Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:11444


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Full Text
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ANNO XLUI. NUMERO 287-
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dM' a a# idea., .f ,i j .i .i .] .i .1 .j .j .i il. i*5000
afean naerajarais .1 ............. ........ >
JB1UA FEIIU 13 DE DEZEMBRO DE 1867.
Per seis ditos ideas. ,
hrim ditas idem... .
Par ib asna Um.. J .
NiM
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' ""' CU OTfalHIOM
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BaUHi-81 IB OTMaMlOT* lTe> 18(BlItIPV(XI9 m ffiSJDH msm&. DJ JAH 3WH>8 8313 IP^DI?3aTAII12W.


IENCARREGADOS DA SBSCR1PCAO.
Parahyba, o Sr. Amen i o Alexandrino de Lima;
Natal, o Sr. Amonio Marqaesda Silva ;Aracaiy,
o Sr. A. d* Lemos Braga; Cear, o Sr. Joaquim
os de Oliveira ; Para, os Srs. Gerardo Antonio
Aires 4 Filhas ; Amazonas, o Sr. Jeronyrao da
CosU; Alagoas.o Sr. Francino Tarares da Casia;
Babia, b Sr. Jos Martins Alves; Rio da Janeiro,
Sr. Jos Rlbeiro Gasparinbo.
, Seriakmem. Rio Pormoso, Taraaodar, Ha* Bur-
l i niaosv Agua Prea Pimetaeiras, na qevatasj
PARTIDA OOS fCSTAPBTAS. .a-toh Ri PoraaiMa. 1
Ofind, Cabo, Escada e es*ag5e i rta, /arrea al I
Agua Pela, todos os dtaa. 2- I**rae'
lgoarassu e Goyaooa n*s segundas e senta* feiras. IAUMBNCIAS DOS TBJBNAJ DA CAPH7 L.
SautoAatAo, Grvala, Beae.-ros, BooUo, Garoarri, l .
A nabo, Garanboos, Balnoa, S. Beolo, Bom Con- Tritana! do commereto: segn* e qnlntas
m ho, Aroas Bertas 'raearat*. na ler^as^fas. f iWoo: toreas e sabidos s 10 Hora*.
Pao d'Albo, Nazareih, Limoe.ro, Breao, Pesqneira, I Faxend l watts as #0 horas.
lagazelra Flores, Villa Bella, Cabroo, Boa-Vis-1 Julzo d coaXDre/o : segundas aft-H bora*.
U Orctry.Salgneiro o Ezd, as guaras letras I Dito da orondos : farpa* a sextas a>10 horas.
Primelra *m da trel: larcas a sexta* a meio
a.
Seganda rara do el vl : quartas a sainadas a
1 acra da tarda.
EPHBMBMBBS DO HEZ DE DEZBVBltet
4 Qoarto rese, as 7 b. t]29 ra. da m.
II La cbera-as 9"h. e 18 ta. da m.
18 Qaarto aing. aoj 42 ro. d* m.
S5 Laa nova as 8 b. e 47 no. da l.
.
DAS da semana.
J9 9gnodA. S. Gorgonia r. a ftorsdfc t. w.
10 Terca. S'. Halcbiades p. n. o Eblarta di.
11 Quarii. Sj. Oamaro p. m. e Franco eo(e={>.
12 Quinta*. S-. Epinacho, Mercnrio e Jbstfao asm.
II Sella. S. Eustraefo, AniMoeo e Orestes mm.
ti Sabbado. S. Agoelfo, Pompeo e Uro* mm.
15 Do-niogo. S Albina m., S. Ceciliano i.

PIISAMAR DE HOJE.
IPriDMira as 3 horas a 49 m. da larda.
I Segunda as i boras 3 mi jatos da maabaa.
PARTIDA DOS VAPORES COsTEIROS.
Para o sal at Alafoas a 14 a 30; para o Borle
at a Granja a 15 a 30 de cada mes; para Fer-
nando iios das 14 dos metes Janeiro, margo,
I julbo, setembro a novembro.

IHTERIOR

E' orna era nova qoe se prepara para a bn-
mamdade. Cada urna das raides iDVcB<3e% qoe
teem assignalado o geaero boa ano, hasidopre
Estados admlnlstrilTos
ALFANDEGAS
II
Sua utihdade
Dividido o ooirerso era n*-5eJ, nao podiam estas
gozar de todos os benj ea sorai, por isso que nem
toda a trra prodo os mesinos (roclos. DirersiU-
cando a natoreza do slo, soa (erlilidade, a pro-
pensaoegno dos povos para a Industria e as ar-
tes, esta circamslancla tornou cada paiz depjoden-
U ura do outro.
A existencia de urna riqueza sobr um ponto da- t^mberg ; esta profaoda con.ficc.ao me
do do globo, all ordinariamente exclusiva da aquellas celebres palarras :
existencia de ornaoalra : o >'o onde prospera o A liberdade commercisl como o sol: eego
trigo nao aquella em que se encontra a abun- qUem 0 Da v ievanur-se no berluoole I >
daocia dos tnetaes; o pan da seda nio o do al- Fcl^rnente a nossa tarifa, qoe poda ser consi-
godo. O territorio da urna nacao, rico qoe seja,! derada meramente fiscal, nao sa acba eivada des-
no offereea orna rariedade tal de productos que sa ma| t0 jpregoado e coojbatido.
de urna grande reforma, 'tn poneo de ter sabido d'all ao mesmo tempo qoe o-Pnrma.
cursora .
ferro, laucado ao esraijo por uma penca de polvo
ra, quebr^n a armadura do feudalismo.
Um pouco e chimbo, (nodido b'nm molde,
e feito em lypo de imirensa, abri a todos os po-
tos nm livre commerclo Inlelleclaal. E pensis
vos, que essas duas burras de ferro, postas paral-
lelamente no chao, pelas qnses corre a locomotiva,
Impellida por uma pouca o'agua coodensada em
sen seio, nao derrubario as barreiras das alfande-
gas T Tenbo f de qu* estes dous carris as que-
raro.
O genio de Whai completara a obra de feot-
- recorda
rapor lf*j*ca, da ccmpanb+a Pernsmbaea-
na, cbegado bontem dos portos do awrte de soa en-
cala al o-Eeara, nada adiaotou em noticias, por
-iatislagam a necessidade de soa existencia
Resuiu daqui para cada paiz dentro do- limites
doseu dominio, um Iuxj e umi indigencia, uma
iuperabuadancia e uma falla, que o insiuam a eo-
trar em rela-jao eom os ootros para trocar os pro-
ductos qoe superabundara por aqnelles de que ca- t ao palI_
Nao existem nella altos ivreilot protectores,
nem direitos iifferemtiatt. De ba muito desappa-
receram os ex :essivos direilos de oneca por eeo
lo sob a mobilia, lo'upa feit a calcado e>tranei
ro, creados com o Om de proteger a mao d'obra
rece. A eonteatar-ae cada ncio com os productos
do sea clima, vivando (solada dentro de suas trin-
cheiras, as sjbras dos outros territorios e de suas
industrias sa perdenam em prejoizo de todas e re
sultaria ditso para e mondo om grande empobre-
cimeoto.
Pelo contrario, trocando o snperflao das riquezas
sejam oaturaes, ou artificiaes que possuam e nSj
consooem psr productos extraobos ao sen slo,
augmentam os povos o ?ei bem estar, por isso qoe
augmentara os recursos do seo trabalbo e da sna
subsistencia. Isio, porem, nao passa de nm resul-
tado material; as relacdas eommerciaes dos difie-
re mes Erados sio, alera disso, de nm grande al-
cance moral.
O cjmraercio approxima as nace?, a, approxi-
mando-as, liga os seus interesses e illostra-as. Co-
me(am por negociar com os seus beos, segu se
nma troca mais proveitosa qoe a dos productos, a
troca dos segredos e agentes de produc$o, lornan-
do-se por este modo a escola do genero humano.
Dos nimos se apodera uma nobre emuiacao; as
:-.tocias e as artes estimuladas fazem es (oreos des-
coobecidos, novas conquistas dos conbecimentos
humanos sobre os mystenos e obstculos da natu-
reza, sao os premios de tat-s esforcos. As nat-Ses
identificndose reciprocamente com os sens eos-
turnes e ideas, afugeotados os prejuizos, suRjcadas
as aolipatbias, loroam m"is fcil as relaes aml-
gaveis, firmando a feheidade de todos.
E' esta a origem, desde lempos remotos,do com-
memo de naci para na;ao; sendo incoutestayel
que o progresso deste commarcio de subido in-
teresse para a civllisagao dos povos, que por tal
maio se commuoicarn e enraizem. Imaginai que
om tai commerclo seja sapprlmid ou aniquilado :
a perda moral do genero humano anda maior
que a perda material; nao s o methor agente
de sua prosperidade que be falla, oVna das mo-
las prineipaes da civilisaco geral que se despa.
daca.
Do commercio nascen a necessidade dasarfan-
degas.Neabama nacao pode viver sem impostos
para occorrtr a' sna de peza.
Todos os cidados sao obrigados a contribuir
em rela$o a suai posses cora a sua quota na ra-
zio das necessldades publicas (posto que nunca
alem destas) como uma retribnico para gozar da
seguranza de sua pessoa e propriedade e das van-
lageos resoltantes dos ou'.ros servigos geraes de
que o Estad j se encarrega.
Os rditos do Estado (Diz Mosiejuieu) sao uma
parte da f j- tuna des cidados que cada um cede
com o intuito de segurar a outra e gozar della
suo vontadi-.
Ora, iratando-se do estabeleclmente dos impos
tos, c uvera indagar quaes as materias mais ras n-
velmente iribetaveis, e quaes aqoelles qoe podra
ser lanzados de modo a tornar fcil sna arrecada-
go.sem reluctancia dos contribuintes.
Parece fra de duvida que os imposlos tndiree-
tos se acbam oeste ultimo caso, e esta razan por
si s serta sofflciente para demonstrar a utitidade
4as alfandegas. De faci; o imposto indirecto pas-
sa desapercibido do contribointe, pois que o con-
sumidor, ao premonir-se do objecto de que neces-
sita nem de leve se recorda de que (ora ella tribu-
tado.
Do-se, de ordinario, contestaros?, certo, da
parle do commerciante (intermediario do prodoc-
tor e consumidor) na occa-iao do despacho; mas
esta lula, posto que frequenl, na i (em por fiffl
atacar o imposto, antes enlende com os de fe i tos e
ibsurdos'da tarifas, e referem-se de ordinario s
qoalificacas das mercadorias.
Segundo o'AudlIret, um imposto serla multas
veies um onus mnito leve, se o modo da cobran-
za, nao viesse aggravar-Ibe o peso, e algumas vetes
faze-lo odioso.
Com bom fundamento diz Mr. Toier: O im-
posto indirecto, no instante em que pago, fere
momentneamente aquelie qoe o paga; mas bre-
vemente rebavido do comprador no preco das
cousas, acaba por nao recabir senao sobre este,
em proporco s snas compras. Nao posso melbor
comparar o que se passa oeste caso do que ao
magnifico pQeoomeno daiui, que principia por ca-
bir emboba recta sobre os objecto?, e chama se
neste momentoz radiante: depois reflecle-se
de uos para os ootros, enebe a athmospbera, como
um fluido, toca ou faz visiveis os mesmos objectos
que nao tslao ex postes a' soa radiado directa, e
nestasrepercuses infinitas, que fizem que todos
osobjertus recebara ama parte della, chamase
ento luz diffandida. E' por isso que eu chamo
d'ffusao do imposto a esle pbenomeno econmico
A iheoria da balanra ou 6o/onfo do commercio,
qoe tira sua origem oo syslima mercantil, consi-
derando que a moeda metlica riqueza, e
que desta modo a nagas que mais exportasse e
meaos imporiasse seria a mais feliz porque rece-
tara o excedente em numerario, dea lagar s pro-
bibtcas absolutas, e os direilos exagerados sobre
as mercadorias estrangeiras, com o intuito de res-
tringir sua entrada : 'ahi a guerra tenaz cootra
a lo'titaico das alfandegas como barreiras losu-
peraveis ao desenvolvimeoto commercial. a' pros-
pandada das industrias, das arles e a felicidade
dos povos.
Cootra o exagerado systema protector, pois, er-
goeu-se a enrgica escola da liberdade do commer-
cio, que tero por fllo-combUer as probtbiedes, na
restrieces e as laxas exborbitante?, que as pautas
e as lets li.-caes de diversos paizes tem estabelecl-
d) como meio de proteger a prodoeco nacional da
concurrencia da similar esiraogeira; protec?o
que reduud i em beneficio de poneos com prejui-
io da comrauoidade, offeosa da lei salutar qua fir-
ma o principio da igaaldade em materia de Im-
postas condemnaodo o monopolio e o privilegio, e
quabra do equilibrio social por fazer o bem de
poucos eosta do mal de muioif
Sobre' a liberdade do commercio, nio
O Brasil, especialmeole dado i agricultura pela
rtqoeza do sea solo, nada maouactor e que eot
troca de ana prodaccao recebe qoasi tudo quanto
precisa de outras oaedas, nao tem sentido a ne-
cesidade de levantar essas barreiras para prole
ger os artefactos de suas fabricas, proleecSo que,
na opinlo d Rossi, nao passa de proaiMco dtt-
(arcada
O caf a o assucar (no-sos prineipaes productos
de exportacao) nao estao sojeito?, quandj impor-
tados, a laxas mais elevadas que os deoaats ar-
tigo?.
No mesmo caso esta' a salsaparrilha, 0 cacao, o
fumo, a gomma elstica, sendo qoe o arroz, como
genero alimenticio, paga apenas na razio de dez
por cento, qoando nossa razo media deve actual-
mente ter compotada em ao.
Apenas nella ss pjderia argir de excessivo os
direilos fixados de alguos poucos artigo?, por erro
de apreciacio dos valores ; mas na maior parte
delles os valores estao tio baixos em relacao ao
estado do mareado, qne a poreentagem marcada
aeba-se por essa causa rednzida a ama razio moi-
lisslmo menor.
Quanto a probibiedes, ttenhuma existe qne nao
seja a de medidas preventivas cm relago salo-
brtdade publica, pelo que dix respeito a gneros
alimenticios e medicinaes ; as que' t.ndem a ga-
rantir a propriedade literaria, e as aconsetbadas
pelas leis da moral e seguranza publica.
Aqoelles que combaten) a existencia das alfan-
degas, opinando par soa extinctao, argumentara
que ellas nio sao nm syslema isento de abusos e
de grandes defettos; mas aos oihos do simples
bom senso essa lio Iraca objecco cana por si ines-
ma. Q jando semelbante assercta f-is-e verdadei-
ra, o que estamos bem loriga de contrariar, seguir-
se-hia que era preciso abolilas 7 Nao prova antes
que se torna necessario melbora-ls 7 Se fossemos
a destruir lado quanto no mundo susceptivel de
abuso, a proprla religllo (Icaria por ventara sob-
iitmdo?
Da Bsperanea de Corrientes, tradnxmos os
segaintM irecbos:
O apreciavel joven pa raguayo D. Amonio De-
conde, refere nos as imp ortantas notkias que
damos em seguida, e coja veracidad garanti-
mos.
t Em priaaelro lagar calcula o exereito do ly-
ranno em 3.000 borneas, caja metade composta
develos a mentos; calclo esle e>ue coincide
com o do- cnsul francaz e transfugas,, qoe podem
coohecer o numero dos inimigos.
Te carencia excessiva da alimentos; a por
mais esforfos que ieuba feito para prover se de
mllho e anuos genero?, bem eomo da gado, nao
tem podido reunir o solflciente, pois eomprenenda-
se a grande qnantidade qne consom nm exereito
de trece mil humeas, anda que se osienba a meia
rajo.
i Assim qoe, no sea pensar, Lpez nao pod-
ra' resistir a nm sitio rigoroso por trra e por
agua mais de lo dias, uma vez que a commooica-
gao pelo Chaco, alm de diflicilima e cheia de obs-
tculos, de nenham modo podara' aiislazer as ne-
cesidades de um exereito.
t Ha mnito que Lpez se acha encerrado e nio
se deixa ver do seo exereito, tendo ist > por flm
acost mar o mesmo a roanler-se sem elle, para
pr-se ao fresco quando Ibe aproover, aoppondo-se
no entanto qoe esteja em casa.
i E quem sabe se ja' o nio lera' feito I
A casa qoe Lpez oceopa guardada no norte
a ao sol por uma formidavel muralha de 10 varas
de altara a 80 da largara; a por Uto que tamo
da esqnerda, como de Toy-Cu pode estar segu-
ro, nao obstante nunca ehegarem a essa ponto as
balas.
S o modo e a cobarda deise brbaro sao ca-
pazes de soggerir-lbe semelbante idea ; ao passa
que manda ao grande maudouro dos combates a
mtlhares de horneas, que elle suppda narcotizar
sob soa brutal oppressau a ao (error de seas feitos
sangremos.
c Refere o Sr. Deeond ura feito que horrorisar
cortamente aos oossos leitores por sua craeldade,
e alada porque entre os selvageos mais obscuros
se o praticou.
Qaando Lopes descoofl, ou ames qaando Ibe
passa pela idea matar a um pnsiooeiro ou trnsfu-
ga, dos mu poucos qoe ba, seja argentino, brasi-
leiro oj oriental, manda fuztU-lj do modo se-
guate :
i Attra-se no prisioneiro em parte do corpo;
cojo golpe nao saja mortal, e deixa-se o revolver-
se ao proprio saogue por eatre ama agoaia atroz e
doloroia.
Cinco minuios depois atlra-se-lbe de novo pe-
lo mesmo modo, para ver-se a victima gemar as
convalides da morte; e assim successivamente to-
dos os cinco minutos at que depois da um pade-
cimeoto sem igual, ebega a morrer lentamente no
meio das mais crois dores.
< Tal o martyrto qoe L pez inflige aos prisio-
neros ou feridos do exercuo adiado, e aqoelles
paragur yjs que em seu parecer sao altamente cri-
minosos.
E ba comtndo quem detenda a tal monstro ba
multiplcalo : pels bem proenrai esses vultos bem-
lazejos a h os achatis serrpre os mesmo?, sem-
pre ebeios de bondad* e de doeora, sempre dig-
nos representantes de nossa santa religiao.
c Louvor e gloria, a tio dgaos sacerdotes ; ejoe
seo procer*ment tenba muite.s imitadores e aug-
mente seo exemplo o atunero dos verdadeiros le-
vitas do Senhor.
Lartcrla.A que se acba a venda-
a 48.a, a beneficio da familia dos voluntario
da patria, qjw corre esta eira 20.
Casa as amuqUiKHovimento do dia II do
crreme :
Existiam presos 30% entraran) O, sahlrao 3>,
exis-.em 2Q0-: a saber, oaeionaes 306, mulheres ",
estrangelros 36k mulber 1, eseravos 46, escraras
3. total 29 Alimeotadosa costa dos cofres pblicos 2I&
Movimento da ehrerraarla do da 12 do corrate
mez :
Te ve baix.i ;
Firmioo laal da Costa.
Teve alta:.
Gamillo *os de OlWeira.
Pallecea :
Carlota otaria da Cooeeie o.
Passageiro do vapor Parahyba viodo de
Goyanna :
Jos Honorio Bandeira de
gnes Machado Lima, Manne
Azeveio, Fraoci.sco das Chagas Cordeiro Campos,
Jos Ferreira Ramos, Vicenta Ferreira da Silva
Mata Joao Ferreira Rabello, Antonio Jos Ferreira
Monielro.
Passagirot da barca porlngoeza Humildad*,
sabida para o Porto.
Jos'Goncalves Villa verde, sua senhoraea filhos
menores.
Ckuitehio publico.Obituario do dia 12 de
dezembro de 1867 :
Adriana, Pernambuco, 38 anuos, escrava, Reci-
ta ; pnt-uaonia.
Balbioo, Pernambuco, 8 meze?, S. Jjs; cooges-
tio pulmonar.
Manuel, Pernamboco, 7 mezes, S, Jote ; hepa-
tite.
Mara Joaquina de Freita?, Pernambuco, 50 an-
uos, casida, Santo Antonio ; plipo.
Candida Paulina de Lima, Pernambuco, 20 an-
uos, solteira, S. Jos ; bexiga.
Carlota Mara da Conceic&o, Pernambuco, 25 ao
no*, solteira, Santo Aon nio : gastro coin.
Francisco, Pernambuco, 3 anno?, S. Jos ; va-
rilas.
Paulina. Pernamboco, 1 anno, S. Jos ;
mo.

Mello, Manoel Rodri-
Polycarpo Morelra de
PERHAWBUCO
REVISTA DIARIa
JiaY DO RECIPE.
demaig
traocrewrqui as ola veis palavras de Wolows;
diz elle :
c A liberdade comercial nio carece de oossos es;
f kcos. Tanho profunda conviegao que triumphara
por si; que os faeto?, mal3 petentes que a vonta-
de humana lhe dari? o ganho de causa.
c A nica questao qne deve agitarse agora,
saber com >, e oo fim de qoe tempo ella vencer'.
Gragas aos camiah js de ferro, grabas a' (acilidade
da clrculacio, o sea triampho ceno.
Foi transferido do batalhio o. 20 da guarda
oacional o Sr. tenente Joaquina Nones Machado
Cooiinho para o bata bao n. 13 da mesma guarda
nacional, visto ter-se modado de Nazarelh para o
o disiricto deste ultimo batalbao.
II je pelas 11 horas da manhaa ba iospeegio
de saude na secretaria docommando superior deste
municipio do Recife. /
Parante a tii^oorarla de fazenda aeha-se aber-
la a inscripcM' para o concurso ao provtmeolo
dos lugars de terceiro3 escrlptararios e prati-
cactes.
Para lerceiros escriptararios est marcado o dia
13 e para pratlcanteso dia 27 da jaoeiro prximo
futuro.
As sedulas que acham-se em substituigio sao
as seguales:
5 l)a quinta estampa, com carimbo cor de
rosa, e o retrato do imperador ao lado, eujo praso
sem descouto fiada em 31 do correte.
102Da segunda ustarapa cor de telha teodo por
emblema um caboclo, Balando o praso sem des-
cont em 31 do mesmo mez.
15 e 2JDa segunda estampa em papel azul
impressas com tinta encarnada.
5Da sexta estampa papel branco com carim-
bo cor de rosa, sem o retrato do imperador.
10 -Da terceira estampa papel azul, impressas
com lila encarnada.
Para estas qaatro lampas nio foi ainda marca-
do prao para o descoato proporcional e progres-
si vo.
As sedulas que esto em plena circulago, sao as
seguales:
i# -Seganda estampa papel cor de perola oo
ailad.', e a tinta encarnada, e no emblema a figu-
ra qoe symbollsa o commerclo, sa temando na mo
dirrita o cadoceo.
lTerceira estampa, papel branco e carimbo
azul.
liQuarta estampa, papel branco carimbo azul
verdeado, com o emblema representado por tres
deusas; na tarja do lado do talo a efficie do impe
rador, e do lado oppasto as armas do imperio.
i&Segunda eslampa, papel cor de perola oo
ailado, e a tinta eocaruada, tendo no emblema
uma figura symboli.iando a agricultura.
ti Terceira estampa, papel branco, carimbo
verde.
103Terceira estampa, cor de perola ou aila-
da, tinta encarnada com emblema.
1i'i5Quarta estampa, papal branco, earimbo.
As da ultima eralsso, sao as seguales :
20, 30J, 1002,2002 e 3C02-Em papel branco,
com carimbos de cores no centro.
As sadolas de 102, 4ue apparecem falsas, sao
em papel branco, pertenceotes a i' serie e assig-
nadas de chancella por Jos Corroa de S Coe-
Ibo.
Pela procoradoria fiscal da fazenda nacional
sao convidadas as pessoas qae receberam do Novo
Banco de Peruambneo apotices da divida publica
a comparecer na secgiodo coniencieso dathesonra-
ria de fazenda para assignarem os termos de trans-
ferencia, afim de poderem teceber os respectivos
juros.
D .mingo a cmara municipal procede a apa-
ragio geral dos vol-, para deputados provinciaes
do 1 districto eleitura!.
Chamamos a attengio dos leltores para o
term) de exame, dito pela Ibesooraria de fazenda
da provincia do Para, em ama nota de 102 de rr
branca, da 1* serio ; o qoal se acba publicado sob
a rubricaeditaes.
Moradores da roa da Guia se nos queixam
de certos vislnbos, q\in cantam diariariameote de
11 horas a 1 da madrugada, modinbas decentes e
indecentes, com tanta torga que mais parecem
gritos. _
Recommeodamo.t esses masicos notarnos ao Sr.
subdelegado da Iregaezia.
mano, martynsador de nossos compatriotas e de am
povo humano I
Refere o mesmo Deeond aioda, qoe os bata-
ihoes o?. 3i, 46 e 50 esl3> compostos de meninos
puramente, os quaes arrancados do regago maler
no, sem forgas amia para resistir a tantos soffri-
meulo?, morrem diariamente em grande numero,
como tamcem de velbos, que eogrossam as flieiras
de ootros batalbdes.
c Lpez lem esgotado al o ultimo meio para re-
montar o seu exereito, mas nao o tem podido, ape
zar de trazer todos os meninos e velhos
t Sao estes os dados fornecidos pelo Sr. Decood,
e a sua aoibeoticidade nao pode ser posta em du-
vida por modo algom. >
Do rorrno Mercantil da corte transcrevemos
o seguinte ai ligo da redaegao, sobre os servigos
prestados no exereito por diversos sacerdotes, ea-
tre os quaes o nosso deslindo comprovinciano, o
Rvm. Seraphirn Goncalves dos Passos Miranda :
t Vamos destacar oolro quadro desta magnifica
galera do herosmo brasiletro oflarecida ao publi-
co pelo nosso correspondente da Tuyn-Ca, o il-
lustre alteres de voluntarios promovido successi-
vamente a general palos leltores do itjreanJu.
Tal mrito da sea talento de narrago, a viva-
eidade de sea estylo, o fulgor de suas imageas, o
eotbasiasmo de seo coracao pelas grandes coasas
a sympathia despertada por dotes to emioeotes
no corago do leitor.
Nao sobresabem nesse quadro valles de gaer-
reiros lllusires que a poder de valor e coragam
conquistaran) a victoria, mas da sacerdotes do ca-
tboltcisrao, dessa milicia veneranda qua conforta
as almas no seio das privagoes e aligaira o peso
da dr pelas coosolacoes luefiaveis de nossa santa
religiao.
Ante o espectculo das dedcagdes sublimes
da caridade evanglica em prol de oossos concida-
dios, praza a Dos se arrependam de suas injusti-
gas os espiritos frivolos e volterianos que nesta
corte, nio ba muito tempo, por desenfado das coa-
sas mundana?, eolretiobam o tempo diriglodo mo-
tejo* e zombarias aos peregrinos do catholicismo
chamados o ssa patria em desempeobo de seos
deveres.
Nos, que oio receamos neste paiz o fanatis-
mo da religiao, mas o faoattsmo da impiedade,
oos aprestamos a render o coito de nossa admira-
gao aos digaos sacerdotes, cujos servigos s a
Den? dado recompensar como merecern.
t Eis o intuito que nos iudnz a colloear este
quadro bem a vista do leftor.
c Asrovetto a opportuodade para render preito
e bomenagem a quatro-vultos sublimes por sua
humildade e exemplo edificante, a quatro sacerdo-
tes da religiao de Jess Cbristo que acompaobam
nosso exereito desde que entrn em nperaedes de
guerra, e oio cessara dia e noite de adquirir lila
loa ao respeito e admirago geraes. Eu me retiro
aos reverendos capochinhos fre Fidelis de Ayola,
Salvador Maria de aples e os reverendos padres
brasileiros Serapbim Goncalves dos Paseos Miran-
da a Fortnalo Jos de Souza. Em Tuyuty eu os
vi sempre no exerelcjo dos deveres de seu sacer-
docio e na pratica de todas as virtudes chrisias.
Promovendo o levantamento da templos para glo-
rificar o Senhor, eo os vi muitas vezes trabalhao-
da como simples operario?. Dorante o Oagello
borrlvel do cholera, en os vi como anteriormente
na epidemia dos typbos e febres perniciosas, nio
desamparar, ara momento os bospitaes e ambulan
eias para dirigir palavras da conforto aos affl dos
e moribuad ', e empregar o resto do tempo aja-
dando os < nfermeiros om tudo quanto a naturera
deste empri'go tem de mais doro e penivet. Os
soldados er a i habituados a olba-los eomo seas
amigos e compaoheiros, porque no da de jubilo
elles estao habituados a v las a sea lado, cbaios
de alegra e c mpartlihando seas seatirneotos; no
dia da provagio e do martyrlo, seas olhos se t n
aeosturaado a ver esses vultos a seu lado, igual-
mente como aojos mandados pela misericordia de
Ueas, para minorar seus padaelmentos.
c Durante a marcha do exereito da Tuyuty, ao
ponto em qae oos echamos, eu sempre os vi ca-
miohando a p e descatgos, ora sobra um terreno
coberto de carnadas da celo, ora supoortaodo os
rdanles ra.os d- ura sol abrasador. Um combate
se trata ; a artilhana iroa a morte ; por toda a
parte o watue corre a jorros; os horrores se
SESSO EM 11 DE DEZEMBRO DE 1867.
Presilencia do Sr. Dr. Joao Antonio de Araujo
Freitas Henriques.
Promotor publico o Sr. Dr. Armioio Coriolano Ta-
vares dos Santos.
Eserivio Joaqun) Francisco de Paula Esteves Cle-
mente.
Feita a chamada as 10 horas da manha compa-
recern) 41 senhotes jurado?.
Foram dispensados por doentes os Srs.:
J o Tiborcio da Silva Golmarae?.
Augusto Ribeiro de Lima Chalaga.
Francisco Jos da Silva.
Foram multados era mais 202 cada um dos ju-
rados ja multados na sessio do dia anterior.
Aberta a sessie procedeose a chamada do reo
sorteado, o jury de seutenga foi deferido o jara-
mento respectivo depcis foi interrogado o reo e lido
o processo da formagao da colpa desenvolvida a
acrosago e defeza e depois da replica e trapliea
resumida a materia da aecusago e defeza foram
propostas as questes da fado ao jory de seotenga,
que recolbendo se este a sala secreta das contaren
cias pelas 2 3|4 horas da tarde de onde volloa as
3, com saas repostas que (orara lidas em alta voz
peio presidente do jory da sentenga, em vista de
cuja decisad foi o reo absolvido, levantndose a
sesso e addiando-se para o dft segoiote as 10
horas da manbia. em qoe tem de respooder ao
tribunal o prelo Benedicto, escravo, aceusada por
crirae de homicidio.
excedan) de tres ; que a multa nio pode exce-
der en cada mez a 502 no ma*imo.
E eomo qoe o director geral da lostroeeo pu-
blica ostenta tanto desrespeit a' lei. mol ando os
profesares por um s dia de falta 71 Adaitta-se
qoe irvessem dado ferias no-dia T, no dta&em
qoe foram modados havia apenas decorrido doos
dias inclusive o domingo 11 NSo eslavam por con-
seguiste verificado os quatro das d cabula, por-
que por tressmeote nao podwm aioda ser multa
dos. Ifao paron ahi o escaroeo Mngado a''ra pelo
Sr. director geral da iostrocedo publica I
No mesmo da 9 haixou eMe orna portara pu-
blicada no jornal Glacial, deeiarando qae era 0
de molla por cada da qae o professor deixasee de
dar a.rla (
A le determioa que o professor que eommetter
mais de tres faltas em am mez, islo qae der
quatro, dez, vicie faltas etc., sera' multado em 502
no ma-ximo ; mas o director geral em ama- pona-
jria ru edita I dix accialosameole : nao qoero que
se compra a le, sim a miaba vontade I Sao 502
porcada da tttl
Agora avahe o publico, a qne desgragtnao esli
suj-iios os pobres proessore I Se o Sr. Dr. Tavora
em actos que pdem ser apreciados devtfeneente
pelo publico procede assim,. o queoofaia* elle em
oulros qoe nao o de publica ootoriedade f
Agora apreciemos o ar K 73.
E-se artigo determina qne as ferias do natal se-
jam do dia 20 de dezembro at 6 de janev.
Mas o art. 3 7. da mesma le aotorison ao di-
rector geral a later o regiment lotera para as
escolas publicas. Ness regimeoto o director fe-
ral de eolio, o muito digno Sr. Dr. Portella, acon-
sejado pela experiencia de 4 asnos, e firmado bc
disposto do 10 o. 7 do mesmo art. 3.*, qoe (. '..>:-:. .
ao director geral prop-or ao presidente da pro,vPu
as alterncoes que a experiencia aconse!har '.;e se
devam fazer na refeilda le, diminuto as ferias da
paschoa, e aogroenloa as do natal, determinando no
art. 24 qae estas lossem de 8 de dezembro a 6 de
Janeiro. Esse regiment merecen approvagio do
presidente da provincia qae m?.ndaa execata lo, e
aioda boje esta' em vigor, pois aioda nio foi revo-
gado, tinto que esta* a capital chela de professeres
do mato, os quaes derara (arias no dia 7 do cor-
rete, de conlormidade com o dito regiment, visto
como, oem elles, nem os respeelivos delegados rece-
beram comoiuoicagio em contrario.
Agora diga o publico : os prolessores qae derara
ferias oo dia 7 commetleram algoma falta 7 Pa-
rece qae nio, por que o director geral em vez de
pedir ao presideole da provincia a revogagio desse
regiment, muito ao contrario, mandn reimprma-
lo e destribuir com os professores para qae o ob
servassem, assim como elle o esta' tambem obser-
vando.
Do exposto se v qae, por qaalqner lado qae se
encare essa questao, a malta que ma foi imposta,
bem como aos de mais professores injusta e arbi
iraria.
Recita 12 de dezembro de 1867.
Simphcto da Cruz Ribeiro.

