Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:11429


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Full Text

ANNO XLI. NUMERO 272.
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MmJOERCA. FEIRA 26 DE NOVEMBRO D 1867.
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Por sais ditos dem. !.".................... ..........
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1
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IENCABREGADOS DA SUBSCRiPCAO.
Parabyba, o Sr. Antonio Alexandrino de Lima;
Natal, o Sr. Antonio Marques da Silva ; Aracaty,
o Sr. A. de Lemos Braga; Cear, o Sr. Joaquim
os de Oliveira; Para, os Srs. Gerardo Antonio
Alves & Filhe*; Amaxonas, o Sr. Jeronymo da
Costa; Alagoas.o Sr. Frantioo lavares da Costa;
Baha, o Sr. Jos Martins Alves: Rio de Janeiro,
Sr. Jos Rlbeiro Gasparinbo.
PARTIDA DOS ESTAFETAS.
Olinda, Cabo, Escada e estagoos da va (erre* at
Agua Prela, todos os das.
Igaarass e Goyaona as segundas e sextas felras.
Santo Auto, GravaU, Bezerros, Bonito, Caruar,
Allinbo, Garanhuns, Buique, S. Beoto, Bom Con-
seibo, Aguas Bellas e Tacaral, as tergas-feiras.
Pao d'Albo, Nazareth, Limoeiro, Brejo, Pesqueira,
lagazeira, Flores, Villa Bella, Cabrob, Boa-Vis-
ta, Ourieury.Salgaeiro e Ex, as qoartas feiras
Serlnhlem, Rio Formoso, Tamandar, Una, Bar
reros, Agua Preta e Pimenteiras, as quintas
felras.
AUDIENCIAS DOS TRIBUNAES DA CAPITAL
Tribunal do commercio : segundas e quintas
Relagao: tercas e sbados s li) horas.
Fazenda : quintas s 10 horas.
Jnizo do commercio ; segandas as II horas.
Dito de orphos : tercas a sextas s 10 horas.
Prfmeira vara do civei: tercas e sextas ao meio
dia.
Segunda vara do eivel : quartas e aabbades
i acra da tarde.
EPHEMERIDES DO HEZ DE NOVEMBRO.

4 Quarto erase, as 11 b. e 35 m. da m.
II Lna eheia as 10 h. e 17 m. da t.
18 Quarto ming. as 2 h. 14 m. da t.
20 La nova as 2 b. e 19 m. d m.
DAS DA SEMANA.
25 Segunda. S. Catbarina v. m., S. Mercurio m.
2G Tarja. S. Pedro Alaxandriuo b. m.
27 Quaria. S. Margarida de Saboia v., S. Acacio m
28 Qainta. S. Jacob da Marca f. S. Sostbenes b.
29 Sexta. S. Saturnino m S. Illnminata v.
30 Sabbado. S. Aodr ap., S. Troyano p.
1 Domingo. S. Nanhum pro(., S. Eloy b.
PREAMAR DE HOJE.
Primeira as 2 boras e 6 m. da tarda.
Segunda as 2 boras a 30 minitos da manha.
PARTIDA DOS VAPORES COsTETROS.
para o sal at Alagoas a li a 30^; para o noru
at a Granja a lo e 30 de cada mex; para Fer-
nando nos das 14 dos mezes Janeiro, margo, mala
julho, setembro e novembro.
PARTE OFFIGIL
fiegulamenle ipprovado por decreto do goveri
imperial de 13 de junlio de 1864 para a as-
soeiago brasileira de seguro mutuo sobre a
vida, denominadaProtectora das Familias
gerida pelo Banco Rural e Hvpotheeario do Rio
de Janeiro.
CAPITULO VIII.
Da ossembla geral.
Art. 41. A assembla geral da associago com-
r.oe-se dos contribuales.
Sera* presidida por orna mesa competa do pre-
sidente da directora do banco Rural e Hypotheca-
rio, e de 2 secretario?, por elle designados d entre
Intermedio do inspector geral, qoalqner eventua-
lidade, que Ibe parega requerer providencia.
5. Consignar em nm livro especial de suas ac-
ta?, as resolugSes que tomar.
As actas sero asignadas pelo presidente e se-
cretario da commissao.
6." Velar pela exacta observancia do presente
regulameoto e do regiment interno.
Art 68. U cargo de membro da commissao n
cal sera' gratuito at qne se faga a primeira liqoi-
dagao. Cbegada essa epocba a assembla geral,
guiada pela experiencia, e tendo em attengo os
onns e irabalhos inherentes a este cargo, poder
marcar-lhe o honorario, qne devera' vencer dabi
em diante, enaste caso deliberara' sobre os melos
de occorrer a este pagamento.
Art. 59. A commissao fiscal poder' funeciooar
com tres membos e votos conformes.
Art. 60. Nao podem ser membros da commissao
fiscal nenhum dos directores nem empregados do
banco Rural e Hypolhecario, ou correctores da
os contnbnintes
Art. 42. A convocago da assembla geral sera praga, nem servir cumulativamente nella, pai e n
!.-iia pelo sen presidente, em edital por elle firma- |o03i junaos e cunhado*.
do, e publicado em 3 das consecutivos, as olhas capitulo xi
diarias de maior corso. Da gerencia da associacao.
Art. 43. A assembla geral se julgara' constitu- Art. 51. A gerencia completa da associago do
da, acbando-se represenlado, por si, ou por proen- Seguro Mutuo sobre a vida pe.-tence o banco Ru-
i-adores, um quarto do capital inscripto, e realisado ra| e Hypolhecario, representado pela sua directo -
na corte, comprehendendo tanto o das entradas ria, qoe a desempenbara'sob sua responsabilidade,
nicas, como a das anooaesja' realisadas.
Art. 44. Quando a assembla gerai nao poder
mecionar, por estar representado o valor indica-
do no art. 4.1, far-se ha nova convocago, com as
formalidades do art. 43, na qual se deliberara
com os ron ti i bu mies presentes.
Art. 45. A assembla geral se reunir' ordina-
riamente em julho de cada anno, para Ibe serena
presentes os relatorios da gerencia e da commissao
scal, os quaes deverao ler sido publicados com
tres das de antecedencia. E;ies relalorlo?, depois
la discutidos, serio sobmellidos a' votagao, que
sera' pessoal, e nao por valores. Na mesma rea -
nio, se bouver tempo, e fr epocba propria, se
proceder' a' eleigao da commissao fiscal; e se nao
.r possvel, far-se ha no primeiro da mil qne se
a^uir, reuoiodo se a assembla geral para esse
j;p.
An. 4/3. A assembla geral se reunir extraor-
dinariamente sempre que a gerencia, ou a corarais-
>o Qscal o ulgar conveniente, oo fr exigido em
.vquermeoto, motivado e asignado por um nume-
ro de contrinainles que represente um dcimo do
capital inscripto na corte.
E se oito das depois desta exigencia o presi-
dente nao tiver convocado a assembla geral, po-
derj o* requerentes fazel-o por annuncios, assig-
nados por todos, com a designagao dos_ valores que
iverem seguro, e declaragao de que lora desalen
Jiaa a sua exigencia pelo presidente aa assembla
geral.
Art. 47. as reunioes extraordinarias nao se
nodera' tratar de objecto alhelo a' convocago.
'jualquer proposta, entao apresentada, Acara so-
jw a mesa, para ser considerada em outra sessao,
para Isio expressamenle eouvocada.
Art. 48. Compete mais a assembla geral :
! Kesolver qnalqner dnvida sobre a interprta-
/ao oeste regulameoto.
ou resol-
i Prorogar a durago da associago
ver a sua liquidago.
3o Reformar ou ampliar o regnlamento.
I'ara que a assembla geral delibere sobre os
doos ltimos objectos da soa competencia, exigir-
oe-ha que ella represente, pelo menos, a maioria
absoluta dos contribuimos da corte, e qne as deli-
eragoes tomadas scj*m approvadas pelo governo
imperial.
Art. 49. Nenhum contribuinte lera' mais do que
om vu>.
Art. 50. Serao acceitos os votos dos contribuin
les que nao poderem comparecer s reunioes da
assembla geral, urna vez qu -. sejam representados
por sens procuradores legaes.
Etceplua-se o caso da eleigao da commissao Ba-
tial, em que s podem votar os conlribuintes pre-
sentes, art. 2* 12 da lei n 1,083 de 22 de agos-
: j de 1860.
CAPITULO IX.
Do inspector geral.
Art. 51. O Inspector geral sera' nomeado pela
directora do banco Roral Hypolhecario deotre si
ou de fra dola, e pago pelo mesmo banco, se nao
fr director, obrigado em ambos os casos a ser
contribuate da associago.
Art. 52. Ao inspector geral Incumbe, ouvida
sempre a directora do Baoco.
1 Nomear pessoal qne successivaoienie (r sen-
do necessario para o desempenho do servigo, mar-
car Ibe os vencimentos, a demitti-lo.
2 Crear, dentro e fra do paii, os agentes da
associago, marcar-Ibes as aitnbuigas e commis
S-S.
3* Eotreter com os agentes a necessaria corres-
pondencia, dar-Ibes as insiruegoes e ordeos preci-
ta?, e solver todas as duvidas que ellas apresen-
tar-m.
4* Organbar, daaceordo com a commissao fis-
cal, o regiment interno, no qual sera' determina-
do o modo pratico de levar a affeito as operagoes
da associago, e todas as deligencias e camellas
nao mencionadas nesle regulauenlo, mas necessa-
rias para o acert e segoranga das mesmas opera-
res e sna ecoaomia. Este regiment interno vi-
gorara' desde logo, mas sera' submeltido a' appro-
vago da a.-sembli geral na sua primeira reunio
ordinaria, podendo ser no futuro alterado sob
proposta da commissao fiscal, ou do inspector
geral.
a* Organisar o balaogo e relatono annnal, que
tena de ser lido a' assembla geral, depois da
competentemente approvado pela directora do
Cauco. ,
6* Exercer toda e qoalqner administragao, para
o que Ibe outhorgar' a directora do banco plenos
poderes, nos quaes derem, sera reserva alguma,
ser considerados os de cansa propria.
7 Velar, emflm, pela fiel e Inteira exeengo do
pre>eote regnlamento, e levar ao conhecimento da
directora do banco, com o seo parecer, todo quan-
to d-tiver alm do prudente arbitrio que Ibe con-
ber pelo regiment interno.
CAPITULO X
Da commissao fiscal.
Art. 53. A commissao fiscal sera' composta de
:inca membros, eleltos pela assembla geral d'eo-
tre es contribulntes domiciliados na corte.
Art 84. O aeu exercicio durara' por dous ao-
no* e a sna eleigao, de escrutinio secreto, ser.-.'
reit por listas de dez oomes, servindo os cinco
menos vetados de substitutos aos impedidos. Em
roaldade de voto* a sorte decidir'. Exceptua-se o
tfue a este respeilo se aeba dlsposto na art. 70.
A't. 55. Os dous membros mais volados serv-
rao tambera no biennio seguinte, podendo es ou-
tros ser reeleito, e usim successivamente em lo
das as eleiges blenoaes, sujueiUndo-se, por tanto,
i -lito nomes ao escrntloio.
~ Ait 56. A commissao fiscal nomeara d entre si
o su presidente e o seo secretarlo. ___
Art 57. A commissao fiscal, que deve reunlr-se
ordinariamente no principio de cada trimestre, in-
cumbe : ,
! Tomar conbeeimento de todas as operagoes
at a distriboigo e entrega, on deposito, dos qul
oboes e pagamento das rendas.
3* Examinar juigir os relatorios e contas,
que a gerencia apresentar a assembla geral da
associago, e ao governo imperial.
3.* Reuoir-se extraordinariamente quando o
pel modo prescrlplo no capitulo 8 deste regula-
menlo, eccorrendo a todas as necessidades que o
servigo o exigir.
ooico. Fica salva a disposigSo do art. 295 do
cdigo do commercio, que antorisa a revogagao
dos mandatarios a juizo da assembla geral dos
assoeiados, e se esta assembla geral escolher outra
administrarlo qne nao seja a directora do banco
Roral e Hypothecario, flearao sem vigor as disposi-
ges dos aris. 11, 12, 31, 34,40 e quaesquer ou-
tras dos preseEtes estatutos na parle relativa ao
mesmo banco.
Art. 62. Como remuneragao de todos os encar-
gos qoe o mesmo banco toma para desempenho
dos deveres qoe Ibe inenmbe o art. 61, perceber
dos cootribuintes urna commissao de cinco por cen-
to s-.bre a importancia das contribuigfies, e mais
lCO por cada apolice de contrato, alm do sello
devido a fjzenda nacional.
Art. 63. A gerencia incumbe publicar por peri-
dico seo, quando o tenna, ou por annuncios avul-
sos, e pelas olhas de maior curso.
!. As contas da arrecadagao e conversao dos
fundos de cada trimestre, logo que forera exami-
nadas e approvadas pela commissao fiscal.
2.* O? nmeros dos contratos que estiverem a
ponto de caducar, e caducidade logo qoe ella
se der.
3.* Quaes os documentos, qne se devem remet-
ter associago, e so indlspensaveis para as li-
quidagdes e pagameoto das rendas.
4.* Os relatorios, balangos e ootras contas da
associago, tendo em vista qae os annnncios, que
tenderem a prevenir a caducidade dos contratos,
possara ebegar ao cooheciraento dos interessados,
a tempo de se poderem approveitar delles.
Art. 64. A gerencia da associago podera' re-
casar a admisso de qualqner emirato de seguro,
que Ibe seja proposto, ?em qoe a motive.
CAPITULO XII.
Dispost(5es geraes.
Art. 65. Sera' admiltido a faz^r contratos de se-
goru lodo o individuo hbil por il mesmo para
contratar, ou devidamente autorisado por seu pai,
tntor, curador ou senhor.
Art. 66. Quaesquer contestagoe3 que possa ha-
ver, entre os interessados nos contratos de segoro
e a associago sero sempre decididas amigavel
mente por ires arbitros, nomeados pelas partes,
sendo um para desempale, se nao bou ver accordo
entre os dous. Do juizo do terceiro nao hovera'
mais appellago. E para que assim seja, se Iavra-
ra' previamente a nomeagS) dos arbitroj o com-
promissn obrigatorio das partes.
Art. 67. No caso de liqoidar-se o banco Rural e
Hypolhecario do Rio de Jaoeiro antes de cincoenta
annos do perlod da associago a assembla geral
da mesma, se o banco anda estiver encarregado
da sua gerencia, providenciara' como fr conve-
niente.
Art. 68. A aotorisaglo concedida pelo presente
decreto se julgara' caduca nos casos pre'istos no
arl. 12 3" do decreto n. 2711 de 19 de dezembro
de 1860, e sera'cassada oof casos de infraego do
art. 2* 7 da lei n. 1083 de 22 de agosto do mes-
mo anuo.
Art. 69. A commissao de cinco por canto a que
todo o contribuinte obrigado (art. 62) no acto de
se ioscrever na associago, sera' por elle perdida
se nao reall.-ar na epocba propria, o contrato na
forma da inscripgo.
capitulo xin.
Disposices transitorias.
Art. 70. Por excepgao aa dlsposto no art. 53, e
atteodendo-se aos Irabalhos organices da associago,
os primelros dez contribulntes que nella sa ios-
creverem ficaro sendo, pela ordem da sua ins-
cripgo, os membros e os supplentes da primeira
commissao fiscal.
Casa do banco Rural e Hypothecario do Rio de
Janeiro. 5 de julbo de 1864.Guilherme Pinto de
Magalhaes. R. J. Uaddock Lobo. Anfonio Joo-
quim Das Braga.Joo Gavtnho Vtanna.Anto-
nio de Araujo Braga.Antonio da Silva Uontetro.
Joa Romao Paes.
vista do qoe me declarou o Sr. consol da Franga a
respeilo dos papis que V. Rvma. aprsenla, e da
identidade de pessoa, pode V. Rvma celebrar o
santo sacrificio da missa, emquanto se demorar
nesia diocese.
10-
Offleio ao Exm. bario de Taballnga.avendo
no dia i.* do prximo mez de dezembro s tres e
meia boras da tarde proeeder-ae aa DMtrii de S.
Jis desta cidade bengo dos quatro oovos sinos
destinados ao us > da referida mairi, tenha a hon-
ra de convidar a V. Exc. para servir de padriobo
de um dos mesmos sinos.
Reconhecendo os sedimentos religiosos que ani-
mara a pessoa de V. Exc, estou convencido qne
se dlgoar aceitar o convits que fago e dar por es-
te meio um publico testemonho de devogo a Ma-
ra *aotissima e ao seu feliz Esposo sobre a trra.
Igual aos Exms. baro de Bemfica, baro de
Campo Alegre e baro de Guararapes.
Dito ao reitor do seminario.Em data de 18 do
corrente prorogoei por mais seis mezes a licenga
coocedlda ao lente de inst tuigoss cannicas desse
seminario Dr. Antonio da Cunna Figueir io, que
se acoa doente na Europa, como rae deelaron na
petigao que me foi apresentada pelo seu procura-
dor : o que communico a V. S. para os fias con-
venientes.
21-
Offinlo ao 1. secretario da asserabl provincial
da Parahyba.Ctegoo-me s mos no dia 15 do
corrente o offlcio de V. S. datado de 16 de setem-
bro ultimo, remetiendo da parte da assembla des-
sa provincia o projecto numero 13 deste auno, que
crea a freguezla de Nossa Senhora dos Remedios
da Nova Olinda no termo do Catlo do Rocha,
afim de que eu preste a minha aunuencia ao refe-
rido proj-jcto.
Pa&so a inforraar-me das conveniencias que es-
sa nova freguezia proporciona religiao e aos po-
vos para poder fundamentar o parecer que tenho
de dar a essa assembla.
Dito ao vigario do Ctol do Rocha. Informe
V. Rvma. quaes as vanlagens espirituaes que re-
sultam da creago da nova freguezia de Nossa Se-
nhora dos Remedios, enjo projecto remeti por co-
pia, quaes as freguezias d'oude sao tirados os ter-
renos qoe a compoe, se aleuma dessas freguezias
Oca demasiado reJuzida, qual a posigo da nova
matriz em referencia aos limites da freguezia, qual
o estado da igreja que tem de servir da matriz, e
se esta provida das alfaias competentes.
Respooda V. Rvma. a todos estes tpicos, e d
alora disso todas as inforraag5es e esciareciraentos
que julgar convenientes para qae eu po;sa formar
um j-il'.o segoro sobre a vantagem ou desvanta-
gem desta nova creago.
E porque sobre este ponto devam ser ouvidos
os parochos circumvizinhos, a cujas freguezias af-
fecta a nova divizo, dirija se V. Rvma. da mlnba
parte a cada nm delles, afim de que me envlem
igualmente as informages que julgarem conve-
nientes para o frn mencionado.
23-
Offlcio ao reitor do seminario.Havendo en con-
siderado vaga na forma da lei a cadeira de piulo-
sopbia desse seminario por abandono qae delta fez
o respectivo professor o padre Joaqulm Manejo
MiCiel, que se acba actualmente na corle do Rio
oe Janeiro, asslra o commoniquei ao governo Im-
perial em data de 24 do oulubro prximo paseado,
o qaal beuve por bsm conformar-se com a minha
deliberago, como me foi communicado por aviso
de 6 do corrente ; o que participo a V. S. para sua
ioteltigencia etins c onvementes.
I
PEHNAMBUCO
REVISTA DI lili
julgar conveniente.
! Levar ao conhecimento
da directora, por
OVEREO DO BINPADO.
SEDE VACANTE.
Expediente do dia 14 de aivembro de 1867.
Ofikio ao vigario de Jarago. Pelo sen officio
de 4 do corrente, Seo sciente de ha ver V. Rvma.
no dia 27 do prximo passado tomado posse e en-
trado na regencia dessa freguezia na qualidade de
sen primeiro vigario collado.
Apraz me conbecer pelo sea citado offlcio o telo
de qne esto possuidos os seas parochianos, e o
cuidado com que se empregam no melboramento
da igreja e na coocluso do cemiteno.
Na esperaoga de que V. Rvma. corresponder
aos esforgos dos seus parochianos nenbuma dnvi
da lenlio da que as obras prosigan com ahinco, e
a matriz se acb definitivamente prvida da todos
os utencilios, paramentos e alfaias tanto para a
admioistrago dos Sicramentos, como para a cela-
brago das festividades.
Dito ao vigario de Taqaantioga, padre Tito de
Barros Corre.Pelo seu officio de 29 do prximo
passado, fico sciente da baver V. Rvma. oo dia 27
do mesmo assumido o exercicio de viga rio eocom-
mendado dessa freguezia em virtude da proviso
que Ihe mandei passar, visto nao ter chegado an-
da a sua carta de apresentago na mesma fregu
zia, o qoe V. Rvma. deve sollicitar qoanto antes
do governo imperial.
Dito ao vigario do Pilar da Parabyba.Constan-
do-me qae os estolares dessa paroebia exigem dous
mil reis por cada casamento on baptlsmo qne ad-
ministrara,, enmpre-me advirlir a V. Rvma., para
qne o faga constar aos mesos Rvds. estolares,
que elles nao podem exigir dos povos mais de mil
res por cada baptismo ou casamento, conforme
marca a tabella dos emolumeotos; e a chamada
mela estalla qoe elles percebem tirada desses
mesmos mil rala, visto como sao elles commisslo-
nados pelo parocho, cojas vezas faxem.
lzual aos vigarios das fregaezlas de Santa Rita,
Brejo de Arda, Alaga Grande, Goarabira, Inga,
Taip, Campia Grande e Alagda Nova, todas da
provincia da Parabyba.
18
Offlcio ao padre franco Francisco Lpoiis.Em
Cora a publicago que bontem encetamos e boje
concluimos dos estatutos da sociedade Protectora
das Familias, tornamos sem dnvida do dominio do
nosso publico a sna existencia social, que alias j
conta uns dous annos, e os Gas de real utilidade a
que ella sa prope em sen desenvolvimento.
E' urna sociedade nacional, estabelecida no Rio
de Janeiro, annexa ao Banco Rural Hypothecario,
cuja administrago est confiada, sendo as suas
operagoes syodicadas por caracteres respeitaveis,
de reconhecido crdito, em quem por conseguate
pode descangar a confiaoga publica das provincias,
como o faz a da corte, onde a sociedade quer por
seus fios, qaer por sua gesto, cada dia con quista
novos ttulos acceitago geral.
A instituigo dos segaros sobre vidas nao pro-
piamente urna novidade para nos; e ao contrario
pelos resultados nesta provincia obtidos em sobs-
cripges pela Previdente, de Portugal, e pela iVacio-
nal, de Hespanha, temos prodnzido ama prova
plena de que apreciamos devidamente as suas
vantagens ellectivas, o sen fio grandemente civil!-
sador e de verdadeira economa social.
E se Isto urna verdade, e se a Protectora das
Familias traduz entre nos taes aspirages, import
que nao teohamos mais idea qae resolngo, mais
entbusiasrao especulativo que energa real, dallan-
do esta para preferir ootras semelhaotes socieda-
des com sede no esirangeiro; as qnies, se efecti-
vamente oflerecam iguaes vaotagens individuaes
para os segar adores e segurados, com relagao a
nos outros, nao realisam os mesmos provellos so-
claes que esta com sede no Rio de Janeiro, para-
mente nacional, e da natareza adaptada s nossas
relagoes.
Esta preferencia nao no entretanto, a elabora-
gao desnudada do egosmo; esta mesmo no inte-
resse dos subscriptores, ama vez qae empregaodo
a Protectora das Familias os seas espitos em
fondos pablicos, faz assim como qae intervir tute-
larmenti o goverm do palz, o sea crdito e a ri-
queza publica na garanta dos capilaes ella entre-
gues pelos seguradores, e a affectividade do cju
priment dos contratos celebrados com relagao aos
segurados.
Com efleito, convertida o producto das sabscrip-
g5es em apolices da divida publica nacional de 6
por cento, nio pola ser meihor a segoranga dada
ao fundo social e divisivel, constante dos capilaes
das snbscrlpcdas, progresivamente augmentados
pelas apolices qne se vo multiplicando e prodn-
ziado jaros; das beraogas matuas de capilaes, e
rendmenDs destes por morto de segurados; das
aequisigoas por commisso e evenlaaes; e final-
mente das multas.
Ora, as apolices sao sempre o emprego mais
segoro, e por Isso a Protectora iat Pamias tem
anta si um futuro certo e nao eventual de ontras
assoclagoes, cajos fondos se ac han representado*
em ontras especiaos, qoe nao escapam i super-
veniencia das crises commerciaes, que tanto tem
abalado uestes ltimos lempos os nosso-. merca-
unicos ttulos qoe sobr'elevam-se, taes quaes sao,
sem descont, nem dspreciamsnto quer no valor
principal que representara, quer nos juros qne
produzem.
Sao fascinantes na verdade os lucro s, que se
auferem em geral de todas as operagoes em empra-
zas commerciaes, bancaras e induslriaes; mas
annuliam se nos das das tempestades; e se estas
sopram rijo, somo de ordinario acontece, a destru-
gao faz-sa sentir era tidos os seus efleitos alactando
lucros e capilaes, qoe desapparecem, para dar
margem miseria onde assentava ha pouco em seu
esplendor a opulencia.
A seguranga, que apresenta a Protectora das
Familias, pois, radicalmente completa; e assim,
se por um lado interessa, como j o dissemos mais
cima, o crdito publico nessa garanta, por onlro
faz um servigo ao mesmo crdito por abrir vasto
campo s transaegoes de compra e venda de apoli-
ces da divida publica nacional, que sendo sem
contestago algara* rasoavel o mais conveniente
emprego, que ora se poda dar s sobras e econo-
mas do artista, do lavrador, do negociante, do
magistrado, do militar e do empregado pnico,
deveriam ser tambem e por esta mesma razao, va
d to como um parenlhese, da valores mais redu-
zidos, que facilitando qoalquer condigo moneta-
ria a sua acqaisigSo, dssem logar a que o gover-
no conseguissa capilaes no proprlo paiz; o que
seria urna condigo favoravel para o crdito do
imperio.
Sob o aspecto da manuteogo dos capltacs man-
tem-se a Protectora das Familias as melhores
condig5es,comolemo-lo escogido; e, encarada pela
face peculiar de taes sociedades, aprecia l > o sen
organismo, conhece-se que ella realisa em seus
modos da acgo lulo quanio tem deprsitiva e real-
mente til insiitmgjs desta ordem, affaclaodo
mais de perto os interessses e o bera estar prximo
e remoto das familias.
De faci, ba liberdade de estabelecer o subscrip-
tor o capital ou a renda quer para si, quer para
soa familia, ou mesmo estranhos, com prazo mais
ou manos longo, segundo as necessidades que de-
terminaren) o contrato ; e ha anda a faculdade de
poder alterar o beneficio, era proveito deste ou
daquelle, por todos os melos pormltliJos na legis-
lago civil, com relagao disposigo ou acqulsigo
da propriedade ieler vivos e causa morlis.
E' para desejar consequeolemente, qua se nao
descarara os beneficios, que sao proporcionados
nossa popnlago por urna tal scciedade, de prefe
reacia quaesquer outras estrangeiras, que to
favoravei aeolbo tara tido enire nos pelos froctos
qae prometiera, e sao no entretanto realzados
igualmente pela de que nos oceupamos, cuja utili-
dade cumpre que seja aproveitada, principalmente
pelos pas de familias, que nao sab-m qual o futuro,
que est aguardado seus filbos.
Com subscripgos proporcionaes aos proprio?
haveres, ou s economas que possam ser effectoa-
das, qualquer individuo tem a possibilidade de
crear pira si, seos filhos ou familias um capital
certo e urna renda infalllvel, conseguindo assim o
maior e mais instante desidertum da vida do
bomam.
Desi'arte a Protectora das Familias urna ver-
dadeira anchora di salvago, assegurando pela
r.ons'ituigo de um futuro certo coaira as invatoes
da miseria aos segurados, a quem poj salvo
das necessi lades sempre crescentes e uvariaveis
da vida humana, ou augmenta os recursos de que
j dispoem,com nm accresclmo poderoso e fr de
toda a duvida possivel.
Esta' correado o praso de 30 dias, para pa-
gamento da dizima da cbancelaria, averbada por
forga do decreto de 22 de oulubro d 1842 ; e ex-
pirado elle, sera' remellida a relagao dos devedo-
res para juizo, afim de ser judicialmente exigido o
respectivo debito.
Fizeram aelo na faculdade de direito no dia
25, os Srs. segointes:
5* anno.
Aristides Angosto Coelho de Souza, plenamente.
Jos Bernardos Gomes Serra Belforie, dem.
Jos Antonio Gomes, idem.
Lista dos estudantes de franesz, chamados a
exame no da 22 do corrente :
Plenamente....... 6
Simplesmente..... 4
Reprovados...... 2
Vicencia Marii da Conceigo, tubrculos pulmo-
nares.
Ignacio da Luz, bepatite chronica.
Ignacio Eleuterie des Anjos, tubrculos pulmo-
nares,
Pedro Leo de Britc-, tubrculos pulmonares.
t Nao me oceupo em gastar tempo descreyendo
essa cu ja chamada fortaleza ou guarda a' Hu-
mail, porque na ordem de fortlficages (cora li-
cenga dos Srs. engenheiros) anda nao vi nada
mais ridiculo.
a Parece-se do lugar, em qoe a obsrvela com
orna tosca igreja aldea, situada n'uma pequea Joaqoim Jos, infecgo purulenta,
eminencia; e esta', nao obstaote os centenares Luiza, epilepsia.
de canbOes de oossos vapores, qoe Ibe esto todos Mara Francisca da Rocha, tubrculos pulmonares,
os das a mandar projectis de varias formas, anda Numerago dos bjlbetes da lotera (46"1 offe-
soberba em pe, e como qoe d'alli observando a reci(los pe|0 mesoureiro das loteras, par auxilio
nossa esqoadra com ar zombeteiro. das despezas da enerra.
c Curusu flea ao lado da esquadra a meio tiro, rjlhetes ns. 3056 a 3065.
da fusil, e afim de melbor observar esse lugar, j
que nos ha de ser sempre de tristes recordagoas,' HHerl*.A qae SeaCDa a venua e
fula' ierra armado com meu camaraaa de viagem, a 46.a, a beneficio das familias dos volunta-
e nos acompaobaram alguos offlciaes do bordo, e ros ,ja patria, que COrre sexta-feira 29.
era segoimento 15 pragas do batalho de carbal- e ., ., ____K.
segoimento 15 pragas do batalho de ga
dinos destacado no Grande-Chaco, lamos prepa-
rados e bem prevenidos, porque os Paraguayos
anda abi conservara alguos piquetes, felizmente
vollmos para bordo sam cousa alguma termos
acontecido, a nao ser um oo outro tiro que os ga-
ribaldlnos, pelo seu genio turbulento, deram era
provocago a's sentinellas iniraiga?, mas que ellas
nao respondern).
O lugar pantanoso, descoberto, e dominado
pelo celebre forta de Curnpaity, lnterval|ando
ama planieie alm da qual Ucavam as trinebeiras
paraguayas ( que anda hoja conservara ) dentro de
d-nsas maltas, e da parta de c tinhamos as nos-
sas.
Por oo poder ser peior a escolha do logar
para um acorapamento permanente, foi por isso
que a eooservagao de nosso exercito ah conver-
leu-se n'uma hecatombe.
t Muitos sao os cemilarios qoe ah guardara os
restos mortaes de railhares dos nossos bravos, vic-
timas do envenenaraenlo do lugar, e das balas ini-
raiga?, ludo devido a' iocapacidade de nossos ge-
ieraes.
Todas as naces manda ram ao Campo de
Marte amostras de madeiras, sem excepgao da Chi-
na e do Japo ; mas as suas exposifes esto lan-
ga de ter nm carcter nico, parecendo at que
algumas, como a Franga e a Russia, se preocupa-
ran antes com a parte scientifica e tecbnica. Ou
iras, perm, como o Canad', o Brasil e a Austria,
comprebenderam a cousa de modo diverso, alten-
dende de preferencia ao intrres-e ccmmercial.
O Canad' foi bem inspir ado.
Suas madeiras, de dimeosoes enormes, cuidado-
samente esquadras, disposias hbilmente ao loogo
da parede exterior, formar ira urna especie de pr-
tico original e mui curioso.
As especies, alias em diminuto numero, de que
se compz a sua exposigao, foram representadas
no Interior da sala cada urna por duas lamina;
qoadradas de dous palmos de lado, urna simples-
mente pulida, a outra envernisada, de maneira qne
assim poda se formar urna idea exacta da amostra
que se examinava.
Com efleito, possue o Canad' madeiras q ue ra-
zara o mais vivo contraste com as do Brasil, quin-
to a cor somente.
As unirs colonias ioglezas da America nada
exbibiram de notavel, s a Australia do Sol leve
algnmas lindas amostras, como a do meleyn, vul-
garmente chamado carvalho verde de Botaoy-bay,
e alguns encalyptas, que sao sem ore um tanto aver-
melbados.
As amostras brasilaras coostaram de toros, de
volumes parallelipipedos e de lanai-oarinhas de di-
versas dimen.-5as; e a nossa commissao souba uti-
lizar admlravelmente esla mesma variedade.
Cada toro foi cortado de mido que apresenta tres
secces em tres planos dippuentes.
Urna melada de cada secgo era simplemente
polida, e a outra polida e envernisada de maneira
a sabresahlrem perfeitamenle a rr e a contexlura
da madeira com facilidade para serem apreciadas
pelo observador.
Dos toros, aos quaes se j amarara artstica mente
amostras menores, fez-se um grande iropho pyra-
aiJal, no qual cada especie sobresabe dstincta-
meote e conserva-seaecessivel; e depois, em certa
distancia, urna fileira de toros menos valumosos e
de amostras pequeas, form urna cerca em cujos
quatro cantos se erguem grossos troncos.
Tudo isio achava so rodeado de urna bellissima
decorago de iheatn, representando urna floresta
virgem, gragas a' qnal tornou-se a sala um dos
sitios mais notaveis e eriginaes da expdsigo, af-
fluindo Je preferencia os visitantes a' secgo bra-
sileira.
Todos os jornaes Ilustrados publicaram copias
desta bella decorago.
Deve hoje ter lugar a assembla geral dos
accionistas da Associago Commercial, para a lei-
tura do relatorio annuo e eleigao da nossa direc-
tora.
Os jaros das apolices da divida publica con-
tam-se desde o diado semestre, em qae sao ven
didas; e sao pagos a vista das proprias cntelas;
qne ora servem de litlos provisoriamente at a
remessa das mesmas apolices, de preferencia a ou-
tra qnalqaer despeza.
Total 12
List dos esiudactes de geometra chamados
a exame no da 22 do correle :
Plenamente...... 9
Simplesmente----- 3
Total 12
De Corrientes temos, em dala de 18 de oulu-
bro, estas noticias do nosso offlcioso correspon-
dente :
c A esquadra encooragada nao voltoo para o seu
porto 'apathia, como me parece baver-te dito em
ama das miabas anteriores, porque os tres l ,
avallando qae esse movlmenlo Importarla a des-
moralisago da marioha, e nao menos a desmora-
lisago do pavilho nacional, respondan, quando
recaben a ordem, que mats fcil era voliar pelo
laso do Grande Cuaco do que pelo rio em qae li-
aba vlndo.
i lsto mesmo me parecen descobrlr na conversa
que tlve com elle durante algumas horas que me
demorei no navio almiranteBraaif, e de mais,
a manifestago de ciume com o exercito por que-
rer que s a esqnadra faca lado e emprebeada
emprezas arriscadas sem ajnda-lo.
i Esllve Igualmente cora o pratico desse navio,
por nome Cbibarro, que me disse nao ser preciso
a esquadra expr-se. porqoe logo adianto de Hu-
mana est em lagar multo vanujoso para poder
cortarse toda a commuoicago pelo rio entre esa
fortaleza e Assumpgo, d'onde o acampamento de
Lpez recebe todos os soccorros por malo de sens
vapores.
( O pratico serio, multo conbecedor do ter-
reno, e escreveu n'esse sentido urna carta a Caxias,
garaotindo-lbe o feliz resaltado; e as medidas
qae eso te em pregando boje parecem ama ap-
provagio da idea.
< Dit elle que para o bom resallado bast levan-
ur-sa no dito ponto urna batera com 4 a 6 bocas
de fogo.
Ha dias, como creio j ter dito, partiram de
nossos depsitos de guerra em Corrientes para o
acampamento milbares de saceos e outros aprestos
para bateras, que parecem ser destinadas para
esse mesmo Ora.
c Antes de embarcar para os enconragados, es-
5
?!
>
>
O
O
>
i
Masculino.
,Ll
Feminino.
>

o
>
M
3
5S
Masculino.
I -
Fewii'nino.
-Ul
Masculino.
3
ex I ce
Femim'no.

