Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:11424


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Full Text
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ANNO XLIII. MUERO 267.
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**rtQBAATA FEIRA 20 DE NOVEMBRO DE 1867.
PAHA OHNTKO arwA 0A PBVVUX'U,
Par tres awzes adiantadae.. ,
Por seis ditos idea.
j,i'hi' ianil
6#7W
i\ssii(BHca sin pimautoim h Pr tres bmm aaaiiadea.. ...... ..,
Per 8i lites ifm. ............................... J.8460O
% /,,|?csaw dito Persa asno idea......................... ,. .. .. ... J70OOQ
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.
-
lENGABREtAUOS Da SUBSOlUPGAO.
Paran y Da, o Sr. Amonio Aiexandnno de Lima;
Natal, o Sr. Amonio Marques da Silva ;Aracaty,
o Sr. A. de Lemos Braga; Cear, o Sr. Joaqaim
o* de Hiveira Para, os Srs. Gerardo Antonio
Aeres Pilhes; Araazooas, o Sr. Jeronymo da
Costa; Alagoas.o Sr. Pranrino Tavares da Costa;
Baaia, o Sr. Jos Martins Alves; Rio de Janeiro,
Sr. Jos bflfro Gasparinho.
PAKTHi* OiS HHrAFSTAS.
Olinda, Cabo, Escada a estagoes da via frrea at
Agua l'reta, lodos os das.
Igaarass e Goyanoa as seguadas e sextas feiras.
Santo Anto, Grvala, Bezerros, Bonito, Cama ni,
Altiotio, Garantios, Balqas, S. Beoto, Bom Cnn-
selbo, Aguas Bellas e Tacarat, as tercas-feiras.
Pao d'Alho, Nazaretb, Limoeiro, Brejo, Pesqueira,
lagazeira, Flores, Villa Bella, Cabrob, Boa-Vis-
ta, Oureory.Salgaeiro e Ex, as quartas feiras
I Serinhaem, Rio Pormoso, Taraaodar, Ona, Bar
reros, Agua Preta e Pimeoteiras, as quintas
feiras.
AUDIENCIAS DOS TBJBUNAES DA CAPITAL.
Tribunal do commercio: segandas e quintas
Relago : tercas e sanados as M horas.
Fazenda: quintas as 10 boras.
Jafzo docommerc/o ; segandas as 11 horas.
Dito de orpbos : tercia a sextas a 10 horas.
Primeira vara do nivel: tercas e sextas ao meiol
dia.
Segunda vara do rival
1 Q'.ra da tarde.
quartas e sabbades al
DAS DA SEMANA.
I,
EPHEMEHIDES DO MEZ DE NOVEMCRO.
i Qaartocresc. as 11 h. e 35 m. da m.
II La ebeia as 10 h. e t7 m. da t.
18 Quarto ming. as 2 h. 11 ra. da t.
26 La nova as 2 b. e 19 m. da m.
118 Segunda. S. Obdon ab, S. Barcella m.
119 Terca. S. Abdias pruf., S. Birlaam m.
[20 Quaria. S. Octavio ra., S. Tbeope ro.
121 Quinta. S C-l>o m., S. H.-li idjro ra.
lit Sexia. S Cecilia v. ro., s. Fil-moo m.
[23 Sabbado. S. Comele p. ra., S. Lucrecia v.
|24 Doraiogo. Ss. Fumino e Flora v. mm.
m.
PREAMAR DE HOJE.
Primeira as 9 boras e 18 m. da manhaa.
Segunda as 9 boras e 42 mnalos da larda.
PARTIDA DOS VAPORES GOsTEIROS.
Para o sal ate Alagoas a 14 a 30; para o non*
at a Granja a 15 e 30 de eada mex; para Fer-
nando nos das 14 dos metes Janeiro, mareo, mu
I jumo, setembro e novembro.
PARTE OFFICUL
achara em pleito. O primeiro caso dea lagar a
creaco de tnbuaaes mixtos, compostos de raem-
broi mussulmanos e cnnstao*, em numero
igual. Estes tnbuoaes teem a sua sed* as gr-ra
des ciaades, a ii goterno egypclo. em 1850, estaba-
leceu igualmente ramios oo seu territorio.
Sao de tres especies, commerciaes, mariliroos e
coulendas de todos os deudos e de todos os cri
mes. Podem applicir todas as penas, salvo, como
COMANDO SUPERIOR.
a. riel do romnandi sn*piior iilerino da guarda
nacional do m iiieipia do Recite, 16 de nvm-
bra de 1867.
ilod'iipno J-ii Barata de Alracida, commodador ja aolerionnenie'indicamo, a ob'rigaco de coasal-
da orde n da Rosa e cavaileiro da de Cnn-to, iar 0 tnbuaal supremo qaaado se traie da peaa de
t*ueOte-eoronel e comraandaote do 2." balatbo merie. O governo otbjraaoo escolfte os jaizes
e comnaadante superior mermo da guarda na- oibomano<; ascbaaeellarus estrangeiras nomelam
clcnl dste municipio po* ?/. M. o Imperador a 0i me,nbroj cbristos, de maneira qae o autor oa
quera Deus guarda etc. etc. i o reo tem seinpre melada do tribunal composto de
Paco saber qae oa Srs. |. tenante do 1." bata- jojteeqaa pcrieaceo a soa nacioaalidade.
'bao de ariilbana da guana oaciooal Mannel Bea-1 Qaaado o elemeato raussnlra-ni cri-te n'am
ti da Silva liagalhes e alfares Antoaio dmeiro
Rodrigues dmpello, do 8." batalho da guarda
nicion de->t municipio, e a todos ajaeiles que
poderem e qaizerem fazer chegar ao seo cooheci-
ai -ni) que pelo presente edual sao chamados a
oiroptrncer, no qaartel da residencia do commaa-
Jo superior, dentro do pra^o de 30 das, a contar
Jeste edilal e nao o fazendo, drame esse lempn,
sera oomeado o cooselho de invesHaQo para ve-
rilirar a aaseneia, nos termos do i t. do decreto
n. 3 535, de 25 de novembro de 1865, por se te-
rero aumentado do balalho sera heeoca como me
.Mmrauoiiraram os resnecuv s comraaodantes.
odolpho Joo Barata de Atmeda.
trara' ao nosso theairiobo a corapaohia dramtica
do Santa Isabel, e oelle dar' aiguas esoectacaios.
Desejamos que tal boato se muse ; porque te-
mos de sabir da classlca iosipidu em que vive-
mos devida a' falta de sociedades recreativas, e
a' ion lia qae lera bavido em promoverem-se (es
sociedades : accresceodo a lado mais que multo
correcciooaes, e deste modo conhecem de todas as [ lera concorrido para isio a (alta qae tem esta cap-
EXTERIOR.
processo, o goveroo imperial reserva os seu* direi-
tos; mas quaodo se nao (rata seno de esirangei-
ros oire si, aoandoaa toda a jurisdiccao. Nesta
ulliraa bypoihese, existe um sy>tma especial no
oriente; os estrangelros depenJem s dos seus
respectivos cnsules.
E cessdes de aatureza particular coasigaadas nos
actos celebrados que tem o nome de capitula-
. cao. Al urna poca relativamente receote. a
i Frasea gosava no L^vaote destas grndes vanta-
igens'que Itie pertenciam exclusivamente desde
pocas maito romotas.
Sem fallar Jos ajustes feito3 na Idade media,
lembraremos s aqu as capitulado" concedidas
por Solimn I a Fraocisco I era 1535; por Mabo-
mel IR a H-nriquo IV era 1604; ^or Mahoraet IV
a Lult XIV em 1673; e, floaimente, por Mabmood
I a Luiz XV, em 174.
Penas sus coocessoes, i para assegurar a si-
taai;o dos calbolicos na Tena Santa, ja para per-
severar os iuteresses da aossa navegagao e do
TURQUA.
(Corrapontencia de Constantinopla.)
Vi ni-laora.neous era que o goveroo P3,;6ae, p^'^B0ome|.co'rorioVte7rpara7x7r"o^ direi-
aspecialmenie ao qae diz repfito a legislago, pa
rese-ati toroarera opporiaoo o resumo que vou fa-
er a er^a d> estado actual das lostiluicoesjuicia-
ras na Turqnia.
Os procHssos no imperio oltomaoo polera abraa-
ger ciaco formas differeotes: exlsiera aecessana-
mete eaireotlomanis, oa eaire oltomaaas e rayas,
ou entre rayas, on eotre esiraogeiros, oa eaire es-
;rj.aiHiros a sabdltos ottomanos (mussalmanos e
rayas.)
Ja se v qanto a administracSo da jasliija deve
ser complicada para fazer face a etas sitaaQoes di-
versa-, e qae sena de comoioacow ialispeasavel
yara garantir, taoto qoaoto for possivel, a saga-
ranca e o* direitos reda oados por lauto* indivi-
duos da raga, nacionalidad, oa de reilgio die-
rente.
O sy-tema actual nao ple ser oxidenleraente
concebido de um uraco golpe de vista, e o lempo,
a experiencia e ajo-tes ioternacloaaes teem suc-
oesivameale reunido os elementos, e disposlo as
parles.
A propor$So qae a necessidade de urna nova re-
gulariiago se tornava evidente, qaer pela propria
argeucia do facto que se irapuaba, qaer pela sala-
tar lutl enca das ideas, caa torea persuasiva pe-
netra oas massas, as iastltu coes e a jurisprudeocia
. -niara novas desenvolvimeotos.
Euire massaimano-, oa raesmo entre mossulma-
a.is e rayas, Ko cbnsios subditos da Porta, o
processo era simples: as cansas sao levadas pa-
rante js tribaoaes ordinarios do Imperio. Nao ha
al i elem^atos paniculares que recUmem urna ju
.-isdiccio especial ; como era todos os panas do
mnodo, os saodltos do mesmo soberano, sej qual
or o cuno, sao apresentados perante os mesrais
uizes.
Ora, oiTirquia, por esta ordem de processo, ha
cuco junsliceo)s : em primeiro lugar, o innuoal
supremo, in mado era 1840 pelo sulio Abdul-
Meljid, pela promuljaQa de baiisfe-rif deGuilhl-
ao, e que esta iQvesiido, eofre outras preroaiivas,
da autondade de julgar os crimes commeiudos pe-
los altos fuacclooanos, tendo o direilo de snenlo
oaf as senten^as de morte.
Abano desia magisiratara d primeira ordem,
estio ooilocadas as duas presidencias de appailago.
u na da Europa, e oatra da Asia ; se viole e luatro tribuoas, presididos por inoUms,
oa grandes junes; depois, canto e vmte e seis tri-
buaaes inferiores chamaos cus; efluaimeoieos
juizes de damelo, cujas aitribuicoas se asseraelham
as dos jaizes de paz em Franca.
Esle mbanaes interpreura a lei.no sea sentido
civil e r-iligioso conjanctamente, por isso qne o al-
coro a base da le?islacao. Nao exi-le effectiva-
uiriuie cdigo defloido ; da loterpretago do alcoro
e das traducs formn Solimo II um conjunto de
deeisoaa, cnamadas m/fe;a, que forara raoditica-
reilo escripio dos ottomanos.
As d|sposic5es penaos forara reformadas em
1440 ; o direno administrativo esta determinado
por ordenancas separadas, qne datam de 1846 ; o
cdigo de tomraercio francez inspiroa molidas
anlogas pabllcaoas em 1850. E" esta a lesislacao
segondd a quxl se regalara os negocios entre mus-
salmanos, e entre mussulmauos e rayas; esta or-
yaoisaco nao exempta de inconvenieotes, nem
de confusa o ; e nm dos mais graves que as de-
cises judiciaes sao difBcilmeoie revistas em con-
secuencia do pequeo numero de tribaaaes de ap
.eiucao, e da difficnldide das communicac5es.
As desintelligencias entre rayas que periencem
a rasma reiigiao nio sao regaladas pelos tribanaes
othomanos. Depois aa conqaista, foi conservado
aos ray.s-o direito deserem julgados pelo sea che-
f Oeste modo, os ebristos apreseatam-se perao-
le o seu patnarcha e os judeus peraote o rabino,
ora a facaldade de appeliago para os tribanaes
otbumanos; facaldade de que os ebefes religiosos
previnem de ordinario a applicaco exigmdo das
partes o juramento previo de acceitarem o seu jal-
o jaiz seja obrlgado a regalar as saas decisoes,
as qoaes sao tomadas pela simples equidade, e pela
.ippreeiacao individual.
Quanio aos processos qae se suscitara entre os
rayas de differeotes caitos, por exemplo eotre am
cbnstio e am judea, sao levados perante os trina
ates othomanos. Nao se poderla effeciivameate
irapr a ama das partes a deciso de am padre de
una religiao diBerente da soa; am oa oatro perde
o beaedcio de ama concessi) graciosa qae seria
ama iajaslica para o sea adversario; e a lei, nao
os considerando seno c>mo subditos do sulo,
submetie-os aos jaizes ordiaarios, dos qaaes depen-
den) em direito lodos os subditos do imperio.
Mas nio poden deixar de se prodazir processos
de oatra oatareza o'nm paiz qae, pela sna propria
ituac-J o reniez-vous de lodos os povos. as
graodes cldades. existe effeetivameaie orna popa-
Uco em parte estabeieclda em pane flartaaote,
oomposta de individuos que perteocem as diversas
nacionalidades europeas.
J mostramos qae a lei olbamana aatorisava os
ravas por isso qae o Alcoro nao o seu 1
tos dos nossos e.mbaixadores, ja para lun-lar e
consagrar os privilegios ju licias dos nossos naci-
naes e dos nossos consoles, forara condrmadas
amas e outras, e acharase reunidas e ampliadas
na grande captol agio de 1740.
Fez-se observar, nao sem razo, que essas con-
ees-oes nao consiitniam, na origem, mais do qae
um coojuocio de disposicoes graciosas; mais do
que ama especie de contrato unilateral, de que a
Franca se nao poda prevalecer; mas, depois desta
ultima data, forara invocadas e consgnalas vjua-
tiriameo a conveocdes internacioaaes, eaire outras
a de 1801, e desde eniao tomaram um verdadeiro
carcter de obriga;o mntna.
Outras pteocias teem recebido privilegios an-
logos, e leum-nos mesmo Caito confirmar em pocas
diversis por raeio de tratados; a Austria, por
exemplo, era Passarowitz, em 1718, e a Russia na
coovengo de 1784 concluida seis anuos depois do
tratado de Kaynardji.
E>ta legi-iaco dos estrangeiros tera-se ampliado
com o lempo, e temado um aspecto imprevisto pela
IniroJuecao de ora direito, cujos iuc invenientes e
vaulagens seria loogo examinar aqu; direito se-
gundo o qual os protegidos teem de ser tratados
cora os propries e.-traogeiros.
As facilidades que alguiuas potencias deram
muitas vezes aos oibomaoos, para, declarndose
seus protegidos, escaparera a jarisdiego mossul-
mana, teem prodazido difflculdades, eujo exame
excederia singularmente os limites desta c^rres-
pondencia. Quizamos simplesmente determinar a
siiuaco gerai da ustiga no oriente, e indicar os
seus priucipaes fundamentos.
temos actualmente
tal de um tnasyo. O que
am velbo pardielro, construido por ama antiga so-
ctedade particular, e qu", alera de nao offerecer
vaulagens a qualquer eraprezano, accresce que
ta i encommodo, que, em lugar de convidar, afu-
genta o publico vida de distraccSes.
Nao sabemos e nem queremos endagar a causa,
porque at n-je anda nao temos am theatro ; mas
o que exacto que entre as imraen-as saramas,
que a provincia dispeod-; annualraente, mallas som
aulidade recoohecidt, seria bora qoe dessas man-
dassem tirar nm quantum para a constracca> de
ora theatro, caja necessidade e utilidade sao in
conlestavelmeoie reconhecidas.
JS que fallamos em oezassidade, nao ha remedio
seno tratar da urna, qi,e nio pode ser descul-
pada a causa que a motiva : a da illnmioacio
publica. Como sabe, e-ia eidade ama das mais
adiaatadas entre as cidades que servara de caoital
a's provincias do noria do imperio, e entretanto
nao tem urna iilumioaco publica. O resultado
desta falta que o mo estado das roas, e a^falta
de laz torna quasi que impossivel o traoslto a' noi-
te. E' doloroso dlzer-lbe Islo ; mas infelizmente
real. O que Ibe venbe de dizer dase na capital
desla provincia, qao parece retrogradar a' propor-
co que aa outras provincias do imperio adan-
tam-se
Esta' a onclair-se a obra do novo thesoaro
provincia), e ex-tbeatro em projeclo. Os amantes
e sonbadores de novidades ja' dlzem, qoe a mu-
danga da repartico tara' lagar no dia 2 de de-
zembro prximo ; mas, como o dito desses procla-
madores de noticias nao merece muita f, nn I he
don certeza, e aguardo a oidem offlcial para ento,
eom mal minaciosidade relatar-lbe os pormeno-
res, preparos e mais que se dr na madanca.
A nossa aifandega, no nassado mez de oalabro,
rendea a quaniia de 18:8375551, e at o da 5 do
correte 3:0064299. O consolado, tambera no
mez de outabro. renden 10:637*489 e at o dia 5
do correte i:67lAi60. Eotraram no maz de ou-
tabro no nosso mercado 3 594 saccas com algodo
e at 5 do correte 120.
Nao ba mais nada de novo.
Apio Claudio.
PEHNAfflBUCO
REVISTA DIARIA
Uontem apenas recebemos o collegio de Bar-
reros, pertenceate ao terceiro distrieto eleitoral,
cojo resultad", reunido aos do. dbo, Escada, San-
io Aoto e Serlnbem, forma assim a lista dos
mais votados.
Dr. Andr Cavalcanti..... 247
Dr. Cicero.............. 239
Dr. Ramos.............. 238
Dr. Pontoal.............. 230
Importa tambera notar que os habitantes da
Guadalupe, da Martinica e da Reuoio, bera como
os da liba Mmricia, aitribuem sibreiudo a crea-
cao dos eogeobos contraes o grande deseovolvi-
mento qne tomou oestes uliimos aoaos a cultura
da canoa e o fabrico do assucar.
Este* eoeeohos contraes sao, como sibido, eo-
g*ohos muito ajerfeicoaios para ooda 6 trazida,
aBra de ser trabaibada, a c. >in >n* de malor oa me-
aor numero de (azea,das visiabas ; e os proprieta-
rios reeebem depois do Sr. de eugenho, quer em
especie, quer era dtnbeiro, o valor de suas coibei-
las.
Aigans entenhos da Martinica io aponlados
pela prodoeco de 69,000 a 207,000 arrobas de
assncar por aooo.
Haengenbus na Gndaluoe qne occuoa 230 tra-
bajadores, dos qnaes 115 de noite, o caideiras
tubulares a vapor, de 'JJ cavados cada uraa, cu
450 cavalios de forga ra i'ii, 8 depuradores, 12
luiros de carvo animal, 4 caldeiras de effuto tri-
plo, 2 apparelhos de cusiohar no vacuo e 1! tur-
Dina-, para produzr aooualraente o valor de.....
1,300,000 francos do assucar (520,000*000).
E' priociptimeote oa ilba traoceza da Reaoio
e na ilba Ingleza da Uauricia que os progresos
oeste seotido >So mais asslgoalados.
Qaasi que ja'nao ba nestas linas senao eoge-
nhos a vapor ; e a maior parte das fabricas de
assucar servem-se all de turbinas, qaasi todas
sem addicao de agua, e os assucares de mel do
tanque sao misturados na qualidade me- Ju do sea
fabrico.
E' portaoto oiqaellas ilhas, to visinbas, mais
do que as Anilinas, que conviria ir estudar a
quo-o lecboica, a dos procassos de fabncaQo
Em compensacn porera parece qui as Aolilbas
que a cultura da canoa tera feto maiores pro
gressos.
Afflrma-so qae na Guadalupe ura hectare de ler
reno plantado de caooa pote dar annualmeote
2,000 kiiogrammas de asncar. Sao 85 arrobas
por am alqmim dn ierra (50 bracas sobre 2o). Se-
ra' istium reodimento multo extraordinario?
Ai-slm como mullas fazendas brasileira?, as fa-
zenJas de afumas colonias mglezas e francezas
tem soffn.o ao nonrr (bicho) e da molestia.
Na liba da Reaoio. eaire ouiras, a producto
qae era em 1851 de 73 milboes de kiiogrammas.
cabio sob a lofideacia daquelias duas causas, a 45
milboes de kiiogrammas em 1865
A renovado das especies doenies foi decidida
como medida geral, e a admioistraco das colooias
(raocetas propoase a substituir estas especies per
ootr tirada* da Nova Celedonia, oade ha qua-
renta e duas vanedados indgenas desla preciosa
planta.
As variedades recommendadas aos fazendeiros
da Reoofao sao as chamadas niengou, poilote e
mondiene qoe apreseutara, seguado se affirma,
quaHdades ootaveis.
E* ama indicagao que podera" approveltar aos
nossos lavradores.
Hoje faz leilSo o agente Marlios de dnas
carrocas anda aovas e doos bois maosos mailo
gordos, defrooie da escadioha da alfaadega.
fc^oterl.A qae se acaa venda
a 48.*, a beneficio das familias dos volunta-
Vfceote Nuoes de Abreu, Parabyba, 23 aooos,
S'.'lh ir i, Boa vista ; tubrculos polmooares.
Josepna, Peroambaco, 60 aaaos, vlava, B>a vis-
ta ; f-bre maligna.
Mana, frica, 70 annos, solteira, Bja-vista ; tu-
brculos palmooares.
Amella, Peroambaco, 2 mezes, S. Jos; be-
sigas.
Regina, Pernambuco, 2 aoaos, S. Jos ; pneu-
mona.
Uiysses, frica, 60 auno, escravo, Santo Aoto-
nio ; inflammago.
Flix, frica, 54 annos, escravo, Boa-vista ; te-
ano.
Joaqaira, Peroambaco, 45 aaaos, escravo, Saoto
INTERIOR
COaHKSPO\G\CI\ OA-
RO na PURViaiuiu.
I .Vil VII Vil V 90 NORTE
15 de nofurabro de 18rj7.
Hoje que pnoc.ioio a miaba primeira roissiva
para o mu cooc-nluad joroal de V- S., oo posso
deixar de kzer a raioba proQssaj de f, como mis-
sivista, antes de entrar na narrago dos fados qae
se passarara por esta provincia.
Desejnso to someoie de ser til a esta pobre
trra, digna de raulbor sorte, promelic-lhe que,
aostrahiodo de qualquer parclalidide de que pos
sa estar apoderado o meu espirito, noticiar Ibe
cora toda a eiactido o que por aqui se passar,
pondi patentes os fados, qaaesque; que elles se
jara, e veohara d'oade vierem, deaaado ao jaizo
do paiz coraraentalos, e dar-Ibes a importancia
que elles possara merecer.
Emendo qoe son-ote assim tera' V. S. um cor-
respoudeote, qae possa, sem medo de ser contes-
tado, dar lhe noticias desta provincia ; enlendo
que assim que deve proceder lodo aqaeile qae
t.raa a si o pesado encargo de corr'-spoodeote de
am dos primeiros joroaes do imperio, e prlraeiro
do oorte: e todo e qaalqaer qae se eocarregar da
correspoodeocia de ara joroal, somonte^ para nar-
rar factos Gibados pelo prisma da paixo, do ran-
cor e da potincan desee da altara de um correspon-
dente a' de om ajenlo oampbletario, qae, langa
de promover o ioterease da soa proviocla, pro rao-
ve-lbe todo o mal possivel, desfiwraodo os tactos,
e toroaado-os iacapaies de ser apreciados pelo
paiz.
No dia 1* do crreme, tomn pnsse da adminis-
trado da provincia o Dr Serfico, ltimamente
oomeado para ella. O Jornal da Parahyba, orgo
do partido conservador desta provincia, em artigo
poltico, ja maoifestoa os receos qae natre a res-
peno da boa administracSo do Dr. Serfico, visto
ter sido elle nomeado pelo gabinete de 3 de agosto.
Nao sabemos em qae se fundou o Jornal da Pa-
rahyba ; os precedentes, pnrm, do Dr. Serfico, e
sna proverbial boneslidade, qne sempre tao c-
sanlo, e nao sao obrigados a (ater dalle o principio
de sna legislaco a sobmetter as saas desiotel-
ligenclas aos chafes religiosos das saas comma-
Todava os rayas sao subditos da Porta: mas
fiis ao pensamento tbeocratico qae domioa o sea
systema jodieiario, o goveroo othomaoo cooce-
de-ibM o beneficio de ama joriliecio religiosa
como a soa, e do seo caito particular. Cora mais
forte razo devia o estrangairo ser objecto de dis-
posicSos especiaos, qne vamos agora examinar.
Duas hypotheses sa aprsseolam : 00 o processo
a seguir foi iostaarado por am etraogetro e om
subdito othomaoo, oa eolio dous estrangeiros se
,73" 1.1 asi,
a a
obecida foi nessa provincia, nos levam a crer, qae
S. Exc. nao dar* motivos a' realisaco de taes ap
preoeosdes e receos, a eapriebara' por ser om
bom delegada do goveroo imperial, promoveodo
por todos os meios ao sea alcance o bem geral da
provincia ; a disiribumdo jostica a todos os cida-
dns, qualquer que s>-ja a cor poltica qae teobara.
Por ora S. Exc. anda nio pratleoa acto algum,
qae possa ser apreciado.
Scenmelo aos ataques de orna molestia teoax o
estudaote do s-goodo aooo da Facaldade de Di-
reito dessa eidade, Francisco Cielo Toscano de Bri-
lo. O finado sompre foi bemqnisto pelas seu< col-
legas, e qqe leve ama condacta regalar. Detxoa
am vacuo no seo anno, a mais nma pagina d tac-
to nos aooaes acadmicos. Urna lagrima Aa sau-
dade na campa desse moco, qae no dia I vio cor-
tadas para sempre todas as suas esperances, qaaa-
do a aorora da f-llcidade Ibe lana tao dourada 00
borisoote da vida.
o projecto da emaocipoco dos escravos tsi
prodazlado por aqal bem maos effeitos; persua-
didos como eslao elles de qae em breve sacio ll
vres, tira tocado o fastigio da insabordioacio e
desobediencia ; todos qaerem Ir para a guerra do
Paraguay, a ja com bem costo que seos seobores
conseguem sobre elles a ascendencia moral: en-
tretanto anda nao appareeeu eousa algoma de as-
sostador.
U estado do commercio aesta eidade nio dos
mais lisoajeiros. A baila so proco do algodio e
a (alta da trocas vai causando nao paqueos emba-
razos a's traosaecdes, a bem poneos negociantes
se acham satlsfeltos com o estado actual do com-
mercio.
Coasta qae brevemente o Sr. Daarte Coimera
Dr. Brltrao.............. 423
Ur. Sergio.............. 210
Reg B.rros............ 217
Dr. Amyoinas........... 20!
Bario Oe Uoa........'.. 197
Dr. Druramoud.......... 187
No da 7 do correte, era trras do eogeoho
i'aderwal, do termo de S-riohem, Joaqun Jos
aa Silva Fragoso ferio gravemente com duas faca
das a Antonio de Alraeida Lima. O subdelegado
respectivo proceden ao compelite corpo de de
lelo, e deu ordem pira a captura do crimiooso,
que ja se acha recolhido a'cadeia, seodolbe in-
co/itinnfi instaurado o processo por esse crime'
pelo qual fu o criminoso proouoaiado as penas
do ari. 205 do cdigo criminal.
A noticia hon>em dada sobre o consolado da
Noruega e Suecia dove ser entendida, que o Sr.
William Otto reassamira o exeteleo do mesmo
consulado, que estava Interinamente sob a gerencia
do Sr. Comunilno Noppel. .
No hospicio de alienados em Olinda existem
aclaalraente 73 desses iofelizes ; e como seja na
mero superior as largas da receita do patrimonio
da caridade, foi recommendado ao Sr. Dr. chele de
polica sobre representaco do provedor da Santa
Casa de Misericordia, qae em tal coojuoctura so-
mete se faca remessa de alienados para aqaeile
hospicio, depois de ser oavido o referido provedor.
Sobre represeotac?o do Sr. Dr administrador
do consulado provincial, resolveu S. Exc. o Sr.
presidente crear agencias Bas capitaes da Paraby-
ba e AUKas e as cidades de Mamaoguape e Pe-
nedo, aura de fUcalisarem os gneros de producQo
desta provincia qoe lera sabida por acuelles pontos
com prcjuizo dos direilos fiscaea.
E' urna medida de reconbeclda conveniencia.
Amanbaa renne-se o Iosttuto Arcbeologlco e
Geograpbico Peroamboeano em sessae ordinaria.
No dia 2o do corrente rene-se em ass-m-
bla geral a associaijao commercial, para a leitora
do relatorio da diroeco e elei^ao desta no novo
anno.
A companhia do gaz chama a atiendo dos
seas consumidores para as vantagens que Ibes
offerece na modificagao dos pregos a fornecimento
de objectos para oso das casas tanto de Inxo como
nao ; em outro lagar deste Diario vai o competente
annuncio.
Pizeram acto no da 19 de novembro, na fa-
caldade de direito os seg mates seobores :
Terceiro anno.
Anaeleto Jos dos Santos, pleoamente.
Joaquim Correa da ou>eira Aadrade, idem.
Joao Augusta do Reg Barros, dem.
Quinto aooo.
D. Carlos de Sonza da Silveira, plenamente.
Vicente do Reg Toscano Brrelo, dem.
Adolpho Lamenba Lina, idem.
Lista dos estodaotes de francez, chamados a
exame no da 16 do corrente :
Plenamente.......
Simplesmente..... i
Repro vados...... 3
rios da patria, que corre amanriaa.
Rkpartic.yo da polica Extracto da parte
do dia 19 de novembro de 1867.
Foram recomidos a ca-a de detencao no dia 18
do corrente:
A'ordem do lllm. Sr. Dr. chtfo de polica, Jos
U'Bpe), escravo de Manod do Carmo, por fgido,
e Agostinho Baplista da Silva, como sentenciado
appellado.
A' ordera do Dr. delegado da capital, Fraucelioo
dos Santos Araujo, para correccHo.
A' ordem do subdelegado do Recifc, Messia, es-
cravo <*e Fraocisco Gongalves Torres, a reqneri-
mentn deste.
A' ordem do da Magdalena, Isaas, escravo de
M'gael Job Alves, a reqaerimento dest;*.
O ebefe da secgo
J. G. do Mesquita.
Casa DE dete.vijo:Movimento do dia 18 do
correte : _
Exlstiara presos"280, entraram 8, sahiram 2.
exisiem 283 : a saber, oaciooaes 199, raulneres 5,
estraogeiros 36, mulber 1, escravos 40, escravas
2, lotal 283. atn
Alimeotados a casta dos cofres pblicos 22J.
Movimento da eaferraara do da 19 do corrate
mez :
Teve baixa:
Aoiooio, escravo de Luiz Antonio GiajaUis ver-
rer?.
Antonio ; engas.
10
Constancia, Pernambuco, 3 anno?, escrava, San-
to Antonio ; bexigas.
lo
Exallna do Carrao Cootinho, Pernambuco, 21
annos, solteira, S. Jos ; phiy-ira palraooar.
Emilia Ferreira dos Saotos, Peroambaco, 50 an-
nos, viuva, Boa-vi?ta; apoplexia pulmonar.
Aoionio, Pernambuco, 15 mezes, S. Jos ; be-
xipas.
M-iria, Pernambuco, Santo Antonio ; no paito.
Mana, Peroambocn, 45 das, Boa vista ; clica.
Maooel, Pernambuco, 18 mezes, S. Jos ; desin-
lena.
Valerio, Peroambaco, 10
vista; tetaoo.
16 -
Joaquim Polycarpo de Alraeida, Pernambuco, 43
annos, casado, S. Jos; phiysica.
Cu-tan i Mana da Conceico, Pernambuco, 34
annos, s. Jo-e ; apoplexia cerebral.
Mana Vidal do Erinto-Santn, Pernambuco, 21
aooos, solteira, Boa-vista ; apoplexia.
Francisco, Peroambaco, 3 mezes, Boa-vista ; es-
pasmo.
Firraina, Pernambuco, 1 mer,escrava, Boa-vista;
intente.
Anoa R isa Mnoiz Tavar s, Peroambaco, 22 an-
nos, solteira. Afogados; pbiysica.
Fraocisco, Peroambacc, 3 aooos, Saoto Antonio;
convuls5es.
17 _
Andreza Tbereza do Jess, Peroambaco, 60 an-
nos, solteira, S. Jos; hydropesia.
18 -
ClemeDtioa Colombier, Pernambuco, 12 annos,
solteira, B ia-vista ; febre cerebral.
Hennqueta Mana de Jess, Pernambuco, 37 an-
uos, viuva, Boa-vista; tubrculos.
Francisca Tbereza de Jess, Pernambuco, 31 an-
nos, viava, S. Jos ; vanla.
Joaquim, Peroambaco, 1 mez, S. Jos ; cooval-
s5es.
Maraede, Pernambuco, 15 mezes ; S. Jos ; va-
rilas.
Mariana, Pernambuco, 15 mezes, S. Jos ; diar-
rha.
Athaliba, Pernambuco, 6 mezes, Recife ; con-
voyes.
Raphael, Pernambuco, 3 annos, escravo, Recifo ;
sarn po.
Isabel, Pernambuco, 28 anno?, escrava, Boa-
vista ; varila.
Florencia, Pernambnco, 70 annos, escrava, Boa-
vista ; phlysica pulmonar.
Luiza, Pernamouco, 60 aoaos, c-crava, Boa-vis-
ta ; herysipola.
Ignacio, Peroambaco, 13 annes, escravo, Boa-
vista ; infeegao pulmonar.
Manoel, frica, 45 aonos, solleiro, escravo, Santo
Antonio; febre cerebral.
Jl SESSAO E4 14 DE NOVEMBRO DE 1867.
Presidencia do Sr. Dr. Joao Antonio de Araujo
Freitas llennques.
Promotor publico o Sr. Dr. Arraiaio Coriolaao Ta-
vares dos Santos.
Erivan, o Sr. Joaquim Francisco de Paula Esle-
ves Clemente.
Feila a chamada as 10 boras da manba, acha-
rara-se presentes 12 Srs. jurados.
Foram dispensados por doeotes os Srs. :
Jos Camello do Reg Barros,
Manoel Eleoieriodo R-go Barros.
Dr. Joaquim de Asnino Fooseca.
Foram multados em 20 cada am dos senbares
segrales :
F. F. de Camino Paes de Andrade.
Miguel Paulo de Sooza Raogel.
Joaquim Pires Caroeire Mooleiro.
Fraocisco Antonio Poolaal Jooior.
Fraocisco de Panla Pires.
Aolonio Josa Rodrigues de Sonza.
Quaoto aos domis jurados, deixam da ser mul-
tados, por nao con-ur qae foram notificados ; sen-
do o camero de 1-2 jurados Insufflciente para ha-
ver sessao, foram sorieiados na urna especial o da
30 qae sao os -cgumies:
Dr. Herraillo Dapernn.
Act olo Mana de Miranda Seve.
Jos de Vasconcellos.
annos, escravo, Boa- Dmiog03 dos Passos Miranda.
Jo. Pires Ferreira.
Francisco de Ollveira Mello e Silva.
; Dr. Cicero Odn Peregrino da Siva.
Fraocisco Angosto de Araojo.
I Capito Jos Hermenegildo Leal Ferrelra.
| Dr. Vicente Pereira do Reg.
. J. Pereira Viaona.
Antonio Machado Pereira Viaona.
Domingos Alves Maiheos.
Antonio Jos Telxeira Bastos.
Joaquina Jos Silveira.
Joaquim Felmpe da Costa.
Dr. Aotooio Vasconcellos Menezes de Drammond.
Aot mo Gomes de Miranda Leal.
Joio Finio de Lemos Jomor.
Manoel Juveocio de Saboia.
Dr. Apngio Jusiiniaoo da Silva Gaimaraas.
Bernardo da Caoba Ferreira.
Dr. Luiz de Aiboquerqoe Martins Pereira.
Candido Alfonso Moreira.
Dr. Manoel de Figueirda Faria.
Saiusti.no Caelano dos santas.
Jo- Gomes Villar.
Affmso Jo< de Ollveira.
Jos Heoriques Machado.
Adruoo Augastn de Aimeida Jordio.
E-goiada a aroa o iaiz de direito, na forma do
decreto o. 693 de 31 de agosto de 1850, officioa ao
presideote da cmara para comparecer oo tribu-
oal no dia 15, aura de proceder e sorteio na uraa
geral mandando proceder as notifleaefies dos no-
ves sorteiados, Uvantando a sessao a addiaudo-a
para o dia segmate pelas 10 horas da maohaa.


5
I SI
>
o
o
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Masculino.
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Feminino
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&o I io
Masculino.
Feminino.
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-/i
-i

Jfasc-itiino.
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Feminino.
3
>
<
o
O
2.
Total U
Lista dos estudactes dii thelorica chamados
a exame oo da 16 do correte :
Plenamente...... 6
Simp les mente.,.. S
Total 12
Os progresses realisados pelos fabricantes das
colonias ingiezas e francezas, e phncipalmtote por
estes ultimas no fabrico do assacar, como todos e
sabem, sao devidas aos esforc is perseverantes qae
fizeram para meihorar suas ferramentas e substi-
tuir is coztnhas prlmitllvas apparelbos aperfeigoa-
doa devidos a industria moderna: eitracao do
caldo por compresso entre cylindros que gyram
a' maneirs. dos laminadores, depuracio pela cal ou
a vapor sem decantacao nem flltraco, ovaperagao
pelo appare.ho de efeito irip.o, cozedora oo vacuo,
ele.
Todos estes processos qae se cifrara no emprego
dos apparelbos Welzll oo dos apparelhos Derosne
A Ca.il, sio bem eoobecldos oo Brasil, oode ni-
camente para desejar que elles se generasem.
3
IS
CJ 1 ot
ifascui'no.
Feminino.
z
S 2
h
Masculino.
I
3
CiilOMQ JlilMCUKU.
TRIBUNAL IX COtlvIKUOlO
^CTA DA SESSAO ADMINISTRATIVA DE 18 D
NOVEMBRO DE 1867.
PRESIDKNCIA DO EXM. SR. DESEMBARGADOR
ANSELMO FRANCISCO PERETTI.
s dez horas da raaohaa, stando presentes os
Srs. deputados Rosa, Basto, Miranda Leal e sop-
pleote Sa Leiiio, foi por S. Exc. o Sr. presidente
ab-rli a sessao.
Lida, foi approvada a acta da sessao antece-
dente.
EXPEDIENTE.
Quicio do presdeme e secretario da jauta dos
eorretores, datado de hoje enviando o boleilm com-
mercial da semana prxima fiada.Archvese.
Di de H Oetui A CDiario e cspiador de Maua &
Cllera dem de Joo Luiz & Virgneo.
DESPACHOS.
Requermoto de Diouuoe & Sanpiquet, dizea-
do que cumpriado o quaoto Ibes fra exigido em
despacno de 28 de outubro animo, exarado oa
peticao em qae pedem o registro do sju cootrato
social, fizeram declarar em dito cootrato a parle
jue cada socio caba as perdas sociae?; mas
que quanto ao art. 13 do referido cootrato, oo
enceratraodo n-l.e esiipaiagao contraria di art.
335 i 4 do cdigo commercial, nenbama modifica-
gao uzerara, esperando por taoto qae o tribunal
defensse a sobredita petigo.Volte ao Sr. desem-
bareador fiscal.
Dito de James Ryder & C. para se lhe mandar
reg'stnr a procaracao bastaote, qae juotam, pala
qual constitaem seas procaradores a Wilham Va a
ghaa e Charles Bastan Kobiasoad para admiras-
trarem saa casa commercial nesta eidade.Regis-
tre se.
Dito de Andrade & Reg, mostrando com a de-
clarago qae fizeram ao seu cootrato social, cojo
registro pedom, terem satisfeito o parecer.fiscal
mndalo camprlr em o despacho deste tnbanal de
13 de setemnro prximo passadoRegistre se.
Com iofbrmacao do Sr. desemhargador fiscal.
Dito de Sonta, Andrade C, registro de sen
novo contrato social.Satisfagam o parecer fiscal.
Dito dos mesmos, idem de sea distrato de socie-
dade.Regisirera-se o distrato e procarago junta.
Autos de rebabilitagao de Maooel Alves Gaerra.
Satisfaga o parecer fiscal de folbas 43 v.
Nada mais havendo a tratarse, o Exm. Sr.
presidente encerroa a sessao s 11 horas e meia
do dia.


