal os papis em qae tiver dado pa-
recer.
Art. 33. Os procuradores fiscaes eserevero,
sempre que fdr posslvel, o sea parecer nos pro-
prios papis, qne continuaran! o despacho do ros*
pector, e quando os derera em papel separado as-
sim o declararlo no reqoerimeoto, offleio o pa-
pal em que estiver o despacho, datando e assigaan-
do esta declaracio. o i
Rio de Janeiro, 24 de dezembro de 1867.
laekanus de Gees t Vteoncellot.
i al .
Breogoel da Silva e Igoaz Maria da
de Souza e Rosaloa Tbereza de
.
-
un
. (B. i
Jess.
Joaquim
Silva.
Joo Tavares
Jess.
Joaquim Alves de Sjuza e Jjsepha Maria da-Con
eeico.
Aotonlo Joaqun de Mallos e Francisca Maria da
Coneeoio.
E mals doas dispensas.
COHHAMJO das armas.
Quarlel general do comroiade das armas de Per-
nanibuco, nacida e Jt Hfcif", 3 de dezembro
de 18B7. .
ORDEM DO DIA N. 401.
Tendo sido desaquarlellado o 4a batalbo de in-
famarla da guarda nacional do municipio do Recife,
qua desde o Ia de juiho do aooo prximo lindo, fez
com outros egrpos do mesmo raioiciplo a gaarni-
cao desia cidade, o brigadelro commandante das
armas di um lesiemunbo de jusilga, declarando
que este baialho muito bem se comportoa durante
o seu longo aqosrlelameoto,
Oasseio com qne se apresentou as paradas, a
disciplina e pratica do servieo qoe adquiri, devi-
do nao s a boa.vontade com que os guardas se
prp.uar.iro ai exigencias do mesmo servieo, como
principalmente aos esforcos do sea digno coraman-
aota o Sr. ttmenta-coronel Silvioo Guilherme de
Barros, e de sea briosa offJcialidade, aiiestam o es-
tado lisocgeiro em que seaclp, e o bom concelto
que forma o eommaudanle das armas desse corpo:
igual conceito Ibe merecem os dema's carpos que
na falta de tropa de llnha, correrarn presurosos
a chamado do goveroo para substitu la.
Multo tam elles f lio ba tres aooos e muito tem
o governo a esperar ainda do patrjollsmo que os
distingue. A guerra do honra que o Brasil sus-
tenta contra o tyrarnoa do Paraguay exige a con-
tinuado desses servias, e o commandante das ar-
mas fundado nos honrosos precedentes que enri-
qucela a historia patria no passalo e no prsen-
le, conu que o goveroo achara na briosa guarda
nacional de Pernambuso, o valioso apoio de que
tanto oecessila para levar ao cabo urna cootenda
qoe lermiu.ra' gloriosamente com lama maior ra-
pidez, quaota r a somma de sacrificios que ella
flter, desprendendo de si desde ja' o numero de
prajis designadas que for pedido para o servieo
da guerra.
Se grande o sacrificio maior sera' a gloria e e
provello que dalle resulta para o Brasil; e Per-
nambuco que sempre mareou na vanguarda da
elvilisaco e da llberdade, qo tem dado irrera-
gaveis provas do sea patriotismo, que lem visto
com o saogua da seus tilbos ante as muralbas das
fortifieacoss do (yramno, uo querera' por ceno
que este saogue precioso se torne infructfero,
denando, por falta de mais nm esf jTqo, de con
correr para a prompta concluso daoonienda, qoe
nes fara' respeitados dentro e fra do paiz.
(Assigoado) -Joaquim Jos Gongalves Fonles.
Contorne.Emiliano Ernesto de Mello Tambo-
nm, tenenle ajudante de ordens encarregado do
detaibe.
PERNAMBUCO
,"
REVISTA DIARIA
No sabbade 4 do crrente, por volta de 11 bo-
ras da manba, ia tendo lagar, do quarlel do cor-
po de polica, nm lerrivel disturbio, entre algons
offlciaes e pracas do 4a batalhao de infamara da
guarda nacional e o commandante do corpo de po-
lica.
Ao dsixar esse batalbo o quartel, depois de seis
meras de servieo na sexta-feira a larde, furam
mandadas ficar nelle, t lulo de destacamento para
Fernando de Noronha, 160 pracas, por ordem su
perior, sendo conservadas dorante o reslo da tarde
e noote em llberdade dentro do edificio.
No sabbado, porm, pela maoha foram man-
dadas recolber as prisoes pelo Sr. commandante
do corno de polica, declaraud)-se-lhes ento qoe
erara guardas designados para o servieo da guerra.
Sendo a maior parte dalles casados e com Albos,
reelamaram em altas vozes, recusando se a entrar
para as prisoas, sendo nisso ajudades por grande
numere de pessoas suas parentas, que se aehavam
oa parte exterior do quartel.
Cnagande isso aos onvidos dos Srs. eapltes
Francisco Josa Viaona, Manoel Juvenclo Bezerra
de Menezes, Obrystovao Santiago de Oliveira e
leme Antonio da Rocha Accioli Lins, vieram ao
quartel ed'ahi foram casa do respectivo com-
mandante do corpo, o Sr. Silvioo Gullherme de
farros, exigir qoe te pozessam em liberdad
aquellos dos guardas que se acbassem nos casos
da lei.
Durante esse lempo o poriio do quartel, a porta
da casa de residencia do Sr Sil vino e quasi todas
a; raaa do bairro de SaMo Antonio eslavam semea-
das de mnlOeres, meatoos, velnos, paes mees e fl-
Itios menoros dequelles infehzes, irabidos de urna
manatra atroz por aqueile que deveria ser o pri-
meiro propugnador deseas direitos.
Nao querendo o Sr. Siivjno altender ao que ibes
expaanam os Srs. eapltes cima referidos, vol-
tarart'estes ao quartel, ah declararam- que se res-
ponsabllisavam pelos seus guardas, afim de conti-
nuaren) a estar como at ento com o quartel por
menagem ; ao qoe nao quu acceder o Sr comman-
dante de polica, bavendo ento urna dlscusso ca-
lorosa o inconveniente, sendo afiaal recolhidos os
guardas e mandados presos para a fortaleza das Cin-
co Pootas os offlciaes sopra.
Mais tarde o Esm. Sr. presidente da provincia
todou por em liberdad 95 desses guardas, tkaa-
tartos e as direitas, pas de familia carregados de
filhos, e oolras pessoas que as lels vigentes lem
isentado do servieo militar.
Q h se comrn.ttem immensos abusos nossa
couviegao ; e chamamos instantemente a atteoe.lo
da presidencia nosenlidu de melhorar-.se esse esta-
do, que de coraijao desojamos nao seja funesto i
provincia,
Anda orna observarlo compre-nal laxer acerca
do Sr. commandanie do carpo policial, a nosso ver
bastante implicado oj triste aoatecimsnlo de que
cima nos oceupamos.
Teims ouvdo bastantes queixas formuladaa con-
tra S. S. a proposito do modo por que S. S. se diri-
ge s pessoas a qaem lem de dar ou eommuuicar
ordens.
Nao censuramo?, apenas observamos S. S. que
s pess-aas da sua posigao eumpre empregar pru-
deicia e eircamspecgo na dlrecco de seus traba
Ihos, e no seu expedanle para com aquellos que se
Ibe dirigem.
Ioformam-nos do Cab) que grassa alli como
epidemia a varila, lando ji feto algomas victi-
mas ; oo entanto anda nao apparecram providen-
cias alli, onde nfn ba um medico, apezar da sua
proxlmidade ao Recife II
Recommendamos aqoella localidade s autorida-
des a quem compre vallar pela sa-le publica.
A thesouraria de fazenda no mez fiodo fechon
a substituido das notas de tO e Si sem descomo
com a importancia de 649:445^, qae trocoa pelas
aovas emissoas do goveroo.
Foi aposentad no lugar de contiouo do con-
sulado provincial o Sr. Aotonlo Rodrigues de Ma-
raes, que por seus incommodos physicas o solici-
tara.
Por portarla de 4 do corrate foi nomeado o
Sr. Anton'o Carlos de Lemos Duarte para contiou.
do consolado provincial.
Caegon sabbado, dos portos d) norte e soa
escala, o vapor
Nada adiantou do Ceara' e Rio Graode do Norte.
Da Parabyb i du-nos nosso correspondente, em
2 do crreme :
Foi preso, pelo tenente Domlciano Lucas, e re-
medido para essa provincia, o Sr. Jovino Carneiro
Machado rtios, que ah falli ha 5 anuos com um
debito do cerca de 200:000$. Esta priso loi devi.
da a' ama denuncia dada no Jornal ia Parah/ba.
Tolo por aqu vai na paz, gracas a' ndole
desta bom povo.
A aifandega renden al 27 do passado.......
45:934*203 e o consolado 24:40947.
Eotraram no mercado 4,4-sO saccas de al-
godo.
t Estao a' carga no porto : barcas Ingletas
Presin, Salteen, Deoendole, Critetion, Rowena,
Jane Ure, e bngue Malla.
Pela repartico aa polica foram remettidos
no dia 4 deas recrutas para o exercito.
Cnwrou hontem de Marselha o vapnr fran
cez Bourgogne, com datas al 15 do passado.
Apenas recebemos um numero do Smaphre
di Uarse'.ha, no qual nenharoa noticia encontra-
mos, que mereea menco.
At 29 do passado, dia era que tocou este vapor
em s. Vicenta, anda all nao liaba chegado o
Seine, era viagem a Europa.
A' bordo desse vapor vieram para o nosse
porto II oassageiros, e p-.ra os do sol 630.
Falleceu e foi bontem sepultada a Exraa.
Sra. do Sr. Antonio Valentim da Silva Barroca,
quera damos aossos pezames.
Moradores da raa da Sanzalla Nova, se nos
queixam do_procedimento irregular qae lem os
moradores d'uos casehres dentro do porl3o em
frente do boceo das Mrodinhas, e pedem nos qae
chamemos a attencao do Sr. subdelegado da fre-
guezia do Recife para os aistarbios continuados
qae ah se do.
Lotera.A que se acha a venda
a 50* a beneficio da igreja de Nossa Senho-
ra da Soiedade, que correr quando se an-
nunciar.
Passagelro da barca portuguesa Pertira Jor-
ges, entrada do Ro de Janeiro : Carlos S. des
S.ntos.
. Passageiros do vapor nacional Ipojuca, entra-
do de Acarac e portos intermedios: Tbomaz Jos
de Sena, Henrlque Vieira da Cota, Vicente Ferrei-
ra Lustosa L., Romano Jos Fonseca, Jos Lucas C.
e 1 escravo, Alfredo Waber, Jos Anto Ferreira
Coot) esua familia, Francisco Marques Camacbo,
Malhias Soares de Almeida, Harmiao Egidio Fi-
guelredo, Henrlchy, Anderson, Dr. Joo Zeferlno
Pires de Lima o 1 escravo, Antonio Ferreira da
Silva e 18 nautragos da barca bespanbola Jos-
phiM.
Passageiros vindo de Marselna ao vapor
fraocez Bourgognt: Giovane Cataldo, Giovani
Rizxe, Pasquale Ferrante, Giuseppe Priante, Gen-
naro Hilo, Pletro Nlcola Htdiero, Logi Saturno,
Gaetano Brando, WllUrio Violante, Vincenzo e
Giusepp9 Risole, Manoel e soa senbora.
Segaem para o sol .-Victorino de Sa Alboquer-
qne, Fellppe de Sa A buquerque e 1 eriado.
Passageiros. do brlgoe pOrlogaex Consiente
II, eutrado de Lisboa : Angosto Francisco dos
Santos, Jos Domiogoes, Jos Maria Pereza, Fran-
cisco Prez, Manoel Domiogaes e Jos O mingues
Melledes.
Rpabticao da polica. Extrato da parle
do dia 4 de Janeiro de 1868.
Foram recolhidds a' casa de detencio no dia 3
de Janeiro :
A" ordem do subdelegado do Recife, Cranford
Blalr, Inglez, e Jos Francisco dos Santos, porm-
guez, requisicao dos, respectivos consoles. A' or-
dem do de S. Jos, Jo3o Romo, para correccao.
A" ordem do da Boa-Vista, Antonio Jos Maria Lis-
boa, para correeco.
O cheto da 2 seecio
^G.ieUetqu&a.
CfiOMCi JLDICURK.
t TRiniTVlIi DO COSI.lf RRCfO
ACTA DA SESSAO ADMINISTRATIVA DE 2 DE
JANEIKO DE .1868.,
HaX8roRNCIA DO KXM. Stt.'DBSEMBABOADOB
ANSBLMO FKANCISCO PBBBTTI.
As dez horas da manba, estando reunidos os
. Miranda Leal e bario
de Craangy, o Exm. Sr. presidente declaroa aber-
I ta a sesso.
/.ida. foi approvada a acta da ssaio de 23 da
dezaao do aono prximo fiodo.
KxroiEirr;.
Offleio do Exm. Sr. conselhtlro presidente do
inbuaal do commereio da capital do imperio, da
14 do sobredilo dezemore, remeneado os autos de
revista em que reeorreote Luiz Anioolo da Silva
Ribeiro e recorrido Manoel Jjaqoim Rodrigues do
Soma Acense se.
i ili -io do Dr. Joo Antonio de Araojo Frailas
II 'iiriqu's, com dala de 20 do dito mez, eomaia-
nicando ler nesse mesmo da entrado no exereicio
da vara coramercial desta cidade como seu 1.
sobstiiotoSetenta.
Offlcios (2) do presidente e seerelario da junta
dos eorrelores do 16 e*21, e-de 23 e 28 do a' refe-
r lo mez, a presentando os bolelins commerciaes
dos prtcos correles durante as semanas respecti-
vas.Ao archivo.
Participado do offlcial escriptorarlo Dlnamerl-
co Angosto do Rgo Raogel "de nao poder compa-
recer a secretaria pela noticia que leve do ouilo
de urna sna irmaa.Sciente.
dem do ponelro Antonio Con di Mala, dirigida
ao Sr. Dr. offkial maior. dlzend acbar se aqoar-
tellado com o 6.a batalhao da guarda nacional.
lateirado. .
Aos Srs. deputados foram dhiribudosos seguiu-
tes livros rCopiador de Giminiano Jos da Rosa.
Bailadas e sahidas de James Ryder & CCo-
piador de Joo Perelra Moniinho.-Darao de Mar-
ques Barros & C.-Dito de SchafNtlio & C-Ca-
plador de Antonio Jos Ferreira Mooteiro.
Presentes os livros dos protest >s de letras, varl-
Or-oii se que o do escrivo Albuquerqae linha o n.
I5i5 at 23 de dezembro, e o do escrivo Alves
de Bnto 149S em 31 do dito mez.
Comparecern! Francisco Ferreira Borges, ge-
rente da Companbia Pernambacana, Manoel Alves
Guerra e seu fllho de igual nome como propieta-
rios do armazem sito ao caes confronte a roa op-
posta a do vgarlo, e assigoaram os respectivos
termos de juramento e respoosabllidade, e d9 fiis
depostanos.
O amanuense Chacn representando vorbalmen-
te ao tribunal qao a secretaria achava se sem por-
lelro, por estarem aqoartellados o portelro o sea
ajudante, o Exm. Sr. presidente no.reeou ao offl-
cial de rustica Manoel Joaquim d> Nasclmenlo pa-
ra exercer as uactSes do partelro.Offlciou-se ao
Exm. Sr. presidente da provincia pediudose pro-
videncias a' respeito.
Representando tambero o offlcial escriturario
lanocencio Anluoes de Parlas Torres, nao aehar-
se presente na secretaria o Dr. offlcial maior o
oem o offlcial qje sempre o substllue, S. Exe. o
Sr. presidente declarcu-lbe qae a elle compela
substituir o offlcial maior.
DESPACHOS.
Reqoerimeoto da Amonio Bento de Meleiros,
para se Ibe registrar a sua nomeaeo de caixeiro
da casa commercial matriculada de sea pai Benti
Joaquim de Medeiros.Roglstre-se.
Dito de Themai Jtffares & C. para Igual Hm
qaanto a nomeaco de seu caixeiro Adolpho Aleo-
foradoRegistre se.
Uiio de Jos Joaquim da Silva Gomes, Jernimo
Joaquim Fuza de Oliveira e Jjs Ferreira da Sil-
va, pedindo o registro do addiiaraento feto ao sea
contrato social.Vista ao Sr. deserabrgador fiscal
Dito de Francisco Ferreira Balthar Jnior para
registrarse a copia da escriptora aoie-nupcial ce-
lebrada em 6 de dezembro ultimo por Hmriquas
Bernardos de Oiivelra a sua muiher a favor de
sua fllha D Maria da Conceico de Oliveira com
quem se esposara elle sopplicante.Regstre-se
De Henrlque Oeliliregistro da um documento
tendente a liquidaeao da casa commercial de A.
Schaffter 4 C de quem fora caixeiro.-Reeis;
tre-se. 8
E por nada mais haver a despachar se, o Exm.
Sr. presidente encerrou a sesso ao meio dia.
Caia filial do Banco do
Pernambuco
GALANCETE EM 31 DE DEZEMBRO DE 1867.
ACTIVO.
Letras caucionadas.
Por ouro e prata.
Letras a receber.
De varias proce-
dencias ........
Letras de concordatas.
Valor em cartelra
Ti'fttfos em liquidacao.
Por letras protes-
tadas........... 6iO:iOO38i
Por alcance do ex-
thesoureiro Do-
mingos Francis-
co Tavares..... SJ7:45i489
-----------------1,137:6445873
Contas conentes. "
Banco do Brasil:
8/c.............. 14,794:8913628
N/c.............. 4,982:731*344
Brasil em
5:300JOOO
28:6435827
188:1503597
Saques da caixa matriz e filiaes.
Acetos a dias de
vista...........
Depsitos.
Em acedes, do Ban-
co do Brasil, va-
lor nominal 40:000*000
Em oulros ltalos
e especies...... 11:6983000
9.812:1605284
30O3ooe
Diversos.
Saldo de varias
contas......
Cofre de emissao.
Valor em notas em
preparo para su-
bstitu cao......
Cauta.
Notas do governo.
De 103 e superiores
De menores valores
prata e cobre....
Notas da caixa :
Bensde raz...
-------------------- 31:6983000
79:1>9578
200:0005000
611:6005000
7:9073027
241:2303000
. '

869:7073027
43:43*3869
Rs. 12,407:2893235

l'ASSITO.

I
Capital. '
Valor fornecido
pela caixa ma-
K&>........
Pelas segu dicees, cuja tota-
lidade Igual ao
saldo a favor do
Banco do Brasil,
em conta de re-
messa de notas
a saber:
Valor emcircala-
5o............ 9,833:6003000
dem no cofre de
emi3so........ 200:000300 J
dem em debito da
caixa.....:.... 241:2503000

2,000:0005000


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Letras a pagar.
Por saques di> Bas-
co do Btadl..r-..
DeposUtHl
Peio valor aeraioal
de 200 acedes do
Banco o Brasil,
depositadas pelos
directores desta
caixa na forma
dos estatutos..-
Por outros ttulos
on especies
Diversos.
Saldo de varias-r
..I3K1YOA4
F
~ Ter?a elra f Janclr* Je 1958.
.VIOKM .71*17- OEPTA
300(000
DiciaWot.
Pelos que na* ten
gjdo reclani^o,'. .
Ganaos e ferias.
Lucros sugeiios k
Hqaidsci* t. .?.
Conlas correales simples.
Dlnheiro racebios
)<>.0O0*O00
28:643*827
68: o 13(8*7
JL o-MTV.. Ivllba, eamprl aes Judeus examinarais *e o novo iocoaitaole que o H*o-axobieno, roais talvageai
< lEfastono s-iav de accordo com as antigs tns- qae o M"*sfrU, raiis audaz qua e Amazona,
. TVUT*" lill''f^* h*"-" 1ua a teoacidada cora qoe o mais teoebroso que o foracao, tnais fro que o
[Fariseos, convertidos ao chrisiiaonm, pretendan) t averno, mal* frgil qie o gelo, mais fallacioso
*' 'ftzer valer a.le de Morsa* ao lado do Evaagerho < que Ist*r, mls abrupl) qae o Cauc*o I... E'
692*199* WbASdo-nie a mesrna autoridade, liaba, com ef-
^^^ teito, ora eerto fuolanv nt), _
4i: 553* o 7 i Oamonstra qpe o Apostla comeca por concordar
______J._____ora os Judeaf da GiUcj. ree.nheceoJo comedies
Ri. ,407:S89*35 divwdade da lei de Majaes ; mu que declara
======= que,.desde aorlgem, eotroo as designios do Crea-
O presidente da caixa filial, dor sio conceder a esta lei tenso ama autoridad*
Ignacio Joaqun* de Souza L-ao.'. secasdtria e tecporaria : qu- o flm da lei era dar
O iruarda livros,
Ignacio Nune Correa.
TABELLA DO HtiNDIMENlO li ALFa.VUEA DE PERNAMBL'CO DO MEZ, E BFZK-MBRO DO
CBRENTE AN.NO FLNA.NCE1RO, COMPARADO COM O DE IGUAE IEZES DOS DOUS. AISNOs
LTIMOS. i &8 *'*
aatxet *b 4B
ireHod-eorjsnmSiB' % i
Ditos addieionaes de %......
Ditos addicfohaes dez^/o......
Ditos > iwtdoacao e roex|iortacao .
Ditos Je dlos e reexporta-o para a Costa.
tfAfrie*...........
Expediente dos gneros estraageiros nave-
gados por cabotagem.......
Ditos dos gneros do pnii......
Ditos dos generes livres.......
Armazonagcm..........
Premio dos assignados ..
Despacito martimo.
Ancoragem .
Direitos de 13 % das ciabarcacoesetrangei-
ras que passaoi a nacionacs ....
Ditos de a % na compra c venda das tnnbar
cacSes ............
Exportacao.
Direitos de lo /0do pao Brasil ....
Drrcitos de 9 % de exportado ....
Ditos de 2 %ilem........
Ditos de i % do ouro era barra ....
Ditos de Va "/ dos diamantes ....
Expediente das capatazas......
Interior.
Multas.............
Sello do papel lixo........
Dito do papel proporcional......
Emolumentos..........
Imposto dos despachantes......
Extraordinaria.
Receita eventual (mullas).......
Diziraos da proviacia das Alagoas. .
Ditos da provincia da Paran> ba .
Ditos da provneia do Rio Grande do Norte.
Contrilwicao dexxiridade......
1867 I80S
7no:8175090
105:495 p i8
zztinG
226*tiR
1:162*304
3:5I(3908
3:638(115
2:625(521
(
3:404(300
(
404(730
813:018,5812
(
(
*
7N4(i8
*
BSOJUOO
302*570
.0*000
137*300
1:384*930
18G6 1867
-T->-------------------------------
62z:42l*',03
82:9il7(Jt5
873(137
rmM 4Sf(9
1:0115622
2-.42H5047
l:U16(\3:i
1:0935240
3:137(500
5
11(800
&
180:z
1,127:770(-01
BtSflMWO
2:3M958:ifi
403585a
1:2355269
Alfaadega de Pernambuco, 5 de Janeiro de 1868.
^
1.140-.3655349
(
5
918(640
993(038
:,i'5ibo
2645280
335200
156(200
I8C5 1865
ecDseienca Jo peecado, mu que ido pidla tirar
o hornera do estado do peccado : qae todo aqbe'le
que ealra na le, -egon 'o aordem de Deas, e obri-
gado em virtode di W, a el?r-se ^ciaia deMt,^
procurar a redemueSo n. CS'r sto; que a redemp-
ci tira o peeeido,, qfie o bomem pisto tww oeafi*"
c-r a loz da >i, m-.s que ella por si mesmo Sao
pode destruir r que e>u destrono do-pecodo peo
aibitraria; que os priicFolos da justifleacoex-
posfos ta lei d *ao rejeMadns X qae P^o eostra-
muito T O sectario vomita suas blasplieitalis coa
c tra o verdadeiro Promethso, o Deas Tolo-Pode-
i roto. Si, Marcio, tu s mais odioso que o*
estpidos Hlhos da biriarra ( Mo-tra-m am
caM"r tio hbil era mutilar soa carne corao o
< impio destruidor do mairiuooio ( Qii* ralo do
< Porto se acha armado de daates tio incisivos
t qaanto o temerario que ros o Bvaogelbo T Re-
EM lpiDAQO
te gasa o Sr. Sbares de Aojo, cn|t conducta
xemplir j como emoregaikpablico, Ja' coa|o So-J
mea particolir o Ai'tunse naa capaz de comes- VT
'Veb,,ur ,' : .r,^aB!^^obanco de PernamDuco
JriMQiUi-se, poi, o Sr. Stares-de Aranjo eeeo- A_ ___ .. .
fie q0r. pubu, seo-atq eoatioiu a uter.de %. s.! O Srs. accipoistaft, ppde/e&eber o 3.
o melbor eoaceiio em quaot"a prova do castrarla dividendo (em moeda correte) de 10 o/o do
nao for levada a' evidencia ; irauquilli-se, qae as capital, assim COoao O i.9 O 30 o o, e o 2."
aellas, que Ibe arremssini seas lovcjoso* detrae
lores, Betn de leva e faririo ; traaqullii-se e cooso
le-se, que moos lerrirei ser, rilaaaaaste, aponu-
do Como ammbador d porta, para (aaer-se elei-
eo ; do qus ser apootads coaso autor de ontras
faciobas lucrativas ; traoquilli a* coosola-sc, que
< giao maldita, tea seio vomitn sisa besli mais j meos b rrivel ser despeaseiro de toda a eidade,
cara ao* pbilosophr.?, qae aos discpulos do do qae eoadaiir para o mercado objecto*, cuja veo-
Chrism I O cyolco Dlogeoes, coro a laoteroa slela nao se compadece com os principios dejustica e
mi, prJtorava oulr'ora ora bomem em pleoo] de caridade ; tranqnilli-se econ-ole-se, que me-
dia H i MarciSo, dep .la ae apagado o faeno i nos iojurioso o adquirir por meios lcitos e bones-
da soa f, per den o Deas que tloha achd I Qae tos, do qae loeapletaa-se coa o dloheiros pnblieos,
os nossos dogmas Tjssem os que primeiro sepui- [ a protesto de ser medico dos pobres, que collados I
t m, ts et>s leas ai- cralos, to podis negar;
i tuas cartashi estn para atiesta lo I Que falta,
* pois, para proclamar-te berege, visto cemo, de-
384:8i9(oi3
81:709(802
1285407
149(362

98453
4:0935' l:33b(3^5
2:166580
3:125(400
5
100(000
1
118:1445576
(
5
(
2:049(880
681(470
4935*00
23I5<<23
655800
73(000
rio sao plenamente lecniecidos pela dolorosa Pal- seTtor deross creabas passida, abracasie opl-
xSordO Hmem-fteu!', /ue MbTt jo a hamanidade
do estado da culpa de que ella folia eonsciencm,
mas qae sao liana metes de aabir delta.
Demonstra que pela doutrina do mesmo Apost-
lo, a redampcao di' p'inciparmente i adopeo di
vioa ; e que as gracas extraordinarias do Espirito
SjuIo seo os penlores desla adopcao : qae esti do-
pa cooseqaeoeia da redempeo esta de tal modo
cima de ludo o que o ttomem pode por si, (u em
virtde da lei judaica que todas as d ffereacas bu-
raaoa desipparecem diaote delta, e queja nao bu
oem judeu, n-ra gento, aero e.-cravn, aun bomem
livre, mas que todos sao um em Jasas Cbristo :
qoe para participar da rederopco necessarlo f,
e para que a i fosse ligada a um sigas! eerto e
infaHivel, fui instituido e-r-aptlsmo como meto eer-
to de garantir ao'homem que elle tera parte no
doplo frucio da redempeo divina : que pela f e
pelo bapllsam eot a o cbrisiao no goso de neos que
o israelia c?o p6do attiogir, alada mesmo pela
miis escrupulosa i.barvancia da lei : qae todo
aquella que preleade ler f ere Jess Cbrlsto, e to-
dava qoer alo 'a observar os meios puramente
symbolicoj e preparatorios da le, como a clrcum-
cisao, creado qae*em esta observancia nio mo-
ralmenle punQcido, descoohece esencialmente a
redeaip;io ; sujeita-se a urna dora eoravldo, e
corre o perigo de tornar va para si a ebra de
Cbnsto.
Demonstra que Cbnsto da' aos fiis creles ama
vida nova pela virtude divina : que receber esla
graca eolrar na liberdade do lilhos de Deas ;
niflo.s, qae nao linios d'antes 7... (8)
Quebrando o seo navio comra o duplo escolho
de Bospboro, o piloto do Ponto imaginou dons
deases: nm Deas qae nao pode negar, isto o
Creador, o Dea dos cbrlstaos, e outro, que f
existe na phaotisia da Marcio t Deploravel in-
venco do orgnlhj I
c O fundaTieutoda lspota entre mlm e MaiciSo
versa sobre ama qaestso de numero : E" par-
mittido iQtroduilr daas diviodades T > G utn cia-
mos Ja as liberdades da poesa, as liberdades da
piotura; nao conbeciamos anda as liberdades
da bersla 1
-n at (Coii'inuar-se-ha.)
Correspondencias

899:2705517
2:67.-5944
9:9155*1
2:10(20
65(105
192:734(101
-670:33s'5*34
5.88'1(550
11:97*5288
2:G0o('i88
453(:J30
691:250(710
O 2o escripturario,
Htnrique Gomes de OUceira.
Communicadcs
(Polmica religiosa.
Prega a paluv/a, insta a tempo
t {ora ifc lempo: reprehende, ruga,
admcsta c^m oda a paciencia e
douiiir.i. Porque vu temno em
que m*ttos homens nao tfrerio
a san doutrina, mas, teniu cohh-
chaamsouDcti>s acaunutwio pa
ra h mestres conforme aos stus
de*%os, e otsim apnrtarao os ou-
cidus daiKrdade e os cpplicato
na doutrina dos dons principio?, am bom e ooir>
u eut e os quaes3 divide o imperio do mundo.
Aigansecriplores asseguram qae MarciSo ebe-
goa a pbaataiar tres principios : nm bom, que- o
p^i de lesos Cnri-to ; am ma, qae o diabo i um
lerceiro que flujlaa entre os dus primevos, qae
o Creador do mondo. Tambera adasittio a me
tempsyeose, e a et-irnidade da materia.
Susieoiava (jo* Jess Cnristo era em ewte phan-
tastico, qoe nt< leve seoao appareseta dec^rne :
que sen osscioeoto, sotlrimeqios, morU*, t resur
ref^o, foram por igoal mera* apparencias. Aceres
centava, seguado o lestemunbo d Santo Ireneo,
qee Jesus'Gnrislo, descendo aos tufarnos, de l ba
m yrado somente a alma de Can, dos Sod^mi-
Us, e de lodos os peccadores qae o linfea ji prece-
dida, e qae na tetra naviam obedecido s Itis do
s fbulas.
(S. Paule, 2' a Tmot. c. IV, w, 2, 3 e 4).
Si akaem di.ser 00 eror que o prtMMSs creador"; So~s*^d^*Wri"Bo
o Deus 4a le amiga dilereole t^smos as almas de Abel, de No.de Abraba e
3o Deus da lei evaogshcj, seja ex- dd ludos ut aQlig0s justos, porque tinbam des-
communiiado.
Si (ju dncrit, ve', credid'rit al-
obedecido a essas mesmas leis. Susteolava, alm
disto, que n.'i andar dos tempos, has-ia o Creador
lerum-Beum esse pn.coe legis, al- 0e envl terum bcangeuorum, ani'Mema \ para os resgatar, segunlo es vaticinios propbe-
s'1- neo?.
(Concil. de Toledo.;
Gsherefcs alis igreja.
.Quodeliam per ttacretitotuin ie-
senHones fides ealhelica roboretnr.
(S, Agost. Civil. Del, I.
XV|il,(ay.0l).
Vendo o dtabo abandonirem-se os teepii* do
demonios, e correr todo o mondo ao neme do S il-
vader a do Uediador, su-eita berexes que comba-
tam sob oeomc decbr stao, a douinna c^thoii guile nao liaba Moy-s na coma de divindade ins-
pirado 1(1)
Esi* intaraal neresia fraocli non-se em murtcs
ramo, qae teoderam-se a flom, ao Egypto,
Nao -consta que Marcia escrevesse livro, alm
da um Tratado que Ktuieloa Antitteses, no qaal se
esfor.CDu por mostrar a opposi^o que.exile enire
a aoiiga le, e o Eangelh >, eutre a severidade das
leis a Moyss, e a doeora das de Jess Cbristo ;
sustentando que a meior parte das primeiras eram
inj-iias, cru-ls, e absurdas ; -iu 11 a concluir
de.*a flso presupo^to. que o Creador do mondo,
(|e filia no Amigo Tesiameoto, nao pode ser o
mesmo que envos a Jesu Cbrlsto ; e por coase
como si poe5e Iraver na cinde de Dcus pessoas de
sentimentos eomrarlos, qaaes os pnilosupbos da ei
dde de coiifo-.i, que nao raro combalain-se re-
ciprocamecie. assim quena igreja da Jasas pjle-iin*, I Syrle, a Persla, e a i'lha de Ctiypre.
em opiniOas ms e p-n- Oj Marcianisias pr. priamente ditos se disliogciam
Christo todos os que liverem
gosas, si, dep ns de advertidos, aellas recalcitram e
recusam ebjnrar seus dcgivias peroieius s f.ieem-se
hereges; e orna vex segregados da igrtja, ella os
considera como^oimigos que servem para nercilar
a soa paciencia. Mesmo liereges, nao dejxam de
ser uteis aos verdadeiros caibol eos, que sao os
membros de Jesos Cbrtsao. E' qae Deus serve-se
alada dos mao.-,coLOdeleln,para provcKo dos qc
o amam. de falto,se|a c.ui lor o erro qae cegu
es inimigosda igreja, aame-os qu1qatr paixao,
desde qaa podem rorporemenie Qigi-le, aterxr
tam-lbe a pacieacla; 9 Qcando. a combaten! sq Cq n
os seus maus beutim-.aios, exercItam-lDe a satiadi-
ria. Ma-, como quer que -seja, sewpre Iba do ato
bsoavoleucia ou a geeros da la para cun le>,
ou os combala em coafereocias da paz ou coate-
cipliaa t-rnv-:!. E eis porgue o diaba, o pnoci^e
da eidade dos impos, tta de sempre embada esci-
tar os sette frobdilos cuetra a cid3de de Drus, aa*
trangeira beata muddu o ao Ibe pojar nunca fa-
zer mal. Deus oo a abaldona jamis ao desesoe-
ro naadversicada, porque ella. ^a. abatana i -oem
sem exerei 10 ;ia prosparda se corrompa. Mas Ibe vai iBmtvrari'ib 0^ et,
segnndo aqnillo o psalmo: Vossas con-fd(iS en-
theram minlta alma de abara, prop^o. ios
dores qe aflujem f-u coracao ; e ie^undo o que
dit o o-iuiu : liegesjiaivos em esperanga, e
side pctenles- na tributacao._
Quaotu an dizi-r do me-mo Apostlo qaj iuem
quizer viver santamente em Jess Ckrulo ser per-
seguido, oo se pi-use quu em aigum lampo deixe
isio da realisar-se ; vbto como aioda qando a
Igreja esta ra-.guardada da violencia dos de fura, o
que oo p'queoa eon-olaco para os fracos, ha
todava aiod douiro em-seu seio manos quu afB>-
gem c coracao du> fiis com o aso "mau prucudi-
ment, eomjcaneas qae o de se Ma-pbemtr da
religio cbrislaa e caiooilca ; s>-ndo Ibea esu inju-
ria tamo raaU oeoo a iauaalo mais eoirobad4men-
te a amaro, a f-m qae par, isso ella e meaos asta-
da. .Vid, por outro lado, se deuam d- commov^r
guando coaslder^m que osbereges que se dicui
ebrisios e leeui ue mismos sacramentos e as cd-js-
mae Eseripiurs, .fazm presas aa duvida a
disliog
por grande aversao ao Dees dos Judeus, que sepa-
ravam do cus da nova liiaocia. Toeodoreto-re:
farn qua coatteceu um velho mreionisla, na idade
da 90 aoiMs, qs dina possuir-se da mai3 profea-
J.t maleta, U a vez qae a oecassidade de ali-
meotar-se u compel a a servir se das prndueeGes
do Creaor, na suppoeico de ser elle o Deas dos
Judeus (2/1 Qua delirio^ e absurdos lio iocriveis
se nao tivMseaj.js dcbaixo dos olQos um exeopto
semeibsol*! .
Mjilos padres do 2" e Z' scalos escreveram
eomra Marcia e sua seia : em primara-placa U-
guram S. Jjsiibo, Tertulian, Simo trin), um au-
tor ctiamado Modeam, 8.Cnaopbilo de AOiiicftia.
S. Diu'f daCorioibo, ete. Mas graoda oumrodus-
as obras ^erdeu-se. As mais completas que nos
cb'^aram sao os cinco ilvros da Tertuliano, oom
en seas ir c 1 lentes iratadoj De Carne Ckrtsti, de
Res*"-Clvine Curnistai qaaes passarei a dar ao*
trausumpto.
i^
No primeiro livro deuaonslra Tartaliano.'qse o
pr.meiro principa- eterno, inereadu soberana
mente permito.; por couse.ja-'ncia. nico : que a so.
beraeaperficaodecorreevidnDtemeoteda existencia
oeces-ana : qua nao ba mais razo para admttnr
duus priucipios primarios, do qua para admi nr
mil : que o pbaosiado Deus bom dalia, cio-au
exKiu aooca, porque se nito fez coi bcr antos de
Jasus Cnnst que nada do que vemos fui creado
por elle : que, seguudu o mea.no sysiema de Mar-
cia, ess Deoa providendou mmto mal sobra a
salvado dos nomeas : qae deiioo captivos os es-
pitUua,-Cujo pal era, so o jogo do Ao principio,
e dalxeu esie faar o mal sem sa ibe eppor : q*e
pois imptenla, estpido e absurdo,
8 2*
No segundo livro dibnstra qoe Dos, tal como
no lo repre.seutam os livros do Amigo TisiUmeotq,
verdaeeira e soberana manto bom : que soa boa
dade auibeuticaea pir aas obras, por sna pro
vtdeociaj por ana icdoigeacia, e misericordia par*
cou> os te**ores, a ga, e p?la sabedoru d-ts lets de MoyaS, ignoranie-i
mura if\aaa'f 1 tfuitiu rwtn UVMitXf> -.*.',. A ft.. ____'
Srs. f'/*cfor.-Impallido por nm rigoroso de-
vero da amisadeveobo hoje pedir nm caoio oas
columnas da sea cooceituido jemal, para defen-
der, como coaber em miohis debis forcas, am
amigo, fii.-a e atrosmeute accosado pelos comeros
26 e 28 de um pequeo peridico qoe se escreve
ao Ass, da proviacia do Rio Graude do Norte, qae
agora me chegam s mos.
Bsse amigo o Sr. Pedro Soares de Araojo, mem-
oro da urna familia all dsiiocta, como coofessa o
mesmo peridico, qua intitulase o smense.
Conheeo de pert) 9 Sr. Soares de Arauo, e bem
assim seas detractores, pois quj, lendo ja morado
abi vivem ao abauJooo ; iraoquilli-se a cossole.se,
finalmente o Sr. Soares4e Arauja, qae aquelles qae
assim praticaa, que latea jas a um ltale, qae
oem am bomem de bem deve desejar; sao elles ver-
da leiros judas da raca dosl-criot-.-; porissoqiie os
pebres, por elles escarnecidos.... e opprimidos,
sao os que fazem na trra a figura de J 'sus Coris-
ta, e nio o vig.rij do A>-, q qae se pareca om e Div no Ma-tre.
Concluiodo a simba defeza acbo conveoienla que
o Assuns cooleobi-se e cioja-se a' publicaca* das
factos vjndicos, gem desear ao ridiculo, nem n-ar
da-arara-da ealomni pois, qae, se o Sr. Soare*
de Aran o entrar cera seas detractores em um serlo
ajaste de coous, elles por eerto sabirao perdenlo,
e eolio aabera' a publico qaem que tem man-
chas, que jnrdo nem am as lavara'.
E' sempre desagradavel levar a' lut da impreasa
fictos le certa ordera ; mas ana vez qae seja e
smense qaem provoqae, oo deve depoli qoeixar
se de ver re|isado a' sea respeito o amigo axioma
maoba de acoogaeqaem bem diz melbor ouv.
Mamaogaape, 7 de novembro de ls67.
Amicus certas.
de 46 o,'o, j annuQciados.
A caixa filial do bateo de Brasil nesla
eidade troca as suas notas dilaceradas.
ovo banco de Perambuco
em liquidacto
Os possuidores de notas da emisso do
banco queiram quanto aotes apreseotal-as
ao troco*
-
ALFANDEGA.
Randimentc do iia 1 a 3 .........
dem do dit 1 .... .....

