Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:11431


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Full Text
ANNO XLIII. NUMERO 274.
,W8i lmMiT S
Pa V 1 C1PUA4 US tUUlUE 0.\OE HlQ PAO A
Fertrei ae*e*4ianU*5s.,. T......
Par ae'u ditos iem.. ) i ] .'. .1 ] .., i .1 vi M !1
Por na aauo idea.. .1 .] .1 .] .i .] .) .J .1 .i r r.l >;
fiada naaere^ayalso .] ........... .
FOMTB.
wooo
i 20
240000
320
* ftBiVTA FEIRA. 28 DE NOVEMBRO DE 1867.
PAHA UK.VfUO *)UA III PIM)VI.\CIA.
Por tre nezes idiiDtidu.. ./.,'..... ....... r.-.. 6^758
,r seis ditos dem. ............................... 480500
i*r iot ditos ilem.........., ,..................... 294250
r im scii ..-.. .1 .. .. .. .. .. .. < .. .. .. 7^000
Aesiittiii^ai im anKaffiMiD hi viwn & wfomt* ass i?M?Mi22iiiaa<>3

lENCARRBGADOS DA SUBSCRIPCAO.
Barahyba, o Sr. Amonio Alexandnno de Lima;
Natal, o Sr. Antonio Marques da Silva ;Araeaty,
oSr. A. de Leraos Braga; Cear, o Sr. Joajuiin
os de )liveira ; Para, os Srs. Gerardo Antonio
Alves <& FllhM ; Amazonas, o Sr. Jeronymo da
Costa; Alagoas.o Sr. Franrino lavares da Costa;
Babia, o Sr. Jos Mariins Alves: Rio de Janeiro,
Sr. Jos Ribero Gasparinbo.
PARTIDA DOS ESTAFETAS.
Olinda, Cabo, Escada e estacoes da va frrea at
Agua Preta, todos os das.
Igoarass e Goyauna as segundas e sextas reirs.
Santo Aulo, Grava!".., Bezerros, Bonito, Caruarii,
Altinbo, Garaohuas, Buique, S. Bento, Bom Con
selho, Aguas Bellas e Tacaratii, as tereas-fe/ras.
Pao d'Alho, Nazaretb. Limooiro, Brejo, Pesqueira,
Iagazeira, Flores, Villa Bella, Cabrob, Boa-Vis-
ta, urifury.Salgnt iro e Ex, as quartas /eiras
I Serlnhaem, Rio Forraoso, Tamaodar, Una, Bar-J Priraeira vara do cjval: tercas e sextas ao meio
reros, Agua Preta e Pimenteiras, as quintas! da.
f^iras. j Segunda vara do cival : qturtas e abbades a
AUDIENCIAS DOS TRIBNAES DA CAPITAL.
Tribunal do commercio : segundas e quintas
Relapso : tercas e sbados s 10 horas.
Fajeada: quinfas s 10horas.
Jalzo do commercio : segundas as II horas.
Dito de orphos : tercas e sextas s 10 horas.
i acra da tarde.
EPHEMERIDES DO MEZ DE NOVEMBRO.
1 Quarto cresc. as ti h. e 35 ro. da m.
11 La ebeia as 10 h. e 17 m. da t.
18 Quarto ming. as 2 h. 11 m. da t.
26 La ntjva as -2 b. e 19 m. d m.
DAS DA SEMANA.
15 Segunda. S. Catharina v. m., S. Mercurio m.
J(i Tere*. S. Pedro Alexandrino b. m.
27 Quaria. S. Marganda de Saboia v., S. Acacio m
38 Quinta. S. Jac ,b da Mirra f. S. Sosthenes b.
29 Sexta. S. Saturnino m S. Illnmioata v.
30 Sabbado. S. Andr ap.. S. Troyano P-
1 Domingo. S. Nanbum proL, S. Eloy b.
PREAMAR DE HOJE.
Primeira as 2 horas e Si m. da tard.
Segunda as 3 boras < 18 minutos da manhia.
PARTIDA DOS VAPORES COsTEIROS.
Para o snl at Alago*:, a 14 e 30; para o non*
al a Granja a 13 e 30 de cada maz; para. Fer-
nando nos das 14 dos mezes Janeiro, marco,
Julho, setembro e novenibro.
illnsao que nao devenios hesitar em dissipar, e tes-
temnnhareis o vivo e sincero pezar com que o ve-
mos afastar-se de urna lioha de conducta que, na
nossa opinio, a nica conforme aos loleresses
da Italia.
Recebe!, senhor, a seguranza da minha mais
distineta considerago.Moustter.t
Esta nota (o seguida de nm ultimtum ao go-
a 7 J8m.se precipitado os acontecimentisnajtalia verno llaliana par;qoe as tropas italianas sabis-
desde a sah.da dos portos d Europa do o timo pa- sem no h da ,,, ponUacio.
quele; Garibaldi fugindo de Caprera, alravo.v-a a Q Qo de V)ctor Emmanne| manda conse-
fronteira romana uue se aos voluntarios ganbai- |hM a Gar|Dj|di e p9de.|b9 qae se reeolha com os
BIA3I0 BE PEBMMBUCQ
Hootem ai 6 horas da tarde fundeou no lamaro
o vapor inglez Seitu, trasenoo noticias de H^mbur-
go ai o, de Pars at 7, de Londres at 8 e de
Lisboa at 13 do correte.
iroo irancei juiga u-o fj)| reDnjdo e encarnicado ; nao concordara os povo fe grandes manil
iQiervencao, e participa dlff;reDtes fl3 60bre 0 numero de garibaldinos publlcaoas, em M.io
a sua decisao, deca-1 segaQdo nns era de dez mil e outros de tres. boato de ablicagao di
sla med la nao tem o mil ?.. _,,, .,,. inla-maA\n ns nonti-' filho. Em Genova. Ve
daos e insurgentes romanos, toma o seu comman
do e marcha sobre Roma, estabeleceodo-se em
Monte Rolonio a pouets kilmetros da cidade ter-
oa;ogoverno francet que dar coolra-ordem a
armada de sabir de Toulon para Civiti-Veccftia,
vendo que o gabinete Cialdini seno poda c.n.-ti-
luir, tomando a presidencia do conseibo o general
Menabrea, vendo que haviam augmentado as lor-
cas iusurgentes, pundo em perigo a capital ios
estados pontificio, o governo Irancez julga i
dever retardar mais a sua '
para o gabinete de Floren^a
raudo no Moniteur que
carcter aggreswo contra a Italia, porque e.-ta
aajo tem um grande interesse na conservagao de
ordem e da legalidade; e manda desembarcar em
Civita Vecchi, e marchar para Roma orna expedi-1
Qo de 32 mil bomens.
O gabinete Menabrea dirige urna circular aos;
agentes diplomticos lailanes, em qus diz que a j
Italia aceila lealmenle a convengao de setembro,,.
decidida a camprir as saas estipulac,5s religiosa-
mente ; qoe os bandos de volnntanos airavessaram
as fronteiras pontificias, illudindo a vigilancia das
tropas reaes; e que ja as partes contratantes ha-
viam previsto essa difflcnldade pois a ronvengao
de setembro se conclolo com esta previ-so. A re-
conciliaco da Italia com o papado, iofelizmeole
nao se realisoo. O re aprecia relativamente a
declarado do Moniteur trance Europa de que
a expedico franceza nao acto hostil Italia, qne,
sem Julgar necessana a Intervengo o governo
raneez decidi inlervir, nao obstante os protestos
reiterados do governo italiano; que esta grave
quesio imp5e Italia o dever de enviar tambem
tropas aos estados pontificios, mas qoe esta medida
nao igualmente nm acto hostil Franca. Orde-
nen se as tropas querespeitassem ere?tabelecessem
por toda a parte a ordem. Come a intervengao fran-
ceza tem por Gm repr a situacao creada pela con-
vengo de setembro, o governodeve salva-guardar o
sen direlto e collocar se em condicojs Idnticas s
da oolra parte contratante.
Efectivamente o governo italiano faz penetrar
nos estados pontificios o exercito que e>tva u..s
ronteiras, tomando o commando o general Cial-
dim.
O gabinete italianopublica em seguida nm mani-
fest emque declara que a iosurreico nos estados
pontificios nao autorisada pelo governo do re;
que o comprimento do tratado constitue urna divi-
da de honra; qae nao sendo a baodeira real a in-
vasor* do territorio pontificio, dever do throno
demonstra-lo fazendo com quedaas cousas diver-
sas se nao confundam. Diz que seria (raticida
urna guerra cora a Franca, e declara qoe deposita-
rio S. M. di direito de paz e de guerra nao tolera -
t que llie seja usurpado; espera qoe aquellos que
teem viulado esta direito se relirarao em presenta
das tropas reaes e venham loso collar-e deiraz
das linhas do nosso exercito; e quando a ordem
publica es leja restabelecida, o governo com o apolo
do parlameuto e de accordo com a Frangi tratar
de tr termo grave questo romana, e conclue
exhortando o povo italiano a ter confianza e que
descanee no patriotismo do rei.
Os jornaes francezes ministeriaes analysanio os
aconecimenlos discordam as suas opinioesa Pa-
trie publica um arii.-o bellicoso contra a Italia ; o
Conslitutionnel, immdiaiameote a cooiradiz; a
France apresenta urna idea qae participa de am-
bos ; o que revela que no seiu do gahinute francez
ha doas tendencias, urna toda pacifica, outra em
extremo bellicosa.
A France referindo-se a' invasao italiana fela
sem o consentimento da Franga, se nao pode con-
siderar como ama inlervengo muta, mas como
nm protexto contra a intervencao franceza; o
gabinete italiano nao o occnlta; leiam-se as saas
declarares. A invasao italiana alguma ecusa
c mais do que isto, um argumento de torca io-
< mado para a solacao da quesiao romana, tal
cumo a Italia aquer. E' um pMSO para Roma.
O governo italiano da' ordem a's suas tropas pa-
ra oceuparem Roma, antes dos francezes, e oceu-
pando tflectivameote Frasimone, Orla e Asquapcn-
dente, avaogavam sobre Roma.
A populaco romana de urnas municipalida-
des, e entre ellas a do Velei, por meio do plebis-
cito declararan) que se queriam unir a Italia O
rei Vlctur Emmanuel declarou que as actnaes
coDjonctoras nao acceitaria, o voto dos povos ro-
mano para a sua uuio a' Italia.
A Patrie mostrase irritada por que na preseoca
das tropas italianas, as popnlacSes dos e-tados ro-
manos imiiam abattldo as insignias da soberania
pontificia; formado governos proviscrins, e operado
plebiscitos era favor da annexago;que a deca-
rago diplomtica do governo italiano de nao adhe-
zo aos plebiscitos, anda admlliida a sua boa f,
demonstraba a sua fraqueza dianle do exercito que
liona presidido a taas demonstrares.
Foi certamente este o acontecime nto que mais
cootrariou o imperador Napoleo. O ministro fran-
cez o Sr. Mouslier, publicou urna circular, em que
se acha bem consignada a idea de que o governo
francez nao pode tolerar a intervengo italiana por
breve, por transitoria que seja; e sejam qoaes fo-
rem os motivos com que se quelra cohonestar, pois
que o governo francez a tem conemoado e com-
batudo; que nao pode ser cmplice nella, e que se
o governo italiano esperava orna approvago, ao
menos tacita por parte do governo francez, essa
crenga era orna illuso.
Eis a circular :
t Paris, 1 de novembro de 1867.
Monsieor.O re Vctor Emmanuel, quando
proclamou o respeito devido por todos os cidados
aos compromisos mternaciooaes, e se declarru
promplo a reprimir a desordem e a manter a auto-
ridade do governo e a iaviolabilidade das leis, deu-
nos a esperanc. de que o novo miaisterio, entran-
do com passo firme na estrada que loe era tragada,
saberla, por meio de medidas efflcazes, desnortear
t>dos os planos revolucionarios e reslabelecer so-
bre as suas bases a ordem moral e material.
< Urna tal poltica, prallcada sem hesilagdes
e sem concessoas imprudentes s paixdes dos par-
tidos qae havia a misso de combaler, devia pro-
duzir a paciflcagao immedata da crise lemivel qne
a [talla atravessava oeste momento, e coiiocar-nos
para com ella em ama situago conforme aos nos-
sos seotimentos intimo?, e facilitar assim a tarefa
reciproca dos dous governos.
NSo Jl, pois, sem ama penosa sorpreza qne
soobemos a resologo do ministerio italiano de oc-
eu par certos pontos do territorio pontificio.
* Nao queremos discutir boje as ratSes com que
^e pretende motivar um acto to contrario ao di-
reito das geotes ; mas entendemos dever maoifes-
do o ataque a nm oaontro paiz, sera' orna tentati-
va perigosa para a ordem e para a paz da Eu-
ropa.
E se brevomente orna exposico da poltica do impe-
rador. Parece qoe o Sr. Lavalette, partidario da
paz, o contrario a intervengo em Roms, sahira do
ministerio.
Assegurase tambem que a Aastria adhere a
! proposta da coofsrencia europea.
A Libert assegara qae eotre o gabinete francez
e aqnelles a quem elle propoz a conferencia, se
seus volu arios atrs das fileiras do exercito ita- falln da eventaalidade de abrir a conferencia,
llano ;-as tropas francezas entrara em Roma. I sem que nella tomasse parte represntame aigum
Guarnecida a capital pelas torcas francezas, sa- da Santa S, se o Pontfice nao.acceden; afflrrna-
bem no di t 3 tropas pontificias em numero de tres' se qae soa santidade s aceita a conferencia se
rail borneas, e dous mil Francezes para atacar os |t* Iba forem restitaidas todas as suas antigs pro-
ribaldioos, que se preparavam a retirar-se de ion-, vinclas. ,,~0,
fo Rotonlo tomando o caminho dos Abruzzos. En-. Afflrma-se que o corpo expedicionario irancez
tre Tivoil e Terui os pontificios travaram combate sablra* da Italia at o da 24 de novembro.
com Garbaldi e os seus voluntarios ; o combate A agitago era toda a [taita moito grande ; o
foi reobido e encarnicado; nao concordara os1 povo fe grandes manilest-goes mazzimstas ou re-
=o e Padaa ; tomara vulto o
do rei Vctor Manoel em sen
pelas cifras intermedias; os ponti-1 fllho. Em Genova, Veneza e Ferrara, tamberoi se
Ocios tentaram ircpeliir Garibaldi e os seos de en- manife-taram tumultos contra a poltica ao gow
contro aos Francezes que se acbavam na recta-1 no italiano.
depatado, dlstingoiose na irlbona dando cabal
prova de erudico, e mostrando conhecimentos
profundos de oratoria ; como presidente de pro -
vincia mostrou subido tino administrativo e urna
inteireza na distribuigo da astiga digna de elo-
gios ; finalmente como ministro e secretario de es-
tado alo desmerecen urna linba na condacta que
o sea. carcter sisado Ihe tragara desde seas pri-
maros passos na vida publica, e antes aagmentou
snas sympathias pelo zlo, probilade e Inteireza
com qae sjudoa a manobrar o timao da nao do
estado.
guarda mas os garibaldinos conseauiram bater era
retirada. Os pootlflcius tiverara 20 morios e 123
feridos; os Francezes 2 morios e 28 ferides e os
garibaldinos tiverara 600 mortos e feridos.
Garibaldl ebegaodo a Terui encontrn as tropas
e ordtnou aos voluntarios a entrega das
armas.
Reciam-se movimentos revolaciooarios porque
se sabe que se fazem reuolSes particulares com
esse fira.
Afflrma a ltalie qae o governo italiano lenciona
reunir as cmaras oo fim do mez, provavelmenle
no dia 26. ..
A ex rainha de aples parti de Marselha para
de 23 a 24 o amarello, e de 20 a 2[6 o masca-
vado.
A borracha do Para' flxcu rouxa de 116 a 2[2
segundo a qualidade.
Os cooros e-tao calmos. Colamos: pesados o
1|4 a 8 1(2, leves 4 a 7.
Hivre, 6 de novembro.
O algodo do Brasil fui vendido de 92/50 a lio
frs.
A borracha do Ceara' nao ba; a do Para co-
lada a 6/15 lina e pnra.
Chegaram os navios : Acaso do Para e Afa-
na Luiza do Maranho, no dia 8 a Lisboa; Uatao,
a 31, ao Porfo.
Sahiram : Loia Jf para Pernambaco a 3 de
Oconselhairo Sergio era condecorado era maitas [ Lisboa; Hara para o Maranhap d Porto,
ordens honorficas do Brasil, Franga, Portugal e -***-* V*HJJ*! 2 32 2JS STS&?%! &S
Hespinba, e era membro de mullas sociedades a 4o.*, a DenelClO (Jas lamillas aos >0iuma- jos Alvares appellado Antonio Pereira da Silva.
rios da patria, que corre amaoha. j Appeilante' Juaquim Ignacio Ribero Junicr, ap-
Hki'.uith;a i da policaExtraio da parle pellados os administradores da massa fallida de
do dia 27 de novembro de 1867. iSeve, Fllbos & CAppellante o vigario Antonio
Foram recolbdes a' casa de delengo no dia 26 Tbomaz T. Galvo, appellado Amonio de Castro
do coneote : Laraogeira.
A ordem do Illm. Sr. Dr. chefe de polica, An-1 Apreseotados os feitos de revista, denegadas pe-
tonlo los dos Santos, como sentenciado appella-' 'o supremo iribooal de justiga entre paries.recor-
lesto de letra a 23 do corrente sot o n. tolo; e o
escrivo Alves de Brllo a 19 do mesmo mez sob o
n. 1474.
ACORDAt S ASSIGNADOS .
Appellante Rubuo Ferreira da Silva, appellado
Jos Rodrigues Pereira.Appellante Joaquina de
S Cavaicaate de Albaquerque, appellado M. J. do
Reg Albaquerque.Appellante Manoel Tnomaz
de Albnquerque Maranho, appellado o Dr. Sio-
phroaio Cesar C' nlloboAppellantes Joaqulm
Manoel Ferreira de Souza e outros, appellada D.
Aooa Josepba Pereira dos Sanios.Appellantes
Caries Jos AsUey & C, appellados os curadores
fiscaes da massa fallida de Amorira, Fragoso, San-
tos & C.
Por nao estar presente o Sr. desembargador Ac-
Garibaldl foi preso. Os deputados e amigos dej Civitta Veccbia, para ir ter com sea marido.
Garibaldi poblicaram um protesto contra a priso: O Imperador da Aastria Francisco Jos m
desle. em que referem os pormenores deste acto,'recebido cora muito enthuslasmo em Pars; pariio
declarando-o Ilegal e arbitrario :-o general e daquella capital no da 4 de novembro.
seos amigos pediram para telegrapbar para Fio- Os jomaos austracos confirmam a existencia
renga, afflrmando qoe Garibaldi quera retirarse da circular de Beust, aos representantes da aus-
para Caprera ; foi effeclivamente expedido o tele- tria no esirangeiro. Dizem qae por ella se winca
gramma, mas os ofllciaes encarregados da captara, a conmanidade de vistas dos gabinetes de vteona
nao quizerara esperar pela resposta ; e Garibaldi,' e de Paris em todas as grandes quesioas da Euro-
disse entao qae eslava fatigado por privagSes e in-, pa, mas esta poltica nao tende senao para paz.
somnias de mnitos dias, e que mal polia empre- A Turqua receben urna nota coeclia aa
hender a lomada ; foi enlao que quatro carabinei- Russia, Franga Pmssia e llalla a t*Wraquea-
ros se approxlraaram d'elle, e a' forga o levarara lio de Caodia ; o seo pensamento reprenenaer a
para a carraagem. N'oatra carruagem ia urna for
ga coosideravel de tropa, e na carruagem com Ga-
ribaldi o coronel Canezzi.
Em Crese, Garibaldi publicoa o segaiote man
festo :
t Crese, 3 de novembro de 1867.
Aos [unanh ;
t A Inlervengb imperial e real do territorio ro-
mano arrebatoa a' nossa misso o seu objecto es-
peciala liberdadu de Roma.
i Portanto boje nos dispunhamos a afastar-nos
do theatro da guerra, apoiando nos nos Appenni-
nos; mas o exerc;to pootifieio ioteirameote liber-
tado da defeza interior de Roma, e com todas as
suas forgas reonldas, nos erabargou o passo.
t Fomos obrlgaos a combaier, e se se attentar
na nossa posigo nao sera' para estranbar que nao
pnssaraos aoaon^iar a' Italia um novotriumpbo.
Os pontificios desampararan! o campo de ba-
lalha, nao tendoseffrido perdas muito graves, e as
nossa3 tambera sao conslderaveis.
Agora vamos flcar espectadores da solngio que
o nosso governo e o exercito francez hio de dar ao
problema romano, e no caso em que esta' a solu-
gio nao seja conforme aos votos d nagao, o paiz
em si proprio encontrara' novas forgas para reto-
mar a iniciativa, e elle proprio que na de resol-
ver a questo.
i G Garibaldl. >
As tropas Italianas obeaecendo a Intimago do
governo francez evacnaram os estados pontificio?
dentro do prazo marcado I
O governo italiano poblicoa na Gazeta de Fio
renga de 7 a seguinle nota :
c Tendo a dissolugo e o desarraameDto dos vo
luotariis feito cessar a necessidade de luda a in-
tervengo, e nao jnlgando o governo do rei oppor-
tono conservar por mais lempo nos postos qae ha-
via oceupado, tomou bontem a resologo de man-
dar entrar de novo as tropas nos limites do reino.
CooMderagoes militares e polticas aconselhanra
tambera esla resolngao, a qual deixando a posigo
do governo livre de todj o compromisso, Ihe per-
mute fazer valer as suas razes, com maior anto-
ridade oas graves circnrastanclas em que nos acna-
mos, desdo que c territorio pontificio est evacua-
do pelos voluntarios, e que desapparecea todo o
pretexto nova intervengo franceza era Roma.
O ministro dos negocios estraogeiros do impe-
rador dos Francezes declarou a 23 de oatabro, que
logo qae o territorio pontificio eslivesse livre dos
invasores, e que a segaranga se achasse restabele-
cida, a Franga considerara concluida a soa mi;so
e se retirara.
O governo confia nestas declaragSes e quanio
se realisarem, peder enlrar era negociagSes, com
o fim de resolver definitivamente a quesio roma-
na, e procarar obter urna soluco que possa con-
ciliar as aspiragoes dos italianos, com os interesses
da religiao calholica, e fazer desaparecer orna
cansa permanenle de agitago para a Italia, para
as consciencias e para a paz da Europa. >
Islo tradozido em linguagem cha e verncula,
quer dlzer ; que o governo italiano retirou as soa
tropas por que Ihe mandaran que as retlrasse e fl-
ca a espera de que os Francezes fagam b mesmo,
qoando Ihes approaver.
Foram durame este periodo encarregados de ne-
gociagSes importantes, junto do imperador apo-
leo, o general La Marmora, e junto de Garibaldi
o general Cialdini, para o resolver e desistir da
sua fmprezi.
O Globe sustenta qae o embalxador prnssianoem
Florenga declarara ao governo italiano que a Pms-
sia oo ficaria neutral se os Francezes atacassera
a Italia.
Dizem de Londres qne lord Stanley tem enlretido
durante esta quesio franco Italiana ama correspon-
deos moito activa no sentido de evitar a guerra,
e que neste mesmo sentido a rainha Victoria tem
exercido a sua iofiaencia pessoal, dirigiodo-se para
esse fim directamente a Vctor Manoel.
Diz o Siecle que a Inglaterra desapprovou offl-
cialmenle a recente intervengo militar da Franga
em Roma. Um tal acto pratlcado pelo gabinete in-
glez, Ira de perfeilo accordo com todos os actos
anteriores da poltica bntannica na qnesto ro-
mana.
O Forefn O^c havia sempre protestado contra a
primeira oceupago de Roma, sustentando junto
do gabinete das Tulberlas, os direitos soberanos
do povo romano, pedindo finalmente que Roma
fosse restituida aos romanos, e que estes tivessem a
liberdade de so reuairem a' Italia, se assim o en-
tendessem. Corre tambem o boato em Pars de
qae a Iog'alerra propOe, como a nica solago
possivelum plebiscito do povo romano.
Diz o Times qae falhoa completamente idea de
ama conferencia para resolver a qnesto romana ;
que o Sr. Beijt, ministro do imperio ausiriaco,
declarara que aquelie imperio nao intervena no
caso de nm conflicto entre a Franga e a llalla ;
que a Inglaterra e a Ra.sia sustentara o principio
da nao intervengo; que a Rassla propSe tre
Porta oitoman pela sua pertinacia, e deixar-lhe a
responsabilidade dos futuros successos.
Diz-se com todos os visos de probabilidade
que a Dinamarca vendeu aos Estados-Unidos, as
aotilhas dinaraarquezas por 14 milbSes de ibalers.
Dizem de Conslantinopla que os resultados obt-
dos pelo Gran Vizir, na Caadla, pedem dispensar
a intervengo das potencias. Accrescenlam que
em vista da paeificagao da Iba, o patriareba enre-
to de Conslantinopla, traba declinado a misso,
que Ibe fora offerecida de ir, pelos seas conselhos,
alcangar dos insurgentes qne ouvlssem a palavra
de paz e conciliago do governo oltoraaoo.
Fallecen em Blarnlz o general 6'Doanell, du-
que de Tetuo, d'uma pneomonla; o seu cadver
foi condolido para Madrid, com honraras quasi
reaes.
O governo bespanbol conceden urna amnista
completa a' todos os emigrados.
Manifestar-se em todo o reino de Hespanba a
escassez das colhelias. Um decret do governo
permiuio a entrada livre de cereaes por todos os
portos at o tim de junbo do anno prximo.
Na Blgica foi elelto presidente da cmara do
deputa los, por 57 votos contra 27, o candidato mi-
nisterial. .
Fallava-se na sabida do ministro da guerra ao
gabinete, per causa de baver opposigo das cama-
ras ao pedido de elevagao a 100:000 do exacto
belga.
Na Suecla reioava grande miseria em con-
sequencia da escassez das colbeitas. O tbesouro
tambem soffrera por causa da diminuigo do ren-
dimento das allandegas.
Apezar de baver cessado o desaccordo com a
Turqua, cootinuava o armamento na Servia. O
relatono do ministro das finangas apressntou um
excesso da receita sobro a despeza, no valor de
l milhoos.
Os rebeldes na China (kavam, segundo as
ultimas noticias a' 30 milhas de Pelcim.
Nos Estados-Uaidcs hoave ara grande mee-
tina em Philadelpbia, do qual se escolheu o gene-
ral Grant para candidato a presideocia da rep-
blica. Dizia se mesmo qae seria elle o candidato
do parlido republicano em lodosos estados.
Diz-se que Tbadeus Stevens anouocioa a sua in-
tengo de propr nm projecto de lei, logo que se
abra o coogrosso, para a aecusago do presidente
Johnson.
A febre amarella tera diminuido rpidamente em
Nova Orleans, em Mobile e em Galvesion. Nesta
ultima cidade lie uve ltimamente urna inundago,
cujos prejuizos sao avallados em meio milbo.
Os ulmos telegrammas recebidosem Lisboa di-
zem o seguiote:
t New York, novembro, 6.Os demcratas ven-
ceram as eleigoes de New-York e New Jersey. Os
republicanos venceram as de Massacbasselt p r
urna peauena maioria. O vapor Helcetia chegoo
boje. Pregos ao fecbar. Oiro 139 1/4. Cambio ex
teroo sobre Londres 109 1/2. Fondos dos Estados-
Unidos 25108 1/4 dito dez-quarenta dito, 101;
Illinois, 125, Erie, 71. Algodo Middling-upland.
18 1 !..
Segundo noticias do Mxico, Joarez foi eleito
presidente da repblica, por unanimidade de votos
na maior parte das provincias.
En Portagal nada occorrera em poltica.
Volira no dia 13 a Sra. ioanta 0. Isabel Maria;
e chegaram os Srs. conde e condessa de Paris, ne
tos do rei Loiz Felippe.
Falleceo o secretario do tribunal de contas Cae-
lao Francisco Pereira Garcez.
Achava-se no porto de Lisboa o almirante ameri-
cano Farragut, commandando urna esquadra dessa
nagao.
Houve, no dia 8, um grande incendio, que con-
summio totalmente o palacio do doque de Loul,
sito na travessa do Tborel ao campo de Saol'Anna.
Cbegara no dia 12, procedente do Brasil, o vapor
francez Navarre.
Apparecera a' luz da pnbllcidade um novo jor-
nal, sob o nome de Correio dos dous mundos.
selentiflea?.
Era nm dos chefes do partido conservador cojas
fileiras sempre ornou, e qae perdea n'elle ama de
suas glorias
O conselheiro Sergio era geralmente bem quisto
e apreciado, t mesmo pelos seos adversarios po-
litices, que Ihe roofiaram o Importante cargo, que
desempenbava qoindo a morte o arrebatoa.
E' o seguiote o resultado dos collegios conhe-
cides do qoloio districto eleiloral:
i)r. MergQlho........... 112
Dr. Tiborcio............ 112
Dr. Bacallar............ 112
Vigario Lopes........... 112
Vigario Francisco Pedro. 112
Vigario Burgos.......... 111
Serao estes senhores os membros da assembla
provincial por aquelie dstricto.
A commisso encarregada de ageociar dona-
tivos para o asylo de invlidos da patria, acaba de
pdr a disposigao da presideocia, para os fins con-
venientes a quantia de l,070O0O, que pela mes
ma commisso fui agenciada nesta provincia.
No domingo prximo o Hospital Portugus
procede a elelgo da soa junta administrativa,
reonndo-se para islo em assembla geral os res-
pectivos accionistas. ,
Foi nomeado delegado Iliterario do distrlcto
de Bezerros o Sr. Francisco Apollonio Bezerra da
Silva.
Depois d'amanha renne-se em assembla
geral a compaobia r>e segures martimos Utilidade
Publica.
O Sr. Jos Pedro Vellozo da Silveira foi no-
meado delegado Iliterario do distrlcto ue Game-
leira, e nao de Panellas, como foi pablicado.
A resolugo do Exm. vigario capitular de
considerar vaga a cadeira de philosophia do Semi-
nario de Oiioda, em consequencia do abandono
que da me&ma fez o respectivo lente, Rvd. Joa-
qoim Maccio Maciel, foi approvada pelo governo
imperial.
Foi prorogada por mais 6 mexes a lieenga do
profe-s-.T de insliluigoes cannicas do mesmo se-
minaria Dr. Aotooio da Cuaba Figaelredo, qae
acha sa'doeale na Europa.
(t Sr. capitao J o Carlos Bezerra Cavalcanti
foi designado pura servir o lugar de major do baia-
lbo n. 41 da guarda nacional de Ipojoca.
Fizeram icio na faculdade de direito no dia
27, os Srs. seguintes:
5* anno.
Uiysses Correia de Crasto, plenamente.
Jone Lusloza de Souza, dem.
Jos Climaco do E-plrito Saoto, dem.
Lista dos estudaoles de Irancez, chamados a
exatne no da 25 do correte :
Plenameute....... 2
Simplesmenle..... 7
Reprovados...... 3
Tolal 12
Lisia dos esindactes de geometra chamado:
a exame no da 25 do crreme :
Plenamente...... 9
Simplesmenle.... 2
Reprovados...... 1
PERNAMBUCO
REVISTA D1AR1
lar sm demora s imoressiJos qae nos fez experl- gaa, e que Portugal declarara que se absterla de
mentar as determlng5es do gabinete de Florenga
Por mallo limitada que possa ser a atervea-
cao italiana nos estajos da santa s ; quaesquer
que sejam a promplido com qae ella cesso, e a
conslderagas com qae se preteade rodea-la, o go-
verno francs qae serapre a censurou e desparsua-
dio nao poderla de modo algum protgela com o
bju assentimento. Se o governo do re jnlga poder
esperar de nos mesan aran adhesao tacita, ara*
qaalqner intervengo neste negocio. S a Hespa
oha offirecen a' Franga o seu apoio zeloso.
Diz a Correspondencia de Berln, orgo da polti-
ca do Sr. Bisraaik, que sendo a tendencia da Ita-
lia a' nnldade, anloga a da AMemanba, e recor-
dando a fratrnidade era urna guerra inda re-
ceir, qoe existera manifeslas sympathias entre
estas daas po'encias que, posto que por oaraiohos
distioclos, caraiobam a' uro (ira idetico \ e qae t>
Fallecen em Paris, no] dia II do [corrente,
segundo annaociara as folhas da Europa, o Sr.
cooselbeiro Sergio Teixeira de Macedo, qae desera-
penbava junio a edrte das Tulberlas o importante
cargo de nosso enviado extraordinario e ministro
plenipotenciario.
O ilustre flnaJo fez sua carreira diplomtica
com distinego, fazeodo-se sempre notar pela soa
illnstrago e honestidad?, e n'ella veio a occopar
os mais elevados postos em Washington, Londres
e Paria.
Foi o cooselbeiro Sergio que, na qoalidade de
procurador de s. M. o Imperador do Brasil, ser-
vio de padrinho a' S. M. o rei de Portagal Pe-
dro V, do saalosa memoria.
O coaselheiro Sorbi foi (Jlversa*! vezas ejeilo
depatado a' assembla geral 1 .-gi^aiiva.; o pre-
sidente de provincia e Mtlttro de Q$tado. Qmo
Total 12
Referem-Dcs este caso original:
Parece que um poltico de Uatamarca foi des-
terrado, sabe Deus porque travessarias qae corn-
melten n'aquella provincia. Porra o caso, que
depois rfe poneos dias de desterro, voltoa occclla-
mele a sua casa e all flcou escondido n'uma so-
cava largo tempo.
Houve alguem que denunciasse o facto ao mi
nisiro de enio, qne era ora clrigo, o qual o ma-
nlfestou ao govemador, de sorte qne em acto con-
tinao mandoa-se chamar a esposa do desterrado, a
qal eslava prenhe.
Ola' 1 exciamoa o governador, esta' ahi a
preval
E dirigindo-se enrgicamente a esposa do des-
terrado Ihe perguntoa :
Como qae estando vosso marido ausente
estaes prenhe, senhora?
Ah 1 Sr. goveroador, exclamon sologando a
molber, foi o patife de vosso ministro esse clrigo
qae lendes abi, que abusando da ausencia de mea
esposo e de miaba fraqueza, me poz n'este es-
tado.
__ Eu I I... exclatrou estupefacto o clrigo mi-
nistro; embosleira I audaz I pufll
E ?rmoo-se tal roge-ruge, que a mulher flcou
completamente livre e o marido segulo escondido
na Socava.
Qoe tal da mnlberzinha I
Vieram bontem da Europa 34 passageiros
pira o nosso porto e 275 para 03 do sal.
__Tira hoje a mala no eerreio, para o Rio de
Janeiro e Baia,o vapor inglez 5 da manha.
O descont regula as pragas da Earopa:
Banco de Inglaterra 2 0/0.
< de Franga 2 1/2 O/U.
t de Hespaoba 5 0/0.
f de Francfort 2 0/0.
i Hamburguez 2 t/2 0/0.
de Bremen 3 1/2 0/0.
deHollaoda2 l/ 0/0.
Os fundos braslleiros eram cotados em Lon-
dres *.
5 0/0 de 1859 86 a 89
4 1/2 0/0 de 1852-58-60 65 a 70
4 l/ 0/0 de 1863 (sem dividendo) 61 a 63
5 0/0 1865 71 a 73
Eis as noticias commerciaes da ultima
d*ta :
Hamborgo, 5 de novembro.
O assucar teve bda procura. Cotamos:
de Pernambaco 19 a 21, mascavado 15 a
segundo a qoalidade.
O alRodao nfroxoa. Os pregos regalara : Per-
nambaco 8 a 8 1/2, Pirahyba, Ceara' e Maranho
O cacao dn Para* continua procurado de 4 3/4 a
**/*
Os conros tem boa procara. Os pregos sao: pe-
sados de Pernambaco e Cara' 6 1/4 a 7, leves
dem 5 3/4 a 6 1/2.
A barracha do Para cotada de 2j a 24, e a
do Ceara' a 17.
Londres, 12 de novembro.
O algodo Dea firme aos pregos de 8 5(8 d. pelo
mediano de Perrambuco, 9 d. pelo dito do Mar
nbo e 8 li'i d. pulo dito de Macelo.
Q assucar tafnbsffl firme de 24 a 26|6 o brinco,
branco
16 3/4
do ; a ordem do Dr. delegado da capital, Bsllarroi-
no Francisco dos Sanios, para averiguagSes em
crime de estellionato, e Isabel Maria da Conceigo,
para correcgo ; a ordem do subdelegado do He-
cife, o sobdito iog>z John Williaro, a reqoisigo
do cnsul amencaoo; a ordem do de Santo Anto-
nio, Miguel de Almeida Freir Gouveia Cardoso,
por offensas physicas; a ordem do da Boa-Vista,
Candido, escravo de Pedro Crrela Soares Brando,
por fgido.
O ebefe da 2" secgio
J. G. de Mesauita.
Casa oe oetenqao:Movimento do dia 26 de
corrente :
Existiam presos 279, entraram 7, sahlram 5,
existera 281: a saber, Dacionaes 192, mulheres 6,
estraogeiros 36, mulher 1, escravos 45, escrava
1, tolal 281.
Alimentados a costa dos cofres pblicos 213.
Movimento da enfermarla do da 27 do corrente
mez :
Tiveram baixa :
Florencio Teixeira de Carvalho.
Guilhermino, escravo de Joo Bernardo do Rege.
Passageiros do vapor inglez Scyne, viudo de
Soothampton e portos intermedios:
Philip F Needham. soa senbora, urna irma, 1
filho e nma criada, Samuel George, Manoel Fer-
reira Mattozinho, Dr. Francisco Elias do Reg
Dantas, Joaquira de Faria Machdo, Francisco Gar-
rido, Manoel Soares Pinbeiro, Nareizo Jos da Sil-
va, Bonnet Charle, Eduardo Jos da Silva Guima-
raes, Joaquira Francisco da Cruz, Manoel da Costa
Ventar, Antonio de Azevedo Villarooco, Pedro Ti-
noco, Manoel Ferreira Goimares, Jacintho Jos
Nunes Leite, Jos Lopes de Oliveira e sua senbora,
Augusto J os Ferreira, Joaqoim Varella de Aleo
baga, Manoel Jos Montelro Torres, Jos Janoario
da Costa, Antonio Jo' de Oliveira Lisboa, Eduar-
do Patou, Samuel Aberdarbam, Hsory Brockle-
burst e P. R. Sioglehuot.
cemiterio publico.Obituario do dia 27 de
nevembro de 1867.
Bemvenalo Guetes dos Sauto?, Pernambaco, 22
anuos, viuvo, Boa-Vista ; hepatisago pulmonar.
Victorino, Peroambuco, 4 mezes, Recife; es-
pamo.
Romana, Pernambaco, 40 annos, escrava, S. Jos;
varila. .
Aona Joaqnini, Pernambueo, 86 annos, solteira,
S. Jos ; congesto cerebral.
Benedicto, frica, 35 annos, Santo Antonio; can-
cro uterino.
CHROMCA "jUDIGlARIA.
TlUBlTCAfj l0 COMIIEBCIO
ACTA DA SESSAO ADMINISTRATIVA DE 25 DE
NOVEMBRO DE 1867.
PRESIDENCIA DO EXM. SR. DESEMBARGADO!
ANSELMO FRANCISCO PERETT1.
As dez horas da manha, estando presentes os
Srs. deputados Rosa, Basto, Miranda Leal e sop-
pente Sa Leito, foi por S. Exc. o Sr. presidente
aberta a sesso.
Lida, foi approvada a acta da sessao antece-
dente.
EXPEDIENTE.
Offieio do secretario do tribunal do commercio
da corte, remoliendo a relago das matriculas de
comroercidnles expedidas durante o mez de oulu-
bro preximo passado.Accase-se.
Offlcio ao Dr. Joo Aotonlo de Araojo Freilas
tlenriques, pediodo, para que possa devidamente
altender a requisigo de dispensa do servigo do
jury em favor do Sr. deputado Miranda Leal, que
Ibe fesse fornecida urna copia do aviso de 19 de
junho de 1854, que nao encontrn em sna collec-
co de leis.Que se respondesse enviando coi
do aviso de 12 de jucho de 1855, dizendo-se qoe
se deve aitribuir a lapso de penna o erro de cita-
gao de dito aviso, corametlido pela secretaria.
Offieio do presidente e secretario da junta dos
corretores, enviando o boletim commercial da se-
mana prxima p*ssada.Ao archivo.
Foram a rubrica o diario da casa commercial de
Monteiro Guimares, e c da de Siqueira & Ir-
mo.
DESPACHOS.
Reqaermen'o de Manoel Ferreira Garrido com-
merciante fallido, pedindo ser rehabelitado.Au-
toado pdo official Farias Torres, qoe servir de
escrivo d-se vista ao Sr. desembargador fiscal.
Dito de Bento Joaqoim de Medeiros, PortoRuez,
natural da tina de S. Miguel, com idade de 45 an-
nos, residente e estabelecido em Jaraga, provin-
cia das Alagas, pediodo ser matriculado com-
merciante de gneros por grosso e a retalho, at-
testando em seo abono os commerciantes desia
praga Jos Joaquira Das Fernandes, Vicente Fer-
reira da Costa, Joaquim Felippe da Costa e Lui
Jos da Cosa Amorim.Vista ao Sr. desembarga-
dor fiscal.
Parecer dos Srs. depotados que foram incnmoi-
dos de reverem a aciual tabella das commiss5es
arbitradas aos diversos empregados das fallenclas
commerciaes, apresentando o projecto de urna no-
va tabella, visto ser defaitoosa a existente.Vista
ao Sr. desembargador fiscal.
Com informacao do Sr. desembargador fiscal.
Dito de Delouche & Sampiqaet, para o registro
de sea contrato social.Registre se.
Nada mais havendo a tratar-se, o Exm. ar.
presidente encerrou a S3sso s 11 horas e meia
do dia.
SESSAO JUDICIARIA EM 25 DE NOVEMBRO DE
1867.
PRESIDENCIA DO EXM. SR. DESEMBARCADOR
A. F. PERETTI.
tarifario, Julio Gumaraes.
A's onze horas e* meia da manha declaron-se
aberta a sesso estando reunidos os Srs. desem-
bargadores Silva Goimares e Res e Silva, depu
lados Rosa, Basto, Miranda Leal e supplente S
Leito, faltando com participagao o Sr. desembar-
gador Accioll.
Lida, foi approvada a acta da precedente aessao
com a segrale dsclaragao : no jnlgameiito aejj
to entre parles, appellantes Joacjuim
rente Tbomaz Jeleries, recorrido Tbomaz DuUop.
Recorrenles os enraderes fiscaes da massa falli-
da de Pedro da silva Reg, recorrido Joaquim de
Souza Ferreira, o Exm. Sr. presidente ordenoa
que fosse m remeliidns aos cartotios competentes.
DISTRIBUIDO.
Ao Sr. desembargador Res e Silva : appellante
Jos Ignacio de Meodooga, appellado Joo Pinto
de Lemos Jnior.
AG GRAVO.
Julzo e pecial.Aggravautes reos os adminis-
tradores da massa fallida de Amonm, Fragoso,
Sanios & ('-, aggravado autor Eugenio Bium.
O Exm. Sr. presidente negon proviment.
Nada mais bouve e encerrou-se a sesso a
meia h ra da larde.
VMBOSAli A BELACiO
SESSAO DE 26 DE NOVEMBRO DE 1867
PRESIDENCIA DO EXM. SR. CONSELHEIRO SOUZA.
As 10 horas da manha, prsenles os Srs. desem-
bargadores Giliraoa, Loorengo Santiago, Guerra
procurador da corda, Almeida Albuqaerque, Motia,
Assis, Domognes da Silva, Ucba Cavalcanle e
Souza Leo, faltando o Sr. desembargador Santiago,
abrio-se a sesso.
Passados os feitos deram-se os seguintes jura-
mentos:
recurso crime.Reccorrente, o bicharel Fran-
cisco Barbosa Cordeiro; reccorrido, o jaizo. Re-
lator o Sr. desembargador Souia Leo, > ruados os
Srs. desembargadores Assis, Citiraoa e Ucbca Ca-
valcanle.Improct denle.
appellacoes civKisAppellante, D. Clara Theo-
dera da Fonseca; appellado, Manoel Jos dos San-
tos.Despresados os embargos. Appellante, Joo
Aodr Teixeira Mendes; appellados, Beojamim
Pinto Nogaelra e ooiros.Julgou-se a babilita-
go. Appellante, D. Anna Victorina de Souza ; ap-
pellado frei Joo do Amor Divino.Recebidos os
embargos. Appellante, o syndico do convento de
S. Francisco; appellado, Dr. Amonio de Vasconcel-
os Menezes de Drummond. Confirmada a senten-
ga. Appellante, Juaquim Lopes de Almeida; ap-
pellado, Manoel Martios de Carvalho.-Reformada
a seolenga.
appellacoes CRiMEs.Appellante, Joo de Olivei-
ra GuiroarSes; appellads, a justiga.Iropuzeram a
peoa no mnimo. Appellante, o juizo; appellado,
Stiro Pereira Caroba.Improcedente.
iiabeas Corpus.Negaram a ordem a Jos Manoel
Bezerra.
Assignon-se dia para julgamentos dos seguintes
feitos :
APPELLAgoE ciVEis.Appellante, Antonio Pinto
de B?rros; appellado, Francisco Geraldo Moreira
Temporal. Appellante, o Juizo; appellados, os ber-
deirofi de D. Isabel de Miranda Leal Seve. Appel-
lante, Mariano da Silva Queirz; appellado. Joa-
quira Ignacio Ribero. Appellante, Manoel B.-zer-
ra Guedesr appellada, D. Cosma Maria do Espirito
Sanio. Appellante, Manoel das Neves; appellada,
Belarmlna Maria dos Reis.
deligencia ciVEL.Ao Sr. carador geralAp-
pellante, Nicolao Alves de Meodonga; appellado,
Manoel Joaquira Duarle Guimares.
deligencia CHIME.Cora vbta ao Sr. desembar-
gador promotor da justiga.Appellante, o julzo;
appellada, Maria Joaquina da Silva. Appellante,
o promotor ; appellado, FLrencio A. da Silva.
PASSAGEH.
Do Sr. desembargador Guirana ao Sr. desembar-
gador Guerra__Appjllagdes&veis: appellante, Ma-
noel Cesar Falco ; appellado, Antonio Leito Viei-
ra de Mello. Appellaoie, D. Clara Tneodora da
Fonseca; appellado, Manoel Jos dos Santos.
Ao Sr. desembargador Almeida Abudler-
que.Appellagao civel: appellante, o codsq! psrtu-
guez; appellado, Aotonio Alves de Miranda Gui-
mares.
Do Sr. desembargador Loorengo Santiago aoSj.
desembargador Almeida Albuqaerque.Appella-
gao civel: appellanle, Alexandre de B. Arraes;
appellado, Alexandre Pereira de Sena Appellagao
crime : appellante, Antonio Jorge dos Sanios; ap-
pellado, Vicente Bertholini.
Do Sr. desembargador Almeida Albuqoerque ao
Sr. desembargador Mota.Appellagoes civeis : ap-
pellante, Joaqoim Jos de Oliveira Apolim; appel-
lado, Manoel da Cosa Monteiro. Appellaute, Dr-
Manoel do Reg Barros Souza Leo; appellade,
Fraaclsco Baplisia de Almeida.
Ao Sr. desembargador Ucha Cavalcanle.Ap-
pellagao civel: appellante, Francisco Coiho do
Monte; appellados, Ociavlano Rodrigues Lima.
Do Sr. desembargador Molla ao Sr. desembarga-
dor Assls.-Appelltes eivels: appellante, Manoel
de Almeida Nogoeira ; appellado, Maximiano lr-
dim Oliveira. Appellante, Rosa por seu curador;
appellada, Marraba Amalia da Silva. Appellagao
crime : appellaute, Ciaodlao Martins Correa; ap-
pellada, a instiga.
Do Sr. desembargador Assis ao Sr. desesabarga-
dor Domingues da Silva.Appellaco civol: ap-
pellanle, Feliciano Cavalcante da Cunha Reg ; ap-
pellado, Victoriano Jos de Mello. Appellagao
crime : appellante, Joo Ferreira deSoazi; appel-
lada, a justiga.
Do Sr. desembargador Domingues da Silva ao Sr.
desembargador Uchoa Cavalcanle.-Appellaco cri-
me : appellante, o juizo; appellado, Jos Vicente
Ferreira.
Do Sr. desemnargador Uchoa Cavalcanle ao br.
desembargador Sonta Leo__Appjllagoes civeis:
appellante, Joaquim Jos de Oliveira Apolim; ap-
pellado, Gabriel da Costa Mooteiro. Appellanle,
Antonio Francisco Anastacio; appellado, Candido
Alfonso Moreira. Appellante, Manoel Antonio dos
Santos Fontes; appellado. Joaqoim IMl*
Costa. Appellaoie. Beliodoro Acacio Raogel, ap-
:rPpellante.Dr,LuizJoSeCorraJ9Sa ap-
Appellan-
oo Anta-
Manoel Fer
reir de Souza e outros, sppellada'D. Anqa Jos-
Pha Pereira dos SanDs, o Sr. SIIvioq G.oilfcerrae
de Barros foi W.'o vencido somete ?a vraa aas
patt-'S da enlenca appellada.
Q ?!!*?? Al|'.uqu')rqa5 r^jLiwa o nlumo pro