Masculino.
Feminino.
8
o
I
si
>
SlS
Masculino.
5
Feminino.
TOTAL.
dos. As apolices oto taes emergaocu?, sao o$
ADVERTENCIA.
Na lolidade dos doentes extstem 209 ; sendo, 120
homens, 89 mulheres.
Forara visitadas as enfermarlas :
As 7 112,6, 6, 6, 6, pelo Dr. Ramos.
As 10,10,10,10,10.11, pelo Dr. Sarment.
Failecerara :
Manoel Joaqoim de Santa Anna, febre typhoide.
live na esqnadra de madeira, commandada palo Heoriqoet Tberata de Jesns, tubrculos pulmo
Eusyarlo, era Irante tres qaart >s do legua de Cn- nares.
ropiity. I Mara Rila sheirro no ulero*
Forara lidos no dia 24 de novembro, os se-
guimos proclamas:
1" DeonunciagSo.
Luiz de Oliveira Lima Jnior, com Paula Caval-
I canle Lins.
Joaquim Juvencio Gomes, cera Anglica Rodri-
gues da Luz.
Filiciano Marques Vianna, com Leonila Rosa da
Gosmo.
Jos Francisco de Paula Costa, com Anna Joa-
quina do Espiro-Santo.
Jos da Silva Loyo Sobrinho, com Mara Candida
Leal Loyo.
Manoel Joaquim 1-idro de Nascimento.com Joau-
na'Baptista de Paula.
Joo Gomes da Salva, com Mariana Pires de .
Araujo.
Francisco Antonio de Oliveira. com Joaquina de
Sant'Anna das Virgens.
Jos Domingues drra, com JaciotbaAlexandri-
na Das.
2* dennunciagao.
Luiz Jos M >ro ias, com Daiflna Mana de Jesns.
Antonio Francisco Duarte, eom Maria das Dores
Tsrres Galindo,
Manoel Gomes de Oliveira, com Maria da Gloria
da Silva Lobo.
Manoel Acaeio dos Prazeres, eom Umbelina Ma-
ria do LiYramenlo.
Pedro Antonio Francisco, com Maria das Nevos
dos Saotos.
Maooel de Sa' Leitao, com Anna Alexandrna.
Jos Jeronyrao Bustorff, com L opoldioa Candida
Ramos Neves.
Maria Tneodora Araujo Ciuto, quer se mostrar
livro.
Joo Co-lho de Oliveira Sobrinho, com Maria
Eofrazia da Rocba.
Joo Correa Louieire, quer se mostrar desem-
pedido.
Lucas da Costa Evangelista, com Clara Mara do
Espirito-Santo.
3* denunciago.
Jos Dultra da Rosa eom Maria Luzia dos Santos
Medeiros.
D. Luiz de Souza da Silveira com Ermelinda
Augusta de Oliveira,
Manoel da Cruz e Silva com Tbereza Francolina
de Souza Gosmo.
Lourengo Jusiiniano de Siqueira com Aona de
Aimeida Guedes.
Joaquim Antonio Rodrigues Sobrinho com Flo-
ra Jasuina Rodrigues.
Umbelino Alexandrino de Soma com Senborinba
Mana da Paixo.
Harculano Maximiano do rsascimento com Maxi-
miaaa Maria do Carrao.
Pedro Paulo dos Santos com Maria dos Marlyrios
Tavares do Soccorro.
Pedro Secondino de Paula com Flora Versulina
Quintalinse.
Calisto Cnrdeiro Soares com Antonia Mxima
Baplista.
Vicenta Ferrera de Brilo com Mara dos Aojos
da Sant'Anna.
Repartiqo oa policaExtrato da parles
dos dias 22 a 23 de novembro de 1867.
Foram recomidas a' casa de detengo no dia 20
do correnta:
A' orJem do Illm. Sr. Dr. ebefe de polica, Ma-
noel Pedro da Silva, at segunda ordem. A ordem
do Dr. delegado da capital, Benedicto, escravo de
Joo Rodrigues de Lima, por fgido. A ordem do
subdelegado do tteclfe, Joo e Dionisio, escravos,
este de Joo Joaquim de Sant'Anna, e aquelle de
Targino Ernesto Bananeira, a requ-rimeetj destes;
James Tnomas, ingiez, a reqaisigo do respectivo
consol; e Antonio Luiz dos Santos, por crime da
tarto. A ordem do de Santo Amonio, Joo, escra-
vo do Dr. Ernesto Feliciano da Silva Tavares, por
infraego de postoras; e.Manoel, escravo de Jos
Marlnho Gomes Ferrera, a requerimento deste.
22
A' crdera do subdelegado do Recite, Francisco
Gomes da Silva, a reqaisigo do capito do porto.
A ordem do da Boa-Vista, Jos Mara de Souza, por
briga ; Antonio e Henriqaes, e=cravos, este de Jos
Alves de L'raa e aquelle de Jos Antonio de Souza,
ambos insultos.
- 23 -
A' ordem do IIIra. Sr. Dr. ebefe de polica, Ma-
uoel, escravo de Ullysses Correa de Craslo, a re-
querimento deste. A ordem do Dr. delegado da
capital, Manoel Joaquim de Santa Rosa, para cor
reegio. A ordem do subdelegado do Beclfe, Igna-
cio, escravo de Francisco Altes Moreira Jonior, a
requerimento deste. A ordem do de S. Jos, Do-
ralogos, escravo de Manoel Sevenno de Arroda, por
(agido.
_4-
A' ordem do Illm. Sr. Dr. ebefe da policia, Fran-
cisco Ignacio da Silva e Josino da Costa Torres Ga-
lindo, como criminosos. A ordem do subdelegado
do Reclfe, Maooel Isidro Barbosa, por desobedien-
cia ; e Andi G*rcia, para correego. A ordem do
de S. Jos, Manoel Vicente Mocatr. para cor-
reego.
O ebefe da 2" secgo
J.G.deM sauita.
- 25 -
Existiam presos 277, entraran 8, sabiram 4,
exisiem 281: a saber, nacionaes 192, mulheres 5,
estrangeiros 37, mnlher 1, escravos 4o, escravas
1, total 281.
Alimentados a casta dos cofres pablicos 20o.
Movimeato da enfermarla do da 25 do corrente
mez:
Teve baixa :
Pedro Jos Rodrigues.
Tiveram alta :
A. Fr ancisco Rodrigues.
Jos Patricio de Mondonga.
Pomru, escravo de Jos Pereira de Miaanda
Cnnba.
Passageiros do vapor nacional Potengi entra-
do do Aracaj :Antonio Gjmes da Carvalho, al-
fares Monoel Epiphaoio Marlins Peana, Joo da Ai-
meida Montelro, Joaquim de Azevedo Mala, Dr.
Virgilio Peixoto de Araujo Palmeira, Matbias
Ferraira, Francisco de Paala Andrade, Aprigio
Francisco Saralva. Jos Joaquim da Rocha, Joa-
quim Souza Silva Cunba, R. B. Davidson, Lula
br al Sernal Sabor, Cabo de esqnadra Joo Baptis-
ta e Arojo, seis pragas a des guardas designados
para a guerra.
Cimitemo ruBLico.Obituario do dia 24 de
da novembro de 1867 :
Pubbio, Psrnamboco, 8 mezes, Boa Vista; con-
vulgdes.
Ignacla. Pernarabnco, 1 anno, Reclfe; hesitas.
I cEMiTunuPLBLico.Obiloario do da 2'J te
novembro do 1867,
t
-o
2.
OC

''





fTflV 1(T l\*
____
> Serca (elra t4_ Kwei
-------r-r-*^j......----------
ibro 4c 1867.
STS QHimr .ULiX
Francisca Marta A Gonceigao, Pernamboco, 50 an-
no?, solteira, Bae-vtiU ; nieriie.
Sabino, Peroamboeo, i boras, Recife; asphixlado
Anasucio Jos de Garvalbo, Afrtc, 87 annos, sol-
telro, Boa-va*; lepadle.
Agostlobo, frica, SO iodos, solteiro, Boa-vista ;
ascite.
Margarida Perelra Chaves, frica, 90 annos, sol-
teira ; i.Jos ; diarrha.
COOVUl-
Francisca, Pernamboco, 8 metes, S. Jos
s5es.
Francisca, Pernambaco, 60 annos, Boa-Tista ; as-
cite.
Rila, Pernambuco, 60 annos, escrava, Boa vista ;
aseite.
Luiza, Pernambuco, 50 annos, escrava, Boa-vista ;
ttano.
Francisca, Ptrnambnco, 15 metes, Boa-vista; as-
tbma

poilg5es commereiaes; elles e--to sempre, prcap- EsIm deas $mfunds bases-cooheelatato 4e U tos a desembolsar e a promover subscripg5es por Dos e dnpla natureza humanacou*Mrn, jvel, te&txm atan forca fl aprolicaco
entre os seas cdncidados a bem das tensas da p- Bma grande reforma na sociedade ; bis So Na ordem tMetactaal, quera mais talento e mais
trfr ; mas por oonhecermes o nebre-ea rete r de*- e mofo a itabelecer o verdadelro Habed- *
tes eavaibelros oto dnvldamos afirmar que o fa- eito de *em do mal pela conscienciay.'fW i
zero com o roator desinteresse meios seguros, evitar o mesmo mal para se chegar
No entretaat > olvidam-se os nemes de oatros de ao verdadeiro bem : 4aoto qae, immenso lempo
i ..... >
Francisco da Silva Cardoso.
Padre Felft BarretO deVasConcellos.
Bartbolomeo Leoreogo.
Ctdstiano Jos Tavares.
wbertlvr.ser superior a ootro qaa
T*c% -menos talento e menos saber Candido Alberto Sodr da Molla.
a otdem moral, a mesma le: aquelloGollberme Jos'de Souza.
ais Yiriooso lr, mais religioso, naais Mffre- Joaquina Jacintbo.
maia hnmilita ______
igoal mrito e Incloem-se os de algoem qoe nada atnda depofa de PUiio, a materia era considerada dor, mais humilde, sera' superior a ne viva Jos Vicente de Lima
tem feito, e nem capacidade para algama consa fa
zer de ntil
Neste namero entra provavel mente o nome do
missivista, que a sombra dos oatros qaer ver se
pegam as bizas. E' sempre assitn, os qoe pooco oa
nada fazem, sio os que alardeara servaos, e se
julgam com direito is recompensas.
Proceda o Illm. Sr. Albano Cootiabo a nma mi
nociosa Indagago e conbecer que dliemos a ver-
dade.
como ageste de certos e determinados movimenUs
nolversae*.
Assim nao sendo completa a obra de Plato, ape
tar de ser Immensa, continuaram os povos sea de-
fea palo lado da (, do coraco e da consciencia,
contra os enVltos perniciosos da materia pura em
movimento activo; porqne todoon era dependente da
razio fraea oa dos dolos de brome a' qoe o paganis
mo se corvava, idolatrando-os; e a razio era asss
fraca para reformar o mnndo por si e animar o
de soas palies, de leu orgulho e de soas animo-
material, a pantbera supe
Jos Antonio Simdes de Azevedo.
Procare ogoverno portogaex informar-se por seas bomem em suas peregrinagSes nos assomos de snas
Eurico, Pernambuco, 2 annos, Recife ; coovulgfias. agentes, antes de qoalqoer procedimento a respeito paixdes.
Maria, Pernamboco, 6 mezes, Santo Aotooio ; me- destes negocias, afleo de qoe nao venha por abi E aesse caminbar, entre 15o grande cumulo de
nengilc orna nova edigao da cerameodadore?, taes como, males, pde-se dlzer qne o eorago humano mais,
Domingos Duarte Moura ; Portugal, 40 aonos, ca- Regis de Souza, por ter fondado em Pernamboco do qoe o pensamento, era sempre inc sado, Santo Antonio
Mancel, Pernambaco,
cancro no estomago.
Recife; fallecen ao nascer.
ora hospital para Portogufzes pobres. >
Saiba tambem o Musirissimo senbor Albano
Condoli qne snas pnblica(5es em tal sentido,
produzem u effeito contrario do que S. S. dese-
ja, se qoe deseja a conenrrencia pecnnlaria do;
Portogaezes aqai residentes a bem das consas da
patria ; e a razao que mnltos dos nossos compa-
triotas, attriboiodo essa fome de recompensas aos
agentes das sobscripgries, ecnsam-se a sabscrever,
porque a molber eslava decabda como que lora da
graca do Creador; pois era ella considerada antes
um animal dos nsos domsticos do qoe nm
ser llvre e racional. Como nma escrava, a molber
nSo onsava ao menes levantar os olbos para seo
senbor, que era o mesmo bomem ; senbor, entlo
cruel e tyranuo tres vezes, porque o era do eorpo
do espirito e da liberdade ; quando cerlo que
aquella que fui destinada a ser mai, nao tendo on
TRIBUNAL A BELAClO
SESSAO DE 23 DE XOVEMBRO DE 1867
PRESIDENCIA DO EXM. SB. CONSELHEIRO SOZA.
As 10 horas da manhSa, presentes os Srs. desem-
bargadores Santiago, Gltirana, Guerra proeuradar
da cora, Almeida Albuqoerque, Loureoco Saniia- porque) C(m qa3nto'lhes sobre patriotismo, repng- tra naturexa moral, em nada absolutamente em na-
go, Mona, Assis e Domingoes da biiva, laitanno na.|nes 0 servlrem de in: trmenlo para a realisa- da diversa do bomem, quanto ao espirito; nao te-
os Srs. desembargadores Uctia Cavalcante e booza ?o d9 pre,eDt5es vaidosas. do p^rtaoto outro cerebro, ontra intelligencla, oatra
Leao, abno-se a sessao. Concluindo, pedimos ao Illm. Sr. Albano Conti- razio, outra consciencia, emOm, ama vez fora ia
s deram-se os segnintes juiga- nho roajs Circnmspeero nestes negocios e ao go- serviao, do vil cbio em qne permaneca pela for-
verno portogoez, que n5o attenda aos escriptos de {a, de moito servirla a' si propria e ao homem, no
dous oo tres tolos pret nciosos, que alardeando ser-' empenho de ebegar aoflma'que om eoulro foram
vi$os que nnnea prestaran), qoerem ortiori in- condemnados, a partilbarem do mesmo labor, das
volver seas nomes, que nada significara, com os mesmas penas e recompensas, como a rtforma o
nomes de pessoas respeitaveis. tem determinado.
Lerliucamos-lbes, que maioria dos P>rtugae- Mas, se ao paganismo e a' barbaria deve-se a
tes em Pernambuco se alguma cousa fazem a bem ('vil S rvidao da molber, facto esse, que desgranada
da patria, sempre com o maior desinteresse; une mente dominando por Untos seclos avltou eeo
voce, elles dizeci com o sea poeta
< En desta gloria s fico contente. >
Qne a ra-nba trra amei, p a roinha gente.
Alguns Portugueses.
Antonio Jacintbo de Medairos Nordeste.
Francisco Jos da Silva Goimarles.
Luiz Caetano B.rges.
Proteetons.
As Eimai. Sras.:
D. Isabel Mara de Mello.
D. Francisca Maria de Mello Ribeiro.
D. Anna Ferrelra da Silva Lene.
D. Melentina dos Sant s Jorge.
Beatos:
APPKLLAgoE; CRiMEs.Appellante, J oValentim
de Bruto; appeltado, o juizo.Confirmada a sen-
tenca. Appellante, o juizo; appellado, Procopio
Jos da Cesta Lima.A' novo jury. Appellante,
Benvenoto de Faria Lobo; appellada, justi-
ca.Nullo o processo. '
APrELugoES cjveis__Appellanie, Antonio Carlos
Pereira de Borgo*; appellado, Antonio de Siqueira
Cavalcanie.-Reformada a sene. Appellante, D.
Antonia Francisca C.daval Pinto; appellado, Mi-
guel Frieira Pinto.Confirmada em parto a sen-'
tenga. Appellante, Joaquina Jo de Moura; ap-
. pellado, Francisco Bento da Silva. Ju'gada a
desisteocis. Appellante, Joaqoiro Francisco de,
Albuqoerque Santiago; appellada, D. Francisca
Tbomazia da Conceigo Cunha.Despresados os'
embargos.
babeas oorpus.C ncederam ordem a Manoel
Joaqaim de Parias para o da 30 do correle as 11
horas da niaoha.
Assigoou-se dia para julgamentos dos seguales
eitos :
appf.lla(;ao civelAppellante, Anna Victorina
de Souza ; appellado, fre S> do Amor D.vino.
APPELL.\gA0 crime.Appellante, o juizo; appel-
lado, Fraorisco auI-joio da Rocha.
deligb.ncia civel. Ao Sr. curador geralAp-
pellaote, Jjao de Souta Guimares; appellada, a
preta Beneiiicla.
delige.ncia CRiMKAo desembargador promotor
da justiga.Appellante, o Julio; appellado, Fran-
cisco Gomes de Andrade. Appellaote, ojuiz>; ap-
pellada, Feliciana Maria da Tnndade. Appellante,
o prom ; r; appellado, Jos Firmino Teixeira
Cavalcante.
PASSAGEM.
Do Sr. desembargador Sautiago ao Sr. desem-
bargad r GitiranaAppellagSes civeis: amellan-
te, o consol portogoez; appellado Antonio Alves
de Miranda Guimares. Appellante, Joo Evange
lista do E.-piilo Saoto; apprliados, Manoel Felippe
e saa mulher. A^pellantr, D. Clara Tbendora da
Fcnseca; app !u Manel J _- > dos dantos.
Do Sr. djsemb:r(ja o- Gitiraoa ao Sr. des-mbar
gador Guerra__Appllago avel: appellante, o
consu! porlogDtZi appeliaa,Geitiudes Mana Ala-
chado e Silva.
Ao Sr. desembargador Loureogo Santiago.Ap-
pellgu civel : appellantes, os berdeiros do com-
mendador Manoel Figueira de Faria ; appellada, a
faz-nda Appellagao crime.: appellante, Alexan-
dre de BTros Arraes; appellado, AlexanJre Fer-
reira de S.-uua.
Do Sr. desembargador Guerra ao Sr. desembar-
gador Loureogo Santiago.Appellacoesciveis: ap-
pellantc-s, J ; Joaquim Rodrigues Guimares esua
mulber; appe lados, es berdeiros de Franciscj
Antonio Feiiandes Pinheiro. Appellante, Jos Je-
ronymo de Albuqoerque; appellados, Francisco de
Oiiveira Lima e oulros. Appellanie, Pedro Vieira
Junicr; apellado, Antonio Manuel de Je.us Brau
do.
Ao Sr. desembargador Almeida Albuqoer-
que. Arpellagao civel: appellaol-', Francisco
Oolbo do Monte; appellad Oclaviano Rodrigues
Lima.
Do Sr. desembargador Loureogo Santiago,ao Sr.
deserabarg?dor Almeida Albuquerque Affclla
gocs civel: appellante, Joaqcim Jos dej|Hveira
Apolim; appi liado, MaDoel daCo^ta Martius. Ap-
pellante, Jos Joaquini Rodngi.es Guimares; ap-
pellados, os berdeiros de Francisco Aolonio Fer
nander- Pinheiro. Appellont>>, Jos Jeronyrao de
Alboqu-.rque; apiellado, Francisc> de Oliveira
Lima.
Do Sr. desembargador Almeida Albuquerque ao
Sr.de;tmbargadi>r MulU Appellagoes civeis: ap-
pellante, Ro.-a per seu curador; appelUda, Mari-
nba, Amalia da Silva Ap.ellante, aoel de Al
Da orijpm primitiva do rgimen dos povos e dos
effeitos perniciosos do poder, qnando elle fun-
dado paramente na ra 3o gi'ral das multides.
O orgulho selvagem e dominador
procura elevar se acim de tudo.
A modestia, contente d si mesma
nai procura nem escravos nem sub
ditos. Ella ama a paz e a offerece
a todos os amores proprios : aci-
vilisaco da sociedade.
(lame.nnais).
VI
Jess Corista deseendo a' trra nao teve s por
flm combate* o satn de milhSes de catiegas de
serpenles engaadoras, sbitamente, de um s gol-
pe ; e lispondo-se a combate-lo.nem quebrouoscep-
tro de Moyss, nern f-lo recuar do ponto em que
o achara oa luta ; mas, pa'iindodesse ponto, con-
servando o qoe de bom achara feito, sem gladio,
ssra pao e sem pedra, ensioou a bumanldade os
meios de faglr Ibe, de combtelo e de veoce-lo.
E se de ara s golpe live^-se. elle decepado todo
o principio do mal, o qae restara que podesse fa-
zer o homem ? ODde a virtade e a victoria depois
do peccado 7 E se nao fra o aperfelgoamenlo da
razio, .i mudanga dos coslames, do reglm-n e da
poltica dos povos, cujo fim deve ser o bem estar
geral, com chegaria o homem aos flus de saa
creago, ao atravessar ello a:- tormentas d'uma
vida ephemera 7
A reforma ainda fez mis : Jess Christo, como
o M ,-sias da graga, que o Pai u'elle encamara, fez
j com que o genero humano por mel d'eila, visse
I sem olhar, senlisse sern ter tocad-', amasse i.-nt i
quanto elle a' esse mesmo pai, que era o de todos,
i porque o era seu. Entj um lo quo da trra ao
: ti p;desse appr ximar o corago human 1e s.-u
Creador, foi so ^ obra sulilimj ; e ">se lo o amar
do prximo para o amor do Pai : mor, qi elle
Filbo, obediente a seu Pai, fundara, desenvolver e
perpetuara, tic perfeito, to pleno, taj parificado
como o d't-lle proprio.
N'ern a rellgiao se consolidarla, nem o h>raem
sena regenerado, nem a sociedade resgatada, a
Du ser a obra pora es se amor om que o Pai se
encarnara 03 pessoa do Filho, de maneira a poder
p,r meio d'ellc ser eocarnadu no genero humano
todo luteiro.
Amda mediante o amor ao prximo, nu'lo no
esiaJo da natureza, obscara e ucerto oo pagaau-
rao, fnsoflUcieote pela *azo por.i, mis pleno e vivi-
ficado pela rtforma, a humanidad? lucrou, absUa-
hindo-o de si para com Deus, beoeflek-- que derra
mra na sociedade ; induzioJ.< a que os homens
vergcnoo.o genero humano ; gragas tambem a su-
perstigo e ao protestantismo, que, depois de tur
sido mudada aquella scena de horror, mediante a
jostiga e o amor do cbristlanismo, nao tardn mu
to qoe convertesse em servilismo, em satisfago
aos caprichos do animo feminino, aqaelle equill
bro conjugal, em nada aggravante a' superiorida
de necessana do marido sobre a mulber, soperio-
ridade toda fundada na igreja, por Jess Cbris'.o;
at que foram transformadas, pouco a pooco, era
verdadeiras Daltlas aquellas fracas e humildes
Agarinnas I
Em ledo caso, o resultado nao pode deixar
de ser o mais peroicioso germen da deca-
dencia das familias, e mesmo de detrimento so-
ciedade, pelasconseqoeBcias da perda dos finos e
desmoralisaga inherentes as reaegoes sem fim ;
-erd o certo, que em taes circumstancias, ou orna
e^cravldao as mais das vezes aviltante, ou urna
me i te lenta e certa, quando nao do-se o desespe-
ro e os fati.es desvos de certos deveres coctrabi-
dos, sao os aicos remedios, entre os possiveis, de
que pode dlspor o misero a' quem o destino depa-
re consorte, cujo mal eotendido proposito, ignoran-
cia e caprichos insaperaveis convertidos em chi-
baoga, e o mais aplaudido pelo carcter pacifico
da poca, con^tituera as caricias da uoiao.
Eotretaoto compre dzer, que se a educago in-
telectual da mulber tivesse sido objecto dos cui-
dados do homem, desde a origem das sociedades
visto ser a Indiligencia aquella em tadolgoala
deste, outra teria sido a sorte das familias e das
sociedades; porqne entao, em vez de ser exteosi-
vo o dominio da mulher, como o at ao tapetes
polticos s pelo luxo e ftuidale, o seria pela saa
razao, nobre homildade e pureza do corago. (*)
Foi ne-se atropello de cousas que baxa ao moo-
do o Salvador I E Elle nasce na buraildade para
em pouco mostrar se Rei de todas as soberaoias,
paotaodo o mondo coro infinita sabedoria I Mas
luin everia ser feito vontade do ?a,qoe pra asua
v-intadel... Echaraa |.ig: asidoze desconhecidos to
pobres c 'mo J >t>, n;, desca o*, obscaros, sem sa-
bedoria alguma; -i as todos predestinados por Elle
m"-rao serem os verdadeiros grandes da trra.
E^ses doze homens pobres em pooco sao trans-
formados em vasia sabedoria, resplaodescante3
peta la', que cercava o M=slre, lu-, toda ideotifica-
h u'Eile : e com (al brilbo, que nem era o brilho
do oura aem o reflexo de preciosas pedras, sao en-
viados s torras, rbeins de f, de amor ede graga=,
a comprar udos os peccados a peso de martynos,
e de san^ue, que deveriam verter como verteram,
com i paciencia e animo, que a Cruz ero qae havla
exemplifkad) o Senhor Ihes ensinra.
Tillo foi coroprldo. Eutoos Cssares baloitrtes,
soberbos como as torres de Babel, cahiram logo ao
menor sopro : os tbronos foram convertios em
ari, como as r.ris em noves, magnifico" e eter-
nos templos. Todo3 os dolos do erro e da fal.lda
d > cojuegaram a cahir dos soberbos e auriferos al-
tire", que a Idolatra edificara, como folbas s-ceas
ao sopro da brisa em aurora resplandesceotc. E o
moodo lomando nova face.n'elle firmou-se o essen-
cials respon'abilldade human?, tanto oa trra
como na co; e o conhecimento profuado do bem
sidades. Na ordem
rior ao bomem.
Na lacia quem mais loaros colbr aera' o mais
siiperlor. So na vida eterna, onde nao entra om
s partcula de materia, onde nio penetram as pai
xes, pode dar se essa igoaldade plena e absoluta
qae coastitue a perfectibiiidade. E sendo assm,
como querer-se igoaldade absoluta como fonda-
ment da systemas polticos?
Seria bem Justo e magnifico compararse nm bom D. ZoImTra" Jorge Bastos,
lmpador de sentinas com o advogado, com o me- n u.ri. uiTiir,.n, r.mr, .:..,
dlco, com o sacerdote, etc., s porqa.'o limpador g; SSSXS^S^S^'
de sentinas nm cidado de repblica. Urna so- n tkTX*nE*?m!2M
ciedade em que tal se dsse se aos augurara om Sipia aeQbt Vie
homem decabega para bafxo, ligado de ps e mos, q" Ano?J,aqaTa Ribeiro
cora intentos de marchar Obi s era nmasode- g fiSUSJff^lU,
dade de ereangas sera' admissivel ama ta! igual- r-* '""" as ft""'
dade. i D- Mana das Meves Miranda Oliveira.
A Ignaldade do Kvaogelho, que deve ser reslric- *ari* Leopoldina das Neves.
lamente segoida pelo genero homano, pols este fj- *na d* s" Campos Guimaries.
foi o fim do Divino Legislador, fim, qae a todo i{' Vanclsc* -arroll.
casto se ha de realisar, lei qae diz ao homem : le A
i como carne ningoem cima de ti, como espirito
humano lodos sao iguaes, como c.-ealura todos es-
tilo sob as mesmas leis natoraes, como responsavets
perante o Creadora mesma igoaldade plena.
Mas, igoaldade as virtudes, na lucia com as pal-
tes, na victoria, no saber, oa f, na crenga, oo
amor ao prximo e a Deas.... neste munde.....
constltulndo base de governo, nao. O Evangelb?
nao resa tal cousa, porqne nao o poda fazer. E'
Imposslvel.
E a ser exeqoivel urna tal igualdade republicana,
seria nm delicio as gradaag5es as remnoerages,
e talvez qae as penalidades, segundo as eondlgoes
e circumstancias individuaos. E o castigo ao vicio
e o premia a* virtude, o mais bem applicado possi-
vel, coostitue, entrerospovas civilizados toda agran-
de difflculdade oa seiencia do direito criminal.
(Continuar-se-ha.)
riqueta Rodrigues de Aimeida.
D. Francelina Elimioata de Mello Oliveira.
D. Aona Mara de Melio Oliveira.
D. Anna Francisca Rtbeiro.
D. M; ra Josepbina de Brito.
D. Etelvina Perelra de Faria.
D. Joanna Pinto Portella.
D. Anua Borges Pere'ra.
D. Maria Lins de Miranda.
D. Mana Rita de Medeiros.
D. Raymonda Urgulina dos Santos Almeida.
D. Rosa Francisca dos Santos Coelbo.
D. Mana Moreira Tavares Cordeiro.
D. Anna dos Santos Viegas.
D. Severina Fernandes branles.
Consistorio da irmandaoe do Divino Espirito
Sanio, aos 17 da nowmbro de 1867.
Manoel Goncalves Agr,
_ Bscririoda irmandade.
Esta asignada pelo Rvm. vigar AntMio Mar-
ques de Caattlho.
Instruyo publica primaria.
RegimeDto interno para as escolas publicas
de instrocca* primaria desia provincia,
organisado em virtade do | 7o do art. 3o
da lei o. 369 de 14 de mato de 4855, e
approvado pela presidencia da monVia.
em 23 de agosto de 1859.
ART. 4.
as escolas publicas serio feriados, alem do9
domingos e das santos de gnarda, os de festivida-
de nacional designados por lei, os de loto poblico
declarados pelo g.vem ', os de carnaval desde se-
gaoda al qoarla-feira de cinza, os qae decorrem
de domingo de Ramos a domingo de Pascboa, o dia
i de novembm, E OS QUE VAO DE 8 DE DE-
ZEMBRO A 6 DE JANEIRO.
MM >n mi
Pedese aos membros da Assoclagao Commercial
i Beoificente, que reelejam os membros da dirfrgSo
I existente to s porqoe bem gerlram e promo-
veram os interesses moraes e maleriaes da Asso-
ciagSo, como porque tendo elles cobrado e gasto lo-
dos os recorsos pecuniarios de que a nova direcgo
poda dispor, josto qoe continoem at que novos
recursos ou meios voltem, o qae s teremos oo
!aono prximo futuro eora as annualidades.
E' provavel, que os membros da direego exis-
tentes, queiram recusar-se ; mas attoodendo aos
| servigos prestados, loaros e gloria colhidos, josto
que tambem soffram as consequeocias oa precaa-
! gos e e-pinhos ; nem sempre se colbe fl*res, sem
experimentar espinos.
Assim esperamos ser attendidos pelos membros
! da As'onac^o e direcgo que s hoje quorem per-
! der os Inga'res. Um associado
o direito divino ensloando o direito e da mal, pela razo, consciencia c liberdade.
meda Nogueira; appellado, Maximiano Cardim de
Oliveira.
Do Sr. desembargadr Molla ao Sr. desembarga-
dor Assis. Appellagao civel: appellaote, Antonia
Francisco Pe.-eira; appellados, Francisco Xavier de
Alboquerque e oulros.
Do Sr. desembargador Assis ao Sr. deserubarca-
dor Domin^ues da Silva.Appellagao civel: ap-
pellante, J aquim Lopes de Almeida; appellado,
Manoel Martios de Carvalho.
o Sr. desembargador Domingoes da Silva ao Sr.
desembargador Ucboa Cavalcante.-AppellagSs
civeis: appellante, padre Jos Paulino da Si.va
Monteiro; appt-llade, Antonio Andr Cavalcante de
Albuquerque. Appellanie, o padre Riearda Jos
Machado; appellada, Cordula Seobcri^ha Lo-
bo. Appellagoes crimes: appelhntes, o julio e
Antonio ds Sautiago Gongalves; appellados, o juio
e Jcao Alves do Prado. Appellante, Antonio J. de
Macedo; appellado, o juizo.
A urna hora e meia da tarde eocerroo-se a
sessao.