:
oe
s
Feminino.
-i
TOTAL.
ADVERTENCIA.
Na tolidade dos doentes exlslem 214 ; sendo, 125
domen?. 89 mnlberes.
Foram visitadas as enfermarlas :
AsT6 ll, 6 *l*. il*. 6 !*6 4I2.6 ft Pel
D'iu 51% 9 *H. H. W, 10. pelo Dr. Sarment.
Fallecern:
Jos Albano, infecgSo paraleou.
Catharioa Maria da Conceigo, tobercolos pulmo-
los Aotooio Ferreira. epterlte chronioa.
Fraocisco Jo Nogueira, bexigas.
Ckmiterio puDUCO.-Obiiario do dia 9 de
novembro de 1867.
Francisco Luit Jos Gongalves, Pernambuco, 13
auno, olteiro, Boa-vista ; desinleria.
Jos Gomes de Onveira, Peraambaeo, 14 auno;,
tolteiro, Recife; bexigas-
SESSAO JDICIARIA EM 18 DE NOVEMBRO DE
1867.
PRESIDENCIA DO EXM. SB. DESKMBA&GADOB
A. F. PERETTI.
Secretario, Julio Guimaraes.
A's ooze horas e meia da manba estando pre-
sentes os Srs. desembargador Silva Guimares,
depntados Rosa, Basto, Miranda Leal a sappleoles
Sa Leltao a Sil vino Gailberme de Barros, fallando
com partecipacio o Sr. desembargador Aecloh a
sam ella o Sr. desembargador Res a Silva, o Exm.
Sr. presdeme declarou que oao pod a haver sessao.
AGGBAVO.
Jaizo especial do commercio.Aggravaatei o
Dr. Joaquim Jos da Campos da Costa de Medairos
e Aibuquerqu", Libaaio Candida Ribeiro, Fraocis-
co da Silva Reg e Maooel Saturnino dos Santos
Naves, aggravada exeqaents D. Jbsepba Justina de
Jess Goncalves, execntado Jas aues de Oll-
veira.
O Exm. Sr. presldeote oegou provimento a orde-
ooa qae fosse poblieado em mao do escrivo.
Nada podendo tratarse, o Exm. Sr presidente
ordenoo, a meia hora da tarde, qae se esertvesse
a presente declarac,ao.. m ,
u i aj i
15 DE NOVEMBRO.
Presidencia do Sr. Dr. Joao Antonio de Araujo
Freilas enriques.
Promotor publico, o Sr. Dr. A minio Coriolano Ta-
vares dos Santos.
Escrivao. o Sr. Joaqaim Francisco de Paula Este-
ves Clemente.
Feila a chamada as 10 boras da manha, acha-
ram-se presentes 23 Srs. jurados.
Foram dispeosados por doentes :
Capito Jos Hermenegildo Leal Ferreira.
Bernardo da Cuaba Teixeira.
Joaquim Felippe da Costa.
Francisco Jos da Silva, por boje smente.
Ignacio Fraocisco Cabral Caotaoil.
Affenso Jos de Onveira.
Foram muliados em mais 20i cada am dos ju-
rados ja multados no anterior da de sessao, e mais
os seguintes Srs. :
Dr. Cicero Odn Peregrino da Silva.
Krancisco de Onveira Mell e Silva.
Francisco Augusto de Araujo.
Autooio Mana de Miranda Seve.
Antonio Gomes de Miranda Leal.
Joo Piolo de Lemos Jnior.
Dr. Antoaio Va se ocellos Menezes de Drammood.
Jos Henriqaes Macbado.
Joo Tiburcio da Silva Guimares.
Birfn do Livnraeoio.
Evaristo Meodes da Canba Azevedo Jnior.
Dexaram de ser multados 03 demals jurados,
por nao serem recolbidas todas as nolificagdes e
nem se procedea o sorteio da urna geral pela mes-
ma razo e levantou-se a ses.-o, adiando-se esta
para as 10 boras do da segointe.
16 DE NOVEMBRO.
Presidencia do Sr. Dr. Joo Antonio de Araujo
Freitas Henriques.
Promotor publico, o Sr. Dr. Arminio Coriolano Ta-
vares dos Santos.
Escrivo, o Sr. Joaqnim Francisco de Paula Esle-
ves Clemente.
Feu a chamada as 10 horas da manba, acha-
rara-se presentes 24 Srs. jurados. .
Foram dispensados por doeotes tmente de boje
em diante :
Evaristo Mendos da Cunta Azevedo Jnior.
Jos Henriques Machado, por ja' ter servido esta
anno.
Dr. Vicente Pereira do Reg, Idem.
Commendador Jos Pires Ferreira, idem.
Foram multados em mais 20* os jurados ja
multados oos aoteriores dias de sessao e cada ora
dos seguintes :
Francisco Jos da Silva.
Dr. Antonio Joaquim de Moraes e Siiva.
Dr. Joo Jos Pinto Jnior.
Manoel Martinlano Leite.
Francisco Aolonio Pereira da Silva.
Felippe Beoicio Cavalcanti de Aibuquerque.
Dr. Miguel Felippe de Soaza Leo.
Jos Oaetaoo Cavalcanti.
Joc Meodes da Carvalho.
Antonio de Sa' a Aibuquerqne.
Joaquim Ribeiro de Agolar Mootarroyos.
Nao sendo o numero da 21 jurados suficiente
para haver sessao, e achaodo-se presente o presi-
dente Interino da cmara, proeedeu-se ao sorteio
oa urna geral de 27 (arados para completar o de
48 e das cdulas extrahidaa por om menor resul-
tou sabires sorteiados os seguintes Srs. :
Aogusto de Sa' a Albaqoerqoa.
Bernardioo Zeferloo de Miranda Albuqaerqne.
Jos Duarte de Alrmqoerqae Maraohao.
Aotooio Jos Duarte.
Jo: Ignacio de Lira.
Jesoioo Ferreira da Silva.
Estevao Jos Paas Brralo.
Fraocisco Xavier Caroelro Lina.
-


b
%
Joo Aogusto de Sonta Lalo
Joo Fraocisco do Reg Maneota.
Dr. Saboo Olegario Lndgero Piobo.
Jao do Prado da Cmara Saottago.
Dr. Manoel Francisco Teixeira.
Manoel Romo Correa de Araojo.
Tnomaz de Caivaibo Soare Brandao.
Jos Cesario de Mello. /wiXa'i'iiiTi
Dr. Carlos JastiolaooRodrlgaas. > KIK.KJ
Dr. Joaquim Francisco de Miranda. ..,,,,-,..
Dr. Uemosthenes da JJilvelra Ubo.
Miguel Joaqaim do Reg Barros.
JooTrancIsco do Reg Maia.
Jca Antonio de Otivelrn e Silva.
Maooel Meles d Si|v|,





58f 3(1 OflflKW [31 / Btorl* de rer.bco iMwrU felra de Sembr de
= v ""..... --------------
1867.
TAV (
IH.I/ (
Pirmino dos Santos Vieira.
Manoel P*s lfreir.
Francisco do Piula do Reg Barros.
Manoel Csvalranti de Albuquerquc Lins.
Concluido o sorteio mandon-se proceder ai noli-
llcacSes, expediado-.-e pau lase os complanle*
Bandadas que foram entregues aos offlclaes de
Justina, 1-vaoiaDilose a sessao que (o adiada para
0 da 20 do correte pelas 10 boras 4a manbaa.
mandando eassar as instrcc5;s ha pouco publica- nao sio o lacos (rageis di; affeicta: -epriemeris,
das no jornal offlcial, como, s -ui duvjd uul ialor %*.< se tigaa a< appareociaa phyMcae, a catate
mado, dii esse ariigaUta. As insiracedes sabsis^ao artiGeio, to commuos nos ci.-ajan.es, qae os
tero e n pleno vlg t. man'm em nnlao-, sao os deveres cealrahtaot,
E' igoalmene inexacto que S. Bic. maodasse eonoprebeiididos e approvado- pela eooieiefajja,
ratsar a portara qae prohibe aos profesores po-'
otase vi.-ivelenente a tendencia mais vira que
i*m uas vivares* em sociedad, em relete a ou-
iros, que sao aetaralmeote misntropos e oppostos
a' cenas coatHataaclas sociaes.
usa em lote imprlme-se a sabedoria do Lreador;
blicos o ensino particular, porqae esta na lei que
ntnguem pteeosinar particularmente tem autor t-
sa^io 4a director I, exigiodo se para isso dos pro-
leasome pabRoos o ezame de capacidad-', do qoal
eramos pedes ssr di.-pensados. Si ka csotradieo
da le.
E* aioda inexacto que hoavesse portara algn
da directora s permiitrado o eosiao com restric-
Qoes soobch'ji utrozet, era s>b ostras qoaesquer
penas que oio fossem as consignadas na mesma lei.
CA4RA HIHICIPU no KBCIFB.
SESSaO ORDINARIA AOS 16 DE SETEM-
BRO DE 1867.
PRESIDENCIA DO SR. PERCIBA SIMtS.
Preseuies es Sr. Aqnino Fooseea, Gustavo do .
Reg, Santos, Drs. Miranda, Villa* Boas e Puanga, Quaes sejam as mmbas ideas sobren ensino publico,
abrio-se a sessao e foi lida e approvada a acta da em lempo opportaoo espero que mais desenvolvida-
antei-edeni-. mente o gabera o artigoisla; e em um pnjecto de
O Sr. Dr. Villas Bos pede a palavra, e sendo- reforma presentado em principios deste anno
Ibe concedida justifica a falta de comparecimento assemniea provincial, assim como em nm oflSciu
I" sessao d> dia I i do crtenle, e atlendido. dirigido ao cnsul de Franca, consigne! a dontriaa
Len-se o segrate [ do entino Uvre, d'onJe se p le ver qoe en me dts-
EXPEDIENTE peosaria a gloria, para muHot, de grande alcance,
Um offlcio do eogenbe.r'cordaador, informando <> por pelas ourestrlc^Ses arbitrarias ao qae, quau
coolra apreleoco de Antonio da Silva PoOles to a m.m > lde pr,sperar, como oda* ai: grao
Guimares, proletario de urna casa de andar e ?<* "osas, barajado pelas aoras da libertado 1
soto, na roa da Madre de Dos n. 5, em que pele ta^ porte, nao dejan, consintiendo, mas de ap
para dernol.r a trape.ra existente, i faxer solea; Pc.o de le vigente, em coja execoco meu
declara nao ler lugar, para que a casaem queso *e*e{" 1u*nlu
se aeba na plaa para ser demolida.ldele- C0D*r- .. ,
c P moito alto qoe sfja
Oo.'ro do mesmo, Infirmando contra o qoe pede artigis!a respeito do Exm. Sr Bar. de Villa-
Joo Fraucsoo Marlio*. em seu reqoenm.oto, vis- Bella embora so torran no que conc-rna a a ago-
to qoe s-ndo a ra da Santa Crux estrila, nao po-dos de mstruccao, qaerme parecer que nao sera
de o sapplieaule plaotar dous ps de garaeleira co- '"o do qu* aquelle que as iudes, Ja part-
mo preieude em frente de sua padaria n. 3, a mes- curares, ja publicas de S. Exc. tem me acosturaa-
tna roa.Indefeno-se. "0 > reconhecer cada da no amigo sincero e
Ouir o mesmo, infirmando sobre o que pede no unceonano liberal e inteero.
Gando Dubeut, no sea reqoerimenlo, declara qoe Ratabelea-se, porm. a verdad-, em honra de
fra
le ap
i meu
mi alias diminuas forjas
o cooceito formado p*1o
nada tem que oppor a preteo$o do peticionario
de arrancar os canos que havia collocado para dar
asgo o a' cocbeira que teve no caes de 24 de oo-
vemoro, visto haver acabado com a mesma o
ebeira.Couredeu-se.
Ootro do raesmo, informando sobre o que pede
no requeriineiito junto, Manoel Morer Ribetro,
proprielario la casa muta agoa, cocheira, sita na
travessa do ijoiabo o. i4, da frecneaia da Boa-vis-
ta, para retener a porta cocbeira, e faier ootra por-
ta para ca-a de residencia, bem como abrir urna
janeiia em paralleio aquella p ra, conforme *s
posturas; cu npre-Ibe oixer qoe nada tem a oppor
a seineltiaote pretenjao.C-oocedeu se.
Ootro do mesmo, mlormando nada ter qoe op- fado,
pdr a prtVOQao de Auiooio Gonjalves Ferreira, de
aformosear o uito do sobrado o. 41 da ra da lm-
peratrir, pertencenle aos orpbaos Bibos de Antonio
Luii Cmcalva Perreira, como pede em seo reque
rimento, faieodo que cjntioue o reooco ja' prioel
piado no mesmo tac, abrir
S. Exc. mesmo, em abrigo de meu pobre nome, e
antes que todo em bonra da preona.verdade.
Recife, 19 de novembro de 1867.
Joo Pranklm da S. Tacora.
Sis. Redactores Tendo a cmara municipal
desta cidade, diritfido ao Exm. e Rd. Sr. governa-
dor do bispado um offlcio, em que aecusava-me
por baver recebido do empreiteiro da obra do ma-
ro do cemileno a quanua de duzentos mil ris,
como pagamento de podras que o povo por sua ex-
poianea vonude, carregara para a consirucc&o do
mf tino moro, julgo do meu rigoroso dever expli-
car o que bouve, e rnstabelecer.a verdade de um
que o-ro> loi alterado coin detnmeuti de
mioha repotaco, que por cerlo Da i deve eslar a
merc do emprcileiro da obra do muro do cern
terlj.
Apresentado para vigario da freguezia da Var-
zea, tomei posse nessa qnalidate da dita freguezia
nelle duas'po tas no m da 15 de agosto do aaoo prximo pansido. Lo-
pela moral,le pela religiio emflro, qof>lfal|eVIMHMOTT'P>avldeocia ; em todo a erenca esseo-
mente se antepoem a lela das paixdes em baoeO- > eial a' vida de qoe as aegoes dos homeos nio dei-
cio da ordem peculiar e me.-m geral. K ai da so- xaado 4aser apreciadas do alto, eooeorrem a' mais
ri-dade humaos, enjos mambros sugeitos as pot-1 ou meaos perfectib lidade social, a medida que os
xdm te eiviiisacao, ou fora da iimpcidade da na iragoe da oataraas selvtica vo-se apagando, per
andar terreo e duas janelias em cima, assim como
remover pira o muro, que alinha com o oito re-
ferido, o parti existente atrazConcedou-se, for-
mando logo a froot* desse oito como recoramen-
da o art lo do tu. 7 das posiuras de 30 de juoiio
de 1849.
Ouiro do mesmo, Infirmando contra o que re-
qoer em seu reqoerimenlo junto, 7. fsrino Ferrei
ra Vellosu, para reedicar a coberta da freote di.
trmtiSD n. 76 da ra do Brum.e igualmente urna
O ootra oou>a. Iodef^no-se.
Ojiro do tca do Hecife, comrounicanto qoe
JoaoRodrigu-'s Lima, tendo requerido e obtido II
cenga eai 27 de juutio ultimo, para reedificar o
sea predio de dous andares o. 3, >U3 a' rui da Lio-
goeta, examinando i ;bra, reconbeceu que ella
esu' send.. feta sobre onoas siogelto, approvei-
tando o? auttgs^'se bem que de um > tijollo, po-
remlargo; nao ob fraejo contra o proprietarto e me'tre da obra.
Que se rem ttos^e o termo de iofracgo ao proco
torera, ai r.jotassem, para -ui garaotia, ordem a
esiabilidade, rom u leis da naturexa.
O seottmento, pois, do dever,firmado pelo conha-
cimento, mais oa cenos prfondo das leis divinas
e bnmanas, dispensan os edoitos das dlraccoes na-
tivas.
Eotretaoto, o contrato e a reorm, se nio foram as
cansas occaslonaes da orgaei>a(o saciai primeva,
nao deixaram oe ser os principios da ordem, o do
rgimen, n-oessarios a preservagio da socledada.
Tambem certo, que sem contrato nio poderia
baver rgimen ; sem regra nao baveria por oam
um modo ordem. as amluddes que sobresaba
a diveisidade as Ideas, as vontades, as paixrjes,
us meios e nos fios; e a eoos-iencia de cortos
devresf de ceMos direitos, de certas acgSes nio
exclusiva civms?g).
Por isto, a primeira idea, aps a reunio dos ho-
meos em sociedade, fji a de um poder central em
urna vootade absoluta, para o Qm de alcancar-se o
bem estar de cada um em particular, e de todos
em geral.
Desde os primeiros das da creajio, que o mal
era cooheeido a-slm como o bem. Antes qoe Ab-i
soecumbisse aos (ataes golpes do maligao irmo,
cooheceu tinto a lyranma como a Iniustiga o o
gran'e peccado, qoe aquella ia commelter a* face
de Deas e de sua coosciencia
Do mesmo m > 1 > que a intellig 'ncia e a razio a
seosibilidade cordeal, que tambem innata, sus
ceptivel de cultura e desenvulvimenlo.
Quem dir' que um bomem para correr, por ei-
empio, em detoza de urna innocente creanga, cojo
pal pret-n lesse, arrastado pila ira, descarregar-
Ine golpe fatal, careceria ter vivido em sociedade,
ser coltivado em sua razio, na moral, e no direlio
naturalt
Portaoto, o inslincto social, que ama Torga lo-
depeodeoie da liberdade o da vontade, reun) os
homeos e de algurc modo os deteve; a razio tratou
logo de cogitar o melbor meio do maoter a ordem,
a jaranita e a establlldade, coostiaindo para om
tio elevado flrn o rgimen.
Visto pois, qae o estado chamado da tuture-a,
que, segundo Lrmennais, a indepeudenc a ab luti, a auseacia de toda sociedade a rigor da pa-
lavra, um Impossivel no genero humano. Um
cerebro que. peo-a, um cora^io que estremece,
urna consciencia que vela, conslituindo um sor na
trra; ja mais potera esie ser sobrevlvor na so-
lidao. sem a vida de relago q le a vida da razio.
A solidao a morle do corago e d > espirito bn-
maoo.
Formado o primeiro homem de om puntudo de
barro, e vivificado e animado, em roda de si Un-
gando os olbos que a' lu tanto admtrava, mas so-
lilaru, s-im outra cousa mais igual a si, que po
dispansaveis ao fim a qoe fimos propnstos.
Assim no estado de sociedade regrada e avanla-
jada, o hoasem oio tem mais oecassidade daqnillo
qae elle no astado primitivo nio poderia por non-
bom modo dispensar: e 6 esta a grande din* renga
te sociedade dos seras inferioras, caja in varia val
asiabilidade iovpde perpetuo silencio bolba do
progresso.
Do mesmo modo qae se oio pode contestar a
existeocia do movimioto social, por exemplo, na
lormiga, na abeiha e mesmo enlre maltas aves e
quadrupedes; em todos t>s lempos lem sido tam-
bem observado, que, ao meos em nma mesma es-
pecie, jamis tem bavido a mais ligeira modifica-
gao no lidar continuo que constiioe o trabalbo e a
vida, esseaealmeaie vegetativa de semalhantes le-
ras ; sendo que apenas se encontrara dibTdreogas de
especie especie, e estas mais as formas dos pro
duelos, cajo dm tambem nico
qae na essencia e natureza.
Duque tica exposto ja se deprebeade bem qae a
origem do rgimen oio foi mais do que a necessi-
dale do elemento de ordem ua sociedade ; ordem
indispeasavei a' a floreza traca do bomem como
individoo, a maouteago da familia, qoe sociedade
esseocial a' sieielaie geral, e a pleaitode das
Zalador e procurador perpetae.
O Illm. Sr. Jos Chrifpiaoo de Sooza.
, Encarregados da fasta.
Os Illms. Srs.:
Ex-juiz J laquira Bernardino de Castro Rio*.
Capilio Pirmino Jos de Oliveira.
AsignadoJorge de Sant'Anna Loeto, ex-prc-
viacial e presidente, jsjn
Illm. Sr.-Nio rna pareeando raajalar, a tenos
fondada em le, a praiica adptate te Osar sob a
responsabilidade dasU admini-tragio a exeeocao
da pena de acones imposta peso jury aos escravos,
sem qoe o jmz execolor das seotengas compareea
com e sea escrlviaaflm de assistir o castigo, e desse
acto lavrar-se o competente termo, qoe deve ser
justo ao processo, para a todo o lempo constar qae
a seotenga foi execntada com as formas e solem-
nidades da lei, limiundo-se todas as formalidades
a ama cerlidio passada pelo eserivao deste estabe-
lecimento, em que declara ter sido execotada a
peas Imposta ao reo ; eensulio i V. S. se deve
continuar essa pratica, uu se a pena de agoites
deve ser executada estando presente o juiz earar-
rega lo da execugo da seotenga.
D-us guardes' V. S.Casa de delengio, 17 de
deMnbro de 1862.Illm. Sr. Dr. Abilio Jos la-
vares da Silva, ebefe de policia da provincia.O
e taalieravel, do {administrador, Ratina Aogasto d'Almeida.
1." secgo.Secretarla da polica de Per na m bu-
co, 4 de fevereiro de 1863.
De conformldade com o qae me foi declarado
pela presidencia em ofllcio de bontem datado, re-
mello a V*mc. para seu canueciatento a inclusa co-
pia do offlcio expedido pela mesma presidencia ao
Dr. i'iiz municipal da primeira vara com referen-
cia ao modo por qae deve ser executada a pena de
uiU'tiddes; ordem, nascida do conhacimento mais
ou meuos profundo do, bem e do mal, ja presidida agoites.
pala iutelligeocia e a razio, em comogo de aperfe-' Deus guarde a VracO chefe de polica, Ablli >
goamentq, desde que a reamaj c incitativa da so- Jos lavares da Silva.Sr. Dr. administrador oa
ciedade, pela forca inoata, foi r*alisada. casa de detengio.
A razio, apoderaodo-se da obra do iostincto so-' Ia secgio.Palacio do (roverno de Pemambuco,
eial, ac im.uoniq lo o progresso, que o tempo sa- { em 3 de fevereiro de 1863.
be impdr aos povos deeahidos, palo progresso de Em solugao a' duvida suscitada pelo administra-
si mesma, inoereote a propria oatoreza progressi- dor da cata de detengio desta cidale, e soere que
go oesse da, cunvidei in-u mano o padre Herma
nelgido Herculauo Ernesto Vieira, que eslava pre
seute, para missionar, ao que elle accedeu de mui
lo boa voolade, comeganlo no iu-'-iuj da 15 de
agosto es5a praiiea, cujo proveito c por lodos re-
conbecido.
Atlendondo a que na freguezia nao havia um ce-1 desse tocar, sentir, cootemplar e amar... bradou :
miterio. eu e o mesmo meu mano pedimos ao povoSenhor, Siuborl... Urna compaabia I... E o Se-
nos ajudasse com o seu poderoso trabalho a Coos-'obor deo-lbe a mulher. E foi logo constituid* urna
irolr um cemileno, assegarando-lhes lertam sepul-1 sociedade. Sim, desde que dous horneas se avls-
tura gratis, como so praUaar-so oo serto, nao ^rn em nm deserto esta* eslabelecida orna socle-
lendo as cmaras muoicipaes a menor iniervengo dada : ama forga os arrasta a Isto, e o iostincto
nos cerait-rius construidos palo povo. social. As oecessidad-s os ligara logo; a raza i de
Principiamos a ajustar pedras para a obra, e nm estende a mo a* razio do outro ; os conloes
quando, alm de muiu podra, ja' baviamos dispeu-
dido a quantia de lo0u0, corarauoi|uei a ilias-
trusima cmara muaictpal e por olla fui avisado
qae maadava examinar por urna cjmmiss), se
era iaconveaiente o lugar escoihtto.
Eolao utDciei a mesma cmara couimaoicanlo-
ln-3 que nao fizia o cemileno, a nao ser naquella
rador, para proceder judicialmeale cootra o pro- lugar em que havia dalo comego, e que eila eu-
prietario.
Ootro do mesno, informando cootra o qae re-
presenta em seo raquerimento Luiz Googalves da
Costa, relativamente a' multa imposta ao seu ira-
baibador, que nao estando habilitado, como ex-
carregasse-se de manda-lo f.u-r oade iIh approu
vesse, certa de que era urgente a
deile.
A cmara fez om orgameoto para o cemitono e
nesse orgamenio incluio a podra, que havia sido
presso no su. 4"" do regulamento policial de 4 do j carregada pelo povo, e islo deu lugar a que raatos
ago-to de 1865, combinado com os arligos 1 e 17 j dos meus parochiauos, qu i h.viaoj com os seus ex-
da po>iuia do 18 de julbo do mesmo anno, fra
encontrada g-.jvernando ora vehculo.Indetmo se.
Oulro do fiscal oa freguezia de Saol Antonio,
commooic^niu baver Jjao da Coca Alves da Sil-
va, lufnngido o art. doitil 11 das posturas de
30 de junho de 1849, pelo que fet lavrar contra o
mesmo o respectivo tero O de acnida que reroet-
tia para i-ff-ito de ser cobrada a mulla de que dito
termo irit*.Que se remetiesse ao procurador
para o Qm exposto.
Outro do fiscal da freguezia de S. Jos, repre-
sentando centra om inspector de quartelrSo, de no
me C'ji-ln.', ba pouco norueaao, qoe vai fazendo
qaanto Ihe parece na ribelra da farioba, de accor-
do Com a guarda da mesma ribeira, composta de
tres prag*s e um cabo, que em lugar de manter a
ordem publica, sao os pnmeiros a abusar, poisque
esto sempiecum referido inspector, que nao lem
ootra octupago, se nao esta, a prender os almo-
creves e sulur pur qnalquer quantia que estes
Ibes oflVreeem, vi>to que sao fechados em om
qnarto oeJe e>ti a mesma guarda; pede providen-
cias no sentido de ser acabado semelbante aba**.
A' coaioiisso de polica.
Ootro do bVcal da fregnezla da Boa-vista, cora-
momeando que hav no fallecido as 4 boras da
manbaa de noje, o guarda municipal da mesma
freguezh, Jos Jjaqom do E para saunitulo a Luti Pereira Raposo Jnior.A
cmara cuu toteirada o approvoa a propesia, de-
termieaniu qoe se tiz -se as commamcagoes.
Ooiro du bScal da (reguezia do Pogo da Panella,
representando subre a necessidade que ha de se
rem crtanos os mallos aecnmnlalos as ras da
mesma freguezia, pede a cmara qae o autor i-e a
empregar esse ser vico dous irabaitudores.Con-
cedea-se, maudaodo-se declatar ao fiscal qae o
servtgo nao aeve durar mais de 15 das e se com-
mooicasse ao procurador e roalador.
Foi approvado um parecer da coramissio de po
Ucia no sentido de se perrnlttir que Jos Tneo1.ro
Gomes pussa vender plvora o cnambo no sitio dj
Barro Vermelbo, nma vez que sejam observados
os gj Ia a 3* do art. i da postura do 1* de ootu-
bro ue 18oi.
Foram tambem approvados '.res pareceres da
mesma Cufomissao, o 1* permitttodo que J tao Fer-
reira de Aiaujo Gotroaraes, Francisco de Lacerta
Cavatcaut" e Beilarmino Alves de Arocha, qae pre
tendera arrematar tainos da ribeira da freguezia
de S. Jos, srjam admitudos a concurrencia, tlcan-
do-lbe a ohriijago de legahsar saas nangas aquel
es que defUuHivamenie ficarem cerno arrematan-
les dos nie.-mos la bos. 2* permultndo igual coo-
'essio, e cura as mesmas cond c5es a' Bento
os Santos Ramos, e a Anglica de Lima ; 3* fi-
nalmente, coucedende a Antonio Gomes da Ao-
mnciai,io, poder com aquellas coodlgrs coacorrer
.. arrematago.
A commisso de saade apreseotoa am parecer,
;e foi approvado, declarando nio baver inconve-
' lente em conceder-se a Antonia Francisca da
inceigao, asseutarama machina a vapor no lagar
i a Ponte V -Iha casa n. 8, para moer carvao de
i vsos, ama vez qae o torno qae deve servir a'
i !rbouisr os os.-os, seja fuleaoo bermenicamenie
i-.m tampo de ferro, e naja ama cbamlod- de ferro
ante alia, por oude sabia o fumo proveaieata
uiesma carbonisagao; vico qos o asteo incoa-
v mente que pode resultar inommodo a vist-
i nga.
'audou-se remellar a' commisso de policia urna
osla de Manoel de Souza Tavares, seonspaoba-
i j orgameoto oa importancia de 21:093^076 r.,
\ qoai >e obnga ehe fazer am edificio seme-
ole ao que actualmente serve de mercado de
te e fariuba com as dimcncSes e asseio preci-
. etc.
ao lalo appareeido quem qaisessa arrematar
i wncertus do muro do cemileno da tregen a de
v '. rureago da Malla, deiiberoa-sa mandar pdr oo-
nie em praga, peta ultima vez, no da 25 do
ote.
-paobaram-se as peugaes de Antonio da Silva
a Guimares, Antonio Carlos te Aimeida, au-
straeao do recoibimento daOuaceico de Ona-
Clara H -rmiua Cardeal, Carlas Boroono C>e-
a Silva, Domingos Jos da Cunta Lagos, Pian
\iv. s Monteiro Jnior, Jjaqom Ferreira tu-
. Jij Fraucisco Mallas Laz Guacal ves te
., Vicente Herca>aoo de Lalos Duarie, e |e-
:ou-se a sessao. j -'u
i l-'r.oci-co Canato da Boa-viagem, steretario a
revi.Pereira SimSo*, jira-piesid*ale. Dr.
Boas.Santos.Dr. Piiauga.Reg. Foa-
-Dr. Miranda.
forgos conuoriido para ajuuur-se aquella porgao
de pedra, se dingissem a iui:n para pedir que, vis-
to nao ser feio pelo povo o cemileno, eu nao ce-
desse a peira sen que o ompreiteiru desse ama
esmolia para a igreja.
Fiz ver ao empraiteiro esse pedido, que me ti
via siJo feto com ba^taute emueoho, e elle coo-
curdju coiumigo em dar a ju >niia de cem mil ris
para a igreja, asseveraudo me eu qae a porgo de
pedra, que eslava reuaida ello uj obtena com
tresentos mil ris.
Em vi-ti da ler elle promeitldo dar aquelh es
molla eotreguei-ibe a pe ira, i Isto cora grande des
cooleniamtrntj de aiguns dos meus parocbiinos,
que previam o resultado desse negocio por forma
diverja do que eu.
Nao recebt do empniteiro um real, e a cmara
aecu-a rae de haver recebidu duzentos mil lis I
sem ao menos exigir o recibo dessa quantia, que
diz ler eu receido. Apresenlem um recibo, urna
prova qualquer de quantia por mioa recebida por
aquella n-rvigo, se nj qurrem que sejam julgados
peto publico como merecem.
Nao padi esmolta para mira, qae gragas a Deus,
nio preciso, ped para a igreja, e o tU para sals-
fazer aos meas parucniaaos, quo om meu fraco
modo de pensar tiuham razao.
Fique pois o puolicu inieirado do que occorrea,
e dicidu quem de us leve me a r conporUmeaio
-e eu fazeado aqaelle pedido, que aao foi atieud
do, ou quem sem a mais insiguificaule prova ou-ou
H-'uJer iui em minba re> uiai;ao, que muito i i''-o.
Freguezia da Varzea, i5 de novembro de 1867.
O vigriu Joao Baplista da Silva.
i i mu i------------ ............
(Joniaiunicjidos
fallamse;as almas eutrelagam se; as vontades
coadumam-se, a a sociedade esta' plena, am 'a que
Dio perfuita. E nao ba nisto lulo nem regra, era
contrato : o contrario, aberragio da lei natural,
da lei providencial.
Anda mais urna ojosideragao. Do como apra-
zu-?e eu crear o bomem, se um a um, ou ag-
gloioeradaraeute e diffuodido-, depeode, mais oa
menos, am fin certo, o coaheciraeoto do pro-
aecessidade''': 'J da orgaoisagao social, e da origem coastita
l'va do retimeo.
Si os borneas sargiado do seio da trra, apoa
recessem em sua vasta plauura, creados a tan-
oeira de insectos, aqu e all apinboado9, sem qua
urna forga ou natural tendencia os loduzssem
a coosorvarem-se r-uuido-, elles se dispersa-
nam, um a um, depois de gr-ndes estragos inhe-
rentes as impeaosidades da barbaria, e a livor
si lade dos sexos, como aotmaes ferozea cujas gar
Da uriuem primitiva do rejiuiea dos po* os c dos
ellViios perniciosos do poder quamlo el c fin-
dado puramente aa razio y/rai das raulti'ides.
II
O orguio stlvagetn e dominador
procura eievur se cima de ludo.
A modestia, c intente de si inesma
nao procura nem escravos neot sub
ditos. Ella um t a pos t a nfferece
a todos os amores nroprios : a ci-
vilisaco da soceinde.
(LAME.N.VUS).
O ioslinclo social do hornera nj c um insimcli
meramente aoi nal, invanavel, e estacionario; se
malbaate ao do celebre castor, que, apannado a
bordas du Rhone, aproas lioha nascido, e seodo re
coioidj, no jardira das plantas em Pars, a urna
gaiola eonvenieu4emjnte preparada, sob a dire.cgav
do sabio naturalista Flourenf, no Qm de cario pra-
zj, quando|era bastante crescido, e portaoto,sem
ouo^a ter visto fabricar cabanas e nem de alguraa
ter necessidade, desde que pdle procurar mate-
riaes necessarios trra, agua eramosfabnciu 'samenti, no ideal nos meios e nos tos, qae est o
logo urna cabana to perfeita como aquella donde germeo dos disse o lmenlos qae, se convertem em
havia sabido. Nio : as cabanas aos castores como desordemeral; mas que em todo caso naa mais
tia.
Em tal caso eoto a sociedade jamis se consti-
tuira ; imoossivel seria qualqu-r paci ou ajuste;
e por cuDM-guiute o meio de conserva la, e progre
di-la, que o regimeo. N'-sia hypeibeso, poruoio,
sena impossive! o contrato social de Rousseau, e a
regra ou a lei de Guizot, como oa >tora da socieda-
de; retira oo le, que por neunom modo pude ser
admiitila -em nm certo grao de progresso iotel-
lecioal e moral.
Nao sendo o horneui creado auglomeradamunle,
mas sim seguodo a sagrada i i -1 o i a da Biblia ; a
ni o ser o peccado de Ado por Eva, a serie de ber-
ddiros do bem, de geragao em iteragao, diversa cor-
tamente daquelia que succedea ao mesmo peccado,
constitu aenio do mal, como era o primeiro nomem anles
da fatal queda ; a sociedade, digo, em vez de ser
obra do lustrado social, qae permanecera em ru-
dimentos, dependente das ut-ce.-sidades inherentes
ao tranalhi, que conslituio a eondemn, sena
urna doce iiann inla geral e tspuntanea como a d -
anjos no Paraizo.
Mas, dado o peccado por orna s paixo, lodas
as oemais, assas assuberbadas,travaram a lucia do
mal, que asconsliluem coulra o bem, perennemen
tj, fora do bomem e dentro em si menino; resul-
tando conseguioiemeoie a vida pelo lab t, e o la-
bor pelo suor da carao e pelas fadigts do espinlo ;
mas de modo a nao ser possvel o fructo de cala
um isoladameule, sem o provello que do as rela-
goes: isiu o trabalno, por via da queda, s deve-
na ser proficuo, como pela depea leocia de aos
com os de outros ; resuliaudo que o Creador, eler
aaraeote prevideole, por iss> eocaroasse no bo-
mem o iostincto social; iostincto que, pdese
diier, preventivo e idoueo is coosequencias da
queda.
Ora, nma vez assim constituida a sociedade no
maua ab mitio, claro que o contrato social dj
Rousseau e a regra ou tm de Gmsut s poderiam
actur depois della fimada. Contrato, sem que
preceda reunio, troca de i leas, combinar) mais
"U'menos simples, vootade, cooheclmelo de meios
e de tos, nao comprehendr-se: regra, le humana,
sem que previamente haja quem a legisle ou
quem a estabelega, nnp issivei. O contrato nao
poda, pois, como ja' di.-semos, deixar de .-acceder
a' reunio dos horneas : e daos esta, por qoalqoer
raod de. O'mesmo da se oecessanamente a respailo da
regra.
Accresee qoe toda diffl^aldade em ama boa or-
ganlsago.social, a bem de sea desenvolviaejito e
estamlidade, depende tambem do numero mais ou
menos ceosideravel de individuos que a consii-
loem; por que da vanedad oa vontade, no peq.-
va, e a's impulsos da vida de relago para com os
bj -i-.tos externos, que a fenam c instante e Irresis-
uvelinente, comegou a dar forma e desenvolv
meuto diverso e variado a sociedade, pelo reteimeo;
a medita qua as necessidades physicas mais iam
apparecenio pela dependencia do lempo, do lagar,
do clima, das -siagoe-, e de oolras circamstaacias
geraes e peculiares.
Eutao, ama eoasa ajadava outra : a razio de<-
envolvia-se progresstvameute pela sociedade ; a
sociedade marchara, mais ou meaos lentamente,
pela laielltgeacia e pela razio.
Mis, aqu pode ter lugar nma perguota : O qne
felo da obra da 1* revelagao do primeiro bomem?
Ni intervaria a revelagao oa estructura da socie-
dade ? Ja' dissemos, pouco mais a meno', qae, a
nao ser a queda do primeiro bomem pela teotago,
a felicidade, partindo do primeiro par, e se com-
municaalo intacta, de individuo em individuo, de;
geragao em geragao, serta a coasequeocia da per-
feciibililade, que constituira a feliaidade ioaltera-
vei do paraizo terreCre.
Eolio, a ra'.o sublimada, como a dos aojos, pe-
la graga, soocorrida pela paiavra do Senhor, e as-
sim perpetuada, oio teria necessidade de esforgos,
e dos meios que depois do peccado tornaram-se in-
dispenaveis a um la! ou qu ii aperfeigoamento. Po-
ra do delicio commeitido, a razio, com toda a forga
recebida da primeira reveiagio, passaodo de gera-
gao en geragao, jamis se perderla as tribus, sob
a infljeucia dos desertos e rudeza das planici s ;
versa a informagio desse juizo com data de 7 de
jaoeiro prximo flodo, declaro a Vine, para sua
silencia e direegao, qoe comquanto nos arts. 406 a
436 do regulamento o. 120 de 31 de Janeiro de
1842 ao se declare especialmente qoe aos jaizes
exacutores de sntengas cumpre assistir, para seus
devido.s eJJeiios, a execugo da pena de agoile,
como Vmc. [ naden em -ua citada ioformago,
comalo essa obrigago acba-se clarameote firma
da na genrica e termioante disposigo do j 2 do
art. 33 do cdigo do rocesso cnmloal ; esclareci-
do pelo aviso de 21 de oulubro de 1833. Vmc,
pois, proceder' de noje em dlanle nesti conformi-
dade.
Deus guarde a VracJao Silvaira da Soaza.
Sr. juiz municipal da primeira vara da capital.
Consulta,
Pode o estrangeiro ser tutor anda mes-
mo de meaore* lilues de estrangoiros, po-
ren oascidos do Rnzil?
Nio, avista do aviso de 8 de Janho de
1837, Circular de 18 de Auosto de 1861 e
Alvar de (i de Junho de 1761; assim pro-
hibe o Accordo de 23 de Marco do corren-
te amo entre o governo Brazileiro, e o go-
verno Portugus para a execugo consu-ar
de 4 de Abril de 1863, que determina qm
como soccedera depofs da qu^da, que ella, a med-. .
daqaa se afft-tfva da primeira progenie, a seme- >jdmat8 o Juiz de Orphaos
manga do foco de luz, cojo calor e aegao vai infra-
queceudo para os objectos qu-t dalles mars se vio
apartao lo, o tambem por falta de sopro, se ia de-
camodo, a toroar-se embrionaria ; anda qae para
mais larde, pouco a pouco, se d seavolver pelo la-
bor, e pela luta.
Assim, foi por via do peccado que toroou se
indispeu-avjl a segunda revoUgii), e a reforma ;
e que aioda boje pela f se faz-;m cal'CDeses, e
sa:nli;ios de saiiKue, apezar de tantos se oos
decornd s. E asegunda revelagao prova de al
urna maueiia a amusa te primeara, aotes
que a desceudeacti do primeiro par constitus
poros e ragas, necesitados de sociedade ; arai-sa \
uroveuieate di propria decadencia de Adi, e im-
posibilidad? d poder elle traos nittir a graga re-
ras sao o complemento de sua natural independen- cebida antes de lar peccado, s-m outra greca; essa
*i,* __~ ^2 ___k,.. ____ _- .-^ ,J _- a 1.. .. .
ene por oio ser elle mis merecedor, foi reserva -
da a' Movss. Pelo qoe se collige, que a sociedade
primeva nao poda s pela primeira revelagao ser
constituida ; lato a soeiedade effeciiva a' um flm
commum a universal.
(Continuar se ha.)
Publicares a pedido
as ceiluias das aoelbas, e os casales dos insectos
'in inaalteravtju. O mal animal sendo sempre o
mesmo, os meios sao invariavets. N i bomem Ja-
sa o eoaisar o : o incioctj social alguraa cousa
da muilu superior, porqua esta' depaixo das leis de
adiaiitameuto; e islo porque agnma eoasa de
intHlItgencia, bem que fora da cousciencia e da von-
tade, ospbfta essenclmente a recebar em tempo
do que o lado mo da sociedade, qae em nada tare
a'essenciae a natureza.
Em vendado a desorden) era sempre traoifigora
a naiur-za las cousas, como as eofermidades, qae
desordeos sao da orgaoisaeao t hyeca, vital, latet-
leciual e mesmo moral do bomem, ala vanara dea
te a esseacia carnal e espiritual.
Do qan89 delu?, qoa a fallada regra, qtia
Eieicao dos jaizes e mais devotos qae
li> de festejar a s-nlnra do Car
ido do l'ro trsiiieij qo anuo de
1868.
Juizes.
Os Illms. Srs. :
Ci'OJel Andr Dias de Arauj).
Capilo Fraocsco Pauslioo de Brito.
Junes protectores.
Os Illms. Srs.:
Teoeuto coronel Joaquim Jos Sllveira.
Negociante Jjs Fra i cisco do Hago Mello.
Juizas.
As Iiimas. e Exmas. Sras.:
D. Iuez de Fana Rosa, raulber do Illm. Sr. ca-
piao Taomaz Francisco >e Salles Rosa.
D. Paulma Pereira B>rreto Lima, mulher do
illm. Sr. propretano Joao Rodrigues Lima.
Juizas protectoras.
As tilmas, e Exmas. Sras.:
D. Leopoldina Gamboa de Oliveira Qaloteiro,
mulber do Illm. Sr. major Miguel Bernardo Qaio-
leiro.
D. Mara Pbiiomeoa da Mmra Cardeal, molbar
do Illm. Sr. Antonio Dias da Sitva Cardeal.
Eicnvaas.
As Illmai. e Esmas. Sras.:
D. J .auna J.i--piiina de Oliveira.
U. O.yrapia Vieira.
D. Daiamoa Aldaiberta da Rocha.
D. Lydia Isabel Perreira da Silva.
Escnves.
Os Illms. Srs.:
J is Laureotioo de Azavlo-
Capuo J lio Silveira Caraeiro da Caoba.
Ten -ule Antonio Jos Soaza e Silva.
Ignacio Jos de M >ura.
Protectoras.
As lilmas. e Eiraas. Sras:
! C m lo-,a da Boa Vista.
ou conservar como tutores pessoas inhabeis,
para exercer o encargo de tutelar, que nos
termos du lejtslucio em oigor, s deve ser
comelttdo a ddado Brazileiro.
Esperamos de Sr. Dr. Juiz de Orph5os
providencias a respeito.
tfica i dos jaizes e devotos qae leu
,d festejar a eicelaa \ S, da fion-
ceico d convento do Carme de
olila, ao aaoo de 1867.
Juiz por Eieigao.
O Illm. Sr. Joao Carlos Coelno da Siiva.
Juizes por devogo.
s Illms. Srs. :
Aulomo de Paula Mello.
Aniouio Valduiim da Silva Barroca.
Joo Perrelra.aos Sabios.
Domiogn Aotmio Ferreira Tasso.
Canudo Jo-e da Silva Guimares.
Jus Baiboaa da Silva.
padre J > \*i de Guilenes.
Padre Toomaz Vitad.
Teneule-coroool Jos Cardos? do Qu3roz Pooceca.
Dr. J.s Manuel Eustaquio Ferreira Jacobina.
Taesoureiro.
O Lira. Sr. Angelo Baptisia do Xascimanlo.
Procuradores.
Os Illms. Srs. :
Jo.o Peieira da Cuoba Juoior.
Jos Carlos no Reg Valeoga.
J .o da Silva Pereira.
Cirios Piolo de Lemos.
Jjs Altea Barbosa Jnior.
Joao Marcellino da Rosa.
Procurador, geral.
O Illm. Sr. Ani'.u.o Ramos.
Mordomos e ucoiectOiOS. c .-
Todos os Illms. Srs. que vierom a esta cilaje to-
mar banbos de mar.
Juiza por eleigio.
A Eiraa. Sra. D. Mana. Blha do Illm. Sr. Jorge
Tas so.
Juizas por devogo.
As Exmas. Sras. :
D. Heleua, esposa do Hito. Sr. Antonio de Paula
Mello.
D. Mana, espora do Illm. Sr. Candido Jos da Sil-
va Guimares.
U. Adelaide, esposa do Sr. commeodador Joao
Piolo de Lemos.
D. Mana, espesa do Sr. Antonio Valentim da Sil-
va Barroca.
D. Anua, liiha do Sr. Joao Ignacio de Miranda
R'go.
D. Mara, esposa do Dr. Abilio J s Tavares da
Suva.
D. Aoaunciada Alves da Silva.
D. Joanua, esposa do Sr. Manoel Ferreira Pinto.
. Aona, esposa do Sr. Mmoel Jos Carnsiro.
D. Mana, esposa do Sr. Maooel da Silva N'gueira.
D. Candida, esposa do Sr. Candido Atoarlo S dre
da Mona.
D. Francisca, esposa doSr Nicolao Arfery.
D. Candida, e-posa do Sr. Jos Gomes Villar.
D. II <-a, esposa do Sr. Jos Antonio dos Santos
Coelbo.
, D. Carolina, esposa do Sr. David Perreira Ballhar.
. Julia Herminia da Cosa Maclado, malher do D Augu>la> esp0S4 do Sr Coimbra.
a influencia beoeOca da razao e da moral, ao ponto ordem, fallando a essa cooaexio forjada, nec !.-sru
de poderem ser dispeasados os poros effeltos da a sociedade, ua coodlgio, aire qua non. a mesma
aatnreza. sociedada,nao.possa eiisur. llaman, oeonrefo, de-
Vis:o e portanto, qoe no estado actual da socie-Dto de cene ponto de visia, esta' n.s mesmas
dada, ao estado de civitisacia em que nos acOamos, condigdes que a regra ou o principio da ordem ;
em que a iutelllgeneia culta, e a razio calta s as- aiopodeado ser ella seaao o rastillado da /breada
piram progresso moral, oio se vive em sociedade
porque urna torga Innata coniinae a prevalecer.
O insMi .!) social foi apenas am impulso, qoe
ama vez dado, levou a sociedade a certo grao de
asiabilidade. al que fosse um da desoecessarlo :
razio a' presidir a acgo e efleilos do instiacto
social. *
Como ja dlssemes, este mesmo io-tinelo no bo
mem suseepiivel de mais oa menos dasenvolvi-
ntenio, segaodo a idade, a raga, e as torgas nata-
Corre^poudecias
u. Srs. Redactores. Peeo a Vv. Ss. qae se diaj-
f t as seguales rectificagoes a um artigo
do h'.mem em seo jornal com a asslgaato/a
r nug* da instruetb.
' oeaacio que S. Exc. o Sr. presidente da pro-
ir u u Canoa expedido ordem directora fera',
e este ma foi aquella em qae 0 bomem, pela coos- raes de cala om ; e pode-se i aerescentar qua
cieocia e peja le, comprebeuleu os devares essen- elle acooapauba o desenvolvimentordas JanegSes do
elaes, entre si e sea semelbante, e pira com o sea'cerebro, que, em aparo pelo espirito, da' em resal
Creador. J ia(j0 a razao,
Ralisada a grande reforma, tettdo-se diaate dos m proprta iofaneia o instiacto toeial se revela
olbos, e at encarnadas po eoragao e-ias du is de am modo qoasi impercepllvl; mas sempre se
grandes l-'is, qne con nLi-kiAaMI Dro,',B(, eoa>) *** mesmos. i B4-se bem sensivel. Dasda qoe doas maolm* se.
liaoati nontis fim altcri ne faeeris para encontram, natqralmenteeilea. m aprpximam, afa-
que mais servira o instiacto social como malo de am se e fuera fogo ama soeieCrude; sera ooira re
rffa.aX 9' ^ ,od'v,da'' ID4mo,r 8- ramiU oqao a teodeacia *' communicajio de
a\ .B8$as da,s le,s dS Podiam ser com seus cuno* puosameuios. e de saas Idiis pu-ns
prebandilas pelo bomem 00 estafo danainreza;' Pfa liada adatu a diffareoga das ragas da' em
I-toe, ante-(je om corto grao de desenvolv ment resaltado a dihVenga aa Awi insactua da.so-
lotellectaal e moral; e por isto que na va qecas- ciabilidale. Os Cretino-, coja nrgaqjsagao e lotelii-
sldsde de oaira, qoe com elle oasceode. guas- geocia urna abarraca/da le nataral, viven 1> to-
sa a at qaando podesse ser inaiilisada a do ins- da va em sociedade, mars como animaos em mana-
ilocto ocia. jaSi fo q0fl r0Ja uUB,fln agso^ados, sio tambem
Demais, o qae lem sido observado na ordem fa- os qae raen >b tendencia social liifestam oa or-
mtliar nao delta de ni asa aa* aa qae acabamos dem bumaaa ; o a tal ponto, que oiles vlvom mais
de espor. Geraloanie nao 6>oo amor nataral do para os Sus da concupiscencia do qae para OS qae
irmio a irmao, do Bino ao pal, oo deste a aqaelle, ao vardadeirameaie sociaes. B mesoto ealre os
qoe mamra a (Milla, saa harmona ordem ; individuos qoe coostliasm as sociedades civilizadas I
Illm. Sr. capitio Joiq nm Lopes Machado.
D. Canuda Paos Brrelo.
D. R.u da Naividade Magathaes, malber do
IHm. Sr. captto Feliz Pranetsco da Soaza Maga-
Ibaas.
O. Antonia Moreira Piolo de Soaza, malber do
Illm. Sr capitio Joaquim Silverio de Soasa.
D. Antonia Ameba Moreira da Cuoba Barros,
maiher di Ulna. Sr. teneaie-corenet Silvino Gut-
ib'rme de Barros. 1
. U. Mana Uaacia de Maia Costa, mulher do llm.
Sr. tenante Jiaquim Jos da C-ista Pajoses Jamor.
D. Tnoma-ia U ob lua de Lima e Sa, mnlher
dd Illm. Sr. negociaob Jos Antonio da CosU e
Sdva.
D. Antmia Francolina foFranca Carvaloo, mu-
Ib-r do Lio,. Sr. Aaseliao de Jasas Carvalbo.
u. urea Claudia Cotho, malber de Ilim. Sr.
Aieaolrioo Tnomat de Aquiao C lbo.
D. Emilia Baptisia da Rj-ha Paraabos, Slha do
Illm. Sr. J .s da Racha Prannos.
D Joseuha Ealalia Co'.ho Leal, malber do Illm.
.Sr. Ctaadio Debjrcq.
Illms. Srs PrOteC'0r8Sperp9,a0S'
D. Serafina, filba do Sr. Angelo Bautista do Nasci-
menio.
D. Luiza, filba do Sr. Jos Mauricio Goagalves
Ro>a.
D. Bmnia, esposa do illm. Sr. Francisco Gongal-
Vds Nelle.
D Ameba, esposa do Sr. Jos Barbosa da Suva.
D. Hdoriquala, esposa do Sr. Jos N -gueira de
Souza.
Proteeroris.
Toda; as Exmas. Sras. qae vlerem i esta cida-
de tomar baobos do mar.
Uno n 7 da dezembro de 1866.
Approvado pelo Rvm. padre raeslre prior,
Fr--i Jiio do Amor Divino Mascarenbas. -
Agua Florida Je Marray e
Lanmsn
A verdaleira pr^va da geouidade e puro-
za de qu.ilquer um perfume exii ahidu da*
flores consiste na sua duraioura existencia
quando exposto inllueucia do ar. O aroma
derivado de leos onimicos desvao ce em
COMMEBCIO.
PRAGA DO RECIPE 19 DE NOVEMBRO
DE 1867.
As 3 X boras da tarde.
Algodo sorte 8V300 e 8JK00 por arroba.
Preie de assucar do Rio Graad* o Norte para Li-
verpool38/ e 5 par c-oto.
Prete de alavutio do Rio Grande o Norte para Li-
verpool3/4 e 3 per cento.
Frele de assucar daqoi para Liverpool 3/ e S
por cea lo
Frele de assocar daqui para Montevideo i e 5
por cento; on Baeaos-Ayres i 1/8 e 5 por
cento.
Silveira,
Presidente.
Macado,
Secretario
Calxa filial do banco do Brasil
em Peraant-bnco, aos 26 de Ja-
lao de 1869.
De ordem da. directora se tai selente aos Srs.
accionistas, que o thesooreiru esta' aalorisado
pagar o 27* dividendo das arges do banco do Bra
sil, inscriptas n'esla cana, a' razo de 124000
eiO guarda-livros
Igoao Mues Corroa,
EagliYBank
OF
Rio de Janeiro Limited
DESCONTA letras da prafa de prM cor-
to a 8i0 e de prazo maior a laxa a cunven-
cionar.
RECEBE dulieiro em conta corrate e i
prjzo lixij.
SAC\ i vista ou prazo sobre as cidades.
principis ae Europa tem agencias na Babia,
Buenos-Ayres, Montevideo Newyork, Ne-
va-Orleans e emite carias de crdito para os
mesmos (upares.
7 Lurgo do Pelouriobo 7.
Caixa Filial do Bmco do-Brasil em Per liara-
buco, aos H de novetnbrode 1867. .
De ordem da airecioria se faz publico a aellas
pessoas que t?m depsitos em cugao nesta cana,
que nao seodo at o dia 20 do crrenle pagas as le-
tras que se acbam vencidas, serao veudidos em
hasta publica os penhores constantes desses de-
psitos.
O guarda livros,
Ignacio Nuiles Cunea.
EM LIQIDSCAO
Novo banco de Peruambuco
Os Srs. accionistas podem receber o 3.
dividendo (em aioeda crrente) de 40 o/o do
capital, assim como o 1. de 30 o/o, e o 2."
de 46 o/o, j annunciado6.
aLtaNDCGA.
Rendimtnio do iia 1 a 18........ 392:07i*7S
dem do dia 19................ 31:(J8862
i2i:063Ao87
Jfovimeutj da alfand'ga.
Volara-.-s entrados com fazenaas...
< f gneros....
Volamos sabidos com fazendas..
* < < gneros...
22
88
------87
179
414
- 693
Desearremm boje 20 de novembro
Barca fraoceza Ft'i/e de Fronliaiwn-vinhcs.
Lugar inilezOr/ of Azophemcreadonas.
Patacho iBgltz-Anr;i-t)acalhao.
Bngoe ioglezRisnliei-.ar.vao.
Brigue inglfZ filadem.
Bngne inglezPa/-idem.
Impurtaeo.
Vaptr bra.-ileiro Paraltyba, vindo de Fernan-
do de Noronba, inaufestou u seiruiole :
50 sarcos milu ; a Jos J.aquioi Das Feroan-
des & Pilbos.
Painabcie bra manifestou o tegulnte:
400 alqueire.s xakj 20 molhos palba de carnau-
ba ; a Tasso Irinis.
Barca porlugueza Beimar, vinda do Rto-
Granii* do Su), manifeMuu o seguinte :
15,002 arrobas de earoe, 99 couros seceos, 600
saceos farinha de mandioca, 10 barricas sebo
coadu ; a David Ferrara Bollar.
Patacbo iogles Ha>p, viado de Terra-Nova,
t?n --t' u o .- -:uiuii- :
2,061 barricas b.calbo, 4 caixas sal refinado :
a Sauoders Brothers & C.
Patacho broMinro PeloUnse, vodo do Rio-
G ande do Sul, manifeston o euinte :
6,216 arrobas carne. 200 ditas sebo em paes, 84
duas dito em rama, 120 ditas graxa em bexigas,
36 couros seceos; a Francisco Ri08iro Piolo Gui-
mares.
Brigue ioglez Para, vindo de Allo,
manifestou o segutnte:
40 toneladas de earvSo; Ordem.
tCb-HUllllA DE RENDAS !>,, HAAS
GBHAjtSk
Hendimento do dia l a 18........ 22:75U207
dem do dia 19................. 985*492
23:736*699
MOVIMENTO DO POETO
Mino entrado no dia 19.
Santo Andr40 dias, sumaca hespanho'a Cecilia
Rio Grandense, de 110 toneladas, capitao D.
Hennque Dus, equlpag^m 10, carga 1,100 bar
rieas e 400 saceos cora farinha de triso ; a Amc-
rim Irmo. S-gara para o Rio Grande do Sul.
Win saludo no mesmo da
Rio Grande do sulBruue brasileiro O'.tnda ca-
pitao Praocisco dos Santos Lomba, carga assocar
e agurdente.
EDITAES.
Coronel Jos Mara Ildefonso Jasme-da Velga breve e d*'M *&* ie si am chair0 P01" ^^
Pesa.a. {0 mui pouco agradavel, porem aquelte que
vi. Sr. irraaicQorade Leonardo jjao Grego. obdo mediante a destilUco de frescas
e odorficas flores, se apura e aorfeio6a
pelo ci intacto do ar, e por conseguate a sua
duraeio- de maior espaco de temp<. E s