de Seooa Flora Cavleani% por cojo negocio pas-
soc-roe um papel de veola particular em qoanto
bouvesse oppcrtooidade para passar a compleme
escriptura publica, e eo pa-sei a sen mano Lodavi-
co Cavalcami da Conba VasconcelKx oito letras na
importancia de 2:lOtft por transaegio feita entra
ambos; e como depoi disto me los* apresentad*
a escriptura de D. Catharina ao Sr. l'rsulioo, e
della se veja qoe pelos limites nella declarados nao
pode haver dita meta legas vendida por ambos,
demals qoe, quem vende a metade de uma proprie-
dade nao pode marear outro limite seoo aquelie,
sonde dr a linba, aclaro que deste negocio podo
resollar qaestio, qoe conven delucidar, e como tal
reelamet em tempo ao Sr. Ladnvieo a entrega da
miaras letras, ao qne nio lem querido annnir ; no
entretanto eumpre-me advertir ao respeilavel pa- -
blieo qoe ningaem negocie de forma algoma ditas
letras miabas, que protesto oo pagar em quaato a
Sra. D. enharina nio ratificar sna escriptura, re-
tirando della qaalqoer condigao de limites qae nao
Ibe cabe fazer, visto ter ajustado- e recebido do Sr.
Ursnlioo a importancia da melado de sua proprie-
dade, como consta do titulo qoe passoo.
Villa de Igoarass, 1* de derembro de 186?.
O vigario Prar.unju Urbano de Ait>Hg"frftie Jfon-
lenegro.
AnacahhMta Peitoral de Ke.
Est fazeodo pasmar todos os nossos
mdicos pela grande rapidez com que cara a
tosse em todos os seus periodos. A acade-
mia medica de Berlim teve muiia razio em
considerar o sueco desta balsmica arvore,
como am especifico absoluto para as affec-
$oes e ioBammacSes da garganta, ou vasos
broncliios.
Nerham caso de roaquidSo, astbma, ca-
tharre, dr de garganta ou broochites, podft
resistir s sua propriedades contra-irritan-
tes. Restitue e restabelece a voz, qoaodo
por aliecces da trachea ou larynx se ebega
a perder ou debilitar; faz patar aexpecto-
raco saDguinea, e impede a agglomerac5o
de mucosidades'nos tubos da respiracSo, que
conduzem aos pulmes, Inteiramente mui
difireme esses peitoraes co mpostos prin-
cipalmente de fructas acres e adstregntes-
ete, finalmente na sua delicada e elaborada
composic5o n3o entra nenhum acido prns-
sico, nem t5o piuco ingrediente a lgum do
especie ou carcter venenoso.
Vende-se as pharmacias de A Caors-
Barbosa 4C, J. da ConceicSo Bravo & C. e
P, Maarer & C.
CUARADAS.
Qoem sentir qaefmar-lhe o psio"
O fogo de ama paixo
V depr aos ps da bella
Alma, vida e coragn,
Qae loucura resistlr-se,
U uaodo fraqaeza a razio.
Pisando sobre tapete?,
Tr jando seda e velludo,
S anda em seges costosa?,
S dorme tm leito Mpudo;
Se clha=todos se volvero,
Se falla,calla-se todo.
coHctrro.
S)a emporio de riquezas,
Ma esleodo do sal ao aorte,
Mbu ooma den me era herangx
Quem me fez mudar da sorle,
Quera oasceadu da mira tonga,
De mira loogs achou a morte.
COMMEECIO.
Communicados
O Itadepeadente.
Com sta capa apresemoase o Sr. Laiz Francis-
co de Birros Reg\ no Jornal di Recife de 22 do
mez prximo passado, deffeodendo-se das accasa-
goes, que lhe fizemos pr caosa do sea brbaro pro-
cedimento para com ogaarda nacional do sea bata-
lhio Francisco Jos de Liro, e prlocipla dizedo
qoe ageite guarda obteve do presidente da pro
vmcia, que nao foi o actual ( loi por de mais essa
declarago ) um prazo para apresentar a sua in-
capacitado do serviQO activo perante o conselho de
qualificacao, o q para o seroico activo.
Mas, falso qua aquella guarda nao tivesse re-
querido em lempo a soa passagem para a reserva;
elle o requeren ao commandante superior, pedio
que o raaodasse inspeccionar, e o tez al oo mesmo
raquerlmeoto em qoe igual passagem pediara os
guardas Rayrauodo Nooato de Mondonga, Maooel
do Carmo e outros. Esta reqaerimeoto foi remet-
lido ao Sr. Laiz Francisco para maodar iospeccio-
oar os ditos guardas, e atiender, conforme o resol-
lado da inspecgSo, ao que elles pediam, por occa-
sio da reuniao do conselho. Na poca designada
o sr. Dr. Barbosa os meas pe lei P essa reuoio eslava o Sr. LoU fraa
cisco em palacio com sea canhao, e ao mesmo
o seu batalhio, qae ape-
Seodo o reconneclmeoto e gratidio orna qaa-
lidada Irreparavel dos coragoas bem formados, e
prezaodo eu ter am delles nio posso fugr de ap-
parecer era publico e pelo prelo para patealear oo
modo o mais significativo e solemoe o qoaoto me
acho devedor ao Iilra. Sr. Dr. Manoel Batbosa de
Araalo, oela educago e coobecimento, qae den e
sjube dar ao'meu filho Sergio Hyglno Dias dos
Santos no sea excellente collegio denomioaao S.
Joaqoim. sito a' ra do Hospicio n. 18, no curto
espago de menos de quatro annes, pois entrando
meu filho la' e principiando o latim em mato de
1864, concluio seos estudos preparatorios em no
vembro de 1867, fazendo exame de materias difla-
rentes, e sahtodo em todas plenamente approvado,
som ser preciso recorrer a esses empachos e soc-
corros que mancbam a conducta e reputagao do
estndante.
Receba, portanto,
sloceros e leaes agradecimantos, e saiba o publico,
que o collegio de S. Jiapoim merece muila consi-
der^gao e respeito.
Digoe-se, Srs. redactores, inserir estas lincas
qoe sao de
Seu assignante e venerador.
Joao Fe'.ix dos Santos.
Recife, 10 de dezembro de 1867.
Fublicaeoes a pedido
PIUCA DO RECIFE 12 DE DEZEMBRO
DE 1867.
As 3 X horas da tarde.
(Hornera)
Cambio sobre Londres 90 d/v 20 1/2 e 20 3i*
d. por 12000.
Cambio sobre Hamborgo-90 d|v 86o rs. por m. b.
Assucar mascavado purgado 22850 rs. per
arroba.
Assucar mascavado bruto 22600 rs. por ar-
roba.
Assacar mascavado do Rio Grande do Norte3200O
por arroba posto a bordo.
Algodio da Parahyba sorle 82800 por arro-
ba posto a bordo.
Frete de assucar para o Caoal iog'.ez 43| por to*
nelada 5 por cento.
t'IIoje)
Aasocat mascavado do Ro G-raode do Norte
2#)50 rs. por arroba posto a bordo.
Cambio sobre Londres 90 d/v 20 1|2 d. por
12000.
Cambio sobre Portogal-90 d|v. 149 0/0
Frete de algodo para Liverpool 3/4 o/r por li-
bra e o por cento.
Silvelra,
Presidente.
Macedo,
Secretario.
EM LIQIDSQfiO
Novo banco de Pernambuco
Os Srs. accionistas podem receber o 3.*
dividendo (em moeda correte) de 10 o/o do
capital, assim como o i. de 30 o/o, e o 2.
de 46 o/o, j annunciados.
V


Novo banco de Pernambuco
em liquidado.
Os possuidores de notas da emissSo do
banco queiram quanto antes apresental-as
ao troco*
Gomo quero ser julgado pelo publico, cujo juz
muito respeito, nesta questo da multa que me fo(
imposta pelo director geral da Inslrucgao publica,
juigo conveniente por a' disposgSo do mesmo todos
os i dados necessarios para baonita-lo a formar o
sen joizo.
II men) ja dsse qae o director geral visitoa mi-
nha escola oo da 9 do correte eachoa-me fooccio
nand eom dez alumnos, e que por conseguiote
era (alsu que eu tivesse deixado de dar aula nes-
se dia.
Agora vou colloear a qaestio em pelar terreno
j para mira : admitta-se que com efleito nio tivesse
dado aula no da 9, oo que tivesse definitivamente
dado ferias ao dia 7 do crrente. Aioda assim nao
jS eo. ser matulo, nem soffrer a msnor pena, e^!0^^^^^^?^^^0.^!^!
para nio caogar a attengo
Re.-urairei a queslao
do respeitavel pablico, guardando todava a maior
fidelidad* na exposicao.
A portara da direclorla dtr, que, 3e contormi-
dade com o art. 94 da lei reguiamentar da ios-
truegio pablica, fleam mallados taes e taes profes-
sores, por terem deixado de dar aula no dia 9 do
correte,contra o disposlo no art. 75 da mesma lei.
Vejamos o qoe se cootm nastas arts. com relagao
qoflrtao verteote. O ar. 94 diz qn? o professor que
deitar te dar aula sem cauta tuslt/tcada por mais
de tres das ew um mes. doa tuioiio a varias penas,
e entre ellas a de mulla at fAlaOOO.
Dsto artigo se v que o protessor qae dar tres
cabulas era um mez, mesmo oio justificadas, nao
pode alada sofirer peaa alguna; preciso qae
Urapo aqaartellado com
oas compareca nos domiogo&. revista.
Nao consta qae hoavesse tal reooiao de conselho
oesta freguezia ; nem Fraawsco Jos de Lima,
oem os ootros que com elle reqaereram foram avi-
sados para eomparecerem afim de ser inspecciona-
dos, e pois nao bouve delelxo do guarda e sim
omisso no comprlraenlo dos seas deveres da par-
te do tenente-coronel.
Mas, por nao ter o goarda passado para a reserva
poda o Sr. Laiz Francisco prende lo por mais de oito
das 7 do ; entretanto elle esteve por dias preso no
calbabougo da pevoagSo, e foi remettido para o
quartel de polica, afim de estar ahi recolhido por
oito dias. Isto nio abasar do poder 7 Quem
procede assim oio criminoso 7
D z o Sr. Laiz Francisco que Francisco Jos de
Lima morrea de am ataque apopltico ; dizem os
mdicos no corpo de del to qua de febres intermit-
ientes. B qoem nio v em tado lato o obscurecl-
mento da verdade 7
E' melhor que o Sr. Laiz Francisco confesse o
seo procadiraeoto criminoso, e mais que s proceda
assim por que tem ceriesa de qae nada Ibe acoa-
tecera'. Pois S. S. assegura ao iospector Gibr-iel
CaraHiello da Costa, qae oadi lhe ha de acootecer
por causa de duas tacadas que dea no dia 7 do
)-Miior, e neja-
se de declarar que pratica tantas arbitrariedades,
tamos desatinos por qae tem certeza de que em
vez de pena premiado 7
Continu, Sr. Luiz Francisco; se a morte da Fran-
cisco Jjs de Limadea-lbe diieito para a eommeo-
da da Rosa, mais algnos criraes, e lera' S. S. con-
seguido o qae deseja. Em quanto nao ba Instiga
*proveiie-se. ....
ao troco.
ALFANDEGA.
Rendimento do di 1 a II.......... SSZfiS
dem do di ii................ 36:7822979


320:0002879
134
234
101
292
Movimento da altandega.
Volames entrados com (azendas...
i c i gneros...*
Volnmes sahidoscomfazendas...
i i gneros....
Descarregam boje 13 de dezembro
Lagar ingfezCornucopia merc.dorlas.
Barca portugaezaSeguraaea-dem.
Brigae portuguezLoia tildem.
Escuna prusstauaEsperanca idem.
Brigue inglezRosine Claypoteidem.
Patacho prassianoEhse farinha de trigo.
Barca InglezaRodesick honemio.
Barca tngfezaJfary HalmetonIdem.
Barca ioglezaWitch ofthe TeignIdem.
Ao publico
O Sr. capilo rsaliooCavalcaotl da Caoba Vas-
coocellos eontratou veoder-me a metade de am si-
do deoomiaadoBazarraaa provincia da Para-
hyba, com duzentas bracas de frente e meia legua
de faado.o qual uve por compra a D. Catharina
m
393
, a
HHporta^S*-
Contiooac.e do manifest do patacho Buena*,
^;. bSSE 7 ditas vidros. 1 dita m.oe-
za 4 ditas drogas, 1 dita papel, 60 ditas stearinas,
iSuamoatrasTiSO barricas e 1.000 frasqaekraa
oenebras: a Jos Antonio Moreira Da.
8 RJEBEDORIA DE RENDAS INTEAS
GERABS.
Rendimento do dia 1 a 11.......... 3?:SS
Idem do dial*................. 7:1772831
.' "--------;-----------
4C:33726a

40:337,
CONSULADO PROVINCIAL
Retdimento do dia 1 a 10....... 49:3312*20
Idm do hall............... 10:6i216t
""57:0134381
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lili Mk
ro DO POITO
iavios entrados no da 12
Japomlm (em Gojapna)Vapor brasileiro Parah-
ba. de 10* noeladas, commaudanie Mello, ea.ni-
pasera 20, era lastro ; a compaohia Pernambu-
cana.
CardiH-37 das, galera sueca Seertge, de io3 to-
nelada;, capao A. Rndio, equipagem 14, carga
carvio ; a Wllseos d Helt
Cardiff0 das, brlgae fraace: Claudine Paul, de
JOO toneladas, capitao Bessac, equipejem 9, car
ga carvio; a ordem.
Bahia15 dias, escoaa prussiana Ctharint. de
216 tonelada?, capitao Dreojer, equipagem 7,
earga lasirq e aigow. genero t Greaoop'
Sehoiod A C.
Greenotk -38 das, barca loglexa Marannhao, de'
2i7 tonelada?, capitaj Thomaz Porvell, equipa-
gem 10, fga carvio ; a I. A. Tro.
Minos sahidos no mesmo da.
pcftoBarca portogueta Humildad*, capitao F.
Soares, carga djfkreoles gneros.
Portes do Sai-Vapor brasileiro Paran, comman-
daote Sania Barbara.
Rio de JaneiroPatacho brasileiro UMaie, capi-
llo A. I. Fiuu, crga varios gneros e dous es-
cravos a entregar.
Observacao.
Sospendeo da lamaro para a Parahyha, o pata-
cho inglet Industry, ca i o G:ffard, eotn o mesmo
lastro que trouxe da Babia.
M oaUs J*nletts o (MlaalM cm cabo
demadelra para nearioheiro, valor 4a duiia 1.
Abandonadas pelos d reito?.
1 barril marea iF'dC o. 138, cooleado M medi-
das de tlpho de cidra avaUadj.a 600 rt a medida.
Alandega de Petnambueo II de deiembro de
1867.
Sexta felra 13 4c Dezeaibr* m 1867,
m
=
T<< OH3L'T/! .111*7 ()7:VIA
Eatychio
O escriptawio,
Moodin Pestaa.
EDITIS.
__ De ordem di film. Sr. inspector da thesoura-
ria de tazeodi de Peroamcoeo, se lat pablico o tor-
oso de exarae abmo transcripto
Tnesoorana d* (ateoda de Pemambuco, 12 de
de:ctubio de 1867.
Servlndo de ((Tidal maior,
Manoel loeo l'.nto.
Termo de exame felo na ihesi orara de fa'.ead:.
to Par* ero ou>a noU de tO^OCO r.i-,cr bran-
ca da I* serie.
Aos 19 das do roez de novembro de 1657, por
ordem, do litro. Sr. inspector da thrsouraria dr
lanuda da provincia do Para reunir.n-se ca sr.la
da secretarla da a-esma thesouraria es eo>prega
des abano asignados, para o tira de e"Br.iirra o
seu parecer acerca da validado on al-idade de
urna nota do inesouro do v.ior de dei mil reis,
cor branca, 1* serio, sob o. 10092 e a assigoalura
deJos Cen* de Sa Coeiho, a qual foi enviada para
este tf-itj pela chefatura de polica. P.ra o re-
soltado do eiaiue fui presente aos examinadores
urna nutra nula de Igual serie e asignatura sob
n. 44323, vio-Ja do cofre da thesoeraria.
Uepois de procederera oa examieadores diversas
comparaos entre as duas referidas notas, cima
mencionada1, r^cunheceram ser electivamente fal-
sa a de n. 109, mandada apreseotar pela chela-
tora de polica pelas raides segolmes, nao < ero
relaco a essa, como as de sua chapa ou serie. O
ppe das ulas, coro quanto si Efrivel, coco todo
mediante un pouco de aiiee;o deixa coohceT
sua infer'oridide ora o das verdadeiras, sendo
nesta as taras d'agua menos claras do qne
n'auoellas.
A curva do S da palavra-seri' as falsas mars
fiaa to que as verdadeiras e o pinto sobre o i da
mesroa palavra nao existe as falsas que os seos
introductores procurara swbsiuoir a bico de pwoa,.
como se conclue da nota a que se refere este.
exame.
O poeto e^tre oNeo algarisrao da numeraco'
da nota as verdadeiras* quadroogo e nastals.is
redondo, este ora dos signaes mais satiente a
conhecer-se a falsidae, ao pnmeiro guipe de -viHa
as c'.'. serie de que se trata.
O o a;> alto da tercetTa liuha do mesmo K, as
falsas raulo roenor do que as verdadeiras. No
emblema, entre otitrss, exislem qoatre pontos
para coaftecer-se a falsidade. As ires pudras sel
tas per baixo do emblema do ladu do talao nao
existen as falsas o cavo que se v ao alto e a
urn lado da Bgura, secdo hem visivel as verda-
deiras, i uai se (i-'.intusm as falsas -e anda
ii:..- as que nao 4f erero. ama vista pr^spicaz,
cora o auxilio do microscopio vero qae falta oa
pepa do navio o algarismo 10 e a flimmota no
mastro granle ; a sala do manto ou tnica, coro
qne se vele a figura, na.-, verdadeiras cr-o priva
dtstogalr-s peifciaroete o delineado das oer-
nas e o jotlbo da i^ce t-ra cur-ada, o que as fal-
sa nao se pateii com precisao ; a crin do fl j-
re'.a sobre cuja junie tem a figura urna das maos
era des aoc<', sendo oas verdadeiras bem visivel e
psrfeitameoie a'-abada, as falsas nao Kiste.
O a'gubrao (t q'je tica cima da cabeca da (i
gura na tarja ou tita que corre ao longo da nota
e bem assun o mesmo algarismo na igual tarj;>
por baixo 6 com tinta bastante prtta uas verda-
deras e as falsas menos prota, penco mais
carregada que a 6t cinsenta. As quatro Unas li-
nfcas na< duas referiias tarjas ou litas sai corri-
das com grande certeta de modo avista bem destac.oas as tarjas ; uas falsas, po-
rero, esio ou pirecem mais ligadas, taoto assim
qua nao se le cobre ao pnmeiro golpe de vista,
codo as verdadeiras, o claro do papel eolre as
linhase as la'jts.
E porque ttrsaetn ja'gados sufDclentes os pontos
mencionados a conl-.ecer se as B:itas fatsas, aioda
qee ouiros cora o ^uxilo do microscopio podessero
ser apr^seoudos. resclveram os examinadores dar
o trabalho porc-jr.eaidos, lavrando se o presente
termo em que se a>ignaro para o entregarem era
seguida ao [Uro. Sr.-inspector com as flotas, que
serviram de base ao exame. O segando escrlpm-
rario Ant mic Rernardino Jorge S.roricho__O fiel
c esoQreiro ttmingos d'Oliveira Gomes.
Conforme,
Servio do de oficial* maior,
Manoel Ls Violo.
O Dr. TristSo de Aleocar Aranpe, oficial da
imperial ordera da Rosa, e joiz de direilo
especial do comruercio, nesu cidade do
Recife capital da provincia de Perrarobu:o
e sea termo, por S. M. Imperial e Coqs-
tituciooal p $enhor D. HPedro Il? a quem
Deiis guardo, e c.
Paco saber aos qae o presente edita) vlrera e
del le noticia ti vereco, qne ao da 10 de fe ver Ir o
do aooo prximo futoro, se ha de arrematar por
venda a qu m mais aer em praca publica deste
Jono.
Urna casa terrea sita na roa Direlta com o. 108,
coro urna porta e urna janella de frente, doas salas
e dous quartos. cosiona tra, peqomo quintal mo
rado com cacimia, avallada por dous cootos de ris.
U.na casa terrea na lavessa dos Martyrios com
oo. 1, com orna porta e ama ianella de frente,
doas peqnenas salas e doos qnmos, cosioha fra,
pequeo quintal, avadada em uro coat e qaalro
ceutos mil ris.
Um sitio no lngr da Vanea com non casa de
taipa coberta de telhas, teodo duas jaaelias e ama
porta de freote, tres siUs e quatro quartos, cosinba
lora, c.m algans arvoredos de tracto?, com caeim-
b, estando di o sitio p-fte cercado e parte em
aberto, avahado em urn cont de .is.
As qnaes foram penhoradas por xecucao de Jos
de Axevedo Uaia e Silva, cooira Francisco Ramos
Main e oulros.
E nao ha vendo lsn?ador que cubra o prego das
avallares a arrenvUcao sera* feita p lo da adjea-
<;ao oa forma da le.
para que ebegue ao conhecimento de tolo
mandei faier o presente edital; qae sea* pnblics-
do pela Impreasae aOlxado nos lugares do cos-
tme.
Recife, 10 de dezerobro de I8G7,Ea Secundin
Eliod ;ro a Cunba, escreventa juramentado oes-
crevi.
Eu Manoel Mirla Ridrigaes do Xiscimento, es-
crivao, subscrevi.
Trist&o d. Ahncar Araripe.
Jl'ii1! >'
.DECLAHAGOZS.
Coiiseflho de compi^is na-
vaes
O consalhn eonlrata no dia I i do correte mei,
son as condicibs do esiylo e a -vista di propostas
recebldas at s 11 horas d maohia, o orneci-
meoto, no trimestre prximo viodooro de Janeiro
a marco, dos segolntes otjeclos de fardameno.
Para epreod'Ses artfices.
Bonets do uniforme, ditos do servica, Masas de
brim branca, ditas de algodio atol, calca de algo-
do atol, camisa* de aijoJmioho, cobertores de
la, eoleliu de algodio, colchSes de licap cheios de
palea, fn nbs de ilgodoxioho, frdelas de panno
azul, len cm dti ffat.rd.ir roapi, travesselre de Itabo'
cbelos de palha.
Para iioperiaes marlnbeiros e apreadixes ditos.
Bonets de pasm anal, camisas de brlm braoco,
caiga de algodc atol, camisas de algodo azul, cal-
gas <>e paooo atol, cami-a> de brim branco, farde-
tas de panno azul, iengos de seda preta para gr-
valas, sapatoes e saceos de lona de marioba-
hem, t*b*i*
Para fjzlleiros navae?.
Booets de chapa e palla, caigas de brim branco,
ditas de algodio aznl, carai-a* de brim braoco, cal*'
cas de panno, fardas de brim branco, grbalas de!
conro de lustre, pofainu de paooo preto, sapaiSes,
e sobrecasacos de paono a; ul.
Tambera o cooselho no mesmo dia 14 Jo porre-
te mez e sor igual forma, c mrala o forneclmento
de cimento at ]nnho do aooo prximo vindcuro'
para as obras do porto, e prnmove a compra dos!
segointes otjoctos do mateml da armada : 800
agulhas de lona e brlro, 5 aocoreles para bateloes,
i o bragas de corrate de ferro de mela polegada
reforgada, 4 pega* de cato de liuho de urna pole-
gada, 4 nenas de cabo de linho de duas polegadas,
4 pegas de cabo de I
4 pegas de cabo de
de iinha le barca Tina, 4 ditas de liaba de barca
grossa, 14 dazias de lapis, 6 ditas de limas chalas
de 6 a i: polegada<, 6 dita- de dins triaogulares
de ft a 12 ditas, 6 ditas de dilas meia cana de 6 a
IS polesadas, 200 p* de maoRueira de sola cra-
vada, plvora marca Torre, t pega de tpele, 1,300
libras de tinta branca de tinco, 1 vergootea de pi-
ano de 34 ps de cnmpri.nento de 10 polegadas de
grossura no p e 8 na pona e 200 vidros de vidra
ca de 23 3,4 polegadas de comprimanto e 16 1,2 de
lariio.
Sala das sessdes do coselho de ompras navaes,
II dedezembro de 1807.
O secretario,
Alexandre Rodrigues dos Anjns.
A
Pala administrado do eorreio desla cidade se
faz psblleoqoe e*virlude da coovengo postal
celebrada pelos governos brasileiro e fraocer, se-
rio e .pedidas malas para Europa oo dia 13 do
correte mez pelo vapor ioglet Slsnet.
As cartas eerlo recebidas al
da qne for mareada para a sabida do va par; e o*
ornaos at tres horas antes.
Adminitragao do eorreio de Pernamboeo 10 de
deietcbro de 1867.
O adminislrador,
D?m iogos dos Pa-sos Miranda
.V
litSOS MASITIMOS
*t ;<* j
Para Lisboa.
Val sabir-coa brtvdade barca -portagnese
Urattdao por ter parte da soa carga prompta ; pa-
s ante raro restante e passageiros trata se com Ovelra
Plbos ii C, largo do Gorpo Santo a. 19 on com o
cap na praca. ^_^__^_
V

mrmvL tmummu
A cmara municipal destacidsde, teodo con-
tratado cjmprar ao cidado Francisco. Marioho de
Albuquerque Meili, um terreno situado no lu-
gar du Arratal, Pregueiii do Pogo da Panella-
, -ra nelle etabelecur o matadouro publico da mes-
roa tregnesia, val mandar colicuar marcos nos lo
ares onde limita o citado terreno; o que faz pu-
bllro para conbecimruio de quera tateressar possa.
Pago da cmara municipal do Recif-', 5 de de-
zerobrode 1867.-Luiz J. Per;ira SimSes, pro-
presitrole.Francisco Canuto da Boa-viagem, se-
cretan*- _
FrseTOsi.30 da fregueria de Santo Antento
do Uecife 10 de dezembro de 1867.
O abaixo assigoado (az certo a quem llie teoha
de>apparcido duus carneiros qae dando os siguaes
certjs dos mesmos carneiros Ihe sero entregaes.
O fiscal,
Castao Pinio de Veras.
guerra
0 Dr. Tristo imperial Ordem da Rosa, e jaiz especial
docommerdo r>csta cidade do^tecife de
Peroamboco c seo termo por Sua Mages-
tade Imperial e -Consiitucional e Sr. D.
Pedro II. a que Dees Guarde, etc.
J/ago saber aos que o presente edilaH virem e
dille njcia liverem, que no dia SO de fevereiro
do acno prximo facture, se ba de arrematar por
venda e:n praga pablica desle juizo um sobrado
de doua andares e solt sito no enes to Ramos
cora o numero 32 regcezia de Santo Antonio,
leudo oo primeiro a*dar duas salas e seis e cosieba f .ra, no segnoo andar tambero duas
salas e seis quartos e oo satao nma sala t easinba;
no pavimeo!o terreo occopad por ama prensa de
algodio quintal morado e cacimba meieia, ava-
llado por -6:000j000, o qual foi pennorado por
execugao de lilis L-iham C contra a viava e
berdeiros de Jos Hygioo de Miranda. Bnao ha-
veodo langador <;oe cubra o prego da avaiiacao a
arrematago s.ra feita pelo prego da adjod.cago
. na forma da le.
E para qae chegue so -conheci meato de
todos maudei passar o pcesente que-ser
publicado pela imprensa, e affixado no Ju-
gar do co6tume.
Recife, lo de dezembro de 1867.
Eu Secundioo Eliodoro da Cunba, esete-
ente juramentaolo o escrevi.
Eu Manoel Mara Rodrigues do Nasoi-
mento, eterwS o subscrevi. .
__________Tristao_de Alencar Araripe.
Be ordem do lllm. Sr. inspector se fai~pn-
blicoqae nodia 14 do cor dia sero levadas s hasta peblica. Hvre dedireitos
as segaiotes roercadorlas coapreneodidas as dis-
posigdec do cap. 6* UL 3* do regulamento de 19 de
seteabro de 1860.
Armazem o. S.
1 embmlho sera numero marca JOC, Doyli,
contendo doas vidriobos com amostras, sem valor.
1 caixa a. 512, marca JV, contendo folas aval
sas lytographadas pesando 62 libras, valor da li-
bra i}.
1 caixa n. 5i3, marca P. do J. do Recita coateo-
do folbetos broceados, pesando 8 libras, valor da
libra 10.
i caixa n. 38, marca M&C contendo armagoes
de ferro para chipaos de sol, pesando 46) libras,
valor da libra 100 rs, .
Na sala da abortara.
6 frigidelrae, 1 eseuoadeira, 1 edeo todo de
ierro balido esianbade, pesando 14 libras, valor da
libra 300 rs.
Armazem n. 7.
1 fardo marea JP sera numero, contendo 21 pe
dagos de panno de algodo asadas pesando 64 li-
bras, valor do quintal JJ.
Armazem n. 19.
I caixa marca > 4 C, sem numero, conteni
O cooselftn de compras do arsenal de
precisa comprar o sffmate"
Urna sanefa semicircular, com recorte1; de da-
npsco.de seda edearuada para a bocea do lhn.no,
coro franja e galo de retroi amarello, tendo onze
pnlienalas de hwaara e dez palmos e qaatro polle-
t<*das o dimetro e seis palmas de altara no cen-
tro, conforme o riso 1 n. 1.
Uuas pernas de i rima do roesmo damasco
gaarnecida de galo do mesmo retrox coro dez pal-
mos e cin<-o polle^-alts decompriineoii e onze pol-
legadas de largura para a mesroa sanefa.
U na sanefa pequea do mesmo damasco e franja
da gaij e tambero semicircular com sete pollera-
das do largara ppj-.i a bocea do nicho da sacrista,
teodo quatro paliaos de dimetro dous palmos de
altura no ceotro, conforme o ri.-co 0. 2.
Doas pernas de-cortina do mesmo damasco guar-
necida c-joi galo de rrtroi tamOem amarello, com
quatro palmos de co-nprimeoio e sete pollegadas
de largura para a sesma sanefa.
m froolal cK; dama-co de seda branco e encar-
nado coroplelarjsnie guarnecido com franja e galo
Je retroz a roa-di o, c .01 ooze palmos e orna pulle-
gada drt comprnniLti e qualru palmos e seie polle-
gadas de altufe.
uro dito de dama-co de seda rio guarnecido da
mesroa franj e galo e com c mesmo compriraen-
10 e altura.
Uro dito de deuia-co de-seda branco guarnecido
cera fraoja e>galo de retro! amarello com trez^
Pujos e duas pollegadas de comprmanlo e cinco
palmos ecinco pollegadas de aliura.
Uro diii de damasco de -seda roto guarnecido
coro fraoja e .galo de retroz Umhum araarello com
o me^mo cumprim.'nto e largura, ambos para o
pulpito.
S^is alvas de brrtaoha de linho on bramante,
sendo duas ce tro com babados para os das seroao?rios.
Croa ombeKa de damasco braneo da seda cora-
pletaraeote guarnecida com galo e franja de ra-
troi arasrellj.
Uro pal.10 do mesmo damasco guarnecido com
as mesmas franjas e alCse con as competente;
varas.
Uro paono oe v i rico de damasco de seda brao-
co bordado do ouro para a bocea do sacrario, coro
dezeseis pollegidas de altura e dezesete de larga-
ra, aborto 00 centro al a altara de doze pollegada-,
com fraujas e guarnecido de galo, ludo de ouro
verdadeiro.
Cm dito pra o interior do mesmo sacrario, de
seda branca,-tambero guarnecido de galo de ouro
verdadeiro, com jnaiorze pollegadas de altura e
oito e roea de ls.rgura, tambera aberto no ceatro
ate a altura de ooze pollegadas.
Uro veo do-oobroho de damasco braoco de
seda e guarnecido com g*lo de o aro verd*-
deiro.
Ora veo para o docel do Uirono, de fazeoda pro-
cria, oa seda, devidamente bordado a prata ou
prateado, com o comp*ieote cerdeiro, com trila e
mei:pa legadas de largura.
Diz eolchas de damasco encarnado de la e al-
godo, lendo cada.urna oito palmos de largura
sus de altura.
Tres arrobas de pintauobaoe mordente (ou mas-
sa com que couiroara os douradores a compor as
eulalbas para dourar.).
Tres buroidcres -sorlidos de alalia.
C-m i.bas de lixt do vidro.
Cem ditas de dito de esmeril.
Va livro alphabeco de 300 folbas
creas e guardas oaciooaes designados.
Um dito dito de 308 folbas para volaotarios e
gaar-das oaciooaes designados, que promptamect
concerrerem.
(Job dito dito de iO-1 'folbas para substitutos.
Um dito.dito de Ofl folas paatado para registro
de correspondencia.
Urna raspadeira.
Um eaoivete ao.
Urna machina da de-car^ar algodo, chamada
de oavalha.
As pessoas 'que quizaren vender ditos artigos
comparegam com saas propustas na sala do referi-
do cooseibo s l ti .ras do dia 14 do correle.
Sala do cooseibo de compras do arsenal de guer-
ra de Peroambuce, 12 de dezembro de d867.
Jos Mara 1. Jacome da V. Pessoa e Mellp,
Presidente.
O lllm. Sr. inspector da ttetoararla de fa-
teoda desla provincia manda fater publico qoe fi-
na marcad o dia -21 de jaaairo prximo viodooro
para o coeeorso a qoe se tem de proceder nesta
tbesonrarta para preenchimeoto das vagas de pra-
ticantes existentes nesta repariigo. Os exames
versar.io sobre as materias segu oles ; leiUire, ana-
lyse graramailcal e orlhographia, aritbmetica esoas
applicigdes ao enmroercio com especialidade a re-
dogao de moedas, pesos e medidas, clculos de
descont, joros simples e eompoetos, tbeoria de
cambios e suas applicagdes.
Os ennearreotes devero previamente apresenlar
seus requenmoot-is instruidos de documentos qoe
proveo] idade computa de d.-z-ilo anuos, iseogo
de pena e cnlpa e bom procedimeoto, oa forma do
an. 3* do decreto o. 3,549 de 14 de margo de
1860.
Sortiaria da thesouraria de fazeoda de Per-
oambuco, em 6 de dezembro de 1867.
ServiLdo de i.fficial-maior,
Manoel Jos Pinto.
Sodedu,^aS^ Santa Casa.da Misericordia
do Recife.
cmara municipal drSta cidad-, tendo de
proceder hod o dia 13 do correte a apuragao cern
dos Volos para meinnros da asserohla (r.ivincial,
coovid! d^ eonformilade com o | 11 do art. do
decreto o. 84 de 19 de seterabro de 1855, e art.
25 do decreto o. 2ol de le agosto de 1860, aos
electores dos collegios que compdem o primelro dis-
trteto, a eomparecerem 00 mencionado dia para o
fin de assisltrem a apuragao.
Pago da cmara municipal do Recife, 11 de de-
zerobio de 1867.
Luiz Jos Pereira Sim8es,
Pr presidente.
Frapcisco C. da Boa-Viagera
__________________Secretario.____________
RcpartScao das obras pdicas.
Do ordem do Sr. engeoheiro, chele iotermo da
repartigo das obras publicas se faz publico qoe,
nao teodo concorrido oppositor algura aos Ingares
vagos de condodor desta repariigo, e tendo sido
julgado inhabilitados os que concorreram aos lo-
gares de pracantes, 00 da S de dezembro prxi-
mo viodouro lera' Ingar oovo coocurso para pre-
enchiroento das referidas vagas de conductores e
pralicanies.
Os coocorrenies erno argidos oas materias de
que traiam os g I* e 2* do ari. 10 do regularr.eoto
e 31 de jultw ue 186S, o que vo abaixo decla-
radas.
Os requ.'.rinentis para ioccripgao dos candidatos
devero ser apresentados al o dia 7 de dezembro,
poderlo ser instruidos com quaesquer documen-
tos ou ttulos scienticos que abonera a capacldsde
do" mtsmos candidatos.
Sortiaria dis obras publicas 7 de outubro de
1867.
O secretario
Feliciano Rodrigues da Silva_
Materias do concurso para conductores e prali-
eante da repartigo das obras publicas.
Para conductores.
^^atr^ea^ftcss elernenlares, algebra atpqoagSes
do 4 aran, thigonomelria, clmenlos de geomoina
aoaliiyca e descript va, d'asiri noinia. ifrchileciu-
ra e de resistencia de materfaes, cooliecimerito
perfeito das Instrumentos grapliico.se dos trabalhns
-eoiveliaineolo e oanla, deseuho liaearedeaqaa-
della.
Para praticantes.
Lincea nacional e francez, arithmeTica, geome-
tra, as duas e tres dimeasoes, algebra ?t equa-
gos do t3 grao, de=enho linear e de a^narelta.
S"ore:aria das obras publicas 7 de oulubro de
1807,
O secretarlo
Pelician Roirigues da Silva.
DI
Wavegaco coslelra pr yapor.
Transferencia.
Em eooppqnenria do
qoete Inglet s sabir do
de Jaoeiro no da 10 do
P-
Rlo
cor
rente e nao podendo ebegar a
DIVERSOS.
......i. 1
1 Arrtnda-se a propriedade denominada Barra
de Senohiem, Da tn^tu do mesmo oomeeeeo
litoral com grande exieoso, mnitos' foros per-
ceber e mullos coqaeiroa a deifroctar, atea de ser
ptima localidade para qualqner esUbelecimenlo
de fazendaa, seceos e mamados ; a tratar a' roa da
Aurora n.2d,ooa-do taperadw n. 43 -1' andar
Aviso.
Bernardloo da Silva Costa, socio liqoidatarlo da
extiocta Arma Campos 4 Sobnnbo, julga nada de-
ver, relativo a mesma, qar por coota de livro
este porto se nao depois do qr por mulos de qualqaer oalurera, mas se por
dia 14, fleam trastiendas as,acaso siguem se jolgar credir apreseole-se para
ser incontiipole pago,
sahidas dos vapores Ipojuca e Pottngt para as 5
horas da tarde do dia em qae ehegar o referido
paqnele, aflm de que as malas de que fr elle por-
tador para as proviocias do norte e sol, possam
seguir por esses vapores cora a mxima brevtdade:
escritorio no Porte do Hatos o. 1.

