Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:11423


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Full Text
-
ANNO XLHI. NUMERO 266.
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.w Jfi,:V FEIlll 19 DE NOVEMBRO DE 1867.
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II
|EN"CARRBAbOS Da SUBSCitiP Paranyta, o Sr. Antonio Alexandrino de Lima;
Natal, o Sr. Antonio Marqnesda Silva ;Aracaty,
oSr. A. de Leraos Braga; Ceara, o Sr. Joaquim
036 de Miveira ; Para, os Srs. Gerardo ADtonio
Ai ves 4 Filbes; Amazonas, o Sr. Jeronyrao daj
Costa; Aiaguas.o Sr. Frannno lavares da Cosa;
ibia, o Sr. Jos Martin* Alves; Rio de Janeiro,
Sr. /os belro Gasparinho.
tercas e sextas ao meiol
: quarua e sabbados
PaRTiDa OoS "^TAfKTAS. I Seriniora, Rio Farinoso, Taraandaro, Una, Bar-1 PrirMira vara do eivei :
Olinda, Cabo, Escala e estacos da via forrea ata I reros, Agua Preta o Pimauteiras, as quintas] dia;
. Agua Prea, iodos os dias. | ierras. \ pegunda vara do civel
parass e Goyaona as segundas e sextas reirs. I AUDIENCIAS DOS TRIBNAES DA CAPITAL. 2f rt 4* ,arde-
iaoto Aotao, Gravan, Bazerros, Bonito, Caraar, I wpHtTMtntinir^ nn mct nr vnupiinnn
Ainado, Garanhuos, Bulque, S. Beoio, B,om Con-1 Tribunal do commereio : segunda^ e qntntas EPIIE >IEtmES DO MEZ DE NOVEMBRO.
seibo, Aguas Bellas e Tucarai, as tergas-feiras. I Relago : tercas e sbados as la hars. I !l Quarto rese, as 11 b. e 3 m. da m.
Pao d'Albo, Nazaretn, Lirooeiro, Brejo, Pesqaeira, I Fazenda : qu'aras s fO boras. I '< Loa cbea as 10 h.e i7 m. da t.
Ingazeira, Flores, Tilla Bella, Cabrob, Boa-Vis-1 Juizo do commerefo : segnudas as 11 boras. f M Quarto ming. as 2 h. 14 m. da t.
ta, Oaricnry,Salgaeiro e Ex, as quartas feras I Dito de orphos : farpas e sextas s 10 horas. I 20 La nova as 2 h. e 19 ra. da m.
DAS DA SEHAXA.
[18 S-Kiinda. S. Obdon a, S. Bjrcelia m.
|19 T-rc*. S. Afilias prof.,S. Birlaaro ni.
jiO Quana S. Octavio m S. Tltenpe m.
121 Qaint. S C-lso m., S. ll.'hodoro m.
\tt Sexta. S Cecilia v. m., S. FiIiiod w.
Ti Sabbado. S. Ci-mi'nie u. m., S. Lucrecia v. m.
|24 Domingo. Ss. Fumino o Flora v. rom.
I PUEAMAR DE HOJE.
I Primefra as 7 horas e 42 01. da machia
Segunda as 8 horas e 6 minutos da tarde.
PARTIDA DOS VAPORES COsTEffiOS.
Para o sal ale Alagoas a 14 a 30; para o cort..
al a Granja a lo 3 30 do cada mez; para F;
oando nos das i i dos metes Janeiro, margo, aai,
jumo, setembm e novembro.
PARTE OFFICIaL
OVEREO DO BlWPinO.
SEDE VACANTE.
O Etm. e Rvm. Sr. inlerouncio apostlico acaba
f'.a aut^risar o Exm. e Rvm. Sr. vigario capitular
da diocse en datt de 5 d> correte para dispen-
sar os oradores constantes da relaqao abaixo trans-
<.ripia nos impedimentos da afllnidade licita em
priosiru gran igual da nnha lateral, e do segando
, rao ainog^oie ao primeiro de consanguinidade da
tielia lateral.
Esta ueticoes podem ser procuradas na secreta-
ria do bispado o'1 palacio da Soledade.
Alaxandre Moreira Pinto e Aona da Invengo
a S Francisco Vleira 1 Costa e Silva e Luiza Per-
{?lua Jo NasOmento.
Mariinbo Gomes Bezsrra e Man Francisca da
Ja' ... 1 1.. ii..r....in Francisco da Silva Madareira Freir
traucisco Ignacio de Azevlo e Cyprtana Lon-, Arcoac|0 pereJra da S|,ya ,dem
Candido Sa da Cos.a e Bernardiaa de Senna. I S"'3 ^ ^ "
Jos Carlos Vleira Teixetra e Maria Amalia Ma-
gainaes di Figneirlo.
M noel Rodrigues e Sebastiana Maria.
Jo Clemente da Silva e Antonia Maria da Con-
t:?iCO.
Saturnino Jos Telxeira de Barros e Generosa l
Mana da Gonceicao.
A^!o^tinbo Jjs da Silva e Francolina Maria da.
Concelco.
Antonio Francisco Freir e Maria Joaqoioa da
Onccicin.
Antuuio Jos de Lira e Maria de Souza Cesar.
Jo. Marinho Esptndola e Francisca Mafia da
Concelco.
! em 5 actos aNova Castro, a comedia disparate ceras provas de aceitarlo, incumbe se do diffleil
I ecmicoMorrer para ter diobeiro e recitando a papel de Ignei, no qual, esperamos, Armara' anda
roais o vantajoso conceito que dalle faz o povo per-
nambucano.
c Terminara' o espectculo com o moilo ehlsn-
fa-
bnefleiada em sceoa aberta orna poesa ao publi-
co desta cidade.
A Sr.' Antonia Mecedo artista de merecimento,
e porlanto mereced ra de coadjovago do nosso
' publico, a cujas boas grabas a reeommendamos
Fizeram acto no da 18 de novembro, na
Cldade de direito o segoiotes senbores :
Primeiro aono.
Silvio Pellico Pareira Ferraz; simplesmente.
Jos Clemente da Silvaira ; dem.
Jos Perelra Mala ; dem.
Arcelino Galdino de Queiroz, plenamente.
Mnoel Barbosa Alvares Ferreira ; dem.
Antonio Ferreira de Soma Pitaoga ; dem.
Antonio Gomes Leal Loyo.
Segundo anno.
D 'mingos Goncalves Cearepse ; plenamente.
Antonio Manoel da Sooza Oliveira ; simplesmente.
Ileraciio da Araujo Villar; plenamente.
Francisco Primpiro de Araujo Cit; Idcta.
I.'berato Villar Brrelo Caotinho ; idem.
idem.
Terceiro anno.
Perelra Guimares
Janior, plena-
idem.
PEKNAMBUCO
REVISTA DIARIA
Temos o resultado dos seguinles collegios eleilo
ees, para depotados prounciaes.
2' districio.
Olinda, Goyanna, Nazareth e Igoarass.
Dr.J E. Pina........... 276
Dr. Angosto de Souza Leao 271
Dr. Armlnio............ 268
Dr. Soares Brando...... 260
Dr. Ermiro Coutiobo..... 244
Dr. Maximiano Uaarte... 231
Vigario 1. i. Maranbo... 227
Dr. Htsbello............. 213
Dr. Cnlumbano Serapbico. 195
Ur. Balbino............ 138
Dr. Jos Bmificio....... 7ci
2* districio.
Cabo, Escada. Santo Antao e Serinhem"
Dr. Andr Cavalcanti..... 195
Dr. Ramos.............. 180
Dr. Pontual.............. 178
Dr. Cicero.............. 172
Dr. Ueltrao.............. 171
Ur. Sergio.............. 169
liego B-rro?............ 160
Dr. Amynthas........... 150
Dr. Drummond.......... 148
Baro do Uua.......... 144
Dr. Pitanga............. 81
4 districio.
Colegio do Bonito.
Dr. Gitiranna............. 112
Dr.Carvalbo............ 112
Dr. Machado............. 112
Dr. Epamincndas........ 109
Amorim................. 109
r.Jansen.............. 109
Por proposta do Sr. commandante do pnmei-
1 1 batalhao de artilbana da guarda nacional do
Itecife, foram nomeados :
1. taneote quartel-mestre o 2. lente secreta-
ri) Eugaoio Gonsalvas Caseo ; 2.* lente seere-
tario o guarda Corblman 1 de Aquiua Fonsece.
1.* rompanbia.Capnao o 1." lenle Francisco
Gomes de Oliveira Sobnnbo, -'.> tenantes osaggre-
^iilj- Sabino Jos de Almeida je Jos Antonio Pt-
mental.
1 dita.1. lente o 2. Jos Adriao da Costa
Mjreira.
3." dita.Capitao o
de Albuiioerque-
4." dita. Capilo o
Luiz Caetano
mele
Miguel Archaajo Pereira do Reg
Jollo Adolpbo Ribas; idem.
Aclonio Francisco Leal ; idem.
Joaquim Googalves Aleixo ; dem.
Manoel Joaquim Cavalcanti de Albuquerque; idem.
Quinto aono.
Cicero Anal .lio Vleira do Brasil ; pleoamc-ate.
Jado Mana Louroiro Tavaras; idem.
Joo Firmioo de II 'lnoii Cavalcanti; idem.
Lista dos estudantes de francez, chamados a
exame no da 15 do corrente :
Plenamente....... 8
Simplesmente..... 2
Reprova Jos...... 2
Total 12
Lista dos esiudanias de thetorica chamado;
a exame no da 13 do correte :
Plenamente...... 10
Simplesmente.... 2
li
so disparata-cmico Morrer para ter iinheiro,
que, parece-nos, anda nao foi repre.-eotado no
Brasil. Nesta Interessaote e original compcsi(o,
qoe enriquece o bem escolhido repertorio do Sr.
Macado, esposo da beneficiada, encarroa se do es-
pirituoso papel de Julias Baldroega o dito Sr. V 1-
cedo, artista slmpaib'co, intelligenta e de un m-
rito incootestavel. Com effeiU nao vo longe essas
bellas nones, em qua ella (ez as delicias do nos>o
publico nos papis de Bartbel, padre Frnilio e ou
tros, uaa por so importaocia sao par>ei< de exam.
Quem podera' asqoecer-se do Sr. Macado na co-
media Uel e Fed, na qual elle nos mostra o typo
fie| do behado jocoso e como volgarmenta se cha-
ma, pandego. Este seo trabalbo urna perfeita
creafo propria, que tem sido recebida com aloca-
ros applansos.
Passageiros vindos ni vapor Parahyba :
15 pragas e 1 infer ;r do 2* batalhao da guarda
nacional e 20 ditas do 4 batalhao da dita.
Lotera.A que se acoa venda
a 45.a, a beneficio das familias dos volunta-
rios da patria, que corre depois d'amanhSa.
Repahticao da polica. Extracto da parle
do dia 18 de noveabro de 1867.
Foram reeolbidos a casa da deteoco no dia 15
do corrente :
A' ordem do Dr. joiz municipal da 1' vara, Pe-
dro Alaxandrlno Ja Costa Machado, oor se arriar
sentenciado a 4 aonos de prlso e molla corres-
pondente a metade do lempo; a' ordem do subde-
legado do Recife, Alberto Shoida, ioglez, a' reqni
sico do respectivo cnsul; a' ordem do de S. Jos,
Felicidade Pires da Loz, para correccao.
Foi recolb do no da 17 do correte :
A' ordem do subJelegado da Santo Antonio, Joa-
qun) Xavier Cavalcante, por crime de resistencia;
a'ordem do de S. Jos, Jjquim Pedro da Rosa,
para correcto.
O ebefe da 2' scelo
J. G. de Mesqua.
--------- m 1 '
CA1.4KA UIWCIPH DO RECIPE.
SESnO ORDINARIA AOS 14 DE SETEM-
BRO DE 1867.
PRESIDENCIA DO SR. PEREIRA SIME9.
Presente es Sr Aijuino F-jnseca, Gustavo do
Reg, Dr. Miranda, Sanios e Dr. Pitaoga, abrio-se
a sessao e foi lida e approvada
dente.
Lau-se o se?uinte
EXPEDIENTE
Uoa.offlelo do secretario d'.' gnverno, remeltendo,
de ordem da S. Eco., om exemplar do relatono
que o Exm. Sr. conselheiro Francisco de l'aola da
SHveira Lcbo apresentou assembla legislativa
provincial, na sua sesso ordinaria do corrente
1 aooo.Ao archivo.
Ouiro do engeoheiro cordeador, informando so-
bra o qoe pede Cusarlo da Cruz Medeiros, de lazer
urna soia 00 logar da traptira que existo nn seu
sobrado do um andar no neceo da Caroba n. o
c mola, o que infelizmente se nao da', e todos a-
qoelles qoe se propdem ao e-moo mais ou menos
serio e profu'do, da phisiotogia do corpo social,
na parte relativa ao verdadeiro principia de sua
harmona, progressn, ordem e estabilidade; tanto
mals que ella tamoem a basa do mais verdadeiro
progresso moral, em qoe sao comprcheodidos a ca-
feito, porque perfaclivel \, isto c, a nao se i&
cooceder ainlelligenciaobrando a attenc.io dspoi'
da pereepco, a memoria, depois da attenco, o
joizo depcis da memoria e a vontade depois do
juizo.... Que digo? I.... a rato, que mais do
que tudo; que no bomem o principio do conbeci-
mento o recontirclmeoto de si propnocomo se
poderia ter estabelecldo a sociedade al o ponto
em qoe boje se acb T Seria possivel a ordem sen
o direito, o dimito sem a raio, a razao e o dtrei'.o
sem accao, e todo sem a razio?
U Sr. Guizot. dissertando sobre a origera dos
goveroos exclama : Qual o pnocipio do poder
soheraoo, e qa.l seo fim? O'o vient il e4 o
de certos soccorros naturaes nos priroeires das ca s'arritettll E' na resposla, diz elle, a esta ques-
ex'SteDCia. O bomem nao : por isto roesmo qua to, que reside o principio dos goveroos; porane
esta nimiamente cima do irracional, nao so p-la'esie principio, coja loflueacia directa on ludlreeta,
preeminencia de sua lotelligencia como esceocial-1 visivel oo Invisivel, qoe faz a tendencia o a sorie
mente pela razao, pooco na nada pode fazer, na \ das sociedades. Eoio Interroga : Onda devoremos
ordem intelectual sem qm teoha aprendido; e nos procurar esleprincipiof Sera' ePe urna rea-
pssim qoe em todas as phases de sua vida0-1 lo-, vengo dos borneo? proceder sua existencia da
a acta da antece-: ridade e o amor ao prximo, que constituem o cor-
rei tivo da saverldade de toda j.i-Vr-\ penal.
Em verdad', o animal,o acor e a paotbera.por
ex-'mploroja inteligeocia ioflma consliioe a ulti-
ma gradaco, qoe o instiocto puro representado
pelo faci nico de lodo faze-, quanlo a seos Ons,
em nada ter aprendido, apenas tem necessidade
curopre-lha dizer qua o dito sobrado tem os oitoes ancia, na puericia, na adolescencia, na puhordade 'sociedade? Soiiedade e governo, esles doos fados,
reforcados, poim o pavimento terreo so tem de-i e na yejbtco taoio qoaDto na infanciaelle tem confuodem-se om com outro ; tanto nao ha socie-
zoito palmus de altura, ao a. S das posturas da
17 de Janeiro do correcta anno, exige pe o menos
viole palmos.No tero lugar.
Outro do mesmo, Blormendo sobre o que 00 re-
qti-rimeniu junio pede Manoel de Azavodo Santos,
meslie pedreiro, de tirar urna seleira e coilccar
ouira na casa n. 17 da ra do Apollo, rumpre Ibe,dil(,p. embotada por algum habito mo, realmen-
diier que examioando a dita casa, encontrou ja as- i t >o dependente qtiantu nao pola deixar de ser
sentada a nova suleira, mas e>la' de conformtdade! o nls humilde do lodos os horoens.
cora as posturas.Cynredo-se. **s> es'a coodico essenriaimente iuhereote a'
necessidade de socco rros, lano phisicos como mo- dade sem governo cjmo nao ba goveroo sem socie-
raes t sociaes. dade. A Idea de secladada impon nacrssaria-
b aquello que se abgure independen^, tornan- menta a idea de regra, de lei commum, islo de
do-se inseosivel aos estremecimeolos e meiamor- goveroo E cootloa: Qual esta primeira re-
phoses sociaes, comj se coja aegao iotellectual e gra social? (Eis o ervo vital da questaolj
moral, eslivesse do me>mo modo qoe a seoibili-1 o Sr. Guizot se apressa era responder: E'
a jos-
tig... a razao, cojo germen lodo homem t-.m em si.
Perfeltameote bem: Mas o sabio escriptor con-
sidera absurda a bypothese di c mu ato .-ocial de
Risseau, porqo este philosopho tima os borneo*
i.' tenle Arminio Pessoa
1." tenenla Jos Luiz Inno-
cncio Poggi, 2.* lente o guarda Joo de Aquino
Fonema.
f>.' dita.1. tenenle o 2. Joo Paulino Mar-
S ib proposias do Dr. chela de polica I,rara
nomeados :
Joao Francisco da Lapa, 2* suppleota do delega-
do de Olinda ;
Joviuiano Aotonio Duarle, 3J suppleole do dele-
gado d Ipojuca ;
Uaooel Florencio de Aleocar, Pedro Alves de
Oliveira Castro, Aotonio Pareira de Carvalbo e II-
drfonsu da Costa Arauja, delegado, 1*, 3* e 4 sup-
planles do Ex.
Ainda sob proposta da mesraa autoridade, foi
exonerado de 3* supplente do delegado de Ipojuca
Lmrenco Bezerra Alves da Silva.
Foram nomeados : vice-director interino do
<:ollegio dos orpbaos o Rvm. Fr. Maaoel do Amor
Oiviqo ; proessor publico interloo do Buique, com
a qraitrlca(o de 600X aoaual, Emigdio Teixeira
de Mello.
Para offlelaes do 27* batalhao de iofantaria
ra guarda nacional de Caruar, foram nomeados,
ruediaote proposta do respectivo commandante :
o* coeompanbialente o alfares Aotooio Go-
mes Ribeiro, alfeje? o guarda Antonio Velho de
Oliveira.
8a ditacapilo o lente da 5* Guilhermino
3ezerra da Silva.
Os professores pblicos Marliobo Jos de Je*
mus, de Ouricury, e Jjo Slvario de Aleocar, inte-
.no d> Granito, offerecerara 5 por eeoio, aquelle
de seas encimemos e este de sua gratifkacao. a
: mcar do 1 de outobro ultimo, para as daspezas
da guerra.
Chamamos a attencao dos laitoras para urna
serie de arllgos do 8r. Dr. Corolino Prancieco de
Lima Santos, que boje come-gamos a publicar, sob'
o litlo-Da orijpm primitiva dtregtmm dos po-
jas, e dos effeitos perniciosos do poder, quanio elle
fundado puramente na rozno geral das rnutti-
doet,
O Sr. caixa da compaob'a do Beberibe aeha-
se aaiorisado a pagar o 39* dividende de snas ac-
;oo?, na razio de 3JI cada orna.
JNa noite de 12 para 13 do corrate a ponte
de madeira, na estrada do sol, sobre o rio Pirapa-
11, fui incendiada; nao se sabe se foi casual o in-
m lio ou se promovido por algum malfeitor. Fe
lizmente o incendio foi prese-nudo pelos respecti
vos conservadores i lempo de a poderem salvar
1- completa destruir); o seu estado porm-amea-
,j de.sabemento e oilerece eminente risco a' quera
Toul
-= No dia 3 do correte, o menor Vital Henri-
quo da Silva assassioou com urna punhalada ao
menor Joo da Silva Cavalcmie, n'nma lata que
liveram om Correntes*
Tendo sido reerntado em trras do engenho
Papicu', da freguezia de Naiaretb, nj dia 20 do
pa.-sado, um Qibu de J s Luiz por .licuaba Curu-
putu\ e conduzido ao r-spectivo delegado, foi lo-
mado era camtoho por Jos L i', (res bomens e
8 raolheres armados de fat5^s e cacetes, depois de
renbida iuta da qual sahiram terldos a mulher de
Jos Luiz, Mana Francisoa de Sanl'Anna e Candi-
da Hara da Conceigo, e o polica Joaquim Jo.- de
Saoi'Aaoa, e morto Jos Lciz.
O respectivo subdelegado consegua prender no
dia segrate a' 5 as mulberes, instaurando o pro-
eesso competente.
A presidencia em circular de 6 do correle,
dlriglaa a todos os jolzes de direito e muoicipaes
da provincia, recommeoda qua envidara estas ao
toridades os esforcos possivois no sentido de serem
acolhldos com favor as vistas do governo imperial,
expresadas no aviso seguiute, com relagao a
cmis>o de apolices da divida publica, de que tra-
ta a iei d. 1352.
3* seceo.Ministerio dos negocios da far.en-
d.Rio de Janeiro, 8 -e outubro de I8*>7.lilao.
e Exm. Sr.Nesta data expego ordem circular <
tbesouiarlas da f-zenda aulorisando-as a vender
apolices na correla semestre pelo prego de 88 %.
O fim desia medida, como V. Exc. bem compre-
henda, ailrahir maior numero de compradores
pela vantagera que oilerece, vislo como a eotaeo
de 90 al agora estabelectda tem sido talvez urna
das caosas do pooco resollado colhido de>ia ope-
rar 11. I -lo porm, nao bastante para qoe a ven-
da de apolices as provincias s-ja feta na escaia
que o goveroo detseja, oufos meios ha, para ani-
ma la, que dt-peodem da intervengao das re-pecti-
vas presidencias, e que o goveroo recommendoo
no aviso de 22 ue outubro do anno passido. As-
sira que, reiterando agora essa recommsndago,
espero do reconhecido zelo da V. Exc. pelo se^vigo
pobilco quedara' novo vigor a esta operag', a
qaal o governo pretende facilitar com a providen-
cia cima exposta.
l>eos guarde a V. ExcZicharias de Ges e
Vasconcellos.Sr. presidente da provincia de Per-
nainburo.
Em visla de tai resologao, esta' autorisada a nos-
sa ibesonraria de fazenda a effeciaar a venda das
referidas apolices a 88 /, do semestre qua ora
corre.
Acha se oa gerencia interina do consulado da
Suecia e Noruega o Sr. Constantino Noppel.
Foi nomeado o Sr. Jos Velloso da Silvelra
para auxiliar gratuito do reerotador do termo da
Escada, sobre represeotago desle.
Acha-se designado o da 3 de novembro pr-
ximo para os examos de babilitagoes do magiste-
rio primario do sexo femioino, faenando a respec-
tiva insenpeo a 30 do corrente me..
Sa os assucares braslleiros foram mal repre-
sentados na expusigo do Rio de Janeiro, ainda o
foram peior na de Pars, onde esle segando artigo
de exportar.) da nossa agricultura nao poude p?r
modo algum sasteolar comparac.no com os pro-
doctas similares.
Alli foram as colonias inglezas, as colonias fran
eezas e a liba de Coba os concurrentes do Brasil
na orodoegao de assucar de caona.
Si o Brasil concorre com as colonias inglezas e
Cana para alimentar de assncares brutos a In-
glaterra, onde o coasomo annual, termo medio,
sobe a 39 lidras por cabera, o que den em 1865
om consumo de 34,666,000 arrobos, fot comtodo a
i Iba da reuniio, e que 00 Camp 1 de Marte se en-
carregoa de manifestar os progressos reatisados na
indnslria saecbarlna pelas colonias inglesas.
A Iodia ieglez., as pequeas colomoias do Na-
tal e de Queenslaod tiveram tambera algumas
amostras; mas se a exposigao ioglexa eslivesse re-
dunda a ellas to somante, representara por cer
to papel moli somenos, qnando alias os assncares
da liba Manricia nermitiiram-lbe sustentar a lata,
e nao parecer demasiado inferior s colonias trn-
celas, cuja expo-ic3o foi tnlelramente nolavel,
principalmente a da llha da reuna).
Aos fabricantes desta coobe sem eontestago a
palma em tal certamen de honra para o trabalbo.
Fax boje beneficio, no Santa Isabel, a Sra. D.
Antonia de Macedo, com a tragedia Noca Castro.
A esle raspelto nos pedem a segrate pabllcaco :
t Ha moito terapo anseote da scena peroambo-
cana, volta ella ainda ama vez, em beneficio da
aeiriz D. Antonia de Macedo, a sempre applaudida
tragedia Nova Castro, que nos record o insta fim
doa to decantados amores de D. Pedro o jasticei-
ro e de Ignez de Castro, que formara o mais liado
episodio do Immorredouro poemahistoria do im-
mortal priocipe dos poetas portogaetes.
E' superior s nossas torcas tacar o elogio de
C.iOMC.4 JUUiGURlA.
TRIRIflI. 4 KRL.K.'lO
SESSAO DE 16 DE NOVEMBRO DE 1867
PRESIDENCIA DO EXM. 8R. CONSELHE1BO SOCZA.
As 10 horas da maoha, proseles os Srs. desem-
bargadores Santiago, Gilirana, Guerra procurad -r
da torda, Almeida Albuqaerque, Lourengo Santia-
go, Molta, Assis, Domiooas de Silva, UcbOa Caval-
cante e Souza Leo. abrio-se a sesso.
Passados os feitos deram-se os seguinles julga-
memos:
recurso de KAI.I.8NCIA. R-crorrente, o juizo ;
receorndo, Joo Aires de Monra. -Relator o Sr.
desembargad ir Assis. sortiados os Srs. desembar-
gadores Santiago, Ucboa C. e Souza Leo.Nao
tomaram ronbecimento por estar o leo auseote.
appellaoes ci'Eis.Appellante, D. Josoob
Leopoldina de Mello Marinho; amellado, Loit Jas
R'-'lrigues de Sou;a.Confirmada a seolenga. Ap-
pellanie. Amaro Gangalves dos Santos; appellado
Jos Barbusa de Miranda Santiago.M proceder a hibijitigai. Appellaote, a fazenda ;
appellada, Maria Firmioa do Rosario__Recebidas
os robargo-. AppeMantes, herdeiros de Faocisco
Cavalcaote Pessoa; appellado, bacharul Cbrstovo
Xnler Lopes Coufirmada a senienga. Appellan-
te, Basiliano de Magaibie* Cisiro; appellada, D.
Joanna Mirla das Dores.Nullo de foina 215 em
djant-. Appellant", tir. Jos Mina Moscoso da
Veiga Pessoa; app^lUda, D. Mirla da C)aoeigu
Cnave* Pa^soa.Kacelicrara os embargos.
HABEAS Corpus Da Pedro Alexaodnoo da (]o Macnado, concedido para o da 19 do corrente.
As-ignou-se dia para julgamenlos dos seguales
feilos :
appbllaoSes ctvBis.Appellante, Jos Alves B?r-
bosa; appeliad, Engraga do Amparo Santa
Rosa. Appellmte, AotoDio Carlos Pereira de Bur-
gos; apKeliado, Antonio de Siqueira Cavalcao-
Appeli.mte, D. Antonia Francisca Cadaval Pra-
Outro do piesma, io>rmando o requerimeoto : oatureza humana, a sociabilidade jamis pode ser reunidos em sociedade por
junio, no qoal Krederico H-rmes Caris, pede licen-
ga para reparar a (rente de sua casa sita no Pogo
da Panella, qne c para arqu-'ar as jan^lias, quo es
13o r-ita- de roela volta, reboesr e gnaroecer de
novo ; declara qua nada tara qoe oppor a preteu-
gao do requerente.Coocedeu-se.
Ootro do mssmo, iofom-ando sobre o qoe pede
Theoloro lir.mik-, meslra da ebra do sobrsdo
perteucente a Ferreira Araojoj na ra Nova ;
compre-lhe direr que verdade o que aeita o
supplicante nao po^tr presentemente fazer o enca-
namento das aguas ploflaea para esgotar debati
da caiga 1, como ihe oi intimado, porque a dita
calcada muito baixa, e na> se pule colloear os
canos Decessarios par esle llm. Em quanto a li-
cenga que elle pede para >ncanar as aguas plo-
yiaes no cano mes.ro qua passa na ra das Fieros,
pareca-lbe que nao ha inconveniente, saiisfazendo
elle ( qoe marca as posturas.Que o peticionario
recorressa a repanigo das obi^s publicas.
Outro do mesmo, inlormando sobre o reqnori-
raenlo de Bernardina Francisco de Azevedo Cam-
pos, proprletirio da casa terrea com soto, s'% a
ruadasTrioclieiras n. 43, pira concertar a cornija
que tem por baxo do soto, de conformidada com
as posturas; declara qu; nada tem qoe oppor a
preleogo do supplicaoie. Conceden se.
Outro do mesmo, iofornaodo o reqacrimento de
Beroardioo Jos Mooleiro, que pele para substituir
por urna solea a trapeira de seu sobrado n. 26 da
ra do Sebo, fregu-iia da Bja-Vi>t \ compra Ihe
dizer que nada tara i-ppir a preuogio da raque-
rente, urna vaz que a ebra seja eiecuiada de con
farmidade com as pistura?,Conceden ;e.
Outro do mesmo, informando sobra o qua pede
em seu rei|ueriraentoJaaquiin de Sonta Silva, pro-
pneiario do sobrado n. 10 da roa do Amonm, para
retalhar a frenn di cebarla ( botar tira forro novo
na arand3, alim de poder conseiv.tr os cachorros
qua sao de madeira ; cumpre-lbidizer qne neohum
inconveniente ha em ss conceder a licaoga qoe
realissda, de maoeira a salisfazer os fios princi-
pis da razao buraana e do Creador, fins, qu? coas-
titn'm cu representara o progresso em lodas as
direegoes e ordens siicia ssem a paz, a ordem, a
harmona, a estabilidad?, o respailo mutuo dos di-
rritos naturaes e das cbrlgages convenientemen-
te esiipuladas.
F, pas que aproove a' oatarezt qno o ser racio-
nal, alm do espirito, era si, ao peno incerrasse
cou-a anda sublimetira centro peifeilo da affec-
ges variadas, da amor e da mais pura seos bil
dade, que nao nem o amor impuro da r::rne era
a sensibilidade in-tinctiva da (era, mas tambera
sasceptivel de impuisoes vivas, e do perigosas-a-
berragies-uma lucia perenne tra*oo-se oelle, en
ira oiifa frajilidade, Ineta muitas tetes raeluc-
tivel e sempre extensiva era seas elimos iodivi-
duaes e commun-, mas to necessaria ao mesmo
lampo, q tanto por ella qua re.tlgam as virtudes.
O bomem so nao sempre, as mais das veze?,
ia-'itido por duss torgas pjderoslssimasa razio
e a necessidade; esta, o solicita o o propelie al
a's bordas do abysrao, se poderosa roSo nao o da-
t o prestes a cabir nelle ; aquella, quanio tambera
nao o detm/o esclarece, o aconselba a o fortifict
lima lucia, emra, entre o d^ver e os mo< ios-
tractos qua sao Infieren tes a' carne, coostiiuera lo
do processo ditflcil da vida humana.
Sobre tai assampto dissertando, diz ara escriptor
de ola. 1 Toda necessidade violeota provoca era
nos um desejo de igual violencia; e so este desej
nao immediaiamenla reprimido ou moderado,
oos faz quasi sempre actuar contra nosso dever e
nosso inieresse: e oes compreheodarais que a
scieacia mais ntil som contradigao, aojo-ll que
nos ensioa a colloear nossas neeassidaf>s em har-
rnnia com nossos davares. E o que a viriuda
(-xclama I) deba>xo do ponto do v sti social se oo
urna preferencia, habitual do ioteress* geni ao
particular 1 Esla preferencia generesa nao se ad-
quire st-ra que combatamos vigorosamente n^sso
pade quanto ao rclalhar a frente da caberla, porm egosmo; e ella atiesia a forra a'alma e josia-
para lidiar um novo forra rus cacharros di varan 1 mente por isto que merera o nomo d^ flrtude.i
da, nao tem lu/ar. C-mcediu-se a lieeoga p^ra re-
t.lliar, ra< nfu pira forrar o cachorros.
Outrodu mesmo, iatormando sobra a replica q;ie
fax Graciliano Octavio da Cuj Mtrtias, reol'iro
da casa n. 47 da roa do Qj-imada, pediuJo qao so
alteada que a dita casi tem apeaas 18 palmes d
largura e 38 de fuolo, accrescendo que ende os
oitoes aotigos c construidos de pedfa a cal. ofiare-
cem raais que siiOBcieole soitlaz para recabar o
travojam"Olo, qua alias nao devora' ser muito
gruso, ero urna cija da 18 palmas, erequ r para
levantar urna sita ; curapre-lhe declarar qua
cart) tudo qtnito aiieg* o'sopplicaote, px'm as
posturas nao tratando do casas qu-; tachara m;raos
da 22 palmos da frente e 50 de toa 1j, nada se Ihe
offerece dizer a re^peilo, e somante a camua com-
peta resolver.Ceacejea-so, valaaio contra a:- Srs.
presidente e r. Miranda.
Manlou-su remetiera commisso enearre?ida do
plaolio das arvoras, Srs. Gustavo do Rugo e Dr. Pi-
taog, um requerimeoto em qua ilaooel Alves
Guerra, arrematante da mesmo plaoiu, pede quo
sa Ihe mande entregar o resto da quota de 4:0)0,5
marcada na le do orgaraetito vigente, visto que
s reeebeu 3:0005
Maoduu se taiuoem rameltar a commisso de pe-
ligos um reqaanraaoto em quo Guilharmo Aucas-
lo de Atbayda e Joo Saraiva da Araojo Gilvo,
escrivaas dos jtiizes muoicipaes -Ja primeira e se-
gunda vara pedem, para evitar dispendio lacerto
que tem aanualmeote a cmara, com o pagamento
de cusas dos procassos criraes dos presos pobres,
olfarecem-se a t'.balhar uesses processas sem per-
ceberem eraolumento', rec-baudo o ordenado cada
um anoaalmeote de 200$ WJ, pag os em trimestre
a alentados.
Maodou-se ordem aoeo?->nheiro pira proceder a 1 mos motivos que hoja os bomens tiran a existan-
ura orcaraento do ladrilho do aeoogoe da nbeira da | eta a seus irmos. Pala ioveja oa pela ira, com
le.
D; appellado, Miguel Ferreira Pinto.
APrgt.LAg\o imiME.Appellaote, o juizo; appel-
lado, Procopio Jos da Costa Lima.
passageh.
Do Sr. desorabargador Saotiago ao Sr. desem-
bargador GitiraoaAppellafdes crimes: appellao-
te, o promotor; appellado, Manoel Ferreira do
Maura. Appellante, o jaizo; appellado, Jao Ro-
drigues Moreira.
Do Sr. desembargalor Gilirana ao Sr. desarobar
gador GuerraApp^ilago civel: appelliote, Frao-
cisco Colho do Mjala; appallado, Oclaviaao Ro-
drigues Lima.
Ao Sr. des.rajbargador Lonrengo Santiago.Ap-
pellag crime: appellante, o juizo; appellado,
Joo Valennm de Brillo.
lio Sr. desembargador Guerra ao Sr. desembar-
gador Lourengo Sautiago.Appellacoas civas: ap
pellante, Rosa por sea carador; appeliada, Marrana
Amalia da Si va. Appellante, Aooa Victuriaa Je
Souza; appellado, fre Joo do Amor Divioo. Ap-
pellaote, Antonio de Siqoeira Cavalcaote; appella-
do, Virginio Barbosa de Sooza. Appellante. Ma-
noel do RegoBirros Siuia Leo; appellado,Fraa-
cisco Baptisla de Almeida. Appellaote, Nicolao
Alves de Meodcnga; appellado, Manoel Joaquim
Duarte Guimares. Appellante, Joaquim Jo- de
Ulivaira Apolim ; appellado, Maaoel da Casia Moo-
leiro.
Ao Sr. desembargador Almeida Albuqner-
que. -Appellagiocivel: appellaot", Joo Francisco
Alves da Silva ; appellado, o pardo Antonio.
Do Sr. desembargador Lourengo Saotiago ao Sr.
desembargador Almeida Albuquerque.Appelia-
go crime : appellaole, Joao Valennm de Brillo ;
appeliad 1, a jusligi.
Do Sr. desembargador Motta ao Sr. desembarga-
dor Assis. A ppellaco crime: appellante, o joizo;
appellado, Joaquim Antonio da Rosa. Appellago
civel appellaole, D. Joaquina Mana da Coocaigo
Botelbo ; appellado, Francisco Ancoso Bctelbo.
Do Sr. desembargador Assis ao Sr. desembarga-
dor Domingaas da Silva.Appellacoas civeis: ap-
pellante, Joaqaim Francisco de Alboquerqae Saa-
liago; appeilada, D. Fraacisca Taomazia da Con-
ceioo Cooba. Appellaole, Manoel de Aimeida
Lopes; appellado, Manoel Firmtno Ferreira. Ap-
pallante, Manoel Antonio dos Sanios Footes; appel-
lado, Joaquim Ferreira da Costa. Appellaote, He-
liodoro Acacio Raogel; appellado, Joo Fernando pa origen) primilira de rgimen dos petes e dos
da Cruz. Appellaotes, Dr. Gaspar de Maaeze V. effejlos perniciosos de peder quanlo el e fan-
dad pnranente na razae geral das mulliJoes.
Pemf de verla sans comhat, diz Rousseau. Le
mol de verla cienl de forc; a forec esl la base
de "r. terlu.
E M iniaigae, aolei qua o diresse o autor d'Emi-
te, bavia dito : t Parece que a palavri vjrtuJe
presoppOr ditiicaldade e cooimsti, o que nio pode
ser ejercida som combate. E' a razao porqae us
chamarnoseus bom, forte, llvre a justo, e nao
virtuoso : seas elcitos sao todos ailuraes e sem
esfargo
lam. 01 Bossuel,u celebre arcetiispo d" Meaux,
delioij a vina deum habito de viver segundo a
rszo, pas, acreeeniaelle, a virtude por raais (or-
la i|'ia ns parega na digaa desta noma era
quanto nao fr capaz da luda sorte de experiancias.
E evidouia, prtanlo, pois coodigo humana
palo primairo p iccado, a locta das paixoes contra
a razio, a pruJeacla, a justig, o dever e a (ump-
raog que eoostitaem as vinu es cardeaes dos mo-
ralistas, e as tbaulogaes do clirisiiaoisrao, qaa con-
siste loda na f, esperanga e caridada, qua abraga
as duas outras por qua o lago do amor na pnrase
de um sabio, qie uoo o hom.'tri ao homem e este
a' Deas.
Tambera certa qae esti lacla cstabelecendo-s
uj intimo da homem, entre sea corago e sea espi
um pacto ou ajuste, a
i que cbama contrato social; mas sera regra, m-.u.
ordera e sm governo ; no esfargo d9 coosiltuir
preceilos e r^gras para sua estabilidad e progres-
so. E enlo, du a Sr. Guizot : regle, d riy a pas de xocti ; riy a q>.c des indi-
vi tus raprockes el reten* par fu forc.'
E' isloque 1 usamos contestar; do me.-rao modo,
qae.nao aceitando a idea de necessidade de qaalqner
pacta ou previo a j usle,para qne podesse haver soele
dade, oo ad mnimos o contrato social o Rousseao.
Si o priocipi o tonde nao ha regra.nuba .-ociedaaa.
restriclarneule fallando, nio o verdadeiro ; o se-
gundois bi radividaos approximtdis e retidos
pela forcat nj deixa de ser infundado.
Em verdade, o que falto do inslinclo social do
homem i No sera' este insliucio uma torca ir re-
sistiva!, infallival exequivel, e inht-renie a' nnssa
mtureza ? Nao sera' eta torga bstanla efflcaz
para reunir os bomens era sociedade, ainda qo un
estado do menos perfeigao possivel ? Ou forra
s sera' a' acgiu por meio da violencia material r"
Si regra aecessaria a conslitolgj e.a" origem
da societiida lai commum ; esla lei oo foi obra
da c rasciancia humana, nao : mas loda natural, le-
gislada pelo Creador, encarnada no homem para o
grande Ura social; e al extensiva aos animaes,
qua Ihes sao infarioraes, como a' abelha, per exem-
plo, que vive na mais perfeila socied.de. quanlo
aos fia' de soa crearo.
Essa lei, emlim, essa regra, era rigor, a verda-
deira/01'^1 oanva, que approximou, e dte va os
homeus a poderem subsistir e resistir em sociadade.
Exprimilo o vocabnlo sociedaeafa\ rcuuia
da individuas para um fim commumesta reunan
poda ser, ou natural, ou calculada, epbemera ou
nao, pessima cu ba : eoio os ttos e os meios,
sendo alia calculada, oo podtra deixar de ser pre-
vamenta estula-Ios, ntervindo a razao, a justiga,
a vontade, e a liberdade ; e seodo natura), entio c
quo os meios c os fias, para eiviltaar-se el'*, nao
podem estar tora do dominio do pseto ou do ajus-
te, isto e, tambara da razao, do direito, da ventada
a da liberdade.
Aos principies seguem es meios a' estes os fios;
dsnd) resultados mais cu menos diversos.
O Sr. Guizot leria grande sarama de razio, si a
sociedade nao losse susceplivel de mais ou cenos
perfeico, do mnimo ao mximo; ou que s se
podesse chamar sociedada a que tivessa os piedi-
cadjs da ordera, eslabilidada e perfeigao ; qne em
qualquer periodo da sua existencia nia deixas-e
auaca de baver mais oa menos som xa de direito
e de jostiga, quo coostttoe a regra.
Por outro lado, Kossaau, nao deixou de cabir
era erro (os sabios tambera errara) quaoau consi-
derla a sociedade, em sua origem primitiva, o re-
sultado de um paito, ajuste, ou contrito, para um
fim geral, e quasi qae predestinadooda conser-
vago da especia, e sea deseovolviraeoio pbisco e
moral.
A idea de contrato nvoive a idea de iotenso, a
idea de iot.raso a idea do vootade. a idea de von-
tade a de escoiba pela idea da sonsa. Sendo >s-
sim, Rousseau figurn ara* muludo da homens e
matheres. n tirnimecte solados uos dos cutres,
bera looge; mas cada qual com sua idea de sucia-
dade, e por conseguale de principios, de meios e
de fios, sem davida torturados pelas necessidade--,
em procara, piirom, ans dos ootros, at que se e
rito, eolro sua razao e seos instinctos, ou da' era conlraodo eniraratu era ajuste, ara contrato, a ur
resultado a victira qae a virtnle iotelra, ou a
raerte que o triompio di ciroa, ou a dtrtraleao
dos outros h)raens, a desordem extensiva e assola-
dora, a corruegio geral era fim. Em todo caso,
desgragadamente, as paixdes teto raizes na propria
oatureza : ellas tara permanecido cora o mesmo
carcter e esseocia desde os priraeirns bomens at
boje.
Caira raatou Abai do aoesrao modo, e pelos roes-
freguoiia de S. J s, senda no mterior do halco
feito de pedra parallelypipedo, e no circulo de fra
da lage coma das nalgadas, rasjand > nos interval-
los das arcadas da um e oplro lado, (antas portas
quants forera oecessarias para m;is cammodidade
dos coocarraotes.
Despacharam-se as petigoes de Aotonio Rangel
de Torres Baodeira, Beroardioo Jos Montairo,
Francisco de Barros Correa, bachrel Francisco
Leopoldino de Gusmo Lobo, Graciliano Octavio da
Cruz Martras, Isabel Maria Baptista de Castro, Jos
Aotonio da Cunna Guiraares, Jos Lopes da Rosa,
Jas Fernandas G traes 4 C, Maooel de Azevedo
Santos, Saoborinha Cesara da Cruz, Theloro
Rampks e levaoiou se a sesso.
Eu Fraoclsco Cacalo da Bua-viagem, steretarioa
subscrevi.Perelra Sirodas, prptesidente.Foo-
sacaDr. Pitaoga. Saolos.-Rego.Dr. Villas-
boas.Dr. Miraoda.
Oommunicados
appellado, berdeiros de
itratar atravessa la. O subdelegado respectivo faz a qoe digna esta composlgo dramtica, qae noi
ompeteota vistona e prosegue oas averlgaagoes
aflm de determinar se tol on nao casual o lo-
ceodio.
Faz boje beneficio no Santa habel a artsU
Joaqoioa da Macedo, levando a tragedia
desperla n'alma, sempre que assisnmos a saa re
presentago ntimos e variados sentimeotos e nos
roube ao corago sentidas lagrimas. A beneficiada,
to reeommendavel pelo sen talento e ja to coobe-
clda do nosso publico, de qaem leo rccetHdo sin-
de rummoad e ootro
Joo Manrique da Silva.
Ao Sr. desembargador Uchda Cavalcaote.Ap-
pellago civel: appellante, o juizo; appellados, os
berdeiros de D. Isabel de Miranda Leal Seve.
Do Sr. desemnargador Ucboa Cavalcaote ao Sr.
desembargador Sooza LeoAppallagdas eiveis:
appellante. D. Ciara Tbeodora da Fonseca; appel-
lado, Maooel Jos dos Santos. Appellante, o vis-
conde de Suassuna; appellado, Alvaro Angosto de
Almeida.
Do S. desembargador Sooza Leo ao Sr. desem-
bargador Santiago.Appellago civel: appellao-
te, Aotonio Pinto de Barros; appellado, Fraocisco
Geraldo Moreira Temporal. Appellag.Ses crimes :
appellante, Domingos da Caoba l.iohares; appalla-
do, o jaito. Appellante, o juizo ; appellado, Rodo!-
pbo Alves da Silva.
A ama hora e roela da tarde eacerroa-se a
seso.
I