Communicados
fissem governados, tanto pela justiga recta, quanto
pelo amor e caiidade ; e mostraado que a invaria-
biiidade da mesma jastlca deveria presumir, nos
delioqaenles, antes innocencia do que culpabilida-
dr. Eis aqu a grande e verdadeiro principio do
direilp crimioal, tomando sua origem na le divi-
na ; tis aqu
humano. Entretanto, objeclar nos bao : a scieucia de re-
Paranla, em tudo v se sempre pregresso hn- F?r os povos e as nagos, que ja tinha por base,
mano h social, pelo progresso da razo progressa na erros do paganismo, mas sim a verdade In-
resultante d.i philosophia ; reforma nos castumes, t'lra e a justica justa, porque c ntlouou, bem quo
na mesma rato, na legislago, nos regimens, as!sob novas phases, a ser o resultado do erro e das
leis, oa moral, na sociedade Intelra. Em ludo v-se paixo-s ? E' que a' poltica dos homens nao segua
sempre progresso humano e social pelo chnstians j restrictamente poltica de Dos; mas, nao a se-
mo, progresso este ma- profundo porque tocou o guindo o fez com a consciencia de que a poderii ter
coragao humano : na legislagio, na moral, eos eos-!seguido.
turnes, na Justiga, no direito, oa familia, no iadivi- Muitas vezes, per aboso da lberdide, dexa se o
do, na poltica, eemflra no mundo inteiru I Sendo, melhor caminho qoe os olbos e a consciencia al-
earte, qae ames de Jess Chrl-to, ant6s da reforma 'caogara, para se enlranhar per aqaelle, que nem
da f e da ratac, todo me'horameulo social era de- o mais recto nem o menes perigoso; sendo certo
vido id esforgo da mo civilisada e cultivada pela que a Imitadlo urna especie de instincto animal
philosophia. pelo qual os homens deixam-se fcilmentearra-tir,
Mas, aneemos anda um golpe de vista sobre os. mais para o mal do que para o bem.
effeitas Isociaes da philosophia grega. as artes, na selencias, as lettras, no bello, no
Eoire os systemas phil'scpbicas reformadores ideal, nao deia de entrar sempre urna certaquan-
ERItATA.
Nos artgos qu temos publicado1, 2, 3*, 4 e
5' sob a epgrapheDi origem primitiva dos go-
veru.s etc., acbam-se varios erros na forma e oa
diegao, que, a pedido da autor apressamonos a
rectificar ; deixanio outros de virgolagao e me-
nos notaveis, para quando se tenba de reduzlr a
falbeta todo o trabalho.
Art. i.' na 1' col. par. 1!, lin. 6, em lugar de
canslste tola na f!eia-se -consisten) todas na f;
na mesma llnha, era vez de... que abraga as
duas outras- leia-seesta, que abraga as duas ou-
tras; no par. 15, lio. 2.', em logar denao pode
leia-senao poda; na .* colomna par. 13, em vez
de... a quem de Rousseau, leia-seaeima de R.
Art. i.': na 2 col. par. 15, linnas S e 3, em
vez detravaram a Iota do mal etc,sejatrava
ram luta, pelo mal qoe as constituem com o bem ;
na mesmo p. lio. r3, em vez deinstincto, qoe po-
de se dizer preventivoleia-seinstincto que ,
pde-se dizer, preventivo ; no flm do p. 16 leia-
seO mosmo da'-se necessanamente a respeito da
regra -que seguto se \ no par. 17, liabas 5 6,
em vez deporque da varledade na vonade, nn
pensamento, etc leaseporque na variedade
da vontade, do pensamento, do ideal, dos meios e
dos flos, que esta', etc.
Art. 3 : na col. 1.* par. 16 lin. 5 em vez de..
correctivo c ntra a sabelorialease correctivo
a' sabedaria etc.; na 3." col. par. 5."leia-seatra-
vessra o mar Vermelho atravs encapelladas on-
das ; na mesma col. e na par 6*, lin. 5-leia-se
nao pela vaotade absoluta e pela forja, mas pelo
amor, como esta' na crenga, pela justiga, etc.
Art.'4." : na t. col., n> flm do par. 6, diga-se '
a ponta al de passar se da realidade ao ideal,
proclamando se e realisando-se repblicas ; na 2"
sol., no flm da l. par., em vez desupremo. In-
dividual, etc.leasesupremo, absoluto, nico,
etc. ; na raesma col., par. 6, em vez deconbecer
perfeitamenlelela seconbecer quasi perfeit-
meote ; no principio da pag. 16, lin. 5", em vez de
nao esta' exclusivamentediga-seesta' exclu-
sivamente dependente, etc.; na 3. col. no par. 8.,
liabas 6 e 7lela sepois qae em ultimo resulta-
do, desenvolvida a razo, esta preparou descobertas
etc. ; na col. 11 em vez depoderem causar a
viciaralea se as viciaras.
Art. 5.*: na col. 2', par. 4*, lin. 13, oode l-se
costa ta smeote etclea se custo tSo s-
raente. etc. ; na mesma cal. par. 10, lin. 5, em vez
deas doze taboaj de pedraleia-seas duas ta-
boas de pedra etc.
PROTECTORA
DAS
Segoro-Muruo
Hypothecarlo
O abaixo assignada, agente da PROTECTORA DAS FAMILIAS, assseiagSo de
sobre vida, autorsada por decreta de 13 de junho d-; 186i. e gerlda pelo banco Rural
da corte, tem a b'.nra da chamar a aiiengo de V S. para o regulainento, luserido oeste Diario de 25
e 26 do carrete cuja leitura e estudo orientara' a V. S. sobre as vantagens que tal instituigao offcre-
ce as daas'grandes operagSes qae ella tem por fim a creago de capitaes e t creagao de rendas
(Ait. 2o dOiegulamento), as quaes podem ser eflVciuadas separada ou simultaneamen.e.
A creago de capital o.tem se pelo augmento prjgressivo do juro que elle prodaz, "successva-
raente capitalisado, e pela addigo das quotas da heraoga correspondente -os capitaes do* contratos, cu-
jos segurados fallecerem antes do seu prazo.
Ascuutriaugoes destinadas a formacao de capital oo a de renda, podem ser feilas por nma s
vez (uoieas), ou por prestagSas annuaes iguaes (annuidades). Ari. .
A seguinte tabella m istra os resultados provaveis que ?e conseguem fazendo entradas annuaes
de 100OO.
Segundo esses caleulos aquelles resultados augmentara de 20 a 23 por "j., quando a entrada, em
vez de anoual, feita de urna vez.
Idades. ,Emoannos,Im lo anuos
Par cabega de 1 crianga de 1 da a 1 anuo
de 1 de 1 a 2 annes
> de i > de 2 a 3 >
> de I i de 3 a 4 >
de i > de 4 a la
> de urna pessoa de lo a 20
de de 20 a ,'iO
de de 30 a 40
de de 40 a 50
r.tooiuo
9002000
86( 000
86l.'000
860,5000
860.&010
6050^0]
860,501,0
9005000:
4:000OoO
3:00050(0
2:C'0000n
2.8'iOJOOO
2:7('*l'0ii
2:70000o
2:7005100
2:700CtD
3:0003"0)
! ni I.', .in
9:0C0
7: 00*
7:1005
7:1005
7:0i i05
7:000*
7:100*
7: 00*
7:500*
E-ii*20an Em25an
Publicacoes a pedido
10:0005
17:000*
16:000*
15:600*
13:500*
15:400*
15:600*
16:000*
ts-.ooo*
47:(KX)*
37:000*
35:000*
34:0005
33:30o*
33:300*
34-.( 00*
37:00o
.sti-.COO*
Urna coilnbuigo nnica de 2.500*000 porqualquer numero
a saber :
Contribuigao..........
C mmis-a de 5 per |. sobie 2:300*000 .
Apalice...........
Sella a fazenda nacional. .....
R-\
de quinquennics custa 2:628*300
2:500*000
125*000
1*000
2*310
:628300
>rt. 62)
na for-
ELEIQAO
dos fostr.rr.es e da poltica dos pavos, alm da de
Platao culros houveram nao menos dignos de ser
commemorados, pela* effeitos que produzram nos
lempos de sua apparigio ; effeitos, que compara-
tidade de imitaga, ja por farga da prt-ceit-jj mes-
mo pelo instn:io Erla fui provavclmeote a razo
porque os polticas em suas appiicag5s, foram ten-
tados a volver a era ante corisea, e a imitar a
dos aos diversos regimens e reformas"sociaes, coma | aqatll-'s dous syst-mas pbilosjpbicos, aperar do
que do a ver que elles foram mais ou menos pie-1 conhecimento da reforma ; sendo certo que duas
nameote adumerados pelos polticos. Pela que se,pluicas c gualas, diversa ama da ontra, foram
pode dizer, que os philosophos inventaran) as gran-
des revolugdes soeiaes para que os polticos as
executassem ; e que, se aquelles lem sempre cui-
dada do futuro dos povos, este; era u- frui los.
O cerlo que antes de PUto dau> famosos sys-
temas relativos a' cu-mogonia ou a' ordem physlca
geral do universo foram os de que muit^ se oceu-
parara os mais vigorosos espiritos do paganismo :
ora era o chamado pythagoncismo, enj) autor era
Pytbagora, e sobre o qual ja' alguma cau->a disse-
Acabamcs de ler no jornal Correio di Europa,
de 28 de outubro prximo Gndo, urna carta dirigi-
da desta para a cidade de Lisboa ao lira. Sr. A Pa-
o Coution., na qual seu autor, exaltando os ser
vigos prestados por alguns Portoguezes aqu resi-
dentes, censura c respectivo governo pela indiffe-
renllsmo cura que tem recebido e deixado sera ga-
lardo to importantes servigos, concluindo par
pedir a maior publlcidade para a sua carta e para
os nomes dosseis Ponugnezes que elle julga mais
dignos de ser galardoados.
Mas quaes s3o esses to preconisados servir,- ?
E' oque cuidadasameole deveria indagar o Illm.
Sr. Albano Coutinho antes de fazer publicar a car-
la a que nos referimos ; antes de dirigir censuras
ao governo portaguez, que se as merece msis pe-
I facilitado com que tem concedido dislincgoes
honorficas a alguns Portoguezes de Pernambuco
em mulo a'gum de benemerencia.
Algumas subserip^oes para acudir s victimas
da lome e da peste no reino e as ilbas I Mas is-
ta nao mais do qae o cumprimento di duplo de-
ver qae nos imp5e a le de Christo e o amor da pa-
ta, e este duplo dever sendo como innato no
corago de todos os Portoguezes, produz os seus
-aluiares effeitos, sem que seja oecesssario o in-
centivo de vaidosas recompensas.
A fondago e sustentago dos dous estabelecl-
mentos portuguezes, gabinete e hospital ? Mas isto
anda o fruclo da cari dade christa e do verda-
deiro amor da patria; todos os que eoocorrer pa-
ra a sasteutago destes estabelecimentos bera como
; ju-lles que os administran], do-se por muito bera
pagos com os neos qoe dos mesmos resultara : ios-
truegao e recreio para aos, abrigo, coasolagao e dis-
velo da tratarnento para oatros enfermos pobres e
desvalidos.
Els aqal os assigoalados servjgos, pelos quaes, no
pensar do missivista e no do Illm. Sr. Albino Coa-
tiobo, deve ogoveroo portagu z fazer cbover ttu-
los e condecoragdes sobre a colonia porlugneza de
Pernambuco I Ob tempore oh mores I N'ootras
eras sabia de Lisboa para a India um governador
levando ties hbitos de Cbrlsto para retribuir
aqoelles que mais se destlognlssem fentre os mal
ios Portoguezes qae eai trras longlnqoas com ini- densa nuvem, que a luz de Moyses l fl<
mitave vaior aerramavam seo sangoe pelas glorias unto lempo bavia, nao o tloha conseguid
sera que dovld3 haja, nimiamente nocivis a' or-
dem, o progresso, e a liberiale dos povos, e sobre
os mesmo; fundamentos do pythagoriclsmo, e do
systema de Pyrrbo e de Parmenede.
Ue feito, sena ordem casmogioica a idea de mol-
tipllcidade das principios directivos e animadores
da materia era um dos mais dominantes, como o
era o da espoctaneldade da mesma materia e do
sceptlcismo ; no mundo poltico 3mbas estas ideas
t'odo sido realizadas e reduiidas a dous systemas
mo>; systema, que c nsiderava o mundocomo que subversivos como aquelles, josto qn? tenha n a
poyaada de principios activos e inlelligeoles, que danomoago de systema poltico pythagorico, o
animavam, coordenavam e gavernavam cada subs- jpriraeiro; e de parmedlano, o segundo,
tancia material, a'um Gm determinado epredestl-j Mas, oque por ventura slo na praiica, e em sua
oado. Nesse systema o animal, a planta e at o natureza esses dous systemas philosopbicos em re-
mineral tinham seu espirito vivificador; mas sobre lagaa ao universo poltico f Isto ,o que vem a ser o
taes prineip'o-, qae erara consiierados de segunda governo de om s e de maltas ao mesmo tempo, o
da patria.
Seis sao os nomes
ordem, primava o principio supremo sobre a mol
tiplicilade, barmonisanda as individualidades, e
dirigind i as a um fia, geral.
O ouiro systema era o conhecldo pela systema de
Parmenedee Pyrrbo; philosopbos este?, que, em
opposigo ao pytbagorcismo, acreditavam achar
nos movimentas maleriaes dos carpos suas rege-
nerare snas metamorphosts infinitas,- motivos
igujlmente poderosos para admiltir e regeitar a
presenya dos principias irnraatTiaes e iotelligeo-
tes, p-rm meco lo porm um completo estado- de
duvida acerca d) universa, e da priueiplo creador
de toda3 as COOSft.
Esses dous >ystemas, que naa canstiluam e nem
podlam coosiitulr a obra mais aseen tente da razo,
ch-garam comtodo a prodozlr todos os eff-.iios de
om invento ou de umalviire, oodc s impar.rvam
erro e scepticsmo : por um lado aoiraou a praga
desse paganismo, que com todas as suas contlouas
perplejidades, sempre e-cravo dess mullido e
dolos, em vez de barmooisar, confunda os povos
mais os desviando da idea da anidade eterna, tra,
o finito desairado a cavar abybmo< n > caminho da
verdade I Por ootro, reforgou o materialismo puro,
que, a) espojar-se por sobre suas vastas fragura ,
arrastava impdicamente, com leoacidade, a' per-
dlgao mal teutaudo victoria sobre o anjo do bem, victoria
lmpossm-1 ab eterno I Deus divstvel e a pedra
pensante constuuiam, emfim, nessa negra nuvem
ae idi, um ootro cahos deoois do fiat lux.
Nesse xntertm apparece Piato ; e este grande
genio, pelos proprios erros de Pytbagora e pelos
gae resaltaran! de-seos antecessores, por um esfor-
go de razio quasi sobrehumana, pode espancar a
Oriente,
por nao
ter tocado o Occidente. Isla es*e Dos qoe bavia
qoe o missivista menciona e fallado a' Moyss, mas coja palavra pela bocea do
at 1 l1 Db0 PUDI,ca' e em abono propheta nao ebegra a ser oavida na grande Gre
verdade devemos duer, qae algaos delle perteB- eli. fdr descoberto por Plato ; resultando, como
cera a cidadaos por ogoezesaioda mais respeiuveis dissema=, de lo maravilloso achada o eonheci-
por suas Tirtodes civn-is i) que pV suis elvalas [ menta d Urna humana e de sua asorialldade.
governo de todos por si mesmo, s tendo por lun
damento a razSu reactiva?
Neste, esta' a repblica toda iileira, famosa pelo
ideal, trnd por fundamento a icopessibilidade hu-
mana, isto a -gualdade absoluta das homens na
ordem social, poltica Intellectual e moral. E' este
o governo que sent de mais, quer de mais, pede
ds mais, chora de mais e mata de mais, com o fim
de cooseguir o bem geral e individual, com plena
sati-fngao de todos os desejos, e de todas as neces-
sidades I
Verdade que a demagogia, e as muliio s apa-
bilaras, qrfe se aprazem sempreem dizer qoe egto
no soblime, tem mollas vetes proclamado, qoe a
repblica lem par base as dolnoas do Salvador;
o que ellas encerrara de mais positivo e maravi-
lloso e qoe vera a sera igualdade, a fraternidade
e liberdade.
Engao, proposito, ideal I Cada orna destas
palavras tem sun significaga poltica social, pela
religiio.
A igoaldade, a fraternidadeque vem do amor
ao prximoe a liberdade,alm deqoenioexclaam
e nem pd ra excluir a soberaoia dos poderes poli-
ticos e soeiaes on antes das leis soeiaes, a mages-
tade do rgimen, o poder da aotoridade, o respeito
s superioridades legtimamente constituidas, e o
que relativa aos ci dad ios entre si raesmos,
lem ara fim moral, qoe consiste em por todos o*
hnmens no mesmo nivel, em relago a Deas e a vi-
da eterna, em relago as penas e as colpas; om
Om social, qae collocar nm fu-a vis a oo-
tro, face da le.
DOS
Devetos que l m de festejar e Senhor
Sant liristo dos IHilagres oa igre-
ja do Divino Espirit) Santt, no au-
no de 1808.
Protector perpetuo e admlnlstradar do altar.
O Illm. Sr. losd le Mello Costa Oliveira.
Provedor do anno.
O Illm. Sr. los Feruaodes Lima.
Protectoras perpetuas.
As Exmas. Sras. :
D. Maria Tneodara de Oveira Mello.
D. Leonor Bastos dos Santos Porto.
Provedora do anno.
A Exraa. Sra. D. Francisca Luita de Mello.
Provtdores por devog&o.
Os Illms. Srs. :
Commendador Joa do Reg Lima.
Majar Firmlno Jas de O iveira.-
Capitao Jaaquim de Albuquerque Mello.
Manoel Jas da Cuaha Porto.
Antonio Gi.ngalves de Azevedo.
Antonio de Sauza Pavolide.
Jas Pisto de Magalhes.
Antonio Pereira Ue Faras.
Manael Jos da Silva Oliveira.
Manoel Gongalves Agr.
Vice-provedor do anno.
O Illm. Sr. Joaqui n de Sauza Texeira Jonior.
Viccs provedores par devogao.
Os Illms. Srs. :
Dr. Jos Antonio d'Almeida Cunha.
Joo Maria Cordeiro Lima.
Jos Ignacio Avilla.
Joo Ignacio Soares de Avellar.
Manoel Carrol!.
Agastinbo Jos de Oliveira.
Joo Carlos Lumacbi.
Victorino d'Almeida Rabello.
Jas Fortunato dos Sautos Parto.
Antonio da Costa Almeida.
Secretario.
O Illm. Sr. AotoBio Augusto dos Santos Parlo.
Prucc radares.
Os Illms. Srs. :
Sebastio Jas Games Peona Jnior.
Antonio Pedro de Mello.
Manoel da Casta Cordeiro Lima.
Jaaquim Francisca da Silva Salles.
Jos Rodrigues de Carvalho.
Jao Baptista Campiano.
Procurador geral.
O Illm. Sr. Joo Baplisu Vieira Ribeiro.
Pr. ve doras por devoco.
As Exms. Sras.:
D. Sophia Figueira de Faria.
D. Francisca Lima da Cooba Porto.
D. Joanna Urgula Moreira Alves.
D. Narciza Sopbia da Cobta Maia.
D. Maria Isabel de Caimbra Guimares.
D. Carolina Leopoldina Jirge Bastos.
D. Delpbina Mara Tavares Cordeiro.
I) Clemeotioa Dornellas Cmara.
l>. Francisca Guillermina de Albuquerque Costa.
D. Argemlra de Meoezes Duarte Ferreira.
Protectores.
Os Illnrs. Srs.:
Francisee Jes dos Passos Guimares.
Aotooio Das da Silva Cardeal.
Custodio Jos Pereira.
Francisco Jos da Casta Ribeiro.
Jas Luiz Perreira da Costa.
E mais I p-,r |. sobre 2;500*"ioo P->r cada raez decorriio desde o l"fle jolho de 1863,
ma do art. 13 do regula meato.
afi*ov-Al?esma. con,rilHllQ:i0 de 2:500*000, ssrjdo paga era preslago-s annuaes custa os mesmos-
2:b2S*iO0> s;ndj pa-;as no acto da Ia prestagao as despezas de gestaa, e nos annos seguintes a annui-
dade slmplesraente.
E neste caso a multa de I % so mez conta-se fomente sabr a anuidade, devenda as se-
grales realisar se em dezembro dos anuas consecutivos.
A creagu de rendas opera-se depositando ni assoc aco p>r urna s vez, ou tambera por annui-
dades, quantias que accumuladas produzara, de certa lempa em dame, e desos annaalmeoie. ama
renda.
E esta operaga vera era auxilio tambera da firraaga de capitaes, acerca da qual muitos can-
tribuales se preoecupam, temeoda nao pader continuar por om largo prazt o pagaaento de annuida-
jdes precisas para que osseus baoefieiaaos venbara a aicagar ura bam capital.
Mas tal preocupago, ou difflculdade, desapparece desde que o cootribunte puder assegurar,
sem dependencia da sua vi Ja, o pagamento das 5 prmelras annuidades, e fuer tambera om cootrato
de renda, qae desde a liquidagao da Io qoioqaeonio prover, por deraais, ao palamenta das annuida-
I des a que est obriga la o cooirjta de capital. Cjob eff;iio, flgure-s, or exemplo, um contrato de
2:500* para creago de capital por meio de prestagoes annuaes de 100*.
Para satisfazer as primeiras5 annuidadas lngara' o cootribunte mo de um meio que nao fa-
Ihe, ainda por sua mora, que just mente quanda o seu beOeOeiada mais precisa de recursos.
E para egurar no futuro as 20 seguimos annui dales instituir ura outro cootrato de l:oO*00O
pagavel em 5 annuidades de 300*. af, permanecendo constantemente na Ass^ciagao, produzira. des-
de a i* liquidacio, qae ha de ter lugar oa correr do 6 aona, s confirme os calculas da Banca Unin,
e o prospecto da Compaohia Tutelar, urna rend annual de 400J, e inivalente ao -juadruplo do valor
da anuuidade que se tom u para base do contrato de creago de capital,
desembolso a effectuar ser, pols, o seguiote :
Para o contrate de capital de 2:500*000
/!. annnidade..........10; *000
Coramisso da 5 por "|. sobre 2:30a*000 1255000
Apollee............ 15000
Sello a fazenda nacional....... 2*5'J0
! Anno.<
2.a, 3.", 4,* e 3.a a-.nuidades.
228*300
4O*(XJ0
Para o contrato de venda de 1:500*000
ba a despender :
l." annuidade.........
Coruraissa de 5 por (. sobre 1:500*000
Apollee...........
Sello fazenda nacional......
628*500

3 10*000
75*000
1*000
1*300
377*500
e nos 4 segnioles a 300*000.........1:2005000 1:577*500
Total despendida 2:200*0.
Na co.-rer do 6* aona, e d'anta em d^aote aonualmente, recbele 400* de renda, do contrato de
1:300*, da qoal se applicara' 100* para a aaouidade docentralo de caplul, ficando, portanio, liquida
a qnantia de 300* at que aquel e cootrato se fiode.
E finio que seja, ao cabo dos 23 aunos, recebe-se par elle 47:000*000, fidade de 1 dia a l an-
uojetera se recebido do contrato de reoda a qoniia de 6:003* lquidos da annuidade de 100* a qoe
a sujeilou dorante 20 ancoso contrata de capital, e qoe, hvre deste onu-, passa a renda a ser de
400*, e vitalicia, se-se conservar sempre o capital de 1:500* na Associagao.
Taas sao as ci nsidrac5es e deduegoes qae resultara do estada que tenho feito sobre a materia,
e qne me pareceu dever levar ao conhecimento de V. S. do quem
Sou atiento criado
Bklmab.
No escrlptorio do Sr. Joaquim Jos Goncalves BelMo
ra do Trapiche n, 17.
CQMME&CIO.
FRACA DO RECIFE 25 DE SVEMBRO
DE 1867.
As 3 X horas da tarde.
Algoda Ia sorte-8*oOO par arroba.
Silveira,

Presidente.
Macedo,
Secretario.
Baiik
.

Francisco Tavares da Silva.
Manoel Jos de Miranda.
Amonio Domingos Marques Romio.
Joo Fernandes Ramos de Oliveira.
Antonio de Azevedo Carvalho.
Joaquim Jorge da Foiseca Bastos.

Mas nSo tem por Oro, por ejemplo, fazer coro
qu o tileoto do um seja Igoal ao de ootro, as vir-
lodes de oro, os esforgo?, ossacnliios, o labor, o
seatimenlos, a razo, a moral, o bom seoso, a Indo-' Manoel Jas Moreira.
le, etc., sejam igdies a dos ootres bomens todos ;' Francisco dn Paula Mindello.
qo as reeompenns e as penas, qae envolvem a Fraocisco Feli x de Mello,
coosideragio, a iraporjaocia, e o respeito devldos Albino Jas Perreira da Canha.
'_____________________________________ Gabriel Antonio de Castro Quintaes.
() Fallamos em geral: em indo as :excepg5es Thomaz Peroaodes da Caoba,
(oraam seo carcter honroso e desilnclivo. [Antonio de Sauza Ohvelra.

Engli h
OF
Rio de Janeiro, Lltuited
DESCONTA letras da praga de prazo cor-
to a 8*i e de prazo maior a lasa a convea-
cionar.
RECEBE dtnheiro em conta corrate e
prazo tix'i.
SA<: \ vta ou prazo sobre as cidades
priocipaes de Eorop, tem agencias oa Babia, ? ^^ffSrSS^.
Bueoos-Ayres, Montevideo Newyork, Ne- Galera inglezi-/Jfrmaie-carva.
va-Orleans e emitte cartas de crdito para os Brigue ingiezPara -dem.
mesmos lagares.
Volaroes
t
--
JTovimento da alfandega.
sabidos com fazsndas....
t c gneros....
561:137*590



7 Lirgo do Pelourinbo 7.

EM LIQUIDSCftO
Novo banco de FeruHiiibttOo
Os Srs. accionistas podem recebar- 3.a
dividendo (em moeda corrate) de 10 o/o do
capital, assim como o 4." de 30 o/o, e o 2.a
de 46 o/o, j annunciados.
Caixa Filial do Banco do Brasil em Per.iam-
buco, aos 11 de novembrade 1867.
De ordem da directora se faz publico aquellas
pessoas qne tem depsitos em canga o nesta caixa,
que cao senda at o dia 30 do torrente pagas as le-
tras que se acbam vencidas, serao vendidos esa
basta publica es penhores constantes desses de-
psitos.
O guarda livros,
Iguaeio Nuoes Correa.
ALFANDEGA.
Rendiffiento do .lia i a 23........ 501:419*716'
dem do au 23................ 59:717*875
489
i '
A
Brigue ingiez Fio/adem. -'o!:!xi
Barca nglezafoyal Bridedem.
Patacho hambnrgueiAfa^diversos generes.
luaportafo.
Vapor brasileiro Pottugt, vmdo de Pealo
Mae*i, msoifestou o segolnte :
173 saeeas de algodo ; a Mindello, OUvttra
& C.
46 di as dito ; a Henriqoe Saraiva. =,
14 dP.as dito, 6 saceos mlbo ; a' ordem.
400 inhames, 200 abobaras; a Virgulo J. dos
Sanios.
100 oames;, a Jos Targno Gongalves Fialbo.
S


Barca
Descarreeam boje 26 de noveJiro
ngleza WayfurerttTiabi.

r


Iarlo de Perna__buco -taran rveSrra de V >rembro de 1887.


80 latas ole> de riciao; i I ..s Augusto de Araajo.
50 ditas dito ; a Jj5 Giocalves Torra*.
3 ditas dito ; a J. de Sa Lsto Jnior,
100 pacotas algodio trancado-, a Oliveira Pilbos
St C.
2 ditos dito; a J. J. Pereira Sil vi.
Barca portugueza Ciiuiiwi, riada do Rio de
Janeiro, manifest o seguate :
9 barricas coininhos; a Bozebto Raphael Ra-
billo.
50 cana* aeo; a Lindan and Braslliaa Baok.
30 rolos a 10 IM*f_m>, 37S accrn falo; a An-
tooio Luiz da Oliveira Azevedo & C.
110 barricas vaaias, 200 meias ditas ditas; a'
ordem.
250 pipas ditas; a Mala & Eipirito Saoto.
500 saceot cortntho ; a freir Garoeiro di C.
200 ditos caf ; a Aotolo Jo< Damas.
390 ditos dito ; a Peroasd* & Ifrnac.
200 ditos dito; a Mandas & Coelbo.
250 ditos dito ; a Rocha & Frmo.
46 ditos dito ; a J. J. de Lima Bairo.
1 dito dito, 1/2 barrica farinba da manlioca, 1
pacota charutos; a J >s Maria da Oliveira Castro.
14 barricas carna em salmoura -, a Joao Prao-
cisco Borges Ferreira.
RECEBEDORIA DE RENDAS INTERNA*
GERABS.
Rendimento o dia 1 a 23........ 28:535656
dem do dia 25................. 1:805*356
30:341*012
CONSULADO PROVINCIAL
Recdimeflto do dia 1 a 23....... 5i:03V#934
dem do dia 25.............. 8:460*386
59:495*320
MOVIMETG 1)0 PORTO
Natno ent> ado no da 25.
Aracaj e portos lotermedlos4 dia?, vapor na-
cional Polengi, de 281 toneladas, commandanta
J. J. Pereira, eqoipagetn 3, carga differeotes g-
neros; a companhia Pernambucaoa.
Navios taidos no mesmo dia.
Rio-Grande do SalBrigue nacional Prazerts, ca-
pito Jos Coelbo de Castro, carga assucar e
e agurdenle.
Rio Grande do NorteBrigue idglez Chantclleer,
capitae Hanaford em lastro.
EDITAES.
COflimDO SUPERIOR.
Qurlcl do eomoiando superior iolerino da guarda
nacional do nrnieipio do Recife, 16 de novem-
bro de 1867.
Rodlpho Joao Barita de Alxeida, commendador
da ordem da Rosa e cavalleiro da de Cbristo,
tnentc-coronel e comroandante do 2." batalho
e comnandante sup'rior interioo da guarda na-
cional deste municipio por S. .M. u Imperador a
quem Deus guardf etc. etc.
Faco saber que i s Srs. 1. lente do 1. tata-
Ibo de artilhana da guarda nacional Maooel Ben-
to da Silva Magalhies e aiferes Antonio Cirneiro
Rodrigues Compeli, do 8." batalho da guarda
nacional deste mnnicipio, e a todos acuelles que
poderem e quizerem fazer chegar ao seu couheci-
mento que pelo presente edital sao chamados a
comparecer, no quarM da residencia do comman-
do superior, dentro do praso de 30 dias, a contar
deste edital e nao o fazendo, dnrante esse lempo,
ser nomeado o conselho de investig3cao para ve-
rificar a_ ausencia, nos termos do 2." do decreto
n. 3,53a, de 25 de novembro de 1865, por se te-
rem ausentado do batalbo sem licenea como me
commuuicaram os respectivos commandantes.
Rodlpho Joao Barata de Alme.da.
0 Dr. Joao Antonio de Araujo Freitas Heuriques,
juiz de direito da 1' vara criminal e presidente
do tribunal do jury desta comarca do Recite
por Sua Magelade o Imperador, a quem Deus
guarde etc.
Fac.; saber aos que o presente edital virero, que
tendo dissolvido no da o do correte roez a quiGta
so-sao ordinaria do jury nesta capital, que foi por
mira convocada para o da Io de.le mesrao raez,
;M .i assim pratlcado em raio de ter se verificado
a hypothese do art. 8o do decreto n. 693 de 31 de
a.2;=io de 1830; forara promptos e assi^uos em
c.mparecer os trabalhos preparatorios da mesma
ses.-So dissolvida os jurados seguiotes:
Dr. Alejandre de Souza Pereira do Carme
A ,:j Lopes Ridngues.
Caelano Sil erio da Silva.
Dacio de Aquino Fonseca.
Domingos Alfonso Nery Ferreira.
Dr. E<.equil Franco do Sa.
Feliciano Rodrigues da Sil'a.
Dr. Francisco Amynthas de Garvalho lloura.
Francisco Jos de Oiiveira.
Capilar H-nrlque Eduardo da Costa Gima.
! (-.'sur Cavalcante de Albuq -errjue.
Dr. Joao Ferreira da Silva.
-I nm de Almeida Pinto.
1 lim d'Assumpc) (Jueirz.
Dr. .loaqjim Eviro de Moraes Garvalho.
I >aqaim Francisco do Albuquerque Santiago.
Tenei te coronel Jos Autonio Pinto.
Jos P-mingues Codeceira.
J".- Marcelino Alves ua Fonseca.
Comineo lador Jos Pedro da Silva.
Jis TneoJoro de Sena.
ir. Juno Augusto da Gunha Gnimaraes.
Dr. Luiz Canos de Magalhes Breves.
Loiz Jerouymo Ignacio dos Santos.
Man.el Ariiouio Goncalvcs.
Miguel Bernardo Quintriro.
Dr. Prdro de Albayde Lohj Moscoso.
Rodolfo Joao Barata de Almelda.
Satyro Suranm da Silva.
Thomaz Antonio Maciel Monteiro.
UutroStm, que foram multados as quantias
abano meucionadas, por nao tercio comparecido
n respectivo tribunal, nem tambem terem manda-
dado em tempo escusa legitima, constando, alias,
que foram notificados nos termos que as lis pres-
crevem, os jurados segulntes:
Jos G mes Villar.......310*000
Gapito Jos Harmeo"gildo Leal Ferreira 320*'>00'
Luii Ainavel Ouburcq Jnior. .320*000
Antonio Heurique de Miranda. 320*000 i
Dr. Maooel de Figueiioa Paria. 320*000
M noel Joaqnira Ferreira Estetes. 320*010
Dr. Vicenta Pereira do Reg. 320*000
Amonio Maciado Pereira Viauna. .320*000'
Jojquim Felippe da Costa.....320*000
Antonio Gonjilves Torres.....320&000
Migael P.mio de Souza Rangel. 320*0: i0
G sme das Trevas Teixeira.....320*000
Francisco Antonio Poninal Jnior. 320*000
Joio Tiborcio da Silva Guimares. 320009
Oirao de Muribeca.......300*000
JjsAninio de Oliveira e Silva. 300*000
Aristides Dnarle Carnelro da C. Gama 300*000
Alriano Angosto de Almeida Jordao. 30:1*000
D Cicero Odn Peregrino da Silva. 300*000
Domiog.s dos Pasaos Miranda. .300*000
Jisuloo Ferreira da Si I va.....300*000
H-tt que de Miranda Henriqoes. 30t*000
E par que chegue a noticia a todos os inleressa-
dos ni..n ui passar, na conformidade do ;rt 286 do
cdigo do processo criminal o presente edital, que
si t publicado pela imprensa.
Dado c passado nesta cldade do Recife aos 21 de
outubro e 1867.
Eu Joaqun) Francisco de Paul Esteres Cle-
mente, escrivio o sub-crevi.
Juo Antonio 4e Araujo Freitas Henriques.
Por esta subdelegada do 1* dislrlcto da fre-
gueiia dos Afogados se faz publico qae foram ap-!
prebendidos e recolbidos a deposito tres eavallos,
sendo dona de cores castanhos e outro alaso:
quem se jolgar cora direito aos mesmos eoaipare-
?a, qie provaodo o sea dominio Ibes serio entre-
gues.
Subdelegada da freguezia dos Afogados 25 de
novembro de 1867.
Paulino Redrigues de Oliveira
________^______Subdelegado._______
'De ordem do film. Sr. inspector da tbesanraria
de faieada de Pernambuco se fax publica, a circu-
lar do tbesooro a. 60 de 14 de correte, abalxo
transcripta.
Secretaria da tbasourarla de fazeoda de Peruana
baco, eas 23 de novembro de 1867.
Serviodo de offlcial-malor.
Manael Jos Pialo.
Circular n. 60.! seceo.Ministerio dos nego-
cios da iaienda.Rio de Janeiro em 14 de novem-
bro de 967.
Zaeartes de Ges e Vasconcellos. presidente do
tribunal do tbesooro nacional, no intuito de obviar
duvidas que se possam suscitar na operacio da
venda das apolices as provincias, recommenda
aos Srs. inspectores das thesourarias de fazeoda
que remellara sempre ao tbesouro, cera a mxima
brevldade possivel, a communicaco de que trata '
o art. 3* dos lostruccoes de 22 de outubro do anuo
passado; Bcaado na inlelllgencia de que os joros
das apolices contam-sa desde o primeiro dia do se-
mestre em que sao vendidas, e devem ser satisfei-
tos a' vista das propnas ca telas qae servem de
litlos provisorios at a remessa das mesmas apo-
lices, com preferencia a ootra qoalquer dsspeza,
como sa ortica no tbesouro, e iodependeote de
ordem especial para semelbaote pagamento.
___________Zacaras de Ges e Vasconcellos.
Santa Casa e Misericordia
do Recife.
A Illm i. junta adminislraiiva da Santa Casa da,
Misericordia do Recife, na sala de suas sess5es-
p-'las 4 boras da tarde do dia 28 do correte, re-
cebe propostas para o foroacimento de pao e bola-
chas que bouverem de consumir no mez de dezem-
bro prximo fuiuro, os esiabelecimeotos pos a seu
cargo, existeotas nesta cidade e na de Olinda.
Secretaria da santa casa de misericordia do Re-
cife 22 de novembro de 1867.
O escrivo,
Pedro Rodrigues do Sooza.
CORKEIO fitR.I
Relacao das carias registradas viodas de Macelo
pelovapor Potengi, e das existentes na admiois-
traco do crrelo desta cidade, para os senbores
absixo declarados:
Ur. Alcoforado Seraflco de Assis Carvalho (Bonito), Dr. Antonio
Ramiro da Sirva, Benedicto Jos dos Santos, Can-
dido Jos G. Moura, Dr. Felippe Menna Callado da
Fonseca, Francisco Antooiode Albaquerque Mello,
Dr. Francisco Jacintho de Sampaio, Dr. Francisco
Jos Monteiro, Francisco Mamede de Almeida, t-
ente Justino Jos de Sonta Campos, lente Joao
Ribeiro P. de Lscerda, Jo- Domingoes dos Santos,
Dr. J is Ricardo Gomes de Carvalho (Santo Anto),
Dr. Jo- Jorge de Siqueira Filbo, D. Mariana Ri-
be ro da Lapa, Ur. Nabor Carneiro B. Cavalcanti,
Plicido rte Pinho Pessoa, Severino Ribeiro C. Mon-
teiro.
-rCOMPAfHIA PERNAMBUCANA
_
ros e diobeiro
Matos n. t.
.lo dli 26 do corajote
horas da manbaa segnira' para a
porto adra o vapor Uaoionp.a
f*, cmnaandaote C>sta. Recebe
carga, eacommeodfs, passagei-
frete : eseriptorio oo Porte da
i...
.
,, **, gente ff
norzegnins ffiglezes para borneo a 5*.
Dlos franceies dem a 5*.
tf'egoins para seobora, eofeitados, a i*.
Wtos para menina, dem a 3*.
aapatdes inglezes para hornera a 41.
os americanos a 3*500.
jindas do Porto a 1*600.
*apatos-traoca para seobora a 1*280.
Dito aveludados, ideen, a 1*280.
_Aproveitem emquaato tempo.
l
TV aTC^
COJIPJlIVHIA
DAS
Messageries Imperiales
No dia 29 do correata uez espera-w aos portos
de sol o vapor fraooei Guienne, coccmaodaDte Au-
bry de la No, o qoal depois da demora do ros
ume seguir' para Brdeos tocando em S. Viten-
te e Lisboa.
Para condiedes fretas e passagens trata-se na
agencia roa do Trapione u 9.
liba de 8- ISK
Para o porto cima segu o patacho poitoguez
Jorgeose da primeira marcaa, para carga e pas-
sageiros trata-se com o consignatario Joao do Re-1
go Lima, a ra do Apollo p. 4._____ .
Para a Babia
Hiate Dous Irmos : a tratar com Tasso Irmlo,
ou Sr. Quintil no trapiche do algodo. __^^_
'Rio Grande do Sul
Segu com mulla brevid.ide a barea nacional
Thereza J, para o sobredito porto, por ter parte do
seu carregamento promplo ; trata-se eom Bailar dr
Oliveira, roa do Vigarlo n. 10.
Gratfica-se bem
a quem captorar o molal* eaerava da nome Na-
Poleio.eom o* signes segtiwtes : idade 25 noos,
cabellos carapiahos, estatura regalar, pone bar-
ba, deoles perfeU-js e alvos, falla gresia, levoo
bastante roupa e bem conbemdo nesta capital
nde irabaihoa multo tempo com carroca?, des-
^oda-se qoe le segu para o serlao em compa-
nhia de uro negro da Costa : a pessoa que o cap-
turar ou dello der noticia a ra da Cadeia do Re
cite n. 30, que sera' bem gratificado.
'" ......... i
lf, ) Dr. A. S, Pereira do Camo (medieo) ZS
est* morando no sobrado*. 12 la ra da
Imperatriz.
Para
seu mteresse
Muito se precisi fallar cim o padre portogoez
Jos BernardiBO de Paiva que supp5e-ss morar
em Marcacao, e com o Sr. Jos Looraaeo de Me
deiroi Mooit que mora nos arrabaldes de Santo
Anto : aa praca do Corpo Santo n. 17, pnmeiro
andar. |
ARMAZEM
DO
VAPOR FRIMEZ


mt
Trecis 'e alogar orna ama forra ou escrava,
preferiudo ge esta ultima, para o servico de orna
casa de poooa familia, paga-se bem : na roa No-
va n. U.
Para o
O palhabote Garibaldi:
mao.
Cear
a tratar com
Tasso Ir-
LISBOA
THEATRO
DE
EMPKEZ A---COIMBRA
Terca-feira 26 de novembro.
BENEFICIO DO ACTOIt
Opera cmica brasileira em tres actos
0PH4NTASIHABR
Comedia em um acto pelos Srs. Cear de La-
cerda e D. Falco
Nao ka fumo sem bgo.
Aria cmica pelo beneficiado
0 SIMPLICIO PAIX&O
Com a qual arrematara' o espectculo.
Principiar*' as 8 horas.
No dia 2 de dezeinbro, dia natalicio de
S. M. o Imperador o Sr. D. Pedro II, sobe a
scena pela primeira vez o drama em 4 aclos,
original brasilero producto do talentoso
poeta o Illm. Sr. Viclorianoo Palbares, qae
tem por titulo
UM DRAMA DO SECULO
Os senliores que quizerem billetes para
este dia podem dede ja fazerem suas en-
commendas.
O programma ser circumstanciaJamente
publicado.
Acbando-se om a waior parle de sen carrega-
mento prompto o hiate portogoez Pensamento. se-
guir' em paucos dias para c Marido porto:
qoem pretender embarcar o re do Vigario o. 10, a Baitar Oliveira._________
nEJAIEIRO
Pretende seguir com muita brevidade a barca
Despique II>, tem dous tercos de seu carrega-
mento a bordo para o resto que Ihe falta trata se
com os seus consignatarios Antonio Luiz da Oli-
veira Az vedo & C. ra da Cruz n. 57.
LEILOES.
OOLLEGiO DE S. J0AQU.H 1
S Acha-seaberla a matricula para o cor-
\ so preparatorio, durante a ferias. Os 9B
9| ^rs- estudanies que quizerem frequen- |
5 la lo dev. rao vir inscrever-se al o fim 5
gSt '" '' rrente mez M
mmmmmmm-mmmm^mm
O Dr. Joaguim Jos de Campos da Costa de
Med.'iros e Albuquerque mudou o seu eseriptorio
de advocacia da casa o. 22 para a casa contigua
n. 24 da ra do Imperador, defronle da re aco
Jary e sala das audiencias.
Fundido da Aurora em San-
to Amalo.
Co i pleto sortimento de taixas de f rro
coado, molde raso, ltimamente aprovadas'arvores de
para o fabrico do assocar.
Precisase de uro rapaz oara caixeiro de ta-
berna : na ra Imperial n. 237.
Dr. G-uilheroM Naegeil, medico, a
cuosultas todos os dias das 8 boras as 10 JJ5
da maabaae das 3 aso da ta'de na sua gg
residencia ra Nova n. 13, especialidad -
molestias dos olbos.
Qem precisar
De om rapaz para tratar dos ser vicos externos
de algatna casa de negocio, como sejam cobran-
zas, tanto na pra^a, como fra dtlla, e despachos,
como tambem para vender assocar, o qoal da mu.
lo boa flanea de sua coodneta, deixe carta fechada
: nesta lypographia coa as ioiciaes R. s. A.
Preclsa-se de urna cosinbeira livre ou
v i : ua roa do Apollo n. 20, armazem.
escr
Alugi-se
O (erceiro andar do sobrado da ruado Amarim,
n. 37, com grande soto e commodos para familia :
a tratar no armazem do mesrao.
D. Senboriona Germana do Espitc-Sanlo, (en
do aberto no seu sitio do Arraial roas para reta
Ihar a vontade dos compradores, faz ver a todos
que as ras tem sesseota palmos como marca a
camera e qte tara de fuo los 3:0 palmos, e com
diversos aivoredos de fructo, boa trra e a 1*300
o palmo. Assim como tem tambem bens terrenos
no mesmo Arraial, a 1*0(0 o palme, o m diversas
fracto e todas carrejadas, e com 600
palmos ponco menos de fundo, s nSo tirara' pro-
prielario 'nem nao qmzer.
Len Crotabac,
para S. Tbomax.
subdito francez, retira se
Trocam se
LEiLA
PPaflE
Terga-feira 26 as II horas.
Na ra das Crnzes n. 6,
Pelo agente Eozebio,
Da casa terrea n. 32 travessa dos Qoarteis.
Da casa terrea n. 6 sita a ra das Cruzes, rende
por auno 180*.
Do sobrado o 16 na ra do Vigarlo, de 2 an-
dares e soto.
Do sobrado o. 47 roa da Roda.
Da casa terrea o. 12 ra dos Patos.
Dita de b. 13 ni ra dos Patos-
De 8 casas terreas na ra di S. Ji'o
es a i gazomilro ejoau 9 no^ fundos
seiiuimento ao ponao di gazomeiro e
aguas rendem cada urna 10*.
em direc
desln em
sao mei's
i5 barris com chouiicas de
liras .-ida barril.
HOafl-:
O agente Pestaua fara' leilo por conta e risco
dequem pertencer do ;geoero cima mencionado,
o qual era* vendido em um ou mais lotes no dia
cima as II boras da manbaa no armazem do
Aones.
AVISOS BURITIMOS

turne
-'Ulla

ECLABlOSS.