Rvi. Sr. Aot mo de Mello Aiboqoerque.
Jesamo Perreira u Silva.
Jacome Geraldo Magia Lamacbl de Mello.
we Joaquina da Silva Guimares.
Miguel dos Santos Costa Jnior.
Procuradores.
Iiim-s. Srs.:
Apitono Jos Soares.
Manon! j.s de Aimeida Caiaubo.
Luiz Antonio da Silva
-Caelaoo Pacheco da Silva,
tito L-v.0 da Silveira LoaJ.
Jo** Praneisca de Souza.
l"iMaee;iijo hsa* Alcanura.
Bllarrmoo da Cosa D rara lo
Jos Posaldooio da S Iva Rirw.
Miooel Cotho Guimares.
Pranciseo Miniadas das Cnagas.
Lwoel Raphaol de Mcraes 9 Silva.
por isso, o>e a .\^ua Florida de Muriay
e Lanman, formando ama concentrada
produeco das mais raras flores do sul,
apandada* durante o zenitb da soa.flores-
cencia e fragrancia, n2o s possue a fres-
quidao de. um fresco ramaiete, mas taro-
be m indestruciivel, a lio ter a excepeo
de lavagera do leoco interiormente buate-
decido na mesma.
Acba-se venda as pbarmaciaj de A.
Caors, J. da GonceicSo 9ravo 4 C, e P.
Maurer & C.
O Dr. Tristao de Menear Araripc, ofcial da
imperial ordem da Rosa, e juiz de direito
espe -,ial do commerejo, nesta cidade- do
Recife capital da provincia de Pemambuco
e seu termo, por S. M. Imperial o C as-
titucional o Senhor O. Pedro II, a queso
Deas gaarde, eic.
Paco saber p-io prsenle, que ao da 5 do taes
de dezembro do correte auno, se ba de arrematar
por venda a quem mais d>r, em praca paMica
deste iutzo, depois da audiencia respectiva, a es-
crava Roraoalda crinnla de 22 annos mais oa me-
nos, avallada i-m 7004>000 re', a qoal val a pra-
ca por exeeocao de Jos Das da O sta Cardiat,
contra Mannel Jos Cooscl >, e na falta de tancador
qne cubra o preco da avaliaco sera' a arr"mata-
co fetta pelo preco da adjadicacio com o a bat m>-
lo da lei.
f. para qne chtgna ao eonheeimenlo de todos
maodei fazer o presente edital, qne s-ra' afiliado
nos lagares de eostnme e pnblieados peta las-
prensa.
Dado o passado nesta eidade do Rtife de Per-
nambueo, aos 19 de novembro de 867.
Eu, Manoel de Carvalbo Paos de Aodrade, esert-
vo o sobscrevi.
Trisito di Almw Araript.
rx)mpanliia do Berjeribe
-A directora desta companhia faz sciertie
aos senhores accionistas, qae o caixa deHa
enmpannia est autorisdo a pagar 39
dividendo de suas accoes na propor^So i
3*00 eada urna, a principiar de auMBoia
19 do corrente em drante.
Ecriptorio da compaDhia, .8 de novem-
oro de 1867.
O secretarse
Dr. Prxedes Gomes de Soaza Pitangc,
i-i..

I HtGlVtl |



Mari* e Ptrnutar* marta felra to
4c 1867.
Santa Casa di Misericordia J^'JSK^"-
0 artista Sities Golmari,
ama das melh o-
do Recife.
Pela secretaria da Santa Ca.-a da Misericordia
do Recife sao convidadas os sentares propietarios
dos predios abano declarados, cojos terreos per
(enceran ooir'ora ao Sr. Francisco Los Paes Bar
reto e sea ronlher e por elle* doadat t Santa Casa,
para que camparecam a esta secretaria, aflm de
pagarem os loros qne se achara a dever, e asstgua*
ren o respectivo termo, reeonhecendo a mesms
Santa Casa como seohor do dominio directo de di-
tos terreos.
Roa da Roda.
Casa terrea o. 11 Antonio Ferrelra Braga,
dem dem o. 15.Jos Leopoldo da Silva.
Sobrado o. 17.-D. Emilia Carolloa Madeira Fer-
relra.
Ca terrea n. 19.Capito Martios (morador em
Beberibe)
Ideuj idem u. SI.Joaqnim Pacheco da Silva,
dem idem n. 13.Antonio dos Santos Vieira.
15.Ignacio de Sa' Lopes Fernn-
de passagem por
esta bella cae al, oo4e ha 15 ana merceeo o
mato proianeiado acolhimento no? tbeatros do
Apollo e Santa habel, bem easejave, depols de tao
i m-rir'*. presentar se. em-am drama de
eHexecocio, poroo.aehMdfvs a em-
rezaalaretada com espectculo, e-a mesmo
lempo encalando om brilbaot dtvertimeato para
o prximo dia 1 de detembro, nao Ihe (oi possivel
laucar mi de oatra eomposicio para sna reen-
trada : eomtodo, espera, que, o generoso e illas
trado poblico pernambucaao, relevando esta (alta
involuntaria, nao deixara' de concorrer ao bene-
Selo do pobre e velbo artista que ) etu melhores
seodosos das tanto di-tioguio e festejou.
O artista parense, mais que oo tes mesqulnbo
talentt, confia oa valiosa proiecglo da honrada
claseeommercial desta cidale, na iilnsirada cor
17.Flix Antonio Alves Mascare >
31.Migoel Joaqotm da Costa.
33.Bernardo Alves Piobeiro.
3.-alaria Francisca da Conceico
Gratidio extrema ao mee distfoeto eellega Coim-
bra pela coocesso (ranea qne (m deste espectcu-
lo em meo proveito.
Reeoobeeimeoto sincero ao meo bondoso cora-
panheiro Thomai, pelo sea eavalheirisran, pres
lando-se a fazer ootro papel que n5o aqaelle ja
por elle aqoi exhibido.
Ura estrello e cordial abraco a todos"os Srs. ar-
tistas, pela dedieacio manifestada, a mira, seo ir-
mo d'arte e agradecido amigo.
O bilbeles podem ser procurados em mao do
beneficiado oo Hotel Ceotral roa larga di Ro-
a rio.
COHPAIHII PEHMIMBCCAil 1
DE
niveguao mm\n por vapor.
Idem idem n.
des.
Idem idem n.
nas.
Idem idem o.
dem Idem n.
Idem dem o.
Sl1'*- ~ ...
Sobrado o. 39.Herdelros de D. Joaquina Mana
Perelra Vianna.
Casa terrea n. 41.Paulo Marques e Antonio Frant
cisco Macota.
[dem idem n. 43.Filbos de Jos Rodrigues dos
Passos.
dem idem n. 4o.Manoel Joaqnim Baptist.
Sobrado o. 47. Dr. Bernardo Pereira do Carmo
Jnior.
Casa terrea o. 1. aldioo Antonio Alves Fer-
reira.
dem idem o. 4.Mosteiro de S. Beoto.
dem Idem n. 6.dem idem.
dem Idem n. 8.Irmaodadu do Santissime Sacra-
mento de Santo Antonio.
dem idem n. 10 -dem dem.
dem idem n. 12.- Idem idem.
dem idem o. 16. Galdino Antonio Alves Fer-
relra.
dem dem o. 18.Bernardo Alves Pinbeiro e ou-
tros.
Idem dem o. 20.Anna Tbereza do Sacramento.
dem idem n. 2i Sabino da Cunba Fragoso
dem dem o. 26.-Anlonio Ferrelra Braga.
Idem idem o. 18.Irmandade das almas de Sanio
Antonio.
Idem Idem o. 30. Joanna Mara dos Santos Mo
raes.
dem idem n. 32.-Dr. Antonio Joaqnim de Mo-
raes e Silva.
Idem idem n. 34.Man 'el Jos do Amaral.
Idem idem n. 36. Antonio Moreira de Men-
dooca.
Idem idem o. 88.Tutor de Francisco Goncalves
da Rocba.
Casa terrea n. 50Os mesmos.
Idem Idem n. 52.Dr. Joo Capislrano Bandeira
de Mello.
dem dem n. 3i.-Loiz Jos da Cosa Amorlm.
Idem idem n. 56.Jas do Reg Pacheco.
Idem idem n. 58. Bariholomeu Francisco de
Sooza.
Idem idem n. 60.O mesmo.
Idem idem n. H.-M n-i Gomes Viegas.
Secretaria da S>nu Cas* da Misericordia do Re-
cife, 9 de novembro de 1867.
O eserivao,
Pedro Rodrigues de Souza.
Santa ("asa da Misericordii
do Recife,
Alllma.jonta administrativa da Santa Casa dt
Misericordia do Recife manda fazer publico qut
na sala de suas sessoes.no^dia 21 do correte pe-
las 4 horas da tarde tem "de ser arrematadas a
quera mais vantageas offerecer pelo lempo de am
a tres annos as rendas dos predios em seguida
declarados:
Estbelecimentos le caridad*.
Roa do Padre Floriano.
Gasa terrea n. 17.......1863000
Casa terrea n. 5.......182i>iXi
Idem n. 47.........1563000
Ra larga do Rosario.
Terceiro andar do sobrado n. 24 3013000
Ra da Gloria.
Casa terrea n. 25........ I93000
Patrimonio de orpliaos.
Ro do Vigario.
Primeiro andar do sobrado o. 27 181O0O
Ra do Pilar.
Casa terrea n. 99.......256*000
dem n. 94 .......2013000
Idem n. 108......... 20I3"00
Sitio o. 5 no Forno da Cal. iou000
As arrematarles serao feitas pelo tempo deum
a tres annos, devendo os licitantes virem acora-
paebados de seas Madores ou munidos de cartas
uestes.
Secretaria da Santa Casa da Misericordia do
Recife 14 de novembro de 1857.
O escrivao,
Pedro Rodrigues de Souza.
Censis de compras do ar-
secal de guerra.
O cooselho de compras precisa contratar a im-
prenso de mappas e ro?is objectos que tiver de
imprimir por espaso de um auno, como dispSe o
despacho do Exui. Sr. presidente da provincia, de
22 d julho do corrente auno, exarado na ptico
de Amaral & Fiihos, guardando-se as disposic.oes
do regularaento de 14 de d-jzembro de 1852.
Os modellos sero apresentados aos pretndenos
de de hoje al o oa 21 do corrente rae?, era que
recpbera' propostas para efl-ctuar dito contrato.
Conselho de compras do arsenal de guerra, 14
de novembro de 1867.
Jos Maria Ildefonso Jacomo da Veiga Pessoa e
Mello, coronel presidente.
Francisco de Paula G da Silva, secretario-
No dia 22 do crtente, depois da audiencia do
juizo municipal da pnmelra vara, sero vendidos
em hasta publica os segrales objectos : urna ar-
macao para taberoa em ponto pequeo, cooteodo
dous pares para canteiros de botar pipas, um cal-
a) para guardar fannha e urna balanca com doos
pesos, um de 16 a outro de 8 libras avallados ere
503, oorexecocao de Pelro d'Araojo Beltro con-
tra Manoel Lopes d'Olivelra._____________
No dia 22 do corrente, depois da audiencia
do Illra. Sr. Dr. juiz municipal da prlmeira vara
clvel, tem de ir a' praca por venda as bemfeitonas
do caixo para casa cito oa ra ds Gutrarapes
o. 20, penboradas por execacao de D. Maria do
Rosario da Fonseca Malbelr*-, contra Pelix da Cu-
nha Teixelra : os licitantes pdern comparecer no
logar e hora cima iodicados.
lpojuca Jaguar ibe Parahyba
Pirapama Giquid Coruripe
Potengi Mammguape Mottdah
Os segaintes vapores oa outros,|Mair3o deste porto para os do norte e sul com
poragao acadmica, e com espeeiaiidade nos seos as escalas d costuoie, recebendo caafa, ocommeodas e diobeiro a frete, assim 00,010
veihos e bons amigos do bairro o Recife. passageiros de primeira e terceira classe, para os qaaes teem os melho.'es commodos e
A quem na ausenmi consagren profunda\excellente tratamento, DOS (lias abaixa-designados.
MOranca doce, e saudade amarga.

AVISOS MARTIMOS
COMPAHHIA BRSILEIRA
DE
PAQUETES A VAPOR
E* e-parado dos portos do norte
al o da 28 de novembro o vapor
Guar, commandante o primeiro
tenente Pedro Hyppolito Doarte,
o qual depuis da demora do cos-
tme senuna' para os portos do sul.
Reeebem-se desde ja passageiros e engaja se a
carga qne o vapor ooder coodotir a qual devera'
ser embarcada no dia de soaehegada, eneemmen-
i-.s e dinhelro a frete at o dia da sabida a> 2
horas. Previoe-se aos Srs. passageiros que suas
passagens s se receban nesta agencia roa da
Cruz n. 87._____________________________
rmilllA HBVlIBlftiSA'
DE
Xave^sco costeira por vapor.
Parahiba, Natal, Maco, Mossor, Aracaty,
Ceara' c carac.
Segu no dia 30 do
corrente as 5 horas da
tarde o vapor Pirapama,
cororoandant Torres. Re-
cebe carga at o dia 29
as 2 horas; ucornmen-
das, dioheiro a free e
t -.-Jii-irus ate aa z nnras do di da sabida : es-
cripiorio no Forte dn Matos n. 1-_____________
SOMPANHIA PERNAMBUCANA
M
Navegago costeira por vapor
Macei e escalas, Peoedo e Aracaj.
Segu 00 da 30 do correte as
Ma^k^ds. 5 horas da larde o vapor Potengi,
Mr/t^v conamandant'3 Pereira. Recebe
'^HMiicari!a 3l n 29 as 2 norasi
<*iijS& wP eocommendas, dinhelro a frete e
passageiros at as 2 horas do da da sahida : es-
criptono no Forte do Matos o 1.
COMPANillA PriRNTMBUCANA
DE
!\avegacao costeira por vapor.
Rio Forro'so.
Segu no da 21 do corren; > as
6 horas da manha o vapor Ma
manguape, empandante Costa.
Recebe carga at o dia 20, en
commeodas, diobeiro a frete e
passageiros"at o da da sahida : escriptorio no
Forte do Matos n. 1. ^^^_
MhUtl BliVSILEIHA
DE
Paquetes a vapor
Dos portos do sul esperado
at o dia 22 do corrente um des
vapores da compaohia, o qual de-
pois da demora do eostnme se-
guir' para os portos do norte.
Recebero-se desde j passageiros e engaja-se a
carga que o vapor poder conduzir a qual devora'
ser embarcada no dia de sua chegada, encumroen-
das e dioheiro a frete at o dia da sahida as 2 ho-
ras. Previne-se aos Srs. passageiros que soas
pasagens so se recebem nesia agencia roa da
Cruz n. 57, escriptorio de Antonio Luiz de Ol-
veira Azevedo & C. _____
Portos do norte e
escala at o ca-
rac .
dem ....
Portos dn sul e es-
calas al Araca
j. .
Portos dosult o
Penedo. .
Rio Formoso.
Gnianna .
Fernaodo
ola. .
de Noro-
-------f
lpojuca
Pirapama
Potengi
Potengi
f Maman
guape
340
Parahyba 140
Parahyba 404
tons.
600
600
-400
400
GOMAN*
DANTES
---
Martina
Torres
Pereira
Pereira
Cesta
Mello
Mello
das de sahida.