Pela secretaria da Santa Ca(a da Misericordia
do Recife sao convidados os seohores proprietarios
dos predios abaixo declarados, cojos terrenos per
teoceram ootr'ora ao Sr. Francisco Lins Paes Br-
relo e sua molber e por elles doados a Saata Casa,
pira que comparegam a esta secretaria, aflm de
paparein os foros que se achara a dtver, e asslgoa-
rpm o respectivo termo, reconhecendo a mesma
Santa Casa como senbor do dominio direeto de di-
tos terrenos.
Roa da Rods.
Casa terrea o. H.Antonio Ferrelra Bragt.
dem idem o. 15.Jos Leopoldo da Silva.
Sobrado o. 17. D. Emilia Carolina Madelra Fer-
relra.
Casa terrea n. 19.Capitao Martios (morador em
Beberibe)
dem idem o. 21.Joaquim Pacheco da Silva.
dem idem o. S3.Antonio dos Santos Vielra.
Idem idem o. 23.Igoacio de Sa' Lopes Fernn-
des.
dem idem n. 27.Flix Antonio Alves Mascare-
nhas.
dem idem n. 31.Miguel Joaooim da Costa.
Idem idem n. 33.Bernardo Alves Piabeiro.
dem dem u. 35.Maria Prancisca da Conceigao
e Silva.
Sobrado n. 39.H-rdelros de D. Joaquina Maria
Pereira Vianna.
Casa terrea o. 41.Paulo Marques e Antonio Fran-
cisco Macol*.
Idem idem o. 43.Filhos de Jos Rodrigues dos
Passos.
Sobrado o. 47. Dr. Bernardo Pereira do Carao
Jnior.
Idem idem n. 4.Mosleiro de S. Bento.
Idem Idem o. 6.Idem idem.
Idem idem o. 8.Irmaodade do SatHissime Sacra-
mento de Saoto Amonio.
Idero idem n. 10. -Mam idem.
dem idem i 12.- Idem idem.
dem dem n. 18.B;rnardo Alves Pinheiro e on-
tros.
dem idem n. 20.Anoa Thereza do Sacramento.
Idero idem o. 24Sabioo da Cuoha Fragoso.
Idero dem o. 26. Aotonio Ferreira Braga.
Idem idem o. 28.Irmaodade das almas de Santo
Antonio.
Idem idem n. 30. Joaooa Maria dos Santos Mo
raes,
dem idem n. 31-Dr. Antonio Joaqaim de Mo-
raes e Silva,
dero idem o. 34.Manoel Jos do Amaral.
Ildeoj idem n. 38.Tutor de Fraocisco Goncalves
da Hicba.
Casa larrea o. 50Os mesmos.
liem idero o. 32.Dr. Joo Capistrano Baodeira
de Me'lo.
dem dem n. 54. Lniz Jos da Costa Amorim.
Idem idem n. 56Jos do Reg Pacheco.
Idem idem n. 58. Barlholomeu Francisco de
Souza.
Mera idem o. 60.O mesmo.
Idem idem o. 62.Haooel Gomes Viegas.
Secretaria da Sania Casa da Misericordia do Re-
cife, 9 de novembro de 1867.
O escrivao,
Pedro Rodngues de Souza.

Conpauliia aiaericana ebrasileira de
paquetes a vapor.
Al o da 15 do orre ote esperado de Nevr-
York por S. Thoma e Para' o vapor americano
South America, o qual depois da demora do co.-ta-
rae segairV para os porlos do sal, para fretes e
passageos trata-se coro os agentes tienry Forster
4 C, roa do Trapiche n. 8.
031P.\ATHIA
DAS
Messagerics Imperiales
At odia 14 do correte mez epera-se da Eu-
ropa o vapor fra.neet Estramadure, o qa>l depnia
da demora do costme seguir' para Bahia e Rio
de Janeiro.
Para coodigSes, fretes e pssagens tratase na
agencia ra do Trapiche o. 9.

Foro

Pretende seguir com a maior brevidade possivel
a barca portogueza Claudma, por ter a maior par-
te do seu carreeamenle enga;ado : para o resto e
passageiros, aos quaes offerece_ excedentes cora-
modos, trata se'c>m Cunta I maos & C, a* ra da
Madre de Dos o. 34, ou com o capuo a bordo.
Segae com a possivel presteza o veleiro patacho
Volante, por ter a maior par;e da carga eogajada,
para o que aioda pode admittir : tratase com o
respectivo consignatario Antonio de Almelda Gi-
mes, a' roa da Cruz o. 23, 1 andar.
rara Lisboa
val sahir com mnia presteza a bem conheclda
birca Mana : para carga irata-s-i com os consig-
naiarios Carvalho <& Nogaeira, ra de Apollo ou-
mero 20.
1E JAWMEO

Pretende seguir com ra,.ii3 brevidade a barra
Despique II, tem dous tergos de seu campa-
mento a bordo para o resto que Ibe falta trata se
coro os seus consignatarios Antonio Luiz do Oli-
veira Axevedo & C. ra da Craz 0. 57.
Cinfe'.laiia dos anans
llaavda Crnt n. 16.
Ha presnos, ditos em fiambre, fractas em cal-
da, ditas seeas, csj, dito crlslaiisado ; recbese
encorbraendas para casaneotrs, bailes e baptisa-
, bollos e Pao de l eofeilados.
*

* I
Qoem livor oro piaao moderno e qolzer alogar
por 1(4 measaes anoaocie per este jornal para
ser procurado.
----------
MM
Para casa de hornera soltelro prec?a-se de ama
ama para comprar e cosiuhar : oa roa do Vlgario
o. 24.

Aloga-se o 2* andar e soiSo do sobrado da
raa de Horlas n. 48, com bastantes coramodos e
rauito fresco : a tratar no 1* and>r do mesmo so-
brado ou oo eotrar da raa das Trincheiras loja de
tarlarugaeiro o. 2.
Jo- Nicac.10 da Silva, padre Augusio Frankuo
Moreira da Silva e Jos Nicacio da Silva Jnior,
pedem a seus prenles e amigos p ra segonda-fei-
n 13 do correute as 6 l|2 horas da maohaa assis-
tirero ama missa na igreja do Livramento, qoe
mandara dlzer por alma de seu presado Qlbo e ir-
mao Antonio Welebatdo Moreira da Silva, morto
era o at .que do dia 3 de novembro nos campos do
Paraguay.
Precisa-ae de oa ama para o servigo do
ame casa de-pouca familia ; prefere-se escrava e
paga-se bem : 00 caes de Rarau;, armazem o 10.

Ama.
1
Babia
Notice,
Lelter8, Newspapers, BockparceU,-Samples <(
Merchaoiis'*, Patierns, etc., may Oow be seot by
tn- B.-itisb Mail Paik-^ts lo meariy all pars of tbe
World, and can be prepaid at this Office eitber 10
mont-y or by raeans of of Briiish Postage Starops.
Letters 01'// can be prepaid for Ibe ingdora
of Portugal. Tne Bniish sea-r*tes no letiers for
Portugal, is feur Pence for eacb quarter of and
ouoce (iwe ailavar).
Money Ordera
Are a!so issued at ibis consuiate 00 aoy of the
principal Post Offices io Great Britalo aud Ire-
land at th! Wlnwn* rale of comra'ssioo.
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l'u> umuis lor jluu'.y ureis uiay be luae el-
ther lo Sove-eigos or iheir equivalen! io the Pa-
per Money ot the Eropire, at ihe curreot rale of
Excbaoge.
Britsh Coosolate.
Peroambuco 12 de dezerober de 1867.
Beotlocrk. W. Dovle.
II. li. M-. Cnsul & Brit n Patket agente
Pela recebedoria de rendas internas geraes
se faz publico, qae no correle mez de dezembro
qae os devedores das rendas langad exercicio correle de 186768, a saber : decima
addiciooal das corporagdes de icio mora, socieda-
des anooymas e outras, imposto sobre iojas, casas
de descont etc., dito sobre casas de movis, rou-
pa etc., fabiicados em paiz estrangeiro e taxa dos
escravos (seodo esta at 16 do mesmo mez) teem
de paga-las sem molla.fioda qae seja, lero de pa-
ga las cora a mulla de 6 porcento em virtude da
circular n. 37 do ministerio da fazenda de 30 de
selembro ultimo : ontrosim, que no mesmo mez
devem ser pagos os sobreditos iropostos e mais os
segointes : renda dos prcprlos naclonaes e foros
de terreos e de marrabas pertencentes ao exerci-
cio de 1866-1867 em liquidarn, segulodo-se de-
pois a cobrang executiva quanto s rendas deste
exercicio.
Recebedoria da Peroambuco, 3 de dezembro de
1867.
O administrador,
Manoel Caroeiro de Souza Lacorda.
Pretende seguir cora brevidade a sumaca Hir-
lencia, por ler parle do seu caregamento engaja-
do, para o resto que Ihe falta trata-se com os con-
signatarios Antonio Luiz de Ollveira Azevedo & C,
roa da Cruz n. 57.
LEILOES.

2*
De 300 caixas com massas.
HOJE
no armazem do Armes.
O agente Pestaoa fara' le lo por coola e risco
de qoem perleocer de 300 caixas com massas de
Nerri de superior qualidadecbegadas esta semana,
as quaes sero vendidas em um ou mais lotes- sera
reserva : boje as II horas da manfaa no Annes
defroote da alfaodtga.
Precisa-se de orna ama para eopomrrar : trata-
se a' roa da Cadeia do ReciN, soorado n. 34.
O bacbarel Cleroents Jo-e Ferreira da Costa,
considerando se quite lamo nesta praga como fra
d'ella, qor coro pareotes seu-, loclasive filhos e
georos ; pelo preseote concita a toda e qoalqaer
pessua que se julgar seu credor, seja qaal fr o ti-
tulo, declare pi r este jiroal, oa o procure em sea
sitio, em S-ralo Amaro das Salinas, 00 no Forte do
Mallos armaze n n. 17, a fallar cora o Sr. Jos Cae-
tao de Meleiros Jnior, para ser pago ; islo no
prazo Iroprorogavel de 30 dias, a contar da data
deste, sob pena de, nao o fazeodo, ser desaliendido
e reputada de nentium effeila toda e qua!qu-r re-
clama^o que de f.nuro possa appareeer nesle sen-
tido.
Recife, 12 de setemhro de 1867.
Eu abaixo assigoada, Francisca Igoacia Al-
ves Lima, vodo nesle Diario o anuuocio do Sf-
Piom, agente de leilries, pira vender a minha casa
u 52 sita a' ra de Joo Fernaa'es Vieira, no dia
10 do correte, acudi a lempo, avisando ao mesmo
Sr. Pinto, de qoe tal casa me partencia, que eo oo
lioba antorisado sua veola, oem o'ella consenta, e
Ihe pedia que a oo realisasse.
EfTecilvaiBente a venda de miaba casa se n3o
fez, mas o Sr. Pinto me declamo que havia autori-
saglo judicial para ler ela lugar. Declaro que n?o
requer tal sulons^gSc, e sendo casada com o Sr.
Jos Aolo de Suata Magalbes, igooro se este a
requereu : em lodo caso, porm, opponbo me a
pretendida venda de minba-casa, e protesto u?ar
dos meios Curnpeteotes para impedi-la 00 para an-
oolla-la, se nao cbslaole, ela fr feita.
Recite, l de dezembro de 1807.
Francisca Ignacia Alves Lima.
Precisa-se de urna ama para comprar e eczi-
nhar: na travessa de Joao Patriota, segundo
andar.
Da'-se 8J05 a prcm. 1, cora hypotheca em
bem de raz de dobrado valor nesta cidade : a tra-
tar oa ra da Iusperairiz leja n. 28.
'

/
Ama
Na roa
precisa-se
servigo de
das Cien Pooias n. 86, sganlo andar,
de ama ama forra ou escrava, para o
ama familia.
\m*A

THEATRO
DE
De ordem doilim. Sr. inspector da thesou-
raria de fazeoda de>ta provincia ao convidadas as
pessoas abaixo oeneionadaa para al o 8m de ja-
oeiro prximo viodouro, virora prnslar conas das
difTerentes qoaotias pelas quaes se achara debita-
das nesta repartteo, a saber :
Capitao Joaqaim Ricardo Montelro. 100100.
Tenente Gaiiberme BmtIm de Alean-
ura......^.....2004000
Idem Maooel de Camino Pnes de An-
dradeGouvim.........10041000
Alferes Jos Iriofto da Silva Santos. 1001000
Idem Joaqun da Carwaiho CavalcanU
iaoior.....1......l'OnoiOOO
Forlooato da Silva Nev>s......2002009
Secretaria da laesoararia de fazeoda de Per-
nambneo em 7 de dezembro de 1867.
Servlndo de offl:ial maior,
Manoel Jos Piolo.
Na se^tafeira 13 do correnie fiada a audiencia
do Sr. Dr. joiz municipal da Ia vara, tem de ira
praga por venda duas escravas
Aviso
D'ora em diante podem ser enviados pelos na-
qseus a vapor da real compaotoa britnica para
quasl todas as partes do mundo : iCartas, jornaec,
livres e amostras de mercadorlas etc., pagaodo-se
previamente nesle consulado o respeeiivo frete em
diokeiro ou.por meio de sellos d -Correo Briun-
nico. Para o reino de Portugal someole podem
ser pagos da ane-mao, as cartas sendo o porte
quatro peonas por cada qoarto de ooga (loas oi
lavas) em diubeiro sterlino ou seu valor.
Tambera se concedem ordene para dinheiro, nio
excedendo de dea libras esterlinas cada orna, sobre
quaiquer dos priocipaes correiosda Graa Bretaoba
e Irlanda mediante orna commisso cooforme a
tabella seprate. Estas ordens devem ser pagas
em soberaoos, on o sea valor em moeda correte
deste Imperio.
Orden* para imheiro.
Para as qoantlas oo eiceno 26 8
dem de 2,n 5.....
dem de 3 t 7 : .
dem de 7 },t 10. .
Consulado Unisnico. Peroambuc3, 12 de oatn
bro de LM7.~Benttnk W. Doyte, coosol de S. M
Briuoaica e agente do eorreio britannico.
Bch. Pen.
0 9
1 6
2 3
3 O
O procurador fiscal da fajeada nacional con-
vida as pessoas qoe receberam apolices do novo
banco de Peroambuco, para comparecer a secgo
do cooteocioso da thesouraria de fazenda afim de
que assigoem os respectivos termos de transferen-
cia e poaaam receber os joros devidos.
Manlimodo Recife
Previoe se ao publico qne do da 1* de jaoeiro
de 1868 em dianle funecionara' o novo roteiro de
sigoa-s qoe se acba a' venda na Hvraria francaza
, por execoco qoe na ra do Crespo n. 9. ^
move D. Joaooa Mana Maclel contra 111 marido 6 administrador
Franciseo Joa Duarie Camaraea. Domingo?d? K Miranda.
S, IS4B
Sabbado 14 de dezembro
espectculo Ivrijo-drama)ico
COM AUrOMSACXO BO EXM. Sa. PRE 1DENTE DA
PROVINCIA, EM BENEFICIO DOS ABTISTAS
D. liareliua Falcj e C. de Lacerda.
Primeira parte
A comedia em um acto, traduego do Sr. J. C
dos Santos
DEPOIS DO IUILE
Segunda parte
0 combate d@ Riaehuelo
grande symphooia compom pelo maestro Cardtm,
do flio Grande do Sal, e por elle oferecida ao ar-
tista C de Lacerda.
Senfolr-se-ha
Vflt SfStMAD-M ID2 MUiM
sceoa cmica exeeutada pelo Sr. C ue Lacerda
Terceira parte
_ A comedia em um aelo, Imftago do Sr. Guima-
res Jaoior, ornada de msica escrfpta expressa-
meule pelo maestro Colas
Os amores de um ledo
Quarta parte
Grande symphooia pela orcbara. Segulr-se-toa
a grande vralsa de eooeert do maestro Ardittl,
caolada pela Sra. D. Falco
O BEIJO
Quinta paite
A comedia em ara acto (senoas de viageco) do
repertorio dn Iheatro normal' de Lisboa
UM SUGEiTO E UMA SENHOiA
Sexta parta
A comed em um acto, imitagao do Sr. Dr.
Paulo Midosi e do repertorio do distioelo actor
portugnet f aborda -
AMOR LONDKINO
Comegara' as 8 bora?.
De duas carrocas, Hm ca vallo c am b i
Sabbado 14 do correte.
Em (rente da coebeira do Sr. Claudio Dabeux,
as 12 horas, pelo agente Pootual.
Ae correrd> raaitello.
0 agente Pootual compeeoteraeote autorisao
vender' em leilo os predios s?guintes :
1 casa terrea sita a raa do Hospicio n. 7, a
quai rende meosalraente 25$, e tem os eommodos
segaiotes : 2 grandes sala-, 1 gabinete, & quartos,
cosloha fora, quintal morado, teodo 30 palmos de
tundo e cacimba meetra.
3 casas terreas sita? no fondo da casa cima
(reodendo cada ana 10$ nro-ae-) com os corn-
modos segointes: 2 salas, 2 qoartos e osinba.len-
do de largara 20 palmos de frente e 80 de luodo e
mais 20 palmos de terreoo da freote de cada urna
das casas.
1 sobrado na roa de S. Danto o. 40 em O.'ioda,
todo reedificado de aovo, o qual tem commodos
mais qoe suficientes para orna numerosa familia
e graode quicial com arvores fructferas.
1 quadro com 27 easinhas de pedra e cal (no
Campo Verde) teodo ao centro do qaadro urna
graode cacimba e nos (nodos das ditas casas, om
graode esooo para despejos, as quaes reodem
meosalraente I33J.
1 qoadro coa 7easinhas, sendo 6 de pedra e cal
e urna de madeira, na raa do Socego (junto a casa
do Sr. Tibureio) com expeliente cacimba e mais
100 palmos de terreoo de freote e 100 de tundo,
as quaes reodem meosalmeole 40j.
1 casa terrea n. 168 oa raa Imperial.
13 ditas (meia-aguas; oa travessa da roa Impe-
rial de ns. i a 23.
1 terreno na raa do Socego n. 63, o qoal leen
30 paleaos de freote, tendo oo dito terreoo 2 casas
meia-agoas que reodem annoalmeote 122.
Sabbado 14 do correte.
No sen armazem n. 62, a' raa da Craz, primei-
ro andar, as 12 horas.
Atiendo.
De confjrmidade com o dispost > oo art. 16 dos
ostalulos de 28 de Janeiro de 18C6, coavoco aos
Srs. .herdeiros da proftriedade coramumApipa-
eos, que morara fia da cidade e seos suburbios,,
para a reuoio geral que deve ter lugar no dia 12
de jaoeiro viodouro, pelas 10 horas da maohaa,
no consistorio da capella da mesma propriedade.
Apipucos, 10 de dezembro de 1857.
O administrador,
J'.Vi Fraocisco do P.rgo Maia.
FelU'pe Dtrta Pereira Juuior, I-'r.ici.-co do
Paula do Reg Barros, soas familias, e Maooel An-
tonio dos Sanios Ferreira, oo podeado ser iodifie-
rentes ao auxilio e acolbimeulo espontaneo que re-
ceberam das familias visiohas por occasiao do des-
abaraeno de parte da casa de sua residencia nos
Apipocos, suinmameotd peoborados, veem por
meio da imprensa dar-Ibes um testeraunho solem-
ne de sua gralido.
4HK*HHBHHBDBHBMBBKMBaBBHHMBHB^BaBIBah
A'oga-se duas excedentes escravas peritas:
engomroadeiras e cozinheiras : a tratar na ra da
Matriz da Bia V+sta n. 2d, pnmeiro aadar.
I
Precisa se de dous trabalbadores de padarla :
na ra do Rangel n. 9.
Aiuga-se urna casa nova na Capunga, com
commodos para familia, ara sobrado de um andar e
sotao, oa freguetia de Saoto Aotonio : a' ra de
Santo Amare se diraT quera aluga.
Aviso.
Acha-se justa e cootratada a casa terrea sita a'
ra de Sauti Rita o. 9 : quem se julgar com &l-
gom direito a' dita casa, annancie por estes tres
dias a cootar deste.
Recife, 13 de der.embro de 167.


O ageote Puntual parteeipa ao respeitavel pa-
blico qoe deixoa de ler logar o leilo de predius
aununclado para hontera, em virtada ae pedido de
divers s pretendentes ; o qual dever er eflectaa-
do amaoha sabbado 14 do correte.
CUBOS
MARTIMOS
.
I
De una vaeea tari na gorda e nm ca-
val'o de sella.
Segunda-feira 16 de dezembro as 10 bcras
em ponto.
Por otervencSo do agente Piolo, io largo do
Gorpo Sanio.
CONTRA FOGO.
A companhia Indemnisadora, estabelecv
la nesta praca, toma segaros martimos se- -
bre navios e seus carregameotos, e contra
(ogo em edificios, mercadorias e mobilias:
ia rna do Vigario n. 4, pavimento terreo

Compaohia fidelictade de seguros
martimos e terrestres
establecida no Rio de Janeiro
AGENTES EM PERNAMBCCO
Antonio Luix de OUveira Auvedo & G.
competentemente antorsados pela
directora da compaohia de seguros
Fidelidade, tomam segaros de na-
vios, mercadorias e predios no
escriptorio raa da Cruz n. i.
sea


^*p
of^oiafc^
*pproJ. p*L luilMl
e Skdlebta, eatprezd*
k**pliaea de Parta.
ELIXIR DO D* THERMES
IWMimU peU fed4e
de medida* ** "*
< ***"
r n _i a w, > THruHER e amoragado diariamente no hospites da Paria e principalmente bo
___ rp.slf e- BCTWAlIBCf, P. MJLHBR O, todo M Pnaraadtf oJW. -----
0 abaixo assHn*.r||i*eBties4la PttOlECTORA DAS FAMILIAS assoeiaeio braslleira da
Segnro-Motoo sobre vid, autorisada por decret imperial de 13 de joobode 1864, e gerlfla pelo nanea
Rural e Hypothecarlo da corte, le a bonra decbamar aalieocao d* V S. para e r*|Daf>ento, inserido
neste Btano de 53 e 6 do cor/ente coja leilura e eslpdo orientar' a V. S. sobre a rmaseos que tai
mslitoico offereee as duas grandes operacto que ella lem por flm-*creaciode capiues e a crea-
ci d rendas (Art, S* do reguUmenlo), as quaes poden ser efectuadas separadaou. suuultaneameo.a.
Acreacio de caplul a tem-se pelo augmento progtesaivo do joro que elle produz, suceessiva-
roeote capitalisado, e pela addiQo dasqoJtas da betaofi correspondente aos capltaes dos cootratos, cu-
jos segurados fallecerem aotes do seo praw. .
As contrlt>oit5es destinadas a ormacao de capiul oo a da renda, podem ser Jaitas por orna so
tei (onicas), oo por prestacSas aoouaes iguaei (aoooidades). Art. 4.' .mAm
A seguate tabella mira os resoltados pruvaveis que se cooseguem faiendo entradas anndaes
K'odo esses clenlos aqoelles remitidos lagawnttm da 20115 por 1 quinte i entrada, en
vez de ancua!, feili de urna vez.
____________________________________________-_



JA LEGITIMA
MLSAPMMA
ItM.
U|a
up ;
A LEGITIMA

do salgue, i imnm | /
Esta exceHente ev admiravel medicina preparada de urna maneir* a ^is fien
tifica por cwmkose drogoistas muito doatos e de urna instruyo profaoda, tendo tuo
muitos annos de experiencia. M f .vii***'* ni> 4ui
k SALSA P\RULH\ DE IUST0L
urna medicina segara e digna de toda a confianca, conbecida c receitada pelo*i mdicos
os mate-sabios e entendidos neste imperio, dorante o espaco de tres annos, e n
em produzir o desejado effeito.
PREPARADA KCAME5TE POR
LAMAN k KEMP,
NOVA YORK.
COniM.tlENTE
APP A1XECEM
TESTEMUSIIOS
NOVOS
EM FAVOR
A 6AIA PARHIim K IWOI.
Entre as numerosas provas do grande merecimento da legitima, preps
Lanman e Kemp, de Nova York, nao a mais fraca o fado que tern produzdo tantas,
imitares e falsificacoes fraudulentas.
A SALSA PARRIMA DE BltlSTOf .
E' muUo natural que aquellos que se acbam occupados em preparar e vender as
suas miaras em garrafas pequeas mormurem e gritem contra os frascos grande* os
qu^s coS em ] tres veesmais do extracto poro do qae qaalquer ama dessas ouras
preparacoas neste mercado. J -v
A SALSA PABBIIiHil BE BBISTOL
foi estabelecida no anno de 1832.
No anno de 1848 o proprietario adoptou, com grande sacrificio seo,garrafas raaio-
res, sen3o agora de quariilbo, offereceodo deste modo aos consumidores urna roator por-
co'de extracto punssimo, como nunca foi offerecido.
Idadrs.
Por cabera de 1 crianza de 1 da a 1 anno
de i da 1 a i annus
de f de 2 a 3 >
de I de 3 a 4
a de 1 de 4 a i5 >
> de orna pessoa de 15 a 0
. de de 20 a 30 .
i de de 30 a 40
de de 40 a SO
Emoi annos,In 10 annos
4:WXMP0
3:000f000
J:90040l)t)
a:8"0&OH0
4:700*000
3:7011*000
2:70*"00
2:700*010
3:000*101)
lMUOftOOO
900; ooo
861 0 ID
800*000
880*0110
860*Oi 0
801*0. .0
8805000
906*080
Em loan
9:0C0S
7:500*
7:1004
7: ICOS
7:0004
7:000*
7:100*
7:200*
7:500*
i&
F. ii 20 an Em 25 an
10:0004
17:030*
I6:0u04
15:6004
15:500*
(8:400*
l:60)*
16.010*
18:0005
47:000*
37:000*
35:000*
34 000*
33:3004
33:300*
34:0004
37:000A
Kii-.OOO*
PREPABiDl WICAMEHE POR
LANK k KEMP,
NOVA YOEK.

da legitima
SAISi PAE1111HA
DE
BlliSTOL-
A NICA LEGITIMA

B1
SALSA PARR1LHA DE BRISTOL
PREPARADA POR




DE
NEW-TORK



Cautela contra as novas salsas parrilhas de Bistol que
sSo perniciosas.
ESCRFULAS
CHAftAS ARTIGAS
Ulceras
Feridas ulcerosas
Tumores
Herpes
Erupces
Lepra
Debidade geral
Rheumatismo
Falsugem
Pebres malignas e bel i osas
hmpigens
Febres intermitentes
Nervosidades
A SALSA PARHILHA lE BRISTOL
De Lanman e Kemp
NEWYORK.
E' A MELBflR
A MAISFORTE
E A MAIS BARATA
oia contnbuio ooica de 2.500*000 por qoalqaer nonure de qaroqaeonios costa 2:628*500
-a saber : Coo,ribalci0 .......2:500*000
mlsio d'e 5 por -|. sob. e 2:5004000.. l25*Q0 (art. 62)
ApoUC6. IQwV
Sello azenda nacional...... 2*510
~ .-------
R..... 2:628*500
E mals l por *. sobre 5:500*r,00 por cada mea decorrido desde o i fle-jolbo de i86, na for-
ma do art. 43 do regoUmento. .... ,^,ma
A mesroa coi tribuicao de 2:500*000, aendo paga eoa preUc5es aBOoaes oosli o, mesmos
2:62* 00, Sodo pagas oo acto da i" preslacao as e*pzas de geslao, a oos anoos seguate* a annai-
dade sliplei>menie. ... -. .. ..
E nesie caso a malta de 1 i. ao njfz conta-se someate sobre a i* aotmidade, aevenao as se-
gnintes realisar se em dezembro dos aooos coosecotivos. t --i
A creaco de rendas opera se depositando na associaco pjr urna so vez, oo tam&atn pr aonoi-
dade?, qaantias que.accmpoladas prouzam, de ceto ltm>o aa dianle, e depoto aMoalaeote, orna
' E esta operagio vem em -aoilUo mbem da f irmagao de capltaes, acerca da qml moM coa-
tribaiotes'se preoccdpam, temendo nao poder cootiooar purnon larga praz( o paga nenio ue aonoioi-
des precisas para qae os seus beneQciados venham a alcancar om bom capital.
Mas tal preocupado, oa difflcoldade, desapparece desde que o contribuale poder a*sgarar,
sem dependencia da saa'viJa, o pagamento das 5 priraelras aBooidades, e llter tambera om contrato
d reDda, qoe denle a liquidacS) do 1 quioqoennio prnver, por demais, ao pagamento das MMMa-
des a que est obrigado o cooi- at o de capital. Com tfl.;lto, flgoree, oor exemylo ata eoatraio 00
2:500* para creacao de capital por meio de prestares aonoaes de 100*.
Para satisrazer as primeiras 8 laaoidadas laocara" o conlribuinte raao de om mel qaa nao II-
!he, aluda pjr soa morte, q-ie iosi mate qoando o seu bvntOciado mais precisa de recursos^^^^^
E para agorar ou futuro as 20 seguiot-ts annoidales io*luira um outro contrata de l.oOJ#00
pagavel em 5 annuidadas de 3004. .,oe, permaoeeendo coa^Uotemeate na Ass;.ciacao,^pr^i\n.0M-
de i f liquidaco, qoe ba de ler logar oo correr do 6* anno. *c .afirme os clcalos do Btneo Umao,
e o prospecto oa Coopaabia Tutelar, orna renda anuual de 400*. eqovatente ao i-ndraplo do Tllor
da ancuidade que se lomo para base do contrato de creado de capital.
o desembolso a tdectuar ser, pol*, o segoinle :
Para o contrato de capital de 2:500*010
t.* aoaudade........
Comraissao de 5 por [. sobre 2.500*000 .
Apollee. .........
Sello a fazenda nacional......
i.
10 *l'00
1254000
15000
2*510


Os doent s deverao ter bem o cuidado
de obterem genuina e nica legitima
.salsa parrilha de Bristol, a qual preparada
por ...
LANMAN E KEMP
.ta*.. a no " Vende-sa era Pcrnambuco em casa de A. Caor?, J. da G. Bravo e P. Maurer A C.___________________________________________________________________
2.', 3.', 4,* e 5.a asnoidade?. .
Para o coBtrato de renda de 1:5004(00
ba a despender :
2i8*5fO
4OU*j0O
628*500
No 1* Anno-
! annui.lade.......... 3-WOOO
CoHimlsso de 5 por "|. sobre 1:500*000 75*000
Apol.ce............ Jf^
Sello a fazenda nacional..... l#ow
377*."00
.......1:210000
e aos 4 seguales a 300*000.
1:577*500
2 2 0*0.)0
Em frascos grandes.
Total despendido. .
N) co rer do 6 anno, e rt'anta-i em d aate annualmenle, recebe-se 4003 di read, docoatrito M
1:500*, da qual se applicara' 100* para a aoouidadd do contrato de capital, ficaado, portani.', .quio
a quaniia de 300* at qoe aquel e contrato se finde. __ ,, ..-.. n
q E Godo que seja, ao c.bo dos 25 annos, recebe-?e por pile 47:000*000, r.dade de1 da a 1 an-
noJ e tem se reeebldo dfl cntralo de r.oda a qu.ntia de 6:00:)* Buidos a> annu.dade de HJO* a que
a sojeitou dorante 20 ancos o oatrat) da capital, e que, livre deste awH, passa a reaoa a sar tw
40l)i, e vitalicia, so se conservar sempre o capital de 1:500* oa Associacao.
Taas o a5 ctnsideracSes e deluccoes que resoltim do estudo qae t^obo ^n sobre a .materia
e que me pareceu dever levar ao conheeimeoto de V. S. de qoem soo reverente^wjo ^
As pessoas que desejarem loscrever-se sao convidadas a dirigir se ao no escriptorlo da dita is-
sociajao rua do L:yraaieotJ n. 19, primeiro andar.
GBAMDE
mW\ TERREO
17 Ra da Imptratriz
S'^!,'
Doce
17
PitmEiss
Todos os


) ESPETACUIiO DE SHA CIASSE
das das 4 horas da tarde em diante
Com as principaes vistas das cidades de todas as partes do mundo, baialtias, mo-
numentos celebres e tudo o que ha de mais interessante n'este genero.
Convencido de que o repeitavel publico concorrer a apreciar todas as co.lecoes de
Misestas sero variaJas todas as segundas feiras.
AOS SBS. CHEFES DE FAMILIA
- Poder5o sera escrpulo algum concorrerem oa visitar esta cranje calera por se
achar com todo aceto, dignidada e moralidade. .
Cada bilbete de entrada d direito urna bella prenda, haveodo entre ellas multas
de subido valor e as menores de quasi igual preco do bilhete de adrnisso.
Entrada de cada pessoa 500 rs.
3 iva ) MTKMiaYiiaiia at
N. B. A abertura ser anraaciada por esta tolda.
Que um elegante estojo para viagem
eos TEXIS o:
i"20 cadernos de papel branco, pautado, btira doorada, marcado com as ini-
ciaes do comprador.
2o100 envelopes brancos.
3o lOu penas de.ac (marca lanca).
i0! caixa obreias de gomma: 1 caixa obreias de massa.
5oi tinteiro de vidro com tampa de metal
-
Na roa do Codorniz n. 8. ba constantemente nm
grande deposin de doces em latas e cjiiojs, pro-
pri para Btgocio e por preces muito com-
modos.
1L
O Dr. aTs, Pereira do Carmo (meoic) "0
est morando no obrado n. 12 da ra da i~*
Imperatriz.
Aluga-se
iara passar a frita on por um anno, orna casa ero
linda, eom excelleula vi>ta e mnito fresca, coro
tres salas e cinco qoart.s, cozinba fra e bom
quiotal, com terrac.es adunie e atraz coro acentos i 0 terCtjf0 andar do sobrad-i da raa do Amoria n
de pedia e cal : a tratar na pra^a de Pedro 11, li- 73. Cua granie soto e commodos pira familia : a
s
*
r41
a
vrana da Infancia n. 6.
tratar no armaiem do mesmo
Trocam se
do banco do Brasil e das caixas flliaes-
Dinhtiro



6o1 arieiro idem dem.
7o1 pao de lacre.
8o1 caivete de duas folhas.
9-2 lapis.
102 caetas.
Todos esses objeetos reunidos, dentro de urna bonita caixa, fcita para este Om,
custam apeBas
obre hvpolboca em predios em boro estado, e Das
as nota do banco do Brasil e das canas onaes- priDCJpa-es ruas desia cidade. da-se al a qoanita
Jom descont multo rasoavel, na praja da Inde, e dw 01 Qie CMli ae ri.-: na ra noa,loj o.
cendencia n. tt.\
Aluga se urna casa no princip;u da Ponte de
Uchoa' a margem do rio, cnm viveiro e- bixa d
capim : a tratar na ra do Vigaiio o. 31.
2'J se dir*.
Es. 6^000
wnm mw\
;
j
a(^ OB^CAO BE OBO
N. 2 D
BE
,. J..-:

