Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:11428


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Full Text
ANNO XLIII. NUMERO 271.
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Por seis (/iiis ii/^(u.; 1
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Per nevo di ios idea...
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*mM**$mM>k FEIRA 25 DE NOVEMBBO DE 1867.
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Per tres metes idiaoudos......
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9wsnm& m naiRaa & imiz*** -ma paiDpaawAairoa.
6-5751
18*500
26*250
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E. AUUS DA SlUSCRiPCAO.
tvDa, o Sr. Amonio Alex^nannu ae Lima-
ala!, 9 Sr. An'.ODio Marqoe&da Silva; Arac.it) ,
r. \. de temos traga; Ceura, o Sr. Joaquii
s Je "livoira ; Para, os Srs. Gerardo Antonio
Alves & Filhes ; Amazims, o Sr. Jeroqym da
; A1: g(.ys,o SSr. Frao'iLoTav.'ires da GflSJs-
: bis, o Sr. Jos Martina Alves: Bio de Janoiro,
cr Jos Rustro (siisnrjbo.
P-.rT'lM u.'S 'Af'Kr^S.
Ond, Cabo, Escada e estsgoes da vis terrea at
Agua Prela, lodosos das.
Iguarass e Goyanoa as seguadas e sextas tetras.
Santo Auto, Gravat.-, tezerros, Bonito, Garuar,
AltiuDo, Garanhuns, uique, S. Uonto, Boa Coa-
saino, Aguas Redas e Tacaran!, as tergas-fairas.
Pao d'-Mho, axaretn, Lnnoairo, Orejo, Pesqnelra,
h-gatnira, Flores, Villa Relia, Cabru, Boa-Vi*-
ta, Ooneury.Salgueiro a Ex, oas quarla;, fairas
I Seriohao.fii, Rio Formoso, Taraaodar, Una, Bar I rrlmaira vara do eivui: lergas e seslas ao mei-oj
reros, Agda Prota e Ptmenteiras, oas quintas! dia.
feras. f Sexuada vara do el val : qaartas e sabbades al
AUDENCrAS DOS TRIBUNAES DA CAPITAL.
Tribunal do cotamercio : seg indas e quintas
Ralaiao : tercas e saca tos s i) horas.
Fazenda : quintas s 10 oras.
Julzo do comraarao : segundas as (i horas.
Oito le orobos : tercas o sextas s 10 horas.
J i irra da tarde.
'ephemerides DO MEZ DE novesbro.
i Quarto cresc. as II h. e 35 m. da m.
II La cheia as 10 h. e 17 tu. ds t.
IS (Juarto mine, as 2 h. 14 ro. da t.
La nova as h. e 19 m. d m.
DAS DA SEMANA.
85 S^nnrti. S. enharina v. m., S. Merrurir m.
2b Terga. S. P^ilro Alexandnno b. ro.
2? Quero. S. Margarina dt Sabcia v., S. Acacio m
"8 (J'i'Ola. S. Jae b da Mina f. S. Sosllienes b.
29 S'X'a. 8. Saiurnino ui, S Iiaroioaia v.
30 Sbbado. S. Andr ap.. S. Trotino n.
I Dovogo. 8 N iiit.im prof., S. Eluy b.

PREAMAR DE BOA.
Prirneira as 1 oras o 18 m. d.i ?3?d
Seguna as i horas e 42 rainitos da myihaA.
P.VTDA D< S VAPOfES COsTEIROS.
Para o sul aio AWgoea a 14 e 30; para o cork
ti a Granja a 15 e 30 do cada r?.zi\ pira Fj-
Dando noe das 14 dos a>"ies Janeiro, marco, taait
I |mbo, i'.tftrohro e nofembro.
MfiTE FFICiAL
re-
!!,ej!iIm%i)io app'OYid pir d'crito do gevern
imperial d< i3d' junh e l^fil pira a as-
s.iiafao biMsiifira de seguro mutuo sobre a
vil', deno i loada Protectora das Familias
gerida pele lanr i Rural e Hvpothecario do Rio
de J itiro.
CAPITULO t
/'i /ormnrao, fm. tntt--r0o t iwaeod a$-
socta^n.
Art. I. O bsoco Rural o Ih-potlwr.orlo do Rio de
.Uoflro, ciropeienteaipote ui irisado plo ov-roj
; operi.il, Incorporara', por ifonta s com os capiues
las pessoas qv se siijjita em ns r .nii^Sis do pre-
;:'Ot r<'iiuuni"0i<>. una aociacr> d^ .eguro rao-
:j sobre a vida, deuuminada Protectora das l'"i-
...illas.
1*0 capitana da associaga cam em tudo
sligadua dos do banc <, ksslin c uno os capitaos do
:. .n-o nao n; r irii para a a-siciago.
^ 2* A eerenri* da aSOBue*o st-ra* exercid.
por pm da direcioria do naneo, po' um iospacior
$ irai, e fl^calisdda por urna comm.s>ao d< s as*o-
idos : a creagao e aitnnu'go-s do lospecior se-
ul e da commisso flseal aduote serio regulada*.
\it. 2. A aiciac.o do sjrnr i momo sonro a
vida |Hio p r tlrn uoico a crenfo de capitues e
ihl s pids mpios e sobre as Oases .jUb ueste
guunvnto a esu'pularo.
t mu s le sera' n* lera' (Hragi-ncias dentro o fra do itnpru.
Art. 3* A asociagio sera' m-tallad. dopois que
u ri-gojioent fr approvado por d.-creto do go-
.eroo imperial e logo que se achem inscriptos ceD
j s ciados.
^ 1" As soas operagSes comegaro se.'SenU das
j.p os de punlicado e regetrade esto legulamenlo
- i carta Imperial qoe o aporovar.
2. A sua durago sera' ocneota anuos, con-
i-ios do da em quo uvereo cmico a snas ope-
; no oa fruia oo paragr-ph-i auiec^deot-1.
g 3 E.-le praio podera' er prorogado, uu a as-
>euco dissolvida, por delibracSo da soa assem-|
t.a t-ral, expre^sameole convocada narae^.-e Oro
i i* Ouliberadaa prjrogagio.Sliciiar-se-ha im-
r.; uiaroi-ote a approvaco do governo imperial,
vn conformidade da duutnua do arl. ;9G do cdigo
Lommerelal.
t o." D-libenda a dissoluQo, comegara logo a
liquida gao.
CAPITULO 11.
Fon ia assmnoao, su is operufies e ba$e$ deltas.
Art. 4*0 iu a qua a asSiCiagio ^e prouoe
i. 2.) facilitar a 1*1*3 as yessois, era dis
;.:; i o ia cltss-1, que a na qmiereai pert-uc-r, a
, oi!iuiiOes (eius por uuja so vez, ou por annui-
dades.
Ait. 5. O oiinimo da cocirbuigao uaica sera
04, o 1a annual lu.
.Vi. 6. as couiriDuieois sero coovertida un-
cunela em apoUces da divida publica oacioual d
j *i., no qUrt lambem se couverleio os seu< uros.
<)> capitaes assim progre.-->ivaraente augmenta-
Jo; a heranga rauna de rapitaes e do reudirai-uti
i. lies, por fdilecuneolos de segurados; as acqul-
ocoes, por oominisMj e eveotua^s, e as mullas, de
4 ib aduoie ? iraiara', cjusiiiu;-ra o fundo divlsi-
el da as^uciago.
Art. 7.' Os contratos de seguro viogam e pro-
uem o lira que o cent iboiole leve em visi.i, n>
iso de b uvivencia do segurado, e pdein faz-ir-
e debaiio de qualqurr das s^guinles condignos
1.* Cum risco de perda do capital e lucros; i>to
5 coiu a coodigco de nada receber da associagao o
j.;.ietteiado, se o respectivo segurado fallecer den-
t.i do praio do contrato.
* Cora risco do perda do capital ^ ; Isto o,
.ora a condigo de s6 recebr o beontKiado, na
poea da liquidago, os lucros correspondiles ao
lempo por que o sbu c.nirato vigorar ; isio e, at
aiorrer o segurado, perdendo lodo o capiul eu
3. Com risco de perda dos lucros, apenas; isto
, com a coudigo de que, morreodo o segurado, o
iwnetl -lado s recebera', ua poca da liquidagao, o
tilut das entradas elldduad-is.
Art. 8. O indidividuo que se inscreve na a*so-
clae>i para aer o contrato de segurado, chamase
O mjiv do (onlindividoos), em cuio beoencra o
conirinuiuto fat o contrato de seguro, cnaua se
i.mfictwlo.
O coutnbolnte pode tambem fater o contrato de
separo eui sbu propri < b-neQcio.
Todo o contrato de seguro asseota sobre a vida
de um individuo, a quera se chama jfauruiio.
O contnbuinte pJe lambem er segralo ;
porque pude faier o seguro sobreaso propri
vida, como lo le faze-lo sonre a do.beoeflciado e
jinda sobre a terceira pessoa, que livremeuie pede-
r escolaer.
Art. 9. A nica entidade que nao pode ser
uii-niuida em toda a duragao do contrato da segu-
ro o HKorado.
i I.* O contribuate que, por fallecimento ou
ouira causa, nao sil >ter as oouidades e outros
deveres a qua se obngou pelo contrato, pode st r
suosutuldo por qualquer pessoa, mesmo pelo be-
noticiado.
3 1* O beneficiado podera ser substituido, a
vouiada do couiribuiute, um qualquer apoca da da
ragao do contrato ; mas nunca a' vontade de quem
substituir, por qualquer das causas Je que trata
o 3 i.* Jeste artigo, o primitivo contribuale, fon-
dador do beoecio.
3 No caso de snbstituigao pelo beoellciado
fai-sa-ba a comptenle apostilla oa apolice do se-
guro ; ma, anda sem apostilla, a ubstituigao
cntn exeepgo do primera, cajo comego sera' op-
portunamente aouuociado.
capitulo iii
Un clas$i/icagaed) eimtratn dt tequro e d% for-
mugo das suciedades.
Art. 15. 0> couiratos de saguro dividem-sa em
ditas elasses.
A I* classe pert incem os qne lem por flm a cre-
ag > de cipitaes.
A 2* ca-*e tertancom o? que tem por ti n a
cr-"r.o de rendas.
2* Os beoiflmlis dos contra!,,* 1e 2' clai:8 les para faier-se a par, nio oh.Unte que pir ellarana cima inirnel,
devero apn-sjntar esses documentos tolos osan- se bom qm se resol vana algn-nts q-ms 5 Qo<. repblica arg-*nilni, nh i di! sobre as que aflec- manho, de variaj rres com comprldos pr.ho*cl-
3o Estes documentos, qoe se io de entregar
na .-ele da asso-.ugii, -6 sero admitirlos devida-
in-nii legalisados, a livres da tola e qualquer das-
tara era c inomnoj ato lisos aliUdos.
O peior qiH le, se Isto fizando so prevalecer
as op:ni-"3 ani-'s enlitidaa d* qm levraos f zar
pe, e dentro do prazo de qoiiri njae do ultirao a pau com o Paragnay, da qwilquer to, porque
da oe cada coolrat >; sendo ciovenrante envial-os sera' mssi alindo na guern qi |a' provocara cora
dos logares lougqins em duplcala, epor'liasdi- o Brasil, com antes a provocaran! co.n o Para-
ferectes, p^ra prBVrior os extravio-. jgu*v-
Ser reputados f-i|>cido<, para as IiioidagSes,; D^-de que Looez nos conceda o que pede a re
A. 16. Os contratos de seguro, qaer da I" quer o< separados coja existencia nao fr a-sim prova-
da i' classe, ser > folios dbuxo de qoalquer
tre* C(0'ligo-s expresas no art. 7o, e, por
das
Isto.
itil'J *- -**-- ->- ------------w -.------
era* admiitida, quaodo eoosiguada em testameot >
oa -scrlptura publica.
Art. 10 O contnbuinte pode dar ao beneficiado
o nir-iito pleno do contrato de seguro qua em seu
fao* lusiuuir, ou cooeader-lbe smeote o oso-
frocta, reservaodo a posse plena para o berdeiro
i> raesoso beoeticiado, por ella cootribuinte lodi
jado, ira, alada, reservaodo-o para terceira.
Art. ti. As cuuttibaigdes, ou entradas de fu-
ios devero ser feit.s aa Ihesooraria do banco
rara! a bypo hecano, em qualquer das segoiotas
';po -,a: da 10 a 30 de |unno, da 10 a 30 de se-
'ombro, ou da 20 a 31 d dezambro de cada aooo.
Art. 12. As contnbaigdes qne a associagao re-
o jber oo decarso de qaalqaer aaoo social, a que
nao vio logo fater parte do fondo de alguraas das
ijciedales da qa traU o capitulo 3*. por nio lar
o cootribuinte optado pela facaldada qua Ihe coa-
qede u artigo segoioie (13), eotraram em epata
correte no banco roral a oypolbacano al 31 da
duzembro proxiraameot futuro, veocaodo a asso
ciagao a Milo de acqaisigo eveoioal, o premio
,iua o banco pagar palos seos depsitos.
Aru 13- O* cotribuiotes qoe qulzerem razar
parto da associagio no masmo aooo em qae o ella
se iiwc overa, devetn oagar sobre a contribuigao,
sa elU for uoica, ou sobre a pnmaira aoouldada,
ara por ceato ao me: desde o principio do aooo
social, a a-iquirirem assim dirsito a partilha dos
juro da sowedade a que periencem des la o prin-
cipio do aooo social, a partilha das barangas.
acqaisicSas mullas qae se veriflearera da data
da eotrada aa associagio, at ao Oo dos respec-
tivos contratos.
Arl ti Os quinquenoios do eoropromi?so social,
para as respectivas UqoldagSes, sarao sefflore
complatos a comecarem oo da Janeiro segoiflle
ae aaoo em qae se Bxer a iirimeira coctMbaigao,
diq lugar a formago de tras sociedades, em.cada
ci"s?, distiQcus pelas condiges era que ->e ba-
seara.
Art. 17. Formara pirte le una mesraa sodada-
de 111 s os cuoiribuiutes da me^raa classe, cujos
Contratos f >rera fallos debaixo da mesraa con li-
gio. Eita< s icieda les tlcaro ab-nas para accei-
lar conirinulutes ao de Janeiro do anao an-
terior a sua l-quidagao, para as*im facultar a ad
missia de cjolrai-tjs por um ou mais
(Arts. 13, 14 a 18).
CAPITULO IV.
Da durnrao, termo ou cesvico, e caducidaie ios
contratos de tegMf.
Arl. 18. O' cuuirataules de -eguro Sobre vida
poderlo ser fallos u'e-oa associagao por um al 23
mn..3. (Arts. 13, lie 17).
An. 19. Tolo o eontrat de seguro por mais de
um quiuijueuuio podara! ser rescni li11 pelo con-
inbuinie uo lira de qualquer quinHUeuuio, que
ello para ess d n designar no acti de se mscrover
na ..-i-ociac", e que devero enastar da sua apo-
lice, retii'ando eolio, todo on parte do capiul e
lucros liquidados.
Ari. 20. Pira approveilar a facoldade que Ihe
da' j ad. 19, devera' o c atribuala avisar a as-o-
ciago tres mezes antes de expirar o qcioqueoaio
em que quer liquidar se; all', o modo liquidado ;
passara' ao quiuqueunio scguinie.
1* Por :io. ta do segurado.
V P^r se vencer o seu prazo, ou pela c raclu-
sao voi/Qtana facultada ueo arl. 19, preeocOido
o d-v./r rnposto no arl. 20.
| 1". No i ca-o o eontribuinte de anauidades
fica livre das que tmba arada a fater, pojteriores a
morta do segurado ; raas tica sujeito, asira como
o contribuiute, que fez a sua entrada de fundos
por urna id vez, a ura dos segrales onus :
A perda de lodas as entradas, que uver feto e
do? lucros cjrre-pood--ntes, se o seu c ratraio foi
feilo cora risco de perda de capital a lucros; isto
p, nos taros da 1" Condigao do art. 7*.
A perda das entra las rallsadas, se o seu con-
trato foi l-uo s co n risco de perda do capital .
Isto nos ierra >s da i" condigo do art. 7*.
A perda e todos os l.xros que lbe podessem
pertencer, se osagoro fot feto s com nsco.de par-
da dos lucros; isto nos termos da 3* contigo
do mesmo arl 7*.
i'. 0< capitaes e lucros assim perdidos rever-
terao am proveilo dos contratos, cajos segurados
existirem.
S 3". No 2.* caso, em que o seguro cessa, o be-
noticiado entra oo gota da liquidago, qua o coo-
tribuinte uver -.comido.
Atl. 21 Os seguros cadocam por falta do p-
gaiuento da qualquer das aonuidade-1, alera de
um anuo do prazo em que deviam ser verificada*.
(Juico. A caduci lade declara-se ao termiuar o
rano d qoe Nz menguo e>le artigo.
Art. 23. A pena de caducidade a perda para o
r>eii-0.':iajo de lodos os lucros do seguro ; reslan-
do-me tao smente, oa poca da liquilago do seu
contrato, dirrito ao capit.il entrado, se a asso lem-
po viver o segurado.
Art. ti. O contribuiole qne. s dentro do anno
le respiro, de qua falla o arl. 22, fi'er o pagamen-
to airazado, pagar mais, sobre a annuidida devida,
5 00 por cada trimestre, completo ou nao, para
asHu) gauoar o seu beneficiado o diraito de ser
equiparado oa liquidago aos dos contribuimos
pontones.
Uoico. E-los pagamentos de anauidades em
air qualquer que seja o logar designado oo 5* do
art. 26 para a reahsar.
capitulo v
Da apolice do seguro e de outros documentos.
Art. 25. A entrada oa associagao e os deveras
a que o contrato dd seguro obriga os interessados
n'eil-s, contarao de orna dupla apolice assigaada
pelo coolribuinle e pelo chefe da reparltgao dos
seguros.
Art. 26. A apolice devora' eooter :
t. O numero da ordem.
2.* O noma, appaiitdb, domicilio e naiuralidade
do contnbuinte.
3.* O nome e appellido do segurado, e o lugar e
data do seu oascimealo.
V* O noma, appel.ido, domicilio e oataralidade
do beneficiado.
5.* O valor da eootribuigao feita oa a fazer, e se
for (or anauidades, o numero e valor dellas e a
poca ou pocas, e lagares em qua devero ser
realisadas.
6.* O objecto, condlgoas, tempe e termo do coa-
trato.
7.* A poea oo pocas de liquidagio.
8.* A ludicacao dos documentos qae devero
apreseolar-se para jostiQcago dos direitos do bene-
ficiado aos lacros da associagio.
9.* A data e assigoalura do contrlbuiote e do
chele da reparlicao dos seguros e a rubrica do
inspector ge!al.
10. Finalmente, a apolice teri impresso, oo sea
verso, o prosete regaiamento.
Art 27. Peroida oa inatilisada a apolice, o lote
ressado podera reqaisitar a expedlgao de oolra, oa
q jal se declarar, qae esta aouulla complntamenle
a perdida oo lauttlisada? As despezas, oeste caso,
correr per cuota do ioteressadn.
Art. 28. As duplcalas das plices devero fiar
em um registro, e ne las ae tara a competente da-
clarago, quaodo sa livor expedido a triplcala de
qoe rasa o artigo cima (27).
Ari. 29. O cootnbuiuie obrigado a entregar,
deoiro do praso da sais metes do sea contrato, a
eertido da idade do segurado, e na falta dalle
outro documento aotoeotico qoe a prove. Esle
documento Acara archivado at a liquidac.no do
contrato
| |. Ma falta deste documento o gegoraie sera
cousidarado, para a liquidagio, no estado menos
vaotajo-o; isto aa idade em qae ba menos riseo
de moita.
| 1* Qaalqaer ioetactidao n is docomeotos oo
oas daciaragdes rv lat vas a idade do segan do, cu 11
flm, alteraodo as eoadigdes do contrato, teja preju-
dicar aos dema-s interessadoa, importara a perda
d todos oa itreilos aos lacros sociaes.
| 3* ObaoeQciado a respeito de cu jo contrato
se uver dado a tana pnnivel palo J t* desle artigo,
recebera na poea da 8qui lage, aa eatio for vivo
o segurado, ap-nus o eapiial da entrada, alada qoe
tolas as oatraa eoadigtes do seguro lenbao sido
bam desempebarJas.
Arl. 30 Para tu ver direito aos lacros do seguro
preciso pruvar, por certidio, a exwleocia do
segurado a masa ooale do da 31 de detembro do
tono -m qae trminou o respectivo contrato on
eertido da bito dalla, posterior aquella poca e
hora, vi-la como oesta caso ja tmba adquirido o
direito em qneslio.
I 1.a 1(0*1 doeioeato deverio apresanttr todos
os heaeiciados oas pocas das soas liquidabas,
designadas oas afiolicaa, amia que nao reltrem da
assoclajio ncm o capital, acto os lacros.
publica arei-otina, dave lazer-sa oimeBapa
mmpa-se, di^em, a allnnga ron o tfrisil; enten-
damos-no? com o Paraguay e preparemj aos pra
a guerra com o imperio.
Debemos saopdr q-ia as h8; proaostas por Lo-
ppz Sejara disent las pelos lidos para sa accordar
sobre aque lm c:i|a ac:eitg.io le'e exijlr se. E
Os termos e prazos pruUtos para jumfic*-' er ) governo qm tal iceordo p -ssivel, desde
arenos dos ben-Q-.iados soperemplonos; qdborft>l da sui poltica a^onselba quo se atrai-
e por I-so re-uila, para us que o* oaj curaonrera, coa os afilados, q je ge o< deixe a s< na guerra e
a perda de t idos o* seus direitos em favor dos' se procurara oovis j|iiauas co tra ene ?
seus consocios, sera que ej. oecassano notitlcac^o I O que vae. su idder co o as ideas insensatas que,
annos.ipr'ia aic o da q-ja se i na apolice (art. 2 8o.) cora a solidaria la la moral dogivernosa estao
6* No ca* de marte d s benedcialos os seus propalando, qm os alindo* nao chegsra a enten
! hor leiros, ou os qoe o datera ser nos beneficios do der-se e que antes de ohagar-sa a' paz dm Lraoz,
respeclivo contrato, se baoilitaio legalraente co- tor-mus cora-gado pelo rompira-olo dialiiaogin-
mo tae<, deveado fazer represeolar-sa por um s candnos erapenhsdjs a* gueria, era vez de fa-
e mesmo procurador, para este rec-ber da asso-. zerraos a todo o trraie urna pa. qua seria oppro-
da dentro do praZi) marcado-
i" As cedides de vida, oo da bitos, a era
g-ral todos os documentos viudos de paz asirao-
geiro, davrtrio ser visados pelos coasules OU vlft- 1
cnsules brasileiro*, onde os h raver, a na su fal-
ta pelos mos, que as leis facultara.
3
gao dos
ciagao o que ao fallec lo neaeclado perteucia.
capitulo vi.
Da converso dos cnpitaes.
Arl. 31. As somatas entradas uu bsneo Rural e
Hypoihecano pelas operag as dessa associagao sa-
rao convertidas, dentro dd 15 das, era aooliees da
aivida publica nacional de 6'/.. e a verba las s
sociedades a que pertencerem.
Art. 32. Igual conver.-ose far tolos os semes-
tres com o producto d is juros receidos das ows-
uias apolices, e dentro de igual prazo; averbanlo-
so lugo as aponces, em qoe alies se couverterem,
s respectivas sociedades.
Paragrapho uoico. A acquisigo de aoolices far-
sa ba sempre por iatermedi de orretor, eeoo
'.Olas as formalidades da lei, devendo anda lo
corretor ser acorapanhada de certificado da cota-
gao do da, passado pela jama dos corretores
An. 33. As apohees assim adquiridas sao ir. a-
lieuaveis at, a epoena da liquidago dos respa al-
vos cratratos, a em nenbum caso responden por
qualquer reclaraago contra os imeressados, ou
contra o bauco.
P.iragrapio ooico. Fica salva a dlsposigo do
cdigo couiraercul, nos casos de fallencia, quanlo
a peu>o uver sido instituida a beoeficio do pro-
pno coutribuinle, oa a sua sub^Muigo oeste ca:o
se uver verificado dentro da pocha era que as
faiteadas coraegam a prodo.ir os seus etTeitos.
Arl. 34. As guarnas que nao cnegarera a per-
fazer o valor do urna apolice da divida punlica na-
c mal entrao em coma crrente no banco Kural
e H/putnecari, que por tilas pagara' o premio a'
que recebar diubeiro.
CAPITULO VII.
Da diviso dos lucros.
Art. 35. Fmdos o cuuiraius proeeder-se-ha a'
sua iiquuiagao oo principio do anuo segrale, e lo-
go que est-jara recebnlos do go'oroo o* juras das
apuees que coustuoirem o fundo da associagao,
ii.-v.-uio estar-lerrama ia a 30 ue jonno, acorn-
gaudo imraediatatneule depois da dt^lribuigo dus
ijuraiids, recebeodo o-" benaliciados o que loes to-
cir cora relago aos seus contratos, em aplleos de
6 */ l'eio seu val ir n ramal, o que nesses ttulos
coune', a as fra^gss era dinheiro correspoodeule
au prego que as m-j-mas apolices ttverem no mer-
cado.
Paragrapho nico. Para satisfazer aos beneficia-
dos em dinheiro as fraegos de aplleos correspon-
dee-i aos seus quiunde>, a associagao proceder'
a' venda das que forem para esse flm aecessana,
cura as ms>raas formalidadas cora que fez acquisi-
gao dellas oo acto da couverso, (arl. 32, paragra-
pho nico.)
Art. 36. Antes de Iludir o priraeiro quioqueoio
da associagao, oo se tara' a primeira liquiuago
dos central js de prirneira classe.
Arl. 37. Os contratos de 2* classe, isto os que
tem por um a creago da rendas, hquidar-se-bao
annualmente, para, preeocbda a disposigo do |
2 do arl. 30, se eotregarem os lucros ao respee
tivos beneficiados, ou rendelros, lambem annaal-
raente, ou nos pratos que os contribuimos uvero n
estiplalo, nunca menores de um anno.
O^ lucros assim entregues, sero levados a seu
deb ti, na liquidago final dos mesaus contratos.
Arl. 30. A partiina dos lucros de cada sociedi-
de sera' faita pala regra de corapauhia, de modo
que u quraoio de cada beneficiado seja directa-
mente pruporciooal ao producto dos seguintes fac-
tores : o valor da eootribuigao, o risco de morte do
segurado, e a duracao do cootrato.
Art. 39. O risco de morte sera' calculado pela
tabella da morlalidada de Monlferrand, qua fax
parta do prsenlo regalamanto.
Art 0. Osquiobes liquidados, e nao reclama-
dos palo beneficiado, os seus berdeiro*, conservar-
se-bao depositados, por sua coota e risco, ao ban-
co Kural a Hypotneeario, que Oca constitu lo pro
curador dos intrrassados, para receber do governo
os juros das apolices que compozerem taes qui-
onod-, al qoe se|am entregues a quem da di eito
per leugam, e para quem vencer o oeste caso o ju-
ro que o bauco pagar palo dinheiro quo receber a
premio.
(Continuar-se-ha.)
briosa.
A traigo on o oporobrio, tal o dilomraa era
que nos colloca a groptgaali que coranatera '8.
Ao governo nacional incuraoe ver qoe proced
manto ciovem-lna adornar em fa-a dos perigos
que crea o seu orgoni iraprensa, orgo tanto
mais autonsalo, quann o e iSmbera do givernu
da provincia de Buenos-Ayr-s.
(yacim Argentina).
PERNftnBUCQ
des ou suDiis f-rri, cora o corpu elegsnieraente
estirado de zoa braocas e pretal, ou da ora era-
zeoin Ignal, com o oomemosiic.osa de gu-je-
nos qoe zuera era redor d i Individuo, o cercara
por iodos os lados e o atormentara com tanta per-
tinacia ao ponto da trern grande perigo a dig-
nidule a de fazer n-iufraitar comiil-taroeote a pa-
ci-ucia, a prulencia a indnitis virtudes, que ca-
mraha n a paisa do andante modralo.
Ao lado do rio ti :m *s costas do grande 'ha-
co, ciff-rcenlo orna O resta virgera e de aspecto
seivag-m e quasi irapen-travel, a quem a nda nao
vt-io aqu ou visitn ah os n issoe boaqoas cura a
sua desordenada fecundidarte, e cmmiranhada ve-'
getago, oo p.de destes lugares fazur a m or'
idea.
De ver era quindo costumam apparerer as I
suas margens ah oermanac rra por aluumas I
horas, grupos de Indios de differentes tribus; e1
oolros com g-neros ou productis namrae-, tas|
Como pallas de aniraaes, tintas, etc., ele para com-1
merciarem com p vos civiiigados visinhns, que iro-
eara-os por objetos maaoraeiarados e aguard-me
que eiles preferera ao proprio dinheiro. So mais
feos e men >s p^rfeitos que ns nossos; e es-
lio n'um estado de verdadeira compaixo, porque e ,r(1< 'nJlciae^d"e"palentlropeVlo*r,
* REVISTA DIARIR
Temos o resultado dos tollegios de Donito, Ca-
ruar e Garanhuns, pertenceoles ao 4" districto
eleilorai, nos quaes obuvrara votos :
Dr. Jas Guirana....:... I8r.
Dr. Cao lido Martin*..... 18')
Dr. Maxiraiano Macnado.. 186
Dr. Araurim.............. 13
Dr. Vicente Jaosen....... 183
Dr. Eoaram radas......... 183
Do 5 districto apenas temos o resultado do col-
legto de C'rabres, note oblivorain votos :
Dr. J. G. Biceliar...... 40
Vitarlo Francisco Pedro.. 40
Hr. Jo i Mo gol r:)...... 40
Vigaria Burgos.......... 40
Dr Tiburtioo........... 40
Vigario Manuel Lope,.... 40
O novo presidente de Sergipe o Eira. Sr. Dr.
Aotooio de Anu i Aragii Buico, loraou coma da
administrago a 8 de ouiunru ultimo, e acha se na
chefatura de noticia interinamente o Sr. Dr. Can-
did) Augn to.Pereira Fraoco.
O novo adramiiradur fez reoniao d is comraan-
dantes superiores a roraraandantes de coros da
guarda nacional, aflra de promover a orgao'gio da
forras para a caraoaoua do Paraguay : e consta
que igual r-orn i t-na logar no dia iramediato Jo
agentes policiaes cora idntico tira.
U ex presideoie Dr. Silva Maraes relirra-se
para a Baha oo da 30 da o nebro.
O Club Pernambucuno solemaisa o aoiiver-
sario da sua mstallacao uo dia 1 de dezemoro pr-
ximo, com um bailo espieudido.
As ferias das escolas primarias de ambos os
sexos abraogem o espago soraoute de t do de-
zetubru a 6 do Janeiro, seguudo declarajio da di
rectora geral da instrucgio publica, conforme cora
o disposto no arl. 75 da le n. 369.
Fizerau acto na faculdade de direito no dia
23, os Srs. seguiotes:
5* anuo.
Eduardo Augusto do Aguiar Bello, plenamente.
Autooio Augusto Pereira do Maltes, idera.
Firminu Gomes da Silveira, uem.
Lista dos estodantes de fraocez, chamados a
exorne oo d 20 do correte :
Plenamente....... 10
Simplemente..... 2
fLista
EXTERIOR.
A traici* e a paz.
Por oais prevenido qae contra os esteja o ac-
tual gabinete ou-amos esperar que hade acnar jus-
to a siocero o qaa vamos expeader.
E' paolico o porfolio accordo que exista entre as
pessoas do governo nacional com as do governo da
provincia de Bnenos-Ayre*, como lambem sabido
que o orgio de amos a Trstuna.
Nao ba boje quem duvide qua as opimo is daste
peridico sao as das passoas Indicadas: e arada
-mando nao l*os*e isto exacto nio possivsl negtr-
se, ser esta a opioio garal.
Ora bao : leaba-se em meato o effeito qae pro-
dutem na repubii a os artlgos dos peridicos do
Brasil, que mi sao officiaes, apetar dai declara-
g5es em eootrario fius por aquello governo e
juigna-se do effeito qua vio prodanr os artigas da
Tribuna Conseolldos e autorizados polo governo
argentino, quando ellas cooldo Ideas e assamplos
gravas.
Sa o governo oio da' a entender de algum modo
qae suas ideas nao sao nao podem ser as do sea
rgao, cia seros pangos para a pat qae seo da-
vida desej i, porque ao inidareo-se as negociacSes
e antes d coosegulr se o que se tem em vista, essa
orgio comega por Introdanr o alarma e a descon-
flauga entra os adiados, o qae por corle, nio o
mam de coosolidar a pat.
Lea o governo com atleugio o artigo qae publica
a TrioMna antas de boolem e diga se com seoe-
Ibaate ideas posiivel a pat.
Nao dora rastraremos as centrad cgdes da Tribu
na qae toado coaesanado o tratado de aliiaaga e
os protocolos, applaadiado o protesto do Per, re
connace boje qoe sio boas as basas comidas na-
quHles mesaos coaveaios, porm doremos chamar
a atteago do pait e do governo para o projeclo
inexoiicavel qne se trata de levar adiaole.
A Trina Total 12
dos estndaotes da geometra chamados
a exame oo da 20 do correte :
Plenamente...... 10
Sirapiesinente.... 1
Reprovado....... 1
Total 12
Do exame d sultoo serem approvados com disitocgo os -*rs.
Antonio Victoriano da S-lva Lopes e Maaoel L iti-
reogo Jos da Crot; e approvadqs os Srs. Prdro
Celestino de Mello Los e Odilon Coelbo da Silva.
Ue Corr en es escrevem nos em data de 10 de
outobro ultimo:
t Fazem boje qaatro dias quo chaguei de volta
da viagem a esquadra eoconragada em frente meia
legua de H imada", o S-baslopol doParaguay.no
qoal os habitant- s po tola soa coofitoga e os aos-
sus almirantes sua dasconfiaoga.
c Neste ponto a margeno osquerda do rio dobra-
se am semicrculo, apresalando ama excedente
posigo para o |ofo da artilhana.
Datrat esta ama pequea liba que pertence
ao Chaco, na qual se acha aoc irada em auno van
ujosa posico a esquadra, para dirigir os seas tiros
sem qoe o immigo ihe poss respostar.
As fortifleagdes sao mudo ridiculas e oo po-
dem fater ama seria resistencia.
Quasi todos os caohoes esto sobre terraple-
nos paraliolipipedos susieotados por tabeas e tron-
ces de earoaobeira, que deviam ja' ter cabido se
os tiros qaa se Ibes team mandado (osseoa aprovel-
tados e mais bem dirigidos, a da mesma sorte voa-
do pelos ares as poocas batorias eobert i, a que
dio o nome de -casa-mata, feltas de lijlo e se-
gundo os ioteiiigeates fora ioteiramento das leis
elementares da arte militar.
t Tem algnmas miseraveis casas a urna igreja
con*traidas do ladrubo, que parecem fo mar urna
aldea em que viviara as familias dos sida los, as
quaes prineipiaram a retirar se logo que comeg.a
O b-orabardelo.
a Todos es jes edificios qae ja' deviam tambem
estar derrabados, ae os projectls qae se Ibes
lera dirigido fossem bea preparado, ao apreses-
tam outros estragos qaa aigaos rombos.
< Vi manas bombas coafuudrera os seus es-
tampidos com os dos in-irteiros por arrobaatarem
ao raasmo lempo; ouiras em pequeas distaocias
por cima los navios oais oa vaoguarda, nio dal-
lando com isso de terera jt' damolficado a oossa
propria gente; oniras eatureo seo estoorarem por
quo as espoletas nao ardarara a deste modo tarara
sido muito poocas as cootadas aproveitadas a do
tiros bem dirigidos; e indagando a eaasa soube
qae era porque j vinham mal preparadas de la-
bralo io pyrotaenoie > da corte.
i Do ao a antro lado do rio esta' orna gressa
eadeu, faoH de ser cortada, para a esqoadra poder
no cima sabir, por Isso qae oio tem estaca lase
era aprsenla objtaculos da natureza daquelles
qne encontrou n alolrznte Farragut no ataque de
Nova Orieaos, qae, aio obstante, soube sapera-los.
f lutarrompo os dataibes dos combates para pes-
iar a des:ripyi.' da Tla|em.
nao leern a ra-nor mosira d nvilisaco o nem ou
tro-, hbitos que os da desuna oaloreta,e nao
podem ser pengosos por causa de sua propria im-
potencia.
Aflra de raelhor conhece-los, eu a os mus
comoanbeiros de viagem, assim quo saltana >s on
cnaco para pdennos em'urcir para a es |uadra,
tratamo* de visita-Ios na propria aldeia e an ver-'
n >s exclaraarara era Imgua guarantipini I
(Iii- qu-r dizerBonito I__e d visamos uos seus
semblantes signaos de indivisivel alegra, morraenie
as enancas.
* Conversamos com o r-iciqup, quo o chefe, a
o medico, o qnnl acabara de aopliear n'nraa fracta
ra da penna de ura dos comoaoneiros um apuara*
ir.o era que pedagos de tabocas nortadas applicadas
*obre a parte e nti finara as vezes de lalas, e uaas
de cooros de ataduras, e assegorou-n.is que e~tva
indo muito bara feii>, e nao norria penga. T-rabera
lie e-tava duente cora hooaute e pedio que ihe
is*emos medicamentos. D.'in is-lho o sulfato do
magnesia, qie tomau Sara faer a cara mais fel.
t Acabava da parir urna das rauheres do ca-
ciqoe, a qual eslava n'um lugar sem outro abri-
go ao lempo qua urnas painas uesstadas a algn-
mas varas do lado qu eslava agoutando o vento,
liona unido ao pedo o flihinho amda por se lavar,
e s ra outra roa O a quo ura p*l g) de palle d ma-
caco, que o envolvia a man -ira de cueiro. Nos pa-
r-e.r.i a principio um bicho de oeva especie nao
classificado ain la pelos toologlstas.
Do acampamento nao tora apparecido outra
noticia dapois do irao rante corabais de 3 do cor-
rela, em que os Paraguayos perdurara muita gao-
lo o fu rara bem aeossados, como julgo que ja dove
tor aludo.
i O estado sanitario do exercilo faoravl ; a
ao d-isso qae os do Cerni vio se eochendo de um
mudo espantoso.
sane-sa qne n i.erruo nao e lugar *.nuorr, e
oara os s-ns h.i*p1es sao to numerosos e vmta-
lusos como os de Corrientes, para terera hoja 900
doantes, raudo mais qne estos, qiund) s o de Sa
lid-'rs, que tora caoacidade para 3,000, actualmente
o seu lotal de 600.
c A capacid.adn dos ho, qnando
roml i, para 6"0 uoentps, e logo que o total hoje
existente muitu maior, dova-se concluir quo o
sarvigo na i pola ser nrao feui a era regular, a
infelizmente assim esta' acootecendo, e p->r i-so
esto muios loitos cora dous lenlos, a algunas
-.arretas farendo as v.-zt s de enfermaras I
t O negocio da paz leu n'uma fturfa pirvrau'iyj.
com) eu havia ja previst i n'uraa das monas cartas
que Ihe dirig; e quanlo ao rorapimeoto d'allianga,
stiento aos interesses recprocos que exigiera entre
o Brasil a osla repblica, cu julgo esse acto im
ortica el, a a propisuo pas>o a transorever'ha
ura periodo d'um artigo, alias bem escriptn, d Na-
tvm Argentina, com esta epigrapbo A ultima
taboa:
t A paz solida s pode fazer-se da commura ac-
cordo e apoiando cada adiado lealraeoto o direito
do toio.
ii A traigo, a picarda e a desloaldade nao po-
dera dar nos a paz. Nos dario a dissoiogi > d'al-
lianga e o que peior a dissolugo do exercilo, que
sra' o triumpho da reaego encabegada por S*a e
Vrela.
t So er se iso qoe os horneas pacficos, qae a
popnlago commercial e laboriosa esta' composta
de oesrios T
< Se er qoe oo bao de coropreheoder que, em
meio da paz nonr- sa que se prepara se nos esteode
um lago para far.a-la fraeassar, para dissolver-nos o
entregarnos reaego 1
t Ou por ventara se er que os horneo paciHc g
e laboriosos tem do svmpaihisar-se com Saa e V-
rela T
t Nao ; os candilaos da reaego sio ladros, as-
sassinos e degoladores ; os horneas honrados pa-
cficos nao pod-m depositar em semelbaotes ban-
didos saa coaflaoga.
c O commercio, a iodo -tria, a popnlago pacifica
oo podem por sua f e sua esperance no> horneo*
de sabr qne andam saqueando, assolaodo e pas-
saodo a entelo as povoages I
0 prfido oa laseasat > conselho de tratar com
L -pe-, rompeodo a alliaoga, cooselbo que prepara
ama aova guerra, oo pode ser aceito, por qae alm
d'outra guerra esirang-ira, tem Ja produztr o ca-
taclysma interior e o inurapho dos vndalos qne
nos estao observando e esgrimao ja contra os
suas armas traidoras.
< O cooselbo de tratar com Lpez, violando o
pacto d'alliaoga, a esperanga ultima, mas sera'
tambera a esperanga borlada dos que lando renun-
ciado a malquistar nos dorante a guerra, querera
dissolver-oos a vaspera da paz para preparar urna
reaego funesta na repblica.
Ei Tribuna se tem posto ao servlge e na van-
guarda desla predica iosansata.
Ella aae nos tronie a guerra, ella qaa contri
buio para a alliaoca, ella que saltou desde a adan-
ga brasllaira at a alliaoga paraguaya ; ella qae
Jefeade as turuletas de II imait o o direito da Pa-
raguay, para usurpar territorios argaalio-M ; ella
defeode hoja tambem a pat tora da allianga, a pat
atraigoaado o adiado, a pat violando a f publica,
qaer di ter, aio basca a paz saaao qae prepara orna
nova guerra e am cataciy-ran espantoso, que daa
0 trlumpoo aos loiraigos da actualidade.
< C "no pode conceber-se orna aberrar jo same-
Ibaata T
c A Tribuna fateodo-se tambem a ultima labua
de salvagao qaa tem divisado as seotiaolUs avao-
gadas da a e Vrela I
t Q lando querera' despertar de sea larri-el
soohu T
< Quando o orgio do governo argentino qaiter
aperceber-so Je que e*ti* contribundo inoauta-
mete para a grande conspirago, quo busca dar
em larra com a ordem actual.
Qne busca am tao errada e funesta senda ?
c Acaso os qae se aliuram ao partido reacciona-
rio am Cordova peasara que esse partido os ser-
vira' era toda a repblica para qae rompam a al-
liaoga T
< Acaso peosam qae ira' levar aos comicios as
candidaturas prestjeoclaes qae susieotam ?
t Desgrsalos 1
O dia dos inimieos da sitoago ljm cornado
saa obra, as primeiras victimas sacrificadas se-ao
a- que Ihes prestara sea concarso sem sa^peita-lo.
O candidato para a presidencia da repblica,
coj i n"me satratla oVtdn Silta e M'ndra;ana
iionia da* langa-, nao sera' jamis o d.- um gov r-
oaior do Bi-oo* Ayas.
Nos nao pnamis qua os que aconseltnra
h ije urna pic-rin tenhara querido bus-; ir tal apoio,
pirra a lgica do- *acce-sos vai mais alera das
combioaeoes departido.
Se quer propiciar tilv, a opiniao de partido
qn, como fraeg'o pert- ncern o< ro*sos de Cordova
e nao ?e pensa que os cn-fes desse partido te un o
puo'ial levantado contra todos os araigos da si-
luagio I
Se a obra da agdagao se corapleia, r< sabere-
mos pra quem ha de vot-r Lu pie e seus > ioir.es
Esia sO p le agora seguir p-lo Presidente,
porque a agencia oo-tai brasileira era Garrientes
d-cidio udiroamenie que as malas s fossem pelos
nossos transportes. Ei liona filo esta jara ha
mandar no paquete de II.
Aproveito o loctraveoieate que houve pira Ihe
dirigir as oollrias daultima Dora.
O cholera e*ia' grassmlo no nosso o.irapa-
melo, porn cora mus intensla lo oo dos argeu-
Uno*, que ia coatam otra as victimas un generil
e eoi'e as nos-
ratee.rooei Vleme,
sas ie o .s a laraenur a d i lene
fimo do coale do Rio-Pardo.
Nos nossos hnspilaas da cidade tambera ello
reaupareireu, a a> n qe i d >s os casos, >a bem que
ora diminuto numen-, l^m terminado faialraeote.
Dos nossos depo-itos de guerra era Cornete?
p.ortiram ha das com ur^euoia para o acarapa-
ra.-nio muhircs de saecus e outros apr-.-s os para
baten-i, e ha q i-m v-jt nisso plaoo combinado
para cortir-se a eorarnunicaco por mar do ioim;-
go entre Hura ma u A*-urau<'o, d'oode Ins vem
era vapores tolosos*soeeorrns.
0 Fon-eca Co-ta ja ch'goa do volts de sua
nolsso a flra que nhter a viada doSraimb, visto entre elle
o o Cazias nao haver boa haimooia.
A Tnbuna o o Standard quo al corto lempo
advogavaoo os interasses paraguayos, voltaram-se
contra elies.
Mais vale tarde q-ie unoca I
A Tribuna comegou a perceber-se des planos
sinistros, e declara que oao havendo mais nada
que esperar dotyrauao Lopz, deve a oago argea-
una preparar se com lodos os esforees eleraentares
para fazer-lhe desistir do saas insensatas pie-
tenges.
Pouco a pou :o i luz se vai eselareceodo.
A sociedado Recreativa Juventude, era reg-
sijo pelo tnumphu d< exordios adiados nos cam-
pos do Paraguay, Murmura a fachada do edificio
em qua fonecioua, e off-recea a* seas socios ni
sexia-fdira ura sero,dausante, que esteve animado.
Tendo sido r*>metudos da capital para Seri-
nbora, os presos J iao Rudoo da Siva, J .o Mar-
caliiuo Casar, Manual Fr*ocisC.-> da Silva b Lmt de
K.-.-n ;i STontania, aSm o'aili resoonderera ao mry,
logrn evadir se do centro dae-olta Luiz da Fran-
ga Venanla, no povoado da Santo Amaro, da jual-
le termo, pelo que u re p-ctivo delegado Ui pren-
*v. w....<<.. Hv .-tTotofTj, la-jrwriT, 3KJ o-? cor-
rente, sendo o mesmo V-oiania apreseniado pelo
reodeiro do engenno C^elhns, paracujo Sin o pro-
curou, visto oo ter eucoutrado quem o quizossa
acoutar, foi a escolta posta em liberdade.
Lotera.A que se acna venda
a 46.*, a beneficio lias familias dos volunta-
rios da patria, que corre sexta-fe*ra 2t.
Passageiros do> vapor Paran, entrado dos
porras do sul :
Dr. Antonio Caetaoo Seve Navarro, soa Sra., 2
filhas ineuores e2cnada*, Israel Mandes, Jo- Joa-
quim da Silva Araujo soa senhora, D. Angela
Matos Maia, Alfredo ue Barros C. oe Amuqu'rque,
aderes Secuodlno Ayres Velloso de Mello, tentrato
MaooelF.de L'ma Juuior e soa serriiora, teoeote
Pedro Velloso oh Sa' B, Francisco Aive- P. da Sil-
va, Dr. Paulo Martin de A'mcida, guarda u erraba
| H. P. de Souza, Justino C. Volares, alferesAotonio
P'os C. de Sa', J m Tixeira C, Francisco Floro
Leal, Joo F. da Silva, Cmiido Jos da Silva, Jo-
C. P. Suares, Amanera Soares Raposo, Maoel B.
de Sampaio, Malaquias dos Saolos M, J. Francisco
deS. Jnior el criado, Aff raso Cysoer; de A ,
Bernardo T. da C. Re', Jos L de Castro Silva,
Jos B. P. T., Dr. Joaquim P. da S. L-jOu, Maooel
Baiblao Gomos, Jdaqnira de Oliveira Mau, Fran-
cisca Mana da Goncelga-i, Jos da C)-t Agr, Fir-
ramo Leocadio de Luna, E igenio Jo Nunes de
Aodrada, | fiiha a I e*crava, Manoel Joaquim Tai-
xetra, Fraociscu Jos Domina/oes.Auredan Augus-
to d Onveira. Dr. Octaviano C-drim, Manual Auria
no da silva Porto, Dr. Maooel Liberal Pinto, Do-
mingos Jos Parias, Antonio Fnruandes da Suva,
cadete Antonio Eugeoio de Anrea Bu ros, 7 ex-
pracas e I voluntario, Angelo Matheos N Maooel
Jaaquim Machad >, Manuel Jos de Uagaihes, Da-
niel LaWgoeog, Laz-r Antonio, Alexandre Belraar,
Joio (afncaoo livre), Jm Nago, Jos do tal. Exm.
bispo do Para' e seu -ecrelario, D. Rosa Seobori-
nha Vianna Furlado e 8 scravos, Rema ro no Jo-
B >rge, sua seo ora, 4 dinos a 2 escravos, Dr.
H-mnque Teberge, Joati da Rocha Praoc -, Joo
Gtldioo Picaiuga, Alfredo Deocleriaoo Tavares,
Joaqaun Jos Feraaodes Dr. Maooel da Suva, Dr.
Jos K-lier e 1 fimo, Dr. Fraucisco K-iier e saa
-enhora, Eluard > Lo Marchara, Mauricio Lavajoa-
ve, Osear Scbwateer, A. Frauk e I escravo, Fran-
cisco Piolo, Dr. Tome Mana Civalcanti, Manoel
R idrigues, Manoel Alves da Guaba, Manoel Coelbo
de Almeida, Cynllo Pialo de Alraeida Castro, Joio
da Hoena Miranda, Dr. G-oiil Pedrelra, Francisco
Jo- de Alcntara, Zameliioi Giovaoe, Francisco
Olegario G. Martios, 27 ax-pracas.
Passageiros sshidos no vapor Paran,M aos
portos do norte:
Joo Bsrnarlino Paroaodes, Silvio Pellico, An-
tonio Joio Barro*. Dr. Antonio Jos de Sonta Fre-
tas, Maaoel Ambrosio d Silva T. Portugal,-Maooel
Joaquina C de Albuquerque a leados, R-y mundo
Joio da Maraes ago, Aaiooio Ferrelra Ba it Ju-
oior, Jado Berbe Pires Perralra. Fernando Pires
Perreira, J isd Hihuiro da Ponseca, Jos da Araujo
Luaa, Aatoaio Hogao oa Hocba M., Joaqaim Vi-
ceole da Costa a sua suhora, Bernarda Norat, G.
Arora, O. Mana l-abel H di, padre Basilio Granan,
Arcellino C. da O lairoz, Jos B. Ferreira Facga.
Passageiros do vapor Memanguape, vindos
do Rio Forraoso:
Pdre Porfirio Graes, Antalo L*ite Pereira
Bastos, Maaoel Leita Pereira Bastos, Vieeote Aoto-
oio Barbosa.
Passageiro vodo do Aracaty no hiato brV.-
leiro Santa Rut: Manoel Manas Vascoocellos
Porto.
Passagefro sabido se hiato brasilelro .V. S.
dos Navegantes: Augusto Aotooio Pereira.
Passageiro viudo na barca portugueta Ci-
dina:-La Amonio de Siqoeira Jnior.
CntiTaaio pubuoo.Ooitaarlo da dia 21 da
novembro.
Ricardo Victorino da 8 raa, Pernambnco, 30 aa
nos, solieiro, Boa-Vista ; -'OBereolos polmo-
n-re.
Jos Clemente Boiarra, Peraaobueo, 21 aoaes, ca-
sado, B a-Vista ; vanlas eootaantae.
Joaqma Jis Portugal, 40 a anos, solleiro, B>a-
Vista, afaegio pulmonar.
Jos Clmenlo, Psroarab-ieo, .15 aaw, solteir >
Recite*, varilas coofijemes.
-



