Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:11437


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Full Text
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ANNO XLUI. NUMERO 280.
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. .tAUINTA FEIRA 5 DE DEZEMBRO DE 1867.
'ABA DEKTBO E FOBA DA PBO VITVCIA.
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27*000

I
[ENCARREGADOS DA SUBSCRIPCAO.
Parabyba, o Sr. Amonio Alexandrino de Lima;
Natal, o Sr. Antonio Marques da Silva; Aracaty,
oSr. A. de Leraos Braga; Cear, o Sr. Joaquina
os de Oliveira ; Para, os Srs. Gerardo Antonio
Aires & Filhs ; Amazonas, o Sr. Jeronymo da
Costa; Alagoas,o Sr. Franeino lavares da Costa;,
Baha, o Sr. Jos Martins Alves: Rio de Janeiro,
Sr. Jos Ribeiro Gasparinbo. |
PARTIDA DOS ESTAPETAS.
Olinda, Cabo, Escada e estacos da va frrea at
Agua Preta, todos os das.
Iguarass e Goyaooa as segundas e sextas Tetras.
Santo aqu o. Grvala, Bezerros, Bonito, Caraar,
Altiobo, Garanhuos, Boiqoe, S. Beato, Bom Con-
selho, Aguas Bellas e Tacarat, as lergas-feiras.
Pao d'Albo, N.azaretb, Limoeiro, Brejo, Pesqaeira,
lugazeira, Flores, Villa Bella, Cabrob, Boa-Vis-
ta, Ourieury.Salgoeiro e Ex, as qaartas feiras
iSeriohiem, Rio Pormoso, Tamandar, Una, Bar-| Primeira vara do civel: tercas a sextas ao meio|
reros, Aa Preta e Pimeoteiras, as quintas! da.
/eiras. Segunda rara

AUDIENCIAS DOS TRIBUNAES DA CAPITAL.
Tnbnnal do commercio: segundas e quintas
Relaco : tercas e sbados s iO horas.
Paseada : quintas s 10 horas.
Julio do commercio : segundas as 11 horas.
Dito de orphos : tercas e sextas a 10 horas.
do civel
1 acra da tarde.
quartas e sabbades a
DAS DA SEMANA.

EPHEMBRIDES DO MEZ DE DEZEMBRO.
4 Qnarto rese, as 7 h. 129 m. da m.
11 La ebeia as 9 h. e 48 m. da m.
18 Qnarto ming. aos 42 ra. da m.
25 La nova as 8 b. e 47 m. da t.
2 Segunda. S. Bibiana v. m., S. Adria m.
3 Terca. S. Francisco Xavier, S. Magina m.
4 Quaria. S. Barbara v. m., S Osmundc
3 Quinta. S. Pedro Crisologo b., S. Sabas ab.
6 Sexta. S. Nicolao b., S. Geraldo are.
7 Sabbado. S. Ambrosio b. dr. da igr.
8 Domlogo. A Inmaculada Coneeico de Mara.
PREAMAR DE HOJE.
Primeira as 9 horas e 18 m. da manha.
Segunda as 9 horas 42 minutos da tarda.
PARTIDA DOS VAPORES COs'pnW.
Para o sal at Alagoas a 14 e 30; para o norta
t a Granja a 15 e 30 de cada mez; para Par-
nando nos das 14 dos metes Janeiro, mareo, nula
julbu, setembro e novembro.
PARTE 0FFIG1AL
OVEREO DO BISPADO
SEDE VACANTE.
Expediente do da 23 de novembro de 18G7.
Offlcio ao Exm. presidente desta provincia.Em
resposta ao offlcio de V. Exc. de 21 do correte,
tenho a honra de declarar que verdade o que al-
lega o Rvd. Jos Modesto Pereira de Brito, e o jal-
go no caso de poder obter a graga que pretende re-
querer a sna magestade o Imperador.
Dito ao vigario do Piona as Alagoas.Proceda
' V. Rvma. ao casamento de Francelioo Jos do as-
cimento com Mara Joaquina da Cooceicao, os
quaes foram por mim dispensados do parentesco de
consangainidade em que se achavam ligados, e ab-
solvidos de quaesquer censaras em que possam ter
i acorridos.
E log) que houver effciluado dito casamento, o
que far com a possivel brevidade porm servatis
servandis, me dar parte immediatameote.
Dito ao vigario do Brejo da Madre de Dos.
Inclusas remeti a V. S. as doas dispensas de Jos
Ferreira do Nascimeato e de Joo Francisco da Sil-
va por V. S. solicitadas em data de 15 do crreme.
25
Offlcio ao vigario de Santa Luzla do Sabugy.
Touho presente o sea cfflcio de 30 do prozimo pas
sade, cootendo as tres seguintes consultas, a cada
urna das quaes passo a responder.
1.* Se cabalo o orago de una freguezia em dia
de trabalbo podera os parochlanos celebrar nesse
tcesmo dia a respectiva festivldade, on se deve esta
ser transferida necesariamente para o domingo se
guite.
2.* Se ba le ecclesiastica qne impoDha aos paro-
cbos do sertao a obrigagaode sabirem a desobriga.
3. Falleeendo um parochiano que mora manas
leguas distante da matriz, e nao quereodo os pa
rentes do mono qne o parodio aeompaoha o corpo,
se era o mesmo pa rocho direito de cobrar o cami
ntio, seja ou nao chamado para o acompabamento.
Quanto a primeira consulta tenho a responder
que nada probioe que a esiividadedo orago se ce-
lebre no seo dia proprio, visto como a razao por
que o breve pontificio que sopprimfo os dias santi-
ficados, manda que se traosra para o domingo se-
guate a festivldade do trago, para que nesse do-
mingo possa caotar-se a missa do orago com a edr
propria do mesmo, e Isto i a Jepeadenle de licenga
do ordinario.
Sobre a segunda consulta tenho a dizer-lhe que
as leis ecclesiasticas impoa aos parocbos o oever
de desobrigarem os seus parochianos, e nsste bis-
pado ba o costme immemorial de sabirem o* pa-
nchos em desabriga, em razio das grandes distan
qual nao podem de prompto recorrer. Este cost-
me immemorlal acba-se estabelecldo como lei : os
parocbos podem licitamente ausentar se de snas
matrizes para percorrerera toda a fregaezta, afim
de desobrigarem os seus parochianos, podem levan-
tar altar nos lugares em que chegarem, e gosam fi-
nalmente de maiores prerogativas quando aodam
em desobriga para poderem hvremente adminis-
trar os sacramentos, e arad ir as necessidades das
suas ovelhas. A tabella dos direitos parochiaes
marca Ibes um estipendio por este accrescimo de
trabalbo, que inherente ao sea cargo, e ao qaal
nao podem de modo algum subtrahir-se.
Qaanto a terceira consulta, respondo que o fa-
rocho t deve acorapaahar o corpo do seu paro-
chiano fallecido, quando para isso for chamado, e
to smente oeste caso deva cobrar o cammho, da
conformldade com a tabella dos direitos paroebiaes.
28
Offlcio ao Ezm. presidente desta provincia. To-
nho a honra de enviar a V. Esc. o incluso requer-
ment, aQm de qne se digne faze-lo seguir para a
coi te como pede o reverendo requerente.
- 59 "*
Offlcio ao vigario de Trjcuubaem.-Tenbo pr-
senle o seu cfflcio de 26 do correte, cm que me
exnoj a dovida que existe sebre o nome da ou-
bente Joaqitoa Vieira de Mello, que depois de ha-
verse casado com este nome, declara agora cha-
ranse Juanna Vieira de Mello.
Tendo dita nubente sido contemplada no inven-
tario de seu finado pai com o nome de Joaquina,
sem que bouvesse reclamado algtima nem da par-
te d'ella, nem dos coberdeiros ; tendo requerido
dispensa do parentesco ro o o come de Joaquina,
corrido os preelamas e se casado cora o mesmo no-
me de Joaquina, nao comprehendo como agora se
aprsente a reclamar sobre o referido nome, de-
clarando ebamar-se Joanna e nao Joaqnina. E por
(,ae possa baver dolo ou malicia nesta ir ca de no-
me, espero qne V. Rvma. proceda a minuciosas
averiguacoes, afim de saber qual a cau>a por que
a referida nnbente nao reclamou sobre a troca de
nome na occasio das partilbas e nos de mais docu-
mentos ; se apresantou certido de baplismo, e com
que nome, e finalmente qaal a causa por que agora
depuis de casada reclama sobre essa queslo a que
nenboma importancia parece ter dado.
30
Offlcio ao vigario de Quebrangulo.Mtendendo
ao qne me expoz no sen cfflcio de 29 do prximo
passado, aotoriso a V. Rvma. para proceder inau-
gurarlo da irmandade do Saotissimo Sacramento,
que se pretende crear nessa matriz para maior ex-
plendor da religio e maior reverencia ao Deus
Sacramentado. Deve V. Rvma. proceder quanto an-
tes orgaolsacao do compromisso qoe tem de re-
ger > mesma irmandade, depois de approvado pe-
los poderes competentes.
Pode bemzer os dous sinos de que (rata no sea
citado offlcio.
Dito ao vigario de Cimbres.Teoho presente o
seu offlcio de 10 do crreme, em que me cnn-ulta
se V. Rvma. obrigado a cantar a missa do Divi-
no Espirito Santo as occasioes das eleicoc?, qoan-
do pira isso convidado pela cmara municipal;
se podo em boa consclencla ir celebrar essa missa
oo lagar onde foneciona a cmara municipal, qna-
iro leguas distante da matriz, beando por conse-
guate a matriz sem missa conventual, viste terem
lugar as eleicoes quasi sempre em domingos : e
finalmente pergunla V. Rvma. se estar tambera
sujetto ao convite da cmara quando fdr para dia
de semana, e se pode exigir della os direitos qoo
(be cabem em razao da distancia.
Em resposta tenho a declarar-lhe qne os paro-
cbos sao obrigados a celebrar as mlssas do Espiri-
to Santo que tem lugar por occasio do procetso
eleitoral, como determina a le reglamentar das
eleicoes : que devem celebrar essa missa na igre-
ja em que tem Ingar as elelcSe?, qner seja matriz
quer seja igreja filial, e que nenhum estipendio po-
dem levar nem pelo trabalbo, nem pelo camiobo,
visto como tal missa da restricta obrigaco do
parecbo.
Quanto a falta da mia conventual na matriz
nao deve V. Rvm. eseropulisar, pois a celebra em
ootra igreja, da sna freguezia por urna cansa pu-
blica e grave; assio como nenhum escrpulo po-
de ter o parocbo em detxar a matriz sem missa
quando por motivo de nma festivldade tara de a
cantar em ontra Igreja da aa freguezia, e Ihe nao
possivel conseguir que na matriz outro sacer-
dote o substitoa na missa conventual.
EXTERIOR.
guerra, que torna inevitavel o rompimento das
hostilidades entre a Franca e a Italia ? O Constt-
tultonnel e a Patrie sao oeste Importante assomp-
to de nma opinio absolutamente opposta. Pela
nossa parte acreditamos que, se a Patru se apres-
son em apresentar, como irrevogavelmente eon j
snmmado, un (acto desgracadamente mnito pro-
vavel, o Conslttntionnel abasa do direito que se
attrlbuera os diplmalas de desmentir a existencia
de um facto qoe est a ponto de se consummar,
emquanto a sua coosommacao nao completa e
nao est offlcialraente demonstrada.
A Patrie proceden com razo debaixo do ponto
de vista dos principios. A Frang nao adrante,
oem pode admittir, qoe a Italia oceupe nma parte
do territorio pontificio, simcllaneamente com as
nossas tropas e pelo mesmo titulo. Esta occopa-
cao commum fui o mximo das pretendes italia-
nas, e estas feram sempre rejeitadas.
Foram rejeitadas ao Sr. Pepoli, como o foram ao
Sr. Ratazzl, e o governo italiano foi prevenido de
qne, se a misso do general La Marmora tinha
por lira insistir n'aquelle pedido, seria to infruc-
tuosa como fra a do Sr. Pepoli.
A presenta das tropas Italianas no territorio
pontificio pois um caso d- guerra, a menos qoe
nao seja saoccicnada pelo papa.
O governo francez, e o qoe o Consltluttonnel,
em vez de se fazer orculo em estylo eoygmatlco,
deveria procurar explicar, antes da declarar a
guerra Italia, e especialmente antes de mandar
aos crarnandantes do nosso exarcito e da nossa
esquadra a ordem para operar contra as torcas
italianas; o governo francez, dizemos nos, deve
comprovar duas cousas: a existencia e o carcter
do. facto.
Urna declararlo de guerra, na nossa poca, traz
comsigo lo grande responsabilidad?, que um go-
veroo digno da sua missao se inp53 o dever de
estar raais do qoe certo do seu direito antes de
pronunciar a palabra taial.
E existe o facto ? Parece que a duvida j nao
possivel, depois da declararlo da Csela de Fio-
renca, que o lelegrapho nn fez conhecer bonlem,
e segundo as noticias qua nos transmute hoje.
Todava, temos as mais fortes razoas para acredi-
tar qno o facto, qoe a esta hora est tal vez con-
snmmado, nao o eslava no momento em que os
despachos telesrrapbicos o faiiam acreditar.
Que conteem esses despachos de fionlem, expe-
didos de Florenc sob a vigilancia e com o visto
do governo italiano ? Urna declaradlo da Gazeta
vfficv, annanciando que, na quarta-feira s onze
boras, se haviam expedido orden3 s tropas reaes
para occoparem inmediatamente alguns pontos do
territorio papalino. O governo italiano declarou
pois que liaba dado s suas tropas ordem para
atravessar a fronleira ; mis nao tioba essa ordem
sido dada por tres ou qualro vezes, sem baver si-
do exeeulada ?
Nao pode a eiecacj ser suspensa ou contra-
mandada, peranle os protestos que Mr. de Villes-
treux nao deixou de fazer immediatamenle, oo
perante o pedido do explicacoes da parte do gover-
no francez, que o lelegrapho nos transmilliu.
Ficariamos snrprebendidos se prximamente se
nao demonsirasse que na quiuta-feira s 10 horas
da manhSa, isto vinte e quatro horas depois da
expedtco das ord;ns anouociadas pela Gazeta de
Ftorenea, nanhum soldado italiano tivesse aioda
atravessado a frooleira. E algumas vezes a tacti
ca dos govaroos apreseatar como coosummados os
factos que aioda podem prevenir, se ebegara a
prever terriveis conseqoencias.
E' verdade qa^ um despacho de Florenga, rece-
bido esla maohaa, sem desigoaco de origera,
oem garanda de aatondade, falla da eotrada das
tropas reaes, do acolhimento eotbusiastico que se
Ins fez, le um plebiscito orgaoisalo em Frosino-
ne, etc. Nao hesitamos em collocar este despa-
cho na mesma posicao d'a^uelles que relataram a
famosa peligao des 12;0C0 romanos, a snblevago
de Roma, a formaco do barricadas no Corso, e
oulras iovencSes da mesma especie. A fabrica de
mentiras esiabelecida em Florenga nao deixou de
uoccionar aioda ; e tornava-se necessario mandar
aos compadres de Pars um novo theraa de decla-
macoes cooira a poltica do governo francez.
O enlbusiasmo dos povos, o nome de Vctor
Emmaouel por toda a parta acclamado, os Roma-
nos correndo ao escrutinio, tudo isto se presta raa-
raviihosamente rhetonca, e permitte lamentar
patbeiicamente o infortunio dos povos romanos,
conservados, a sea pezar e a despeito dos princi-
pios de 89, ssb um jugo embrutecido, pelas armas
de ama na'gao qua davia ser a sua liertadora.
Vamos pois ver reapparecer esses grandes car-
gos, e o despacho da que se trata nao tem natural-
mente por lira seno excitar o zelo, e reanimar a
elocuencia um pouco exaltada dos instrumentos
di poliiica italiana.
O uaico facto qua d urna extrema probabilida-
de eotrada das tropas italianas no territorio pon-
tificio a Immobilidade em qne se conserva Gari-
b.-ildi, o qne por outro lado inesplicavel. A con-
centrago das tropas pontificias nao deixava a Ga-
rtbaldt nenburaa probabilidade da penetrar em
Roma, especialmente depois das enormes perdas
que tinha soflrido em Monte Redondo ; mas o de-
sembarque das tropas fraocezas collocoU'O n'oma
situaco muito perigosa, e qae, a cada bora, se
aggravava.
A ebegada da; tropas italianas, fornecendo lbe
ora pretesto especioso para renunciar a' sua em-
preza, era a nica colsa qoe lbe poda pjupar
urna Iota vergonhosa; e, como sabemos qne um
dos confidentes de Vctor Manoel tinba sido man-
dado junio daqnelle general, nlo podemos esperar
que Garibaldi esperasse a ebegada das tropas
reaes para se retirar sob a sua protecgo, e liceo
ciar os seos bandos.
Suppondo o facto da invasao consummado, fal
taria, dissemos nos, determinar o seu carcter. E'
necessario. para esse fim, conhecer qual a sigoi-
ficaco qae o g verno italiano Ihe liga; qaal o al-
cance, e qnal a dar; cao que entende dar-lhe, em
segundo Ingar, essencial saber o que se peosa
do principal interessado ; isto do governo ro-
mano.
A accao do governo francez nao se fonda de
certo smente na inexecucao da eonvengo de se
tembro, por parta da luna; (nnda-se em grao
anda mais elevado, no appello e na vontade ca
ramente manifestada do santo padre. A Franca
nao respelta so por metade os direitos soberanos
de Pi IX, nem ba de operar no sen paiz, nem f-
ra delle, alm da sua vontade. E' pois ao papa que
perlence provocar e determinar a accao da Fran-
ca, e a elle qoe pertence primeuo qoe todo
apreciar os factos qne se consummam aos limites
do seo territorio.
das tropas italianas, cojo concurso o papa rejeita,
como nma vlolacoe ama injuria; nao sera' im-
punemente qae Pi IX collocara' sob a garanta da
Fraoca a defasa dos seas direitos de soberana; e
agora nesta easo tornar-se-ha o uaico destecho
desta sltoacao.
Que attiade coatara' guardar o governo italia-
no? Qae resposta dar' s explicaras pedidas ?
E' Isso que ba de decidir da conservaco da paz,
Ignoramos qoaes podem ser as instruyos do ge-
neral La Marmora, cuja vinda a' Pars, ora se an-
nuncia, ora se desmente. Nao temos sobre as in-
tencoas promels do gabinete italiano mais do qae
a declaradlo da Gazeta de Florenga, cojo texto
completo recebemos boje,
Esse documento nao menos ambiguo do qae a
proclamado do re Vctor Manoel, e, como ella,
sosceptivel de ama dupla interpretado. Nao faz
mengo alguma da soberana pontificia; mas, se
nao reconhece a auloridade temporal do papa,
lambem a nao contesta.
A declaragao, apresentando a idea de qne a
questao do destino dos povos ficard ao abrigo de to-
do o prejuizo, p le mesmo interpretarse no senti-
do de que o governo italiano nao tanda a sua ac-
go nos pretendidos direitos da Italia a' posse de
Roma, e de que nao entende tirar vantagern dassa
acgo para umasolugo conforme com as suas pre-
teogSes.
A dechragio avoca a convengio de setembro,
como se o gabinete de Florenga se collocasse no
mesmo ponto do governo francez, e prosegoisse na
masma misso. Insiste aa neeessidade de manter
a ordem, no que reclamamos a seguraaga dos po-
vos, eomo se o peassment da conservado gaiasse
s a politica italiana; e os grandes principios, que
foram origera da iregeneragio italiana p.rocera
nao ser invocados seno como urna necessldada
de dar ama satisfagao ao amor proprio nacional.
Sabemos com qae difficnldade esta' a bracos, e
qual o procedimento qoe elle julgava indispensa-
vel guardar perante as paixoas efervescentes;
masa obscuridade, que elle offarece na sna Ira
guagem, nao podera' conserva-la as expllcagoes
qae devera' dar a' Franga.
Nenhama davida devera' existir a respeito das
suas Intengoes, e ba de lbe ser necessario declarar
catbegoricamenle o que vo fazer os soldados ita-
lianos ao territorio pontificio ; se qoerem, em se-
guimento de Garibaldi, fazer um passeio intil e
de curta duragao, oo se devem all conservar-se
apezar dos protestos do soberano pontfice e dos
da Franga.
A resposta da Italia, ba de ser a paz, ou a
guerra ?
(PresseJ
PERNAMBCO
J estao em guerra ?
Existe porventara desde hornera um caso de fraocezas, chamadas pela santa s,
Se das expllcagoes qae foram immediatameote
pedidas ao governo italiano resollar qoe Vctor
Manoel, por urna interpretico abusiva da conven-
gao, smente qolz perseguir no territorio pontificio
os bandos qoe nao soobe saspender na frootelra ;
se nao acensar ootra intengio seno a de provocar
e de promover a dissolugo e a disperso des es
bandos; se, finalmente, peranle o futuro da santa
s qoe sera' apoiado por um protesto da Franga,
fizer repassar de novo a froMeira s tropas reaes
entrar nos limites qoe nnnea devia ter excedido, a
violago do territorio pontificio nao lera' neeessa-
rlamente por eonseqnencia nraa declaragao de
guerra.
Mas, se o protesto do papa e o da Franga nao
obtiverem ama satisfagao; se Victor Manoel se re-
cusar a evacuar o territorio pontificio, e se qolzer
por condigdas a essa evacuagao, eslabeleceodo urna
paridade ioadmissivel entre a preseoga das tropas
e a preseoga
REVISTA DIARIA
Em satisfaco da ordeos impuriaes, foram exigi-
das ao director geral dos Indios desta provincia lo-
firmare.s circunstanciadas acerca do aldamento
do riacho do Mato.
Taes informac js devem comprehender a topo-
graphia do aldameolo, sua popuhgao e satobrlda-
de, bam como a profisso e meios de v.da dos In-
dios que nelle habitara, e as vas de comraanicago
com os oulros mais prximos
A Sra. profassora do Oaricury D. Maria Fe-
licia de Castro e Silva offereceu 5 por ceoto de
sua gratific.ac.io para as urgencias da guerra.
E' digno de elogio o seu proceder patritico.
_ No mez fiodo de oovembro entraran) oesta
praga :
De algodo saccas.. 13,148
De assucarsaceos.. 49,889
Foram abertos pela presidencia tres crditos
supplemeotares na importancia total de 4:736l29,
para occorrer as despezas pelos arts. 4' 2o, e 35
S 3o e 4 da le do orgaienlo, cojas quotas ja fo-
ram esgotadas.
Osegninle o resultado dos collegios conhe-
cidos, na elelgo de membros da assembla provin-
cial, pelos 4 e 5* districtos.
4 districto.
Dr. Candido Martins de Almeida 287
Dr. J s Biptisla Gitirana......237
Dr. M'guel B V. de Amorira... 285
Dr. Jausen de C. Albuquerque.. 28o
Dr. Maiimiano L. Machado.....281
Dr Epaminondas de B. Correa. 281
5* districto.
Dr. Margolbo............... 150
Dr. Tiburtino ................ 150
Vigario Manoel Lopes......... 150
Vigario Burgos................ 149
Dr. Bacallar.................. 143
Vigario Francisco Pedro....... 147
Fizeram actos no dia 4 de dezembro na Fa-
coldade de Direito os segolntes senhores:
3 anno.
Fioriano Jos de Miranda, plenamente.
Demedio Jos Teixeira, idem.
Antonio Ferraz da Motta Pedreira, idem.
Jos Cardoso da Cuaba, idem.
Antehontem (3) collou-se vigario da fregue-
zia de Sani'Anoa do Sarid, no Rio-Grande do Nor-
te, o Rvd. Manoel Paulino de Soma. Foram pa-
drinbos desie acto os Rvms. Joaqum Ferreira dos
Santos e Valeriano de Alleluia Correa.
No domingo procedeu a contraria de Nossa
Senhora do Livramento a eleigo do respectivo juiz,
sendo eleito com 75 votos o Sr. Luiz Francisco de
Albuquerque Mello.
"Acha-se no porto do Natal, no Rio-Graade do
Norte, o vapor brasileiro S. Goncalo, de 58 tonela-
das, vindo de Londres vela, com destino ao Rio-
Grande do Sol, em cuja praga pertence ao Sr. Car-
los D. Sitnoss da Silva. Aps a longa viagem de
noventa das, arnbou elle ao Natal para armar as
rodas e seguir d'abi sea destino a' vapor.
U vapor tem 142 ps e 2 pollegadas de compr-
meme, 17 ps de largura, 4 ps e 6 pollegadas de
altura. E' todo de ferro, e tem daas machinas da
torga de 50 cavados.
No Rio Grande do Norte hoove grande en-
thnsiasmo pelas boas noticias qoe o Paran all le-
vou, do tbeatro da guerra.
Na capital booveram msicas pelas roas e um
sero dansante no palacio da presidencia.
Urna commisso de officlaes do 1* balalho de
infamara, em nome da guarda nacional da capital,
apreseotoo ao Exm. presidente da provincia a se-
guinte fellcliacao:
< Illm e Exm. Sr.A guarda nacional desta
capital, possoida do mais nobre enthuslasmo pelo
brilbaote triumpho qae alcaogaram nossas armas
nos combates de 2 e 3 do corrente, felicita o go-
verno imperial na pessoa de V. Exc. com toda a
expanso de qne snsceptivel o seu patriotismo.
t Este feito grandioso sem dovida o aonoocio
do prximo aeabameoto dessa guerra de honra em
que o paiz se acha empenbado; e mais om lonro
com qae se ha de tecer a cori de gloria qae deve
cioglr a fronte daqoelles qoe com tanto deoodo e
herosmo tem sustentado a nossa digoidade perante
as oacoas civilizadas.
i U hroes desse da memoravel sao hoje em
todos os ngulos do imperio o objecto de justo en-
thnsiasmo e veneracao daqaelle, em cu jos pellos
arde o sacrosanto fogo do amor da patria, e seus
nomes se o estampados as paginas iraraorredou-
ras da histeria para assombro das naedes e gloria
do Brasil.
< S', pois, a guarda nacin*! desta capital Dio
I
manifestasse boje os sentimentos de jubilo de que
se acba possnida, dara ama prova de nao compre-
hender o nobre fim de sua instilaico e eoncorre-
ria coa sna indifhrenga para o amortecimento do
patriotismo ncorago deseos comprovincianos.
c E porque V. Exc. no enrto periedo de soa ad-
ministrago, tem dado as mais exuberantes provas
do nobre e sincero desejo qne o anima de qne esta
provincia representa no tbeatro da guerra um pa-
pel condigno de suas Irraas, a V. Exc. qae a
guarda nacional desta capital especialmente se di-
rige para o congratular pala brilhante victoria de
nossas armas contra o lyranno do Paraguay, e faz
Vitos para qae em breve a bandeira dos allados
tramule sobre as ruinas da Hamait, plantando as-
sim no Infeliz solo do Paraguay a frondoia arvore
da liberdade, e vingando as fajaras da patria ul-
trajada.
t Viva a nagSo brasileira I Viva S. M. o Impera-
dor I Vivam os bravos defensores da patria I V.va
o Exm. presidente da provincia I Aleixo Barbosa
da Fonseca Tinoco.Manoel Onofre de Andrade.
Joo Chrysostomo de Oliveira.Antonio Ferreira
de Oliveira.Jos Ferreira Nobre Palluca.
A' bardo do vapor Ipyjuca veio hontem do
Rio-Grande do Norte o cap t io da escona ingleza
Julia, naufragada nos baixos da barra de Maco.
O navio h de Glascow, d'onde sanio a 29 de ju-
Iho ultimo, para Montevilo, e arribou a' Maco
com agua aberta, onda reparn e sahia no dia 25
do passado, quando b:-t-;u nos baixos da barra, e
abri por tal forma qua submergio se, salvando
apenas a trlpolagi, bagagem e alguma veame e
cordoalha.
O vapor Ipojuc irouxe para a nossa praga
31:211,5520, dos diversos pellos de sua esca'a no
norte.
Ante-honlem (3) reuniram-se os membros da
Associaqdo Commercial Bene/icente, ltimamente
eleltos para enmpor a nova directora, e eseolberam
d'entre si o? Srs. : Feippe Needbam para presi-
dente ; Jos da Silva L yo para vie. '-presidente ;
Candido Cissimiro Guedes Alcoforado para secre-
tario ; e Vicente Fu. reir da Cosa para thesou-
reiro.
Consta nos qae o Sr. Jos Soares Pinto Cor
rea, actual machioiua da empreza dos trilbos orna-
nos pretende publicar at o prximo futuro mez de
Janeiro, urna obra sob o titulo deNogoas theorica
e praticas sobre machinas a vaporpara a qual se
encarregaram de agenciar subscriptores os Srs.
Jos Borle, D. Joo Anglada e BoDoetoot.
E' justo que o nosso pobco preste o sen valioso
auxilio a' esse nosso patricio qae inceta urna car-
reir nova entre nos dando a' luz urna obra que
servir' de guia a aquelles que se dedicaren] a
profisso de maclunistas.
Pela nossa parte estimaremos muito que o Sr.
Soares leva a eff.Mlo o seo projecto, coja realisa-
gao o far/ recommendavel a' seus patricios.
O algodo teve um impa'.so no Egypto anda
mais pod toso que entre D, sendo os productos
que adqulriram e mantera nos mercados os pregos
mais elevados; e oas Indias inglezas o cresciman-
to da produegio f j raui rpido e excessivo.
Mas qual sera' o futuro deste genero, indispen-
savel na economa as sociedades modernas?
Duas condigdes bao de decid lo :' a extensao
que retomar a cultura nos Estados-Unidos a
quaildade dos producios que as nagoes rivaes pode-
rem offerecer as fabricas.
Qaanto a' primeira os Ioglezes fazem observar
rae ja em 18C5 a provi;ao de algodo recebida de
alguns dos paizes, que a crisa laogra nesta gene-
ro de produego, tioha diminuido ; emittio lo a
opinio de que orovavelmenie estes paizes nao po-
dero entrar em concurrencia com a produego
americana, em lempos de paz e de iraoqalllidade;
visto qne ja nos coze primeiros mezes de 1866 os
Estados Unidos expedirn) para Inglaterra 14 8/10
mllhSes de arrobas, isto cerca das 4/10 do que
prodoziram antes da guerra, e 5i centesimas par-
tes do qoe forneciam Inglaterra na mesma po-
ca, tendendo, porianlo, a reoecupar o seu lugar
nos mercados; e poda se confiar na sua energa e
actividade para reconqustalo rpidamente.
Muitos paizes productores esli assim ameaga-
dos de tomar a cabir, no qua respeita a culturado
algodo, na sua siluaga priaillva ; e de crer
que a India ingleza seja a primeira qua soffra, por
quanto, quando rebentou a crise nao foi somonte o
genio agrcola das nagoes sasce^liveis de produzir
a preciosa fibra o que os IaglezfS superexcitaram,
foi tambera o seu proprio genio mechanico : redu-
plicaran) da eogaubo e acharam o ra.i-o de realisar
o que at entao notinham podido oa nao llnbam
querido fazer.
Assim um homem coja competencia unnime-
mente raconhecida na Europa, o Sr. Alean, veri-
flcou na exposigo de Londres em 1862 qae os ma-
cbinlstas por um commum e tcito accordo, linhara
desenvolvido os maiores esforgos para consegul-
rem a composigio da ferramentas proprias para Ira-
balhar todas as especies da algodo, mesmo as mais
commuos e as mais desprezadas at entao, occo-
pando se especialmente em aperfeigoar todos os de-
talhes, tanto para obterem urna construegao mais
econmica das machinas, como para Ibes augmenta-
rem a solidez e a velocidade; pots quanto ao mais,
tinha-sa completamente posto de parte a tarramen-
ta destinada as fibras tongas. De sor te que foi
principalmente a adaptago de ama grande parle
das machinas entao existeatcs ao trabalho dos al
godoes de seda curta, e particularmente ao algodo
das Indias, que permitlio aos fabricantes atraves-
sar a crise.
Todava, por mais engenbosas e por mais uteis
que tenbam sido as modificagdes inir.oduzid.ts na
amiga ferramenta pela mechanica, a maior parle
dellas, aquellas justamente cojo resultado foi per-
mittir'o emprego dos algoddes grosseiros e dos de
seda carta, deverao ser abandonadas logo que as
cousas tiverem retomado o seu curso normal.
De feiio por raaisjque se accelerasse o movimen-
to das machina-, as fibras de qualidade inferior nao
puderam ser fiadas com grande rapidez ; exigem
maior quantdade de mechanica, isto maior des-
peza da machina, quer em torga, quer em veloci-
dade e sao por islo mesmo-lmenos vantajosas do
qua o's algodoe.s de qualidade superior, que ao con-
trario, demandara nm trabalbo menos dispendioso
no abrir e sacudir, operagSss qae tem por fim
abertura dos filamentos e a extraego dos eorpos
estraohos, afim do restituir-Ibes, ao sahir do fardo,
a sua elasticidide natural.
Por todas estas raz5es os algodoas dis Indias e
os algodoas communs, os de seda corta, parecer
destinados a desapparecer ponco a pouco dos mer-
cados.
E' pois, a produego dos algo loes de qualidade
superior oa media, do typo dos qae se cultivad no
Egypto e nos Estados-Unidos, qae o Brasil deve
votar-se ; o qae nao lbe deve ser por forma alguma
difflcll.
A experiencia ]%' provon o que elle poda fazer,
e evldentissimo que a callara algodoelra recebe-
ra' em o nosso paiz ama extensao cada vez maior.
Nem poderia ser de outro modo, pois a rapidez
com que esta ultima cuitara recomecoa nos Esta-
dos-nicos, prova que ella vantajosa mesmo as
conlig5es econmicas eraqaa se acham anualmen-
te os estados meridionaes da Unio, e estas condi-
g5es nao sao certameate mais favoraveis do que
aquellas em que opera o faieodeiro brasileiro, sen
do evidente no entretanto qae este ultimo se acba,
a todos os respeitos em clrcumstanelas mlho-es
do qua a -.mallas em que esto os productores do Pa-
rt, por examplo, e da Costa Firme.
liOterU. A qae se acba venH 9
a 47.*, a beneficio da mairiz do Oaricury,
que corre qaarla-feira 11.
Movimento do hospicio de alienados na Mi-
se ricordia de Olinda, do 1 ao ultimo de novembro
de 1867:
Exisliam 27 bomens e 46 molheres, entraram 3
bomens e 2 mulberes, sabio 1 mulher, morreram
3 mulberes, existem 30 bomens e 44 mulbe-
res.Total 74.
Existem 11 empregados neste estabelecimento, 8
homens e 3 mulberes, sendo medico 1, capello 1
ajudanta l.porteiro esachristo I, enfermeiros 2
barbeiro 1, eofermeira 1, cosioheira 1.
Foi visitado o mesmo estabelecimento pelo res-
pectivo medico nos dias 2,4, 8,12, 15,19, 22 26
e 29 as 10 horas 10 '4 e 11 da manba e -"t da
tarde.
O mordomo de mesa,
A. 1. Gomes do Correio.
O regiente,
Luiz do Reg Barros.
RbpartiqXo oa policaExtrato das parles
do dia 4 de dezembro de 1867.
Foram recolhidas a' casa de detengao no da 3
de novembro:
A' ordem do Dr. delegado desta capital, Salom
Lourengo, escravos, este de Joao Jos Rodrigos e
e aquella a viuva do desembargador Bernardo
Rabello Padilba, ambos por fogidos, a ordem do
subdelegado do Recife, Maooel Aotonio de Sooza e
Domiogos do Nascimeato, portoguezes, a requisi
gao do respectivo cnsul, por briga, a ordem do da
Boa-Vista, Francisco de Souza Ferraz, para cor-
recg
O ebefe da 2* secgao
J. G. de Mesouita.
Casa de detenqao:Movimento do dia 3 de
corrente :
Existiam presos 284, entraram 7, sahio O,
exis:em 291: a saber, oaciooaes 199, mulberes 5,
estraDgelros 38, mulher 1, escravos 45, escravas
3, total 291.
Alimentados a casta dos cofres pblicos 212.
Movimento da enfermarla do da 4 do corrente
mez:
Tlveram baixa :
Francisco Antonio da Silva.
Antonio Jos dos Santos.
Tlveram alta:
Antonio Francisco Gomes.
Joo Pereira da Silva Mello.
Ignacio, escravo de Francisco Alves Monteiro
Jnior.
P?ssageires do vapor Ipojuca, vindo dos portos
do norte : Domiogos H. de Oliveira, Dr. M. Sanies
da Fonseca, sua ssnhora e 2 criados, Jeronymo C.
P. do Amaral, Manoel F. de Paula, Antonio Mara
de Barros, Maooel S. Souza Cona, Joaqoim P. R.
da Silva, Ldroe'Leocadia (escravos) Menoel C. Bar-
bosa, Jos P. de Andrade, Dr. Braz C. R. Carneiro,
Jos S. G. Sooza, V. de P. Barbosa, Miguel Joaqum
Lopes, Maooel S. Moraes, Jos Luc^s, Francisco F.
R. Rodrigues, A. I. Leite, Nicolao Monlz M., Candi-
do Ferreira, Braz Fonseca, Antonio F., Joaquim I.
de B. Daotas, Americo V. Armaud, Antonio Jos
da Silva, Fausto I. H. Frailas, Antonio M. Soares
R. da Cmara, Adelioo Pereira P. SimSo, Francisco
Jos da Silva, Joaquim Manoel M. Vasconcellos-,
Jos Pereira Jacinlho. Anglica Maria da Silva, e
2 filhos menores, B. F. Costa Chaves, Dr.Wiilnm
Rowlln, commendador Francisco A. Cavalcante
Sooza Carvalho e 1 escravo, A. Angelo Joaquim
Jos Oliveira A., Vicente Gongalves Ferreira, Nico-
lao Jorge Botelho, Dr. H. P. Barbosa Cavalcante,
Sabino Jos Baptiza, 1 capito e 1 marujo inglez
naufragados.
CKIONICA JUMCURIi.
TBIBVIVAli DO COHIBERCIO
ACTA DA SESSAO ADMINISTRATIVA DE 3 DE
DEZMBRO DE 1867.
PRESIDENCIA DO EXM. SR. DESEMBARCADOR
ANSELMO FRANCISCO PERETTI.
As dez horas da raanha, estando presentes os
Srs. deputados Rosa, Basto e Miranda Leal, pre-
sento o Sr. desembargador fiscal, o Exm. Sr. pre-
sidente abnu a sesso.
Lida, foi approvada a acta da sessao antece-
dente.
EXPEDIENTE.
_ Participagao do Sr. deputado sopplente S Lei-
tao de nao podar, por eocommodado, comparecer
a sesso de hoja.loteirado.
Offlcio do presdame e secretario da janta dos
correiores, datado de boje, enviando o boletim
ocmmercial da semam pitoxiraa fiada.Ao ar-
chivo. V
DESPACHOS'.
Requerirneoto de Seve.iaao de Siqaera Caval-
cante e Joaquim Ignacio Pessoa de Slqneira, pe-
drada o registro do seu contrato social.Vista ao
Sr. desembargador fiscal.
Dito de Francisco Eogenio Monlz, off receodo
registro a escriptura aate-nupcial de dula e bem
assim a respectiva certdo da seu casamento com
D. Antonia Francisca Wanderley Lius.Regs-
trese.
Com informago do Sr. desembargador fiscal.
jJjDuo de Beolo Joaquim de Medeiros, Portugusz,
peaiado matricula de commerclaote.Como re-
quer.
D.to de Francisco Luiz Salgado, Portuguez,
commerciante,do Cear, tambam pedindo matricu-
la.Nao tem lugar.
Dito de Joaquim da Rocha Morelra Jonior, da
mesma provincia, pedilo igual matriculaNao
tem logar.
Dito de Jos Luiz de Souza, fazendo o mesmo
pedido.Nao tem lugar.
Summario ex-officio (adiado da sesso prxima
passada/ iasUurado pela falta em que foi adiado o
trapicheiro Joao Ignacio Avila.Attendendo a de-
fesa produsida pelo summanado, o tribunal absol-
ve da multa pedida nos arilgos da aecusaco, e
condemna-o as cusas ex-causa.
Nada mais bavendo a tratarle, o Exm. Sr.
presidente encerrou a sesso s 11 boras e meia
do dia.
SESSAO JUDICIARIA EM 3 DE DEZEMBRO DE
1867.
PRESIDENCIA DO EXM. SR. DESEMBARGADOR
A. F. PERETTI.
Secretario, Julio Gumares.
A's onze boras e meia da manha declaroa-se
aberta a sessao estando reunidos os Srs. deseen-
bargadores Res e Silva e Accioli, depotados Rosa,
Basto e Miranda Leal, faltando com partieipago
os Srs. desembargado- Silva Gaimares e supplen-
te S Leito.
Lida, foi approvada a acta da precedente sesso.
O escrivlo Albuquerque registrn o ultimo pro-
testo de letra a 26 do mez passado sob o n. 1520;
e o escrivao Alves de Brlto a 30 do mesmo mez
sob o n. 1476.
Foi lido o offlcio de 23 do mez Qodo do Exm.
Sr. conselbeiro presidente do tribunal do commer-
cio da corte, commonlcaodo a remessa dos autos
da revista jalgada por aquella tribunal, confirman-
do o jolgado deste, entre parles, recrreme Joo
Pinto de Lemos Jonior, recorrido Manoel Alves
Ferreira : e sendo apresentados os ditos^aotos o
Exm. Sr. presidente maodou qae fossem remeiti-
dos para o respectivo cartorlo.
Ordenou Igual deligencia dos autos v'ndos do
supremo tribunal de jostiga entre partes, recr-
renos os administradores da massa fallida de
Amorlfn, Fragoso Santos & C, recurridos Cunha
Irraos & a-Recorrecte D. Mari Joaquina de
Selxas Cavalcante, recorridos Victorino Parelr*
Maia & C e outro.
ACORDAOS ASSIGNADOS.
Appeliante Antonio Jos Alvares, appallado An-
tonio Pereira da Silva.Embargante Joaquim Ig-
nacio Ribeiro Jnior, embargados os administrado-
res da massa fallida de Seve, Futios & C.
JULGAMINTOS.
Juizo especial. Embargante reo appeliante
Francisco das Chagas Cavalcante de Albuquerque,
embargado autor appellado Manoel Alves Farreira.
Juizes os Srs. Res e Silva, Accioli, Rosa e Mi-
randa Leal.Despresaram-se os embargos.
Embargantes os administradores da massa falli-
da de Pedro da Silva Rago, embargado Joaquim
do Sooza Ferreira.Appeliante Francisco de Pau-
la Cavalcante, appellado Manoel Martins Fernn-
des.Embargante Jos Antonio Brito Bastos, em-
bargado o coronel Domingos AfJonso Nery Ferrei-
ra.Adiados a pedido dos Srs. depotados.
O Sr. Miraoda Leal oo apresentou o feito adia-
do a seu pedido oa sesso passada, entre partes,
appeliante Salvador de Siqueira Cava cante, ap-
pellado Sebastio de Carvalbo da Cuoba Albu-
querque.
PASSAGENS.
Do Sr. desembargador Res e Silva ao Sr. de-
sembargador Aacioli: appellame Jos Ignacio de
Mendonga, appallado Joo Pint) de L-mo.s Jnior.
Appeliante Theodoro Chnstianseo, appeliados
Patn Na sh & C.
DISTRIBigAO.
Ao Sr. desembargador Accioli : appeliante o ca-
pito Nicolao Jos de Carvalho Brito, appellado
Jos Herculano de Carvalbo.
AGGRAVOS.
Juizo especial do commercio.Aggravantes ar-
restaues a viuva e berdeiros de Maooel Gongalves
da Suva, aggravado arrestado Joaquim Juvencio
da S Iva.Aggravante o bara do Campo Verde,
aggravado Jos Alves Barbosa.
O Exm. Sr. desembargador presidente negoa
provimento a ambos.
Nada mais buuve e encerrou-se a sesso ao
meio dia.
TBIBVNAL n\ UELVClO
SESSAO DE 3 DE DEZEMBRO DE 1867
PRESIDENCIA DO EXM. SR. CONSELIIEIRO SOOZA.
As 10 horas da manha, presentes os Srs. desem-
bargadores Santiago, Gitirana, Guerra procurador
da corda, Lourengo Santiago, Almeida Albuquerque,
Molta, Assis, Dominga es da Silva, Ucbda Cavalcan-
te e Souza Leo, abrio-se a sesso.
Passados os feitos deram-se os seguinles julga-
mentos:
recursos crimes.Reccorrente, Jo- Marques
Gongalves; reccorrido, o juito.Relator o Sr. des-
embargador Santiago, soriiados es Srs. desembar-
gadores Gitirana, Assis e Souza Leo.Deram pro-
vimento. Reccorrente, o juizo; rec errido, Antonio
Googalves de Almeida Tamarindo.-Relator o Sr.
desembargador Gitirana, soriiados os Srs. desem-
bargadores Ucfci Cavalcante, Domtngues da Silva
e Assis.Improcedente.
recurso commercial.Reccorrente, o juizo; rec-
corrido, Flix Sjovage 4 CRelator o Sr. desem-
bargador Souza Lefio, soriiados os Srs. desembar-
gadores UcUoa Cavalcante, Lourengo Santiago e
Motta.Improcedente.
aggravo de PETigo.Aggravante, D. Anns
Teixeira da Molta Cavalcante ; aggravado, o jui-
zo.Relator o Sr. desembargador Santiago, sor-
liados os Srs. desembargadures Uchoa Cavalcante
e Sooza Lto.Xegaram provimente.
appellaqoes CRijiEs.'Appeliante, Alexanlre de
Barros Arraes; appellado, AlexanJre Ferreira de
Sena.-A'novo jury Appeliante, Claudio Muniz
Gorrth ; appellalo, o juizoConfirmada a seoten-
ga em parte. Appellame, Amonio Joaquim de Ma-
cado ; appellado, o juizo.Annullaram o preces-
so. Appellaots, o juizo e Antonio Santiago Gon-
galves; appeliados, o juiro e Joo Alves do Pra-
do.Improcedente a appellago do reo e i roceden'.a
a do juiz.
appellaqoes cr.Eis.Appeliante, Claudio Da-
beux ; appellada, a fazenda.Raformada a senten-
ga. Appeliante, Joao Ferreira Ribeiro; appellado,
Joo Marqnes feruandes. Confirmada a sen-
tenga.
Assigooa-se da para julgameotos dos seguinles
feitos :
APPELLAgoES civeis.Appellanle, J.-So Paes Bar-
reto de Lacerda; appellado, Manoel Ignacio de
Albaquerque Maranbo. Appellame, a irmandade
de Sania Ruta; appellada, a irmandade do Santis-
simo Sacramento. Appellanle, Joaquim Jos Ro-
drigues Guimares; appeliados, os herdeiros de
Francisco Amonio Fernandos Pmbeiro. Appellan-
le, Jos Jeronymo de Albuquerque; appellado,
Francisco Jos de Lima. Appeliante, Mano.-I Co-
Iho Pinheiro; appellado, Manuel Duarle Rodrigues
Gnlmares.
ai'pei.laqa crime.Appellanle, Antonio Jorge
dos Santos; appellado, Vicente Berlholiol.
deugencia CKiMB.Com vi-ta ao Sr. desembar-
gador promotor da justiga.Appellanle, Francisco
Jos de Froitas; appellada, a justiga.
passagem.
Do Sr. desembargador Gitirana ao Sr. desembar-
gador Guerra.Appallagoes civeis : appeliante,
Joao Evangelista do Espirito- -anto; appeliados, Ma-
noel Felippa e sua mulher. Appeliante, Jos
Paulino Hoobolh; appellado, Joo Aotonio do Ama-
ral.
Ao S". desembargador Lourengo Santiago.Ap-
pellago civel: appellantes, Francisco Alves Ca-
valcante; appellado, D. Maria Joaquina Santia-
go. Appellago crime : appellado, o promotor;
appellado, Jos Firmino T. Cavalcante.
Do Sr. desembargador Lourengo Santiago ao Sr.
desembargador Almeida Albuquerque.Appella-
(,-o-s civeis: appeliante, D. Mara Joaquina dos
Santos Abren; appellado, Maooel Flix de Oliveira
Silva. Aypellant-', Manoel Geraldo Monteiro; ap-
pelldo, Jos de Si Cavalcante. Appeliante, Manoel
Cesar Falco; appellado, Antonio Leito Vieira de
Mello. Appellanle, Maooel Barbosa da Silva; ap-
pellado, tenente-eoronel Feliciano Joaquim dos San-
tos. Appeliante, o Dr. carador dos orphos Olhos
de Tbomaz de Aquino Fonseca Jnior; appellado,
o commendador Tnomaz de Aqooo Fonseca. Ap-
pellago crime: appeliante, ojromotor; appellado,
Antonio Coorado el-- Arruda Cmara.
Do Sr. desembargador Almeida Albuquerque ao
Sr.desembargador Motta.Appellacoes civeis : ap-
peliante, Jos Olympio Mara de Seixas Borges;
appellada, D. Maria da Cooceigao Gomes Ma-
ri*. Appellame, Aotonio de Siqueira Cavalcante;
appellado, Virginio Barbosa da Silva. Appellagoes
crimes: appellanle, o juizo; appellado, Jovino Jos
dos Sales. Appellanle, o joizo; appellado, Dr.
igoacio Loiz Vercosa Pimenlel.
Do Sr. desembargador Assis ao Sr. desembarga-
dor Domingaesda Silva.Appellago civel: appel-
iante, Joo Soares da Fonseca Velloso; appellado,
o joizo.
Do Sr. desembargador Domlngaes da Silva ao Sr.
desembargador Uchoa Cavalcante.-Appellago ci-
vel : appeliante, Tbom Rodrigues da Cooha; ap-
pellado, o baro do Livramento. Appellagoes cri-
' mes: appeliante, Gonealo Ferreira Lima; appella-
I do. o lotizo. Appeliante, o juizo; appellado, Hercu-
lano Jos do Nascimeato.
Do Sr. desembargador Ucbda Cavalcante ae Sr.
desembargad- r Santiago.AppellagSes crimes: ap-
, pellantp, o joizo ; appellado, Joo Cleuieoiiao Frei-
r. Appeliante, o joizo; appellado, Manoel Jos
Gomes Marrano.
i Eowrroo-se a sereao as 1 boras da, tari.


