Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:11425


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Full Text
ANNO XLUI. NUMERO 268. "* *A

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Par tr ^ MUi
Por seis unos lio a..
Por amo idea..
6aJ uj-dert jtiais
%l* t UCUltf, o* BUS 1AO r

6A000
4000
240000
320
,* t "iQMMA FEIRA 2t DE NOVEMBRO DE 1867.
IIAl RR5 P*l Uti.\IIIU E VUBA UA PIlVMtM,
UyiJ lJ Par tres raeies adianudoa.. ,......... .
Par *eis dito den............................
Par aove ius idea.......
Por uiom idea.......
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AsaaiHi-s am pumsamwai) o aaaa,<6!iiiii) a iKt mmmft 3 jajaim & raspaa sita PM!?iaa!B5Mi!m

18*500
29*260
*7*000
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iEMARKEGAbOS Da sUBSCRIPgAO.
Parauyba, Sr. Antonio Aloxaunno de Lima;
Natal, o Sr. Amonio Marqnosda Silva ;Aracaty ,
o ;ir. A. de Lemos Braga; Ceara, o Sr. Joaquioi
os de Hiveira ; Para, os Srs. Gerardo Antonio
Alvos 4 Pilbes ; Amaion.".*, o Sr. Jeronymo da
'. sta; Alaguas,o Sr. Framiuo lavares da Costa;
Baha, o Sr. Jos Marlins Alvos; Rio de Janeiro,
Stt Jos iiba/ro Gasparrabo.
partida o'iS sr\C5TAS. iSerintera, Rio Formoso, Tamandar, Una, Bar
Oiiuda, Cabo, Escala o estafes da va frrea at I ">. Agua Preta o Pimenteiras, as quintas
Agua Preta, (dos os das. f feras.
Igoarassd e Goyaooa as segundas o saxtas felras. I AUDIENCIAS DOS TRIBUNAE3 DA CAPITAL.
Sanio Anto, Grvala, Bezerros, Bonito, Laruaru, I
Aftinno, Garanhuas, Buique, S. Beato, Bom Coo-1 Tribunal do eomtnercio : sog indas e qulnus
selho, Aguas Bellas e Tacarat, oas lercas-feiras. j Ralaco : tarjas e sanados as 1J horas.
Pao d'Aldo, Nazaretb, Liraoeiro, Breio, Pesqoeira, I Pazenda: qaiQtas s O horas.
lgazeira, Flores, Villa Bulla, Cabrob, Boa-Vis-1 Juico do comuierc/o : segundas as ii horas.
ta, Ouncury.Salgueiro e Ei, oas guara* feiras I Dito de orphos : tercas o sextas s 10 horas.
Primeira vara do civoi: lerdas o sextas ao meio I
dia.
Segunda vara do cival
1 acra da tarde.
guaras o aafcbadoj a]
EPHEM3RIDES DO MEZ DE X0VEHBH0.
4 Qaarto rese, as 11 ii. e 33 m. da m.
11 La chela as 10 b. e 17 m. da t.
18 Quarto ming. as 2 h IV tn. da I.
S La oova as 2 b. e 19 m. da m.
DAS DA SEMANA.
JlS Segunda. B. Obdon ab, S Barcea m.
119 Terca. S. Abdia* prof.,& Birlaam m.
Q Qjaria. S. Octavia ra, S.Tneope m.
til QmpU. S C*Uo n., S. H. liodoro m.
ii Sexta. S Cecina v. m., S. Filemon tn.
J2-1 Sabbado. S. Ci-mente p. ra., S. Lucrecia v. m.
I- Dotniugo. Ss. Firmiao e Flora v. inm.
PREAMAR DE HOJE.
Primeira as 10 horas e 6 o. da macha
Sopanda as 10 horas e 30 minutos da tarde
PARTIDA DOS VAPORES COsTETROS.
Para o sui at Aiagoas a 14 a 30; para o non*
al a Granja a lo e 30 de cada mee; para Far-
nando uosdias 1. dtH mezes Janeiro, marco, mal*
julbo, setemhro e novembro
inicre se em permanecer em boa intelligencia, do
que em exhaurr--e em lulas seoa lira.
Apoltica da Russia gyra era volta destesdiu*
principios. Hi cincoenta anoos orosague no du-
po Ora de asentar as saas religo-s pacificas com
a Turqua no bem-e*lr e na prosp-rilale dos sub-
lartel general do conmnudo das armas de Pf.r- ditos ebrisUos do sallan. Mas os meios de que se
PARTE UFFG4L
OH.UXDO DAS A .i HAS.
lumnico, nacida.e ta Recife, 21) de Dovembra
de 187.
ORDEM DO DIA N. 394.
O brigadero commaudaote das armas faz saber
a uarois*o para sen cooheciment'i e devido ellei-
11, que a presidencia Ihe communicou em ifflcij
de 16 do correo, ter approva>lo provisoriamente
a tabella (ranisada n> thesouraria de faienla, fl-
X': ndo os vaiuros da etape, pao para os dosntos da
enfermarla militar, e frrameos para a cavaihada
truec, no semestre a
trox i no viu'ibnri', islo a etape em 380 rs., o pao
m 73 rs. e a forragem em 800 rs., valores que
'gulato no presente semi-sir.
(A'Sigoadu) -Jonquim Jw Gow-nlws Fontes.
C informe.Emihino Eme-to de Mello Tambo-
>un, i n.-uie ajudants de orJens encarregado do
ditalbe.
EXTERIOR.
A qnesio poltica era Roma.
Queramos poder desviar a qoestao romana das
paxSes religiosas, qne a 3corDpaoba"n, e sepra-
la dis recelos da f assim nomo dos impulsos de
i dio, por sso que o problema poltico que eoto
a apres-otava a nossjs oihos, ora de urna gran Je
franqueza e simplicidade. Bula apresental, pa-
ra o resolver.
Como possivel snslenur, em primeiro logar, a
necesstdade de Roma para a Italia ? Aquella patz
ij i-ra n:.da, ha dez anuos; a soa pnpria serv-
dao oo era motivo* de ioqaietacar pira os scus
'iri'jsore-. Hoje, pala iniciativa da Frang, pe-
ni soccjrro o cooslaate apoio, tornou-se uina
nicao.
E' actoalmente ura povo d2 viole e daus mliSes
de borneas, qae tem om orgameoto nacional, urna
3l>li>tuacia nacional, om exeicito nacional, e e>jo
parlammt'i, com a soa sJ- em Fiorenca, conta
representantes de todas as parles da pennsula.
E esta revolucao prodigiosa sena imptate pa-
:.\ -e ur^au-ar, se Ihe nao eotrog-ssam R >ma ?
Q ib poia qus Roma levara a llalla f Seria o
eapiendor das letiras, das sciencias ou das artes;
l-uio as riquezas agrcolas, ou as propnedades
;.. I i-tnaes ?
Mas i Roma dos Cesares j nao ple revivar, e
i, Us as graudezas da Roma moderna sao graode-
zas r;liiosas.
A< -os leiiras sao a Ihaologia ; a sua art? con-
isla na [liatura, e na msica sagrada ; a sua in-
ou .. />-s que ella disperta, todas as riquezas que
, j>sue, lodo o poder de que dispoe, se revultana
coaira aquelles qua tentasseoj domina la.
E querer-se hia (azer-njs acredita' que sem
aquella ci lade, qae racebeu, no meio dos sectiles,
lie pait eular destim, es*es viole e dou mi-
...jj.-. da hiiueos nao podara viver livres, era or-
iBisarse adrainistrativamente, uera paitr o im
;.. ti, nom cultivar o solo, urna curaprir o servico
tem servido 'aura vanada seguado as pocas. O
tratado de U .k*r 5k iiessi fa'i um meio. Ligava-so
ao systama coase. vd'ir que a guarra de 1854
detruio. A queda de-t' systema fez-se sentir na
Eun-pa, assim como no Orieot-. A propria Aus
tria lxperimeutin os seus efJaitos na Italia e na
A'lemauha. A porta supporla actualmente o sea
embate.
O Ara da Russia conserva se ainda o mesn ;
mas as circurastancias mudaram. Haje a sit'iago
do Oriente esta' dominada por dous lacios : 1* o
tratado de 1855, qae fez entrar a Turqua oo con-
curso da Europa, consagrando se o* aegao cillec-
ti va das grandes poteueias ; 2o o direilo comoium
aos povos, e sancci nado pela poltica moderna, de
manifestar os seus votos e as suas asp.ra^oas legi-
timas.
O governo rasso deve atleader a estes daos
tactos.
Era presenca das apirac5'S dos ehrlstaas do
Oriente para a vida civil o poltica, aspiragSes que
se affirmara com ama energa qua nup issivel
desconhecer, teem conslantemeote appellado para o
accordo das grandes potencias, nao para elevar ara
dique, mas para fandar ura luito a essa torrente
queameaca inundar de sangaa paizes magn-
ficos. .
Todos os despachos publicados desde 1860, isto
, desde que os (actos tem demonstrado a iltasao
daquelles que julgavam ter terminado a questo do
Oneoiecuujo Iratada da Pars, attestara us estor-
bos de accordo e de conciliagaj da parte do gover-
no rasso.
A sua voz nao oi ouvida quando anda era lem-
po. Nio deliaporai da proseguir na sua larefa,
na canvlc?ao.
D. que nao possivel non solucao paciQca e
duradoura da qaesto do Oriente, sem am accerdo
da Europa ;
De que esse accordo possivel, se o collocarem
no terreno da paz, da civiiisagao e da huraantdade,
que sao de um mleresse cnmraum a toda a Europa,
affastando qu^lquer idea de ambicio oa de infl ten-
ca nxciu.-iva ;
De que ura accordo das grandes potencias sobre
estas bases, na o pode ter em vi-ta oulra solucao
que nao seja a fondada na satisfaga) dos votos e
das nocessidadss legiiirais dos poTas chrislas qae
vivHm sob o sceplro do sulto.
Nada seria, de cerlo, mais para desear do qua
vera porta entrar nesta ordena de ideas de accjrdo
cora o sm proprlo ioleres>e.
Nao ha oecessidade de ser, nem confidente de
chaocelleiros, nem propheta poltico para presamlr
qae deve ser este u Ii n da conferencia da Livadia.
Declaramos que falsa e meolirosa quilquer
nutra interpretas Jo, ceja quai !.r a parle d'unde
provenba
A .Veto freie Presa procoroa iadlcar-nos a causa
veradeira dos seus esforgas para d-snatarar esta
negoclaco. A violentada sua linguagem acerca
da exo'i.igo Hihoograplitca de MascoW e das pro
vocacoes dos jornalistas rnssos, atteslam os seus re
sentimentos.
Com), exclama aquello jornal, nao ha de a im-
prenta au-irnca apixonar-se era presoaga de se
raelhantes fictos ?
Nao contenamos qa?lle jornal, nem aos seus
contra les o direito de se apaixonarera. se assim
compren-oderem os devuns da irnprensa.
Mas diremos qm guando a paito se trarlnz
militar i
O que esla irriso, oa antes esta hypocrsia 7
IS)s iiovas, assira como no< borneas, os sent-
ionios profundos noe se *^,ac"n'^s *".| pe|a mentira e pela c.lamaia, oa jrovasenao
5 umaclera impotente, que Ihe =z perder todo o
S"u crdito.
ijOes. Sa a nal a
is doatrioas, usperasse. L)ne do se dirigir
para Runa, sena esta cidade qae a procuras so.
Sena urna grande miseria, que nes-a trra
1 issada, curante quinzt: seclos, peas mos dos!
padres, nao huavesse mais catbolicos do que ba |
mazzioistas. So as c-n=as em Roma se tivessem
Igado to velbas e martas, como se qner dtzer,
n:"o i-ra saiisfeito nos cora o alarme dos outros.
:i> tena corrido o risco de offerader o nosso paiz,
violando corapromlssos solemnes.
Ter se-hia esforc ido para >-e tomar orna nagao
poderosa; terii rennnclado, por assira diz r, em
proposigS.'s inversas, a obra do Pieuiome ; teria
contado com o lempo e com a attracgia ioevitavel
<;un exerco a liberdade o a graodesa.
Eis-aqui o que a tulla ; n> qae diz respailo
fvjropa conservadora e liberal, ura uraco exem-
p!o basta para deraoostrar os sentiraeaioi qae os
tactos aciuaes podem inspirar.
.LDham estado sa asseuoelha loto aos estados
p inliBeios como Portugal, p'ila coufl/uracao gea-
aphica. Aqualles dous p.uzes formara ura tungo
tiarallelogramma dos quaes ura se esteode uj oca-
no ailaolico e o oulra no mar Tyrrn-.n:ano.
Oum poda impedir, ha dez anuos a rainha de
tespanha de sustentar qoe -,s desordeas da p-nin-
-. ;! un provinnam dos Carlistas, cuja partido fl-
coa derrabado com a morte tr^gici do conTe de
Moa eraoilra, nem dos republicano*, que nao exis-
iaj> anda, nem dos protestantes pouco numerosos
^ar.1 aoal*r o estado ; mas que es*a lueessante
agitago llnha a sua ongem n'uma ambicio naci-
iial, e que ella, a rainha, dev.a para a defesa do
e pr.'prio tnrono, tancar mao da bauoeira da
:n.i)o ibrica ?
Supp ndo agora qu" nm gr-neral tinha lovanta-
d > na Calaianha e na Andiluza bao ras da voiun-
ruios; qne os irens sabidos de Midrid para Lis-
lj ia coodociam sollados isnlados. Qae dir ou an-
2 m qua farla a Ioglalerr i ?
E porque se nao tr.ta de L'sboa, mas sira de
i oa ; porque e>la soberana a mais aotiga, a
oais fraca e a mais veneravel da Europa ; porque
., ,-ua c nservago nao inleressa so a 70ii:000_al-
w, que a acceiiam, mas importa a 200 milhoes
le lioraens de todas as ragas e de todas as lioguas,
i|in considerara a lodepend-mela do soberano pon-
,ice coao garanta da liberdade das suas o ns-
. i.oas. Cneganio a esle eslado esiariamos fra
/lo direilo publico.
Qje se pede concluir do qne flea dito ? E* qae
pir< os promotores do movlraenio actual, a ques-
lao romana nio um negocio italiaoo ou ioleraa-
ciooal, mas que se liga a movis exclusivamente
religioso*-
Pretndese facer da ttilia, ainda joven, resta-
>>ciecida apenas da sua servida) e inceru oo sea
destino, o instrnmento de paixoes, que ella nao
uutre, e a executura de odios que nao sao os seus.
E quando se liver alcanzado essa tira, qnando a
ihe f=z
l Jomo/ de $. Pt!?r$burge).
REVISTA DIARIA
Temos o resultado dos srguintes collegic-s eleito*
rae?, para denotados urovlaniaes.
2" distrielo (complete.)
Dr. Joaqnim Eduardo l'iaa. .
Dr. Au^usio de S>u:a Leo.....
Dr. Arrainio C. Tavares dos S ratos .
r. Francisco de C S.tares Brandi. .
Dr. Errairo Ce-ar Cooliaho.....
Vigario J. J. de Ainuquerqne Maranhao.
Dr. Hisbello F. C-.nde Malo .
Dr. Maxiiniano F. Uuarte.....
Dr. A. C Sarapbico da A-sis C. .
3o distado (completo)
Dr. Cicero O. Pengrino (a Silva. 205
Joi Joaquirn do Reg B-rros .... 2-'i6
B*ro de Una.........2S1
Dr. Joj da Sil' RiajJ-......231
Dr. Andr Cavalcanti da Atbu juerque 230
Dr. Samuel d i> Santos Poulual .... 2.30
Dr. Francisco Amyunas de C. Maura 250
Dr. Pedro U-ltro........219
Dr. Gaspar Dratnmaod.......233
O proessor publico de Paiellas Joaquirn
3t'.8
363
3S0
33i
333
318
303
291
287
Theonio Ferreira das Cnagas, olferecsu 5 0(0 de
seus venc ments, a enmegar do 1 de jaueiro pr-
ximo, para as d-^pazas da guerra.
A seu pedido, cooceaeu-sa passagem ao alfe-
res Jorga Vctor Ferreira Lopes Juoior, do 4" bata-
Iho de Infaotaria da gua-da nacional do municipio
do Recife, para a proviocia do Cear.
Sob proposu do re'psrivo coramaudan!',
foram ooraeados para o esmadrao n. 9 de eavalla-
ria da guarda nacional do Recife :
Alferes porta-esiandaTlePhilomeno Gtulio Cor-
roa de Araujo
1* compaobiateent Jos Carlos do Reg Va-
leoga, al'eres Manoel Xavier Carnelro de Albu-
qnerque
J companbia teneole Joio Pereira da Co-
nba.
Foi transferido a seu pedido, o lente laig
Baplista de Albauuerqae Vasconcellos, do ll" bata-
! Iho de ofanhria d ginrda nacional de Ljuara;-
s, para o mooicipio de Nazaretb.
Para alferes do corpo de polica foi oomeado
o Sr. Pergeotioo de Miranda PimenteL
Hoje fanecieoa n instituto Archeologica Geo-
grapDico Peraambucaoo, lado ra una realldade, e tanto mais para ser nolado, quan-
to repeticao do que ba pouco deu-se.
E, em face disto, poder se ha reprovar a irregu-
lartdade do tribunal do jury em omaroas do ceo-
tro, oode as distiocias sao laraaonas?
Poder-se-ha aioda censurar cora jostig.a o cer
ceamento, porque t ra passado uraa lasiituigao li-
brrima, qae se desvirta por tal forma ?
Convem que todas resguardemos o qae terajs de
livre em nossas insliluigoes, e nao qua sejamas o
promotor do seu desapparecirnento, por copias de
lana indtffarenga, mormeote quando nesta vai at
aggravo de direilos a heios ou desses lanas mise-
ros que lera de ser julgados.
A sessoassim levantada, tem da ser convocada
para o dia Io de dazembro fularo.
H ratera tentou suicidar-se um 01050 porta-
guez, que tendo ido visitar a familia no Parlo, d'al-
II voltara ha pouco, e ora resida era casa do Sr.
Fiuia, no Maoguintio.
Teodo vmdo hornera pela raanliaa do campa a
cidade, estacionou no estatelecimeolo do Sr. Too-
mazde Carvalha a' roa Nova, com qoem ntretraha
relages; e depois pubtado para a habitago deste,
e ah procorou por tira a seas das, igoorando-se
os motivos qne Uvera para este extremo Mcars.
No dia 2 da prximo vindouro mez de de-
zerabro a empreza do Sania Isabel, dirigida pelo
Sr. Coimbra, deve levar a' scena. para o qne faz
os necessartos preparativos, o drama da escola
realistaUm drama do secuto, de compcsigo
d DOfcSO cstimavel amigo e di.-tincto Iliterato o Sr.
Victoriaoo Painares.
Segundo disposicao do respectiva contrato, a era-
preza obrigada "e dar nos das de grande cala
dramas nacionaes novos, e o actual emprazario,
fle cumpridor do que trata, nao qaer deixar pas-
sar esse memoravel dia sem offerecer aonosoil-
lutrado publico ama occasio de apreciar esse
nosso comprovinciano, por cene digno de sua es-
tima.
0 drama recommenda-se, nao s pelo brilhantis-
mo da comaosigao elaaces nimiameale bellos, co-
mo pela ligo de moral que offerece a' sociedade e
pelo luxo d.i lloguagera em qae se esmeroa o seu
autor.
Mais de espag.o daremos sobre elle urna noticia
mais circum-ianciada.
H je faz beneQeio 00 Santa Isabel o Sr. Fran-
cisco de Salios Guimaraej da Cuaba, levndo a'
scena o Poder do Oaro, e mais U'na comedia.
Ha 13 anuas que o nosso publico applaudio cora
farvur essa a lisia, que boje se apresauta solicitan-
do-lbe ura benfico acoln. E' de esperar qae o
nosso publico nao taaha esquecldo o Sr. Guiraa-
ras, e que urna encli-mte no sea baaefkio Ihe pro-
ve que nao embada qae appellou para a sua ge-
nerosidade.
Falleceu hantem a irm de caridade Marie,
directora dacasadosexpostas. Sea aome debaptis-
mo era Hormnce de MeaQx; tinba 31 anoos de
idade e 13 da irraaa de caridade; professou oa
provincia da II ib-a, onde servia e na de Pernambn-
co 10 annos, tendo passado os ouiros 3 era Paris
na roaisoo Notro Dame. Seas paes forara Mr.
Prospr da Meaux e Tcr'.e Dienleaux, moradores
era Carabrai, ao norte de Franja, onde ei-a nasceu.
Falleceu de affaccio pulmoaar, qne raabau-lhe a
existencia dentro de pouco lempo.
A riuaa Mara linba um corago extreaiaraecta
bondoso, e alma sempre promata a axercer o uta
lo nonro-^o da cornraunidide a'.qoe perlencia. Sua
vida foi sempre piulada pelos principios da rtli-
gio e da caridade.
A terral lie seja leve.
Tres grandes especies, diz o Nacional, de La
Taz, jornal olUoial d Balivia, notirms oa civilisa
gao americana : a Waahingtonease, a haspauhola'
e a braslleira.
A primeira iniciadora, creadora, sut generu.
A segunda iodepeodeote, mis vincula! s
iradiccSas, as dantrinas das civilisagoi mes; o
autonomista, porera imitadora ; esta emancipada,
p-trem sempre liliia. E e.>!a' lba loda'ia ali-
mentada por sua mi ; reeeoe delta a ceu'sura, a
critica, aapprovago, o coaselno, mis iitnuej re-
ceba dalia alguraa cou-a d i alala vivificante qne
reanima, as facu;di'!e, oa^randeca a propria rai-1-
so, o abraoge o poivir.
A lercaira ura corapeadio sublime qao reu-
x ne multas picas, mu-tas ragas, rau-los grys de
desenvulvirnonto, muil-as ceairastes e multas bar-
monias em ura s quidro. E' a aega i directa
t di civiiisarao europea sobre ura esta ra ara-ri-
t caoo ; a iranralaotag) da ura govaroo euro-
pea com todas as raizes o cora todas as caidl-
t goas da cras^imento e oas>lJacio sobre una
< vasta o frtil regiaa animada por papalagoas pri-
c mitivas e por colouias iran^atlaaticas.
A differeng na forma de govar no mtl 11 > sem
duvida nos primeiros governas das repblicas bes-
paoboias para qae se trabalhasse com menos atan-
co t na cuitivaeo das relages internaclonaes de
seos paites cara o imperm d) Brasil.
Os republicanos demacratos aos pnmeiras das
da rapnbiica t trabara horror pirem, horror
trreflactido, horror nada illustado, a todo o
que fosse monarchico sem fazer excepgao alga
c ma. Porera as populagoes dos estados hispa-
no americanos se lomara de da para dia mais l-
lustradas, c tem aprendido a appreciar o syslema
1 representativo das moaarchias caropa-, e por
1 coosaguiaie o systema popular representativo do
t imperio vlsinno. Alera de suas lastituigo II-
t beraes, do prog-esso desua indu-tna, agrieal-
1 tara e cornmafcio alera da diffaso da ios-
trcelo pilas diversas comarcas do Imperio,
alera da transformago lenta que all se opera pelo
(acto da eraijrago earpca, alem da cestabilida-
< d beDcftea do seu governo, ba novos motivos qoe
teera feto mereeer ao Brasil um augmento de
1 sympathias e a approvago da Europa e da
t America : a aboliga da eseravatnra, e a ab:-r-
tora dos nos do Imperio oavegagao e coramar-
cio do mundo.
A' ordatn do Ilim. Sr. Dr. chefe de polica, Fran-
cisco Antonio da Rocha, vmdo do termo de tgaa-
rassti, como pronanciado uo art. If 1 do andigo
crimioal; e Ago-ttnho, escravo de Diooizia Maria
do Carmo, para correeco; a' ordeno do Dr. dele
gado da capital, Mirla oa [bel Maria da Concai-
g.io e Francisco Xivir da Costa, para (urrocQo;
a' ordem da subdelegado da Saota Antonia, Jinua-
rio, etcravo de jjj0 J )- de M randa, p ir lofracgo
da posturas; Francisco Rimos ds Stis e Maria-
no da Crn?, pir brlga; Luir, e;cravo do paire An-
tool 1 do Monte Cirvalha'; Lejldlno, e niel Antonia Viegas, e Tnoraaz Candido da Silva e
Mallo, para correera; a' orilera do de S. J t-. Ma-
ria Ruta Pereira de Lima, para corro co; a' or-
dem do da B ta-V'sta, Alo, escravo de Jos B ta-
ino Pinto da Aibaquerqae, a' reqo^rim-nto desta ;
a' ordera dada M-ial-na, Ballarraino Paran Ma-
rinbn, Joo Pmhairo Sobral, nara correega; e Ma
noel Luiz Pereira, para rerruta.
Ochefe da 21 seeoio
/. G. de Alesmiita.
Casa de dktbxcXo:Molaeilto do dia 19 do
correte :
Existlam presos 283, eotraram <">, sahiram 12,
existem 28a : a saber, oacionaes 199, mulleres 6,
eslrangeiro* 33, muibjr 1, escravas 4i, escravas
1, total 283
Alimentados a cu-ta dos cofres pablicos 2).
Movimeato da enfermarla do da 20 do correte
moz :
Tiveram baixa :
Joaquirn Pinto da Fonseca.
Joan Francisco Caelho.
Jos Joaquirn de Barros.
Antonio Francisco Couivia.
Te ve baixa :
Val ratlno E. de Augusto Francisco
Passageiros vintos para esta provincia na
barca Parary ;
Franaisco da Mattos Pach'di', Antonio Jas Ba
telh), Maaiel Jut Rodrigues, Minoel Kurud 1 da
Nlva, Alvaro Ja> da Costa, Mana Laica, Carlota
Laica Irmas, Manuel Leile de Mradooga, Jo.io Sta-
res lioielho. Kraoci>co t>orriia Corduiro, Antonio
Carreiro Lima, Manuel da Ctsta Das Jaaior, Jao
da Medeiros Valeria, Maria do Carmo da Ro-a,
Antonio da Silva Madairos, J>s da Silva Medeiros,
Mmoer Muniz da Mallo, Jo-t Blio de Campos,
Jwo de Mallo Muniz, Igaacu Paulino, Manoil Jo
s, Francisca Man tel Pareira, J >- Sardiona J-
nior, Jos Jac.lnlba Moreira, Jos Paulino, Man 1
da Casta, Manoel Ja- da C isla Pacheco, Manuel de
Oliveira, Fraucisco Ferreira Cordeiro, Jos ao A
maral, Fortunato Jo-c do Ainarai. Puni lavares
na Cinto, Francisco do Medeiros, Mu el il Fras,
Joaquirn de Souza, Jos Jacintho, sua muih-r e 2
flinos, Emilia Cirolma. Anioora Veoanro, Miaoal
Jos da Costa, sua mulher e 1 tima. (j. I. Hierre e
Francisco Flix.
mandade da Saota Ruta; appellada, a irraandade
da SS. Sacramento.
Dj Sr. desem targador So iza Lao ao Sr. damero
bargador Sannai;o.Appe lacio elel: appalian-
l", D. Clara Tnenlora da Fonseca; appellado, Ma-
noel Jos dos Santos.
Eocerrou-se a sas3io as 2 horas da tirde.
CilAttMlHlClPU 1)0 RECIFE.
independencia espiritual do papa tiver perecido no: a |eitura da irapO'taote relatorio da commisso de
inesnw naufragio qae desiruia a sua aulorldade trabalbos histricos e archeologicos.
:crapnral, os amigos da Italia ao ardentes e en-
busustas na aclualidade, bao de vollar se coulra
r.lia.
A uoid.de italiana ser enlo impellida, onde a
taremos acasos. {pmu)
poltica do gabinete rasso.
A Russia acba-se collacada a par de nm eslado
pavoado. na sua maioria, de cbrisiics slavos e or-
toodoios, sob um poder oossulmano.
Como poteccia slava e orlbodoxa, Impassivel
loe deixe de ont ir vlva3 sympathias pelas popo-
U';5-s qae teem a masma ongem e a mesroa f.
Ooom potenciaUmitropbe, deve desejar viver era
boas lulagoes com o sea visioh >, sabeudo bem qae
De ordem de S. Etc. o Sr. presidente, cora
audiencia do respectivo Sr. inspector, foram pos-
i-.s a' dis -v-igao do Iastitato Archeologtco os II
vros e mais papel a amigos, existentes 00 archivo
da thesouraria de fazeoda, para consnlta de qaaes-
qner pontos histricos, de qae possa carecer o mes
mo Instituto, coja commisso devera' ir consna-
los aquella repartico, umi vez que nao podem
taes documentos sabir n'alli.
Foi tambem declarada encerrada a sesso do
jury por Mta de numero dejuues de faci J pois
apezar dos diffarentes sortaios, quer na urna sup-
plemenlar, qae esgotou se, qusr na geral, apenas
compareceram 33 ssnbores, eendo o* demais mul-
tados em 3u('*'mjU
Parece iocnvel qae tal facto se'produc em urna
dos nos:os dias os eslados"^' podem ser suppri-! capital carao esta, populosa e mostrada, ondeo
midas cora am trago de peona, oa com um felpe ; sentlmento do dever mi pode deixir de revelarse
de espad, e que, ca qnawo exisuro, teem aais correspouleutemeoie esta cendi^r>. ntas elk
O governo da Solivia cornprehendeu qae a sita
gao gao^rapbica da nago, cajo bem esiar Ice foi
encarregado, impuoha-lbe o dever de estender e
fortificar primeiro em pro da America, e depols
1 em pro da Bolivia, os vinculas cootioentaes,
t apressuraodo-se em aceitar franca, abena e sin-
c ceraraeola, a araisade fio oobreraeato ofierecida
1 por S. M. o Imperador e seu goverao, e a dig-
f nameote corresponder a ella.
Os tratados interoaclonaas foram ajustados era
La Paz, a 5 de abril da 1867 entre n ministro pie-
oipoteociario e eoviado extraordinario do Brasil,
Kxro. Sr. Dr. Fetlppe Lapes Nulto, e S. Exc. o mi-
nistro de relaeo3S exteriores, Sr. D. Mariano Do-
nato Mnnoz.
Os tratados foram ratificados; e as ratificag5es
foram trocadas em La Paz, boje 22 de setembro
de 1867, entre os mesmas altos dignatarios inier-
nacionaes.
A questo por aqaelle lado se ach terminada,
e o < imperial goverao do Brasil tomara para si a
c bonra de tornar-s9 o guarda dos direitos da lio-
c livia. ..
Feizraeutc ji vai o Brasil sendo de vi Jmente
apreciado pelos seas conterrneos 1
Lotera.A que se acha venda
a 45.a, a beneficio das familias dos volunta-
rios da patria, que corre boje.
REPABTir.\o da polica. Extracto da parle
do dia 20 de novenibro de 1867.
Foram reeolhidcs a casa de detenco no dio 10
do corrente:
CBitlNlCl JUDiCUilii.
TililL'Vlfi lA ttKL SESSAO DE 19 DE XOVEUBUO DE 1867
PaBMDBNCI.V DO KXM. Stt. COXSKLHBIBO SOZA.
As 10 horas la raanbaa, presentes o> Srs. desem-
bargarlores Santiago. f>Ort', c--" prao >r>^ r
da coroa, Ainrida Albu |aer.|ae, Lour-raco Santia-
go, MoKa, Assis, Otra:n.:uj A\ Sn.i. Uciia Caval-
cania e Souza L.ao. atino-so a nssao.
Passados os foitos d.;rara-sc 03 segaintes Jalga-
osen tos:
RBCURS3 de FALLBftciA.Reccorrente, o jaito;
reccurridos, Atevedo & Flores.Ite'ator o Sr. erabsrffadur D imlorues da Sdv.t, sorliadoa os Srs.
desenibnrgadorts l'chia Civalcinte, Almeida Al-
buqairqtia n Ash.Improcedente.
RKCtiasa CRiJie.Riccorrcnta, obaeharel Faa
cisco Barbosa Cardeiro; rercorrido, o juli.Re-
lator o Sr. des-raibargadur Dira agass di Silva,
-orti-tdos os Srs. dasambtr^a brea As-is, Almaida
Albuqaerqne e Soasa L;;io.-Craarmi1a a serin-
ga com alteracao.
agobavos de pcricA) Aggravaate, Mooel Tei-
xaira Bacallar; aggravad>, o jo-zj. I laior oSr.
desembargador Suata Lsa, sortiadis isSr.dc*
embargadores Domingues da Silva e S*otiagi\Nao
t'-raarara crabectraento.
ap'ELLACo civbi..Appsllaole, Jas Anloni i da
Coala e$a, appellada, U. R.lta de Cas-u Vieira
Cavaleaote.Juigaram a desistencia.
itABEAS cor.ns C rncederjrn soltura a Podro
Alexandrtno da Casta Miaado.
deliqencia civF.L. -A) Sr. desembarjil.tr pro-
curad ir aa coro.. Appellante, U. Cmiida de
Oliveira Lirai; appallados, os berdeiras di Luiz de
Fraoga oe Oliveira Lima.
ukmgescia cihms.Ao desembargador promotor
da jusiiga.Apjeilante, fJ)agalo Ferreira L'raa;
appellado, o juizo.
Assigooa-sa dia para julgamantoi dos segaintes
feilos :
AP?Et.L.\cdE5 crijie.s. Appallaato, J o Ferreira
dos Sanios: appellada, a justlga. Appellaole, Do-
raingoidaCanij.. baunar,,; apiellad).ojuizo. Ap-
pallante, o juizu; appallaJo, Ridolpho Alves da
Silva. Apoellante, o mizo; aooellado, Joo Rodri-
gues Moreira. Aupellante, o jnizo; appellado, Ma
noel Ferreira de Moura Appailanie, Joo Valentim
de Brilla; aope la la, ajastiga.
appellacoes ci'Bis.Appellante, Nicolao Alves
de Hendouga; appelad o, Mmtel J oaqaira Da uta
Gu'raares. Appellai'.a, J)3o Francisco Alves da
Silva; appellado, o parto Antonio. Appsllaole,
o syndicodaS. Fru;isco-, apoellado, Ur. Aatonio
de Vasconcellos Maoszes de Droram mi. Appal-
inte, J> qaira Francisco di Albuqu-rqj; Santia-
go; appellada, D.FranciscaTnomaa di Concoigao
Cunta.
PASSAGKJI.
Do Sr. desembargaaor Santiago ao Sr. desem-
t; irgador GitiramAppallig5as criras: appellan-
te, o juizo; appallado Fraucisco Antonio da Ro-
cha. Appellanta, Alexandre deB'rros Arraes;
appellado, Alexaodro Pereira de S-nna Appella-
gojs civeis: aypeilinta, o cnsul portugus; ap
pellada, Gartrudes Mari* M*chalo. Appellante,
Antonio Piolo de Barro; appellado, Francisca G-
raido Moreira Temporal.
Do Sr. desembarga lar C-.tirana ao Sr. desembar
gador Guerra__Appjago cnel: appellante, Jo>
Olyraplo Mana da Saixas Borges; appellada, D.
Mana da Cooceicao (traes Mariz.
Do Sr. desembargador Loureogo Santiago ao Sr.
desembargador Almeida Aibuquerque.Appella
goei civrls: appellante, Auna Vidorra da Mau-
ra ; appellado, frei Joo do Amor Di'ioo. Appel-
laole, Rosa p>r seo curador; apoeliada, Mariana
Amalia da Silva. Appellante, Dr. Manoel do llego
B-.rros Souza Lso; appellado, Francisco Baptisia
de Almeida
Do Sr. desembargador Almeida Alhaqaerqae ao
Sr. desembargador MutU.-Apoellac.ao civel: ap-
pellante, o comraeodador Amonio Francisco Perei-
ra ; appellado, Fraocisco Xavier Pessoa de Alea-
querqae. .
Do Sr. desembargador Assis ao Sr. desembarga-
dor Doralnguas da Silva. Appellagio crlme: ap-
penantes, o juizo e Aotono Saotiasro Gtogalves;
appellado, Joao B'.senuna Aives Prado.
Da Sr. desembargador Damingues da Silva ao Sr.
desembarg*dor Uchoa Cavalcaoie.-AopatlagOjs
civei8: apuellante, H-liodoro Acacio Raaiel; ap-
pellado, Joo Fernando da Cmt. Aopeilanle, Ma-
noel Aniuniodos.SaolosFonies; appellada, Joiquim
Ferreira da Com.
Do Sr. dest-nmrgador Uchoa Cavalcaote ao Sr.
desembargador Soasa LaaoAppliagoas civeis:
appellante, a faienda; appellados, os nerdeiro? de
SESSAO ORDINARIA AOS 17 DE SETEM-
BRO DE 1867.
PnESIDCNCIA DO SP.. PEREIRA SIMOES.
Prusentes os Sr^ Aiumo Fans-ca, Gastavo do
Rejto, Drs. Miranda, Villas Boas, Saotos e Pitaoga,
abno-se a aessao e (ai li la e approvada a acti da
j antecedentj.
1 Leu-se o seguiote
EXPEDIENTE
Uraa petigo con despalmo 'la presidencia,man-
dandi loformar, ni qnal o Dr. ,>; Barntrdo Gil-
vo Alcolorado, gerent; da Ciirapmhia do3 trilitos
rlanos p-de a S. Eic. Ihe maade pagar a qaaotia
de 4:O0t)33O0, importancia di pritnaira pre-tacao,
da quairo ijae sao conced las a raesmi corapa-
nbia, visto que ja esta entregue ao transito publico
o terreno que se comprehende entre a ra do
Hispiera e a dos Pires, e qne fti desapr.iorlada
para nelle se ab'rir a ra qua >e'ue at o Miagai-
nbo, estando igualmente desapropriados os terre-
os, que soguera da rui d ts Pires at a Sdadale.
Cjia o engenneiro informasse.
011 tro do Dr. ch--fe de p.tiicia, Fellnto Uenrijae
d-' Almeida, participando que em virtude do que
resalveo a caraira dos depotados e foi declarado .1
orasidenu-ia pelo mioisleri da justiga, em aviso de
6 uo correte ; acaba de reassumir o ejercicio do
masrao carg do conf rmidade cora o que Iha d*-
terminou a mssma presidencia Na conlinuacio do
rcf-rido exercicio o achara a caraira sampra dis-
'j I posto a prestarse o quanto fr a bem d) servico
publico e do particular etc.Que se acciuassa a
recepgao.
Ouiru do engnheirn eordeador, inlormindo so-
bre o qo-a pode Jo- Moreira da Silva, no roqoart*
roento junio, nara constror uraa solea na su* ca-
sa terrea n. 23-5, sita a ra Imperial ; curapre Iha
dizer que nada tara a opp* a preteoQ&o do soa-
plicaota; urna ve', qde elle execate a obra da can-
forraidade cora as posturas. Conc;d-;u-se.
Outro do mesran, inlormando s >bre o qae pade
Joo da Caoba Gutmaros n) reiuarlmeoto pinto,
no qaal dir que teodo obiido llcaoga e cordeac para edificar dna cis esquina da roa -la Pai, daveoda a casi 1a esi| nm
fazer (reata para arabas as mas, recorre que o
aiveliamento que ib-- (ji designado, que o da ra
da Plma c muito baixo, o vera a ii -ir o cordao da
casa enterrad'', o que um deleito muito saliente;
p"da para tira.- o mveliamenio pela ra da Paz,
cumpreine dliT que verdade o que allega )
supplicante,Miadou .se dar a cordeago n 1 senti-
do requerido, e recommaodar-se ao aosaclieiro q ie
leoha em coosidaiago qua os alicerces lenn.im
forga para su-tentar ura sobrado de dous an tares,
visto constar serera el les estrenos.
Oatrodo riscal da regU'-zia de Smto Ai'nnlo,
Infirmando on-oaerl rento da Aotouio Ma Unto,
pedrad 1 para fuar o r;iiaro de que pr-ci-a o bu-
canaraeoto d'agua " lo u ra larga do Roaario nvl -. declara que de
ju liga a pr..tangi do suppllcaote, p^rquanlo na-
vendo estourado o eaouo a q-n ella se r:f-re, a
pontos da vasar apua era tanta quaotidade qae tor-
nava intransilavel a referida r'ia, e isla p.tr es ji-
go de signos dia-, ib- faeultou por i^so fazer dito
coacarl ala qae sua prrti-jo fisse desp tenada, 0
sati-feito dito impift-). Coocedeo-se a liceoca.
Parara approval-ts ijiatro pareceres da comoiis-
s < le polica, permittiod) que J istmo Pereira Ra-
mos, Manoel de Suata Maoezes, Mime! Jos da
Silva Marques e Ji.'o Aotoaio de Mello, podessera
lanjar no aluguel dos ninas de ajoagae, 11 -i' era
pr.igi, e bem assim n-is de mais r-radas inun>
Cipa' s
Estlvarara era praca eforam arrematado* par tl-
versos, todas a* realas monicipaes aoonocladas
p-.ra hoje, e '-n as-ira aobn do muro do cemite-
rij da frej;iizia da S. Lrareago da Mita, peto pro-
co do orgarcento, por niouio Gragalves da
Silva.
Mndoase d*clarar aos arrematantes de laes
rendas qaeoito din dapois de aporovadas p'la pre-
st leocia as arremataefies tenas, deviam o* mesmas
arrenntaotes e seus fu lores campanear p;ira as-
ai^nirem os tormos, praa de ir n tvaraenta a (tra-
ga aquellas renl>s cujos arrcmstaalcs nao viessaui
assignar ditos termos.
Despirhirain-sa as petigSes do Antonio G>ncal-
ves da Silva, Ant-nio Maia de Brito, C'ao-lia Di
neux, Dommg'is J. da Cunna Lagas, Francisco Jas
Gangalves, Jjs M 'rer* da Suva, Jao Evaog-lt*!
la Azevado, Joaqun Paes Pareira da Silva, Jo-
Antonio da Cunha Gumarae*, Maoce| Mireira Ri-
oeiro, Onndioa Tnonizia da Caoba, Pedro Civai-
cuiti de Albaquerq w, Silvestre Liareugo <'u Espi-
rito Smto, e levantt)U-e a sessao.
Eu Fraocico Cinuto da Boa-viagem, secretarlo a
subscrevi.Pereira Sirao-'*, uro presidenta.Sao
tos.Dr. Villas Bus.Barros R-go.-Dr. Pitanga.
Fonseca.Silva do Brasil.Bago.Dr. Miranda.
Conim uuicados
Da orijeiu primitiva da regiaeo dos povos c dos
eiTcitos peruiei isos do poJsr quaa lo c el e f-jn-
dado puramt'nle narazo ij^ral dis rauItiJoss.
O Oigutho selvagem e dominaaor
procura decir se cima de ludo.
A modestia, c intente di si mesma
nao procura nem aereaos nem sub
ditos. Ella ama a paz e a offerece
a lodos os amores propnos : aci-
viltsaco da sociedade.
(lambnnais).
III
e a tres factos, diz ura celebre medico philoso-
pho, inslmcto, Inieligancia e razo. O lustrado
abra sam coohecor, a iotell'gancia obra o conbece,
s a razao coohece e se connece, se ve e se jmga.
Pas bem, por isso mesmo que a razo se v e
se julg', que o espirito humano immofUl ; por-
que a essancu do principio de ora tao grande phe-
ajmano, qual a canscieocia, jamis podando ser
passlvo e loert, nao pode terminar do mosrao mo-
do qae o elemento salnve, oaluralmeote passivo e
inerte. E sendo imraortal, corao alera de na dei-
xar por isso mesmo de em si canter os meios d'
conhecer o bem iodoito e sua natureza real, elle
tambera pule cnegar, entra as raadangas inheren-
tes ao estado social, ao onbaciraanto do molo do
conservarse em commuoicagao e da progredir,
segundo os os de sua crear-ao.
, pcis, por quo o iotincto obra sera conhecer,
que foi formada a sociad&de primeva ; parque a
ioteingencia progrede, qae o trahalho foi organisa-
do, e as scieoclas florescerara assim como as artes ;
porque a raza immorlal, qae ebegamos a ter
a miis parlen* id* da nassa dupla nalureza, do
universo e das lels "stabett^i-Ja, que consliiuem a
relagaa entre a materia orgnica e Inorgaoic, en-
tre a vida ea mane, entre o manJo exienor, em-
lira, e cada sar em particular.
O estado do himora sobre saa aaturaza orgnica
suscitan o do haraem colierltvo, de lodo o genero
huraaao, de lels e de castnmes, da instiga do di
reito e da moral, do b-ra e do ml. 1
D. ltwi da Sil -eir Lial 8ev. Appel'&nta. a ir- siaJo pelo escaipello da razao e da pDiloaopnu 1
Eis a pbilosophia era a oalureza, na revelagia
qne o primeiro impulso do projresso hamano,
Da civiiisagio, ns scencias, e em tola a socie-
dade I
Eoio a or 'am no e*ta1o era in1ispen*avel, coreo
era todas as coa-as. E a ordem o meiholo, isto ,
o meio de ebegar ao vardadetro Ura e onnecimento
da ludo pelo carainho mais curt), e raen >.- tortuoso
possivel.
Sam o raetbolo, no conhscimanto mais 00 menos
profuudo do horaera e do noiverso, nao resoltarla
oconoeciraent) do Ente Sanrera). desnevaras pira
com elle, de individuo a individuo, e do hornera
para cora 1 sociedade inte ra. E por Isso qua a
sciencia do progresso humano-social qae umi
poltica fuodaoa era principios, em moralidad-,
era direilo e ero just-ga, pas3ou sempre par mndifi-
eagSes mais oo menos impartaotes e profundas, a
medida que sciencia universal, qua a da razao.
que a philo*ophiaque na toe* s ao racional t
moral, mas efficiivaraeateao qua ba de mais prad-
co, positivo e til, qua a ralaga dos facas
progredia e alterava-se.
Accresca qua o raelnodo, qae a ordorn, qua in-
disp-;osavel a lados os acio humao)*. um espa-
cie da facuidade ranal* inherente a sabiUBidsde do
e pirita humano ; e effactivel, unto as operagoe-
Internas, quanti as que sao relativas ao mando
exterior e aos objectos externos. A nao ser assun,
carao esputar se a orlara as Ideas, ni pensamen-
to, na uieni tria, no juizo, na vontade etc. Como
explicar-se a ordem oa re agua de cada urna das
fculladas nativa*, e era cada um da seas resalla-
dos psychologieos ou nao ?
Deus, qua a orden suprema cara) Sopremo
Espirito, nai quiz na creago do espirita bumaoo,
daixar de encaar o germen da ordem, que coos-
litua o m--i:i 111; como oo quiz que a razo, det-
xanda de con-tituir nossi esseocia primaria, ti-
rassa-oos da raga que nos vera pal semelbaoga,
eda que se oceupara as iradigSas. Prosigamos :
Cimo quer qu nem sempre os eHeiios praticos o
positivos da ama sciencia sao ik-vi lamente apre-
cia los ; e isla da-se quando impera o erro on o
if.io habito de sa coosiaerar as cousas, debaixo
da um Ii h paramente material, ao panto de ser
dispensado o coahecimento das lela que re
gem us pii :no-iiaua e as causas qae o deterrainam,
succede que a scieacia da razo, oo escapando a
esse fatal abuse, tea a sida considerada urna
sciencia fatil p;ra uos, e de meros re rallados psy-
chnloglcos para outros.
Verdada 6 lambem qun, do que se chama boa oa
m mduccao, resulti rauitas veres vanedade nos
t-IIntos ceos e provaveis da urna seietMa qnal
quer; e q aa por issi a sciencia d* razao, que
uma das qua mais nassam pelos t-ff-itos do erro o
ladacgo, tem silo a mal prejulicada i-m sen*
resultados praticos. assim par exemplo, qua
raesrao na ordem psychologica, Liche nao fai
Coodilhac, corao Halvelo nao foi Dascarles. Con-
dilhac dissa : todas os oos-as oatiecimen-
t)s, ioda as oos-a^ (acaldadas vem dis sen
lidos ou das s-rack disse : vera da
seiijagoo da reUxao. E Halvecio d-tlu'O o es-
ptrno ca facaldada de pensar. L'esprit esla /i-
cuit de penser. Eritretanti qae, n-iin as laculua-
tas vera das saotilas, n:ra O aspiriia dea 1 de
<" ini.>ihff,.n,-ii nem onde esta' a intalligencia
esta' a sensitnii Jale. -
E porqiia tanta discrepancia ? Sem duvida qa?
Muta pela diversidido as ideas como pelas mas
indnccoa-, dis qaaes dapendem asapplicacoas im-
productiva?.
Era todo caso a scincia da razo, senda por ex-
celleacia a sciencia da lgica, da racociara, do me-
tilo, das ideas, dos principios, das onseqnen-
ca*, dos melos e das lias pela inda-gao, foi a que
merecen o norae mais hanroso boraaoidadeo
de sibetona. N ira> e-tJ, qua mais larde, pelo genio
vigoroso de Pythagora, foi subiii'.uiio pelo da
pnilos-iptiia ; Dame este que exprime lodo o pro-
gresso humino era lo los os lempos e regles.
Foi p :r m-ia do estada dos pnenaraooo* nato-
raes e soas causas que ura genio no occidente, ds-
pois di mnito ter cogitado, chegou a descobrir o
que ento ni or-me ? se sania mu- pelo oavtdo
do que mesmo p-!a f, isla Das; foi p r ra mo
da phlloophia qae elle mostrea a duola natureza
da (orraagao humana, e consegua reformar a so-
ciadada e a poltica dos povos.
Da fallo, se a Idea de nma cansa creadora de to-
das as cou*as urrn idea innata como 'a da bem
e do mal absolutos; a idea mais on mano? plena
d.-. niiorea dossa cauia, do sua essencia iniinila.
onlc,e de seus verdiieiras atiriouto3, ama ila
ou oacebida pala f ou apprehaodida pela razia;
por isso onde a revelagao nao tinha ciie^ad?, a ra-
zao, pelo conheeiraeoto mais perfeito dbera Bnio,
posto qae aps rauito? seclos e cara summo esfor-
go, alcancen o bara eternamente inBnlt.
id quo majus cogitan nequid. De minoribus lo
ns ai majoracondescendo. D-z Smto Aaselma.
Eatretaot 1, da n iva id* de Deas n> poli* dei-
xar da resulta- graoJe rearma ao enero boma
no: tanti pola temor ao Creadorqna n&o era cer-
lamente o do e.^rravo av.liado a um tyranaa se-
nhor, mas o do filho ao pa1, coja pessoa senda Jes-
conbecida, corao o proprio nome, acaba de ouvu
iragada por vigoroso laslemuohacoma pelo amar
natural que aavolve uma somma de deveres des-
coohecidos. E por e?tes deveres, a qaa oairas de
ordem diversa succelra em relagao ao prximo,
foi qae firrana-se ama tal 00 qaal responsabilila-
de moral, geral e individual, em beneficia tambem
do trabaino, da ordem e da harmaai* social.
Assim corao certo, qae pela desc berta da es-
pirilualidade d'alma, e de sua immorlaildade, esta-
oelecendo-se pouco a pooco a erenga da vida eter-
na, cujos effoitos magnicos tronx.-ram respelto
as direilo* oaturaes eindividoaes, chegou a ser
effectuada alpuma reforma nos eostomxs, apezar
do pagaoimo ; reforma que nao sendo geral lan-
gtu loiavia o* garmens de urna mudanga salatar
ao genero humano, principiando por uraa profunda
alteracao oa legtslicio, taata civil cama penal.
Como satifazer-se essa granda necassldada so-
cial, que se cama rgimen ou governo, mediante
leis'quc eslabelocessem o equilibrio enira o governo
eos governada*. de modo que um e outros servis-
sem de correctivo coaira a soberana da torga das
uaultides e os abusos do poder, que se convanem
era revalugas sngrenlas?
Era que pa lena em ludo, por ventara, ser atl a
pbilosnphia aa marcha da civilisago dos pavos fc
esia ultima pc-rgania podar-se-hia ja' responder:
com os ueios de que dispe a raza cultivada sobre
a vontade e a' liberdade.
as eras primitivas das sociedades humanas, en-
tre os selvticos e os montesinos, as tribus rabes
e romanas rusticas, por forja do iastiocia de soda-
btlidade, qoe pdese direr que invoive uma mnlii-
plicidade de ouiro3 instinctos tendentes a' ora mes-
mo flm, a razao, bem qae sem desenvolocit, ensi-
nou os barajos o qae parece ser mais natura), e
vera a ser escalba de orna vontade ou persona
lidade, a' coja forga recebida da maiofia, a tolal-
dade deveria ser adstrictamanla supeit.
E essa vootade revestida de todo* os poderes,
int-iraraanie absoluta, mas tambem acercada de
paix5es inherentes a' oatureza physleai e pecante
da personalidade, e a rodeza espirltoal, era a lei, a
|a*tlca, o direito e o bem geral, e aQnal, o mais
pleno absolutismo, al com dlreltode vita et tnvr-
tu. .
Um tal systema, com toda? os sen caraetere*.
de*grag*merjte, amia nest scalo, oode o ctir,s-
tunismo nao tem chegsda, observada Unto na
frica e na Asia, como oa Amrica.
Eotaa, lambem fcil verse uma siogniar ma-
tam'arphJsea qaeda sbila -i migestides iyraa-