A lojan. 2 D intitolada Coracio de Onro na roa do Cabog, achi-se d'ora em diante offereceo
lo ao respeiuvel publico com especialldade as pessoas que booram a moda os objeetos do ultimo gos
td '1 Pars) per meos 20 por cento do qoe em outra qualquer. parte,, garantrado-se a qualidade e a so-
da ebras.
O respeitavel publico avallando o desgjo que dere ter o propristarlo de om novo estaoeiecimen-
to que q_oer pregresso em sen negocie deve chegar immediatameote ao coraco de oaro a comprar
aoeis com perfeitos brilbantes,esmeralda, rubiose parola; verdadeiras em agarras, modernas pele
diminuto pre<;o de 10*, brincos modernos de onro e coral para menioa pelo preco de 3*, maracas de
prata com cabos de marSm e madreperola obra de moderno gosto (o que o encontrarlo no cora{5o de
auro) voltas de ouro coro a competente crusinba ricamente enfeitada pelo peqneno prego de 124, brin-
cos de om trabalho perfe'to por um mdico prego, cassoletas.traaeallos,' polceirae alflnetes para re
tratos e outros modelos todo de alto gosto, aoeis proprios para bular cabello e firma, dito para casa-
mento no rtico roseta tem o Coraco de Ouro um completo e bem variado sortimeato da diversos
costos' butSes para pnnbos com diamante, rubras e esmeraldas, obra esta .importante ja' pelo sen va-
lor ia"'por eoio ds desenbo, brincos a forma dadelicada maoslnba de moca com pingante coBteodo es-
meraldas rubins, briihantes, perolas, o gosto sublime, alete para gravata no mesmo osto, relo-
cios nata seahara cravados de pedias areciosas, ditos para horaem, diversas obras de briihantes de
aiaito costo crusiabas de robres, esmeraldas, perolas e brilbantes, aoeis com letras, cacpletas ae
trvstale ouro descoberU para retrato (a iogleza) brincos de franja, dil03 1 imperatrize toil e qual-
auer ioia. M.ra secolx)car retratos e obras de cabello, e outros multo-, objeetos que os pretndanles en-
contrarao no Coraco de Ouro .que se conserva com toda a amabUidade- aos conoefrentes deUando-
se de aqnl mencionar preces de certos objcr!o porque (desculpem a maneira da fallar) dizeadosa
*refiauiez algoero fa^a mo Joizo da obra, por ser tao dimmaU nnaolia a vista do sen valor.
Ka acema loia compra-se, troca-e ouro, prata e.pedras preciosas, e tambera recbese concer-
t, por menos do qoe em ootra qm^ner paitvio-ee obras, a amostra eom peohor, censerrando-se
'bracio deOtwo aberto at a*8 oras dale. ., .
Qaalquer pessoa ae se dirigir ao Cora de. Oaro oa<. se poden enganir cora 1 casa, pois
nela se na sua frente nm coracio pendarao biilado de amarello, atoa da oalr* qa e aota aa um
rbinto (lato se dverte em consequeocia de terpm ja' alguma pmsois eogioado com oatfa eaaa,-
m m a ; r
PREPARA5ES FRREAS -HAGAHICAS
* APPROVIDU PILA ICAD7.M1 DS MEDICINA
DE BURIN DU BUISSON
Hwran'-tafio, lamia tela iaimt i* IstStiaa i tu*
O eminente professor Trosskad, na ultima edlclo de seu Traoifl d Th$ra-
ptutica Materia medica, reconhece que os ferruginosos siiiples s5o muitas
veza* inefficates para curar as molestias que teem por causa a empobrec ment
do aangue. Muito medios des mais dtotioctos attrikuem esse mi a xito A ausencia,
n'essa-s preparacBc*, do mangancte, que se ach o sangue, como tj tem recoubectdo
os cbimicos os mais peritos, sempre intimamente unido, com o ferro.
sV pois, presur-se um verdade ro service aos S1* Mdicos, o Cbamar-se sua attencla
sobre as preparaodes seguiutes.
\ PrtS innim m9mrSl>ns dando inmediatamente ama aga, acidulada,
1 11 ICriWa maigcTllLtJa gaZOia, agradavel, aubsommdo com "vantagem
economa as aguas minerae ferruginosas.
2 Plalas e Xarope ds iouurelo de ferro e de m&ngancse inulteraei*
oooteado cada.ama acto centigramos de icdnrelo da ftrr maaganico indicuda
* parcularmeate fas mele&as lympbiticas, eserofolosav aaB^bamadas eas>
erosas e tuberculosa. w
receltadas especialmente
para a chlorosis, a aoe-
nia, a leueerrbei, a me-
. Barraca. iadicacao de
alternar astas dais prtparscfef di es melhores resaludos.
O Bnrin urea do Talor da saas preparacoei, pretina qaa alia aa p6a pauutamenu a ana
disposicle, *irigewto-se;
*
O abalxo ass'.gnado avisa ao publico e especial-
mente ao respei^fffil crpo do comroercio, que
tem amigavelmtnte dissilvido a sociedade aue li-
nha em sua taberna a ra Direita n. 127 cem
Beroardino Ales F^rreira que girava sobre a dr-
ma de Figaelrdo & Ferreira, Bcando a caigo do
aballo asignado ludo activo e passivo da mesma
casa.
Kecifa, 10 de dezerobro de 1867.
Thomaz de Figueirido.
^
Precisa-e de urna ama que saiba
ergimmar com perfei<;ao : a tratar
C( ncrdia n. 59.
cosiohar a
na ra da
S Drajes dfi laxtato k ferro e de manganesc I
! Plas de rtrotate frreo mangamco
Na Ptrruuntmeo, a sen apaU feral, Msmrar O; pharmaeenticca, ma Kwf.
ali 11 n fi -i n b & l i"i ;:* m P ****%&
NJECTION BROU
Ama de leite.
Precisa se de ama ama de lelte : na ra
Cruzes taberna da porta torga, paga se bem.
ti
da
Urna pjrdiob:- qoe cose, engoman e iava se
eferece pira ama com tanto qu a casa so tenlia
urna sidnas pessoas : quema pretender dinja-se
a roa de Hartas n. 32. -
AMA
S. Francisco o. 51,
-
precisase de
Na mi de S. Francisco o.
urna ama para pouca familia.
Os abaxo assigoados declaram ao respeita-
vel corpo' do cousmerdo que nest dala ompra-
raro ao Sr. Mailmiano aa Silva a sna tab*rna sita
na ra de Apullo n. 39, livre e d'e'Btaracida-da
qaalquer onus. Recie 9 da d. sembr de 18a7.
Francisco Gomes da Amoro) & irmao.
Vi
m.w
Qrande aiinazem de tin-
tes medicamentos etc. j
Roa do Imperador n. 22.
Productos chimicos e pharma- 0
ceuticos os mais empregados em ?
medicina.
Tantos?an tod o genero de pin- *
tnrae para tintnraria.
Productos industriaes e tintas J
para flores, como botoes de Aeres gj[
e modelos em gesso para imitar *r
fractos e passaros com o compe-^
tente desenho. : 81
Prodactos chimieos e indastriaes S
para pbotograptiia, tinlrjraria, pi-1|
tura, pyrotecnb etc.
Montado em grande escala e sup- xm
pride directamente de Pars, Lon- j
dres, Hamburgo, Anvers e Lisboa
pode offerecer prodactw de plena 9
confianca e satisfawr- qualqner en- jg
corjuneada .*ro*|0jto e a reta; fi
lho e por preto dJmmodo.
colBt>elio
Precua-.-e de um feltor e jardioeiro para tra-
tar de umatlo : oaruado Cabuga n. 3,. loja de
ourives.
" Pre'risa-se slujar um prot para andar com
nroa caixa de mioderas : ua ra da luiperatriz n.
64, loja de mlodexa. *__________' ______
p fcSaggSK-^ *tSSXS?Si
Irn gelrasn,IVbetel laventude.
fieparatoiios para os xa-
mes de mar^o,
Curso de Ifwgua tracecza.
de pul, sopliia.
de rethorlca e poet!ca.
Jos Soares de azevedo, professor e
lingua e blteratura nacional no .g.ymn3sio
provincial de Pero'mbuco, tm aberto em
sua casa, roa Bella 0. 37, om corso -especial
de cada orna das materias acioh indicadas,
para os estudantes que se propem a fazer
eiame em mareo no collegio daa-artes.
Diriiam-se resideficfa mencionada, de
maottia at as 9 horas e de ratvle a qaalquer
hora._____________________
VwiiI Powor JonustonfcloBpaaait
Ra da Senxala NoY n. 42.
A.GKKCU DA
FondleSode Law Moor.
Maehiaa a vapor do 4 0.6 cavailos.
Moendase-uteras moendlft paraengenho.
Tasas de ferio .coado e. batido pa>a enge-
P*0, dsrM Wss st oo:4 alaf fmX
Airoiof- de ario para om odoosxavallos,
telogio.d8 onro .patente inglei.
Mchinaspara deicarocT algodio.

T



^
!
AlffiEA PEN NSWi
Eaftrfca de destilaco e toaifisacSo
'' MARQUES A FERREIRA
BIJA DO AMORIH- FORTE DO MATOS
PERNAMBCO.
Esta fabrica achsndo-se montada eom todos os necessarios pertenees
trtti
45hB iretla4o

03.

K ilfcrM^lXJ......
do gaz desta cidade desejando facilitar geralrjieote o oso do gaz na
casas e attwlecimeDios partiotlares, offerece desde ja as seguiotes vantageos:
!. ma reduccSo consideravel nns nrArn* rlns rana*, annrlhm e tn^
A empreza
enees a ama destilaeJo eom riaes prmsos para a instaHa.c5o dista luz,
ateras primas, qae entraai n eooterf,So de todos os seas predneos de superior qualidade : prorop- 2 O caz fornecido hoie p Ap ir
ldnrtno tinp nrarnil nlnlunuila ______... P ~ e CA.II <
precos dos canos, apparelhos e icios os mate-
__ extrema pureza e nao offenderi a prata, o brooze
redozdos, es quaes obtiveram premios as ezposicSes de Pernacrbuco\ filo de Janeiro" V Pars Tml 867.1 "^w 7Te "J16, assin Como enliuta damao peder Causar s pintoras, qnadros.
Temos sempre em qnantidades genebra, dita de larapja, ante, agurdenle do reino, cognac, ab-' ornamentos, papel 06 IQtro mais delicado que seja, tornando-se ao mesmo tempo 15o san-
licores nos e dave, u iseconmico outra qualquer luz, jcoobecida,anal, evitar tambera a obs-
lifiea-se a receber toda e qoalqoer encmmenda e a vender os seos productos por precos nimiamente
Mitmliln* na oniH nhtivanm nramlna 1114 exnosicSeS de PtTnarotirrrn Tti.-i do T
elntbo, bitler, wermntb, ki'rche, xaropes para refresco?, primeira e segunda qualidade,
atrofiaos, tinta para escrever, perfomarias. vinagre, marrasquino, eoraclo, espirito de 40, 38 e 36*,
dito de alfareros, limonada gazoza, aguas : flor de laraoj, rosa e ortela pimenta ; orebata de pevide
de tnelancia e muitos outros gneros, os cjuaes se vendem a vootade do comprador, em barri?, caa-
das, em garrafas com vistosas tarjas. PromptiBca-se a condieelonar e 1 enviar qualquer remessa qae
teja pedida para loda e qualquer parte, devendo ser os pedidos acompauhado de ordem sobre
U praea.




"~
ARMAZEM
_ O Sr. Jostioo da Silva Cardoso queira
vir uesta typographia negocio urgente.
DO



VAPOR FRANCEZL
RA NOVA N, 7.
Acaba de rtiegar de Pars i este estabelecimen-
to um grande e escolbido sortimenlo de calcado
dos melhoies fabricantes daqaella grande prac,a,
tjM como grande variedade de qoinqallharia e
de novos brinqcedos para crlaocas, cojos artigos
se achara expostos a escolba e vootade dos com-
pradores, orno sejam aiguns que passamos a
mencionar.
Ultima moda
Ricos chapeosiobos de gosto para senhoras fei-
tos ao capricho de urna grande modista de Pars.
Botinas para seuhoras
de setim branco, duraque dito, pretas e de outras
difiereotes cores eofeitidas a rigorosa moda.
Botinas para meninas
de murtas qoalidades bem sortldas.
rlateos de ouro
de lei a ultima moda dos Campos Biizios e boule-
vards de Pars, para senhoras e meninas.
Luras de pellica
do verdadeiro fabricante Joovin, brancas, pretas e
de outras diferentes cores.
Leques
om escolbido sortimeoto de leques de diversos
gostos e qoalidades.
Perfumarla
finos extractos, banhas, olos, pos de arror, agua
de cologoe, agua ti -ida e sabooetes.
Espelhos
de difierent>s tamsohos e gostos para salas, gabi-
netes e peqoenns toocadores.
Calillabas de costara
de novos modelos ricamente guarnecidas e com
lindas pecas de musir.
Delicado presente
boleinhas ecesliehas de seda e de vellulo muito
importantes para braco de meninas passeio.
Chapeos de sol de seda
de cores e mono bellos para senhoras e meninas.
Bouqnets d. cxposlco
delicadts booquets de flores de porcelana com lin-
dos jarros para mesas .le salas e santuarios.^
Lunetas
de ago, tartaruga e |bufalo.
Oculos
de ago, bfalo e de prata doarada.
Ricas bengalas
de canoa verdadeira com castao primorosamente
trabalbados em marflm, compradas na exposiQo.
Chicotes para paiseio
muito finos de balea e cabo de marfim.
Oleado para mesa
de multo boa qualidade, novos e helios padrSes: no
armazem do Vapor, ra Nova n. 7.
Para toilet
objectos de phaniasia muito bellos para toilet.
Coques
ebegados de novo a ultima moda.
Ricos albuns
de velludo e de marroquim para retratos.
Esterescopos
cora lindas photopraphlas transparentes.
Estampas
de figuras, paisageos, cidades e de santos.
Molduras douradas
de diversas larguras para quadros.
Abat-jour
para caudieiros e linternas de piano.
Cosmoramas
grandes e pequeos com 50 ou mais vistas esco-
ltadas a' vontade, muito pittorescas. |
Realljos
pequeos, de qoatro e seis nagas de msica.
Aecordlons
e concertinas, o que ha de melbor ueste genero.
allas de rame
de varios precos e lmannos para passarinho.
Botinas para hornera
grande sortln ento bem escolbido em Paris.
Botinas para meninos
de maitos modeLs bem sonidos.
Sapafos de tapete
de charlte, de tapete avelludados e da tranca
Lisboa para homeos, senhoras e meninos.
Botas russlanas
Perneiras e meias peroe.ras.
Mantas de feltro bonitos padrees.
Chicotes fortes compridos.
Lnvas de da Escossia.
Carlelrinbas para dinbeiro.
Saceos de tapete p.'.ra vugem.
Malas e boleas sortidas.
Ponteiras para charutos e cigarros.
Cbaroteiras e cgarrelras de palba.
(-aiimbjs de bonitos modelos.
Grvalas pretas e de cores.
Cordas para violae.
Bengalas para borneas e meninos.
Escovas para cabello.
Escovas para denles.
Pentes de marfim para tirar espas.
Pentes de tartaruga de desembaracar.
Abridores de lovas.
Tesoorinbas delicadas para costura.
Caivetes finos com tesoorinha.
Meias de fio da E-cossia para hornera.
Venezlanas transparentes para jaaellas.
Quadros pequeos para retratos.
Pares de lindas figuras pequeas de porcelana.
Jarros mui peqnenos de porcelana.
Objectos de porcelana para botar banha.
Taiberes fines para meninos.
Objectos de mgica para divertir familias.
Pbotcgrapbias mgicas.
Globos de papel para illominagao no campo.
Castrabas de vimes para meninas de escola.
Ceixiohas de msica e reajeijos para meninos.
Velas a gax para eaodleiros e candelabros.
Carrinhos de qnatro rodas para conduzlr crlanca
Bonecas de massa, de cera e de porcelana.
Bercos e camas com cortinados para bonecas.
Cabriolets e cavallinbos de madeira com machi
nismo para meninos de 3 a 8 anuos montarem
Para presrpes
figoras para ornar presepes, caslnbas, animaos,
pastores, e outros multes objectos proprtos.
AUenco.
Nio sendo possivei menclonar-se aqui todas as
qoalidades de calcado, nem todos os artigos de
quioquilharias, e muito menos da grande varie-
dade de novos brioqoedos; pede se ao publico nm
passeio a este estabelecimnto, cerlo de que en-
contrarlo bastante paciencia para bem escolborem
o floe desejarem comprar, e precos baratissimos
fsrtade de haver em todos estes artigos grande
cuantldade, e terem sido comprades mesmo na
Borona pelo doao do olio estabelecimnto, arma-
do vipor, roa Nova n. 7.
Aloga-se um sitio na Capunga nova
Na prae da Independencia n. 33, loja de
onrives, compra-se ouro, prata e pedras preciosas
e tambera se faz qualquer obra de eccommenda <
todo e qaalqoer concert._____________
Owfaiihia ntilidade publica
A direccao ptga o 14* dividendo de Mi por ae-
| c.ao, em seo escriptorio ra da Cadea n. 4!. pri-
1 meiro andar. Recite 2 de de.embro de 1867.
Os directores
Feliciaoo Jos & mes.
Tbomaz Fernandes da Cuoha.
"Jornaes para 1868
Na livraria franceza assigoam-se lodos os jor-
naes da Europa, os Srs. asslgnantes encootrarao
amostras dos peridicos e catlogos dos mesmos.
BA DO CRESPO N. 9. _
Precisa-se de orna ama para o servico de
urna casa de pouca familia, prefere se escrava e
pagase bem : no caes do Ramos, armazem n. 10.
Se
alas e7 qnarto?, orna cocbeiraT^maTalMae
pMs, e basuote arvoredo : quem o oreteader di-
nji-sa rna da Imperatriz n w, v"mm "'
Urna enbora profe.-si.ra publica de Instrue-
mutar sua cadelra por ootra nesla cidade do Re-
cife, at a distancia de urna legua, e cfferece por
compensado urna vantajosaoffdrta : quem se pro
pozer a fazer este negocio, dirija se ao caes do Ra-
mos, armazem n. l, ou annoocie para ser pro-
curado.___________________________________
O Dr. Joaquim Jos de Campos da Costa de
Medsiros e Alboqoerque mudoa o sea escriptorio
de advocada da casa n. 22 para a casa coBtigua
n. 24 da ra do Imperador, defronte da reaco,
jury e sala di s audiencias.
Alogam.se quatro casas de preco de 14J,
12, 1C e 8 por mez, sitas a' roa do Gazometro,
confronte ao perto lateral da fabrica do gaz : a
tratar no mesmo logar.__________________
Precisase de nma ama forra ou escrava que
seja boa cosinbeira : a traur a ra da Caeia do
Recife armazem n. 8.________________________
Seguro contra fogo
Antonio Lniz de Oliveira Azevedo & C, agentes
da compauhia Fidelidade, esul eleci.ia do Rio de
Janeiro, lomara seguros centra fogo em predios e
mercaderas, em seu escriptorio ra da Cruz nu-
mer 57.___________________________________
MOLESTIAS DO PE1T0
Aviso Importante.
Os nicos verdadeiros xaropes de hypopbospbl-
los de soda, de cal e de ferro do Dr. Churcbill tra-
zera a firma quatro vezes repetida deste sabio me
dico sobre o subscripto e a marca de fabrica da
pharmacia Swaon, 12, ra Castiglione, Paris
Acha-se a venda em frascos quadrados com o no
me do Dr. Cburcbiil no vidro. Preco 4 francos eOi
Paris : Com instruegao
Botica de Bartholomea & C.
O Dr. J. jSaptista Casanova
pode ser procurado a qualquer hora em seu con-
sultorio homeopatbico, largo da matriz de Sanie
Antonio o. 2.
-N j mesmo consultorio tem sempre grande sor
timento de medicamentos de homeopaihia de We-
bere Catellan, lauto em glbulos como em tintura,
assim como tem um sortimento de ferros de ci-
rurgia era carieias e avolsos do afanado. Cbar-
rier de Paris._____________^______
Canibraias largas a OO e i$280
a Tara.
Ventle-se cambraia transparente com oito
palmos de largura, que facilita fazer-se um
vestido com quatro varas, a i$ e t280 a
vara : na loja e armazem do Pavo, ra da
Imperatriz n 60, de Gama & Silva.
Espartllhos.
Vende-se om grande sortimento de espar-
tilhcs dos mais modernos : na loja e arma-
zem do Pavo, ra da Imperatriz o. GO, de
Gama ct Silva.
Anadlne a e$Coo.
Vendem-se os mais bonitos cortes de ana-
dine, sendo fazenda inteiramente morlerna,
transparente, com bonitas palmas bordadas;
esta lazeuda, que de muitapbantasia, ven-
de-se pelo baratissimo preco de 6|$(,00 o
corte : na loja e armazem do Pavo, ra da
Imperatriz n. GO, de Gama & Silva.
Ricos cortes de medlna pro-
prios para baile.
Cbegaram os mais modernos cortes de
medira, sendo urna fazenda inteiramente
nova e transparente, com lindas palmas e
quadros de seda, e vendem-se pelo barato
preco de 22)5000 o corte : na loja e arma-
zem do Pavao, ra da Imperatriz n. 60, de
Gama & Silva.
Cambralas a 3500 rs.
Vendem-se finisstmas pecas de cambraia,
branca e transparente, de 3fS'iO ate 103 a
pera; ditas tapadas muito finas, de 5$ at
10(5; ditas suissas com i vara de largura a
85, 10;> e 125 ; na loja e armazem do Pa-
vo, ra da Imperatriz a. 60, de Gama &
Silva.
Cortinados para eassmenfos.
Vndese om grande sortimento dos me-
Ihores cortinados bordados, proprios para
camas e janellas, pelos baratos precos de
93, 10i5, 15 masco de 13a imitaco de seda, com 8 pal-
mos de largura, a 40cOO ; colchas de cro-
ch ; ditas de fusto brancas e de cor; cro-
chs proprios para cadeiras, sofs, cadeiras
de balanco, para cobrir presentes, etc. etc,:
na loja e armazem do Pavo, roa da Impe-
ratriz o. 60, de Gama d Silva.
Corte de chita eom O cva-
dos a 33, 33300 e 356(10.
Vende-se cortes de chitas francezas, es-
curas e claras, de cores fixas, e teodo 10
covados, a 33000; ditas com 11 a 33300 ;
ditas com 12 a 34600. pechincha, so
para acabar: na loja e armazem do Pavo,
roa da Imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
Percalas a 320 rs.
Vendem-se fioissimas percalas de cores
fixas, polo baratissimo preco de 320 rs, o
covado, por ter om peqoeno toque de mo-
fo : Da loja e armazem do Pavo, ra da
Imperatriz p. 60, de Gama e Silva.
truoco dos canos e tubos dos apparelnos.
3.* Os apparelhos existentes, como lustres, arandelas, bracos do vidro, de bron-
ze, etc., etc., sao proprios para os senhores qae preferem luxo e elegancia, como para
os qoe.pecessiiam simplicidade e economa.
4. As pessoas que quizerem collocar o gaz em soas casas podem dirigir-se em-
preza, a qaal se eticarrega da collocaco de todos os apparelnos, canos, etc., tomando toda
a responsabilklade pelo perfeito cumprimento do tramo, ou por ootra, podem empregar
qualquer maquinista reconhecido pela empreza, sendo o mesmo maquinista responsavel
pelo tea trabalho.
5.* A empreza obriga-se anda a reparar gratuitamente qaalqaer falta de loz,
Jbstrucco de canos, etc., devendo o consumidor pagar somente as pecas novas que forera
precisas para o mesmo concert; qnalquer reclamaco que possa haver, ser dirigida ao
escriptorio da empreza roa do Imperador n. 31, afim de ser logo providenciada.
MUIRA, M. S A -Ra do Cabngi-X. S A ft wkWW.
Chega, gente!!!
Borzecoins inglezes para nomem a 5JL
Ditos franceres idenla 5#^ ^^
Borzeguins para senbora, eafeitados, a 4#.
Ditos para menina, dem a 3J.
Sapatoes inglezes para hornera a 1 .
Ditos americanos a 3oO.
jCtiioelas do Porto a 600.
Sapitos-tranca para senbora a 1^280.
Ditos aveludados, Idea, a 14280.
Aproveilem emquiBto tempo.
Qaem qoizer alupar o sobrado n. 42, a'
roa da Aurora, dirija se ao escriptorio n.
4, a' ra do Crespo, que achara'com qaem
Tratar.
Para seu interesse
Mnito se precisa rallar com o padre portognez
Jos Bernardiao de Paiva que supp5e-ss morar
em Mareado, e eom o Sr. Jos Loureoco de He-
eiros Monis que mora nos arrabatdes de Santo
Antio : na praca do Corpe Santo n. 17, primeiro
andar. __ _____________ ____
31 Ra Direita 31
Nesto est beleclmento se acbaa' venda om bello
sortimento de rendas e bleos de pontos de croch
dos melhores gostos viudo de cooia propria, por
uso pde-se vender por prego muito commodo que
em qualquer ootra parte, vendando se tanto em
por^oes como a retamo em peeinha de 10 varas,
das 9damaoha as 3 da tarde._______________
Casa alugar-se
Aloga se a casa da ra do Gar, qae perteneea a
irmeu Januario de Oliveira, com muito bons com-
modos para grande familia, quintal muito grande e
morado.com aiguns arvoedos e moito fresca : a
ratar a' ra do Apollo n. 47, primeiro andar.
Osixel
Precisare de um mofo para calfeero : no ho-
tel peroambucano, roa das Crozes n.
Os propietarios deste estabelecimnto offerecem ao respeitavel publico
um explendido e variado sortimento de joias de ouro chegadas recentemente
da Europa, cojos modelos sao novos e de bom gosto como sejam: pulseiras
com perolas, rubios, esmeraldas e brilhantes, brincos da mesma ferma, anneis
de phantasia, proches para retrato, etc, etc., botoes de coral rosa para p.ito
de camisa e escoletas com retractos.
Compra-se e recebe-se em troca ouro, prata e brilhantes pelo seu en-
trinceco valor, assim como moedas nacionaes e estrangeiras. Tambem se en-
combem de fazer concertos
AgostinJio Jos dos Santos $ G
TOS]
N. 2 largo da matriz de Santo Antonio n. 2.
RETRATOS A OLEO
Temos a honra de partecipar ao respeitavel publico a volta do Sr. Alberto Hens-
cbel que foi Europa com o duplo fim de se por ao correte dos mais recentes pro-
gressos da arte photographica e adquerir para o nosso estabelecimnto mais um ar-
tista de talento.
O Sr. Alberto foi summamente feliz e conseguio engajar um dcstincto pintor de
retratos, p
SR. CARLOS ERXESTO PAPF
raembro honorario c"a academia real de pintura da cidade de Dresda, e do qual a reputa-
co bem fundada nos autorisa a erperar produces notaveis no seu genero de trabalho.
Um progressa immenso ltimamente execulado na photograpbia, ura dos mais
importantes consiste n'arte de obter retratos em tamaito natural, fixando directamen
te na grandeza que se desaja, sobre a tela do pintor, o retrato pbotographado, por meio
de um instrumento especial chamado : cmara solar de augmentado.
Por esta forma o talento e o saber de um artista habii 6 maravillosamente se-
cundado pela precisao absoluta e infallivel dos contornos e das sombras que ihe pe a
photograpbia sobre a tela, e ludo se rene assim para se alcancar o maior grao possive!
de semelhaofa incoDtestavel, ao que d ainda maior realoe o sello artstico, que imprime
ao retrato um bello colorido. .
Pelo mesmo processo nos podemos reproduzir e pintar oleo, urna vez qoe
nos d ama photograpbia, seja de que tamanho for qualquer retrato de pessoa morta ou
ausente e no tamanbo que se desejar.
As pessoas que quizerem julgar por si mesmas deste novo genero de trabalho,
sao convidadas a nos fazer a honra de visitar a nossa galera, aonde est5u expostosuma
serie destes retratos como amostras.
AMRROTYPOS
Retratos em caixinhas
Para satisfazer a numerosos pedidos de muitos dos nossos fregnezes, estamos pre-
parados para fazer retratos neste genero, para os quaes tambem temos agora um grande
ve aado numero de ricas e bonitas caixinhas.



PHOTOGRAPHIA
DA
CASA IMPERIAL
RA DO CABUGA N. 18, ENTRADA PELO
PATEO DA MATRIZ.
Acabamos de receber de Franca pelo navio
Sphtra :
Lindos stereoseopos mecnicos de Jacaranda e
qoe mootam 50 vistas por cada vez.
Stereoseopos simples, Jacaranda e mogno.
Vistas slereosccpicas transparentes e nao trans-
parentes.
Caniohas envernisadas de acaj para guardar
SO vistas stereoscopicas.
Lindos aiboos encaderoados em chagrn e don-
rados, para 120 e 200 canoes de visita.
Muiduras dourasas e passe-par-teuts para retra
tos ohotograpbicos de todos os tamanbos.
Um expeliente aparelbo para tirar retratos, o
qual vendemos com todo o necessario para traba-
Ibar-se em photograpbia e ambrclypo, e damos as
necessarias direcr,Qe*.
Productos churucos para vendermos as qnan-
tidades que pedlr-se.
Na niesma casa
Ha om lindo sortimento de alQnetes de onro
para retratos, nao > de gostos muito simples
como com folhagens e cravac.oes com perolas
as, robins e esmeraldas verdadeira?.
Contiaua-se a tirar retratos por todos os syste-
mas pbotograpbicos.
9>O00 a dezia de carios de visita
Chamamos a alinelo do publico para os nossoo
retratos candes de visita expostos na livraria Ees ,
nomica do Sr. Nogueira de Sooza._____________
Attengao.
K. 2) Ra doLivraraeito N. 25
Deposito de tamancos e calcado nacional da fa-
brica da ra do Jardlm n. 19, de Jos Vicente Go-
dinho, tanto no deposito como na fabrica seapromp-*
tam todas as porches de calcado o mais barato
possivel, esta fabriea tem lodas as machinas pro-
prias para os calcados ja bem acreditados pelo
grande numero de freguezes qoe daqui se for-
uecem.
HISTORIA DE CARLOS
XII
Rei da Suecia
Manoel Rodriitoes da SH, Joaqtim Domin-
goes da Costa e Ao ionio Joaquim B. Vilna agrade-
cen) a todas as pessoas qoe se dignaragt assislir aos
ltimos suffragios de sen presado amigo e socio An-
tonio Jos B. Vlanna, e de novo as convida a as-
ssiirem as missas qoe se tem de celebrar na or-
den terceira do Carmo, is 7torasjHo dia 14 do
correle.
GEOGRAPHIA.
Joaquim Pires Machado Por le la tem aberto na
casa da sua residencia, das 10 as 11 oras da ma-
nha, nm corso de geograpbla para of 'estodaotes
qae qaixerem se preparar para os exames de
maceo.
i -1
Adriano, Castro & C faiem seijtite a lodos
os seos amigos e treguares e pessoas com quem
tem transac;5es que se acbam provisoriamente es-
labeiecidos a' roa do Trapiche n. 16.
Precisa-se de urna ama para lavar e engommar,.
na ra do Trapichen. .162*andar.
Na roa do Cabog loja n. 3, precisa-ge de um
bom feltor para tratar de horta e jardim.________
Joaquim Jos Gongalves
Beltrao
RA DO TRAPICHE N. 171 ANDAR)
Sacca por todos os paquetes sobre o Banco
4o Kinho em Braga, s sobre os galntes loga-
se em Portugal.
aber:
Lisboa.
Porio.
Valenca.
Guimares.
Coimbra.
Chaves.
Viseo.
Villa do Con Arcos de Val de Vx.
Viaooa do Castello.
Ponte do Lima.
Villa Real.
Villa-Nova de Fatnelicio.
Lamego.
Lagos.
> Covilbia.
Vassal (Valpassos.)
Miraodella.
Beja.
Barcellos.
CASA DA FORTUNA
Aos 5,000$
BILHE1ES GARANTIDOS.
A' ba do Crespo n. 23 e casas do costcme-
0 abaixo assignado venden nos sens muito feli-
es bilheles garantidos da lotera que se acabou de
extrabir a beneficio das familias dos voluntarios
da patria os seguiotes premios :
N. 1527 dous quintos com a sorte de 5:O0OA.
N. 2359 dous quintos com a sorte de 900$.
N. 1G tres quintos com a sorte de 4005.
E outras muitas sortes de 100*, 405 e 20.
Os possuidores podem vir receber seus respecti-
vos premios sem os descontos das leis na casa da
Fortuns roa do Crespo n. 23-
Acham-se a venda os da a beneficio da matriz
de Ojricury (48') que se extrahlra' no dia 20 do
correte.
Freco.
Bilhete.....6,5003
Meio......35000
Quinto.....15200
Em porcao de 1OO0 para cima.
Bilhete.....55500
Meio......25750
Quinto. .... 15100
Manoel Martins Fiuza.'
3JA' roa Nova
saiba cosinhar.
Ama
n. 60 precisa-se de urna ama que
oo em
Crespo
POR VOLTAIRE.
Vende-se esta exceliente obra por 15!
broebura, na livraria Econmica ra do
n. i.
Na mesma livraria tomam-se asslgnaturas para
avida de Horacio Nelsouo celebre almirante
I anglez a 15 cada exemplar. ________
Farlnha de mandioca
igual a de Muriheca, tem para vender Joaquim
Jos Goo$alves Beltrao, no seu escriptorio ra do
Trapiche n. 17.
Fundi^ao da Aurora em San-
. to Amaro.
Completo sortimento de taixas de f rro
coado, molde raso, ltimamente aprovadas
para o fabrico do assucar.
I
\m m mmm$
o
s
ee
S
Alm do grande sortimento das melhores machinas, americanas para descarrocae
algodSo, de 10,12,14,16,18,20, 22, 25, 30,35, 40 e 50, neste estabelecimnto>u
encontra mais o seguinte:
Bom negocio
Preelsa-se alugu no piano moderno nio sendo
caro o aluguel: a tratar na ra do Cabng loja do
corceo de ooro.
Precisa-se de om feftor para engento fal-
tar na roa estrena do Rosario p. 18, taberna.
Azeite de espermacete propria para machi-
nas de todas as qoahdades.
Vapores de forca de 3 a 4 cayallon.
Sorras avulsas para machinas.
Mancaos e todos os mais pertences para as
mesmas.
Carros de mao para aterro.
Cyndro para padarias.
Debulhadores para milho.
Arados americanas.
Escadas de madeiras americanas.
(^rrinho^ proprios para armazeni.
Moiohos para refinacoes.
dem para milho.
Machinas para cortar capim.
Bombas para regar jardlns.
Vaquetas para cebertas de carros,
Camas de ferro sortidas.
Bombas de Japy.
dem americanas.
Ferros a vapor para engommar.
Vassooras americanas.
Baldes americanos para conspras.
Tinas de madeira.
Ballaios e costas de vergoiohaf.
Gotrdi comidas. f
Peneiras d'rame para padarias e refinacoes.
Correntes para almanjarras.
Machados e faces americanos:
Caixas com vidros de todos os tamanbos.
Cannos de chombo de todas as grossoras.
Folha de cobre idem idem.
dem de latao idem idem.
Folba de Flandres.
Ferro de todas as qoalidades,
Arcos de ferro.
Latas com gaz.
Trens de porcelana para costaba/"
dem estanbados para dita.
Bandeijas finas.
Balaceas americanas.
dem royervaes.
Taixas de cobre.
Estanho em tergoinhas.
Folhas de ferro de todas as grossoras.
Correntes de ferro sortidas.
Espingardas de todas as qualidades.|
Revolvis de todos os modellos.
Ferramenta paraooriyes.
dem para tanoeiros.
M lra errerros.
Aluga-se
Casa para pouca familia, com solea, caiada e
pintada de fresco e boa vista, defronte da matrit
do P050 ; trata-se na travessa do Remedio no sitio
que tem macalbeira.
Na ra Nova n. 3 se dir' qaem aluga ucna
boa casa terrea na ra de S. Bento em Olioda, to-
da reedificada de novo, muito propria para quem
quer pa?sar a fesla por Bear muito perlo dobaoho,
Um 4 quartos, 2 salas e cosinha fra e qoiotal.
Irmandade de N. Senhora da
Conceicao dos Militares.
Pelo presente sao convidados os irmos desta ve-
neravel irmandade, para comparecerem no consis-
torio no domineo 13 do correte, pelas 9 horas da
manba, para tomar posse o novo presidente e pro-
ceder-se a eleigSo da nova mesa regedora, em ob-
servancia do compromisso que rege a irmandade,
Al. G. Victoriano de Borba
Secretario.
Chocolate vermicida
DE
Antonio Nenes de Castre.
Desde 1857 qae sao as tabellas yomicidas
applicadas em Portugal, como o remedio
Srompi e efficaz para a expnlso das lom-
rigas, que tao graves padecimentos cansam,
e que qaasi compre se suppe ellas a ori-
gen.
Este virmifago prefervel a qualquer
ontro pelo seu agradavel paladar e fcil ap-
plicaca'o s enancas, as quaes geralmente
sao mais atacadas de se me lh ante mal.
Deposito especial
34.Ra laga do Roaaflo34.
Quem precisar de orna ama para corlnbar,
dinja-se a ra de Agoas-verde?, oitio de S. Pedro
n. ti.
O Sr. Francisco Eiequlel da Silva tem urna
carta viuda da Europa : na roa do Queimado nu-
mero 40.
As Pilulas Catharticas
DE AYER.
O purgante mais tfecaz at hoj conheeido.
Estas plalas so lluramente rty-
itaes, uo tendo na sua com|io-
slf-o neni mercurio nem oulro
iiiTedientc mineral sao iuno-
ccnles para as crianzas c pessoa
mais delicada.-!, ao mesmo tempo
qae, eofipost taes mu fortes, sao bstanle acti-
vas c eticazes para as pessoas malj
robustas.
Estas pilulas catharticas purgo e purlco todo systema
humano sem mercurio.
Nio se tem poupado trabalho nem despesa para levar ests
pUulasa um grao de perfeceio tal, que nada deixa a desejar;.
sao o resultado de annos de estados laboriosos c constantes.
Para alcancar todas as vantajrcns que resnltao de uso de cathar-
Ucos, tem-,e combinado smente as ri,tmi,. curativas das
plantas que sao euiprcgudas na confcccao das pilulas. Sua
composicao tal qbVas enrenuidades qoe esto ao aleante
de na aocio, raras vejes podem rcsistl-las'on evad las.
Suas propriedades peuetraittes exploo penetro, puriHcao a
dio vigor todas as partes de organismo humano; pols corrlgem
a sua aoco vtciada e faz recuperar a sua vitalfdadc. Urna da
cousequcHclas distas propriedsdes i que o doentc, abatido do
dor e debilidade pliysica, admirase de sncontrar, o depressa,
sua saude e energa recuperadas por meio d' um remedio to
simples c agradavel.
As molestias que esto ao seo alcance sao.
Pru*o de ventre RhcumatUmo, Dor da cabera, A JrsWM,
E.ixajueca, IwtgeMo e hqI do estomaga, nm.wrrkoidas,
PADEC1HEHT0S DO FX0AD0,
Pebre gastro-hepatka, OastriU, affec^Hes Biliosas Lambrigas,
Erysipcla, Hi/rtropsta, sunlex, ceguira parsial, e Paralgsia.
.o? alm*B"k e "!"",1?1 >8and do Dr. Ayer, que se publica
oos os anuosi prfra dktrlbuieo gratuito, encontra-w m tra-
tado sobre as uversas deeaeas que csUo ao alcance de
REMEDIOS PO"B(JA2TTE8.
Acha-se em todas as Bolicos e Drogaras do Imperio.
Quem se julgar habilitado em portoguez, la-
tim e fraocez, e qoizer fra daqui, em om enge-
oho, enslnar meninos, queira apparecer a' roa da
Saudade n. 13, que encontrara' com quem tratar.
Aluga-se
para passir a insta nxa cata em Olinda : quem
precisar dirija-se ao Paselo Publico n. \t
No collefi> da Conceiclo precita-se de as
:
O Peitoral de Cereja
E AYER,
PARA A PRO-MPTA CCKA DA
Angius, da OonatipaoSM, Toiim, Bmqoldio Infla.
mnza, Bronohite, Tifio primaria, Tubopoulo
pulmonare, todu M mol.nM ^
Pei to, asaba oomo par titrUg
oa Mfaiooa deolaradoa.
cozlnnelre, de no .fTiat* seravo de orna cria- M p>*p~?e. < d. ater o Teadu uu Briorbas


v
"* "MaifW*iM*& ****** iwtfwwmdtafrrt+e 1867.
I n * itluMflit o Vi alta f\
ai
:>i>b*n b ,88
si* es
: ai
0 M
'ojal