-......... "---------------------
Sexta-feira 15 de novembro e sabbado 14
de dezembro.
Sabbado 30 de novembro e segonda-feira
30 de dezembre.
Sexta-feira 15 de novembro e sabbado
1* de dezembro.
Sabbado 3o de novembro c segunda 30
de dezembro.
M, 6, 11, 16, *2I e 26; e volta a 3,
I 8,13, 18, 23 e 28 de cada mez.
I Todos os domingos; e volta as quinta
) feiras, de 1 de dezembro em diaote
Terca-feira H de novembro.
O palhabote
mi.
Para o cear
Gartbaldi ; a iraiar com Tasso Ir-

LEILOES.
II cunbetes ac de Mi lio chato, oitavado e qua-
drado,
6 pecas de encerado preto.
21 resmas de papel de embrulbo grande.
27 espingardas de aguiha.
3 arroaces grande de ferro para botar 150 gar-
rafas cada orna.
1 caixa com la para bordar.
20 ditas com cbampanhe.
HOJE
Quarla-feira 20 de novembro as 10 horas
em ponto.
O agente Pinto fara' leiio por coala e risco de
quem pertencer dos objectos cima mencionados
existentes no artnatem da ra do Torres n. 12,
onde se effectuara' o leilo as 10 boras do dia ci-
ma dito.
A ESMERALDA
5 Ra da Imperatriz
ARMAZEM
MOH
oa
tESa"*1
o
Borzegolos ingleies para bomem a 5}.
A' moda I moda I que e
Da (esta o genio n s diz :
Me ver cousa.-. mu bellas
Na ra da Imperatriz.
tempo,
De escrave, movis, obras de oro e
pratn.
COMO >EJA :
1 escrava de nome Maria, idade 40 annos.
I cama de armagao, 6 cadeiras de amarello, 1
par de consolos, 1 nesa de mel de sala, 1 bao-
jninh, 1 meia comraoda, orna u arqueta, 1 lava-
lorio, I mesa de ptoho, 1 cama de vento, 1 redomi
de vidro contendn 2 imagens sobre paanha, 1 par
de lanlernas, 1 baodeija, 1 trancelim de 011ro com
I chave e 2 sineles, I anua de ouro, 1 bolo de
dito, 1 par de DoioeS d* dito e ou'.ros nico para
bertura, e 1 trancelim de i>raia.
Cordeiro Si mijes
a requeriraenlo do inveotariaote do Qoado Jos
Joaqnim de S Dr. juiz de orphos fara' leilo da escrava, mo-
vis, ouro e praU cima descriptos purtenceole ao
dito Soado, isto ____
aHnarsH)
as II horas a" ra do Pilar n. 90.
Ide, e ao passardes s portas
Ao numero cinco attendei;
E' all que a.'S'ste o genio,
E' alli que ugosto lei.
Tem Invas de varias cores,
Do affiniad" Jouvim ;
Tem ricos cintos e fl res,
Fitas liadas e selim ;
Eofeites de vatios gostos,
Chapelioas e loucados,
Tem vestidos maito simples,
E t-mbeiB os tem bordados;
Trangas, ligas, biecs, franjas,
Peote=, lequi'S e rordoes,
Gaze de seda, bom crpe,
Blonds ricos e bales ;
Tem aderecosde flores,
Eotremcios f babados,
Pelerinas e manguitos,
Coslumes p'ra baptisados.
Alli, nada falta rcoda,
T rmadezas encerr? ;
De Pars ao centro ide,
Fregu-.'ies da minha trra.
Ido ver congas mili bll-i?,
Da fe-la o genio nos diz ;
Ao numero cinco attendei,
Na ra da Imperatriz.
Esmeralda.
na
C*
te do"s carros le c< e dots bonitos buis mancos
O agente Martms fara' leilo por conta e risco
de quem pertencer dos carros e bois cima
HOJE
As II horas do dia defroate da escailinha do caes
da alfandega. __________
L.E2IL40
DE
Para Lisboa.
T iiaual no commercio
\ barca nacional Sooa Ciralim. de 373 tone-
iai ?, propriedade da Fr.oc.iscd Ferreira Baltar,
foi nesta data admittida a registro.
Secretaria do tribunal do eommercio de Per-
nambaco 9 de novembro de 18r57.
O offlcial-malor,
Julio Guimares.
Joo do Re-


Por esta e-renria se faz eonstaT que oesta
data foi admittido a matrieula na qualidade de
comraerciante o Sr. Antonio Alberto de Souza
Aguiar, portogoez, de 34 annos de Idade, estabe-
leeido nesta Wade c^m armasen de geoeros de
estiva por grosso, e soa carta competentemente
registrada;
Secret rH Ob tribunal o eommercio de Per-
amboco 15 de ooxerabro de 1867.
O oIBcial-maior,
Julio Golmaraes.
..... -mi 1 ni
Vai sabir com brevidade a barca portugueza
Gratidao por ter parte da sna carga prompta; pa-
ra o r-siante e passageiros trata-se com Oliveira
Filbos i C, largo do Corpo Santo n. 19 00 com o
capitio na praca. _________________
llia de S- Miguel.
Para o porto cima segu o patacho portogoez
Jergense de primeira marcha, para carga e pas-
sageiros trata-se com o consignatario '
go Lima, ra do Apollo n. 4.
RO
1112 JANEIRO
O patacho Lealdade proteode sabir para o Rio
de Janeiro com aquella brevidade que Ibe for pos-
sivel, segando a concurre ocia da carga que bou
ve- : quem nelle quizer ca regar, pode dirigir-se
aos consignatarios Marques, Barros & C, no large
do Corpo Santn 6, ou ao respectivo capitao An-
tonio Joaquina Fiuza. 1
PORTO.
Pretende sahir para o Porto, com a malor bre-
vidade possivel a barca portugueza iHumildade,
tendu ja meude ou quasl dous tercos do seu ear-
regamento engajado. Para a earga que Ibe falta e
passageiros que gozaram alli de excedentes com-
modos, tratase com os consignatarios Marqu*,
Barros & C, no largo do Corpo Santo 0. 3 ou com
c capito Carlos Ferreira Soares.
Para o Aracaty segu com murta brevidade o
hiate Sobralense; para carga e passageiros trata-
se com Jos Sa Leito Jnior, roa dt Madre de
Dos.
Uoje 2) de novembro.
A. C de Abreu fara' leilo por miervencSo do
agente Pestaa, de fazendas Ingtezas e francezas,
buje 20 as 11 horas da manha em seu araiazem
ra d Cadeia.
LEILO
DE
Urna meia agua na roa de Santa Rita n. 96, com
porta e janella, ama sala, um quarto e cosinha.
Doze ditas sitas em terreo foreiro oa ra da Praia
da casa de deteoco, reodem 100J por mez, as
quaes tem ama -ala, um quarto e cosinha.
Qumla-feira 21 do correte.
Pelo agente Martms a rna do Imperador n. 16,
as II horas do dia.
N't"ia mesma occasio ser vendido om escravo
de 17 annos, perito cosinbelro e aleljado de urna
peroa.
V
AVISOS DIVERSOS.
Aluga se oor prreo coimuudo um si'io
Passagem oa Magdalena; a tratar na ra da
deia n.4.
Franca & Brasil.
L rgo do (arfa. Sauta n. 27-
Mr. J a M-T'-iit, alfalfe francez, leudo ebegado
de Pars da grande expsito Quiver.sl de 1867,
faz sclenle ao resoeiiavel publico e aos seos nume-
rosos freguezes, que tem um grande sorraeoto de
fazealas Boas, assim como corle de caigas e col
t-s de casimiras e coslumes nterlssos, e corles de
eoletes de seJa fina, d.i cores o de la, um grande
sortimsnto de bros braoco e deeftfes, assim como
fazeodas p>oprias para montana de seobora, <
ptimo sargelim francez; assim como vende tara-
bm fazenlas a' vonlado do freao/, por presos
c/mtiodos.___________________________
AtteQo,
No dia 19 de novembro correte desappareceu
oesta praga do Recife o menino de nome Jos, par
do, de cabellos carapoboe solios, de idade de 10
a 12 annos, lavaod) valido camisa de chita usa-
da, calca de algodao szul e chapeo de palha de
carnauba e ia montado em ura cavallo ruso, con
duziodo tambera dous p a marcaSaotos Meadasdito menino filho de
Reinaldo Josi da H*a, morador no eogouho San
los Mendes fregoezia Je Tracuohem e era a pri-
meira vez que vraha a Roeife : ped sa a quem
o encontrar que por cridade o conduza ao refe-
rido engenbo Sanios Mendos ou oe-ta prac, ao
eseripterio de Oliveira, Filbos & G.: largo do Cor-
poiSnun_9. ________.
Ama.
Precisa-se de urna ama para cosiubar,
engomanr para urna pessoa ; na na da
68, primeiro andar, 00 Recite.
1..
lavar e
Cruz n.
TMATflD

EMPHEZA-COIMBEA
Q.iiU-feira 21 de novembro.
ao ar-
RBCITA <8ra_OaINAMA KM BKNE~CIO
______S2___I_____i
"raurlsct e sallw ulBiirJlBS da pi^fr
Sub'ri DbvamenTe a"seeiii o mallo e aempre
applaudido drama ero actos, denominado
0 POOW 00 OURO.
O papel do tbacarorttero, ser* pela primeira
vez flmmpennado oest eafhal peto bw^Jcliao.
.un

I
i tete

Tus iluto Archeologico e Geographiee
fernanbocano.
Havera* se-sao ordinaria quinta-feira, 21 do cor-
tente novembro, oclas 11 boras da maaba.
ORDEMDO DIA.
Importante relatorio da uommissio de trabalhos
histricos e geograpbicos, addiado da sessao an-
tecedente ;
Parejeros e mais trabalhos de diversas com
ttnsiBss.
-Secretarla do lostitoto, 18 de nevmbro de 1867
J. Soarea d'Azevedo,
Secretario perpetuo.
Kscravos Tflgidos
Fugio no dia 14 do crreme a escrava Maria,
preta, crloula, da meia idade, baixa e chela do
corpo, e tem duas costuras as faces, (evou vestido
sala de ganga azul cbale amarello ; esta escrava
fot comprada em leilo oa cadeia donde estava ha
moitos annos : roga-se, portaoto, as autoridades
pelic.iaes e capMSes de campo t apprebeoso da
'dita esnrava e leva-ia na ra Oos Qoartais o. 6,ou
oa rna lvoa n. 49, qne swoTtranBcados.
vapor mmi
. BA. NOVA V, 7.
Acaba de ebegar de Pars este estabele-
cimento ura grande e es:olhido sortimeDto
de calcado dos melbores fabricantes daquel-
la grande praca, assim como grande varie-
dade de quinqubaria e de novos Orinquedos
para criancas, cajos artigas se acham expos-
tos a esculoa e vontade dos compradores,
como sejam alguus que passamos a men-
cionar.
Botinas para roboras.
De setim braoco, daraque dito, pretas e de oulra
dlffefeotes cores enfeit-das a rigorosa moda.
Bolinas pan oaealaas
de doraque bramo, pretas e de ootras cores delei-
tadas a rigorosa moda.
Briacos de ar*
de le o gosto e ultima moda dos Campos Elisios
e boolevards de Pars, tanto para seoboras como
para meninas.
l.iiTas de pellica
do bem conbecido fabricaste Jouvio serapre pre-
miado em todas as exposicoes omversaes.
i I>eqiics
Um eseolbido sornmenu de leques de diversos
gostos e qoalidades.
Espelhos
de differenfes tamanbos eom moldaras lavradas e
lizas e ppqnenos toocadores.
Botinas para homem
Grande soriimeolo em qoalidades e modelos.
Botinas para meninos
de multa qaalidade e bem sortidas.
apatos de tapete
e de tranca de Lisboa, para bomem, senhora e me-
nino?.
Pernelras.
e mels pemeiras para montana.
i Botas ruistanas
da melborquatidade que aqui tem vindo.
llantas dr feltro
para montana, novos a bonitos padroes.
Chicotes
de baleia e cabo de marim e de ootras duali-
dades.
Lnvas de Oo da Escossla
braocas e de outras cores, oovos modellos e muito
finas.
Lunetas
de ac, tartaruga e imfalo.
Ocnlos
de ac, tartaroga e de prata dcorada.
bravatas
pretas e de cores, tanto para bomens como nara
seoboras.
Bengalas
de canoa verdadeira c< m cabos de marfira primo-
rosamente trabajadas e de ootras multas qnali-
dades.
Beias finas
de fio da Escossia para hmeos.
Delicados presentes
Novos ob erlos de phantazia com fra^qaiobos de
extractos especiaes.
Caiiiohas de costura
necessarias e ilcamenie guarnecidas e cem mu-
sicas.
lloiiquets
ne flores de porcelana, cousa nova e muito inte-
ressante, com lindos (arfes de novos gostos para
cima de mesas e santuarios.
Carteirinhas para dioheiro
muito bonitas de velludo e de outras diferentes
qualidades.
Bengalas para meninos
de todos cstaraanhis e bom soriim-: lo.
Talheres para criaoca
de muito boa qualidade, tinos e de bellos mo-
dellos.
Cestinhas
para meninas de escola.
Oleados pura mesa
bom sortiraent" em larguras, novos padroes e de
melbor qaalidade.
Ahat-Jour
transparentes para candieiros e para lanlernas de
piano.
Velas gaz
nova invengo de veas a g;z para lanlernas e can-
delabros.
floldar.ns doaradas
de diversas larguras pura qnadro?.
Estampas
de figuras, paisagens, eidades e de santos.
Qua d ros
dourado3 de vares tamanhos.
Bolsas i'e vlagem
saceos e malas de tamanbos sonidos.
Esterioscopes
com lindas photog-aphias transparentes das mais
ticas e muito interessantes.
Cosmoramas
grandes e pequeos com 50 vistas, ou maior por*
(o escolbidas a voolade.
Linternas mgicas
com bonitas e divertidas vistas de Oguras e pban-
tasmagorias coloridas.
Realeijos
pequeos di qnatro asis pegas tanto com veios
como de dar corda.
Accordlons
e concertinas, o que ha -de melbor oeste genero.
Para presepes
futuras para orn r presepes, casinhas, aoimaes,
pastores e oolros rouitos hjectos.
CARRINHOS PARA ChIANgiS
carriohos de quatro rodai e cabriolis para coodu-
zir eriao?as.
CAMAS PARA RONECAS
camas e bercos com eortinades multo bem prepa-
radas, i
Bonceas
grande sorbmentode bellas booecas para meninas
'oqoe se pdedesejar de melbcr neste artigo.
'iNo seodo possivel meo, ionar-se aqui to-
das as qualidades artigos de qaioquilbarias e muito menos da
grande variedade de novos brinquedos, pe-
seobora, enfeitados, a t#.
Ditos para menitTa, Idem a 3J.
Sapaldes ioglezes para homem a 4JL
Ditos americanos a 34500.
Cbioela* do Porta a 1*600.
aMffttos-lraaea-pava seakora a t280.
DitoaavMoados, idem, a 1^280.
Aprovgitem emqoaBto lempo.
Algd-se
O terceiro andar do sobrado da roa do Amarlo,
D. 37, cvim grande sotas e commodos par* familia :
a tratar oo armazem do mesmo.
i

Ao prejudicado.
-
-
O prejudlcado, nao pre>odicadn, *.c are qual fo
o seo p rejo izo, pala provar qoe lew razio, de
contrario sera' tido e vido come quera "Que-
ra espeelallsar se ? forte mana I. Qoer ser gran-
de T imposslvel, porqoe de rara pequen. mas
com ludo, ainda pode ter um oome celebre na
historia......dos parvos I A ierra grande,
purera dos nos eoobecemos.
___________________ _0 Rl-beirio.
Para sen ineresse
Muito se precisa fallar eom o padre porrogoer.
Jos Beroardino de Paiva que suppfle-ss morar
ero Marcacao, e com o Sr. Jos Looreoco de Me
aMros Mooit qoe mora oos arrabaldes de Saoto
Antao : oa prar;a do Corpo Santo n, 17, primeiro
andar.
Criada,
Na roa de S. Pranclseo o. 7J. precisare de
orna criada engommadeira, prefenodo-se portu-
gueza oa escrava.
Precisa se de om caitalro de li~Tl6 aoos
de idade, com pratica de taoerna : a tratar oa
roa das Crnzes n. 1, qoe seja Sel.
Atteiicao
Fugio hontem de ooite (11 boras para
meia oolle) a escrava mulata de oome
Isabel, de idade 30 aooos pocco mais
oo meos, estatura baixa, cabello aanel-
lado, teta ppquraa, nariz ifliado, denla-
dora perfeita denles pequeos, mello
ladina, capaz de liudir a boa f d s pgf-
|3S soas que io a cunhecerem para conven-
g re-las de que (' f Tra. K-ia nerava que
bR fo1 comprada em maio do crreme armo
t^ ao portogoez Jos Pedro moralor n-> pa-
S leo do Hspicio, e que fogio da casa de
seu actual seohor, o proprieUrio do en
I grabo Panedo em S. Lourenco da Muta,
2 capitao Francisco Juaqoim da 11 nha
I Palcao, ha indicios de que segoio para o
Recif-, por:jue foi vista : 4 boras dA,nn-
nhaa de hoje Da Passagem da M-fidaleua,
portanto provavel que esteja e la oesia
cidade. Pede-se aus Srs. cap ta-s de
campo, as aut>rldadfs policiaes e a qual-
quer pessoa que aprehender dita esrrava,
mnndar leva-la a sea seohor no rnf rido
engeuho oa a ra do Vigaiio o. 24, es-
criptorio, cojo portador sera' bem rali,
ficado Recife 16 de novembro de 1867.
m
mm
Precisase
De um feitor para o sitio da estrada da Cruz de
almas, qoe tem dous portoes de trro com bolas
de iouca em cima : a tratar oo mesmo.
Precisa-se de ama ama forra ou escrava para
oeziobar e fazer o mais servlrp am casa de pouca
familia : oa ra eotreita do Rosario, o. 1 A.
...... i. 11 i
Precisa se de um moieqoe para vender cal-
cado na roa : na ra de S. Gonelo ns. 40 e 42.
O II". Ijjii-i ni Nargell, uieOICo, OS
consultas todo- os das das 8 boras as 10
da manha e das 3 as 5 da la'de oa sua
residencia roa Nova o. 15*, especialidade
molestia dos o'hos.
Quem precisar
De um rapaz para tratar dos servicos externos
de alguma casa de negocio, como sejam cobran-
cas, tanto na praca, como (ora d^lla, e despachos,
corno tambera para vender assnear, o qoaf da moi.
lo boa flanea de saa coodocla, deixp carta fechada
oesta typographia com as iniclaes R. s. A.
D. Sechorioha Germana do Espito-Saolo, ten-
do aberto no sen sitio do Arraial ras para reta-
Ibar a vontade dos compradores, f'.z ver a lodos
qua as ras tem sesseota palmos como marca a
cambra e qoe tem de fundos 30 palmos, e com
diversos arvoredos de fructo, boa ierra e a IfioOO
o palmo. Assim como lem tambera bons terrenos
no mesmo Arraial, a 10> 0 o palmo, cero diversas
arvores de frocto e todas carr.gj_3s, e com C00
palmos pouco menos de fundo, s nao licara' pro-
pietario quem nao quozer.
Esta' fgido desde o da 24 do mez passado
o escravo Ignacio, com es signaes segrate ; idade
de 16 anuos, cor preta relazeos, olhos iogectados
de s.ng.i', a perna direita cambaia, mas to pou-
co que s com atieocao se distingue, e>taiura me-
dianoa e talbe esbelto e delicado. Presume-se que
este moleque oceolta-se nota cidado e seos subur-
bios ; qaem oapprebender leve-o a ra do Ltvra-
meoto n. 6, que sera' gratificado.
Precisa-se de ora hornera livre ou scravo,
para trabalbar em servico gros-eiro; oa lialuraria
franceza ra da Imperatriz n. 55.
No da ii de novembro. Quila a audiencia do
Sr. Dr. juiz de orpbos, ha de ser arrematado a
casa terrea da ra Imperial n. 254, p.-r ser a ulti-
ma prac,a.______________________
IM
SOCIET GENRALE
Da
Transports marimes a vapeur.
PAQUEBOTS FRANCAIS
Atoo dia H do eorrente, espera-se dos portos
do sol o vapor fraocez Picardie, commandante
Raioulo, o anal depois da demora do costme se"
Ruir para Genova por 8. Vieeote, -Saota Croa de
Tenerife, Gibraitar e Marselba.
Para eoodicSes, frates e passagens trata-se na
agencia rna da Cruz n, 35. ,,.__
- Segoe COm brevidade o patacho nacional Volan-
te, par ur grande parle da carga engajada, para
a trae arada mide adraittir trata-se eom- e respec-
tive cousigttarano Antonio'' drUlmWoa Gomes, a'
raa da Crui o. 23,1 andar.
. _.....ii iTTIJ_iLi m>hiiii
Para a Baha
Hiate Dous irmaos: a miar Mi '-TMbo Irmio,
a Sr. Qnaatd no iraptehe-do iw*o.
^primeiro eoN_Dib andar do sobrado da roa
Veraa *), atratar so Cerredor do Kspc defronm
das os. 12 a 14. ___________________
D preeisa-w de m preto para fazer aerveo
interno e externo de orna asa e ptga-se bem : na
roa da Florentina n. 14, prefere-se escravo.
~ Aloga-se o sobrado o. 42 a'roa
da Aurora : quem o pretender di
rla-se'ad'Mcrrptbrlon. 4; a'-rtn'do
Crespo.
Adireceao dos devotos de N. S. do Bom Soc"
cesso dos Navegantes, erecta na Igreja do Pillar' ^e ao DtrbliCO um passeio a es'ie estabele-
em Prade Portas, cordeairaenle agradecem a lo- .j___,_ __ j_____,---irM- h,cnnio
des os setmores devoto* pela coadjuvagao em seo
bolo para a (sta da mesma Seobora, no da 17 do
correte moz, igualmente aos ,~ raiiores que. teabara
de coocorrerem, podero entregar seus bolos os
proeoradofes, Wm assrt sCientiflear que a entre-
ga da bandeira a Exm* juna eleila para o ano de
1868, lera'logar o dia oc Ma direccao delibe-
rar, cdjyprcigramna sera'"publicado.
-n J

- Ped-e ao Exm. Sr-Vtdmte da Pro-'
vincia, como pai que que salve da prost-
tcico e da miseria a urna familia; foi re-
tratado -oesta liba de ltamaraca, Ricardo
Pereira da Silva, cazado com Maria Nazaria
deJesus; alin de s^r Ricardo cazado o
cimento, certo de que *>ncontraro bastante
paciencia para bem eiolherem o que dese-
jarem comprt^M plffos baratos em-Tirtude
de haver em todos estes artigos grande
quantidade no armazem do Vapor Fraocez,
roa Nova n. 7. _____ ^
Atteneo
o
No da 13 do ebrreoteferdeu ss as ras desta
cidade urna letra da quaWia de 5'10000 aceita
pelo Sr. capito Antonio peregrino avaicante de
AHuquerque e sacada peJb mesmo anaix*assigna-
da, pflo tjtte previne-se ao mesmo Sr. capitao Pe-
regrino para a nao pagar a oatra pessoa' que nao
Quem precisar de urna ama escrava e fiel, de
idade, para eogommar e tomar conta de ama casa
de pooca familia, diriga-se a' ra do Livramento
n. 30.
A'uga-se o 2o e o 3* andar di cas* n. 3li, ra
da Madre de Dus; a tratar na rui do Livramento
n. 61* andar.__________________________
Vicente Ferreira da Porcioncala cordialmen-
te agradece a todos os so s amigos que se dlgna-
ram assistir as missas qoe no u 19 do corrente
maudou celebrar oor amia" do padrlnho d^ sua mn-
Iber Manoel Jos Gongalvs, coro especialidade ao
Sr. Justino Ma lyr Corrcde Mello, que por mais
de orna vez qait dar verdadeira prava ce sua sin-
cera amlsade e dedieacio.
No dia 27 de ojvemtro do correte anoo fu-
gio do eogenho Victoria, da fregoezia do Bom
Jardiro, om escrivo do abaixo asignado, de oome
Jeremas, de Idade de 24 annos, pooca barba, cor-
po e altara regulare*, zarolbo, quan.ii (alia oa
ri se, frena o oreo ; umbigo grande, nariz escamo-
so, por ter ti lo orna uloara interna -em urna venta,
falla descansada, bem ladino, ps gr o.le- e orna-
dos de bicho qnande pequeo; fula : qoelr o pegar ou d'elle tiver noticia, poda
dirlgir--e ao Sr. teneole-coronel Silvino Guiiberme
de Barras,, na roa do Imperador? qoe sera' bem
recompensado.
Jlo Baplisla de Arroda e Mello.
'feo Grande do Sol
"
Sega" com
nana \\
sea
Oi
murta brevidade a barea nacional
^__|lto porto, por ter parte da
trta-sa eom Baltar k
10.
"-_'Aluga-se am sobrado na WVlila'frbMs
dos Pires i 9, mbll* fr%9cc(.fcj as:aala^aaW
quartos, coaiaha fra, am grande solio e agua do
Prao; a iraur aa ra da S^alla-Ncva.B. 30- -
O baile doaaoiversario de insullaca> terS
lugar no dia i de dezemW ^"*1^
turo. i i,- |ttfj|
Jos do Reg Mello.
nico arrimo de sua -mi viuva de ma or ida- seja o abano assignado, e rogase o favor da pes
de de nome Maria Andr do Sacramenta, e soa quei a achoa de entrega-la m
de duas 8*brinhas-oroli56,-Anna losa do Es-,mero 37-
pirito Santo o Maria Laurinda do Espirito
Santo. Exm. Sr., V. Ew. faz justica em man-
dar por em liberdade a Ricardo.
Um morador i~liha4ej^mcura^.
B ll

vembro" de 1867.
' 'P, tLayno.
'ttofyrarlo.
t________
;
i
wm .Ama
fmmm da orna ama goauaarmallobea: atratar oa ra Nova o. 31,
wiwiWaaaar. ,H ^_.
Comidiis pira fra
Na roa estreita do Rosario o. aVVj" segundo an-
dar, aprompta-se comida mandaflo-se levar oa
para qaem a quizer maodar busca* por sen por-
tador, por preco mais baiio du qo em qaalqoer
outra' parte, e ao gosto da eocommtnda quer na-
cional qaer estraogeiro; lambem si faz fo:es
todas as qoalidades e aprompUm m biodeljas
boliohos para chi, bailes, casaoBotos
mesma casa precisa a alagar urna
oo
ete.
daas
de
de
Na
es-
-----jl tllll llHiWte ""*....."*"" tWU flW entUMa d3Tb*aTBTVfprde easa, com
Precisa-se desuna ama de lette aa rt fT-
do Imperador n. 45, gu|pb
Precisare__
orna easa de familia :"-mav roa
ssbrado.
idade mai* **m male*ai 4av i M) anwa,-]
para servico ioJroo de casa: tratar oa rna do
Livramento 0. *0,
Precisa-se de ama ara a para casa de pooea fami-
'^a|aaWanbar>JJ4sabo^r : atratar aa praca do
JooTeaWfd* Santo* Bou moda so resi-
dencia para a Villa d' Toaros provincia do
traWftfj Hrt,'*3nHr 4 oalufal.
Rio

i


\*
^^rfrK^AW^ar(.W XCeibro -c 1867.
T
DOUTOR
IfaXAMflA
4f*M* ESPECIAL HOMEOPATHICA
.V ffl*M ,8'
l* I KM DO
JDT~
1
MI I
Neste portante estabelecimento se acha
. Poto qoe, na segunds
inda eTco do
todo o que' necessafto para a pialica dalsnuro omeopatblco i a va Homeopathia. fcum do homeopatfca, pagina 677, se
\&fc*

Thc-


i Medicamentos em glbulos e em ntoras,
preparados com a mais escrupulosa- exacti-
do por meio do machinas especiaes.
Carteiras porialei-, cooleodo o principies
medicamentos em lobuM 105, 205,
300, 40l, 505 e 605. conforme a quanti-
dada de tobos.
Caixas de medicamentos em glbulos e
em tintoras de 805, 005, 12W e i 505
rs.t segudo o nomero dos vidros e de to-
bos.
( Estas caixas sao mai uteis aos mdicos,
senhores de engenbos, chefes de grandes
familias, capitfes de navios, e em geral
lodos que se quizerem dedicar pratica da
homeopatbia.)
Cada tubo avulso custa.......15000
Cada vidro de meia onca de tintara. 250JO
Vendem-se glbulos inertes, tubos vasios,
vidros para a preparado das ddses, etc. etc.
Escovas elctricas para tratamento das
molestias nervosas, principalmente para as
dores de cabera.
Apparelhos de lavar os oaos no trata-
ment das ophtalmias.
Apparelbos de injecco para o tratamen-
to de certas molestias das mulheres.
Cb preto e verde de excellnte qcali-
oade para uso dos enfermos.
Vende-se igualmente o Tbesouro ho-
mcopathico on Vademcum da
bomeopaiba (obra incontestavelmente
indispensavel todas as familias, pela clare-
za, com que ensina a empregar a nova me-
dicina), preco 205.
(Em porcoes de 50 exemplares faz se o
abate de 15 por cento.)



CONSULTORIO HOMEOPATHICO.
acbe indicado o meio de osar d'esse preser-
vativo, com ludo convm repiti-lo com al-
guns esclarecimentos mais.
Para urna familia dissolvem-sc 20 gl-
bulos em orna garrafa com dous tercos
tagua pura, vascoleja-se bem, e d-se
cada pessoa urna coibepda pela manbS, ou-
traao'mei dia e cutra boite, durante
tres ou cinco das consecutivos. Deixam-se
passar outros Untos das sem nada lomar,
Godos os quaes, repele-se o remedio da
mesma maneira ; e assim se continuar
em quanto ourar a epidemia.
(\s creancas ate a idade de 3 annos to-
ma ru o remedio as colberinbas).
Si a epidemia estiver muito forte, nu, si
Ift&taVIftA
ton! -, L
as notas do banco do Brssil edas calas Alises-
dom desenlo muilo rasoavel, na pra^a da lude,
oeodeocia o. 21. .,
*.
Trocara se
Alm do grande sortimento das melbores machinas, americanas para
ilgodao, de 10, 12,14, 16, 18, 20, 22, 23, 30, 35, 40 e 50, neste estabe
aocontra mais o seguinte: "I ;..:'!icP(''<' I u'jit^nqjt i
AzpitP. tfl nsnprmacAto n>nnn-i >_ _.u: t____:_J. 11______- _'_______i__ _


encontra mais o seguinte:
Azeite de espermacete pfopria para machi-
nas do todas as qnalidades.
Vapores de forca de 3 a 4 cavallos.
Serras avolsas para machinas.
Mancaos e todos os mais pertences para as
mesmas.
oa casa hooverem bexigueotos, deve o reme- J^r?de ma I*""3 aterro,
dio ser tomado todos os das sem interrop- Cyltndro para padanas.
c3o, al que a cousa melbore; depois do pebolhadores para milho.
qoe volte-se a usa-lo do modo ensiuado. > Arados -mflricanas.
A garrafa deve ser nova e muilo bem lava- Escapas de madeiras americanas,
da. primeiro com agua quente e depois com Carnohos propnes para armazens.
agua fria. (No caso d nao bavnr garrafa ou Moinhos para refinacoes.
vidro novo, poder servir urna garrafa de vi- Jdfl,P. Para m,'bo.
nho ou de agurdente, com tanto qoe seja Machinas para cortar capm.
muito bem lavada com aguas quentes e Bombas para regar jardins.
fras) Vaquetas para cebertas da carros,
Para urna s pessoa basta dissolver 6 glo- ^nias de ferro sortidas.
bulos de vaccina em 2 oncas d'agna, e d'ahi Bombas de Japy.
tomar as colberadas como j ficam indi-. jdem americanas.
cadas. Ferros a vapor para engommar.
Nipresisa grande dieta. Abstenham-se Vassouras americanas,
do cha b do caf fortes, do abuso das beb- Baldes americanos para compras.
das espirituosas, das comidas gordurosas 'Da* de madeira.
emuito adabadas Eis aqu apenas oque se Balalos e costas deverguinhas.
ex,ge- Guarda comidas.
PLUMERA CELINOS.
(contra a mordedura de cobras)
Este medicamento gosa de muito bons
crditos contra o veneno das cobras e de ou-
tros animaes venenosos.
O r. Sabino nao tem anda observado
pessnal de fado algum que o a>.torise a
affirmar soa eficacia ; ma> sabendo que no
Rio des Janeiro e em S. Paulo elle tido co-!
mo muito, poderoso, manduu-o vir para ex-,
perimentar. i
Algumas pessoas dn centro d'esta provin-!
cia e da da Parabyha tem cscripto ao Dr. |
Sabino, dizendo ser incontestavel o mrito
da pwneria oo tratameoto das mordeduras
das coi-rs. j
Emprna-se a plumera colinos interna e
externamente, da maneira s guinie:
Uso interno Nos casos menos graves
dissolve-;-e urna ou descarroeae
estabelecimento sr
Peneiras d'arame para padarias e refinacoes.
CorreDtes para almanjarras.
Machados e faces americanos.
Caixas com vidros de todos os tamanbos.
Cannos de chumbo de todas as grossnras.
Polba de cobre dem dem.
dem de latao idem idem.
Folna de Flandres.
Ferro de todas as qnalidades.
Arcos do ferro.
Latas com gaz.
Trens de porcelana para cosinha.
dem estanhados para dita.
Bandeijas finas.
Balanzas americanas.
dem rovervaes.
Taixas de cobre.
Estanto em verguinhas.
Folbas de ferro de todas as grossuras.
Correntes de ferro sortidas.
Espingardas de todas as qualidades.
Revolvis de iodos os modelios.
Ferramenta para oorives.
tem i-aratanoeiros.
dem para ferreiros.
I
V 8 A -Ra do CabogN. 8 A
Agostinho Jos dos Santos $ C
Acaba do cliegar a este estabelecimento um esplendido sortimento de
joias do ultimo gost", perfeico artstica e modelios eoteirameote novos; como
seguem: aderecos com rubim, esmeraldas e perolas finas, pnleeiras, broches
para retrato, annes, botoes de punho, brincos e cassolews com letras, etc..
etc., etc. Salvas de prata do Porto, faqoeiros, paliteiros, cahx de mesa i
fructeiras, cujos presos s3o incompetiveis, pois que os propri'-tarios desta casa,
recebendo seus artigo directamente da Europa, podem servir vantajosamenta
aos seos freguezes. Coropram-se brilhantes, pedras finas, ouro o prata, paga
se bem, tambem se incnmbem de fazer concertos.
0 Dr. Sabino 0. L. Pinho d consultas
todos os dias uteis desde 11 horas da ma-
DbSa ate s 2 da tarde.
As visitas aos enfermos sao feitas das 2
horas em diante; mas em caso de necessi-
dade as visitas podero ser feitas a qal-
qoer hora.
Para que as visitas rossam ser regulares
cumpre que os d entes oo os seos enfer-
maros mandem dar parte do seu estado,
todos os dias at o meio dia as molestias
agudas; e de a em 5 dias as molestias
cronicas.
As consultasescriptassao respondidas mais
ou menos pr-imptam^nte, segn 1o as
secessidades da molestia e a distancia em
que se acha o doente, pois qoe nesie caso
faz-se preciso indicar de urna s vez todo em duas oncas d'agua. e d-se ao mordido
o que convier a.) restibelecimento dasade. urna colberada de hora em hora.
As retribuices sero pagos na mesma con-: Nos casos mais graves dissovem-se seis
forraidade. goitas em quatro oncas d'agua pura para
O Dr. Sabino roga a todas as pe^soas, que dar-se urna eolherada de mt-ia em meia hora,
costumacn consulta-io por escripia, que or- de 15 em 15 minutos, e ?t de 5 em 5 mi-
denem n..s seas portadores a prompta entre- utos (secundo a forca do veneno inoculado,
gadesuas cartas, vis-to que. entreando-as ou inien.sid-.de dos symptomasmanifestadis.)
como co>turaam, na accasiao de se retirarem L do R-iCiff, imposivel responde-las satisfac- gradualmente os intervallus de urna dse a
toriamente. outra.
---------- Uso externo. Ao mesmo tempo que se j
MEDIC\MENTOS PRESERVATIVOS ^ a t",her nedicamento, applicam se ex- as casas e
Iternamente ni parte mordida lios de liobo
Em qua^sqner epidemias o Dr. Sabino ou de algoto embebidos em urna d;ssolu- riaes pr ci^os para a isiallaflio d^Uloz.
faz distribuir gratis s pessoas pobres, no c5oda me^ma tintura constante de 10 gottas 2.a O gaz fornecido boje de extrema pureza e nao offender a prata o bronze
seu estabelecimento, os preservativos Deces- de tintura em -O colheres grandes d agua, ououtro metal difireme,assim erno nenhum damni polera causar s pinturas quadrus
garios, dando-Ibes as competentes insiruc- Esse- lios se conservaro sempre molbados ornamentos, pap.l de forro mais delicado que seja, tornaodo-so ao mesm.. temno to sau-
ebes.
LUMINACO
A eirpreza do gaz desta cidade desejando facilitar geralmcnte o uso do gaz
estabelecime:itos particulares, offerece desde j as seguintes vantagens :
l.u Urai reducca-i consideravel dos precos dos canos, apparelbos e todos os mate-
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O Dr. A. Dosrte, medico, modoo-se
S para a ra do Seve, oude counoaa do
I ptfrcirio do sua pri'flsrto. r
M
ulas Ctharfcas
DE AYKR.
O purgante mal/ rfce*3 Mi UoJ; tuihieldo.
'lluo BW9l
ll/////// *"'*' "*' u'wl(' 1U Ia" COB|lK''
' |{*o nm M'imtrlO ncm oulr >
iaercdivntc niiiioraai'il:! Inu -
[_ euului.tWK 13 criunp-?' pe6or.4
mnU ilclicadM, v im'sfio tcinp<-
q, eoinpostn.- como t^o do TCgi
t;tvA mili liirlc*, jo Latiiiiu- :ic!
\...- ct-li.'aa i 11.ua iu y*,o:i3 uia'-
robiv-f.i-,
EaUa ].i'ul.i; c'nlliarflcas purgi-i o piniii.;"i (odo eystoica
bumauo scui mercurio. n.
Nite'ip tem polrpaao Irabnio nem -;a hvnrr-t >
pllula- a un grao ilc pcrfi-o^o lal.qnt nrah drHa a dcHJa.' ;
loo resnlta*, rto .miioi de estwoi hilm'1i o ron-imili--.
Pma ilcnncar ttM a Tantuzcnn (ftie r< -hIiA'.iii.oi1v aUlior-
lios, tum-'i-comliliiadii naiamto tu vi ,'>/ rnrat, ,'f i-
pUnli.i qur sao enpregadai na evafocia odmpoii;Ho i til que .;e ciiliiiuidaik', qiif <-!no u-> uLaiit-
de sua MJO, rara* vcks podim reriUl-lm un ru*i las.
bas propinoJcajituBM-nua esploB^pq^f-tpojUirilico -
do vigora todas as rNU'tvt de organismo l.iuimua j iwis corrigci i
a sua hc, .0 viciada e \;a recuperar a sua i lululaik-. lima di
OOnaequcui'w dtas proprlodsdoa c dr e dibllidad pl|}'9icu, u sftBde o cui-rjriu rcciipcrudnj por uicij iu rciucdio ti
dea e agradavcl.
'11a
Eim;
m
As nrolcVlail quo pto an fi o sJcaact =ij.
Pi'r.ao d txiitre ItkfMMtitmo, Dr *.''", IidlgetUo mal do atoimig, ITT.v.orrliridti.i,
PADEOIMEHTOS DO FIGADO,
Oastrkt, nffecMet lliKotai Lomhri.jtu,
, re.jiilra pnroiot, < Varalysia.
publica
uia 1 "
Hrf gatiro-hfftUlai
Brutlpda, ngdnpata, lurd*
Atten^o.
X. 2 > Boa do Livratenlo \. 25
Deposito da tamaocos e calcada nacional da fa-
brica da roa do J.-rdim o. 19, de Ju.- Vicente Go-
diDbo.taotoDOdepofitoeooio na latnra seapromp-
lam todas as purgues de calcado o mais barato
possivel, esu fabrica (em todas as machinas pro-
prias para os calcados ja bem acreditados pelo
grande numero de fregones qoe daqol se fur-
neeem.
Precisa-se de orna ama qoe co.-inbe e en-
gomle bem para casa de humera . tar deirat da matriz de Santo Antonio o. 18, e se
tur poiiuitiiera melhor.
Chocolate vermicida
DE
Antonio Renes de Castro.
Desde 1857 qne sao as tabellas vomicidas
applicadas em Portugal, como o remedio
prompto e efficaz para a expulsSo das lom-
bn'gas, que lan graves padecimentos causam,
e que quasi tempre se snppe ellas a or-
gem.
Este virmifugo preferivel a qualquer
outro pelo sen agradavel paladar e fcil ap
plicacao s criancas, as quaes geralmente
sao mais atacadas de semelbaote mal.
Mouosilo especial
3i.Ra laga do Rsarillo34.
Botica de Bartbolomeo dr C.
Precisa-se de orna e.-ersva para o servico de
urna ca de familia : na roa Imperial sobrado o.
I, paga se !0 mensaes.
>o ulraauak Manual de Sau.c do Dr. At, oue te
to^oa ua aniio para dlflribai^o gratuita acuiru-e
lado "obre as diversas doem-ai que cstao ao alcance de
REMEDIOS POKQANTE8.
Aclia se.om todas aa Rdipii e Drogaras do Imperio.
O Peitoral de Cereja
DE AYER,
1MKA A IT.OMPTA CtFlM l'A
Angina, de Conatipa\Oas, Toases, Bauquidao Influ-
ouz;., Broncliite, Tsica primaria, Tuberoulos
pulmonares, o todas as molestias do
l'cito, anbim como para aliviar
os etbicos declarados.
-\ p.;|xirui,Oes do Di:. Ayer s.io vendidas ni priacip. i
Aroffarlaa e boticas do Imperio.
Deposito geral ra do Vigario n. 9
escriptorio de Theo: st.nJ
Alu^a-se
o primeiro andar do sobrado da|rna Direiu n. 82
novamente catado, piolado n forrado d papel : a
tratar na padana da v(> va Machado fj Filbo.
Olinda.
O sobrado da rna de S- Pedro Martyr em
r, Olinda. acaba de ser concertado e pintado :
quem quizer arrondar por tempo de lesta
ou por anno, dinja-se ra do Imperador
n. 16, segundo andar.
Alaga-Me
O primeiro andar do mirado n. 193 da ra
Imperial : a tratar no serondo.
Sr. Justino da Silva Cardoso queira
vr nesta lypogMpbia negocio urgente.
AMA
IISIC4
Presentemente reina a epidemia de bexi-
gas ; miiiios j se tem aproveitado com fe
sobe o lugar da mordedura.
O Dr. Sabino receber cora reconhecimen-
to as commuoicacoes qu-* se diwnarcm de fa-
lizes resultados do seu offerecimento, feitc zcr-lhe as pessoas que experimentaren! o
no Diario de Pernambuco ; mas necessa- emprego da pluuebia ceunos.
rio qoe todos exnerimentem esse meio t3oj ---------
fcil e t3o comraodo de se prr>serv^rem e s Nota.
... tempo >v
dave a ouira qualquer luz, j couhecida, alinal, evitar Umbem a obstrueco dos canos e
tubos dos apparelbos.
3.a Os apparelhos existentes, como lustres, arandelas, bracos de vidro, de bron-
ze, etc.. etc., s5o proprios para os senhores que preferera luso e elegancia, como para
os que necessitam siroplicidade e economa.
4.a As pessoas que quizerem c .Mocar o gaz em snas casas podem dirigr-se em-
preza, a qnal se encarrega dacollocaijo de t .dos os apparelims, canos, etc., tomando toda
suas familias d'essa terrivel molestia. Em ausencia do Dr. Sabino acha-se in- a responsabilidade pelo permito cumprioaento do mas.no, ou por outa' "poden mornr ""TT" T"
ai<2.?T"i,,V SS8^ e 3 mCCm T, ,rehS,1Ver (Ju,aeSq"er I!e80CI0S ,l,,?,qaer'aqinla recoobecido pela empreza, sendo o mesmo maquinista responsavel naTaa d c.'oVS
elevada a 5* dynamisac3o. As pessoas, que relativos ao estabe ecimeuto o respetivo ge- pelo seu trabalho.
fazcm uso d'ella, mi nao sao accommettidas de rente.
bexigas ou, si o s5o, raramente as tem de
ni i qualidade. 1
Jos Aires Tenorio,
Professor em homeopatbia.
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A empreza obriga-se ainda a reparar gratuitamente qualquer falta de luz,
obstrucc5o de canos, etc., devendo o consumidor pagar somento as pecas novas que forem
precisas para o mesmo concert; qualquer re lamaco que possa haver, ser dirigida ao
escriptorio da empreza ra do Imperador n. 31, aQra de ser logo providenciada.
Leeiona-sa a solfejo e a- tocar varios gg
S instrumentos ranlo se as licdes paaicu- !S
5 lares eoi soas proprias casas, das o lio* ^|
* ras da tarde l as 9 ors da noite : a SB
S tratar na ra Augusta n. 30 ou nesta ly- ^
O [)"crapbia. tSS
praca a Independela n. 33, loja de
ourives, compra-se onro, prata e pedras preciosas,
e tambem se Ui qoalqoer obra de eacommenda e
todo e qualqner concert.
Precisase alngar algons escravos paralraba-
Ibar em roano de a.sucar na rna do Apollo
n. 14, armazpm.
precisase de urna MDa para ensommar, na roa do
Trapicbe n. 361 andar.
4ssciattt coninic'-c.:'l beueficentc de
l'ei-ii in buco
A direccao da associat^u cotoniefcial li?0ffcen-
te, de conformidade com oii<|iufto no ai'. 20 dos
e-iaiuios, convida pela segunda vez ao< senhores
a-.-or.Miios a sa reunireto em .enil>!ci geral no
da 26 do correte ao meio da. no salo do ediflct i
d mesma associacaj, '.'(Ioj ra do relatarlo aonexo, e eltiffio da nova direcfo.
ar orna preta boa qui'.iudeira
otas n. I -i.
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0&mA aiim
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JN. 2 largo da matriz de Santo Antonio n. 2.