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mmAm it 1*eHiHM!t>- Qul*<> f!M & Dezembro dr 1867.

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a-caoo caria Junta aes antas da qoestao que tem
verdade, afiat de qae um di os seas tympa- cunhado e sobrioho, eslava oo aoge de so
JlIY DO RECIPE. i!ClftD-D,;M Thf c*a 8l S". baeliuel Celfo Ter Uto mD mano Salvalor de todo quieto ttw so-
SESSO BM 3 OE DEZEMBRO DE 1867. ,'O'1"0 Frinile5JQniotelia, bacharel Oeoduro l- gerir .i nenie de todo esses meios ifoobets 4o
Prailecu io Sr. Dr. Joo Antonio de raujo j'aB0 ^*, T** e">reltiro do mitos ur- que a efeoradeira un Mo arma nVprevencio eon-
Frtitat Hemrxpiee. 'V,!0iL, a s*B,?r5ardo Galvo Aleoforaoe. Elias ir arfa ta micha alavmca, e salvaguarda sera*
Promotor Mblfeo o Sr. Ur. Armiol* wiolano la-;5"PJ?.'* d* I*i Fellsmina Valentina de MHo, sement a jusiiea, bradando mu Mtooeto a-cano
r ^ Tares dos Santos. FranllM1arfy,t?rarJC1sco"Sergio de Mattos, Fe)? di verdad*, aflm de que um dia os Wtympa-
scrivio Joaquim Franciseo de Paola Esteva* Gl-, ','Do ."'['i6*,, Vinn, Goiluerme Augusto de oos e abrao e amparen me do cordeiu dra-
menie. Aioayae, JooB.rraociico de Menezes Amorim, Joa- g*o.
FeiU a chamada as 10 toras da manbii compa- 9a,m ios de Amorim, 2, Jos Tbeodoro Gome., I* e t pols, qoe lenho f e esperanza nos
i a *,UC, Linc' *4ao Fraocisco do Reg Maia, deuses da Ierra, qoe sao lodos aquelies juizes, que
Jos de Siqoeira, babarel Loia d'Albnqoerque sanea distribuir jostiea a cada ama das parles na
Martins Pereira, 2, tenente-coronel Manoel Joa- conformidade da raiao qoe Ibe asslsle.
quim do Reg e Albuquerque, Manoel Perreira Fondado neslas principios, qoe me sao autoria-
Antuoes Villana, Manoel Jos Alves, Seoborinha os pela f qoe i'empre em miro ba de subsistir,
Criarla da Cruz Mendonca, eorameodador Tbo- < qoe o sophlsma e a intriga jamis conseguirn
maa d Aqoino Fonsoca, Viceote Herculaoo da Le-! iransformar-se em verdade, acreditando que, em-

I
receram 3 senbores Jurado*.
Poram lisoeosados por dtales:
Jos Correa Leal.
Manoel Joaqun Morelra Wanierley.
Dr. Miguel Pelippe de Soma Leo.
Evaristo Meodes da Caoba Atevedo Juoicr.
Joo Francisco do Regs Maia.
Jos Cimillo do Reg Barros.
Foram multados en 20J cada om dos segainies
senbores :
Jts 'gnacio de Lira.
Baro do Livramenlo.
Aristides Duarie Caroeiro da Cuaba Gama.
Nero de Sa Albuquerque.
Firmino Jos da Silva.
Dr. Carlos J. Rodrigues.
Senda o nonero de 3 jurados nsnlBcienie para,
baver sessacfj foram sorteados na urna especial os'
jurados sf guiles:
AII uso Jos de Oliveira
JjSo Tibarcio da Silva Gulmares.
Francisco Antonio Puntual Jnior.
Francisco de Paula Pires.
Dr. Antonio Vasconcelos Meoetes de Dramnond
Manoel Eleuterio do ll-go Barros.
Tbomaz de Carvalbo Soares Brando.
Manoel Juveocio de Saboya.
Joaquim Pelippe da Costa.
Capito Jos Hermenegildo Lal Ferreira.
Bernardo da Canto Telxeira.
Jos 6 mes Villar.
Bario da Soledade.
Dr. Manoel Fraocisco Teixeira.
Candido Albugo Moreira.
Antoo'O GoncaWes Torres.
Francisco de Oliveira Mello e Silva.
Dr. J o de Assis Pereira Rocha.
Adriano Angosto de Aimeida Jordo.
Luit Atnavel Uebunq Jnior.
Antonio Jo^ Telxeira Bastos.
Francisco Augoslo de Arauj).
Antonio Mana de Miranda Seve.
Antonio Jos Rodrigues de Sooz.
Antonio Gomes de Miranda Leal.
Dr. Joaquin de Aquino Fonseca.
Egotada a urna e orno anda nao coostava das
nouBeacSrS dos de nais jurados, nandoase proee
der as notificares dos oovos sorteados aflm de ver
se comparecen aqoelles qoe aioda nao consta de
suas 0<>tflcag5es com os oovos sorteados para se
recorrer a a-na geral na forma da le e levantou-se
a sesso, addianio sa para as 9 X noras da m*nba
do seguiole dia.
inga* i* toa f acreditara' oas invencdes de
mea (taso Salvador ; se elle podesse faxer favor
com a soa firma, nao preeisava por em pratica o
qoe ja lea dito, e nem, como se v da ama asa
com sea
auge de so Ihe faltar
morrer a tome I Sao igoaes escapatorias aquellas
cora que sa quit acobartar meo mano Salvador,
faxeodo da meas ijstromentos e eommeaues os
exeqoentesSebaso e seo filho, pelo aoico
facto de serem generosos para coa ella ; pela ni-
co laclo da estarem parados tanto tempo sem fazer
proseguir a execagao, qoe receberam como cassio-
Darlos de Moteira i lijarte, dizeodo anda qoe s
proseguiram em dita execufao, quando sooberam,
qae elle Salvador procurou baver de mim
.. ^^-- mv- i -. w '., >.<,.. v~i w i-** -- n i., i k<'vu wi'di o iijiiu unas
mosuoane; e levantoase a sessao.Ea Fra- ora a poca seja de dovldas, os tnbunaes, que Ufas de meo saqae e sea aceite, como elle dit.
cisco Canato da Boaviagem secretarlo a sobscre- existem sio comptstos desses mesmos juites, cojo Sin, seobor, sopponba se qae assim fosse, que
V'i~Afol ?ira,33S' Pr-Pfesideole, Dr. Piuoga,! Imperio o da le, coso forraalment- declarar pela meu sogro e meo genro viram a maior das injustl-
?!_i.o BrS"i "iotos, Btrros Reg, Reg e Mi- imprensi. qae nao exacto o allegado por meo jas de meo maoo Salvador para comigo, orna per-
mano Salvador de Siqueira CavalcauU, nos aalos folla persegotcao, urna gaoaoca horrivel, uro Con
de execucao, qoe contra elle movem sea caobado traseoso que os ia prejudicar forte neote na cesso
e sobriobo, Seba-iio de Carvalho da Cooba e Ao- de qoe se trata, qoe s eo me nao esqoecfa de os
drade e o Albo desie Sebastio de Carvalho da Cu- ajodar a pagar a Morelra & Duarte, qoe a gana
nha e Alboquerqoe, elle lo injusto e arteiro pa- de me> verdugo era feroz e ameacadora, a nada
ra comigo, trazendo o meu come em cada periodo attendia ; qae mea nano Salvador, entonadj en
de seos argumentos, q jamo a maior das ingrali- roapagem differenle, ja oio era o mesmo caobado,
500 UOO does abi se revella e palenteia para eom aqnelles, to e anigo cono d'anles, era o homen metamor-
45:333 seu confiado e sobriobo; a maior das ioiqnida- pbeseado, qae se toroava para ellas e para todos
da caixa fiuai. f.m PBRNAiiBuco, 30 &**> H '"a" f, quando, procedeodo asslra, mea ma- ioteirameate saspelto, e por Isla, desengaados, se
oo Salvador tem consciencla de que solicitando deixaram de mais condescendencias e proeuraram
deiles um grande favor o coosef ulo, e qoe eo baver d'elle o debito em execoco, coja imp >rt n
muiio concorri para este, assim como tambem con- cia realisada que fossa, teria. de ser applicada ao
randa.
Engllsh Bank of Rio de la-
nelro Limited.
Capital do banco em 500:000 ac-
C5esde20................ 1.000:000
Dito realisado.................
Fando de reserva..............
DZ iiVEMIlli i DB
Activo.
Letras dascantadag..........
Garantas e valores depo-itados
Mobilia, etc^ do baoco ......
Diversas cootas..............
Caixa......................
1867.

li8:i03,OaA
7x:3t9J30
I0::59040
107:112^180
509:437*070
1.127:3405700
eorreo nm onrro que o mano Salvador tem eonbe-: pagamento iros Srs. Muretrr 4 Dnarte;
ce... mano Salvador nao quer Islo, o que quer, que
A Verdade que Sebastio e seo fllho eslavam sejamos levados a oovos apuros, qoe si jamos eo-
CAIMA MUNICIPAL DO HEC1FE.
SESSAO EXrRAORDINARIA AOS 3 DE OUrU-
BRO DE 1867.
PRESIDENCIA DO S. PEREIBA SIMES.
Preseores os Sr. Barros Reg, Silva do Brasil,
Gustavo do Reg, A jumo Fonseca, Drs. Miranda,
Pitaoga, Villa- llias e Siotos, abrio-so a sesso e
foi lida e approva la a acta da antecedente
L?u-se o se:umle
EXPEDIENTE
Um offlcio dn Exm. presidente da provincia, de
2o de setoiliro ultimo, dizendo haver o iospector
da tbesouraria provincial eito ver em odelos de
16 e 27 de ag isto passado, s'ob OS. 465 e 489, a
necessidade de ser feit-i urna n^va nomorag5o oos
predios das fregbalas dos ffogados, S. Fre Pedro
Gongalves, Santo Antonio e S. Jos nesta capital,
afini de qu- o i ingameoto dos impostos seja exe-
ctalo com toda a regularidade, e se evitem re-
claini;5'S ; recommeoda a cmara que d as
necessarlas providencias, par que esse trabalbo
seja executad >, con a ueossaria urgencia vito
competir elle a mesma camira.Que so recon-
mendasse a li-aes apresntarcm com urgencia
urna relajo iia; ras de suas fregueiias, cujos
predios nao mtiara anda nameraco, indicando
as mesmas reuc.5 quaes des'as ras que aiula
tem terrenos devolatos, e quintas casas podero
ditos terreos oeeoo1"
Urna petico viola da pre na qnal dlver marchantes, qae arremitaram os
alugueies dosulbis dos acougaes pblicos d3s
freguezias de S. Jo- e Boa-vista por om anno, re-
queren a S. Exe. para qu-* Ihe conceda essa arre-
malago p. r ire<, .-.negando que- lendo-se dirigido
a cmara, ni i levo o desejado deferiraeoto a sua
preteago.Po.-u em discasso, resolvea-se infor-
mar que o allegado pelos peticionarios verdade,
mas 6 iocoiv-m-'nte a p omgaglo solicitada, nao
s porque o edita I publicado, chamando a coocur-
rencia nao declaran que a arrematago seria feita
por tres aonos, e nesti caso animara aos concur-
rentes offerecer-iti probos de m?is vant-gem para
os cofres maniclpi-s, cono porque pie nni
bem succeder que os alugueres desses talhos ebe-
goen oa futura arrematagao a precos taes, qne
melhor coovenham aos inleresses do municipio.
Ouiro do eogeuheirj cordndor, informando so-
bre o que pede no reqoerimento junto, o adminis-
trador do recolhimeoto da Cooceigo de Olioda por
seu procurador Domingos Antuoes Villana, para
distelbar a casa o. 34 da roa do Calebooce e col
locar orna ter?a nova no logar da qae est rolada,
bem cemo fazer alguns concerlos as outras duas
perlencentes ao mesmo recoJhimenn, se os julgar
necessarios; rnmprelhe informar que nada tem
que oppcr sobre a collocago da terca da dita casa
n. 34. qnanto aos ontros concertos nada pode dizer,
visto ignorar em que consistenMaodonse que
o peticionario declarasse qual os coocertos a fa-l
zer as duas casas visiohas.
Urna proposta do Sr. Silva do Brasil nos segua-
tes termos: Considerando que esta cmara oo
deve, sera gran Je reflexo, deliberar sobre a esco-1
Iba da localidade, em que tem de ser edificado o'
pago D.uolcipai, porqne desta circum-iancia de-
pende parte de sea aforraoseamento, e oo que-
rendo que por uuia resologo meaos bem pensada,
possam ser dirigidas a esta corporaijo, seosuras
bem cabida?, dcs-j.ndi pelo contrario, c no mem-
bro desta cmara que todos os seus actoe mere-
cam a ppmvaga publica ; e sendo de opimao
que o terreno que parece nerecer a preferencia
desia cmara cao rene em si as condiges exi-
gidas, ja por sua irregularidade e ja por sua col
locaga i; e avalr.udo a sooerioridade qu em lodo
apreseuta o Campo ds Priocezas, veobo re-
querer a cmara que recoocidere acerca da deli-
berado lomada, e qae de novo aomeie ama com-
missao pira dar especiilneute seo parecer acerca
deste objecto. Rectfe 3 de oulubro de 1867.Anto-
nio Jo> Silva do Brasil.Posta em .aiscosso o
Sr. Dr. Piiaoga pede a palavra, e sendo Ihe conce-
dida, conbate bastantemente a proposla, mostran-
do ser inconveniente o sea apparecimelo, por ser
materia ja discutida e resolvida.
No correr da dlscosslo, foram dados pelos Srs.
Gastivo do Reg, Barros Reg e o autor da pro-
posta, diversos aparte, todos em sii-ieoiaco da
mesma proposta.
O Sr. Dr. l'it .nga, concluiodo declara qae vola
contra, porque teodo sido nembro da commisso
da escolha da loe*lidade, e teodo dado sea pare-
cer qae fra approvado em sesso de 19 de de-
zembro do tono passado, julgi que fora de di
reito sacneiter-se a discusso a materia j resol-
vida.
U Sr. Dr. Miranda pede a palavra, e seodo-lbe
concedida, oppSe-se tambem a proposta em dis-
cus-o, e termliaodo diz que vota coaira ella.
Nao haveodu quera mais pedisse a palavra, foi
posta a votos a proposla citada e approvada, vo-
laodoafavor os Srs. presideote Pereira SiroSes,
Barros Reg, Santos, Gosuvo do Reg e Silva do
Brasl', e cootra os Srs. Drs. Pitaoga, Villas-Boas,
Miraoda e Aqun Fonseca.
OSr.'presiJeote, em vista da proposta de qae
se trata, oomeoo una ouva commisso para esco-
ria de outro terreno que servase para oelle ejns-
tuir-se o pago municipal e ficoa ella composta do
autor da mesma e do Sr. Gustavo do Reg, fazeo-
do tambera parte o engeobeiro cordiador.Toma-
da a resoiugo cimo, mandn se suspender a pra-
(i da arrematagao da obra do mesmo paco annun-
ciada para boje.
O Sr. presidente declarou a cmara qoe no dia 9
de setembro uilino, hara aberio o cofre com os
respectivos claviclanos, e nelle depositara sete
contos de res eoi-egue pelo procuraior, e nesta
occa&io retiraa Jo mesmo cofre viole e z\aoo li-
bras sterlioas, e ciocoeola e ciaco pataco *s, sub-
utuinio a sua importancia em notas forneeidas
pelo procurador, aquem eotregou para trocar a
prodazlrem urna e oaira consa a quanlia 65J50U j
de cambio, a qual se acto Mocada no respectivo
nvro de receito em o dia 14 do cliado mez.A c-
mara ficoa inteirada.
DupajIaraM se as petic5ej de Antonio Luiz
Peralra Birros, Antonio Gongalves da Silva, admi-
nistraca-) do recolhimeoto da Cooceicao de Olioda,
Anua Mara da Cooceieio. bacbarel Arminio Ca
Pasmo.
Coolas corr e n l e s
simples........ 279:74)^020
Depsitos a prazo
Oxo, com aviso
e por letras 593:9)8*080
Letras a pagar.................
Titolos em caujici e depsitos...
Diversas comas................ 177:358*240
1.127:340#700
Pernarabuco, 4 de dezemhro de 1867.
J. D. B manager.
Joseph M., accoolant.
Communicados
Fanforrice do Mass-is.
Qiem escreve para o publico sujeita-se a qoe se
esmerilhem todos os pontos e assertos do seo ti-'-
carso; e, quindo falla de si, prineipalmeote, lera
obrigaco de oo flear devendo a verdade oera om
seitil.
O pabllco am jaiz minucioso e r,u-tero, lano
quanto pie s-lo a historia, com todos os seus
meios de descobrir e extremar em lado a verdade,
e de pateotear imposturas.
Nao temos nada com a questo religiosa, qae se
discute etre o Sr. cooego Pinto de Campos e o Sr.
general das Massas; nao oos netlenos nella, coo-
teotamonos com esposar a causa orlhodoxa, que,
segando o oosso fraco euteader, ten silo defendi-
da pelo primeiro com tola a vaatagem e conlioua
r a s-lo.
E, si nos mettesseraos na questn, o nesso traba-
Iho nao seria lo feeuad i e erudito, qaanto o as-
sunpto se presta a ser assim tratado, e na realida
de o tem sido, as fra somante o de refutar o Sr.
general das Massas com elle mesno.
A discossn, porm infelizmente, resvallou para
q terreno ingrato do personalismo, e ah o Sr. ge-
neral das Msssas, ja se sib-, espraiou-se como eos
toma.
Dis e que nao era fili dn hervs, e qne elle e
seos Irmos provinhim de linhigem nobre ; tanto
qae liaban sido todos p-ineiros cadetes, oaquelle
tenpo en que er.im senliores cadetes \ e clluu o Sr.
conde da Boa vista por lesiemunbi.
Alto l, Sr. geeerall A Ierra oo cresceu ainda
taot'i, qae nao nos coohecamos; preciso matar
primeiro os velhos, para passarem desapercebidos
esses arrotos.
Si somos incompetentes para tratar da questo
e pulverisar a vossa heterodoxia, por nos fallece-
rem as hatilitagoes, o qae oao contestamos, snnra-
nos a lembrang dos fados e da gente daquelle
tempo, em que eramos todos crioulinhos da trra...
O Sr. general e seas irmos asseotaram praga e
asaran das insignias oa estrella! de cadetes, ver-
dade ; mas isso oo foi seoa-i por un privilegio,
qae tioham para con o teoeote coronel JoSo Cas-
simiro, cammaadante do 2o batalho de cagadores;
e a cansa do privilegio o Sr. general bem qae
sabe.....
Taato qae faltoa-lbes a proteccao daquelle tenen-
te coronel, nao poderam mus usar -das estrellas,
nao as jastificaram, e por flm deram baila : foram
cadetes, e apenas, si et ia quantum___
E o Sr. geueral nao passou de sargento ; noo
ob-tante o guapo arregauho e a propen-o que
trouxe do bergo para a milicia e a amisade qoe
Ihe linha como se fra seu cunhado o referido Joo
Cassimiro.
Esta qae a verdade ; deixemos c de pbi-
laucias e jactancias, neu general.
Nao; essas gabolices saopatacoadas, que um ve-
Ibo philosopko, litleralo, nunca devia dar em meio
de tanta gente, qae o cohece, e que lbe sabe a
chronica.
Desconponha quanto quizar, Sr. genaral, at a
Abrabo e a sua Cescendeocia, desdeune de todos
os fados propheticos djvelbo testamento, e diga
depois, que J-sus Chrhio veio destruir a lei, e ao
mesmo lempo preeneber as propbecias encerradas
naqnelles fados. Isso nem beresa seria ; nm
destampatorlo.
Mas, nao venha c dizer a gente que foi S6ohor
cadete. Olhe que a terr^ pequea e nos conhe-
cemos.
O calhoUco veterano.
i*m
Publicaeoes a pedido
CHIBADA.
Branco, azul, roxo, vermelho,
Mo p'ra uos, d'outros amado;
Ioconslaote e iraigieiro ;
J vencedor, j domado,
Festejando aqu a vida,
All a morte abragado :
Tal leitores o enigma
Que quero ver decifrado.-l
Era isso o qae ea fazia
Na primavera da vida,
Quando o mea aoje f ,rmoso,
A miuba estrela querida,
De meu amor encantada,
De meu suffrer con loida,
Aceoaodo me chamava,
Toda terna e commovida.2
cottee rro.
O seu todo o bello norae
De urna nlua do Brasil,
Eolre todas que eu conheco
A mais formosa e gentil.
Temendo Daus qua os fulgores
De seus olhos sem igoaes
Veocessem do sol os raios,
Deu-lbes um veo de crystaes.
Mas ioda asslm, taoto brilham,
L-ngam de -i lauta luz,
Qae flqoei ceg p'ra sempre,
Quando nelles es meas paz.
Espirito, talento e graca,
Perfume, seoso e endura,
Rosa, mulber e arebaojo,
Elegancia e formosura :
Eis, leitores, o retrato
D'essa belleza sem par,
Cojo noae, poro e sanio
Queris lodos decifrar.
bem longo de p"n-ar, qoe o Iriam buscar la' em
seu retiro, onde nunca se envolv ndo en negocios
albeios a soa proBsso, vivan desassombrados e
salisfeilos com o qae colbiam de soa lavoura, es-
lavam bem looge de pensar que, abosndose as-
sim do doce oome de amigo, caobado e sobriobo,
desses ludo conseguirse meu mano Salvador, oe-
gludo cynicamente a sna idenlidade, qoe, como
873:6535100 dizia, foi smente para cbicanar e dar lempo a ha-
4:000jt000 ver dinheiro. injuriando depois a mim, e a elles
72:3295360 ea~ uos aulos, cujas allegares por sna parle sao
om composto de enredos e intrigas, figorando-se
de io-trumeolos movidos por mim os exequeoles,
pai e Albo, para desi'arle conloiados osurparem-
Ihe aquillo qne como legtimos cessionarlos de Mo-
relra & Doarle, por lei divina e humana Ihos com-
pele; isto to liquido, quanto liquido, qae s
por clcalo vem o mea oorae eocaixado a martel-
lo era semelhaotes aalos, cajo fim seria horroroso
pensar por om momelo, que podesse azer pros-
litos, coofond odo oa embarrando a perspicacia d
aignra dos jalgadores.
O papel que mea mano Salvador quer por forga,
que o represente em sen drama, o mais vil que
se pode imaginar; bem semelbaote ao que ha
do os anuos, aquijepreseotou um Certo vaso routo,
cujas brechas arrolbadas com os fios materiaes
extrabidos de certa massa fallida, -urdi de re-
peote do lodo, em qae jazia, viodo ter a lona da
agua apeaas manchado de negras nodoas.
O leo, foi asslm leooromado pelo mano Salva-
dor, bem p viera, se qaizesse equipararle ao cor
deiro drago, fazer sossobrar o tal vaso, lirando-
Ihe as roibas, qae o fez subir a superficie, mas
oo qaer ser iogaiivo, deixa qae o mao por si
mesmo se destrua.
Collocado como me acho, em to grave quanto
meliadrosa posigo por esse maoo qae quer a todo
irause fazer-me passar por rancoroso, e elle po"
innocente, forgo-o rae provoca lo, aflm de qoe,
coatesiando-me se defenda e declare, que motivos
tem para coosiiinir-se esbirro de minba re.iuiag.ao,
fazeodo coro com ootros meas desafhigoados p>ra
entrigar me I Exiba as orova-, de que sou um Ir-
ma o tal qu.i pinta nos autos de saa qaesto com
nosso cunhado e sobriobo, Sebastio de Carvalho e
Seba&tio do Albaquerque; declare sem retiugo,
quaodo abuzei,ou fui deshal a alguem.a estes que
como meu maoo Salvador, se dlziam e assigua-
vam-se, a bem pooco lempo, nieus amigos doce-
rago; qual a ra;o porque boje me f.'-m tragar
o calix de amargura, coo;tituindo-se meu-. ver-lu-
g os 11 Deinoostre, como por vezes tenho demuus-
trado em estirados arligos sem replica, que tolos
sao uos ingratos, que so me estigmatizara e inju
rum, porque nao Ins entrego o resto do que me
deixaram, dando-Ibes igualmente quitaco, do que
me deven, porque impcssivel fazer vollar hoj o
lempo da grandes .facilidades da C. F., comnan-
dita etc.
Nao ser' p.is de adnirar, que neu maoo Sil-
vador ass m proceda eom seu cuntalo e seu so-
brinho, pjrqaaoto, pira esse iogr^to, um favor por
maior que seja, nio merece gratidao ; um favor
astado por nos, iato por meu mano Salvador.
por mim e por mais alguem, tolos en beucfio de
meu mano Salvador, sendo que atjaee oosso ca
ohado e sobriobo, tomaodo a si as exerugSes qae
oos erara promovidas por Moreira 4 Duarte, nos-
sos legitimo, credores de tnto, se cjostituiram
devodores destes, e lo legtimos como elle-, fica-
ram seu lo nossos credores de boje pela cesso, que
d'elles receberam sem o minimo interesse, > para
servir-^o?, e tirar nos do aperto em que e-tava-
mos, porque ibes promettemos, qae elles nao.- CFre-
riara por uossa parle : esta a verdade.
Agora perguntamos, d'onde vem esta to decan-
tada slraulagio, este conloio entre amigos e com
amigos que asslm se presiavam, e se coipro^et
liara por nos I?
D.z meu mano Salvador, tenho provas, e estas
sao : primeiro, ter me empenhado para que a
execugao nao fosse avante, ficando elle depositario
de seus escravos peoborados por Moreira & Daar-
te ; segoodo, constituir-me geuro e sogro do- ees-
cioaarus depois disto, e murar um d'elles comigo,
porque assim ficou sendo meu commeosal ; ter
ceiro a delouga da cobranga, que s apora que
d'ella se trata ; quarto finalmente a letra, que abo-
nou a Manoel Camello, aceitou-a por favor a mim I
Estas sao as grandes provas de ir.-u mano Salva-
dor, que o bom senso julgando-as dir' : eis a
mais perfeila antbilese do Ingrato, o mais qualifi
cado mal agradecido I
O mais que mea maoo Salvador traz como prova
oa an:es como pretexto para esquivarse ao paga-
mento da letra em questo, o que mais deve con-
correr para saa condemnago ; visto qae por mais
fulil a II -pa.o, de qae iolervim uj fazimeoto da
cesso de M reir & Duarte para com S;ba seu filho.
Eo, o saccador daquella lellra assim como de
oolras todas demandadas por aqoelles senhores,
Moieira & Duarte, a quem as bavla dado em paga-
meoto, eu, cujus recursos se achavam exhauridos
por fallas commettidas por mea maoo Silvador e
oatros, qne remedio linha sno iolervlr, para qae
aquella cesso se effeciuasse ?! Pois nao era en
igualmente devedor de ditas letras pelo fado de
bavii-las traspassado, nao linha de soffrer por ellas
oa falti de seas arenantes, se porventara Sebastio
e seu filho nj nos quiesse fazer to alto favor ?
Sem duvida.
Como conclair-se d'aqal conluio, oa simu-
lago ?!
Nesie caso meu mano Salvador o nico aator
desta siranlago, deste coolulo, porque, por elle e
por causa d'elle principalmente, que velo a ces-
so ; por elle, e por causa d'elle smeote, repito,
porque nuoca qolz pagar o que devia, porqne, teo-
do tratado, mediante om prazo de olto aonos, dar
byp )thera em seos escravos (vejam-se os docu-
mentos qoe se segaem) para garanta de sua divida
afim de a ir pagando commodamente, deixoo de
camprii, preferindn laucar mo de mel03 rnin,
qae por maneira alguma agradariam ao credor.
De verdadeiro cealo, de verdadeira simnlagio
usou sempre o mea mano Salvador, qnando, exe-
cuiado por Moreira & Dnarte, e J.- Domingues
Moa, foi buscar credores qoe nanea leve, para vir
obstar a qoe os m us escravos ja' peoborados fos-
sem a' praca, obrlgando a aqoelles seos credores
reaes aceit.r qualquer eoovenco ; e era isto feito
tao escandalosamente, que om desses credores, as-
sim Improvisado, fazia peihora boje em escravos,
que como hootem os bavia comprado e-pago a
competite slza d'elles, c mo coosta de orna ceili-
dio do coosulado provincial apreseolada oos aatos
forcado, porque eo sou leao, os cessionarlos qoe o
valerara miseraveis commensaes, elle manso e in-
nocente cordeiro.
Avante, compre ser pertinaz : chorar. Inventar
e fingir (era sido as armas deste mea irmao cor
deiro, qoe assim vai passaodo vida Ligada ; morra
quem tragas oao sabe, e viva quera sabe fingir,
Iludir, mentir e intrigar.
Cootionar-se ba.
Recie, 30 de oovembro de 1867.
Joaqum Salvador P. de Siqueira Cavalr.ar.ti.
COMMERCIO.
de dezembro do correte anno, se ba de arrematar
por venda a qoem mais der, en praca publica
deste juzo, depois da audiencia respectiva, a es-
erava Romoalda erioola de 22 aonos mais on me
nos, avallada em 7005000 res, a qnal vai a pra-
ca por ex eco gao de Jos Dias da Cosa Cardial.
. Alcoforado 4 Irrao, Dr. Aatnio Perreira Mar-
lias Ribeiro, Dr. Antonio Joiqnim Ribas Jnior,
Antonio Pires Ferreira, Dr. Antonio Ramir da
Suva, Candido lus GoeHw de Moora, Prancisc
At. ionio de Alboquerqoe Helio, Joaqoim Antonio
r"eJ8,Ne*r*9 (Pe/oando), Dr. Jjaqoim Lopes
cootra Manoel Jos Consclo, e oa fal a de laocador Lobo, Joaqoira de fc tawfi, Joo Aatoo" Gomes
qoe cubra o prego da avaliacao sera a arremau- Guimares, Dr. Joao Jos Pinto Juaior, Jos Do-
go. fe ta pelo precoda adjudicaCio com o abat.men mlDaeS djs s,rt,s Jos G0,"|IaDgine,ra ju.
w a '" u lor. D- J* Tneodora de Vaseonaellos Carxals
^'7 "ae chegue ao ceoheeimento de todos (Vi|u Bell), D. Mariana R.beirodaL.pa, Mathias
mandei fazer o presente edital, qne sera' afiliado Lopes da Com Maia, Manoel Jos Marioho Placi-
:ares de costme e publicados pela Im- do de Piobe P-ssoa, Thom Lopes de Seoo, Vic-
oos
prensa.
Dado e passado nesta eidade do Recife de Per-
namhnco, aos 19 de novembro de 1867.
Ea, Manoel de Carvalno Paes de Andrade, escri-
vo o sobscrevi.
________Tristo & Alencar Araripe.
tor Acciuly Waoderley.
Santa Casa da Misericordia
do Recife.
Pela secretar.! da Saota Casa da Misericordia
O Dr. TristSo de Alencar Araripe, olficial da ,do Recife sao convidados os senhores pr.-.prleaiios
imperial Ordem da Rosa, e iuiz especiaf dos PrHl0'aa,xo d^u"dos'"J0?,errenos Pr
dn rfimmprfiri nmij riri^n Ar, nar\to Ho teDCeram oolr ora ao Sr. Fraocisco Los pe8 Bar-
ao commercw nesU eidade do Recife de rft0 e Sa mo^T e por tlles doados, SaoU Ca
FernamDOCO e Seu termo por Sua Mages- para que comp^regam a esta, secretara, aflm de
tade Imperial e C nstitucimal o Sr. D. pagarera os foros que se achara a dever, e assigua-
Pedro II. aque Deus Guarde, etc. \im respectivo termo, reconbecendo
Fago saber pelo preseote qae oo da S do mez
de dezembro do correte anoo, se ba de arrematar
por venda a quem mais der em praga pnblica des-1 r,., ,, ""'
te juizo depois da audiencia respectiva, 25 saceos i h'"/ D- ,V ,
cora algodo, pesaodo U7 arrobas e 14 libras liqui-! SS?.!?? n. i5~'J!
. qui-
dos, avallados em JSJ0O0 rada arroba e vai a pra-
nrarmeu-|{i pT execogio de Domingos Alves Matheos, coo-
tra Estevo Jos da Malla, e oa falta de lanzador
qoe cobra o preco da avaliago sera' a arremata-
gao feita pelo prego da adjudicage com o abat-
ment da lei.
E para qae chegae ao conhecimento de
todos maodei passar o presente e lital, que
ser affixado nos lugares do costme e pu-
blicado pela imprensa.
Dado e passado nesta eidade do Recife de [IZ \aim
Pernambuco, em 14 de novembro de 1867.
Eu, Manoel Selvino de Barros Falco es-
crivao interino o subcrevi.
Tristao de Alencar Araripe.
Sania Casa como seobor do dominio directo de di-
tos terreos.
Roa da Roda.
Antonio Perreira Braga.
os Leopoldo da Silva.
Sobrado o. 17. -D. Emilia Carolina Madelra Per-
reira.
Casa terrea n. 19.Capito Martins (morador em
Beberibe.)
21.Joaquim Pacheco da Silva.
23.Antonio dos Sanio Vielra.
25.Ignacio de Sa' Lopes Fernan-
ldem dem o.
dem dem n.
dem dem o.
des.
dem dem o. 27.Flix Aotonlo AWes Mascare-
nhas.
dem dem o. 31.Miguel Joaquim da Costa.
-----"M*