Mivimenlo daalfandega.
Voluroes entrados com fazeodas...
tac generes....
27:457*523
9.626SWI
37:081/43.'
Volurnas sabidos eom fazendaa...
a gneros....
349
------349
78
348
------4!C
T?ISW
?l\TVT?b"3te 'r 4-.nTa;"em^au I O" AaMlporaigum lempo. Oqoe obecendo per-
facilidade dada aos cbrulaes de a|can5*r a remw- ,,...L. i----------;J .Ti... -----... ...*^
mei4 invectivadas por Mirciio; "qae Jalso quu'
muitoi qae querem abracar o cbrUnausrao, o o Amigo Taviameot- nao Seta obra do Dees bum,
do lugar a calumniar se a oossa religio. E sao do Deoi Cratfo'r uulversa!, "do tias de Abrabao|
esta*d*er*griiioeuios dos borneas que occastoaasi' do Dea de Isaac, e do Deas de Jacob, pae de jNoaso
a perseguicao dos que querem viver Sdaiamente
am Jess Csrisl, anda qnaodo niogbem em seQ
corno os atormeute. B o Psaimitta bavhja sotado
Senlwr Jaeas Cbrifo. i"S)
S 3.
No t^celre l|ro, emooslra' qqe Jesos Oirisio
sl Iolene per^ablcao, dueodo : A' propun-So ,no dS'i aoc e fazer-Ve reeoheeer como
das dore.- que al nem meu conco. Al.-, sajen-, Filbo a enviado dq Deaa dos Jjd'ut, e S3o de on-
do nos serem mimuuveis as promessas divisas, e. tro D-S : que n-sse carcter e persoaiBca<;Sa Coi
qoe diz o Apostelo que Deas euebeca 11$ qae lbe,anai)oelado pi>l .-, propbelss : que sua carne, seos
perlencem, e qo asim.oS >perecer oenbum'ji-].8 qaelles qu* elle por m 1presciencia ennhecm e fg. reales.
dratuibM jki4 sere/m conformes a imagen de sea jt-
Iho, aecresomiu u ut..imi-ta : Vossaa coaaolacdas.
encoerra masa alma da alegra. ura esta ddr
que aBige o eoracao dos fiis, por ca-j-. oo< coi-
tomes Sus niaor> ou do faibos mrlstos, oul para
OS que a seotem. arndoqae ella pa^ce *a candida,
> 1 6 i|p|y.;
Na quarto llvfo demonstra, qae Jess Christo exe-
eaiuu pooioalmeme ludo qaaoto ii(Creador baviapro-
metudo Da le aotiga, do o ,a-tra com o? mais exac-
tos patMlOfae e rigorosa deduces", a darmonia dos
dous Tesiamentos j a temeridad-* com que Mar-
em virtode da qual oem. se qaereou perder, a al eio altera e eo*fbide mu no loaco proposito de
Bezo tolber aos oulros o salvaram-ja. E racebm eatab-iaar antagonismo e Conlradlco entra Je6as
grande consoUco qoando ae eorrtgem, e a soa .Cbristo* CrtfaSVjr. H)
coaversu na Ibra uoia alegra quauta 6r Ibes] 13.
eaautjBjb'4t perdicao. E* assim qae *esue seclo,! Nquintolirr'a dmmm.traqae, para comprebes-
por osles mau, nao s desde Jess Ubrbto 4-r a BirKiota ios (iautas, 0ce>srio atieoder
e dos Aposialoa, mas desde Abel, e pnmlro Ju^io as e!Teamtanelg dos Jadeos fiis, qoe desde a
assassmado por trn irmao, ai o Im do* focaiot, inlaaela, sehivum habitoado a lecunaecer em
viaja a
igrrja, alLeruadameale perseguida pelo
- -. 1
1 y-ea voe da Dea no Sioal : que a tleigia do
polo do Irael e a revejeci da lei nram para elles
factos divrooa, em qae repoasavam todas as snas
mando e couuUda por Deas.
II
A SriU dos Mar*ii*Us. *^peraoc*9 : qoe-f,fi qae o Evaogeioo annancu-
Mircii >, fsoiador i\ sei ti gooat ca dos Mrelo- O) E^ros que h-fy wsroduz a.C*r/5o Velho~.
Distas e Olho de om bisoo de. Sinope, cidada daj (<) ijia pendido fn Ponto, viven- o.s-sun) temi da era ebrist*. wtto wircioaara e o Carzalio felho I Ambo fio
Exeommangado por sen pii p-ia contutn-ci* de rtnln ata^c I
aens erro, o rumor publico qae castra elle exci-
tan a soa impdale, o comp-llio a deixar sua pa-
tria epartir para R >. oade tomn para mestre
0 berege Cerdo, qae na e deOtros em inicia-lo
(3) Harreo qqa Tertolliao eais' aoobatesda
Chruto Velho I
(i) Ets a.ju como o CAristlw Yelbe coploa Sal-
mele a MareiSo I
sao dos pecsados, pelos mritos da Christo, soffjca
oeiles todo o pendor para o peccado : (roe quauli
mais se er com f vi paia expiar o pencado, tanto mais se deve estar
ceno de que elle contmrio ao peccado; qae o
psccdo inimigo do Chiisto : que, finalmente,
quaoto Oais se er qoe se participa da rdempeo
o se vive em Jess Uinsto, marr.deve ser a unlao
cem o Christo, para cora ele combst?r o peccado.
Deinon^ra, por coasequencia, que aquellas qae
Elr-aoraram em Jasas Christo a vida dos fllhos de
Deus, pela graga e na"o pelo le', nao vivero sem lei,
porque o amor de Christo se toroou lei para todos;
e que aquelles que vivem sob es.-a lei de amor vi
vem pelo espirito, Se cooduzem peio espirito, e nao
salisfizi-m mais aos appttiles da carne.
Demonstra qae o apostlo insisti lamo sobre o
principio de que a jsticac,ao orna pura graca,
quanto reclama daquelle qae jasliflctdo as boas
obras, e os acios meritorios par* o co : que nao
oppSe fomenta a* lei ceremonial dos jodeus a f em
Jess Cbrlsto, mas a f animata da caridade, qe
a f que obra pelo amor ; pas qn? o mrito das
boas obrs nao pode ser exprimido m*s fortemeote
du que p-U Cavidad".
Demonstra, qae a epstola aos 'Slalas 13o m-
pottista dcbano do ponto de vista doemalico,
quanto debaixj do pool de vtsu histrico ;
e que si.b esta cltima relacao, essa epstola,
sem atacar a lei de aioyss, p-ois que antes a
considera como emanada da mesma I".ote, descreve
vivamente a Iota e os'esfurcos que custon a' igreja
a sua libertacao d.s restric<;5es do judaismo : e
que ajara fazer comprehender aquella qu engrao
decea eo judaismo a divindade di christlanismo e
a soa ludepeadencia, o aposto'o, em tuios logares,
recorreu ao melbodoexe|.9tco da allegorla : qaan
do, por exeooplo, qaerodo representar as relacSes
it Irberdada cem a escravidSo ceremcoial dos ju-
deus, compara os doosflihos de Abraho, Ismael e
lsae, etc. : Que lado o seo Bm pesia epstola
mosirar que o homem oo porifleado pelas obras
da lei, mas pela f m Jess CSrioAiriacIpio esle
que elle coDsMera demoosirada pela scrlpiura,
pelo raeiociolo a pelo esperieocia. (/).
Uemoo-ilra, eaa omina, Terluliaoo que nao se
deve concluir coro Marcio, que o apostlo aticou
a lei de Moyss -{6} na citada epstola, qaando es-
tranbra aos Galaiaa u aff-rro ao judaismo, pois
qae o seu Uro era cuovence los de qae por ordeoa-
co divioa e providencala le aotiga devia de ceder
a' nova ; vi-te corad o proprio Jasas Cbrlsto, que-
rendo marcar a apoca que devla separar as dos
alliaocas dlsse:: A le e os propbetas (7) acabam
em Joao lirali'conmom destas doas revolu-
g5es, cellocado entre a antigaldade, que acaba, e a
uovidade, qus corneja, tf.
VI
V-sep r esle quadro syooptlco dos pTineipios
de TertaliaBo, e da beresla por elle combaiida, que1]
os erros que "boje propaga o Citrislao Velho, ai
relarSo a' sapposla opposico entre o anfgo e o
novo testamento, sao de data amiga, e ja' apodreel-
dos so cerebro de Satoar, qae assim como enlroa
no corpo dejadas, oao tem deixado nunca de en-
trar ao de todos os hereges! E porque desejo levar
a' aliima evidencia a temendade eom qae o Chris-
tio Velho falla de materias qae nio attioge, sem
eaibar,io de dizer qae as estodoa com o roaior
tbeologo do sea cempo (f*co ideal) me proponbo
demonstrar que todo qaanto profusa, e coaJusa-
meoie derramoa no sea nervado opsculo oo paa-
sa de plagios atropellados de Marciio, e soa seia !
Nada, pois, que teoba ao menos o mrito da novi-
da je se eocoatra nes-e bypocentauro da beresla 1
Isto se val coobecer pelo estudo da) Teriallaort, qaa
deseuvolven contra os tenebrosos erros de Marcio,
lodo o poder do raciocinio, toda a autoridade da
sciencia a da tradico..
VII
Prcfuode e original, Terluliaoo sabe das regras
ordinarias da lingqagem, e parece creai-se am
idomi ao*o I os seus-Tratados eomra Marcio
d';.-lar,ir pela- belleza das imagens, trewja, e leva
da rojo o adversario, ou manejo a Irona e a apos-
tropbe,-ea-as trmas dedmleettea. Votado de orna
imagiBaceo fcil de acoeoder se,-de nm espirito pe-
netrante e Daturalmaie recto, ''alMnc-, pela ma-
gestade-virit da eloqoqo, 03 mais assigoiados
i: iumptioscaaio cuotruveisisia. A agudeza do sea
genio cug-adur e fecon.lo Ihe cao permute perma-
necer do.pagan isn 0. Brn torno del le a por toda a
parte v pullular ama religio sublime nos seus
d giras, pura na soa moral, e que, por ama trao-
sicfl prodigiosa, passra das Catacumbas aos a m-
pbllbeatoos, e dos ampbiiSeairos. aa gloras do
triompbo. -O chrisliaDismo, pois, offerecia aograa-
de disputador de Carlbago o asto campo das Iotas
giganteo da palavr'a.eo uoe devia pravar a tempe-
ra do seu esiylele, e as Lrcas do sen immenso pe-
der ibteli.'dual. Strniio-se, pois, iDveccivelmente
aitr-bido pelas ideas -cbrisas, seduzido prtseipal-
mente pelo espe<4arJo da onetaocia eam qae as
Ear iyr*s cbHslos.arcavam com as leras impenae.
a cija vor acida de er*ni la njados, e ettranajalad*
es> lestemuabe da fe. ma manta**!
Pondo-lbe o ullimoreBiate a' convereao o vir-
tuoso Agripino, bispo de Carilngij T-rtuiiano sabio
a campo em favor da dootrisa de Jesos Cbristo.
Coa um aibieta de ui poke sa* ra potsivel qae
Marcio eso'.aase victoria ; e eerto, lio profuudos
golpes vibroo o Boarciuoi-mo, que leproa *ee-'
acredtta-lo para sempre.' Ape*as Salos* em tota-,
ge surajein lampejos pallido da aeita aoaldiu, que
logo se.
feilaineote es bons e maos aojos daquella trra.
E hoja, informado minuciosamente por pessoas
Qdedignas a iusaspeilas daquella locahdade acerca
dos factos que fazem o obje to da famosa aecusa-
gao, julgn-me assas habilitado para contestar, do
alte da impreasa, *s fal-as imputaQdes com qua se
pretenda marear a repetacio de om moco, qae
como o Sr. Si are- de Araujo faz honra a ierra em
que oasceu e a familia a que perteoce, as-im pela
iotelligencia de qae dolado, como pela conduela
moral e religiosa, sobre qoe se baseam suas ac-
edes.
Sem querer oceupar-me do modo por qae diz o
.lsiienir que all se proceden a eleigo de 15 de se-
terobro, nem lo pouco das gargalhadas, dos rugi-
dos, dos caatlgns obscenos etc., etc., que em freate
da matriz execstava de ves era um grupo de 12 a
lo boroens armados de cacle, e cojo quadro pin-
tn o AssHtise com cores lo carregadas, ea ebego
ao acto nao manos reprovadi, nao men^s immoral
que ao mesan lempo se praticava n>s portis late
raes da mesma matriz, como se exprime o mesmo
Asteme*.
Diz elle as II horas da noite, ponco mais on
menos, o Sr. Pedro Soares de Arauja sabe de sna
casa em tragas destarrados e manido de ga-zua, de
chaves faisase nao sei mais de queaproxima-
se da porta do consistorio da roatw, e depois de
oscarafuahar por algum tempo a techadora, 1 ole
afioal vioteotar a tranca e abrir a perla I Tesle-
muubaa de vistaeootiaua o Assuenseqoe aca-
ban de deper em juiro do o Sr. Pedro Soares
como amor do arrocqbamemo. 1
Responda primeiro i is*wti(. Nao aeba qoe
foi nimiamente exagerado na pu&licaco d*s factos
que constituem esse eoredo, proprio smenle de
am visionario t
Nao sabe o Astaense que a porta, que falsamen
te se di* arrombada, e em qae a requariroeoto dn
reverendo vigaaio. se procedea vestoria, fora en-
contrada em seu perfelio estado, e bem assim a
respectiva 'echadora, na qual cooservava se a pro-
iria chave pelo lado de deotro da matriz sem qoe
gs7.ua oa cbave falsa a podesse abrir por fora, alem
le que um tnrriAtto coMumava a ajndar a ira'tua 7
B como de ma f foi urna semelhaute arguico fl
Nao mais togico suppor-se qae o sacbriftio es-
queceu-se de traacar a porta ao t, que das Trinda-
desoa matioas como disse o revt-rendo viyano
oa qae atguem abrigara se oceultameole na matriz,
onde para isso nu faliariam cantos, e a abri alia
noite, fazeodo assim abortar o piano favorito do re-
verodo'vgario de s dar iogresso na mriz aos
de soa parciaiidade poltica, como fez em 1864 T
eeculi tnevtiti unt.
E sendo assim, seria o Sr. Soares de Araojo a
pessoa mais propna para represeotar esse papel
qoe o dramaturgo ibe quer Impingir ?
Por eerio que nao. Nao sabem todos qne no As-
si nao ba l,ynces, para, por eotre as trevas da m I-
I-*, entergarem aazoa em mi ea bolso de qaem
vai passaodo t Nao sabem todos qoe se essa pes
quiza imaginaria se livesse dado, tor-se hia impe-
dido a perpetra,o do ciime, to imaginario como
elUT
E' n.uito zombar da credulidade publica I E'
fazer umpiize muito de-favorvel acerca dos bo
meas sensatos e circuin pecios I
Mas como ha de ae Aswens/?car a face verme-
Iba coloriado os fartis, quaudo elle proprio encar
rega-se de publicar qoe lesiemuohas de vista ac
bam do depor em juizn, e ea leono em meo poder
ama eertido do celelire processo, que vai ser pu-
blicada com ootras pecas d icumeotaes, e qae diz
.oo baver jurad um i .- testeoaauba de vista Y
Diz maia o Assuense.Nao ba muito que o Sr.
ageote do correio deu passagem por sna reparti-
cio S infames pasquins coptra aapeseoasroais gra-
das do lagar, e hoje loma a fazer jus i om titulo
que oesa um bomem de bem deve desej r I
Simo que ma tvessera ebamado para esse ter-
reno.
Nao sei se feliz on infelizmente en aiada me
acbava so Aes ao lempo desses pasqalrj*, isto ,
quaudo retambou aas roas daquella peqaeoa eida-
de a.maravilbosa novidad> de haver si to o vigario
o'alli nomeado bispo do Re de Janeiro, isto por
ura offlcio qaa Ine cn-pnra as mais, e qae s de-
pais de baver recfbido alguos corojos da praseos,
verificou M fingido. O Assuense sabe su're qo^m
racahio a danuncia do rrv.-r uio vigan > e qaem
parete foi arrabiado ao* tribaeaes para responder
por essa gracia ; ma- h j-*, por calculo, a.quer al-
tnbair a i Sr. Sfm de arM| >, cajo carcter sia-
eero a toda prova, ioeapaz da eresur^a a sema-
(bastes manejos.
Tena i pois razo para saber qoe o tai pasquim
nao passoa tn-la rsame** do correio e qoauao as-
sim fosse, seria o ageste responsav -I por essa ato,
[oa deve elle abrir lodos os papis lcralos, qoe
PTit fleaea sao enviados pelas diversa* reparn-;
(5aa, par* ver o que elies c ntem 1
Se o Sr. Soares de Arauj i teta pana nesse paa*
quim. como boje se aprgoa, por qu; nao foi esvol
vi lo sa quixa qae-eatu des o mesmo r*aread*
vigario, qaando despertiade do sonba de bispo,
atirau se como ama luna contra o ex prasaotur do
Assd. 4
Nao lasvo, ast^a reprovoos taea pa-soias qae
sempre we am mao carcter da parte de qaem oa
prauaa ; ma. seria meili >r qae a reveraaao vina-
rio, fafodo de si um breva a>tud>, ose aa uve-sa
em eaflUida poder ser nomeado ki-pn, |a sao digo
da capilal do imperio, do ootra qsalquer dioeese.
Publicacoes a pedido
Oidemterceira doCarmo.
Tremei protector de am subdelegado.
Tremel protector de tres viuvas.
Tremei protector de tres orphas.
Tremei prolector de doas qae nao sao casados,
viuvi) e oem soltelro.
Seoaora polica I abra os olbos sesia alma ang-
lica.
Caixa d'agoa.
Duqat das bota.
O cathegortee.
D'fMA
Molestia Ulcerosa
Curada.
i
TuJoe ifljuellos que se achilo sulditoa i eof-
trer molestias Siirofulosaa, uJcerosas, ou Byphi-
liticae, anda mesmo as reputadas de pelor
nstureza, apenas necessitao do lr o seguinta
taso maravillioeo, pasa que se sinte mteir*-
mece convencidos que n. sua proprla cura,
nao e meramnle poasirel mas eim absolu-
taSMStS certa.
Jlo Josa Feiiikiiia. Baiujozj, residente
na Cldade de Maranlio, tinha todo o seo
corvo coberto de clmgas ulcerosas, e durante
algunos annos se acbava debaiio do tra lamento
de mdicos os mais afamados, tendo usado
durante todo este tempo quasi toda a especia
de raedecinae que em taes casos empregada
pela fuculdaUe medica, porcm <2ebalde sem
obter o menor beneficio on alivio: acliando-se
pois em ttt-s apuras elle finalmente reeolveu-
se, depois de repetidos e baMadre esforcos i
izer uso da]
Salsaparrilha
DE BRISTOL.
No todo elle apenis cnegoa a tomar Cines

ftirafas do Salsaparrilha i quetro frascos daa
Pitillas Vegeta* Azucaradas, e o resultado
foi elle obter una completa e porfeita enra.
Os Sere. ffiiuEiT{\ & Cia., Droguistas de
Maranho, forao quena suppriro os mdica
mentos, e acho-se perf.sitameute ao faetc
d'eete caeo, e o* mesmos Senboree, nao e se
Ecbao prcmptOB i confirmar o mesmo, como
tambem em fornecer o actual adresso do Sefir.
Barboza, toda e qualquer peexoa que por
ventura se deeeje informar da verdade.
Recomruenda se mui particularmente aoa
Doentesquo tenliio o maior cuidado naescolht
deste excellcnte remedio, nr.o usauo outro i
nao ser a Gecuina Salsaparrilha de Brlstot,
a qual exelusivaiuente propar&da poi
LANMAN&KEMP,
De iVOi '* YORK,
tensas mala ato mefflcaaeee
Deerarregara boje 6 de Janeiro
Brigae pnrtognez'-TriKnipAomercadorias.
Brigoe ioglez Lmstuwa -idem.
Patacho ioglezXanlhus idem.
Lugar b-e i*isi Joanna Gottfru4 farinha de
trigo.
Brlguo IoglezRojiiofarinha de trigo.
Barca himburguea .tfdria Infrl-iJes.
Brlgue suecoCari XV idem.
Su uta" a bespatfliola Joten EUsavinhos.
Barca inglezaMargareth Wr/rrcarvo.
Barca ingleza JfaranAo carvo.
Barea ioglszo'rejiondem.
Barca ingleza-Cronnidem.
Barca inglezaSea Qucenidem.
Barca saeeaSfreriae-idera
Lunar ioglez6'cardem, >
Barca francezaMaru H.Menieidem.
Barca noroega.Vor^np-idera.
Barca me k^lemtydrguense, Vien Athenfie
^idem.
Paiacho'bolstenseMartacharqne.
Patacho besdanholInduf dem.
ImportacSo.
Escuna ingleza Xanthns, viuda de ALVers,
manlfestou:
100 caizas ac -, a Shtw, n >v.k.-s & C.
8 barns pregos; a Lopes Ouveira..
zO ditos ditos, 8 caixas armamento ; Parete
Vianoa & C
40 barns e 5 caixas pregos, 9 ditas vidros, I
dita tecdos de linbo ; a Olio Botires.
90 barns prrgos ; a Vaz & Leal.
20 fardos papel; a Keller & C.
21 ditos dllo ; a Tasso Irmus.
15 ditos dito a Alves Homburger C.
5 caixas mar mire, I dita esloras, 13) ditas vi-
dros, zo ditas armacienlo, & ditas e i I fardos pa-
pe, 100 rasqu-iras genebra, 63 mibos junco, 27
barris pregos ; a Vos Shosten & C.
58 barris tintas, 7 caixas caitas para j.gar; a
ordeno.
1 fardo paono ; a Schapbcithin & C.
2 caixas araae; a Raba Sehnnuellaa & C.
Vauor francez Bouigcyne, viudo de Marselba
manifesiou:
1 caria massas; a J. Pirpo.
8 ditas ditas, 3 ditas nao 10 fardes Laib-.n;;
a E. A. Burle & C.
19 caixas queijos; a Suva lo ditas ditos ; a Candido A lierto Sodr da
Mona.
i d ti rajado ; a Schailieitlio & C.
BECBBEUOhlA l)K RENDAS MTEflNAS
GERAES
Rendinentodo dia i a 3 .......... i: 163,8905
Idem do dia i................. 519*048
1:683*013
CONSULADO PROVINCIAL
Rscdimeslo do da la 3........ lK:o'.'il.0>
Idem do dit i............... 6:354*773
24:949*281
M0YIMNT0 UO POETO
-01

I jaSaJef

rirT'fl.tl.
ibam e desapparecem.
'svaecem coaaoeases fogos aloos, que bri- ., Asflm "brande sao tena passadupea deeepoo
No eoromnoieado do eaplio Domipsos de Sooza
Birro-,oublicado antenomem, oo-ie se lesnao ba,
unto exacildao, a meso* qafn&o s ji calumnia,
ii-se r oSo ha nlsto ezaetidao, a meuos qa'e seja
calumnia.
, Onde lea sepan qae devesse ea ser o onico
posto em "envidia. 14 -separa que se devesse
pOr "nW'ero rnsinirit.
Oade lea sehactnam am eff'ito sahido de ati-
abas mSos, i->o : naviero, com effaito, sabido
de rombas roaos.
Onde, Qnalment, se leasendo qae, diz elle,
fot e-u quagtu. ., lea sesendo que, diz elle,
f*-a eta ulUm. qaanlia.
por qa-* passou ; lodo desar se tarta
revertido es
eataria
Bam aabewoa quaolo *ifflcj| tradaxir Tertoa- f>jia>eBie a: pessoa *V* impeew, e a* catarla
,, cojos raptos de imag.oacao, e pbrases rpidas a Boje Bveie^o..H ovss farcafidiatrl* o eldadao
ULn nairla a Hrrada Mie.ade.amMA P^llsa boSSte COSSO se ser O Sr. urea de
COMMEBGIO.

IliTaACA DO BOFE 4 DE JANEIRO
Da loo*.
no,
incisiva, a par do suasi cerrad* eoeadeameolo
doa raciocinios, cesto qae trats toda a esseranca
ao interpret de poder affeiccar a isole da tngst
esiranh* os aitoa eooeeitos daaaaai* admiraval ge-
nio africano.
Entretanto, (aremoe, o maia seropalosameol*
qaa aos for possivelr am apanbado das priocipaee
coofroutace* Que fea eotre o Anl'go e o Novo Tes-
tamento; e por ellas vera' o leiior mparcial, qoe
as objeccoes do Chrulio Velho aio a mesaaa da
Marcio, sem touavia avallar certa rigmaiidade
de sopbism em qae se distmgae este bereaiaroba. eom a */ vauaS*ow sana vwa monea qaa lifm ^ 1MOCtP a^j p,,, L,9rpool (lastr)'-
i^m^ttds^fl^ i o {K^'^^i: 52T-.S. eom ajatJS-1 ''* ^
^^.sT. RSMr r'PWM ""^ S^- "^ *' V -reeidamea-
(6) Neos lio poose "onelDlr eom o Ckrktdo Vt-1 (8j No decurso desta abra ss fia de v-r qne a
Iho, qoe reprodat o me^o erro. 1 mesmis.ima coasa se p6ie dizer do Chusido
O) O CkrittSo Velho nio estesdea esle pasto. V*fa>, em relafiio i malaa^t de ideas religiosas I
Araojo, cusir* qoem o ariioclo e o dea *ito fcil-
mente oo podero armar seas castalios. -
O Sr. Soare< de Araoj > a mu no qoe oeeaoS era-
prego do-.fc****t*eea **em wvido. Tem A**W.har* da torte.
sido juiz maoicpai sobsututojaiz de pa primeiro AMte,r Oascavado bruto (americana 2X34Q
vstado, adaats^trador da renda*, Itiaseomro do to- e ^m) p^ arroba.
das a trmaodade q" dioSewo. eomo se es- ju0ll# ,. sorie-'?** *r arroisj-iK i
primo msmf>Aa**w ; aetiralmente ihisoa j.'^aataisa letras-^ 0,0 a* a***.
fsira do 8**|i*to aer*meam a-da es. de *. ft da a f e^,,^,. ,
dade ; a *swb* di> correio. A pool o Atftnss- -,^,,050,0
4SXN .
tfi
para Liverpool7|8 d. por
J..a d* Asums ftoassea
Pr^tideBl*.
avaroardioo da VascdoeeUos
M seereuna
Siivi't entrado no da 3.
Rio de Janeiro23 das, barca portuBue?a Pirena
Borges, de iii icneladas, capilao J. L. Mathias,
equipagem li, em lastro ; a Oliveira & Filhos.
Santa Helena13 das, brigue nglez Jame Brwn,
de 298 tonelada capilap Jobn Dulbee, equipagtm
ll, em lastro ; a ordem.
Navics entrados no da 4.
Cardiff31 das, barca ingli-za Petrel, de 320 lonela
das eaplio .\L b. y e 41 c.rga carvo de pedra; a
ordem.
Liverpool46 das, brigae ioglez tcifania, do
207 teneladas, eapio il. W. Parcbase, equipa-
gem 9, cara faendas e cutros gneros; a Melle
Lathan & C.
Guayooel7i das, brigue bremense Ftiedch
Adolph, de 249tiueladas, capito J. A. Kanebour,
equipapem, 10, carga cacao; ao mesmo capitc.
Velo refrescar.
Acarac e poit-a intermedios-8 das, vapor na-
eiopal Ip juca, de 300 toneladas, commaodante
J. J. Maiiins, equip?gem. 36. carga difTerentti-
geui;n; a compaohia PernambucaDa.
navios saludos no mesmo da.
Rio da Praiapauche porluguez Simpar, capitj
Jos AqIjuj Gomes, car^i assucar e agur-
deme.
Liverpool pelo Rio Grande do Nortebrigue in-
glez Sata L Hall, capito l'avis, em lastro.
Liverpool -barca lagleza Witch of Ihe Tetqne, ca-
pito G. Pe i perell, carga assucar e algooo.
Liverpool patacbo prussiano Elise, capito i.
Entjipe, carga MROdo.
iVociOa entrados no da 5.
Hamborgo.3i das, Patacho llaoiborguez TAe/a
Schmedt, de 140 loneladas, capito E. H. Voikerl-
s n equipagem, 9, carga dillerentes gneros ; a
D. A. ilatnns.
Hivre3i) dfa?, barca franceza, Santo Andr, do
2C8 toneladas, capito Nedelce, eqaipgeui 12,
carga diUereoles generas; a E. A. Buil &-<;.
Liverpool 33 das, Dngue escuna rus.-a Aalto, da
173 toneladas, capito J bn Pelrell, eqmpagem
- 9, carga carvo de pedra ; a Saunders Bro-
tbers & C
Owaosea41 das, barca ingleza Corza, de 30a
'toneladas, capilo Sleckland, epnioagem 11,
carga carv,. de pedra ; a Wilsno o Hstt.
Navios saludos no mesmo da.
Havre barca fraoceza Adel, ctpito Roberl,
carga a-sacar e algodo.
Havre barca fraocza Fgaro, capito slecbel,
carga algodo e dmro generas.
QbtciDac&o.
Snspendeu do lamaio para as Aolilhas a barca
frauceza Prancois Arago,' capito Darey, com
o mesuio lastro que tiouxed* Rio de Janeiro.
'iViirio entrados no dia 6.
Marselha e Borlo lutermedius, 21 das, vapor fran-
cez Bourgogne, do 878 lonaladas, eommaodaote
A. R.iu,-, >-qulpagem 83, carga ditToreotes g-
neros; a Keller ti C,
Lisboa 42 oas, brigae portogaez Constante ll,
de 252 toneladas-, capito Antooio Vctor l'ioio,
eqn'pauem 14, carga viahote oulros genero*; a
Oma.ra&eKiibos.
utios, sabidos no m:smo da.
Rio da PrauPaUcbo baaove'riaao Tketii, capila
J. Oitebs; carga assaear e aguardeo*.
Barc-luo*polaca neapaoboia Viagtro, eapitao
L Corell, carga algodo.
Barcelona-polaca bespaabola Intia, capito Jaan
Pa, carga algodo.
Portes do Sul vapor fraacez Bourgognt, com
m^odaote R ,ase.
Rio Pora oso-vapor brasilelro Mamanguape, eom-
maodaote C su.
Ob*ervac3o.
Suspeodea >b> lam ,r tiara as AoiHbas a barca
fraoceza /. / Dussumier, capito Magoem, oom &
me-ma que truuxe de Uoolevidco.
ni I I 1 11 111.... .I1IJB
EOITAES.
O Dr. Joo Antonio de Araojo Freitas Haariqans
jaia de d.relto da l vara criminal desta Matar-
es do RecileporS. M. o Imperase*-,a qoeaj
D*a guarde eic, ele.
Faso saber aos qaa o prsenle ediui viren, qaa

>l'
-.
-

V
*-
'-
-
i
I IIEGVEI



OnMBfl
Mario de rermmh* ~ Terea felra 1 J .Janeiro d iSf8
(meado convocado a quinta sesso ordinaria do
jury desu capital pafao dla.3 do eorraote mez, (ot
a mesma anstallaa na di 10, o encerrada di
37 do chombo mes, que foram ] trfidos na dita tas-
sio 16 pcoeeasoa, eotteaio 2S reos, do aaaes fo-
rana conleaoaados 3 reos, J a oito tonos de gal o
mu'ta ds vinte por cents valor* r jateado, 1
qnatro annos meio de gales mulla de dota e
meio por ceoto, 1 a irea anoos de nales e multa, de
cito e um lereo, 1 a alto annos de.prlsio com trv
balho e multa eorrotpoadeote a oelade do tempo,
1 a qoatro annos'* seis mam OT prisaVcoar ira-
balho e multa correspondente a matade do lempo,
e finalmente, 1 a na mea de prlsio simples e mul-
ta correspenjleote. melad* do tempo : sendo la
abiolviios, x apoellaoe por le jaita e t pe pro-
motora publica;
os tribjlhos d re!
tes:
Adnaae Xavier Penara a Brlte.
A COIIAUDO SUPERIOR.
tnarttl de ctmnanla salariar da juarda nacieaal
da muneipio da Retifr, 2 de Janeiro de
1*8.
Rxtulpno Joio Barata de Almeida, dignltarlo da
Imperial ordetn da Rosa e cavalleiro da de Chrls-
to, lente coronel commandante do segando ba-
talbo e commandante superior interino da guar-
nI aelo|ejl4oee maaieipio, por Soa Hagestade
o Impera**, a qoem Dos guarde, ele.
Fco. saber a 5r. "Dr. Maooel Duarte de Pa-
ria, cirargDMrn primelro balalbao de Infantina
o a todos aquella- que poderem e qoizerem fazer
ohfgar ao sea eonhecimeolo, que pelo presenta
ediial chamado a comparecer no qni'tel da mi-
foram asstduo* em assislir nba residencia dentro do prazo de 30 da, a con-
s jurados seglo- jar desta edita!, e nao o lazendo duraste esse lem-
po, sera' norneado o conseibo de investigarlo, para
verificar a ausencia, no? termos d> 18. do decreto
n. 3538 da 25 de oovembro de I86& por se ler au-
sentado do balalbao sem liceos*, como communi-
00 o respectivo commandante.
Rodolpbo Joo Barata de Almeida.
- O Illm.