RETRATOS A OLEO



-
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TU SaHTBA.
Kua lar^a do Rosario n. 37
d
Gontinoa-ae a atagar-se espacotts sala qoartet nebirudoe, rerehem-M penciotis-
tas p Ha para veoder coose<;uUvaiDeate de noite, expeliente e variado soneto, e a toda
ora verdaeiro e fino chocolate espanbol.
rf a hoora de Parlt>c'Pa,, respeitavel publico a volta do Sr. Alberto Hens-
cbel que fi.i Europa com o duplo fim oe se por ao correte dos mais recentes pro-
gresst.s da arte photographica e adqoerir para o no6so estabelecimento mais um ar-
tista de talento.
0 Sr. Alberto foi summamenie feliz e conseguio engajar nm destincto pintor de
retratos, p
Precisa-se de um oosTnbeiro ; na ra de S.
Francisco n. 71
A ma.
Precia se de nn a ama para engommar e lavar
algnma ronpa : trata-se a roa d: Cadea sobrado
n. 34._________________________________
Joaquim Jos Gonoalves
Beltrao
RA DO TR4PICHE N. 17 Io ARDAR)
Sacoa por todos os paqaetes sobre o Bancc
lo Minho em Braga, t sebre os gaintes loga-
se em Portugal.
aber:
Lisboa.
Porto.
Valenea.
Gol maraes.
Coimbra.
Chaves.
Viseo.
Villa do Conde.
Arcos de Val de Vez.
Vianna do Castello.
Ponte do Lima.
Villa Real.
Villa-Nova de Pamelicio.
Lamego.
Lagos.
CoTtlbaa.
Vassal (Valpassos.)
Mlrandella.
Beja.
Barcellos.

Carlos Pluyra e Panlo Chaavin, maquinisUs
estabelecidos oa rna da Impera ir z n. 17, declaram
ao respeitavel publico, que mndaram-se para a
praca da Bda-Vista n. 24 esquina da roa do lam
Dia, onde os eocoairaro promptos para todos os
servicos de sua proflsso.
Os ainsmos prevlnem s pessoas qoe liverem
concertos na dita caza de os manda rem bnecar no
prazo de nm mes, do contrario serio vendidos con-
forme a let manda.
. K SR. (ARLOS IRMNTl PAPF
nserobro honorario da academia real de pintura da cidade oe Dresda, e do qoal a reputa-
cao bem fundada nos sonrisa a erperar producoes Dotaveis oo seu genero de trabalb.
Um progresso immenso ltimamente executado na photogai>hia, um dos mais
Importantes consiste n'arte de obter retratos em tamaoho natural, fixando directamen
te na giandeza qoe se desaja, obre a ten do pintor, o retrato pliotographado. por meio
de um instrumento especial rbamado : cmara solar de aoomentacao.
P. r esta rma o talento e o aaoer de um ar>ta babii mHraTilhosameote se-,.,
cundado pela precisio absolota e imallfiel dos contornos e das sombras qoe ibe pe a P1 no familia, nao se osaado prejo.
pbotographia sobre a tela, e tude se rtune assim para se alcancar o maior grto possivel
de sunelbaoca incontesUvel. ao que d ainda maior reale o sello artstico, qoe imprime
ao retrato um I ello colorido.
Peto mesmo processo nos podemos reproducir e pintar oleo, urna vez que se
nos d una pbotographia, seja de qoe tamaoho or qoalqoer retrato de pessoa mora oo
aumente e no tamanbo que se desojar.
As pessoas qne quizerem jolgar por si mesmas deste doto genero de traN bo,
sao convidadas a nos fazer a bonra de visitar a oossa galera, aonde estSu expostosuma
serie destes retratos como amostras. .
IU A AMBROTYPOS
BetrnU)8 jem caixinhas
Para satisnier a oomeroeos pedidos de muits dos oossos freguezes, estamos pro.
parados para fazer retratos neste georo. para os qoaes tambem temos agora am granee
te aado numero de ricas e bonita cafelobas.
BcrTa.
Na roa Vslba n. 15 precisa se de urna cruda
livre oa escrava para todo o sertico de casa de
Aluga-se
A cus da roa das Aguas-verdes n. 8 : a tra;ar
pa rna Bella n. 48. ^
Irjuftadade ue Nossa Se-
nhora da Conceitfto dos
Militares.
Em virtoSe do arL 18 dos eelatotos, sao coov|.
dadw os Irmios esta nwraei Irraandade a se
reoilreo no ttnottun escriplorio, da domingo 94
do correte a's 8 bons da s&aabaa, para os mesa
geral se proceder a' eletcao do presidenie, ooe
tem de reger a irmandad* no aaoode 1648.
CX Viori5o Borba,
SeertffioT^
Precisa-se alogar nma a na livre oo escrava,
que seja rouito diligente e fiel, para o servico de
urna casa de familia. Pagars-ha bem, se agra-
dar. Dirigir se a ra Bella, sobrado de dous an-
dares, d. 37.
Nos primeiros dias do mez de ootobro deste
anno fuaio do engenho Bjnjflai, propriedad do
Sr. Silvaoo Aotooio Gaio, na frrgiieMa do Borc
Jardim, o escravo Oamasio, preto, de idade e 26
a 30 anoos, altura regular, cuelo do corpn, pouca
Darba, ro-'.o um pouco taruudo, olhos abotoados,
^l^ malfeitos, andar bauzt-iro, moierao e de falla
moderaua : este escravo f"i comprado uouco- das
anies da futa ao Sr. Joao Barhoiado I\-o e Si va,
da mesma frenuezia do Botn Jardmi Recea-e qa
elle se aprfS'-ote como voluntario da pairia, pelo
qoe se previne as respectivas aut,nrtadFS : quem
:pegar leve-o a seu seohor. no n ferido engenho,
que sera'recompensado. Rscife, lodenovembro
de 18H7.
Encanameato pira agua di
lompanhia do Beberihe.
Francisco AuUnio de Miranda, roaclni-ta exa-
minado e das tufaoagoes da me>nia companhia,
o mais habilitado a f*er estes ser vicos, tanto d'a-
nua, c, mo assentar bombas de todas as qoaiida-
des; if-rece ao publico o sea fraco presumo a
fazer luoas as obras de que bem convierem, me-
diante um ajuste ranoav-i: para o que, i le ser
procurado na Boa-Vista a' la dos Pires, o. 46, e
oo Recite a' roa da Cadeia n. SO.
0 Dr. J. hJapti>ta Ca>anova
podo ser procurado a qualquer bora ero seo con-
sultorio bomeopaihico, largo da maim de Sanie
Antonio n. 1.
o mesmo consultorio lem sempre grande sor
timeoto de medicamentos de nomejpaibia de We-
bere Giteilan, tanto em glbulos coito em niura,
assim como leru um sortimento de ferros de ci-
rurgia em caitelias e avalsos do afamado Cbar-
ner de Pars.
D-se al a quaulia de 400000 a joros com
segur^iica : qoem pretender dinja-se ao largo da
Sania Gru, venda n. 2, que se dir' quem o d
Soeirdade mosical Uoio pernia-ente.
Haveodosepordiversasveiesconvocados assem-
bla ijeral desta sociedad?, nao s p lo jornal como
por aviso espacial sem que compareresse numero
que a constuni*se,de ordemdoSr. director saono-
vamcte convidad >s todos os seuhn-es socn s eff-c-
tivos para no da 21 do correte pelas G i/2 h ras
da tarde reunirem-se na sede da referida sodeda-
de para tratarse do estado urgente da mesma c
importantes assumpto*, considerndose todava
constituida a assembla com qualquer numero de
socio qoe comparecer, ede accordo com a di ecco
a providenciar nos casos nao previstos pos es-
tatutos.
Secretarla da soaiedada mnsical U ilao Perma-
nente, 14 de oovembro de 1867.
O 1" secretario,
T. u de Alboqoerqne.
ai j^a-su o sitio da Sra. vlava Carvaibo em
S. J ue oo Mmgniobo com nma eicellente casa de
sobrado : a tratar com R. Lassem oa roa Impe-
rt i o. I, 1* andar oa oa ra do Trapicbe o. 14,
2* andar.
Na padana franceza precisa se de um hornera
torro on e.scravo para entregar pao e fater o ser-
vico de casa.
Anda o se algum dio&eiro a joro sobre hy-
potheca : a tratar na ra do Padre Fluriaoo o. 71-
Precisi-se de ama ama para comprar cozi-
obar : no sito morado junto a' igreja de Santo
Amaro.
Precisase alugar urna ama para casT~de
pouca familia : quem qmzer dirjase a' roa das
A|oas-Verdes o. 0%, primeiro andar.
Precisa-se de om menino de 13 ~14 aones,
que teoha pratica de veilas : oa roa Velba o. 74.
- Precisa se de om copeiro para ama casa es-
trangei a, kreferlodo-se escravo :. a tratar na rna
da Cadeia n. 18.
Auiia Rosa dos Sanios, Joso Ferreua dos
Santos Jnior, alaria da. Coneeicao Naseimeeio
Santos, Mnoel Francisco'Marques, Margarina a
*ssuropc,i.. Ferreira Marque, cuMuimenle agrade-
cesa a tadas aquellas pessoas qoe a dtgoaraa
acoaipanhar ap ultimo jazign os restos anria*s de
.oa prezacla Alba e lia, Emilia Ferreira dos S.otos
Vidal, otrtamenie os euotida paraassistirem
a' missa do sptimo da, qoe se.iem de celebrar na
jgret> do Orpo 6 horas da mannia ; pelo qoe desde ja ic coi foS-
sam snmmameat* grate.,,__________
Precisase de nma ama pas coilsbr em
osea casa de pooea familia ; oa roa das TriBcnel-
rasd.tl._________________________^_
" 4 pesaos aqurm toytQ om carnru em ola
da semana passada, dando os sigoaes cetos e ira-
tiBcando, podera procurar em Sanio Aara.de-
l&oct do otuoVU av j, da utdna.
I nam 1


Harta Iclr
mbr+ambl.


*ton M *Y'J* FEREf RA VILLELA -
*%,!! Da casa Imperial do Brasil
B aifi bu 02 sup ?fwaq
), 3SMIQ i
I e eslraogeiro, aftmlgfto Miras
mpram-se oa roa do Cre*po o. i6, primei
I
i
90J-!.
Loado lahug, 18, ea.rda pelo|pateo da matriz

Retratos por todos os systemas photograpbicos.
nb BOdi&wq r Retratos em >dro
R-tratos em porcelana.
Retratos em talen.
Esles retratos sao especiaos para se collocarem em alflnetes de peito, cassoletas
botes e meis.
Retratos em cartSee d* visita.
Retratos em carte-album. a *0WID 9D
Retratos timbres-poste.
Retatos comee*.
Existe sempre om vartadissimo sortimeoto decaixinhas, pase-par-toots, qaa-
dros pretos, molduras douradas, alfloites e cassolctas de ooro fliie para a collocac5o de
retratos. Vendem-se tambera albons, stereoscopos, vistas para os mesmos, vistas de di-
versos edificios e pontos desta ciJade, apparelbos para photograptaia, ecbimicas para a
mesina arte.
-----------!----------------------------------------------------------:---------1 -.....
MoedaMV ol
Naciooaes e estraogeiras assim como libras
esterlinas: campram-se na roa do Crespo n. 16,
primero andar. "_____________
Compra-se
um preto de mela ira ie prupno
sino : oa ra do Amorim n. 58.
pjra_ervtco
(Jom/jrams
com premio moedas de ooro e de prata ndenles
e estraogeiras : Da ra da Cad-ia da Rclfc n. li '
armaiem de Adriano. CstrogjpQOjTJfj^j i}X '
.NilEDAS
de o aro e
Bb_
_ mmmam
iYo atmazem de faenaos it
Santos Coelho, ra do Quei
mado n 19
Boa e barato
Lansinhas Poil de Churro t tf acotad.
Madapolo crifest?do a 8* a peca.
CORTES DE SEDA,
a 21*000 neis oa loja do Pavo.
tn parale .os aJaisrnod'Toos curtes de seda de
ror & m elegantes fcs.-nbos daros e escon.s, ten-
da minia fcuond para oro vestido e \ecd-m*e
pelo barato preco de 38*00!) res, por esta'oos
ruowo prximos da fest, isto na luja do Pava",
roa da Imperairl* o. 60, de Gama 4 Silva.
Berlauba de lioho
-_ tvom 30 jardas a 12*000 res.
jnL%l S o Pavo.
Vtodem-se pecas de superior bertanba de llobo
Camoraia de cores ntatisadas finissmas I DOro,eDd*3J J**" on as varas cada pessa palo
800 a vara. I Dr''*'o>o prego do 12*000 res, seodo .esia fa-
Idem brancas transparentes floas de 4A I fKffl K?,^.. misas, to^*, ,tc
*00O, 0$, 7i5, 80 e y,5ooo a peca com iC! Gima & sn*a.






JOIAS


pr
O mpram-se moedas de onro naciooaes e estrao
Reirs, bem como pataches dos diversos conhos :
em casa de Adamsoo, Uowie C, roa de Trapi-
che-novo o. 10.
Moedas de prata *
naciooaes, assim como pataqoaa portuguezes &
oespanbes, comprara-se com premio": na roa do
Crespo n. 16, prime andar.
Compra m-se
vidros vasios de a.oa de ColoBia, e boiCes vastos
de unta : oa roa do Robarlo n. 22, loja de raleado
Junto a de faoilelro.
Compra-se ooro e praia em obras velbas :
na praca da Independencia u. 22.
LOJA 00 GALLO VIGI-
LANTE RA 00 CRES-
PO N. 7.
Os proprietarios deste multo bem coime-
do estabelecimento tem a saiisfac-o de levar
ao conh^cimento do respeitave! publico que
a abam de receber pelo ultimo vapor da En
ropa um grande e variado surtimcDto de ob-
jecbis de inteira novidade, dos quaes se li-
citara a mencionar apenas om pequero nu-
mero Bcando o respe ta
Ouro e


N.2D
CORIC&O
N. 2D4
DE OURO.
.
A loja n. 2 D intitulada Coracao de Ouro Da roa do Cabofei, acba-se d'ora em diante orTerecen
Jo ao respeitavel poblicocom especialldade as pesioas que bonram a moda os objectos do nltimo gu-
td 'a Parts) per menos 20 por cerno do que em ootra qoatquer parte, garantiodo-se a qaalidade e a so
da ebras.
O respeitavel publico avahando o desejo que deve ter o proprietario de om novo esiabelecimen-
to que quer progresso em seo negocio deve chegar mmediaiamente ao coraco de ooro a comprar
aoeis com perfeitos brilbaotes, esmeraldas, robios e perola ; verdadeiras em agarras, modernas peb
dimiooto proco de 10*, brincos modernos de ooro e coral para meoioa pelo preco de 3*, maracas de
prata com cabos de marQm e madreperola obra de moderno gosto (o que o encontrarn no coracao de
ouro) voltas de ouro com a competeotecrusintia ricamente enfeitada pelo pequeo proco de i2, brin-
cos de om trabalho perfeito por om mdico preco, cassoleas, traoealios, poleeiras alnnetes para re
tratos o cutros modelos todo de alto gosto, aneis proprios para butar cabello e Arma, dito para casa-
mento, no rtico roseta tem o Coracao de Ooro om completo e bem variado sortimento de diversos
gostos, botSes para puobos com diamante, rubios e esmeraldas, obra esta importante a' pelo seo va-
lor ja' por gosto ds desenlio, brincos a forma da delicada moslnba de moca com pingante contendo es-
meraldas, robins, brilbaotes, perolas, o gosto sublime, alfloete para grvala no mesmo costo, relo-
gios para seobora cravados de podras preciosas, ditos para hornera, diversas obras de brilbaotes de
noito gosto, crosrnhas de robios, esmeraldas, perolas o Driinaotes, aneis com letras, cacoletas de
iry qner joia, para secoliocar retratos e obras de cabello, e ootros muito< abjectos que os pretendentes en-
contraro no Coraco de Ouro qae se conserva com toda a araabilidade aos concorrentes dejzando-
se de aqol meoclooar precos de certos objectos porque (desculpem a roaneira do fallar) direndo-sa
proco talvez algoem faca mi joizo da obra, por ser lio diminuta quaolia a vista do seu valor.
Na mesma loja compra-se, troca-se ouro, prata e pedras preciosas, e tambem recbese concer-
Ws, por menos do que em ootra qoalqoer parte, e d3o-se obras a amostra com peuhor, conservando-s
o Coracao de Ooro aberto at as 8 oras da noile.
Qualquer pessoa que se dirigir ao Coraco de Oaro nao se podera' engaar com a casa, pois
nota se oa soa frente ora coracao peodurado pintado de amurallo, aiem de ootro que se nota em urn
rotlo (isto se adverte em consequeocia de terem ja' algumas pessoas engaoado com outra casa.
sea
prata
Moedas da ooro e prala n-nonaes, estraogeiras
de lod js os valores, s compr^m na loja de oori
ves jumo ao arco de N. S. da Conceiro, roa da
Cadeia do Recite, assim como ooro e prala em
obras velbas, brilbaotes o diamantas, e se paga
bem. _________
Muedas de uro e prata.
Compra st sempre pnr raais do qoe em rotra
qoalquer parte todas as qoalidadrs de moedas de
ouro o praia, nic;ooal e estramc'ra, e tambem Sf
tmeam sedlas dos bancos do Brasil e caltas fl-
liaes de ouiras provincias ; na roa da Cadeia do
rtecife o. 08 loja de azulejo.
VENDAS
6>
NOVA F4BHIGA
t '
.....
#'
ssx>
Ijs
IE
CHAPEOS
x-
cbapcos
razoaveis.
DE
TODAS AS CUALIDADES
DE
Manoel Moreira de Souz ,
4. -== HA NOVA ==r m. 45.
Nesle novo estabecimeoto, tem utn competo sortimeoto de
para horneas, scnboras e ajeniaos, vonld-so par precos
f

S 1
*WSS
VENDE-SE
os segnintes livros -.Receita para curar
paixOes. por Mtheus de Magalbaes, i vol.
pur 1*200; A Virgem Guaraciaba, por Pi-
nbeiro Chagas, \ vol. l*oo ; Le Pech de
Mtdeieine, 1 vol. por t*0"0: na tua do
Crespo n. 4 fabrica de chapeos de sol.
Para casas pardea lares
Xa iravessa da Madre de D s o. 18, armazem
dn Jos Viente d- Ivm-, vemlem s-> mas-as bran-
cas de i?ho3, lazenda muito oa, e pn>pna para
casas particulares, a 4* cada cana dd un Oa, coofrodo macarrao, 'aiiiarim e al-tria, e a 2*
cada camoha d m-ia arroba, contrado igoalmeo-
le massinh^s sortidas. A ellas, aotts que se ac-
br-m ; :i preco c> ovida.
Vsnda-se ooa c^noa d i amarillo milito b^m
felia, tnda eocaviintila de cobre, pega seis pessoas;
a iia'ar na loji da miodezas q. 23, rui da Cadeia
do Hecife.
Vmiiii-so u.ij.1 u:il.t,i:in i d iO para
nos de Idade com principi'> da tubiiidaies
lar no pato.i do Tere n.
o^roa da lmperatriz r. 60, de
jardas.
dem branca tapada de S e i) a pee
com-4 jardas.
dem branca franceza muilo larga a 9|j i
peca com | varas.
Baloet. de 35 e 40 arcos nesgados pari
senhoras, a 4*500.
dem de mursnlina nesgados a 5)>.
dem de crochet a 5*.
dem de mursulina para meninas a 3* t
{|>oo.
Satas bordadas a 5*.
Cambraias admascadas para cortinado s
i2* a peca com 2o varas.
dem para forro a 3* a peca com 10 jar-
das.
-vei publico na serte-
ta de que oste estabelecimento sempre en- Canjbrsua de ltnho muito fina de 60 e 9*
contrarSo um c mpleto sortimento do arti- '
gos de gosto e inteira novidadescomosejam.
Cintos
Os muitos desejados cintos com ponas,
bordados a vedrilho, fazenda de muito go?lo
e com, lela novidade, respeito a estes cintos
n3o fazem observaces e $im deixamos a
apreciaco d s esclarecidas freguezas isto s
no Gallo Vigilante na ra do Crespo n. 7.
Leques
Muito lindos leques d'osso, madeira. sn-
dalos, e madreperola ; pretos, brincos e de
cores, e muito se tornam recommendavel
pelas bonitas paisagens.
Flores
vara.
Madapoloes finos de 60,14, 84, 90, iO*.
II* e 12*a peca.
Platilha de algod2o superior fazenda par
saias a 3f>200 a peca com lo varas.
Cuberas do cilitas de ramagem a 2*6oo
Lences de hamburgo fino a 2*400.
dem de bramante muito fino a 30200.
Pannos adamascados para cobrir mesa
4*500.
Goardanapos de lioho adamascados a 4*
a dozia.
Atualhado adamascado com 7 1/2 palmo
de largara a 2* a vara,
dem adamascado de linho com 7 1/2 pal-
O melbor qoe se pjde desejar neste arti-1mos de largura a M a vara.
ti ao-
: a tra-
Veudi de terrenos.
Na travessa '!a roa Augusta cu roa do S. Jo.o.
freguezia de S. J-^, v^nde-s." oiu ternrao com i-u
pilmis d fr^nis e 150 d^ fondo ; b>-ru eooo nu-
tro de 200 palmes dt. (rente e 90 do foodo, ja
com principio de ediOcaco, ludo pnr preco com-
modo : a tratar na mesma ruaom Cyrlaeo Jos
Coelho, penltima casa m dlreccio ao Gizome-
tro, lado do sol.
\Fundico d'Aurora em
Santo Amaro
Ws
m
Completo sorttmonto de taixas balidos e fanai-
das, ilambtqoes de todos os lamanhos e fundos dt ,Tasso trojos.
dios, l.ji-jii ,> de t'1os o* tamanbos de sopenor
qaalidade, mvos e boceas o (oroalha. o qoo lud
se vende por commodo tireco.
go as qnaes parecem naturaes assim como,
tambem recebemos urna pequea porg5o to-
das pretas o se vender na loja do Gallo
Vigilante ra do Crespo n. 7.
1 apellas
Mu lindas gnnaldas brancas e de cores
aquellas para noivas. e estas para bailes, ca-
samentas e baptisados.
Luirs
Luvas de todas as qualidades para se-
nhora, bomem, men as, sendo de algodao,
fio da escocia, seda e pelica muito fresca e
do fabr cante Juuvin, paree, -nos que nao lla-
vera quem ignore que por todos os vapores
da Europa o Gallo Vigilante, recebe grande
qnantidarie deste artigo e por isso sempre
tem S'irtiineoio a vontade do comprador, e
tambem n5o se valle da falla o seu preco
sempre o mesmo.
Peales
Muito bonitos pentes de tartaruga para
coque e alizsros cabellos, assim como para
arregacar os mesmos e muas omras quali-!
dades.
lscovas
Grande sortimento de escovas. para ronpa,
cabellos, chapeos, deotes e uobas. sendo de
osso, bfalo, baleia, maifim e oadrejierola.
-\ iva bas
Superiores na/alhas pequeas para bar-
ba'sendo cabo do marnm, tartaruga coa-
tras qualidades, as quaes o fabricante ga-
rante a boa quahdade.
Abotaadnras
Chegarara as n,ui lindas guarnices de
botes para colie es faen -a de gosio, assim
como grande sortimento do botes para pu-
nhos.
Sal do Assu'
A bordo da escuna Georgiana
a tratar com
Algodao eofestado com a mesma larguri
a l*1oo a vara.
dem trancado de algodo a I 600 a vara.
Toabas alcochoadas de linho lisas a 11(9
a duzia.
dem de algodao felpudas a 130 e li
a duzia.
Colchas de fustao a 60.
Lencos decambraiabrancosfinosa 10800,
20 e 2*aoo a duzia-
Lencos de cassa fimssimos a 30200 t
3060 a duzia.
Fil de linho liso a 8oo a vara.
dem com salpicos a 10ooo a var
Grosdeoapies preto bom a 108oo, 2
2$r Worantique preto superior a 208oo o ct-
vado.
Flanella de todas as cores a 800 rs. o ct-
vado.
Tarlatana de todas as cores a 8oo rs, i
vara.
Bramante de linho com 10 palmos de lar-
gura a 20Soo a vara.
dem de linho com 5 palmos a l;?2oo ;
ara.
dem de linho com 3 1/2 palmos a 8ooi
ara.
Riquissimos basquina a 25*000.
Assim como ouiras muitas fazendas qut
je vende por menos que em ouira qualquer
arte, e da-se aumstras de tudo,
Baloes de 2o. s!5, 3o, 33, 4o c 5o arcos
para sentara a 20, 2*aoo, 3*, 305oo 40 e
'0000.
Ditos de 25 e 3o arcos com mollas a 55
o 6*.
Ditos de murgulina estreitos a 60.
Espa Per calas nnissimas a 4oo reis o covado.
Bramte de linho.
Com 20 jardas a 8* 00 res.
Vende ;e f operioies pecas de bramaote de lioha
propno para letess, tolbas, carnizas, ele. i^nda
20 lardas cada pessa pelo barato preio oV 8C009
"$' JjP* 9 afniaaem do Pavao, ra da lmpera-
triz n. 60, de Gama Silva.
SAlAs ECONMICAS.
a .SOO rew.
Vndese orna graode porco de safas de cor
com b-nitas barras pelo baratissimo prego do
2*500 res, na loja e armazem do Pava ; ra da
lmperatriz n. 60, de Gama A silva.
PNHO* COM GOLINHAS.
a 1*000 lel-.
Vcnde-si urna %rnte porco de puobr.s reta
golinhas de eguiao de bobo, enm os mals lindas
bordr-dos pelo r.araio prreo de I*0o0 o terno, di-
tos bordados de cor a 640 res, enro graode pe-
chincha pelo prego, na roa da Imperatru n. 60 da
uama & Silva.
Esgnio de algodo.
a 6*000 rota,
\ende-se pe$as de Coissimus esgoioes de algo-
dao tendo 12 jardas pelo barato prego de 6*"00a
peca, ti a h.ja do Pavio, roa fia Iu.peratriz n. t0 de
Gama < Silva.
POIL DE CHEVRE.
a 60 e 800 reis.
Venden) se ?.s mais bonitas laosiabas com li-tas
de seca, inmoladas poil de chvre pelo baratisst-
mo preco do 660 res o covado, ditas com as lis-
tas maitinadas a 800 te, assim cmo om gr.o-
de sortimeoto das mais bonitas e moderoas laooj.
nhas qu se vendem ptlos preg. de 80, 4Q0.
oOO e 360 reig, bonuas alpacas de seda de orna
sO cor a 640 e 800 res, isto na loja do Pavo,
ra a lmperatriz o. 60, de Gama 4 Silva.
Bulles esgoios.
a 2*500.
Ltiegarara os mais modernos balos esgoins po-
do verdadeiramente americanos e vendem se Leo
haraio precede 1*800, na I ji
Impera:riz o. 6J, de Gama & Si
do Pav-3
& Silva.
ra das
RIVAL SEN SEGI1M
ua do Racimado n 4, loja de
mladezas
DE
Jos Bigodtnno
Varas de babado bordado do Porto a 2,-t
Carreteis de retroz preto com doas oitavas
Parriteis de releo* de todas as cores a 8<
Frascos d'agoa de Colrnla moito soperior a BOt
16
Faftrica de destilaco e bonificado
DE

RIJA
MARQUES & FERREiRA
DO AMORIM-FORTE DO MATOS
PERNAHBCCO.
Esta fabrica acbandu-se monladi com todos os oecessarios pprtonces a orna destllacao e com
materias primas, qoe entrara oa eoofaccSo de todos os seos productos de sooenor qnalidade : promp-
liflcase a receber toda e qnalqoer encummenda e a vender os seas producto* por precos nimiamente
redolidos, osqoaes obtiveram premios oaseiposicdesdeP-roambnro, Rio de Janeiro e Pars em 1867.
Temos sempre em qnantidades genebra, dita de laranj<, aoiz, agurdeos do reino, cognac, ab
elntho. bitter, wermnth, kirebe, xaropes para refrescos, primeira e sezonda qoalidade, ii."re< iin'>? e
entre finos, tiola para escrever, perfumaras, vinagre, marrasquioo, corago, espirito de 40, 38 e 36,
d lo .1-' Hateros, limonada-gazoza, agoas : flor de laraoja, rosa 8 ortelaa pimenta ; orcba'a de pevide
de melancia e monos ootros genero, os qoaes se veodem a vontade do comprador, em barris, cana
das, m garrafas com vistosas tarjas Promptiflca se a coodicclooar e a enviar qoalqoer remessa qoe
nos aoja pedida para toda e qoalqoer parte, deveodo sor os pedidos acompaobados de ordem sobre
eta praca.
Fundicdo da A urora
Txas de ferro cuado, bom sortimeoto eqoali-
daae superior
VENDERSE
Motores americaoos para dc-us cavallc;.
Dito (Jila para qualro cavailos.
Machinas para descarje^r godao de 14
: 13, 20 30, 3.ri e 40 serras.
Prencas para enfardar algodo fazendo os sac-
j co cum 0 palmos de comprimenm com o peso dt
i 130 e 2(X) libras, vindas oiumamente da Amaricj
| no armazem de Henry Forster & C, no cae P.
dro ir n. 2 junto ao Gabinere Portnguez.
Condecorac5es~
A b^.m coohecida l.ja de jotas de Moreira &
Dnrte, a' rna > Catinga D. 7, acaba de receber
porco de hbitos o iifficalatos da ordem da Roa
e habito da de Christo de diOY-renies tsmanho
que vende por precos mu razoaveis, alm dlsso
cuDtiona a ter como sempre um completo sorti-
meoto de jolas dos gostos mais moderos para as
quaes coola com o concurso do teos bens fre-
goezfs.
Vende se telhas soperi e ti jilos de todas as
qualidjde.4, fnliricado com barro o'agoa doce por
aenos 45 era rcilheiro do <|oe era tulra qoalquer
parto : m lana de os Caroeiro da Guana la
djs Prazires d. 38.
Gessi
para eitnqnos de casas : nos sruiazens da Ta^-D
!ro;jv(-...< da Apollo.
Rap VjJ4dn e Panlo Corde&ru
A roa ao c-irdeiro previd?nte a' ra do Qoelma-
di n. 8, recebeu nova remes.-a
de rap.
dessas qaalidade?
J r-.hejiou
Cemento romano : no armazem de Tasso Irmaos
no caes de Apollo.
mmmmmmmm mmmmmm
WL O Dr. A. S, Pereira do Carmo (medico) >M
Cs2 est morando do sobrado o. 12 da roa da 5;
lmperatriz.
M^fi^>
Precisase de orna ama forra o
easa de bomem solleiro : na roa do
mero 3.
.nioga-se a loja do sbralo do pateo da Santa
Crut, com bonita armacao para tiberoa e logar
para rsoaeo de assucar, teodo pesos, balaoca e
gaz : qaem pretender falle-na rna das Craws so-
brado o. 9 lado direito quera vai da roa do Quei-
tnadoijara S. Fraocisco.
qoarto andares da
: a tratar na loja do
i Hoote.m 18 pela manbia anseotca-se do con-
vento de S. Francisco desta eidade, oude servia de
criado e recebendo ao mesmo lempo edoeaco, por
ser mioiamente pobre, o crioohnbo forro Manoel d-
idade de qoaturze annos mais ou meaos, levando
nma peqoena mala de viagem bastete velba, com
| parte da roopa de seo oso e om Ulber grande de
I tnochar. Levoa vestido calca de bnm prelo, ca-
I misa de riscadmbo azol, jaqoeta de brim e chapeo
o escrava para de ?a^!a Parda, e anda calcado. Fui visto na es
lo Codoroir no- ,a>_da terrea das Cinco Ponas, duendo ir
para Sr-riubaom, de oode e natural.
li ga-se as autoridades policiaes e ootra qoalquer
pessoa, a spprebeocao de.diio crooiiobo e leva lo
ao meoelooado cooveolo. onde se pagara' qoalqaer
despeja. Desdeja' protesta-se cuotra quem o acon-
tar.
500
Vende se saceos com frljaa rajado, na roa do
Codorniz o. 12 A.
Lt/ja

Atogim se o lerceiro e
casa da roa do Cabogi n. 10
JM
Hoepitil la venerel ordem tereeira
lo Cora*
A commissao das obras do mesmo, oao tendo
podido era sessSo do da 16 do errente, contratar
a factura do S* laoee, e cobeita, visto eomo apenas
e foi presente nma proposta, roga aos senbores
BMstres qoe foram tomar informa(5es acerca da
nvdcil adi obra, hajam de dirigir soas propostas
ao sobrado o. M do largo do Carao contiguo a
ordem, Isto at o Ola 20 do crroie mez.
Red re 18 de novembro de 1867. v
i Ol> iranj- K- M*tia* Castro
Secretario da commiso.
I?recisa-se de om calsero de 14 a 16 aon,
carro e ol.
Xa tUpooga, roa da Amisadf, segnoda casa do
Bortaoila teffo, vende-se por oommodo prejo um
bom carro e bi*i proraplo a trabalhar, qoe pre-
tender comprar na, masma casa achara" com qoem
Ataf. toa setafa d 14 ancos de idade
proorin para servias de casa e tratar de meninos,
na ra3 4 Peasa a. tl-f andar.
Precisa-se alogar om eiaravo para o servico
de casa do bomem soiteiro, a tratar na ra da Ca-
deia, escriptorlo o. 40 i" andar.

do Passo, ra do Crespo tune-
ro a A
Receben os mais lindos e formosos cortes de
laa e seda intitulados napolitanos; estes cortes
san de encororrenda especial da loja do Passo : as
sonbnras qoe os virem nao deiiarao de comprar
por ser coosa anda nao l-ta no nosso mercado.
Rap,
J chegoa o muito desojado rap Paulo Cordel-
ro comraoro o viajado, o qual sa vende na praca
da Independencia n. o ,oja ds viola-; assim como
contiooamente se veode na mema loji as segom-
les qu^lidades dos moi acreditados raps pnoceza
de Lisboa, rolo fraocez, rolo Meorooelioo, gas-
e grosso e (loo.
~0lT65"
Vende-se fiado e avoatade
do comprador.
O estabelecimeoio da rna Nova o. Go, onde exis-
te um bilbir moderno e se fabrica e vt-nde sorve-
te, assim como todos os movis, Jnocas o oteocl-
lios eiisteot^s de om ioveniario : trtase no lar-
go do Paraizo o. 24.
~3 m
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o*: a
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30J-srg- a.l-8
iS-f-ssaSf*
^w-=-^ B 9 9&B
---------- s uuii mamullo superior a mj:
Frascos de oro moito tino a...... 60f
Duzia de tesouias p-qoenas a.....
Frascos d'agua para lirupar dentes a '.
Redes pretas lisas para segurar cabello a
uuzis Je peonas de ac moito finas r. .
Calas de linda do gaz'de 30 novellos a '.
dem do palitos de segoranca a .
Garrafas de agua Florida vero>delra .
^libanos rom estampas para meninos a
Momelo da roupa de lavar a ....
Ouzas de meias ticas para seobora a .
Agulhas fr^ocezasa balo fpapel)a. .
Pegas de fitas de laa de todas as core? a
irozas ;lo bct5es de porcelana prateados a
Caixas oom alfineites trancezes a .
Calas fe 100 envelopes muito finos a .
rtosma de papel de peso branco liso a .
'rasco com superior tinta a.....
Pares do botSes de pnnho multo bonitos
Unhas om carlao de 200 jardas 'a .
ana do superior linha do gaz com 50
OOVHilOS ..........
Taiercs para mPDtnos a.......
asso com superiores grampos a .
3or,ets para menioos a........
Peotes com costa de metal a......
Realejos para meninos a.......
Uq alia cao de calcados,
hu do Imperador i, 32,
18!
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3,
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BirzeiiDS di beterro para hemem.
Dnos da rostro pira hjmsai.
Hitos de cordavao.
U'ti p.iia seobra enfullados.
Olios para mfuina.
SapatS-s de be*erros.
Roiiuas brancas p.na senbora.
B tis peiinenis pira montara.
ilas grand'R para montara.
7li00
c*i fiO
8.; i K)f
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3:0
18*000
o*tD
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2 5 M ~
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^nvaroeule chegadus botas ros-iaoas e prnei-
ras da melhor qu^lidade qt>e temos visto : oa loia
do vapor roa .Vova o. 7.
FAKIVili

Vende-se
COMPRAS


Compra-.e nacional oo eslrangeira com malor
premio de qoe em ontra qualquer parte : na pra-
5* da lidepeooVncia o. ti.
COIIPRAHSE
ama casa ten ea pequea na frrgueiia da Boa-
visla: a tratar nesta typograpbia
j IW^r .nptaKein
O eotKJo de ooro roa do Cabogi n. 2 D, oflere-
eo-so eo compra das moedas de ouro e prata.
CompraiiHac eseravos
Stlvlno OttlkeriM do Barree, compra, vende e
joca effectivamente eseravos de ambo* Os sexos
de todas u idades: roa do Imperador n, 79,
erceiro andar.
Na roa da Cadeia, bairro do rtecife o. 33, primeiro
andar, orna pardinha da boa figura e s-ie, c>m
12 aooos do idade e cum boos principios de cos-
tura.
Vende-se orna parte de ua silfo na encratl-
bada de Belem enm* bas ante arvoredos : a tratar
na roa Nova, o. 18.
______


Arroz
de casca a 3$50flosacc
Vende se no trapicho do Cooba o na roa do
Crespo d. 20 B. ________ ^^^^
Canos
No armazem do pateo do Terco n. '12 vendem-se
canos de todas as largara, vldrados e por vidrar,
por preco razoavel. o melber neie genero.
Viuho verde
Acaba de ebegar nova remeosa do ]i conhecido
vioho verde eogarraf.do de sopen r qaalidade^o
qnal se torna reooamrodevel por ser puro e por
ser engarrafado a capricho tiara evitar o alterar-ie
chamamos a attenco dos amadores: nico depo-
stfo roa da Cruz o. 63, armazem de Me b, Lo-
h.i jl r. ^ i "-^
bo&C
ncisco Jos Germann
[RA NOVA N. 21.
acaba de reeeber ora lindo e rmgDifico i
tiinento de ocnlos, lunetos, binculos, do o
timo e mais aparado gosto da Europa o oc
los de alcance para obserTac.es e par <
martimo.
Vende-se
Urna escrava com idaie de 23 a 24 annos
peritima co^inbeira, lava e CDgomma, a tra-
tar a ra d vicario n. 14.

