Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:11455


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Full Text
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ANNO XLIII. NUMERO 298
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SEXTA FEIRA 27 DE DEZEMBRO DE 1867.


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A80Q\fii am vws&bxw* no isiraiEPJrMu su SLMiMa miaiimM id a vaisa
lENCARKKGADOS DA SUBSCRIPgAO.
Parahyba, o Sr. Antonio Alexandrlno de Lima;
Rtalo Sr. Antonio Marques da Silva ; Aracaty,
c-Sr. A. de Lentos Braga; Cear, o Sr. Joaqnim
os d Oliveira; Para, os Srs. Gerardo Antonio
Alves & Pilnas ; Amazonas, o Sr. Jeronymo da
Costa; Alagoas.o Sr. Frantiuo lavares da Costa;
Babia, o Sr. Jos Martins Alves; Rio de Janeiro,
Sr. Jos Rifoeiro Gasparinbo.
PARTIDA DOS ESTAFETAS, i Serlnha*, Rio Pormoso. "ftaandary Uto, Bar
Oiinda, Cabo, Escada e eslae3es da via errea at/ wlrot, Afia Preta e Pltnawairas, n quii
Agoa Preta, todos os dias. / ira*.
Igaarass e Goyanna as segundas e sextas reiras.1 AUDIENCIAS DOS TRIBUNA DA CANTAL.
Santo Anto, Gravati, Beierros, Bonito, CaruaniJ ____
Altiano, Garaaboos, Bnique, S. Beato, Bom Cou-j Tribunal do eoramereio : sgnntini e qninx
seibo, Aguas Bellas e Tacaral, as lercas-feras./ Betaco : torea a sbados is 10 oras.
Pao d'Alho, Nazaretb, Limoeiro, Brejo, Pesqoeira,/ Paitada: qotMas as 10 horas.
lagazeira, Florea, Villa Bella, Cabrob, Boa-Vis-Mntao ocommereo : egandas a* II horas.
ta Ooricary.Salgneiro e Ex, as anartas feras/ Dito da orpbio terpw t serlas 10 horas.
FrfeMin rara do crel:
da.
Baranda vara do ci val
sera da tarda.
tercas t sextas ao aeio
; qnartaa eaabbadea a
EPSEWERIDE8 DO MEZ DE DEZEMBRO.
4> Qiwrto cresc. as 7 h. e|S9 m. da a.
II La ehtia as 9 b. e 18 m. da o.
! 18 Quar miog. aos 42 m. da m.
15 Lna nava as 8 b. e 47 m. da t.
DAS DA SEMANA.
13 Sefmnh. S. Salvan d.. S. Tletorr v. na.
24 Terp-.. 8. DelSno b., S. ParriMa- m.
15 Qaarn. =jjr Naseimento de N,. J. Corrsto.
jfl Quinta. S. Estevoprotomarrjir,.S.Arefhlao b.
7 Sexf. Ss. Tbeodoro e Tbeopbaoes irs. mm.
58 Sabbao. B*. Castor, Cesarlo Bona roa.
29 Domingo. S. Tbomaz are. de Caotaaria as.
|| PRBAMAR DE BOJE.
Praaeira s 1 bora e 9 na. da tarda.
.SegWMla as 2 horas 139 niatos d* nanhia.
PARTIDA DOS 7AP0RES COsTROS.
Para o sal at Alageae a 14 a 30; pera o nort*
at a Granja a 15 e de cada mez; pan Far
nando nos dias 14 dos netas Janeiro, mar$o, i
jamo, setembro t novearbro.
EXTERIOR.
combate do dia 3.
De una carta de Tuyuty de 5 do correte, di-
rigida por am respeiiavel braslliro a oatro tiesta
cldade, eitrabimus o segaiate, para o gue chama-
mos a alten^ao dos leit ires :
< Vendo o apreco que den noticia qne Ibe
dei a respeito do corabais de 14 de setembro, nao
correte, e onde os ojssos vaJBOtea soldados se
culinram de looros.
Ao romper d'alva desse bello dia Tomos ines-
DeradHat>Hile atcalos por nina (orea inimiga de
7 a 8,000 bomens (cavallarla e iofaolaria). que,
trarjondo a trinchelra da vanguarda, travei da
'liados argentino*
i Nao pols, nm Brasileiro qae falla, mas am
offlcial argentino qae vinha de entre os seos, e
qoe nenhuma necessi Ja le linba de (altar a' ver-
dade. >
Pois bem : havendo os Argentinos abandonado
os seas postos de honra, porque nao taran encor-
porar-se a nos para ajndar-nos na (arela de recha-
zar o inimigo como o Ui o alteres Rivarola T Pre-
ndero anda os jornaes de sea paiz juslinca-los e
responsabillsar-nos por lio vergonhoso acto 7
O qoe diro agora Tjulourou e Lmbel T.......
Aposto ja que a victoria por os aleaocada sera
por esses corlpheus tomada em derrota : aposto a
caneca que o (atem.
No dia 1 houve em Tavi tambera um combate
nada menos glorioso, dado pelas for$M acampadas
em Tuy-Cu, cujos pormenores anda aqu nao sao
bem conbecidos.
Uas o ento ja sabido : ticaraos senhores
desse ponto, de antemao ja lembrado para siliar-se,
posto a pique tres vapores de guerra com a gente
parte guarnecida por nossos a
sem dar nem rec+bir nm tiro, cabina repentina-1 qUe vlona em 50CCorro do ponto tomado, e baver
meold no centro do nosso aearopamento, sem ser | roo D0S apoderados de mais 2,000 retes que se
presentida se um tatalbo imperial, que eslava
sob armas, e qne Ja' bavia letto rancho am pouco
aquem da esquurda dos ditos argentinos, nao ti-
Tts de loimlgo perlo, aperar de anda nao baver cla-
reado o Uia, nem baver (sito logo cootra elle.
;'j esse (ogo qae servio mais tarde de sigoal de
alarma para todo o acampamento; avaocava po-
rem o iaimigo cjm tal raplder, que deu apenas
empo a que nossos balalti5e5, pisto que aiada um
pouco oto desordem, acodissem a' trincheira do
reducto interno e ev tassem um assalto entao eai-
nsnte, estando o inlraigo, apeiar disso, anda dis-
tante roeio liro de espingarda.
Foi entao qae um* (irga destaeada expressa-
meute, assallava e Dmava pela religuarda o re-
ducto situado ao lado do s to violado, guarnecido
pelo i* batalbao de artilhiii sob as ordens do
oravo capito Guaba Mallo-, qae brioso como sem-
pre, se distingui, eometleu a mis haroica resis-
tencia, mas apenar disso envolvido polo numero
consideravel de assallautJS, laclo este que se de-
prehenle do namero coastderavel de cadveres
mimigos que se achou no passo do dito rudocto.
Este capliao desappareoeu; dalla se nao soube;
cega-se a desconfiar estoja prisloneiro, como o
resto do batalbao, do qual Ai sse enconirou 16
dentro do qaartel.
Emqnaoto se passava isto, outra (orra tambe m,
a proposito destacada, avaocoa sobre o sitio do
commercio, cojas tandas ioeemiaram, depeis de
bave-las sanutadi, por isso qus os donos as aban-
donaran!; mas apeiar deludo, ah soffrerara nm
fogo nutridlssimo, n5o s de orna peca agestada a
am dos ngulos do reducto como de urna columna
sahida para acossal-os.
Ahi (nosso campo) os cadveres cobnam o
slo.
< Dssi'arte batidos por toiios os lados e vence-
dores tmente no reducto do infeliz Cunha Mallos,
doqual carreganm urna peja de W.tbWorib de
calibre 32, nenbam oatro recurso Ibes 8cou, do
que bat-r.se retirando se, deixando no campo da
luta, 2.368 morios, eaatados e enterrado, 122 fe-
ridos que estao pensados e lecolbido* em nossos
hjsniue* da tangas, a da mais a mata para cima
de 3.000 espingardas e 17 prisioneros.
Fui a parda de nosso lado de 161 morios in-
clusive 9 lBclaes, 619 feridos, inclusive 57 offl
ciaes, e o oceadio dtvastador de nossos ranchos e
habitabas que se achavam por fra dJ reducto
interno,
c Foi consideravel o prejoiio soffrido no com-
mercio.
nao era bem de 3,000 horaens nossas forcas
de combate; par Isso qje dos 8,000 aqu existen-
es, parto se achava de guarnlcaj no Passo da Pa-
tria, e as trincbeiras da vanguarda, que nao po-
diam ser abandonadas; ama brigada escoltava o
omnuio, dous batalbes seguiam no dia Io para
Tuyn-Ca por ordem do marqaez, e mais de 1,500
siavam nos hospitae?.
c Foi com esse punhado de homens que cense-
gimos repellir o inimigo que veio deliberadamen-
te procurareis, e que quasi nos sorprende, guia-
do P-ir trnsfugas correnlinos e por dous degene-
rados desertj[e brisileiros, pagando um dasses
cara a sua iafame tralcao, tl:ando eslendido no
campo.
Portoo-se o vsconde de Porlo-Alegra com
saague Irla inaudito e denodadamente ; foi seta-
pre visto onda era maior o perigo, nos postos; leve
o cavalio morto, e ficou-lhe a sobrecasaca do uni-
forme crlvada em seis partes por balas de mos-
ueiaria.
c Sea ajudante o coronel Gomes de Freitas, o
asslstenie deste, o major Porfirio de Castro, e ou-
tros foram gravemente feridos e no eutretanto elle
sahio inclume. Diria o valete general Lockoer,
defmute dos muros de Ciurtrar.Les bailes res-
yecfent les bailes; mas aqu no tocante ao viscon.
de, dove di?.er-se o que dizia os celebres granadei-
ros da velha guarda imperial do exercito Iraocez a
respeito do bravo I.atour d'Auvergne-A'ore cipi-
taine a I: dm de charmer les bailes. E de faci,
saiur-se cora a sobrecasaca atravessada por seis
balas sem que nenbuma Ihe tocasse o corpo, pare-
ce ser magia!
( O combate doroa al as 10 bem da manbaa.
No da segrate percirri todo o campo no intento
de presenciar pessoalmenie os estragos e ver os
roo tos e coofessj-ine qae horronsei-me de tantos
etragos e Untos cadveres quasi n*, sendo a
sna terca parle qoasi s composto de meninos e
velhos I O vestuario, pela maioria, era composto
de vi llias camisas de algodao oo de chita e um
pedago de paono ordinario a' clDta a' modo de
avental, ou ento passado entre pernas goiza
das bombachas dos gauchos desse paiz; nenbum
dellei tratia calcado, nem mesmo os ofti>'-iaes.
A' falla de corrame regular traiiam pen-
dente do eolio nma bolsa e orna cartuenetra, am-
bas de couro cr curtido b como a sua cor natural.
Ao vel os investir, pensava ter pela frente urna
borda de miseraveis bandidos.
Tal era a lome que traiiam fsses infelizes, qae
a malar parte delles apenas clirgados as tendas
lo commercio nao trataram de ootra coosa mais
do que saquea-la, e mullos entre ellos roorreram
ahi, com a bocea ebeia de pao, de doces e oolras
goldtces qae talve nunca dautes boavessem pro-
vado. .
< Foram algous delles victimas do vanaa-
lismi dos proprios companheiros qae emqaan-
to tratavam uos de comer e saquear dentro das
casas de commercto, ouiros a incendiavam, nao
Jhes dando tempo de escapar por isso que
eram coberias de palha; quasi carbonalos
oraro depoia tirados d'ahi, e nao pequea se-
melhanca tlnbam com os monos moqueados de
uossa trra.
t Al agora explicacao qoe satisfaga, sobre o
odo porque poleo inimigo sillar a irlncheira da
vanguarda sem soffrer a meoor resistencia dos en-
cardados de a defender, ninguera a tem podido
dar. isle rendido a' circumstaocia de alguns car-
tuchos argelinos, adiados sem b.ila, navia felto
snspeilar a possibilidade de ama tralcao; nada po-
r-n se tem podido descobrir.
Na parle do combate, dada pelo general Andrea
Iia'um uecbo, cuja leitara e meditajo en Ihe re-
cjmiueodo :
E1 o segninte : -
t O alteres Manoel T. Rivarola do 4* esqaadrao
do regimenjo de arlilhar argentina tambem se
apreseniuu dttendo mes que todos os seos chefes e
compaubairos baviam desapparecido e que elle
yv.i.i si.rvir junto de miro ; portandD-se bem e
aiomBaniundo-me lemnre.
acbavain de iaveroada entre o mesmo lagar Tayl
a o Polreiro Obella.
t Com laes resultados creio nao ser posiivel a
proloog3gao da guerra por multo lempo.
t Espero talvez antes de tres mezes voltar para
a nossa trra.
(La Tribuna.)
relio* de Lpez.
Por mais que os apologistas do tyranno para-
guayo leoham esgotado todos o recursos possiveis
para sustenta-lo, leera sido elles infructferos ante
a realidade dos (actos e da coastancU de nossos
soldados. '
Teem-se valido de todo quanto ba de mais retro-
grado e repognanle para a sna infame prosganla;
porra a verdade um brilhadt sempre onda cjm
mais furor procorav-se obscarece-la.
Mullos leem ebegado ao ponto de apresentar L)-
pez ao mondo e a' historia como um verdadeiro
bere nos campos de batalba, como am verdadeiro
typo de valbr e deoodo nos combates, e com o
defensor mais illuatre de sua patria.
Porm todas estas miserias teera passado sem
serero ouvidas seoio pelos illulidos e traidores.
Os fados mesmo veem mais urna vez detmaa-
cbar todas essa* inslnaa^des de gloria ora qae se
quera adornar Lpez.
E para Isso apoiamo-nos nos dados qas at hoje.
nos continua a forn cer o Sr. Antonio l)e:ood, os
quaes combiaam com o que dizem os passades e
pnsidoelros que diariameate nos ebegara.
Quando Curuz foi tomado pelas Brasileiros, Li-
pez montoa a cavallo no principio do combate, e
retirndose para m-ia legua distante do Passo-
Poc, poz-se na expeciativ* para fogir, pols bavia
alii um vapor prompto para o receber.
Felizmente os Braslleiros nao passsram desse
ponto e Lpez depois de estar bem certo disso flcou
no Passo-Poc
Tres mezes depois do ataque de Curopaity Lipez
quiz visitar os enirincheiramentos desse lagar e
ver o campo do combate.
Os Paraguayos cesiamam receber Lpez com vi-
vas e aeclamacSa de toda a elasse teodo is cabe-
gas deecoberWs. Porm desta vez boove ordem
que niogaem dsse nm grito Bem tirasse o bocel.
Pouco depois apresenton-se um homem com nm
large poncbo e chapeo a' mexicana, e depois delle
vares ajodantes a urna quadra de distancia. _
Era Lpez que de medo e cobarda se dlsfarga
ra para visitar tres mezes depois um ponto aban-
donado pelas nossas forcas I
Tal a ndole do tyranno qna contioi a sacri-
ficar esse desgrnalo povo, ao passo que elle flea
a urna ou duas leguas distante do lugar onde mor -
rem milhares de Paraguayos.
Lpez nunca assisno ao mais pequeo combate ;
no Um das derrotas val para casa descansar tran-
quillamenle, eotre duas preles de 10 varas de
altura por 18 de espessura e 80 de largara.
Porm o que mais nos (em ladigaado a ma-
neira selvagm por que elle traa o presidente de
Malo-Grosso eos officiaesaprisionados no Mrquez
de Oiinda.
Esies distinctos cavalleiros vivem no Passo-Po-
c, debaixo de urna casa de palha quasi toda abar-
la e no mais nojento estado.
Da-se Ibe todos os dias um pedaco de carne e
urna espiga de milho ; sao elles que cozinham e
que se servem, sem contar com recorso algum.
Eslo sempre com sentinella a vista, e am dos
officiaes braslleiros por ter iravado conversa com
o cabo da guarda, foi poslo em rigorosa prho se-
parada dos mais e coro ferros pesados.
E^tes fados sao positivos, garaotimos a sua ve-
racidade, para que ningnem dovide delles e se co-
nheca as crueldades que pralica Lpez at com
homens re.^peitavels como o presidente de Malo
Grosse.
Fallem igora os seas defensores. A cora do au-
tcrata Solano Lpez e sera' sempre a maldicao
da humanidade e urna nodoa na historia ameri-
cana.
A luz vai-se fazendo, e quantas ma'dides nao
havemos de saber depois de concluida a guerra !
(La Jsperanza.)
da nereadoria na factura do importador, nem a
predaeae leit a importaeio do genaro, que ho-
ja pode valer menos do qne bootem o Bxado ofn-
cialmenle, dSo hogar a conteslai.ois na percepeo.
e roobam o tanto aos eropregados, a a Insoln-
clenea da recelta eff-ctuada nao corresponde
molas vetes a essa tobtlho.
Na elasse 21* sol b. 972 eneontra-se na tarira
a rubrica olbos artlciaes de vi 1ro, loaga na
porcellaoa, direitos 55 por libra, peso lquido a
ra*9o de 301>|0 portaolo deveria crer-se, qae a-
libra fra cileolada em <6666 de^ejarlaraos per-
guatar i alfandega Hscal, quaoto renda esle artigo
aos cofres publico*, para podermos concluir de
sua importancia, a do merecimeoto da honra de
mais ama elasse, de mais nm numero, a Importa-
gao daste genero dave astar na relacao de seo
consamo. Ou os olhos arilciaes, de qae se trat>,
sao para animaes empalbados para os museos, e
nesse eas.i, como oejectos para historia natnral
deviam ser isentos de direilos; ou esses olhos saj
para gente, e n'esse caso tambem sea coaiamo,
estamos persuadidos, sera' anda man limitado;
pois,qne no olio artificial pesa apenas l|i da na-
ga. PortanM de>neceesari) parece o artiga 372,
f quanlos individuos no Brasil Metro fazem hso
ifesle genero T
Nosso iotailo instigar o ioteresse do e-tulo, e
procurar minorar o rigor intil da execugao iis;a-
lisadora.
Todas as vezes qne am p'ogresso novo appare-
ce, para facilitar as relag -s dos boraeBs com o
commerclo de seas producios e delles com o es-
iraageiro, a pcpulago partllha desses beneficios
para sna prospendade ; exemplo a introlucgao da
lei de cabetagem por navios estraogeiros.
Se pols do dever do funccioaarlo publico, a*
testa da dlrecgao gsral da riqueza nacional, eslu-
dir e adoptar essa progreso, nao menos licito a
cada individuo amante da prosparidade publica
de nm paiz, lembrar os meios da reforma exigida
pelos erros, pela ignorancia, pelo excessn de zelo
o pelas falsas ioierpretacoss da empregados, para
chegar-se ao desidertum, prevenalo se as con-
traveoges en o contrabando, que segn lo Blaa
qui o correctivo o mais effl ;az das mas leis de
alfandegas, as qaaes estorvava aiala o commercio
do mundo.
Simos anigos de algaas desses empregados
respeilamos sua honradez, mais os bomens anda
os mais zelosos e honrados erram, persaadidos da
hondada de seas >ystemas, da mesma maoeira co-
mo aquel es que nao sao dolidos dessa* virtudes
sociaes.
Cooliooando pois esse systcma de eompllcagoas,
de venenes, de desconQioga e de formalidades,
preferivel, como multo bem diz Mr. De Molioari :
renunciar as relagoes, cuja existencia precaria
urna occasio coatiuua de perturbado is desastro-
sas. > Dizem porem alguns meslres da eeooomia
poltica, em defeza do syslema actual dos regula-
mentos : t E' preciso por esses miio3 lornarem-i
nos independeot > do estrangeiro.
Essa liogaagem se enconira reprodnzida at en
tre as summldades do paiz. A m-lnor resposta a
esses apostlos da exclosao estrangeira
a dada por Fox em 26 de Janeiro de IBii,
a respailo da vetusta Idea de indepen lencia do
estrangeiro, extrabida para o Brasil mutalis mu-
fanfi-Da Cobden el La Ligne por f. Bastiat
Ser independente do estrangeiro o thema favo
rito da aristocracia iogleza. Qaem pois, essa
grande peronagera, esse alvogado da independen
ca nacional, esse inimigo de loda a dependencia
estraogeira T
Examinemos sua vida. Um cosioheiro francez
prepara o jaotir para sea amo, e um criado na-
to veste sna senboria para o jantar. Milady, que
aceiloa sua mo brilba eoberla da perolas, que
nao foram encontradas as ostras britnicas e a<
peanas, qoe ornan seu pe.teado, nunca (Iterara
parte da plumagera de um per ioglez. As gaa-
rasde sua mesa provem di Blgica, seus vinhos
do Rheno ou do Rhodano.
Elle goza das mais bellas flores procedentes da
Amtrica do Su/, e gratifica seu olphato cora a fa-
maga de urna f jlha viuda da Amanea do Norte.
Sea cavallo favonio de origem rabe e sea cao,
da rsgi de S. Bernardo. Saa galera de qualros
l'imengos, e de estatuas gregas. Qaaodo elle qaer
distrabir-se, vai ouvir os caatores italianos, voci-
ferando cootra a mnsica allema e regosijaodo se
em ver am bule francez. as aliaras judiciaes,
que irat S. S. em si ? O arminho, qae orna seus
hombros, jara .i- provelto de um animal brilaaico.
Sea espirit) urna coofuso de coui'i*;oig'es ex-
ticas. Sua philosophia e poesa proveen da Grecia
e de floma, sua geometra de Alexandrta sua ari.
tbmelica da Arabia e saa religio da Palestinas
Desde o bergo morda os coraes do Ocano da-
Indias, e morreado o marmore de Currara Ine
auno o tomulo.
Bis pols o homem, qae hsejamos tndepen-
denles do estrangeiro.
(Diario do Rio.)
sto sobre o goveruo, aflm de obriga-lo
receber dwla' 10 Wq apenas da renda pro-
eontratar o ramal da estrada de l*>. Pedro veniente des- gneros e passagairos qi t-
II ao Porto- Novo do Cunha curo orna com- vessem o Iramvray por destino- ou- proee-
panhia; e, teoda-se esta mallogrado, proca- dencia.
Dos poderes geraes nida m se reqroe-
juro. amprestimo ou oittro qmiquer ontt
pecuniario d&eslado.
Qualquer que seja o juizo que se forme
acerca do tromroade Bezerros, b8o pos-
sivel deixar de pereeber a differenca ka-
mensa entre esses- insignificantes pedidos e
as onerosissimns- condiges exigidas- para a
feitura do ramal- do Porto Novo d- Cuaba,
por conla de ota* companbia ou i
estado.
Entretanto aquelles que preteodem i
INTERIOR
DIABIO BE PEHNAMBUCO
RIO DE JAMURO
Reflexes sabr a tarifa das al
fandegas do Brasil.
Na Franc, cujas instilulQ5es gosta-se no Brasil
de imitar, boje a parle regulamentar de suas al-
fandegas sobr declaracoes e formalidades a preen-
eber, etc., tem sito modificada pelaadroiolstracao:
a qual mostra-se sempre disposta a saavisar ts ve
xames da fisealisaco e do mo rgimen dos me;-
mos regulamentos. Porque tambem nao imitase
essas modifica(03S, pols sao ellas francezas?
A syndicaiura na flsclisijao no Brasil vai por
exempio at a exigencia de querer saber qaaes os
navios procedentes do imperio chegados aos ponos
esirangelros, sen carrcgameoto.o nome dos consig-
natarios, ele.
Una circular do governo ordena isso eos agentes
consulares no estrangeiro.
Ora anda se fosse s questSo- do navio brasilei-
ro, baveria urna razo; ma3 absolutamente, nao
descubrimos otllldade alguma, tanto mais que com
maior exadido saber-se-ba ludo Isto das alfande-
gas brasileiras.onde existem as notas lomadas coro
minuciosidade na sabida e na entrada de cada
navio A isto poder-seha dar o nome de-tormen-
to aos empregadosporque um navio, qae deixa
ora porto do Brasil para entro determinado do nor-
te da Europa, moitas vezes, gracas a telegrapbla
elctrica, recebe no caoal da Mancha ordem de to-
mar outro rumo, por exemplo, a nm psrlo da Ame
ca do Norte, onde melhores esperances animara as
tran saegoes com o genero transportido, e desta sor-
le esse mesmo navio destinado para esse porto da
Europa, vira a ralbar a fiscalisacio exigida pelo
empregado no Brasil, tanto mais se nesse porto es-
trangeiro nao houver eoosnl brasileiro. E quando
o ocano consumisse esse vaso procedente do Bra-
sil, como flscalisar a chegada do navio, a qaantida
de do carregamento, o nome do consignatario, etc.,
para salisfazer ao zelo de alm mar?
Anda mais, os dtieitos de direitos esUbelecidos
de antemo para ama pauta on quadro offlcialmen-
le organlsado para todas as alfandegas, sem ter
em vista nem a declarajo do valor e qaaratiade
ReCIFE, 27 DE DEZEMBRO DE 1867.
A imprensa das provincias n5o pode dei-
xar de acomoanhar em suas differentes pila-
ses a quesio das estradas de ferro. A
importante regiao que comprchende as pro-
vincias de Pernambuco, Alagoas. Parahyba,
R'n Grande do Norte, Cear e Piauby
largamente interessada nessa qoesto. Nao
podemos, portante prescinder de inteirar
os leitores deste Diario, e expendir a nos-
sa opiniao, acerca do que se passa e ppo-
jecta sobre este assumpto na capital do im-
perio.
E' discussSo era que nos cabe tambem a
palayra, e que n5o deve correr a' nossa re-
velia.
Ainda osto na memoria de todos os de-
bates di cmara dos deputados em 1804,
acerca do desenvoWimento dos actuaes ca-
minbos de ferro. O projectD remettido por
ella ao senado, qne tratava do prolnga-
melo das e>tradas de D. Pedro II ao Porto
Novo d Cunha e ao rio de S. Francisco,
do Recife e da Bahia s margens do mesmo
rio, e de S. Paulo ao valle do Paran, foi
este anno discutido na cmara vitalicia e
adiado para occasio em qoe o paiz, ltvre
da guerra externa que presentemente Ihe
obsorve todos os recursos e toda a sua at-
teng5o, estivesse em circumstancias de pro-
vor devidamente acerca de to despendiosos
melhoramentos internos.
De accordo com o procedimento do sena-
do, tomou a cmara temporaria o alvitre de
regeitar um projecto, que conceda ao go
verno o necessarlo crdito para fazer sua
custa o ramal do Porto Novo do Cunha.
A' despeito destas decisss uniformes das
duas casas da assenbla geral legislativa,
procarou-se no Rio de Janeiro exercer pres-
ra-se akida mduzir o poder execuliv a le-
var a sna custa ao Porto Novo do Cucha os
trenos de D. Pedro II.
Por milito importantes que seja ou se
presumamos kHeresses agrcola*, da peque-
a parte das provincias do Rio de Janeiro e
Minas, a que atiende esse ramal proyectado,
a forca de taes inieresses perante o gover-
no imperial, pro-vm principalmente de sua
proximidade capttal do imperio e da exi-
gente tenaci J.iile dos qae os promwera.
Elles nao teem termo de co nparacao com
as altas conveniencias nacionaes, que- acn-
sel I) un o seguimento das tres grandes vias
frreas do sul, centro e norte do Brasil ao
trio de S. Francisco.
A estrada de D. Pjdro II tem por si, en-
tre outras vantagens, o lugar de onde parte
e o nome do chufe da naco, que a decora
e engranden. Varias circomstinckB tana-
tem militam em favor das outras emprezas
do mesmo genero, e em todo o caso o as-
cendente do caminho de ferro sulista. nao
pode sobrelevar a importancia do poder le-
gislativo, qoe adiou a so uco proposta de
todos esses prolngamenos das liabas fr-
reas.
Impdr ao governo geral um s. dos pro-
longamentos adiados, nao s exigir que
elle ofrenda conveniencias mu graves de va-
rias provincias, com um exclusivismo pou-
co justificive!, como faze-lo arbitro Ilegal
e desptico de um negocio qoe pende do
poder legislativo, e deve ser resolvido pelo
voto de tolos os representantes da nac3o.
N5o podemos ser censurados por defen-
der os nt-iresses da provincia de Pernam-
boco e de suas vizinhas, relativos estrada
do Recife a S. Francisco.
Sem embargo dos erros e desperdicios
que assignalarara a sua adinioistraco, est
amplaraeate demonstrado, que ella nao s
de grande utilidade nacional e econmica,
como e-i longe de ser urna etnproza one-
rosa para o estado.
Se a via frrea de D. Pedro II 6 lucrativa
nosau curso actual, na raraificaco exigida
para o Porto Novo do Cunha, e no segui-
mento para a provincia de Minas em de-
manda do rio das Vel has; sabido o resul-
tado vaniajoso que a liaba do Recife j apr-
senla e promette ainda nos deseavolvimen-
tos lateraes de que susoeptivel, e na pas-
sagem pela frtil e productor.! comarca de
Garaiihuns em directo ao riide S. Fraa-
cisco.
Se querem dar via fluminense umi su-
periondade que por ora abstemo-nos de dis-
cutir, cumpre nao esquecer que o governo
imperial, rompendo por todas as diflbulda-
dcs e sacrificios, j Ihe deu trinta leguas de
comprimeuto. ao passo que a pernamouca-
na conservada ba muito estacionaria com
um terco para menos dessa exienso.
Seri j pequea essa differeica ? E'
pre;iso ainda que, custa e por administra-
do do governo, contra o voto das duas
casas do parlamento e lla,'almentc, s^am
acrescentadas, estrada do Rio de Janeiro
mais dez legoas com destino ao Porto Novo
do Cunha, ao passo que sobr- Pernambtica
continua a pezar com mo de ferro, nao s
o adiamento das questes da estrada do Re-
cife ao S. Francisco, com) de outras moitas
da mais vital importancia, nao s para a
provincia como para o imperio ?
No plano do caminho de ferro de D. Pe-
dro II em seguiraento para o rio de P. Fran-
cisco, o braco que se dirige ao Porto Novo
do Cunha nao passa de um ramal, e este
mesmo o nome que desde o principio Ihe
foi dado pela nossa legislaco. Sem embar-
go, exige-se que o governo o leve a effeito
desde j, arbitrariamente e sua custa.
Que sorte diversa nao a da nossa estra-
da de ferro! Se Pernambuco quiz que ella
livesse ramaes, a sua assembla provincial
julgou que devia decretar a lei d. 649 do
20 de margo de 1866, autoiisanlo o pre-
sidente da provincia a mandar estudar e
contratar urna re le de estradas de rodagem
ou de carris de ferro, conheoidos sob a de-
nominac3fl de tramways, para ligar os cen-
tros populosos do interior da provincia com
as diversas estarces da estrada do Recife ao
S. Francisco. A mesma lei autorisa o pre-
sidente de Pernambuco a conceder por urna
s vez, s compantiias ou aos particulares
que se encarregarem da construeco dos
tramways, urna subvengo kilomtrica pro-
porcional ao capitil empregalo e sugeita
approvac3o legislativa; podendo tambem o
governo provincial contrahir um emprestimo
dentro ou fra do paiz, mediante condices
que n5o obriguem a provincia, a um dis-
pendio superior a quatro centos contos an-
nuaes.
Se a presidencia de Pernambuco quiz qoe
a Dossa estrada tivesse logo um ramal, jul-
gou, bem ou mil, que devia contratar o
tramway entfe Escada e Bezerros, cuja ex-
tenso at superior ao do projectado ra
mal do Porto Novo do Cunha. Ninguem
exigi que o governo geral fizesse sua
custa em Pernambuco es'.e ou oulro ramal.
Aos poderes geraes pedio-se simplesmen-
te que, de accordo com a legislado fiscal
vigente, dispensassem dos direitos de impor-
taco o macbioisrao e matenaes destinados
essa obra publica, que, a nao ser ella, b3o
viriara certameote augmentar a receita das
nossas alfandegas, Pelio-se que consentis-
sem emp'eza do ramil, de combinaejio
com a da estrada do Recife ao S. Francisco.
400 praea*, aeompanhad- de nma banda d rna1-
sica, qoe lodos devldameote fardados, esperaron o-
Sr. coronel Bento para fairr-lhe > honras debidas-
a seu alio posto ; e com elfeilo assirn acontecen..
porque, Isgo qoe se apreseMoo o Sr. coronel com
seu estada-ntater no campo a pra, Ibe foram-
reu que tivesse importancia. ,9iUs ,s respectiva* contiotuow, ivisando se no
Pelo rnntitarin a pmnrp/a H* Rt.rrn. semblante i seos snhalterws-o regfzijo de qae se>-
reio contrario, a empreza oe- uezerro*. cniVam p(lsS!>Mos pe|a aceda eseoina que fet
obngava-se a nao reclamar em tempo ai- S. M. I de dar-ites nm chefe seo sympaihico e de
gtim prestarrao ou subvencao, garanta e qualidades to Hstinctas.
Peilas ?i:ue::as eonlinencix>.e ef$ossado o Sr.
coronel liento,, dirigi elle aos sene snbalternos-
nma eloqnen%-0-entbO3iasta ailceo^aoem que ma-
olfestoa seas tsotts desejos aorta e- engrandeci-
raenlo da gurda nacional qu? foi ct8ala a sna
inspecQo, e com a liogaager nao de superior
para o subordinado, mas do amigo, de trmao para
o irmao, os csavMava a nnirem-se e prestar seo
auxilio aflm e que esie seu desejo se tomasso
nma realidau'e,. par a qoal e!w *i pooparia es-
GUSta d! 'orcos > e depeis *e assim fater-sn ooWr S. S. er-
gaeodo sua vot enthosiasilcamen sai*ii a S. M.
o Imperador, a familia imperial, ao eiereito adia-
do, ao Exm. presidente da provioeia e a guarda
por ultimo o hymno
banda de mostea all
por-lhe tO enormes encargos, para cer unicamenSe poucas treguezias do Rio
de Janeiro e Minas, sao os mesmos- que se
opooseram dttabridamnttt aos modestos pe-
didos do ramal de Bazerros, arvorando-se a
pretexto delles, em tutores da nossa provin-
cia, em juizos supremas do prucediiaeuio,.
bom ou mok dos poderes locaes de Per-
nambuco.
O projecto da cmara dos deputados, que
concede os mencionados favores ao ramal
de Bezerros, tem estado entregue atorada
meditacao to senado durante as sessoes de
1866e 1867; eso ltimamente deu sobre
elle parecer favoravel a commissao a que ti-
nha sido enviado, t5o tendo bavido tempo
de entrar em discusso, em riseo de mallo-
grar-se a empreza por cansa dessa demora.
Entretanto prelende-se que as despezas
com a construccSo do ramal do Porto Novo
do Cunha, oreadas em cerca de cinco mil
contos, sejam .feilas desde j e custa do
estado exclusivamente, nao obstante o voto
em contrario da cmara dos deputados e o
adiamento approvado pela cmara vitalicia I
Seja qualfr a d-acis2o do governo ac :rca
do ramal fluminense, seja qual fr o ver-
dadeiro fundamento e a extensSo da influen-
cia dos seus promotores, pensamos que as
leis devera ser respeitadas, que a estrada de
ferro de D. Pedro II nao a nica do im-
perio, e que a provincia de Ptrnambuco e
suas vizinhas tambem merecem alguma at-
tenco.
PERNflWBUCO
REVISTA DIARIA