m


Diario de Pri-namabuc -. (lata felrn 11 de Xoveaabra de 1867.

ieas: na pova ateiro coma om **'*. aa mrttia sMiwtari*, f ira 1* davida qu* apri-
mis das mes inopinadamente, apoderar s- ds^eo hibieS) di q-ie irati o art. 33. la ueohuB torma
rei, de ara saobor, ou gemid**, com ju-lica oo
n", ata seo t formalidad*, como se v b-olan
indevidoa te livesse convertido em lyranwa .
ral, e o estrangular em holocinsto as pauS-^s, a
semelhanca de um toara sacridcado a' Juuiter, com
destino ai iguarias de oro esplendido banquete ;
soccedmo, p rro, ao acto do mais. f baltsuM, aaeeoeao de ootro ra e de ootro her-
M qnasi aweprn J prmciplo Vivo da f nal su
blevjcao oo insurreico.
Qae disse I A Europa, o pausado seclo, na
teslemuohou em sea seio, a maior afronta a ini
labilidade da vida humana na pessda de um r.
Victima de saa credalidade, apelar de soa religia>
e para* intensoe> TI
O ceno qae a tyraDOia por tal modo eonsti
toida, lem sido alada, ba quasi doas mil anoos, o
aconte de grande parte do genero bumaoo, com
a DBica diff renca de lempo, de logar, e de nomeD
claiora.
Mas, accaso podera' oa ierra a vonUde de oro
ser contingente consumir o cdigo absoloio de
om povo, oa por dire mano T *w.
Por direito divino: porque 1 porque diz a
blstoria hebraica que, I6J5 aono< ao es de Jesu?
Christo, Dos apparecera ao salvado por Termuti,
e Ihe dura poderes absolutos para goveroar o po-
vo jodeu...
Entretanto e certo, qae Moyss, goiado por orna
rolonna de fogo, a p entoto, Mravessara ornar
Vermeibo airavez de encapotadas Bdas, que, alia
aps elle iam devjraodo os Egypcios !
Codo qoer que seja, o nico poder eterno que
oa Ierra fiara e firmara um oolro poder iotaili-
el e inabaUvel, fol o de que Jess Christo se re-
vestir ; mas, nao pela voDtade absoluta e pela
forca, o mu esta' na crenc, mas pelo amor, pela
ja-tic, pela raridad* e pela sa raio.
La religin ckrlienne, an Montesquieu, tli
eletgne du pur dtspothme : c'esi que la douctw
taut Si rtCutnmemiie datu CEvangtle, elle se oppo-
se la coiiie aespot>qme uv>c luquetle le pnnce se
feratt justce et exereerail des amules
Em looo caso, a muta da ongem primitiva do
rgimen dos povo* orna oecessidade mais impor-
lante du qae se rio p-osa orainanameole. Della
en.anana lalvez, seoao a paz pleoa das nacdes, ao
m-no- a dimmuicao de grande somma de nnl .
EotreUolo. bem se .ide coinprehender, que se
o poner de Dos domioasse a trra direi-iamenic
por meio o urna voniade bumaoa absoluta, em
vez de ser por meio de uro* bocea divina e eier-
na, loda de paz e de amor ; alm de iocomprehen-
sivel a revelacao de orna vootade elerna, a perpe-
tnar-se, por meio de urca bocea ordinariam-nle
humana, oo bavena poder qoe, nao fosee a aber-
rac.io mais ou menos completa da le dmoa; o
a mesoa rajnarcba representativa sen, na or-
dem dos rgimen* om verdadelro amalgama elc-
trico
Tambem' ceno qne, se do pod-ar de Deas, que
pleoameolt) patenteado pelo briihj dos astros,
por uiiiagres e impeotraveis mysienos, e pela
Gru ..mtlm, flie.-se parte raaoifesia ais olbos d >
mando, da onge n prirailiva do rgimen dis na
ces, a lyraom > dos ruis e dos governos, devana
ser objeetu d > maior respeito e veoeracao, p ir mai<
que se rea'isasse, sob um carador desoMor: por-
fe, nao a"'urvar-se om pnvo i, quem Dos n >n
vesse lo directam-ota enviado ao genero humaoo
para ser orgo vivo de seu poder Hereditario, .eria
e maior sacrilegio, o mais arontoso di i idos j-
percados. M digno hura* o a I
A inspirara divina do legislador dos Jadeus
coosittuiodo eotdo a soceessio v orna faca e<-en-
cialmeole preneg'adi sobre toda' as ragas profa-
nas >ein a mtoirna Mterecao, segnado o* t-mpis e
os logares, uMorainnDle. miracniosa, dara ao re
gimen ama forga de iovanabiliaade, qae seria o
maior tri>pego ao progresso dos povos, pelo garrole
a' Itbsrdade, e pea f tgoeiraqud devi-ria abrazar 0
sprnt) bamano, em sua marc a a?pir.'n! i aw m-'-
lh a'u-ni' oniver-ai.
EM LIQUIDADO
Novo banco de ^eruambuco
se acha comprehiolldo o ensino partieuiar.
Ligo, a polart 4a diract irla geral da lestroc-
ci. publica arbilran, pirqie a despert i da per-1 n a-rinnR
mnsao da le priva a' umi classe ioteira de fuoc- i 9f accionistas poaUB rweber O 3
clooaros de um direito qae a mesaia le e a eoos- dividendo (em D oeda crrente) d 10 o/o do
uote lotelligeocia a ella dada to nconbecido. capital, assim como 0 l. de 30 o/o, e O 2.
Provada, come Oca, a Hlegalidade dese acto, na je 4g ^ ; aoounciado.
nstMeio do qoal aiada lolste o Sr. bacbarel ( ____
*ranklln Tavora, passsmos a demonstrar a das ios- ALPANDEGA
tracedes. oanB .RendimeBio do da i a 1......'..
m. ha naje, cootradiccao algooa como se quer Mem do ^ ^...............
scolpar o Sr. Tevora, quando no art. 3J
para que omparecam a esta secretaria, aSmdei Admioistraco do crrelo de Pernambaco 18 de
pagares aa foros qae se acbam a diver, e assigua- novembro de 1867.
Oadttioislrador,
izi:06T*587
i rirn m,trnr.-e Descarrepam hnjf 21 de oovemhro
orifesser publico oexercicio de qaalqoT pnfl.so
comraerclal oo insirotrial, e dos art'. 80 a 82 per
mitte o eosino pariicolar. Bem se v dessasdispo-
icSes que a mlensao do legislador foi affsstar o
prnfrssor de tdo e qoalqaer nagisterio, para concentra lo exclusivamente as
ruarcoes de soa pn-QssSo habitual e legal, e trna-
lo assim mais apto ao sea cabal desempeobo.
Sendo isto urna verdade que nio pode soffrer a
menor contestadlo, por que a razao e a loplca, a a
oropria le a proclama
da directora geral
para execoco uo referido art.'33, no sentido de
prohibir aos professores pabilos o eosmo particu-
lar, nao eocootra base legal. S-, eomo ]a' disse-
mns, ni se refere ao eosino particular a prohibi-
r o contita oo arl. 33, escasado fazer instrucQdes
oe Nao ha duvida qne nao se pode abrir escola oa
cnliegio pariicolar sem l fsti o qo esfa' oa 1*1; mas o *>r. Tavora iroca
(ifcri'r esola por ensinnr particular, do qoe ha
randr) diffirroca. Pdese muito bem ensinar par
tirnlar, sem comiodo ler escola aberla.e oeste caso
oAo preci-a liceaa do director geral, por que a
lei o. 389 que rege a iostrneco publica da provin-
cia, -6 sujeitou a' iuspecco d li>strocco que dada em estabeleclmelos pbli-
cos oo particulares da proviocla ; e teodo a lei li-
mitado a iut-if^rencia da directora geral a es*es
estbeleclmenusde insirucco,o Sr. Tavura nao
pude salr das raias de suas atlriboiQ5es, marca
das oa lei, sem fazer-se merecedor de punir";
porque nenhoma aut r.largar a esfera de suas atinbu'Coes.
Ora, S. S. prohibi aos prufessures o eosioo por
casal particolar-s, o qus nao de soa competen-
cia, imnnnilo al a pena de demlssio por esse gran-
i- crime, .-na i)ue nao esta' comprehendida na lei,
n cuino 6 sabido o profissor publico gosa da vita-
lleiedade, e s por seoleoca cundernnatoria p rde-
ra* soacadeira. L g a> lu-trurco-s da directora
geral da instruccao publica maraco restnccSes oo
ensino, f im da le, e impoi penas atrozes, pots nao
ha duvi ti qne iniquidade demiilir om professor
por eusioar particular, as horas livres do magis-
terio publico.
El* aqu comj prosadem ^ntra n*, esses qae se
dii.oin ayoNtolos da ilberdade, e da propaganda do
ensiuo livre. E' a l.'berdade I tonina I 1 |
Nio o.s referimos aos sioceros e verdadeiros i-
beraes, a quiii alias prestamos considerado. Nao
nos polo purm Cooler a io-ngaaco ver profanar-
e a liberdade, comm. tti-nlo seem sea nome quan-
ta rbiiranedade ve a a' cabera desses falsos apos-
tlos.
Z.
iol: i 70*806
M ivimenl i da alfandega.
Voluraes entrados con fazendas...
< < gneros....
Volumes sabidos com uzeadas..
gneros...
28
213
-----241
161
101
-----262
gue tog
Brigue inglez Rosalieidem.
Brtgae InglezPar-idem.
HECEBEUhlA UE KENDAS iNTKRNA
GERAKS.
Heudimeoto do dia 1 a 19........ 23:736*699
Idem do du 20................. I:3t3*ll3
2S:0498I2
CONSULADO PROVINCIAL
Recdimento do da 1 a 19....... 41:565*348
Idem do di 20.............. 3:12Wou5
KOVMENTO DO POETO
Navios entt ados no uta 20.
Parahyba46 hora-, mate ora>il^|r.i Protector, de
86 toneladas, capitao Joaquim La\> Gmeaives
Peona, equipagem 7, carga toros de mangue ;
ao mesmo cspito.
IIIki de S. MiiUel28 das, barca ponugoeza Pa
rary, do 300 toneladas, capitao Angosto Borges
Cabral, equipag m 16, em lastro; a' Joo do Re-
g Lun. Veio largar 41 passageiros e seguto
para n Rio de Janeiro.
New Y"k-43 oas, patacho hamborgnez Maru,
de 193 tonelada', capitn u^hl, eqnipagem 7,
carga lioO barricas rom (arlaba de trigo e oo-
iros gen-ros : a' ordena.
Navios sahidos no mesmo dia.
Rio da PrataPatacho p irtugu-?. Jo, capitao Per-
nao Ir Pereira, carga assucar.
Canal -Brca mgieza Coni'anc, capilla Glass,
carga assucar.
EOITAES.
t -
Nao sahornos se fomos nial informados, oo se
sena nign ii suobo da Jos o tjue aventuramos no
r.immanicado, a qui rssUcde boje o Ilion. Sr.
Dr, Tavora, rjireclor-geral \\ mstrucr^ao publica.
Bot'etaote, diremos, se S. S nos provar que o
Es n. Sr. bir) de Viii.t-Be||a 0a,i ieio experirao
lado dasso>los d-1 S. S. pur 0sso acto, onrosivu da
le e lo pronresso da insuacco ; se nj ver-
dade, qa-i S. S. occaHoq d3 S Exc. a iot-oco de
baixar a portara de 17 dn oniubro, inronmodaodo
alias tantas vezesos umbrais de palacio ; se oo
nioda verdade, que S. S ot-m mesmo ,-e Cjiflou
do eonselho Director par. consuUa-io cana de i.il
portara; se ni) ; aioda veriade que as iostruc-
Sim : o p'jder divino om Moy<< nao p dia pas- coas, qae depois se ;oguram a ella, firara re.ui
sar debe, ae gera?o em geraca, de v jut iie em I {-a,, da iJI0 acto de menos lealdade da S. S., pra
voolade humana abaelut>, Iotrlramenla sarda '|ncadi com un amigo dj Sr. Dr. Tavora, o qual,
voBiade universal.
Moy.- fui apeaas o vehicum de nma vot Doee*-
saria, a convertera se em lei, cojos effeitos l-np i-
rarios nao podam ateancar cuntinuameote as g^
ratoVs futura i; e essa lei foi a das dote lateas.
creada sem duvida om o tlm de preparar a huma-
nidade ou di>po-n a ue m'-itijr, >-m um dn, com-
preheudesse outr lei mais esplendida, que env^l
vena urna graude r>-f urna irrtfragavel, "adaptada
a' t-iios os lempo*, a' tidas as geraeda*.
Uefeiio, com a le nova a liberdaoe humana per
roaneceo letana; essa liberdade sem qoal i vir-
lode seria urna chimera, e a fesponsabiiiiade lo-
diviauai urna mentira. .
a ruiv oruia, s-ndo incompativel com a le -
vioa, fui por esa mesma l"i combatida eterna nen-
ie. E ninguem devena seguir a nova Im pelas i ir
turas Oa fogoelra, mas sim pelas djr;. iras e locao
los de urna viva attrareaol
A bi-toiia urna especie de vaslissnna plair a
arenosa ero que acha-se di-seminada, e como perdida urna multido de preciosidades, qae s o
labor as pede a'-har, reunir .i ac-ta-ias di roody
a darrm int conveniente, e a serem devidameule
apreciadas; e pode-se at dlzer, que 1-1I1 o gran-
de mappa em qae os Janos piliticos com suas du-
plas faces l-m o oassado e o futuro dos puns.
Sem a historia no baveria ba.-e, corpo, vida
espirito no presente, assim romo im*giu*i;o no
foturo. O facboaiumia tanto as triihas percornd.is
qnanto as descouhecidas para ss qaaes se prose-
goe.
E por isso, qoe, o quaoto a historia aprestla
de positivo acerca do objeelo fin qassio, um espl-
rito atiento, anda que pooco venado uas scieoc is
sociaes, reconhece lugo sem diffleoldad i > muilo
que serapre mflji > na poiiliea dos povos o pro-
gresso da moral e da razio.
(Continuar-sc-ha.)
Limos no Diario de Pernunbaco, le bootem ama
putilicacSo a peaido c ,ii a assignalura O amiga
Ja msfiuraao, o u de boje deparamos com urna
correspuurcia ao Sr bacbarel iuo Fraukou d*
Silveira Tavora, em que nega as Verdades em^lliJas
aaciuella pniicacao.
o devemos di-ixar ptssar ssm cnolesta^io :^s
a-severac'-s do Sr. bachaiel Frai.k.m Tavora,
qoando diz que >quelles shus autos asseolam em
lei. Quaolu ao mais, sto a' approvaco ou n-
pr jvac.au deSses arlos, appellamos para o juizu e
CODscieorla de S. Exc, que nao obstante srr ami-
go leal de S. S., j.' lem maulfesiaoo por m >do lino
Sigoilicaiivo, uau se conformar com o piuceder ir-
nguUr oa ireciuiia geral. A deciso do ueg co
do professor |v, urna prova clara desia Verd ido.
O sr. Praiiklin Tavor, pablicou muito antes a
deciso da cau-.i, o oliici i em que pedia a s. Exc.
a bem da moraiidade do ensino dcmis-o d >;.: -lie
prolessur, o Exc. oepois de urna louga demora
linjit.oe a suspender dilo profissor por tres roe-
xes. O pabiico moraliso esse faci I
As id-s de S. S-, um como da mor parte dos
qae e dizem liberaes em oossa Parra, j>' sao bem
eoobecidas, oo podem izer fortuna; oucapotar
se com a mgica palavra tiberdae, para dcSi'ait-
exercer o mais srdido despotismo.
E-ses mesuio.s actos qoe S. S. acaba Qe praticar,
provam exuberantemente oossa ai-sergo, como v.
dos demonstrar, inda qae succinlamente; visio
como de prompt i nao podemos entrar em cuaside-
rages mais ampias.
Analy>rmos cada fado dn per si. S. S prohibi
absoluiam*-oie aos protessores por portara dj <7
de oulnoro, o ensino pariicolar. Das horas livres
do mage-teno publico, qoer em seus proprlus di
micilios. qoer un ea e collegios priva 'os, a?n-
aodu-e n4 doutnoa do art. 33 da le o. 169.
Pois bem, para comprovar-se a illegalidade Jess^
act;, basu irauserever esne artigo e uUUOl da mes-
Da le. Ei los:
Art 33...........
Pi'.albe (ao professor publico) absolutamente
prohibida quaiquer prossio eommercul ou ladus-
tnal.p
i Art. 80. Nlngu.' podera' abrir escola oa ou-
tro quaiquer egtabelecimeoto de iasiracco prima-
ria on -e--uudana, sem previa autorisaegj do duac
lor geral.
A<(. 8(. Os pret*ndao!s jostigearo Idadja
maior dt II aooos, moraiidade e capacida ; pro-
fessiocal, pelo modo det-rmioado ous arl-. 14. 15'
e 17 a 20, e Jerlararo a proSssia que Uvereni
exercido, a qual o sea meio de viaa oos ltimos
cinco aoiKx.i
Art. 81. As provas de capacldade podero ser
dispensad*-. p*io g-iveroo, segundo as materias que
prttenderem accionar:
S*. Aos que urerem sido approvados oos estu-
dos suueri.ire*, pi academias oo facoldades do
imperio ; a. q0,;_forem-oa Uverem sido profes
sores pblicos,
Ora, se a le permita aos qao fortm professores
pMQUcot a healdade de iir escola particular, ou .
ootro qoaiqoer enbeh-iqjeqto de losirarco prt- \
ioleresaodo-se umbom pelos prwfessore?, din-
gio-se : S. S., mostrando \t\a o art. 82 da lei, que
S. S., sofffego como eslava, nao linba enebergado,
polo joal artigo se >quo os profe-sores pblicos
prinmri s timb;ra podem ensina." particulirmeute;
' S. S. contestai o provar o contrario de. tad>>
quantoaqui asseveramos, sem naohum peijo ire-
mos c.U.-car oossa cab^ci aos ps de S. S.
Trabalho quaoi i poder o Sr. doutor ; empr^gue
tola a fnrea de seu arteticio lotelieclual ; chame
uotrai intelngencias mal.-, para o aiodar, e jamis
cins-gair' dlter-se que easinar om casas particu-
lares o ne-mu que ib'ir escola.
n .oo ui a. s. raeitense-hia em ama ooa, se
pr l-ndesse Invadir mala gratia a residencia des
f iiiii:- rara inspeccionar Su a experiencia lera co-iuatu a S. S., como
oropalava aotes das sujs iostruc\,5es, que 08 pro-
f>ssorrS pi'iuarios nao devvm eusioar parlicular-
mele, e, por Cuoseqaeocia, someot'; os de huma
nales; i, com as iovldas re-lriccSes, peosa hoje
,"ie ni o lodosos pr.tess ir. piimanos d-vem lee
nona-, mas so algum honrado cavalbetro ; propo-
nha. meo r'Co seohor, ao poior cooiptieni-; mas
nao escaroeca da le, feriodo-a me ramenlo em sen
m-'-iiio ora- |
Una i cus i entendemos nos; se nao hoovesse
i -'i que aranlis-o aos prof ssores o dlreilo do en-
sioar pariicoiarmnt", bastara o Sr. doulor alten
do-, qos U Dr. Machado, cimbateodo este raesiBo
anno un projecto de ntigm-nu do ICO*000 de or-
leado p^ra os prufessores, diasa com gaihardia.
q;i! ell?s nao p'Cl-avam do augm>-Dio, por isso
qo eropogavara o resto do tempo no encino parti-
cular. Nao histeria da camocha, sahio em le-
tr.i redonda, e 3 5., -que umba-m aodava la atr
de saa ijada de cos*,a<-tt* t*r nwrdo meihor.
O amiao da instruccao
Pddo ae ao Exm. Sr. Presidente da Pro-
vincia, como pai que que salve a prosii-
tnicT) e da miseria a unn familia ; f craiado nesta Una de Itamarac, Ricardo
Pere ra da Silva, caz?do com Mara Naziria
deJtSOs; alm de s r Ricardo cando o
nico arrimo de sua mai vmva de ma or ida-
do de nome Miria An Ir do Sacramento, e
de dtias sobrinhas orptias, Anna Ro-a do Ks-
pirito Santo e Mra Laurinda do Espirito
Sanio. Exm. Sr., V. Exc. Ui jostifa eua man-
dar p r um lirierdade a Ricardo.
Um moraJor da Hita de Itamarac.
w.actswsa
C0MMEBG1O.
fRA<;A DO RSCIFE 20 DE .-SOVEHGRO
DE 1867.
As 3 !-, horas da tarde.
Aasuear mascavado purgado (americano) 2*750
por arroba,
dem idem troto idem *65d idm.
Cambio
1*000
Cambio b
sobre Londres 60 d/v 21 i., por
br^1 Paris45S rs. por fr.
Silveira,
Presidente.
Manada,
Secretario
Eagli b Bank
OF
Rio de CuDelro- Mmited
C0UHA\D0SUPEBI0R.
Qu riel de romiundo soprrior interino da guarda
niciimal do n nieipio do Rrciie, 16 de novrm-
bro de 1867.
Rod dpno J > Barata de AlmeiJa, commendador
da ordem da R.sa e cavaileiro da de Cmi-lo,
t- i--ut--ci.r-.nui e commandante do 2.a batalho
o comuandaote supirior interino da guarda na-
cional (leste municipio por S. M. o Imperador a
quera Dhos guarde etc. etc.
Paco saber que < s Srs. |. lenle do 1. bata-
lho de aruiharia da guar nacional Manuel Ben-
ti da Silva Magaines e a'feres Amonio Ciroeiro
Ridngu'S Cunpello, do 8.* batalho da guarda
nacional deste monicipio, e a lodos amalles que
poderem e quizerem fazer chegar ao seu : Mi<-e;-
menlo que pelo presente odital sao chamado* a
compar-rer, no uart-l .ia residencia do comman-
do superior, deoiro do pra^o de 30 das, a cralar
desle edital e nu o fazeodo, duran.-' esse tempo,
sera uomeado o c.-nseiho de mvesUgavao para ve-
riflcar a ausencia, nos te-m s do 2.* do decreto
n. 3 338, de 23 de oovrrobro de 1863, por se te
rera auseoladu do batalho sem licenca como me
ctimrnunic.aram os resr-eriiv. s commandanles.
Rodoipho Joiio Barata de Alme da.
) Dr. TristSo de Alencar Araripe, official da
imper,al Ordem da hoza, e jo-z de direi-
to esne lal do commercio desta cidade du
Recife dd Pernanuco, por s. M. Impe-
rial, eic.
Faco saber pelo presente que no dia ti de
nevemhro do correte anuo se ba de arrema-
tar por v-nda a quem mais der em praca pa-
nuca di'ste jiiizo depois da audiencia res-
pectiva os bens spguintes:
Urna commoda de Jacaranda em mo es-
tado por vmte niil reis, l sola de dito por
quinze djI reis. 6 cideiras de dita salas a
duus mil res cada urna, dozemil reis, 2
bancas de um s- p, por desesseis mil rs.
1 duzia de cauiulias de pape'lo sem valor,
6 boner.las de panno e H l<>uquinhas, ludo
por cinco mil reis, 4 ne>a de abts por oito
mil reis, os qnaes bens vo a praga por
execugo de A Ivs M.'Uihi per d- C. contra
Antonio Fernandes Oirredouro. E na falla
de lancador que cubra o p'eQo da avaliafo
Si r i a arrematado feila pelo pre^o da ad-
jodicacao com o abatimento respectivo da
lei.
E para que ebegne ao coDhecimenlo de
todos matidci passar o irese'deque ser pu-
blicado pela imprensa, e affixado nos luga-
res do eos ume.
Dado e pascado nes.ta cidade do Reoife
de Pernambuco, 4 de no^embru de 1867,
En, Manuel Silvino de Barros Falc3o. es-
cnv3o interino sutiscrevi.
Tristo de Alencar Araripe.
M"
JCLABi;OIS.
Hompanhia do Beberibe
A directora desta companhia faz scienle
aos senbotes accionisus, que o caixa desta
compannia esi autorisado a pagar o 3Jr*
dividendo de suas aceces na proporc>3o de
.")>! 00 cada ama, a principiar de aa.auba
19 do cor rente em diarte.
Esvriplorio da c mpailna, 8 je novem-
Dro de i87.
O secretario
Dr. Prxedes Gomes de Soasa Pitange,
No da ti de ro-v-ml-rp, fluda a audl-ncia de
Sr. Dr. juiz de ori-hos, ha de ser arramatado a
caa terrea da rna Imperial d. 284, por ser a olti-
ma praca.
O fiscal da tresne!a da Boa-visH fl pob-
co a qu-ni ioteressar pi s-a qoe no dia 19 do cor-
rele fra entregue a nres > a fi ral-.-aca-i por
i Marllos, nm bul manso que l ra t-nrooirado den
tro de lavooras dosibo do mesno Marlios. faieo
DESCONTA letras da pra$a de pa'.o car- i0d**lr.0,l8''.l.;.qoem f* fc5 ? Cu"> ****?. J"
to a 8|0 e de prazo maior a laxa a &iDven-
cionar.
RECEBE dioheiro em conta corrate e
prazo Oxo.
SAC \ visti ou prazo sobre as cidades
prucipas de Eon-pa tetn agencias na Babia.
Buenos-Aytes, Montevideo Newy-irk, No-
va -Orlean. c emitte cartas de crdito para os
itiesmo? lugares.
7 L,rgo do Pelouriubo 7.
Caixa Filia do Bmco do Brasil em Per iam-
bnco, ao 11 de novembru do 4807.
D ordem da aifc.ioria se fi puhUcu a lUellas
u/jsoas qae t-m depsitos em cnco oesia eaiia,
qu-> oo seudo aleo da 20 do curente pagas as le-
Iras i-jse acdarn vencidas, sero vendidos em
hasta publica os perjhores constantes desses de-
posito".
O guarda livros,
Ipaei) Naoes Correa.
mesmo eompsreca qoe salisfarendo o disposlo do
art. 16 do tit. 9 rae sera' emregue.
Boa vista 20 de noverobru de 1867.
_____ Jerooymo J-s- Ferreira.
Nao se effeclnsDdo a compra do earvlo de
pedn, aoooociada para n aia 19 do corrente, Sea
tran-fenda para o dia 21: as pegsoas que o qol
z-rem vender comparream com soa propostas,
a's II horas do dia, oa sala dn eonselho.
Arsenal de guerra de Prrnambuco, em 20 de
novembro de 1867.
Jos Maru I. Jaco me da Veiga P. e Mello.
Presidente.
Francisco de Paula Goncalves da Silva,
Secretario.
rea o respectivo termo, recoanecendo a mesma
Santa Casa como seohor do dominio directo de di-
tos terreos.
Roa da Roda.
Casa terrea o. 11 Antonio Ferreira Braga.
Ideai idem n. 15.J .s Leopoldo da Silva.
Sobrado n. 17.- D. Emilia Carolina Madeira Fer-
reira.
Casa terrea n. 19. Capitao Minios (morador em
Beberibe)
Idem idem o. 21.Joaquim Pacheco da Silva.
Idem Idem o. 23.Aotooio dos Santos Vielra.
dem idem n. 25.-Igoacio de Sa* Lopes Fernan-
des.
dem dem o. 27.-Flix Antonio Altes Maseare-
obas.
dem idem o. 31.Miguel J iaqaim da Costa.
Idem idem n. 33 Bernardo Alves Piobeiro.
dem dem d. 3d\ Mana Francisca da Concelco
e Silva.
Sobrado o. 39.H-rdelros de D. Joaqoioa Hara
Pereira Viaona.
Casa terrea n. 41.Paulo Marques e Antonio Fran-
cisco Macota.
dem idemn. 43.-Filbos de Jos Rodrigues dos
Passos.
dem idem o. 43.Manoel Joaqoim Baptist.
Sobrado o. 47. Dr. Bernardo Pereira do Carmo
Jnior.
Casa terrea n. 2. Galdino Antonio Alves Fer-
reira.
I lem dem o. 4.Mosteiro de S. Beato.
dem Idem o. 6.Idem idem.
dem idem n. 8.Irroaodade, do Santissime Sacra-
mento de Saoio Antonio.
Idem dem o. 10 -iiem Idem.
I-iem idem n. 12.-dem Idem.
dem idem n. 16. Galdino Antonio Alves Fer-
reira.
dem dem n. 18.Bernardo Alves Piobeiro e oo-
tros.
dem dem n. 20.Anna Thema do Sacramento.
dem dem o. 2i Sabino da Cunba Fragoso.
dem dem n. 26.Aotooio Ferreira Braga.
dem idem o. 28.L mandada das almas de Santo
Antonio.
dem Idem o. 30. Joanna Mara dos Santos Mo-
raes.
dem idem n. 32.Dr. Antonio Joaqnim de Mo-
raes e Silva.
Idem idem d. 34.Manoel Jos do Amara!.
dem idem n. 36. Aotooio Moreira de Meo
doea,
dem i lem o. 38.Tutor de Francisco Goncalves
da Rocha.
Casa terrea n. 50__O- mesmos.
Uem idem n. 52.Dr. Joo Capislrano Bandeira
de Mello.
I! m dem n. 54.-Lui2 Jos da Costa Amorm.
dem idem n. 56.Jos do Reg Pachaco.
dem idem n. 58. B-.rthoiomeu Francisco de
Sooza
dem idem n. 60.O mesmo.
dem idem n. 62.M*n>el Gomes Viegas.
Secretaria da S-uu Casa da Misericordia do Re-
cife, 9 de novembro de 1867.