pe'lia'ds'orroenor'es Francisco e Anna. A|
w, JoiA Paulino Uonhotht; appellados, Joa
n,\f SrMaeinbargador Gaerra. Appellagao
civeJ : appellante, Joo Ferreira de Qarvalbo; ap-
pellado, Joo Felippe da Cooha Bandeira de
DoSr. desembargador Souza Leo ao Sr. desem-
barcador Saoilago.-Appeagio clvol: appellan-
le airro?odde deSantiRitia; appellaad, a irman-
dade, do SS. Sacramento.
A i liota encerroo se a Jflfw9>

! ;



Ur! ele NvttttkM* Quinta felra 8 de Xtvembro 4c 1867.
IMMi

n

REGLAM1NT0 E TARIFA
*

do ar/ote da e/rada de erro
do

ao
y. KjrraMctJcOj aAto&ado /icwtjowa-


e maorat do s. de


Passageiros.
Art. i. Os passageiros das tros classes pagam os pregos Ixl*
des dos qoadros anoexos B, C e D.
Art 8.* A distrbuigio dos bilhetes cessa cinco mlnator. antes
da partida dos trens e es-a hora sero (echadas as portas, que
dan ngresso para a estacao.
Art. 3.a Os passageiros s teetn entrada no? carros cera um
bilhete oq passe de circulagso em forma, dado por um agente da
admmisiracao, ou do governo, competentemente aotorisado.
Art. bilbeles ou passes devem ser apresenudos na en-
trada para a plataforma das estagas-, e conservados para seren en
tregaes ou exhibid j, sempre qae forem exigidos pelos empregados
da administraeio.
Art. 5.* Os bilhetes pira viagem de ida sao validos nica-
mente no da o trem para que forem distribuidos; os de ida e vol-
ta, porm, do direito a' volta em qualquer trem ordinario d i pas-
sageiros, dentro de 24 Horas, oq W, se forem comprados em ves-
pera de domingo, da santificado ou de festa nacional. Neste
ultimo caso os btlbeles de Ia classe sao valido* para 72 horas.
Quaodo na explragao destes prasos nao bonver trem, a volta
s poder ter logar no priraeiro trtm ordinario de passageiros qoe
se seguir.
Os billieie: de ida e volta sao vendidos com um abatimento
de 23 pw cinto obre a tarifa ordinaria.
Art. 6. Os passes concedidos por servigo do governo, oa da
estrada de ferro, nlo sao transferlveis, e os seus portadores nao
podem viajar em carro de classe superior a' designada nelles, ara-
da mesmo pagando a dtfferenca correspondente.
Ari. 7.' A administraeio podera' emittir blibetes de asslgoa-
turas, os quaes do direito ao transporte smente nos trens ordina-
rios de passageiros, 1 terao as segninies deducas sobre a tarifa
geral :
Para 1 mez 30 por cento.
> 3 ditos 40 i
6 ditos 50 >
Os bilbetes de assignatnra poderlo cot prahender smente os
dias atis a vontade do assignante, e nao sero traosfervels, salvo
os de 3' ciaste para criados de urna mesma pessoa, declarando esta
ao tomar a asslgnatura e escrevendo-se no respectivo bilbele, os
nomes dos que delles se servirlo.
Art. 8.* A administraeio tem o direito de tomar qualquer dos
bilhetes ou passes, de que tratam os arts. 6 e 7*, quaodo apresen-
lados por pessoas que delles se nao devam servir, cobraedo o du,
p!o na.s passageos: ao caso de reincidencia os bilhetes, ou passes-
serlo considerados de nenhnm valor, e os asignantes uenbuin di-
reito terao a' lodemnsaco.
Art. I? Os passageiros sem bilhetes, portadores de hilhetas
nao carimbados pela administradlo, on qne teobaui carimbo d.' ou-
tro dia, on trem, salvas as disposiges dos arts. o' e 7, pagaro o
prego de sua viagem contada do ponto da partida do trem, so pelo
seu c oh-cimeniij de bagagem nlo estiver provada a estaglo de sua
procedencia.
Os que excederem o trajelo a' que tiverem direito, cu viaja-
rem 6m carro de classe superior a' indicada j seu bilhete, paga-
ro a diffVrenca de sua passagem.
Nos casos previstos no presente artigo o conducir do trem
obrlgado a dar um bilhete supplementar que indique a sr mraa
percibida.
Ari. 10. As rri .ni s menores de tres aoo s, que viajarem
sempre ao col);, nada payio : as mueres de seis anuos, que se
accommodarem duas em cada lugar, pagam melade da passagem e
devem ser acompaobadas.
Art. II. O passagelro qoe ficar en qualquer ponto quem
do designad) em seu bilhet-, deve fazer euirega deste ao chefe
da eslago e prde o direito ao resto da viagem, que s poder el-
fectoar comprando novo bilhete.
Art. 12. Os doentes que viajarem deitados, e os alienados,
devem ser acompanhados por pessoas que os viglem, e s podam
ser transportados em carros separado?, mediante as coudigas do
artigo segrate.
Art. 13. A adroioistragio pode alugar um ou man carros nos
trens ordinarios de passageiros sem prejuizo do servigo da estrada
de ferro, mediante o abatimento de 25 por cento sjhr- o prego das
respectiva" loiaces quaodo este fr pelo menos de 20000
Art 11. E'expressameote prohibido a qualquer passageiro :
I. Viajar em carro- de classe superior a' que designar o seu
bilhei salvo se previamente bouver pago a differenga da passagem
ao conductor ;
II. Passar da um carro para outro estando o trem em movi-
mente -,
III. Viajar as varaBdas dos carros ou debrugar-se para
fra ;
IV. Viajar nos carros de 1' e 2' classe estando descaigo;
V. Entrar ou sabir dos carros com o trem era movimento;
VI. Entrar ou sabir por outro lugar que nao seja a plataforma
da eslago e porta para este fim designada ;
Vil. Foraar Das salas da espera de 1* e 2* classe emquanlo
ah permanecern) senhoras.
Art. 15. A' entrada dos trens interdicta :
I. A's pessoas-embnagadas ou indecentemente vestidas;
II. Aos portadores de armas carregadas, materias inflamma-
veis, ou orelos, cojo odor possa encommodar aos passageiros.
Art i6. Nioguem pode transportar comsigo nos trens mais
de cma arma de fogo, a qual deve ser aprsenla Ja ao ebefe da
estaglo para verificar se sa acha descarregada.
E>la dlspo>igio nlo comprebende os agentes da furga publica,
que viajarem em servigo do governo acompaobaudo presos ou re-
crutas.
Art. 17. U paisageiro que infringir as presentes instrneges
e depols oe advertido pelos empregados da estrada de ferro, per-
sistir na infracglo, sera' posto fra da estagSo, restituindo-se-lhe o
valor do bilhete, qoe bonver cumprado, te nj liver comegado a
viagem. Se a nTraocgo fr commetilda duraate a viagem, o pas-
sagelro iocorr ra' aa malta de 2('3 a 50JO0O, e no caso de recu-
sar-se a paga-la, ou se, depois desta satisfeita, nao corrigir-se, o
conductor o entregara' ao chefe da estaglo principal mais prxi-
ma, para remetl-lo a' autoridade policial, a qual proceder' como
fr de direito.
Bagagpns.
Art. 18. Cs passageiros podem transportar gratuitamente, e
sob sua uuica responsabihdade, um valuma de bagagem, cajo peso
nao exceda de 15 kilogrammas e possa ser collocado por baixo de
seu lugar, sem incouomodar os demais viajantes.
Esta coneessao alo se esteode aos objectos preciosos.
Os menores que pagarem meia passagem nlo tero direito ao
transporte gratuito de bagagem.
A bagagem, de que trata o presente artigo, comprehende
simplesuoeole os objectos de uso ordinario, taes como roopa, artl-
goa de toilette, etc., ou cbjectos, que devam servir dorante o tra-
jelo.
Art. 19. Toda a bagagem que nao se acbar as condiges do
artigo precedente, deve ser registrada, e sera' trasportada de con-
formidade com laiifa n. 1, para o que sera' entregue no escrip-
; riu respectivo, palo menos, 20 minutos antes da partida do trem
qae tiver de conduzila.
Art. 20. Os volumes de bagagem aposentados para seren
traasportados pelos trens de passageiros, poderSo ser recusados,
d:sde que seu peso exceder de 100 kilogrammas, ou o sea volume
de 2 metros cbicos.
Art. 21. A bagagem registrada deve ser retirada no da de
sua chegada a' estacao destioataria. A qae nao fr reclamada n'a,
quelle dia ficara' na e.-tagijo por conta e risco de onem lertencer-
pagando de armazeoag^m 10J rs. p>r da e por 10 kilogrammas,
ou fraccao de 10 kilogrammas.
A bigagem, qu-, a pedido cu por oegligencia do expeditor,
deixar de ser registrada no da de sua entrega na estag, fica su-
jeila a's n esmas condicSes de armazenagem.
Art. 22. Em caso de perda, ou damno *e no oo mafs vola-
mes de bagagem, o passageiro lem o direito de reclamar da admi-
/aneUo
7
de / em c/tan.
nistragao a somma cjrrespondente ao peso dosohect s perrillos on
damoifleados na razo de 5^000 p?r 10 kilogrammas ou [racc&o
de 10 kilogrammas.
Se a indemoisagio tiver logar por damno ou avarla, e oa ra-
zio da somma fizada no presente artigo, a bagagem Acara' perten-
cendo a* companhia.
Esta dlsposicu nao se eoteode com os objectos preciosos, ca-
jos valores forem declarados, ou com os volumes, cojo contedo
fr coDbecido, os quaes sero pagos, aqaelles pelos respectivos va-
lores, e estes por arbitrameato feito de accordo com as leis em
vigor.
TARIFA N. 1.
Art. 23. A taa n. 1 comprebeade os objectos, qne nao
excederem da 100 kilogrammas, de peso oa de 2 metros cbicos
de volume, e qae devam ser transportados pelos trens de passa-
geiros.
Art. 24. As mercadera.' expedidas pela tarifa n. 1 pagam
por unidade de 10 kilogrammas, de conformidade com o quadro
aonexo E.
Art. 23. As mereadorlas expedidas pelas eoadigdes d< tarifa
n. 1 devam ser entregues do escriptorio do registro, pelo meos,
20 minutos antes da partida do trem, qae tiver de coDduil-las.
Art. 26. Us objectos de um peso, ou volume superior ao 0'
xado pela tarifa n. i, podem ser Igualmente transportados pelos
trens de passageiros, em virtude de requtsigio dos expeditores e
pelas condiges da mesma tarifa, com tanto qoe nao prejodiquem
a expedigio de outras mercaderas de preferencia, nem relardem
a marcha dos ditos trens.
Art. 27. As mercaderas expedidas pelas condigSes da tarifa
n. 1, que nao forem retiradas no dia de soa chegada a' estaglo
de seu destiao, fkara sojeilas ao disposto do art. 21.
Art. 28. As mercaduras expedidas pelas coodigoes da tarifa
n. 1, qoe forem extraviadas ou darooificadas, ficam sujeitas a's
dlsposlges do arf. 22.
Art 29. Os fret-s dos cbjectos exped'ds pelas eondigdes da
tarifa n. I, slo pagos noacu. da iuscripcao.
TARIFA N. 2.
Art. 30. A tarifa n. 2 comprebeode os objectos elassifleados
no quadro annexo A e semelhante?, que serlo transportados nos
trens de mercadorias.
Art. 31. As mercadorias transportadas pelas condiges da
tarifa n. 2, se dividem em quatro classes e seus fretes sao cobra-
dos por nnil.t es v 10 kilogrammas, de cooformidade com os
quadros annexos F, G, H, I.
Art. 32. Toda a expedigio de productos agrcolas do paiz,
com excepglo do algudo, fcila pelas condiges da lana n. 2, 3.'
classe, se eff- ctuar.i mediante um abalimento de 20 por cento
sobre o respectivo frete, sempre que seo peso comprebender 3,000
kilogrammas, ou mais. O fitte das demais mercadorias da refe-
rida tarifa, qaalqaer qae seja sua classe, terao igual abatimanto
quaodo o peso da expedicao for da 10,000 kilogrammas, ou mais.
Art. 33. Os objectos da 1.* classe da tarifa n. 2, que requl-
sigao dos respectivos expeditores forem enviados no* treus de
passageiros e pelas condiges da tarifa n. 1, pgam 50 por cento
mais sobre os pregos desta tarifa.
Art. 34. Os objectos, cuj i transporte se eff-ctaar pelas con-
diges da 'a^ifi o. 2, polem ficar l Aomt.de da oa estaglo da
capital e 36 as Jo Iuterior. Fin Jo qae seja este prazo, s perma-
necero rus irnmens das estagas por conta e risco de quem per-
teneer, e pigaodi a seguate anoizenigem por nnidade ou fraegao
de 10 ktUjrammas e por dia.
Pelos priraeiros 30 das 50 res
De 31 90 100 .
Art. 3o. So nmj raesma expedigio pela tarifa n. 2 cootiver
mercilorias de diversas classes, que ni> prefagam cada urna de
per si a anidad-; de 10 kilogrammas, o frete total sera cobrado
pela tacha da classe mais elevada.
Art. 36. As expelig.s de objectos da 4.* classe da tarifa n.
2, qoe reclamaren o empn-go da um ou mais WJg8?s, se effactua-
rao pelas eoBdtfSes da tarifi n. 3, 2.' classe.
Art. 37. Os perd,gaos*, pitos, marreco, gallrahas, pavas,
araras, papagaios e qaae-quT outras aves d imasticas ou silves-
tres ; gat^-s, leiifo, pircos da laa, coelhos, raicaco, kigados,
pacas, tati'H, cotiw, quatis etc., e quaesquer ootros aaimaen gfe-
quenos s s-ro tran-pirnd s e-unlo acondicionad >s dentro^
gaiolas, eestos, capoeins, barricas oa caixes fechados; e pagarab
pela tarifa o. 1 se forem ex-poJidos pelos irens de pas-ageirus ; e
pela 2.' classe da tarifa n. i, se o forem pelos trens de merca-
dorias.
A corapiihia nao responde por expedigas desta natureza.
Art. 38. Os animaes ferotos s sio transportados nos irens de
mercadorias, oa especiies, e acondicinalos em fortes caixo s, ou
gaiolas de forro ou madeira, e pagam pela l. classe da tarifj n. 2.
A companhia oo responde por estas expediges.
Art. 39. As mercaduras transportadas pelas condiges da ta-
rifa n. 2 pagam o respectivo (rete no acto da mscripgao, salvo as
da 3.' classe desta mesma tarifa, despachadas do interior para a
capital, qua podem ser pigas na estago da procedencia ou desti-
nalaria vuntade do expeditor.
TA'tiFA i. 3.
Art. 40. A tarifa o. 3 comprehende as mercadorias clasifica-
das no quadro annexo A e samelhaotes, que serlo t ansportadas
pelos trens de mercadorias.
Art. 41. As mercaduras transportidas pela Urifj n. 3 se di-
vida) em duas classes e *eus fretes sao cobrados por touelada m-
trica k 1,000 kilogrammas) de caformidalo com os quadros an-
nexos ) e K.
Art. 42. As mercadorias cujo transporta se efectuar pela ta-
rifa o. 3 podem Hcar 21 horas de da na estaglo da capital i 48
horas Das d; interior; Iludas as quaes pagarlo 2Q0 res por 1.000
kilogrammas, ou fraegSo da 1,000 kilourammas e por dia de
demora.
A admraistrag3o em taes casos nao responde por extravies oa
daos.
Art. 43. Se urna mesma exjediglo da tirif* a. 3 cootiver
mercaduras de diversas classus, que oo prefagam cada urna da
par si 1,000 kilogrammas, o ireta total ser cobrado pela laxa da
classe mais elevada.
Art. ii. a carga e descarga dos objectos transportados pelas
eondigas da tarifa n. 3 sero feitis as estag5es do Interior pehs
expeditores cu destinatarios.
Art. 45. A administr.-.e3) peder fazer o servigo de que Irata
o artigo antecedente no caso de negligencia dos expeditores oa
destinatario', on por convenio, cobrando alm do frete 2JK.0O por
carga de waglo e 1000 por descarga.
Art 4b\ Os earros de passeio, os fnebres e as carrejas, pa-
gara o frete tital dos wag-'s, que occupareui na razio de 5,1)00 ti-
logrammas por yrigko, cobrsfilo-si o daqaelles pela 1" classe e o
destes pela 2 classe da tarifa n. 3.
E-tes pregos coraprehendem a carga e descarga na eslago da
capital; as do interior aquella servigo sera' feito pelos agentes dos
expeditores oo dostiaat^rios, ou as condiges do arL 45.
A. 47. Os expeditor-s do> carros e earrogas, devem apresen-
talas na estago da procedencia, pelo men ,s meia hora antes da
partida do trem pelo qual desejam fazer a remessa.
Art. 48 O; vehculos transportados nao podem conter baga-
gens ou qaaesqaer outros objectos alera do> que Ibes perteorerem.
Art. 40. A-' 'ex?ied:g5--'3 felas pela tarifa o. 3, que comprehen-
derem doas oa mais wages (fO.OO) kilogrammas oa mais} tem
am abattuieato de 20 por cento.
As mercadorias da 2* clas-e da mesma tarifa, qoe occaparem
mafs de cinco wiges. podem ter um abatlmeoto ai 30 por cento
sobre o frea ois Wasas que excederem este numero.
Art. 50. Cora exeepgo d >s objetos de prlraeira classe trans-
portados do Interior para a capital, cajo frete pago na estafco de
procedencia, oa destloatarla, vontade do expeditor, os demiis
fretes da tarifa d. 3 sio pagos no acto da ioscrlpco.
TARIFA N. 4.
Art. 51. A (arlfi n. 4 regula o transporte de animaes, por ca-
neca, pelos preg-s esiabalecidjs nos quadros annexo ,. M. N.
Art 52. Os eavallos, ou burros de sella, oa de carro, e os caes
podem ser eondutldos nos irens de passageiros, com tanto qae o
sea numero nao exceda a lotacao dos vagons dos masraos trens,
para este fim destinados. As expediges qae excederem aquella lo-
tago s se effectaarao em trens especiaes ou da mereadorlas.
Art 53. Os eavallos com caogalbas, bois, porcos, cabras, ear-
neiros etc., sao transportados em trens de mercadorias oa espe-
ciaes.
Art 54. Os animaes qae tiverem de ser expedidos, devem ser
apreseatados na estacao pelo menos 20 minnfos anet da partida do
trem, que deve transporta-I os, se fr de passageiros ; e meia hora
se fr de mereadorlas.
Ari. 55. O expeditor, qoe desejar effectuar o transporte de
grande nomero de animaes, deve prevlnir a adralnistragSo com an-
tecedencia de 24 horas.
Art. 56. As expediges de animaes feitas pelas condiges da
tarifa o. 4, qae comprebenderem dez, ou mais mages, terao o abat-
ment de 20 por cento sobre os pregos desta tarifa; e urna passagem
gratuita de ida e volta nos carros de 3* classe ser concedida a am
dos conductores dos animaes: e em taes casos a presenga desle
ser exigida.
Art 57. A companhia smente se responsabilisa pelos dai-
nos, oa perdas, no transporte de animaes, provando se qae por
colpa de seus empregados foram elles extraviados, demorados mais
tempo do que o necessario, maltratados durante a viagem cu exce-
dida a lolagao dos respectivos carros ; e anda assim nao obrigs-
da i iodemnisagio superior a' abaixo fixada :
Por burros, eavallos, jumentos e semelhantes. 1004 cada um.
Por-fots, vaccas vitelos................... 508
Por bezerros, cabras, carnetros e porcos.... t0
Por avesexinimaes pequeos................ t
A companhia responsabilisa-se entretanto pelos valores decla-
rados dos animaes e uos caso; cima expostos mediante o paga-
mento de 1 por cento ad valorem alm do frete.
Arl. 38. Os animaes, que oio forem retirad.-.s logo depois da
sua chegada a estaglo destinatarla, sio remeltidus por conta e ris-
co de quem pertencer para algama cocheira oa deposito de ani-
maes, correado a desprea, que fierem, por conta de seus respec-
tivos donos,
Arl. 59. Os fretes dos animaes sio pagos no acto da ins-
cripgao.
DBPoSIClSS GERAES.
Art. 0. Os objectos expelidos pelas tarifas ns. 2 e 3 podem
ser despachados a' todas as horas do expediente da; estagas.
Art. 61. No calculo dos fretes as fraeg^s de kilmetro e de
10 kilogrammas pagarlo por unidades intoiras; as de looelad.t
mtrica (1,000 akilogrammas) se excederem Je meia serio contadas
por unidade ; e por meta umdaie se forem inferiores a acuelle li-
mite.
Na importancia total do frete de ura despacho as f;aeges me-
nores de 20 res serio contadas como vmte res.
Art. 62. As mercadorias, qne nlo poderem ser misturadas
com outras sem que as damnifiquam, s serio transportadas pelo
frete de um waglo fS.OOO kilogrammas.)
Art. 63. A admfnistragao nlo responde pela; avarias Inheren-
tes a* natureza das mercadorias, taes como a deterior^glo de fru-
tas etc., diminuigao ordinaria de peso, combastio espontanea, ef-
fervescancia, evaporagio on esgoto de lquidos, tic. Nao respou-
savel igualmente por avarias de outra natnreza, desde que oio fo-
rem aatentlcadas pelo efiefe da estaglo antes da entrega dos objec-
tos, e nao bonver nos involucros estrago conhecido, precedente de
negligencia de seus Art 64.'Desde qne am expeditor necessitar de ura wagao
para a carga completa de sua mercadoria, dava requisita-lo com
antecedencia de 24 horas, e de 48 se o pedido fr de dous on mais
wagas. O expeditor fica sugeito a urna molla de 55000 por
wagio se a mercadoria ni) fr remanida a' estaglo no dia con-
vencfonado. A importancia desta multa deportada no acto da
requisigio ; e a administrlo, oo dia iramediat: ao fizado para a
expedigo, podara' dispr dos wa^s. O chefe da estagio deve
prevenir com antecedencia o expeditor do da e hora em que os
wagis estaro a' su\ disposigio. as estagas intermedias os
wagas sao carregados pelos trabalhadores do expeditor dentro do
praso, que Iha fr flx lo ; e naste caso fica aquella sugeito a's dis-
posiges d o art. 45.
Art. 65. Nenhura expeditor de ura oa mais wagas de merca-
dorias pode exceder sob qualquer pretexto lotagao dos masraos
wagas. O expeditor respoosavel por qualquer avaria causada
nos vehculos d e.-trada de farro pelos seas agentes na carga, ou
descarga das mercadorias.
Art. 66. Nis -stages laterraedias as marcadorias s sao re-
cebidas para serern transportadas os trens que alli pararem. Os
das e as horas das passagens dos irens sao aflkadas as d'tas
estagas.
Art 67. A administragio nlo se obriga a tran.-p>riar objectos
d; ara peso superior a' 1,000 kilogrammas oa qua etijam a eoa-
servajio da um >u mais wigas sobre a liaba principal uos estacos
onde nao hoavar liaba de desvio.
Art. 68. O traoporw de objectos, qua reclamaren! o eraprego
de am material esaecial, nao obrigatono.
Art. 69. O traasporia da malarias inflimmaveis, tas como
phosphoros, lquidos aloooUcos, agua-raz, vitriolo, essencias e ou-
tras substancias perigosas, ou de volume, cujo involucro possa oe-
casionar incendio, nao pode ter logar pelos trens :e passageiros.
Estes objectos devem ser acondicionados em barris, ou caix^s de
madeira,competentemente fechados e sao expedidos pelos trans de
mercadorias.
Art 70. A p>lvora e ooiras substancias de granda perigi s
podem sar transprtalas acondicinalas era dupl involucros de
madeira ou caixas de cobre devidamente fachadas por conta do go-
verno, ou quaodo torea desliaadas a's obras da estradas de farro.
Ari. 71. Era relagr.o ao volume a carga dos wigSas abarlos
nao pia exceder as segrales dimeosas.
Largura 2 5'J
Altura cima do nivel dos trilhos 3 metros.
Arl. 72. O ebefa da estago deve dar aviso ao destinatario da
chegada da mercadoria e do tempo qae pode ficar nos armazens
da companhia sem reiribaigio algama sempre q'ie este residir na
capital, oa as proximidades das estagas do iotenor, e quaodo sen
. nome e domicilio se acharem inscriptos oas guias. Se, porm,
morarem a' distancia podera' faze lo se algara dos interesad,s o
exigir, depois da satisfeita a taxa de 503 res por kilmetro oa frac-
gao de kilmetro.
Art. 73: Os saceos vazios, ancoras, barricas e outros involu-
cros, que tenbam servido e sejam destinados ao transporta pela es-
trada de ferro de gneros prodaidos no paiz, o que em caso de
duvida sera* at'.estado pelo chafe da estago, sio coodozidos gra-
tuitamente sem responsabilidade da administragio. E-te? anigos
quaodo demorados as estage; ficam sogtitos as condiges do
art. 34.
A.t 74. Toda anscripgo de mercadorias, bagagens, dindeiro,
jolas, aoimaes e cascos vatios de que tnta o art. 73, falta me-
diante ura conbeeia&ento dada ao expeditor e qoie negreo oo acto
da eotrega dos objecus. Urna laxa de 40 res perceblda pelo
contoecimeoto de Inscrlpeao. No caso de parda do coutiacimento
0 recebedor depois de justificada a -ui ideotidade poda passar am
recibo, em vist do qaal loe sera' entregue a mercadoria, oa volu-
me registrado.
Arl. 75. As mercadorias de qualquer oatareza remettidas para
as estages, aflm de serera expedidas pelos irens i*e carga, e qae
nao forera despachadas dentro de 12 horas de dia na -tago da
capital e 24Aoras as do interior, ficam sugeilas a' armazeoagem
de eonformidada com a tarifa por qae nverem da ser despachadas
(arts. 34 e 42).
A administragio nao responda por estas mercadorias antas de
serem despaebadas.
Art 76. Os objectos que oo fim de noventa dias nao forem reti-
rados das estagas ou armazens da estrada de ferro, sio veadidos
pela admlolstragio em hasta publica por coota e risco de quera
pefieeeem para pagamento das despezas ajque esli vefra sugeitos
recolbendo-se qualquer excedenta ao deposito r ublico.
Arl. 77. Na cobranga da armazenagem de mercadorias nao sio
contados os dias de chegada, eotrega oa despacho.
Arl. 78. Os objectos qae oio se acharem suBScieotemente acon-
dicionados, e que oo tiverem um lodereeo oa maros istelgivel
podem ser recasados, on transportados sem respoosabilidade da
companhia, fazeodo-se esta declarag> aos respectivos conbeei-
mentos.
Art. 79. A administragio tem o direito de abrir os volumes
todas as vezes que sospeitar qoe se faz orna falsa declaraglo de
seu contedo. Em taes casos cobrarse ha o frete duplo dos objec-
tos nao manifestados. Se, porm, esses objectos forem dos men-
cionados nos arts. 69 e 70, o expeditor fica sugeito a' mtiltn de 1O0J
200*000.
Art 80. A administragio pode as estages do Interior faver
adiaolamentos de dinheiro sobre os gen-ros destinados ao trans-
porte da estrada de ferro, medanla 1 por cento sobre a somma
adiantada, e com tanto que o valor da mercadoria exceda, pelo
meaos, o duplo da mesma somma.
Arl. 81. As mercadorias sojeltas a se deterlorarem, pagam o
seu frete, qualquer jue seja a tarifa por que forem transportadas,
sempre no acta da inscrlpgo.
Art. 82. Quando as mercadorias forera recusadas pelo desti-
natario, oa quaodo este for descoohecido, os anigos sujeitos se
deleriorarem, podem ser vendidos no fim de 8 dias, por conta o
risco de quem pertencer, proeed;ndo-se de conformidade como
final do ni 76.
Art 83. Todo o transporta qae necessitar de um ou mais wa-
gas, paga o frete total dos que forem empregados na razio de
cinco toneladas mtricas (5,000 kilogrammas) por wagie, teodo se
em vista as redutges inherentes a classe das mercadorias e nu-
mero de wagas.
Art 8i. 0> expeditores devem declara- se as sais mercado-
rias sio frageis, ou se devem ser preservadas da bomidada : em
falta do que a companhia nao responde por avarias desta es-
pecie.
Art 85". Os objectos preciosos, taes como joias, dinheiro, on-
ro, etc., s sio transportados pelos treus de passageiros, e pagam,
alera de 50 por cento sobre os pregos da lana n. 1, mais !/! por
cento advalorem. Neste caso a aimini-tragao respoosavel palos
valores declarados.
Art. 80. Sa a remessa de bagagem ou mercadorias se compu-
zer de varios volumes, o frete ser cornado por um s cora o paso
de todos osontros. Esta conce-sao s ter 'aar se os volames
se acharem reunidos, debaixodo n*me de um s destinatario.
Art. 87. Nenhura de-pacho se effectuari' por menos de 3JO
rs., para um:. distancia de 1 a 607; kilmetros em diante, incluida a nscripglo.
Arl. 88. A responsabilidade Ja companhia s cessa cora a
entrega dos objectos aos destinatarios on seos delegados, salvos os
casos especificados as presentes inslrucges, epara os quaes esta
responsabilidade esta' definida.
Arl. 89. Era caso da peria oa damno da mercadoria (salvos
os casos do art, 63) a adrainlstragao respoosavel nicamente pe-
lo valor real e immediaio dos volme: extraviados, e nlo pelos lu
cros, qua de sua entrega erara esperados; e arad, assim s quan-
do na forma deste regulamento e leis era vigor, tiver o expedita
direito a e-sa garanta.
' Art 93. Toda a reclamagio lando por oojpcto uraa lacha in-
devidamente percebida, parda ou avaria. deve .-.tr Immediatamente
dirigida ao chefa da eslago. Da decisao do dito chefe podera" o
reclamante dentro do prazo de tres dias, appellar para a adminis-
tragio, findo o qual oio podera' ser att-ndido.
Arl. 91. As malas do correio e seus conductores serio trans-
portados gratuitamente e bera assim os dinheiros do thesouro na-
cional ou provincial, por conta e risco du governo.
Sio tambera transportadas gratuitamente as irraas da cari
dada e dous pas-ageiros a' servigo do governo e 130 kilogrammas
da bagagem ou da carga, em cada trem. O que demais acrese-r
nos irn'portes por conta do go?eroo, tera' o abatimauto de 20
por cento sobre a tarifa ordnarin.
Os presos e tropa sio transportados com o abatimanto de 50
por cento sobre a referida tarifa.
Art. 92. Sob a requisigio de qualquer pes-oi a adminlstracao
pode sera prejuizo do servigo da estrada de ferro, expedir trens es-
peciis de passageiros, morcadorias ou animaes, mediante as se-
guintes condiges:
I. A tacha dos trens de passageiros ser de ?5 rs. por kilme-
tro ou fraegao de kilmetro, qua tenham da percorrer, rebocando
a locomotiva, um s carro de 1* classe cora o competente carro de
fre os. Os demais carros que compozarpm o trem, serio pagos
contorne suas respectivas lotig-s, cora o abatiareoto de 25
por cenia.
EsU tacha sera' elevada a 30 por tviifo mais se os referidos
treos tiverem de ser expedidos depois das 6 horas da larde.
A bagagem transportada nos tras especiaes da passageiros, e
que nao se acbar as coaligas do arl. 18, pagar*' o seo frele pe-
la tarifa n. 1.
II. Os irens especiaes da mercadorias e aniones, alera do fre-
a dos wigas, que sera' cbralo conforma alacha da tarifa respec-
tiva e cora o abalimento a que tiver direito (arts. 32, 49 e 56),
pagara. 25000 por kilmetro ou fraegao !e kilmetro, que t.-nbam
da percorrer.
III. Os irens especiaes na sua volta para as offleinas ou dep-
sitos, podem ser alagados cora o abatiraot> da 30 por cento sobre
todos os pregos cima estipulados para qualquer estaglo, que nao
seja alera das raesraas offlcios ou depsitos.
. IV*. A d,>mora dos trens especiaes as estagas contada a
mo da 10X01 rcis por hora, ou fraccio de hora superior a 15
minufos. m
Nen'iiira trem" especial expedido por menns de 305000
qoarqoer que sej a distancia que tentu de percorrer.
Art. 93. A irapjrtancia d >s (retas dos treos e carros espe-
ciaes p?i.'i ao ido da requisigio.
A administragio nao restltue a importanca^estes transpor-
tes quaodo nao se eff-ictuarem por vontade ou negligencia dos que
os tiverem requisitado.
Art. 9i. Os cadveres s sao transportados (ca wagons cober-
tos pelo prego da lotagio dos carros de 3* classe com o abatlmeo-
to de 25 0|0. (Arf. 13.)
Art. 95. A Administragio pode formar trens de excorsao para
o transporte da passageiros, pagando estes em taes casos a imor-o
lancia de ama viagem de ida, que Ibes di direito a ida e vld
nos ditos trens.
Art. 96. A administragio pode traosp rtar por convenio as
mercadorias, que nao se acharem incluidas na classiflcagao an-
nexo, ou que nao forera da natureza seratlhauta, devendo classlfi-
ca las logo depois, oovlodo para Isla o engenheiro fiscal do go
veroc.
Art. 97. A admioistragio poder deter os volames perteneeo-
tas as^xpedigas, que por falsas declarag-s estiverem sujeitos
as multas impostas por este regulamento. Se oo praso de 15
das nio forem pagas as multas davidas, a administragio proce-
der' a* venda dos objectos dolidos, de conformidade com o
art 76.
Ss o producto da venda nao for sufflciente para o pagamento
das referidas multas a administragio cobrara' o restante execoli- .
vamente.
Art 98. Os empregados da estrada da farro devem ministrar
aos exi editores todas as oiormagis necesarias para a aleluyen-
ca e cumprimanto das presentes instrucQes.
Art 99. Os agaotes da estrada de farro nio podem exigir ou-
tros fretes, ou reiribuigas da qualquer ostureza, que nao se
acbem espaclcados ueste regaUmento e de accordd com as tari-
fas anoexas.