Ante-hontem, aps a missa da mela noite, ao se-
guir um dos irens da lioha frrea de Apipucos
para all, foi arrojado ao chao, fracturando um
uraco, ura oco que imprudentemente saltea de uro
dos carros esiando aiada o trem em movimento. O
Sr. r. Velloso prestou-lhe os prlmeiros cuidados
mdicos iodispensaveis, sendo o iQfeliz moco trans-
portado a' caa do Sr. Manoel Goncalves Ferreira
da Silva.
Nao esia a primeira vez que noticiamos des-
granas desia ordem devidas a' mesma impruden
ca ; e, pois, reiteramos nossos pedidos de vigilan-
cia a' eraprezi dos trunos urtao >s para que se nao
itn desses tristes aconteciininljs. Seria mesmo
coaveoieute que cada carro tives-e ao menos um
guarda que os vigiasse e nao deixasse descer ou
subir para elles niogaem em quino o ir era OSli-
vesse era auvimento.
Escrevem-nos de Caruar, em 15 do cor-
rente :
c Parte dos recratas qae d'aqai sahiram no dia
11 do e irreole, como Ihe noliciei na minha ultima,
foram lomados abano de Bezerros. tendo sido fe-
rdo um dos tomadores. A insabordioaco
grande, e se nao houverera providencias no senti-
do de ser garantido o principio de autoridade, mil
vai a sociedade. Nao faitam apostlos da liberta-
de, para pregarera Mis subversivas ao povo, que
infelizmente ainda nao conhece bem os seus deve-
res, e que s toma juizo depois que apaaba na ca-
beca.
t Todos sabem e esta* demonstrad com a prati-
ca, que pessirao o nosso recrutamento ; porm,
fosse elle o maU perfeito. aiada assim, b'um paiz
c mo esle, pou^o habitado e muilo extenso, a ca-
cada de homens (oo no sentido de mata-Ios, mis
de apanoa-ios), sempre se dara, por ser, diga-se a
verdade, o nico recurso para adquirir-se algum
soldado, quando ba tanta ogerisa a' vida militar.
Sirva de etemplo a designaco da guarda nacional
que lem falhado, sendo preciso recratar-se com
bem poucas excepcoes aquelles qae sao chamados
a servco.
t Ponant \ bom seria que todos se compenetras-
sem dos seus deveres de cidados, que adeudes-
-ra as acluaes circumstancias, e que se iembras-
sem de que estamos em luta cora o estrangeiro,
tendo muito, s-nao tu lo, a ganhar ou perder : Sa-
lus populi, suprema lex. >
Foi transferido do batalhao n. 42 para o n.
43 da guarda nacional de Seriohaem o Sr. capilo
Joo da Silveira Carneiro da Caoba.
Foi ordeoado ao juiz de paz de Itamb, qae
remeltesse os livres das actas da eleico all proce-
dida para os respectivos vereadores da cmara mu-
nicipal de Goyanaa, qual foi commeliida por S.
Ezc. o Sr. presidente a apuracao geral da mesma
eleicao. nos termos do decreto de i3 da novembro
de 1832.
' No termo da Victoria, no engenho Santo, ten-
tou snicldar-se a senhora de Lourenco de Sa' Ca-
vaieanti, dando um golpe na garganta com ama
faca.
Transportada a' cidade referida, ahi foi medica-
da ; e anda igooram-se os motivos que a levaram
a recurso to extremo.
De Goyanna remettem-nos n segninte :
< No da 8 do correte, teve lugar nesta cldade,
a posse dada ao coramaodaole superior da guarda
nacional tata manleipio ltimamente nomeado por
decreto imperial o Sr. coronel Bento Jos Ferreira
Babello.
Sera hyperbole, e em bomenagem a verdade,
lorca cmlessar, que em til genero, e attendendo-
se a d'-fll -lencia de recursos que sempre se lera
para tildo nesses logares apartados da capital, o
acto da pos-te foi o mais solemne qae se ha dado
oesta couirea, visto como desta vez seguiram se
as f finalidades militares devidas ao acto, eom a
decencia e brilbaciisrao possivel.
t Eram II horas da manha, e em frente a casa
da cmara municipal peraute am grande numero
de espectadores, se acbavam arrumadas em forma
diversas pra?as dos batalhoes os. 12 e 13 e esqaa-
drao n. 3 da guarda .nacional em namero de uu a
correspondida*,, seguinlo-se
nacional, qae oxecalou a
postada.
Assim se peesou essa fasta aMMIar, e agora
qae se aeha o Sr-. coroael Beot > m posse do cam-
inando superior da guarda nacional deste manlei-
pio, de sua acUvidade e iotelligeDcia, e confiados
em eos precedentes honrosos, esperamos qoe S. S.
erguera' a gnafda nacional sob sea com mando do
estado de abatioieolo e decadencia m-'-mn em que
pareca juzer, e-collocara' na altaraem que se deve
collocar essa cias-e distincta de cidados.
Lotera.A qne se scha a venda
a 49' a beneficio das familias dos voluntarios
da patria, coe corre terea-fek* 3i, pelo no-
vo plano
Rkpaitcicao d\ polica..Bttralo das partes
dos dias 'jo26dedezembro de 1867.
Foram recolbides a' casa de dele a^ i o no dia 2 i
do corrente:
A* ordem do Dr. jolz dos feios da fazenda, An-
tonio, esevavo dos herdeiros de Antonio Jos Pes-
soa de Mello, a requerimenlo do inventanante Det-
ono Lua Cavalcanti Pessoa. A' ordem do Dr. de-
legado da capital, Antonio Josa dos Sanios, por fe-
rmenlo*. A' ordam do subdelegado de Santo An-
tonio, Thom, Africano lire, para correceo ; n
Faustino, escravo de Lima 4 Rais, a requenmei>to>
do procurador dos respectivos senhores. A' or-
dem do do P050, Francisco, escrao de Joaqora
Pereira Gulraares, i disposicao do Illm. Sr. Dr.
chefe de polica.
Dia 23
A' ordem do Illm. Sr. Dr. chefe, Candido Jos,
da Silva, Francisco de Salles e Heunqne Alves de
Saot'Anna, como sentenciados, viudos do presidio
de Fernando. A' rdem do suhdelegado de S.
Jos, Laiza Maria da Concedi, para correceo.
O cBefe da 2' seceso
J. G. de MesanUa.
Ckmitkrio PcBlico.Obituario do dia Si d
dezembro da 1867 :
Rosalioa, Pernambuco, 6 anuos, Boa-vista ; be-
xigas.
Lopoldino, Pernambuco, 2 anno.5, 3. Jos ; diar-
rba.
Mara, Pernambuco, I i meze<, escrava, Boa-
vista ; aitbma suflocaate.
Domingos Saed dos Aojos Sobrel, Pernambuco,
28 anoos casado. S. Jos ; hernia estrangulada.
Caihanna, frica, 71 anuos, S. Jos ; erysi-
pela.
Maria, 4 anno?, Pernambuco, S. Jos ; anemia.
Bebiana da Cunha Salles, Pernambuco, Alega-
dos ; phiysica pulmonar.
Leopoldina Augusta Escola, Pernambuco, 26 an-
uos, solteira, Recife ; luberculos pulmonares.
Pacifico, Pernambuco, 7 mezes, S. Jos ; be-
xigas. ,..
Francisca Maria das Chagas, Pernambuco, 5a
aDoos, casada, S. Jos ; congesto cerebral.
Herculana Christma de Atevedo, Pernambuco,
25 anuos, casada, S. Jos ; febre lyphoide.
Germira Maria da Conc.icao, feroambuc, io
annos, solteira, S. Jos ; plity.sica pulmonar.
Servulo, Pernambuco, 1 hora, Bea-vista ; es-
pasmo.
Jos Cypriano da Silva, Pernambuco, 19 annos,
soltelro, Recife; lypho.
Raymundo Francisco, Pernambuco, 84 annos.
Boa-vista; laterita ebronica.
Correspondencias
Ao publico.
O immundo calumniador dlssimolado como a
serpenie, que occul'.a, fere a innocente victima,
qae por junto passa. Eis-me, senhores, pedindo,
anda que tarde, um espaco as columnas do sea
bem conceituado jornal para curoprir meus protes-
tos feilos nos Diarios de Pe' nambaco de 17 de se-
tembro e de 4 de outubro do corrente anno, como
prometti. Cada poca lem sua historia e cada his-
toria sea povo. c A hislona, diz ara lilostre escrip-
tor, a testemuDba dos teropos, a luz da verdade,
a vida da memoria, e a mesira da vida. A histe-
ria, ainda diz o mesmo esciptor, das desgraeas
dos povos nao seao as dos erros e das violencias
dos seos chefes. Apenas chegon o bacbarel, joo
baptista do amaral e mello, removido, como joiz
muoicipal e de orphans do termo de Paje ds Flo-
res para o termo de Nmreth, o horisonte desta
lermo turvou-se, e carregou se, como qae a nato-
reza se ressentia de nm inste preludio de ruina a
desolaco, e com effeito linba a nstureza bastanta
razo de resentirse de nma til chogada I
tira pouco este juiz fez estreittssima allianrn
com o delegado joo dins coulinho de araujo pe-
reira, e com o advogado, jos maria cardoso, por
que cada ura procqra os seas, e per isso mnito
bem se Ihes podem aqu applicar os seguintes
versos :
Smiles cum similtbus facile congreganlur.
Ou estes:
Ambo florales etatibus, arcades ambo.
Formou se a de de Nazareih; e continua, e aps delta urna na-
vem de arroopilhas, pediotes, mendicantes, e la-
raplos, qoe todo devasta e tudo varre ; poca em
que para elles era a vida, honra, e propriedade
tem valor, a qoal deve ser eommentada e guarda-
da nos archivos dos annaes da historia para licao
das gerac5es futuras I Nesta poca mesmo nem a
honeslidade da mnlher casada e das familias, o a
vlrgindade das domellas estavamisentasdoscrueis
acontes da malidecencia reinante : os pasquins
cootra mim voam de ra em ra, de becco em
becco, pelas mos dos f.irropilhas com apptausos
da trlndade, quando deviam, como autoridade, pu-
nir e castigar os verdadeiros autores de taes pas-
quins. .
Mas tarde, depois de minha correspondencia no
Diario de Pernambuco de 17 de setembro deste an-
no, na qual ttz acres censuras e accasacojs as ex-
travagancias e absurdos da trindade maldita, que
as acceitou, eomo reaes. pela saa taciioraidadtv
apenas apresentando-se o muito digno juiz mm
oapliJfado amaral e mello, e tomando por nico
ponto de so. defeta a recommeudacao da lettQr
Xv.. *





.TOHI na Id ti: /
o
eiU |clr ti te Dczeibr 4e 13?

ria dizer de 1. Vtuiem, todos coaira mlm, cojo
pasqun* sao repercussoes dos que appareeiaro pe-
viva n'ura commerclo Hliclto com orna e-erava,
coja certidio autbeulica em sua casa tem t S* nu-
los covis iromuodos da iriodade, a os espalbados aba biographia surge da lama, como dli o infame
pelas roas daqueiladdada. Idea, malditos farroopt-; calumniador em sea pasquina no Diario de Pemcm-
Ibas, dizei as raaos indignas qoe os dirigen, buco de 13 de novembro, certa mente os matenaes
que eu de coracao es perdo e vos cabro com o' para formar sua biograpbia surgen dos tobos da
mais espesen e profundo vn do esqaecimentj, por empreza Cambronne com rmioec5e* no ceolro
qoe a affeico dos mot urna injuria, t i co- da Costa 'Afrlca. 0 templo de Minerva cuaca
<}io o seu olio. Conselbeiro Ba-tos. | vio airar em seo seio um eute tSo vtl, crranlo e
Agir me airituda smenia a tos, vos direi, oogenio, tanto em relacao M corpo, cono em rla-
energumepos, que a .ossa Bojela e bjdropbobica cao ao espirito, por onde pasea esse animal marai-
baba nao me pode nem ao menos de leve tocar,; hro, tudo e roio, intriga, perturb cao,e miseria;
por que mioha repatacio se acha bem o btmr-f um vtrdadeuo cholenunorbu*. E'insigo* factor
mada no coaceito dos homeos jusiicelros, recto
dgaos, probos e hoaestos; em quaato ao mea grao
de eapacidade intellectual, digam os meus digaos
e illusirados Lentes da Faculdade do Direito, os
Srs. Drs. J de Amaraote, Baodeira de Mello, conselbeiro Loo-
renga Trigo de Loureiro, Vilieta lavares. Piolo
Juoior, Aprigio Goimares, Joo los Ferreira de
Agoiar, Pereira do Bego, conselbeiro Pedro Au:
tran da Malta e Albuquerque, conselbeiro Francis-
co de P->ula BnpiiiU e Manuel Poriella, a quera
pela approvaco plena de meus actos muito agra-
dego, e por quera fui sempre mu bao: tratado,
cauca ibes pediodo pruteccio alguraa. O mesioo
digam os Srs. Drs. Jronymo Salgado da Ca>tro
Accioli e Joaqmm J s da Fonseca, eom qu-tu pra-
liquei jerto de dous aoaos.
Miaba fornoatura fui (uodada na razio e na Jos-
tica, porque cusIOu no tilia* fortes vigilias, e pe-
queos recursos pecuniarios sem eacomraodar pea-
soa alguma, auxiliada pelos favores dos meus dig-
nos Lentes, era vista de meus actos, applaudidos
pelos meus dislinclos collegas a menos que no
seja um daqueiles qoe uuindo-se com > socio na
advocada cora um Kabello, que nem versado em
ler a bistona de Sodoma Gamona, faz-rae cen-
suras meo >s eabi veis, aqaelle mesma, que como
mea eollega e amigo que er, leve medo de que
se corlassu urna aza no sea a* anuo pa sua baru
pouca eapacidade, apezar de innmeros protecto-
res ; e p r deceacia dWxode tratar no norae desse
collega ingrato, que taoUs vezes elogiava meos
actos mesmo na eidade de Nazaretb a vista de
mullas pessoas, para o qual saeote tenho um
perdo e ama lagrima Miaba fwrraatura, nem fui
um despotismo, Come diz a mo traigneraque di-
rige o respousavcl no sea pasquirn de 26 de no-
vembro, pelo que cima levo dito, nem Urabem
posso lisnar taes doctores, que diz o espirito malig-
no, porque elles ia se acnara tisnados desde as
suas mais leers idades, chaf.irdaado se con-tante
mente no mais inmundo tremadal da miseria, ira-
moralidade e corrupgo da humanid da.
O que me diris, energmeno, a respeito do Sr.
amoral e mella, como presidente do tribunal do
jury, quando comparecen o reo Joo Preciano, in-
fnngindo as mais bellas disposicOes de dire.t", e
mostraudo a forra de seu lalent>, que peona ni
ser aproveiudo nos maseus das nace* cultas
Muito beni I E qual o re*peito, de que gosou elle,
pretl lido tal trihunal ? Ficai q, io e mudo, sem
me saberdes responder em vista do vosso pis-
coira Inexacto, coniradtorio, luepto, igroraute e
estpido, to ignorante eestjpilo, como o espirito
maligno que vos anima
Por elle v-se, que uem eu. como advogado oa
qoeil i occasio, e era o presidente do tnbuoal dj
jury, km os respet^dos dos molequts e da-poeira,
menos o digno presidente, um dos vossos protecto-
res se fez respeitar por sua autoridad-.
De doas, urna, oa o Sr. bacharel amoral l\ aa
tor do tal pisqoin no tribnoal do jury, ou nao se
soube respeitar na.aellaoccasilo, e com1 tal in-
digno de (sr occopado semelhaote lugar. E' cerlo
que pelo dedo se conbece o gigante........
Para confoudir a aquello que su uo t'dle justi
flear, off-reco a'coosideracao do publico uro at
testado do muito digno juit ae direo de Nazaretb,
0 Sr. Dr. 1,,'ao Paulo Mootetro de Audrae, o qual
vai transcripto abaixo desti raioha corresponden-
cia, em asseverajo ao que duia na 17 de se-
tembro.
Por forca das vl?neas qoe solfris ea em Na-
raret, dos Srs. bochareis joo Ihs coitinho arau-
o pereira, o&o baptuta do am ir al etneUo ejote
mana carioso, rei>resentei ao Kxm. Sr. presi-
dente, baro de Villa-Bella, no que fui bastante-
meme aitendido, do que roa-loe eternamente gra
to, e faiendo elle jusilla, mand< u oavir ao Sr. Dr.
juiz de direito d'aquele masmo termo.
O alfares G-miuuoj Vellos da S.lvelra disse-
me e a tiKiita pessoas em Nizarelb, que o Sr.
delgalo coUtnko tiuba-lhe dado o dora para pru-
dt-r-me, como r>-ci uto.
_ O inspector M jila disse a Belhrmlao Carneiro
Cavaicaute, rco;o iocapiz da meniir, que o delega
eo coittuho lili-ibo i rden^do prender-rae, como
recrota.
Minha pri>,io era Nazaretb, determinada pela
trindade maldita debaito da qualquer pret-zio,
om problema ja' resolvido pela opiniAo publica
daquello termo.
Oa a M:ia do que levo dito, o Sr. tribuno nao
tve razo -m duer o que de oiirn disse. Va" a sea
camiarm, d^lxe de dtfendar os estr.ivagantes, que
sa Do podem jo fazem.
Minha prisa j em Nazaretb, como foi determina-
da drbiis-o de qualjuer pretext<, um crime qoe
comettia a auiondade, que assim reolveu, porque
eu nao esuva no caso de ser recrutaio, e nem era,
6 nao sou criminoso, no entretanto o certo qua o
malvado Joaquim Vinitm, ja' denunciado, em
fenle de uoia ruuliida de soldado?, armada de
bacamarl-, r. wolver e poubal, procurava-me na
noia do da 29 de agosto desde anno com toio em-
peobo, e a nJo ser o Um, que cima levo dito, se
na o de assassfnar me a mandado daquelles que
para eil-s a le agua mora, cujas vidas IJ urna
consianta carreira de vicios e crimesl
Bem fcil era pretextar minha rnirte, p^rqu*
semeibani pocba de successo para taes seob i-
res, o que respondan os tiros, um empregado no
infeliz pr-ti Joaquim da AoJrade, na povu?.-
53o da Albania p;r urna patruiha, que sabio a ra-
eruiar, o quai -e o nao matou, delxoa para sem
prealeiJHdo.outro deparado no iofeliz Auiojio
Jcs de Sai'Auna pjr j laquim Vioteui, qua anda
va as ordes do delegado codinho, a meia noita em
una das casas da s^usala do sitio Caboi, e outro
tioaimeule descarregado sobre un mlseravd no
Dganbo Papuii. p.,r urna pairulha do subdelegado
Antale La Ferreira da Cunba cojo uro matou o
inntjBiaoeamrnte, e neste acto para cumulo de
rnaior esesudalo v-ram presas duas pobres mu-
Iberes com seus venlres todos feridos de baioneUs,
e coliocadas na priso a' disposica do jutz orna
ral, que nao sabia que nao devii cun;rvr presas
tais mulberes, se o muito digno juiz de direito
nao Ihe ordanasse taes soltaras.
Sigo o govarno com calme e moderacio, mas
nao appr.vo semalbantes escndalo?. O que m-.is
admira o< aut >res de Ues actjs viverero no mais
vergoobo3o comraersia com as autoridades d'aili
l;vres da ouuico das lels. Hai de brad taes actos, porque ja' fui victima das violencias
daquelles que
pronunciad
todas as ro
e vmdo assim laucar contra rara nos prelos tai
lotos desaforos. Sio os verd^dairo^ e nniu res-
pon'av.|S de uJos esses actos, os Srs. amoral e
coilinho.
A caus# de rae retirar da asa do Sr. Ignacio
Vleira, e nao receber mais os seus favores, foi a
denuncia, que d*-i a0 Sr. Dr. juiz de d 0 >r. ;uiz niM'irdi mello, porque nu quera o
canipruraeniaieun daqueite seohor, orno oscrivo
com um tuiz iuj intqoo e vidente, coaij o Sr.
amaral.
S-ibi da cao-a do Sr. Dr Silgado som corapro-
roeuer mn>n dlgnidat-, como se \ a> aitasud *
que off-r^co a* eonideraco pablic.-, fornecido
pelo mni) Sr. Dr. Salgado.
A re-pista ijne di uu insulano, como carador
noineada pelo Sr./mzawarai, davoria ser oatra
porque dev;a ter tratado este ;'a, como elle mere
ce. Tooas a mais fdrraueus lautt do pa quim do
Diarto de id de setembro, como dos pasquios de 3
de ouiubr.) 13 da niVrrabro, nos qua-s se diz
tambera re^Donsavel Joaqaim Viot-m. redeita in-
tactas a aqn-iin qa m'as remenea pelo orgao do
corromuid. e iramuodo respomavel, para elle sao
3 qoero ob^n, taes i tTru-i.
O qoe ge ba da esperar daqoelie qae sendo sol-
dado re-zailo. e iusoborrfiaad. mlava as larim-
fca, toscas e pauses da fortaleza.*, quandu desuna-
do, (legado oa ere Iba da soto, jugando o joao da
fita, Ce qua era nstiro e viseiro para aoguienur
de pasquios, digara os lugares por onda elle tem
aodado. Se o indigm calumniador livesse a devi-
da coragem de apresentar,franca a viseira, eu pu-
char liie li..; pelas oreltias e levar-lbe hi i a ver es
apih 'grapbos de miiia correspondencia para rao
trar-lhe, que nelles eslava a palavra candido e nao
candi, como esta na correspondencia. Passarla
eu.o com elle a argumentar grammat ca e depois
da encber-lbe as raaos da palmatoadas, passana
com um bira azomgue sovar-ibe as nadegas. O
que sa ba de etperar daquel e que defl irou sua
proprla aGlhada nos areiaas do rio Traeuoiiera,
juato ao engenbo Ollieina, que defl^rara mais duas
primas m illo lempore, sigundodizeu e pozara suas
m-'llitas mios em sua proprla.mai T O qne se ha de
esperar dqueile que ara insigne proslituidor de
mulberes casad?, coja habt^cao um serralbo,
o'oude elle coirauQica se cora geote de todos os
vicios e crime* ? Sao estes os bicharais, cujas car-
tas sao uns verdadeiros dl soas llsaara aos bacrareis probse dignos. Nao
obstante uo estarnos no terapo, em que os bichi s
failavam, todava boje sgaos borneas se tornara
bichos para (ligado da humautdade, como succade
a respeiio dos qae fallamos nem estamos no lem-
po do re Theod.-ro na Ahucioia era Nazarelh ma-
e*tamosaqu', e no seculo XIX pan sobermos quem
sao estes de quera fallamos. Deizemos a histo-
rias e vamos aos faotos. Eis-me ag ira por ellas no
templo da responsabilidad?, a qual assurao. A re-
sistencia bem OLtenllda um direito e cerro tal se
torna um dever, e o que leoho feiti na cidale de
Nazaretb, ja sustando meus sagrados direitos, e de
meus coosiitulQles a ja repelnndo hojt os crueis
acuites da malediceacia de raaus injustos iniraigos
dirigidos sobre a mmV i iadividnalidade. Em uraa
das sessdes do jury dasie aoao na eidade de .Naza-
rea, na qual presidia o Sr. Dr. Joo Paulo MonU
ro de An Irada, eode lambem com areci eu a -n
do de ura amigo pjra defender a Vleente Vi re ra
le Moura, aprasenta-se, romo publico o Sr. /miz
municipal e de orp'ios joao boptista do amaral e
mtllj, rodead de ama mulitdo de to ir?, era que
mais avultavam a delegado nilo das coutmko de
araujo pereira 9 jote mana cordoso, el reliqui, o
r.-.h la M hi i-I delMacado, o escrivao Orlando Miqui
lino de Aim-i a etc. eic, com flra de m nlir, c .lum
niar-in", e cstantar tantas parvoicas, cujo acervo
de farrageas o que se observa no Diario de IJ
de novembro sobre a respon-abilidaie de Mesmer.
&' pela mtliiicancia, que o odio imootenu costo-
ma viogar-se. Nio pdenlo o Sr. joao baptisla do
amaral e mello, paqueoioo como com seu-. cora
parsas joao das Je araujo pereira e Jos mana
cardos'i, defeoder-se do q te dizia eu em minha
correspondencia d*17desetembro, recorre ao mfo
da que usou no tribunal do jury a quem cabivel
a segrale mxima do conselbeiro Bastos, a male-
dicencia uraa peqoaohez n> espirit', ov uraa ne-
grura no coracao. Ma:dz-T sera de-ionios, e-tu-
pider, maldizer com refl-xaj infamii. Oraalli-
zmte escolh; elle ura insensato, ou no par-
verso.
Nada disiojdmira, poruae o Sr. ;'iz mmucipjtl
eorpha- s joao baptisla do amara', e mello fogott
to miserncelmenie jt nutra o; direiios de nimba
eoostiuinte Pracisea drolioa Cavalcanie de Aibo-
querque na aospeleio, que ella oppoz ao esenvo
Urlaudu Miquilino da Almeida na causa da seu cu-
onado Ladislao RoJvil^Q) do Ar.iujo Casar, qa U-
zia tedio, at qua por um despacho to extrava
gar.t, querco lo dar gnuho da causa ao esenvo
poz tercio a saspeicio, da cuj despacho tecorrendo
eu para o superior tribunal da rdlaco, obiive pr-
ineui) aggravo, depios do que, apresentindo o ras-
peiiavel acordaoao raasmo juiz para ser cumprido,
qual devana sar y seu procedimecio 7 Era nao mais
fuucciohar em tal suspeico, visto como licha de-
cidido contra direiio expresso ; mas, nao, poz o seu
campra se no me jo<' ucom a su-pcicoo pertodeC mete?, sem jamis
poder-se terminar tal suspeico, al que pela Pro-
videncia, sahinlo elle do termo, ful decidida por
outro juiz contra n mesmo esenvo. mesmo
succedeu a re-p-ito as costas do aggravo con'.ra o
mesmo escrivao, a quera propondo se a execuco.
qual devana ser o sea procedimento? Era dar-se
de saspeito en? semelhante accao, porque oo poda
tomar conbecimento em causa da seu escrivao.
Ord. liv. 3 til. i princ. mas, nao, resista a tudo
para proteger o escrivao. crao publico e encinar-
-ea maoeira de se dar era uraa peuhora binculo,
poitibis e bacirinba, e ftzer-se o que se tem foito
nesla eztcuco qne um verdadeiro e-caudalo,
partido de urna auVondade que deve rtspeiiar ssu*
actos.
Nao admira arada, que os Srs. juiz municipal
a do orphos joo baptisla do araaral e mallo, e
delegado, Joo das couimho dd aranji pereira,
ossem ao tribunal do jury, como Usa dno, qoan
do v-se, que tiles consentero que Joaquira Vio-
lera, ja' pronuncalo era tentativa de m re, aula
pnncKmente p^ias ras da Nazaretb, como atraz
|a" ca declarado, zo bando das leis e affroutando
a moralidade publica, por cuio aclo sao elles con-
siderados ipso (acto prevaricadores; c, quando
tambera vd-se, que os mesmos Srs. joao baptisla
do amaral e mello e jcio das coutinho de araujo
pj-eira, liverara rel.ic; com es ciganos que hi
noaco andarara era Nasirelh, indo o primero ver
oj visita-loa cora soa familia, e o segunde trocar
cavallos com taes gentes, verdadeiros vagabundos
e ladros, recebendo arabos elles seus presentes.
Fji publico era Nazaretb, que em ura dos das da
outubro desle anno, os citanos, depois de relacio-
nados com os mencionados Srs., coraDraram na
r-ira grande quaotidade de peixe e zerara Ibes
suas cuartas, e a sombra delles, o inseparavoi Jos
mana cardeso, porque tolos ellas sa escrevera
cora j, reeabeu tambara seu presente de einelnan-
te especie.
Grande foi a peizarla e roaior aioda o seu pa-
gooe, depois do qua taes ciganos passaram esean
dalosaoenta a furtar por mato de tres carias a
todos, que por sua mMieidade se Ibes avlsaavam
cora seus objectos. Nao sabem os Srs. amaral e
couttnho da morte escandalosa, falta em Papicur1
K por qua nao tomara ptovideocias a respeito do
autor de tal attentado, se o subdelegado nao cam-
pra suas obrigacS-s ? Nao, Islo nao Ibe convera.
SO se cecupam com o que nao devem. O Sr. cou-
nabo so sabe, como delegado, violentar t direito
airiHi, faz-ulo primes ilicgaes, como bera a de
cobranca, desgostoa em qae por duas vetea me reprovoo. Isto nao cas
u e-tu(.iaez. a algans individuos qae ficarara despenados com o ta dtnhetro.
O Sr. amaral, eorao Juiz municipal sustentoa a mesmo. Atiesto mais que o suppllcanta veio a
pronunciado subdelegado do I'dlstrlcto de Tra- nimba casa por alguma* vezes pedir providencias
cuuhero, no proees do menor de ii anoos, los, allegando, qne o queriam prender, a pratexto de
Albo de Rosendo Cavalcaote da Cunba Vasconcel- andar armado, e al ltimamente para recrula, de
los, pelo facto casual da morte do escravtalu Gre-. qae liaba sido avisado por varias pessoas, e por
gorio, fondada noart 193 do cdigo criminal e pe) i urna carta qne me apresentoo; e eo disse Ibe que
raeamo juiz, preparador dos processos, aceito o li- soppoodo iuipossivel pela sua posicao de bacharel
bello d prorootoria contra o mesmo menor, fun-^dvogalo e capitn da guarda nacional, que o de
dado no art. 193, com a ii camstaucia do| 6 do legado, e o joiz municipal pralicassem tai vi.
art. 16 do cdigo erimmal.
Nao vio este juiz o art. 10 1 e art. 13 do mes
jo codico? Jurisprudencia no Sr. amaral.
O* dipar ales do S.-. couimho sao tantos, que ja'
Raeife 27 de dezembro de 1867.
R. B. da Silva.
Um remedio vegetal assom-
broso.
Afinal chegou-se a descubrir na esseocia
concentrada de um producto vegetal, nm
ca. nao obstante os boatos que chegawm aos efficassissl.mo'remedio positivo, OOnt a todas
meus euvidos, e mesmo certo movmenio de forca as enfermidatles precursoras da phthisica.
!m_.*JL1al*l.^,'A^ P'Tl0 dJoares onde o sppii-, A arrore da sade, pois que assim verda-
publico o segainte officio do eogeshei-
mesma oompanhia, para scieocia dos
cencessionarios de peonas d'agua.
Recife 29 de novembro de 1867.
Sr. Director. Verfiqaei a existencia
rnuites abusos nos contractos de pennas
agua que nao sendo proveniente de rea
da parte dos contractaute, atribuo a
I ignorancia dos artistas que fizeram a obra.
Muitas pessoas que contractam pennas d'a-
gua nlo sabem aque se devem dirigir para
executar as obras ou reparar qualquer es-
trago e a Gra de faciliur-lhes a escolha de
officiaes habilitados, parece-me convenien-
te que V. S. mande publicar nns jornaes
d'esta eidade que os efliciaes empregados
pela Compaoh;a do Bebiribe em seos tra-
ballios actualmente sao : Bazilio Francis-
co do Nascimento-fFundico de Catdozo
& Irmo) Antrnio Ignacio Heiiur (ruNr>
u diparates do Sr. couimho sao Unios, que ja .cante costuraa estar, nio offlciarla a essas autori- deirament nue su dnvia rhamar .la nnal va n* 30^ e FraDC,sc& Antonio de Miranda
causara do Elle, no lempo de subdelgale, pro- daes a semelhante respailo, porque eeruoaale p,^rS.tt71f ,,?i J k qUal. (ma do Pires B. 46) OS quaes estSo babili-
npcioiI a Marcelino Gomes da Snva.uo art 194 do ilas me respoodenam atrmando a inaiacudaoseteX.trae te ">eslimave! thesouro, 6 a ana- d fazerem niiahmer enranarttantA
cdigo do p.ocesso criminal. Dastes dous lacios da que.za, e que. assim convencido o soppl.cante Cabulla do Mxico 6 0 Peitoral de K-m I, fP nLnf/S ,!! 2 n?S352i?
tenho cerlidao. do qia aii^ava, M ding.sse a pnmeira aulorida- forma a oreciosa comnosi.-io nne aliunr dePennas d a?ua Para casas paiticulares.
,n n .0,"e*T T'0 ^l**'*0' P'90QOCio" de da provincia ou usasse de nSlro qualquer meio MmDre a vi-ia ffi U pf rmi SSw De0S G,"rde a V" S'-,irm- Sr' Df- Jos
cotno autores do d.fl ..menlo de ama raoCa, o pa- |egi. Atte.lo lambem que o supplicaote apresen- W, a v,,clor,a. Subre as eof rmi lades g fl Q fa d j D t
*" Porosa, cn,o processo seus lg.,s ,ou.me BQiaqoeu. con.r. o jaiz municipal Or. m,m,*M dos orgaos da resptracao. Ja- i ComDan,.a ., ],!irihfl-asnado Fn.
nzeram de.-apparecer pe* extrvaganoia de sua j.io tlapl.sla do Araaral e Mallo, porque este mo mais bouve remedio algum que se fizase iS ni, 2L n i aSM"a0 T
pronunca. do que t.nho disto te.-t^muanas. qufia dar audamento a' quastao da su.pe.co op- dentro em tao oouco temoo to universal r Gervas, Rodrigues Campello.
vendelbao em ^Sl^JS^^ZSt^B "^ W** ^^U^^^^-* ** M 'nl6,,5eDCa d6
US.. Escre-; eu ouvlsse ao d.ti jo.x, foi por e>ta 'noraea'do ar- cor,MJ agrade-.idos,
E-creveoJo a
pressase oettes 'erraos: Sr. Joo.
ara caizioslnho de flgado, isto i-, fructas
vera ao collector, pedindo um bilhele desioz
para
passar urna esenptura. Escrevendo a ura amigo,
assim se expressa : Inclusu ram-tto o cavallo;
a outrohcIuso remello Ib) as ices..
Cnaraa tnpeira era lugir da fapaira. Ja' fallando
a um seu eriado, assim te expressa__uego Irais os
piru' pra manda pra o su.
Emjuiot ao Sr. jo.- rairia cardozo, elle s
sabe fazer suas raides u'esle goslo publico e
uoiorio o fallado cavallo, o fallado negro, o fal- j tJ nelu cuail) ia1igo, e permuta rae fazer
lado cachorro, etc. Proiesta contra as testemunbas
di seu.adversario, dabaizo do juramento da seu
grao de bicbarel, e d'ab nao sane escreve que se
uo enteude para assim ver se encobre sui crassa
unorancia. Ja' te meiteu a fallar ao jury, mas
foi uraa prepria lastima I Daseugooca se, salla-
bur e leve seguraauto a causa.
CiJada e Nazaretb 21 de satemhro de 1867.
Joo Piulo Mjoieiro de Aadrade.
(Eilavam reconhecidos.)
til*. Sr. ur. Jerooymi Salgado de Castra Acclo
Ii.Recife 31 de dezembro de 1867.igue-se
V. S. atiesiar-me ao p desla qual o motivo de
ler me retirado de sua causa contra o Sr. Joo da
Ci>ta Ribeiro de Souza, e qual omju procediman-
de
sua rosposu o u>o que me coavier. Sou com res-
peto ecoo-iderago de V. S. aliento venerador
e criado obrigado
H-ries Piinio de Borba Cavalcanti.
Illm. Sr. Dr. llaruies Pimo de Boma Gavalcan
ti.Respondeudo a carta de V. S. devo duer Ihe
Ihe um batj^ue da ,s,.que traz ua goalla. falla, a ( qua em coa.-ejueocu do que me commuoicou Ihe
voz e medoaha, mo;ira o ps sao elles esquisitos, conced a dispar,sa solicitada de continuar na mi-
da-ibe urna syncope, Bcou o reo indefenso. Diram nDa quesio contra o Sr. Joao da Costa, urna vez
eolio os jurados, esla hornera nao saha qua elle que se achava V. S. desgusloso de residir em Na-
odo arrumado, corno vam aqu fallar ? uesde ea-; 2areih por mais lampo, sendo q durante o tea
ao nao se arnscou mais a ir ao jury com tal pre- UJ ea qily re.)aereu o meo direiti o faz com ap-
ancao. O Sr, juiz muulcipal e crphaas joao Dp- provar;ao de minha parte e a contento. Ficaudo as-
usta do amaral e mello, depois de minha corres-Mm r^pondida sua presante carta, pode usar da
poudencia leve a audacia de dizer ao br. padre, resposia como quizar. Sou de V. S. collega e ami-
Aoiooio Uaarque, em quem rautto acredito, que ; g. obrigado.
qu.nJo o major Alfonso de lldlanda d'Albjquer- Jeronyrao Salgado de Castro Accioli.
qua Maraonao, quena de5abafar-=e, maudava por p,^cife ai de dezembro de 1867.
mira escrever suis correspondencias, e elle man-
davaquaado quena as suj<, por Joaqun Vioem ;
ra. Sr. admrai=trador da delen{ia.O bacharel
llarmas Pimo -t Borba Cavalcauu precisa qoe V.
ao quj respondo, sa o Si. araaral iguil a Joaquuu s. mai dar.loe por certiJ0 0 dja mei e anno
tr ??'/'' 6m CJn,c, COin e"e' |U'1ae?"ie,D <^a', fra fejolh.do a esta casa Joaquim AILn-
tregue a sua propria coudemaacao. A autorldade S Fdrr(Jra de y,,,,,. e em Vlsta dos asseuldS de
t I 1 M ihCI n ... i*. <..'.. J A-LnF.|. -.i.'
que assim e azprassa, desee t> de^ce, confasse o
Sr. araaral, aioda alera do uivel de Joaquim V.n-
tem.
Eu escrevi urna correspoudancia, tirmala sobre
minha respunsi-b lidala, pelas vulencias, que oa-
tra mi n queriam ex-rcer horaens perdidos e con-
demuados pela oplnio publica.
Eu provoco e desalio ao Sr. amaral, para qne
musir correspondencias feius oelo Sr. major Ai-
fousoe por mim assignalas, em favor do mismo
>euber, e se o nao fizer, sjja tido e havido por io-
farae cilurauiaior e raii-eravel embus'.eiro. O Sr.
J )o bapti
ntralas e sah das de preso-' qual o crirae do mes-
mo. Nestas tarmos pele a V. defenraento.E R.
MeO bacharel Harmes Piinio de Borba Caval-
canti.
Passe. Casa de deleoejio 26 de dezembro de
18i!7.Na auseo:ia do administrador o ajudante
Ella3 de O iveir.
Era cumpnraentoao despacho sappra certifico
que o suppl Mdo foi rec >lhilo a e-ia casa era 8 de
i satembro de 1802 a ordem do r. de e^ado do
primen o di.trelo eocarr. gado do expedienta de
pocia, e qun por portara d > Sr. Dr. ebefe de po-
\7Z73E de]*.to*> escolher omros operlnos cj-
tuss s, esquinencias, ^vtoGaJS moJularem ais convenientes.
peito, bronclutes, asthma, catarrhos, Dr. Pca^GoZT^ ^iga.
Santa Casa" "de Misericordia
ilo Recife.
do
ocnstipagoes, phthisica, etc. se recebem ca-
da dia aos centenares de todis as quatro
partes do muodo.
Vende-se as pbarmacias de A. Caors
Barbosa de C, J. da Couceicao Bravo & C. e
P, Maurer & C.
COMMERCIO.
tenido, os livros do registro geral das byyoiho:as,
sera atteoder a no?sa reflexo e reclamago do
mesmo major, da quem se arraocava sua proprie-
dade para sa dar a aquella que nao lera moralida-
de e qua lera binculo, pompos e bacoriuhos,
sera ao manos o raesrao Jlz dalarminar a esti es-
cn*ao um trazo para dautro dalle pagar a proprie-
dide alheia e aquillo mesmo, qua airat Goa dilo,
derjaroa esie Jciz depois desta seu acto.
ra juizo qua assira obra uui juiz mliscrep'o,
ura juiz ds.-pota, um juiz lyraano, que abusa;
de saa antoridade sobre >eu lUDordmado, cuida-
o que assira se vinga daquelle qua nao teme as
tristes raias de seu luiquo poier, um juii estupi-'
do, qua faz o qua nao dave, umju^ira-f
do, que. djscoohace a lei, porque a ira .
a ausenciada toda a iai, u:u juiz loju-to qae
uo quarcomprehenJer os seus deveres, denaalo'
do f.
fo profer
beas corpu. O referido verdade.
Casa de dataugo 6 de dezembro de 1867.No
imped nenio do e-env), o guarda da escripia.
G.-uuin) Auguro Peixolo.
Publicares a pedido
Qoesto commercial enire o Illm. Sr. Do-
mingos Allouso Nery Ferreira, ex-thes"u-
reiro da thesouraria geral de Pernambu-
co, e Jos Antonio de Brito Bastos, ex-
ador do flritdo corrector Frederico Lo-
pes Guimaraes.
Aceordo em tribunal do commereio. Que re-
cebera e ja!gHrn provados os embargos de fl. I
PRACA DO RECIFE 26 DE DEZEMBRO
DE 1867.
As 3 X horas da tarde.
21 de dezembro
Acj5as do banco do Brasil2 1|2 0(0 de descanto
iHoje)
Algodo sorte 7^806 por arroba.
Silveira,
Presidente.
Macedo,
Secretsik).
EM LIQIDACAO
Novo banco de Pernambuco
Os Srs. accionistas podera receber o 3."
dividendo (em moeda correte) de 10 o/o do
capital, assim como o 1. de 30 o/o, e o 2.
de 46 o/o, j auounciados.
A caixa filial do banco do Brasil nesta
eidade troca as suas notas dilaceradas.
Novo banco de Pernambuco
em liquidaco
Os possuidores de notas da emisso do
banco queiram quanto aotes apresental-as
ao troco.
ALFANDEGA.
Randimenlo do Jia 3 a2i.......... 818:(0f0!)0
Uem do dia 26............... 62:17032t
A Mm* junta administrativa da Sania Casada
Misericordia do 11-cife recebem proposlas paja ar-
rendamenln pelo lempo de ura a (res annos, dos
sinos ns- IS e 18 no logar das Salioa, a quem
mais vaotagens i ffercctr, encarregando se de fa-
xer todos os coocertos de que precisara as casas
existentes no sitio n. lo.
Os preleodentes podero examinar a obra a'
fazer se as casas, e deverao comparecer perante
a junta no dia 2 de Janeiro futuro, pelas 4 boras
da larde, na sala de suas se^^6es, onde deve etfec-
luar s dita arreaulacao.
Secretara da Santa Casa de Misericordia do Re-
cife, Ji de dezembro de 18*7.
O escrivao,
Pedro Rodrigues de Souza-
TEjLEGRAPHO
Martimo do Recif*.
Previne se ao publico que do da de Janeiro
de 1868 em diante fur.cctraara' o novo roteiro de
signa- s qne se acha a' venda na livrana france
oa ra do Craspo n. 9.
O administrador
____________ Domingos dos Passos Miranda.
O administrador do consulado provincial, de-
clara a quem interessar pos-a, que do de Janeiro
vindouro em diante, tao seroadmlttidas nesla re-
patiico, para a vcnVaco do algodo, assocar e
ootros gneros importados por Ierra das provincias
da Parahyba, Alafreas e Rio-Grande do Norte, se-
no guias impressas e regularmente passadas, na
cooformidade do que di-[5a os respectivos regula-
mentas daqnellas provincias, e pelos qoaes se re-
gem as respectivas agencias estabelecidas nesta
provincia.
E para constar, seja a presente intimada aos
raesmi s agentas.e publicada pelos .ornaes.
Mesa do consulado provincial 21 de dezembro
de 1867.
Francisco Amynthas de Carvalho Moara.
880:571 $m
Movimento da alfandega.
Voloraes entrados com fazeodas...
gneros....
Voiumes sabidos com fatendas...
gneros....
32
311
------373
217
413
------632
azar o inventarlo pela morte da muiher de seu
'>'go, jus mana cadoso, cuj faliecimento jt" Como iofriageales lo julgado para annuarem a
Ui mais da dous auoos, bavando urpnos, ura S*Oten$i exaqueodo nos termos do art. 680 2 do
uiz arbiirano, qua era faji- da Floras ndavida-' regulaineuto n. 737 da 2-5 de novembro de 1830.
mate preudeu u n pobre moco, o qual d-pois dec Pjr luaota da disoosJr^io do art 43 combinado com
solio, pois uraa correspondencia na qual chainou-o' a[l- 0,> 3> 55, 56, 57 e 58 do codito se mo-tra
de juiz chicbello. correctores limtalo
E' veroale que rece sera coraproraelter minha a,s casos de que tratam os ctidos artig ,s, e ex-
dignidade imueusos obsequios do Sr. unjor Igna-1ff**>J*0 "!- >G d) regulameato n. 806 de 26 de
co Vieira da Mello, a quem sou eternamente alno de '8o1 aplilbiado a praca desta provincia
grato. i pelo decreto n. 808 de 28 do mesmo mez e anno.
Quem censurar qaer minha estada em casa de 0fa oao *e danuo na especie vertanta nenhuma das
meu prente e amigo o Sr. ui.jor Unacio Vieira de hypotb-ses all floradas, e estibalecendo-se a ros
Mello ? O Sr. amaral e raeilo, qua para castigo sau Ponsabilldada iiliraiUda da flanea violado foi o art.
envi-o p.ira >aa vida pascada, prsenla I... Ito1 J10 ca' commercial.
E o que s-ra' da futura ? Os aojos quo Iha res- A,a" D110 e Ja'gado por t?r sido assljnaio e
Podara!.....OSr. j,o bapUsU do amaral e executado o fiador sara sar previo cu coojuucta-
melb s encara as cuusas Cabillo do prisma que mauta conlemnado o corrector, ait. 43 Jo cdigo,
le convem. i 16 e 1/do referido ragalamen n. 803.
U seu genio interaraenta excntrico, onle elie' Accr-sce que a divida nio prov niante do cffl-
se acha, eatnga-se quase sempre cora os melbores ^lo ou J6^0 da carr';c'or nu5 termos do cdigo e
borneas. do art. 23 e saguiutes do ctido regulament) da 26
O Illm. Sr. tauante-corouel Manoel Goncalves a" "!hj dt 1851> mis da entrega da dinheiro para
Pereira Lima j.' c-un e-te seohor arcou, qu advogva elle na villa da Eseada, o qual o fez ca-, deposito, seodo cntralo alheio r.s fanecas de cor-
lar na aprensa pelo poer de seu oraej. i rt'cior, e que constitue a ceo especial e pessoal.
E' da direiio natural, qoa cada ura sa dafanda'. Porlantd recebidos e julgados provaJos os era-
da seus injusios a^^rassores, e o qua de prosea- Dargs de oullidada a a. 1 aaoullam a sentenca
Mquira de AlraeiJa, que apenas I preso s por
uraa simples appreseniago de queixa, por qu-
era necassario, qua esta pobre passasse pelas tur-
turas de urna pn>.io para se dar a gannar ao Sr.
le fai;.
Dous foram os pontos, em qae divid a presen-
te correspondencia, o dominio da historia, e o do-
tuiuio .i Uctoi, do pnmairo faco presenta aos
rt^pjjsav-is uos Divtos da 2G da selambro, da 3
de outubro e 13 de novembro, pintando Ihes al-
gn* ex-m,jls, e do seguudo aos Srs., |oio Daptis-
ta. do araaral e mello, joao Da coutinno de arau-
jo pereira, e o- mana eardoso.
Para um povo ser feliz nacessario
(jue se executa, absoivem o embargante e condem-
uam o emba/gado as castas.
Recife, 9 da dezembro de 1857.Pirelti, com
voto.liis o Silva, vencido.Accioli, vencido.
Ristos.Mirauda Laal.
Descarregam boje 27 de deiembro
Rarca inglezaSeraplimi m-rcsdorlas.
Hiate iogl-z-J. A Wo. d'touse-dan.
Patacho naciumllaboatao\iem.
Sumaca hespaogotaPaulo sal.
Sunica haspanhjlaSebastian farinha de trigo
Brigue hollandezAdnanna Johannaidera.
Bngua inglez Sarli L Hallbacalhao.
Baca inglezaOUnlibacalhao.
Barca inglezaRodrtele lion -caro.
Barca inglezaStaranho dem.
Barca ingleza Cronndem.
Barca ioglazaUtjii-dem.
B.rca inglezaSi Qaeu dem.
Barca suecaSeverujedem.
Baica fraocezailarg Hortense iJem.
Li.'ar inglezCornucopiadem e farro.
Pa acho holsteoseMariacharque.
Patacho baspanhoiIndio dem.
Barca iuglezaIsubeila R lley bacalhao.
Briguo inglezIsabcUa Dobson -mercaduras.
HECEbEDUlA UU ItE.NDAS INTERNAS
GEBAES.
Pe
fjQrtRlCQ) UM
Mendimento io dia 3 a
dem do du 2-J.......
80:2195258
1:>G3;389
82:1825-47
_ dro nislraco do correio desta eidade s
faz pob'.icoqne era virlude da coovenco posla
celebrada pelos governos brasileiro e francez. se
rao eipedidas malas pr,ra Europa no da 29 do
crreme mez, pela 6 horas da lardo.
As carias sero recebidas at 4 boras da tarde,
e os jornaes at 2 horas da larde.
Adrcinisiracao do correio de Pernambuco 26 de
dizembro de 1867.
O administrador,
D.miBgos dos Pasrs Miran a.
Pela flscalisscio da frepoezia da Boa-vistn
se faz publico a quem intere-sar posss, que so
acha em deposito um boi man n, o qml foi en-
contrado faiendo distroicS s n. sitio da estrada do
Rosarinho, perteocecte ao Sr. Fraoci^co Thomaz :
quem se julgar com direito ao mesmo coropareca,
qua salisfazendu o dipisti do art 16 do titulo 9o
Jas po Iha sera' entregue.
FisealisacSo da fregnezia da Boa-vista 24 de de-
zembro de 1807.
O Asnal
Jernnvmo J-i- Ferreira.
Pela subJeiegacia de polica do 2" dlsircio
da freguezia da Boa-vista do lermo do Recife, se
faz publico que exMem em deposito tres cavallos
que loram apprebendidos por suspeita da serem
furlados : quera se jolgar cora direito aos mencio-
nados cavallos, aprsente perante a mesma tubde-
legacia suas provas.
O subdelegado em exrrcicio
Caelaoc Quictino Ga tu do.
CONSULADO PROVINCIAL
Recdiraonto do dia 3 a 2i....... 126:2215635
dem do dia 25............... 6:820826
133:0425161
POETO
A'W.I. f.
Luzete e;!rela, qne raaus passos gti'a,*,
que imiere
que cunsentera Joaquim Viniera, ja ; eardoso, segundo dlzem, qilt.hantos rail ris, o qua
., rondar e andar publicamente por todo traosloroou-se.por que o Sr. bicbarel Manoel
asdaquemciiaJe, affrqntiado as leis, B.rata, requerendo ktbeas Corpus ao Sr. Dr. juiz
Corpus ao sr. ur. ju
de diri-ito em fnvur ue tai nomeuo, consegoio po lo
em lifcerdode, (loando carioso a roer as unbas
cono C iSiuraa.
Outra do Sr. couinho, foi a priso escandalosa
de Carlos Jio de Daus, como criminoso de furto
da cav.iios, o qaal depois de muito parsaguido e
pas-ar pelas tunuras de um trouca no eogenbo
Canavieira, foi remettl lo para a cadea da Naza-
retb, onde e.-teve perto de quar^nta das, sem se
Ibe dar a nota constitucional, al qoe fra solio
por um habeos Corpus, por cuias violencias foi o
mesmo delegado cuisurado pelo mesmo Dr. Juiz de
direito, pur ha ver infringido as mais terminantes
dMposigdes de aireit), qae de ludo isto tenho cer
tidao. E-te J->ao de D^us, se diz innoc*ote do cri-
me, que o delegado cpat.nko Iba irauoera e dii cou-
sa bm ir.sies entra o raesmo delegado....
Uutra violencia ao Sr. delegado couitaho, foi a
priso do neg-ciant Maaoal Pereira Nuoes cara
recrut), eo aii>f.c*.) de mesqu.nhas v.ogaocas.
Outra violeuei., analmente, loi o att-nudo de
minha priso, d^^rm.aada pelo Sr. coutinhp a pe-
dido dos fin. amaral e cardos, como se havia es
palhado em Nazaretb e eW em minbi correspno-
deoea.
Se ea fosse meaclooar es actos de Tioleoeia de
tal delegado, ento o lempo seria pooeo, por que
sua vida ama consunta carreira de violaocu e
desalma
O Sr. eardoso, qaando foi ao tnhnaal do jary
Aujo dos anjos 'ua ma das a vida,
a jusuc, eserespeiiem asirutoVo^quTquer ^" W*H 1** w P|t'J abrazas,
o nos.-ogoverno. Deusa singella do mioha alma qu'rida [
Archidamos, se Ihe perguntaudo qoem era o Sr.
de E-puti, disse, qua as leis, e depois deltas os
ioag!>lrodos en confirmidda cora as leis. A um
ral de Espaa, pergoalaodo sa, co no ella tinha
sido Danuo, sendo re, respsadeu : porqua U'
dominara as leis.
B^- ctrorava, coaderanaado ura bomem a mir-
le, alguem Iba disse, se choras, porque o condam-
uastss ? Rspondeu ella, nacessano obedecer a
lei, e seguir naturiza, qua nos inspira a piedade.
B-m admiravel era aquella inscripcao dauTueimj-
py'.is, que mostrava lana submi-so as le: Ci-
miaante, vai dizer a Esparta, que nos aqui esta-
mos morios por obedecermos as suas sauas leis.
Mas e.-Us saoraeotos por amor das le oo sao
para aqueiles tres senbores da Infeliz cilade de
Nazarelh, que eotregaes as saas loucas paixoes, se
Ihes inspira somante o medoubo quadro ue saas
crueis lojusiicas.
Tenho dito deixando a estes meus ojustos e
desapledados loimigos por simples e uoica despe-
dida sem mais resposta tres tnbuoes, paraaie
quem devam ser migados, a sua propna eoudera-
nago, a condemaacao dos bomans e a condemna-
I !
E's tu da larra quera o cos aclara,
E's tu ua ierra quem a mira fascina,
E's tu que os pulsis preolas-rae, captives,
E's tu quem guia mioha triste sina.
I
Contra es>is aves qoa esvoacam doidas
Sobre mau corpo nos vaivens da aorta,
Q uado agredido Ihe desfeobo o golpe
E's sempre tu q tara as desvia m irta!..
Pobre?, bandidas, protegi precisara I I
E tu visa da rao souhar profundo
Da-lhes a vida ; a corapatxo raerecara,
Mas, n te e zoraba da illaio do mundo!I...
Deixa-as, que assim eo ma verei viogido,
Vealo-is subralssas a teus pos cabidas,
Eolio iu i- azas balaras alegre,
E era novo co nos acharo unidos.
Ja abrigado sob a? toas azas,
Vida suave nos conven fruir,
Naoba quem possa da-viar oa trra
cao de Deus, e a meus amigos e boas habitantes d DoUi cor*S5** 1UB Dus procara onlr.
AoSr.Dr.A. G. M. da
va Sautos.
Seu rn.nga.do sold? Isto iigam os OcUso. do 4- 1^W*SZZ XZZZFJg,
Naiareih um a-leus e ama terna saudade.
Racifa, 26 de dezembro de 1867.
Uermes Plinto de B. Ca volcante.
Illm. Sr. Dr. juiz de direito de N&zareih.Dig
ne-se V. S. attestar-me sobre os pontos segrales
qne passo a extender a V. S.: qual tara sido
minha conducta civil e miral e mesmo piliuca L com algum prazer o seu coromunicaio de
oe.-ta comarca 7 2* qaal te" sido o motivo de mi- bentam : em resposta campre-me diter-lbe : que
QbasiBirigas aqui 7 3* qual o motivo de dirigir- agradego cordlalmenieos oonj desnjos que leve e
me a' casa de V. S. como a priraeira aoiond.de anda t-ra de me jalgar habilitado; que, m-smo
do lermo pedmdo providencias sobre as arneacas reprovado, fo^g i por ter encontrado oa nossa so-
e insoltos dos Srs. Drs. Joao Das Ccutinha de ciedad-, tao tristemente agitada, bomanscorao 8. S.
Araojo Pereira delegado do termo, Joo B.ptista ou como seu amigo ec.ll-ga Steaber que sobre
do Araaral e Meilo, jaiz municipal e de orpncs tudo mais presara a justiet; qae, pela feliz de-s
deste mesmotermo, e Jo.- Mara Cardoso alvo- coberta qoe fez em miaba passada correponden-
gado do foro, e sobre qae fundamentos erara essas ca, rooeba meas sinceros emboras; que nao pr -
araaacas e iusartos por mlm declarados a V. S. clando, para raioba cabal jusbfirago, de m is do
masrao se V. 8. oo sobe por mais algaem dess; s que da prxima pubilcacio promniuda, e que ja*
am-acas e iasnllos, e se o rumor deltas anda nao esta' no prein, nem por Isso, deixo de agradecer-
cootiiiiia e se constantemente nao me teabo dirig* Ihe cordialm-nte o novo documento que acaba de
do a V. 5. para remediar om estado lal de cousas 7 ff-recer-me, e qae oa mesma publtcacao ia' tem
4* senao me aoeixel do p'oceOmento do Sr. Dr. om logar reservado; qu-, por falta o tenso con
iio Baptisla do Amaral e Mello oa saspeigao de wiiiji. uafla perderaba pessoas, a quero consulta
Francisca Carolina Cavalcanti de Albuquerque, moa, do merecido coaceiio de qae gosam; qne se
iVaoio entrado no da 25.
Aracaly 9 Jus, mala bras-.leiro Sobralense, de
97 toneladas, capitn Antonio Gomes Pereira,
eqnipagem 8, carga algodo e outros gneros ;
Jo- de Sa' L-iao Jnior.
Iih. da Fernando 3 da, hiata braileiro Sergi
pao, da 5i toneladas, capillo H-ranina J^s
Vieira da Silva, eqaipjgem 7, carga railbo e al-
godao do governo ; ao mfsmo apfio.
Tei ra-Nova 35 dia, pancho inglez Ztgn do
110 toneladas, capillo Pnillp La Bou iltiier,
equipagera 7, carga bacalho; a ordem.
Terra Nova31 das barc3 mgle/.a subilla R>-
dleg, da 239 tonelada-:, c.ipito Wiluara Lopp,
equipagem 12, carga 3131 barricas com baca-
lhao ; a Siunders Broihrs & C
Giasec.w 33 das, barca noroeguensa N^rdeaf,
de 340 toneladas, cap'to s. Alurechtson, equl-
paiiem 12, carua carvo ; a orlara.
New-Yok 35 das, patacho brasileiro laboatao,
de 238 toneladas ca-dtao Guilharme Dupra',
equipagera 10, car,{a differenles mercaduras ; a
Henry Forster & C.
Observaslo.
Nao honve sahidas.
Supeodea do laraaro para Parabiba o brigoe
hambarguez uptler, rapuo S-stemOO ; com o
mnmo lastro que truuxa do Rio de Janeiro,
llera para Aatilhas a b.rca americana Csea-
relli, eapito Emersou, como mesmi lastro que
trouxe de Montevideo,
Navios enU'i'ius no dia 26.
Japomim era Goyanua 8 horas vapor brasileiro
Parahyba de IU1 looeladis, coraraandante Mello
equm.ig-m 19, em lastro; a companbia Per-
nambon-na.
Leitn 37 das, barca ioglaza Uaegarit WUkie,
de 338 toneladas, eapito Wnliara Alexaoder,
ejaipagmii 13. c-ra carvo; a J. A. Tnon.
Navios saludos no mesmo ata.
Mirnhao- h'at- orsu^lr ooel C. da Co.-la, carg d ffareates gneros.
Obsrvacao.
Faodeou no lam>ro um bngne aastriaco, mas
"esm.. D^ l'""J cnmrauuicacao cum a trra.
Apparece ao sul nina escuna drussiana,
AVISOS MABITIMOS
dompaoliia americana e brasileira de
paquetes a vapor.
Ate o dia 2 de Janeiro esperado dos portos do
sul o vapor american) o/A America, o qual de-
nois da demora di costume seguir' para New-
Yik tocando n Para e S. Thomaz, para fretes e
passagens trala-se com os agentes Hanry Forstcr
& C, ra do Trapiche n. 8.
S. L. C.
DECLABlgOfiS.
Companhia do Bebiribe.
A Directora desta companhia manda fa-
(*J ,Q>e desde- j' prute"pela f .Isldade, se nio
Dla aiiulira acere do pedido, qne diz ter-lbe fe-
ti o eu amigo o Rvm. padre F. J de Axevedo ;
arle incapaz de qaatqner lodigaidada. (Oade erta'
a malicia, diz Camdts.......)
COJIPAJIHIA
DAS
Messageries Imperiales
At o dia 3') do correnta mez esp^ra-se dos
portos do sol o vapor francez Estramadnre, com-
mandante M. de S traer, o qual depois da demora
do cosame seguir* para Brdeos, locando em S.
Viceute e Lisboa.
Para condieS-, freas e passagens trata se na
agencia ru< do Trapiche a. 9.
COMPANHIA PElWMlCAlr
M
Navegaeo c8!eira por vapor.
Pardbyba, Natal, Maco, Aracaty, Ccar e
Acarac.
S-goira' oo dia 30 do correnta
as 5 boras da tarde o vapor Pira-
pama, c mmaodaale Torres. Re-
cebe carga ate o dia 2S' as t bo-
ras da tarde, encommeodas, pas-
sageus e oumeiro a (rete at as mesmas boras do-
dia da sabida no Forie do Matos o. 1.
Para Lisboa