O o'Qulho telvagem e dominador
prontra elevar se cima de tudo.
A modestia, contente de si mesma
n < p'ocura nem tscravos nem sub-
ditos. Ella ama apazt a offerece
a todos os amores proprios : aci-
vitisacSo da sociedade.
(LAMENNAIS).
Por oatureza e predestiaacin ha um ser creado
a' necessanameote vivar en sociedade e este ser
o homem; cujo soccorro mutuo toroa-se iadis
pensavel a' cooservago e prosperidade da especie,
doiadfvidao, da familia e tambera ao desenvolv-
manto da razan. Esta verdade lio nnivarsalmeale
coohecida, que ao eatender de multos nao tem ne-
cessidade de ser repisada, cora tudo urna especie
de axioma, qas jAmais levo tcapar a' remiols- -
fugo ou com farro, cora pao oa cora pedra, opera
se a destrulgo e a marte. Mis, outro lauto su oo
da' qaaoto aos raaios da que dispoa o humara para
cumbater a si propriu aaniqaila*nMo as diversas e
variadas paiz5a, que nelle sao multas vezes moti-
vos de sua queda e consampgo; porque a sa
razao, por exemplo, qne nm poderoso meio de
triumpbo, em vez de oascer desenvolvida e logo
capaz du lodos os effeitos maravilhosos, antes
sasceptivel de deseovolvimento, asss moroso e dif
Qcil como o da sement, qae encerrando es per-
ineos todos de ama grande arvore fractifera, carece
com ludo de elementos, ons naturaes e ootros ar-
lificiaes, qne a vivifiquen), a deseovolvam, qoaes
sao o ar, a luz, o calor e os benficos effeitos da
man calosa do podador.
A razo, recebeado de Daos grande impulso nio
pode todava despensar o da sociabilidade, que ea-
volve o germen do progresso humano.
Ja' por aqui se antev, qae a existencia de lei* e
preceilos coactivos e de progresso, qae reprimam
as paixdes, exemplifiqaem os bomens, e aarmonl-
sem o mals possivel o dever com o amor, o amor
com a razo. a razao com a f e a cooscieacia;
lais, eraQm, que susleotem a magestade do poder
firmado no direito, no jasto e ao hoaesto, uma
aecessidade relativa ao homem, desde que elle cha-
ge a constitu r-sesociedade.
Q jando se figura o hornera em sea estado natu-
ral, multiplicado de modo a constituir ama po-
pulagao.cada qual com ogermeo de pc-ado em si,
munido de todas as tendencias malignas de todas
as paixoas coobecidas e iovariavets; cada qual
tambera obrigado a viver em sociedade, por qae
elle oo pode, eomo a fra, vivar isoladmente, por
qoe como ja' dissamos, outras sao saas oecessida-
des, diversa saa orgamsago e oatureza ; mas
cada qaal lambem munido de farga* ioaatts, quo
sao a lotelltgeac a muito superior a do mais p t-
teitp irracional, a razo qae multo mais do que
a intelligencia, a conciencia qae Ibe falla; cima
de mim ba om Ser Snp'emo, a mea lado ootros
iguaes a' mira, em lado lio perfeltos quaoto con-
tingentes, e em meas ps um abysrao ;> a oo ba-
ver ora principio de ordem, de justiga, de direito,
':r,.i, de amor, talo em c?m^rt, *VM la4 Por*
marero sociedade I
Mas o Sr. Guizu, paraca-nos, que si na ollocoo
quem de Rousseau, no modo de encarrar a ques-
to; apartando se anda mals du estudo da naiare-
za do ser humano e tambera da historia da sua
creago, e da qoe relativa a' orgaoisago primi-
tiva social. Substiiulndo o vocabulo controlo pe-
las, palavras regra e le, eis todo qaante adiantou o
sabio publicista sobre o celebre pbilosopbo.
Figurar os buuioos na impossibilidade da estar
reunido; em sociedade, sea) qae previamente hou-
vesss uma regra, uma lei qua a isto os iodu'isse,
adraitur o contrita social de Rousseau : com
obVenc ooica de nao coo.-iderar como esle pbi-
Iosopbo.'o contrato o efeilo da voniade, sem a raa-
ditago ou aulas sem regras e leis. Islo G-i'!,
com sua idea nao pode deixar, como Roosse'u, de
figurar os bomens separados uos dos ootros, para
um dia, se reuolrem, por effeito da regra e da lei,
i organtsarem sociedade I
E o que seria essa regra em sua engem e oatu-
reza ? Porveutura a regra, a lei, esUria coocebida
pela idea, pela razo, a ser movida pela von ade ;
tbndo cada um individuo a conseienela da impos-
sibilidade de i ver por si s, slidamente e da ne-
cessidade de vi ver em commum, a' um fim geral,
e a' ordera publica ?!
Regra, quer dizerpreceito para fazer alguraa
caosa, disposlgo de lei. Quem legislara? Cada
ara boraera em solidio, na barbaria, s, com o
germen da jasliga e da razo ? Impossivel. A re-
gra assim nao te eslabeleceria, a lei uo seria exe-
cuiada. Logo a' regra, a' lei, preced-u a roucio
dos bomens : logo a sociedade qae a reuaio dos
borneas a' um Ora qualquer commnm, foi anterior
a lado.
Mas, nao sendo nem a regra, nem o contrato o
movel da reuaio primitiva dos bomens ou da so-
ciedade, qaal a causa oceasional desta ? Sem duvi-
da, o inslloclo social do bemem, iooato, e qoe 6
a razio em embno; qae vem a sero camrahar
sem a vontade, o execntar sem plena cooscieocia,
o cbagar ao fim sem coohecar o caminbo, e o prin-
cipio de eousa algama certa.
Eraflm, parece oo baver davidaqOe a dinerenca
que ba entre o Sr. Guizot e Rousseau consiste
em qae aquella figuroa a razio e a ranada, sena
disausso, mas lenta e reflectidamenie, actoand,a a
cbagar a' um fim geral, servado se sem d,uuJa at
da justiga e da moral; este, considerou a mesma
razio e a mesma vootade, pois nao ba contrato
sem razo e vontade, obrando accereraiamente, a,'
alcaagar t\ra ftm. comraam e ignoto. Entreuuu.
em tods eoairato nfio pJe dalxar da havar regras
e prc^eltos que constituxm a le ; coroo em toda,
rca, qae pwteilo, ma? qae tero qrn fiqj rrj,.
,
I ygra 1