^nua
.
i


G. O. MA.NN,
SITERINTBNDEXTE.
> -
'!"

-

la
Communicados
Negocios das Alagas
O Jornal do Recife, depositando inteira confianca
no immundo orgao do execraudo partido progre-
sista das Alsgas, em osen numero de boje, da'
urna Delicia falsa. Fallaodo sobre o resollado da
eleigio provincial no segoodo Oistricto, declina os
nomes de alguos individuos qae nao tiveram a
honra de ser eleitos. A legitima cmara apura,
dora (composta do respectivo presidente e dos ve-
readores numerarios), conhccendo perfeitamente |
das anthenticas que Iba foram apreseDtaoas, vio ,
obrlgada a conceder glorioso rriumpho ao doos
noicos partidos de oplnllo qoe ha oa provincia
(c,servidor e liberal). Smente doos progressis-
las, os Srs. Dr. Eutyrhio C. de C. Gama e major
.' -.arias C de C. Gama, cbnv-ram diplomas qoe,
em tempo competente, serao validados. Estamos
certos.e plenamente convencidos qae s temario
assento na assembla provincial, incidentes imprevistos e incoocebiveis pela razio
bamaaa, pro?arem a legitlmldade dassuas eleiges.
i Felizmente a provincia nao esta' sob a ir ra- roca
j nefasta da immoral administragio do Sr. Ak-ncas-.
tre. A pr.ca da corrupgio e o tempo ra'baixeza
e da vaoia, perdem-se em a cuite teoebro'a do
pasado I O Sr. Dr. Moreira de Barros, actoal pre-
sdeme, iocaosavel defensor das publicas liberda-
de-, calcando aos ps os replis nejemos qae pretea
deram ferilo nu eoragio,empregoo esforgos deses
perados para firmar o imperio da jostlga, e, con-
servando, de am lado, a le, e, do ontro,a couscien-
cla do dever, tem sabido mostrar qne nio costoma
curvar a sua fronte aos revollantes caprichos de
miseros mandes de aldea I (Juando o'uma pro-
vlocia, a admiuistragc d.ngida por um carcter
elevado, por urna alma oebre, a miseria e o cyois-
t mo nao podem arvorar o seu negro estandarte,
, oo I Fazeod), portaoto, completa Jostlga aos Ala-
goanos e integrldade do bemem honesto o probo
qoe os governa, protestamos solemnemente contra
semelhante noticia, dada pelo Jornal do Recift.
Recife, 27 de no?mbro de 1867.
Publicis a pedido
F. /. de Miranda.
Virgilio Palmeira.
Acabamos de 1er no jornal Correio da Europa
de 28 da outubro prximo findo, urna caria dirigi-
da desta para a cidado de Lisboa ao Um. Sr. A ba-
o Ciuiii.ho, oa qual sea rntr, exaltando os ser
vi i; s prestados por algoos Poilognezes aqu resi-
dente?, ceosora o respectivo governo pelo indiffe-
rentisaio eom qne tem recebidn e deiado sem ga-
lardo tao imporlaoles servlgos cooclalodo por
pedir a oaior pnbleidade para a sna carta e para
os nomes dos seis Portogaezes qne elle jalga mais
dignos de ser ^alardeados.
Mas quaes ti esses lio preconinad" s sei vicos ?
E' o que cuidadosamente devena Indagar o Mu.
Sr. AlbsD > Couiinho, antes de f^ter publicar a cr-
ter qoe nos impSe a le de Cbrlsto e o amor da pa mitavel valor derfammmsen sangua pelas glorias
tria, e este duplo dever sendo como iooato do |a dpatria.
eoragio de todos os Portoguezes, prodoz os seus Seis slp os nomes qae o mlssivista menciona e
salutares effeitos, sem que seja necessarios
eeolivo de vaidosas recompensas.
o 111-
Aoodagao esosteotago dos doasestabelecimeo-
tos portogaezes, gabinete c bcspltal ? Mas Isto
anda o froto da candada christia e do verdadeiro
amor da patria ; todos os que coocorrem
susteotagao destes estabelecimeotos bem
o Illm. Sr Albaoo Coatiobo publica e em abooo da
verdade devemos dizer, qae alaos delles perteo-
cem a cldados portogoeze3 aloda mais respeitavels
por snas virtudes cvicas do qne por suas elevadas
posig5es corarrerclaes; elles esto sempre premp-
tos a desembolsar e a promover subscripges por
para a entre os seas concitadlos a bem das cousas ds pa-
como a- tria ; mas per coobecermos o nobre carcter des-
ta a qae nos referan s ; antes de dirigir censuras pensar do missivlsia e no do Ira. Sr. Albino Coa-
ao gov, c prriogez, que se as merece mais pe- liobo, deve o governo poriuguez fazer chover tite-
quelles que os admiDistr?m, dao-se por moito bem, tes cavalheiros nlo dovldamos aflfirmar que o fa-
pagos coro os bens que dos roesmos resoltara :' zaiD com o maior desinleresse.
iostrogio e recrelo para uos, abrigo, Consolagio e I M'
disvello de tratamento para outas enfermos pobres r,< entreunt oividam-se os Bornes de outros de
e desvalidos. iguarmento e locluem-se os de alguem que oada
. *] 'r(D 0 e nem capacidade para algama cousa fa-
Eis aqni < s assigoalados srvicos, pelos quaes, no zer de ulll.
Neste num -ro entra provavelmente o nome do
. mis-ivifta, que a sojibra los oulres quer ver se'nbo roaicircumspecgi oestes negocios e ao go-
la facilidade coro qo tem concedido disllncgoes los e cendecoragoes sobre a colonia portuguesa du peg^.m as bizas. E' sempre assim, os que poucooo verno portuguex, que nao atienda aos escriptos de
Bonurifiicas a signos Portugoezes de Pernambnco i Pernarobuco I \Ok temporm oh mores I N*ontrss oaiia fazem, sao os que alardeam servigos se dous ou tres tolos pretenciosos, qua alardeando ser-
sem Ululo alguno de benemerencia. eras sabia de Lisboa para a India om governadur julgam cono dirello as recompensas. '
Algnas sub-crlpges para aeudlr 2s vitiraas levando tres hbitos de Consto para retribuir s> Proceda o Illm. Sr. Albaoo Coatiobo a orna mi- .
da forae e da peste no reino e as ilbas T Has is-, aqaelles que mais se desiieguissem d'entre os mni- noiosa Indagago e cenhecer qae dizemo's a ver- bomas de pessoas resucita veis.
> lo nao mais do qoe o compiioteoto de duplo de- j los Porloguezes qas em ttrras loogioqaas com ioi-'dade. I Certiflcamos-lhs?, qae maioria do? Porlogoe
Procure o governo portugnez iurormar se por
seus agentes, antes de qualquer procedtmeato a
respeitu desles negocios, aflm de que nao venba
por abi urna nova edigo de comroeodadres, laes
como, Ragis le Souz-, po- ter fundado em Per-
nambuco um hotpital para Portugueses pobres.
Saina Umbera o illusirssmo seobcr Aloano
Coutinbo que sus pub icages em til sesudo,
produzem o 'tffeito centrarlo do que S. S. dese-
i, se qu desaja a coocurrencia pecuniaria dos
Portugueies aqui residentes a bam das cousas da
patria; e a razio que muitos dos do-sos compa-
triotas, attribnindo e.-.-o .fume de recompensas aos
agentes das subscripces, escusam-sea sobscrever,
porque, com quaoto Ihes sobre patriotismo, repug-
na Ibes o servir de Instrumento para a realisa-
gao de prtt-mgas vsldosas.
CDciurado, pedimos ao Ilim. Sr. Altano Coc-

M
vigos qae auoca prestara, quereru forliori m-
volver seas nomes. que nada significan), eom os


Mario de
bDM Quinta fHra 8 de reabro de 1817.
i:es em Paraarabaso se algara e >os kem
da patria, sampre com o maior desinters**; nw
t'oee, ellei dixeai com o su poeta
< Ka dest gloria s fleo conlate. >
> Que a mioha turra wt, e a miaba gesto.
Aljut Portujuetu.
"
Instruyo publica primaria.
Regiment interno para as escolas publicas
de ostruccao priman* desta provincia,
organisado em virtade do 7o do art. 3o
da lei n. 369 de 14 de maio de 4853, e
approvado pela presidencia da ptovincia.
em 23 de agosto de 1639.
ART. 14.
.i.
as escolas publicas sero feriados, alera dos
comiogos e das santos de suarda, os de festivida-!
declarados pelo govern9, os de carnaval desde se-'
funda al quarta-feira de einza, os qae decorrea)'
de domingo de Ramos a dominico de Paschoa, o da
2 de novembro, K OS QUE VAO DE 8 DE DE-
ZEMBRO A 6 DE JANEIRO.
CGMMERCIO.
PRACA DO RECIFE 27 DE NOVEMBRO
DE 1867.
As3j horas da tarde.
Hootera)
Cambio sobre Portugal143 0/0 90 d/v
Descont de letras9 e 10 0(0 ao anuo.
Algodo I* sorte-8J'500 por arroba.
(iloje)
Cambio sobre Pars avista465 rs. por fr.
Cambio sobre Hamburgo-90 d|v 855 rs. por m. b.
Silvelra,
Presidente.
Macedo,
Secretario.
Eugli
os. ara de 16 e oatro de 8 libras, avaliados em
oOfOOO, por exacngao de Pe-'ro de Araajo Beltrao
contra Manoel Lopes de Ollveira._______________
Santa Casa de Misericordia
do Recife,
A Illma. jonta administrativa da Santa Casa da,
Misericordia do Reeife, na sala de saas sessdes-
pelas 4 horas da tarde do da 28 d > correte, re-
cebe propostas para o fornecimeoto de pao e bola-
chas qae toavetem de consumir no mez de dezera-
bro prximo falaro, os estabelecimeatos pos a sea
cargo, existentes Desta eidade e na de Olinda.
Secretaria da santa casa de misericordia do Re-
cife 21 de novembro de 1867.
O eserivo,
______________Pedro Rodrtgoes de Sooza.
Arrematado
Sabbado 30 do correte.
Depois da audiencia do Illm. Sr. D-. juiz muni-
cipal da segaada vara, vai a' praga da venda por
oxecoeao do bario de BemQea contra Angelo Ro-
rxeiro Pinbeiro, 2 buhares de mogno avahados por
4< OA, com todos os seos pertenees, 1 ecreiaria em
bom estado por 255, 1 mesa grande para jantar
por 20#, 4 guardas-lauga pequeos sendo 2 de ja-
caranda e 2 pintados de pretos por 60J>. 15 cadei-
ras de palmaba em ao estado por 30, 1 sof de
amarello asado por 103, 1 dito pequeo com o en-
cost quebrado por 5#, 1 cooslo de amarello com
tampo de pedra e cora nm grande espelbo asado
por 305, 1 mesa grande de amarello em bom es-
tado por i0, 1 cabide de amamllo para chapeo
por 85, 1 rdoRio de cima de mesa por 135, 19
qnadros por 38.
A arrematago sera' (ella no primetro andar do
sobrado n. 44 da roa larga do Rosarlo, hotel Tro-
vador, depois da referida aadiencia do dia 30.
THEATRO
DE
ih Bank
OF
Rio de Janeiro, Limited
DESCOMA letras da praca de pra/.o cor-
to a 8|0 e de prazo maior a taxa a c nven-
ciooar.
RECEBE dinheiro em conta correte e |
prazo feo.
SACA vista ou prazo sobre as cidades (
priocipaes de Europa tem agencias na Babia,
Buenos-Ayres, Montevideo Newyork, Ne-
va-Orleans e etnitte cartas de crdito para os
DHMMN lugares.
7 Lrgo do Pelourinho 7.
EM LIQIDAQ&0
Novo banco de Femambuco
Os Srs. accionistas podem receber o 3
dividendo (em moeda correte) de 10 o/o do
capital, assim como o 1. de 30 o o, e u 2.
de i o/o, j annunciados.
Novo banco de Per mmbuco
em liquidaco
Os possuidores de notas da emisso do ^
banco queiram quanto aDtes apresental-as
;io troco.
ALFANDEGA.
R-sdimento do da 1 a 26........ 591:136504')
loa a do da 27................ 15:833838

EMFKEZ A -C OIMB R A
BEHBFlCiO DO PONTO
Jos BeroaMioo C. de Barros.
Quinta feira 28 de novembro.
Represeniar-ae-h o uaito applaudido drama
sacro em 4 actos
GABRIEL E LUSBEL
ou
Os milages de S. Antonio.
Dar' Sm ao espectculo a engranada comedia
em 1 acto
Murrer para (er di-
nheiro,
Comegar as 8 horas.
lita de S- Hgtel.
Pata o pane cima saga a o alacho portugnez
Jortaase da primelranaarctJ, para carga e pas-
'agallas trata-se com o nonsjoatario Joo do Be-
fo UraavA-Ku-do Abollo n.-4.
Para a Babia
Hiate Dous Irmaos: a tratar caen Taeso Iraio,
ou Sr. Quintal no trapiche do algodjo.
'fiio Grande do Sol
Segu cora mana brevidide a tarca saclooal
Thereza l, par* o sobredito porto, por ter. parte do
sea carregamento prorapto ; trata-se eom Bailar &
Oliveira, roa do Vigario n. 10.
ceinmi ibasiliir*
DI
Paquetes a vapoi*
Dos portos do norte espera-
do at o di 10 de dezembro o
vapor Preme, rdmmaodaote
o capilo de fragata Sania
Barbara, o anal depois da de
mora do cosame seguir' para
osportos do sol.
Recebem-se desde ja passageros o enga|a-se
carga qae o vapor poder conduzir a qoal devera'
ser embarcada no dia de sua chegada, encommen-
das e diobeiro a (rete at o dia da sabida as 2 ho-
ras. Previne-se aos Srs. passgelro qoe soas
passagens s se recebem nesta agencia roa da
Oai n. 57, 1* andar, escriptorio de Antonio Luii
de Oliveira Azevedo 4 C.
GOMPANHIA PERNAMBUCANA~
DI
Navegacdo costeira por vapor.
Macei e escalas, Peoedo e Aractj.
Segu no da 30 do correle as
5 horas da tarde o vapor Polengt,
commaodante Pereira. Recebe
carga at o dia 29 as 2 horas,
encommenda?, diobeiro a frete e
passageirus at as 2 horas do dia da sabida : es-
criptorio no Forle do Matos o 1.__________^^^
Para Lisboa.
Val' sabir com brevidade a barca portuguesa
tirattdao por ter parte da sna carga prorapt i; pa-
ra o restante e passageiros trata se cora Oiivdra
Pilhos Si C, largo do Corpo Santo n. 19 ou com o
caplio na praca.______________
006:9695878
j/vimeolo da alfandega.
Voiuraes entrados com fazenas...
i i i gneros------
Voluntas sabidos com fazendas..
i f gneros....
10
21
------34
103
7
-----17C
Descarregam hoje 28 de novembro
P.iucho liamburguezUarydjversos genero?.
Cilern in!t'Zi Hermione carvo.
Barca inplezaRoyal BrideHan.
Brlpue InglezPara idem.
HEGEBEDORIA OE RENDAS INTERNAS
GERAES.
-=nliroecto 3o dia 1 a 26........ 32:3455603,
loe-cu dodii27................. l:637J3Jo
GRANDE BAILE PARTI-
CULAR
NOS
Salocs do caes do Ramos
NO
Domingo i de dezemDro do corrente anno.
Anuiversano da meraoravel restaura^o da in-
dependencia porlugoeza o proprietario dos ditos
salojs fara* todos os esforgos para festejar este dia
rntno tem feito nos tois aooo, achando-se os sa
lo -s ricamente adornados os quaes estarao a ex-
posico das 3 boras em dianle no domingo.