lEGKl I


fcv
itae* *<-f feixa 4c XoTembrt 4c 1867.
r
Lnia, Peruatnbueo, 67 aonos, solleira, Bia-Vistt >
apopiexit.
Constaoc Pernambaeo, 1 asaas, S. Jos ; caa-
ras de sangae.
Jos, Pernambaeo, 14 mezas, Bia-Vista ; den-
cao.
Marta, Peroambuco, 7 horas, S. Jos ; espasmo.
-13
Hara Joaquina Martin*, frica, 70 asos, solteira.
Santo Amonio bepalite.
Mara, Pernambuco, 3 mezo, S. Jos; eonget>
eerenrai.
Jof, Pernambuco, S annos, Boa Vi-la ; bargas.
Elvira, Pernamboco, 7 amos, Saoto Antonio ; ea
toaras de saoga*.
Pedro, Afric, 48 aonos, lolteiro, escravo, Recite;
gasirile rhn.nico.
Jos Aotuot-s da Costa, Pernamboco, 13 anuos,
solt> ro, Saoto Antonio ; ttuo espontaneo.
Anoa J aquina dos Passns Aievedo, Pernamboco,
61 ann.js, cacada, Boa-Vista ; anazarca.
Macla, Pernamboco, 16 roezes, S. J >- ; dyarrha.
Eis o resoltado do eollegin de Garannuns, no
qual cnmpareceram 34 elettorei.
Mas referindo Lamennais o famoso soecesso, Jnpiler de paganismo, meos bom e alseridordiosj
que chimarei provid-mcial, de tere os potos de que o como Dus dos ebristios.
oneotaes, raooiad*m*nie, invadido 4 grande Gra-
cia, nella sido transformados no seatido da UbT-
dad, ao ponto de eunstltairera-se oracalos da no-
va cmlisacao, qoe penetrara e reformara toda a
Europa ; cora Uosaono exorcismo o fes, qoe como-
midos senaraa qualles descoanecidos, alias lio dig
i A gloria do Senhor, dizem as esmerara*, des- '
cancoo sobre o Sioai: era a representado de ana !
gloria como om fogo rdante sobre o mits alto do j
monte I... 0< setenta anclaos de Israel tubiram
com M de Israel; e debaiio de seas ps como ama ova
PROTECTORA
DAS
CfirUrtlH JlIHCUKIi.
TRIRU.% % i. IM DOn.llKftCfO.
SESSAO JUDICIAHIA EM SI UE NOVtCMORO DE
1867.
PKESIDKNCU 00 IXM. SB. DESEMBARGADO
A. P. PERBTTI.
Secretario, Juke Guimar&es.
A's onze huras e mcia da mantisa dedaroo-se
aberta a sessao estando reunid s o Srs. desem-
bargadores Silva Guiroares, Res e Silva e Accio-
II, depuia ios Rosa, Basto, Miranda Leal e supplen-
tes Sa L-uo e Silvino Guilheruae de Birros.
Lida, fot approvada et da precedente sessao.
JULGAMINTOS
Joizo especial do comuirrciu.Appellantes reos
os administradores da raassa fallida de Pedro da
Silva Reg, appellada autora D Marianna viuva
Ziootn Juites os Srs R-is e Silva, Accioli, Mi
randa L -ai e Sa Leito. Ordeunu se ama dellgeu-
cia, seudo voto vencido o Sr. Lai.
JoUo municipal .e do comroercio de Batorit.
Appellaote ru o capito Raflno Ferreira da Silva,
appeilalo aut>r Jos Rodrigues Pereira.Juizes o
Srs. Goimares, Acctuli, Miranda Leal e Sa Leitio.
Nao se l<>raou coobeciroeuto da appellac".
Joizo tcnoicipal e do commercio de Onnda.
Appellaote reo Joaquina de Sa Civaleanle de Al-
b'ju r.jnj, appellado autor Maaoel Joaqun) do
Reg Aibnquerque, tut >r de urna oroha.Juizes
os Srs. Guimares, Res e Suva, Miranda Leal e
Sa Leito.Ordenou-se urna deditencia.
Juizo municipal e do coramercio de Nazareth.
Autos vindos do tribunal da reaco.Appellaoia
reo Manuel Tnomaz de Alouquerque Maranho,
app'.'li J > autur o De Simpbrouio Cesar Couliuh).
laicas os Srs. Guiroares, Res e Silva, R isa e
S Leitao.Nao se tjmou conbecimeulo oa appel-
laco.
Joizo especial. Appellantes praferentes J 'aquim
Maoot-i Ferreira de Sonta e ooiro.% aupellada axe-
qoente D. Anna Jusepha Pereira dos S ratos.Eza-
culada D. Min.i Magd^leo de Almeida C.
Junes os Srs. Accioli, Rei< e Silva, Miraud-i
Leal e Siluno Guilherme de Birros. -Fui confir-
mada a seoleoga appellada em todas a= ca-
parles.
Juizo especial.Appellantes autores Carlos Jo
Astley 4 (1, appellajos lis os admiuisiradore-
da niia fallida de Amorim, Fraoso, Smios a
CJones os Srs. Res e Silva, A^cioli, Rosa e
Miran la Leal.Foi eonBr^ada a seoteoga appeila
da, sendo vencido o Sr. Ro-a que votou para que
es autores fossem admittiJoa como credores cbiro-
grapn..nos.
E niia'g-otjs appellantes Albino da S||a Lal e
Jos Al ves B Simia i (la Silva Uraga Juizes o* Srs. Gd'inaraes,
Rjis e Silva. Mirauda Leal e Sa L^iio.espre-
saram-^e os embarg sendo vulo veocido o Sr.
f.-'-.i., quaoto a primera parte da seoteoga.
Appellaote AotiDIO Jo A Vares, UPelladO AQ-
t)Di j Pereira da Silza.Appeliante Joaqii'm Uoa-
cio Ribeiro Jonior, appellados o* adinioi>trdores
da ma-sa fallida de Seve, Pilaos & CAppellaote
o figarlo Aotonio Tnomaz Teixelra G!vo, app-;!-
lado Antooi> de Castro Larangutra.Adiados a pe-
dido dos Srs. deputado.
PASSAGENS.
Do Sr. deserobargdor Res e Silva ao Sr. de-
sojbtrgador Accloli : app^llaot^ francisco da-
Cbag.is Cavalcaute de Aibuqoerque, HDpeilJdo Ma-
noel Ai es Ferreira. ^piiclhute Fr^uci.-co de
Paula Cvalcaoio, appellado Mauoel Mrtio^ Fer-
naodes.
Uu Sr. desembargador Accia ao Sr. dpsemhir-
gador S'lva Guimares: appellante J >o Luiz Fer-
reira K beir>, appeilado Auionio Luiz do Olivetra
Azevedo.
DISTHIBUigSES.
Ao Sr. desembarganr Acdoii pelo impedim^nt"
averbado pelo Sr. desembargador Reis e Silva :
appellaue H raliu J Canoan, appeliados os cu
radures O-caes de Feliz Sauv^ge C.
Ao Sr. desembargadur Res e Suva : embargan
tes os cu ad'Te? fis".aes di massa fallida de !' iru
da Silva R-go, embargado Joaquim de Soaia Fer-
reira.
Ao Sr. desembargador Silva Guiraar-s : appel-
laDtes Mio-ii-l Ignacio de Siqueira Cavalcaute r
ootros, appellado Leopoldo Ferreira Martms Ri
beiro.
Carta lesV munhavtl.
Jopo niun'cu>al e do cnmmercio de Serinhsem.
Aagiavante Lua Nilo Piulo de Alhoquerque, ag
gravado Gabriel Antonio de Ca^lro Quiutaes.
O Exm. Sr. presidente deu pavimento.
Nada mais hoove e eocerrou-se a segsao a
orna b ra e m*;ia da tarde.
ao da maior veneracio, se por ventara a bistor'a de pedra de saph 'ose por elle nice escripia, e recreada. Moy>- tomando o livro do concert, leo, oovio o
Qa*tn trao-formana esses Orientaos, de sera- povo qoe dlzi : taremos todo quaoto o SenHor
'os que eram da tjrraooia em amigos da llberdade, ordeoou. (Bis aqoi o principio da f) B tomando
m revolucionarios do progress) moral e iotellee- o sangoe (-angne de anlmaes escolbidos, offerecl-
oal, em prenuncio* das graodes Ideas qoe ao*- dos em holocausto) oerramou em Ufas urna par-
oend ram a Europa do abatimeolo lotellectaal e te, e a ootra oo altar I
mural T Mas ven a razio sem
era serapre os grandes pheoomeaos com > os esse fogof Para qoe ese
mysterios podem ser descobertos e recoobecid.is em tantas tacasT O que sutoiflca tudo issoT...
pelos intrpidos apest >los da f para, intervindo Cale-se a razio : aqoeile que combate urna histo-
ooicameote a me-ma f. E mollas vexes sobre ra oa orna doatnoa, tirando argameotacao da
aqoiio qoe a f ebega a descubrir, pela coavieeio parle qoe Ibe aproove acreditar dessa mesma hia-
profooda de Oeus, de seos verdadeiros attnbnto, loria oo doutno>, lem a despeito sen se anoiqolla
o-teota ao dapois a mais pora eegoeira, qoaodo, do. Nao ha mel termo
iBimiga aeernma da razio, ella regeia a coove- aada crer; oo crer oa sagrada Biblia, desde a pn-
niencu da harmona necessana as gran les deseo- roeira letra at o ultimo ponto, uu em nada abso-
bertas ; accresceodo a isso, qoe raro oo ver a lulamente.
sabedoria human, em seu maior fulgor tornarse U'mii<: qaando os Saiduceos interrogaram a
coofu^a, e adversa asereocas mais bem fundadas; Jess acerca da res e sogelta as alhcia^d-s das paix6es, por mais que baviam fallecido, um aps ooiro, sem prole da mu-
se ruide em dissimular Iber com qu-iu se baviam casado, seguodo a le, o
O cert > qae Lameonais coostituio se ioimigo que o Seobor Ibes respondeuT
acrrimo da pbilosopnia, s porque a considerava. Na i le>te o livro do M-y-- e oo vistes o
adversaria da f ; esla nica entrada, em seo. en- qae. Deus Ibe disse na montanna : en suu o Dos
leader, capaz de dar passagem as verdades divinas, de Abrano, o O-ns de Isaac e o Deas de Jacob? >
Eogaio. A f ama especie de coovicc3o prufooda (S. Marcos cap. XH.)
que, oada lem com a venale; um resultado coja > B' Jj-ns Cnn-t> qnem falla : primeiramenW
origem pode ser divina ou humana. Mas, sendo elle o proprio que conOrma M y- oo Sioai a re-
divinaella i ama especie de encarnago inabala- cebi-r a palabra de Den-1 Depiis elle o proprio
vel; mas, seodo humaoa pdle dar em resultado o; qoe nrnfere estas duas memoraveis pal; vras o
cnnhcimenio profundo de Duus, d osplrliualidade que Deus Ihe dase -referindo-se ao que havia dito
d'aima, e de sua immorulidade. A orenca, un a f a' M -y-.s I E de qae Deas por ventura, fallara Je-
proveoieote da raa, imaiortalisou Platao ; sos Corista T Nao serla de sen pai, do Udus ver
quaodo este grande pbilusopbo a casta lo smeote
w&mmmi
O aballo Bssigoado.ageote da PROTECTORA RAS FAMILIAS, aasoeiacio de Segoro-Maloo
sobre va,, utonsaia por decreto de 13 de juono de 1864 e gerida pele baoco Rural e Bypotoecario
.. d* f0"" '6(B b-or de chamar a atieacao de V S. ora o regolaueot", coja leitora e eiudo orien-
f, e iolerro|a: para que'1""'.' v" ,0"rJ as vaD'agens qae tal mstitaico oflf-rece os duas grandes operares que ella lera
e sangne t.do de novllhos, PT aa>Ti c,MCao da capttaes e a rreacio de rendas (Art. S do regulamenio), as quaes poJem ser
* efleciaadas separada ou simultaneamen e. r
Acreacio de capital o tem-se pelo augmento progresivo do juro que elle prodnt. soccessl
mente capitalisado, e pela addi?ao das qa Has da beraoga correspondente *o* capitaes do contratos,
Jos segurados fallecerm antes do sea prazw.
As cootriDo.cSis destinadas a formaco de capital oo a de renda, podem ser feitas por orna so
ou crer em lado oa em | ,eI (ao,MV. 00 fx>r presucSes aonuaes igaaes (aonoidades). Art. 4.
10ooUga'te Ub*U* m Wlr* 0i fMI>1"*" vroitieis que se consegaem fazendo entradas annaaes
Segaodo esses catelos aqoelles resaltados augmenUm de SO a 23 por u, quando a entrada, em
vez de auoual, feila oa orna vez.
a Jos de S Leftao Jo-
4C
S8 ditoi carnauba
olor.
31 saeeas algodao ; a A'drlaoo Castro
l ditas dito : a L. A. Siqoeira.
84 duas uno 60 motos pal* ; a Gimes de Mal-
los A Irraio.
RtC8BBD0RIA DE RENDA8 fMTFMIAS
GBRA 88
fteodimenio do da 1 a M..".... tToTtMIt
dem do di!]................. 7301742
va-
cu-
idades.
Por cabeca de 1 crianca de 1 ui
1 UO
anno?
..a a
> de 1 a de 1 a 2
de 1 > de 2 a 3
de 1 de 3 a 4
* de 1 i de 4 a 15
de nma pessoa de 15 a 30
> de i i de 20 a 10
> de de 3 a 40
de i lie 40 a M
Km S anuos
I:uiU*im.i
9(10 OK)
86Ohi
86i.AiHHi
SonAOdO
860AU. O
86 >OuO
8oii0(i0
9on.-noo
i tu iU ames
4.IMHJ_U u
3:00050< O
2:WK)40()ii
2.H lAOrt)
2:7o04tiUU
2.70li*0ui'
2:70uA<00-
2:7 3:iiOt)4 i(i>
I III lo au
7:-'0UA
7:lH)
7:1(101
7:0"4
7 OOi'J
7:11)0*
7-.son*
7:3004
Comraunicados