*



^^r
^
*
f 4c \orrmhr de 1867.

na eit*ei.\ nao pode dallar de bter non
trato ; qoe 4 resaludo da eombinacio, roais M
i aeca+erada, coa o conbeci meato do be a on
io mal neceaaiflo ao effeito e a' aeeepco ; sendo
eerlo, qae o ajs*te on pacto pode ser mais o resal
tolo da precipiiacao "lo qae a r#sr; no qae
yode kaer signa dtferenca entre o* doas vas
toe pensador**, ao tocante otas* occasional da
soeiedaJe primera.
(Continuar-9fka.)
a --^jmp^m
Publicares a pedido
aars
H publica
.ositos.
os penhores constantes desees de-
O furda livros,
Igoaelo ames Correa.
" EM LIQ1DAQJ.0
Novo banco de Pernamlmco
Os Srs. accionistas podem receber o 3
dividendo (em moeda correte) de 10 e/o do
capital, assim como o i.* de 30 o/o, e o 2."
de 16 o/o, ja anuunciados.
ALPAffDEGA.
Reodimento do iia 1 a 16........
Cnavirgea. ats anaae* da foro.
Pedro Alriaudrioo da Costa Machado io eoa-
demoado pelo Dr. juiz municipal da oidade do Re- dem do di 18
cife em o iverobro de 1865, a quatro meiqs de prl-!
sao e malta corres jondele a melade doVmoo, e1
as casia*, por cnme de rajaras (ellas, nao so o
capillo fcanoel Jos de Sani'Anna e A'auj), senio J/>vimeoto da alfanijga.
lambeta a soa propria familia; appelloo da seoteoca Yolumes entrados com fazendas...
i qual fii cooiraiada ; na eieeuco apceseotoo, ice gneros....
prescripcao, fot esa desdresada.;iolerpt recurso'
para o Sr. Dr. j uz de dirello da I* vara, 'o tambero Volamts sabidos com faieodas...
despresado ; requeren sollo doas vete* habeat cor- gneros....
pus ao superior tribunal da relacao desla provio-,
ca, onde se apreseoloo, e Iba foram negadas ; se- Detcarreeam hoje 19 de novembro
355:9344370
36:140*355
392:0741735
SI
63
-----84
IOS
171
------373
gnlo para o Rio de Janeiro, all reqo-reu kibeat Lagar ioglez_Citu of Azophemercadorias.
cotyus perante o supremo tribaoal de ja-tic, ibe Barca franeeiaVitle de Prontignan cementa,
fol all denegado ; pedio perdu S. M. o Impera- Brigoe \ag\nz~H-lty Vary carreo.
dor e eao e. n-eguio ; voltou a esta cidade do Red- Bngue inglet fl is'ilte arvao.
fe, leoiou bler desistencia do autor injuriad.;, nao Bngue Inglez- Filaidem.
consegu ; eutao recitieu-se oo dia 16 du corren- P.tacho inglex-ifarp-bacalbio.
le a casa de deteocao para cumprir a seoteoca, Satasca bespaoho a-Oniwi charque.
depois de tudo isto lotela pela lerceira vet habeos REC8BE0DRIA B rtENAS INfFRNA;
csrpus qa acaba de reqoerer peraute o mesmo
superior tribunal da relacao, onde datera apresen-
lar-se no|H III
Do resultado dir
O observador.
GER.AKS.
lendlraento do dia I a (5........ 17:2514184
dem do dia 16................. 3:4253746
Ueo do da 18....... S.-070JJ977
40 PUBLICO
Appellidar nos-biara de promos e fastidiosos se
lentassemos leeer elogios, aiiaz bem merecidos, ao
celebre prestidigitador italiano o Sr. I-i Joro Ros-
si ni
A impreosa, primeira antoridade, tero feito jns-
lica ao j .ven e etcelleote artista, elegiaodo a fe-
eondidaoe do engenh \ agilidade. e liinpeza com
qrjo o Hiostre prestidigitador trabalna.
Hermao, na sna *ioda a esta pcoviocia, nao ar-
rancn mais bravos, raals palmas, de que tero ti-
do o Sr. Rossini do aossn |ustieiro publico.
Consta nos qae o Sr. R jssqi anda tetn no sea
variado reprtjro sortes superiores que nos
tem apreseoiado, e aiola uo roano vistas ; raals
como Ih9 nao possivel lrbinar mals oo Ineatro
de Santa Isabel, Oca o mostr publico privado de
tcais alguoias distracco-is de escamotagein,
leudo soHieote para algum entr<'tommnnio o repi-
sado mouutooo do dramtico.
Satisfeitissimo eio o Sr. Ro-gini do C ara e do
Maranhao, nao aehando all difflculdades para ob-
le r o toealro, n-ro quem loe eng>s*e soturna- es-
pantosas por elle ; o qoe nao lh'acont',CH,j aqni,
pois qoe oo obstante o Sr. Rossioi trater pira o I
Aa pessoas qoe qnerem *>*-dKoi artigge *mQt>n, elho artista qoe l ea. OMlbores
apresentem toaa pr->po*las o ni^ij rmmUtutfit undan dtostoauo distiagnio e festtiot.
H hora* do da 19 doi corroto. o arthta pataense, mais qoe ao sea inesoaJoao
Sala do eonseiho de orrjraa- o -t^* a^^H Ilesa proieccio d.TSrada
goerra 13de *'l> JTv-to.'to a m- *,m> "'mtt desU cl(,,,e. D 'ln>ida cor-
lse Mara Ildefooso J. da Vei1\ e Hetto, peraQio .r^tm.ca. e com espeeialidade nos seos
_ presidente. ,8^ e bolM imigos do Mno do Recita.
Cela secretaria da cmara municipal oo aW-
ctfo ai tai publico, que nao ende U atrematad*
em du 13 do correoU a obra doa coorertos do
acoafoe publico oo fregaena de S. Joe, contiaia
ea praca na dia SO do mesmo mee pela qnaatte
de 8:t9up j annaaciad, aob as BMsmas cao-
dicoes.
^ t na ausencia conimfwtm pro/muda
Umtramca doce, demudad* muara*.
Gratidao extrema ao meo dlstlnelo eaNega Ceim-
bra pela coacessio franca qne fea sale espectcu-
lo em m#a proveito.
Recooheeiaeoto sincero ao meo bondoso coro-
Secretsrla da cmara maaieipal do Recite, 16 panheiro Tborca, pelo sen cavalbeirisme pres-
de novambro da 1867. tando-se afaier onlro papel qne oio aquello 1,1
O secretario, por elle a ________Francisco Caonto da B uviagera. Um esueito e aordial abraco a todos os Srs. ar-
________________ __-______. Usta> ^ij dedicjjj naanilBaud*, a miro, sea ir-
Compailllia dO BeOenbe .Ip-'arte agraSeido amigo
A directora desta compaobia fa. scinte gS~ftZ S.SSTS gf&
aos senboies acciomsU, qae o cana desta gario.
compannia esii autorisado a pagar o 39 ____________________
dividendo de suas aeges na proporc3o de
3,-ji'00 cala ama, a principiar de aruanhSa
19 do correte em (liante.
Escriptorio da empanhia, 8 de novem-
oro de 1887.
O secretario
Dr. Prxedes Gomes de Souza Pitange.
Coaselb de compra* do r
COMPAieil PfiR?AHHUCAJf__
kimS MARTIMOS
COMPANHIA BRASILEA
f\\VEGi(]\0 COSTMR4 POR VAPOR.
Ipojuca Jagmaribe Parakgba
Pirapama Giqt Coruripe
*ff. Maman guape Mondah
Os segointes vapores oo ooirosJsahirSo deste porto para os do norte e sal com
as escalas do cosame, recebeodo carga, encommendas e dinheiro a frete, assim como
passageiros de primeira e terceira classe, para os quaes teem os melhores commodoi e
exceliente traUmento, nos das abaixo designados.
PARA
Portos do norte e]
de escala at o Ac-
PAOSEf &S A VJffOR .
E* enerado dos portos do norte Wtrw dn sol e es-
at o da 28 denovembroo vapor calas al Araca-
Guar, commandante o prlmeiro j I
,tenrnte Pedro Hyppollto Doarte, ''
o qual depois da demora do cog- PortOS do SQl at 01
Penedo. ,i
22:7515207
(MNSULADO PROVINCIAL
Recdimento do dia 1 a 16.
dem do dia 18........
36:4511150
3:4971180
39:9483*30
sea-I de guerra.
O coneeibo de enmuras precisa contratar a im-
prento de mappas e rans objecaos qoe llver de
imprimir por estaca de um nao, coma diipoe o
desoacbo do Bxm. Sr. presideote da provincia, de
Sdejoibodo correte aono, exarado na peiico mine seKui.a para os porto3 do sol.
de Amaral i Filbos, guardando-se as disposIcSe1 Recebem se desde ja passageiros e engaja-se a
do regoiarnooto de 14 de deiembro de 185S. carga qoe o vapor poder coodanr a qaal devera Rio Formoso. .
os modellos sero apresentados aos preieodentes embarcada no dia de sna ebegada, eaeommeo-
de de b. je al o lia 21 d.. cerrente mei. era que : dts e dnMro a frete at o dia da sabida a; 2 Goianna .
recebera'propostas para tff-ctuar dito contrato. borag. Previne-se aos Srs. passageiros qne snas Fernando de NOTO-
MOYIMEIfTO DO PORTO
Nato entrado no dia 17.
Rio Formoso7 horas, vapor nrasileiro Miman-
guape, de 233 toneladas )inm equip^gem 20, era lastro : a companbia Peroam
bacaoa.
Mout-iviio 20 dias, barca inglea Watrior, de
616 tmeladat. capiWo lastro, a Welsoo- & Hrtt-. -guio para a Pa-
rabyba.
Hamos entrados no da 18.
Alloa45 da-, bngse rafiot Pira, d-- 267 tela-
das, eapittd D Greive, equipagera 9, carga car-
vo de pedra ; 4 orden.
Assti6 das, iiute bra^iieiro Garibaldi, de 109 to-
neladas, cau'tao C. I. Vianaa, equi^agem 9, car-
8r. Coimbraoraa carta do respeltavel negodaote .aolI a Ta?so Irmo.
do Ceara, o Sr. Francisco Qaotbo, o Sr. Coimura
nao fes caso dessa carta, e para permutir o,ue o
Sr. Bo'SIoi flesse alguns espectculos no Saota
Isabel, exii. -Ihe, e ja receben, a exorbitante Hu-
ta de 40o#000 rs. por cada especia-lo. e duendo
ainda : a u ito porque eu era IVroamboco sou
O pal dos artistas I! Vade retro, Sataoax, com
lal comportara*-uto de pai...
Pois ser possivel que o Sr. Coimbra iaca cora
a orebestro ( que as noiles ero qn lera trabalna-'
do o Sr. Ro-sioi, ella oo tero tocado ooosa que
mereca 2OW00 res), illaraioaca >, artista*, por-
leiros, 1 nao sabemos qoe roais, uroa de*peia de
WOJJilOO rns por da T I Ser possivel qoe o Sr.
Coimbra t-uha cm dispendio de 546 OOOiOOO de
reis porannoT... Pois oo havendo interrnp-
jo de espectculos dramticos, para que se ha
de exigir d'ora artista, que pela primara ves pro'
cura a coadjuvago do hospitaleiro imperi Sida
Crm, a qu-olia de 400000 re, quaudo mais
qae sufflciente levr-se-lbe 200*000 reis pois qoe
oas onuas provincias o S'. RosatW tera I'eito a
dsspeza cora oitenta e cem me reisT...
O Ibeatro sendo do goveroo, e este subsidiando
a empreta, o emprezario o51 p6 le negar a que
um artista passageiro ad alguai espei-laeulos d-
saa arte, j* nais sen lo esse artista ja eourieridos
n'oatros paites.
Recorra o Sr. Rossioi a autoridad.; principal^ e
vera' que esta ha de ter pod-r, nao ob-tmle o Sr.
Coimbra duer qae oo, de mandar ceder-Iie o
lili, tii Feroaoio76 h>ra, vapor brasilelro Pa
rahyba, >le 104 toneladas, coramandaate Mello,
eqoipagi-ra 20, i-m lastro] a cjrapaohia Peroam
bacana.
Navios saludos no mesmo dia.
Canal -barcaiugleta leteor, capitao "Jrjig, carga
assui^r.
Portobngue porluguez Alelino. Cipito Manuel
J. da Suva; carga atracar.
Liverpoolescocia 10/ era Camstford. cap lao J.
B. Jarnos, cama as- riiar e alga ia->.
iVanio sruado no m'tmo da
(Ierra Azul (ai P^r) brigue 'Ogiez .4nn, capitJo
William R iberio, car^'a a mesou qas trooxe de
Deeppee (na Trauca).
Craz n. 57.
Conselho de compras do arsenal de guerra, 14 paosasjetas^ s se recebem nesta agencia ra da
de novembro de 1867.
Jos Mara lldefoo-o Jacome da Veiga Pessoa e
Melle, coronel presidente.
Francisco de Paula G da Silva, secretario-
O conselho de compras do arsenal de goerra
precisa comprar o seiinlote :
Cota da Baha cinco arrobas, lo de algodSo
cinco d las, espirito de vinho vinte e cinco garra-
fas, verniz de alcalro um barril, coaros de lastre
cloc dunas, ac batido olio arrobas, caitas de fo-
Ibas de fhndres dez das marcas XX, IX, pistolas
qnatorze, e-padas seis, cadeadns pares quatro, car-
vo de pedra dez toneladas.
Quem qoizer vender ditus art>gos aprsente
suas propostas com as respectivas amostras na
sala do CJDs-lho, a's 11 oras do dia 19 do cor-
rete.
Sala do conselho de compras do arsenal de gner-
ar, 15 de novembro de 1867.
Jos Mana I. J. >a Velga P. e Mello,
Coronel-presidente.
Francisco de Panla-Goncalves da Silva.
________ Secretario.__________
CORREIO GERAL
Pela 11 niKiric.o di corroio desla cidale so
faz publico a quem lier.'-.-ar po'sa qne nao se
dem raodo os vagares da coropthta Men ageira
Imperial neste porto-em sea regresso do Rio de
Janeir.., o lempo pre.cl-o para se fazer a expedlcao
das malas ejrn direccaj a Europa, dando assim
lugar a que deixasse de ser devdamente proces-
sadas, tem resolv I < que d'ora em diaote as oalas
se fe.'.bern as 6 horas da tarde do da anterior ao
da chesada dos mesrnos vapores.
A4rainistraco dicorreio de Peraambaco 18 de
novembro de 1867.
O administrador,
Domingos dos Passos Miranda
EDITAES.
H
O r. Joao Antonio de Araujo Freilas Heariqoes,
juiz de difeUu da primeira vara criminal desta
coraarca do Recife, por Sua Magestade o Impera-
dur; a que.m Dos guarde, etc.
Faco satter aos que o presente edital virem, qoe
sendo convocada a quinta sesso ordinaria do jury
desta capital para o da 14 do correle, e 6 tendo
cjmparecirto 12 |ura1os, | rocedeu e ao sorieio de
roais 36 -u^pieiu.-s da urna especial para comple-
tar o numero de 48, oa forma da lei, e teodo se
estnb'do da meuciooaila uro 30 cdulas fui esta
escotada ; pelo qne oa forma do locreti n. 693 de
31 Je agosto de 1850, se olBciou ,10 presidente da
THEATRO
inealro ero cortas ooites, porque a compaulna nao
trabalha todos os dias, e o Sr. Rossini recuoerara'
o qoe tem perdido neste theatro, lindo trabalbado f *mara tnupicipal pan comparecer no tribunal do
ira a empreza. Ja' que temos s um ih-atro, oo J^J D0 dla se^uiuts pelas 10 horas da maoba,
para a empreza. Ja' qu
se priva a um publico como o desta etdade, a va-
riacio de represeotacSes.
Os apreciadores.
A gralirto, diz o couselheiro Basto?, o uoico
thesouro do pobrt, um devor que necessario
cumprir.........
Pois bem, o tributo da grato que vimos bo-
je renrier, por nogsa parte, ao Bxm. Sr. Bar-i de
Villa Bella de qurm mesmi cumo poltico, ^cuipre
Otemos o roeihor conceito era negocios de Instroc-
jio, cojo inieresse e dedicaco tem sido diversas
vezes provados.
A solacio do prncesso do professor Ivo, cooci-
liada com a silubci, anda ama prova recente
d'essa verdade.
Uinxam-nip, orna ordem qne, dizero, S. Exc
expidlra a' directora geral da mstrucco publica,
mandando que esta bouvesse de rascar a p nana
instrncidcs ha pooco pDbiicadas no jomal oiflr.iai;
orna, que probibia absolutamente aos profesare-
pblicos o eosioo particular, outro que permittla
0 mesmo eu-lou coro resiric\-5es, sob peois atrj
zes, nao comprehendidas na le, e ambas, entre-
tanto, offeusivas da mesma lei, como se evidencia
da propria cootradicco, em qne se charo nasas
dooi actos, como tambem prejudlciaes ao protires.
so da inslruccao, que quanto mais mesire^, > ffl-
ciaes, on obrriros tiver, tanto mais se multiplica-
ra' : este acto dizrmos, prova exuberantemente, i*
qoe ao coraco de S, Exc. repugna e espirito de
perseguir os menores ; 2*, que aole S. Exc. au
ba consideracio possivel para faze lo condescender
com out os meios, qae nao aqoelles, qoe directa-
mente concorrem para a propagado do ensino,
>|uica' a contrarios fias de mysieriusas expecula
<;6es.
O amigo da instroccao.
CMMEBCiO.
PRACA DO RECIFE 18 DE NOVEMBRO
DE 1867.
As 3 X horas da tarde.
-oes da divida publica87 por cento
"(fies da compaa pernambocana-ao par.
igodio I* soria8WiJ0 por arroba.
Snvelra,
Presidente
Macedo.
Secretario
< tlxa filial do banco do Brasil
ei 1'eraambHc, ao x6 de ju-
Iho de lgrjf.
)e ordem da directora se taz selente sos Srs.
lonlsta, qae o thesooreiro esta' aotonsade
^ar o 27 dividendo das acc5es do banco do Brs
nscripug n'esta caixa, a' razo de 12#000
cO guarda-livros
Igoao Nones Correa,
~ liBaDk
OF
Rio de Janeiro. Limited
JCSCONTA letras da praca de pra-.o cur-
1 8%e de prazo maior a taia a c>nven-
iar.
;_CEBE dioheiro en coota correte e
.0 Bxo.
SAC\ vi>t? oa prazo sobre as cidades
icipai's de Earupa tem agencias na Bala,
ri's-Ayies. Monlevideu Newyork, Ne-
ileans nemiuecartas de crdito [ara os
nos lof ares.
7 Lirgo do Ptlouriobo 7.