LISBOA
Acbando-se com a maior parte de sea carrega-
meoio prompt) o hiate portnguoz Ptnsanunto. se-
guir' em p3ucos das para o r i -rido porto:
qoem pretender embarcar a reUo dirjase .a ra
do Vigario n. 10, a Bailar 4 Oliveira. ______
HE J AYEIltO
Pretende seguir com malta brevidade a barca
Despique Ib, tem dons tercos de sen carrega-
ment a bordo para o resto que Ihe falla tratse
com os seus consignatarios Antonio Lniz de. Oli-
vara Az vedo & C. ra da Cruz n. 57.
LEILOES.
LEiL 0
De cerca de 200 caixas curo sabo.
IIOJE
O agjnte Pestaa fara' leilo por coala e ri*co
de qoem periencer de cerca de 200 caitas com
sabo amirxllo ao correr do mariello pira liqui-
dar : boje 28 do corrente pelas 11 hora da raa-
nhca na porta do Anoes.
w.
33:9824910
jiOTOPgHTO DO POBTO
Navio entiado no da 27.
S'.w hampton e porlos intermedios17 dia?, vapor
in(i^'. Seine, de toneladas, commindaute P.
M. Woulcll, equipagem 137, carga diT-rontss
genero*: V Adansou HjWive 4 C
Novio! saludos no inesmo di.
CinalBrigue inglez tltg Uary, capillo Henry
Dvis, carga assucar.
Rio da Pf.ii-Barca portogneja Novo Blizio, ca-
pu i TQird) Augusto L-jpez Silva, carga assu-
car e aun rlente.
Rio Grao la Jo Njrte-Bnguj inglez Rosilie, cip;-
lc. 1. ii w ;ils; em lastro.
LiverpiolBrlgae inglet Qa-en cf Ihe Fleet, c;pi-
tio IJ:!imiu~; carg assucar e algodo.
Arac -:y e portos intermediosHia'.e br sileiro So-
braiense, ci, iti Antonio Gjmes Pe eixa, carga
d.H-euies gneros.
AVISOS MABITIMOS
COMPAA brasileira
DE
PAQUETES A VAPOR
E' esperado dos portos do norte
at o dia 28 de novembro o vapor
Guar, commandanle o primeiro
lente Pedro Hyppolilo Duarte,
o qoal depois da demora do cos-
tume seguir' para os porto3 do sol.
R-oebera-se desda ja passageiros e engaja se a
car-a que o vapor poder conduzir a qual devera'
ser embarcada no dia de sna chegada, encommen-
das e dinheiro a frete at o dia da sabida as 2
horas. Previne-se aos Srs. passageiros que suas
Dassagens s se recebara nesta agencia ra da
Cruz n. 57.
'wna.-mr:^
.DECLAMAS.
Companhia do Beberibe
A directora desta corapanhia faz sciente
aos sentares accionistas, que o caisa desta
comp n'iia ccmmendador Tnomaz de Aq*ii-
no i-\< rceoa; est autorisado a pagar o 39
dividendo de suas acces na propongo de
33C0 cala urna, no seu escriptorio da ra
doVijprio n. 19, das (0 horas da manh
3 da tarde.
Es-'riptorio da companhia, 8 de novem-
bro de 1857.
O secretario
Dr. Prxedes Gomes de Souza Pitange,
Santa Casa da Misericorda
Compauhia aiaericaua e brasileira de
paquetes a v*prr.
At o dia 2 de dezerobro esperado do portos
do sul o vapor americano North America, o qual
depois da demora do costme seguir' para New-
York, locando no Para' e S. Tnomaz para retes e
passagens trata se com os agentes Henry Fotser
& C, ra do Trapiche n. 8.
COMPANHIA BKASILEIUA
DE
Paquetes a vapor
Des portos do sul esperado
at o da. 7 de dezembro o vapor
Cruzeiro io Sul, commandante
Alcoforado, o qual depois da de-
mora do costume segaira' para
os portos do norte.
Desde ja se recebem passageiros e engaja-se a
cargaqneo vapor poder condmir a qoai dever
ser embarcada no da da sna chegada, encomroen-
das e diobeiro a frete at ao 4ia da sua sahida as
2 horas. Previne-se aos Srs. passageiros qne snas
passagens s se recebara nesta agencia ra da
Cruz n. 57, primeiro andar, escriptorio de Anto-
nio Luiz de Oliveira Azevedo & C.
De mae^crava crieola de 17 anuos
de. idade. a qual cese, cosiuha e eu-
gomma.
Sexta feira 29 de novembro :is 11 horas
em ponto.
Por iniervengo do asente Pinto, em seu escrip-
torio ra da Cruz n. 38.
do Recife,
os
Aima. junta administrativa da Santa Casa di
Misericordia do Recife manda fazer 'publico qn
na sal* '.: suas sessoes.no. dia 28 do correte pe-
las 4 i! r\: !; larde tem "de ser arrematadas a
luem mtfc van'.agens offerecer pelo tempo de um
i tres .ranos as rendas dos predios em seguida
declarados:
EstabeleeinentM de car idade.
\\a\ do Padre Floriano.
Casa terrea n. 17. .
Casa tema n. *5......
Ra larga do Rosario.
Terceirc andar do sobrado n. 2i .
Ra da Gloria.
Casa terrea n. 23.......
Patriadme de
Ra do Vigario.
Primeiro .radar do sobrado n. 27 .
Roa do Pilar.
Casa terrea o. 99.......
dem D- OV.........
dem n. 108........
Sitio n. 3 no Forno da Cal. .
As arremtage-' serSo feitas pelo lempo denm
a tres auno-, dt-vendo os licitantes vireru acom-
pnhados de seus fiadores ou manidos de cartas
destes.
Secretaria da Santa Casa da Misericordia do
Recife 21 d m vemhro de 18S7.
O eserivo,
Pedro Rodrigues de Sooza.
No dla~29"do correte, depois da audiencia
do juizo municipal da pnmelra vara, serio vendi-
dos em pnc paWKa' os segolotes objeetos : orna
armar) par ubrroa tm ponto peqaMO, conteodo
doos paos para canteiros de botar pipas, um caixo
pira guardar farioha e o ni balan? eom d^o pe-
186J000
18250U
301*000
1900O
181*000
2if.*Ou)
2010O0
201*000
160*000
DE
Urna casa terrea a roa de Santa Rila Velba n
9, era ch)S proprios, rende !0*.
Urna dila meiaagoa em chaos proprios de por-
ta e janella, sala, quarl", cosinha a selo, na tra-
vesea do Corpo Santo oulr'ora Senzala ou becco
da Lama n. 10, rende 10*.
Ordeir > Simes
competentemente autorisado fara' leilo das casas
terreas cima desc iptas podendo desde ja serera
examinadas por quem pretender, cuj leilo lera'
lugar no dia
Sexta feira 29 do corrente
as 11 horas no largo do Corpo Sant) porta que
foi da Assoclacio Commercial.
tm
AO CORRER DO MARTtLLO.
O agente Pootua! fara' leilj por conta de quem
pertencer do segrale : duzias de cauros de be-
zerro, pellica e raarroquira, relogios de algibeira,
jogos de loto, chapeos de sol de panno cora for-
ro, esprtiloos, ca>aveques de fusio braoco, G-
velas para simo, caixas de sola para chapeos, me-
sas para meio de sala, cadeiras, marqueses, ca-
mas, cadeira pregnigosa, consolos, cornmoda e
muilos ootros objecios.
Sexta-feira 29 do corrente
No seu arraazem a' roa da Cruz n. 62, 1* an-
dar, as 11 boras.
Pregranma da festa de rV^sa Seniora
da Ctacwto do aro do ler.ife.
-No da SI do correle peUs 6 horas da tarih', di-
versas giraodolaw >] fugo do ar anounelarao a po
pnl.igo desta eidale, qae sera basteado o estaB-
darte da exeelsa S'iihora, depois de parcorrer em
prociasio tolemoe, sahiado da casa da jalza a Sxma.
Sra. D. Joaona Mtri.i SiraSfs Barbosa, as roas da
Cadea, Croz, largo eraa da Assoeiagio Comraereial,
Corpo Saoto, Vigario e travessa o Cad^ia acom-
panhada da b>oda marcial do I." batalbo de lo-
raoiari, regida pelo sea maestro qae tocar as me-
Ihores ecas de sea repermrlo ; qae para isso a
coramiso ocarregada da festa convida a todos os
devotos qae qaiierem beorar era acompanhar este
brilhante Squito, qae Dado dar-se-ha comeco as
novenas, sendo aanuncialo pela iseanslo de am
balan, e nos dia* tas Alosmas noviris, a mesma
banda marcia toCa- as pegas qae para isso tem
eseolbido.
Ao meio dia de 7 da dezembro prximo fularo,
grande numero de girndolas de fago do ar aonun
ciara as vesparas do grande dia, qae pelas 6 horas
da tarde tero comego tocando*toas bandas mar-
etas, do 1.* de artilruria e 1.* de iofantaria as me-
Ihores pegas de seu repHrlorio, conclnrado com a
scenso de dons magnficos baf-s.
A madrugis do dia 8, ama salva real Tari lem
brar o anniversario do grande da do dogma da
immacnlada Conccig), tocando antes e depois da
celebrago da mis-a fesada as du.is baodas mw-
ciaes a outras de sociedades particofares qae para
isso obseqalosamenie se prestan).
Eat sudo as 11 horas a festa a grande orchestra
regida pelo maestro o Rvm. padre Primo, orando
no Evaogelho o Rvm. vigario desta freguezia, j
bera conhecido pela sua eloqoencia sagrada, ter-
minando a feta eom nma salva real e ascensao de
um bello balo.
As 4 boras da tarda comegarSo as mesmas ban-
das marclaas exeemarem as novas pegas qne
para isso dem destinado subindo nessa occasio
diversos bal5es.
As 6 horas, outra salva real annnociar en-
trada da ladainha lermioando com a entrega da
bandeira da mesma excelsa Senbora, a Exma. juixa
futura, qneimando-se depois o excedente fogo de
artificio qne para i*so se tem preparado.
Aluga-se
O (ercelro andar de sobrado 4a roa do Amar i m,
n. 37, com grande solio a commodos para familia :
a tratar do armateA do- roesmo.
D. Senhorioba Germana do Espito-Saoto, ten
do abarlo do sea sitio do Arralar roas par reta
Ihar a vontade dos compradores, faz veY a todos
qae as mas tem sesseota palmos como marca a
cmara e qoe lera de fondos 3J0 palmos, e com
diversos arvorados de fraeto, boa ierra e a 1*500
o palmo. Assim como ten tambera boas terrenos
no mesmo Arraiaf, 1*000 o palme, com diversas
arvores de frocto e todas earregada, a com 600
palmos poaco menos de fundo, s nao fieara' pro-
prietario qoem Bao qcnet. __________
Ama.
Precisa-se de orna ato qne saina eozinhar e en-
gomiiur para casa de poaca f.miiia : na roa da
Crez n. 8,1" andar.
ARMAZEM
DO
vAfOR mmu
EUA NOVA 1T, 7.
Acaba do enegar de Pars esta estabelecimen-
to um grande a escolhido sorliraenlo de calgado
dos raelhoies fabricantes .daquella grande praga,
assim eomo grande variedada de qaioquilhirla e'
de bovos brloq edos para crtaogas, cajos artlgos
se achara expostos a escolha e vontade dos com-
pradores, orno sejara alguna qae ptssamos a
mencionar.
Ultima moda
Ricos cbapeosiohos de gosto para sentirs fei-
tos ao capricho de ama grande modista de Pars.
Botinas para senhoras
de setim braoeo, doraque dito, pretas e de outras
diferentes cores eofeiUdas a rigorosa moda.
A eommlssao Dcarr.gada da festa desdeji agr- .JtSSfi. *!*** Cn,DaS
dece a todos os devotos, e pede aos moradores da de mQ,t" W&&* bem sortidas.
roa da Cadaia para illumioarem as frentes de suas
casas, para abrilhantarem a solemnidade do acto
desde o dia das novenas a conelnwo da festa.
Recife 27 da noven.bro de 1867.
Manoel da Canha Res.
Francisco Antonio M. Duro.
Tbomaz F. da Cuaba Jnior.
Taodo fallecido o socio Domingos Duarte de
Moura, a dirpctiria do M ota Po Porluguez em
conf rmidade cora o art. 60 dos estatutos manda
rezar urna nansa pelo eterno repouso daquelle fl
nadosezla feira 29 do correte as 7 horas da ma-
nbaa na igreja de S. Pedro, a para esse acto re-
ligioso convida a familia, urentes a amigos do
fallecido e os socios do M)Qle Po quo p. derem
coran1rece-.
D. Mana Carlota Rodrigues Alves agradece cor-
dialmente as pe acompanhar ao ceraiierio poblico os restos mor-
aos de seu pregad) fil&o Minoel Jo. Rodrigues
Alves e de bovj coovida -os mesraos a mais p-
renles d) fioaJo para assistirem a raissa do sti-
ma dia, que pila alma Jo ma>mo manda rezar na
matriz diCirpjSa:lo as 6 horas da manba do
dia 30.
A irmandadeio SeftDor Bom Jeus da Cruz,
erecta na igreja da Nossa Senhora do Rosario da
freguezia da Boa-vista, previne ao respeitavel pu-
blico que neo P')de fszer a festa do me.-mo Seohur
no dia 24 do correte, t-m eonsequencia de ter a
ir'iMii l .. da me>raa igreja do Rosario de (atar a
sua (esta na inlicado da 2, pelo que pede dos-
culpa, marcando o dia 29 <'o crrenle para a sete-
nlsaco da fes'.a d> mesuao Senhor llora Jess da
Cruz-
Recife 27 de novembro de J867.
O esenvao,
J)^ Pedro de Sant'Anoa.
Precisa-sa de ura rapaz p.ra eaixeiro, prefe-
re-se p^riuguez no pateo do Targo n. 141.
Precisa-se de urna ama para comprar na ra
e cosinhar ; a iratar no becco do Marisco n. 7, 1
andar.
Geometra
O padre Praneisea J-ao de Azevedo, autorisado
peii direcioria da io.-trucgo publica, propoe-se
lecciouar pelis lorias em sua casa no caes do Ra-
mos n. i, a comegar de dezembro, anlhmetica, al-
gebra e geometra lauto aos qne se preparara para
exames da facuidada como aos qu se dedicara a
outres misleres.
Preisa*e ds
zo n. 30.
urna ama : ni patoo do Parai-
O aballo assignado, curador fiscal das mas-
sas fallidas de ^:|va (i Olivoiri e Joaquina Luz
Ribeiro da Silva, constando que alguem^da re-
cbenlo dividas de ditas massas, prolesX proceder
com lodo o rigor da lei cooira quem assim tiver
abasado da boa f dos de ved ares s ditas massas ;
e a estes avisa para que nao papusin debite al-
gn) sob pena de o fazerem outra vez. Recife 27
de novembro de 1867.
Francisco Goedes de Araojo.
COUIPAMHIA
DAS
Messageries Imperiales
No dia 29 de corrente rxez espera-se dos portos
do sal o vapor franca/. Gmenne, corr mandante Ao
bry de la Noe, o qoal depois da demora do cos-
ame seguir' para Bordaos locando em S. Vicen-
te e Lisboa.
Para condig5es fretes e passagens trata-se na
agencia rna do Trapicha n. 9.
DE
1 ka-v,
Navegaco costeira por vapor.
PaTahiba, Natal, Maco, Mossor, Aracatf,
Ceara' e Acarac.
Segoe no dia 30 do
corrente as 5 boras da
lardeo vapor Pirapama,
commandante Torres. Re-
cebe carga at o dia 29
4 2 hc-ns; eracommen-
_. diobeiro a frete e
passageiros al as 2 oras do di> da sabida : es-
criptorio no Forle do Matos n. t..______________
Para o ceara
O palhatote GariftcMi: a iratar com Tasso Ir-
mi.
ue urna escrava de nacao, de idade 28 an-
nos, a qual cosinha e engomma perfeita-
mente, sem vicios e achaques e com urna
cria de am anno.
Sex'a-fYiiv; 29 de aovembro.
Por iniervengo do agente Pinto, as horas,
em seu escriptorio ra da Cruz n. 08.
"LEIL.-%0
Sabbado 30 do corrente.
O agente Pestaa fara' leilo de urna escrav
parda vinda do serta.> do Ico s beodo coser bem e
com perfeiciq, cosinha e engomma pooco vendi-
da por preciso, o leilo sera' feito na foi da Associago Commercial no largo do Corpo
Santo as II boras da manhia do dia cima.
de man-
Antonio Jj-iJaogaives de Azevedo, Carlota Joa-
quina de Azevedo Casta, Fraosisco Moreira da
Costa, muito a-zeadecem as seus amigos o obse
quioquslhe flzeram acompanhar a .na muilo
presada e-poa, m.ai a sogra o cemiterio publico
e de novo Ibes rogam o obseqaio de assistir a mis-
sa do stimo da qu* lera' lu,'ar na igreja do Es
pirilo Sanio sexta feira 29 da corrente mez as 7
horas da inanhaa.
= Um m.'ga habiltalo par-, ser ajudante de
um guarda livros de urna casa commercial, tendo
muito boa letra e escreveodo com orthographia e
I sendo perito em ontabilidade deseja empregar se
i em um escriptorio, se off-reca qualquer garanlia
sobre saa conduca: quom precisar pode se diri-
gir a ra estrella do Rasario n. 10, das 10 horas
daroaahaa as 3 da larda, 1 andar.
De 120 saceos com farioha
di oca
Terca-feira 3 de dezembro.
O agente Pestaa fara' leilo por conta de quem
pertencer de cerca fle 120 saceos com farlnha de
mandioca em am oa mais lotes : ao da 3 de de-
zembro as 11 boras na porta do Anoes.
AVISOS DIVERSOS.
' ni I I ii M il
Pede-se encarecidamente ao Sr. fiscal, que
tenba a bondade de langar suas vistts para oa
entnlbo que a' mais de dez das se acba na frente
de urna casa na ra do Jardim, qae mafto ncom-
moda, atormente quaodo passa' carros, carro-
gas, etc.________________________
Club do Recife*
A partida do mei de Dezembro prximo
vinduuro lera lugar na noile do dia 7 do
mesmo mez.
O Secretario.
_____________Juti'/ttim Leocadio Yuyas.
Precisa-se alugar urna am qoe sWba bem
eozinhar e sirva para ir ts compras : na ra da
Imperairix o. 34, aadir.
Atten<#o.
Rna do Livramento ft. 25
i. 2>
Deposit) de tamancos e calgado nacional da fa-
brica da ra do J ir Jim n. 19, de Jos Vicente Go-
dibo,tantooodepositoemo na fabrica seapromp- [figuras
tara todas as porgues de calgado o mais-barato
pessivel, asta fabrica tem todas as machinas pro
prias para os calgados ja bem acreditados pelo
grande numero de freguezes qne daqui se for-
necem.______________________
Sr. Justino da Silva Cardoso qneira
vir nesta typographia negocio urgente.
-Na praga da Independencia n. 33, loja de
ourives, compra-se onro, prata e pedras preciosas,
e tamben se fax qualquer obra de encommenda e
todo e qualquer concert.
Brincos de onro
de lei a ultima moda dos Campos Elizios e boole-
vards de Pars, para senhoras e meninas.
i,uva de pe 1 lea
do verdaueiro fabricante Jouvio, brancas, pretas e
de outras diffarentes cores.
.eques
am escolhido sorliraeato da leques de diversos
gostos e qualidades.
Perfumarla
fios extractos, baobas, dlos, pos de arroz, agaa
de cologne, agua fl -i Ja e sabonetas.
Espelhos
de dillerentes lamanhos a gastos para salas, gabi-
netes a pequeos toucadoras.
Calxlnhas de costura
da novos modelos ricamente guarnecidas e com
lindas pegas de mnsira.
Delicado prese ate
bolcmhas ecesliahas de seda e da velludo muito
importantes para brago de meninas passeio.
Chapeos de sol de seda
de cores e multo bellos para senhoras e meoioas.
Bonqneis da exposlco
delicados booijuets de flores de porcelana com lin-
dos jarros para mesas da .-alas e santuarios.
Luneras
de ago, tartaruga e (bfalo.
Oculos
de ago, buf lio e de pria dourada.
Ricas bengalas
de canoa verdadeira com casio primorosamente
! trabalbados em raa fin, compradas na ezposigo.
Botinas para homena
grande sortiaeuto bem escolhido em Pars.
Botinas para meninos
i de muilos modebs bem soriidos.
Sapatos de tap?te
de charlle, de tapete avelludados e d [ranga de
Lisboa para horaeos, senhoras e meninos.
Botas ru&slanas
Perneiras.
Mantas de fdtro bonitos padroes.
Chicotes fortes .compridos.
Luvas de fjj da Bscossia.
Cartrlriuhas para dinheiro.
Saceos de tapeta p.-ra viagem.
Malas e bolgas scrlidas.
Ponteirs para charutas e cigarros.
Cliaruteiras e cigarrelras de palha.
Caximb)s de bonitos modelos.
Gravatas pretas e de cores.
Curdas para viulo.
Bengalas para h-meos e meninos.
Meias de fla da Bscossia para hornera.
Venezianas transparentes para janellas.
Quadros pequen >< para retratos.
Objeetos de phaolasia para tolet.
Abridores de luvas.
Tasourinhas delicadas para costura.
Caivetes linos com tasoorfnb.
Finos penies de raarrJra para Urar caspas.
Pares de lindas figuras pepenas de porcelana.
Jarros mni pequeos do porcelaua.
Objeclos de porcelana para botar banha.
Taiheres unos para meninos.
Onjeptos de mgica para divertir familias.
Put'graphias maricas.
Globos de papel para illominago no campo.
G lilas de arauae para passarinlio.
Castinhas de vimes para nv-ninas de escola.
Ceixinhas de msica e reajeijos para meninos.
Velas a gaz para eaodielros a candelabros.
Carrinaos de qaatro rodas para conduzir criaoga
I! i) cjs de massa, de cera a da porcelana.
Bergos e camas eim cortinados para bonecas.
Cabriolis a cavalliDbos de madeira com machi
nismo para menin> s de 3 a 8 anuos mon'.arem
Ricos albnns
da velludo e de marroquim para retratos.
Esterescopos
cora lindas pbotographias transparentes.
Estampas
de figuras, palsagens, cidades e de santos.
Molduras donradas
de diversas larguras para quadros.
Abat-Jour
para eaodielros e lanternas de piaao.
Cosmoramas
grandes e pequeos com 50 ou mais vistas esco-
Ihidas a' vontade, muito plttorescas.
Chicotes para p:iseio
muito finos de balea e cabo de martiin.
Realijos
pequeos, de quatro e seis p:gas de msica.
Aecordl'us
e concertinas, o qae ha de melhor neste genero.
Para presepes
para ornar presepes, casinhas, animaes,
Para passar a festa
Alaga-se urna easi era Aplpao*. eom bastantes
eommodo- para grande familia : a tratar ra, da
Praia a. 53, estabelecimanto.
Alaga sea mais ati|a padaria dos Afogados
o. 66, e a easi da ma do Qoiabo : tratar na roa
das Calgadas n. 49, jauto a' fortaleza das Cioeo-
Pontas.
Para que o juiz de direito da
comarca de Mamanguape
Teja e p ovidencie.
Tendo sido proeessado o bacharel Jos Joaquina
de S e Benevides, perante o muito digoo jaiz de
; direito da comarca de Mamaojuape, pelos eximas
. previstos nos arts. 129 J| l; v 6, e 2 145
do cdigo criminal, e por terem sido esses crimes
commellldns com as circumstaacias aggrifaotes
, do aru 16 H 4\ 6* a 10 do mesmo cdigo, consta-
I nos que esse proceiso fura rtmettido para o bacha-
rel Benevides responder aos Importantes pontos de
aecusago do prazo de quinze dia, oo entretanto,
que ha muilo mai.r prazo decorrido e sem respon-
der I I......
Espero ue o muilo digno juiz de direito nao
I consentir' por mais tempo semelbaote aboso, e
i que active o procsso embira ei offlcio como ,
j para que a lei, que foi clcala a ps pelo baebarel
I Beue.virfes, saja desaggravada sabiamente por .5. S.
O Dr. Benevides esla tranquillo porque conta eom
a proteegao do Ezra. Sr. W. Felisardo,' cobado do
jaiz de direito, potm pode Mear cert o Dr. Btne-
vides qae ea darai pobllcidade qualquer onza
tendente ao relerldo procsso para o publico a o
mundo inteiro, flearera sciente da jnstiga oa iojus-
l:ga qne se Ozer. (bei de tocar o clanm) e a sua
Influencia nao ser to grande qae ebegae ao
C NSPICUO TniBUNAL DA RKLAQA0.
Itecife, 25 da novembro de 1867.
_________________Jos Gomes Villar.
Precisase de nma ama para o servigo de
urna casa de pouca familia, prefere se escrava e
pagase bem : no caes do Ramos, arraazem n. 10.
_ Um senhora professora publica de Instrnc-
gao primaria, por motivos de molestia deseja per-
mutar sua cadeira por outra nest eidade do Re-
cite, at a distancia de orna legua, e oflereee por
compensagao orna vantajo.-a fT-ru : quena >- pro-
pozer a fazer este negocio, dirija se ao eaes do Ra-
mos, armazem n. 10, ou ancrancie para ser pro-
curado.
O Dr. Jaaquim Jos de Campos da Costa da
Mediros a Alhuqaerque mudoa o sea Etlptorio
de adv icacia da casa a. 22 para a cas contigua
n. 24 da ra 4o Imperador, defronle da re agio,
jury e sala das audiencias.
Sr. Joo Francbc Vasctn ell s.
A fanilia de Ramilo, da Bnenos-Ayres, desja
ter ooilcias dete senhor: podem dirigir-se a ra
do Trapicha n. 6.
Geograahta. g
Joaqoim Pires Machado Porlella tem gfi
ab-rio ni casa da ,-ua residencia, das 10 sr
as 11 horas da raaratiaa, ara curso de |$
geograpliia para os esiudantes que quize- X
rera se preparar para os examos d gfi
margo. Wt
ir^t'ifl*^ VSf tZZfiWEtttttX rtftWC+tr.***#i#
MmmmWSK^sWnm
Alugu-.-e
Urna casa terrea a' ra de Hurtas n. 75, e a lija
do sobrado a' ra do Cal eireiro n. II: quem as
prtteuder pode dirigirse a' ra do Imperador,
escriptorio n. 75, ou a' mesraa tua, sobrado n. 38.
segundo andar.
Aluga-se o 3" andar do sobrado n. 8 ra
da Imperairu : a tratar esm J. 1. de M. Reg, ra
do Trapiche n. 34. ___
D-?e vkite mil res mensaes pelo aluunel de
urna prela que cozinhe e en>abJ com perfeigSo
para (res pessaas : na ra do Rangel n. 9.
Precisa-sede 1:0005 premio de 1 l|2 per
cenlo, com seguranga om nma parte de um enga-
ito perla desta eidade : quem quizer fazer tal ne-
gocio, neixe caria na ra das Cruzes n. 13, com as
iniciaes I. F. C.
Criada,
Precisa se de orna criada livre para engommar
e servir urna -eobora : na roa da Cadeia n. 57.
Club Pemambucano.
O baile do aniversario de installaQ3o teta
lugar no dia 1 de dezembro prximo fu-
turo.
Racife 20 de novembro de 1867.
P, J. Layne:
Emprczario.
Informam-nos que o engenho Tres Bracos da E<
cada esl ebeio de piquetes pelas erradas caau
nhos, para prevenir alli us diligencias da ju>tig, e
que nao sejam reerntados uns poneos da peraltas
e vadlos. Atienda o Sr. delegado do termo para
aquella locali.laaV. ______
Aluda d-se algum diobeiro a jaro sobre hy
polbeca : a tratar na ra do Padre Floriaae a. 71-
Para seu interesse
Muilo se precis i fallar cam o padre porlogiet
Jos B-roardiBO de Paiva que supp5e-sa morar
em Uarcago, e com o Sr. Ju> L.-urengo di M
deiros Muui: qae mora nos arrabaldes de Santa
Anto : na praga do Corpo Saoto n. 17, prime:!;
andar. '
Alng-sea casa lerrea Ma a' ra do dio-
metro, confroole ao porto lateral da labrira ; leui
commodos para pequea familia, e de prega de
lagpor mez : a tratar no mesmo lugar.
"O abaixo asslgoado venden livre t de-eaa-
baragada de qaalquer onos, -ua taberna n. 3 da
ra larga do Rosario, ao Sr. Joaquina Paes Pe aira
da Silva.
Ignacio de S Lopes Fernandas.
Precisase do um rapaz pequeo chega novo ou com alguma pratlca, dando fiador sua
conduela; do pateo da Hibeira, taberna n. 21.
Precisase de urna ama para o servigo ulero.'
de urna rasa de tres pessoasna ra do Ha.-picio
o. 58.__________________..
t4 a lo oni-.s
a' tratar
Precisa-se de um caHeiro da
de ida le, que d Canga .' sua candada ;
no paleo da Santa Cruz n. 6.
Trocam se

as notas do banco do Brasil odas caixas filiaes-
dom descont multo rasoavel, na praga da Inde,
oeodencia o. 22.
Mugase a casa
teres d. 36.
dos Ic-Ses : oa ra dos Pra-
A instruco o publica
NO BRAIL
pelo consel bei r*
Dr. Io < fatberat uarro.
Acaba de chegar a.ta obra vndese na livra-
ri econoraica defroot do arco de Santo Antonio.
Mathias Ferreir, sobdito porluguez, retirase
para a Enrop. .
Precisase de om feilor de borla e jardim ;
loforma-se oa raa estrella do Rosario n. 28.
> "
pastores, e oulros muitos objeetos proprios
Attengu.
Nao sendo pos=ivel mencionar se aqni todas as
qualidades de calgado, era lodos os artigos de
quinquilleras, e muito menos da grande vari-
dade de novos brinqaedos; pede-se ao publico um .
passeio a este eslabeleciraento, ceno de qoe en- j
contraro bastante paciencia para bem escolbsrem x
o que deaejarem comprar, e pregos baralissimes.
em virtude de haver em todo- es:es artigos grande
quaalidade, e terera sido comprados mesmo na,
Europa pelo dono do dilu siabelecimeoto, arma
zem So vapor, raa Nova V7.
Comidas para fra
Na rna e9retta do Rosario n. 27, sgundo an-
dar, aprompta-se comida mndaodo-se levar ou
para qoem a quizer mandar bu-car por sen por-
tador, por prego mais baixo do que em qullqaer! zi0\"itM6ohsm\a"^^b^U^'
outr* parle, eao gast da commenda quer ua-. rQa da i;3pt,rvra n. m |a a arara*
eional quer estraogeiro; tarabem se '
Companhia de segaros ra;:ritimes ull-
lidade pibliea
A direceo da corformdade com os estatales
arts. 41 e 42, convi 'a aos SMbores accioDst'S pa-
ra se rounir m em assembla geral na dia 30 to
corr.miaao meu du, em sea escriptorio na ra
da Cadea n. 42.
Recife da aovembro de 1867.
Os directores
Feliciano J s Gomes.
Tbomaz Fernandes da Cooha.
Kovidade."
Aluga-se nma casa com quintal morado e plan-
MBA
Trecisa-se alagar ama ama forra oo escrava,
preferlodo se estt altima, para o sorvigo de mtn
casa de poaca familia, pagvse Umi : na roa1 Na*
[van. II.
faz ocas de
todas as qualidadei e apromplam se bandeijas de
bolinhos para cha, bailes, casameotos ete. Na
mesma casa precisa se alagar urna ou. duas es
cravas que entenda de todo servigo de casa, com
prar a tambem vender na ra.
Alaga-se
O primeiro andar do sobrado n. 193 da roa
Imperial: a tratar no segundo.
Feitor.
Precisa-se de na feitor qae saja etpai a bom
trabalhador par sm sitio pequeo nerto da prtf.
Da-se casa proprr e boa par"nrr*om sus la-
milla, dentro" do sitio ; para tratar, rna Nora n. 1S,
l* andar.
Desejase fallar coa o S'. AnacieiQ SR R
Millo?: na ra do LivrmBto n. 3,
Ama
Precis-S3 alugar orna ama forra oa escrava pa-
ra eozinhar para casa de pouca fmula : a tratar
na roa do Raogel n. 10, 2 andar, g
Sitio pira alugir
Aloga-se per prego comraodo mn >iii> ea> Bm-
flea oa margena 4o Capibarib', t porto para a
estrada 'ctetigao o do Sr. Christi! : tratar
oa ro da Caieia lo Kecifa n. >. _______
Coiuhelro.
Prnelsa-s* J* o-m bmr* ro'?nS-iro :
lata da roa do Crespo n. fr, esquina
I tr;. ta: ai
Ama ile Tf ite
Prerlsa-se Je urna '.rea ds
o Qaeimid u S9.
Id*: a'trattr n: raa

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RA WOVA !. 43. SSS
ESPECIAL HOMEQPATHCI
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.cJflstaiv.itdit ,tZ .a un** mai > i Llaq ':
DOTOR SABINO 0. L PINHO
MITA WAVi V. 19.
o
Neslo importante eslabelecimento se acha
todo o qoe necessarift para a pi
Posto qoe, na segunda edic3o do Tb-
M> mWIiti ,>. psi! bl ciriA *t> ov'-el b or ?*>; i v* .000^
I B *, ti
&
J*8 k Kitl
i itlril (
fiH
rmbiMm el i>8b9 b
.'fOdfl O)
B*Bt8 b flaillptn li Ha: |
'b
A empreza do gaz desta cidade desojando facilitar gerabjente e uso do gai
as casas e estabelecimeotos particulares, offerece desde j as seguintes vantagens:
v
? 00 1HII>-
1. Urna redcelo consideravel nos precos des canos, apparelhos- e to'los os mate-
m sb ta
riaes prci?os para a installacao desta luz.
f ib i.b bul ^b *id
i*l >fc. ? imrfclf
.01 c
Jion i
i
* I
r

J. FERERIRA VILLELA

RETRATISTA

2.1 O gaz fornecido boje de extrema pareja e nao offender a prata, o bronze
pratica da snnro tiomeopattilco ou ademe- ou oulro ^^j ,jjtfereDie> assm ^jqq nenhum damao poder causar as pintoras, quadros.
Uomeopathia. cum do homeoptutha, pagina b/7, se orDameates, papel de forro mais delicado que seja, tornando-se ao mesin tempo 15o sau.
Medicamentos em glbulos e em tinturas, ache indicado o meio de usar d esse presar- dave, emis ecnomo a outra qualqoer luz, j eonhecida, alinal, evitar tambem a obs-
preparado! com a mais escrupulosa exacti- vativo, com ludo corwm repm-lo com al- trUCCao dos canos e tubos dos apparelhos. *
do por raeiu de machinas especiaes.
flGarteiras portalei, contendo ob principaes
lbulos a i 00, 20$,
1. Jconforme a quanti-
fl<
edtcaraentos em glbulos iOtf, 20$,
303, 403, 500 e
dade de tubos.
Caixas de medicamentos em glbulos e
em tinturas de 800, 1000, 1200 e 1503
rs., segando o numero dos vidros e de tu-
bos.
( Estas caixas sSo mui uteis aos mdicos,
senhores de engenbos, chefes de grandes
familias, capitSes de navios, e em- geral
todos que se qaizerem dedicar pratica da
homeopathia.)
Cada tubo avulso custa.......13000
Cada vidro de meia onca de tintara. 20000
Vendem-se glbulos inertes, tubos vasios,
Tidros para a preparacSo das dses, etc. etc.
Escovas elctricas para tratamento das
molestias nervosas, principalmente para as
dores de cabeca.
Apparelhos de lavar os olhos no trata-
ment das ophtalmias.
Apparelhos de injeccao para o tratamen-
to de certas molestias das mulheres.
Cha preto e verde de exckllente quali-
dade para aso dos enfermos.
Vende-se igualmente o Tbesonro ho-
meopathico ou Vade-mecum do
homeopatha (obra incontestavelmente
indispensavel todas as familias, pela clare-
za, com que ensina a empregar a nova me-
dicina), preco^0$.
(Em porcSes de 50 exemplares faz se o
abate de 15 por cento.)
CONSULTORIO HOMEOPATIIICO.
O Dr. Sabino 0. L. Pinho d consultas
todos os dias uteis desde 11 horas dama-
nha at s 2 da tarde.
As visitas aos enfermos so fcilas das 2
horas em dianle; mas em caso de necessi-
dade as visitas podero ser feitas a qual-
quer hora.
Para que as visitas tossam ser regulares
compre que os d entes ou os seus enfer-
tneiros mandem d;ir parte do seu estado,
todos os dias ate o meio dia as molestias
agudas; e de em o dias as molestias
cbronicas.
As consultasescriptassan respondidas mais
ou menos prnmptamenle, segn io as
nece-sidades da molestia e a distancia em
que se acha o doente, pois que neste caso
faz-se preciso indicar de urna s rez ludo
o que convier ao rest-ibelecimeiito da sade.
As reiri'.iuicoes serao pagas na mesma con-
formidade.
O Dr. Sabino roga a todas as pe-soas, que
costuuiam consulta-lo por escripta, qoe or-
denen a^s stvispnr'adores a prompta entre
ga de saas cartas, visto que, eoiregando-as
como coilumam, na accasiao de se Miraren]
do K ti, c impos-ive! responde-las satisfac-
toriamecte.
MEDICAMENTOS PRESERVATIVOS.
Em quafsqnor epiflemias o Dr. Sabino
faz distribuir gratis s nessoas pobres, ao
sen estabelecimenio, os preservativos neces-
sarios, dando-lhes as competentes insiruc-
{5es.
Presentemente reina a epidemia de bexi
gas; muitosj se tem aproveitado com fe-
lizes resultados do seu HTerenment", feiit
no Diario de. Pernambuco; mas necessa-
rio qce toilos experimentem esse meio 13o
fcil e to commodo de se pre?erv*rem e s
soas familias d'essa terrivel molestia.
O preservativo empregado a vaccino
elevada 5* dynamisago. As pessoas, que
fazem uso d'ella, ou noso accommettidasde
bexiga. ou, si o sao, raramente as tem de
m qualidade.
guns esclarecimentos mais.
Para ama familia dissTvem-se 20 {l-
bulos eui urna garrafa com dous tercos
d'agua pura, vascoleja-se bem, e d-se
cada pesloa ama colaerada pela manh, ou-
tra ao meio c a e outra a noite, durnte
tres ou cinco dias consecutivos. Deixam-se
passar ou'ros tantos dias sem nada tomar,
fiados os qnafs, repete-se o remedio da


'
3.a Os apparelhos existentes, como lustres, arandelas, bracos de vidro, de bron-
ze, etc., etc., sao proprios para os senhores que preferem luxo e elegancia, como para
os que necessitam simplicidade e economa. *>
4.* As pessoas que quterem collocar o gaE em suas casas podem dirigir-se em-
preza, a qual se encarrega dacollocacao d todos os apparelhos, canos, etc., tomando toda botSes e aneis.
i responsabilidad^ pelo perfeilo cumprimento do masmo, ou por oulaa, podem empregar
qoalquer maquinista reconbecido pela empreza, sendo o mesmo maquinista responsavel
pelo seu trabalho.
5.* A empreza obriga-se anda a reparar gratuitamente qaalquer falta de luz,
mesraa. maneLra; e assim se conunuaraiODSlruccg0 e canoSj etCij de?en(i0 0 consumidor pagar somenle as pegas novas que forem
em quanto durar a epidenila. I precisas para o mesmo concert; qualqoer reclamaco que possa haver, ser dirigida ao
(Al creancas al a idade de 3 annos lo-|escrptorj0 a mpreza rDa do Imperador n. 31, aim de ser logo providenciada.
marSo o remedio as colhennbas).
Si a epidemia estiver muito forte, ou, si
oa casa houverem bexigueatos, deve o reme-,
dio ser tomado todos os dias sem interrup-i
cao, al que a cousa melbore; depois do:
que volte-se a usa-lo do modo ensiuado.
A garrafa deve ser nova e muito bem lava-!
da, prmeiro com agua quente e depois com
agua fria. (No caso de n5o haver garrafa oa i
vidro novo, poder servir ama garrafa de vi-
oho ou de agurdente, com tanto que seja j
muilo bem lavada com aguas quentes e
fras.)
Para urna s pessoa basta dssolver 6 gl-
bulos de tacana em 2 oncas d'agua, e d'ahi \
tomar as colheradas como j ficam indi-
cadas.
N5o pre:isa grandt dieta. Abstenham-se
do cha e do caf fortes, do abuso das bebi-.
das espirituosas, das comidas gordurosas j
e muito adubadas Eis aqui apenas o que se |
exige.
,.lQt
,10
1*0! '] ,b '
Da casa Imperial do Brasil
Roa do t abng, 18, entrada p lojpatoo da matriz
'.lii
Retratos por todos os systemas photograpbicos.
Retrato em vidro.

i
1V: S a -Ra do cabag.V 8 A
Agostinlao Jos dos Santos # G

Acaba de chegar a este estabeleciment um esplendido sortiment de
joias do ultimo gosto, perfeicao artstica e modellos enteiramente novos; como
segaem: adereces com rubim, esmeraldas e perolas finas, pulceiras, broches
para retrato, anoeis, botoes de punbo, brincos e cassolelas com letras, etc..
etc., etc. Salvas de prata do Porto, faqneiros, paliteiros, calix de mesa c
fructeiras, cujos precos s5o incompetiveis, pois que os proprietarios desta casa,
recebendo seas argos directamente da Europa, podem servir vantajosamenta
aos seas freguezes. Compram-se brilhantes, pedras finas, ouro e prata, page
se bem, tambem se incumbem de fazer coacertos.
Retratos em paael.
b. Retratos em porcelana.
Retratos em talco.
Esles retratos sao especiaes para se collocarem em alfinetes de peito, cassoretaa
" .i. -'Lmsa
Retratos em cartoes de visita, m
Retratos em carte-album.
Retratos timbres-poste.
Retratos comee*.
Existe sempre um vanadissimo sortimenlo de caixinhas, passe-par-tonts, qua-
dros pretos, molduras douradas, alfinites e cassoletas de oaro fioo para a collocaco de
retratos. Vendem-se tambem albans, stereoscopos, vistas para os mesmos, vistas di di-
versos edificios e pontos desta cidade, apparelhos para photographia, echimicas para &
mesma arte.

Fabrica de destilaco
e t)0nificac8o
DE

PLUMERA celinos.
(contra a mordedura de cobras)
Este medicamento gosa de muito bons
crditos contra o veneno das cobras e de ou-
tros aoimaes venenosos.
0 Dr. Sabino nao tem aioda observarlo
pessoal de fado algum que o autorise a
aflirmar saa efficacia; mas sabendo que no
Rio de Janeiro e em S. Paulo elle tido co-
mo muito poderoso, mandoa-o vir para ex-
perimentar.
Alpumas pessoas do centro d'esta provin-
cia e da da Parahyba tem escripto ao Dr.
Sabino, dizendo ser iBConleslavel o mrito
da plumera no tratamento das mordeduras,
das cot.rss.
Emprega-se a plumera celinos interna e
externamente, da maneira s guinie :
Uso interno Nos cisos menos graves
dissolve-se urna ou iiua> g tas de tintura
em duas oncas d'agua. e d-se ao mordido
urna colherada de hora em hora.
Nos casos mais graves drssovem-se seis;
ouas em quali'O cng.is d'agua pura para'
dar-se oma.cofherada de miia em meia hora,
do 15 em 15 mimites, e r.t do 5em 5 mi-
nutos (segando a forca do veneno inoculado
ou intensidade dos symptomas manifestados.)
Logo que houver melhorS, so espassar5o
radnalmente os intervallos de urna desea
outra.
MARQUES & FERBEIRA
RITA DO AUIORIMFORTE DO HIATOS
PERNAMBUCO.
Eta fabrica achando-se montad ctn iodos oa necesarios perteuces a ama destlla^io e eot
roaterias primas, que entram ni eoofeccao de todos os seus productos de superior qoalidade : prorop-
nca-se a receber toda e qaalqaer encommenda e a vender os seus productos por precos nimiameote
reduiidos, osquaes oMiveram premios uas exposit5es de Pernambuco, Rio de Janeiro e Paris em 1867.
Temos sempre ero quantidades geoebra, dita da laraoja, anir, agurdente do reino, cogBac, ab-
dntho. bitter, wermutb, kirebe, xaropes para refrescos, pnmeira e seguoda qualidade, licores Bdos e
entre Qao, tinta pra escrever, perfumaras, vinagre, marrasquino, coracio, espirito de 40", 38 e 36,
d'lo de alfaieraa, limonada gazoia, aguas : flor de laraoja, rosa 9 orteli pimenta ; orebata de pevide
de melaocia e muitos ootros gneros, os quaos se vendem a vontade do comprador, em barris, cana-
da?, em garrafas com vistosas tarjas. PromptiQca se a condieelonar e a enviar qualqoer remessa que
nas srja pedida para toda e qual |uer parte, devendo ser os pedidos acompanhados de ordem sobre
!tnqi .
3
a
8
o
B
2.
S'

I
8-

o
60
a
:
~
P
N. 2 largo da matriz de Santo Antonio n. 2.
RETRATOS A OLEO
Temos a honra de partecipac ao respeitavel publico a volt a do Sr. Alberto Hens-
chel que fui Europa com o duplo fim de se i or ao correte dos mais recentes pro-
pressos da arte phetographica e adquerir paia o nosso eslabelecimento mais aro ar-
tista de talento.
O Sr. Alberto fui summamente feliz e conseguio engajar um deslindo pintor de
retratos, p
SI5. CARITOS* EK^ESTO PAPF
r?embro honorario da academia real de pintura da cidade de Dresda, e do qual a reputa-
Uso ext t.no.__Ao mesmo tempo qnese ?So bem fundada nos autorisa a erperar producBes notaveis no seu genero de trabalho.
da a beber off-edicareatn, applicam se ex-' Um progress) immenso alumamepte execaiado na photograuhia, um dos tr.ai?
ternamente na parte mordida os do iinho importantes consiste n'arte de obter retratos em tamaiiho natural, fixando direciamcii
nu de algO'lo embebidos em urna dissolu- te na prandeza que se desoja, sobre a tola do pintor, o retrato phoiographado, por meio
rao da mesma tintura constante de lOgottas de um instrumo-to especial chsmado : cmara solar de augmenta cao
de tintura eni '20 colheres grandes d'agua.1 P- r esta forma o talento e o saber de un arti-la babii maravilhosameoto se-
ce-; los se conservarao sempre molhados' cundado pela precisao ab.-oluta e infaliivel dos contornos e das sombras que Ihe poe a
sob e o lugar da mordedora. i photographia sobre a tela, e ludo so rene assim para se alcancar o rbaior grao pnssivel
O Dr. Sabino recebera com reccn,-.ec;men- de semelbanca iocootestavel, ao que d ainda maior real:e o sello artstico, que imprime
to as comuiunicacoes qu se d'unaremdefa- a^ retrato um I ello colorido.
zer-lhe as pessoas que experimentaren! o Pelo mesmo processo nos podemos reprodnzir e pintar olea, urna vez que se
emprco da plumera celinos. nos d tina photographia, seja de que tamanho for qualquer retrato de pessoa morta oo
______ i au-ente e no Umanho que se desejar.
As pessoas que quizerem julgar por si mesmas deste novo genero de traa lio,
sao convidadas a nos fczer a honra de visitar a nossa galera, aonde estu exposiosuma
serie destes retratos como amostras.
AMBROTYPOS
Retratos em caixinhas
Para satisfazer a numerosos pedidos de muitos dos nossos fregoezes, estamos pre-
parados para fazer retrstos neste genero, para osquaes tambem temos agora um grande
ve ariado numero de ricas e bonitas caixinhas.
Piola.
Em ausencia do Dr. Sabino acha-se in-
cumbido de resolver quaesquer negocios
relativos ao eslabe'ecimento o respetivo ge-
rente.
Jos Alves Tenorio,
Professor em homeopathia.
Joaquim Jos Goncalves
Beltrao
RA DO 1WICHE K. 17 4o AK&iR)
Sacca por todos os paquetes sobre o Baocc
nr-j
Jo Minho em Braga, sobre os guiDies luga- cife o. 34, 2* aullar.
*e em Portugal,
aber:
Lisboa.
Porto.
Yalenca
Guimares.
Coimbra.
Chaves.
Viseo.
Villa do Con Arcos da Val de Ver.
Vianna do Castello.
Ponte do Lima.
Villa Real.
Villa-Nova ie Pamelieo.
Lunego.
Lagos.
Covllbaa.
Vasal (Valpassos.)
iirandtlla.
Be}*.
Barcelics.
Precisa-se de uina ama para lavar e engommar
alguma roo; : a tratar ama da Cadeia do Re-
O abaUo assigoado comprou ao Sr. Ignacio
de S L'pcs Feroandes i sua tsberiia di ra larga
do Rosarlo d. -:l, livre e desembarazada.
_______J.iaquim Paes Pereira da Silva.
Offerece se urna aulier ranca, de lora da
proclnria, para lomar coota de urna casa de pe-
quena famiin, cu mesmo para encarregar-se do
tratamento de meuiuo?, por ter pratica, preferindo
ca.-a estraogeira : quetn precisar annuncie por
este Diario. __ ______________
Altiga se a casa da ra Augusta n. DO, com
commod s para urna f tpr.dfr d-rlja-se a' ru dnViearin n. M.
Pr>cisa se de urna cusinbrira, uvru ou escr
va : na ra da Ioiperalriz d. 63.
M i
i JUL -Ja
Precisa roa das Crotes d. 41 A, pirta larga.
na
Pn
Is : de orna ama psra engomrear
Precisa-se d> urna ama para casa Je pooca tami
li;i para coaiobar e .-osaboar : a tratar na praca do 1 |'.-pfudo andar".
Corpu SantJ o. 17, tt-rceiro andar. j---------------------------------------
na na
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Aos 5,000^
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m BILHtIES GARANTIDOS.
A' ra do Crespo n. 23 e casas do costme.
O abnixo asslgoado veodtu nos seos muito (li-
tes biiheles garantidos oa luteria que *e acabou de
extrahir a benecio das familias dus voluntarios :
da pairia os >i guiles premios :
N. 127 um meio com a sorte de 5:000^.
N. 1255 um meio com a sorte de M'i. ~,
N. 1653 Din meio cora a sorle de 405. .
Eoutras muita; serles de 100,5, 4J e iL.
Os possuidores podem vir receber seus re di-
vos premios .-em os descont? as lei na casa ca
Fortun; rna do Crespo n. 23
Acbamse a venda os dn .r* parle da lotera a
favor das ramillas dos voluntarios da patria ((46")
!iue sj titrjbira' sexla-felra 9 do crreme.
reco.
Rilhete.....600r1
Meio......300
Quinto.....142U0
Em porco de 100 para cima.
BHbele.....5J500
Meio......2,5750
Quinto.....lu
Por Manoel Martios Fiuza.
Gentil 11. Rodrigues de Sco'a.
Ama.
Precisa-se de urna una para s-rvo de duas pe-
sias : na ra das Aguas-Verdes n. 8d, pr me -
andar.
JUPi Pr sa-s.e de urna ama de 1 :te ; na ra do Ca-
b i n. 1!, prmeiro andar.
A flora Pernambucana
E-ta ohra que fui (lUblicsda pelo feu autor o Dr.
Anuda tfrin desapparecidoquasl aosolaiamente e
t r isso na botica da ra larga do Rjf-ino n. t
(unto aj quariol de polica, cjiuora-sp, aluga se
i ii iDcsmose rc.'r.bo p.r empicslimj mediante to-
da a segurao^a da dita obra.
Sli* para aogar-se
Aluga-se um stlio oo* suburbios desta cid:'de-3
b..-ianie i rjxiiiioa mesma, too boa casa de mora-
din e bttiiieim junio a mesma e diversos arvoredo:.
cora fruto, inrlusive coqueiros : a tratar na roa do
Queimado n. 7, qoe se infurmar._______
Precisa se de urna ama para o servigo inter-
no de casa de djas pessoas : a tratar na ra
S. Goncalo n. S5.
J
Alm do grande sortimento das melhores machinas, americanas para doscarrocae
algodSo, de 10, lt, 14,16,18,20, 22, 25, 30,35, 40 e 50, neste estabeiecimento sr
encentra mais o segointe:

INJECTION BRO
""IIM.I
i oa Botica Pranceza rna Noa n. 8.