U escrivo,
Pedro Rodngues de Souza.
Santa Casa da taericorda
do Recife,
Alllma.junta administrativa da Santa Casa di
Misericordia do Recife manda fazer publico qui
na sala de suas sesses.no^dia 21 do crreme pe-
las 4 horas da tarde lem de ser arrematadas a
quem mais vaotagens offerecer pelo tempo de om
a tres aooos as rendas dos predios em segmoa
declarados:
EsUbelecimentos te caridade.
Roa do Padre Floriano.
Casa terrea n. 17.......1864000
Casa terrea n. 18.......182.*>ih
dem n. 47.........156*000
Ra larga do Rosarlo.
Terceiro andar do sobrado n. 24 301*000
Ra da Gloria.
Casa lerrea n. 23........ 19:000
PalriujAio de orphos.
Roa dn Vicario.
Piimeiro andar do sobrado n. 27 18100t>
Ra do Pilar.
Casa terrea n. 99.......1581000
Idem n. 94........20*MMi
dem n. 108......... 201*000
itio n. 3 oo Porno da Cal. i5uo<>
As arrematagoes sorio ferias pelo tempo de un
a ir -s aooos, deveodo os licilaoies virem acoui-
iianind i- da -mi- fiadores ou munidos de cartas
desies.
Secretaria da Sania Casa da Misericordia di
Recife 14 de novembro de 1867.
O escrivo,
Pedro Rodrigues de Sooza.
Coaseltio de compra* do ar-
senal de guerra.
O coO'-elbo de Compras precisa contratar a im-
prensao de mappas e muis objeclos que tiver de
imprimir por esoaco de um auoo, como du-pde o
despac.no do Em. Sr. presideote da proviocia, de
22d"julhodo corrente anno, exarado na petleu
de Amaral & Fiihos, guardando-se as di*poslc.Ot;s
do reguiamroto de 14 de dezembro de 1852.
os modeiios sero apresentados aos pretndenos
de de hija at o lia 21 do corrente mei. em qoe
recebera' propostas para efectuar dito cootrato.
Cooselno de enmuras do arsenal de guerra, 14
de oovembro do 1867.
Jos Mara Ildefonso Jacome da Veiga Pe3soa e
Mello, eoroocl pre-idele.
Fraocisco de Pa'ola G, da Silva, secretario-
No dia 22 do correnl, depois da audiencia do
ja zo municipal da pnmelra vara, sero vendidos
em hasia publica os seguioles objectis : ama ar-
maco para laberua em ponto pequeo, cootendo
dous pares para cante-iros de botar pipas, um eal-
so para guardar farioba e orna balacea com dous
ueos, om de 16 3 outro do 8 libras avallados eoc
50*. uorecoc*o de Podro d'Araujo Bellro coo-
na Manoel L.'pos d'Qlivelra.________
No da 22 do correle, depois da audiencia
do lllm. Sr. Dr. joiz municipal da primeira vara
eivel, tem de ir a' praca por venda as benifeitonas
do canso para Casa cito na ra d-as Gu-rarapns
o. 20, penhradas por oxeeocao de D. Mana do
Rosario da Fondea Malbein-, contra Flix da Cu-,
una Teixeira : os licitaoies pdem comparecer no
lugar e hora cima iodicados.
Djmiogos dos Passos Miranda
THEATRO
S, ISABEL.
EMPKEZ A -COIMBRA
Quitita-'eir 21 de novmliro.
RECITA KXTRAORDINAHIA EM BENEFICIO 00 AR-
TISTA DRAMTICO
Francisco de MillesGuimares taQtu
Sub'r novamenie a sena o muito e sempre
applaudido drama em 4 actos, deuommado
0 PODER 00 OURO
O papel do veinu carpintero, ser pela primeira
vez desempenbado nesia capital pelo n-o- fciado.
Termioarl o espectculo com a segunda repre-
sentaco da espirituosa e frentica applandida co-
media
MORRER PARA TER D1NHEIR0.
O artista Salles Guimare?, de passagem por
esta bella capital, on-"e na 15 aLUis mereeeu o
mais pronunciado acolbimenlo nos tbeatros do
Apollo eSaola Label, bern desejava, depols de la-i
longa au-eocia, apreseoiar se em um drama de
mais difficil exeeuco, purm, acbindo-se a em-
preza alarefada com espectculos, e ao mesmo
tempo eD-aiaodo om bnmauto divertimmto para
o pr>ximo da 2 dedeze.mhro, nao Ihe fol possivel
laogar mo de nutra composico para > soa reeo
irada : comtodo, espera, que, o gen-roso e illos-
iraoo publico peroambucaoo, relevando esta falta
involuntaria, nao deixara' de concorrer ao bene-
ficio ao pobre e velho artista qne ja em mrlhores
e sandosus das tanto distingui e festtjoo.
O artista paraeose, mais que oo seo mesqnlnho
talent i, confia na valiosa protec^o da honrada
classecommercial de-ta cidade, ua illosirada cor-
poracao cademica, e com e.-pecialidade nos seos
veih.is e bons amigos do batrro do Recife.
A quem na ausencia consaqrou profunda
, Lembranca doce, de saudade amarqa.
Gratido extrema ao meu distlncto col'ega Coim-
bra pela concessao franca que fez deste espectcu-
lo em meu proveito.
Reconheetmeito sincero ao meu bondoso com-
panbeiro Tbomaz, pelo seo cavalheirismn, pres-
Undo-se a fater ootro papo! que uo aquella Ja
por elle aqtn exhibido.
Un estreno e cordial abracj a todos os Srs. ar-
tistas, pela dedieaci-i manifesiada, a miro, sea ir-
mo o'arle e agradecido amigo.
Os bihstes pod"m ser procurad >s em mo do
benefi-iado o- H .t-l Central ra la>ga diRo-
arlo.
flOiriMIA BRASILEIRA
Paquetes a vapor
Dos- porros do sal esperado
al o dia 22 do correle nm dos
vapores da compaobia, o qual de-
pois da demora do costura st-
. gira' para os portos do norte.
Beeebem-se desde ja passageiros e engaja-se a
carga que o vapor poder cooduzir a qoal devera*
ser embarrada a dia de soa chegada, eocommen-
das e dioheiro a frete at o dia da sanida as 2 ho-
ras. PreviQn.se aos Srs. passageiros qoe soas
passagens s6 so recebem nesta agencia roa da
Cruz n. 57, escriptorio de Antonio Luiz de Oh-
veira Azevedo & C
Para Lisboa.
Vai sabir com brevidade a barea portogoeza
rattdSo por ler parle da sua carga prompt,; pa-
ra o restante e passageiros tratase cora Olrvelra
Filbos A C, largo do Corpo Santo n. 19 oo com o
capio oa praca.^______________^^_
~ Una de S- Jigoel.
Para o porto cima segao o patacho portngoe.:
Jorgense de primeira marcha, para carga e pas-
sageiros irata-se com o consignatario Joo do R -
go Lima, a roa do Apollo n._4J________________
PORTO.
Pretende sabir para o Porto, com a maior bre-
vidade pos-ivH a barca portugueza cHumildadet,
lend. ja mei.de ' regamento engajado. Para a earga que Ihe falta e
passageiros que g-izaram all de excellentes com-
modos, tra Barros i t, do largo do Corpo Sanio n. v oo com
i. capitn Carlos Ferreira Soares.
Para o Araeaty segn com muila brevidade o
hiate Soorufcn ; para carga e passageiros trat^.-
se com Jos Sa Leito Jnior, ra da Madre de
Dos.
AVISOS MARTIMOS
-L-Ull
COMPAHHIA 3RASILEIRA
DR
PAQUETE A VAPOR
E' e-perado dos port-is do norte
al o da 28 de oovembro o vapor
Guar, rommaDdaole o pnmeiro
lente Pedro Hyppollto Doarle,
o qual depi-is da demora do eos-
para os portos do sol.
Rect-bem-se desde ja passageiros o engaja se a
carga que o vapor poder cooduzir a qual devera'
ser embarcada no da de sua ebegada, encommen-
d;-.s e dinhelro a frete al o da da sahida as 2
horas. Pruvine-se aos Srs. passageiros qoe suas
oassagPDs s se recebem nesta agencia roa da
Croz n. 57.
WiMIll miUHCUi
DE
faveg^eo c,osieiP>i por vapor.
Parahiba, Natal, Maco, M issor, Aracaly,
Ceara9 e Acarac.
Segu oo da 30 do
cerrente as 5 horas da
tarde o vapor Pirapama,
corTirErindi-nt'- Torres. Re-
cebe carga al o dia 29
as 2 horas; > ncommen-
das, oinheiro a fre e e
Pi-Keu..s un: o t miras do di da sabida : es-
cripionn no Foriedo Mai<>< n. I
SOMPNHIAPERNA(VIBUCANA
DB
Vatwgngo cn.ttaira por vapor
Macei e estalas, Petiedo e Aracaj.
Segu no aia 3u do corrent-1 as'
8 oras da tarde o vapor Potengt, |
coramandant-a Pe'>ira. Recebe
carga at o da 29 as 2 horas,!
encoromenla?, dioheiro a freie e 1
passageir al as 2 horas do da da sahida : es-
criptorio do Forte do Matos n 1.
COMPANIIlA PriRN^MBlJCANA
DE
]\avegaco coalira poi* vapor.
Rio Form so.
Segu uo da 21 do corren!.-- as
SOCIET GENRALE
DE
Transporto mar times a vapeur
PAQUEBOTS FRANCAIS
At o dia 24 du corrent. esp-ra se dos partos
do sol o vapor fraucez Picaid, cummandaut;
Raioulo, o oual depcis da demora do cosame se-
guir par fraoo-va p.->r S. Vicente, SauU Cruz de
Tenerife, Gibf.iur e Marselba.
Para c.mdieS-s, fretes e passagens trta-se na
agencia ra da Cr'jz n. 5o.
l'it
Segu com brevidade opiladlo nacional Foari-
te, por ter grande parte da carga engajada, para
a que anda pode adoiitiir irata-se iom o respee-
tivo coasigoatarii Antonio de Almella Gomes, a
roa da t>nz n. 23, andar.
j'i a Babia
Hite Dons Irmoi: a traur com Tasso Irmac,
00 Sr. Quintil no trapiche do aigodao.
o Grande do 8ul
SngU" com muita brevidade barca nacional
7Vr#za /. para o sobredito pori", por ter parte do
seu carregameoto prompto ; tra!a-se com Bailar &
Onveira, ra do Vigario o 10.
Para o Ceara
O palbabole Garibaldi: a tratar com Tasso Ir-
mio.
'Ri(
LISIIU
Achand -se cora a naijr parte dT en carregi-
mei.t i promi 11 o liiat-> p.irt02UJz Pensamento se-
guir'em peuci-s das para c r-lando porto:
quem pn-t-nd^r encharcar n re to duija-se a ru^
OO'Viga rio n. 10, a Ba'tar Ou veira.
Rio Graude do Sal
S-'gae ^m poneos das a barca naclnnal T/i id /, por ter a maior parle de sen carregamento
prompto, para o resto Irata-se com Baitar & Ol
veira roa do Vigario n. 10.
LEILOES.
l;il%o i
DE
Urna roela agoa na roa de Saora Rui d. 9C, ccu:
porta e janella, nma sala nm qoarto o cosinha.
Doip. ditas sitas em terreoiforeiro na na da Praia
d> casa de detenjio, reniem I00 por mez, as
quaes lem orna =ala, nm quarto e cosinha.
HIME
Pelo agente Minios a ra do Imperador o. !6,
as II horas do da.
Ne-ta mesma occasiao ser vendido om escravo
de 17 annos, perito cesinh:lro e alegado de urna
peroa.
LEILAO
DE
Hoje 2t de Dovetubro.
A. C. da Aoreu cootiunara' o seo 'e'lao-de fa-
zendas inglezas e francezas, por intervenco do
fi roras da manhaa o vapor Ma agente Pestaa, b j- 21 de novemhr as u horas
manguape, cunmandante Costa.
IU-; r i e carga al o da i), en-
cnmmendas^ diulieiro a freie o
passagiros ai o da Sa sabida: escriptorio no
Forle do Matos d. 1.
da manba em sea armazem ra da Cadei.
Ra
Santa Casa di Misericordia
do Kecifa
Pela secretaria da Santa C< a da Misericordia
do Recife sao convidados os senhore.. proprtetarios
dos predios abano dealarados, cojos terrenos per
teoceram ouir'ora ao Sr. Krauelseo Los p-9s Bar-
reto e soa mulor e por I doadoj t Saota Casa, da ebegada dos mesmos vapores.
Reparllvo da obra pucllcas.
De ordem do Sr. engenh--iro, chefe inienoo da
reparticio das obr.is publicas se faz publico qoe,
uso leudo coDcorndc oppositor algum aos logares
vagos de coodoctor desta reparticao, e leudo sido
juigado inhabilitados os qne concorreram aos lu-
gares de praticaotes, no da 9 de dezembro proxi-
ra i vindoaro lera' Ingar novo concurso para pre-
eochimento das referidas vigas de conductores e
praiicanies.
0- coneorrentes eran argidos as materias de
qan tratara os J l* e 2* do art. 10 do r e 31 dejulbode I86, e que vo abano decla-
radas.
Oa requerimentos para inscripcao dos candidatos
deverao ser apresentados at o da 7 de dezembro,
< podero ser instruido? com qoaesqoer documen-
tos on ttulos seientificos qne abonein a eapacidade
dos mismos candidatos.
Secretaria das obras publicas 7 de onlobro de
1867.
O secretario
Feelano Rodrigues da Silva.
Materias do concorso para conductores e prati-
eanies da reparucao das obras publicas.
Para conductores.
Matheroatics elementares, algebra al eaoacdes
do 4 Krio, ihigonoroetr a. elementos de geometra
aoalujica e deseripl va, d'asin nnmia, d'architeciu-
ra e de resistencia da materiaes, eonbecimenio
perfeito dos Instromentos graphlcos e dos trabalbos
ae nitellameoto e planta, desenbo lineare de aaoa-
della.
Para praticaotes.
Lmgoa naeonal e franeez, arilhmetiea, geome-
tra, as doas e tres dimeuse-, algebra al equa-
coes do i* grao, desenbo linear e do aanareia.
Secretaria das obras publicas 7 de outubro de
1867.
O secretarlo
Felieian" Rodrigues da Silva.
D CORRErGERAL"
Pela admioisiraeio do corr..io desia cidade se
faz pahlico a iioeiu intere-sar po-sa que nao se
dem rando os vapores da compaobia Meo ageira
Imperial oeste porio em seo regresso du Rio de
Janeiro, o lempo preci-o para se faser a expedicao
das malas cora dlrecco a Europa, dando assim
lugar a qae deiasm de ser devidamente proces-
sadas, tem resol'ido que d'ora em oante as malas
se fe.'bem as 6 horas da tarde do da anterior ao
OK.I AiViglItO
O patacho Lealdude proteode sahir para o Rio
de Janeiro com aquella brevidade que ihe for pos-
sivel. segundo a concurre cia da carga que hou
ve" : quem oeile quize- ca rpgar, pode dirigir-se
aos consignatarios Marques, Barros & C, no largc
do Corno Santn 6, ou ao respectivo capitao An-
tonio Joaquim Pinza.
Pe oO mei l'raiir-.f/a novn.
Sexta fe ira 22 do crrente.
O agente Pe.-Unj f^ra' leilio por coola e risco
de qoemi,perleucerd8 50 meios Darris com man
leiga Iraoceza, oo da cima as 11 horas da ma
oha no armazem do Anuos.
COMPANUA pemmbicaha
DE
NiVEC.flOCOSTHR
. POR VAPOR.
Parahyba
Corurvpe
lpfijuca Jagttaribe
Pirapama Giqui
Potengi Mamar/guape Mondai-
Os seguintes vapores oa ouirosjsah r3o dnsle porto para os do norie e sul com
as escalas do com ume, recebando carga, encumme-n tas e dmbeiro a frete, assim como
passageiros de p itneira e terceira ciaste, para os quaes teem os melbores lommodos e
excelleote tratamento, nos das ahaixo desi^nadns.
Portos do norte e
escala at o Aca-
rac ....
dem ....
Portos do sul e es-
calas a, Araca-
JQ- .
Portos do sol at o
Penedo. .
Rio Formoso.
Gnianna .
Fernaodo
Dba. .
a
de Noro-
VAPuRSS.
tpojuca
Pirapama
Pvtengi
Potengi
Maman
guape
Parahyba
Parahyba i04
TONS.
60fi
600
400
140
ciim\N-
nAKTt
Martius
Trres
400 Pereira
Pereira
Gwta
MeUo
Mello
DI.VS
DK SABIDA.
^exta- eir K 5 de novembro e sabbaio 14
de dezembro.
Sat had.i 30 de oovembro e segunda-feirs
30 de dezembro.
Sexta-feira 15 de novembro e sabbado
1. di- dezembro.
Sa'-bado 3o de novembro o segunda 30
de de/embro.
II, II, IH, 21 e 26; e volts a J,
) 8,13, 18. 23 e28 de cada mez.
iTudos os domingos; e volta Ss quinfa
f feiras, de 1 de dezembro em duate
Terr;a-fein li de oovembro.
%
/
/


Marte 4e
veo QiaU letra ti ic ^reoibro ele 1867.

Be .4ri(j esteras ie car. anba.
Sexia-feira 2 do correte.
0 at)oie ft* f'r*' *"*to P"r conu s risco
de qoem pertencer de 1160 esleirs de palha de
catataba do Aracaty marca BT, as quaes serio
veBd'ds pelo maior pre? i no da cima DMoeio-
oada oo armaiem do Aoaes deroate di allende -
ga, as II boras da manha.
De 28 i|2 du/ias de chales de mas-
seiiea de la avariai s.
Sabbado 23 de novembro.
O agente P>ato fara' leflao por aotorisacio do
tilo. Sr. eoo>ot do Franca, era preseo? de om
sea delegado e por coma e risco de qoem perten-
cer de ama calxa marca M&C n 386aV conteni
28 1|S donas de chiles de mu Moa da a boroo de navh fraocci TALMA, vimo do
Havre, sabbado as JO horas era ponto .no escri-
torio do referido agente ra i da Cruz ;o. 38.
5
AVISOS DIVERSOS.
lus'ilnie rckeolegico e Geogrnphic*
Peruan bacn.
llavera' se*sio ordinaria quiota-feira, 21 do cor-
rete novembro, pelas 11 horas da machia.
ORDEM DO DA.
Importante relatono da commissio de trabalhos
histricos e geograpbieos, addiado da sesso ao-
tecedente ,
Pareceres e mais trabalhos de diversas com-
ototeW
Secretaria do Instituto, 18 de novembro de 1867
J. Soares d'Atevedo,
Secretario perpetuo.
Club Fernambucnno.
O bale doainiversario de insldlaco tera;
lugar do dia i de dezembro prximo fu-
turo
Racife 20 de novembro de 4867.
P, J. Layne.
Emprczario.
Precisa se alagar un. escravo ou escrava de
.Jajo maur ou ura moleque de 10 a 14 aoms,
para servido Interno de casa: a tratar oa roa do
Livramento n. 20, __________
Aloea-se. Bt eslco de GamelHr.', orn
padarla recntenteme montada, com forno novo,
op'ima casa do morada, oulra oara negocio ; co-
eheira, e proporcSs? para outros eaabelecioKn
tos: a ir 11 ir ii i roa Nova n. 46.
Amfa se ama caa terea ms Cmcu-Fontas,
modos, quintal, cacimba e porfo pira o hco : a
rutar na roa do Queimaio n. 69. _________
Ahuese
A ESMERALDA
Hua da Imperatriz
A' moda I i moda I qa- lempo,
Da testa o geni n s dn :
Ide ver censa.- mu bellas
Na roa da imperatriz.
Ide, e ao passardes is portas '
Ao numero cinco altendel;
E' all que a.-s Iste o genio,
E' all que o gusto le.
Tem lavas de varias cores,
Do adunado Jjovim ;
Tem ricos cintos e O res,
Pitas lindas e setim ;
Enfeites de vario* gostos,
Cbapelioas e tourados,
Tem vestidos muito simples,
E timbera os tem bordados;
Tranca?, ligas, biers, franjas,
Pote, leqoes e cordoes,
Gize de seda, bom crpe,
Bloods rices e baioes ;
Tem aderecos de flores,
ntremelos e babados,
Pelerinas e manguitos,
Costumes p'ra baptisados.
All, nada falta i a oda,
T raiudetas encerr- ;
De Pars ao centro ide,
Fregoeies da mioba trra.
Ide ver couas raai bellas,
Da festa o genio nos dit ;
Ao numero cinco attendei,
Na ra da Imperatriz.
____^__________________Esmeralda.
Attenco.
No da 19 de novo)bro correata desappareceu
Oesta praga do Recife o m-nino de nome Jos, par-
do, de cabellos carapmhoc sollos, de idade de 10
a 12 annos, levando vestido camisa de chita asa-
da, caifa de alirodao azul e chapeo de paiba de
caroaba e la montado : m uro cavado russo, con-
duzodo tnub ou iIjus piras de saceos vatios com
a marcaSantos Meodeslitj meoino fliho de
Reinaldo Jos da H ira. morador ni engenno San
los Mendes freguezia da Trauuohem e era a prl-
ineira vez qj viniu ao Recale : pedo se a i|u-ni
o encontrar que por carriade o conluta ao refe-
rido eoge-jh) Santos Mentes ou ne-ta pra?s ao
escripterio de Oliveira, Futios & C, largo do Cor-
po S alo o. i'.i.
ARMAZEM
DO
Ama.
Preci.-a-se de urna ama j.ara cosinbar, lavar e
eDk'cmm. r para ama pessoa : aa raa da Craz n.
lima casa tarrea a' roa de Hor.as n. 73, e a 1 ja
do sobrado a' ra d> Gal eireiro o. II : quem as
pretender pl dirigirse a' ra do Imperador, .
escnplorlo d. 7o, oa a' mesma ra, sobrado n. 38,. gg^ primero audar, nc Beelle.
Fedegoso de Pernambuco
A planta, conhecida entre nos sob a de-
nominacao d fedegoso, e no Rio de Janeiro
e pro incias do sul deste imperio pela de
arista de gallo, o tiarahum utilissimum
ou tiaridium ehnqa'.um >le Scbum, e o he-
Itotropium enrabsadium de Mari., perleoce
familia das boragineas.
O fedegoso considerado, na therapeuti-
ca pernimbucana, como urna das plantas
mais recommemlaveis por suas virtudes cu-
rativas, e applicado interna e externamen-
te, como calmante do systema nervoso. Da
paralysia, asihma, tosse convulsa ou enque-
lucbe, tosses recente.- e amigas, sufTucages,
catarrhos pulmonares, etc., e em geral con-
tra todos os siilfrimentos das vas respirato-
rias ; sendo mu exceHeite unitivo para
aquel es que pidecem de pbtisica pulmonar.
t-fQ lUlvat/in t.' iliii v It^inuu uu ucpooHju
6 iocoBtestavel, e ninguem ha que a desco-
nheca.
N3o ignorando nos o que acabamos de di-
sas. m" Wciode zer, e esforgando-nos por ser til humanida-
Gi.-.co Pontag, deummodi prejuitcial aos remet-: de soffredora, preparamos o queabaixo indi-
I genero, resjiveo a administracaj que I camos, pondo a disposicao (los distinCtOS me-
enhor de egenno ca remetiente de assocar dico e ()us doenles Je)ta c das PUl,as pr0.
Convi-la-se aos prenles aroigo em geral do
failecido tfloente Braz Marhado Piraeolel para as-
-stiri-m, no da 23 do Correte, 3U" do sea
i,..ssin.ento, na Igreja da S. Seha \ ao da cidade
de Omla, Dlas 10 horas di manha em potito,
ao funeral que se Iba metida fazer pelo rep>uso
,.ierno di> ua alma.
ESTRADA DE FERRO
DO
Keeife ao Sao francisco,
AVISO
pisa manl-r aratis e em separado ama pequea
amo tn na i eicedendo o pe-o de 50) grammas
; uTa linra) a qu 1 sera entregue em dita
-:U uajsea correspondente, logo que forext-i
torio dasoperlntendeneia villa do Cabo,]
18 de novemb/o de 1867.
G. O. M.nn,
Sup-rint ndente_____
Offerec i-se una MoOora para ama de leilv' :
ao pateo i* S. Pedro n. 20. __________
- Aiaga-se un i aiija para u servico lulnroo de
a tratar oa roa de S. G-a-
vincias deste
que sao:
imperio nossas preparacoes.
caca d- duas p
ra:) n. 25.
Predii-se do oma cosinneira livra oa e.-cra
va : ni roa Apollo ti. 2H, annaz-'m._________
Precisa-se romprar ura jog i de pedras d
oiarm para gamfeo : oa ra do Imoerador n. 45,
tef eiro andar, ou annoocie.
7. (arn o K 1'iiphu D-lgido j Hjr a e seus ir
Daos coovidam a seas amigos e aos do Qoado sen
eunb.ijj Jijijuti Policarpc de Mam-da para as-
-i-'.ir .o :nir-a dj setim.' da Pulo repouso do
mesmo finado, no dia sesta-feira 22 de novembro
na isr'fn d-1 i. Praaeleea, pelas 7 h^ras do da.
C?^fSS^8SBMaiBBaBBaBBMaBt
G.-atiflca-se bein
a i\ tem capturar o mulaio escrao de nome Na-
poloi ', o* signaes seuintes : idade 25 ono-,
US ca a luios, estatura regular, DoOC bar-
ba, denles perfettoS o alvos, falla groasa, levoo
bastanterjupa e bem r.oahecido ne^i capital
onde rafeaibo muito tempo coro carrosas, des-
confias qoe el a segu para o s^'tao om compa-
uhi i de ivn njgro da Costa : pes*oa que o cap-
turar ou .!.Heder noticia a ra da Cadea do Re-
cite n. 30, que sera' bem gratificado.
Progrmala da fe4a de Sau-
ta Gicilia do convento de
Nossa Seuhora do QamQ
No da 21, ao meio di?, diversas giraodolas de
fog -ibirai ao ar, tazando anoooci^r ser a ves-
pera da \irgem marty Sauta Gieilla ; tocando nesta
occasio as bandas de music artilbiria e do 2* de Infantina, e.-ta sub a direc
o d i Sr. J. o Perreira de Memlooga, e aquella do
r. Mit' r reir da Silva Sese-J-liu.
A< sete horas principiara' as vesperas.
As 5 horas do da 21 urna sakra de vinte e nm
tiros, aunaaefara' ser ebegado o da de oossa ex-
celsa ) :d o-ira ; as II huras do mesan dia princi-
piara' a fesla, seodo cntala uea onraeira vez a
missa da oraoosi^ao do mae>tri PerrelU.
Sao orador s do Evaogeino c pjdre-raestre pre-.
cador da capolia imperial, Lino do Hunte Carmello
tuna e no Te-Deum o Rvd.__.8r. Aotonio de Alba-
qaerqae Mello.
A banda de msica do 4* batalbo de infantaria
sob a direceo do Sr. Antonio Francisco da Gnaga,
tocara' em t-jd > os actos da fusta, aS 4 horas da
tarde a banda do i* bataihao de iofanUrta, sob a
direcgSo do Sr. Ttieotooio Jos de Soaza, a a do 9
baialo) da raesraa arma, locaiii no adro do con-
vento as memores pecas de seas repertorio?; bave-
ra' diversos b.les ladara" o acto, queimaodo-se
no bello f O secretario
Joao Maooei Perreira.
vapor mmu
BA NOVA V, 7.
Acaba de ebegar de Faiis este estabele-
4noa Birita43
Checa, gente fff
ujriegoios inglez^s para numero a Si.
I Ditos fr-ncejes :dem a 5#.
Borzegoins para senbora, enfeitados, a 44.
Dus t.ara menina, dem a 3*.
itos amt-ricanos a 3*500.
Chinelas do Porto i600.
i ^Wns-traoca para senbora a 1J80.
I Ditos aveludados, idem, a 1*280.
*proveitem emqaaBto tempo.
sSftOUJMfy
ciouar.
Alng Cimento um grande e es.Mlbido sortimento O elro andar do sobrado da ra da Amarina,
de calcado dos melhores fabricantes daquel- ',il;.cr'm ar*ort *oio e commodos para familia:
la grande praca. assim como grande vari- '"'" armazem do mesmo.
dade de q'uinquilbaria e de novos brinquedos. \q [>I'r/ i U(l iCld< *
para chancas, cujos artigos se acham expos> | o prj0dicado. ni pr*. ..cade, d-c Ir qaai fo
tos a escolna e vontade dos compradores,, o sen an-jateo. para provar que tem razio, do
Como sejam algUUS que passamos a men- '"'rario sera* tido e havido como quB Que-
na especializar se 1 forte mana I Quer ser gran
de T impossivel, pr.rqoe de rae, pequea: mas
coro tudo, ainda ple ter uro nome celebre na
historia......,jos parvjs | *, terra grande,
perero oos nos conbecemos.
_____________________ O Rl-beirio._
Para seu interesse
*Un se Prt,ris* '"' c > '' u ^" l*'|v* qoe suppde-ss morar
em Marracao, e coro o Sr. Jos Louren^o de Me
duros Muoii qaemora no* arrabaldes de Santo
Antao : oa praca do Gorpo Santo n. 17, pruneiro
andar.