Affiuso Josd le Oliveira.
t)r. Araerico Nato de Meodonca.
A odre de Abren Porto.
Dr. Angelo H-nrique da Silva.
Antonio Camello Pes-oa de Laceria.
Antonio Mari de Miranda Seve,
Dr. Antonio M ria de Paria Naves.
Aalooio Joaquim' de Olivaira BadaeO-
Dr. Antonio Josd Alves Perreira.
Antalo Piot > da Moita Nuoes.
Bario de feoribsjta.
Bernardo da Cuona Texeira.
Caa.no SHvelra do Amoral.
Candido Autraada alalia AlbnqoerrJue.
Ur. Dmosmenos da SUvelra Lobo.
Pelit Francisco de Sonta atagalbaet.
Florencio Doralogaes da Silva.
Francisco Antonio Punlual Jnior.
Dr. Francisco Angosto da Costa.
Francisco Xavier Carneiro L:ns.
Francisco Jo> Raposo.
Dr. Gabriel So res Raposo da Cmara.
Dr. Gervasio Rodrigues Campello.
G idofredo Heariques de Miranda.
H-nrique Josd Alves Perreira.
Dr. Ignacio Firmo Xavier.
Ur. Ignacio Joaquim de Sooza Lelo.
trineo Coelbo da Silva.
Joio Atnanasio otrib o.
Joio de Assis Porelra Rocba.
Ur. J ao Dioiz Ribeiro da Cotilla.
Jodo Ignacio da Medeiros.
Joaquim Lopes Machado.
Jos Antonio de Ollveira e Silva.
Jos Bero irdino Pe reir de Brite.
Jos Candido de Sonta Castro.
Jos frjofalves Torres.
Javino Cocino da Silva.
Lat Amavel Dubooreg Jnior.
Lniz Antonio Gonctlves Penna.
Ur. Lulz Rodrigues Villares.
Mi.ui.ei de Carvalflo Soares Branlao.
Manoel Coelho Cintra.
Dr. Hanwj Frao-Pco Teiieira.
Manoel Rozno Correa de Araujo.
Maooel da Silva Mindooca Vianna.
L)r. Prxedes Comes de Souza Ptiaog.
E finalmente que (orara maltados as qaantias
abaixo mencionadas, em raio de nao terem com
parecido na r f-rid i sesso, nem terem mandado
escasa legitima os jurados seguiotes :
Dr. Carlos Jjsilniant Rodrigues, em 400,5.
Francisco de Paula R go Barros, em 40OJ.
Jos lnaclo de Lyra, era 400A-
Nereu de Si' e Airn joerque, em 400,5.
Adriano Augusto de Almeida Jirdo, em 380.
Jos Gomes Villar, em 380J.
Fraucisco Antonio Perelra da Silva, em 360.
Jos Duarie de Albaquerqoe MaranhSo, em 3i
Jos Fraociso de Barros Lima, em 3405.
Antonio de Si' e. A baquerjue, em 3205
Outro slro, que d-ianm de serem multados na
mencionada sasso os demais jurados, que nao
comparecerm, uns por oso constar terem sido
notificados e oulros por le.-em apresenlado escusas
legitimas.
E para que assim chegoe a noticia a todos os
interessados, mandei passar, na forma do art. 286
do cdigo do processo criminal, o presenta edlial,
qoe sera' publicado pela Imprensa.
Dado e passado nesla cldade do Reeife aos 33 de
dezembro de 1S67.
E'i Joaquim Francisco de Paota Esteres Ciernen
te esenvao do jurv, o snbserevi.
JoS A. de A. Frntas Henrigues.
-'.
DECLlRAgOSS.
Pela secretaria da Sania Casa de Misericor-
dia Jo Reeife se taz scienle a qoem Interessar, que
no da 20 de Janeiro crreme, pelas 10 boras da
manhaa, no ralea da cas dos eipoMas fara' o Illm.
Sr. ihesoureiro eapito Vicente de Panla e Olivel-
ra Vulas-boas, pagamento das mensadades ven-
cidas de ontubro a dtembro de 1867, as amas
que con lutirem as cr*aDCs que Ibes foram con-
fiadas para crear.
Secretaria da Santa Casa do Reeife, 2 de jaaeiro
da 1868.
O escrivio,
Pedro Rodrigoes de Souza.
O conselho de compras do arsenal de guer-
ra chama ltenla o para o annuncio de 14 de de-
zembro Ando, ala de que sejam ultimadas as
compras al'.i maocioaadaj no dia 11 do correte.
As pessoas que quizerem vender ditos objectos
apresentem suas propostas no dia cima ndic?do
ua sala do conselOa as 11 boras do dia.
Conselho de compras do arsenal de guerra 3 de
Janeiro de 1868.
Jas Mana I. J da V. Pessoa e Mello,
Coronel presidente.
O administrador do coosnlado provincial, de-
clara a quera interessar possa.que do 1* de Janeiro
vindouro em diMt*i nao serio admlltidas nesta re-
partirlo, para a venQcaco do algodao, assocar e
outros gneros importados por trra das provincias
da Parabyba, Alagoas e Rio Grande do Norte, se-
nao guias impress*s e regularmente passadas, na
conformldale do qae disp5e os respectivos regula-
Bientos daqnellas provincias, e pelos qoaes se re-
gara as respectivas agencias estabelecidas nesta
provincia.
E para constar, seja a prsenle lotimada aos
meamos agentes e publicada pelos jornaes.
Mesa do consalado provincial 21 de dezembro
d** 1867.
Francisco Amyothas de Car val ho Meara.
Sr. inspector da in eso tira ria de fa-
zada desta provincia manda fazer publico qoe fi-
ce marcado o dia 7 de Janeiro prximo vlndooro .
para o eooeorso a qne se tea de proceder nesta
ihesouraria para preenchiment dae vagas de pra-
ticantas existentes nesla reparticio. Ot xames!
versario sobre as materias seguales : leitora, ana-1
yse grammadcal e orlbographra, arithmelica e snas
applicaroes ao enmmercio com especialidadei re-
doQo de moedas, pesos e medidas, calclos de
descont, joros simples e compostos, tbeoria de
cambios e suas appllcacdes.
Os concurrentes devero previamente apresentar
teas requarimootos iastroldos de docnmenios que
provem idade eemplet* de dezoilo annos, tsenQo
de pena e culpa e bom procedimeoto, na forma do
GJIMPAlHIlPUnMBicm
Navegando tosmrgfbrlbapo
Maceir5"% escalis, Pento ffAhcaJ*
Sega ira'o d|a_ 15 do. corre
as 5 beras miarle o^apor
Irap, commamaate
eebe carga a(K dia
ras, encomaerJihs,
dlnheiro a freie al as mesma* hora
salida ; do Forte da Majos n. t.
COMPANHIA PERNAMBUCANA i
DE
pavesa cao eos: eir por vapor.
Fernando de Noronha.
Segu o vapor Giqui no da
11 dejioeiro prximo ao meio
lia. Recebo carga al o dia 10.
Bocommendar/passagelros e di-
nheir j afrete at as 10 horas da
manhaa do da da sabida : eseripiorlo no Forte
d > Malos o. 1.
te
IrUi
Wih FABRICA DE CHAPEOS
J. KRREIRA V1LLELA
otognfbo da Aogista Casa Imperial
do Brasil

DE
PREMUDO XA EXPSITO PAOVUIOAL DE P8R-
NAM1DCO E NA EXPOSlflO CENTRAL BJ RIO
DE JANEIRO Em 1866.
Tem a soaphotograpbia, a raais enliga desta meninos
provmcia, na roa do Cabuga o. 18, sobrado, com
entrada pelo pateo da matriz. -----'-'
Tira retratos par todos os Sjutemaa


Mande! Moreira de
Neste novQ.eslabelec!menlo ha um completo sortimento d chapos para borneo?, senoras
N o vende-se por menos proco do que em ootra qualqner parte "omen?, senoras
:------------;-----' : '' ________. ______
Santa Casa da Misericorda
do Reeife,
Alllma.janta administrativa da Santa Casa da
Misericordia do Reeife maoda fazer publico que
na sala d suas sessSes, no dia 9 de Janeiro p. pe-
las i boras da tarde tea de ser arrematadas [a
quera mais vaotagens offerecer pelo tempo de um
a tres annos as readas dos predios em seguida
declarados: ...
Eslabclecimeutos do candade.
Roa do Padre Floriano.
Casa terrea n. 17.......186*000
Ra larga do Rosario.
Terceiro andar do sobrado n. 24 301*000
Roa da Gloria.
Casa terrea n. 25........19i000
Roa da Moeda.
Primelro andar do sobrado o. 37 96*^00
Segando andar dem.......Sffi
Lofaidero.........120*0(0
Santa Thereza. ^
Casa terrea o. 4........ 4*004
Patrimonio de orphos
Roa do Vigario.
Primelro andar do sobrado n. 27 181*000,
Roa do Pilar.
Casa terrea n. 99.......256*000
dem n. 94.........201*000
Sitio n. 5 ao Forno da Cal. 150*000
As arrematares serio feitas pelo tempe de um
a tras annos, devendo os licitantes vircm acom-
paebados de seas fiadores no munidos dt cartas
destea.
Secretaria da SanU Casa da Misericordia do
Racie 22 de dezembro de 18S7.
O escrivio,
Pedro Rodrigues de Sooza
Gensolailo proviaeial
Pela mesa do consolado provincial se faz publi-
co qae so dia 9 do corrente mez se flaalisa o pra-
so marcado pira a cobranza a' bocea do cofre dos
impostos da decima urbana, e de 5 0)0 sobre a
randa dos bens de raz perteoceotes a eorporagSo
de mi mora relativa ao I' semestre do anno fl-
nanceiro corrente de 1867 a 1868, fleando sojelto
a' multa de 10 0|0 todos o dbitos qoe farem pa-
gos depois daquede dia.
Mesa do consolado proviaeial de P.rnaDbuco 2
de jaoeiro de 1868.
Francisco Amyothas de Catvalho Moura
Administrador.
art. :{ do decreto o. 2,549 de 14 de marco de
1860.
Secretarla da ibesouraria de fatenda de Per-
naabuco, ea 6 de dezembro de 1867.
Servindo de ofScial-maior,
Manoel Jos Pinto.
Santa Casa de Misericordia
do Reeife.
A Iilm*jama administrativa da Santa Casada
Misericordia do Reeife receben propostas paza ar-
rendameoto pelo tempo de ora a tres annos, dos
sitios os* II e 18 oo logar das Salina, a quera
mais vaotagens offerecer, encarregasdo se de fa
aer todos os coocertos de qoe preetsam as casas
existentes no sido n. 15.
Os pretndanles podero examinar a obra a"
fazer-se as casas, e deverie compareeer perante
* junta no dia 9 de Janeiro futuro, pelas 4 boras
da tarde, na sala de soas sessoes, oode deve dfac-
tuar se dita arremU(io.
Secretaria da santa Casa de Misericordia do Re-
eife, 2 de jansiro de 1867.
O escrivio,
Pedro Rodrigues de Sonza*
Pala recebedoria de rendas internas geraes
se faz publico, qoe fica marcado o prao de trinta
das para virera pagar a dizima de chancellara,
averbada as pessoas a bajo mencionadas, Ando o
qual se promover' a cobraoga exeeutiva.
Dr. Antonio Joaquim Ayres do Nasci-
ment, curador dos menores Ma-
noel e fgnez...-.................. 160*000
Moeda, Madeiros & C, e Manoel Fer-
reira de Madeiros................ 1:446*55i
Caradores Oscaes da raassa fallida de
Pedro da Sil va Reg.............
Ernesto Angosto Mangaba da Siiva..
Jos Antonio Lopes................
Administradores da raassa fallida de
Joaquim Jos da Silva............
Lniz Antonio Vieira eoutros.......
Manoel Joaquim do Reg e Alboqaer-
que, tutor da menor 'ha de Maooel
Gjiiu';i da Souza................
Caetano Francisco de Barros Wander-
ley e oulros.....................
Jos Vicente Emery...............
Joio de Araojo Cmara..............
Joo Laurino Arrouxellas Gulvao....
Fonseca & Abra..................
Administradores da massa fallida de
Amorim, Fragoso, Santos 4 C.....
Tasso & 1'iiii.j-....................
ArmiQio Pessoa de Albaquerque......
A cmara municipal desta cinade___
Administradores da massa fallida de
Pedro da Silva Reg...............
Os mesmos.........................
Andr de Abru Porto.............
Joio da Cuoha Reis............,....
Antonio dos Santos deSiqueira Caval-
cante...........................
Joio Jos Alvos de Ollveira..........
D. Mariana Francisca de Jess......
Antonio de Barros Correa......
Francisco Cavalcante de Sonsa Leo e
D. Mara Cavalcaote de Sonta Leo.
Jos Cesario de Mello...............
Dr. Francisco Leite Bntencourt Sam-
paio............................
Francisco Marques da Fonseca......
Manoel Gomes da Conha............
Francisco Cavalcante do Souza Leio.
Viuva e berdeiros de Jos Higlno de
Miranda........................
Antonio Jos de Figueiredo.........
Barharel Joaquim Eiviro de Moraes
Carvalho........................
D. Mana Eulalia Cavalcante Wander-
ley.
de jt Alent
Pretenda segnir com multa trevidade a barea
11Despique H, tem doos-terco de sea carrega-
i melo a bordo para o resto que ibe falla trata-se
i com os seus consignatarios Antonio Lqvz de Ol-
veira AZiVedo & C. raa da Cri n. 57.
Porto
Pretende segoir coa a raalor brvldadfe possf*
vel a b..rca poriuiuera Social, por ter a roaiar
parte da sea earregamenlo engajado, para o resto
e passageiros e para os qoaes tem bons commodos
trala-se com o consignatario Joaquina Jos Gon-
celves Bellrio, rna do Trapiche n. 17 ou coa o
capitn.
phoagra-
pbicos.
Retratos ea porcelana.
Retratos em talco.
Retrato* em papel (diversos taroaoho!;)
Rtratos para alflnetes.
Rolratos para botoes e para argolas. '.
Reiralos para carias, em papel de escrever.
Ambrotypos com as rres ao natural
MSI*
> i
a 9,?000 a
u/u derotraUs em carlees de risita.
Tem sempr- um completo sortimento de po-
duios chiaicos para vender, assim como quadros,
caixinhas de papel, de marroquiro, de boho efle
madreperola, pssso-pir-tonts, alflnetes de oaVo
que se vend-m com todos os preparos e dando-se
as precisas informar5es para se fazerem vistas en
retratos.
A photographla esta' aberta todos os das.
Ua de S. Miguel
A barca portogneza Parary, tem a maior parle
do seo earregamenlo prompto e para o resto e pas-
sageiros, paraos quaestem belros commodos tra-
ta-secoa o sea consignatario Joio do Reg Liaa
a rna do Apollo n. 4.______________^_______
f/ar e Harauho
A escuna Georgiana tem quasi todo o earrega-
menlo, para o resto qoe Ibe falta traa se com
Tasso Irmaos,

fiara Lisboa
201*9110
1164650
25*b35
211*594
H:96o807
122*958
53*357
32*0>)i.
7i*D00
47-2i
12J*00
54*000
4(i*0O(i
103a.o46
44*748
200*000
360*081
!4<*0I0
22*766
74-3246
uisu
43*005
154^067
230*696
113*370
108*904
21*593
71*382
133*647
117*415
295*878
82*928
Vai sabir com brevidade a barca portngoeza
Ptrrra Borges, por ler urna graode parle da soa
carga prompta, para o resume e passageiros tra-
ta-se com Ollveira Filho* & .C, largo do Corpo
Santo n. 19, ou com o capilio na pra^a do cora-
arelo.
CO&fEORAMA
ANDII TERREO
^^ 4 7 Ra da Imperatriz 17
PRTUfEIRO ESPETA(lTLO DE SHA CI,ASSE
lodos os das das 4 horas da tarde em diante
Com as priacipaes vistas das cidades de todas as partes do mando, batalhas mo-
siapies e eom rules, esneraMas e peroias finia,' nomenlos celebres e todo o que ha de mais ioteressante n'este genero
te, appareinos phoiograpbicos | Convencido de qae o respeitavel publico concorrar a apreciar todas as coUeees de
vistas estas serio variadas todas as segundas feiras.
pj AOS SRS. CHEFES DE FAMILIA
Poderao semtescrnpulo atgam concorrerem oa visitar esta graude galkru por, se
achar com todo aceio, dignidade e moralidade.
Cada bithete de entrada d direito tima bella prenda, bavendo eatre ellas maitas
de sabido valor e as menores de quasi igual preco do bilhete de admissSo.
Entrada de cada pessoa 500 rs.
n .. f IVA IDA UBa?llA9M3 Qf
Desde Ja acha-se aberta concurrencia do respeitavel publibo.
O Dr 6. A. Raposa da Cmara, medeo,
tem aborto o seo eseripiorlo na ra da Ddeia n.
55, andar, ende pode ser procurado das O boras
da manhaa as 3 da larde.
Preclsa-se de dons carroceiros mainco'ales
para trabalhar com vehculo da alfandega, pagase
na roa da Concordia n. 21 A.
bea
Maranhao
3o*o: o
de Pernaaboco, 18 de dezembro
Recebedoria
de 1867.
O administrador.
Manoel Carneiro de Souza Lacerda.
O Illm. Sr. inspector da ibescnraria de faien-
da desta provincia manda farer publico qne Oca
marcado o dia 13 de Janeiro prximo vindouro
para o eooeorso qoe se tem de abrir nesta thesoo-
raria para preencbmento das vagas de terceiros
eserlptorarios da mesmi. Os exames versario so-
bre as materia segointes : tbeoria da escriptura-
cao mercactil por partidas simples e dobradas e
soas applicacdes ao commercio e ao tbesooro, tri-
dacgo correcta das liogaas inglea e franceta ou
pelo menos da oltima, principios geraes de geo-
graphia e historia do Brasil, algebra al eqaacoes
de seguado grao e pralica do servico da repariigo
era que oempregadoestiver servindo.
Secretaria da thesoararia de fazenda de Per-
nambnco, em 6 dd dezembro de 1867.
Strvindo da offlcial maior,
Manoel Jos Pinto.
VISOS MARTIMOS
COMPANHIA BRASiLEIRA
DE
PAQUETES A VAPOR
E' e-perado dos portos do norte
at o da 10 do corrente o vapor
Guar, rom mandante o primelro
tenenie Pedro Hyppolllo Duarte,
o qoal depois da demora do cos-
tme seguir' para os portos do sol.
Recebemse desde ja passageiros e engaja-se a
carga qoe o vapor poder coodozr a qoal devera'
ser embarcada no dia de soa ebegada, eocemmen-
das e dinhelro a frete at o da da sabida as 2
boras. Prevme-se aos Srs. passageiros qoe soas
oassagens s se receben) nesta agencia roa de
Crox n. 87, escriptorio de Antonio Laiz de Olivai-
ra Azevedo & C
COMHANHIA PERNAMBUCANA
DI
pavegae# cstejra pr vapor.
Parahyba, Natal, Maceo, Aracaty, Cear e
Acarac.
O vapor Ipoj*ca. commandan-
te Martin*, seguir para os por
tos cima no da 15 do eorrente
as S boras da urde. Recabe car-
ga al o dia 14 as 3 boras da
tamo, encomenlas, passageiros e diobeiro a
frete at as 2 horas da tarde do dia da sabida,:
escriptorio no Porte do Matos n. i.
Para
egne eom brevilade o Lera conbeeido biale
fondo Paquete, capillo e ortico Francisco.Ribelto
Bastos; a carga qoe Ibe falta trala-se com o sea
consignatario Antonio de Almeida Gomes, na raa
da Crai a. 23, l* andar.
Segu eom a possivel brevidade o palhabole So-
bralrr.se, jura o resto da carga qae Ibe falta tra-
ta-se com Jos Sa Leito Jnior, a roa da Madre
de Ceos.
Rio Grande do Sal.
Para o referida porto sabira' por estes 8 das
por ler quasi luda a carga prompla, a barca per-
ugueza .-lrffiHJd, para o resto qae Ihe falta pode
traUr-seeom o consignatario David Perreira Bai-
lar, roa do Brom o. 66, oo com o capito~a
bordo.
Para Lisboa
Segu em pouees das o brlgue portogoez Cons-
tante l por ter orna grande parte do seo carrega-
mento prompta ; para o resto e passageiros trati-se
com Ollveira Futios S C, largo do Corpc Santo n.
19, on eom o capitao na praca do Hommercio.
1-orto.
S'golr com toda a brevidade possivel, a vellei-
ra galera porlogueza Nova Fama II, por j ter a
maior parle do earregamenlo engajado : para o
resto e passageiros, aos quaes offerece ricos e ex-
cellentes eommodos ; trata se com Cnoha Irroos
Si C." a ra da Madre de Deas o. 34, oa com o ca-
p tao a bordo.
Para o Porto
segu com a possivel brevidade por ter soa estiva
engajada o brigoe portogoez Tnumpho : para car-
ia e passageiros trata-se erm os consignatarios
Tbomaz de Aqoino Fonseca A C, roa do Vigario
o. 19, 1* and,r.
Para.
Ama de leite.
Preclsa-se de nina ama traiar a* roa da Cadwia n 34, t* andar.
Aloga-se orna prea que lava, eneomma e
cosioba eom perfeigo: na roa do Raogel o. 46 ;
na mesma casa engemma-se com perfeigo.
O peqoeoo porluguei deM4 a lo aanos, pre-
iendH-se arromar em qualqner esiaMecimet,to,
tendo algoma pratlca de padaria; a tralar se na
padaria 6k Solidade n. 14.
Jos Lopes Perreira de brje em diante assig-
na s Jos Gonce I vos Perreira Guimaraes, em vir-
lude de haver nutro de igual nome.
Reeife, 1 de Janeiro de 1868.
Imperial Instituto de R. S- do Rom
Conselho
No dia 7 acbam se abertas todas as anlas deste
instillo.
Ama coziuheira
20 ooo.
Prec'8a-se de nm- arra que saiba cotiohar bem
para casa de familia, prrferido-se
rna do Pire?, sobrado n. 28.
escrava : na
Precisase comprar urna mucam* moga, ae
casa particular, qoe seja minio prendada qeem
tiver deite carta fechada nesla typographla com
a letra B.
Precisase de nma ama
roa de Horlss n. 86, sobrado.
pala cosiabar : na
No escriptorio de Tasso irmos tem cartas
para os senbores : Igoaclo Jos de Monra. Candi
do Jos da Silva Liberal, Manoel Joaquim Gongal-
ves Guimaraes.
GAUIEUEIRA
Instruccao publica primaria.
Do dia 7 do corrente em diante estar
aberta a aula publica do sexo mascolioo da
freguezia de Gumelleira. ______
Precisa-se de nm caixeiro
raa de Saata Rita n. 3.
para tanerna na
.ce/ue eom mnita brevidade o vekiro patacho
Velante por ter a maior pajle d carga ja' a bor-
do, podendo ainda admittir algomas miudezas.
(raia-se com o respectivo consignatario Antonio
de Almeida Gomes, na raa da Croa o. 23, prlmei-
ro anudar.
LEILOES.
De urna vacca tarina muito gorda em vespera de
parir, nm cavado de sella bom andador baixo
com os cempetentes arrelos ingiezes quasi no-
vos, ama mobiliade amarello a Luiz XV perfei-
hmente nova, urna dita eom algnm eso, nm
santuario de Jacaranda, dons guarda ronpas de
amarello, doas comruodas, sendo urna nova e
ootra com pooco oso, 3 armarios de bur sendo
nm envidrando, diversa* eadeiras, marqaezas,
camas, eabides, mesas de amarello e loare com
gavetas e sem ellas e diversos relogios de ooro
e prata.
Qiartafeira 8 do corrente.
Pele agente Martios a' ra do Imperador n. 16,
as 11 boras em ponto.
De diverses movis, tlgelas, casaes de chicaras,
bacas, oriooes, um reloglo de ooro, orna escra-
va e dividas na importancia de i8:605458< rs.
Por mandado do Illm. Sr. Dr. jaiz especial do
commercio o agepte Martina levara' novameote a
leilo os objecin cima pertsneentes a massa fal-
lida de Azevedo Qaarta-felra 8 do correte.
No armazem da rna do Imperador n. 16, as 11
boras, oode os licitantes poderao examinar a re-
lacao dos devedores de dita massa.
AVISOS DIVERSOS.
Precisase
de om feitor para um sitio em Olinda: nes-
ta typographia.____________
lusUtrito reheJogico e Geograauico
Pernanibnciino.
llavera' sesso ordinaria qointa-feira, 9 do cr-
reme Janeiro, pelas 11 horas da manbaa.
Ordem do dia.
Pareceres e mais trabalhos de commissoes;
Daliberacao sobre os prejaratives convenientes
pa a festa do annlversarlo do Iostitnto.
Recite, 4 de Janeiro de 1868.
J. Soares de Azevedo,
Secretario perpetuo. x
Uoik&io de S4 fedro
O bacbarel Manoel Barbosa de Araujo
avisa ao poblieo em peral e aos paes de
seos alomaos1 em particular, qoe modoa
toa reside ocia para a roa do Hospicio,
sobrado n. 26 e qoe de bo]e em diante
tomara' o seo eollegie a eeoominacio e
S. Pedro. Ootro slm, cientfica a veas
alumnos, lano internos, como externo;
qoe, do da 7 do carrate mez em diante,
comegaro a fonecionar toda as anlas.
do referido eslabeleciinento sob a diree- !
$ao des me-mos professores.
M*nmmmmmmmm*mm
Um pedido
Pede-se a quem acbrn tres chaveszinbss em
nma argola de ico, as poder entregar Da toja, do
Passo qae-aera' recompensado;
Aluga-se
A casa terrea na m* do Tarabi n. 19 : a Ira
tar no corredor do Bispo o. 11.
Aloga-se a casa o. 16 da roa do Jasmim ; a
tralar na roa das Flores n. 37, seguodo andar.
Na qoalidade de subdito francez, residente a'
roa da Cadeia com nutrs compatriotas, jnlgo do
roen dever responder om artigo publicado no n.
301 do Jornal do Recift do da 23 de dezembro
prximo passado.
Ao autor do citado artigo convm qoe digam, se
por ventura igoorar, qne bastante Inconveniente
a' senboras honestas rhegarem a' jsnella depois que
se apaga o gaz. a's 10 horas da noite, sobretodo
morando com fronte a' rapazes solleiros pouco
roidadososda indiscrip(3o dos vislnbos, observan
do-lbe igualmente qne a casa on4e residimos il-
lominada a' pariir das 9 horas da colla e que nao
nos cohibido, a' nos Francotes, passeiarmos no
seo recinto e estarraos a' nossa vonlada no sen in-
terior, a's 10 horas da noite, sem temor de r Hen-
der os costomes e ainda menos as conveniencias
poblicas.
Quanto a'reflxo que faz o^arlicolista acerca
do que podemos pensar dos Brasileiros, sentimos
qae tenha sido elle o proprio a' elassiflear-se, na
impasibilidad- em que estamos de fai-lo por nao
o conbecermos; notando lodavia que temos satis-
fac.ao em fazer ioameras exc^pcoes.
No dia 1* de novembro do anno prximo pas-
tado (1867), fugio do poder de sea seohor o abaixo
assigsado, o escravo pardo acabocolado de nome
Martinbo, com idade de 20 anoos pooco mais ou
menos, estatura regalar, rosto comprido, com to
d s os denles da frente e cem um signal preto na
reglo frontal de lado direito na parte soperior d?
nariz, prximo a concavidade do olno, poncas fal
las, com pouca barba no qoeixo e no labio sope-
rior, indo vestido de caiga e jaqueta de brim par-
do ; qu-inJo falla poza bastante pela K e tem o
olbar sombro ; presnme-se qne tenba procurado
assentar praca ; e por isso o mesmo ab>ixo assig-
nado roga s aaloriades militares, policiaes e ca-
pitaes de campo a captara de diio escravo para s-r
entregue ao mesmo abaixo as-ipnado em soa pro-
priedadeMacacono engenho Inbamio do lermo
de iguarass onde se gratificara' a pessoa que o
eondozir.
______________________Jos Uparte Pangel.
Preeisa se de urna ama de leite: na roa Au
gasta o. 10.
RA DA OIPERATIUZ N. 14.
iiaio m Mi-mm,
Debaixo dessa denomioafo abre se nm novo estabeleelmento cujos dono?, convidam ao respei-
lavel publico tanto desta cidade como de fora da provlocia que quizerem bonrs los eom snas fregue-
zias, a vlr visita-Ios, asseguaraodo-lbes qoe sempre hao de encontrar bom tralameoto, granJe asseio a
o maior agrade possivel junto com pregos moito commodos.
De noite haver sempre caf, sorveles cerveia etc. etc.
Para etlncaco do sexo masculino
Director Manoel Alves vianna
O eollegio da Conce^ao, mudado ltimamente para o bairro de Santo Antonio, ra
mbelioa Julia Oe Moraes e Maum-l Aprigio Oe
Moraes, mandara celebrar no da 7 do correte,
pelas 7 boras da manh, na igreja do Carmo, orna
missa pelo repouso eterno de sea sempre chorado
marido e pal o lofeliz Marcolioo Jos de Moraes,
assassinado cobarde e miseravelmeote no termo
ile Serlnhem no infausto oa 7 de lan^H1 de 1866.
Preclsa-se de ama ama para esa de pouca
familia: oa rna da Concordia casa da esquina n. 9.
K3 d- S. Francisco casa n. 72. contigua a' esiaco central dos trilbos urbanos dos Apipucos, jjjjS;
.S^/) e,Dl'Dda:a faneciooar regolaimente, recebendo alumnos externos e !--------
i.'arios a' ma
moralisadas e de om cobceilo ma-
i internos, tanto para as ,*&
^iijj antas primarias, como para t"dos os preparatorios neces.'arios a' matricula de qualqner fa- >>
fi o na nm r.n.p^itn m^_ *^><*
5@
culdade, sendo os sens respectivos professores pessoas
glstral ja bem Broiado nesta cidade.
O director aeste novo collegio comlnuaudo n cmprB5r t.daa sollciturle no desempe-
Bho de sen mandato, espera fazer-se mais digno da contianca eom qoe o vc honrando os
senbores pais de faml.ja, cenbando-lhe bondosamente os seus lilhos.

?^. Os eslatulps do collegio, assim como o franco ingresso em todas as suas dependen- rrv:'
S&m das, esto sempre dispo.-iro da qoem pessa interessar. .*.?
i^

S^s-i>:s-eQ^J.(?>,i
M
;ft*
<-i;a\b>3:
RESTAURAN! A LA CARTE
Entrada geral roa larga do Kosario n. 37 e para familias roa
e&trtita do Riszrio n. \ 4
Francisco Garrido & Hermano, proprielarios dt3te grande estabelecimento, com chegada da
Europa do p i m-iro, tem o prazer de annunclar aos seus amigos e freguezes, qae se acbam ooira vez
oo mesmo estabelecimeolo, aociosos por ver todos os seus parochiaoo?, laoto da praca como do mato e
deoulras provincias. Os proprielarios tem frito lodo o possivel para satisfazer a sua filustre concur-
rencia. Os hospedes acharo toda commoidade de grandes salas e asseiados quartos por precos ra-
zoaveis.
Ha sala para leilara de jornaes nacionaese estrangeiros; na mesma sala ba om magnifico piano
para recreio.
Come-se a mesa redonda a la carte e roaoda-se domicilios.
Os vinhos mais Soos do mercado acham se no estabelecimento.
A' noite ha sorvele e refrescos, caf, cb e chocolate a toda a bora.
Tem de mogoo os bilbares, nobres diverlirnentos dos reis e oulros jogo?. Falla-se bespanbo!,
fraoce, italiano e ioglez. Xo estabolecimento veodam-se libras sierlinas e compram-se ongas
ozbepabolas.