/at.

Azeite de espermacete propria para machi-
nas de todas as qualidads.
Vapores de forca de 3 a 4 cavallos.
Serras avnlsas para machinas.
Mances e todos os mais pertences para as
mesmas.
Carros de m5o para aterro.
Cyl'mdro para padarias.
Debnlhadores para nmo.
Arados zmericanas.
Escadas de madeiras americanas.
(Jarriobos proprios para armazens.
Moinhos para reflnacoes.
dem para m Machinas para cortar capim.
Bombas para regar jardins.
Vaqoetas para cuberas de carros.
Camas de ferro sortidas.
BoiDhas de Japy.
dem americanas.
Ferros a vapor para engommar.
Vassouras americanas.
Baldes americanos para compras.
Tinas de madeira.
Ballaios e cestas de vergoinhas.
Guarda comid, -
II i *v"
Peneiraa d'rame para padarias e refinaces.
Correntes para almanjarras.
Machados e facoes americanos.
Caizas com vidros de todos os tamanhos.
Cannos de chombo de todas as grossuras.
Folba de cobre idem dem.
dem de laiao idem idem.
Foiria de Ftandres.
Ferro de todas at qualidads.
Arces de ferro.
Latas com gaz.
Tren de porcelana para cosinha.
dem esUnhados para dita.
Bandeijas finas.
BaJaDcas americanas.
dem rovervaes.
Taixas de cobre.
Estanho em vergoinhas,
Folbas de ierro da todas as groaaoras.
Correntes de ferro sortidas.
Espingardas de todas as qualidads.|
Rewolveis de todos os modellos,
Ferrameota para ourives.
dem para taooeiros. 'A
dem para ferreires. fc <
. i -. vilau I
Ji a thttnqiitlf
Al^a-se um sino oa povoago da Varzea, a
margein do rio, prrprio p*ra passar a festa :
quem pretender, dirija-se a' mesma povoac.au : a
tratar com o Sr. io Antonio de Brito Bastos.
Feitar.
Precisa-se de um fetor que seja entendido e de
Precisa-se de orna ama para tod i o servico de boa conduca, para cuidar de um ptqueoo sitio
urna casa de pequea familia e prioeipalajente pa-, perto da cidade : a tratar Da ra larga do Rosari)
ra eosiohar e engomen 'r, prefenodo-se prtta es-
crava : a tratar em Fora em Portas ra do Pilaj
o. 143, 2 andar.____________________________
Alngase o sitio da Sra. viuva Carvalbo em
S. Jjs do Minguinbo com uina eicellenla casa de
sobrado : a tratar com R. Lasserre na ra Irope-
rll n. I, 1* andar ou na ra do Trapiche n. i4,
2* andar.
Cartas
Xa companhia pernambucana ha carias para os
sojuintes senhores :
Dr. Antonio Vieira Caldas,
i'r. Rjymundo Braulio Pires Lima.
Carolino de Lima Santos.
Dr. Ernest de C. Pires Lima.
Lizardo Beroardido da Rocba.
*
O abalxo assignado tem para arrendar oa
vender o engenho Vertente, sito na freguezia de
Grvala da comarca do Bonito, moeolu e crreme
d'agua e com sement bastante para a futura sa-
fra, que se ha de lindar emmaio de 1868; e bem
assim tambera arrenda-ocr vende o eugenho deoo-
min do Pao-ferro, sito nos sobarbios da cidade da
Victoria, moente e correte, de aotmaes, com sa-
fra para a colheiu de 1868, e se eogieba, no caso
de venda, alguns eseravos a saber, oito para rada
engeobo: quera pretender dirija-se ao engenho
P j-ferro. residencia do aonunclaote.
Alezandrri Beterra de Albuquerque Barros
Allld
Precisase alugarana escravapara eoiiobar e
engommar : na roa de S. Francisco o. 84, para
pequea familia. na
Fundidlo da Aurora emSan-
to Amaro.
Completo sortimento de taixas de f rro
coado, molde raso, ltimamente aprovadas
para o fabrico do assocar.
Hospital Port-ngt.es de Beiefl-
renoia.
Com permissao da provedoria do hospital pona
gne: de benedeenda, Dr. Prxedes Pitaog, da
consallas gatis iodos os dias das 7 12 as 9 ho-
ras da roanha, dos sa'.5es do mesmo hospital, do
ltlddoCajoeirj.
o. 34, botica.
i'-rdi-u-so urna ledra da quaDtia de 1005, a
vencer a 22 de feverero, aceita pelo abaixo asig-
nado : pede-se. a' pessoa que a ahon o obsequio
de entrega la a' ra oa traperatriz n. 53, luja de
marcioeiro, que sera' graticado. O abaixo assig-
nado previne que nenhum valor lera' a dita letra,
pois s a pagar*' ao saccador com quero Ja" se en-
uncien.
Antonio Ignacio Cardoso.
Gullherme da Costa
com sua familM.
retira-se para a Baha
Atteiic&o.
Na roa do Livramenlo, loja do Zuavo Brasileiro
o. 33, tem para vender um completo sortimento de
candieiros a'gaz modernos.
MARTIMOS
CONTRA FOGO.
A companhia Indemnisadora, estabeleci*
da nesta praca, toma segnros martimos so-
bre navios e sens carregamentos, e contra
logo em edificios, mercadoras e mobilas:
ca roa do Vigario n. 4, pavimento tarreo
Companhia rideliJade de seguros
martimos e terrestres
estabelecida no Rio de Janeiro
AGENTES EM PERNAMBUCO
Antonio Loix de Otiveira Azevedo C
competentemente antnnsados pela
directora da companhia de segnros
Fidelidade, tomam seguros de na-
vios, mercadoras e predios no seu
eacrpUro roa da Cruxji^ i
m


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Btl -fc %>Aww%W. **1I Mi I*
Bl&jro de-ff-WttanLaco quinfa letra t$u: A'avemUro Ue 8i7.
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:rtot y^ondsvi oJi^'Y&iq oiiein
Jli3 ,tt*)9m ajyiM
A
?1)
.- (V
N. 2 D
O!
otrin
'a)S i

N. 2 D'
CORAClO DE OIJKO
D intitulada Coraco de Ooro na roa do Cabog, acha-se d'cra em diaste ofTereceo
pnnlico com especlalidade as pessoas que honrara a moda os objectos ontiimo ro
A loja n! 3
?K1S!^ceom^o qoi"em fflr*B&* parl,.jarantindo-s a qnalidade ea se
O ralpeiuvel Dublico avallando o dasaio qoe deve ter o proprlelario fitjtm novo es'.abeleciraen-
M qne quer progresso era sea negocio deve ebegar inrriedlatamenta ao coraco de ouro a comprai
aneis coa perfeitos brilhaotes, esmeraldas, rabias e parola; verdaderas en agarras modernas pek
diminuto oreco de 40*, briocos modernos de oaro e coral para memo pelo preco de ,15, maracas de
Drata com cabos da marm e madreperola obra de moderno goslo (o que o encontrarao no coragao dt
ouro) volus de ouro com a compelante crusinha ricamente eofeitada pelo pequeo preco de 13*, brra-
eos de um trabalho perfeito por um mdico prego, cassoletas, tranealids, pulceiras alnoetes para re
tratos e outros modelos todo de alto gosto, aneis proprios para bntar cabello e Arma, dito para casa-
mento oo rtico rose em o Coraco de Ouro nm completo e bem variado sortimento de diversos
costos' buidos para punbos com diamante, rubins e esmeraldas, obra esta importante ja' pelo sen va-
lor ia'*por gosto ds deseobo, brincos a forma da delicada maosloha de moca com pingante contendo es
meraldas. rubins, brilbantes, perolas, o g.sto sublime-, alQnete para grvala oo uiesmo costo, relo-
glos para senbora cravados de pedras preciosas, ditos para hocnem, diversas obras de brilbantes de
olto gosto, crnsinbas de rubios, esmeraldas, perolas e brilhanies, aneis com letras, cacalotas de
erystal e ouro descoberta para retrato (a ingleza) brincos de franja, ditos a imperau-iie toda e qual-
quer joia, para secoliocar retratos e obras de cabello, e outros rauitos objectos quo os pretndanles en
contraro no CoracSo de Ouro qna se conserva com toda a amabilidade aos concurrentes deixando-
se de aqu mencionar preces de certos objectos porque (desculpem a loaneira de fallar) dizeodo-sa
preco talvet algnera faca mo juno da obra, por ser tao diminuta qcantia a vista do sea valor.
Na mesma loja compra-se, troca-se ouro, prata e pedras preciosas, e tambem recbese coneer-
tos, por menos do que em oaira quaiqaer parte, e dao-se obras a amostra com peobor, conservando-si
Coraco de Ouro aberto at as 8 oras da noile.
Qnalquer pessoa que se dirigir ao Coraco de Ouro nao se poJera' engaar com a casa, pou
nota se ua sua frente nm coraco pendurado pintado de amarello, aleta de outro qua se nou em u
rotlo (isto se adverte em consequencia de terem ja' aigumas pessoas engaado com outra casa.
" s x^r f. .-; r. ?.*-1? ^v?r.- -vsw- S"^.' ,
5;
loedab de
ni cono pai;
Tpr-rn-fi ro'
MPbrme' andar.
Compra se ouro a pi
na praciLrluepen(?ircil-\J
portuguesas
io :ua rua
.ras vuiiii
mam
m
>& SsS s) $fe & C9C$(9$>@e9<


m
mi
N. 6
Ra da Imperatriz-----N. 64.
Vova loja de miodezas e arligos de ruedas


DE
SILVA & NEVES.

SK
til
Os proprietaros deste novo estabelecimento ofterecem ao respeitavel ^-g:}
publico desta bella cidade, e do interior um lindo e escolhido soriimento de ^>i
miudezas e artigo* de modas, concorrendo para isto o tarem na Eurooa, pes- '^;
soas habilitadas a executarem suas eDCommendas no que liouvcr de mais no-
_ vidade e gosio, e paramera vender pelos precos mais rasoaveis do que em
W$& outra qualquer parte apar de maneiras delicadas e sinceras.
5^ Acabara de receher pelo vapor francez Guienne, os seguintes bel os
f) artigos de moda e fantasa.
''$T Luvas de Jouvin para senhoras e homens, de todas as cores.
Livros para missa com capas de madreperula etc.
Indispensaveis e boleas de to'as asqualidades.
Coques os mais modernos.
Espattilhos collares, e cintos do seda e vidrilho.
Rendas de Guipure, de seda, (blondsj e de algodo, de todas as
qualidades.
Completo soriimento de trancas, Qlas, botca e guamiles de seda
cora vidrilho e sem elle, gravalinhas de seda, e manguitos de lustro bordados
tudo do ultimo gosto de Pars.
Lpques de sndalo aberto do mais apurado trabalho
Agua Florida e tnico oriental de Laiian & Kemps.
Hicos eiif<-iies e guaroiges iie llores p:ira vestido e cabeca.
Calcado para senhoras e mon n;is.
Pe fumarias as melhores e mais escolhidas de Lubm, Piver, e Gou-
era ricos o elegantes vasos de porcellam, erystal epraia ingleza.
Meas di; aluodo, as mais linas e melbores que tecm at hoje vindo

dray,

';'.
e ao mercado, para senhoras e luimees.


-- ...

Chapeos de palha-da Italia, e a irnila/) para meninas.
E um sem numero ue arlig", de gosto e fantazia que s a vista
0~i podem ser apreciado.
i
.1K.- --- -. :.' m&3. :?? :~ >;--: :y ':":: :'-:'-

:>S!

'O
1

'E
m

DE
TODAS AS QUALIDADES
DE
Mauoel Moreira de'Souz-,
K. 45. = RA XOVA === SI. 4&.
Neste novo estabecimento, tem um compjeto sortimento de
chapeos para homens, senhoras e meninos, venle-se por precos
razoaveis.


i
' >'
n
m
Atiendo.
Dase 1:0005 a premio, a raio de 1 1/2 por
cento sobre bypolheca em predio : quem prtcicar
annoneio. ____ ^
Altencao
o
Hoje, pelas 7 horas da tarde, continuara' em
mesa geral a segunda e ultima dlicost-ao do novo
compromisso da contraria do Seniior Bjm Jasus da
Va-Sacra da Sauta Crut. __________________
. Precisase de ama ama de idade para coii-
nbar em casa de pouca familia : na ra do Padre
Floriano o. 71, segando andar.
COMPRAS
Ouro e prata
Hiedas de ouro a prata natioaae?, triogem* (il {lab
de ttdos os valores, se compram na loja de i
ves junto ao arco de N. S. da Conceicao, roa da
Cadeia do Recife, assim como ooro e prata m
obras velbas, brilhantcs e diamantes, e se ps*
bem.
Uompram-sc esca
Silvino Guilherme de Barros, compra, vend e
joca edectivaraente escravos de araos os sexos
-de todas as idades : a' roa do Imperador n. 79,
arceiro andar.
Soedas de oura c prata.
Compra.se sempre por mais do qua em aira
qoalqoer. parle todas as qualidades de moedas de
ouro e prata. nacional e estrsnjeira, e timbfro se
irocam sedulas. dos bancas, do Ir-.sil e caltas -
liaes de ouifas provipcias; na ra da Cadeia do
ecifen. 68 leja de -azulejo.
Comprase urna preta qua coaiohe e enga-
me com perleicao : na ra do Uaogel o.9.
vmmm
VENDAS

rs' t

A ESMERALDA
5 Ra da Imperatriz
A' moda moda I qoe lempo,
Da festa o'genio nes diz :
Me ver cousas mu bellas
Na roa da Imperatriz.

Ide, e ao passardes as portas
Ao numero cinco atiende!;
B' alii que assste o genio,
E' all qua o gosto le.
-
Tem lavas de varias cores,
Do a (limado Joovim";
Tem ricos cintos e flores,
Pilas liadas e setim ;
Enfeites de varios gosto?,
Chapelinas a toucado?,
Tem vestidos muilo simples,
E tambera os tem bordados;
TrDQa, liga?, bicos, franja?,
Pente0, leqoes e cordoes,
Gza de seda, bom crpe,
Bloods ricos e baloes ;
Tem aderecos de flores,
Entremeios e babados,
Pelerinas e raaneuiio?,
Cu.-tumes p'ra baptisados.
.All, nada falta moda,
T miodezas encerra;
De Paris ao centro ide,
Frcgoezes da minoa trra.
Ide ver coalas mui bella?,
Da fe=ta o genio nos dlr ;
A.i numen eineo atleudei,
Na ra da Iinperatriz.
FSMBRALDA.
i Chega
/Yo ar\^teJk>m Santos Coclho, ra do Quei 5elol)
mado n 19.
Bom ebarat Vfl&jA ,HU
LOJA DO GALLO -VIGI-
LANTE RA DO CRES
PO N, 7.
Lansinhas Poil de Chvre a 1(5 ocovado.
MadapolSo enfestado a 85 ppca.
Cambraia de cores matisadas finissimas i
VM) a vara.
' ftofoi brancas trarisprentes Ooa de 45,
i-3000, 65, 7^1, 85 e )ooo a pega com iO
ardas.
dem branca tapada de 85 e 95 a pee*
com 12 jardas.
dem branca franceza mudo larga a'95 '*
peta com 8 varas.
Baldes de 3,'i e 40 arcos nesgados par
senhoras, a 45-JOO.
dem de mursulina nesgados a 55.
dem de crochet a 55-
Os proprietaros deste mu.to bem conhe- J(Jljm de mmsadi para menirias a 3^
ao estabelecimento tem a satisfacJo de levar 3,5:500
ao conbecimento do respeitavel publico qne Saa*s bordadas a w
n^Jl?*?" P ,n,,,m^.vaPlr d.a E,u- 'umbralas admascadas para cortinado :
ropa nm grapde e vanado sortimento de oh- i2.5 com 2o wrag/
jectos de inteira nov.dade, dos quaes se k- Il]em.para forro a 35 a peca com 10 jar-
ffitam a mencionar apenas um pequeo nu-
mero ficando o respetavel publico na serte-
za de qne neste estabelecimento sempre en-
contrado nm c jmpleto sortimento de srti-
gos de gosto e inteira novidades como sejam.
Cintos
Os muitos desejados cintos com pontas,
bordados a vedrilho, fazenda de muito gosto
e comf lela novidade, respeito a estes cintos
nao fazem observacoes e >im deixamos a
apreciacod s esclarecidas freguezas isio s
no Gallo Vigilante na ra do Crespo n. 7.
Loques
Muito lindos leques d'osso, madeira, sn-
dalos, e madreperola ; pretos, brancos e de
cores, e muito se tornam recommendavel
pelas bonitas paisagens.
Fldres
O melbor que se pode desojar neste arti-
go as quaes parecem naturaes assim como,
tambem recebemos urna pequea porgao to-
das pretas e se vender na loja do Gallo
Vigilante roa do Crespo n. 7.
Capellas
Mui lindas grinaldas brancas e de cores
aquellas para noivas. e estas para bailes, ca-
samentes e baptisados.
Lavas
Luvas de todas as qualidades para se-
nbora, homem, men as, sendo de algodo,
fio da escocia, seda e pelica muito fresca e
do fabricante Jouvin, paree -nos que nao ba-
ver quem ignore que por todos os vapores
da Europa o Gallo Vigilante, recebe grande
quantidade desto artigo e por isso sempre
tem sortimento a. vontade do comprador, e
tambem nio se valle da falla o seu preco
sempre o mesmo.
Pentes
Muito bonitos pentes de tartaruga para
coque e alizar os cabellos, assim como para
arrega^ar os mesmos e muitas outras quali-
dades.
Escovas
Grande soriimento de escovas, pararoupa,
cabellos, chapeos, dentes e unhas, sendo de
osso, bfalo, baleia, marm e madreperola.
Sia has
Superiores na/albas pequeas para bar-
ba sendo cabo de maruin, tartaruga e ou-
tras qualidades, as quaes o fabricante ga-
rante a boa qualulade.
AbouaturaM
Chegaram as o ni lindas goarneSes de
Vendem-se pjqas d-i ^IsodBoaiftho multo largo
erl r quali lada eom um pequea t qra de ava-
ria pal liarat) pre^ 1 da iA. chitas lirgai de co-
res a 40 rs. o coviiin, briis |i rdo po :<> h m a
COO r>. i vara : na li ja d> Aol mi J >s dos ll-i- i 1
& G, a roa do PasaHo Publico p. por baiu do :bol5es Para Ce es faxenna de gosto, assim
obrado novo. como grande sortimento de b-jtues paiapa-
Vwiide-.-.' um 1 nri ma da U< anuos eom ha- ti-los* ________
li'ades si fT ivei-, vinda ha pooi o uc maj. t
npsrinfa ^ 12 ibi>?, as qoaes aa iDtejraoienta j
preco
pecas : ni ra do Frg> a. 9.
M .0.
Veii^m-ie i*as bilb. res : u ra da iicp-ratriz:
n. 3.
(iess;
para estaquea ? c.is;,. : nos
i rrmios, esas da Apollo.
rmateos de T- Grande novidade para u
festa
Na loja do pava > rn da Imperalri.' d
(JO, Moedas de onro
nacional e estrangeiro, assim como libras sterli-
nas : compram-sa oa ra do Crespo o. 16, primei-
ro andar. _____^______^^__
Moedas de ouro.
Nacionaes e estrangeiras assim como libras
esterlinas: campram-se na roa do Crespo n. 16,
primelro audar.
Compram-se
com premio meedas de ouro e de praia'nacleaaes
e estrangeiras: na roa da Cadeia do Recife n. 16
' armazem de Adriano. Castro & C.
Prata
Compra-se nacional oa estrangeira com maior
premio de que em outra qutlquer parte : oa pra-
Francisco Gil d Sooia Teixeira e Aotooio j
Perira de Sampaio, faiem sciente ao respeitavel j
publico, e com esocialidade ao eorpo do eommer-
clo qoe 00 da Uideoutobro prximo passado, dis-
solver?m amigavelmpote a suciedad" que tinham
na cocheira da ra das Flofes o. 3S, ooe gyrava
sob a Arma social de Teneira Sampaio, por te- .
rem vendido dito estabelecimento ao Sr. Francisco {a da Independencia o. 23.
Torres da Osta, retirando cada nm dos soelos
pago e sabsfeito dos seos fundo?, depnis de have-
rem pago todo o pas-ivo de diu sociedade, seodo
que por isso nada devem nesla praca e nem fra
delia, competindo a cobran ;a das dividas activas
Siclosivamente ao socio Sampaio, como nico com-
petente para tal tiro por assim terem ambas coa-
veneionado.
Alu^a-se
para passar a festa 00 por um atinn, orna casa em
Olinda, com etcelleota vista a moli fr#cca, eom
tres salas e cien qoartos, conoha fra e bom
Iuintll, eom terraees adijnie e atrai com acentos
a pedia e cal : a tratar na prae da Pedro 11. li-
naria da Iofaocia n. 6.______________________
Maior vantagem
O cora?io de ocro roa do Cabog n.2 D, offere-
ce-se em compra das moedas de ouro e prata.
Moderna p*op*Hhas eom oaim'nhas
bordadas e qnadvos, covadj a,
Moiernissiinai anzinlias com pa!
mas, salpieos, quadr.s, listas, etc.
etc., cavad?, a 400, 03 e........
Lindas 9a com listas de seda, co-
vado, a 560 b....................
Verdadeir poii de Chi-vre erm linas
moderna?, covido, a 80 >, 1-5 >
Finissimas mus>elloas de coras, co-
vad.i, a.........................
BjUilas sedas de cores ctm i palmes
de largur.', covado, a.............
Grosdenaple a?.ul, roxo, lyrio, cioza,
tt'*. ele, covado, a..............
Modernas cassas com listas largas,
vara, a 610, 723, 800 e...........
Moderoissiraos orcaadys de cor, vara,
Organdy largo, com lista a quadres,
vara, a........................
Cortes de organdy com lisias brac-
eas a de co es, tendo 8 varas cada
corte a.........................
Laaziobas de orna s cor maibisadas
covado a.......................
Cortes de cambraia branca, bordada,
sendo neste genero ornis rico que
tem vi o Jo ao mercado...........
B mitos cortes de sedas cores claras a
BouKos eortes de pbantana a.......
Cortes de orgaodys listados com 10
vara, a.......................
Fil branco bardaoo, senao da raeia
largara, vara, a.................
Bonita faienda branca para saias,
tendo pregas da um lado e tam-
bem bordada, vara a l. I280 e
Ricas saias bordadas a ti000, 8 e
Cassas de nma s cor de flores, cova-
do a...........................
Ditas fraocetas muuo Qoas, sendo da
listas e fLres, vara a 300 rs. eco-
vado a..........................
Modernos pannos com goliohas, sen-
do de esguio de lluho, bordados,
brancos a de cores a.............
Modernos manguitos com gollinbas a
Ricos curoioli js de cambraia muito
bem f ufe talos e bordados a 8JJ e
Saias econ< micas e escaras, para
qnem (* passar a fasta fra a....
Uengfi
Na roa di Seotata Novan. 22, se acha a veudi
um runde e variado sortimento de Hras cli-
ailas do Araca y, por prcQo Bazoavel : qvein pre-
tender dinja-su a mesesa.
J clrepoa
Omento romano : no arroalero de T
00 caes de Apello.
9iMHnaffs(n99i
Chuco!; hespauboi
Veode-ss a 800 rs. a libra. js
^ Na raafuv n. 11 e SI ^
^ Ra do Cabug numero 1 A. j^
LO
!
560
800.
I
152C0 j
co1
Vendem-se pequeos albuns de algibeira,
1*500para retratos em miniatura, para G e 36 re-
tratos, pelo diminuto preco de Sjioo res
!*ecfaisel]
1J000!
IJ0001
15000
iOOO
280
21,5300
28*000
100O0
f*0O0
610
1*600
100O0
240

Compra-se moeda de ouro e prata
por mais que em qual juer outra parte ;
ra do Crespo n. 19, loja.
Negro para sitio.
Compra se nm negro sizodo, sem vicios, e bom
trablnador para servico de sitio; na roa Nova n.
19, i' andar.
lmzuel
Aloga-se no caf enmernal om escravo 00
forro para toda o ervico : a nur no mesmo c-
fe, no tarto do Corpo-S*nt> o. 9._________________
B nhos 'i-io saldada.
Alnga-ie ama casa n- cldada de Qiloda, sendo
B'ooaa aa melhcres roas ten coAmodos para
grande familia; a tratar na passeto publico 00
BMfOlJ.
300
1*000
2S300
1P*000
2*300
cada um: na ra do Crespo n. 4, fabrica
de chapeos de sol.
uas.
Cambraia de linho muito fina de 65 e 9S s
vara.
Madapoles finos de 6, 1&, 85, 9^, 10,
11-5 e 12)5 a peca.
i'latilha de algodo superior fazenda par>
saias a 3200 a pega com lo varas.
Cobertas de chitas de rmagem a 26oo
Lences de hamburgo fino a 2^400.
dem de bramante muito fino a 30200.
Pannos adamascados para cobrir mesa
W500.
Guarda apos de linho adamascados a 45
a duzia.
Atualbado adamascado com 7 1/2 palmoi
de largura a 2o a vara.
dem adamascado de linho com 7 1/2 pal-
mos de largura a 35 a vara.
Algodo enfestado com a mesma largura
a 10loo a vara.
dem trancado de algodo a 10600 a vara.
Toalbas alcocboadas de linho lisas a 11*
a duzia.
dem de algodo felpudas a 130 e 14
a duzia.
Colchas de fustao a 60.
Lencos de cambraia brancos finos a 10800..
10 e 205oo a duzia.
Lencos de cassa fimssimos a 30200 t
306Ou a duzia.
Fil de linho liso a 800 a vara.
dem com salpieos a 10ooo a var
Grosdenaples preto bom a 108oo, 2
20Soo o covado.
Morantiqoe preto superior a 208oo o o
vado.
Flanella de todas as cores a 800 rs. o rio-
vado.
Taiiatana de todas as cores a 800 rs, ;
vara.
Bramante de linho com 10 palmos de lar-
,uia a 20fioo a vara.
dem de linho com 5 palmos a 10?oo s
ara.
dem de linho com 3 1/2 palmos a 800 i
ara.
Ri,rissimos basquios a 250000.
Assim cuino outras muitas fazendas qnt
se vende por menos que em ou.ra qualque.'
parir, e d-se amosiras de tudo,
Baloes de 2o, 25, 3o, '', 4o e So arcos
I-ara senl* ra a 2/S 20aoo, 30, 30ooo 40 c
50000.
Ditos de 2* e 3o arcos com mollas a 50
e 60.
Hilos de mursulina estreitos a 60.
lhos finos a 60.
Peicalias finissimas a 4oo reis o envaro.

Este eslahelPcim.-Dt'-' 3 roa Ca Imperatriz b. 70,1
r ue da sua cota por ludus os paquetes !;. re--
tes diversas oljectos da ollima moda de Parir.,
r ;i,.i :! ja booiitiB coques lisos e enfeiudos, f11 a~
de srr|a, ditas de teda lisas b riadas da todas
a.- larguras o .o superior qua'a.le, huios 83pa-
tos d-- merino, d-3 easemira e is, toucas do laa,
moltJ b.nitos cha>ielliohos, iHbadiohos e cutre-
- '"0) nodos bordados, pravaias de seda pru
la e de cores para humera e senhoras ; as verda-
deras luvas de J.ovin brancas e de cores muito
bcnias, cartelras da diversos feiios e lmannos,
nidias de muito br.a qualidade, para homem, se-
nhoras a menioos, um lioao sortimento de bicos,
espartilhos, toocadores d-) Jacaranda' de diversos
lanisolii'*, Blas de velado, iranias preas e de co-
res, lindos enfeites para vestido*, cintos de diver-
sas (jo-lidades muito bonitos, albuns, abotoadoras
liara colletes, la p*ra bordar de superior qoali-
darte, moa ibfluidade de bonitos brioqaedos pan
cri.incus, as melhores perfomarlas de Lubim, Plver
e Couaral sociedade liygenica, immencidade de
objectos qne deixo da mencionar para nao se tor-
nar ma-sante, ludo'por precos muito commodos.
E'ara casa* particulares
j3A. *
o Pavio.
corles de seda de
res e escuras, ten-
rrftm TStlJo e vendun-se
de 28*000 re*, por estarmos
muuo prximos da festa, isio na luja do Pavio,
rna da Imperairia n. tO, da Gama 4 Silva.
Bertauha de linho
m 30 judas a i000 res.
S o Povao.
Vandem-se pecas de superior berlanha d** linho
puro, tendo 3.) jardas ru 23 vsras cada pssa pelo
baraussiino preco da I9#000 res, sendo esta fa-
zanoa.jtr'upria tara (tDtes, camisas, tolhai, etc.
Istd nalDja o P^vo, ru da lmparairix a. 0, de
Gama & Srlta-.
r>M*as*i Bram.mle de IdIio.
Gm SO jardas a 8*c(J0 rt*.
Vende se snperMes pecas de bramante de linho
proprio para lei.res, tualhas, carnizas, etc. ledo
O iadas cada pessa pelo barato preco de 8000
res, na loja e armaaem do Pavao, ra'da Impera-
triz n. 60,. de Gma & Silva.
SAUs ECONMICAS.
- a .SOO u-is.
Veode-se nma prande porcao de saias de cor
com b'nilas barras pelo baratissimo preco de
i&M) ros, oa loja e armazem do Pavo ; roa da
Imperatriz n. 60, de Gama A Silva.
PO.NHOS COM GOLLNHAS.
a 1*000 reis.
Vende-se orna grande porcio de puchos cern
Roliohis 1o e.-uiau de linho, com os mais liados
bordados pelo barato preco de 1*000 o torno, di-
tos bordados de cor a 6i0 reis, sendo graude pe-
chincha pelo prego, oa rna da Imperatriz n. 60 de
Gama & Silva.
POIL DE CHEVRE.
ir a 5C0 e 800 reis.
Vendem se as mais bonitas lansiabas com listas
de seca, intituladas poil de chvre pelo baratissi-
mo preco de KSO reis o covado, dit=s o m as lis-
I las mathisadas a 800 res, assim c mo um gran-
de soriimenlo das mais bonitas e modernas lansi-
nhas qne se vendem pelos precos de 280, 400,
300 e 360 reis, bonnas alpacas de seda de orna
s cor a 640 e 800 res, isio na loja do Pavao,
ra da Imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
Baldes erguios.
a 2*500.
Cheparam os mais modernos baldes esgaios sen-
do vtrdadeiramenie americauos e veudem-se pelo
barato oreco de 2*500, na lija do Pavo roa das
Imperatriz o. 60, de Gama 1 Silva.__________
KIVAL SEM SEGUNDO
ua do Quelmado n. 4, loja de
miudezas
DE
Jos Bigodmno
Varas de babado bordado do Porto a .
Carreteis de retroa preto com duas oitavas
Parrlteis de retecz de todas as cores a .
Frasees d'agaa de Colonia muito superior a
Frascos de o eo muito fino a......
Duzia de tesouras peqoeoas a.....
Frascos d'agua para liropar dentes a .
Kedes pretas lisas para segurar cabello a
Duzias de peonas de 350 muito Anas a .
Caixas de liaba do gaz de 30 novellos a .
dem de palitos de seguranca a .
Garrafas e agua Florida verdadeira .
3yllabarlos com estampas para meninos a
Memento d.i ronpa de lavar a.....
Duzias de meias finas para senhoras .
Agulbas raocoras balo (papel) a .
Pe?as de filas de la de todas as cores ?.
brozas di) botSesde porcelana prateaaos >
Caixas coa) alOueiles Irancezes a .
Caixas de 100 envelopes muilo tinos a .
Resma de papel de peo hraucu liso a .
Frasco cora superior nt-j a.....
Pares de lotees de ponho muito bonitos
LiBhas era cario de 200 jardas a .
Caixa de superior linua do gaz com CO
nnv les .............
Taiheres para meninos a.......
Masso cem superiores grampos a .
i'onets para mtnlnos a........!j*.C*X
Tantas com cus;, de metal a...... &0C
Realejos para meninos a....... ''<-


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601
601
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03.35
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B
as j rrT 2
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o
*, i
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T
E' muito barato
a 500 rs a vara oa >Oo rs o covado.
Um lindo sortminto de camb-aias francezas de
cores que cu>tavam 800 rs vendem Gregorio P
do Amaral & C por aqnlles presos : na sua lojA
da roa do Crespo n. 5 Tambem neste estabeleci-
mento se vendem chiia de bonitos desanos e co-
res lixas a 200, 280, 300 e 320 o covado, bem co-
mo esperam reetber pelo vapor que deve cru-gar a
19 deste mez ricos cortes de seda do mais apura-
do gosto, poil de cbevre liso e outro sroaitos arti-
gos de novidade.
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I]
\ 18800.
A l.c por cento.
Compra-se a praia na praca da Independe cia
MOMAS
de ouro e pr la
Compram-se rabias da ooro nacionaes e estran-
geiras, too como pataeoes dos diversos cantos:
em casa de Adamsoo, Howe dt C, ru do Trapi-
1 ebe-n )W n. 40.
Fazendas baratas
17 ra do Qaelmado 17
I/ja du Carlos.
Cambraia brancas finas eom um peqaeno sujo
de mofo a 5| a pessa.
Lanzlnhas mescladas, padroes novos e cbiqacs
a 300 res covado.
Cmbralas de ro>ee, padroes miadinhos e ga-
lantes a 500 reis a vara.
Urins finos de lluho, cores mui boas, por serem
escoras a 1* a vara.
Ciatos d> seda a selim, borlados caprichosa-
mente a vidrilho a Ji*
Ditos para 34-500 e 4*
Colchas brancas alcucboia, fazenda inieira-
mente moderna a nosso olbac a 2*
Bandas de arcos para seobora meninas a 2*.
Ditos de mussulina coa 3 reos a 4*500.
Saias eom barra, para serem osadas por cima
dos baldes a 4*.
Veodem-se, na fabrica da ra do Crespo
n. 4, muito boas chapos de sol de panni-
nno, com armaco de ac, pelo diminuto
preco de mil e oitocentos iis, por se ter
grande quantidade. A' elles, antes que se
acabem i
11 1 1 1 1 -------------------------
Vende-se a obra o Anoo clirislSo em 18
voluntes, a obra mais nesces&ri aos sacer-
dotes eque nio ba em parte alguma, a ra
do Rozario o. 22 loja junto a de fuoileiro.
Veode-se a especial banha de nancer cabel-
los e tirar caspas, muito conhecid pe.la experien-
cia qoe j delta tem feito e os bins resallados qoe
dalla tem tirado as pessoas qua a t-m eaperimen-
tado, assim como continaa-sj a receoer do serlio
nm insigas remedio caseiro p ira molestia no pai-
to, esearros de sanana, bronqoiies : oo Corredor
do Bispu n 13. Na mesma casa en?omma se roa-
p& de homem seobora, e frita se multo bem ves-
tidos a (raneen por preyi multo em cooia.
de leite, pranbes,
,. assim co-
a
Na ir.ivessada Madre de Dos n. 18, armazem
de Jos Vicente de Lima, vendem-se massas bran-
cas de Li-boa, fazenda muito fina, e propna para
casas particulares, a 4* cada caixa de un-a arro-
ba, condado macarro, lalbarim a aletria, e a 2*
cada camnha da mela arroba, contendo igualmen-
te massinha sortidas. A ellas, anles que se aca-
bem ; o preQO convida.
Vapores.
Vende-seem casa de Sannders Brothers & C
i o largo do Corpo Santo n. 11, vapores patente:
i om todos os pertences proprios para fazer mover
i es oa quatro machinas para descarocar algodsc
TOTAT
Xovamente chegadas botas rnssianas e peroei-
ras da melbor qnalidade que temos visto : na loja
do vapor roa iiova o. 7.
~__ Veude-se telhas sopenjr e lijlos de todas as
qualidades fabricado com barro d'agaa doce por
menos i4 em mllbelro do qne em outra qoalqoer
parte : na -laria de Jos Caroeiro da Caoba roa
d>s Prazeres o. 38.


a
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o
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13 o e B g-5'
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ss
o
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s
en
1
8
D
0 N. 65
Vende-se fiado e a vontade
do comprador.
O estabelecimeoto da roa Nova n. 65, onde exis-
te nm bilha.* moderno e se fabrica e vende sorve-
te, assim eomo todos os movis, looeas e uteoel-
lios existentes da om infamarlo : trata-se no lar-
go do Paraizo n. 24.
Rap Viajado e Paulo Cordela-o
A lo|a do cordeiro providente a' ra do Queima-
da n. 8, recaban nova retnessa dessas qnalidades
de rap.______________________________________
Vendem-se seis vaccas
sao do pasto, ja iperimesudae
mo garrote e garrotas pir precis. cuicm .1 s
tratar na taberna pad^rii da p-i'nta d-- UcliO.;
para
Vende so 00 bom eacrav.i ooueiro e
todo lervico : ca rna do lmp-rair o. SO.
Venda-sa uoik (hola um paqeoo m*t"Oi
do para a mesma, lado em bom sudo, por enm-
Lencos de cambraia dn linho acabadas coi per-1 modisiimo preco; i tratar na ras das Croles
f>i$ao para mi de ttmri a 1*590 II 1 a. 39.
lquida$aij de calcados.
Ru do Imperador n. 32,
Borzeguins de bezerro para hornern.
Ditos de lustro para homem.
Ditos de cordavo.
Ditis para seobora enfeilados.
Ditos para meninas.
SapalSrS da bazerros.
Rotioas braneas paia senbora.
B das pequao>s para neniara.
Ditas grandes para montarla.
7*000
6*000
M000
8*KX'
ss
8*000
18*900
sBnot
i
AttenQo.
Vende-se a loja de foalelro da roa Diralta n. 68,
eom lodos os perieocaw al|MM> obras (lis; a
tratar oa ro di LiPf,o#JfelV* '
cisco Jos Germann*
|RA NOVA N. 21,
acaba de receber nm lindo e magnifico sor
tmenlo de ocolos, lunetos, binocnlos, do o-
timo e mais apurado gosto da Europa e oce
los de alcance para obserracoe o par* ~t
martimos.
re u de mmm\
Ra d;i Madre de Deus n. 5.
Veode-se cera de earnabe mala barato do qoe
em outra qual.ioer parte, se bus qnalidade.
Vinho verde
Acaba de ebegar nova remes-a do ji eonheckio
vinho verde engarraf .do da superi -r qnalidade, o
qpal se torna recommendavel por ser pnro e por
ser engairafudo a capricho para evitar o allerar-se
chamamos a attencSo dos amadores: nico depo-
sito a roa da Cruz n. 63, armazem de Meb, Lo-
Aft y l-----------
Venderse
Pazendo-se todo o negocio eom a taberna do pa-
teo da Peona n. 6, a prazo oo a dinbeiro, eom aba-
liment > vaoujoao na armacao e gneros existentes:
trata se oo mesax armaica.
V


Piarlo 4c Pernanfraec- (jnliiU felra de X*veaabro de <867.