arJm dse nceder o sirteio na uroa geral, e
neste da coroparecendo 20 jurados, e nao tendo
sido recomidas totas as nolifkacSes, se adiou a
Stsaao para o da de hoje, e comparecendo apenas
SI j irados, se proceden na urna geral o sorteio
de mus 27 j,ara completar-se o oome'o legal ; o
qu fdito foi a seso adiada para o da O do cor-
rete pe-las 10 huras da manha* ; e das cedolas ex-
irabidas por uro mi-njr foram surlelados os segoia-
tes juradjs :
Fregueiia de S. Fr. Pedro Guncalves.
1 Dr. Manoel Francisco Teisein.
Freguezia de Santo Antonio.
2 Dr. Sabino Oieg.iii j Loig-ro Pioho.
Freguezia de S. J >s.
3 Dr. Demosihenes da Suveira L)bo.
Fr'goezia da Bja-Vista.
4 Tbomaz de Carvaibo Siares Brandao.
Freguezia de Alegados.
5 Jai do Prado oa Cmara Santiago.
Freguezia do Poco.
6 Jesuioo Ferreira da Silva.
7 Jos Cesarlo de Mello.
X Dr. C.rlos JusPuiano Rodri^ies.
9 Dr. Jiaqmm Fraucisco de Miranda.
10 J o Fraocisco do R-go Mua.
11 Frencisco d- Paula du Reg Barros.
Freguesa da Varzea.
Ii Francisco Xvicr Caroeiro Lins.
13 Manuel Roino Uorrda de Araujo.
14 J )!- Antonio de Oliveira e Silva.
15 Firmmo dos Sanios Vieira.
Preiiuezia de S. Lourenco.
I Bernardm Z-ferino de Miranda Alboqnerqne
17 Jos Dune o Albuqaerqae Maranfiao.
18 Aolouio Jos uarle.
9 J j;io Francisco do Bego Maricola.
20 Maooal Joaquim do Reg Bairos.
21 Manoel Cavalcaoti il'Ailm jjerque.
Pregnetla de Munbeca.
z: Jos Ignacio a Lyra.
23 EsievjQ Jjge paes Barrete
Freguezia dejaboatio.
54 Aogu^to de Sa e Aibuquerqae.
25 Dr. J.jo Augusto de Souza Leo.
26 M-ooel M-uie da Suva.
27 Manuel Pires Ferreira.
A lodos os goaes e a cada um de per ti, bem
como a todos os interessados em geral, se convida
para c Moparecerem no primeiro andar da casa
que fm cad-ja, na sala do j y, tanto no referido
da 20 como nos deroais otas em qaanto durar a
s- sso, sob as penas da lei, se raHarem.
E para qne chi-gu- a notieia a todos, roandei
nassar o presente euul, que sera' afiliado nos lu-
girt-s mais pblicos e publ cado pela impiensa.
Dado o passado oesta cidade do ReCife, aos 16
d nuverubro de 1867.
: u I turo Fradcisco de Piula Bsleves Clemen-
te, esenvo do jury, o subscrevi.
Juo A. o'Araujo Freilas H ariques-
0 Sr. Thomaz.
> Macedo.
A Sra. D. Antonia
O Sr. Rajmundo.
Te'ueira.
Lisboa.
Pedro Aug.
> Barreto.
Mciiums.
arsenal

4e guer
i..
a Filial do Bine do Brasil em Per am-
uco, aos 11 de novembro de 1807.
ordem da directora se faz publico a as qae tem depsitos em cancia nesia cana,
-io seodo al o da 20 do corrsole pagas as le-
19 te acoam v-nelds, serio veujrtos em
O coaselbo de compras do
ra precisa comp ar o segoioto ;
6 libras sciao cilricn.
40 t.'j..'as alcuul a 36
4 arrohis as-orar ci ystalisado.
1 arriba b.nha de purco.
I huras car nona tj de magnesia.
4 ditas caropbura.
1 Jila xtracpj de belladona.
5 arrub i* flog de panno da linbo,
1 libra loduielo de chumbo.
z litas dito de poiassto.
4 trrob s liobaca.
5 litro- macella.
I dita myrrha.
30 dj m de amendoa-doce.
30 ditas oleo de ricino.
SO qias pa.-tas de naf.
1 bt'ra pos de J-annls.
S ditas rosas robras.
t arrobas sulfato de magnesia,
20 v.dr. s xarppe de naf
i reumas papel de H llanda paotaijo roaroa grao-
de para mappas meosaes.
1 c:po de jr?doar de 8/0.
EMPKEZA-COIMBRA
Tftic-f ira 19 de novembro.
RE IT.\ EXTRAORDINARIA EMBENEFJCII) DA
ACTRIE
\K Aotouia Jomjhiki.
A primeira representado da tragedia em
cinco actos original poituguez do Sr. Juo
Baptisia Gomes
PERSONAGENS,
D. Affonso IV, tei de
Portugal .
D. Pedro, principe.
D. Ignez de Castro. .
D. Sancho ....
C'ielho.) (l. -
(Pdcheco)Cnse!he,ros-
D. Nono, camarista .
Oembaixalor deCastella
Elvira, aia de D. Ignej. A Sr. D. Jesuina.
Doas meninos Albos de D. Ignez e de D.
Pedro. N. N Damas do paco.
A scena passa-se em Cnitubra.
Seguir-se-ha urna poesa de gratidSo, re-
citada pela beneficiada e dedicada ao civiii-
satlo e h.ispialiiro publico desta cidade
Terminando o expeclaculo com a primei-
ra repre^entaco da comedia em um cto
orna.ia de couplets, desparate cmico.
MoKRKrt PAKA TER
DINHERO.
PEBSoNAGENS.
Guilhcrme, estudante da
universidade de Cbim-
bra.....
Aogusto, idem .
Carlos, idem ,*
Isidoro, idem .
Julin Beldroega (tio de
Augusto) .
Um Diestro de msica .
MsicosEstudantes Convidados de am-
bos os sexo.
A aeco passa-se em Coimbra.
A bentficda recommenda-se filantrpi-
ca protect/ao d'um publico to ilustrado,
como prodig na bo* hospitaiidade, a quem
proiesta um eierno reconbecimenio.
Principiar s ti horas.
mmmiK bkasileiha
M
Paquetes a vapor
Dos portos do sal esperado
al o dia 22 do correte om dos
vapores da companbia, o qual de-
pois da demora do costume se-
guir' para os portos do norte.
Recebem-se desde j passageiros e eaga|a-se a
carga qae o vapor poder condozir a qual devera'
ser embarcada no dia de sna ebegada, encommen-
das e dinbeiro a frete at o dia da sabida as 2 ho-
ras. Prevnose aos Srs. passageiros que suas
passagens s se recebem nesta agencia roa da
Cru7. n. 57, escriptorio de Antonio Luii de Oh-
veira Azevedo & C.
Para Lisboa.
Val sahir com brevidade a barca portngoeza
tiratidao por ter parte da sna carga prorupt< ; pa-
ra o restante e passageiros trata se com Oliveira
Pilbos Si C. largo do Corpo Santo n. 19 oa com o
capij na praca.
~llha de S- Mlgael.
Para o pono cima segae o patacho porlagaez
iJorgense de primeira marcha, para carga e pas-
sageiros irata-se com o coosigaatario Joo do Re-
g Lima, roa do Abollo n. 4. _____________
nha.
TAPORES.
pojuca
Pirapama\
Pvtengi
Potengi
Maman
guape
Parahyba
Parahyba
TONS.
600
600
400
400
340
140
104
Cr.M MAN-
DANTES
Martins
Tfrres
Pereira
Pereira
Cesta
Mello
Mello
DIAS DE SAlilDA.
Sexta-feira 15 de novembro e sabbado 14
de dezembro.
Satrbado 30 de novembro e segxtnda-feira
30 de dezembro.
Sexta-feira 15 de novembro e sabbado
1 di dezembro.
Sahbado 3o de novembro c segunda 30
de de/embro.
|1, 6. II, l, 21 e 26; e volta a 3,
I 8,13, 18, 23 e 28 de cada mez.
Todos os dominijos; e volta s quinta
feira, de I de dezembro em diaote
Terca-feira I i de novembro.
De 146) esleirs de palba de car-
nanba.
IlO JE
O agente Pestaa far*' imio por coola e r;seo
de quem prtencer de 1460 esteiras de palba de
carnauba com marca 8T ja riem conhecidas neste
mrcalo e serio vendidas em um on mai< lotes a
vontade : no di* cima mencionado as 11 boras
da maoba no armatero do Auoes.
De 50 meios barris cem manteiga
fraaeza
HOJE
O agente Pestaa fara* leilo de 50 barris com
mantelga franceza n-va em am oa mais lotes a
vontade : boje as II ooras da manhaano armizem
do Annes.___________________
LE LA O
HOJE
De orna mulata de meia tuade com babilidades,
urna burra, um cyilodro para padaria, marque-
xas, caluirs, marqaezes, 17 eaxilhos paraja-
neilS e monos ouiros movis novos e osados.
Pelo agente Martins ra do Imperador o. 16,
as ll hora-*.
Limii
DE
II cinbetes ac de Muo chato, oitavado e qoa-
drado,
6 pecas de encerado pr?to.
26 resmas de papel de embrulbo granle.
27 espingardas de agniha.
3 arroc<5's grande de ferro para botar 150 gar-
rafas cada orna.
I caixa com la para bordar.
20 ditas cora ebarapanhe.
Quarta-feira 20 de novembro as 10 horas
em ponto.
0 agente Pinto fara* leno por cuta e risco de
quem pertencer ios blelos cima mencionados
existeotes no armatem da ra do Torres n. 12,
onde se effCluara' u leilo as 10 horas do da ci-
ma dito.
lallliftj.
De cscrav -, inuvcs, obras de ur
Irata.
COMO -EJA :
1 escrava de nome Mara, idade i1) aonos.
I camade arroacaj, 6 cadeiras de amarello, 1
Raioulo, o anal depois da d<-mora do cosame se- par de coosolos, 1 sesa de meio de sala, I ban-
BBira para Genova pnr S. Vicente, Santa Cruz de quinh, 1 meia commoda, urna aarqueza, 1 lava-
Tenerife, Gibialtar e Mar-elba. torio, | mesa de ploho, t cama de vento, 1 redoras
Para condiedes, fretes e passagens trata-se na de vdro conteni 2 imageos sobre peaoha, 1 par
DE J *
O al ich j L-aldndt prote ode sabir para o Rio
de Janeiro com aquella brevidade qae ibe for pos-
sivel, segundo a coacurre acia da carga que bou
ve* : quem cello quize. ca regar, pode dirigir-se
aos :onsigDatanos Marques, Barros 4 C, no largt
dn Corpo Sauo n 6, on ao respectivo capitao An-
lonio Joaqoim Pinza.
PORTO.
Preteode sahir para o Porto, coro a maior bre-
vidade possivel a barca poriogueza Hamildade,
tend.i ja raeb de oa qaasi doas tercos do seu car-
regamenlo engajado. Para a carga que Ibe falla e
passageiros qoe gozaram all de excellentes com-
roodos, traase com os consignatarios Marques,
Barros 4 C, no largo do Corpo Sanio n. 6 oa com
c capiio Carlos Ferreira Soares.______________
Para o Aracaty segu coro muila brevidade o
biale Sobralense ; para carga e passageiros trata-
se com Jos Sa Leitio Jaaior, roa da Madre de
Dos.
SOC1ET GNEKALE
M
Transportsmantimes a vapeur
PAQUEBOTS FRANCAIS
At o dia 2i Oo correle, espera se dos portos
do sul o vapor fraocez Picardie, commaodaole
A ESMERALDA
5 liua da Imperairiz 5
A' randa I moda I qoe tempe-
Da festa o geni-i u s rtiz :
Me ver corsas mu bellas
Na ra da Imptratriz.
II', e ao passardes s portas
Ao numero cinco att^ndei;
E' all que a.-s .-le o genio,
E' all que ogosto lei.
Tem lavas de varias cores,
Do a llamad-. Joovim ;
Tero ricos cintos e Ares,
Pitas liadas e setim ;
Eiifeit-s de vario- goslos,
Ctiapelmas e tnurados,
Tero vestidos muito simales,
E t;.rabera os lera bordados;
Tranc-, ligas, Mcos, franjas,
Prole, i-i|u.-s e cordn,
Gaze de >eda, bom crp,
Bloods ricos e baloes ;
Tem aderemos de flores,
Enir-.m. i s e babados,
Pelerinas e-mangoilos,
CosttMMS p'ra baplisados.
All, nada falta moda,
T nnuiezas encerrj ;
D. Pars aa eentro ide,
Fregujzes da mtnha ierra.
Ide ver colisas moi bellas,
Da fasta o genio Dos-di ;
Ao num.ro cieeo altendei,
Na ra da luiperatriz.
O Sr. Raymondo.
Pedro Aug.
> Lisboa,
Barreto.
> Mawdo.
> S. Rosa.
agencia ra da Cruz n. 53.
irai
Segae com brevidade o patacho naeirroal Volan-
te, por tergranJe parte da carga engajada, para
a que anda pide admiltir irata-se coro o respec-
tivo consignatario Antooio de Aloelda Gomes, a'
roa da Cruz n. 23, andar.
anternas, 1 baode.ja, l irancelim de ouro com bm fa,Q"l3, a- voatid; d ff
LELOES.
LE L 0
Ide
I chave e 2 sioete, I "aoeU > de ouro, i boto de
dito, 1 par de ti >t-s de dito e oatros un jo para
bertnra, e 1 dancelim de eraia.
Cordeiro Simes
a reqaerimento do i'iveutanaote do (loado Jo'
Jiaqulm de Saota Anna e mandado do lllm. Sr.
Dr. joiz deorphos fara' leilo da escrava, ra>-
veis.oaro'e prati cima descrlplos perleoeente ao
dito auado, Ism
Qoarla-feira 20 do correte
as 11 horas a' roa do Pilar o. 90.
r-
HOJE
Na ra do Imperador n. 40, Io andar.
?elo agente Euzebin.
De orna qaaria parte do sobrado de 3 andares
den. 17 silo a praca do Croo Sanio, foreiro,
tem cano de esgoto desde o 3* andar para as
aguas, com grande quintal morado, com portio e
sabida para o caes : os preteodentes podero exa-
minar com antecedeucia.

Quinta-Oii* 21 de nav.mliro.
RECITA f.XTHAOHDINAHIA EM HENEViCIO 00 AB-
Tt-tA DRAMTICO
Fraa iscu le oallevfiuiiiariea dCn"ha
Soler novauientea scena o muilo e sempre
applandirio drama em 4 actos, denominado
0 PODER 00 OURO
O papel do vn.iu carpuileiro, ser pela orlmeira
vez desempenhado nesta capital prlo beneficiada
Terminara' o e>pectacolo com ama das melba-
tos comedias do repert ino.
O arti-u Salles Guiroares, de passagem por
esta bella capital. onde ha 15 annos merecen o
mais proBonciado acolhimeolo nos Ibealros do
aLKIL&O
hoje
Na ra do Imperador numero 40.
Pelo agente Euzebio.
De um escravo de oome Joao.
Da quarta parte do sobrado de 3 andares de n.
17 oo largo do Corpo Santo.
Da nasa terrea n. 27, ra Bella.
Do sobrado n. 7 sito a ra do Padre Floriano,
rende por anno 54DJ.
o D"0 47 silo a roa da Roda, rende por anoo
BZaV
Do sitio n. 12 oa estrada que atravessa de Santo
Amaro para Be m. denominado Reduelo, tem 800
palmos de frente, fondos bastantes, eom casa de
vivenda, moli boas arvoredos qne dio copiosas
frurtas, poco com excellente agua de beber, chao
foreiro e rende 400
Da casa terrea de a. 08 sita a roa do Terco e
as chaves estio na mesma roa n. 38 padaria, ren-
de ft
Da casa terrea de n. 32 na- travs* dos Quar-
leis e ontM nos fondos desla ceta frente para a
roa dos Patos de o-. 13, chaos prop'kM, rende 404
De doiis carros de carrear geaers
e dous tinint s bnis manos
O agente Martins fara' leiin por Cdta e risco
de quem pertenrer dos carros e b^is cima
Qaarta-feira 20 do crrenle.
As 11 horas do da defrooie da escadinha do caes
da alfandega.
Tkilao
DE
Urna meia agua na raa de Sania Rita o. 96, com
porta e jaoella, ama sala um qnarto e cos nha.
Doze ditas sitas em terreo foreiro na raa da Praia
da casa de delearo, reodem 1004 por mez, as
quaes lem ama *ala, um quarto e cosinha.
Qmnta-fpira 21 dj Corrente.
Pelo ageute Martios a roa do Imperador n. 16,
as II horas do dia.
Nesia mesma occasil ser vendido om escravo
de 17 anuos, perno osioh-lro e aleado de ama
peroa.
_____________________________KSMKBAL8)A.
Aluga se oor pr^cu eu'ii-uiudo om si'ic B?.
Passagem oa Magd^i.na; a tratar oa ra da Ca-
dla n. 4.
Franca a Brasil.
Largo do arpo Santo o 27-
Mr. Jia.1 aer.-ior, aifaite fraocez, tendo ebegada
de Pars da grande exposigo universal de 1867,
faz seienle ao resuena ve i puonco e aos seos nome-
roS"S fregoezes, que lem urn graode sortimeato de
lxenlas Oims, as*io ora > con- de caigas e col-
tes de casimiras e costuroes inlerissos, cortes de
coletes de seta floa, de cores o de la, um grande
sortimento de bros brauco e d^ cores, assim como
fazeudas piornas p,ra montara de seohora, e
ptimo sargento francet; assim como vende lam-
par procos
c..m udios.
w
WM
D3 fazeudas de lei,
i
A 19 do rorrete.
O agenta Oliveira continuar' por con la e risco
de quora pertencer, o seo leilio coraecado a 13,
de bom sortimeoiod raanlas prioeipaimenie m
Apello e Sania I-abel, bem desejava, depois de lao glezas, e as mals proprias do mercado, coosistindo
loota ao-mcia, apresenlar se em no drama de I ero madapoldes de diversas marcas e rotlo al-
Dais diffltilI eseeucsV, p.-rro, aabando-se a em- jod-s trancados, pannos pretos e atoes, baetdee.
prera atan rada ci ra ectacolo., e ao mesmo -
temooeo-a>aodo om bnihaote divertimeoio para
e it limo da 2 de dezembro, nao Ibe foi aossivel
lanear mo de oatra composicio para sna reen-
trada : cumiado, espera, qoe, o geni-roso e illas
!tl?r,S',t;li'f,'n,?er^!,'boc.a,i0' r,e'aDd0 U faiulda Cady n. 4. prcimVd^aTma^rn'^dehnaaT
invoiaotaiia, nao donara' de concorrer a) bene- Ido Sr. Barroca.
AVISOS DIVERSOS.
las Hat* Arr.ietlegir.o e fieojraphic
Peinan baca no.
Havera' se-sa > or.iioana qoiotvfeira, 21 do cor-
rele otvembro. pela* ti >ras da maahia.
ORDEM DO DIA.
Importante rel*j.,rio da toromis-ao de irabalhos
historeos e geowrapbicos, addi.i io da sestao an-
tecedente ;
Pareceres e mal trabalaos de diversa* iwm
mis-a-ia.
Secretarla do. Instiuo, 18 a novembro de 1867
J. Soares d'Azevedo,
n Secretario nerpetao.
E baratissimo a 500 ris o
covado.
Superiores isas para vestido* ^on encllenles
padrojs a 30 i ris o colado, apr .veiiem 'aots qae
se acide..') ; na raa do Quelmado a. 46, loja de
Goimares ^ Ba-: .s.
Aloga-se um sobrada na Hi-Visla iranvetsa
dos Pires o. 9, mono fresco. t* quartos. eosioba fra, um grande soto e agua do
Praii ; a truar oa ra Carro e bol.
Na Capuoza, ru* da Amisad-, segunda casa da
porto de f^rro, veule-se por cuamodo prego nm
hnm carro e b >i promoo a trabiinar, quem pre-
l-mder comprar na mesmi casa chira' coro qaem
tratar.
Precisa-so alugar urna pr.ta boa quitandelra,
n ra das Coco P.mtas n. I'lfi.
Preciss-se do
Francisco n. 72.
um cosiuheiro ; aa ra te S.
I
casemiras de cores, fUoellas, eoUarinbos de lioho,
chapeos do Cbyli, e muitas outru de proropu ea-
IraccSo.
- W5
3 10 horas da maobSa, em sen escriptorio a roa
t^a-se
O prlmeiro e segundo- andar do sobrad da roa
Velha o. 20, atraiar no Corredor do Bi-p defroarte
das ns. H e I i.
Precisa s de um prelo para fazer o ser-ico
intertin eiterno de nm. car e paga-se bem : na
roa na Florentina n 14 prefore-se escravo.
Aniua-se o sobrado o. 42 a'ra,
da Aurora : qaem o pretender di
r jt-se ao escriptorio o. 4, a roa do
Crespo.
Aloga-se ama escrava de 14 ancos de idade
propria partaervicis de casa e tratar de meninos,
oa ra da Punha n. 2t i' andar.
Sim seohires -arlas, baiaogas panellas e
obras ureas, tudo suas gorduras explicara visi-
velmente. Se ha ezcso, qae uo se deprebeade
*e pro u contri, lalvez fos tos, oa pela i.paralado fogo, querra inoendiaado
ama casa Quatro tabocas eao arara por orna Ja-
nella, queimaodo os vestidos de doas seohora, e
incoiuro d.od .i (traveroeote urna outra senhora qoe
e.-la' muilo erferma.
E' isl> -jne nos aborrece; emquanto a contal de
fe.ias,.quaoto mais carola roeihor nnwta.
O qtieitem. '
nhi ii..... nm i i ii
9b i