EM LIQUiDACO
Novo banco de Pernambuco
Os Srs. accionistas podem receber o 3
dividendo (em moeda corrente) de 10 o/o do
capital, assim como o 1. de 30 o/o, e o 2.
de 46 o/o, j anaunciados.
Nova banco de Peraambnco
em liquidado
Os possuidores de notas da emisso do
banca qaeiram quanto antes apresental-as
ao troco.
ALFANDEGA.
lendimenlo do lia 3.............. 39:1595233;
dem do diai ............... 32:6643675;
.DEGLARICOSS.
Coiselho de compras do arsenal de
gaerra
O conselho de compras do arseoal de gaerra,
em virlode de ordem da presideDcia, precisa com
prar para fornecer a repartig do alislamento dt-
pragas para o exrrciio, o seguate :
Llvro alphabetico de 300 folhas para recrutas e
guardas oarionaes designados 1.
Dito dito de 300 folhas para voluntarlos e guardas-
nacionaes designados que proroptamente coocor-
rem 1.
Dito dito de 100 folhas para substitutos 1.
Dito dito de 100 folhas para lib rtos 1.
Dito de 200 folhas paatado para registro de corres-
pondencia 1.
Impressos para termos de iospecgo 1,000.
Raspadeira 1.
Caivete fino 1.
As pessoas que qaizerem vender os art'gos aci-
Idem dem o. 33.Bernardo Alves Pioheiro.
j idea
e Silva.
Francisca da Conceigao
de D. Joaquina Maria
Mivlmeuto da alfandega.
Volaraes entrados com fazendas...
i t < gneros....
Vnlumes sabidos com fazendas..
t f gneros...
---------------ma declarados, compiregam com suas propostas
71:833j900' oa sala do conselho, no dia 5 de dezembro proxi-
====== roo futuro, pelas II horas da maoha.
Conselho de compras do arsenal de gaerra 30 de
novembro de 1867.
J. M. 1. J. da V. Pessoa e Mello
Presideote.
234
143
------377
226
410
------636
Dascarregaro hoje 5 de dezembro
Vapor ioglez Crhysohtemereadorias.
Galera ioglez -Herrai^necarvo.
Barca lunetaHayal Briieidam.
Brigue IoglezPara -dem.
Patacho bolisteaseMara chsrqu8.
Importadlo.
Brlgue hollaolez SopAio Constanca, viodo da
Bihia maufestpB :
13.626 ambas carne seca, 55 ditas graixa em
bexigas, 183 duas e 14 libras slio coado, 86 cou-
ros seceos ; a Oliveira Pilhos & C.
Hule uiciooal Emilia, viodo do A'-, man-
festn :
280 alqaeires sal, 166 saccas algodo; a ordem.
18 dilas dito ; a B-nto de Sou'.a Bandeira.
16 ditas dito ; a Laiz Gmcalves da Silva.
194 ditas dito ; a Laiz A. Siqueira.
93 ditas dito ; a A. C. Frenas.
39 litas dito ; a F. J. H. de Freitas.
26 ditas it); a Jos de Azevedo Aodrade.
V norte de sua escala, manifestou :
De Macau.
114 saccas algodo ; a ordem.
72 dilas dito ; a A. Corri de Vasconcellos & C.
8i ditas Jilo ; a L A. Siqueira.
16 dilas dito ; a C Jos dos Santos Callado.
52 ditas dito; a Carvalho & Bastos.
21 ditas dilo ; a Luiz Goocalves da Silva.
8 ditas dito ; a Albino Amorim & C.
2 -unes camaoba ; a Jos Lacas Soares R. da
Cmara.
8 garajos carne; a Manoel Moreira da Silva.
Do Arac. 31 saccas algodo ; a Liyo Sobrioho & C.
45 ditas dito ; a los de S Leito Janior.
203 ditas dito ; a Parete Viaona & C.
44 dilas dito : a L. A. Siqueira.
16 ditas dilo ; a A. V. di Silva Barroca.
1 caixote ignora-se; a Manoel de Almela Lopes.
5 saceos caf a Th. Just.
2 ditos ilit); a Manoel Jo-quim Lraato.
52 ditos caraanba; a Oomea de Mallos & Irmos.
11 ditos dita ; a Loo de Far. & C.
Do Aeara.
250 meios de sola ; a Peixoto & C.
6 barricas graixa, 10 saccas algodo ; a Fernan-
dos 4 Irmo.
23 ditas dito ; a J o Jos de Carvalho Maraes
12 ditas dito ; a J >s de.S Leito Jomor.
2 ditas dito ; a Joo Ferreira dos Santos Jaaior.
13 saceos gomma ; a J M. de Mira Waoderley.
25 ditos dita ; a Joan Busson.
RECEBEDORIA DE RENDAS INTERNA^
GERAES.
Rendimentodo dia 3.............. 2:13?733
dem do dia 4................. 3:632-5473
Santa (Jasa da Misericorda
do Recife,
AHlma.junta r.dmiastrativs la Santa Casa da
Misericordia do Recife manda fazer publico que
na sala de suassessoes, ao dia 5 do viodouro pe-
las 4 horas da tardo tem de ser arrematada: a
quem mais vaolagens oCTereeer pelo tempo de un.
a tres anuos as readas do-' prelios em seguid?
declarados:
Estabcleciracntos de caridade.
Rna do Padre Floriano.
Casa terrea o. 17....... 186,8000
Casa terrea o. 45....... 182#50u
Ra larga do Rosario.
Terceiro andar do sobrado n. 24 301000
Ra da Gloria.
Casa terrea n. 23........ I9:000
Patrim4M9 de orphao.
Ra do Vigario.
Primeiro andar do sobrado n. 27 18IJ5000
Ra do Pilar.
Casa terroa n. 99.......256*000
dem o. 94........20IO0
dem n. 108.......... 20l000
Sitio n. 5 no Forao da Cal. 150OO. |
As arremalacoes sero feitas pelo tempo de uie
a tres anuos, deveodo os licitantes virem acom-
Sobrado n. 39.Herdeiros
Pereira Vianna.
Casa terrea o. 4i.Paulo Marques eAolonio Fran-
cisco Macota.
Mem idem o. 43.-Filhos de Jos Rodrigues dos
Passos.
Sobrado o. 47. Dr. Bernardo Pereira do Carmo
Jnior.
dem idem n. 4.Mosteiro de S. Bento.
tem dem n. 6.Idera dem.
dem idem n. 8.Irmandade do Santissime Sacra-
mento de Santo Antonio.
dem idem o. 10. -llera idtro.
dem idem n. 12.-dem idtm.
dem Idem n. 18.Bernardo Alves Pinbeiro e oa-
tros.
dem idem n. 20.Anna There?a do Sacramento.
dem idera n. 2iSabino da Cunha Fragoso.
dem dem o. 26. Antonio Ferreira Braga.
dem idem n. 28.Irmaodado das almas de Santo
Antonio.
Mem idera n. 30. Joanoa Maria dos Sanios Mo-
raes.
Mera idem o. 32.-Dr. Aotoolo Joaquim de Mo-
raes e Silva.
dem idera n. 34.Manoel Jos do Aroaral.
Ildern dem n. 38.Tutor de Francisco Goncalves
da Rocha.
Casa terrea n 50__Os mesmos.
Mem idem o. 52.Dr. Joo Capislraoo Bandeira
de Mello.
Mem dem n. 54.-Laiz Jos da Co-la Amorim.
dem idem n. 56.Jos do Reg Pacheco.
Idem idem o. 58. B..riholomeu Francisco de
Siuza
Mem ilem o. 60.O rresmo.
dem idem o. 62. Mn>el G-mes Viegas.
Secretaria da Saota Casa da Misericordia do Re-
cife, 9 de novembro de 1867.
O escrlvao,
Pc/n Roduyues de Souza.
paBhados de seus Madores ou munidos de cartas
destes.
Secretaria da Santa Casa da Misericordia do
rlecife 28 de novembro de 1857.
O escrivo,
Pedro Rodrigues de Souza.
Inspecc&o de ande.
No dia 13 do corrente, as 11 horas da manha,
havera' iuspergo de sauda na secretaria do cora-
. mando superior da guarda nacional deste munici-
| po para os Srs. offlciaes e guardas que requere-
ram, e qoe foram deferidas sua, petig5's, bem co-
{ mo para o Sr. teneote-corooel commaodante do
( batainao n. 23 da Vicioria, o bacharel Pedro Bezer-
(ra Pereira de Araujo B Itro. por assim ter deter-
\ minado o Exm. Sr. presideule da provincia, em
offkio com data de 3 do correte.
Secretaria do commaado superior da guarda na-
cional do Iicife 4 de dezembro de 1867.
O 1. secretarlo,
____ Fimmo Jos de Oliveira.
Conselho de compra* do ar-
senal de guerra.
O cooselho de compras do arseoal de guerra em
virtude de ordem da presideocia precisa comprar
para o presidio de Fernando de Noronha o se-
guale :
Pregos cabraes 10 milbeiros.
Ditos caixaes 10 milhejros.
Ditos fraucezes de 1 1/2 e polegadas 4 arrobas.
Girama laca 1|2 arroba.
Linas de offender 2.
Recdimeoto do da
Mem do dia 4 ...
5:765*206
-----------------' Tarracha de esplogardeiro 1.
CONSULADO PROVINCIAL Cobre em chapa floa para cobrr as rodelas das
8:9013781

M0VIMEST3 DO POETO
Navios entrados no da 4.
Acarac e porto* intermediosVapor brasilelro
lpojuca, de 360 toneladas, comraandinte I. I.
Mirtins, eqnipagem 36, carga diff^reotes gene-
ros ; i companhia pernambucana.
Rio de Janeiro27 dias, baca logleza Salwem, de
420 toneladas, ca'plio Prederico Scott, equipa
gem 13, em lastro ; a James Ryder & C. Rece
beu ordens e segulo para a Parabyba.
Montevideo23 da?, patacho bolsteloez Maria, de
168 t meladas, capito J. Sehade, eqnipagem 9,
carga 2,846 quiotaes bespaoboes de carne; a Pe
reir Caroeiro & C
Navios saludos no mesmo da.
Macei -Birca fraoceza Vtlh de Fronlign&n, capi-
to Rodrigues; em lastro,
de sua questo com seo cunhado e sobriobo, e Liverpool por LisboaVapor ioglez masn, eapi-
mais anda poderla cinstar do le.-terauuho de seas i lio Ellls. carga algodo.
credores reaesMoreira & Doarle, e Maia, para LiverpoolPatacho inglez Georgiana, eapilio T-
4:2i35.o36 ; casas de farioha 1 leogol.
4:678A245Barbaoie i|2 arioba.
Garrafas de Ilota rxa 48.
Caetas de pao 10 dnzias.
F linas de (landres 2 caixas, sea lo ama dobrada.
Dobradigas de cruz 120.
Feixaduras de broca 20.
Ditas inglezas30
Lapta de cor 6 duzias
Penna lapis 10 duiias.
Prego rlpaes 20 milbeiros.
Diamintes para corlar vidro 2.
A* pessoas que quizerem vender os artgos ci-
ma declarados apreseniem snas propostas oo dia 5
de dezembro prximo futuro, na sala do conseibo,
pelas 11 boras da aaoba
Sala do conselho de compras do arseoal de guer-
ra de Pernamboco, 30 de novembro de 1867.
J. M. I. J. da V. Pessoa e Mello.
Corooel-presideote.________

cujas cooscieocias appello.
Meo maoo Salvador se ha de lembrar, qae para
eximirse ao pagameoto por que foi executado, os
mesmos qae agora taoto se esforea, para nao slis
fazer, fez-s chamar a cooeillacao para depois ser-
lbe extrihido mandado de preceito, depois de con-
fessada a divida, allm de que oppozesse barreira a
seas ditos credores, obrlgando-o a receber om por
fleos,
Q jando destes meios nsava mea mano Salvador,
Tauteo, carga algodo
Qbservacao.
Saspendea do lamaro para o Rio Graode do
Norte o patacho inglez Georgeana, capito G A.
SamthHI, eom o mesmo
sompeso
RepartH-o da obra- patucas.
De ordem do Sr. fogiuluiro, che fe interino da
reparligu das obrns publicas se faz publico qoe,
oo leudo coocorrido oppositor algum aos lugares
vagos de conductor desta repariig.io, e tendo sido
julgado inhabilitados os qoe Cincorreram aos lu-
gares de praticantes, no da 9 de dezembro prxi-
mo viodouro lera' lng::r novo concurso para pre-
enchimento das referidas vagas de conductores e
pralicaoles.
Os coocorrentes.'erao argidos nss materias de
que tratara o> I* e 2* do arl. 10 do regolarr.eoto
de 31 de julbo de 1866, e que vo abaixo decla-
radas.
Os requer aientos para inscripgao dos candidatos
devero ser apresentados ale o da 7 de dezembro,
o podero ser instruid.is Com qoaesquer documen-
tos ou ttulos cientficos qoe abonem a capsedade
dos mtsmos canrdalos.
Secretaria das obras publicas 7 de oulubro de
1867.
O secretario
Feiiciaoo Rodrigues da Silva.
Malerias do concurso para conduciores e prali-
caotcs da repartigo das obras publicas.
Para conductores.
Mathematics eltmentares, algebra alequacoes
do 2* ero, thigooometri, elementos de georostria
analiivca e descript va, d'astrnomia, d'archiiectu-
ra e de 'resistencia de materiaes, cnDhecimc-oto
perfeito dos Instrumentos graphicos e dos trabalbos
-eoivellaraento e planta, desenho lineare de aqua-
d, lia.
Para praticantes.
Lingua nacional e francez, arithmetica, geome-
tra, as duas e tres dimonsdes, algebra at equa-
goes do 1 grao, desenho lio. ar e de aqoarella.
Secretaria das obras publicas 7 de onlnbro de
1867.
O secretario
Felician'1 Rodrigoes da Silva.
Pela suh lele^acia d> freguezia de Saoto An-
tonio do Recife, fram apprehen lilos 20 chap s
de baeta com o formato los de fcltros em mo de
om preto qne os andava veodendo e se tornou sas-
pello de o\) Ihe pertencerem, mxime fleando de
vir provar a";oa idooeidade e oao voltar mais a
este juizo :>quem for seo dono dirija-se a esta
subdelegacia qae provaado serem seas Ihe sero
eotregues. Recife 2 de dezembro de 1867.
< O subdelegado,
Miooel Aolooio le Jess Janior.
Pela recebedoria de rendas internas geraes
se faz publico, que no corrente mez de dezembro
que os devedores das rentas laogad.s relativas ao
exereiclo correte de 186768, a saber : decima
addii'i nal das eorporagdes de mo morta, socieda-
des auonymas e outras, imposto sobre lojas, casas
de descont etc.. dito sobre casas de movis, ron-
pa etc., fabncados era paic estrangeiro e laxa dos
escravos (sendo esta at 16 do mesmo mez) leem
de paga-las sem mulla,J6ode qae seja, tero de pa-
ga las com a multa de 6 porcento em virtude da
circular n. 37 do mlulsterio da fazeada de 30 de
selemnro ultimo : outrosm, que no mesmo mez
_..
Uvas, enirigando-nos, e chamando contra
riola.no Tavarcs dos sutos, Aoto Jos Perreira, odioso com taoto qae coaslga o seu flm.
Meo mano Salvador de Siqoeira Gavaleaotl es-
ta' perliuaz, a forma porque pretende liquidar
suas coatas comigo, seo cunhado e sobrioho,
alera de extravagante deshumana.
a verdade duro o querer se-me passar por Ira de favor : ootros meios eram por
leo em casos taes, e mea mano Salvador por cor- pregado* para nao pagar a Moreira & Daarte,
deiro, elle o drago prestes a tragar o leo com lo- Mala e a mim, que at h >je taoto o tenho suppor-
da sua prole I lado.
Nada mais extico e degrdame, do qae vr-se Agora, porm, nio podendo elle asar dos mes-
meu mano Salvador para nao pagar a om sen ca- mos meios inventa oulros qa I es; ja' se sabe, i
obado e um sobriobo laucarse no campo das Invec- seraproV com o flm de nao pagar; foi fita o sea
nos o mota continuo em todo tempo que comigo se cor-;
! responda. Nao pagar oo pagar por calclo.
EOITAES.
astro que trouxe da As- BVea) ser pigQ3 QS sjbred|tos mf>moi e mii os
seguintes : renda dos proprios nacionaes e foros
* de terreos e de raarinbas pertenceoles ao exerei-
clo de 1866-1867 em liquidaco, segulodo-se de-
. pols a cobranga execuliva quanto as rendas deste
exercicio.
O administrador,
Manoel Caroeiro de Soor L'cerda.
oo se kmbrava elle da tnea aventada bojele- Q rjr# Tr8tSo de Aleacar Araripo, officia! pa Recrbedoria de Pernambuco, 3 de deiembro de
imperial ordem da Rosa, e juiz de direilo 1867.
especial do commercio, nesta eidade do
Recife capital da provincia de Pernambti :o
ni n*L, S q Re,s!*d das ""* registradas exigentes na admi
Deus guarde, e.. nistrago do eorreio desta c
Fago saber pelo prosete, qae no dia 5 do mez, res- abaixo declarados
eidade para os senho-
Pela recehedoria de renda* internos geraes
se i- publico que rica marcado o prazo de 30 dias,
cornados da publicaco deste, aos devedores de di-
zima de chancellara, averbada em virtude do de-
creto 230 de 22 de outuhro de 1842, aflm de virem
paga la ; fiado o referido prazo sero remetlidas
a thesonraria do fazenda as relagoes de lodos os
devedores que teeo sido remellidas pelos difieren-
tes escrlves, relativas a cansas ja decididas, para
se proceder a cobranga execotiva.
Recehedoria de Peroambaco, 22 de novembro
de 1867.
Manoel Carneiroe de Souza Lacerda.
Por esta secretaria se faz publico, de ordem
do lllm. Sr. Dr. ebefe de polica, que a' casa de
detengo se achara recomidos os escravos abaixo
declarad, s, cuj os senbores sao pelo presente avisa-
dos para relira-los da dita casa, requereodo a sua
entiega meduute documeutos comprobatorios do
domioio legal que sobre os mesmos tlverem.
Faustiao, escravo da F. Siqueira, Romo, de D.
Emilia Constanga de Marat Ferreira; Joo, de
Miguel Ferreira Pinto ;. Jos, de Mnoel Bezerra
de Menezes ; Izaias, de Miguel J s Alves; Gai-
Iherrae, de Joo Bapiista do Reg Manoel, de
Jos de Moraes Gomes Ferreira; Deonlzlo, de Joo
Joaquim de Saot'Anoa ; Joo, do Dr. Ernesto da
Silva Tavares; e Domingos, de Manoel Severino
de Arroda.
Secretaria da pelicia de Pernambuco 3 de de-
zembro de 1867.
O secretario
Eduardo de Barros Falco de Lacerda.
??S
THEATRO
DE .
, IS48EL.
EMPEZ 4COIMBRA
Sexta- fera 6 de dtztmbra,
EXPEGTACULO.
Concedido pelo Exm. Sr. presideote da pro-
vincia em beneficio da actriz
JESUINA JOSEPH1NA DA SILVA.
F oda a oo'enura pela orebestra dar' princi-
po o drama em 3 actos
i



'
y



Mario de FonuuftfcB* TtUBALHO E HONRA
Emsegaida represoiar-se-a pedido de multas
psssoas a comedia em um acia
Os dvus infernos.
Finalisar' o espectculo a muilo divertida ace-
Ba cmica
0 mitiito apamlhaio
pelo Sr. Coelbo era favor a beneficiada.
Principiara' as 8 horas.
O reato dos bilhetes acbam-se a venda em casa
da beneficiada ra de Santa Isabel o. 11.
A beneficiada agradece desde ja' aos seos com-
panheiros d'arte, a b>a vontade com que se pres-
taram a trabalbar em sea favor pelo qae se confes-
sa grata.
55 meias de sula, orna machina de coser, nm
cyliadro para padaria, aaa borra (cofre de ferro),
duas carteiras para escrlptorio, ama secretaria e l
outros movis oovos e madjs qai se venderao
sem limites.
Saxta- Pelo geme Marns os armazen da roa do Im-
perador n. 16, as II. 4o da.___________________
LEiL O
AVISOS MARTIMOS
COMPANHIA BRASILEIRA
DE
Paquetes a vapor
Dos porlo3 do sul esperada
al o da 7 de detembro o vapor
Cruzeiro do Sul, commandaote
Alcoforado, o qual depois da de-
mora do eoslume seguir' para
os portos do norte.
Desde ja se recebara passageiros e engaja-se a
carga que o vapor poder condazir a qual dever
ser embarcada na da da sua chegada, eucommen-
das e dinbniro a frete at ao dia da sna sabida as
2 horas. Previnese aosSrs. passageiros qo^suas
passagens so se reeebem nesta agencia ra da
Cmi o. 57, priraeiro andar, escripiorio de Anto-
nio Luiz de Olivelra Azevedo & C. _______

CMTASILV B!S\S|LEIA
DE
Paquetes a vapor
Dos portos do norte espera-
do si o da 10 de dezembro o
vapor Paran, commandante
eapilJ de fragata Sania
Barbara, o qoal depo< da de
'mora do costme seguir' para
osp^rtos do so
Recebem-se desde ja passageiros e engaja-so a
carga qae o vapor poder conduzir a qual devera'
ser embarcada no dia de sua chegada, encommen-
das e di:beiro a frete at o dia da satiida as 1 ho-
ras. Previnese aos Srs. passageiros que soas
passagens s se recebera nesia agencia roa da
Cru' n. 57, 1* andar, escriptorio de AEtouio Luiz
de Oliveira Azevedo & C
SOCIET GENRALE
DE
Transportsmaritimes a vapeur
' PAQUEBOTS FRANGS
Al o dia 12 do correte espera-se da Europa o
vapor Iraocez Sante, o qual depois da demora do
eoslume >eguira' para Buenos-Ayres pela Babia,
Rio de Jioeiro, Sanios e Montevideo.
Para condicjsa, frelese passagens traase
agencia ra ta Cruz n. 55._________________
De un masln, nm Bastar) c tu-
chamas
Sexta-feira 6 de dezembro as 11 boras ea
ponto.
Antonio G. Chicarlo, eapftao da galera portueue-1
RESTAURiNT A LA CARTE
Entrada (eral ruaferga doRosarlo n. 37
estrella do arlo a. 4
e para familias rna
,.-------- -----------A.
Francisco Garrida Ji Hermano, proprietarlos deste grasde estabelecimento om a ebegada da
Europa do primeiro, tem o prazer de anunciar aos seus amigos e tr<-_oaxei, gu i se acba outra vez
no mesmo estabelecimento ancioso por ver todos os seos paroebianos, Unto da praca como do mato e
de outras provincias. Os proprielarlos tem eito todo o potslvel para sati-fier a soa Ilustre concor-
rencia. Os hospedes acblto toda ctmmodidade de grandesalas e asselaJos quarlos por precos ra-
zoaveis.
Ha sala para leitura de jornaes nacionaes e eslrangeiros, na mesma sala ha am magnifico piano
za iostphtta 4 A/miroj arribada nete porto, fara' para recreio.
leilao com llcenja do Sr. inspector da alfaadega, Gome-ce a mesa redonda a la carta e manda-se a domicilios
em presenta de nm empregado da mesma repart-, Os vinhoa mais Qnos do mercado acbam-se no estabelecimento.
cao para o flm nomeaao, com assisteocla do Sr. A aoite ba sorvete e refrescos, caf, che chocolate a toda a hora.
cnsul de Portugal, por intervenga de agente Pia- Tem de mogno os bilbares, nobres divt Mmenlos dos res e outros jogos. Falla-se
lo e por cinta e risco de quem pertencer de al- (rancez, italiano e inglez. o eslabelt cimento vtndem-se libras sterlinas e compram-se
gans paos pertencenles a dita galera, qae foram panholas.
substituidos em con ;s uencia do reparo feito na
PROTECTORA
hespanhoi,
oocas hes-
mesma ; o leilao sera* effoctaado as
da cima diio no caes da roa do
(rente a Asboeiacao Commereial.
II boras do
Trapiche em