DO
R. SEVIAL.
Para o tratamento e cura rpida e completa das molestias sypbiliticas, eris-a-
as, rheumatismo, bobas, gota, debidade do estomago, infiammacSes chronicas do ligado
i baco, dores sciaticas, cephalalgias,neuralgias, nlcens chronicas, hydropesias, pleuri-
tias, gODorrheas chronicas e em ge al todas as molestias em que se teaha em vista a pu-
:ificac5o do systema aangaineo.
CoasIderaeSes geraes
A saude um bem inapreciavel, cuja importancia e valor s esta reservado ao ens
termo o avalia-lo.
nmu
Ra da Imperatriz n. 15.
Veode se manteiga mgJeza flor a 800 e lifooo.
Sal refinado en pecte de 3 libras a 2oo rs.
P dtjollo para tajar facas a 12o rs.
Lata cera p5o-de-! a IflSoo.
Azeitonas de Elvas em latas a 800 rs.
Al pista e painco a i 60 rs.
Frutas em caldas seoras a 5oo rs. a lata.
Farello da Lisboa marca M. a 4#6oo e 5ooo.
Caixinhas com amasas para sopa a 20?oo.
Vende-se ama armagSo de louro envidrfada propia para qualqoer negocio em
O cordeiro providente
Na antiga loja de miudezas a ra do Quei-
mado n. 16.
Teodo sempre em vista alo roubar o lempo aos
seas freguezes, eom extensos aunando ; mas
tambera nao quenado que os mesmos (regaeies
Ignorera o oe d novo tem elle receido, por Isso
resumidamente 0 dir': cbegando assim ao co-
nnecimenlo de todos qoe a dita loia do Lordekro-
IPrevidente, roa do Qaeimado n. 16, recebeo o sa-

-sai t 'aqjjajn]*wh
-80* t '(SOJOUP Jtd
nmwftmdm vpniaatj
mcontestavel que o homem neste mundo constantemente, e por todos os laaor tem p(Kjereg ejpeCiaes.
stacado por urna nfinidade de agentes morbficos que todos tenden, dadas certas e deter-1H
minadas circunstancias, a alterar o regolar exercicio das fuccBes orgnicas, resnltaubo
?esse desequilibrio o que se chama:molestia.
A molestia oio mais de que a desvirtuadlo das torcas vitaes, occasionada,- d,
fundo as investigacoes e experiencias dos mais abalisado mestres da sciencia, pela depra-
ac3o dos humores geraes, consequencia da acc3o maligna desses mesmos agentes mora e
5cos introdnzidos no organismo pelo acto da respirado, pela via digestiva, pelo contacto
immediato etc. etc. etc.
A syphilis infelizmente tem sido a partilha da humanidade, e como tora de duvi-
la que esse terrivel Proteo da medicina urna molestia hereditaria, ella tem sido obser-
vada em todas as idades, e debaixo de todas as suas formas io variadas, enfraqnecendo
;onstiti?oes robustas, prodazindo mutilaces, e cortando ainda em flor da idade vidas
preciosas.
Eliminar da economa esses principios deletenos, e purificar a massa geral dos
iumores tem sido' desde tempo immemorial o fim constante da medicina, e os purgati-
vos flguram em primeiro lugar para preencher esse desiteratum ou fim.
O Elixir depurativo do Dr. Sevial parece merecer a preferencia sobre todos: os
inmensos successos obtidos pelo uso deste salutar agen' tanto na Allemanha, como em
Franca e tal a, o tornam o companheiro ioseparavel de quasi todos os doentes.
Sendo as melestias, como cima dissemos, devidas s alteracSes doshnmores, o
Slixir depurativo do Dr. Sevial pode ser empregado vantajosamente na syphilis, erisy-
pelas, rheumatismos, bobas, gota, debilidade do estomago, iaflammages chronicas do
ligado e baco, dores sciaticas, cephalalgias, nevralgias, ulceras chronicas, hydropesias,
pleorisias, gonorrheas chronicas etc. e em geral em todas as molestias em que se tenha
*m vista a purificado do systema sanguneo; pois que urna pratica constante tem feito
w que elle indispensavel nos casos gravissimos para minorar os soffrimentos, pre-
parar o doente para medcacSes superiores ; e as menos graves a cura a conse-
cuencia do sen uso, convenientemente repetido.
As substancias que entram na composicao do Elixir depurativo do Dr. Sevia
pertencem todas exclusivamente ao reino' vegetal, e grande cathegoria das substan-
cias depurativas e antisypniliticas; assim, ao passo que este remedio depura o orga-
nismo, eliminando os principios nocivos saude, pelo mecanismo natural das evau-
tces alvinas, neutrasa ao mesmo tempo o virus syphilitico quando este virjam.
,em feito erupco no exterior debaixo de suas multiplicadas formas; e previne taui
3em os estragos dessa terrivel molestia, quando por ventura se-acn ella' -ainda no
istado de encuba09, sto sem se ter manifestado sol) formas externasr'beneficio
umenso, taato mais quaoto neste estado os individuos ignrram completamente Jse es-
to contaminados por este terrivel inimigo.
O sabor agradavel d'este Elixir convem a todos os estmagos, a sna-accjo so-
jre o tubo intestinal suave e benigna, e de nenhuma forma produz moletias-'medt-
amentosas, como acontece ao purgante dito Le Roy, que na sua qualidade d dras-
co forte irrita a mucosa intestinal, e consecutivamente a seroza, resultando deste es
ado, omitas vezes, hydropesias, que quasi sempre terminam pela morte do doente.
Assim pois esperamos que o uso deste remedio justifique cabalmente as nos-
ras asseverac5es, porque sendo um medicamento to simples na sua composicSo. a
pratica tem confirmado sua utilidade.
nico deposito em Perua:alv
lador uma Prwc'Pal rua: alrats,r na rua da Impeatriz n. 15, com Miguel Gomes de Souza,
ni.
i
Na botica e drogara
DE
Sarthotomeo Companhia.
3i-P.UA DO ROSARIO LARGA34
NOVO DEPOSITO
mi r' **
! f-oproijif'ei*odip
m a ataewnnwHl wft ni, mxtii *MO>udaj ana ap io\ik o tajas
a a^ma 9flq4 p natdnoo ojisqp jaaqo pwawp aettinf ap uf 4 0
-aoptjpjaw fajoqjaw a* pp ti.idjd ttnp tana Jtwai(a
' oaiBiSon owjaj ojifloqjw p nm j
mm p 9 0JJ9J % p o)i)9ii 9P ?*w'a
wtoinwaqm a aaaoja
-io atptraaip nn a 'ntO|tjOj3ta itoijaudmli niiaaiom no ejwomiaaojid
aipnipnt ojiotftmn ojjj ap (nampe; p wuiuJnaaa oonp ana apta opui'iooo
si9A?j9J|wj asanfcni 9p 9 mi) 9p o^JBpe ap m\ 9 sf|qjij
asouiSnjJDi tasJSBim tinta n amonoo
mamniA moo opwmnqM *|Aapj8i 'tiozaf jui:ra.9mjm w'i, M t
'apiiappa 4an3 atn ajBSuitwipaiuui! opaip oviriHMUUi syoldv Wfl
ssjBiuIai sfi5EJtdajd ti jjqoi
oaaii tn aa-ianati9 o 'tooipsH lwg sot oi.woi ojwpap raat-jaisajd 'ato" j
ojia; o moo aptnn ajoauBuiuo aidius 'soiuad imi ao sooiiuiB.3 so
epioeqaosaj uiaj o ouioo an8ues ou wpt as anb 'juv6uo%u op 'woStJtdaj tea.a
'ibuatn* f ojixa o yui assa uianqijjjt sopnisip sima eop aooipim loirapi -anJuas op
o;ujiiitsDjqodui3 o asneo jod uiaaj anb stiisooiu n sua utd snaonjan tawA
saiitiuj ojs ]ditia toouinjj so anb aasqooaaj 'votpiu vufjvaj $ hot\ni
-ajayj rp vpwvi oas ap oiir{pa ttuinn an 'ovasMOHj,'joetajjd aioao^uja o
4
of
nj ap aauffai q nayni t\ti tpieae| 'w^aanaj
Nossiaa na Ninna aa
TsDiaaw Ha viREaaa ana svavfttnidjf
siwiwifi-siaHHU saodTHTdand
guite :
Bonitas e doradoras gas-de pellica para melas,
nn
Vende-se na pharmacia de P. Maurer dt^C, ra Nova.
i lOi;

FAZENDAS DAS LOJAS E ARMAZEIH DA
?A i)ESCAROCAR ALGODO
Manoel Eento de Oliveira Braga.
K3nna Dlrelta n.53
Neste estabelecimento se encontraro a
verdadeiras machinas americanas chegadas ultima'
mente, as quaes sao feitas pelo mais afamado fa-
bricante da America, por isso avisa a todas as pes-
soas que precisarem comprar, de se dirigir a este
estabelecimento que compraro das mais perfeitas
neste genero, assim como mais barato do* que em
outra qualquer parte, por isso que se recebe por
conta propria, bem como cannos de chumbo e moi-
nhos para moer miiho, e grande sortimento de fer-
Tendo o proprietario destes dousestabe- Alpacas de lista a Soo rs. ocovado.
lecmentos resolvido liquidar grande parte' Vende-se alpacas de listas e de flores
de suas fazendas por isso resolveu por em li- proprias para vestidos de senhoras a5oo,
quidaco para vender mais barato do que 600 e 56o rs. o covado: roa da Imperatriz
em outra parte. lojas da Arara ns. 56 e 72.
Chitas 60 o covado. Casemira com peqneno toque de mofo a i&
Vende-se ditas em retalhos a 160 rs. o Vende-se casemira para caigas e p lilot-
covado, ditas em peca a 200 rs. o covado : com pequeo toq'ie de mofo a 19 o corado:
cassa franceza a 24o, 28o rs. o covado: ra ra da Imperatriz lojas da Arara ns. 56 e 72.
da Imperatriz lojas da Arara ns. 56 e 72. {
Laazinhas-Ja Arara -io o covado. RAlina fAl't ItaAMVnl
Vende-se Hasinhas para vestidos 2io, AWUjjcl iwia U4UIUU.
28o, 32o, o covado: ra da Imperatriz lojas' Venae-se palitots de panno a 5^, 6,$,
da Arara ns 56 e 72. 8* e 10(; palitots de casimira de cores a
MadapuwH) a 43 a peca. \<4 H, e Io3, palitots de meiacasimira a
Vende-se pegas demadapolo a 4,5-f.diio 35ooo e 5, calcas de casimira a 5$, 6# e
muito fino 6$, 70, 8,5, 93, lo;3: ra da Im-! 7(5, ditas pretas US, U, 7 peratriz lojas earmazem da Arara ns.56 e 72. meia casimira a 2$5oo 35 e 3^5oo coletes
ragens e miudezas em grosso e a retalho.
Facas de cabo oranco de meio balando a
a duzia, limas finas de todos os tamanlios
-iT3i2I3k= = de trabalbo de escultura.
4-atii m i
proprias
F4BRIC4 DE CHAPEOS DE SOL
DE
MiDAHi FAIiHJB.
Este estabelecimento acaba de receber de Paris uma rica colleccSo de chapeos
ie so! de seda, de alpaca e de algodo, com armacoes de balea, de ferro e de junco dos
melhora gostos e fabricantes, que vende mais barato doqua outro qualquer estabeleci
aento, por serem fazendas vindas directamente.
Igualmente tem fazendas de seda, de alpaca, de algodlo e de linho pan cobrir
Arpeos de sol, ludo de boa qualidade e por preco commoJo.
Encarrega-se de qnalquer concert, com presteza, seguranca e garanta.
L'JOIIDACM DE FAZEiVDAS
Por bar tos pteos.
C -sas frncezas de cores" a 210 rs. o covado.
Ditas francesas, superior qualidade, grande variedade de padres, fazenda de
3 X> rs. a vara, a 320 rs. o covado.
Ditas ditas mnito finas a 406 rs. o covado.
Superiores chitas fraocezas largas de cores fixas a 560 rs. ocovado.
i.'ndai laas de cores com salpicos e com flores a 320 rs. o covado.
Das com palmas de seda a 320 rs. o coyado.
Ditas com listas imitando poil de Chvre a 400 rs. o covado.
S. verioies alpacas de_.com deduas larguras com listas e com llores, giao.de va-
le ife pi Iroes e gost >s inteirimente lindos (Tazenda de 1(5 o covado) a 500 rs.
- S las de cores da qoadrinhos e de listas a 800 rs. o cavado.
[ticos rmeos ou capas de mene, bordadas e ehfeitdas com re^da preta, o qie
ua ie m :i< im ter* par& hombro de senhora a 80, 100 e 2# dada um.
R^^pol^sa3?,6|e7/apoCa.
.-'u. H5r ^Igodaiisiblro branco com 20 jardas a 4/3 a peca.
n como oolrasmuitas fazendas por meaos do seu valor para liquidar.
Cortes de cambraias de barras a 2$
Vende-se cortes de cambraias de bonitas
barras a 20, 2 Drtos de esmbraia bordadas brancos e de
cores a 4$, 405oo e 5f?: ra da Imperatriz'
lauto para senboras como para meomas.
Leques de diversos e moernos gosloe.
Peoied cora eofeites doarados e oao doarados,
para meoloas.
Coques simples e enfeludos, moldei Inleirameo-
te dovos.
Bom papel em caixiobas liso, pautado doora
do e timbrado, e outros maitos objectos, qoe mea
eiooa-los seria basuote enUdoobo, e qoe se veo
de em dita loja de miudezas do Cordeiro Previ
deBte, roa do Qaeimado o. 16.
Nio laliam flore,
O Cordeiro Previdente a roa do Queimado a. 16
tem con-taD temen te um lindo sortimento de
as e bonitas flores, por isso quando algum na.
bllidosa joven qoiter preparar qualquer eofeite de
bello Rosto deve logo lembrar se qoe ba dita loja
do Cordeiro Previdente, a ra de Qoeimado o. 16,
nao faltam flores.
Para al vejar os dente.
O cordeiro providente a roa do Qoeimado o. 16
recebeo do bem conhecido fabricante Joob Gos-
I Bell dr C. orna ptima qoalidade de pos para den-
'tes aromatisados com canfora qoe realmente tem
merecido todo concelto porque nao s alveja pei-
feitamenle os denles como tambera conserva-os
sempre ao nelbor estado de perfeieio, assim pois
qoeiram vir comprar ditos pos na mesma loja
do Cordeiro Previdente, roa do Qoeimado n. 16
Enfeltes com ponas.
O Cordeiro Previdente receben om lindo sorti-
mento de enfeites com postas para vestidos, tanto
de seda como de lia que combioam perleitamen
te com os cintos modernos do mesmo formato, por
isso para poder enfeitar-se com gosto qualquer
vestido indispensavel comprarse ditos enfeites
Da mesma loja do Cordeiro Previdente, a ra do
Qoeimado n. 16.
Cha pe 11 as de seda
Modernas e bonitas chapelinas de seda para se-
nhora receben o Cordeiro Prevideote roa do Qaei-
mado o. 16 e por ser pequea a quantidade re-
cebtda, qnem pretender ama moderoa e. bonita
chapelina deve apresarse em mandar compra-la
ora dita 1.Ja do Cordeiro Previdente a roa do
Qaeimado o .16.
CAIXINHAS ENFEITADAS.
Estas mnito desojadas caixiobas vasias e endi-
tadas com gofio, qoe tanta exiraccia tem tido e
que realmente servem para diversos Has, existero
na loja do Cordeiro Previdente a ra do Queimado
n. 16 um completo sortimento de ditas caixiohas e
san vendidas por precos to rasoaveis, qoe o expe-
riente fregaez uo objectara' em compra-las em
dita loja de miodezae do Cordeiro Previdente a ra
do Queimado n. 16.
PONTEIRAS E CHARUTOS.
O Cordeiro Previdente, rna do Queimado n. 16,
tem om bom sortimento de Boas pootetras para
charolo, seDdo lisas e com figuras em alto rele-
vo ; e para qoe os seos fregaezes nao se Incom-
modera em comprar charuto.- em algumas das lo-
jas de cbarnleiros, recebeu tambera um bom sorti-
mento de fiaos charutos do afamado fabricante
Parlado de Simas; assim, pois, encontraro os
apreciadores um bom sortimento na dita loja do
Curdeiro Previdente, ra de Queimado n. 16.
Para offertas do hospital por-
tnguez.
Bonitas cestinbas com fructas de cera, obra de
muita perfeico e bom gosto.'
Para cortar moldes e en brulbar fazendas.
Vndese papel pardo folba grande.
Para lastrar calcados.
Vende-se superior graxa econmica.
Veude-se papel para matar moscas.
A Soja do cordeiro previdente
Ra do Queimado n. 46.
Kell.i achaso os pretendeutes um grande e va-
riado sortimento e perfumaras finas, tanto ingle-
ias como francezas, sendo :
Pinos extractos para leocos.
liaohas e pomadas para cabellos.
Oo pbilocome e baboza para dito.
Pos hygieoicos para denles.
Ditos camphoradospara ditos.
Opiata iogleza e fraucoza para ditos.
Pacotes com pos de arroz.
vasos de porcelona para ditos.
Sabonetes para mito e barba.
E muitos outros objectos que sero presentes
ao comprador que se dirigir a ra do Queimado
n. 16, loja do cordeiro previdente.
Ban leijas pequeas.
Vendem-se na ruajdo^Queimado n. 16. |lojaJdo
cordeirojprevidenle.
Charutos
Fabrica e fundico de bronz
e outros mttaes, caldeireiro,
laioeiro, cfuntiro, situada
na Soledade, ra do Prin-
cipe n.$,c com deposito na
ra Nova n 58; da cidade
do Recife
DE
, BRACA 4 SAMPAIO
Fabncam-se neste importante estabeleci-
mento todas as obras concernentes as artes
respectivas como sejam:
Alambiques de todos os tamanbos em
1 feitios, os mu acreditados aparelhos de
Derosne com as dimencoes delicadas dos
fabricados em Franca.
Fabricam-se avulsas quaesquer pecas des-
apareaos, como sejam o dilatador, Tatifica-
dor e condensador, on esqoenta garapas,
resfriador, serpentinas interiores.
Fabricam-se bombas de todas as dimen-
coes e qaalidades, palo systema francez ou
americano, simples, de pressSo, repuxo, e
com especiaiidade a estae* rios l assim -ap
nominadas pelo enorme volume de agua
que absorvem calculada em 100 pipas por
hora, e das quaes algumas esto promptas a
serem experimentadas.
Existem bombas por este systema, me-
nores, para regar sitios, garantindo-se n3o
s sua duraco como a grande quantidade
de agua que fornecem pelo que s3o cous de-
radas boje as primeiras bombas conhecidas.
Todas as mais obras se fabricam vonta-
de dos freguezes e a seu capricho.
Existem sempre promplos no deposito in-
dicado na ra Nova n. 38, um completo sor-
timento de obras solidas, bem construidas e
a precos rasoaveis, como sao alambiques,
serpentinas, taxos, passadeiras, repartidei-
ras, escumadeiras, cocos, candeias, e muitos
outros utenc'lios preprios para engenhos,
como sejam mancaes de bronze, parafozos
para rodas de agua e outres.
Cavilhas, machos para lames, pregos de
todos os tamanbos e para o forro de cobre
de navios.
Aprompta-se tudo qoanto diz respeito as
obras de lati torneadas e polidas com toda
a perfeico.
Vlvulas para tanques de banho, torneiras
de todos os tamanbos e qualidades, assim
como todos os ornamentos para militares,
botes para farda, aparelbos para barretina,
nmeros, espberas, espadas, cornetas, alam-
padas turbulos, caldeirinbas, aavtas, almo-
farizes, perfumadores.
Obras de folhas de flaodres de todas as
qualidades, bahs, bacas, bules e outros
utencilios domsticos.
Lampies para gaz para engenhos, fulha
de flandres em-caixas, folhas de cobre e la-
ti, tubos de chumbo para encanamentos de
todas as dimencoes, folhas de zinco, estanho
em barras e verguinha, lances e barras de
chumbo, vidros finos psra espelhos, de co-
res, bordados, e opacos, e outros para vi-
dracas, diamantes para cortar vidros, cadi-
nhos ordinarios e de patente, rea para mol-
dar, folies para ferreiro. lavatorios com ba-
cas e jarros, trra podre e outros nmeros
olijectos proprio de taes eslabelecimentos.
Sendo todas as obras inspeccionadas e
feitas sob a direccJo do socio administrador,
Jos Baptista Braga o qual se acha de novo
especialmente incumbido da gerencia de tao
importante estabelecimente, isso uma ga-
ranta pela sua longa pratica, que tem os se-
nhores freguezes de qne ser5o servidos a
contento, com promptido e preco commo-
do, pelo que os proprietarios lhe ser5o agra-
decidos.
da
lojas da Arara, ns. 56 e 72.
Arara vende algodSo a pera 3#.
Vende-se peca de algodo a 3#, 4?, 5$,
00, 7(5. 8J; ra (a Imperatriz ns. 56 e 72.
Riscado francez de listas a 36o rs. o covado.
Vende-se riscado francez de listas para
vestidos a 36o e oo rs: ra da Imperatriz
lojas da Arara, ns. 56 e 72.
Ditas franceza a 2o rs. ocovado.
Vende-se chitas francezas finas a2io, 28o,
32o e 4oo rs. o covado: ra da Imperatriz
lojas e armazem da Arara ns. 56 e 72.
de casemira a H, 3joo seroulas a !,
^Sa?a^256ee72M **ImperalrZ^ida acreditada fabricTd7jos Furtado de
ai a- t Ti Simas.
Al^odao enfestado a 10 a vara. Vendera-sejaa lojaldojcordeiro previdente a rna
Algodo enfestado para lencoes e toalhas do Queimadogo. 16
1(3 dito transado 1028o
,a 10 dito transado 1028o avara: ruada
Imperatriz lojas e armazem da Arara ns. 56
e72.
Cortes de la de I i covados
I Vende-se cortes de la de 14 cova-Josa
30, 40 e 50: ra ra os 56 e 72.
Uicas saias borda las a 30^oo.
Vende-se ricas saias bordadas para senho-
ra a .30oo. 50, 60 e H, bales de arcosa
20.2000o, 30 e 305oo: ra da Imperatriz
. lojas da Arara, ns. 56 72.
GRNDF BUZAR
RA NOVA N. .0 E 22
Fundi^ao ctAurora em
Santo Amaro
Completo sortimento de taixas batidas efund
das, alambiques de todos os tamanbos e fondos dt
ditos, raoeods de todos es tamaobos de superior
qualidade, crlvos e boceas de fornalba. o que lud<
se vende por commodo preco.
Lindas omito Modas la a 500 ris o
covado
Vende se na loja do Alvaro a' ra do Gresoo o.
Z0 D.
Eival sem segundo.
Ra do <|ueIiuano o. 40.
dner acabar coro as fazendas abah*
mencionadas.
Queiram vir ver o qne bom e Iraratissiiao.
labynntho com bico, fazeu-
Cbegou afinal
A. pomada galopean.
para cura rpida e completa dos calloi daros.
VENDE SE NA
Botica e drogara
DI
Bartbolowen dt C.
31Km larga do Ramio34
VeDde-se uma barcada d~"5 caias
ar na praga do Corpo Santo o. 17.

a tra-

LOM DAS COLUMNAS
DE
WlV
iitouio Corma de Vaseoucellos & G
Ra do Crespo n. 13. O Y ')it9l f.
o otaot*a
ctf & ,d .a *"
n.atnt cauca o>4ia, v ,m-,ca >
oaumu masa .>a ni
CondecoracSes
A bem eonbecida loja de jolas de Mcrelra &
Daarte, a' rna do Cabog o. 7, acaba de receber
por5o de babitos e officlalatos da ordam da Rosa.
e babitos da de Cbrisio de diSerMea tamanbos
qoe vende por precos mni razoaveis, aliim dsso
continua a ter como sempre un completo sorti-
mento de joias dos gostos mais modernos para as
quaes conta com o concurso de seas bens fre-
goezts.
_ Vende-se a taberna 0. lii defronts da esta-
co das Cinco Pomas, ou da-se socedade a' pessoa
m'-!: TK!ia Com.0-S bP? m poi6r\ pols'Darias de' mei' iu\ 'bornea *.
^anrt^!?.8'^0. de fawr,DWfo;0 Dazias de melas croas multo saperiores
alugoel da casa barato e tem commoos para fa-
milia, e o motivo de se vender oa dar scciedade
por o dono ter outra occqpacio.
Vende-se um carro de 4 rodal oMito bom
para carregar assacar por ser grande a chapeado
ce ierro: a tratar na roa do Vftarro n. 33, ta-
berna.
Toalhas de labynntho com
da boa a..............
Carreteis de linna com 100 jardas a .
Bravatas pretas e de edres muito finas a
Baixaa de obreias de massa muito novas a
enfladores para esparttlho de corde e
fita a...............
Carreteis de liaba Alejandre com iOO jar-
das a ...............
Sabonetes muito Anos a 60, 160, 200 e
Ditos de bolla mnito Anos a 240 e .
Jijadas de linha froxa para bordar a .
Varas de cordao para espartilho a .
entes voltalos para regagar cabello de
meninas a............
irascos d macaca' oleo milite flao, a .
Abotoaduras muito tinas para colletes a .
CartSes de haha branca e de coras a .
Libra de ara preta superior a.....
JBMtms para fato, fazenda boa, a .
Varas de franja branca de lino para
toalha a..............
Caixas de palito balo a........
Caitas de palitos de segaranca sem en-
_ ?10f', .............
Sabonetes de familia a 100, 160 e ... .
Cartilha de dootrina cbrislaa a .
Quadernos de papel pequeo, superior a .
Dniia de baraihos francezes superior
Groza do pbospboros muito superiores .
C'ixas a retalbo do- mesmos.....
IV? de PQOPboros de velliaha contando
500 velltnbas mnito soperioresa *. .
Resmas de apei aimaco muho superior .
Resmas de papel pautado superior quali-
dade
!,itf!Mn fb iitel*
i -i M'lOil6Q t *> 1
a ir?*y
Livros de direito.
Vendem-ae importantes imot o rerro, e pra-
tica do proeesso, em bom estado, e por comaoda
prego, na enradernago acadmica, a' raa, do lm
[erador n. 71.
3/0'Jl
31
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60
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20
24OOO
14 (X
i(
160
245OO
346O0
iSM
440c(
Machinas para descarocar algodo. do m
Ihor autor que tem apparecido na Americ
E' tal a execuc3o do BaaGbinisme, que o a!
godo sahe quasi to pereito como o de bn
landeira. Recommenda-se a attengao do;
Srs. agricultores, estas machinas.
Joruaes para 1868
Xa Hvrarla Franseza assigmm-se
todos os jornaes da Europa ; os Srs. assig-'
nantes encontraro amostras dos peridicos,
e catlogos dos mesmos.
RA DO CRESPO N. 9.
~ GAZ GAZ GAZ
i Chegoa ao antigo deposito de Henry Forster &
., rna do Imperador, um carregamento de gaz di
primeira qualldade,o qnal se veode em partidas
i retalbo por menos prego do que em oatr* qaal
iaer parte.
L11VAS NOVAS
A Aguia Branca a ra do Qaeimado n.
8 reGebeo d'aqaellas bonitas lavas de pelli-
ca enfeitadas, e j bem conhecidas por luvas
a dnqneza.
Pars, 36, Ra Vnrenne. &
CHABLE MDECrfSPtCit
AS ENFEHMUIDAS DES SEXLAhS, AS AlFSC-
rtAS. E ..TERAgOES DO SANGUZ.
~ 30.000 curas tu impinga,
puttulas, herpei. tarnn,
i'omixoe, acT\monio, e ai-
'trcoei.viciotat dosangw.
/'-i, e ailerafots 4o ttur
gue llaropc verdal **m mercurio). Drpuru..-..-
vt-Kvtme n.i-.-.;o( um litis tomio-se do
p-or seciana. Kegttindo o traclameuto Depurativo
MnprfRaclu na- mesmas molestias.
:r, te XaropeCitrsC
_ }.i- 3 .:CII.\LE.eri
.'O "" >-">ui.r.. cur* -i-.
!j:ouie qualquer juraacnc,
relaxafao, e debiiijade, i
iguaMiente os fluxoa e flora
ruancas das uilliere. Esta injeccao benigna c
>rega-se ocia o Xarope de Citraeto de Ferru. .
HeacrfaMu, Pomada que ai cara ia lrs diat
POMADA ANTIHERPETICA
Costra : as afrecfoe* cutnea e eomixoei.
PILULAS VEGETAES DEPURATIVAS
'..-. a: CUabto, cada fraaeo val aetoapaaao 4**ts
AVISO AOS SRS. MDICOS.
? Tura camrrhoi ir<*
coqiiducKe* rrif -.^e*
I r 'l'H.il 104 ios rVrw -
ni* < iof/u l-: \omtt*n
lo /Sito; t*\H i.K-rdr
un* roilir rthilea dt:.-!- &a:ti|ii' \Y ^oci^r
Dr. Ca&^/LB em Par*, ra* M#tem* '*+
A venda na pharmacia de P, Maurer ?
e C, em Pernambaco.
-----.-.,
fWAIBISS
o, ^. 4
f,.