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B
3 t i,
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Vend-:;e fppnha de mandioca pelo banlo prrca
mnuociado: a ra da Madre de Deus u. 5.
Ultima moda
Ricos chapeosiohos de gosto para senbiras i>|.
tos ao capricho de urna grande modista de Pari,
Ultima moda
Manteca inf leu moiPi tina a 960 e 800 reis
a libra, franceza a 7.0 n 610, baot* de porco
mii'tn fina a 640, loaciobo ,12o, gotnma moito alva
a 160 e 140 a libra, viaho engarrafado a ifcJfOOO
a dor>a, dito dito a WOOO, sendo do Porto, em ca-
ada a 4*000 e 3*800 e om temo de ciuco
medidas de pi para saceos sendo de orna cnii
at medida de vlotem, isto na ra Direita nume-
ro 99.
- Vende-se a taberna sita na ra da Maogaeira
o. 2, esa) p:uc: fand-, a tratar oa mesas.
A ttengo.
Na roa da Seala Nova n. 22, se acha a venda
um grande e vanado sortimento de esleirs che-
cadas do Arcaty, por preco ra*oavel : qoem pre-
tender dlri|a-se a mesma.
HISTQRIMO CEIM
f>or T A A
W*HM primelra pjTte dessa intoressaotc
jt do arco de Santo 4at",Qi3,
t P;c;s-*0Q0.
TENE-SE
A abrica derefin^r assucar
No logar do Hon.elro
O proprietario oeste Iropo tanto e bem montado
estabelecimeoto i odo abeoioia necessidade de re-
tirarse para Porioeai, oode vai tratar de soa
saode. resolveo expdr dito estabelecimeoto ao con-
corso d'aqoeilas pessjasqoe o preteoderem com-
prar, mediante (odas as informacies possiveis
acercado mosimeoto das machinas e fabriodo
assucar qoe serao Dosisirada pelo proprietario.
garantiBdo esie o perfeito estado oe todo qaaoio
relativ-i e couceroeot- ao mesmo estabelecimeoto.
O roacbolsmo da fabrica movido por agua e a
vapor, e pode funcclooar em termo* a retinar 246
arrobas de assucar por da. As grandes vaota-
peos qoe o proprietario oflv rece cosa ce i tas ao
pretendeotes podera ser previstas por todos que
jolgarem com precisan, da necessidade de que se
recente esla provincia de ora estaMaelmeoto de
tal ordem e dabi o loero qoe se aofore a propor-
(ao qoe dita fabrica tem de fanceiooar resol r-
mente : tratar no caes 22 de Novembro arma-
zem n. 26.
vende-se Unta fina para escrever, e
qcanta mais antiga a escripta mais preta rica
corre b*m na penoa, e anda que esta soja
de ac n-o as estraga e nao cria mofo; na
botica na roa Direita a. 88, nesta typo-
grapbia r*. a garrafinba.
re a MafiiidBi
Ru* dn Madre de Deus ti. 5.
VoonVse 'ora de caro-b mais barato do qae
OU J2!ra yu.;ctr parte,. d: b:a ^u^ade.
Belk s chapo siobos de apurado goto para o-
aoras fetto- ao capricho da ama -las priroeiras
modistas re p,r.. e, chegados ao armazem do va-
por ra Nova n. 7,
Venoe-so Sd(eos .m fejau muiauooo o qo.-.l
cosinha mono fcil e boa qualldade a 6* o saceos
oa roa Noa de Santa Rna o. 13.
E' baratissimo a 500 ris o
covado.
Superiores lais parj vestido* ron exceliento
padroes a iO' rois o covado, aproveitem antes qn
se acahem ; na roa do Qoelroado n. 46, loja da
Gu i maraes & Bastos.
Vende-so a especial baas de nascer rabel-
los e tirar caspa, moito conbecida pela eSiienencfa
<\a* ja" delta tem feito e os bons resoltados (ice
ella t-m t rada as pessoas que a tem experimen-
tado ; assim como continua se a receber do ser tito
um iustgne romdio caseiropara molestia do i*im.
jscarrosde saogoe, bronqote ; oo Corredor oo
Bispo n. 10. Nossa mesma casa eogomma se n n-
pa de hornera e senhora, frlia-se n alto om vest-
dos a franceza por prego multo em coita.
Lindas naito lindan laa
covado
Vende sa na loja do Alvaro
10 B.
500 ris o
a' roa do Crespo o.
Vende-se urna excelente machina de eotora*
sa pnca da Boa-Yuta n. 30 2' andar.____________
Peca,
Vendase om prtla com 16 annos, hbil para ro-
do servicn; recomida, a tratar oo largo do Pa-
raiso n. 29 2 andar.___________________________
Vapore?.
Vende-se em casa de Sanoders Brothers & C.
o largo do Corso Santn. 11, vapores patente,
om todos os pertences proprios para fazer mover
es oo qoatro machinas, pa/a descarocar alfodao
Esorava
No armsttm da roa do Codoroi* n. 2, vende a
orna rooUlhiba recolhida de idade de 1 aonj^
oun-aha *m prtnetplos ds eogommado.
VonJe-so a obraO AbnTciTristSo--
em 18 voliimes, a obra ais nerowria aoj
acerdotes, e qiio Bl. lia em Darte alguna:
a rna do Rosario n. 22, loja uoto a de fu-
oileiro.







#


1867.
* :
u
RduaRicI
DO
OU. SU VI AL.
V UOU
c
Para o tratndolo e cora rpida e completa das molestia syphilUcas, eris 9
as, rheumatismo, bobas, gota, debilidade do estomago, iufiammacoes cbrooicas ao ngauu
*baco, dores sciaticas. eephalalgias, nevralgias, ulceras cbronicas, ^P^vj !
uas, gonorrbeas cbronicas e em ge al todas as molestias em que se leaua wu y
rifica^io do systema sanguneo.

C onsldcracSes gerae


Ao tm&txiA publico pernambncano pede-se
:
\


A saudft nm bem inapreciavel, coja importancia e valor so est metn* ao ens
(,"^0aViocolSstaTel que ohomem ueste mundo constantemente, e por todos oslador
Ua*dopor^^^
minadas circumslancias, a alterar o regular exercicto das funccSes orgnicas, resuitaoDo
mk deseauilibrio o que se chamamolestia.
Amolestia nSomais deque a desvirtuado das torcas *rtaes, occaswnada,. d,
ado as investigacSes B experiencias dos mais abasado mestresda soiencia, peta depm-
rtao dos humores geraas, consequencia da acc5o maligna desses mesmos agentes mora e
rjsos introduzdos no organismo pelo acto da respiracSo, pela via digestiva, pet contacto
Jamediato etc. etc. etc. ,. .
A. syphilis infelizmente tem sido a partilha da humamdade, e como e lerMre uuvi-
la que esse terrivel Proteo da medicina ama molestia hereditaria, ella tem sido obsec-
rada em todas as idades, e debaixo de todas as suas formas to vanadas, enfraquecenao
lonstituicees robustas, produndo motilac5es, e cortando ainda em flor da dade vidas
preciosas. ,
Eliminar da economa esses principios deleterios. e purificar a massa gerai aos
taran xem sido desde lempo immemorial o fim constante da medicina, o ob purgau-
?os flguram em primeiro lugar para preencher esse iesiteratum ou fim. ...
O Elixir depurativo do Dr. Seval parece merecer a preferencia sobre todos: os
mmensos successos obtidos pelo aso destesalutar geme tanto na Allemanfia, como em
franca e Italia, o tornam c companbeiro inseparavel de quasi todos os doentes.___
Sendo as melestias, como cima dissemos, devidas as alteracoes dos humores, o
Stixir depurativo do Dr. Sevial pode ser empregado ventajosamente na syphilis, erisy-
bbas, gdta, debilidade do estomago, iaflammag5es chromcas


.
OVO a lata.






MBMMMMM
lPharancM especial honaeo-
pathtea da Dr. Hab
,. iMnho
Cha de i* sorte para uso das
pessoas que se tratan homeopatbi-
camente.
Veude-se em pacotes de libra a
3*200 rs. ,m
Roa Nava n. 43.
nmmmummmm
0 ordeiro preyidente
Na antiga loja do. miudezas a ra do Quei-[
mado n. 16.
Tanda sempre em vista alo roubar o lempo aos
seas tregeles, cono extensos anttmctos ; mas
Urabem nao qaereodo qae os memos treguares
Ignoren o qae de aovo tem elle receido, por uso
resumidamente o dir': chegaodo assiu co-
obeeimenio de todos qae a dita loja do Cordeiro
Previ dente, roa do Queimado a. 16, recebeu o se-
guite : U1
Bonitas e doradoras ligas de pellica para meias,
tanto para senburas como para meninas.
Leques de diversos e modernos gostos.
Peoies com eoteltes doarados e nao doorados,
para meninas.
Coqaes simples e entenados, moldes inteirameu-
te novos.
Bom papel em ealxinbas Uso, panudo doora
tem feito
pro-
cura a conse-
ilas, rheumatismos, ^, D,--------------
do e baco, dores sciaticas, cepbalalgias, nevralgias. ulceras chromcas, hyaropesias.
eansias, gonorrbeas cbronicas etc. e em geral em todas as molestias em que se leona
vista a purificac3o do systema sanguneo; pois que urna pratica constante ter"
er que elle indispensavel nos casos gravissimos para minorar os sol
parar o doente para medicac5es superiores; e as menos graves
frencia do sen aso, convenientemente repetido.
As substancias que entram na composigao do Elixir depurativo do ur. aera
jertencem todas exclusivamente ao reino vegetal, e grande cathegona das suhstan-
;ias depurativas e antisypailiticas; assim, ao passo que este remedio depura o orga-
lismo, eliminando os principios nocivos saude, pelo mecanismo natural das eyau-
iQSes alvinas, neutralisa ao mesmo tempo o virus sypbilitico quando este virjem.
m feito erupc5o bo exterior debaixo de suas multiplicadas formas; e previne taui
3cm os estragos dessa terrivel molestia, quando por ventura se ache ella anda no
tado de encubado, isto sem se ter manifestado sob formas externas: beneucio
mmenso, tanto mais quanto neste estado os individuos ignoram completamente se es-
b contaminados por este terrivel inimigo. ~r
O sabor agradavel d'este Elixir convem a todos os estmagos, a suajaccao so-
jre o tubo intestinal suave e benigna, e le nenhuma forma produz moleitws ntedi-
nmentosas, como acontece ao purgante dito Le Roy. que na sua qualidade de dras-
Jco forte irrita a mucosa intestinal, e consecutivamente a seroza, resultando deste es
ado, muitas vezes, bydropesias, que quasi sempre terminam pela morte Assim pois esperamos que o uso deste remedio justifique cabalmente as nos-
sas asseverafes, porque sendo um medicamento to simples na sua composicSo, a
pratica tem confirmado sua utilidad*?.
nico deposito em Pernambuxa
Na botica e drogara
DE
Barthotomeo Compartida.
AttenQo
Haiteiga inglea
320 500, 800, e 15 s no araaj:em se acha vista.
Mntei^a franceza
em liras 560 e 640, em sarria se fara differenca.
Banha de porco
em libras 320 e 380, m porfo se far differenca.
Fructas
em calda Pera, Pecego, Rainba Claudia, Alperxe e outras maltas 500 e
rvilha*
Portuguezas 640, francezas 900.
em latas do Para e de albaneque, lata Id e 15200.
Caoaiaa de mllho
em pacotes, dita da trra 100 e 200 a libra.
VIUDO uoD papoi OU Hluw> HfV| pautan u.
de Bordeaux em caixaa dazia 54, garrafa 500, dito de 85 a datia, 800 a garrata, dito a .^ e lirobrado, e oatros maitos cbjectos. qae mea
145 a duzia, 1*200 a garrafa, dito do Porto a 86,12*, iU, 24*. caixas de dazia, assimlciona-iosiser.a> bastante hMiM^Hm
como figueira caada 3*500 e W, puro J A A Lisboa 2*800, 3* e 3*500 a qualidade
convida.
CMS
em lata de 5 galoes e mais pequeas a vontade do comprador, em garrafa.
Alpiste
140 e i 0 a libra, painco a 100 a libra.
Azelte
em garrafas a 800 e i*.
CHARUTOS
em caixa de 50 por II, ditos Delicias, Trovadores e Parisienses em catxas de 100, ditos
da Exposicio caixa U, ditos de Regala caixas com 100 a 2*500 e outras muitas marcas
que s na presenca dos compradores.
PREZUNTOS
delamego em barril, ditos de fiambre o melhor que ha no mercado por pr&jo qae faz
admirar 1 i
DOCE DE G0IABA
caixes de 560 fino, ditos de l$5o0 que parece marmellada, dito em latas amito A
qualidade a 1*200.
BOCETAS
com doce secco a 1'* e 2*.
QUEIJOS
do Alentejo em latas chegado pelo vapor Oneida, ditos Flamengos e Pratos dos mais novos
qae ha no mercado.
AZEIT0NAS
de elvas como no mercado n3o temos a 1* a lata, em barris do Porto a 1* como nSo ha
melhor.
3iRA DO ROSA1UO LARA3t
HOVO DEPOSITO
DE
MACHINAS
Paiia DESCAROCAR ALGODO
Manoel Bento de Oliveira Braga.
53Ra DSrcIfa o.53
" Neste estabelecimento se encontrarlo a
verdadeiras machinas americanas chegadas ltima-
mente, as quaes s5o feitas pelo mais afamado fa-
bricante da America, por isso avisa a todas as pes-
soas qae precisaren comprar, de se dirigir a este
estabelecimento que cwnprarSo das mais perfeitas
neste genero, assim como mais barato do que em
outra qualqner parto, por isso que se recebe por
conta propria, bem como cannos de chumbo e moi-
nho* para moer milho, e grande surtimento defer-
ragens e miudezas em grosso e a retalho.
Facas de cabo Dranco de meio balanco a *
a duzia. limas finas de todos os lmannos proprias
de trabalho de escultura.
FAZENDAS DAS LOJAS E ARMAZEM DA
II
Tendo o proprietario destes dousestabe- Alpacas de lista a 5oors. ocovado.^
lecimentos resolvido liquidar grande parte' Vende-se alpacas de listas e de flores
de suas breadas por isso resoleu por em li- proprias para vestidos de senhoras a 5no,
quidaco para vender mais barato do que 6o e 56o rs. o covado: roa da Imperatriz
em outra parte. I lojas da Arara ns. 56 e 72.
Chitas 160 o covado. Casemira com peqneno toque de mofo a 1*.
Vende-se ditas em retalhos a 160 rs. o Vende-se casemira para calcas e p.litot.
covado, ditas em peca a 200 rs. o covado :' com pequeo toque de mofo a 1* o covado"
cassa franceza a 24o, 28o rs. o covado: ra ra da Imperatriz lojas da Arara ns. 56 e 7a.
da Imperatriz lojas da Arara ns. 56 e 72.; .-
Ve^ra|3asiS'ap"av0.Sos0-2i., ^OUpO feita MCOUI.
28o, 32o, o covado: ra da Imperatriz lojas Venae-se palitots de panno a 53, 6*,
da Arara ns 56 e 72. 8?5 e 103; palitots de casimira de cores a
Madapoioa4* a peca. 63, 8*. e lo*, palitots de meiacasimira a
Vende-se pecas de madapolo a 4*,5*.diiO 35Soo e 4*, calcas de casimira a 5*. 6* e
muito fino6-5, 7*. 83, 93, lo*: ra da Im- 7*, ditas pretas 5*, 63. 73 e 3, ditas de
peratriz lojas earmazera da Arara ns.56e 72. meia casimira a 235oo 33 e 335oo coletes
Cortes de cambraias de barras a 2* de casemira a 33, 335oo seroulas a 13,
Vende-se cortes de cambraias de bonitas l*6oo, 23 c 2*5oo^ ra da Imperatriz lojas
barras a 2*, -235oo e 33ooo.
Ditos de cambraia bordadas brancos e de
cores a 4*, 435oo e 33: ra da Imperatriz
lojas da Arara, ns. 56 e 72.
Arara vende algod5o a peca 3*.
Vende-se peca de algodo a 33. 4*, 5*,
6*, 7*. 8*; ra da Imperatriz ns. 56 e 72.
Riscado francezde listas a 3Gors. o covado.
Fabrica e [undico de bronz
e outros metaes, caldeireiro,
ialoeiro, e funileiro, situada
na Soledade, ra do Prin-
cipe n. 3, e com deposito na
ra Nova n 38, da cidade
do Recife
DE
'"BRAGA &SAMPAIO
i Fabricam-se neste importante estabeleci-
menlo todas as obras concernentes as artes
respectm-conio sejam:
Alambiques de todos o tamanbos em
feilios, os mni acreditados aparelhos de
Derosne com as dimences delicadas dos
fabricados, eoa Franca.
Fabricm-se avulsas quaesquer pecas des-
aparelhos, como sejama olatador, ratica-
dor e condensador, ou esquenta- garapas,
resfriador, serpentinas interiores.
Fabricam-se bombas de todas as dimen-
c6es e qnalidades, pelo systema francez ou
amerieaao. simples, de pressJo, repuxo, k
com especiandadea estanca rios t assim -9f
nominada* pelo enorme volme de agua
que absorvem calculada em 100 pipas por
hora, e das quaes algumas estao promptas a
serem experimentadas.
Existem bombas por este systema, me-
ores, para regar sitios, garantindo-se n3o
s sua duraco como a grande quantidade
de agua que fornecem pelo qae slo cous de-
radas hojeas primeiras bombas conhecidas.
Todas as mais obra se bbricam vonta-
de dos fregueses e a sea capricho.
. .Existem sempre promptos no deposito in-
dicado na ra Nova n. 38, um completo sor-
timento de obras solidas, bem construidas e
a precos rasoaveis, como sao alambiques,
serpentinas, taxos, passadeiras, repartidei*
ras, escumadeiras, cocos, candeias, e muitos
outros ntencUios preprios para engenhos,
como sejam mancaes de bronze, parafuzos
para rodas de agua e outrcs.
Cavilhas, machos para lemes, pregos de
todos os tamanbos e para o forro de cobre
de navios.
Aprompta-se ludo qnanto diz respeito as
obras de lato torneadas e polidas com toda
a perfeicao.
Vlvulas para tanques de baDbo, torneiras
de todos os tamanbos equalidades, assim
como todos os ornamentos para militares,
botoes para farda, aparelhos para barretina,
nmeros, espheras, espadas, cornetas, alam-
padas turbulos, caldeiriohas, navetas, almo-
farizes, perfumadores.
Obras de folhas de flandres de todas a?
qualidade?, bahs, bacas, bules e outros
utencilios domsticos.
Lampies para gaz para engenhos, folha
, de flandres em caixas, folhas de cobre e la-
ZT^^rS^TT^X-SZ Uto, tubos de chumbo para encanamentos de
dita loja de miudeaa do Cordeiro Previdente a ra todas as dimences, folhas de ZOCO, etanho
do Queiaiado o. 16. em barras e vercuinha, lances e barras de
P0-NDTE,R/S, E,HRELd(1 |fi chumbo, vdros finos pira espelhos, de c-
O Cordeiro Prevideote, roa do Queimado o. lo, i ... r
tem aS bom^oriioWto de floa pooteiras parajes, bordados, eopacos, e outros parav-i-
cnarotos, seodo lisas e-ora flgoras em alto rel- dracas, diamantes para cortar vidros, cadi-
vo; e para que os seas fregueses nao se incom- nnos ordinarios e de patente, rea para mol-
modem em comprar cftarutos em algumas das lo- j d f|, ferreiro lavatorios com ba-
ias de cbaruieiros. recebeu tambf m um bom sort- \ r ___,
meato de fios charuios do afamado fabriraoie cas e jarros, trra podre e outros ir.umeros
Furtado de Simas; assim, pois, eaconlrarao os objectCS propro de taes CStabelecimenlOS.
apreciadores um bom sortiraeuto na dita loja do j Sendo todas as obras inspeccionadas 6
Cordeiro Prev.deoie, roa dcQueimado b. 16. i fetas gob a rec*50 0 socio administrador,
or*' Jos Baptista Braga o qual se acha de novo
'especialmente incumbido da gerencia i'e t5o
[ importante estabelecimente, isso urna ga-
rantia pela sua longa pratica, que tem os se-
nhores freguezes de que sero servid< a
contento, com promptidSoe preco commo-
de ero dita loja de miudeas do Cordeiro Previ-
dente ra do Queiaiado o. 16.
luto faftaai Aere,
O Cordeiro Pretideote a roa do Qaeimado n. 16
tem cUflaBtemente om lido sortimoato de fi-.
oas e booitas flores, por isso quaod algara ba.
bilidosa joven quuer preparar quaiqoer eofeite de
bello gusto dew logo lembrar se que ba dita loja
do Cordeiro Previdente, a ru do Quelmado n. 16,
nao tallara flores.
Pare alvejar os denle.
O cordeiro previdente a rOa do Quelmado n. 16
recebeu do bem coubecido fabricaote Jonb Gos-
oell 4 C urna ptima qualidade de pos para len-
tes aromatisados com canfora qae realmente lem
merecido todo concelto porque nao s alveja per-
feiamente os denles como tambera conserva-os
sempre no melbor estado de perfeicao, aisim pois
queiram vir comprar ditos pos na mesma loja
do Cordeiro Previdente, roa do Qoeimado n. 16
Fnfelte com oocaa.
O Cordeiro Providente receben um lindo sortl-
mento de enfeite* eora pontas p8ra vestidos, tanto
de seda como de laa qae combiaam perfellmen-
le com os cintos moderoo. do mesmo formato, por
isso para poder enfeilar-se com gosio qualquer
vestido indispensavel comprar-se ditos enfeites
na mesma loja do Cordeiro Providente, a raa do
Queimadc n. 16.
chapellaaa de seda
Modernas e bonitas capelinas de seda para se-
nbora recebeu o Cordeiro Previdente roa do Qasi-
mado n. 16 e por ser pequea a quantidade re-
cebida, quem pretender urna moderna e bonita
chapelina deve apregar se em mandar compra-la
em dita lija do Cordeiro Previdente a roa do
Quelmado n .16.
CaIXINHAS ENFEITADAS.
Estas muilo desojadas caixinhas vacias e enfel-
tadas com go*to, qoe tanta extracga tem tido e
que realmeote servem para diversos fins, eiislera
na loja do Cordeiro Providente a ra do Queimado
n. 16 nm completo sorumeoto de ditas caninhas e
da Arara ns. 56 e 72.
Aljodao enfestado a l* a vara.
Algodo enfestado para lencoes e toalhas
a i*dito transado l*29o avara: ra da
Imperatriz lojas e artnazem da Arara ns. 56
e7.
Cortes de 15a de 1 \ covados
Vende-se cortes dela de 14 covados a
Vende-se riscado francez de listas para 3^ 4,51 e 5*: ra da Imoeratriz lojas da Ara-
vestidos a 36oe4oors: ra da Imperatriz ra DS 55 e 72.
iVovo e grande deposito de superior carvo de Cardiff na
Babia.
Antonio Gomes dos Santos & C, roa Santa Barbara n. 1, esto habilitados a supprir de
arvo o m condiQSes mais avoraveis qne em oano qaalqaer deposito-, a todos os navios a vapor que
ccrrem nacraelie porto. A contratar nesta com Domingos Alves Matheus.,|

FABBICl IIE CHPEOS M SOL
DE
UVI1AM* FAI.QITB.
Este estabelecimento acaba de receber de Par-s* urna rica colleccaole chapeos
le sol de seda, de alpaca e de algodo, com armaioes de balea, de ferroe di jonco dos
malhores gostos e fabricantes, qne vendo mais barate do que outro qualquer estabeleci
meato, por serem fazenda* viudas directamente.
Igualmente tem fazendas de seda, de alpaca, de algodSo e de linho para cobrir
jbipos de sol, ludo de boa qualidade e por proco commodo.
Eocarrega-se de qualquer concert, com prestein, segnranca e garanta.
tie
lojas da Arara, ns. 56 e 72.
Ditas franceza a 24o rs. o covado.
Vende-se chitas francezas finas a 24o, 28o,
32o e 4oo rs. covado: ra da Imperatriz
lojas e armazem da Arara ns, 56 e 72.
Atten$o a liquida#io.
O arrematante das lojas de (erragens do fallecido
Sebast.o Jos da Silva, (rna Nova ns. 33 e 36),
cbama a aUeociio d ,s senhtres de engenhos e do
respeitavel publico em geral, para se proerem de
ferrageos e miudezas por ponco dioheiro, visto es-
tar resclvido a acabar com todas as ferragens e
miudezas eiuistentes em ditas lojas: para prova
do exposto, menciona os precos por que esta' veo
dendu algnns artigas, alera de urna infinid.de de
arligos que se torna enfadonbo enumerar.
Alambiques de cobre de diversos tamaohos
com seus pertences, fondos de dito, pas-
sadeiras e resfriaderas, a libra. 700
Badas e tazos de cobre, a libra. "00
Camas de ferro, cada ama.....!500
Fogareiros de 1 600 a......25.'I'
F>gdes de Ierro, cada om.....3tflb
Porcelana, a libra.......100
ARROZ M GASGA
Vend-se em saceos grandes a 4500 : 00 tra-
piche do Caoba.
Vinbo sopener em calzas de ama duzia e
lem para vender Antonio Luiz de Oliveira Azese-
do & C, no sea escriptorlo raa da Cruz o. 67.




el
DE


rc
u Ol'f
MI til
tofc r.
i *bs
\'.i tt LiLom a !
G litas francezas largas de cores escuras e claree e de superiores qualidades a 28* rs. o covado.
Gassas francezas de cores 1 30o rs. o covado.
Ditas francesas de cores de wperior quatalarjetom.-grande variedade-de padroes a 4oo rs. o eovado.
Gaze de seda decores linda'fazenda para vestido a 32o rs. o covado.
Lindas Oas de cores para vestidos, pairbes modernos, a Soo rs. o covado.
Superiores alpacas lisas e de flores par*vestido' a I* e t}4.rsrao covado.
Ricas saias borda las a 3*5oo.
Vende-se ricas saias bordadas para senho-
ra a 3*5oo. 5*, 6* e 75, balos de arcos a
2*.2*5oo, 3* e 3*5oo: ra da Imperatriz
lojas da Arara, ns. 56 72.
Rival sem segundo.
Rna do tyier acabar eom as fazendas abaii.
meecioaadas.
Qneiram vir ver o que e bom e liaratissim.
Toalhas de labynntho com bico, fazen-
:;0H
3(
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U
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2O00
1 00
11
160
31600
un
40uC
com
da boi a ........
Carreteis de linha com 100 jardas a .
Gravatas pretas e de cores muito Qna. a
Caixas de o^reias de massa muito novas a
enfladores para espartilbo de cordo e
flta a.............
Carretoisde linba Alexandre cora iOO jar-
das a ..............
Jabonetes multo finos a 60, 160, 200 e
Dito de bolla muito Anos a 2*0 e .
Viadas de linha froxa para bordar a .
Varas de cordo papa espartilbo a .
entes volteados para regacar cabello de
meninas a............
'rseos de macaca' oleo muito fino, a .
Abotoadnras muito finas para colletes a .
Candes de liona branca e de core? a .
Libra de arda preta superior a.....
3scovas par tato, fazenda boa, a .
Varas de franja branca de linho para
toalha a..............
Caixas de palito bailo a........
Caixas de palitos de segaranca sem en-
chofre a..........
Sabonetas de familia a 100, 160 e
Cartilha de doatrina cbristia a .
Quaderno* de papel peqoeno superior a .
Doria de baralbos francezes superior .
Groza *e phospnoros mono superiores .
Cixas a reUlllo do mesms.....
Caixas de pbospboros de velliaha contendo
600 vellinbas multo superiores a .
Reamas de papel almaco moito superior .
Resma* de papel paulado superior quali-
dade ...............
Dnztas de metas para hornera .....
Dorias de meras eraas aullo superiores
I t..V I
tngiiez
Bonitas cestiohas com frnctas de cera, obra
muita perfeicao e bom gosto.
Para cortar moldes e en brulhar fazendas.
Vende-se papel tardo folOa grande.
Para lustrar calcados.
Vende-se superior graxa econmica.
Vende-se papel para matar moscas.
A loja do cordeiro previdente
Ra do Queimado n. 16.
Nella acharo os pretendentes om grande e va-
riado sortimento de perfumaras una?, tanto iugle-
zas como franeezas, sendo :
Finos extractos para lencos.
Baohas e pomadas para cabellos.
Oleo philocome e baboza para dito.
Pos hygienicos para denles.
Ditos campborados para ditos.
Opiata ingleza e fraoceza para ditos.
Pacotes com pos de arroz.
Vasos de porcelona para ditos.
Sabonetes para mi e barra.
E muitos outros objectos que sero presentes
ao comprador qoe se dirigir a ra do Qaeimado
n. 16, loja do cordeiro previdente.
Biuteijas pequeas.
Vendem-se na ru.jdo3Qaeim.ado o. 16. |loja.do
cordeiro{previdente.
Charutos
da acreditada fabrica .de .Jos Furtado de
Simas.
Vendem-sejoa toia-do^cordelro previdente a raa
do Queimadofo. 16
GRiNOE B4ZHR
RA NOVA N. ^0 E 22
lU^SMnlCr
SiroEdja
un..
Dr
Machinas para descarogar algodo. do me
Ihor autor que tem apparecido ua America
E' tal a execocio do anchi ni sme, que o al-
godo sane quasi to perleito como o de bo>
landeira. Recommeoda-se a attengo doi
Srs. agricultores, estas macbinas.
Esmo de GaranHuns
Chegou o especial raa do Qoeimado loja de M.
R. de Carvalbo, o. 18. .

MJdapoloes de soflriveis qualidades a 3|> i*.
Algodioainho btsnco aa-soperiBr 'q'oalidadjjCJ
Assim Wmo outras menas fazendas de 13 e~d
o rfsvlojaiSris oJumna
eT6* a pega.
a pega.


>iq m.-
MDlasia a precos baratos para acabar. llf1 KIQfiT i*ill
fe Attono Correia de ?aooacelros i C.
r
Bival sem segundo.
Na % Queiaiado a. 49.
BU' vndenlo orna- pecblncba.
Covadj d eMU Ifaaeaxa larga
deseobes a 240.
ii
muilo bonito*
Muas.
' neram-se e*tn destes animaes, ratrtro snperio-
1res1ilndo,doiWft-tr oem ptiMUSk cora-
prar dlrija-se a* praea d eommertto, antiga roa
do Trapiche n. 6, para tratar.
Jornaes para 1868
% lyarki Praaiaeaa aseignam-se
todos os jornaes da Europa ; os Srs. assig-
nantes encaotrarao amostras dos peridicos,
e catalogosdoa mesmos.
RA DO CRESPO N. 9.
G\Z GAZ GAZ

e r
ObegoB-.au airtlfu mrpositu de Henry Forsler A
4, ii-awftaislir,lWlI>a1mento de gax di
friaMira.qaiLMtade.eqaaJ M vende em partidas
retalbo por moo prec/3 do qna em ouir* qaai
raer oaru.
L VAS NOVAS
-
.irx;." C lil-M .
.
1117
-'-Jl Agoia Branca -a roa do Queimado n,
8 retaban tfaqoaUai bonitas lavas de pelli-
ca enfeitadas, e j bem coonecidas por tovas
a duquea.
IR
ra nd.ifairiM,taljitflre a rolha o psr'l >
qut leva o oru i ntte, um rotulo \iaptr**> trt im-
rtllucom Sbll Ihiial o* 6o-iko raacix.
IfD. 'tdtl-
*___ttn.>;-unn! lira
flf !>3lir"! ,5-
brfsrt,rHlal
>MHMaiHi.
ManIa4'WH
4o abaliWH> ao
ala' Ornato
Deposito ni pbsrmacia de P. Maurer
C,. n Pernainbnco. ---..
MaauajV*
/
do, pelo que os proprieiarios lhe sero agra-
decidos.
Pars, 38, Ra Vivienae, k>
CHABLEMEDECINSPCIAL
AS BKFbKMIDADAS DES SEXUAES, AS AIFKO
(JOF.t CVTW.K. F. A VTERACOES DO SANGUI.
i 30,000 curas iiti impingeni,
pristula, h. i, iiirtia,
camirnet, acrimonia, e alt
lereoe*.cieio$m do iangv*t
irus, e aluracoe* do ana
Qi.t (Xarope vegclul wn m^rcurioi. Orpurat.vi*
Teset-aca HsMim >"l!i:nK tomao-se iow
por semana, segmnrto o irarlameato Depurativo ",
ffi;ir.-j;aci(i as me-mas molestias.
Este XaropeCitrictode.^T.^
ile i'IUBI !. cara imniedia'
taiuentequalqerpuraacao,
claxacao, e deoilidade, t
igualmente os fluxot e flora
'(k.cv as fuliwa.Ssu Injeccao benigna
nga-BO cora o Xtiop* Oilraclu di Ferro.
Bn.-i'>Maa. PoBaique ti cura n Ira dial,
POMADA AMTIHERPETICA
Centra: mepettm cutnea* comiso**.
PILULAS VEOETAES DEPURATIVAS
Se a> ca*bS, eadiftaaeo val waea.a.o i*tm
AVISO AOS SRS. MEQIGOS.
Cora eaurrho, ioa*
coijHetarhei ;tm :rm
ncrvoias tas dot bron-
etilos t lodtu iu doericm
do peilo; basu 10 duenla
tullir candila iUl= s.iropr Dr FoRCE?-
niABl.K em Parii. ra* Vlrlenae, SaU
A venda na pharmacia de P. Maurer y
e C. em Pernamboco. ____
'mMDSliOLEBi
de ciK.*alKT, Dotleur-lCcC.-.n
Ru Ao Saino, 51. PARS.
laa

Grammatk
liVffttt
ns rm -i
.TU
me*
1 v Hl
H


tari* a> Pematme* Qnarta Tetra t de XoreMfero > 1867.

i
Collares Royer
fa Inoilh lectricM igietiets
Dieposito acreditado
toja da aguia-' branca roa do Queimado a. 8
Apregear ainda os prodigiosos ffeitos dos
Collares Royer j o3o ensinar o querer
iBtroduzir novidades, porque a fama de toa
efflcacia t*-se taato estendido, e os sene
feiizes rebultados a tal altura elevado, qoe
boje rara a pessoa -qoe por experiencia
propria, ou por intermedio de seas amigos
e parentes, ignore ou. desconaera as irtu-
de* desses sempre aareciaveis collares
Royer.
A aguia branca porte se gloriado coacor
rer para uro Uto justo flm, se a3o por ou-1
ro modo ao menos por ter sempre, e cons-1
anteinenU uro completo sortimento desses
collares magnetices, qoe bem se podem cha-
marsalva vidas das criancas.
Resta anda que os senbores pas de fa-
milia se facam convencer (de que convem
nao esperar que as crianeas sejam atacadas
do mal, e por isso necessario ou conve-
niente qne com antecedencia se deite na
raa
dotreap
.&8\ I
.
o n. 9 A, esquina da ra do Imperador
Acaba de chegar pelo va^or Gummi, om variadissimo sortimento da fazendas qoe dizam os
nossos correspondente que .rsm as memores, as de mais goslos e novidades que eocontrai ani o>
Parii, e por isso muito recommendamo; a apreciago do respeitavel publico, os seguales artigcs que
g eocontrario na loja do Passo.
Rfquissimos cortes de seda de cores, rom lindos
matues completamente novidade.
Liodissimos vestidos de eambrata branca bordados
com gosto.
crianza uro desses collares para asslm estar' Hieos basquines, primorosamente bordados, e uiii-
ella preservada-das convnlcoes e se contar n>* n,od* em p,,l-
vre dos rigores da denUoao. M*2MpeiioMaaaeaa.paiaa a iroaac
A aguia branca roa do Queimado n. 8' rlT 2 *"* ? 1
contina a receber por todos os vapores Ceqmepa?"a SenbrS' eDd'*" d* ulm moii
franoezes a quantidade que ba contratado e Lindissimas gravatinhas para- senboras.
por isso acha-se ella sempre provida dos ver-
da deiros colhres Royer ele trieos magne-
ticos.
A Aguia llraaea a ra do Quel-
aaado u.8.
Ineontestavelmeote* na Iota da Aguia Branca
onde os apreciadores do oom podem roalborroenle
prover-.-e daquelles objecios de gosto. E-sa verda-
de ja por taotof e tantas vezes reconheclda ainda
agora se Ui confirmar com a nota dos preciosos
objectosde godo e valor qoe a aguia lera a sals-
faco de paleniear e pflr a disposicio de qaem os
desejs e possa comprar. Ella principiara pelas ri-
cas ranas com msica e sero ella, para costura.
Essas catz&s par sna perfeledes, gostos e rique-
zas, se tornan recommeodaveis para algum im-
portante presente, ou mesmo para quem tenha Ros-
to de potsoir urna bella obra, porque de certo sao
ellas as de maior valor qoe se encentrara em Per-
naT.bucii, tea io ama qu sobresane a todas as oo-
tr.i- Aim destas ha ouirs de precos menores, as-
s'ii como tambera ba b mitas camuas vazias de
madeira, enveruisadas e marebetadas, com fecha-
dura e chive, para costura.
Em leques o que se pode encontrar de niellior,
sendo :
Todo de madreperla, bordados, obra de gosto e
valor.
Ojitos da madreperola e seda, bonito; desenhos.
Outros de madreperola com b rdadoa col rldos,
Obras de muito goslo, e geraJmente apreciadas.
Ojtros toaos dd sndalo.
Outros de sndalo e seda com bellos desenhos.
Outros todos pretos para lu'o.
Outros pretos com desenhos rozos, proprios pa-
ra senboras viuvas.
O-itros de sndalo e faia, formando qualro vistas.
Outros de sndalo e sndalo e seda, para me-
ninis.
Outros de madelra e papel, obra barata.
Lindos colares e voltas de vi Irilho e seda, ultima
moda e loteira novidade.
Collarinhos, punbas e grav*linhas dd Cbuny, com-
pleta njvidade.
Rlquissimos leques de marflm todos abertos e de
ulumn gosto era Parlt; eerm f orno de sndalo
madreperela.
Riqoissiroos vestimentas de cambraias primorosa-
menta bordados, com lodos os pertehees p.ira
creancas se bapilsar.
Ricos vestuarios de ocres, todos completos para
meninos de 2 a i annos.
Manas de blonda >ara oolvas.
Moiriantique, grosdenaple e sedas preta, branca
e de cores.
Riqulsslmos cintos, ultima moda.-
Rec s enfulles para senh ras a nenioas.
Lmdissimas cbapellnas de seda e da palba para
meninas.
RlquissImos eorles de fantasa pira vestidos de se-
chora.
Lindos corles de laa para vestido, novidade.
Chapeos de castor a canotier, ultima moda para a
rapaslada em Parlz.
Grande depo-ito de Invas de Jorjvin recebe-se por
lodos os vapores grande sortimento.
Casemlra, cambraiae, laa?, mossellnas, precalla?, chitas e uraa InDuidade de objeeios qne
deixamos de meneltnar por se lomar macante.
Isto so na loja do Passo ra do Crespo n. 7 esquina da do Imperador.