Ultima moda

S
J%. JURUBEBi
eui ex^t'-act alcmoiico, etnplas-
t o. le tintar, punas, xa-
r"pe e vlano.
A JURUBEBA urna das substancias me-
dicnm ntosasquH perteHcem ao reino vegeta!
e en ira m na ciasse dos tnicos e desubstru-
entes, sendo empregada cotn vanta-iem con-
tra asfebres intermitentes ac impanha.ias de
engorgitamento de ligad ie bco.
Ella teto sidn auln'.ida c ira incont-stavel
proveito contra a anemia ou cblorose, hy-
drope ia catarrho da bexiga, e mesmo parn
excitar a menstruaej i dillictl, resultante da
mesma anemia ou chlose.
0 ABSOB VE.ETAL
Es muio suuorior aos xaropes de CUISI-
NIER, e deLARRDY. De faciidigesto, a-
uradavel ao paladar e ao olpliato, elle cur
radicalmente, s ra m-rcurio, toJis as affec-
crfs da pille, impigens, alpo-cas tumores,
ulceras, sarnas degenera las, escrfulas, es-
corbuto. E' sobre tuilo poderoso as moles-
tias rebeldes ao mercurio e ao ioduroto de
potassiu.
XAROPK DE SALSA P ARRILIlA DO PARA,
00
DKPCRITIVO DO S.lfGIJR
USADOS NaS molestias de pelle, impigens,
DORES RHECMTICAS EULCERAS VENREAS
P1LIJLAH A\TI PEKIODICAS
Coiiir, asfebrrs niiTiniienie.s, na srtoe
O MULUN'iU' tem aeco di recta sobre os
ceiros nerv isos, e por isto faz dormir sem|
determinar alliien-ia de sangue ao cerebro
como o opio e substancias simples que delle
se extrahem. pelo que o sorano tranquillo
e reparador, alma a tosse as broucuites,
e modera os accessos de asthma e de tosse
convulsa.
TODOS ESTES MEDICAMENTOS SAO PREPARADOS
POR
Joaquim d' Imeida Pmto.
phahmaceti :o em hervamocU..!
Ra larga do Resali N. toj .
Ju lo ao qaartelJe p li
-
Mk
Trecisase alagar ana ama forra oa escrava,
preferinJo se esta oltima, para o strvien de orna
casa de pouca familia, pau-se b&n : na ra Xj-
vaa.ll. *- w ^do1 Trapiche i.3V
Ricos cbapeoMnhos de eosto para senhoras fri-
tos ao eaprlrho de ama grande modista de Pars.
Botlnaa para senhoras.
De setim branco, dnraqae dito, pretas e de ontras
differenies cores eofeit das a rigorosa moda.
Botlnaa para me a loa*
de duraque branco, prelas e de nutras cores enei-
tadas a rigorosa moda.
IIrlucos de onro
de le ao gosto e uliima moda dos Campos Elisios
e boulevards de Pars, tanto para senhoras como
para meninas.
Lavas de pellica
do bem coohecido fabricante Jouvtn sempre pre-
miado em todas as ex posteos uoiversaes.
I.pqiifs
Um escolbido sortimentii de leqaes de diversos
gostos e qaaltdades.
Espelhos
de differeotes lamaobo com molduras lavradas 6
lizas e pequeaos toacadores.
Botinas p .ra I ora era
Grande si.rnmento ero qnalidades e modelos.
Botinas para meninos
de muita qualidade e bero sortidas.
Manatos de tapete
e de tranca de Lisboa, para hornero, senhora e me-
ninos.
Pernelras.
e meis perneiras oara montara.
Botas rus>slanas
da melbor qnalidade que aqu tem vindo.
Ilint ,j para montana, nov-is e boottos padroes.
Chicotes
de baleia e cabo de martina e de ontras qaali-
dades.
Lavas de Oo da Eseossia
brancas e de outras cores, noves DMHleUes e muito
Boas.
Lonetas
de a^p, tartaruga e bufa lo.
Ocnios
de ac, tartaruga e de prata doarada.
(iravalas
pretas e de core?, tanto para homens como para
senhoras.
Bengalas
de canoa verdadeia-Ci-tu cabos rie marGro primo-
rosamente trabainadas e de outras ciolas qasli-
dades.
Helas floas
de fio da Escossia para hmeos.
ra-liciiilos prsenles
Noves ob ertos de phaatazta e .en frasquinhos de
extractos e-peciaes.
,\inlias 'ecislui'.'
oecessanas c ticamente (uaruecidas e com mu
sicas.
ItoiiqiilH
ne flores de porcelana, cousa nova e muito inte-
ressaaie, com liados jarrus de novos gostos para
cima de mesas e santuarios.
Carteirinlias para diuheiiu
muito bonitas de velludo e de outras dlHe;eotcs
qualidades.
Oangiltii pji nonlfjfflS
ne lodos ns lmannos e !o;n sorlimeiiio.
TiIteres para manga
de muito boa quali.tsde, finos o de bellos mo-
dellos.
CeKtlnbas
para meninas d e>P'la.
Oleadas pura mesa
bom sortimenlo em largoras) novo? padrifes e do
melbor qualtdade.
Abat-jour
traosparcDtes jara caodieiros c par.i lacl/rnas de
plano.
Velas guz
nova invenco de velas a gii para lantemas e can-
dblabros.
lloldur.-is deoradas
de diversa: largaras pira quadros.
Balaatpas
de fijaras, paisagins.'eidades e de santos.
Qiiidrus
dourados de vares tamanhos.
Bolsas de viagera
saceos e matas de tamanho- sortidus.
Esteri< scopes
com,'indas photogiaphias traasparentes das mais
Boas e muito int- re>s t'os-- orama*
grandes e peqn. nos cura SO vistas, ou malor por-
go escolhiJas a v^nlide.
Lanterna* migicas
coro bonitas e divertidas viias de tiguras e phan-
tasmagorias coloridas.
Healeijos
pequeos d i quatrq a seis pecas tanto com velos
como de dar corda.
Aecordnns
e concertinas, o que ba de meihor neste {enero.
tu proeses
fijaras para orn r presepes, castaas, animaes,
pastores e outros mu nos i.t'iertus.
CAHRltNHOS PARA GkI\N(?S
carriDbos de quatro rodaj e cabriolis pata oondn-
zircriaa;as.
CAMAS PARA BONECAS
camas e berros com eorttaadts muito bem prepa-
radas.
Booecas
grande sorho^utode bellas booecas para meninas
o qoe se ule dpsejar du luelhor neste artigo.
N5o sendo possivel men ionar-se aqui to-
das as cualidades do calcado nem tolos os
artigos de quinquilbarias e muito menos da
grande vai ie la le de novos brinquedos, pe-
de-^e ao publico um passeio a esie estabele-
ctmeuto, certo de que encontrarlo bastante
paciencia para bem escollierem o que dese-
jirem comprar e prego* tiara es em virtude
de baver em toos estes artigos grande
quanlidade oo armazem do Vapor Francez,
ra Nova n. 7.

Criada,
Na roa de S. Francisco a. 74, preeisa-se de
ama criada engommadeira, preferindo-se porta-
gueza ou e-crava.
Precisa se de om calxalro de 14~a 16 anuos
de Idade. com pratica de taberna : a tratar na
ra* ds Crnzes o. I. qae seia sal.
mmmmm
AtteuQao
Pogio hontem de-noite (11 heras para f3
W rnea mil-) a escrav mulata de nome R
*55 Is-bel, di; idride 30 anuos pocco mais ^
I ou rueos, estatura balxa, cabello aanel- W*
^ lado, tet peq-J-m, narifxiad.', denla- Wf
*gj dura perffHa denles peqneuos. rnoito ^S
@ Udica, capaz de Hiudir a boa l d. Sgj soas que nao a conhecerem para conven- ^
H ,-e las do que f #rra. Esta escrava qoe S
SS '"' C'imprada em maio do corrente atiri gg{
t>a| ao porlocaei Jo- Pedro morador no pa-
Sleo dd H ispieo. e que fugio de casa de 5
sea attuil senhor, o iTi/pnet-rio do en Sjat
g'nn^ Penedo om S. Liurengo da Malta, jg
capillo Francisco Joaquim da Rocha g?
| Falcan, ha indicios de que segaio para o %9
fitt llern'., porgue foi vi>ta as i horas da ma- gfi
S ?hi* 0e nH a Passagem da M-.gdalena, ^
| i'ortabt-j provavel que esteja e la nesia ^
w ridadrt. Pede-te aos Srs. capites de |
^ eainp-., as autoridades policiaes o a qoal- **
S* quer eessua que aprehender dita escrava, SI
^f mnndar lvala a seu seolur no referido OS.
^ engneiio ou a ra d> Figarfo o. 24, es-
rripiorio, cuj'i ourudor sera' bero ern- M
j fic.dii It.cife Hi .le noverotiro de 1867. M
Prccisa-B ce ama ama furra ou escrava par-
oezmhar o faz-r o mais serin-> ta casa de pouca
familia : na roa eMmta do R.'.sano u i a.
mmmm mmmmm
0 li". GiJllllrrill 1 l\l-gl.l, UlelJICU, O.. f^
consultas todo? os das das 8 borS as 10 ^
da manbaae das 3 as8 da ta'de na ana }j$t
residencia ra No.-a n. 15, especialidado ^g.
nn.iipsiia dns n'h >e.
~mmisa $^ft,m'M!ffl Ssummm
mi
Quein precisar
Do ura rapaz para irat .r dos servicoa externos
de algums casa de negonr, como sejam Oubfao-
ca?,tanto na praca, cmno fra d'lla, e despachos,
como taatoem para vender assuc-.r, o qnaf da mai.
to hoa (|ii;i ile sja etfddocta, deixe raria f-chada
nesta lypographia coro as iniciaes R S. A.
A direcci i dos devotos de N. S. do Bom Sue*
CeSSO dOS NaVPKnieS, ererln o luruja d.. Pillar.
..... fN>.- ^* >ii i i ** ^ir-din nl fr...l. ,. p, lo-
dos os senbores devotos pela coadjuvaco em seu
oDolo para i fost da me-ma Senh r, no da 17 do
correte me, igualmente aos sribores que t-nham
de cunroireniB, podero entregar ^pu.s nbolos a
procnradorAs, bem assim scienuQear que a entre-
ga da bandira a F.xn," juna ele;'/. p:ira o aon de
ISCSripra' layar no da que esa direcco delifie-
jar.t'iiji prograpaota ra" publicado.
D. SitjhonohaGamana ilu Espite-Santo, ten-
do aberto un s> a sitio do Arraial mas para ttta-
Ibar a contade dos cnmpradorrs, faz ver a todos
que as ru-s l;-m sesseota palmas c.>mo marca a
camra e yo t-m de fuios 3 ttt palmas, ciim
diversos aivoredos de frucio, bi.a trra e a 15'0U
o palmo. Assim como tem tan.be'i: b-os t>n nos
no mesmo Arraial, a 150 0 o palmo, am div rs<
arvores de fructo o todas carrejadas, e com tiOO
palmes pouco menos do fundo, iij litara' pro-
prielano epem n" gu Zer.__________________
PreelM-se da nm nomem livre ou scravo>
p*ra irabilhar rrn serviQ ; iro; ua tinturan
franceza ra da Imperatriz n. .
t
Qoem precisar de urna ama escrava e fie!, de
idade, para t-tuvinmar e l >ra.ir canta de urna c sa
de pouca familia, diriga-se a' ra do Livramento
0^30._________________________________
Alu(a- >e o i" e o 3 andar da rasa u. 3(5, ra
da Madre de Deus
n. 61* undar.
a tratar na ru do Livran.ooto
Ama de leite.
Precisa-se de urna ama de leite: na ra
do Imperador n. 45, segundo andar.
Coiifraria de S. teaedicto
O abaixo assignado presidente S. Beaediet'i do capitulo da ig'"ja concento de
Santo Aatooiodesta eidada do Recite provincia de
Pernambu"', convida pelo presente a tod^s os ca-
rjssiaws irniaos qae |aig*rp,ne s com direilo a
votar e ser votado a reanirem se em nosso cap
talo no da domiogo 24 do corrate pelas 11 horas
da maohaa aflm de procedermos a nova eleico da
mesa qae tem de governar a mesma contraria no
aano de 1808.
Capitulo 21 de7 novembro de 1867.
_______________________Loia Braga.
, Aloga se o 3* andar do sobrado o. 8 ra
da Imperauiz i a tratar com J. I. de M. Reg, roa
Prerisa-se uuia ama para o ser vico de
orna casa de f*m ha : ua ra de Borlas ir 104,
Si-brado.___________
Atlencao
Vicente Perreira da Poiciuncnla co.-diaimn
te agnadoee a lodos os se s amigos que se digna-
ran) assistir as nissas que no da 19 do crreme
mandno ei-lebrar or alma do padrinhu de sua mn
ler Manoei Jos Goocalv., cora esoeeialidade ao
Sr. Justino Ma tyr Correa de Mello, que por mais
de orna vez qoiz dar verdadeira prova Co sua sin-
cera anisado e oedicaco.

Comidas pira fosa
Na ra estrenado rtorio u; 27, segundo an-
dar, aprompta-se comida mandando-ss levar-ou
para quem a quizar mi'j-lar bu-car por seu por-
tador, por prego oaais buxo 'I > qae em qualquer
outra parte, e ao go^to da eacommeoda quer ua-
conal qaer estrangeiru; tamh6m se faz eo'es de
tudas as qualidad-'S e aorotipt >m se b>n b noli js para oa, bades, casamentos etc. Na
mesma na-a precisa se alugar urna ou duas e-
cravasqoe eauoda de tod > sorvijo de casa, com-
prar i tambera ven-ler na ra.

V^\^
PARA ZO INTERNO
PREPARADOS SIMPLES,
Xarope de jurubeba garrafa..... ... (ooo
Vinbode > l6eo
Ptlulas de vidro......... I(56oo
Tintura de 64o
Extracto hydralcooiico de jurubebag li#5o(>
PREPARADOS COMPOSTOS.
Vinho de jurubeba ferruginoso garrafa. 25ooo
Xarope > i Pilulas vidre... 20oo.
Oleo de jurubeba vidros___ 64o
Pomada de pote...... 6lo
Emplastro libra..... 2#5oo
PARA ZO EXTERNO
A JURUBEB.
Esta planta| hoje reconbecida como o mais poderoso tnico, como nm tico
lente desobstruente, e como tal appltcadi nos engo gitamentos do ligado e baeo, m-
'epalites propriamente ditas, ou ainda complicadas com anazarchas, as inflammaces
>ubsquentes as febres intermitentes ou durezas, nos abeessos internos, nos tumores es-
pecialmente do tero e abdomen, nos tumores jlanduiosos, na auazarcha, as bydrope-
cias, erysipellas ; e associada a? preparag5es ferruginosas, anda de grande vantagem
tas anemias, cbloroses. faltas de menstruae3o, leucormeias, desarranjos atnicos do eato-
mago, debilidade organicas; e pobreza de sangue, etc.
leroso medicamento sobre os deraais at no' ? onlicidos para todos os casos citados,
unto que todos os dias fazem d'elle applicac ,
Apresenlando aos mdicos e ao publico em geral diversos preparados da jnra-
>eba, tiveai"S por Gtn ^cueralisar mais o uso d'estu vegetal, fazendo desaoparecer a
repugnancia que at hoje sentiam os doenles de usar dos preparados empricos d'elle, o
nais das vezes repugnantes a tragarcm-se, e que tintijm ain!a a desva tagem de nao
^er caleolads a dose conveniente a apKi!icar-se, o que torna muitas vezes improficuo nm
medicamento, que podena produztr ptimos resultados.
Osnossos prepados s forarn apa-sentados depois de havermos convenientemente
studado a jurubeba, fazendo as experiencias precisas para bem conbecer as propriedades
medicamentosas d'esta planta em suas ra es, tullas inicias ou bagas, e a dose conveniea-
ea app icaco, tendoalm d'isto procurado levar os nossos proparados ao maior grao de
tperfeico possivcl, pira o que nao poupamos esforcos, nao nos importando o pouco lu-
:ro que possames tirar.
Por tanto os que se dignarem recorrer aos nossos preparados podem ter a certeza
le que elles offerecem a garanta, de que se pode encontrar a prompta e infallivel cura
le qualque dos soffnmentos, que d -isanos innumerados, se forem em tempo applicados
lendoalm d'tss i, medico ou doente a vaoUgem de escolher as nossas variadas prepa-
racoes, aquella que melbor Ibe pode convir, j pela fcilapplicaco, eji pelacompicjco
las molestias, id ide, sexo, ou ainda natureza de c^da individuo.
As nossas preparacoes ferruginosas sao fe.t3s de forma que se tornan completx-
n. alo stiliivvU dos suhj gaj-ma j>..i.iu.s (tromiipaaaiaa o^ voiapaston de ferro qae wes esi3u Luje roooaboodos.
Para aquelles que mais minuciosarn'inte queiram conbecer as propriedades da
urnbeba, e saberem a applicacSo de nossos prep irados, destribuimos gratuitamente
iva nosse Jejositoum folneto, onde tratamos mais extensamente d'esta planta e dos a?''
nos preparados,
DcBOsit geral de todo es preparados
BotSdea e rogarla
34Roa larga do Rozario34
m
- S)
w$\ mm\ ii\ codicio
Para eduea^ do sexo masrniino
Director Manoel AI ves Viaona
Precisa-se do ama ama para casa de pooca fami-
lia para r-oiinhar e ensabo^r : a tratar na praga du
Corpo Santi n. 17, terci-iro andar.
RcsposSa
Sr. Be=tial Ribeirio.T-nha a bmdade de pro-
var em cmo autor das bem merecidas sellas que
Ibe tem dirigido a pessoa jae sua Igoorancia sop-
p5e; ali<( nao obstante o soberaoo despreso qae
a soctedae Ibe coasagra, estimando mais as ragas
peqoeoae, aaas disiinctw e detestando as racas
jirossas de pareptesecs roalvartos, cbama-lo bri a
preseoca da antondade competente, para ju-tiB ;ar
o 9eo atrevlraentn. N5o entro em oiscnsso com
semelbaate bestoeto, porque tena qoe deseer mui-
to ; e o > s per isso como porque asslgoa de cruz
e tem am protector de qoem ea por todos os m -ti-
Pedese ao publico e a qaalqner qae encontrar vos devo Rrat'do e respelto. A decencia, o ras-
uro ^cabrinha de nome Manoel Crrela,, idade de peltoe alt"nc3*sa sociedade, sio consideraSes que
a 7 aaoos Biho de Manoel Crrela, existen- so faUam mais atto do qae om simples agenciador de
mato no lugar do Curato do Boro Jardim. perdido! ganancia; por isso, pile diier o que a soa bes-
hontem da corapanma do pal no lanar 4a Boa-itialoflia HieaeoMar, que de miro nao tara senfto o
vista da coebeira do Sr Beroardino, t qoem. este despreso por resposla
ncotlrar dirija se a casa de Sr. Bernardina dono
da corheira da Boa vita, qoe sera" rerompensado,! ^_._
I Precisase alngar am escrwvo para o servteo
0 eollegio d:i Conceico, mudado oltimamenie para o Dairro de Santo An-
tonio, ra de S. Francisco, casa n. li. contigua esticSo central dos t- ilbos
urbanos dos Apipucos, contina a fnnecionar regularmente, recebendo alum-
nos externos e internos, tanto para as aulas primarias, como para t idos os
preparatorios necessarios ;i trntricula de qualquer faculoade, sendo os seos
respectivos prnmann pessoas moralisadas e de um concito magistralj
'%2 bem firmado ne--ta cidaiie.
\t>> O director deste nov i colegio contiuuando a empregar toda a solcitude no
a^1 desempenho de seu mandato, espera fazer-;e mais digno da confianca com
|g|*' que o vo honrando os seobores pais de fara lia, mfiando-lhe bondosamente
$ff os seus filhos.
:V^ Os estatutos do eollegio, assim como o franco ingresso em todas as seas
'* ^de pendencias, esto sempre a di>posc5o de quem possa interessar.
-?*
m> '-' *' >y*>'&>m
TRATAMENTir-C!iABLE,Di
pars!
aviso aos dolhtes.
0 spposto.
derie-se que o cabria'ha ine.
- Precisare de am caixeiro de H a 1B anaoa- da as da bameai solteiro, a tratar oa roa da Ga
eco iratlea de taberna : na raa ta Aurora o. Slr Ma, aaortatorie a. 40 l* andar.
Hedlvu .-jx-olal. cuMiillacAei. 3. <^a Vlw*
Eis aqu b qi'e te toitoi os pines om (rinda mrnmt tt
rfocnii-. me escrevem :
abN-
nia, ttaai Ga-
bela, fijiani
Mk mh a
atnaaaaa tia-
to, capselaa,
eaafrito, Ht
eifiyi
didu e i.au estou curado? Usei e.aiiwi de um graude numero de injcc(AO
curar em 4 dias, estou anda mais doentes.
UA MAIS O AMNOS
?ue curo Ndicalmente tem recahidas, Corrmcntos. Reiaxacdo 4o cel, Catarrho
erdat entinaos, curando primeira. a cauta virnl<'i'-ta inflammatoria d'easis dorocaa
com algums vidros de meu okpi'rati vo do sisoci para parar essat tSecejeca,
canal e lhe tornar a dar sua regida dou |>ara acabar meu exeellente xarofk ao citbat
iibbo et miuha iiubc^ao. A cura radical, as SBNioaaa para o Ouxoa brsacaa aa
o anillo tratamento. (Vejo-e a noiicio explicativa.)
40.000 DOENTES CURADOS
Verdadeiro trameato depurauvoe aingoe. At haraat m* au mnufrmtm, mrwfti
pmrtoi, vina, ekmaat e affacoet vnertmt, hunores. e tedas atdaeocaa aBeft* aeran
do jungue aae curadas em aouco tempo aor meu xuaors aMUfP* aaiaaanaaa
u>hui maiBRaBa, ailnaat PikDUka ipciiu e mina fammaim awi aaayWiaaa
Veja- Buoeira de tnur-ae. A noticia tac te da grata na deposito de aa
meAtot. Easa eiceUente triuateuto ato eaoteaj aaacaridv sai lunertortdade a aaaj i
nao ha ibm aa caa que poeta coa ea aareteatai unta ttlattacae* da cora.
. lat Par*, eaaiatlaadw da oatar ChSkU wr
INJECHION BRO

:^t*rriis2fti5?M.-
\ende-se na OoUca Fraoceu roa Nova n. t%.
mslva |


Blavio tf e pernaeibiio
^
y
ESPECIAL HOMEOPATHICA
DOUTOR SABINO 0. L PINHO
RA NOVA N. 4S.
Neste importante estabelecimento se acha
ludo o que necessario para a pratica da
ilomeopnlhia.
F Medicamentos em glbulos e em tintaras,
preparados cora a mais escrupulosa exacti-
do por meio de machinas especiaes.
Ca.teiras portatei4, contendo os principaes
medicamentos em lbulos 10#, 203,
30.$, 403, 505 e 603, conforme a quanti-
dade de tubos. *
Caixas de medicamentos em glbulos e
em tinturas e 800, 1000, 4200 e 150,5
rs., segundo o numero dos vidros e de ta-
bes.
( Estas caixas sa"o mni uteis aos mdicos,
senhores de engenhos, chefes de grandes
familias, capites de navios, e em geral
todos que se quizerem dedicar pratica da
homeopathia.)
Cada tubo avulso custa.......15000
Cada vidro de meia onra de tintura. 2$0tX)
Vendem-se glbulos inertes, tubos vasios,
vidros para a preparado das dses, etc. etc.
Escovas elctricas para traiamento das
molestias nervosas, principalmente para as
dores de cabe?a.
Apparelhos de lavar os olhos no trata-
niento d is ophtalmi s.
Apparelhos de injeccao para o tratamen-
to de certas molestias das mulheres.
Cb prelo e verde de excellsntk quali-
dade para uso dos enfermos.
Veude-se igualmente o Thesonro bo-
meopatbfco ou Vade-mecum do
horneo >at ha (obra incontestavelmenle
indispensavel todas as familias, pela clare-
za, com que ensina a empregar a nova me-
dicina), preco 20.$.
(F.m porgos de 50 exemplares faz se o
abate de lo por cento.)
CONSULTORIO HOMEOPATIIICO.
O Dr. Sabino 0. L. Pinho d consultas
lodos os lias uteis desdo 11 horas da ma-
nhSn al s 2 da tarde.
As visitas aos enfermos sao feitas das 2
Posto qnc, na segunda edicto do The-
snuro tooiueopathlco < u Vadem-
cum do honeopattia, pagina 677, se
ache indicado o meio de asar d'esse preser-
vativo, com ludo coovm repiti-lo com al-
guns esclarecimentos mais.
Para urna familia dissolvem-se 20 gl-
bulos em urna garrafa com dous tercos
d'aijua pura, vascoleja-se bem, e d-se
cada pessoa urna coiher^da pela manh, ou-
tra ao meio (lia e outra a noite, durante
tres ou cinco dias consecuvos. Deixam-se
passar ouiros tantos dias sera nada tomar,
findos os quaes, repete-se o remedio da
mesma manetra ; e assim se continuar
em quanto durar a epidemia.
Trocam se
.'.olas do banco do Brasil e das caixas filiaos-
doro descont multo rasoavel, na prag da lnd,
oendencia n. 22.______
i.
o. p a .o
o B B
u 1 O S 3
9 3 91 P
o ?*!
As Pufas Catharticas
D173 AYER.
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Alm do grande sortimento das melhores machinas, americanas para descarrocae
algodao, de 10, 12,14,16, 18, 20, 22, 23, 30, 35, 40 e 50, neste estabelecimento sr
encentra mais o seguinte:
Azeite de espermacete propria para machi-
nas de todas as qualidades.
Vapores de forca de 3 a 4 cavallos.
(\s crearlas ale a idade de 3 annos lo- Jen- avulsaspara machinas.
Mancaos e todos os mai.- pertences para as
mesmas.
maro o remedio as colberintias).
Si a epidemia estiver muito f'-rte, ou, si
na casa houverem bexiguent.s, deve o reme- Carros de mao para aterro.
dio ser tomado todos os dias sera interrup- Cylmdro para padanas
cao, at que a cousa melhore; depois do Debolbadores para milho.
que volte-se a usa-lo do mo lo ensinado. Arados imencanas.
A parrara deve ser nova e muilo bem lava- Meadas de madetras americanas,
da primeiro com agua q'uente c depois com [rrmhos proprios para annazens.
aKoa fria. (No caso de d5o haver garrafa ou Moinhos para refinacoes.
vidro novo, peder servir urna garrafa de vi- Jem para m-lho.
nho ou de agurdente, com tanto que soja Machinas para cortar espira,
muito bem lavada com aguas quentes e Bombas para regar jardins.
fr3S \ Vaquetas para cobertas de carros,
Para urna pessoa basta dissolver 6 glo- Camas do ferro sortidas.
bulos de cacemo em 2oncas d'agua, e d'ahi Bombas de Japy.
tomar as colheradas como j ficam indi- i,dem americanas.
ca(jas# Ferros a vapor pwa engommar.
' Nlpreiisa grande dieta. Abstenharo-se Vassouras americanas,
do cha s do caf fortes, do abuso das beb- aldes americanos para compras.
das espirituosas, das comidas gordurosas ;1Da! (!e madeira. .
emano adubadas Eis aqui apenas o que se Ballaios e cestas de verguiohas.
exige< Guarda comidas.
plumera celinos.
(contra a mordedura de cobras)
Este medicamento go>a de muito Lonsi
crditos contra o veneno das cobras e de ou-
tros animaes venenosos.
O Dr. Sabino nao ura aieda observacao
pessoa! de fado algum que o aiitorise a
Peneiras d'arame para padarias e refinacoes.
Correotes para almanjarras.
Machados e facoes americanos.
Caixas com vidros de todos os tamanhos.
Cannos de chumbo de todas as grossnras.
Folba de cobre dem idem.
dem de lato idem idem.
Folna de Flandres.
Ferro de todas as qualidades.
Aras do ferro.
Latas com gaz.
Trens de porcelana para cosinha.
dem estancados para dita.
Bandeijas Gnas.
I Balaceas americanas.
| dem rovervaes.
]Taixas de cobre.
s Estanho em verguinhas.
I Folhas de ferro de todas as grossuras.
Correntes de ferro sortidas.
Espingardas de todas as qualidades.
Revolvis de iodos os modellos.
Ferramenta para ourives.
I'em para tanoeiros.
dem para ferreiros.
horas em diante ; mas em oso de necessi-1 affirmar sua elficacia; mas sabendo que no
dade as visitas podero ser feitas a quai-
quer hora.
Para que as visitas rossam sar regulares
compre que os d entes oo os seus enfer-
maros nr.ndem d-ir parte do scu estado,
to'tcs os dias ate o recio da as molestias
agudas; e de 5 em 5 ias as molestias da plumera no tralamento das mordeduras
chronicas.
Rio de Janeiro e em S. Paulo elle lido co-
mo muito poderoso, raanduu-o virpara ex-j *|
penmenlar. ; ^
Afumas pessoas do centro d'esta provin-! g
cia e da da Parabyba tem esenpto ao Dr. j
Sabino, dizendo ser. mcontestavel o mrito
as cooras.
Emprega-se a plumera celinos interna e
externamente, da maneira s guinte:
Uso interno Nos casos menos graves
dissolve-&e urna ou 'las g tas de Untura
em duas incas d'agua. e d-se ao mordido
ama colherada de hora em hora.
Nos casos mais graves dissovm-se seis
goitas eu> quatro oncas d'agua pura paia
dar-.e urna colherada de meia em meia hora,
de 15 era 15 mil utos, e at do 5em 5 mi-
nutos (seaundo aforra do veneno inoculado
ou iQtensidade dos symplomas manifestad) s.)
como costuraarn, na accasio de se retiraren! Loo que houver mclhora, se espassaio
lo U'-ci^, impoaivol vacpan.lo.-Uj aticfaa .....i...i^..u o. ;..tUi v.>il<-a lo \na di a
..rianionlo OUU a.
Uso externo. Ao mesmo lempo que se
MEDCAMEN TOS PRESERVATIVOS.
As consultasescriptasso respondidas mais
ou menos promplamente, segn lo as
necessidades da molestia e a distancia em i
que se acb'i o doente, pois que neste caso j
fat-se preciso indicar de urna e vez ludo
o que convier ao restabelecimento da sade.'
As reirihuices serao p4gas na mesma con-
formidade.
O Dr. Sabino roga 3 todas as pessoas, que
costumam consultado por escripia, queor-
denem aos seus por'adorcs a prompta entre-
ga de suas carias, visto que, entregando-as
Agostinho Jos dos Santos $ (]
Acaba de ebegar a este estabelecimento um esplendido sortimento de rito
joias do ultimo gosto, perfeifao artstica e modeilos enteiramente oovos; como KM
segoem : ailerecos com rubim, esmeraldas e perolas finas, pulceiras, broches ^
para retrato, anne'S, botes de punho, brincos e cassoletas com letras, etc.. <
etc., etc. Salvas de prata uo Porto, faqueiros, paliteiros, calix de mesa c a&
fructeiras, cajos precos sao inenmpetiveis, pois que (s propri' tarios desta casa, fg
recebendo seus artigo directamente da Europa, podem servir vantajosamenta 9p
aos seus freguezes. Compram-se brilhantes, pedras finas, ouro e prata, page
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O Dr. A. Doarte, menico, modoo-i-e
par* a roa do Seve, oade cooiioaa oo
pxprcirio il sua pruflssn.
se bem, tambem se incnmbem de fazer concertos.