Da orivi* m primilira da rgimen dos potos e dos
eBViios periiici sos do poder, qnamlo el e f in-
dado purbmcDte na raie g ral das oiuIirs.
O O'guilio tilvuym e dominador
procura eftwr se ucun de tudo.
A modistin, c nlenle na poenra nem serano* ium sub
ditos. Ella un a pai e a uffi-rec*
a tudas os ornares proprtos : a ci
titisjrii'j da sce l"ile.
(lamennais).
A pnlu:opbla nao revolocionou s a m dicina e
oulias scieacias imporiaoles: aprecian !o a revela
cao f a Ir-, e profuodaodo as qu denles ua >cieoeia da grr|a, piesiou relevaotes ser-
?ICO, apezar d eiaco. Esubte taiassompiodi>cjrrendo om disimc
to pbiiu.M phointerroga: cSi a harmooia da pnn.i
opina Cum a tbeulogu, oa aotiguidade, mu.tos s-
calos ili-p is de Platao e de An-t..teles, seguo-lo o
propuu i--t- muubo dos padres e duotores caihoii-
eos, deu em resultado o conhecimenti dj Bem So-
preui' o [ ni umeoto das cn-ncas mais importante
do cbnsliausrau ; por que razo essa lata eulre
relig ao e a pbilosuphia, entre a razj e a f, ha
mais de um m culo a esU parte T A causa o i
por nennum modo o damoo que a pnilu- nba causadu religio, mas um a decadencia do
espirito tiuuuuo, e o eofraqu-rinv ulo Simultaneo
da razo e da f, como bem diz Gratry.
Poi dem : a caasa da grao le aversao que ha de
pane do poiKicos contra os pbuosopb s, nos lem-
pos moderuos nao deixa de ser tarahem a decaden-
cia do espritu humano, e o eofraquecimento simul-
taneo da razio, e da f; desta, quando ella > e te na oaiavra, pir torca do patrocinio servil
submissao ; daqaella, quando luda virt ule me po-
de sobrevir da atbea MpqfJw, daqaelles que se
julgam com poder de troformar de sobno em
lllosiracoe bomeos pequenmos, para dtcidlrem de
graodes cousng oa ordeut ucial.
A luda da pbilosophia com a tbeologia, oa plira-
sede um distiociopnilosopho, fui om invern para
a civilisacao iolellertual, poltica, e social, como o
foi e lem sido para a racral.
Um dog mais vigorosos espirltos desle sacoIo de-
floiodoa razo em si, expnme-se pelo regulte mo-
do : /i raiaon se voit; la rmson te juge ; la raison
ti Mu; el i ilude de la raison par la raison. l'eiu-
de de tespiitpar tesprtt, est loiit la phtlosophie
humaine
O que se podar por ventara coocluir de ama
lio imprtame eooigao Qae sem o esludo da
bpilosopbia jamis se podera chegar ao eonbeei
memo do nomem individual, conectivo, social, po-
ltico, e m jrai; e por eonsenuiote ao enoheciaea-
to da- leis e prece.tos rj^av.js a' oatureza indi vi-
dual e cuilertiva do bomem em geral ; islo ao
coohecimeoto profundo da poluiea mais efflcax, e
do melh r >y tema degoverno.
E' pea cu unta da razo qae o bomem te m coas -
enca de grande somma de bens e de males : a
fe_ o complemento qoe o eoodut onde a razio
nao pode
de sua razo e de seu talento cheuou a ter a mais
solida convieco de que D^as exi-tia, lio esplendi-
do, t) inQnito, lio eterno, lio nico ; meojs po-
rra do que o coroprbendera Moy s, do que o
reconhecem i s chn-tos, e o admirarao as gera-
(des futuras al a cousaraacio dos seculos
O grande Origeaes na fui engaado, como se
tem dio, como disse-o I. Gaume, peta pnilo-oohi
de Putai E se S. Irioeu, Lactaocio, e m-srao San-
to A iiDrjT.n maldis-craiH do deseavolvimento da
razo numana, em tudo, at no que diz repeit-> a
T. ii i, nos das de Platao, elles ni o deixaram
de ser ariastados pelo horror que Ibes Inspirava o
paganismo.
O rasrao se nao deu, porm, com S. Agostloho,
que apezar de considerar o paganismo nm gra ule
mal, p.-is elle a expresso perniciosa do erro,
oem por isso deixou de rewobecer es aervieos
prestados ao genero humaoo pela razo phliosophi
ca, do admirar a lotelligeocla de Platao, e suas
mais importantes deseobertas; tanto que, em sua
t-ieo lica oo fez mas do une acoinoannar o
grande pluloS'phi. < Quid quid a Platone dictar,
Vivit in Augustino.t E S Tuomaz de Aqurao afflr-
ma, o a lo nos ensina i que em Jess Chri-to a
sciencia divina nao destroe a scieocia humana,
mas ao c miran i a tnroa mais luminosa. Lumm
scienlai non off-tscatur, sed mngis iJa>escit in ani-
ma Ckruii irrlumen scienlice divina.
Ancresce, ju- se u o eoQ'ieciuie itu do espirito
aece-.-a-io, Putij nao poderla cb-uar ao cooheci-
meiito oos i'-^iritt.s cootKigeutes c de sua immir-
lalidade. E da erenga de u a Ueus, da nla do es-
pirito humauo e de sna immo talidade, como deixar
le seguir sa a mais completa traostormaco, as
mais uror oo seta do paganismo, e na poltica dos estados.
Aotes Je M ,y.L'S baviam os P;ir i-, os as oi's das crianzas do Nilo ; a idea de Deus era in
compreheosive, e a tyrauoia absoluta reinav< pe-
la mais completa igaoraucu e baibina. O nsito.'.-
to social era qua-i tudo ; a razao lu;', poseo, a
luz uuica a do sol.
M-iyss, do raeij desse cilios, surge, escapando
de ser mono afogado eotre urna muitidodi creau
ciotUB re.- 'eiuua-cida-, para hvrar-se do novo
iiarra- (to mosmo Pnira, em Mii'an, a espera d
ora suun-ma em que devana recebar, pela pata-
ia de O.-us, ordens oo sealido da salvaeo do= I-
raelilas.
E itaj foi preciso um diluvio de males: que as
guis subineltidas a mysteno i diStHUoo se con-
vertissem em sangoe, ao da suu -e-les-s madonna
umie, as carnes saas se transf irmassem e n ulce
ras o tumores pungentes; e a praga e a peste des-
lio s~e va-iament-*.
Grandes miiagres, aps tanti puoigio, succede
ram. por que e.uvara aliamoute previstos ; e orde-
naudo Deus a Mjy>s a lemuraoQa d-sses grande.
successos. di so resultramos celebres vrosda le
judaicai feotaleucno.
Mais tarte. eotre rai.is e travoas recebe elle do
Oens os d-caiogos ; sobe ao pioacu'o da raoutanhi,
onde passou juarenU di is a jureiUa ooitas, ae.pa-
ra d< que -u- Iba entregas.-e o mdelo du Tab-r
uacolo e as dote taboas da pedra, labias, qoe fo
ram quebradas pela ira do hornera, para receb-r
novas, a faee do brzarro de ouro, do inesmo Deus
e no raesrao minie em que o Saubor Ihe manifes-
tara sua gloria; smdo que, aCaat, careado MjV-
->es de uiu bruno deslumbrante a qua os ulbos do
p ivo nao poderam resistir ?
Fadjs exiraordiuarios, cnysterios impenelraveis I
Mas por i-to inesino oi;q ,- de maior respailo o ve-
uerafi de pane da razao I
En filuda fraqueza do espirito humano... qae
ligo 1 Em falta de um incitamento necessario ao
deseuvolvimento da rato, algumaccu^a deverla
compulsa la; e a comualso fui a le das doze ta-
boas. E em lua de f para o cmneoiraeuto de
Deu-, onde a razio era totalmente inculta, um rio-
mrm d- f duveria ver Deus, e ouvi-lo para contar
s ilenr-u-: Este bomem liaba o nome de
M y-es.
Todos eses raios e truvoss tambam eram iod,is-
peosaveis, eomo essa luz re-pl.mdeceote que tanto
vivitlcavLi o leitisiador dos Judeus.
A razan numaoa, como to las as coalas creadas,
necessitava de um loque proviJeocial : este toque
e muitas vet-s um alvo, urna idea, orna atiracQin,
ao louge, ou como om raio ou como urna estrella.
Dos, leudo-se apre>eotado a humaniza o por
mniode urna paiavra p sia nos lab! a de um ho-
rnea), couvmba que o 'oss- tambem, directameola,
pela razio de ouiro. E Pla < fui a razo.
Nao sendo Jioy-s o fimo de Deu, sua bocea era
assaz pe juena, sua liogua assai eufraqueuida, pa-
ra qoe por meio aelia so, (ule-se pregar a verd -
le toda luteira as gerag-i Je eutio,--presantes, e
futuras, e como cuuviuba que fosse pregada.
A tira Ue Deus oo poda, pois,, por meio de
\|jy> sur completa : como por meio da ra' i, em
Piirfao, pelo esfoic, i puramente bumaoo, o conbeci
io- uto pleno de Deus e de todos os s-us verdadeiros
aitnbuios, nao poda estar ao alcance de todo o
geoero humano. 11 ivia por tamo, mais tarde, na-
ces- idade ae aigura* cusa muito mais sublime,
que tocasse a eleroidade.
Ivtim, se o (uudameuto da f religiosa t ve sua
ong-m uo On-nte, a crenga pela razio leve seo,
principio id Oxdente : al que no Oriente aupa
reces^e a luz, cujo bnlho tocando as raia do Occi-
dente, iilumiuaudu mais a razo e firmando mais a
f, de maueira que arabas as cousas se nao im-
pel issera, concorressem cada qual no seu quan-
lU'ii. ao Um da grande reforma moral e -nciai. Foi
assim qua aps a lerapest i je v io a bnanca: Deus
vibrando raloe para dar luz e forga a M .y-s novia
reservado em si oulra luz mus esplendida, como
aquella que emana de lucia* aurora, e por meio da
qi ti tthr, era um gra i lo da, bavia de aprsenla.-
se aos n. maas cj i,o o symbjio da paz, da digura,
e do amor.
Essa paz, essa dncara, e esse amor foi Jess
Canso; que emaiuudo directaeessencialmenta
ie -us, cercad i de um OrilDO mais maravilloso,
poim em uada deslambraota, tocou, um a' um,
lodos os cjracoe, tjdas as cooscieocias.
Assiu), se o Deus de Moy--, a' inultos nao pa-
rece ser o Dus de pas e de amor, nao porque
oo sej o uie-mi Deus necessario oo eterno, mil
oit.i, ludivisivet o verdadeiru principio do bem, o
mesrao U-u- de Jesus Clinsio. E'. que do mesmo
mido que o sol aos oin.-s do mundo, seguodj a
marcha e as diversas pbases, na immensidade ce-
le-te, se apresla, ja' doce uo Uneule. rdeme no
Zaoiu, e rubro no occideote, sem qns com ludo
ene da ser o masmo astro rei; as-ira qmz Deu
apresenur se, como apresenieo-se ao bomem, sob
vanas appar-ucias, sem uue em nada aesAgurassa
na essencia, naiureza e gloriaserapre o princi-
pio do bem I
Para o bomem detestar o sangoe eonvm qoe
delle se borrn.-*. Dj masmo nodo que par*
bera se fazer ija da bouanc* precisa que se
fliiure os utT-itos da oorrasca. assim tambera
um que 3e imagine o mal quando por ella se nao
tonba atr.iTossado. Aps a' luz do r*|j gae sp-
parece a do empreo; e tudo luz I Tambeui al
oaveos pluvia* poleriam ferlilisar a trra mle-
penlente do estampa* dj raio e horrores da tor-
menta, si tanto a' D:us aprouvesse: mas nem por-
dadeiio?
E tendo elle dito, qne o Dos de Abraham, o
Deus de Isaac e o Deus de Jacob era o verdad-iro
Deas; e sendo o Deus de Jacob, o Deas de I-aae
e o Deas de Abraham o Deus dos Juaeus,que era
o Deus de Moy-s, porque principio, com que fun-
damento se podera' di'.-r, que o Deus dos Judeus
oo o mesmo Deus dos-cbrislaoso Deus de Je-
ss Consto Tf...
E si S. Marcos faltn a verdade, o mesmo o Qze-
ram S. Malheus, S. Luccas, S. Joio, acerca de tu-
do mais... E enlo insinerem-se as escripturas
ludas. E nao ba religio possive I... Mas seoo
faitou a verdade, como nao era possive o Deus
dos Judeus o mesmo Daos dos cbnslos, o
mesmo Deus do Hireb e do Pentateuco... Neces-
sariamento.
Esse, que assentoa um marco no Horeb a cra-
vara ooiro, posto que rnuito mais sublima, oo Gol-
'jia, fot o mesrao que com seu dedo prodigiosa,
ir..e-an i a tala de um pooto a outro, en-loara a'
ho.i.aui jada a perigrinar, passo a passo, mas de
progresso em progressoprogresso na razio, na
creuca, oa f, as leis, nos cosiumes do passado
ao presente, do presenta ao futuro al a consum
mar.io dus teculos I...
A nova lei nao derrogon a le antlga,porqoe fos-
-e ella ab-urda, e sem resaltado, pois ella bavia
sido estampada pelo mesmo propbeta Moy>,
que a tintn ouvido e rocebido do S-ohor que a le-
gislara. E Jess, o Messias da le nova, nao com-
bateo, como se combate o erro, a' M -yss e a' lei
aniigareformou a : e porque? Porque o legisla-
dor da n.-va lei era o mesmo que legislara a an-
uga.
A noa lei, reformando o passado preparou o
futuro, c.inn tudo estavjprevisto; com o qoe, se-
gurado a ordera natural das cousas, acompanb >u
o e-pin o human < em saas fragilidades e era suas
guedas, de eragao em geragao.
Por ventura a rato huraaoa, qual era oo povo
de Moyss, compreheuderia a nova lei como mais
larde a corapreheoderam as ontras gerac5es I
E mu ri, a bumanidade nma s immeosa sola-
cio d9 coalinuidade, cujos meio* de anidare tan-
to podem ser baleamos mitigativos como rubros
cauterios preveutivjs da currupeo. O que se nis
ailigura um ralo, um exlerm'oio muitas vezes
um bam perpetua tragado por Deus.
Em todo caso quanta pbiiosophia nSo encerra a
doiitrrai da reforma ? Pois foi essa pbilo ophia
que rao lauto a face do mundo, sem conculcar a
pbiiosophia humaoa, conseguio reformar os costu-
mes e a pobiica dos pjvo, que ouira cousa nio
seno a scieocia do gjveroo dos tetados, a arte d
reer as naguas sob o ponto de visia da reformar
os eostomes e de fazer a felieidade geral.
Saoi-, to'tanto, o verdadelro desanvolvimeot)
da raia humana ua Grecia, cujo impuso partir
dos referidos suspeitos destralos, que iram-f r-
mod a ordem social, s nelo facto de reabsar a
reiorma tau nacassana a liberdale do pensar: ao
contrario, elles forara como que enviados da Pro-
videncia, a esta'eeleeerem lucU com a razii deca-
hi la pelo erro e servil submissao ao paganismo;
reformaren! a poltica dos povos pela rato e ll-
berdade, afi n de que fosse assitn preparado o car-
ril por onde devana passar o carro tnumphal do
chri-tianismo; pois certo, que sem que fosse
preparada a razao humaoa para bem receuer a
razio divina, nem a religio cnrl-ta seria com
preheudida, nem a f consolidada, nam a respon
sabilid t le moral possive, pelo peccadi; porque
este jamis se dara, se os dbelos con-istissem no
resoltado de urna acgo qnalqaer, sera o acto da
rou-ci'-u! i, da voutade e da llberdade.
E perqu seria, interroga um distmcto f hiloso
pho, qua S. AiMMlnho. na escola de lesos Christi,
lera Plato? Para se apocar, se possive losse, do
espirito ini'u;.no todo iuteiro, de toda raza i, de to-
da sub-dona numaoa, alim de resHuir a' D-us o
numem pleno, u ludo suhraetter a J-sus Cnnsto. >
Ora, da toda sabedoria humana esta' dependente,
com excloso daquillo qu un vera directameole
pela f, tolo progresso humano; inclusive as re-
formas polticas e sociaes.
Verdada que Jess Chrislo f.illava miisaos
miserav-is, a' plebe, a ao pjvo isnjranle; cuino
certo que essa pleba e es-e povo mais o segua em
suas perigrinayas, mas escutava sua doce, vigo-
rosa e fulminante palavra. E esta palavra e'a o
'ai i despedid coaira os seductores e dominado
res, Contra a sjharba e a tyranon ; e que encor-
rava o principio da ujualdade d'oudedeveria sihir
com a abjli;o da servidio do e-piriu e do corpo,
um uovu muono.
Euto como fosse elle o psalmo da rederopeo,
otra que fj^sa nem comprebeotidu por todos es
borneas, sem excepgj de um s, nao os poda es
colher; e a todos am iva como se fjssem um s
bomem. Es a.jut o fundamento da grande refor-
ma social e poltica das na<;Oa<> I.... O socorro
mutuo, pelo principio da igualdade pranle DcU-,
e a lei.
Oqao Miys-- tinha legislado, o qae os p'olloso-
pbos biviam ea-inal i, nao eslivam ao alcance de
io io mundo : as doze tabaas eram urna especie de
terrenu ain la as-s rido, preciso de novas e es-
Senciaes fecundidades para que a'elle eaii<, 1<0
gada fecnnla e prodigijsa cemente, nascesse essa
arvore frondosa e magoiUca, a' cujos ramos se ap-
prebendarla a bumaudade no du do deluvio uni-
versal.
Mas, para que todos ebegassem a' esses ramos
Citivinb), que os mais hura lies fess.-m igualados
a s mais sobarbos; que um brago esleodid i nio
supe'asse ouiros bragos; e a paLvra do Sennor
nao deixasse de ser igualmente ouvida e geral-
meota bem compri-lieodida ; porjue onvindo a to-
dos, grandes e pequeos, px pequeos se converte-
nam em grande. Aquelte qm menos grande en
tre todos, justamente o tumor de todos. E todos,
alloii, seno a ouviram p oi.im l la ouvido, por-
que ella era o psalierio do reo vibrado pelos dedos
de Deas.
20 an Itn 25 an
Ji 1.01)04
17:0004
I6.O11O4
5:6o04
I5:o004
Tc'ilH*
15:6004
i 11.0:105
IH;IM04
47.OOI15
yunta
35:0004
34 0004
3:i00O4
33:3004
3V.KKI5
37.00H4
oii-.l 0114
MJ054456
CONSULADO PROVmaAL~
Recdlmenio do da 1 a 21....... 47-045*862
dem do dia 93............... 3:989*078
5l:03*934
a
Urna eootnbuigo naica de 2.500*000 porqualquer numere de quinqoennios costa 2:628*300
situar *
Contri buico.........
Commis-au de 5 por *|. sobie 2:500*000
Apolice..........
Sello a fazanda nacional. ....
R>\
2:500*000
I2o*00il (arl. 62)
1*000
n* o
2:62ii500
E mais 1 por '|. sobre 2:500*000 par cada mez decorrido desJe o ue julho de 1865, na for-
ma do art. 13 do regulimento.
aa^!?eSin COu,nouio d* 2:300*000, sendo paga en preslagSss annaaes cnsta os mesmos
2:62*5500, sendo pa^as no acto da i' prestago as d-spezas de gesto, e nos annos segrales a annu
dade simplesmeule.
E nte caso a mulla de 1 |. ao mez conta-se smeBte sobre a annuidade, dovendo as se-
grales reaiisar-se em dtzembro dos anuos coosecutivos.
A creago de reodas opera-se depositando oa associago p>r urna s vez, oa tambera por annni-
dades, quaaiias que accumuladas produzam, de cato lempo em diaoie, e dapois aonualUieote, urna
renda.
E esta operago vera era aazilio tambam da firmaga de capitaes, acerca da qual amitos con-
tnbainies se preoecupam, temando nao podar continuar por um largo prazi o pagaueuto de anuoida-
des precisas para que OS seos beoefl.uados veniiam a alcangar ura bum cap.lal.
Has tal preocupago, ou difflculdade, de>apparece desde que o coutnbolnta poder assegurar, I
sem dependencia da sua vi-la, o pagaraeoto das 5 pnmelras aonuiiades, e Ber tambera um cootrato !
de reada, qoe desde a liquidagj do t" quinquenoio provera, por deraais, ao pagamenio das annuida- i
des a que eta obrigado o contrato de capital, m effito, flgure-se, por exemplo, um contrato de i
2:500* para creagao de capital por meio da prestares anouaes de 100"
PRAQA DO RECIFL
18 DE VO\ I TlItltO HE 1M3.
ASTHESHOhAS DA TARDE.
Revista semanal.
CambiosSaccou-se auore Londres a 90 d. v. de
II a 21 % d. por 14000, sobro Pars a 455 rs. por fr.
e sobre H mburgu a 870 por t/B, seodo o valer dos
saques effectuados oesta semana de 4 15,000.
Alcooao Venden se o dePeroamhuco de 8*500
a 8a*0 i$,eoda Parahyba a 9*000.
Assucar.Vendeu se n ora neo de 4* a 4*700 a
$ o suraeno de 3*700 a 3*800, o mascavado
aZJHI* 551)50.
Aguabob.nte.Veodeu-se a 90*000 a pipa.
Ab.roz.-0 pilado da ludia veudeu-se a 3*000
a a t- o do Maranho tambera a 3*00(1.
azbite doce.Vendeu-se u de Lisboa a 3*900
o galao. ^
Bacalhu.Em atacado vendeu-se a 124200 a
. barn. a e a reuni de 14* a 14*500.
Batatas.Veoderam-ss a 2* a a.
Bolachinhasdem a 44800 a harriqoioba.
UFE.-Vondeu-se de 85200 a 6*5 O a arroba.
. -S-0s SPCC0S e ligados venderam-se de
190 a 200 rs. a libra.
Cha.IJem de 15800 a 2*300 a libra.
I.VE,-."~,A '** garrafas venden-se de
i*H00 a o*l,00.
Farinha de trigo.Reialhoo-se d- 24* a 26* a
barr.ca de NeW-Tulk, ue 24* a 26* d- Baltiraore,
de 27* a 28* de Pnnadelphia.de 24*00J a 25*000
a be-pauhola, de 2* a 30* a de Tne>te e a 12*
a sarna adoChn; fleando em deposito 7,8oO
barricas d- pnraeira, 2,000 da segunda, 1,500 la
lerceira, 700 da qoaru, d,00J da quinta e 600
saceos da sexta; fazendo ora Mal de 10,400 barri-
cas e 600 saceos.
LougA.-Aingleza ordinaria vendeu-se com 320
por centn de premie sobre a artura.
Manteioa.-Veodeu-se a ragleza a 850 rs. a libra
e a frauceza a 6 0 rs.
Massas.Venderam-se a 6*500 a eaixa.
Oleo de linhaqa.Vendeu-se a 2s500 o galao.
Passas.dem de 75 a 8* a caixa.
Presuntos.Venderam-se de 15* a 16* a 9
Para sausfazer as prime,V.sarnVud;d7;?aagar'o^nrraurn;e"'rao de nm mel que nio fa-!, 2Scad"a0urana,Den80S 7eade"m"se"aa *
Ihe, anda por sua inerte, que jus mente quaode o seu b^n-fleado mais precisa de recursos.
E para
egurar no fjturoa 20 segurat-s annuilalos iulnuira um ouire contrato de :*0J*0G0 !0 do Mediterrneo a 100 nu "
pagave em 9 annuidades de JoO*. ,ne, permanecen lo con-untem-ote ua AssuCtacao, produzra. des- i Toucimho. -Vendeu-se o '
de a P l.qu.dacao, qae ha de 1er lugar no correr do 6 aono, n enforme os calculas do B.oco oii-, I arroha
e o prospecto ua Lompaubia Tutelar, urna rend. anuual d
a 140 rs. a libra e
de Lisboa a 8*000 a
.. anuual de 4005, eiuivalente ao luadroplo do valor
da anuuidade que se htm u para base do contrato de creago de capiial.
v 0e8amboiso a effectuar sera, pois-, o segrate :
Para o contrato de capital de 2:500*0,0
!l." annuidade..........10' *nO0
Commisso de 5 por |. sobro 2:500*000 1255000
Anolice............ liOOO
sello a fazeoda nacional....... 2*5jO
*.", 3.', 4.* e & a?;naidade=.
2185300
4'in5i|ii0
6846O0
Para o contrato de venda de 1:500*000
ha a despender :
l'annnidade.......... 3)0*000
Commisso de 5 por |. sobre 1:300*000 7550*i0
Apolice............ 15000
Sello a fazeoda oaciooal....... 1*500
3775500
e nos 4 segrales a 300*000.........I:2o0,000
1:577*500
2.2.050)0
Total despendido. .
Ni correr do 6 anno, e d'^nto em d nota aooualmeme, receba-se 4^05 de renda, do cootrato de
1:500*. da qual se applicara* 100* oara a aouuidade do Contrato de capiul, fleaudo, portanio, liquida
a quaoiia de 3005 at que aquel e co iiraio se Ande.
E fiado que seja, ao cabo dos 25 aonos, recebe-se por elle 47:0004 00, ('Hade do 1 dia a 1 ao-
nnJetera se recebido do coniraiode renda a quautia do 6:00,)* liquido^ da annuidaie de tOO* a que
i -ujeitou durante 20 auoos o contrato de capnal, e que, uvre deste onus, passa a renda a ser de
400*, e vitalicia, so se conservar senupre o capital de 1:300* na Associago.
Taas sao an Ci usiderages e deducedes que resultara do esludo que tanbo eito sobre a materia,
e qae me pareceu dever levar ao coohecimento de V. S. de quem
Sou atiento criado
JNo eserlptono do Sr. Joiquim Jos Goucalves Beltrio
ra do Trapiche n, 17.
A--ucar mas-avadi broto 2*525 or arroba.
14* ti o G I 80 II lili. ^P. Cfipi- ; Frete de aigodo para Liverpool5/8 0. por libra
de larval no 9 5 ''de caPa-
Silvelra,
Presdeme.
Macerio,
Secretario.
Triha'o de grali
la Trujan Atipit
Memloucii.
Taodo o goveroo imperial modado da directora i
dest. eolooia o ir.ui di-tmcto rapiio Trajann, afim
Vinagre.Vendau-se o de Portugal do 90*000
a lio* a pipa.
Vinhos. Os de Lisboa venderam-se de 1705000
a 2 tu* a DiDae os de uniros paizes da 175*.
Velas.As de composigao veadoram-se a 600
ris o pacota de 6 volas.
Ubscoito. O rebate de letras regulou de 7
a lo por cento ao auno.
Fretbs.Para Liverpoolahiodao desta praga
3/45Vo or vapor, 5/8 5o/. em navio de vela; a
carrejar na Parahyba 5/85'/. em navio de vela;
a carregar no Rio-Graode do Norte 3/4-5'/. em
navio de vel<; a carregar no Ceara 3/4-5*/. em
uavio de vela; em "lastro de assuear, o'*qui, 25/
sem premio, em navio de vela.
MGVMEiTO 1)0 POETO
que
(Continuar-se-ha.)
mais atiingir; .o dedo dn Deas to-
luaodo-oem camloboe levando-o ao flm, como os I qua as aguas sejim precadiJas de (ogo se di vera'
qae ten vista fazeo aos que sao cegos. 3?pcluir, qoe o Creador de tolas as cmsas seja 0
Instrucplo publica primaria.
Regiment interno para as escolas publicas
de insiruegao primaria desta provincia,
o ^anisado em v iude do % 1" do art. 3o
da lei o. 3t9 approvalo pela presidencia dapiovincia.
em 23 de agosto de 859.',
ART. 24.
as escolas publicas serio feriados, alem dos
domingos e das sanios de guarda, os de fe-iiviJa
de nacional designadas por M, os de lote publico
declarados pelo g-ivern, o de carnaval detde se-
gunla at qu arta fera de tinta, os qoe decorrem
de domingo de Ramos a rtcminifn de Pascos, o da
J de noverabr", (C OS QUE VAO DU 8 BU DB-
ZEMHRO A 0 UE JANEIRO.
de melbor apreciar os seus bous servigos no Reci-
re, e sei-do nos por muit s moiiv.>s, nevedores das
maiores attengoes a esse Ilustre director; por Isso
impellidos peb grande daver da gratido, paga-
mos agura a levar ao alte c inbacimento do respel-
tavel publico e da ilustre guarnigo de Parnamba
co n rafatigavel zelo, reconbecida probidade jus
liga com une sempre e poriou o Sr. eapile Traja-
no Alipio de Carvalbo Mendonga ni espago de 18
mezes q ie agu funccion >u na i<111111 a d direc-
tor e subdelegado desta colonia e seu dlstricto.
A ontlBia de que era modado o Sr. Trajan > foi
oara todos os h'bitaotes da colonia e su< ai rabal-
des o mais poderoso motivo do maior senumento
porque perderara os habitantes da colonia um direc
lir bem distlncto em toiosos sensactos.uma auto
ridada prudente, enrgica e infl-xivel para com os
refrachrios, crngiod >-os sempre com justiga a
cndale : fiualm nta perderam os desvalidos um
reconn-cid- bemfeitor que diarfa e incp te prndiitallsava co n elles n pao da aridade o
pnblmo e g-ralmenle manifest.
Nao o resallado de maras oformac5s, oem
to pouco os viseff-itos da lisooja; p ir n o les-
muubo bem averiguado dos o ssos propnos seoli
dos, que oes faz inbaiar o devido recoohaeimnio
ao disiraeto mani de tao probo, enrgico e distiuc-
to mimar.
Ao Sr capitio Trajaoo Apio de Carvaibo Men-
donga, de vemos nos a completa observancia e ezac
la disciplina naqollo que diz respailo a direcgo
policial ; a elle devemos hoja o grande socego e
iranjuiludade* puolica da colonia e sea distncto, a
abaitura. Iirapeza e aceto de diversas estradas:
ao seus desvedados exfoflgos se deve a duragiode
duas casas da naijo pelps graodes reparos que
nellas empregou : a elie Uualm-ote daveinos a
coosirui'co ae urna nova capallraba, ooia ella
me.srao uuiado palos reos reconnecldds twatimaalos
da rellRio, trabara ra da e non-, aopresenuoS-a
com Indo o aceio a commodidades possiveu e fuue-
conando com graade decencia e saiisfaco de lo-
do..-. .........
Finaimeaie.o illustrecapito Trajaoo cujas ezcel
leales qoalidadae ora reten,uus,einpra-uUOa ao-
gariardeseussubditoso Oonrosoconeaito de bomem
probo, enrgico, jusliceiro e bumaoo e para prova
de>ta verdade sempre lastemuoharemos a mus sin-
cera gratido e re-peiio a lio uisliaelo e ralrepido
anular, que iSo brarosameate acaboa nesia colo-
nia a sua misso de director e se ratirou recebea-
do os nossos saudosos adeusebeio de gloria e
bem merecidos elogios.
Colonia militar de Pimenteiras, 20 de noverabro
de 1867.
Os habitantes da colonia.
Eugli h Bank
OF
Rio de Janeiro, Limited
DESCONTA letras da praga de pra to a 8|0 e de ymo maior a taxa a cunven-
cionar.
RECEBE dioheiro em conta corrente e
prazo lixii.
Nietos enfados uo da 23.
Rio de Janeiro16 na, de 391 toneladas, capuo Jo- de Soua Ar-
oellas, eqnipagem 13, carita 50) meios saceos
com firinh.. da trigo e outros yant-ns; a' Cu-
nba lrmns 4 '-
Rio de Janeiro 17 dias, btrea portuguana jMaria,
de 4l2 touelua-, capiiao P-dro A. Munu da
Silva,eqa-pasera 12, earga IOiK) acoscom fa-
rinha de tng i, caf a outros gneros ; a' Carva-
Ib > & Nogneira.
Mootevioo22 dias, polaca hesoanhola Dolores,
da 20J toe-lada-i, capito Juan Urzeli. eiuina-
gem 13, carga 4-150 qurataes basuanbas de cir-
oo; a* Tao (rmao. S-guio para Havana.
Novios sabidos uo mesmo da.
Araca'yH ie brasi|eiro N. S. dos Naveqnntes,
capitn Joaqnim F. de Sf. Guedes, carga diffrren-
te> gneros.
BaliimoreUngae Inglez Jone, capito D. M. Neil.
carta as-ncr.
Nanos entrados no dia 24.
Rio Formo o7 horas, vapor brasileiro Maman-
guape, de 2i3 toneladas, commandante Carla,
equi|i3j-m 2n, em lastro.
Aracaty-lOdias, hiata brasileiro Santa Rtla, fo
55 toneladas, eapio Trajano To-o omiro de
Moara, equipagem 7, carga algoio e onuos ge-
Deros; a' Tas-i & Irmo.
Itio de Janeiro14 d as, patacho hambureuez Au-
gusto, da 282 ton-ladas, capito R. Meyer, equi-
pagem 7, carg 1000 saceos com farinba de tri-
Ko; a' Carneare Pereira.
/Vacio s-ihitono m'smo da
Para Paladea br^sileiro Paraease, Capito Mannel
J-u P.-ieira Uarrah-i, cara d.fferenles gneros.
Observocao.
Siisiiendoo do (amaran para o Cear o brlgne in-
S.\L\ a vistl OU prazo sobre as Cldades, gi,? Wvvcst Qmeen, snuttae R .neo, com o mesmo
principis oe Europa tem agencias na Babia,; lastra qu trauxe uj Km da Jauairo.
Buenus-Ayies. Montevideo Newyurk, Ne- _^__^
va-Orlean.s e emitte cartas de crdito para os I
mesmos lugares.
7 L rgo do Pelourinho 7.
C0)llfAl\D0 SPEBIOB.
ilial do Bmco do Brasil era Per iam- Qn>riel do ttmmai sujrior interino da guarda
EOITAES.
buco, aos 11 de noverabro de 18ti7.
De ordera da directora se f*z publico auoellas
pessoas que t-m daiiositos em c-ugo nesta caiza,
que nu sendo aleo dia 20 do crrenle pagas as le-
tras que se acharo vencidas, serao veudidos em
basta publica os peohorea coo.-untes desses de-
psitos.
O guarda livros,
Ignacio N'uues Correa.
EM LIQUIDCaO
Novo baaco iie reruambaco
Os Srs. accionistas podem receber o 3
dividendo (em ftoeda corrente) de l o/o do
capital, assim como o i. de*30 a/o, e o 2."
de 46 o/o, j,i anaunciados.
^
ALFANUEGA.
Rendimento do Jia 1 a 22........
dem do da 23...............
I
501:419*715
nacional do municipio do Rrcife, 16 de novm-
bre de 1867.
Roduipi. J. o Barata de Almelda, commendador
da urden da Rosa e cavaileiro da oe Cbri-to,
taneote-corunel e cummaodante do 2.* batalho
e commaodame sopirlor Inierino da guard> na-
cual deste municipio por S. M. o laperador a
quam Deus guarde etc. etc.
Fago saber que is Srs. !, lenle do 1. hata-
Ibn da artilfiaria da guana nacional Mannel Ren-
to da Siha Magalhes e alfares Antonio Carneiro
Rodrigues Cmipelio, do 8. baialbo da tnarda
nacional deste municipio, e a indos acuelles qae
poderem e qalzerem fazer chegar ao seo cnhecl-
ment que prlu p: cnia edual sao chamados a
comparecer, no iiuartel da residencia do commao-
do superior, dentro do pra-o d- 30 das, a c otar
deste edual e n<> o fazendo, drame ese lempo,
sera nomeado o c. nselho de investigaco.para ve-
riflcar a ausencia, nos teirous do 8 2* do decreto
o. 3.o!5, de 25 oe nov^mbro de refl5-por se le-
rem ausentado do haiaiho sem lireoca como me
20:088*018 rommnoiorHiD os respeciivrs com mandantes.
------ 1 Bodotyho loao Barata de Altneida.
481:331*697

.tf'vimenn da alfandega.
Volamts sabidocod fazeodas... 79
* c i gneros.... 218
297
COMMEBCIO.
t'HAgA DO RCIFh 23 OE .NOVEMBRO
DE 187.
As 3 X horas da tarde.
(Em 21 do corrente.)
Cambie sobre Loodres-90 d/v 21 d porl*0O0.
Frete de sola no vapor d'aqui para Liverpool 40/
por tonelada e 10 /..
(2J)
Assocar mascavado porgado 2*850 por arroba.
i brulo (americano) 20350 por
arroba.
Algodao i* sorte 8*700 e 82600 por arroba.
da Parabyoa 9* por arroba, pes-
io a berdo.
Cambio sobre Londres 90 d/v ai d. por 1*000-
Assocar mascavado pareado fmerlcano) 2*700
por arroba.
Mil
Desrarrersm bej 25 de novembro
Barca ing4eza-0''ij//iiryrfarinha.
Logar idjI-zO/v of Azopheferro.
Galera inglaaa-HermiOMearvao,
Bngue InglezPai -dem.
Bngqe Inglez- Filadem.
Barca raglezaReyal Brideidarn.
Patacho bamburguezJfuij< diversos paneros.
luiportavo.
Hiate brasileiro Pioledor, vioJo da Paral.v
ba, maoifesioo o Sfgoraie :
4,000 loros de mangue ; ;,o Capito.
Barca ragiea ^lBrid^ inda deC*rdiff, viuva de mesmo tioado,
maoifestou o segrate :
414 toneladas rarvn ; # -Wilsoo- ^ H ti.
Galera inglesa Hermtne, vioda d<> Liverpool,
manifeslou o segrale :
518 toneladas carvo* a Wilsoo di Hal-.^ B
B.rea ragleza Watfarer, viuda Oe New Yjik,
manifestuu o segrate :
2,120 barricas farrana de trigo, 250 barrlg brea,
20 eaixas 80 balas di y goods ; a Puip* Brotoers
& U
Hiato braadairo Mora Amelia, violo do Ara-
csty, manifesloa o segu ote :
164 saccas algodao, 24 ditos carnauba; a Pren-
le Via o na A C.
O t<-ueiiie-coioi*el Mannel Camello Pessoa, joiz de
paz do 3* anuo em eiercient da Ireguezia do
Sano> mu Sacramento do bairro de Sauto Anto-
nio da i-idade do Recite, provincia de Pernamba-
pn, em Mr lude Oa,*i, etc.
Faco saber aos que a presente carta de editos vi-
rem que por paite de J. o Carneiro alachado R>os
m,i foi andar- cada a penco que se segu ;
liiin. Sr. jiiit de paz da fregoesia de Saoto An-
taoio.Diz J -;io Carteiro Machado Ros, moradi-r
sa provincia do Rio-Grande do x orle, que leode
fallecida Luis de Franca de Obveira Lima, morador
que foi neeiacidado, Gcandieibea dever a ellesop-
iilitwole a quauna de 3:518*, pretende iuieular a
1'Ompeiebie ac^an cuulra a v uva a herdeiros do
mesmo fallecido, para baver deltas aquella qaaatia
com o preino.
E parque. D. Candida Amelia da Oliveira Lima,
seis moradora nesta ira*.
guezia, e nm dos berdoiros Joaquim Valeriano de
Oiiveira Lima se acha aosente em logar incarto e
nu sabidi>, requer o supilicante a V. S. que dig-
ne se de mandar ciur a referida D. Candida. Ame-
lia de O'iveira Lima para na primeira audiencia
desie juiz < se conciliar sob o paynente da sobre-
dia quaoiia e premio, pena da revelia, e admita
ju.-tidcar a ausencia e incerteza do lugar em qoe
.s acba o hrrdeiro Joaqnim Valeriano de Oiveira
Lima, e que provado quaoto .baste ae pa,-sa cartas
de edites com o prazo da trrata dias, para ser cita-
do para lodo contrlo nesla.
Nestes tormos ; pede a V. S. eferimento.K.
R M.Sooza Res.

i


larlo de rernaanbueo egnnda letra tft de Ynrnbro de 1867.

Na qaal p< iicio dei o despacho qoe se segoe :
Como requer. Pregaetia de Santo AQtoaio, 8 da
novembro de 1867.-Pessoa.
Era virtade do qaal despacho se proceden a o-
quireSo de lestemuohas que depoteram sob o ju-
ramento dos Sanios Evangelhos a' resuelto da aa
seaea e incerteza do logar da residencia de Joa
qoim Valeriano de Oliveira Lima ; e sendo tudo
atoado e preparado me vieram os autos cmciasos
e por mim lides selles profer a seoteoca do theor
segolote:
Jol(njosIiQcada a ausencia de Joaquina Valeria-
no de Oliveira Lima, ero Tista dos d-poiroeelos da>
esteroonhas de folbas e fulhas. O ercrlvo passe
edital com o prazo ''a le na lrma recaer id, pa
goe o ju-t ficante as costas.
Fregoejia de Santo Antunio, 19 de novembro de
1867 Manoel Camello Pessoa.
N-da man se coatiotu toa dita seoteofi dada na#
aoins, por bem da qaal se passuo ao justifleanie
Joio Caroeiro Machado Ros o presento edttJ, cm
o prato de tnota das, pelo qaal se cbaraa e cita o
referido Joaqaim Valeriano de Oliveira Lima, par*
qoe daotro de trila das cornpareca por si uo por
seo bastante procurador para -e proceder 10- ler
mos de coneiliaco oa forma da peticao, e a qual-
quer oolra pessoa para qoe 'he faca sabor desa
mesma ritacSo, afina de qoe elle nao flqoe em de-
feto. O pirtelro deste juito poblicara' este nos lo-
gares mais poblicos desta freguetta e o afiliara,
pasando crrtido eco forma
Dado e passado nesta fregueiia do Saatissimo
Sacramento do bairro de Sutil i Antonio da cidade
do Recife provincia de i'ernaubuco, aos 19 das do
mez de novembro de 1867.
E eo Joaqotm da Suva Reg, escrivo qae o O
e escrivi.
Manoel Camello Pessoa.
Ao sello 300 rs. Vaina sera sello ex causa.
Pessoa.
E nada mais se e ;atinha em dito original a qoe
me reporto e dou f. Recife, 19 de novembro de
1867. Subscrevo e assigno em f de vertale. O
escriv i Joaquim da Sil va Reg.
O Or. TristSo de Alencar Araripe, oflBcal da
imperial or lem da Ros, e juiz especial
do comroercio nesta cidade do Recite de
Pern.imbuco eseo termo por S. M. Im-
perial e Constitucional o Sr. D Pedro
II, a quem Deus Guarde, ele* etc.
Pago saber aos nuo o presente ediUl virem qoe
ao da 25 do pruximo foturo nm de novembro do
correle anuo, pelas onw horas da manba, lera'
logr na sala dos auditorios a reuna., dos eredores
da roassa fallida de l) ra k r ^ Buroso. afiro de
-r>m curopridas as dispnsice* do arts. 842 e se-
guiles do cdigo commercial, aeodo que oeonum
.-ti dor sera' admUtido por procurador, te este ua o
(ver poderes espi-c.es para o acto, oem a prora-
ac:"u poder a' ser dada a pessoa que sea devedra
aos f.ilidos, a oem um roesroo procurador repre-
sentar por dous div-rsos crednres. e caso apresen-
!em os referidos fallidos prefecto d conc mala se-
rio considerados como adhereoies a rne.-uia, os vo-
tos daoa-lles que nao c >roparecerero.
E para qae chegue ao cunbeciment de
todos mandei passar o presente que ser
publicado pela imprecsa e ulllxado nu lugar
do costume.
Recife 31 de joJho de 1867. -Eu Se-
candioo ElioJ iro da Cunta escrevente jura-
menlado o escrivi.
Eu Manoel .Maria Rodrigues do Nascimen-
to, escrtvao, o subcrevi.
Tristao de Alencar Araripe.
das malas com directo a Europa, dando asslm
logar a qoe deixas.se de ser davld*mote procos-
sadas, tem revolvido que d'ora em liante aa cala*
ae feebem as 6 horas da larde do dia anterior ao
da ebegada dos mesmos vapores.
Adrjiioistrar;n rio correio de Pernambucj 18 de
novembro de 1867.
O arrini-trador,
Domingos dos Passos Miranda
ciifiiro muw
4$5-hua Direita45
THEATRO
DE
Cot, lavas, oetoes, peales de tartaraga, gravitas,
cascarnihas. Otas de seda e eatras martas qnali-
des 4rt oiodacas, bem,como fite meias caitas de
eh arlos.
Tarcvfeira W de correte.
Jfo armazem la raa do Luperaior n. 16, as 11 Cncga, gente !!7
horas. I iegniQs ingieres para Oumem a 81.
-------------------------------------------------------------I Ditos franceie dem a i.
; Borzegolos para senhjra. enfeitados, a *
LE I LitO
S.IS48EL.
EMPttEZ A -COIMBRA
Ter^a-feira 26 de novembro.!^"o""!
BENEFICIO 00 ACTOR
Opera cniuica brasilelia em tre artos
Ditos pra menina, dem'a 3#.
,w **Poes inglezes para himem a 4*.
MI radias wr.eai...'0-d... W .. de I&SSS ffi
6 luaes. % canslos de amarello. diversas marque- Sapatos-tranca para Sm a 1*580.
us, orna mesa elstica de amarello, orna banca Ditos aveludadosirimai*n*
de oio de sala, ura fogo ingiez. locadores, *~?7l "os, Id^m, a J*J80.
orna jirlineira e, m pedra, 3 m-ios de sola branca
eBvt-roisada, uro graade aparador de mvgno, ama
i cama fraoeexa tambem de mogno e mnitos oalros
objectos que serao vendidos ao correr do marteilo.
Terca-felra S6 do corrente.
No aromen da raa do Imperador a. 16, as 11
----------uuauui>, lU'Bl, a I^KMI.
Jiproveltem emqaaato tempo.
OPH^TA^M BRINCO
Comedia m om acto peos Srs. Ceiar de La-
cerda e D. Palco
Depo's do Baile,
Aria cmica u-'o benefinado
0 SIMPLICIO P4IX0
Com a quai arrem^ura' u e.-p-i-tacuiu.
Priocipiara' as 8 horas.
AVISOS DIVERSOS.
.DECLBA(0S.
Compauhia do Beberibe
A directora -lesta compauhia faz sciente
ios senboies accionistas, que o caixa de?ta
;ompannia commeodad- r Tbomaz de Aq'ii-
no onezca, e' aulorisado a pagar o 39
dividendo de suas accoes na proporco de
oi1 00 cala uoia, no seu escriptorm da ra
doVigario n. 19, das 10 horas da maut3
:i da lardo.
Rs'.riptorio da companhia, *8 de novem-
oro de i8ti7.
0 secretario
Dr. Prxedes Gomes de Souza Pdange,
A cmara municipal desta cidYie, t-ndo de
Contratar o aluguel t cadeiras p*ra os processiis
de iunlili(-agao e eleigS-'s, em quaoto durara ad-
ministrar;o actual. C"nvida peio prosete aos que
tal cool alo quierom fazer, apreseniarem suas
t.r.'p-)-i;.s em cartas fachadas no da 27 do corrro-
le, as 12 oras da manba, indicando nella so me-
jor preco.
I'.i,;,. Ja cmara municipal do Recife, 20 ae no-
vembro de 1867.
Luiz J's Pereira SiraSes,
l'r-presidente.
PfaoolsooC^nutida Boa-viagem,
Secreiario.
AVISOS MABITIMOS
COMPAUHIA BRASILEA
DE
PAQUETES A VAPOR
E e perado dos portos do norte
at o da 28 de novembro o vapor
Guar, commandante o pnmeiro
tenente Pedro Hyppolito Dnarte,
o qual dep.iis da demora do cos-
tume s-Kuna (jara os portos do sol.
Recebem-se desdo ja passageiros e engaja se a
caria qne o vapor poder couduzr a qaal devera'
ser embarcada no diado sua negada, encommen-
das o dinheiro a frete at o da da sabida a 2
horas. Previne-se aos Srs. passageiros qoe suas
i>assagens s se recebem nesta agencia ra da
Cruz n. 57.
Sesoe com brevidadu o patacho oacional Pofon-
te. pir ter grande part da carga engajada, para
a que a o la p ufe admiltir irala-se ca)m o respec-
tivo cu i-igualan Amonio de Almeida Gomes, a'
ra da Cruz o. Ti, 1* andar.
roiriMii rauwciitt
DE
Xavps'cSn costeip po>* vapor.
Parahiba, Natal, Maco, M usor, Aracaty,
Ceara' e Acarac.
Segu no dia 30 do
correte as 5 horas da
tarde o vapor Pimpamii,
commandant* Torres. He-
cebp carga at o dia 29
as 2 horas; tncommen-
das, oiobeiro a fre e e
p4-nnre a 2 ..oras do di da sabida : es-
cripion no Ponerin Mt-* n. I.
&OMP ANHIA PERN AM6UCARA
DE
Navega cao cnsteira por vapor.
Macei e escalas, Penedo e Aracaj.
Segoe no da 3o do correnta as
&! jj\ S Horas da tarde u vapor Potrag,
*/^^^S^- coinroandanle Pere.ra. Recebe
^'SgEBSC Mt%3 ate o da 29 as 2 huras,
-!-SaB&BkW encoromenl.s, dinbeiro a frete e
passageiros *t as 2 rrnras do da da sabida : es-
cripkrio no Porte o Matos o 1.
ESTrUDA DE FERRO
Kecife ao Sao Francisco,
AVISO
C'niiooa-se a r>talbar o sitm da estrada de Tendo algumas pescas u cjsuime de tirarem
liso de Barros, esquina do Meo do Espinheiro, amostras de assoear das remessas, na estacao do
Ocaudo com duai roas de nasceote a poeoteedoas Cinco Puntas, deom mod > prejudicial aos remef-
de sol a O' re, formando qoadros cooforroe as tente des*e genero, resolvea a administrado que
posturas mnuuipaes. a terreuos fleam com 160 cada senlior de "Bgenuo en remeit>*ote de assucar.
a 180 palmus de fundo, e muito proprios para pusaa man, i uratis e em separado orna pequea
moradia, i-to a salobndade do lugar, e oode Im- amo-tra oo eieedeao o peso de 503 grammas
prrlerivelmente deve ser urna d> estarces da es (cerca de urna hnra) a qa I ser entregue em dita
Irada de ferro de Olioda, que segundo o contrato i estacao aoseu correspondente, lugo que for exi-
deve dentro de 10 mezes estar em Olinda e Rebe- gida.
"be- | Kscriptorio da soperioleodeneia villa do Cabo,
Querendo-se malcr enromodidade pdese flear, 18de novembro de 1867.
com terreno de roa a roa, formando assim am q. O. Mano,
rundo de 360 palmos, que o para bellos jardias e \ ____ Superintendente
algumas arvores rrueiiferas.
Para faciiiidate de pessoas oceupadas, todos os
domingos ras 6 as 10 horas da mankaa estar ali
a piaota p>ra ouem quirer escolher a localidad e
o nuiii-iu ue palmos.
6 Dr. A. S. PeriraTo Carmo (medico) \
eU rooraodo no sobrado o. 12 da roa da
Imperatrlt.
mmmmmmmmmmmmm
rara seu interesse
Muito se precisa fallar cjm o padre portagne?
Joi Bernardiao de Paiva qoe sopp3e-s9 morar
em Marcacio, e com o Sr. Jos Liureoco 4* lie
deiros Mooft que mora nos arrabaldea de Santo
Anio : oa praca 4o Corp Santo o. 17, pnmeiro
andar.