-
Irmaaiaue i cadenilla de wi
Neabor do B inj Cous Ira.
Na qninta-feira ti do corrale, as 7' rnrn da
manhia, no coovento de Ant rato tera* lotrar
a mis-a por alma do n is- silio Uva** da R-Tch*. Convido a toios os IrmM
para a-si-tirem aqnMle acto.
Secretaria da irmandade acadmica de llana
S-nnora do Bao Cooseloo, 18 de noveeibr de
1867.
Candido V.S. WrMt,-'
' _^__________S^r*rawt "'
i* i
Predsa.se Je ama ama qae silba erosionar e w> i;
gomroarmoitibem: a tratar na raa Nova n 3i
lercsiro andar.
ILECVEL
(


Mtrl. 4. MW*W -- a Mra f .aafcr. 4. UtT.
A LEGITIMA
muuu
O

DO SAN GUI!,
Esta excellente e admiravel medicina preparada de urna maoeira a mais scien-
tifica por chimicos e dr agistas milito doctos e de ama instrucgao profunda, ten Jo tido
muitos annos de experiencia.
*l8ITIMA
SALSAPARRILHA

A SALSA PWiRILIU DE BKISTOL
\


PREPARADA UHICAMENTE POR
LA\M i\ i IElr,
NOTA TOKK
ama medicina segura e digna de toda a confianca, conhecida e receitad pelos medico
os mais sabios e entendidos neste imperio, durante o espado de tres annos, e nunc9*7alta
em producir o desojado ffeito.
A SALgA P1RH1IIIA DE II KISTO
Entre as numerosas provas do grande merecimento da legitima, preparada por
Lanman e Kemp, de Nova York, nao a mais fraca o fado que tem produzido tantas
imitacdes e falsificacSes fraudulentas.
{
ARHAZEM
BO
......--trt
C0YTIM4*F,m:
APPARECKW
-wovos
TKSTEIfl VITOS
EM FAVOR
A SAIiSA PARRIIiHA DE BRISTOL.
E' muito natural que aquefles que se acham occupados em preparar e vender as
' soas misturas em garrafas pequeas mnrmurem e gritem contra os frascos grandes, os
1 quaes contm em >i tres Tezes mais do extracto puro do que qnalquer urna dessas outras
1 preparares oeste mercado.
A SALSA PARKIIilIA DG BRINTOL
foi estabelecida no anno de 1832.
No anno de 1848 o proprietario adoptou, cm grande sacriQcio seu,garrafas maio-
res, sen Jo agora de quanilho, offerecendo deste modo aosconsumidores urna maior por-
{5o de extracto purissimo, como nunca toi offerecido.
A NICA LEGITIMA
SALSA PARRILHA DE BRISTOL
U" PREPABADA POR

da legitima
SAISA PABRiLHA
DE
BRISTOL.
Man '!
Os doent. s deverao ter bem o cuidado
de obterem genuina e nica legitima
salsa parrilha de Bristol, a qual preparada
por
LANHAN E KEMP
DE NOVA YORK.
Nao bastam os elogios para justificar o uso de u u remedio, necessario que, o mesan, mediante urna experiencia de tantos annos e ) testemunho dos scientificos, tenba
adquirido urna ext-ni>a e inconie-stavel popuUndale. A sais* parrilba de Bristol de Linmtn e Kemp tem provado a saa efficacia pelo curso de 31 annos, e durante o espaco
de 24 annos tem sido receitada pelos primeiros mdicos n > imperio da Brazil. Pdem outras preparares inspirar a mesma conflaora.
Vende-se em Pernambuco em casa de A. Caors, J. da C. Bravo e P. Maurer & G.
DE
NEW-YOBK
Cautela contra as novas salsas parrilhas de Bistol que
silo perniciosas.
PREPARADA MCAMESTE POR
LAMAN & KE.WP.
V YOEK.

ESCRFULAS
unas ARTIGAN
Ulceras
Ftridas ulcerosas
Tumores
Herpes
Erupces
Lepra
ebihdade geral
Rlieumatismo
Salsugera
Febres malignas e beliosas
kmpigens
Febres intermitentes
Nervosidades
A SILS4 PAMilLHA DE BRISTOL
Ue Lanman e Kemp
NEW-YORK.
E* A MELHOR
A MAISFORTE
E A MAIS BARATA
Em frascos grandes,
^QlOMf^
tam
mxxBBBinapi
PREPARARES FERREAS-HARGAHICAS
APPRrmtus PILA ACAD8MU DI MBDICUU
DE BRIN DU BUISSON
Iktrautauco, lavrud pela tearftn de aWkisa i Piri
1 Pos ferreos mangiiicos
[ 2
PARA UZO INTERNO
PREPARADOS SIMPLES,
Xarope de jurubeba garrafa......... l#ooo
Vmhode ltoo
Pilulas de vidro......... l#6oo
Tintura de 64o
Extracto uydralcoolico de jurubeba % 12i5oo
PREPARADOS COMPOSTOS.
Vinho de jurubeba ferruginoso garrafa. 2#ooo
Xarope 156oo
Pilulas vidro... 25ooo
Oleo de jurubeba vidros.... 64o
Pomada de pote...... 64o
Emplastro libra..... 205oo
PARA UZO EXTERNO
A JURUBEBA.
Esta planl i| boje reconbecida como o mais poderoso tnico, como um exces
"ente desobstruente, e como tal applicad* nos engo-gitamentos do figado e baco, na-
hepatites propriamen'e ditas, ou ainda complicadas com anazarchas, as inflammacet
subsequentes a< febres intermitentes ou durezas, nos abcessos internos, nos tumores es-
pecialmente do tero e abdo'men, nos tumores glandulosos; na anazarcha, as hydrope-
r.ias, erysipellas; e associada as preparares ferruginosas, ainda de grande vantagem
as anemias, cbloroses, faltas de menstruagao, leucorrneias, desarranjos atnicos do esto-
mago, debilidade orgnicas, e pobreza de sangue, etc.
O que dizern is afirmara os mais di-tinctos mdicos desta cidade, entre os quaes
podemos cita: os lllras. Srs, Drs. Silva Ramos, Aquino Fonseca, Sarment. Seve, Pe-
reira do Carmo, Firmo Xavier, Silva etc. Todos elles reconh cem a excellencia d'este po-
deroso medicamento sobre os demais at ho? onhecidos para todos os casos citados,
tanto que todos os dias fazem d'elle applicaca/.
Apresentando aos mdicos e ao publico em geral diversos preparados da juro-
beba, tivemus por fim generalisar mais o uso d'este vegetal, fazendo desapparecer a
repugnancia que at boje seatiam os doentes de usar dos preparados empricos d'elle, o
mais das vezes repugnantes a tragarem-se, e que linnam ainda a desva itagem de nSc
ser calculada a dose conveniente a applicar-se, o que torna muitas vezes improficuo um
medicamento, que poderia produzir ptimos resultados.
Os oossos prepados s foram apresentados depois de bavermos convenientemente
estudado a jurubeba, fazendo as experiencias precisas para bem conbecer as propriedades
medicamentosas d'esta planta em suas raizes, folhas fructas ou bagas, e a dose convenien-
ea app'icaco, tendoalm d'isto procurado levar os oossos preparados ao maior grao de
tperfeico possivel, pira o que nao poopamos esforcos, o3o nos importando o poucolu-
" ere que possames tirar.
Por tanto os que se dignarem recorrer aos nossos preparados podem ter a certeza
de que elles offereeem a garanta, de que se pode encontrar a prompta e infalhvel cura
de qualque dos soffnmentos, que deixamos inoumerados, se forem em tempo applicados
tendo alm d'iss>, medico ou doente a vantagem de escolber as aossas variadas prepa-
rc5es, aquella que melhnr lhe pode convir, j pela fcil applicaco, ej pela compficacjo
das molestias, id de, sexo, ou ainda natureza de cada individuo.
As aossas preparaces ferruginosas sao feitas de forma que se tornam completa-
mente soluveis nos suecos gstricos, porque procuramos os compo6to# de ferro qae come
taes est3o hoje reconhecidos. \ i
Para aquelles que mais minuciosamente qaelram conhecer as propriedades da
jurubeba, e saberem a applcac5o de oossos preparados, destribuiaios gratuitamente
em nosso deposito um folbelo, oode tratamos mais extensamente d'esta planta e dos dpp.*
mos preparados,
,_ _
DeitsiU feral de tds wareBHiiwai
B*tldea e rogarla
W-Rua larga do Rozano3*
O eminente professor Troussbad, nt ultima edicio de ten Tratado di Thera-
peutica $ Vauna medica, reconhece que os ferruginosos Tiples sio mnitas
vetes ineffcazes par corar as molestias que teem por etusa o empobrec ment
do sangue. Muiios mdicos dos mais distioctos attribuem esse m o xito a uuencis,
n'essas preparapdc-s, do mangantsc, qne se cha no sangue, como e tem rer.oah. cido
O chimicos os mais peritos, sempre intiiHameote unido com o farro.
E* pois. presur-se nm verdadtiro servico aos Sr" Mdicos, o chamar-se sua tttencta
sobre as preparac&es segnintes.
dando immctiiatamente nma agna, acirfaU'la,
f a7.07a, agradavel, subslitumdo com vaougem
srraginosas.
Plalas e Xarope de iodureto de ferro e de manganese inalteraveis
esnteBdo cada ama cinco centigramos de iednreto de ferro manganico indicad;^
particularmente as molestiu Tymphalicu, escrofulosa, e as chamadas es;
erosas e tuberculosas.
Drages de laelalo de ferro e de maisanese) *?&!T
Pilolis de carbonate frreo nangaiico I SftfiSWSaTS
alternar astas dnaa preparaces di os memores resultados.
0 f Bsrin tfu Buissan desejaRde obter adbeslo oompleu do publico mtfie a
cerca 4o valor de suas preparaces, preTino que alie as poe graluiUmenio a saa
dispoaioie, dingendo-te;
!f Ptrn*mtmco. a tea agente geral. Manrer G**, pbarmacutieoa, m (Iota.
i"

n
ri
mm
TRATAMENTO do- CIIABLE, di PARS
Medico i'pi-i-ln|, cimullafoi-i. 30, ru> Vlvl*nn
AVISO AOS DOENTES. dEosenrm0fiKet:d:*M '*" ",rinde ae
Ido Mica co-
rado, tomei Cu-
beba, Copaniba
snb todas ai
formas en opia-
to, capsulas,
ccnfi'ito, UnhfO
o estomago per-
dido e nao estou curado? L'sei e abusi-i de um grande numero de injkccaob, qua srataMcn
curar em 4 dias. c estou ainda mais doentes.
DA MAIS 24 ANNOS
que curo radicalmente sem recahidas, Corrimenfot, Htlaxacao do canal, Calarrho 4 tosiga,
Perdoi uminaes, curando primara a causa virulenta inOammatoria d'essas doeocas seiuaes,
enm algums vidros do oieu dkpdbativo do samgub para parar esaas affeeeoes, seecar n
canal e Ibe tornar a dar sua regidez dou para acabar uieu exeellente xauofb ao citbato db
rBBBO et miuha injec^ao. A cura radical, as inhobm para as luxoa brsnco, aeguem
o atesmo tratamento. [Vejase m noticia explicativa.)
rO.000 DOENTES CURADOS
ferdadeiro traUmeato depurativo do sangue. At harpa* o mo* oixtorotfa*, ai i ufpMi, I
pntridot, irirus, chaqui affeccu vnirtmt, bBmores, e todas udeencas qae aRerto a pOK'za (
do sangue alo curadas em poucu tempo por meu xauofb bbpcbativo bo sanodb meus(
RA.NHoa MiatBBABa, minhaa pillas mfcstua e minha Pommada ajiti-oabtbusa
Veja-eo a Bsaueira de tntaroe. A noticia que se da gratis na deposita de ineui !:.-
1 :l utos. Esse eiceUente trataaento Dio conten mercurur- sua sup-riondade a boa mtmaU *
I au ha anta ao can que possa como ea apreseutar tantas attestacAes da auras.
s> *m rarii. aanitapow o wautr Ckaala sor mrrtnomtmmat.
P (U-'UtOl
nao bl
INJECTION BRO
ayclrolca lalallltrj r hrwniHti, iSmIiiIiiit- a uw qu
iu prinespaea boiiea 4 BoMt. ( Rilgl a (BaUfaosao a aasV (B
hknauH IISI. t>MSa>n4 UUsaaHa. MB.
Yende-se na Botica Franceza ra Nova n. 25.
DE
N0SS4 S^HO\ U
Para edneaflo de texo satasciillau
Director Manoel Alves Vianoa
ua 4 -farU.asaeau
VAPOR FR4NCEZ
SUA NOVA N, 7.
Acaba de cbftgar de Haris este estabele-
cimenlo uro grande e es.;olhido sorlimento
de caleadu dos roe'bores fabricantes daquel-
la grande praga, assira como grande vari-
dade de quinqailbaria e de novos brinquedos
para criaitcas, cojos arligos se- acham expos-
tos a escoloa e vontade dos compradores,
como sejatn alguus que passamos a men-
cionar.
Botinas para en horas.
De selim braoen, dur-que dito, ofetas e de ouiras
differeoteg cores eufeit dar* a rigorosa moda.
Botlaas para me alna*
de dnraque braqco, pretas e de outras cores eoei-
tadas i rigorosa moda.
Brincos de onro
Je le a (toto e aftlma moda dos Campos Elisios
e boulevard de Pars, tanto para senboras como
para menio.ts.
I.uvas de pellica
do bem conhecido fabricante Jouvn seropre pre-
miado em todas as exoosicCes aokersaes.
P rrtini ir i a
fios extractos, bastas, leos, p? de arroz,
agua de Cologoe, agaa florida e sabonetes.
>qtics
Um eseolbido sornmeoi. de leqaes de divarsos
gustos e qaalidades, ,
Espelhos
de differentfs tarc-.nbos c >m moldaras lavradas e
lias e peqoeoo toueadores.
Botinas p Grande sortimeulo em qnaiidades e modelos.
Bolina para meninos
de malta qa^lidado e t>em sortidas.
Sapatos de lapete
e de tranca de Lisboa, para n m- m, seahora e me-
ninos.
Peraelras.
e melis perneiras para montana.
Botas russianas
da melbor qoaiidade qae aqni tem vindo.
n;in(as de feltro
para montana, ouv e booiios padrdr-.
Chicotes
de baleia e cano de marllm e de catras qaali-
dades.
Lavas de o da Escossla
brancas e de outras cores, novos modellos e muilo
loas.
lannetas
de ajo, tartaruga e btalo.
Ocnlos
de aro, tartaruga e de prata de onda.
davalas
pretas e de core?, tanio pnr.i horneas como para
seoboras.
Bengalas
de canoa verdadeira ei-m cabos de marQra primo-
rosamente trabaibadas e de outras multas qoali-
dades.
Helas fluas
de fio da Esrossia para bomens.
Delicados prsenles
Novos ob ectos de phaouna com fra-quinluis de
eitracts esperiae.
Caixinhas de costara
oecessarias e ricameote guarnecidas e com mu-
sicas.
Roti:;U< s
oe flores de porcelana, coosa oova e muilo iole-
ressante, com iodos j cima de mesas e santuarios.
Cartfirinbas para dinieiro
muito booltas de velludo e de ou'.ras di*e*eotes
cualidades.
Bengalas para ineu3aos
de lodjs os tamaoh'S e bom jorlimroto.
Taiheres para enanca
de muito boa qualidado, liaos e de bellos mc-
oellos.
Cestlnhas
para meoioas de escola.
Oleados p;ra mesa
bom sorlimealo era largara-, dovo ladiofs e de
melbor qualidade.
.4 wat-jo lie
transparentes para candieiros c para linternas de
piano.
saz
Ululase
O (erceiro aodar 4* s.br;do d ra do Amaria,
n. 37, rom grandeMt^e commotbs para familia :
a rilar m armaiO dq aesmo.
Aloga-se ama casa nova moitu fresaa na ea-
P';oga ra das Criouias, rom eomaoVM parata
milla : a arataf oo mestDo logar 0. 3 A.
Precisase de nma ama forra oo eserara pa-
ra todo sai vico de casa de rtoas pessoas : na Ca-
ponfi roa da Crioojas u. 3 A.__________________
Ao prejudicado.
O pr.judiado, nao prejodicadn, d-eare qual (o
o seo prejono, para trovar que lea railo. do
onirarlo sera'tido e havido como que a Qae-
ria especiallsar se t forte mana I ntr s*r gran-
de T imposslvl, p rqoe de rae psaotoa: mu
eom tuo, ainda pdde ter om boom celebre na
nlMfr,a ?.....os parvos f A Ierra grande,
purera dos oos coobecemos.
... __________ O Bl torio.
50^000 de gratifieacilo.
Da-se a qaaotia de :><'w a qorm troaxr o
eserato Antonio, eom os sigoaessego^ntes : ca-
bra, estatura regalar, chelo o eorpo, pc to, com a jauta Oo p esqnerdo on direito srossa,
de coja peraa puxa om poqco quando arda, tem
nm peqoend* taco em orna das orelha-; 'ot etern-
trado oa estrada de S Loarenco oo Pao af Albo,
guiando om eego tambem de nm Aqiooi pardo,
aioda mogo, com ama bellido graoate os api oibo;
supp5e-se que -eguem ambos para o centro: roga-
se a s autoridades e aos rapitSes de campo, qae
perial, n 89, armazem de sal, qne s granjeara'
com mais alguma cuusa alm do aerenlo.______
Irniaudade ue Nossa Se^
nhora da ConceQt.o dos
Militares,
Em virtude do ari. 18 dos estatutos, sao convi-
dados os Irma os desta venerave irmandada a sa
reonirem no respectivo escriptorio, oo domingo 24
do Correte a's 8 horas da manhSa, para em mesa
geral ae proceder a' eleico do pf*Klfa, qae
lera de reger a Irmandade oo auno df 1868.
M. J. Victorino Burba,
^_________ Secretario.
Na padaria franceza precisa se de um borneo
forro ou e.-cravo para entregar pao e raief o ser-
vico de casa.________________
Anda da-se aigom diuUeiro a paro s. bre hy
potheca : a traiar na roa do Padre Pl.runo n. 71-
velas a %u para lanteroas e r..a-
tlouradas
Frt-cisa-se
nhar : no sito
Amaro.
d ama
murado
ama para e< mprar e con-
junto a' igreta de Santo
casa da
roa das
Precisase alugar orna ama iara
pooca fimilia : quem qon-r dirjase a'
Aguas-Verdes n. 86, primeiro andar.
Precisase de om menino'de 13 a I ans,
que tenhj pratica de ellas : na ra Veroa o. 74.
Precisa se de um copeiro para nma casa es-
tranzei a, (-refrririoo-se escravo : a lrtar na roa
da Cad-ia n. 18.
Anua Rusa dos Sanios, Joao Perreua dos
Santos Jnior, M-irii da OneoigSto Nascimeoto
Santos, Manoel Frar.ci?co Marqoes, Hargarida da
Assumpga i Perreira Marque, com a'atente agrade-
ce m a (odas age:las prssoas que se dlgnaram
acompnhar ap ultimo jarigo os restos mortaes da
soa prezada fjlha e na, Emilia Ferreira dos Sanios
Vidal, e nov.iioente os cunvidam rara a-si>tlrem
a' missa do sptimo da, qae se lem de et labrar oa
jgreja do Corpo soto, oo da 20 k novembro a's
8 horas da maubaa ; pelo que desdeja e confos-
sam te gratos.
Precisase de urna ama para ewinbar em
ama casa de pooca familia ; oa rna dasTnnchei-
rs n. M.
A ,. j-oa a quera fugio om carneiro em dia
da semana passada, dando os signaes eertos e gra-
tificand'i, peder'pr. curar ero Santo Amaro de-
fronle Oo fhafiriz ao p da taherna.
Para


Velas
nova iovencao d
delabros.
Moldaras
de diveisas larguras para ; j.-i ;;.
l*tn:&p-is
de Ggaras, pai Quadres
dourados de var'is lamanlios.
Bolsas de vigeai
saceos e malas de tamaohos sonidos.
Esleriosoopes
com lindas pholographias transparentes das mais
Boas e muito iat> re,-santes.
t'osiioran:as
grandes e pequeros com 50 vistas, oo maior por-
fo esculbiJas a voolade.
Linternas mgicas
coro bonitas e divertidas vistas de guras e phao-
tasmagorias coloridas.
Realeijos
ileooMOS d i qoatro a seis percas tanto com velos
como de dar corda.
Accordions
e cooeertioas, oque ba de mellior oeste genero.
P*ra r^re^epes
guras para oro r pre*epe% casiohas, mimaes,
pastores e ootros monos objectos.
OARRINHOS PARA CUANg\S
camobos de qaatro roda e cabriolis para ilrcriancas.
GAMAS PARA BONECAS
camas e bercos com eonioades muito bem prepa-
radas.
Bonccas
grande sorhouto de bellas bonecas para meoioas
oque se ple. desejar de raelbcr oeste art'go.
Nao sendo possivel meniooar-se aqui to-
das as qualidades do calcado nem lo los os
artigos de quinquilnarias e mnito menos da
grande vaiielade de novos briuqueaos. pe-
de-se ao publico um passeio a esie estabele-
cimento, certo de que encontrarlo bastante
paciencia para bem escolherem o que dse-
jarea, comprar e precos bara'.os em virtude
de baver em todos estes artigos grande
quantidade oo armazem do Vapor Francez,
ra Nova n. 7.
sen inte.-esse
Mu'to se precisa fallar Cim o paire portoguez
J^; R.-roardino da Paiva qu sapp9e-ss morar
en- Hareacao, e com o Sr. Jos L^oreoco de Me
otiros Munl! que mora no arrahaldr* de Santo
Amo : ua praca do Copo Sanio n. 17, primeiro
andar.
Criada,
Na rna Je S. Fraonsco n. 72, pr-isa-se do
urna criada' eog'mruadeira, preferindo-se porta-
gne/a no e-crava.
fien cao.
Fugio no dia 10 do correle, do erg uho Gr-
vala, da fffgnezia de Anua Preta, o e.-cravj cnoa-
lo por noine Jos, com os signaes seguidle* : cor
bastante fula acabralbad-, cabellos nrapiobados,
coto 30 aonns ;e idade poaeo mais ou meos, al-
tura r-guiar, cheio do eorpo, con divorsn pintas
liretas pelo rosto, pou^a ou uenhunn barba, boa
figura, levou calca e camisa de algxlaa azal e
mais mitra muda taml-ii i- algolj do lista e
orna camisa d algodn i mezclado, hipeo de bie-
li pardo, levando cobe'tor de beta enraroado,
cujo escravo fji do Sr. Dr. Antonio ll-nriqoe de
Aimcida, cojo escravo natural da pruvioria da
Parahiba, para oode tegulo vj.jo a. informales
ja obiidas : por lso roga-se autoridades poli-
ciaes e capites de campo a raptora do dto escra-
vo aunde o encontrar e leva-! ao dito ngeoboa
seu seuhor laooelde Barros Pranei e M.llo on
oestaeidade a Manoel An'onio Santi-g) Lessa ra
do Apollo n. 2, que ser geuero-uinecle recom-
pensado, cu mesmo o,u*m delie d-r noticia exacta.
Precisa se alugar um escravo oo escrava de
idade naiur ou um moleque de 10 a i i anaos,
para servicj oItoo de casa : a tratar ua ra do
Livramonto o. 20,
- Pr-cisa se de dous trabaltiadwes e urna ama:
oa re6nacao oa ra o '. u 23.
'e ti a 16 annos
a tratar oa
Precisa se de om calxalro
de idade, com praticn de lanerna
roa das Crines o. 1, qa.; -eja Bel.
AtteiiClo