K
lajfg vant.,
0 eoraco de onro ro tfb Cabag n.t D, OTJere-
ce-se em compra das moedas de ouro e prata.
Bfl .
(fe
MOEDAS
owro Ce mpr&m-se moerfs de ouro nacionaes e estran-
geiras, beoa como pataeSes dos diversos conbos :
em casa de Adamson, Howie & C., roa do Trapi.
oae-novo n. 40. ___________
-
Vinho de
Plalas de
Tintura de
PARA ZO INTERNO
PREPARADOS SIMPLES,
Xarope de jurabeba garrafa.......
.. m f
r
>
>


vidrp.........
IfJOOO
l(56eo
!iJ6oo
64o


Extracto hydralcoolico de jurubeba I2j>5oo
PREPARADOS COMPOSTOS.
Viaho de jurubeba ferruginoso garrafa. 2#ooo
Xarope lfoo
Pilulas > vidro... ^(jooo
Oleo de jurubeba vidros.... 64o
Pomada de pote...... 61o
Emplastro libra..... 25oo
PARA UZO EXTERNO






Moedas de prata
uacieuaes, assim como pataches porlogoexes e
bespaobes, compram-se eom premio : na roa do
Crespo n. i6, prime andar.
Compra-se ouro e praia em obras velbas:
na Draea da IodepBndascia n. 81.
Oompi'ani-sc escravos
Silvioo 6ailhermo de Barros,compra, vende
joca efectivamente escravos de ambos os sexos
de tedas as Idades: a' roa do Imperador n. 79,
eirciro andar.______________^
II POR CENTO.

e-an*
Se paca por prata nacional e estrangeira : na
loja de ourives no arco da Concerc&o no Recite.
Ouro e prata
Compran se soberanas a 1t*300, moedas brasi-
leras a 2SJ0O0 e prata a 12 por eento : no escrip-
lorio de Gonzalo Jos Aflooso, ra do Torres n. 18,
{mo ao telecraobo elctrico.
Moedas de ouro e prata
Ne armazem da Aagosio F. de Otiveira & C,
roa do Trapicha o. 42, pagam-ee a prados mais el-
valos do que os correles no marcado.
Compra-se orna prea moga, boa cosintwira
eogommadelra : a roa do Raogei n. 9.
Attmcm

A JXRLB1EBA.
Esta planta| hoje recoobecida como o mais poderoso lenice, mo una exces
lente desobstruente, e como tal applicada tsos engorgitametfios do figtdo e bajo, na-
hepatites propramente ditas, ou anda complicadas com anaaarchas, as ioflamonces
subsequentes as febres intermitentes ou durezas, nos abeessos internos, nos tumores es-
pecialmente do tero e abdomen, nos tumores glaaduosos, na aaazarflaa, as bydrope-
zhs, erysipeltas; e assooiada as preparacoes ferruginosas, ainda de grande veatagem
as anemias, cbloroses, faltas de meastru*;ao, leneorrbeias, tiesarranjos atnicos do esto-
mago, debilidade orgnicas, e pobreza de sangue, -etc.
O que dizemos alrmam os mais ;<3istinctos mdicos desta eidade, entre es quaes
podem os citar os Utas. Srs, Drs. Sita Ramos, Aquino Fonseca, -Sermento. Seto, Pe-
reira do-Carao, Firme Xavier, Silva ete. Todos -iles reconaucem a excellencia d'este po-
deroso medicamento sobre es domis at hoi i ronbecidos -para todos os casos citados,
tanto que todos os dits fazem d'elle applicacr.
Apresentando aos mdicos e ao publico m geral diversos preparados da juru-
beba, tivemos por fin genoralisar nacis o uso d'este vegetal, fazeedo desapparecer a
repugnancia que t boje sentiam osdoentes de usar dos preparados empricos d'elle, o
mais das vezes repugnantes a tragarem-se, e que tinbatn ainda a-desvantagem de nao
ser calculada a dase conveniente a applicar-se, o que '.orna umitas vezes improtkoo nm
medicamento, que podena produzir ptimos 'resultados.
Os nossos prepados s foram apresentaos depois de haverraos convenientemente
estudado a jurub)a, fazeado as experiencias precisas para feem conhecer as propiedades |
medicamentosas d'esta plasta em sc.:s raizes, foas frustas ou bagas, e a dose coavenie
ea app'icaco, tendo alte d'isto precurado levar os nossos preparados ao maiorgro de
tperfeico possrvel, para o qae ni o poupamos sforcos, nao nos importando o poaco lu- \
ero q*e possames tirar.
Por tanto os que-ee dignaren recorrer-sos nossos preparados podem ter aertezaj
de qce elles offerecem a garanta, de que se pode encontrar a prompta e infalbvel cura
de qaalque des soffrimeatos, que deixamos ia numerados, seorem em tempo appiicados
tende alm d'isso, medica ou doeote a vantigera de escolher as nossas variadas prepa-
races, aquella qae melhor Ihe poe convir, j pela fcil applicaco, e j pela compcaco
das molestias, idide, seso, ou ainia natureza de cada individuo.
As noesas preparacoes ferruginosas sao feitas de forma que se tornam completa-
mente soluveis nos soeces gstricos, porque praceramos os compostos e ferro que como
taes estao hoje reconbecidos.
Para aquellas que mais nynuciosamente queiram coshecer as propriedades da
jurabeba, e eaberem a applicaco de nossos preparados, destribuimos gratuitaaaeiite
em aesse deposito um fclfffeto, onde tratamos mus extensamente d'esta planta e dos uv-
mos .preparadas,
fieposite gftcal de todcs es preparados
isollca c regarla
34Ra larga do Rszario34
Precisa se comprar orna canoa de carrrira $e
tamanho regatar e em tam estado : a pessoa qae
tiver para'vender pude Orriftr-se a' rwde Gai,ou
no escrij torla da mesma empreza, na ra do im-
perador n. 31.
Jlasiino
Crrela Vitlares, morador na roa
da Pecha b. 3, 3 andvr, compra escravos do sexo
masculino, paga beca, >gocio decedldo.
CfKpra-w
por mais prego qae em oatra qal^aer parte moe
das de curo e prata oaciooaes e ckrangeiFas : na
rus da-Cadeiau... laja de los Luii Guocalves
Ferreir-a & C.
CouipTa-sfc
pormah preco qae m oaira utalqaer parte moe-
das de ouro e orate nacionaes estrangerras : ai
ra d Trapiche o. 16, armawm de Adwano, Cas-
tro & C, e roa do Crespo n. -30 loja do Alvaro
A-*,;nsto de Almeja.
Compra-scoma peqaeoa casa terrea em qo4-
qoi.T roa das ro freguezias desta eidade, prefe-
r se se as (recjaezias de Seato AotoaoeS.Jos:
'raa dos Gttararapes n. t6, sobrado.
Precisa-se de ama estante, e de om guarda-
loo?a osados : <;em os tlver e quizer tender, -ao-
nuncio para ser procurado, ou dirija-.* ao pateo do
Ca mo o- 9. secundo andar.
Cumpra-se urna casa terrea uin bom eslaJo,
qae sea preco nao exceda* dous callos de ris
a tratar na ra Xova n. 5U
VENDAS
[DE
J. YIGNES.
AL 55. RUI DO mPERADtm M. 55.
Os pianos desta aaiiga fabrica sao hoje asss conaecidos para que seja necessario insistir sobra
toa superioridade, vaougens e garantas que offerecem aos compradores, qualidades estas incontesti
veis que elles lem definitivamente conquistado sobre todos os qae tem apparecido nesta praca ; po
Buindo nm teclado e machinismo que obedecem i odas as voatades e eaprichos das pianistas seo
tionca falbar, por serem fabricados de proposito, e tar-se feito nltimamecta melhoramectos Importan-
vssimos para o etima deste paii; qsanto s vozes, sao melodiosas e flautadas, e por isso muito agrada-
iis aos ouvidos dos apreciadores.
Faxem-se conforme as encommendas, tanto fiesta fabrica como na do Sr. Blondel, de Pars socic
orrespondente de J. Vignes, em cuja capital foram sempre premiados em todas as exposiedes. '
No meemo estabetecimenio se achara sempre om exptendide o variado sorlimento de msicas doa
flulocf es autores da Europa, assim como harmnicos e pianos harmnicos, sendo tudo vendid*) po'
procos comnwdose razoavels.
TRATAMENTO mr CHABLE, m PARS
Medico especial. cn.ul!nc.\e., a, rui Vlvleun* t
AVfSO AOS DOENTES. T&tX? "*" m ***"""" *

1 BJ
Klo Mtoi ea-
rado, tomei Ca-
h'-ba, Copabiba
snb lo da i ai
formas em opia-
to, eapsalaa,
eonfeitos, ttnho
o ettomafo per-
, fue pwteaieni
Vende-se c ecgenho S. zkde Seriobaem, comarcado Rio Fermoso, com
exo3llentes varaeas, matas e mangues, bem como
com embarqae aiul proxiooo ; a' tratar a' ra da
Aurora n. 26. ob a' do Imperador n. 431 andar.
P41HA DE TtUN(A
PARA nOMEiVS
A 2,000 rs. cadaiim
Xa fabrica de chapees, rnaTVara
numero -45
DE
Manoel Mor eir de Souza
Botas russiaoas, pemeiras e mehs perneiras no-
vamente chegadas, da melhor qualidade one temos
viito, to armazem do vapor roa Nova n. 7.
LUVAS
Novo sorlimento do luvas de pellica de Jouvin,
brancas, preug e de outras bonitas cores para iio-
mens e senhoras; no armazem do vapor ra Nova
n. 7.
.didu t ulu n*u carado 7 (Jsei e al>us<-i de um grude nuiuero de mmkcaoi
corar m 4 di*t, < eston linda mais dsenles. >
UA MAIS O AWtS
?ae taro radlealmecle sem recatiidac, Corrwintoi, Rtlaxatao do canal, Cttmrrka htedtrn
erdot uminaes, euraudo primeira a causa virulenta ioflammatoria d'auas dococu seioaes'
com aliiimi ridros a tata lkpdbativo do uscci pan parar essas affeecoei, Mccar
canal t Ihe tomar a dar toa regidea doa para acabar meuexcellenie xaropb ao citbato de
rEBO el Binha injecao. A cura radical, ai ieiioem pan luxoa braacM, Mcuem
mi traUBMuto. (Fj-j tcim explicativa.)
40.000 DOENTES CURADOS
TerdaWe tntaaeato depuntiv* da luga*. At itrptt m mow tmmtniai, mmtu,
pntridot, *tnu, ekaaat a/fecfHt vtntriu, bu mores, e todas s daencas aic atterlo i paren
do MDgM ss curadas en bomco trapo por meo XAaora diroativo do uiaui bmm
ANBOO MIMEAAEA, IQIUI FILCLAJ BEPCEATIVAI O Btiola Pewtmada AUTI-BAETDOOA.
Veia-oa loeira do tratarle. A ooticii toe te da graUo do depostu de mout bmca-
meatoo. Emo ixceUonU traUoaento alo eootesi mercurio* na rasortorldado a Dan t-^triii t
tantas atMCato> owaana.
nio tu ojm oo caxa ooe poooa como ea ipreoeatar
o> fmrii. tmmUteUi oto otoaoor CkmU t por
Vende se nma negrinba de \ a 5 annos mal-
to linda : na roa do Imperador o. 45, 3o andar.
Contioua-fe a vender banba clraa queda
dos cabellos como aqu nao ba oatra igual, pelos
bous resultados que della se tem lirado, asaira como
o remedio viodo do serto para todas as moleslias
do peilo, bronqoites, phiysicas e asmas, no Corre-
dor do b;sp3 n. 15. Na mesma casa faz-se de en-
cortmenda bollos e pastis de porco para a fesl,
csese ecorta-se vestidos de nolvas e senhoras por
maito cmodo prego ; lambem se vende ama cabri-
ni.a muo boa lelteira.
HLLAS de BL/JCARD
,a mbcuto bi mu diaxtkiiav>x
Approradaa pela Academia de Medecina de Paria
_____ mmim m< nioootoo snitu aa aKi iiiaonaai
stasnAouiMo BoortTAts di fbauca, a iiloica, da ilahda, da lODfti,are
Mmfti toWatoM $ toposi/uos Oofooryoi oto Htrn-Yirk, M9, d PtU, lili.
KotM Malo* OBTolvldAS %bio coso id* raJoo-bolOASoica cto bm tocmMooto excew)TA, toa
avaatafta do) serta IniiteriTeti, oo oator, de osa peo amo volotoM. oto Be* CDDioroai os
ortato dJfestivoo. Goiindo das propriedades do Iodo o do fiauaoi eUa wtai priad-
pila ob te bas BsTcceoto Catorotioaa, itatrofotaaaa, ftoroDlaa, Can roioo, m looisritoa,
oaworrtoo, aguato, toe.; enfim. das offereoea ato pratleet oao aetttcDco du aala bbot-
i pora aodincor a coattliaicoa fooatortNU, frmu m iUfa.
H. M. O Mareto to fcrra toooto ao aharato 4 oa aoasto- ***,,
ato atol, BTriABia. Coao pravo to papa o to aroaolato da
ro to oa rtttato voroto. >tvo a limolir too filaMeitoli.
WaoiiiiootM, roa aoaopoi li, to). Ptorto.
Ttadtvw na Botica Fraocea ro Neu n. 25.
Francisco Jos Germann
JRUA NOVA N. 21,
acaba de recebar ara lindo e magnifico 10
timento de ocnlos, lnnetos, binoculoi, do n
timo e mais aparado gosto da Europa e oci
los de alcance para observares e par* <
martimos.
oooors:
Vcnde-se a casa terrea o. 93 do pateo da Paz nos
Afogados, cbSos proprios, reparada de n vo e pro-
pria para taberna, oo casa de negocio : a tratar na
ra do Queircado n. 18.
Lazinhas a i60e 240 rs.
Vendem-se laaziobas escoceas muito bonit*s
pelo baratissimo preco de 240 rs. o covado dita*
miodinbas para acabar a 160 rs.: s na'loja 6
armazem do Pavao ra da Imperatrlz n 60 de
Gama & Silva._____________________ '
Vende se urna carrea de madeira e pintada
de novo em bom estado e om bol: quem qalzer
dirija-se a rna da Maognelra n. 16.
Na loja de Joaqoim Francisco LaYraJua
roa do Queimado n. 34
Vende-se liazlnbas Usas a estampadas a 280 rs.
o covado, eambraias Qnis de cores a 3i0 rs. a
vara, lencos de seda de cores a 400 rs. cada om,
chitas, algodoilonof, madapoloes e outras maltas
azoadas, todo por preges mais baratos do que em
ootra qoalqner parle.
Vende-se agoardente de caona liquida rabri-
cada oo eogenbo Sania F do capuxj Jos Marmbo
Paes Barre to : oa roa do Rangel o. 41.
Vendem-se tres escravas eom boas habilida-
des, boas figuras e eseelleate conducta, 2 mole-
oes pecas idde 17 a 18 anoos: u trareisa do
roo d. f.
LOJA DO GALLO VIGI-
LANTE RA DO CRES-
PO N. 7.
Os proprietarios deste maito bem conhe-
do estabelecimento tem a satisfacSo de levar
ao cenhecimento do respeitavel publico qae
acabara de receber pelo ultimo vapor da Eu-
ropa um grande e variado sorlimento de ob-
jectos de inteira oovidade, dos quaes se li-
ODitam a meuciooar apenas om pequeo Bu-
mero Ocando o respe tavel publico na srte-
la de que Deste estabelecimeoto sempre en-
contrarlo om c impleto sorlimento de arti-
gosde gosto e inteira novidadescomosejam.
Clntea
Os muitos desejados ciotos com ponas,
bordados a vedrilho, fazenda de muito gosto
e corar, leu novidade, respeito a estes cintos
nSo fazem observarles e sim deixamos a
apreciacSod?s esclarecidas freguezas isto s
eo Gallo Vigilante na ra doQ-espo n. 7.
toeqeiea
Mwto lindos Jeques d'osso, madeira, sn-
dalos, e madreperola; pretos, braceos e de
cores, e muito se tornara recoavmeadavel
pelas bonitas parsagens.
FMrea
O merbor que se pode de se jar neste arti-
go as quaes parece naturaes assim como,
-tambem recebemos ma pequea porco to-
das pretas e so vesdem na loja do Gallo
-Vigilante roa do Crespo a. 7,
Capellas
Mu lindas grinaldas braocas e de cores
aqueHas para noireis. e estas para bailes, ca-
samefrtos e baplisados.
laaTTM
Lovas de todas as qualidades para se-
Dhora, homem, meninas, sendo de lgodo,
fio da escocia, seda epelica muito fresca e
do fabricante Jouvin, parece-nos que nao ba-
ver quem ignore que por todos os vapores
da EaropaoGallo Vigilante, recebe grande
quantidade deste artigo e por isso sempre
tem sortimeote a vontade do comprador, e
>tambem nlo se valle da felta o seu prego
sempre e mesmo.
P entes
Motto bonitos penles de tartaruga para
coque e alizares cabellos, assim como para
arregacar os raesmos e muitas outras quali-
dades.
lscovas
Grande sorlimento de escovas, para ronpa,
cabellos, chapos, dentes e unhas, sendo de
osso, bfalo, baleia, marfim e madreperola.
Xava'-has
Saperiores na/albas pequeas para bar-
ba sendo cabo de marfim, tartaruga e ou-
tras qualidades, as quaes o fabricante ga-
raute a boa qualidade.
Abeuadnraa
Cliegarara as mui lindas guarnices de
botes'para colle'es azenda de gosio, assim
como grande sorlimento de botoes para pu-
nhos.
Kival sem segundo.
Rna do letatiano n. 49.
Qaer acabar com as fazeodas abaii
mencionadas.
Queiram rir ver o qne bom e baratissimo.
Tos Ibas de labynntho com bico, faien-
da boa a............. 300(
Carreteis de liaba com 100 jardas a. 3(
Gravaus preUs e e cores maito uas a 50(
Cslxas de obrejas de massa muito novas a 4(
ecuadores para espartilbo de cordo e
tita a............... t(i
Carreteis de linba Alejandre com 400 jar-
das a ............... !P(
Sabonetes muito finos a 60, 160, 200 e 32(
Ditos de bolla muito finos a 240 e 320
Viadas de linha froxa para bordar a 20
Varas de cordo para espartilbo a 2(
entes volteados para regacar cabello de
meninas a............ 320
Frascos de macaca' oleo muito fino, a I ~i
Abotoadaras muito finas para colletes a iit
CartSes de liaba branca e de cores a 2(
Libra de ara preta superior a..... <-
Sscovas para (alo, fazenda boa, a K
Varas de franja branca de linbo para
toalha a.............. 100
Caixas de palito bailo a........ 4(-
Cairas de palitos de segnranca sem en-
cbjfre a............. C(
Sibonetes de familia a 100,160 e ... 21(
Cartilha de douirina cbnsiaa a 320
Quadernos de papel pequeo superior a 20
Datia de baralbos francetes superior 24CCX
Groza de pbospboros mu lo saperiores l 0(
C ixis a retalbo dos mesmos..... K
Caixas de pbospboros de vellieba contendo
500 vellinbas maito saperiores a 160
Resmas de papel almajo maito superior 250<
Resmas de papel paulado superior quali-
dade ............... 3360
Duzias de meias para bomem..... 2,&80(
Duzias de meias croas malte superiores 4*t0u(
RIVAL SEN SEGUNDO
aa do Queimado n. 49, loja d
mJadezaa
DE
Jos Bigodmno.
Varas de babado bordado do Porto a 20
C rreteis de retrox preto com daas oitavas
Parriteis de reteox de todas as cores a
Frasees d'agua de Colonia muito superior a 50"
Frascos de o eo muito fino a...... 60
Duzla de tesooras pequeas a..... 481
Frascos d'agua para liropar dentes a 501
Redes pretas lisas para segurar cabello a 39
Duzias de peonas de ac muito finas a Gt
Caixas de linba do gaz de 30 novellos a 60
dem de palitos de seguraoca a ti
Garrafas de agua Florida verdadelra 100<
Syllabarlos com estampas para meninos a 321
Memento da roupa de lavar a .... m lot
Dazias de molas finas para seobora a 400(
Agnlbas rraneezes a bailo (papel) a ftt
Po^as de fitas de la de todas as cores a 601
Grozas de botSes de porcelana prateadoi a i
Caixas com alfineites trancezes a 8'
Caixas de 100 envelopes muito finos a 801
Resma de papel de peso braoco liso a 2|00t
Frasco com superior tinta a..... i (
Pares de botoes de punbo mallo bonitos #
Lianas em carto de 200 jardas a 10*
Caixa de superior linba do gaz eom 50
novoilos ............. 70*
Tilfcere para meninos a....... 2V
Masso eoa superiores grampos a 3(
Rois para meninos a........ i|00t
Pentes com costa de metal a...... I0
Realejos para meninos a....... W
A]/ifTIff
/VolIr^JzIrT de fazendds di
Santos Coclho, rna do Quei
mado n 19.
Bom e barato
Lansinhas Poil de Chtre a W o covadoi
Madapol5o eDfestado a 8*5 a pe?a.
Gambraia de cores matisadas fnissimas;
SCO a vara.
dem brancas transparentes Anas de t 5000, U, 7$, 8i5 e 95ooo a peca com if
jardas.
dem branca tapada de 8,9 e 95 a pec
com 12 jardas.
dem branca franceza muito larga a 94 i
peca com 8 varas.
A AGU1A BRANCA
Pcrt.flheeer a influencia que cosiuma tsver
em todos os aoacs, por esfe lempo, e p< r vtr i
qurato se desenvolve e ppora e o boto jo-to eu:
Pernambaco, ella jae tem gempre ew vt>us agra-
dar, e sinceramente bem servir a soa boa (rtgue-
zit, anteeipou-fe em nandar Luscsr os diBtrentrs
objeclos de gosto e (aolasia, que agora mesao aca-
bara de ch:gar.
Qae a luja d'Agola Bracea, rom especialidsde,
rcue priiteiraneote se enctnir:-m qtaesqo'r des-
ses objecl s de oovidt.de moda, isso etu* gerai-
mente reconbecido; mas an;a ts^rm a Agua to-
ma como por dever rclentificar ao bello sexo, em
particular, e ao rejpeitavel publico em gf ral, tem-
are que como agora, reerbe os opinantes orjec-
tos que abaixo mencicnt, e por ffiiis essa vez-el?
loma a liberdade de pedir a aiter.i;o das Exn.'
apreciadoras do brm. para o&oovos e bellos uu-
tos qut f.Tit am um lindo e reo loill-1
Nao ceriamente com nma real aparada pecci
d'Agnu, que bem se .le defrrever o bem g sio s
Baloe de 33 e 40 arCOS nesgados pan desempenbo oe taes obra, e sim, a propria iotel-
agencia t'urr a excellenlifsma, que bem podera
apreciar o Mi" gfo desses peiffiios objectof, tai-
vez os pti.tielcs que nesse genero lenbam vind:
oli no.so Pernamboco.
senboras. a 4($500.
dem de mursulina nesgados a 50.
dem de crochet a 5.
dem de mursulina para meninas a 3 t
30500.
Saias bordadas a 50.
A Agola Branca, ara' apenas conbeeer os o
jectrs de qae se ccmpbem esses bovos e bellos or-
natos. Em nm bello caitao vem babilaeUe arrao-
tado, nm moderno cilo de fita de selim cu acna-
Cambraias admascadas para cortinado l i ruatado da largura de 7 a 8 pollegadaf: um be)-
120 a peca com 2o Tatas. | lo leque de madreperola, om par de luvas de pe-
dem para forro a 30 a peca com 10 jar
das.
Cambraia de linho muito fina de 60 e 90 i
vara.
Madapol5es finos de 60, 70, 80, 90,100.
110-e 120 a peca.
Plalha de algodSo superior fazenda par
saias 30200 a peca com lo varas.
Cobertas de cbitas de ramagem a 206oo
Lences de hamburgo fino a 20400.
dem de bramante maito fino a 30200.
Pannos adamascados para cobrir mesa
40300.
Goardanapos de linbo adamascados a 4
a duzia.
Atualhado adamascado com 7 1/2 palmot
de largura a 20 a vara.
dem adamascado de linho com 7 1/2 pal-
mos de largura a 30 a vara.
AlgodSo enfestado com a mesma largura
a 101oo a vara.
dem trancado de algodSo a 10600 a vara.
Toalbas alcochoadas de linho lisas all
a duzia.
dem de algodo felpudas a 130 e 145
a duzia.
Colchas de fustao a 60.
Lencos de cambraia brancos finos a 10800,
20 e 205oo a duzia.
Lencos de cassa fimssimos a 30200 t
3060o a duzia.
Fil de linho liso a 8oo a vara.
dem com salpicos a I roo a var
Grosdenaples preto bom a 108oo, 20
208oo o covado.
Morantique preto supedfcir a 208oo o co-
vado.
Flaeella de todas as cores a 800 rs. o co-
vado.
Tarlatana de todas as cores a 8oo rs, ;
vara.
Bramante de linho com 10 palmos de lar-
gura a 205oo a vara.
dem de linho com 5 palmos a l2oo ;
vara.
dem de linho com 3 1/2 palmos a 8oo <
vara.
Riquissimos basquins a 250000.
Assim como outras muitas fazendas qu
se vende per menos que em oatra qualque.'
parte, e d-se amostras de tudo,
Bales de 2o, 25, 3o, 33, 4o e 5o arcos
para senhora a 2, 20ooo, 30, 305'oo 40 e
SOOO.
Ditos de 25 e 3c arcos com mollas a 5(5
e60.
Ditos de morcolina estreilos a 6$.
Espaitilhos finos a G0.
Percalias fnissimas a 4oo reis o covado.
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Fariika tari nimaes.
No trapiche do Caoba i roa da Moedi, ven-
ds-se farias de mandioca propria para sasleaio
de aoimaes if tym fot sicco.
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tica,'ramos definas OCres para ccqne, pello,
Ruarnicio para as tovas, ele., etc., e Boalinenie
urna airuofadinba de stlim com aromticas pa?u-
lbas ;m [.
Alfc.ni dieso
Elo em ordem do da as novas e tellas trocas
de Qua palba de Italia, e onlro & ffireir.es enfeiies
da mesma qaalidade e proprus para vestidos de
las, cbapus de senboras e meDloas, re'la s icm;-
que os pretendemos cempare^sm oa leja 'Auia
Branca na roa do Qneimsoc n. 8.
Diversos objectes
de gosto e novtdade, viudo*
para a Agula Brattca ra
da Qnelmado n. 8-
Enfeites de flures, obras de maito tost, a ultima
moda, iro|rics para bailes, casameotos o pau-
slos, etc., etc.
Meias cbapelinas de diversos moldes, e mu
bem enteitadas, com veos e sem elles.
Ricas capellas cem veos e sin tiles pora nol-
vas.
Outras brancas e cor de ro$ para eBioss.
untos com fiveiia e fila branca para nolv.s.
Oolros de ponas e sem ellas, prelcs e do cre
ulros mui rico e de variadas oxides e gjsijs
e de diversas cores, com grades de vidrilbos e piu-
gentes.
Pdra enfeilar vestidos e basquioes.
Bonitos bicos de blonde, coro vidmtios e sem
elles.
B^nits rendas de dito, tambero com vidrilbos e
sem elles.
Trancas pretas de vidrilhos. ero variedade de
larguras t ue aoides os mais covus e bonitos.
Outras deeoies tambero coro vionlCos e couor-
me as pretas.
Uutras de seda c>m v drbos esem elle-, e d3
diversos desenho>, rnrts e larguras.
i/irdoes prtii se de ties, gruesos e Daos, cetu
vidrilrios e sern elii..
As novissimas t bonilas trapeas de aa cslha le
Italia.
Ramos, heos, rurdoes e onlrcs "versos enfe
le? lambem de palba e irop:bs jjaia Vestidos, ct-
pos, etc., etc.
B.toes presos o de outras ai a i tas cores, ce m
piogent^ e sem elles.
Oulns de palba ian,b(m coro piogentes e em
elles e lodos Oalros de lu:lao, brancos e amarellos, e at
mesiro marca5 de madeira ovats para celinr-sd d
cor que se quier.
Flore?,
Um bello e eempieto sortimerlo de ramos e c
flores Uns, rosas camelias, Alejandra', ele, e
em toda essas fl res se m-la o ?iuraco fosl) e
perfuta mltacao, onde se embece que nesse gene-
ro liada mais ba a desejar.
Bonecas.
Um novo e bello soriimenlo de elepaoles bene-
eascer de pedra mu btm veioas, e estei-
lentes para presentes.
Cutras cora resto de cera e igualmente ^nit.s
mas n;o vestidas.
Fitas lavrada-; e lisas, tendo resta, de meror
urgura a; a de quasi um plmo, e propria par?,
cintos.
Outras de tJa de cores para detruar-se ves-
tido.
Cuotas de p de pedra cem Pguras dentro,
obras mui benitas e de go:to.
Ectre es-as ebras, tem algoos jarros erm re-
qoeoos dtfeito, por isso veudtm-se bariaatoie.
Obras U percebaa e f de podra.
B oitos jarrus, e boqiitrls fetos ele po de pedra,
toras de muito bom gcsio para sallas, e santua-
rios.
Essencil de rosa, outras concentraJis, 11233 ex-
tractos, a pomadas, et<\, ete.
Emquamo a" perfumara lodos sabf-ra que a
Aguia Branca lem a primaiia, adqaerida Coro o
vender ccnstaoiemenle Onos eatractos e de gra-
daveis chtiros, pomadas de finas qualidaces e es-
colhidos odores, ajua de Colonia, secopre da rre-
Ibor, e assim tudo o mais, que enumerar so loma-
ra eofadono.
Compre pois, que, quem quirer ser lem servi-
do, se dirija a' loja d'Aguia Branca a" rta do
Quelma j 11. 8, que alero do grande sortimeoto d.
boro, achira' iufallivelmente o qua se torna sem-
pre precisoagrado e sincerldade.
rritacao dos pulmSer. angi-
nas, tosse, escarros de
sangue, crupo ou garre-
tilho, catarro, rouquido
e_ todas as innmeravei molestias qae afleo
"08 orgiios da respirarlo
DKSAPPARsECEn
ediante a accao da balsmica e irrev
ANACAHUITA
iao
Lealdade
Este estabelecimento a roa da Imperatriz n. 70,
recebe de sua coala por todos os paquetes trance
res diversos objectes da ultima moda de Parii,
como seja bonitos coques lisos e enfeitados, fitas
de sarja, ditas de seda lisas e b riadas de todas
as largaras e de superior qaalidade, lindos sapa
tos de merino, de casemlra e la, toacas de lia,
maito bonitos cbspelliobo, babadinbos e ntre-
melos com lindo; bordados, grvalas de seda pre
ta e de cores para bomem e senboras; as verda-
deras lovas de Jouvin brancas e de cores mullo
benitas, cartelraa de diversos eiiios e tamaobos,
meias de multo boa qaalidade, para bomem, se-
nboras e meninos, nm lindo sorlimento de bicos,
espartilhos, mocadores de Jacaranda' de diversos
tamaobos, fitas de velodo, trancas pretas e de co-
res, lidos eneites para vestidos, cilos de diver-
sas qualidades maito bonitos, albons, abotoiduras
para colletes, lia para bordar de superior qaali-
dade, ama lofiaidade de bonitos brinquedos para
crlancas, as meihores perfumarlas de Lobiro, Plver
e Coadrai sociedade Hygenica, immencidade de
objectos que deixa de mencionar para oio se tor-
nar massante, todo por precos muito eoumodos.
Siti
Veode-se om sitio oa estrada do eoeieamento
oa fregaeiia do Poc.0,0 qul fica junto a estrada de
(erro; a tratar no mesmo logar na venda, oa 00
largo da Assembia n. 3.
Ultima moda
Bellos chapeosiobos de apurado costo para se-
nhoras feitas ao capricho de urna das primeiris
modistas de Paris, e ebegados ao arnaxem do vapor-j
roa Non a. 7.
PEITORAL ce KEMP.
aianacaliuila mexicana que d o nome es-
pecial este incomparavel remedio, orna
arvore, cuja madeira por muito tempo s
ha usado no Tam pico para a cora das ad-
fermidades cima mencionadas. Foi tam*
bem eosaiada e approvada pela academia
medica de Berlina. O peitoral de Kemp
am xarope delicioso inteiramente livre de
opio, acido bydrocyanico e outros ingre-
dientes nocivos.
A' venda as drogaras de A. Gaors, Bra-
vo 4 C. e P. Manrer \ C, e em todos ot
estab^Iecimentospharmacepcos do imperio
Novidade
para presentes, bonecas ricamente vestidas a mo-
da actual e cabellos amarrado lamben ao ultimo
costo o meibor possivel eieoibidas oa eiposicaoe
chegadas ao armaiem do vapor ra Nova o. 7.
Brides'* licadeiras de Ipjoea.
Vaaden a' roa de Queimado Aievedo 4 Irauo,