ARMAZEM
VAPOR SlINB
ATI'OCAd.
Informam-oos qoe o eogeobo Tres Bracos da Es-
cada esti cheio de piquetes pelas estradas e cami-
nos, para prevenir all as diligencias da ju-tig-, e
qne nio sejam recrotados un poneos de peraltas dos melh) es fabricantes daqaetta
e vadlos. Alteada
aqne'la Incalniade.
o Sr. delegado du termoNpara
Atada d-sealgom dioheim a (aro bre hy
potheca : a tratar oa roa do Padre Pioriann n 74-
1
8C0
da
O Dr. GotllHnBe Nat-gell, Uir-iiicu, da
consultas todos os das das 8 boras as 10
da roaohaa e das 3 as8 da U'de na sua
residencia roa Nova n. 15, especialidado
mnipiia< dos o'hos.
Gratifica-se bem
Piotecto-a d sfinilias
_ escrava,
preerindo sa esta ultima, para o servido de urna
casa de pouia familia, paga-se bem : na rna No-
va o. II.
a quem capturar o mulaio oscravo de nome Na-
poieo, com os signaes seguintes : idade 25 nno,
cabellos carapinnos, estatura regular, poaca bar-
ba, denies perleu e alvos, falla gro.-sa, levoo
bastaote roopa e tiem conhecido nesta capital
ASSOCtACO BRA-IuatiA DE SEGURO MUTUO SO- on,, irabahua muito tempo cora earroc.a--, des-
BHE A vida C0Dflas', 1ue a segu para o serto em cumpa-
Pelo presente t* previne nocente aos SSSS SR \LTSJS *oZ-
sennores cotitribuintes dos contractos abaixo cife n. 30, que sera' rwm grat.Ocado.
enumralos, *jue ainda nlo pagaram as se-1
gundas atinuidades de que Ibes curopre sa-; ff\ \[)
tisfaze-las al ao dia 3 i de dezeinro do
correute anno de 1867, sob pena de cadu-] Trec8-*e aiogar nma a
cidaiie, imposta pelo artigo ti do regula-
mento.
E se lemhra aos senbores contribointes
das liqwidafoes do 1871 e 187 a de qne de-
vein pagar, aqueiles a 3a, e estts a 1"' e 2a
ahniiiilades dus seus coutract'-s at ao refe-
i io dia 31 de dezembro iiu 1867.sob pena
le > ihes seren recebidao de ento em
dianie, com as multas correspoodenies.
Nmeros ri6, 67, 188, 189. IflO, 191,
I9. 238, '39, 3-7. 378. 390,391. 44,
t7. 48. 473. 474. 47s, 4:9, 4M), 49f,
541, 5.2, 574, 575, 57 577, 59(. 667.
68, i7.', 871, 67. *5, 68, 687. 688,
n8l, 69) 8 6, 8M7. 8.7, 84S,8*9,850,
851, 855, 856, t-57. 858. 86,86*,8B4.
8i>5, 866. 8<>7. S68, 869, 8:o, 957. 95S.
871. 872. 873, 894, 891, 912. 9)3,956,
972. 973. 974. 1 43. li4i, 10k6. 1(47,
1104, U
bro de
Quem precisar
De um rapan para tratar dos servicos eneros
de algoroa casa de negocie, como sejam cobrao-
cas, tanto na praca, como fra d-lla, e despachos,
como tambem para vender assncr, o qnaf da mai. do verdadeiT. i
o boa Danta de su. conducta, deix* carta fechada Se tSSFj^ blt0CtS' >reUs 9
KB4 NOVA H, 7.
Acaba de coegar de Pan* a ene esiabalecimea-
ade e escolhilo so-timento d.i calcado
irranie praca,
assim como grande vartedade de quinquillera
de nuvos bnoq edos para cria&cas, cu|o, artigos
se achara eipostos a eiro'tia e vuatadn dos com-
tra tures, c;mo sejam algnns que passamos a
mencionar.
I film moda
Ricos chapeo-iutio> de gosto para seoharas fet-
106 capricho de urna grande mi lista de Pars.
Botiaa pira scaboras
de setim hranco, duraqne dito, pretas e de ootras
difTireuti-s cores eufeit.das a rigorosa moda.
H t'n.iH pira mealuas
de mullas qual indrs o>-m ortida.
Brlfo de onrs
de le a ultima muda do Campos Biios e boule-
vards de Pan, para seohoras e m-mnas.
Lavas de pellica
nesta typographia com as ioiciae R. S. A.
Precli-se de orna cosioheira iivre oa osea r
va : na roa do Apollo o. 20, armazem.
Alug.t-se
O terceiro andar do sobrado da ra do Amarina,
n. 37, com grande sotao e eommodos para familia :
a tratar oo armazem do mesmo.
D. Seuhorinha Germana do Espito-Saoto, ten-
do aberto oo seu sitio do Arraiat ras para reta
Ihar a vootade dos compradores, f quo as ras tem ses.-eota palmas como marca a
cam-ra e que tem de fuios 3JO palmos, e com
diversos atvoredos de frocio, boa Ierra e a l500
o palmo. Assim como tem tambern bons terrenos
do mesmo Arrau!, a 140(0 o palme, coso dlv>rsas
arvores de fructo e todas carrrgadas, e com 600
palmos pcoco menos de fundo, s nao tirara' pro-
prielano v n< oo qczer.
Trocam se
IOLUGIO DE S. JOAQUll
! s notas do banco do Brasil e das eaias flliaes-
dom descont muito rasoavel, na praca da lnde,
rio. .ii i. l< |i. li'4, 1UIO. H'4/, -*""""" ni"o u*s t..=i,
ll- 5 Ri < de Jiincim 13 im nnvom- ve' assenUr fr3Ca d volur.tarm : r
Va 7 i A !n^! i l0 as P''5Suas eorarregadar. do reern
187J. s Ju.-tioiano Ko.ingues. aotorldades puiiciaes e apirehHOcSo
Para Lisboa.
Vai sahir Com brevidade a barca portugueza
Oratidao por ir parte da -in carda proit.pt*; pa
ra o restante e pasagi-iros tratase enm Ouveira
Filil. & C, largo do Curpo S-rnto n. 19 ou com o
capito na praya.
liba de S- nigoel.
Para o porto cima segu o patacho portuzoe7
cJur^easHi de prure ira aurtiia, para carga o pay
saioiros traia-se com u consi^ualano Joao do Re-
g Lima, a ra do Abollo n. 4.
P ira n Aracaty segu com muita brevidade o
hiata Sobralense ; pira caraa e passageins trata
se com Jos Sa Leitao Jnior, rna da Madre d<-
Deos.
Pri a Babia
Hute ronj Irmaos: a ir.iur com Tasso Irmao.
oa Sr. Qiiritil no irapich rio aigodo.
. Rio Grande do Sul
"' i;u coio lou.! i i:r-.i ii le a barca nacional
Theiezn I. para o sobredi!) porto, por ter parte d-
seo carregameotn prompto ; trata-sa com Baltar A
Ouveira, ra do Vivarlo n. 10.
P.ira o Cear
O palbabote Garibaldi : a tratar com Tasso Ir
mi.
LISBih
Achando-s om a mai ir oarte d^ sen carreg^-
menti promiti 0 hulepjrtuguez Pensanunto se-
guir'em piuc-s das para o riendo porto:
quera prel-nluc emrn-c4r o to dirija se a ra
do Vigario o. tO, a Bailar & Olueira.__________
- m
1E JINGIIIO
Pretende (Or com muita brevidade a barca
cDespiqa^ lli, tem dous tercos de s-u carga-
mento a n ir.io liara o rst) que Ihe falta trata-se
com os seus consignatarios Antonio Luir de Oli-
veira Ar ved) & C. rna da Crnt n. 57.
LEILOES.
Pola recetidoria de rendas internos geraes
'*? pliblieo que tica marcado o prato de .'10 dus
contados da publicarlo de>ie, aos devnd res de di-
rima do cluoeellaria, averbada em virtud do -le-
r no 830 de 24 de ootobro d- 184i, afim de virt-ra
paga la ; lido o referido prato seio remullidas
athesosrarla & l*reo-ia s rli^i*s de todos os
devedor-s que leen si !o r-mnitida pelo< <):fl-if en-
te.- escrivies, relativas a eauaa ji decididas, 5ra
0e proceder a cofirancaeiecuuva.
Rec->bedorU de Peraambuco, 22 de novembro
de 1867.
Manoel Carn-iro" de Souza Lac-rda.
De ordem do Illm. Sr. uspfctor da th-s ur de fazeida de Peroambuc o se faz purnica, a circu-
lar do thesouro o. 60 do 14 do eurr< utj, abalto
transcripta.
S-crenru da th'soorarla de fazoda de Peraam-
buco, "m23 de novemhrude 1867.
Servmd de ulflcial maior.
Miooei J i-e Prato.
Circular n. 60. I' sercSo. Ministerio dos oago-
eios da n'-nda.Kio d Jaaeiro em 14 de aovem-
brn te 18 i7.
iorios do Ges e Vasconeellos. presideoto do
i.niio'inl do tnetouro n.iciuoai.no intuito de obviar
au.itas que se possam suscitar na opeiagai da
V" -, la las apolices as provincias, recominnuda
aos Srs. iQspectores da tries qu,; -;r- -i- iiii serapre ao IDesooro, c m a mailma
brelila oart 3o do* in*troci;5es de 41 de uatabro do anuo
passado; ficando oa ioliligeucia de que os juros
das apotictu eoQtam-se d^sle o prirseno da do se
mestre hid qa-i sao v-olilas, e devem ser satisfei-
tos a' vi-(a das proprias ca telas qae servem de
tiiulos provisorios at a re'De**a das mismas ap-
lleos, com preferencia a nuira qml juer d-spe/.a,
eomo se ortica ao thesouro, e laJependenla de
ordem e*peci-.l 1*1 wn-in-ote pavamnt-'.
ZaewrtMS de Bes e VuseonaUot.
iHpeccjlo mariuha
Par sg publico qu' a commi-s.io de perit< 9, eia-
mio^vli.ui forma d-terniinada no regulara-rato
anne\u ao decreto o. 1,324 de 5 d- fevereiro de
18>), o ca-co, mar.nina, ealdeiras, appnrelbn,
ronsir-iga i. velamos, amarras e ancoras du va*
por l'tnitinii'i da companhia peroamfiocaaa de
n v^vacu co-teira, achira tolos esses objectos em
astado d- o >1er o vap>r o Ios.hc > do arsonai 1- msrinha da Peroamba-
co >ao u^r-.-mbro- !Kii7.
H. A. B.rb >. Iospector, ^_^
Santa Casa e Misericordia
do Recife.
A Iilrua. juoUaJflioi-trvivadaS.o' Cisa d=, np < k r:a rhnnriran dr- lfi li-
Miser eordi do R-e.fe. oa sa a de saasssssa-,- f rr-B CMinjM W 1 11-
polas i horas da tarde do dia 18 d crrante, re-
cea* pro ,i*ia* para o f 1 o eme o 10 de pao e nola-
ehas que h mverero de coosnm r no uwt 4a dezem-
bro prmn < f raro, os esubel-cim-ratos pos a sea
cario, -nMiratiM naett e*4dt e o do Olmda.
Sacreiaria da santa casa de misericordia do Re-
cite 24 a-- aotemor tf 1867.
O escrlso,
_____ Pedro todriiprna da Soota.
. CORREIO GERAL
Pela administracto da currlo desta Cid 10 S6
lai publico a q-eoa ioterestar po~sa qne nao sa
demor iodo us vapores da companhia Men ageira
D vc do Senhwr Saal
I aires ua igreja do Diiu> s
piit > S^Dt
O provi-dor perpetuo e admini-trador do res-
pecnvo aiur vi-rn por esto meio agradecer a todas
as pessoas que cooc irreram com suas esrni.la e
com seus servidos para abrillantar a f-sta do ra-s-
moSi'nhor que leve lugar no dia 17 do correte e
nutre a devida esperanea de quo M-remos todas re-
tribuid .-, qu.uiii em nos-as trihniacSes recor-
rer.!.os c ai verdadeira f, a sna infloita e divina
misericordia.
Fug a t7 de n ivemhro c irrente, do enge-
nh 1 Tei\ ira, u 11 muuunho de c6r alaranjada, al-
to e secco, Cbi-Qa (i- q -: na, ro>to Comuno, tem
nma roalna branca oj rosto proveniente de urna
mninaHm qae soffr-n, nariz arr-bitado e afilado, i
tem urna cicatriz o'um t^.lho cima de oro olb-,'
nati beta deformas quo oj jm-inos raiam um no;
nutro quaudo anda, pernas Una?, p< limpos, idade '
(6 anuos: quem o appfheuder h trouxer no cu-;
enhn cima menci-raadu. sera' bem ludorjinisarto ;
pelo proprit-tario du rnesrao engeoho, polsaeste!
perlenc;- o dito mulationc. 1
- L'ma pe.-soa que se rftira 00 primejro vapor,!
que so espera do norte, veude uo.a (iHiiuena mobi-!
Ha com pouco Uso por pr^-co rouilo commodo; pa-
ra ver e tratar a qualquer hura na ra nova de
S.io'a R ii n. 56.
mu)
Terga-feira 2 as i 1 horas.
Ha rila das Ornes a. 6.
Pelo agente Euzebio.
Da casa terrea o. t t ansa Oua Qaarteis.
Da casa t-rrea n. 6 sita a ra das Cruzes, rende
por ano 1 IHO.
1 D1 sobrado o 16 na raa do Vigario, de 2 ao-
dares e sotan.
Do sobrado n. 47 roa da Roda.
Da ca-* terrea o. 12 roa dos Patos.
i Dua de n. 13 o* raa dos Pilos-
De 8 casas terreas oa rna de *. J-ro em direc-
cau ao gatnmeiro o raais 9 oo (asidos desU em
1 segateaeoio ao ponixto gaimsro e sao mei-s
aguas readem cada ama iA.
brag 'tila uTril
Torga fe ira t do corrente.
O agHow festaua (ara' leo por coala a risco
de quem tteriencer Uo geuem cima oiencionado,
o quat sera' vi-ndi lo em om a mai* lotes oo da
acuna as II Doras da manhaa 00 armazem do
Anaes.____________________________________
I^S52Ld&H
De 1 a cana c* t miitm.
O agenta Minios fara' leirao por c rata e risco
de quam pertencer o para pagamento de ama ei-
asapoiial neato porto em sea regresso do Rio de cneu. de nn aitu com diversas 0Madzas con
Janeiro, a tompo precisa para se fazer a etpadlelo itModo a lioftas, reros, cartas de )ofar, brio-
Acna-saaorta a matricula pau u cur-
so preparatorio, duraule as f-rias. Os )Q2j
Srs. cstudaoics que quizerem freqoen- GHB
ta lo drivro vir intcrever-se al o flm ~
do correle roet ft|
Pobu no da 17 do correte do oogehn Be-
frigero fregneria da Escaria, o escravo cri.;olu de
iii,c m os signis seguiotes : pn-ti
bastante, ,1 .!nr.i regalar, rosto comprido e magro,
bonita finura, sem baiba coro ulcuns cabellos 0-
m'i't* noqueiio, beiQ >s gressos, ps reculares.
camina o seroola de algodu, jaqueta prct?, cbapo
de palha 00 de courn, cabellos carapinharlos, com
alguma marca de reino as costas, snp 5e sa que
rrgase portan
lamento e as
apiTehi-DCAo do dito escra
vo e leva lo iraveasa do Queimado em casa do
Sr. Antonio Cernir da Cooha Rast;s ou no dito
eogenho so seu gpobor Melquades Pulpimo Preire
rie Carvalii 1, que sera' jenerosameo!e recompen-
sado.
O Dr. J ia'iu'ui Ji- de Campos da Costa de
Med-iros e Aliiuiiuernu" mudou o sru escripiorio
de adv reacia oa casa o. 22 para a casa contigua
o. 24 da rna do Imperador, dtfroale da re aco,
jury e sala d audiencias.
oeodiracia n. 22.
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A'oga se a sala do sc?iindo andar do sotra-
1o da ra do I operador d. 75; a' tratar no racimo
segundo ou terceiro.
5D0~de g atificacao.
Na noite d 20 do correute mez, algu:uas pes-
soas m ram cinco laapeoes na ra da Paima u ires na ra
la Praia rio Caldereiro, propriedide da empreta de
illumina(o a gaz iiu.-t; cidade.
cima ser' dada a quaiquer pessoa que d infor-
macao, que pnssa descubrir e puuir o autores de
ue abusos, assim como para o lutoro gratificar-
si-ha a tudo aquello que der parle de semelbaotes
altos.
E-criptorio da empreza, roa do Imperador a. 31.
Manoel Jos Caroeiro, estabi-lecido com fa-
brica de cigirros oo largo do T>rr;o, faz sciente ao
publico, que por haver outm de igual nomo, as>tg-
na->e dusta data em dianie Manuel d'.^.meida Car-
oeiro.
Fundi';ao da Aurora em San-
to Anauro.
Completo sortimento de taixas de f rro
coado, molde raso, ltimamente aprovadas
p.ira o fabrico do assucar.
Frccisa se de uro r

berna : na ra Impeiial n. 23".
Loen Crombac, subdito fraocez, retirase
para S. Th iroaz.
Prrr.isa -se rio um Cobrador do divida : na
roa d..s Pos.adores n. ll.se d.ra' gnein precisa.
- Prtclsa-se de uui caixeiro do 12 a 14 at-rj- s
de iiadc : a tratar 00 pateo do Tcr{o n. 15, refi
naci.
Prec.isa-se de urna ama tiara eoslobar : na
ra di Apollo armarem n. 14.
Prcc'sa se da qnaotia de 1 000$ a juros :
quem liver aimuncie para ser procuraJoe conven-
cionar se ri n-goclii
B
> 3 P

s. 1
.S
rt,
Q,
e
Preci>a-se au um nuinm para se uceupar Uo
tervigj oa arborisac&o da ci lade : na ra da Im
per'trz u -!9. 3* andar.
Sirio
Atteijtfio.
Na rna do Livramento, l-J du Zuavo Braaileiro
o. 33, i-m para veuder um cump.eto sortimento do
caoJieirus a gaz moderos.
Precisa>alogar orna preta para vender oa
roa : na iravetsa de S. Ju o. 13.
No b-cco Lirgo o. 1, pnmeiro andar, preci
sa-se de nma ama__________________
D-se vate mil reis mengies pelo alounel d
orna prea que connbe e en>atiO< com perfeigSo
para tres pessoas : na ra do Rouget n. 9.
Precisa se era Olmda de ama ama forra oa
esi-rava qu* r.ozuihe e Uve, para casa de poaca fa-
milia : iuforma-se La roa das Trtocbeiras n. SO,
pnmeiro anl.r.____________
Precisa-sede 1:0005 a premio de 1 1|2 por
eeoto, com segoraoga em urna pana de om engs-
oho perto desii cidade : qum qaizer faz-r tal ne-
gocio, deite carta na roa das Cruzes o. 13, com as
iQn-iaes I. P. li
Prerisa-se para urna p-quena familia o^trancei
A grat'flcaciio ra a'ugar nm sitio perto da cidade. que tenha
bons rvoredes e qoe a casa es te ja em boro esta-
do : a tratar no largo de palacio 0. o.'________
Fugio de casa do sua senhera o prelo Luiz,
crioulo, balito, corpo m-lo grosso, nariz chato, fal-
to de denles na frente, com marcas de oexigas no
rosto, pouca barba, lem o andar corado, pnre.ro
ronitn ligeirn : quem o pegar leve-o a estrada dos
Affl itr.s, em casa da vinva (jo .n tolla ou na praga
da l-ide; endi-ncia n. 2, que sera' recompensado.
Sr. Juo Ffancisc- Vr.s'on ell's.
A fa oilia de Ramllo, do Bu-njs-Ayres, deseja
ter noticia de-te >enb.ir: polcui dni^ir-.-e a roa
do Trinche n. 6.
dtbWt*
Precisase de ama ama para tud 1 o sarvlco de
orna cas* de p*qae*a fmula e prineipaimeaie pa
reofiutiare eaigomm r, prefermdu-e preta es
crava : tratar m Fura em Portas roa- de Pilaj
e^lil andar.
Cria '/a.
Precisase de oim cria i litre para engommar
a servir ama seobera : oa roa da Co>ta a. 57.

Ana

Precisase de araa ama djM -saib eemprar e eo*
airhar ptra ea de nemea oitire : a tratar na
praca da ludepeodeocia as, i e 8.
Ulub PernflmbttOHBO
0 bai do aonivtrsario de iostallac^o tera
luarar no dia i ue dezjrabro prximo fu-
turo.
Racifd 20 e novembro de 18*7.
gniprgzano.
Precisi-se de um fetjr a> h.rta a Urda ;
ioforau-se na roa estrella do Rosarte n. tf.
nu wm wmm m m
SO Dr. A. Duarte, medico, muiii o-se
exi-rcico d sua or flsS-i.
Atteu;iio.
S. 2-. Rna do livrameulo \ 2>
Depostl do lamaocos e cacado nacional da fa-
brica da roa do Jardim o. 19, de Jo- Vicente Gj-
iinli i.oiono oepi-itoeom 1 na fuonca seapromp
.tam todas as pori.'Ses de cilQado o mais barato
pesslvel, esta fabrica tem todas r.s macbioas pro
prias para os calcados ja bem acreditados pelo
grande numero de fregueses qne daqui se for-
uecem. _________ _____________________
O Sr. Justino da Silva Cardnso queira
vir nesta iypoKr>pliia negocio urgente.
vmm
SC\
Leeiona-,s a solfejo o a tncr varios
iostroinenlos daodo se as ll{Ses particu-
lar! s em suas prounas casas, das 5 ho-
ras da tarde at as 9 bora* da noite : a
tratar n- roa Augusta n. 30 oO nesta ty
p 'l-ra-tl-a.
llr-I.Zi-l III,
ii'aqoim Pins Hrabarto Portella tem
aberto na casa d.. ;ua resid.racia, das 10
as II horas da manba, um curso de
g-ographia para os esmdantes que quize-
rem se preparar para os Jtaroos de
marco.
Aluxa-se
um sobrado em Oirada na ra de S. Beoto ti 40.
com eommodos para grande familia c romio pro
pro para os baobes sa'ttados e tambero urna ca
sa terrea jonto ao mesmo sobrado com eommodos
para orna familia : a tratar com Aotouto Ramos,
em O'1 oda.
AiUiTn-se
Urna casa terrea a' roa do Hurtas n. 78, e a leja
do sobrado a' roa do Cal eireiro n. 11 : qaem as
pretender pode dtrigir-se a' rna do fcnperartnr,
eicriptoru o. 73, oo a' mesma raa, sobrado o. 38,
segundo andar.
At.eucio.
Nodia 19 de noveinbrj corrate desaparecen
oesia praca doR-*cife o menino de nome Jos, par-
do, de cabellos caraaHBh solios, da idade de lo
a 12 anuos, levaado vewi-lo cami*a de cuita osa-
da, calca de algodo atul e cnapo de palha de
caro dutiodo tamlHsa dios pares de saceos vatios com
a marca -Santos Mandesdito menino fliho de
Reinabio Jos da S ira. morador no eugt-iuo Sao
los Mendos (reguetia de Traouohem e ra a pri-
meira vet que viuh ao Recite : pede se a qo-m
o encontrar ene p ir cndale o cunduta ao refe-
rido eoge b 1 Status M-nles oo ne-ra praca ao
scripkrio de Olisaira, FiOk* ot C, largo do Cor-
po S oto o. 0. ______^__________
- Na praca ua Independencia n. 33, luja de
ourives, cumpra-se ouro, prata e podras preciosas,
e tambem se faz quaiquer obra de eacommeoda e
todo e qoalqner concert.____________________
'ssicidtj coii;iie'-c.!'l nieliceutc de
Peina ai boco
A direceo da assooiag 1 commercial beoefli-eo-
le, de cooformidade com o disposto oo ar t. 10 dos
estatutos, convida pela segunda vez aos seohores
associados a se renairem em .ssembla ger.-.i no
da 26 do corrento ao meio dia. no salao do e huelo
da mesma associai'So, afim de preceder se a lesu-
ra do relaturioaooou, e eIei;o de O'va direccao.
Precisare alugar urna preta boa quitandeira
na ra das Coco Puntas n. 136._______________
Comidas pira fra
Na ra estrena do Rusr.ru o. 47, segundo an-
dar, apr impta-se comida mandande-se levar ou
para quem a quer roaudar bu-car por s-u por-
; tador, por pre^o mais lniu do qoe em quaiquer
oulra parte, e ao go-to da encommenda quor ua-
eional qaer eairangeiro; tambera ge faz ro es de
todas as qualidad's e aprompwm-se banueijas de
h- iinhos para da, bades, casameotos etc. Na
mesma casa precisa se aiugar urna ou duas e>-
cravasque enteoda de tod) servido de casa, com
prar e tambem veoder oa roa.*_____________
Alaga-se
O pnmeiro aodar do suirado o. 193 da roa
Imperta!: a tratar uo serondo._____________
0 Dr. J. Bapti>ta t>anova
pode ser procurado a iu uq ier hora em sea cou-
>ultorlo bomeopaibrao, largo da matriz de Saotc
Aotooio o. t.
do mesmo consultorio tem sempro grande sor
tmenlo de medicaiDotos de noroe ipaiia de We-
bere CatHlan,tanto em glohaluscomo-embotara,
assim com tm um sirtiiDento de ferros de ci
rurgia era callonas e avulsis do afamado Char-
rier de ParSa.
Precisa-se Oe ara meara > dn 12 a 14 annos
para eaiteiro de taberaa : a tratar na roa Impe-
rial o. 435.
Leques
ora escomido sortimeaiu de leqoes de diversos
gOStOS e qualilade:;.
Perfuiaarla
8oos estrados, hachas, oi-, pos de arror, agaa
de cologoe, agm fl. -ida e >ab metes.
Eapelhos
de differeotes tam-ohi e gosta para salas, gabi-
oett-s e p<-quenos inucadores.
Calxlnba* de costara
ver a todos de 00vos modelos ricanaeoie guarnecidas com
lindas pecas de mostea.
Delirad presente
bolciohas ece-imhas de seiia e de vtiulo muito
importantes para hrago de menina- pasalo.
Cbapctas de sol de seda
de cores e im.i>.. tttot para seun.iras Hieainas.
Bnu<|tiets da expslei*
delicaflts bouvjuels de fl .1-5 de p-jrceana cora lin-
dos ja; ros para mesa a* salas e santuario'.
Lnaelas
de ajo, larianga e | uMo
Oculos
de 3qo, trafilo re prata rtoorada.
Ricas bengalas
lo canoa verd-.ueira com eaatao primorosamente
trabalnados eoi aiaiflm, com radas m eipusieao.
Bolinas para hotnen
grande sutiu entu bem escebido em Paris.
Hutlaas para meninos
de muitcs m >'-. 1 .s bem surtidos.
tpalos de aprte
d" charlle, de tapete avelioaadu e di traoja de
l.i.-.Loa para homen, senbnras e meninos.
K.tas rutilan..
Peroeiras.
Mantas de feltrn onitoj padrOes.
t;bico(-s fortes comprldos.
Lavas de B1 da Escossla.
Carleiriobas para dinheiro.
Saceos de tap.t,) p.-r.i nagem.
Malas e bolgas surtida?.
Pooteiras para charutos e cigarros.
Cnarnteirase rigarrelras de palha.
Cazimb s de bouilos modelos,
(iiavatas tretas e do cores.
Curdas para vioio.
Kengalas iira h raiens e meninos,
limas de 9 da E-ioia para hornera.
Venezianas transparenlcs 1 ara janellas.
Quadns peijuen > para noratos.
ObJ ctu de pbautasia para lotlet.
Abridores oe lavas.
Trsonriohas delicadas p^ra costura.
Caivetes finos com tesounnba.
Pn-Os pentes de martim para tirar caspas.
Jarros mui pequeos c v< reelaoa'.
Otji-clos de porcelana para bvtar banha.
Taiberes finos para meninos.
Objectos de mgica para d.vertir familia?.
Pi:.'t(graph.iS mgicas.
Globos de papul para niomioaco no campo.
G'iolas de rame para passanutio.
Castiohas de vlmes para un-moas de escola.
Ce xibris de msica o reajr jos para meninos.
Veas a gaz para caoiiinrus e candelabrus.
Carnnoos Oe quatro todas para condutir crianza
B oecas de massa, de cera e oe porcelana.
Hercos e camas com co'iiuados para boceras.
Clipuli-ts e cavaliinhos de marieira com m(:.i
uismo para meninos de 3 a 8 airaos moniarcm
Reos alunas
de velludo e d inairoiiuim para retratos.
E>t> reuscopos
com lindas pbobwraph'as traosuareutes.
i;- de tgui;.-, paisageri-. cl.UUr- e (le gaoloi.
Molduras dooradas
de diversas laigur^ para nuadros.
Aoaf-jonr
para candisiros e inteina- de piano.
Osinoraanas
grandes e pequeos cm 50 ou mais vistas e o-
Ibidas a' v nuil mono |iuu>resc.a8.
Chicotes para paselo
muito finos de ba>e>a e cabo .i- maifim.
Realejos
paqueos, de quatro e -fi. u-cas de msica.
AeeordluBS
e concertinas, o que na ue melhur n-sta genero.
l*ara pres pes
Bjjnras para ornar presepes, cisiubss, animries,
pastores, e outrns mjitos objectos propric?.
AUcnco.
Nao sendo possiei roeuciunar-se aqoi todas as
quaiidades de calcado, era Indos os tragos de
quranuiir.arias, e muito menos da gr.nte v:.ric-
dasto de uovos brioqaedos : pele se ao tiobitco um
pi.sseio a este e-tabelecimenlo, corto de que en-
cuotrari bastaote pacian-ia para bem ese^iherem
o e;n rtes-jarem comprar, e pregos haratissimcs
em virtude de daser em t.dos es.es artigo grande
a 1 nuda K e trein sido comprad, s mesmo na
Europa pelo doai do nilu estabeiecioieuti!, arma-
teO do v-por, ru* Nova o. 7.
Aiuga-se o 3* auJar Oa -oiirado u. 8 A raa
da Imperatnt: a tratar caca J. 1. de M, Reg, roa
da Trapiche o. 34.
Rogase a qo-m tt'er ochado oso reqn-ri-
mento despachado polo Iilna. Sr. Dr. jote de or-
phios eMtaaSa dootre do ooseripta da qaaofa de SOS rs. quemo tu resti>
tai-la qaatra lar a boodade leva lo a roa Direita n.
10 a Bertartao Jos da Costa Valcot?.
Cherou afinal
A pomada galopean
para cora rpida e compM des callos daros.
VENDO SS NA
Botica- e dragarl--------
Barthcdonaeo dk .
U*m larga da taaaria~S4
ISm
Preciaa-se 4a ana Maar om a-ja caitas a
trabalbador para am sute perjoeoo p-n d prao
Da-se casa prnprla e boa para mors-t com nra fa-
milia, deolro do sitio; para tratar, roa Nova n. lf,[
t* aodar. i
=< mragus Carpiotelro, subdito bespanbol, i.\e
Europa
Aluga-se
urna caaa na cidado de Onnda, para passar a fe .-ta ;
e' tra(r ooPasseio Publico o. 12.
ssceos

MARTIMOS
CONTRA FOGO.
A companhia lodemnisadora, estabelec.-
la nesta praca, toma segaros martimos so-
ire oavios e sem carregamentos, e contra
C)go em edificios, mercaduras e mobilias:
.a rna do Vigario n. 4, pavimento terreo
fllllllilllll
Compaonia tidel lado de seguros j||
maritimus e terrestres
_ estiibeleoida ou Rw de Janeiro
AGENTES EM PERNAMBCCO
Aalenia Istiie W*eira laesedo & C.
eritaotfteaieBMOte aatnmados pela
dTuctora da cmpaabiade segaros
Fidenitadd, tomam >eguros de na-
vios, n >ercad. trias a predios no sea
escripturio ma da Cruz n 1

1 llffifWEL I


"T
____Piarlo de jpernawbv
rtfl
e segu
r. clra 15 de Vovetnluo le ioG7.
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at u,r"
TSPECIM. HOMEOPATHICA
lUmisiH
M3SAMJIA
tn/?i)0UT0R SABINO 0. L PIRHO
al BA NOVA S. 48. ni
L
V.M (MI ,
:'uM
nA ;
.TM1 b 91


OHTASH^ FERER[R V|LLELA
RETRATISTA
A empreza fio gaz desta cidade desejando facilitar geralmene o uso do gaz
as casas e estabelecimeotus particulares, offerece desde j as segointes vantagens:
1. Uma reducc consideravel dos precos dos canos, apparelhos e tolos os mate-
riaes presos para a iusiallacao desta luz.
Neste importante esiabelecimento se acba i Posto qae, na segunda edico do Tne- 2.a O gaz torneado h Vido o que necessario para a pratica da s.niro on>oojllco cu ademe- ou outro melai difjerenu!. assim o-nio nenhum damno poJr causar as pinturas, quadr.us,
Ilomeopaihia. 'cuan do homeopata, pagina 677, se ornamentas, papel de fono mais delicado que seja, lornando-se ao mesmo tempo to su-
Mmlicamentos em glbulos e em tinturas, acba indicado o meio de osar d'esse preser- dave| ootra qualquer luz, j conhecida, alinal, efitar tambem a obstruccao dos canos e
preparados com a mais escrupul-sa exacti- vaiivo, com indo conven repiti-lo com al- tuDS dos gpparelbos.
gunsesclarcimenlsmais. 3. Os apparelnos existeates, como lustres, arandelas, tragos de vidro, de bron- mu P.ra urna familia dissolvem-se 20 glo- ze, Ptc., etc., sao proprios para os senbores que preferem luso -"elegancia, como para g%*m -m t mm J^*W& em P"ri'eluua
bufos em urna garrafa o.m dous J?rrs os qUe necessitam simplicidade e economa. Retate* cm talco.
d'agua pura, vascoleja-se bem, e d-se 4 As pessoasque quizerem cllocar o gaz em suas easas podem dirigir-se cm-1 Esles retratos s5o especiaes para se colljcarerr
cada pessoa urna coiher*da pela manhS, ou- preza> a qal se encarrega oacollocaco de t"dos os apparelios, canos, etc., lomando toda botoese aneis
ce mu ofe (H*v. 4
.. m.
tHO !" OM1tV lOt
t lita'

Da casa- Imperial do Brasil
tinado Catinga, 18, entrada p-lo!paieo da matriz

dao por meio de machinas especiaes.
Carteirs portatei contendo os principaes
medicamentos em glbulos 105, 205,
300, 405, 300 e 60fi, conforme a quanti-
dade do tubos.
Catas de medicamentos em glbulos e
em liooras de 80, 1003, \W& e 1500
rs., segaudo o numero dos vidros e de tu-
bos.
( Estas caisas sao mui uteis aos mdicos,
senhores de engenbos, chefrs de grandes
familias, capit>s de uav is, e em goral
todos qoe se quizerem dedicar pratica da
homeopalhia.)
,ada tubo avulso cinta.......lOOO
Cada vidro de meia onca do tintura. 230)
Vendem se gobulos inertes, tubos vasics,
vidros para a prepararlo das dses, etc. etc.
Escovas elctricas para traiamento das
molestias nervosas, principalmente para as
dores de cabeca.
App irelhos Je lavar os olhos 00 trata-
meoto das ophlalmias.
Apparellios de iajeefao para o tralamen-
to de cert:s molestias das roullieres.
Cha preto e verde de excsll :nte ouali-
dade para uso dos enfermos.
Voude-; e igualmente o TbesouJ* bo-
Bico|athic ou Vade-mecuiH d
bomeo.-'asha (obra ipcyolMlavelmnte
indispensavet todas as familias pela clare-
za, com q>ie ensma a erapregar a nova me-
dicina), preco 20-?.
(:m prc5es de 50 exemplnes faz se o
abate de lu por cent t.)
CONSULTORIO HOMEOPATIIICO.
0 Dr. Sabino 0. L. Pinho d consultas
todos es lias riteis fiesdo II boras da ma-
nhSa at h 2 da tarde.
As isilas aos enfermos sao Feilas das 2
boras em diante ; mas em cso de r.ecessi-
dade as vhitas poderao ser feitas a q al-
quer hora.
Para qise a> visitas tossam sor regulares
cumpre que os d entes ou os scus enfer-
m i o; mandem dir parte do seu estado^
to os os dias ale o roco dia n;is molestias
agudas; e de 5 em 8 dias as molestias,
ebrouicas.
A- ronsuitasescriptassSo respondidas tnais
ou n.'oos proniptam-nte, segn 10 as
ne essidades da molestia a distancia em
que se acba o doente, pois que nesie caso
fa.-se preciso indicar de urna so ez ludo
o que convier ao restabelecimeolo da sade.
As reir'H'oicSes serio pagas na mesma con-
formidade.
O Dr. Sabino roua a todas as pessoas, que
consu ta-lo por escripia, queor-
p.i.. cartas, toque, enli egando-as
como co>lumamJ na accasio de se retirarem
d.j cif impossivel responde-i s salisfac-
t 11 im ote.
Retratos por todos os systemas photograpbicos.
U.'lratiis en \i.tro
eraros en Mar.
Retratos em pa.el.
fl#TJtf

ira ao me;o


qualquer maquinista recoiibecido pea empreza, sondo o mesmo maquinista responsavtl
pelo seu trabalbo.
5.1 A empreza obriga-se anda a reparar gratnitinienle qualquer falta de loz,
obstrueco de canos, etc., dependo o c> nsomidor pagar somente a? pecas novas qoe furem
precisas para o mesno concert; qualquer re lamacao que possa baver, ser dirigida aodros pretos, molduras douradas, allinims e cassoletas de ouro fino para a eolljcacaude
mperador n. 31, am de ser logo proviJeocia la. retratos. Vendem-se tanohem alhans, stereoscopos, vistas para os mesmos, vistas de di-
escriptorio da empreza ra do Iotp
dia e outra a noite, durante a responsbilidade pelo peifeiio edmprimento do masmo, ou pt>r outaa, podem empregar
tres ou cinco dias consecutivos. Deixam-se
passar ou'ros tantos dias sem nada tomar,
finios os qnaes, repete-se o remedio da
mesma maneira ; e assim: e continuar*
em qoanto durar a epidemia.
(*s rreancas tea idade de 3 annos to-
raarao o rempdio as colherinBas).
Si a epidemia estiver muito forte, ou, si
na easH houverem bexignenti.s, deve o reme-
dio ser tomado todos os dias sem interrup-
i;o, at que a coosa memore; depois do
. volte-se a usa-Io do modo ensioado.
A garrafa deves-?r nova e muito bem lava-
da, priraeiro com agua qoente e depois com
agua fria. (No caso de r>5o baver garrafa ou
idro novo, poder servir urna garrafa de vi-
nho t,u de aguirdente, com tanto que seja
moiio bem lavada com aguas quentes e
frias)
Para urna so pessoa basta dissolver 6 gl-
bulos evaccina em -2 onfas d'agna, e d ah
t'nuar as colbeadas como j ficam indi-
ca las.
t s
I


Retratos em cartoes ds visita.
Retratos em c >rle-album.
Retratos timbres-poste.
Retratos comee-.
Existe sempre ojo vanadissimo sortimento de caixinhas, pas?e-par lonts, qua-
qus
versos edificios e pontos desta cilade, ap^arelbos para photographia, ecbimicas para a
mesma arte.
: a -Ra do Canng M. 3 A
Agostinho Jos dos Santos Se C.
Acaba de ebegar a este esiabelecimento um esplendido sortimento de
joias do ultimo gost", perfeico artstica e modeos enteiramente novos; como
seguenj: aderecos com rubim, esmeraldas e perolas finas, pulceiras, broebes
para retrato, anne>s, botoes oe punho, brincos c cassoletas com letras, etc..
r-h etc., etc. Salvas de prata do Porto, faqueiros, paliteiros, cal x de mesa 1
1 granar dieta. Abstenham-se i rttp fructeiras, cojos preons sao incompetiveis, pois que os propri' tarios desta casa,
do cha e do caj fortes, do aboso das brbi-, %|j recebendo seos artigos. directamente da Europa, pouem servir vantajosameuta
las espirituosas, d^s comida gordurosas \ aos seos freguezes.
e utwto adubadas
exige.