O collegio da Cooceir^io, mudado ltimamente para o twirro de Santo An-
tonio, ra de S. Francisco, casa n. 72, contigua estrelo central dos trilhos
urbano* dos Apipneos; coolinfiaa funecionar regularmente, recebendo alum-
nos externos elMetno, tanto para'asaolas primarlas, ertmo1 pifa todos os
preparatorios necessarios matricula de qnalquer factrtdade, sendo os seus
respectivos professores pessoas moralisadas e de-um concito magistral j
bem firmado nesta cidade.
0 director deste novo collegio continuando a empregar toda a soliritode no
desempenbo de seu mandato*,* tfptt azer-se mais digno da confianca com
qae o v5o honrando os enbore's pas de fmula,"conflando-lhe bondosamente
os seos filhos.
Os estatutos do coHegio, assim edmo o frtoeo lagresso em todas as suas
e pendencias, esl5o sempre a dispesicjto de quem possa interessar.
..
m
i
Ailencao
No dia 13 do correte perdeu se as rus desta
eidade orna letra da qnantia de 52O$00G aceita
pelo Sr. capito Antonio Peregrino Cavahante de
Albnqoerqoe e sacada pelo mssmo abano ssigna
I do, pelo qae previne se ao mesmo Sr. capiao Pe
: regrioo para a nao pagar a outra pessoa que nao '","."1
1 seja o abano assigoado, a roga-sa ataaor da pea. E1*!"1. n.,,
I soa qae a achou de tntrega-la na ra da Praia nu-
mero 37.
Jos do Reg Mello.
Quera prewsar
rap para traur dos servidos Nfos
Fugio hoDtem de ooite (11 bor < para
Bmeia nolt-) a escrav' muala de o>me
g ls,b-l. d- idade 30 anno* poco mal
|j| ou meaos, estatura balta, cabello a-jnel-
fgt lado, te*ta peqi'na, oan/ ..li ido, i^iia-
J5 dura perfeita e deote*>pequeuosi omito
B ladioa, capaz (! iltudn .i !>o-, f 1 s ;'
S| sons qae n5o a c nlircerem por cmven-
^ ce-las de que loria. Esta raer?va que
|g f. i cntnprada ern maio do crreme ,(ino
j ao purtugur Jo- Pedio morador n-> pa-
* teo do H'pelo, e qae fuftiu d^ r< re
seu actual senbor, o prr.priel-rfi en
g'Oho Pjnedo eoo S Lmrengo da Mita,
capiio Pranoseo Joaquim da Rorba
4| FacSo, ba lanicios de qo segoto para o
SRecif-, porque foi vui aa 4 bonis di ioi-
uMa de ho)e Da Passa"g>'n da M'gdaena,
^ portaoto provavel que esteja rl> n-su
n cidade. Pede-se aos Sis. capit-s de
w campo, as autoridades poiiciaes^* a q.al
g| 1aer esaoa qnj aprehender dita escrava,
e/a roaodar leva-la a sen senbor no- n-f-ride
g engeobo oo a ra do Vigaiio n. 24, w-
S criptorio, cujo portador sera' bra rr^ti-
3 fie.ni) Iti-cife 16 do novemhro de 1867
Precisa-sd
M tMlMf\Kli 8 horas as 10
De nm
de alguma
casa de negocio, .como sejam cobran-
De um feilor para o sitio da estra-ta Ja Craz de
Almas, que tem dous porldcis de r-rr. c >m botas
de lonca em cima : a tratar no mesmo.
Precisase de nma ..ma forra *S e^crava para.
am_eas e pones
familia
Pr^-etsa se ob om moteqoe
cade na raa : ra de S,
orno lambe para vender assooar, o qual <)">> mirlas dos oihns. '
to boa flanea de soa coodnru, deize carta ferbadn
M8ta typographia com as iolciaes 1t S. A.
---------------- -- ""^ ^"'-------------------.- >.

...
I
I lUGfVEl




-TOmffc VtfaPtf fatMS vfclAJf Iftfl' M^nmifii A^ifcHfb
7.
'iCOtl q
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A 5 1ft
t(BO
ESPECIAL HOIYIEOPATHIC*
WHW^,
dUMi o1
I sMi, tefe
l .
.of>
l I/.aXAMfl/.
DOUTOR SABINO 0. L PINHO
i < RITA \iiva v. lie. Ol
1
.Hato importante estabelecimento se acha
lodo o que necessario para a pratica da
Uomeopathia.'
Medicamentos era glbulos c cm tinturas,
preparados com a raais escrupulosa exacti-
dao por meio de machinas especiacs.
Cantaras portaleis contendo os priocipaes
medicamentos em elotmlus 100, 20$,
305, 40t, 505 e 60, conforme a quanti-
dade de tubos.
Caixas de medicamentos em glbulos e
em tinturas de 805. 1005, ^a5 e 1505
rs., seguodo o numero dos vidros e de to-
bos.
( Estas caixas sao mu uteis aos mdicos,
senhnres de engenhos, chefes de grandes
familias, capitles de navios, e em geral
todos que se quizerem dedicar pratica da
borneo pal Lia.)
Cada tubo avulso custa.......45000
Cada vijro de meia ooca de tintura. 20ou
Vendemse glbulos inertes, tubos vasios,
ridros para a preparacSo das dses, etc. etc.
Escovas elctricas para tratamento das
molestias nervosas, principalmente para as
dores de cabera.
Apparelhos de lavar os olhos no trata-
metito J-is opbtalmias.
Apparelhos de injeccao para o tralamen-
to de certas molestias das omitieres.
Cha preto e verde de excelente qcali-
ddf. para uso dos enfermos.
Vender igualmente o Thesoaro bo-
mcopathlco ou Vade-mccam do
homeopatha (obra incontestavelroente
indispensavl todas as familias, pela clare-
za, com que ensina a empregar a nova me-
dicina), preco 205.
(Em porces de 50 exeraplares faz se o
abate Je 15 por cento.)
CONSULTORIO HOMEOPATIIICO.
O Dr. Sabino O. L. Pinho d consultas
todos os dias uteis desdo H horas da ma-
oba at s 2 da tarde.
RIJA NOVA 9 i.
Posto qae, na segonda edico do Tbe-
souro homeop;itt*ico ou Vailrine-
cum do bomeopattta, pagina 677, se
acho indicado o meio de osar d'esse preser-
vaiivo, cora ludo convem repiti-lo com al-
guns esclarecimientos mais.
Para urna familia dissolvem-se 20 gl-
bulos em urna garrafa atm dous tercos
d'agua pura, vascoleja-se bem, e d-se
cada pessoa urna coilier- da pela raanha, ou-
ira ao meio, dia e nutra a noile, durante
tres ou cinco dias consecutivos. Deixam-se
passar oairos tantos dias sera nada tomar,
rimtos os qoaps, repete-se o remedio da
mesma maneira; e assim se continuar
em quanto ourar a epidemia.
(\s creancas ale a idade de 3 annos to-
maro o remedio as colberinbas).
Si a epidemia estiver muito forte, ou, si
xas filiaes-
da lnde,
i. a* Alfm.n0?raD.de6 ^T^o das memores machinas, americanas para descarrocae
lgod3o.de 10,14, H, 1, 18,20, 22, 2o, 0, 35, 40 e 50, neste estabelecimento sr
encontra mais o seguinle:
Azeite de espermacete propria para machi-
nas de todas as qualidades. ...
Vapores de forca de 3 a 4 oavallos. *
Serras avolsas para machinas.
Manejes e todos os mais pertences para as
mesma*.
na casa bonverem bex.gnentos, deve o reme- Carros de m3o
dio ser tomado todos os das sem interrup- Cylindro para patrias.
Cao, at que a coosa melhore; depois do Debnlbadores para milho.
que volte-se a usa-lo do modo ensmado. Arados mercana8
A garrafa deve ser nova e muito bem lava- ^^ de maderas r
da, pr.me.ro cota agja qaente e depois com (arrDD0S p^,.^ armaze08
agua fra. (No caso de nao haver garrafa ou Mofaho| ^ ^J^
vidro novo, podera servir um3 garrafa de vi- jdem *j ^.^ *"
ohocude agurdente, com tanto que seja Machinas para cortar capim.
muito bem lavada com aguas quentes e Bombag ra regar jar(jns.
,rlls' .. c i Vaquetas para cobertas de carros,
Para urna so pessoa basta dissolver 6glo- Camas deferr0 80rtda8>
bulos de vaccina em 2 oncas d agoa, e d ah jjoaihas de ja y>
tomar as colheradas como j ficam indi- |dem ainericanas.
CiA*5' ,. Ferros a vapor para engommar.
Nao prensa grande dieta. Abslenham-se Vassouras americanas,
do cha h do caf fortes, do abuso das beb- Baldes amtrcanos pafa compras.
das espirituosas, das comidas gorditrosas Tnas de madeira.
e mudo adubadas Eis aqui apenas o que se Ballaios e cestas de verguinhas.
ox.ge. Guarda comidas.
PLUMEUIA CELINOS.
(contra a mohdedura de cobras)
Este medicamento go>a de muito bons
crditos contra o veneno das cobras e de ou-
tros animaos venenosos.
O Dr. Sabino do ura aioda obsemcSo,
,joivijui 4a |.iij
Peneiras d rame para padanas e rennacoes.
Correntes para almanjarras.
Machados e facoes americanos.
Caixas com vidros de todos os tamaubos.
Cannos de chumbo de todas as grossnras.
Folba de cobre idem idem.
dem de laio idem idem.
Foloa de Flandres.
Ferro de todas as qaalidades.
Arcos de ferro.
Latas com gaz.
Trens de porcelana para cosinha.
dem estanhados para dita.
Bandeijas Qnas.
; Balanzas americanas,
dem rovervaes.
Taixas de cobre.
Estanho em vergoinhas.
Folbas de ferro de todas as grossuras.
Correntes de ferro sorlidas.
Espingardas de todas as qualidades.
Rewoheis de iodos os modellos.
Ferramenta para oorives.
I em para tanoeiros.
dem para ferreiros.
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2. s: |
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S
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As visitas aos enfermos sto feitas das 2 pessoal de fado algum que o autorise a
horas em diante ; mas em caso de necessi- affirmar sua eticacia ; roa- sabendo que no
dado as visitas poder5o ser feitas a qual-
qner hora.
Para que as visitas cossam ser regulares
cumpre que os d entes ou os seus enfer-
Rio mo muito poderoso, mandou-o vir para ex-1
penmentar.
Algumas pessoas do centro d'esta provin-1
m- iros mandem dar parte do sen estado, ca e da da Parabyba tem escripto ao Dr.
todos os dias al o meio dia as molestias Sabino, dizendo ser incootestavol o mrito
agudas; e de cm 5 dias as molestias da plumera no tratameoto das mordeduras
cfcronicas.
As consultasescriptassao respondidas mais
ou menos promptara-nte,
das coits.
Empre^a-se a plumera celnos interna e
segn io as exinruamenie. da maneira s guinie:
ne.'essdades d molestia e a distancia em Usu interno Nos casos menos graves
qoeseacba odoente, pois que neste caso; dissolve-.se uoia ou t'a/.-?e preciso indicar de urna s vez indo em duas ontjas d'agua. e d-se ao mordido
o que convier ao restibelecimento da sade. urna colherada de bora em hora.
As retrihuices ser3o pagas na mesma con- j Nos casos mais yraves dissovem-se seis
formidade. ;goitas em quairo nnc-is d'agua pura para
O Dr. S bino roga a todas as pe-soas, que dar-se urna comerada de meia em meia hora,
costumam consultado por escripia, que w> de 15 era 15 minutos, e si do 5 em 5 mi-
denera a->s s^us portadores a prompta entre- notos (serondo a forca do veneno inoculado
ga de suas carias, visto que, entregando-as ou m'ensid-de dos sympti>m*s manifestados.)
corao costumam, na accasio de so relirarem Logo que bouver melliora, se espassaro
do lt;(:if!!, impossivel respondo-las satisfac- gradnalmente os inteivallos de urna dse a
teamente. out>a.
--------- Uso externo. Ao mcsmo terapo que se
MFnir\MF\T(K PRFSFRVATIVA's da a bebfr o medicameoto, appbcam-se es-
MEDICAMENTOb PRESEVAri\b. .|erM|BeD|e na parte nmr(lllla os de |iflbo
Em quapsqner epidemias o Dr. Sabino ou de algo faz distribuir gratis s pessoas pobres, no cao da mesma tintura constante da lOgottas
sen estabelecimento, os preservativos noces- de tintura era 20 colberes grandes d'agua.
sarios, dando-lhes as competentes instruc-.Es>e- fios se conservarSo sempre molhados
ces. 'sob e o lugar da mordedura.
Presentemente reina a epidemia de bex>| O Dr. Sabino receber enm reconhecimeo-
gas; muitos j se tem aproveitado com fe* to as communicages que s dititarem de fa-
W: 3 A -Roa do CabngN. 3 A
Agostiuho Jos dos Santos $ G
Acaba de chegar a este estabelecimento um esplendido sortimento de
joias do ultimo gasto; perfeico artistica e modellos enteiramente novos; como
seguem: aderecos com rubiin, esmeraldas e perolas finas, pulceiras, broches
para retrato, anneis, botes de punho, brincos e cassoletas com letras, etc..
etc., etc. Salvas de prata no Porto, faqoeiros, paliteiros, calix de mesa c
fi ucteiras, cujos precos sSo incompetiveis, pois que os propri'-tarios desta casa,
recebendo seus artigo!, directamente da Europa, podem servir vantajosamenta
aos sens freguezes. Compram-se brilbantes, pedras finas, ouro e prata, page
se bem, tambem se incumbem de fazer concertos.
Aluga-se
Precisase de lugar um sino nas vlsiobaocas da
roa do Sebo, oo H<>ndfgo, o qaal lenha ctmnii di-
dades para fraude familia: qoem o tiver e quizer
alagar, dirija ge a fabrica de cervtja da ra do Se-
bo o. ''.
imsimmmmmmmmw.mm
O Dr. A. uarle, medico, mudou-se Etft
5 par a roa do Seve, oide condoaa do ?
J@g x^rciclo na pr"8s-,ii).
Attenco.
N. 2 > Ra do Livrameito % 25
Deposito de tamancos e c:, lijado n.iciooal da (a-
hrica da roa du Jard.m a. 19, de Jo- Vicente Go-
dn!), taniunu deposito como na tapnca seaprcmp
tam todas as puredns de calcado o mais barato
possivel, esta fabrica tem todas as machinas pro
pria? para os cacados ja bem acreditados pelo
grande numero de freguezes que daqui se for-
necem._____________
Preci*3->e de urna ama que cosiobe e et.-
somme bem para casa de homem solteiro : a tra-
tar detraz da matriz de Saalo Antonio o. 18, e se
for porluguea melror. ____
Chocolate vermicida
DE
Antonio Nenes de Castro,
Desde 1857 que sao as tabellas vomicidas
applicadas em Portugal, como o reroeilio
prompto e efficaz para a expulsSo das lom-
biigas, que lo graves padecimetitos causam,
e que quasi tempre se suppoe ellas a ori-
gem.
Este virroifugo prefervel a qualquer
outro pelo seu agradavel paladar e fcil ap-
plicatjao s enancas, as quaes (jeralmente
sao mais atacadas de semell/ante mal.
Deposito C'|H'cial
31.Ra laga do Rosamio34.
Botica de Bartbolomeo & C.
Precisa-se de urna escrava para o servlgo de
urna ;:a-.i de fi!i,ili, : na ra Imperial sobrado n.
I, paga se !o,J meosaes.
OSr. Justino da Silva Cardosu queira
vir nesta typogr^pbia negocio urgeute.
Fahrca de destilago e bonificado
DE
MARQUES & FERREIRA
RIJA DO AWOKIIH- FORTE 110 MITOS
PERNAxMBUCO.
Eta fabrica achando-se mnita com iodos os necesarios penantes a ama deslllaco e coro
materias primas, que entram n coof^rriu de todis os gnus productos de sop?rlor qnalldade : proap-
liBcs-se a receber toda o qualqoer eocuromeoila e a vender os seas producios pur precos nimiamot^
reduzdrs, i.sqoaes fbtiveram premios nasexposic5Js Temos sempre em naaotidades genebra, dita de laranj*. aoi?, aguardeDte do reino, coao.-.c, Ii
O preservativo empregado a vaccina enmbido de resi lver quaesquer negocios
elevada 54 dynamisacSo. As pessoas. qne relativos ao estabe ecimftito o respetivo ge-
fazem uso d'ella, ou nosSo accommettidas de rente.
bexiga=, ou, si o s3o, raramente as tem de I Jos Atoe* Tenorio,
m qualidade. Professor em homeopathia.
esta pra^a.
MLMCA
Leciona-ss a solfejo e a tocar varios
instrumentos dando se as UcSes particu-
lares em suas proprias casas, das 5 ho-
ras da tarde al as 9 hor;.s da noite : a
tratar na ra Augusta D. 30 on nesta ty
P"sraphia.
A^|WttaiJ*artica8
Kibu fala Biio iiunmente rtg-
ilma, ni tendt n sua oompo
8l?o Mi ni lito nm ootro
Ingrediente mineral; sao lnno-
eente para aa crianzas e pesaoo.'
Bat dedeadaa, :io mesmo tempo
qae, compoitas como ao de regl-
taaa atol forte*, ao bastante li-
na a efluusee para as peesoas mni-i
robustas.
Esta* punas eathartleaa pnrgio e BurUIaio todo systema
uumano sem mercurio.
N se tem poupnilo trabullio nein ik-pi-a lira levar esta*
pUalaia um gra perreoco tal, nuc nnda a>ftn a desejar;
pao o resultado da annos de estados h>rloso e constante0.
I'ara alcancar todas ns vautagans ue r.-nliaodeosodecailiar
tiros, teni -ecrxiiHnndo ?ofni.-Hte ns vlrtuttea curaficit* di:-
plantas que sao enjpregadas na eonfec^o das ptlulas. Su.t
composl^o tal que as enfermidades que estao ao uloan*
de sua acyio, rara vi-zea podem resisti-la* on evad las.
Suas prepriedade penetrante* explOMwpenetrio, purlflco <
do vigor u todas as partes de organismo humano;dos corrgela
a sua aceo viciada efuz recuperar a sua vitalidaale. Urna (! -
consequcnelaa itstai -roprledaUcs qac o aloeale, abatido
dr e debiiidadc physica, admira-sede encontrar, taodepressa.
simples c agradavel.
As molestias que esli ao seo alcance sao.
Prhao Enxaqucca, IivKgatio e mal do otomano, lemorrholdas,
FADEcncEirros do figado,
Febre gaslro-liepalka, Gastrite, affeaflet Billom Lombriga/,
Eryslptla, Ilydropeia, surtUz, cfguim fontal, s Paralgiiu.
Ko almaaak e Manual de 8aude do Dr. Ayer, que se puMici
toaos os annos para distribul^io gratuita, ncontra-se um t.-x-
tado sobre as diversa deencas que esUo ao alcance de
BEIlEDIOS PUBQANTBS.
Acua-sc em todas aa Boticos e Drogaras do Imperio,
O Peitoral de Cereja
OE AYER,
1*AUA A l'ROMPTA CUBA DA
Angula, de Oonatipo5es, Toases, Bouquido Influ-
enza. Bronchte, Tsica primaria, Tuberoulos
pimonares, o todas as molestias do
Feito, assim como para aliviar
08 etlicos declarados.
As proparacoes do Dr. Aykr sao vendidas na* principa..
drogaras e boticas do Imperio.
bepuMiu geral ra do Vigario n. 9
_____escripiorio de Tbeo: st.uJ
Aluga-se
o primeiro andar do sobrado dajrm Diroita n. 82
novamente catado, piolado e forrado d" papel ; a
tratar na padaria da vi' va Machado & Filtio.
Oiiuda.
0 sobrado da ra de S. Pedro Martyr em
Olinda, acriba de .-er concertado e pintado :
quera quizer arrendar por tempo de esta
ou por anno, dinja-se ra do Imperador
n. t, segundo andar.
.talUg-SP
0 primeiro andar do sonrado d. 193 da rea
laipernl : a trar no seguodo.
A M A
Precisa-sa alagar orna a na livre oa escrava,
que spja moito di|ig"titp e fiel, para o servido d-
utua casa de familia. Pagafr-SH-na bem, se *;tz-
dar. Dirigirse a ra Bella, sobrado de dous an-
dares, n. 37.
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2.
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Kna lar^ra do Rosario d. 37
CoDooa-se a akigar-se espafosas Mas e qoartos mobiliados, rerebem-se pencionrs-
l3 para servirem-se comedorias com asseio, e leva-se tambem ao domkiiio.
ora
Ha para vender consecutivamente de noite, eicelleote e variado sorvete, e a toda
verdaeiro o Bo chocolate espanbo. KWBpfyiV
DE
N. 2 largo da matriz de Santo Antonio n, 2.
RETRATOS A OLEO
Temos a honra de partecipar ao respeitavel publico a volta do Sr. Alberto Hens-
chel que fui Europa com o duplo flm de se por ao corrente dos mais recentes pro-
gresses da arte photograpbica e adqoerir para o nosso estabelecimento mais um ar-
tista de talento.
O Sr. Alberto foi sommamento feliz e coaseguio engaiar um destincto pintor de
retratos, p
SR. (AKLOS IKMSIO PAPF
inembro honorario da academia real de pintura da cidade de Dresda, e do qual a reputa-
Cio bem fundada nos autor isa a erperar prodocoes nota veis no seu genero de trabalho.
Um progress- immenso ltimamente eiecotado na photogtaohia, um dos mais
importantes consiste n'arte de obter retratos em tamaoho natural, fizando directamen
te na giandeza que se desaja-, sobre a lela do pintor, o retrato pbotographado. por meio
de um insirumetito especial chamado : cmara solar de augmkntaco.
P. r esta forma o talento e o saner de um artita babii maravilhosameote se-
candado pela precisSo absoluta e infallivel dos contornus e das sombras que ihe poe a
pbotographia sobre a tela, e tode se reane assim para se alcancar o maior grao possivel
de 8*melbanca incontestavel. ao que d ainda maior realoe o sello artstico, que imprime
ao retrato um helio colorido.
Pelo mesmo processo dos podemos reprodozir e pintar leo. urna Tez qne se
nos d urna photograpt.ia, teja de que tamanbo for qualquer retrato de pessoa mora ou
anuente e no tamanbo que se desjar.
As pessoas que quizerem juigar por si mesmas deste novo genero de trarbo,
ao convidadas a nos fazer a honra de visitar a nossa galera, aoude esliu expostosoma
serie destes retratos como aoiostras.
Na pra?a da lodepeoo-ncia n. 33, luja di-
ourivos, eoropra-se onro, prata o pedras preciosas,
e tambem se fazqaaliiuer obra de encomenenda e
lodo e qoalquer concert.
Procisa-se alngar ?Iguos escra-os para traba-
Ibar em armazeo de a tacar na ra do Apulio
n. ti, armaztm._________________________
Precisa se de nm molpquo para an'iar com
lab li'iro de f?aendas, paga-se bem : a tntir n
ra Dirtiu n. 3.
Mol
precisa-se de urna ama para eogommar, u- roa do
Trapiche d. 361* andar.
ss<)ciacaa commeical beueceutc de
reiDamboco \
A direccio da associatio comrrercial becf en-
te, d'i cciifurraidade cura o dlspo.to no arl. O dos
o associados a sa reoolrera em tssemhla {eral cu
di 26 do corrent1 ao meio dia, no saino do eliclo
da mesma assoeiaeao, aQm de proeder-se a leito-
ra do relatorio annuxo, o elri^ao de nova direccio.
Novena du Nesta Seuhora da Con-
ceico
Esta' a vt-ada a Novena de Nossa Senil ora da
Conceigi em om fulheto mtidameoo mpresso e
cooforme com a qne segoero os RvJs. religiosos
Carmelitas do Recife : na ra do imperad
deroole do convento de S. Francisco. Onde tam-
bem eilstem reai-t-is tanto da Coneeifao como df
ootras muitas imagen*.
Joaquim Jos Goncalves
Beltro
RA DO TRINCHE N. 17 Io AKbARj
Sacca por todos os paquetes sobra o Bancc
io Hinbo em Braga, sobra os gatotea loga-
se em Portugal.
aber:
Lisboa.
Porto.
Valenca.
Guimare?.
Goimbra.
Chaves.
Viseo.
Villa do Con.e.
Arcos de Val de Vt.
Vianna do Castello.
Ponte do Lima.
Villa Real.
Villa-Nova de FameUcao.
Lamego.
Lagos.
\
Precisa-se de orna ama Turra ou escrava prefe-
riodo se esta nltiuia, para cjsiohar e comprar e
yne stji Bel, pa^a sb btm : a tratar ua ra Nova
loja n. II.
Nos primelros dias do mez do nolobro desto
anno fueb do eugeorio Borcfl n. propneilad (Jo
Sr. Silvam AotDio Raio, uh freguesa do Buf
Jdrdiin, o rSCravo Damasio, preto, ile idaoe e G
a 30 aooos, altura regular, cneu do eorp<, p>uc
narba, ros'.oum ponen carnudo, oll.>s abollarlos,
pn malf.'itos, andar bauzt-irc, molerao e de falla
moderaaa : este pseravo fui cimuraio poaco das
otes da fuga ao Sr. Joan Barbara du lWo o Si va,
oa mesma fregoexta do Bjm Jardim. Recela- o qne
lie se apr. seute romo volnntario da paina, pelo
que so previne as respectivas aul.ridad-s : ru
tpegar leve-o a sen s'/nfifr. no referido engfnho,
que si-ra' recompensa-Jo. Rscife, lo de Dovembro
.le I8i7.______________________________
Eacanameuto pira agut da
l'ompaiihia do Beberihe.
Franciscu Atuuiu Miranda, nmchini-ta exa-
ojiniJj o dis eucaaacoes da me:roa comuachia,
o mais h ibilitado a la?rr estes serviros, (auto o'a-
u:>, cuino assentsr bombas de ;. das a< quaiiia-
des; (T-ieco ao i unlico o seu l'raiio presumo a
izer lonas a-* ebras de quo bin Cunvierup, rr.e-
aiaiito um a jos te ra;oavni ; para o que tif ser
procurado na Ba-Vista a' ra dos Pire?, n. 46, e
oo li-eif- a' roa da Cdeia n, 'O.