--.
sm> 9
am* k*m*M*wmn* 4W7
*
ARA A FESTA.
oV i
DR. SEVIA1L.
Pwa o tratamento e cora rpida e completa das. Molestias syphiliticas, eris-9-
as, rbumatismo, bobas, gota, debilidade do estomago, rafl3mmacCes cbronicas do flgadn
*'mtf> dores sciaticas, cepbalalgias,nevralgias, ulceras cbronicas, hydropesias, pteuri-
aae, gouorrbeas cbronicas e em ge al todas as molestias em que seteaba em vifita a pu-
6c*ao do systema sanguneo.
Considerarles geraea
A saude um bem inapreciavel, cuja importancia e valor s est reservado ao ens
.8fi(M>oavalia-lo. *
iDCODtestavel que o hornero neste mundo constantemente, e por todos os lador
tacad or urna infinidade de agentes morbficos que todos tendem, dadas certas e deter*
ainadas circomstancias, a alterar o regular exercicio das i'uoccoes orgnicas, resultaobo W para ve-tnios de seobora a 500 rs. o b0ras oo. 24o, 3?o, e 4oo rs. Q covado
res* desequilibrio o que se chamamolestia. iCOm-,' *.A a .tarege de listas a 24o rs. o covado, mos-
\ molestia nao mais de que a desvirtuado das torcas vitaes, occasiooada,- d, j utas trautraa. Unjas a 240 rs. cavada, i sarrjbiqne com pilmas e listas de seda para
vende-se dulas fraocezas largas a lV vestidos a 2So rS- 0 covitdo.
Lourunco Pereira Mend s GuimarSes, tendo de dar balanco em suas tojas de U
zenda no fim do anno e tendo muita fazenda em Mr, por isso resolveu fazer urna gran-
de liquidaban, que ter principio no dia 4 at o fim do mez, pas lojas e armazens da
Arar, ra da Imperatri. n. 56 e 72. _.* ..
- Pwtaaefca m chitas a 160 rs. Cortos d lasinhas a 40, 4^i00 e S0O8O
Vende-se chitas para vestidos a 160 e Vende-se cortes de Uasiou 8 .de cores
200 rs ,ado> .Qassas lrancezas, a 241)'para Testidos com H casado* a 4* e 5)9.
2ti0 e 320 16. o covado. i Alpacas de listas de seda a 800 rs. vade.
SA-:-ta Arar, .tatabra a ty corle. Veade-se alpacas de Jista de seda para
Vende-se corles do cambraias de barras vestidos a 8oo, 52o, 5fo e 5oo rs o cova-
Itrtaa a 20, 2,5'>0 e 3,5. cortes de canv'do, organdis branco e raoito fino a 10, a
aia hnrdailns a imu lt a KA 1.,..
O cordeiro pttvidiwto ,
Na antiga toja de oftiezas a roa do Que-
mado n. 16.
Tendo sempr seas treiUiesM0 extensos annoncws ; mas
tambem iiVqoeWdo que 01!
loorew-o aot de noto wm elle recebWo, por isso
resumidamente o dir*: Obelando assim ao co-
nheeimenvo de lodorqoe a diU loja do Cardetrc
Previdente, roa do Qoeimado a. 16, recebea o se.
braia bordaUps a 35,00, 44- *5. vara.
Mnsauaas de cores a jOu rs. corado. [ Lasinhas para vestidos a 200 rs. o cavado.
Vende-? rjn,haritioas e /nussulinas de Vende-se laSsinha* para, vestidos de se-
rondo as investigaces e experiencias dos mais abalisado mestres da sciencia, pela depm- c
*st5o dos humores geraes, consequencia da accSo maligna desses mesmos agentes morae *HU **"* e fj*: r9- '
fces iatroduzdos no organismo pelo acto da respiragao, pela va digestiva, peto, contacto,na* *uu ayo ri. .
A svpbilis infelizmente tem sido a partilba da humanidade, e como tora deduvi-
to gne essterrivel Proteo da mediema urna molestia hereditaria, ella tem sido otoser- paraveMi-tos a JMetOtto covado.
rada em todas as idades, e deban de todas as suas formas to variadas, enfraquecendo
lensUtu'coes robustas, produzindo mutilaces, e cortando ainda em flor da idade vidas
covado, percalas O-
Oryaadis de quadro de cores a 320 rs.
Vende-se ornandis de quadros da cores
;reiuss.
Eliminar da economa esses principios deleterios. e purificar a maesa geral dos
iumores tem sido desde tempo immemoridl o fim constante da medicina, e os purgati-
Bonitas e Juradoras ligas de pellica para meias,
tanto para senboxaa conaoTara meninas.
Lequea de diversos e moflernos iOstoS.
PrDteacomenfeiiesdouradoi e na* acarados,
para meninas.
Coqnes simples eeafeliados, moldes Inleiramen-
te novos. ,
Boro papel em caiiiobas Uso, panudo Honra
do e timbrado, e ontros mnUos objeelos, qoe men
ciona-los seria bastante enfadonbo, e que se vea
de em dita loja de miadeas do Cordciro Previ
denle, roa do Queimado a. 16.
Mi faltaaa flores,
O Cordeiro Previdente a roa do Qoeimado b. 10
tem coBsUntemente om lindo sortlmenlo de fi-
nas e boalus l3fea,' por isso qoaodo nlgom ba.
blidosa joven quitar preparar qoalqaer.enfeite de
b lio Rosto deve logolembrar se qoe ba diU loja
do Cordeiro Previdente, a roa do Qoeimado n. 16,
nao laltam flores.
Para alrejar os dente.
O cordeiro previdente a roa do Qoeimado n. 46
recebeu do bem conheeldo fabricante Jonta Gos-
nell Si C. urna ptima qnalidade de pos para den-
,. tes aromatisado3 com canfora qoe realmente tem
cores, propriOS para OSdias de festl a 35dOO merecido td^conceito porqpe a s6 alveja-per-
(eitameote os dentes como tarobem conserV-
sempre no roelhor estado de perleicao, assim pois
queiram vir comprar ditos pos na mesma loj
do Cordeiro Previdente, roa do Qoeimado a. 16
dales de renda
Vende-se chales de renda mnito pretos
a 4*500. e 5J, retonias de linbo a 55 e 60.
Repa feita nacional.
Vende-se palitos de alpaca branca e de
Las lina* de lista a 400 rs.
Vonde-sd laa.-iniias de lista de cores para
vestidos a 400, e 500 rs. o covado. e 40, ditos pretos a 30, e 40, dem de meia
Madapelo do Arara a 40 cazemira 305oo e 4<5, dem de casemira pre-
Veadc-se pee de madapolo fiooe largo la e da cores a 60, 85, e !o0, calcas de
a 40, 5*0, 60, 70 80 e 100, a peca algo meia casemira a 20Poo e 30, Mem de case-

Mi

FABRICA

. -.
[E
l sai *n

m
ni
m
i
TODAS A aALIDADE

.

m ^TXi^SK Sf^^cTa^rSia sobre todos: oa| d^^m^^rpadoa 4^,5
mensos successos obtidos pelo uso deste salutar agen'.e Uuto na Allemanha, como em j l*DUU 'Q e9a Peva
jraiica e Italia, o tornam o companheiro inseparavel de quasi todos os doentes.
Sendo as melestias, como cima dissemos, devidas s alteraces dos humores, o
grir depurativo do Dr. Se vial pode ser empregado vantajosamente na sypbilia, ersy-
jelas, liieumatismos, bobas, gola, debilidade do'estomago, 'mflammag5es chronicas do
gado e baco, dores sciaticas, cepbalalgias, nevralgias ulceras enronicas, hydropesias,
pititr;sias, gonorrheas chronicas etc. e em geral em todas as molestias em qoe se tenha
ana vista a purificacao do systema sanguneo; pois que urna pratica constante tem feito
s que elle iniispensavl nos casos gravissimos para minorar os sofrimento8, pre-
pajju o doente para medicacoes superiores ; e as menos graves a cura a conse-
laeMia do scu uso, convenientemente repetido.
As substancias que entrara na composifo do Elixir depurativo ,do Dr. Sevia
oarlancem todas exclusivamente ao reino vegetal, e grande cathegoria das substan-
cias depurativas e ansyphililicas; assim, ao passo que este remedio depura o orga-
.asrao, elimicando os principios nocivos saude, elo mecanismo natural das eyau-
v$t& alvinas, neutral isa ao mesmo tempo o virus syphilitico quando este virjem.
ec feito erupoao no exterior debaixfl de suas multiplicadas formas; e previne taui
os estragos dessa terrivel molestia, quando por ventura se ache ella ainda no
4&do de encubando, isto sem se ter manifestado sob formas exlernas: beneficio
arneoso, tanto mais quanto neste estado os individuos ignoram completamente se es-
to ociaminados por este terrivel inimigo.
O sabor agradavel d'este Elixir coDvem a todos os estmagos, a sua ac$o so-
are o tubo intestinal suave e benigua, e de nenhuma forma produz molestias tnedt-
amvxtosas, como acontece ao purgante dito Le Roy, que na sua qualidade de dras-
aco lene irrita a mucosa intestina!, e consecutivamente j seroza, resultando deste es
a{>> muitas vezes, hydropesias, que quasi sempre terminan, pela mor te Assim pois esperamos que o uso deste remedio justifique cabalmente as nos-
as asse^eraeoes, porque endo um iuedicamentp to simples na sua composicao, a
Xa&ca tem confirmado sua ulilidade.
t'uSco de|o&Eo em Pemamlbcco
Na botica e drogara
DE
Bartholomeo Companhia.
3i-aUA DO KOSARIO LARGA34
Ir folie com ponas.
Cordeiro Prendea^p recebea am lindo sorti-
mento da enfeile* com pontas para vestidos, tanto
de seda como de lia que combioam perfeMamet,
te cora os cintos moderno do mesmo brotato, por
isso para poder enfeitar-se coro goslo qualquer
vestido indispensavel comprar-se ditos enfeites
na mesma loja de Cordeiro Previdente, a roa do
Queimado n. 16.
Chapelinas de seda
Modernas e bocitaactwpelinas de seda para se-
nhora recebeu o Cordeiro Previdente raa do Qoei-
inado n. 16 e por ser pequea a quanlldade re
DE
Manoel Moreira de Souz1,
i. 4 i. -== B.LM XOVA -
1
r"i>-tv;
Neste novo estabecimeoto,
chapeos para homens, senhoras e
razoaveis.
tem um competo sortimento de
meninos, venie-se por presos
'*,-~* \ cebida, quera pretender orna moderna a bonita
chapelina dee aprecarse em mandar compra-la
em dita loja do Cordeiro Previdente a ra do
Queimado n .16.
CaIXINHAS ESFEITADAS.
E-tas muito desojadas caixinbas vasias o enfei-
tadas ci.a go-to, que tanta extraeca lem tido e
que realmente servem para diversas Bns, exlsttm
na loja do Cordeiro Providente a roa do Queimado
d. 16 um completo sormento de ditas caixinbas e
sao vendidas per preeps to rasoaveis, que o expe-
dente (regoez nao objecura' em compra-las em
dita loja de miudetaa do Cordeiro Previdente a ra
X^ do Queimado n. 16.
* -'-1 P0NTE1RAS E CHARUTOS.
^Fabrica e fundigdo de bronz
c outros metaes, caldeireiro,
taloeiro e funileiro, situada
na Soledade, ra do Prin-
cipe n 3, e com deposito na
4a Nova n 38, da cidade
do Recife
\ DE
BRAGA &SAMPAI0
Fab jcam-ae neste importante esiabeleci-
mento todas as obras concernentes as artes
respectivas como sejam:
Alambiques de todos os tamanhos em
s mui acreditados aparelbos de
Derosoe com as dimences delicadas dos
fabricados em Franca.
icam-se avulaas quaesquer pecas des-
aparelhos, como sejam o dilatador, ratifica-
dor e condensador, ou e?quenta garapas,
resfriador, serpentinas interiores.
Fabricare-se bombas de todas as dimen-
ces e qoalidades, pelo systema francez oa
americano, simples, de presso, repuxo, e
com espaciaiidade a estanca rios 1 assim ->p
nominadas pelo enorme volume de agua
que absorvem calculada em 100 pipas por
bora, e das quaes algumas eslao | rompas a
serem experimentadas.
Existem bombas por este systema, me-
nores, para regar sitios, garantindo-se nao
s sua duracSo como a grande quantidade
de agua qoe fornecem pelo qoe s2o cons de-
radas boje as jjrimeiras bombas conhecidas.
Todas as mais obras se fabricam vonta-
de dos freguezes e a seu capricho.
-. .Existem sempre promptos no deposito in-
dicado na ra Nova n. 38, um completo sor-
timento de obras solidas, bem construidas e
a precos rasoaveis, como sao alambiques,
serpentinas, taxos, passadeiras, repartidei-
ras, escumadeiras, cocos, candeias, e muitos
outros uteoedics preprios para engenhos,
como sejam mancaes de bronze, parafuzos
para rodas de agua e ontres.
Cavilhas, machos para Jemes, pregos de
todos os tamanhos e para o forro de cobre
de navios.
Aprompta-se tudo quanto diz respeito as
obras de lato torneadas e podas com toda
a perfeicSo.
Vlvulas para tanques de banho, torneiras
de todos os tamanhos e qualidades, assim
como todos os ornamentos


%
01IDAC.M DE FAZ
l'cr Siaraos pregos.
l^DAS
Cassas francezss ile cores a 2i0 rs. o'covado.
Ditas franc zas, superior qualidade, grande variedade de'padres, fazenda de
8A/ i?, a vara, a 320 rs. o covado.
iJitas ditas muit'i rnas a i(0 rs. o covado.
Superiores c tas francezas largas de cores fixas a 260 rs. o covado.
{.indas I3as de cures com salpic >s e com fl -res- a 320 rs. o covado.
Ditas com palmas de sed a 00 rs. o co\ado.
Citas com hstas im'lando poil de Ghvre a 400 rs.To covado.
; iperiorej alpacas de cores de duas larguras com listas e com flores, grande va-
rte de de padrros e gnst'S inteiraej ule lindos ffazenda de 15 o covado) a 500 rs.
Sedas de i l quadrinhus e le listas a SOOrs. o covado.
Ricos r. mi ds ou capas de merm, bordadas'e etifeiladas. com renda preta, o que
m\i mo 'n: para hombro de senhura a 8J, iC$ e \2} cada um.
Bous ma L-'itos a oo.
Superior alg sinho branco com 20 jardas a 4* a peca.
.\^sim comu ootrasmuitai f^izendas por menos do seu valer para liquidar.;
LOJA DAS COLUMNAS
DE
Antonio Correia de Yaseoncellos & &
Ra do Crespo n. 13.
Ra da Imgeratriz n. 15.


Vende se manteiga ingleza flor a 800 e IfS'ooa.
S^l refinado em pacole de 3 libras a 2oo rs.
P de tijollo para limoar facas a 12o rs.
Latas com pode-16 a l^ioo.
A/eitonas de Elvas em latas a 800 rs.
Alpista e panco a 10o rs.
Frutas em caldas sonoras a 5oo rs. a lata.
Farello de Lisboa marca M. a 4f5Coo e 5?ooo.
Caixinbas com massas para sopa a 25'oo.
Vende-se tima armac3o de louro envidracada propia para qualquer negocio em
urna principal ra: atratar na ra da Lnperatriz n. 15, eom Miguel Gomes de Souza
que tem poderes especiaes.
para militares,
O Corderro'Vrev,^e,%na^ Quemado d. 16, | botes para farda, aparelbos para barretina,
tem uro bom oriimeoto de Boas ponteiras para nmeros, espneras, espadas, cornetas, aiam-
charotos, sendo lisas e cora fijaras em alto rel-. padas turibules, caldeirinhas, havtas, almo-
vo ; e para que os seos freguezes r.o se ineom- farizeSl perfumadores,
modera em comprar charutos em algumas das lo- nhras ra fallas \p flanrlrp? <1a tnfat ae
jas de charotetros. recebeu tambem um bom sor- ^s de tullas de llaudres de todas as
memo de unos cbarotos.do aiamado labricaate qualidades, babus, bacas, bules e outros
Furtado de Simas; assim, pois, enecntraro os utenciOS domsticos.
apreciadores um bom sortimento na dita loja do Lampies para gaz para eDgenbos, folha
Crdeiro Prndenle, ra de Queimado n._ifc I de flandres ^ ^.^ fo]bas |p ^^ a ,a_
to, tubos de chumbo para encaoamentos de
de' todas as dimences, folhas de zinco, estanho
i em barras e verguinha, lanres e barras de
ebumbo, vidros finos pira espelbos, de co-
res, bordados, e opacos, e outros para vi-
Para olferta ao hospital por-
tugus.
Bonitas cestinhas com frucias de cera, obra
muila perfeicio e bom gosto.
Para cortar moldes e en brulbar fazendas.
Vndese papel pardo folb,-. grande.
Para lustrar calcados.
Veade-se superior graxa econmica.
Vende-se papel para matar moscas.
dracas, diamantes para cortar vidros, cadi-
nhos ordinarios e de patente, rea para mol-
A loja do cordeiro previdente dar, folies para ferreiro, lavatorios com ba-
Rua do Queimado n. 16. '. cas e jarros, trra podre e ontros comeros
Nella acharo os prelendentes um grande e va- objectOS proprio de taes eslabelecimeotOS.
riado sortimento de perfumaras fim;, tauto iogie-j Sendo todas as obras inspeccionadas e
"FinTeScr^enc^ feitas sob a direccao do socio administrador,
Banhas e pomadas para cabellos. Jos Baptisla Braga o qual so ada de novo
CONDECORACOES
Chegaram de Pars no nltimo paquete rorcracn
das de Cbrsto e cruz pfrtencentes < ir.tsraas,
hbitos de Cruzeiro, da Rosa e de Cbrsto, com
suas competentes fitas; vende-se por precu com- j jjj"^ "[D'~j
modo na ra do Cabng, loja de joias n. 1L de! qoai'dade
Fundico dAurora em
Santo Amaro
Serapliim & Irmao.
Completo sortimeot de taixas batidas e fund
das, alambiques de todo? os tamanhos e fundos di
nd 15 de todos os tamanbos de supenoi
crivos e boceas de foroalha, o que lud<
Vende-se um bom plano de mesa de jaca-
randa em perfeito estado : na ra da Camboa do
Carino o. 20.
su vende por commodo preco.
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Vapores,
Vende-se em casa de Saunders Brothers i5 C
o largo do Corpo Santo n. 11, vapores patentes
om todos os pertences proprios para faier mover
es na quatr'i machina1 nara descarocar alcnd*'-
Fazenda barasslnaas [U
m A' RA 1)0 UEIMADO N. 31
Coj de A. M. Rolim.
^5 Cassas mnito boas o covado a d ? 2B0. iSs
^ Corles de ditas com 10 viras a 3J300. H|
;'*^ Ditos de cambraia de salpicos brancas e S
^ df cores ((aterida que sempre se ven-JH
m den a H) por 3500. jgi
~ Lans de luirs e ue pulmlnbas o covado S},
}g| 3 O e 400 rs. fia
';[ Tarlatapas de cores vara SCO rs. f*
^ Cnales de merino estampados a 43- g
ilgj Aiberns de alpaca cor de ganga a i". JH
j DUos de bareg a 2.
Liquidacao de calcados.
Ku do Imperador 32,
Birieguins de beterro para bomem.
Ditos de lustro para homem.
Ditos de cordavo.
Ditos para seobora enfeitados.
Ditos para meninas.
SapatiSts de bezerros.
Lindas mnito lidas la
covado
Veode se na loja do Alvaro a'
20 B.
a 300 ris o
ra do Crespo o.
Ctiegou afinal
A pomada galopean
para cura rpida e completa dos callo! duros.
YEHDE S NA
Botica e drogara
M
Barlholoaxcn A. C.
34Roa larga do Rosario34
Oleo pbilocome e baboza para dito.
Pos bygitnicos para dentes.
Ditos campborados para ditos.
Opiata ingleza e (raoceza para ditos.
Pacotes com pos de arroz.
Vasos de porcelooa para ditos.
Sabonetes para mo e barba.
E muitos ouiros objectos que serao presentes
ao comprador qoe se dirigir a ra do Queimado
n. 16, loja do cordeiro previdente.
Baaieijas pequeas.
Vendem-se na ruaido]Queimado n. 16. Sloja^do
cordeiroprevidente.
Cbaratos
da acreditada fabrica de .Jos Furtado de
Simas.
Vendem-sejna loja^dftCordetro previdente a ra
do Qaeimadojn. 16
GRNDE BAZAR
RA iN'OVA N. .0 E 22
especialmente incumbido da gerencia de tao
importante estabelecimente, isso urna ga-
ranta pela sua looga pratica, que tem os se-
nnores freguezes de que sero servidos a
contento, com promptid3o e preco commo-
do, pelo que os proprietarios lhe sero agra-
decidos. %

i

Botinas brancas paia senbora.
Botas peqoi>o-s para montara.
Ditas grandes para montarla.
700u
6JSOO0
800('
SttOt'
300t
33CC
5,5000
134OO0
oCOf'
Erva mate.
Na praca do Corpo Santo n. 17, andar, ha pa
ra vender erva mate muito nova. Cal de Lisboa
ltimamente chegada, por preco commodo.
Condecoracdes
A bem conhecida loja de jolas de Moreira &
Dnarte, a' raa do Cabog n. 7, acaba de roceber
porco de babitos e nfflclalatos da ordem da Rosa,
a babilos da de Cbristo de diferentes tamanhos
qoe vende por pregos mal razoaveis, alm disso
continua a ter como sompre ora completo sorti-
memo de joias dos gustos mais modernos para as
quaes coota com o concurso de seas boas fre-
gaezes.
Cabi-iolet
de 4 rodas e 1 cavallo muito soperior, vende-se
para tratar na ra do Crespo n. 16, 1 andar, pa-
ra ver-se na ccchelra do Paulino ra da S. Amaro.
eaco.
C-.sais finas a 20 e 320 rs.
as de seda preta a U> e a
"Crespn 17.
o covado, basqol-
--} : oa ra do
' baratissimo a 500riso
covado.
Superiores lias para vestidos com ezcelientes
padrees a 503 ris o covado, aproveitem antes que
se acabem ; Da ra de Queimado o. 46, loja d
Gui maraes & Bastos.
JORNAL DAS FAHIL1AS.
Publicfo illastrad.i, artstica, recrea
Uva, etc.,
ornada da Bgarinos, gravaras, pecas de mdica;
moldes de vestido, e em garal de lado qu-.uto e
concernente traballtjs de seoboras. Sahe urna
vez por mez. Asignatura por um.anno de Janeiro
oVzembro 12CO0
Livraria franceza, ra do Crespo n. 9.
Carao n.
Ven4e-ss a taberna do pateo
13 : a tratar na roa' d Praia n. 16.
do




1
SoyoegiLlj deposito de superior carvSo de (tediffna
Babia,
Vcndem-se pecas de algodozlnbo muito largo
soperitr qoali.lada com um pequeo toque de ava-
I ra pelo barrio pr<<> de 4, chitas largas de ce-
r.--s a 240rs. o covado, bnm pardo auto bom a
600 rs. a vara : na loja de Antonio Jos dos Res
& C a ra do Passeio Publico o. 6, por baiso do
sobrado novo.
Vende-se um cabriolet eam arrefos compe-
tente;;, ludo em l.om estado, igualmente am ei-
celleite cavallo para o mesmo, e que tambem ser-
ve para ella .. quera pcecisir dlrlja-se a ra d*
Imperador o. So, das 9 bor da maoba a* i da
tarde, qpe xAara' eom quem tratar,

*m
Jtotanio Gomes des Santos & C., fn ^m% Rarh^if
isro.a nriniircTOt bmIs (avoraveii qaaem ouAoqualqoir,YdeP0'to>'a4<-
ecrrera a;ioQ9Me porto. A coaffltar nesta com Obaimgos Aires Math
"cisi i*
as amo si
a anpprli* de
navios a vapor ue
Feijao a 2,000 o sacco
Veodese oa ra da Cruz n. 36.
.-=*
*
----------



-se
ama morada de casa terrea com commodo?, em
bom estado, oa roa Direita n. 6?, urnas mei-*guasJ
aa travessa da estrada do Remedio, um caixao at'
respaldo para grande osa, todo circulado de ja-
ne: las, poni e quiaul ao lado e ja' com outros
mnitos ccmroodos na melhor posiglo qoe possi-
vel, por ter tres frentes, tendo|>ra ra S Miguel,
estrada do Remedio e Piranga, sendo todos na po-
vooqo dos Afogado?, cede-se por precos commo-
dos : iiaem pretender falle ao sacbri.-to da ipr ja
de N. S. da Fi que dir'.quem os vende.
Machinas para descarocar algod2o. do m
Ihor autor que tem apparecido na America-
E' tal a execocao do machinismo, que o a)-
godfo sahe quasi tao pefeitocomo o debo'
landera. Recommenda-se a attencao dot
Srs. agricultores, estas machinas.
CnegroU ao antijio deposito de Henry Fcrster 6
1, ra do Imperador, um campamento de gaz dt
rrifflaira qualidade.o qual se vende em partidas
i relalho por menos preco do que em outr* qoal
ner parte.
Novas chapelinas
de ;ia pnlha da Italia.
A Agoia Branr-s, a' rna do Queimado n. S, rece-
bea nm novo srrtmeau de b mitas cbapelinas de
flaa pallia. da Italia, ornadas com delicadas Dores, e
como sempre a Agaia Branca as veode por precos
commodos. ** Arti^sui
Vtnde-te a labtroa roa da Cacimba O. ?>
com frente para a ra do Vigario, muito afregue-
la Ja, e.CQffi pi uco fundi, prupru para uoi prin-
clpiente : a tratar na tnsroa. _______________
.Venfcte om sillo~rJa povoaco da Varaba,
h-m plantado etenlo tnuitrsarvoredos frucUfero?,
r. m casa de vivenda da niadeira, OiOJto propiio
Kara se passar a resta, por Bear muito prximo do
ic
Pgris, 36, Rna Vivleirng, l>
AS ENFKHMIDAUAS DES SEXAKS, AS AFFKO
$).* r;;TA\F.A<. F. A VTERAQOES DO SANGUK.
~ 30.000 curas das impingent,
postulas herpes tarr.
cornisn, acrimonia, t (
{ Dtmt, allstacocl rfn saftm
gue (Xarope vegetal mercurio). rpurt,7a-
TPgetaei. (JAMIOM mi^f.ii\fk tomio-se dMt".
por semana, seguindo o tradauenlo Df^uialivo:."
t-'-'T- ^adu ns- mermas molestias.
Est XaronCilrsateS--.s?:
a Je CHAB1.E. cura uhl<&
9 tamer.leiiualqusrpiirj'i'ca,
rela.rc-cau, e debilidade, t
igua Imole os pairos e Pora
IranttH da^ mnlheres. E
fT8;a-*e com o Xarop ds Curado de ferro.
Deasarraidaa. Pomada que II eur im tni tita,
FOWIADA ANTIHESPETiCA
Costra: as afincan cutama e cotr.ison.
PILULS VEGETASS DEPURATIVAS
it 3' tiaijo, cada fruto T&i atcsB^atiJ da ta)
Maata.
AVISO AOS SRS. MDICOS.
H^Tjrpi^B Cor caurrfiMM, toin*
X^tt,'tuf*\\WT^ai lu dot hrc^
Mt\\fi^ UAw^e loJus ai u'.irJC
-*^\^-^rv j.i.iy..Oq ,'n /'.-?;?; \>->x+ ao >io>-i.(a
unu eoihn n-hrlp do rn|w IV Forcct.
Dr- <:ilABUI (O Parii. raa %!v.,- ,..-, -:-..
A venda na pharmacia de P. Maorer f
8 C, em Pernambuco.
MDAEIRO IS SOY
4c lllMT, DixUW-Mcln
Ru da Saina, SI, PA.HIS.
\
io e ter breve de passaVes trirbes de Tetro Va es
Irada de Jaboato ; vende-se por preco multo rom-
modo : tiaia-pe m ra Dirt-ia n. 8, cu ao mesmo
sitio coa ioh R oVlfraes Campello.

laflha, Mstaa ama
,aa* <'*tt M b*m
Em
Vendem
Gran.le UqulJaco
- Na raa do LivraaMBto luja do Ziavo Braslleiro
Rape \ fajad Paulo Cordeiro o. 33, vende-seum sbrtimento de crgalo de to
A loja do cofdelro previdente a' ra do Qaelma- Idas as qoalidides t '


asi 'a iomii
aaw*-in*--ao*i'.a),!eaa'fc'acjali8< ai arn5(iq n-i-fli-i '
idiotamente um n3vo sorti
din. 8. recjbjuujvarennjsa ifcSias. qualidadas \meut 4e csnoMeiros ga ffllto. bazatj para
le rap. ; 4 ,1M gtJ8h1 '- 1ca6-r.
o ata. I u\ a.daoOob' Uhmtv iY. |-a*Ml
00
r.tc. de la
f%
ncala ga-Pif-, M, n'r
att6:ei*.p B'Di i.jr u1'
ral! cara o Sllo 1h> it: i^jpa 6o j
OooTiaS-ataEiJif^
JT WfflMAtrfll
I e:ul
3a%-
B. l'etMt-
i^i-un:ai. Um
ip frsRrt sa-
ri!. >ct'!artl
I* iita.
Ihae^ala-M
.l.fu-nt-) O
Deposito na pbarmacia de P. Maorer i
C. em PeruamboA^ 1
,
"k Vaa^eraaiasaaMara
s cbVM de lia a*ata.:a{amenc0^,010011*8 pafam.est
arate precu de 4 o trte,
paaag/ f a" B*Sra
raa do ocatasMolo
paraneaii
a.'
' ia-vnonv ctjnruaiTO
KfcW, f
era
de thesenras
|ecimentos: ua
ilos ae toas as
pus doce por
ootra qualquer
.. ''-IIIMifif/f dAABWftboJ)ous rm1mk|itBainii'M"ar1rlrTlTii to<^e
em Apipucj, a tratar ra de lmp*rad<;r u. 3, parte : na laria de.los Carnelro Ida (Caba 'roa
' aBdar. *"' TJSarraieres 0. 38,
oa aaaavau uriim 1
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MM
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tarto
tfclfw
u
Collares Royer
0 a Aoadiaos elctricos aag ticos
Deposito acreditad
toja da aui# branca ra do Queimatlo a %
Apregeaw indi os prodigiosos^ffeitos don
Collares Royer jaaao enstaar os querer
introduzir navidades, porque a fama de sua
efflcacia lem-se tasto estendido, e os sea
felizes resoltados a tal altura elevado, que
hoje rara a pessoa que por experiencia
propria, ou por intermedio de seus amigos
e parentes, ignore ou destonheja as virtu-
des desses senpre spreciaveis collares
Rover.
A aguia branca porm se gloria de coacer-
rer pira oca to justo fina, se nao por ou-
ro moda ao menos por ter sempre, e cons-
antemente um completo ortimento desset
collares migneticos, que bem se podem cha-
marsalva ndas das criancas.
Resta ainda que os senhores pais de fa-
milia se facam convencer {de que converja
nao esperar que. as criancas sejam atacadas
do mal, e por isso necessario ou conve-
niente que com antecedencia se deite na
crianza um desses collares para assim estar
ella preservada das conv ,-lces e se contar
livre dosrfgores da denticSo.
A agaia branca roa do Qaeimado n. 8
coulina a receber por todos os vapores
francezes a quantidade que ha contratado e
por isso achvs ella sempre provida dos ver-' Lh",os "ares e vottas de vi triho e seda, ultima
a I V*lf\H A Ir.#.-.<>> n rttlirt n A .
It
.
1
I *
I Pt.t. Mil
9aiyf qalieH so 9*1001 i
MOTAS VAEEBTOAS
r B tfifi
I
roa do Crespo n. A, eiqulua da ra do Imperador
Acata de chegir peto tttor Gmennr, ora variadsimo sortimento de fazendas qae di rom 08
p.ssos correspondentes qoe foraoj as roelhorea, aa de mais gostos e Dovldades qae encontrarara era
Pariz. e por Uso muito reooromendamos a apreclago do respelavel publico, os seguales artigo* que
so eocontraiao na iota do Passo.
Iqoissimos cortes de seda de cores, com lindos Riqoissimos vestimentas de cambraias primorosa-
lodos os pertenec para
todos completos para
matizas completamente novidade.
Lindissimos vestidos de cambraia branca bordados
com gosto.
RicoVbasqolnes, primorosamente bordados, e ulti-
ma moda em Parir.
Riqoisiiroas ehapelioas de seda, palha a imitagao
e entenadas cem mullo gosto.
Coques para senhoras, sendo estes de nttima moda
em Pariz.
Llodissimas gravatinhas para sepboras.
dadeiros eollires Rjyer ttricos magne
ticos.
A Agola Branca a rna do Qaei-
mado n. 8.
Incootestavelmeote na toja da Agaia Branca
onde os apreciadores do oom podem melborroesli
provtr--e daqualles objecios de gosto. E-sa verda
de ja por taotos e lautas vexes recoohecida ainda
agora se fax confirmar cora a nota dos preciosos
objectos de goto e valor qoe a aguia tero a salis-
faco de pateoiaar e pora disposigo de qaem os
deseje epossa comprar. Ella principiara pelas ri-
cas taixas coi msica e sem ella, para costura.
Bssas caixas por sua perfeigBes, gnstos e rlqae-
xas, se toroam recomroeadavets para algom im
portao'e prsenle, ou mesmo para quem leaba gos-
to de pojsuir urna bella obra, porque de certa sao
ellas as de mior valor que se encentran) em Per-
oambueo, tent urna qae sobresahe a todas as ou-
tras. Alera detas ba outr.is de precos menores, as-
sira como tamb?m ba bjaitas caixinbas vazias de
madeira, enveraisadas e ruarebetadas, com echa-
dura e chave, para costura.
Em fques o que se pode encontrar de melhor,
sendo:
Todo de madreperola, bordados, ;obra de gosto e
valor.
Outros de madreperola o seda, bonitos desenbos.
Oatros de madreperla com b rdados coloridos,
Obras de muito gosto, e geralrneule apreciadas.
Oatros lodos de sndalo.
Outros de sndalo e seda com bellos desenos.
Ouiros todos pretos para lulo.
Outros pretos com desenbos roxos, proprios pa-
ra senheras viuvas.
Outros de sndalo e faia, formando qaatro vistas
Outros de sndalo e sndalo e seda, para me-
ninas.
Outros de madeira e papel, obra barata.
Guarniles de lilas, ditas de bonitas e modernas
trancas para vestidos
A Aguia Branca receben novameote ntu bello
sarlimeDto aquellas apreciadas guarnigSes de fi-
tas ; assim como ontris de lidas e modernas trao
^as. Os apreciadores do bom comparegam na luja
da Aguia BraDca a ra do Queiroado n. 8.
Fioissinus mri.is de Go de Escossia para criancas.
Vendem-se na ra do Queimado I ja da Aguia
Branca n. 8, onde tambera ha onlras multas de al
godao para emoc/s de 3 a 12 mezes.
llui tiuas lavas de t > de Escossia e seda, para ho-
rneas e senderas.
A Aguia Branca a rea do Queimado n. 8, reee-
beu ura bom surtimenlo de fioas luvas de fio de Es-
cossia e seda, brancas e de cores, bordadas o lisa?,
tanto para borneas cerno para senhoras; quem as
pretender e dirijir-se a dita lofa da Aguia Branca,
conhecera que em tal genero nao se encontra me
tbor, e uive nem mesmo igual em alguma outra
parte.
Requifcs brancos ou traaciulias papa-fina.
A Aguia Braact acaba de receber ara novo e
bello sortimento dessas to procuradas trancinbas
papa-flna, com diversos e agradavels moldes, e co-
mo sempre a Aguia Bracea a ra do Queimado n.
8 continua a vender barato
Gullinhas e punbos, manguos e gollinkas, obras
modernas e de gosto.
A Aguia Branca acba-se recentemente provHa
de bonitas gofioha1! e pouhos bordados, manguitos
e go lionas tamben) bordad.s, e ludo do melhor
gosto e ultima moda, teodo as golliohas e pnnbos
muitos, ]a enfeitados com fitas eufiadas, e algums
pequeas para meninas. Os preces apeiar de com-
modos variara com as differectes qualidadis das
obrss. Os pretndanles comparecam na loja da
Aguia Branca a ra do Queimado n. 8 que sero
servidos a contento.
Entremeios bordados cm pecas grandes.
A Aguia Branca a ra do Queimado o. 8 esta
vendendo bonitos entremeios bordados em pegas
grandes de 12 tira?, e pelo baratissirao preco de
Sfi.JOOcada peca. A grande bXtracgao qun elles
tom tido confirmam os diversos fias para qae ser-
ven), as im pols conven) que a boa freguezia da
Aguia Branca aprovelte essa boa e barata faxenda.
Chegram tambem
os novoe coques que multo tecm agradado pelos
sens bellos deaeuhos, e perfeita eiecoco d'ubra.
Assim como igualmeale ehegaram bonitos port-
booqaets dourados com cabos de madreperola.
A AgQia Branca, a' roa do Racima-
do n. 8, vende ;
Fitas para fachas de juixes de paz, delegados e
subdelegados.
Ditas para cavalleiros da Rosa, Christo e Cru-
zeiro.
1/ VAS NOVAS
A Agaia Branca a ra do Queimado o.
8 receben d'aquellas bonitas luvas de pelli-
ca enfeitadas, e j bem conhecidas.por luvas
a dnqueza. f*lV' *'__________
moda e Inteira novidade.
Collarinhos, punios e gravatinhas de Cbnny, com-
pleta novidade.
Rlqnissimos leques de marSra todos aberlos e de
ultimo gosto em Parlz ; assim como de sndalo
madreperola.
mente bordados, com
creancas se baptlsar.
Ricos vestuarios, de cores,
meninos de 2 a 4 aonos.
Mantas de blonda para noivas.
Moiriaoiique, grosdenaple e sedas preta, branca
e de cores.
Riqoissimos cintos, oltiraa moda.
Ricos enfeiles para seoboras e meninas.
Lindissimas cbapelinas de seda e de paiba para
meninas.
Rlqnissimos cortes de fantasa para vestidos de se-
nhora.
Lindos cortes.de lia para vestido* novidade.
Chapeos de castor a canotier, ultima moda par a
rapaslada em Pariz.
Grande deposito de luvas de Jouvio recbese por
lodos os vapores grande sortimento.
Casemiras, cambraias, la?, mnsselinas, precalias, chitas e ama iofioidde de objectos que
deixamos de mencionar por se lomar magante.
Iso s na loja do Passo ra do Crespo n. 7 esquina da do Imperador.