facilitar geralmente o uso do gaz
A empreza do gfz desta cidade desejandu
d a beber o medicamento, applicam-se ex- as cs?s o estabelecimentos particulares, offerece desde j as seguintes vantagens
lernamente na paite mordida tii.s de linho| i. ijini reduccao cnnsideravel nos presos dos caaos, apparelhos e tolos os mate-
Em qua squer epidemias o 'r. Sabino ou de algodao embebidos em urna d-ssolu-iriacs pr ci^os para a installac3o de,-taloz.
faz distribuir gratis s pessoas pobres, no c3oda mema tintura constante de 10 gottasj 2. O gaz fornecido boje de extrema pureza e nao offender a prata, o bronze
seu estabelecimento, os preservativos neces- de tintura eia O colheres grandes d'agua. ou outro metal difireme, assim como nenhutn damn) poiei causar s pinturas, quadros.
sarios, damio-Hies as competentes instruc- Es-e- os se conservarlo sempre molhauos( ornamentos, papel de forro mais delicado que seja, tornando-se ao mesmo temro to sau
Qoes. sob e o lug;ir da mordedura.
Presentemente reina a epidemia de bex! O Dr. Sabino receber com recon^ecimen-
gas ; muitos j se tera aproveilado com fe' lo as commfiiicages que se diunarem de fa-
lizes resollados do seu offereciment, feito zor-lhe as pessoas que experimentarem o
co Diario de Pernambuco; mas Decessa- emprego da plumera ceun -
rio que todos exuerimentem esse meio tao ---------
fcil e to commodo de se preverv- suas familias d'essa terrivel molestia.
O preservativo empregado a vaccina cumbido de res lver quaesquer negocios
elevada 5* dynmisacSo. As pessoas, que relativos ao estabe'ecimento o respetivo ge-
fazem uso d'ella, ou nao sao accommetiidas de rente,
bexigas ou, si o s3o, raramente asiera de Jos Aires Tenorio,
davel outra quaiquer luz, j couhecida, alinal, evitar tambem a obstrucc,ao dos cunos e
tubos dos apparelhos.
3.a Os apparelhos existentes, como lusires, arandelas, bracos de vidro, de bron-
ze, ele, etc., sao proprios para os senhores que preferem luxo e elegancia, como para
os que necessitam simplicidade e economa.
4.a As essr as que quizerem cdlocar o gaz em suas casas podem dirigir-se em-
preza, a qual se encarrega dacollocacao de l dos os apparelhos, canos, te., lomando toda
Em ausencia do Dr. Sabino acha-se in-'a responsahilidade pelo perfrito cumprimento do masmo, ou por oulaa, podem cmpreijar
mi qualidade.
Professor em homeopathia.
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qnalqaer maquinista reconhecido pela empreza, sendo o mesmo maiioisla responsavV
pelo seu trabalbo.
?>.* A empreza obrisa-se ainda a reparar gratuitamente quaiquer falta de luz,
obstruyo de canos, etc., devendo o consumidor pagar somente as pecas novas que forera
precisas para o mesruo concert; quaiquer re-lamaco que possa bav'er, ser dirigida ao
escriptorio da empreza ra do Imperador n. 31, afim de ser logo providenciada.
Atteiico.
\. 2> Ra do Livramento N. 25
Deposito de laraanccs e calcado nacional da fa-
brica da roa do J;irdlro o. 19, de io- Vicente Go-
dioho, tanto no deposito como na ;.nnca seaprcmp
um todas as poicas da cal<;ado o mais baraio
possivel, esta fabrin tem todas as machinas pro
prias psra os cateados ja bem acreditados pelo
grande numero de fivgtieies ine daqol se for-
necem. ^^^^^ ___ ___________
Preci-a-so de oaia ama que co.-inbe e en-
ecmnje bem para cosa de hornera folleiro : a tra-
tar deiraz da matriz de Santo Antonio o. 18, a 86
for portugnera n-ethor.____
Chocolate vermicida
DE
.A Ionio Vises de Castro.
Desde I8S7 que s5o as tabellas vomicidas
applicadas em Portugal, como o remedio
prompto e efficaz para a expulsSo das lom-
biigas, que to graves padecimeotos causara,
e que quasi empre se suppe ellas a iri-
gem.
Este virmifngo prefer;vel a quaiquer
outro pelo scu agradavel paladar e fcil ap-
plicagso s enancas, as quaes peralmente
sio mais atacadas de semelhante mal.
i'i-, osito e jKM'iitl
34. Ra laga do Rosamio3i.
Botica de Bartbolomeu & C.
Prtcisa-sa de urna escriva para o servido de
urna ca-a de familia : na raa Imperial ?obrado n.
I, paga se iti roensaes.
O Sr. Justino da Silva Cardoso queira
vir nesta typographia negocio urgente.
tic
IUSIC
Leciona-se a solfejo o al tocr
inslrumeM^s dando se as lines pajtica-
lares ero ;aag proprias caa5, das '. i-
*M ras da tarde ;;i as 9 horas da o: te : a
|H tratar n. ra Augusta n. 30 < a neMa iy-
m po^rapoia.
HIf! M W llalli
Na praca da Indepeodrncia n. 33, loja de
oarives, compra-.=e oo.ro, orata e pedras preciosas,
e tamtidm se faz qoalqaer -obra do encouimonda e
Precisase alagar alguns escravos para iraba-
Ibar em armazem do a.socar na roa do Apollo
n. l, armazem.
n?S pMaito jtimvM&v'r
ilnea, ,n3o tcmlo na aa tDi>
19.11 i>em iMcrrui-io nein ili.
' incrHtii'nti! iiilacral ; bou Inno-
centes paij aa crbupH o ptMMi
ih:im d'llcad, :^^ll(. mu lempo
'l'.i-, oiiipo,la-- cc fto< mu rnrtp?, bSo bastante acii-
vas .: eficOA lara ;l. peasoaa Xi
robti.-;r.s.
Estaa pililo catharticas piirii o p.ir!tkfii> taJo fystema
bamano sein mercurio.
Ntope um ponilo Irabalho ncm iluipva par levarc*tai
pilula a um gvo ilc pertl-cro tul, que nada ilexa a ettj 1
eioo rcultaJo ilc annos de e,tudoj bborto.wa q .un=:aut. -.
Para akanjar tsJiv u vanta^iw que r. sultao de upifc patliai -
lieos, tcinvc Comtiiuatl un rhlmle* riinili.us .-.i
plantas que rao cpptegaJas na ei .Trcfio das pt!al4>. Sv.i
composi^o tal que a cnlcrm1dad.c9 Une estad uo alian
de kiia n-co, fnrss vezes podem re-l-ti las on evad la,.
.Sua proprieLidcs jn'ii'trarites explano p.'netro, Burlfl Ro
Jo vi^or todas as parles de ozgunao Luuiauu; pc tii.i ig. i
a sua aeco rlctada c raz recttperar a 1 '.i talidwle. lTu 1 '.
Mu- mi ael:is il'st.Ui p|-opried?'l(S 1 >.,!'. da<-nte, alt.ii.lo ..
dr c d.bilidade pliysicu, uduilra-ae de 11 o unir, t:. id;
ua Mide c energa recuperad i [wr linio .1'un remeilio-i. >
simples e agradavel.
A*nt(ilcsllaiquec PrhioacnKMKhaimatlmo, Ii',- rfi rnSejnj l X',;-n'; ",
Eiixa-jw >, /i,'i;j,,./ao<-imI,ioii'u.u,^", tli,itor,h '. ,
PADEOIMEHTOS DO PICADO,
Ftbn / :'<,''-', Gfl tr'Je, a/eftfej r.Utotas r.m,,',;-!^.'.
Eryslpcla, Ilylreptia, tnntr:, erguir parcha, c PanUyuki.
Ho almanak e Atanaal de Sauris 11 |>r. Ajter, fo ic pilbl
todos os anuos para dtalflbuieao gratuita, incouira-se uui ir,
lado sobre as diversas deenea* que estao ao alcauco de
HEMEDI03 PrjHQ^VITES.
.Ve!.:, e ai !. i la DoOeos c Drog irlas do Imperio.
O Peitoral de Cereja
DE AYER,
i"::i A i ;;':ita i L"i:.\ da
AjjKho, do Constipavoes, Toases, Houquidio Influ-
BroDchita, Tsica primaria, Taberouloa
lares, o todas aa molostiis do
Feito, assim como para aliviar
os tnicos declarados.
A* preparaces do Un. Ayer 9o vendidas cas prinripsja
drou'-ui > o boticas do Ini|>erio.
Deposito geral ra do Vigario n. 9
escriptorio de Theo: si.uJ
Aluga-se
o primeiro andar do sobrado dajroi Drcita n. 8-
novamenle caiadn, pintado e forrado de papel : a
tratar na padana da vhva Machado & Pilbo.
Alagase
O primeiro andar do sobrado c. 193 da ra
Imperial: a tratar no segundo.
Preeisa-se alujar urna ana livre oa escrava,
qoe seja mnito diligeole e ti I, para o servifo do
nroa cia de familia. Pagar-s-ha hern, so gra-
dar. Dirigir . dares, n. 37.
Alagara se o tercoiro e qoarto andares di
casa da ra dj CabOf n. 10 : a ratar ca loja do
mesmo.
a ni a
Precisase de urna ama que Silba cosiobar e en
(retomar mull bem : a tratar na raa N >a o. 3,
terc iro andar.
!
^ IMjt /Ak
precisase de urna :.roa para engommar, ua roa do
Trapiche n. 362 andar.
4ss&ciaca eemmcre.ol bcueliccntc le
rernamboco
A direc(3o da associacao cemn ercial b?i
t,j, di* confurmidade c ni odisposto no att. -O di -
e-iamti's, convida pela segunda vez aos senhores
associados a s< reoolrem em ssemt'a per I no
da 26 do correnie t< meio dia. no salo do ediiici.
da rnesma associara >, Qm f!1? priced'rce 3 le>tu-
r do relatorio annexo, u el< icio da nova dir' i
Preclsa.se aluRir orna r.-.n boa quitaaleira
ni ra das Cinco I'mas o. LIO.
Preeiss-< do
Francisco o. 'i.
uu cjsintieiro : ai roa de S,
t!
^GRAPHIA 411^
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Ra larga do Rosario n. 37
ContiDoa-se a alugar-se espajosas salas e qoartos roobiliados, recebem-se peDcioois-
tas para servirem-se comedor ias com asseio, e leva-?o tambem ao domicilio.
Ha para vender consecutivamente de noite, excellente o variado sorvete, e a toda
ora verdaeiro e On1) chcetele espanhol.
V.
N. 2 largo da matriz de Santo Antonio n. 2
, RETRATOS A OLEO
Temos a honra de panecipar ao respeitavel publico a volla do Sr. Alberto Hens-
cbel que flu Europa com o duplo fim ae se | or ao crreme dos mais recentes pro-
gressos da arte photographica e adqoerir para o nosso estabelecimento mais um ar-
tista de talento.
O Sr. Alberto foi summamente feliz e conseguio eneaiar um destineto pintor de
retratos, p r
- SB. CARLOS ERNESTO PAPE
n?embro honorario da academia real de pintura da cidade de Dresda, e do qual a reputa-
do bem fundada nos autorisa a erperar producoes notaveis no seu genero de trabalho.
Um progresso immenso altimameote executado na photographia, nm dos mais
importantes consiste n'arte de obter retratos em tamaoho natural, flxando directamen
te na giandeza que se desaja, sobre a tela do pintor, o retrato pbotographado, por meio
de nm instrumento especial chamado : camaba solar de adgmentaco.
P< r esta forma o talento e o saber de um artista babii maravilhosamente se-
cundado pela precisSo absoluta e infallivel dos contornos e das sombras que Ihe pe a
photographia sobre a tola, e tuda se rene assim para se alcancar o maior grao possivel
de semelbanca incontestavel, ao que d ainda maior realce o sello artstico, que imprime
ao retrato um bello colorido.
Pelo mesmo processo nos podemos reprodnzir e pintar oleo, nma vez qoe se
nos d orna photographia, seja de qoe tamanno for qualqoer retrato de pessoa morta ou
ajente e no tamanbo qoe se desejar.
As pessoas que quizerem julgar por si mesmas deste novo genero de tral ai.o,
sao convidadas a nos fczer a honra de visitar a nossa galera, aonde estao eipostosuma
serie destes retratos como amostras.
AMBROTYPOS
Retratos em caixinhas
Para satisfazer a numerosos pedidos de muitos dos dossos fregoezes, estamos pre-
parados para fazer retratos neste genero, para os quaes tambem temos agora um grande
ve aado numero de ricas e bonitas caixiohu.
Amo.
Precifa se de ona ama para lijrommar o lavar
alguma roupa : trata-se a ra da Cadeta sobrado
n. JJi.______________________________
Joaquim Jos (ion^alves
Beltrao
RU41)0 TRHNCHB R. 17 4 AHDAR)
Sacca por todos os paquetes sobre o Bancc
*o Micho em Braga, sobre os gaintes loga-
se ora Portugal,
aber:
Lisboa.
Porto.
Valenga.
Gui maraes-
Coimbra.
Chaves.
Viseo.
Villa do Conde.
Arcos de Val de \i.
Vianna do Castello,
Ponte do Lima.
Villa Real.
Villa-Nova de Famellco.
Lamego.
Lagos.
Covilba.
Vassal (Valpasso;.)
Mirandella.
Beja.
Bareellos.
Carlos Plnyra e Panlo Chauvio, maquinistas
estabelecidos na roa da lmperairii o. 17, declarara
ao respeitavel publico, qoe mudaram-so para a
pr.i^a da Bda-Vista d. 24 esquina da roa do lam-
ba, onde os eocontraro promptos para lodoi os
servicos de sua prcBsso.
Os mesmos previoem s pessoas qoe liverem
coocertos na dita caza de os mandaren) bascar no
prato de nm mez, do contrario sero vendidos con-
forme a le manda.
Eacrava.
Na roa Velba o. 15 precisa se de orna criada
livre ou escrava para todo o servirj de casa de
pt rjea familia, nao se olhaodo prero.
Encinamento ptra asur da
1 omp. i)hia do Beberihe.
Franciscu Aot(>nio dn Miranda, m rlrn: ti exa-
minado e d.i- ^nfanafoss da roesma c mpaohia,
o mais habilitado a farer estes servicos, tanto o'a-
gua, c- mo asseotar bombas de i< d.> a- qun'ia-
des; dff-rece ao publico osen traco preslimo a
faor tedas -; oh as de (u< bem c evtei m, me-
oiui.u. oo i*jncio rozouv- i para nue | ih str
procorado na Boa-Vista a ra dos Pires, d. 46, e
a?> Becife ;i' ra da Cndeia n. 0.
O Di*. J. Baptista Ca-anova
pode ser procurado a qualqoer hora em seo con-
sultorio humeopathico, larpo ca c,air:z de S.nlc
Antonio u. 2.
Aj mesmo consoilorio km sempr,1 granae sor
ti ment do m< liicameotos o.- bomoopaihia de We-
b:fre Citellao, Unto tui globalos coiiiO em llorara,
a.-iui curad t>-in ura sortimento de ferros de ci-
rorgia era car tetras e ivolsos d) afamado Char-
rii r <; 'm .
Da->y w segur nca : uu^m pretender dinja-s .j i n
S^uia C;u', vouda n. -1, que so dir' < ui ca .i
Aloea-*fl o sitio da Sra. vinva Carvalho em
S. J s oo Ihnguioho cora urna excellente raa da
subrado : a tratar c^m K. Lasserr na roa Impe-
ri.l n. I, i'aadarou ca ra do Trap-ciie d. l.
f andar.___________________
Na padaria franceza precisa se de ;m bomerjj
f^ rro cu e.-cravo para entregar pao e fazer o ser-
viro de cafa.
Precisa se altigar nma aun jara ca-a do
ponca f. rmlia : qu'?ra qoizr dnja-se a'ra das
Aguas-Verdes n. 86, primeiro andar.
Precisase de uro menino de 13 a 14 annos,
que tenln pratica de ve!las : na ra Velba n. 74.
Precisa se de nm copoiro para orna cnsa e?-
trangei;*, pr^f-rlndc-se rscravo : a trt?r na ra
da Cadeia c. 18.
Precisa-se de urna ama p..ra cozisbar em
urna casa do pouca familia ; na tua das Triochei-
ras n. I i.
A pessoa a qoem fu?io um carneiro era dia
da semana pasuda, dando os signaos ceito e gra-
titkaodo, peder' prucurar em Santo Amaro de-
fronte do cbafariz ao i da taberna.
O primeiro e segundo andar do sobrado da roa
Velba o SO, atraiar no Corredor do Bi-po defronte
das ns. 12 e 14.
Precisa-si de um prtto para fazer o servicO'
interno e externo de nma casa e paga-se bem : na
ra da Florentina n. 14, prefere-se e-cravo.
Aluga-se o sobrado n. 42 a' ra
da Aurora : quem o pretender di-
r ja-se ao escriptorio n. 4, a ra do
Crespo.
Aluga-se
A casa da rna das Aguas-verdes n. 25: a ira ar
na roa Bella n. 48.________________
Irmandade ue Nossa 3e-
nhora da Conceitflo dos
Militares.
Em virtode do art. 18 dos estatutos, sao convi-
dados os Irmios desta veneravel irmandade a se
reonirem no reswctivo escriptorio, no domingo 24
do correnie a's 8 horas da manha, para em mesa
geni ae proceder a' eleicio do prftidfoie, qe
tem de reger a Irmandade no anno de 1868.
M. J. Viotortno Borba,
Secrettri.
Aloga-se um sobrado na Boa-Vista tranvessa
dos Pires o. 9, multo fresco, tem doas sala, seis
qnartos, cosinha fra, um grande soto e agua do
Prata ajratar na ra da Seozalla Ncva n. 30.
Franca & Brasil.
Largo do corpo Santo n. 27-
Mr. Juao Mercier, alfaite francet, tendo cfaeeado
de Pars da grande exposl^o ouiversal de 1867,
faz selente ao respeitavel publico e aos seos nume-
rosos freguezes, que tem nm grande sortimeoto da
fazendas Snas, assim como corte de calcas e cole-
les de casimiras e coslumes interissos, e cortes de
colotes de seda Boa, de cores e de lia, nm grande
sortimento de brlns crneo e de cores, assim como
fazendas pioonas para montarla de seobora, e
ptimo sargetim francez; assim como vende tam-
bem fazendas a' vootade do freguer, por preco
com modos.____________
Ecravos figidos
i Fogio no u 14 do correla a escrava Maris,
preta, crloola, de meta idade, baia e cheia do
arpo, e lera dus costeras as faces, levou vestido
saia de ganga azol e.cbale amarello; esta escrava
fui comprada ero leilio na cadeia dende estava ba
muitos annos : roga-aa, porunio, as autoridades
IKdiciaes e ca pitaes de campo a appreheoso da
dita escrava e Ixva-ia na roa dos Qoatteis n. 6, oa
ua roa Nova n. 49, qoe serio gratificados.
Precisa se delim moleqoe para vender ni-
['ii: na ra; : na rude S. Cenis es, 10 e 42.

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*>r de rern.Bibaeo tnlsla lelra n de \*veaalirv> e i$t>7.

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ft .* J. FERERIRA VILLELA
RETRATISTA
HUIR

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0IHRA21 _....- n u
Da casa Imperial do Brasil
Roa do Cabug, 18, entrada pelogpateo da matriz
Retratos por todos os systemas photograpbicos
Retratos eru \idro.
Retratos em paael.
R^raios em porcelana.
Retratos em talco.
Estes retratos s5o especiaos para se collocarem em alfinetcs de peito, cassoletas
botoes e aneis.
Retratos em cartSes de visita.
Retratos em carte-album.
Retratos timbres-poste.
Ret-atos comee*.
Existe sempre uro variadissimo sortimeno de caixinhas, pas?c-par-touts, qua-
ros pretos, molduras douradas, al Bailes e cassoletas de ouro fino para a c/.llwafo de
retratos. Vendem-se tambem albuns, stereoscopos, vistas para os mesmos, vistas de di-
versos edificios e pontos desta cidade, apparelbos para photographia, ecuimicas para a
mesn.a arte.
I
COMPRAS

Itwei'S de ouro
oacional e etraogeiro, tssim como titiras sttrii-
oas : compram-se na roa lo Crespo n. 10, prifuti-
ro andar.
Moedas de ouro.
Jacionaes e cstrang-'n-as assirc como Hbr*
esterlinas: campram-.-e na ra do Crespo n. 16,
pnmelro auJar._______________________
Comprani-se
com prcmii rmedas de doro e de pr;:ta'naclenae>
e esltaugeiras : na roa da Cade la do Itacife D. lf
armazem de Adriano. Ca jiro 4 C.
-.....-------- .......----------1-------
HOEDAS
ouro e pr a
Cempram-se moedas de ouro nacioaaes e estran-
geiras, bem nomo paiacdes dos diversos conhos :
ern casa de Adamson, Howie & C. ra do Trapi-
cho-n iva d. 10. _____
Moedas d prata
uacior'ae9, assim como patacoes portusjuezes e
hespanhes, compram-se rom premio : na ra do
Crespo n. 16. prime andar.__________ _
Inmpram-se
vid ros vasios de atoa de Colooia, e boioes vastos
de lint i : na na du Rosario o. 22, luja dt calcado
jonto a de fuoilelro. ______ __
Compra-se ooro e prala em otras velhas :
na nraca da Independida u. 22.
de
Ouro
e pinta
Moedas de ouro e prala Bariooae*, estraogeiras
de t dos os valores, se compram na toja' de ouri
ves junto ao arco de N. S. da Cooceico, roa da
CaOeia do Recife, assim como ooro t prata tm
obras velhas, brilhantes e diamaoLs, e se paga
bem.
A toja n. 2 D intitulada Corado de Ouro na roa do Cabog, cha-so d'ora em diante otferccen
lo ao respeitavel pnblico com esperialldade as pessoas que bonram a moda os objeclos do ultimo gos
td 'a Parts)por menos 20 por cenio do que emoutra qulquer parle,pranttndo-se a quadade ea so
da ebras. ,
O respeitavcl poblieo avaliando o desojo que deve ter o proprielario de am novo eslabolecimoo-
lo que quer progresso em seu negocio deve ebegar icjrcodiatamente ao coracao de ouro a comprar
aneis com perfeitos brilhantes,esmeraldas, rabise perola ; verdadeiras em agarras, mcJern-is pel(
diminuto preco de IOS, brincos modernos de ouro e coral para menina pelo preco de 34, maracas de
prata com cabos de marfim e madreperola obra de -moderno gosto (o que o encoatrarao uo corac5o de
ooro) voltas de turo com a competente erusioba ricamente eaf*ada pelo pequeo preco _>_> 12, brin-
cos de um trabalbo perfeito por um mdico prego, cassoletas, (raolios, pulceiras alfloetes para re
tratos e cutros rcodelos tudo da alto gosto, aneis proprios paraftuar cabello e firma, dito para casa-
mento, no artigo roseta tem o Coracao de Ouro um completo e bem variado sortimento. de diversos
gostos, bultos para pnnhos com diamante, rubins e esmeralda?, obra esta importante ja' polo sea va-
lor ja' por gosto ds desenlio, brincos a forma da delicada mosloha do moga com piojento conteudo es-
meraldas, rubins, brilhantes, perolas, o gasto sublime, alfine.te para ravata no tnesrao gosto, relo-
gies pan senhora cravados de podras preciosas, ditos para homsm, ivorsas obras do brilhantes de
ooito gosto, ernsinhas de rubins, esmeraldas, perolas e Driihantes, aneis com letras, carletas de
wystal e onro descoberta para retrato (a inglea) brincos do franja, ditos a imporatrize toda o qual-
qner joia, para secoliocar retratos e obras de cabello, o oatros rauitos bjectos quo os pretendiles en-
cooiraro no Coracao de Ouro se de aqni mencionar presos de certos onjectos porque (desenluera a mnneira de allar) dirend^se
pre^o talvez alguem faja mo jnizo da obra, por ser tao diminuta quanlia a vista Jo sea valor.
Na mesma loja comora-se, troca-so ouro, prata o podras preciosas, e tambem recebe-se concer-
t?, por menos do que em ouira qualguar parte, e d.lo se obras a amostra com peabor, cc-nservaudo-se
a Coracao de Ooro aberto at as 8 ora.- da noile.
Qnalquer pessoa que se dirigir ao Coraclo de Ouro nSo se podara' engaar com i casa, poi
nota so na soa frento um coracao uendarado pintado de amarello, alem de outro quo se nota em um
rotulo (isto se adverto em consequencia de lerero ja' algumas pessoas engaado com outra casa.
!Keds de ooro e praia.
Compra s< sempre per mais do que rm entra
qulquer parle todas ss qualidadns de moedas de
ouro e prala, nacional e estriera, e tambem se
Irncam sedlas dos bancos do Orasil e calas B-
Itaes de ontras proTinc-as; na ra da Cadia d
Xecile o. oS loja de azulejo.
Comprara se libras es'rrlinas : a' roa da
Cruz n. 18, armazem de Jos Joaqnim Lima Bal-
rao.
Compra-s nacional en esimngeira com malor
premio de que em ou'ra qwiqner pirle : na pra
ca da Independencia n. 22.
COIIIPKAHSE
urca casa ten ea pequea na freguezia da Boa-
vista : a tratar ncsia typogiapia
Maior vatagein
O cnrac.io de ooro rna ito Cahug u.2 I>, offt-re-
cc se em compra das moedas de ouro e prata.
Cono pr iin-se escravos
Silvino Gnilherme de (tarros, compra, vende e
joca eectivameate escravos de imbos os saxos
ados : a roa do imperador n. 79,
erceiro andar.
VENDAS
-.,; ro-/

mn mmk

-.

VENDE5-SE
os segointes livros :Receita para curar
paixdes, |ior M tlieus de Magalbies, l vl.
por l( 0; A Virgem Guaraciaba, por Pi-
nbeiro Chagas, 1 vol. 1-^uO ; Le Pech de
Mtieteine, 1 vol. por iflOU: na tua do
Crespo n. i fabrica de chapeos de sol.
Ven e nota armaco propria poraqual-
qoer negocio, a dinheiro ou a nraso; us Cinco
Pilotas o. 08 : tm criinTridos .ar.'i familia.
DE
TODAS AS QUALIDADES
DE
Manoel Morfira de Soz
H. 4*. == 5I.I XOVA == 1. -9 5.
Cemoct? romano : dj annazem daTassoIrmaos
; no ca-s <\'> Apollo.
Vend -s orna parle do um sillo ni rnrrozi-
liada de Belem com bas ante arvoredos : a tratar
na roa Nova, n. 18.

i .n compjcto sortimento de
d
(lanfis
LOJA DO GALLO VIGI-
LANTE RA DO CRES-
PO N. 7.
Os propietarios Jesle muito bem conhe-
do eslabelecitnento lera a safag5o 3e levar
ao cpnhFCimpnto do respeitavcl publico que
a> abara dereceber pelo uliim) vapor da Eu
ropa tim grande e variado sortimento de ob-
jeclos de ioteira novioade, dos quacs se li-
oiitam a mencio'r apenas um peque o nu-
mero Qcando o respe tavel publico na serte-
za de que neste estabelecimento sempre cn-
contrar5o um c mpleto sortimento de arti-
gos de gosto e inicira novidades c jmo sejam.
Ciatos
Os muitos desejados cintos com pont:?,
bordados a vedrilbo, fazenda demuilo gosto
e completa novidade, respeitp a estes cintos
n5o fazem observar;rjes e sim deixamos a
apreciacnd s esclarecidas freguezas isto s
no Gallo Vigilante na ra do Crespo n. 7.
Leqnes
Muito lindos leqnes 'osso, madeira, sn-
dalos, e madreperola ; pretos, brancos e de
cores, e muito se turnam recommendavel
pelas bonitas paisagens.
Flores
O melbor qne se pide desojar neste arti-
go as quaes psrecem naturacs assim como,
tambem recebemo: orna pequea porgao to-
das pretas e se vender na luja do Gallo
Vigilante ra do Crespo n. 7.
Capell.-is
Mu lindas gnnaldas brancas e de cores
aquellas para noivas, e estas para bailes, ca-
samentas u baptisados.
Lnvas
Luvas de todas as qoalidades para se-
nhora, hninem, men hjs, sendo de algodo,
fio da escocia, seda e pelica muito fresca e
do fabr cante Jouvin, paree -nos que nao ha-
vera Qiiem ignore que por todos os vapores
da Europa o Gallo Vigilante, recebe grande
qnantida'ie desie artiao e por isso sempre
lera sortimento a vontade do comprador, e
tambem nao se valle da falla o seu ptego
sempre o mesmo
Peates
Muito bonitos penies de tartaruga para
coque e alizar os cabellos, assim rumo para
arregacar os mesmos e muitas outras quali
dades.
lscovas
Grande sortimento de escovas, para roopa,
cabellos, chapeos, dontes e unhas. sendo de
ossi, bfalo, baleia, marfim e madreperola.
X.\ bas
Superiores na /albas pequeas para bar-
ba sendo cabo de manirrj, lartaru^a e ou
tras qualidades, as quaes o fabricante ga-
rante a boa quabdade.
Abotnadtaras
Chegaram as o ui lindas guarniges de
boldes para eofie es fa/.en 'a de got lo, assim
como giande sortimento de butes parapu-
tthos.
Sil do 4ssu'
A bordo da escuna tGeorgiauat : a tratar coro
Tasso Irmaos.
:??

Xo srm;: n do pau i do Terco o. 12 venterose
en ijis r-3 largura ,vi-lrado3 o pjr vi-Jrar,
pi f pfi : ...-. ]_ i irinirt -r r.e-ie cerero.
Neste novo estabecimeot
chapos para homens, senlioras c montos, veale-se p^r preces
razoaveis.
.... .
- '... r* 9, f.-"..'\. t';* v.' f ~. '* >l ', v s.l.U VtlO
Ac ba le el r nova remes-a do j ccnhecido
- -: '- ** ---,.'---- --- '^- t;Dh0 ,tr.j0 eogarrai.Ha de sopen r qaii.dade, o
a
i) ial so ii na reci msnendarel p ir s^-r turo t por
>er euK'irraf.iio ;> oaprlch i para evitar o alterar-se
chama mus a su amadores: nnici depo-
sito a da Crozn. 63, irmaiem de Meb, Lo-
. C.
Vndese telhaa saperljre tijjlos de I
qualidades-, lubricado om barro (Tagua doce pur
trenos i5 era milhelro lo u ita utra qa Iqnei
parto : tu tlarra de Jjs Caroeiro da Cunba roa
d)s Prazeres r>. 38.
(icIsT
para esloqoes de casa; : nos
Ini ;, s :,> \ihdi i.
nrr.-n:ns Je Tasso
FaT'iioa de dtstacao e bonificado
DE
MARQUES & FERREIRi
RIJA 1>0 AIIAKIJVI FORTE IIO MATOS
PERNAMBCO.
Esla fabrica achando-se moclad com todos es noco-.-.arios pertenees a ntxa destllaco e com
mal riaa primas, qne entram n ronf^ccao de t ;d s os seos prodoctos de superior quadade : proap-
lifjca-se a receber toda e qulquer encurorecoda e a veoder o; seas productos por grecos nimia ment'
rednzidrs, os quaes cbtiveram premios as exposi^oes de P rnambuco, lio de Jaueiro e Paris em 1867.
Temos sempre em qnantidades genebra, dia do laranji, aniz, aguardcnt' do reino, cognac, ab"-
cinlho, bitter, wermatb, kirrlie, zaropes para refrescos, pnmeira e segunda quadade, litOres finr.s e
entre bus, lila para esrrever, perfumaras, vinagro, marrasquino, coraiJio, espirito de 40, 38 e 36',
dito de jlfazema, limonada gazozi, aguas : flor da laranp, rosa 9 ortela'pimenia ; orebata de pevide
de mi lancia e oiutlos outros genero?, os quaes fa vendera a vontade do comprador, em barris, cana
ViflJ.adj c Paulo CortSeir
A loja di n. 8, receben nova remessa dessas qualidades
\ eude-e a taberna ^ita na ra da llangoeira j de rill'-
n. i 1 n r uco fundo, a tratar na mesma.
V-nde-se a casa terrea n. Cl sita na roa Vo-
Iha, e nai pequeo silio com casa de viv oda no
logar da Capan defroote do sitia do Sr. Paulo .
Jcso Gomes : a tratar na ra das Trinceiras na- da Independencia n. B oja das violas; assim como
continoamente so vende na mes rna loja as seglo
tes qualidades ros moi acrf.litail.is
Rup,
J cliegou o muito desojado rap Paulo Cordel
ro com iiitm o. viajado, :> qual so vende na praga
0 torateiro vai fallar.
Chitas larga<, claras e escuras do liados deze-
nho< a 260 rs. o covado, madapolo fino a p^ca
por 65"00. dito especial superfino fa;en.1a intuir-
cente nava no mercado pelo 1 reco de 8-50 K) a
peca com 24 ardas; o barsteiro ja v.-natu do
me-mo a 12000, ehitas de cubortasa 240 rs., cor-
les de lia p.'-m 15 covados por 3^Q}, lencos te se-
da a 13'OO, ditos de caga bordades a* 200 rs.,
riscado Irancei muito bonito a 240 rs. o covsdo,
ha>-i,i :.?,i a 40) rs. a 1 ra, algodo a peca roe
i -ViOt : na leja do barateiro na ra da Madre de
r; 1 rioceza
de Lisboa, rollo rauce?, rola Mourouetino, gas-
;e grosso o liu 1,
" ------------------------------------------.---- w -------------------------w--------. -----------. -------- .i^ivu*/ i'.1 i ti uu u.i^ii uj 1 ua u ai
da?, ern garrafas com vistosas tarjas. Promptinca-se a e udtccioaar e enviar qulquer remessa que, rjeu8 D jg dt[ronte da na/da da'a^andega
nos seja pedida para toda e qualjuer parte, devendo ser os pedidos acompanhados d3 ordem sobre I ,' .....------;r3:-
t nnn Vende-se orna escrava crloula de 16
O Ur. A. S, Pereira do Carmo (iuhick)
est morando ao sobrado o. 12 da ra a
Imperatrlz.
mm%
sta [iraca.
Honti-m 18 pela rcauhaa ausentou-se do con-
vento de S. Francisco desta cidade, onde servia de
criado e recebendo ao mesmo lempo edaragao, por
ser mioiamente pobre,o crioulinbo furro .Man -.-i d
idade de quatorze annos mais ou menos, levando
urna peqnena mala de viagem bastante velba, com
i parte da roupa de seu uso e um talher grande de
! trinchar. Lcvoa vestido caiga de brlra preto, ca-
: ml^a de riscadioho azul, jaqoeta de brira e chapeo
Precisa se de ama ama forra on escrava para ^ de baia parda, e anda calgado. Foi visto na es
casa de bomem solteire : na ra do Codorniz na- j tagio da via frrea das unco Ponas, dizendo ir
mero 8. para Serohaem, de onde 0 natural.
R"ga se as aotondades policiaes e caira qoalquer
pessoa, a .pprenengao de dito cr^ooliobn e leva lo
o mencionado convenio, ende se pagara' qnalquer
despega. Desde ja' prolesta-se contra quem o acon-
tar. _____________________________________________
Kovena i& Nossa Seotiora da ca
reieo.
Esta' a venda a Novena de Nossa Senhora da
Conceigao em um (olbeto ntidamente impresso e
conforme com a qae segaem os Rvds. religiosos
Carmelitas do Recife : na ra do Imperador o. 15
defroote do convento de S. Francisco. Onde tam-
bem extstem reni-tos tanto da Conceigao como de
outras muitas imagen?.
O escravo Elias, propriedadede Antonio Fernn-
oes de Figneiredo Palvs,desapparecido desta cida-
de de 7 para 8 do correte mez, fui acontado no
eogeoboJaparandi basito junto ao povoado de
Trnmbetaa, d'onde (provavelmente por t-mer algo-
j roa descoberta) rem'tlten-o o bacbarel Pedro Affon-
so Ferreira para o engeohoCamorimsinbo
I Hercolaoo Fraocdioo C va lean te de Albuquerque.
Xo dia 10 do correte conservava-se all o escravo
com as convnenfrs precangoes.
at re^c ao.
loformam-nos que o engenbo Tres Dragos da Es-
cada e.-ta cheio de pmoetes pelas estradas e caml-
e
.iuiia-se a loja do sobrado do pateo a Santa
Cruz, com bonita armagao para taberna e lugar
para reBaaco de assocar, tendo T>e- s, balaoga o
gaz : qaem preteoder faile-na rna das Crozes so-
brado n. 9 lado direito quem vai da ra do Quei-
madopara S. Francisco.
Carro e boi.
Na Capunga, rna da Amisad", segunda casa do
portaode ferro, vndese por commodo preco um
bom carro e boi prompto a irabalhar. quem pre-
teoder comprar na mesma casa achara' com quem
tratar.
SEGUROS
MARTIMOS
CONTRA FOGO.
k companhia Inderanisadora, estabeleci-
da nesu praca, toma seguros martimos so-
bre navios e seos carregamantos, e contra
togo em edificios, mercadorias emobilias:
de idade, eugomma e cosioba
do Ra 1 os n. 24. 2* an-^ar.
para ver
anoos
no caes
- Algod&o da Bahh
fabrica do redroze.
Vende se ra ra da Cadeia do Recife n. 20,
preco commudi.
Veude-se fiado e a voatade
do comprador.
O eslabelecimecio da ra Nova n. 63, onde exis-
ta um biltur moderno e se fabrica e vende serve-
te, assim como lodos os movis, longis e ulencl-
lio3 etistentea de um inventario : transe no lar-
go do Paraizo n. 24.
A Itenco
Na ruado Cabof o. 3, tereeiro andar- vende-sel
orna escrava paro cem poara idade, muito sa4ia,
bonita figura u c >m habilidade : ao comprador se
dir o motivo porgue se Vrnde.
azem de faztndas dt I 'i11
IflH
Vo armazem de *j'azendas d
Santos Coelho,ra do Quei
mado n 19.
Bom e barato
Lansinliis Poil de Chvre a 1 o covado.
Madapolo enfestado a 8$ a pi^a.
Gambraia de cores matisadas linissimas
iOO a vara.
dem brancas transparentes Qna de 45.
"i5000, 65,7,3, 8J e jardas.
dem branca topada de 85 e H a peci
com 12 jardas.
dem branca franceza muito larga a 9$ a
peca com 8 varas.
CORTES DE EDA.
28|0O fes na loja do Pavo.
ni o mais modi.ni.3 curtes de seda de
gantes desunhos claros eesruns, nu-
do cntiiia fueoda pi>a om venido e vendtm-se
beloaraio prerjo de 28*900 res, per e.-ia-uins
rcnilc prciimos da fesl, isto na loja do Pavjv-,
rna di Imperairlz n. tO, do Gama 4 Silva.
lierlaiiiNJ de liulio
Com 30 jardas a i?000 res.
S o pjvao.
VioJera-se pegas de soperii.r berlaoha de linbo
poro, leodo 3<) jardas m 25* varas cada pessa pato
baraiisumo prego de 129000 res, sendo eata -
zenda pmprla (ara leDges, catui-as, toalhas. etc.
isto na loja do Pd\ao, roa da Imperatriz n. 60, de
baira & silva.
Bramle de linli.
Com 20 jardas a 8* C0 res.
Vende se superiotes p.;as de bramante de licbo
proprio para lenge?, toaiba?, carnizas, etc. tt-ndo
20 jardas cada pessa peW barato prtgo de 8S0O<
I res, na loja e armaiem do Pavao, roa da Impera-
' Imperairit n. 60, de Gama & Silva.
PUNHOS OM GOLINHAS.
a l|i!00 res.
Vende-ss nms graufle purcao de punbos coro
goliiihas de esguio de liobo, 'c>m os mais lindes
Balites de 35 e 40 arcos nesgados Dar* Iuil D- w>de taia s,,va-
senboras, a 4,5500. SA,As ECONMICAS.
Wem de mursulina nesgados a 50. vende-se nma gande port'a'o de safas de c6r
dem de crocliet a 5(J. rom b-n-ias barra* pelo baratissimo prego de
dem de mursulina para meninas a 35 t -5->i>o res, na ija e armazem do Pavo; ra da
3,55oo.
Saias bordadas a 54.
Cambraias admascadas psra cortinado
125 a peca com 2o varas,
dem para forro a 30 a peca com 10 iar- i bcr,'Jd"os p*io oarato pn-co de i000 o temo, di-
. ''* bordados ds cor a 610 re -enri grande pe-
' chincha pelo pregn, na ra da Imperatrlz n. 60 s
Gama & Silva.
Esguio de aigo-Io,
a 64000 res.
vende-se pegas de liuUsimos esgoioos de algo-
do tcodo 12 lardas pe|u btalo pu-go de 6^000 a
pega, na Iris do Pavn, roa da Imptratriz n. 60 de
Gama ce Silva.
POIL DE CliiiVRE.
a 0 e bO re*.
Vendem se as mais bonitas laosianas com litas
de seca, inmoladas poil de chvre pelo baratissi-
mo prego de ."60 rea o covado, ditas c tas maihisadas a 800 res, assim c. roo om eran-
do somtelo das roais bonitas e modero?* lanst
nhas qu so vendrm prlos prtgos de 280, 40.
300 e 360 res, hcnuas alpacas de seda de nia
sO cor &HV) e t<00 res, itio na lo;a do Pavao,
ra oa lmperalnz n. 60, de Gama & Silva.
Baldes esgoios.
a 2500.
Lhegsram os mais modernos baloes esgaios co-
do v rdadeiraajenie americanos e vendem-se peii
barato urego de 25500, na I ja do P..vao rna das
lmperalnz o. 6J, de G-ma & Silva.
na rna rlr. Viturin'n 4 avimAnfn tflrrn caoa eia cneio ae pino^ies peas esiraaas e carr
rm! DK f n>, '. pa ,B?? I! nbos, para prevenir all as diligencias da justiga,
r^iS. h-1? h SCe0,8, P?b nu9. r,r ^l^^^m^^^"qTT^-^^ AMni oSf- M^lAo lo termo para
Miro Leao deuoa de ser seu calieiro desde o da i ,_.,.. in-.n,!.,!-
10 de ootobro prximo passado, Qcando substi tai-1 aqnena locanriaoe.
do por Joaqotm Caetano de S^uza Coasseiro Ja- Anda dasealgum diobeiro a |aro s.bre hy-
Btor. p;i!-.c:-: a tratar na rea to ria Flsroo o. 71-
Chocolate he-panlil
Vende-se a 80U rs. a libra. m
Na rita N'va n. 11 e 51
Roa do Cabug numero 1 A.
mmmm mm mmmm&m
Colleriuhos
Veniem-se, na ra do Quemado n. 23, colleri-
nbos de papel, Lr raaos de pioat, muito em coota.
MOLESTIAS 110 PEITO
Aviso Importante.
Os aicos verdadelros xaropes de hypophosptai-
tos de soda, de cal e de trro do Dr. Cborrbill ira-
zem a Arma quatro vezes repetida deste sabio me-
dico sobre o subscripta o a marca de fabrica da
Pharmacia Swann, 12, roa Ca-tigliooe, Paris
Acha-se a venda em frascos qnadrados com o no-
mo do Dr. Cbarchill no vidro. Preco l fraocos eOi
Paris : Com instrocco
Chegou afinal
A pomada galopean
para cura rpida e completa dos callo* daros.
VENDE SB NA
Botica e drogara
ni
Bartholomen C
31Rm !ar8 do Rosario34
das-
Cambraia de liobo muito Soa de 6> e %
vara.
Madapoloes fiaos de 6& 7^, S$, 9,$, 10*..
Il> ela peca.
Platilba de algodio superiur fazenda pan
saias a 'A.yoO a peca com lo varas.
Cobertas de cuitas de ramagem a 2#6oo
Lences de bamburgo foo a 400.
dem de bramante muito fioo a 3$00.
Pannos adamascados para cobrir mesa i
i500.
uardanapos de linho adamascados a W
a duzia.
Amainado adamascado com 7 1/2 palmot
de largura a 25 a vara.
dem adamascado de linho com 7 i/2 pal-
mos de largura a :<5 a vara.
Algodo efestado com a mesma largura
a tjMooa vara.
dem trancado de algodo a 1 (100 a vara.
Toaibas alcocboadas de linho lisas a 115
a duzia.
dem de algodo felpudas a 135 c 14
a duzia.
Colchas de fustao a 65.
Lencos de cambraia brancos finos a 15800,
25 e 25oo a duzia.
Lencos de cassa fimssimos a 35200 t
3560- a duzia.
Fil de linho liso a 8oo a vara.
dem com salpicos a 15ooo a var
Grosdeuapies prcto bom a 158oo, 25
258oo o covado.
Murantique prcto superior a 258oo o ct-
vado.
Flanella de todas as cores a S00 rs. o co-
vado.
Tarlatana de todas as cores a 800 rs, ;
vara.
Bramante de linho com 10 palmos de lar-
gura a 255oo a vara.
Idemdelinbo com 5 palmos a I,-?2oo
ara.
dem de linho com 3 1/2 palmos a 800 <
vara.
Riquissimos basquina a 255000.
Assim cont outras muitas fazendas qut
se veode por menos que em ouir qulquer
parte, e d-se amostras de tudo,
Bales de 2o, :io, 3o, 4o o .^0 arcos
para seobt ra a 25,2^oo, 35, 35ooo 45 e
-J000.
Ditos de 25 e 3o arcos com moilas a 5,5
e 65.
Ditos de mureulina estrtitos a 65.
Esuai tilhos finos a (5,5.
Perclias linissimas a '00 res o covado.
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.:- T sr ? -
Francisco Jos Germann
RUA NOVA N. 21,
acaba de receber um lindo e magnifico
timento de oculos, lunetos, binculos, do o
timo e mais apurado gosto da Europa 6 oct
los de alcance para observares e,'par* <
maritimos.
Vende-se
Urna escrava com i la lo de 23 a 24 annos
prilima eosiobeira, lava e eogomma, a tra-
tara ra da Vigario n. i 4.__________________
A ttengo.
Na roa da Seotala Niva o. 22, se acba a venda
oro sraoile e vanado sortimento de esleirs che-
aadas do Aracaty, por prer;o razoavel : qoem pre-
tender dlrija-se a mesma.
HISTORIA 00 CEARA
Por T. A. A.
Pnblica-se a primelra parte dessa ioteressante
obra, e vende se na Llvraria Econmica defronte
do arco de Santo Antonia.
Preco 2*000._______________
AIT
it cuca a 38500 o sace*
Venle se no trapicho io Conha e di rui do
1 Cr.sp; S. :0 B.
. Vende-se tinta fina para escrever, e
quanta mais antiga a escripta mais preta fica
corre bem na peona, e ainda que esta seja
de ac nao as estraga e nao cria mofo ; na
botica na ra Direita n. 88, e nesta typo-
grcpbia oo rs. a g3rrafinha.
s ffE M CARNAUBA
Ra da Madre de Deus n. 5.
Vendd-se cera de carnauba mais barato do qae
om ootra aoal nier parte, de Iva qoallila'le.
Para osas particulares
Na iravessa da Madre de Dos n. 18, armazem
de Jo.-1? Vicente de Lim, vendem so massas bran-
cas de Lisboa, fazeoda moitoOoa, e propna para
casas partirolares, a 1J cada caiza de orpa arro-
ba, conteodo macar rao, talharim e aletria, e a 24
cada caixiDha de meia arroba, conteodo igualmen-
te massinbas sortidas. A ellas, antes que se aca-
ben) ; o prego convida.
Vender urna canoa de amarello muito bem
fu.a, toda encavilbada de cubre, pega seis pessoas;
a tratar oa loja de mindezas n. 23, raa da Cadela
do Hecife. *
Vende-se urna malatlnna de 10 para II ao-
nos de idade cem principio 4e habilidades : a tra-
lar no pateo do Terco n. ti-
""Vende-se
Na roa da Cadeia, bairro do rtecife a. 53, primeiro
andar, orna pardinba de boa Bgora e sde, com
12 annos de idade e com bons principios de ees-
lu;a.
riul ski mmm
un do (iueliuadlo n. 9, oja d
tuiudezas
DE
Jos Bigod-inno.
Varas de babado b'-rdad do Pono a 5W
Orn lels de ^etro^ prelo com doas oitavas
Parritr-is de reteoz do -odas as core? a 81
Frascos d'agoa de Ci Ir na nimio .-u[< rior a BOf
Frascos de o eo mono lino a..... oW
Duz'a de tesouras p*ruenas a..... 48'
Frasro> d.'agoa para liropar dente- a Hj
Reies pretas lisas para sfgarar cabello a '-.
Ditri.'.s de peonas de agomoo On-'i> a ti'
Caiziis de linria do pai'do 30 nove I los a 60
dem ds palitos ie sejinraflca a ?'
Garrafas de agua Flenda wrd>delra IjJ.X-.
silabarlos rom estampas para meninos i 3:0
Uemio da roupa de lavara..... 1(X;
Dunas dp meias unas pan senhora a fOOt
Agclhas francezas a balo (papel) a. RC
Pecas de fitas de laa de todas as c6res a 50C
Grozas e botoes de porcelana finieres a s6G
Caix.-^s com alfinmtos Irancezes a HO
Caias de 100 envelopes muito Uno- a 60C
Kesma do papel de pe>o branco liso ^. SPO!
frasco cvm snperier tinta a..... 1
Pares de botoes de ponlio ronito bonitos 8e
Linbs? rro cartSo de00 jarda* a i(K>
Cana de superior -iDha do ga: i m 30
''' ios ............. 70i
r .:er.;; para urdidos a....... ft-'-
Masso ci o superiores grampos 2 31
Bonets pr.ra meninos a........ lOOi
Penie? com costa de metal a...... '
Realnios para roenicos a....... 101
\j q f liria ca o de c fea do $.
fu o Imperador n, 32,
7f000
f^rflO
MCOO
b&W
3r!0(l
3451 0
pjnoo
I8000
25fiC0(J
B inegnics de ben rro psra hom.'ai.
Duos iie loslro para b.ujcm.
Ditos de cordvo.
D |.j Ditos ciira meninas.
S loe iIh ; 7 irro?.
Boticas liraro..? ?:i-\ senbora.
B t?s i |;-. ns t"-'a miniara.
Ditas r- i s p;ira moMaria.
NovameniH ch^gaiias bi tas ra-iacas o
ras da melhor qu-iiidade qi>o tsmos visto :
do vapor roa ova n. 7.
pprnei-
na loja
VARimiI
:]800
Vende-se f'-ritlia de mandioca pelo barato ir^eo
aonorioiaiio: a
Ultima moda
Bell p rhapersiohos de aparado gosto para ?e-
nhoras feto-ao rapricb} de orna das primelias
modi>ta o p.irio e crtfgados ao armazem do va-
por roa Nova d. 7,
Venoe-.-e sar-cu com felpo molatiobo o qui!
cosioba muito fcil e boa qoalidade a 64 o sacco :
na rna Nova de S.nu II a n. 13.
E' baratissimo a 500risc
covado.
Superiores ana pars vestido* rom excelientes
padtoes a '01 t:s o vado, aproveitem aot^s que
se acatem"; oa roa do Qaclmado a. i'), 1. ja de
Goimares Basics.
Vende-se a especial banha de nascer csbel-
los e tirar caspa, omita conhecida pela fsnoriencia
que ja' della tem feitj e os bons resultados que
lellj t?m tirado as pessoas qne a tero espenmeo-
tado; assim corno cooiiooa se a receber do terlSo
om Insigne remfdio caseiropara molestia do pello,
t-scarros de saogoe, broofloites; no Corredor do
Bispo n. 15. Xes.-a mesma casa epgomma se roo-
pa de hotnem e senhora, frlia-se n uito bem vesti-
dos a frasela por prt-co muito em certa.
Lidas mili lo lindas la a 600 ris o
covado
Vende se ca loja do Alvaro a' ra do Crespo o.
20 B.
Veode-se urna eicell8te machina de eostura
na prarja da Boa Vista o. 30 2* andar.
Peca,
Vende-se om preta eero 16 anoos, hbil para to-
do servlco; recolhida, a tratar no largo do Pa-
raso n. 29 2 andar.
Vapi
oree,
Vende-se em casa de Sauudars Brothers 4 '..
o largo do CorpoSaoto B. II, vapores patente
om todos os pertenees proprios para fazerTnovw
es ou qoatro machinas para deacarocar alg01^'
Escrava
No armazem da raa do Codorniz o. 2, veude-se
ama molatioba recolhida da idade de 15 anu,:,
cusica e tem prlaclptos de engororoado.________
Vendo-se a obraO Atino Christo
ero 18 voluntes, a obra mais necessaria aos
sacerdotes, e que n3o ba em parle alguna:
i ra do Rosario n. 22, loja junto a de fa-
nileiroj___
Fundico da Aurora
Taizas de ierro cuado, bom sormeuto euaaii-
dile !op?rioi'