LEILAtt
deterioradas.
A 6 DO CRREME
Rabe Scbmetiau & C. firo leilao por ordem do I
Sr. consol de Hamburgo, por conla e risco de
(juera pertencer e por intervengio do agente Ol -
veira, de diversidade de fazendas de lei, principal'
mente inglezas porm delchoradas em consequen-'
cia do incendio do I* e 2 do correnla em o arma-
zera contiguo dos Srs. Adriano, Caslro & C, que
passra era parle para o delles
Sexta filra 6 do carente
as II horas da maoha em poni, em sea arm-
zera uto a' raa da Cadeia n. 18._______
Da armaco, fazendas, miuiezas e gneros
O abaixo asslgnado. sub agente da PROIECTOftA DAS FAWLIAS, associacao brasileira de Se-
goro-Mutuo sobre vid*, autorisada por decreto Imperial de 13 de retobo de 18'ii, e gerlda pelo banco
Rural e Hypttiecario da corte, tem a honra dj chamar a silencio d V S. para o regulament, inserido
neste Diarto de S5 e 26 du correte coja leitura e eitndo orientara' a V. S. sobre as vantageo qoe lal
insiitai(o bfferece as duas grandes operagSes que ella tem por flm a creaco de capilaes e a crea-
(o de rendas (Art. 2* do reguUmeoto), as qaaes je J.-m ser effeciuadas separada oa -imultaneamen e.
A creacau de capital o lera se pele augmento progresado do jaro qae elle prodoz, snccesslva-
mente capitalisado, e pela addico das qn->tas dt berauca correspondente jos capilaes dos contraa, cu-
Jos segurados fallecerem antes do sea praz.
As coDlribuic5;s desi.aadas a formago de capital oa a de renda, podem ser feitas por ama s
vez (nicas), ou por prestaedes ananaes iguaes (anntiidades). Ari. 4.
A segninte tabella m isira os resoltados provaveis que se eooseguem fazendo entradas annuaes
de 100*000.
Segando esses clculos aquelles resaltados augmantam de 20 a 25 por i* qaando a entrada, em
vez de annual. feila de urna vez.
NOSSA SE^HO\ D4 C0MCI(1\0
Para edueac-ao do sexo masrulioo
Director Manoel Aires Viaona
O collegio da ConceicSo, mudado altimamente para o bairro de Santo An-
tonio, ra de S. Francisco, casa- n. 7, contigua estacao central dos trunos
urbanos dos Apipocos, contina a funecionar regularmente, recebendo alum-
nos externos e internos, tanto para a aulas primarias, como para todos os
preparatorios necessarios matricula de qualquer faculdade, sendo os seus
respectivos professores pessoas moralisadas e de um concito magistral j v
bem tonudo nesta cidade. wjij
O director deste novo cnllegio continuando a eraprHfar toda a solicitude no -Jj&
desempenho de seu mandato, espera fazer-se mais digno da coofianga com |^
que o v5o honrando os senhores pais de familia, c jnfiando-lhe bondosamente jgg
os seus filhos. ||
que zeram parte da rnassa fallida de..
Azevedo & Flores e existentes na loja da ^^ Os estatutos do collegio, assim como o franco Bgrssso em todas as suas ^p*
^de pendencias, esl5o sempre a disposigao de quem possa interessar
ra da Cadeia n. 47.
Sabbadi> 7 de dezembro
O agente Pinto levara' nov^miote a leilao a re
qnerimento do administrador da referida massa e
por mandado do lira. Sr. Dr. juiz especial do com-1
mercio, dos objectis cima mencionados ezisten-,
tes oa loja cima mencionada, aonde effiCluar o,
leilao as 10 boras do dia cima dito.
2S?@S
d;>
ni: r a 11 ei no
Pretende Kgmr com multa brevidade a barca
Despi;u; II, lera dous tercos de ssu carrega-
raento a boido para o resto que Ibe falla irata-fe
com os seus cjnsignalanos Antonio Luiz de Oii-
vura Az vedo & C. ra da Cruz n. 57.
Para Lisboa.
Vai sahir com brevidade a tarca portugueza
ratidaj por ler parte da sua carga pronopt.; pa
ra o resiaole e pass>geiros traa se com Oliveira
Filhos & C, hrgo do Corpo Santo n. 19 oa com o
capitaona prai,a. _______
f
Acbad i-se ora a maior parle de sen carreg?-
meoto promi-tJ o biateportuguez Pensamento. se-
guir'em poaecs das para o referido porto:
quem pret-nder embarcar o resto dirija se;;a ra
to Viga;i., p. '.O, a Paitar & Oii.-eira.__________
rara Lisboa
vai sahir om omita presteza a bem conbeclda
b>rca Mana : psra carga trata-s* com os consig-
natarios Carv:ihv & Noguer, ra de Apollo nu-
mero 20. ___________
AVISOS DIVERSOS.
Insiituti) Arehe lgico e Geographi.o
pernambacaBO.
Hivpra'sessoordinaria quinta-feira 5 de de-
zembro crreme, pelas 11 horas da manba.
ORDEM DO DIA.
Relatnos, pareceres e raais trabalbos de com-
mis-oes.
Secretaria do Iostilato, de dezembro de 1867.
J. Soares d'Auveio,
Secretario perpetuo.
Pieparatorios para os exa-
mes de marco,
Curso de liogua fraaceza.
de geogra|>nl; e historia.
de philvsophla.
de rettaorica c potica.
Jos Soares de Azevedo, professor de
lingua e literatura nacional do gymnasio
provincial de Pern mbuco, tem aberto em
sua osa, ra IUIa n. 37, um curso especial
de cada urna das materias acim i indicadas,
para os estuiantes que se propem a fazer
exaroe em margo no collegio das artes.
Dirija manhaa at s 9 huras e de tarde a qual juer
bora.
Coziiilieir) ou ama,
Preci&a-se nesta typographia de um co-
zinheiro ou ama forra ou escrava que saiba
aquelle misler e que compre ao mesmo
tempo.
m
m m -
ULULAS de BLANCARD
O MDDBXTO H FBJLO 1H AXTHAVL
ApproTadas pela Academia de Medecina de Parii
MMteiMl m.o IBiM nneL m ii-niiniiic
xraamiiTABaa os hosfitas na hahc*. Da blgica, ba iflabda, da nratvu,are.
Mffmi ttarNti mu Sxptrifoit Uninrfoii de Sur-York, 1858, i* PirU, 1IJ.
BsUi PBuIm enrolrldas a'anu eamad* resluu-balsamic de am lenaWldc excearira, ten
(TaDU|em de Krem lnattt-ratis, im sabor, den pequeo volume, da aa causareal at
nrgat digestivos. Gozando dai propiedades do Iodo e do Vurnoi ella* eoaveai princl-
palmente as affeccos CUoroiica, Eicrofuljiat, tuktrnUonu, Cameros**, na tufrrkt,
atntnorrkta, anemia, ele; enfios, das offerecem as praticos urna medicneao dai outij
ca para modificar u coosaicoes ltjmph*tUat, fracas oa dbiUtaias.
K. 8. O Morete de ferro Impuro oa alterado um atadlea-
nsenlo iaflel, iniuole. Como prota de aurexa e de aalbeoeidade dar
ecrsladelra* Pllalaa 4e Blancara, deve -te exigir Boato eetlo a
prata rcaeitra e aoita Droaa, aqui reprodotlda, qae Micha na parle
interior de om rollo verde. Den -ae deiconBar oaa hUifeaeoe*.
achara -ae eaa todaa aa Pharmacia. Paaraaaeaatiee, raa Siaaaart, I, fara
Idades.
Por cabera de t ciian^a de 1 ola a i nuo
de 1 a 2 aooo$
Enb anuos. Km 10 amos
de 1
de i de 2 a 3
de i de 3 a 4
de 1 de 4 a 15
de urna pe.-soa de 15 a 20
de > > de 20 a 30
de > > de 30 a 40
de de 40 a 50
1:100*00(1
9000I)0
861 000
8604000
teejooo
8602010
8602000
8o0.000
BMJ.000
aSalB
4.00050,0
3:000W00
2:900A00i)
2.8w05000
2.700**00
2:700000
2:700*000
2:700*01.0
3:0004:100
Em laaii
9:000*
7:300*
7:100*
7:100*
7:0004
7:000*
7:100*
7:2004
7:500*
E d 20 an E 2 a
J0:0:04
17:0004
to-.OoG*
15:500*
15:5004
15:4004
15:6004
16:0004
18:0004
47:0004
37:000*
35:006*
31.0005
33:3004
33:3004
34: (004
37 0OJ4
50:00 >4
a
l'iua coDtnbuico onica de 2.500*000 porqaalquer niixero de qninqoeoDios eoatt 2:68*oOO
saber :
Contribuigao.......... 2:500*000
Ce mrrJs?o de 5 por % sobre !:500*000 125*000 (arl. 62)
.... 14000
.... 2*5<0
Apolico.
Sella a faz nJa oacioaal
il^mm
R...... 8:628*500
E mais 1 por f, sobre .-SOOOOO por cada mei decorrido desde o i ae julho de 1865, a for-
ma do arl. 13 du rrgubmerilo.
A mesma coLtribuigo de.2:500*000, seado pagi ea preslajSes aBoanes costa os mesmos
2:628* 00, t-adj pa^as no acio da Ia prestasio as d>:speza de gesto, e dos anuos seguiotet a aooai-
dade simple.-mem-.
E neste caso a multa Je 1 |, o m--z eonla-se sdmeole sobre a i* annoidad?, devendo as te-
goiDtes rea Usar-se em dtiembro dos anuos consecutivos.
A creago de rendas operase depositando na as3oeiaco pir orna s vez, ou umbem aor annni-
dades, qoaDlias que accumoladas prouzam, de surto tempo em diaole, e depois aonualmeota. uta*
renda.
E esla operaco vera em auxilio tambam da f irmagio de capilaes, acerca da qual moftw esa-
iribuinies se prececuparo, lemendo ni pod>;r coutiouar por nm larg praz, o pag aaoto de anooidi-
des precisas para que os >eus beneficiados venham a alcanfar om bom CpUal.
Mas tal preceupavao, ou diflkuldad-, desapparece desJe que o coolribuinte puder assgarar,
sem depeudencia da sua vi-'a, o pagamento das 5 prmsiras annoidades, e B.er larrbem nm contrato
de renda, qoe desde a liquidaba i do Io qoiuquiiDnio prover, por demus, ao pagamsnu das anuui la
des a que est obrigado o contrato de capital. Com tff;iio, flgure-:?, por exeraplo, um contratada
i:50i'4 para creaco de capnal por raeio de prestaQ:S aonuaes de I011*.
Para salisfaitr as primelraso annuidadas lanzara' ocon'.ribuinie mo de um meio qo ao la-
Ibe, anda p..r sua morle, que 6 just mente quaudo o sea bonrfl^iado mais precisa de recorso
E para egorar no fuiuro as 20 se^jiotjs annuiJales instituir um outro contrato de !:w-40X)
pagavel em 5 annoidades de 3C0*. que, permaneeeDlo con>tantem'jnte oa AssuCiago, prodozlra, des-
de a i' liquidago, qoe ha de ler logar no correr do 6* auno, e emorme os clculos do BancoUui<,
e o prospecto da Compaubia Tutelar, urna renda animal de 400*, equivalente ao laadmulo do falor
da annoidade que se tom< u para base do contrato de creaco de capital.
O desembolso a effecluar ser, pols, o seguinte :
Para o contrato de capital de 2:500*010
,1.' anaudade..........10(4000
Commissao de 5 por > sobre 2:500*000 1254000
Apolice............ I000
Sello a fazenda nacional. ,..... 2*o'.0
O
Preten-le s-gnir com a maior bievidade possivel
a barca ponop.ieza Oteudma, por ter a maior par-
te do s.en earresaroaala enga'ado : para o resto e
passageiros, ao-. quaee offerece excellentes com
modos, traa se c >on Cunta IrrnSos & C, a' rna
Madre de Dos o. 31, on com o capiio a bjrdo.
da
Bi -Sraude do Sul.
Patacho braslelro Cardtao, capitao Manoel
Fraucisco F-ruande?, segn com brevidade por
ter parte da e rga contratada. Para a que Ibe
falla trata se c. m Miguel Jjj Alve, n. 19, rna da
Cruz.
M11SMT0
Que um elegante estojo prri viagem
io vn:\i>o :
i20 cadernos de p3pel branco, paotadi, btira dourada, marcado com as ui-
ciaes do comprador.
2oi00 enve'opes brancos.
3o I0J penas de ac (marca lanca).
4oi caixa obreias de gomma: caixa obreias de massa.
5oi lioteiro devidro com tampa de melal
6o! arieiro dem idem.
7o1 pao de lacre.
8o l caivete de duas folhas. **
9o2 lapis.
102 ccelas.
Todos esses objeclos reunidos, dentro de urna bonita caixa, futa para este im,
cuslam apenas
Es. C$000
l.8 Anno. <
2.*, 3.*, 4.a e o." a.moidades........
Para o contrato de venda do l:5004C0O
ha a despender :
II annuidade.........
Comrnlsso de 5 por "i. sob:e 1:500*000
Apolice...........
Seilo a (azenda nacional......
2z8*')C0
40*i,00
3 WSOOO
755000
141'00
14500
628*500
377*500
e nos 4 seguimos a 3004000.........1:200*000
1:577*500
2004000
Total despendido. ....
No co rer do 6* anno, e d'anlj em d ante aunualmenle, recebe-se 4005 de renda, do contrato de
1:5005, da qual se applicara' 1005 para a annui lade do contrato de capiul, flcaado, portanlo, liquida
a qaaniia de 300* at que aquel e ccatrato se Onde.
E fludo qoe teja, ao c.bo dos 25 annos, recebe-se por elle 47:000*000, (Idade da 1 da a 1 an
oc) e tem se recibido do contrato de renda a quantla de 6:0033 liquide* da annuidade de 100* a tpe
a sujeitou durante 20 ancos o contrata de capital, a iue, livre deste oous pasta a renda a ser de
400*, e vitalicia, se se conservar sempre o capital do 1:500* na Associacao.
Tacs sao as ccnsiderac<5e> e deduccS.-.-. que resoltam do e5tudo que t;nho f;-tJ sobre a materia,
e que mu pareceu dev-r levar ao conbeeime-oto de V. S. de quem
As pessoas que desejarcm tuscrever-se san ci nvidadas a dirigir se ao -r. Narciso Francisco de
Vidal 00 escriptorio da dita assoclajao a ra do L.vramenlo n. 19, primeiro andar.
Antonio da Silva Ramos manda celebrar missas,
na Igreja de Siota Rita de Cassia sexta-feira 6 do | .. liOOO f ^SI
correte por alma de sna noica assas pranteada ^dulUrdiaa Idrga! d 1U0U t ^OU
esposa O. Francolina Eroiina da SiJva Ramos, pri { g YuFu\
meiro snaiversano de seo falleciraento e para este v namhraia iran^nan-nP enm nila
acto cjsvida a todos os seas prenles e amigos a, VeDO-SO cammaia ll deprente com OltO ,
assistirem aS6 i|2 boras da manba, e desde j palmos de largura, que facilita fazer se um
Ihes anteclya seos sincero' sgradecimento*.
Lilia de S- Mlael.
Para o porto cima segne o patacho pertugue
tlorgense do primelra mareba, para carga e pas
sageiros tra',:-s co-n o consignatario Joo do Re-
g Lima, a roa do A;.ollo n. 4.
S'gue Com l sslvel prestcia o veleiro patacho
Volante, per lo: maior parte da car^a engajada,
para o que jala pia admittir : tran-se com o
respectivo cousi,'''ii',ario Antonio de Almeida G>
mes, a' ra da C;>z n. 23, andar.
3^r-. LOES.
AO
De 25 decim-is de vinho do Porto, 5 barris
dit3, 3 pipad vioho da Figueira
O aente P-tm fura' leilao por conta e risco
de qoem p'ertencr 1 s vinhos cima mencionados
os quaes s:rij veoii.i)s para liquidar ao correr
do ir.mello : qni.ia Uira 5 do correte pelas 11
boras da raanrn*. no Anne defronte da alfandega.
umi caleche,
1' leo de
muilo bem
nma irrinde
conurnida e
O igente Poni! (ar
caleche com pou-ons\
elegante ____
Era frente .1 c,:he:ra do Sr. Claudio Dubanx,
as'll horas. _______________________
vestido com qualro varas, a 1$ e t$280 a
vara : na loja e armazem do Pavao, ra da
Imperatriz n 60, de Gama & Silva.
E5J.Kirt551.OS.
Vende-se um grande sorlimento de espar-
tilbt s dos mais mudemos: na loja e arma-
EM uiarcidoo da sexta-fera 6 di correte
para os exames das alamnas apresentadas pela
Drotessora publica da segonla cadeira da B.a-
Vbta i ra da Gloria n. 18.___________________
Precua-se de nma ama qne saiba cosinbar e
engrmraar porfeitameote, para casa de pouca fa- zem d0 pa\o, na da Imperatriz"n. 60, de
miia^: a tratar na rna da Praia n. 12. ____.___ Gama & Silva.
Precisase de ama ama larra oa escrava que
seja boa cosiohetra : a tratar a raa da Cadeia do
Recife armaze.ro n. 8. ____
Perealas a 320 ts.
Vendem-se linisiimas percalas de cures
rua, pelo baratissimo preco de 30 rs, o
icoudo, por ter um pequeo loque de mo-
fo : na loja e armazem do Pavao, ra da
Imj. era'.riz n. 60, de Gama e Silva.
A".
Precisa se ge urna ama para cozmnar ; na raa
do I.ivramento n. 14.
Padaria
Preri-a-se de um lorneiro qae emenda perfelta-
mente de.-te servido : na raa larga do Rjsario
n. 16.
n terceiro
a-se
do sibrado da raa do Amorim n.
Novidade
Anadite a 6CO0.
Yer,dem-se os mais_ bonitos corles de ana- 37. CUU1 graTe sotaocommodos
die, sendo fazeuda inteiramenle moderna, tratar no armazem do mesmo.
transparente, com bonitas palmas bordadas ;
esta fazeuda, que de muilapbantasia, ven-
de-se pelo baratissimo preco de 6^(00 o
corte : na loja e armazem do Pav5o, ra da
Imperatriz n 60, de Gama & Silva.
Ricos cortes de nsediaa pro-
prflos para bitie.
Chegaram os mais modernos cortes de
- Qoero precisar ne boma escrava ehumes-. eQdo uma fneDda inteiraroonto
cravo oara todo servico, sendo aquella para casa U1WIU'1 ,. .
de ramiiia, e este moco de 20 annos: derija-se a nova e transparente, com lindas palmas e
l*. an- quadros de seda, e vendem-se pelo barato
I preco de 220000 o corte : na loja e arma-
zem do Pav5o, ra da Imperatriz n. 60, de
Gama A Silva.
es
Alagarse a ca'a 1a ra do Jasmim na Boa-vista
om quintil planta 1oe murado: a tratar na ra
da Imperatriz n. 56, Arara._________________
ra atraz da matriz da B,.i Vista D.
dar.
Aiuxa-ce uma escrava excedente co.-iorie.ira
na rna das Flores n. 37, 2 andar._____________'
./RfaaaflHM9BaiMBHBVBnHHMBBBMBV
O major Jjs Policarpo de Freita* manda cele-
brar amanbaa no collegio das orphas em Santa
Tbereza da Olindt ama mi-sa pelo repoaso eterno
da Exm." floada D. C ostaga Fortunata de Brito
Fllgueirs conorto do Illm. Sr. Dr. Caetano Al-
aes de Soaza Filgoeiras e para aquelle acto con-
vida a Exm.1 familia e os amigos do mesmo.
Cainbralas a 3 Vendem-se flnissimas pr;ss de cambrah,
brana e transparente, de 30300 ale 100 a
pe^a; <1itas tapadas muito fina?, de 50 at
100; (utas suissas com I vara de largura a
83, 100 e 120; na loja e armazem do Pa-
v5o, ra da Imperatriz n. 60, de Gama &
Silva.

De 10 b;tiiis cin banha de p reo
O agente, Pe>U;:a4-.t-.! teilo por conta e risco
degjiem jiart^n-cr d. 10 burjs com baob'i de
ptftBfaatHi aelrhs. n*-aioado, a 11 hora* da
tnaihaa n 1 Ja alfandega._______
h
Un eferava piivecsinbelra e <|airaodrJra.
Uma mulata m c* bonita fi>ora.
UiB meleque cosiohsiro aleijado das peras?.
Uma vacca com cria de um miz.
Hospital porlogacz de ben ficeucia em
Pernanbaco.
Nao se tendo reunido harnero legal de socios' armrlaanil is nara raasmon 'an
para constilu.rem assembla g'ral domingo do' Cr"0 P"e*"f"*. 8'
oorrent-, sao novament^ convidados por.ordem do Vende-se um grande sorlimento dos.me-
Iiim. Sr. provedor t*>dos os Srs. socios reunirem- lhores cortidados bordados, proprios para
se domingo 8 do correos, s 9 boras da manba, camas e i mellas, pelos biratAS precos de
^[^iizs^T^sxxi^- iot^L" y? opar dr
der-se a' ele'gSo da Junta administrativa, e comr maSCO d \ii m-tacSo de Se^a, COm 8 pal
missaod? ex.me dec:nns para o anno de 1858. mos de largura, a 40 00; Colchas de cro-
Secretaria do hospital porluguei de beneficencia cf \iiS de rust3o brancas e de c6r; cro-
chs proprios para cadeiras, sofs, cadeiras
de balango, para cobrir presentes, etc. etc.:
Joaquim Jos Gon^alve
Beltro
HiA 0 TK^IGIIE S. 17 Io JaKDARj
Sticca por todos os paqaete-s sobra o Bancc
gaintes icgs-
Precisase de am primeiro andar com com-
ando para urna profesara que almitt de 20 a 30
meninas, as ras seguinfcs: Crozes, Crespo, Qihm-
mado, Roiano larga, Cabu?, Nova etc. ; a tratar
na ra do Rularlo larga n. 1C; e na raesmj casa
aloga-se uma candad carreira raens3lmet9.
Ara.i.
Precisa-se de nma ama para cozmbar e comprar
para ca.-a de humem ,-llleno ; na ra Nova n. 53.
Precisa se de omapret' escrava, para v.-nder
oa ra ; a tratar na ra de 11 t is u. 11, sobradj
de um an'lar.
Ofcina de carapiua, roa do Encalla
ment o. 4.
Tomam-se todas as obras do n> .-mo cfflci-j por
pro^o commodo ; alli se achara* eom qu^m trar.
T.imbem se vendem cadeiras ani>-ricanas.______
Juodos Santos Coelbo e Jos Gomes de Frel-
tas lazem sciente a quem interesar possa, e com
especialldade ao cerpo do epmmercio, quo amig?.
velmente dlsstlveram a sooiea !e qu tinbam na
coneitana a' rpa da Cruz n. 16, ncand; toda o
activo e passivo a cargo do .-ocio Freitas, e o socio
Coelbo livre e desentra^, e pago ". seu capital
-^""a noite do dia 30 do m-z ^assado fnriaram
de om dos ranchos da estrada njva um burro e
orna burra ; o borro csstauho, p-queno, e a bar
riga muilo pellada a turra caslacba escura e de
tamaobo reg ar, trndo noquarto esquerdo um O :
qu'-m os apprehender p.'e lvalos nesta cidade
ira familia ; a d> Reeitd aos Sr?. N.rciso Irmjs & C, que sera'
recompensado. _________________________
Precisa se de orna ama que saiba cj>.r e
engommar para om hornea : a' ra da Peona n.
2 A, 2 andar.
Precisase
de um meaioo de 10 a 12 aunos que saibi ler pa-
i ra caixeiro : oa raa do Livram-iuo n 36.______
Antonio da Silva Ramos avi>a ^ todas as pes-
sws cooi quem tom relajos commerciaes qae o
Sr. Jobo Ds-ralugu:
Alves M reirs d-Uou de ser
seu cai-airo d^Td-i o da :0 do novembro._____
Antcou Jas U b a de Olivera, declara pe-
lo presente que por haver outro '.e igail nome, se
assignara' d'nora ciu din'.a Antonio Joqaim de
Ouveira Lisboa. _____________
Precisa se
Mova n. 25.
de urna engorom:>dcira : na ra
sobra a



em Peraambaco, 4 de dezembro de 1807.
A. A. B. Santos P.rto,
i* secretario.
8-fguro cont-a fogo
Antonio Luiz de Oliveira Azevedo & C_ agentes
da coiBpaohia FiJ-lidade, esiabelecila no Rio de
Janeiro, tomam spguros centra fogo em predios e
m-reaitiri--, em sen ereriptorlo raa da Craz nu-
mero 57. '- '
Aluga-
o primeiro andar da sobrado da ra do aadre Flo-
riano n. 69 : a tratar na praja da Ulepinleuc ia
n. 12.
loWinlio em Draga,
sa en1. Portugal,
aber:
Lisboa.
Porto.
Valenga.
Guimar33.
Coimbra.
Charas.
Viseo.
Villa do Co-rte.
Arcos de Val de Vx.
Vi.unaao Castello.
Ponte do Lima.
Villa Real.
Villa-Nova de FaaaeUcSo.
Lamego.
Covilba.
Vassal (Valpassos.)
Mirandella.
Beja.
Bal-cellos.
tlESTUS 00 PEITO
Avht Imprtante.
Os iinieos v.'rtadetr xaropns da hypopbosphi
tos de s .da, de cal a de tarro do Dr. GbarchlH tra
iem a firma qnatrovaaes repetida desie sabio me
dico sobre o subscrlpt e a marca de fabrica di
Pharmacia Sw>no, 12, raa CastigKoae, Parts
Acha-se a veada ma frascoa qoadrados com o nn
me do Dr. Cbnrchill no vidro. Preco 4 trancos eOl
Pars : Com lostruccio
Botica de Bartholomea de C.
0 DrrjrSaptista Oasanova
con-
da matrii 4e Sr.ni-
Antonio n. 1.
\o mesmi eanailMe*t tem sempr* fr^.aae s ir
!; t.-r,. C.t-llan, tmt> rt Tt-hn'-. r
I i .is-ii ':>'!> llT'nrr*-r>n-M < f'tr.K d' Cl
para acabar: na loja e arrimen do rav3>l ruril., Sn ,.,,,,1,,^ ,vaii d atamado Ckar-
rna di Imperatriz n. 60, de Gama & Silva. "*r <- "-is.
na loja e armazem do Pav5o, roa da Impe
ratriz n. 60, de Gama 4 Silva.
Crtei de clila com a O cava-
dos a 35, 35300 e 3^ 0.
Vende-se cortes de chitas francezas, es-
curas e claras, de edres Gxa, e tendn 10
covados, a 30000; ditas com 11 a ?>>
ditas com 12 a 33600.^^rr^lS^i.$
pode ser procurado a aoalqaer bora e
sultorio bomopaltiTo,lar|(
Alnga-se o sitio dos 4 k5S a' roa de Joao Fer-
nandes Vielra, com excellente casa de vivenda e
outros commodos: a tratar na loja n. 18 a ra do
eQuimado^_________________________
~Jd8o de Siqneira Ferro faz publico,.qae
desappareceu-lbe uma letra aceita pelo senhor
I ir Jaclnlho faes de M d.odim, de principal
2:050;OCO saesda em 4 de ago.-to de 1866, vtn-
cida em 2 de fevereiro do correte annc,.e pede
ao dito Senhor Jacintho qne nao a pagoe spnao a
elle, pr--ite>tando proceder cnaiiaalaiente. centra
qoem quer que se apresentar cerno deno da di-
ta letra. R efe 3 de dezembro de 1867.
Caixeiro
Precla-se de nm caixeiro : no Ca^.dor, roa da
Imperatriz n. 19._____________________
~_ A!aga-se am prioieiro andar na roa da Praia
com commodos para grande familia : a tratar na
ra .Vova n. 2i. ______________________
A pessua qoe au'ineiu precls-ir de 1:6002
a joros, duija-se a ru.i estreiu do Rosario n. i7,
que dir' qnem^a'. _____________
Jos XooniO Pereira, sub.lito portuguer, re-
tira se para-Enropa. ______________
Precisa-se de uro b 'n coziohelro 9 de dous
criados, todos para o serv?"1 do hoUl do Monleiro:
a tratar oa roa do Crepo n. 8, loja dos Srs. A-
orado & RegOj_____________________________
Aluga-se
Uma excellene casa no i^ar do Monte:ro cas
bom jardim e perlo do rio Capibar*e : a tratar oa
rua do Crespo loja da es;nina c. 8.______
Ao publico.
O abaixo asslgnado, morador na villa de Agua
Preta faz sfionie ao respeitavel poflico, qae tendo
assignado urna Nha de papel em brao:o parase
proceder nma conciliago perante o jaiz de paz de
Qoipap, succede ter se extraviado dita folba de
papel, e para evitar qualquer fraude futura f.co o
presente annuncie. .... ,
Manofl-Jos Arieiro Vlaona.
Ama
Precisa se alegar nma escrava qae engomme e
cozmbe, e compre : na ra de S. Francisco n. Si.
Atteuo.
.

%enea
Fogio no dia 2 do correle a mulata Suzana'
indo a' Boa-Viagem, a mandado de sea seobor,
nao voltoo, tem es slgnaes segointes : muala da-
ta, cabellos cortados, que moura talhos na cabega,
cara lata, corpo cheio, bragos e mos grossas, Je-
dos grosses o malle.tus, levoa vestido de sita esco-
ra e nova, chales encarnado com barra de Ores, e
uma pequea Irouxa com tres vestidos e uma toa
Iba; coja mulata foi escrava do Sr. Vira es, re-
commenda-se as aotoridades policiaes e capilaes
de campo que a pegaren levem-na a sea senhor,
na praga da Independencia, loja de chapeos os. i i
e 14 qae sera' generosamente recompensado.
A'ugam-se as lojas o i-obrado n. 3 da ra
dasFiore: a' tratan aa- ra do Iroperaldor n. 83,
*' iaiiT- -^---------------r------
Precisa se w n aV'ro- do W aniuis
qae lenh yratjca i_--fe.i', n> axuizra das (.<-
cj'Piiiti> n. 71. ^__ _
ulna a^-tf-fH.' f
-* '" atav.aM
Pret-Ua-s*> omi prn ea^onmar : na raa
Tr-n'fh n. 36 V andar.
M. 2 > fina o livramc*!to R 25
Deposito de tamancos 9 ctodo nacional da fa-
brica da ra do Jardim a. 10, de Jo VieenUGo-
diuho, tanto no dupositoeoiUj na fabrica seaprotnp-
taai todas as porgoes do calcado o mais barato
possivel, esta fabrica tem todas as machinas pro
pria? para os calcados ja bem acreditados pelo
grande numero ;de fregones qoe daqoi e or-
neeem^_____________^__^_______--
Precisa se de on caixeiro que h-nba pratica
de taberna na ra do Imperado.- n 83.
~NoCorredor do Bis;*, den-nte dacaaa n. 10
haparaalugar uma r sllenle escrava uiaito ro-
busta e de Mi audacia?; a ,oa masma, veade-se
uma casa no Varadonr; t Olm .a.
tfT3t>W0-*-jnro-: qoea iwer
Prerlsa-ss
anooneie a sua morada.
No colegio da
criado iollligente.
Cunceigo pceeUa- ie nm
1 -re i a^uis e '^s, e ce-**
, 'fogo etr. edificios, uirulyria* -ftr>tU.
} ia roa do Vigano r ',, : ~> imei'-. citm
:Vl!1atlaVllT>


4
Bferlode
iperuambn^ Qnfata fe*ra de W>c (emhro de 1867.
li
noy* nnu
(3__
IE
CHAPEOS
DE
TODAS A QALIDADE

ILLUMINACAO
A GAZ.
DE
Manoel Moreira deSouza,
__= RA NOVA == W.


A empreza do gaz desta cidade desejaodo facilitar geralmente o uso do gaz na
casas e estabelecimentos particulares, offerece desde j as seguiotes vantagens:
i. Urna reducco coosideravel dos precos dos canos, apparelhos e todos os mate-
riaes pr.cisos para a installac5o desta luz.
2.* O gaz fornecido boje de extrema pureza e nlo offender a prata, o broDze
Sg| ou outro metal difireme, assim como nenhum damno poder causar s pinturas, quadros.
45.
chapeos
razoaveis.
este novo estabecimeoto, tem um completo sortimento de
para homens, senboras e meninos, vende-se por precos
45Kva Direita45
thega, gente!?!
Boriegoins ingieres par bomem a 5.
Ditos fraocezes dem a 8.
Bonegulns para senhora, enfeitados, a *#.
Ditos para menina, dem a 3.
Sapaioes ingieres para horneo a 4#.
Ditos americaaos a 3500.
Chinelas do Porto a 13600.
Saptos-tranc.a para senbora a 15-80.
Ditos aveiudados, dem, a 1^280.
Aproveitem emqaaato tempo. ____
9gk ornamentos, papel de forro mais delicado qoe seja, tornando-se ao mesmo tempo tSo sau-
-* davel e mais econmico outra qualquer luz, j conhecida, anal, evitar tambem a obs-
truccSo dos canos e tubos dos apparelhos.
3/ Os apparelhos existentes, como lustres, arandelas, bracos de vidro, de bron- ^ mesmo Arra.ai, a lloco o pibjo. eoj wwgs
ze, etc., etc., sao proprios para os senbores que preferem luxo e elegancia, como para KJmowI de fondo, so nSo'fleara- pro-
sK
FERERIRA VILLELA
RETRATISTA
Da casa Imperial do Brasil
Ra do Cabng, 18, entrada pelo|pateo da matriz
Retratos por todos os systemas photograpbicos.
Retratos em vidro.
Retratos em papel.
Retratos em porcelana.
Retratos em talco.
Esles retratos sao especiaes para se collocarem tro, alfioetes de peito, cassoletas
botes e aneis.
Retratos em cartes de visita.
Retratos em carte-album.
Retratos timbres-poste.
Retratos comees.
Existe sempre um variadsimo sortimenlo de caixinhas, passe-par-touts, qua-
dros pretos, molduras douradas, alfinites e cassoletas de ouro Sdo para a collocac3o de
retratos. Vendem-se tambem albuns, stereoscopos, vistas para os mesmos, vistas de di-
versos edificios e pontos desta cidade, apparelhos para photograrhia, echimicas para a
mesir.a arte.
Fabrica de destilaco e bonificado
DE
MARQUES & FERREIRA
KlA DO AHOR1III--FORTE IIO J1ATGS
PERNAMBUCO.
F.-u fabrica achando-se montada cooo todos os necessanos pertences a orna desfilacho e com
materias primas, que entrara na confeccio de todos os seas productos de soperior qoalidade : promp-
lifica-se a receber toda e qualquer encommenda e a vender os seas productos por precos nimiamente
redolidos, osqoaes obtlveram premios as eiposc5esdePeroambaco, Rio de Janeiro e Paris em 18C7.
Temos sempre em qoantidades genebra, dita de laraQja, aniz, agurdente do reino, cognac, ab
clntbo, bitter, wermotb, kirebe, xaropes para refrescos, pnmeira e seganda qnalidade, licores finos e
entre Baos, tinla para escrever, perfumaras, vinagre, marrasquino, coragao, espirito de 40*, 38 e 36',
dito de slfarema, limonada gazoza, aguas : fldr de laranj, rosa e Drtelaa pimenta ; orebata de pevide
de roelaocia e muitos outros gneros, os quaes se vendern a vontade do comprador, em barris, cana
da?, em garrafas com vistosas tarjas. Promptifiease a condicclooar e enviar qualqoer remessa qoe
nos seja pedida para toda e qualquer parte, dovendo ser os pedidos acompanhados de ordem sobre
ta prp i .
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D. Senhorina Germana do Espito-Santo, ten
do aberto no sea sitio do Arraial roas para reta
Ihar a vontade dos compradores, fai vr a todos
que as ras tem sessenta palmos como marca a
cmara e qoe tem de fundos 3 JO palmos, e com
diversos aivoredos de fructo, boa trra e a 1^500
o palmo. Assim como tem tambem boos terrenos
os que necessitam simplicidade e economa.
i.1 As pessoas qoe qoizerem cullocar o gaz em seas casas podem dirigir-se em-
preza, a qual se encarrega da collocacSo de todos os apparelhos, canos, etc., tomando toda
a responsabilidade pelo per kilo cumprimento do mosmo, ou por outra, podem empregar
qualquer maquinista reconbecido pela empreza, sendo o mesmo maquinista responsavel
pelo seu trabalho.
5.a A empreza obriga-se ainda a reparar gratuitamente qualquer falta de luz,
obstruego de canos, etc., devendo o consumidor pagar somente as pecas novas que forem
precisas para o mesmo concert; qnalquer reclamado que possa haver, ser dirigida ao
escriptorio da empreza ra do Imperador n. 31, alim de ser logo providenciada.
prietario quem nao qulzer.
SSA -Ra do Cabng*. S A
Os propietarios deste estabelecimento cfferecem ao respeitavel publico
um esplendido e variado sortimento de joias de ouro ebegadas recentemente
da Eoropa, cojos modelos s3o novos e de bom gosto como sejam : pulseiras
com perolas, rubins, esmeraldas e brilluntes, brincos da mesma ferma, anneis
de [ hantasia, proches para retrato, etc, etc., botes de coral rosa para p.ito
de camisa e cacoletas com retractos.
Compra-se e recebe-se em troca ouro, prata e brilhantes pelo seu en-
trinceco valor, assim como moedas nacionaes e estrangeiras. Tambem se en-
ctmbem de fazer concertos
Agostinho Jos dos Santos $ C.
^0AP8A Al^
C0S1MIEIR0
Olterece-se nm ptimo cosinbeiro, ecravo ainda
moco na rna do Trapicho n. 46.
Quem qoizer alogar o sobrado n. 42, a*
rna da Aurora, dirija se ao escriptorio n.
i, a' rna do Crespo, que achara' com quem
tratar.
Collegio oa GoDceico.
Corso de ferias.
Acba-se a berta a matricula das aulas
preparatorias para os exames de marfo
vindonro.
FRAN\ k BRAZIC
Largo do Corpo Santo n. 27
Mr. Joo Merqie tendo chegao de Paris da
grande exposicao universal de 1?67, faz sciente
ao respeitavel publico e aos seus numerosos fre-
gones qoe temum grande sortimento de fazendas
Dna*, assim como corles de caigas e co'letes de
c. semira e coslumes intciricos e ricos corles de
colletes de seda pretos e da cores e de la ; assim
como fazendas proprias para montarla de seohora.
, Outro sim, faz ve.-tuanos para montarlas e recebe
i gunoos iodos os mezes para homens, sennoras e
i meninos; atsim como tem sargelin francez que
vend em pega e a retalbo por prego razoavel, e
bros brancos ede cores variadas.
CASA OA FORTUNA
Aos 5,000$
BILHE1ES GARANTIDOS.
A boa do Crespo n. 23 e casas docostme.
O abaixo asslgoado venden nos seos moito fell-
zes bilhetes garantidos da lotera qne se acabou de
extrahir a benecio das familias dos voluntarlos
da oatria os 'guiles premios :
N. 3421 nm meio com a sorte de 5:000.
N. 1913 dous qoirtos com i, sorte de 9(X>#.
N. 838 om meio com a sorte de 4003.
E ouiras moitas serles de 1005, iOJ e 2( i.
Os possoidores podem vir receber seos respecti-
vos premios sem os descontos das leis na casa da
Fortuoz rna do Crespo n. 23.
Acbam-se a venda os da a beneficio da matriz
de Oaricury (46'J que se extrahlra" quando r
annonciado.
treco.
Bilhete.....6J006
Meio......3*000
Qolnlo.....11200
Em porc3o de 1003 para cima.
Bilnele.....5*500
Mel......2*750
Quiolo.....1*100
Por Manoel Manas Fiuza.
___________GeBtil H. Rodrigues de Scoza. _
Boleeiro,
Na Ca punga, porto do Lacerre, casa em qoe mora
Jos Duarte das Neves, precisa-se de nm bom bo-
leeiro, e cuidadoso de suas obrigagoes.
Ama
Precisa se de nma ama para cosinbar
do Apollo n. 14, armazem.
na ra
m
co
O Dr. A. S, Pereira do Carmo (medico)
est morando no sobrado o. 12 da roa da
Imperatriz.
mmwR
- Alnga-se urna tscrava moca para todo serv-
oa ra das Aguas Verdes n. 22, 1* aodar.
.aBiiiM
mm a
Precisase de orna ama para o servico de7
orna casa de pooca familia, prefere se escrava e
paga se bem : no caes do Ramos, armazem n. 10.
Urna -entK ra professora pnblica de Instroe*
583 primarla, por motivos de molestia deseja per-
motar sua cadeira por outra nerta cidade do Me-
die, at a distancia de urna legua, e offrece por
eompen>a(o urna vaotajosaofferta : quera se pro-
pozer a faier este negocio, dirija se ao caes do Ra-
mos, armazem n. 10, 00 aononcie para ser pro-
corado.
O Dr. Jjaquim io> de Campos da Costa de
Medairos e Albaqoerqae mudoa o seu escriptorio
de adv .-acia da casa o. 22 para a casa eontigna
o. 24 da ra dn Imperador, defronte da re aco,
jory e sala das aodieocias.__________________
Aluga se o 3* andar do sobrado o. 8 rna
da Imperatrii: a tratar eom J. t. de M. Reg, ra
do Trapiche o. 34.
AMA
Precisa se de ama ama para servico de casa de
pequea familia : na roa das Crozes n. 41 A, por-
la larga._________________________
Aluga-se a casa terrea sita a' ra do Gazo-
metro, coofroote ao poriao lateral da fabrica ; tem
commodos para pequea familia, e de precj de
14*por tez : a tratar no mesmo lugar.
0 Sr. Justino da Silva Cardoso queira
vir nesta typographia negocio urgente.
Trocan se
as notas do banco do Brasil e das ealxas Bllaes-
dem descont moito rasoavel, na praga da lnde,
oendencia o. l.
Precisa-se de om copeiro para orna casa s-
trangeira, preferindo se eseravo : a tratar oa roa
do Trapiche o. 3._________________________
O abaixo asslgoado faz sciente ao respeitavel
corpo do commercio qoe desde o da 21 do cor-
rete, esi*, para com a' casa commercial do Sr.
Ja Nuoes Ribeiro e Silva eslabelecida nesta Tilla,
desooerado da responsabilidade qoe Uoha como
ciixeiro gereote da referida casa : assomiodo o
Sr. Jos Nones Ribeiro e Silva, sobre saa onica
responsabilidade todas as traosaccoes feitas pelo
aboli assigoado, dorante o tempo qoe estere a'
aeo servico.
Villa do B Dito, 28 de noveir.bro de 1867.
Jos Cyprinno Baetra ie Mello.
Na praca da lodepeodeocia o. 33, loja de
ourives, comiira-se ouro, prata e pedras preciosas,
a tambem se faz qualquer obra de encommenda e
todo e qualquer concert.
Aloga-se orna casa com sitio oa Passgem
confronta ao chafariz aebaodo-se a casa em per-
feito estado : a tratar na mesma casa.
(ompanhia utilidade publica
A direccao paga o 14* divideodo de 52* por ac-
(3o, em seo escriptorio roa da Cadea o. 4!, prl-
meiro aodar. Recife 2 de dezerobro de 1867.
Os directores
Feliciano Jos Grmes.
___________Thomaz Fernandes da Cunba.
O es ti vi > do jury muden o seo cartorio pa-
ra a ra do Imperador n. 35, 1* andar._______
Jornaes para 1868
Na livraria fraoceza assignam-se lodos os jor-
naes da Eoropa, os Srs. asslgoaotes eocootraro
amostras dos peridicos e catlogos dos mesmos.
BA DO CRESPO N. 9.
Offerere-se om rapaz para eaixeiro com bas-
tante pratiea de padaria e molhado! : na roa do
i Range n. 9.
N. 2 largo da matriz de Santo Antonio n. 2.
RETRATOS A OLEO
Temos a honra de partecipar ao respeitavel publico a volta do Sr. Alberto Hens-
chel que fui Europa com o duplo fim de se por ao correte dos mais recentes pro-
gressus da arte pholographica e adqoerir para o nosso estabelecimento mais um ar-
tista de talento.
O Sr. Alberto foi summamente feliz e conseguio engajar um destnelo pintor de
retratos, p
SR. CARLOS ERMESTO PAPF
reembro honorario da academia real de pintura da cidade de Dresda, e do qual a reputa-
rlo bem fundada nos autorisa a erperar producoes nolaveis no seu genero de trabalho.
Um progresso immenso ltimamente execulado na photographia, um dos mais
imoprtantes consiste n'arte de obter retratos em tamanho natural, usando direclamen
teria grandeza que se desaja, sobre a tela do pintor, o retrato photographado, por meio
de um instrumento especial chamado : cmara solar de aigmicntaco.
Por esta forma o talento e o saber de um artista habii maravilhosamente se-
cundado pela preciso absoluta e infallivel dos contornos e das sombras que ihe pe a
photographia sobre a tela, e ludo se rene assim para se alcance o maior grao possivel
de semelbanca incontestavel, ao que d ainda maior realce o sello artstico, que imprime
ao retrato um bello colorido.
Pelo mesmo processo nos podemos reproduzir e pintar oleo, urna vez qoe se
nos d urna pbotograpbia, seja de que tamanho for qualquer retrato de pessoa morta ou
ament e no tamanho que se desejar.
As pessoas que quizerem julgar por si mesmas deste novo genero de trabt'ho,
sao convidadas a nos fazer a honra de visitar a nossa galera, aonde estSu expostosuma
serie destes retratos como amostras.
AMBROTYPOS
' Retratos em caixinhas
Para satisfazer a numerosos pedidos de muitos dos nossos fregnezes, estamos pre-
parados para fazer retratos neste genero, para os quaes tambem temos agora um grande
ve ariado numero de ricas e bonitas caixinhas.
^m m mww*&
as
es