*..-
das cbmidas gordurosas | x aos seos fregueses. Compram-se nrltantes, pedrts finas, ouroe prata, page
Eis qui apenas o que se. -aj^ se bem, tambeiu se incuoibem defazer concertos.
SI
IA
MEDICAMENTOS PRESERVATIVOS.
Em qaa^squer epemias o Dr. Sabino
faz distribuir gratis s pessoas pobres, no
S"!i esiabelecimento, os preservativos neces-
Barins, dando-Ibes as competentes tnstruc-
Coes.
Presentemente reina a epidemia de boxt
gas; muitos j se tem aproveilado cora fe-
Iizes resoltados do seu offerecmicnlo, feitc
no Diario de Pernambuco ; mas necessa-
rio qoe todos exoeriraentem esse meio 15o
fcil e to commodo de se preservirem e s
suas familias d'essa terrivel molestia.
O preservativo embregado a vaccina
elevada o' dynamisac,3o. As pessoas, qoe
taz. m uso d:ela, ou nao sao accommct'.idas de
bexiga, ou, si o s5o, raramente a3 tem de
m qualidade.
largo (h matriz de Santo Antonio n. 2.
RETRATOS A OLEO
Tomos a honra de partecipar ao reapeilavel publico a volla do Sr. Alberto Hens-
cbel que fi i Enrona com o duplo tira te so por ao crreme dos mais recentes pro-
N. 2
or ao crreme dos mais
ta o nosso esiabelecimento i
plumera celinos.
(CONTr.A A MORDEDURA DE COBRAS)
Este medicamento go:a de muito bons
crditos contra o cenciio das cobras e de ou-
tros animaes venen i -.
O Dr. Sabino na o tem anda observalo
pessoal de fado algum que o antorise a
afiinnar soa eficacia; mas sabtndo qoe no!
Rio de Janeiro e em S. Paulo elle lido co-
mo muito poderoso, mandou-o virparaex-;
penmentfr.
Algumas pessoa; do centro d'esta provin-l
cia e da da Parabyba Um escriplo ao Dr.!
Sabino, dizendo ser incontestavel o mrito i
da piumeria no faiamento das mordeduras |
das conras.
Emprega-se a plumera celinos interna e
externamente, da maneira s guite:
Uso iNTEitNO Nos cusas vatios ijrascs
dissolve-.-e urna ou i'.oa* g 'as de lintura
em diias ongas d'agua. c d-se ao mordido
urna colbeada de hura em hora.
Nos casos mais graves dissovem-se seis
goitas eiu quatro oncs d'agna pura para
dar-seurna^llier^a .c meia emmeiabrH-a, photogwptica c adquerir
de lo em \h romOtos, e r te de 5 em -> mi- *^ rfe t I)into > 6 >
Logo que bouver melhura, se espassarSo P gradualmente os intervallos de nma dsea K. I'AKLJS it^Bi.sJHF lAri
oira rpemhro honorario da scademia nal de pintura da cidade ne Dresda, e do qnal a repta-
la i externo__Ao wesmo tempo que se Cao bem fundada nos autorisa a erperar produc5es notaveis no.>eu genero de trabalbo.
d a beber o medicamento, appbcamsc ex- Um progresa-) immenso ltimamente execoiado na photogiaubia, um dos mais
teamente na parle m r.u ta fios do linho importantes consiste n'arte de obier retratos cm lamaoho natural, fixando directamen
i afo'tto embebidos em urna d:s?nlu- te na grandeza que se desaja, sobre a tela do pintor, o retrato plioiograpbado, por meio
clodaine-ma tintura constante de lOgnttas de uminstrome.lo especial chamado : cmara solar de augmentado.
de tintura em 0 colberes grandes d' goa. P r es,a 'rma o talento e o saber de nm artMa babii m^ravhosr.mente se-
t-e- bus se conservarlo sempre molhados cundado pea precisao aboluta e infallivel dos contornos e das sombras que ibe p5e a
ob e o logar da mordedra. photographia sobro a lela, o tude se rene assim para se alinear o maior grao possivel
0 Dr Sabino n cebera com recon' ecimen- de s^melbanca incontestavel, ao que d ?ind maior real;e o sello artstico, que imprime
ignarem e fa- aj retrato um I ello colorido.
Pelo mesmo processo nos podemos reproduzir e pintar oleo, urna vez qne se
nos d nma photographia, seja de que tomando fur qualquer retrato de pessoa morta ou
au ente e no laroaobo que seilesejar.
As pessoas que quizerem julgar por si mesmn? dcste novo seero de traa bo,
bao convidadas a nos fezer a honra de visitar a Dossa galera, aonde esiu expostosuma
serie dtstes relalos como a.noslras.
AMBROTYPOS
Retratos em caixinhas
Para satisfazer a numerosos pedidos de muitos dosnossos fregoezes, estamos pre-
parados para fazer retratos neste genero, para os quaes tambem temos agora um grande
ve ariado numero de ricas e bonitas caixinhas.
Faoriea de destiiao e bonificado
DE
SIRQUES & FERREfRA
RA 1IO A1HORIIIIFORTE IIO MATOS
PERNAMBUCO.
E-U abrir ach.iniu-*e monta^ii c.jiu iodos os ai:ernH nertenees a na>a destiU(ao e com
I m.-.teriasuriaias, qno entram ni ruuf -cri i .. ud .sos >s prodoetos de sopTiur qoaltdade : y
Uli.-a-S'' a receti r luda e qu dju .....I ia < : Vfo. .shu oro'lucio- por precos nimiamente
| redando, es quaes obliteran premios oa< spi)Si{8JsdP rnauhooo. Rio a<- Jioeiro e Pars em 18C".
Temos si mera em uoantidattes fteaebra, lia >t laranj-, attu, agurdeos do rcio.\ opo: c. i
. Intho, bnirr. w-rnnnh, k'rob-, saroues para rafr-scos, prioieira o seisooda qaalidade, lrrdre< fin. b e
Bi i, unta para sserever, p-rfomarla. vimure, marrasquino, corajao, espirito da 40, 38 e 36,
j t, jo ^lzeiriM, li.o.Hikiia (Mo", aiis : flor de larauj ros> e Jiei pimenta ; orettau de i
ido melaocia e mallos ootros geoero, os quae* f o ?eodfliD a v muda do comprador, em lnis, caua-
Ida pr jrr;f.i> com vistosas t'.rhs Prompliftcasa a coodireiooar e a enviar qoalqoei retne."sa qae
! dos'sp] i | .i Ja para tola e qaal ut parte, 'l v ndo str os (:jj acoicpauhados de orem s bre
ta .;. .
, .-
\ T lli
CJ
DE
i m^
Para eduea^a o soso suascnEiiso
Director Wanocl Alves Viaona
O collegio da ConceicSo, mudado ollimaroente para o bairro
de Santo Aa-
dos t ilhos
.


:

;, tonio, ra de S. Francisco, casa n. Ti, contigua a est^(jao centra
^ urbanos dos Api pucos, continua a funeciouar rrgularmenle, racebendo alum-
nos externos e internos-, tanto para as aulas primarias, como para todos os
" preparatoiios necessarios matricula de qualquer facaloade, sendo
%2 respectivos prufessore* pessoas moralisadas ede u;n
. bem firmado ne-ta cidade.
lo osseus
concito magistral j
collegio continuando a empregar toda a solictmle no
fazer-e mais digno da coofianca com
'^ O directordeste nov.
''# desempenbo de seu mandato, espera
,';.:*;' qoe o viu honrando os senliores pais de famiia, c jnfiando-lhe bondosamente '
; .' os sen* filhos.
Os estatrfWs docolloeio, assi.n como o franco ingresso em todas s suas '
'
to as communica^es qua se zer-lbe as pessoas que experimeularem o
emprego da plumera celis s.
Nota.
Em ausencia do Dr. Sabino acha-sc in-
combido de resilver quaesquer negocios
relativos ao estabe ecimento o respetivo g -
rente.
Jos Aires Tenofia,
Professor em bomeopathia
? tquira Jos Gon
Beltra
Scca por todos os p iqu>

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INJECTION BROtf
na 44lU. touOa-*
,fc.Viai
Yende-se
na Botica Francwa'rua Nova c. 23.
lo Micho em Braga, sjbra os
9e em Portugal,
aber:
Lisbra.
VaieofS.
Gol maraes.
Coimbra.
Chaves.
Viseo
Vilia de Cr.n'c.
Arcos de Val d. '
Vianna do Csste'!i
Tonto do Lia .
Villa Real.
Villa-Nova de Paineltcio.
Lameg*.
Lagos.
Coviliia.
Vasal (Valpassos.)
Miraodella.
Beja.
Barcellos.
u
taimes
AIiks- sitio da Sra. viuva O.rva.i, i em
5. J ? 'lo Minciimbo com urna exci Heote i -
s bra 11 : ;. irI ir com R. Lasserr^ r.a roa 1 : -
rll o. I, !,.. r ou La tua do Tripcne u. li,
iifUr.
5'al de f'ea'cj,
t>R. AYER,
.
PAII l A CURA RAD1 IF.
TA de I i i
c ca garganta, tosaes, consti|
B ^i", p ;rua, dvfluxop, rofjui
do,Coquclulic,a*4iglua,TJ2p
Este xoropc Dettorsl > resul-
tado Jo lou^.1- anno c indo
por uta do- primeiros mdicos *" i
AmercJ dj Norte, .- de
enclHS mlnnrfoBas 110a prln :
bospltaesdo mundo; recct&do i' loa mcdleds mala di
deste Becnla un na <-Hnlcn particular, portrmto digno
, ale io&Bdo com una earteza iir.t
. ivel y DMC&to d,i molestia e arranenn!') iiii' ;;* r.;i~: s, osslu
dando aos orgoi; oflkotadoa una acciio uatuml e sft: a, jtor
ser innocente e oppliaiCi'/ u '/unli/uir pi. t iL qualquer idattt
ou cada'rasco sendo accoinpuuhado de drecics minuciosas:
S, c ultimo, por alo ser um remedio teertto, >oU qualquer me.1-
ic ou pliai mnceutico pode obter a rormuitt da sua composicii'i,
j dirigindo-pc pnmuafnirirtr ou por caria no agento gem, II. 31.
Lani:, a ra Dlretta Xo. 15. Rio de Janeiro.
Muitos casos ijuc tiubo zumbado do todos os recur.-o.
i da ciencia tem sido curados radicalmente com o uso dn


Alm do grande sortimento das melbores machinas, americanas para descarrocae
algodSo, de 10, i, 14, lo, 18, 20, 22, 23, 30, 35, 40 e 50, neste esiabelecimento sr
encorara mais o seguinle:
Azeite de espermacete propria para machi- Peneiras d'at ame para padarias e reflnaces.
as de todas as qnalidades. ; Correntes para almanjarras.
Vapores de forca de 3 a 4 cavallos. | Machados e facocs americanos.
Serras avulsas para machinas. Camas com vidros de todos os tamanbos.
MancSes e todos os mais pertences para as Cannos de chumbo de todas as grossnras.
mesmas. {Folba de cobre dem idem.
dem de lati idem idem.
i Folna de Flandres.
Ferro de todas as qualidades.
Arcos de ferro.
Latas com gaz.
Trens de porcelana para cosinba.
dem estanhdos para dita.
Bandeijas unas.
Bataneas americanas,
dem rovervaes.
Franca & Brasil..
Largo do rp Santo n. 27-
Mr. Joao Meroier, alfaiie francet. t^'ndo de Pars ta grande exposiejao oniversal de 18J7,
faz scente ao respeilavel publico e aos seus nume-
rosos frfgoeies, QOo tem UD grande $0HHD;j10 de- As p^soas atacadas de losse, dcfltvxos, Dbr da Peitoral de Cercja.
(azendas fiaas, assim como corte de cales e ole-
las de casimiras e coslumes iuterifses, e corles d
coleles de seda fioi, de cores e de ia, om grand
soriirotnlo de brlns braueo e decres, as.-ira com,
fazendas proaria^ para montara de srohora, e
ptimo sargelim francei: asim como vende tam-
bem (leudas a' vonlade do fregji-v, per prej*
com modos. *
Bronrhilr, ama, etc., e outros syniptomas da tsica prima-
ria goralmcnte fozcm pouc-o caso do seu padccimeiito al
que seja tarde parn eura-lo. Nao desenideis d' tuna tos-e
porque agoru parece de pouca importancia; nma to.-.-.-
tlucu idada cliega a ser clirooica e imliu a foiinaco de
Tulierculm nos pulmcs.
Ncnhnma cusa do familia deve estar sem nm frasco
diste sarope t nio; pois nos ataqHes repentinos de
Ani/ii'a, de Crortp, c nos paroxismos do Coipielnche; ou
, tosse comprit&i a que cslo snjeitas as erinnea., nao bi
Precisa-se d'' urna ama para casa d |.0UCa f.mi- tempo de chumar um medico, nem de fazer remedios, e
lia para cozlnhare rnsabosr : a tratar na prfya i: este xarope alij} immediaiamento o pe o fdho qncrido-
silo c salvo, (ora de perigo.
I As molestias que estilo ao ntcance das virtudes curatirr.
do PEITORAL DE CEItEJA So
Carros de mao para aterro.
Cylindro para padarias.
Debnlbadores para milho.
Arados mericanas.
Esc a das de madeiras americanas.
Carrinbos proprios para armazn.
Moinhos para refinacSes.
dem para m Machinas para cortar capim.
Bombas para regar jardins.
Vaquetas para cobertas de carros,
Camas de ferro sortidas.
Bombas de Japy.
dem americanas.
Ferros a vapor para engommar.
Vassouras americanas. n-tuo
Baldes americanos para compras.
Tinas de madeira.
Ballaios e cestas de vergainhas.
Guarda comidas.


Taixas de cobre.
Estanho em verguinhas.
Folhas de ferro de todas as grossuras.
Correntes de ferro sorlidas.
Espingardas de todas as qualidades.'
Revolvis de todos os modellos.
Ferramenta para ourives.
dem para tanoeiros. ,, ,.,,
dem para ferreiros.
Corpo Sant) n. 17. terceiro andar.
"CAS DA FORTUNA
Aos 5,000$
BILHE1ES GARANTIDOS.
A'roa do Crespo n. 23 e casas do costme.
O abaixo Kssignado veodeo nos seas muilo (til-
les bilht-l's g.-.raotldos da lotera que se acaben de
exlrahir a beneficio das familias dos voluntarios
da patria os srgaintes premios:
N. 1297 um meio com a sorle de .*i:OC0J.
N. 12'o om meio ccia a sorte d.- 9(5.
N. 163 um meio com a sorte de 400.
Eoutras muitas sortes de 100,5, 40 e 20j.
Os possoidores podem vir receber seus respecti-
vos premios sem os descont* oas leis na casa da
Fortuo roa do Crespo n. 23..
Aeoam-se a venda os da 52* parle da lotera a
favor das familias dos voluntarios da patria ((46*)
qae se eitrahira' seita-feira 29 do correte.
Ireco.
Bilbete.....6*000
Meiij......3#000
Qoloio.....1*200
Em porc3o do lOOtf para cima.
' Bonete.....54500
Mel......24730 .
Qoioto.....14100
Por Uanoel Martins Pinza.
_________GeBlil II. Rodrigues de Scota.
Oefluxos, Tosses, Asma, Esquinencia, Bronchite,
Coqueluche, Toase ferina ou convulsiva.
Boquido, Todas os molestias do peito
e garganta. Consumpcio dos Pul-
mes ou Tisica pulmonar.
Achu-tc cm todas as Boticas c Drogaras do Imperto.
Aluga-se
O prlmeiro e seguido andar do sobrado da roa
Volha o. 20, atraiar no Corredor do Bi>po defronlt
d? as. II c ti.
Pihuas Oatharticas do Dr. Ayer
OURO
i
Prtzo Ae mire, Iudigrglm, ComHpa^ao, Bhtu-
matirmo, ITemmorrhoidaf, Dir de cabeea, A ITmiral-
gia, >ial do citomaff, Etueafueem, ntml do Figmdi,,
Btutrlte, Febre gastro-hopmHcii, Zomori0*is Eryotp-
tlla, Hgdrqplm, Incremento do baeo.
Todas as molestias qae prevrn do ase exeessivo de
QainiBO.
0 mlhor purgante at boje conhecido.
Ettis piiulus atsucaraJat too puramente veyitaes.
POBGO E PUBITICAO SEX BEECUBIO.
mb todas at Boticas c Drogaras do Imperio.
_ AOIKTE OEBAL,
H. K. LAE, Kua Direito No. 15.
RiodeJaneir*
T-
Deposito geral roa do Vigario #9-
es:ri)Uric de Thco: s.nJ

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D tomatada Coraco de Ooro na rna do Caboga.anha.se fWyJWffi^6
.... iT "" cn-Si.ia.in as oe?so3S que honrara a incd- os objectfls d-i omino
A loja 2
P'-
Jo ao respeitavel publico ooia g*j$ }g"^V"WVPSMh a fl8*1 e a Sf

U 'a Baiis) por menos 20 por (
0 VoSavH pnhlico avalando o attejo' qoe devo lar o propietario ^.o "ovo Ubolecimen-
_If___f_3j3_i&.
K tlfdTbSo' coro a {MAM** ricamente H JE peloMjeqneuO < ^oJM^ br,r.
ctos para s6nbora cravados de. podras riruciiv, ditos
nuito gusto, misionas de rubina, e,u...'..M.-. portiias a b
aueia co;n letras," tac'letas d"
a imiieritriie toda e qual-
os prlendeoies eo
. Coracao de miro que se conserva cm T_5 _T_Sv*__22*
se de aqnl Mencionar precos de certas petos porquejdesculpe ijWNi ^y
HUHU UlIU, II IIMUUJS UC IUIULPJ, r..u..i....... K- --------- ,_,,,,.
trota! o ouro descoberta para retrato (a beln) brincos do franja, ditos a Di tr-t
qner Joii para scol ocar retratos e ohras de cabello, e outros muito-* bjactos fltteoj
fionoirSo no Coraeao de tmroqne se conserva curada a amabUidade aos cono*

s
e Coracao de Onro armrtc al a 8 ora* da mul _--_-. rom n e*>8 poto
Qoalqoer pessoa que se dirigir ao (Wacao de paro nao se podn !* COtt ;'.;,
ua spa frente um curaca. atfgor*- pa .... iomi ello. **"
sto so aJvcrto era consiqenci^ do tarem ja algama pessoa er.gan.. lo -orn ousra
ola se
r caalo (
IV.IUU ^l3fcU U CiUVUiiU C'iJ v u ..o w-# *--*-.....-------------,- --o- -

;

64-----Roa da Imperatriz-----N. 64.
Kova luja d.- ffiiad>za> o artigos de ififldas
DK
SILVA &NEVES.
i
A ESMERALDA J
5 /Mrt /n 7mperamV 5
A' itod! moda
l> f< sla c t' lo o
l le ter eoosaa mo
.N i ra (la luipra'.nz.
pe..
,,o lempo-
i diz : ...
bePas 6'
i!
II', e ao oassardes as portas
A > t!i,mero r.inro allende!;
I-'/ all qne ai-sisle o R*Bn]
tt all que o g"to ( l>.
Ten Invas de varias ere,
D i animado Ji>oim ;
'.'hi ricos cintos e flor s, f||^iH|
Filas linoas e ^etim ;
F.nf-t.'S de varios Rost)?, OW^
Capelinas e toocado,
Tr>m vt-siuns minio simples,
E l.nibem o.- K-ni bordacis;
Tranca4, liaas, hicis, franja-,
PoMa| inqufs e eofdStfrj
G't* rte -eda, bom ci;*,
bi jads ricos e ba 5es


T-'m adere eos de flores,
Euir, melos o babades,
Pelerinas e manuoilos,
osturoes p'ra bapiisartos.

AiM, nada Ma moda,
T miudezas enct-rra;
U- Pars ao centro ide,
Fregujies da miaba ierra.
Ide ver eon*a< mu bellas,
Da fe>la o genio nos dit;
A i nuini-ro cinco alleodei,
Na roa da Imperalril.
FsMCTM.OA.
-
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; i

us secui:ite> I)11 os

Os prflprietarios dste novo esfabeMrimerto obrefem ao rcspeilavel
publico desta bella ciiiarte, e do ntennr um Im! e escolhMo snrumento fie
mindezas e artigo, de midas, cotn-.-.rrendo pira i.-i> o terem rn Euro, a, pes- ;
sois babilitadas a ex cotarom suas encormneDla3 ni qu i hoover de mais no-
') filiarte e gosto, e i/araotem vendar pelos precos mais ra-oaveis do que em
outra qmlquer parte apar de maneiras delicadas e sinceras.
Ara^am de recetor pe i vapor fiancez Guicnne, *>v6
art'gos de moda o !': tasia.
Luvas deJonvm para Fonhoras o homens, de todas as cores.
Livros pnr:i toissa com capas de madreperoia etc.
IndispensiTcis e boleas de to as as qualidades.
Coques o, mais mortern
Espartilhos erillarps, e cintos de seda e vidrilho.
Rendas de Goipura, de reda, (blonds) e de algodSo, de todas ns
qualidades. ,
Completo sTtimcnfo do naneas, filas, botos e guarntcoss de serla
com vidrho e sem elle, gravatiohas de seda, e mangnos do lustro bordados
tu !o do ultimo gnsto de Pars. .
- I.-qnps de sndalo alerto do mais ap irado trabalhn artis'.iscn.
cria Fl trida o i mi o r ital de Laman & Kemps.
Reos enft-ite,s e guamiles de H>res para vestido e cabeca.
Calcado pua senhoras c men n^s.
Perfurnarias as melhores e roais esc i hi las de Lubem, Prez, e Cou-
cm ricos o elegantes vasos de porcellan, crystal eprata ingleza.
Meias d- a! :-"dao, as mais finas c tnelbores que leem at boj vi;
ao mercado, para senhoras o hnm s.

:-
'

.
drio,
Chapeos do. palha da Italia, e a imitafS i para meninas.
V. um sem numero do att'g), do gosto e fantizia que so a
podem ser apreciado.
vista

-
Ctie/amm
As sabroaslaswi D^i [Iba tf S M:gn-I em talas bras cada urna : lem para vfud-r na ra do \ iga-
lio n. lh.
ec*io
; -
4
Vtndcm-ae pecas.de algodSlnho muito largo
superior qaalioad* rom urp pequoo t que i!o wa-
-3 p : barato prpci e '$, etnt*s largas de co-
res a 240 rs. o covado, brim pard i rt n lo bom a
600 .-:-. a vara : na l< |a de Aniooi i dos !l-i-
f C, a ru?. do Pasaeio Ptiiieo n. l), por t>aiio do
sobrad > aovo. __^~-~
iteiico
S-hs-i ja Mirij'jes do N-iacimenii parijcipa ao
.. i i puWiQ, que 'r-m mndad o .., ca i n. 2 ufa u: < I ope
.. .. 6 da mi -ia ron, na qual se
um grande soriimeoio de Iodc lii.i e ordi-
nana, porcelanas, vidros, cryslaes, objactos para
ligaras d" porcelana pira c-irna do ine-as
ii:i'.- ou.iros i hj ros q'i ra i nlado-
.; d r, jan ludo vend-i..' p r pr e s
.,. ;i 11 i.i dit -a uri-
: i io e '.'. i \ ita sj couveDceria qua luJo
i,, vcu ..; .: -- lo :Jutr
pane. ____________
o Kt|tivfil potilica C:ii geral.
prtiprit'tarin da podarla de Punte de
L'.-u.-a ifT-i a l-d-..* cm peral ct) d !'i:ir
a R i ife, ('-. si Forte, b ni R im
pa f i. : : | i m sua padarm para mai assi
n.ji ii n i escrupul i de note i">. deportu J'^.gua
: i .; un m iu aseusi gu we pwa mu.r
. i |.". -, qauoto
h.i paddi la.
E' init> Imrao
a 5<>() rs a vr;i oo -'0 "S nivi).
.. i i um ni de camb>aias franc
o s qai cn-lsvaro 800 rs .vendara Greg no l'
ral .' p aqu lies pr : soa loj
lj i;, ip-jo. S Tamb'i nl i -' (,i-
.. i \ i o :-'? nh e co-
lirasa SCO, 2<, 300 e 310 o euvadn, i-ni eo-
. |. ,...: vapor q di e 'i.ryar a
.;.' ;.. ni. i ir ..-. curtes d i Si da i ruia apura-
:i.-!.; ; -...; ;' i.o '.' I i rtl-
:..-ii. .

V
Vo armazem de *f Snnt >sCvdiio,rua (l Quai
rundn 19
Bom c barato
Lansinhis Poil do Cuvro a ] ocovado.
Madapollo enfestalo a 8r>a pop.'
Cambra.a do co.es matisndas tinissima, a ^ $8 lu?Tim 3
S00 a vara.
dem brancas transparenirs Sws de 46
*K)0, 65, 7,5, 83 e 'J?oco a [>eca com iC
ardas.
dem branca tapada de 8 c 9/f a pe$
om 12 jardas.
I lem branca franceza rumio larga a >;5 <
jefa cora 8 varas.
Balcs de 35 e 40 arcos nesgados pap
senhoras, a 45500.
dem da mursulina nesgados a 53.
dem de crochet a 55-
Id-m de mursulina para meninas a 36 *
3,5oo.
Saias bordadas a 55.
Oamliraias admascadss p?ra cortinado s
l,_ 123 a poca com 2o taras.
mam a mencionar apenas um p.qoeno bq- lem Para forro a 3* J Pea com !0 '^
mero ficando o respe t-.vel publico na sfrif-. asJ ,. ., .. ,>Cna.
za de que ueste estahelecimeoto sempre en-1 Caiof)raia de liDU0 muit0 na de 6* e 9
contrario um omplet> soriimento do arii-
L0J& DO GALLO V3G
LARTERA DO CRE
P9 H. 7.
Os propietarios desie muito b?m c inbe-
do islaholecimento tem a satisl'aeao de levar
ao conb cimento do respeitavel publico que j
a abara de receber polo ullim> vapor da V.a- i
roi,a 'm grande e tariado soriimento do ol.-
jectos de inteira novi'iade, dos quaes se

gos de gosto e inteira novidadescomolejam-
iOtos
Os muitos desejados cintos cim pont
bordados a vedrilho, fazenda demoli gosto
e comileta novidade, respeito a estes ciatos
nSo fazem observaces e f-i:n drixamos a
apreciagod s esclarecidas freguezas isio s
no Galh Vigilante na ra do Crespo n. 7.
Leqnes
Muito lindos leqnes d'osso. madeira. sn-
dalos, e madreperola ; pretos, brancos e de
cores, e muito se tornam recommead.ivel
pelas bonitas paisageris.
Flores
0 melhor que se p ide desejar neste arti-
go as quaes parecern naturas assim como,
tambem receberao- urna pequea purco to-
das prelas e so vendem m loja do Galio
Vigilante ra do Crrspo n. 7.
Capelina
Mu lindas grraaldas brancas e de cores
aquellas para noivas, e estas para bailes, ca-
sameotos e baptisados.
Lavas
Luvas de todas as qualid.ides pora se-
nbura, hoiotm. men as, sendo de algodao,
lio dn escocia, seda e pelica muito fresca e
do fabr canto. Jouvin, paree -nos que nao ha-
veri quem ignore que por todos os vapores
da Europa o Callo Vigilante, recebe grande
qnantidale dosie artiiro e por isso sempre
ten sortimenlq a vonta.le do comprador, e
tambera n5j se valle da falta o seu prefo
sempre o mesmo.
Pentes
Muito bonitos penies do tartaruga para
coque e atizaros cabellos, assim como
arreg;icar os mesmos e muitas outras quali-
dades.
Escovaa
Grande soriimento de escoras, paran-npa,
cabellos, chapeos, denles ootias. sendo de
ossi, bfalo, baleia, maifim o madreperola.
IV va ,,:\a
riores na-'albas >..;: na para bar-
ba sendo cabo de mar i m, tartaruga e ou-
tras qualidades, as quaes o fabricante ga-
rante a boa qualidde.
Afcotmadm
Chegarara as o ni lindas guarniefes de
botos para colle es faien a de g to, as
como grande soriimento de b ilc para pil-
abas.
DE
TODAS AS QUALIDADES
DE
:'.

Manoel Moreira de Souz.
X 45. -==- 11 SOVA == X- 45.
Neste novo estabecimeoto, lem um competo soriimento de
chapos para bomens, senhoras c meninos, venlc-sc por precos
:-. %
'9 %

tanfis
No armnis-m do pateado Torco n. ISveni
caaos de loda as largura', vldrados h p r v
;<: el, i' !.. ': r ne-ie g^n>-ri.
iuho vrde
i le (hogar nova remesa do ja conhecido.
vinbc verde engamf .d > d>) snpen r qoalidade, c M r
q i al se ; rna recommeodave! por ser i ur.i e por
er tngarr; Ldo a capricho tara csilar > alterar-se
a atienc i dos amadores: onieo depo-
sii ; ia da Crnzn. 61, armaren) d" Me-I), Lo-
bo i C. ________________
Na roa lio ,la?mim n. 22 *ende-se nm carrr
n vjsi .lius-a.
Vsn le .--e saceos com 'y.i i mulatiuno o <|uai
, Bosioba muito fcil e boa qualidde a
1 ua rm Novarle Sint- Rua n. II.
Vendc-se a especial I "
los e tirar caspa, ooito conri<>ri-i I fsi ri i
queja'dola lem feit > o os bofls renliados quf
dellj t-ra tiiud.i as pessoas 'ju.; a ;-'.' 'nio--r.-
tul ; me in.i coolioua .-e a receber do sertai
nm i'isisne remedio cs*elro i i mc!> ua do peiP-,
escarn-s de sangue, bronquite-; no R-ire
Bispo ii. lo. Nes.-a mesma caa Dgi ffima ?e r-n-
pa b'.i o o seah ra, i...-.-.- q u bi m v i.
i los a franceza por prtco u iin c ;l\
i Lineas mHito lindaran ?, 500 res o
cavado
-ara.
Madapoloes Onos de 65, 75, 85. 05,106
1(5 e 125 a pega.
Platilha de algod3r. superiui fazenda par^
saias a 3J0 a peca com lo vaias.
Cobertas de cuitas de ramagem a 2Coc
Lences de hambureo fino a 25400.
dem do bramante muito fino a 300.
Pannos adamascados para cobrif mesa i
t'JOO.
Cuardauapos de licho adamascados a 45
a diizia.
Atiialhado adamascado com 7 1/2 pahaoi
ie largura a 25 a vara.
dem adamascado de liuho com 7 1/2 pal-
mos de largura a 35 a vara.
Algodao eufestado com a mesiua largura
a 151oo a vara.
dem trancado de algodao a 15500a ai a
Toalhas alcochoadas de liuho lisas a l!
a dozia.
dem de algodao felpudas a 13$ e 145
a duza.
Colchas de fustao a 65-
Lencos de cambraia brancos fieos a I5800j
5 e 255oo a duzia
Leucos de cassa finissiraos a 35-00
3560 a duzia.
Fil de linho liso a 8oo a vara
dem com salpicos a 15ooo w.r
Grusdenaples preto bom a 158oo, 2f5
258oo o covado.
Morantiqoe prelo superior a 258oo o ct
vado.
Flanella de bolas as cores a 800 rs. o ci-
vado.
Tarlatana de todas as cores a !?oo rs, >
vara.
Bramante de linho com 10 de lar-
gura a 255oo a vara.
dem de linho com 5 palmos a lfi*oo ;
ara.
dem de linho com 3 1/2 palmos a 800 >
ara.
Riquissimos basgqins a 55000.
Asim como otffras muitas lazandas qut
.. vende por menos que em outra qualque1
arte, e d-se amostras de Indo,
Balees de 2o 28, 3o, 3*5, 4o e "o arcos
para senb' ra a 25,2>oo, 35, 3$"Joo 45 e
'i 000.
Ditos de 2oe3o arcos com millas a 55
e 65.
luios de murculina estreitosa 65.
Espa.tilhos finos a 65.
Percalias linissimas a 4 00 reis o covado.
CORTES DE bEDA.
a 8300IJ res la luja do l'avr.
i.hegaritii jis alais rnod'roi-s c rti-s de p.la de
cor cirfl,|' frites des-ol >s ciat. s o p-cur-. ~, trp-
00 o ma f-jta para om 'vestido e veort,m-se
P'jio bara-to ajr('o de fB^JUJ res, por e^a- mr.s
(tuii trWfcft rjn f-M..,'lio na loja do Pava1,
na ta Inipcrainx n. 60, do Gama 4 Silva.
Hurlanlia de linho
Com 30 jardas a 12000 res.
S o P-vao.
rc-^rt pecs de operior berlanha de linbo
a pessa peto
, sendo ota fa-
lenn propr par leoccVs, ramj?, toalha. etc.
Mu o Ui;a do r^vn ra di Imperante d. 60. de
Gam & Suva.
Braoi'Die de lis.lio.
Com 20 tardas a '?$ 00 res.
Vende se tuperinres pe(*s oe. hiamante d Ifnho
propno jara ic.(6rf, t.alhas, c-iowias, ele. lendo
20 ardas 1 pessa p,|u barai, preco de 8JC00
r.-i.--, n;i l.. e armaten) dj Pavo, uj da lu.peta-
nte n. 60, do Gima A Silva.
SAIAs ECONMICAS.
a t,400 relf.
Vend -.-i osa raijde porcao de sai.s de cor
om p'Diias lrra> pef baratsimo preco de
SSS'K* nos, na lj e .irmaz^-m do l'a-j; ra o*
Imperairii u. (50. re Gama & Silva.
PIJ.NHOS OM GOLLNHAS.
a 1^000 retal
Vri- f ; : grd0ju ptjcai de puebos erro
o nb s rt esgnitro de Hubo, "c^m ns afn liados
iiijidid'-s p.1.1 harato prrp'i de I^OO o teroo, di-
ii ti riJafli ge rtJr 640 re-, sendo grande p?
chincha pe 1 rc/>. na ra da Imperatriz n. li da
Gama & Silva.
EsjwAq de a!ge!o.
a 64000 rea.
Vende-e ppcas d fluisimos esgoiSes de slco-
dao i-non \i larda pelo b:T*io p'eeo de C5"00 a
'P-ea, na uta 00 Pavc, ra da Imperatriz n. tO de
'Guma t Silva.
POIL DE COEVHE.
a 560 e fOt) --eii.
Vendem fe ?s mais bonilis taoslahs rom r-taa
de seoa, 'ontutadaa pon do chvre pelo b^rat'-n-
mo prtco da iM res o covado, ditas c las n.-'lo-adas a i'.O res-, a;sm c- mo um grao-
de or o- nf 1a.- o a*s booitas e moderm I; o
nha qne se vend-m pelo* preces de 80, t'OO,
oo e SO ret, bonitas alpacas de se'a di orca
rcC' a CU t bOO res, |6I0 na loja do Pavio,
' eiatriz ii. CO, de Gama & Silva.
Baldes esguius.
a 25-fjO.
Gbpguram os rr-ai* meternos bsi5s esgni F
do veria.ftiraaienie mencanns e ver 'eiti se pek
barato oree-de 25300, na iji do i" vio roa das
Imper-irn n. 6.', dn n.a A Silva.
KivAL m m \
na o. 4, loj.t de
e ea
di:
Jos Higo din no
babado L irdafia ao P.-rto a .
: II i r eiiOI di
Parnleis r.n rete .i todas 3? pj n a .
Frascos n'agnsdeCi lema muito su| erlor a
0 c-o tiiilG lino a......
Dn?ia da tesouras p-quonasa.....
i-r.-!--'i- d'ar;oa para llrapar denles a .
l! ,- |i ,!-..-; [isas para pjrrirr cab 1 lo a
' de peonas c"e co moflo 9i a .
'Mioliiiha to ;., i- do 30 coveos a .
......
G irraf o 3| un PTorida v] -....
mI il ri .- .< m esi -
M runpa da lava a.....
DZia>(l< nietas boas para : .
" i'- '"-.-.; ... i (;;...
1 l! v d i d;.s I
10) Ofl 1 :l-|'.-: 1
Ci..... : iri iti ii ancezes ;. .
'... i lili .
'.,'' ..:{ -i-. ;.
'rasco c so| erier tinta a.....
Pares de botfes i1. piiiho mnili '
Lid! as 1 rart! ; .
'''i- .
i ios .............
........
W-so f m superiores pr?m| s a .
i ir:' meninos ........
Pente* om 1 siademttala......
Realejos para reiros a.......
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Q, r r
Vendo se :ia lej d i A v ro ra d l'r
Mocis de coro
nacional e e:trangtiro, as:-im como libras sbr'i-
as ; conipiam--'} na ra do Creipo d. 16, pria m-
ro aniar. __________________
Moedas de ouro.
Naciooaes e eslranfciras assim como libras
esterna : campraro-se na roa do Crepo n. 16,
pnmelro andar
Compram-se
e<-m premio nnedas de ouro e de prata'naclenaes
e eslran^eiras : na roa da Cadeia do Pecite n. 10
armazem de Adriano. Castro & C.
MOEDAS
de ouro e pr ta
Ctmpratn.se moedas de onro paclonaes < estrrn-
geiras, bem cuino patacoes dos diversos ennh
cm casa de Adamson, Howie & C, ra fl.) Trapi-
che-nove n. 40.
i1 rata

Compra-se nacional 00 esirangeira com niaior
premu de que em ouira qul^acr parle : na pra-
ca da Independencia n. ti. ^^^^^^^^^^
Maior vantagein
O coracio de ooro roa do Cabog n. 1 r>, wfere-
ce-se em compra das moedas de ooro e prtia.
Compram-sc eseravos
Silvino Gnilberme de Barro, compra, vende e
joca eflectivamente eseravos de ambos os sexos
-de todas as idades : a" roa do Imperador n. 79,
erceiro andar. _______^^^^
Moedas de pralu
nacionses, a=sim como patacoes p rEiiezes e
oespanbes, compram-se com premio : ua ra v
Cfespj n. 16, prime andar.________________
Compra m-se
vid ros vasios do agoa de Colonia, e boiors vasios
de unta : na na do Rosario n. 22, loja de calcado
junto a de fuoilelro.
Compra-se onro o praia em obras velnas :
na praea da Indepenr"T-;-;a u. ti.
Compra se orna casi terrea qoe seja em b;a
mi, com bom qniotal e cacimba, e propria para
familia : na ra da Crz n. 38, 1 aodar.
echiiu
Veode-se a obraO Auno Corisiao
em 18 volumes, a obra mais Deccssaria ;.os
sacerdotes, e que na ha em parle aiguraa :
roa do Rosario n. 22, loja junio a de fu-
oileiro.
Sal do 48SU'
A bordo da ccuua iG
Tasso If 'i.os.
a tratar coro
UtSSrt
I para eduques dn osas : n.').i armaz^ns de Tassr
Ve_dt_-se pequeros albuns de algibeira, lrmo,c>es da Apollo.
para retratos em miniatura, paa 6 e 3t re-
tratos, pelo diminuto preen de 15oo ris
cada um: na ra do Crespo n. 4, fabrica
de chapeos de sol.
Rap Principe Alberto.
Chegorj este ra. e veude so cm botes de
qu 1 la. na I ja da ra do Crespo n. 5 de
' 4C.
Gregorio Paes do Amara
1S800
Ouro e prata
Moedas de onro e prata' nai-iouaes, estrangeiras
de todos os valore, se comprara na loja de ouri-
ves junto ao arco de N.S. da Conccigao, ra da
Cadeia do Recife, assim como ouro e prata tm
obras velbas, brilbantes e diamantes, e se paga
bem.
.
Moedas de ooro e prata.
Compra se sempre por mais do qne em r.nlra
moeda de oura e Pta 1 alqoer p(r|e lQ^s qnah(11)jeS de m0odas de
|ual juer outra parto ; a 0Dr e prata. nacional e estrangeira, e tambero se
trocao sedulas dos bancos do Brasil e caixas Il-
usos de ootras pruvincas; na roa da Cadeia do
Hecife n. 88 loja de azulejo.
Compra se urna preta qoe sozohe e eogom-
me com perfeicio : na ra do Rangel n. 9.
Compra-se
por mais qoe em q
roa do Crespn. 19, loja._____________
Negro para sitio.
OiMra-se'um negro sizodo, sem vicios e boro
trabl-ador para aerviso de sitio; na ra Nova n.
1 *9-fdar. --------------
Comprara se libras esterlinas : a' roa da
Cruz o. 18, armazem de Jos Joaquim Lma Bai-
rio. _______
A 1C por roto.
Compra se a prata na praca da Independe ca
Algoda.0 da Baha
fabrica do fedrozd.
Vi n>ie-se ra ra da Cidea do Recife n. 20. par
preco rommod 1.
Esi e-til Iccimenlo a roa da l.r-,. r.ilr;/ 0. 70,
r cebe de soa cents 1 r l I s os pa o 1 (ranee-
rrs diversos ilj et. ds pluma nr-ila 6* Pr:z,
mo sij\ tiooiti 1 coques lisos centellado1, filas
le s?rja, dllas de *Pda lisa- b r jaJos do t das
,- larguras e de superior qualioade, lindos sapa'
is d- roerlc, d; caseralra e 18', laa,
muito bonitos cbsfietlinbi, h^badinhos entre-
s com ilodi.s bordad-.s, gravitas de soda pre
:;ie de cores para humera o senlior>; as verda-
dciras luvas de Jaovin brancas e do con a muito
'lila?, cartelras de diversos fetios e lmannos,
: --ias de omito boa qnali-tede, para hon?m, se-
nhoras e meninos, om linio soriimento d" biC'n,
csparlilbos, loucadores d-j Jacaranda' de diverso-
la-nanbos, lilas de v-ludo, trancas trolas a de co-
>-, liados enfeltes para vestido^, cintos da diwr-
-as qualidades moila boD't'?, blbons, abonadora'-
(..ira colletrs, la p;ra bordar de superior qualt-
i >', ua)i InObidado de bonitos bnoqoedos par-
crlan^iis, as meihcres perfumarlas de Lubiro, I'iver
e Ceaoral sr.cieriaile Hygemea, imroancidade de
el s que d-ixo d.1 mencionar para nao se lar
:i: ma-sante, indo por preces raut< ceir modos.
Para casas partSciilares
&?c?c:... I _'>
o^: 01 2 as~f! -.
2. < '. ~ m -, =
?>"'_-* 7.- ~: <
5" c -fint _,.
B 2Zf- l KV. CD
gg -- -. r? n =5 3 ? _,
_ =' $ ,. r=.SOi a
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l.
2 m _". ''

&3 *
_ <: O
CD -,


:-_L-'.-"-rT
~ _S-8a._.8p_
5 "!? X a
-5
a

n|2fig-S_"
Attencdo
Na rna da Seniala Nova u. 22, se acha a venda
om grande e variado sortmo^t > de ;l ir^ che-
.-adas do Ar?caiy, por prego ra/riavcl : .jueuj pre-
teoiler dltija-so raesma.