miarlo de pwumm tata felra H4e Xveaibro de (867.
DO
0M0R0DEV
DR. KKVI AL.
Para o liirtainento e cura rpida e completa das molestias syphiliticas, eris-e-
M, rheumatismo, bobas, gota, debilidade do estomago, inflammac5es chronicas do ligado
abaco, dores sciaticas, cephalalgias, nevralgias, ulceras chronicas, hydropesias, plenri-
as, gonorrheas chronicas e em ge al todas as molestias em que se tetina em vista a pu-
rificado do systema sanguneo.
ConsideraeSes geraes
A saude um bem inapreciavel, cuja importancia e valor s est reservado ao eos
'armo o avalia-lo.
incontestavel que o hornera oeste mundo constantemente, e por todos os lador
atacado por urna infinidade de agentes morbifleos que todos tende n, dadas certas e deter-
minadas circunstancias, a alterar o regular exercicio das funeces orgnicas, resultaobc
oesse desequilibrio o que se chamamolestia.
A molestia nio mais de que a desvirtuarlo das torcas vitaes, occasiooada,- d,
gundo as investigacoes e experiencias dos mais abalisado mes tres da sciencia, pela depra-
ac5o dos humores geraes, consequencia da accSo maligna desses mesmos agentes morae
leos introduzdos no organismo pelo acto da respirado, pela via digestiva, pelo contacto
mediato etc. etc. etc.
A sypliilis infelizmente tem sido a partilba da humanidade, e como fra de duvi-
da que esse terrivel JPtoteo da medicina urna molestia hereditaria, ella tem sido obser-
vada em todas as idades. e debaixo de todas as suas formas t5o variadas, enfraquecendo
:onstituic5es robustas, produzindo mutilac3es, e cortando ainda em flor da idade vidas
preciosas.
Eliminar da economa esses principios deleterios. e purificar a massa geral dos
aumores tem sido desde tempo immemoridl o fim coostante da medicina, e os purgati-
vos flguram em primeiro lugar para prnencher esse desiteratum ou fim.
O Elixir depurativo do Dr. Sevial parece merecer a preferencia sobre todos: os
unmensos successos ootidos pelo uso deste salutar geme tanto na Allemanha, como em
Franja e Italia, o tornam c companbeiro inseparavel de quasi todos os doentes.
Sendo as melestias, como cima dissemos, devidas s alteracSes dos humores, o
Elixir depurativo do Dr. Sevial pode ser etnpregado vantajosamente na syphilis, erlsy-
pelas, rneumnismos, bobas, gota, debitidade do estomago, intlammagSes chronicas do
igado e baco, dores sciaticas, cephalalgias, nevralgias, ulceras chronicas, hydropesias,
pleunsias, gonorrheas chronicas etc. e em geral em todas as molestias em que se tenha
em vista a puriflcacSo do systema sanguneo; pois que urna pratica constante tem feito
ver que elle inspensavel nos casos gravissimos para minorar os. soflrimentos, pre-
parar o doente para medicac5es superiores; e as menos graves a cura a conse-
cuencia do seu uso, convenientemente repetido.
As substancias que entram na composic3o do Elixir depurativo do Dr. Sevia
pertencem todas exclusivamente ao reino vegetal, e grande catbenoria das sabstan-
:ias depurativas e antisypiiliticas; assim, ao passo que este remedio depora o orga-
nismo, eliminando os principios nocivos saude, pelo mecanismo natural das eyau-
goes alvinas, neutralisa ao mesrao tempo o virus sypnitico quando estevirjem.
tem feito erupelo no exterior debaixo de suas multiplicadas formas; e previne 1aui
3 estado de encubacae, isto sem se ler manifestado sob formas externas: beneficio
amanso, ta to mais quanto oeste estado os individuos ignoram completamente se es-
to contaminados por este terrivel inimigo.
O sabor agradavel d'este Elixir convem a todos os estmagos, a sua aocSo' so-
are o tubo intestinal suave e benigna, e 'le nenhuina forma produz molertias weii-
wmentQms, como acontece ao purgante dito Le Roy, que na sua qualidade de drs-
tico forte irrita a mucosa intestinal, e coosecutivamente a seroza, resultando d*ste es
ado, umitas vezes, hydropesias, que quasi serapre terminam pela morte do doente.
Assim pois esperamos que o uso deste remedio justifique cabalmente as nos-
tas asse^eragoes, porque sendo um medicamento to simples na sua composieao, z
pratica tem confirmado sua utilidade.
nico deposito em Pcraaialnr
Na botica e drogara
DE
Barthotomeo Companhia.
itfl'har macla especial bomeo-
pathlca do Dr. ablno O.
L. pinho.
Cha de 4* sorte para oso das
pessoas que se tratara homeopatbi-
camente.
Vende-se em pacotes de libra a
35200 rs.
Roa Nova n. 43.

Ao respeitavel publico pernambncano pede-se
Atten$ao
laeteiga ingiera
320, 500, 800 e 1,5 s no armazem se acha a vista.
Mantei^a franceza
em liDras 580 e 640, em barris se far differenca.
Banha de porco
em libras 320 e 380, em porcao se far differeoca.
Frnetas
em calda Pera, Pecego, Rainha Claudia, Alperxe e outras muitas 500 e 640 a lata.
Errllhas
Portuguezas 640, francezas 900.
Fimo
em latas do Para e de albaneque, lata I i e 1 4200.
Cioaam* de mllho
em pacotes, dita da trra 100 e 200 a libra. *
de Bordeaux em caixaa duzia 5, garrafa 500, dito de Si a duzia, 800 a garrafa, dito ajdo^rnbradoTeotrori^
(44 a duzia, 4200 a garrafa, dito do Porto a 8(5, itS, 48, 245, caixas de duzia, assim |ciooa-ios sena bastante enfadooho, e qae se ven
como figoeira caada 34500 e 44, puro J A A Lisboa 24800, 34 e 34500 a qualidade
convida.
I1I1BI111
0 cordeiro providente
Na antiga loja de miudezas a ra do Quei-
mado n. 16.
TonU j sembr eco vtu nio nabar o lempo aos
seas fregueie*, com exten tambem n:io quereudo qae os mesmos freguezes
Ignoris o qae de u .va iia elle receido, por uso
resumidamente o dir': ebegando assim ao co-
nheciroemo de todos qae a dita loja do Cirdetro
Previdente, roa do Queimado a. 16, recebea o se-
guate : \
Ronitas e daradnras ligas de pellica para meias,
tanto para senboras como para meninas.
Leqaes de diversos e modernos .-o-tos.
Peines com enfeiles doarados e nao donrados,
para meninas.
Coques simples eenfeltados, moldes Inteiramen-
te oovos.
Bom papel em eaixinbas liso, pautado doora

ai
em lata de 5 gales e mais pequeas a vontade do comprador, em garrafa.
Alplote
t40 e 10a libra, painco a 100 a libra.
Azelte
em garrafas a 800 e 14.
CHARUTOS
em caixa de 50 por 15, ditos Delicias, Trovadores e Parisienses em caixas de 100, ditos
da Expsito caixa 54, ditos de Regala caixas com 100 a 24500 e outras muitas marcas
que s na presenca dos compradores.
PREZUNT0S
de lamego em barril, ditos de fiambre o melhor que ha no mercado por preco que faz
admirar !!
DOCE DE GOIABA
caixes de 560 fino, ditos de 15500 que parece marmellada, dito em latas muito fina
qualidade a 14200.
BOCETAS
com doce secco a 14 e 25.
QUEUOS
do Alentejo em latas chegado pelo vapor Oneida, ditosFlameogos e Pratos dos mais novos
que ba no mercado.
AZEITONAS
de elvas como no mercado n5o temos a 14 a lata, em barris do Porto a 15 como nao ha
melhor.
3-RA DO ROSARIO LARGA-3*
aovo DEPOSITO
DE
MACH

pAtta DESCAROGAR ALGODO
Manoel Bento de Oliveira Braga.
53Ra Dlrelta n.53
Neste estabelecimento se encontraro a
verdadeiras machinas americanas chegadas ltima-
mente, as quaes so feitas pelo mais afamado fa-
bricante da America, por isso avisa a todas as pes-
soas que precisirem comprar, de se dirigir a este
estabelecimento que comi-arnn das mais perfeitas
neste genero, assim como mais barato do que em
ootrn qualquer parte, por isso que se recebe por
conta prop-ia, bem como cannos de chumbo e moi-
nhos para moer milho, e grande surt ment defer-
ragens e miudezas em grosso e a retalho.
Facas de cabo Dranco de meio bnhnco a '.&
a duzia. limas fina; de tolos ostamanhos proprias
do trabalho de e>cu!tura.
-
.:';. i-i;:,:?
1 grande deposito de superior carvao de Oardiff na
Babia.
Antonio Gomes dos Santos & C, raa Saata Barbara n. 1, estao habilitados a snpprir de
s rio m condiedes mais favoraveis que em ocho qmlqaer deposito, a todos os navios a vapor qae
uvera naoaelie porto. A contratar nesia c un Oominfios Alves Matbens...
4'
HBBICl DE ClirOS DE SOL
DE
E-te estabelecimeoto acaba de receber de Pars urna rica colleccao de chapeos
Je sol le sadn. de alpaca e de algoto, rom armacoes de balea, de ferro e de junco dos
m3,'hjres gastos e fbricantes. que vende mais barato do que outro qualquer estabeleci
mcat i, por seren faz Igadmente tem fazendas de seda, de alpaca, de algodSo edelnho para cobrir
chip/s i 8)1, ludo de boa qualidade e por preco commoio.
Eacrrea-se de qualquer concert, com presteza, seguranea e garanta. *
FAZENDAS DAS LOJAS E ARMAZEM DA
Tendo o proprietario destes dousestabe-i Alpacas de lista a aoo rs ocovado.
lecimentos resolvido liquidar grande parte Vende-se alpacas de listas e de flores
desoas fazeedas por isso resoUeu por em li- prnprias para vestidos de senhoras a 5"0,
quidaco para vender mais barato do que 6oo e 56o rs. o covado: ra da Imperatriz
em outra parte. ; lujas da Arara ns. 56 e 72.
Otiitas 160 o covado. Casemira com peqneno toque de mofo a 15.
Vende-se ditas. <-m retalhos a 160 rs. o Vende-se casemira pira caigas e p lilot
covado, ditas em peca a 200 rs. o covado : com pequeo toq ie de mofo a 15 o evado:
cassa franceza a 'io, 28o rs. o covado : ra ra da Imperatrb. lujas da Arara ns. 5(3 c 1-.
da Imperatriz iojas da Arara ns. 56 e 72.
Laazinhas la Arara alo. o covado. Roiinfl fi*ir*i nflPAnl
Vende-sc ISasinhas para vestidos 2io, UOUpd itJHd IlrfMOUdl,
28o, 32o, o covado: ra da Imperatriz lojas V'enoe-se palitots de panno a 54 U
da Arara us 56 o_72. U e 105 ; palitots de casimra de cores a
Madapoiu a 44 a pega. 65, 85. e lo5, alitots de meiacasimira a
Vende-se pegas de madapolao a 45.55,dito 355oo e 45. digas de casimira a 35. 65 e
muito finofi?, 75, 85, 95, lo5 : ra da Im- 75, ditas pretas 55. 6.*. 75 e *5, ditas de!
peratriz iojas earaia/em da Arara ns.SOe 72. meia casimira a 25."oo 35 e 35Soo coletes,
Cortes de carabraias de barras a 25 de casemira a 35, 355oo seroulas a 15, ^
Vende-se cortes de camoraias de bonitas 156oo, 25 e 255oo: ra da Imperatriz lojas:
barras a 25, -2ooo e 35ooo da Arara ns. 56 e 72.
Ditos de cimhraia bordadas brancos e de Aodao enfestado a 15 a v.ira.
cores a 45, 45aoo e 55: ra da Imperatriz Algndo enfestado pnra lencoes e loalhas '
lojab da Arara, ns. 56 e 72. a 5 dito transado 152*> a vara: ra da;
Arara vende algodo a pega 35- Imperatriz lojas e armazem da *rara ns. 36'
Vende-se peca de algodao a 35. 45, 5/.
65, 74. 85; ra ^a Imperatriz os. 56 e 72.
Riscado frniicezde listas a 36o rs. o covado.
Vende-se rucado fraocez de listas para
vestidos a 36o e ioo rs: ra da Imperatriz
lojas da Arara, ns. 56 e 72.
Ditas franceza a 24o rs. o covado.
Vende-se chitas francezas finas a24o, 28o,
e7.
de em dita loja de miudezas do Cordelro Previ
dente, roa do Queinoaoo n. 16.
Man faltan filares,
O Cordeiro Prevideote a roa do Queimado b. 16
lem constantemente um lindo sortimeolo de fi-
nas e bonitas Dores, por isso qnando aigum ba.
bllidosa joven qoizer preparar qnalqoer enfeite de
bello Rosto deve logo tembrar se que ba dita loja
do Cordeiro Prevideote, a roa do Qneimado o. 16,
nao (aitam flores.
Para alvejar os dente.
O cordeiro providente a roa do Queimado n. 16
recebeu do bem coobecido fabricante J oh Gus-
nell d C urna ptima qoalidade de pos para den-
tes aromatisado; com cantora que realmente tem
merecido tolo conceito porque nao s alveja per-
(llamete os denles como tambem conserva-os
sempre no melbur osudo de perteico, assim pois
qneiram vir cumprar ditos pos na mesma loja
do Cordeiro Previdente, roa do Qneimado n. (6
Eofelte eon puntas.
U Cordeiro Prndente receben nm lindo sorli-
mento da enfeiles conT pontas para vestidos, tanto
do seda como de la que combioam perfcilamen-
te com os cintos modernos do mesmo formato, por
isso para poder enfeitar-se com gosto qualquer
vestido indispensavel comprar-se ditos enfeites
ni mesma lo|a dt Cordeiro Prevideote, a ra do
Queimado n. 16.
Chapeltnas de seda
Modernas e bochas cbip-i.inas de seda para se-
nhora receben o Cjr.leiro Providente roa do Quei-
mado n. 16 e por ser pequea a quantidade re-
cebida, quem pretender urna moderna e bonita
cbap9lioa oeve apresar se em laudar compra-la
om dita lija do Cordeiro Prevideote a ra do
Queimado n .16.
CaIXINHAS ENFEITADAS.
Eslas muito dusejadis eaixinbas va-ias e enfei-
ladas cum go-to, que tauta exiraccaa tem tido e
que realmente servem para diversas tlns, eiistem
na loja do Cordeiro Previdentn a rna do Queimado
o. 16 um completo suri>meato de ditas caixiohas e
sao vendidas per precos to rasoaveis, que o expe-
riente freguez nao objectara' em compra-las em
dita loja de nnu'iezaj do Cordeiro Previdente a ra
do Queimado n 16.
PO.NTEIRAS E CHARUTOS.
O Cordeiro Previdente, ra do Queimado n. 16,
tem om boio sortiroento de tio-s pooteiras para
cnarui'.-, seodo lisas e com figuran em alto rele-
vo ; e para qu os ssas freguezes ro se incom-
modem em comprar charutos em algumas das lo-
jas de ctiaruieirus, receben tambem um bom sorli-
meoto de tinos charutos do afamado fabricante
Furiado de Simas ; atsim, pois, encontraro os
apreciadores um bom sor tmenlo na dita loja do
Cirdetro Previdente, ra de Queimado n. 16.
Par.i offerc-is ao !>.M3.lal por-
tugnez.
Bonitas cestinhas com truetas de cera, obra do
muita perfeic&o e bom gosio.
Para curiar moldes e e > brulhar fazendas.
Vende-se papel i-ardo folnj graude.
Para lustrar ealgados.
Vende-se superior raxa econmica.
Vende-se papel para matar moscas.
\ loja lo cordeiro previdente
Ra do Queimado n. 16.
Mella acharao os pretendentcs um grande e va-
| riado sornmenio oe perfumaras uas, tanto ingle-
zas como franceza.", sendo :
Finos extractos para lencos.
B^uhas e pomadas para cabellos.
Oio pRilocome e baboza para dito.
Pos bygienicos para denles.
Ditos eamphoradds para ditos.
Opiata ingleza e frauc-za para dito?.
Pacotes com pos de arroz.
vasos d-s porcelpna para ditos.
S iboneies para mo e barba.
E muitos ouiros objecios que sero presentes
Fabrica e fundico de bronz
e outros mttaes, caldeireiro,
/atoeiro, e funeiro, situada
na Soledade, iua do Prin-
cipe n 3, c com deposito na
ra Nova n 38. da cidade
do Heeife
de
BRAGA &SMIPAIO
Fabricam-se neste importante estabeleci-
mento todas as obras concernentes as artes
respectivas como sejam:
Alambiques de todos os tannos em
feitios, os mu acreditados aparelnos de
Derosne com as dimences delicadas dos
fabricados em Franca.
Fabricam-se avulsas qnaesqoer pecas des-
aparelbs, como sejam o dilatador, ratifica-
dor e condensador, ou esquenta garapas,
resfriador, serpentinas interiores.
Fabricam-se bombas de todas as dimen-
ces e qualidades, pelo systema francez ou
americano, simples, de pressao, repuxo, e
com e>petandarle a estncanos! assim -op
nominadas pelo enorme volume de agua
que absorvem calculada em 100 pipas por
hora, e das quaes algumas esto promptos a
serem experimentadas.
Existem bombas por este systema, me-
nores, para regar sitios, garantindo-se nSo
s sua Juracao como a grande quantidade
de agua qae fornecem pelo ane sao cons de-
radas boje as primeiras bombas conbecidas.
Todas as mais obras se fabricsm voota-
de dos freguezes e a sea capricho.
Existem sempre promptos do deposito in-
dicado na ra Nova n. 38, um completo sor-
timento de obras solidas, bem construidas e
a precos rr.soaveis, como sao alambiques,
serpentinas, taxos, passadeiras, repartidei-
ras, escumadeiras, cocos, caodeias, e moitos
outros utenc'lios preprios para engenboe,
como sejam mancaes de bronze, parafozos
para rodas de agna e outres.
Cavilbas, machos para lemes, pregos de
todos os tamanhos e para o forro de robre
de navios.
Aprompta-se todo qnanto diz respeito as
obras de lato torneadas e polidas com toda
a perfeicSo.
Vlvulas para tanques de banho, torneiras
de todos os tamanhos e qualidades, assim
como todos os ornamentos para militares,
boles para farda, aparelhos para barretina,
nmeros, espheras, espadas, cornetas, alam-
parlas turibul< farizes, perfumadores.
Obras de folhas de (landres de todas a?
qualidades, babas, bacas, bules e outros
utencilios domsticos.
Lampies para gaz para engenhos, fulba
de flandres em caixas, folhas de cobre e la-
to, tubos de chumbo para encanamentos de
todas as dimences, folhas de zinco, estanto
em barras e vereuinha, -lancees e barras de
chumbo, vidros finos pira espelhos, de co-
res, bordados, e opacos, e outros para vi-
drac*s, diamantes para corlar vidros, cadi-
nhos ordinarios e de patente, rea para mol-
dar, folies para ferreiro lavatorios com ba-
cas e jarros, trra podre e outros numero*
o! jectos prnprio ce taes esiabelecimenios.
Sendo todas as obras inspeccionadas e
feitas sob a direceo do socio administ.ador,
Jos Baptista "Braga o qual se acha de novo
especialmente incumbido da gerencia de Ho
imponante estabeleci mente, isso urna ga-
ranta pe'a sua longa pratica, que tem os se-
nhores freguezes de que serao servid is a
contento, com prompta3oe preco commo-
do, pelo que os propietarios lhe serao agra-
decidos.
Psrf?, 36, Roa Vivenne. 5>
CHABLEllDtCirlSPCAL
Cortes de 15a de I i covados
Vende-se cortes de liia del'tcovaosa
3,44eW:ru
ra os 56 e 72.
Ricas saias horda las a 3^"oo.
Vende-se res saias bordadas para senho-
ra a 355oo. 5, f,5 e 7i, baldes de arcosa
32o e4oo rs. o covado: ra da Imperatriz 25.2,$5oo, 35 'e 3ooo: ma da Imperatriz
lojas e armazem da Arara os. 56 e 72. lojas da Arara, ns. 5fi 72.
ao comprador que se diruor ra do Queimado
n. 16, loja do curdeiro providente.
Bm ejas peqeais.
da Imteratriz lojas da Ara- Veodem-se ua ru4do2Queimado o. 16. floja Ido
' i cordeirojprevid nte.
Charutos
da acreditada fabrica de Jos Furtado de
Simas.
ARROZ m CASCA
Vende-se em saceos grandes a 4>SU0 : uo Ira
piebe do Cunba.
Vinho superier em caixas de nma duzia e
tem para vender Antonio Lniz de Oliveira Azeve-1
do & C., no sen escripiono roa da Cruz n. 57.
Fundico dAurora m\
Santo Amaro
Completo sorfimentc de taixas batidas e fund
das, alambiques de todos os tamanhos e fundos rit
ditos, moendas de todos os tamanhos de superior
qoalidade, crlvos e boceas de fornalha. o qae tud'
se vende por commodo prego.
Kival sem segundo.
Rna do Queimaoo u. 4L9.
u' acabar com as fazeudas abaii
rneucionadus.
Queiram vir ver o quf butn t baratissimo.
t'oalbas de labynntbo com bico, fajen-
Venda de terreaos.
Na travessa da roa Augusta on ra de S. Joio.
freeuezia de S. J i*, vende-se ora terreno com 180
palmos de frenie e 130 dt fundo ; bem como ou-
tro de 800 palmos do freote e 90 do fundo, ja
com priocipio de ediflcacao, tudo por preco com-
modo : a tratar na mesma roa com Cyrlaco Jos
Coelho, penltima ca3a em direceo ao Gaiome-
Iro, lado do sal.

jLIQUIOA^JLO



Ghitas francezas largas de cores escoras e claras e de superiores qualidades a 28* rs. o covado.
Cassas francesas de cores a 30 rs. o covado.
Ditas francezas de cores de superior qualiade com graBde variedade de padres a ioo rs. o corado.
Gaze 8e seda de cores linda fazeoda para vestido a 32o rs. o covado.
Liodas I3as de cores para vestidos, padres modernos, a 5o rs. o covado.
Superiores alpacar^a? e de flores para vestido a 10 e 64 rs. ao covado.
Madapofs de jfciveis qualidades a 35, 45, 85 e 65 a pega.
Algdaozmho brnco de superior qualidade a 45 a peca,
Assim como ontras murtas fazendas de 19 e de phantaMa a precos baratos para acabar. v'^_lk*tt *M A
Na loja dSs'cotunmasda ra do Crespo n. i, detVntooo Correia de VasconceUprA C

da hoi a ............. ;Jl
irreteis de linba com 100 jardas a '. 3i
ravatas pretas e de cures muito Boas a 30<
Calzas de oireias do rna>:a muito divms a 4(
eorladores para espartilbo ds conlao 8
Ota a............... ei'
'Jarretis de linha Alp.xandre com VOO jar-
das a ............... 30(i
jabonetes mnito finos a 60, 160, 00 e 32(
itos de bolla muito tinos a 20 a 320
Vfiadas de linha froxa para bordar a 2
Varas de cordao para epartilho a 2(
entes volteados para regacar cabello de
menicas a............ 32fj
'rseos de macaca' oleo muito fino, a 120
*botoadoras muito Unas para colletos a 50fj
Jart5es de linha branca e de cores a 2C
Libra de ara preta superior a..... 10*
?scovas par tato, fazeoda boa, a S0(
Varas de franja branca de lioho para
toalba a.............. if>;.
C*ixas de palito balio a......... 4(J
Caixas da palitos de seeuranca sem en-
ehjfre a............. jf)
S-bonetes do familia a 100,160 e 240
Carnlha de doutnna cbnsta a 32(
Quaderoo de papal pequeo superior a 20
Duna de baralbns franeetes superior 2J0OC
Grnxa de piwpboros muito sapertores IJj 0(i
C-ixs a retalho do mesmos ...... K
Caixas de pnosphoros de vellmlia contendo
800 vellinbas muito soperiores a 160
Re-roas de papel almago mullo superior i$9bi
Resmas de papel pantado superior quali-
Dorias de meias para homem..... 1800
Duilas de molas croas multe superiores 4#0u<
Vendem-sejna loja doucordeiro previdente a roa
do Queiroadogo. 16
GR ND BfiZaR
RA iNOVA N. -O E 2
as enK!-mihadas hks skxcaes, as akfkc-
CfiFc rrrrAVP.A-i. F. a .TERAgOES DO SANGUI.
ES S '4| y'|' viJ Mf 4 ;'' kerpe sarna,
.-jfcv '"'"'Toet, acrimonia, t (-
~ ^\Cfj lercaei.vicintns dosangii?;
ti" iTi i liiBlnl i.'irui, t altcracoei do w>
g ir (Xarcpi -r,;iiiil ---ni mercurio!. Bcpurmi,?. .-
--. :n.-* BANHO* -;\.HA!'. tOOWO-Se Jo
por semana, seii.nnrln a iraiuamonlo Depurativo '
"^Tf^-T^-^ll Este XaropeCitractodc.
'tt^S '8 CHAB,'E- c,,r '"fc
-?H '3R:!itequa!querpiirgcao.
L d a 8 B 2 uratao, e debilidad, i
dHhMytJcrsl :;u8!menteo/Iua e flora
k'aiica das nl&tns. Esia i&jeccao beaigna >*'
}.: oa-se com o Xarops de Ciliado de Ferro.
Hraiarroldan. Pomada que as cora > tres dial,
POMADA ANTIHERPETICA
Coaira: aas a/ftecoes cutnea coniza**.
PILULAS VEGETAES DEPURATIVAS
m V Ckmoie. cada ir amo val accsatahUo la *M
Unaa>
AVISO A03 SRS. ME0IG08.
tur caurrtmi, lo?
rviiHr.lucncs tmiiicam
nervotas tal doi bror.-
ff 3 ":'"a> iijJni <" tinenta
ilo p*U* bArta -"i liuent
mine ir.ini'-a iii-.-u- tarop li' FOMre
.P m P'tn. ra ''rffwi*
A venda na pbariaacia de P. Maorer f
e C, em Pernambuco.
TERDiB!Ra


I
t iier::, c.x.v^.--
Rue de> Seine. 61. C BA.H)
hawa.ii ewrM.-uin^'PWfflBiw.'afr-a^-y.---i'-
Kival sem segundo.
Ra do Queimado o. 49.
E-u' vndenlo nma pecbincUa.
Covadj de chita f.ancexa larga mnito bonitos
desenhos a 240. ^__^
Muas v
E'peram-se eem destes aninaes, mullo snperio-
res.viodos, do Rio a Prata : queo pretender com-
prar dirija-se a' praca do commereio, antiga rna
o Trapiche n. 6, para tratar.
Machinas para descarocar algodo. do mt
Ihor aator que tem apparecido na Americ?
E' tal a execuco do m leninismo, que o al-
godo sahe quasi 13o perteitocomo o debo-
laodeira. Recommenda-se -a attenco doi
Srs. agricoltiires. estas machinas.________
Itamo de Garanliuus
CheRou o especial roa do Queimado loja de M.
R. de Carvalbo, n. 18.
Joruaes para 1868
Va llorarla Frngela assignam-se
todos os jornaes da Europa ; os Srs. assR-
naoies encontraro amostras dos peridicos,
e catlogos dos mesmos.
_______BA DO CRESPO N. 9.
\l GAZ GAZ
Cbegon ao aotigo deposito de Heory Forster
CL ra do Imperador, um carre^amento de gaz dt
orimeira qoalldade,o qual se vende em partidas
i retalho por menos preco do que em oatr* qua!
mer oarte.
V^ Hl
Ro da gai rata. vn. nitrc a rolhs : t.>~
q:i 1. J > ai.'i utr, un. i,:tu;j u^;< ;,i ,a __
reUacom Mi.w Ikiu.in tott-.to r-c
|- 'i '..
rH> com i mi.i.o
DOCTER-MUECIN
PHARMACIEN
t*ne>(ru5*al<'t:rs^
ir Slt f.-' -
brtl'ar..iriU'l
a SA da* a* .:a. I
so m.illm .,p;ix-ie j
Arvf.nXo
mm
A Agaia Branca a rna do Queimado o.
8 reGebeu d'aquellas bonitas luvas de pelli-
ca enfeitadas, e ja bem coohecidas por lavas
a duqueza.
Deposito na pnarmacia
C. em Purnamboco.
deP.Manrer i
tr
CASTRO NUNES
Grammatica naciouaL
Sexta rdcio
limirii fmewa.
ma
.tl
*!


lurte de reraanboeo latela Telra ti de Xovenibro tte 1867.