0
ao
Alm do grande sortimento das melhores machinas, americanas para descarrocae
algodSo, de 10, 12,14,16, 18, 20, 22, 23, 30,35, 40 e 50, neste estabelecimento sr
encontra mais o seguinte:
Precisa-se de urna ama para casa de pouca fami
lia para cozinhar e ensabosr : a tratar na praca do
Corpo Santo n. 17, terceiro andar.
Gratifica se com 5"$
A quem capturar o prelo da Costa de nome Ja-
eittho, Idade 28 anoo?, estatura piuco meaos de
regular, tem falla de denles, tainos bem visiveis
as maQaas do rosto, e os beigos grossos, pernas ti-
nas etc. Fugio em 29 de outubro prximo passado,
levando caiga e camisa brancas, chapeo de palba.
A primeira vez qut- fugio inlilulava-se forro de na-
go e empregava-se como servente de pedreiro,
gaohador, etc. Foi visto ba poneos das na cidade
de Olinda, Agua Fria e Santo Amaro das Salinas,
em ranchos de outros negros da Costa. Rogasp,
pds, as autoridades puliciaes e a qualquer parti-
cular a capturado dito nepro a ser entregue a seu
senhor Joo da Silva Leile, a' ra da Cadeia do
Recife n. 10._______________________
HISTORIA DE CABIOS
XII
Rei da Suecia
FORArOLTAIRE.
Vende-se esta excedente obra por 1*200 em
broebura, na llvraria Econmica ra do Crespo
n. 2.
Na mesma livraria tcmam-se assignaturas para
avida de Horacio Nelsono celebre almirante
anglez a 1* cada exemplar._______________
Para sen interesse
Muito se precisa fallar om o padre porluguez
Jos Bernardino de Paiva que suppoe-ss morar
em MarcagSo, e com o Sr. Jos Lourenco de Me-
deiros Muoiz que mora nos arrabaldes de Santo-
Anto : oa praca do Corpo Santo o. 17, primeiro
andar.__________________________
Desapareceu no correr da uuile de 2o do
correte uo poder do aballo assignad.i, no enge-
nbo Contra-assude, de Jaboato, o eccravo Jos,
crioolo, com os sigoaes segnintes : bmo, bem
ccnstruldo, rosto largo e nariz chato, ventas mui-
to ;b-rtas, tendo na testa nma cicatriz de pollfga-
da mais ou menos, lera' de 20 a 21 anuos nao
se distinguindo no rosto sigoal de barba, vesta
camisa de cbita encarnada trazendo em trama
mais r upa. Aoimado pelo qoe se esta pausando
fol encontrado em Afogodos declaraodo que vlnha
alistar se nc^exercito. Protesta o abano :.-.- gna-
do cootr;. quem o tiver aromado da mesma ma-
neira que contra qualqoer auloridade que sem as
indispeosaveis pe^quizas o he uver recebldo se isso
se iv, r dado, gratifica se a quem o apprehender
levando-o a roa Direita n. 29, segmido andar, a
entregar ao Sr. Antonio Pedro de S Brrelo J-
nior. Recife 30 de novembro de 1867.
Jos Marques Carneiro Leo.
' Precisase de om criado de pouca idade for-
ro oa livre, para todo servico : na roa do Impe-
rador n. 73, 2* aodar.
Furtaram do cercado deste engenho ao ama-
rillecer de boje dous cavados, nm castanho, com-
prido, castrado, de 9 aoocs de idade, ferido da
cangalba, carrega balxo obrigado, esla com a cri-
na e canda compridas e tem esle ferro MP na
anca. Outro rosso,grosso, de bom lamaobo, id
tetro, manboso, carregador, pesado a e.-p,ora e a
cir, cauda cortada, e tem o ferro cima : quem
os apprehender dirjase a este engenbo qoe sera'
generosamente gratificado. Tapera 2 de dezem-l
bro de 1867.
Foriiiu.
Sabia a' Inz o 1* nnmero desta folha, qne trata
de j;-umpto.< forenses; assigoa-se na ra do Im-
perador n. 57, 1* andar, e na typograbia do tCor-
reii do Itecife, na mesma rna n. 79.
MM
Azeite de espermacete propria para machi-
nas de todas as qualidades.
Vapores de forca de 3 a 4 cavallos.
Serras avulsas para machinas.
MancSes e todos os mais pertences para as
mesmas.
Carros de mo para aterro.
Cylindro para padarias.
Debulhadores para milho.
Arados auericanas.
Escad.as de madeiras americanas.
(larrinhos proprios para armazeos.
Moinhos para refinacoes.
dem para milho.
Machinas para cortar capim.
Bombas para regar jardins.
Vaquetas para /bertas de carros.
Camas de ferro sortidas.
Bombas de Japy.
dem americanas.
Ferrosya vapor para engommar.
Vassouras americanas.
Baldes americanos para compras.
Tinas de madeira.
Ballaios e cestas de verguinhas.
Guarda comidas.
Peneiras d'arame para padarias e refinagoes.
Correntes para almanjarras.
Machados e faces americanos.
Caixas com vidros de todos os tamanhos.
Cannos de chambo de todas as grossnras.
Folha de cobre idem dem.
dem de lato idem klem.
Folha de Flaodres.
Ferro de todas as qualidades.
Arcos de ferro.
Latas com gaz.
Trens de porcelana para cosinha.
dem estanhados para dita.
Bandeijas finas.
Balaceas americanas.
dem rovervaes. #
Taixas de cobre.
Estanbo em verguinhas.
Folbas de ferro do todas as grossnras.
Correntes de ferro sortidas.
Espingardas de todas as qaalidades.|
Rewoleis de todos os modeUos.
Ferrameota para oorives.
dem para tanoeiros.
Mero para ferreiros.
Trecisa'e alogar orna ama forra oo escrava,
preferindo se esta ultima, para o servico de orna
casa de pouca familia, paga-se bem : na ra So-
va n. 11._______
Atteu0&o.
Pede se aos senbores Francisco de Siqueira Ca-
valcanti e Manoel de Siqueira Cavalcanti Fiiho o
favor de virem a roa da Imperatriz o. 32, a nego-
cio de seo inleresse.
mmmm wm mmmmm
Companhia Gdelidade de seguros i
martimos e terrestres
estabelecida no Bio de Janeiro
AGENTES EM PERNAMBUCO
Antonio Luix de Olireira Atevedo & C.
competentemente autorisados pela
directora da companhia de seguros
Fidelidade, tomam seguros de na-
vios, mercadorias e predios no sea
escriptorio roa da Cruz n. i.
tnuel Power Johoston & LompaRhli
Ra daSenzal Nova n. 42.
ASKNCIA DA
Fundidlo de IiOW Hoer.
Machinas a vapor de 4 e 6 cavallos.
Moendas e meias moendas para engenho.
Turas de ferro coado e batido para enge-
nho,
Arreios de carro para om e dous cavallos.
ftelogios de ouro patente inglez.
irados americanos.
Machinas para deacarocar algodo.
Motare* para ditos.
Mteboef de costura.
Roga-e encerecidamente a todas as pessoas que
contrahiram dbitos na loja de joias no eoraco de
ouro o. 2 B oa roa do Cabuga', o favor de em
quanto antes virem saldar seus dbitos, icio sem
perca de tempo, pois muito se agradecer*.
Club do Recife.-
A partida do mez de Dezembro prximo'
vindonro lera lugar na noite do da 7 do
mesmo mez.
O Secretario
Juaguim Leocadio Viegas.
Aluga-se
para passar a festa oo por um anno, nma casa cm
Olio la, com exceileote vista e muito fresca, com
tres salas e cinco quarlcs, cozioba lora e bem
quintal, com terracos adunia e airaz com acentos
de pedia e cal : a tratar na prac.a de Pedro II, li-
vraria da Infancia n. 6.
Offerece se uuia ama para casa de mojo
solteiro : na ilba dos Ratos junto ao hospicio.
FundiQo da Aurora em San-
to Amaro.
Completo sortimento de taixas de f rro
coado, molde raso, ltimamente aprovadas
para o fabrico do assucar.
Hospital FoTugnez de Uencfl-
cencia.
Por autorisacao da provedoria do hospital portu-
gnei de benencencia, Dr. Prxedes l'itans. d
C( o-ulias gratis lodos os dias das 7 1|2 as 9 ho-
ras da manhaa, eos sa!5es do mesmo hospital, no
sillo do Cajueiri.
Eseravo.
No collegio da Concficao precisa-se alug3r nm
eseravo.
A Salsaparilha
DE AYER.
I*ara :x cura i-adical Escrfulas, ulceras, chagas, fer-
idas velhas, molestias syphU-
iticas, e mercuriaes, Enfrmi-
dades das mulheres, como re-
tenqo, mc-nstro doloroso, ulcer-
acao da tero, e flores branca*.
A Nevralgii. Convulsdes, Ery-
aipelas, EnfermMades Cutneas.
bortulhas, nascidas, etc.
O extracto eompotto de SALSAPARILHA, confeccion-
ado pelo DR. AYER, e urna comblnaco dos melhores depura-
tivos ealterantes conliecidos : medicina; composto segunda
s lei da scienctn, approvado c reccitado pelos primeiros
mdicos dos Estados Unidos, da America do Sal, do Mxico,
das Indias e dos principaes Estados da Europa.
A SALSAPARILHA de AYER <; especialmente efficaz na
cura das molestias quo tem sua origcm na cterofila, na
iufoceo venrea, uo uso excessiro do mercurio ou cm qualquer
impureza do Sangue.
Entre todas as molestias que anllgcm o genero humano, no
ha urna mais uirersal c terrivcl do que a escrfula; por ti
sau 6 to destructiva, porem a causa principal de muitas en-
rermldadcs que nao lhe sao geralmente attrlbuldus.
E nma causa directa da tsica pulmonar do mal da
finado, o estomago, affecies do cerebro, Kheiimatlsino
e affecctet dos Jlin.i.- entre seos symptomaa ha os seguintes;
Falta de apetito, Fraqueza e moleza cm todo corpo; Mao>
cheiro da boca, semblante plido e inehado, s veres (Turna.
alvura transparente, outras vezes corado e amarillo ao redor
da boca; Digceto Iraca c apetito Irregular; Vcntre luchado
e rvacuaeo Irregular; Qnando ataca os pulmoes urna cor
azulada moetra-sc a roda dos olhos, qnando no estomago
sao a\ermelha dos, Xas pessoas de disposleao eserofulo'a
apparecem frequentementc crup.;tis apelle da cabera o outras
partes do corpo ; sao predi^pstas s affec^Se dos pttlmBes, do>
Jlgado. des >/ e dos orgos digestivos e uterinos. Poi-ianto,
nao sao somonte aquelles que padecem das rormas ulcerosas'
e tuberculosas da escrfula- que necessitam de protee^
contra ob sene estragos; todos aquelles em cujo sangue exlste-
o virus latente deste terrivcl flngello (e s vezes hereditario),
c-tio expostoe tambem a soflrer das ennrmidaas qut tile
caua.
Oflereccmos a estas pessoas um abrigo seguro e nm anti-
doto efficaz contra esta molestia c suas eonsequenclas, ua
Salsaparilha de Ayer
que opera directamente sobre o sangue, purlHcando-o e ex-
pulsando delle a corrupro c o veneno da molestia: penetra
todas a partes < todos s oreaos do corpo humano, lirranrto-
os da sua ac^no viciada o insplrando-lhcs novo vigor. E'un
alteraati poderosisstmo para a reaovaco do sangue, c d ao-
corpo j cufraquecida pela docnca torca e energa renovadas
como as da juventud.
IAXBEX O 31ELHOB AJTI-STPaiLITICO
COXUECIDO f
cura permanenmenlc as petares formas de SYPHII.IS e a
suas eonsequenclas. Pouca neeessidade ha de luformar o pub.
tico do iaestimavel valer de um remedio que, come este, Uvra
I o sangue desea corrapeo e arrebata a victima das garras de
. urna morte lenta e Ignominiosa, porem iueviurel se aiul
nao logo combatido com energa.
Nao pretendemos promulgar, nem queremos que se Inflra,
que este remedio utatlvel para a cura de todos o* padeci-
mentos humanos, o que dizemos que a
Salsaparilha de Ayer
a melkor preparaoao at neje descocerla tara estas e outras
molestias anlogas, que e urna combinaco dos alterantes
mais eAoazes oonhecidos, c que tome* conscienda de oflerecer
ao publico o melhor resultado que possivel produlr, da
lligencia c pericia medica des nosso* tempos.
intilt
SEMEDId DB AYEB PASA SEZOES \
InfsJiTs na* fabrM lateRnittaBtM, rfilltluulll.
Fe tires Biliosas e tercia, mal do A__e> in-
ONmonte do baco, cetmatra. Sor moa (\
outridoa a palpitare, qnando
ao oauaadoa polas
I__JlEGfVil
FEBRE3 INTBBMITTENTES, O REMITTENTB8.
A* pnparaces de Dn. Atbs ate vendidas cm todas a*
. *9eU:s c r-.-f.-iae c tepco.



^Mmi
11
, .; ,
l-JOdl
ftka#
r*
liarlo de Fernal>u Quinta felra & se Dezembro de 1867.

JOIAS
_____ N. 2 D "*" N. 2 Di
HP* CURACA IM3 ITftO. jfc
A loja a. 2 D intitulaba Coracao de Oaro na roa do Cabug, acba-se d'cra em dlanle offerPsn
io ao respeitavi-l publico com especialldade as pestoas que honrara a moda os objectos do aitixeo go
Id 'a Parte) par menos SO por cento do qne em ootra qaalqaer parle, garantindo-se a qaalidade e a se
da ebras.
0 respeive! publico avallando o desejo qae deve ter o propietario de am novo estabelecimen-
to t|ue qaer progresso em sea negocie deve ebegar immediatameote ao corceo de oaro a comprar
aneis com perfeitos brilhantes, esmeraldas, rabias e perola; verdadeiras em agarras, modernas pel<
diminuto prego de iOJ, brincos modernos de oaro e coral para menina pelo prego de Ai, maracas de
prau com cabos de marflm e madreperola obra de moderno gosto (o que o encontrarlo no coraco de
onro) voltas de ouro com a competente crnslnba ricamente enfeitada pelo peqaeno preco de i2, brin-
cos de um trabalho perfeito por um mdico prego, cassoletas, tranealins, pulceiras alflnetes para re
tratos e outros modelos tndo de alto gosto, aneis proprios para botar cabello e Arma, dito para casa-
mento, bo rtico roseta teme Cora^ao de. Oaro nm completo e bem variado sortimento de diversos
rostes, butoes para pandos com diamante, rubios e esmeraldas, obra esta importante ja' pelo sea va-
ler }' por gosto ds desecho, brincos a forma da delicada maoslnha de moga com piogente conteodo es-
meraldas, ruhins, brilbantes, perolas, o gesto sublime, alQnete para gravata no mesmo gosto, relo-
gicre para senhora cravados de pedras preciosas, ditos para horneen, diversas obras do brilbantes de
raito gosto, erosionas de rubios, esmeraldas, perolas e brilbantes, aneis com letras, cazoletas de
trystal e oaro descoberte para retrato (a ingiera) brincos de franja, ditos a imperatrize toda e qaal-
qaer joia, para socoiiocar retratos e obras de cabello, e oatros maitos ebjectos.qae os pretendentes en-
contrario no Goraco de Ouro que se conserva com toda a amabiiidade aos concorrentes donndo-
se de aqu mencionar precos de certos objectos porque (desculpem a maneira de fallar) dizende-se
preco talvez atgoem faca mi juno da obra, por ser tao diminuta quantia a vista do sen valor.
Na sesma luja compra-se, troca-se oaro, prata e pedras preciosas, e tambem recebe-se coneer-
tos, por meaos do qae em outra qaalqaer parte, e dao-se obras a amostra com penbor, conservando-?
Coracae de Onro aborto at as 8 oras da noile.
Qaalqaer pessoa qae se dirigir ao Coracao de Oaro nao se podera' engaar com a casa, pois
nota so na saa frente um coraco pendarado pintado de amarello, alem de ontro qae se nota em um
rotule (isto se adverte em conseqoencia de terem ja' agumas pessoas engaado com ootra casa.
Fedegoso de Pernambuco
A planta, conhecida entre nos sob a de-
nominacSo de ftdegoso, e no Rio de Janeiro
e pro incias do sul deste imperio pela de
arista de gallo, o tiaridtum utilissimum
oa tiaridium elongalum de Schum, e o he-
liotropium airassadium de Mart., pertence
familia das boragineas.
O fedegoso considerado, na therapeoti-
ca pernatnbucana, como urna das plantas
mais recommendaveis por suas virtudes cu-
rativas, e applicado interna e externamen-
te, como calmante do systema nervoso, na
paralysia, asthma, tosse convulsa ou ceque-
loche, tosses recente? e antigs, suffocaces,
catarrhos pulmonares, etc., e em geral con-
tra todos os soffrimeutos das vias respirato-
rias ; sendo um excedente unitivo para
aqueles quepjdecem de phtUica pulmonar.
Sua eficacia contra o ttano ou espasmo
Qcontestavel, e uioguera ba que a deseo-
nbeca.
IN5o ignorando nos o que acabamos de di-
ser, e esforcando-nos por ser til bumanida-
de soredora, preparamos o que abaiso indi-
camos, pondoa disposico dos distinctos m-
dicos, e dos doentes desta e das ostras pro-
vincias deste imperio Dossas preparacoes,
que sao:
A Ji IU 351 15 V
-em exigido lcoollce>, emplas-
tro, ole, tintara, puntas, xa-
rnpe e vlnho.
A JUItUBEBA urna das substancias me-
dicamcntosarti[ua ponencem ao remo vegeta!
e entrare na classe dos tnicos e esobstru-
entes, sendo ^mpregada com vantagem con-
tra as febres iatermitentes acompacbadas de
engorgitamento de flgado e baco.
Ella tem sklo aplicada com incontestavel
proveito contra a anemia ou chlerose, by-
dropesia catarrho da bexiga, e mesmo para
excitar a menstruacao dtcil, resaltante da
mesma anemia ou clilose.
Precisase fallar aos Srs. Maooel Joaqurm
uourengo, G. Antonio da Grac* Maia, Francisco
Ignacio da Nova, Jos oaquim Baireiro, Jos d*
Oiiveira Cooceico Figoeiredo, J >ao Evangelista
Ja SU**, Custodio os Perreira, Jos da Silva fij-
drlgues : na ra do Vigario n. 49, 1* andar.
O ARROBE VEGETAL
E' muito superior aos xaropes de CUISI-
NIER, e de LAROY. De facdigesto, a-
grad7el ao paladar e ao olpbato, elle cura
radicalmente, sern mercurio, todas as aflec-
ces da pelle, impigens, alporcas tumores,
ulcera*, sarnas degeneradas, escrfulas, es-
corbuto. E' obre tudo poderoso as moles-
tias rebeldes ao mercurio e ao iodurto i>
potassia.
Pos verinlngfcs paraombrlji.
Preparado a mals segura para a expalsao com-
pleta das btmbrigas e oatros vermes, sem acarre
tar os iucoL-vanientes que se tem dado com ootras
preparaedee. Sao de grande aceac vermicida,
agradavais ae paladar e compativeis" com loo1 s as
;dades e coacpleicoes, variando smeate na uuaa
dJde.
XAROFK E6AL8A PiRRILHA SO PARA,
ou
DEPIRIVIVO 0 SAKIE
IRADOS AS MOLESTIAS DE I'ELLE, iUhlGENS,
SORES ItliEUMAir/CAS E ULCERAS VENRAS
FIlit'LAK Aft'TI PERIDICAS
Centra as febres iUrmitentes, oa sexies
O IULUNGU' 4ea acc3o directa sobre os
ceatro nervosos, e por isto faz dormir sea
determinar afluen ;ia de sangue no cerebro
como o opio e substancias simples qae delle
se extrabem, pelo que o stano tranquillo
e reparador, calma a tost as bronebites,
e modera os accessos de astbma e de tosse
convalsa.
TODOS ESTES MEDICAMENTOS SAO PREPARADOS
POR
Joaquim d'lmeida Pinto.
PHARMACEUTI O EM PERNAMBUCO.
Raa larga do Kosarie N. 10
Junto ao qnartelde p Licia.
Chocolate vermicida
DE
Antonio Rases de Castro.
Desde 1857 que sao as tabellas vomicidas
applicadas em Portugal, como o remedio
prompto e efficaz para a expalsao das iom-
brigas, que lo graves padecimeotos causam,
e que quasi tempre se suppe ellas a ori-
gen!.
Este vi r mi fugo prefer ve 1 a qualquer
ontro polo sen agradavel paladar e fcil ap-
plicaco s enancas, as quaes geralmente
sao mais atacadas de semelhante mal.
Deposito especial
34.Raa laga do Resnalo34.
ier prMje
QU9 em ontras partes, compra o moedas de owo
o prata : oa Joja dewurivrs rti do Cabuga' -O. i,
esquinada ra large Ou Rosarlo.
Moesas de ouro.
Nacioeaes e estrsngeiras assim como lferas
esierlinac : campraa>se na roa do Crespo n. <6,
primeiro andar.
Maior vantagem
O cora.3o de onro-ra do Cabog n. 2 D, offsre-
e-se em compra das moedas de ouro e prata.
1C por ccao.
Comprc-se a praia na praca da Independe oia
X.3.
LOJA DO GALLO VIGI-
LANTE RA DO CRES-
PO N. 7.
Os proprietarios deste muito bem conhe-
do estabelecimento tem a satisfac3o de levar
ao conhecimento do respeitavel publico que
ai-abam de receber pelo ultimo vapor da En
ropa um grande e variado sortimento de ob-
jectos de inteira nbvidade, dos quaes se li-
mitam a mencionar apenas um pequeo nu-
mero Gcando o respe tavel publico na serte-
za de qne oeste estabelecimento sempre en-
contrado um c jmpleto sortimento de arti-
gos de gosto e inteira novidades como sejam.
Cintos
Os muitos desejados cintos com pontas,
bordados a vedrilho, fazenda de muito gosto
o completa novidade, respeito a estes cintos
nao fazem observares e Mm deixamos a
apreciacod s esclarecidas freguezas islo s
no Gallo Vigilante na ra do Crespo n. 7.
Leqiies
Muito lindos leques d'osso, madeira, sn-
dalos, e madreperola ; pretos, brancos e de
cores, e muito se tornam recommendavel
pelas bonitas paisagens.
Flores
O melhor que se pode desejar neste arti-
go as qoaes parecem naturaes assim como,
tambem recebemos urna pequea porcao to-
das pretas e se vendem na loja do Gallo
Vigilante ra do Crespo d. 7.
Cabellas
Mu lindas grinaldas brancas e de cores
aquellas p*ra noivas. e estas para bailes, ca-
samentes e baptisados.
Lavas
Linas de todas as qualidades para se-
nhora, homem. meninas, seudo de algodao,
fio da escocia, seda e pelica muito fresca e
do fabricante Jouvin, parece-nos que nao ba-
ver quem ignore que por todos os vapores
da Europa o Gallo Vigilante, recebe grande
quantidade desle artigo e por isso sempre
tem sortimento a vootade do comprador, e
tambem nao se valle da falla o seu preco
sempre o mesmo.
Pellica
Muito bonitos pentes de tartaruga para
coque e alizar os cabellos, assim como para
arregacar es mesmos e muilas outras quali-
dades.
Escoras
Grande sortimento de escovas, para roupa,
cabellos, chapeos, dentes e unbas, sendo de
osso, bufato, baleia, marfim e madreperola.
Xa va lias
Superiores navalbas pequeas para bar-
ba sendo esbo de marfim, tartaruga e ou-
tras qualidades, as quaes o fabricante ga-
rante a .boa qualidade.
Abotcadnra*
Chegaram as mui lindas guarnigoes rde
botoes par2 colle es azeoda de gosto, assim
como granee sortimento de botoes para pil-
nos.
KIVAL SEU SEGliKO
na do Qaclinado a. 49, loja de
ailadezas
DE
Jos Higo Varas de babado bordado do Porto a SO"
Carretefs de retroi preto com duas oilavas
Parrlteis de reteoz de todas as cores a Si
Prasees d'agaa de Colonia muito superior a tit
Frascos de o'eo moito 8no a...... 601
Dmla de tesouras pequeas a..... 48>
Frascos d'agua para limpar dentes a 50(
Redes pretas lisas para segarar cabello a 3#
Datiu de pennas de ac muito finas a 6<
Caixas de linha do gai de 30 novellos a 69t
dem de palitos de seguranga a ?i
Garrafas de agua Florida verdadeira i^XM
silabarlos com estampas para meninos a 3
ARMAZEM
do,
VAPOR FRANCEZ.
Memento da roupa de lavar a..... id
Duilas de meias finas para senhora a 400(
Agulbas francezas a balo (papel) a a
Pegas de fitas de lia de todas as cores a 501
Grozas de botoes de porcelana prateados a 16<
Cajxas com alflneltes traneezea a 8(
Caixas de 100 envelopes muito unos a 60(
Resma de papel de peso hranco liso a 2JCKX
Frasco com superior tiata a..... i (
Pares de botSes de punbo mnito bonitos
Unbas em cartao de 200 jardas a i(X
Caixa de superior linba do gaz com 50
novellos ............. 70
Talfeeres para meninos a ....... 24(
Masso com superiores grampos a 3(
Bonets para meninos a........ 10Q<
Pentes com costa de metal a...... 4J
Realejos para meninos a....... tO(
kwmu
/Vo armazem de fazendas dt
Santos Coelho, ra do Quei
mado n 19.
de ouro e pr ta
Coropram-se moedas folras, bem como pataroes dos diversos nunhos -.
era-casa de Arfamsoo, Howie & C., rea do Tupi-
ebeaovo d. 4fi.
Meedas 46 prata
oacid3aes, assim como patacoes pxtuguezes e
tiespMi-hes, compram-se com premio : na ra do
Cre.jpt, o. 16, prune andar.
Campra-se curo e praia em obras velbas :
na Draea da Independencia a 22.
Orno e prata
Moedatde ouro e prata nariouaes, estrangeiras
de todas es valores, se comprara na loja e oori-
ves junto ao arco de N. S. da Conceicao, ra da
Cadeia do fiecife, assim como onro e praca cm
obras velb. bnlbaaes e diamantes, e ee paga
tem.
Compram-se escravos
fclvino Guillarme da Barros, compra, vende e
joea efectivamente escraves de ambos os sexo.'
-de td.-ts as idades : a' roa do Imperador n. 79,
erceiro andar.
Moedas de ouro e prata.
Compra se sempre por mals do qne em mira
qualquer parte todas as qualidades de moedas de
onro e prala, nacional e eslranpeira, e tambem se
irucam sedlas dos bancos do Brasil e caixas fi-
liaos de ouu-as provincias; na roa da Cadeia do
ecife n. S8 toja de azulejo.
Para acabar,
Vndem-se s:ccas cc^n faripba de mandioca de
2,3dOO ."J; assim como facas com fejio p3r
haraiissimo prego : no trapiche Baro do Livra-
meoto no Ferie do Mallos n. 15.
Cal de Lisboa em barris a 350O, assim
urna pogo a cranel a l^iOO o alqueiro !
tratar oa ra da Cadeia n. 2 andar.
orno
a'
Com
Balancos
Urna pestoa qne ba tempos a esta parte trabalha
em companhla de um dos mais afamad s e abali-
stdos guarda Itcros, enearrega-se, mediante um
ajaste razoavel, de fechar* batneos, e de fazer
quafqor trabalbo de eserioloracao. seja porque
systema for, nSo reeebeudo paqi alguma em quanto
trabalho ndo esttver prompto, t a vontade de tea
domo: quem precisar procure na roa larga do
Rosarlo n. 18, t andar, oa por meto das inlciaes
A- a.
Aoaeieto Jos de Mallos aebando-se rasidln-
do so* Afilelos pode sar procar do das 9 da ma-
Dhia ai i da larde, na raa do Apollo 0. tW, rr-
BMtro aadar, oflda m eneoBlrad).
pra-se
por ma4s cambio preco do que em ontra qualquer
parte moedas de onro e prata oacienaes e estrao-
geiras; Adriano, Castro A C., ra da Cadeia n. 16,
A/varo Angosto de Aloulda, roa do Crespo n. 20.
t PGlTcENTa
Se paga pw prata nacional e estraogelra : na
i',.i de ounves no arco da Cooceico oo Recite.
AT rJEHC AO.
Na ra das Cineo Pomas n. z eompra-se urna
escrava moca que saiba cozinbar e engommar.
Coques
da mida ao nltimo gosio de Parin, chegados ao ar-
mazem do vapor, roa Xjva n. 7.
Ouro e prata
Compram se soberano? a 113500, moedas brasi-
leras a 25/1000 e praia a 12 por cento : no escrip-
torio de Goncaio Jjs AIjoso, roa do Torres n. 18,
jamo ao teiegrapbo elctrico.
VENDAS
Xo^armaetm de Tasso lrrao?, ra do Amo-
rim n. 33, tem para vender saccas de milito novo
a a sacca.
Novas chapelinas
de lic.i palha di Italia.
A Aguia Branca, a' ra do Queimado n. 8, rece-
beu am novo ortimsoio de bonitas chapelinas de
riua palha da Italia, ornadas com delicadas flores, e
como empre a Aguia Branca as vende por oreos
commodus.
Chegram tambem
os novoe coques qae multo teem agradado pelos
seos bellos deseubos, e perfeita execugao d'obra.
Assim como igualmente chegram bonitos port-
bonquets dourauos com cabos de madreperola.
4 Aguia Branca, a' ra do Queima-
do b. 8, vende ;
Fitas para fachas de juizes de pa'z, delegados e
subdelegados.
Ditas para cavalleiros da Rosa, Cbristo e Cra-
zelro.
Atenco.
No pseripurio de Amonio de Almei da Gome'
roa da Cruz n. 23, 1' andar, vndese :
Vinbo do Porto engarrafado, em caixas de duzla.
Sardiobas de ames, em qoarlo de lata.
Salsa-parriiba de Samaren.
Agua de Florida, ero calxinbas de dozi.
Cal de Lisboa, em barris arqueados de ferro.
Um cyliodro novo para padaria.
Veode-se um boro piano de mogno de exeel-
lentes vozes, tanto para execucio como tem a pro-
priedade de fazer boro aeompaobameoto para can-
tar : a tratar na ra do Pilar, em Fra de Portas
i. 37.
Bom e barato
Lansinhas Poil de Chvre a || o covado.
Madapolo enfestado a 8,jl a peca.
Cambraia de cores matisadas nissimas
800 a vara.
dem brancas transparentes finas de &.
5000, U, 7)?, 8,51 e 9^000 a peca com C
jardas.
dem branca tapada de 88 e 90 a peci
com 12 jardas.
dem branca franceza muito larga a 9S
peca com 8 varas.
Baloes de 35 e 40 arcos nesgados pan
senhoras, a 4500.
dem de mursulina nesgados a 5$.
dem de crochet a 54.
dem de mursolina para meninas a 30 e
35oo.
Saias bordadas a 50.
Cmbralas admascadas para cortinado s
120 a peca com 2o varas.
dem para forro a 30 a peca com i O jar-
das.
Cambraia de linho muito Gna de 60 e 90 :
vara.
Madapoloes finos de 60, 70, 80, 90,100..
110 e 120 a peca.
Platilha de algodo superior fazenda pan
saias a 30200 a peca com lo varas.
Cobertas de chitas de ramagem a 206oo.
Lences de bamburgo fino a 20400.
dem de bramante muito fino a 30200.
Pannos adamascados para cobrir mesa
40500.
Guardanapos de linho adamascados a 45
a duzia.
Atualhado adamascado com 7 1/2 palmoi
de largura a 20 a vara.
dem adamascado de linho com 7 1/2 pal-
mos de largura a 30 a vara.
Algodo enfestado com a mesma largura
a 101o a vara.
dem trancado de algodo a 10600 a vara.
Toaihas alcochoadas de linho lisas a 1!
a duzia.
dem de algodao felpudas a 130 e 14
a duzia.
Colchas de fuslo a 60.
Lencos de cambraia brancos finos a 10800,
20 e 205oo a duzia.
Lencos de cassa finissimos a 30200 t
3060) a duzia.
Fil de linbo liso a 8oo a ara.
dem com salpicos a 10ooo a var
Grosdenaples preto bom a 108oo, 20
208oo o covado.
Morantique preto superior a 208oo o co-
vado.
Flanea de todas as cores a 800 rs. o co-
vado.
Tarlatana de todas as cores a 8oo rs,
vara.
Bramante de linho com 10 palmos de lar-
gura a 205oo a vara.
dem de linho com 5 palmos a 102oo ;
rara.
dem de linho com 3 1/2 palmos a 8oo i
vara.
Riquissiraos basquins a 250000.
Assim como outras muitas fazendas qm
se vende por menos que em ootra qualquez
parte, e d-se amostras de tudo,
Baloes de 2o, 25, 3o, 35, 4o e 5o arcos
para senhora a 20,205oo, 30, 305oo 40 e
50ooo.
Ditos de 25 e 3o arcos com mollas a 50
e60.
Ditos de murculina estreitos a 60.
Espartilhos finos a 60.
Percalias finissimas a 4oo reis o covado.
A ttencom
Vende se a taberna da roa da Cacimba o 5,
com frente para a ra do Vigario, muito afregue-
zada, e com pouc^s fondos, propria para un prin-
cipiante : a tratar na mesma.
7 y****- um boi manso, acoslumado a tra-
balhar com carmea on carro : para Iratar-se na
roa do Pires o. 36.
Luvas de Jouvin
A loja da Aurora, aa roa larga do Rosario o.
s, perlenceote a Mauoel Jos Lopes & frmSo re-
ceberam lavas de Jouvin branca e de cores para
homens e seoboras.
para
oduui aom
Muo em saceos grandes a
3000 r o sacco
No caes da Alfand-g, armazem de Taso Ir-
mos.
Vende se nm bom boi de carro;a
da nova sitio da viuva Villa-seca.
na estra-
Milho novo no trapiche do
Cunha
Sarco? de Q ?uias a 3#10Q. ^-i
Lm biBi cavalU de cabriole!
Vendem-s doas csvallos gordos bonitos sendo
um com todos os andares para sella e ootro tam
Vende se ama taberna bem alreguezada para l bem bom de sel! i de cabrlclet; em Santo Ama-
a trra com como >dos para familia rwucos fan- i m ao p4 da (.odi^ ? libero da J > Ja iolbo de
e<: a tratar aa roa le San RIU n 9. I Cana ba
Milho em saceos grandes a
3,000 rs.
Na roa do Amorim n 43.
\ ende-se a loja de funilelro da ra Direita n. 68,
eom todos os periences e algumas obras feilas; a'
tratar na ra da Lingueta n 14,2* andar.
Vende-se urna flama e nm pequeo metbo-
d para a mesma, ludo ero bom stado, e por com-
modissimo preco; tratar na roa das Cruza
0.39._____________________________________
Vende se nma casa na estrada que sabe do
Corcnnda a encontrar cora o do fundo, com cinco
qoartos, duas salas, cozinha fra, ora grande ter-
rajo, esta' em acabamsnto, muitojierto do banbo :
a pessoa que pretender dirija-se a rna Augnsta n.
17, que acbara' com quem tratar.___________
J0INUL das Fvmns.
Publicac-o illostrada, artstica, recrea-
tiva, etc.,
ornada de flgurlnos, gravoras, pe?as de music;,
moldes de vestido, e em geral da todo qoaolo
cooceroenie trabalbos de senboras. Sahe orna
vez por mez. Asslgnalura por un. anuo de Janeiro
dezembro 12JO00.
Livraria franceza, ra do Crespo n. 9.
Loja do psso ra doCres-
po d, 7 A
Grande quantidade de eambraias de cor pelo di-
minuto preco de 300 rs. o covado, laa para vesti-
do as mais modernas qne ba no mareado a .100 rs.
o covado e ootras multa fazeodas qus indo se
vende por menos do que em ootra loja : s na lo-
ja doPaso^____________^__________
Veode-se am oleiilat] e abito da Rosa e nm
dito de Cbristo por barato preco : na roa Nova
n. 63.
Veode-se a casa terrea n. 61 da ra Velha e
o peqaeno sitio da C punga, cora eisa de vi venda
defroote do sitio do Sr. Paulo Jos Gomes : a ira
tar na ra Nm |ojide ferragens o. 3t.________
O'ee de ricino
Vndese na fabrica da travesa o Carioca o.
Ileesdo Uamos.
RA NOVA N, 7.
Acaba de chegar de Paris este estabelecimen-
to um grande e escolbido sortimento de calcado
dos raelboies fabricantes daquella grande praca,
as.'iro como grande variedade de quinquilhtrla e
de ivos brinqcedos para crlangas, eojos arllgos
se a< ham ezposlos a escolha e vootade dos com-
pradores, orno sejam alguns qae passamos a
mencionar.
Ultima moda
Ricos chapeosiobos de gosto para senhoras fei-
ios ao capricho de orna grande modista de Paris.
Botinas para senhoras
de setim braoco, doraqne dito, pretas e de ootras
diferentes cores eofeiUdas a rigorosa moda.
Botinas para meninas
de maitas qualidades bem sortldas.
Brloeos de ouro
de lei a ultima moda dos Campos*Ezios e boole-
vards de Paris, para senboras e meoinas.
f.iivas de pellica
do verdadeiro fabricante Joavin, brancas, pretas e
de outras differenles cores.
Leques
um eseolbido sorlimealo de leqaes de diversos
gostos e qualidades.
Perfumarla
Boos extractos, banhas, olos, pos de arror, i:v-.
de cologne, agua Q\ -ida e fabonetes.
Espelhos
de differenles tamanbos e goslos para salas, gabi-
netes e pequeos toucadores.
Calitnhas de costura
de novos modelos ricamente guarnecidas e com
liadas pe;as de musir.
Delicado presente
bolcinhas e cestinbas de seda e de velludo muito
importantes para braco de meninas passeio.
Chapeos de sol de seda
de cores e muito rellos para senhoras e meninas.
Bouquets d exposlcao
delicados booquels de flores de porcelana com lin-
dos jarros para mesas de salas e santuario!.
Lunetas
de ac, tartaruga e (bfalo.
Oculos
de ac, bfalo e de prata dourada.
Ricas bengalas
de canoa verdadeira com casino primorosamente
trabalbados em marflm, compradas na exposico.
Botinas para homem
grande sortlo eoto bem escolhido em Paris.
Botinas para meninos
de muitos modeles bem sonidos.
Sapatos de tapate
de charlte, de tapete avelludados e di tranca de
Lisboa para homens, senhoras e meninos.
Botas russlanas
Perueiras.
M;mtas de fellro bonitos padroes.
Chicotes fortes compridos.
Luvas de fio da Escossia.
Cartelriobas para dinbeiro.
Saceos de tapete p.-ra viagem.
Malas e boleas sorlidas.
Ponteiras para charutos e cigarros.
Charoteirase cigarrelras de palha.
Caximbjs de bonitos modelos.
Cravatas pretas e de cores.
Cordas para violao.
Bengalas para homens e meninos.
Melas de to da Escossia para hornera.
Venezianas transparentes para janellas.
Quadros peqaenos para retratos.
Objectoa de pbaolasia para tailet.
Abridores de lucas.
Ti'.-oui inhas delicadas para costura.
Caivetes linos com tesourinba.
Finos penles de marflm para lirar caspas.
Paies de lindas figuras pequeas de porcelana.
Jarros mui pequeos de porcelana.
Objectcs de porcelana para botar banba.
Tai lie res Unos para meninos.
Objectos de mgica para divertir familias.
Photcgrapbias mgicas.
Globos de papel para illominaeo no campo.
Gaiolas de rame para passarinho.
Castinbas de vimes para meninas de escola.
Ceixinhas de msica e reajeijos para meninos.
Velas a gaz para candieiros e candelabros.
Carrinnos de quatro rodas para coodozir crianza
Booecas de massa, de cera e de porcelana.
Berros e camas eom cortioados para bonecas.
Cabriolis e cavallinhos de marteira com machi-
ni.-mo para meninos de 3 a 8 annos montarem
Ricos albuns
de velludo e de marroqaim para retratos.
lsttreoscopos
com liu las photographias transparentes.
Estampas
de figura?, paisagens, cidades e de sanios.
Molduras douradas
de diversas larguras para quadros.
Aoat-jour
para candieiros e lanlernas de piano.
Cosmoramas
grandes e peqnenos com 50 oa mais vistas e.*eo-
Ihidas a' ventad?, mnito pitorescas.
Chicotes para passeio
molto finos de baleia e cabo de marflm.
Realfjos
pequeos, de quatro e seis pecas de msica.
Aecordlons
e concertinas, o que ha de melhor neste genero.
Para presepes
figuras para ornar presepes, casinhas, animaes,
pastores, e ontros muitos objectos proprios.
Atteucao.
Nao sendo possivel menclooar-se aqoi todas as
qualidades de calcado, nem todos os artigas de
quinquilleras, e muito menos da grande varie-
dade de novos brioqoedos pede-se ao publico um
passeio a este estabelecimento, ceito de que en-
contrado bastante paciencia para bem escolborem
o que desejarem comprar, e presos baratissimos
em viriude de baver em todos es:es artigos grande
quantidade, e terem sido comprados mesmo na
Europa pelo doao do dito estabelecimento, arma-
zem do v ipor, roa Nova n. 7.
Oleado para mesa
de moito boa qualidade, novos e bollos padrdes: no
armazem do Vapor, roa Nova n. 7.
Luvas de pellica.
Novo sortimento de luvas de pellica de jonvm
branca, pretas e de ootras bonitas cores para bo-
leos e seoburas: oo armazem do Vapor, roa Nova
4 AGUIA BRANCi
Per coniecer a influencia que cosluma baver
em todos os anos, por esse lempo, e p:r ver o
quanto se desenvolve e ppora-se o bom go-to em
Pernambuco, ella jue tem sempre em vistas agra-
dar, e sinceramente bem servir a sua boa fregue-
zia, aueclpoa-se em mandar buscar es diflerectes
objeclos de gosto e faaiasia, que agora rnes-mo aca-
bara de chegar.
Qae a loja d'Agula Branca, comespecialidade,
oale prlmelramente se encHtram qaaesqu-.r des-
ses objeetis de novidide e moda, Isso esta' geral-
mente reconbetido; mas ainla assim a Agola to-
ma como por dever identificar ao bello sexo, em
particular, e ao respeitavtl publico cm geral, sem-
pre qne como agm-, recebe os irrp.rtaotes objec-
tos qne abaixo menciona, e por mais e-sa v-z elia
toma a liberdade de pedir a altetcao das Exm"
apreciadoras do bem, para os novos e bellcs orna-
tos que Lrmam nm lindo e rico toili. i
iio eeriamente com orna mal aparad.i peona
d'Agula, que bem se r de descrever o bem gesto e
desempenho oe taes obras, sim, a propria intel-
agencia d'uma excellentissima, que bem podera'
apreciar o alto grao desses perfeitos objectos, tal-
vez os primeiros que oesse genero lenbam vindo
oli nosso Pernambuco.
A Agola Branca, fara' apenas conbeeer os ob-
jeclos de que se compfiem esses novos e bellos or-
natos. Em nm bello cartao vem hbilmente arran-
jado, um moderno cinto de fita de setim cu aciia-
malotailo da largura de 7 a 8 pollegadas, nm bel-
lo lequii de madreperola, um par de luva? de pel-
lica, ramos de finas Odres para o coque, peito,
guarnicao para s luvas, etc., ele, e finalmente
urna almofadinba de selim com aromticas pa-ii-
Ibas em lo.
Alem disso
Estao em crdem do dia as novas e bellas trancas
de flua palba de lialia, e oniros diflereotes enfeiles
da mesma qualidade e proprios para vesdos de
las, cbatos de stnhoras e meninas, res la somente
que Os preiendemes comparecam na ioja o'Agoia
Branca na roa do Queimado n. 8.
Diversos objectos
de gosto e novidade, viudos
para a Aguia Branca ra
do Queimado n. 8-
Enfeites de flores, obras de muito go^lo, a oltima
moda, prcprlos para baile?, casamentos e pas-
sslos, etc., ete.
Meias chapelinas de diversos moldes, e mu
bem enfeitadas, com veos e sem elles.
Hicas capellas cem veos e sem tiles para coi-
vas.
Ootras brancas e cr de rosa para meaiuas.
Cintos com fivella e fila branca para noivas.
Onlros de ponas e sem ellas, pretos e de cores.
Outros mui ricos e de variados moldes e gostos
e de diversas cores, com grades de vidrilhos e pin-
gentes.
Para afeitar vestidos e basqaines.
Bonitos bicos de blonde, cora vidrilhos e sem
elies.
Bunitas rendas de dito, tambem com vidrilhos e
sera elles.
Trancas pretas de vidrilhos, com varieJada do
larguras e de moldes os mais novos e bonos.
Outras de cores tambera com vidnlbos e cocior-
me as pie-tas.
Uuras de sia com vidrilhos esetn elle?, e ds
diversos desenho?, crese larguras.
Corddes pretos e de cores, grossos e finos, cem
vidrilhos o sem elles.
As n.vi-simas t bonitas trancas de ti ni palba de
llalla.
Ramo, laco?, corones c outros diversos enfi-
les tambem de palha e proprios paia vestidos, cha-
peos, etc., etc.
Botoes pretos e de ootras moitas core?, cem
pinzentes e sem elles.
Outns de palha tambem cora piogentes e cem
ellos e lodos nfeitados com vidrilhos.
Oatros de fosto, brancos e amarello?, u alo
mesmo marcas de madeira ov.es para eobnr-se ds
cor que se quizer.
Flores.
Ura bello e complero soriiraenlo de ramos o de
flores 3nas, rosas camelias, Alexandria-, el e
emtod.s essas flores se nota o apurado gestor.
p^-rfeit; im !c,io, onde se conhece qae nesse ene-
ro nada mais ba a desejar.
Bonecas.
Um novo e beilo sortimento de elegantes, bone-
cas ele t de pedra mu bem vestida?, e cxce-
lentes para presente?.
Ouirs com rosto de cera e igualmen:.; : u;?
mas nao vestidas.
Fitas lavradas e lisa?, lendo nestas, de raeao-
largura si a de quasi um palmo, e propria
cintos.
Ouiras de soda de cores
tido.
Obras de porceljaa e p de pedra.
Bonitos jarros, e boqoett eitos de p de pedra.
obras de muito bom gosto para sallas, e santua-
rios.
Conxas de pd de pedra com figuras dentro,
obras mui benitas e de gosto.
Entre essas obras, tem alguns jarros com pe-
queos defeitos, por isso vendem-se baratamente.
Esseccia de ro5a, ootras concentradas, fines ex
irados, e pomadas, etc., etc.
Emquanlo a' perfumarla todos sabem que a
Aguia Branca tem a primasia, adquerida com o
vender constantemente finos extractos e de agra-
daveis cheiros, pomadas de finas qualidades e es-
colados odores, agua de Colonia, sempre da me-
lhor, e assim tudo o mais, que enamorar se terna-
ria eofalonho.
Compre pois, que, quera quizer ser hern serva-
do, se dirija a' loja d'Aguia Branca a' roa do
Queimad i n. 8, qae alera do grande soriiraenlo do
bom, acbara' infallivelmenie o qae se torna sem-
pre preciseagrado e stneeridade.
para
para debruar-se ves
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goaasNo,
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Francisco Jos Germannl
|RA NOVA N. 21,
acaba de receber nm lindo e magnifico t
timento de ocnlos, Innetos. binocnloi, do r
timo e mais aparado gosto da Europa o
los de alcance para obser?ac&es e par >
martimos.___________________'
Novidade
para presentes, bonecas ricamente vestidas a mo-
da actual e cabellos amarrado tambem ao nltimo
gosto o melhor possivel escolbidas na expostcae e
ebegadas ao armazem do vapor roa Nova n. 7.
Vndense
Na roa da Senzala feoebeira iogleza) um ex-
cellente borro para carro e riagera, e moita novo:
quem o preteader dirlja-se a mqsma cocheira.
CoadeooraoSes
ebegadas oo vapor Ingles Setoe, am sortimento
na loja do orives da Josa J. Gonealves Barros i
C, ma -J: tbi>-i a. 1, Mmiina da raa larga do