rdl-obtufla
BUratqs em camnhas
Para 6asfazer a numerosos pedidos de muitos dos nossos fregoezes, estamos pre-
aw\
parados para fezer retratos neste genero, para os quaes tambem temos agora um grande
j?e arfado numero de rka* e bonitas caisienas.
Covilbia.
Vassal (Valpassos.)
Mirandeila.
Beia
Barcenos.
Precisase de om eaiieuo peqoeno qne te-
nba pratica de moldad"?, e que d llanca a' sua
coeducla : na ra das Cruies o. 41.
Carlos fluym e Paulo Chanvio, maqoicii>u
estabeleeidos aa roa da Imperatrlt n. 17, deelaram
SO respenael publico, qoo mudaram-se para a
pra;a da Ba-Vista n. 14 esquina da ra do Taro
bia, onde os encontra rao promplos para todos os
servidos de toa proflsso.
Os mesmos previBem s pessoas qae liverem
concertos na dita caza de os mandareis buscar no
prazo de um mes, do contrario sero vendidos con-
forme a lei manda._________________^^^
Na roa Velba n. 15 precisa se de ama enada
livre on escrava para lodo o ser vico de caa de
p oca familia, nao se olhaodo pre^o. "'
AVISO.
A abaiso as-igoada previne ao public, qc, se-
parada dei seo marido o Sr. Basilio Alvares do M(-
rania Varrjao, para liie pruir sua aceo de di-
vorcio perpetuo, nao deiloo em ^eu poder proeu-
ragaoou papel algum w a sua .-..i: o.ky :. que
o auionse a fazer qualquer trao>acc3o, aiuda mes-
mo a roai< ln>igBOeante. E coi siaodo a abaizc
asMgnada que dito >eu mando pretende fazer di-
vidas ficticias com anta-daias p ra <3-, ir. u .r i
casal, desds ja protesta roceder como fr de di-
reiio comra uu;m a islo enminosamentr se pres-
tar, pois sabe que o sen ca-:al oSo di-vednr a'
pessoa alguma, estando, como eslao. todos os b-ns
livres, o 'dejembaraados de qualquer divida e
ubrigaclo.
Cirolma Josefina Porcia Pi du Ainndrnga.
Vicente Ferfeira da l'orcioncnla, manda cele-
brar missas por alma do finado padrinbo de sua
molher D. Mana do Carino Maia da Porcioncola,
alaooel Jo.- G lOOSiVes, no da 19 do correle, trl-
gessimo de S--U uassanienio ; roga aos parentes e
amigos do floado o religioso favor de asslsrirero
este acto qou tera' logar as 6 horas da maohaa do
cita o na na igreja dn Kmmo Santo.
aBB*BaBeBBBBee*BBBBBBlflB*BaBaBB^BBBBBB*B*BB*B*aaBBBBBe***a*B.
Precisa-se Oe uuia ama e.-crava, para o ser-
vico da casa da orna pessoa, qae val passar algnns
mees o'nm arrabald perto desta cidade : a tra-
tar na Traversa da S. Pedro n. 10, 2* andar, en-
trada pea ra Fogo._________
0 Dv. J. Bapbta Caanova
pode ser procurado a qualquer bora em seo con-
sultorio honvopathico, largo da matriz de Santo
Antonio o. S.
no mesmo ConsnKo-'io tem sempre grande sor
tmenlo do medicamentos de bomeupaibia de We-
bere CatWlan, unto cm glbulos como em Untara,
assim como tem um sortimento de ferros de ci-
rurgiaem eartelias e avulsos do afamado Cbar-
rier de Paris.
Aluga-se
A casa da roa das ..gaas-verdes a. ; a tra.ar
oa raa Bella o. V?.
Da-.se ate a quaitra de 400*000 a jaros coto'
segur oca : qoem pretender dinja-se ao largo d
Santa Co;, venda n. 2, que se dir' quem o d
socis-dn'ie miara, Ihsa perma ente.
Ha vendo-se por diversas vezes convocado a assen;-
bla geral dc-ta sociedade, nao s p-lo jornal raxco
por aviso especial sem que comparecesse numero
que a cuostiioi's, o> ordem do Sr. director sftnrjo-
vamote convidad >s todos os cnrio'e socios eff c-
uvos para no dia 2i do correte pelas 6 I/i hora
da tarde reunirem-sa na sede da refunda socieda-
de para tratarse do estado orgente da mema e
importantes assomptos, considerando se todava
constituida a iissemnia com qualquer somero de
socio que comparecer, e do accordo com a di ec^ac
a providenciar nos casos nao previstos pcioct es-
tatuios.
Secretaria da so.'iedade rouical U ilo Perma-
nente, 14 de novembro de 1R67.
O I secretario,
_.______________P. U de Albuquerqne.
Alaiia-se o sino da Sra. vio va Carvalbo~en>
S. Jos do Hinxumbo com urna excellente rasa de
sofcrado r a WHar cem R. Lasserr oa roa Impe-
rial o. I, i*3n-lar oo na ra do Trapiche o. II.
2* wiu. '
._
-----


\
r rcrsaiulnseo -- Ter<*,fctfra
fie Mpveiu^ro de 1857.
=--------------------------------_________________-------------------------

u^
lili*
wj T.t'rt a
J. FEHERIRA VILLELA
Da casa lmpenal do brasil
i
i
t tlH A

Mi


i
Una do Cabng, 18, entrada pelojpateo da matis
Retratos por todos os systemas pbotographicos.
Retratos em vidro.
Retratos em,pa3el.
R tratos em p >rcelaua.
Retratos em talco.
Estes retratos s5o especiaes para se collocarem em alfinetes de peito, cassoletas
botes e aneis.
Retratos emeartoesd-. visita.
Retratos em carte-album.
Retratos timbres-poste.
Ret-atos comeen
Existe sempre am vanadissimo sortimento de caixinhas, pas$e-partouts,_qaa-
dros pretos, moldoras douradas, alffnitas e cassoletas de ouro nao para a coll -cacao de
retratos. Vendem-se tambem albuns, stereoscopos, vistas para os mesmos, vistas de di-
veisos edificios e pontos desta cllade, apparelbos para photographia, ecbimicas para a
mesma arte.
Ouro


N. 2D
HF* 11 tCAO
2 D.
I32 OURO.
Maior vaatageni
,'ijo de oaro ra do rrboga d. t D,
di compra das moedas de ouro K
Hpram-fiC eraros
Silvino Guilerrao de Barros,compra, vende *
joca etlectivamente escravos de ambos os sexo;
-de loda j if id>de? : a' roa do Imperador n. 79,
itrcetro andar.
Com ra-se ouro e praia em obras vclbas :
aa oraca da Independencia 0. 21
e prata
Moedas de ooro e praia naciooaes, eslranpe ms
de ledos os valore*, se compram na loja. de oori
ves |uoto an arco de N. S. da Cunee icao, roa da
Cadeia do Reeife, assim como ouio e praia tm
obras velbas, brilbanles e diamantes, a se paga
bero.___________________________________
Huedas de ourn e piala.
Compra se sempre por mals do que em utra
qualquer parle todas as qualidades de moedas de
ouro e praia. nacional e eslrang'ira, e tambem te
trocam sedlas dos bancos do Brasil e cala is II
llaes de entras provincias; na ra da 'Cadeia do
Kecife n. 38 loja de azulejo.
Muertas de ouro
nacional e etraogelro, assim como libras stfrll-
nas : cempram-se na roa do Crespo d. 16, prtmei-
ro andar._______________
Moedasde ouro.
Naclonaes e estrangeiras assim como libras
esterlinas: i ampram-se na roa do Crespo ?. 16,
pnmeiro andar._____________________________
Compra-se
Urna e.'crava qoe seja sadia e de boa conducta :
em Sanio Amaro, sitio |ulo a' capella._________
Compra-se
um prelo de mela idale propno para servico de
sino : na ra do Amorim D. i>8.
Ou
Compra m-.se
coro premio moedas de ooro e de prata caeleoaes
e estraogeiras : na roa da Cadma An Recite n. 16
armaiem de Adriano. Castro & C.

A loian 2 D intitnlada Coraco de Ouro na ra do Cabog,acha-se .Pora em diante offerecen
Jo ao respeitvel publico cora especialidade as pessoas que honrara a moda os objectosdo ultimo go?
2ZfSSffwSnwSSMmSk^n qoilqaer parte, garant.ndo-se a qualidade e a so
(Isa fihVflft
O respeitvel publico avaliando o desejo que devo ter o propietario deuc
io que quer progresso ero seu negocio deve chegar Imrcediatamente ao coragao
aneis com perfeitos brilhantes, esmeraldas, rubios e perola; verdadeiras em ag
de
10EDAS
ouro e pr a
i
iTreSvel publico avaliando o desejo que devo ter o propietario deum novo estabeleciroeo-
r> de oaro a comprar
dim.nuto preco de 10*. brincos modernos de ouro e coral para menina polo proco de 3J, maraca, de
Jma"l cabos de roarfim e madrepero.a obra de moderno gosto (o que o enC0B'""'i^J0/.a?ahriUne
bur) voltas de ouro com a competente erosiona ricamente enfeitada pelo pequeo preco do 12J brin-
eos de om trabalho perfeito por um mdico proco, cassoletas, faneal.ns Pilceiw alete
tratos e outros rxodelos tndo de alto gosto, aneis propnos para bular cabello e nrma dilo para casa-
ment, no artiro roseta tem o Coracao de Ouro um completo e bem vanado sortimento de diveros
gestos hutoes para pontios com diamante, rublos e esmeraldas, obra esta .mportante ja pelo sed va-
lor ja' por gosto ds desenlio, brincos a forma da delicada roaoslnha de moca com pntente contando es-
meraldas, rabil, brilhantes, perolas, o g"to sublime, alflnete para grvala no mesmo .
ijios para senhora cravados de podras preciosas, ditos para hornera, diversas obras de
multo gosto, crusinhas de rubras, esmeraldas, perolas brilhantes, aneis com letras,
crvstal e onro descoberia para retraio (a ingleza) brincos de franja, ditos a iraperatrue
quer ioia, para secoliocar retratos e obras de cabello, e outns maito* cbjectos que os preteodentes en
contrarao no Coraco de (Juro que se conserva com toda a amabidade aos concorrentes delxand.
se de aqu mencionar precos de certos objectos porque (desculRflm a mancira do fallar) duendo-
preco talve algoem faca mo juiro da obra, por ser to diminuta quanlia a visti do sen valor.
Na mesma loja compra-se, iroca-se ouro, prata e pedras preciosas, e tambora recbese concer-
t-, por menos do que em outra qnalqoer parto, e dlo-se obras a amostra cora penbor, consarvando-se
Coraco de Oaro aberto at a* 8 rioras da noile.
Qoaiquer pesoa qne so dirigir ao Corceo de Ouro n-o se codera e'nganar com 3 casa, poif
nota se na sna frente nm coraco pendurado pintado de araarello, alera de outro qae se nota om urr
rollo (isto se adverte em conseqnencia de terem ja' algnmas pessoas engaado com outra casa.
Compram-se moeJas de ouro nacionaes e estraD'
goiras, bem como paiacSes dos diversos caubos :
em casa de Adamson, Howie & C, ra do Trapl
che-novo n. i0.
LOJA DO GALLO VIGI-
LANTE RA DO CRES-
PO N. 7.
Os proprietarios deste muito bsm conhe-
do fStabelecitnento lem a satiafacHo de levar
ao conhecimento do respeitvel publico que
a aham de receber pelo ultimo vapor da Eu
ropa om grande e variado sortimento de ob-
jectos de inteira Dovinade, dos quaes se l-
aiitam a mencionar apenas um pequero nu-
mero ficando o respe tavel publico na serte,-
za de que neste estabeleciment sempre en-
contrarSo um c >mpleto surtimento de arii-
gos de gosto e inteira nov.dades como sejam.
Clntus
Os muitos desejados cintos com ponta?,
bordados a vedrilho, fazenda de mnito gosto
e completa novidade, respeito a estes cintos
n5o fazem observafes e M-n -'cixamos a
apreciacod s esclarecidas frpguezas isio s
no Gallo Vigilante na ra do Crespo n. 7.
Leques
Muito lindos leques d'osso, madeira, sn-
dalos, e madrcperola ; pretos, blancos c ri"
cores, e multo ao tumaui recommendavel
pelas bonitas paisagens.
Flores
ATTEl\CA0 ,
Vo armazexn de faztndas dt
Santos Coetho, ra do Quei
madon 19
Boa e barato
Lansinhas Poil de iMiJ
Madapolo entestado a 8r$ a peca.
Cambraia de cores matisadas flnissimas i
300 a vara.
dem brancas transparentes Inas de"4,
dOOO, O, 7, 85 c 9(3fioo a peca com iC
jardas.
dem branca tapada de 8f> e \i& a pee
com 12 jardas.
dem branca franceza muito larga a 0$ i
peca com 8 varas.
BalDes de 35 e 40 arcos nesgados para
senhoras. a 4*500.
dem de mursulina nesgados a 5.
dem da crocet a 5*.
dem de mursulina para meninas a 9| t
}<55oo.
Saias bordadas a 5)5.
Cambraias admascadas para cortinado *
12 a peca cora 2o varas.
dem para forro a 3* a peca com 10 jar-
las.
Gambraia de linbo muito tina de G e 9
vara.
Madapoles finos de 60, 7d, 84, 90,100,
110 e 120 a peca.
Platilha de aigudao superior fazenda par.
taias a 30200 a peca com lo varas.
Coberias de chitas de ramagem a 206oo
Lences de hamburgo fino a 20400.
dem de bramante muito fino a 30200.
Pannos adamascados para cobrir mesa i
10500.
'Goardanapos de linhn .aouiat.auua a *o
a dir/.i.i-
Atualbado adamascado com 7 i/2 palmos
de largura a 20 a vara.
dem adamascado de linbo com 7 1/2 paJ-
' -COaTES DE SEDA,
a SiJfcUO res ua leja flo Pavo.
Cheparaiii o> mais moderos corte* de'seda da
cor enn eietanies desrohjs elarore esrufi-s, t^a-
do muiia fi>a|4a para am vesii'iu e vend>m*s6
pelo barato plre?o de iWOiXI res, or e-i* iims
ruuilo prximos da fesw, isto na loja do PavJc,-
rna da Imperatrit n. CO, de Gama & Silva.
BerWiuba de liulio
Com 30 jardas s l^Kj reis.
S o P.vao.
Vendem-se cejas de sopenor beriaoha de HnD9
poro, tendo 34 jardas ou 25 varas cada pessa palo
baraus.-imo preco de H^IOO re?, sendo wa U-
zenda propria para leocts, camisas loarna. etc.
lto na loja do Pjvo, roa da Impewirii n. 60, do
Gama & Sil va.
Fmman!c de linlio.
MnMir'T Cym i'iTdiS a s* U rew*
Vende se sbujrlures pec>s de bramante de Hubo
proprio para l.>r-r-,#, t-alha, cumi-as, ele. '.-nit)
20 jardas raJa pessa pelo barato pr ?n d 8'COt)
reis, na loja o rmatem do Pavo, ra da Imptra-
triz n. 60, do Gama & Silva.
SAI As ECONMICAS

* *
Hr

a 2,*00 res.
IS.

(tost, relo-
brhantes de
cacolelas de
toda e qaai-
i-se
Moedas de prata
nacienaes, assim como paiacoes portniruezes e
nespanhes, compram-se com premio : na ra do
Crespo n. 16, prime andar.
VENDS
VENDEM-SE
os segnintes livros:Receila para curar
paixdes, por Mmeos de MagalhSes, 1 vol.
por 10OO; A Virgem Guaraciaba, por Pi-
nheiro Chagas, 1 vol. 10200: Le P"che
M deleito), 1 vol. por 100 O: na na
Crespo n. i fabrica de chapos de sol.
O melhor que se pode desejar ne?te arti- mos de largura a 30 a vara,
go as quaes parecen natur.es assim como, I AIKodSo enfestado com a mesma 1:
tambera recebemo- urna pequea porcSo to-

-
:
j -
-
/ --
:
:
BU MMC4
das pretas e se vendem na loja do Gallo
Vigilante ra do Crespo n. 7.
Capellas
Mu lindas grmaldas brancas e de cores
aquellas para noivas, e estas para bailes, ca-
samentos e baptisados.
L ii vas
Luvas de todas as qualidade* para se-
ubora, homem, men n^s, sendo de algodSo,
fio da escocia, seda e pelica muito fresca e
do fabr cante Jouvin, parece-nos que nao ha-
vera quem ignore que por todo os vapores'
da Europa o Gallo Vigilante, recebe grande'
: quantidade desie artiuo e por isso sempre |
"^tem sortimento a voutade do comprador, e;
} tambem n5o se valle da falta o seu preco
sempre o mesmo.
Feotes
Muito bonitos peines do tartaruga para
;\a travessa da roa Angosta ou roa de S. Jnao. i .. 'tnl, .;m _-
fregona de S. Jos, vnnde-se um trrr.-no com 160. COque 6 allZ-ros cabello, -im COffiO para
palmos de frente e 130 de fuodo; b-ra como on- arregacar os mesmos e multas OUlras qull-
tro do 200 palmos de frenle e 90 do fondo, j I da.lCS.
Veada de terrenos.
DE
TODAS AS QUALDADES
DE
Manoel Morrira deSouz .
X. 4*. -= l'.t XOV.I == \. 4.
Nesle novo estabecimet>to, lem u;u compjeto sortimento de
chapeos para homens, soaluns e meninos, veril'-se por procos
razoaveis.

.


:* i
, -'. ;; VS y \- *
: -.. :- ... .- -.-. ... : vfl.V' .