VENDAS
Veode-se ama arffiaclo propria. pora qoal-
qoer negocio, a dinbeiro 00 a praso; as Cinco
Puntas D. 68 : tem romaodos para-familia.
Vendom se, na fbrica da ra do Crespo
n. 4, muit' bpos cnaps de sol dei-anui-
niio, ooai armacao de oro. pelo diminuto
preco de mil e oitocentts ros, por se ter
giande quantidada. A' cites, antes que se
acasera 1
X
viajado
A loja da Aurora ra rus larca 6n K sano o. 38,
perlene.ente. a Manoel Jos Lopes ct l'mo r^cebeo
o h-im rap Paolo Cordelro viajado e Panin Cordei
ro eommnm, assim cima prncera fino da Bibia e
ij meio grs feitos na fabrica de M-or-'n & C-, e
to las mais qnalidades do rapi'-.
_J Na prenca dMg>do, ra d- Apollo n. S6,
vende-se capas d saceos de ajgod.l ._______^^
togada liBSiS?
Vende-se a casa terrea n. 94 dj largo da Paz
nos Af gados : a ir ' Vendem-se doas escravas ctinh-'iras, 1 mo-
le.que pejaidale 18 aunos, duas finias mulatiobas
para todo o servico idadn *fS a 16 anuo, iros ceav_s para ludo o servigo ; na travesa da Careno
n-------------^------------ii-r
Carro e bal.
Na Capooga, raa da A.misade, sognada casado
portaode ferro, vende-se por cninrorido prec> om
bom earro e boi protnplo a trabalhar, qaem pre-
|-nder comprar oa raesma ca?a achara' co-n qoero
t: lar.
3^800
*


Vende-se farinha de mandioca pelo bnnto pr>cc
annnncido : roa oa Madre de Deu> rj. 5.
Vende-se a casa Ierras n. 61 sila na roa.Ve-
Iha, e nm pequen) sio cora casa de vivtnda no
lugar da. & punga dclroate do sitiada Sr. Paolo
Jo- Gimes : a tratar na roa das Tnuceiras nu-
mero 6.______ ________
0 baraeiro vai fallar.
Chitas larga-, claras o escuras de lindos deze-
nbos a 200 rs. ocovado, madapolao uno a pea
por (ijouu, dito especial supeibno lazenda inteira-
iBfnte D'ivj do mercado pe-) pnco do 8$0 '0 a
pfja cora 21, jardas; o baraHro ja venden do
mu-rao a 123000,-chitas de i utofrla*-. 240 rs., cor-
las de la cura 13 covados por 3|500, lencos de se-
da a I000, ditos de caca LorHaoos a 200 rs.,
riscado francei multo bonito a 2(0 rs. o covado,
baea azul a 403 rs. a van, algod i > a peca por
\litMQ : na loja do bnrat-iro m roa da Madre de
Dtus n. 16 defronie da guarda da altaodega.
m fjmcolalr he-panhol
Veade-se a 800 rs. a libra, m
Na ra Nova n. 11 e 5t
S3 Roa do Cabug numero 1 A.
ll_s_l_m UMJMi
[J i'hciiou
Cemento romano : no armazem He Tasu temaos
no caes de Apollo.
?\a Iravessa da Ma4re de De s n. !>*, arms7cm
; Jos Vicente de Lim, vendem se massas bran-
ca da Li.-b(3, fazenda mnilofina, e rropria para
.-a-as particulares, a 48 cada caixa de ufc-a rro-
Ih. onlendo macarrau, lalharira e aletrla, e a 28
ca la eajxin^a de mia arroba, conkndo igualmen-
te massinhas sortids. A ellas, anles que se ac-
I.-1111; o prego ccnvida.
Vaporee.
Vende-s6 em casa da Saonders Brother? A C.
> isrgo do CorpoSantn. 11, vapores patente!
om todos os perlenc.es proprios para faxer raovaj
"! on qnatM machinas nara descarocar algoda
Novameuie chegadas botas rns'ianas e peroet-
ras da melhor qualidde que temos visto : na loja
do vapor roa i\"ova n. 7.
Vende-se
Na rna da Cadeia, bairro do Hecife n. 53, pnmeiro
andar, urna pardlnba de boa Ogora e sale, com
12 annos de idade e comibons principios de cos-
tara.
__ Vende se telhas snperlir e lijles de todas as
qualidades, fabricado com barro d'agna doce por
rtenos 45 em milheiro do qne em ootra qualqder
pane : na ciara de Jos Caroeiro da Cunta rna
dis Prazeres o. 38.
Vende-se fiad) e avontade
do ^comprador.
O estabelecimonto da rna N.-va n. 60, on le f li-
te om biih.-.r 10 >J mo e se fabrica e vend sor ve-
le, assim corjaj todos os movis, lonjas 6 nteoci-
llos eiistentes d- cm iovemario : tratase no lai-
go do Paraxo n. 24.
K p Vlaj id i c Paulo Cordelro
A loja do cordelro providente a' ra do Quelma-
d 1 n. 8, receben nova remessa desdas qoalidades
de rap. _________
fE !A OE C.4BN4DBA .
Ra da Madre de Deus n. 5.
Vends-se cera de carnauba mais barato do qo
em ootra qoalqoer parte, 6 de boa qoilidae
Escrava
''
a Vende-se saceos coca frioha de mandioca ,
de 28800 a 55, asiim como aaccos com feijao, por No armazem da roa do Codorniz a. 1, veiw-
aVaUssimo preco, no trapiche Baro do l.ivrsmon- nma mertatinha recolhida de Idade de 15 atino,
to no F >nc do Mallos o. 15. estaba e tem principios de enf ominado.
Francisco Jos Germa__
|RA NOVA N. 21,
acaba de reeebet nm lindo e magnifico wi
timen to de ocnlos, lnnetos, binculos, do t
timo e mais apwado gosto da Europa e ocr
los de alcance para observaces e.par
martimos.
Vende-se tinta fina para escrever, e
qoanta mais antiga a escripta mais preta fica
corre bem na penoa, e ainda qne esta seja
de ac u5o as estraga e nao cria mofo ; na
botica na ra Direita n. 88, e nesta typo-
grphia Sm rs. a garrafinba.
E baratissimo a 500ri8 o
eovado.
Soperiores las para vestido; cora exeelientas
padriles a 500 ris o covado, aproveitem anles qo-
se ai^bem ; na roa 4o Qaelmado o. 46. hj5 o*
Gaimars"11 & Baios.
1 IIIB-WH |
K__B-M-aB-M-M-aaa_______________MB_i_i bli .__________________________ _
...... "i


taro m Pfrniafcie HggwsU felra. 4e wtfMbro Ac 1867.
DO
. SEVIAL.
Para o traumento c cara rpida e completa das molestias sypbilicas, eris-9-
as, rheumatismo, bobas, gota, debidade do estomago, infiammacoes chrooicas do flgado
i baco, dores sciaticas, cepbalalgias,nevralgias, ulceras chronicas, hyoropesias, pteuri-
das, gOQorrheas chronicas e em ge al todas as molestias em que se teaba em vista a pn
rificacao do systema sanguneo.
Consldcraces geraes
A saude um bem inaprecia vel, cuja importancia e valor s est reservado aro ena
fermo o avalia-lo.
incontestavel que o homem oeste mundo constantemente, e por todos oslador
tacado por urna infinidde de ageotes morbficos que todos tende u, dadas certas e deter-
aunadas circu instancias, a alterar o regular exercicio das funcces orgnicas, resultanbo
pesse desequilibrio o que se chamamolestia.
A molestia nao mais d que a desvirtuac5o das torcas vitaos, occasionada,- d,
prado as investigac5es e experiencias dos mais abaKsado mestres da sciencia, pela depra-
aco dos nu mores geraes, consequuncia da acco maligna desses mesmos agentes mora e
Seos introduzdos no organismo pelo acto da respirado, pela via digestiva, pelo contacto
inmediato etc. etc. etc.
A sypliilis infelizmente tem sido a partilba da bumanidade, e como fra de duvi-
la que esse. terrivel Proteo da medicina urna molestia hereditaria, e'la tem sido obser-
vada em todas as idades, e debaixo de tod as suas formas tao variadas, enfraquecendo
-.onstituices robustas, produzindo muti lacees, e cortando anda em fldr da idade vidas
preciosas.
Eliminar da economa esses principios deleterios. e purificar a massa geral dos
minores tem sido desde lempo immemoria-1 o fim constante da medicina, e os purgati-
vos figuram em primeiro lugar para preencher esse desiteratum ou fim.
O Elixir depurativo do Dr. Sevial parece merecer a preferencia sobre todos: os
mmensos successos obtidos pelo uso deste salutar agen e tanto na Allemanha, como em
branca e 'tafia, o trname companbeiro iuseparavel dequasi todos os doentes.
Sendo as meteras, como cima dissemos, de vida* s alteraces dos humores, o
Stixir depurativo do Dr. Sevial pode ser erapregado vantajosamente na syphilis, erisy-
pelas, rheuraitismos, bobas, gota, debidade do estomago, inflammacOes chronicas do
gado e baco, dores sciaticas, cephalalgias, nevralgias, ulceras chronicas, hydropesias,
pleunsias, gonorrheas chronicas etc. e em geral em todas as molestias em que t>e tenha
em vista a purificaco do systema sanguneo; pois que urna pratica constante tem feito
*er que elle indispensavel nos casos gravsimos para minorar os soffrimentos, pre-
parar o diente para medicaces superiores ; e as menos graves a cura a conse-
cuencia do seu uso, conveuieniemente repetido.
As substancias que entram na composicSn do Elixir depurativo do Dr. Sevia
perteacem todas exclusivamente ao reino vegetal, e grande cathegoria das substan-
cias depurativas e antisypiiliticas; assim, ao passo que este remedio depura o orga-
nismo, eliminando os principios nocivos saude, pelo mecanismo natural das evau-
icoss alvinas, neutralisa ao mesmo tempo o virus syptnlitico quando este virjem
;era feito empelo ao exterior dnhaixe de suas multiplicadas formas; e previne-tai
)8m os estragos dessa terrivel molestia, qmodo por ventura se ache ella anda no
stado de encubaco, isto sem se ter manifestado sob formas externas: beneficio
atuenso, taito mais quanto ne^te estado os individuos ignrram completamente, se es-
to contaminados por este terrivel inimigo.
sabor agradave d'este Elixir couvem a todos os estmagos, a sna acco so-
)re o turto intestinal suave e benigna, e tomentosas, como acontece ao purgante dito Le Roy, que na sua qualidade de dras-
ico lorie irrita a mucosa intestinal, e consecutivamente a seroza, resultando d^ste es
ado, omitas vezesf hydropesias, que quasi sempre terminara pela morte do doente.
Assim pois esperamos que o uso deste reme-lo justifique cabalmente as nos-
tas asseveraces, porque sendo um medicamento to simples na sua composico. a
prattaa tem confirmado sua utilidade.
nico deposito em Pernambir
Na botica e drogara
DE
Barthoomeo Compankia.
34RA DO ROSARIO LARGA34
&0V0 DEPOSITO
DE
MACHIiN
>\nn ilBSCARUCAR ALGODO
Manoel Rento de Oliveira Braga.
53Roa Direlta a.53
Neste estaheleciniento se encontrar2o a
verdadeiras machinas americanas chegadas ultima-
mente, as quaes sao fetas pelo mais afamado fa-
bricante da America, purisco avisa a todas as pes-
soas que precisaren! comprar, de se dirigir a este
estabeleciment que enmuraran das mais perfeitas
naste genero, assim corno mais barato do que em
ontra qnalquer parte, por isso que se recebe por
conta prnpria, bem como ennnos de chumbo e moi-
nhos para moer milho, grande surt.meato defer-
ragens e miudezas em grosso e a retalho.
Facas de cabo nraheo de raeio balinco a Id
- M a mizH- limas fin,is de to',os ostamanhos proprias
sssES d trabalho de escultura.

STovo e grande deposito de superior carvo de Cardiffnb
Babia.
Antonio Gomes dos Santos & C, roa Sania Barbara n. t, esto habilitados a sopprir d
mo a m coudiedes mais favoraveis que em ouh j qaalquer deposito, a todos os navios a vapor qu*
certera naoueiia porio. A cooiraiar oesia cora Domingos Af-o. Matheas..
Fiiici de ntreos de sol
DE
JfliDAMt I AIOI i:
E*te estabelecimento acaba de receber de Para ma rica cnlleccio de chapos
le sol te sed*, de alpaca e de algo lie. <"om armacoes de balea, de ferro e de junco dos
mam rrii gost/H e fabricantes, que vende miis barato do que utro qualquer estabeleci
man, por serena fjz-mda* vinlas directamente.
IguIntente tena fazeoias de seda, de alpaca, de algorfa* edeItabo para cobrir
:h pj>$ de sil, tudo de boa qn-didade e por prego enramlo.
Encarrega-se de qual juer couce OMOURODBVfiNHZA
Ao resp^iiavel publico peruAmbucuuo pede-se

*
MPtiaroiacl i especial hoaieo-
patblca da Dr. rabino Q.
tL. riaho.
Cha de 1* sor te para oso das
pessoas que se tratara homeopathi-
ca mente.
Veode-se em pacotes de libra a
33200 rs.
Ra Nova a. 43.
Fabrica e fundico de bronz
t outros iiLttaes, culdeirciro,
laioeiro, e funileiro, situada
na Soltdade, ua do Prin-
eiien ',ecom depsito na
IIIillIlM
0 cjrdeiro prevideute
Na antiga loja de miudezas a ra do Quei-
mado o. 16.
Teado sempre em vina nao ronbar o lampo tos
seas tregete.*, com extensos aoaaocios ; mas
Umbem ou qaeraodo que os mesmos fregaeies
Igoorem o que dt aovo lem elle recelado, por issc
rfsumidam-uie o dir': chegaodo assim ao co-
Dbeeimeoio de todos que a dita loja do C irdeirc
Prevideoie, ra do Queimado o. 16, reeebea o se-
gointe
ra Nova
do Hecife
n 38. da cidade
DE
BRAGA & SAMPUO
Fabncam-se oeste importante esubeleci-
tneoto todas as obras concementes as artes
respectivas como sejam:
Alambiqot-s de todos os tamanbes en
feitios, os mu acreditados aparemos de
Derosoe com as dimeofdes delicadas dos
fabricados em Franca.
Fabrieam-se avolsas qoaesqoer pecas des-
aparelh. s, como sejam o dilatador, ratifica-
Bonitas e doradoras ligas de pellica para maias,1 dor e condensador, ou esquenla garapas,
tanto para seon<>rs como para meomas. resfriador, serpenlioas interiores.
Leques de diversos e mofljrnos go.tos. Fabricam-se bombas de todas as dimen-
Pentns com enfeiles dourados e nao doarados, ... ... __,__*...__
para meninas. i C^68 e qualidades, pelo systema Irancez ou
Coques simples eeofeitados, moldes inteiramen- americano, simples, de pressSo, repuxo, e
te ouvos. i com e.peciaiidade a estanca ros t assim -9f
Bom papel em calxinhas liso, pautado doora nominadas pelo enorme vohime de agua
hora, e das quaes algunas estao promptas a
! serem experimeoiadas.
Aitetfjto
laiteiga iigleza
320, fiOO, 00 t U s no armazem se acha visto.
Mantei?a franceza
em Horas 560 e 640, em barris se far differenca.
Banha de porto
em libras 320 e 380, em porcSo se far differenca.
Fructas
em calda Pera, Pecego, Rainha Claudia, Alperxe e outras muitas 500 e 640 a lata.
Ervllbaa
Portuguesas 640, francesas 000.
Pomo
en latas do Para e de alba eque, lata (<| e 15200.
omma de milito
em pacotes, dita da trra 100 e 200 a libra.
vtmoe
de Bordeaux eraicaixa a duzia 5. garrafa 500, dito de 85 a duzia, 800 a garrafa, dito a do a IIlbra i0>, oulros ^-^ l>bj meB. kv. ^ c ..- a8U-
4 a duzia. i)5200 a garrafa, dito do Porto a 80,125,181, 245, caixas de duzia, assim I donados aena bastante enfadooho, e qne se veo- Que absorvem calculada em 100 pipas por
como flgueira caada 35500 e 45, puro J A A Lisboa 25800, 35 e 35500 a qualidade
convida.
Gas
em lata de 5 galSos e mais pequeas a vontade do comprador, em garrafa.
Alpiste
(40 10 0 a libra, paioco a 100 a libra.
Azelte
em garrafas a 800 e 15.
CHARUTOS
em caixa de 50 por (5, ditos Delicias, Trovadores e Parisienses em caixas de i00, ditos
da Exposc*o caixa 55, ditos de Regala caixas com 100 a 25500 e outras muitas marcas
que s na presenca dos compradores.
; PREZUNTOS
delamego em barril, ditos de fiambre o melhor que ha no mercado por preco que faz
admirar 11
DOCE DE GOIABA
caixes de 560 fino, ditos de 15500 que parece marmeHada, dito em latas muito fina
qualidade a 15200.
BOCETAS
com doce secco a 15 e 25.
QUEIJOS
do Alentejo em latas chegado pelo vapor Oneida, ditos Flamengos c Pratos dos mais novos
que ha no mercado.
AZEITONAS
de el vas como no mercado nao temos a 15 a lata, em barris do Porto a 15 como n2o ha
melhor.
de ero dita toja de miudetas do Curdelro Previ
dente, roa do QuHimado o. 16.
W falcan Bares, Existem bombas por este systema, me-
O Cordeiro Prevideote a roa do Queiroado b. 16 norftS Hara rftl,ar otae oarani.nrtn *n i\3a
tem MKUatameota um l.ndo wrMNto de 8 nres'Para regar sitios, garaBUndo-se nao
tus e bonius dures, por isso quando aigoma ba. t a 8Ua luracaocomo a grande quantidade
bilidosa joven quitar preparar qualqoer eofeite d de agua que fornev m pelo aue s5o cons de-
b-iio gusto deVB logo lembrar ?e <\a,- ba dita loja radas h"je as primeiras bombas conbecidas.
nao(.lSm0dorreJ"leme' "" Qama* *6, TodaS aS m 'is obras f^rkm i vonto-
Pra alvejar es dentes. deJ?0S freguezes e a seu capricho.
O cordeiro prndenle a roa do Qoeimado n. 16 Existem sempre promptos no deposito in-
rect'tifu do bem connecido fabricante J >nb Gos- dicado na ra Nova n. 38, um completo sor-
neil c ama ptima qualidade de pos para 4eo mento de obras solidas, bem construidas e
tes aromansados com canfora que realmente tem BreC,a pasn-ivnii enmn iSa alaoihidiiAfi
merecido todo c> nceito porqoe oo s alveja per- PrKV< r-soaveis, como sao alambiques,
fallamente os deoi^s como tambera conserva-us serpentinas, taxos, passadeiras, repartidei
sempre no melhor e.'tdo de perf. igo, as.im pois
queiram vir comprar ditos pos na mesma loja
do Cordelo Providente, ra do Qoeimado n. 16
ofeites eoaa pootas.
O Cordeiro Providente reetbeo om lindo sortl-
melo da enfeite* com ponas para ve>tidus, tanto
de seda como de la que combinara perf-llmen-
te com os cintos modernos do mesmo formato, por
isso para poder enfeitar-se com go>io qualquer
vestido iodi>pensavel comprar-?e ditos enfeites
ni mesma loja u\ Cordeiro Prevideute,
Qutimado n. 16.
FAZENOAS DAS LOJAS E ARMAZEM DA
Tendoo proprielario destos dousestabe-
lecimentos resolvido liquidar grande parte'
de suas fazendaspor isso resolveu por em li-
Alpacas de lista a Soo rs o covado.
Venie-se alpacas de listas e de flores
proprias para vestidos de senhoras a 5"o,
quidaco para vender mais barato do que 6ee'e 56o'rs. o covado: ruada Imperatriz
em ouira pane. j lujas da Arara ns. 56 e 72.
Chitas 160 o covado. Casemira com peqneno toque de mofo a 15.
Verjde-se ditas em retalhos a 160 rs. o| Veode-se casemira p covado, ditas em peca a 200 rs. o covado :' com pequeo toqie de mofo a 15 o covado:
cassa franceza a 24o, 28o rs. o covado: ra ra da Imperatriz lojas da Arara ns. 56 e 72.
da Imperatriz lojas da Arara ns. 56 e 72.
Laazlnhas da Arara 24o o covado. Pnnna a+o -..!. ,1
Vende-se lasinhas para vestidos 2lo, itUupd Itlld IiaCIOIaj,
28o 32o, o covado: roa da Imperatriz lojas Venae-se palitots de panno a 55 05
da Arara ns 5b e 72. 85 e 105 ; palitots de casimira de cores
Madapuido a 45 a pega. 65, 85, e lo5, palitots de meiacasimira a
Vende-se pecas de madapolo a 45,55,diio 3^5eoe 45, calcas de casimira a o. 65 e
muito fino 63, 75, 85, 95, lo5: ra da Im- 75, ditas pretas 55, 65. 7J e 5, ditas de
peratriz lojas e arma/era da Arara ns.56e 72. meia casimira a 25ooo 33 e 355oo coletes
.ortes drt cambraias de barras a 25 de casemira a 35, 355oo seroulas a 15,
Vende-se cortes de camoraias de bonitas 156oo, 25 e 25too: ra da Imperatriz lojas i
barras a 23, 2,3500 e ^5ooo j da Arara ns. 5K e 72.
Ditos de cambraia bordadas braacos e de. AlirodSo enfestado a 15 a vara,
cores a 45, 455oo o 55: ra da Imperatriz Algodo enfestado par., leones e toall.as i
lojasda Arara, os. 5b ej72. a 14 <\il0 tr;insa,|0 UWo a Vara. ru,
Arara vende algodao a peca 3*. Imperatriz lojas c armazem da Arara ns. 56
Vende-se peca de algodao a 35. 45, <>5, e 72
65. 75. 85; ra na Imperatriz ns. 56 e 72. j ^^ de |3a dfi j cova(1
Riscado fr^ncezde listas a 36o rs o covado.! vende-se cortes de 13a de 1 covadosa
Vende-se meado fraocez de listas para 35, 45 e 55: ra da Imperatriz lojas da Ara-
vestidos a 3Co e loo rs: ra da Imperatriz ra QS gfi e 72
lojas da Arara, ns. 56 o 72. Ricas sa;as nnr(]a ,as a 3^^
Ditas franceza a 24o rs. o covado. Vende-se ricas saias bordadas para senho-
Vende-se chitas francezas Qnas 1,24o, 28o, ra a 35oo. 55, 65 e 75, bales de arcos a
J2o e4oors.o covado: ra da Imperatriz 25.235oo. 35 c355oo: ra da Imperatriz
lojas e armazem da Arara ns, 56 e 72. lojas da Arara, ns. 56 72.
vARROZ M CASCA
VeDde-wi em saceos grandes a 4/SOU : no tra-
piche do Cnona.
Vinbo suponer em caigas de urna auna e
tero para vender Amonio Luiz de Oliveira Azeve-
do 4 C, no seo escriptorio roa da Cruz n. S7.
Fundado tfAurora em
Santo Amaro
Completo sortlmento de talxas batidas e fonai
das, alamWques de todos os tamanhos e fundos di
ditos, rooendis de todos os tamanhos de sopenw
qoalidade, en vos e boceas do fornalha. o que lud
se vende por commodo preco.
Rap.
Ja ohegoo o muito desojado rap Paulo Cordei-
ro commom e viajado, o qual se vende na prsca
da Independencia o. 5:oja das violas; assim como
contiooimeote se veode na mesma loja as segua-
le qolidades dos mu arredilados rap* pnneeza
de Uboa, rollo franeez, rolo Mearon e floo, gag-
i-e grosso e flno.
Rival sem segundo.
Ra do oer acabar cola as l'aendas abaiit
mcnciniiadii.
Queiran vir ver qne e bom e baraiissiao.
labyrintho cum bico, tazan
sea
.,
IilQUIDt^lO
mu
FAZENDiS BARATAS
(5*V
gf>
-S5
Ghitas francezas largas de cores escuras e claras e de 0008 quahdade a 28a rs. 4) covado.
flassas fiancezas oe cures a 30 rs. o c'va DiUs francezas de eere i wipekir quali wi con Krsnde tariedade de padroes a lea rs. o covado.
r.aze de seda de aires linda fazeoda para vestido a 3 rs. o covado.
Lindas 13as de cores para vestidos, padioes noden^, a 5prs. o covado.
Superiores alpacs lisas e de flores par vet-tido a if 64 ts. ao covadoi
Msdapolds de sofiriveis quaiidadei a-15, -'4#..ifl# eMia pera* li
Ai^od3f>aiaa braaco rfe Hipwkr qua-idade a 4# ftega, i
Assim como nutras umitas fazendas de 13 e de phmi*ra a precos baratos para acabar. 1
Na loja tiaa columnas da ra do Crespo n i3,rJe Antonio Correia de VasooDCedos 4C.
roalbas de
da boa a
Carreteis de liaba, com 100 jardas a .
bravatas pretas e de core- muito tinas a
Caixa de obreias de massa muito novas a
ecuadores para espartilao de cordo 9
Ota a ...............
Oarreteis de linba Alejandre com WX) jar-
das a.............. .
jabonetes muito finos a 60, 160, 200 e
Ditos de bolla muito finos a 240 o .
Viadas de lioha froxa para bordar a .
Varas de cordo para espartilbo a .
entes volteados para regacar cabello de
meninas a............
'rseos de macaca' oleo muit' fino, a .
Vbotoadoras muMo tinas para eolletes a .
Jartdes de lioha branca e do odres a .
Ubra de ara preta superior a.....
sc iva* para lato, fatenda boa, a .
Varas de franja branca de linbo para
Mita a..............
Caitas de palito baio a........
Caitaa de palitos de seearanca sem en-
. ** .............
S.booeies de familia a 100, 60 e .
Carina de doutnna cbnstaa a .
Quad^foo* de pap| pequeo superior a .
varia de baralhos franceses superior .
brns de pnopiioros maito aouerlores .
C'H8 a rnUIh-i d) m*mo-......
oa* 5 Poespdoros de velliana contundo
JO veiiionas muito soperiorss a .
Ke-raa- papel almaco moito soperior .
Resmas de papel panuda superior qoali-
dade ......... ... 3J6W
Donas do omxs para bomem '.'.'.'. '. J*HX)
j Pa"M d* meia* croas mullo superiores qOot
Rival sem seguudo.
Ra da Queinada a. 49.
-U* venden lo orna pecborba.
covad de r.wia f aoceu larga muito bonitos
deseobos 2).
30oH
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501
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16f
(ras, escumadeiras, cocos, candeias, e muitos
outros nteuc'lios preprios para engenbos,
como sejam | mancaos de bronze, parafuzo
' paras rodas de agoa e oatres.
I Cavilhas, machos para lemes, pregos de
todos os tamanhos e para o forro de cobre
de navios.
Aprompta-se tudo quanto diz respeto as
a ra "do obras de lato torneadas e polidas com toda
aperfeicao.
Chapeliaas de seda Vlvula.- para tanques de banbo, torneiras
Modernas e ouias eh.p-oinas de seda para 3e- de todos OS tamanhos e quadades, assim
nborarecebeooUordeiro Pandete roa do Que.- C0DQ0 todos Qs orrjamentllS para nHiUrOS,
nado n. 16 e por ser peuuetia a quantidade re- ,_ ,. v >
cebida, quera pretender urna moderna e bonita boloes Para rda, aparelhos para barretina,
chapelioa deo apregar se em candar compra-la nmeros, espheras, espadas, corrilas, alam-
em dita luja do Cnrdoiro Previente a ra do pailas turibulas, caldeirinhas, havtas, almo-
Quoimado n .16. ^^ ^.^^^ ferizes, perfuiiia-iores.
Eslas multo orejadas caisinbs va-ias e enfei- Pras ** '"'has de Qaodres de todas a*
tadas com go-to, que tama ettracca tem tido e quadades, hahs, Lacias, bules e outrob
que realmente servem para diversas tos, esistem uteHCliOS domsticos.
na loja do Cord-ro Prevideute a roa do Quemado ; i amnsj~, n,ra ffa7 n9ra flnuanhAa fidha
o. 16 um completo frumento de ditas caisiohas 6 LamPles Para 8az Pfara OtipibOf", foiha
sao vendidas per precos to rasoaveis, que o etpe- _e "aores em caixas, tomas de cobre e ia-
neute fregad nao objectara' em compra-las em tao, tubos de chombo para encanamentos de
dita loja dei miudezas do Cordeiro Providente a ra todas as dimeoces, fulbas de zinco,e-tanhc
do QueiaipQN?TE,AS E CHART0S- em barrase veryuinba, lancees ebairasde
O Cordeiro Prevideute, ruado (ueimado o. 16, chumbo, vidros 6nos pira espelbos, dec-
tem om bom sortiuienio de Suas poeteiras para res, bordados, e opacos, e outros para vi-
cnarutos, sendo lisas e co.o figuras em ano rel- drac^S, mamantes para corlar vidros, radi-
modeVeam KllS^ .oa!.. ZZ- J "**** f rte ****> rea para mol-
jas de chaiuieiros, recnbeu iambfm um bom sorli- flar l0.,les l'ara 'erreiro lavatorios com ba-
ii.--i-.io de bous charutos do afawaoo (abriraoio cias e jarros, trra podre e outros nmeros
Fuado de Simas ; a.-sim, pon, eocoulraro os oljectos proprio 06 taes estabelecimeiilOS
apreciadores um boro soilmenlo na dita luja do oUI,,i<> In,, ^_ :_ j
Crdeiro Prev,d,-o:e, ra dcQue.mado n. 16. L ..SeDd" l0,],a3 aS ,nras inspeccionadas 6
Para ol cria-* m Kiogjjliai por- 's^sob a direcc3o do socio administ ador,
tasiiez.
Boaitas cestmhas com fructas de cera, obra de
muita pe'feicao e bom gusto.
Para cortar moldes e en brulhar fazendas.
Vende-se papel lardo foln.. graudt.
Para lustrar calcados.
Vende-se superior grata econmica.
Veodu-se papel para matar moneas.
A luja do eot'delro prevideute
Ra do Queimado n. 16.
Molla acharao os preteudeutes um grande e va-
nado sortimeoto oe perfumaras finas, lauto ingle-
zas como franceza.-, seBdo :
Finos ettractos para leocos.
l>..::n-is e ijid :d< para cabellos.
Oio pbilocome e baboza para dito.
Pos bygieoicos para de'ites.
Ditos campboradu para dilus.
Opiata muleta e frauceza para ditos.
Paroles com pos e arroz.
vasos de porctlona para ditos.
S .i...[cics para mao e barba.
E muuos outros objectos que scro preseaies
ao comprador quu se dincir a ra do Queimado
n. 16, luja do cordeiro prevideute.
Bi e jas pequeuas.
Vendem-se oa rudjdojQummado n. 16. |loja.|do
cordeirofjprevidente.
Charetos
da acreditada fabrica de Jos Furtado de
Simas.
Jos Baptsta Braga o qual se acha de novo
especialmente incumbido da gerencia imporiaote estabeleci mente, isso urna ga-
ranta pela sua longa pratica, que tem os se-
nhoies freguezes de que serao servid- contento, com promptifloe preco ctmmo-
do, pelo que os propietarios Ihe serlo agra-
decidos.
Pars, 36, Rea Vivienne, O
CHABlEMtOCCINSPCIAl
Vendem-se]na loiado^cordeiro prevideots a roa
do Queimdo|n. 16
6R4N0E BAZAR
RA NOVA N. -O E 22
*S tM-l KMIIiAl.A.v HtS SKXI.'AES. AS AVFKCr
vrERACOES DO SANGUI.
D.imio rurasdtf impingeos,
pululas keryet. iarn*,
romixofi, acrimonia, e al
'rfos, oicioo Mugue
rirut. t i7(.'rafoi dii -.r.n,-
1 Bercur-O). rf>urz. :-
rt-iee.iar r\i* .,im im iomo-e aa..
por semana, eguin.lo o irscmmcQio Drr^oriUtco.
(m rricadu na- mesillas mulesuas.
Este XaropeCitraeia
la '.llABl.K. curau. .
laaieuteiiualquarpurua ,
Klaxafao, e liehilidcd, i
izualmenw os llurot t. fiorm
"a-nciu oa.- ujiiii.cic, Esta lujeccaoibeoignt t*
.a-sf con o Xarope de Cttraclo de P'Ttu.
aiei-reiii. Poinana qna as cara tras das,
POMADA ANTIHERPETICA
Contra i as aftecoei cutnea comixoet.
PILULAS VEGETAES OEPURATIVAa
o CkaM*. cada (rasse tai aecos^akao 4a a
AVISO flOS 8RS. MDICOS.
(Uftj eutarriut ti '**
ufrvotai fit lint hr%$\
Wrlii* t u;-a* ui loefidal
ta /jeito; .:i.-t.i;
r%w !' Kak*.i -
UUtd i-Olllr i. i|.|".. 0>-
Dr rHtm.a.n.
A venda na pharmacia
e C, em Pernamboco.
de P. Manrer
Machinas para descarocar algodSo. do mt
Ihor autor que tem apparecido ua Americ
E' tal a execuco do nuchinisme. que o a)
godau sabe quasi tao perteito como o de bo
landeira. Recommenda-se a atteng3o doi
Srs. agnnilt(irs. estas machinas.
VER9ADEIR0 LE Rf
Se tiaasasT, Uocte-jr-Mca< .-
Ru da Soasa*, 51, A PAHis.
Ff.:mo de Garanuuiis
Chegoa o e>peo R. de Carvalixi, n. 18.
Mulos\
*'fa,M,-ie deaies aoimaes, mallo snperio-
res.vladAs, do Rio oa Praia : oem pretender com-
prar dirija-ss a' praca do dommereio, autisa roa
oo Trapwie a. 6, para tratar.
Jiimaes' para 1868
IWft llvraria F*>*aesa as$iqnam-s
todos os jornaes da Europa ; os Sr. assii-
nantes njcontraro amostras dos peridicos,
e catlogos dos mesmos.
_______BA Di CRESPN. 9.
\t\tmW~
Checoo ao aotigx) deposito de Heory Porstor &
d, roa do Imperador, um earregameoto de eai d.
jnmeira gultdade,o qual se veode em partidas
i retaltio dop meos preco do qos em oatr aa>
mer osrte. *
lia rada garrafa, ,. ^r. a ua. e ^M"*
Mina a ata m,.u, aat ,.,! ~prf ^, m ,mt.
saix, lefjui. *,,,o A0ra
! B. rrorX.
0, i SenS afama i'! 1 r
/ c&TlO"l*-''^~~) *f 4e l r.nro, mi -
a O du -Ir t-'s
Ao aaat'fn.filn' 4c
ir eicnm'-
Deposito oa paaraada de P. Maura
C. em Pernamboco.
L11VAS NOVtS
A Agiiia Branca a rua do Queimado a.
8 receben 'aquella < bonitas (ovas de peHi
ca eofeHadas, e j4 bem conhecidas por
(a duqoeza. ,
CASTRO NUVES
Grammatiea aae^L

*


*i
larl. de rcrwbmf ejpadtM telr t& de Xvcbr de 1897.
Collares Royer
#1 Anadiaos elctricas magnticos
Loja da aguia branca roa do Queimado n 8
Apresar aioda os prodigiosos effeitos do
Collar Royer ji oo ensillar (parar
ieiroduir sondado, porque a fama de sua
efflcacia tem-se tanto estendido, a os seos
feizes resoltados a tal altura elevado, qaa
boje rara a pessoa qoo por experiencia
prupria, ou por intermedio de seas amigos
a prenles, ignore ou desconbe ra as virtu-
des desses sempre apreciaveis collares
Royer.
A aguia branca porm a* gloria de concor-
rer para um Uo justo im, so n5o por on-
ro modo ao meos por ter sempre, e cons-
antemente ura completo sortiraento desses
colUres magnticos, que bem se podem cha-
C

roa do Crespo n. A, esquina da rna do Imperador
Acaba de ciegar pelo vapor Guienne, nm variadsimo sortimento de fazendas qae dlzam os
C rrianras Er corrP8P0B<,enl,'S QW ''" as memore, as de mais gostos e nondades b I UltZ Mi. io h *' e wr isso n>lto ""^"nmenO'ttos a apreciado do respettavel publico, os segualas arligcs que
Resta anda qae os senhores pas de fa- 8 encontraran oa loja do Passo.
MUTAS FAZENDAS
RA
LOJA E ARMAZEM
DO