COLLEGIO
5
N. 12 Pateo do Terco N 12
No nnlco deposito da fabrica de looca bem co-
nhecidaBarbalbona villa do Cabo, recebe cons-
tantemente grande sortimento, e acaba de chegar
ltimamente orna porcao de jarras resfriadeiras
de todo tamanho e proprias para sala, qoariiohas
enfulladas brancas e encarnadas, pinbas igualmen-
te, garrafas dem grandes e pequeas, Jarras para
deposito 'agua em casa, grandes e pequeas, ci-
ato vldrados, curvas, cotovellos e 3 bocas, telhas
proprias para eacamlnbar as aguas ploviaes aos
canco, a escolber no tamanho de polegadas, assa-j
deiras, algoidaes, ligelas grandes e pequeas, pa-;
nellas, papeiros, bulboes para manleiga, tinta on
haoba, panellaa para pao de 16, vasos para plantar
flores, ditos de carranca^ para .lares, obra prima,
piss para vedar formigas as plantas, muringues
brancos e encarnados, -e martas ontras obras que
s rom a vista.
Alverte-se aos fregnezes, nem s da praca como
de lora, que costomam faxer seus sortimeot s para
Geyaana, Parahyba, Rio Grande do Norte, aprovei-
lam a occasio das chegadas.
Troca-seoraa bonita escrava de 16 annos de
Idade, recomida, por um escravo preto oa malato
qoe seja moco e de boa figura : a tratar a roa
dos Prateres no3 Coelbo? d. das 6 as 9 hora
da madtia.
-
DE SANTO AMA
Reeife, raa di Trapicha n. o,
Fondado em o auno de 18G5;
Director, o professor Jos Francisco Ribeiro de
Souza.
O director do collegio de Sanio Amaro, no intnilo de moniar sen estabelecimento
convenientemente, acaba de fazer acqoislcao do excelleote edificio em qoe achavase lo-
calisada aSjciedade Club do Reeife,sita a' roa do Trapiche n. 3, para onde mudoo
sea collegio. A edvacao e instruccao baseada oo oovo systema especial de premios ?t/i\-
e pooi(5es, sendo totalmente abolido o castigo manual. Cooiinua a receber como al
aqu, alomos peocionistas, roelos pendonistas e externos ; acbando-se o eslabeleclmen-
lo preparado com todo o asseio e commodos, e prvido de um escolhido pessoal de pro-
fessores, qoe leceionarao as segofntes disciplinas :
Instroccao elementar Relbonca e poeHca.
Liogoa latina Geograpbta e Mstoria
Franceza Geomeiriaa
Iogleza Pnilcsopbi
A abertura da aola elementar lera' lagar no dia
3 de fevereiro em diante. A lospercao dos compartimentos do collegio e os estatutos
do mesmo, estio a dispos'cjio dos interessados. Ootro sim, o director lem creado orna
cadeira de oezenbo annexa a anla-elementar, sem que por este importante e til melho-
ramenio exija maior nderonisaco.
O director empregara' todo o affinco e cuidado nao s, na parte relativa ao bom
tratamento e adlanumento de seus alumnos, como tambem, na boa ordem e regolarida-
de de seo eslabelerimento.
MUITO MAIOR VANTAGEM

0 bem condecido C0Ri$0 DE OURO..
Cabog paga mais do qae ontra qaalquer pessoa podera' pagar as IllOcUftS (16 OlirO 6
prlfl, assim cono ]a" tem dado lanas proras e offsreca snas por menos SO por canto do
qae tnjjro qtralqTjer.
Escriptoracao mercantil
Mu-ici.vocal o instrumental
Dezenbo
han
7 de Janeiro e as demais do dia

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HH.c pcrMm>w ..tct^UcIw 1A.. i mg.
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ARMAZEM
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vapor fraw ATjaassssrirsji*1"-
reila45
Chega, gente!!!
rzegoins inglezts para borneen a 5t.
ios fraceie demaC*V y% *
neguins para sartora, e niel lados, a 4f.
itos pira nftnina, dem a 3|* ^ "*
Sapaioes nglezes para hemem a 4J.
Dito americanos a 3*500.
Chinelas do Porto a 1*600.
IhsiI ol

BA NOVA N. 7
Acaba de ebegar de Pars 4 este'estabelecimen- AP">v*>em eroquto lempo.
lo tm grande e escolbido soriimen'.o de calcado
dos melboies fabrican es daquella grande prsca,
assim como graude variedade de qaioquilluria e
de novos brmqedos para enanca*, cojos artigos da compaubia Fidelidade, estabeleciJa c
se acham expostos a escolta e vootade dos com-
pradores* e :rao sejam alguos que passaaos a
mencionar. I; I
A i {Ultima moda U Ll I i
Ricos cnspeofiobos de gosio para senboras fei-
ios ao capricho, de orna grande modista de Pari.
Botina para senboras
de selim branco, duraque dito, pretas e de outras
diflerentes cores eofeit.das a rigorosamoda TT
Botinas para meninas
4anotas qailiflades bem sortldas.
i H I
Sapatos fraoceies de salto a 3*.
Seguro contra bgo
3.UIV mmn

B fas !>t i
* eb '.un* t
H M\ A emprea do gaz desta cidade desejando facilitar geralmente o nso doaz na
casas e estableeirneotps particulares, oferece desde j as seguiotes vantagens:
1. Urna redarico considravel nos precos dos canos, apparelhos e todos os mate1-
riaes prVcisos para a installatto de&Uloz, .noqtr 2.* O gaz foroecido boje de extrema pureza e nao offender a prata, o bronze
liuJun^\iTJl0,t Z'utad! *oulro meta! differente,assim comaeenbumdamnopodercausar s pinturas, quadros.
JaoKKS^ ornamentos, papel de forro mais delicado qoe seja, tornando-se ao mesl lempo to san-
mercaderiai, esa cea escriptorio roa ua Cruz na- davei e m3is econmico outra qualquer luz, j coohecida, auna!, evitar tambem a obs-
DOTOR SABINO 0. L PIHHO
HIJA H'OVA ZfT. 48.
mero 57.
Ja V*f ** wlefoSgenea n. 33, loja de
ourives, compra-se oaro, prata e pedras preciosas,
e tambem ae faz qnalquer obra de eacommenda e
todo e'qualquer concert.___________________
Trocara se
u notan do banco do Brasil e das calas filiaes-
Jom descont mnito rasoavel, na praca da Inde,
oendencla n. S. y*"',
Da'-se 800* a premio, com bypotbeca en
bem de raz de dobrado valor aesta cdade : a Ira
lar na roa da lioperalriz loja n. 28.
Aluga-se a casa da rna da Florentina n. S :
a tratar na taberna do largo do Paraizo n. 16.
Alu?a-se o 3* andar do sobrado n. 1 da roa
Imperial ; a tratar no i* andar.
Precisa-se alagar'oro pieto, para todo o ser-
vico de casa: na roa do loogel n..9. .
DE
Antonio Xaues de Castro,
Desde 1857 que sao as tabellas vomicidas
applicadas era Portugal, como o remedio
prompto e efficaz para a eipolso das lom-
b: igas, que lo graves padecimeotos causam,
e que qiMBijempre se suppoe ellas a ori-
gem.
Este virmifugo preferivel a qualquer
ontro pelo sen agradavel paladar e fcil ap-
plicacSo as enancas, as quaes geralmente
sao mais atacadas de semelbante mal.
Copeiro
Precis-e de om bom copelre para casa estran
geira : tratase a' roa do Vigaii) o. 2, escriptorio.
h a. pr ja
o.B
c o L
dt
5B'Sg.B
o B o ce
cr o 3 9 S
" 5f B o 5
-1 O rv "a
9 5 w c 2
as n M c/3
B 8.o
-I VI -J
O a '
< 03
si
Brincos de Miro
de M anilina randa nos Campos Elisios e boule-
Tards de Pars, para senbor&s e meninas.
I.si vas de pe I lea
4o Terdadeiro labrieante Joavio, brancas, pretas e
4 vatru diffdrentbs cores.
Leqiies
meseolbido soriimeuta de loquee de diveraos
fcatoe e qaaliJades. i Cj*
Perfumarla
finos eitractos, batiras, olos, pos de arroz, agua
ae coiogne, agaa ^^^- chocolate vermicida
de differentee tamanhos e gastos para salas, gabi-
netes e pequeos toocadores.
Calxlnhas de costura
de novos modelos ricamente guarnecidas e coa
Lindas pecas de musir. *
Delicado presente
bolcmbas ecestlsbas de seda e de velludo mnito
importantes para braco de meninas passeio.
Chapeos de sol de seda
de cores e mnito bellos para sentaras e meninas.
Bouquets da exposlclo
delicados bouquets da flores do porcelana coco lin-
dos jarros para tr.sas de salas e santuarios.;
Lunetas
Se ac, tariarugn efbufalo.
O cu los
de ac, bfalo e de prata dearada.
Ricas bengalas ,
de canoa verdadeira com casto primorosamente
Ifabalbadosetamaifim, compra Jas na expsijc.
chicles para pa^selo
maito finos de balea e cabo de mariim.
Olead* para Besa
de multo boa' qulldade, noves bellos padr5es: no
armaiem do Vapor, ra Nova n. 7.
Para toilet
ofcjectos de phantasia moito bellos para toilet
o ques
ebegados de novo a ultima moda.
Rices lbnns
de vel'aJo e de marrcqtm para ruiratos.
Esterescopos
ceta lindas ptalograbjas traosparebtes.
Estampas
de figuras, panageos, cidadrs e de santo?.
Molduras douradas
de diversas largaras para quadros.
Abat-jour
para caadieiros e lanternas de piano.
Cosmoramas
grandes e pequeos com 0 oo. mais vistas esco-
ltadas a' vontade, muito ptitorescas. {
Realljos
pequeos, de qoatro e seis pegas de msica.
leeorflloas
concertinas, o q'u ha de melhor neste genero.
Ciaiolss de rame
de vstos procos e lamanbos para passarinho.
Bosicas para homem
frande sortio ento bem escolhldo era Pars.
Botinas para meninos
de mnitos roodel s bem sonidos.
Napatos de tapete
de cbarlote, de tapete avelludados e da tranca
Lisboa para horneas, senboras e meninos.
Botas russianas
Perneras e meias perceirss.
Mantas de feltro bonitos padrSes.
l#blCOtPS fnrfac enrr.prdoc
Lnvas de (j da Escossia.
Gartelrinbas para diaheiro.
Saceos de tapete p. ra viagem.
JMalas e boleas sortidas.
Pooleiras para charutos e cigarros.
Cbariiteiras e cigarrelras de palha.
Cnxlrobjs de bonitos modelos.
Sravatas tretas e de cores.
bordas para violao.
Bengalas para homens e meninos.
Escovas para c bello.
Escovas para denles.
Pentes de marfim para tirar caspas.
Feotes de tartaruga de desembarazar.
Abridores de I uvas.
Tesouriuhas dultcadas pa costura.
Caivetes finos com tesoorinha.
Meias de rio da Escossia para homem.
Venezlanas transparentes para jjneas.
Qoadros pequeoos para retratos.
Pares de lindas figuras pequeas de porcelana.
Jarros mui pequeos de porcelana.
Objectos de porcelana para botar banlia.
Taiberes finos para meninos.
Objectos de mgica para divertir familias.
Pfl tigrapbias mgicas.
filobs de papel para illuminacao no campo.
Casticbas de vimes para meninas de escola.
Ceixichas de raoslca e reajtijos para meninos.
Velas a gaz para caodielros e candelabros.
Carnntios de qoatro rodas para conduzir eriaoj
Bonecas de massa, de cera e de porcelana.
Barcos e camas c< m cortinados para bone?as.
Cabriolis e cavallinbos de madeira com machi
nismo para meninos de 3 a 8 anuos montarem
Para prest pes
Jgaras para ornar presepes, casmhas, snimaes,
pastores, e ootros muiios objectos proprios.
Atteocao.
Sao sendo posstvel menclonar-se aqoi todas as
qoalidades de calcado, nem todos os artigos de
qaioqnilbarlas, e muito menos da grande varie-
dade do novos brioqnedo8 : pedese ao publico uro
passeio a este eslabelecimeoto, certo de que en-
contrarlo bastante paciencia para bem escolherem
o 4oe desejarem comprar, e precos baratlssimos
em irtde de baver em todos es.es artigos grande
Sintidade, e tereco sido compra di s mes rao na
ropa pelo douo do dito estabelecimentu, arma-
do vipor, ra Nova n. 7.
'
- 3
C5 ce o K1TJ
o as a
n a ce 5 -2,
llB
S S T w
So: --
g -? c?-
2. E S S.
traccSo dos canos e tutos dos apparethos.
3.* Os apparelhos ilsieotes, como lastres, arandelas, bracos de vidro, de bron-
ze, etc.j etc., sio proprios para os senhores que preferem luso e elegancia, como para
os que necessitam simplicidade e economa.
4. As pessoa8*que qoizerem collocar o gaz em suas casas podem dirigir-se em-
preza, a qual se eocarcega da collocacjo de todos os apparelboa, canos, etc., tomando toda
a responsabilidade pelo perfcilo cumprimenlo do masmo, ou por outra, podem empregar
qualquer maquinista reconhecido pela empreza, sendo o mesmo maquinista responsavel
pelo mu trabalbo.
5.* A empreza obriga-se ainda a reparar gratuitamente qualquer falta de luz,
obstruccao (Je canos, etc., devendo o consumidor pagar somonte as pecas novas que forem
precisas para o mesmo concert; qualquer reclamacao que possa baver, ser dirigida ao
escriptorio da empreza rna do Imperador n. 31, aiim de ser logo providenciada.
11 fiC I
I
i i.


>b (o*, t



S: S A -Ra do CabugM. S
Os proprietarios deste estabelecimenlo offerecem ao respeilavel publico
um explendido e variado sorlimento de joias de ouro ebegadas recentemente
da Europa, cujos modelos sao oovos e de bom gosto como sejam: pulseiras
com perolas, rubins, esmeraldas e brillantes, brincos da mesma forma, anneis
de phantasia, proebes para retrato, etc, etc., botoes de coral rosa para pcilo
de camisa e cacoletas com retraaos. ----
Compra-se e recebe-se em troca ouro, prata e brilbantes pelo seu en-
trinceco valor, assim como moedas nacionaes e estrangeiras. Tambem se en-
cembem de fazer concertos
*


Agostinho Jos dos Santos $ C.


m
0mm Aiim

<4
N. 2 largo da matriz de Santo Antonio n. 2.
RETRATOS A OLEO


O Dr. A. S, Pereir do Carmo (medico)
est murando no sobrado n. 12 da rna da
Imperatrli.
Isto que pechineha.
Fazendas com toque de a-
varia-
Madapoln d 108 Beoa 6^.
Ullo de 9J idema S$.
Aigoddiioho finoa 'i}.
Dllo-a 35.
Camisas d- 3J50Oa tf.
BalCes de 43-a f.
Saias de S5a 3.
Toalbas de 15300a 800 rs.
Seroulas de 25500-a 15500.
Enfeites para cb-ca de o$a 25.
Cb^pos oe opa baixa de J' 0 a \o.
Na ra dos Quarteis c. 22, leja de calcado do
Vianna.
PrecUa-se alugar urna boa escrava para o
serviQo interno de urna casa de pqnea familia : a
tratar na roa da Cadeia, loja a. 7 ; paga se bem.
I Educacao primaria e se
1 cundaria.
Na iostitulcao de J-n nymo Pereira Vil-
^ lar, na roa larga do Rosario o. 22, nao s
!@g se eiisinam as materias quecnnslitoem o
Bj curso regular de primetras letras, como
^ as disriiilinas preparatorias para a farul-
'j dade de riireiio; cujas aulas eslaro aher-
B tas do da 7 do presente janelropor diatte.
st^iKisa guasa tmim s&miMimMim
CachaDg'
Aluga-se urca casa em frente a igreja, com ao-
commndacoes para familia, com coebeira, estriba
na e biobeiro : a tratar no largo do Corpo Santo
0.15._________________________________
Aluea-se urna casa na Boa-Vingem no logar
Estrada, na prsQ-i da independencia n. 17 se dir'
quemaluga.
Precisa-se de um caixeiro pequeo, na roa
das Cruzes n. 41.
CASA DA FORTUNA
Aos 5,0000
BILUE1ES GARANTIDOS.
A'roa do Crespo n. 1z3 e casas docostcme.
O abaixo .-signado vendeu nos sens muito fe!i-
zes bilhetes garantidos da lotera que se acaben de
extrabir a beneficio das familias dos voluntarios
da patria os seguintes premios :
N. 4051 um meio com a sorte de 5:0005.
N. 32 doas quintos cora a sorte de 9005.
N. 3.-'0V djus quintos com a sorte de 40 5-
N. 25-13 om meio com a sorte de 2005.
E outras multas sones de 1005, 405 e 205.
Os possaidores podem vir reeeber eos respecti-
vos premios sem os descontbs nas leis na casa da
Fortuuf rna do Crespo o. 23..
Aebam-se a venda os da Ia parta da loteria a
favor da igreja de Nissa Sen hora da Soledade do
Recife, qjxa se extranira' qomdo fr aonnociada.
freco.
Bilhete. .... 55000
Meio...... 25S00
Qaartos..... 5230
Quinto..... 14000
Em porcSo de 100(5 para cima.
Bonete.....44500
Meio......24230
Ooartos. .... 15125
Quinto..... 900
_______________Manoel Martios Fiuza.
Na ra do Cabuaa' b. 18, sobral, precisa-se
de dna amas, orna para cosmbar e ostra para tra-
estraf* 'Mii Barros' io b7co'd^s'pioD'i- iUr de B"' pe8soa enf8riD io molestia nao conta-
Temos a honra de partecipar ao respeilavel publico a volta do Sr. Alberto Hens-
cbel que foi Europa com o duplo 6m de se por ao corrente dos mais recentes pro-
gressos da arte photographica e adqaerir para o nosso estabelecimento mais um ar-
tista de talento.
O Sr. Alberto foi summamente feliz econseguio eogajar um destincto pintor de
retratos, p
SB. fARLOS ERNESTO PAPF
membro honorario c'a academia real de pintura da cidade de Dresda, e do qual a reputa-
cao bem fundada nos autorisa a erperar produces Dotaveis no seu genero de trabalbo.
Um progresso immeoso nliirnamente ejecutado na photograuhia, um dos mais
importantes consiste n'arte de obter retratos em tamanho natural. Osando directamen
te na grandeza que se desaja, sobre a lela do pintor, o retrato pbotographado, por meio
de um instrumento especial chamado : cmara solar pe acgjientaco.
P> r esta forma o talento e o saber de um artista habii maravillosamente se-
cundado pela preciso absoluta e infallivel dos contornos e das sombras qae Ihe pe a
photograpbia sobre a tela, e tudo se rene assim para se alcancar o maior grao possivel
de semelhanfa incontestavel, ao que d aiuda maior realce o sello artstico, que imprime
ao retrato um bello colorido.
Pelo mesmo processo nos podemos reproduzir e pintar oleo, urna vez qoe se
nos d nma photographia, seja de que tamanbo for qualquer retrato de pessoa morta ou
autente e no tamanho que se desejar.
As pessoas que quizerem julgar por si mesmas deste novo genero de trabalbo,
sSo convidadas a nos fczer a honra de visitar a nossa galera, aonde estiu expostosuma
serie destes retratos como amostras.
AMRROTYPOS
Retratos em caixinhas
Para satisfa/.er a numerosos pedidos de muitos dos dossos fregnezes, estamos pre-
parados para fazer retratos neste genero, para es qnaes tambem temos agora um grande
ve ariado numero de ricas e bonitas caixinhas.
Neste importante estabelecimento se acha
todo o qoe necessario para a pratica da
Uomeopnthia.
Medicamentos em glbulos e em tinturas,
Posto qoe, na segunda edieao do The-
sonro bomeopathleo ou Vadem-
cum do homcopatba, pagina 677, se
ache indicade o meio de osar d'esse preser-
preparados com a mais escrupulosa exacti- vativo, com ludo eonvm repi-lo com al-
do por meio de machinas especiaes.
Carteiras porlatei, contendo os principaes
medicamentos em glbulos 100, 20(5,
guns esclarecimentos mais.
Para urna familia dissolvem-se 20 glo~
bulos em urna garrafa com dous tercos
30(5, 40(5, 303 e 00$, [conforme a quanti- d'agua pura, vascoleja-se bem, e d-se
dade de tobos. 'cada pessoa urna coiherada pela manh, ou-
Caixas de medicamentos em glbulos e
em Unturas de 80, 100(5, 420* e 150*5
rs., segundo o nnmero dos vidros e de ta-
bes.
( Estas caxas s3o mui utes aos mdicos,
senhores de engenhos, chefes de grandes
familias, capitaes de navios, e em geral
todos que se quizerem dedicar pratica da
homeopathia.)
Cada tubo avulso costa.......1*000
Cada vidro de meta onca de tintura. 2)5000
Vendem-se glbulos inertes, tubos vasios,
vidros para a prepararlo das dses, etc. etc.
Escovas elctricas para traiamento das
molestias nervosas, principalmente para* as
dores de cabeca.
Apparelhos de lavar os olhos no trata-
mento das ophtalmiss.
Apparelhos de injeccao para o tratamen-
to de certas molestias das mulheres.
Cha preto e verde de excellente quaij-
dade para aso dos enfermos.
Vende-se igualmente o Thcsonro ho-
meopathlco ou Vade-meeum do
bomeopatha (obra incontestavelmente
indispeosavel todas as familia?, pela clare-
za, com que ensina a empregar a nova me-
dicina), preco 20(5.
(Em porcoes de 50 ejemplares faz se o
abate de 15 por cento.)
_
CONSULTORIO HOMEOPATHICO.
0 Dr. Sabino 0. L. Pinho d consultas
iodos os das uteis desde 11 horas da ma-
obiia al s 2 da tarde.
As visitas aos enfermos s!o feitas das 2
auras em diante; mas em caso de neeessi-
dade as visitas podero ser feitas a qual-
quer hora.
Para que as visitas possam ser regulares
compre que os dientes ou os seus enfer-
me ros mandem dar parte do seu estado,
todos os das at o meio dia as molestias
agudas; e de 5 em 5 das as molestias
cronica?.
As consultasescriptassao respondidas mais
ou menos promptamente, segn lo as
aecessidades da molestia e a distancia em
que se acba o doente, pois que neste caso
fa-se preciso indicar de urna s vez ludo
o que convier ao restabelecimenio da sade.
As retribuyes serlo pagas na mesma con-
forto ida de.
O Dr. Sabino roga a todas as pessoas, que
costumam consulta-lo por escripia, que or-
deero aos seus portadores a prompta entre-
ga de suas cartas, visto que, entregando-as
como costumam, na accasio de se retirarem
do Recife, impossivel responde-las satisfac-
toriamente.
-



MEDICAMENTOS PRESERVATIVOS.
Em qunesquer epidemias o Dr. Sabino
tra ao meio dia e outra a1 noite, durante
tres ou cinco das consecutivos. Deixam-se
passar oulros tantos das sem nada tomar,
lindos os quaes, repele-se o remedio da
mesma maneira; e assim se continuar
em quanto 'durar a epidemia.
(As creancas at a idade de 3 annos to-
mar9o o remedio as colberinbas).
Si a epidemia estiver muito forte, ou, si
na casa houvrem bexiguenlos, deve o reme-
dio ser tomado todos os das sem inlerrup-
Cao, at que a cousa melbore; depois do
que volte-se a usa-lo do modo ensiuado.
A garrafa deve ser nova e muito bem lava-
da, primeiro com agua quente e depois com
agua fra. (No caso de nao baver garrafa ou
vidro novo, poder servir orna garrafa de vi-
nho ou de agurdente, com tanto que seja
muito bem lavada com aguas quentes e
frias.)
Para urna s pessoa basta dissolver 6 gl-
bulos de vaccina em 2 oncas d'agua, e d'ahi
tomar as colheradas como j ficam indi-
cadas.
Nao pre;isa granel dieta. Abstenham-se
do cha e do caj fortes, do abuso das bebi-
das espirituosas, das comidas gordurosas
e muito adubadas Eis aqui apenas o que se
exige.
PLUMERA CELINOS.
(CONTRA A MOrtDEOURA DE COBRAS)
Este medicamento goa de muito bons
crditos contra o veneno das cobras e de ou-
tros animaes venenosos.
O Dr. Sabino nao tem anda observaco
pessoal de fado algum que o aotorise a
afrmar sua efficacia; mas sabendo que no
Rio de Janeiro e em S. Paulo elle tido co-
mo muito poderoso, mandou-o vir para ex-
perimentar.
Algumas pessoas do centro d'esla provin-
cia e da da Parahyba tem escripto ao Dr.
Sabino, dizendo ser incontestavel o metilo
da plumera uo tratamenlo das mordeduras
das cobras.
Emprega-se a plumera celinos interna e
externamente, da maneira Si-guinte :
Uso interno. Nos casos menos graves
dissolve-se urna ou duas g- tas de tintura
em duas oncas d'agua, e d-se ao mordido
urna coiherada de hora em hora.
Nos casos mais graves flissovem-se seis
goltas em quatro oncas d'agua pura para
dar-se urna coiherada de meia em recia hora,
de 15 em 15 minutos, e al de 5 em B mi-
nutos (segando a forpa do veneno inoculado-
ou mlensidde dos symptomas manifestados.)
Logo que houver meliora, se espassaro
gradualmente os intervallcs de urna dse a
outra.
Uso externo. Ao mesmo lempo qoe se
d a beber o medicamento, apphcam se ex-
ternamente na parte mordida fios de linho-
ou de algodo embebidos em urna dissolu-
faz distribuir gratis s pessoas pobres, no j Cao da mesma tintura constante de 10 goltas
sen estabelecimento. os preservativos Deces-'de tintura em 20 colheres grandes d'agua.
arios, dando-lhes as competentes insiruc- Esses fios se conservarao sempre molhados
ges. sobie o lugar da mordedura.
Presentemente reina a epidemia de bexi- O Dr. Sabina receber com reconbecimen-
gas ; muitos j se tem aproveitado'com fe- to as communicages que se dignaren) de fa-
lizes resultados do seu offerecimento, feito zer-lbe as pessoas que experimentaren! o
no Diario de Pernambuco; mas necessa- emprego da plumera celinos.
rio que todos experimenten esse meio lao
fcil e tao commodo de se preservaren! e s
suas familias d'essa terrivel molestia.
O preservativo empregado a
Nota.
Em ausencia do Dr. Sabino acha-se in-
vaccina combiJo de resolver quaesqoer negocios
elevada 5a dynamisacjo. As pessoas, que relativos ao eslabe'ecimenlo o respetivo gc-
fazem aso d'ella, ou nao sao accommettidas de rente.
bexigas, ou, si o sao, raramente as tem de, Jos Alves Tenorio,
m qualidade. Professor em homeopalhia.

O Or. G. A. Walbaum, medico, tem o seu es-
criptorio a' ra da Cadeia n. 36, seunndo andar,
onde da consultas tjdos os das de 8 al 10 boras
da roaohSa, e 2 at 4 boras da tarde.
kan! Power Joanstoa &Uompanhii
Ra da enzala Nova o. 42.
A3BMCIA DA
Fand!code Low Hoor,
Machinas a vapor de 4 e 6 cavailos.
Moendas e meias moendas para engenho
Trizas de ferro coado e batido para eugo-
aho,
Arreios de carro para om e dous cavallos.
ftelogios do oaro patente inglez.
Arados americanos.
Machinas para descarosar algodo.
Motores para ditos*
Madrinas de costura.
Alnga-se a casa terrea da roa do Rosario di
Boa-vista n. 18 : a tratar na rna do Imperador n.
37, 8* andar.________________________^_
Perdeu-se o pe dlrtito de bm par ooo de
norzeeuina trance? para bouien d 36. da estrada
t> Joan Fernaodes V^eira, bpco do Oihi> di Bol e
OMQUROD

Kua da Imperatriz n. lo.
.
-
Vende se manteiga inglezaflor a 800 e l(Jooo.
Sal refinado em pacote de 3 libras a 2oo rs.
P de tijollo para limjar facas a 12o rs.
Latas com pode-loa Ii55oo.
Azeitonas de Elvas em latas a 800 rs.
Alpista e painco a ICo rs.
Frutas em caldas sonoras a 5oo rs. a lata.
Farello de Lisboa marca M. a 4Goo e 5#ooo.
Caixinhas com massas para sopa a 25oo.
Vende-se orna armaco de louro envidracada propia para qualquer negocio em
ama principal ra: airatar na ra da Imperatriz n. 15, com Miguel Gomes de Souza
que tem poderes especiaes.

Pagase bem atusa ama qne saiba cotinbar
para cata de familia : a tratar na ra da Impera-
trii n 44, lo}.
Alnga-se o sobrado da rna dos Coelhos n. 10,
e a casa da rna dos Prazeres o. 36, com commc-
dos para familia._______^^_
Aos fumadores de bom gosto
CHARUTOS DA HAVANA
Bm a Galera R?cre-ttoa rna da Imiieratrls o.
17 se ha itcebido por amostra tres marcas de su-
perior qualidade da acreditada fabrica de Manuel
de la Sala.
ro; quem tlver acbado queren Jo entregar, o peder'
Uux m nadara da Solidad*, ende receber' o
acbado.
gtosa.
Alaga* se o 3* e 3* andar da easa n. 07 na
roa a Croz .' a tratar aa mesma roa o. 3.
HISTORIA DE GARLOS
XII
Re da Suecia
POR VOLTAI8E.
Vende-se esta excellente obra por 15200 em
broebura, na llvraria Econmica raa do Crespc
O. 2.
Na mesma livraria tomam-se asslgnatnras para
.
.

J.
[DE
4 VIGNjES
[M. 55. RA DO HEPfSRABOR W. 55.
Os pianos desta antiga fabrica sao boje ass3 conhecidos para qao seja necessario insistir sobra
oa saperioridade, vantngense garantas qne offerecem aos compradores, qnalidades estes ioeoatestt
'eis que elles tem definitivamente conquistado sobre todos os que tem appareeido nesta praca ; pos
anicddnm teclado e macbinismo que obedecen) todas as vontades e capriedos das pianista*, sem
rtunca falbar, por seren fabricados de proposito, e ter-se feito nltimamer-te melboramentos Importan-
rssimos para o clima deste paiz ; qnanto s vozes, sao melodiosas e flautadas, e por isso muilo agrada-
seis aes ouvidos dos apreciadores.
Faaem-se conforme as encommendas, tanto nesta fabrica como na do Sr. Blondel, de Pars, socio
torrespondente de J. Vignes, em cuja capital foram sempre premiados em todas as exposicoes.
No meemo estabelecimec,tb se achara sempre um explendido e variado sorlimento de msicas dea
Minores amores da Europa, assim como harmnicos a pianos harmnicos, sendo tado vendiJo per
oreos commodo e raxoavels.
avida de Horacio Nelson
aoglex a lf cada exemplar.
celebre almirante
PrfCisa-s de urna molber idu.-a de boa eon-
dncta para fater com*anhla a nma moca soUeira :
quem qoizer dinja-.*e ao pateo do Teoo o. 4, sen-
do em dia de trabalno, das 7 as 8 boras da neite.
Caixeiro
Precisa-se de um menino oa taberna da roa de
Horlas n. 16, coro prat ca 00 sam e'l.________1
Fogio na tarde de domingo 19 do rnez pas-
pado oro moleqoe de nome p.meiaBO, erlonle, de Na coxeira da travesa dos Pires o. 3. venda-
14 annoa deldadp, tem os qneixas satienteg n nma'se 3 bola manous e moito bona, nm carro anda
cicatriz pelo pscoco, levoo camisa e cer-mla de novo, dnai earroc*s coro todos os s<>os perfnets
algodozinho e chaio de palha novo: quem o isto porque o deno pertende retirar-se para fora,
pegar on tlvxr ootiela. delle dirija-se a travesa ; qoem perteoder dir|a-se a mesma coxeira 00 na
da matriz de Santo Antonio sobrado a. 14. 'roa dos Pires n. ll que aehara' eos quem iraUr.
Fundido da Aurora em San-
to Amaro.
Completo sortraiento de taixas de f rro
coado, molde raso, ltimamente aprovadas
para o fabrico do assucar.
Criada
Precisa-se de ama eriada para coslnbar e en
goramar : na ra das Crozes n 21.

a
prepara5oes FERREAS-BAI6AHMS
APPROTaOlS PIU ACADEMIA DB HBOIC1RA
DE BURIN DU BUISSON
tiuau'M, lonas* ath luimli a itlit it tm
O eminente professor TsassBA, na ultima edicto de sen Tratada i Theri-
peutica 9 Materia medica, reconhece que os ferruginosos srnples slo mu.ias
vetes ineffica-zes para curar aa molesiB que teem por causa o empobrec ment
do singue. Muitos mdicos dos mais disiinctos altribuem esse mi xito a amencia,
n'eesM preparac>, do mangantte, que se sena no sangos, como o tem reconhecido
os hialinos os atis peritos, sempre intimamente omdv com o ferro. '
I' pois, prestar-se um verdadeiro servico aos S^^ledtcos, o cnamar-se su* atteneto
sobre as preparaooes seguintes.
Io Pfi fpraAC manflanrn iitio >mmei*atimente nma agua, acdnlada,
l\& IGrra luaugdOIl.U5 gaZ0ia, gradave!, substituindo com vantagem
e eoononia as aguas minerae ferruginosaa.
2 Plalas e larope de isdareto de ferro e de inangsiscse inalteraveis
cooiepdo cada ama cinco centigramos de Udu.-eto de ferro manganico indicadas
parcularmpnte nu molesas Tymphaiieas, eacNfnlosas, e as chamadas eas-
erous ubercolosM. <.-
Io Brajas de laetate de ferro e de miganese) Zff&SSFtSZ
Pilulis de carbonato Terreo inan-jhico I ^?ri25i"S
aturnv asas dnas praparaobea di oa saelhore* retnlU'tos.
O 9 Bur da tnusoa denegad obter adkesto oompleu 4* pcbUea a-.rlu a
cerca da valor dr sos preparcc&cs, previH qna alto as p&a gratiuiaraeaia a sm
disposieio. dirigendo-**:
Ha PernamtMco. a sea agenta geral. Msnrssr G*. pbaraiaceaiieoa, rea Rov*.
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A loja n. S D 'inmolada Coraclo de Oa
l .1/ Oj, '
N.2D,
J.UUB Uq sitaq ab c8l[ -it.,.
BE OIJRO. ^ ..BlUJ

3a do Ctbrjfa, scte'S d'ors em diante offereeen
Jo ao respeitave pnblicocom especialidad as pesioas qoe honram a moda os objeetos do'nltimo eos.
td f Puto)per menos 10 por eenio do qaa emoair qualquer parte.garantiudose a qtjalidade ea so
& j da obras. *~
.y, O reopeittTCl publico avallando o desejo qoe deve ter o proprletarlo de nm noro estabelecimen-
to que qner proferesso em sea negocie deve cbegar lmtrjerliatamwite ao coraco de onro a comprar
aneis com perfeuos brtaantes, esmeraldas, rubinae perola : terdaJeiras en agarras, modernas pele.
JMtHtoprtp de 10#,JniKos modernos de oaro e coral pira menina pelo preco de 3, maracas d<
Ha com cabos de marflm e madreperola obra de moderno gosto (o qoe o encontrarlo no coraco d:
ro) vetos de ouro com a competente crusinba ricamente enfeitada eelo peqneno preco de 13#. bnn-i
de em trabalho perfRo por um modlec preco, caswteas, tranealtos, poteelras alnetes para re-i
^JSS8 ontros mo<,8!os rad0 de al, Bst0>aneis Proprie* para botar cabello e firma, dito para casa-,
MRo, no artieo rsela tem o Coraco de Ouro um completo e bem Tarjado sortlmento de diversos
gestos, butoes para pannos com diamante, robles e esmeraldas, obra esta Importante ja' pelo sen va-
fe ja' por gosto ds desenno, brincos a forma da delicada moslqba de moca com piogente contendo es-
teeraldas, rumns, trilhanles, perolas, o gesto e sublime, alfinete para gravata no mesmo gosto, reo-
slos para seobOTa cravados do podras preciosas, ditos para hornera, diversas obras de brilbantes de
alto goeto, cfeslnhas de robios, esmeraldas, perolas e brlbaoles, aneis com letras, cacoletas de
eryjtat o etro descoberta para retrato O taglew) brincos de franja, ditos a imperatrize toda e qnal-
qoer jota, .pra secoliocar retratos e ofcras de aabello, e ontros ramios ebjectos que os preteDdentes en-
contraro ne Coradlo de Ouro qoe se conserva com toda a araabilidade aos concorrentes deixando-
e df 9ffa\ mencionar procos de certos objeetos porqoe (desculpem a maneira de fallar) diiendo-se
preo talve algaem faca mi jone da obra, por ser lio diminuta qoantla a vista do sen valor.!
Na mesma loja compra-se, troca-se ouro, prata e pedras preciosas, e tambem recebe-se concer-
aw, por menos do que em omra jualquer parte, e diwe obras a amostra com peobor, conservando-si
Coraco de Ouro aberro al as 8 horas da uoile. RKiO' Qnalquer pessoa que se dirigir ao Coraco de Onro nao se podera' engaar com a easa, pois
ota se na san frente nm coraco pendnrado piolado de amareilo, alera de outro que se nota em un:
Wlo (isto se adrerte em censequencra de terem ja' aigomas pessoas engaado com ootra casa.
\
na io | uriana
H !W O/.
Jos
Varas de baado borl _
Carreteii de retro preto com doas otiva
Parrileis de retei Je
Frasees d'agoa de O
Prascos de o eo tpalto fi
Duna de tesonru peqo
Frascos d'agoa para lim
Restes pretas lisas para :
Duiiss de peanas 8e ac muito finas a
Caitas de linha de gaz de.30 novellos a
dem de palitos de seguranza a .
Garrafas de agua Florida verdadera .
Syliabarloa eom estampas para meninos
Memento da roopa de lavar a.....
Liuzas de metas finas para senhora a .
Agnlbas francezas a balo (papel) a .
Pecas de fitas de laa de todas as'cYes a
Grozas de betCes de porcelana prateados a
Caixas com aldneltes francezes .
Caixas de 100 envelopes mullo finos a .
Ranat de papel de pe?o branco Ifso a
Fraseo om superior tima a.....
Pares de botSes de panno muito bonilat
Linoas em carto de 200 jardas a .
Caria de superior ffnba do gaz com 50
novados .........
Talhere8 para meninos a !.'.'.'!! 2V
io eom superiores grampos a 3(
w
*
*jOi
32i
iOt
50f
81
HOOt
i'.'.
i fr-
a
70
Bonets para mendos a .
Pentes com cosU de metal a
Realejos para meninos a .
1*001
. 40!
101
Roga-se ao Sr. Francisco Camlo de Paula
Pacheco, morador na tilla do Cabo, o favor de
apparecer na roa de Aortas armazem o. para
realisar o negocio que nao ignora.____________
"31 RurDireita 31
Nesta est belecimento se acba a' venda nm bello
sortimento de rendas e blcos de pontos de croch
dos nwih'iTes gostos viodo de cunta propri, por
isso pdese vender por preco muilo commodo qoe
em ualquer outra parte, veodendo se unto ero
paredes como a retamo em pecinha de 10 varas,
das Sdamanhaa as 3 da tarde.
Papagaio fgido
So 1* do corren te da casa da ra do Vlgarlo n.
14, peqoeuo e molto maociho : qeem o peoo
a queira eotre^r oa casa indicada (ulero;.) que
sera* recompeosado.
Precisa-so di urna ama para comprar e co-


sinhar : m ra ao Qoeimad), loja n. 42.
Moedas de ouro
Nacional e estrangeiro, assia como libras ester-
linas: compram-se na rna do Crespo n. 16 crimeio
andar.
Compram-se Diarios: na roa Direita n, 13,
fabrica de digarro', a 4JSO0 a arroba, e a 140 rs.
a libra.
Piano
Coropra-se om pno de armarlo cora algum
uso e qaa esleja em bom estado.: quera tiver e
qnlzer vender dirija-se a roa Nova loja n. 11.
Na ra do Hospicio Tw, precisa-se"com-
prarvm sobrade ile ara andar oa casa terrea com
bstanles commedos para grande Tamitia e que
tenham oons f|intaes.