AUGUSTO PORTO i C.
11Ra do Queimado11
Este eslabelecimento acaba de receber e ven Je por commodojpreco as segtintes
fazendas Anas:
Vestidos de bond para noiva com manta e capella.
Ricos vestidos de oambraia branca bordadas que ha de melbor.
Cortinados bordados e admascados para camas de 2oJ a 8oJ.
Dito- bordados e admascados para janellas dn 9# a L2u&.
Colxas de seda e laa e seda para cama de noivas.
Basquinas modernas de mtaito gosto de 2o5 a 5oJ.
Toalhinhas de croch para cadeiras e sofs, e colxas de croch para cama?, i
Chapelinas de crpe branco, e cbapo de palba da Italia para senbora.
Moir branco e preto, grosdenaple preto e de todas as cores para vestidos.
Camisas para homem francezas e inglezas de linho, e de algodo.
Goardapisa de crinofloa para fazer mais elegantes os v> stidos de 13a e de seda
a 32o rs. a vara.
Superiores saias bordadas de linho, camisas e camisinhas bordadas e lenfl de
ieaes de filas, ditas de bonitas e modernas' cambraia bordada para senhoras, ricas toalhas borda Jas com muito gosto, e lindo? ves-
tranfas para vestidos tanos para baptisados com o respectivo enxoval.
L5as coaj listras de seda de vanas c es a qne ha de melbor.
Chapeos braneos de castor e ricos chapeos de sol inglezes para homem.
Malas de diversos tamanhos para via^ens.
Panos finos e casenras pretas e decores e oulras multas fazendas que se ven-
dem baratissimo.
Este estat>elecraentoconUaa a receber as me Inores.
Esteiras e alcatifas para salas.
11Ra doftueliaade11



>H II 4* FAJKEMBAS
v
M
LOJA E ARMAZEM
do c*


& Jra a JSl

.
i

i


Raa da ltraeratm n. 60
E
O AH 1 & SILVA.
Tendo os donos de^tefratde estabdeeimento resolvido liquidar a maior parte das
suas fazendas resorveraw vender oom grandes abatimentos em precos, assim como teem
recebido oltiraamenle orna grande porcao de1 fazendas novas tanto inglezas como francezas,
alemaas e suiss'S, teem destinado venderem as mais barato que em outra qualqoer parte
afim deapnrarem dinheiro, dando de todas ellas, amostras deixando car p- nhor, oo
mandam-nas ltvfr em casa das exiellentissimas familias pelos sjus caixeirus; assim como
as pessoas que negociara em pequea escalla, neste estabelecimeoto comprar3o pelos mea-
mos pi ecos que compravam as casas inglezas ; ganhando-se apenas o descont.
las a 10-, \H 20 Vendem-se um grande sortimento dos
melbores cortinados bordados qoe tem vin-
do proprios para camas e janellas, pelos ba-
ratos precos de 100,160, 200 e 250 cada
par sendo neste ?raer<> o melbor que tem
vindo ao mercado t assim como pegas de
B iles a U, 305oo e 30
Vendm-se um grande sortimento de cri-
nolinas oo balbes de arcos para senbora pelos
baratos precos de 20, 20ooo e 30 por baver
grande por3o. Da loja e armazem do Pa-
vao, ra da Imperatriz n. 6o, de Gama d
Cassas alio Mvi so o pavo.
Vendm-se bonitas ca-sas inglesas de c-
cambraia adamascada proprias para o mesmo 'res tixas pelo l^arato preco de 2ittrs, o co-
fim, na loja do Pav3o; ra da Imperatriz vado, ditas francezas fazenda muito fina com
n. 6o, d Gama & silva padrees listrados e de llores, assim como com
corles granadino* para vestidos pairuinas mi. as proprias para meninos a
Cbearam o mais bonitos corteg de or- 3nors. O oovado ou a 5oo rs. a vara : pe-
gandy Granadinos tendo 1varas cada crfe, chincha nrteja e arma/.em do PavSo rna da
sendo 7 v rastistradas para a aia e 3 varas Imperatriz n. 6o de Gama 4 Silva,
lisa para o corpo, tendo nas mesmas 3 varas' asacas de couBs a fiOORS. O COVADO.
eneites correspnndente saia para eneitarJ Vendem-se as mais bonitas alpacas de cores
o corpo e mangas tendo entre elles modas infestadas e-m bonitos desenhos miodinhos
Kap Paalo (aririrt.
A' loja dd Aorora di rna lar(ra do Bosario %. 38
penenet-nie a Manon) Jos Lopes r\- Irmso, receten
o bem rap Pac lo Cordeira a Ga.-s-t tino, asslm
como todas as mais qoalidades.
Na roa do Jasmim n. 52 vende-se nm
novosevUr8.
esaaaaaanMaaiaaMiMiaa
catre
Escravos fgidos
1
Fngio no lia 4 do correte do enpenbo Ava-
dante trcgaeila da Esnada, o escravo Gnuberma
com u8 sigoaes segninles: eabra, aitora recniar,
ps grandes, cabellos csrapinbadj-, oibos graj-
des, corpo resol.-, r, levoo camisa demadapuSe
caifa de brim branco, soppde se ter ido aseniar
praca voluntario : reeammenda-se a, pessoas en-
ea rngaoo do rerruUmenio e as autoridades poli-
ciaes a apprebenso do dito escravo a enirrfa-la
na dito ?ngenbo qoe recebera' a gmiflcaco de
1000000.
i
>
tteiico.
f
Fugio no da 10 do correte, do engenbo Gr-
vala, da fregoezia de Aifaa Frea, o escravo cnos-
lo por nome Jos, com ua iignaes sesuiotes : cor
bastante fula acabralbado, cabellos carapinbados,
com 30 annos -e idade pooco mais ou meos, ai-
tora regular, cheio do corpo, eom divers>.< pratas
prrtas telo roela, ponca oo neotinma barba, boa
figura, levoa eal<;a e camisa de aluodao azul it
mais entra mnda tambem de aigoda) de lisia
orna camisa da algodo mesclado, chapeo de bas-
ta pardo, levando c cojo escraivo foi do 8r. Dr. Aniunia ll-nrqua de
Almeida, cojo eteravo naiorai d* pcovipria da
Paralnba, para onde seguio viuo as informacSet
ja obljilas : por i!o roga-se as autoridades poll-
ciaes e capiles de campo a captura do alio eera-
vo aoadeo encontrar e leva-lo ao dito <>Bg>nbo
seo saobor Janoelde Barros Krt.c> e Mello na
n-.-i .cidade a Manuel Antonio Sautiago Li-.'sa raa
do Apollo n. 28, que ser genero^amt-cie recom-
pensados oo mftsmo qnem dalle der noticia aiacU.
50^000 de K^tificiiQlo.-
Da-se a qoanua de ot'0OO(i a qa-m t'ooir o
escravo Aotonio, com os >igoaesseuu'tiies : ca-
bra, esttura regular, chelo do corpo, pesclo cor-
BrcsSa,
tem
eoenn-
-------------- wuaraoQo (u Pao o'Alho,
8 0*0 rs. O COvadO, ditas lavradas, as melbO- guiando um ceg tambem de n^nie Atoui", pardo,
res e mais modernas ooe teem vindo ao mer- a4n,,;, mnt.c,m atri bellida grande em nm oihoj
verde azul e 8nii|i5e-se se a's autoridades a aos capities de caatpo, qaa
lyno,
loja do av3o, na da Impe
ratriz n. 6o, de Gama & Silva.
Tiras bordadas c Rabidlnhos
Qaem quizer fazer boa compra de tiras ^: sendo bavana,
bordadas on babadibhos, acbar nm grande'outra "*> qoe-iBilem a seda, pelo barato ,PPrehendam o dito escravo o iam ra iV
sortimento para eseolber e pur ireco muito PrecodeSoo rs. o covado, pechincba : na periai, u 89, armazem de sai, que s gratificara"
loja e armazem do Pavao ra da Imperatriz com ""i'L'JM0^ccnsa a,m ofierectdo.____
n, 6o de Cama A Silva. Ausencia.
VESTIDOS DE FANTAZIA A 80000 E I Ausntense da casa de Aolooio F^mandes de
100000 RS. Figoeiredo Paiva, a* roa Direila n. 129, no da 7
Chegaraa os mais boailos cortes de ves- 0,C0!reDi0 mf^,'le.D0'rab^:,' "'"' **?El,a.s.
tidos de faDtazia muin proprios para passeio
e soires, por terem lindas barras de seda
A A.: j.'i Branca receben novameote ou bello
serl m-lo .f.cquellas apreciabas guarniefies de fi-
tas : a.^im como ouiras de lindas e modernas tran-
cas. Os apreciadores do bom comparecam na loja
da Agota Branca a ra do Qneiinado n. 8.
Fiiiissim Vendan -u na ra do Queimado I >ja da Aguia
Brauea n. 8, oade la o bem ba r otras muitas de al-
godao para i:ria>nf>s de 3 a 12 mezes.
Hui linas lavas de G > de Escossia e seda, para ho-
rneas e senioras.
A Agma liraoca a ra du Queimado o. 8, reca-
beu nm bom sortimento d Boas luvas de fio de Es-
cossia e seda, brancas e de cores, bordadas e lisas,
tanto para b ;m<-ns como para senboras ; quero as
pret-nder e OirijT-se a olt loja da Agota Branea,
eonnreera qne em tal genero nao se anconira.me
Ibor, e talvet oem mesmo igual em alguma ouira
parte.
Requifes liranees ou (raaeinhis papa-fina.
A Aama Braoc* aeaba de receber um novo e
bello sonlmeito dessas to procoradas trancinbas
papa-fina, eom diversos e agradavels moldes, e co-
mo sempre a Aguia Branca, a ra do Queimado n.
8 continua a venl-r barato
Gollinbas e pimbos, manguitos e gellinbas, obras
modernas t de goslo.
A Aguia Brauca atma-se recentemeote provida
de bonitas golliohas e ponbos oordados, manguitos
e golliohas tambem bordad s, e toda do meinor
gost, e ultima moda, leudo oas golliohas e ponbos
mullos, ja cofeitados com filas aulladas, e algumas
pequen' s para meninas. Os precos apetar de com-
modos van..ti com as dill.:retites qoalldadis das
obms. Os prelendentes cumparegam na loja da
Aguia Branca a ra do Queimado n. 8 que serio
servid'.s a c-ntento.
ntremelos bordados en pecas grandes.
A Aguia Branca a ra do yuetmaJo o. 8 est
veodeod) bonitos ntremelos bordados am pecas
grao'lt-s de 12 tiras, e pelo baratissimo prego de
2^501) cada peca. A sraode xiracgo que elles
i3d> tido confirmara os diversos fios para que ser-
vem, as iru polsconvrn que a boa freguacia da
Aguia Brauca aproveiie ass boa e barata fataoda.
3
Este subelecimeoto acaba de receber lindas
cbapellnas para senbora, ricas calimbas para eos-
loras, ditas para jcias, pentes dourados para coco,
Avalas muito ricas, assim como cintos e pnlsetras
da ultima moda de Parts, ntremelos e babadinhos,
fconiios toucadores dourados e da Jacaranda, espe-
Ibos eseossezes de diversos tamaohos e ricos cani-
lles para seohora, voltas para pescoco, gravaii-
obas, bico de seda, dito de algodo, labynniho, e
Bollos muiros ubjeet'js de apurado gosto, que se
terna eufai juno mencionar, loso por precos mal-
lo commodiM: a' roa da Imperatriz o. 70, na loja
da Lealdade.
"" Vende-sa um bom piano de mesa de jaca-
randa em perfeito estado: na roa da Cambo* do
Carmo o. O. _______________
. .i i i i 11 ii
en:,
lMfli
CAEOBA
PREPAR&DAi FRI

POR
rbarmacentico pela escola de Paris e successor nesta cidade
Aristide Saisset e J. Soum
22.-----Rna da Crnz-----22.
GBAIfDE BAZAR
ra Nwa n. 20 e 22
Tratamento puramente vegetal sem mercurio, iodo, onro, nem oulrc qua'qct
uineral.
Verdadeiro porificador do sangoe sem azongue.
Especial para a cura de todas as molestias qoe tem sua origem na impnre a da
sangrje, como sejam as molestias boubaticas, sypbilitias, eseropiulosas, dartbrosas, quer
renbam ellas por bereditariedade, quer sejam adqueridas pelo contacto com pessoas in-
feccionadas dos diversos virus que conlaminam o sangue e os humor, s.
A earoba um remedio prodigioso, usado desde remotas eras pelos indio
do Brasil, e paswndo sea aso degerac5o em geraclo, boje um dos remedios mais co-
nbecidoscomo proprio para eombater as molestias mais bedtonlas, entrando nesse name>
ro a moxpnea ou elepbantiases, p-ra cajo curativo os nossos sertanejos consideran a
earoba como remedio especifico.
A muito tunpo entrn a earoba nos formularios como preparaclo magistral
sob a forma de eleictuario, ainda boje letnbrado as pharmacopas com o nome de sen
celebre autor Jo5o Alvos Caraeiro: nao ella portanto remedio novo nem deseonbecide.
O ungento de earoba da mesma sorte preconisado desde tempos mmemo-
riaes como o mais apropriado para o curativo das boubas e ulceras syphiliticas srdidas,
e empregado com proveito depois de improficua appcace de muilos outros agentes
tberapeuticns enrgicos e de aso quotidiano.
Muilos do nossos mdicos de consideradlo e entre elles o muito dtstincto pratieo
e observador o Sr. Dr. Pedro d'Athayde Le* Moscoso, tem conflrmadt) por meio de ex-
perieucias repetidas, o qoe diz a fama das benficas propiedades da earoba ao trata
ment das beabas, das diversas formas sob que a sypbis se apresenta e muito especial-
mente as que teem su sede na pelle, e podaramos relatar algans casos de data muito
moderna obsarvados pelo mesmo Sr. Dr. Moscozo em qoe a earoba produzio admiravei?
efleitos, depois de imitis e prolongadas applieares de salsaparrilha, mecurio, iodo, on-
ro e seos preparados, etc., etc.
Nao era possivel que ama planta tie notavel por suas inappreciaveis virtudes es-
capasee a perspicacia e investigacoes dos mais abalisados praticos europeos, qoe se ap-
plicam com especialldade ao esiudo e tratamento das molestias syphiliticas e herpeucas
e para prova abi esjao os Srs. rs. Gaseoave, Schurfer, Rieord e outros dando as mar
Usongeiras informacoes sobra as propriedades curativas da earoba e pieconisando-a coar
remedio poderosissimo para o tratamento das eropedes cutneas, seccas oo suppuratibas
dartbros de todas a qtalidade, ec emas, ulceras de diverras nattirezas, tomores, osseos
e outras muitas molestias de natureza sypbiritira aa boubatica.
Por tr-se generahido mmto o oso da emenda da caraba que en pre-
paro e pelas instancias de vares mdicos que desejam continuar em asas obaervacTieE
MaehiMs uaia costurado autor Wbaala'
d Wilson, chegadas. TjjiBBmete da Abm~
rica; nas. quae puda coeer-se com doui
pespotitog, toda e qualqoer fazenda, emb*
mbar, frangir, bordi e marcar roupa; toi
eom perfeicjio. Sao to simples, que con>
prebende-se fcilmente a maneira do traba
Iho e a pessoa tendo pratca de coser em ma-
rtinas, pode fazer por da o servico que f>
ciam 3o costoreiras.
Chama-* i este eslabelecimento a atteii
(So do publico, visto qu elle se acba com
pletamente sonido de ebjectos de goste
como bem leques de madreperola e de sa*
dalo, fivelas, flus para cinto; cokes perfo
maria e_etc, ; ________________
Na roe nava o. 20 e 22, Caraeiro Viat-
na &E.
deliberei-me a ter prompia orna quantidade da mesma esseocia, obtida sem a aeco do
ugo, para oio prejadicar a- propriedades medicamentosas; e d'ora em di ante en con-
para eseolber e pur i reco
mais barato do que em outra qualquer parte,
na loja e armazem do PavSo, ra da Impe-
ratriz n 6o, de Gama $ Silva.
Fazendae para nt a loja do
PavSoa
Vende-se setim da China com 6 palmos de
largura proprio para vestidos a 2d o covado,
lazinhas pretas lisas, alpacas com listra bran-
ca a Ii5 o covado, cassas brancas com listras
pretas a 5oo rs. avara, ditas pretas lisas e
com s Ipicos vara a 56o rs ditas francezas
eom listras e ramagens vara a 8oo rs., me-
rino preto, alpacas e princezas, mais barato
doqueem outra qualquer part, na Ifja do
PavSo, ra da Imperatriz n. 6o, de Gama &
Silva.
PALITO'S DE PANNO A H
Vendem-se palitos de panno preto saceos
a 6)5, ditos sobrecasacos a io6, calcas de ca-
semira1 'preta a 65 e 7(5, d ta muito finas a
9d e 10)5, finisslmos sobrecasac< s de pao a
2o e 25)5i calcas de casimira de cftr a 1& e
8i5, um grande sortimento de eoleles de toda
a q na I ida e e outras mui as qualidades de
roupas qu se vendem mais barato do- que
em nutra qualquer parte, na loj e armazem
do Pavao, ma da Imperatriz n. 6o, de Ga-
ma & Silva.
CHALES A BENOITON A 5,5 E 6,5
Vendem-se os mais mudemos chales a
Beooiton pelo barato preco de 50 e 6 tos de merino liso a 3d5>, ditos de crpon
a 7(5 e 80, ditos de merino com barra a 2<5
e 2,55 o, na loja e armazem do Pavo, ra
da Imperatriz n. 6o, de Gama & Silva.
P>ra >aias igOM i88 e 1S00
Chegou para a loja do Pavio urna grande
porc5o de ntva fazenda branca especialmen-
te para saias, tendo a largura a altura suffi-
ciente de urna saia com um bonito bordado
de um lado ou urna bonia ordem de pregas
deforma que com 3 I|2 varas se faz urna
saia de ura so panno, e vende-se pelo r-arato
preco de \$, 1^80 e I55oo rs. a vara; na
loja e armazem do PavSo ra da Imperatriz
n. 6o deG^ma Silva.
Aa sala do Pavo a a#500.
Vende-se orna graihle porgo das mais bonitas
saias brancas eom lindas barra bordadas de co-
res, tendo 4 pannos cada orna, sendo faienda. o
tetramente moderna, pelo barato preco de 35-J'O'
cada urna sendo fazenda que sempre se venden
por muito mais dinheiro ; na loja e armazem do
P.iv-i, na roa da Imperatriz o. 60, de Gama di
Silva.
PEtlIlIK II1 4 O KEIS
Mun;ulinas de 12a
Pelo ultimo vapor cbi-Ron nm st r.do sortimento
das mais lio tas morcolinas de laa, sendo de urna
S cor, porm cotn as lindas cores atol, magenta.
bunioa, roxo ele., tendo lartura de chita fraoceza.
e vende se a 640 ris o evauo na l< ja do Paveo a
rna da Imperatriz n. 60 <*e Gama dr Sil*.
Vestidos braneos a ijfooo.
Cbegaram os mais lindos cortes de cam-
braia branca transparente ricamente borda-
dos que se vendem pelo baratissimo preco
de 245ooo rs. na loja e armazem do PavSo
n. 6o de Gama & Silva.
I.IUNE lE H1VC1I4
c:ort-s de lia a 4Jj(00 -
Vende-se nm* grande porco dos ajis bonitos
cortes de laa eom lindos lavores mattisados, tendo
15 covados cada corte vindo cada nm em sen
papel, pelo barato preco de 4< o enre, oa toja -do
Pavo-raa da imperatriz n. 60 de Gama
sHn. ,
CASAQvjINHOS 00 PAVAO A i8& 2o|
S5,5Eao#
Cheuaram o mais modernos, casaquinhos
oa jaquecas d* gres preto, ricamente enfei-
tadas sendo uos com cintura e outros soltus
cooforavt se osa ultioaarneate e vendem?se
pelos baratos precos de i 8 >, 2o5,25d e 3o,
Ba loja e armazem do Pavao, rna da Impe-
ratriz ii. 6o, de Gama & Silva.
Moii-eautlquc.
' Vende-se snperirr moire-amiqne de rr, rom
algnm loqna de mofo, por preco moito barato, para
"acabar: n loja do Pavo, rna da Imperatriz n. 69,
J

i
4
ciioulo, com tade de 28 a 30 runos, alta, chew do
eorpt, rosto redondo, tm barba, brifo* (ironofc
falla aullo alegre e desenmaraa >o e lem os pffl
e vendem-se pelo barato preco de8<5 eiio curios e muito grossos ijoe parece inrbados, maos
cada um na l. ja do PavSo ra da Imperatriz trosr*st ir trabaihar em-padam : roo.t>. nt-
r, (tr. An r .a>ur ror de i:a-
' d ?. d*a r hl-td ^ f' ei,""*a de aiul0' ^ dfl ^" "r'sss- *
,. rAINWtto rArA LiAUtJKAs vou mais urna tronza i om camisas d? cMta e ealja
VenJem-se um grande sortimento de de trun pardo novo egrosso. Esieescravo-M com-
pannos de ero b proprios para cadeiras, P"do nest. praca aoSr. Aoton.oVirir deSa Bar-
sufis rartoiras dfl halan me nara almnfarta'; ^,',' n,"ra,,0,r Di suidi., caaeiras ae DaunmS) para aimoiaaas procurador Ricardj J.cmttio de Abreu Kogo.an
e para cobrir presentes, e vendem-se "
por
precos muito baratos, na lo a do PavSo, ra
da In peratiiz n 6o, de Gama & Silva.
Cambraias de stpico.
Vcndem-it as veraOruas cambraus francezas,
brancas, com salpico?, tendo 8 I/i varas cada pe-
ca, pelo baratissimo preco de 51oo0 a p<-ca : na
toja do Pavi', roa da Imperatriz n. 00. de Gama
& Silva.
Cassas de ama *> cr
a 240 rs. o covado.
Vendem-se superiores cassas de arna 6 cor,
tpnrio asnl, lyno, edr de rosa, roixn, tc, e- veo-
4em-se pelo baraiis*imo pre^o de 240 rs. o co-
vado para acabar : na loja e armazem do Pavo,
roa da Imperatriz, n. 61), de Gama A SiUm.
Ii-i de vir para a praca esle-e num engenh> em
Uoa C nsta andar na pra; pr>r lar aqu irrxso e
sobrinho, ou lera' segu do para Uoa. Roga-sa pi r-
tanto a todus as autoridades |Milicia>-s, rom espe-
cialidade as desla cidade, de Una e Palmares, a
prteaq des te escravo qoe sera' genero*-.' mele gra-
tiBcado capitn de campo oo pessoa qu- o pren-
der a leva-io ao referido seobor, na sua padaria
da sobrtdita rna.

de gratificaco
a quem capturar o preto da Costa de nr.me Jacip
Iho, i i.i'ie 38 annos; estatura pooco menos de r
guiar, tero taita de dente, bem como tainos a
l rosto bem salientes, as peroas una.*, mc, Iuro et
I 29 de selombro prozim^ passado, levando vestide
calca e camisa branca, cliapo deeipa baixa e dv
j abas oequeas. A primolra vpz que se ecadio ln
tiiolava se como forro de n.n;ao, e enrpregava^
em servente de pedn-iro c ero outr< idmiicos ;
Linhi-s novenos, multo superiores, libras surtidas rogase, puis, as aotorldades policas e a qualqoet
a 2A20 e 21'00. part>rulr,r 3 Cptora de dito escravo, a ser entre-
Dita era nvelos, mais inferior a 14-500.e 14800 gue a sea seobor Joio da Silva L*it<-, oa roa di
lla- Cadna do Reeife n. 1U, que sera' paga a gratiBca-
Presos vantajosos
ass miodezas du grande cstabeleci
Diento le sow S^es i imn.
Raa Nu.ya o. 28.
Vendem en g roseo e a retalho.
cam'sl abas a '9$.
trar-ie-ba na nHoba-pharoweia seaipre e em porcSo aBfJBcientepara todos oa pedido* tendedi s-1* modernas camisiohas com
SSEN'UA CONCENTRADA De CAKOBA, e o ungento da mesma plenta para qne nan mangaitos tanto lardados como de pregontias c
fallem aos Srs. medico que quizerem esperiiaentar to precioso agente medicinal. elegantes poo*^ fcoo*'*, J^.l'.'a_d^r*i'',fi04r**
lo preco d 3*"00 ; n loja e ar,miem do Pavao,
ra da Imperani n. 60, (le Gama & Sirva.
Recife de Pwrpamauco, 17 de outubro de 1866.
i A'Jfisn Caow. ume do
. ptcliBfiha en casimiras a lb
Pvo.
XQjrioltft
.......
de 4 rodal 6 t earallo Miso sonerlor, vende-ss
par tratar na roa d > Crespa n. 16, andar, pi-
ra ver-ae accebdlra do Paolmo ra da S. Amaro.
Feijaa anita mv i 0$ e sacca
No armaMtn p cas Sf de Novembro n. 2fi
com todos os pirtenceo, e mni propriosJ*r xa. ."-"" pvi i roa da Imperatriz o. 0.
dendo ca* vapor trabalharat eom laOserrai, *" tambe ,arwi para enfardar UfQi-o para Jz^USmZ w.r*ihm
airo qoaiqoar serv.co em qoe ofam de traballiaf Vende-se os mits ^n" "X^h^SZ
coro .nimaes. Os roemos tamben tfim i' fetld*' fcrtiiTra<^MBt ^*fbaaa.blB.
Dita branca ero caigas de SO nvelos a 640 ris
Dita para marcar, calzas de 16 ditos a 2i0 rs.
Dita branca em ditas de 10 ditos prandes a 560.
Dila em carros de 400 taruas a 360 r* a du;ia*
Dita em carros de 200 jardas a Jo a duza.
Dita em carios, brauca e preta, a 160 rs. a dila.
Rozelas de cores em cana? de duzia, a 14500 a
dita.
Grampas com cabeca de vidro a 160 re. a dila.
Agnlheiros piuiaios a 20 t,. a duzia.
Bi-tdes de mondinbas doaradas e praleadas, para
punbos, a 14900 a dnzi de pares.
Ditos de madreperola, para camisa, a 600 rs. a
roza.
Ditos de paso, para caiga, a 240 rs. a dita.
Caixinnas com sola-ios de chumbo a 120 rs.
Espelbos de mulura domada a 14400 a duzia.
Pentes de lago doorado, para cac, a G4 a
i n'' i.
Ditos de lacos lisos, para cor, a 33500 a duzia.
Ditos doorados, com flores, 23401) a duzta.
(ao cima.
1000000
i Fogto no da 25 d > coi rente m^z d:' ont.ibro, de
eng-nho L'moeiro fregoezia da Escada, o escrave
com us seguales sigoaes : eabra fusco, alio coa
, bom cerpo e bunit. figura, cara bezig sa, barb
1 punco -errada, coituma rapar o bgode ea peira
(cabellos nm tanto carapinhajus, pooco camb. ta-
lero os d*dos grandes dos ps mais compridas
I oro pooco gago, com ; Igumas cioatrizes velbas d
clin-ole ua- costas em urna pa' e em um braco
, vestiodo camisa de a'godo di m>ta oo algudozl-
1 nno, Cjlca e paletot ae brira pardo, cbapo de ae
ta preto, e lava vara (te carrelro que e sopp5e-s
ter ido assentar praga como voluniariu : recom
menda -e as, pessoas encarregadas do rKcrutamen
lo e as autoridades polica es cora esiierNilidae M

',
Paga-se bem.
d) Rio Foraoso, Una, Agoa Preta, S. B\mto e Por
to Calvo e a oQira qualquer pessoa a apptehensic
Do oeUbato! nzoaobraa panahiar 'a""2*i00 du d'u> eCaT0f, enri6a:'J *n> tmteobn, qw
e 2400 a mu. ; recebera; a gratificado cima. O escravo cbama
D;daes amareios e praleados, finos, a 240 rs. a se Pratciscc
dila.
G''fhetes em caixroha* a 640 rs. a dita.
Ditos em cartdes a 600, e 900 rs. a dita. Fogfc) em dias do mes prozimo pas-ado do poder
Pecas de fila para coz, larga, com 10 varas, a
600 rs. pee*.
Filas de sJa n. 1 Vi. pegas com 8 vara?, a 260
rs. a dita.
Cadado branco para ceroolas a 56.) rs. a dotia
de prcas.
Lias de todas as cores, para bordar, a 64500 a
|ibra.
Phosphoros de edra, em -eaiitabas. a 360 rs. a
daila,
Do de pau encera lo, seo chairo, a 360 rs. a
duzia de caa obas.
Ditos derra, em caixas grandes de otha, a
11400 a duzia.
Cari i Ibas d* D/utrina Gbrlstaa adSa.rajrrtl'i..
Obreiea de coila, em>caizinbas, a Ai% e 500 rs.
Sabonetes finos a 800 e 14 a ouzia-. -
Pasas e garpios cabo de osso, fazenda boa, a 9
2450 a da/1.
Abi luaiiuras finas pare cleles, cintos com Bie-
las de orystai, e uiuMs otras qulidades, puicei
ras.de coalas pentes com pedras para coqoes, en-
teites para caneca, nfireompteto sorttmentoile -per--
frjmarras'de1 toiws as qualMade. oola*inho,ea*-
deeiroi a gar, terragens 4 todas as qoatidadesetc.
etc.; a ro -Nova o. 28..
Pa a casamentes.
Acabam de chegar pelo vapor francez
Guienne,- para a loja do P^sso riqaixeims
vestidos de idiind, com mant saia j pronipto (altando nicamente'Rel-
iar ao corpo da pes-oa .jue ti ver de fazer
uso d'eik Lilas camisas e saias priujo-
rowmente Bordadas oiaem os nossos cor-
esporidentes qoe estes artigos foraa) os me-
lbori-s e de mais gosto que encontraran,
em Paris, e por isso muito recommenda-
mos ap*6ciac3o do respeitavel publico que
s encontrarlo ua tela do Passo roa do
Crespo n. 7-, esquina da do Imperador,
Verter 'iwothMi roa dt K.| 40,
qnem se jolgar credor aprsenle sene ltales no
praso de ires das, odp eM praso nao se r-poo-
sabilisa'ttai's. ftvcffd"!de"BotettbfdUif:
f- Vende-e orna rm>5~pn)pri7*pora'JqTjsl
oner njor*, a dinrieiro n a oras; f UM
Ponas n. 68 : lee remandes pera famtha.
Vende- elnpra|rt)iM~(>rlf.Ms ****, 8
tro bowms illoMres pratwie e>fWmfc*Bo,
amariMii dos a BfwtMoe por barato preo; na loje- arma- pelo rommendador A J. de Helio: 3 toaos, 94000.
P^eUSSTrljam VE** Orpe- TrntoTE^tolmn***!* Gamal Na loja de livros do Sr. Monteiro: aa roa do la-
Seotoa. M. ^^ tva, iperwor, obtm Anfostt o.W.
Fngk) em dias do mes prozimo pas-ado do poder
de Ag oiiuio Jua de Uliveira, em Caruaro', o sea
escravo Rntioo, rnnlato claro, Idade 36 anoos, seceo
do corp>, peroas finas, olhos nm taulo amortecido^
nariz afilad \ pouca darba, multo corlea e trn fal-
lante, roettioo a valeote, gosta de agurdente e le-
voo japona prela ; foi encontrado no da 3 dr> cor-
rela oo lugar Bnialeira, em dmccao a estrada de
Ierro e sospeita-se qoe leoba ido off-recer-se romo
volupiario para guerra : rogase pnriaoto a aol-
ridades policlaes e capiles da campo a aprehen-ie
do dito escravo, qoe ser entrega*-a seo senbor oo
a S v-r.oo Alves da Silva*, em Trombeta.
Aeneo

?ir?.*
No lia 6 de jaoao do anno passado, fe>
gio rio engenho Santa Cruz um escravo de
nonie Lporeacovpertencenteso abaio assig-
nailn. Consta que elle ac a-se occulio na ca-
pital da provincia da Parabyba, nt.de ten
irmaos e mai. O abaixo assignado descoo- ejb
Qa mesrao que nesse lugar ha alguem, qoe
o protege, oceulta, por lar elle apreseolido -,;-^
a umn pessoa aim de ter comprad*. Os
signaes deestravo o es segnoies;
Tein a cor ftraj parece ter 17 annos (le,
idade pooco mais ou menos, al lu a regular,
sem barb, grossude oorpo, os pes cbatot,
anda um p 'tice apressado e falla com dea- >
cani^>. Previne-se ainda que este escravo i
muito bom distiladu' e muito iia^iidnsa. f.
Quem o agarrar pode manda-lonlregar ao i -j
abaixo assign ci to engenho Santa Croav-j*
'lerme-dB feVd'Alaoi oui4ia Parabyba ao -
Sr. Julio da Costa Sirnes, ^uereieber ISO^. f
j Jos de#Btk^aiaeda. ^
- ^cba-se ftrgida da sa de *ea senaera V
raa Aageeaja. 88) a arela fula Srftaaaj ca 'lurasoeTptf'ape6cico de emboe aa- lados a
moito eoDversadeira a regrista, iotitola se de for
rafternero om ds brecw um W'qakoia-
dura, f(f erreootrade a Moreaee de** mmvQ
para Staao Aeaaenaa^e estafa paganar seann*. J
levavii reaadatfe eaaabrela eioj. paoao flee o
que pode ter modadj porler levado mais rodpa :
pede -sf as aatornlades pllciaes e eapitftet Vert
rx> a a pprenendam e levem a mesma roa' aUh i
sMseaaora>.ra>io i
>


larlo de Pernambnco guara lelra SO de \iTembro de 1867.
L1TTEMTR4.