Segne em poneos das o bngne porlngaez orit
tanle / por ter ama grande parte do seu carrega-
meutoprompta ; pira o resto e passageiros trata-se
com Onveira Fiibos Si C., largo do Corpc Samo n.
19, oa com o eapiiao oa prset do Commarcia
mn
Segu eom a possivel presteza o veleiro patacho
Volante, por ler a major pr e da carga eogi)aOa,
para o qoe anda pode adroiitr: trau-se coa o
respeaiis-jconswnatario AHtoeto de Almelde-fie-
mes, a' roa da Cruz o. 23, andar.
1

I IlBlVfll



Mario de Pernaiabae* Htxi* felra 1* de Deieaebr de 1S07.
tf
tffi)
DEJAMEIRO
Pretende eguir com rouif brevidade fe brca
Despique II, lea deas tergos de sea earirga-
mento a bordo para o resto que Iba falta trata se
com o seos consignatarios Antonio Laiz de Oli-
veira Aioreo & C roa da Obi o. 57._________
GaWlPANHIA PEBRttlBCAliA
Navegando costeira por vapor
Macei, escalas e l'enedo.
Seguir' do da 30 do correte
as 5 turas da tarde o vapor Po-
trngi, comraaadaBte Perelra. Re-
cebe carga at o dia 29 as i no-
, ras, encommendas, passagens e
dlnheiro a tvi at s mesmaa horas do dia da
sahida : do Forle do Mato. p. 1.
1 orto.
S'guira com tola a brevidade posslvel, a-vellel-
ra galera ponuguei Suva Fama II, por J ter a
tnaior parte do arrrgameou engajado : para o
resto e passageiro, ao quaes eflorece ricos e ex-
cellenls comroidj ; trata se din Cmha Irma s
J C" a roa da Madre dt Deus d. 34, oa com o ca
puao a bordo.
Obra feia e forte
Cbegaram ao daposito de pao na ra larga do
Rosari) n. 30 gigot faltos da raadeira e de time
para o trauco de padaria, cestas da mesan, cr-
rela de eattaotielra com arco e taaipa para mas-
cite, e compras io marcado, recebamos ptimos
pacho* eomprUos ? ralo* vaodetno* a precia ra-
zoavels para d;saoJ*r este esubeleclment), pres-
tes a reaufter na earrejamentojde bilaios.
Ama
Precisase de ama ama para o servico de cata
de posea familia ; na ra do Torres n 14, segan-
do andar._______
Pagasebem a ama ama qae silba eniithar.
para casa de fiailia : a tratar a' roa da Impera-
iriz o. 44, Icji.
Precisase de ama ama de leite : oa roa Ve-
Iba a. 80.


Babia
Pretende segalr com brevidade a snraaea H->r-
limeta, por ter parte do sea ear.tgamento ogaja-
do, para o rerto qae Ihe falu trata-se cora os con-
signatarios Antonio Laiz de Oliveira Atevedo & C,
roa da Cruz n. 37. _

Por o
Pretende seguir com a miior brevidade pessirel
a barca poitogoeza Sepiran^a, por ja' ter dous
tercos do sea carregameoto engajados : para o
resto e passageiros aos qaaes ilferece excellenles
commodos; trata se com Cuoha Irmo.' & 0., a'
raa da Madre 0 'os n. 34, oa cora o capito a' bor-
do.
RISC SUR.
Francisco da Silva Rema, capilo da galera por
tugoeza Josefitn Almira, arribada neste porto na
.ua viagem de Havana para H ib? -K-og Maco,
precisa a qoantia de 18:000JUOO, piuco mais oo
menos, para pagar as inevitavois despetas incurri-
da no reparo du navio neste porto, podendo asslm
continuir a sua sobrehila viagem.
Recebem-se propostas em carta fechada, no con-
fiado de P. rtugil, dinl las ao capitn, as qnaes
sero abarlas o* preseoca do Sr. cnsul de S. M.
P., no sobbado 28 Pernambueo, 23 d dezembro de 18 >7.
Francisco da Silva Reina.
I
m
LSILQES.
LEfLlO
De lustres; araQ lelas e ruis objectos.
Sanbadu 28 do corVenle.
Em censequencia de se nao poder acabar cora o
leilj dos objectos perteocentes ao Club do Recife
fiodar-se-ha no dia cima as II horas da manha
tendo a vender se lustres grandes e -pequeos a
gaz, arandelas de vidro e de latao, escadas, core
tos e muitjs ootrus objectos que se aebaro pa-
tecte.
Perdeu-se
no dia 22 do corrento, do Mooteiro Api-
pues, urna cazoleta de oiro circulada de
perol s ; quera a tiver achado, traseado-a
esla tj pographia serbem recompensado.
Aluga-se
Aloga-se o segundo aodar e soto do so-
brado d. 60 da i ua da Cadeia do Recife com
excellenles commodos para familia e mesrao '
para algum eslabelecimento.
Ama de leite.
Precisa-se e paga.se bem : na roa da Ponte Ye-
Iba o. 6.________________________________________
Saques
Joai do Reg Lima saca sobre Lisboa e liba de
S. Migoel : na roa do Apollo n. 4._______________
Fundigdo d'Aurora.
Taias de ferro ruado, bom sortlmtnto e quali-
dade superior. _________^_^^_
Casa alugar se
Aloga-se a casa da ra do Gar, que pertenceo a
Irlni) Januarl j de Oliveira, com maito bons com-
modos para grande familia, qnintal maito grande
e morado, com algoos arvoredo e muilo fresca;
trata-se a' roa do Apollo n. 47, 1* aodar. _______
BO.SJ=
wprovad* pela fuealalada
ale Mrdlehaia, emprecade aoa ^^m
~ ELIXIR DO DE THERMES
n^ft" r!Sf^!luiar e?i^ l^j"Coe femiglBOSM as mala assimilaveis. O Elixib do IV THERMES empregado diariamente nos nospitaSs de Parto e principalmenU no
_Z^D.\!uJi^_d_a."icnlda!.e edcn de Pans). Administra se com o maior xito as doenf a de fonH,..i.|>rfta> resultantes da r.h.a.t.ri. de angae chlo-
ts.'e pAlpltnfo* das roul-
abusos de todos os gneros, etc.
a\parav*al* arla faealdaale
ale aaeallelmk, *m areg-aala
hSSSJ^T.SSJCMi "iJ, a**^ ^ie. tna^mal depois das hemorrhagias, ou durante as convalescenciag defebres perniciosas, >utToraro*.
nerea pejaaas. ao e menos etnca contra o rarhltiam e obra poderosamente para os homens cujas torcas estam esgotadas pelos trabalhosintellectuSes, abui
TOP lf eolkcrlaala depon de ciade rcfelcAe. ^
DrpoaKo eral na pharmacia, ra Reaumur d3 e em casa de E. GALLQIS, pharmaoeutico do S. M. Imperador, place Vendme, 2, ema Paria.
epealfe eft* PEMBlAMBrce, P. MATJPKR nO,t todas as Pbarmadas ao Braxfl.
A LEGITIMA
SALSAPAEBILM
0
DO SANCHE.
A LEGITIMA
SALSAPABRIIIA
2-,
si 2 o q.'o
O 3 O- ,
CU
3
_ 3 as w
1 VI -1
o c r-
5. a. B -
o 8 e o
o 8 S-
o. u> a o. ^
o v> o s;*T3
a .. -r
S r~ O 03 X
b a w
O O
oT a>
d 30 sacros com assncar branca
Segunda-f.ira 30 do correte.
O jgenie P oto fir." lei'io a requerimento de
Joaqun) Elviro Al ves da Silva e per mandado dn
lilm. Sr. Dr. jnii especial do cmruercio, da 30
saceos coro asquear branco penborados a viova e
berde ros de Francisco Santiago Ramos, as 10 tu-
ra- b dia cima ditj do trapiebe do Barbosa.
avisos DIVERSOS.
Precisa-se
do uro feitor para um sitio em Olinda: nes-
ta typograpbia.
Joaquim Antonio Pinto Serodlo, saa mulber, fl
ih3-, georo e ora, feridos da mais profooda dO-
pela noticia da m irte de sea canbado, maoo e to
o Sr. capitao Antonio Lopes Vianna, fallecido na
capital da provincia de Alagoas, coividam a todos
os seas parentes, amigos e coobecidos para assis-
tirem a missa qae por alma do mesmo mandara
c ;\- b'.ir oa matriz do Carpo Santo as 7 boras da
manha do da 30 d) correte, confessando-sa des-
de j -. sammaoieote gratos a todos qae piedosamen-
te c,)mnarc9rm a vcielle acto.
D. MdUjeiu Mrii oj Cjoceii;aj Kerrelra, seus
Olbos e georo Jeroaym) Emiliano de Minada Cas
tro, agralecenlo a tolas as pessoas qae assisti-
ram as exeinias do sea flnado marido pai e sogro
La lisia.' Jas Ferreira, rogam aqaellas que qaize-
rem oavir ama missa p>r saa alma o comparec
meoto as f horas da manha do da 28 do correlo
na ordeTi t^fc^ira d S Francisco.
fl
desde o dia 24 do correnn raez de dezembro a ps-
crava crioula de nome Gertrudes, de idade de 45
annos, pooco mais oa meuo?, ptrnas arqueadas,
cocha, e falla muito alto : qaem a pegar leve a'
Torre a entregar a Fraacisr-) Jos Arantes.
J i? Alves da S'lva GoimarSes p? tirina qae
O seu socio Max Harabnrger embarca para Europa.
__Alaga-sa a casa do M mteiro, roa do Xistro,
eomJardim ao lado : a entender-se com Andrajo
4 Reg.
~Massa fallida da ?iiva Araorim
e Filho
Os senhores credores qae aioda nao foram pagos
do 1* dividendo da 10 0,0 queiram ir recebe-Jo
sem demora, aQm de se proseguir na llqaidago
da massa. Escipturio do adminislrador, raa do
Trlpicbe o. 41
Ama~de leite
Na roa do Qoelmado n. 28 precisa se de ama
ama de leite, nao se olha a prejo. ^________
Gratidao
o o D i K
B i
B a a,
2.e:S-
TBPo
DE BRJSTOL.

PREPARADA UMCAHENTE POR
LANIAN k KEMP,
NOVA YORK.
Esta excellente e admiravel medicina preparada de urna maneira amis md|
tfica por chimicos e droguistas muilo doato.s e de orna instrucc3o profunda, teodo lido i
muitos annos de experiencia.
A SALSA PARRILIU DE BIUSTOL
orna medicina segura e digna de toda a confianca, conhecida e receitada pelos mediros
os mais sabios e entendidos neste imperio, durante o espado de tres annos, e nunca falta
em produzir o desejado eleilo.