Ra da Iii peratriz i. 60
milia se facam convencer .de que conven R,Q0lM,B0i corles de 8ed. de cores, eom lindos
nao esperar que as enancas sejam atacadas j matizes compielamente nevidade.
do mal, e por isso necessario oa conve- Lindissimos vestidos de cambraia branea bordados
niente qae com antecedencia se deite na: cnro gosto.
enanca ura desses collares para assim estar. Hicos basquina, primorosamente bordados, e uiu-
alia preservada das convnlcoes e se contar' B" moda em Parfl-
livre dos rigores da dentiejk). i ******?*! chapinas de seda, palha a fmitaco
A agaia branca ra do Queimado n. 8' e eBfc,udas com n,0,to *"*<>
contina a receber por todos os vapores '* Par'" senhoras'9eDdo estes de aitm mo,a
frannezes a qaantidade qoe ha contratado e tmdissimas" aravatinhas para senhoras.
por isso acna-se ella sempre provida dos ver- Lindos colares e voiias de vi inibo e seda, ultima
dadeiros collires Rjyer eletricos macne- morta e mteira oovrdade.
LoHariohos, pootus e gravalinbas de Cbuoy, com-
pleta o ividade.
Rlqnissimos leques de marflm lodos abortos e de
plumo gosto em Parlz; assim como de saodalo
madreperola.
ticos.
A Agola Braoea roa do Quei-
mado o. 8.
Incontestavelmente na loja da Aguia Branca
onde os apreciadores do oum podem m-ibormente
pruv. r--e daquelles objectos de gosto. E-sa verda-
de ja por taDtos e tantas vezes recunhecida aioda
agora se faz confirmar com a nota d<>s preciosos
objectos de gosto e valor qoe a aguia tero a satis-
fago de pat-ntear e por a disposicao de quem os
deseje e possa comprar. Ella principiara pelas ri-
cas canas com msica e sem ells, para costura.
Satas caixas por soa perfeicdes, gostos e rique-
zas, se torna m recommeouaveis -para alguna im-
portante presente, oa mesmo para quem tenha gos-
to de possnir orna bel a obra, porque de certo sao
alias as de maior valor que se ene. oiram em Per-
Dan.buco, ten lo urna que sobresahe a todas as cu-
tras. Alm destas ba outr.is de precos menores, as-
sim como tambem ba b.nitas caiziubas vazias de
madeira, envernisadas e marebeadas, com fecba-
dura e chave, para costura.
Em leqaes o que se pal encontrar de melhor,
sendo:
Todo de madreperola, bordados, obra de gosto e
valor.
Outros de madreperola e seda, bonitos desenos.
Ouiros de madreperola com b rdados col rldos,
obras de muito gosto, e gralroenle apreciadas.
Outros lodos de sndalo.
Outros de saodalo e seda com bellos desanos.
0.jiros todos preto para luto.
Outros pretos com desenos roxos, proprios pa-
ra senhoras viuvas.
Outros de sndalo e faia, formando quatro vistas.
Outros de sndalo e sndalo e seda, para me-
ninas.
Outros de madeira e papel, obra barata.
Riqusimos vestimentas de eambraias primorosa-
mente bordados, com todos os pertences par*
creaocas se baptlsar.
Rico* vestuarios de cores, todos completos para
meninos de 2 a 4 -nnr?.
Maotas de bloode para noivas.
Moirlandque, grosdenaple e sedas preta, branca
e de core.
Riqoisslmns cinto.*, nltlma moda.
Ricos enfeites para senhoras e meninas.
Lindissimas cnapeiioas de seda e ds paiba para
meninas.
Riqnissimos cortes de fantasa para vestidos de se-
nhor*.
Lmdos corles de lia para vestido, novidade.
Chapeos de castor a canotier, ultima moda para a
rapasiada em Pariz.
Grande deposito de luvas de Jornia recbese por
lodos os vapores grande sortimento.
Casemlras, eambraias, las*, mossellnas, precalias, chilas e orna ioOnidade de objeebs qne
deixamos de mencionar por se (ornar macante.
Isto so na loja do Passo ra do Crespo n. 7 esquina da do Imperador.
\NIIB 1\0V
fazendas finas
usa para o corpo, tenoo as mesmas 3 vaias
enfeites correspondente saia para enfeitar
o corpo e mangas tendo entre elles multas
trancas com listas pretas como actualmente
se usa e vende-se pelo barato preco de 6\5,
nicamente na loja do avSo, ra da Impe-
ratriz n. 6o, de Gama & Silva.
Tiras bordadas e IS Inclilio*
Quem quizar fazer boa compra de tiras
Este estabelecimento acaba de receber e vende por commodojpreco as seguintes bordadas on babadinbos, achara um grande
'sortimento para escolher e por reco muito
AUGUSTO PORTO i C.
11Ra do Queimado11
Ra da I" peratriz n.
AMA Je MI.vA.
Tendo os donos de te grande estabelocimento resolvido liquidar a maior parte das
soas fazendas resolvern Vender com grandes abatimentos em precos, assim como teem
recehido ltimamente urna grande porcao de fazendas novas tanto inglezas como fiancezas,
alemaas e suiss'S, teem destinado veoderem-nas mais barato que em outra qualqoer parte
aflm deapurarem dinheiro, dando de todas ellas, amostras deixando fiear p nhor, ou
maodam-nas fevar em casa das e* eHentissimas familias pelos s-us caixeirus; assim como
as pessoas que negociara em peqoena escalla, neste estabelecimento comprarao pelos mes-
mos precos que cnmpra*am as casas inglezas ; ganhandu-se apenas o descont.
Cortinados par ranas e J.mel- BxIOes a id, 335oo e 30
las a 10)9, 160. 200 e 250 yndem-se um grande sortimento de cri-
Vendem-se um grande sortimento dos nolinas ou bl5es de arcos para tambora pelos
Ka pe Paila Cord. iro.
A* loja d Antn bs roa larga d Bocario n. 38
pcrienc-nie a Has! Jos Lope* & Irma", rereben
o bom rat Paulo Cordeiro e Ga.-se flno, assin
cerno tenas as rnals qoahdades.
liquidando de cl$adoy
fcu io Imperador, u. 3^
Eortesmn de beierro para borneo. 7.
Puos de losiro para borneo. i*
Pitos de corlavo.
D't-is para aeobnra enfeitados.
Hitos para meninas.
Sapat-s de bezerros.
Botioas brancas pata enbora.
B tas peqoeo s para montarla.
Ditas grandes para montarla.
Ultima moda
Bell' chapeosinhos de apurado goto pira .*.
nhoras feto- ao rapncho de orna das [rimeiras
modistas oe Par* e ebegados ao armaztm do va-
por roa Nova o. 7,
Eseravos fgidos
melhores cortinados bordados qoe tem 'in-
do proprios para camas e janellas, pelos ba-
ratos oreos de lo*, 160, 2o0 e 250 cada
par sendo neste gener. o melbor que tem
rindo ao mercado: assim como pecas de
baratos precos de 20, 2#ooo e 30 por baver
giande porcao, na loja e armazem do Pa-
vio, rna da Imperatriz n. 6o, de Gama d
1 assas a fio r*. O o pava.
Vendem-se bonitas casas inglezas de c-
cambraia adamascada pmprias para mesmo Tes fixas pelo barato preco de 2i rs, o co-
fim. na loja do Patao, ra da Imperatriz vado, ditas francezas fazenda muito ana com
n. 6o, de Gama 4 Silva. padrBeslislrados e de flores, assim como com
Corles granadino* para vestidos pa'mSnas miuoas prourias para meninos a i,
Cbexaram o mala bonitos cortes de or- (8op rs. o covado oa a 5oo s. a vara pe-1 *^%VFmSL?^Sml
gandy Granadinos tendo lo varas cada c re,, enmena na k.ja e armazem do Pav3o ra da '
sendo 7 vras listradas para a sata e 3 varas, Imperatriz o. 6o de Gama 4 Silva.
Alleoco

Poglo no dia 10 do correle, do erg. rbo Gr-
vala, da frfgnezia de Anua frea, o ercravu rn,.a-
ii>por neme *.(*, cum os tignaes HaoiblM cor
bstame fo.a acabralhado, cabellos empmbad..
cm 30 annrs-ei lora regoiar, cheio do corpo, com diversa mtas
prea relo rusto, poora ou nenbuma barba, bdS
fura, levon calca e camisa de algoda ajnt
maisooira moda tambem de algooao de lista b
urna camisa de algodo me?clado, hapeo de b^e-
la pardo, levando r cojo esrravo fui do Sr. Dr. Antonio llanque db
ALPACAS DE COEs A COO RS. OCOVABO.
Vendem-se as mais bonitas alpacas de cores
enfestadas c m bonitos desenhos miudinhos
Vestidos de bond para noiva com manta e capella.
Ricos vestidos de oambraia branca bordadas i qne ha de melbor.
Cortinados bordados e admascadus para camas de 2o0 a 8o0.
Dito> bordados e admascados para janellas dr 90 a 2o0.
Coixas de seda e 15a e seda para cama de noivas.
Basquinas modernas de muito gosto de 2o0 a 5o0.
Toaihinbas de croch para cadeiras e sof, e colxas de croch para cama.
Chapelinas de crpe branco, e chapeo* de palba da Italia para senbora.
Moir branco e preto, grosdenaple preto e de todas as cores para vestidos.
Camisas para hornera francezas e inglezas de linbo, e de algodo.
Guardapisa de ermofine p;ira fazer mais elegantes os v< stidos de ISa e de seda
32o rs. a vara.
Superiores saias bordadas de linbo, camisas e camisinhas bordadas e lencl de
Guarnieses" de filas]"dtaTde bo^uUaVe modernas cambraia bordada para senhoras, ricas toalbas bordadas com muito gosto, e lindos ves-
trancas para vestidos
A Aguia Branca reeebeu novaraente uiu bello
soriim-ntu Jaqoellas apreriadas guarniedes de fi-
tas; a"im como outras de lindas e modt-mas tran-
cas. Os apreciadores do baro cumpaiecam na loja
da Aauia Branca a ra do Qoeimalu n. 8.
Fiiisiuismeias de fio de Eseossia para criaucas.
VeuUeui-se na ra do Queimado I ja da Aguia
Branca n. 8, oode tambem ha outras rouitas de al-
g.nlao para criane->s de 3 a 12 m>-zes.
Mu linas luas de fi > de Eseossia e seda, para ho-
niiHsesenlioras.
A Aguia Branca a ra do Queimado n. 8, reci-
ben o ii bom sorlirnento de Anas luvas de lio de Es-
eossia e serta, braocase de cores, borladas e lisas,
tanto para h'im-ns como para senhoras; quem as
pretender e dinjr-se a olU I Ja da Aguia Branca,
conh-cera que em tal genero nao se eoci.nira me
Ibor, e latve neto mesmo igual em alguma outra
parte.
Requifes broncos ou traacinhas papa-fina.
A Aguia liranc i acaba de receber um novo e
bello sonimeato dessas to procuradas Irancinhas
papa-rina, com diver>os e agradavels moldes, e co-
mo sempre a Aguia Branca a ra du Queimado n.
8 continua a vender barato.
6oiliuhas f punhns, manguitos e ijoliinhas, obras
modernas e de gosto.
A Aeuia Brauca aeBa-se recentemente provida
de booms guiiiohas e ponhoa oordados, maugnitos
e gollinhas tambem bordad, s, e ludo do melbor
gost> e ultima moda, tendo as gollinhas e punhus
multos, |a enfeitados com Atas eufladas, e algumas
pequfn-s para meninas. O* precos apear de com-
modos vari.nn com as ditferentes qualidad is das
obras. O* preteudeotes coroparecam na loja da
Aguia Braoea a ra do Queimado n. 8 que sarao
servn] > a conteoio.
Eutremeios bordados em pecas grandes.
A Aguia Brauca a ra flo (jui-ima lo n. 8 est
Vendendo bonitos ntremelos borlados em percas
granas de 13 ura*, e pelo baratissimo preco de
^joOcada pega. A grande eitracgao que elle*
lem ndo conflrmara os diversos os para que ser-
vero, as im pols coovm qoe a boa freoUezja da
Aguia Branca aprnvelieess* boa e barata lazeoda.
Veude-se um bum piauo Ue mesa de jaca-
randa em parteito estado: na ra da Camboa do
Carmo n. 20.
tuarios para baptisados com o respectivo enxoval.
Las coas Itstras de seda de vanas c'-es a qne ha de melhor.
Chapeos brancos de castor e ricos chapeos de sol inglezes para homem.
Malas de diverso* tamanbos para via-ens.
Panos fiuos e casen iras pretas e decores e outras umitas fazendas que se ven-
den baratissimo.
Este estabelecimento contina a receber as melhores.
Esteiras e aleadlas para salas.
41Ra doaaelmado-Ii
GRANDE BAZAR
ra Nova n. 20 e 22
Machinas pa a costura do autor Wheeie-
d Wilson, ebegadaa ltimamente da Am-
rica ; as quaes podo cozer-se com don
pesponius. toda e, ^uaiquar faieoda, emb
inhar, frangir, bordar e marcar roupa; lud
com perfeico. Sao to simples, que con-
preheiiile-se facrnuote a maueira do traba-
ihu e a pessoa tendo praiica de coser em ma-
rtinas, pode fauer por da o servico que fi-
liara 3<> costareiras.
Chama-se este estabelecineato a atteb-
5JS0 do publico, yisto que elle se acba con
pletauente surtido de objecios de gosto
como bem leques de madreperola e de sat>
dalo, Gvelas, fitas para cinto, cokes pede-
maria e etc,
Na ra nova n. 20 e i. Carneiro Viai-
na &C.
DE
PREPARADLA FRI
POR
AUttIJSTE AOR^
Fharmaceutic pela escola de Paris e successor nesta cidade
DI
Aristide Saisset e J. Soum
22.------Ra da Cruz------22.
Vende-se por precn commodo urna machina
ova a vapor, porttil,, oe (orea de seis camalloi e
de oerfeita construcc^o com Xoda ferragero precisa
para mover vanas maetnnas de aigoio ou ooio
qu^iju-T mister,' e bees assim orna rea ameri-
cana 4a enfardar algodau,, de svaloma moderoo,
de mmta forca e a'guns loneis proprios para depo-
sito:. A ver e tratar na fabrica da traversa do Ca (ra vender erva mate moito nova. Cal de
rieca n,2, caes ' Vende se tres pretas mocas, sendo dnas cora
habilidades e orna brnta pof- ter vtade-*! mato,
bem come mu- ama muannos de 10 annos, oa
roa da Feto n. 9.
Tratamenlo puramente vegetal sem mercurio, iodo, ouro, nem ootro qualque
nineral.
Verdadeiro pnrificador do sangne sem azougue.
Especial para a cura de todas as molestias que tem sua oriaem na impureza de
sangne, como sejam as molestias boabaticas, syphililicas, escrophulosas, darthrosas, quer
veniam elas por nereditariedade, quer sejam adqueridas pelo contacto com pessoas in-
feccionadas dos diversos virus que contaminara o sangue e os humores.
A caroba nm remedio prodigioso, usado desde remotas eras pelos indio
do Brasil, e passando seu uso de geraco em geracao, boje ura dos remedios mais co-
nbecidoscomo propno para eombater as molestias mais hediondas, entrando nesse nume-
ro a moepnea ou elepbaotiases, p-ira cujo curativo os nossos sertanejos considerara a
caroba como remedio especinco.
A muito ttmpo entrou a earoba nos formularios como preoaraco magistral
sob a forma de eleictuario, ainda hoje lennbraiJo as pharmacopas com o nome de sen
celebre autor Joao AivesCarueiro: n5b ella portanto remedio novo nem desconhecido
O ungento d caroba da mesma sorte preconisado desde tempos mmemo-
riaes como o mais apropriado para o curativo das boubas e ulceras syphililicas srdidas,
a e i pregado com proveito depois de improficua applicaeo de muitos outros agente
therapeuticos enrgicos e de uso quotidiano.
Mudos dos nossos mdicos de considerado e entre elles o muito distincto praticr
e observador o Sr. Dr. Pedro d'Athayde Lobo Moscoso, tem confirmado por meio de ex-
periencias repetidas, o que diz a fama das benficas propiedades da caroba no trata
ment das boubas. das diversas formas sob que a syphilis se apresenta e muito especial-
mente as que teem sua sede na pelle, e poderiamos relatar alguns casos de data moito
moderna obsar>ados pelo mesmo Sr. Dr. Moscozo em que a caroba produzio admiravei?
efeitos, depois de inuteis e prolongadas applicafSes de salsaparrilha, mecurio, iodo, ou-
ro e seus preparados, etc., etc.
Nao era possivel que una planta tao notavel por suas inappreciaveis virtudes es-
capasse a perspicacia e investigacoes dos mais abalisados praticos europeos, qne se ap-
plicam com especialidade ao estudo etratamento das molestias syphiliticas eherperfca"
e para prova abi esilo os Srs. Drs. Casenave, Schurfer, Ricord e outros dando as maif
lisongeiras raformacoes sobre as propriedades curativas da caroba e pieconisando-i com'
remedio poderosissimo para o tratamento das erupc5es cutneas, seccas on suppurativas
dariuros de todas a quaiidade.ee emas, ulceras de diverras naturezas, taeres; osteo
e outras militas molestias de natureza syphi itica ea boubatica.
Por ter-se generalisado muito o uso da ensnela da careba que en pre-
paro e pelas instancias de varios mdicos que desejam continuar em sana observacOes, i.^,.- m(mcf,.ft PaTa n.,inia<
deliberei-me a terprompia ama quantidade da mesma essencia, obtida aera a accio do *lf *1 s*
ogo, pan n5oprajtdicar as propriedades medicamentosas; e d'ora em diante encon-
trar-se-ba na miaba pharmacia sempre e em porcSo suBScieote para iodos os pedidos a
"CSSENGlA CONCENTRADA De CAROBA, e o ungento da mesma planta para que non
fallem aos Srs. mdicos que quizerem esperimentar tSo precioso agente- medicinal.
Recife de Pornamouco, 17 de outabro de 1866.
Attouste Caors.
.
1......"............-ii i--------------------------------


1
0|
Erva mate.
Na praca do Gorpo Santo a. 17, i* andar, ba pa
Lisboa
Cabriolet
de 4 rodas e 1 cavailo muito sonerior, vende-ie
para tratar na roa > Crespo n. 16. I* andar, p-
- -V9iem*e seis viocat peohta, e do pasto i ra ver-e na cvcheira4o Pauiao ra de S. Amaro.
Ja espenmentadas, assim como garrote* e irarro- \ ... -"--."-"-T^TT f^VftiiiA
8, por precos i-ommodo : t tratar na ta'itrn e raya BllA B0*0 9 99 S3CC0
p darla da Ponte de Ucboa. j No armazem do caes ii de N:vembro o. 26.
il
A os agricultores
Saunders Brrtbers & C. acanam-d* receber
de Liverpool vaoores de forca de 2 a 4 cavados
com todos os pertences, e mui proprios para fate-
lem movrr machinas de descaregar algdio, po-
dendo eada vapor trabalhar at com 140 erras,
tambem serve par* enfardar aigodo, ou para
ouiro qoalqoer servico em qne osam de trabalbar
lom animaos. Os meamos tambem tm a' venda
machinas americanas de 35 49 serris.
Os pretepdeDief dirlram-se ao largo do Corpo-
5oto n. II.
Puupeoas para a feeta a 30 rs. o- covado,
mais barato do que em outra qualquer parte,
na loja e armazem do Patio, ra da Impe-
ratriz n 6o, de Gama A Silva.
Fnzeudas para intn na loja do
Pavo
Vende-se setim da China com 6 palmos de
largura proprio para vestidos a 26 o covado,
ISaziohas pretas lisas, alpacas com listra bran-
ca a 15 o covado, cassas brancas com listras
pretas a 5oo rs. a vara, ditas pretas lisas e
comsdpicos vara a D6 rs. ditas francezas
com listras e ramaens vara a 8uo rs., me-
rino preto, alpacas e princezas, mais barato
do queem outra qualquer parte, na Ir ja do
Pavau, ra da Imperatriz n. 6o, de G^ma &
Silva.
PALITO'S DE PANNO A 60
Vendem-se palitos de panno preio saceos
a 60, ditos sobrecasacos a loS, calcas de ca-
semira prea a 60 e 70, d la muito finas a
90 e 'o0, fiuissimos sobrecasacos de panno a
2o0 e 250, caifas de 'cas-mira de cor a 70 e
80. um rande sortimento de coletos de toda
a qualida e e outras mui as quididades de
roupas qu se vendem mais barato do que
em outra qualquer parte, na loja e armazem
lo Pavo, iua da Imperatriz n. 6o, de Ga-
ma & Silva.
CHALES A BENOITON A 50 E 60
Vendem-se os mais modernos chales a
Benoiton pelo barato preco de 50 e 60, di-
tos de merino liso a 3d5oO, ditos de crpon
a 70 e 80, ditos de merino com barra a 20
e 205 o, n* loja e armazem do Pavo, ra
da Imperatriz n. 6o, de Gama Silva.
Para ;aias a 1 $000 i280 e U500
Cbegou para a loja do Pavao urna grande
porreo de olv, fazenda branca especialmen-
te para saias, leudo a largura a altura sulfi-
ciente de urna saia cora um bonito bordado
de um lado ou urna bonita ordem de pregas
de forma que com 3 112 varas se faz urna
saia de ura s panno, e vende-se pelo tarato
preco de 10. 1028o e 105oo rs. a vara; na
loja e armazem do Pavo ra da Imperatriz
n. 6o de Gima & Silva.
As siti;.s ti ravo a 3^500.
Vi-ile-e. urna grande porcao das mais bonitas
-:uas brancas din lindas barras bordadas de co-
res, tend) 4 pannos eada um3, sendo fatenda in
tetramente moderna, pelo barato pregu de 3#o0
eada urna seodo fazenda que > -mpre se veudeu
por muito mais dioheiro ; na loja e armatem d<>
Pavao, na ra da Imperatriz u. 60, de Gama &
Silva.
CaSAQUINHOS DO PAVO A 180, 2o0
250 E 3o0
Chettaram o mais modernos casaquinbo
ou jaquetas dj grs prelo, ricamente enfei-
tadas sendo uns com cintura e outros soitos
conforme se usa ltimamente e vendem-se
pelos baratos precos de 18 i, 2o0,250 e 3<>0,
na loja e armazem do Pavo, roa da Impe-
ratriz n. 6o, de Gama & Silva.
W'I re-anti^ue.
Vende-se superior muiro-aunque da rflr. rom
algom toque de mofo, p r preco nmito barato, para
ai-ahar: n loja do Pavo, ra da Imperatriz n. Q,
de Gima & Silva.
Cambiabas a 3$.
Vendem s- as mais mo-ieroas camisinbas com
mang.iit s tanto bordados como da preguinhas curr.
elegantes i>anbos e bonita abot adoras pelo bara-
to preco de 34 00 ; na loja e aromen) do Pavo,
ra 4a Imoeratriz n. 60, de Gama & Silva.
p< chincha em ca>imiias a 1#6U0 s& o
PaVO.
Vende-se urna gradde porcao Je casimiras supe-
riores entestadas sendo escoras e alegres proprras
oara caifas, potetots, coletes e roopas par meni-
nos pelo baratis-imo preco de 14800 o covado l oa
a iSOO n corto de calca, graode. pecbincba.ua
loja e armazem do Pavo : ra da Imperatriz n. bO,
de Gama & Silva.
corplnbos.
Vende-se os mais modernos corpfnhos de cal-
bralas braoea transparente tendu ricamente borda
dos e enfeitados por barato preco ; na loja e arma-
zem do Pavo, ra da Imperatriz o. 60, de Gama &
Silva,
280.
S o Pa*o.
Vende-se alpacas de qoadros- sendo padroes'es-
eoro propri is para vestidos teadj 5 palmos' de igfM"sSr'M''iO sBr^rast
largura que facilita faier-se um vesUdj. ai dm *%.m^l ..^..^..m,. .
8 c .vados pelo barato prega de 180 rs. o covauo,
garaotindu se qoe faienda qne val muito i mais
oiobelri, portanto pjcninriia : n^ loja e arma-
reni dd Parad roa da Imperatriz n 60, d Gakna
& S ira.
ja ohtidas : por ls.-o roga-se as aoloria^des pulV
ci?es e capites de campo a captura do fl'W p-rr.
voaondeoeiiconirar e leva-lo ao dito PgeBho
seu senhor lanoelde Barros Franco e Mello na
o*staeidade a Maocei Antonio Sann.g., L- -s. ifla
do Apollo n. iC, que leri genero-iinetiie rtcm-
tenao entones de todas as cores pelo barato Pensado, tu mesmo quem deiie der noheta .ra.
pr-CO de 500 rs. 0 Covado, ditas lisas escu- j Nos primeas dias"dS mefde.ntur.ro dta
ras e claras sendo todas de corea modernas 'n0 ,0"J B 64o rs. o covado, ditas lavraoas, as melho- fr. Silvaoo Ant-nio Gaio, na frr|Wha d, B m
m e mais modernas oue teem vindo ao mer- fiaMM aurl SZLT'X2!,f "':'f" P 26
cado: sendo bavana. .yrio, verde, azul : *l^iJrS^JL^ffl
ootra cores, que imitem a seda, pelo barato t'> m*"'H< s, andar banz^iro, mmerao e de fa'
preco de 8oo rs. o covado, pechineba: na "'d?r,?o,: M" *ser" > comprado pomo- das
loja e armazem do PavSo ra da Imperatriz R^BSSMtX' tX e'
i ello se aprsente como vuluntario d patria, pefij
| que se previne as respectivas antorid; d^s : quem
r>gar leve-n a >eu senber. no refundo ene nho.
lili ,.' U,, 4. I> .-. ... >
n. 6o de Cama & Silva.
VESTIDOS DE FANTAZIA A 80000 E
l(i0ooo RS.
Cbegaram os mais bonil tidos de fantazia muito proprios para passeio
e soires, por terera lindas barras de seda
e vendem-se pelo barato prego de 80 e lo0
cada nm na 1< ja do Pavo ra da Imperatriz
n, 6o de Gama 4 Silva.
PANNOS HAPA CADEIRAS
Ven lem-se ura grande sortimento de
que sera recompem-ado.
de 1867.
Recife, 15 de norembr
Em*ratos ogldoH
Pngio no da 14 do correte a t sera va Marra,
pr-ta, crloula, da mela idade, baia e rheia do
corpo, k tem doas costuras oas faces, levon ve.-iidt)
, 'ala de ganga azul e chale amarello ; eta e-rr,>a
| fii comprada em leilo oa radeia donde eslava ba
munos annos : roga-se, portanto, a ni.ridadeS
pi iinaes e cipnes de campo
pannos de ero h proprios para cadeiras, m^7e"MvaVTVia'7aVs QuKTe n
sofs, cadeiras de balancos, para almofadas "a I-' "- 49, .me ser iranBcado.
e para cobrir presentes, e vendem-sc por jK^'^.g'
precos muito bara'os, na lo a do Pav5o, ra jgr
da I' peratiiz n 6o, de Gama & Silva.
Vestidos f>rauco a X-l. Cheearam os mais liados cories de cam-
braia branca transparente ricamente borda-
dos que se vendem pelo baratissimo preco
de 240000 rs. na loja e armazem do Pavau
d. 6o de Gama & Silva.
Cassas de ama m edr
a 240 rs. o covado.
Vendem-se superiores cassas de urna .- cor,
tendo asul, Ijrio, cor de rosa, roixo, em., e vpo-
dem-se pelo baratsimo preco de 240 rs. o co-
vado para acabar : na leja e arnwm do PavSo,
roa da imperitnz, n. 60, de Gama>xi Silva.
Presos vantajosos
as miodezas du &rau mento de sD/.; S"-1' es k |rmo.
Rna xva n 28.
Vt*cdesn em gresso e a relalbo.
Linh..snovp|i,is, ujuiIu superiores, libras crudas
a 200 e 2J: 00.
Dita cm nvelos, mais inferior a IOO e 1&80
a dita.
Dita branca em caixas de 50 nvelos a 640 uis
Dita para marcar, canas de 16 Jilos a 210 rs.
Dita branca em ditas de 10 ditos grandes a 560.
Dita em carros da 100 laroas a 360 rs. a du.ia-
Dua em carros de 200 Jardis a l200 a duzia.
Dita em car tu-", branca e p-eta, a 160 r. a dita.
Rosetas de cores em cana de duzia, a [,'600 a
dita.
Gramp.is com cabera de vidro a IfiO rs. a dita.
Agnibeiros pintados a 2i0 rs. a ouzia.
Atieit^o
Fujio hontffn de uoiie (II bar;- r,.
^f meia n di ) a"escrava muala de n ere
j-. babel, d.: idad'? 30 annos punco mais
SKI "a meno, estatura baixa, cabello auoel-
jgj lado, le'ta pfqu-na, nariz sBiado, rt.i.la
Paura perfeiu e denles pequeo?, muil
isdina, rap*z de iliudir a boa f d. s p.'
jigl soas une nSo a c. nh. cerem para en ven
** ce-las de uue Ura. Esta ucrava qce
jjglj fol comprada em maio do correo: n
fogj o portouuez Jo.- Pedro morador n^ pa-
v^~ leo do H'Spilal, e que fugio de casa oh
Jgj >-Q actual senbor, o propnelrio j|j g^nn.. P-uedo e,m S. Lmrenco da M n>.
g MP'iao Francisco Joaquim da I,. ha
Fali-Ao, ha iooicios de que seguio [ara ti
{g| Ri-nf-, porgue foi vi.-u as 4 horas o uia-
naa Oe tiuj- na Pa.-sag-m da M gdalna,
5g| portanto provavel que esteja e i n-sia
Hg r.idade. Pede-se aos Srs. rapt.i-s de
eampo, as act ndaoes poliiaes b a q ial
qoer pessoa qan aprehender dita esrrava,
maoda leva la a ten ^enbor no ofrrido
engenho (u a ra do Viga'io n. ;4, es.
riplorio, cijo imriador sera' bem grati-
ficado P..eife 16 de*cvembro de 1867.
I
de gratificago
a quem capturar o preto na Costa de nome Jacio
ltv>, idade 38 auno.-, estatura puuco d..-u de tt
Bmoss de^mo-dinnas i-uradas e prateadas, para guiar, tem falta de ot-nie, bem como tainos k
i mito bem salientes, as pernas Unas, etc., fogio es
29 de setombro prximo passadu, levando ve>tidi
I calca e camisa branca, chapeo de copa baixa e d
I abas oequenas. A primeira vez que se evadi In
| iulava se como forro de naco, e enpr^gava-s
em Scrvei.to Je pedr-iro e em ontros Iduitieos ;
(roita-se, pms, as amondades policises e a quaiqnei
|patuUr aeitptun de dito escravo, a ser entre-
gos a seu senhor Joao da Silva Lnte, na ra d
{Cade.a do Recife n. 10, qoe sera' paga a g< atiii -a
(o cima.
Esta' fgido desde o dia 24 dmei pasdo
O escravo Ignacio, coro os signaes segnint'; idade
pon!i .s, a l900 a dnzia do pares.
Ditjs de majreperula, para camisa, a OJ rs. a
iraca.
Ditos de osso, para calca, < 240 rs. a diti.
CaixinQas com soldados de chumbo a 120 rs.
B'pHhos de moldura dourada a 12400 a duzia.
Peotes de laco dourado, para cocp, a 62 rs. a
duzia.
Unos de lacns lisos, para roc, a 52300 a duzia.
Ditos adrados, c m Odres. 2*400 a ouzia.
Duis de blalo, mullo bous para alisar, a 22300
e 22400 a dita.
Dodaes amareios e praleados, fios, a 240 rs. a
dita.
C 'lbeles em raixinhas a 640 rs. a dita.
Ditos cm candes a 600, e 900 rs. a dita.
Pecas de fita para coz, larga, com 10 varas, a
00 rr. a pee.
Fitas de .-Ja o. 1 lfz, pecas com 8 varas, a 260
rs. a dita.
Cadaco branco para cerclas a 360 rs. a dutia
de pecas.
Laas de to Jas as cores, para bordar, a 62^00 a
libra.
t-'h- -jjbor-j= de-cra, em caitiobas, a 360 rs. a
daiia.
Ditos de p ju encerado, sem ebelro, a 360 rs. a
duzia de caix odas.
lutos de ira, em caixas grandes de fclha, a
12400 a duna.
Cartilbas d Dnuirina Chrttaa a 320 rs.
Ofareas de coila, em caix'nbas, a 320 e 500 rs.
Sabunetes lioas a 00 e 12 -uzm.
Facas e garpbos cabo ae osso, fazenda boa, a
22500 a dD'ls.
Ab.maduras finas para coletes, cintos com Ave-
las de crystai, e millas ootras qoalidades, puiert
ras-de cotilas, p>nt-s com ped-as para coques, en
feites para cablea, um completo sortimento de per
fumarias de todas as qoaliad-s, colarmhos, can-
deeliosa gt, ferrag^o^de lodttsas qtnidades etc.
etc. \ a roa Nova n. 28. ,
4#500
Vende se saceos ero. foijij rajado, oa roa do
Cudoroiz n. 12 A.
VENDE-SE
Motor.'s americano.- par doas cavallos.
Cito dito para quatro cavallos.
Machinas para descarocaf vgodo de 14, lt
Veuile->e una grtbde pirco oas mais tmnilae
poupelmaotraniparentos cm palmabas bordadas,
a 14 oo unadnnhos a imitvcao de fio de seda, pro
Prencas para enlardar algedao fasendo os sar
co com 6 palmos de comprimento com o peso.de
150 e 200 libras, viadas ltimamente da Aroeric:
so armazem de Henry Fbrstet & C, oo ca Pe
drolll o. 2 junto ao Gabinete Portngnez.
(oudeeoraces
A bem connecida loja de joias de M.rfira &
Da irte, a' ro* do Ca >g a.'7, acaba de recVber
porcao de harntys e offlealato* da nrdem da Ro>a
Vrtas "para vw^aas pelo narat'sslmo preco de orna' babi ande Cbristo da drfferenies lamanho*
pataca o covado, grande pechineba : na loja e que veode por precos mu razoaveis, alero i-si
armazem do Pavao ra da Impcrstnt n. 60, de cooliaa a ter como sempre om cnmpjetj s.-rt
Garoa i Silva. i meato de joias dos gostos mais mWWttos para a-
( auabralas de salpico. 11mes cula co concurse' H sen b&ns fre-'
Vendem-se as verdadeira r-amnraia franeeias,I861***_______ .. .-, ..__;.
branca, com salpicos, tendo 8 1/2 varas eada pe- VAde se om tooBiti boi-lal#ao"efvs.com
ga, pelo bsratisdmo preco de 52*00 a pega t n n.dor na viia do Brejo ao Sr. Silviuo Gil itieriB
u Barros; roga-se as autoridades poliiaes, rap-
.f dJ campo qae a pegarem, levarero-atf srra
o7afc'Pav5t7ro8a^ta|Wr:z'V. "^ defama, pretenda dirija roa da Pnt o. 33, armatem seobera m!.ri*r na GtMAa OCarme k'i'
Silva" carne secc!. qoa uwlo iBeerosMnenie reeompensaia.
de 16 anuos, i-6r ort-ta reltenla, elbos ingnriados
de saboe, a perna dreita cmbala, roa> Un piu-
co que s com atiencao s< distlogue, esuiara me-
dianofa e talrie esbelto e delicado. Presnroe-se qoe
e-te moleque occulia se nesta cidade e seus nnbar-
blos ; qoem o apprebender leve o a roa do Livra-
ment o. 6, qoe ser' graufleado.
)000000
Fogio no dia 2'i do coireote me'z de out bro, de
pngraho L'rooeiro fregoezla da Escada, o e^cravc
cm os seguales signaes : cabra fusco, alio coa:
! on corpa e booiu figura, cara bexig sa, barbt
puro serrada, ci ..-loma rapar o bgode e a peira
cabelloslim tanto carapiobados, pooeo cambeta
l"io os dedog grandes d. s ps mais compridot,
um ponco gai di .'Ote uas costas em urna pa' e em um braco
veaiindo camisa de a gruido da m'ta no aigodotl-
(jr. j, c lea e paleto! o<- brim p.rdo. chapeo de ae-
ta preto, e ijva vara de carreiroque e supp5e-si
ter ido assent mi oa se as pes-oas eacarregadas do ruTunmeQ
io o as qtjndadi s policiaes com eSpeciahdade a;
d ) Rio Pormoso, Un, Agua Preta, 8. Bento e Por-
to Calvo e a ooira qualquer pessoa a app ehtn-i
do dito escravo, e entregado no dito engenho, qu<
recebera' a gratificaco cima. 0 escravo chama
e Francisco.
'
_
Pjiga-se bem.
Fogio em dl^s do roes proximo'pas aflo Sr, poder
oe Ago.-tinhn Jos de Uliveira, eta Carnaru*, o i"eo
escravo Rnfldo, mnlato claro, IdaAe 30nnos, secco
do i-orp pe as finas, olhos om tanto aroorti-rntos,
narl afilaJe-, pruea harba, muito cor tez e h>m ful-
Uote, n.etiio a vaiente, gosia de agurdente e le
vm japona preta ; f i encontrado no da 3 no cor-
rente no logar Bauter, erp'drrt* a esirda de -
(eirb e tospeit -e qoe leaha ido rrncer-se come
voluntario para a goerra : ri ga->e portanto a anto-
ndade paliclaes ecipitaes da campo a apreb^n-Se
do dito escravo, qoe ser eotrpgoe a Seti senhor os
a Sdverroo Hires da silva, em Trompeta.
"J? Fogio, indo-* amostra, em compabi
corretor'-||5oerWem, a pre Thereza qo*a
nava v-ndeudo fazendas peta rna com- p s goir>
ie sigaaen; altor -rgul r, idade 23 anos, la.
.U vestido de chila brauca com fl .res (Dean a-
lis, panoo da co-ta cura li>tra" eccarfinda,
f f Comprad |Kr ntermi-dlo do earefcltir A
neiit, enm proeorcau de Loii AWes Mwiel. mo-.