Collares Rayer
a mttm elcstricM tf!teliei
Deposito acreditad*
l*)ja da agaia branca raa do Queimado n 8
Apresar anda os prodigiosos effeitos dos
Collares Royer j nao ensinar ou querer
ioiroduzir novidades, porque a fama de sua
ufflcacia tom-se tanto estendijo, e os seos
leiizes resaltados a tal altara elevado, que
boje rara a pessoa que por experiencia
propria, ou por intermedio de seus amigos
e parantes, ignore ou desconhera asvirtu-
de- desdes sempre apreciareis coHares
Royer.
A a guia branca porm s ) gloria de concor-
rer para um to justo fin, se nao por ou-
ro modo ao menos por ter sempre, e cons-
antemente um completo sortimente desses
colUras magnticos, que bem se podem cha-
marsalva vidas das enancas.
Resta amda que os senbores pas de fa-
milia se facam convencer de que convem
oto esperar que as criancas sejam atacadas
do mal, e por isso necessario ou conve-
niente que cora antecedencia se deite na
crtaoca um desses collares para assim estar
ella preservada das convolcoes e se contar
bvre dos rigores da denttcSo.
A agaia branca raa do Queimado o. 8
contina a receber por todos os vapores
francezes a quantidade que ba contratado e
por isso acha-se ella sempre provida dos ver-
dadeiros collires Rjyer eletricos magn-
ticos.
l Agaia Branca a roa do |ucl-
nado a. 8.
tocoolestelmeote na loia da Agaia Branca '
onde os apreciadores do oom podem aminormente '
provtr-.-e daquelles ob|ecios de gosto. E-sa verda-
de ja por lanos e tantas vezes recoobecida ainda.
agora su faz confirmar eom a nota dos preciosos '
objecios de go>to e valor qne a apata tero a satis*
facao de ya ti-n le r e por a disposigo de quem os
des'je e pos-a comprar. Ella principiara pelas ri-
cas canas rom msica e sero ella, para costara,
fissas cana* por soa* perfaicSes, gostos e rique-
zas, se toroam reeomropniaveis pira algoa im-
portante presente, nu mesmo para quem tenba gos-
to de po*suir ama bel'a obra, porque de curto sao
ellas as de maior valor qoe se eoc ntram em Per-
Dan.bucn, tea n urna qJ sobresabe a lodas as ca-
iras. Aliii destas ha nuir..s de precos menores, as-
sim cuino lambem ba b mitas caittnhas varias de
madeira, envernisadas e marcbeada-, cum fecha-
dura e chave, para costara.
Em leques fl qae se pele 'nconlrar de mcllior,
sendo:
Todo de madreperola, bordados, obra de gosto e
valor.
Oulros de madreperola e seda, benito desenlio?.
Oulros de madreperola com h rdados col ridos,
obra de muito go -i >, e g-ramente apreciadas.
Ootros lodos de sndalo.
Ooiros de sndalo o eda com bellos desanos.
Onros lodos preto* para lato.
uiros preos com desunbos rosos, proprios pa-
ra senhoras viavas.
Ootros de sndalo o taia, formando qnatro vistas.
Oulros de sndalo e sndalo o seda, para me-
nio.s.
Ouiros de madelra e papel, > bra barata.
viiai'i) trancas para vestidos
A Apoia Branca reeebeu envanente nru bello
sertiraento daqaellas apre'ia'ias gnarnigdes de fi-
ta* ; assim como oatras de lindas e moderna* tran-
cas. Os apreciadores do bom romparegam na luja
da Agnia Brinca a roa do Qoeimado n. 8.
Fi.iissiin*s mrias de fio de Escossia para criancas.
Veuden -*i> na ra do Queimado I ja da Aguia
Branca n. 8, onde tambero ha Mitras muius ds al-
g.ido para criancs do 3 a 12 metes.
Hu finas lavas de ib de Escossia c seda, para ho-
rneas e st-na tras.
A Asoia Branca a ra do (jueimado n. 8, rece-
ben a>n bom sorlimento de fioas luvas de oo de Es-
eo*ia e seda. Drancase de cores, nortada* e lisas,
tanlo para bombas como para senhora*; quem as
pretender o dtrijir-se a dita I ja d.: Anua.Branea.
eoonecera qae em tal geoero nao e euei'Oira me
bar, e lalve a>m mesmo igual em algnm* ouira
parte.
Ueqnifs trancos ou trancinhas papa-lina.
A AO'a Urancs acaba de receber um novo e
bello sorilmeolo dessas lo procoradas traacinbas
papa-fina, com diversos, e agradaveis molde, e co-
mo sempre a Aguia Branca a ra do Queimado d.
8 continua a venler barato
6olliahas e pnaos, maugutios e golMas, obras
modernas e de goate.
A Acula Brauea achs-sn receniemente provi !a
de bonitas gollinhas e punlios bordados, rnauguttos
6 gollinhas tambera bordad s, e iodo do melbor
gost. e ultima moda, tendo as gollinnas e pnnb?,
mullos, |a enditados com fitas cufiadas, e algumas
pequeas para meninas. Os precos, apear de com-
modos variara com as difTerentes qualidad is das
obras. Os pretenderles comparecjim na loja da
Agoia Branca a ra do Queimado o. 8 que seo
servid -s a contento.
Etrlrcmeiosterdados ensecas grandes.
A Aguia Brauea a ra do yu-iina lo n. 8 est
veodendo bonitos enfemeos bordados em pecas
grant>-8 de l liras, e pelo baritissimo pre(o de
2#a00cada pe^a. A raodd e*iracc5o quo e'.les
laui Hilo coufirmam os diversos fins para que eer-
vem, as Iro pnlscoBvm que a boa frfgoe;r. da
Aguia Branca aprovelie ess'< bna c barata fazooda.
lil
Este aMaMlecimenio acaba de receber liadas
jbipeiiua para seobora, ricas calciobas para cos-
oras. Jilas para joias, petues deurados para joc,
flvelas muiio.ncas, as*im eomo cintos e puiswras
4a bUiids moda de Pars, ntremelos a babadinhos,
bons t.lucait'-Tes donrades e de Jacaranda, espe-
Ibos escosseze de diversos tamaonos e ricos caai-
vates tiara .venbora, voltas flara poi;o, gravati-
obas, bico de wd, dito de algodao, tatiynntho, e
Bultos nulros objectos de apurado gesto, qne se
torna esfadonba aleccionar, -wu i par procos mui-
to coamudos: a' ra da Imperairiz a. 70, na luja
da Lealoade.
5
raa do Crespo n. 9 A, esquina da roa do Imperador

Acaba da chegar peki va{cr Ginemif, um variadlsslmo sortimento de faneodas qae Ji-aua os
dossoj correspondentes qne firsm as meibures, as de mais gostos e novidades que encintraram em
Pariz, e por isso mono recommeodamo: a apreciacao do it-speiiavel publico, os seguimos arligos que
9 encontra'o na loja do Passo.
Riqnisslmns cortas de seda de cores, com lindos
raatues coropletameote novidade.
Llndifsimos vestidos de cambraia branca bordados
com gosto.
Ricos basquines, primorosamente bordados, e ulti-
ma moda em Pariz.
Riqusimas chaptlioas de seda, paiba a imiuco
e enfeliadas com muno gosto.
Coques para senboras, sendo estes de ultima moda
ero Parir.
Luidi-simas gravatinhas para senberas.
Lindos colares e voltas de vi inlho e seda, ultima
^ moda e ioteira novidade.
Collarinhos, pnnbjs e gravatinbas de Chuny, c m-
plela novidade.
Riqnissiroos leqnes de marfim lodos abertos e de
Riqoissimos vejiimentas da eambraias prmorosa-
mente bordados, com todos os perteaces para
cranlas se bapiisar.
^Ricoj vestuarios de core, todos completos par
meninos de t a 4 aoaos.
Mantas do bloude para oofvas.
Hoiriannqne, grosdeaaple e sedas preta, branca
e de cores.
Riqoissimos cintos, nlliroa mida.
Ricos entalles para seonoras 3 neoinas.
Lindissimas cbapelinas de soda e de paiba para
meninas.
Riquisstmos cortes de fantasa para vestidos de se-
nhura.
L'udos corles de lia para vestido, novidade.
Chapeos de castor a canotier, ultima moda para a
rapasiada em Pariz.
altano gosto em Pariz asilm como de sndalo I Grande deposito de luvas de Jouvin recbese por
madreperola. I todos 0= vapores grande sortimento.
Casemiras, eambraias, laas, mnsselinas, preealias, chitas e urna loQnidade de obieclos qoe
deixamos de mencionar por se tornar majaue.
Isto s na loja do Passo ra do Crespo n. 7 esquina da do Imperador.
,4
1 AUGUSTO PORTO i C.
IIRa do Queimado11
.
>HIIA^ VAEENML8
LOJA E ARMAZEM
DO ~.



Pl
Ra da I: peratriz n.
BE
GAI?I% A IIA7Ao
Tendo os donos de te grande estabelecimento resolvido liquidar a maior parte das
suas fazendas resolver am vender com grandes abatimentos em precos, assim corno teem
receido ltimamente urna grande porgan de fazendas novas tanto inglezas como fianceza.s,
alemSas e suiss^s, teem destinado venderem-nas mais barato que em outra qualquer parle
afina de apurarem dinneiro, dando de todas ellas, amostras deixando ficar p nhor, on
raandam-nas lewr em casa das exiellentissimas familias pelos s us caixeirus; assim co'.p.o
as pessoas que negociara em pequea encalla, oeste estabelecimento compraro pelos mes
mos pi ecos que cumpravam uas casas inglezas ; ganbando-se apenas o descont.
(ortlaarioa par eamas e jancl- B loes a 18, 353oo e ',i&
laa a 105, !6>. 205 e 25M Vendem-se um grande sortimento de cri-
Vendem-se um grande sortimento dos nnlinas oubal5es de arcos para senbora pelos
melhores cortinados bordados que tem vin- baratos precos de 25, 2(5oo o 35 por baver
glande porcao, na loja e armazem do Pa-
vo, ra da Imperatriz n. 60, de Gama d
cansas a 4o r* so o pavo.
Vendem-se bonitas casas inglezas de co-
do proprios para camas e janellas, pelos ba-
ratos oreos de lotS, 165, 2o5 e 25 cada
par sendo neste genero o melbor que tem
vindo ao mercado: assim como pegas de'
cambraia adamascada proprias para o mermo res lixas pelo i-arato precn de 2i rs, o co-
6m. na loja do l'a.o, ra da Imperatiiz vado, ditas francezas fazenda muito fina com
n. 60, de Gama & Silva padroes listrados e de flores, assim como com
Corles granadinos para vestidos palatinas miui.as proprias para meninos a
Cbeyaram o mais bonitos cortes de or- 3oo rs. o cova-io ou a 5oo ts. a vara : pe-
gandy Granadinos tendo lo varas cada corte chincha na loja e armazem do Pavfo ra da
sendo 7 v ras listraiias para a saia e 3 varas Imperatriz o. 60 de Gama <* Silva,
lisa para o corpo, tenuo as mesmas 3 vaias ALPACAS DE <;o tE-< a 500 RS. o oivado.
enfeites corresp-ndente a saia para enfeiUr Vendem-se as mais bonitas alpacas de cores
o corpo e mangas tendo entre elles multas eDfesadas c m bonitos desenos miudmhos
trancas com listas pretas como actualmente lendo entulles de todas as cores pulo barato
se u*a e vende-se pelo barato prego de 65, Pr* 5 de 5o rs- covadn, ditas lisas escu-
unicamente na loja do avo, ra da Impe- ra| e claras sendo-todas de cores modernas
ratriz n. Co, de Gama & Silva. ,B 64 rs- >va Tlraa bordadas e Babidlohos,re^emais mod,rnas oue teem vindo ao mer-
Quem quizer fazer boa compra de tiras iCado'' sendo hawna, lyno, verde, azul e
.. 1 1 nutra *nruc nna rvtitam n AiU ,.%!.. hnr-iln
tefe ?! Oriiro.
A' loja da Aurora oa raa larga do R -rrio n. 39
perlenemie a Maooel Jo> Lope & Irrnso, recebea
o buin np Paulo Gordeiro e G>e fine, assim
como tedas as mais qoalidades.
Na ra do Jasmim n. 22 Vende-:e um caro
novs sem vidrassa.
Escravoa fgidos
Este estabelecimento acaba de receber e vende por commodojpreco as segointes bordadas ou babadinhos, achara um grande !oulra cores> ^ue iajilem a seda, pelo barato
fawndas finas i sortimento para escolber e por reg muito pr.eco de S()0 's- CVad. pecbiocba
Vesti'ios de b ond para noiva com manta e capella.
Ricos vestidos de cambraia branc 1 bor.ladas que ha de melbor.
Cortinados bordados e admascadns para camas de 2o5 a 805.
Dito- bordados e admascados para janellas di- 95 a 2o5.
Colxas de seda e 15a e seda para cama de noivas.
Basquinas modernas de muito gosto de 2o5 a 5o5.
. Toaibinhas de croch para cadeiras e sofs, e colxas de croch para camas.
Cbapciioas de crpe branco, e chapeo* de palha da Italia para senhora.
Moir branco opreto, grosienaple preto e de todas as cores para vestidos.
Camisas para homem francezas e .agitan de linho, e de algodao.
Goardapisa de crinofine para fazer riis elegantes os v stidos de 15a e do eda
a 32o rs. a vara.
Superiores saias bordadas de linho, camisas e camisinhas bordadas e lsncol de
cambraia bardada para sonhoras, ricas toalhas borda las com muito gosto, e Imdos ves-
tuarios para baptisados comorespeciivo eoxoval.
Las coa listras de seda de variasc'cs a que ha de melhor.
Chapeos brancos de castor c ricos chapens de sol inglezes para homem.
Malas de diversos tamanlos para via.eos.
Panos finos e casen iras pretas e decores e outras muitas fazendas qoe se v'jn--
dota baratissimo.
Este estabelecimeoto contina a receber as melhores.
Esteiras e alcatilas para salas.
11Raa do tneiinado 1!
/

DE
PREPARaDU FRI
POR
Ph-iiTEaceutico pela escola M
Aristide Sisset. e J. Soum
22.------Rica da Cruz------22.
Veod-se um boro piano i meaa Je Jaca-
randa ee> permito estada: na raa da Ca&boa do
Carmo o. 20.
GRANDE BAZAR
roa Nova n. 20 e 22
Machinas pa a costura do autor' Wheele
A Wilson, ebegadas ultimamente da Amf
rica; as qoaes pode ouzer-iie com -4loo
peeoiakUie, todae quaiquer fazenda, emb
har, frangir, bordar e marcar roupa; todi
cota perfoicao. S3o tao simples, que con>-
prebende-se fcilmente a maneira do trab'
Ibo e- a peno tendo pratica de coser em m>>
. rbinas, poda fazer por da o ser vico que I
cbm 3i costureiras.
Ctiatna-ae este estabelecimento a attei-
5* do>pobti6G, visto qoe ele se acha con
ptetameuie sinrtido de ohjectos de gosk
como bem tuques de madreperola e de sai'
ttelo, fivetos, fj us para cinto, cokes perfe-
maria e etc,
Na raa nova n. 20 e 22. Carneiro Viii-
MC
Tratamento puramente vegetal sem mercurio, iodo, ouro, asm outro qmriqae
joinerai
Verdadeiro purificador do sangue sem azougue.
Especial para a cura de todas as molestias que tem sua oricrea na impureza do ,
saogtn, como sejam as molestias boubaticas, sypbiliCas, escropbulosas, dartbrosas, ei Siiva^'
venham ellas por hereditariodatie, quer sejam adquiridas pelo contacto com pessoas in-
'eccionadas dos diversos virus que contamioam o sangue e os humor, s.
A earoba am remedio prodigioso, usado desde remotas eras pelos indaoi
o Brasil, e passando scu uso de geraco em geraco, 6 boje um dos remedios mais co-
ubecidoscomo proprio para rombstor as molestos mais eilion jas, entrando nesse Qome<
ro a morptia ou elepbaotiases, p^ra cujo curativo os nosso3 sortanejos consideram a
^roba como remedio especibco.
A muito tunpo entrou a earoba boc formularios como prcDaraco magistral
sob a forma de eleicluario, ainda haje leonbrado as pharmacopas com o nome de se
cr.'ecre autor Joao Ai ves Carueiro: oo ella porta nto remedio novo oem des;onhecido
O ufignonto de car riaes como o mais apropriade para o eurativo das bouhas e ulceras syphiliticas .srdidas,
e eoopregado com preveito depois de tmprocua ajiplicacao de muttos outroi agentes
r>erap6utias enrgicos e de uso quotidiano.
Mnitos dos nossos mdicos de considerado e entre eUes o muito di3tincto pratico
e observador o Sr. Dr. Pedro d'Atbayde Lobo Mosceso, tem confirmad > por meio de ex-
periencias repetidas, o que diz a fama das benficas propriedades da earoba no trata
ment das boobas, das diversas formas sob que a syphilis se apresenta e muito especial-
mente as que teem sua sede na pelle, e pederamos relatar alguns casos de data muito
moderna obsarvados pelo sesmo Sr. Dr. Moscozo em que a earoba produzio admiravei?
effeitos, depois de imitis e prolongadas appicaces de salsaparrilba, mecano, iodo, oo-
ro e seos preparados, etc. etc
NSo era possivel que ama* planta t5 notavel por suas inappreciaveis virtudes es*
capasse a perspicacia e iove&igaces dos mais abahsados praticos europeos, que se ap-
plicam eom especiaMdade ao estado e tratamento das molestias sypbihticas e berpejicat
e para prova abi esto os Srs. rs. Casetiave, Scborfer, Ricord e ootros dando as mai.<
litongeiras toformacoes sobre as propriedades curativas da earoba e pieconisaodo- com*
remedio podorosissimo para o trataaento das erupcoes cutneas, secca oa suppurativas
darturos de lodas a qualidade, ec mas, ulceras de diverras naturezas, tomores, osseo*
e oatras maltas molestias de oatoreza sypbiiitica ea bmibatica.
Por ter-se geoeralisado invito o aso da eaaeatcla da earoba que eo pre-
paro e pelas instancias de varios mdicos que desejam cootinuar em saas observacbes,
ieberei-me a ter prumpia urna qaantidade da mesma essencia, obtida sem a aceto do
)go, para nao prejndicar as propriedades medicaiaentosas; e d'ora em diante eucon-
trar-se-ba na minha pbarmaeia sempre e em porcSo sufficiente para todos os pedidos a
SSENGIA CONCENTRADA De CAROBA, a o magento da mesma pleata para qoe odd
fakem aos Srs. mdicos que quizaren esperimentar t5o precioso agente medicinal.
Rect'fe de Peruamouco, 17 de olubro de 1866.
Atcdste Caobs.
mais barato do que em outra qualquer parte,
na loja e armazem do Pavio, ra da Impe-
ratriz n 6o, de Gama & Silva.
Fazendas para mo ni loja do
Pavo
Veode-se setim da China com 6 palmos de
largura proprio para vestidos a 2d ocovado,
lazitihas pretas lisas, alpacas com lislra bran-
ca a 15 o covado, cassas brancas com lislras
pretas a 5oo rs. a vara, ditas pretas lisas e
com s Ipicos vara a o rs. ditas francezas
com !istias e ratna^ons vara a 8 o rs., me-
riB preto, alpacas e princezas, mais barato
do queem oatra qualquer parte, na lija do
Pavau, ra da Imperatriz n. 6o, de G^ma ti
Silva.
PALITO'S DE PANNO A 65
Vendem-se palitos de panno preio saceos
a 65, ditos sobrecasacos a lo5, calcas de ca-
seraira preta a 65 e 75, d ta muito finas a
95 e .o5,fiuissmos sobrecasao s de panno a
2o5 e 255, calcas de casimira de cor a 7d e
85. um rande sortimento de col te* de toda
a qnalida c e outras uiui as qu lidaies de
roupas qu se vendem mais barato do que
em outra qualquer parte, na Ipji e armazem
lo Pavae, i ua da Imperatriz n. 6o, de Ga-
ma & Silva.
CHALES A BEN01TON A 55 E 65
Vendem-se os mais modernos chales a
Benoitoc pelo barato prt-$o de 55 e 65, di-
tos de merino liso a 3d5oo, ditos de crpon
a 75 e 8,. ditos de merino com barra a 25
e 6o o, n > loja e armazem do Pavo, ra
da Imperatriz n. 6o, de Gama & Silva.
Pura saias a .$0ll() ,280 e I$500
Chegou para a lija do l'avao urna grande
porco de ntVH (Meada branca especialmen-
te para saias, leaos a largura a altura suffi-
ciente de urna s.-iie com um bonito bordado
de um lado ou um bonia ordem de pregas
de forma que com 3 i |2 varas se faz urna
saia de um s paono, e vende-se pelo trelo
prego de <5. i&t&f e 155oo rs. a vara; oa
oja e armazem do Pavao ra <-!a Iuiperairiz
n. 6o de G*ma 4 Silva.
As satas do s^avo a $>00.
V>-nii->e caa graadp porcia ds mais bonitas
saias braceas com lidas barras boriixdas de tu-
M| t.-ndv & pannos raa uma, *c-ndu fazenda in
ttram<'nt muderna, po burato pr^^o d 3jl0
rata uma s^ndo fazeotta (jue s^rop'" se veodra
por moito mais dinhmro.; na loja o armazem rto
Pavo. na rea da Imperatriz o. 0. de Gama *
Erva mate.
Na pnca do Corpo Santo n. 17, 1* andar, ha na
ra vender erva mate muito aova. Cal de Lisboa
ltimamente ebegada, por prego eominodo.
Cabriolet
da 4 rodas e 1 eavalio mono oiH>rior, veode-se
para tratar oa roa >Crepo o. 16, I* antier, pa-
ra ver se oa eocbeira do Paolioo roa de S. Aiuaro.
Feijio milito novo a 5$ sacco
.lo armazem do cae? 31 de Novembro o. 2(5
Aos agricultores
Saonderg Bratbers & C. aeaMta de reeeber
de Liverpool vanores de forca de 3 a 4 cavados
eom lodos o* perteoeps, e moi proprios par fate*
t^ra m.vT machinas de descarecar 3rfr>dSo, po-
deDdo cada vapor trabalbar at eom 140 serrs,
tambern ser?ero para enfardar algodio, oo para
outro qnalqoer servico em qoe osam de trabalbar
com animaos. O* memo- irmbem I6m i' venda
machinas americanas de 35 a 40 trras.
O prnteodeoie dirijain-se o largo do Corpo-
53DIO 0. M.
lurculinac de laa
Peio oltimo vapor cbi-guu um ur nde sorlimenio
das kis halas mnrguiinas d la, seoo de um
s cor, purera ci>m as lindas coros aznl, maffenia,
nnnina. rolo ele., tundo Urear u mita fraiwza
e v;-n.;-, st a 1540 ris o cvau>o na I ja d.. Pavao >
fu da moprairi/ n. (50 )(> Tes4ldoa hraoca* a <4|fooo.
Cbearam os asis lindos cones de cam-
braia branca transparente reamente borda-
dos q ie se vendem pelo baratissimo precn
de 245'ioe rs. na loja e armazem do Pavio
n.o de Gama S Suva.
<4UNl>E E' IIIVH4
Cortea de Ka a 4JMDO
Vende se orna vraode p ir^o dug mais booHoaJ
rnr t. 15 cova iiap-i, pe>o barato preco de 4( o corle, oa loja do
Pavio a ra da imperatng a. 60 de Gama A
silva.
CaS\QHIB03 00 PAVO A 185, 205
255 B 3"4
Che^aram o mais modernos casaquinbos
oo jaqnetas d" grs preto, ricamente enfei-
tadas sendo uos com entura e oulros sotos
conforme se usa ltimamente e vendem-se
pelos baratos precos de 184.2o, 255 e 3o5,
na loja e armazem do PavJo, ra da Impe-
ratriz n. 6o, de Gama & Silva.
al i-eaatlqae.
Vende-se soperu-r moire-aoiiqua de rr, >orn
algom toque de mofo, p r prego muito barato, pa>a
aratxir: na luja ao Pavo, ra da Imperairit o. 60,
de Caa & Silva.
camelabas a 9.
Vendem-S" as mais mo-ternas carmsinrns com
manguitos lano bordados como da presombas cjm
eleitaotes panhos e bonitas abo., adoras pelo bara-
to prego de 3 00 ; na loja e armazem do Pavo,
ra da Imperatriz o. 60, de Gama & Silva.
p. chincha em ca-imhas a i600 seo
Pava.
Ven'le-se ama gradde porco de casimiras supe-
riores entestada*, sendo eseuras e alegres proprias
para calcas, polelots, enteles e rnnpas para meni-
nos pelo baratis-imo prego de 1*800 o corado on
a 24800 o eorte de calca, grar>de peemncha oa
hija e armazem do Pavao : raa da Imperamz 0. 60,
de Gama & Silva.
Corplabos.
Veode-se es mais modernos corplnhos de cam-
bntas branca traoepareote s?ndo ricamente borda
do* e eneiiadoi por barato preco; na loja e arma
na
loja e armazem do Pavao ra da Imperatriz
n. 6o de Cama & Silva.
VESTIDOS DE FANTAZIA A 85ooo E
li>5'iooRS.
Chegaram os mais born >s cortes de ves-
tidos de fantazia muii<> pruprios para passeio
e soiros, por tercm li das barras /le seda
e vendem-se pelo barato pieco do 83 e i<>3
cada um na 1 ja do Pavo ra da Imperatriz
n, 6o de Gama 4 Silva.
PANNOS PAPA CADEIRAS
Venlem-se um grande sortimento de
pannos de ero h proprios para cadeiras,
sofs, cadeiras de balancos, para almofadas
e para cobrir presentes, e vendem-se por
precos muito bara'os, na lo a do Pavao, ra
da I. perat. iz o 6o, de Gama & Silva.
f mb alas de s tipleo.
Vendem-se as vernadi-na- ramhraiag francezas,
brancas, com slticos, leodo 8 1/i vara carta pe-
ca, pelo baralissimo prego de 3J5oO a p-ca: na
ln)a do Pava>, ra da Imperamz u. 60, do Gama
& Silva.
Cassas de nma cor
a 24'i rs. o covado.
Vcndem-se superiores cassas d* uraa f crtr,
lendo asol, lyrm, cor de rosa, mito, ele, e ven-
dem-se peio baratsimo prego de 240 rs. o co-
vado para acabar : na luja armurem do Pavo,
raa da Imperamz, o. 60, de Gama 4 Silva.____
Presos vantujo^os
Bos miudeas da fraude estabeleci-
mento de S"D/.h $uhi es A |riui>.
Ra Xowa a. 28.
Veadem eua g*-wsii: e a retal lio.
Linhas diiviui.*. uiuitu suuerioies, libras surtidas
a 2J00 e 24? 00.
Dna em nvelos, mats inferior a IfioOO o 15800
a dita.
Dita branca em caitas de 50 nvelos a (>i ris
Dita para marcar, caita* de iti mu>i a 2)0 r*.
Dr.a branca em dita* de 10 ditos Brandas a 061).
Dila em carros d- tO) tardas a 3(10 r*. a dona-
Dna em carros do 100 jardas a \it\x) a nuza.
Dila ero caito-8, branca epreta,a 160 r<. a dita.
i! iiiiis decores eoi caita de dnzia, a 15500 a
dita.
Grampascom cahega do vidro a IfiO rs. a dila.
Agnifeeiros piotadi s a 2i0 rs. a ouza.
6>'i5es de miu-dinna* ii uradas e prateadas, para
panbs, a 12000 a riwia de pares.
Ditos de madreperola, para camisa, a oO) rs. a
roza.
Ditos de seso, para caiga, a 240 rs. a .!(..
Cawinnas com -olalos de cnumbo a 120 rs.
Espelno* de muldura dourada a 14400 a duzia.
Peales de lago dourado, para coco, a 64 rs. a
duzia.
Diios de lagos lisos, para cor, a 51500 a duzia.
Ditos d unios Ci m flores, 2400 a iiuza.
Ditos de balate, multo bous para alisar, a 24100
b 24400 a aiia.
Dedaes amareios e prateados, fleos, a 240 rs. a
dita.
lebeies em caitioha a 640 rs. a dita.
Ditos em caitSes a 600, e 900 rs. a dita.
Pegas de fila para coz, larga, cum 10 varas, a
C00 rs. a pega.
Pitas de sla a. 1 >/2, pegas com 8 varas, a 260
rs. a dita.
Cada-o tranco para cerclas a 86? rs. a dnzia
de liegas.
Las de todas as cores, para bordar, a 64500 a
libra. t
Phos^iiororde ira, em caitiobas, a 360 rs. a
doria.
Ditos de pau encerado, sem chairo, a 360 rs. a
dnzia de can odas.
Hitos de rra, em caitas grandes de folha, a
14400 a dwia.
Caminas da Dootrina Cnn-iaa a 320 rs.
I Obreas de colla, em c*it>nbjs, a 320 e 500 rs.
Sabooetes Soos a 8lK) e 14 a uozia.
Pacas e garpfios cabo de peso, fazenda boa, a
tVm a dazia.
Abvlaartoras ftoas para coleles, cilos com uve-
las ae' :ry*ui, e reuns otras qualidades, pmcei
ras de cuntas, peo;-.* com peda* para coques eo
feiles para cab-g-i, um completo sorameVito de per
turnaras de Pidas as quali lad-s. CoUrinbos. can-
eeiros a gaz, l-iran-n* Oe lodas as qoalidades eti.
ete.; a raa ^*iva o. 28
iltlenco.
o
Foglo no da 10 do correle,' do rr.g-oho Gr-
vala, da fregntzia de Anua rteta, o amas* crin-
lo por aome Jos, com os sigaae sesuiMes : cr#
t>a^Die fola acabralbado, cabellos espionados,
coro 30 aonos -e idade pooco mais on meos, al-
iara regular, cheie do corpo, coro alterna pinta
pretas pelo rosto, poora ou oenbonii baria, boa
figura, levon caiga e camisa de Mgodi* a.ul "8
mais oolra muda tambero de algoo de ii>ia a
ama earoisa de aigodo mesclado. hi-o de (na-
[.. pardo, levando cobeilor de bu ti encarnrtot
rujo escravo fui do Sr. Dr. Aatini) llicr'qoe da
Almeida, cujoe-cravo nalaral da irvmia da
Parahiba, para onde segnio visto as ir.f rroagSss
ja obiidas : por is.*o roga-se as aolorMoies i-':r-
ciaes e capilies de campo a capinm do Mu e vo aoode o eacooirar e leva-lo ao Ota 'Bgenhoa
seo seobor lanoel de Barros Franco e Mello oa
neslaeidade a Manoel Aniooio Sai "-: i !. -si ra
do Apollo o. 2fl, que ser geoert^ano i'.n r. d in-
pensado, co mesmu qaem delle der m.t.cia exacta.
50*000 de gratificiOJio.
Da-e a qoaotia de 5i |0M a qu.m I ouir a
escravo Anuoio, coro os signaessetfn'ttt-s : ca-
bra, estatura regular, ebeio do corpo, peseofu enr-
o, rom a junta do p esquerdo oo due lo eri-ssa,
de enja perna puta uro poncoquand. md, uta
um ptqoeno taco ero ama das orelnas; lot ene; r.-
irado oa estrada de S Looreng no Pao u'AUv,
i guiaodo um ceno tambero d-1 oome Aaioai pardo,
j anda mogo, em on a beilide grande ero oro olboj
suppde-se qne segoem ambos para o ti uro : r< ga>
se a'* autoridades e aos rapitaes de rampo, apprebendam o dito escravo c o leveni a'iua lio*-
periai, n. 89, armazem de sal, qoe s prntiflcara*
com mais algama coosa alm do offerecido.
Nos primeiros dias do mez de uOloaro desta
anno futri do engenbo Burofim, propiedad" da
Sr. Silvano AatualO Gaiao, na frrguc'ia di. B rft
Jardim, o escravo Damasio, preto, de litada e -G
a 30 annos, altura regular, chelo du <-aj pnueV
barba, rosto um pouco caruudo, olbns abotoadosj
ps malfeitos, andar baoteiro, mnlera a de U\%
maderada : este escravo loi comprado ooaoo- da
antes da fna ao Sr. Joan Barhorai! i R o e Si va,
da mesma freeuezia do Bom Jardim R cela-a q jfc
elle se aprsente como voluntario da patria, : < lo
que se previne as respectivas loWWdtS : qfra
:p'gar leve-o a seu senhor. no referido eng>ni.o,
que si-ra' recompensado. Recile, 15 octrutirt
de 1867.
Mo da 87 de setembro do correM anno fu*
po do engenno Victoria, da frepu ta dn R iti
J ii Jim, u o e.*cnvo do abati assiiioad d noma
Jeremas, de idade de 24 annns, puuea barba, ro-*
po e anura r-cuhres, zanlbo, qoanh talla ua
n se, f-cha o olho ; umbiRO grande, oarii e-caroo
o, por ler lito uma oicera interna ero nma venia,
falla descangada, bem ladino, ps gr nde* e d is de bicho guando pequen i; r6> algosa eons
fula : quem o pegar ou d'elle llver noiirr, pJb
dirigir se ao Sr. tenenle-coronel Sllvlno Ginihe.me
de Barros, na ra do Imperador, que sera* berfl
r> cju pi n-ado.
Ju5o Burlista da Arro ia e Mello.
Esta' futido desde o da 24 do b.ci psssads
o escravo Ijinacio, c m os signues seguinti; ioala
de 16 anuos, dr prea relozenla, i.lh s ingrriados
1e sao!iie, a perna direila cambla, rr.i* i*o p u>
co qne s eom aiieng.o se dlstiugo. e>taiara roo*
dianna e t esie muleaue oreolia-se oesta cidad- e i^u- -ubur*
bios ; qoero o apprehender leve-o a i;. do Livra*
melo o. 6, que sera' gratificado.
de grati/icago
a qoem capturar o preto da Costa de o dp Jirit
Iho, idade 38 aonos, estatura pone- m-U' de r*
jgnlar, tero taita de dent*, bem com tainos rx
rosln bem salientes, as peroas Ooas, ,c, fogk. en
, 29 de sstombro proiira' passado, l.-vsudo ve-tidt
! caiga e camisa branca, chapeo de copa baila e dt
ai j- pequeas. A primeira vez que se evadi In-
tnulava *e como forro de na'.ao, e en pri-gava-st
pm servente do pedreirn e em outrus Id-uticos ;
rosa-se, pms, as antoridjdes pcliciaes e a qna'ijuer
parprolar aci-plura de dito escravo, a su entr
gue a seo seohur Joao daSilva Leile, ua ra ds
Cariis do Recita o. 10, qae sera' paga a gi&iica-
gao cima.
100$000
500
Vsoda se saceos cvm (eijo rajado, na ra dn
Codorniz d. 1S A.
- Veoda-s ograph'as de aigons pnetas, e oo-
tros horneas illa-tres da provincia d*- Pernanibor..,
pelo fommendadnr A J. de Meno: 3 lom*; 94000.
Na loja de livros do Sr. Mmiieiro : na roa d > la-
peradur, oo roa. Aogosia o. 92._________
VENE-SE
Motoresamencaoos para dooscava!!;?.
Dito dito para qoatro cavallos.
Machina* para d**carogr a'godo de 14 It
18,90 30, 35 a O airas.
Preogas para oiardar algodao faaaodo os s*<
eos com 6 palmos de comprimeoto com o peso dt
150 e 200 libras, vmdas ommamente da Americ;
no armazem da Reory Pi,rier & G., oo caes P*
dro U D. i junto ao tiabin-ie fortngoez.
raidecorae*8
A bem co oh-cid a i ja de jotas de Mira ira A
Daarie, a' ra* do Can ga o. 7. araba de recebe
porgo de hamtos a ffl -uiatos da ordem da Rosa
e hbitos da da Chrj-io de diil-renes lamaohu
qoe vende por prego* rom razoaveis, aim di-si
conlinaa a ler como sempre am completo sorn
melo de joias dos go.-t- s axis modernos para a
tem da Parco, ra ds Imperatriz n. 60,ic Garaa 4 qoaes coota cora o cjocuro de seos teas frt-
| Silva. 'guezts.
Fugio no dia 25 do crreme mez de col >hro, de
eog-ubo Luaomro freguezia da Escada, o esuiavo
i .in os si-guiii.es signaos : eabra fosco, alto core
bom corpo e bjniu figura, cara betig si, t-aiba
pooco serrada, cnstoma rapar o bgorte ea |*in
cabellos uro unto carapinbado?, pone.) camh-ta
(tem os dedos granles d s ps mais cempridos,
, un pouco gaito, eom aigumas cicatrizes v-lhas ds
chicote ua- ro-las em nma pa' e em um brsgo
vpsundo camisa de sgno da ro-ta ou algodoll*
j oho, c-lga e paletot de bnro pardo, cnap de ac-
ta preto, e lava vara de rarreiroqoe e sappae-sa
ter ido aaseot-r praga como volnniario : recoro-
menfla se as pes-oas eocarregadas de r.crniameQ.
lo e as 'Oloridades policiaes com e"peci|niade as
d) Rio ForcDosn, Da, Apaa Preta, S. Rento e Por-
to Calvo e a ooira qualquer pessoa a appeion-c
| do dito escravo, e eoir-^a-lo to diio < ngeabo, i|us
recebera' a granficago cima. O escravo chama-
se Francisco.
P.iffa-se bem.
Fuglo em dias do mes proiimo pasado dr. poder
de Agnslinho J.-.- de Oiiveira, em Caroarn', a .*e
escravo Ratino, ronlsto claro, idade 30 anuos, *ecco
do eorp, peroas tinas, olbns OO) tanto amnrt-pirios,
nariz afilad, ponca barba, multo coit-7 e tum fal-
lante, metuno a valenle, gu.*ia de agaarOnie e |.
ou j.pona preta ; t,t eucmlrado no 'a 3 n.. cf-
renle no lugar Batateira, em diroc*o a sanada da
ferro e su*pei[a se qoe lenha ido nrT r-cer-se roma
vniuniarin para a gnerra : rnga-*e prtoina auto-
ridades policlaes p capilaps da campo ;. a.r.-t n ao
do dito escravo, qae ser entrego a sen seubur oa
a S-vpriQn Alves da Uva, em Trombea.
**^s^^i^^-*ti^B^awsa^ ii i ii-n
ieueao
No dia 5 de jonbo do armo passaffo, fr>
fio do eDgenho Santa Cruz om escrav da
notne Lmireqc,perteDcente8o alia iy assig-
na-io. Coosla que elle ac* a-se occulio na ca-
iiiM da provincia da Parabyha, o de tpra
irm3ose mSi. 0 abaiso.assignaito di-sron-
6a mesmo que nesse logar ba alguna, que
o protege, oceulta, p<.r ler ell^ a. rtjsetit do
a uma pe>soa afim de ter comptaii o
gignaes do escravo sSo os t-epuiuit*:
Tem a 6r fu a, parare ter 27 aun. s de
idade pouco mais ou menos, altura regular,
sem baib, grusan do corpO; os ps ctratiis,
anda um p"uco apresado e talla .rom 'les-
eando. Pievme->e ainda que este escravo 4
muito bom oistilad(>re muito ha-iii.ii.so.
Quem o avarrar pede mandar entregar ao
abrixo asMgn do o engenno Sma- Cruz,
ibini" de Piou'Aliio, ou na Pratiyli ao
Sr. Julio da Cota irnes, que recenera 1505,
de gratitieacao.
Jus de Mello Asedo.
Arba-se futida da casa de soa s* 'Oa Aagusta o. 8, a preta fula Silvana, eom eos*
lura* de sipo ea> ao pescoco a amn. os ia.1.
m-.it.. CMvarsadfiraa lagrnta, inUaia *e da f.ir-
ra, lem ero oro ds bracos om signat de queima-
dura, foi eoeontrads em Morenos diteado qa i*
Pr?i Sanio Aatao, e qne estav pagana, svnuaa.
leva va vestido da cambraia atol e paooo do d>
.jue pede ter nadad. pr ter levado roa;* mapa :
od seasaaloridadpspoliciaes e capties rteia.
Ovia apprebealsme levem a mesma raa cima a
sos seniora.
ILEGiVEL


larlo de PernanUrae* Quinta lelra I de Vivembro de 1867.
\
Uu;a cnuaedia do sali.
Os serocs no castello, as loogas noutes
de invern, crearam urna moda que muit >
so tera introdozdo desde alguas anos oo
mondo elegante.
Nao ta boje salo em qnc se nao repre-
senten! pajuenas comedias de familia.
Innocente poantasia, s-rat duvida,quan-
do m Dina pbaothasia!
Esta moda, como lado m trra, apre-
seoia ptimas fices, q;ier embala a inercia
a occiosidadtj por meio de ama disiracgo
Iliteraria, que tenha por lien a'guma obra
pliylantropiea.
Muilos emicos no eatanta tom apedre-
nido cota as pedras de seus jardins esse
r i! -ro de divertimcnlo ; mais de um mo-
ralista, reflectinJo sobre elle, tem occullado
i rosta. At mesmo esses senhores do
tlt-atro, sera excepeo para as p-mcezas da
balaustrada, deleitados sem duv da pela
concurrencia da sociedade elegaute,^ tem
rid i d'esse.s artistas improvisados, d'esses
i- acuernantes de urna nnute, que Ihes ia-
yadem o teneao iiconsisiente sem sua per-
Ol i S-.5 .
A' nos, que deixamos voluntariamente aos
espiritos serenos o cnidado de cnlicar de
ludo, a nos, diziamos, apegas occorreu,
proposito d'e-ta distrajo dos sali-s pari-
Sioos, urna umea reflexJo. Ao ver o que
.so passava em torno de n-, mais de urna
vez nos interrogamos do segunde modo :
Qud 6 o lim que se tem em vista repre
sentaod > comedias nos saioes, qae sao o
ilieatro oruiUrio onde se ateia o fogo das
fulrinaa na soeiedade mandaua ? Ser por
vt'ura npcissario raascarar o rosto da
|mp issivel Tlialia com a mascara da cisa de
diere?
Feta esti simples reflexo pascaremos,
*;i transigi alguma, do ineairo francez
para o cafi Riche. oade se representou o
prologo da pequea comed.a que se vai
f.r.
Esnero-vos esta noule s 9 horas. Na
occasio do cb ftilar-vos-hei de umaco-

Douselegantes, Gasto deM... c Al
ir.do B... acoavam-se sentados junto
lima pequea mesa na calcada d'esse excol-
< Le caf. Apreciando o delicioso aroma
do ni >ka e aspirando a odorfera fumaca de
excedentes bavaoa*. os dous mocos entaba-
t -.. -1 -. i os guate dialogo :
Ento, Gasto, jexecutaste leus pro-
je ;ios de vingaoca ?
A n ia uo. aldiei-os.
E s sempre viogativo ?
Accu>o-me d'esse defeito. ue que-
ees, nao somos perfeitos..
Safa dizes isio sentenciosamente !
E' para fa/.er-te comprehender bem
mente, de quem rne offe ide.
Viuganca directa, admiti ; quanto
p lim nutra, com tua liceoca, dir-te-hei
'Jae me nao parece digna de un lidalgo.
O fim justiflea osmios.
O axioma C:immoij, mas u3) mo-
tel.
Bem sabes qual a minha posico cm
referencia M irioo, que me prestou uro
ivico ha algum lempo. Concebes pois
que s me dosso vingar occultamenie.
Fi omeites-te esbofetea-h 5
A bofetada ser-lne-ha applicada por
oatra nao, us est ser guiada por mim.
E o meio ?
Hi bem das que tortora a imagina-
do eoi sua busca ; espero que o acaso me
ajade.
Emfim, que queixas teD3 de Marin ?
Ei-la* em duas palavras: por toler-
.i 'dio de Manon cstav prestes casar-me ;
a es^e casamento purera oppunba-se um
tecuio n pessoa de asa acl< iz. Ora,
Uariuo, para supprirair o obstculo, juUou
devor loubar-me a princeza dos bastidores.
Aciiu o remedie radical.
A' principio fingi esqueee-!o ; us,
ua i se ten lo realisado o casamento, o gol-
pe dado no meu amor proprio reappaivc.u
t-.. sirtes o resto.
Nao importa, eu preferira um duel o;
o mei sem duvida mais brutal, porm
t-iais frano e mais leal, coneluio Alfredo
"i... pagan io a despeza.
sao opinies. Em cerla condicoes
dmitto a di>simulaQo ; de mais, nao sei
porque, em falta dd ou ras, n j me hei de
^e. ir das armas de Tartufo.
Ao dizer estas palavras Gaslo levantou
se, e, depois d classico aporto de mo, os
djus amigos sesepararam.
%*
Ao entrar em casa Gasta) cncontrou
tiTia orla perfumada de cor esverdi-
oha.la q o abri ap e>sadamet.le. Ella
caotioha estas liabas:
Amigo e Senior.
I
FOiHEIlffl
IOS APKS DE POETA
POR
). MARI1 AMtLIA
M C.WVUHO,
inedia qu, co upaz nd sileacio da ociosi
dada.' E' Tuti, dizer-vos que o principal
papel vos esta-reservado. At a noute.
Mana
Para se nao aborrecer esperando, GastSo.
cuja nica oceup^co consista ea asur o
resto do seu pitnmomo, man loa sellar o
cavailo e dirig.i-se passeio ao bosque de
LBol-iulia O aliorreciinento por:-a montou
c rn elh igualmemo civalio porque, de-
pois de ter pgre rndo algumis veredas do
bosque, elle volton Paris co:n essa melan-
col.a que caractdrisa perfeitamente oossos
ykiohoa d'alm-mar.
Eram cinco horas: Gisto eatrou no
caf.
A's 9 horas precisas, elle achava-se em
ium delicioso bniJoir forrado desetira azul,
|em doce colloquio com urna lioda moca de
admiravel elegancia e balle'.a.
Qual a trama que foi urdida eotre esse
'occiosi. que respirava viuganfa, e essa mo-
fa, que deiueava comedas, saberemos pela
, contmuac5): o que verdade que il
: horas quando G istSo d spedio-se da moga
llinha o rostu raliosodo homem qua achoa
linalmeale o que procurava.