-i
o
a
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-S.cc
o oo" a
aV stsM
s s 8 s
3S
I

Liquidaco de calcados.
Eu do Imperador n. 32,
Borzegoins de beierro para boroem. 7^000
Ditos de iosiro para homem. 6A0O0
Ditos de cordavao. 8JGD0
Dito? para senhora enfeitados. sjOC
Ditos para meninas. 3#0C0
SapalSs de tezerros. 3oC
Botinas brancas pata senhora. SADOO
BoUs pequeas para montara. 16*000
Ditas grandes para montara. SojOOO
Erra mate.
ILEGiVEL
Na pr^ea do Corpo Santo o. 17,1* indar, ba pa
ri vender erva mate mailo nova. Cal de Lisboa
ultimas: ana ebegada, por preoo cwnuwdv.


Itrio de Pcrnamboft Qnluta lelrt & de Dezenabro de 1867.

DO
DR. SEVIAL.
Para o tratamento e cura rpida e completa das molestias syphiliticas, eris-e-
as, rheumatismo, bobas, gota, debilidade do estomaga, innammaces chronicas do figado
i baco, dores sciaticas, cephalalgias, nevralgias, ulceras chronicas, hydropesias, pleori-'
aas, gonorrheas chronicas e em ge a! todas as molestias em que se tenha em vista a pu
rificacao do systema sanguneo.
Consideraeea ge raes
A saude um bem inapreciavel, cuja importancia e valor s est reservado ao ens
:ermo o avalia-lo.
incontestavel que o homem neste mundo constantemente, e por todos os lador
itacado por urna nfinidade de agentes morbiQcos que todos tendem, dadas certas e deter-
minadas ci mi instancias, a alterar o regular exercicio das rancerjes orgnicas, resultanbc
pesse desequilibrio o que se chamamolestia.
A molestia nao mais de que a desvirtuado das torcas vitaes, occasionada,- d,
pind as investigaedes e experiencias dos mais abalisado mestres da sciencia, pela depra-
'aco dos humores geraes, consequencia da acc5o maligna desses mesmos agentes mora e
neos introduzdos no organismo pelo acto da respirado, pela va digestiva, pelo contacto
.inmediato etc. etc. etc.
A syphilis infelizmente tem sido a partilha da humanidade, e como fra de duvi-
la que esse terrivel Proteo da medicina urna molestia hereditaria, ella tem sido obser-
vada em todas as idades, e debaixo de todas as suas formas t5o variadas, enfraquecendo
xmstituicoes robustas, produzindo mutilaedes, e cortando ainda em flor da idade vidas
preciosas.
Eliminar da economa esses principios deleterios. e purificar a massa geral dos
tumores tem sido desde tempo immemorial o fim constante da medicina, e os purgati-
vos flgnram em primeiro lugar para preencher esse desiteratum ou fim.
O Elixir depurativo do Dr. Sevial parece merecer a preferencia sobre todos: os
inmensos successos blalos pelo uso deste salutar agenie tanto na Allemanha, como em
r.iuca 'talia, o tornam c companheiro inseparavel de quasi todos os doentes.
Sendo as meleslias, como cima dissemos, devidas s alteracoes dos hamores, o
Shxir depurativo do Dr. Sevial pode ser empregado vantajosamente na syphilis, erisy-
pelas, rheumatismos, bobas, gota, debilidade do estomago, iaflammacBes chronicas do
iigado e baco, dores sciaticas, cephalalgias, nevralgias, ulceras chronicas, hydropesias,
jieunsias, gonorrheas chronicas etc. e em geral em todas as molestias em qne se tenha
em vista a purificacao do systema sanguneo; pois que ama pratica constante tesa feito
*er que c'.Ie indispensavel nos casos gravsimos para minorar os soffrimentos, pre-
parar o dotte para medicaces superiores ; e as menos graves a cura a conse-
As substancias que entram na composico do Elixir depurativo do Dr. Sevia
jertjncem tolas exclusivamente ao reino vegetal, e gran le cathegoria das substan-
.ias depurativas e antisyphiliticas; assim, ao passo que este remedio depura o orga-
nismo, eliminando os principios nocivos saude, pelo mecanismo natural das evau-
seoes alvinas, neutralisa ao mesmo tempo o virus syphilitico quando este virjem.
'em feito erupcao ao exterior debaixe de suas multiplicadas formas; e previne tau
*>m os estragos dessa terrivel molestia, quindo por ventura se ache ella a i oda no
sUdu de encubacao, isto sem se ter manifestado sob formas externas: beneficie
inmenso, "auto mais quanto neste estado os individuos ignciam completamente se es-
o contaminados por este terrivel inimigo.
sabor agradavel d'este Elixir convem a todos os estmagos, a na accSo so-
ara o tubo intestinal suave e beuigna, e de nenhuma forma produz moletias-ie<.t-
utmentosas, como acontece ao purgante dito Le Roy, que na sua qualidade de dras-
aco forte irrita a mucosa intestinal, e consecutivamente a seroza, resultando deslees
ido, muitas vezes, hydropesias, que quasi sempre terminam pela morte 'lo doente.
Assim pois esperamos que o uso deste remed justifique cabalmente as nos-
s asse eracoes, porque sendo um medicamento to simples na sua compesicao. a
aratica tem confirmado sua utilidade.
Caico deposito em Peraambr
OMOURODBV
fiua da lmperatriz n. 15.
Vende se mantega iogleza fl ir a 8eo e l^oot.
Sal refinado em pacote de 3 libras a 2oo rs.
P de tijollo para lim ar facas a lio rs.
Latas com p3o-de-l a l(5oo.
Azeitonas de Blvas em latas a 800 rs.
Alpista e painco a 16o rs.
Frutas em caldas seoras a 5oo rs. a lata.
Farello de Lisboa marca M. a 4:>''oo e a^ooo.
Caixinhas com mascas para sopa a 255o.
Vende-se urna armacSo de louro envidracada propia para qoalqner negocio em
urna principal roa: atratar na ra da Itnpe atriz n. 15, com Miguel Goaies de Souza,
que tem poderes especiaes.
Na botica e drogara
DE
Bartholomeo Compcmhia.
34RA DO ROSARIO LARGA3 i
SOYO DEPOSITO
DE
MACHN
Pva DESCAROCAR ALGODO
Manoel Bento de Oliveira Braga.

;5S^*^j|bHO*R| |jj

53Ra DIreltan.53
Neste estabelecimento se encontrar5o a
verdadeiras machinas americanas chegadas ultima-
mente, as quaes sao feitas pelo mais afamado fa-
bricante da America, por isso avisa a todas as pes-
soas que precisarem comprar, de se dirigir a este
estabelecimento que compraro das mais perfeitas
neste genero, assim como mais barato do que em
outra qualquer parjte, por isso que se recebe por
conta propria, bem como camos de chumbo e mo-
nhos para moer milho, e grande sortimento defe-
ragens e_miudezas em grosso e a retalho.
neo a '<
P'l III11
mmm*mm_
\ ''; '; i
PREPARAgOES FERREAS-MANfiAKICS
AmOVABAJ PK.4 ACADEMIA PB MBMC1RA
DE BRIN D BISSON
kiiauteuc, lamo (& ludeoit 6 Inflaos ruis

O eminente professor Tmossbad, ai ultima ediclo de sea Tratado t Thtra-
ftutica *1 Jftrta medica, reconhece que es ferruginosos soples sio multas
yews inefficazes para curar as molestias que teem por causa o empobrec ment
do sangue. Muitos mdicos dos mais disiinctos attribuem esse mi o xito a ausencia,
n essM prepar*c5e-s, do manganese, que se acha no sangue, como o tem reconhecide
os smicos os mais peritos, sempre intimamente unido com o ferro. '
E pois, prestar-se um verdadeiro servifo aos S,M Mdicos, o cbaaur-M sua altencSo
sobre as preparares seguales.
V
PAs APPac matliianipnc <)>ndo immediatamente urna agua, acidalada,
TUS lerrCt Uiailg8HlCD5 |aZ0Mi ,gradavei, substituindo com vanugem
1 fe
ceonemia u aguas mincrae* ferruginosas.
V Drages de lclalo de ferro e c maHanese
Pilfllas e larope de iodarelo de ferro c de manganese inaltemeis
conteado cada urna cinco centigramos de iedureto de ferro manganico indicadas
particularmente as molestias Tympbaticas, escrofu-losas, oas chamadas M3-
Msu tuberculosas. ^
i" Piiulas de carbonato frreo nangamco
reeetadas specialimntr
para a chlorosis, a ane-
n, a leuccrrli ca, a ame-
norrbea. A indicacio de
akamar astas dus preparaelea di m melbores reoaludoa.
0 f Bvb dn BuifSQn desejando obtsr a adhesto oompleu do publico tnic* c
cerca do valor de suas praparacSes, prerina qie alta u p5e fritnitamenU a sua
dispoaifie, dirigendo-sa;
^ Na P*rn*mt>%co, a sea ajenie geral, MSMUrw O, phaxmaccatieoa, roa Hoto.
' ni mi mi
Vende-se na pharmacia de P. Maurer &,C, ra Nova.
Lourenco Perera Mend
zenda no fim do anno e teudo
de liquidago, que ter principio ao da \
Arara, ra da lmperatriz n 56 e 72.
Peckiaclia tni cbit :s a 160 rs.
Vende-se chitas para vestidos a 160 e
200 rs. o covad>\ cassas Iranceza-1, a 24U
2S0 e 320 rs. o covado.
S na Arara, cambr.ias a 2$ o corle.
Vende-se cortes de cambraias de barras
s Guimarcs, lendo de dar balango em suas lojas de fj-
muita fazenda em ser, por isso resolveu fazer ama gran-
ate o fim do mez, as lojas e armazens da
Cortos d* lasiiihas a i.->, l-j.'iUO e i^OOO
Vende-se cortes de lasinh s de cores
para vestidus com 1 i nados a 4?> e o.^.
Alpacas de listas de seda a 800 rs. o corado.
Vende-se alpacas de lisia de seda para
, vestidos a 800, .^o, 5fo e Soo rs. o cova-
e listas a 2$, 2,5 >0 e 35, co.tes de cam- <\ organdis branco e muito fino a t, a
braia bordados a 3o00, 4^. e 5J vara
jlursulinas de cores a JOJ rs o covado.
Veode-se on haolinas e muselinas de
cores para vertidos de senliora a 300 rs. o
covado.
Chitas francezas largas a 240 rs. e corado.
Vende-se chitas' francezas largas a 240,
280. 30, e 3C0 rs. o covado, percalas fi-
nas a 400 e 500 ts.
Organd de qusdro de cores a 320-rs.
, Laisiohas par. vesli los a 200 rs. o covado.
Vende-se lasohas para vestidos de se-
nlioras 00, 2o, 3;o, c loo rs. o aovado,
barege de listas a 2o rs. o covado, mos-
sambique com pdmas e listas de seda para
vestidos a 2i'o rs. o covado.
. Choles de renda
Vende-se chales de renda mnito pretos
a 4500 e 5>, rotondas de linho a 5.3 e 6$.
Vndese organdis de quadros decores
paravesti los a 320, 360-e 400 rs. o covado.' Ro,lPa fei|a nacional.
Lais Anas de lista a 400 rs. Vende-se palitos de alpaca branca e de
Vende-se JaScinuasde lista de cores para cores, proprios para osdias de festa a 3#oo
e 4^, ditos pretos a 3$, e 4/5, dem de meia
1 igeus e uiiuuezas em grosso e a retamo.
Facas de cabo branco de meio balanc
a duzia. limas finas de todos os tamanbes pr
dfl trahalhn \c iwiltnn
vestidos a 400, e 500 rs. o covado.
Hadapolo do Arara a i<5
Vende-se pee de madapolo fino e largo
a 40, 5,#, 6?, i( 8^ e 10^, a pica alfo
d5osinho2m pecas encorpado a \%, 5,;000
14500 70 e8# a pega.
Fundico d'urora em
Santo Amaro
Completo sortlmeotc d taixas batidas e fonai
das, alamt.iiiufs de todos os laman los e fuo I
r ditos, rooeodis de todos os tamanbos da superior
o'roDrias' llu'lli','"''' cr|vos e h tecas da fornalba. o qaa tnd<
* se venda por commodo preco.
cazemira 3^5oo e U, dem de casemira pre-
ta e d cores a 6$, 85, e lo5, calcas de
meia casemira a 2^00 e 3$, ide de case-
mira a 63, e 85, colletes de casemira a 3j,
e 3iSoo.
0\
MIDAM'i FJJLjQITI..
E-.te estabelecimento acaba da^&wber de Pars urna rica coIleccSo de chapeos
de sol 10 -'di, ;!a alpaca e de algodfa? com armares de balea, de ferro e de junco dos
enore.- ^ st o fabricantes, que vende mais barato do que outro qualquer estabeleci
ment -rn faz^nda* vindas-directamente.
Ij< ira ate tem fazendas de $gta, de alpaca, de algodo e de linho para cobrir
mape, ';. '. indo de boa qualidade-e por preco comnK> '0.
'ja-se de qualquer eonlo, com presteza, seguranca e garanta.


1 m\n$u U FAZENDAS
Lindas muito lindas u a 500 res
cavada
Veoda se na luja do A;vro a* ra do Orespo d.
20 B.
Ciegou afiil
A pomada galopean
para cura rpida e completa dos calios duros.
VBNDE SK NA
Botica e
DB
ISartholotucu & C.
34Ra larga do Rosario34
Kival sem segundo.
tina da Uuelusaao n. 49.
uv acabat* com as fazeudas abai.
meacionadns.
Queiram vir rcr o que bom e baralissimo
de labyriolho com bico, fazea-
0 cordeiro providente
Na antiga loja de miudezas a roa do Quei-
mado n. 16.
Teodo sempre em vista nao roabar o tempo aos
seas freguezes com extensos anouacios ; mas
tambem nao qoereoda que os mesmos tregeles
Igoorem o que de novo tem elle reeebldo, por tsso
resumidamente dir': ehegaodo assim ao co-
nhecimeoto i todos que a dita loja do C*rdelro
PreviJenie, roa do Qaeimado n. 16, receben a se-
guale :
Bonitas e doradoras ligas de pellica para meias,
tanto para senhoras como para meninas.
Leques de diversos e modernos gostos.
Peoies com enfeiles dourados e nao dourados,
para menmas.
Coques simples e entenados, moldes Inteiramen-
te no os.
Bom papel em caixinbas liso, pautado doora
do e timbrado, e outros mu i ios t bjectos, qne meo-
ciona-los seria bastante enfadunbn, e que se ven-
de em dita loja de miudezas do Cordeiro Previ
dente, roa do Queimado n. 16.
nao faltam flores,
O Cordeiro Previdente a roa do Qaeimado a. 16
tem constantemente um lindo sortimento de fi
as e bonitas flores, por isso qnando alguma ba.
bilidosa joven qaiter preparar qualquer enteile de
bello gosto deve logo lembrar.- que ba dita loja
do Cordeiro Previdente, a roa do Queimado n. 16,
nao (aliam flores.
Para alvejar os dente.
O cordeiro previdente a roa do Qaeimado o. 16
recebeu do bem conbecido fabricante Jonb Gos-
jnell & C. urna ptima qualidade de pos para den
'tes aromatisados com cantora que realmente tem
merecido lodo cooceito porque nao s alveja per-
fallamente os denles como tambem conserva-us
sempre no melbor esUdo de perfeico, assim pois
queiram vir comprar ditos pos na mesma loja
do Cordeiro Previdente, ra do Qneimado n. 16
Enfelte com pon tas
O Cordeiro Previdente receben um lindo sorti-
mento de enlejes com ponas para vestidos, tanto
de seda como de laa que combinam per- llamen
te com os cintos modernos do mesmo formato, por
isso para poder enfeitar-se com gosto qualquer
vestido indispensavel comprarse ditos enfeites
na mesma loja dt Cordeiro Previdente, a ra do
Qaeimado n. 16.
Chapis as de seda
Modernas e bonitas ehupelinas de seda para se-
nhora receben o Cordeiro Previdente rna do Qaei-
mado n. 16 e por ser pequea a quantidade re-
cebida, qaem pretender urna moderna e bonita
cbapelina deve aprecar se em nandar compra-la
em dita leja do Cordeiro Providente a ra do |
Queimado n .16.
CAIXINHAS ENFEITADAS.
Estas muito desejadas caixinbas vacias e enfei-
tadas com gosto, que tanta extraccaa tem lido e
que realmente servem para diversos flus, existem
na loja do Cordeiro Previdente a ra do Queimado
o. 16 um completo sort sao vendidas per pregos to rasoaveis, que o expe-
riente treguez nao objectara' em compra-las em
dita loja de miudezaa do Cordeiro Providente a ra
do Queimado n 16. /
PONTEIRAS E CHARUTOS.
O Cordeiro Previdente, roa do Queimado n. 16,
(em um bom sortimento de Boas ponteiras para
ctiarolos, sendo lisas e coi figuras em alto rele-
vo ; e para que os seas freguezes nao se Incom-
modem em comprar charutos em algumas das lo-
jas de cbaroteiros, recebea tambem um bom sorti-
mento de finos cbarotos do afamado fabricante
Furlado de Simas; assim, pois, encontraro os
apreciadores um bom sortimento na dita loja do
Cordeiro Previdente, roa de Queimado n. 16.
Para offerta ao Hospital por-
tuguez.
Bonitas cestinbas com (rucias de cera, obra de
muita perfeico e bom gosto.
Para cortar moldes e en brulhar fazendas
Vende-se papel pardo fulna grande.
Para lustrar calcados.
Vende-se superior graxa econmica.
Vende-se papel para matar moscas.
.1 loja do cordeiro providente
Ra do Queimado n. 16.
ISella acharoos pretendentes um graude e va-
riado soriimento de perfumaras fuas, lauto ingle-
jai coceo fraocsias. s&ado '.
Finos extractos para lencos.
Rachas e pomadas para cabellos.
Oij philocome e baboza para dito.
Pos hygiemccs para denles.
Ditos camphorados para ditos.
Opiata ingleza e frauceza para ditos.
Pacotes com pos de arroz.
vasos de porcelona para ditos.
Sabonetes para mao e barba.
E muitos outros objectos que sero presentes
ao comprador que se dirigir a ra do Queimado
n. 16, loja do cordeiro previdente.
I n cijas pequen.
Vendem-se na ruajdojQueimado n. 16. |lojaT|do
cordeiroprevidente.
Charetos
da acreditada fabrica de Jos Furlado de
Simas.
Vendem-sejoa loja'do^cordeiro previdente a roa
[do Queimadogn. 16_________
GRND
RA NOVA N. -0 E 22
Fabrica e fundado de bronz
e outros mttaes, caldeireiro,
laioeiro, e funileiro, situada
na Soledade, ra do Prin-
cipe n 3, c com deposito na
ra Nova n 38, da cidade
do Recife
DE
BRAGA &SAMPAI0
Fabricam-se neste importante estabeleci-
mento todas as obras concernentes as artes
respectivas como sejam:
Alambiques de todos os tamanbos em
feitios, os mu acreditados aparelbos de
Derosne com as dimenc5es delicadas dos
fabricados em Franca.
Fabricam-se avulsas quaesquer pegas des-
aparelb'.'S, como sejam o dilatador, ratiflca-
dor e condensador, ou esquema garapas,
resfriador, serpentinas interiores.
Fabricam-se bombas de todas as dimen-
ces e qualidades, pelo systema francez ou
americano, simples, de presslo, repaso, e
com especiaidade a estanca rios l assim -p
nominadas pelo enorme volume de agua
que absorvem calculada em 100 pipas por
hora, e das quaes algumas estao promptas a
serem experimentadas.
Existem bombas por este systema, me-
nores, para regar sitios, garantndo-se n3o
s sua duraco como a grande quantidade
de agua que fornecem pelo qne sao coos de-
radas boje as primeiras bombas connecidas.
Todas as mais obras se fabricam vouta-
de dos freguezes e a sea capricho.
Existem sempre promptos no deposito in-
dicado na ra Nova n. 38, nm completo sor-
timento de obras solidas, bem construidas e
a precos r<.soaveis, como sao alambiques,
serpentinas, taxo3, passadeiras, repartide-
ras, escumadeiras, cocos, candeias, e muitos
outros utenc.ilios preprios para engenhos,
como sejam mancaes de bronze, parafuzos
para rodas de agua e ontres.
Cavilbas, machos para lemes, pregos de
todos os tamanbos e para o forro de cobre
de navios.
Aprompta-se todo quanto diz respeito as
obras de lato torneadas e polidas com toda
a perfeicSo.
Vlvulas para tanques de banho, torneiras
de todos os tamanbos e qualidades, assim
como todos os ornamentos para militares,
botes para farda, aparelbos para barretina,
nmeros, espheras, espadas, cornetas, alam-
padas turbulos, caldeirinbas, Bavtas, amo-
farizes, perfumadores.
Obras de folbas de Londres de todas as
qualidades, bahs, bacas, bules e outros
ulencilios domsticos.
Lampies para gaz para engenho?, folha
de flandres em caxas, folbas de cobre e la-
to, tubos de chumbo para encanamentos de
todas as dimencoes, folhas de zinco, estanho
em barras e verguinha, lances e barras de
chumbo, vidros finos p.ra espelhos, de co-
res, bordados, e opacos, e oulros para vi-
dracas, diamantes para cortar vidros, cadi-
nhos ordinarios e de patente, rea para mol-
dar, folies para ferreiro; lavatorios com ba-
cas e jarros, trra podre e outros icumeros
o! jectos proprio de taes estabelecimenlos.
Sendo todas as obras inspeccionadas e
foitaa sob a direccan do socio administrador,
Jos Baptisla Braga o qual se acha de novo
especialmente incumbido da gerencia de tao
importarte estabelecimente, isso nma ga-
ranta pela sua longa pratica, que tem os se-
nhores freguezes de que sero servidos a
contento, com promptidoe preco commo-
do, pelo que os propietarios lhe serao agra-
decidos.
Paris, 36, Rna Viv.er.ne, 1>
-'.rogarla
CoMdecoraedes
A bem conh^cida loja de jolas de Mjreira 4
Duarte, a' ra do Cab-.ig n. 7, acaba de receber
porcao de babitos eoflicialatos da ordem da Ro-a,
e habito? da de Cbrislo de differenles taraanhos
que vende por pregos mal razoaviis, alm di continua a tir como sempre um completo sorti
ment de joias dos gostos mais modernos para a;
quaes coota com o concurso de sous b&ns fre-
guezt?.
B*
cchinchik
;

3jO
Por baratos-precos.
Caagas fbezas de coresj a 240 rs. o'covado.
Ditas fiafnv^as, superior qualidade, grande varedade de "padrees,
rs. a vara. 30 rs. o covado.
mtiit-j finas a 400 ts. o covado.
Sup chitas francezas largas de cores fixas a 260 rs. o covado.
de cores com saJpicos e com flores? a.320 rs. o covado.
Ditas r ,; !rp.!S de seda a 320rs. o covado.
Di i istas imitando po de Chvre a 400 rs.'^o co\ado.
itp.:cas de cores de doas larguras com listas e ce
.e de ; e gosl-s Bieiramente lindos ffazenda de 1,^ o covado) a'sonT
Sedas d.. jrs Je quidrjnhos e de listaaa 800 rs. o covado.
g ;> -pas de merm, bordadas^ efeitadas com renda preta, 'o que
-. >V:;:' v'tru hombre do senhora a 8|J, 104 e 120 cada um
"\. 35^ 6^ e 7^ a poca.
-
-indo branco com 20 jardas a 40 a peca.
'as muita? fazendas por menos do" wa valor para liquidar.'
!'..iihas
da boa a .............
Cirretois de lluha com 100 jardas a .
Bravatas pretas e 6$ cAres multo finas a
Gaixas de brelas de massa muito nov?s a
enOadores par- espartilao de col
fita a...............
Carretela de linha ilexandre cc-m 400 jar-
das a ...............
Sahofttes muito fiuos a 60, 160, 20U e
ifltds de bolla muitn Anos a 240 e .
'iadas de linfca froxa para bordar a .
Varas de cordo para espartilho a .
entes volteados para regacar cabello dd
mer.iras a........, .".
"rseos de macaca' oleo muito fiao, a .
ibotoadufas mu;to unas para colletos a .
'artSpi de linlia branca e du cores a .
(iibra de ara preta suponer a.....
scovas par fato, fzenda boa, ?.....
Varas .de franja branca de liabo para
toalba a..............
Caas-de palito ba'ao a........
Caiaa de patitos de segnran;a. sem "a
Cbofre a.............
Sabonetes de familia a 100, 1G0 e .
Carlilha de doutrina christa a .
Quadernos de papel pequeo superior a .
Duzia de baralhos francezes superior .
Groia de ptiospnoros muito superiores .
Ciixas a retalh) do mesmos.....
Caixas de phospboros de velllaha contando
800 velliohas muito superiores a .
Hermas de papel almaco muito superior .
Resmas de papeTpaotado sup-rlor quali-
dade ...............
3JOW
M
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6(
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i
2100
15 0(
H
nJurff?1^^^'1?' Dorias de meias par bomem
para relalos em miniatura, para 6 e 36 re-jDuzias de meias ciuas muito superiores
neJ
trato?, pelo diminuto preco de 102oo ris
cada um: najua do Crespo n. 4, fabrica
fazenda de,de chapeos deso.
. Cabriolet
de 4 rodas e 1 cavallo muito superior, vende-se
para tratar na roa do Crespo n. 16, andar, p-
ra ver-se na cocfaelra do Panlino ra da S. Amaro.
- Vende-se urna taberna em um povoado dis-
tante dest;, cidade 1 1 2 legoa, a qoal faz muito
larguras com listas e com flores, grande va- nflgorio per ser bom enllocada: quem prer-nder
j dirija-so a roa Angosta n. 114.
m
2*30f'
3360!
:
Canos
no
DI
Si:
A
8.0JA DAS COLUMNAS
nx
.-.i
.. u
m Correia de Yasconcellos & &
,w$B100WtOJ
.- ,(MtaA tMttt tn| t M
. Mol A > i
.
Ra do Crespo o.
Ilencao.
Cassas Suas a 240 e 320 rs.
as de seda preta a I5fl e a
Crespo o 17.
o covado, basqo-
223 : na ra do
Vende se urna excellente machina de cesto-
ra : na pr*.ca da Boa-vista n. 30, 2* andar.
Vendem se

lite
ta i
-iffft ,i j .mu). -.._.* m**va
cma eserava de idade S6 anno, insigne engorama-
deira e coiinhelra, 4 ditas para todo o servido, 1
raoleqne p^a, Idade 16 asnos, om perfito cozi-
nbeiro; na travessa do Carmo o. 1.
)I1 ** i : ?
No armazem do pateo do Terco n. 12 v-nlerese
canos de tolas a? iargura', vidrados pjr vidrar,
por prego razoavel, o melbor neste genero.
Machinas de costura
No esCripirio do l'bei. Ju-t, roa do Vigarlo n.
9, v^odem-se excellentes machinas de costara, l-
timamente chegadas dos Esiados-U .ido;, per pre-
sos muito commedos.
Machinas para destrocar algodSo. do mt
Ihor autor que tem apparecido ua Americ?
E' tal a execuc5o do machinismo, que o al
godu sahe quasi o perfito como o de bt>
landeira. Recommenda-se a atlencao doi
Srs. agricultores, estas machinas._______
GAZ GAZ GAZ
f Cbeffouiaa,antlgo deposito de Henry Forster
,., ra do Imperador*Bm carregamento de gaz di
orimeira qpalidade,o qual se vende em partidas
i retalho por menos prego do que es outr aa'
ner parte.
Gessa
para estuques de casas : nos
Irmos, caes do Apollo.
AS ENfERBJJADAS Ut SEStJAES, AS AFF&
_COFi rUTAXEAS. E A VTERACOKS DO SAlfODl.
, >^j tO.OOOr.urasdt impingis
SnJMiX^J l"'*l<}lai, herpes, jo.W,
4;_ji_',V- ;.-3 i'.iixof, ncri-nnnia, t al-
-."').'. v '' ?*! :"rent>,v\ciosadtaHgiu
wi\"mli 7_ ^.rrjrm virus, e allerafots do *i-
J'it (\aro|> \d.tl^l so- mrcurol. Bipor:,,.
v!(eiAt-.a *!--.jsox, MIAMlt! tOEio-se do
por seaianj. soguin>io o tractameiilo Depurativo .
itttprt-gaiv n:i- mesinas molestias.
fS^^o^-'rt-.*5?*^ Este XaropeCitAtIi-5:
i le CIIABI.E, cora i__c.
.'cp.^^l "ieiitequalqucrj>iiru..(a-
__i: ''_ '-ii '':raf"0, e debilidade, t
_#H'.f-r.3*r!__l ignlMIe os fluro e Jlortt
toante* Jas mullieres. Esta iojeofo bsaipa ta-
frega-se com o Xarojio de Cilracto de Ferro.
aMssci.rrui.-in, Pomada que as cura em tres da*.
POMADA ANTIHERPETICA
Contra: aas afectuet cutnea e cornisot.
PiLULAS VEGETAES DEPURATIVAS
.-j B' Chabts. cidafrsfiwvti aecom5hs"(_
AVISO AOS SHS. M?-j!n3.
!':tr.'i catarrtoM, -ottri
! ceifmtlucl irru .; ':.
\ ner%>'.>>!i tai jo-- bn.i- -
'.: ( i.
w'.-. -citliis._ us V: ... ru :vi .-, s.
A venda na pharmacia de P. Maarer t
,e G.,em Pernambuco.
mmmi
M
de B|.yBRBT, Detteu
Rus do Soirio, Si; 1
...
armazens de Tasso
Cnssa>. e las baratas
Naruado Quemado o. 31. loh de A. M. Rolim-
vendese muito has cassas a 2i0 e 300 s, o cova,
do, e lias (boa fazenda; a 3C0 rs..
Vende-se pm cavallo barato, bom andador :
na rna do Rangel n. 9.
CONBlCORACOfiT
Chegaram de Pars no nltimo paquete commen-
das de Chrlsto e crtu perlencentes s mesmas
hbitos de Cruzeiro, da Rosa e de Consto, com
suas eo-petenies. fliag; vende-se por pgeco com-
modo tu ra do Cabuga, lija.deolas o. H, de
berapbim Irmo.
Yapares.
Vecde-seem casa deSanaders [Brothers d C
o largo do Corpo Santo n. 11, vapores patente?
om todos os perlences proprios para fazer mover
es ou qngtro miebinas para descarocar algodr
Vende se urna negrinha com l annos de
idade, bonita fljfora : na ra do Hospkr-, sobrado
n. 8?, rom pr>rtio de ferro.