iiHJlm |


8 U
_
UTTElUTOatr
Ul-CCRSO PRONUNCIADO PELO CONSEUI II*1
I li 1US.IA DA SILVA PABANHi'S. NA SE SAO
AN.NIVBH3ARIV, DE ?. Do PASSAD*. DA $n-
"IGI'ADEAUXILIADORA DA INDUSTRIA NACI
NAL. tMMO S r PT.ES PF.NTK
c apna-.r.A seS>So a iniversnm da nf>s-
. jf tpgnstas presentas do v..ssa mages-
imticnsida le desse momento universal;
-iletem progrodido a oraos tfslo^ em io-
dos os ramos da etpanso moral u^niatorial
denrapovo. Nao fia u'venso ou cpeliior'.-
ment, as sefociai e artes da mtnte do
hornera e di soeiedade, qae. no** jam des-
. c mecidos, oo que n">o tenha ohtidu ;:in1a
em escala maior ou menor, alcurnia applicj-
oao entre los
Estraves ao nivel do nosso seclo em
lHilo quanio depe. le dos esforcos mtelle- popularisar as d
Diarlo de Feraambuco eguada feira ** de VovemSro de 1667.
-1T.--------------
gara ota m o individuo, a fa ilia, e a pro- carnelo intelligi^^ft vonta le.
prjdafc: ta -r -m v -w- mr _*craci$ do trbalo^, (tambera cora a des-; da dilaiaco dos^c
.-Mrir syste na e maior dilTiJEo dafto-
nheeimeiitos genes e specues ;
a ni-
qci mantos aeraos e especules;
Via* re ommanicacao;
Animsr o espirito da assoclgao"
tciiie. iiniieiial. 'le sua m-gesta le a im lera
i : c de suas altezas, na ( u > a f stt de os-
teulapb ou de orgullo; simplesmeule o
C'.iii.priinento de utn serio deer, que pira
m cidadSo constitue serapra um iirecei-
!o moral, e um e ni pon o A soeiedade Auxiliadora da n'ustria
Nacional, lem conaeiencia do que os sois
ctuai'S ; falti-os mu t >, c cert -, mas fitt>
nos os beo queso a experiencia, tempo,
o augmento de popul.tc-o c a ..tnlnJaneia da
capases podem produxir.
No lia nos e juuo um afielado ptimis-
A aristo- dmiinaUg vaiiume^eguiado as leis geraes rios mal,res gfl cham mi cwUBltii*,nn(je
foramproduzid.is as ultimas elevares do
igualdade pntiea-; artes mednnica e arles| wpiuanuCjwm a crusta do globo a S|_
libertes j sin u >je erra-e-soe. aaaehronicas,, f H-nMrAcomjBguald.des, fondas eaor- ElU-e a ,)11(neira ar)pnru(t dos mares e
ou teem um enluto mera.noiitiacwnt.lif t. mes e ruptuBMjnsequen;ia do seu res,^ utiuas subibajas oue deram torra e
e a mi- J nao entonos no tenipatom que Pa- friamento pwgressivo, n vapor acuoso q i[j8uraca cianw individual, re nvenlo os obstculos t i propiinha orna pena pa :i ..'o id id "i > qoe a cereava, c > negando a con '
que os i ;ist'anjnm ea noisa legisiago se Mes-e ao ..nnmerco, Xeffphon'o exitria ir depondu-seSS certas pa
civil, commercia! o fl ianc .ira : que esse intress tiro fo$se i'xclui lo do; e.ii'-;CO da t o ru, e lormar o principio d-j um ios novos; ms, como os
iReanimar as instituices do crdito e pos publtoe; em que un em ii;alof da ocano. J^ fi-ersaa-iiclinacSes oin con;eu-)acia das
qnentes cv.'to, Ub ov.ces de que fdhamos, oou .s mar.!
.aHU. .j..uw 'i^w.uD'uragao aciunl, Jecorreram milnaresda
m lensar-se, P'^to-aecuto*, durante squaes o foudo dos mares
)arics prevideacia e soMuros Suecia [eJra a Frmcis.io Idexulp.i por
oc-
As aguas, extremamente
mutuos; cupir asinrnUen;d com negocio lo
*0 mii r favor po?svel Cl)nisag5o ni- o trato nefcamil.
cionat-e i sirangei; ; Os liomeas >1 o i^uae-, fe-'u.s as-iitn >
digaufsict da stUiatica do imperio lireador, e a c msagracao desto doma o
Estas condicoes sejustificam por si, to- m is MI) flora i das instituices modernas.
ilcomojconservartm em dissoiucao mutas sanst u:
ei.is mineraes,operara ac! uicaou tn.ciii
;.<:.mente oas roclos j co is /lidadas; i.-.to
e: as agttas, em razjdasui eleva t tem-
peratura, edus saos ou acido* que contkiham.
aio de amor prouru nacional; a verla- dos as sentn, e mellior do que nos as com- M>sa igu Made civil e oolhica na > des-
de ilteta la por nossa b'g slaoln. nossos prehedem os poderes do Est .do. Sen des- tr.ca dille eaca dis con li.oes materiaes, das
documentos Iliterarios e neientiicos. nossos envolvimento e exame sabiram dos estreiios vocales e das opai-iilals moraes. rum-.fluxose refluxos, eremovidas frequeateurvii-
os va u muilas ve !S mudado de ugar : sc-
guia-se taivL- qub ;., cimadas deuusita .as
polis agu.s nao poiu.'Hin em poato dgum
sacceJer-.se sem inte.rupeo, ou ao menos,
sen vanacao de oivel; razio por que a^ pri-
puderan, dusulver certas partes do solo;'- ,n.jrS carnadas perderam a primitiva
o cssas mesmasa^uas, aguadas p ir fortes Lj^ na qual as aguas inQUradaa sieviam
po-
*" cstabeilecimentos de in>trucgan. os debites limites desta allocuco, e excederan! as lor- preque cada um tenba o sen mjrsier, s gun- te pelas >uccrtssi*as rupturas e leslocce;
s rviivis essao amda mniin aq o i h dt nossis cama as, asexnosictioa c caalo- cas do presente orador da tiossa ociedade. do aqaell* enndite*. e arauuiplicilade in-
f! s h is qm elh sepropoz ; i o D, p ns,
encanacl-os e alardear iriumphos, mas tes-
I >in.inliar s#N tions des-j^s. co fessar sua
I i -i-/.., e invocar o cunar so dos poderes
i luvs, e'de todos < s amigos di Hra>il,
nossas cama as,
g.'S de nossos productos indusiriaes, o aug- (nsistirnm is rnente sobre a necessaie de finia dos progressos da nossa es-iocie.
Ha-
do terreno; de^radaiara e desaggrpgiram as
poicos sutil-vadas, moendo o redu/.hdo a
ment das rendas publicas, o crdito pro- just'C^. de m>trucce professional e dasope- qu a becessidade de que o artista indos- saibro, a aren e a rgila, tudas as ro;bas j
verbial do tbesouro, o raovim-nto da nave- iagoes e quadros estalisL c 3. triosn em aeral, na acceoi,?Si vulgar destas
gaciu e com*efcio, o asperlo das capitaes, Collocmos no frontispicio de nossos denominaras, tenham trniem as sntsNip
cidalese villas do oosso bailo poi/.. melborameut's, com relaco iudustria, a manidutes semeltianca das que se^repor-
r-m fi-i-r en civuiserau q> u se ^'''" Notar-nos bao lal?ez qui a agricultora. garanta pralica das leis penaes. ea motee- cioaam s cUssei lut-iratas
e;-Ctir da-c'assn< > to I volvimeoio da riqueza na ona ocie,|a anda a iridia do primitivo empyis no, em sira deve ser, porque como bem liz Cottsin, pos j nao a unt* neeessara a homensque
a Ni come-taremos que --u u >* j,ran)irt parte do D ssu vasto e fe lili simo ames de tudu o Eitado a justci orgaui- teem de exercer direitos p ,|it;c >*, de pro-
*& .bwsileiras possam >aipeir cora w* lerr-|lnr-|n; (]ue a D(luslra fjt)rjlj para a sai)a. 'varpela ecm-mia e pela aasouiaefo a sua
dedic -rio, c excedel-a em *p,,v" h n qual obram no solo oraseiro os mais pre-| todos reconhecem a relajo intima da in lupendencia indivulual, e sobre ludo de
o ci ia utiiidade pu'lica ; mas na i sa t > C|,,sos (ons ^ natre2^f |,je> pr assimiosiatuigao judiciana com a ordena publica, sustentar o valor la inte ligencia ame a ac-
que alguma tenia o direito uc m-p ll'"' ,j,2,erj oembryp do que deve ser; que nos- a mural, os direitos polticos, a seguranza gao prodigiosa das machims. A cmulac >
i ,ruifiio logar segn tu a bitrc ua i a a ^^ communioijSes com o inte ior sao aiu la pes-oal e de proprie lade ; mas nem lodos ea c ncorrencu abenas pelo cosm ipoliusmoi pontos, abria profundos abysm s iucandes
> .;iii --arie, que tamb-rn < m padr; oenu-as, que ba pnr abi um mundo inleiro, reflectem as-az na influeacia que a certc.a industrial da nnssa ooca ornamamda mais I cenes ; e as aguis obelecnlo s leis d
despedazadas.
Os mares, indo muanlo de lugr a cada
Q0a ruptura ou iranstorao da crusta' do
globo, fura un augmentando por novas c >;-
densac'-s de vao ir. medida que diminua
o ral r na superlicie da Ierra.
Diluvios Consecutivo* devem ler prean-
ciiidoum enorme ItJfO de tempo, durante
o primeiro peri ido das idades geolgicas do
planeta que habitamos.
A crusta da trra, abitendo em cerl>s
I e a para as edsiencas labor osas
r hs. No ponto de vista da reugiao
e'h- Pen";
da
deserto e at em i arte d sconhecido : final- da prutecca > confiada aos sacerdotes da lei urgente a reform que os pbilosopbos, os
mente, que ua i-rdem dos melioramentos
n.);l edos "^^Mjurtifeiseecooiwie.. no campo da cul-
| ,. ,m ninguem Ihe recusara mu assento tura mor| e llltl!,ltClual ,,0 pi)V br,.,|e.ro,
rjitoictoeolreasassoriacoi-ma^ pair.ot- a[iiii ^ {^ ^^ ^ ^^ ,M
cjs, o mais proveitnsas a nummu a ie, 'essenciaes ate asmis ele.-a Jas a>pirai,oes da da lei, dai-lbei mioiSlros que por suas lu- c mbecesse a si promio, a nosso ver. a
civilisaco nioiM-ia. |zes, caracir e indepenleticia estejam pa,mais synliietica frisante expresso da utdi-
O reparo judicinso, elle descob e to- altura do seu sacerdocio, e tereis feit-i mais dade da es'atistica. Os algarismo*. diz
exerce s bre o ere cimento da riqueza pu- ecmomisias e lidps os jurys ou coturessos
olica, e a melboc distnnuicao dos bragos interuacionaes h.4o redamand i.
uteis.'. t O precinto do phyl sopno da antigni-
Revest de toda a mageslade os templos dade que rec immeodava ao bomem que s
-sas gran les paixas que deram em re-
ui iadp o fan>to acntecimenio da indeen-
Omc;a do Brasil ; tem, por ta t justo ti-
t:iio a .-er considerada, entre as suas irmSs,
o a primognita da lund cao do impe-
r.o .
I :n ci Alvares Pinto de Almeida ini-
. ..i-i em I82i, l"grou dar-lne principio de
ai-.en.ia le-al em IS2S, e a 19 de Outu-
t o .le 1827 via iaouurada modestamente,
i.s chei a de f e ce ca la de esperancas, a
obra de seu puro e fervoroso patriotismo.
a F.-amseu dignos e pnneipaes coope-
lores o viscon-te de Alcntara, Kranci-co
: rl so da SiUa. Torres (1-poU barao de
Jinimirim). Joai rema-oes Lopes, Manoei
1 is Oi'fre, Joo Francisco de Sladureira
f i e JoSo Rodrigues Pereira de Aludida
(ma tarde baio do Ub). C-m estes no-
aes di primera pleiam de seus beoemea-
t s, nossi associacao reconla f,s de Ray-
lo J -s da Cimba M itlns, Jmuario da
Cimb iroosa, Candido Jos de Araoj > Vi-
an a fnoje visconde de tepucaby), Frede-
r'.ci L>. poldo Gezar Burlamaniue. marquez
de Atirantes e outros, que mi fram cntvos
rio- fondado es, ou Ihes succederam em >ua
gran tiosa inspiraclo, m-vidns pete mesuro
encajndrado amor la patria.
a Bellos terapos eram esses em que a
i i xlo poltica se inflamava na co.ccpco dos
:on.l e pr tola partea Iota se trama no alto e
irjage-toso terreno das ii s de verdadeira
!: cid .le, e dos gennens fecundos da umau
;3 grandeza nacional!..
t Nio desanimemos, porm, nos os ho-
COih quellas emm-n ias como os gigantea, os vul-
W.. venerados da geraco de le. As na-
(Tw c .mo os individuos, leem periodos dis-
ti.-iclus em sua existencia, e cada perodo
vi la traz comsigo necessida.les e i-nden-
Clas, vii ludes e fraquezas pro#rias de sua
tdade.
a Os nove lustros deenrrido desde eaiao
at b'ije, na pascaran, se n que marcassem
CjUiios pontos no pareo iniinito do progres-
an bu nano.
i Para longe de nos o pessimismo.
Pessimismo um sentimunto toleravel.
e at b 'uefi:o, quando deriva de meme e
vigorosa emularlo emre o presente e o pas-
8a1n; urna etifermidade politice, e ver-
dd-iira decaden:ia moral, se revela se pela
artmiracio sup -rsliciosa de 'empos que j
nao voltam, e por desanimo, nercu ou in-
d-ffereuga em relacjio ao futmo. que nos es-
peta, a homanidade marcha constante-
teme para o s-u royslerio o de-t no, anda
jumln parece que para e roiroce'e.
c E* a lei de Deus e ha de Sf r compnda.
t O Brasil nao urna escapean perdida na
m
das as sombras do nosso qna Iro social, mas
nao escu ece nem afeia a sua ohysiono ia
geral. Somos um non n> v espaibado por
vastissimoe varia do terrimiio, a quen, pnr-
tanto, nao e<"a dado, em menos lem o do
que a vi )a ie um bomem, realizar o queou-
trus mais di oso e mais fortes nao consegui-
rn! a inda, a de-pto de esforcos seculares.
*Passy, Gaspaiin, e rom elles os demais
legidmos orgos do progreso europeu, la-
menl m em e.-enptos recentes que a agri-
cultura fra ce/.a e a de o tros paiz-s do ve-
llio mundo nao tenham po ido desprender-
se das lachas da rutina. A propna iudu>tria
fabril e o commercio e-t5o a li reclamando
agentes pessoaes mais instruidos, e urna le-
islac^o mais alequida s c n licas e exi-
gen' ias das .'Ocedales actuaes.
Reconbegamos o facto de nosso atrazo,
em muitos pontos da organisaco social, o
lo >eu trabalho collectivo e individual; con-
fessmos mesmo que nem to los os obdcu-
los pioveem de causas naluraes e n>upe-
raveis, seoSo tamben de nossos erros e
fraque;as moraes: podemos reconhece-lo e
cnife-si-lo sem vexame o dezir, urna vez
que palavra se>ia a aeco, ao arrepen-
dimento a emen ia salutar. S desi'arte te-
remos r3o, e nos mostriremo. dignos ber-
deiros do formoso e riquissimo patrimonio
que recebemos de nossos maior-s; cuupn-
iemos os pnceitos da lei de Canso, e -ere-
mus verdaderamente grande entre os gran-
des da trra.
A vaidade do que se enamora de sua
propiia imagem to detestavei como o des-
.mi no que se perde pela iuarco ou a inercia
que se degrada pela este> ilidade Tomai a Cf uz
e cammhai, sao palavras do Divino Mestre.
A cruz o symbulo da luz espiritual, e do
trabalbo, fuute pnmordia> de lodos os bens
terrestres ; o camiuho que devenios seguir
o que con luz filicida le eterna pela con-
servacao e pe< fego moral do nosso ser. e
pelo d>minio racional e pa;ifi:o uo mundo
exterior.
Aqu est o meio e o fim de nnssa mis-
so ; p .libamos peito empreza, e avance-
mos, nao procurando ao pas-ad i seno o
ponto de partida e a lic-io d i futuro.
-ao muilas as necessidales da nnssa si-
tuaco e do nosso tempu ; satisfaze las si-
multneamente nao cabe as frcas huma-
nas. A sabiadoria e vii tu le est em bem
apreciar e observar a ordena natural de sua
preferencia e possiDilidade.
iNs as resumiremos as seguintes con-
dicoes, s< b o punto de vista da vida indus-
trial e do seu progresso:
Leis e magistrados que mais efficumenie
a bem da indu-tiia, e da im'graco es- Goethe,qnvernmn o munlo, e mostram co-
traogeira, do que toda proyaganla, todos mo elle goverunii. Legislar para am
os premi s e favores pecuniarios que a arte
de animar e attranir tenna suggeriJo.
Se um historiador com i llaliam p Je
descrever com franqueza, e em termos lo
se eros, que nao ou-amus repetir, o esiado
dos tribuoans de Justina do seu pai/., sob o
remado de E Isabel, ser-nos na lcito con-
fessar que a socieda le brasileira visto por
esta face, a.-reseoia signaes de grave soffri-
mento, cujas Causas, felizmente, nao des-
booram o uosso Carcter, nem mancbam as
togas da grande maioria de nossos magis-
trados.
O principio da livre concurrencia, as lu-
las internas e externas da industria, nao ca-
rece hoje de doutrinarios habis e susten-
tadores poderosos Ella j domina o mun
do commercizl. posto que sua d-miii ia, ri-
gorosaraimie exacta as hypotbeses abstrac-
tas da si'iencia, seja al-.minas vezes contesta-
vel em face das coadi,e.s reaes de sua ap-
plicaco, ltenlos os principios conservadores
de cada estado, e a contingencia, to fre-
quente, dos couflicio ntermemnaes.
Agora s^rga um novo principio a de os
legisladoras e governos, e este principio
que nos vai merecer particuar aucnco.
Eusaio profisssmnal a sua formula, e
por tola a parte o vemos proclamado, como
consequenccia daquelle concurso universal
Cuino idea ioberente, ao fecundo principio
da divisan do trabalbo. e principalmenle
como resultado de um estad j mais pr fundo
e reflectido da physioloKia social.
Nao de recente i ta a iniciativa de to
importante reforma no plano da educaco
publica.
Espirito* privilegiados, como Condor-
cel e ouims pmlosopbos, ha muito sentiram
a grande deficiencia do alimento utcllectud
dado s ciass.es miis numerosas, causa la-
tente do atrazo industrial, e de muilas mi-
serias e peiturliacSes polticas,
Os triumphos da sciencia de Smith e Ri-
carda, a analyse comparada de to-hs os pro
ductos do trabalbo utd do homcm, lei a
nesso livro brilhantc que os mo lomos crea-
ran! sob o titulo deExposico Universa!
deram rebate em todas as suciedades; des-
uertaram a previdencia particular e publica,
e assim como outr'ora se clamavaabaixo
o monop'ilio 'e as tarifas protectoras, -
boje todos pedem instrttcco profesional.
O bomem nao vive t6 do pSn : non de
so's pane vicit homo, sed de omm verbo
quod procedit ex ore uei; mas a uecessida-
de da con.-ervaco physica inherente do
seu aperfeicoamento moral, e no seclo d>
vapor e da electncidade o hornera de xou oe
ser machina e f.rca muscular, ptra ser uni-
i'Ovo, e administrar osseus variad s e com-
pdcadissimos interesses, sem cranecer o ver-
dadero estado docorpo social, esuas dilfa-
rentes vi isdtu les, navegar pelo alto mar
*ein bussola, ou, para servimo-nos do urna
pbiase novissiui', d saltos na- trovas.
gravitacQ, precipilavam-se u'e les, mis logo
em enormes turhulb-s de vap ir. refluiam
para a aim isphera onde nova nenie se coa-
deusavam para loriar a cair Sjbre a tttrra.
A eiectnci lade po.-ta em movimenio por
todos esies poderosos agentes, deve com o
c lutinuo ostroado das lrov5es e dos ra 13,
ter contribuido para a gra -diosidade d'e-se
esp ctaculo horrivel o sublime, qm jamis
fui ou ser da I laonomem preseac-ar.
Continuando o reafriamento do globo, e
indo por essa razo oiminuindo, p meo a
pnuco, a ag tacan dos elementos, as aguas
foram depositiu lo diversas carnadas de ter-
renos, cuja origem aquosa os etudo geolo-
gic-s fa ilmente hoje re:onec-m, nao s
I
FOLHETIM
t AHOHfiS DE PIIETl
POR
il. llllt iMALli VAZ 1K CARVALBO.
Vi
(Continoaco do n. 269.)
E com todo estes nadas nao se coniam...
santera se, isso simf... morre a alm^
cuando o ultimo echo das soas melodas
so Ine esvai l dentro? Aioda... mas
(sao lulo nao b staute para que tenham
iiter-sse na narrativa.
E G -stavo ? diro : pos Gustavo va ludo
Jsso cUdn ? Todo isso / mas o que tud
isso ? Gustavo anda va caga; quando vi-
fjha juotava-se ao grupo, ria muito de todo
qu mo ouvia, improvisava diatribes contra
Os modernos fidalgos, e tinha a simplicida
ha da estar muito convencido qoe urna noi-
va sua nao poda ter nem ao de leve a idea
& oihar para nutro bomem
E-te mal lito poeta estraga-me a pri-
ma dizia elle s vezes em confidencia a Er-
nesto ; andam sempre a fallar em coosas I..
t'ma mulb*r n5o serve seao para o gover-
no de sua casa. Quando secnegar a per-
suadir disto essa praga de litteratns, que
muito peior que a do EeypK e que Deas
espaib u no mundo para eterna attrimdacao
dos pais e dos ridos ? Ora esta boa !
Tu vers se eu um dia Ibe n5o digo urna
graca.
Pobre Gnsiavo I deixai-o ao menos desa-
?Jafar em to iooofifensiivas exclamacoes I
Pa-snu, como dissemns, um mez; das
b '.uiadus de sol em jorros, deste sol que
; rtib.im almas de vinte anuos.
Aproximaa-se com todo o dia emqne
ayra-j devia desped -se do sen d-rarado
ton'm, e entre os dous namorados na a ba-
vii pisi i ament d&didu. Gu-tavo con-
ervava todos os seos direitos terrveis de
uturo marido ; e se partida nao botnres-
do lado do poeta m*s uecisio que al
Marit hava de chorar muito, mas bavia de
ein diluida, ceder s ordens de seu pai.
E-ta iua cruciava o pobre amante. A
sua musa, a paluda Beatriz dos seus f >gns">.
sonbos, a fadavoluotuosa e bella, ume -spe
rava sorrin 1o um signal seu para lbe entre-
gar, env..|ta n'uma prega da vaporosa da-
myde, a lyra de ouro em que os de los do
poeta de nlbavam amoroms cantic is ; a vir-
gem do seu prmeiro amor puro nao poda
perter.cer a oul O ciume, esse film da noss vaidade," a
quera do tantos nnmes que nao sao mais
que usurpacoes. o ciume pi rindo-o, o triumpbo alcancado por Gustavo,
e fazia-o delirar de implacavel desespero.
At aquello instante, Jayme conservara-
se callado por duas razoes : a primeira por
que amava muio, a segunda porque era
poea.
Aprazia-lhe aquella doce luz crepuscular,
toda vagos cambiantes e reflexs fugitivos,
candida alvora la do sea amor, to gorgeiada
de roaxines, lo chorada de orvalbos, to
perfumada de virginal poesa t
Tema com a primeira pala*ra positiva
ie-van-cer esse encamara-tito ; eu por mim
comprehend-i este potico receio t
Urna tarde por este lempo, sabiram jun-
to de casa Mara e os trez mancebos. Er-
nesto e Gustavo de*iam naquelle dia partir
para o palacio de um vizinho, onde bavia
de ter lugar urna grande cacada; e como a
quin a de D. Nuno ficasse uo caminho, Mana
e Jiymequizeram acompanbar os dous mo-
cos at ve-Ios montar a (.avallo.
Ernesto ia a liante astoviando la donna e
mobile e fustigando com o caicote todas as
monas do caminho ; Gustavo ru mina va al-
gn dos seos sobeibos discursos, e Jayme
recitava, pedido da sua formosa Maris,
aquella admirave elega de Vctor Hago la
nstense d'Olympio.
Formavara os dous am grupo suave, que
um escolptor gustara de affeicoar no mar-
moto, para symbolisar o amor innocente e
feliz
signaes de impaciencia, voltou-se repentina-
mente para Jayme, dizendu-lbe :
ora diga-me l urna cousa : como
que o senh ir emende o destiao da mulher
ueste mundo ?
Meu caro Gustavo, disse rindo o poe-
ta, esse um ponto philosopbico muito in-
trincado, em rae eu agora me nao siuto dis-
gusto a entrar ; mas nem por isso deve
desconsolar-se : e-t aqu alguem que Ib'o
pode explicar : em punca* palavras ; as
senhoras sao sempre admira veis nessas dis-
cus?oes.
Bem sei, quer dizer a prima : pois
mesmo a respeiio da prima que eu fallo ;
desde que o mea amigo veio, tora lbe en-
sinado mais vor-os que de ortigas ha neste
caminho, e paiavra -le honra, gostava que
me dissesne para que isto serve.
Ab I l isso digo, respaideu irnica-
mente Jayme, serve para elixir presrvate
centra a prosa e a materialidade, que de
todos os lados nos atacim deoalxo de urna
ou de outra forma.
Pois anda agora tu perguntas par
que serve, Gustavo acudi rindo muito Er-
nesto ; teubo perdido o meu temoo a for-
mar este bomem Pois tu nao sabes que
assim como a ambrosia o sustento do-
deuses, as flores o manjar das abelhas, sao
os versos a substancia favorita de que se ali-
mentan! mulberes ? O ganho ba de ser
teu, e arada mal que o nao mereces ; tu
vers em que parolas de amor ella ba de
saber transformar para li as poticas flores
deque Jayme Ihe d a colner t anuda
messe I nto tu pensas iue supprimindo
o sexo femenino, sobrevivira esta raca in-
fernal de poetas, como teu costuras cha-
mar-lne ? Ai I Gusavo, Gustavo, tens
muito a aprender a n la, meu pobre rapaz I
Ernesto / alalhna Mara com am olbar
de suppiica reprebxnsiva.
Jaymt- eslava silencioso ; porm as pala-
vras de Ernesto liaviara agglomeradj espes-
sas nuvens no seu olhar, babilualmente fran-
co e luupid-i.
Tinham ebegado todos ao lugar da sepa-
Gustavo, qae bavia tempo dava os seos rafo ; era am largo sombreado por dous
Ntnos hiim Iba a fdti de organisafo|porque as cara-d.s de ongera congnere.
sao parailelas ou estatificadas como asna-
das de qualjuer comirueco de ai venara
mas porque quasi tolas encerrara fragmen-
tusfi.-seis de algiasd >s auiinies e vegetes,
que successivamente povoaramaquelie amigo
ocano.
Coinpreliende-se portanto, que as cama-
das dep tsitdas, os sedimentos feitos era di-
versos pontos e em diferentes pocas, p>-
diam ililerir entre si segn lo a profundida-
ile e o estado da agitag i das aguas, f irraan-
do ora carnadas di areias, ora estratifica
coas de argila onde raa erias pedregsas ci-
mentadas por substancias precedentemente
dissolvi las Comprob ide-so tambera que
essis ca uadas em lugar de se couser^aram
perfeitimerte horisootaes. tiverara que se-
guir as iull xoes do fundo por varias frmis
accidentado.
Isto purm, nao fo bstanle pro iuzir o-
phenoraeuos das aguas subterranaas: por pie
as carnadas assim deposita I is t mi ir i n a po-
sic ule equilibrio, determina la pela- leis di
gravidade ; e as aguas ititiitrad^s n'e-sas ca-
rnadas abi leriain lio ido igualmente em equi-
librio e em eterna immobilidade.
Erara pois preci as novas mudanc-s na
disposico das caraadaa primitivas; e loi o
que tamoera resubou do re-friamenio e con-
densaco pregressiva da crusta do globo.
As priraeiras rupturas da crusta produzi-
ra n effeitos raudo menos coosideraveis Oa
mesma maueira que o'umtanjue, ao que-
brar -e o gelo, quando aindi est de'.gad ,
apenas aaparecem ua superlicie desigual-
d des pouco seosiveis.
Logo, oo era, que a parte solida do globo
se toruou raudo espessa, e que no interior a
raassa aiu la derret da cessou de suste ital-a
era C"osequeacia da dimmuigo siccessiva,
produztda pelo resfriara m o epelaconcen-
iraco do calor, foi entio que prmeipiaram
a ter lugar as doslocaces mais importantes
As carnadas, pariiudo-se abaterara e abys-
ui iram-se n'uns pontos,ao mesmo tempo que
o rauviineuto de balanco as elevou em outros;
e isio to considera cimente, e sonre to
grande extenso, qurato a crust solida j
se achava mais espessa.'
Eis a razo por que as mais altas raonta-
nlias, ou as sublevaces uns consideraveis.
furam operadas miis larde na superficie do
globo: eis tambera os motivos por que os
estatifica entre nos; e ne n m-^smo a rari
alee irap-rfeico da al^uns irabalios par-
ciaes desse genero.
A inve tigaclo "aethndica e recular des
facti ssoci es que podem ;er enunciados por
nmeros, objecto dos estrados a que nos ra-
terial is, anda um desidertum em pases
mais avncelos era ida le do que n nosso ;
nem s quer tein elles podido aitingr as
con goes norraaes deste servigo em algum
dos seus divers 8 ramos.
Os elementos materaes da estatistica
constitu^ra ura trabalbo ando e costoso,mas
a diiBcul lade da empreza nao justificar j
miis o seo ahndmo, do qual resultara rai-
les, que nlfendera gravemente a religio, re-
tardara a ma'ctia da humara lade e occasio-
na o os mais dolorosos desastres.
As sciencias mo aes e sociaes s"o alta
m-nte interessidas noconhecimento d<-s da-
dos que a demo/raphia, ou e-iatistica hu-
mana, e a estatistica de ledas as industrias
podem fornecer ; ra-s nos aqu insidi-ra-
mos -rnente a imraensa ulili lade que esses
succe-Sivos inqiierito-da pnpubcoe de seus
productos teera para a polica, governo e
adrainistragao dos povns.
(Continnar-se-ha.)
e-lar em equilibrio; e at era mu i tas d'essas
siialioacoes se deu provave'menle a cir-
camstanci deserem corrodas ousul;adas
pelas aguas abitadas ou pelas Correales qua
ibes passava n pela superficie, da manara
q le ascaraolis areie ds foram posta e
descoberlo, nao s nos sitios elevados onde]
mais larde, as aguas deveriara iofiltrar-se,
segurado ii"S intersticios da area o seu curso
subteiraneo, mis onde tambera essas -aiuis,
obedecendo s leis do eu/iilibrio, tinham qua
f lino- ;snjscmles.
E' na reali lade o raai r dos phenamenos
ge .gnstico s esa forma mailiemaw a da
ierra, na qual se reflecte evidentemente o
estuio do go i as pocas primitivas; isto
: a fl.iide/. da mas-a tpie girava s>bre si
mesiiD.o a sua s lilc.icocoraoespber.iiie
lerreste. X fim to seclo XVII j se de-
signara o aspecto geral da trra, mas sem
se determinar exactamente a relaco num-
rica ilo eixo dos p los com o do e tua lor. A
medid i de gadoagio juo l'icard, em 1670,
executou com instrumentos que elle mesmo
aperfeicoara, foi da maior importancia, i.o
s porque f irnecen a N ,\vton*o meio de ro-
var cora a attracc) da t rra retem na sua
rbita a la, que impelida pela torga cen-
irifoga, mas pirque proaorcionou a esse
profundo e feliz investigador occasio de lan-
car-se com o rama* entbusiasrao na tbeoria
da gravitarlo, de-coberta desde o anno de
lOifi, e que mus tarde fo posta de parte.
Suppe-e que a despresso do planeta J-
piter, conliecida desde mudo tempo, taiubem
soliciloii Newton a relectir as causas de se-
laalbaute derogaclo na forma e-phenct.
A decresceoci de i eso, do palo ao (ama-
dor, que Pica d se obstinoa por muito lem-
po em n?o reemhecer, foi ent5o_ger!lmente
a imiitida N.-.wt m deraonsirou o achataraen-
to dos p dos da tirra, vio na firma espne-
roidal a conseju'-ocia da roiaco, e ousou
at avaliar numricamente a depres-ao po-
lar na iiippoiico da raassa ser boraogenei.
Foi preciso esperar o resultado da cora-
paraco entre as medidas de grao, operadas
nosseeubs 18 e 19, sob o equador, perto
dos polos, e as zonas temperadas dos dous
heraispberos do norte e do meio dia, para
determinar com preciso o valor da depres-
sj. e, p r conse juencia, a verdadeira fi-
gura da t rra.
Bistasa existencia d'esse achataraento
ia espliera nos dous polos oppostos, oude a
velocidade da mtagao da ierra q iasi in-
sensivel comparativamente com a Jo equa-
dor, pira revelar o raais auligo dos dados
geognosticos; queremos dizer : a fluidez
primitiva e a soliJitioaco progressiva du nos-
-o planeta.
m pouco db tudo.
Da kormaqo k oa strctora da crusta
do gl Bt TthHcsruE.E-l naje fra dedu-
vula que a tena, na sut origera, e a urna
raassa de substancias mineraes, era fuso e
incandescentes, cercada p ir urna esuessa at-
raosphera de vapores; que ful arrefec-ndo
progressivaraeme. fazen lo, co no boje faz. a
retacan diurua, e a revoluco na sua rbita
aanual roda do sol; e que tamoera, como
actualmente, em razo da iiicli >acao do seu
eixo sobre o piano da o bim que por si mes-
rao descreve, o resftia euti, ora lugar de
se o erar uniformeraanie, variou conforme
as diversas zmas da respe tita superficie.
Por consequeucia a c usa solida, que pou-
co a pouco se foi creando na superficie d'es-
sa massa inca idescenle que girava nos es-
pacos planetarios, cujo fri t i intenso,
em lugar de consolidar-se u firmemente,
apresentou desigualdades, e depois fondas e
rupturs, medida que a massa, resfriando.
grandes c'mroes e urna olaia, que ntrela-
cavara em caprichoso abraco a folhagera
basta e verde, quasi escon en lo unja tosca
fouiiniia de pedra ; que all gema de in-
vern a vero.
A constante bumidade daquelle sitie con-
servava sempre vigo-as flores, que borda
vara de mil vari gados inui/.es as margens
da f inte, e Ihe da vara urna apparea;ia de
veras feiticerra.
As campnulas baviam trepado muito e
forrado os muros de um tapete aul, mo-
vendo ao sopro de todas as auras as suas
pregas alrahavadas sem arle ; a madresilva
entresiecia-se com moitas de r>sas brancas
e vermelhas, que all iabam desaorochado
sem mo de hornera as semear, e que flore-
javam e cresciam era lo m o luxo da sua
pomposa vegetago, a congorc alongara de
roda, com os seus hbitos de usurpadora,
trmulas vagas de flores roxas do feilio de
estrellas ; d'entre as bervas exhai vara fu-
gitivo aroma as violetas, essas falsas mo-
destas, que por um requinte de garridice
se escou lem para mais serem buscadas; e
todo este q tadro que em si com peo da va
dundas gratas da primavera, sarria -nos meio
coberto por um roto veo de b moletas
brancas, amare! as. pintalga las, e que pare-
ciam dores com azas a que o sobro de uma
fada dura vida e movimenlo I
Foi all que elles pararam junios, e Gus-
tavo, apenando a mo da sua prima, disse-
Ihe sor' indo:
Diga a leus a poesa, prima ; diga-lb'o
se gosta delta com i parece, qoe em breve
tem de a ver fgida...
Aqu, ao nfimo do primo Gustavo, in
terrompeu Ernesto.
Nao ba remidi, Mira, seno deixa-
res Beetboven pelo Novo Coznheiro Aper-
feicoado, e a lyra de marflra pela roca uu
pela agulba de meia.
Se o noss i Gustavo fbsse pintor, re-
presenuva a raulber, tendo na mo urna
vassoura, em lugar de um ramo de rosas e
violetas.
PfSo I melhor ve-la declamadora e
pedante, resmoneou Gustavo a meia vez.
E os dous eternus contendores partirara
juntos a gallopa.
Mara e Jayrae ficarara sos. A donzel a
sentara se tirara oanqumbo todo arreha lo
de miogerona, e euireiiuba-se a desfoihar
uma rosa dentro d'agaa ; Jay ne eslava era
p, encostado ao tronco da olaio, bello, raa.
severo ciam una estdua anuga.
Tenbo ba muito uma teuco, de cuj
cumpriraanto sinto hoje, mais que nunca,
a necessidade, murmurou elle depois d-
alguns minutos de silencio, em voz como
olfeganie de commoc intima, V. Exc. h i
.le dar-me as suas ordens, porque devo re-
lirar-rae era breve para Lisboa, e da l para
Italia.
Mara ergueu os olhos de repente; em-
palhdecera Sara o sentir, e a morbidez do
seu ohar de velludo foi substituida por
uma sociedade profunda.
Euto va-se erabura ?
Pois parece-lbe cedo ? Ha mais de
um mez que vivo aqu I
Ura mez t disse ella como admirada,
e accresceaiou 1 igo : E' verdade I mas eu
julgava que se demorasse mais I
Que fago eu aqu, Mara? exclunou
Jayme com energa apaixooadi e tn te. So-
niiar, nao verdade ? eoebriar me de ir-
realsaveis esperancas ? pade*er a cada mi-
nuto o infernal supplicio de Taatalo ? ver o
abutra agugar as garras, que roe devem
rouuar a miobi pamba ? E oem ahutre
ao menos; se o fosse, era possivel o com-
bate I Continuo a elle com um gesto so-
berao de des lem I E se ao menos este
marlyrio tivesse paga... Mas que utilida.de
Ihe acba, que rai-so compro eu aqu ?
Amar-me, balhuciou ella, filando os
olios nos do mancebo, como subjagada
pelo seu imperio superior, e em voz to nai-
xinhi, tai dbil e indistincta, qae s pode-
ri i ebegar aos ouvidos de nm amante apai-
xouado como o eslava Jayme.
Meu Daus I Miria. ta no mentes,
pois nao assim ? Era uma barbaridade.
bem vos t Eu creio que linaa esperado
e-ta ora de ventura mortal; e c un todo
siuto-me suecumbir debaixo dopeso das suas
Dez bons amigos.* Desejaria ter alguns
boas amigos para me ajudar na vi la, gri-
tuu b ?c-j ra lo o pr--gafoo Diniz.
Bous amigos? como I se ten Jes dez f
replicou o se tho .
E toa cerlo q ae nao tenho era me-
tade dos que dizeis, e aqueUes que tenbo
sao to pobres que nao podem ajudar-me.
Contai vossus dedos disse seu se-
nlior.
Dniz olhou para suas grandes e fortes
mos.
Con'ai pollegares e tudo, accres-
centou o senhor.
Tenho dez disse Diniz.
^ Emo nao tornis a dizer qna nao
lendes dez oras amigos para vos ajularna
vida. Ex iHnm mtai deqtanti sao captzes
esses ve>dadeiros amigos, antes de principiar-
des a c'amar e a am itiuar-vos por nao ser-
des a.udado pelos outros.
alegras Odia, quando eu te vi pela pri-
meira vez, percebi o que era a fe'cdaie;
agora nao sinto} Estou como louco, e um
deslurabramento sera uorae I Houtera esla-
vas tu uo j rdim, to liada I to linda I e eu
uve desej >s... desejos nao sei de que...
era u na dotidice qua me escaldava... ago-
ra quera adorar-te como se adorara as san-
ts... quena beijar-ie os ps e poder mr-
rer aqm ; que eu nao coobecia anda o
magnetismo do lea oihar I
Tenho padecido tanto... e ao mesmo
lempo si 10 to feliz I. As vezes vera-
na a tentag.) irresisiiveis de te fallar do
meu amor, braco, ardente. dedicado... De-
pois lenho medo .' A tua innocencia aiter-
ra-me ; altera a crystallraa transparencia da
tua alma de virgera, com as tempe tades
devastadoras da rainha paixo, parece-me
um sacrilegio, uma hereja imperdoavei I...
Por jue o meu amor orna tempestado...
ain la o nao sabias, anjo ? S me sacia o
i npossivel... comprebendes o que isto f
Urna s le perennal, neste mun 10 de pig-
meas ou de abortos.... mas ao p de ti d ve
sera beraa>ent tranca I Nos meus anelos ha
violencaque mata... mas tambera que
thesouro de ternura eu c sinto para ti, po-
bre anjo, que ningue n eoten >e nem Valia t
Jura-me que has de ser minb1, na
amorosa do mea deserto, jura-rae que
oo has de nunca pertencer amis nin-
guem I...
E Jayme cabio aos ps delta fascinado,
esttico, ne'jando-lhe a fimbria do vest c,
e snlugar de alegra dosordenada e deli-
rante I...
Depois foi ama hallucinacao que se nao
coma ; foi am conce to de dous hymaoi
ao co, foram lyrios a b otarem de entre
chararaas. foram profmdezas de luz, e
abysmos de venturs I!
Fallavam ao mesm i tempo, riao e cho-
ra vara, cootavam-se mutuamente deiofis
qua enebriam. derramavam juntos ondas de
voluptuosa po sia, e <*l iavam-se, e olhavam-
se mais amia, esquecidos da ierra, alando*
se ambo em pieau -o I (Continuar te-ha.)
TYP. PO t'tAHtO-HL'A DAS CltZEs H. w -


I


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