O lo das depois d'esta entrevista, o nosso
eleeanl^ mancado fazia sua toilette para ir
partida de lia mano annunciada, que dava a
baroneza de D... oo sea liado palacete dos
Campos Elysios.
O vestbulo, a escada de hoora e os sa-
I5esd'esse pequeo Eldorado, amato pelos
ebronistas. que ani achavam sempre algu-
mas anedoctas resistrarem, acbavam-se
ornados de flores de tedas as estacSes e de
todos os paizes, tiradas das estufas dos mais
celebres horticiltores.
A fociedade era numerosa e escollada.
As seubora pela maior parle, ostentavam
grande luxo nos to letws: ricas e costosas
sedas profusao de titas e flores, cabellos e
crescentes amarrados no rigor.da moda, to-
tal ruinoso, nada faltava. Quanto ao g sto,
cousa simples e rara, essas seohoras tiobam-
n'o sustituido por joias de rubis e diaman-
tes. N3o bastante ser bella e joveo,
necessirio parecer rica e hriihar.
as raiilheres pouco favorecidas pela na-
tureza comprehenue-S os adornos de joias
queaitrafiem os olnares e fazem esquecer
a feaidade.
Ne--.se sarao, mofas e velhas, bonitas e
feias, osteiitivam essas pedras que deviam
deixar de ser preciosas para essa gente que
tanto uso d'ilas.
N momento em que a dansa eslava mui-
to animada. Gasto, que, depois de sua che-
gada, passeava pelos sales, entrou com ar
preocupado na sala do jogo e dirijio-se
um humem de oculos de ouro que jogava
urna partida de xadrez.
Com licenca, meu caro K..., desejo
fallar-ros.
Estou s vossas ordens.
Em quantodaeschequea dama, disse
Gastlo em voz baixa, nao percebeis que o
amavel e espirituoso Marin oceupa-so em
dar cheque ao marido ..
Elle trahir-me... um amigo de cama
e mesa !... Qu-^re s briocar, nao ver-
dade ? disse o jugador abandonando todava
bruscamente a p.rtida.
Em res osla Ga5tao cundozio-o para o
vao de urna janella.
O que eu vos disse to serio que
julguei nao dever differir por rniis tempo
um aviso em que se acha empeobada nossa
nonra
Tendes provas ? perguntou o marido
tomado 'ie viva ancieda le.
Ouvi alguns fragmentos de conversa-
Qo dos quaes re-u!ta que a galantera de
um iguala o coquetismo do ootro. Ito que
ist i por em quinto para o que podis te-
mer, ha anda algum caminbo fazer ; mas
se este caminbo tem um declivio rpido.
Em ultimianaly.-e, tempo de intervir, con-
cloio G isilo.
Vmde, disse o Sr. R... dando o
braco seu amigo.
Entranm juntos no grande salo.
As dansas eram sempre muito animadas.
No quadro de urna coutradansa, briluava,
mais pelos seus encantos naturaes qae por
seus adornos, urna mea cuja belleza fasci-
nadora attrahia todos os odiares, seu
Civaiheiro, elegante da melhor especie, re-
quebrava-sc com essa agilidade que para
muitas pessoas caracterstico da distinc-
f5o,
A conversaco d'esse par pareca repousar
na mais ampia familiaridad;', e, esseies-
peito, nenhuma duvida restara quem os
seguisse depois da dansa e vase a maozinha
da lida moga passar furtivamente urna car-
ta seu feliz cavalheiro.
Repentinamente o sorriso encantador da
mofa ficou-llie su^perso nos labios: acabava.
f encontrar o olhar de..seu roarido, um esta scna
esses oiliaf^s rpae golj o coraclo. Es e
marido, esse Otoello, era o nosso jogador
de xadrez, ^M. iHi i; o cavalheiro, em tubavam ocoracio e Inequeiaiavama fronte.
Que noite I meu caroamgo, O per-
fume das flores, as harmonas da msica, o
luxo dos toi-'eties, o semblante rsonbo o
acolhimento benvolo d >s convidad >s, em Um
a belleza das damas, tuda me excitaba ao
prazer... Embora acostumadu essas fastas
a istocratias, excitado por nao sei que in-
tuico, eu me s ntia cimmovido at o fuolo
da al ua: era feiiz. Repentinamente puras-
Sapplico-vo-lo.
to Marin, entraudo em! Marion^sM^aber o qjpa. pensar, appre-
casaacompanhado de um de seos amigos, gen'ou a carta ao marida, que leu em alta
tractava de avallaras erales que Ibe per- voz o qrt K segu:
Em quaoto tinha lugar em casa de M. R...
i. o joven
nobres que sojicipu ser mea genro. Dis-
se-lhe que nada tinha dar mmba (i ba;
duvida, ji adevinharam que era Marioo, o
amigoinimigo rJfe'Gastao, permita-se-nos
a expressio. i %
MR... tendo deixdo sua mulher com
Gasti, foi direito Marin.
Desejo fallar-vos, senhor.
Estou s vossas rdeos.
E ambos se dirigirn para um pequeo
salSocootiguo sala do jogo.
Senhor, disse o marido antes de sen- sim dzer sou arrncalo esse delicioso tur-
, tar-se, trahisteis-roe. | por p-do brilho de dous olhos qae pouco
i Nao vos comprehea lo N pouco m fascinaram ponto de me faetem
N5o comprebendjis que me trahistes, avangar. Cbeguei assim at Mme. R...,
vos quera sempre tratei como amigo inti- qUc, sorrhkfe, recordou-me que eu lbe pro-
, mo ? meter ir busca-la para a pnmeira walsa.
NSo vos trahi. S me podis langar p0r nica resposta offereci-lhe o braco, e
em rosto o ter sido Hm tanto galanteador nos nos arrojamos o meio do salSo no in-
1 para com vossa mulher: mas a galantera t^nte mes uo em que a orcheslra preluiiava
, nao pode ser considerada como traigo e urna vralsa delirante. Que doce emocao I
sim como homenagem natural devida to- Eu me juigava transportado nutro mundo
das as mulheres.
Os
III
(ContinoaCaO do D. 207.)
Mara senta correr -Ibe apressado
wias o saogue dos seus vinic annos, casava-
SB com a v.vaz alegra que Ibe a em roda,
parava a ouvir o mimoso papear que se ex-
lulava d'eatrea ramada e a colher os ma!-
oepie-es aroarcllos, e ria-se quaodo ellas
Ibe f.llavam de amor...a ionocentinha !
E tava as im liada l liada de mocidade ;
cftni o chapellinho de palba a sombrear-
lUe as faces afogueadas, e os labios fres-
co i eotre-cerrados a mostrarem os deotes
fancos e graciosamente dosiguaes.
Os aldeoes que vam passar a menina do
palacio habitualmeote tao paluda
esse cheiro de limpeza
que o asseio da pobreza
qoando a virtude l mora.
Bons dias, Jeronyma, tenho tardado
hoje muito, pois nao verdade ? Como es-
t ? bebeu o cal linho que eu Ihe mandei ?
que disse 0 medico ?
E quaodo, para acbar prompta solugo
a lanas pergantas, a ftdalga levanlou os
uos do rosto macerado da doente, procu-
rando Anninbas, tilha d'esta e sua enfermei-
ra, estada de assombrada, expnmiado s
com o sileacio a sua admiragJo.
E em verdade, razSo bavia alli para sor-
presa
Ao p da porta carunchosa e negra que
da emita de fra ia para a cosinba, eslava
um mancebo to bello, que Mara n5o achou
na mente a quem o comparasse Nos j o
coobecemos ; para nos elle Jayme ; mas
para ella, aquella apparigo repeotioa tinha
um nao sei que de pbautastico, quanto mais
o5o fos*e pelo ontraste da miseria d'aquelle
. Ha casos, como o em qne vos acbaes,
em que a gal n'eria criminosa.
Aioda urna vez eoganaes-vos.
J n5o posso ter duvidas sobre voj-
sas intenses.
Ocime cega-vos.
O cme !.. quando sei que tendes
com vosco a prova da vossa traigo I attendf i-
me e nao me ponbaes na con ingencia de dar
escanda-lo: eotregai-me essa prova que te-
nho o direito de vo-la exigir.
Nao sei o que queris dizer.
Muito bem I jontaes periia a men-
tira Nao tendes abi urna carta de Mme.
R..T
Urna vez por todas affirmo-vos que nada
lenbo a entregar-vos.
N'esse caso, Sr. acabemos com is'o :
eis meu carto de vizita, teode a boadade
de dar-me o vosso 1
Alguns convidad >s entraram n'esse ins-
tante oo salo ; os adversarios separaram-se.
Depois d'esta scena de provocagSo, era
irapossivel aos esposos R.... fiarein por mais
tempo no baile; ellas dingiram-se silencio-
sos para o carro.
*

Durante o trajelo de alguns minutos que
os separava do dom cilio, os esposos obser-
varam o mais rigoroso mutismo. Era a cal-
mara que annnncia a tempestado.
Essa tempestado conjugal rebentou no ca-
marina da senbora.
De bracos cruzados sobre o peito, de fron-
te e urogada e olhos affugueados, o marido
ultrajado deu curso sua colera por tanto
temoo contida.
Entretanto a moca, em quanto ouvia M.
R... desenvolver suas queixas, despenda do-
cemente e com mil precauces os accesso-
rios de seu vistoario, e arrumava-os com
urna graga e orna calma que coutrastavam
singularmente com a impetuosidade de sea
marido.
Quando este terminou suas recriminages,
a esposa inculpada sentou ae com um coque-
tismo indolente um sopb, e pedio seu
marido que a ouvisse guardando o mesmo
silencio com que ella o ouvira.
Pronunciado este exordio n'esse tom de
conviego quo faz supor urna resposta pe-
remptona, ella declarou que no que acaba
de ter lugar uada hav a senao urna innocente
comedia que tinha p >r fim cura-!o da paixao
do jogo.
Vendo que essa paixo absorvia as noites
de M. R ... em prejuiso de sua casa, ella o5o
pudera resistir aos crueis snffrimentos pro-
vocados pala evidente indifferenga que affas-
tava de si um marido ternamente amado.
Depois de ter por muito lempo buscado
um meio que Bzesse reanimar esse amor,
ella se lixara no ciume, lerrtvel auxiliar,
cojo poder quasi sempre efflcaz. Conse-
quentemente encarregara o amigo Gast3o da
execugo d'essa pequea intriga sugerida
pelo seu amor de esposa. Gasto dera o pa-
pel de galn M. Marioo, sem inicia-lo no
segredo, de sorte qne o pobre galau tomara
ai serio o seu papel. Em resumo, nao hou-
vera de sua pane senao urna scena de coque-
tismo perfeitamente representada, e mais
nada.
Mas essa carta que lhe deste..? objec-
tou o marido.
Amanhaa pela maobaa aer-te-ba appre-
seutada.
Por quem
Por quem a receben.
Como documento justificativo''
Precisamente-
= E o cooteudo?
Not'odirei. E'urna sorpresa que
te guardo.
Nao est mais zangado comigo ?
Um beijo foi a uoica resposta do eiamento.
;iid *av uaniua O penS3- r .
Uva, e 0'aqu^lle momento to animada e pra-|logar com o fenltoqoajaptameoteatftrwh
SAOteira. admiravam-se, pergaotanlo uns
aos ouirosse a fidalga sempie se ia casar
breve.
arrebatamento de Jayme e ao enleio de
Maria.
O mancebo bebeu agua, comprimentou
com respeito a donzella, com graciosa afebi-
lidade as habitantes da choupana, e sataio
como qae a pesar.
A' volta vioha Maria mais pensativa o con-
centrada ; no smia por que motivo a con-
trariava aquelle encontr. Era tito bello
aquello rapaz! to difireme de Gusiiviso-
bre ludo I Commovera-a tauto a sua voz,
sem ella querer Quasi Ibe tinha raiva por
t-la obngado a pensar uVlle assim !
Quandu ebegou a hora de jantar, tinha ella
tengo de c> otar a seu pai o encon.ro mati-
nal qae bavia tido ; mas a fronte de D. Nuoo
pareceu-lbe a'esse da to carregada, que a
pobre creanga, tmida sempre diantd de seu
pai, temeu mais que nunca fallar do bello
desconhscido !
Era urna exquisilice aquella repngoancia,
pensava ella.
Nada bavia mais natural que encontrar
n'uma estrada um transente que a passaa-
de
Coitados mal sabem elles o que ter
>;.k3 anuos eum raio d'aquelle sol sobre a
Cibeca 1 ,.,...
A cazinha para onde Mana se ia diri ftn j se avistava de perto sombra d ama
pajera,cujos renovos colora a luz ido sol ;
del tome da porta cacarejavam tres gallmbas
. ata de bichinhos, em quanio o sulto da
capoeira passeiava mages osamente e como
cj ie a guirda-las; Maria parou am iustante
ft vo;- aq -ella paisagem to siogela e risooha;
ejote apressou am pouco o passo e entrou.
O interior da casa era pouco mais ou menos
sura e a mocidade irradiavam do mancebo.
Ao ver o pasmo da graciosa menina, Jay-
me inchnou-se com perfeita elegancia, di-
zendo :
Imagine V. Exc. que ao passar por
este sitio ped agua a urna bonita moga que
esteva porta a coser, e como ella a nao li-
Ao sentar o meu par da w.dsa, eu coo
videi-o (jara a pnmeira qdadrilua! ella acei
toucom um seductor sorriso. Ai de mim!
eslava bem longe de supr que essa alegra,
to deliciosa quanto ioexperada, loria com i
conse juencia urna caiastrophe Na tercena
parte, depois de urna encantadora conversa
que me fazia entrever d lirados bonsontes,
senli a inaosioha de minha bella comoaubei-
ra, passar-me urna a ta. Parece-tne que en
nia morrer.....de felicidado. P-r urna bi-
zarra coincidencia seoti n'cste instante u>es-
mo o bragu que se apoiava ao meu tremer
repentinamente..... V'oltei-me, e vi M ue.
R... pilida. com os olhos fixos em seu ma-
ndo que -lies me designaram, e cuja aopa-
rigo suoita produzo-rae o mesmo effeiio
que a estatua do cummendador. Peior po
rm foi anda quando elle fallou-me em par-
lie dar e me pedio satisf ,go pela sua hoora
ult ajada. E' amaaha que me devo bater
em duello: quera sabe se nao serei ferido,
morto lalvez ?
Noss > destino assim cheio de sorpre-
sas, meu pobre Manon..
Triste destino o mea! e ludo isso por
causa de um pelacioho d'. papel, por causa
d'esta carta que aqu tenho na algibeira da
casaca, por causa d'esta carta que me quii-
raa o corago e que nao ouso atirir.
Em teu"caso eu me apressa'ra, pelo
contrario, em abr-la.
Para que ? Essa mulher ama-me, e
abre-me o cor. gao : pois dever meu como
hornera sincero e dd be u deixar intacta esta
carta. Da mais tenho boas razes para cora-
bater essa voz febril que, do fundo do meu
corago, me aconselba de lar.... Nao, re-
rei iuabalavel, porei o dever cima d'eaa nas-
cenie paixao, u,ue um crime, e um enme
que para mim, sena duplamente infame se
por minha iudiscripgo, eu des>e meu ami-
go M. K.... urna prova de que n3o repel
um amor culposo.
Ten- razo: essa prova seria a leitura
da carta.
D'esse modo nao a lerei; entrega-la-
bei do mesmo modo porque me foi entregue,
sem !he quebrar o lacre.
E si M R.... nao apreciar a delicade-
sa de leu proce lmenlo ?
Que importa! o'esse caso,salve-se quem
puder! Minha c>nsceucia pelo menos dir-
me-ha que obrei com > hornera de bem.
N'esse instante o nosso jovem hroe, fati-
gado e commovido, deixou-se cahir soore
urna poltrona collocada a caheceira de seu
leito, e depois de alguns minutos de reflexo
disse:
Minha linha de coaducta et tragada,
Amanhaa de maohaa irei com as minhas tes-
timunhas procurar meu adversario ; bater-
no-he-oBos, e ao fim do duello entregar-lhe-
liei ela desastrada caria.
E' o que de melhor teas a fazer. At
esta maotia : conta comigo e cum o meo
primo o cauit1).
Os dous amigas apertaram-se as maos e
separaram-se.

Como fcil de supo* nosso galn passoa
urna verdadeira noite de insomnia.
No diaseguime s lez horas da manha
elle se apresentou com seus padmnhos em
casa do M. R.... Este ultimo fe-Ios entrar
para o seu gabinete de trabalho, cade igual-
laente seacnava MraeR....
Tendes uraa caria para eatregar-rae,
seohor? perguntou M. R... cortazmente.
Perdo t disse Marin, sorpreso es-
sa perganta ; essa carta iierteoce-me.
Nao a lesteis ? perguntou a esposa ad-
mirada por sua vez.
Nao, senhora.
Teude eutao a bondade de a entregar
mea marido.
Ordeoaes-m'o-?
dad^sde sea primo ; que siraho lh'as bavia
despertado ? Nao sei ; masq'iem fosse mui-
to perto d'ella havia de seuti-la assia mono-
logar baixinho :
T.rabem maldade da parte d'elle.'
Nunca, nunca ao p de mim 1 As raparigas
da aldeia quando est o ooivas, conhecem-
se entre todas; se ellas andana mais alegres,
mais garridas, e sobre ludo mais ac (apa-
chadas l S eu sou noiva, segundo me di-
zeto, estou sempre s era elle emende
que s vezas ha palavras de iateresse e de
sympatbia, que vale n mais que a vida, por
que vaiem a felicidade I Tu lo n'este mundo
tem dias de lu; s eu nunca veju allumiada
a minha escuridu I Eu se elle me eotea-
desse se elle me enteodes>e ao meos l...
E pelas taces cahiam-ihe lentamente urnas
lmpidas bagas de praoto, em quanto os
olbus se Ibe espraiavam pelo campo, onde
cada ervinha brilhava ao sol como esmeralda
de urna s cora de rainha.
De repeute escap u-se-lbe dos labios um
grito da inexprimivel pavor : a correr para ella, ligeuo e indomavel, um
urna manada que pastava
do ; l ser elle bonito ou feio era cousa
absoluta indifferenga para todos! Mas se toum, fgido de
ella tiuha a certeza do que se fallasse n'ede,, ao longe.
ba ia de corar muito; e depois, se D. Nuuo Era iooevitavel o perigo ; M lhe perguntasse por que motivo crava, que olho* e eacommeadou-se a Deus; mas ao
respo-'la Ibe bavia ella de dar?... |seu grito resooadeu outro grito anciado e
O que surdio de todas estas hesitacoes, vibrante .. m5o de farro se oppuzera ao im-
foi chegar noite sem ella ter dito a pessoa pulso bravio do animal... a gentil castela es-
Senhor M ron. Quando lerdes esta
carta" aossos pipis tero acabado. Era
mim nao mais haver a mulh r coqueM
poim sim esposa flel. Suponho que,
lamentareis este desfecho, porque servs-
teis para rsiitnir-nn um marido qae amo.
Sois nosso amigo: p'-nanto, pediodo-n^
que esq egaes esta comedia, julgo super-
fluo recomendar-vos segredo; vos sab-is
quanta disposigo ha no muito para vir
mesmo das coasas mais respeitaveis. Ser-
vos-bei igualmente grata se entregardes
esta carta meu marido ; ella nos justi-
ficar ambos para com elle, e permitir-
ihe-ha co diouar tractar-vos como um
homem que nunca deixou de merecer sua
esma
Explicada assim a causa da intriga cora
tima pi-ga justificativa em seu apoio, o ma-
rido estiva desarmado. Coufundio-se eaa
desculpas e oflereceu a mo de amigo juelle
quem se proposera matar. O joven amo-
roso, cahindo repentinamente do apog > das
mais branles IHhm e atturdido por tan-
tas sorprezas e einogoes, res ondeu como
pode, e ambos se separaram reconciliados.
Gasto de M.... en rou juntamente
tempo de po ler avahar a profundiza do
golpe que dera na sua vctima, servindo-se
da farga inventada com outro fim por Mme.
R------
MoralA posigo do jogador casado
nidiamente dubi: si por um lado elle ex-
pe sua fortuna; por outro araeaga sua
honra. Tn-te alternativa qae, s vezes, se
resume em urna perda por partidas do-
bradas.
Ernest Dki.eth.
IM POUCO DE TUDO.
Toiiudas.A iraprensa de Madrid em-
preh-adeu, ha algum tempo, a tarefa de
reagir contra a paixao dos Hespanhoes
pelas corridas de tuiroS. Por essa occasio
diversos detales bastante curiosos vierara
luz do dia.
Segundo urna correspondencia dirigida ao
Moniteur, o numero anouo dessas corridas
angmentou ha pouco lempo e calcul>>u-sc
que, em 1861, 1,990 toiros foram mortos,
sendo 1,225 as capitaes das proviocias e
765 as cidades secundarias. Avadando era
2,ooo reales cada um desses animaes, che-
ga-se somma de 4,975:ooo reales.
Avabou-se igualmente o numero de ca-
vallos mortos em 1861, em 3.600 e seu va-
lor em 6U0, '00 leales. Em 1866 esses
al^arismos forara mais elevados: a perda
de toros foi de .375 e a de cavallos de
3,56i A somma total que e-ses aninves
representavam era de cerca de 7,O0:O0
reales.
Calcula-se tarabem que o total dos luga-
res alugados o anno passado as 475 corri-
das que tiverara lugar appreserrta mais oo
menos 13 milhfns da reales, e que desse
modo as corridas de toiros cusavam annual-
menie ao paiz tres miiboes de francos, sen-
o o valor do real 25 cntimos ; em nossa
moda cera de 1,20.0u0>uU0.
Vebso e reverso.Mr. Ulbach, conta, na
Indepenctencta Belga, a historia matrimo-
nial que segu:
Foi um dia um joven a Ivogado de Va-
lonea da nome Vctor Angier, que veio pas-
sar aUum tem ao era Pars com seu amigo
Magallou. Iotroduzido na suciedade, elle
notou urna encantadora pessoa. a ti.ha do
amavel romanista Pigault-Lebnin. Vio-a
duas ou tres vezes com crescente interesse
e acabou por icar enamorado deila.
'Pedir do ia da casa para apresenla-lo,
para fallar por elle l'igault-Lebrun, passar
emim por todos os preliminares de pedido
de casamento,, taes foram para Mr. ang er
os primeiro e segundo actos da pega ro-
mntica, que- cont.
Senhor,-responder; alegremente o ro-
mancista, honra-me o pedido, porm mit.ha
lilha ser desposada sera dote. Como as
til has da Norman lia ellas ter sua capsUa
de rosai.
Vctor Angfer, n hesitou, pois que
prefera a graga, a bondade, a ho ra, ao ca-
samento de dmheiro e reiterou -eu pedido.
Pigaul-Lebruo abragouvo e coovjdou-o para
jauta r.
A' e^e j.antar assisfiram como convivas
_Mi.hri, (tes Prancais e sua nmlher ta d>
no-i-va. urna o tra tia e um pri no- A' sobre-
mesa, Pigault-Lebrun levaotou-se, tomoo a
mo de Vctor Aagier e appreeetou o, a-
zaodo:
Eis um homem de bem e de sentimentos
edo preferio a felicidade forluoa, e caza
sem uoii,,nt >ist o1I S*m dote, 6 um poucoseccol disse_Mi-
chot; eu do-i-l'ie 10,1)00 /raocos dos quaes
metade aps a ceremonia.
Pela minha parte, disse a ontra tia,
tenho uus eafenes velaos de brilliantes, que
nao enveihecerara, e urna prataria velha um
trata pesada. NSo uso ma>s daquelles, oem
me sirvo mais d'esta; dou minha sobnuha
os hrilhanles e o servigo completo.
Mu la bem, metis amigos, eu nao que-
ro ficar atraz. Tenno tambera amor pro-
prio. Como pai da noiva, completarei os
2X),0j0 franos (8 :00'OOO) em roupas
e dinheiro. Sede felizes, meus filhos. e
amai vossos bous parentes 1... Saffa! eis
um magano bem feliz. Juigava ter s urna
bou ta mulner, ees que apanha urna liada
mulher e um bello dote.
Vctor Angier leve anda ontra felicidade
a de ter um filho. que Emilio Angier,
actor dramaiico que todos cofibecem.
Este romance matrimonial teve ltima-
mente um reverso em urna pequea cidade
dos arredores de Paris.
Devia celebrar-se um casamento ; a noi-
va, vestida, esperava que a viessem buscar
para ir Mairte; o noivo, porm, nao ap-
pa recia.
Eis o que se passava; o pai promePe-
ra-ibe um dote de lO.O'O francos em di-
nheiro. Ora, faliavam 2,000 francos, e o
noivo, de natureza prosaica e mais interes-
seiro que amante, declarou qae nao ira
Mairie emqoanto lhe nao dssem toda a
quaniia estipulada.
Esta diffiraldade determinou algumas
viageas, por que o sogrj procurava entre
os amigos a quantia que lhe faltava.
A noiva, hnpacientava-se os convidados
o!havam-sa cam ar interrogador. O pai no
podia completar a somma total, e o noivo
io8i.Ua.
Finalmente o mestre de ceremonias qoe-
reudo acaoar com essa stuago ridicula, to-
mou coabecimento do caso e deu os olraos
i.nOO irancos.
Durante esse tempo a noiva insista com
seu pai para saber a causa da demora; foi
misier dizer-se-lbe a verdade.
Depois que tudo esteva prompto ctegou
o noivo.
A moga, porm, declarou positivamente
que nunca seria mulher de homem to ava-
rento e iuesquoho.
O noivo ms'Stio por sua vez, porm a
moga ficou inflexivel; o casamento eslava
desmanchado.
Como qoer que o jantar estivesse promp-
to em casa do pai da noiva, esta reteve os
convidados para elle.
O jantar foi alegre; o mestre de cere-
monias naturalmente achava-se junto noi-
va ; de manh elle fra generoso; tarde
foi amavel e espirituoso; e a moga era en-
cantadora ; finalmente no jantar mesmo elle
hUpplicou a graga de substituir o noivo des-
orezado; a noiva, porm, nao respondeu
logo. O casamento oem por isso deixar
de se effdctuar dentro de alguns dias.
Sangik /rio.Citam-nos um rasgo de
sangue fro to interessaote, diz o chronista
da Vida Parisiense, que s o temor de of-
feud<;r a modestia de seu auctor nos impede-
de dizer-lhe o nome.
Cabio um raio n'um eastello dos arredores-
de V.... o qual s abandonou-o depois de
ler reduzido cinzas, Mme. de S;.. cujo
genro M- A...., discuta no salo com eda
uo sei que questo de interesse.
Ao estrepito da detonago todos eorreram
espantados ao ver, contou depois um criado,
a senhora de tal modo desfigurada que pa-
reca um monto de p.
M. de A.... impasiivel, disse divagar!-
nho :
Joo varrei minha' sogra.
Que piedade filial e que amor ao aceio r
Ratos Biur-cos.Donesticanfcse maravi*--
lhosamente.
Um habitante de Rao, M. ?..., habi-
tuara um d estos ama veis animaes acompa/
nha-lo em tod3s as suas voltas. O'ralo me-
tia-se as mangas de seu palote. ntrodu-
zia-se as algibeiras e-fazia toda a sorte do
peregriaages em torao d'elle.
Ha bas; M. P___ errtrou no correio on-
de ia deitar urna carta que continha.valores,:
remecheodo porm as algibeiras elle reco-
nbeceu qic tudo -o-achava reduzido ape-
dagos. rato tinha durante o trajecto 'eito
ea pedagos os papis para passar o tempo
alegremente.
jiiiv^iiui u tSi cu iiiiutu una uu u,-"- _... j_ tnnta
como o de todos os nmpooezes; bavia nellajAn-nnbas que voHava da ante
llcantaro d'agua fre>ea, ?9W por
vesse em casa parti logo para a fonte, sem alguma a mnima palavra a tal respciio. Ev(tava salva
haver iostaocias que a-prendessem, por que perava Gustavo para lhe contar todo, mas, J o pastor, attrahido pelos gritos, corra
diz ane mo agouro negar a quem passa Gustavo nao veo!... traba ido caga como para auxiliar o desteido salvad r da filalga,
nma sede U'agua. quasi sempre !... e Maria ficou s I... que era adorada por todos aquellos sitios,
Mana respondeu explicago com um le- No outro dia leve arada de ir visitar a po- quando ella, reassum.nio algam d > socego
vemovimentodecabega, epassaram-se al bre enferma; levanten se, quasi esquocida comuletauteuto perdido, procurou cornos
cuas minutos de silencio. A velbinha. pros da sua extraordinaria apparigo, e sahio. olhos a pessoa a quem dev.a agradecer a sal-
irada oela fraaueza, mal responda aos cari- De todos os pensaremos quena vespera ,vacau. Como na vtspora, prendeu-lbe a
da n'bre castellaa ; mas a entrada de lhe tinham redemoinhado no cerebro, rosta- falla a sorpreza ; e^a o desconhecido, r
hos
com o sea va-lho apenas um vago mal-estar. .'inda mais bailo que r.o dia precedente; a
a m;us
.
um fim o
Pe'a primeira vez na sua vida, senta sao- valenta o a. e puderoiO eacanto de
um
rosto viril, e depois havia tanta elocuencia
na muda alegra do mancebo t
Maria, a. amante esaltada de tudo que lhe
app recia marcado por .Deiw com o sello do
bell >, comprenendeu rpidamente as irresis-
tiveis sedueges d'aquelle ooore rosto, a ele-
vago d'aqu4ia natureza evidentemente su-
perior ; o seu primeiro impulso fot por tanto
estender lhe a mo com espontanea sytnpa-
itua ; sem mesmo saber por que, resisti
justa teniago... crcio que a fez recuer o
olhar luminoso do poeta. Teve medo ao
magnetismo que esse olhar verta, o medo
0 primeiro passo nocaminho do amor I
Conientoa-se, pois, Maria com balbuciar
ama phrase de agradecimeoto quasi inioteli-
givel, to grande era a saa turbaco.
Pelo amor de Deus, minha se o hora,
nao fallemos em tal 1 por mmta ambigo que
eu ti vesse de expor a vida em causa t> glo-
riosa, o repentiuo appareciment do pastor
roubou-me para isso todo o ensejo. N'esta
poca, mratia senhora, coniinuou elle com
um sorriso, para todo era bom s i acabar^ at
se acabaram os perigos. Ea por mim nao
se me dava de apostar que nem D. Qaixote
sena capaz de os desencantar agora, por
muitas perseguiges que n'esse Oto empre-
bendesse!
O ar levjano e jovial cora que o mane bo
pronuociou estas palavras, aspirava to so-
mente a socegar a assustada menina.
Os perigos, os encontros extraordinarios,
1 as sal vages beroi as, tudo isso passoa de
moda ; foi muito bom, nao duvido, mas no
I sou tempo, resascita-io seria, absur lo, e so-
bre tudo intempestivo. Ora, Jayme tinha
muito bom gosto para o nao perceber logo
primeira vista.
Maria tornou a agradecer com um sorriso
mais affavel o servigo recebido, mai regei-
tou todos os offerecimentos do mancebo para
ser acomp rabada por mais lempo, so o fv-
PIMg
texto de que nao quera assustar seu pai.
Era outro o motivo, oh 1 se era pois. so Ma-
ria comrgava a ser mulher 1
Depois d'isto, os dous mogos sep'raram-
se, e Jayme ficou em p no mesmo logar,
seguindo com um ohar de muda aderago a
sombra flr.xWel de Mara.
Jajoieeraum pteta, quer dzer, nma des-
tas vaturas excepciouaes, que seriara ab~
surdas, se nao fossem sublimes.
Amava tudo-que era bello com o amor de
nma creaoga, desptico mais inconstante, o
impossivel traia-o. as contradieges exalta-
vam-n'o ; o seu destion, assim como o de
lodos quo es utaram o'uma noiie de febre o
canto da >ereia, que se chama poesa, era urna
cousa magnifica, mas fatal t
Camiotiar por u na tonga eslrada cortada
de precipicios, colher todas as flores, mas
seniir-se e feitigado t por aquellas que vi-
cejam beira do* abysmos ; enamorar-se de
aujos eotrevstos luz da phantasia, ser
atrahido para tudo que tem brilho, e correr
sempre a saciar a frvida ambigo de novos
pn.zeres, de commi'Ces virgens, d-? alegras
descoabecidas; e ao fim, depois de ter a-m-
preheodido e sondado todos os recan .s som-
bros da trra, ver que as suas vise* eram
ar, as suas flores cinzi, as suas joias ouro-
peis. sentir a saciedade no corago nao satis-
feito, eucontrar no amor, em vex da rosa de
voluptuoso aroma, a cora de pumpaes e
ridos espinos, perceber que pelo falso tri-
lno I argn o verdadeiro, e do p de todos
esses mundos de>feitos ver surgir a idea ver-
dadeira... uoica|immutavel... a da eteroida-
de... eis a misso de todo esse, que na su-
blime expresso de C.C. Branca or;essa
com a phantasia infinitos desertos.de mira-
gem a mirayom, pfdindo ao mundo os mun-
do* que Deus nao fez. (Contiuur*$e-ha).
T?. W) D1AR10-RI DAS CRUZES N. M
f 6C
r iiiGiiEi i


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