A iliSAPARHII.lf V DK
Entre as numerosas pravas
Lanman e Kemp, de Nova York,
mtac5es e falsific?coes fraudulentas.
BKSTOt
do pande merecimento da legitima, preparada por
n5o a mais fraca o fado que tem produzido tantas


Precisa-sede ama ama para cosiulnr e comprar
para urna pessoa ; na ra larga do Rusario o. 31
I* aodar.
O Dr. A. S, Pereira do Carmo (medico) JfS
est morando do sobrado n. 12 da raa da ^
W Imperatrlz. Su
mm vmmmaamwm
Isto que pechincha.
Fazendas com toque de a-
varia*
Madapolao de 103 finoa C^.
Dito de 9 idercaj'3.
Aigodozinho flnoa ti.
Ditoa 33-
Camisas de 335C0a 2J.
B;5-s de 4*-a 25.
Saias de 33a 33.
Toalbas de 13500a 800 r?.
Seroulas de 233O0-a 13-500.
Enfeites para cabeca de 53a ?3-
Chpeos oe copa baia de 5350 -a 43-
Na ra dos Quarteis b. 22, leja de calcado do
Vianna.
Deatscher lluesvereiu i;i l'cnuuu-
baco.
Uie zeveile ordenlliche Generalversammlnng
des Vereins evird ora Sonnabend dea 16 Januar
staitndeo.
Di-jenigen Herrn M Ulieder, die Veraen, derung
der Siatuten belrtHande Aotraege zu machen ba-
beo, evsrd' n biemil on 3 des dritlen arlikels der
SiatuteD enonert.
Etevaige eingehende antraege sind vom 2 Ja-
anar an, bei den Mitgliedero des aossebusses em-
zusebeo.
Im Auftrage des Ausscbusses
B. Nobiling
___________Secrelair.
Aloga-se a casa n. 71 da ra Velba ; a tra-
tar na roa do Caba d. 7, 1* andar._____________
O Dr. G. A. WalbauD, medico, tem o sea es-
criptorlo a* roa da Cadeia o. 36, segooao aodar,
uode da consultas tjdos os das de 8 at 10 boras
da maaba, e 2 at 4 boras da tarde. Rectbeo
agora no ultimo vapor verdadeira vaccina do pei-
o da vacca, e fornece a qaem qaer.
De ordem da mesa regedora agradeco solemne
mente a soCiedade Nova Harmona a maneira ob
sequiosa perqu se prestoa tomando parte na so*
lemnidade da missa de Natal, qne leve lugar nesla
cenfraria no da 25 ao correte. A mesa regedo-
ra, grata por tao toequlvoca prova de gratidlo por
essa dttiacta scciedade, coogratula se com tedos
os stus membros e coafessa-se por esse motivo
agradecida.
Coofraria de N. S. do Uvramento 26 do dezem-
bro de 1B67.
O secretarlo
Jos PeraaBdes Moreira.
Preeisa-se de ama ama para casa de pouca
familia : a tratar a raa Nova n. 2(*.
_ Precis-se de orna ao para comprar e co-
zinbar em casa de rapaz solleiro : oa raa estrena
do Rosarlo n. 2, deposito. _______________
base 1:5003O0 a jaros sobre bypotheca :
quera pretender dirija-so a raa do Caideirelro Da-
mero 6*^_________j
Precise se adagar am prelo oo moleqae para
o servico de cas* de pequea familia, prefere-se
qne eoieflda deozlnha : a rta do Traanbe a. 41,
sotando aodar.
Novidade para a festa.
Aloga-se cavallos gordos e boDitos para o dia
22 (domingo) e dias 24 e 25 quarta-feira diade
esta, a tratar no armazem do sal na Boa-Vista.
DINHE1RO
No escriptorio da companhia Pernambucana For-
te do Mato o. i, ba am embrolbo de diobeiro para
o Sr. Joi de Mello A- Montenegro.____________
Acna-se futido desda o da 28 de aovembro
do correte anno, a escrava crioola ds oome Flo-
rencia, de idade de 45 aonos pooco mais oa menos,
falla maito e iatitala-se de forra. Julga-se ter se-
guido para Garanbans onde tem parales : qaem
a apprehender leve ao abaixo assigoado em seu si-
tio na Torre qae ser recompensando.
Joaqalm Francisco Franco.
Por maior prego do que em outra qualquer
parte,
Paga-se raoedas de curo e prata naciooaes e
estrangeiras : na raa do Trapiche n. 16, casa de
Adriano, Castro S C, e roa do Crespo n. 20 B,
casa de Alvaro Aogust) de Almeida.
Precisa se de am caiieiro com pratica de
molhados: Ba roa da Imperatrii d. 15.
FIGIO
No dia 19 de dezembro do correte anno do enge-
nb > Santos Meodes da comarca de Naiaretb o es-
cravo Firmmo perteoeeale a Laoreotino Gomes da
CnnbaP. Bel trio, com ossignaessegolntes: crloolo,
idade 40 eonos ponco mais oa menos, altara e cor-
po regalar, -m o resto ja quebrado, dentes lima-
dos e eom falta de alguns, ponca barba, tem am
olho mais aperlado do que o outro, e quando falla
estremece cora as palpebras, peroas cavalleiras,
ps e mos graodes, ladino, compra e vende des-
embarazado, mestre de assacar, carreiro, e en-
tende de serrador; descoafla-se qae elle nao va
asaantar -prj.ga : qoem prender dirija-se mo ageTjtac ott oo Recife aos Srs OHriitP"Bos
& C qua ter*' 100* U fffUfca{i CO.\TIMii.KME
A PP ARECEII
NOVOS
TESTEHIUXIIOS
EM FAVOR
da legitima
S3LS1 PAIHILHA
DE
BRISTOL.
A SAjLSA PARRIiLIIA DE BRISTOjL.
E' muilo natural que aquelles que se acham oceupados em preparar e vender as
.suas misturas em garrafas pequeas raormurem e gritem contra os frascos grandes, os
quaes con'.m em ^i tres rezes mais do extracto puro do qne qualquer urna dessas outras
preparaces neste mercado.
A SALSAPAimiLIIA DE BRI^TOjL
foi estabelecida no anno de 1832
v.
No anno de 1848 o propietario aloptou, con grande sacrificio seu,garrafas maio-
res, sen'o agora de quanilho. oITerecenrlo deste modo aos consumidores urna maior por-
' c3o de extracto purissimo, como nunca fot offerecido.
A NICA LEGITIMA
SALSA PARRILHA DE BRISTOL
13' PREPARADA POR
Os doent s dverSo ter bem o cuidado
de obterem genuina e nica legitima
salsa pardilla de Biistol, a qnal preparada
por
LANMAN E KEMP
DE NOTA TOnii.
DE
NEW-YORK
Cautela contra as novas salsas parrilhas de Bistol que
sao perniciosas.
DE BRISTOL
PREPARADA NTCAMEiTrE POR
LAMAN k KEfflff.
NOVA YORK.
ESCRFULAS
ClIAGAS ARTIGAS
Ulceras
Feridas ulcerosas
Tumores
Herpes
Erupcoes
Lepra
Debilidade gerai
Wicumatismo
tSalsugem
Feores malignas c beliosas
kmpigens
Febres intermitentes
Nervosidades
A SALSA l'AItlULIlV HE BRISTO
De Lanman e Kemp
NEW-YORK.
E' A MELHOR
A MAISFORTE
E A MAIS BARATA
Em frascos grandes.,
Que um elegante estojo para viagem
COATEXDO:
Io20 cadernos de papel branco, pautado, beira doorada, marcado com as ini-
ciaes do comprador.
2o100 envelopes brancos.
3o iO penas de ac (marca langa).
ii caixa obreias de gomma : 1 caixa obreias de massa.
5o i tinteiro de vidro com tampa de melal
G! arieiro idem idem.
7ai pao de lacre.
81 caivete de duas folhas.
9*2 lapis.
102 caetas.
Todos esses objectos reunidos, dentro de urna bonita caixa, feita para este fim,
custam apenas
Es. 6$000
ummw mmtiL
K1\DE
m
RESTARANT A LA CARTE
Entrada gerai ra larga do Rosario n. 37 e para familias
estreita de Rosirio a. \ A.
Francisco Garrido & Hermano, proprietarios deste grande e:tabelecimento, eom chegada da
Europa do p ineiro, tem o prazer de annanciar aos seas amigos a fregnezes, qae se achata outra vez
no mesmo estabeleclmento, anclosos por ver todos os seas parochianos, tanto da prsga como do mato e
deoatras rr ivinma*. Os proprietarios tem fjito todo e possivel para sitisfazer a saa filustre concur-
rencia. Os hospedes acharo toda commodidade de grandes salas e asselados qnartos por presos ra-
zoaveis.
Ha sala para leltara de jornaes naciooaese estrangeiros; na raesma sala ha am magaiQco piano
para recreio.
Come se a mesa redonda a la carte e manda-se domicilios.
Os Tlobos mais finos do mercado achara se no estabeleelroento.
A' nolte ha sorvete e refrescos, caf, cha e chocolate a teda a hora.
Tem de mogno os buharos, nobres divertimentos dos res e ontros jogos. Falla-se bespanhol,
france, italian e tnglei. J j eslabelecimento vendem-se libras sterliaas e compram-ss oo^as
ozhepaholas.
ULULAS DE BLAHCARD
M HDnm n nuo DutnaAW.
Ajpprerada pela Academia de Medecina de Paris
mrraBAf m* MtrnrAAa u t*nc, a blica, di iilam, ba twi
Mmf$ mrmi mm BfHifii Vnlmrfi* Utfm-Yttk, US, iPtrU,
Imm PBnU aivotvidM ala MNda redno-bctMioiea avaBtigm 6* unm buRcraveia, im o*or, de peqaeoe volume, cdeuii
oTjaot difeatraM. Gotasdo dan preprledidet do Iodo d lu, Ua coa
la na tWmx^m CkUntUtu, Mt*rofuUf$, mAoratoMa, Camtrtuu, m
mnn$rrh, anaUm, me.; eBu oereeen pnlko ou aaottcafai Ata
i para aaodHcar aa cowtlrakpxa l/mpU(Ua$, fr4 M.B.-O Manto km kam* m alMnato 4 am 1ea
ato BM, tntmm. ONM prm mmu ato tmOMaeUtala) u
Ira Mlalu t BtMear, itov -* hH* ato
ictrra mu rama, *anrfMra4uU(,c|at <*< aC^atat
V aanaa, ton u.M%,,,,ii., H \ nitm*hmP>mnl\,m.Pm+.
:*&*
Mraaa raatUn
tortor atoaai
DE
RA DA IMPEB1TRIK M. 14.
Debaixo dessa denominaco abrase om novo eslabelecimento cojos donos, convidara ao respei-
tavel pnblico tanto desta cidade como de fora da provincia que querem honra los com soa fregue-
zias, a Tlr visita los, assegoarando-lhes que seropre hao de encontrar bom iratameoto, grande asseio e
o maior agrado possivel junto com prego maito commodos.
De noite baver sempre caf, sorvetes cerveja etc. etc.
%
RA\JC COSHORA3IA

ANDAR TERREO
M Ra da Imperatriz 17
PRIMEIRO ESIETAC l LO DE SHA CiLASSE
Todos os dias das 4 horas d tarde em diante
Com as principaes vistas das cidades de todas as partes do mundo, batalhas, mo-
numentos celebres e tudo o que ha de mais interessante n'este genero. *
Convencido de qae o respeitavel publico conGorrer a apreciar todas as collejoes de
vistas estas sero variadas todas as segundas feiras.
AOS SRS. CHEFES DE FAMILIA
Podero sem escrpulo algum concorrerem oa visitar, esta granoe galera por se
achar com todo aceio, dignidade e moralidade.
Cada bilhete de entrada d direito ama bella prenda, havendo entre ellas umitas
de sub' i valor e as menores de quasi igual prego do bilhete de admissao.
Entrada de cada pessoa 500 rs.
f V9& 'J)A 'J'irPJ.lA'i'itaa a?



Desde j acha-se aberta concorrencia do respeitavel pabftbo
V
INJECTION BROU

tan Kd ahuo Ur: Vea^M
Yende-se na Botica Fnncea roa Nova n, 25.

i
i
I


1 4
UREA P
Alarle e peraambjM Scxa letra tT de Dezemfcro de
UURILLMINACO
Fabrica de destilacao e bonifcalo
|K MARQUES & FERREIRA
BA DO AlHOBIB-FORTE DO MATOS
PERNAMBUCO.
Esta fcfcrica achndo-se montad! com todos os necessanos pertences a orna destilado o com
A GAZ
A empreza do gaz desta cidade desejando facilitar geraloaeote o uso do gaz na
casas e cstabelecimeotos particulares, offerece desde j as seguiotes vantagens:
i. Urna reduccao coosideravel dos precos dos canos, apparelhos e todos os mate-
riaes pncisospara a inslallago dettaloz.
2. O gaz fomecido boje de exirema pureza e nao offender a prata, o broDze

i ... tnm

PHOTOGRAPHIa
DA

materias primas, qae eoiram n conleccio de todos os seoa productos de soperlor qualldade : promp- n.mmf i.
vender os seos productos per precos nimiamente on 0_tro metal differente, assim como nenbum damno podera causar as pinturas, quaros.
vfiea-se a receber toda e qualquer encommenda e a ._.,*
redondos, os quaes obtiveram premios as exposicSes dePernambuco, Rio de Janeiro e Pars em 1807. ornmeDt0s, papel de forro mais delicado que seja, tornaadO-Se ao mesmo tempo lio sao-
Tetaos sempro em qnantidades gene-re, dita de laranja, aoii, agurdente do n^ c^Bj" (]aVel e mais econmico outra qualquer taz, i conhecida, anal, evitar tambem a obs-
clntho,%itter, werrautb, kircne, xarwpes par refrescos, pmneira e secunda tualidide, lirore ijnos e rn,riiin,
refinos, tinta pira escrever, perfcraaria*, vinagre, marrasqu.DO, corceo,sp.rfta de 40;, 38 e 30-, trocco lS canos e t JDOS dos i
dito do alfaiema, limonada gaioia, aguas : flor de larauja, rosa e ortelaa pimenta ; orcbata de peyde
de nrelancia e monos omros genero?, os quaes se vendem a vootade do comprador, em barris, caca-
das, em garrafas com vinosas tarjas.

ARMAZEM
...... Promptiflca-se a coodicclonar e i enviar qaalqner nmem^m
nos se>a pedida para toda e qualqoer parte, devendo ser os pedidos acompanbados de ordem sobre
W praca.__________________________________________________________________________
O Sr. Justino da Silva Cardoso queira
Va- nesta typogra-pbia negocio urgente.
Na pra?a da Independencia n. 33, loja it
oorives, compra-se ouro, prata e pedras preciosas
e tambem se (aiqualquer obra de eBcommeoda i
todo e qualquer concert. _____
Jornaes para 1868
Na livraria raocea assignm-se todos os Jor
naes da Europa .os Srs. asignantes eocontrarao
amostras dos peridico* e caialogcs dos mesmos.
RA DO CRESPO N. 9. _
O Dr. Joaqolm Jof de Campos da Costa de
Mediiros e Albuquerque raudou o seu escrlpiorio
de adVcacia da casa d. 22 para a casa eoBtigua
o. 2 da roa do Imperador, defronte da re acao,
jury e sala ds audiencias. _______________
Seguro contra fogo
Antonio Luir, de Oliveira Aievedo & C, agentes
da compaohia Fidelidade, estabelecida no Rio de
Janeiro, tomam seguros contra fogo em predios e
mercaderas, em seu escriptorio ra da Croa nu-
mero 57.____________________________.
MOLESTIAS DO PE1T0
Aviso Importante.
Os nicos verdadeiros xaropes de hypophosphi
tos de soda, de cal e de ierro do Dr. Cburcbill tra
zem a firma quairo vezes repetida desie sabio me
dico obre o subscripto e a marca de fabrica a;
pharmacia Swann, I i, ra Castiglione, Pars
Acha-se a veoda em frascos quadrados rom o no
me do Dr. CDorchill no vidro. Preco 4 fraucos e0
Paris : Com instrurco
Botica de Bartholomeo & G.
OTJiTXTfeptista Csanova
pode ser procurado a qualquer hora em seu con-
sultorio bomenpaibico, largo da mstrii de Sanie
Antonio n. 1. ,
o mesmo consultorio tcm sempre grande sor
tmenlo de medicamentos de nomeopalhia de We-
bere Catellan, tanto em glbulos como em tinlura,
assim como tem um sortimento de ferros de ci
rurgia em catteia:. e avuisjs do afao.adi) Cbar-
rier de Paris._____________________________
ambraias largas a 1*1000 e 1$280
a Tara.
Vende-se camlraia transparente com oito
palmos de largura, que facilita lazer-se um
vestido com quatro varas, a i$ e 1^280 a
vara : na loja e armazem do Pavo, ra da
Iraperatriz n 60, de Gama & Silva.
Espartlltaoa.
Vende-se cm grande sortimento de espar-
tilhos dos mais modernos : na loja e arma-
zem do Pav5o, ra da Imperatriz n. 60, de
Gama A Silva.
A na din e a C^COO.
Vendem-se os mais bonitos cortes de ana-
dino, sendo fazenda inteiramcnle mo'leroa,
transparente, coro bonitas palmas bordadas ;
esta fazeuda, que de muita phantasia, ven-
de-se pelo baratsimo preco de 65( 00 o
corte : na loja e armazem do Pavo, ra da
Imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
Ricos cor*es de medlaa pro-
prlos para baile.
Chegaram os mais modernos cortes de
medina, sendo urna fazenda inteiramente
nova e transparente, com lindas palmas e
quadros de seda, c vendem-se pelo barato
pre?o de 22-^000 o corte : na loja e arma-
zem do Pavo, ra da Imperatriz n. 60, de
Gama de Silva.
Caubralas a 35500 rs.
Vendem-se fir.issimas pecas de cambraia,
de 35<"iOO ate 10^ a
DO
VAPOR FRANCEZ.
ETJA NOVA N, 7.
Acaba de ebegar de Paris i este estabelecimen-
5o um grande e escolhido sorlimenio de calcado
ios melfeo; es fabricantes daquella granle pra?a,
sim como grande variedade de quinqullharla e
Je novos biinq' edos para crlaocas, cujos artigos
e acbam expostos a eseeHia e vontade dos com-
pradores, orno sejam alguns que passamos a
mencionar.
t;l ti Ra moda
Ricos chapeosiob.is de Rosto para senboras fei-
tos o capricho de urna grande modista de Paris.
Botinas para seuhoras
de setim branco, duraque dilo, preas e de ontras
different-s cores eofnt das a riRorosa moda.
Botinas p .ra meninas
de nanitas qu^dades bem sorildas.
Brincos de ouro
de le a oltima m>da dos Campos Eiiiios e boule-
vards de Paris. para se.-ihoras e meninas.
Lavas de pellica
do verdadeir) latineante Jouvin, brancas, pretas e
de ontras differcnies rores.
Leques
om escolhido sortimento de leques de diversos
gostos e qualiades.
Ferfn marla
Anos extractos, banhas. olis, pos de arror, agua
de cologn?, agu i -i1a e i-aboneies.
EpcltiOS
de difereotss tamanh..* e ftosios para salas, gabi-
netes e peaupuos mocadores.
CaliSiihas de costnra
de novos modelos ricamente goaruecidas e com
lindas pecas de msica.
Relicario presente
bolctnhas eceslthas de seda e de yellu-lo muito
importantes para bra;o de meuinas passelo.
Chapeos de sol de seda
de cores e moni ten--s para senhoras e_meninas.
Bouqucts d exposico
delicadis bouqucts de II .res de porcelana com lin-
dos jarros para me** de salas e santuanos.j
Lunetas
de ac, tartaruga e [bfalo.
Ocalos
de ac, butilo e da P'ata d-mrada.
Ricas bengalas
de canoa verdadeira com castao pritnor.isamente
U-abalt'adns .-m ma'fl'-n, compradas n f-xposir^ao.
Cklcoles para passelo
tnuit) linos ue ba'e a e cabo de marQm.
Oleado para mesa
de muito boa qaalidade, novos e bellos padrees: no
armazem uo Vapor, ra Nova n. 7.
Part tollet
oliectos de pbanusia muito bellos para toilet.
Cqaes
cb?g3d03 de n^vo a ultima moda.
Ricos albnns
de velludo e de marrequim para retratos.
esterescopos
cem lica phic..'raphias fansparentes.
Lstainpas
de figur?, paisagens, r.idadrs e de santos.
Uolduras doaradas
de diversas larguras para quadros.
Ai>at-jour
para candielros e lanternas de piano.
Cosuioramas
grandes e peqnems com 50 ou mais vista3 esco-
lidas a' ventad-, mnito plttorescae. u
Bealijos
pequeos, de qnatro -eis pegas de mosica.
AtcordluBS
< concertinas, o qo- ha de melhor oeste genero.
Ca'olas de rame
da varios pr-c"s e lmannos para passariobo.
Botinas para homem
grande sortin ento b,-m escolhido em Paris.
Botinas para meninos
de muitos modl#8 hpm sonidos.
Sapatos de tapete
da charlte, dPtapi-te av^iiudadus e da traeca de-
Lisboa para himen-, senhoras e meninos.
Botas rnsslanas
Perneiras e meias peroe.rss.
Mantas de feltro bonitos padrSes,.
Chicotes fortes cnmprldos.
Lovas de Qj da Eco*Ma.
Cartelrinhas para diobeiro.
Saceos de taptte pr viagem.
Malas e bjlcas sortidss.
Ponteiras para charutis e cigarros.
Cuaiuteirase cigarrelras de palhi.
Caximbjs de bjcitis mjelos.
Gravatas gretas e d* cores.
Cardas para viclo..
Benealaspara homens e meninos.
Escovaspara Ci-bt-llo.
Escoras para denles.
Pentes de marfira para tirar c;spas.
Pent-s de tartaruiia de desembarazar.
Abridores de la a?.
Tesonrinhas delicadas pira costura.
Caivetes finos cora tesourinha.
Meias de Qo da E-ossia para bomens.
Venenanas tran>pareniss para jaoellas.
Quadros pequeos para retratos.
Pares de lindas tiguras pequeas de porcelana.
Jarros moi pequeos de porcelana.
Objectcs de porcelana para botar baoha.
Taifceres finos para meninos.
Ob)ectos de mgica para divertir familia*.
Pbot?grapbias mgica*.
Castinhas de vtmes para meninas de escola.
Ceixinbas de msica e reajeijos para meninos.
Vela a gaz para caoiwros e candelabros.
ixi^eeas de massa, de cera e de porcelana.
Berecs e camas coro cognados para nonecas.
Cabrio6ls e cava limbos de madeira com machi-
Dismo para meninos de 3 a 8 annos montaren
Para presepe
figuras pira ornar pregue*, caalnbas, snimae*,
pastorea, e onfros muitos objectos proprios.
Attenco.
Nao senda pos qoalHlades de calcado, nem todos os artigos de
qamqnilbarlas, rooito menos da grande varie-
dade de novos briaaafdos; pede se ao publico om
passelo a este esUbuciraento, cerlo de qae eo-
contrarao bastante patencia para bem escolherem
o que despjarem eomurar, e precos baratissimos
md virtada de baver roa lodos esies artigos grande
qosntidade, e terem sido oonrados meso na
Europa pelo doao do oito ttbekcunento, arma-
lem do tnpor, ra Nova n. 7.
__Pf8cis?-?e de ama ama para e servlco de
orna casa comprar, cosinbar; oa mesma precisa-
se umbem de om criado, a tratar DS rP-9 OStreita
do Rosario u. W andar.
3/ Os apparelhos existentes, como lustres, arandelas, bracos de vidro, de bron-
ze, etc., etc., s5o proprios para os senbores que preferem luxo e elegancia, como para
os que necessiiam simplicidade e economa.
4.* As pessoas que qoizerem cullocar o gaz em seas casas poden dirigir-se em-
preza, a qoat se encarrega da collocac3o de todos os apparelbos, canos, etc., tomando toda
a responsabilidade pelo per Jeito cumprimento do masmo, ou por outra, podem empregar
qualquer maquinista reconhecido pela empreza, sendo o mesmo maquinista responsavel
pelo seu trabalho.
5. A empreza obriga-se anda a reparar gratuitamente qualquer falta de luz,
obstruccao de canos, etc., devendo o consumidor pagar somente as pecas novas que forem
precisas para o mesmo concert; qualquer reclamacSo que possa haver, ser dirigida ao
escriptorio da empreza ra do Imperador n. 31, afim de ser logo providenciada.
Xi S A -Ra do CatingaX.
Os proprietarios deste estabelecmento offerecem ao respeilavel publico
um esplendido e variado sortimento de joias de euro ebegadas recentemente
da Europa, cujos modelos s5o novos e de bom gosto como sejam: pulsetras
comperolas, rubn?, esmeraldas e brillantes, brincos da mesma f(.rma, annets
de pbaniasia, proches para retrato, etc etc., botoes de coral rosa para p.ito
de camisa e cacoletas com retractos.
Comprare e recbese em troca ouro, prata e brilhantes pelo seu en-
trinceco valor, assim como moedas nacionaes e estrangeiras. Tambem se en-
cembem de fazer concertos
Agostinho Jos dos Santos $ &
CASA IMPERIAL
ROA DO CABGA N. 18, ENTFAOA PELO
PATEO DA MATRIZ.
Acabamos de receber de Franca pelo navio
Sphtra :
Lindos stereoseopos mecnicos de jaciranda e
que montam 50 vistas por cada vez.
Stereoseopos simples, Jacaranda e mogno.
Vistas slereoscopicas transparentes e nao trans-
parentes.
Caixiohas envernisadas de acaja par guardar
50 vistas stereoscrpicas.
Lindos albons encadenados em chagrn e don-
rados, para 120 e 200 candes de visita.
Molduras dourasas e passe-par-tonts para retra-
tos phoiograpbicos de todos os tamanhos.
Um expeliente aparelbo para tirar retratos, o
qnal vendemos com todo o necessario para traba-
Ihar-se em pbotograpbia e ambrotypo, e damos as
necessarias direccSes.
Productos chimicos para vendermos as qnan-
tidades que pedir-se.
Na mesma casa
Ha um lindo sortimento de alflnetes de ouro
para retratos, nao f de gostos mnito simples
cemo com folhagens e crava^Ses com perolas n
as, rubios t esmeraldas verdadeiras.
ContiBoa-se a tirar retratos por todos os syste-
mas pboiORrapbicos. .
A 9^000 a dazia decarles de visita
Chamamos a alteocSo do publico para os nossoo
retratos cartSes de visita expostos na livraria Ees ,
nomica do Sr. Nogueira de Sonza._____________
ei im uuw i
45Kna Direita45
Chega, gente!!!
Borzeguins ingieres para homem a 3.
Ditos francezes dem a 5Jd
Borzeguins para seohora, eofeitados, a 4#.
Ditos para menina, dem a 3.
Sapat5es inglezes para horcem a 1J.
Ditos americanos a 'J,$(K).
Chinelas do Porto a 1^600.
Siaplos-tranca para senhora a 13280.
Ditos avelndados, idem, a 1,^280.
Sapatos francezes de salto a 3.
Aproveilcm emquaElo tempo.
45.Roa Hireila- -45.
PAltA SiNHOUAS E MENINAS
a 14, M e Botinas e borseguins Bismark e Amazo-
nas cor de jaspe, azul celeste e ostras ;
fazenda que p5e em relevo a perfectibilida-
de de um p americano, e que s pode ser-
vir alta aristocracia monetaria ou a quem
dinheiro tiver.
45. Una Plrclta 45.
Escrava fgida
Contoa fogida desde 25 de novembro do cor-
rete a escrava crioola Izi 'ora, a qual tem os sig-
naes seguintes: alta, bem parecida, denles lima-
dos, bem filiante, com orna elcatriz em um dos
bracos proveniente de nma facada, olbos pequeos
e muito vivos, 6 mnito regrista, levoo vestido e
chale preto, costoma dizer que anda pagando se-
mana, e a comprar (metas pelos illios ; protesta-
se empregar todo o rigor da lei contra quem a ti-
ver acontada : cuerna peg*r leve a sea seohor
Sebastiio Marai.es do Nascimento, na ra da Im-
p-r-tri, |. ja di louca n. 6.
Trabalhador de padaria.
Precisa-se de nm trabalhador de padaria:
roa dos Pires o. 42.
na
^(SfiRJffHlA^i^.
JITO B)E9Sf NEUIB.
N. 2 largo da matriz de Santo Antonio n. 2.
RETRATOS A OLEO
Temos a honra de partecipar ao respeilavel publico a volla do Sr. Alberto Hens-
ebe! qu foi Europa com o duplo m de se |or ao correte dos mais recentes pro-
gresos da arte photographica e adquerir para o nosso estabelecmento mais um ar-
tista de talento.
0 Sr. Alberto foi summamente feliz e conseguio engajar um destincto pintor de
retratos, p
Sil. CARLOS ERNESTO PAPF ,
Eembro honorario t'a academia real de pintura da cidade de Dresda, e do qual a reputa-
Co bem fundada nos autorsa a erperar producoes notaveis no seu genero de trabalho.
Um progresso imraenso ltimamente exeeulado na photograobia, nm dos mais
importantes consiste n'arte de obter retratos em tamaoho natural, fixando directamen
te na grandeza que se desaja, sobre a tela do pintor, o retrato pbotographado, por meio
de um instrumento especial chamado : cmara solar de augmentaco.
P r esta forma o talento e o saOer de um artista habii maravilhosamente se-
cundado pea prccia5o absoluta e infallivel dos contornos e das sombras que Ihe pe a
pbotograpbia sobre a tela, e ludo se rene assim para se alcancar o maior grao possivel
de semelhanca incontestavel, ao que d anda maior realoe o sello artstico, que imprime
ao retrato um bello colorido.
Pelo mesmo processo nos podemos reproduzr e pnlar oleo, urna vez que se
nos d nina pbotograpbia, seja de que tamanbo for qualquer retrato de pessoa morta ou
ausente e no tamanho que se desejar.
branca e transparente, de 38juu ate ivq as Ag pessoas que quzerern julgar por si mesmas deste novo genero de traba no,
peca; ditas tapadas muito fanas, de ofiate &-0 convidajas a nos cZCr a honra Q visitar a nossa galera, aonde estu expostosuma
serie destes retratos como amostras.
AMBROTYPOS
Retratos em caixinhas
Tara satisfazer a numerosos pedidos de muitos dos nosses freguezes, estamos pre-
parados para fazer retratos neste genero, para os quaes tambem temos agora um grande
ve ariado numero de ricas e bonitas caixinhas.
103 ; ditas suissas cora 1 vara de largura a
83, 10;? e 125 ; na loja e armazem do Pa-
vo, ra da Imperatriz n. (50, de Gama &
Silva.
cortlnatlit para cassmea c.
Vende se um grande sortimento dos me-
lhores cortinados bordados, proprios para
camas e mellas, pe s b..ral"S grecos de
95 105, 153, 203 e 2o000 o par; da-
masco de laa mitaca, de seia, com 8 pal-
mos de largue, a 43-00 ; colchas de cro-
ch ; ditas de fusto brancas e do cor; cro-
chs proprios para cadeiras, sofs, cadeiras
de bal3nco, para cubrir presentes, etc. etc,:
na loja e armazem do Pavao, ra da Impe-
ratriz n. GO, de Gama A Silva.
Corte de chita com tO cora-
dos a 33, 35300 e 336CO.
Yecde-se cortes de chitas francezas, es-
coras e claras, de cores fixas, e tendo 10
covados, a 33U00; ditas com 11 a 33300 ;
ditas com 12 a 33600. pechincha, so
para acabar: na loja e armazem do Pavao,
ra da Imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
Percalas a 320 is.
Vendem-se fioissimas percalas de cores
Mas, pelo baratissimo preco de 320 rs. o
colado, por ter um pequeo toque de mo-
fo : na loja e armazem do Pavao, ra da
Imperatriz n. 60, de Gama e Silva.
Trocara se
as notas do banco do Brasil e das calas filiaes-
dom descont muito rasoavel, na praca da Inde,
oendencia n. ti. _____,.
~PrecisT-7e de nm feltor e Jardneiro para tra
lar de cm sitio
oorives.
^m m
s

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H "9 ce
% C5
p5
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-a
s
Alem do grande sortimento das melhores machinas, americanas para descarrocae
algodo, de 10, 12,14,16,18,20, 22, 25, 30,35, 40 e 50, neste estabelecmento sr
encontra mais o segrate:
na roa do Cabng n. 3, loja de
Adriano, Casiro A C. fazem ccienle a todos
os seos amigos e Tregeles e pessoas com qoem
tem transaccSes qoe ge acbam pronsotamenie es-
tabelecldos a' roa do Trapiche n. 16._______
^D'-si'&OOjTpremtor^sm hypotheca em
bem de raz de obrado valor nesta cidade : a tra-
tar na ra da Iicperatrit leja n. 28.
iftlahclro
Jo escriptorio da companhia perDambnran, no
Forte do Hados n. i, ha om embrolho, diobairo,
paraos Srs.Maooel Rodrigues da Silva & Viaona.
f
Azeite de espermaceti propria para machi-
nas de todas as qualidades.
Vapores de forca de 3 a 4 cavalloa.
Serras avolsas para machinas.
Mancas o todos os mais pertences para as
mesmas.
Carros de mao para aterro.
Cylindro para padarias.
Debulhadores para nulho.
Arados americanas.
Escad -,s de madeiras americanas.
Garrinnos proprios para armazens.
Moiohos para refinacoes.
dem para m'lho.
Machinas para cortar eapim.
Bombas para regar jardlns.
Vaquetas para c&bertas de carros,
Gamas de ferro sortidas.
Bombas de Japy.

ceci imu mu
Os artistas pintores na Inglaterra recozam Ira- .
balbar na lela qae receben nm retrato photogra- j ?w americanas,
poico augmentado pela cmara toUr, visto qae o Ferros a vapor para engommar.
proceso pbotograpbico pirqve pasta a kla do Vassouras americanas.
pintor, aflm de se tornar comwinto e propria Baide8 americanos para Compraf.
para recebe' o retrato que por ue melos se deie- "rmo.*"*" 'rw r^ wn^...
nha e angoenta affecu a lorscio a mesma tela. J'MS fle maueira.
Pars- Unniteur it la Phttographie, 16 de oa- BaBakw e cestas de Yergorabas.
abro de 1W7. i Guarda comidas.
.mk
Peneiras d'arame para padarias e reficaces.
Correotes para almanjarras.
Machados e faces americanos.
Gaixas com vidros de todos os tamanhos.
Cannos de chumbo de todas as grossnras.
Folha de cobre idem idem.
dem de latao idem idem.
Folria de Flandres.
Ferro de todas as qualidades,
Arcos de ferro.
Latas com gaz. ____
Trens de porcelana para cosioha.
dem estanhados para dita.
Bandeijas. finas.
Bataneas americanas. m
dem rovervaes.
Taixas de cobre.
Estanho em vergainhas.
Folhas de ferro de todas as grossuras.
Correntes de ferro sortidas.
Espingardas de todas as qualidades.|
Rewolveis de todos os modeos.
Ferrameota para oorives.
dem para tanoeirosv
Idea para ferrtros.
Qoem quirer alugar o sobrado n
roa da Aorora, dirija se ao escriptorio n.
4, a' roa do Crespo, que achara'com qaem
tratar.____________________________
~3l Ba Direita 31
Neste esl beleclmento se acba a' venda om bello
sortimento de rendas e blcos de pontos de croebe
dos melhores gostos viodo de conla propria, por
isso pde-se vender por prego muito cmmodo que
em qualqoer ontra parle, vendendo se tanto era
poredes como a retaiho em pecinba de 10 varas,
das'9da roanhla as 3 da tarrlp._______^^
Pagase bem a nma ama qne saiba cozinhar
para casa de familia : a tratar na ra da Impera-
triz n 4i, |q|.______^^^^^ _____
Aluga e a casa da ra dos Prazeres n. 3b, com commc-
dos para familia.
Gasa para alujar em Olind
Aloga-se a casa de sobrado de nm andar e soto
nos Quatro Cantos em Olioda, com commodcs pa-
ra familia, pintada de novo, mnito fresca e encl-
lenle vista, tendo a loja nma armacao propria pa-
ra qualquer estabelecmento de negocio : a tratar
na praca de Pedro II, livraria da infancia n. 6.
lonfeitaria dos anans
Ra da Cruz o. 16.
Ha prestirlo?, ditos em Barabre, fructas em cal-
da, ditas secas, caj, do cristalisado ; recebe-so
encommendas para casan entes, bailes e baptisa-
dos, bollos e Pao de l eofeiados.
Aos fumadores de bom gosto
CHARUTOS DA HAVANA
Em a Galera Rtcreitioa rna da Imperatriz n.
17 se ha receido por amostra tres marcas de su-
----- | perior quaiidadeda acreditada fabrica de Manuel
42, a' de la Sala._______________________
Atteucao.
S. 25 Ra do livrameoto R. 25
Deposito de tamancos e calcado nacional da fa-
brica da ra do Jardim d. 19, de Jo> Vicente Go-
dioho, tanto no deposito como na fabrica seapromp-
tam todas as porcoes de calcado o mais barato
possivel, esta fabrica tem todas as machinas pro-
prias para os calcados ja bem acreditados pelo
grande numero ;de fregueres qoe daqai se or-
aecem. _________________
HISTORIA DE CMOS
XII
Bei da Suecia
fORVOLTAIilE.
Vende-se esta encllenle obra por 1200 em
broebura, na livraria Econmica ra do Crespo
n. 2.
Na mesma livraria tomam-se asignaturas para
avida de Horacio Nelsono celebre almirante
anglez a cada exemplar.
Um e-iraegeiro da b
fere e se offerece ptra iecciooar em familia de um
cu doos seohores de engpiihos llmitrnphes, e que
estejaru mui pertos das e-taroes da vja-frrea, as
linguas iulaoa, latina, fraoeeja e purtogUza, es-
crevt-r, tradazir grammaiicalmente e fallar, alero
de piano, canloria, rebec, (lila, harpa e violo,
pelos rneihores meihcdos, achaodo-se habil:tado
para todis e-ses estudo<: qoem preiisar, priora
na casa do Sr. Jeio Vignes, negociante de pianos,
ra do Imperador o. So.
Aluiia-se o sobrado da ma dos Coelbos n. 10
a casa da ra dos Prazeres n. 36, com commodos
para familia.________________________________
Cassas escocesas
C'>ado a 360 rs.
Chegaram as mais Boas cassas frsncezas com
lindos padroes tolos escoceses e ven.:em se pelo
harali prego de 3C0 rs. o covado na loja e arma-
zem do Pavo, ra da Ianperatnz o. CO, de Gima A;
Silva.___________________________
Oengenho Honi.. da comarca de Nasarelb,
precisa de um fetor que seja portugfz, a tratar
zora Leal & Irmao, ai escriptorio do sobrado da
ra da Cadea n. Mi
i.uei Power Jolmstou Uoinpaaaia
Ra daSenzala Nova n. 42.
AOBNCIA DA
FundleSode Low Hoor.
M chinas a vapor de 4 e 6 cavallos,
Mleudas e meias moeadas para engenho,
Taixas de ferro coado e batido para erige-
nho.
Arreios do carro para um e dons cavallos.
| Reiogios de ouro patente inglez.
Farlnha de mandioca
igualadeMur.hera, tem p.ra vender Joaqulmj ""P1" V"lu P*
Jos Goncalves Deltrao, no sea escriplcrio ra do i raaos americanos.
Trapiche n. 17._____________________________Mschinaspara descarocar aigodo.
Fandicao da Aurora em ta-jBCre?0-
to Amaro.
Completo surtimeDto de taixas de f rro
coado, molde raso, ltimamente aprovadas
para o fabrico do assucar.
No collegio da ConceicSo precisa-e de nm
cozinhelro, de um servente escravo e de urna cria-
da poitugueza._________________________
CASA DA FORTUNA
Aos 5,000$
BILHE1ES GARANTIDOS.
A'roa do Crespo n. _3 e casas do costme.
O abaixoassignado venden nos seus mnilo feli-
zes bilhetes garantidos da lotera qoe se acabon de
extraliir a beneficio das familias dos voluntarios
da patria osseguintes premios:
N. 3915 dous quintos com a sorte de .':0T0.
N. 747 tres quiotos com a sorte de 90#.
N. 1679 um meio com a sorte de 4005.
E oulras mnitas sortes de 100,5, 40 e 20.
istura.
3M
'///.,
A Salsaparha
_E AYER.
Pr "> cura radical el ;
. Escrfulas, ulceras, chagas, fer-
!//'//,. i^83 volhas, mslestias syphil-
mll((,' iticas' mercuriaes, Eafonsi-
W$S% dades das mullierc3, ceno rc~
teii9ao, menstro doloroso, ulcer-
acao do tero, e flores brancas'.
>fcS^ ^j A Nevralgia, Convulsoes, Eri-
sipelas, Enfermi-iades Catanes?,
borbullias, nascidas, etc.
O crtrncto compostn de SALSAPARILDIA, conTccdon-
ada pelo Dr. AYER, c urna combtna?o dos melhores depura-
Uros e alterantes conhecMos medicina; 6 compt s lcis da selenein, approvado e rcceltado pelos primelr09
medico9 dos Estados Unidos, da America do fcul, do Mxico,
das Indias e dos prlncipnes Estados da Europa.
A SALSAl'AKILHA de AYEU e c.-pcciolmcnlc efBcaz nn
Os possnidores podem vir receber seus respecti-1
VOS premios sem OS deSCOntOS das leiS na Casa da cura das molestias quo tcm sua ongem na cuero/na, na
FortUDf ma dO Crespo n. 23.. Infcccio venrea,no ucoexccsslvo do mercurio ouciaqual.ji^r
Acbam-se a venda os bilhetes garantaos da 4C* impureza do singue,
que se extrahlra' ierfa-feira 31 .do crreme pelo
dovo plano annnnciado.
i'reco.
Bilhote.....55000
Meio......2J500
Qoartos.....15250
Quinto.....15000
Em porcao de iOO)J para cima.
Bilbete.....45300
Meio......252M
Ouartos.....15125
Quinto..... 900
Manoel Martins F:aza.
Entre toUas as molestias que aflgcm o genero humano, nlo
ha urna mais universal c terrvet do que a escrfula : por c
nao tio destructiva, porem a causa principi de militas eu-
fermidades que nao liic sao geralmente attrbuidits. .
urna cansa directa da tsica ,nlmimar do mal ili>
ligado, e estomago, affevtc* do cerebro, RhcHiuitsm->
t affece&es dos Jti/is: entre seos c-vmptotaas ha os seguate-;
Falta de apetito, Fraqueza e raoleza cm todo corpo: Mo
ebeiro da boca, semblaute pedido e tachado, s v. /.. i (l'uir.i
lrura transparente, ontras vezes corado e amarillo 110 redor
da boca; Digcsto fraca e apetito irregular; Vcnlrc iuchaiio1
e evacua^ao irregular; Quando ataca os pulnioes utua ofir
azulada mostra-se a rod dos olhos, quando no estomago
\ sao arermvlha dos, as pessoas de dlsposijAo escrofulosa
t appareccm frequentemeute empeles na pet dacubcen coutra*
' partes do corpo ; sao predispdstas s aSceeta dos pul se, Ca
ligado, des rint c dos orgos digestivos c uterinos. Portante,
Oa abaX0 aSSigOadOS parltCipam ao respetavel u somente aquellcs que padecem das formas ferrosas
CorDO CommerCial, qce defde O Io dO COrrente meZ e tuberculosas da escrfula que nceesrilam de protec.;a
acba-se em l.qnidlCSO a SOa casa CommerCial, SOb "traossens estragos; todo, aq^lles cajo tugue existo
* r 11 _i.--. t r o virus 'atente deste tcrrlvel flagello (c as vezas i hercilltano1,
AlTeS. H esto expostos tambem a soOrer das enfirmidadas que ello
causa.
OlTerrcemos a estas pessoas nm abrigo epuro e um ami-
doto eflicuz contra c&ta molestia c suas con.-oquencia-, t: i
Salsaparha de Ayer
qu# opera directamonte sobre o san^ie, pnriflrando-o e ex-
pulsando dolle a corrup';.o o. o veneno da molestia: penetn*
r. ..i:.s as partes c todos as oreaos do carpo hnmnno, livrnndo-
os da sua aceo viciada c in>\pirando-Ihes aovo vigor. E'um
alterante poderosisMmo para n renoracao do sangrtc, c d ao
oorpo j enfraquecdo pela doon<;a tbr^ e energU renovadas
ooiiio aa> da juventud^.
TAM.BEX O MELHOIt ANTI-8TPUILITICO
COyUECIDOi
cara permnnenmente as pekires fnnaa de SYPHILI3 e &s
* '.t~ conscquenciaA. l'ouca noeessldndc ha de informar o pul).
leo do inestlmavcl valor de um rom-dio que, como cte, fivra
o angue dt-ssa corrupeo e arrebata a victima das pirran do
una morte lenta e lajnonainiofui, porm inevitavei se o mol
nao logo combatido eom energa.
Nao pretendemos promulgar, nem querernos que se Inllra
jue este remedio tufalivcl para a cura de todos oa padeci-
mentos humanos, o qoe dlzemos que a
Salsapa^rilha de Ayer
a nefkor preparaco at hoje dcsceberta para esta* c otitras
molestias anlogas, quo urna combina^o dos altrrnnt-
rosJs effioases coubeeldos, e que temes con^ciencla de elTt recer
ao publico o n.ellior resnltaito que possivel produzir, d
icteiligencla c pericia medica ds nossos lempos.
Ao commereio
Recite, 5 de dezrmbro de 1867.
Jos Alves da Silva Gaimares.
Max Hombnrger.
Co&ioheira
Preclsa-se de nma escrava cosinheira, paga-se
bem : na rna dos Pires sobrado n. 28.
Precisase de nma ama para o servigj de
nma casa, menos coMobar, paga-se bem agradan
do: na roa Nova n. 2o.______________________
Preclsa-se de orna ama para comprar e cosi-
nbar : na roa do Rangel n. 8, deposito.______
""^"a rna da Cartela do~Re~cifa n. 66 precia-se
de nma ama qne lenba bom le .e para criar nma
menina, nao se olba a prego.
PrecUa-se de oto menino de 12 annos de Ida-
de pora caixeiro da taberna da roa da Mangueira
n. 2. _________________________________
Do eogenbo Penanduba coolinoa a estar la-
pida ha cerca de nm anno eicrava de nome Sa-
bina com os tignaes segnintes : crioola. baixa,
gressa, cara redonda e bexigosa, testa batida e
com osa cicatriz, edr fula, seios grandes, mos
pequinas e percas arqniadas, representa ter 25
asnos de Idade, acb va-so grvida qnando fogio e
mais algnns slgnaes qne nao se record*, consta
qne esta' servmdo de ama em algoma casa de.-la
cidade a litlo de forra pola foi vista ba poneos
das na nbeira de Santo Antonio : qaem a apre
hender leve a ao referido engenho oa _' roa do
Ouro o. 10, que seri recompensado generosa-
mente.___________________________________
Ama de leite.
Na roa Veiba n. 15 precisa-se o ama ama
de leite: nSo se olba i proco.
+
REMEDIO DE AYER PARA SEZOES \
Icfalivoi bbs febres lntonnittente*. remlttentee
Fcbr es BiliOMW e tercas, mal do Acodo, in-
cremento do ba?o, cegneira. Dor no
ouvida. e palpite. qoando
sio causados peiaa
FEBR1S INTaiMnTENrE^. O ESMITrENIES.
Ai pnparaciN d* Be. Atib tito Toodlil&i en (Cu 0
Bccm Diogulu do laperlo,





mm
tarto de rersaaibiie* Sexa lelra tMe DezeMbro da 1867.