*'
Semana Iliteraria
(ContiDtnco)
c E com effeito qoem reflectir um pouco
sobro i*, al irnos acontecituentos; sobre a
ri>olidade d s motivos que da parto do Pa-
r*uay serviram de pretexto guerra, e so-
bre a ra.cha que esta um tido de*de o seu
principie al a^ora : quera media, diz^mos.
sbreos mei >s tormidaveis cmpregalos nes-
ta campatiba, e preparado?, de longa data,
por ura governo que coaverieu ein appare-
lhiig de guerra lodo osuor dos desg abados
gu iranys,decobrir fcilmente as causas
gwins das hostilidades, as verdadeiras inten-
sos do dictadorpresidente.
O Brasil. n5o tendo podido obter do go-
verno da Repblica Oriental salisfago para
urna sene de justas e legitimas reclamages,
empregou os meios usados em netfticas cir-
cunstancias pelos goveroos qna t-am cons-
tpela da obri*acao que Ibes assiste de pro-
teger os seus subditos.
A to c, de que *e utilisou para apoiar
a diplomacia, nao agradou ao presidente
Aguirre. nem ao partido, em cujo notne.
itifeiizmenie, diriga os negocios polticos do
seo paiz.
Presentindo que o estado de agitago,
gratis ao qual se mantraha no poder supre-
mo ila n-pubhca, seria logo substituido pela
(rauquilidade e pela ordena, se o Brasil con-
SHumsse uela forga o que nao obtivera pe"
KtttiMiiMi >ie 4 de agosto de 18 i5, que na ia
miis recl >gao,o presidente Aguirre langou n-o de
Codos os expedientes imaginareis, ain lames-
mo ilaqnellt-s que as nages menos civisadas
repelara, expedientes que cabalmente c-
rac erisara a especie de delirio era que o ha-
va arremessado a exaltago no derradeiro
pe iodo do seu mando poliiico.
iiNw tendo encontrado apoio hos mover-
nos europeos e no da Confederado Argn-
tea, u presidente Aguirre dirigio-se por ui-
ti.no ao Paraguay, cujo governo arolbeu-o
com sotfreguido. porque o presiden e L-
pez julgava-se felicissirao por deparar-se-lhe
propicio easejo de execotar seus planos de
ennqnista ou por outra de pescar as aguas
turvas do Prat.
III
Abeirando-se mais particularm-rale dos
fictos da Ruerra actual contiua o nosso pa-
ta ;io nf >tes termos :
Oepois de haver firmado com o gover-
o do Uruguay um tratado secreto de flli-
f c, o presidente do Paraguay metteu mos
-ora, e t-streiou nao so aporenenden lo
.icperadam-nte o vapor Mrquez de Olin-
da, navio mercante e paquete pertenc~nte a
era a corapanhia brosileira, como tambem en-
care rando nos ergastulos de Assumpgo o
Girunel Frederico Carneiro de Campos, que
?.'-abivj d ser nomeado presidente di pro-
yocia de Mato-Grosso, para desempenho de
Esta acto de pirataria, praticados aos .t
d* "Oiubro de i864, produzio todos os seus
tfTii'os, apezar da immediata reclamaco do
mi-iistro brasi'eiro residente em Assumpg .
Vianna do Lima, ao qual, a nao ser a offi-
Cosaint rvengo do ministro plenipotenc a-
ri i dos Estados-Unidos, tena cabido peior
sru do que a da priraeira viciim,
A" apprehe-HSo do vapor Mrquez de
O.mia segoio se logo a oceupago de urna
parte da provincia de Mato-Grosso, a mais
central das do Brasil, e ento desprovida de
netos de uefe-a. Por o ca^io desta inva-
sa deu o dictador Lpez a primara amos
Ira de sua ferucidade. As popuiaces raer-
niH.se inoffeosivasf irara tratadas com a mais
re quintada barbaridade, e muitas povoacoes
sa noalas, trucidadas, e reduzidas a cinzas.
Dmois de urna rpida digresso pelo blo-
queio e ren iigo de Montevideo e O de fe-
vceiro de 1865, d'unde resultou a nossa al-
llanca com o general D. Venancio flores,
conuni o Dr. Vhccdo:
f ) (iffjnsa que o gobern do Paraguay Ihe
scabsva de irrogar, o Brasil lu'ava com se-
rii-. didicuilades, porisso que, persistindo a
C ufo leracjio Argentina km sua leal poltica
da nao intervengo, opjiinba-se este governo
passagem do exercito brasileiro pelo ter-
ritorio argentino, e pelo rio Paran, nica
viaentao uraiicavel para ebegar-se comfaci-
lidade a AssumpQSo.
c Seassicn continu sse a sitoaco, teria
Silo inJispensavel queoB-asil abrisse eslra-
d- s atravez d Mato-Grosso ou do alto Paran
para p i ier tomar a otfensiva;mas estas estra
das. ideosamente tragadas no emmaranbado
t fl >resta virgens e outras barreiras natura-
cs e cora a extenso nao favorecida de dous
oj tres mil kiiometros.i depois de longo in
lervallo de lempo poderiam perraitlir o tran-
sito requerido, -v v
O aggresjor, fcprm, pela mesma vio-
lencia dos seniileaBandus, faciltoa a tarefa
do Brasil. Cont nlo ambiciona siraplettien-
te o M itu-Grosso, mas t >d > e territorirlbe-
rinbp do Paraguay, o presidente Lpez pro-
cedau para cora a Confederadlo Argentina da
mesma raaneira por que o fizeram com o
Br sil. Coosiderou a nao iuiervengo do
governo argentino como um casus belli,e,
sera a miuima advertencia, opo erou-sa no
comeco de abril de i8t55 do vapor Salto,
va o de guerra argentino que s achava pa-
cificamente ancorado no porto de Assump-
c5o.
t A li do msmo mez, lendo-se apre-
sentado urna esquadri'ha paraguaya sem o
me ior indicio iu mimisade no porto de Cor-
ricotes, foram por ella lomados e levdos
inesperada e traicneiramenle os vapores ar-
gentinos Vinte e cinco de Mato e Gualeguahy,
depois de assassinadas as respectivas trp >-
laQes. Era semu la assenhoreou-se da ci-
dadode Corrieotes, pralicando nella os tne:-
m s actos de canibalismo q e liavia pratica-
do em Mato-Grosso.
< E tes actos vandalios liveram por con-
sequeucia a trplice allianca de 1 de maio de
18U5 entre o I upero do Brasil, a Repu dica
do Uruguay e a coufederaco Argentiaa.
< Em presenta desia alliaoga o mtrecbal-
dictador, que toranu ao serio o seu papel de
conquistador, nao arrefeceu a coragem. Pelo
cooir quadra brasiieira, procurando sorprende-la
no da 11 de Junbo de 18G5
Este da, porera, asignalou a gloria
martima do imperio em R acbuelo, pois ah
a nossa esquadra recebeu galnardameote o
ataque do inimigo, e destruio quast total-
mente e numerosa flotilha paraguaya.
A Bordo seu exercito, enviada para in-
vadir a provincia do Rio Grande do Sui,
aiuda leve peior destino. Urna parte cah'o
entre as mos do bravo general Flores, que
a desbaratou e destrato sobre a margem di-
rcita do rio Uruguay; a ootra, composta de
dez mil borneas poocomais ou menos, ten-
do tido o arrojo de atravessar o rio no da
10 de junho, vio-se forjada a render-se
discriprjo na cidade b-asilera Uruguayana
ao exercito alliado, comraandado nessa oc-
casii) pelo proprio Imperador, o Sr. D. Pe-
dro II. A nistoria assignala este successo
aos 18 de setembro do mesmo anno de 18ti5
t Urgido pela necessidide, o dictador re-
colheu de Mato-Grosso o seu exercito inva-
sor, limitando-se a deixar nessa provincia
alguma guarnicjSo, e poupando assim ao Bra-
sil o trabalbo de retomar pelas armas a par-
te do seu territorio invadido.
Acabaram-se por esta forma as fa^anhas
do marecbal presideote fra do slo do seu
paiz.
Actualmente o novo conquistador da
America di Sul, D. Francisco Solano Lpez,
vendo-se na impossibilidade de proseguir em
>eus planos de inv.so mantem-se na defen-
siva, e, entrincbeirado as sus formidateis
foriificaces do Curupaty e de Humait es-
pera sem querer o momento (nao longe por
certo) em que tetn de contemplar o esboroa-
mento dos seus audazes projecios, que hio
de ter a sorte de todos os edificios que pec-
cam pela base.i
Assim prepara-se o autor da Peregrimco
para encetar sua interessante viagem. Acom
panb.emo:lo, e passemos obra.
(Diario do Rio de Janeiro,)
a Exdojc3o Universal dara testemunho dis-
toenkeaaft de MieMidede. -m-
A atertspeito so ni urna mmein de vor.
As tapiocas nSBras,ee toaiarem
oomotypo as do Ric principataejite, lera
Qnaoio ao rei^o commercio de Pars faz
a respeito das tapiocas brasileiras particu-
larmente das do Rio, urna queixa que nio
menos importante assignalar.
Sabe-se que estas tapiocas s5o em grumos,
[IM POICO DE TI 00.
GNEROJ DE PRODUCO DO BRASIL, NA 2XPt>-
srcAo universal.As tapiocas, as arartuas,
as fculas era eral do Brasil primaras-sem
contestaco na Esuosiijo de Paris.
Este artigo de expnrtacao que s appare-
ce em modesta escala nos quadros das nos-
sas alfaadegas, chamado, por pouco que
se queira, a occtipr nelles um lugar impor-
tante ; e para prova ba.-ta a allluencia dos
visitantes em r da desle producto e o juiao
unnime que fteram sobre o seu valor.
O uso da tapioca vai-se generaliaado cada-
vez mais na Europa, principalmente em Fran-
ca, e urna prova beor convincente a grande
extenso que toraou e que toma aiuda o fa-
brico das tapio as faUas.
Na produeco desta preciosa fcula o Bra-
sil s tem um rival, India inglesa, ou,
para ser mais exacto, o estabeleeimentos
mgiezes da pennsula de Malaca c das vizi-
nhancas. Mas as tapioca* ioglezau, que o
coramercio conbece sob o oome de Dandaog,
nao sao para temer seno em razo-do pre-
go e nao por causa da qaalwade.
Por este lado-sao decididamente ioferio-
res, e na falta da experiencia do coramercio.
um g'sio mais flnoe mais delicado, sao tara- cojo taraanho varia desde a de urna errlba
bem mais muciiagmosas e f -rmam urna ge- at a de am pjqoeno fejo; eo< negocian-
la mais leve, mais transparente ; d^rretera- tes preferera-as assim. quereo. lo ter elies
se melbor, sendo o gra i' mais homogneo, me-raos^-trabalbo de puiverisa-las, pri-
sem diHerenca na fractura, e com a cor de meiraraente, por que melbor do que ni-i-
um branco mais puro; o que urna quali- gu^m eais e oiomicaraene llies do elies
dade mnitoapreciada. es>a forma granlala, anloga do a socar
As tapiocas ingleas. porm, sao menos em p y-OaitsiJo. sob a qual os consumi-
i-endentes- e menos'.agradaveis; sao mais dores procurara e>te arugo ; depois, porque
transparentes, ea(ractura aprsenla um as- no estado de grumos ellas se alreram tn-
pecto vitreo mu notavel: sao meaos caras nos oa viajera. Ora, parece que ha do .s
e tamiiem menos est'madas. No entretanto ou tres annos as nussas'tapiocas sao mferio-
o sao mais do que as da Babia, que tem as res ao que erara outr'ora: t>o pulveruleo-
vozes urna bedtssima cor branca, mas cuja tas, defeiio que nao tem os productos ingle-
fractura amarellada, brilbante como a da ze>, e que os deprecia const leravelraente
gomma, parece denuociar, que a farinha. Pare e-me, salvo erro, que este deleito
ou oa occasij da preparafo ou depois, data da introducen) das machinas na indus-
passou por um principio de transformado tria da mandioca, particularmente dos for-
emdextrina. nos de torrar.
Os productos do Para sSo ainda mutos Se esta api cciaejo exacta, conviria pedir
baixos. aos nossos cotistructores de machinas que es-
0 Rio de Janeiro tinha originariamente tuoassem os processos embregados as fe-
o monopolio de tapioca, mais porque o per- cutarias da Europa para o trabalho da ba-
deu? tala.
Fot urna queslao de preco, pois as topio- Nota-se em certas tapiocas do Rio, e so-
cas do Rio sendo moito caras, o coramercio bretudo as da Bahia, urna cor embaciada;
procurou-as em outras parles, e achou-as. ed'Z so que este defeito edevido a urna la-
Estacare-lia de um pro lucio alias mutto vagem incompleta ou mal operada. E' po-
estimado, e que naquella epocha era no mais rra cerio, que os imitadores francezes nao
elevado pooto um alimento dd luxo na Eu- a Iqutrera militas vezes esta extrema braocu-
ropa, seria o resultado dos gaitos de pro- rados seus productos seno por ineio dos
dueco ? cidos Facdmente se reconhece isto pon-
Naj este o parecer dos commerciantes o as suas fculas era contacto com o papel
francezes, que nao besitam em attribut-lo de gyrasil levemente humedecido
todo a especulado, exprobranlo ao monopo- p0r este la lo, convir muito nlo ter in-
lio.ter paralado ovo dessa industria, que veja de taes productos. Mis por otttra par-
traba as mus enrgicas tendencias para de- ie positivo que as tapiocas da Braia e as
senvolver se. do Pai era mais alto grao ainda lera a jue'le
E cometf ito, ao nasso que se procurava grande defeito que dive provir mu pnva-
fora do Brasil um alimento muito apreciado veiraente da lavagem e sobretudo da scea.
e cujo uso descia de da em da ate s el is- pde-se quast sem receio apostar que se
ses menos abastadas de consumidores, o opera na massa um principio de ferraenta-
coramercio vio-se obrigado, para correspon- ^ que transforma em dextrina urna parte
der deman la, a recorrer fraude. : jo amido.
Fizeram-se tapiocas de bataus echegou- Possam estas ioformates ser uteis aos
se nesta falsificacao, alias maito innocente nossos productores,
quantoaj resultado para a bygiene e para a i
nutricio, a um grao de perfetcSo maravilbo- As nAg\s. Urna folha estrangeira dizque
so; pois fazem-se tapiocas de batatas com um grande perigo araeaca diversas rapas que
tanto apuro que o coramercio mais expari- po*oara parte da Amrica do Norte, mar-
mentado cahe no logro, nao sendo preciso cada j cora o sello da civilisagao. As pes-
menos do queaanaly3e chimica e o micros- soas apulentas, aristcratas ua democracia,
copio para distinguir um producto do mitro, recuam dianta do casamento e dos impul-
Os conbecelores ve dade sao mis dif- sos do amor. As mulheres do grande mun-
ficeis de engaar, mas a massa dos consa- do nao querera s r mes e renunciara
midores, aquella principalmente que olha propagago da especie humana, porque jul-
muito para o barato s julga pelo rotulo do gam que a sua missao ua trra outra, e
sacco, e a fcula de batata, superiormente que deveni dedicar-se a cultivar as faculda-
granulada que Ihe vendem est envolta em des da inielnge icia. Assira que naAme-
magnitco papel assetinadu que tem em lio- rica do Norte ha acualme ote pequeo nu-
dos caracteres estas palavras: Tapioca do mero de nascirae nos; a gente seria e pen-
Brasil.
Que mais preciso ?
Parece que alguma cousa preciso por-
que a despeito das tapiocas da India, a des-
peilo dos esforgos empregados pelas Aotilhas
frattcezas.a despeilo dos aperfeicoameoios ob
t.dos na matiipulago da batata, o comraer-
cio torna a ir decidida e frauoamerrte ao Bra-
sil.
S depende dos nossos agricultores recon-
sadora olha com inquielaco para o futuro,
porque as mulheres se enfastiara das ere-
ancas.
As damas da aristocracia dizem que ao
ser mes perdem a sua querida lberdade,
e comer u urna conspirado surda, porm
red, que, com quanto carena de commisses.
de secretariosede peridica, propaga-se e
ra i'itica com espantosa rapidez, para decla-
rar s pobre9 creancas en:antos do lar do-
quistar os mercados europeos, para todos mesti o e a alegra do universo.
os derivados da mandioca, a supenorid de Nao succele o mesrao no Oest^, em Ohio
que legtimamente ine pertence e augmentar
eji urna propongo quast indefinida o aga-
rtsmo dos seus negocios- neste genero.
e na Indiana, onde as tnulueres se rodeiam
com orgulno de um grupo de creancas co-
radas e robustas, p t-jue nao cordiecem os
Ha dous ott tres annos os neg'cianles es- hbitos da riqueza e do luxo, origem da re-
to convencidos da necessidade de voltarem pugnancia, de que ants fallamos, em ou-
ao mercado brasileiro. J se dirigiram a eile tras mulheres. para as quacs o dia de mai<>r
varias vezes; mas por urna parte elles notara j esgOsto, como acontece as de B .uton.
desde jessa triste tendencia para a espe-( aquello em ue do a luz uta tlho. II ir-
culaco e para o monopolio, que os afastou rturis-a so pensar que ha seraelhantes seres
outr'ora dos nossos balces; e por outra
eiles fazem ao commercio do Rio de Janeiro
no mun jo.
Mutos sao os problemas a que d logar
umaaecusac to grave que indspensa-, to inexplicavel anomala. Nis estados sel-
vel reproduzi-la, anda que ne seja seno' vagens sao numerosos os nasdraentos, e no
para que a possam repe-ir altamente os ex-1 estado de Mine, to virtuoso e econmico,
portadores a quem aecusam de repetida fina | no de Vermoni, to moraiisad-ir e no Vew-
de sinceridade.
As taptocasexportam-seem barricas. Ora,
se deve acreditar em pesoas, alias muito
respeitaveis, as uas extremidade* dessa*
barricas trazem urna tapioca da ais supe-
rior qualidade, ao- passo que o meio esl
ebeio com sortes do -i" e 3? qualidade, cu^
valor de 30 a 40 por ceuto infeor da*
ditas carnadas extetiores.
Comprebende-se quanta gravidade teria
semelhante fado sefosse verdadeiro.
Nao se ignora que foram lauto desta na-
lureza que comp'omettsram os nossos cacaos
nos mercados da Europa, e que a re-peito
deste genoro a notoriedade-publntal, con
ra-3o ou sem ella, que esta fraude est no-
tada em todos os livios especiaes.
Cumprs que serflicta nisto.
FOLHETIM
NS AMORES DE POETA
POR
0. MAIlll AMALIA VA1 UEJ CARVALHO.
II
(Contnoaco do n. '266.)
F.ei Jos sentia-se as vezes deliciado,
tnas me roso ao escot-la discorrer sobre
08 mais diffi eis pontos da f chrtsta, ou
sobre os mais sublimes captulos das esertp
toras.
A aguiaznba mal empeada que elle aco-
4b ra no seio carinhoso e solicito, rasgra-
t.; agra para o sol vos, em qua o seu
CSpinlo a nao poda seguir.
Qliando Frei Jos, quasi assustdo da io-
l anidada das meditaedesr eligiosas de Mara,
ftie pro unha outros livros e outras dist' ac-
tles, respond'ta-lhe el'a com vivacidade :
__Para que meu bora pai ? na Biblia
l 'ni eu tU'io quanto o meu espirito anceia
Conbec^r. nao ba na rain!raima urna corda
s, que la n5o ache a sua vibraco / E em
terdade as*im era.
Desde o Gnesis, esse capitulo grandioso
mno a creacio que elle explica, at mats
oome e humilde parbola dos evaogelbos.
M> a encautava, todo a attrahira, ludo a
fescinava com ignorados esplend res.
Poeta eomo era, poet de oslincto e cega
amante da oatureza, deliciavam-na aquellas
simp'es pastoraes, aquellas suaves descrip-
jTes, e aquellos idyll.cos amores.
Ciiorava como Job as plangeotes melodas
Ca sua dr. porque n'ella adevinbava esse
t..:menso teclado dos soflrimeotos humanos,
IHo profundamente vibrado por aquella sym-
l> ..lira Mo t
Mas o qno ella amava sobrelndo, o que
a fazia cborar lagrimas de inneffawel com-
tnoro era o apparectunento da luz que irra-
dia de Bethlera, e tracando um disco esplen-
dido na passagem, vai sasair-se em nuvens
de ouro, e purpura no magestoso pincaro
do calvario.
Ob ? com que funda ella nao amava a
rel.gio daqueHe que perdoa Magda-
lena e ao bom ladro, e cu jos labios puris-
sraos murmuraram estas palavras divaas:
deixai que os pequentoos se ebeguem para
mim t
A sua religio bebida na crystalina tote
do evangelho, e revalida por aquella fur-
mosa natureza, com qoem to intima se
creara, nao era talve to ortbodoxa e com-
plexa, como a de Frei Jos, mas era muito
menos supersticiosa e fantica que a de sua
mi, mixto indescriptiel de grandeza 8 do-
cura, de melancola e xtasis, de penumbra
e claridade, bavia nella a untuosa meiguice
da palavra de Cbristo, e a profundeza su-
blime do firmamento, onde noote ella ia
soletrar a grandeza das creacSes de Jehovah.
Tinha, as>im como oseo carcter, duas fa-
ces, urna todo abysmo, mysterio e immenst-
dadade, outra toda sragelteza e am- res.
Era o clarSo igual e temperado do evan-
gelho, a par da vertiginosa escondi do apo-
caiipso. i
Maria estudava msica sob a direcro do
IM carinhoso mestre, e, o que mais ainda
compre hend a-a e ama va-a.
Os sons, ora brandos ora solemnes que I
' ella tirava ao piano, eram as etbereas azas
' em que a sua alma se librava ao infinito.
No dentis corra a sua vida siogela e mo-
dest como a de toda a gente.
Nao tinha nem vestigios deisa pecha que
abi anda agora to espaitiada, e que consis-
te n'uma estulta preteoco a origioalidade.
O que entendero ellos por isso ? Cui-
tados.
Gustavo, primo de Mara, c seu futuro
Himsobire, lo religioso, apenas ha repro-
duc.^o, e no de Oregon e outros a rae/i in-
dgena cresce consideravelmeute.
Quanto podem meditar acerca disto o ho-
rnera poltico e os pQilObOphos.
O ceno que as sen loras de New York
encolhen desdenhosamente os horabros
quaodo se ibes fa la em rilhos, o contrario
justamente do que succede na uropa. on
de as mes se estreraeoera dc>se amor san-
io e sublime que nao tem rival entre os- a-
m resy ao acariciar seas formosc-s filbos, por-
que dHO est ffue a uraa me lbe parecem
os sea* o typo da belleza.
Que significa, pois,. o horror que inspirar
s a'nericanas ? E' moda, rnania, ou eufer-
mnlade ?
Urna rapariga do pequeo povo de Po-
videncia, fallando neste assnmpto com um
ancio que a intejMtfra, ^'jfcrin
m>s cralos'qtM a raulher tem sagra-
dos deveres comprir, e que o principal
delles agrader a >eu uaridoTT^WWo que
aisso-se^le om crirae E' mister que
a esposa sejTamavel, que procure parecer
formosa se nao o que se toza o espozo-
com os seo* encantos, que o captivo cora o
seu mrito. Fazei da mulher urna cosi-
nheira. urna mestra do meninas, urna cria-
da de pucar e'escora era mo, e ver s
quanto dura a illusSo d) marido. Por sso
e.^ta no dtietto de repel ir o que possi en-
fraquecer o carinho do corapanheiro da sua
vida. Os filhos roubam nos o tempo e a bel-
leza. A-mulher, por raais forraos que se-
ja depois de me fica feta, envelhece, vem
as rugas ao rosto, e o resultado que dan-
do a vida aos traos sacrifica a sua propna
vid, e a feltcidade, porque o marido nao
quer vel-a para se nao assustar.
O ancio sorna com ar corapassivo e de
desdem ouvin lo a joven americana sustentar
com tanto cilor a absurda these ant-mater-
nal, these rauite acceita na soctedade puri-
tana le B iston.
Preciso seria dizer a essas mulherfs qoe
abdicaram as suas verdadeiras funecoes na
ierra, que despre-ara o amigvel titulo de
mi, e que teem a redicula pretenfio de
reger os destinos do paiz e dominar no mun-
do da iutelligencia:
Dentro de vinte annos passar o po-
der das mos dos anglo-americanos para as
dos fenian >s e dos molly-maguires. Os men-
digos irlandezes, a que daes esnVdla as
ras, sao os que vo doramar-vos e ser se-
obores absolutos. Hoje s conslituem uraa
quinta parte da povoacao; porm as suas
raulaeres sao fecundas, do luz muilosfi-
'nos, sao mes, n'uma palavra, e vos nao o
sois, nem tendes successores do vosso ta-
lento, do vosso nombre e da vossa fortuna.
Como os seus filhos sao numerosos e os vos-
sos mu poucos, a minora servil coiverter-
.-e-ha manha em maioria poderosa. Na
America o numero d a le, porque a tor-
ca, o prestigio e o direito, porque emfim,
tudo. Vossos filhos, opulentos na actuanda-
de, sero para o futuro os subditos dos men-
digos que emigrara da Irlanda era busca de
um bocado de pao, e que sem o saoer ho
de vir a dominar no continente americano.
No entanto, e a des ,eito das seahoras de
B)Sion, a civilisac/ao prosegue na realisae)
da sua o ira. Os negros, cajos pas e avs
nao souberam nem domar o cavado no con-
tinente americano, nem construir edificios,
recebem na America a educaco europea,
que torna mais eficaz o estimulo de ver-se
emancipados. As rafas ioferiores asiticas
e africadas .-oofundera-se por gradoages cora
as diversas variantes da formosa e inteligen-
te rara japtica. To raras sao as cranlas
no norte, quanto abundantes no oeste e as
margens do Pacificio, Oscagadores selva-
gens ligam-se cora as fibas das Ibas Mala-
vas, e nesae crusameoto cada raga superior
ou inferior deisa sempre um sigoal da sua
propria individualidade.
Nao exacto que as ragas inferiores; se-
jatn destruidas pelas superiores; soabsor-
vios ; resultado excelleote, porque assim
se verifica e verdadeiro pmgresso. Nio
esquegamos os giganteos animaes do mondo
antidiluviano, nem os seres lacustres do
lempos primitivos, raetade homeos e meta-
de peixes. A' medida que as ragas se mis-
luraoa, desapparecem as ms qualidade* e
subsitem as boas : os ossos panetaes aiar-
gam-se, a fronte eleva-se, a estatora_ desen-
volve-se, nasce a bellesa, as pr tporges bar-
monisara-se e a parte intellectuat roouste:e-
se. Em vez do racbiiico l^po temos noje o
formoso sueco.
Desta turma o mundo reoova-se o a jerfei
goa-se, assim c >rao o solo e a atraosphera se
tera enriquecido e purificado desde a poca
das prinHtras foroagoes geolgicas.
A FRAGRATA HOLEZA ACUII.LES.E' um
excelleme vaso de aucrra courcado, da
Sirga de 1:250 cavallos. Acourafa tema
pollegadas de espesmra e o casco de madei
ra i ti pollegadas. A su* guarnigo com-
pe-se de 7o5 bomens.
E' o mais veileiro de todos os navios da
esquadra, a sut mxima velocidad" de 17
.mimas por bora a vapor. Tem capa idade
para alojar 7 toneladas de carvo qoe
duram para cinco ou seis das quando o na-
vio emprega sempre a sua mxima veloct-
dade. N'este an lar precisa de a ender as
10 caleiras que possoe e quando o andar
menos rpido nao se aceadim todas as cal-
deiras
Cuswu a Achules > Inglaterra a quan-
tia de um milbao de libras esterlinas. Va
navio de dimensoes igoaes, pode levar quan-
do maito dezoito mezes a construir, mas
n'este caso dizem os inglezes que a construc-
go vagarosa. Nos primeiros trabalhos
empregaram-se diariraente dous mil opera-
rios, mas este Damero vai dimrauindo 1
prq>orgo que a fragata 6e vai completando.
A eAcbiles tinha ao principio quatro ^
mastros mas depois tiraram-lbe os dous l-
timos do lado da r, collocando um novo no
meio do t-spago que medeava entre os dous
que se tirar-i ni. O navio contesta modifica-
cao meliiorou muito as suas condigoes nauti-
tas. O material Je guerra que traz a bordo
asss completo. O mi tu ero de bocas de
figo montadas de 26 de diferentes cali-
bres mas todas do systema Armstnng. As
esj ingardas sao do systema Enfield e do
de Enfield transformado em Snider.
O navio tem duas estantes ebeas de li-
vros militares e nutico* para iostruego dos
marinbeiros. Parece que na Inglaterra se
cuida sinceramente da instruego da mari-
nbagem.
Os boliches dos olliciaes mais parecem
quartos de pudibundas virgens, do que de
lees do mar. Iraagiue o nosso leitor um
gabinete de trez metros de comprimento e
dous de largura prximamente, no fundo do
qual existe uraa maca luxuosa, a um dos la-
dos urna comraoda com a suacobeta bran-
ca de crochet, tendo em cima nm espelbo
elegante e adornos proprios de toilette de
uraa -e:ihora, o armamento do oflieial pen-
dnradu em tropheu na parede, e por toda
a parle, quadros representando batalnasno-
laveis, paisagens poticas, e no meio de to-
das essas gravuras, os retratos da familia e
dos entes queridos do dono do beliche, e
tera assira representados os lornosos apo-
senius da ofiicialidade do Acepilles.
Quando visitamos as bateras comiara os
mariuheiros o seu rancho. Era urna bora
da tarde. O rancho compunha-se de sopa
de boriabca. carne costda, batatas e couve
em abundancia. A sopa era comida em'.i-
jellas de louca ingleza, e a carne, batatas e
couve era distribuida em travessas, e comi-
da em prato tambem delouga inglcza.
Fantico da queima de cadveres.Um
medico mexicano leve a ideia mus singular
que se pode imaginar. Note se que se chi-
ma D. Miguel Quemado. Reque eu ao go-
verno supremo do Mxico que Ihe fosse
permiitido q leiraar os restos mortaes do
imperador Maximiliano. As ultimas linoas
do nquerimenio diziam assim :
A queiraa a ultima formula das hon-
ras fnebres. Qurado o corpocassa de cre-
pitar, ha a certeza de que a alma voso, e
evitam-se assim os perigos anlogos quelles
que apresanta um entero precipitado. Pro-
ponbo, pois, que o governo supremo me
entregue o corpo do fillecido principe Ma-
ximiliano, para reduzi-lo a ciozas, afim 'e
que se curapra a palavra de Deus: hembra-
te de que s p e em p te volvers. Dapuis
de bem incinerado o corpo, metierei o re-
siduo em urna urna deceute, que ser tr^ns-
mittida familia do finado. O abaixo as-
signado est convencido de que essa expe-
riencia feita no corpo de um personagera ce-
lebre exeroer boa e alta influencia no futu-
ro da arte de queiraar os corpos.
O Correio dos Estados-Unidos que d es-
ta ooiicia, diz que Jurez, depois de haver
deliberado cora os seus ministros, indefeo
o reqnerimento.
Nogeiha seci'lab. Un prodigio de
exemplo de vegetago se encontra as cer-
canas de Bringio. E' urna noueira cuja
existencia remonta a tres seculos, e cujo
tronco de urna grossura de 8 metros e 35
centmetros.
Ella se divide era quatro ramos qae se
afasiam na direcgo dos quatro pontos car-
diaes, na altura de 3 metros que tem o
trooco. O primeiro desses ramos tem qua-
tro metros de espessura ; o segundo 4 me-
tros e 38 centmetros: o terceiro 4 metros
e 57 centmetros, e o quarlo 3 metros e 27
ceniimMros.
A elevago total da arvore de 38 metros
e o7 centmetros, e o permetro da raraifica-
g > de 5o metros e 47 centmetros.
A me lia aunual de sua produego de
18 hectolitros de nozes.
moivo, criava-so ao p dalla, e queria-lhe
com un> fraternal afleclo, que em nada se
pareca com o amor delicado e erno de am
adolescente.
Quaado as cagadas Ihe nao absorviam to-
do o lempo, gastava-lhe- as sobras em acora-
panhar os passeios do sua prima, oa em
dtstrahir-ihe os ocios em palestras onda os
seus caes tioham sempre o principal qot-
aalai.
Marta ouvra desde crearla fallar vaga-
mente desso projectado casaraento.igualmen-
te querido s duas familias, e acostumra-se
aquella idea antes anda de a poier entender
e qoando seu pai a chamoa, e deseoroloa
diaote delta os seus pianos de futuro, Ma-
ria acceitou-os com a fcil obediencia de
quem nao d valor ao qoe promeite
Aos 18 annos ferio-a om grande golpe ;
Fre Jos, o seu bora velbinbo, to desvel-
Iado e to amante, morreo, deixando-a se-
gunda vez orphanada, e da orpbaodade do
corago que a mais dolorosa que ha na
trra.
Os conselhos do digno sacerdote na hora
suprema em que todos os arcanos so revel
lam aos olhos (ue j veem luz da eternt-
dade, foram sublimes de evangelista > e de
f. Ai I filba, terminou elle depois de lon-
ga praiica, marcou-to Deus com um sello fa-
tal, tens muito a padecer na trra, que al-
mas como a tua sao as eleitas do Seobor;
s forte na luta.que eu vou adianto pedir a
Deus urna florida palma para o meigo angi-
nho da rainha velbice. E morreu I
Aquella alma pura e ovte, a quem tanto
amoileciam as albeias meiguiges, e que to
bem as eotendta e cons )lara, voltoo ao seio
daqoelle que a origem de todo o amor.
E Maria ? Quando a pobre creanga vio
sumir-se as sombras d) sepulchro a suave
e potica figura qoe pela sensibilidade do
seo sentir tanto se destacava do gropo qae
lite rodeinri a infancia, serrtio urna destas
maKoas pungeoies que se nao consolara : o
espirito grave e refkactido sobmergio-se mais
nos abysraos da irisiesa : e qae vezes ella
nao procurava a campa do sea velho ami-
go, para ah scismar as horas emque
o sol expirante no occidente, Iota grao-
di -sa da vida e da m rte, parece revellar
aos nossos ol ios a mysteriosa traosfigoraco
da eternidade.
Pouco pouco habituou-se a ver a pedra
da piel a sepultura purpurecida pelos claros
de ama aurora immortal, e a sua dr modi-
ficada peta esperanga, transformou-se na
sen-agao suave e triste a que os bomens
deram o nome de melancola.
Mas, quaodo o corago lbe trasbordava de
affecto. quando as estrellas tremiam e bri-
Ihavam no c >, quando n'alma a admirago
procurava exhalar-se em bymnos de amor,
era debalde que buscava ao seu lado orna
voz que assim como d'antes vibrasse uni-
sona cora a sua, um corago com quem re-
partase a exuberancia de sentimeutos que
a soffoeava.
u fondo era o vulto austero de seu pai,
eaoseu lado o rosto de Gostav6 ingenua-
mente pasmado de que sua prima se occo-
passe em sementantes ninbarias: nada mais!

III

A primavera do anno em que esta bis-
I toria principiou amaoheceu esplendissima
' A\ I com que alvorogos de ternura nao a
| acolheu a pobre Solitaria / Ao menos essa
entendia-a I no seio ardente da fada juvenil,
como no seio de Maria, desabotoavam flores,
gorgeiavam p'assarinhos, entornaam-se fra-
grancias, circo'ava ama seiva oputeota I As
vezes seatia ella uos assomos de vida e de
energa, que nao sabia nem d'onde Ihe vi-
aham! Tinha vonlade de correr, e havia
momelos em que se punha a saltar pelos
prados, com os cabell< s sollos e a fronte a
atojar-Ihe com seasagoes desconaecidas.
P-arecia-lhe que aquel le sol to vivo, que
as flores impregnadas de aroma, que os
voluptuosos improvisos do rouxtnol ao luir,
e sobre tudo que essas ooutes lnguidas c
amorosas como un suspira, que Ihe ver-
tum no seio nao sei que fluido abrasador,
nao tinham sido teitas s. para trazer um
rato de calor, am sopro de vida, sua alma
sedema de iospiraco o de luz I Havia am
tino misterioso e grande em tudo aquillo I
Devta ser bella e rica urna existencia que
lava festas taes aos seos convivas E a
aragem tpida qoe acabava de fecundar o seio
rosa, passava-ibe pelos cabellos, a mor-
murar uns segredos. que a faziam estre-
mecer e corar E Maria corra ao piano
e improviava melodas sem nome, pedin 1o
msica a iotorpretogo daqoelle ocano
de seutimelos encontrados, que se lbe era-
batiam dentro d'alma.
Eram notas palpitantes, voluptuosas, ale-
gadas de paixo, como o desafio de dous
rooxines que se enamoram e se cbamam ;
erara queixas brandas e ternissimas, como
as de alma qoe se morre sede de amor I
longos trinados cheios e vibrantes, lnguidas
cadencias, delirios emfim, delirios daquelle
corago que despertara e nao sabia como
expan ir-se t
As vezes, depois destos poemas de har-
mona, Mara, que era mulher, e por isso
mais intere-sante ainda que se fosse arijo
s, ia procurar com o seu hmido olhar a
approvago de Gustavo, e achava-o profun-
damente adormecido ao som do piano, qoe,
segundo tile, Ihe desaflava a somnolencia.
Eoto a pobre menina inclinava a caneca,
enxogao lo urna lagrima furtiva que toimava
em pendurar-se beira das compridas ra-
mas dos seus olhos profundos, e fochava o
piano com um gesto de aloravei despeilo
femeniao I
E' que as mulheres o nstincto soppre n3o
raro a scienci, e o instmeto ensinava-lhe#
Camimiio dc FERaO circular i* pars.
Trabalhase activamente por fazer desappa-
recer a solugo de continuidade que apr-
senla anda a estrada de ferro de cintura
entre a estago de Bitigmes-Clichy e a de
Batigmolles-Monceaux. A via frrea, da
estago de Baiignolles-Clkhy, ir ligar-se
lintia j em explorago um pouco ant.-s da
estago de Courcelles. Entre outros traba-
lhos que demandara esla importate opera-
go noia-se a construegaoo da ponte da porta
de Asm res, sob a qual passar a estrada
perto das furUficagoes.
como ensina a todas, desde a desdenhosa
duqueza deaaos transparentes e riso escar-
necedor, at garrida serrana de p descai-
go e flor entre os caoeHos, que a mulber foi
por Deus creada, o ciogda de tolas as
p endas e- gracas, pura tabernculo ao sa-
crificio augusto do amor I
Para a alma que um da de longe oo de
perto se vira unir sua, e de cujo contacto
a grande fusca ha de ascender se, foram
fetas as sedueges do sea espirito e a for-
mosura do seu corpo airoso e frgil; para
ella a luz de seus olha ese a msica da sua
voi, para ella as refinadas delicadezas do
sea sentir e a essenca perfomadissima do
seo corago.
Sem ella qual o fim, qual o objecto disto
tado?
Que pode valer urna imagem sem luzes ?
om altar sem incens ? ama religio sem
coito?
E a pobre crianca entenda, qoe era esse
o seo destino, urna vez quo o companheiro
do seu ninbo de entrevistas felici lades nao
lbe poderia nuoca entender nem um de
seus olhares.
Urna manha a formosa castellaa sabira
cedo para ir visitar uraa velbinha doente
que moma ao fim do lagar.
Frei Jos legara a Mana os seus pobre-
zinbos, e a boa menina tinha com elles todos
os cuidados e amores da sua alma I
Estova ama linda manha de maio ; era
um verdadeiro de'irio de cangoes oo arvore-
do I As abelhas zumbam por entre as pa-
poulas e os butoes de ouro entreabertos.
e o sol, com a forca e.ardor de quem
moco, lancava flux as suas correales de
calor por todo campo.
(Conlinuar-te-ha.)
aso


TYP. DO DUBJO-RUA A3 CRUZtii N. Ui sH
3t>ta

r



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