Compra-se a 1S por -ceiito
Prata de todas as qualiades e assim. tambera
.^ras asierlmas e ->uro de todas as qualldades
*or mai* pfwo Jo qoe en oufra qnalquer parle :
ra ruaon Cadea n. 58, toja de atnlejo.
Couipra-se
!."^,?*CDa.ni>s rfl8<10 RanRel e Livramento oa
vender an airaste
JKe jornal.
:
Marta Francisca do E pirlo Santo Agr. seos^S
Ibes e oras recoohccidos para enm aquellas >f es-1 Pa'fO da Yenha : qurem quizer
soas qoe muilo se prestaram oa eof terramsot 'e sea mui presa to-f.-iiri-to, pale-so*
gro, Lolz Gongalves Agr, vem ubllcaujenta de-
mnnstrar-lties qaanto Ibes sao gratos pir lo buOs
offlciosde amisade. Ao-IHm. Sr. Jos Jwqutoc de
Moraes Sai melo, c zelo, proraptido, as*44uidade
e desinterese cora que se prestju; a Sr. Jj'Fer-
naodes Bastos, a constaste asistencia,prestando se
ero todo que eslava ao seo alcance; ao >t.:Trao-
Ci-co Libaoio Collas Filho a msica g;al,i:a que
espontneamente apresentou no funeral; a icm>n-
dade do Diino'Espirito Santo, os oosequios qae
prodlgslisoD ; aos Rvros. Srs. paires Gregoe Mello
o sea desinteresse oo offici j e missa dn getirno dia:
ao Sr. Manoel Luiz Vires os seus bous oficios de
amisade ; e finalmente as Srs. Qaintuiros, as
provas iDe.-ulvoeas da sincera nol.io ; a todos pro
anto, dirigimos -om eterno agrsdeclmento.
yiNar.QUN0UNA
FERRUGINEUXdeMOITIER
.. v?fllv H*1"8* u Pyrophospliato de ferro.
t-sle vmho foi precouizado api-toda a emprensa
^-l^LCOrao scndo o."'' poderoso tnico
mpregwo para curar a Ciu.oiiosrs. Anf.miv a
txHANST5Ao do sanle. Doposito geral era
t^aris, em casa de Laurenckl, pharmaceutieo-
ogmsta, rua dos Lombariis
PASTA e XAROPfi de NAF de ARABIA
de i>kS.am.iu:mi;i
Sao os nicos peitoras approrados pelos prorei-
ST d.* Pat,llf:rf do Medicina de Franca, e por
su Mdicos dos Hopitaes tle arta, os quacs certi-
ncaiao tent a sua. superioridadq sobre todos os
ouiros peitora^s como ana poderosa eflScacia contra
rlZ*?***'* CpI>l> I*rin?e c as Affef
' do frKo o da gan-ganta.
RATAHOT PES RABES
DE iiee a\<;ki:m r
Ture alimento approvado pela Academia e Sc-
^.lc;nn '3e P;..riz. Kfie restain-lece as pesaoas que
soron de Esioubjo e dos bNniinout ferta-
irce as enancas -c as pessoas debilitadas, alona
Jisso em virlude dn sua propiedide niial-j.tioc
lio -) i.k-1 im- pitjscrvativo das Fckrn. aucralln
O \i\\U I til'.
fiasco cada caixinlia stns
iffi
-i>, vx, Pana Uuidadanom as lalaiflcav'es).
- ^..., w-,lHs proparaces
liiSr'-'[f'".?.'". f"."0 MmgrtHler, rua
LOJA DO AGALLO
LANTE RUA DO
PO N. 7.
o
Depositarios-Hn todas as pkarmaciasdo BraziL
,

Aluga-se s -
om segundo acar do sobrado ua rua do Queim
do. com bastantes comrodjs psra familia, cero a
condicao porrs de a pessoa que pretender indem
msar a despeta da pintura que se acba em anda-
mento : a tratar no Corars de Curo n. i D rua
do Cat ug. .___________'
Jos Mara da Silva declwa que da boje em
diaote se asslgoa Jos Mara da Cusa e Silva, em
virlule de baver outro de ie; Recite, 4 de Janeiro de 1867.
Aviso,.
Por fallecmecto de Jos Joaqnim Rimos e Sil-
va, euto estabeiecldo com leja de jolas a rua da
Imperatriz, os aeus herdeiros ter si e autorlscdos
pelo ci'ed- r do-finado Ramos, convidara a'qulas
pe-soas quj tinbam deixado em Me e^tabelecioien
io alguns nbj-ctos de ouro afim de serem concer-
tados a' virem recbelos, provando a sua qualida-
de, a' roa do Csfanga' leja de j >ias n, 1 D de Ni-
cola'o Tolemioo de Carvatho, o qual se acba auto-
risado para eotrega-los. Outro sim, peuYm larntiem
a (uem quer que sendo devedor casa por eom
pra de joias, em*resiimo ou outra .qualquer tran-
saogao, a boodade de Sdlisfaserem seus dbitos ao
prazo de oito das.
O prazo para a entrega dos objectoc sera' de '.-.'
iK a contar da data da pnbiteaco desle.
fieeife, 7 de jaae.ro de 1867.___________
Ho largo da Assembla n. Iti precisa-'se de
nm moleqm para o^ervico de casa .desasto.
>e poria
V9cdcm-se no ecrif-toilo dr-sta Dmrto a HO rs
Cbegou afinal
A |M* gaa curarapi* e completa dos callea duros.
VBNDE S8 NA
C:>tcn e drogara
Batr&olomcn & C.
34Rae larga do Rosario34
Medalan Ge ORO, premio de f6,600 fr.
Kixib febrfugo e fortificajts
sapEilOR AOS VIWOS E'XAROMS BI OOIA
Exprimentadacom^leB anceessonos hesphaes,
Y'>s .Uroebe <* e*rcto completa de
%utr.n) e urna preparacao excepcional, por ser
pnvtda do amargo da qnhia. Agrada por conscuintc
as pessoas as ais {.tolerantes e aos paladares os
marc delicados, pois riera muito doce nc-n nmito
iscasa, sendodenaia linjpidez constante. Smpreea-
s com muilo prweto nos casos de saatraUla
y|it-prla, newalgla, nmeutla, tnnUo em
""< pparente, eonvatoiceneaa tleniora-
. QUIM ROCHE PERRUGINOS
fcnindo lodas as propriedaBes do ferro c da quina.
EM PARK, ^ZS^*
15, ru tfrfuuit. cS=^^22l
i \Venrle-se na rua Nova, botiea frari- i
cesadeP. Ma-r&-C.
4
Pre^sa-se ee ama ama para o servico de
s ptssfc : na roa da Cruz n. 16, i' andar.
nma
Alaea-se om moieque de 13 aonos
na roa do.Imperador c. 32.
a tratar
Joo Carlos Coeifco da Silva vai a.Europa.
' !
Wende-se pehe ao pz propr'ro para
a.'piaaUo, ealafetos de ca -.a.-*.
asaoalhados, assim cmo para rebocar
cfstfernas, enadnetnres ti'sgEi.
etc.. etc., em grosso i nsfebrica do gaz, e
a retalho, no armazera di Bolla atoaFtlla,
travesado Imperador.
Toashas
Botasrassiaoas, perneiras e meias perneira^ ns>-
vameDte ehepadas, da melhor qoalidade une tamas
uto, no -maiern do vapor rua Nova o. 7.
Kival sem egirado.
Rna da ^ueinanon.49.
Qaer acabar com s fazentas baisi
BieRcieaad.is.
^iieiram vir ver o qoe bom ti .HlflMMi
asnas de labyrtnlco dft boa a ........* onaj
Csrreteis de Hofta com 100 jardas w '. 3(
bravatas prensa de-cres mmto fkas a 5(
uaisas de ebreia* de mas mnito novas a t
enGcdores para espartirao da cordo
fila a........... tt,
Carreteisde liBfit Alezaodre cem 03 iar-
dxs a........... jku
Saboeetes mnito finos'a O, 160," 200 Sil
unos de bolla roito tinos a 240 e 32,'
i ia*as de lioha frosa para bordara
varas rio cordo para ^parlbo a entes volteados para regacar cabello de
meetr-as a ........... w
raseof. dn macaca* oleo muit fiso, a '. '. 12(
Abomatnras mnito tinas para cohetes 50r
uanoe8 de linha branca de cores a 2(
Libra e sra preta sopertor a jq
'--scovss par fato, faronda boa, a .".'.' m
varas <9 franja branca de liebo
Os proprietarios desle muito be conhe-
do esUbelecimento tem a sat$ra$a"a;de levar
ao conhecimento do respeitave publico que
a> e receber pelo ultimo vapor da Eu-
i om grande e variado sortimento de ob-
jeetos de ioteira novidade, dos quaes se li-
mitara a mencionar apenas um pequeo nu-
mero Qcando o respe tavel publico na serte-
za de qoe neste estabelecimento sempre en-
contrarlo mn c impleto sortimento de artir
gos de gosto e inteira novidadescomoseiam.
Cintos
Os muitos desejados cintos com pontas,
bordados a vedrilho, fazenda de muito gosto
e completa novidade, respeito a estes cintos
nao fazem observarles e sim deixamos a
apreciacodrs esclarecidas freguezas isto s
no Gallo Vigilante na roa do Crespo n. 7.
Leques
Muito lindos leques d'osso, madeira, sn-
dalos, e madreperola ; pretos, brancos e de
cores, e muito se tornan recommendavel
pelas bonitas paisajjens.
Fldres
0 melhor que se pode desejar neste arti-
go as quaes parecer naturaes assim como,
tambem recebemos urna pequea porc5o to-
das pretas e se vendem na loja do Gallo
Vigilante rua do Crespo n. 7.
_. Capalas
Mu ftndas grinaldas brancas e de cores
aque^s para noivas. e estas para bailes, ca-
samentes e baptisados.
Luvns
Luvas de todas as qaalidades para se-
nhora, homem, meninas, sendo de algodo,
fio da -escocia, seda e pelica 100110 fresca e
ao fabricante Jouvio, parece-nos que nao ba-
ver quem ignore que por todos os vapores
da Europa o Gallo Vigilante, recebe grande
quantidade deste artigo e por isso sempre
tem sortimento a votftade do comprador, c
tambem nao se valle da falla o sea preco
sempre o mesmo.
Pentes
Muito bonitos pontos de tartaruga para
coque e alizar os cabellos, assim como para
arreglar os msalos e muas outras quali-
dades.
Escoras
Crande soreiento de^escovas, ^rara ronpa,
cabellos, chapeos, dentes e unbas, sendo de
osso, bfalo, baleia, marfim e madreperola.
JUava tas
Superiores natalhas pequeas para bar-
ba sendo cabo do marfim, tartaruga e ou-
tras qualidades, as quacs o fabricante ga-
-Faote a boa ^ualidade.
Abotuadnras
Chegarara as mui lindas goarnicoes de
fc oomo grande sortimento de butoes para du-
BtlOS.

MOEDAS
de <*uro e pr (a
Gsmpram-se moedas de oaro nacionaes e estran-
eirae, bem como patacoes dos diversos cantos:
em cesa, de Adamsoa, Hawie C, roa do Trapi-
ba-fitvo n. 40.
I
Navo sortimento de Iuvj de pellica de Jouvio.
brancas, pretas e d ontras bonitas edres part hfr
oiens e senhoras; no armaiaai do vapor rua Nova
-_________________
Tinhofino engarrafedo.
VeB>-se por mdico preco vioho do Porto de
mM esiewllenteqoalidadn, em rautas de dote esr-
rafa : na armateo de David Tacares Baltar roa
do tiromfl. 66.
toalbaa
?!?.? ^f *a,,9 ha"'> ""- f A '
palitos de secura-n^a semes
ps-ra
Prata e
Ultima moda
BeH enapeosinbos de a pora da osto para se-
uhoras feito ao caprkto de nma^as primeiras
mQdistas de Pars, e chegados ao armazem do vapor
na Nova o. 7,
Yende-se ama carroca ci m om bot na roa
de Jasmitn o. 21.
Em flsoeda nsga-se bem
iiendenma n. 22.
ouro
: na praga
da Inde-
Jioedasde pratu
oecienaes, assim como pataefias cortagaezes e
bespaohes. compram-se om premio : na rua do
Crespo n. 1C. prime andar.
Compra-so ooro e praia em obras velbas :
na araca da ledepeodercia a. 22. ______
lomprariie
oa-de prata : na rua Nova n. 31. Pagase
por amor preco %ae em ootra Prte.___________
Comprase nma esrrava qoe saiba cosluaar e
engommar: na roa a Uoiio 0:15.
Comprase om preto qoe nio seja moco : na
roa do Riogei o. 9. ______________________
Cumpra-se
por mais pre^o qae em ootra qnalqner parte moe-
das d6 ooro e prata oaeionaes e estraogeiras : oa
raa 4a Trapiche n. 16, armatem de Adriano, Cas-
tro 4 C, e roa d j Crespo n. 20 loja da Alvaro
Anwto de Almeida.
Maior preco
qne em ontra qualqner oarte, compra *e moe-ias
de ooro e prata : oa leja de ourivec, rt.a Ao Caba-
ga n. 1, engomajia_rna larga do Rosario.
MOKDAs
defuroedeprau-pagaae mais qae na"? ontras
casas. Raa do Caboga o. 9-reJojoani.
Manteiga ingle:a a800
V*de se manfiga Ingiera flor a 800 rs. a libra
no wg esso de p.teo do Carmo o. 9.
Venden ama armaco nova moito barata pro-
pm para *ualquer netocio : qoem pretender di-
rtia-se ao pateo do Carmo o. 5, para tratar.
Novo roteiro clossi^naes
Aeha.se a veeda na livraria Universal, rna d
Imperador o. 84. '
V*nde-se ob p#rinota-e por casas nesta"ci
dal* ana p.rt d> eogenii Poro-) da f\, no ter
m-> d OJiMa. o qual tem fo--no para o imbrico de
nal, qosiem cima {daa pedrelras, e proporeflet
para graorte lana, e tercas n.oilo ferteia para
piaotacSes, bom pato para vareas de leite e qnal.
qoer criaeio, boa maus para madetras de coos-
trorco, earvo ieoa : a traur na roa Aogusia
o. 26.
Manoel Prancisro Teileira avisa ao pulmi-o
qoe, pr intermedio dos Srs. Olio B >hre e Pren-
te Vi.noa i C e d>-I.is navios Hiperemia e Aie-
Ihetd, acaba de rtc^btr palha jonco oas meino
rea qoaiidaAex, fine verde roait barate do qoe em
quaiqo-r ootra parte, na sna offieioa roa de u ,r-
M n. 10.
Cadas lie
chorre a .
S-bonetes-de familia a o.'iebe '.'.'.'.
(-amina e doutrina chnsia a .
liuademo* e papul pequeo staerior a .
ott de hcralbos raoceaes superir.r .
^roza de po^phores muito soporlores .
fiWBS a retalhn do mesmos .... .
wjaas.de paesphoros de velutinacnteodo
.otw vellBhfcs mnito foperioresa .
KesmasrJep;peIalroaco anailo anpernr .
dade Wel paa,ad0 Mwlor qaalt-
rit ^e me,a* P"'* '
WWtas ?, maias cruas mirit soperiotes .
m
4#tM
A dinheim) ou a prazo
O abaiae essipeado prelendeodo mmto W'l
breve retirar-se para Europa v^nde seu -V
estabeleoimeulo de fazendas a dinbeiro
oo a praio, vonadedo compradora rua y
da Isrperatriz n. 28; e pede as pesseas
de quem eredor, teoliam a buodade de
|^ saldareni suas-coolas al 31 de laneire
$% de 1S8.
Li^aitlacao.
Na rua da mperairiz, arraazfm de
fazendas o. 26, contina a mesma liqoi
ddQo : em acanto nao se vtudtr o mes- S
-moesiabelecimento.
Cortes de cfca escura miodinha?, pa- n
Rechiocha de cbila escpa a 18
e a 2fl rs. o covado.
E.stas chitas de ccres fixas, padroes M,
irsocezes, qae sempre se venderam a 240 l
rs. o covano boje em liquidacao se vende JH
afi0ea200rs. Km
Censas fnasoezvg a 240 rs. o B
cevado
Estas eassas a qoe pe'os padrSes cha- '(V
mam tiorgandys, tom a vantagra de nao ]*&.
dssbiUrem, e seveote ocovado a 210 rs.
liii iiu- o de iiniio uno ; 1}
a */a
M> a
Sanws
madon
Bem e barato
Lansinhis Poil de Cbfcrfca U o cowdo.
Madapolo eofestadp a 8l a peca.
Cambraia de cores matisadas linissimas
800 a, vara.
dem brancas, transparentes fina* de4.
SiJOOO, U,n,"*6 et^doo a pefa com iC
jardas.
dem branca tapada do % e 9^ a pee;
Cfim 12 jardaCM 6 *
dem branca franceza muilo larga a 9*9 *
peca eom 8 Taras.
BalSes de 35 e 40 arcos nesgados par*
senhoras, a 4500.
dem de mursulina nesgados a 50.
dem de crochet a hfi.
dem de mursnliaa para meninas a 3 t
Saias bordadas a 55.
Cambraias admascadas pira cortinado a
I2J a peca com 2ovaras.
dem para forro a 3 a peca com iO jar-
das.
Cambraia de linho muito fina de 60 e 90 i
vara.
MadapolCes finos de 60, 70, 80, 90, t0,
110 e 12)$ a peca.
Platilha de algod3o superior faaenda par
saias a 3200 a pe$a com lo varas.
Cobertas de chitas de raroagem i 26oo.
Lences de bamborgo fino a 20400.
dem de bramante muito fino a 30200.
Pannos adamascados para cobrir mesa i
40500.
Guardanapos de linho adamascados a {
a duzia.
Atoalhado adamascado com 7 i/2 palmot
de largura a 20 a vara. ,
dem adamascado de linho com 7 1/2 pal-
mos de largura a 30 a vara.
Algodao enfestado com a mesma largura
a I01oo a vara.
dem trancado de algodSo a 10600 a vara.
Toalhas alcochoadas de linho lisas a li
a dozia.
dem de algodo felpudas a 130 e 14
a dozia.
Colchas de rostao a 60.
Lencos de cambraia brancos finos a 10800,
20 e 23co a duzia.
Lencos de cassa finissimos a 30200 f
306Ou a duzia.
Fil de linho liso a 8oo a vara.
dem com salpicos a-f coo a var
Gros-.renap!es preto bom a 108oo, 20
208ee o covado.
Jterantiqoe reto superior a 208oo o co-
vado.
Flanella de todas as ccres a 800 rs. o c-
vado.
Tarlatana de tedas as ccres a 8oo rs, ;
vara.
Bramante de linho com !0 palmos de lar-
gura a 205oo a vara.
dem de linho com 5 palmos a 10'ioo
vara.
dem de linho com 3 1/2 palmos a Sooi
vara.
Riqaissimos basques a 251000.
Assim corno ontras rxuitas fazendas qnt
se vendo por menos'que em outra qaaiquer
parle, e d-se amostras de todo,
Bales de 2o, 3, 3o, 33, 4o e 5o arcos
para senhora a 2, 2f?3oo, 3, 3$5oo 40 e
50000.
Ditos de 23 e 3o arcos com mollas a 5
e 65.
Ditos de marculina estreitos a 65.
Espartilhos litios a 60.
Perclias fiiwsimas a 4oo res o cova !o
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4 AGUA BRANCA
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tinda^vr"a,inba* eda P"a testa S
a 240 e3S0 rs.
tiquidajo de chamliKs para caodeeiros':fi
" e* 1
Cofldecor^Oes,
/*-a do vapor Ibtfn senu aro sortimento
oa loja de oumes de J.,s J. Gonculves Barros &
i;!.*. A* dbag o. I, esqoioa da roa farga du
rtosarjj.
NGENrlO
Veo4ese orna arruinan proprfa pra rjnal-
gaer eratipleelmeetn, eovrrnigada; oa roa" DIfelta
o. 62, e tambero se allnga a ronsift* easa qae rffe-
rece eommodoi para se robrar ; quero a preteD 1 dirija e roa a Santa Taereza o. 41
PAO D'OLEO
Tasso Irmios vendem .este engenho de sua
proprierlade. ou permutad por predios nesta
praea ; o q'ial moenie e torrente, com 2
carros, 10 boisde eorreia; fi burros, 6 bes-
tas e 12 cavallos : com urna ppquena safra
de \im a 1500 p3es de assucar para o
anob. Nao podeudo alcarcar prefo razoa-
vel, tambem n3o duvidam far.er nmarrenda-
rnento pelo lempo qoe se tratar, ou dar 80-
ciedade a quem entender do trafico de et>
cenhn e teoha pelo menos escravatura para
16 enxa'ias.
i Tambero, se conver ao prndenle, ven-
dem e engeuho cnutiguo denominado Har-
mona >, autignme te a Cova da Onca o
qnal est desmontado, mas ojHina acqui-
sic5o pela soas mutas e grande cercado pa-
ra pastos de animaes. Faz-se pej?ocio para
entregar ja o referido engento com a safra
que resta par tirar, on em maio, conforme
meloor c.invier ao prpteodentu.
e a Pdvws a 40 rs., e em dzia a 400 rs.;
boeaes 500, 800 rs. e lj>, o mais obiec-
tos tenientes a esta arte.
JulioCesar Piolo de Oliveira.
Bi
A os agricultores
Saaaders Dratbers C. acapara de receber
te Liverpool vaporea de forja de 3 a 4 cvanos
coro todo os perteoees, e mol proprios para faie
iem mover machinas de desearocar algndao, po
endo eada vapor trahaJbar ale coro 140 serras,
arabero servera para enfardar algodo, oo para
>utro qoalqoer servico em que osam de trabalbsr
com animaes. Os memos tambem tm a* veala
Darbioas amerioaoas de 35 a 40 serras.
Os preteDdentes dinjam-se ao largo do Corpo
Saoto d. tt. ,-ift-.,..
A agua florida de Mnrray & Lanmaot
Jlnada como um artigo de perfume, nat
tem podido ser igualada pelas preparacei
as mais custosas: conserva seu aroma, co-
mo seformasse parte da prenda a qae ell;
>eapplica.
Sua efficacia tSo delicada, como efegab
tes sao seos multiplicados usos, qur seis
empregada como artigo de tomador, qu'
no uso do banho, ou como suavisador
pelle, depots que se ten fia feito a barba
P>r cenheeer a influencia tfae costama bavef
em tcde$ os aoms, por rsse tempo, e -per ver
qiiantii se desenvilve eppara-e o n-.-ra f>..-lo r-m
Pernamtco, ella :oe tt^m sempre em viija agr:-
dar, e sinceramente btro servir a soa-boa frjcf-
zs, antecipoa-se em o andar buscar os di^erecles
objeetos de gosto e fantasa, que agora cuesao aca-
bam do chegar.
Qoe a K>ja d'Apoia Branca, rom eiptcualidad?,
ondeprlmeiraraerjle se ecccnirso qoaesjj'o* r de?-
ses objeetos de novitde e nuda, isso esta' gtrai-
ruente reconbecido; mas ainta arsim a Agma le-
ma con.o por dever scltotitkar ao Jeilo sexo, tzi
parilcular, e ao respeitave poblico tro g^ral, sem-
pre que como gir?, rocebe os larp ranles ot te-
tas que abaixo menciona, e por mais esia \ toma a liherdade de pedir e atlet'jo tas Esa."
apreciadoras do btro, para os novos e bellcs ala-
los qut- l>.rmam om lindo e ricoioillft
Nao ctriamente com orna mal aparada perca
d'Aguu, que bem se i de descrever o berff (jcsio a
deserrpenlio oe laesobrs, sirr, a prcpTta inil-
agencia d'uma eacelltntisslma, i|ue bimp^Ocra'
apreciar o alto grao fletas pifuijos objeetc?, lal-
ver os priineiios que oeste genero lenair. int5
oli nosso Pi-rnambuco.
A Agotli llracca, fara' aproas eonhecrr OS tb-
jfClcs de que se ctropera esses DOVOS eVelLs ur-
oaios. Km um bello raiUo vem babijmente arran-
jado, om moderno riti c"e fila de'se tito i u ai! i-
maloiado da largura de 7 a 8 poTegadas, tai t^i-
lo leque de madrepen.1, um par de luvas Je
lica, r-imts de tinas Bflres para o ceqne, peilo,
guamicj para ss I; vas. etf, ei<-., e Onalmi
urna aiinofarfiuba deeedm coa aromticas pa.-l-
loas i r: p.
Aleni disso
Eslo err ordem do din as novas e bellas tr.; cae-
rlo fina palha de lia'ia, e oolros du*eiepies enfi lea
'la mesma qualidade ? jroprirg para vestidos
las, chapeos 03 SeunoTtS 6 merina?, rr^ts sr ment
que os preiendenies no;pareesm na leja i'As.yia
Branca na rua do Qn-'tii'io n. .
Bolsas para cafadas".
Ale" bolsas parac^ada, 3gma bran'-a rffftra
prerrnde renad^ai baratan erie, coro taii.'o r
da c ca dcixrm.Gcr oo prr a
praBca d^ rua to Qn'in ado n. 8.
Caivetes fixos ou ferros pata abrir
Vi-nflem e na i ua de Qatiroado leja da
-._-,: n. 8,
Bons espartilhos.
A 3poia brinca rua d.i Queima'o p. B,
bet novo sorHrrenlode bous erparlilhoa'
sempre vt-nde-os por preces con modos.
<'hf'itarii rfi;s aaans
Billa ta Crnt n. le.
Da presni tos, diti s n. G; more, frnctas i ir cal
da, ditas secas, caj, do rrbtailsado ; rcci
eLc.rouK-ndas para eaaftitM5bailes e Laptiss
POS, li'.llos e Pao de 16 en/eiladcs.
Vinho do Eheuo
em saperlores qoalidade?, prr precos ccmmr.c" s
ero casa de lia be Scbmetiau ; C, "ma daG
O. XO.
Champanlia
ejam qoalidads, recolar e superior: em ta
de ilabe Schmeltan C.rua .!a ea n. io.
Cognac
orr.mr.ra superior, em casa deRateScilft u.
i C, roa d,; Cadela n. 18. j
Slier\y de Londres
soperior e regular, em caa de Rabo Sebastian *
C, rua da Cadeia n. 18.
Linha decovellos
de Alejandre e cun : ero easa de Ratre Se .
lau & C., rua da Cadeia d. 18.
Na rua dos Guararapos n. Ci; veade-se u:~a
preta de Ifi aunes.
As Piluleis Catharti
I>E AYER.
DI ';.
tre-
i m
'. efecas ati .'..
. .

a lienta o.
Veode-se oleo de ricino de bna qoalidade ero
'atas e garrafas par casa-i de f.milia e aenbure
d-eitenh >. por menos 86 p .r ceoto do qoe em
RamnPSr,e : DS ,ra ,e,s" d0 Cir,oc' D* 2' caes d01oso Pr Pre commodo; a tratar o bco das Mi
dlnha*.
Cbamlns americanas a 340 e 320 rs %\ r? mpar 3S ^eD8iva3 U aromatisar (
[> a* i+v.ui r naiito.
D snavidBe, brilho e elaslicidade ai
compleicoes, depois de se haver lavado; ai
lvia a irritacSo de erupcies ordinarias: fa
lesapparecer o desairadavel aspecto doi
pannos, das sardas, do rosto, rugas e toda s
casta de ebulicoes, e d vigor e frescura
parte onde qner qae se appiiqae. Sna efi-
ciencia e elegancia sSo igiialmunle infall>
res nos casos em que seja preciso appca-
la como estimulante e antisptico, nos con
cursos e asserubleas numerosas, as loca
hdades infeccionadas, na aicova de nm en-
fermo, assira como um antidoto excellen
te para os desmaios causados por causact
on sufocacSo. Preparada nicamente po-
Lanman A Kemp, Nova York, e a venda po-
Gaors 4 Barbosa.
A' venda as droganes de A. Caors, Br*
vo & C. e P. Manrer & C, e em todos o
estabelectmentospharmaceuticos do impem
Ppel talaparca branco e <*e core?, proorlo p*ra
bordados de li, se^a fl rahallo ; a' vonda na loja
d foiuderas a' nu do Calmea' n. i.
m
Une, iii Ui.Jo ii
S,\\[ [- < Htv.wia .:, .
Ifigr U 'utu u- i .,
m' r;i '. t : | .
'*''. ,; ao :.:-- ..
- -V;x j V^< ompiMtiu coci co ti- .
laca nuil ior..-, .-.o bustal
I --..!!
E ;:: ''' '<'' .-' e iwia> t-Jda -.- ..
aaiusn > sr .. ... i curio. _
il:..:...!..-l,,li, ... .-.,,......-,... ., |a:| |(1, ,;. _..
,:rru!te,i';3"uii*>whkimuium ,.,
FknalMttttRu v.^usvi, t,wl.,iUl. .
-."V'1-' CMrt^B .- : ..
!*">!# O I ..,!-,,;, wmccaSu ,..
' ota, .uroriin.b.1,: ,,, ,.,..,:.., ;. ,
,::: UtlJa0!!CV.u!ikj
, V" :':, ;. ,:.
140 Vl|
.i.-JaaproprfcjVawOqucc .
*'i-cifni.r;....11|.,:n..:,1,|,:,!l.K ,.,,,,, onffoa
.'^ ': -;-l-...b.,,,i:, ;-...,,..,
-1..I..I-J4C.-,-. ..
A~!" > i'ouiiccsa.
PAE B DO iij20,
'
Francisco Jos Germann
(RUA NOVA N. 21,
acaba de receber um lindo e magnifico t&i
timento de ocelos, lunetos, binocoloi, do t
timo e mais apurado gosto da Europa 6 oc
los de alcance para observagoes e par
martimos.
~~ Chavas do Chili
vndese no hlel de Franca n. 14, roa do Tra-
piche, ptimos chapeos do Ctiilt, oa mais claros
que nilstem no mercado, da ulumos ehegados na
pouee, por prejos eommodos: no qoarto o. IC.
m
RICOS
mi
Vende-se orna machina de cosiera em mel
t e elepante? eofeltes de palha ramo?, Oo
i res, grmaldas, enfeites par coques, la-
[ eos, alamares. Iranj-, fallo ~ e boiSes :
| eom vldriihn, acaba de receber a loja da
i Cysne, a* roa d Imperatrla B. Ai, assim
| como rbiuissimos sint"S de selim. vel- j
lodo p enrf urS-i a Mane Antonlelte, a ]
imperalrir, a F^aro, lindas e os mais i
modernos coque de eabolioe a Imitaco, ]
e nm sem num ro de arltfnt de fnsti e j
moda qoe s com a vista podero ser
ar>rer-l EBaawoa prjnoAKTz?.
Ada- >4aaBocoeDtoHMM'fa.
perro.
O Peiioral de Cereja
I> AYEK,
IMH. A r.-.O-VPTA IXT.A D\
! aebata, TUoa primaria, Tubcroalo
P-u o i-Uos as molostwa de
"-''" 'iio para aliviar
08 c-!-!;i.-"! .cli.rados.
Mi 40 Illl:cila.
IIEGVEI
,


!
_
__
i
G

DO
DR. M^VIAL.