M&r tn)$m tcrttoo

N. 2 D.




WKtP* OR*C\0 BE OUKO. ^|
Ajffl
A loja n. I D intitulada Corado de Ooro na roa do Cabog, acha-se d'ora em diaute offorecen
Jo ao respeitavel publico, com especiaUdade as pessoas que booram a moda os objectos do ultimo gos
Id fa Pars) par menos 20 por cento do que em oaira qualquer parle, garantmdo-se a qualidade I a so
da obras.
O respeitavel publico avaluado o dewjo que deve ler o proprietario dejnm novo eslabelecimen-
1o qne quer proRreso em sea negocio deve chegar irntcedlalamente ao coraco de ouro a comprar
aneis cota perfeitos bruamos,esmeraldas, rabiase perol ; verdadeiras em agarras, modernas peh
diminuto proco da 10J, brincos modernos de ouro e toral para meniaa pelo preco da 3J, maracas de
prata con cabos de marSm e madreperola obra de moderno gosto (o que o encontrarlo no corac.o d
oaro) voltas de ouro mu a competente craslnna ricamente enfeitada pelo pequeo preco de 124, brin-
cos do om trabalbo perfeito por um mdico preco, eassoletas, tranealios, pulceiras alneles para re
trates e oatros me*etos todo de alto gosto, aneis proprios para botar cabello e Arma, dito para casa-
meato, no rtico roseta tem o Corceo de Oaro um completo e bem variado sortimento de diversos
gostos, but5es para pnnbos cora diamante, rabias e esmeraldas, obra esta importante ja* pelo sea va-
lor ja' por gosto as deseado, brincos a forro da delicada maoslnba de moca cora pingente contenido es-
meraldas, rutuas, brilbantes, parolas, o gesto sublime, atfloete para gravata no mesmo Rosto, relo-
gios para seahora cravados de podras preciosas, ditos para hornera, diversas obras de brilhantes dt
inuito gosto, crusrcias de rubina, esmeraldas, perolas e brilhantes, aneis com letras, cacoletas de
erystal e ooro descoberta para retrato (a ingiera) brincos do franja, ditos a imperatriw toda e qual-
quer iota, para -secolocar retratas e obras de cabello, e oatros muitos ebjectos que gs pretenden tes en-
contrarlo no Qoracio de (Juro que se conserva com toda a amabilrdade aos concurrentes delxando-
sa do aqu mmcionar preoos de cortos objectos porque (desculpem a maneira de tallar) diiendo-se
prego uive alguem faca mao juizo da obra, por ser tSo diminuta quantia a vista do sea valor.]
Na Desma loja coaipra-se, troca-se ouro, prat* e pedras preciosas, e tambero recbese coneer-
t, por menos do que em eatra qoalquer parte, e Ho-se obras a amostra com penhor, conservaado-si
Coraco da Ooro aborto at as 8 oras da noile.
Qualquer pessoa que se dirigir ao Coraco de Oaro cao se podara' engaar com a casa, pois
nota se na sna (rente am coraco pendarado pintado de amarello, alera de ontro qae se nota a un:
rotlo (isto se adverte em consecuencia de terem ja' algasias pessoas eeganado com ontra casa.

Vcndc-se n frascos
Oemeiofraw.tri.ng,,-
lares, pliariuaria 1 loe...
2, ra de Oastigllone,
em Par.
As eotrftK^Ae, os oiea pardos, d'um clii-iro fono, e mais composicoes Teitas com leos
de peixes communs, laes como o etqualo, a arrala, o pnoct, a lixa, os oleas Jos armadores pescadores
e mesmo os leos vegetaei, foram imaginados para substituir os verdmtciros oleoa de Agadn
frescos de Bacalho de Terra-\o va. Estes oleoa communs ou seos saccedaneos sao
obtidos na industria por procos mu batios, em quanto que os verdadeiros leos de figado de bacallio
fresco sao relativamente inuito Oaro, visto que para obtel-os frescos e sem mistura, cumpre exercer
grande vigilancia e ter os maiores cuidados nos proprios lugares das pesca, assim como manda faer
M. Uogg desde o anuo de 1840. Estes feos puros de Bacalho de TcrraOiova de llogs
grangearam para este precioso medicamento urna fama universal as molestias do peito, es affeteet
escrofulosas c lymphatkas, a magrcia das memnos,KK.,c por isso, deram lugar a nocivas e desleaes
imiucoes.
Sota. O oleo de Elogg mni fcil de digerir, distingue-se entre os outros leos pela sua
cor de palha, o seo cheiro suave c delicado, e seo gosto de sardinba fresca.
O RELATORIO favoravel do cliefe dos traballios chymicos da FACULDADE DE MEDICINA DE
PAIUS conclue como segu: O oleo cor de palha de M. Hogg cantera urna Urea parte de prin-
cipios activos mak do que os leos pardos e nao aprttenta algum dos inconvenientes que st
repara n'estes, quanto ao cheiro e sabor.
\ Vcade-sc em todas as pharanadas da Franca e dos palies estrangelros. y
12 ron cemo.
S? paga por prata nacional e estrangeira : na
bj* da onrives no arco da ConcalcSo no Recife.
Moedas de ouro
Nacional e estraogeiro, assim como libras ester-
lina*: comprain-se naraa do Crespo n. 16 primeio
andar.
' n
Maior pre^o
qne em eutra qualquer pirte, compra se moedas
de ouro e prata : na loja de oorives, n.a do Cabu-
ga n. 1, esqoina da ra larga do Rosario.________
Ouro e prata,
Moedas de ooro e prata nacionaes e estrangeiras
de 13Jos os valeres, se compram na loja de oori-
ves ootu o arco de Nossa Senbora da Concelcie,
ra da Cideia do Recife, assim como ouro e prat*
em obras velbas, brilhantes, diamantes, e se pa-
ga bant. _____
Moedas de ouro e prata.
Ferreira & Matbeus, na raa da Cadeia do Recife
n. 6 5, compram por maior preco do qne em ontra
qualquer parte._____________^_____
MOEDAS
da curo e de pratapagase mais que as ontras
casas. Ra do Cabos* n. 9relojoarla.
Compra-se
papel de drfos para etrbralho, pga-50 bem : oa
padatia de Domiogos Antonio da S [va B iriz ra
da linpermria n. 66.
iHpra-se
por mais preco que em ootra qualquer parte moe-
das tro ouro e prata nacionses e estrangeiras : na
roa lo Trapiche n. 16, armaiem de Adri&n?, Cas-
ira & C, e ra do Crespo b 20 loja de Alvaro
A3gusto de Almeida._____________
Prata e ouro
Era moeda naga-se bem : na praca a Inda-
pena enclan. 12.
A ttencao%
Precisase eomirir nma canda $toarreira do
tamanhs recular e m bom estado : pessoa <5ae
tiver para vender pode dingir-se a' rna de Ga*,ou
no e-cni torio da me^ma emprezo, na rna de Im-
perador ti. 31.
armazem de f:
Vende-M o eogeoluS. Gatear sito ts& Trege-,
ria de Serioiaem, enmarca do Rio Foreaoso, com"
acetenles \arzeas, matase mangues, bem como
com embarque mo< proxime ; a' tratar a' rna Aurora d. "26, oo a' do Imoeredor n. '48 andrr.
Bolscs para cagadas.
Al h<*Csas paraca^ad, aguia bracea recebea e
pretende vende-las bartaseme, cuas tanto que os
apreciadores da cara deixem bear om par a agma
braDca da ra do Queimado n. 8.
Ganivotes fixes ou ferros par-e abrir tetas.
Vfodemse na roa do Queimado leja da agoia
branca n.,
Bous eapartilhos-
A cguia bracea a ra do Queimado n. rece-
beunovo sorrcento de bous esuanilbos o cimo
semrre vend^-os por pr-ffos c. rm:;..d>.

lo Plalas nulrinacntac-s de Hogg, com pepsina acidificada, contra as afftcedes }
paslraluicas, dyspepsicas, etc., c nos casos cm que as diyestes sao laboriosas, e s venes, im- '.
tossiteis. ij ,
Dose: urna pilula antes e deyois de cada comida.
O alimento uJo scnSo uina substancia bruta m ni nenhuir.a virtude nutrimental por si-ta?smi,
a que deisa perecer de inanicSo aijuclle que n4a digere.
ma nica cois* basta pira operar a transformarlo dos alimentos em nutrimento!; esta a
pepsina acidificada. LUCIBN COJIVISART, medico de S. M. o imperador dos FranceK) (1)
t Plulas de llogg, cora pepsina unida con o Corro reiluzido pelo h^drogenco,
contra a- inuli-'tius ehrouica, e alTecc&e> ue dolas resultam, floret brancas,clilorosis, memtriiarao
difftcil, fot ti team os temperamentos dcbihtad"S.
Dnse : de 3 a i pilulas rada dia.
O fem, redu ido pelo hydroacneo, <. ti melhordas prerarares formeinosas. (BOCCHAHDAT.)
Com ajuda da furea vlvi que cnfin a |ep-ina, os alimento! t.-ansformam-sc cm nutrimentos.
S" PlluliiH do I!*><|;|. rom p-psina e proto-iodurclo frrreo inaltcruvel, contra as molestias
tuerofulouu, lanipkatieat, < ujphttica, a tilica, cadtiia chlorolicn, c as offcccoei atnicas geraes
ta <'<'>uuu)ia.
1),. : de "J a 'i pQu'at ruda dia.
> A pepsina, |iela swa un'l'i com o ferro e o ledo, modifica a arelo excitante d'ests dois pperio^o
agente sobre o estomago das pessoas nervosa ou irritaveia. ilemoria apreteutada Acidaitia
Imperial de medicina 4e l'arii.
Hogg. plwrmaceutico-clivmioo, raa d- C'trt!g!toiio, t, nico proprietario e preparadcr.
Fras o- de loo e de O pilulas herineticumeitti tapudot.
Deposito as principaes plinnaiias.
[|j Vi' as hrii iotHubdu : Ilg Vende-se na parmacia fraoceza ns rna Nova e P. Maurer C.
LOJA DO GALLO VIGI-
LANTE RA DO CRES-
PO N. 7.
Os proprietarios Oeste mito bem conhe-
do estabelecimento lera a salisfccSo de levar
ao conhecimento do respeitavel publico que
arabam de receber pelo ultimo vapor da Eu-
ropa um grande e variado sortimento de ob-
jectos de inteira novidade, dos quaes se li-
mitam a menciouar apenas um pequeo nu-
mero Qcando o respetavel publico na serte-
za de que neste estabelecimento sempre en-
contrado um c :mpleto sortimento de arti-
gos de gosto e inteira novidades como sejam.
Cintos
Os muitos desejados cintos com pontas,
bordados a vedrilho, fazenda de mu i lo gosto
e completa novidade, respeito a estes cintos
nao fazem observares e tim deixamos a
apreciac8od^s esclarecidas freguezas isio s
no Gallo Vigilante na ra do Crespo n. 7.
Leques
Muito lindos teques d'osso, madeira, san
dalos, madreperola ; pretos, brancos e xte
cores, e muito se tornam reoommendavel
pelas bonitas paisagens.
Flores
0 melhor que se pode desojar neste arti-
go as quaes parecem nauxaes assim como,
tatnbem recebemos urna pequea porcao to-
fes pretes e se venden fia loja Vigilante ra do Crespo n. 7.
Capettas
Mu indas griaaldas trancas e de cores
aqueltes para novas-. cestas .para bailes, os-
sametJtos e baprisados.
fLwnra
Licvas de todas as qualidaes para se-
nbora, homen,meniaas, sendo de a'gofrdo,
'fio-da escocia, seda-e pelica tcuito fresca e
doabrcante Jouvin, parece-oos que xm ba-
veca quem ignore que por todos os vapores
de Europa o Gallo 'Vigilante, recebe grande
qcantidade-desie artigo e por isso sempre
tem sortimento a ventado do comprador, e
cmbem uto se valle da falla o sea preco
sjmpre o mesmo.
lentes
Muitobanios penies detartaraga para
cque e tuzar os ccbellos, essim como para va'ra
No $mjiri de fhztri
Santos Coelho, ra do Quei
mado n 19.
Bom e barato
Lansinhas Poil de Cbtre a 15 o covado.
Madapolo enfestado a 8$ a pega.
Cambraia de cores malisadas finissimas j
800 a vara.
Ideo brancas transparentes fina de 4,
53000, 60, 7(5, 8(5 e 9*ooo a peca com iC
jardas.
dem branca tapada de 8,5 e 90 a pee*
com 12 jardas.
dem branca franceza moilo larga a 90 i
peca com 8 varas.
Baloes de 35 e 40 arcos nesgados pan
senhoras, a 40500.
dem de mursulina nesgados a 5.
dem de crochet a 5&.
dem de mursulina para meninas a 3)9 *
35oo.
Saias bordadas a 50.
Cambraias admascadas pira cortinado s
12d a peca com 2o varas.
dem para forro a 30 a pe?a com 10 jar-
das.
Cambraia de linho muito fina de 65 e 9(51
vara.
MadapolCes finos de 60, 70, 80, 90,100..
110 e 120 a pect.
Platilha de algodao superior fazenda par
saias a 30200 a pega com lo varas.
Cobertas de chitas de ramage-m a 20Cco.
Len^es e bamburgo fino a 20400.
dem de bramante muito fino a 30200.
Pannos adamascados para cobrir mesa i
40500.
Guardanapos de lichc adamascados a 40
a duzia.
Atuaihado adamascado com 7 1/2 palmo
de largura a 20 a vara.
dem adamascado de linho com 7 1/2 pal-
mos de largura a 30 a vara.
Agodao infestado com a mesma larguri
a !01oo a vara.
dem trancado de alpodo a 15600 a vara.
Toalhas aicoeltoadas, fio linho lisas a il
a duzia.
dem de algodo felpudas a 130 e 140
a duzia.
Colchas de fufto s 60.
Lencos decar/braiabrancosnosa 10800,
20 e 2io a tiuzia.
Lencos de cassa fiaisswnos a 30200 t
30Oi a duzia.
Fil de linho liso a 8oe a vara,
dem com saipicos a 10oo a var
Grosdenapies preto m a 108oo, 20
20S o covado.
MerHJtiqt'e preto superior a 208oo o co-
vado.
Pianella de todas as cores a 800 rs. o ce-
vado.
Tai'latana de todas t.s cores a 8oo rs, ;
PALA4 M TfiANfA
TARA IlOMF.TIrS
A 2,U0 rs. cftda'irm
Kb t'aorien de ehapecK, riiaTVova
amfro
srregacar osmesraos e muidas outrae quali-
dades.
Kscovas
Grande sortimento de escevas, pararoupa,
cabellos, chapeos, dentes e-unbas, -seado de
tramaote de linho com 10 p:.!:xios de lar-
g3ra a 20'.'ioo a vara.
dem de liDho com 5 palmos a I02oo ;
vara.
dem de linho com 3 1/2 pernos a 8co;
osso, bulo, balek, marim e madreperola. i V8ra;
X; va h;js
Superiores narerhas peqaanas para hnr-
| ba sendo cabo de marfim tartaruga e ou-
Riquissimos basqnins a 2i.'0COO.
Assim como ontras mt'ilas fazendas qu<
se vende por menos qne em oalra qua'que.'
A ma
Preeia-se de ama ama para coziohar; na ra
do AppJl o. l, arnniz:p._____
Aluga-se o 3* aortar do sobrado d. 1 da roa
Imperial ; a traa-r na tc andar.
encao.
Na roa estreia do Rosario n. 33, sMjrado de tan
andar fai se bandejas le bolos de muito hom g st,),
tneiladay, de arraaoe?, boquees de ljres, li;a
com leireiro?, proprias para casameDlos o bailes,
tado com mullo asseio ; mats barato do que em
outra qualqoer parte, pudel e bolos enfeitados
para presentes, vende-se toqueles de flores rte ce-
ra, rosase cravos, dalhs e de qaalqurr r, ca-
pellas para meninas e para noiv&s e pastoras, lado
eaaito barato, arcos, ro-a para enfeltis de lapi-
Bbas e faz-se toda irutt de cera para enfeite de
laplnbasj toda a encommeada de flores para ora,
todo se aprompia barata e depressa, deleitase ve-
las ricas para bapUsados, vene-se grosas de (o-
Ibas de rosas de papel alga grota.
Aluga-se
o prlmeiro andar do sobrado o. M3 da ra Impe-
rial ; a tratar no 2* andar.
S85g^
Alug;
Praaclseo Jis Ferreira Basto* e J lio Valentim
Ferreira Bastos, puogides de ddr e saudade pelo
fallecimento de saa presada esposa e querida mai,
D. Francisca Mara das Cbaga, agrad-cem ff-^c-
Jaosamente a' irmandade do 8S. Sscrameolo da
matriz de S. Jos do Recite, e %'* o-iuais pessoas
que acompannaram o enterro da finis, e em par-
ticular se eonfessam sumonameote ratos aos Srs,
Manoel Jjo Das de Amorlra e Jos Bmtn Mana-
iDep, peljs servidos prestados pelos mesos Srs.
em referencia a' tallecida, e convidara pess as
ja' referidas, como tambera a todos os puentes e
eoobecidos para assistirem a' mi-sa rio stimo dia,
que sera' celebrada a 28 do c rrenie, na igreja
matriz de S. Jjs, dando desde ja' profondos agr-
decimentos a todos que comparrcerem a (So cari-
tativo acto.
Preparatorios p-.ra os exa-
mes de mar^o,
Carao de llagas franceza.
de jjeograpbia e historia.
de iihtlosophla.
de rethorlca e potica.
Jos Soares de Azevedo, professor de
lingua e litleratura nacional no yymnasio
provincial de Pero ratuco. tem aberto em
sua ca^a, raa Bella n. 37, um curso ef pecial
de rada urna das malcras acim indicadas,
para oa estulantes que se propem a azer
exarae em marco do coilegio das artes.
Dtnjan'-se residencia mencionada, de
manb3a at as 9 horas e de tarde 3 qualqcer
feonu
. Aluea-se urna casa sita ca ponte de Dchoa *
m&r^era do Capibaribe, com viveiro e baita de
capfm : a iralnr na ra do Viparlo D. 31.
Precisase de urna ama ptra governar urna
cusa r na ra do Jirdiai n. I!'.
ta ra estrella do Rosario g. .'6, primeiro
andar, precisa--e de um bomcra para trabalbar
n'um silo.
Pertence ao W. Francisco Joa^aim Alves Ro-
drigues, <& villa do Pilar das Ala^oas, e Oca effl
m-u poder o bilhete n. 787 da lotera a. 31, uoica
para ccnclaso das obras da matriz a villa Len-
poldisa.
Recife, 2t de dezemhro de 1867.
_____________Gaspar Antonio Vieira Caimarea.
Precisa sede um cos ie um servente livre ou e*cravo para o hospital
dos Lazaros em Santo Amaro : a traur com o Sr.
mordemo Gomes do Correio, oo Mooleirc, ca com
o regente oo estabelecimento.
"SITIO NOS AFFLTOT*
Vai-se lavrar escriptura de venda de urna parle
do sitio suppra, que fui da finada f). Fiorincia Ma-
ra de J-sus casada com o eapito Juaquim min-
gae& da Silva, e que heuve por beranga de seu fi-
nado filhn Dr. J.ao Domiogaes da Silva, coja parle
toecu a Jos Oomlngoes da Silva fooior, por be-
nerso;a de sua av D. Florencia Mara de Jess.
liivmdo aigema reclamaco a fazer se por parte
dos de mais berdttres ou de qualquer pessoa, qnei-
ra apreenn'ar-se por este Diario no prazo de 3
das.
Peraambuco, -2i -l dezembro de 187.
DE
Matioel Mopaira de Souaa
-Rap Viajad Paoo CoHlciro
A loja do eordelro providente a' ruadotioeima-.
di d. 8. rec*beu nova remeisa dessas qualidades.
de rap.
Novissimos eu ultimes filis
do aromen!
Pe!3 barao rte Cas.tello de-Pjiv, socio efiectlvo
da A'.ademia Real d^s Scienciasd Lisboa-;-obra
frui loteressicte^i' todo e qualqueroftrisio ;-aiti-
da IoipressSo em pape! foperior, 2*olnmes pros-
sos em 8o portuB'je?. pom !fi8 p^ma, por preso,
|oodKo:na roa 4o Imperador d. ti defrente de
S.-Fraccirc".
Veode-se oauae do eagenho-Dios Irma-
"j A Dipneos, a luUr ra o Imp^rdor u. Ll,
i' aodaf.
Maior vantagem
O c.orscao de ooro ra do Cabog n. 2 D, offere-
ee-se em compra das moedas de ouro e prata.
ElS
de ouro e pr ta
Compram-se moedas de oaro Dacionaes e estran-
geiras, bem como patacSes dos diversos canhos :
em casa de Adamsoo, Howle & C, roa do Trapi-
che-nova n. 40.
Moedas de prata
nacieoaes, assim como patacoes portagaezes e
bespanhes, compram-se com premio : na ra do
Crespo n. 16, prime andar.
Compra-se ouro e praia em obras velbas :
oa traca da odepeniercia 22.
Compram-sc escravos
Silvino Guilherme de Barros, compra, vende e
ioca effectivaraeote escravos de ambos os sexos
-de todas ai idades : a' raa do Imperador n. 79,
erceiro andar.
Compra-se urna escrava oa escravo coslehel-
ro e de boa conducta : a tratar oa roa do Crespo
o. <3, loja._________________________________
Ainda se compra orna preta b"a coiinbeira e
engommadeira, qoe seja possap(e e moca : oa roa
idoRaogel d. 9.
Ultima moda
tras qualidades, ss quaes o fabricante ga- parte, e A AG5JIA BRANCA
Pcrctnbecer a mfloeneta qoe co.-icraa bsver
em todos os saos, por eie lempo, i> p. r v>r
quanto se deseovtdve e appora te o booi O;tc -tn
Pernamboco, ella qne tem Sfmpre em vistas agra-
dar, e sinceramente bem servir a soa boa frpgue-
ri, anteclpcuse em candar buscar os til rentes
objectos de gosto e fantasa, que agora mesmo aca-
bara de chegar.
Que a loja d'Agoia Branca, i, rom esrcP3ldade,
onde primeramente se ecctmram qnaes ei objectos de novidide e mtda, isso esia' ptial-
mente reconhecilo; mas amia assfrc a Agua lo-
ma como por dtver sclentittcar ao bello >no, tta
particular, e &o respeitavel publico tro gen I, sem-
ure que como agera, recebe os imputantes objec-
los que abaixo mecciona, e por mais es.-a v z ti a
toma a liberdade de pedir a attergo das Esl"
apreciadoras do bem, para osnovos e bdUs tiua-
os que f rTam um lindo e r'colcill-t
Nao coriareenle coro orna mal parada p'rna
i'Agnia, qne bem se [ de descrever o b( rr. $s\^ e
lesemptnbo ce laes obras, sito, a pi>i i... iotel-
agencia d'uria excellentifSima, que tea. pocera"
apreciar o alto grc desdes perleitos ob)ectcs, lav-
vez os primeiros que nesse genero lenbam viod.>
ol nosso Pernambnco.
A Agoia Branca, fara' apenas conhecer os rh-
jeclos de que se comiem esses novos e bellea ur-
nalos. Eiti om btllo cartao vem babilmette arr.u-
jado, um moderno dolo de fita de stlro >u aMa-
maloiado da largura do 7 a 8 pcl!sgadas; l::. tti-
lo leqne de madreperola, nm par de lovas de {ti-
lica, ramos definas flores para occqoi', i-ti:-,
guarn;.,io para as lavas, ele., tic, e fn<. ;i n '.
urna almofadlnba de selim com aromtica^ |-li-
Ibasero [.
Alm di? so
Eslo em ordf m do da as novas e tel'ar ir:rca".
de Ba palha de Italia, e ootros d:ffer*ntes tnf< ner
da mesma qualidade e prnprus para vestidos Je
lis, chapeos de stnhoras e nenioas ie-t^ t< mtnt
que os pretendiles ctroparfe-m na loja a'Afc(ii Brama na roa do Queimado n. 8.
Diversos objectes
de gosto e novidade, \ai?os
para a Agula Branca ru.<
do <|uefinado n. 8-
Eneites de Q>rts, obras de muito gosto, a nlliros
moda, i refres para bail?, casameotts e i
stos, Etc., tic.
Meias cbaptlinas de diverses rtcldc?, e aui
ben enfeitadfs, coro \os e ;iii eiles.
lucas capillas cem vcs e .'tro tiles pr.ri D- '
vas.
Giras branras c cCr de roa para tceainas.
Cuito? com fivtl'a e fila branca para ncia
Oatros de p-nu* e sera ella*, pretos o o> i'oi s.
Outros nmi rkr>- e a variados bkWm e s
e de diversas cores, cem grades de vin :i-.s e jii>-
gentes.
Para enfeitar resudes e bsqfiint^.
I!, r.ilos tices de bltnde, com vicrnfos etici
el!".-.
lin.-.s rr-ndas de dito, t:mciro c-.m vidrhcs e
sem elle?.
Trancas pretas de vidriVs. erm vsri.dsfle d<
larguras e du ir oldes os mais uovos e fecoii. s.
Guiris decoie.- tamttm tom viciilos c.r.I .
me a pretas.
Ouiras de Ja ci m vdibos e sem elle-, i
diversos deseches, con se largurs.
C-irddes prelis n de (Ores, grossts e Qcos, ci-tr
vidrilhos e ?frr ella c.
As novissimas e bonitas trsncas de ic^; a .
Italia.
)!-: ?, I'po?, rordoes eonins l--;- .'.-
tes i;:u tem de palha e jr.| nos [.ata vtsi. j.., ,
peo?, i le, '.
li s r v 0; r de ou Iras moiUs fer
iioct-nles ( um elle?.
s de palha isirhm com rirfjcc'es
elles lodos infeitad' s ffm vidrhi s.
Outros de fu> tan, biantus e arrr|T-,
mesroomarfasde madeira ovaes para citii
cor qae se qnizer.
Flores.
I'.ti !. o c ccrrpl'to scrtimenln de r.i*r-
Oeres tius, rosas camelia*, AlexamMa iv,<
i '- '- i ia ti. res se n- ta n ;i::;a i
peif-ita niitar.'io, ooJe se ciL-t:ece ",i. nrs:e -
ro Lola mais'ta a destlar.
Bellos chapeosiDbos da aparado posto para se-'|
nboras eitos au espriebo de ornadas pr,oieiras
modistas de Paris, e chegados ao armazem do vapor
ra Njva n. 7.
Mteuco s quidafio
O arrematante da loja e fi-rragns do fliudr
Sebasliao Jos da Silva na ra Wva n. So, estando
esolvido a acabar com o resume das ferraren? e
aa'odezas existentes em dita loja. e por ko coovi-
da ao respeitavel [GbliC'/a se mnnirem &i ditas
fuflraj?eiis emii.dtzas por p-uco linheirc, aos se-
nhore-5 de engenho a approveitarem a occasiso de
comprar alambiques e seus periclites, e esqueotas
gara,-..., e aos s tibores artistas diveras /errameo-
us e irragen?, assim cooo ainda tem sinos para
igrejas.: approveiteai a oce3siao.
rante a boa qualidade.
AboCua duras
Chegfarftni as n-ui lindas .gaarniges de
boloes para colle'es fazenda dj gosto, assim
como grande sortimento de boloes para po-
qIios.
^&
oscasifio E
O abaso assipnado rrelendeoo mixto "'
breve reJirar-se para Europa vende sea
esiabelecwDtDto de fazendas a dioheiro
ou a prazo, ventadejo comprador rna
"a I'Bperatriz n. 28-, e pede as pessias
de qoera 4 credor, tecbaro a boodade de
.'; saldareni ;uas contas al 31 de Janeiro
S( Liquida^ao.
MH Na ra da Imperatriz, armazfm de
ffttsndas n. 28, contioja a mesma liijui
d^'io : em quinto nao so vender o aes-
mo estabelecimenie. \
Gortiis de chita escura nindinha?, ^>a-
defias francezes com II covades a t'5
Balos de 2o. ?>, 3o, 33, 5o e "o arros
para senfarra a 2?,SjSoo, o, 3j$oo $ t
fjooo.
Ditos de 2) e3o arcos com mollas a >
o fi(J.
Diios de murguna estreitos a 65-
Espaitilhos tinos a (i5.
Percalias finissimas a 4co reis o c Com M't;i a Pyi .' ,! ferro.
E*to viuho foi preconizado por toda a nmprensa
medicjl como sendo o mais poderoso Inico
empregado para curar a Cu iosis, Axemu e
E\1IAN8TAQ\0 no B\.\OUE. IJi'l .1-l!. ;- T.ll cm
Paris, cm casa .!. I.\; :. .....iculico-
droguista, rna dos Lomb u ils, i.
Chales Isabel
a 6$C00.
Ch?;aram os mais lindos chales de rorino de
t^as as cores com ama bonita e larga renda de
lanem toda a volta, sendo oeste genero o mais
iiado a mais moderno que tem vindo ao merca
do e vende se pelo tarato preeo de 64000, nica-
mente oa loja e armazem do Pavio, a' ra da Im-
peratriz o. ><, de Gama cv Silva.
-^Vende-se 3 escravas, sendo urna negra de 23
anuos de Uade, perfeila epgemmadtira e coste-
reira e cozmba bem o diario, nma negrinha de 40
annos bonita figura, ja cose solfrivelment, om pre-
to de 30 annos de idade, garante se a sua hoa con
duela : na roa estrella do Rosario d. 13, 1 andar.
Manteiga 800 rTiT
Vende-se msnteiga irgleza flor, a 800 ris a li-
bra, no Pr.gresso do pa;eo do Carma n. 9.
A padaria allemila
Em Sanio Amaro, chegarsm presoolos e ervi-
Ihas laoto inteiras como quebrada?, lentha?, sa-
fi de aveia, fejo de Humburho, passat proprias
para pudins, assim ctmo o apreciavel pao de leite
e sentis, Umbem se recebe tncoromendas de bo-
los para iodos os precos e tambera se recebeo bo-
lac!.iolas bamburgaezas tedo em perfeito estado.
Vende se ama taberna eom poucoj fondos,
afrngneada para a trra : a tratar na iravessa de
S.Jjsn. ti_____________________________
Vmde-se ama escrava crioula de 18 a O
anuos de idade, sem icir>, do servido de casa :
traia-?e naraa veiba de Santa Rita, sobrado de
um andar n. 3.
Atteneo
Veode-se ou traspassa-se urna parte correspon-
dente a om quarto do valor do eogenho denomi-
nado Cambe de cima : quera pretender dirija-se
ao armazem da roa d Ouz o. 68, i a a Parsagem
da Magdalena a tratar oom Jj- Velloso Soares,
qae se acba aotorhado a s -ciuar qoalquer tran-
sardio com vantigens ao eomurador.
Veodemse tres vaecas, urna com cria e duns
prenbes, quatr} oovilho?, tolos drste pasto : a
tratar em Olinda oo sitio da Floresta, da fallecida
l>, Clan Sampaio, qoe achara' com quem tratar.
jljPecuiicha deshila cteura a lSofj
Eitas chitas de ores fia?, padroes '
W francezes, que sempre se vendaram a 240 'y.j
AJu rs. o cova lo brje em iquidaco se vende Ma IfiG e a 200 rs. Bj
Cass6 fiaucez-s a 246 fs. o i%
covado
Estas castas a qae peioe radres cha-
mam borgaody?, lera a vaotaiztm da eao |
d-l) -.tarem, e sevende orovado a 240r?.
Brim braa o de iiobo lino a o <
a vara.
Liodas gravatinbas de seda, para fesla i
a 210 e 320 rs.
Liquidado de chamices para raodeeires'
a az. ^|
Cbamios americanas a 210 e 320 rs., M
e i duzia 2S00, 3 e 3o0. ;. J
P.vios a 40 rs., e em duzia a iOO rs.: II
boeaes a 300, 800 rs. e 1$, e mais objec
toe temientes a esta arte.
JulloCesar Pinio de Oiiveir.
RIVAL SEN SEGtllO
na do ueluiado n. 4V, loja *
mludezas
DE
Jos Bigodmno.
Varas de babado bordado do Porto a .
Carretela de retroz preto com duas oiuvas
Parriteis de reteoz de todas as cores a .
Frasees d'agoa de Colonia muito superior a
Frascos de o eo muito tino a......
Duzia de tesonras pequeas a.....
Frasco d'agua para limpar denles a .
Redes pretas lisas para segurar cabello a
Hutas de pennas de ac muito finas a .
Caixas de lioba do gaz de 30 novellos a .
dem de palitos de seguranza a .
Garrafas de agua Florida verdadeira .
avilbanos com estampas para meninos a
Memento da ronpa de lavar a.....
Dunas de meias tinas para senbora a .
Agulbas francezas a balo (papel) a .
Pecas de Otas de laa de todas as cores a
Grozas de botSes de porcelana prateados a
Canas com alfineites francezes a .
Caixas de 100 enveiopes mallo Bnos a .
desma de papel de peso branco liso a .
Frasco com superior tinta a.....
Pares de botoes de panno multo bonitos
(.lunas em rarto de 200 jardas a .
Caixa de superior lioba do gaz com 60
bov-lS ...........
Taltteres para meninos a.....
Masso com superiores grampos a .
Bonets para meninos a........1 JOOt
Pentes com costa de metal a...... 40
Realejos para meninos a....... iOi
APASTA c XAROPE do NAF de ARABIA
DE DELANGREKiEn
Sao n1! unicos pettoras approvadoi pelos profeg
i ii:i Faculi.i 1 'c Mdicos <1"> II" pitaes de !'::ii.', os nuaes cecii-
caio lauto a sua snpeiiorid !e bro todos <
itrw peitoraca como sua poderosa ellicacia contra
is iN-liivo. Crlppa, rriisxfcti i as AHV-I-
V;)iita.