Novamente chegadas bota
ras da melhor gu^ldr.de que temos visto"
do vapor roa Aova n. 7.
pernei-
na loja
Lingaican e tirresmos.
Chegadas oitlmaroente das Ilhss na barca Pa-
rary, a vender na roa da Lineueta n. 1, em latas
d=s seguiDtes qualidades cada nma, como sejam ;
Chouric^s.
Liogulcas Anas.
Morsellas de sangue.
ut)\: Torresmos.
___ Costelletaa do vinha djalhbs__"
Brilles picadeiras de IpojucaT
Vendem a' rna doQuelmado Azevedo Irmo,
bsradC; ,.w_.
que ->a inu-t: ite, ta ArJuMWHf
.<\... ...
DTWftU.
H PHA
V
c*r i j- ; a: t ?
i" -Um T
-W i m%
HNM I
mw h.u." v
Deposito na pharmacia de P. Magra*
C. em Pernambuco. i^tiwaia ;
-
JA ene^oB
Cemenio nraano : tw armatem de Tasso Iraos
no caes o> Apollo.____________
_ Vende-e telbas superior e ljalos ae toajs as
qualidades, fabricado com barro d*aa doce pir
menos 43 em mllhelro do qtle em outra qpalgner
parle : na -Jarla de Jos Carneiro da tCf
(l.iPrawes 38^ ,x ,fc ^
H li mm
b mi o ,iimi *h t u i '
CblMKMttMalt.
i


Alarlo de PeraaKbBeo guala felra 5 de Dezenibro de 1867.
&*B!*l LOJ
oa
Collares Royer
|i ioodiaos elctricos magnticos
Deposita acreditado
Ldja da agnia branca rua do Queimado n. 8
Apregoar aioda os prodigiosos effeitos dos
Collares Royer j nao ensinar ou querer
introdazir novidades, porque a fama de sua
efflcacia tem-se tanto estendido, e os seos
felizes resaltados a tal altura elevado, que
boje rara a pessoa que por experiencia
propria, ou por intermedio de seus amigos
e parentes, ignore ou desconhe ;a as virtu-
des desses sempre apreciaveis collares
Royer.
A aguia branca porm se gloria de concor-
rer para um tao justo fira, se nao por ou-
ro modo ao menos por ter sempre, e cons-
antemeote um completo sortimeoto desses
collares magnticos, que bem se podem cha-
marsalva vidas das criancas.
Resta anda que os senhores pais de fa-
milia se facam convencer jde qae convem
nao esperar que as criancas sejam atacadas
do mal, e por isso necessario ou conve-
niente que com antecedencia se deite na
crianca um desses collares para asslm estar
ella preservada das convnlcoes e se contar
livre dos rigores da dentico.
A aguia branca rua do Queimado n. 8
contina a receber por todos os vapores
francezes a quantidade que ba contratado e Lindsimas gravatiohas para seDbom.
por isso acha-se ella sempre provida dos ver- j "JJ.fJJtJ !i?:L'!1V,rilho e feda' n",ma
dadeiros colhres Royer eletricos magne-
;saam
rua do Crespo n. 9 A, esquina da rua do Imperador
Acaba de rhegar pelo vapor Guame, um variadissimo sortimento de fazendas que dizam os
nossos correspondentes que foram as melhores, as de mais gostos e novidades que encontraran! era
Parir, e por isso mallo recommendamos a apreciago do respeitavel publico, os segninies arugos qoe
g encontrarlo na laja do Passo.
Riqnfsslmfls cortes de seda de cores, com lindos
matires completamente oovjdade.
Lindissimos vestidos de cambraia branca bordados
com gosto.
Ricos basquJnes, primorosamente bordados, e ulti-
ma moda em Parir.
Riqoissimas cbapelioas de seda, palha a icitago
e entenadas com muito gosto.
Coqnes para senboras, sendo estes de ultima moda
em Parlx.
moda e nleira novidade.
Collarlnbos, poobos e gravatinbas de Cbany, c m-
pleta novidade.
Rlqaissimos leques de marfl.-n todos abertos e de
alomo gosto em Parlz ; as-im como de sndalo
madreperola.
Riqoissimos vestimentas > eambraias primorosa-
mente bordados, com todos os pertenees para
cranlas sa bapt'-ar.
Ricos vestuarios de cores, todos completos para
meninos de 2 a 4 annos.
Mantas de blonda para novas.
Moirlantlqae, grosdeoaple e sedas preta, branca
e de cores.
Rlqaissimos cintos, nltima moda.
Ricos eofeites para senboras e meninas.
Lindsimas cbapelinas de seda e de palha para
meninas.
Riqoissimos cortes de fantasa para vestidos de se-
nhor.
Lindos corles de 13a para vestido, novidade.
Chapeos de castor a canotier, ultima moda para a
rapaslada em Pariz.
Grande deposito de luvas de Jouvin recbese por
lodos os vapores grande sortimento.
Casemiras, eambraias, las, mnsselinas, preealias, chitas e urna influid: de de objeclos que
deitamos de mencionar por se tornar macante.
Isto s na loja do Passo rua do Crespo n. 7 esquina da do Imperador.
>!
AUGUSTO PORTO & C.
11Rua do Queimado11

ticos.
A Aguia Branca a rua do Quel-
inndu n. 8.
Incontestavelmente na loja da Aguia Branca
onde os apreciadores do bom podem melbormeote
prover-se daquelles objectos de gosto. E-sa verda-
de ja por tantos e tantas vetes reconhecida aioda
agora se fax confirmar com a nota dos preciosos
objeclos de gosto e valor que a aguia tem a satis-
fago de patentear e pdr a disposigSo de qnem os
desrje e possa comprar. Ella principiara pelas ri-
cas eaixas com msica e sem ella, para costura.
Essas caixas por sua perfeig5es, gostos e rique-
zas, se tornara recommendaveis para algom im-
portante presente, ou mesmo para quem tenha gos-
to de possoir nma bella obra, porque de certo sao
ellas as de maior valor que se encentrara em Per-
nambnco, ten o ama qae sobresahe a todas as ou-
tras. Alera destas ha outras de precos menores, as-
sim como tambero ha benitas caixinhas vazias de
madeira, envernisadas e marebetadas, com fecha-
dura e chave, para costura.
Em leques o que se pole encontrar de tnelbor,
seado:
Todo de madreperola, bordados, ;obra de gosto e
valor.
Ootros de madreperola e seda, bonitos desenbos.
Oolrosde madreperola com b rdados col ridos,
obras de muito gosto, e g->ralmenle apreciadas.
Outros todos h sndalo.
Oatros de sndalo e eda com bellos desenhos.
Outros todos preto* para lulo.
Oatros pretos cora desenbos roxos, proprios pa-
ra senboras viuvas.
Outros de sndalo e f.iia, formando quatro vistas.
Outros de sndalo e sndalo e seda, para me-
nin-.s.
Oatros de madeira e papel, obra barau. 'cambraia bordada para senboras, ricas toahas bordadas com muito gosto, e lindos ves
Guamicoes de fitas, ditas de bonitas e modernas i___.._______n_T:-r___________
LIQIDACAO
MUTAS FAZEffDAS
NA
LOJA E ARMAZEM
DO c
P

I.




Roa 4a I E
t AMA.' SILVA.
Tendo os donos de te grande estabelecimento resolvido liquidar a maior parte das
suas fazendas resolveram vender com grandes abatimentos em precos, assim como teem
recebidt ltimamente urna grande porcao de fazendas novas tanto inglezas como francezas,
alemSas e suissas, teem destinado venderem as mais barato que em outra qualquer parte
aQm de apurarem dinbeiro, dando de todas ellas, amostras deixando ficar p nbor, oo
mandam-nas Iev?r em casa das excellentissimas familias pelos s*us caixeiros; assim como
as Manas que negociam em pequea escalla, oeste estabelecimento comprar3o pelos mes-
mos precos que cunpravam as casas inglezas; ganbando-se apenas o descont.
Tiras bordadas e Hubirfiiliosj Baloes a -6, 35oo c U
Quem qnizer fazer boa compra de tiras Vendem-se um grande sortimento de cri-
bordadas ou babadinbos, achara um grande nolinas ou balees de arcos parasenhora pelos
sortimento para escolher e por reco muito
mais barato do que em outra qualquer parte,
na loja e armazem do Pavao, rua da Impe-
ratriz n 6o, de Gama <& Silva.
Fazendas para luto na loja do
tafia
baratos precos de i$, 2#5oo e 3|J por ha ver
grande porco, na loja e armazem do Pa-
vlo, rua da Imperatriz n. 6o, de Gama d
Cassas a 14o r*. s o pavao.
Vendem-se bonitas cansas inglezas de co-
res fixas pelo barato preco de 240 rs, o co-
Vende-se setiro da China com 6 palmos de vado, ditas francezas fazenda muito fina com
largura proprio para vestidos a 20 o covado, padres listrados e de flores, assim como com
lazinhas pretas Usas, alpacas com listrabran- palminas miuxias proprias para meninos a
ca a 1(5 covado, cassas brancas com lislras 3n0 rs- o covado ou a 5oo rs. a vara : pe-
pretas a 5oo rs. a vara, ditas pretas lisas e chincha na leja e armazem do Pavao roa da
com s dpicos vara a 56o rs. ditas francezas Imperatriz n. 6o de Gama & Silva.
com listras e ramagens vara a 8oo rs., me- P f f HIN P H A
ri preto, alpacas e princezas, mais barato ., X TM. Vi
An ___' ,r. ,r. i a Cal da Llsba em bvrns a 34, a~sim como urna
do queem outra qualquer parte, na leja do porcSo a granel 3 l400 0 a|qa'ire. a lral r Da
Pavo, rua da Imperatriz n. 6o, de G na & rua da Cadeia n. i, i andar.
Silva. Cortes de alpaca a sete patacas.
PALITO'S DE PANNO A 6|J Vendem se cortes de alpaca escura par; vest-
Vendem-se palitos de panno preio saceos dos P.el barassimo preco de 2jiiO o con,
grande pecbincha na loja e armazem do Pavao rua
da Imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
Ultima moda
Bellcschapecsrnbos de apurado gosto para so-
choras feitos ao capricho de nma das primeiras
modistas oe Parla e chegados ao armazem do va-
por rpaNovan^___________
E' baratissimo a 500 ris o
.covado.
Superiores laas para vestido* rom exeelientes
padroes a 500 ris o eovado, aproveilem sotes que
acabem ; na roa do Queimado n. 46, loja da
se
Guimaraes Basjos.
a 6($, ditos sobrecasacos a lo#, caigas de ca-
semira preta a 6# e 7, d ta muito Anas a
Este estabelecimento acaba de receber e vende por commodojpreco as seguintes 9,5 e lo, finissimos sobrecasacis de panno a
fazf ndas finas:
Vestidos de b ond para noiva com manta e capella.
Ricos vestidos de cambraia branc bordadas 1 que ha de melhor.
Cortinados bordados e admascados para camas de 2ot5l a8oj?.
Ditos bordados e admascados para janellas de 9S a 2ojJ.
Colxas de seda e 13a e seda para cama de noivas.
Basquinas modernas de muito gosto de 2of5 a 5o#.
Toalhinhas de croch para cadeiras e sofs, e colxas de croch para camas.
Chapelinas de crpe branco, e chapeos de palha da Italia para senhora.
Moir branco e preto, grosdenaple preto e de todas as cores para vestidos.
Camisas para homem francezas e inglezas de linho, e de algodo.
Guardapisa de crinofine para fazer mais elegantes os v- stidos de I5a e de seda
3 32o rs. a vara.
Superiores saias bordadas de linho, camisas e camisinhas bordadas e lencol de
trancas para vestidos
A Aguia Branca reci-bea novameote utu bello
sortim-ntodaquellas apreciadas guarnigSes de fi-
tas; ai-vira como oulras de lindas e molotnas tran-
jas. Os apreciadores do bom compareijam na loja
da Aguia Branca a rua do Queimado n. 8.
Fiuissinus meias de lie de Escossia para crinas.
Venderu-se na rua do Queimado l.ja da Aguia
Branca n. 8, onde tambera ha outras inuitas de al-
godo para erianeas de 3 a 12 raeies.
Hu finas lavas de fu de Escossia e seda, para ho-
mas e senhoras.
A Apoia Branca a rua do Queimado n. 8, rece-
beu u:o bom sortim-nto de finas luvas de fio de Es-
cossia e seda, brancas e de cores, bordadas e lisas,
tanto para homms como para senhora?; quem as
pretenier e dirljir-se a conhecer que era tal genero nao se eocnira roe
Ihor, e talve nem mesrno igual em alguma ouira
parte.
Requifcs branes ou traaeiuhas papa-fiua.
A Aguia Branc acaba de receber um novo e
bello sonimeato dessas tao procoradas
papa-fina, com diversos e agradavels moldes, e co-
mo sempre a Aguia Branca a rua do Queimado n.
8 continua a vender barato.
Guillabas e punhos, manguitos e goIuhas, obras
modernas e de gosto.
A Aguia Branca acha-se receutemente prvida
de bonitas g.'lliuhas e punlms bordados, manguitos
egollmhas tarahem bordad.s, e ludo do melhor
gost. e ultima moda, tendo as golliohas e panhos
muilos, ja enfeiud.'is com filas eufiadas, e algumas
pequeas para raeniuas. Os presos ape:ar de cora-
modos variara com as difTerentes qualidad >s das
obns. Os pretendentes comp3reram na loja da
Aguia Branca a rua do Queimado n. 8 que sero
servidos a contento.
Btrtreaeios bordados em pecas grandes.
A Aguia Braaca a rua doQu.-imado n. 8 est
vendendo bonitos entreraeios bordados ero pegas
grandes de 12 tiras e pelo baratissimo prego de
2JoOO cada pe?a. A grande extraerlo que elles
taro tido confirmara os diversos tras para que ser-
ven), as im pils convra que a boa ftvguezia da
Aguia Branca aprovelte esss boa e barjla fazenda.
"Vende-se ura bom piano de mesa de Jaca-
randa em perfeito estado : na rua da Camboa do
Carroo n. 20. _"_________________
tnarios para haptisados com o respectivo enxoval.
Las coa listras de seda de varias cores a que ha de melbor.
Chapeos brancos de castor e ricos chapeos de sol ioglezcs para homem.
Malas de diversos tamanhos para via-ens.
Panos finos e casen iras pretas e decores e outras rauitas fazendas que se ven-
dem baratissimo.
Este estabelecimento con ti o a a receber as melhores.
Esteiras e alcatifas para salas.
11 Rea do Queimado11
PAR\ O B ILE 1)0 CLIB
Chegaram pelo vapor de 7 destemez, riqusimas sbilas de baile, como se
usam na Europa, todos estufadas de seda etc. Vieram s seis, por isso rec.mmendamos
s excellentissimas senhoras para se proverem de um ojelo de esmerado gosto e que
jnlgamos nunca ter viudo ao nosso mercado.
No referido vapor tambem verarira:!i lindos enfeites propnos para o mesmo
trancinhas baile, assim como luvas de pellica de J;uvin, brancas c de cores: rua do Crespo n.
5, loja de Gregorio Pues do Amoral & C.
2<>f5 e 25d, caifas de casemira de cor a 75 o
. 85, um grande sortimento de coletes de toda
I a qualida'e e outras mu'as qualidades de
roupas qu se vendem mais barato do que
em ontra qualquer parte, na loja e armazem
do Pavao, 1 ua da Imperatriz a. 60, de Ga-
ma & Silva.
As salas do Pavo a 35O.
Veade-se urna grande porc.au das mais boDilas
saias brancas com lindas barras bordadas de co-
res, tendo 4 pannos cada urna, sendo fazenda in
teiraroeote moderna, pelo btalo preco de 35-"0
cada tuna sendo fazenda que sempre se vendeu
." r 11,u11 rr-.i.-. dinheiro ; na lija e armazem do
Pavao, ua rua da Imperatriz u. 60, de Gama t
Silva.
cas.vquinhos no PAVO A 185, 2o5
2o5 E 3n5
Chegaram o mais moderaos casaquinhos
oo jaqoetas i\p grs preto, ricamente enfei-
tadas sendo uns com entura e outros sollos
conforme se osa ltimamente e vendem-se
pelos baratos prer.ns de 18-J, 2o5,255 e 3o5,
na lojn e armaz; m do Pav3o, rua da Impe-
ratriz n. 6o, de Gama & Silva.
H?I cauStque.
Vende-se supen-r moire-aniique de rr, com
algnm toque de mofo, pnr prego maito barato, para
atbar : na lija do Pavo, rua da Imperatrii n. 60,
de G^ma & Silva.
rani'j.1 has a 3.
Vendem s* as mais moeroas camisinhas com
mangnit- s tanto bordada* como da prepoinbas oon;
elegantes i onhos e bonitas abot'adoras pelo bara-
to preco de 00 ; na loja e arroaiero do Pavo,
ru da tmperairiz o. 60, di- Gama & Silva.
Presos vantajosos
h s miudezas do grande estabeleci-
mento de Sooza Soares k Irmo.
Rna Xova n. 28.
TeDdem em grosso e a retalho.
Liohas novellrs, muito superiores, libras sortldas
a 25200 e 2-"00.
Dua em nvelos, mais inferior a IfioOO e 1^800
a dita. i
Dita branca em caixas de 50 nvelos a 640 ris
Dita para marcar, caias de 16 ditos a 2i0 rs.
Dita branca em d tas de 10 ditos prandes a 560.1
Dita em carros de 100 iardas a 360 rs. a duna-
D;ia em carros de 200 Jardas a I520 a duzia.
Dita em cartoes, branca e preta, a 160 r*. a dita, i
Rozetas de cores em cana, de dzia, a 1^500 a '
dita.
Grampas cora cabeca de vidrc a 160 rs. a dila.
Agulheiros pinta lis a 240 rs. a duzia.
B. iSes de moedinhas dcaradas e prateadas, para
punh'S, a 13900 a duzia d? pares.
D:tos de madreperola, para canrtsa, a 50) rs. a
groza.
Ditos de osso, para caiga, a 240 rs. a dita.
Caixinhas cora soldados de chumbo a 120 rs.
Rspelbos de muldura dourada a 13400 a duzia.
Pentes de lago dourado, para coco, a 65 rs. a
duzia.
Ditos de lagos lisos, para coco, a 53500 a duzia.
Ditos dourados, com flores, 24UO a duna.
Ditos de blalo, maito bous para alisar, a 2fi300
e 25400 dita.
Dedaes amareios e prateados, fiuos, a 240 rs. a
dita.
Clcheles era caixfnhas a 640 rs. a dita.
Ditos em cartoes a 600, e 900 rs. a dita.
Pegas de Uta para coz, larga, com 10 varas, a
500 rs. a pega.
Fitas de sJa n. 1 i/j. pecas ce re 8 varas, a 260
rs. a dita.
Atleneao
Vendem-se pegas de algoaozlnho mnito largo
snprior qoalldade com om pequeo t qoe de a va-
ria pelo barato preg de 45, chitas largas de eo-
res a 240 rs. o covado, briro pardo n u to bom a
600 rs. a vara : na loja de Antonio Jos des Res
& C, a rna do Passeio Publico o. 6, por baixo do
sobrado novo.
Grande novidade para a
festa
Na loja do pavio roa da loipcrafrfz ,
60, de Gama j Silva.
M deroas ponpelioas c^ m paimrahas
bordads e qoadros, covado a. 400
Modernsima* lazinhas com pal-
mas, salpicos, quadres, listas, etc.
etc., covado, a 400, 00 e........ 560
Lindas laas com listas de seda, co-
vado, a 560 e................. ,, gfjg
Verdadeiro poil de Chevre com listas
modernas, covado, a 800, 15 e___ 152CO
Finislmas mnselnas de cores, co-
vado, a......................... C40
Bonitas sedas de cores cem 4 palmos
de largura, covado, a............. 25000
Grosdenaple aznl, roxo, lyrio, cinza,
etc. etc., covado, a.............. 58OO
Modernas cassas com listas largas,
vara, a 640, 720, 800 e........... 13000
Modernissimos organdys de cor, vara, IJ0O0
Organdy largo, cora lista e quadres,
vara,....................... J500O
Cortes de organdy com listas bran-
cas e de cores, tendo 8 varas cada
corte a......................... ',506
L''azi>has de urna s cor matbisadas
covado a....................... 280
Cortes de cambraia branca bordada,
sendo neste genero omais rico qoe
tem vioJo ao mercado........... 2550CO
BonHi s cortes de sedas cor;s claras a 285000
Bunitos cortes de pbantana a....... iOCGO
Cortes de organdys listados com 10
vara, a....................... e5000
Fil branco bordado, sendo de meia
largura, vara, a. ................ 640
Bonita fazenda branca para saias,
tendo pregas de om lado e tam-
bem bordada, vara a 15, 15280 e 1J60O
Ricas saias bordadas a 62000, 85 e O5000
Cassas de nma s cor de flores, cova-
do a.......................... 2V)
Ditas franceras muito Boas, sendo de
listas e fLres, vara a 500 rs. e co-
vado a.......................... 3(J0
Modernos punhos c m golmbas, sen-
do de esgnio de linho, bordados,
brancos e de cores a............. 15C00
Modernos manguitos com gollinhas a 25300
Ricos cirpinb'-de cambraia muito
bm ente lados e bordados a 85 e IC3000
Saias econ< micas e escuras, para
quem dr passar a fesia fra a.... 25500
N. 64-----Eua da Imperatriz-----N. 64.
e artisos Je moilis
m
p
m
m
mes
-..*.^ art gos de moda e fantasa
.*:*'
Xova loja de miudezas
DE
i
..
SILVA & NEVES.

i
eafdade
* *j
s preprietarios deste novo estabelecimento ifferecem aQ respeitavel
publico desta bea cidade, e do interior um lini i e csa.lhido sortimento de w^.
miudezas e arligos de modas, concorrendo para isto o terem na Eurooa, pes- '-^r:-
soas habilitadas a executarem suas cncominendas no que houver de mais no- j
vidade e gosto, e garanern vender pelos preces mais ra^aveis do que em ,^
outra qualquer parte apar de maneiras delicadas e sinceras. ^ t=
Aeabam de rece: er pelo vapor francez Guienne, os seguinles bel'os g&#
GRANDE 6AZ4R
rua Nova n. 20 e 22
Machinas pa a costara do autor Wheele
& Wilson, chegadas ltimamente da Am-
rica ;oas qoaes pode cozer-se com don
pespoatos, toda e qualquer fazenda, emb>
inbar, frangir, bordar e marcar ronpa; turii
com perfeico. Sao tao simples, que con-
prehenrte-se fcilmente a maneira do trab>-
Iho e a pessoa tendo pratica de coser em m>-
rhinas. pode fazer por da o servico qae f
ciam 30 costoreiras.
Gbama-se este estabelecimento a attet-
c5o do publico, visto qae elle se acha com
pletaraente sortido de objectos de gostt,.
como bem leques de madreperola e de sai-
dalo, fivelas, fitas para cinto, cokes perfu-
mara e etc,
Na roa oova n. 20 e 22. Carneiro Viai-
na &G.___________________________
Veode-se por prej^ comroodo urna machina
nova a vapor, porttil, oe forca de seis eavallos e
de perfeita construe^o com toda ferragero precisa
para mover varias machinas de algodo ou ouiro
qualqusr mfster, e bem assim urna prensa ameri-
cana 4 enfardar algodao, dj syslema moderno, e
de moita furga e a'guos t neis proprios para depo-
sitos. A ver e tratar aa fabrica da travesea do Ca-
neca o. 2, .raes do Ramos. _________

t

Luvas de Jouvin para senboras e homens, de ti das as cores.
Livros para missa com capas de madreperola etc.
Indispensiveis e boleas de to as ;s qualtdddes.
Coques os- mais modernos.
Kspartilhos collares, e cintos de seda e vidrilho.
Rendas de Guipore, de seda, (blonds) e de algodao, de todas as
qualidades. |C^
Coa;pleto sortimento de trancas, Qtas, botocs e guarmeoes de seda p;
com vidrilho e sem elle, gravatiohas de seda, e manguiios de lustro bordados ara
? chincha em casimiras a 1$600 seo
l'avo.
Veae se uraa gradde porrao de casimiras supe-
riores eofestada?, sendo escoras e alegres proprias
para calcas, poletots, coletes e roupas para meni-
nos pelo Lar^lis-imo prego de 158C0 o covado ou
a 25800 o corto de eal$, grande pechincha na
loja e armatem do Pavo : rua da Imperatriz n. 150,
de Gima & Silva. .
iliaca ttiostto ciu o palmos a 28().
S o Pa^o.
Vtnde-;e alpacas de qnadros sendo padres es-
cures propriis para vestidos teodo 5 palmos de
largura qoe facilita f.i?er-se ura vestid) al com
5 c .vados ,elo barato prego de 280 rs. o covao,
.: .1:1 ii i i se que .-n.;.i que val muito mais
oiobein. portaoto p chincha : ni loja e arma
*m do Pavo rua da Imperatriz n CO, de Gama
6 Silva.
Puupelinas para a festa a 320 rs. o covado.
Veude-se urna gr;ude p- 'gao rtas mais bonitas
poopenas trfn:paren|,tiS c m galmjDbas bordada.-
a la ou luadnohos a init.,ai k fio de seda, pro-
(.ri.is para vestidos pelo baratissimo prego de urna
pataca o covado, grand6 pichincha : na l'Ja e
a'marem do Pavo rua da Iroptratru D. 60, de
Gama & Silva.
Leamos para m?5o aa loja do
Pavo a 640, l e 1,5000.
Vendem-se bonitos leng^s de cassa bordados
proprios para mo pelos b3rati:-simos pregos de
640, 15 e 1560% i>to na loja do Pavao rua da
IraperalCiz u. 60, de Gama & Silva.
COHTES DE SEDA.
a 285000 res na loja do Pavo.
Chegaram os mais modernos cortes de seda de
cor cm elegantes dese/ih's claros eescuros, teD-
do multa hienda pa.a ora vestido e vend prlo barato prego de 285000 res, por estarnos
mudo prximos da festa, islu na loja do Pava:,
rna da Iraperairiz n. CO, de Gama & Silva.
Bertatiha de linho
Cora 30 jardas a 125000 reis.
S o Pavao.
a 360 rs. a
Cadago branco para crcalas a ?60 rs
de pegas.
Las de todas as cores, para bordar,
libra.
Phosphoros de cera, em caixinba,
daa.
Ditos de pu encerado, sem oheiro, a 360 rs. a
duna de calimbas.
Ditos de cera, em caixas gran'.es de
IJiOO a duzia.
O.rtilhas da D utrina Chrisia a 320 rs.
Obreas de colla, era caixinhas a ;0 e 300 rs.
Sabonetes Anos a 800 e 15 a duzia.
Facas e garphos cabo de osso, fazenda boa, a
25-i'00 a duzia.
Ab> tuadnras finas para coletes, cintos com five-
las de crystal, e mult s entras qualidades, puicei
ras de ccatas, penles com pedia* para coques, en-
feites para cabega, um completo sortimento de per-
fumarias de todas as quaJad0?. colariabos, can-
deei'os a gaz, ferragens de toda' ai qualidades etc.
etc. ; a roa N.va n. 28.
Este estabelecimento a rna da Imperstr i n 70,
recebe de sna conta por todos os paquetes f;ncc
1 zes diversos objectos da ultima aeda de Parlz,
como seja bonitos coques lisos e eofeHadee, Das
de' sarja, ditas de seda lisas e borladas de todas
as larguras e de superior qualidade, lindos sapa-
tos de meric, de casemira e ia, toncas de la,
muito bonitos cbapellinbos, babadinhos e tntre-
melos com Modos bordados, grvalas de seda pre-
ta e de cores para homem e senbiras; as verda-
deiras luvas di; Jouvin brancas e de eorr-s muito
. b. Ditas, carteiras de diversos fetics e iJmaBhos,
meias de muito boa qualidade, para homem, se-
! nhoras e meninos, um lindo sorlimetiti c* ticos,
a duzia esparlilbos, toucadores ds Jacaranda' de diversos
' tamanbos, Utas de vc-ludo, trangas pretas e de co-
a 65500 a res, lindos enfeites para vestidos, ciatos de diver-
sas qualidades muito bonitos, albnns, abaleaduras
para colletes, 13a pira bordar de superior quali-
dade, urna iuliaidade de bonitos brioqu d:s para
crlsngis, a rre!hr,res perfomarlas de Lnhinr, Pive:
! e Ccurai srciedade Hygenica, immei.cdade de
folha, a objectos que deixo de mencionar para ni se tor-
or massante, tudo por pregos muilo ecu modos.
a
Chocolate he>paulmi
Veade-se a 800 rs. a libra.
Na rua Nova n. 11 e 51
Rua do Cabog numero i A.
m
m
i.
Escravos fgidos



He
m
tudo do ultimo gosto de Paris.
Leques de sndalo aberto do mais ap ;rado trah-alho
Agua Florida e tnico oriental de Laman & Kemps.
Ricos eofeites e guarnices de flores para vestido e cabeca.
Calcado para senhoras e mononas.
Perfumaras as melhores e mais esco'.hilas de Lubm, Piver, e Cou-
?f^ dray, em ricos e elegantes vasos de porcellana, crystal e prala irgleza. >/VJ
Meias de algodao, as mais unas e melhores que teem at hoje vindo"
ao mercado, para senboras e homens.
Chapeos de palha da Italia, e a imitado para meninas.
E um sem numero de artigo, de gosto e fantazia que s a vista
podem ser apreciado.

F
Motores americanos para doas eavallos.
Dito dito para qo3tro eavallos.
Machinas para dtscarocar a'gr-do de 14, 16, ,
18,20 30, 35 e 40 serras. i
Prengas para enfardar algodo fazeodr os sac-
eos cum 6 palmos de comprmeme com o peso de i
130 e 200 libras, viudas ltimamente da Americi
no armaiem de Henry Forster & C, no cae Pe
Ha H n. 2 junto ao Gabinete Pnrtnauez.
Acaba de suhir a luz
8 acba*se venda na rraria franceza
roadofresp n,9
O SEGUNDO ANNO
DO
IE0; AL P8tlSAIBBii0
lea
dia
LVAO0V4S
A Agora Branca a rua do Queimado n.
8 recebeu d'aquella-. bonitas luvas de pelli-
ca enlejiadas, e j bem conbecidas por luvas
a doqueza.
INJECTION BROB
iu prtdp kseu 4* mam (Bilflr > tHtnH*M > 1* m
te tBMBtar !>. )i*wl i|HU. ML
i oeabuu *4diUte. Vemien
Yende-se na Botica Franceza rua Nova n. 25.
Novo e grande deposito de superior carvfto de Cardiffna
Babia.
Antonio Gomes dos Santos & C, rua Santa Barbara o. I, estao habilitados snpprir de
jrvio e ta eondices mais favoraveis qae em oatvj qaalqaer deposito, a todos os navios a vapor qn
ecrcero nsoualle corto. A contratar nesta cora Domingos AI vas Uatboas.J
ou
MEMENTO DIARIO
PARA
(OXTEXDO
folba ca foraeco para cada
doanno
O calendario do presente auno, signaes do tale-
grapho do R/cife, a aunustissiroa easa Imperial,
corno consolar estranneiro, associago Coramer-
eial Beoeflcente, tribunal do commrrcio de Per-
namnuco, juio especial do commercio, junta de
correlores, bneos, servido do crrele, estrada de
ferro de Ri>ctfc ao S. FraDcisco, linbas regularas
de navegacao a vapor, linbas regulares de nave-
Raco por navios de vela do Havre a Pernamboco,
vayor de reboque, sello proporcional, tabella dos
emolumentos dos trlbunaes do commercto, regu
lamento sobre incendios, systema mtrico decimal,
taboa de cambio entre a Inglaterra e o Brasil,
quadrodos divisores, qoadro do nno civil, reduc-
(o de pesos e medidas brasileiras cora as de di-
versos paites.
Um boalto fo'iiiae cnesdernado
pelModlco pre?o_d^#._
Aos agricultores
Saonders Bratbers & C. aeanara de receber
ie Liverpool vapores de for^a de 3 a 4 eavallos
com todos os pertences, e moi proprios para fate-
tem mover machinas de descarecar al^do, po-
dendo cada vapor trabaibarat com 140 serras,
tambm servero para enfardar algodo, oo para
outro qualquer servico em qoe nsam de trablbar
! com aoimaes. Os mesmos tambem tm a' venda
machinas americanas de 33 a 40 serras.
Os proieodentes dinjam-se ao largo do Corpo-
Vendem-.-e pecas de snprior bertanba de linht
puro, leudo 3 i Jardas ou 23 varas cada pessa pele
baratissimo prego de 12}')00 res, sendo esta fa-
zenda prepria para leoges, camisas, toalbas, etc.
isto na l'M 6o l>ilVni rua da Imperatriz a. 60, de
Gama & Silva.
Bramante de linho.
Cora 20 jardas X 00 res.
Vende se superiores p-c.- s de bramante de linbo
proprio para leoces, toalbas, carnizas, etc. tende
20 jardas cada pessa p.lo barato prego df 85000
res na loja c armazem do Pavao, roa da Impera-
triz' n. 60, de Gtoa & Silva.
SA.lAs ECONMICAS.
a 3,300 reis.
Vende-se nma grande porgso de saias de c6r
com bonitas barras pelo baratissimo prego de
2300 res, na 1 ja e arraazero do Pava i ; rua da
lmperairii n. 60, de Gama & Silva.
PUNHOS OM GOLINHAS.
a 1^000 reis.
Vende-se nma grande pergo de pnnbos coro
golmbas de esgulao de lioho, com os mais lindos
bordados pelo barato prego de iJOOO o temo, di-
to' bardados de edr a 640 reis, sendo grande pe
chincha pelo prego, na rua da Imperatriz n. 60 de
Gama & Silva.
POIL DE CHEVRE.
a 560 e 800 reis.
Vendara se as mais bonitas lansiabas com lisus
de seca, intituladas poil de cnvre pelo baratissi
rao preco de 560 reis o eovado, ditas cem as lis-
tas matbisadas a 800 reis, assim como um grao-
de sortimento das mais bonitas e modernas lansi-
nhas que se vendem pelos precos de 880, 400,
300 e 560 reis, bonitas alpacas de seda de orna .
0 cor a 640 e 800 res, isto na loja do PavSo, I (...- 11
rna da Iraperalriz n. 60, de Gama & Silva. | *w u; "" ----------
Kalftfs tecnia* Rap Viajad e Paulo Cardclra
V%& A Na do cofdeiro previdente a' rua do Quelraa-
Cbegaram es mais mSo's balSes esgoios seo-! J r deg,as Mh*-"
tra
Nos primeires dias do mez de tutubro desle
anno fngio do rngeoho Bjmflm, propriedad-^ do
Sr. Silvano Antonio Gaiao, na fregu, ia do Bom
Ja^rtiro, o "scravo Damasio, preto, de tdade ae 26
a 30 annos, altura regular, chelo do corpo, pouca
barba, rosto um pooco carnudo, olbos abetoados,
ps malfeitcs, andar banzfiro, molero e de falla
moderada : este escravo foi comprado poucos dias
antes da fnga ao Sr. Joo Barbozado Bego e Silva,
da mesroa fregoezia do Bem Jardim. Beceia-se que
elle se aprsente como voluntario da patria, pelo
que se previne as respectivas autoridades : quem
pegar leve-o a seu senbor, no referido engenho,
o.ne sera'recompensado. Becife, ISdenovembro
de 1867.___________________________________
100,?000
Fugio no dia 25 do correte mez de ouubro, de
1 cg-nho Limoetro freguezla da Escada, o escravt
c m os segnintes signaes : eabra fusco, alto eos
t>om corno e boniu Agora, cara beiig sa, barba
p ijco serrada, cesloma rapar o bigode e a peita
cabellos om tanto carapiobados, pooco cambeta
tem os dedos grandes dos ps mais connpridos
um pooco gago, cera Igumas cictlrixes veihas d<
chicote as costas eea orna pa' e em om braco
vestindo camisa de algodo da m:ta 00 algodoxi-
obo, c Iga e paleto! de brlm pardo, chapeo de re-
la preto, e leva vara de carreiroqoe e ?upp5e-5i
ter Ido assentar praga como volnntario : recoro
menda se as pessoas encarregadas do recrotamen-
10 e as autoridades pollciaes com especialidade as
d) Blo Formse, Una, Agua Preta, S. Bento e Por-
to Calvo e a outra qualquer pessoa a apprehensic
do dito escravo, e enirega-lo no dito engenbo, qrj
recebera' a gratifleacao cima. O escravo chama-
se Francisco.
Piga-se~~bem.
Foglo em dias do mes prximo pascado do poder
de Agostinho Jos de Oliveira, em Cmaro', o sen
escravo Roflno, mulato claro, idade 30 annos, ser ce
do corpr, pernas finas, olbos ura tanto amortecido*
nariz afilado, pouca barba, mallo eortez e bem fal-
lante, mettido a valente, gosia de agurdente e le-
von japona preta ; foi encontrado no da 3 do cr-
rente no logar Batateira, em direceo a estrada 1
ferro e suspeita-se qn teoba ido oft\recer-s eomo
volnntario para a goerra : roga-se portaoto as auto-
ridades polio.laes e capitaes da campo a aprebensao
do dito escravo, qoe ser entregue a seo senhor ou
a S^verino Alves da Silva, em TrombeU.
do verdadeiramente americanos e vendem-se pele
I barato prego d 55500, na I ja do Pavo rua das
Imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
- Vende-se uma'barcaiga de 15 caias
' ar na praga do Corpo Santo n. 17.
GRTIFifiBE
a .iii' m captarar e conduzir a' fabrica de sabio no
Alagado, o* a' roa do Amonto n. 41, no Becife, e
eicravo Luir, pardo, idade 36 annos, o qoal Ja' em
principio de-te anno foi preso por fgido, e de
t.ovo evadi se da mesma fabrica, onde trabalba-
demoro ; enjo escravo (agio vestindo a renpa do
eso, da aignJo de listras,. csstoma embreagar-se,
negar o proprio nome, e bem Como o do senboij
tratia por eastigo ama corrente fechada na cintura
e no lornoiello, do que devora' ocaservar ao rue-
os u mancbas.