Pira o trataraenlo cura rpida e completa das molestia syphiliticas., eris-e
jl^lViinwtisme, bobas, gola, deMidade'do estomago, inflammacoes cbronicas do flgadr
l*b, dieres sciaticas, cephalalgias, nevralgias, ulceras cbronicas, hydropesias, plenn-
o, gpoorrheas cbronicas e em ge al todas as molestias em que seteaha em vista apn
rilado do syslema langoineo.
C OBsIdrracrs gerars
A saude om benainapreciaiel, cuja importancia e valor s est res#nrado a en
WUO avaa-lo. ,
iicontestavel que o homem oeste mando constantemente, e por todos oeladoi
nodo por urna infinidad de agentes morbiflcos que todos tendero, dadas certas e d8t^
aadas eircum&tancias, a alterar o regular exercicio das funcc5es orgnicas, resultanDr
fttM-desequilibrio o que se chamamolestia.
A molestia no mais d que a desvirtaacSo das torcas vitaos, oecastonada.- a,
jTj&d as Hivestigftdes e experiencias dos mais abalisado mestros da sciencia, pela depra-
var*) d>_>s humores geraes, consequencia da acojio maligna desses mesmos ageotes mora e
feos uVimduzdos no organismo pelo acto da respiragSo, pela via digestir, pelo contacto
jWMdiato etc. etc. te. .
A sypliilis infelizmente tem sido a partilha da humanidade, e como e fra deduvi-
to qae esse terrivelPro^o da medic'ma urna molestia hereditaria, ella tem sido obser-
vada em todas as idades, e debaixo de todas as suas formas tSo variadas, enfraquecendo
sensiiiuieoes robustas, produziudo mutilaces, e cortando ainda em flor da idade vidas
otociosas.
Eliminar da economa esses principios deleterios. e parificar a massa geral dos
amores tem sido desde tempo immemorial o fim constante da medicina, e os purgati-
vos flgeram em primeiro lugar para preencher esse desiteratum ou fim.
O Elixir depurativo do Dr. Sevial parece merecer a preferencia sobre todos: os
srmsos successos obttdos pelo aso deste salutar agente tanto na Allemanha, como em
frars&a e Italia, o tornam o corapanheiro ioseparavel de quasi todos os doentes.
Sendo as molestias, como cima dissemos, devHs as alteraeoes dos humores, o
torh- depurativo do Dr. Sevial pode serompregado vantajosamente na ayphilie, erisy-
atas, rheamatismos, bobas, gota, debilidade do estomago, inflammac5es chronieas do
iaao e bago, dores sciai.cas, cephalalgias, nevralgias, ulceras chronieas, bydropesias,
^aristas, gonorrheas cbronicas etc. e em geral em todas as molestias em qoe se tenha
en vista a purificacao do systema sanguneo; pois que orna pratica constante tem fetto
*ar ijue elle indispensavei nos casos gravissimos para minorar os soffrimentos, |>re-
nurar o doente para medicacSes superiones ; e as menos graves a- cura a conse-
foenda do sea uso, convenientemente repetido.
As substancias que entram na composicSo do Elixir depurativo ao Dr. Sevia
^rteocem todas exclusivamente ao reino vegetal, e grande calhegoria das substan-
rs depurativas e antisyphililicas; assim, ao passo qae este remedio depora o orga-
jsssbg, emioando os principios nocivos saude, pelo mecanismo natural das eyau-
5& alvinas, neutralisa ao mesoio tempo o viras syphilitico quando este virjem.
*3 fetto erupcSo no exterior debaixe de suas multiplicadas formas; e previne taoi
"a os estragos dessa terrivel molestia, quando por ventura se ache ella ainda no
*..io de encubac&o, isto sem se ter manifestado sob formas externas: beneficio
MMRSO, tanto mais quanto oeste estado os individuos igooram completamente se es-
i laminados por este terrivel inimigo.
O sabor agradavel d'este Elixir convem a todos os estmagos, a soa accao so-
nre o rabo intestioal suave e benigna, e de nenhuma forma produz molestias medi-
mmaioMs, como acontece ao purgante dito Le Roy, que oa sua qualidade de dras-
300 forte irrita a mucosa intestinal, e consecutivamente a seroza, resultando deste es
aX maitas vezes, bydropesias, que quasi sempre terminan pela morte do doente.
Assim pois esprames que o aso deste remedio justifique cabalmente as nos-
as asseverac5es, porque sendo um medicamento to simples na sua composicSo. a
rauca tem confirmado sua ulilidade.
nico deposito em Pernambuco
Na botica e drogara
DE
Barlhotomeo Companhia.
31RA DO ROSARIO LARGA34
HUiU
4I0CO DE HONRA
Vende-M em frwcos
figidos mucos de acAL m **.***>***
lx^ plumada Hoe,
i, rn U CaMlgHwi,
n Par.
HOGG
OS 4oa pau-doa, d'am eheiro forte, e mais composiclk fettaa com leos
ff""*L tae como o etqualo, a arrota, o pheca, a Lea, os oteo dos ,
mesDW ostieot vtoetau,
tmo o ttjua'.o, a arrota, o pheca, a llxa, os leos do* annailore pescadores
tonm irapndoi pra substituir os verdaJelra* mioma i "g lili
Terrm-W. Estes commuiM ou seos mi lnn ii
'<*>
, mni biios, em qtunto que os rersdttros Mem t fl{tdo d baealhSo
fresco to reltTmente multo oro, vfeto qae para obtel-ot frenos e tem mistura, euwipr* exercer
grande vigilancia e tei* os maiores cuidadas nos propros lugares da* paaca, aasim como miinli fsser
U. BaK esd o niM de 1819. Estas mUm pmrmm \e cailsiaf d T-rra-\*>a 4e
rrangeram para ate precioso asedeanento urna fama universal as molestias i peit, os a/Ttccies
escrofulosas e tympKaticas, a maare%a'iot meninos, etc., e por isa, deram lugar a nociva e aesleaes
JMa... O **? sf mqi fcil ie dleerir, dlstingne-se entre os ostros oteo pete tm\
cor de palba, o seo eheiro saave delicado, e eo gosto de sardira frese.
O RELATORIO favtrivtl d dwfc des trabaBios cbvmieos da FACl'LDADE DE MDKXU DE
PARS conclue come segu; 9 atoo er ie palha it M. Hoag couttm um terco parte de atrasa.
mais d ou* as- elees partios e ni aprtsenta elgum das inconvenientes que s*
n'estes, quanto ao eheiro a-sabor.
repara restes, quanto ao eneti
i pariste) esrfrangelroa.
PlLULAS de HOGG
lo PltalM mms.lm.sma... de *. ** >"> ""f ** '"* ftt*ee
gastrahjicas, itjspepsicas, etc., e nos casos cui que a Ugetliet to laboriosa*, e t veus, im-
posifwi.
Dose: nm pilula antes e desos de cMa comida. ^^
O aumento no scnlo urna substancia bruta seiu nenhuma virtud nutrtfflenUI por s-mesm,
qoe deira perecer de manicio iqoelle que nlo rfffere.
Urna umea coisa basta p.ira operar a transformaro dos enmeMot em nHfrrfitenfos; estt
c pepna acidificada. (D' LQEN COR.MSART, medico de S. M o imperador do Frenceie) (1)
" PilHlao d Hoag. na pcpsln. nnil es e ferro redauld pelo syaTtmottmma^
centra as molestias chri.nic.as, e aflecces due d'ollas resulttm, flores brancas, cUorosi^mttutruocia
iiffic.il, fuitifiram os temporamesiloe iebilitados.
?rTfcrre,2redH Com ajiida da furca viva que conten a peps'n. o alimentos transformam-sc em rtnseii/e.
" rillus de com pepsina, e prote-ieduseto frreo inalteravel, contra as molestias
escrofulosas, l'jmphaticas, e sijphiHlicat, a fufe, feAe* M economa.
Dosetde i a 4 pilnlas ceda da. ,..... J. : -. j --
A vepsina pela sua unio com o ferro o 9 iodo, modifica a accao exejtante d estes dos precioso
agentes sobro o estomago das pssos nervosas ou rriuveis. Memoria apretentad* a Ataaemia
imperial ie meiirina ie Pars. ^ .
fieos, paarmaceutco-cliymico. Na de CeaHlaHea.e, muco propneUrio preparador.
Frascos de 100 e de 50 pilula Aermeticomenle epedo.
Deposito as principaes phaisnacias.
(I) VM as obru intitaladu : Dpptfsio e CtniOmpett. ttluis ubre a aumente* t M aatrtmtmtu.
Vende-se na pharmacia frauceza na ra Nuva de P. Vlaaror & C.


GRANDE
LIQUIDA(1 Ar0 DE FAZENDAS
Por baratos presos.
fazenda de

Cassas franeczas de cores a 240 rs. o covado.
Ditas franc-zas, superior qualidade, -grande variedade dejpadr5es,
Cjtfrs. a vara, a 30 rs. o covado*.
Ditas ditas mnito finas a 400 rs. o covado.
Superiores cfitas francezas largas de cores filas a 260 rs. o covado.}
Lindas laas de cores com sal picos e com floresj a 320 rs. o covado.
Ditas com palmas de seda a 320 rs. o colado.
Ditas com listas imitando poil de Chvre a 400 rs.o covado.
Superiores alpacas de cores de duas larguras com listas e com flores, grande va-
ritf de de padres e gost >s intciramenie lindos (fazenda de 4$ o covado) a 500 rs.
Sedas de cores de quadrinbs e de listas a 800 rs. o covado.
Ricos romeos ou capas de merm, bordadas'e enfeitadas com renda preta, "o que
4*.ie mais moderno para hombro de senhora a 80, 10(5 e 120 cada um.
Bons madspotes a 5.5, 63 e 70 a peca.
Ditos a 30.
Superior algodosinlio branco'com 20 jardas a 40 a peca.
Assim como outras muitas fazeodas por menos do sea valorjpara"liquidar.
LOJA DAS COLUMNAS
DI
Aouio Correia de- Vasconcellos & C.
Ra do Crespn. 13.
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resumid
PARA UZO INTERNO
PREPARADOS SIMPLES,
Xarope de jurubeba garrafa......... I0OOO
Vinhode 1>6oo
Pilulas de vidro:........ 106oo
Tintura de 64o
Extracto hydralcoolico de jurubeba % 1205ob
PREPARADOS COMPOSTOS.
Vinho de jurubeba ferruginoso garrafa. 20ooo
Xarope 106oo
Pilulas v> vidro... 20ooo
Oleo de jurubeba vidros.... 64o
. Pomada de pote...... 6io
Emplastro libra..... 205oo
PARA UZO EXTERNO
A JURUBEII*.
Esta plantaje hoje reconhecida como o mais poderoso tnico, como um excea
lente desobstruente, e como tal applicada nos engorgitamentos do figado e baco, na-
hepatites propriamente ditas, ou ainda complicadas com anazarchas, as inflammacoes
subsequentes as febres intermitentes ou durezas, nos abeessos internos, nos tumores es-
pecialmente do tero e abdomen, nos tumores glaodulosos, na anazarcha, as hydrope-
tias, erysipellas; e assoeiada as preparacoes ferruginosas, ainda de grande vantagem
as anemias, chloroses, faltas de menstruac3o, leucorrneias, desarranjos atnicos do esto-
mago, debilidade orgnicas, e pobreza de sangue, etc.
0 que dizemos affirmam os mais distinctos mdicos desta cidade, entre os quaes
podem os citar os lllms. Srs, Drs. Silva Ramos, Aquino Fonseca, Sarment. Seve, Pe-
reira do Carmo, Firmo Xavier, Silva etc. Todos elles reconh deroso medicamento sobre os demais at hob ronhecidos para todos os casos citados,
tanto que todos os dias fazem d'elle applicacar.
Apresentando aos mdicos e ao publico em geral diversos preparados da juru-
beba, tivemos por fim generalisar mais o uso d'este vegetal, fazendo desapparecer a
repugnancia que at hoje sentiam os doentes de asar dos preparados empricos d'elle, o
mais das vezes repugnantes a tragarem-se, e que tinham ainda a desvantagem de nao
ser calculada a dose conveniente a applicar-se, o que torna muitas vezes improficuo um
medicamento, que poderia produzir ptimos resultados.
Os nossos prepados s foram apresentados depois de havernaos convenientemente
estudado a iwubeba, fazendo as experiencias precisas para bem conhecer as propriedades
medicamentosas d'esta planta em suas raizes, folhas fructas ou bagas, e a dose convenien*
ea app:cac5o, tendo alm d'isto procurado levar os nossos preparados ao maior grao de
tperfeico possivel, para o que nao poupamos esforcos, n3o nos importando o pouco la-
cro qae possames tirar.
Por tanto os qae se dignarem recorrer aos nossos preparados podem ter a certeza
de que elles offerecem a garanta, de que-se pode encontrar a prompta e infallivel cura
de qualque dos soffrimentos, que deixamos innamerados, se forem em tempo applicados
tendo alm d'isso, medico ou doente a vanUgem de escolber as nossas variadas prepa-
racoes, aquella que melhor lhe pode convir, j pela fcil applicaco, e j pela complicacSo
das molestias, idade, sexo, oa ainda natureza de cada individuo.
As nossas preparacSes ferruginosas sao feitas de forma que se tornam completa-
mente soluveis nos suecos gstricos, porque procuramos os composto* de ferro qae como
aes estao hoje reconbecidos.
Para aquellos que mais minuciosamente queiram conhecer as propriedades da
;urubeba, e saberem a applicac5o de nossos preparados, destribuimos gratuitamente
m nossQ deposito um folheto, onde tratamos mais extensamente d'esta planta e dos n?p
nos preparados.
Deposito geni de todos es preparados
Botica e drogara
34Roa larga do Rozario34
--------------------------------------------------------------
0 cordeiro providente
Na antiga loja de miodezas a ra do Quei-
o. i6
m vtaa lio roabir taopo tes
. iom extasos tunaaelo ; i
?wdo as os esmos fregaotos
aovo tea tile rotebldn, por UM
dTr' ctrgQto assim M 4
nbeoimeoto de todos qoe a dita loja do Cordeiro
Pruvidentf, roa do Qoemado i.ifi, recebea o W
gulnte :
Bonitas e doradoras ligas de pellica para melas,
uato para seoooras cono para meninas.
Leqnes de diverso e ooleroo gosto*.
PeoiM com eofoites doarados e sao doorados,
para meninas.
Goqaes imples eeafeludos, moldes loleiramen-
l OOV0J. _
Bom papel em calxiohas liso, paotado donra
do e timbrado, e outros moltos obj^cios, qoe ineo
ciooa-los seria bastante enladonho, e qoe se ven
de em dita loja de miodetas do Cordeiro Previ
dente, roa do Queimado o. 16.
Uo fjallaaa flores,
O Cordeiro Pretideote roa do Queimado o. 16
tem constantemente om lindo sorliroeoto 4 fi
as e bonitas flores, por isso qoaodo algom ba.
bllidosa joven qoiter preparar qoalqoer enleite de
bello gosto deva logo lerabrar se qae ba dita loja
do Cordeiro Prevldeote, a roa do Queimado o. 16,
aso faltam floree.
Para al vejar os leates.
O cordeiro providente a roa do Queimado o. 16
1 recebea do bem condecido fabrlcaole Joab Gos*
oell i C. orna ptima qualidade de pos para den
jtes aromatisados con eaofora qoe realmente tem
merecido todo conceito porque nao s alveja per-
(eitamoote os dente como tambem conserva-os
sempre no melbor estado de perfeieo, assim pois
qoeiraa vir comprar ditos pos na roesm loja
do Cordeiro Prevldeote, roa do Qnermado n. 16
Eafeites com ponas.
U Cordeiro Providente receben om lindo sorti-
ment de eoteiles com ponas para vestidos, Unto
de seda como de la qoe combinara perMtamen
te com es cilos moderos do mesmo formato, por
isso para poder enfeilar-se com goslo qoalquer
vestido iodispensavel comprarse ditos enleites
oa mesma leja do Cordeiro Pretideote, a roa do
Queimado n. 16.
C'bapelInas de seda
Uoderoas e bonitas ebapelinas de seda para se-
ohera recebea o Cordeiro Prevideote roa do Qoei-
tnado o. 16 o por ser peqoeoa a qoaatidade re-
cebida, qoeot pretender ama moderna e bonita
ehapelioty dte apretar-te n mandar compra-U
em dita loja) do Cordeiro Prevideote a roa do
Queimado o .16.
CATXINHAS ENFEITADAS.
Estas muHo desejadas caixiobas vastas e enfei-
tadas com gosto, qae tanta eitraccaa lem tlde e
qoe realmente servem para diversos fios, existem
oa loja do Cordeiro Prevideote a roa do Qoeimadb
n. 16 om completo sortimeoto de ditas caixiobas e
sao veodidas per precos to rasoavels, qoe o expe-
dente fregoex nao objectara' em compra-las em
dita loja de miodezas do Cordeiro Prevideote a roa
do Qoeimado n 16.
PONTE1RAS E CHARUTOS.
O Cordeiro Prevideote, roa do Queimado a. 16,
tem um bom sortimeoto de 6nas ponteiras para
charutos, sendo lisas e cora Agora* em alio rele-
vo ; e para qoe os seas fregaezes nao se Incoa.-
modera em comprar cbaruios em algnmas das to-
jas de charnteiros, recebea tambem um bom sortl-
mento de fiaos cbaratos co afamado fabricante
Fuado de Simas ; assim. pois, eocoolrarao os
apreciadores um bom sor: ment na dita loja do
Cordeiro Prevideote, roa de Qoeimado o. 16.
Para ofcria bo Hospital por-
tuguez.
Bonita? cestiobas com (metas de cera, obra de
moita perfeicao e bom gosto.
Para eortar moldes e enbrulhar fazendas.
Vende-se papel fardo folba grande.
Para lustrar calcados.
Vende-se superior graxa econmica.
Vende-se papel para malar moscas.
A loja do cordeiro prndente
Ra do Queimado n. 16.
Mella aebarao oe preteodentes om graode e va-
riado sortimeoto de perfumaras finas, tanto ingle-
zas como francesas, seodo :
Fiaos extractos para lencos.
Biabas e pomadas para cabellos.
Oleo pbilocome e baboza para dito.
Pos bygieoicos para denles.
Ditos campborados para ditos.
Opiata iagleza e fraoceza para ditos.
Paco tes com pos de arroz.
vasos de porcelooa para ditos.
Sabooeies para mSo e barba.
E moitos outros objectos que serlo presentes
ao comprador qoe se dirigir a roa do Queimado
D. 16, loja do cordeiro prevideote.
Bb eijas peqiicnns.
VeDdem-se na ra,doJQaeimado a. 16. (loja do
cordeirotprevideote.
Charutos
da acreditada fabrica de Jos Portado de
Simas.'
Vendem-sejoa loja'do^cordeiro providente a roa
do Queimadofn. lo____________________
GRANDE BAZAR
RA NOVA N. -0 E 22
Fabrica t fundico de bronz
t outros mttaes, caldeireiro,
laioerr*/ 0 funtifeiro, ituada
no Solcdadet ra do Prin-
cipe n. 3, e com deposito na
Lmia Nova n. 38, da cidade
do Rtft y *
BRACA 4 SMPIO
Fabricam-se neste importante esfflfleci-
mento todas as obras concernentes as artes
respectivas como sejam:
Alambiques de todos os tamanhos i em
feitios, os mai acreditados aparemos de
Ocrosne com as dimeng5es delicadas dos
fabricados em Franca.
Fabricam-se avulsas quaesqner pocas des-
aparelhos, como sejam o dilatador, ratrfka-
dor e condensador, ou esquenta garapas,
resfriador, serpentinas interiores.
Fabricam-se bombas de todas as dimen-
coes e qoalidades, pelo systema francos ou
americano, simples, de presslo, reposo, e
com especiaiidade a estancarlos! assim ->p
nominadas pelo enorme volume de agua
qae absorvem caicnlada em 100 pipas por
hora, e das quaes algomas estao promptas a
serem experimentadas.
Ex i s tem bombas por este systema, me-
nores, para regar sitios, garantindo-se nao
s soa duragao como a grande quantidade
de agua que fornecem pelo que s3o cons de-
radas boje as primeiras bombas conhecidas.
Todas as mais obras se fabricam i vonta-
de dos freguezes e a sen capricho.
Exi&tem sempre promptos no deposito in-
dicado na ra Nova n. 38, um completosor-
timento de obras solidas, bem construidas e
a precos rasoaveis, como sao alambiques,
serpentinas, taxoa, passadeiras, repardei-
ras, escumadeiras, cocos, candeias, e mutos
outros oter-x'lios preprios para engentaos,
como sejam mancaos de bronze, parafczos
para rodas de agua e outres.
Cavilhas, machos para lemes, pregos de
todos os hmanhos e para o forro de cobre
de navios.
Aprompta-se todo quanto diz respeito as
obras de lati torneadas e polidas com toda
a perfeicSo.
Vlvulas para tanqnes de banbo, tonairas
de todos os tamanhos e qualidades, assim
como todos os ornamentos para militares,
botoes para farda, aparelbos para barretina,
nmeros, espheras, espadas, cornetas, alam-
padas turibules, caldeirinbas, avtas, almo-
farizes, perfumadores.
Obras de folhas de (landres de todas as
qoalidades, babas, bacas, bules e outros
utencilios domsticos.
LampiSes para gaz para engenhos, folba
de flandres em caixas, folhas de cobre e la-
ti, tubos de chumbo para encanamentos de
todas as dimengues, folhas de zinco, estanto
em barras e verpuinha, lancees e barras de
chumbo, vidros finos para espehos, de co-
res, bordados, e opacos, e outros para vi-
dracas, diamantes para corlar vidros, cadi-
nhos ordinarios e de patente, rea para mol-
dar, folies para ferreiro, lavatorios com ba-
cas e jarros, trra podre e outros nmeros
objectos proprio de taes estabeleetmeotos.
Sendo todas as obras inspeccionadas e
feitas sob a direcc3o do socio administrador,
Jos Baptisla Braga o qual se acha de novo
especialmente incumbido da gerencia de to
importante estabelecimente, isso orna ga-
ranta pela sua longa pratica, qae tem os se-
nhores freguezes de qoe serSo servidos a
contento, com promptidao e prego comino-
do, pelo que os proprietarios lhe serio agra-
decidos.
Pars, 36, Roa Vlvienne. D
CHABIM.O.CN-SP.CIAL
AS ENFERMIDADAS des SEXUAES, AS AFrCO
- rWTAXKAS, K A '.TtRACOESDQ SAIGU*.
10.000 curas da mptnyyiir,
pstula, herpe*, famiL
f omixoes, acrimonia, J-
fr(OU,vt'eio __ virui, alternen** do saa>
tu*, (larope veitelal *ti nerenrio). ajepurBUfc-
vesetmna BANHOk >J1M HAf tomao-M -0*-
por semana, seguindo o tractameato Depurativo : *
mprecadu as aesmas molestias.
Este XaropCitreiad6'3Co
do C11ABLE. cara iW'KMd!.
tainenie qvt\qaeTpuroacao,
relaaacao, e debilidad*, *
igualmente os f.uxos /torta
franca* das tnulheres. Esta injeefao benigna
prega-ee coa o Xarope de Citracto d* Ferro.
Kencrrolda*. Po ida que cr tres ai*m
POMADA ANTtHERPETICA
Costra i na afftccoe* cutnea camiSM*.
PILULAS VEGETAES DEPURATIVAS
< w< CkmWie. etd (ruco val tuotipntio oa'tbt
FLUS OE
mpmu
Machinas para descarocar algodao, do mt
Ihor autor que tem apparecido na America
E' tal a execocSo do macbinisme, que o al-
god5o sahe quasi t5o perfeitocomo o debo
landeira. Recommenda-se a attengo doi
Srs. agricultores, estas machinas.
GAZ GAZ GAZ
Cbegon ao aotigo deposito de Heory Porster d
C, roa do Imperador, om carregamento de gaz di
primeira qualidade.o qoal se vende em partidas
t realbo por meos prego do qae em outr* qoal
iner parte. ________^^^
VeDde-se a taberna da roa da Ctciirba o. 2
com freote para a roa do Vigario, tvoito sfregoe
xada, e com procos feudos, propria para om prln
clpiaote : a tratar oa mesma.____________________
Para acabar
Veodera-se sarcos com farioba de mandioca de
25500 a Si, asnm como saceos com feljao por
baratissimo prec: do trapiche baro do Livra-
meoto oo Forte 00 Matos o. 15.
Laziaias a 160 e 240 rs-
Vendem-se lailohas escocers mallo bonitas
pelo baratissimo prego de 240 rs. o covado, ditas
miodiobas para acabar a 160 rs.: s oa leja e
armazem do Pavao roa da Imperatrlt n. 6o, de
Gama dt Silva.
Sovoe grande depositle superior carvao de Gardiffna
Babia.
Anteojo Gomes dos Santos fc C, roa SanU Barbara n. I, estao habilitados i supprlr 4o
Ojo^ c Midieres mais favoravels qoe em onttjqaalqaer deposito, a todo os navios a vapor oo* as
certoro aaoaoiia pono. A cootrttar nesta eom Domingo Um MattMos, c,
Attenco.
.------------------------------------------
Fundico dAurora em
Santo Amaro.
Completo sortimeoto de tafias batidas e fondi-
das, alambiques de todos os" tamaoho e fondos di
ditos, raoeod.s de todos os tamaobos de snpenoi
qoalldade, crlvos e boceas de fornalba. o qoe todt
so vende por commodo prego.
Balees brancos e de cores para me-
ninas.
A agoia branca, a' roa do Qoeimado n. 8, rece-
bAO ornas amoitras de superiores baloes brancos e
de cores para meninas de diereotes lmannos, e
como sempre, vende os por pregos commodos,
visto a boa qualidade.
AVISO AOS SRS. MDICOS.
I Cura huiitAoj i*ssm
coqueluches irritncm
nervoias sat dot bron-
efttoi e loda ui Joencm
' do-peitO; \t*fOi so UoeaU
JSiropctu
um. c.olhe rehile, deste sarape D' K Dr. CMMLIni Paria, ras liini...
A venda na pharmacia de P. Maurer f
e C, em PernambnCo.
VBHDADEIRO LE HOY
it l.lr.T, Dottear-HMtet-------
Bu
O Mouro de Vene: a
Cassn Boas a SiO e 350 rs.
de seda preta a 131 e a
Crespo a 17,
Vapores.
Venda-so em casa de Sannders '.Brothers di C.
o covado, basqol- o largo do Corpo Santo n. 11, vapors patentes
!3f : oa roa do om todos os perteoces propros para fazer movar
es oa qaatro machinas para doscarojar algodic.
Roa da losperatrlz b. 15
Aoeoretas de aieitoaas a 1*500, o qae ba
melbor em barril.
de
Confi>eorae
A bem conhecida luja de jolas de Morelra \
Daarte, a' raa do Caringa o. 7, acaba de rereber
porcao de hbitos o nfllcialatos da ordem da Rosa,
habito da de Cbristo de dirTerentes tamanhos
qoe vende por prego mol razoaveis, alm dlsso
continua a ter como sempre om completo sorti-
ment de jotas dos gestos mais modernos para, ai
quaes coma com o concurio da seos boas
goexes.
Ka cd garrara. v i, le, o cu .inele, un rotula impmtts a ._,
m a Sblu laptatu ,0 ,,, ralwlJ.
2V. B. icBNt-
r ---------_____ tend"srutaltiia
'/CaVyiOteS*^) ,**\ rtPsrU.nflUvl
60 .itmimo,fttxa-
de ab.timr U> f 4*
aMtor 4*e*nU>
Deposito na pbarmacia de P. Maurer
C. em Pemambuco.
Cola superior
Vende-se no eseriptorlo de Antonio Loiz de Oli-
veira A:evedo & C, roa da Cruz o. 57.
1 *-------------------------------------------------------------- i
Snperier nano do P^rta,
Vende-se no p=eriptorio de Antonio Lnlz de 011-
rre- velra Azevedo A C, roa da Cruz n. 57, m calas
I de 11 garrafas.
sr*


I1EGIVE1

I


hurtar**
.
fM^i'WH 9 '#*
. )

* Collares Royer
H Anodinos elctricos ma^aelicti
a. J>eoU acreditado
Wja da aguia Araoea-rp do Queioado a.< 8
-olaraa Reyorja ai etman owgoerer
treduar no vidades* porqoa a (ama de aua
efflcacia tem-se tanto estendido, o os seos
felizes resultados a tal altura elevado, que
nojt rara a pesaoa que por experiencia
propria,, ou por nter medio de seus amigos
0 parantes, ignore os desconfe.:a as virtu-
des desses sempre apreciareis collares
Royer.
A aguia branca porm sa gloria de concor-
rer para nm o justo flm, se nao por ot-
ro modo ao meos por ter sempre, e cons
antemente om completo sortimento desses
collares magnticos, que bem se podem cha-
marsalva vidas das enancas.
Resta anda que es senhores pais ce fa-
milia se facam convencer fde qae conven
nao esperar que as enancas sejam atacadas
do mal, e por isso necessario oa conve-
Diente que com antecedencia se deite na
criauea um desses collares para assim estar
ella preservada das convulcdes e se contar
livre dos rigores da denflcSo.
, A ageia branca h ra do Qneimado n. 8
contina a receber por todos os vapores
franceses a qnantidade que ba contratado e
por isso acha-se ella sempre provida dos ver-
dadeiros. collires Royer eletricos magne-

i
M
!
."'
ll
. \:

JUSTAS
Graade novid^ft mw
_fes
resta:

FAZEXDAS
tico.
Novas chapelmas
de fina palba da Italia.
A Aguia Branca,' roa do Qoelmado n. 8, rece-
bea om novo sortimento de bonitas ctiapelinas de
a palba da Italia, ornadas com delicadas flores, e
como sempre a Agola Branca as vende por precos
commodos.
Rap Viajad c Paulo Coree tro
A toja 4o eordelro prevldeote a* rea do Quefma-
dDavB, recebeu nova remosta des.-as loalidades
de rap..
fnjeobtaai

rttft do Cfeapo a. 7 A, esquina da ra do aperador
Acaba de ebegar Del lifot Guuntu, ora variadissimo sortimento de faiendjs qoe
jomo correspondentes qae forana as meibores, as de mais gostos e nowdades qoe- encootraram en
\TclmlS^iV^a^atamKh,8'tCi^,i florPs*evelHWico,s seguale* arto** q

de seda de core?, eom lindos
uatizes completameote novidade.
Llndlsslmos vestidos de cambraia branca bordados
cora gnsto.
Ricos basqofne, primorosamente bordados, e ulti-
ma moda em Parir. v
Riqusimas ebapelinas de seda, paiha Imitseao
e enfeitadas com muito gosto.
Coques para senhoras, sendo ettes de oltima moda
em Paria,
Llndissimas grayatinhas para senhoras.
Lindos colares e voltu.s de vllrilho e seda, ultima
moda e inteira novidade.
Collarinos, ponbos e g'avaliohas de Chuny, e:m-
pleta ouvidade.
Rlquissimos leqoes de marflm todos abertos e de
oltimn gosto en Parir; assim como de sndalo
madreperola.
.
Riquissimos vestimentas de Umbralas primorosa-
menta bordados, cor todqs os. pertences para
mancas, se bapllsar.
Rico vestuarios de Twre*, todos completos par
meninos de I a 4 anoos.
Mantas de blonda para ooivas. :.v
Moiriantiqoe, grosdenaple sedas prett, trana
e de cores.
Riqalssimos cintos, ultima moda.
Ricos enfelles para senhoras e meninas.
Lindissimas ebapelinas de seda da palha para
meninas.
Riquissimos corles de fantasia para vestidos de se-
nhorn.
Lindos corles de Ha para vestido, novidade.
Chapeos de castor a canotier, ultima moda para >
rapasiada em Prii.
Grfnde deposito de luvas de Joavia recebe-se por
lodos os vapores grande sortimento.
" 0 r'1
Casemiras, cambraias, lias, musselinas, precalias, cbilas e ama Influidade de objectus qae
deixamos de mencionar por so tornar macante.
Isto s na loja do Passo ra do Crespo n. 7 esquina da do Imperador.
Precos vantajosos
Has niiuu'em da raade cstabeleci-
mate de Snia So*res k irmo.
Roa Mora n. 28.
rendena em groaao e a rclalho
Lnhas novelios, muito superiores, libras sorlidas
Dita em nvelos, mais Inferior a loOO e 14800
a dita.
Dita branca em caitas de 50 nvelos > 640 ris
Dita para marcar, caitas de 16 ditos a S%0 rs.
Dita branca em ditas de 10 ditos grandes a eo.
Dita em carros de 100 jardas a 360 rs. a duria-
Dita em carros de 200 jardas a 15200 a duiia.
Dila ero cartes, branca e preta, a 160 rs. a dita.
Roletas de cores em cana de doxia, a 11500 a
dita.
Grampas com cabera de vidro a 160 rs. a dila.
Agnlheiros pntales a 240 rs. a dazia.
Biitdes de moedinriss donradas e prateadas, para
pnnbos, a 11900 a duna de pares.
Ditos de madreperola, para camisa, a 300 rs. a
groza. .
Ditos de osso, para caifa, a 240 rs. a dita.
Cminhas eom soldados de bombo a 120 rs.
Espeibos de moldara doarada a 11400 a duzia.
Pentes de lago djurado, para coco, a 61 rs. a
daiia.
Ditos de tacos lisos, para coco, a 52300 a duzia.
Ditos dourados, com flores, 21400 a duna.
Ditos de batato, multo bons para alisar, a- 21300
e 21400 a dita.
Dedaes amareios e prateadoc, Saos, a 240 rs. a
dita.
Oilchetes em catatabas a 640 rs. a dita.
Ditos em carioes a 600, e 900 rs. a dita.
Pegas de fita para coi, larga, com 10 varas, a
500 rs. a pea.
fitas de seda n. 1 '/2, pecas com 8 varas, a 260
rs. a dita.
Cadaco braoco para ceroulas a 560 rs. a duzia
de pecas.
Las de todas as cores, para bordar, a 61500 a
libra.
Phospboros de cera, em calimbas, a 360 rs. a
dotia.
Ditos de pu encerado, sem cheiro, a 360 rs. a
duzia de calimbas.
Ditos de cera, em calzas grandes de folba, a
i400 a duzia.
CarUlbas da Ltaotrioa Christaa a 320 rs.
Obrea* de colla, em cainntia-, a 320 e 500 rs.
Sabonetas finos a 800 e 11 a duzia.
Pacas e garpbos cabo de osso, tazenda boa, a
2J500 a duna.
AtMuanuras finas para coletes, cintos eom Ave-
las de cryslal, e multas outras qpalidades, puicei-
ras de costas, peotes com podra* para coques, eo-
feites para cabera, um completo sortimento de per-
fumarlas de todas as qoattdades. colariobos. can-
deeiros a gai, ferragens de lodas as qaalidadei etc.
ele.; a rna NT..va n. 28.