&
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48f
60.
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S|00l
11
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10
70
IV

Na rna dos Gaararapei a. 64j vondo-se uoa
preta de 16 asnos.
RACAUGT DES RABES
OV V.l.l \t,i-.r\l: 11
nica afimento approvado pp]a Academia de Mn-
IK-jna de Paria, tile restalK-Icca as pcMoas que
olreni de Itlmuajo e dos ltil<-*ttnN; forta-
lece as criamos c as pessoas d. bilitadaa, alcni
aisso era virtude <.'e sua propiedode aual<-|i(i<-ni
^e o mrllior pBMCTVUtivo das Fcbrea uuiui-nUa
(V|lill>l.
yjaila Irasco e cadi caKinlia des'.as preparacScs
levfio sempre o sello e a firma UtlnngrenUr, ra
" V'i!. 2ii, cm Parla (Cu'dudqcom r,' i'.;'-i( ac-'S).
Depositarios em todas i phsrajtcias do Brazil.
MedalhadeOURO, premio de 16,600 tt.
ijxir febrfugo e foktficante
SCPER.OR *OS VI.1H0S l JAROPES CI (ICIKA
Experimentada com pleno successo nos hespitaes,
a quina Laroehe (ou eilrarlo completa de
quina) i! urna preparaeso excepcional, per ser
privada do amargo da qnina_A;rada por conscguinte
as pcisoas as mais inlolfrantcs c acs paladares os
mais delicado, pois r.cm t! muito doce nom muito
viscosa, sendo de urna limpidez constante. Embrega-
se rom muito proveito nos casos de K*atralxia,
djaprpein, neti-uliia, aneiuia, fnitlia Mt-in
causa appareale, con va le cen can demorn-
dase ehloroac. Eo especifico das molestias fel-ii-,
QUINA LAROCHE FERRUGINOSA
Rcunindo todas as propriedades do ferro c da quina.
EM PARIZ, ^^C35~* y
in, rve Drouot. fASSr-^^^
Vende-se na ra Nova, bo;ca fran-
ceza del. Mauer&C.
MU
Azevedo Irmlo
Una do Queimado n. 32
VEKDEM
Tolhados de ferro galvDuados.
Caonrs de chambo de todas as fres-oras.
Bacias ps'anhads de t-.du? os tamsnh.if.
Thesouras para encrespar babados de todas as
grossuras.
Salitre rt-Gnado de Londres.
Breo e exfr*
Zinco em fniha.
Moinhos para reOnago de lodos os Umaobos.
Bridas, esperas e picadeiras do jjuca.
>-.
.-.'
Bonecss.
r--
vislicas, c i ci -
l"irj rovo e leo .oninuno Ce e'p; M
ras e [ de pedra mu tiu)
lerti-s para prsenles.
- ivm r, .-lo de cera e ifoalrr.cr.le br.if s
n?"5 r" -. v.- iidar,
l'iir-j i.r.rnd:i< e lisas, lendo oes(3, de rrcror
q asi um palmo, i :
pra detruar e vos
l^r^ora :.; a de
cin:.-?.
Ouiras de sja de ccres
ti'n.
Ocxas de \( de pfdra r.ui
i Li:-. riiui Lin;ts e de (oslo.
L'l:.; r.-sas tira*, tan aluces ja i
inrnosdtfcitu<, per isso veudem-se b?
Ji'ss c porcelsBa e. r^
recras
r!e
i enir!
n
t,te
tfil
I! urtts )3in s. c liiifts .'ni s de ro >' \
horas de cello b.c: is:o parascas, o
rios.
t'sscncia do- rosa, niup.s concutrads, fio
irados, o pnr^oas, etc., ue.
Ea|E.t'j a' perfurraria Ijdrs sr.i'in cue i
Apuia Brinrs tem a prirr.asia, ai en i
vencer i n.-iantemente Un -s esiracl -
davtis churos, p madas de Ocas qi ai r .-
cjlhiJos edetes, a coa de Colon, serrm
ih.r, f s. m lude o mais, .u cnufficr; r .- :
na enfadoiihc1.
Compre i .-,
do, so diiiia
ru?, rjiicm qni;er ser l-rm servj
a Ir ja d'.*ftii% Branca
Queltrad n 8, r.u- alir, do grjnde si:
bnre, achara'infallivelm'nle o que Si
pre preciseaprr do e sinct hdde.
b :*
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Aos agricultores
Sunders Srathers & C acaram de recfher
Je Liv com todo3 os pertences, e mni proprios para fare-
rem mov.r msebinas de descartcar algd.\ \:
dendo cada vapor trabalbar al com 140 serras,
tamlcm serven para enfardar aljtodio, ou p,r
onlro qoalr.oer servico em qoe usam de trafcalhar
com mirnaes. Os mesmes lamhem t'tr< a* vtu-i-i
machinas americanas de 3o a 10 sorras.
Os prndenles dirijam-se to argo do Corp.
Sanio n. II.
0,cejos do pennltiiBo vapor a 3^ cada um :
na rna d: Fenha n. 33, armazea sympaihia.
Vende-3e om sitio ao p da povoagao Api t
i 2os. a tratar na ra do Queimado o. 14, oja.



ftlarilo te Per .. fteiU felra t J de Dczea-bro de 1887.
DO
DR. SEVIAL.



Para o tratamento e cura rpida e completa das molestia syphiliticas, eris-o-J
, itaumatismo, bobas, gota, debilidade do estomago, infiammaces chronicas do figad
PARA A FESTA.
Lourenco Pereiu Mend s GuimarSes, tendo de dar balando era suas lojas de fa-
zenda do fim do anno e tendo muita fazenda em ser, por isso resolveu fazer urna gran-
de liquidacS", que ter principio no dia l at o fin do mez, as lojas e armazens da
Ai ari, ra da Imperatriz n. 56 e 72.
Pichincha em chitas a 160 rs. Corlo ds laVmhas a 4, >J00 c :>O0O
Vende-se chita* para vestidos a 160 e1 Vende-se crtenle l.asinh s de cores
tJMP.don scialicas, cepbalalgias, nevralgias, aceras chronicas, hydropesias, pleun-1200 rs 0 cowd cJSSas francezas a 24Upara vestidos cora 14 covados a 4* e 50.
ZftO e 320 is. o corado. Alpacas de listu de seda a 800 rs. eovado.
S'B Arar*, camamas a 2J corte. Vende-se alpacas de lista de seda para
Vende-se cortes de carabraias de barras vestidos a 8oo, 52o, 5Co e 5oo rs. o cova-
e listas a 20, 2,5'K) e 35, cortes de cam-'do, orgaodis branco e muilo fino a ifl!, a
braia bordados a 3J00, 40. e 50. vara.
worrheas chrooicas e em ge al todas as molestias em que se teaha em vista a pu-
do systema sanguneo.
Congfderaces geraes
A saude um bem inapreciave!, cuja importancia e valor s est reservado ao ens
jera avalia-lo.
incontestavel que o homem neste mondo constantemente, e por todos os lador
ttttfe por urna infinidade de agentes morbficos que todos tendero, dadas certas e deter-
sas ci-cumstancias, a alterar o regular exercicio das funccSes orgnicas, resultanbo
tsi es-equilibrio o que se chamamolestia. ,
A molestia nao mais de que a desvirtuado das torcas vitaes, occasionada,- d,
jaste as investigacoes e experiencias dos mais abalisado mestres da sciencia, pela depra-
js^J dos humores genes, consequencia da acc5o maligna desses mesmos agentes mora e
Jet* 3ste.j.Juzidos no organismo pelo acto da respirado, pela via digestiva, pelo contacto
;sa*\JkUo etc. etc. etc.
A sypliilis infelizmente tem sido a partilha da humanidade, e como fra de duvi-
te :y:? esse terrivel Proteo da medicina urna molestia hereditaria, ella tem sido obser-
* vea todas as idaJes, e debaixo de todas as suas formas to variadas, enfraqoecendo
ans&ttif&es robustas, produzindo mutilaces, e cortando ainda em 6r da idade vidas
srfft.i&$as.
Eliminar da economa esses principios dcleterios. e purificar a massa geral dos
HMnB tem sido desde tempo immemorial o fim constante da medicina, e os purgati-
xns sigaam em primeiro lugar para preencher esse desiteratum ou /m.
O Elixir depurativo do Dr. Sevial parece merecer a preferencia sobre todos: os
taess&os successos obtidos pelo uso destesalutar agen'etauto na Allemanha, como em
sr&ii s Italia, o tornam o companbeiro inseparavel de quasi todos os doentes.
Sendo as melestas, como cima dissemos, devidas s alterarles dos humores, o
tiir*r depurativo do t)r. Sevial pode ser empregado vantajosamente na sypbilis, erisy-
y rheumatismos, bobas, gota, debilidade do estomago, iaflammaces chronicas do
3a& e bago, dores sciatcas, cephalalgias, nevralgias, ulceras chronicas, hydropesias,
jhf isias, gonorrheas chronicas etc. e em geral em todas as molestias em que se tenha
sai vista a purificecSo do systema sanguneo; pois que urna pratica constante tem feito
-r ;- :!; iniispensavel nos casos gravsimos para minorar os soffrmentos, pre-
ptsts u 'lente para medicaces superiores; e as menos graves a cura a conse-
- As substancias que entram na composico do Elixir depurativo do Dr. Seria
. m tolas exclusivamente ao reino vegetal, e grande cathegoria das substan-
a-:j depurativas e antisyphiliUcas; assim, ao passo que este remedio depura o orga-
b, eliminando os principios nocivos saude, pelo mecanismo natural das eyau-
n/ aWinas, neutral a ',:o erupgo bo exterior debaixo de suas multiplicadas formas; e previne tam
*& &s sstragos dessa terrivel molestia, quando por ventura se ache ella ainda no
jsfcsi-.) de encubaran, i>to sem se ter manifestado sob formas externas: benefieio
jgatiis, tanto mais quanto oeste estado os individuos gneram completamente se es-
te e&aininados por este terrivel iniraigo.
O sabor agradave d'este Elixir convem a todos os estmagos, a sua aeco so-
* tubo intestina! suave e benigna, e de nenhuma forma produz molestias wiedt-
sutatons, como acontece ao purgante dito Le Roy, que na sua qualidade de dras-
Ka late irrita a mucosa intestinal, e consecutivamente a seroza, resultando deste es
*&.. Eauitas vezes, hydropesias, que quasi sempre terminam pela morte do doente.
Assim pois esperamos que o uso deste remedio justifique cabalmente as nos-
* aeseveraedes, porque bendo um medicamento to simples na sua composico, a
*--jta tem confirmatlo sua utilidade.
l'ulf depos! UiiisuRs it cores a 509 rs. corado. \ Lasiulias para vestidos a 200 rs. o corado.
Veode-?e fenibar-tinas e masculinas de; Vende-se lasinbas para vestidos dese-
cores para vestidos de senhora a 500 rs. o nhoras oo. 24o, 32o, e 4oo rs. o covado,
barege de listas a 2o rs. o covado, mos-
covado.
Cl Vende-se chitas francezas largas a 240,
280. 3 JO, e 360 rs. o covado, percalas fi-
nas a 400 e 500 r.
Organriis ie, qiiadro de eores a 320-rs.
Vndese orffandis de qoadros decores
paravestidos a 320, 360 e400 rs. o covado.
Laas linas de lista a 100 rs.
sambique com pilmas e listas de seda para
vestidos a 28o rs. o covado.
Chdes > renda
Vende-se chales de renda mnito pretos
a 45500 e 50, retenas de linho a 50 c 60.
Roapa feita nacional.
Vende-se palitos de alpaca branca e de
Vende-se la.-inhas de lista de cores para cores, propros para os das de festa a 305oo
vestidos a 400, e 500 rs. o covado. e 40, ditos pretos a 30, e 40. idem de meia
Madapoln do Arara a 40 cazemira 305oo e 40, idem de casemira pre-
Vende-se pee s de madapolSo fino e largo
a 40, 5,0, 60, 70 80 e 100, a peca algo
dSosinho em pecas encorpadoa 40, 500)0
10500 70 e 80 a peca.
ta e da cores a 60, 80, e Io0, calcas de
meia casemira a 20,)oo e 30, idem de case-
mira a 60, e80, colletes de casemira a 30,
e 30?>oo.
Kua da lmperatriz n. 15.
Na botica e drogara
DE
Barthotomeo Companhia.
3fcRA DO ROSARIO LARGA34
Vende se manteiga ingleza flor a 800 e I0ooo.
Sal refinado em pacote de 3 libras a 2oo rs.
P de tijollo para limjar facas a 12o rs.
Latas com pao-de-l a 405oo.
Azeiton.is de El vas em latas a 800 rs.
Alpista e painco a 16o rs.
Frutas em caldas sonoras a 5oo rs. a lata.
Parello de Lisboa marca M. a 406oo e 50ooo.
Caixinhas com massas para sopa a 20ooo.
Vende-se urna armagao de louro envidracada propia para qualquer negocio em
ama principal ra: atratar na ra da Iinpe-atriz n. 15, com Miguel Gomes de Souza
que tem poderes especiaes.
Vapores.
Vande-seem casa de Sannders lBrothers 4 C.
o larpo do Corpo Santo n. 11, vapores patfinte!
om todos os pertences propros para faier morir
es on
Fundiyo dAurora em
Santo Amaro
Completo sortlmpoto de taisas batidas e fundi-
das, alambiques de todos os lamanhos e fundos di
f iniii/iiiift to >i* ln,-tfii\i. .ditos, moendis de todos os tamaubos de supenoi
>fy WUIULUU UC LUv^tAllU. qualidade, crlvos e boceas de foroalha. o que lud<
OL'IDA^A.0 DE FAZPDAS
Pop baratos presos.
!assas frai ;ezas e cores a iO rs. o'covado.
Ditas franelas, superior qualidade, grande xariedade de'padroes, fazenda de
sV3. a vara, a 3:" rs. o covado.
Ditas ditS tutiil i Bnas a 40fl rs. o covado.
Superioro- c il is francezas largas de cores fixa? a 200 rs. o covado.
' odas aas de cor-s c Ditas com palmas de seda a 320 rs. o covado.
Hitas com listas imitando poil de Chvre a 400 rs.Jo covado.
pi riores alpacas de cores de duas larguras com listas e com flores, grande va-
ri de de padrf-es e pos! s inteiramente lindos ('fazenda de 10 o covado) a &00 rs.
la: de ( res Uicos roneos i;i capas de merm, bordadas'e enfeitadas com renda prcta, o que
i. i:: 3i:> moitnrn 1 para hombro de senhora a 80, 100 3120 cada um.
Boris toad poloes a $}, 60 e 7 j a peca.
Ditos a 30.
Superi r algodosinho hranfo'com 20 jardas a 40 a peca.
X -i1" i.'ffi ootias omitas szendas por minos do scu valor]para liquidar.
LOJA DAS COLUMNAS
DI
5 nf ati
Crrela de Vasconcellos & G
Raa do Crespo n. 13,

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a
Ku do Imperador n. 32,
Bonetuins de beierro para bomem. 750O0
Ducs de lustro para homem. 6^(K
Ditos de cordavo. 800t'
Ditos para senhora enfeitados. 5,5000
Ditos para meninas. :0iH.-
Sap:it5cs de bezerros. 3j50t'
Bolinas brancas para senhora. K^OOC
Bjtas pequen s para raunlaria. !8A0O0
Ditas grandes para motilara. 2oC00
Condecora^des
A bem conhecida l-ja de jolas de Moreira &
Du^rte, a' raa do Catinga o. 7, acaba de receber
porgo de hbitos e >fflr.lalatos d ordem da Bo?a,
e hbitos da de Chri-io de differentes tamanhos
qoe veode por presos mu razoaveis, alm diso
continua a ter como sempre om completo sort
ment de jolas dos gostos mais moderos para as
quaes conta cora o cjucorso de seos bous (re-
(toes.
FiotJealg'tditda Bahia.
Vende-se no pseriptorio de Antonio Lait de li-
veira Axevedo & C, ra da Cruz n. 57.
JftBNtL DAS FillllAS.
Pulilic?cao illastrada, arlislica, recrea-
tiva, etc.,
ornada de figurioos, gravuras, pegas de muMca,
moldes de vestido, p em geral de tndo qu..oto
concernente i trabalbos de seoboras. Sahe urna
vez por mez. Asignatura por um anno de Janeiro
dezembro 12000.
Livraria franceza, ra do Crespo n. 9.
LeaSdade
Este estabelecimento a roa da lmperatriz n. 70,
recebe de sua conta por todos os paquetes france-
zes diversos otjectos da ultima moda de Pariz,
como seja dodIIs coques lisos e enfeitados, fitas
de sf r]a, ditas do seda lisas e borlada de todas
as larguras e de superior qualidade, lindos sapa
tos de merino, de casemira e la, toncas de la,
muito bonitos chapellinhos, babadinbos e ntre-
melos com lindo: bordados, grvalas de seda pre-
ta e de cores para bomem e senboras ; as verda-
deras luvas de Jonvin brancas e de cores multo
benitas, carteiras de diversos felios e tamanhos,
meias de muito boa qualidade, para bomem, se-
nboras e meninos, um lindo sortimento de blcos,
esparlilbos, toucadores ds Jacaranda' de diversos
tamanhos, fitas de veludo, trancas pretas e de co-
res, lindos enfeiles para vestidos, cilos de diver-
sas qnalidades mnito bonitos, albnns, abotoadoras
para colletes, la pira bordar de superior quali-
dade, urna i.iniJM.ie de booitos briBqoedos para
crlanfs, as meihores perfumarlas de Labim, Plver
e Cooiirai sociedade Hygenica, immeneidade de
objectos que deno de mencionar para nao se tor-
aar aa'sante, ludo por precos muito coitmodos.
>& vende por commodo prego.
Liadas muilo lindas la a 500 res o
covad
Vende se na loia do Alvaro a' ra do Crespo n.
20 B.________________________
Chegou afinal
A pouajida galopeau
para cura rpida e cooopltia dos callos duros.
VENUE SR NA
Botica e drogara
ra
itartholosuen t& C.
34Ra larga do Rosario34
Cabriolet
de i rodas e 1 cavallo muito superior, vende-se
para tratar na ra do Crespo n. 16, andar, pa-
ra ver-se na cochelra do Paulino ra de S. Amaro.
Afencao.
Cassas finas a 210 e 320 rs. o covado, basqui-
nas de seda preta a I5 e a 22J : na ra do
Crespo n 17.
0 cordeiro previdente
Na antiga loja de miadezas a ra do Quei-
mado n. 16.
Tendo sempre em vista n;o roabar o tempo tos
sens fregoezes, coa extensos annuncios ; ma
tambem nao querendo qoe os mesmos freguezes
Ignoem o qoe de novo tem elle recebldo, por tsso
resumidamente e dir': ebefando asstalao co-
nbecimento de todos qoe a dita loja do Gerdetro
Previdente, roa do Qoeimado a. 16, receben o se-
guite :
Bunitas e duradoras ligas de pellica para meias,
Unto para senboras como para meninas.
Leques de diversos e modernos gostos.
Peotes com enfeites doarados e nao dourados,
para meninas.
Coques simples eenteitados,moldes Inicuamen-
te novos.
Bom papel em caiiinbas liso, paulado doura-
do e timbrado, e outros muilos objectos, qoe men-
ciona-los seria bastante eofadonho, e que se ven-
de em dita loja de mindezas do Cordeiro Previ-
dente, roa do Qoeimado n. 16.
Xo faltam flores,
O Cordeiro Previdente a rna do Qoeimado n. 16
tem constantemente um lindo sortimento de fi
as e bonitas flores, por isso quando algom* ha.
bilidosa joveo qoizer preparar qoalqoer enfeite ae
b^llo gosto deve logo lembrar se que ba dita loja
do Cordeiro Previdente, a roa do Qoeimado n. 16,
nao fal'.im flores.
Para alvejar os denles.
O cordeiro previdente a rna do Qoeimado o. 16
receben do bem coobecido fabricante Joob Gos
nell & C. urna ptima qoalidade de pos para den
'tes aromatizados com cantora qoe realmente tem
merecido todo conceito porque nao s alveja per-
feitamente os dentes como tambem conserva-os
sempre no melhor estado de prfelcao, assim pois
queiram vir comprar ditos pos na mesma leja
do Cordeiro Previdente, roa do Qoeimado n. 16
Knfelfe* com pontas.
O Cordeiro Providente receben om lindo sorti-
mento d-' enfeites com puntas para vestidos, tanto
de seda como de la que combiuam perfeltamen
te com es cintos modernos do mesmo formato, por
isso para poder enfeitar-se com gosto qualquer
vestido indispensavel comprarse ditos enfeites
na mesma loja do Cordeiro Previdente, a ra do
Qucimado n. 16.
chapellnas de seda
Modernas e bonitas cbapelinas de seda para se-
nhora receben o Cordeiro Previdente roa do Quai-
tj:i 1 o n. 16 e por ser peqnena a quaolldade re-
cebida, quem pretender urna moderna e bonita
chapelina deve apresarse em mandar compra-la
era dita loja do Cordeiro Previdente a ra do
Quelmado o .16.
CaIXINHAS ENFEITADAS.
Estas mnito desejadas caixinhas vasiss e enfei-
tadas com gosto, que tanta extraer.) (em tido e
que realmente servera para diversos ns, existnn
na loja do Cordeiro Previdente a rna do Qoeimado
o. 16 om completo sort'menlo de ditas caixinhas e
sao vendidas por precos to rasoaveis, que o expe-
dente fregoez nao objectara' em compra-las em
dita loja de mrodezaa do Cordeiro Previdente a ra
do Quelmado n. 16.
PONTE1RAS E CHARUTOS.
O Cordeiro Previdente, roa do Qoeimado n. 16,
tem ora bom sortimento de finas ponteiras para
charutos, sendo lisas e com figuras em alto rele-
vo ; e para que os seus freguezes nao se Incom-
modem em comprar cbarotos em algumas das lo-
jas de charoteiros, receben tambem om bom sorti-
mento de 8oos charutos do afamado fabricante
Furtado de Simas ; assim, pois, encontrarlo os
apreciadores um bom sortimento na dita loja do
Cordeiro Providente, roa de Qoeimado n. 16.
Para ollera no liottpltal por-
Bonitas r.Astinhas com ffnetas de cera, obra de
multa poreicSo* boto gosto.
Paraeortar moldes eenirafhaTfazendas
Vende-se papel Tardo lolna grande.
Para lustrar calados.
Vnde-se soperior graia econmica
Vende-se papel para matar moscas.
A loja do cordeiro previdente
Ra do Queimado n. 16.
rvellaacbaro. pretendeutes um grande e va-
riado sortimento de perfumaras finas, tanto ingie-
zas como fraselas; seBdo :
Finos-extractos par lencos.
Baohas e pomadas para cabellos.
Oleo pbilocome e baboza para dito.
Pos higinicos para dentes.
itos cafflphorados para ditos.
ptala iBgte;a e franceza para ditos.
Pacotas cotb pos de arroz.
Vasos de porcelana para ditos.
Saboneies para mao e barba.
E uitos ouiros objectos que serao presentes
ao comprador qoe se dirigir a ra do Queimado
d. 16, loja do cordeiro previdente.
BD'eijas uequeaas.
Vendem-se na roa|do2Quenaado n. 16. lloja do
cordeirojprevidente.
Charetos
da acreditada fabrica de Jos Furtado de
Simas.
Fabrica e fundico de bronz
t outros mtlacs, caldeireiro,
laloeiro, e funileiro, situada
na Soltiade, ra do Prin-
cipe n. 3, c com deposito na
ra Nova n. 38, da cidade
do Iiecife
DE
BRAGA ASAMPAIO
Fabrir;am-se neste importante estabeleci-
mento todas as obras concernentes as artes
respectivas como sejam:
Alambiques de todos os tamanhos em
felios, os mui acreditados aparemos de
Derosne com as dimencoes delicadas dos
fabricados em Franca.
Fabricam-se avulsas quaesquer pecas des-
aparelbos, como sejam o dilatador, raliGca-
dor e condensador, ou esquema garapas,
resfriador, serpentinas interiores.
Fabricam-se bombas de todas as dimen-
ces e qnalidades, pelo systema francez ou
americano, simples, de pressSo, repuso, e
com especiandade a estanca rios 1 aisim -p
nominadas pelo enorme tolume de agua
que absorvem calculada em 100 pipas por
hora, e das quaes algumas eslo promptas a
serem experimentadas.
Esistem bombas por este systema, me-
nores, para regar sitios, garantindo-se nao
s sua durac3o como a grande quantidade
de agua que fornecem pelo que s3o cons de-
radas boje as primeiras bombas conhecidas.
Todas as mais obras se fabricam vonla-
de dos freguezes e a seu capricho.
Existem sempre promptos no deposito in-
dicado na ra Nova n. 38, um completo sor-
timento de obras solidas, bem construidas e
a precos rasoaveis, como sao alambiques,
serpentinas, taxos, passadeiras, repartidei-
ras, escumadeiras, cocos, candeias, e muilos
outros uteac'lios preprios para engenhos,
como sejam mancaos de bronze, parafuzos
para rodas de agua e outrr s.
Cavilhas, machos para lemes, pregos de
todos os tamanbos e para o forro de cobre
de navios.
Aprompta-se tudo quanto diz Tespeito as
obras de lat5o torneadas e polidas com toda
a perfeicSo.
Vlvulas para tanques de banho, torneiras
de todas os tamanhos e qualidades, assim
como todos os ornamentos para militares,
botes para farda, aparelbos para barretina,
nmeros, espheras, espadas, cornetas, alam-
padas turbulos, caldeirinhas, ftartas, almo-
farizes, perfumadores.
Obras de folbas de flandres de todas as
qualidades, babs, bacas, bules e outros
utencilios domsticos.
Lampies para gaz para engenho?, folha
de flandres em caixas, folhas dp cobre e la-
io; tubos de ehumbo para eocanamentos de
todas as dimenroes, folbas de zinco, e-tanho
era barras c verguinha, lances e barras de
chombo, Vldros Anos para espelhos, de co-
res, bordados, opacos, e'outros para vi-
fdracas; -drmantes para cortar vidros, cadi-
nbos ordinarios e de patente, rea para mol-
dar, folies para ferreiro; lavatorios com ba-
cas e jarros, trra pbdre e outros nmeros
objectos proprio de taes estabelecimentos.
Sendo' todas as obras inspeccionadas e
ferias sob a direccSo do'socio administrador,
Jos Baptista Braga o qual se acha de novo
especialmente incumbido da gerencia de tao
importante estabelecimente, isso urna ga-
randa pela sua looga pratica, que tem os se-
nhoies freguezes de que serao servaos a
contento, com promptidaoe preco commo-
do, peto que os proprretarios Ibe sero agra-
decidos.
Paris, 36, Raa Viriemie, l>
E' baratiSSilllO a 500 rS O Vendem-sejoa loja:doLcorderoprevidente a roa
. -. do Qneimadofa. 16
kcovaao.
Superiores laas para vestidos rom excellentes
padrSes a 500 ris o covado, aproveitem antes que
se acabem ; oa roa do Queimado o. 46, loja de
Guimares & Bastos.
RICOS
m
e elegantes enfeites de palha ramos, fio
res, grinalras, enredes para coques. I
eos, alamares, franja, galio e botSes
com vidrilho, acaba de receber a loja do
Cysne, a' roa da lmperatriz d. 64, assim
como riqoisslmos slntos de setim, vel-
ludo egorgurio a Mane Aotoniette, a
lmperatriz, a Fgaro, lindos e os msis
modernos coques de cabello e a mitaca,
c um sem num ro de arligos de gosto e
moda qne t com a vista podero ser >
apreciados.
Vinho fioo engarrafado.
Vende-se por mdico pirco vinbe do Porto de
mui excellente qoalidade, em caixas de doze gar-
ris : noarroazem de David Tavares Bailar, ra
do Brnm n. 66.
feoegrandd deposito de superior caiTao de Cardiffna
Antccio Gomes dos Santos 4 t, roa
ra cond3es mais fsvoraveis qae em c
Babia.
Superior panno de algodo da Bahia
Vende se no escriptorio de Antonij Lolz de OU-
velra Azevedo & C., roa da Crox n. 57.
Vende-se por preco commodo, afinTde se le-
vantsr orna hypotheca, 12 casinhas na travessa das
rurmo?as, e S maiores na rna da via frrea, aquel-
las edificadas nos fondos destas, produzindo todas
um rendimento rnensal de IQdf : a tratar a roa
da Praia o. 59,3* andar.
Francisco Jos Germann
(RA NOVA N. 21,
aeaba de receber nm lindo e magnifico d
timento de oculos, lnnetos, binculos, do t
timo e mais apurado gosto da Europa e oc.
los de alcance para observares e par <
martimos.
^BOTT
Botas rnssianas, psrneiras e meias perneiras no-
varoeate chegadas, da melhor qualidade qoe temos
visto, no armazera do vapor rna Nova o. 7.
LUVAS
Novo sortimento de Invas de pellica d Jonvin,
brancas, pretas e de ontras bonitas cores para ho-
mens e senboras; no armazem do vapor ra Nova
n. 7.__________
Luzinlias a 160e 240 rs.
Vendem-se lazlnhas escocezas mnito bonitas
pelo baratissimo prrqo de 240 rs. o covado, ditas
miudinhas para acabar a 160 rs.: s na loja e
armazem do Pavo ra da lmperatriz n. 60 de
Gama & Suva.
Vinho do Kheno
em superiores qnalidades, por presos commodos:
em casa de Babe Schmettau & C, rna da Cadeia
n. 18.
Champanha
em daas qualidades, regular e superior : emeasa
de Rabe Schmettau & C, rna da Cadeia o. 18.
Cognac
commnm e soperior, em casa de Rabe SchmeHsu
& a, roa da Cadeia o. 18.
Shervy de Londres
GRiNDE BAZAR
RA NOVA N. iO E 22
AS ^FtUMIDADAS DES SEXUAES, AS AFFXO
^)Ks r.;rrNKAS. E A vteracoes DO SANGU.
30.000 curas dai mpingtn,
}nistula$ ktryn, arn,
eomixoei, acr\monia, e al-
lerfott.viciniat dosang\n
virus, l a'UrafOts do tan*
gue (\arope vtciul sm mercurio). Cfif-rm:Tf
ifi hakiiom imrtn tcmio-! do*-.
por semina, seguindo o traciameuto Deprate.o : *
em;/repadu dis mesmas moleslias.
Este XaropCitrieted w?.'!
de CIIABI.E. cura n:e*a.
tamenlc qualquer puroaco,
relaxafao, e deb\!ida,ie,
Igualmente os fltixoi a flortt
h-av.cas das mulhercs. Esta injeccao beuigua ttf
arega-secomo Xarope de Citraclo d Ferro.
Beaa*rraldi>. Pomada que ai cura em tren dl%
POMADA ANTIHERPETICA
Contra i ni afliccoes cutnea* cominos*.
PILULAS VEGETAES DEPURATIVAS
te tv Ckfcfeie. cada .'rateo val acsoxpaaaio e'ttl
IvJttJf % DE
COPA H
O Mouro de Vene, a
Santa Barbara n. t, esto habilitados a supprir dt
,0 m conflifi-jes mais favoravets qae em onf.o qaalqaer deposito, a todos os navios a vanor aw
certera aafaeiie porto. A conlratar nesU com Domingos Alva Mathens^l
Rna da lmperatriz n. 15
Ancoretas de azeitoaas a 1A500, o qoe ha
melhor em barril.
de
Vende se palbas de coqueiros no sitio qoe
qoe toi do Doado Antonio Grande : na E-nbiri-
belra.
soperior e rcgolar, em casa de Rabe Scbmettao &
C, rna da Cadeia n. 18.
Linha denovellos
de Alejandre e ootra : em casa de Rabe Scbmet-
tao i C, roa da Cadeia n. 18.











Soperior vinho do P rio,
Vende-se no escriptorio de Antonio l.ulz de OH
velra Atsvedo & C, raa da Croz o. 57, em caixas
de 12 garrafas.
Machinas para descarriar algodao, do mt
Ihor antor que tem apparecido oa Americ
E' tal a execucao do machioisme, que o al-
godSo sahe quasi 15o perfeitocomo o debo
landeira. Recommenda-se a attencSo dot
Srs. agricultores, estas machinas.
Chegon ao antigo deposito de Henry Forster A
C, ra do Imperador, um carregamento de gaz di
primeira qoalidade.o qnal se vende em partidas
i retalho por menos preco do que em oatr* qa
per parte.
Novas chapelinas
de fina palha da Hala.
A Agoia Branca, a' roa do Qoeimado n. 8, rece-
ben nm novo sortimento de bonita cbapelinas de
floa palha da Italia, ornsdascom delicadas flores, e
como sempre a Agola Branca as vende por precos
commodos.
Vende-se a taberna da roa da Cacimba o. ,
com frente para a rna do Vigario, muito aregoe-
zada, e com poneos fondos, propria para om prin-
cipiante : a tratar na mesma.
Para acabar
Vender se sarcos com farioba de mandioca de
25500 a S, as; im como saceos com fcijao por
baratsimo precs: no trapiche barSo do Livra-
mento no Forte 00 Matos n. 15.________
Bales brancos e de cores para me-
ias.
A agnia branca, a' roa do Qnelmado n. 8, rece-
ben nmas amostras de soperiores baldes brancos e
de corea para meninas de diferentes tamanbos, e
como sempro, vende os por precos' commodos,
visto a boa qualidade.
AVISO AOS SRS. MDICOS.
Cura caiarrhos, 10.910$
COqHCluchti TT'ijf a
ervo tas sas dos (tron-
cheo* e H.fi.n as doenfa$
do petlo; bast ao djenU
Sirop du
una colhe rahdea dvfW xarope O* Forgkt.
Dr. tlllRU -ip Parii. raa WtlMM, e*.
A venda na pharmacia de P. Maarer f
e C, em Pernambuco.
TERDADEIEO LE HGT
4 iientaiT, Douenr-Mderm
Ru ds Selne, 51, V PXRI3.
Em cada garrafa, rai, entre rolha t papel ral
fue Icti o ateu tete, ua rotulo imprnto em tan-
rrtk con silu Imtmai m corei mmi.
jr.0.-nMi-
*__ tendo-truir.a lettrt
de SOft frjr>' -
kre Parle, aceita *1
i abatimento e da
daicoaU
Deposito na pharmacia de P. Maurer o
C. em Pernambuco.
Vinho puro
Soperior vlnbo Collares da bem conhecida e
acreditada marca Dejante & C, no onico deposito
"' rna da Cadeia, escriptorio de Leal Res.
Na raa dos Goararapes n. 6a, vende-se orna
I preta de iOaoao*.
Coa superior
Vende-se no escriptorio de Antonio Loiz de Oli-
veira Azevpdo & C, roa da Croz n. 81.
Vndese telbas soperiore lijlos ae tonas
qualidades, fabricado eom barro dagaa doce,
menos 4a em milbelro do qoe om ostra qoal
i parte : na iaria de Jos Carneir *)aat
dw Prazeres d. 38.


1 mlm |


lar!* 4c PerBaMkae* Sexta felra t de Dezemhro ie !86nH>.i

C

Collares Royer
0a Anodinos elctricas magnticas
Deposito acreditado
toja da agnia branca roa do Queimado n. 8
Apregoar anda os prodigiosos effeitos dos
bollara Royer j nao ensiaar oo querer
iatrodozir novidades, porque a fama de sua
ell caria tem-se tanto estendido, e os seos
felizes resaltados a tal altura elevado, que
boje rara a pessoa que por experiencia
propria ou por intermedio de seus amigos
e pareles, ignore oo desconfe :a as virtu-
des desses sempre apreciareis collares
Royer.
A agaia branca porm se gloria de concor-
rer para uta t5o justo fina, se nao por on-
ro modo ao menos por ter sernpre, e cons-
antemeote um completo sortimento desses
collares magnticos, que hem se podem cbi-
marsalva vidas das enancas.
Resta ainda que os senhores pas de fa-
milia se facam convencer jde que conven)
nao esperar que as criancas sejam atacadas
do mal, e por isso necessario ou conve-
niente que com antecedencia se deite na
crianca um desses collares para assim estar
ella preservada das conv.Jcdes e se contar
vre dos rigores da denticao.
A aguia branca ra do Queimado n. 8
contina a receber por todos os vapores
fraooezes a quantidade que ha contratado e Liodisslmas gravatinhas para senhoras.
por isso acha-se ella sernpre provida dos ver-' Lln|,* colares e voius dadeiros colhres Royer elelricos n^-1-11
ticos.
Grande novidade para*
ftsfa
fla loja do patio roa da Imperarij .
60, de Gana & Silva,

MOTAS
NA


ra do Crespo n. V A, esquina da rjia do Imperador
.
Acaba de rhegar pelo vapor Guttnne, um variadissioo soritraenio de (aseadas que diiem os
nossos correspondentes que foram as melhores, as de mais gestos e novidades que encontraran! em
Parir, e por isso muflo recommendamos a apreclacao do respeitavel publico, os seguintes artigcs qne
so encontrado na loja do Passo.

LOJA B ARMAZEM
i




^UA< ,
*" ^^xm.rsj t.