CHANDE NOVIDADE




AUGUSTO PORTO A C.
11Ra do Queimado11
Este estabeleetmento acaba de receber e vende por commodojpreco as segnintes
faztndas finas :
Vestidos de b ond para noiva com manta e capella.
Ricos vestidos de cambraia branca bordadas i qne ha de melhor.
Cortinados bordados e admascados para camas de 2o^ a 8otf.
Ditos bordados e admascados para janellas de 9 a 2o#.
Colxas de seda e la e seda para cama de noivas.
Basquinas modernas de muito gosto de 2o a 5o5l.
Toalhinhas de croch para cadeiras e sofs, e colxas de croch para camas.
Chapelinas de crpe branco, e chapeos de palha da Italia para senhora.
Moir branco e preto, grosdenaple preto e de todas as cores para vestidos.
Camisas para homem francezas e inglezas de linho, e de algodo.
Gnardapisa de crinefine para fazer mais elegantes os v< stidos de 15a e de seda
a 32o rs. a vara.
Superiores saias bordadas de linho, camisas e camisinhas bordadas e lencl de
cambraia bordada para senhoras, ricas toalhas bordadas com muito gosto, e lindos ves-
tuarios para baptisaios com o respectivo enxoval.
L5as com listras de seda de varias cotes a que ha de meihor.
Chapeos brancos de castor, e ricos chapeos de sol inglezcs para homem.
Malas de diversos tamanhos para via^ens.
Panos finos e casen iras pretas e decores e outras muitas fazendas que se ven-
dem baratissimo.
Este estabeleetmento continua a receber as melhores.
Esteiras e alcatifas para salas,
iiRita do lucimadoH
!


-di '
19 en
LOJA E ARMAZEM
to ^
& a t ti
Roa da lo peratriz n. 60

Roa da lo peratriz n.
iama! Tendo os donos deite grande estabelecimento resolvido liqnidar a maior parte das
soas fazendas resolveram vender com grandes abatimentos em prejos, assim como teem
receido ltimamente urna grande porcao de fazendas novas tanto inglezas como francezas,
alemSas e suissas, teem destinado venderem-nas mais barato que em outra qualquer parte
afirn de apurarem dinheiro, dando de todas ellas, amostras deixando ficar p nbor, on
mandam-nas levar era casa das excelkntissimas familias pelos s"m caixeiros; assim como
as pessoas que negociara em pequea escalla, neste estabelecimento comprar5o pelos mes
mos precos que compravam as casas inglezas; ganhndo-se apenas o descont.
Tiras bordadas c Oabadlahos
Qaem quizer fazer boa compra de tiras
bordadas on bbadinbos, achara um grande
sortimento para escolher e por i-reco muito
mais barato do que em outra qualquer parte,
na loja e armazem do PavUo, ra da Impe-
ratriz n 6o, de Gama & Silva.
F&zenda para luto na loja do
Pavo
Vende-se setim da China com 6 palmos de
largura proprio para vestidos a 23 o covado,
lazinhas.pretas lisas, alpacas com listra bran-
ca a 1(3 o covado, cassas brancas com listras

m

@&(&<$i
tijp&isfc)





N. 64-----Eua da Imperatriz-----N. 64.
Kova loja de miadezas e
artigos de modas


DE
SILVA & NEVES.


_______^_
Os propietarios deste novo eslabelecimenlj cfferecem ao respeitavel ^fe>.

j||^ pobhco desta bella cidade, e do interior um lindo e escolhido soriimento de
gw miudezas e artigos de modas, concorrendo para isto o terem na Europa, pes-
SEg soas habilitadas a executarem suas encommendas no que houver de mais no-
:^X v'dade e gosto, e garanem vender pelos precos mais rasoaveis do que em
jlggS outra qnalqner parte apar de maneiras delicadas e sinceras.
:--, Acabam de receber celo vapor francez Guienne, os seguintes bcl'os )^
^| artigos de moda e fantasa. |g
WQ Lnvas de Jouvin para senhoras e homens, de todas as efires. fS&f.
Livros para missa com capas de madreperola etc. WgS
Indispensveis e boleas de to as as qualidades, @*k
Coques os mais modernos. 9R
Espartilhos, collares, e cintos de seda e vidrilho. H|
. Reodas de Guipare, de seda, (blonds) e de algod5o, de todas as fe
qualidades. g|g
Completo sortimento de trancas, Otas, botos e guarnicties de seda z
com vidrilho e sem elle, gravatinhas de seda, e manguiios de lustro bordados ?.
tudo do oltimo gosto de Pars.
Leques de sndalo berto do mais apurado trabalho
Agua Florida e tnico oriental de Laman & Kemps.
Ricos enftites e guarniges de flores para vestido e cabeca.
Calcado para senhoras e meninas.
Perfumaras as melhores mais escolhas de Lubm, Piver, e Cou-
dray, em ricos e elegantes vasos de porcellana, crystal e prala iogleza.
Meias de algodSo, as mais Anas e melhores que teem at hoje vindo
ao mercado, para senhoras e bomeos.
Chapeos de palha da Italia, e a imitacao para meninas.
E um sem numero de artigo, de gosto e fantazia que s a vista
podem ser apreciado.

GRANDE BAZAR
ra Nova n. 20 e 22
Machinas paa costura do autor Wheele
A Wilson, chegadas ltimamente da Ame-
rica; as qoaes pode eoeer-se com dom
pespontos, toda e qoalquer fazenda, emb-
inhar, frangir, bordar e marcar roupa; todt
com perfeic3o. S3o t3o simples, que com-
prehende-.e fcilmente a maneira do traba-
lho e a pessoa tendo pratica de coser em mi-
r hias, pode fazer por da o ser vico qoe o><
ciam 3 costoreiras.
Chama-se i este estabelecimento a attet-
tfo do publico, visto qoe elle se acha com-
pletamente sortido de objectos de gosto,
como bem leqoes de madreperola e de sn-
dalo, fiVl*8 fit para cinto, cokes perfo
mariae etc',
Na ra QO^ Q- 20 e 22. Cameiro Viai
na &C.
LxJ
S'


MOYO DEPOSITO
A
'



PIa i)ESCAROCAR algodAo
Manoel Bento de Oliveira Braga,
63Rna Dirclta __53
Neste estabelecimento se encontrarlo a
verdadeiras machinas americanas chegadas ultima-
mente, as quaes sao feitas pelo mais afamado fa-
bricante da America, por isso avisa a todas as pes-
soas qoe precisarem comprar, de se dirigir a este
estabelecimento que comprarlo das mais perfeitas
neste genero, assim como mais barato do que em
ootra qnalqner parte, pop sso que se recebe por
conta propria, bem como cannos de chombo e moi-
nhos para moer milho, e grande sortimento de fer-
ragens e miudezas em jrosso e a retalho.
Facas de cabo tranco de meio balanco a h&
a duz'w, limas finas de todos os tainanhos proprias
de trabalho de escoltara.
pretas a 5oo rs. a vara, ditas pretas
com s'Ipicos vara a 56o rs. ditas francezas
com listras e ramagens vara a 8uO rs., me-
rino preto, alpacas e pfincezas, mais barato
do que em outra qualquer parte, na leja do
Pavo, ra da Imperatriz n. Co, de Gama &
Silva.
PALITO'S DE PANNO A 6,0
Vendem-se palitos de panno preto saceos
a 6, ditos sobrecasacos a lo#, calcas de ca-
semira preta a 6# e 7$, d ta muito finas a
95 e lo$, finissimos sobrecasaets de panno a
200 e 250, calcas de casemira de cor a 70 e
80, um grande sortimento de coleles de toda
a qualida e e outras muas qualidades de
roupas qu se vendem mais barato do que
em outra qualquer parle, na loja e armazem
do Pav5o, i ua da Imperatriz n. 6o, de Ga-
ma d Silva.
As salas do I'avo a 3$500.
Vende-fe urna grande porcao das mais bonitas
salas brancas com lindas barr?s bordadas de co-
res, tendo & pannos cada nma, sendo fazenda o
teiramente moderna, pelo barate prego de 350
cada urna sendo fazenda que sempre se venden
por muito mais dinheiro ; na loja e armazem do
P.ivao, na roa da Imperatriz d. 60, de Gama &
Silva.
CASAQUINHOS DO PAVAO A 18,51, 2o0
250 E 3o0
Chegram o mais modernos casaquinhos
ou jaqoelas de grs preto, ricamente enfei-
tadas sendo nos com c'ni ura e outros soltos
conforme se usa ltimamente e vendem-se
pelosbaratos precos de 18, 2o0,250 e 3o0,
na loja e armaztm do Pavo, ra da Impe-
ratriz n. 6o, de Gama & Silva.
Hoire-antiqne.
Vende-se superior moire-antique de cor, con
algQtn loque de mofo, por preco omito barato, para
acabar : Da loja do Pavao, ra da Imperatriz n. 60,
de Gama & Silva.
Cant'stohas a 3$.
Vi-ndem-se as mais modernas camisinbas com
mangnilos tanto bordados como de pregoinbas com
elegaotes [nuhos e bonitas abot:aduras pelo bara-
to prego de 34 00 ; na toja e armszem do Pavao,
ra da Imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
|> Pavo.
Vende-se urna gradde porcao de casimiras supe-
riores enfeMada?, sendo escoras e alegres proprias
para calcas, poletets, coleles e re-opas para meni-
nos peto baralisimo prego de i800 o covado oo
a 2800 o corte de calca, grande pecbincba n;
loja e armazem do Pavo : ra da Imperatriz n. 60,
de Gama & Silva.
alpaca iiionstro com 5 pemos a 280-
S o Pavo.
Vende-se alpacas de qoadros sendo padrees es-
coros proprios para vestidos tendo 5 palmos de
largura quu facilita fater-se um vestido al com
f? cevados pelo barato prego de 280 rs. o covado,
garantindo se qae fajenda qne val moito mais
ii!ihi-ir.>, portanto pechiocba : d loja e arma
em do Pavo ra da Imperatriz n. 60, de Gama
& Silva.
Poupelinas para a festa a 320 rs. o covado.
Veude-t urna grinde p.-rgao das mais bonitas
ponpelinas transparentes com palinlntis bordadas
a i ou quadrinhos a imitiS) de Oo de seda, pro-
trias para vestidos pelo baratissimo prego de orna
pataca o covado, grande pecbocba : na loja e
armazem do Pavo ra da Imperatriz n. 60, de
Gama 4 Silva.
CORTES DE SEDA.
a 28J000 res na loja do Pavo.
Uhegarara os mais modernos cortes de seda dt
cor cora elegantes desenbos claros e escaros, ten-
do maita fjzenda para nm vestido e veodem-sc
pelo barato preco de 184000 res, por estarmo
ruoilo prximos da festa, isto na loja do
rna da Imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
Berlanha de linho
Com 30 jardas a 124000 reis.
S o Pavao.
Vendem-se pecas de superior bei tanha de llnbi
puro, tendo 3.7 jardas r-u 25 varas cada pessa pele
baratsimo preco de flOOO re?, sendo esla fa-
zenda propria para leoefos, camuas, toalhas, etc.
i.-ta na loja do Pavo, ra da Imperatriz n. 60, dt
Gama & Silva.
Bramante de linho.
Com 20 jardas a 84-00 res.
Vende-se superiores pecas de bramante de linbc
proprio para lences, toalbas, carnizas, etc. lemlc
20 jardas cada pessa pelo barato prego de 84000
res, na loja e armazem do Pavo, ra da Impera-
triz B. 60, de Groa A Silva.
SAlAs ECONMICAS,
a 2,600 res.
Vende-se nma grande porcao de saias de co-
cona bonitas barras pelo baratissimo preco de
24500 rers, Da loja e armazem do Pavao ; roa da
Imoeralriz. 60, de Gama A Silva.
PUMOS COM GOLINHAS.
14000 rea.
Vende-se orna grande porcao de panbos com
goliohas de esgolo de lioho, com os mais liados
bordados pelo barato prego de 14000 o temo, di-
tos bordados de cor a 640 res, sendo grande pe
chincha pelo prego, na roa da Imperatriz o. 60 de
Gama & Silva.
POIL DE CHEVRE.
a 560 e 800 reis.
Vendem se as mais bonitas lansiahas com lista;
de seda, intituladas poli de chvre pelo baratUs
000 preco de 560 res o covado, ditas com as lis-
tas mathisadas a 800 reis, assim como om grao-
de sortimento das mais bonitas e modernas lansl-
Dbas qoe se vendem pelos precos de 280, 400,
500 e 560 reis, bonitas alpacas de seda de orna
s cor a 640 e 800 reis, isto na loja do Pavo,
rna da Imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
Balees esgoios.
a 24300.
Chegram os mais modernos bales esgoios sea-
do verdaderamente americanos e vendem-se pelo
barato prego de 24500, na Uja do Pavao roa das
Imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
PECHINCHft S
Dloes a 23, 35oo e 33
Vendem-s nm grande sortimento de cri-
nolinas ou bafes de arcos para senhora pelos
baratos precos de 23, 23ooo e 33 por naver
grande porclo, na loja e armazem do Pa-
vo, ra da Imperatriz n. 6o, de Gama 4
Cassas a 4o rs. s o pavo.
Vendem-se bonitas ca:-sas inglezas de co-
res tlxas pelo frarato preco de 240 rs, o co-
vado, ditas francezas fazenda muilo flua com
padroes lisiados e de flores, assim como com
palminas miadas proprias para meninos a
3oo rs. o covado ou a 5oo rs. vara : pe-
isas o i chincha na leja e armazem do Pavao ra da
'Imperatriz n. 6o de Gama & Silva.
Cortes de alpaca a eetc patacas.
Vendem se cortes de alpaca escora pan vesti-
dos pelo baratissimo prego de 242i0 o corte,
grande pecbineha na loja e armazem do Pavo ra
da Imperatriz d. CO, de Gama A Silva.
Presos vantajosos
n?s miudezas do grande estabeleci-
mento de Sooza Soares & Irmo.
Ra \ova n. 28.
Yeudcoi em grosso e a retalho.
Linhas novellc-s, muito superiores, libras surtidas
24:00 e 200.
Dita em nvelos, mais inferior a 14500 e 14800 ,
a dita.
Dita branca em caias de 5C nvelos a 640 ris
Dita para marcar, canas de 16 ditos a 2iO rs.
Dita branca em ditas de 10 ditos grandes a 560.
Dita em carros de 100 ardas a 360 rs. a du;ia*
Dita em carros de 200 jardas a 14200 a dozia.
Dita emearlSes, branca e preta, a 160r>. a dita.
Ruzetas de cores em cana: de dozia, a 1,'i'OO a
dita.
Grampas com cabega de vidro a ICO rs. a dita.
Agnlheiros pintares a 210 rs. a dozia.
Bi des de moedinhas deliradas e prateadas, para
pouhos, a 14900 a duzia de pares.
Ditos de madreperola, para camisa, a 03 rs. a
groza.
Ditos de osso, para cnlga, a 240 rs. a dita.
Calxinhas com soldados de chombo a 120 rs.
Rspelbos de mulura dourada a 14400 a duzia.
P> ntes de lago doorado, para cec, a 64 rs. a
dDZia.
Ditos de lagos Usos, para eoc, a S^OO s duzia.
Ditos dourados, com Qres, iJioDa duzia.
Dilos de blalo, multo bons para alisar, a 24300
e 25400 a dita.
Dedaes amareios e prateados, Onos, a 240 rs. a
dita.
Colchetes em calxinhas a 640 rs. a dita.
fDitos era carloes a 600, e 900 rs. a dita.
IPegas de Qta para coz, larga, com 10 vara, a
500 rs. a pega.
fitas de seda o. i '/2, pegas com 8 varas, a 260
rs. a dita.
Cadag branco para cerclas a 563 rs. a duzia
de pegas.
Laas de todas as cores, para bordar, a 64300 a
Ubra.
Phosphoros de cera, em caixinbas, a 360 rs. a
daiia.
Ditos de pan encerado, sem ebelro, a 360 rs. a
duzia de ea:x r.l.as.
Ditos de cera, em caixas gra.ndes de folha, a
14400 a duzia.
Carlilhas da Doutrina Chris'.a a 320 rs.
Obrejas de colla, em caixinha?, a 320 e 500 rs.
Sabcmetes Anos a 800 e 14 a dtitia.
Pacas e garpbos cabo de osso, lazc-nda boa, a
24500 a duiia.
Abolnadoras Anas para coletes, cintos com flve-
las de crystal, e mollas ouiras qualidades, puicei-
ra de euBtas, pentes com paftrfes para coques, en-
leltes para cabega, um completo sortimento de per-
fumaras de todas as qualidadrs. colariohos, can-
deeiros a gat, ferragens de todas as qualidades etc.
etc.; a ra Nova n. 28.______________________
VENDE-SE
Motores americanos para dous cavallos.
Dito dito para qoatro cavallos.
Machinas para descarogar algodo de 14, 16,
18,20. 30, 35 e 40 serras.
Prengas para enfardar algodo fazendo os sac-
eos ccnr6 palmos de comprimento com o peso de
160 e 200 libras, rindas ltimamente da America
do armazem de Henry Forster di C, no caes Pe
dro II d. 2 junto ao Gabinete Porloguez-
Grande rtidade paran
* festa
Na loja do pava roa da Fmperatrf .
60, de (are | Silva,
Modernas poupeNnas cem pafmiolus
bordadas e qoadros, covado a. (60
Modernsimas laziohas com pal
mas, salpicos, qnadr-s, listas, etc.
etc., covado, a 400, 600 e........ 960
Llodas laarom listas de stda, co-
vado, a 3W e....................
Verdadelro poil de Chrire cero listas
modernas, covado, a 800, 14a....
FinisMinas mnsselinas decores,-
ado, -......................,_
Bonitas sedas de cores ctm 4 palmes
de largura, covado, a.............
Grosdenaple azol, rozo, lyrlu, cinta/
tto. le., covado, a..............
Modernas cassas com listas brgas,
vara, a 640, 7S), 800 e...........
Modernissimo organdjs de cor, vara,
Organdy largo, com lista e quadre?,
vara, a.......................
Cortes de organdy oro lisias brac-
eas e de cores, tendo 8 varas cada
c rte a.........................
Laazinbas de orna s rr mathisadas
covado a.......................
Cortes de cambraia branca bordada,
sendo neste geoero o mais rico que
tem vio Jo ao un rcadu..........
B-dIIi s tortes de sedas cores claras a
Boiios cortes de phaotazia a.......
Cortes de organys listados com 10
vara, a.....................
Pil branco bordaoo, stndo de mtia
largura, vara, a...............
Bonia fazenda Lranca para saiss,
tendo pn gas de um lado e iara-
l-i tu bordada, vara a |, (4*80 e
Ricas saias bardadas a 6*000, 84 e
Cassa de cma cor de fbre?, cova-
do a...........................
Ditas francezas muilo fioas, sendo de
listas e fLres, vara a 300 rs. e co-
vadoa........................
Modernos ponhos cem golloras, sen-
do de esgnio de Iinbo, btrdad s,
brancos e de cores a.............
Modernos manguitos com goiliribas a
Ru-.os cerpinhos de cambraia muito
bem enfe.tados e bordados a 84 e
Saias ecommicas e escoras, pira
quem fr passar a festa fora a___

aoo
14KO NO 24000 I
1|800 14000 14000
14000
44000 280
2140TO 2N30O0 104MJO
64000
6*0 146C0 104GOO
240
300
14000 24&CO
IO4OOO
24500
Para acabar
Vendem-se seccas cem fariuha de rcandloca de
25500 a i4; assim como caceas cem lejiao per
baratissimo prego : no trapiche Bario do Livra-
mento no Forte do Mattos n. 13.
SEDAS
S5o chegadas modernas sedas era cortes
e padres uiui lindos: loja to Alvaro iua
do Crespo n. 2o B.
Vende-se nm cavallo melado raposo, moito
novo, andador bi*o: na roa do Itstt-- n. 9.
. JSBH9HS rw"r**
Escravos fgidos

Acaba de sahir a luz
B acha-se venda aa livraria fraaceza
roa do Crespn, 9
Pavo, O SEGUNDO A.NN0
DO
UEHOIAL PKIWAHBICA50
0D
T5

Keia
MEMENTO DIARIO
PARA
1808
COXTEMDO
folha cm biaeco para cada da
do iII DO
O calendario do presente anco, slgnaes do tele-
grapbo do Recite, a augoslissima casa imperial,
corpo consular eslrangeiro, assoejagao Commer-
clal Beneflcente, tribanal do commercio de Per-
namonco, juizo especial do commercio, unta de
corretores, bancos, servigo do cerrelo, estrada de
ferro de Reeife ao S. Francisco, linhas regalares
de naveggao a vapor, linhas regalares de oav-
gago por navios de vela do Havre a Peroamboco,
vapor de reboque, sello proporcional, tabella dos
emolumentos dos tilbunaes do commercio, rega-
lamiento sobre incendios, systema mtrico decimal,
taboa de cambio entre a Inglaterra e o Brasil,
quadro dos divisores, qaadro do tono civil, redoc-
gao de pesos e medidas brasileiras cora as de di-
versos paizes.
Um bonito voliime cncadernado
pelo mdico preco de '*ff.
Aos agricultores.
Saonders Brathers & C. aeaoam de receber
de Liverpool vapores de forga de 3 a 4 cavallos
com todos os pertences, e moi proprios para (ate-
ten) mover machinas da descarogar algedao, po-
dendo cada vapor trabalbar at com liO serras,
tambem servem para enfardar algodo, oa para
ootro qoalquer servigo em qoe nsam de trabalbar
com alimaa. Os mesmo* tambem tm a' venda
machinas americanas de 35 a 40 serras.
Os pretndanles dtrijam-se ao largo do Corpo-
Sanlop. H. ________ _
Pechincba
100^000
Fgio no dia 23 do crrenle mez de cut.iiro, ds
eBgenho Llraoeiro freguezia da E.-cada, o escravi
com es seguintes slgnaes : eabra fusc \ alto coo>
bom corpo e booi; ligora, cara besig si, tjrb
p.'uco serrada,custuma rapar o bRide e a peira
cabellos um unto carapinbados, i^oco cambeta
lem os dedos grandes dos ps m-us ecrr.pridos.
om pouco gago, cera flgumas cicairiie veihas d
chicote uas costas em nma pa' e era um brage
vesticdo camisa de algodo da m: ta ou aigodaozh
nho, c lea e paletot de brim pirdi'. ctiai p de se-
ta prr'.o, e lava vara de rarreiruque e >uppe-s
ter ido asseotar praga como voluntario : recoro
meada se pessoas enrarregadas do n-cru'aroen-
to e as autoridades policiaes cjm entMMiilidMto a
' d > Rio Formse, Una, Agua P|>ta, S. uVeio e Pof-
! lo Calvo e a ootra qualquer pessoa a aop'ehenst
do dito escravo, e entrega-lo bo dito ecenho, qn
recebera' a graicago cima. O escravo cbama
se Francisco.
Piga-SrTfcein.
Foglo em das do roes prximo pas aio do poder
de Agost'nho Jos de Oliveira, em Carear o*, o sen.
escravo Runo, mulato claro, id?de 36 anons. secee
do cojpo, pernas lioar, olhos oro tanto amortecidos
nari?. af.lado, pouca barba, muilo corlez e bem fal-
lante, meitido a valeole, gosta de agoardente e le-
voo japona preta ; f.-i encontrado pn d:a 3 do cor-
rente no legar Bataleira, em direcgaoa estrada!)
torro e suspeita-se qoe teoba ido elf recer-se como
voluntario para a guerra : nga-se p ranlo a* aoo-
rimded poliiiaes e cspit.ies da campo a aprehenso
do dito espravo, qne ser entr'gn a sea senhor eo
a Severino Alves da Silva, em Trombeta.
~GRVFTFSE""
a qnem capturar e conduzir a' fat rica da sabio no
Afogado, oo a ra do Amorim o. 41, po Re^rf', o
escravo Luiz, pardo, ida.de 35 annr?, o qual ji' un
principio deste aonoJni preso por fugid.. e d oowo
evadise da Resma fabrica, eode irat'al>iava, na
madrugada de Domingo oltixo, 24 de novembro ;
cuj escravo fugio veslindo a roopa do uso, de ai.
I godSo de listras, costoma embreagar-se, negar o
I proprio ocrae, e bem cerno o do senber, e tralla
I por castigo una correte fechada ds cintura e no
.torno? ello, do que devera' cousemr ao menos as
manchas.__________________________________
Escravo fgido
Do eogenho B^roflra comarcado Limoe'ro, foglo
na noite- do dia 3 do correcta mez de dm moro, a
escrava crinla de nome Antonia, de 0 annis de
idade 'pe uco mais ou menos, e com os sigoes se-
guintes : e;tatura regalar, cor um pouco loo, ros-
to redondo, denles limados, elbos vivos e lem g *d-
des cicatnzes de fi go pela barriga e pellos. Foi
comprada Desta cidade a 21 d& fevereiro prximo
pa?sadr, aos Srs. No-gueira t C, moradores a' ra
da Cadtia do Reeife.
Quem a aprehender condoz-a a seo senber do
referido engenho, oo ne.'ta praga a Oliveira Filos
& C-, largo do Corpo Sanio o. 19, qae sera' recom-
pensado. _________
~50# de gratifieac^o.
CnntiLiH a andar fgido desde o da 20 de jnlho
do crreme anno o escravo Vicente por aleunha
Caogalba, de 40 anoos pouco mais on meos, na-
gao ADgola, altura regolar, secco do rerpr, pernas
finas e arqueadas, sendo nma mais do qoe entra
qoe da' |ugar com o andar dar grande bai>ngo
om o corpo, ro.'to coroprldo, posea barba soroente
oo qbeixo, e tem na sola dos ps alguns cravos
e as nadigas a.gumas cinlooes proveniente de
ffastlgos, muito ladino e imitla se de forro, le-
von Bastante roupa e asa camisola per cima da
caiga, chapeo de bta oo de palha de abas mailo
largas, goarda sol de ea ja velbo: soppOe se qae
aoda nos arrt b-ldes desla cidade, e coro nma car-
ta falsa, pelo qae no logar Macaco ja' elle fii pre-
so e posto em liberdide, em virtade da menciona-
da carta. R-c-.mmenda se a captara de dito escra-
vo, dando se a gratificagao cima a qaem leva-to a'
roa da Cadeia do Reeife o. 27, segundo andar.
Na loja de calgado do sobrado amarello da roa
. da Ci a. 21 vende a dinheiro a vista snperioros
Cal de Lisboa em barra a 3J, assim orno orna borzegoins eofeiudoa lisos para enhoras, miiH-
porgao a granel a 1*400 o aiqaelro : a iral.r h mu meniaos, pelo barato preg de l#5O0,2#, t,
roa da Cadeia a. 2,1* andar. 45 e of
Gratifka se com 5 $
A qaem capturar o preto da Costa de nome Ja-
cintbo, idade 38 annos, estatura poueo menos de
regular, tem falta de denles, talhos bem viMvels
as magas do rosto, e os bfeos grweos, pernas i-
Das etc. Fugio em 29 de outubro prximo passado,
levando caiga e camisa brancas, chapeo de palha.
A prime-ira vea qu* foglo inutulavase forro de na-
ci e empregava-se como servente de pedreiro,
gaohador, etc. Fol vislo ba poneos das oa cidade
de Olioda, Agoa-Fria e Santo Amaro das Salios,
em ranchos de ootros negros da Costa. Rogase,
pi ls, as autoridades policiaes e a qnalquer parti-
cular a captara de dito negro a ser entregue a sen
senhor Jo3o da Silva Leite, a" rna da Cadeia do
Reeife n. 10. __________________
Foglo do engenho Barrbsrral da fregauia da
Eseada, ura escravo da nome Theoti.nio, estatura
regular, tur preta, eoo orna eicalriz oa fronte,ida-
de de 40 annos, espadando, cn.ulo, teodo ama
perna mats curia do qae a ootra, ns ps apalbela-
dos e oom arestlos e pernas mono Unas. Roga-ae
as aatorldade' polleiaes de apreheoderem-so, on
aos captaes de campo qne o levtm ao abano aisig-
nado qae sero gratificados.
Jos Pereira de Aranj.