Canos
"
No armazem do pateo do Terco n. {3 vendem-se
caoos de todas as iargura, vidrados a ipor ridrar,
por prego ratoavel, o melhor neste genero.
Machinas de costura
saceos cea fjrinna de mandioca
assim como saceos eom feijlo, por
Vend.-se
de 24800 a 5
baTatts (0 noFme doMattos o. 13.
AUen^o.
aaulcnnsk.._
t:,idtg,rr.J. ,. ,Mr- T..:. t ,,/ r
ne lra s -M OT,t. um rata!* i.H^;:! *ra
lkKV*l
*A------Irnil .'imni.rt*
ir i ,.j
* Kt?''-'~~-
docter-me:
et pkamac!e?
hrePini.irr-iifn i
M I- IKr.,,-,k p
ieHi'.u- -4.. '
irt. .-'.
Venham ver
Vende-se na loja de marcineiria na Cambu ;
Carmen, t, palba apparelhada da melbor sci.
pira tecer cadeiras e sof, por prego mais coa.
No escriptorfe de Toes. Jn>t, rna do Vigarlo n. modo oo qoeemontra qualquer parte.
9, vendem-se excellentes machinas de costara, ul- Vende-se nm ,,! ,;. ^v.. .i
srBrcsg1ac3drosEsudos-fl,dos'pjr w ^^^^Aift sr re
gos mano commedos. ft,^ D. 5 : t9JD t lq > .bbtvf- i |4qi
I C0BA e nodo t? oso! sic^ 0*?M i M BVt
Deposito aa pharmacia
C. em Pernambaco.
deP.Marfrer
.1*
IM
CASTRO HUNES .
Grammatica nacional

Livrari raacM. '*>*
t-M
I HtCfllB 1
1


A
i-
'i*.:
Uiitolrt tle
i*l 9b oiv,M -
:
/<
Collares Royer
fu inrtiits eleetriets magaeticts
Deposito acreditado
oja da aguia branca roa de Queimado o. 8
Apregoar ainda os prodigiosos effeito* dos
Collares Royer j o5o eosioar oa querer
iatrodazir novidades, porque a fama de sua
efflcacia tem-se tanto estendido, e os seos
fehzes resaltados a tal altara elevado qae
hoje rara a pessoa que por experiencia
propna, oupof intermedio de mus amiaos
e parantes, Tgnore oa desconhe* as virtu-
de^desses sempre apresis collares
A aguia brc,pera se loriado coQr-
rer para um tao justo Oa, se nao por ou-
ro modo ao menos por ter sempre, e eons-
anteraeate um completo sortimento desses
collares magnticos, que bem se podem cha-
marsalva vidas das enancas.
Resta ainda que os senhores pais de fa-
milia se fac*nm convencer jde qae convem
nao esperar que as criancas sejam atacadas
ao mal, e por isso necessario oa conve-
niente que com antecedencia se deite na.
JiaDca um desses collares para assim esUr i Ricos basqoJnes, primorosamente bordados, a
eiia preservada das convnlfoes e se contar! n" moda em PariI-
vre dos rigores da dentlcSo. I Rlqnissimas cbapelioas de seda, palba a imitado
A aguia branca ra do Queimado n. 8 P e enfflUadas com i"0'10 K*to.
contina a receber por todos os vapores qaep p"a senhoras'sendo ees d olma oda
7ClSD ndade qQe ha C0JntrJatad0 e ; &2** ravattafeas par. sennoras.
por ibbo acna-se ella sempre prvida dos ver- Llnds colares e volcas de vi iriiho e seda, anima
'""
MUITAS FIZEMI1S
M
LOJA E ARMAZEM
DO


ra do Crespo n. V A, esquina da ra do Imperador
n0n, ^ln?5" i&S. 4p0r G .T""' Qm ''"><> wtinewo da fazendas qae dam es
rr! i,'tYS B,e"lore8 "*> mais gos,os e novidades 1ue eacootraram em
SwtJrlrio ia loji d?SS M ,preCia5ao 4o resPeilml PWI<. o "gulntes artigos qae
Riqolsslmos eortes de seda de c6res, com lindos
matizes completamente novidade.
Lindsimos vestidos de cambraia branca bordados
coro gosio.
colhres Rayer eletricos magne-
dadeiros
ticos.
A Aguia Branca a roa do Quei-
mado o. 8.
Incoate^avelmente na loja da Agaia Branca
onda os apreciadores do bom podem melhormente
prover-.-e daquelles objectos de gosto. Essa verda-1
ae ja por tantos e taDtas vezes reconbecida ainda ,
agora se faz confirmar com a nota dos preciosos
objectos de gosto e valor que a agoia tero a satis-
tacao de petentear e por a disposicao de qnem os
deseje e possa comprar. Ella principiar pelas ri-1
cas caixas com msica e sem ella, para costura.'
Essas calxas por saas perfeigoes, gestos e rlque-1
zas, se tornara recommendaveis para algom im-
portante presente, ou mesmo para quera tenba gos-
to de possuir ama bel'a obra, porque de certo sao
ellas as de maior valor que se encentran) em Per-
natr.buco, ten Jo urna que sobresahe a todas as ou-
tras. Alm destas ba utr.is de pregos meoores, as-
sim eomo tambem ba benitas caixinhas vazias de
madeira, envernisadas e marchetadas, com fecha-
dura e chave, para costura.
Em Jeques o que se po le encontrar de melhor,
seode:
Todo de tndreperola, bordados, ,obra de gosto e
valor.
Otros de madreperola e seda, booito? desepbo?.
Outrosde madreperola com b-rdados colridos,
obras de muito gosto, e (oralmente apreciadas.
Outros todos de sndalo.
Ouirps de sndalo e seda com bellos deseahos.
Ouiros todos preto? para luto.
Otros pretos com desechos roxo=, proprios pa-
ra senhoras viuvas.
Ooiros de sndalo e faia.formanio qaatro vista?.
Outros de sndalo e sndalo e seda, para me-
Binas.
Outros de madeira e papel, obra barata.
Guai uiroVs de litas, ditas de bonitas e modernas
trancas para vestidos
moda e inteira novidade.
Collarinhos, puuhos e gravalinbas de ChuDy, com-
pleta novidade.
Rlquissiroos leques de marflm todos abertos e de
ultimo gosto era Parir ; asim como de sndalo
madreperola.
Rlquissimos vejiimentas de cambraias primorosa-
mente bordados, com todos os pertences para
cranlas se baptisar.
Ricos vestuarios de cores, todos e:mplelos para
meniuos de 2 a 4 anuos.
Mantas de blonde para uoivas.
Hoirtantique, grosdenaple e sedas-preta, branca
e de cores.
Riquissimos cintos, oliima moda.
Ricos eofeiles para senhoras e meninas.
Lindisslraas cuapelloas de seda e de palba para
meninas.
Riqufssfmos cortes de fantasa para vestidos de se-
nhora.
Lindos corles de lia para vestido, novidade.
Chapeos de castor a canotier, ultima moda para a
rapaslada era Pariz.
Grande deposito de lavas de Jouvin recebe-se por
lodos os vapores grande sortimento.
i
PAl8
loa da Iirperatrn n. 66

Casemiras, cambraia?, lias, mosselina?, precalias, chitas e ama Inflnidade de objectos qne
deixamos de mencionar por se tornar magante.
Isto s na loja do Passo ra do Crespo n. 7 esquina da do Imperador.
S

-
AUGUSTO PORTO & C.
11Ra do Queimado11
Este estabelecimento acaba de receber e vende por commodojpreco as segoinVes bordadas "oo babadinhos, achara um grande
fazendas finas:
loa da Itrieratrii n.
CAMA SILVA.
Tendo os donos de, te grande estabelecimento resolvido liquidar a maior parte das
suas fazendas resolveram vender com grandes abatimentos em precos, assim como teem
recebido ltimamente urna grande porclo defazendas novas tanto inglezas como francezas,
alemias e suissss, teem destinado venderem as mais barato que em outra qualquer parte
afim de apurarem dinbeiro, dando* de todas ellas, amostras deixando ficar p nhor, ou
raandara-nas levzr em casa das excellentissimas familias pelos um caixeiros; assim como
as pessoas que negociara em pequea escalla, oeste estabelecimeDto comprarlo pelos mes-
fflos precos qae compravam as casas inglezas; ganbando-se apenas o descont.
Cortinados para ramas e Janel- Baldes a *&, 3$5oo e H
las a ity, 16(J( 20(51 e 25l Vendem-se um grande sortimento de cri-
Vendem-se um grande sortimento dos nolinas ou balSes de arcos para senhora pelos
melbores cortinados bordados que tem vin- baratos precos de 2,0, 2)J3oo e 3l por haver
Ultima moda ,
Bellcchapeoainbog de aparado gosto para fe-
nhoras feltos ao caprfelro de nma das pnmelras
modistas oe Par! e cbegidos ao armazem do va-
por roa Nova n. 7, _________
E baratissimo a 500riso
eovado.
Sojwrlere lias para vestido* com excelienles
padr5es a 500 ris o eovao, aproveiiem antes que
se acabem ; na roa do Queimado n. 46, toja de
buimares 4 Basjos.
do proprios jiara camas ejanellas, pelos ba-
ratos precos de lo*, 16*. 2o0 e 25* cada
par sendo neste genero o melhor que tem
vindo ao mercado: assim como pecas de
cambraia adamascada proprias para o mesmo
ftm, na loja do Pav5o, roa da Imperatriz
n. 6o, de GamaSrlva
Cortes granadinos para vestidos
Chegaram o mais bonitos cortes de or-
grande porc3o, na loja e armazem do Pa-
v5o, ra da Imperatriz n. 6o, de Gama d
Cassas al4or;.so pava o.
Vendem^se bonitas ca>sas inglezas de co-
res tos pelo barato prego de 240 rs, o eo-
vado, ditas francezas fazenda muito fina com
padrSes listrados e de flores, assim como com
palminas miudas proprias para meninos a
3oo rs. o eovado oa a 5oo rs. a vara : pe-
chincha na leja e armazem do Pavao ra da I
PASTILHAS
VERMFUGAS
.

]\OVA VOKIi.
DE COR CHEIRO E SABOR AG1UDAVEIS
Infinitamente mais eflicazes do que todos
os mais remedios perigosos enauseabundoi
que existem para a expulsSo daslombrigas.
5ocausam dores e produzem seu effeito
gandy Granadinos tendo \o varas cada corte, -
sendo 7 v^ras listradas para a saia e 3 varas Imperatriz o. 6o de "Gama & Silva. I &?m Pre4cisar .l0g depo>8 de purgante ne-
lisa para o corpo, tendo as mesmas 3 varas alpagas de cores a 500 RS. o covado. | D.num e taoincitantes em apparencia e cleli-
enfeites correspondente saia para enfeitar Veodem-se as mais bonitas alpacas decores ,Cl0Sas em gosto, que as mangas esto
o corpo e mangas tendo entre elles muitas atestadas am bonitos desenhos miodinhos Pr?mPtasa tomar mais do que marca a re
ceita.
Uteis como um excellente meio de fazer
trancas com listas pretas como actualmente lefido eotolles de todas as cores pelo barato
se usa e vende-se pelo barato prego de 6, prc-co de 5oo rs. o covado, ditas lisas escu-
unicamente na loja do 'avJSo, roa da Impe-
ratriz n. 6o, de Gama & Silva.
Viras bordadas e Babadinhos
Qaem quizer fazer boa compra de tiras
Vestidos de b ond para noiva com manta e capella.
Ricos vestidos de oambraia branca bordadas i qne ha de melhor.
Cortinados bordados e admascados para camas de 2o a 8o$.
Ditos bordados e admascados para jenellas de 9l a 2oJ.
Colxas de seda e la e seda para cama de noivas.
Basquinas modernas de muito gosto de 2oj a 5o^.
Toalbinhas de croch para cadeiras e sofs, e colxas de croch para cama*.
Chapelinas de crpe branco, e chapeos de palba da Italia para senhora.
Moir branco o preto, grosdenaple preto e de todas as cores para vestidos.
Camisas para homem francezas e inglezas de linho, e de algodo.
Guardapisa de crinofine psra fazer mais elegantes os v stidos ce ISa e de seda
' a 32o rs. a vara.
Superiores saias bordadas de linho, camisas e camisinhas bordadas e lencl de
cambraia bordada para senhoras, ricas toalhas bordadas com muHo gosto, e lindos ves-
. tuarios para baptisados com o respectivo enxoval.
Las com listras de seda de varias cores a que ba de melbor.
Chapeos brancos de castor, e ricos chapeos de sol inglezes para bomem.
Malas do diversos tamanhos para via^eos.
i Panos finos e cases iras pretas e decores e oulras muitas fazendas que se ven-
dis baratissimo.
Este estabelecimento contioa a receber as melhores.
Esteiras e alcatifas para salas.
iiRa do Queimadoi l
DE
r
A Aguia Branca recebeu novaments ntu bello
sortiin-ito daquellas apreciadas guarnifoes de fi-
ta?; assim como oulras de lindas e modernas tran-
cas. Os apreciadores do bam compaiefam na loja
da Aguia Branca a ra do Queimado n. 8.
Fiuissimas meias de fio de Esewsia para criancas.
Veudenj-se na ra do Queimado toja da Aguia
Branca n. 8, onde tambem ha outras muitas de al-
godo para criangas de 3 a 12 meres.
Mui iaas tovas de fij de Escossia c seda, para ho-
niBs e senhoras.
A Aguia Branca a ra do Queimado n. 8, rece-
beu Dm bom sortimento d* finas luvas de fio de Es-
co.-sia e seda, brancas o de cores, borladas e lisas,
tanto para bornees como para seobora?; quera as
pretender e dirijir-sea Ita loja da Aguia Branca,
coubecera que em tal genero uo se encentra me I
!bor, e talve nem mesmo igual em alguraa oulra
parte.
Requifes brancos on trancinuas papa-fina.
A Aguia Rrauci acaba de receber um novo e
bello sorllmeato dessas to procuradas trancinbas
papa-fina, com diversos e agradavels moldes, o co-
mo sempre a Aguia Branca a ra Ou Queimado n.
8 continua a vender barato.
Golliuhas f pininos, manguitos e goliinhas, obras
modernas e de gosto.
A Aguia Branca acha-se recentemente proviia
de bonitas golliuhas e punhes bordado?, manguitos
e golliuhas tambera bordad?, e ludo do melbor
gost". e ultima moda, tobdo as goliinhas e puuhos
multos, ja enfettados com fitas enriadas, e slguraas
pequeas para meninas. Os presos apegar de com-
modos variam com as diUereotes qualidadjs das
obras. Os pretndeme? comparegam na loja da
Aguia Branca a ra do Queimado n. 8 que serao
servidos a conteni.
Etrt*(Bteios fcardaias em pecas grandes.
A Aguia Branca a ra do yueimado n. 8 est
vendendo bonitos entremetas bordados em pecas
grapijes de 12 tiras, e pelo baratissi'no prego de
i'i309 cada pega. A grande extraejao qun elles
tom (ido confirmara os diversos fin? para que ser-
ven), as im polsconvm qne a boa fregueria da
Agu' Branca aproveltc e>sa boa e barai fazeada.
raHi^mdnO'rL*?b,c,l5,p.laD0 de ?e'r rtu aca"'^tigoe, corno sejam as molestias boubaticas, syphiliticas, escrophuloss, darthrosas, quer
"rmoD%. ""hjw ll nnr hr.lit19rlA mW Jaf ,orM,. noln^nnfonlA nocen,, I,
reparTda feio
I'OR
Pharmaceatico pela escola de Paris e successof nesta cidade
Aristide Saisset e J. Soum
Riia da Gruz-
9*
-22.

2: aera i.

Tratsmeiio puramente vegatal sem mercurio, iodo, onro, nem ootre qnaiqce
Verdadeiro purificador do sangue sem azougue.
Especial para a enra de todas as molestias que tem sua origem na impure-a df


CHANDE BAZAR
na Nova n. 20 e 22
Machinas pa costura do antor Wheele
4 WUson, chegadas ltimamente da Ame-'
rica; as quaes pode cozer-se com doro'
pespontos, toda e qualqoer fazenda, embs
tnhar, frangir, bordar e marcar roupa; tn<
com perfeicSo. S5o t5o simples, que com-
prehiitide-se fcilmente a maneira do trab*-
lho e a pessoa tendo pratica de coser em m>-
rhinas, pode fazer por dia o ser vico qae h
ciam .30 cotnreira1!.
Chama-se este estabeecittieoto a aKe&<
Cao do pablico, visto que elle se acha coa)'
ptonmente sortido de objectos de gosto,
como bem Jeques de ondreperora e de sl-
dalo, flvela. fitas para cinto, cokes perft-
mafia e etc,
Na ra nova n. 20 e 22. Carneiro Viat-
na &C.
_____j i ,,
venae-se nur (reci c jrnmodo urna mohna
oon a rapir, partiW, yr forci dff'sffs caballos e
venhata ellas por hereditariedade, quer sejam adqueridas pelo contacto com pessoas in
eccionadas dos diversos virus que contamioam o sangue e os humores.
A earoba um remedio prodigioso, [usado desde remotas eras pelos indio
do Brasil, e passando seu uso de geracao em geraco, hoje um dos remedios mais co-
nhecidoscomo proprio para corabater as molestias mais hedton las, entrando nesse oumev
ro a morpha ou elephaotiases, p^ra cujo curativo os nossos sertanejos consideram a
earoba como remedio especifico.
_ A moito ttmpo entrou a earoba nos formularios como preparacSo magistral
sob a forma de eleictuario, aioda hoje lembrado as pharmacopas com o nome de seo
celebre autor Joo Alves Carueiro: nao ella portanto remedi novo nm desconhecido.
O ungento de earoba da mesrna sorte preconisado desde ternpos immemo-
riaes-como o mais apropriado para o curativo das boubas e ulceras syphiliticas srdidas,
e etepregdo com proveito depois de improficua applicaco de amitos otros agente?
therapsuticos enrgicos e de uso quotidiano.
Muitos dos nossos mdicos de consideraco e entre elles o muito distancio pratico
e observador o Sr. Dr. Pedro d'Athayde Lobo Moscoso, tem confirmada por meio de ex-
perieacias repetidas, o que diz a fama das benficas prpriedades da earoba no trata
ment das boubas, das diversas formas sob que a syphilis se apresenta e mnito especial-
mente ss que teem sua sede na pelle, e poderiamos relatar algons casos de data muito
moderna obsarvados pelo mesmo Sr. Dr. Moscozo em que a earoba produzio admiraveis
effeitos, depois de inuteis e prolongadas applicacoes de salsaparrilha, mecurio, iodo, ou-
ro e-seos preparados, etc., etc.
Nao era possivel que urna planta to notavl por suas inappreciaveis virta'des es-
capasse a perspicacia e invesiigaces dos mais abalisados praticos europeos, qne se ap-
| pcam com especialldade ao estudo e tratmento das molestias syphiliticas e herpeiicas
para prova ahi esjao os Srs. Drs. Caseoave, Sthurfer, Ricord e outros dando as ffiai?
songeiras i'iformacoes sobr as propri-edades curativas da earoba e preconisando-i com'
remedio pederosisaimo para o tratmento das erupce cutneas, seccas oo suppurativas
darthros de todas, a qsalidade, eccemas,'ulceras de diverras naturezas, tnmores, osseos
e otras mwtas motestias d natureza syphitic oo boubatica.
Por er-se gearlisado muito o obo da cseacla da earoba aae eu pre-
paro e pelas instancias de varios mdicos qoe desejam continuar etn soas observac5es,
Jeliberei-me a ter prometa urna qoantidade da mesma essencia, obtida sem a acc3o do
ogo, para n5oprejudicar as prpriedades medicamentosas; e d'ora em diate1 efleon-
trar-se-ba na mtnha phiiraaacia secare e em porco sufficiente para todos os pedidos a
5SSEN-:IA CONCENTRADA De'CAROBA, e o ungento da mesma plenta para qae nun
faHem aos Srs. mdicos qoe qoizer^m eperisieritar t3o precioso ageate ritedicinal.
Recife de Parniunbuco, 17 ds ootubro de 1866.
i
de perf.-ila con?truci*ljerir'tnda Terree nupeets
pin :i;over varus machina^ de algo io ou oro
ju.I.jut mister, e bem a>?ra nma ^reasa ameri-
cadaM enfardar ili'rfio, '- sys(ema'rriodernA/d
Erva raate.
Na prafa do Corpo S.mtoa. 17, an4ar,6 pa
alto-. A w e Inur a fatrica dulravwsa i, Ca. all
/ioca b. .2, caesiu Raipos.
----u

i.
_____ L _

itfscst Caor?.
-

F 4 BIVII i
3#800
VeDe-se artaha de mandioca pelo barato "reep
inooBciaiJo : a roa da Madre de Du u. 5.
vender erva raate mu lio Boya, Cal de Lisboa
uitimiiiieata cuegada, por prego ommodo.
iolet
Je i roJdS e i cavallo muito soperi r, v .,
p^ra tratar na iua i) Crespo n. I6,J andar, pa-
ra ver se naeccnelra do Paulino rna de S. Amaro'.
Na preoja d'alg-.di, ra d> Apoilo
i vende-se oapas do gaccos de algodao.
n. '6
Ao& agricultores
Ssundrs Bratlwrs & ]. acanam de receber
La Liverpool vapores d forea do 3 a 4 cavaltos
coto iodos w perteoees, e mui proprios para faze-
nem 4ncver machinas e de^car^ar algdio, po-
dendo c;,!a vapflf ttmxrtw nm 140 Ki*rk.,
(jinhrrj BW*tt* para; eo'fardnr affodo, on-dara
itito qo.Mqaer servico em-floe usem de wabaibar
com auiti.'*" O? nip-rnos tambem lm a' renda
machina* ai lericanas de 35 i 40 serras.
O? pr-tene *t dirijam-se ao larfc do Ctif0P*
Santo n. II. ,
(sortimento para escolher e por reco moito
(mais barato do qoe em ootra qoalqoer parte,
na loja e armazem do Pava"o, ra da Impe-
ratriz n 6o, de Gama Silva.
Fazendas para luto na loja do
Pavo
Vende-se setim da Cbioa com 6 palmos de
largura proprio para vestidos a 2 lazinhas pretas lisas, alpacas com listra bran-
ca a i$ o covado, cassas brancas com listras
pretas a Soo rs. a vara, ditas pretas lisas e
com s Ipicos vara a 56o rs. ditas francezas
com listras e ramagens vara a 8uo rs., me-
rino preto, alpacas e princezas, mais barato
do qoe era outra qualquer parle, na loja do
Pavo, ru3 da Imperatriz n. 6o, de Gama &
Silva.
PALITO'S DE PANNO A 6#
Vendem-se palitos de panno preto saceos
a 6$, ditos sobrecasacos a loiS, calcas de ca-
semira preta a 6# e 75, d ta muito Doas a
95 e oj, finissimos sobrecasacos de panno a
So e 25j?, calcas de casimira de cor a Te
8^, um t?rande sortimento de coletes detoda
a qualidae e oulras mui as qualidades de
roupas qu se vendem mais barate do que
em outra qualquer parte, na loj e armazem
do Pavo, ma da Imperatriz n. 6o, de Ga-
ma Silva.
CHALES A BENOITON A 55 E 65
Veodem-se os mais modernos chales a
Benoiton pelo barato preco de 55 e 65, di-
tos de mcriii liso a 355oo, ditos de crpon
a 75 e 85, ditos de merino com barra a 25
e 255 o, na loja e armazem do Pavo, ra
da Imperatriz o. 6o, de Gama <& Silva.
Para .^aias a igO t*280 e 15500
Chegou para a loja do PavSo urna grande
porcao de oovj fazenda branca especialmen-
te para saias, tendo a largura a altura suffi-
ciente de urna saia com um bonito bordado
de um lado ou urna bonita ordem de pregas
de forma que cum 3 1|2 varas se faz urna
saia de um s panno, e vende-se pelo barato
preco de 15, 1528o e I55oo rs. a vara; na
loja e armazem do Pavo ra da Imperairiz
n. 6o de Gama & Silva.
As salas do Pavo a 3$500.
Yi-nde-.-ti urna grande porcao das mais bonitas
satas brancas com lindas barras bordadas de ro-
r .-, tendo 4 pannos cada tima, sendo hienda In-
teiramente mjderna, pelo barato prego de350>
cada urna sendo fazenda que sempre se veudou
por muito mais diuheiro ; na I- ja e armazem do
Pavo, na ra da Imperatriz u. 60, de Gama &
Silva.
CASAQUINHOS DO PAVO A 185, 2o5
255 E 3o5
Chegaram o mais modernos casaquinhos
ou jaquelas de grs preto, ricamente enfei-
tadas sendo ons com cintora e outros soltos
informe se usa ltimamente e vendem-se
pelos baratos precos de 183,2o5,255 e 3o5,
na loja e armazem do Pavo, roa da Impe-
ratriz n. 6o, de Gama & Silva.
H A.-e aafiqu?.
' Veude-sa snperKT molre-aniique de rr, corn
ai(.Mim toque.de mofo, por nreco muito barato, para
acabar : n^ loja do Pavo, rus da Imperatriz n. 00,
de Gma & Silva.
CanTsiafaas a 3.
Vendem S as mai9 molemas camisinhas com
matigit is tanto bordados como de preguiubas com
elegantes puuhos e bonitas abnt adoras pelo (jara-
to preco d 3J 00 ; na loja e armazem do Pavo,
roa da Imueralriz o. 60, de Gama & Silva.
p.'Cbi'ictia.em casimiras a 1^600 sao
Pavo.
VrVso urna gradde percao de casimiras supe-
riores nfejtaa--, sendo escuras e alegres proprias
para cal?as, pMetots, Coletes e roupas para meni-
nos pelo baratissimo prego de IfiSOO o covado qa
a 8O0 o cor* de caiga, grande pechincba na
loja e arraazW) do Pavo : ra di 'Imperatriz n. 0,
de Gama & Silva.
Cornlnhos.
Vend -se os mal modernes eorptnhos de eam-
braias brauca traosparenti sendo ricamente borda
dose enfeilados por barato pre?o; na loja e arma-
zem do Pi'-'.', ma da Imperatriz n. 60,de Gama 4
Silva.
Alpaca aonstro com 5 palmos a 280-
S o Pavo.
Vende-se lpicas de quadros sendo padrSes es-
curos proprio para vestidos tendo o palmos de
largura que facilitfiier-se um vesbd) at com
8 covados pelo barato prego de S80 rs. o covado,
garaolindj se que fazenda que val muito mais
dioheii portanto pichincha : ni loja e arma-
rem do Pav9o rtra da Imperatriz n 60, de Gama
& Silva.
P.nipelinas paraafesta a 320 rs. o covado.
Veudc-.-u una grande prcio das mais bonitas
ponpelmas tran-pfntiis com paluiinhas bordadas
a l oo ijuadrinboS a .'mt>cio de fio de seda, pro-
prias para vestios pelb bart p;,Uca o coadj, grande pechinoha : na loja
armazem do Pavao ra da
G.n.a A Silva.
Lcav^s para k5o na loja
FavoaGi, 1 e 1^000.
Veu-B;-se bonitos lencos de cassa bordados
prnnrios psra cij pelos b'alitimos procos de
640, l& e 1*60', l* oa loja PavSo ra da
Imperatriz u. 60, de Ga^ia & Silva.
ras e claras sendo todas de cores modernas renQover as obstruccoes do venlre, mesmo
b 64o rs. o covado, ditas lavradas, as melho-1Q0 cas0 de ^ existirem verme algum, ai
res e mais modernas oue teem vindo ao mer- i pastilhasvermifgas de kemps sao promp
cado: sendo havana, lyrio, verde, azul e tas einfalliveis na sua operacao e por todoa
outra cores, que imitem a seda, pelo barato f respeitos dignas deconfianca e appiova-
preco de 8oo rs. o covado, peehincha : na j 5ao ^e tods s paes de familias. Prepa-
loja e armazem do Pav5o ra da Imperatriz'. rai^as nicamente por Lanman & d,
n. 6o de Cama 4 Silva. | Nova York.
VESTIDOS DE FANTAZIA A 85ooo E i S A' venda as drogaras de A. Caors, Bra
Io5ooo RS. vo C. e P. Maurer & C, e em todos o
Cbegaram os mais bonilos cortes de ves- estabelecimentospharmaceoticos do impero
tidos de fantazia muito proprios para passeio O'eo de ricBO
e soires, por torera lindas barras de seda vende-se oleo de ricino em latas de 30 libras
e vendem-se pelo barato preco de 85 e lo na ra da Cadeia-velha o. 1, no 1 e 2o andares.
cada nm oa lija do Pavo ra da Imperatriz
n, 6o de Gama & Silva. i
PANNOS PAPA CADEIRAS
Venlem-se um grande sortimento de
pannos de ero h proprios para cadeiras,
sofs, cadeiras de balancos, para almofadas
e para cobrir presentes, e vendem-se por
precos muito baratos, na lo.a do Pavo, ra
da I i peratriz n. 6o, de Gama ci Silva.
Vestidos branco^ a 34ooo.
Chegaram os mais lindos cortes de cam-
braia branca transparente ricamente borda-
dos que se vendem pelo baratissimo prec" pretas pelo rosto, pooca ou nenhuma barba, boa
de 245ooo rs. na loja e armazem do Pavo fiR"ra, levou caiga e camisa de algodo a?ul e
mais outra rauda tambera de algodo do lista e
orna cami-a de algodo mesclado, rbapeo de bie-
la pardo, levando cobertor de baeta encarnado,
cujo escravo foi do Sr. Dr. Antonio Henrique de
Escravos fgidos
>
*
(
enea
o.
Fuglo no dia 10 do corrente, do erg' nho Gra
vai, da freguezia de Asua Freta, o ascravo toc-
lo por Borne Jos, cora os tipnaes seguiLlc- : cor
bacante fula acabralhado, cabellos csrapmhados.
com 30 aooes ee idade ponco mais ou menos, al-
tura regular, cheio do corpo, com diversis pintas
n. 6o de Gama & Silva.
Cassas de unta o cor
a 240 rs. o covado.
Vendem-se soperiores cassas de urna t cor,
tendo asul, lyrm, cor de rosa, roixo, etc., e ven-
dem-se pelo ba.-alis'inio prego Oe 20 r?. o ca-
vado para acabar: na loja e armazem do Pavao,
ra da Imperatriz, n. 60, de Gama & Silva
PECHINCH/I
Cal d Llsb. a em barns a 3, assim como urna
porgao a granel a 1,8400 o abjueirc : a iratar na
ra da Cadeia n. 2, Io andar.
c ores de alpaca a sete patacas.
Vendem se cortes de alpaca escura par; vesti-
dos pelo baratissimo prego de 2J2i o corte,
lran3e peehincha na loja earnwem d> Pavo ra
da Imperatriz n. 60, de Gama & Sirva.
Precoz vantajosos
n mento de S"i? t Sou es k (rmo.
Ra Xova n. 28.
Vecdem em gos.s<> e a retalho.
Linhas novelics, muitu superiores, libras surtidas
a 2*00 o 2?00.
Dita em nvelos, mais inferior a i^oOO e 1J800
a dita.
Dita branca em caixas de 50 nvelos a 640 ris
Dita p.-ra marcar, caixas de116 ditos a 210 rs.
Dita branca em ditas de 10 ditos grandes a 560.
Dita em carras de 100 jardas a 360 r;. a dona*
Dita em carros de 200 jardas a 1#200 aduiia.
Dita em caitSeVj branca e preta, a 160 r-. a dita.
Rozetas de cores em caixa: de duzia, a l50O a
dita.
Grampas cora caneca de vidro a 160 rs. a dita.
Agulbeiros pintados a 2i0 rs. a uzia.
l! 'o > de ni dm!.as douradas e prateadas, para
pannos, a 15900 a duzu de pares.
Ditos de madreperola, para camisa, a tiOO/s. a
groza.
Ditos de osso, para calca, a 240 rs. a dita.
Caixinhas com soldados de chumbo a 120 rs.
Espetos de muldura dourada a i400 a dozia.
Pentes de lago dourado, para coco, a 6 rs. a
duzia.
Ditos de iacos lisos, para coco, a 530 a duzia.
Ditos d-zurados, cm llores, 2^400 a dazia.
Ditos de bfalo, multo bons para alisar, a 2$300
e 2^400 a dita.
Dedtres amarekis e prateadof, Bdos, a 240 ts. a
dita.
Gilcbetes em caixinhas a 640 rs. a din.
Dit-.-s era ca toes a 600, e 900 rs. a dita.
Pegas de fita para cor, larga
KOO rs. a peca.
Fitas de ,-Ja n. 1'/;
rs. a dita.
' Cadaco branco para ceroulas a $f>a
de pegas.
com 10 varas,
2, pegas com 8 varas, i 260
rc a duzia
a oj00a
Almeida, cojo escravo natural da provincia da
Parahiba, par3 onde seguio visto as icf>-rmagdee
ja obtidas : por is?o roga-se as autoridades poli-
ciaes e capitaes de campo a captura lo ano escra-
vo aonde o encontrar e ieva-lo ao dito rgenho a
seu senbor '.lacoel de Barros Franco e Mello on
nesta cidade a Manoel Antonio Santiago Lt.'sa ra
do Apollo n. 28, que ser generosamente recom-
pensado, eu mesmo quem delle der noticia exacta.
Nos primeires das do mei de intu ro desle
anne fngio do engenho Bomfiro, prepnedad' do
Sr. Silvano Antonio Gaio, na freguesa do Bom
Ja--dim, o escravo Damasio, preto, de idade e 26
a 30 annos, altura regular, cheio do ivrpo, pouea
barba, rosto um pooco carnudo, olhi* ab'toados,
l '- raaireiius, andar banxeiro, molerao e de falla
moderada : este escravo foi comprado pouc; das
antes da fnga ao Sr. Joao Barbbiado h"?o e Silva,
da mesma freguezia do BomJardlm. Bccela-.e que
elle se aprsente como voluntario d. palria, pele
que se previne as respectivas autoridades : qi.em
i :pegar leve-o a seu senhor, no referido engenhe,
que sera'recompensado. Recife, 15 de uo'nMiibro
de 1807._______________________________
;" oa^ooo
Fugio no dia 23 do corrente roez de outobro, de
engenho Limoeiro freguezia da Escada, o escravo
com os seguintes signaes : cabra fusco, alto con
bom corpo e bonita Agora, cara bexig sa, baroi
pjuco serrada, costuma rapar o bigode ea peirt
cabellos um tanto carapinnados, poueo cambeta
tem os dedos grandes dos ps mais compridos.
un.- pouco gago, cera lgumas cicatrizes v. has d
chicote as cosas em ama pa' e em um braco
; vesdndo camisa de algGdo da mata ou algodozi.
' nbo, caiga e paleto! de brim pardo, chapeo de as-
ta preto, e lava vara de carreiroqne e suppoe-s*
'. ter ido assenlar praca como voluntario: recom-
meada se as pessoas encarregadas do jerutamea-
to e as autoridades policiaes com espefviidade ai
d) Rio Formoso, Una, Agua Preta, S. rknto e Por-
to Calvo e a outra qualquer pessoa a apprehensio
du dito escravo, e enirega-lo no dito engenho, qw
receben' a gratificacao cima. O escravo chama-
se Franmco.________^^ .
Paga-se bem.
Fuglo em dias do mes prximo pascado de poder
de Agostiuho Jos de Ollveira, em Cmaro', o sea
escravo Rufino, mulato claro, idade 36 aoaos, seeei
da corpo, pernas finas, olhes nm tanto amortecidos,
nariz afilad:', pooca barba, muito corttz e- bem fai-
Unte, mettido a valente, gosia de agurdente e le-
vou japona preta ; foi encontrado no da 3 do cor
rente no logar fatatelra, en direccao a estrada de
ferro e suspeiU-e qae lenlia ide ofiereotr-se cono
voluniario para a guerra: roga-se puriaoto as auto-
ridades policiaes e capitaes da campo a apreheno
do dito escravo, que ser entregne a sen senhor es
aSeverino Atves da Silva, em Trombeta.
~~ I
MU
Xa noile d-: 20 do correte mer, aljamas pes-
scas mal intencionadas, premeditadamente destru-
rain cinco lanpeee3 na ra da Palma e tres na ra
da Piaia do Caldereiro, propriedade da empreza de
"illuminaglo a gaz desta cidade. A grat*eagio
cima sera' dada a qualquer pessoa que dd-infor-
rasgo, qoe pessa descubrir e pnoir os autores de
taes abasos, assim eeepo para o futuro-gratificar-
se-ha a todo aqtlelle que der parte de sememanre*
actos.
Escrlptorfo da empreza, roa do Imperador a. 31.it:
50^000 de gi atificagao.
Laas d todas as tdres, para bordar,
libra.
Pho^ph^Jros de cn, em caixinhas, a 360 r?. a
duzia.
Ditos de pan racerMo, sr ohelro a 360 rs. a
duzia de caix unas.
Ultes ri; cera, em caitav grandes de folba, a
15400 a duzia.
Carlilbas da D> utrraa Ctmsta a 320 rs.
Obreas de colla, em calimba?, <* 820 e 500 rs.
Saboneta finos a 8iK) e 15 a duzia.
Facas e gaipiios cabo de eso, faieoda boa, a
25o00 a datla.
Ab.iuaiur ^ finas ara c letes, cintos com tive-
las de crystai, e multas outras qoattUudes, pbieei
ras de romas pentes com pedrasi para coques eo-
feiles para aabef% ai couiplcto iortlinentu de per J Fugio do engenho Cedro, do Cabo, no dia 1(
Imperatriz d. 60, de
d
fumarias de todas as quaiilad'S, colarinhps, csn
deei^os a gn, fertagens de todas as qualidades ttc.
etc.; a rna Nova n. 28.
VENDERSE
Motores americanos para daos cavallo. 1.
Dito dito par quatro ca val los.
Machinas para dt-scaroedr algodag de 14. 16
18,20 30, 33 e 40 ,erras.
Prenga? para enfardar lgoilSo fazendo os sa<
Cos c-om 6 palmos de oompriment!) coa c pean dt
160 e 200 libras, viudas ltimamente da Anj0ric
no armau-ot de. Umry Furster de C., no 'cuta'?'
dro II n. 2 jonto ao Gabinete Porttrguez.
Rap Principe Alberto.
Chfguu esle rap e vende se em boles de
:qu"r(3, na bja da run do Crespo n. R de
Gregorio Paes do Amaral 4 C.______
Vendem se vaccas do leite com erias : a t. a
- lar com Pinheiro, aa ra dos Pescadores o. 0.
do corrente mez, a escrava Franci.-ca. crloula^ aH\,,
ni; mnito preta, idade fle 12 a 24 anuos, era doas
deates tirados na frente do queno superior, foi
vista no entrar dos Afogados, e dio sv, b a Oh"
reegao qnetomou ; desctmlia-se qoe'vlwst para'.-
Recife, onde foi comprada ba quairo raeies poao>
mais : da se 05000 a qeem a pegar e-entregar no
mesmo eatenho, en oa ra de Hurfjs.o. 114. ^ ^
Atiendo. '%
Esla' ngido desie odia 10 de novemVo oes-
cravo crioulo, de nome Jw Dionizio. idade 24 an-
uos mais ou men-.s, alto, setco, f>9^fiMi. ^fipt r
preto, pouca barbo, talla i-scaogada ; g .|u*l disse
poneos dias aofcs da foga, que la ufler^eer-se ao
governo para a guerra : portanto roga-se *s aot3
ridades policiaes e capiaes de camio-a capturado
referido escravo, que senJo entregue oo Calunda, fregaena da Lu, ao sen senbor abagt
assignado, oa uo Recife a Jos Eduardo de S-uz
LaoJim, na roa da Gloria n. 18, se recompensara
generosamente. i>tr.
Joao Correa de A. e Vasconcelos.
\
"
lliBlKl__|