60



Riquisslmos cortes de seda de cores, com lindos
matizes completamente novidade.
Lindsimos vestidos de cambraia branca bordados
com gosit.
Ricos basqnines, primorosamente bordados, e ulti-
ma moda em Parir.
Riqoissimas cbapelinas de seda, palha a imitaco
e enfeitadas com muito gosto.
Coqoes para senhoras, sendo estes de ultima moda
em Parir.
magne-
A V^ala Branca a na do Quei-
mado n. 8.
lnconte?tavelmente na loja da Agaia Branca
onde os apreciadores do nom podem melhormente
prover-se daquelles objectos de gosto. E de ja por tantos e tantas veres reconbecida ainda
agora se fas confirmar com a nota dos preciosos
objectos de gosto e valor que a agina tem a satis-
facao de patentear e pflr a disposicao de quem os
deseje e possa comprar. Ella principiara pelas ri-
cas ranas com mosica e sem ella, para costura.
Essas cairas por sua perfeic5es, gostos e rique-
za-, se tornara rcomroeodaveis para algom im
portante present, ou mesrao para quem lenha gos-
to de posoir orna bella obra, porqae de certo sao
ellas as de maior valor qoe se enccntram em Per-
narxbueo, tent ama qu-> sobresabe a todas as oo-
Iras. Alm destas ba outras de precos menores, as-
sim como tambera ba benitas C3ixmhas vazias de
madeira, envernisadas e marcbelada?, com fecha-
dora e chave, para coslora.
Em leques o que se pode encoatrar de melhor,
sendo:
Todo de madreperla, bordados, obra de gosto e
valor.
Outros de madreperola e seda, bonito? desenbos.
Ouiros de roadrepe-ola coro b>rdads corridos,
ebras de muito gosto, e geralmente apreciadas.
Ouiros todos de sndalo.
Outros de sndalo e seda com bellos desenos.
Ouiros todos preto? para luto.
Outros pretos com desenbos roxos, proprios pa-
ra senboras viuvas.
Outros de sndalo e faia, formando qnatro vistas
Outros de sndalo e sndalo e seda, para me-
Dnis.
Outros de martelra e papel, obra barata.
Guarnieres de litas, ditas de bouitas e modernas
trancas pira vestidos
A Agnia Branca reeebeu novamente rim bello
sortimento daquellas apreciadas guarnicoes de fi-
las ; assim como outras de lindas e modernas tran-
cas. Os apreciadores do bom coroparecam na loja
da Agnia Branca a rna do Qoeimado n. 8.
Finissiinas meias de fio de l'srossia para enancas.
Vendem-se na ra do Queimado loja da Aguia
Branca n. 8, onde tambero ha cutras mnitas de al-
gndo para criaocas de 3 a 12 mezes.
Hu unas lavas de S > de Escossia e seda, para h-
meos e srnhoras.
A Aguia Branca a ra do Queimado n. 8, rece-
ben oro bom sortimento de Boas Invas de fio de Es-
cossia e seda, brancas e de cores, bordadas e lisas,
tanto para bombos como para senhoras; quem as
pretender e dinj r-se a dita laja da Aguia Branca,
coohecera qne era tal genero nao se encentra me
Ihor, e talvez era mesmo igual em alguma oulra
[artt-.
Requifes broncos on traBeinhas papa-fina.
A A^ jia Branca acba de receber ara novo e
bello sortiroeato dessas to procuradas traaciuhas
papa-Boa, com diversos e agradaveis moldes, e co-
mo sernpre a Aguia Branca a ra do Queimado n.
6 continua a venier barato
Goiiiuhas e punhos, manguitos e goliiahas, obras
modernas e de gosto.
A Agola Branca acha-se recentemente provida
de bonitas golliDhas e punhos bordados, manguitos
e gollinhas tambero bordadas, e ludo do melbor
gost<> e ultima moda, teodo as gnlliobas e punhos
mullos, a eofeltados com fitas eufiadas, e algumas
pequeas para menraas. Os precos aperar de com-
modos vanara com as diferentes qualidad >s das
obras. Os preteodentes comparecam na loja da
Aguia Branca a ra do Queimado a. 8 que sero
servidos a contento.
Entreomos bordados cm pecas grandes.
A Agnia Branca a roa do (Joeimalo n. 8 est
venlendo bonitos ntremelos bordados em pecas
prandi-s de 12 tiras, e pelo baraiissimo preco de
?5a00 cada pega. A grande extrargSo que elles
tara lido confirmara os diversos u* para que ser-
vera, as im pols coovm qne a boa freguezia da
Aguia Branca aproveite essa boa e barata fareoda.
Chegaram tambem
es nov coqnes que moito teem agradado plos
ens befos deseabas, e perfeita eiecucSo d'ohra.
As-im como igualmente chegiram bonitos port-
bouquets dourauos cum cabos de matreperola.
A Aguia Branca, a' na doQneiaia-
do 8, veode ;
Pitas para fachas de juizes de paz, delegados e
subdelegados.
Ditas para cavalleiros da Rosa, Cbristo e Cra-
xeiro.
V]m IN0V4S
A Aguia Branca a ra do Queimado d.
8 recebe d'aquellas bonitas luvas de pelli-
ca enfeitadas, e j bem conhecidas.por luvas
a duqoeza.
Collarlohos, punbos e gravatinbas de Cbnny, com-
pleta uovidade.
Rlquissimos leqoes de marfim todos abertos e de
ultimo gosto em Parir ; assim como de sndalo
madreperola.
Riquisslmos vestimentas de cambrilas primorosa-
mente bordados, com todos os pertences para
creaocas se baptizar.
Ricos vestuarios de cores, todos completos para
meninos de 2 a 4 anuos.
Mantas de bloodepara noivas.
Moiriantlqne, grosdenaple e sedas preta, branca
e de cores.
Riqoisslmos cintos, ultima moda.
Ricos eofeites para senhoras e meninas.
Lindissimas cbapelinas de seda e de palba para
meninas.
Rlquissimos cortes de fantasa para vestidos de se-
ahora.
Lindos corles de laa para vestido, novidade.
Chapeos de castor a canotier, ultima moda para a
rapasiada em Parir.
Grande deposito de luvas de Jonvio recebe-se por
lodos os vapores grande sortimento.
Casemiras, cambraias, las, roosseMna?, precalias, chitas e ama Inflnidade de objectos qne
deiamos de mencionar por se tornar macante.
Isto s na loja do Passo ra do Crespo n. 7 esquina da do Imperador.
ANDE NOVIDADE
AUGUSTO PORTO & C.
11Ra do Queimado11
Este estabelecimento acaba de receber e vende por commodojpreco as seguintes
fazendas finas :
Vestidos de b.ond para noiva com manta e capella.
Ricos vestidos de tambraia branca bordadas t que ha de melhor.
Cortinados bordados e admascadus para camas de 2o a 801J.
Ditos bordados e admascados para janellas de 9 a 2o#.
Colxas de seda e 13a e seda para cama de noivas.
Basquinas modernas de muito gosto de 2o# a 5o.
Toalbinhas de croch para cadeiras e sofs, e colxas de croch para camas.
Cbapelinas de crpe branco, e chapeos de palha da Italia para senhora.
Moir branco e preto, grosdenaple preto e de todas as cores para vestidos.
Camisas para hornera francezas e inglezas de linho, e de algodo.
Guardapisa de crinofine para fazer mais elegantes os v stidos de 19a e de seda
a 32o rs. a vara.
Superiores saias bordadas de linho, camisas e camisinhas bordadas e lencl de
cambraia bordada para senhoras, ricas toaluas bordadas com muito gosto, e lindos ves-
tuarios para baptisados com o respectivo enxoval.
Utas com listras de seda de varias cores a qoe ha de melbor.
Chapeos brancos de castor, e ricos chapeos de sol inglezes para homem.
Malas de diversos tamanhos para via^ens.
Panos fines e csea iras pretas e decores e outras muitas fazendas que se ven-
dem baratissimo.
Este estabelecimento contina a receber as melhores.
Esteiras e alcatifas para salas.
11Raa to Queimado11
Roa da Irrpcratriz n.
Al
OAMAl Tendo os dooos de-te grande estabelecimento resolvido liquidar a maior parte das
suas fazendas resolveram vender com grandes abatimerjtos em precos, assim como teem
receido ltimamente urna grande porcao de fazendas novas tanto inglezas como francezas,
alemaas e suissas, teem destinado venderemnas mais barato que em outra qualquer parte
afim de apurarem dinbeiro, dando de todas ellas, amostras deixando ficar p> nhor, ou
mandam-nas levar em casa das excellentissimas familias pelos s us caixeiros; assim como
as pessoas que negociara em pequea escalla, neste estabelecimento comprarlo pelos mes-
mos precos que compravam as casas inglezas; ganbando-se apenas o descont.
Tira* bordad;) c Babadlohbs
Quem quizer fazer boa compra de tiras
bordadas eu babadinhos, ashar um grande
sortimento para escolher e por ^reco muito
mais barato do que em outra qualquer parle,
na loja e armazem do Pavo, ra da Impe-
ratriz n 6o, de Gama & Silva.
Fazendas para luto na loja do
Pavo
n .loes a 23, 35oo e 3
Vendem-se um grande sortimento de cri-
nolinas ou baloes de arcos para senhora pelos
baratos precos de H, 20500 e 30 por haver
grande porcao, na loja e armazem do Pa-
v5o, ra da Imperatriz n. 6o, de Gama d
Muir antlque.
VeBde-se superior moire-antique de rr, rom
j algnm tcque de mofo, por preco muito barato, para
Vende-se setim da China com 6 palmos de am& siw P,*itf,ro* da IlEPer,riI '"' 69>
largura proprio para vestidos a 20 o covado, I
lazitihas pretas lisas, alpacas com listra brao-!
ca a 10 o covado, cassas brancas com listras
pretas a 5oo rs. a vara, ditas pretas usase 4$'00
cora siIpicos vara a 56o rs. ditas francezas El corles de la
com listras e ramagens vara a 8oo rs., me- Vendem-se supriores cortes de la atlra-'a
nno preto, alpacas e princezas, mais barato com 15 ce vados, pelo barato pre?o de 4 o corte,
do queem outra qualquer parte, na Iota do l>t0 Da ,0la e arm"Zfrra ao pavo, ra da impera-
n...l ~ Ja triz b. 60, de Gama & Silva.
as
N. 64-----Ra da Imperatriz-----N. 64.
Rova loja de mitidezas e artigos de modas
m
m
* iQ '*

XIV.

SILVA & NEVES.


,^^ Os proprietarios deste novo estabelccimenlj efierecem ao respeitavel
'f^ publico desta bella cidade, e do interior um liado e escolhido sortimento de
V m;udezas e artigos de modas, concorrendo para isto o terem na Eurooa, pes- g&
% soas^habilitadas a executarem suas encommenclas no qua houver de mais no- -^1
m

iZ&
vidade e gosto, e garanem vender pelos presos mais rasoaveis do que em
Ir) outra Qua,,]lier parto apar de maneiras delicadas e sinceras.
Acabam de receber pelo vapor francez Guienne, os seguintes beos
art-gos de moda e fantasa.
Luvas de Jouvin para senhoras e -homens, de todas as cores.
Livros para missa com C3pas de madreperola etc.
Indispensaveis e boleas de lo as as qualidades,
Coqoes os mais modernos.
Espartilhos collares, e cintos de seda e vidrilho.
Rendas de Guipure, de seda, (blouds) e de algodo, de todas as g
qualidades.
Completo sortimento de trancas, filas, botes e guarnieres de seda
com vidrilho e sem elle, gravatrahas de seda, e manguiios de lustro bordados
'sX tudo do ultimo gosto de Paris.
?;


m
SI
1M Leques de sandalu aberto do mais apurado trabalho
gra Agua Florida e tnico oriental de Laman & Kemps.
'&) Ricos eofeites e guarnicoes de flores para vestido e cabeja.
apa Calcado para senhoras e meninas.
Perfumaras as melhores e mais escoltadas de Lubm, Piver, e Cou- <&%&
$ dray, em ricos e elegantes vasos de porcelana, crystnl eprata ingleza. fr'^'i
Meias de algodSo, as mais finas e melhores qae teem at boje vindo ?M*
1 'i
AVSt

GRANDE BAZAR
ra Nova n. 20 e 22
Machinas pa a costura do autor Wheele--
4 Wil)n, chegadas ltimamente da Am-
rica; as qoaes pode cozer-se com dorji
peaponti is, todae qualquer fazenda, emb>
inbar, franir. bordar e marcar roupa; tud
com perfeicio. Sao to simples, que coa-
prenenrie-se facilmeote a maneira do trat
lho a pessoa leodo pratica de coser em mi-
rbinas. poda fazer por da o servico que !>
ciara 3i costoreiras.
Chama-se este estalielecimeoto a attei'
c3o lo publico, isto que elle se acba com
pletaraeme surtido de objectos de gostt.
como hem leques de madreperola e de sar
.dalo, Bvelas, fitas para cinto, cokes perft'
' maria e te,
Na ra nova n. 20 e 22. Carneiro Via
na c\C.


ao mercado, para senhoras e bomens.
Chapeos de palha da Italia, e a imitacSo para meninas.
E um sem numero de artigo, de gosto c fantazia que so a vista
podem ser apreciado.
m

NOVO DEPOSITO
DE
MACHINAS
?aa i)ESCAROCAR ALGODO
Manoel Bento de Oliveira Braga.
53Rna Dlrelta a__53
Neste estabelecimento se encontrar3o a
verdadeiras machinas americanas ehegadas nltima"
mente, as qaes sao feitas pelo mais afamado fa"
bricante da Araerica, por isso avisa a todas as pes-
soas que precisarem comprar, de se dirigir a este
estabelecimento que comprarlo das mais perfeitas
neste genero, assim como mais barato do que em
outra qualquer parte, por isso que se recebe por
conta propria, bem como cancos de chumbo e moi-
nhos para moer milbo, e grande sortimento de fer-
regens e miudezas em grosso e a retalbo.
Facas de cabo branco de meio balaoco a '0
a dozia. limas finas de todos ostamanbos proprias
de trabalbu de escoltara.
Pavao, ra da Imperatriz n. 6o, de Gma
Silva.
PALITO'S DE PANNO A 60
Vendem-se palitos de panno preto saceos
a 60, ditos sobrecasacos a Io0, calcas de ca-
seraira preta a 60 e 70, d ta muito finas a
90 e lo0, finissimos sobrecasac s de panno a
2o0 e 250, calcas de castmira de cor a 70 e
80, um grande sortimento de colele* de toda
a qualida:e e oulras mu i as qualidades de
roupas qu se \ codera mais barato do que
em outra qualquer parte, na loja e armazem
do PavSo, i ua da Imperatriz a. 6o, de Ga-
ma & Silva.
As salas do Pavo a 3ftOO.
Vende-.'e nma grande porcao das mais bonitas
saias braneas com lindas barras bordadas de co-
res, tendo 4 pannos cada urna, sendo fazenda in
teiramente moderna, pelo barato prego de 3550
cada nma sendo fazenda que sernpre se venden
por muito mais dinbeiro ; na luja e armazem do
Pavo, na ra da Imperatriz n. 60, de Gama &
Silva.
CASAQUINHOS DO PAVAO VA 180, 2o0
250 E 3o0
Chegaram o mais modernos casaquinhos
ou jaquetas de grs preto, ricamente enfei-
tadas sendo uns com cintura e outros soltos
conforme se osa ltimamente e vendem-se
pelos baratos precos de 183,2o0,250 e 3o0,
na loja e armazem do Pavo, ra da Impe-
ratriz n. 6o, de Gama & Silva.
Camfslnhas a 3$.
Vendem se as mais modernas camisinbas com
manguitos tanto bordados como de preguinhas com
elegantes punhos e bonitas abot aduras pelo bara-
to preco de 3 00 ; na loja e armnem do Pavo,
ra da Imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
Pichincha em ca-imi: as a i600 sd o
Pavo.
Vende-se urna gradde porcao de casimiras supe-
riores enfestaoas, sendo escuras e alegres preprias
para caiga?, poletots, coletes e roupas para meni-
nos pelo baratissimo prego de 1800 o covado oo
a 25800 o corle de calca, grande pecbmeba c
loja e armazem do Pavo : ra da Imperatriz n. 60,
de Gama & Silva.
alpaca HOustro com 5 palmos a 280.
S o Pa^ao.
Vende-se alpacas de'qnadros sendo padr5es es-
euros proprios para vestidos tendo S palmos de
largura qoe facilita fater-se um vestid) al com
8 covados pelo barato preco de 380 rs. o covado,
garanlindj se que fazenda qua val muito mai>
dinheir, porlanto pichincha : n leja e arma
rem do Pavau ra da Imperatriz n 60, de Gama
& Silva.
Poupelinas para a festa a 320 rs. o covado.
Vende-se urna grande prcao das mais bonitas
poupelinas trasparentes com palminhas bordadas,
a la ou quadnohs a initagio de fio de seda, pro-
trias para vestidos pelo baratsimo preco de nma
pataca o covado, grande pecbmeba : na leja e
armazem do Pavao ra da Imperatriz n. 60, de
Gama & Silva.
CORTES DE SEDA.
a 28^000 res na lija do Pavo.
Cbegaram os mais modernos cortes de seda de
cor cera elegantes desenbos claros e escures, leo-
do muita fazenda para oro vertido e vendem-st
p9lo barato prego de 285000 res, por estarmo
muito prximos da festa, isto na loja do Pavo,
rna da Imperatriz n. i 0, de Gama & Silva.
SAlAs ECONMICA8.
a 2,500 res.
Vende-se nma grande porgo de saias de cor
rom b js barras pelo baratissimo prego de
14300 res, na loja e armaz-m do Pavo ; ra da
imperatriz a. 60, de Gama & Silva.
PUiNBOS COM GOLINHAS.
a 150OO reis.
Vende-se urna grande porgo de punhos coa
gohnh^s de esgulao de linbo, com os mais lindo.*
bordados pelo barato prego de 15000 o terno, di-
tos bordados de cor a 6i reis, sendo grande pe
rhincha pelo prego, na ra da Imperatriz n. 60 de
Gama & Silva.
POIL DE CHEVRE.
a S60 e 800 reis.
Vendem se as mais bonitas laosianas com listas
de seoa, intituladas poil de cbvre pelo baratissi-
rao prego de 'tO reis o covado, ditas com as lis-
ias maitinadas a 800 res, assim como um grao-
de sortimento das mais bonitas e modernas lansi-
nhas que se vendem pelos pregos de 280, 400.
500 e 560 reis, bonitas alpacas de seda de orna
s cOr a 640 e 800 res, 1.-10 na loja do Pavo,
ra da imperatriz n. 60, de G Balees exilios.
a 2M)0.
Chegaram os mais moderos balSes esgnios sen-
do verdaderamente americanos e vendem-se pele
barato prego de 25500, na I-ja do Pavo ra* r'at
Imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
Peeblocba
Cortes de cassa a 30.
Cortes de organdis a 305oo
S o Pavo.
Vendem se cortes de cssa cada um ero sen pa-
pel sendo padro>s novos, muidos e grandes a 35,
ditos de organdis com listas de ror e todos bran-
eos pelo baratissimo prtgo de 35500 : mj na loja e
armazem do Pavo ra da Imperatriz n. 60, de
Gama & Silva.
Cassas alio rs. s o pavo.
Vendem-se bonitas cassas inglesas de co-
res fixas pelo barato prego de 240 rs, o co-
vado, ditas francezas fazenda muito fina eom
padrotes listrados e de flores, assim como com
palminas miojas proprias para meninos a
3oo rs. o covado ou a 5oo rs. a vara : & pe-
chincha na leja e armazem do Pav3o ra da
Imperatriz n. 60 de Gama & Silva.
Cortes n alpaca a sete patacas.
V-mleiu se cories de alpaca Miara pan vesti-
dos pelo baratissimo prego de 25240 o corte,
gran le pecbioen na foja e armazem do Pavo roa
da Imperatriz o, 60, de Gama & Suva.
Presos- vantajosos
n s miudezas do ^raade estabeleci-
mento de Suza Soareslrmao.
Ra Xova n. 28.
Vendem cm grosso e a relalho.
Linhas novellos, muito superiores, libras surtidas
a 25'0O e 25S00.
Dita em nvelos, mais infericr a 15-j'OO e 15800
a dita.
Dita branca era caixas de 50 nvelos a 640 ris
Dita para marcar, caixas de 16 ditos a 240 rs.
Una braoca em ditas de 10 ditos grandes a 560.
Dita em earros de 100 lardas a 360 rs. a du7ia"
Dita em carros de 200 jardas a 15200 a duzia.
Dita em ca toes, brauca e preta, a 160 rs. a dita.
Rozetas de cores em caixa: de duzia, a 1500 a
dita.
Grampas com cabega de vidro a 160 rs. a dita.
Agulbeiros pntalos a 2i0 rs. a duzia.
Botdes de moedinbas donradas e prateadas, para
punhos, a 15900 a duzia de pares.
Ditos de madreperola, para camisa, a 503 rs. a
groia.
Ditos de osso, para caiga, a 240 rs. a dita.
Caixinbas com soldados de chumbo a 120 rs.
Esptlbos de muldura dourada a 5400 a duzia.
P.tes, de lago dourado, para coco, a 65 rs. a
duzia.
Ditos de lagos lisos, para coco, a 5500 a dozia.
Ditos dourados, com flores, 25400 a duzia.
Ditos de bfalo, multo buos para alisar, a 25300
e 25400 a dita.
Dedaes amarelos e prateados, Guos. a 240 rs. a
dita.
Clcheles em caixinhas a 640 rs. a dita.
Ditos em candes a 600, e 900 is. a dita.
Pegas de Qta para coz, larga, com 10 varas, a
500 rs. a pega.
Pitas de seda n. i '/j. pegas com 8 varas, a 260
rs. a dita.
Cadago branco para cerclas a 560 rs a duzia
de ppgas.
Las de todas as cores, para bordar, a 65500 a
libra.
Pbospboros de cera, em caixinbas, a 60 rs. a
doiia.
Ditos de pu encerado, sem cbelro, a 360 rs. a
dnzia de caixinbas.
lutos de cera, em caixas grandes de folha, a
15400 a duzia.
Cartilbas da Doutrina Cbrislaa a 320 rs.
Obreas de colla, em caixinhas, a 30 e 500 rs.
Sahonetes finos a 800 e 15 a duzia.
Facas e garphos cabo de osso, lazenda boa, a
25500 a cum.
Abotuaduras finas para cok-tes, cintos com Uve-
las de crystai, e multas entras qualidades, puicei-
ra* de costas, pentes coro pedras para roques, eu-
(eites paracabeg, um completo sortimento de per-
fumarias de todas as qnaibladts. colariiihos, can-
deeires a gal, ferragens de todas as qualidades etc.
ete.; a roa Xva n. 28.
VENDE-SE
Motores americanos para dous cavalo?.
Dito dito p.".ra quatro cavallos.
Machinas para desearjgar a'godo de 14, 16.
18,20 30, 35 e 40 serras.
Modernas poopelinas c.m paiminbts
bordadas e quadros, cuvado a. .
Modernsimas lszinhas cem pal-
mas, salpicos, quadres, listas, etc.
etc., covado, a 400, 500 *........
Lindas las com lisias de stda, co-
vado, a seoe...................
verdadeiro poli de ehtvreecm lisias
modernas, covado, a 800, 15e....
rinissimas muselinas dectres.ro-
vadu, a........................
Bonitas sedas de cues cru palmos
Ce largura, eevado, a.............
Grosdenaple uDi, roio, lyrio, clara,
etc. ele, covado, a..............
Modernas cassas com lisias larg?
vara, a 640, 720, 800 e...........
Modernissiroos irgandys de 1 r, vara,
Organty largo, com lista e quadn-s,
vara,a........................
Corles de organdy com lirias brac-
eas e de coies, undo 8 taras cada
crie a.........................
Liazirbas de nma s (r nraibisadas
covado a.......................
Cortes de cambraia bracea boidad?,
sendo neste genero om*:s rico quu
tfm viDJoanmtrcado...........
Brnit. g corUs de sedas cores claras a
Bonitos cors de ihanlana a.......
Cortes de organdys lisiados cum 10
vara, a.......................
Fil branco boidaoo, sno de mtia
largura, vsra, a...............
Bonita fazenda Iranra p:ra salas,
lendo pregas de um lado e um-
tem btrriada, vara a 15. i5i^O o
Rifas salas bordadas a 6000, 85 o
Cassat de cma s cor de Dures, cova-
do a..........................
Ditas franceras ttuito finas, sendo de
listas e fl,res, vara a odlrs. e co-
vado a............... ,........
Mcdernos punhos cero gotosas, en-
du de esguiao de linho, bcrdadcS,
brancos e de cores a.___........
Modernos msngoiios eim g .llii.bas a
Ricos cori'inhs de cambraia ipnllo
bfm rnf.tados e bordados a 85 e
Saias ecomroiess e eicuras, para
qoem (r passar a fes la lora a___
Wl
I ja
250
U
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15000
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280
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240
3flO
t5fO0
5500
if'5000
25500
Papa peitoial
Vende se a verdadeira gonma de araruta a oOO
rs. a libra e sement de coenir.j a 400 rs. j garra-
a : na ra Dirtiia n. 8.
350T-P
36
560
ib
tfl
Rival sem segundo.
Ra do Queimano k. &.
Qoer acabar com as fazendas aLaiit
ffiCHcionadas.
Qneiram vir ver o qne tom e bralistiae
Toalbas de labyrmtho com bico, fazen-
da boa a.............
Carreieis de ilnba cim 100 jardas a .
Grvalas preas e de cores muito finas a
Caixas de obreias de massa muito nevas a
endadorc-s para espain.bo de tordao a
fila a............ .
Carreteisde I.nba Alexandre com 400 ar-
das a.............. r
Sabonetes muito fieos a 60, 160, 200 e 30
Ditos de bolla muito fieos a 2*0 e, 33i
Siadas de liaba froxa para bordar a
Varas de ordau para espartano a 10
entes volteados para regagar cabello de
mewnas a............
frascos de macaca' oleo muil,, fiao, a .
Abotoaduras muito linas para colletts a .
Cartoes de linha branca e de cores a .
Libra de ara preta superior a..... ICO
Sscovas para lato, fazenda boa, a 00
Varas de franja braoca de liebo para
toaiba a ..............
Caixas de palito balao a........
Caixas de palitos de seuurarica sem i.n-
cintra a........".....
Sebonctes de familia a ICO, ICO e ... .
Cartilha de doutnca christa a .
Quaderuo> de papel pequeo superior a .
Duzia de baralhns francres mi; t-rir r .
Gro2a de phosphor.is mimo supoilores .
G-ixas a retalh" d.) mesroos.....
^a{"3 da PBospboros de veiliaia cosiendo
<>0O vcllinbas muo superiores a .
Resmas de papel aimago moilo superior .
Resmas de papel pautado .op.-rior qoal-
dade...............35600
Dnzias de meias para buineiri.....?580C
Duzias de meias cruas muitu superiores 4>0ul
Escravos fgidos
320
120
5ce
20
ico
40
60
240
320
20
MOOC
15 00
IC
ICO
2*500
100^000
Fugio no dia 25 du coi rento mez de ca.ubro, dv
erg-nho Lim' eiro fn guezla da Escaa, o esi rave
com os seguintes sigoaes : cabra fusco, .tito cao
bom carpo e boniu gora, cara bexigv.sa, barba
pooco serrada, cusiuma rapar o bgode en peir
cabelles om tanto carapich. Vs, puco catnb-tt
tem os dedos grandes dus ps mais rompridos
ura pouco gago, ctro tlgumas cicatrizes velss d'.
chcete ua cusas em urna pa' e em ura braec
vesundo camisa de a'godo da m.-ia on aig i.-
nho, cal^a e fjjtiot de bnm pardo, cbapo de 1 &*
Prengas para enfardar algodo fazendo os sao- ta preto, e lava vara de carreiroijue e suppUi -si
eos coro 6 palmos de comprimecto com o peso de
150 e 200 libras, vindas ltimamente da America
no armazem de Henry Forster t C, no caes Pe
dro II o. 2 jonto ao tabinre Portugnez.
Acaba de sabir a Juz
Sachase venda na livraris frasceza
raa do Crespa d,?/
O SEGUNDO ANNO
no
MOIUAL POTHBliCXO
ou
MEMENTO DftfilO
PAI'.A
isas
COMTEXDO
fleia folbacBi braico para cada dia
doaono
O calendario do presente anco, signaes do tele-
grapbo do R-cife, a augnstissima casa imperial,
corpo consular estrangeiro, associaijo C immer-
cial Benefieeote, tribunal do commercio do Per-
namnuco, jnizo especial do commercio, junta de
corretores, bmeos, servido do crrelo, estrada de
ferro do Recife ao S. Francisco, i'nhas regul-res
de navegafo a vapor, linha* regulares de nave-
gacao por navios de vela do Havre a Pernambuco,
vapor de reboque, sello proporciona), tabella dos
emolumentos dos trlbonaes'do commercio, regu-
lamenfo sobre incendios, sysierna metr co decimal,
taboa de cambio entre a Inglaterra e o Brasil,
quadro dos divisores, qoadro do auno civil, reduc-
co de psos e medidas brasileiras com as de di-
versos paizes.
Um bonito votnme cecadernado
pelo nioilico preco de 2$.
echiiicli;
1
Na loja de calcado do sobrada amarello da roa
da Croz n. 21 venda a dinbeiro a vista superiores
borzeguins entenados e lisos para seoflnra. m-m-
nas e meninos, pelo barato preco de 15500,25, 35,
45eS#._______________________________
(.hncobite iiacionil,
50 Deposito roa Nova 5()
Premiado na exposigo naciooal-e do R neiro, garantido piro, muito mais superior qne o
chocolate hespantH qoe esta se tendeado D*st*
praga, vande-se no depjslto da roa Nova r. 60 a
800 rs. a libra, de dea libras paradina,a 700 rs.
Condecorares.
Chegaram no vapor ingles St n* nm sortimento
!a luja de oorlves de Jas J. Goncalves Barros 4
., a' ra do Caboga o. 1, esqaina da raa larga do
Rosario.
! ter ido asuntar praca como voluntario: recua)
meada se as pes.-oas encanegadas do r-cru'ip.in
i to e as autjriJadtS policiaes com especialldade a
! d) Rio Pormcsi', Una, Agna Preta, S. B< uto e Por-
to Calvo e a outra qualquer pessoa a app-eCensc
do dito escravo, e entregarlo no dito engeobo, qu
recebera' a giatif; :ac^u cima. O escravo chama-
se Fraucisco.____________
Escravo fgido
Do engenho B^mOm o. marea do Licirefrr, fogfr
na ooite do da 3 do correte nuz de dizembro, a
eserava ci ir-ola de ni me Auloni, de 20 aooi-8 to
idade 'pouco m:is ou menos, e com es ignies se-
guintes : e-'.atura regular,cor um ponen lula, ros-
to redondo, d-ntes limados, elbosvivse tem g'ao-
des cicatrizes de figo pela barriga e peitos. Foi
ci mpraJa nrsta ridaoe a 21 de (verelro prximo
pissado, aos Srs. Nogaeira & C, meraderes a' roa
da Cadea 00 Rtcife.
Qaem a aprehender ccntz-a a seo senbr.r ne
referido eogenho, ou nesia praija a Oiiveira Filbos
& C-, larga du Ctrpo Santo n. 19, que sera.' rectro-
pensido.
GR4TIF ASE~
a quera caitjrar e conduiir a' fabrica ds ~^)o no
Afepado, ou a ra do Amoritn o. 41, no Re'ife, o
escravo Lmr, p-jrdo, idade 3o annos, o qaal ja' em
principio de>te anou fui preso prr fugidi>, e de novo
evadju se da mesma fabrica, ODfe trabalbava, na
madrugad de Domingo ultimo, 2i d nuvembro-,
cojo escravo fogio vesundo a roupa do nso, de a
godo de li-tras, costuma embreagar-se, negar
proprio anue, e btm c> mo o do senher, e tralla
yur castigo un:a correte fechada c cintura e n
tjrnozello, d-j que devera' conservar ao menos ai
manchas.
1co$ He fjraHficoco
Fugio do eui!enho M*c.anac freguezia da Es-
cada na n>iiie de 15 jar* 16do crreme, a rscravo
pardo de nnme Eias, idade de 20 aoms poaeo
mais menos, calx.'<;a cumprida, cabellos corridos e
renten, cara cum.Tida, nariz afiladj, drote os,
eben do corpo, ps compridos e com sarnas at as
canellas, s?!iio com cami-a de a'godo da trra,
calca de riscado e en*peo de massa ja elho :
qoera o negar leve-o ao referida engenbo 00 a roa
da Senzala u. '.',3, que recebera' a graiitfcaco
cima. __________________
Fugio do enp;nbo Pimfnta, termo do Canbc
ba peno de tres mezes, o escravo pardo de nome
Jos, idadt 30 annos. ba-tante esperto, tstatnra re-
gular, pouco ror>i, flia apressado, rosto e.,mpr^
r's e descmalo, sem barba, le la om tonco car-
n>-irada, t-m um talho no beif de etna, signal
bem saliente, carrelro, embriaga-se multo, ten
pr-r habito figir, tem slgnaesde apoote as nade-
gas, encalca se de forro, e as.-lm tem estado ni R->-
ife irabaibaBdo em armazem de a-sner e tam-
bem na estrada de ferro; qui-m 0 apprehpnoer di-
rifase ao seu senhor Manoel JercByrco B r eros
Rangf I, no enseono Pimeoli, ou -O S'. Correa fS
C.,na raa du Lmarnenta o. 30, que sera genere-
mente reicmpensado.
ILEGVEL