Dompanbia do Beberibe
A directora desta companhia faz sciente
aos senhores accionistas, qoe o caixa desta
compantiia commendador Thomaz de Aqii-
no Fouceca, esl antorisado a pagar o 39
dividendo de suas aeces na proporcSo de
3^"(J0 ca Ja ama, no sea eseriptorio da ra
do Vigario n. 19, das 10 horas da manb3
3 da tarde.
Escripiurio da companhia, 18 de novem-
ivo'de 18G7.
O secretario.
Dr. Prxedes Gomes de Soaza Pitange,
ife'
, Sexta-fetra 9 do correwe, ftada a audiencia
* 9 io Dr. juiz de orphaos, tea de ser arrematada de
venda, do as tercas partes da casa tarrea n. 29, sita
' ru J"2fi*', legoesia de S. Josa, M Importaa-
oa de rJMB.
MPAMH3A BRASILEIRA
DE
PAQUETES A VAPOR
E' e-perado dos portos do norte
at o da 28 deooverabro o vapor
Guar, commandante oprimeiro
tenente Pedro Hyppolilo Duarte,
o qual depois da demora do eos-
para os portos do sul.
Recebem-se desde ja passageiros e eogaja se a
carga qne o vapor ooder eonduzir a qual devera'
ser embarcada no dia de sua ebegada, encommen-
dcs e dinbeiro a frete at o dia da sabida a; 2
horas. Previne-se aos Srs. passageiros que suas
passagens s se recebem nesta agencia ra da
Cruz n. 37.______ _
tara
Segu com brevidade o patacho nacional Volan-
te, por ter grande parte da carga engajada, para
a que anda pode admittir trata-se com o respec-
tivo co asignatario Antonio de Almelda Gomes, a'
roa da Cruz n. 23, andar.
''ohpimik raiuwmuM
DE
Xave cao cosleira por vapor.
Parahiba, Natal, Macao, Mossor, Aracaty,
Ceara' e carac.
Segu no dia 30 do
correle as 5 boras da
tarde o vapor Pirapama,
eommandante Torres. Re-
cebe carga at o dia 29
as 2 boras; -ncommen-
das, dinbeiro a frete e
pa-tieiros at a 2 oras do di. da sabida : es-
cripiorio no Porte do Matos n. 1.
COMPANHIA PERNAAMBUCANA
DB
Navegando costeira por vapor.
Macei e escalas, Penedo e Aracaj.
Segu no dia 30 do correte as
5 horas da Urde o vapor Potengi,
commandanta Pereira. Recebe
carga al o dia 29 as 2 boras,
encommendas, dinbeiro a frete e
passageiros at as 2 boras do dia da sabida : es-
eriptorio oo Forte do Hatos o. 1.
De u a caixa coa uiiudezas.
O agente Marnns fara'leii'o por cuita e risco
de quem pertencer e para pagamento de urna en
cucao, de urna caixa com diversas miudezas en-
silindo em liohas, retroz, cartas de jogar, brin-
cos, luvas, botSes, penles de tartaruga, grvalas,
ascarrhas. Otas de seda e ouiras muitas quali
des de miudezas, bem como viDte meias caias a
charutos.
Xo armazem da ra du Imperador n. 16, as II
boras.
De 12 cadelras americanas usadas, um lastre de
6 Imes, 2 consolos de amarello, diversas osarque-
zas, urna mesa elstica de amarello, nma bitca
de meio de sala, um fogao inglez, 6 tocadoros,
urna jardioeira com pedra, 3 meios de sola branca
envernisada, um grande aparador de raogno, urna
cama franceza tambem de mogno e muitos outros
objectos que sero vendidos ao correr do martello.
atOalE
No armazem da ra do Imperador n. 16, as 11
horas do da. ______________^^
afUil
De 50 meios barris com man te ga no-
va franceza e 1460 esteiras de car-
nauba
Quarta-feira 27 do correte.
O agente Pestaa vender' iropreterivelmente
para liquidar os gneros adosa mencionados ao
cor er do martello : qoarta feira 27 do crreme
peas 11 boras da manbaa oo armazem do Annes
defronte da alfandega.
Precisase de um cobrador jle divida : na
ra dos Pescadores n. II, se dir'quem precisa.
Precisa-as e um caixeiro de 12 a 14 annos
de idade : a trat.ir no pateo do Terco o. lo, rcQ
naco.
Precisa-se de urna ama para cosinhar : na
ra do Apollo armazem n. 14.
Precisa-se de um honr-m para se eccopar do
servico da arborisacao da cidade : na ra da Im
perair'z n. .'!0, 3* andar.
as notas do banco do Drasil e das calas filiacs
dom descont muito rasoavel, Da praga da lnte,
oeodenca n. 22.
u
S.5 c
o
* S-o
as <*> o _
f S B s
i C/i C3
CT O P a
09
2^H
c 5'
8itio
Precisa-se para urna pequea familia estrangei
ra alugar um [sillo pe rio da cidade. que u-nha
bons arvoredos e qae a casa esteja em bom esta-
do : a tratar no largo de palacio o. S.
8r. Joo Francisc Vaseoa ellss.
A faoilia df Ramilo, de Boenos-Ayre>, deseja
ter ooilcias de>te senhor: podem dirigir-e a ra
do Trapiche n. fi.
fieoffM hia.
M| Joaqaim Pires Michi.lo Portella lem fi
^S aberto n^casa d. .ua residL-ocia, das 10 j{
| as 11 boras da manbaa, um curso de g
jj|$ ,'o^raphia para os estudantes que qaize-
S2 rem se preparar para os oxamos de
S5 marco.
WMMW W&
Aluga-se
um sbralo em Olinda na roa de S.
com commodos para grande familia
prio para os roanos sa'gados : e tambem urna ca
sa terrea juuto ao mesmu sobrado com commodos
para unu familia : a tratar com Antouto Ramos,
em 0:ind.i.
So
cr.
r.
CD jo
B S =
2 S
ai 3 as
BS"
CTraM
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2. 3 :
a. o
o> o
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z:
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a. a> 3 &. "^
O ?>. O ~>X!
O
-
? to
3-fii |"S
O O = -5 vi
=
Bcnto n. 40,
e multo pro
Aluga-se
Urna casa terrea a' roa da Horlas n. 7o, e a loja
do subrado a' ra do Caleireiro n. II: quem as
pretender pode dirigirse a* ra do Imperador,
eseriptorio n. 75, ou a' mesma ra, sobrado n. 38,
segundo audar.
Attengao.
No da 19 de novembro correte dusappareceu
nesla praca do Recife omeoiuo da nome Jos, par-
do, de cabellos carapiohoe sollos, de idade de 10
a 12 annos, levando veslido camisa de chita usa-
d?, calca de algod.io ;:zut e chapeo de palha de
carnauba e ia montado cm um cavado ruso, con-
dnzindo tambem dous pares de saceos vazios com
a marcaSantos Meodesdito menino Bih>;!e
Reinaldo Jos da Hora, morador no engenho San
los Uendes freguezia de Tracuuhem e era a pri-
meira vez que viuha ao R;cife : pede se a quem
o eneontnr que por caridade o conduza ao refe-
rido eoge: hj Santos Mendos ou nesta praca ao
eserlptcrjo de Oliveira, Filhos & C, largo do Cor-
po S nlo n. 19.
Aluga-se o 3* andar do sobrado d. 8 ra
da Imperatriz: a tratar esm J. I. de M. Reg, ra
do Trapicha. 34. ___________
D-.-e vitite mil reis meosies pelo alugoel de
urna prea qoe ozinbe e en>ahfl-j com perfeigSo
para Ires pessoas : na ra do Rangel n. 9.
Precisa-se de 1:0005 a premio de 1 1|2 por
cento, com seguraoca em urna parte e um ecg
nlio pan) desta cidade : quem quizer fazt-r tai ne-
gocio, deixe carta na ra das Cruzes n. 13, com as
niciaes I. F. C.
Criada.
Precisa sede urna criada livre para engommar
e servir urna senhora : na ra da Cadeia o. 57.
Ama
*fo*^?A^:^ai.b3 ?[*! c_; lraPbalh!ldoTpar
De rmaescrava crionla de 17 annos
de idade. a qnal cose, cesinha e en-
Sexta feira 29 de novembro as 11 horas
em ponto.
Por iotervenclo do atente Pinto, em sea
torio roa da Cruz n. 38.
escrip-
Para Lisboa.
Val sabir com brevldade a barea portugueza
Grattdo por ter parte da sua earga prompta ; pa-
ra o restante e pamtfetreg trata-se com Oliveira
Pilbos 4 C, largo lo Corpo Santo n. 19 ou com o
capito na praca. __________
Parvo racaty segae com muita brevidade o
Wate Sobralue ; para earga e passageiros trata-
se con Jus S Leitio Juaior, roa da Madre de
Deoi.
AVISOS DIVERSOS.
Alaga se a sala do segundo andar do sobra-
do da ra do Imperador n. 75; a' tratar no mesmo
segando oo terceiro. _
Manoel Jos~Carnere, establecido com fa-
brica de cigarros no largo do Ter^o, faz sciente ao
publico, que por ha ver outro de igual nome, asslg-
na-se desta data em diante Maaoei 'Almeida Car-
neiro^________________ __
Atteacao.
Hi ra do Livramento, loja do Zoavo Brasileiro
n. 33, tem para vender om completo sortimento de
candaros a gaz modernos. _____
Precisa-alogar om preta para vender na
roa : aa travessa de S. lo fe. 13.
sinbar para casa de bomem solteiro : a tratar na
praca da Independencia ns. 4 e 6.
Ulub Pernambucaiio.
O baile do aniversario de installacao terl
lugar no dia 1 de dezembro prximo fu-
turo.
Racife 20 de novembro de 1867.
P, J. Layne.
Emprezario.

No beoco Largo s. 1, primelro andar, proel-
sa-se de orna aata._______________
Precisa*4afanar de tcU) e jardn i
ioforma-se na ra estrella do Rosario n. 28.
Iiuiindidc de H .ata Coeilia do
nreoto do Carao
De ordem da mesa ragedora lo convidados to-
dos os n sos irmos a comparecerem no dia 27
pelas 7 horas" da manbaa para encorporados as
sistirem a raissa de TeOUiera que a
celebrar por alma de saos irmos fallecidos.
O secretarlo;
i ab *. Jaio. Manoel Pe reir.
Informam-oos que o eogenbo Tres Bracos da Es- A vv*. #.
oda esta cheio de piquetes pelas estradas e caml- Aeatl e chegar de Pars a esta esUbelecimen-
abos, para prevenir all as diligencias da justlc>, e !.' 'ade e eseolbidc sortimenio de calcado
qae nio sejam recroiados on3 poocos de peraltas me*es rabricaaies daquella grande praga,
evadios. Atienda o Sr. delegado do termo para 5MST *fa^ varea*4B de qoioqallharia e
aquella localidade. da noy bimoj edos para crlaocas. cojos artlgos
------ .. l .---------------.-------;;-. e arbam exposlos a escolba e vootade dos cotn-
Anda dase algum draheiro a joro sobre by pradores, c?roo sejam algaos nue nassamos a
potbeca : a tratar na rna do Padre Floriam n. 71- mencionar. pasamos a^
I 1 liiua moda
Ricos cbapeosiobos de gosio para seohoras fri-
tos ao capricho de orna grande modista de Pars.
ol jas para senil o ras
de setim branco, doraque dito, pretas e de outras
dilf-rent'-s cores eDfeitida a rigorosa moda.
Botinas para meninas
de muitas qualidades bem sorlldas.
atril eos de onro
i de lei a ultima moda dos Campos Btios e boole-
vards de Pars, para senboras e meninas.
Lavas de pellica
do verdadeiro labricante Jouvio, brancas, pretas e
de outras differeotes rdres.
aVesMnen
om escolbido sortimento de leqoes de diversos
gostos e quali Jades.
Perfumarla
finos extractos, banhas, oleas, pos de arroz, agaa
de cologoe, agua fl. -ida e >abonrtes.
Espelbo
de differentes tamanho e gustos para salas, gabi-
netes e peqoenos toocadores.
CaiiiBhas de costura
de novos modelos ricamente guarnecidas e com
lindas pecas de msica.
Delicado presente
blcwhas ecesiinbas de seda e de vellale muilo
Importantes para braco de menioas paselo.
Chapeos de sol de seda
de cores e muito tellos para senltoras e meninas.
ilcnque! d eaposieao
deiieades bouquets de II .r-s de pjvcalaaa cois lia-
dos jarros para mesas desalas e santuarios.
Lunetas
de a^o, tariaruga e lualo.
Oculos
de ac, buf lo e de praia d.iurada.
Ricas hengalas
de canna verdadeira com casto ;n morosamente
ir s bal hados em nia>fim, com radas na exposicao.
Botinas para homrn
grande s utln ento bem escolhido em Pars.
Bolia.is para meniuos
de muitos modelas bem setidos.
Sapalos detaprte
de charlte, de tapete avcadaous e da tranca i
Lisboa para homen?, seohoras e meninos.
Bocas ru^sfan&a
Pernetas.
Mantas de fdtro jjnil"s pa r;s.
Ghicoirs fortes compridos.
Luvas de fij da Escocia.
Garlelrinbas para diubiro.
Saceos de la pete p-ra viagem.
Malas c boleas sirlidas.
Pouieiras para charutos e cigarros.
Cbaruteirase cigarreiras de palha.
Gaximbis de bonitos modelos.
Grvalas -retas e de cores.
Cordas para viulao.
Bengala p;ira bomens e meninos.
Helas de Qj da Esco^^ia para homem.
Venezi3na> transparentes para janellas.
Quadr>.s pequeas para retratos.
Objtctos de pbaotasia para toilet.
Abrid.-'es de lavas.
Tesourinbas delicadas para costura.
Caivetes finos com tesouniiha.
Fu os peuti-s de mariim par tirar caspas.
Paies de lindas figuras pequeas de porcelana.
Jarros inui pequeos de pereelana.
Objectcs de porcelana para bUar baoha.
Taiberes linos para meninos.
Objectos de mgica p;,ra divertir familias.
Ph' tigrapbias nngicas.
Globos de papel para i!lumicat5i> no campo.
Gaiolas de rame para pa^sarinho.
Casimbas de vlmes para meninas de escola.
Ceixinhas da msica e reajsjos para meninos.
Velas a gaz para candieiros e candelabro?.
Carnn'ios de quairo rodas para eonduzir enanca
Bjoecas de massa, de cera e de p- reelana.
Bcrcos a camas com coitinados para tonecas.
Cabr-oltts e cavalliuhcs de madeira com machi-
nismo para mentos .'-:!, Sanaos monlarem
Reos alhuns
de velludo e de marroquim t-ara retratos.
Esl rcuscopos
cora lindas photograptuas transparentes.
Estampas
de figuras, pai^agens, cidade.-- e de santos.
Holduras S o tiradas
de diversas larguras para quadro?.
Aba(-jour
para candieiros e lanterna* de piano.
Cosmoramas
grandes e peqoenos com 50 oo mais vistas c:co-
Ibidas a' ve alad-, muito pittorescas.
Chicotes para pa*seio
muito fios de baleia e cabo de roaifim.
Realjos
pequeos, da qaatro e seis peeas de msica.
Aecordinns
e concertinas, o que ha de melhor ni*sle genero.
Para presfpes
figoras para ornar pr^sepes, casiabas, animaes,
pastores, e outros muitos ob;ect> proprios.
Attencao.
Nao sendo possivel mencionar se aqui todas as
qoalidades de calcado, oem lodos os artigos de
quinquilharias, e muito menos da gi.inde vane-
dade de novos brioqnedos; pede se ao publico uta
psseioa este estabelecimeoto, certo de que en-
contrarlo bastante paciencia para bem escolberem
o que destjarem comprar, e precos baratissimes
em virtude de baver em todos es.es artigo? grande
qasntidade, e terem sido rompradvs mesmo na
Buropa pelo dooo do oilo esiabelecia3ento, arma-
zem do vipor, ra Nova o. 7.
D-se l:0O0ou t.SOO^apreoiio so-
bre hypotheca n'uma casa : aa roa da Gloria
n. 77 se dir' quera d.
Aluga-se a casa
seres o. 36.
3 &
T 7 3 P a
''JEi'^SBB' iS'
'x>Sk^.-''SSB ;-">- $?
O Dr. A. Duarte, medico, mudoo-se
para a ra do Seve, oade continua oo
"'N'Tcicio de sua proflssio.
AteuQo,
S. 2) Roa do Ibramento J|. 25
Depositj de tamancos e calcado nacional da fa-
brica da roa do Jardim o. 19, de Jo- Vicente Go-
dinho, tanto no deposito como na fabrica seapremp-
tam todas as porcoes de calcado o mais barato
possivel, esta fabrica lem todas as machinas pro
prias para os Calcados ja bem acreditados pelo
grande numero de fregaezes qne caqui se for-
necom.
- 0 Sr. Justino da Silva Gardoso queira
vir nesta typogrpha negocio urgente.
- Ka praga Ja ludepeniimcia n. 33, loja de
ourives, compra-se ouro,prata e pedias preciosas,
e tambem se faz qualquer obra de encommenda e
todo e qualquer concert.__________________
issociaca comaicc.-il beueccute de
Pernambcco
A direceo da associago commercial henifcen-
te, de conformidade com o disposto no art. 20 dos
estatutos, convida pela segunda vez aos senbores
associados a se reunirem em ssembla geral no
di 26 do corrente ao meio dia, no salao do edificio
da mesma associacao, afim de proceder se a leitu-
ra do relatorio aonuo, e elric.o de nova direceo.
Comidas pura fru.
Na ra estrella do Rosirio n. 27, segundo an-
dar, apromplase comida mandando-se levar ou
para quem a quizer mandar bascar por sf u por-
tador, por prejo mais baixo du que em qualquer
outra parte, e ao gosto da encommenda quer na-
cional quer estraogero; tambem se faz o:es de
tudas as qoalidades e apromptam se bandeljas de
bolinbos para cha, bailes, casamentos etc. Na
mesma casa precisa se alagar urna uu duas es-
cravas que emenda de todo servico de casa, com
prar e tambem veoder na raa.
Aluga-se
O primelro andar do sobrado o. 193 da roa
Imperial: a tratar no segundo.
Feitor,
A mstriie#aO publica
NO BRASIL
FeU ctiulkeir*
Dr. Ja Llnrrato Barros.
Acaba do eaegar astt eora a veade se na livra-
ria econmica delsoau do areo de 8anto Antonio.
Perrsira, subdito pomguez, retira se
de um ffitor qae seja capaz e bom
sitio pequeo perto da. praca.
Da-so casa propria e boa para morir com sua fa-
milia, dentro do sitio; para tratar, roa Nova n. 19,
! andar.
Para que o juiz de direito da
comarca de Mamauguape
yeja e p ovidencie.
Teodo sido processado o bacbarel Jos Joaqoim
de S e Benevides, perante o muito digno juiz de
direito da comarca de Mamauguape, pelos crimes
previstos nos arts. 129 1, 2* e 6*. e 142 e 145
do cdigo criminal, e por terem sido esses crimes
commeitldos com as circnmstancias aggr;vantes
do art. 16 | 4*, 6a e 10 da mesmo cdigo, consta-
nos qoe esse processo (ora remetudo para o bacba-
rel Booevides responder aos importantes pontos de
aecusaco no prazo de quince das, no entretanto,
qoe ba molto mai r prazo decorrido e sem respon-
der 1 I......
Espero que o muito digno juiz de direito nao
consentir' por mais tempo semelbante aboso, e
que active o processo eiabora ex offlcio como ,
para que a lei, que foi clcala a ps pelo bacbarel
Benevides, seja desaggravada sabiamente por S. S.
mema moda' r- Benevides esta tranquillo porqne conta com
a protecsio do Exm. Sr. Br. Pelisardo, coobado do
juiz de direito, porm pode Bear certo o Dr. Btne-
vides qoe en darei publlcidade a qualquer ouza
tendente ao referido processo para o publico e o
mundo inteiro, Bcarem sciente da jostica oo iojus-
tl^a qoe se flzer, (beide tocar o clarlm) e a sna
lofloeoeta nio ser tao grande qoe ciegue ao
c micro twbun.u, tu nsfcAcXo.
Reoife, 23 du no.wnbro de 1867
___.____*
dos leoes : na ra dos Pra-
Guilherme
com sua familia.
da Costa retira-se para a Bahia
Precisase de ama ama para o servico de
ama casa de poura familia, prefere se escrava e
paga e bem : no caes do Ramos, armazem n. 10.
Deseja se fallar com o Sr. Adelo Jos de
Matos: na rna do Livramento n. 3.
A mesa regedora da Irmandade de Nossa Se-
nbora da S dedade da freguezia da Boa vista manda
coovidar os seas irmos para qae se sirvam de
caaaoan cer s 9 boras do dia 1* de dezembro vm-
douro, no consistorio da mesma irnuodade, para o
fim de proceder-se a eleicao da nova mesa, que
tem de servir no anno de 1868.
Consistorio da irmandade da Boa-vista, 25 de
novembro de 1867.
Christovio Santiago de Oliveira,
Escnvao.
para a Europa.
Urna -enhora profassura publica do lusiruc-
5ao primarla, por motiva de molestia deseja per-
mutar sua cadeira por ootra nesta cidade do Re-
cife, al a distancia de ama legas, e offireee por
coropeo pozer a Tazer este negocio, dirija se ao caes do Ra-
mos, armarem n K, eoaoBuocio para ser pro-
curado. __________ ___
"Pai'A passar a festa
Sie urna cjsi en Apipaos, coa bastantes
j. para graade familia : a tratar a' raa da



--*-"Aib 4e-4eite
Precisase de urna ;.ma de leite : a tratafn-
do Qaetnsdo n. 09. .>M.B f
[a padaria doa A logados
lalabo : a tratar na roa
a' fortilexa das Cmcc-



.TM
tsfi tal !* rttat riVl n litarlo de piernamlmco Terca lelra l de Xoveuibro de 4867.
PHARMACIA
II iXJJM/
idkj
ESPECIAL HOMEQPATHICA
MK)
DOUTOR SABINO 0. L. PINHO
Kll MOTA X. 43.
Neste importante estabelecimento e acha
tudo o que necessario para a pratica da
Homeopathia.

"uA
-
Posto que, na segunda edic5 do The-
sonro homeopathleo ou 1
.acial!)**
' -t i
/mi 151 /i/*i a
A empreza do gaz desta cidade desejandu facilitar geralmeote o uso do gaz
Das casas e estabelecimeotes particulares, offerece desde j as seguiotes vantagens:
i." Urna reducto consideravel nos presos dos canos, apparelhos e todos os mate-
riaes pr ci?os para a installac3o desta luz.
2. O gaz fornecido boje de extrema pureza e n5o offender a prata, o bronze
uro homeopatliico ou waueMic- Ouoo*ro metal differente,assim como nenhuoa damno poder causar s pinturas, quadros.
cuna do homepata, pagina 677, se ornaBientos, papel de forro-mais delicado qoe seja, tornando-se ao mesmo tempo tSo sao-
u i~a*.a* o mpin dfl nsar (Tesse preser- a*voi j, m9l* pf-nnrimicn h nn!ra nnainnpr Inz. i conhecida. afinal, evitar tambem a obs-

.v.
I
1
J. FERERIRA VILLELA
l*i.
-

I
UllldUicui.ua, pafei uv luiiu-uwioucm/auu ^-~ -~j-, -------------------------------------------r-
Medicamentos em lbulos e em tinturas, ache indicado o meio de usar d/esse preser- davel raais econmico outra qualquer luz, j conhecida, aOnal, evitar tambem a obs-
preparados com a mais escrupulosa exasti- vativo, com tudo convm rep.U-lo com




dio por meio de machinas especiaes
Crteiras portateis cociendo os Prioc,P*j8
medicamentos em glbulos 100, 800,
30(5, *0, 50,5 e 605, [conforme a quanti-
dade de tubos.
Caixas de medicamentos em glbulos-e
em tinturas de SOflt, 1005, 0* a 1800
rs., segundo o numero dos vidros e de tu-
bos. ,.
( Estas caixas sSo mui uteis aos memeos,
senhores de eogenhos, chefes de grandes
familias, capitaes de navios, e em geral
todos que se quizerem dedicar pratica da
homeopathia.)
Cada tubo avolso custa........ loOOU
Cada vidro de meia ooca de tintura. 25000
Vendem-se glbulos inertes, tubos vasios,
?idros para a preparado das dses, etc. etc.
Escovas elctricas para tratamento das
molestias nervosas, principalmente para as
dores de cabeca.
Apparelhos de lavar os olhos no trata-
mento das opbtalmias.
Apparelhos de injeccSo para o tratamen-
to de certas molestias das mulheres.
Cb preto e verde de excellente qcali-
dade para uso dos enfermos.
Vende-se igualmente o Tbesour ho-
meopathleo ou Vade-mecnm do
homeopaiha (obra incontestavelmente
indispensavel todas as familias, pela clare-
za, com que ensina a empregar a nova me-
dicina), preco 20#.
(Em porces de 50 ejemplares faz se o
abate de lo por cento.)
trcelo dos canos e tubos dos apparelbos.
3.a Os apparelhos existentes, como lastres, arandelas, bracos de vidro, de bron-
0*" ze, etc., etc., sio proprios para.os senhores que preferem luso e elegancia, como para
bulos em urna garrafa com dous tercos og qae necessitam simplicidade e economa.
guns esclarecimentos mais
Para urna famiiia dissolvem-se
20





RETRATISTA
Da casa Imperial do Brasil
Roa do Cabng, 18, entrada prlof pateo da matriz


.. As pessoas que quizerem collocar o gaz em suas casas podem dirigir-se a em-
preza, a qoal se encarrega dacollocacSo de todos os apparelhos, canos, etc., tomando toda
a responsabilidade pelo perfeilo cumprimento do masmo, ou por outaa, podem empregar
qualquer maquinista reconbecido pela empreza, sendo o mesmo maquinista responsavel
pelo seu trabalho.
5. A empreza obriga-se anda a reparar gratuitamente qaalquer falta ae loz,
obstruocao de canos, etc., devendo o consumidor pagar somente as pecas novas qoe forem
precisas para o mesmo concert; qualquer reclamaclo que possa haver, sera dirigida ao
escriptorio da empreza ra do Imperador n. 31, aflm de ser logo providenciada.
CONSULTORIO H0ME0PATHICO.

O Dr. Sabino O. L. Pinho d consultas
todos os dias uteis desde 11 horas da ma-
nbaa at s 2 da tarde.
As visitas aos enfermos sao feitas das 2
horas em diante ; mas em eso de necessi-
dade as visitas podero ser feitas a qual-
quer hora.
Para que as visitas possam ser regulares
compre que os d entes ou os seus enfer-
me iros maodem dar parte do seu estado,
todos os dias at o meio dia as molestias
agudas; e de 5 em o dias as molestias
ohronicas.
As consultasescriptasso respondidas mais
ou menos promptamente, segundo as
necessidades da molestia e a distancia em
que se acha o doente, pois que neste caso
faz-se preciso indicar de urna so vez tudo
o que convier ao restabelecimeoto da sade.
As retrihuic5es sero pagas na mesma con-
formidade.
O Dr. Sabino roga a todas as pessoas, que
costumam consulta-lo por escripia, que or-
denen! aos seus posadores a prompta entre-
ga de suas cartas, visto que, entregando-as
como costumam, na accasio de se retiraren)
do Recite, impossivel responde-las satisfac-
toriamente.
MEDICAMENTOS PRESERVATIVOS.
Em quaesqner epidemias o Dr. Sabino
faz distribuir gratis s pessoas pobres, no
seu estabelecimenlo. os preservativos neces-
saros, dando-lhes as competentes instruc-
c5es. .
Presentemente reina a epidemia de bexi-
gas; muitos j se tem aproveitado com fe-
lizes resultados do seu offereciment, feitc
no Diario de Pernambueo ; mas necessa-
rio que todos experimentem esse meio tao
fcil e Ufo commodo de se preservaren) e s
suas familias d'essa terrivel molestia.
O preservativo empregado a vaccina
elevada 5a dynamisac5o. As pessoas, que
fazem uso d'ella, ou nao sao accommettidas de
bexigas, ou, si o s5o, raramente as tem de
m qualidade.
73
o
M: S a -Ra do CatoagM.
Agostiuho Jos dos Santos &
Acaba de chegar a este estabelecimento um esplendido sortimento de
joias do ultimo gosto, perfeico artstica e modellos eoteiramente novos; como
seguem: aderecos com rubim, esmeraldas e perolas finas, pulceiras, broches
para retrato, anneis, botoes de punho, brincos e cassolelas com letras, etc..
etc., etc. Salvas de prata do Porto, faqneiros, paliteiros, calix de mesa t
fructeiras, cujos precos s5o incompetiveis, pois que os propridarios desta casa,
recebendo seus artigos directamente da Europa, podem servir vantajosamenta
aos seus freguezes. Compram-se brilbantes, pedras finas, ouro e prata, page
se bem, tambem se incumbem de fazer concertos.
d'agua pura, vascoleja-se bem, e d-se
cada pessoa urna colherada pela manh, ou-
tra ao meio dia e outra a noite, durante
tres ou cinco dias consecutivos. Deixam-se
passar oulros tantos dias -sem nada tomar,
findos os quaes, repete-se o remedio da
mesma maneira; e assim se continuara
em quanto durar a epidemia.
(As creancas at a idade de 3 annos to-
marSo o remedio as colherobas).
Si a epidemia estiver muito forte, ou, si
na casa houverem bexiguentos, deve o reme-
dio ser tomado todos os dias sem nterrup-
co, at que a cousa melhore; depois do
qae volte-se a usa-lo do modo ensiuado.
A garrafa deve ser nova e muito bem lava-
da, primeiro com agua qoente e depois com
agua fria. (No caso de n3o haver garrafa ou
vidro novo, poder servir urna garrafa de vi-
olto ou de agurdente, com tanto que seja
muito bem lavada com aguas quentes e
fras.) ,
Para urna s pessoa basta dissolver 6 gl-
bulos de vaccina em 2 oncas d'agua, e d ah
tomar as colberadas como }a ficam indi-
jiaail
Nao preiisa grande dieta. Abstenbam-se
do cha e do caf fortes, do abnso das bebi-
das espirituosas, das comidas gordurosas
e mmto adubadas Eis aqu apenas o que se
exige.
PLUMERA CELINOS.
(CONTRA A MORnEni'RA DE COBRAS)
Este medicamento gota de muito bons
crditos contra o veneno das cobrase de ou-
lros animaes venenosos.
O Dr. Sabino nao tem aioda observacao
pessoal de fado algum que o autorise a
afirmar sua eficacia ; mas sabeodo que no
Rio de Janeiro e em S. Paulo elle tido co-
mo muito poderoso, mandou-o vir para ex-
perimentar.
Algumas pessoas do centro d'esta provin-
cia e da da Parahyba tem escripto ao Div
Sabino, dizendo ser incontestavel o mrito
da plumera no tratamento das mordeduras
das cobras. .
Emprega-se a plumera celinos interna e
externamente, da maneira s guinte:
Uso interno Nos casos menos graves
dissolve-se urna ou duas g< tas de tintura
em duas oncas d'agua, c d-se ao mordido
urna colberada de hora em bora.
Nos casos mais graves dissovem-se seis Temog a hf)Dra de parlecipar a0 respeitavel publico a volta do Sr. Alberto Hens-
goltas em qualro oncas d'agua pura para cbel fo. E a com Q dup,0 fim de s6 por ao corrcnte dos mais recentes pro-
dar-se urna colherada de meia em meia bora, 1 o& da arle photORrapnica e adquerir para o nosso estabelecimento mais um ar-
de 15 em 15 minutos, e ate de o em idi-!^ de ta|ent0 *
utos (segundo a forca do veneno inoculado j Q g A,berl0 f0 summamente feliz e conseguio engajar um destnelo pintor de
ou inlensidade dos symptomas manifestado s.)! retratos
Logo que houver melbora, se espassarao ,K ^ rillffl< FR.MF*TO PAPF
gradualmente os intervallos de urna dse a toJStok accT" re"de piTura da cidade de Dresda, e do qual a reputa
OuUa. .-j_~*-------.----:~ ~~ .r...
Uso externo. Ao mesmo tempo que se
d a beber o medicamento, applicam-se ex-
ternamente na parte mordida fios de linho
.