U s,
AUuUolu rUniU & L
11Ra do Queimado11
^ Este estabelecimento acaba de receber e vende por coinmodojpreco as segointes;^ e loirj.fltiissimos sobrecasacis de panno a
2o5 e 55, calcas de casimira de cor a 75 e
Lea
Eete estabelecimento a rna da Imperatriz n. 70,
recebe de sua conla por todos os paquetes frunce-
zes diversos otjectos da ultima moda de Parlz,
como seja oooiios coques lisos e eofeitados, lilas
de s?r|a, ditas de seda lisas birladas de todas
as larguras e do superior qoalidade, lindos sapa
tos de merino, de caeemira e iaa, toacas de laa,
muilj b mitos chapellinho?, habadiohos e ntre-
melos com lindos bordados, gravitas de eda pre
la e de eores para hornero e se un oras; as verda-
deras luvas d Joavia braceas e de cores mu>to
benitas, cartelras de diversos fetioa e lmannos,
melas de muito boa qultdade, para nomem, se-
nhoras e oos, um irado sortimente de bteo^
espariiloos, toucadores da Jacaranda' de diversos
laoiaobos, fitas de v^ludo, irancns pretas e de co-
re, lindos euftiles para vestidos, ciatos de diver-
sas qojdades muito bonitos, alonas, aboioadnra
para rolletes, lia para bordar # superior qnali-
daoe, orna inflnidarfe de bonitos bricjuedos par
erlaoeits, as meihoree perfumarlas de Lubim, Piver
e C-.u..rai .sociediiie HlReoiea, imroeciiade de
objeclos qae deixo de mencionar para nao se tor-
ear massaoie, ludo por precos muito cou.modos.

GHA\IE NOVIDADE
i
LOJA E ARMAZEM
00
-leltljol c .sioeiy
4 JkL a t 5S
fias da Iniamrii n. 60
9 nsq t) "ft
un1'
Raa da Itrperatrii
'CJAMA St SILVA
Tendo os donos de te grande sv abelecimento resolvido liquidar a maipr parte das
suas fazendas resolveram vender com grandes abatimentos em precos, assim como teem
recebido nltmamente urna grande porc3o de fazendas novas tanto inglezas como francezas,
alemaas e soissas, teem destinado venderem as mais barato que em outra qualquer parte
afta de apararen! dinbefro, dando de todas ellas, amostras deixantfo Bear p nhr, ou
mandam-nas levsr em casa das exiefjentissimas familias pelos s us caixeiros; assim como
as pessoas que negociam em pequea escalla, neste estabelecimen^j comprarSo pelos mes-
tnos presos que compravam as casas inglezas; gauhando-se apenas o descont.
Tira bordadas e Babadlokos BalSes a 20, 335oo e 3*
Quem qutzer fazer boa compra de tiras Vehdem-se um grande sortimento de cri-
bordadas on babadinbos, achara um grande nolinasoubaloes de arcos parasenhora pelos
sortimento para escolber e por j reg muito baratos precos de 2& 2!ooo e 3,5 por haver
gtande porc5o, na loja e armazem do Pa-
v3o, ra da Imperatriz n. 6o, de Gama A
lKolre-anifqae.
Vende-se superior moire-antique de rCr, roo-'
algnm toque de mofo, por preco muito barato, para
acabar : oa loja do Pavo, ra da Imperatriz n. 60,
de G,.ma & Silva.
Na loja do pao roa da Tmprratrii
60, de (rasi ffitl-f,
Modernas pempebnas om palmichas
bordadas e qcadros. covado a. aj|
Modernirsimas laaunbas eom pal-
mas, salpica*, ioadns, M*l.s. etc.
etc., covado, a 400, 00 e........
Linda* las eom totas de seda, o-
vado,a66e....................
Verdadeiio poil de Lbi-m ct-m li*las
modernas, covado, a 800, t e....
Pinissimas musselinas de ctre?, ce-
vado, a........................
Bonitas sedas de ctres ce m 4 palme*
de largura, covado, t.............
Grosdenaple aiul, roio,
mais barato do que em outra qualquer parte,
na loja e armazem do PavSo,' ra da Impe-
ratriz n 6o, de Gama 4 Silva..
F.zondas para loto na loja do
PaTo
Vende-se setim da Chioa com 6 palmos de
largura proprio para vestidos a 20 o covado,
I5azinas,preta8 lisas, alpacas com listra bran-
ca a 1(5 o covado, cassas brancas com listras
pretas a 5oo rs. a vara, ditas pretas lisas e
com s.ilpicos vara a 56o rs. ditas francezas
com listras e ramagens vara a 8oo rs., me-
rino preto, alpacas e princezas, mais barato
do que em outra qualquer par^e, Da loja do
Paro, ra da Imperatriz n. 6o, de Gama 4
Silva.
PALITO'S DE PANNO A 64
Venderu-se palitos de panno preto saceos
a 6)5, ditos sobreeasacos a lo, calcas de ca-
semira preta a 6(5 e 7S, d ta muito floas a


fazendas finas:
Vestidos de b ond para noiva com manta e capea.
Ricos vestidos de tambraia branca bordadas c que ha de melhor.
Cortinados bordados e admascados para camas de 2o a 800.
Ditos bordados e admascados para janellas de 9 a 20(5.
Colzas de seda e laa e seda para cama de noivas.
Basquinas modernas de muito gosto de 2q0 a 500.
Toalbinhas de croch para cadeiras e sofs, e colxas de croch para camai.
Chapelinas de crpe branco, e chapeos de palha da Italia para eenhora.
Moir branco e preto, grosdenaple preto e de todas as cores para vestidos,.
Camisas para bomem francezas e inglezas de linho, e de algodo.
Guardapisa de crinofine para fazer mais elegantes os vt stidos de 15a e de seda
a 32o rs. a vara.
Superiores saias bordadas de linho, camisas e camisinhas bordadas e lencol de
cambraia bordada para senhoras, ricas toalhas bordadas com muito gosto, e lindos ves-
tuarios para baptisados com o. respectivo enxoval.
Las com listras de seda de varias cores a qoe ha de melhor.
Chapos braneps de castor, e ricos chapos de sol iQglezos para hornea.
Malas de diversos tamanhos para via^ens.
Panos finos e casen iras pretas e decores e outras muitas fazendas que se ven
dem baratissimo.
Este estabelecimento contina a receber as melhores.
Esteiras e alcatifas para salas,
- i i-Rna doQaeimado-11


mmmm
H ,SJ|
.1 il
Si 64,
Kova loja de miudezas e artigos !e modas
.i
Ra da Imperatriz-
DE
.
SILVA & NEVES.


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.va iv. y_ rJimo? na
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6h aaV|aw v.
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CBABDE BAZAR
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om miel
up ob te.
MfaBii
om es
ra Sp?a -lWM^
> Maehinia pa a costura do autor Wheelr
A Wrt*. hflRadas nUimameote da Aum-
rica; nawqoaaa por.cozer-se com doot
peKpooiot. todae ^nur fareoda, emb
libar, frangir* bvrdar e naarcar roupa ; todt
co ferete*)- Sao tSo siapkn, que coa-
piiafcjBrte> aciimente a nutieira do tralj-
Uto a piMra fatodo pratica de coser em m.
rbioas. (Mide fazer ajor dtaoservico quet.
CMMDdM c#stOreir.
Ctaana^M'i este eataoatoeiment a atte><
cSorto publico, visto que diese acba con
ptotajMKe sortido de objaetn da gostt,
como hem leqoes de madreperola e de sai-
dalo, fivelas. fitas para cinto, ca>kes perro
marie e ele,
Na roa mttb. 20 e 29. Croerro Tm-
na dt C.
Os proprielarios deste dovo estabelecimento oflerecem ao respeitavei 8m
publico desta bella cidade, e do interior um lindo e escomido sortimento de 5<^
^v miuderas e artigos de modas, concorrendo para isto o terem na Europa, pes- Sifi
IxM s9as Da*)'''ta^as a executarem suas encommendas no qoe honver de mais no- Sjjjgg
^^ vidade e gosio, o iarantero vender pelos precos mais rasoaveis do que em ^pp
i" oatn Q^a'qd^n parte apar de maneiras delicadas e sinceras. p
gg Acapam. de retener pelo vapor francez Gmenne, os segointes bellos ^
mjX artigos ,de moda, a faniasia.
E Luvas da Jovin pra senhoras e homens, de todas as cores.
--------Livros para missa com capas de madreperola etc.
i.TOfi.O&Jndispensaveis e boleas de lo'ais as qualidades,
S'.^ 0 ifioques .os mas modernos.
Espartilbos collares, e cintos de seda evidrilho.
Rendas de Guipure, de seda, (bloods) e de .algodao, de todas as
| qwtidades. ... ,.
Complet- sortimeato de trancas* fitas, botoes e guarnieses de sedalc
com vitWlbo e sem. elle, gravatinbas de seda, e manguitos de lustro bordados
tado do ultimo gosto de Paris.
Leques de sndalo abejto do mais apurado trabalho
Agua Flor id* e luBicd oriental de Laman & Kemps.
Rios eofeites e Ruarneoes de flores para vestido e cabeca.
Calcado para senhoras e meninas.
1 P^umariae aB metoores e mais esoolbidas de Lubm, Piver, eCoa-
em ricos e elegantes vasos de porcelana, crystal e prata ingleaa.
Meias de aigodao, as mais finas e melhores que teem al boje vinde
ao mercado, para seDhoras e hornees. I t
- Chapeosdepalba da Italia, e a imitac8o para meninas.
E um sem numero de artigo, de gosto e factazia que s a vista
podem ser apreciado.

m
8, um grande sorlinunto de coletes de toda
a qualida'e e outras muas qualidades de
roupas qu se vendem mais barato do que
em outra qualquer parte, na leja e armazem
do PavSo, i ua da Imperatriz h. 6o, de Ga-
ma & Silva.
As salas do Pavo a 3$OO.
VcDde-e ama-grande porco dss mais bonitas
talas brancas com lindas barras bordadas de co-
res, tenilo 4 paoDos cada orna, sendo fazeoda in-
teiram-me moderna, peto barato prefo de 3^60 >
cada urna seodo fazenda que sempre se veodeu
por muito mais dlnheiro ; na lo]a e armazem do
Pavo, na roa da Imperatriz o. 60, de Gama &
Silva.
CSAQUINHOS DO PAVAO ;A W, 2o0
25(5 E 30(5
Chegaram o mais modernos casaquinhos
ou jaquetas de grs preto, ricamente enfei-
tadas seodo uns com cintura e outros sollos
conforme se usa ltimamente e Tendem-se
pelos baratos precos de 18, 2o e 3od,
na loja e armazem do Pavao, ra da Impe
ratriz n. 6o, de Gama & Silva.
cantslobas a 3g.
Vendem se as mais modernas camisinhas com
manguitos tanto bordados como de preguiubas com
elegantes puohos e bonitas atol adoras pelo bara
to preco de 3"00 ; na loja e arraJiem do Pavao,
na da Imperalrta o. 60, de Gama & Silva.
Pt-chiflcha em casimiras a 1^600 s6 o
Pavo.
Vende-se ama gradde porco de casimiras supe-
riores entestadas, sendo escoras e alegres proprias
para caigas, poletots, coletes e rnnpas para meol-
nos pelo baraUsimo preco de l800 o covado oo
a 2SO0 o corte de calca, rai.de pecbtacha na
loja e armazem do Pavo: rna da Imperatriz n. HO,
de Gama & Silva.
ilpaca mouslro com 5 palmos a 280.
S o Pa^o.
Vende-se alpacas de qoadros sendo padroes es-
curos proprios para vestidos teodo 5 palmos de
largara qae facilita faxer-se um vestid at com
8 cavados pelo barato prego de 80 rs. o covado,
garanllndo se qae Jazeoda que val muito mais
dinhelrn, portaolo pecbiocha : ni loja e arma-
ren) do Pavao roa da imperatriz n 60, de Gama
& Silva.
Poupelinas para a Pesia a 320 rs. o covado.
Veude-se ama griode p^rgao das mais bonitas
poupelinas transparentes eom palmlnhas bordadas
a la oa qoadrinhos a iroit n.ao de oo de seda, pro-
crias para vestidos pelo baratissimo prega de orna
pataca o cuado, grande pnchiocha : na loja e
armazem do Pavo ra da Imperatriz n. 60, de
Gama & Silva.
CORTOS DE SEDA,
a 284000 res oa loja de Pavo.
begaram os mais qtodernos cortes de seda dt
cor com elegantes desenhos claros e escaros, leo
do mnita faienda para oro vestido e vendem-s
pele barato prego de 840O0 res, por ee
muito prximos da festa, isio na loja do Pava .
ra da Imperatriz n. 60, de Gama A Silva.
SAI As ECONMICAS,
a 5,500 res.
Vende-se urna orando porco e salas de cor
iom benitas barras pelo baratKsiroo preco dt
ioOO reta, a lja e armazem do Pavaj ; ra d>
Imptratriz n. 60, de Gama.* Silva.
KXMii COM GOL1NHAS.
a ifOOO res.
ib S&j}! C19 91 eEt, i
Vende-e oma.graode porgJo de panhes con
S 'oTmhfrS de esgotso de Itoho, cm os-mato liadot
oordados pelo barato prego de tjOoO- o terno, di-
tos bardados de cor a 640 res, >endo rsuide pe
rh'.ncha pelo prego, na ra da [(pperatru 0. 60 Of
G*ma 4 SiKa.
i
sicq
. so rwm e
- l V
> v
,-' lioiq sus' 6 i-
o e--mc : iiiol .? da
toril
i JO
0 ,IOr
O .00
;.
,r,b' ^8 tif *a iXBSCAROCAR ALGODlO
Manoel Bnt^ de 01ivim Braga.
a DirelUn.53
-sm."
' Obi

1 0:
Nste estabelecimeot *e eneoflrarlfo t
verdadeiras machraas americaoas cheafldas nltiinr
meme, as qaaes sao feitas pele mais aado la"
brieante rta America, por isso avisa a tridas ae P*"
soas qne precisaren comprar, de se dirigir a esto
eaabeleamento que comprarlo das mais pere'ta5
ueste genero, assim como mais barato doapp*01
outra qualquer parte, por iso que se resabe &?
coeta propria, bem nomo cannosde tmmbo e W*
nbos para moer milh?, e grande sortimento delir-
ragens e mindesas em grosso e a retalho.
Facas de cabo oraaco de uek) baUno a 4#
a dazia. limas finas de todos os lmannos propias
da trabalho de escoltara.
poil -es C&EVRE.
a 60 e 80O rew.
Vendem se as mais bonitas laosianas com lista*
de-seea, instaladas poir--de'fchvrtfp*loittrBli9S
no prtco de StiO res o covado, ditas, eom as '.-
ta# Djaihiadas a aopri.xsiiB evo, um gran-
de sortimeoW das mais. bouitas e modernas lansi
noas qoe' se vendem p?los precos de 49, 400.
1 980'e 860 rete, tjnnns alpacas de sed* de orna
so cor a 6i e 800 re*, to ba toja do Pavo,
ra da Imperatriz o. 60, de Gama <& Silva..,
-mo ib Bit-fia!^ ^siiioK
a 24300,
Cbe^sram os mais moueru'os balees esgnioa sen-
do verddeiraDent', americanos e V-Bflem-se pete
barato pweo d* 14500, d i .ja do Pavo roa tas
Urjperatr a. 60, de Gfl & Silva.
Pecblsjcba
91a c^ftos dexassa a 34.
.Ceftsdewg. nt S o Pav5o.
Vedem-se corles de cusa ea-ia nm ion acu pa-
pe seae padrees wovmuido* iraod-s a. 34,
dllqe e organdis com.Jlstas de co<- e lodos brin-
cos pelo baratissimo pf<^}o de 34808 : s na'loja e
armazen) do Pavo raa da Imperatriz n. 60, de
Gama & Iva.
Caseas a 14o r. s o pavao.
?endem-se .bonitas ca>sas inglezas de co-
res iixas pelo barata preco.d 2i re, o co-
vado. ditas francezas fazenda muito fina com
padroes listrados ede flores, assim cohki. com
palminas miudas proorias para meninos
3oo rs. o covado on a 5oo rs. a vara : pe-
cbiocha na leja e armazem do PavSo ru di
Imperatriz n. 6o de Gama Silva.
Cortes do alpaca a eete patacas.
' ?* so tone de atpae te* iwH-eerathmi) prego de 40 o corte,
gratfd* peaMacba na loj, e rmav *m de Pavaj roa
1 da Imjwalfil a 69, de Gama % Silva.
i II!%
4g< 00
Em coi t s de la
Veodem.se superiores cortes de iaa matizaba
com 15 ce vados, pelo barato prego de 44 o rrte,
isto aa loja e aimazeni do pavao, ra da Impera-
triz n. 60, de Gama & Silva.
Cambraias largas a 1000 e $280
a vara.
Vende-se cambraia transparente com oito
palmos de largura, que facilita fazer se um
vestido com quatro varas, a 1(5 e 1(5280 a
vara: na loja e armazem do Pav3o, ra da
Imperatriz n 60, de Gama d Silva.
Kspartslbos.
Vende-fe um grande sortimento de espar-
tilhrs dos mais modernos: na loja e arma-
zem do Pa\5o, ra da Imperatriz n. 60, de
Gama A Silva.
Anadloc a 6.5COO.
Vendem-se os mais bonitos cortes de ana
die, sendo fazenda inteiramcnte moderna,
transparente, com bonitas palmas bordadas ;
esta fazeuda, que de mnita phantasia, ven-
de-se pelo baratissimo prtco de 6f5< 00 o
Ifcrte : na loja e armazem do Pav3o, ra da
Imperatriz n 60, de Gama & Silva.
Hlcos cortes de medlea pro-
prios para baile.
Chegaram os mais modernos cortes de
medina, sendo orna fazenda inteiramente I
nova e transparente, com lindas palmas e
quadros de seda, e vendem-sn pelo barato
preco de 22^000 o corte: na loja e arma-
zem do PavSo, ra da Imperatriz n. 60, de
jUama & Silva.
Cambraias a 355(0 rs.
Vendem-se Coissimas pecas de cambraia,
branca, e transparente, de 3<55uO ate 10(5 a
peca; oitas tapadas muito finas, de 55 at
100; ditas suissas com I vara de largura a
8&, 10(5 n 125 ; na loja e armazem do Pa-
vo, ra da Imperatriz n. 60, de Gama d-
Silva.
Cortinados para cassraenos.
Vende-se um grande sortimento dos me-
lhores cortinados bordados, proprios para
camas e i-mellas, pel-s to-rati-s precos de
9,5, 10,5, 156, 205 e 235000 o par; da-
masco de la imitaco de seda, coro 8 pal-
mos de larga-a. a 45 00 ; colchas de cro-
ch ; ditas de fusto brancas e de cor; cro-
chs proprios para cadeiras, sofs, cadeiras
de balancp. para abrir presen les, etc. etc.:
na loja earmazem do Pavo, ra da Impe-
rairiz n. 60, de Gama & Silva.
Cortea de chita con lO cova-
dos a 35, 35300 e 356(0.
Vende-se cortes de chitas francezas, es-
coras e claras, de cores fixas, e lendo 10
covados, a 35000; ditas com 11 a 35300 ;
ditas com 12 a 35600. E' peehincha, s
para acabar: na loja e aimavem do Pavo,
ra da Imperatriz n. CO, de Gama & Silva.
Percalas a 320 is.
Vendem-se linissimas percalas de cores
fixas, pelo baratissimo prego de 320 rs. o
colado, por ter um pequeo toque de mo-
fo ; na loja e armazem do Pavao, ra da
Imperatriz n. 60, de Gama e Silva.
Cascas escocesas
C Chegaram as mais finas rassas franceas com
lindosradr8es tv barato preco de 360 rs. o covado na loia e arma-
zem do Pavao, ma da Imperatriz n. CO, de G3tna &
Silva. j
Chales IsaM
a mm,
Chpfaram os m4s lindos chales de mirino >
odas aseM- oam O boou e larga renda de
o em lM voita, sendo uette genero u mais
iodo e mais moderno qoe teem vind > ao merca
1o e vende se peto rarato prego de 64<00, oolea-
nete o fja e a*mae do Pavo, a* ra da Im-
ora*rtz o. Me &S''"a- _________
m
w
m
m
i
tfon
:,!^!^* 14a
Moderas ea.oas eom lists lareas,
vara,a.,, 710, 800 e.....-...... I4O30
Muileriimo!. oicanjs de < r, vare, l^O
Orgsody largo, com lula b uuadrw!,.
vara, a................ ...... fMjQ.
Orles de orgmdy com lisia-i bran-
ras e de eo. c?, Kndo 6 varat cada
I4cr,ev.................. i#MS
Laazicoas de orna s cor n:aUji covado a....................... so
Cortes de cambraia branca ho'dart,
rendo neste gmero o mus rico qoe
tem vin Jo ao mercado___,...... 'Of
Beoits coitfsde sedas corea ciaras'a 2*4000
Bonitos corles de i,banta la a....... t0000
Cortes de orgaodys listado; c m 10
ara, a....................... jqqo
Fil braoco buidaoo, stnoo de meta
....... ***
p;ra satss,
tendo pregas de nm lado p i'sm-
Lean bordada, vaia a 4, I4*0 e 4WW
Kieas saias bordadas a 64C0u;8#e 114000
Cassas de oma cr Je floies. cuva-
do a......... ;................
Oitas franceras mnito Bn?s. sendo de
listas e flores, vara a 800 rs. e ce-
vado a........................
Modernos ponhos com golinis, feo-
do de esgniao de linho, berdaijos,
brncos e de eores a.........___
Modernos mangoilos nm goltfnbas a
Ricos corplnbus de:cambraia moito
bem enjetados e bordados a 84 e 'vuOO
Saias econiOiicss e e.^coras, para
qoem fftr pissaT a festa fra a.... ?4500

largura, vara, a.
Bonita fareoda brinca
O

. Na roa dos GD:rarar.es c. Ci, vtcde-e usa
rela de 16 aonos.
Escravos fgidos
rss
De eogeobo Penaodnba coofeoa a estar ta-
pida ba cerca de um sloo a acrava dt r.' ore Sa-
bina com os signaes egointrs : cr.ci.!?, taiia,
gressa, rara redonda e Lmigos, te>ia batida <
c. m aua cicatriz, r8r fula, seies grandes, maos
peqoenase persas srqoiada?, re^reieita Ur W
asnos de idade, ach; va-se grvida qu,.utio fppio e
mais algcns sigcaesque nao se re<-.r.5a, or,?ta
que esta'servmdo de aira em slgorra css? don
cidade a titulo de forra pols foi Ustl na (.raeos
das na nbeira de Saoto Aotoeto : quem a apre-
hender leve a ao referido engeuha tu 3' roa do
Oaro n. 10, que str recmpensado gentroia-
raente.
~Too$ooo
Fugio no dia 25 do t'oirenie mez d cal. bro, dn
engeuho Limoeiro freguezia da Escada, o eseraw
com os seguinles signats : cabra fosco, alto cg-
hom corpo e booiu figura, cara heigisa, baifc
pouco serrada, cosioma rapar o b'gode ea petr*
cabellos um laoto carapiobado?, pouco e?robj
tem os dedos grandes dos ps mais ecnipridus
nm pouco gago, ctm : Igumas ciratnzes vtlbas di
chicote as cosas em urna pa* e em cit brscc
vesliBdo camisa de a'godao da m;ta en aigodzl
ulio, caifa e paletot u>- brim pjrdo. chapeo de i ae-
ta prelo, e Idva vara decarreiroqoe e sopj.e-st
ler ido as>eotar pra^a como olontario : reren;
meoda se as pessoas enrarreg.idas do rfcmtamea-
to e as >uturidadt8 policiaes coro esperuNdade \
i) Rio Forucso, Una, Agua Preta, S. Bmio e Por
lo Calvo e a outra qualquer pxyiri a app'el <"a?&
do dito escravo, e entrega-lo no dito engtobo, recebera* a gratiflca{o cima. O escravo cbam?
se Francisco.
B0LESTI4S 110 PK1T4
Avlo Importante.
Os aicos verdadelrv xiropes de bypophospbt
tos de soda, de al e de ferr do lr. Choh>hlii ira
tem a firma qoairoveifls repetida desie sabio me
dico sooro o suiscrH'io e marca de fabricada
poarmaua Swaun, lz, rna Cri. tiglione. Par.-
Acba-se a venda ero frascos quadrados coro o no
me do Dr. fAorctiill no vidre. Prejo 4 francos eO)
Paris : Cora insirorcao
Botica de Bartbolomeo A C._____
LiridaTmBitoliWaa la a 600 ria
cavada
Vende se na leja do Alvaro a' roa do Crespo b.
20 B.______________
Superior pa Vende-se f>>> e^rripii ri de Antoni < Ltllt de Ol-
velra Aievedo & C, roadaCrofcu. S* -
Vende-se docpcaTrosi de passeio, en e.-tado ; pa roa do Jardiaa o. II.______
tt^nca a liqidjo
(iafrematant" da tifa de f-rrageoa d finado
SebasliaoJos d Silva oa roa Nova n. 35, estando
resolvido a acabar eom o restante das Mrageos e
miodeza exi>ir-Bi-s -m dila loja. e por tsso cc.ovi-
da ao respeilavel publico a se monirem de ditas
f^-rrageis emiudrzas por poneo dinhetro, aos s<--
Bhf'res de engmbo a spprveiuroai a oecaslio de
comprar alamt iqnes sen* perteaces, e esquena'
garapa, e aos stuhpres arUsias diversaa ferrameo-
tase fefragens, a>stm como anda tem sloos para
igrejas; approveitero aoeeaello.
"Fio de algod. da Baha.
Vende-sp no eaeripiorlo de Antonio Lolz deOli-
verra Atevi dr C, roa da Crol u.47.
Forlaram no dia 3 do correle, do ergfnho Ro
relo da fregaer.ia de Muribcca, qoalr" animaes
de roda, dens dcs qoaes tem o ferro Yl-C, e sao
nma egoa da cor ro.-sa pediez, eo ouiro nm qo*T-
lo ca>tanho, castiaho, tres p;. brincos, frente
aherta, beiijo br^no e rgo de om oih-'. e os ou-
tros tambera sao marcados com o Ierro VX, destes
oro poltro, casiaoho rosilho, a'^itiv d branco,
e urna egoa de 'or rossa baia : quem d-r nciicta
ou os levar ao n>smo eogeoho, sea' f-nrr Sf.ff"-a-
te rpcr.mpensad'i; a-sim como se erniiGr nm
tOt'4000 a quero 3pprehender o mnUto de ni me
Launano, com os sigoaes segnfule-: bio, eor
clara, olhf.s grandes, nariz afilado, cabella c,;/rido,
sem barba, ps peqoenes, tem o o.-io c>r\>- de
pannos, e urna marco de queimannra de nm Isd",
que ebega al o pe>rti;:>, e nma rietriz tur I >.'
das Mellas, o qual fugua do dito'ftg'tbo na
mesma nclte do da 3 ; .-u. Ci> se ter ioj para o
Recife assenlar praca, oo andar oa dnrra da
Victoria onde morco por atgons ann's : r gi-w
as an'oridades e capllaes ce campo qup o :.| ir -
hendam e o levem ao medetonado endecho, ou a
ra do Uuro o. 10. ______
Escravo futido
Do engenho Bnmflm &marca do L'mr.ptro, fngio
na ooite de dia 3 do correrte roez de derembro. a
esrrava cri'ula de neme Antonia, de iO 40> s de
idade 'pouco mais cu meiios, e cem oa Mtn.es se-
gointes: e-tatura regular, cor uro piocu fula, ros-
io redondo, denles lircad'is, clhesvivse tem g'an-
de cicalnzps de t< gn pela barriga e peitns. Foi
comprada nesta ridade a l de leverel^o prxima
passadr\ aos Srs. Nogueua & C, mtradures a' ra
da Cade a oo Recife.
Qoern a apreUcnder crndnia-a seo stnh.T ne
referido engenbo, oo ne.>la praca a Onveira Fiibc*
&-C", largo du Ctrpo Sanio n. 19, que sera' reCLB-
peusido. ..............______
~GR*TFl A-SK
a ^uem,capturar e condoar febrica de sb5o ue
Afegado, oo a ra do Amonni o. 41, do Re' ife,
escravo Lv.i, pardo, idade 3oaon>s, o qoal ja' eflO
principio d' ste sodo foi preso por lgid, e de nove
evaflio-se da mesma fabrica, onde- tiabaltava. ni
madrugada de Domingo oiliuo, 24 de tv.'*-n hrcr<
cujo escravo fpgie vestiudo a rooo* fb i.n>, ce al
.dio de lirtras, co>luma embrt;agar->e, pegar
proprio BOfJpP. a bem c; moj do senhor, e fatit
tre/r carstigo ufVia corret fecbad.i na < mlura e n*
tjrnoeelio, do <(be devera* conservar a* menos v
mJn-l .
Mf'T
i
;:S>0 38 S;
-
-'a roa estrelta da Rosario a. 35, sobrade de um
'abdar faz Sa baodejas de bolos fle u uii< boo> g sl
+Bfetad$, de armajoes, boquetes de Q .r-s. fila*
com letreros,.propnas para.casamento* e bailen
radn tota amito asnero e rrais balrat 'do qne era
noira qualqnpr partP, podel e bolos formados
para presentes, vende-se boquetes de fl n-> de ce-
ra, rosas e era vos, dalhas e de qo>lquer fr, ca-
neilas para meninas e para noivas e pa-iora-, iodo
muito barato, arcos, ro.-a para erMos de l^u)-
nba>, e faz-se toda irola de cera para enfeite de
lapinhas, toda a encommenda de fl> re i iodo se aprompta larsto e depresa, nfeiia se ve*
lis ricas para baptisados, e veode-te gtusas de f
ibas de *-< pape] a iaa grosa.______......__
' i Mtfi re gratifica cao
Pogfe d enfr-nrn Macnb,.t>eem'i da Fsea-
i, na BrKe de IH para 18 do eoi'e..(p, o esrraj
pardo, de m-Ei'a, idarje de 20 anoos. ponoe
mais eo menos abec,* c mi rlaa, < abeiii s r< rrid
e rentes, cara c. mprid, nni n*a.tf \ deous >os,
chei" do corpo, pe- c mnr'd.jS d'r sarnas n as
canptias, sabio d m omisa de a'f -dio da Ierra,
c|q oe riseaflo e enapo de na s* ja *e:hn:
ouern o pegar leve-o ao referido eogesbo oo a roa
la Spniala D. 38, qoe recebera' a gratifleioto
cima. .

"

ILEGiVti



1 T4K*fe* **4*m1mM UHHf
JMUBENCIA
p;
e relator oSr. desembargador outrot paizes as classes exclarecidas achara' loares de pe
fle
z ae (Bteiio
a com|bda
doutrini,
lOfrTtyund
restrictiva
nto
'Sjail,
telli^encia fumecc a? ra-
is a Jasle ye tpasauanta
seraeihantef^temao carcter do
propria' oaparario! Perdeodaenta") a cortfianga as
I lipendi,
Cmara.
(O llustrj
emana Jurdica. j-soagu d
- ~ ficiencia a'
Grande de?e Mr, sempre nossa satisface s$Ddu a ietr
todas asieres que podemos informar opo- cipios da hermeneil, ".
hlien sobre produces scienlfleas da parte ,,' !ir!aJj3
de dossis magistrados. slirf-i m J* Pereceo do con-,suas propias energa*, o operario espera
Comeffeito, se um tal assumpto inte- JK;SS? h pr0 te deJ?'!, ri0 tu* lle um nomem- Os operarios da Io-
ressa geralmente a todos os povos civilfca- Ec', pTC?,.qaeo legislador g!alerri.i)io tendo passado nunca portal
d, entreDjettemierisse augmentado K*! ,. ? ? 8 dectos e as enas' regimen' s espera do Estado,-algumas
pela limitaca escala em qae infelizmente 3-? g. c ? aer ? ef' ,ei *eraes de Ptecr5o e principalmente a
tailoo nosso taraoem guardn, bao havea- liberdade de proceder como entenderem.
rfo razioalguma para se suientar que elle' E* a ignorancia o nico perigo que aor-
quizessc applicar ai perjura di fi'irmac'o'panha a extensao 0*0 uffragio. Tendo en-
da culpa pena igual (se pira este caso ni trato no caminho da democracia, a Ioglater-
Uvjsse legislado) a3 mesmas peaas que ap- ra dever seguir o exemplo da America,
plicon ao perjuro do plepaflo, o que.en-1 onde se eouta mais com'a diffusSo das luzes
tretant> resulta ia da op n So contraria, e do que coma autpridadepara o tira de fazer
bem assim outros argumentos cuja leitura respeitar asleis e a vontaae de todos. tTra-
recomraeodamos e conclue que, os juizes
repellareis como os do primeiro accordo
pensaram de modo diverso, outros juizes
igualmente respehaves acabam de apoiar
a doutrina que elle segoira.
Pela nossa parle, felicitando o autor do
sa^a^oi c
? cool fin
concebida pela reform
em que
ain.ti seaeha dirTundtla a sciencia do direi-
to.pela uossa mayi.-lralura.
E se nao importa menos a urna naciio que
sue magistratura seja illuetrada do que seja
integra, n3o nos descuidaremos sempre que
se ouVrecer accasiSo, de concorrer com o
nosso contingente para acoroQoar o nobre e
glorioso empentn do magistrado que recor-
ra imprensa nSo s para jostilicar suas
decis5:s. como para promover oesiabeleci-
ment da verdadeira doutrina e a unifor-
Uiidadc dos julgamentos.
Acabamos de ser obsequiados com um
osemplar do opsculo que o Sr. Dr. Manoel
da Silva Mafra publicou na cidade de Para-
r.agu sobre a questio, se o crime de ju-
ramento falso previsto no art. 109 do nosso
cdigo penal prje ou uao ser commeitido
juando o juramento prestado no processo
a formacito di colpa.
O digno jota de direilo, 1
escripto pela llostracSo q declaramos que nos inscrevemos no nume-
ro dos que eotendem n3o ser punido por
nossa actual legislagao o perjurio commel-
lido na furmacSo de alguma culpa, embora
naq descoohegamos ser aproveitavel a dis-
ntor do onus-' Psi3 do codi* fortuguez, visto qoe, de
jure oiuiituendo, talvez seja maior o in-
culo, decidi pela negativa em urna senten- ,
ca concedendo habas corpns a um aecusado 12S5S55 5SC pUn"* PerJQ ne.!,e
1 caso que aqnelle a que se refere o Sr. Dr.
.ireso a quem se formava culpa per ha ver
juiz de direito da 1* vara quando tFata do
;arado falso no summerio de um processo
crime instaurado por denuncia da uromo-
toril pblica pelos cimes de ameacis e ca- ti c n rael ** pQD,c, 'T"'
lamiascentrVaoiempregadopoblio, sen- Crime' p0IS que nosParece que bavera
do o juramento no sentido da accosacSo.
Os fund?mentos
perigo de perseverar a testuraunha na fil-
io
hy-
se limite ao
s iunu?memos da sentenca foram os
scguinles :
Io Que ainda quando no fa 10 nao hoo-
vesseeimples engao, era fra deduvida
que. nos termos do art. 169 do cdigo pe-
nal o ciime de perjurio s se da quando,
alm di alteracSo da verdade, o juramei-
to prestado em procasso de accusaco e jul-
famenio, onde nicamente o depoimento
taz prova e produz o effeito de condemnar
oa absolver, effeito este que n3o se pode
dtJJer q :e exisla quando o juramento pres-
tado na-formaco da cu'pa, porque anda
revogavel no plenario, e por tanto o crime
!:io se pode considerar consummado.
2* Que esta doutrina, deduzida dos ter-
mos do art. 169 d ) cod;go penal, apoiada
as leis do processo criminal, que nlo esta-
bsleceram um modo pratico de proceder-se
cere \ do perj-irio na formac) da culpa e
sim somonte 00 processo da accusacSo e
julgamenln (art. 360 e s^guintes do Reg.
o. l de 31 de Janeiro de 18i2 )
Subindo o process) de habea-arpas ao
tribunal da reiaco em viriude do recurso
interMHto peio mesmo Dr. juiz de direito
oi-olicio na forma da lei, o tribunal por
accerdao datado de 30 de ouiubro de 1866
d:,'U-|irovimento ao recurso ex-otlicio e man-
dou qfie o acensado fosse de novo recolhido
: pristo, se nao prestasse (anca, porque o
art. 169 alo faz distineco entre o processo
t4e formacao de cu pa e o processo propria-
ir.enle accosatorio, visto com as palavras
causa criminalde que usa o cdigo n3o
auterisam essa distraerlo, e que a condi-
cional se f&r para absolver, se fr para
condemnv refere-se evidentemente ao
tlm do juramento, e nao ao estado do pro-
cesso, conformanlo-se essa intelligencia
tambera com o art. 238 4o do cdigo pe-
nal portugus que pune com as penas im-
mediatamente inferiores o que jura falso em
processo preparatorio criminal
Foram juizes os Srs. desembargadores
Siqueira, Paiva Teiieira e ssis Marare-
nbas.
Em seguida transcreve o Sr. Dr. Mafra
3 noticia que demos em nosso numero de
4-de setembro-sabre o habeas-corpus con-
cedido pelo Sr. Dr. Gama, juiz de direito
da Ia vara desta corte, em favor de Joa-
ouim Duarte [Jarreto, que depondo como
esiemunha na formago da culpa aos reos
Raymundo Martiniano Alves de Souza e
outros pelo crime de rapto fol nessa occa-
sio preso pelo Sr. D.\ Cavalcanti de AlDu-
(juerque, Io delegado de polica formador
daquella culpa, assim como a propria sen-
tenca do sr. Dr. Gama que nos parecen
digna de ioserir-se em nossas columnas, co-
rno en lo o fizemos.'
Os fundamentos da sentensa do digno
Dr. juiz de direito da 1* vara foram em
somata os seguintes:
1? Que esencial neste caso que o depoi-
mento seja positivo e contrario verdade, o
que n3o se provava do processo visto qoe
J acensarlo se baseava na relotancia do reo
em quanto testemunba sobre declarar o que
sabia relativamente aos fados constantes das
pergontas;
** Que as declaraces prestadas anterior-
mente pelo paciente nao podiam constituir
prova de contradicejio contra o mesmo pa-
ciente, nao s po/que baviam sido obtidas
por coacto e suggesto, como porque nao
foram feitas debaixo de jaramento ;
3 Que o legislador no perjorio n3o s
considerou a enormidadade do delicio, como
tambem o elemento material, o qual so
plenario por meio da confrontado das pro-
vas, e porque all que se torna irretrata-
vel o depoimento, que se pode devida-
mente vericar a sna existencia;
4" Que s se pode fazer urna applicacjio
legitima e rasoavel do artigo 169 s diversas
riypotheses quando seja proferido o ultimo
julgamentona causa, por meio do anal so-
monte se pode vir a saber para que fim con-
correa o falso depoimento, se para a absol-
uto ou se para a condemna ao, etc. ;
5o Que se o wposto n3o foi textualmen-
te consagrado, nao resulta menos das dis-
posiges dosarts. 55, 56e 57 da lei n. 26t
de 3dedezembro de 1871 earts. 360 a
365 do .regalameoto n, 120 de 31 de Janei-
ro de 1842 ;
1 i
poibeso em que o mal n3o
moral e produai prejuizo real..
(Diario do Rio.)
LITTEUTRA.