9
Diarlo de l'crnanbnco Delta leira 13 de Dezembro de 1867.
JURISPRUDENCIA
de Pernambuco, onde
Semana jurdica,
0 tribooal da religo da Bahia acoba de
decidir urna qoeslao importante por seas
resultados moras.
O hispo conde de Iraj em seu tsta-
me: to deixou nm legado ao Saulissirao
Padre l'i. IX. do caler de quatro p*n>rs
de dinheiro para sint ntaco de qn tro
collrgioes no teu srminario,
. O r. promotor fiscal d os resi iuos e ca-
pe! ;;s, qoe actualmente o D.. Antonio
Americo de Ur/elo, propugnando pe'os
in'eresses de t3o pi lgalo, sustentou du-
rante cerca de quatro ar.nos a rsped va
demanda, tendo por competidor o Dr. Au-
gusto Teixeira de Freitas.
Versou a questSo sobre o senli lo em qie
so devia interpretar ai palavras do testtdor;'com auultida fortuna, sem pareles nem
aa fra sua inteogo dexar a qnantia cor-amigos a quem d;vesse beneficiar, como
respondente penso qoe pagana quatro jdeolarou em seu testamento
collegiaes durante o curso qj seminario,
preslalade urna s vez, de modo que, ter-
minando o curso para esses quatro colle-
giaes estivrssa cumprdo o legado ; oo se a
penslo era perpetua, e se deviam substi-
tuir collegiaes por outros logo que o curso
dos antecedentes terminasse.
A 14 de seteajhrode 186 i o juiz di pro-
cedera de enlao, Dr. Firmo de Alouquer-
que Diniz, proferto urna sentenca mnilo
bsta mo'.ivada e jurdica, decidindo que o
J g ido devia nterpretar-se no sentido de
Ser perpetua a penso.
O tribunal da relacSo di corte reform-u-a
porappellaQlo, e, interposta revista, foi es a
concedida e designada a relaco da Baha
Abano teranscervemof os respectivos accor-
d >s cojos fundamentos nos parecer per-
feitamente jurdicos quanto interpretado
a verba testamentaria.
DeeisSo do supremo tribunal.
Vistos, espostos e relatados estes ao-
jos de revista civil, entre parte-, recorren-
te o Dr. promotor fiscal de cipellas e resi-
duos, e recorrido o monsenhor Antonio Pe-
dro do-5 Res, testamentriro dobispo conde
de I raja : concedem a revista, pela injustica
ROtorii dosaccordSos fls. liOv. e lis. 158
v. que reformando a sentenga da i* in>tm-
cia fls. 9") v. e reslringindo p la maneira
esposta nos meamos iccordos a disposico
testamentaria constante da verba lis. 4,
dorara a e>tt verba una interpretado que
rnanifesunienie contraria tanto a significa-
C.io littera! de soas palavras, corno a mente
o iuteacao do testador ; sendo por conse-
quencia viulaeao expressa de urna oltima
vontade, a qoal o direito presta auloridade e
torca de le.
Com coito, qnando o testador dispe
que (eixa meos pecuniarios para sustent-
culo de quatro collegiaes no seminario Ame-
ricaoo em Roma, nao emprega palabra al-
guma que circoassereva esta providencia
s Dent ao espaco de lempo 'de om curso
escolar, ou a q iatro individuos determina-
dos, romo se deitu da decisao recorrida;
es em caso de falla ou impedimento d
qualquer dos quatro individuos, ou pelo
decurso daqaefle tempo Qcaria cessando e
sarn elito aquella disposico. islo a sus,-
t ntacao que legada a quatro collegiaes
i o mencionad j e^abelcimento e que a ver-
' r-nnuncia sem Irte accrescenlar condicao
Padre P.o IX o vsior de quatro penses de os homens ao zenitb das grandezas humanas; e do Spiritismo na Babia, representado pelo rancia em que se vai envolvendo a igrej
diohei<-n para sustentarlo de collegiaes no algans la ebegam mais pe'a-.forca pertinaz Sr. Luit Olympio Telles de .Menezes, quem de Jess Chrisio. Era, ne essario que a
sen seminarioemendan'o o testameoteiro da sua arabicSo e avareza do que por um temoso desgoslo vir quebrar o escudo de Babia, que ao predicado de religiosa une o.cam-se em Buenos-Ayres:
recorrido qae esta disposico nicamente o merecment > real; oolros, porra, mais rao- catholicidade, com que pretende defeader-se de Alhenas-Brasilcira, fizesse tambera reful-'
Eis aqui o numero de exempUres que
imprime cada um dos jorraes que publi-
j Si
La Tnbuna (diario)
obriga a entregara qaantia que, segnndo os' destos, regulando as suas aceces pelo mais na lula que emprehende actualmente con-'gir nm astro, coja luz levas' Roma a La Repblica (idem) .
estatuios do seminario Americano de Roma,'profundo sentimento do dever, assim ele- tra a mesraa religi5o cathohea. conviccSo do sea atrazo no caminho da
fr ufflciente para um concurso escolar de'Tara se ao pinculo da boa fama, e gosara Quando o folheto intituladoO Spiritis- sciencia e da verdade. ^
quetroos ldanles, pois que a verba testa- daquella felicidade que s pode dar urna mopublicado por este Sr.no anno que1 Os textos de Jeremas, de David, de S.
mentara circumscripla somente a spago conscieucia p'nra; e quaesso dellesns que, passou, n3o traduzisse fielmente as sua3 Jo3o e de S, Paulo, s depois de dezoito se-
de tempo exiguo para formatura de cada melhor servindo aos homens, s3o mais dig- ideas; na c>rta dirigida ltimamente S. culos de fundado o catholicismo acharan El Nacional (idem).
um collegtal naquelle estabelecimento. E nos da sua graldSo e re.-peito ? Vos mes- Exc. Revm. o Sr. Arcebispo, acharia opu-'suas interpretacoes 1 E' baseado Detles^oe/ Mosquito (peridico de caricalu-
i- ir, I ln Fia A mam _MKn_.nM.flK*J .-. t n ^ J-. mI.b ~ U.l...!. 1_ ;_... ___.V LUA '. VV( AAHnAln.A J.B.r .v t'. .. .^r 4.-1 1 .)!.. n I \', __ ^' ^
El Incalido Argentino (idem).
La Rspanha (peridico). .
El Correo (diario,).....
La Nattmi Argentina (idem).
4,200
3.400
3.000
2,000
1,300
4,200
1,000
sondo o Dr. promotor recrreme de opini3o j nos que conbeeis a historia, tendes pre- buco em caracteres jlaros os sentiraentos do diz o Sr. lympi > que a igreja catholica dee
inteiramente opp sta, porque entende quesentes os exemplos que ella transmiti de seu coraco. Este parto monstro de mpie-1 receber a doutrina da preexistencia. Ea jui-
a disposicSo constarde e permanente e to gera<;3o em geraejo, para nos arredar dos dade, filuo da hydra infernal, incanfavel na go porm que a igre.a catholica deveprimei-
duraJoura quanto durar o collegio Ameri-jvicios e animar na pratica das virtudes ; as-,luda com o hornera, e audazmente envolto,ramente renderS.S. mil votos derc:onhe-
cano era Boma, pois que oem do sentido,! sim conserva ella a conversa do Creso com no manto do catholicismo, que uos arran- cimento pelo achado que fez E'verdade, que
nem das palavras da verba testamentaria se Soln, e o modo como terminou aquelle a ca este bialo em prolda santa religio. talfez Ihc venba impedir isso, a segninte
pode entender de malo diverso : I sua existencia ; assim nos dii ella, que, fal-j O publico evidentemente ancia a morte do (irre/lexo me Ihe escipou da ponoa, estou
Considerando que o fallecido conde de lando sempre alguma cousa ao ambicioso e Spiritismo. A satisfago com que fui rece-. certo, invofuotariamete: O mundo dos
Iraj, bispo do Uio de Janeiro, adiando se'.ao avarento, Alexandre Migno lamentava-se.'bida a pastoral de S. Exc Rvra o prova. O'espiritos ha exittido antes do mundo mole-
como de urna grande desgraca, por n3o ter; Sr. Olympio diz na sua car'a ao mesmo Exm rial.Logo, meu bom amigo, o espirito da
mais trras a conquistar. Foi ainda a am-|Sr. Arcebispo, que s quer justificar sua boa Adc existi antes de inarnar-se em o pr-
bic3o de elogios, diriamos boje de populan ;f ; si bem que a mesma carta mostr mais meiro homem, que viveu sodj a Ierra
3'guma que a restrinja ;
Ainda mais, se patenta o verdadeiro
sentido da mesma verba pelas palavras
i ao qual tambem deixo (a saber ao San-
lissimo Padre Pi I\. oproprio que funfir-o
:;ninjiio) o valor de quatro peo-Oes de
1 leiro, etc.isto deixa urna somraa,
y:? valfia, qoe prodoza qualro penses de
diutieiro ; estabelecendo com eta somma
ntro lujares no seninario para serem
.'instantemente oceupados por mocos qae
o deslinem ao estado eccle>iistico, aindia-
do dos logares gratuitos que existem para
!guns alumnos nos collegios e academias
n muitos ootros paizes civil isa J os; sem
pin tenha o menor fundamento em direito
paridade pretendida pelo accordSo lis 140
[le nm tal legado com um fidei-commisso.
como rauito bem ponlerou o conseiheiro
procurador da cora em seu oflkio a fls
157. Por ou'ro lado dando-se a devida al-
ten?3o mente e intenejo do testador,
37idenle que os senlimentos profundamente
i ligiosos e pi?, qoe dominavam o seu es-
pirlo e se maoifestam em todas as disposi-
y^s de sua ultima vontade e no leor geral
de seu testamento, olo scpodtndo coailu-
i ir cora urna limitacTto.que acanbando a pro-
lencia por elle dada viria impossibilitar
c-if-'it reaiisaco da nobre idea que o
r lirou para em favor de sua diocesee de
i paiz, promover a regeneragro do seu
i e de jorrer a urna clamorosa ne essida-
de no tocante religio, a boa mora!, e aos
t teresses sociacs; quando por outra parle
om i tal limitaco nicamente teria por con-
sequencia inotihsar o beneficio que o te-.ta-
1- leve em vi^ta a observa-lo na vantagem
particular do testameoteiro e cenverter em
avoltada beranga a remunerado (ainda as-
sim muito liberal) deixada a titulo de re-
manesceoto ao que aceitassa e so incam-
' sse (quem quer que elle fosse) do pi en-
cargo de enmprir o testamento. Soria em
fim estraohavel incongruenc;a qoe o testa-
dor, um principe da igreja, tenlo amplissi-
03 meios de realisar as suas vistas, invo-
b para a? preeneber o veerando n; me
Sou natura
nasci em 1708 .,
Meus pais erao fallecidos'e n3o tenho
vivos irm3os, nem outros prenles ;
Resolvea, como praiicaram os dignos
pastores da igreja, distribuir todos os seos
haveres em obras de beneficencia e da cari-
dade, e assim dispoz missas pela sua alma,
libertou todos os seas escravos, alliviou
muita pobreza, ele. etc.;
Sendo a primeira e mais importante
disposicSo da seu testamento :
Deixar ao Santissim Padre o valor de
quatro penses de dinheiro para sustentado
de qualro collegiaes no seu seminario ;
O que bem moitra que erao negocio,
que mais occopava o sei espirito e o seu
coracao ;
c Considerando que o testador escolhera
tre: padres de sua coaflanr;a para seus tes-
lamenteiros, aos quaes rogou que se iucum-
bissim do encargo pi, scndo-ibe in lifferen-
te que aceiia?se o i" ou o 3o ou o 2o no-
meado ;
Considerando que o testador, querendo
prevenir qualquer impedimento qoe de fu-
turo se podesse dar por parte de algum
ou de todos os seus testamenteiros nomea-
dos, dispoz que seria herceiro de seu re-
manescenie o que aceilasse e cumprisse o
testamento como se v de suas proprias pa-
lavras (veja-se o tesiameoto a fls- 4) chamo
para meu lestamcntoiro em primeiro lugar
ao lilil, nionseofcor Aciooio Pedro dos
B-is, em segundo lugar ao padre Celestino
de Alcntara Pacheco, e em terceiro a*) co-
nego Jos Antonio da Silva Chaves, aos
quaes rogo se inenrabam deste eucargo pi.
O testamenteiro que aceitar e cumprir este
testamento o meu herdeiro do remanes-
ceute ;
t De cojas disposives resulta que o fina-
do bispo nao instituio herdeiro sua fortu
na a pessoa algoma, tendo nicamente dei-
xado como embranca ou pequea remune-
ra{3o o remanescenie pessoa que aceilasse
e cumprisse o seu testamento ;
Consideran lo que, sendo a fortuna do
finado bispo de noventa e tres contos e tan-
to na occasi de sua morte (1863) e dedu-
zidas tudas as despezas com o funeral, mis-
sas, esmolas etc. cara naquelle tempo li-
quida a quant3 de setenta e quatro conlos
e tanto sujeiia unicamente s qualro pen-
ses, a qual qaantia com os juros vencidos
at agora deve estar em mais re oitenta
cont?, e a dar-se nicamente quatro ou
ciuco contos de ris de urna s vez, como
pretende o testamenteiro, ficaria elle a ti-
tulo de remnnescente herdeiro de qoasi
toda fortuna do testador, o que um con-
trasenso, e repugna que o finado conde de
Iraj pjizesse deix.T toda a sua fortuna a
quem quer que cumprisse duas ou res
verbas do seu testamento de pequenaimpor-
tancia e valor ;
Considerando ainda que a dispssicjio
controvertida, e que faz objecto da presen-
te lide, uo contera em si palavra aiguma
que circurascrev.i o restrija as penses a
um s curso escolar no seminario Ameri-
cano ;
Jolgam que o sabio conde de Iraj,
bispo do Bio de Janeiro, entre as 1-anurae-
raveis provas de animo bemfazejo o carita-
tivo, que lo los ihe reconlieceram ara sua
da de. o que levoa Bruto a sacrificar contra: alguma cousa, como veremos, Pois bem.
' Possam eslas pequeas consideraces, que
apresenlarao, satisfaze:- a necessidade pu
a Datureza seus proprios filhos
Vtncet amor patria laudunque tmmensa cupido
d;s>e Virgilio.
Portanto, para vos, como para todos, a
moderado, a modestia, o desinterese, o
amor do trabalho, e sobrelado urna dedica-
do constante aos encargos da vosa profis-
so, o melhor meio para conseguirdes aquel-
le grao de felicidade que possivel gosar-
se neste mundo, onde comtudo
.......nil est
Ab omni parte boatum,
como disse Horacio.
A poltica assenta mal em um medico
moco, que n3o lera a experiencia dos ho-
mens e das cousas, que s pode dar urna
idade madura, e muitas vezes urna verti-
gem que perturba a intelligencia, quando a
mocidade se deixa levar por essa febre de
perfectibilidado ideal, que degenera moilas
vezes era perigosos desconcerios.
Retirando-vos para as vossas provincias
blica, e ao mesmo tempo libertar o Sr. Olym-
pio dessa boa f, que alm de prejudicar-
lbe a alma, o vai tornando infelizmente pre-
judicial tola sociedad.'. Apreciemos a sua
caria.
I
Preexistencia dos espiritas.
E' preciso antes de tudo dizer aoSr. Olim-
pio, que a censura com que deu comeco a
sua obra tera muito pouca for?a para che-
gar s pessoas quem ella parece ser atira-
da, oosejaS. Exc Bvm. ou os Bvds paro-
cbos desta cidade. Estou nimio convencido
que qualquer delles Ihe pedir que, urna vez
que se faz um apostlo to zeloso em der-
ramar a doutrina do Spiritismo, e esta, se-
gundo diz S. S., a mesma doutrina calho-
lica, se lemore que, Dio s o preceito pri-
mordial do catholicismo a caridade, como
tambem o meio porque pode-se derrama-la
mais profzame ne o exemplo. A pasto-
ral est na verdade datada de 16 de junbt;
mas dessa data 25 de julho, em que ella
Mas a escriplura narra qae depois de ter
Deus creado tudo, disse :
Fu camas o hom.m a nossi imaqim e se-
melhanca. E creott Deus o homem a sua
tmanem; e fro a imaqem de Deus; e
creoit-o macho e femea. (3)
Como 3gora combinar-se o spiritismo cora
a escriplura? Perguuto ainda: o que foi
ras).............1,000
The Stan larl (diario)...... 900
El Pueblo (dem)........ 700
jorml allemao (peridico). 500
3 Iberia (diario)....... ^q
El Corno del Dimingo (Iliterario e
midas)........... 4oa
Oestes os tres primeiros s3o decid Jamen-
te fiostis al'ianga e a toda influencia brasi-
lera, para nao dizer a) imperio brasileiro,
A Nacin e o Nacional defendem-nos,
inda que cora restricto, especialmente o
primeiro. Este sectario ferddo do|presi-
dente Mitre, a quem o Nacional oleoso.
Dj Correo nao temos notieia alguma;
mas o Invalido Argentino, orgSo habitual
do nosso dagal antagonista o Dr. D. Joan
Carlos Gomes, e a Tnbuna, proprieriade
de dos irmos Varella, sabemos ter grande
acceitaco e n3o menor circulacao em todas
que Deus formou a suaimagem? O corpolas provincias litoraesBoenos-Ayres, Santa
u espirito do homem ? Si o Sr. Olympio
me responder que o corpo s, porqoe o es-
pirito j existia antes disso, eu Ihe respon-
der! que Deus nao tem corpo, para formar
o corpo do homem imagem do seu. Si
me disser que foi o espfrito, contradiz a sua
djutrina que reza, que o mundo dos espri-
tus existir antes d 1 mundo material. E
a^ora, Sr. Olympio ? Pode tal doutrina sor
mais claramente contraria, as santas esenp-
turas, que fallara com toda luzque Deus
creando o homem, depois de haver comple-
tado toda a creacio, nao s formou-lhe o
corpo, como creou-lheo espirito? (i) Julgo
que nao.
Ecomo comrinar-se isso, quando o Se-
nbor, diz mais de urna 7z na sua cirta que
1 y. 1 1 1 OI1UU t */U *-*** ***-" vwww- j.- -------------, ---- ------- ------- r ----------*-
pugnai sempre pela paz publica, pela bar oiconbeeila pelo publico, hade oSr. lera a eseriptora n3ofalla?
monia geral e das familias, c nunca vos es-
quejis do juramento e das proraessas so-
lemnes que luje fizestes neste augusto e
respeitavet recinto. La tendes muito que es-
ludar em beneficio publico; l conbecereis
os males que resultam da fal-a de mdicos
por quasi toda a parte, porque n3o bastam
para servir o paiz os que sahem desta essola
e da escola da Babia.
Da nossa bem poocos s3o os que se drr>
gera s provincias, em vos tendes actual-
mente o exemplo, e o mesmo aojoi se obser-
va todos os annos; de dezentrve que sois,
menos de um terco, seis apenas pertencem
s nossas provincias, treza sSo natsraes des-
la capital e provincia ; 'aq resulta soffrer
tanto nellas a sade publica, como admi-
nistracSo de jiwlica que nunca pdc ser re-
gular e completa ea um pa governarlo pe-
lo rgimen legal seas o auxilio- da medfcina.
L veris tarabea dominar um charlata-
nismo repugnante, qae repelte o saber e o
verdadeiro raerecioaemo : mas no meio- des-
sa desgraca nuuoa desanimis, atirande s
ortigas o'que apretwtestes a gande cuelo
nesi escola; estada* sempre e ssfonjai vos
por aeompanhr os progressos que a noesa
scieneio faz continuamente, sem 3erde9, m
to crdulos como o povo, nem tao pertiasf
zes e reluctantes como Goai-Patis que noor
ci perdoou a Antonio Vllel, primeiro me-
dico de Luz XIV, o ter introduzco na me-
dicina o emprego do ta?taro emtico, do lb-
dano e da quina ; estua nos paiaes da vos-
sa residencia ao nossas epidemia, as ende-
mias, as epizootias, ao- variaces da constl-
tuc3o medica, imita^o de S^denhan na
log^terra; as nossas- aguas, mineraes e a
nossa rica materia medica; propagai a vae-
bo dade iocluir os dias gastos nos prlos; o
que ntrenos nao participa muito do pro-
gresso eotnmum epocha : c retirar a sua
censura, qoe talvez Ihe possa ser mais til
entre ouira oceasio qualquer.
O primeiro ponto da carta do Sr. Olym-
pio S. Exc. Kevm. d a ideia a wais justa
de toda a obra, Quem o l faz. lojt ojtrzo
mais acertado do qae vai escripto por diante.
Pedo silo liccu? S. Eso. Bvm. fvara ir
de encontr1 pasoral onde chama o espi-
to-alma, e depois d9 grande dnva de testos,
aJguns co maior m' menor relago qoes-
fio, outros sem algum; .coneja e dizeuoVr
iCorao porra fuss^cora o- neme de alma,
qt o bornea, recebeu a primera ideia dir
so* personalidad*, foi debako dessa deno-
Entre tanta cousa m que se v na carta
do Spiritismo, enxertou o sea aotor a apo-
1 'gia mais desairosa, o incerso mais podre
que se tera queimado ao norne de Orgenes.
E como catbolio de nascimenlt e di crti-
ca, termina elle essa apologa sacudindo o
anathema lavrado contra a doutrkff de Or
geoes sobre a preexistencia das arsws pela
sania igreja cah-)tii a reunida em 9 qointo
concilio geral, e pr sidida pela Espfrito
Saftto.
Sr. Olympio, ener encomios a Oxigenes
cooBooantor daflpol.igii do Christisnis-
mo, 5a Refutaco de Celso, Commei'ario
de S, 3lath8us, Pequeos Prophetas, ele
rendir jnsla homenegetn ao digno mwire'
de S- Gregorio o Ttonrnaturgo, e ortras*
mioaco, que cou sendo' designaiij o espi- 'illoslraces que taes ; elogiar porra Orige-
rito.-O que quer dizer qae quando ge-
ralnente se diz- airan, sequer dizer, e se de-
ve entender espirito: o quer dizer que S.
Exc. Hevm. dizeodoalma em voz de espirito.
ees come o autor do^errarebon, coran o
bomeu motilado, como o- sacerdote de Ca*
sar fazer-fbe um panegrico, qne s-o
lomara' digno dd apparecer entre as auo-
todos-coraprehenderam que e'lo que?ia failar rid'des invoeadas nos foletos spiritistas ii
do espirito, at mesmo & Sr. Olympio: o
que q*ier dizer emtim que todo o tiempo,
todos 96-textos, todas as paginas cora- qoe o
dito Sr.-massou S- Exc. Bevm. quereodo es-
tabelee8r e provar a distiaccOo entre arbia' e
esperiio, foram inuteis; noadiantaram ideia.
E tasto que elte, depois do grande de-
senvolvmento comqqe a quiz-provar, sem
o menor escrupu- emprega a mesma pala-
vra alma, no senido de espioito; dizeodo-na-
pagina 30 do sea folbeto Decretando po-
rm, o soneili 1 o dogma do Purgatorio, nao
'decidi, si elle am lugar particular, cr.de
sejam rscolbidas as-almas e de que modo se
purificaai:aind3 na pagina*32. nao eru-
pulisa eitar Esejtuel quando-diz:a alma
ina e j que boje'So diffl: oocontra-la-lque pedwr essa uiorreni: aa pagina 5J se-
o naiz d Jennev. Erocurai-a aos-nosso ceita o Sucio da appancco o alma de 5-.-
>.
vida, sendo o seu coracao proCaiMlamente
dominado de senlimentos religiosas e pios
e se manifestara em toasas disposices da
sua uitima vontade e 00 leor g"al dj sou
letamento, coaceheu o alto pensamento de
recorrer cooperacae do santissimo p>dre
chefe superior da igreja. afim de que fos-
sera educados derpetuamente no sencinario
Americano, creado em Roma por sua santi-
dade, qualro mocos pobres ile sua diocese ;
t E de feito, para que o seu nobre pen-
samento tivessa exacta execoco, dispoz om
seu testamento de capital,cojos rendimentos
sejam bastantes para sustentar perpetua-
mente quatro clrigos brasileros, chamando
respeitosa e reverentemente para o auxiliar
o Sanlisaimo Padre ;
t Porjiguil o illustrado bispo onde Iraj
inspirou-3e na idea elevada de perpetuar o
seu nomo naquelle estabelecimento de edu-
cacjto, uao por urna va-dade e respeitos hu-
manos, mas smente para prestar om im-
portra'.e servico ao seu paiz, e especial-
mente sua dio-ese, o:correnlo a urna cla-
morosa necessidado no tcame religio,
boa moral, e aos interesses sociaes ;
A inteipretai;3o contraria repugna, e
ci
no paiz d Jennev, procura
campos, corao Humboidt a> foi enontrar nza
alturas do ftlexico.
Este objecto digno de toda a nossa soto-
citude : era urna das nossas mais bellas pro
vincias foram agora mais de 4,GO0 pessoas-
victimas a sua relactancia e das suas pre-
oceupacss contra a- vacc'raa ; 9 que.m po-
der desunir 13o fatal ignorancia, se n3o far-
des vos mesraos com os voseos escripto,
com a vassa palavra autorisad 1, com o vosso
exerapl, e o de todas as naces cnllas-?-
FinalmeDte, seabores, lembrai-vos que na
vossa vida publica n3o basta que sejais re-
comraendaveis como medio, convem. tam-
bero solo as qnalidades exogidas ea qual-
quer estado oaposic3o que- oceupeis ; como
cidados, eu vos pec> e espero que aos vos-
sos coraces seja para sempre inseparavtl a
augusta liberda ie da augusta nonarchia.,
fiadora sagrada da nossa uni.i e futura
prosperidad: sejam ellas para vos e para
todos os Brasileiros corao dnas divindades
propicias e protectoras urna da outra, que
tenham perpetuamente entre nos nm mes-
mo templo, um mssrao altar, para as con-
fundirm'os todas as mesmas homenagens e
no mesmo culto.
Assim Dos vos ajude a vos conserve por
muitos annos na lembranca deste dia so-
leme, com profunda dedicaco e re onheci-
mento ao mooarcha e imperial familia, que
nos honrara com a sua augusta presenta
Jos Martins oa Cruz Jobim.
Babia
E' contrariar as decisef emanadas d?s-
conciins gerae^da igreja;'eflzer que nm
concibo geral laicoo um anathema por cau-
sa da autoridad* de um imperador; dizer
ou concordar cora-os que dizern->que o quin-
to concilio ecumnico ferirede anathema a
Origenas ; e nao 3>sua doutrina-, desertar
deatboKco de nascimento-a-de crenca, e
alistar-sj-sob as bandeiras ds protestantis-
mo, ou antes da* caiholicisao-spirita; ou
enio mostrar a gnoranciai mais supina-
dos mais comesinbos fados a historia da
igreja
F, Eotre-Bias e Corrientes.
O Standar!, orgo do commercio inglez,
pouets vezes tem tido para comnosco urna
feicao txa. Oocasies lem-se dado em que,
mais que o espirito britanmeo, tem ella pa-
recido interprete da boa ou m cara que
adlava na legaco brasileira.
A Espanha e a Iberia s3o, como seus
nornes dizera, orgaos peculiares da colonia
bespanhola e, como sempre morrem de
amores pelos brasileiros. Convra cicep-
tuar a poca do bombardeio de Walparai-
zo. .
A Nacin leve j maior circulacao. Or-
go sami oflicial, deposito das vistas do Sr,
Elizalde e do general Mitre, teve sua poca
de verdadeira iniluencia e o peqoena im-
portancia ; porm, depoi da queda do Sr.
Elizaldd, e da querella que levantou ao vice-
presidente Dr. Paz, dizem ter dimmuido-
Ihe a tragem.
A quast3> a que nos referimos loi a se-
grale :
O Dr. Par, propietario de qoantiosas
trras na cidaete ou departamenSc do Rosa-
rio, provincia de Santa F, vende porco
dodas au 200 cotos, ao mesmo lempo que
influa eom toda a sua aeco officnli para
que o cofigresso tfaosferbse a capital da re-
pblica pr-ra aque h cidade.
A Naciow noticie* o facto, actuandow) de
suborno, e deixandc entender que a renda
era pbantasSca, e qu os 200 contos erao o
preco do vote e da iaflueneia do governo.
O vice-prcsidenie arovou qpe a venda1
era real; e o peior foi provarer outros por
elle que a Nacin fizera- essa denuncia quan--
dO'IJvera denuncia de qae o vice- presidente
resolver em cnaselho lirar-lhe a>assignatura
officiaJ de 200 ejemplares-diarios.
Esta-noticia dixou em mo posto de vista
a independeucia e lealdade-da citada folha ;
que alias biazona7a de ser ella quena relira-
va ao gnverno a entrega, ou antes a venda
aquellas 200 folbas.
O Pi&blo tem ama assijnatura 'essas,
trmbera de 200 Dameros, do-gove?ao pro-
vincial de Buenos-Ayres; e pode ser consi-
derado por tanto org3o confidencial d'este.
Pois nem por isso dos mais entsusias-
:t8S da a! i a i) fja.
Dueuoh sciciDiO". Urna corresponden-
cia datada de Newport, cprial do astado
-de Bbode-lsland, refere um horrivel drama
Era toda obra de historia a-jcfesiastica,Jqge na pouco se passou em urna be?dade
em todo compendic-se l que g-qointo con--'per(eoceote a um Inglez receutemente ebe-
muel, e-assim per diante.
Seria a palavra alma empregadaraeste* lu-
gares com a sigeabeaco de meio de unio
de espinto om>o corpo, oucora a de espi-
rito ? Se loi com a ultima,, como evidente,
est claro aindaque foi foii'idadeo Sr. Olym-
pio comoater o-emprego que fez S.. Exc.
lleva da raesaa palavra som. lal sigjiica-
c3o. E tanto mais inulil quando os memos
eseripiores Spiritas n'oluvidam empregar
tarebem a palavra alma com a siguifieaco
de espirito, nomo se v aos seguiutes- titules
que d um tapio disfarcado do presente se-
cuto. Alian lardee, alguns escriptos seus
sobro a.alma:Da almaA alma depois
da morte.Sua indivi&ialidade.-Separaco
da alma e do corpo;e como estes outros
muitos. Eis como fe* infeliz o Sr. Olympio
ua ratroluccio da sua ebra, assim como em
toda ella. Passeraos ver.
Porque de Padre nosso que estaes no co,
seconcluea preexistencia dos espiritos? E*
<^e S.ia Sintidale, amesquinlianrlo ao mes
mo passo o seu proposito, e toroando-o to impropr.a da pessoa do testador, o nobre
incompleto e mal a propriado ao bom de-
eojoc Ilustrado pensamento, e to pouco
;dequado elevda pessoa do soberano pon-
lifico, chefe supremo da igreja.
Beicettam-se por'anto os autos 3 rea
co da Bibia qne dcignam pa a reviso e
novo julgamcnto.
Rio de Janeiro. 15 da setembro de
48Gri.Brito, P. Franca. Mariani.'
Uiaga.Mascarenhas.Simes da Silva.
Mmeida.BarSo de Montserrate.Cerquei-
a.Le3o.Silva.Villares. Veiga.
a Nao votou ncsie processo o Exm. Sr.
oonseiheiro Albino Jos Barbosa de Olivei-
ra por ter jurado suspeico.
Rio de Janeiro, 27 de selembro de
4866-O secretario, Jo3o Pedreirado Cou-
tO Fe'raz.
Dechao da relamo da Bahia.
Accordo em relajo, que, vistos, re
latados e discutidos estes autos de revista
en I entre partes, recorrente o Dr. promo-
tor fisj! de cabellas e reziduos. e recorrido
o monseo'ior Antonio Pedro dos Res, na
cpadade de testamenteiro do finado bispo
conde de Iraj, entre os quaes se suscitou
duvida e controversia contenciosa sobre a
verdadeira intelligencia da disposico tes-
tamentaria 11 4, na qual declara o j men-
cionado bispo, qoe deia ao Santissimo
conde bispo do Bio de Janeiro, e nem para
um pensamento t5omesquinho se invocara
o venerando e augusto nome de sua santi-
dade ;
Assim pois, bemjulgado foi pelo juiz
da provedoria a fls 95 v. a fls 96.
porque, diz o Sr. Olympio, os livros santos
a os santos padres apresenlaai esta vida co- lee Origuaes entendido litteralmente o.
mo om exilo ou desterro! Raza,. lao lgica geluo, e em virtudo deste erro, ter-s
BREVE
0LYMPI
BITlSMO AO EXM. E REVD. SR. ARCEBISPO,
PABRE JUUA.NO JOS BE MIRANDA.
Pode-se asseverar que o Brasil quer so-
lemBisar o anniversario secular dos negros
Mandara, portanto, que a verba testa- dias com que o secuto passado despeiio-se
mentara controvertida, relativa s quatro' da nacSo Franceza. Para isso procura des-
penses, soja cumprida fiel e exactamente de ja equilibrar, om o ruido que se o a ve as
conforme vontade do testador, de modo, altas regies do poder, os bradis da imp e-
neiro, que se dedicarem vida clerical, e
condemnam as costas o recorrido.
Babia, 22 de Junho de 1867. Vas
concelos","'presidee-Doria-Monteiro-'ho' porm quer-se renovar o tbrono (
Almeida-Couto-Martins-Albuquerque. (guido> deosa raz3o;.querr r
LITTER&TORA.
Facullade de medicina da
Baha.
Discurso pronunciado pelo director da Fa-
culdade de m diana desta corte, no
acto do doutoramenio, a 5 de dezembro
dt 1867.
(Conclusao.)
Ha Deste mundo duas veredas que levam
s no Spirti-mo.
Sr. Oiympio, os santos padres apresea-
tam esta vida como um desterro, porque 0.
nosso espirito formado para Deus, e nao
porque saia do co. Sendo o seu fim o go-
zo da vida eterna, claro que emquanto
elle se adiar preso pelos lacos da carne,
sojeito s miserias da vida oa trra, esl
longe. es< desterrado do seu fim. E' anda
por esta raz3o que se chama a vida neste
mundo, viagem, peregrmaco etc.
iPREcncAo ba carta Bi sr. lciz Depois de 15o bellos argumentos o con-
1 tulles be m.nezes soBRE o spi- siderales, apparece a conclusao, segundo a
lgica Spiruica, da preexistencia dos espri-
tus ; e logo corroborada com a chuva de
bxt'is applicados protestante e termina-
dos con a seguinie declamac3o essencial-
mente catholicat Como se v a santa es-
tripiura nao exclue a preexistencia do ser
pensanteo spirio que habiualm^nte tem-
se confundido com a alma, anes bem ex-
pUcilamnt admine, e oor urna comequen-
cia necessaria nao deve de si exclui-la a
dontnna catholica. E' um novo dever
tracadi 3 igreja catholica, n3o mais por
Jeras Christo, que promette estar com ella
al a < onsummac3o dos seculos (1), nem
pelo Espirito Santo que a assiste desde o
seu fundamedto (2); mas pelo spiritismo,
ou antes pelo Sr. Oymp'to?
A mania de tragar deveres igreja ca-
tholica. e reprovar seus actos, tera sido
sempre o primeiro degro inlallivcl de to-
das as hetosias. J o Sr. Olympio entende
de falso brilbo, e : que ento atacava-se a
religio com franqueza fazia-se mesmo gar-
bo pertencer ao grupo dos espiritos fortes;
al-
tar da prostituico, com o symbolo ca-
th lico nos labios: disfarcando-se a cobar-
da de declarar o que se com o desejo nao
mais de liberiar-se a razo, sead do llus-
trar-se o seculo; n3o de sacudir o jugo do
cada vez mais por entre as sendas do pro-
gresso.
Este o espirito de todas as obras mo-
dernas, que apresentam maior ou menor re-
hc3o com a religio. Este o espirito fiel
de Macedo Soares, do general Abreu e Lima,
Boma mas de cultivar o espirito, guiandi-o que a santa s nao im excluir a dontnna
cilio ecumnico ferio de analheraa a dootri-
na.sobre a preex'stofieia, atlribuida a Orge-
nes ; porqtie-muito>forara os hetnens Ilus-
tres quo ento soslaatoram, mesmo perante
concilio, que tal doutrina jaraois fura ensi-j
nada por Origenes>,.Dem o tivora por au-
tor. E' o mesmo S-. Jeronyonctijea prima'
nesta defeza.
A mesma ignoraseia da btfioria sera
duvida qne faz ainda o Sr. Olympio cha-|
mar em favor de Crgenes a TUIenaont quan-
do diz:
* Viose expulso do seu paiz eposto do
sacerdocio, exconuaungado at-por seu bis
po e por outros> quando ao roosrao tempo
grandes sanios sustentavam. tua causa
etc.
Se por m. & que o Scohcr falla assiai
comlillemont,.Sr. Olympio, teoha compai-
xo de sua alma; si porsa por ignoran-
cia da historia>. permuta que- Ihe faca cma
obra de misericordia.
A. razo da excommunbo- imposta a Or-
genes pelo uroprio bispo.e.de todos os- ma-
les, que Bis sobrevteram asa: depeis de
evan-
se cas-
trado, pedio ao seu bispo. as ordens sacras;
e esta por saber do facto da mutilafBt), ne-
gou-lb'as: Orgenes, porm, cede-neto a fra-
queza comraum as. homem, parlia para Ce-
srea, e pedio as ordens ao bispo dessa ci-
dade, que ignorando o mencionado facto,
deu-lh'as.
Foi esta a causa de ter sido- o mesmo 0-
rigenes excommungado pelo seu bispo, (de
AlexandriaJ quando soube da fraude do que
elle Orgenes zera victima o mencionado
bispo de Cesrea l
Aposlo que se o Sr. O'rympio tivesse co-
nhecimenlo disto antes de escrever a sua
carta. n3o se atreverla, a n3o ser p< r m f,
como flea dito, a dar como causa da perse-
guido de Origanos a inQueocia de om im-
perador, ou a inveja de sua rcpulacao 1 O
sdiritisrao todo assim t
O senhor pede tambem liceoca a S. Exc.
Bvma. para apresentar argumentos de puro
raciocinio contra o argumento incontraeta-
vel da pastoral, que contraria a preexisten-
cia dos espiritos pela falla de lembranca da
vida anterior. Mas quaes os argumentos
que apresenta ? O ponto de questo : A
preexistencia dos espiritos nao real, tam-
bem porque nao ha lembranca dos actos da
vida anteoioro Senhor logo que contra-
riou, devia provar justamente a proposic3o
opposla, isto :que nao importa a falta
de lembranca da vida anterior para que seja
real a preexistencia dos espiritos.
(Continuar-se-ha.)
gado A.nerici.
Ebie Inglez, que apenas contera 27 annos
de idade, conquisto^ bem depressa o oora-
go de urna viuva, sua visaba, mistress
Tliomaz Vcod.
Prometida em casamento a um Ameri-
cano, propiietario da herdada de Lady's
llouse, ttistrcss Voed* receben um dia urna
carta anonyma avisrado-a de que John Mass,
seo tuturo, tinha ju?ado vinga>se della.
Urna raole William Burnett ( o noaie|do-
Inglez) i-:.para sua .bs:i, quando ao dobrar
o ngulo-da ra agarrado psr- alguns ho-
raens que, ligaodo-itie os ps e as taos e
pondolfce urna mordica na boa, o meUoram
n'nma carroagera que se a&slou ao largo
trote da vigorosos eavallos.
da Spiritismo. O norte e o sul do imperio
j apresentaram seus apostlos das iuzes do
se:ulo, pretendendo rasgar o veo da gno-
""(IjMath.XXVIH, 20.
(2) Joan. XIV, 1G.
0e
DH POICO DE TUDO.
Lemos no Commercial:
"(J Genes. E 26, 27.
(V) Geaes. II, 7.
Depois de urna hora de marcha yanoa a
carreagem. Williem desaido e iraospw-
tado a urna vasta sala mal alumiada por daas
candeias. Tiran>lhe a mordaca, e um bo-
mem, que elle uo coubacia, dU-lue com
urna voz ameacadora : Eu amo mistress
Thoms, cujo coracao me acabas de roubar;
preprra-te para morrer. > Assim dizendo
tira da gaveta de urna, mesa deus pnuhaes,
apresenta um ao Ingle*, d duas palmadas,
e apresentanvse qualro homens cendozinda
dous esquifas.
Deite-se, diz o Americano. Will'aa,
pallido de- terror, n3o se alreve a moverse.
A um sigfial do dono da casa, dous dos ho-
mens agarram o desprapado, meltena-o
forca e um dos caixes ao qual o ligam so-
lilamente, deixando-fta nicamente livres
os bracos. Qs outros dous desconhecidos
prendiam ao mesmo tempo ao segundo es-
quife o Americano.
Concluida esta ceremonia, os dous caixes
sao posios ao alto e enllocados em frente um
de outro a um p de distrncia simplesmente.
e as quatro testemunhas retiram-se para o
fundo da sala. Qoer-me assassiuar ?
exclama o infeliz Williara que coraprebeode
finalmente o que quer o seu adversario,
t Nao; mas quero ter o prazer de matar-
te, re-ponde em tom colrico John Mass le-
vantando o seu punhal, que dirige contra o
peito do seu adversario.
William escuda se de repente com o bra-
co esquerdo e recebe o golpe na m3o. Fu-
rioso pela dr, brande pela sua vez o pu-
ahal e fere no rosto o antagonista.
Perto de tres quartos de horas estiveram
os dous apunhalando-se; e, quando as tes-
temunhas, borrorisadas com eom esta carni-
Caria, se resolvem a intervir, William sola*
va o ultimo suspiro.
John Mass sobreviveu doas horas s suas
feridas. A bella viuva, sabendo o resoltado
des.e duelo, enforcou-se.

.
TYP. DO IARIO-BUA DAS CRUZBS S.tt


-~r


Full Text
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