.-*
^G^HIA Alj^
Retratos por todos os systemas photographicos.
Retratos em vidro.
Retratos em pajel.
Retratos em porcelana.
Retratos em talco.
Esles retratos sao especiaes para se collocarem em alfletes de peito, cassoleta3
boloe; e aneis.
Retratos em carlees de visita.
Retratos em carte-album.
Retratos timbres-poste.
Retratos comees.
Existe sempre um vanadissimo sortimento de caixinhas, passe-partouts, qua-
dros pretos, molduras douradas, alfinites e cassoletas de ouro fino para a eollocaco de
retratos. Vendem-se tambem albuns, stereoscopos, vistas para os mesmos, vistas de di-
versos edificios e pontos desta cidade, apparelhos para photographia, e chimicas para a
mesma arte.________________________________
UREA PENINSULAR
FaMca de destilaco e bonificado
DE
MARQUES & FERREIRA
RCA DO UIOKI1I FORTE DO MATOS
PERNAMBUCO.
Esta fabrica acbando-se monlaa ota lodos os oecessarios pertences a ama destilaco e cora
materias prma9, qne entrara n confecgo de todos os seas productos de superior qoalldade : promr-
uflease a receber toda e qualquer eneommeoda e a vender os seus productos por precos nlmiamenia
redundo?, os quaes obtveram premios as exposicoes de Pernambueo, Rio de Janeiro e Paris em 18C7.
Temos sempre em quantidades geoebra, dita de laranja, aniz, agurdente do reino, coRBac, al -
clntho, bilter, wermolb, kirebe, jaropes para refrescos, primeira e seguoda qualidade, licores finos e
entre finos, tinta para escrever, perfumaras, vinagre, marrasquino, corado, espirilo de 40', 38 e 36\
dito de alfaiema, limonada gaioza, aguas : fldr de laranja, rosa aortelaa pimenta ; orcbala de pevid'j
de melancia e muitos outros gneros, os quaes se vendera a vontade do comprador, em barris, cana-
da, em garrafas com vistosas tarjas. Promptiflca-se a candlccionar e a enviar qualquer remessa que
nos'seja pedida para toda e qualquer parte, devendo ser os pedidos acompanhados de ordem sobra
ta or*ca .
c-:-SHfiB
N. 2 largo da matriz de Santo Antonio n. 2.
RETRATOS A OLEO
cao bem fundada nos autorisa a erperar produces notaveis no seu genero de trabalbo
Joaquim Jos Goncalves
BeltrRo
RA DO TRAPICUB S. 17 Io AN&AR)
Sacca por todos os paquetes sobre o Bancc
to Minho em Braga, sobre os gaintei loga-
se em Portugal,
aber:
Lisboa.
Porto.
Valonea.
Golmaries.
Coimbra.
Cbaves.
Viseo.
Villa do Con Arcos de Val de Vi.
Vianna do Castalio.
Ponte do Lima.
Villa Real.
Villa-Nova de Famelico.
Lamego.
Lagos.
Coviihaa.
Vassal (Valpassos.)
Mirandella.
Beja.
Barcellos.
Fringa & Brasil.
Largo do Corpo Santo n. 27-
Mr. Joao Mercler, alfaite francez, tendo ebegado
GRATIFICASE
bem a .]aero capturar ou der noticia ua ra do
Trapiche n. 18, andar, da mulata escrava VI-
ceucia, muito conbecida na Capunga e Olinda,
com os sigoaes seguintes : idade 28 auno?, este-
tura regular, bastante cheia do corpo, cara larga,
cab"llos avermelbados, olhos pardos, denles per-
feitos e alvos ', fogio no Uia 20 do correute, levan-
do dous vestidos, um de cbita riscadiobo verde, e
outro de eassa branca com pintas encarnadas.
Um progreso immeuso ltimamente exeeulado na pbotograpbia um dos mais de'hg --5 3 importantes consiste narte de obter retratos em tamanho natural, filando directamen
ernamente na P-rte mordida bos de iinno, v ^ ^ sobre a m Aq q relrat0 pbolographad0i por mei0
oo de '^.fn^ um instrumeato especial cbamado : cmara solab de augmemaco.
^^^!n^\h^!mnS[ p'r esla form^ talent0 e saber de um arUsta h3b" "ravilhosamente se
de Untura em 0 c Iheres grandes d agua. ^^ e .^^ dos contoroos e das sombra q ,be
Esses fios se conserwrao sempre momaaos hotograhia ohre a [K e ludo se rene assim para se alcancar o ma.or grao poss.vcl
80 O Dr L8Sirno redera com reconbecimen-! de semelbanca incontestavel, ao que d ainda maior realce o sello artstico, que imprime
to as comtnunicaces que sedignaremdefa; r%l^eSl%Ssso nos podemos reproduzir e pintar oleo, urna vez que se
nos d urna photographia, seja de que tamanho for qualquer retrato de pessoa morta ou
ausente e no tamanho que se desejar.
As pessoas que quizerem julgar por si mesmas deste novo genero de trara bo.
zer-lhe as pessoas que experimentaren: o
emprego da plumera celinos.
Nota.
Em ausencia do Dr Sabino acha-se in- convidadas a nos fazer a honra de visitar a nossa galena, aonde estau eupostosuma
curtido de resolver qoaesqoer negocios sene destes retratos como amostr^^rjvirpQg
Retratos em caixinhas
Para satisfazer a numerosos pedidos de muitos dos nossos freguezes, estamos pre-
parados para fazer retratos neste genero, para os quaes tambem temos agora um grande
ve ariado numero de ricas e bonitas caixinhas. ____________
relativos ao estabe'ecimento o respetivo ge-
rente.
Jos Alves Tenorio,
Professor em homeopathia.
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Twde-M i Botica Fraoceza roa Nora o. 25.
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Alm do grande sortimento das melhores machinas, americanas para descarrocae
algodSo, de iO, 12,14,16, 18, 20, 22, 25, 30,35, 40 e 50, neste estabelecimento sr
encontra mais o seguinte:
Azeite de espermaecte propria para machi-
nas de todas as qnalidades.
Vapores de forca de 3 a 4 cavallos.
Serras avuls as para machinas.
Mancaos e todos os mais pertences para as
mesmas. ~
Carros de mao para aterro.
Cylindro para padarias.
Debulhadores para milho.
Arados americanas.
Escadas de madeiras americanas.
Carrinhos propries para armazens.
Moinhos para refinacSes.
dem para milho.
Machinas para cortar capim.
Bombas para regar jardins.
Vaquetas para cobertas de carros,
Camas de ferro sortidas. .
Bombas de Japy. '
dem americanas.
Perros a vapor para eogommar.
Vassooras americanas.
Baldes americanos para compras. q ,ut
Tinas de madeira. -i-
Ballaios e cestas devergniebas. ,-' -
Gnarda comidas.
Peneiras d'rame para padarias e refinacoes.
Correntes para almanjarras.
Machados e faces americanos.
Caixas com vidros de todos os tamanbos.
Cannos de chombo de todas as grossnras.
Folba de cobre idem idem.
dem de lato idem idem.
Folba de Flandres.
Ferro de todas as qnalidades.
Arcos de ferro.
Latas com gaz.
Tren de porcelana para cosinna.
dem estanbados para dita.
Bandeijas finas.
? Balancas americanas,
dem rovervaes.
Taixas de cobre.
Estanho em verguinbas.
Folbas de ferro de todas as grossuras.
Correntes de ferro sortidas.
Espingardas de todas as qualidades.|
Rewolvsis de todos os modellos.
Ferrameota paraourives.
dem para tanoeiros.
dem para ferreiros.
HISMS V B99P9 MR 4V M~44OTHS| 1
aia
faz sciente ao respeitavel publico e aos ;tus ame
rosos fregueze, que tem um grande sorlimento de
fazendas floas, assim como corte de calcas e cole-
les de casimiras e coslumes inlerissos, e cortes de
coletes de seda fina, de cores p de las, um grande
sortlmtnto de bros branco e decore?, assim como
fazendas propnas para montarla de senbora, e
oplimo sargelim francez; assim como vende tam-
bem fazendas a' vontade do freguez, por prejos
com modos.
Precisa-se de urna ama para lavar e engcmmi
alguma roupa : a tratar na ra da adeia do Re-
cite n. 34, 2* andar.
0 abaixo assignado comproa ao sr. Ignacio
de S Lopes Fernandes a sua taberna da ra larg
do Rosario n. 23, livre e desembarazada.
Joaquim Paes Pereira da Silva.
Offerece se urna rculher branca, de lora di
proelncia, para tomar conta de urna casa de pe-
quena familia, ou mesmo para eocarregar-se d>
tratamento de meninos, por ter pratica, preferiod"
casa eslrangeira : quem precisar annuncie por
este Diario.________________________________
Aluga se a casa da ra Augusta n. 90, com
commed s para urna C.mi ia grande : quem a pre-
tender dirija se a' ra do Vlgario n. ii.
Precisa se de urna cusinhi-ira, livre ou cscra-
va : na ra da fenperatriz n. 63.
AMA
Prccisa-se de urna ama para casa de pouca f?.rai
lia para coziuhar e ensaboar : a tratar na praga do
Corpo Santo n. 17. terceiro andar._____________
Aos '5,0000
BILHE1ES GARANTIDOS.
A' ra do Crespo n. 23 e casas do costme.
O abaizo assignado vendeu nos seus muito eli-
zes bilbetes garantidos da lotera que se acabou de
extrabir a benelicio das familias dos voluntarios
da patria os seguiotes premios :
N. 1297 um meio com a sorte de .":0C03.
N. 1235 om meio com sorte de 9!0*.
N. 1653 um meio com a sorte de &00.
E outras moitas sones de 1005, 405 e 20-
Os possuidores podem vir receber seus respecti-
vos premios sem os descontos das leis na casa da
Fortun; roa do Crespo n. 23-
Acbatu-se a venda os da ol* parte da lotera a
favor das familias dos voluntarios da patria ((46a)
que se extrabir*' .sexta-feira 29 do crreme.
Preco.
Bilbete.....6*000
Meto......3*000
Quinto.....1*200
Em porejio de 100,5 para cima.
Bllliete.....5*500
Meio......2*750
Quinto.....1*100
Por Manoel Martins Fiuza.
GeBlil H. Rodrigues de Scoza.
Precisa se de urna ama para servieo de duas pes-
soas : na ra das Aguas Verdes n. 86, primeiro
andar.____________________________________
Posto do engenho Cedro, do Cabo, no dia 18
do corrente mez, a escrava Francisca, crioula, alta,
ni muito preta, idade de 22 a 24 annos, com dous
denles tirados na frena do qaeixo superior, foi
vista no entrar dos Afogados, e nao se reccao que tomou ; desct>ufia-se que viesse para o
Recite, onde fui comprada ba qualro mezes pouco
mais : d-se 50*000 a quem a pegar e entregar no
mesmo engenho, oo na ra de Horfs o. 114.
i>8 escriptorio de Claudio l)obe,ux compra s*
1 e 1/irarroba de doce de goiaba e 8 libras de dito
de caj, todo era latas de 4 libras, mas querse que
seja mono bom por ser para urna encommenda.
Ama de Me,
Preeisa-se de orna ama de hile ; na ra do Ca-
Dogi n. H, primeiro andar.___________________
A flora Peiuambucana
Esta obra que foi publicada pelo seu autor o Dr.
Arruda tem desapparecido quasi absolutamente e
por Isso na botica da ra larga do Rosario n. 10
junto ao quartel de policia, cjrnpra-sp, aluga se
cu mesmo se recebe pjr empreslira) mediante to-
da a segoraoca da dita obra.
M>
Precisa-se de orna ama para tod > o servieo de
ama casa de pequea familia e principalmente pa-
ra cosinhar e eogommir, preferiodo-se preta es-
crava : a tratar em Fora em Portas roa do Pilaj
o. 143, 2# andar.
Aloga-se o sitio da Sra. viuva Carvalbo em
S. os do Manguinbo cora ama excellente casa de
sobrado : a tratar esm R. Lasserre na roa Impe-
rltl n. 1, andar ou na ra do Trapiche n. 1,
2* andar.
Cartas
Na companhia pernarabncana ba cartas para os
seguiotes senhores:
Dr. Antonio Vieira Caldas.
Dr. Raymondo Braulio Pires Lima.
Carolino de Lima Santos.
Dr. Ernest) de C Pires Lima.
Lizardo Bernardido da Rocha.
< O abano assignado tem para arreodar ou
vender o engenho Vertente, sito na fregnetia de
Grvala da comarca do Bonito, moente e corrente
d'agua com sement bastante para a totora sa-
fra, qoe se ba de Oodar em maio de 1868 ; e bem
assim tambem arrenda ou vende o engenho deno-
minado Pao-ferro, sito nos soberbios da cidade da
Victoria, moente e corrente, de animaes, com sa-
fra para a colheita de 1868, e se engloba, no easo
de venda, alguos escravos a saber, olio para cada
engenho: quem pretender dirija-se ao engenho
Pao-ferro, residencia do aonuociante.
Alesandre Beierra de Albuqnerqae Barros
Ama
Prvdsa st tingar nma escrava para uosiibar e
eageataaar : oa roa de 8. Fnoelsoo d. 84, par
pe<]aoa famlli. '^ i
Precisa se de uaia aasapara pjuca familia :
ra das Cruzes n. 41 A, pjrla larga.
na
Precisa se de orna ama para engommar
do Trapiche n. 36, segundo andar.
na ra
Ama.
Sitio para alogar-se
Aluga-se um sitio nos suburbios desta cidade e
bastante prximo a mesma, com boa easa de mora-
dia e banhelro anto a mesma e diversos arvoredos
com froto, in-lusive coquelros : a tratar na roa do
Queimado n. 7, que se informar.______________
Precisa se de urna ama para o servieo inler-'
no de casa de duas pessoas : a tratar na roa de
S. Goncalo n. 28.
SEGUROS
MARTIMOS
CONTRA FOGO.
A companhia Indemnisadora, estabelec-*
da nesta praca, tema seguros martimos so-
bre navios e sena carregamentos, e contra
logo em edificios, mercadorias emobilias:
oa roa do Vigario n. 4, pavimento terreo
Companbia fidelidade de seguros
mariumos e terrestres
estabelecida no Rio de Janeiro
AGESTES EX PERNAMBDCO *
Antonia Luis de Oliveira Azevede A C
competentemente autorisados pela
directora da companhia de seguros
Fidelidade, tomam seguros de na-
vios, mercadorias e predios no seu
ascriptorjoroa da Crua n. I
/


ri>atto"#*f*Kt"i rcrca Ira
Ternero de SV.
N. 2 D 'W xH8r4k*
A lojan. 2 D Intitulada Coracio de Oaro na roa 'o Cabflfe, achaca d'ora em J>t^|'e^
Jo ao respetare, publico con. espectaiidade as posmas que bonram a oda os ob]eclos do oi timo go>
td a Pars) per menos 20 por cento do que em ootra qualquer \ arte, garautiudo-se a quancu e e a se
o'ripetwel pnbliccr avallando o desejo que deve ter o propietario de om.novo eslMectaen-
ro qae quer progresso em sen negocie deve chegar imraediatemonto ao cora^0DJr\ttourmVrnf^
aneis com peifeitos brilhanta, esmeraldas, rabiase perola venladeiras e*.agarras modtf .asuele
diminuto preco de 10,1, brincos modernos de onro e coral para menina pelo PC0 *> ** "* acis
prata com cabos de marfim e madreperola obra de moderno gosto (o que o eucualrira.no co.MSode
ouro) voltas de onro com a competente crusloha ricamente entenada pelo pequeo preoo J nrm-
eos de nm trabalho perfeito por nra modlec preco, cassole.as, rDf llD^e fmf dUo L? casa-
tratos e outros modelos tndo de alto gosto,aneis proprios para bular cabe lo e rma dito para casa
ment, no artieo roseta tem o Corceo de Ouro nm completo e bem vanado sortimenlo de
SS5 K Tara pun^comto^a^r^nT.^ld^ oto esta ^^J
br ia' por gosto ds desenbo, brincos a forma da delicada maosluha de moca cora piogente conteni es
meraldas, robins, brilhantes, perolas, o posto sublime, alfinete para gravata no ***"J- rel?
gios para seobora cravados de pedras preciosas, ditos para borneo, diverjas^ obras.de br.ln.n*es
perolas e aniantes, aneis com letras, t
de
Hu.to gosto,_crusinha8 de rubins, esmeraldas, perolas e briibaates, aneis com iwaj S""?
rrystale ouro descoberta para retrato (a ingleza) brincos de franja, dito a "^"",.^."2
quer jola, para secolacar retratos e obras de cabello, e outros mu.los objectos qwMprM dees en
entrarlo no Cora?ao de Ouro qne se conserva com toda a amab.Udade eos fgSB^J^T
se de aqol mencionar precos de certos objectos porque (desculpem a maneira **/*"* se
preso talvex alguem faca nao jniso da obra, por ser to drawu quanliaa vista do seo vaor.
Na mesma loja compra-se, troca-se ouro, prata e pedras preciosas, e tambera w^e "r,
tos, por menos do que em outra qualquer parte, e do-so obras a amostra com peohor, coaarvando-*
c Coracio de Onro aberto at as 8 horas da noile. ......
Qualquer pessoa que se dirigir ao Coracao de Ouro nao se podera engaar com 3 casa,
nota se na sua frente om coracao pendurado pintado te araarello, alem de outro que se nota
rotulo (isto se adverte em consequeucia de terem ja' algumas possoas eugaDado com outra casa.
preso
pois
se nota em um
A ESMERALDA y
5 Ra da Imperatriz o
A' moda moda I qnrtleflfpb.
Da festa o genio n. s diz :
Ide ver cousas rr.ui bellas
Na ra da Iropcra'riz.
Ido, e ao passardes as portas
Ao numero cinco alteodei \
E' all que asiste o genio,
E' all que o gosto lei.
Tem lnvas de varias core?,
Do aflamado Jouvim;
Tem ricos cintos e flores,
Fitas lindas e setim ;

Mfi'lTlHk
Eofeites de varios gostos,
Chapelinas e toucados,
Tem vpsudos moiio simples,
E l?.mbem os tem bordados;
Tranca^ ligas, biecs, franjas,
Pente=, leques e cordoes,
Gara de seda, bom crpe,
Blonds rices e bales ;


Tera aderemos de flores,
Entremeios e babados,
Pelerinas e manguitos,
Costumes p'ra baptisados.
A!I, nada falta moda,
T m'iudezas encerra ;
De Paris ao centro ide,
Freguezes da mioba trra.



Ide ver eousas moi bellas,
Da festa o genio nos diz;
Ao numero cinco atlendei,
Xa ra da Imperatriz.
Esmeralda.
N. 64-Ra da Imperatriz-----N. 64.
Nova loja de miudezas e artigos de modas

DE
*yerft

SILVA & NEVES.
v
Os proprietarios deste novo estabelecimento offerecem ao respettavel
pnblico desta bella cidade, e do interior um lindo e cscolhido sorttmento de
miudezas e artigos de modas, concorrendo para itto o terem na Eurooa, pes-
soas habilitadas a executarem suas encommendas no qu^. Iiouver de-mais no-
vidade e gosto, e garanem vender pelos precos mais raoaveis do que em
outra qualquer parte apar de maneiras delicadas e sinceras.
Acabam de receber pelo \apor francez Guiennc, os seguinies bel os
artigos de moda e fantasa.
Lavas de Jouvin para senhoras e homens, de tedas as cores.
Livros p3ra missa cora capas de madreperola etc.
Indispensaveis e boleas de to'as as qualidades.
Coques os mais modernos.
Espartilbos collares, e cintos de seda e vidrilho.
Rendas de Guipura, de seda, (blonds) e de algodo, de todas 3S
qualidades.
Completo sortimenlo de trancas, Qtas, botoes e guamicues de seda
com vidrilho e sem elle, gravatinhas de seda, e manguitos de lustro bordados
tudo do oltimo gosto de Paris. .
Leqaes de sndalo aberto do mats apurado trabalho arlistisco.
Agua Florida e tnico oriental de Lamau & Kemps.
R:cos enfeites e guarnieres de llores para vestido e cabeca.
Calcado para senhoras e meninas.
'" >) Perfumaras as melhoros e mais escolhidas de Lubem. Prez, e Cou-
V;r"^ drin, em ricos e elegantes vasos de porcelana, crystal e prata iogleza.
Meias de algodao, as mais finas e melhores que teem ate hoje viudo
ao mercado, para senhoras n hornees.
' ^ Chapos de palha da Italia, e a imitacao para meoinas.
?IM E um sem numero de artigo, de gosto e fantasa que s a vist i
'\\ podem ser apreciado.
Si
b -;
m

I
:
I. '
-
1
ene
Vendem-se pecas de al^odozinho muin largo
superiur qualidade com um pequeo toque de ava-
ria pelo barato prec) de 'i^, cbiu.s largas de co-
res a 240 rs. o covado, bnm pardo mu to bom a
600 rs. a vara : na loja de Antonio Jos dos Reis
& C, a ra do Passeio Publico n. 6, por baixo do
sobrado novo.
4enco
o
S*bast8o Marques do Nascimento participa ao
respeitavel publico que tem mudado o st-u grande
armazem de buca da casa n. 2 da roa da Impe-
ratriz para a de n. 6 da mesma ron, na qnal se
acba um grande sortimenlo de boga tina e ordi-
naria, porcelanas, vidro?, ery&taes, objectos para
toileti, figuras de porcelau* para cima de mesas
de sala e muilos outros objectos que seria enfado-
nho rencionar, o qj" tofo veflTfera por precos
baratos que convira' a todos comprarem d: >s ob-
jectos, qoe com a vista se convencerlo que tudo
ser vendido por meaos do que em outra qaa! juer
parle.___________________ ______________
Ao respeilivcl publico eia geral.
O novo propietario da padaria de Ponte de
choa, oliente a t. dos em pi ral lano do lugar
como no Recit, C: s Porte, Peoeribe a Itosarinho
pao fabricado em ana padaria e para mais asseio
o nao haver escrpulo de novo fez deposito d'agua
do Prata, como consta a seus fregoezes para maior
aceio da fabrica de pao, bolacha* e tudo qnanto
se procura em padaria.
Aiill'
No armazem de 'fazmdas dt
Sant mado n 19.
Bom e barato
Laosianas Poil de Qlif.re a 1$ o covado.
Madapol en fes Indo a 8^ a pega
L
CORTES DE SEDA,
a 285000 jis na loja do Pavo.
(Jbegaratn os maB modernt-s cortes de seda de
cor ciaceitantes tesenb^s claros e escur.?, Ujj-
do muita ffenda para um vestido e vendi-m-se
pelo barato- p*rgo da 28Q0J reis, per e.-tarmos
oiio rroii.Bos da fesi, isto na loja do Pavo,
rna da Imperatriz n. CO, de Gama & Silva.
Bertaoba de Iinho
HCom 30 jardas a 1*5000 reis.
S 0 PavSo.
v\-ndem-se pecas de superior bertaoba de llnno
Cambraia de cores matisadas finiasimas' eD^ :L*la.r".c;u_A5vras cada i'essa pe'o
LOJA DO GALLO VIGI-
LANTE RA DO CRES-
PO N. 7.
Os proprietarios deste mnito bem conhe-
do estabelecimento tem a satisfacao de levar 3,550,,'*
300 a vara.
dem brancas transparentes finas de 45,
1(5000,-6)5, 7)5, 8)5 e 95ooo a peca com iC
jardas.
dem branca tapada de 85 e 9$. a pee*
:om 12 jardas.
dem branca franceza mutto larga a 95 s
pega com 8 varas.
Baloes de 35 e 40 arcos nesgados par*
senhoras, a 4i5i>00.
dem de mursulina nesgados a 5)5.
dem de crochet a 5)5."
dem de mursalina para meninas a 30 e
viaj.-ido
A loja da Anrora na ra larga rio Rosario D. 38,
perln ;ent-i a Manoel los Lopes i Irrn.o recbeu
obiin ra^ Paulo Cordeiro viajado e Paulo -jr.Iei-
ro eomiuom, as?im orno nrinceza tino da Babia e
tido mel ros feiWe na fabrica t'e Mearon & C, e
toda* mai* qnalidados de raft^, ^________
^togados
Venda s a ca.-a terrea u. 01 dj
Ai
nos Afeados : a 1r.1t ir na ra
larjro di Paz
do Q leimado n. 18.
Vendem se doa^ escravas co-iabeira?, t mo-
leque pejaidale 1S acnos, dais lindas mulaiiobas
para loJo o servigo idide. loa l aunos, tres es-
cravas para todo o servico ; na travesa 1 Garmo
c. L________________________________________
E' baratissimo a oOOriso
covado.
Superiores Ias para vestidos con '-^''entes
padioes a 50J ris o covado, aproveitem aotea que
se acaben ; na ra do Qucimado n. 4G, lija de
Goiroaraes & Rasios.


TODAS AS QUALIDADES
DE
ManoelMoreira de Souzn
4*. -== Hl'A XOVA == X. 45.
Neste novo estabecimeoto, tem um completo sortimento de
chapeos para homens, senhoras e meninos, vende-sc por precos
razoaveis.
sr
'>^\
V

m
&
COMPRAS
Moedas de our
nacional e estrangeiro, assim como libras stf ru-
nas : coropram-se na rna do Crespo o. 16, primei-
ro andar.____________________-
Moedasde ouro.
Nacionaes e estrangeiras assim como libras
esterlinas: campram-se na rna do Crespo n. 16,
primelro andar.
Compram-se
com premio meedas de onro e de prata^naclenaes
e esiraogeiras : na roa da Cadeia do Recite o. 16
armazem de Adriano. Castro C.
Prata
Compra-se nacional on estrangeira com maior
premio de que em outra qualquer parte : na pra-
ca da Independencia 0. ti.
Maior vantagem
O coracio de onro rna do Cabug o. t D, offere-
eii-sa em compra das moedas de onro e prata.
Compram-sc escravos
Siivino Suilherme de Barros, compra, vende e
joca etlectivameote escravos de ambos os sexos
-de todas ae idades : a' rna do Imperador n. 79,
erceiro andar.
Compra-se rooeda de oaro e prata
por mais qae em qaalqaer outra parte ; a
pja do Crespo n. 49, loja.____________
"Negro para sitio.
Compra-se om negro sizodo, sem vicios, e bom
tiabarhador pitra servijo de sitio; na rna .Nava n.
19, l" andar. ,
Compram se lltras esterlinas : a' rna da
Cruz n. 18, armazem de Jos Joaqoim Lima Bal*
io._____________________________
MOEDAS
de ouro e pr ta
Compram-se moerfas de onro nacionaes e entran-
celras, bem como patacSes dos diversos cunhos :
em casa de Adamson, Howie & C, ra do Trapi-
che-novo n. 40.______________________________
Moedas de prata
nacienaes, assim como patacoes portugnezes e
hespanbes, compram-se com premio : na ra do
Crespo n. 16, prime andar.
Compram-se
vidros vasios de agoa de Colonia, e boioes vastos
de tinta : na roa do Rosario o. 22, loja de calcado
junto a de funilelro.
Compra-se onro e praia em abras velbas :
na oraca da Independencia o. if.______________
Compra se orna casa terrea que se ja em boa
roa, com bom cruintal e cacimba, e>propria para
familia : na roa da Cruz n. 38", andar.
encao.
Venham ver
Ouro e prata
Moedas de onro e prata Daciooaes, estrangeiras
de todos os valores, se compram na loja de oori-
ves unto ao arco de N. S. da Conceicao, roa da
Cadeia do Recito, assim como onro e prata cm
obras velbas, briibaates e ajamantes, e se paga
bem.
A 1C fff, et.
Comprase a prata na praca da Independe cia
Imm de oiiTt e prata.
Comprase sempre por mais do qne em ostra
qoalqoer parte todas as qualidades de moedas de
onro e prata, nacional e estrangeira, e tambera se
trocan sedlas dos bancos do Brasil e caitas fl-
llaet de odtrai provincias; na roa da Cadeia do
Kecife d. 88 loja de azulejo.
Compra se una preta qne eouobe e engom-
se com perfeico : oa roa do Rangel n. 9.
B
Vendo-se na loja de marcineina na CamtCd c
Carmen. 12, palba apparelbada da melhor soai
para tecer cadeiras e sof?, por preco mais cono-
modo do que em outra qualqoer parte.
Oleo de ricino
Vende-se oleo de ricino era latas de .10 libras :
oa roa da Cadeia-velha o. 51, no 1 e 2" andares.
Machinas de costura
No escriptorio de The). Ju>t, roa do Vigarlo n.
9, vendem-se excellenles machinas de costura, l-
timamente chegadas dos Estados-Unidos, por pre-
sos moilocomm:dos.
Vende se urna crioula de 18 annos com ba*
bilidades soffriveis, vinda ha pooco de mato, e urna
negrinha de 12 annos, as qnaes sao lulelraraente
pecas : na ra do Fugo n. 9.
Vende-se a taberna o. til defronte da est-
cao das Cinco Ponas, on da-se sociedade a' pessoa
habilitada, entrando com os fondos que poder, pols
est em mnito boa poslcao de fazer negocio; o
aluguel da casa barato e tem commodos para fa-
milia, e o molivolde se vender oa dar sociedade
por o dono ter outra occopaco.
Attenc&o.
Vendem-se dous bilbares : a' rna da Imperatriz
o. 3.
PECHINCHA
Cal de Lisboa em barns a 3A, assim como orna
poreao a granel a 1^400 o alqueire : a ira; r na
ra da Cadeia o. 2,1 andar.
tortea le alpaca a aete patacas.
Vendern se cortes de alpaca escura part vesti-
dos pelo baratissimo preco de 2#i0 o corte,
grande pecbineha na loja e armazem do Pavo roa
da Imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
Lencos para mo na loja do
Pavo a G 40, l& e 15600.
Vendem-se bonitos lencos de cassa bordados
proprios para mi pt-los baratissimos prejos de
640, IA e I SO?, ito na loja do PvJo raa da
Imperatriz n. 60, de Gama & Silva. ^
ao conhecimento do respeitavel publico qne
arabam de receber pelo ultimo vapor da Eu-
ropa nm grande e variado sortimento de ob-
jectos de inteira novidade, dos quaes se 1-
mitam a mencionar apenas um pequeo nu-
mero ficando o respetavel publico na serte-
za de que neste estabelecimento sempre en-
contrado um ompleto sortimento de arti-
gos de gosto e inteira novidades como sejam.
Cintos
Os muitos desejados cintos com pontas,
bordados a vedrilho, fazenda de mnito gosto
e completa novidade, respeito a estes cintos
n2o fazem observacoes e sim deixamos a
apreciaco d>s esclarecidas freguezas isto s
no Gallo Vigilante na ra do Crespo n. 7.
Leqncs
Muito lindos leques d'osso, madeira, sn-
dalos, e madreperola ; pretos, brancos e de
cores, e muito se tornam recommendavel
pelas bonitas paisagens.
Flores
0 melhor que se pode desejar neste arti-
go as quaes parecem naturaes assim como,
tambem recebemos urna pequea porc5o to-
das pretas e so vendem na loja do Gallo
Vigilante ra do Crespo n. 7.
Capellas
Mu lindas grinaldas brancas e de cores
aquellas para noivas. e estas para bailes, ca-
samentas e baptisados.
Lavas
Luvas de* todas as qualidades para se-
nhora, homem, memnas, sendo de algod5o,
Qo da escocia, seda e pelica muito fresca e
do fabricante Jouvin, parecr-nos que nao ha-
ver quem ignore que por todos os vapores
da Europa o Gallo Vigilante, recebe grande
quantidade deste artiso e por isso sempre
tem sortimento a vontade do comprador, e
tambem nao se valle da falla o seu preco
sempre o mesmo.
Pentes
Muito bonitos pentes de tartaruga para
coque e alizar os cabellos, assim como para
arregagar os mesmos e umitas outras quali-
dades.
Escovas
Grande sortimento de escovas, pararoupa,
cabellos, chapeos, dentes e unhas, sendo de
osso, bfalo, baleia, marfim e madreperola.
.VJtva-sas
Superiores naralhas pequeas para bar-
ba sendo cabo de marhm, tartaruga e ou-
tras qualidades, as quaes o fabricante ga-
rante a boa qualidade.
, Abotiiadnras
Cbegaram as rimi lindas guarnicoes de
botoes paracollees fazen 'a de gosto, assim
como grande sortimento de botoes para pu-
nlios.
66986
para estoques de casas : nos armazens de Tasso
Irmos, oes do Apollo.
Attegdo.
Na ra da Seniala Nova o. 22, ;o acba a venda
um erando e variado sortimento de en iras clic-
galas do Arscaty, por prego ra'oavel : fjueiu pre-
tender dirija-se a mesma.
J cLoutin
Cemento romano : no armazem de Tasso Irmos
no eai-s de Apollo.
Vende-se a casa terrea n. fil sita na rna Ve-
Iha, e um pequeo sitio com casa de viveuiia do
lugar da Cipunga defronte do sitio do Sr. Paulo
Jos Gomes: a tratar na rna das Tuactiras nu-
mero^_____________________________________
0 barateiro vai fallar.
Chitas largas, claras e escuras de Mudos deze-
obos a 260 rs. o covado, madapolo fino a pe;a
por 6,J()00, dito especial superlioo fazenda inteira
mente nva no mercado peh preco de 8j0'J0 a
pff.a com 24 jardas; o barateiro j v.-ndeu do
me.-mo a 12J0, chitas de cobertasa 240 rs., cor-
tes de Ia com lo covados por 33-500, lencos de se-
da a 1(JQ0, ditos de caca bordados a 200 r-.,
riscado franc multo bouito a l rs. o covad>>,
baea azul a 400 rs. a vara, algodo a pega por
43000 : na loja do barateiro na rna da Madre de
Deus n. 10 defronte da guarda daalfandega.
Saias bordadas a 5&.
Cambraias admascadas para cortinado s
i 2l a peca com 2o varas.
dem para forro a 35 a pega com 10 jar-
das.
Cambraia de linbo muito fina de Gf> e 95
vara.
Madapoles finos de 60, 70, 8*. 90,10,
110 e 120 a peca.
Platilha de algod5o superior fazenda par
saias a 3200 a peca com lo varas.
Cobertas de chitas de ramagem a 26oo
Lences de hamburgo fino a 20400.
dem de bramante muito fino a 300.
Pannos adamascados para cobrir mesa i
40500.
Guardanapos de liaho* adamascados a 40
a duzia.
Atualhado adamascado com 7 1/2 palmo
de largara a 20 a vara.
dem adamascado de linho com 7 1/2 pal-
mos de largura a 30 a vara.
Algodo enfestado com a mesma largura
a 101oo a vara.
dem trancado de algodo a 10600 a vara.
Toalhas alcochoadas de linho lisas a 110
a duzia.
dem de algodo felpudas a 130 e 140
a duzia.
Colchas de fusto a 60.
Lencos de cambraia brancos finos a 10800,
20 e 205oo a duzia
Lencos de cassa finissimos a 30200 t
3060o a duzia.
Fil de linho liso a 800-e vara.
dem com salpicos a 10ooo a var
Grosdenaples preto bom a 108oo, 20
208oo o covado.
Morantique preto superior a 208oo o co-
vado.
Flauella de todas as cores a 800 rs. o co-
rado.
Tarlatana de todas as cores a 800 rs, a
vara.
Bramante do linho com 10 palmos de lar-
gura a 205oo a vara.
dem de linho com 5 palmos a 10oo i
=ara.
dem de linho com 3 1/2 palmos a 800 i
vara.
Riquissimos basquins a 50000.
Assim como outras muitas fazendas que
se vende por menos que em outra qualquer
parte, e d-se amostras de tudo,
Baloes de 2o, 25, 3o, 35, 4o e So arcos
para senh- ra a 20,20Soo, 30, 30oo 40 e
5000.
Ditos de 25 e 3o arcos com mollas a 50
e60.
Ditos de murculina estreitos a 60.
Espai tubos finos a 60.
Percalias finissimas a 4oo reis o covado.
, baraiiSMmo preco de 123000 res, sendo esta fe-
zenda propria para lences, camisa?, losibas, etc.
isto na loja do Pavao, ra da Imperatriz o- 60, de
Gama & Silva.
BmRinlc de linho.
G.-m 20 jardas a 8o00 res.
Vi.cde se superioies pegas e bramante de linbo
preprfo para leDCes, toalbas, carnizas, etc. leado
20 jardas cada pessa pelo barato prejo de 82000
reis, oa loja u armazem do Pavo, ra da Impera-
triz n. 60, do Gama di,Silva.
SAI As ECONMICAS.
a S.SOO res.
Vende-se orna prapde porco de sfts de cor
com benitas barras pelo baratissimo preco de
200 res, na loja e armazem do Pavo ; ra da
imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
PONH03 COM GOLINHAS.
a 14000 reis.
Vende-se urna grande porco de pnnbos com
gelinhas de e.-gulo de linbo, 'com os mais liados
br.lsdos pele tralo prego de 100 o terno, di-
tos bordados de eflr a CO reis, sendo grande pe-
chincha pelo preco, n3 rna da Imperatriz n. 60 de
Gama & Silva.
Esguio de algodo.
a 64000 reis.
Vende-se pegas de finissimos esgnioes de algo-
do leudo 12 lardas pelo barato prego de GjtoOO a
pega, ca loja do Pavo, rna da Imperatriz n. 60 de
Gama & Silva.
POIL DE CIIEVRE.
a 360 e 800 reis.
Vendem se as mais benitas laoslabas com listas
de seda, intituladas poil de cbvre pelo baratissi-
mo prego de ;60 reis o covado, ditas com as lis-
las maihisadas a 800 reis, assim como om grao-
de sortimento das mais bouitas e- modernas Isnsl-
nbas qoe se vendem ptlos pteos de 280, 400,
500 e S60 reis, bonitas alpacas de seda df urna
s cor a 640 e 800 reis, isio na loja do Pavo,
ra da Imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
Baldes esgoios.
a 24300.
Cbegaram es mais modernos baloes esgnios sen-
do verdaderamente americanos e vendem-se pelo
barato nrego de 25500, na Irja do Pavao roa das
Imperatriz n. 60, de Gama & Silva.