8
Diarlo Je PemaMbuco Quieta felfa & fie Dezembro 4c 1867.
___
LITTERiTORA. ._
Sean urldlca
A imprensa period'ca lem suas exigencias
peculiares e muitas vezes o jornalista e tor-
eado a tratar de ama mesma questSoem ar-^
tigos separados; mas ss isto pJe trazar
agum desagrado pela interrupcSo dosra-
cioeioios, tambem por oatro lado os loados,
arligos sobre rmterias geralmeate tidas Cumo
ridas i por bem pouoos sao Iiios.
No que publicamos oo podemos dar maior'
desenvolvimenlo questo com que ocupa-
mos a attenco de nossos leitores
Entretanto parece-nos que sendo ella das
que eatendem com as libardados polticas^
t continuando a manifestar-se em sentido
contrario no;si a opiniJo de grande du-
mero de pessoas da profiss3o, nao ser mal
recebido esto artigo destinado a tornar mais
claro nosso peosamento.
Tratavamos da competencia daautorida-;
des encarregadas da formacao da culpa so-!
bre declararem improcedentes as aecusaces
com o fundamento de se acharem os rus
as circumstancias previstas pelos arls. 9 e
10 do cdigo penal.
Esses arts. sao assim concebidos:
Art. 9. Nao se julgarao criminosos:
Io Os que imprimirem e de qualquer
modo fizerem circular as opinioes e os dis-
cursos pronunciados pelos senadores ou de-
putados, no exercicio de suas uocces, com-
tanto que n3o sejam alterados essencialmen-
te na substancia.
2. Os que fizerem anaiyses razoaveis
dos principios e usos religiosos.
3.i)s qae fizerem anaiyses rasoaveis
da constituic5o, nSo se atacando as suas ba-
ses fundamentaos, e das leis existentes, nao
se provocando a desobediencia a ellas.
4 Os quecensurarem os actos do go-
verno e da publica administ-aco era termos
posto que vigorosos decentes e comedidos.
Art. 10. Tarabem n5o se julgar5o cri-
minosos :
1. Os menores de 14 annos.
i 2." Os loucos de todo o genero, silvo
se tiveram lucidos iot^rvallos e nelles com
melterem o crime.
3. Os que commetterem crimes vio
lentados por forca ou rccJo irresislivei.
4. Osquv commelterem crimes casual-
mente nc -exercicio ou pratica de qualquer
acto licito feito com attenco ordinaria.
Nos arts. il, 12 e 13 se declara que com
quanto os mencionados no art. 10 nao pos-
sam ser punidos, os seus beos comtudo se-
o sujeitos satisfacSo do mal causado ;
que os loucos que tiverem commettido cri-
mes sero recolhidoss casas para elles des-
tioads ou entregues s suas familias, como
ao juiz parecer mais conveniente ; e linal-
men'e que se se provar que os menores de
14 annos, que tiverem commettido crimes,
obraram com discernimeoto, devero ser re-
coihidoss casas de corre :cao pelo tempo
que ao juiz parecer, comanlo que o recoli-
mento n5o exceda ilade de 17 annos.
A' mesma questo se prende a de saber
se as circumstancias mencionadas no art. 14
tambera podara ou nao alegar-se e pravar-
se na formaro da culpa, e se urna vez pro-
vadas, isentam da obrigaco do livramento
da culpa perante o ja y, devendo os juizes
da pronuncia ter por lindo o processo a vis-
ta dessas escusas.
O citado art. 14 denomina crimes justifi-
caveis as accoes prejudiciaes a terceiro e
or.ticadas intenciona mente porm a qua o
acedado pule opp5r o feci, sed jare feci
isto a respeito das quaes sua defesa con-
siste era provar qne o m 1 feito a terceiro
com intenco que elle o soffresse naj sujeita
o autor a peni alguma porque, sendo ao
mesmo tempo o exercicio de um direilo,
a lei por assim dker esquece que essa ac-
C.5o foi praticada; ura exemplo destas cir-
cumstancias o caso de que traa o n. 2."
do referido art. 14 : QianJo fr feito
em defeza da propria pessoa ou de seus
direitos.
As opinioes dividem se do seguinte modo:
Eateadem um que qualquer das circums-
tandas previstas nos arts. 9,10 e 14 s po-
dem ser apreciadas peto jury e que exorbia
de suas atlribuices o juiz eocarregado do
suo.raario julgando-as provadas sem que te-
nuaai sido discutidas em juizo plenario.
Outros admitiera na summario as dos arts.
9, 10 e excluera as do art. 14.
Outros fioalmente, em cujo numero no3
fnscrevemos, entendem que mesmo estas u1-
timas piem tornar-sa .da competencia do
formador da culpa, se o rea as poder pro-
var sem detrimento da marcha summaria do
processo.
A'vista da clausula que acahamos de enun-
ciar claro se torna que n3o pretendemos
transgredir as regras das formulas, e conver-
ter o summario em plenario, atiribuindo ao
juiz formador da culpa a faculdade de conce-
der ao ru dilagoes para se prover de pro-
vas ou para disculi-las.
O que sustentamos t5o smenle que se
elle consegue provar as circumstancias que
mostram a no imputabilidade por falla de
intencSo de causar o mal, ou se, embora ten-
do tal intenco, as circumstancias tornaram
desse mal urna cundirlo ladispensavel para
o exercicio de seu direito nos termos dos arls.
9-e 14, nenhuma razao pode prevalecer para
que continu a soffrer a liberdade ou tran-
quilidade do cidadSo que conseguio demons-
trar sua innocencia, e portanto exorbita a
autoridade que, negaudo-se a tomar conhe-
cimento djssa prova, o remette para o tri-
bunal do jury, a pretexto de incompetencia
sua para reconhecer as circumstancias pre-
vistas pela lei.
Sentimos o5o Mohecer anda um s argu-
mento da opini5o dos primeiros, que pareca
plausivel.
Alera de alguna aviso ministerial sem outra
recommendaco mais do que a posigao so-
cial do cidado que o promulgara, s tem
ebegado a nosso conhecimonto o argumento
de que, seguindo-se a interpretado que sus-
tentamos, se infrigiria a lei da competencia
do jury, pois que a elle nao chegariam mui-
tas causas carnes importantes cujos rus fi-
cariam por esse modo impunes, sendo Iivres
desde a formacao da culpa.
Este argumento parece bebido no aviso n,
46 de 16 de fvereiro de 185* expedido pelo
Sr. conselbeiro Nabuco ; porm note-se que
esse aviso se referi nicamente s circums-
tancias previstas pelo art 14 do cdigo pe-
nal, e com quanto n5o concordemos coma
doutrina abi eusinada pelo distincto juris-
consulto, todava cumpre atender differen-
Qa dds hypotbeses nelle consideradas.
Aqui d-se a intenclo do agente e portan-
to a imputabilidade ; particaodo o acto que
causou mal ou offendeu direitos de outrem,
o aecusado conbeceu esse mal e teve intea-
c5o de o pratior ? defende-se com a cir-
cumstancia justificativa, por exemplo, de ser
esse mal indispensavel para salvar a propria
vida.
Na hypotliese dos arts. 9 e 10, oa esse
mal nao foi conhecilo pelo aecusado do mo-
mento em que o causou (art. lo) oa, se o
conbeceu (art. 9), 03 que soffrem tal prejui-
zo nao teem direito de se queixar porque a
elle se contrape o direito que assiste a todo
cidadio de dar publicidade a objectos que
respeitam causa publica: nao seple con-
siderar um crime a publicado de actos que
teem em seu favor a presumpgo de haverem
sido dictados polo patriotismo, e se isso trou-
xer aresponsabilidale de seu i autores, bem
pode dizer-se que a culpa nao provm se-
nao daquelles proprios, com coja puoigo
ou censura lucrar a sociedade.
Portanlo o Sr. conselbeiro Nabuco pelo
seu acto administrativo nSo pode ser consi-
derado como pertencendo aos que classifica-
mos na U'catbegoria; S. Exc. nao emittio
a opiniao, p r exemplo, de que o louco s
pode ser reonhecido tal peto iribomldo
jury, cu que o iodividuo a respeito de quem,
na formacao da culpa por um homicidio in-
voluntario s joraram testeraunbas dizendo
que matara porque mirando a urna caca nao
va o bomem que inesperadamente estava
oceulto em urna floresta tem do mesmo mo-
do de esperar necessariamente pelo jury para
que sua innocencia seja pronunciada.
Porm quant' mesmo aos que entendem,
co no o Sr. conselbeiro Nabuco, que as cir-
cumstancias previstas pelo artigo 14 nao po-
dem em caso algum ser apreciadas na forma-
cio da culpa, nao vemos como possam des-
truir os argumentos em que nos baseamos.
Os fundamentos do aviso do Sr. conse-
llieiro Nabuco sao justamente aquelles em
que apoiamos nossa interpretac3o. A juris-
dieco dos juizes formadores da culpa, diz
S. Exc, naop-le ir alm. doobjeelo deter-
minado pelo art. 144 do cdigo do proces-
so, isto a existencia do- crime, e quem
seja o delinquente : nos citamos o arU 145
que diz: Quando o juiz n3o obtenha pleno
conhecimento do delicio, ou indicios vehe-
mentes de quem seja o delinquente, decla-
rar por sea despacho as autos qae nSo jul-
ga procedente a quina ou denuncia
. Mo-trmos no primeiro artigo que tivemos
occasio de publicar sobre este assampto,
em setembro, que epleno conhecimento de
delicio nao se pode dizer qae lenha aquel-
lo juiz que muito pelo contrario tem pleno
conhecimento de urna circumstancia que a
le declara justificativa ou obstando respec-
1 Uva punico.
A acc3o nociva aos direitos de terceiro
neste caso em rigor n3o se pode denominar
crime, par que, se est provado o direito
do acensado a causar esse mal ao paciente
para se defender, claro que' a existencia
d'esse direito se oppe de um crime que
um tnlo direito, tanlo assim, que nSo
se contesta que no jury, dada essa prova, o
acensado deva ser absolvido.
A questao pois ae competencia.
Ora esta competencia parece claramente
conferida pelo art. 145 ao juiz formador da
colpa as palavraspleno conhecimento do
deliciopois que, quando se trata do jury
nao se exige mais do que pleno conhecimen-
to do delicto e do delinquente.
E de que peso esse inconveniente de
que trata o proprio aviso do Sr. conselheiro
Nabuco quando diz que, attriboindo-se tal
competencia aos juizes e tribunaes da for-
macao da culpa e dos recorsos da nao pro-
nuncia, muitos crimes ficariam impunes e
abafados pelo patronato e retirados da juris-
dicc3o do jury, prejodicando-se a institu-
Cao?
Tal argumento nos parece que prova de
mais porque, se elle prevalecesse, um s
processo nao poderia terminar antes de ser
submottido ao julgamento do jury.
Que importava o meio pelo qaal a magis-
tratura o dsse por fiodo tomando conheci-
mento da pronuncia, isto de estar ou n3o
o ru sujeito a livramento ?
Desde que fra dos casos de que tratamos
ella p Je declarar que o proprio facto n3o
teve lugar e que Dio ba indicios vehemen-
tes de quera seja o delinquente, manifest
que, nao mereceQdo conflanca, nem sendo
responsavel, o patronato aleara do mesmo
modo a cerviz e a sociedade perigaria, mes-
mo com as attribuicoes que se lne nao con-
testa m.
O nico obstculo invencivel que nossa
opinio podia encontrar seria da impossibili-
dade de se provar no summario da culpa sem
estorvo da marcha acelerada que a lei pres-
creve, qualquer das circumstancias justifi-
cativas previstas no art. 14 do cdigo penal;
porm nao nos parece gratuita a hypothese
com que argumentamos, porqoe bastar lem-
brar a possibilidade de provarem-as as pro-
prias testemunhasofferecidas pela aecusaco.
Ura outro argumento para nos a neces-
sidade de se tomar apalavradelinquente=
de que trata o referido art. 145 na sua ac-
cepfio jurdica, e de bem entender o art. 3'
do cdigo penal que diz: Nao hovera
criminoso ou delinquente sem m f, islo
sem conliecimento do mal e intenco di o
praticar; como admittir que o juiz do sum-
mario convencido pela propria prova
fornecida pea aecusaco, de que o aecusado
n i izera mais do que usar, por exemplo,
do direito da propria defeza, poder ter io-
icios vehementes de que esse aecusado o
delinquente que se procura, deque nelle bou-
ve m f ou int-nc3o criminosa'
Ora se tal o resultado da analyse de nos-
sas disposicoes de lei, o esludo comparado
das legislaces estrangeiras n3o desampara
nosso moio de ver nesta questo. EnOr-
tolan, direilo pend, Faostin Helie 'asir, cri-
minal e Morin Repert. de direito criminal se
enconirao testemunho desta verdade rela-
tivamente legislaco franceza, c nao se di-
ga que esta inaplicavel, pois ahi o systema
inquisitorial na formac30' da culpa predomi-
na ainla muito mais do qne entre nos.
(Diario do Rio)
GH POICO DE TUDO.
O THERMOMETRO DA PUBLICIDADE. O
Courrier Franr.nis, jornal parisiense, acaba
de publicar om mappa mui carioso da tira-
gem dos differentes jornaes polticos diarios
de Paris durante o mez de selembro. Desse
mappa resu ta que os jornaes, cuja tiragem
em algarismos redondos mais importante,
devem ser classificados na seguinte ordem :
Tiragem
Sicle.......37:ooo
Figaro.......36:ooo
Libert .
Courrier Frwctis.
. 30:ooo
. 16:ooo
Sob o ponto de vista poltico, s3o mui
signficativcs os algarismos que abaixo se-
goem:
Jornaes contrarios intervencao.
Tiragem
Sicle ...... 36:7C0
Libert......30:400
Opinin Naliooale .. 14:SC0
Journal des Dbats 9:900 }
Temps......9:000
Avenir National 7:100
Totalidade ... 116:400
Jornaes favoraveis d intervencao.
Tiragem
Patrie..... 12:0co
Constitotionoel. 8:8oo
Union,...... 8:4oo
Presse..... 8K)oo
Univers..... 6:9oo
France. ...... 6:6oo
Gazette de France. 5:3oo
Epoque..... 4:2oo
Situation .... 3:6oo
Monde....., 3:3oo
Elendard..... 3:0oo
Pays...... 2:6oo
Juornal des Villes et des
Campagnes. l:6oo
Totalidade. ... 74:300
FOLHETIM
OS AMASES DE POETA
POR
D. MIRI.I AMALIA VAZ DE CARVALHO.
XI
(Concluso,)
Depois chamou seu pai, e fallou-lhc em
voz baixa por largo espaco.
Ovelho aben,oou-a a tremer, e sanio do
quarto para esconder com o divino pejo dos
grandes infortunios as suas preciosas lagri-
mas de pai.
Jayrae aproximou se entao de Maria, ea
donzella, deitando-lhe os bracos ao pescoco
com ternura immexisa e casta, repeli em
tom dolorosissimo :
Jayme... adeus... adeus at ao co !
Qae immeoso vacao eu deixo na toa vida,
meu pobre poeta... espirito viril e cora?5o
femenino, que s ea entenda... por isso
te perdoei I...
Escuta este ultimo echo da minha voz,
meu Jayme.. da perda do qoenos pareceu
infinito s nos consola o que deveras o ;
e o infinito s Dos !... Lanca-te nos
seus bracos, pobre amigo, e para as novas
dores a que succambes s elle achara novos
o potentes blsamos I Eu tenbo pensado
muito estes ltimos tempos, e parece-me
que comeco a ver todo isto mais claro que
ao principio o julguei I As almas podero-
sas e vastas como a toa, teem um grande
defeito, que s pode ser corrigido por urna
forca igualmente grande t
O defeitp o orgalho, o remedio a adve#-
sidade. Deas experimentou-te, porque te
quera chamar a si; vai pois, mea pobre
peregrino, ferido e rasgado pelos espinaos e
pelas silvas ; vai descansar sombra da
cruz, queso ella luz... immensidade.. .
e perd3oI....
Eu no quero deixar-te o remorso de
um erro qae, se o Ibr, teve ama expiacio
generosa e grande... Lembra-lede mim...
lembra-te muito... lembra-te sempre, ao
crescentou ella com soflregnid5o que.oSo
pode vencer ; mas n3o quero que baja
nessa lembraoca o inlenso flagello do arre-
pendimento. ae a minha fatal paix3o me
matn, quera deu minha morte docuras
que preencheriam vidas ? quem, SenSo o
meu Jayme idolatrado I
c S bom, filho, s bom e crente," para
que nos possamos juntar tambem no co.
Quero que a miaa memoria seja como ama
fragrancia no ar que tu respires I Pensa
em mim sempre que o mundo te acclamar,
pensa em mim sempre que a consciencia te
applaudir... Musa e anjo da guarda...
vs como eu sou ambiciosa 1 E sorrio-se
com um sorriso que despedaza o cora-
co I
Eu hei de vir, Jayme... eu hei de
vr. se puder, abeocoar o teu dormir ou
embalar suavemente as taas vigilias atri-
buladas t
O co sem ti ? Deus, perdoai-me, n3o
posso comprehender esse impossivel!
Hei de fogir do co e tomar a forma de
alguma cousa que tu amares; or ou es-
trella, efilovios e brilhos seo teos 1 hei de
fugir do co para te ver Jayme... Ai I
toma sentido que eu te nao veja ao p de
outra f
c Gala-te, cala-te, qae me alanceas sen
matar-me bradava Jayme ; ta pedias-me
ha pouco a vida, minha Maria ; e ea implo-
ro-te agora que me des a morte, e ta nao
pedes a um anjo, tea irmSo, que m'a traija
por piedade.
Nao, nao quero que morras... obede-
ce-me, como ms obedecas d'anies. Se tu
morresses/quem bavia deficar na trra a
chorar por mim Nao sabes que as lagri-
mas e as preces dos vivos do luz e calor
sepultura dos qae morrem mocos e amados
como ea ?
E depois de recolher-se am instante, Ma-
ria contiauou, em voz que gemia com todas
as melodas da supplica:
c Eu lutei muito para viver, meu Jayme;
e se s vezis sahiram da miaba bocea pa-
lavras de sacrilega impetuosidade, perdoa-
me, filho, como Deas me perdoou ja pela
voz do seu micistro.
c E' que hava mandos de amargura na
idea de deixar-te I ta bem o sabes... A
trra tem esplendores qne a gente s per
De tudo isto resulta claramente, que a
imprensa liberal em Franca, a imprensa que
desapprova enrgicamente a intervencao
franceza nos negocios de Roma, a que
conta maior numero de assignantes e de
leitores.
Estados romanos.Em seguida publica-
mos o texto da mensagem assignada por
l?,ooo Romanos, e entregue ao senador de
Roma :
A sua excellencia o senhor marquez de
Cavallelti senador de Roma.
A siluac3o do paiz tornou-se to grave
que nao offerece garanta a ninguem. Con-
tinuar as prises e as pesquisas, a amea^a
do estado de sitio, o chamamento de f reas
militares, em vez de tranquil snr, nao fazem
mais do que augmentar a irritacao desta po-
pulacho j experimentada por tantos flagel-
los. As numerosas proeelamaces insurgen-
tes publicadas nesies ltimos dias e princi-
palmente a de dezeseis deslc mez, de que
vai junto um exemplar, faz a todos presentir
que est imminente ama revolta.
Os cidados assi>;nalados, cojas assignatu-
ras excedem o numero de 12:000, vivamente
desejosos de preserverar Roma de grandes
calamidades, dirigem-se cora toda a conlian-
ca vossa excellencia para que, fazendo-
vos interprete dos sentimentos da pooulacao
junto de sua santidade, vos digneis implorar
um remedio efficaz, que nao pod;ria ser
sen5o urna intervencao de tropas regulares
do reino da Italia.
ExcellenciaOs cidados de Roma, de
que sois ligilimo representante junto do
soberano pontificio, esto certos de que vos
dignareis usar da vossa influencia com toda
a elficacia no interesse universal do pa z,
que nunca deixou era deixar de ser res-
petoso para com o juiz commuru dos liis,
cuja auloridade seria eofraquecida por urna
effuso de sangue, ante a qaal recua a
igreja.
Escellencia Os momentos san graves,
e indispensavel urna disposico desde j.
Mais tarde poderia ser fatal a todos.
Seguem as assignaturas.
Eis aqui outra mensagem que, acerca dos
fundamentos da primeira, Mr. Giraud, que
exercia as funecoes do senador na ausencia
do marquez Cavaletti, dirigi ao pinti-
fice:
Santissimo padre. Fui presente ma-
gestratura romana urna mensagem que diz
estar acompanhada de 12;0 O assignaturas.
Traa da grave situac3o em que se enconlra
Roma, e iuvoca disposicoes ou madidas. A
migestratura na ausencia do senador, julga
dever depr aos ps de vossa santidade essa
mensagem, prompla a cooperar na execugo
das resolucoes soberanas.
c Capitolio, 18 de outubro de 1807.
(Segu o sello municipal).
Pelo senador, o conselheiro exercendo
as funeces de senadorF. Giraud.
Os conservadores, Conde Annibal Moro-
cebe no momento de os perder... e de-
pois as mulheres sao frageis... e o mundo
nao as eotende.
Agora vou me resignada... Deus cas-
tigou o excesso criminoso do meu amor...
Mas eu creio que elle ha de compensar-me
do que eu perco, traofigurando-me asmu-
daveis alegras da trra n'um paraizo de
glorias immortaes...
Dizem que, nesta hora grandiosa e so-
lemne, tudo que terrenos se amesqui-
nha... Tamo melhor... ceno ent3o que
o meu affecto do co... snto-o ca dentro
com a mesma ioteusidade... ha s urna
differenca: ha pouco... escaldava-me...
agora illomina-mel...
A fraqueza obrigop-a a descaocar por um
instante ; depois, cntinuou, sorrindo-se:
Vs, meu Jayme, como eu sou mulher
at ao tim ? eslou a tagareltar comtigo,
craio se estivessemos o'uma das nossas pa-
lestras caprichosas do jardim. E duas la-
grimas chamadas por esta lembranca con-
globaram-se nos olhos j morticos.
< Tioha vontade de te fallar de muitas
cousas... da minba mocidade... do meu
amor... de recordaces, que eram a minha
nica ri jaeza e qae eu anceava legar-te...
mas Do posso... n3oteubo tempo.. sinto
orna cousa horrivel, sem nome... a pu-
char-me para si com os bracos descarna-
dos... e depois tudo so me confunde no
pensamento, n'um chaos assombroso.
Ha orna cousa, que ea n3o quero mor-
rer sem dizer-te ; e urna ultima graca, que
eu exijo do meu poeta adorado.
Eu tenho ciumes, Jayme -.. exclamou
ella, depois de longa pausa, n'um tom de
voz tao quetxoso, vibrante e apaixoaado,
que pareciam vir expirar nelle em soturno
bramido os ltimos ecaos de longiqua tem-
pestade... Tenho ciumes... ciumes pbre-
neticos desse futuro que j nao pode ser
mea I
Eu bem sei que deva morrer sem
coafessar-te isto, que para muitas seria fra-
queza iuuiii... Mas n3o posso... se ea
levasse esta idea monstruosa para a eterui-
dade. .. a miaba ultima palavra seria urna
blasphemia I... Foi cime que me ma-
tn... seria o ciume qaem me condemoa
ni, cavalheiro Jos Puglieri, advogado Pedro
Merolli.
.*?
NOVOS BABALHOS DE CARTAS O Jornal
do Commercio de Lisboa, d conta nos se-
grales termos de urna innovacSo a li in-
ternada e qne de certo se gencralisar, pois
se generalisam outras muitas ao contrario
do que faria suppor a sua invencao abslrusa.
A innovacao nos baralbos de cartas e eis-
o que a respeito d'ella diz aquello jornal.
Vo expor-se brevemente venda, em ]
Lisboa, ons novos baralhos de cartas qne,.}
pela sua ori^inalidade, devem encontrar
muita extraccao. J
Os azes teem de um lado o monumento
Cames, e do outro o theatro de D. Ma-
ria H.
Os dois conleem de um lado o monu-
mento de D. Jos I, e do outro o theatro
de S. Carlos.
Os tres, o monumento de D. Pedro IV
e o theatro da Triudade.
Os quatro, o monumento de D. Pedro
Veo thealro do Principe Real.
O res, s3o os retractos dos actores
Tasso, Rosa, Taborda e Santos.
Os valettes, os retractos dos actores
Vidal, Rraz Marlins, Rosa Jnior e Cesar
de Lima. .
As damas, os retratos das atrizes Erai-
ia das Neves, Emilia Adelaide, Emilia Le-
troublon e Gertrudes.
O GENERAL o' DONNELL. Da Coil\SpOlt-
dencia de Hespanha tomamos os seguintes
apontamentos biographicos acerca do duque
de Tetuan, fallecido d urna pneumona em
B arritz:
Nasceu D. Leopoldo O' Donnell em
1809, em Santa Cruz de Tenerife, onde se
acbava seu pai D. Carlos O'Donoell desem-
penbando o cargo de tenente-rei da dita ci-
dade. Nomeado alferes do regiment de in-
fantaria denominado Imperial Alexandro, a
20 de outubro de 1819, achava-se aquarte-
lado emOcana em marco de 1820, quando
se apresentou o conde de La Bisbal, e,
acompanhando-o, prociamou a constituico
do 1812. Comprebendeu sem embargo que
seu pai D. Carlos nao estava identificado
com o movimento, e resolveu permanecer
neutral, limiUno-se a cumprir com os de-
veres da disciplina. Acompanhava sua mai
Franco, sem ter obtido a permisso que
solicitou, pelo que foi preso e se Ihe formou
conselho de guerra; mas obteve completa
abs ilvicao, e a priso nao maculou a sua
reputacao n'.'m o seu nome.
Achava-se em Valhadolid quando oc-
correu entrada do exercito de Augouleme;
entrn entao no estade-maior da diviso de
Castella, como ajudante do general em che-
fe ; coutinuou da mesma forma o xito da
campanna; e achava-se no cerco e tomada
de Ciudad-Rodrigo, onde ganhou o grao de
tenente por eleicao* Era j capito do 4o
regrmentu da guarda, quando moireu Fer-
nando VIL Comecava a guerra civil, cha-
mando-o ao campo carlista as suas affeices
de familia ; seus irmaos, depois de terem
pedido licencas absolutas, alistaram-se as
fileiras do prelendente ; O'Donnell, sera em-
bargo, decidio-se por a causa opposia. us
primeiros encontros com os carlistas, a com-
panhia de O'Domiell distinguio-se por seu
valor e herosmo.
Pouco depois, frente de urna corapa-
nha de granadeiros, formou parte de urna
brigada que se creou para proteger as-cinco
vidas de Arago das correras das faeces
navarras; e tanlo se drstinguio na eeleDre
aeco de Lumbier, que foi promovido ao
grao de coronel. Posteriormente foi dando
provas da sua deeisao e arrojo no comoate
de Erice, Mendigarria, Arcos, Guevara e
Echevarri, recebendo na primeira destas ac-
coes o primeiro baptismo de sangue, pois
foi gravemente ferido ao executar urna car-
ga atrevida.
Nomeado coronel do regiment e n
fantaria de Gerona, de cojo commando se
encarregou no 1 de Janeiro de 1836, tam-
bera Ihe foi dado o da brigada de que o dito
corpo forraava parte com o de Mallorca, e
recebeu ordem de oceupar os valles de Err
e de Roucesvalles, dos quaes conseguio des-
alojar os carlistas. Alguns dias depois foi
O'Donnell destinado ribeira. de Navarra
com a sua brigada, e um regiment de ca-
vallaria para cobrir por aquella parte a linha
do exercito das correras d) inimigo.
Distnguio-se muito na jornada de Un-
za, e foi proposto pelo general em chefo pa-
ria, se lu me n3o promettesses que n3o
has de tornar a amar outra mulher i O
que eu te ouvi n3o m'o hao de ouvir outros
ouvidos... a m3oque vai fecharos meus
olhos de cadver, nao ba de nunca afagar
oatros cabellos de mulher... pois n3o
verdade ? Oh I dize... dize, que nao I
Nao, nao, juro-te, em nome desta hora
de tormentos sem flm
Maria sorrio-se com urna expressao celes-
te e deixou-se cahir sobre o travesseiro com
os olhos fechados.
Comecou entao o delirio agitado, tempes-
tuoso, febril ; a infeliz fallou da sua infan-
cia quieta e bonaocosa, fallou da sua mo-
cidade florecida de sonhos poticos, do seu
amor crente. absoluto, feliz ; depois, no
meio destas confidencias segredadas a meia
voz, irromoiam gritos estridentes, roucos,
selv.'gens, e ella corvava-se e eslorcia-se no
leito como que arrastada pelo tremendo fu-
racao do ciume qae a matara !
Era ama scena ao mesmo tempo horrivel
e sublime /...
Pasmavam todos, como ella schra gritos
elequerates, vozes brandas e suaves melo-
das, afogadas am lagrimas; para pintar as
phases differentes da sua vida curta, mas tao
cheia.
Todos me chamaram bonita, murmu-
rava ella muito baixinho, era no dia da mi-
nba primeira communhao... ia eu -estida
de branco e feliz... tao feliz... que me
saltava o coracao fra do peilo... O meu
bom Frei Jos... Espera !... Mas foi
anda agora... e eu nao tinha flores na ca-
beca... nem o padre era o meu velbinho
tao amado I... Quem me tirara a minba
grinalda de rosas brancas... hei de fazer
queixa minha m3i... qae logo voa ve-la...
Era ama mulher loura... disseram-me que
s'un... e muito rica... muito rica... O
mea filho voltou... mas euj estava mor-
a... a ingleza tinha comprado com o seu
ouro ornea caixSo... depois tll ajoelhou
beira e deitou me para dentro flores... e
eu peosei que podia sabir... mas nao sabi..
estava urna casa branca sombra de loarei-
ros... minha e para. .. era tao linda 3
casa, e ea fui ve-la e encontrei l ama mu-
lher, mais a elle... Elle j nao gosta de
ra o grao de brigadeiro, proposta que me-
receu a approvac2o do governo, havendo
O'Donnell portanto sabido ao dito cargo com
a antigoldade contada desde esse feito de
armas, que se verificou a 19 de marco de
1836.
Desde jonho de 1836 a maio de 1837,
vio-se O'Donnell na necessidade de perma-
necer em Victoria e Logroo para attender
ao restabelecimento da sua sade A gravi-
dado da ferida que havia recebido na aeco
de Galarreta, se augmentava com um ataqae
de typho, ebegando a desampara-lo os fa-
colt tivos.
Restabelecio do lypho, mas com a fe-
rida aberta, desprezou a opiniao dos mdi-
cos, e se incorporou ao quartel-general do
exercito que se achava em San-Sebastilo :
nomeado desde logo chefe de urna brigada,
nao tardou a tornar aos campos da batalha.
No flm do anuo de 1837 achou-se na tomada
das linhas de Oriamendi e entrada de Her-
oaoi e na tomada de Fuenterrabia; ;chon-
se na insurreico dos batalbes da Princeza
e Infante, que se verificou em Hernani, e
conseguio restabelecer a ordem; arrojou os
carlistas de Urrieta e Andoain. Em 27 de
dezembro foi promovido a marecbal de cam-
po, em premio dos servicos prestados a 16
de junho na precipitada sublevaco de Her-
nani.
r Em 1838 foi eocarregado O' Donnell da
defeza das chamadas linhas de S. Sebastiao,
as quaes, alm da praca d' este nome e dos
povos fortificados de Hernani, Artegarraga,
Oyarzun, Irun e Fuenterrabia, existiam vinte
reducios artilhados. Os carlistas tiveram de
passar o Oria, a cossados por O' Donnell; a
24 de junho tiveram de abandonar os para-
petos e entrincheiramentos que tinbam
construido na esquerda do rio ; e assim os
bateu a 27 as immediaces de Oyarzun,
fazeodo alguns prisioneiros, tornando outra
vez a bater os carlistas no dito logar de
Oyarzun, a 5 de ootnbro.
Cresceu a sua repotac3o militar com tal
rapidez que j em 1839 nomearo para sub-
tiluir Noguelras no comando do exercilo do
Centro conferindo-lbe tambem o cargo de ca-
pitSo general dos reinos de Aragao Valen-
cia e Murcia, quando ainda nao tioha com-
pletado os 30 annos. As circumslanci?s
eram em extremo difficeis, qoando se en-
carregou do commando; as faeces eram
numerosas e disciplinadas; tioham urna li-
nha de pontos fortes no Baiso-Aragao, no
Maestrasgo e as provincias de Castelln,
Teruel, Valencia e cuenca.
Comegou O'Donnell a carnpanba com
um glorioso feito de armas: salvou Lucena,
ruderaente atacada pelos facciosos cora Tor-
cas numerosas, e defendida s por 2:000
horaens, que tal vez suecumbiriam se nao fos-
se o efficaz auxilio do general em chefe.
Fot l com 11 batalbes e 900 cavados; dea
batalha a Cabrera e o derroloo. salvando
nao s a populaco sitiada, mas tambem evi-
to o que o general carlista se fizesse senbor
de todo o reino de Valencia-
Era premio de tal feito de armas, foi
promovido a tenerrte-general, e mais adiante,
em 1847, se Ihe fez merc do tralo de Car-
tella com a denomraaco de conde de u-
cena. Reconcentrada a resistencia carlista,
depois da convenco de Vergara, n'uma
grande parte da proviacia de Teruel, ficou a
cargo de O'Donnel apoderar-se dos casteUos
de Aliaga,. Alcal e Canlaviega, em quanto
que o duque da Victoria se apoderava de
Segura, Castelote e Morella.
Foi o genera! O'Donnell um dos princ-
paes promotores daquella insurreico, que
rebentou em 18*1 em Madrid e Pamplona.
Malogrou se na capital e na j pode sus-
tentar-so em Pamplona, cidade de que se ha-
via apoderado O'Donoell, o que fea emigrar
para o estrangero, lendo dado baixa no
exercito.
Nao vollou seoao em 1843, em que foi
reintegrado em seus graos de honra, e pas-
sou Cuba como governador e capio-gene-
ral, e n'essa ilha permanecen at o fim de
fevereiro de 1848. Tal a vida militar do
general O'Donnel.
A respeito da guerra d'Africa nao ne-
cessitamos dizer a gloria que n'ella alcancou
o conde de Lucena.
Todo o povo hespanhol se lembra bem
daqaellas gloriosas paginas que faro immor-
tal o nome do Ilustre duque de Teluan. >
mim... era tudo mentira; foi elle quem
me empurrou para dentro da^epultura, e
ambos me deitavam trra por cima... e
riam-se... e eu tinha fri... e pedia-lhes a
chorar que tivesse d de mim... e ella
mostrava-me ouro aos punuados, e ra-se...
ria-se muito !... Oh I minha m3i, oh I
minha mi sania, acuda-me ..
E as convolses nervosas faziam-n'a do-
brar-se, estremecer, lorcer-se, earoscar-se
como as propheiisas antigs ebrias de pbil-
tros violentos.
Depois, por urna rpida traosico, torna*
va-se-lne a voz insinuante e maviosa, e se-
gredava cheia de mimo :
Dize l, Jayme, n3o me fica bem o
meu veo ? Anda, vai tu colber um mlbo
de flores larangeira, e tece-me urna cora
para a miaba cabera... Eufeitada por ti,
aei de ficar mais bonita, meu divino poe-
ta I... Vem c, d-me a toa mjo, filho
adorado... tomara que sejas meu... para
eu poder dar-te ura abraco... Ainda me
n3o disseste, como me achava* boje...
1)'antes nao era vaidosa... tinha flores e
nunca aspunba no cabello... agora ando
sempre a mirar-me ao espelho tnbo
tanto medo de te parecer feia I... mas nao
pareco n3o, que os tens olhos bem m'o di-
zem. .. sao t3o lindos os teas olhos I...
Lembra-me que ama vez, ba j# muito tem-
po... estava eu n'um sitio... nao sei onde
era... s estou certa que era muito escu-
ro. .. naquelle tempo tambem tudo era es-
curo. .. e vi essas duas estrellas da trra ;i
banharem-me em amorosos reflexos... de-
pois clareon-se-me a vida inteira e nano
mais me queixei a Deus da minha sorte...
Anda meu Jayme, prosegua ella, toda
palpitante de ternura, e com modulaces
fromentos como as de urna primeira confis-
sao de amor, vem dizer-me versos... a
tu a voz a melhor das msicas... tudo
que grande... e santo... e profundo,
interpretado por ti, entendo-o eu melhor...
e ta s bello, mea archaojo da poesa...
e sao as tuas fallas afinadas pela cylbara
dos seraphins!.....
Depois cailava-se arquejante, e ergua a
voz d'ahi a pooco j n'outro tom ; eram
inflexes de brandissimo lamento, queixas

humilles e mansinhas, que faziam chorar :
Eu j morri... era t3o linda a vida l
em cima... agora estou na trra fra...
e nao tenbo quem d'aquime tire... Ea
j morri... eu j morri... Quando era
viva contavam-me cousas t3o bonitas de fes-
tas que por l tioham os outros... vem
para aqui sem as ver nonca... embrulba-
ram-me numamortalha.. e deitaram me
sem do oestes quatro palmos de Ierra I *
Horas depois oovia-se j sabir estrangu-
lado da garganta de Maria o estertor que
precede o passamento.. .
A familia toda solucava em redor do lei-
to ; n'uma arvore do jardim alternavam dous
passariob-s urna cantilena melanclica.
Jayme... Jayme... adeus I...
O poeta inclinou-se rpidamente, para
aspirar n'um beijo, no primeiro e ultimo
beijo de amor, o extremo sopro de vida dos
labios j fros da sua amante... depois cam-
baleou soltando um grito, e cabio no chao
como fulminado I....................
Um mez depois, restabelecido apenas de
ama doenca qae o puzera s portas do t-
mulo, despedia-se Jayme ajoelhido no ce-
miterio, da sepultura da nica mulher que
elle devia amar na vida.
Tao modado e eavelhecido estava, qae
difficil sena reconhecer nelle o esperaocoso
moco que arrastava ao seu carro de trium-
pbador as mais orgulbosas formosuras de
Roma.
Que mysterios se haviam revelado aos
seus olhos dorante esse tempo de soflrimen-
to, ninguem ao certo o saberia affirniar, e
comtudo no vasto olhar do poeta, divisa-
vam-se reflexos de urna luz que s remien-
de as alturas.
Maria legara Ihe o seu nico thesouro, e
das eocapelladas ondas do ocano, em qae o
mancebo sobrenadara um momento entre
os destrocos das suas passadas alegras, o
poeta idolatra erguera-se CHR1STA0 III...
FIM
TYP. DO DIARIO-RA DAS CRZE N. M
*
*

>
> i


Full Text
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