8
Diario de Pci-nambueo
,tm> t----------------
aulata felra 18 de Vofemi^o de 1867.
Ittihl llnli
innm i> titi

[gojs e.-lrangeiras.
assn (W3
DijcbSo pronunciado Pfi.o c\i:;.ii iao]caf de Ma.Jpnr
JOS MARA DA SILVA I'AlUNriUS, NA SK-SOfiB ngUSt30,Ui bafQlj|| tO.M.
ANMVEiisMiA, Da 3J D3 i-assado, da so-'l, vegctaes da geral ipi'c'CO. '
^^6em^n^ gai'mia^fterg-ftft-HHy^w- uas prorincras-T -afhmca o de^ertrorTioren-
. .' ...., J Fui asskKwe m|orl<*r
ei.o 'rJoxsEUi iao]caf de Aillo. murtlrV a n
nv

ti ras relagas que tanto nos Interessa
iiiio oy"WtTSrns Mtrot pJRs; ffim,
Ja, J< ImB if)brB iflentifc c conqiltas di
ioros paz, as qir.es o Br^ileiross pretendo m,
rnijts louros a reuniao aoi quetiiem ga-
nbo e ganbaro sua patria e ac^usa daciyilisagSo.o
(Cot\t\mfyl clisa planta di as-ucoyqae tiveram 0 flon-| Estas e^pressiSis, Seobor, resumera D-
E' ou'.ro grito fla cjvj os ci > aetual aoc- veniente destino. i do o nosso intento, e manifestara com mex-
ganisacao das esialisiu as taimes; oH;iie3,l Quizara a sociedade dar maior napor-jcedivel eloquencia sentimentos que sempre
perqu s as cm mos do governo.. a na lancia sua revida, ac-
a'londade e os aeos recursos podem venvr cripcoes de estampas fl
cikdade auxiliadira dalvuioTbia .naci-'fteo, por encommeoda que fizera, das ilhas
nal; como sf.iT>aes ntrtf. -Mauricias, e Bouroon. 20,000 p? da ore-
s dar maior inapor- cedivel eloquencia sentimentos que sempre
ompanhandu as des-'nos teem animado. Afilias somonte pos--o
ligur.livas; e maior'acre^c-eiar, > >mo o orgo fie' da sociedade
Auxili d)ra di Indu tri i Nacional, os votos
arden tos que todas .dirigimos ao Go, pedin-
os cufiara!;;$ que* p ipubr^o ijara sc desenvolvimento ainda sua pacBo propa-
op r a taes irneslgaves, chamara uro con- ganda, montando e enriqueeedo o sea nw-
tro ssa mulldSo de elementos dispersos e sen com os melhores e mais novos modelos do que preserve e adite os dias de Vossa
exccut.ro trab.lho de suaclassifieacap eapu~ de machinas, e instrumentos fabris c arato- Magestade Imperial e de sua augusta fami-
lia^ara que o 'aperador veja coreados to-
dos os seos desejos, a para que ao Drasil
jamis falle a sombra benfica da monarchia
de 1822.
Rio de Janeiro, em 30 de ootubro de
rameU3.v I J |f rios, i vista dos quaes se dessem explicaces
A sociedade Auxiliadora j tentn," om verbaes ais ia'.eressdos. Mafraqui ella luta
185 i, despertar o inleresse publico e'-partf- com esrassez de seus recursos, e deve ser a
cular sobre este importante objecto, mas a primeira em dar exemplo depreviso e eco-
associagai que creou no seu "proprio "s&io, nomia. .
sob o titulo Sociedade Estatistica do Brasil, A iniciativa 6 lambem um meio porque
apenas pode ser estallada. a nossa sociedade pode suscitar o progresso
f Entretanto sotimbem de nossa poca industrial, despertando o interesse particu-
o coogressos de estatistica, dentro empou- lar, ou solicitando a forca muito mais pode-
co tempo celebrar.) elles uina nova reunio; rosa da alavaoca do Estado,
e, pais, n5o 6 licito a urna nacta como o De>te meio tem ella se aproveilado com
Brasil conservar-se por mais lempo surda notavel zelo, como o attestam os seos escrip-
aosbrados dascienciae da bumanidade, sera tos; o seu projecto de 1838 para acrencao
ao menos procurar conbecer o algarismo de de urna fazenda normal em trras da laga
sua popu'afo, e as varlaces dQ_ieu_muv- de Rodrigo de Freitas, projecto que nao mal-
mento aonual, nena mestoo systematisar e logrou-se por culpa sua; eootro plano se-
collecionar os documentos que por ah appa-1 melbanle para fundaco de urna escola agri-
recem como meras curiosidades ou raros cola sobre as condicoes de internato, 15o
specimuns de urna riqueza ignorada pelos.felizmente concebido, que 6 quasi idntico
seus possuidores. Neste ramo de servico.ao adoptado ltimamente pelo Imperial Ins-
publico temos, n5o j s caminhado morosa- titulo Fluminense de Agricultura, o quera-
mente, msate retrogradado nos documen-cordamoscom a maiorsatisfagoecomo urna
tos concernenies ao nosso commercio exte-|bonraparaosnossos coilaboradores.
Ainda se devem s suas inspirages dos
outros utilissimos pensaraenios.
ttmetw~acti?a;. froto-far sttbmctter i- tjotlobos qwrecebarnos raios amarclh) e|
o lamino;JNfcttLdeprata e revela-lo de- vermellio, os auaes s5o pois QS nicos qne1
is com a sfbsWiaj orgnica, como proce-Ueem a propri*4e de rerrotaf^n oxygenio I
r de um nafl^olrario. r-jpftfr Tos[i'.erfco. J^-^'
Quizo ;c:iso um da que o hbil chimico' Os iten a los proBress1 da phologra-;
expozesse aosoTma folnafte papel brinco,' phia attestam eloquenfes o prospero futuro
qnedepoisguardou em u a*tubode hta; pas- da hclucbimica.
sados tres mezes, aherto ot'io, mis-.u a! O problema di phot'chi mica oophotogra-;
follia de papel sobre outra sensibilisada, a phia das cores", nao est longe de chegar a'
qual ?e impressiooou. bum termo.
liepetio a experiencia. Exportan ol ou- lli j bem annos qne o sr. EdmondoBeC"
tra folha de papel sem prepar;cao, enegre-' quered se lembrou de submetier a ac;3o do
cia outra sensibilisada, em urna cambra es- spectro solar urna carnada tenue da iodnre-
cura. *Thsolou aindoutra folha depois de to deprala, No fim de cetlo lampo obteve
a cubrir com um clich photograpbic.o, e es-: urna imagem clara e perfela cor os seus
teodeu-a sobre papel impressionavel. Com raios corados. E o que mais, oa pboto-
grande pasmo-vio reproduzido o desenbo'graphia .pedral viam-se lambem os raios
pela reluccao do sal de prata. A aegao do colorid os escuras.
\s rrngeas porem era impossifvel fixa-
nor e navegacao.
A tarefa Irabalhosa, mas indispen-
savel; e quando urna vontade forte se pro-
puzer vence-la, poder realisar milagros como
essa Breve notteia sobre o Imperio do Bra-
sil, que acompanbou os productos e catlo-
gos da ul.iaa expsito, onde se acbam reu-
nidas omitas informacoes uteis sobre o nos-
so territorio, populacao, estado poltico, mo-
fal e material. E' pena que lodos esses
dados numricos nlo sejam completos e o
resultado de mvesligacSes proprias e recen
tes, mas nem por isso desmercelo da hon-
ra de seus augustos coilaboradores, porque
) ainda assim um bom servico prestado
nossa patria.
Mas tempo de previnir urna pergonta
que de certo nos seria feita: Evos, S>cie-
dade Auxiliadora da Industria Nacional,
Que tendes praticado no desempenho de vos-
sa tnisso, e o que nos prometteis na suc-
cesso de vos sos es forros ?
i Sao de certo diminutos os servicos de
nossa associaco, comparados com a graude-
za dos ialeresses que formam o objecto do
seu programa ; mas j assumem propor-
ces dignas do pensameoto patritico dos so-
cios fundadores, quando considerados de per
si, e vistos luz de urna critica imparcial,
que leva em conta as diffiouldades da ma-
teria, e as condicoes de lempo e de mrios.
t A misso principal da Sociedade Auxi-
liadora vul^arisar os conbecimentos uteis
lavoura e sdemais indus'rias nacionaes;
a esta misso ella a tem desempenhadu por
meio da sua Revistu mensal, cuja existencia
data de 1833, e pela ;disseminar"io de ma-
nuaes e monogrophias, que tratara dos mais
imDortantes ramos da industria agrcola e
pastoril. A Sociedade se orguiba do mrito
e dedicado dos red .clores desses escriplos,
e nao o disimula, por homenagem devidae
tnica recompensa que pode offerecer a tao
prestantes coasocios.
O seu primeiro redactor actual o Sr.
Dr. Nicolu Joaquim Moreira, succesor con-
digno memoria do conselheiro Frederico
Leopoldo Cesar Burlamaque.
t A' par da noticia e da instrucg3o tem ella
procurado transplantar para o nosso paiz es-
pecies ainda nao cultivadas em seu solo, e
melaorar a antiga cultura com novas plan-
A idea da primeira exposicao nacional
nasceu desta sociedade, proposta pelo distinc-
to conselheiro Burlamaque. de saudosa me-
moria ; o qnal leve de lutar com a incre-
dulidade e a indifferenca das preoccopages
exclusivamente polticas de alguns dos nos-
sos homens de Estados.
Nao admira que assim aconleca no Bra-
sil, quando ainda ba pouco discolia-se, no
salo da sociedade dos economistas de Fran-
g, se na reahdane s5o de vaniagenspositivas
as exposiges geraes e apparatosas. Mas as
ideas verdaderamente proQcuas acabam sem-
pre por triumphar, e a luta desia nao foi re-
nhida, porque Vossa Magestade Imperial e o
seu governo cedo a acolberam com benevo-
lencia e conanga.
t Fosse casual aberrago do seu legiti-
mo programma, fosse antes, como eremos,
a conviego de que o progresso da industria
depende do amor da patria, e este se robus-
tece e anima no estudo dos grandes feitos e
vicissitud.es nacionaes; o certo que a nossa
sociedade teve a fortuna de ser o berco do
Institato Histrico e Geographico Brasileiro,
de haver-lhe prestado os primeiros auxilios,
quando elle apenas ensaiava e>se voo altivo
que tomou sob o impulso beneco de Vossa
Magestade Imperial.
Senbor I E' grande ainda a duvida em
que estamos para comnosco e para com o
paiz; mas, nada obstante, abusaramos da
altengo que t5o benignamente dos foi con-
cedida se pn-teniesse-mos referir todos os
servicos que nossa corporacSo tem (restado
no espago de quarenta annos que a separa
do seu nascimento.
f Abrindo a segunda exposigao nacional,
no dia i9 de outubro do anno passado, Vos-
sa Magestade Imperial proounciou estas me-
mora veis palavras, que ainda hoje conservam
todo o calor de sua opportunidade:
Auxiliar e animar o trabalno nacional
de ver de todos os cidados, e mrmenle
do primeiro representante da naco; venbo
c pois, com o maior jubilo abrir a segunda
< ExposigSo brasileira. Symbolisa ella a
unio desle vasto Imperio, baseado do fu-
* turo grandioso que lhe prometiera tama-
nhas riquezas nalaraes derramadas por
FOLHETIM
INS AMORES DE POETA
POR
D. HARA AMALIA VAZ DE CU!VALU.
VII
(Continuago do n. 271.)
Passou-se um anno depois do aconieci-
mento que relatamos.
Era tarde, e na velha sala do palacio dos
Cysues achavam-se reunidos lodos os mem-
bros d familia de D. Nuno, n5o exceptuan-
do Gustavo.
Maria. ao p da janella, assentada n urna
antiga cadeira de couro, tinba a cabega en-
costada a urna das m3os, em quanto o coto-
vello se Ibe apoiava no brago da cadeira.
Quem avisse naquella hora nao recoolie-
ceria nella a gentil creatura, que apresen-
tmos ao letor no principio deste livro.
O desleixo da postura, o olhar desalenta-
do, o vestuario quasi monstico, ludo aonun-
ciava em Maria um de-ites incuraveis deses-
peros, como s os sabem sentir mulberes.
as faces ter-lbe-hia notado um observa-
dor atiento duas linbas levemente rosadas,
como se a pelle estivesse alli mais gasta ;
eram o sulco eloqaente das lagrimas, n5o
dessas que na infancia rebrilham entre sor-
risos, mas lagrimas amargosas, lagrimas cor-
rosivas, lagrimas das que no infortunio es-
ca'.dam sem consolar.
No olhar d'antes habitaalmente meigo e
lnguido, navia agora a espacos um brilbo fe-
bril, urna excitagao extraordinaria, s vezes
repeniiaameote substituida pelo mais pro-
fundo abaiimento.
E t5o alheia pareca a todo que a rodeia-
va, que nem as vozes da tarde, aquella sua
msica dilecta de outro tempo, lograva dis-
trabir-lne o desanimo interior. Pobre Ma-
ria I ........
Em Gustavo e Ernesto nao havia mudanga
Tjsivel ; so D. Nuno pareca mais carregado
9 severo, como se alguna caso inesperado o
Ctmtrariasse.
Os duus mocos conversavam em voz bat-
a, para nao periurbarem a melilacao do
tfilbo fidalgo, que se asentra longe delles..
Pdlo que vejo, dizia Ernesto, a tua im-|
plic^vel guerra letra redonda n5o leve
ainda treguas I ..
Em tu me provando que a poesa ja
fez bem a um homem, estou vencido !
l'ois.. .
1807,O presidente, Jos Mara da Silva
Varanho$.*
'
Revista SeleattAes*
(ConclusSo)
O cbloro e o hydrogenio misturadees-
postoss radiaces solares ou> luz do-mag-
nesiurn, produzem urna detonacao e ccaabi-
namse, formando, acido chlorhydrico.
Muitos sao os exewplos dj ace i oxydao-
te da luz. Todos os eompostos bydrogeoa-
dos exposlos a influencia solar em presenca*
do chioro oo do bromioy produzem novas>
combinagoes, en que estes metalloWes subs-
tituem presenga do hvdrogenio.
Jo5o Niepce eonquistou-afama perduravel,
fazendo urna experiencia feliz de oydag5o
pela luz, experiencia que 6 de alguna modo
o ponto de partida da photograpbia.
E' intil relatar todas as experiencias,
mais ou menos curiosas, e j- agora histri-
cas, em virtude das quaes se assenlou rjue a
aeco da luz pode gerar duas ordens depbe-
nomenos.
O principio esl slidamente- estabelecido.
A luz agente reductor de edos os coa'
postos metallicos: oxydante e favorece as
combinages em todos os corpos organices;
D'este duplo principio se conckie que, ms-
turando saes metallicos com substancias oH
ganicas, aagmentar-se-ba a sensibilidad^ daa
aeges photo diimicas, e por isso-mais forte
ser3o os effeitos.
Est a base das novas pesquisas do Sr.
Niepce de Saiot-Victor, sobriobo do illostre-
inventor da photograpbia, as quaes importa-
resumir aqu,, porque sao de altissimo inte-
resse scientico.
O Sr. Niepce de Saiot-Victor cobrio com
urna dissolugSo de aztalo de prata um pe la-
go de porcelana, que expoz-ao sol*, longe de
materia orgnica* O sai Qcouioalteravel. E
tanto porm, que se embeba n'sta dissolu-
gao urna folha do papel, ou laogando-qualquer
materia orgnica, para logo se raantfesia a
acgo solar,, e a prata reduz-se ao estado-
meialico.
Esta experiencia mostra a cooperago acti-
va da substancia organici.
A esta es-perieocia seguiram-sa- oulras.e
os sabios, entrados em tao boa senda, nao
se transviaram. A este teimosa, que alias
era ajudada pelo empirismo e um-certo ma-
ravilloso, se deve o progresso rpido e pro-
digioso da photograpbia-.
A experiencia do Sr.- Niepce o-primei-
ro lo da cadeia que prende a pootographta
etiimica. Sem o q/ie os- photographos de-
nominam immodestaraente pheoomenos re-
veladores,, a photograpbia nao exista, por-
que a imagem n5o podia apparaeer.
O phenomeno de revelagao pois o oais
importante, nao s- de photographia, mas
sim de pbotochimica.
Em primeiro lugar, e foi ainda, o S^ Nie-
pce quem pnmeiro aventn esta verdade
ha completa reciprocida Je ealre s duas sbs.
que tem perdido mu la gente. Dize-me c
urna causa : que lhe importa a CamQes, ago-
ra que os bichos o roeram e lhe sumiram
at ao mnimo vestigio, que o seu nome
seja repelido com entusisticas acclamagoes?
O que nos hojedizemos delle nao nos priva
de serraos netos dos que o deixaram morrer
de fome n'um hospital. Fago idea das ma-
ravilhas que elle aburara da sua gloria fu-
tura, quando ouvia, enire as agonas do es-
tertor, a voz d)escravo a mendigar urna es-
mola para a sua mortalha ?
Doudo acud > Ernesto com o seu en-
tusiasmo juvenil, meio irnico, meio since-
ro ; tu sabes l o que sao esses eleitos do
genio, que se chamara poetas ? Nao sabes,
nem eu, qui, felizmente para mim, naopa
deco dessa febre de lalento ; mas, apezar
disso apostara de bom grado em como Ca-
ntos, a poder adevinhar os Mos, preferi-
ra ainda a sua vida, a sua morie, a sua
etemidade aos ocios fartos, as pingues sine-
curas, aos manjares opparos de um moder-
no baro da especie feliz dos mercieiros "
Que queres tu 1 Nos somos carne e osso
materia, n'uma palavra... elles teem outros
desejo? e outras ambigoes... Deixa-los,
continuou elle em too? mais serio, sao tal vez
doudos... mas sao de certo deudos subli-
mes t
Sublimidade que eu nao quero.
Nem que terius, anda que a quizesses,
respondeu Ernesto ; mas torna-se intil esta
dissertagao, porque, para te combater, te-
nho eu um bello argumento muito mais no
teu genero, e que te convence, com a eviden-
cia dos lacios, que a poe>ia nao de todn
intil como te parece. Lembras te de Jay-
me ?
Se me lembro I atalhou Gustavo com
urna amargura, a que no era completamen-
te estranha a negra furia de que falla Bo-
cage.
Pois bem; parti como sabes para
Italia ha de baver um anno. Foi hospedado
em casa de um nobre portuguez, e a poesia
que de todo eile resceote, tanto como das
suas obras, captivou muita formosura. En-
tre essas, corre geralmente que urna her
deira riqoissima est de tal maoeira apaixo-
nada por elle, que certo casarem-se, e ah
Bca o nosso Jay.ue opulento proprietario, e
tudo isto devido as musas.
E mais a elle ser um destes enfatua-
teve dos presumidos, de quem se captivam mu-
lberes, interrompeu Gustavo com azedume.
Nada, nadi; engaaste! A noiva
urna inglezi extravagante, que aprendeu j o
I portuguez, e que se enthusiasma com a idea
papel insolado acaba assim que produzio um
certo effeito, conserva-se a alguma distan-
cia, e cessa pela interposig5o> de urna lamina
de vidro ou de mica.
Duas sao as explicages d'este curioso pbe-
n.omeno.
O Sr. Niepce de Saint-Vctor ulga, ma
emprica do qae scicoiifi:amente, que a luz
est latente na substancia insolada, e Dea ar-
mazenada durante um ^espago de lempo in-
determinado, al produzr urna acgo ebimi-
ca efficaz.
Suppem outros sabios que sob a radia-
co solar formam-se certas combinagoes aaui-
lo oxydaveis provenientes das materias or-
gnicas impressionadas. Assim se explica
fcilmente a conservagSo ind--Snida de urna
substancia voltil, qirepde actuar a distan"-
cia e se esvae depois de prodtir o elfeif
chimico.
Registremos anda alguns factes, que pro-
va m a captat importancJa de aegao chimica
da luz
Os Srs. Bucsen e Roscoe acharam raeios
de avahar a quantidade e forga viva chimi-
ca,. que o sol, em manonciai perenne de
energa e potenciajenvia aBnualrneoer;Vterra.
O processo Himples.
Otrigando a luz do sot a passar por um
opercuio muito estreito, ra-incidir sobre
um vaso, que encerra uma> -nisturajda-ctiloro
e hydrogenio, estes gazes eombieara-se no
caminbo trajectivo' do raiove-a coaobinaclo
proporcional quantidado- das radiaces
absorvidas.
Confrmese duplicaoutjrpca-a superli-
cie opercular assira dupla ao-tripla a quan-
tidade doacid) (blorhydrice.
Os deas grandes--sliimicos- 3rue a
quantidade de raios chimicoa-emittidtos pelo
sol'annnataiente -capaz de combinas- urna
carnada de 3o nwtFos de prc^indidade de
hydrogenio e chloroniisturado8. E pois-oiue
a athmos hsra ansorve urna parte d'tes
raios, a carnada de acido chforhydrio Sea
jreduzida.a 17 metros de espessura, a> qpal
-desceria a-11 metros se os raws solar3-3tra-
ve^sasse a atmosohera segurado ana in-
cHnagio- de 45 graus.
Todo3-conhecem a acgo ebimica da luz
sobre as partes verdes das plantas. Bonnet
conhecc que as folhas iratsarsas n a;.uia e
exposta^ ao so^eTtvem gas-pela fao- infe-
rior.
Mais- tarde o ceebre Pieskey mostrou
qpe as plantas re^tiiuem a primitiva ptireza
ao ar viciado pela respirar* animal.
; O ckimico ioglez, pora, nao soobe ex-
plicar s) pheaomeoo, e s em 177Slngen-
housz logrou provar que sob.a acca> dos
raios solares as partes verdes puriscavam o
ar, o qual viciavam de nci4e.
Err. virtude das experiencias acitaa relata-
das, fcil explicar prori este phenome-
no, porquanto sabemos que os raios verme-
lbos produxecj oxygenio, e acido aarbonico
os outros.
OSr. Drapez deu completa rso a tbeo-;
las, e a prova era epheraera e momentnea.
O Sr. Neipce de Saint-Vctor, cuja nome
forga citar sempre n'eses trabalbos, se-
guiu as pisadas do seu antecessor, ovas so-
cobroa finalmente no mesmo escolbo, a'fi-
xagSo das cores.
O Sr. Poltenin fui mais longs, porque em-
pregando o chlorelo de oiro c acido cfciv
oico para sensibdisar o papel, aicancoo bel-
las imagens- coradas, que se contervam bas-
tante tempo a luz diffusa.
A resol ugo final do problema tal vez nao
esteja muito afaslado; em qualqoer caso,
porm, mister convirqoea photographia
apenas urna parte, das menos importantes,
da paolo-chimi a, a qual incumbe estudar,
sob todos os aspectos, a acgSo chis,ica da
luz solar.
Se algum dia os- principios da nova scien-
cia foren'slidamente assentados, ser'acaso
possivel explicar amitos pbenomenos7 que
boje se eiimem analyse aquebram as-ca-
deias da theoria.
A transfbrmago do movrmento etbereo'
em reaeges chimicas, as quaes por sua toz,
produzem movimentos de ordena diversa?
a- chave de- mmensos enigmas, que hoje
debalde exei^am o esudo e a a Aengao do ie-
mam,
UdJIUlKCW

El POUCO DE TD.
d:TdPAZB-DO n*Asii.A ma'rs estimada
dessas pedras depois do tpazio-oriental',
tem urna cVamarella avelludaia.
ando acecido afeoma certa tempera-i
tuia*e>'tapazio do Brasil'torna-se cor de rosal
e esta cor persiste indeSaidamer.ie. Quanto \
mata-escura a pedra tanto mais-intensa a I
cor tjoe lhe $a- o calor. Muilas veaes essa |
crtorna-se v'mhosa, e snto o fc>pa-zio asse-;
melb>se ao vabi-alhetx \
Este meio da colorir artificialneote o ta-
pazio foi desyoberta ea 1750 per om joa-
|hei?a de Psris, chamado Dumella, o qual
o aqoecia no banho-mcria.
ST.niuito pic-vavel qise as pedras que sao
vendidas sob o nome t-rubs do> Brasil se-
jam topazios-amarellos> transformados pela
aegao do caloneo em cores rubras^
am que se tenbz. procurado explicar
essa mudanoi de cor par'urna reac^ao que[
expo-riinenii'. c- flor, que faz parle da massa
dessas pedras, absorveado os saus compos- j
tos- do accido carbnico que lambem entra"?
era sua co-iaposigao ; todava mais acceita'
a 9pinio de que essa mudanca provm de
uaa modtSeago na, disposigo molcecnlar
damassa desses corpos, modificagao physca
c w entre- as suas molculas augmentando-
l!aes. ou iminuindo-lbes as- forgas natu-
raes.
na.
Tomou sste tubos d3 vidro centendo agua>
carregada de acido carbnico,urna folna
do gramnea, e sobre cada. tuSo fez incidir-
u jna das (Gres do spectro.
Passado tempo desenvulvee-se oxygeniu
Escuta, escuta, n3o me venhas que- de ser parceira das glorias de um Byron
brar a cibega com a toa opiniao costumada: lusitano. Bem vs que arada tem seu pres-
Afaraa?... n5o assim? a gloria?a poste- ti|io um poeta Francamente, concorda
ridade?... Ora ahi est3o os palavroes que te venc 1
Pelo contrario, persuadiste-me, ainda
mais que eu ja eslava, qua as raulhores sao
unas creaturas inconseqoentes e astupidas,j
que nada merecem de um hornea alera das
horas vagas.
Famosa opinio^ disse rindo Ernesio,
e levantou-se, seguido de seu primo.
Apezar de estar longe dos doas mocos,
estremecer Maria t5o visivelaiente quando
elles fallaram de Jayme, q-ua bem mostrou
ter-llies ouvido a pai-stra com tudo, nao s
nao cmpallideceu, seno que se Ibetornaram
raais dislractas daas rosetas vermeihas, que
lhe purpureavara as faces. D. Nuao levan-
tou-se quando Ernesto e Gustavo saairara,
e veio collocar-so eua p defronte de sua
alba.
Vamos, j tenho esperado bastante,
disse elle cora suffooada colera, quera saber
a tua decisSo.
A minha deciso nao raudou, meu pai
respondeu Maria a tremer toda como urna
folhnha verde ; que quer que eu lhe diga ?
obedecer-lhe neste ponto soperior s mi-
nhas forcas 1 Oh I no... nao... s mor-
a I...
D. Nuno fitoa em Maria um olhar ndes-
criptivel: era espanto e indignagSo, era quasi
terror de acreditar que os seus ouvidos o
nao enganavam I
Pois possivel ? exclaraon por fim,
n'um tom de gigante ultrajado E' possi-
vel qae eu teoha vivido sessenta e cinco
ranos, venerado e obedecido, para ao cabo
delles me resistir, me escarnecer, me in-
sultar urna filba, que eu eduquei / Minha
filha I.,. minha filha I... repeli o velho
como em lamentoso estribillo I... Nem
tu sabes o que fazes, mu ber 1 talvez eu te
nao tivesse dito ainda que eu, que leu pai,
que Nuno de Mascarenbas, jurn qae tu ba-
vias de casar com teu primo Gustavo, e que
na minha farai'ia, n5o se quenrantou nunca
om juramento / Que diriam os leus e meus
a^s, Maria, se acordando do seu dormir de
seculos, soubessem que entre os seus netos
degenerados ha pas perjuros e filhos des-
obedientes 1
Meu pai soppcou a doozella em voz
oppressa.
Sea pai I Eu n3o sou seo pai, ouvio?!
Eu n5o quero ser seu pail A paternidade,
urna religio, que, ou se n5o profana ou
deixa de existir I m pai a qoem orna in-
digna se atreve a dizer nao quero urna ir-
risJo absurda e despresivel!
Mana lovanlou-se pallida de commog5o e
veio ajoelbar ao3 ps do pai a solugar.
Deixa-me, continua va o velho cada vez
Logagi'ipha.
A minha primeira e segunda,
E' peixe muito saboroso ;
Terceira, segunda e tarceira,
Proprio-do homem. rancoroso.
Terceira e qnarta,um mister
mais irritado; deixa-me, nao me obnguesa
maldizer-te I -E depois para que ?.. a toa
maldigo ha do ser a minha morie I N3o
vem longe o lempo om que esta rebelliao
iniqua te-ha de letabrar ao p do meu ca-
'daver I Depois has de arrependtr-e.. -
pode sot; mas ser j tarde f
Mas, meu pai, se eu n3o posso nunca
ser feliz com elle I- se esle-casamento urna
atroz condemna$3o!
E o qae-enieodes.Sa pela felicdade?
onde pode ella encontrar-se, nao sendo ne
cumprimeoto austero de todos os deveres?-
Que doutrina pervertida essa tua, qua- o
primeiro passo que da, para a vsotua, a
aberta desebedieucia as ordens de leu pai ?
tOb 1 tempo corrupto e malditos cuja influen-
cia daraninha penetra em toda a parte I
Tentei sabtrahir raeus filhos aos ptridos
miasmas deste saclo devasso, e o resultado
este 1.. .e sou menospresado e escarnecido
como qua'quer desses pas coaplacen-
tes, que elles ridicularisam as suas come-
dias imraoraes f
Meu pai, meu pi* tenba compaixo
de mim em nome de minha m3i I
NSo falles em tua mi 1 n3o profanes
o nome de urna sania, que boje morreria,
se por desgraga tivesse chegado a presen-
ceiar este dia 1 Nao abuses da paciencia,
que j me vai faltando I Nao me ouviste
anda agora! nao te disse que fugisses da mi-
nha presenga ? D9o te disse que n3o quera
tornar a por os olhos em ?... filha in-
grata... filha desobediente... filha que
nao hesita em ass>ssnar sea pai I
E o velho trmulo, convulso, espumante,
fulmnava com os raios da sua colera tre-
menda, a martyr, que alli gemia a seus pos,
bella e sublime como a Niobe amiga I
Meu Deus, soccorrei-me I bradou ella.
Naquelle momento, um grito abafado es-
capoa-se-lhe dos labios lividos, e a donzella
luvou rpidamente a m3o ao coragSo, como
se ama sbita dr lh'o despedagasse ; de-
peis, esprimio-lhe o rosto macerado ama se-
ren.dade anglica, e m rmurou baixinbo.
Anda bem que me acudiste, Virgem
Santa ; se forga morrer, antes morrer sem
matar I
E pondo-se em p birla e soiemne, disse
gravemente :
Estou prompta ao sacrificio a que me
obriga, meu pai ; s lbe pego quinze dus de
espera 1
E sahio ligeira como urna sombra, dei-
xaodo D. Nuno floculante entre o receio e o
jubilo por aquella estranha metamorpbose,
io rpida e inexperada I
Maria entrn no seu gabinete, naquelle
bonito quartinho onde pela primeira vez a
vimos, e de cuja varanda a infeliz disse o
extremo adeus ao seu amanto : desta vez
nSo foi respirar a brisa outonica, que pa sa-
va toda impregnada do acre cheiro dos para-
panos maduros ; que lhe importavam a ella
as gracas e os perfume} da Datares*.i?...
A\ sceoa procedente nao precisa saplica-
go ; que eu sei tambera o adevinhou o
letor ; o mais que elle- deseja conhscer nao
Ihto posso explicar 1
Para entrar nos recessos varios desse la-
byrintho oextricaval' que se chama coracao
humaao, fara necessario o fio conductor que
eu nao possuo.
O escalpello da aoalyse utlissimo, todos
odizeral Ea por mim con'esso ingenua-
mente que nao acredito nelle.
Mais difficil de entender qua um coragao
de hornera, s ha um coragae. de mulher ;
oravura poeta o myxio de tudo que os
dous teem de mais indecifravel. Analysam-
no l, se sao capazos!
Tudo isto trouxe eu agora, para dizos que
bavia qoatro mezes de que- Jayme nao escre-
via a sua amante ; quatro mezes em que Ma-
ria ped i todos os dias ao oreulho da sua
velha raga, forgas para oppor um nobre si-
lencio s inconsequencias do poeta i
Talvez a ossianica ingleza de louros an-
neis e olhar desdenboso nao fosse comple-
tamente estranha a tal raudanga; a vaidade
o mau fermento dos corages," e urna mu-
lher frica e garrida muitas vezes o instru-
mento, que o demonio emprega at para
desmoronar mundos!
Ea n3o pretendo com isto aecusar Jay-
me ; quem n'esta poca de traigOes chistosas
e perjurios elegantes se servisse de tao pe-
queos dados para o intentar, seria alcu-
nbado de exageradamente escrupuloso,
quando nao fosse de ridiculo reaccionario.
Um homem d'bonra tem-se por infamado
se fallar palavra dada a outro homem como
elle forte, como elle independente na vida ;
e nos factos das suas conquistas amorosas,
celebra com orgulho mentiras mil vezes mais
vis que essa mentira, mentiras dirigidas a
entes debis e iooffensivos, que por nica
I defeza teem a fragilidad, e por nica vin-
! gaoca teem as lagrimas; mentiras, que ma-
tara quando nao aniquillam, que prostam
I n'uma tumba qaando nSo precipitam n'um
abysmo.
Eu teobo d de quem assim decifra e ap-
plica o cdigo moral que rege as sociedades.
Um hornera fiel mulher qae se confioa
' n'elle esperanzosa e crente que n'elle
depositou sem receio o throno sagrado das
suas affeiges, as flores verdejantes da sua
alma I Jess I., que ridiculo I.. D. Quixo-
te que, mil vezes mais grotesco que o pobre
amante da Dulcinea immortalisada por Cer-
vantes !
Que val ora pobre coracao de mais ou
menos, esmagado e desfeito entre as garras
cruentas d'esse milbafre, que se chama in-
gratido.
Que val toda urna existencia frustada e
perdida ? A's vezes sabe-se que unta alma
-----De uti'idade" ao pintor ;=--
Qnarta e segunda, o/Asia
Erapr go de muito valor.^lf!i ,.*
O mu todo um arbusto
De'gran vantagem no Brasil;
No caropo me avistareis
A's dezenas, centos e mil.
r .11.; &
Prima, segunda a terceira.
E' um bicho mui exquisito,
Elle traz o mundo s costas
Dentro da concha mettido.
Primeiira e quarta, fructa
Do Brasil mui conhecida ;
Quinta sendo duplicada,
E' com clara parecida,
Segunda, terceira e quarta
E' refugio dos afllictos ;
Segunda e quaria,tem sido
Causa de muitos conflictos.
Quarta e primeira,s serr
Para fazer monada ;
Segunda, terceira e prima,
Bem pode le la guardada.
Quarta e segunda,s'enc ntra
N'um navio ou batalhao ;
A segunda repelida,
E' sugeilo paspaln5o.
Meu todo urna fructa
Do brazilico torr3o;
Era qualquer parte nao d,
Nem em toda a estag3o.
Sendo a primeira duplicada,
Faz urna voz mui querida
No comego da existencia,
Logo ao principio da vida,
E sendo s considerada
Primeira,entao se ver,
Applicada a urna mulher,
Capaz de quanto ella ser.
A primeira com a segunda,
Mui precisa ao viajante ;
A segunda com a primeira,
Um lugar refrigerante.
A segunda com a terceira,
Cousa intil vos represento ;
Se tomada n'outro sentido,
E' subtil, mesmo nojenta.
Sendo a terceira repetida,
Tereis nm fructo do Brasil;
Se lhe derdes outra inflexao,
Significa cousa mui vil.
Se ainda modardes de voz,
Na mulher eocontra-lo-heis ;
E se a gallinba carcareja,
Oh! certamente ouvi-lo-heis,
A terceira com a primeira,
Ser ornato de om leo ;
At mesmo de um civallo,
N'uma arvore,constellaco.
Mas, se n3o estaos satisfeito,
Mesmo assim, sendo pequenina,
Um estado de prostraco
Vos demonstra em medicina-
Agora falta vos dizer, que
Reunidas as minhas partes,
Sou un* ente mui treloso,
De continuo a fazer artes.
Alto l qua bem posso ser
Do- ferro e de pu fabricado;:
Possoindo mui grande forga>
E. s. ao Uabalbo applicado.
sem refugio foi procurado- as fauces medo-
nbas da voragom do vieio, e o mundo ri-se e
passa fulmioaodo-a ssm mais indagar que
mao despiedosa a imporrou beira do abys-
E viio l diz-r-lhe que mais ridicula qpe
essa nobre fidelidad que elles profanara,
sao os seus grosseiros sarcasmos e as suas
desenxabidas ironas!...............^ ..
Eu nao creio que seja este caso applica-
vel a Jayme; talvez entre elle e Maria. nao
houvesse ainda a ideutificacio perfeita,. qua
caraclerisa os grandes amores; talvez aques-
te rpido mez passado no campo de bao
d'ura cu azul, ao p de urna mulher como
ella pura, com todas as delicias do ideal e
todos os encantamentos da realidade, nao
fosse p ira o mancebo mais que um sonho
de primavera, d'estes qae passam, deixando
apoz si um aroma vago e fugitivo como o
d'uma fl >r que se respira sem se ver; nao
havia entre os dois nem urna falta nem um
sacrificio; porlanto quasi desculpavcl a in-
constancia de Jayme.
D. Nuno, pouco suspeitoso por nalureza
nao imaginara nunca a possJbilidade d'uma af-
feigo forte entre sua filba o Jayme de Vilhe-
na; a sua conducta nao (aria modado inda
mesmo qae o soubesse, o velho fidalgo era
cjcravo da sua palavra.
Chegada pois que foi a poca destinada
para o casamento, D. Nono exigi de sua
filba o cumprimeoto da promessa qae am-
bos baviam feio urna ocente da sua im-
portancia, outro convicto da sua ulilidade.
Na primeira vez resistiu Marta com roso-
lugao viril; raiava-lhe na alma urna d'estas
esperancas indistinctas, que as mulberes al-
tivas nao confessam mas qae s3o para todas
a taboa de salvamento a que se apegam do
naufragio de todas as alegras 1...........
Bemaventorados os que esperara mesmo
no abysmo do infortunio I
O leitor ouviu a conversa dos dois pri-
mos, Maria tambem a ouviu; depois d'isto
que mais havia na trra para ella ?......
Se quizerem comprehender o inexcedivel
desespero da infeliz, e o motivo que a le-
vou a acceitar o sacrificio imposto por seu
pae, entrem comigo no quarto d'ella. Sen-
tada ao p da mesa, Maria escreve rpida-
mente ; luz-lhe nos olbos o delirio, batem-
Iho as alienas, e as vezes passa a pequenina
m3o pela testa como para apagar o fogo,
que por dentro a devora.
.................................%
...............................f.
.......... *........................
(Continuar-se-ha).



TYP.DO DIARIO-rRUA PA CRZES R. U



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