a ce
KIUL SOI SEGUDO
na do miudezas
DE
Jos Bigodtnno
Varas de babado bordado do Porto a .
Carretela de rotroz preio com doas oilavas
Parriteis do reteozde todas ascores a .
Prascos d'agna de Colcnia muito superior a
Frascos de o'eo muito firo a......
Duzia de te?otiras pi quenas a.....
Frascos d'agua para liropar dentes a .
Redes pretas lisas para segurar cabello a
Duzias de pennas d;- ago muito Gu;:s a .
Caixasdellnha do paz do 30 novellos a .
dem de palitos do stgnranga a .
Garrafas da agua Florida verdtdelra .
SyHabarlos cora estampas para meninos it
Memento da roupa de lavar a.....
Dnzias de meias Unas para seobora a .
Agclhas franeczas a bailo (papel) a .
Pecas de (tas de lia de todas 2s cores a
Grozas e Loioos de porcelana prateados a
Caixas com alflnelles franceses a .
Caixas de 100 envelopes meito tinos a .
ilesroa de papel de peso branco liso a .
Frasco com superior tiaia a.....
Pares de botSes de ponho mnito bonitos
Linhas em carto de 200 jardas a .
Caixa do superior liaba do gaz com 59
novellos .............
Talfeeres para meninos a.......
Masi n com superiores grampos a .
Bouots para meninos a........
Pentes rom costa de metal a......
Realejos para meninos a.......
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8.
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Chocolate hespaiiliol
Veade-se a 800 rs. a libra.
Na ra Nova n. 11 e 51
Ra do Cabug numero !-A.
Pechincha
Este eslabelecimento a rna da Imperatriz n. 70,
' recebe de sua conta por todos os paquetes franca-
zes diversos objectos da ultima ixcda de Pariz,
como seja bonitos coques lisos e enlejiado*, fitas
do sarja, ditas de seda lisas e borladas de todas
as larguras e de superior qualidade, lindos sapa-
los de merino, di casemira e ia, toncas de la,
muito bonitos cbajiellinhos, babadinhos e ntre-
melos com lindos bordados, grvalas de seda pre-
ta e de cores para homem e senhoras ; as verda-
deras luvas de Jouvin brancas e de cores muito
benitas, cartelras de diversos fetios e lmannos,
nielas de muito boa qualidade, para homem, se-
nhoras e meninos, um lindo sortimento de bicos,
espartilhos, toucadores da Jacaranda' de divajsos
lmannos, filas de veludo, irangas prelas e de co-
ies, lindos enfeites para vestidos, cilos de diver-
sas qualidades muilo bonita, albons, abotoadnras
para colletes, la para bordar de superior quali-
dade, urna inQnidade de bonitos brioqnedos para
crlangas, as melhores perfumarlas de Lubim, Plver
e Coudrai sociedade Hygenica, immencidade de
objectos qne deizo de mencionar para nao se tor-
ear massante, tudo por pregos muito commodos.
Para casas particulares
Na travessa da Madre de Dees n. 18, armazem
de Jos Vicente de Lima, vendem-se massas bran-
cas de Lisboa, fazenda mnito fina, e propn*?para
casas particulares, a 44 cada caixa de usa arro-
ba, contendo macarra", talharim e aletria, e a 24
cada caixinba de meia arroba, contendo igualmen-
te massinbas sortidas. A ellas, antes que se aca-
ben) ; o prego convida. __________________
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Vendo-se ama armagio propria pora qoal-
qoer negocio, a dlnheiro 60 a praso ; as Cinco
Puntas n. 68 : tem commodos para familia.
Chegou afina!
A pomada galopean
para en a rpida e completa dos callos d:ros.
vbmd* sb n&
Botica e tfrtgaria
DI
Bartholomen dk C.
34Ru larga lo Rotarla 21
Vendem-se pequeos albuns de algibeira,
para retratos em miniatura, para 6 e 36 re-
tratos, pelo diminuto preco de i&loo ris
cada um: na ra do Crespo n. i, fabrica
de chapeos de sol.
E' multo barato
a 500 rs a vara a 300 rs o covado.
Um lindo sorliminto de cambraias francezas de
cores qoe costavam 800 rs., vendem Gregorio P.
do Amtral & C por aqnelles pregos : na sua loj
da roa do Crespo n. 5. Tambem nesie estabeleci-
mento se vendem cbitas de bonitos desenhos e co-
res lixas a 260, 280, 300 e 320 o covado, bem co-
mo esperam receber pelo vapor qoe deve chegar a
29 deste mez ricos cortes de seda da mais apura-
do gosto, poil de otoe liso e outro smuilos arti-
gos de novidade. .
Rap Principe Alberto.
Cbegou este rap e rende se em boles de
qtrrla, na loja da ra do Crespo n. 5 de
Gregorio Paes do Amaral & C.
\ 18800.
Vendem-se, na fabrica da ra do Crespo
n. 4, mnito bons chapeos de sol de panni-
nno, com armaco de 3(0, pelo diminuto
preco de mil e oitocentos ris, por se ter
grande quantidade. A' elles, autos que so
acabem 1
Vendem-se vaccas d leite com cras : a tra-
lar com Pinheiro, na raa dos Pescadores n. 5.
Vapores.
Vende-se em casa de Saunders Brothers di C
o largo do Corpo Santo n. 11. vaporas patente;
om todos os pertences proprios para fazer mover
es on qnatro machinas para descarocar algodac
BOTAS
Novameote ebegadas bous rossianas e pernei-
ras da melhor qualidade que temos visto : na loja
do vapor roa tiova n. 7.
_ Vndese tenas superior e lijlos de todas as
qualidades, fabricado cora barro d'agua doce por
menos 44 em milheiro do qae em outra qnalquer
parle : na alaria de Jos Carneiro da Canoa rna
d>s Prazeres d. 38.
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*
ON. 65
Vende-se fiado e a vontade
do comprador.
O estabelecimento da rna Nova n. 65, onde exis-
te um bilbar moderno e se fabrica e vende srve-
te, assim como lodos os movis, langas e ntenel-
lios existentes de nm Inventario : trata-se no lar-
go do Paraiio n. 24.
Rap Viajado e Paulo cordeiro
A loja do cordeiro prndente a' rna do Queiraa-
do n. 8, receben nova remessa dessas qualidades
de rap. _______.^^___^___^__^
Liquidaco de calcados.
Ru do Imperador n. 32,
Borzeguius de bezerro para homem.
Ditos de lustro para homem.
Ditos de cordavao.
Ditos para seobora enfeitados. SjnOO
Ditos para meimas. 34000
Sapat5is da beierres. 3*^0
Botinas brancas paia seobora. *c!
Botas peqoen-s para montara. l8*00**
DiUs grandes para rooetarla. 25J00Q
A}god&9 da Baha,
Pakriei it Nf
Veade-se oa roa da Cadeia do Recite n. 20, por
prego commodc.


Francisco Jos GermannS
|RA NOVA N. 21,
acaba de receber um lindo e magnifico eor
timento de oculos, lunetos, binocnloi, do ai
timo e mais apurado gosto da Europa e oco
los de alcance para obserracSes e,'par a
martimos.
(BA M G4RNAVB4
Ra da Madre de Deus n. 5.
Vende-se cera de carnauba mais barato do quu
em ontra-qualqoer parte, de boa qualidade.
"Vinho verde
Aoaba de cnsfar nova remessa do ja eonhecido
vinho verde engarrafado de superi >r qualidade, o
qoal se torna recommendavel por ser poro e po-
sar engarrafado a capricho gara evitar o alterar^
cbamaaoi a aitencSo dos amadores: nico depo-
sito a roa da Croa o. 63, armazem de Me b, Ut-
bo C


tarto e Pe
* Terca tolva Motch
>ro de 1867.


11
DO
DR. SE VIAL.
Para o tratamento e cara rpida e completa das molestias syphiliticas, eris-8-
as, rheamatismo, bobas, gota, debilidade do estomago, infiammaces chronicas do figado
t bago, dores sciaticas, cephalalgias, nevralgias, ulceras chronicas, hydropesias, pleuri-
das, gonorrheas chronicas e emuge al todas as molestias em que seteaba em vista apu-
ficacao do systema sanguneo.
ConsIderacScs geraes
A saude um bem inapreciavel, cuja importancia e valor s est reservado ao ena
ermo o avalia-lo.
incontestavel que o homem oeste mundo constantemente, e por todos os lador
jtacado por uma,iafinidade de agentes morbficos que todos tendem, dadas certas e deter-
ajnadas ciCilmstancias, a alterar o regular exercicio das funccSes orgnicas, resultanbo
?%*Z desequilibrio o que se chamamolestia.
A molestia nlo mais de que a desvirtuado das torcas vitaes, occasionada,,- d,
fundo as investigacoes e experiencias dos mais abalisado mestres da sciencia, pela depm-
*ac/5o dos humores geraes, consequencia da acgo maligna desses mesmos agentes mora e
icos introduzdos no organismo pelo acto da respiracSo, pela via digestiva, pelo contacto
inmediato etc. etc. etc.
A syphilis infelizmente tem sido a partilha da humaoidade, e como fra de duvi-
la que esse terrivel Proteo da medicina urna molestia hereditaria, ella tem sido obser-
'ada em todas as idades, e debaixo de todas as suas formas tao variadas, enfraquecendo
jonstituicoes robustas, produxindo mutilacoes, e cortando ainda em flor da idade vidas
preciosas.
Eliminar da economa esses principios deleterios. e purificar a massa geral dos
amores tem sido desde tempn immemorial o fim constante da medicina, e os purgati-
vos figuram em primeiro lugar para preencher esse desiteratum ou fim.
O Elixir depurativo do Dr. Sevial parece merecer a preferencia sobre todos: os
mmensos successos obtidos pelo uso deste salutar agen le tanto na Allemanha, como em
franca e Italia, o tornara o companheiro inseparavel de quasi todos os doentes.
Sendo as molestias, como cima dissemos, devidas s alteracoes dos humores, o
Slixir depurativo do Dr. Sevial pode ser empregado vantajosamente na syphilis, erisy-
pelas, rheumalismos, bobas, gota, debilidade do estomago, inflammages chronicas do
gado e bago, dores sciaticas, cephalalgias, nevralgias, ulceras chronicas, hydropesias,
pleurisias, gonorrheas chronicas etc. e em geral em todas as molestias em que se tenha
ml vista a purificaco do systema sanguneo; pos que urna pratica constante tem feito
er que elle indispensavel nos casos gravissimos para minorar os soffrimentos, pre-
parar o doeote para medicaces superiores; e as menos graves a cura a conse-
cuencia do sea aso, convenientemente repetido.
As substancias que entram na composico do Elixir depurativo do Dr. Sevia
pertencem todas exclusivamente ao reino vegetal, e grande cathegoria das substan-
as depurativas e antisyphiliticas; assim, ao passo que este remedio depura o orga-
nismo, eliminando os principios nocivos saude, pelo mecanismo natural das evau-
;coes alvinas, neutralisa ao mesmo tempo o virus syphilitico quando este virjem.
em feito erupcio ao exterior debaixo de suas multiplicadas formas; e previne taui
3em os estragos dessa terrivel molestia, quando por ventura se ache ella ainda no
jstado de encubace, isto sem se ter manifestado sob formas externas: beneficio
naenso, tanto mais quanto neste estado os individuos ignoram completamente se es-
io contaminados por este terrivel inimigo.
O sabor agradavei d'este Elixir convem a todos os estmagos, a sna accao so-
378 o tubo intestioal suave e benigna, e de nenhutna forma produz molestias medi-
amentosas, como acontece ao purgante dito Le Roy," que na sua qualidade de drs-
tico forte irrita a mucosa intestinal, e consecutivamente a seroza, resultando deste es
ado, muitas vezes, hydropesias, que quasi sempre terminam pela morte to doente.
Assim pois esperamos que o uso deste remedio justifique cabalmente as nos-
as asseveraces, porque sendo um medicamento tao simples na sua composico. a
jrtiea tem confirmado sua utilidade.
nico deposito em Pemaui>i
Na botica e drogara
DE
Barthotomeo Companhia.
34RA DO ROSARIO LARGA3*
NOVO DEPOSITO
DE
MACHIA
PA'ha descarocar algodo
Manoel Rento de Oliveira Braga.
53Roa Direlta .53
Neste estabelecirnento se encontrarlo a
verdadeiras machinas americanas chegadas ultima-
mente, as quaes s5o feitas pelo mais afamado fa-
bricante da America, por isso avisa a todas as pes-
soas que precisarem comprar, de se dirigir a este
estabelecirnento que corapraro das mais perfeitas
neste genero, assim como mais barato do que em
outra qualquer parte, por isso que se recebe por
conta propria, bem como cannos de chumbo e moi-
nhos para moer milho, e grande sortimento de fe-
ragens e miudezas em grosso e a retalho.
Facas de cabo branco de meio balanco a ',&
| a duzia, limas finas de todos os lmannos proprias
de trabalho de escultura.
Novo e grande deposito de superior carv&o de Cardiffna
Babia.
Antonio Gomes dos Santos & C., roa Santa Barbara n. 1, esto habilitados a snpprir de
amo o m condic.5es mais favoraveis que em outto qaalqaer deposito, a todos os navios a vapor que
certem nacraelie porto. A contratar nesta com Domingos Aives Mathens.,
-na m m
ruma m apeos de sol
RO DE VENHZAI
5
Ao respeitaYel publico pernambucauo pede-se
Atteng&o
Bauteiga iagleza
32D, 500, 800 e i s no armazem se acha vista.
Manteiga franceza
em Horas 560 e 640, em barris se far differenca.
Banha de porco
em libras 320 e 380, em porco se far differenca.
Fructas
em calda Pera, Pecego, Rainha Claudia, Alperxe e outras muitas 500 e 640 a lata.
ErTllhas
Portuguezas 640, francezas 900.
Fumo
em latas do Para e de albaneque, lata 14 e 14200.
<./unnu de mllho
em paco tes, dita da trra 100 e 200 a libra.
Vlaho
de Bordeaux em caixa a duzia 55, garrafa 500, dito de 83 a duzia, 800 a garrafa, dito
MParimaela especial homeo-
ptica do Dr. ablao #.
\j. Plho.
Cha de Ia sor te para oso das
pessoas que se tratam homeopathi-
camente.
Vende-se em pacotes d libra a
3,3300 rs.
Roa Nova n. 43.
** aa*a
O cordeiro providente
Na antiga loja de miudezas a roa do Quei-
mado n. 16.
Tendo sempre em Tista nao roabar o tempo aos
seas tregete?, com extensos anoaocios ; mas
tambera nao querendo qae os mesmos (regaeies
ignorem o qae de aovo (em elle reeebido, por Isso
resumidamente o dir': ebegando assim o co-
nbeeimeoto de todos qae a dita loja de Cordeiro
Providente, roa do Qaeimado a. 16, reeebeo o se-
gointe :
Bonitas e doradoras ligas de pellica para meias,
tanto para senboras como para meninas.
Leqaes de diversos e modernos gostos.
Peales eom enfeites doarados e nao doarados,
para meninas.
Coques simples e entenados, moldes Inteiramen-
te novos.
Bom papel em calxinhas liso, paulado doora-
do e timbrado, e oatros muitos objeclos, qae meo-
Fabrica e fundiedo de bror
e outros mefaes, caldeireiro,
iMloeiro, e funileiro, situada
na Soledade, ra do Prin
cipe n. 3, e com deposito nc
ra Nova n 38, da cidad
do -Re&fc
DE
BRAGA & SAMPAIO
Fabricam-se neste importante estabeler
ment todas as obras concernentes as arte
respectivas como sejam:
Alambiques de todos os tamanhos em
feios, os mui acreditados aparelhos de
Derosne com as dimences delicadas dos
fabricados em Franca.
Fabricam-se avulsas quaesquer pecas des-
aparelbos, como sejam o dilatador, ratifica-
dor e condensador, ou esqnenta garapas,
resfriador, serpentinas interiores.
Fabricam-se bombas de todas as dimen-
ces e qoalidades, pelo systema francez ou
americano, simples, de presso, repuxo, e
com especiaiidade a estncanos!atsitn -ar
nominadas pelo enorme volume de agua
uv ^. ^----------------_ UUi,iu i/, guiiuiu w\,, uiwuou,; o uuam, ^.v-w kuiiu-u, -ana iiiiiui 144 a duzia, 14200 a garrafa, dito do Porto a 84,124,184, 244, caixas de dazia, assim [dona-ios seria bastante enfadonbo, e qae se ven- lue absorvem calculada em 100, pipas por
como flgueira caada 34500 e 44, puro J A A Lisboa 24800, 34 e 34500 a qualidade
convida.
Caz
em lata de 5 aloes e mais pequeas a vontade do comprador, em garrafa.
Alpiste
140 e ICO a libra, patoso a 100 a libra.
Azcl e
em garrafas a 800 e 14.
CHARUTOS
em caixa de 50 por 14, ditos Delicias, Trovadores e Parisienses em caixas de 100, ditos
da Exposiclo caixa 54, ditos de Regala caixas com 100 a 24500 e outras muitas marcas
que s na presenca dos compradores.
PREZUNTOS
de lamego em barril, ditos de fiambre o melhor que ha no mercado por preco que faz
admirar 11
DOCE DE GOIARA
caixes de 560 fino, ditos de 145U0 que parece mar mellada, dito em latas muito fina
qualidade a 14200.
B0CETAS
com doce secco a 14 e 24.
QUEIJOS
do Alentejo em latas chegado pelo vapor Oneida, ditosFlamengos e Pratos dos mais novos
que ha no mercado.
AZEITONAS
de elvas como no mercado nao temos a 14 a lata,em barris do Porto a 14 como nao ha
melhor.
de em dita loja de miudezas do Cordeiro
dente, roa do Qaeimado o. i6.
Mi Caltam flores,
O Cordeiro Providente a roa do Qaeimado a. 16
tem constantemente um lindo sortimento de fi-
nas e bonitas flores, por isso qaande algum ba.
bilidosa joven qaier preparar qualquer enfeile de
bello gosto deve logo lembrar se qae ba dita loja
do Cordeiro Providente, a roa do Qaeimado n. 16,
nao taltam flores.
Para al vejar os den tes.
O cordeiro prevideote a roa do Qaeimado n. 16
recebea do bem coabecido fabricante ionb Gos-
oell & C. orna ptima qualidade de pos para den-
tes aromatisados com canfora que realmente tem
merecido todo coocelto porqoe nao s alveja per-
feilameote os denles como tambem conserva-os
sempre oo melbor estado de perfeico, assim pois
queiram vir comprar ditos pos na mesma loja
do Cordeiro Providente, raa do Qneimado o. 16
Enfeites eom pontas.
O Cordeiro Previdente receben nm lindo sorti-
mento da enfeites com pontas para vestidos, tanto
Previ- hora, e das quaes algumas esto |.rompas a
serem' experimentadas.
Existen! bombas por este systema, me-
nores, para regar sitios, garantindo-se n3o
s sua duracao como a grande quantidade
de agua que fornecem pelo qne s5o consde-,
radas boje as primeiras bombas conbecidas.
Todas as mais obras se fabricara vonta-
de dos freguezes e a sen capricho.
Existem sempre promptos no deposito in-
dicado na ra Nova n. 38, um completo sor-
timento d obras solidas, bem construidas
a precos rasoaveis, como s5o alambique?
serpentinas, taxo3, passadeiras, repartide-
ras, escomadeiras, cocos, candeias, e muitos
outros utencilios preprios para engenhos.
como sejam mancaes de bronze, parafuzos
para rodas de agua e oatros.
Cavilhas, machos para lemes, pregos de
de seda como de la qae combinam perfeitamen todos OS tamanbos e para 0 forro de cobre
te com os cintos modernos do mesmo formato, por' de navios.
isso para poder enfeitar-se com gosto qualquer I Anrnmnta-Sfl turto miantn il7 rAsnAitn as
vestido indispensavel comprarse ditos enfeites! rK*pf? ,P i1 DaDt0 .4'z respeito as
na mesma loja do Cordeiro Prevideote, a ra do 0Dras d.e lala0 torneadas e polldas com toda
Queimado o. 16.
Chapellaas de seda
Modernas e bocitas chapeiinas de seda para se-
nhora receben o Cordeiro Previdente raa do Qaei-
mado n. 16 e por ser pequea a quantidade re
a perfeico.
Vlvulas para tanques de banho, torneiras
de todos os tamanhos e qualidades, assim
como todos os ornamentos para militares,
FAZENDAS DAS LOJAS E ARMAZEM DA
R
Tendo o propietario destes dousestabe- Alpacas de lista a 5oo rs. o covado.
lecimentos resolvido liquidar grande parte! Vende-se alpacas de listas e de flores
de suas fazendaspor isso resolveu por em li- proprias para vestidos de senhoras a 5oo,
quidaco para vender mais barato do que 6o e 56o rs. o covado: ra da Imperatriz
em outra parte. j lojas da Arara ns. 56 e 72.
Chitas 160 o covado. Casemira com peqneno toque de mofo a 14.
Vende-se ditas em retalhos a 160 rs. o| Vende-se casemira p3ra calcas e p lilot
covado, ditas em peca a 200 rs. o covado : com pequeo toque de mofo a 14 o covado"
cassa franceza a 24o, 28o rs. o covado : ra
da Imperatriz lojas da Arara ns. 56 e 72.
Laazinbas da Arara 24o o eovado.
Vende-se 15asinhas para vestidos 24o,
28o, 32o, o covado : ra da Imperatriz lojas
da Arara ns 56 e 72.
ra da Imperatriz lojas da Arara ns. 56 e 7.
Roupa feita nacional.
Venae-se palitots de panno a 54, 64,
84 e 104; palitots de casimira de cores a
Madapuuo a 44 a peca. 64, 84, e lo4, palitots de me2casimira a
Vende-se pecas de madapolo a 44,54,diio 35dooe 44, caigas de casimira a 54, 64 e
muito fino 64, 74, 84, 94, lo4: ra da Ira- 74, ditas pretas 54, 64, 74 e 4, ditas de
peratriz lojas e armazem da Arara ns.56e 72. meia casimira a 245oo 34 e 345oo coletes
Cortes de cambraias de barras a 24 de casemira a 34, 345oo seroulas a 14,
Vende-se cortes de cambraias de bonitas 146oo, 24 e 245oo: ra da Imperatriz lojas
barras a 24, 245oo e 34ooo. | da Arara ns. 56 e 72.
Ditos de cambraia bordadas brancos e de Algodao enfestado a 14 a vara
cores a 44, 445oo e 54: ra da Imperatriz, Algodao enfestado para lencoes e toalhas;
lojas da Arara, ns. 56 e 72. a 14 dito transado 1428o a vara: ra da
Arara vende algodao a peca 30. emperatriz lojas e armazem da Arara ns. 56
Vende-se pega de algodSo a 34, 44, 54,
cbapelioa deve apregar se em mandar compra-la
em dita loja do Cordeiro Providente a roa do
Queimado n .16.
? CAIXINHAS ENFEtTADAS.
Estas muito desejadas caixiobas vasias e enful-
ladas com gosto, qae tanta exlracca tem tido e
que realmeote servem para diversos flns, exisum
na loja do Cordeiro Previdente a ra do Queimado
0. 16 um completo sortimento de ditas caixiobas e
cebida.'qoem pretender uma moderna e bonita jbotes para farda, aparelhos para barretina,
nmeros, espheras, espadas, cornetas, alam-
padas turbulos, caldeirinhas, navetas, almo-
farizes, perfumadores.
Obras de folhas de llandres de todas as
qualidades, bahs, bacas, bules e outros
utencilios domsticos.
Lampi5es para gaz para encenhos, folha
u. xu uiu i/UiupiCiu sui'iucuiv uc uncid i/diaiuuad o l j t ii_ i
sao vendidas por pregos to rasoaveis, que o expe- fle uandres em caixas, folhas de cobre e Ia-
ricnte rreguez nao objectara' em compra-las em to, tubos de chumbo para encanamentos de
dita loja de miudezaa do Cordeiro Providente a ra todas as dimenges, folhas de zinco, estaaho
doQaeim pN?jE4,6AS E charutos em barras e verguinha, langes e barras de
O Cordelro'Previdente, roa do Queimado n. 16, Chumbo, vidros finos pira espelhos, de C-
tem om bom sortimeoto de Boas ponteiras para; res, bordados, e Opacos, e outros para vi-
cbarutos, sendo lisas e com flgaras em alto rel-' dragas, diamantes para cortar vidros cadi-
vo ; e para que os saus freguezes nao se locom- nkos ordnarios fi de natenfp arpa nara mnl
modem em comprar charotos em algumas das lo-1 i "rmanos f ae paieme, rea para mol-
jas de charoieiros, recebea tambem am bom sorti-1 d.ar> ro.lles Para 'erreiro, lavatorios Com ha-
rnelo de fiaos cbarutos do afamado fabrieaute; cas e jarros, trra podre e outros nmeros
Fuado de Simas; assim, pois, encontrarao os olijectos proprio de taes estabelecimenlos.
apreciadores um bom sortimento na dita loja do
Cordeiro Previdenie, ra de Queimado n. 16.
Para olleras no hospital por-
64, 74, 84; ra da Imperatriz ns. 56 e 72.
Kscado francez de listas a 36o rs. o covado.
e72.
Cortes de la de 14 covados
Vende-se cortes de laa de 14 covados a
Vende-se riscado francez de listas para 34,44 e 54: ra da Imperatriz lojas da Ara-
vestidos a 30o e 100 rs: ra da Imperatriz ra QS 56 e 72.
lojas da Arara, ns. 56 e 72.
Ditas franceza a 24o rs. o covado.
Ricas saias bordadas a 34-5oo.
Veode-se ricas saias bordadas para senho-
Vende-se chitas francezas finas a24o, 28o, ra a 3(J5o0f SM e 7(5> ba|5esl de arcos a
32o e 4oo rs. o covado: ra da Imperatriz 24,245oo, 34 e 345o: ra da Imperatriz
lojas e armazem da Arara ns. 56 e 72. | lojas da Arara, ns. 56 72
DE
MADAMA FALOIK
Este estabelecirnento acaba de receber de Paris uma rica collecc3o de chapeos
i sol de seda, de alpaca e de algode, com armacoes de balea, de ferro e de junco dos
meihores gostos e fabricantes, que vende mais barato do qae oatro qualquer estabeleci
ment, por serem fazendas violas directamente.
Igualmente tem fazendas de seda, de alpaca, de algodao e de linbo para cobrir
raipos de sol, todo de boa qualidade e por preco commodo. '
Encarrega-se de qualquer concert, com presteza, seguranga e garanta.
v ARROZ Hl CASCA
Vende-se em saceos grandes a 44500 : uo tra
piebe do Caoba.
V'inbo suarier em canas
tem para vender Antonio
de ama duzia e
Luiz de Oliveira Aieve-
do & C, no seo escriptorlo ra da Cruz n. 57.
Fundi^ao d'Aurora em
Santo Amaro
Completo soriimento de taixas batidas e funai
das, alambiques de lodos os tamanhos e fundos di
ditos, moeadas de todos es tamanhos de sapenoi
qualidade, crivos e boceas de fornalba. o qae tadi
se vende por commodo prego.
Liadas maito lindas la a 500 ris v
cavado,
a' roa do Crespo n.
Vende-se na loja do Alvaro
20 B.
Vende se saceos com fejo mulatinbo o qaal
cosinha maito fcil e boa qualidade a 64 o saceo
na raa Nova de Santa Rila n. 13.
FAZEND

Chitas francezas largas de core escuras e claras e de superiores qualidades a 28 rs. o covado.
f'asa francezas rlp. r/irn<5 a 3ftO r. n c^ttAn
Cassas francezas de cores a 300 rs. o ovado.
Ditas francezas de cores de superior qualidade com grande variedade de padKfei a loa M| (Matado.
Gaze de seda de cores linda fazenda para vestido a 32o rs. o ovado.
Lindas I3as de cores para vestidos, padroes moderaos, a rs. o covado. *
Superiores alpacas lisas e de fiares para vestido a 14 e 64 rs. ao covado.
Madapofes de soffrivois qualidades a 34, 44, 54 e 64 a peca.
Algodlotinbo branco de superior qualidade a 44 a peca,
Assim como outras muitas fazendas de II e de pbantafia a precos baratos para acabar.
Na loja das eoiomuda itii do Crespo n. 13, de Antonio Correia de Vasconcelos* C
Kival sem segundo.
Roa do Queimano o. 49.
iaer acabar com as fazendas abaii
mencionadas.
Queiram vir ver o qae bom e baralissiau,
Toalbas de labynntbo com bico, fazen-
da boa a .............34001
Cirreteis de linha eom 100 jardas a 30
Grvalas pretas e de cores muito linas a 500
Caixu de obrejas de massa muito novas a
cofiadores para espartilho de cordao e
fita a................ tO
Carreteis do lnba Alexandre com 400 jar-
das a ............... SOO
Sabonetes maito Anos a 60, 160, 200 e 32!
Ditos de bolla muito finos a 240 e 320
Miadas de linba froxa para bordar a 20
Varas de cordao para espartilho a 20
entes volteados para regacar cabello de
meninas a............ 320
Frascos de macacV oleo muite Sao, a 120
Abotoadaras muito finas para colimes a 506
Candes de haba branca e de cores a |t
Libra de arda preta snpenor a..... 100
Bscovas par fato, fazenda boa, a 500
Varas de franja branca de linbo para
toalba a.............. 100
Caixas de palito balao a........ 4t
Caixas de palitos de segaraaca sm en-
cbofre a............. 60
Sabonetes de familia a 100,160 e ... 240
Carlilha de doutrina cbnstaa a 320
Qaaderaos de papel pequeo superior a 20
Duzia de baralbos francezes superior 24000
Groza de pbospboros mmto superiores 11.00
Cuxas a retalbo do> mesmos..... li
Caixas da phospboros da velliaba conteodo
500 veilinbas maito superiores a 109
Resmas de papel almaco muito superior 24500
Resmas de papel paulado superior quali-
dade ...............34006
Duzia de meias para borneo).....- 24000
Dazias de meias croas muito superiores 4JOuo
tnguez.
Bonitas cestinhas com fructas de cera, obra de
muita perfeico e bom gosto.
Para cortar moldes e en brulhar fazendas.
Vende-se papel lardo folha grande.
Para lustrar calcados.
Vende-se superior graxa econmica.
Vende-se papel para matar moscas.
\ loja do cordeiro previdente
Ra do Queimado n. 16.
.Villa acbarjo os pretendentes um grande e va-
riado sortimeoto de perfumaras finas, tanto ingle-
zas como francezas, seBdo :
Finos extractos para lencos.
Bauhas e pomadas para cabellos.
Oleo philocome e baboza para dito.
Pos hygienicos para dentes.
Ditos campbcrados para ditos.
Opiata ingleza e fraoceza para ditos.
Pacotes com pos de arroz.
Vasos de porcelooa para ditos.
Sabonetes para mao e barba.
E muitos outros objeclos que sero presentes
ao comprador que se dirigir a raa do Qaeimado
n. 16, loja do cordeiro prevideote.
Baadeijas pequeas.
Vendem-sa na rua|do]Queimado n. 16. loja.do
cordeiro(previdente.
Cbarutos
da acreditada fabrica de 'Jos Furtado de
Simas.
Veodem-sejna loia^dojcordeiro previdente a roa
do Queimadofo. 16
GRANDE BAZAR
RA NOVA N. -O E 22
Sendo todas as obras inspeccionadas e
feitas sob a direccao do socio administrador,
Jos Baptista Braga o qoal se acha de novo
especialmente incumbido da gerencia de to
importante estabeleci mente, isso uma ga-
ranta pela sua longa pratica, que tem os se-
nhores freguezes de que sero servidos a
contento, com promptid5o e preco commo-
do, pelo que os proprietarios lhe sero agra-
decidos.
Faris, 36, Ra Vivienne.
CHABUM|DEClffSPCL
AS EXFSRMJOADAS DES EXLAtS, AS A1F&
rANEAS, E_A VTERACOES DO SAMGUS.
30.000 curu utmpingenM,
piululas, herpet, unta,
fomixoct. acrimonia, e al-
lrrfoei,vicioa dotjr<:;-
vinu, e aluracoet do .nr..
gm (Xaropc vegetal m nen-urio). Mefarmt.w
eselaei A\l(Of. Mi^I nti w tomo-se o
par semaua. scguiaJo o Uaclamealn ie,uratiw>. '
.-:. i ?adu n-.s mesillas molestias.
Este laropaCitra&H!
CIIaulk. cora i*t~c
ta:iO;ei|ualquernuri;;-a^.
retaxafao, e de/!/i.,'j, i
igualmente os fluxoi e florit
h'ancat das mulheres. E.-ta njeccuo benigna t*-
fega-se coa o Xarupe de Cilraclo de Ferro.
Secaorroidoui, Psmida ijue as cura eaa tres u.
POMADA ANTlHeRPETICA
Contra: ais a/ficcot cutnea* e comxxa.
PILULAS VEGETAES DEPURATIVAS '
* iv CksMa. cada frasco vai aeeoatakado *
CaMlO.
AVISO AOS SRS. MDICOS.
Cura catarrho* tos*t$
coqueluches irriuic^tti
Ttervosai i>i; tivt f-ron-
cftivs e todas ai U-jencas
Uo peilo; ia*U so i urna colht: rrinlra dca!^ xarupr W ronsc?.
Dr. CIIABI.B em Paiiz. run Uirs-ir. 3*x
A venda na pharmacia de P. Maurer t
e C, em Pernambuco.
Siropdu
Machinas para descarocar algodo. do m
Ihor autor que tem apparecido na Americ
E* tal a execucao do machinisme, que o al-
godo sahe quasi to perfeito como o debo-
landeira. Recommenda-se a attenco doi
Srs. agricultores, estas machinas.
Canos
No armazem do pateo do Terco n. 12 vandem-se
canos de todas as iargaras, vidrados e por vidrar,
por praco ratoavel, o nwlhor oeste genero.
JCiiegaraiii
iboroaas Unc
*r#&V
As aabrraas llaralcaf.
Oa liba 4a B. Mlgael ealatu de 7 e 7 l|l U-
bras cada ama: tea para vender na raa do Viga-
non.iv^ 9aic>?:,jugTia
Jornaes para 1868
Xa Iivraria Fraasea assignam-se
todos os jornaes da Europa ; os Srs. assig-
nantes acantraro amtstras dos peridicos,
e catlogos dos mesmos.
RA DO CRESPO N. 9.
Cbegon ao antigo deposito de Henry Forster I
C, roa do Imperador, am carregamento de gai di
orimeira qaalidade.o aal st>>aavle em paridas
i retalho por meaos prego desque em oatr* qaal
hw parte.________ *
LWV4S N0V4S
A Aguia Branca a ra do Queimado n.
8 receben d'aquellas bonitas lavas de pelli-
ca enfeitedas, e ja bem conbecidas |>or lu? is
a doarjeea m. es
Vende-sa saceos om farioba de mandioca
da 2J80O Mi, astim rnam awmi m>m fatjiq, por
baraUwlmo preco, no trapiche Baro 4o UTrartn-
to bo Fgrte do Hattos n. 15.
VSRDABEIRO LE ROY
de iB.teaKT, Doc Ru do Saino, SI, A PA^'.S.
Ksstsdo garrafa, si. <*r*Mta* pes*, ,,.
4ue teta uatu tele, uw rotulo iiopiuc en m-
reUeooa WjM.IiM-.ias, > easM^.k ,,4,crl.
tl.B. I^eniei-
trnd4rHntal'Ura
3 V Krirr.Bra.jo-
WeCarii.ireaU.il
60 iM i, ,,
ao ra \raojsnf-t
4e aiiqufllo e de
taeW eraaaaU
Deposito na pharmacia de lfaarer
C. em Pernamboco.
CASTRO!
Gramniatica
a
1 lirtflrial
I
MUTILADO
I


tari e *
4W^b ol i! a
(Stores Royor
a inwiiies electrice magietiees
Denoalt acreditada
Irdja da agaia branca ra do Queimado n. 8
Apre^oar- ainda os pcoigioeos effeitos eos
Collares Royer ja nao ensinar ou querer
iatroduzir novidades, porque a fama desua
efflcacia teav-se tanto estendido, e os seus
felizes resollados a tai altura elevado, que
boje rara a pessoa que por experiencia
propria, ou por intermedio de seus amigos
e prenles, ignore ou desconhera as virtu-
des desses sempre apreciaveis collares
Royer.
A aguia branca porm se gloria.de concor-
rer para um tao justo fita, se nao por o ti-
ro modo ao menos por ter sempre, e cons-
antemente um completo sortimento desses
collares magnticos, que bem se podem cha-
marsalva vidas das criancas.
Resta anda que os senhores pais de fa-
milia se iacam convencer de qne convem
nao esperar que as criancas sejam atacadas



'