A vida
poltica na Inglaterra
III
Que influencia exercer urna tal extensao
de sulfragio eleitural nos deslinos da logia-
Ierra? Tal a queslo que preaecupa todos
os espiritos serios. ConU-se que Walter
Scott, tomando rauito a pe>to os iuteresses da
aristocracia, era parle suecurabi-a ao pezar
pie Ihesausra o reform bil de 1832. Se
palease ter visto os triata e cinco annosde
prosperida le que succedram a essa medi
da, sem duvi la que seria o primeiro a sorrir
dos seus terrores. Nao ouvi dlzer que com
o segundo reform bil morresse ninguem;
porm vozes solemnes, entre as quaes dis-
lingue-se a de Carlyle, j o denunciara como
urna nuvem pejada de todas as tempestades
do futuro. Cuuapre acrescenlar que a inaio-
ria.dos inglezes comparte esse nudo de ver.
O direito de olei^ao apoiado em base mais
larga nao muda 3S condicoas moraes do paiz.
S se olbem do escruiinio aquillo que a
historia, a educgoe as influencias pessoaes
semearam desde seculoj nocoracSo da oac3o.
Pois s por que existe boje na Inglaterra um
suffragio mais extenso, o Sr. Disraeli ser
6o Fioalmente que os mais abalisados
crioaioalistas teem entendido, e os mais es-
clarecidos tribonaes teem decidido que "um
depoimento falso nao pode constituir per-
jurio no sentido legal, se n5o quando for
prestado perante o tribunal do juiz que lem
de pronunciar sobre o fact a que o depoi-
ento se refere, e de modo algum 00 juizo
4a instruccio, para que alm de outras ra-
zos, a testemuiha nao seja constrangida a
perseverar na falsldaje pelo temor de ser
reputada perjura.
Se^ue-se, no escripto-do Sr. Dr. Mafra, a
noticia da confirmado pelo tribunal da re-
l3c3 dcsta corle, sendo juizes os rs. des-
embjrgadores Almeida, franjo Soarcs e
menos eloqueate? o marquez de Westmins-
ter menos r^o ? Todas as vantagens do nas-
cimeDto. da fortuna e do talento continuaram
certamante a pezar na balanca dos votos
Cumpre dizelo, o que se teme a classe
operara, que al aqui estava arredada,
conqustou o seu qu;nh3o de ingerencia nos
negocios do Estado. Mas em que que isso
p Je ser perigoso? A Inglaterra um dos
paizes que ba meio seculo mais se tem oc-
cupado com os inleressesdotrabalho. Todos
os partidos lem concorrido successivaraente
para o accrescimo do betn-esiar e a di(Tus3o
das luzes as carnadas inferiores da socieda-
de. Lord Stanley, por exemplo, n3o um
dos maisze!o;os promotores dos mecba-
nic'siostitutes? Ajudados, ora pelos whigs,
ora pelos lories, os operarios inglezes achara-
se to divididos entre si no terreno das opi-
nies como os borneas das outras classes.
Portanto, seria pueril acreditar que a sua in-
fluencia recaa toda nos mesmos candidatos.
Os que se quizerem lr?nquillisar a este res-
peto nao tem mais que reparar no espirito
da nova lei. Segundo os inglezes, a cma-
ra dos communs de ve ser urna copia fiel em
miniatura da nac3o. Paiz palavri vaga:
no paiz ha condicoes sociaes que difierem
entre si, interesses distraaos, opinioes que
perlencim a certos grupos. O mlbor sys-
tema eleitoral aos olhos dos ioglezes aqnel-
le que melbor exprime todos esses matizes.
Ora, at aqui o capital, o talento, acbavam-
se muito bem representados no seo do par-
lamento ; mas aconteca o mesmo com o
trabalho manual? Para preencher esta lacu-
na entenderam os legisladores que era tem-
po de admitlir os operarios ao direito do
voto em condicoes que alias n3o podem nem
abafar nem absorver os interesses das demais
classes. Comprehendida assim, esta medi-
da nao tem por fim destruir|cousa nenhuma,
ames vem fortificar a constituiejo ingleza,
alargando-lbe a base.
Procnram principalmente intimidar a
Gran-Bretanha com o fantasma das ctradet'-
unions. E' certo que essas associacoes ope-
raras dispoem de fortissima organisagao, e
tudo.annuncia o designio deas empregar as
eleiges. Procedencia assim, nao segoem
ellas o exemplo das outras classes, que tam-
bem possuem associacoes poderosas para
Ihes fazer frente ? E depois, impresionados
com alguns fados qoe er3m alias do assus-
tar os nimos, nao exagero muito a influ-
encia e os passos secretos dos unionists em
outro terreno que nao o do trabalho ? Os
Broadhead nao sao homens polticos, e nio
da boca delles que os operarios ouriram
a senba para commettimeatos que exigem 1
luz do da eo concurso de um numero con-
sidera vel de me rubros perteoceutes a varias
industrias. Os operarios inglezes deram-se
t3o bem com a liberdade que j nao podem
renunciar a um rgimen que ba meio se-
culo Ihes deu tantas vantagens e verdadeira
importancia no Estado. Que tyraoia, embo-
ra instituid em sea proveto, poderia dar-
Uies a forca moral que ninguem Ihes contes-
ta hoje? Tendo crescidon luta, e sob o
imperio daoima, constituido cujo mrito
principal respeitar todos os direilos, elle*
nao sabem o que e essa sede de igualdade
que, em falta de cousa melbor, vai saciar-se
na cloaca do despotismo. Podem certamen-
te engaoar-sd a respeito de algumas qaes-
tdes de economa poltica; mas, defeodeodo
o terreno das suas experiencias, nao se do
por pagos com palavras nem chhneras. Dis-
tingue-os p-ilo contrario a f oas iastitaicoes
polticas quo deixam cada ora. senhor de sua
temos de ensinar a ler aos nossos futuros
senbores, dizia, com algum azedume, mas
em summa com muita sabedoria, o Sr. Lo-
we. A Gr-Bretanoa j havia comprehendi-
do sse dever poucos annos depois da adop-
(3o do primeiro reform bil.
O Estado, que em 1832 nao davaum cei-
til para a instruccao publica, gasta hoje per-
lo de 700,000 libras por anno com a edu-
cac3o das crianfas da classe operara. Tal-
vez seja urgente multiplicar os sacrificios,
elevar o nivel do ensiuo primario eat rom-
per o Iaco que o prende igreja, Todas
as reformas se encadeam e s com essa
condic3o que o modificara o carcter das
iostituices antigs sem perloba-las nem des-
trui-las. Pode-se julgar que progressos fi-
zeram a educac3o e o gosto da leitura em
tedas as classes da sociedade ingleza pelo
accrescimo do numero dos jornaes. Em
1832 poucas folhas diarias existiam na
Gran-Bretanha, e o prego da assignatura pu-
nha-as inteiramente fra do alcance das clas-
ses operaras, ffoje o artez3o indo de ma-
oha para a officina pode comprar por um
dinheiro o Daily Telegrapb, o Standar!,
ou o Morning Post, oito paginas grandes
de impressSo dando todas as noticias do glo-
ba. Sabe-se por nm relatoro da cmara dos
cvramuns que em 1866 pablicavam-se na
Inglaterra e no paiz de Galles, 1,393 jornaes.
Alm dessssfolas diarias, algumasdas quaes
tiram um numero formidavel de exemplares,
sabem todos os sabbados os jornaes da se-
mana, que se vendem baratos e cujo nome
l*g3o. O qoe produzio esta animado da
imprensa foi em grande parte a abolicio do
sello, do imposto sobre o papel, e outros
direitosque o povocobrava outa'ora daex-
press3o do pensamento na Inglaterra. Lon-
ge de ver no silencio urna especi de cor-
rectivo do suffragio mais ou menos univer-
sal, os inglezes procnram na liberdade do
Densamento e da palavra o remedio s feridas
que possam fazer na constitnic3o as classes
recentemente emancipadas. O meio de con-
jurar os males reaes oa imaginarios que, se-
gando dizem, ameacam as sociedades mo-
dernas nao ennoutecer urna nago, alu-
mia-la.
Por em qaanto, a reform league e as ou-
tras associacoes polticas tm principalmente
em vista conquistar algumas medidas pro-
nas para completar e fortificar a extenso
suffragio. Um dos seas sonhos o ballot
o escrutinio secreto, que a mxima parte
dos demcratas inglezes considerara, mal ou
bem, como a protecfSo da liberdade do ve-
to. A liga da reforma tem diante de s urna
rude tarefa ; nSo se trata j de preparar as
eleicoes ? E' comecar muito cedo, porque,
excepto no caso de urna dissolugo impre-
vista, o parlamento deve ainda vi ver cinco
aunos. Nos paizes de luta, em que com ra-
zao se d tanta importancia organisac3o
dos partidos, a prudencia urna virio te po-
ltica. Vigiar o alistamento dos eleitores,
advertir e aconselhar os operarios que ainda
se nao familiarisaram com o uso dos seus
direilos, ajuda-los, tal um dos deveres que
se impoz a reform league.
Esta associaco distingae-se cortamente
por grande actividade. Os seus escriptorios
que est3o em Adelphi-Terrasse (Londres),
especie de caes levantado sobre o Tamisa
do lado em que se fazem obras para dar ao
rio praias de pedra, consistem principal-
mente em urna sala ao rez do cliSo, cujas
pri
ou
lagne, que QpaWfrCom a allianc e o con-
curso de oatras-associacois polticas. Nao
aconiecca assm?W%r. Jarge Potter, ante-
cioandose aoflr. Beales, quiz p/ o seu
seflo no saccesso do da. Era fcil de pre-
vr o fjjaitad: s nm ramo da organisa-
c3b reformisti, a dos Worh'ng men's asso-
ciatio*, tomoo^arte activa nos arfanjos da
ferta o de-quasi todas as despezas dos arra-
jo$. Est nos costumes dos Inglezes alliar
o diverffmento e a poltica. P,r isso os
athletioeT- e outros Iccuparara durante a
t^rde a ingenua occiosidade dos especiado-
tes, q ie por "soas mineiras revellavara ser
operarios de Londres.
Os mesmos rostromentos que haviam to-
cado as procisses reformistas executavam
msicas de danca. As bandeiras que ba-
viam guiado as associacoes operaras na roa
da capital lluctuavam ao vento com ar de
orgulho, mas n3o rotas nem furadas por ne-
nhuma batalba. As fachas, os uniformes,
que se tinham visto desfilar em certos dias.
em terreno diverso, anounciavara forca de
urna organisac3o poltica depois do triura-
pho de urna idea. A' noile, o palacio de
de vidro, encapo a um incendio ha um au-
no, foi illumfoido, e fitas de luz destacaram
as linbas dessa architectura fantstica. Goroou
a festa nm fogo de artificio .-.o jardim. No
meio dos foguetes e tochas romanas, fontes
e repueboj mudando de cor pela impressSo
das flammas, destacavam-se em traeos de
luz estas palavras signnificativas: reform
act de 1867.
Apenas se apagaram os ltimos fogos, re-
unirn) se todos na salla do banquete, ador-
nado com bandeiras e divisa*. O fundo era
oceupado por urna grande orchestra diante
da qnal estendia-se a grande mesa da direc-
cao onde estava o presideole, o Sr. J. Por-
ter, alguns membros do parlamento e ootros
gentlemen. Distinguia-se entre elles sir
JobnBjwring, um dos veteranos di cansa
liberal e amigo discpulo de Jeremas Ben-
tham. Depois de urna cuita orecSo, dita
segundo o uso an es da releijo, por um
ecclesiastieo que nao receiou tonar parte na
manifestacito, os convivas, na mxima parte,
operarios, assenlaram-se as outras mesas
bem servidas, e a msica tocou durante todo
o jantar. Era a occcasi3o dos toasts; nao
foi esijuecido o da rainha e familia real; de-
pois declarou o presidente que a classe ope-
rara acceitava o reform act. de 1887 como
um pagamento por coma (instalment.)
Os discursos pronunciados nesse ban-
quete nao foram taes que nos instruissem
acerca dos verdadeiros sentimeatos dos
operarios inglezes. Maito mais poderiamss
saber o meelig que houve ao ar livre nesse
dia em nm canto do jardim. Ahi alguns
oradores plebeos, com a rude eloquencia
inculta que dbtingue alguns delles, tinham
enrgicamente exposto as suas queixas e
reclamando jusliga para a Irlanda. Nao se
cnclua d'aqui que os operarios inglezes
sympathismo com os fenians; mas aecusam
o partido oraogista de ter, com medidas
arbitrarias, atirado essa populacho igooran-
te e desdiiosa para o abysmo das sombras
utopias e aos actos do desespero. Os unio-
nistas foram os primeiros que reelamram
perdi de Burle e outros chefes condem-
nados morte, cuja sentonga o ministerio
de Lord Derby commutou generosamente.
Um dos oradores mais notaveis do movi-
raento reformista, o Sr. Gonolly, pedrei-
ro irlaodez. A sua palavra viva, figurada,
pittoresca, mais de urna vez fez admirar
Johu Bright, conbecedor em materia de elo-
quencia. E' de lamentar qoe nao fallasse
nessa eccasio ; mas pelo conjunc todos dis-
cursos* e pelo carcter da festa, poda-se
claramente julgar do espirito da classe ope-
rara na Gra-Bretanba. Resolvida causar
mais que nunca o direito de discussSo, ella
s pede forca moral os meios de empur-
rar a porta entreaberta que Ihe lolbe a eu-
trada no estado.
O novo re/orm act nao obra de um
homem nem de um partido ; cooquista
da nae5o, e como tal n3o poder inspirar
nnbum receio. Pelo contrario, ludo fez
crer que essa justa e til medida prende-
ra cada vez mais os operrarios inglezes a
ura rgimen de liberdade. Nao ba paiz em
rio3, todava sempre di/ muito respeito s
necesidades quntidianas da vti.
Infelizmeile nao temos agora tempo pi-
ra aprofundr esta grande qM?l3o econmi-
ca, porm o fado assaz anmalo de estar-
mos exportando onro para a Europa nesta
estacao em qae seoolhe a la*, e altitud *>
mercado do cambio tal que gra mu gra-
ves apprehenses sobre a cntinuacSo da'se-
melhante exportacjio, e toroa-se digna de
reflexo.
Os lucros pecuniarios dgoerra do Pa-
raguay s3o agora obvios a todos. < Quaes-
quer que possam ser os iraostnmos sofri-
dos pelo com mercio, desde qaeprincipiaram
as hostilidades, elles teem sido compensados
pela constante afluencia de ouro qoe a guer-
ra tem teaztdo para o Rio da Prata. Se
nossas industrias tivessem prgredidbe nos-
sa prodoccao mjntido seu valor no merca-
do, esse oaro se teria espalbado pelo paiz
e permanecido por mais tempo em nosso
poder.
Entretanto a afluencia do numerario for
t3o extraordinaria que um papel-moeda sem
valor adquiri om premio tres vezes maior
que o do metal esterlino. No meio dessa
abundancia fundoa-se o banco de descont
com sua salutar influencia para o coramer-
cio, e um lisongeiro por vir sorrio para todo
o paiz ; poroa havia um cancro qoe rsorra-
leiramenle lavrava e consamia-lbe o interes-
se vital; nosso commercio camiohava a pas-
sos largos para seo aniquilamenlo.
O primeiro golpe parti de urna repobli
ca ma, onde nosso ministro se diverta a
escrever obras, em vez de cuidar nos inte-
resses do creador do gado langero, que lhe
incumba representar.
Depois vieram os diretos addicionaes se-
guidos de maior contriboig5o directa e urna
laxa de patente; finalmente urna m cstaco
trouxe aos mais ignorantes urna grande
proslrac3o para a qual ainda agora n3o ve-
mos remedio, e mais que tudo, o ouro fal-
laz, causa de todas as esperabas e temores,
principien a abandonar nos.
A excessiva imporlac3o e os desmandos
domsticos deviam acarretar as consequen-
cias, e medida que nossa commercio pea-
do por tributos onerosos achava-se na im-
possibilidade de fazer faee aos encargos que
diariamente sobrevinham. o ouro tornou-se
o nico genero de exportac3o de qoe lanca-
vam oto nossos commerciantes.
Abaixo publicamos urna rlacao do ouro
embarcado neste porto desde que priocipiou
a exprtelo do numerario. Tambem damos
as sommas embarcadas em Montevideo nos
vapores de Liverpool, e somonte faltara, as
que se exportaram nos vapores francezes
cuja importancia n3o podemos precisar.
Mas calculamos em 120,000 libras ester-
linas.
Exportacao de ouro pelo Arm.
Maio. ... 39,106
Junho 11,215
Julho .... 9.732
Agosto. 4,242
Setembro 13,367
Oulabro.... 3,555
81,217
Dita pela malla franceza.
paredes forradas internamente de cartazes que houvessera de derrubar e de vencer
polticos iudicam claramente a ntenc3o dos
ebefes. Dessa humilde local sabem de quan-
do em quando ordeos do dia, convocacJo
de meetings e appellos a OpiniJo publica
E' evidente que a liga prepara-se para esco-
Iher ou apoiar,- quando fr lempo, certas
candidaturas. Os seus membros mais co-
nhecidos pertencentes a classe media ou
classe operara exercitam-se de antemao para
a luta dos huslings. O desejo dos opera-
rios certameute mandar alguns dos seus
represent intes prxima assembla, e tudo
faz crer que vencero em algumas cidades.
Mas em que qae a preseaca delles nos
bancos da cmara dos communs assustaria o
governo ? A Inglaterra o paiz em que as
classes superiores mais fcilmente abrem as
suas tileas para admitlir os bomens recom-
meadados pelo talento ou designados pela
escolha dos seus concidados.
NSo ha ma s de am exemplo de operarios
qoe chegarara na Gra-Bretanba a ama posi-
co eminente? Os deputados do trabalho
manual sero recebidos com honras pelos
representantes da fortuna, que conservaram
para com elles todas as vantagens do nasci-
meo toe da educaejo. Ser eleito nao tudo,
preciso viver, e orno membro do parla-
mento supportar durante a sessao despezas
consideraveis. Se as trades'unions o3o se
cotisaram para dar a cada um dos seus can-
didatos uma somma de 500 a 600 libras
esterlinas por aooo, oa se a Cmara dos rom-
rauns nao votar mais tarde aos seus mem-
bros am subsidio, o numero dos operarios
inglezes ser to restricto que nao poddr
exercer grande influencia na direceo dos
negocios. Excepto tn algumas questes
de tra.ba.lho, a cujo respeito possa offerecer
os seos conbecimentos especiaes, os depu-
tados artfices tofo fario mais que apoiar e
seguir em poltica o systema dos horneas da
classe media, em qaem poseram a sua con-
fiaoca o Sr. Gladstone, Bright e StUart Mili.
Apresentou-se ama occasiSo natural para
qoe os operarios inglezes explicassfem as
soas ntebcBes e apontassem qae fructd"que-
rem colber da victoria. Houve uma festa e
um banquete a 20 de dezembro no palacio
de crystal para celebrar o reform bil de
1867. Par desgraga, essa demoustragSo nSo
gorrespondeu ao que se esperava delta.
demcratas esto longe de imitar o adrnira-
vel espirito de disciplina que distingue o
partido tory. A primeira idea de um grande
banquete liberal que reanisse mesma mesa
tanto3 obstculos e preconceitos com a Gr3-
Bretanha. Concentrados tambem em am
egosmo de casta, cojo evidente vestigio traz
o estatuto das trades'unieus, os operarios
mais de uma vez levantaram barreiras sua
propria emancipago. Quem os levou em
parte vida poltica ? A energa de orna
constituig3o sob a qual cada um pode esco-
Iher as suas armas e o terreno da Iota. A
vaotagem dos inglezes que, nao esperando
3 sua sorte das maos do poder, nao pedem ao
governo licenga para serem livres, um di-rt
reito de que se apoderara. Mantidos em
equilibrio uns pelosoatros, os elementos da
sociedade nao podem nunca ir alm de cer-
tos limites, nenhum partido quereria para
si utn triumpho destinado a acabar com o
antagonismo das opinioes. Pode ser qae a
classe operara, menos familiansa Ja com as.
regras do governo constitucional, se mos-
tr ao principio mais invasora ; mas em bre-
ve a forga das coasas e o exemplo das ou-
tras classes ha de traze-las s prent&iees
justas e moderadas. E' necessario oa In-
glaterra para certas reformas o consenti-
meoto de todos ou quasi todos, a se essa
condigo exige o auxilio do tempo, aflasta
ao menos o perigo das reagdes polticas.
Contra os terrores que a alguns inspira o
progresso da demecracia os inglezes nSo
v3o buscar a sua protecc/5o sombra de
um senhor, fortificam-se com a egide de
instituidos que asseguram sociedade o li-
vre exercico de todos os diretos e resis-
tencias.
Alfonse EsyuROs,
Abril. . . & 8,275
Maio. . 48255
Junho . 18,490
Julho.,. . 2i,572
Agosto . 21.860
Setembro. 1 7,507
Outubro. . 45,689
Novembro . 13,344
187,991
Linha de ilarselha.
Bourgogue. . S6 15,240
Picardie. . 2,460
17,700
Linha astronmica.
De Buenos-Ayres:
Maio, Copemiio . . S50.COO, 0
Junho, Cableo . . 25.100, 0
Dito, La Place . . 60.888, 0
Julho. Donati. . , 34.143. 0
Dito, Flamsteed. . . 23.580, 0
Agosto, Newton. . . 44.229,10
Dito, Halley . 3.527. 0
Setembro. Kepler. . 16.053.16
Dito. Coperoico. . . 83.782, 0
Outubro, La Place . 37.454, 0
Dito, Galleo....... 41.974, 8
Novembro, Tycho Brahe 38.812.10
430.607.10
De Montevideo.....*162.0OO, O
Novembro, actualmente
embarcadas no Flams-
ted cerca de..... 50.000. O
Total pela linha astron-
mica ..,.... 642.607,44
Linha de Liverpool.
B. Ayres. Montevideo.
Jucho, Mendoia 50.970
Jnlho, Haity .... 75.660
Agosto, Uruguay 131,630
Setembro, Co rdova 62.739
Outubro, La Plata 105,883
Novembro, Haity, 104,180
.1. m
Total : ,
City of Limtrick, Buenos-
Ayres e Montevideo .
Paqsete inglez de Monte-
video ......
Paquete Irancez....
Linha de Marselha .
Liverpool, linha astron-
mica ......
Liverpool......
City of Limerick, para
Londres .....
i- i Total

23,848
68,900
102.100
25,000
125,000
775,851
59.900, O
145.000, O
307,991, O
17,700, O
642,607, 4
775,801, O
59,900. O
2,030,216, 4
sorte s responsavel pelas suas obras. Quelalguos esbros da cmara dos commons,
ganhariam em mudar essas iastituicoes? Emios chefes do moTtaento popular; muitos m>
DM POCtO BE 100.
Expobtacao de ouro.A ser Terdadeiro
o principio celebre de Adam Smitb tPre-
cos altos, sigoal de prosperiedade, precos
baixos, sigoal de miseria, este paiz cami-
nba rpidamente para esta, pois nunca os
precos di nossos gneros no mercado, fo-
cara mais .baixos do que actualmente, e
mesmo os de>geoeros iodustriaes, europeos,
descera, pela mmeosa importago que con-
tina.
Neohuma duvda ha, que a continuar esta
Os marcha, o cusi da vida em Buenos Ayres
descera metade, pois o vestuario e comes-
tiveis degeem anda mais do qae a 13 e o
g2(*0 ovelhum e racam. O anico artigo
qoe se sostena alto no Rio da Prata tra-
balho ; e com qoanto o axioma cima men-
cionado se reara principalmente aos sala-
Uma aposta americana.Em casa de
uma familia elegante e muito relacionada,
em S. Francisco, tratava-se da maneira de
arranjar nma esmola a um asylo de orpbaos,
quaodo um philantropico e espirituoso ame-
ricano, o Sr. Hggins, apostoa qae era ca-
paz de ir pelas ras da cidade, tocando rea-
lejo e pedindo esmola para o asylo. Duas
senboras apostaran contra; e a noticia de
semejante exceotricidade foi logo espaluada
pela imprensa.
No dia destinado para a execogSo da apos-
ta, antes da hora aprazada para o sea come-
(0, j uma enorme multi Jo encina a roa
da Montgomery, e toraava quasi impossive!
a circulacSo em certos sitios.
Acbavam-se guarnecidas de. espectadores
todas as janellas. O Sr. Crowley, commis-
sario geral de polica, que se achava presen-
; Carro de dkmista." Est chamando a
atlenco dos boqui-aberlos em Pars am
dentista ambulante qoe mandn construir am
farro monumeotal,, de proporges mais avan-
iajadas do qae os mais avantajados wages de
caminhos de ferro. Esse carro, ou antes
casa movel sobre rodas, compe ce de qoa-
tro repartimentos : o primeira trio ao den-
tista para annunciar ao publico os prodigio-
sos remedios qae possue ; o eegundo a
eozinha, onde se prepara a comida do nume-
roso pessol que o acompanha; o terceiro
om magniheo gabinete com espeibos, ca-
deiras estofadas, canaps e antros movis
de laxo destinados aos pacientes que querem
Ser operados, e o quarlo a uma alcuva dis-
posta com elegantes commndidades. Por
cima ha um mirante ande vio os msicos,
que tocara quando o artista acaba de discur-
sar ao povo. O exterior est piolado com as
cores nacionaes, e quatro magnilicos caval-
los pretos puxam a samptuosa vivenda de
sacadentes ambulante.
IYP. DO IARIO-RUA DA8 GRZE3 .N, 44.
i .' M
te, mandn dwUcar certo numem de guar-
das civi a quem encarregon de raanter a
ordem.
A'sonzelieraeprecisas, pw-se \e mar-
cha o singular cortejo precedido por orna
carruagem em que se acharara os Srs. Bad-
ger e Sweeny, entre as mies dos quaes de-
viam ser depositadas asollrendas destina-
das ao asylo de orphSos. Je si ex- P!
Seguia-se immediata mente o Sr. Higgns,
levando o realejo e a eompeteotelicengapar
poder servir-sfl d'elle; valida s por om sa-
no, e qoe Me fra generosa mtote passada
pelo commissario de polica de Lees.
Repetir os gracejos, os ditos de bom hu-
mor, e as ilerpellages que accolheram o
artista, assim que principiou a dar mani-
vella, nao negocio fcil. Os guardas civis
custava-lbes maito a cooter em distancia a
moltidao; oais de uma vez o improvisado
mosico esteva para ser suffocado por ella.
_ Atraz do Sr. liiggius ia am offlcial de po-
lica, levando nos hombros om macaco pe-
queo, propriedade, sem duvi Ja, do italiano
que Ibe afogara o realejo. Seguiam-se mui-
tas carruagens, levando baslaate numero de
pessoas da primeira sociedade, atrae iam
carros destinados para as esmolas.
Esquecia-nos dizer que atraz do oficial
de polica qu levava o macaco, ia em am
grande char--baes. uma orchestra, qae
tocava bymnos patriticos todas as vezes que
o executante principal senta necessidade de
descango.
De todas as janellas, dnrante o transito do
pitioresco coriejo choviam offerendas e es-
nioras: moedas de oiro, moedas de prata,
rolos de papel, contendo sommas importan-
tes, e varios objectos de valor caiamno cbo
e cram immediatameole apandados pelos
espectadores qoe os lancavam paraos carros.
A prociss3o, depois de ter percori ido a
roa Montgomery, deseen pela ra M >rket
para seguir pela Frout, onetiahara?3o para
contar com a geoerosidade dos habitantes
dos grandes palacios d'aqueite elegaote sitio.
Ignora-se por ora o algarismo exacto a que
montam a9 quantias recebida; caicolava-se
que, quando o cortejo chegava i Front, j
exceda a 5:000 dolars, ou 4:7705< 00 rs,
pouco mais ou menos. To estravagante
lembranga proporcionou am bello dia aos
orphSos. ,
O progresso ka russia.Dzeo de Mos-
co w, em 21 de novembro :
c No dia 17 do correte leve rogar a
abertura da 2* secgSc do caminho de Ierro
do sul, entre Serponkhoff e Toula fproxi-
iiiameote 85 kilmetros. Ha um auno foi
aberta circulagao a 1* seceo d'esta linha,
desde Moscow at Serponkhoff (!'5 kilme-
tros). Portanto a explorac3o da linba com-
prebende boje uma extensao de 180 kilme-
tros.
c A 3* secg3o entre Toula e Orel, e a 41
de Orel al Koursk, ficaio terminadas no
prximo verao. Em toda a linha n'uma ex-
iens3e de 330 kilmetros, estSo j conclui-
dos trabalhos importantes, e o qae ainda
demora a abertura a construegao de casas
destinadas para estaces. Parece tamben
que se coosidera como mais prudente dei-
xar passar um invern para que o camioho
fique mais solido, pois se fizeram grandes
alerrros em terrenos hmidos; porm con-
sidera-so como fra de dovida que na pri-
mavera de 1868 a linha ser aberta circu-
lac3o at Koursk. O imperador Alexandre
quiz, por assim dizer, dar uma prova do
interesse que toma por esta linba frrea,
percorrendo-a ltimamente em toda a sna
extens3o quando voltou da Crimea.
c A linha tem sido j utilisada para trans-
porte de provises para S. Petersburgo e
para alguns dos governos do norle.
Segundo uma disposc3o especial ha pou-
co publicada, os cereaes viudos do meio dia
ser3o transportados de Koursk at Moscow
pela linba frrea, oa raz3o de dois centesi-
mos de copeck por pond e por versl, para
depois passarem para o caminho de ferro de
Nicolao, que deve transportar 70:000 ponds
por dia para S. Petersburgo.
O LIVRO AMARELLO FRANCEZ. O lVrO
amarello, apresentado ao corpo legislativo
francez, causou em Paris uma certa estra-
obesa, por nao se ter all encontrado um
nico despacho relativo quesUFo allema.
E todava, devem ler sido numerosos os
despachos trocados entre Berln e Pars; a
Prnssia, por exemplo, anda n3o dea cam-
primenlo ao famoso artigo V do tratado de
Praga, ioserido a iosiaocias da Franca, e
provavel que a Fraoca teoha dado alguns
passos relativamente a este pooto.
Porem, a Franca mostra-se agora mu
cortez para com a Prassia. Prepotente com
os fracos, o governo fraocez sabe ser hu-
milde e baixar a proa com os poderosos. E'
assim qoe se eleva o prestigio de un? paiz I
Despertgu o vesdvio. A nova empelo
do Vesuvo tem attrabido a aples uma
quaotidade extraordinaria de estrangeiros
e principalmente de inglezes.
Em 23 do passado via-se de noute a lava
descer com a sua morosidade ordinaria. A
AscensSo do Vesuvo tornou-se mui perigo-
sa depois desta ultima erupeo, por causa
da grande quantidade de capul que a cr-
tera vomita sem cessar.
Os proprios guias j nao se afoitam a
acompanhar os curiosos que acodera em
tropel e que Ihes promettem valiosas re-
compensas.



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