^




i*ri*if mimtom j*immFiiM"
LITTEMTRA.
I 'i>
jprendiam sna ama. como de urna peita,
que feehasse facilmeqte o stgred oaquellai
ma s qne juigariam aperar ifeii cidade n'uoa'
sedula, r n n'uma rocpa w ooro. #1
A confissSo deJorge essa coTlimaria aqnel-
le alvo se por ventura cisc de sua. hocca na
preseo^a de muitas pessoas, que podessem
desfazer a perspectiva Je oca crime, que se
phantasasse para comproroetter a Juno.
O cofre de Carolina Atcelia por sua ve?
Vm drama do scala
A escola realista cooquistou um tropho
ooDrama do Scalodo Sr. Victoriano
Palhares, eujo protogonisia tem moitiaffiro-
dade coin o protogooisdo Romance de
um moco pobre.
Um cslylo urgido de lodos os perfumes .viria augmentar anoite das davidas sobre a
.4
ta poesa, derrama-se cada paUvra ios autorja do assassmst.>.
persnnag-nt, qual ama cascan de prolas. E'muito de suppor, que descobrindo-se
Admira orno todos os lypos sao sustenta- ao ,a(o de Jorge> que se confessara ^^
dos com aesiria oesta primorosa compwi- n0J paroxismos desaa marte, o cofre.de Ca-
cao dramtica. rol oa Amelia, e sendo Julio seu fllho, tivesse
Julio cim aquella soberana de sentiaien- j0garfotodrs os esforgos para rehaver a pre-
ts desabonar de sua almaMara cm sa d,g mnos ,],> salteador, e que na iroponi-
aquello amor mat-Taal a enriquecr-lbe o cu- bilidade da realisar) desse fim, fizesse bi-
r; caoJorge com aquella prostituido do vi- qQar Qmi vc,;ma serjs ^
ci a rasgar a sua existencia de doreso ( Mo desejariarars porm qne Julio sents-
barao de Flores com aquella sede de fortuna, S9 eternamente tanto espinho na suacor&a
que naufraga as ondas de fugo de um in- de roartyr0>
cendoMauricio com aquella mascara de, pora nosso intento, que depois detera
um cyuismo inqualiflcavel veUir todas as aura da 0pD3o pab\iea accusado Jhjo como
accoes de sua vida : eis os lypos fin cuja des- 0 assassQ0 de Jorg6f Qouvesse Dma V0Z) qne
Gripe o Sr. Palhares faz tnumpbar urna in-: pronunciasse 0 fial Utt da verdade.
telligenda affeicoadaao genero mais diiucili S 0 aiU()r n3o qaizeSe empretar e8se
de todas as tentativas Iliterarias. remale sua obra, nao seria muiio repugnan-
Cada una dos actos um degro da e,-lte 0 quadro da inaucencia S0lTredra, quan-
cada do sublime, que vem coroar o esen- do nj cruz nufl Mrrftjas(ft Mb^ SfiIls hm.
lace da ccmposicao.
Como nos dramas de Octave-Fenillet o in
torese vai gradualnvoie envolvendo o audi-
tor o na athmospbera do pathetico, onde be-
wm-se pelos olhos os infortunios da huma-
nidad^ para pagrem se com as lagrimas que
se de>iam das palpebras do espectador.
Emqnanlo que o primeiro acto se passa
nos dissabores de urna paixSo contrariada
o segundo p'anta a surpreza era presenta do
desespero de Jorge o terceiro arra>ta a
oompaixao sobre o espectculo de um mo-
ribundorquarto eleva o espirito urna es-
phera de sentimenUlism) que rouba a lin-
guagem aos labios do especia lor para aban-
d&iia-lo no a/roubo de um exlase, que o
s.ororeherrde.
Neste acto, que o ultimo na ordem dos
acontec memos, pnrm o primeiro uo mri-
to, que salta de cada urna das scenas, a for-
ga do drama se concentra em tres persona-
gensJulioMara e o barao de Flores.
Aqui o Sr. Palhares esposou todas as re-
gras, que devem de dominar no desentreclio
tas composices dramticas.
Na i converia que as seosaces fossem re
partidas por diversas personagens.
Dest'aite longo de convergirem as atteo-
goes para um foco, que vem reunir-se t)-
dos os raios do enredo, seriam pelo contra-
rio distra-das para differentes pontos visto
como foi esquecido o principal ponto de apoio.
Este defeito acarrelaria a d.fliculdade na
comp'ehenso do desenlace, cougelando ao
mesmo tempo o sentimento. que por isso
mesmo que se achasse dividido, perdera al-
guma cousa do tta calor natural.
Ao epilogo, qoe 15o hbilmente desenlia-
do, o Sr. Palhares faz preceder um cortejo
de verdadeiros anees dramticos.
A sceua do primeiro acto, em que Mauri-
cio recita Maria as expresses da carta, que
ella eude-essar Julio, de urna belleza,
que arrebata.
Nao somenos a scena do terceiro acto,
em que Jorge pedindo a bolsa de Mauricio
abraca-se ao cofre, comd se se abracasse
vida quolbe fugia na puobalada, que acaba-
va de receber.
Permlta-se-nos porm aventurar algomas
observares acerca desta scena.
Iteconbecemos, que a impressSo, que se
levanta de um assassinato, sem duvida al-
guma mais cxemplificadora do que a sua nar-
rac) sobre o proscenio, porm escrevendo
na bandera da nossa escola o nec coram po-
rtillo Medearnieiie.....filiosde Moracio
itonselliaramos, que se poupasse as vistas
<1) publico de orna tragedia desaogue.
Detnais parecera inverosmil, que se n5o
tivesse attriboido a morte de Jorge Julio,
quando fra Jorge o muro de ouro, que se
erguera entre o consorcio de Julio e de Ma-
na.
Este ficto por si so seria sufficiente para
alirar sobre sua fronte todas as suspeilas de
um semelhante assassinato.
Bastara alm disto a presenta do cadver
de um rival oa casa de Julio para ennegre-
cer as sombras desses receios.
Nao havera urna egide que podesse escu-
dar a sna innocencia.
A creada de Maria, que encontrara Jorge
a travar o duello com a morie, e*sa f ra a
confidente dos dous amantes e como tal in-
teressada em apagar a verdade esse res-
peito, nao s era virtude dos vnculos, que a
do na cruz que carrease sobre seus hom
bros havera alguma cousa, que a aproxima-
va do Christo, quando no Chrislo haveria al-
guma cousa, queaaproximava do co, quan-
do no co haveria alguma co..sa que a ap-
proximava de Deus para engrinaldar o sof-
fri ment na trra.
Ah est o eiemplo de Aodr Rose na Da-
lila immolando os ltimos instantes de sua
vida s agonas de umamor que dilacera va
interiormente os seus das.
Grapas porm ao seu talento, o Sr. Palha-
res ctifou muitos ouros no momento, em
que Julio, contempla no cadver de Jorge o
homem eslatua, quen3)lhe podia respon-
der qnem pertencia o cofre roubado de Ca-
rolina Amelia..
N'aquella lucia entre o desejo e o impns-
sivel houvo una victoria para o nome do Sr.
Palua es, victoria, que elle alcanca successi-
vamente as encantado: as scenas do quarto
acto.
Nada mais bello, do que aquella scena em
que Mauricio sopra a tempestade de plvora,
qua o ameaca no rewolver de Julio, invocan-
do nnicameote o nome de .Varia e do inno-
cente fructo de seus amores.
Nada mais commovente do que aquella sce-
ua emque o publico ajoelha pelo espirito
dianle da genuflexo de um pai s plantas
de seu filho.
Nada mais sublime finalmente, do que
aquella scena, em que o prantoque se desusa
na face do bar3o de Flores coBStitue-se o bap-
tismo de sua regenerac3o moral perante a
desgrana, que devora a sua casa as cbammas
de um incendio.
Sobre estas Odres adeja urna lico de mo-
ralidade, que nos ensina qual o tmulo das
riquezas adquiridas illicitamente.
Sr Palhares porm deveria trajar de
um manto <*e virtude todas as miserias da
sociedade de que elle faz a anatoma.
E' assimque Vctor Hugo deboxa todos os
horrores da Lucrecia Borgia entbesourando
a maternidade as entranhas da mulher cri-
minosa.
O typo de Jorge, deixando a sua dignida-
de as garras da miseria, que acaba por mor-
der as su s proprias roupaso typo de Mau-
ricio accendendo o holocausto de seu carc-
ter sempre que urna quantia o aconselha a
fazer essa abdicado moral, todos esses ly-
pos sem urna1 partcula de arrependimento
que se insinu por aquelles coragoes, geram
a antipathia no animo do espectador.
Felizmente a necessidade destes persona-
gens mixtos foi conhecida pelo Sr. Palhares
com relacjlo ostros vultos de sua lindissima
concepteo.
A viuva de Jorga rolara do conceito da
opinio, se o amor do seu filho nao ve-
lasse a candidez d'aquellas azas, que ustavam
pregadas desventura de Julio.
O barao de flores ao passo que transfor-
ma n'om atlar de sacrificio o altar do noiva-
do de sua sobriha adora no semblante de
Julio a encarnacao de uoa sonho de sua mo-
cidade aps o qual elle corre n'uma recorda-
c3o, como se cerresse aps a ventura no pas-
sado, deixando a paternidaJe precipitar-se
de cada urna de suas palavras.
Eis o que nos inspirou a represeolacSo
do drama do Sr. Victoriano Palbares.
4 de dezembro de 1807.
;. b. n c.
FOLHETIM
A norte de Hollopbernes.
=C()iW/c.= I
As srmasdeAssoero devalavam a
da promis.sao, e j os filbos de Jud,
mulos e espavoridos se haviam recolhido as
muralbas da sua fraca cidfle.
O soberbo guerreiro da Syrta, estendia
os seus temiv'eis acampamentos pelos cam-
pos vis nhos, o sol da Azia, reverberava at
Bethania, obrilbo das armas dessas liosles
aguerridas.
Portla a parte selevantavam as alvas
barracas, por loda a parte as bandeirasl
multico'res trenrolavam no sopro da aura, e
no cimo de orna pequea emmioeocia se
ergua soberbo o pavilbiio do general.
'Hollopbernes, confiado no valor dos seus
soldados e oa fama do seu nome, pretenda
levar de assdto na primeira opportonidade
a fraca cidade dos Hebreos.
Vestido de purpura e ouro, elle passeava
orgulhoso, seguido de um brilhante corte-
jo de oficiaos, diante do muros da cidade,
examinando o lugar em que deva mandar
abrir a brecha e por ella levar a morte aos
filbos de Jacob.
Espavoridos, os jadeus levantaran) as
m3os implorando o soccorro do cu, e mal-
trataram-se com horrve s cilicios.
O templo do senbor lant) tempo despresa-
do, de novo aberto a concurrencia do povo,
que ?joelha diante da arca santa, procuran-
do ne la a sua salvarlo.
Tudo era ddr, tudo era afflccSo no povo
espavorido, e a per da da cidade era infal-
livel.
Os mais prudentes dos andaos qneriam
entregar a cidade ao general do conquista-
dor da Azia, e os mais valeotes nem ao me-
nos tinham a 'devida calma para tomar urna
resoluto.
No meio de toda esta scena de desola-
c3o e dr, orna menina, linda como as rosas
da primavera, ergue se impvida e promet-
te ao povo a sua sal vacuo ; pede-lhe tres
das.
EHa encerra-se em sua casa, e pbe-se
as mais ardent*s oraroes, e a sua crensa
de donzella c-ofia altamente na proteccJSo
do cu.
Judith, com os cabellos sollos, froote cur-
vada para a trra, olhos cerrados, labios
entreabertos, mnrmorava baixinho urna sup-
plca a Deus dos exercitos, e argnteas lagri-
mas lhe cahiam em alvos fios dos sedosos
cilios.
Derepente, como qoe tocada por urna
.-hispa divina, ella levanla-se risooba, ali-
mentando em seu peito a f robusta de po-
der salvar seus irmaos.
Arranca a grosseira estameoba qne aper-
tnva as delgadas e formas do seu delicado
e lmdo corpo e as troca pelas sedas da Persia.
Orna-se com todos os enfetes mundanos,
e assim ataviada, parecia-se a noiva que ale-
gre se dirige ao encontr do esposo desoja-
do ha tanto tempo.
Realmente ella diriga nm noivado ; mas
um noivado de morte. consummado entre
o espumar dos vnoos, cnticos de guerra,
som das trompas, luzes de cyrios, e brilbo
de armas.
J era bem tardinha.
O borisoDte em fogo recebia o sol que
semelhante a um re i indio, pareca morrer
devorado nos raios brilhantes da sua propria
gloria.
A estre'la da tarde, como urna flor de
ouro, erguia-se no manto arrouxeado do cu,
e urna brisa doce, soprando mansamente na
campia, beijava as flores, e ia morrer no
seio rugado do lago do mar morto.
Judiib, linda e altiva, como urna sultana
das lendas orientaos, dirige-se cora passos
ra age t sos ao campo aguerrido dos solda-
dos de Hollopheroes.
Os Judeus, vendo-a to linda e to casta,
como a agucena do campo, dirigir-se para
onde estavam as bastes iniraigas, tremiam
pela sorte da candida filha de Mo.
Ella portn confiada na prolecclo do cu
chega ao campo dos soldados de Assuero, e
pede ser apresentada ao general famoso.
Tocados da belleza, da.linda Judith, os sol-
dados de Hollopbernes levaram-na ao seu
general, que descuidoso banqueleia se com
os seus amigos, no festira ultimo das suas
conquistas.
Vendo o porte oobre e elegante da He-
brea, o Assyno, perdido de amores, a re-
cebe com todas as demonstragoes de affecto
e lhe prodigalisa mil caricias
Judith, invocando comsigo o santo norae
de Deus de Israel diz ao general que vem
collccar-se sob a sua protecg5o, e que tam-
bera experimenta um amor de fogo por
elle.
D. BRANDA DE LANDZA
recordaqOes da corte de FELIPPE II
Romance histrico original
Por E> Feio de Mendoza.
PARTE \
le!c!iip?o por amor
LITRO IV
O SENTENCIADO A MORTE.
CAPITULO V.
As snpplicas de dous amigos.
(Continuag3o do n. 258.)
Constanga, com os olhos replectos de la-
grimas, deitoo-se nos bracos de sna madri-
nha, sem lhe poder dirigir a mais pequea
pbrase, porqae o excesso da dr Ih'o im-
pedia.
Emqnanto traidora Maria, paluda e
aterrada, n5o se atreva a dirieir os olhos
para Fernando nem para sua irm3a de leite.
Mas logo a infeliz creatura, mais impruden-
te qoe infame, engaada por sna vez pelo
escudeiro Roque a quem nlo tornara a ver
desde o momento era qne lhe entregara o
conteudo do cofrezinho, apresentando-se-
lhe a sua traig3o com as mais negras cores,
o remorso que j a torturava a anniquiloo
completamente, e desvairada e louca cahio
de joulhos aos ps de Branca.
Perdi I prd3o I disse ; enganaram-
me, senbora. Nunca julguei que entregan-
d& as vossas cartas motivasse tantas des-
ventaras. .. perdoai-me I...
Para tm. Judas I lhe responden
Branca com desprezo.
Ah I es tu a boa e honrada Maria ? ex-
claraoii sarcasticamente o pirata. Devo
agradecer-te.pois que por toa causa fui pre-
so traicoeirameute e condemnado morte.
A' morte t gritou Maria, exhalando
um ai I aDictivo. Oh I do, nao, nao po-
de ser... e les disserara-me que era s urna
brincadeira.
Brincadeira sangoinolenta, exclamoo
o Corsario.
Sim, accrecentou o sacerdote. D.
Fernando de aples, com o nome de Corsa-
rio Negro, est sentenciado a morrer den-
tro de vinte e seis das.
Eis a tua obra, mulher, disse o mar-
quez de Velez, agarrando bruscamente Ma-
ria por um brago. Pela tua infame traigo
vai morrer um dos melhores cavalbeiros
deste seclo.
Oh I meu Dsus exclamon Mara,
retorcendo os bracos desesperadamente,
para que viria aqui ? Ah f todos me enga-
aran)... lodos... o duque de Albi, o
Sr. Antonio Prez, a princeza de Eboli...
todos... tedos. Condemnago e morte
para elles I... Senhora, accrescenton pon-
do-se de p e plhando Branca, elles causa-
ram a minba infamia e a perdigo do vosso
amante... coas joro-vos que o bao de pa-
gar terrivelmente.
E, como se (ora nma demente, sabio da
prisao excitando a corkisidade dos soldados
da guarda, pela expresso da demencia que
denunciava a sna pbysionomia.
Meu padre, disse Branca ao sacerdote,
segui essa mulfcer, pos talvez os seos re-
morsos a leven a praticar oulro crime.
O religioso saudru e sahio.
Depois, D. Pedro Fajardo aproximon-se
do Corsario Negro.
Senboir, lhe disse profundamente
commovido, daime a vossa mo. Tenho
feilo tudo ao meu alcance para vos salvar,
mas todo tem sido inutd. Permitti
agora que m? retire. Teno rauto que fa-
zer, o que poder ser-vos explicado pela
Sra. D. Constanga. Aden?. Talvez nos
n3o tornemos; a ver, mas sabei que se o
destino sa tivesse mostrado meaos duro
para comvosco, terieis acbado na minba
amisadea amisade de um homem de bem.
HolWerne., ba. de volupia e de vinho,
faz ret{rar os seus ajudantes do ioteiior da
barraca, e flea com linda Judith, sabo-
reando a longos sor ros os lnguidos oteares
da (liba de Jerosale*. Ktj"'
A noite j ia alta, e os eunnchos do terr-
vel guerreiro accenderam as alampadas per-
fumadas, e rctiraram-se fechando as corti-
nas adamascadas da tenda do general.
Judith inplora va baixinho o soccorro do
Deus, a qQem os anjos, os archanjos, os'
eberubins e todas as potencias do universo
renden) cuho ; e o genera^ de Assuero leva'
aos labios urna lata de oaro, ebeia dedeli-;
cioso vinho, e bebe o amor e o prazer que
Ibe vai dar a joven recemchegada.
vido, Hollofernes, esgota a taga; urna
sensagao agradavel se apodera do corpo do
guerreiro e om somno delicioso lhe cerra as
palpebras; Hollofernes adormece ao eolio
de Judith. O general dorma profunda-
mente o somno pesado da embriaguez, o
Juditb, elevando os olhos ao co, murmura
urna supplica repassada de unego e de
crtnga no Dos de seus pai*; era chegiio
o momento da viaganga de seus irm3os.
Como inspirada, ella levaota-se, depe a
cabega do temivel Hollofernes no travesseiro
do leito, e langa mi do gladio aGado do
guerreiro, que, depositado a um tanto da
tenda, estiva prompto para embotar-se do
saogue dos Judo >s.
Com a fronte Iluminada por urna cham-
ma desconhecida, olhos brilhantes da luz di
crenca, ella ergue com urna forga viril oa
mao direita o gladio mortfero, e cora a es-
querda segura nos longrs cabellos da ro-
busta esbeca de Hollofernes.
O gladio, suspenso nm momento, reflecte
as mil luzes das alampadas, e por um movi-
mento rpido separa a cabeca do corpo do
guerreiro.
Urna columna de sangue sobe at o teclo
do leito, e cae era chava callida nos folios de
seda da cama voluptuosa de Hollofernes ; e
Juditb, paluda de medo e de jubilo, deita
em um lengol a cabega do conquistador dos
Assyries.
Tmida e cautelosa, ella agradece a Deus
a forga que lhe emprestou, apaga as alam-
padas da tenda, e se ao campo alraves-
sando por entre os batalbes em armas;
ninguem a inquieta.
A noite tinha estendido seu manto de si-
lencio sobre a trra; as estrellas scintilla-
ram como lettras de diamantes no livro do
universo; a loa erguia-se radiante por t-az
do Lybano, dourando os verdes e magesto-
sos cedros.
Apressada, ella chega aos muros de Be-
thania, bate as portas e recebida cora ju-
bilo pelos Judos, que anciosos choravam a
i*erda da sua irm3a.
Offeganle ella abre o lengol, e mostra aos
Hebreos, pasmosos de tanto arrojo, aquella
cabega lvida, de cujos labios sabem dous
flos do sangue negro; era a cabega do ge-
neral temido que pouecs momentos antes ti-
nha o destino de um povo, sujeito a um ace-
no da pona do seu gladio.
O templo logo iluminado, o perfume
arde nos thuribulos, os hymnosrebam pe-
las naves, e o sol da manb3a vem alumiar
um povo ajoelhado na casa de Deus, dando-
Ibe gragas pela sua salvagio.
Ao romper da aurora, os gritos de ale-
gra, os brados de victoria e os bymnos de
guerra, echoaram dos muros da cidade ao
campo dos inimigos.
A cabeca de Hollofernes era basteada em
tropbeo, e seus soldados tranzidos de medo
larga ram as armas, e fugiam em ve.'go abosa
debandada.
Bethania eslava salva. Deus tinha salvado
u seu povo, obrando o milagre por interme-
dio de urna candida e casta filha de Si3o :
Juditb.
Parabyba, novembro de 18ft7.
Carvaiiio Cesar.
A vida poltica na Inglaterra.
Ha poucos espeetseulos mais instructivos
do que a pugna travada entre as cousas e os
partidos do outro lado do estrello. Quem
qne no parlamento inglez quena a refor-
ma eleitoral ? N3o j segredo para nin-
guem que a reforma contava ponquissimos
amigos sinceros uos bancos da cmara dos
communs. qu3o menor n3o era a con-
fianga e a syrapathia que ella inspirava c-
mara dos lords! Basta ter acorapanhado
attentamente os debates das duas cmaras
para fazer idea do terror que produzia esse
moRstro nascido das agtages populajes.
Nem dspensavam o gosto ou a consolag3o
de apontar os perigos da reforma, aquelles
mesos que jolgavani prudente acce.ta-la,\comm^m e pelas 4has. los vm i aleara
Wbijji ou tonei. j reforma repudala do iriamplroTiranl nisso wJeoolhrtoila
um armeo do Sr. Br.ghlt anta* _^Mdas fr;1(]ueM ^ ^ ^ governarem
qnanttn votos. E n3o obstante,.^ c boje; e r.prteei.tar un papel no Es'a>. Oulros
aqui lo que os ingiere chamara^ law o^js/.rcando a .na trUren, procoraran ex-
lhe land, urna das leis orgnicas do rnno.TpiCagoe que nada explicavn e at esnr-
Nao nos diz isto que ba na Ingiaten ma in- pn^ p* Mgar ^^^ qne alis wa
fluencia capaz deeorvar em urna Unagao da- CTdente.. Creio que nem liberaes nem to-
da aos grandes poderes do Etado ? 1>o- ries derMn y^ es verdadeiro8 B|0tifOS qoe
demos designar essa forga com a rpimao dictaram ao principio o procedimento dos
publica. Quero indicar neste esludo^como Operaros. Nio era indifferenga, era cal-
Km>. j -
Com o
Fernando abragou cordialmeote o nobre
D. Pedro, e este sahio da priso extrema-
mente commovido.
As duas damas e o pirata ficaram sos.
Reinou silencio por nm momento.
Sentai-vos, senhoras, disse o pirata s
duas jovens, sentai-vos nesses magnficos
sofs... eu recostar-me-hei no leito.
Branca e Constanga collocaram-se ao lado
do Corsario, e a segunda exclaraou com
amargura :
Muito triste para mim, nobre D.
Fernando, que a primeira vez que vajo o
salvador do meu promeltido e da minba
querida madhaha, seja em Uo triste e de-
ploravel estado.
Senhora, lhe respondeu o pirata, cer-
taraente que sou muito desgragado, e ne-
cessite de toda a minba forga de vontade
para que a desesperagSo me nao leve
pratica de excessos de lonco e de aeges de
cobarde. Tenho o maior prazer em co-
nbecer a amada do meu amigo Lmuza, de
quem sinto nao poder despedir-me antes
de morrer.
As ultimas palavras do Corsario foram
Dterrompidas pelos solugos das duas jo-
vens.
Constanga procurou serenar-se e, depois
de um momento de silencio, disse a sua
madrkiha :
Minba Branca, venbo despedir-me de
ti, porgue D. Anna e Antonio me obrigam
a que d a ralo de esposa a D. Pedro Fa-
jardo, o para fugir da sua violencia, retir-
me ao convento das recolhidas pa a o lado
de mioha ta, onde o Sr. marquez me acom-
panhar.
Acompanba-te elle ?
Acompanha.
Ob I qu5o nobre e leal a sua con-
ducta I
tlertamente, replicn o Corsario Pe-
na que t3o honrado cavalheiro seja hespa-
hol e subdito daFalpoell-
E urna vez no c nvento, proseguio
Branca, o re n3o se atrever a violentara
que se forraam as correntes do pfngfesso
que arrastam na Ioglaterra o proprio gover-
no A inicativa do chefe do estado, em ou-
tros paizes, acosturaou tanto a procurar p^r
traz dos aconteciraentos a mo de um ho-
rnera, qoe poderiam eqovocar-se a respeito
do caminbo que levam as cousis entre os
dossos visinbos. Tal coojnncto de fados
d3o proprio para instruir-nos acerca dos
costumes polticos de urna nago, que con-
fiando a outros o cuidado de representa-la
e dirig-la, conserva a soberana da sua von-
tade?
I
No reform bil de 1832 estava de antemSo
depositado o germen do reform bil de
1867 ; assim que, impossivel que o obser-
vador separa em seu espiilo essas duas
grandes medidas legislativas que concorre-
ro urna apoz outra para ampliar e purifi-
car o systema eleitoral na Ioglaterra. En-
tretanto que diferenga n3o ha no carcter
das duas pocas I Em 1831, o fim da luta
era a victoria da classe media contra a aris-
tocracia, ao passo que os direitos polticos
dos operarioslodos o reconhecem hoje,
foram inteiramente esquecidos. N3o s
evitaram adrailtir ao exercicio da soberana
nacional novos recrutas tirados da classe
operara, mas at est boje demonstrado que
em muitas cidades do Heino Unido os arte-
zos que gosavam com o antigo rgimen a
franqueza eleitoral foram despojados do sen
privilegio celas dis^osigftes da nova le.
Como pois que as massas do povo entra-
ram n'um mov ment em que nao tinham
nenbum interesse directo?
A classe media, antes de apoiar-se no ar-
dor e na impeluosidade dos seus valorosos
auxiliares, nao deixou de Ihes dar a senia.
Ajudai-nos, diziam era alta voz os seus
oradores, e nos vos ajudaremos; dai-nos
auxilio para alargar a brecha, e quando en-
tra rm os na praga abrir- vos-bemos as por-
tas.* Compre confessar que esta proraessa
foi por alguna tempo esquecida oa victoria,
e a parte da naga o que mais concorreu ma-
terialmente para atacar o monopolio da no-
bresa nada lucrou com o successo dos seus
esforgos. Entretanto, algumas vozes recla-
maram a execugSo das promessas contrahi
das no calor da luta. Era 1832, estando os
whigs no poder, lerd John Ruisell, propoz
estudar e modificar a obra a que ligara o
seu nome. Desse da em diante os espiritos
atilados devam comprehender que o syst
ma representativo nao estava fixado pela lei
de 1832. Novo reform bil en arado por
uos como om bem, por outros como um mal
inevtavel, despontou a todos os olhos no
honsonte poltico.
A queslo ao principio vaga e tenebrosa,
assemelhava-se aos doentes do abysmo que,
as antipas legendas do mar, attrahiam os
navegantes aos prfidos escolhos. De en-
contr a taes perigos, naufragaram circo
ministerios pertencentcs a diversos matizes
polticos. Bastar indicar com um trago o
genero de espectculos que semelhante me-
dida enconlrava na Inglaterra. Cada partido
e quasi ousariamos dizer cada estadistati-
nha na cabega nm projecto de reforma que
de ordinario nao coincida com os desejos
do paiz. No meio d'esia confuso. muitos
eleitores, que tinham obtido o direito eleito-
ral gragas aos esforgos combinados da classe
media o da classe operara eram agora os
primeiros que queriam excluir o trabalho
manual do privilegio conquistado por elles
em 1832. Para conhecer a" forga dos argu-
mentos que oppunham a urna Df>va extenso
do suffragio, cumpre saber que os Inglezes
consideram o exercicio da soberana nacional
menos como, um direito do que como urna
funego; ora, toda a uncg5o exige certas
garantas. O voto um deposito que o
Estado pe as m3os dos eleitores julgados
por elle dignos d'essa confianca. Estavam
es operarios preparados para receber o
mandato que se reclamava em seu nome ?
Muitos estadistas mostravam-se duvidosos a
este respeito. O que mais admirava que
por sua parte os operarios mostraran) ao
principio pouca sollicitude por obter a hon-
ra que queriam conferir-Ibes. Apparente
ou real, essa indifferenga foi diversamente
interpretada pelos oradores da cmara dos

bom senso que os distingue, os
operarios inglezes disseram comsigo qne,
fracos. dispersos, sem dinhero, apenas cons-
tituan) um tomo nos destinos do paiz. Que ,t A
I 191
tua vontaie, e tua ta n3o se oppor ao
leu casamento com meu irmo, e seris
ditosos.
Assim o julgo, respondeu Constanga
ingenuamente.
Loucura I exclamou o Corsario, bas-
ta que sejais boa e digna para que a des-
graga vos persiga sempre. A felicidade
s para os coragoes mesquinbus e misera-
veis... a virtude est condemnada a viver
sempre entre cadeias.
Havia nestas palavras um desgesto Ho
pronindo, que a irma de Prez olhou as-
sombrada o Corsario. Era a primeira vez
que oovia phrases to desconsoladoras e
terriveis.
Ob I meu Fernando, exclamou Bran-
ca tomaudo-lhe as m3os, eu te supplico que
n3o falles assim, e que n3o blasphemes nes-
tes momentos. A colera cega-te e deves
perdoar.
Perdoar, Branca ?
Sim, perdoar do corago ; nlo tornes
esteris os meus trabalhos... nao morras
como um hereje impenitente e renegado do
co... n3o seja orna maldigSo a tua ultima
palavra, eu t'o supplico. A morte n3o
mais que urna troca de vida, mas ha quem
eotrou nella completamente purificado se
Daos tem a preraiar-nos alli. Abranda a
tua colera e supplica comigo.
Sim, sim, conlinuou Constanga; fazei,
senhor, o que diz minha madrmha. Que
obtereis com a desesperagSo e nao vos con-
formando com a vossa sorte ? N5o, d3o,
orai, e veris como a orago vos consola e
vos anima. N3o deixeis minha i-ma Bran-
ca em duvida sobre a vossa eterna sorte...
eu tambem vos supplico, senhor...
Mas ha de triumphar a maldade e yer-
,se perseguida a virtude? NSo faz isto
duvidar da bondade de Deas ? Ob I Bran-
ca... Branca... quando me record que
me vejo neste estado por orna viles*, o raen
singue ferve, e quizera dispor do raio para
I exterminar os meus inimigos. NSo posso
1 perdoar ao re a minba morte e a vossa
tiobaro elles por si? O numero. Bem pouco
era isso em frente de iusti tuiges que medem
os borneas pe:a fortuna, pelo talento e pelas
posigoes adquiridas. Antes de figurar no
mundo poltico, era-lhes preciso conquistar
um lugar na sociedade. Partir de alto o
exesaplo: foi associando e disciplinando as
suas forgas que a aristocracia, e depois a
classe media, estenderam a sua influencia no
Estado. O i workmen seguirn pelo cami-
nho qae Ibes haviam tragado, orgamsi-
ram-se. Muitos delles faziam justiga a si
proprios e sabiam perfeitamente qoe eram
inferiores em instruego e luzes ao que na
Gram-Bretanba cham3o-se ruling classes,
classes governantes. Foi bem approveitado
pelos operarios ioglezes o espago da trinta e
cinco anuos decorrido entre o primeiro e o
segundo retorm oill: combateram entre si a
miseria, a ignorancia e outras causas de de-
gradaco. Grande parte desse trabalho oc-
coito escapou aos borneas polticos do Reino
U.iiilo, bem mal informados do que se passa
as carnadas profundas da sociedade. Os
operarios, cajo silencio e abstenga* procla-
maran), comprebendam decerto modo os
seus interesses. Tendo mais. confianca em
si e no seu systema de organisagSo apoiado
em esforgos pessoaes que as medidas legaes
cujo alcance vagamente comprebendam en-
lio, os operarios da Gra-Bretanha concen-
trarlo todas as suas esperanzas na obra
que haviam cmecado. N'om paiz onde
propriedade a raiz dos direitos e da in-
fluencia social, queriam elles constituir a
sua importancia antes de entrar na agitacSo
poltica. Tendo visto de perto as classes
operaras da Inglaterra, cuido que e-tou apto
para fazer urna i lea justa das suas ioten-
gas. Que razes tinham esses honrados
toorkmen para desconfiar de um estrangeiro ?
Pois bem 1 de seus discursos e de seus actos
resulla par? mim urna convicc3o, e que
antes de entrar na lucta quieram preparar
as suas armas.
\(Conlinuar-$e-ha.)
El POUCO DE TUDO.
Benjamn constant. Antes de morrer,
levantou-se sobre o leito para pronunciar
algumas palavras, e disse com a voz quasi
extiucla :
Depois de 22 annos de urna popula-
ridade justamente adquerida ..
Fez urna pausa por se ter sufocado, e
ajuotou, depois de alguns instantes de des-
cango :
O resto fica para a mao ti a!
Esse amanbla nao Ibe foi dado lograr.
N'essa phrase interrompida est daguer-
reotypada a vida do orador parlamentar ;
n'essa morte est representada a do homem
que procura urna tribuna at a ultima hora.
Goethe contentou -se com murmurar:
Quero luz I
Qoanto Lacordaire, dzem que se le-
vantara sobre o travesseiro, e que, eslen-
dendo o brago com impaciencia esttica,
exclamara :
Meu Deus t guiai-me f guiai-me I
Qual desta; mortes mais consoladora t
Esses tres espiritos eminentes enlre-viram a
eternidade o 1 como um senado onde o
noraem poltico devia fazer aceitar sna can-
didatura. Elle leve'medo de Ule cobrir-se
de glorias, e por isso quera apresentar seus
ttulos.
Goethe aspirava um desenvolvimento
do pensamento.
Lacordaire um repouso, ou talvez a urna
certeza.
Dialogo.O empresario deum theatro
hespanbol diz ao director da companbia :
Quanto me costar a por em scena
os Des Guzmanes.
Mil reales.
Enl3o ponho s um.

agona. P3o me possivel orar, porque o
meu corag3o nao respira mais que re, e...
Calla-te, desgragado exclamou Bran-
ca, calla-te por Deus... pensa em ti...
reflexiona, e.. por mim si qoer, faz isto
por mim. Fernando.
Havia na voz da joven tanta, desconsola-
g3o e amargura, que o Corsario cravou o
seu olhar no formoso rosto da sua amante.
Depois, urna lagrima brilhou nos seus
olhos e langou um suspiro.
Oh exclamou por fim, que poderei
recusar-te, minha querida Branca ? Pedes-
me por ti que me arrependa ? Pois bem,
orarei, orarei, porque tu m'o mandas. Que
mais queres ?
Oh! nada mais, Fernando. Ouve
Fr. Agostinbo, toma conta as suas evang-
licas palavras e tem confianca em Deas.
Exiges-m'o tu, Branca ?
Exijo-l'o e suppco-te.
Pois que veoha Fr. Agostinbo. J
estou disposto a lodo.
Ah I obrigada, obrgada, Fernando...
nao sabes que de felicidade innunda a minba
alma neste momeoto... Vem, vem, disse
CoiJSfanga, segurando-lhe urna das m3os;
vem, oremos os tres, e demos graga3
Deus por enviar alma do reprobo um
raio da sua bemdita luz. Vera, vera.
E, ajoelhando com Constanga no centro da
lgubre prisSo, comegaram a orar era si-
lencio, em qoanto qne Fernando, que per
manecera de p com os bracos crusados e
a cabeca inclinada, acabou por se impressio-
nar e cahir tambem da joelhos.
Pouco depois, Branca e Constanga levan-
taram-se.
O Corsario fez o mesmo.
Minba madrinha, disse Branca a
irraaa de Antonio Prez tenho precis3o de
me retirar para dispor o necessario para
a minha fuga. Queres acompanhar-me
at perto de minha casa ? Quera intei-
rar-te de todos os meus projectos, pedir te
conseltios, e como me ausento esta mesma
'noate, no poderemos tornar-nos a ver.
Alm de qie, parece me qae devenios dei-
xar Fernando por algumas horas. Em bre-
ve vira o sacerdote e coovm que ouga as
soas palavras... Quares acompanhar-me,
madrinha ?
Branca vacillou por um momento, mas o
Corsario animou-a.
Vai com Constanga, lhe disse; ella
tem razao. Fre Agostinbo voltar de om
momento para outro e quero estar s
com elle. Mas Dio te demores muito. A
tua vista para mim a nica cousa que me
anima e fortalece.
Pois bem, vou com a micha afilbada,
visto que o queres assim, e que coobego a
mudanga das toas ideas. Adeus, pois, at
logo.
Constanga comegou a chorar.
Fernando pegou-lhe da mao.
Adeus, bella menina, queira o co
tornar-vos mais feliz que a mim, e qoe
unida com o vosso promettido, a quem tan-
to araaes, Deus vos bemdiga e vos conce-
da um porvir tranquillo e ditoso. Pela mi-
nba parte svos pe,o que me nlo esque-
gais, que conservis sempre urna grata re-
c rdago do homem a quem visteis pela pri-
meira vez com um p na eternidade, con-
demnado pela mais Injusta" das sentengas.
Dizei ao nobre Lanuza qae nao me es juega
tambem, e que nos seus momentos de deses-
perado, se alguns liver em sua viaa, se
lembre do meu estado, e compare.
E ao mesmo tempo,'a' estreitou terna-
mante eutre os seus bragos, como se fra
urna irmaa muito querida,
Branca comegou a solugar e Constanga
sentio desfallecer. Por um momento s se
escutaram na logubre babilagSo suspiros e
ais, at q-ie a irm3a de Lanuza, fazendo um
violento esforgo, tirou a sua afilbada quasi
violentamente da priso.
Fernando, no mesmo instante cahio de
joelhos, e coirio o rosto com as mios.
(Conlihuar-se-ha.)
"TYP. DO DIARIO-RUA DAS CRUZS N U
1





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