MUTAS FAZESIIAS
LOJA E ARKAZEM
DO

ra do Crespo n. f A, esquina da ra do Imperador

Acaba de ebegar pelo vapor Gmenne, um variadsimo sortimento de faxeodas que dizam os
nossos correspondentes qoe foram as melhores, as de mais goslos e novidades que encontraram en
Paria, e $or isso moito recommendamos a apreclaco do respeitavel publico, os segalntes artigos qae
g eocontrarao na loja do Passo.
Riquissimos cortes de seda de core?, com lindos
naliies completamente novidade.
do mal, e por isso necessario oo conve- Llndisimos vestidos de cambraia branca bordados
niente que com antecedencia se deite na; coro gosto.
crianza um desses collares para assim estar "icos basquines, primorosamente bordados, e ulti-
ella preservada das convulcoes e se contar ma moda em Pariz-
livre dos rigores da dentico. i R'n>as cbapelioas de seda, palha a imitagao
A agaia branca ra do Queimado n. 8' e enfel,adas C0BD *aii0 W**
contina a receber por todos os vapores emParz"senhoras'send0 es,es de nllima moda
francezes a quandade que ha contratado e Lindsimas gravatmhas para senboras.
por isso acha-se ella sempre provida dos ver- Lindos colares e voltas de vilrilbo e seda, oitima
dadeiros colhres Royer eletricos magne- o moda.eiIlteira D0Vidade-
ticos. i A Aguia Branca a ra do tenel-
na du n. 8.
Ineontestavelmente na lija da Aguia Branca
onde os apreciadores do oom poq"em melbormente'
prover-se daqaelles objectos de gosto. E>sa verda-'
de ja por tantos e tantas vezes reconhecida ainda
agora se faz confirmar com a nota dos preciosos |
objectos de gosto e valor qne a agota tem a satis-:
fagao de patentear e p6r a disposigo de quem os
deseje e possa comprar. Ella principiara pelas ri-
cas eaixas com mosica e sero ella, para costura.
Essas caixas por sua* perfeigSes, gostos e rique-
zas, se tornam recommendaveis para algom im-
portante presente, ou mesmo para qnem tenha gos-
to de posso.fr urna bella obra, porque de certo s8o
ellas as de maior valor qne se encentrara em Per-
narebuco, tent ama que sobresabe a lodas as oa-
tras. Alera destas ba oairas de precos meoores, as-
sim como tambem ba b nitas caixabas vazias de
madeir.i, envernisadas e marebetadas, com fecha-
dura e chave, para costara.
Em leques o que se pole encontrar de mcllior,
sendo:
Todo de madreperola, bordados, .obra de gosto e
valor.
Outros de madreperola e seda, bonito.' desechos.
Outros de madreperola cora b rdados coloridos,
obras de muito gosto, e geralraeuto apreciadas.
Oatros lodos de sndalo.
Outros demndalo e teda com bellos deseQhos.
Outros todos pretos para lato.
Outros pretos com desenos roso?, proprios pa-
ra senhoras viuvas.
Outros de saudalo e faia, firmando qaatro vistas.
pleta novidade.
Riquissimos leques de marflm todos abertos e de
Riqoissimos vestimentas de cambraias primorosa-
mente bordados, com todos os pertences para
creancas se baptlsar.
Ricos vestuarios de cores, todos completos para
meninos de 2 a 4 aonos.
Mantas de blonde para noiyas.
Moiriantlque, grosdenaple e sedas preta, branca
e de cores.
Rlqnisslmos cintos, nllima moda.
Ricos enfeites para senboras e meninas.
Lindissimas cbapelinas de seda e da palha para
meninas.
Riquissimos cortes de fantasa para vestidos de se-
nhore.
Lindos corles de lia para vestido, novidade.
Chapeos de castor a canotier, ultima moda para a
rapasiada em Pariz.
Diurno gosto em Pariz; assim como de sndalo Grande deposito de luvas de Jouvin recebe-se por
madreperola. I todos os vapores grande sortimento.
Casemlras, cambraia?, las, mussellnas, preralia?, chitas e orna InBnidade de objectos que
deixamos de mencionar por se tornar magante.
Isto s na loja do Passo ra do Crespo n. 7 esquina da do Imperador.
GANtiE NO
AUGUSTO PORTO i t.
11Ra do Queimado11





Roa da Ip peratriz n. 60
fiJtA 4: MIA.
Tendo os donos de-te grande estabelecimento resolvido liquidar a maior parte das
suas fazendas resolveram vender com grandes abatimeotos em precos, assim como teem
recebido ltimamente urna grande porgao de fazendas novas tanto nglezas como francezas,
alemSas e suissas, teem destinado venderem as mais barato que em outra qualqner parte
afim de apnrarem dinheiro, dando de todas ellas, amostras deixan lo Bear p. nbor, ou
mandam-nas levar em casa das excellentissimas familias pelos sus caixeiros; assim como
as pessoas que negocia em pequea escalla, ueste estabelecimento compraro pelos mes
mos precos que compravam as casas inglezas; ganbaudo-se apenas o descont.
Cortinado para cama* e Janel-I aloes a -2,-5, 3aoo e 3$
la a 400, 16t$> 20* e 250 Vendem-se um grande sortimento de cri-
Vendem-se um grande sortimento dos
melhores cortinados bordados que tem vin-
do proprios para camas e janellas, pelos ba-
ratos precos de 4o0, I6, 2o0 e 230 cada
par sendo neste genera o melhor que tem
vindo a o mercado: assim como pecas de
nolinas ou bales de arcos para senhora pelos
baratos precos de 2$, 2#5oo e 30 por baver
grande porcao, na loja e armazem do Pa-
vo, ra da Imperatriz n. 6o, de Gama Cassas a 94o r-. s o pavo-.
Vendem-se bonitas cassas inglezas de c-
ltima moda
BeMcscbapsosinhos de apurado gosto para se-
ntirs feitos so capricho de orna das primeiran
modistas de Pari.i e chegados ao armazem do va-
por roa Nova d. 7,
^scravos fgidos
cambraia adamascada proprias para o mesmo', res llxas pelo tarato preco de 240 rs, o co-
fim. na loja do PavSo, ra da Imperatriz j vado, ditas francezas fazenda muito fina com
n. 6o, de Gama Silva j padroes listrados e de flores, assim como com
Cortes granadinas para vestidos. palminas miuuas proprias para meninos a
Cbegaram o mais bonitos cortes de or-, 3oo rs. o covado ou a 5oo rs. a vara : pe-
gandy Granadinos tendo lo varas cada corte, chincha na leja e armazem do Pavao ra da
sendo 7 varas listradas para a sata e 3 varas, Imperatriz n. 6o de Gama 4 Silva,
lisa para o corpo, tendo as mesmas 3 varas ALPACAS DE CORES a 500 RS. O COVADO.
enfeites correspondente saia para enfeitar
Vendem-se as mais bonitas alpacas de cores
se usa e vende-se pelo barato preco de 6j$,
nicamente na loja do av5o, ra da Impe-
ratriz n. 6o, de Gama & Silva.
Tiras bordada e Bal> idiuhos
Quem quizer fazer boa compra de tiras
Este estabelecimento acaba de receber e vende por commodojpreco as seguiotes bordadas oo babadinhos, achara um grande
o corpo e mangas tendo entre elles muiUs enfesladas com Donitos desenhos miudinhos
trancas com listas pretas como actualmente'.lendo entalles de todas as cores pelo barato
fazendas finas
Vestidos de b ond para noiva com manta e capella.
Ricos vestidos de cambraia branc bordadas i que ha de melhor.
Cortinados bordados c admascados para camas de o4 a 8o#.
DitO bordados e admascades para janellas de 9$ a 2o#.
Colxas de seda e 13a e seda para cama de noivas.
Basquinas modernas de muito gosto de 2o# a oo#.
Toalhinhas de croch para cadeiras e sofs, e colxas de croch para cama.
Cbapelinas de crpe branco, e chapeos de palha da Italia para senhora.
Moir branco o preto, grosdenaple preto e de todas as cores para vestidos.
Camisas para homem francezas e inglezas de linho, e de algodo.
Guardapisa de crinofine para fazer mais elegantes os v stidos Ue la e de seda
Outros de sndalo e sndalo e seda', para me- a 32o rs. a vaia.
mot^ de madeira e papel, nbra barata. | Superiores saias bordadas de linho, camisas e camisinhas bordadas e lencl de
Caaroices de fitas, ditas de bonitas e modernas cambraia bardada para senhoras, ricas toalhss borda Jas com muito gosto, e lindos vos-
traacas para vestidos tuarios para baptisados com o respectivo enxoval.
A Aguia Branca reeebeu nuvamote um bello | Las co.n listra^ de seda de varias c'-es a qoe ha de melhor.
Chapeos brancos de castor e ricos chapeos de sol inglezrs para homem.
Malas de diversos tmanhos para via^ens.
Panos finos e casen iras pretas e de cores e outras muitas fazeudas que se ven-
de m baratissimo.
Este estabelecimento contina a receber as melhores.
Esteiras e alcatifas para salas,
11Hua do UsaelsLaadaii
sortimei.todaqoellas apreriatas guarnieres de fi-
tas; assim como oatras de lindas e modernas Irn-!
fas. Os apreciadores do bora comparecam na loja!
da Aguia Branca a ra do Queimado n. 8. I
Fioissiiuas oeias de fio de Escossia para criancas.
Vendem-se na rna do Queimado loja da Aguia !
Branca o. 8, oude tambem ha oatras muitas de al- j
godo par.i eriancas de 3 a 12 raezes.
Mu liir.s Invas de lii de Escossia c seda, para ho-
meHs e senhoras.
A Aguia Rranca a ra dn Queimadu n. 8, reov ,
beu um boa sirlimento de finas Iuv3s de fio de Es-''
costia e seda, Brancas e de cores, bordadas e lisas,'
tanlo para h jm-ns como para senhoras ; quem as!
preteo \r e dirijir-se a dita loja da Aguia Brauca, (
conhscera que em tal genero uo se euennira me |
lhor, e lalve oeiu mesmo igual em alguma oulra
parte.
Bequif: s tironeo; ou tranci-i'in- r>apa-Gna.
A Aguia Branct acaba de receber um novo e
bello sortimeato dessas to procaradas trancinhas
papa-fioa, com diversc e agradaveis mold-s,e co-
mo sempre a Aguia Branca a ra do Queimado n.
8 continua 3 vender harato.
Gollinhas e punhos, manguitos e gol'inhas, obras
modernas e de gosto.
A Agola Branca acha-so recentemente prvida
de booius gnllinhas e puolios bordados, manguitos
e gollinhas tambera bordad, s, e tudo do melhor
gost. e allima moda, teodn as gollinhas e punhos
mullos, a enfeitados com Otas enfiadas, e algumas
peqaeo^s para meniois. Os pregos apejar de com-
motlos variara com as differeotes qualidados das
obras. Os preteudentes comparecam na loja da
Aguia Braoca a rna do Queimado n. 8 que serao
servidos a contento.
Eo-tremeias bordados em pecas grandes.
A Aguia Brauca a ra do Queimado n. 8 est
vendendo bonitos ntremelos bordados era pecas
grandes de 12 tiras, e pelo baratissimo preco de
2|5o00 cada peca. A grande eitracgao qu elles
tam tido coiifirmam os diversos flns para qae ser-
vem, asim pois convm qae a boa reguezia da
Aguia Branca aprovelie essa boa e barata faieoda.
Vede-se um bom piano de mesa de jaca-
randa em perfelto estado : na ma da Camboa do
Carmo n. 20.
DE

EPR4
GRAKDE BAZAR
ra Nova n. 20 e 22
Machinas pa-a costura do autor Wheele'
AWilson, <*egadas ltimamente da Am-
rica; as qoaes pode cozer-se com don
pespontos, toda e qualquer fazenda, emb*'
iahar, frangir, bordar e marcar roupa; toV
com perfeicao. S5o Uo simples, que oon>
prehende-se fcilmente a maneira do trab-
lno e a pessoa tendo pratica de coser em ma-
rhioas^ pode fazer por dia o servico que b
ciam 30 costareiras.
Chama-se este estabelecimento a attei-
Co do publico, visto que elle se acha con>
pletamene sortido de objectos de gostt.
como beta leques de madreperola e de sai
dalo, fivelas, fitas para cinto, colees perft.
maria e etc,
Na ra nova n. 20 e 22. Carneiro Vtai.
na &C. ^^.
Vi-dj'-jt por prege commodo ama machina
nova a vapor, portad!, de torca ie seis cavados e
de perfeiu eoostroeiji com toda ferrngem preefw
para maer varias macninas de algodo ooootro
qoalqu*f mistar, ;e bara assim orna prensa ameri-
cana de enfardar algodo, de systema moderno, e
de mana for$a e a'gun* toosU proprios para depo
sito?. A ver o trawr na fabriea da travesea do Ca
rieca o. 2, caefc rfo Ramos.
3^800
Vende-se f.irinha de mandioca pelo barato pre>0
a anonnciado: roa da Madre de Deas a. S.
POR
AUCWSTE C?AH
Pharmaceutico pela escola de Paris e successor nesta cidade
DE
Aristide Saisset e J. Suhi
22.------Roa da Crnz------22.
Tratamento puramente vegatal sem mercurio, iodo, ouro, nem ootro qualqne
mineral.
Verdadeiro purifleador do sangue sem azougue.
Especial para a cora de todas as molestias que tem sua origem oa impureza de
sangue, como sejam as molestias boubaticas, syphiliticas, escrophulosas, darthrosas, quer
venham ellas por bereditariedade, quer sejam adqueridas pelo contacto com pessoas in-
feccionadas dos diversos virus que contaminara o sangue e os humores.
A carota um remedio prodigioso, 'usado desde remotas oras pelos indici
do Brasil, e passando sen uso de geraco em geraco, hoje um dos remedios mais co-
nhecidoscomo propno para combater as molestias mais hediondas, entrando nesse oume.
ro a oaonpha ou elepbantiases, para cujo curativo os nossos sertanejos considerara a
caroba como remedio especifico.
A muito tempo entrou a caroba nos formularios como preparaco magistral
sob a forma de electuario, ainda hoje lembrado as pharmacopas com o nome de seu
celebre autor Joao .ilves Carneiro : bSo ella portanto remedio novo nem desconhecido.
O ungento de caroba da mesma sorte preconisado desde tempos immerao-
riaes como o mais apropriado para o curativo das boubas e ulceras syphiliticas srdidas,
e ejjpregado com proveito depois de improScua applicacao de muitos outros agentes
therapeuticos enrgicos e denso quotidiano.
Muitos dos nossos mdicos de consideraco e entre elles o muito distincto praticc
e observador o Sr. Dr. Pedro d'Atbayde Lobo Moscoso, tem confirmado por meio de ex-
perieacias repetidas, o que diz a fama das benefieas propriedades da caroba no trata
ment das boubas, das diversas formas sob que a syphilis se apresenta e muito especial'
mente as que teem sua sede na pelle, e poderiamos relatar alguns casos de data muttn
moderna obsarvados pelo mesmo Sr. Dr. Moscozo em que a caroba produzio admiravei
efleitos, depois de inoteis e\prolongadas applicaces de salsaparrilha, mecurio, iodo, ou-
ro e eos preparados, etc., etc.
Nao era pnssivel que urna planta tao notavel por suas inappreciaveis virtudes es-
capaste a perspicacia e investigacoes dos mais abalisados praticos europeos, que se ap-
pheam com especialldade ao estudo e tratamento das molestias syphiliticas e herpejicaa
e para prova abi esi5o os Srs. Drs. Casenave, Schorfer, Ricord e outros dando as mai:
lisongeiras informacoes sobre as propriedades curativas da caroba e preconisando-a coav.
remedio poderossimo para o tratamento das erupcOes cutneas, seccas ou suppurativas
dartbros de todas a qualidade, ecemas, ulceras de diverras naturezas, tumores, osseas
e outras muitas molestias de natureza sypbitica ou boubatica.
Por ter^se generalisado muito o uso da essencia da caroba /(roe eu pre-
paro e pelas instancias de varios mdicos que desejam continuar em saaaobservacoes,
eliberei-me a ter prompta urna quantidade da mesma essencia, obtida sem a aeco do
ogo, para n3o prejudicar as propriedades medicamentosas; e d'ora em diante encon-
trar-se-ha na minha pharmacia sempre e em porco suffieieote para todos os pedidos a
SSENCIA CONCENTRADA De CAROBA, e o ungento da mesma plenta para que nun
fallera aos Srs. mdicos que quizerem experimentar to precioso agente medicinal. ,
Recife de Parnambuco, 17 de outubro de 1866.
A'JOCSTE Caors.
I t-f----------------_,,-------,------------
Erva mate. Aos agricultores
Na praca do Cor|>oSanto o.. 17, 1 andar, ba pa
ra vender erva mate muito nova. Cal de Lisboa
ltimamente ebegada, por preetf eommod*. '
-
Saunders Brathers & C. acapara de receber
de Liverpool vapores de forja de 3 a 4 cavados
coin todos os pertences, e root proprtos paM fate-
ipm pBVer macHnss de esoaroear algedao, po-
dendo cada vapor trabalharat com t&O serras,
lo multo =nnericr vende-se t*mb*a ,er,erc psra enfardar '0*" P"
CrSo n. 16 i> indar .|rD 1** 'erria em q08 V.!* ,r?b"b!r
do Pauhoo roa d* S\5 *><* imaes. Os meamos tambem tm a' vend
T0-' macabas ameri^oas de 38 a 40 serras.
0 prflteodent trijam-ia ao largo do Corpo-
Santo n. M.
Cabriolet
de 4 rodas e t cavallo muito s
para tratar n roa d?
ra ver-te na cchelra
~fa prenca d'algndli, roa di Apollo o. 1t>
vende se Cipas de s-ccos de afgod?.
i sortimento para escolher e por ,reco muito
mais barato do que em outra qualquer parte,
na loja e armazem do Pavao, ra da Impe-
ratriz n 6o, de Gama & Silva.
Fazendas para luto na loja do
Pavo
Vende-se setim da China com 6 palmos de
largura proprio para vestidos a 20 o covado,
lazinhas.pretas lisas, alpacas com listra brau-
ca a 10 o covado, cassas brancas com listras
pretas a 5oo rs. a vara, ditas pretas lisas e
com.s Ipicos vara a 56o rs. ditas francezas
com listras e ramagens vara a 8oo rs., me-
rino preto, alpacas e princezas, mais barato
do qae em outra qualquer parte, na loja do
Pavlo, ra da Imperatriz n. 6o, de fiama A
Silva.
PALITO'S DE PANNO A 6(5
Vendem-se palitos de panno preto saceos
a 6$, ditos sobrecasacos a lo5, calcas de ca-
semira preta a 6$ e 7& d ta muito Anas a
9(5 e 0i5, finissimos sobrecasac s de panno a
2o5 e 25)5, calcas de casemira de cor a 7(5 e
85, um grande sortimento de coletes de toda
a qualida 'e e outras mui as qualidades de
roupas qu se vendem mais barato do que
era outra qualquer parle, na loja e armazem
do Pavo, ma da Imperatriz n. 6o, de Ga-
ma & Silva.
CHALES A BENOITON A 53 E 6,5
Vendem-se os mais modernos chales a
Benoiton pelo barato preco de 5(5 e 6(5, di-
tos de merino liso a 355oo, ditos de crpon
a 7(5 e 85, ditos de merino com barra a 2(5
e 2|J5'o, m loja e armazem do Pavo, ra
da Imperatriz n. 6o, de Gama 4 Silva.
Pm wu a igOOO 1*280 e 1$500
Chegou para a loja do Pavao urna grande
porcao de nefa fazenda branca especialmen-
te para saias, tendo a largura a altura sufi-
ciente de urna saia com um bonito bordado
de um lado ou urna bonila ordem de pregas
de forma que com 3 I (2 varas se faz urna
saia de um s panno, e vende-se pelo barato
preco de ^&, I528o e l#5oo rs. a vara; na
loja e armazem do Pavao ra da Imperatriz
n. 6o de Gama & Silva.
As salas do PavSo a 3?500.
Veode-se orna grande porr,o das mais bonitas
saias braocas com lindas barras bordadas de co-
res, tendo 4 pannos cada urna, sendo fazenda in-
teirameQie moderna, pelo barato prego ds 3O''
cada urna sendo fazenda que sempio se vendeu
por oiuito m-iis dinheiro ; na loja e arnmem do
Pavo, na ra da Imp&ratriz u. 60, do Gama &
Silva.
CASAQUINH03 DO PAVO A 18$, 2o
255 E 300
Cbegaram o, mais modernos casaquinhos
ou jaquetas di> grs preto, ricamente enfei-
UJas sendo uos com cintura e outros soltos
conforme se usa ltimamente e vendem-se
pelosbaratos precos de 185,2o,5,25)5e 3oj5,
na loja e armazem do Pavao, ra da Impe-
ratriz n. 6o, de Gama & Silva.
Ho~ean(ique.
Veude-se sopericr moirti-aoiiqoe de cOr, com
algum toque de mofo, por preco moito barato, para
acabar: oa luja do Pavao, ra da Imperatriz n. 60,
de Cima & Silva.
Cambiabas a 30.
Vi'udera-se as mais modernas camisinhas com
manguitos tanto bordados como de pregoiobas com
elegantes pochos e bonitas abonadoras pelo bara-
to prc-i de \W> '00 ; oa loja e armazem do Pavo,
ra d Imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
P chicba eui ca&miras a 1#600 s o
htvo.
Vende-se una gradde porcao de casimiras supe-
riores enfestadfcs, sendo escuras e alegres preprias
para caigas, poL'tcts.culeies e roupas para meni-
nos pelo baralisfimo prego de l800 o covado ou
a 2800 o corte de cMca, grande peebinetla na
Ir.ja e armaaem do Pavo : ra da Impsralri n. 60,
de Gama* Silva.
Corplnhos.
Vende-se os mais moderaos corpiobos de cam-
braias branca transparente sendo ricamente borda
dos e enfeitados pot barato prego ; na loja e arma-
zem do Pav5o, ra da Imperatriz n. 60, le Gama &
Silva.
Alpaca tnoDstro com 5 palmos a 280.
S o Pavo.
Vende-se alpooas da qoadroasendo padros es-
euros proprios para vestidos leudo 5 palmos de
largura que facilita Uierse um vestidj al com
8 c>-vados^elo barato prego de 280 rs. o covado,
garantlndo se que fazenda qne val muito mais
diobelr", portanto pecbincha : o loja -
tem do Pavj.j ra da Imperatriz o 60,
i S'lva.
Poupeiinas para a.festa a 320 rs. o covado. Condecoracocs
Veude-se urna grande percho das mal; bonitas A bem connecida luja de jons de Mjro.ra &
ponpelinas trao'parentes coro palmlnbas bordadas Dmrte, a roa do Ga^ga n. 7, acaba de rebeber
a la oo quadrlobof a iaAUtio d fio de sed, pro- porcao.de hbitos a vfflclalatos da ordem da Ro,
prias para vestios palo baratissimo prego de. urna e hbitos da de Cbrlsio de dlflVrenvis taao*ei
pauca o cavado, e grande pecbincha : na loja e qoe vend> por precos mu ratoavaif. -ai *ssfl
armazem do Pavao ra da Impraxrlz n: 60, Uecoiuinua a ter como sempr^om co{Je ,orti
Gama & Silva. \ me, ftjoias do gosU.s;aiais modernos pira as
rmbralas e salpico. ,quaesconta cota o concurso de seos benf rre-
VendeB-ge as vardadeiras cambraias franceras.:te'f?- r.___________
branca, coro silpicos, leudo 8 1/ varas cada pe- Vende se um bonito boi feito o servir/, aom
ga, pelo baraliseimo prego de J300 a pega : na um carro de 4 roda e 8 de sabe1b*te : quera
Ijja do Pava-, ra da Imperatriz n. 60, de Gama pretender dirija se a roa da Pr >ia d. 3a, armaaem
& Silva. carne seccj. >
e
de
arma
Gama
prego de 5oo rs. o covado, ditas lisas escu-
ras e claras sendo todas de cores modernas
b 64o rs. o covado, ditas lavradas, as melho-
res e mais modernas oue teem vindo ao mer-
cado : sendo havana, lyrio, verde, azul e
outra cores, que imitem a seda, pelo barato
prego de 8oo rs. o covado, pecbincha : na I
loja e armazem do Pavao ra da Imperatriz'
n. 6o de Cama 4 Silva.
VESTIDOS DE FANTAZIA A 8(5ooo E
lo^looo RS.
Cbegaram os mais bonitos cortes de ves-
tidos de fantazia muitr. proprios para passeio '
e soires, por terem Iludas barras de seda
c vendem-se pelo barato preco de 85 e Io<5
cada um na lija do Pav5o ra dalraperalriz
n, 6o de Gama 4 Silva.
PANNOS PAPA CADEIRAS
Ven iem-se um grande sortimento de
pannos de ero h proprios para cadeiras,
sofs, cadeiras de balancos, para almofadas'
e para cobrir presentes, e vendem-se por
precos muito baratos, na lo a do Pavao, ra
da I: p;ratriz n 6o, de Gama S Silva.
Ves!ilos branco a S-iooo.
Chejaram os mais lindos cortes de cam-
braia branca transparente ricamente borda-
dos que se vendem pelo baratissimo prec/>
de 245ooo rs. na loja e armazem do Pavao
n. 6o de Gama i Silva.
Cassas de sima s er
a 240 rs. o covado.
Vendem-se superiores cassas de urna s cor,
tendu asnl, lyrlo, cor de rosa, roixo, etc., e ven-
dem-se pelo baratissimo prego de 240 rs. o co-
vado para acabar: na loja e armazem do Pavao,
ra da Imperatriz, n. 60, de Gama & Silva.
Precos vantajosos
n s miudezas do grande estabeleci-
mento i!e S >uza gor-s es k rmo.
Ra Nova n. 28.
Vendem em grossa e a retalho.
Linhasnovellos, rcuito superiores, brassortidas
a 2J20U e 2f?00.
Dita em nvelos, mais inferior a I5-50 e 15800
a dita.
Dita branca em caixas de SO nvelos a C40 tis
Dita para marcar, caitas de. 16 ditos a 2i0 rs.
Dita branca era ditas de 10 ditos grandes a 560.
Dita em carros de 100 lerrdas a 360 rs. a dujia-
Dita em Cirros de 200 jardas a liOQ a duna.
Dita em cartoes, branca e preta, a 160 i?, a dita.
Rozelas de cores era caixa. de dozia, a 13500 a
dita.
Grampas com cabega de vidro a 160 rs. a dita.
Agolneiros pintados a 210 rs. a duzia.
Be ide de mnedinhas acuradas e prateadas, para
punhos, a 13900 a duzia de pares.
Ditos de madreperola, para camis?, a SO") rs. a
groix.
Ditos de osso, para caiga, a 210 rs. a di.
Cixinbas com soldados de chumbo a 120 rs.
Rpelhus de moldura dourada a 1400 a duzia.
PentdS|de lago d^urado, para coco, a O rs. a
dinia.
Diios dt lagos Usos, para coco, a "JoOO a dozia.
Ditos d jurados, cem Qn-s, 23100 a duzia.
Ditus de bufali', multo bons para alisar, a SJ'SOO
- 23400 a dita.
Dedaes amarelos o prateadof, finos, a 210 rs. a
dita.
C-jIcheies era raixinha< a 610 rs. a dita.
Ditos em caites a 600, e 900 rs. a dita.
Pegas de fila para coz, larga, com 10 varas, a
00 rs. a pega.
Pitas de sJa o. 1 /j. pegas eom 8 vara-, a 260
rs. a dita.
Cidago branca para ceronlas a B6C rs a dotia
de pegas.
Las do todas as crts, para bardar, a >300 a
libra.
Phusphoros de cera, em caumbas, a 360 rs. a
dozia.
Ditos de pu encerado, sem ebeiro, a 360 rs. a
dozia de caixnbas.
Ditos de cera, em caixas grandes de folba, a
13100 a dozia.
Cartilfcas da D.iuirina Christaa a 320 rs.
Obreas de colla, em caisinhas, a 320 a 500 rs.
Sabonetes finos a 800V13 a duzia.
Facas e garphos cabo de osso, Uzeada boa, a
2^600 a dozia.
Ab,maduras finas para cotetes, cintos com five-
las de orystal, e multas oatras qualidades, paicel
ra* de coalas, penus com pedras para coques, en-
feites paracabrg, um, completo aormento de per
fumarias de todas as qualidaJrs, eolarinbos, can-
deeiros a gaz, ferragens de todas as qnalidades etc.
etc. i a ra Nova n. 18. _________
4455b-'
Vende se saceos com f-ijo rajado, d ra do
Codorniz o. li A.______________^______
VENDE-SE
Motores auteflcanos para doas eavalro.
Dito dito para qoatro caballos.
Macbmas para descarogar algodo de 14, ic.
18, 20 3o, 35 e 40 serras.
Predgas para enfardar algodo fazande os sae-
cdS com 6 palmos de comprimento com o peso d
150 e 200 libras, vindas ltimamente da Ameru:.
no armazem de Heury Forster & C, do ca ?
dro II n. 2 junto ao Gabinete Portuguez.
Atencao.
Foglo no dia 10 do correte, do etgenb Gr-
vala, da frtgoezia de Agua Preta, o emavo crio-
lo por nome Jos, cora os slgnaes segoiMes : eor
baslanle fula acabralbado, cabellos carapiebados,
com 30 aonos ;e idade pouco mais ou menos, al-
tor regular, cheio do corpo, com diverss pintas
tretas pelo rosto, penca ou neohoma baiba, boa
figura, levoo caiga e camisa de algodo azul e
mais ootra moda tambem de algodo de lisia e
urna camisa de algodo mesclado, rbapeo de bae-
ta pardo, levando cobertor de baeta tncaroado,
cujo escravo foi do Sr. Dr. Abtonio Hf crique de
Altteida, cojo ecravo natural da prcvinM'a ds
Parahiba, para onde seguio visto as infimacfies
ja obtjdas : por isso roga-se as autoridades poli-
ciaes e capites de campo a captura du OH" escra-
vo aonde o encontrar e leva-lo ao dito f-rgf-nboa
seo senbor Manoel de Barros Fraoc- e Mello oo
nesta cidade a Manoel Antonio Santiago Lt-sa roa
o Apollo o. 2?, que ser generosamente reccro-
pensado, eu mesmo qnem delle der uotjeia ciada.
Nos primeires dias do mez~de uUobr leste
anos fogio do engenho Bomfim, prepriedad- do
Sr. Silvano Antonio Gaiao, na fregne/ij do B re
Jardn), o escravo Damasio, pieto, de idade e 26
a 30 anoos, altura regalar, chelo do cor?, pone
nai La, rosto um pooco carnudo, olhr.s abutoados,
ps malfeilos, andar banzeiro, molerao t de falla
moderada : este escravo foi comprado jour dias
antes da fuga ao Sr. Joo Baibozado Reg e Siiva,
da rxesma fregoezia do Bem Jardim Recla-eqoe
elle se aprsente como voluntario da patria, pelo
que se previne as respectivas autoridad's : quem
:pcf;ar leve-o a seu senhor, no referido engenho,
qoe sera' recompeosado. Recite, 15 de nr.vtmbro
de 1867.
Ecra>os ingiri*
Fugio no dia 14 do corrente a escrav Maria,
preta, crloula, de meia idade, haixa p rbeiado
corpo, etem duas costuras na faces, lev. u vc>tido
saia de ganga aznl e chale amarillo: esta grava
foi comprada em leilo na cadtiu donde slata ba
muitos anr.os : rega-se, portanto, as au; ridades
piliciaes e capites de campo a apprererio da
dita eserava e levi-ta na ra dos Qo rt-s D. 6, ou
na ra Nova n. 49, que sern gratificados.
Atiendo
Fugio hentem de nolle (II h-ras pa
meia nolte) a eserava mula'a de Djroe
lsbel, de idad? 30 annos pocco aiis
)jg| o menos, estatura baixa, cabello aaue.l-
J]| lado, ie=ta pequea, nariz afilado, de.-.n-
jS dura psrfeita e dentes pequeos, muito
9 ladina, capaz de i Iludir a boa f das p s
__ jas que nj a conh ccrem para con-.
*g^ a-las de que Lrra. Esta eserava que
|_?j foi comprada em raaio do corrente -
t_- r,o portuguc-z Jo- Pedro morador no pa-
9 'en do Hospital, e qne fugio da casa r*
u actual senbor, o propietario do >u
g nho Poedj em S. Loorenjo da M lia,
capillo Francisco Joaquim da H iba
F.ilcao, ba Indicios de que eguio n
R-cifr, | ur-ue foi vista s 4 hora- rt .
r.'na de hoj na Pa.-sagem da M gd: -i; ,
' portanto provavel quo estela e la n
i" iade. PeJ-i-se aos Srs. capit -
i ampo, as autoridades policiaes e a qai
i|uor pess a qu? aprehender diid c-- -.:-,
niandar leva-la a seu senbor uo rtf-r o
eogenho ou a ra do Vigario n. 24, --
ir-ptorio, cujo porlador sera' beni er i,-
fio.do Ri-cife 16 de nevembro de 1867.
de gratificaco
a quem capturar o preto da Cosa de nome Jacir-
tho, Idade 38 auno-, estatura pouco rneu > de r
guiar, tem falta de deotes, bejn como toldos n;
rosto bem saliente.-, as pernas finas, ttc, fecio ea
29 d* setombro proxim passade, levando ''.i;J.
caiga e camisa branca, chapeo de copa baixa e i
abas peqaenas. A primeara vez que se evadi Ic
titulova se como forro de oago, e en prigava-sf
em servente de pedr-iro e em outrus l'dVuticos ,
roga-se, pots,as sutoridade? policiaes e a qna'iuft''
partTiilar a captura de dito-escravo, a ser eolr>
pne a sea senbor Joao da Silva Leile, ca ra cu
Cadeia do Raelfu a. 10, que sera' paga a g.a,Ufica-
go cima.
Esta' fgido desde o dia 24 du u:tz passado
o escr-vo Ignacio, era es sigoaes segnint?; idade
de 16 annos, cor preta relozeota, olbos ingeelados
de sangue, a perna direita cambaia, mas Uo poo-
co que s com attengo se distiogoe, estatura me-
dianna e talhe esbelto e delicado. Pre.-ume-se qoe
este moleque oceulta-se nesta cidade e seus subur-
bios ; quem o apprebeoder leveo a ro^ do Livra-
mento n. 6, que sera' gratificado.
100#000
Fugio no dia 25 do corrente mez de outubro, dt
png"nr-o Liraoeiro fregoezia da Escada, o escrav
cora os seguintes signaes : eabra fusco, alio coa
bora corpo e boo- figura, cara bexig sa, barb:
pouco serrada, costuma rapar o bigode ea peira
cabellos um tanto carapinhades, pooco cambis
tem os dedos grandes dos pos mais cotr.pridos..
om pouco gago, cora tlgomas cicatrizes velbas dt
chicote oas costas em urna pa' e em om bragr
vr-stindo camisa de algodo da mtta oa algodoxl-
niio, clga e paletot de brim pardo, chapeo de as-
ta preto, e lava vara de carreiroque e supp5e-s
ter ido assentar praga como voluntario : recom
meoda se as pessoas eocarregadas do recrotamen-
to e as aotoridad"S policiaes com especialldade ai
d) Rio Formoso, Una, Agua Preta, S. Bento e Por-
to Calvo e a outra qualquer pessoa a apprebensc
do dito escravo, e entrega-lo no dito engenho, qai
recebera' a graticago cima. O escravo chama
se Francisco.






I

t
Paga-ss bem.
Foglo em diaa do mes prximo pascado do poder
de Agostmho Jos de Oliveira, em Caruaru', o seo
escravo Rufino, mulato claro, idade 39 annos, seca
do corpo, pernas finas, olhos om tanto amortecidos,
nariz afilado, pooca barba, multo cortez e bem.(al-
lante, metti Jo a valente, gosta.de agurdente e le-
mu japona preta foi encontrado no dia 3 do cor-
rete n logar Batateira, em dtreccio a estrada d
(erro e suspeita-se qoe tenha ido offeracer-se como
vottantario para a guerra: roga-se pertaolcas auto-
ridades policiaes e capites de campo a aprehtosSc
do dito escravo, qae ser entregue a. seu senhorbo '
a Si-verlno Alves da Silva, m Tromb-'ta.
oOOOO de g atificaco.
Na nolle
Soas
ram doco laopeoes na roa da Palma e tres na roa'.
Ja Praia do Caldereiro, propriedada da etupreza de
illnminago a gai desta cidade. : A gratitlcagS -*
cima aera' dada a qualqner pessoa qu- d intor-
magao, qoe posta descubrir a punir c* aotow de .
taes abusos, assim como para o tutoo gratificar-
se-ha a lodo aqoelle que der parte de semelhautes
actos.
Escriptorio da empreza, roa do Imurador o. 31.
'ugioTl7 de isovembro corrente, do enge
nho Teixeira, om molatirAo de edr alaraojada, al-
to e seao, -cabfi pfqaeo. ro*10 Mido, leo
orna tcalha branca no rosto proveciente de orna
empica*m que soo*r--u, narn arrebitado e afilado,
tem orna cicatriz d'um Ulbo cima de oro elno,
caTbeta deformas qoe os joeltM raiaro pm n
obtro qaando anda, pernas floss, p= limpos, idade
16aanos: quem o appreheuder e trouxer ,no eo-
aenbo cima menci nado, sera' bem tndemnlsado
,elo proprietorlo do mesmo engetrtn iwisaesla
perteoc; o dHo mdlattribo.-
Na nolte de 20 do corrente mez, algn,as pes-
as mal intencionadas, premeditadamente destrat-
ara eioco laopeoes oa roa da Palma e tres ca roa .

Fglo de casa de soa enbora o preto Lua,
etloulo, baixu, erpo mel grosses nariz cba.to, ftl-
to de (Dates na frsnte, cero marcas de bexigas ce
rosto, pouca barba, tem o andar miado, i-orm
muiio I geiro : qaem o pegar leve-o a estrada dos
Atgj.ci-.Vj em casa da vWVa uoiritell ou oa praea
da kvt}e;peDdc-Bcia n. i, quesera' recompeasado.

I
_


8
Diario de Peraat>nco -- *era felra t de V>vebro de 1867.

LITTERaTURL____
instituto Ceographlco e Arebe-
<>o,;ico pernamoucaiK.
RuLAToRI-) DA COM.MISSA0 DE TRABAUIOS HIS-
TORIO -8 E ARCHE'(LGICOS SOBRE A EXTUMA-
Q< D S RESTOS MORTAES D? EXM. hVM^3
Alm (los meinbros da commisso, acha- los como aquellLque, no dizer do Evan-
va-se presente o reverendo prior, que me- geluo nao acreditava seno nrj qoe va ;
lhor mfbrmou sobre a exacta'localida le da'pedra angular d'esse-vasto edificio essen-
sepultura. Tambem se dignaran! ompare-'cialmente 'analytico, denominado sciencia
cer o juizde direito da comarca de 01ind;'da natorera, e que o movimento omtcir-
o Sr. Dr. Quintino Jos de Miranda, que comstancia inherente a materia, circums-
prestou commisso um importante auxi-tancia lgica, fatal, neci ia, |
liar; os nos^os dignos consocios Drs. Gerva- vida fra impossivel.
bispo desta diocE>se D. ra. FfiANOSG) de I sio Rodrigues CanTpello, e Cunha Figueiredo I Isto, qoe se nos ffigorj.^IjMO
uma, un, na sesso de U Do cbreme. Jnior, o Sr. major Jos Ignacio Xavier e moderno_ resoltado mediato dwjredjo-
. expr _
timidez e urna algaravia pouco intelligivel
lL_?m?: mante "^ de HoPe Que P*83 V^bsokl
nte junta mais bella cor da sa-
a ndijsima c6r adamantina e os
E' provavel.que, tendo morrido o fimo da mas variados relesos. Mr. Hope deu por
se desse pobre e deAerdado ente, dir.g.o- X..., coja pnme.ra lembrancai foi dar orna mante Qi
lhe a palavra com extrema bondade. qceixa perseguir a ama p2 a subslrtmcao. Esle diaman
O menino exprimase difficilmente ; su* de documentos de estado civil. phyra, urna
H
tbesouro de Dresde incerra um diaman-

para a senhora elegante, faziam com que ella ama, esta julgasse otil si guardar o filho de (elle 180:000$.
advintasse antes do que entendesse as res- lerte para que um dia, tornando-se hornera,; o tbesouro
postas da cri*oca. podesse ajuda-la, como Iimpador de cnami- te de cor verde-de-esmeralda qne pesa 8
Ella poude nao obstante perceber da alga- ns, gaobar dinaeiro. | grammas e 36 centigrammas.
ravia do pequeo limpador de chamins qu Nao tendo, porm, bavido quena, deve- rj principe de la Riccia possuia, em 1830,
elle tinha apenas 7 anuos; que viera p, se crer que M. de X.... preferio evitar oes- ani diamante roseo do peso de 3 grammas
por pequeas jornadas, de im aldeia sita- canda-lo, e que foi bastante ameagar a ac eo marquez de Dre um bastante volumoso
-if*!3!^?^^ dTpedTdTch^ de cbama-la os tribunaes para que' ella nao de urna indissima cor de rosa.
gicus.
lia fados do trasordous diversas; c que em luga.
jltimamente se tem develado a vossa com- A cinco ou seis psJ*08* P^ npicitamentc pa'ra ac- hornera que nao era seu pai; que seuspais reclamasse a crianca.
mis-o de trabalhos historeos e archeolo- e depois de retir d;s a carnadas de barro {^ca ^^XsSenhflco o seu ma- eram morios; que elle nao se (embrava de Quaoto ao pequeo limpador decham.ns, Emm Mr. Bapst possuia um diamante
terialismo atbeu. os ter visto, e qoe habitara sempre a Saboia, fui posto n'um collegio, onde sua mai podera que lmna a cor da agua de fumo, que se re-
Para elles era a substancia, o Deus-em com um homem, urna mulher e outros me- ir v-lo todos os dias, e onde em breve elle commendava pela sua originadade.
mchica de ludo o que creado, e a trans-! nios. | esquecer a algaravia, o pao secco, e as pan- Taes s3o 08 diamantes colloridos mais co-
formaco, essa lei providencial que assegura Era a primeira vez que o mandavam Pa- cadas. A ternura da mi completar a obra. heridos, os qnaes pode-se ajuntar o cele-
ao mondo a sua eterna jnventude e vitalida-' ris. Aprender o officio no caminho; quan-J Madama de X... feliz. Nao pensa n ou- j)re diamante Grito-Mogol, o mais volumoso
como effeito de do n3o trabalhava bem seu patro on compa-]tra cousa mais do que n'esse menino qne lhe dos diamantes lapidados, por que pesa 56
seno como urna' nheiro dava-lhe pancadas, porm poucas. E cahio doco.... ou pelo menos dos telhados. gr30jm9S
por isso atendemos deve-los classiQcar: 1 ali langadas em I8i6, ach >u-se uma carnada teni
edificios dearcheologia militar: 2oem fados de cal compata, que felizmente ento haviam
3 arcbeol gia religiosa; e 3o em fados de reputado o fundo da sepultura.
;*che iloia c'uil. Foi n'esla carnada, providencialmente ra-

mente das hollandezas; na segunda classe. caixo, das vestes pontificaes; e tambem
tjoibem grupamos os monumentos ou luga-,cruz procissional, e o annel pastoral.
res que foram, ou ainda s3o consagrados ao j Todos estes venerandos objectos foram re-
cul. religioso, ou devor;5o popular; na(colhidos pela commisslo com o devido res-
terceira ualmente classiQ amos todos os;peito; acondicionados e transportados sob as
moiiumentos su lugares, commemorativos de | vistas da comraiss5o ; e depois collocados em
fados histricos, ou industriaes, propna-
mente da ordem civil.
Segundo este systema, pretende a com-
njru oferecer-vos um circunstanciado re-
latorio, sobre a exploraclo e vartfioacSo de
cer.o lugares histricos para o que anda
trabalha, j4 procedendo a indaga^oes, j
visitando os proprics lugares, e j filial-
mente confrontando a topographia j aclual
,iu a> d-scripces escriptas, ba mais de
duzeotos annos.
liui quauto, porm, nao pode a commis-
sao ultimaras pesquizas,que tem empreben-
lido; e que, pode ser, daro em resultado
u.i.- systema racionado das operaces estrate-
gias da ultima luda hollandeza, int--nde a
mesma commisso apresentar-vos desde j o
resoltado de uma de suas p.?squizas, cujo cb-
j-cio da maior importancia ; e cujo resul-
tado foi coroado do mais grato successo.
A c immisso compraz-se em poder vir
apreseatar-vos os restos mortaes, e al-
guidas reliquias do terceiro bispo d'esta diq-
cese, o venerando D. Fr. Francisco de Li-
ih\ um dos mais illustres prelados, qoe,
em 3as do seculo XVI, leve a ordem carme-
llai :u, chamada da observancia.
Do um apontamanto manuscriplo, que
no :a peculio de materiaes histricos pos-
sue o qao agora tem a honra de dirigir-vos
.'. palavra, consta que o cadver do veneran-
do L). Ve. Francsco de Dima fra inhumado
em sepultura raza junto do altar, que havia
; casa d)capitulo do convento de Olinda.
Mis e--saespecie de verme, que tem m-
nadjotecto, e as paredes que em outro
lempo fexaram e abrigaram tantos frades
iliustres em saber e virtudes, j chegou at
o raio Jo edificio, em que eslava o capitulo ;
e soure a sepultura d) Ilustre bispo carme-
ilin i h.nia j uma carnada de entulho de
signos palmos.
Reinover este entulho, e proceder es-
cavaQio, maisou menos acertada na verda-
deira icalidade, nao era obstculo que n5o
se podesse superar; mas uma alta prele,
i dtssapromada, ameajava visivel perigo,
especialmente lirando-lhe essa carnada de
entulho, que lhe servia j agora como sa-
pota de apoio.
'ara augmentar o desanimo, acrescia a
i ; maclo pessoal do actual prior do con-
p-fD'o, que testificava ha^er elle proprio pro-
ce lido cm 1846 a u na exhumaco; e que
m de um pequeo osso do tamanho da co-
Vj de um sacerdoie, e de um pedazo da
estola, nada mais achara entre duas b3rri-
:,, de cal, que d'ahi havia t>rado.
Assim mesmo, a commisso n^o desani-
mo u diante d'esta serie de difficuldades, e
i:ietteu hombros empreza. O resultado
v-gio s .rprebender a nossa espectaliva, pois
na \erdade nao era para esperar ainda tantos
restos mortaes, oem re iquias to compro-
hativas da authenticidade d'esses mesmos
restos.
1) pois de alguns estudos previos daloca-
lidade e obtidaa licenca do respectivo prior,
a commisso dirigio-se no dia 28 do pasca-
do para as ruinas do convento do Carmo de
Olmda; e ah na casa do capitulo, deu prin-
ci, io C:cavacao por volta das II horas da
Hiauha; lendo-se j no dia antecedente pro-
cedido ao trabalho do desentulho.
uma caixa nova de folba, coja chave foi de
positada as mos do membro da commis-
so o Sr. padre-mestre Liuo do Munte Car-
mello Luna.
A' convite nosso, o Sr. Dr. Praxides Go-
mes de Souza Pitanga, dig ou-se com todo
o patriotismo e desinteresse fazer o exame
scientilico dos restos mortaes, declarando
por fim que, entre elles distinguiam-se uma
mandbula inferior esqueria completa, oulra
superior incompleta, parte dos temporaes
com os rchelos, parte de uma tibia, um pe-
daco do humero, cabera inferior do fmur,
um pedacodo pirineo, e diversos fragmen-
tos de muitus outros ossos dim utos.
Passando ao exame arcbeologico propia-
mente dito, achou a commisso, que, o an-
nel pastoral de ouro, e que parece da ouri-
veseria do Porto, pesava uma oitava do mes-
mo metal. Tem uma pedra branca facetada;
e no fundo ainda se v j decoaposta a lo-
Ibeta rocha que fiDgia-'a amethisia. O aro
estava um pouco araassado ; e ainda se con-
serva da mesma maneira.
A cruz procissional, e nao pastoral pro-
piamente dita, de Lta>. sem lavor, tendo
a liaste perpendicular palmo e meio, e a
transversal cerca de um palmo. Est muito
oeidada; e pesar urnas duas libras pouco
mais ou menos.
J passando ao estado de lusmus vegetal,
achou anda a conmisso duas reliquias di
madeira do caixo com a espessura de pouco
mais de polegada ; de largura urnas quatro
ou cinco, e de comprido palmo e meio.
Achou mais uns oito pregos com tres pq-
legadas de comprido, consiner ivelmente oci-
dados, e nma pequea peca tambem de fer-
ro, que parece ser a da lingueta da feicha-
dura do caixo.
Por ultimo achou alguns os de tela e
uma pequea reliquia dos sapalos.
Tal senbores, o resultado de nossa dili-
gencia a este respeito.
A commisso conclue por submetter
vossa apreciado e deliberado :
1.- Que depois de verificados os restos
mortzes e relquias que lhe dizem respeito,
se entreguem ao reverendo prior, que os
confioa ao nosso exame ; e que por interme-
dio do nosso secretario perpetuo, se Ibe
ajjradeca a condescendencia que se dignou
ter com a commisso.
. Que se communique o resultado d'esta
diligencia ao Exm. e Rvm. ordinario da dio-
anligo com o positivismo moderno.
Entre estas seitas cava-se um abumoio-
vadeavel
O materialismo renascido ha pouco em
Alemanha sob o influxo da escola physiolo-
gica inquire na materia e pela materia to
smente a origem da vida.
E'assim que Virchow busca na cellula,
Da materia rudimentar e quasi infinitissima
ossegredosda animalidade. E'assim que
LeiDig, ajudado apenas pelas nocoes chmi-
cas, pretende crear os productos orgnicos.
' assim que pela accJSo nica da materia
vemos uma pleiade de gelogos explicar as
transmudaces e revoloces, que a vida tel-
lurica ha soffrido no decurso dos seculos.
Este materialismo filiado nss tradic&es syn-
tbeticas do mundo aotigo nao o positivis-
mo, que os grandes genios da reoascenga, e
Descartes principalmente, souberam inaugu-
rar com tanto brilho e proveito para a scien-
cia.
O positivismo nao trata das causas prima-
rias e muito menos das causas finaos.
Restringindo-se analyse e comparaco
dos phenomenos homlogos, vai encadeaodo
as nocSes adquiridas, e feifo do mareante
prudente e cauteloso, nunca abandona o pru-
mo e a sonda, nem perde o norte no immen-
so mar do descoohecido.
Em sciencia o positivismo o nico sys-
tema possivel porque a mesma lgica em
aeco.
Os servicos que o positivismo est diutur-
namente prestando sciencia sao incalcu-
laveis e sobretodo admir-veis.
Tomemos como exemplo d'esta analyse
potente um descobrimeato recente, a pboto-
chimica, e vejamos como os factos se foram
cuncatenaBdo successivamente com ordem e
methedo I
Em 1770 de-cobrio Sebele, notavel chi-
mico sueco, que o cblorureto de prata, quan-
do exposto accao solar, tomava uma cor
violcea.
Que resultado podia ter este fado simpli-
cissimo!
E' sabido qoe as radiaces solares, bem
como as de qualquer corpo luminoso, com-
pem-se de infinitas vibrares sobrepostas
dotadas de propriedades distintas, e que
possivel isoiar por meio de um prisma.
(Continnar-se-ha.)
movimento i morava com elle ecom muitos outrosna
materialismo' prai;a Mauhert.
B
cese.
3.- Que aos Srs. tenente-coronel Manoel
Antonio dos Passos e Silva. Dr. Quintino Jo-
s de Miranda e Dr. Prxedes Gomes de
Soua Pitanga, se agradeca os bons servicos,
que por esta occasio prestaram commis-
so.
Tal o nosso voto ; resolvei-o como en-
lenderdes em vossa sabedoria epariotismo.
Kecife 21 de novembro de 1867 =F. M. Ra-
poso de Almeida, reator.Padre Lino do
Monte CarmeHo Luna.Salvador Henrique
de Albuquerque.
K3*
FOLHETIM
!\S AMOIES DE POETA
Revista SelentlOea.
Um dos preceitos fundamentaes da pili-
los iphia positivista, to apregoada h je na
sciencia pelos novos apostlos, to incredu-
POR
\). MARI4 V.4LII VAZ DE CARVALHO.
VI
(ContinoacSo do n. 269.)
Doblas horas ha uma su em cada existen-
era, para todos palpitante de enlevo, terna
Oivstei iusa e sagrada I...
Quem os visse voltar para casa, n um
passo cadenciado, unidos e felizes, emmo-
nanlo flores, conUodo as estrellas, sorrtndo
ambos ao influxo do mesmo sentimento,
acabando um a pbrase que ootro comecava,
rontentes de se entenderem t3o bem e de
poderem juntos desfolhar essa ephemera
rosa, que to raro se deixa colher na trra;
oem os visse assim, havia de segui-los por
f.rca com uo olhar de satisfcelo sincera I
\ ,i to bem aos nfelizes a vista da felicida-
fle estranha 1
A' este dia seguiram-se qaioze todos
iuaes. Bem certo o dictado que nos en-
cina, que os namorados teem um Deus
p G stavo tinha uma demanda no Porto,
que o obrigoo a partir, e deixou os dous
mants em completa liberdade de sa des-
pe lirem mil tozos antes de se separarem
umi s.
Jayme era cioso t tem tanta gra?a o ciu-
" E se c te roobassem ao ten Jayme,
filba ? pergontava elle s vezes com ancia
concentrada. ,
Nao b5o de roubar, meo amigo, ere
em mim que por toa causa bei de saber
ular. Mas para que bavemos de pensar
6T cousas o tristes; para que antecipar
Iteaipestades emqoanto azul o ceu.
__Tu has de cooquistar um grande no-
pie, o ut5o oingoem te resistir, nem meo
'pul Eu... tere (orea... diz-me o co-
aci' que tu has de ser grande meu poeU,
diz-me ainda mais qae todo a tua fronte
illumioada pelo genio I Nao te lembras.fi-
liit, da Natercia do nosso Cantes? Ea dir-
le-ei como e!'a:
t Volta com nome tal que tudo venca.
Que tristeza! para que te lembrou
Camoes ? E' mo agouro! Aquelles amo-
res tivenam fim to triste!...
Nao sejas louquinho, meu Jajme;
pois quem grande ha de ser por forca
desditoso? A ausencia olo existe seno
para os qoe sao debis na f. Longe! E'
possivel estares tu longe de mim ? Eraqaan-
to eu viva hei de sentir-te ao meu lado, sem
L'U POICO DE TBDO.
Os PEQiEJos SABOUNN09 Quarta-fiira
passada, conta o retir joutnai, madama de
X... onvioo grito gutheral e prolongado
qoe os limpadores de chamias do nos te*
Ihades quando se debruca sobre os con-
ductos das chamins. Ella ia deixar o ga-
binete onde se acha va para deixar os limpa-
dores trabalhareoa, quando aro sentimento
de curiosidade ajudado po* um pouco de
preguica dominou-a e f-la continuar fo-
Ibear uma revista.
Minutos depois ella foi sorprehendida pela
queda de um rapaa'mho negro que cabio pela
chamin, perto cl'ella, e" qua, logo que- poz
p em trra, fieando admirado de ver es
dourados e ricas pinturas do gabinete, rio-]
se mostrando dous fios de denles alvos oomo
o; de um preto.
Madama de X..., logo que voltou si da
admiraco que lhe causo essa ioexp8rada
apparico^sorrio tambembe, compadecendo.
Madama de X... interessou-se muito pe-
las respostas do menino ; de mais, ella tinha
motivos para isso I
Movida por um sentimento que, d'esta
vez, nao era capricho de grande dama, cha-
mou sua criada grave e mandou dar de al-
mo.ar ao limpador de chamins e orna moe-
da de 5 francos.
A' esse monstrinho negro 1 disse a
criada em ar desdenhoso.
Se achaes-lo muito preto, lava lo-he-
mos juntas; disse a senhora, dando assim
uma lico de curiosidade sua criada grave
Esta comprehendeu que era preciso satis-
fazer a sna ama, e disse logo, rindo-se for-
jadamente, que fazia lavar a crianca.
Na verdade, accrescentou ella, elle
to pequenioo que tem necessidade de que
o ajudem. E de mais, deve sir curioso de
ver o que sahir de debaixo d'essa espessa
carnada de sebo que o mascara de negro.
Ella leou a crianza e voltou pouco depois
com elle
A transformado foi quasi urna transfigu-
rarlo. Essa especie de aborto negro, essa
crianca eafumapada, tinhi-se transformado
em uma criaocioha rosada, de teicOes deli-
cadas, de fronte intelligente, e de cabellos
annellados e sedosos.
A camareira tinha tido o cuidado de amar-
rar-lhe ao pesclo um guardaoapo comprido
e branco, que deu-lhe ares de um pequeo
Elliaco,para que sua ama podesse aproxi-
mar-so d'elle, se por ventura tivesse a phan-
lasia de beija-lo.
Madama de X..., com effeito, attrabio-o
si, mais sbitamente deu um grito e des-
maiou.
Accudiram-na e deram-lbe saes- respi-
rar. Logo, pi-rm, qoe ella voltou asi, des-
pedio as criadas e icoo s com o seu ma-
rido.
Eis o que contam agora :
Madama de X... era viuva quando des-
poseo M. de X.... que era estrangeiro Ella
Uvera um filho de seu primeiro consorcio na
volta de uma viagem Italia, e entregra-o
aos cuidado de uma camponeza de Sabqia,
qne lhe indiciara em Turim, onde o menino
vio a luz,
J era passado um anno quando el)* co-
nbeceu M. de X-... Era mui simples con-
ftSar-rhe a existencia d'esse rilho. A joven
viuva n5o o fez, porm, por que convence-
ra-se, aps uma conversa que Uvera com M.
de X,.~ de que elle nao casara com viuva
que tivesse filhos ;. e ella j amava M. de X...
D'esse modo disse, de si para si, que con-
fessar-lhe-nia depois a existencia d'esse- fi
Iho e que far-se-hia perdo-.r por t-lo oc-
culto.
Certo da, porm, escreveram-lhe noli-
ciando a morte do menino e- remetteodo-ibe
as certido de obilo e de etiterramento. A
pobre rai soffreu' muito com esse terrivel
golpe, mas por tim o tempo, esse grande
consolador, apasiguou-lhe as dores.
Ora, madama de X.... vira na massa.ne-
gra dos-cabellos annelados do pequeo lim-
pador fe chamins uma madeixa completa-
mente branca, qpe, partiado do meio da
fronte, divida em duas, cetno uma raa na-
tural, acabeleirado menino.
Seu primeiro mando Uvera igual madeixa
de caballos braocos; e, si esse signal nao
fosse bastante para esclarecer a mi, uma se-
melhanca admiravei com seu primeiro ma-
rido tena acabado de convence-la.
Paiece que ella confessou todo >-M. de
O NL'MEIIO TRES E A GUERRA.L-Se nO
Rio-Grandense do Porto-Alegre :
3 annos tem durado a guerra actual.
< 3 pessoas reaes viram ao exercito.
3 naces alliaro-se para fazer a guer-
ra.
3 corpos do exercito se organisaram.
* 3 titulares commando os 3 corpos
brazileiros.
3 foram os pontos invadidos pelo ni-
migo: Rio-Grande, Mato-Grosso e Corrien-
tes.
3 generaes em ebefe tem tido o exer-
cilo brazleiro : Caxias, Polydoro e Osorio.
3 ministros tem dirigido os negocios
do Brazilalli do exercito.
3 figuras representou Curu?.na to
mada, na reconstrucejio, no armamento I
3 grandes divisoes tem a esquadra
brazileira.
3 pestes tem acommelido os exercitos
febre amarella, typho e cholera.
3 generaes t m morrido em campanha
Netto, Ciinabarro e Sampaio.
t 3 sao as tentativas de exterminio- dos
generae oriental e argentino.
3 sao as experiencias do balSo aeros-
ttico I
t 3 sao os nomes do presidente do pa-
raguay f
a 3 nomes tem o general Mitre.
3 tambem o general visconde de Por-
to-Alegre.
t 3 tem o baro do Berval.
3 nomes tem o general Flores
3 pontos foram tomados na provincia-
pelos Paraguayos.
3 presidentes tem tido esta provincia
durante a guerraB. V.G B. de M.
c 3 pontos tomados ao kumgo em seus
acampamentos, Passu da Patria, Curuz e
llha.
Com effeito este diamante aprsenla orna
cor rosea muito dissimulada.
Seu valor de mais de 4,800:0000.

Ilymno.

muito negro sem a mininao- verdura, sem-um
vislumbre s de luz.
Que havia de fazer el!a das horas? Es-
quecera-se do passado completamente; e
ainda que se lembrass d'elle, que tinha o
passado de commum om o futuro r Entre
as duas pocas cavra-se um abysmo.
A infeliz abri a janella, e foi encostar-se
no parapeito. Tinha fro, e smua-se inte-
riormente escaldada pela febre-,. embatia-se-
que baja obstculo ou distancia, que se op- Ibe l por dentro um tormenta nmM
Jouba a este milagre bendito do amor! El o co tinba tantas estrellas e a noute tanta
depois eu hei de ser tua, viva ou moda ; seren
se o meu corago nunca me euganou !
Era ella quem o confortava, vivifkando-
Ihe o animo extindo I As mulberes sio
sublimes quando amaml
Chegou emfim o dia destinado para a se-
parago dos dous amantes.
Jayme n5o pode estar s nem um instan-
te ao p de Maria.
A' noite, uma formosa noite de esto,
branda e calmosa, a familia conservou-se no
jardim at partida do poeta.
Tinham os dous trocado apenas algumas
phrases banaes; ambos padeciam muito
para se expandiren exteriormeote.
Isto de sermos obrigados a conversar em
assumptos frivolos oo indifferentes, quando
a garganta se nos aporta as contorsoes de
uma agona incomportavel, e no cerebro nos
redomoinha um enxame de pensamentos
crueis, dos mais acerbos sopplicios inven-
tados por esta sociedade engenhosa em
crear tratos ao p dos quaes as conhas e os
cavalletes da inquisipo seriam forcados a
confessar manifesta ioferioridade.
O adeus foi suflocado de lagrimas sofrea-
das i depois d'elle Maria oi refogiar-se no
seu quarto, longe de todo e de todos; as
grandes dores encerram em si uma dse de
colera.
A pobre creanca tinha presentir 'Mos io-
venciveis; parecia-lbe que a sua felicidade
ia desv.-n cer-se para sempre, que a sua ju
DfAMANrcs t.olloridos.Mr. Fremy apre
sentou academia das sciencias de Paris. c
nome de Mr. Halphem, om diamante do
peso de quatro grammas, sobre o qual ob-
servou-se um eurioso pbenomeoo.
Esse diamante de um* cor branca le-
vemente tinta de cinzento, e o que se
j cuama um diamante de pnmeiras-ssgundas
aguas.
Submettida acQo do calor, essa- pedra
tona um novo eoorido e apresenta uma cr
de rosa, que ello conserva durante oito dias
paradepos voltar cr primitiva.
A experiencia foi feita 5 vezes consecuti-
vas e deu sempre o mesmo resultado, de
onde se concluio que poda ser repetida in-
definidamente.
Fez-se experiencias sob?e outros diaman-
tes anlogos, por seu resultado idenli30.
Se a cr rosea fosse persistente, o- meio
seria excellente para augmentar o vaJor dos
diamantes de segundas aguas.
O diamante de Mr. Halphen vale 24:0005
no e>tado ordinario, e se oonservasse o col-
lorid. valeria 88!000#.
Os-diamantes colloridos-em eral sao me-
nos estimados que os Dcolores e limados,
mis isso pro>m sem duvida da ceqoeua
limpidez d'tssos cores.
Existem diamantes amarellos, verdes,
zoes encarnados, cmzsntosescuros-e total-
mente negros- Elles sao mais ou. menos
opacos, o que prejudica-soa belleza, por que
a opacidade impede que se observen os re-
flaxos que vem de soa. raassa interna e que
s chamaro, fogos- do diamante.
Um dos mais celebres diamantes- o da-
Entre o< bens que o mundo ostenta
Qual o bem qoe me seduz?
Quem da vida na tormenta
Meu batel aqui conduz?
Pelas trevas da vaidade.
N'um abysmo me despenno :
Eis estala a tempestade,
Ruge o mar, se afunda o lenho
Do naufragio entre os restos
Quem me off rece a salvado ?
Quem me atiende voz e aos gestos t
Quem me ergue pelam5o?
Tu, Jess, s tu. mea guia,
Meu constante pensameato '
Da bonanza surge o dia,
E me pes a salvamento!
Venha, embora, a tentaco
Que fascina e que seduz ;
Venha abrigo e salvaco
Em teu reino, oh mea Jess ?
Que me importa o atroz comba te-
Em que o mundo se desfaz?
J da mortfl no resgate
Jess den-me vida e paz!
Premio de estatistica.Mr. Chennapre--
seaiou, nao ha muito, e obteve o premio de
e3tatistca, fundado por Mt. Montyon.
academia das seiencias de Paris, um traba-
lho muito interessaote, no qual elle se oceu-
pa da guerra do Oriente.
Desse trabalho v-se que a goerra, esse
terrivel flagello da humanidade. que tantas
vidas e dinheiro casta s naces que nella
se envolvem, rouba muito mais filhos pa-
tria pelas enfermidades e privaces que a
acompanham, do que pelas consecuencias de
seas meios technicos.
Na1 guerra do Oriente o numero de mor-
tos no campo de batalha oi de menos de
t|13- dos modos em consoqueocia de mo-
lestias e de privaces.
Eis- em resumo um dos quadros de Mr.
Chenn:
serenidad* I
desencadeiassem bravios, era una diversa,
um signal de qu a natureza sympathisata
con o sea desespero r Maria sentio.desajos
de morrer 1
Abra o quarto da doazella para om jar-
dimziobo, qoe tinha uma varanda a debru
car-se sobre a estrada.
Momentos depois ,de Maria se ter aproxi-
mado janella, vio indistinctamente um vul-
to que sallava no jardim.
Oibos de mulher enamorada sio infalliveis.
Maria advinbra o seu amante no cautelto-
i-o embudado, que se aproxinava p ante p
do logar onde ella se achava, como se uma
secreta atrcelo lhe revellasse ali a sua pre-
senca
Jayme, porque de feito era elle, parou a
alguns passos, fixando os olhos oa vidraca
do quarto de Maria, emquanto esta se enco-
bria com as pregas da cortina para de fra
n5o ser vista.
0 corac5 j d'ella palpitava-lhe de pena e
de alegra. Desejava mais que a vida poder
despedir-se do seu querido poeta; preudia-
a comtudo a sua timidez de virgem pura.
Aquella scena soavissima adquira, pelos
encontrados sentimentos que fazia nascer no
peito da moga castellaa, a irritante delicia de
um prazer vedado.
A vida humana hoje absolutamente es-
tril de peripecias dramticas; e se s ve-
zes ba mundos de sonsacos desordenadas
de; mas estabelecendo mais pea* entre o
desejo e a suasaiisfacSoya aspiraco e a sua
reahdade, alangaram a esphera onde o espi-
lo se move, fortalecern as paites, crea-
ram u^a vida interior mil vezes mais agi-
tada, mais varia emals tempestuosa I
O contrade revigoaisa a iuU; e comfca-
do, apezar d'aqaella ambigo, que a enlwj-
auecia, Maria leve asimo de calar-se.
De repente chegou lhe os ouvidos- om
soluco,qce pareca sabir violeatameote doum
peito oppresso. Ella conhecia Jayme o bem
sabia que espontaaeidade de commoco era
a da soa alma, que mixto de forca varonil
e seosibilidade toda feanina e delicada
coostUuiam a feic5o mais saliente do seu ca-
rcter.
NTaquelle instante o pobre moco padeca
muito, e Maria, frgil tomo momer, e mais
frgil anda como amante, seatio vibrar ao
st>m d'aqueUe soluco todas as cordas do co-
rago j meio partidora pirum novinento
irreflectido e rpido, soltou un grito cono
s o saben soltar nulheresque anan, e ex-
clanou entre lagrinas:
Oh! tu cboravas, e eu estava aqui, e
sustinha-me nao s;i que hesitacSo l
Jyne correa para ella, ao ve-la toda
palpitante cono un passarinho assustado, a
debrugar-se no parapeito da janella, e nur-
nurou em voz baixa e enternecida :
Obrigado, obrigado Maria I Fez-me
bem a tua cunfiancXe o teu amor sobretudo.
Oh se ta soubesse. bem o que esta an-
gustia da separaco l
Se eu soubessel exclamou ella com
um olhar soberbo se eu soobesse !.. Pois
imagina que padece mais do que eu
Perdoa-me, filha, eu sei tudo 1 Conhe-
MOrtos Morios
no cam- por mo-
po de ba- lestia ou Total.
talba.. fe r-i men-
tes.
Franca. 10:240 85:3V> 95:613.
Inglaterra 2:7S5 1:427 22:18*
Piemonte. 12 2:182 2:194
Turqua . 10:000 25:00- 3^:000
Russiu... 30:000 600:0 0- 630:000
53:007 731 884 984:9!
Mirem-se coste espetho os que criticam
dos nossos boepitaes nos campos do sul.
|
eu, que ta. ficasses. seno feliz, pelo menos linnocentinha, o qae s3o os amores d'essas
"Jiilj- ZL. cA mtnh/aimaw Slbas da trra! Tempestades quesodeixam
resignada em quanto s- a minba alma se es
loreesse Da flageUagao. intensa da saudade t
Loo ura 1 acudi com vivacidade Maria.
N5o me entendes, j. vejo ; po o|ba Jaym
sabe o Gu que amor eu te consagro e com
tudo s-eu soubesse qoe tu ias feliz, sem este
cruciante espioho da saudade-que a amaos
dilacera, pondo os olhos no futuro sem ama
vista vida e-chorosa, para nosso Edn per-
did> em vez de me rejubilar pela toa feli-
cidade* sentira o mais cruel dos desesperos.
O amor assim f Egosmo sublimado da dous
eates. Nao Ibe peca abnegaco absoluta,
se tas desse, era incompleto! Ha mais pai-
xo na tyranaia de um ciuae implacaveL que
na mais confiante das indulgencias.
Tu disseste-me um da, ha j, multo
tempo, que o teu amor era fogo... abra-
sava t... Foi isso o que me attrabin 1
Olba, sabes tu uma loucura minha ?
Invejei sempre a sorte de Desdomona ;
aquello amor de Othello, devastador e tem-
pestuoso furaco do deserto, que passa des-
truindo e vergando tudo quanto flor, pro-
metteu-me sempre nao sei que voluptuosi-
dade ignota. S exigente, sofreg e domi-
nador ; maada-me que chore, que chore
muito, para teres de me pagar em ventura
cada lagrima. E' o cu que tu me promettes,
e eo fico-me enievada em mydicos arreba-
taneDtos espera d'elle I Padecer por U
Meu Deus! ha coisa porque eu te possa
pertencer nais conpletanente ?
Mara! Maria 1 Murnurava o mancebo
em voz quasi ex linda.
E a viraco passa va amorosa e te pida,
roubando perfumes aos cabellos sollos da
donzella.e a loa envolvia-os a ambos em bran-
Tempestades qc
cancasso 1 Phillros violentos, qpe embr'iagam,
mas qae no fim entorpeceml Sensacoes, que
teem ao cabo um vacuo impossivel de pre-
encher 1 A existencia inteira de cada uma
d*e)las nao val um s dos teas olhares d'aojo t
E tu es mulher t Mais mulher ainda do
qne ellas 1 Mulher com a& suas santas deli-
cadesas o a sua deliciosa tyrannia I ... Mu-
lher, que tambem sabes, enlouquecer-me em
desejos impossiveis I e fazer seymillar aos.
meus olhos todas as divinas promessas da
paixo I: Amo-te 1 amo-te l quizera poder
morrer para til.......................
E elki solucava delirante.
Oh I nao te lembras j que vaes dei-
xar-me, e que os aCfagos celestes da tea voz
fazem padecer mil vezes o supplicio immen-
so de Tntalo! O'meu oasis de sonoras e
harmonas, teoho qae deixar-te pelos exten-
sos areaes do deserto t........%.......
Jayme, eu toobo as vezes uma idea borrivel!
uma idea que seria capaz de matar-me, se
eu podesse cr-la! Se tu me deixasses t...
Se outra mulher podesse roubar te minba
ternura.........
Calla-te... Calla-te... Nao me obrigoes
a raugar-me comgo,minha louca adoravell,.
co-te quanto "a om homem dado conhecer dascaricias, e as arvores aacod^iam a rama
um, Jo.... Mas tu ficas... e eu rou sozi- ii^rego^deiroiwiMeolOD^im!
ventude esperancadae feliz, expira va n'aquel- dentro d'alma, surgem e extmguem-se nos
la noute de martyrio sem fim! | recnditos recessos onde o olhar inquisiaqr
Quera chorar e os olhos nlo lhe espre- dos homens n3o pode penetrar,
miam uma lagrima ; seotia como om desejo As conences assentes. as leis eslabete-
de correr, correr muito, at cahir exaogoe das, a frn e construego da machina que
de cancasso e adormecer, perdendo a cons- se chama sociedade, roubaram vida exte-
cienciadasuadesdiUl... rior, pela montona combinago dos seus
Se olhava o faturo, va todo triste, triste e engenho?, o raovimento,a ac?ao e a varteaa-
nho lutar com um mundo ego'fta e fri I...
para ti affa-se mais na dr o tepido ninho
da familia, e eu nao teoho j ninguem na
trra e minha misso ir subverter-ine tai-
vez n'esse ocano de paixes mesquinhas I
On I n3o me queixo, porque a minha craz
mais psada! Se ms fosse possivel a esco-
ma, para ti quizera eu as rosas e para mim
os espinho'}, para ti os risos e as glorias,
para mim as lagrimas e as hamilhaces!
Hoje mesmo, o'esta hora em que ambos!
<


Mea bello poeta d'olhos negros 1 como
eu te amo! que gloria tenbo em ti II... As
vezes, nos meas devaneos de innocente, eo
pedia Deas sonsacos fortes e ignoradas !
Deus ouviu-me l o tea olhar queima-me 1
quando elle me affag* com os seas hmidos
ardores, sioto-me estremecer e corar sem
saber como I........ .
Mioha virgem de lnguido sornso
Como doce o teu amor! Oiba, filha, ea ja
tenho provado muitos tragos, na taca
E o dialogo conlinuou apaixonado, arden-
te, idealisado por deliciosos cambiantes de
melancola t
Era a meiga scena de Sbakspeare tantas
vezes repetida, e nunca asss de orada para
quem tem amor e mocidade... que sio os
doos thesouros do pobre, e as daas felici-
dades do opulento.
Emquanto no intimo alr do nosso espi-
rito vertem perfumes essas duas urnas de
oiro, nao inclinemos a fronte dolorida soltan-
do tangentes lamentaces!.............
E' triste a vida, mas tem momentos bel-
los!
(C#fiiniiar-ie-*a.)
- Hoje mesmo, n'esta hora em que ambos tenho |provado ^y ^ "typ. 00 WAmo-RA 6a3 ItZEsTiT
mergnlham remondas de amargara,prefem existencia! Se tu soaoosses, rampa pomu.
\\
-


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