A' GAZ.
A eropreza do gaz fiesta cidade desojando facilitar penlmenie o uso do gaz
Das casas c estabelecimctos particulares, offerece desde j as segnintes vantagons :
1. Um-i rcdoc.fSo consi leravel nos precos dos canos, appareibos e todos os mate-
riaes pr ci*o> para a insfallagao dota luz.
2." O gaz fornecido boje de extrema pureza e nao offrfnder a prata, o bronze
ou outro meta' dtffcrent<\ assim como nentiura damm poler causar as pinturas, quadros.
ornamentos, papel de, forro mais delicado que seja, lornandove ao mesmo tempo lo sau-
davel i outra quaiqner luz, j conbecida, alia!, evitar tambem a obstrueco dos canos o
ttas tos apparelbos.
3.a Os apparelbos existentes, como lustres, arandelas, bracos de vidro, de bron-
ze, etc., etc., sao pmprios para os senbores que preferem laxo e elegancia, coojo para
os que necessitaiu simplicidade e economa.
4.* As pessoas qoe quizerem cullocar o gaz em suas casas podem dirigir-se em-
preza, a qual se encarrega 'lacollocago de todos os apoareluos, canos, etc., tomando toda
a responsabilidide pelo perfeito cumurinento do masmo, ou por outaa, podem empregar
qialquer maquinista reconbocido pela empreza, sendo o mesmo maquinista responsavel
pelo sen trabalho.
5.' A empreza obriga-se ainda a reparar gratuitamente qualquar falla de loz,
obstruego d? canos, etc., devendo o consumidor pagar smente as pecas novas que forera
precisas para o mesmo concert; qualquer re lamacSo que possa baver, ser dirigida ao
escriptork) da empreza n. 31, afim de ser logo providenciada.
com principio de ediOcaco, ludo por prego enm-
modo : a tratar na mesma ros com Cyrlaco Jos
Coelho, penltima casa em direceo ao Gizoroe-
iro, lado do sol. _______
Pundico (f Aurora em
i
Santo A maro
Completo sortimenK de taitas balidas e fundi-
das, al:imt)lqo"s de todos os lmannos e fuidusfli
ditos, moeoris iio indos n lamsnhos de superior
qaatidade, criv< e buceas de lorualba. o uue tudc
te vende por c nnmodo preco.
Fundico da Aurora
Taixas de ferro coado, bom sortimerito e quali-
dade superior _____ ____
"VEDE-SE"
Motores americanos [jara dous civall?.
Dito do para qoatro cava Nos.
Mcl.ioa- para descargar a gorto le 14, t6.
18,20. 30, 3. e 40 ser ras.
Prencas para enfardar algodo fazendv* os sac-
00"* com 6 parros d comprim nto cjjm o peso dt
; ., 200 libras, viudas uiilmaroenle da America
'.. i armaiem de Henry Forsier A C., no caes Pe
oro 11 n. 2 junto ao Uabraeie Ponuguez.
C'oEsiecorac^s
A bem conhecida 1 j da jolas de M-ireira &
Du^rie. a' ru.i d) Cabng u. 7, acaba >le receber
i ire de I abltos e nflSculatos da uniera da Rosa.
o hbitos da de Chrislo d-* differenies lamauhos
f|ue vende por presos mui razoaveis, alm di?so
coDlioaa a ler como sempre um completo sorti-
rrento de joias dos gostos mais modernos para as
quaes couta cora o ejocurso de seus bens fre-
puezts.
Btnvaa
Grande sortimento lnescovas. pararoupa.j
cabellos, chapeos, dentes e uoitas, sendo de
osso, bfalo, baleia, mailim c madreperoia.
.\ a lias
Superioies na/albas pequeas para bar-;
ba sendo cabo de marnm, tartaroga e ou-
tras quididades, as quaes o fabricante ga-
rante a boa qual-dade.
AbotuadiiraK
Chcgaram as nui lindas guarni<;oes de
boioes para colte es fa?.en a e gosto, assim
como grande sortimento de botaos pira pu-
nlios.___________
Sil do \ssn'
A bordo da escuna Georgiana : a tratar core
Tasso [rmios.
a I01oo a vara.
dem trancado de algodao a 10600 a vara.
Toalbas alcocboadas de linho lisas a 11
a duzia.
dem de algodao felpudas a 130 e l.
a duzia.
Colchas de fustao a 60.
Lencos de cambraiabraucos tinos a 10800
0 e 205oo a duzia
Lencos de cassa fimssimos a 30200 i
3060 a duzia.
Fil de linbo liso a 8oo a vara.
dem com salpicos a 10ooo a var
Grosdenapies preio bom a 108oo, 20
20Poo o covado.
Moreantiqoe preto superior a 208oo o co-
vado.
Flanclla de todas as cores a 800 rs. o co-
vado.
Tarlatana de todas as cores a 8oo rs,
vara.
Bramante de linbo com 10 palmos de lar-
ijura a 203oo a vara.
dem de linbo com 5 palmos a 102oo ;
ara.
dem de linho com 3 1/2 palmos a 8oo i
ara.
Riquissimos basquins a a-5<>00.
Assim como ontras muitas fazendas qut
q vende por menos que em ou-ra qualquer
[)arte, e d-se amostras de tuilo,
Baloes de 2o, 25, 3o, 33, 4o e .''o arcos
para senhora a 2$, 20ooo, 30, 30-ioo 40 e
00000.
Ditos de 25 e 3o arcos com mollas a 50
e 60.
Ditos de mursulina estreilos a 60.
Espa< tdlios finos 60.
Percibas nnissiraas a 4oo reis o cralo.
Venle-se urea grande pare* dp srrfss de cf
com !> mas barras peto baratsimo preco da
25-j res, na luja e armazem do Pavj ; ra di
lmperatriz n. 60, de G*ma & Silva.
PO.NHOS COM GOLINHAS.
a 1# Vndese urna graude porcao de punbos reta
gr iinhis de esguiao de linbo, cm es mais liados
bordados pelo > ralo precu de I0o0 leroo, di-
tos b-irdados de eflr a 640 reis endo grand> pe-
(bincha pelo preco, na rna da Impentriz b. 60 da
Gama & Silva.
Esguio de algoJo,
a 64000 res.
Vende-se peras de fiaissimos erguidos de 'o
do tendo 12 ardas pelo bsrto prego de 6^*00 a
peca, na loja do Pav3o, rna da Iuiperatriz n. KO de
Gama & Silva.
POIL DE CIIEVE.
a O e fco res.
Violero se as mais bonis lausiabas com li-ias
de seca, Inmoladas poli de chvre plo baratsi-
mo preo de 660 reis o eovado, ditas com as lis-
tas mathi.-adas a 800 reis, assim orno om tr-n-
nbas que so vendt-m jj 'las pregos de 280, 400,
500 e 3') re?, bonitas alpacas de seda de orV.a
sO cor a 640 e 800 res, is'o na lo;a do Paveo,
ra da imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
Baloes esguios.
a 24500.
Cliegaram os mais moderos baldes esjinios ten-
do virdadeiramenie americanos e veiwem se pelo
barato prego de 25o00, na I ja do Pvo roa das
Imperairiz o. 60, de Gama & Silva.____________
IIIVAL M SEGtNDO
na do J|a.lui \ lo o 9, ioJa t
fuiudezas
DE
Jos Bigodinno
Varas de balado bordado do Porto a .
Carretfi- de reiroi prtto com duas oitavas
Parriteis de reteoz de todas as cores a .
Frasees d'agua de Cclonia muito superior a
Frascos de o eo multo fino a......
(Juila de tesonras pequeas a ...
Frasco: d'agua para liropar dentes a .
Redos pretas lisas para segurar cabello a
Dunas de pennas de ac mnito floas a .
Caias de linha do gaz do 30 novel'o? a .
dem de paliu>s de segoranga a .
Garrafas de agua Florida verdidiwa .
S) habanos com estampas para menino a
Memenio da roupa de lavar a.....
Uuzia.s de meias finas para seohora<
Agulhas francezas a baldo (papei)a. .
Pegas de fitas de 15a d:< loas a< cores a
Brotas de botoes ce porcelana prateados a
Caixas com alfiueiles trancezes a .
Caizas de 100 envelopes moilo Uuos a .
Husma de papel de pe-u brauco liso a .
Prasco com superior tinta a.....
Pares de botSes de punho mullo bonitos
Linhas em carto de 200 jardas a .
Caixa do superior linha do gaz com 50
|..v.- ios.............
T es para Cieninos a.......
Uassd com superiores jrzmpci a .
Bonets para meninos a........
Peutes Ciim costa de metal a......
Realejos para meninos a.......
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2J0I
1 (
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7
__ Vendo se telhas sopen ir e nj los da (odas as
qualidade:, fabricado com barro d'agua doce pjr
Dcrnos 45 era tailbelro do :u* em i utra qrj
parte : na 'lana de 1 n Csrneiro da Cunta ra
djs rra?eres n. 38.
J chegou
C?raento romano : no armazem de Tasso Irmos
no caes de pollo._______________
n< e Tasso
(Csn
para pstnqnss de casas : nos
Irm'i >, e '!) A i'. I' i.
Rap Viajad* e Panto cord^Era
A loj do c>irdelro previdenb
roa :. Q i Ima
desdas qoaltdades
d > n. 8. reeabeu nov reroersa
de rapA
Luvas novas
Chepaias no vapor d^ II do cerreut^. ~> melhnr
e b m ecolhirto sorilmeoio de luv:.s a J.nvlo das
mais bei!:is e preferiv"is cores, lano paia senho-
ras c..mo cara homens ; no armazem do vapor
raccez ra Nova n. 7.
i" B-
OS: ii**bB !T S-
2. <3 2. 3 *! S? 2. 5
r CO r. -o :
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cL~ ee_ u: a
SS?" o.""
eo

r -5
4^500
Vende se ssccos com feiji raiado, na ra do
CodornH o. 12 A.
do Passo. na do Crespo nume-
ro i A
Receben os mais lindos e formosos cortes de
!.Vi e seda inlulados napolitanos; estes corles
sao do eucomrrenda e.-pecial da l"ja do Passo : as
sonboras que es virem nao deiiaro de comprar
por ser cousa anda nao visla ao nosso mercado.
"~ Vende se a I -Ja de foriilelro da ra Direila
o. 68 c in todos p>rtenees e alguroas obras lei-
tas : a tratar na rna da Llogoeta n. 14, segundo
andar.
Rap.
Ja chegoo o mnito dese|ad ro rommum e viajad i, o qual se venda na priga
da Ila: assim como
coctiou.onenle se vende na mesma loj as segoin-
es oualidades dos mu acreditados rap* prin^za
de Lisboa, folio fraoccr, rolaj M -unn e Sno. ,'ss-
e gros.so e lioo.
3 C
g
o *

KA
x S'
Escrava
No armizem da ra do Codorniz n. 2, vende-se
urna mulatinha recolbida de idade de 15' acnjs,
cosmha e *-m principios de eoguromado.
mmmmmmmm mmmmmm
O Dr. A. S, Pereira rto Ca raj (medico) y0
esta morando no sobrado n. 12 da roa da *
Imperatnr.
Alogamse o lerceiro e
casa da ra do Cabug n. 10
mesmo.
quarto andares da
: a tratar na leja do
Vende-se
Vende-se fiad) e aTontade]
do comprad )r.
O estabalecimento da r:.a Nova n. 6">, ons fi-
le nm bilhar modMno e se fabrica e vende larva-]
le, assim como todos os movis, luocas e Jtsoci-
ios e i isleo Hs de um inventario : lrai3--e no lar-
go do Parano n. -i.
-i
sn
d
s.
o
i-
V.
p-; a e b i t
" en
a*i*p~&
Si" u
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=Oa.a5
' e.
te -o ">
B = o.
_ 63 O
S?. o
o*
o.
o
Na rna da Cadeia, bairro do Recite n. 33, primeiro
andar, urna pardoba de boa Baura e sde, com
lloepilal da VeDer8*el Ordem lercera 12 aonos de idade e coro bons principios de eos
Na roa eslreita do Rosario sobrado n. 3flo
pnmeiro andar, aprompiam se baudeijas de armac
jdes com bulos Unos de varias qualidades para
easameotos e bailes, e de pastis de n*ta, bolos
inelezes.po-de-l.pudioseofeiad.iscoro capollas de
aiQom e uoqoets ptnprios para presentes. Faz se
bou iuets de flores de papel, de cera e de panno,
Oh cravos, rosas e dhalias, saudades e de qualquer
flor que os donos qoelram, de cravoi ualuref
para casamentos com lago do fila bordada a ouro
ou lenuj.das e seda, sendo a encommenda fcita tres
das autes. Cose se vestidos para noivas bem ar-
raojados faltos pelos ttgurioos, e fai-se lambem
capellas de flores de Ur >oj para notn*, anda
capellas para meninas, lodas as qoalidades de
Odres para enfetes de chapeos e laucas, flores para
enfeites de anoto*, palmas, cape Has arco* de bii-s
de trigo donrados. faslSS para igreja, para qual-
quer eocommenda de fra sempre lem prorap-
a. u-r^j.se tambem velas rieas para baptisa-
dos. Taau is*j m.t barato do qu*ara utra quat-
quef parle e com multa pi ;*> |a modo a nao
baver falla algoma.
. ^11 I I III. 1 II. 1 1 *\i 1
do ('.armo
A commisso das obras do mesmo, nao tendo
podido em sesvao do da 16 do correle, contratar
a factura do 2* lance, e Cubetla, visto como apeuas
ibe fot presente nma proposta, ropa aos senhores
mestres que foram lomar ioformagoes acerca da
menciada obra, bajam de dirigir suas propostas
ao sobrado n. 26 do largo do Carmo contiguo a
ordem, isto al o da 20 do correle mez,
Reoio 18 de novembro de 1867.
). a. Miranda Castro
-. Secretario da commisso.
i .i '
Mluga-se a loja do sobrado do pateo da Santa
Cruz, com Doolia armago para uberna e logar
para reflnago de assocar, tenda pesos, balaoga e
i : qnem pretender falle-na rna das Cruzes so-
brado n. 9 lado direita quem val da rna do Quel-
roadopara S. Pianclsco.
tura.
Vendem se
Tres cabras (anima) Gibas do pasto : em Santo
Amaro, sillo mnrado jnnti a' canella.
Vende-si- urna pane de um sitio na encruz-
lbads de ll-iem com basante arvoredos ; a tratar
ea ra Nova, n. 18.
Arroz
le casca a 3^00 sace*
Ven i- se no irpicbo do Caoba e na rna do
Crespo n. 20 B. ^^__
COMPRAS
/\ SAM JA
Preeisa-se de urna ama larri 'cu escrava para
easa debomeT, ?!t?|r : ni ra Jo Coiornir no-
I* r^ila
Compra-je nacional ou estranselra com maior
premio de qoe ea ooira qonqoer parte : na pra
ca da Independencia n. t.___________________
COMPRA-SE
urna casa lenea pequea na freguezia ca Boa-
tista: a tratar nesta typograpnia
Canos
No armaxem do paleo do Tergo n. 12 venlem se
canos de lodas as iargara, vidrados e por vidrar,
por prego raroavel. o melhor oeMe genero.
Viaho verde
Acaba da cbeg.tr nova remes-a do ja coobecido
vioho verde engarra!ido de soperi r -qaalidade, o
qual se torna recommendavel por ser pnro e por
ser engarrafado a caprlc.io para evitar o allerar-se
chamamos a aitengj o dos amadores: orneo depo-
sito a roa da Cruz n. 63, armaiem de Me 1 >, Lo-
bo 4 C t
Vende-se am boa piano de neta de jaca-
randa em perfeito ui* aa n da Carca do
Cirmc n. 20.
o.
O =r.
o S
2. = % %
a a S ra s
| ? ? 3 ?*
o.e -i -i o
3
O 3 tfl S.
y T t **' *-
tt*tiw.J>

O CB C3*
<->3 CE
O 1
a? 2
Francisco Jos Germann
fRA NOVA N. 21,
acaba de receber nm lindo e minifico n
tiraento de ocnlos, lonetos, binoccos, do o
timo e mais apurado jyosto da Europa e oct
los de alcance para,, observacoe* o.par
martimos.______________^_____
V apares.
Vende-se em casa deSaonders Brr ihers A C
o largo do Corno Santn. II, vapores patente.'
om todos os pertences proorios para ot mover
s ou Qnaim machina* para descaro;ar algod>'
Vende-se
Urna escrava com i tale de 23 a 24 annos
pi'i'itima co tar a ra da Vigario d. 1 i.___________
Maoteiga iogleza mmlo tln.i a 960 e 800 reis
a libra, (rancta a 720 610, banh* de porco
miio fina a 640, loucinho 320, gomraa multo ala
a 160 o 110 a libra, vlnho engrrafad.) a If'OOO
a doria, dito dito a 8Aft0i), sendo do Porto, am ca-
ada a 4*000 e 3jrl(*0 e ao leroo de cinco
medidas da pao para areos sendo de orna cois
at medida de vintn, isto na rea DireUa ame-
VENlvSE
A fabrica de re finar assucar
IVo lagar do Hootelro
O proprieiario oo^te Inpo tanie e bem montado
eslabelecimento t-ndo absoluta necessidade de re-
tirar-se para Poriosai, oode vai tratar de sna
saud-, resolveu expdr dito estabeleeimento ao con-
corso d'aqoeilas pessjas qoe o prelenderem com-
prar, mediante todas as informages possiveis
acerca do movimento das machinas e fabnc > do
assocar qne sero ministradas pelo proprietario,
garaotlndo^sie o perfeito estado oe iodo quanto
relailvx e concerneole ao mesmo estabeleeimento.
machinismo da fabrica movido por anua e a
v.ipor, e pode funeciooar em termos a retinar 240
arrobas de assucar por da. As grandes vanta-
gena que o proprietano offerece como coilas ao*-
preiendeoles podem ser previstas por lodos qae
juigarem com preciso, da necessidade de que se
receop* esta provincia de om estabeleeimento de
u'l ordem e dabi o lucro qoe se antare a propor-
gao que dita fabrica iera de funcionar regnl-r-
mente : a tratar no caes 22 de Novembro arma-
uia 0. 26. .'.''
Vende-se tinta fina para escrever, e
quanta mais amiga a escripta mais preta fica
corre bem na p.-nna, e ainda que esta seja
de ao alo as estraga e n3o cria mofo ; na
botica na roa Djrejta n. 88, e nesta lypo-
graphia 5e# tt. a garraflnba.
fl\k m CARAIBA
' Rna d* Madre de Deus n. 5.
vende-se rdra de carnauba mais barato do qae
tx ojtrs qoa^er prte, de bea rjoalldae.
DE KEMP,
MOVA YORK.
DE COR CIIEIRO E SABOR AGRADA VEIS
Infinitamente mais efficazes do que todo
os mais remedios perigosos enaviseahundo
que xiste.m para a expulsSo daslombrigas.
N5o causam dures e preduzem seu effeito
sem precisar logo depois de purgante ne*
nhum e toincilantes em apparencia e deli-
ciosas em gosto, que as criancas estao
promptasa tomar mais do que marca a r
ceita.
Uteis como um excellente meio de fazer
remover as obstruccoes Jo ventre, mesmo
no caso de nao existirem verme algom, a
PASTILHASVERMIFUGAS DE KEMPS S30 promp
tas einfalliveisnasuaoperacao e por todo
os respeitos dignas decoiifianfa e approva-
c5o de todos os paes de familias. Prepa-
radas nicamente por Lanman de d,
Nova York.
A' venda as drogaras de A. Caors, Br>
vo & C. o P. Maurer & C, e em lodos 01
estabelecimentospbarmaceoticos do imperw
Liquidacu de calcados
l Borzegoins de beterro para homem. 7i)00
Ditos de lastro para homem. >'^ '')
Ditos de cordavo. 8j('0O
Ditos para senhora eofeitados. f3 <'9
Ditos para meninas. 3(i9
Sapatdrs de beierros. *S5
Rutinas brancas pai a senhora. > ,fD
Botas peqnenas para montarla. I8;00J
Ditas grandes para moeiarii.___________WSRQ%
BOTAS
Novameow chrgadas Botas rnsianas e pernea-
ras da milhor gualidade que temos visto : na loja
do vapor roa .iova n. 7.
HISTORIA DO CEARA
Por T A. A.
Pobliea-ae a primelra parte dessa interess^nto
obra, e vende se na Livrarla Econmica defronl*)
do arco de Santo Anlunio.
Preco 2|0Cg ________
nmn
3j800
Vendase farinha de mandioca p6io barate T'V
ja asooocidl?: a roa a Madre de Dos u. 5.



IIFCIUEI
i


t
aliarlo #c Pernfc
reata felra 19 ato Haw
br 4e 1867.

'

11
DO
tt. SfiVIAL.
Para o iratameoto e cura rpida e completa das molestia syphiliticas, eris-a
48, rheumatisno, bobas, gota, debilidade do estomago, inGammaces chrooicas do figado
baco, dores sciaticas, cephalalgias,nevralgias, ulceras chronicas, hydropesias, pleuri-
das, gonorrheas chronicas e em ge al todas as molestias em que se teaha em vista a pu
rificacao do systema sanguneo.
ConalderaeSes geraes
A saode um bem inapreciavel, cuja importancia e valor so esta reservado ao ens
ermo o walia-lo.
DcontestaTei que o homem oeste mando constantemente, e por todos os lador
-tacado por urna inficidade de agentes morbficos que todos tende u, dadas certas e deter-
oiinadaicircumstncias, a alterar o regular exercicjo das funccdes orgnicas, resultanbo
pesas desequilibrio o que se chamamolestia.
A molestia nao mais do que a desvirtuado das torcas ritaes, occasiooada,- d,
jundo as investigacoes e experiencias dos mais abalisado mestres da soiencia, pela depm-
'acao dos humores geraes, consequencia da acclo maligna desses mesmos agentes mora e
fcos introduzdosnuo organismo pelo acto da respiracao, peta m digestir, pelo ontacto
inmediato etc. etc. etc.
A syphilis infelizmente tem sido a partilha da humaoidade, e como fra de duri-
la que esse terrive! Proteo da medicina urna molestia hereditaria, ella tem sido obser-
vada em todas as idades, e debaixo de todas as suas furnias to variadas, enfraqoecendo
xistiluicoes robustas, produzindo mutilaooes, e cortando ainda em flor da idade vidas
preciosas.
Eliminar da economa esses principios deleterios. e purificar a massa geral dos
Humores tem sido desde tempo immemoridl o fim constante da medicina, e os purgati-
vos flguram em primeiro lugar para preencher esse desiteratum ou fm.
O Elixir depurativo do Dr. Sevial parece merecer a preferencia sobre todos: os
mmensos successos obtidcs pelo aso deste snlutar agene tanto na Allemanha, como em
branca e Italia, o tornam o compaoheiro inseparavel dequasi todos os doentes.
Sendo as meiestias, como cima dissemos, devidas s alteracoes dos humores, o
Elixir depurativo do Dr. Sevial pode ser empregado vantajosamente na syohilis, erisy-
pelas, rbeumatjsmos, bobas, gota, debilidade do estomago, inflammaces chronicas do
ado ? bafo, doTos ociotoas, oophaiatgias, ucu digio?, alearas cbronicas, hydropesias,
pleunsias, gonorrheas chronicas etc. e era geral em todas as molestias m ane se tenha
em vista a purificacao do systema sanguneo; pois que urna pratica constante tem reno
Ter que elle indispensavel nos casos gravissimos para minorar os sofirimentos, pre-
parar o doeate para medicaces superiores ; e as menos graves a cura a conse-
cuencia do sen uso, convenientemente repetido.
As substancias que entram na composicio do Elixir depurativo do Dr. Sevi
pertencem todas exclusivamente ao reino vegetal, e grande cathegoria das substan-
;ias depurativas e antisypniliticas; assim, ao passo que este remedio depura o orga-
nismo, eliminando os principios nocivos saude, pelo mecanismo natural das evau-
jcSas alvinas, neutral;sa ao mesmo tempo o virus syphilitico quando este virjem.
lem feito empelo ao exterior debaixo de suas multiplicadas formas; e prewne taui
!>em os estragos dessa terrivel molestia, qmndo por ventura se ache ella iriioda no
stado de encubape, isto sen se ter manifestado sob formas exlernas: beneficio
inmenso, tamo mais quanto oeste estado os individuos ignoram completamente se es-
io contaminados por este torrivel inimigo.
O sabor agradavel d'este Elixir convem a todos os estmagos, a sua accao so-
>re o tubo intestinal suave e benigna, e de nenbuma forma produz molestias wdi-
nmentosas, como acontece ao purgante dito Le Roy, que na sua qualidade de dras-
co forte irrita a mucosa intestinal, e consecutivameote a seroza, resultando deste es
ado, muitas vezes, nydropesias, que quasi sempre terminam pela morte Jo doente.
Assim pois esperamos que o uso deste remedio justifique cabalmente as nos-
sas asseverages, porque sendo um medicamento t5o simples na sua composicao, a
pratica tem confirmado sua ulilidade.
nico deposito esa Pernauabcit,
Na botica e drogara
DE
Barthotomeo d Campanhia.
34-RUA D ROSAHIO LARGA34
NOVO 1IET0SIT0
Faa i)ESC\ROGAR AL60DAO
Manoel Bento de Oliveira Braga.
53Ra DIreia y___5'A
Neste estabelecimento se encontrarao a
verdadeiras machinas americanas chegadas ultima-
mente, as quaes sao fetas pelo mais afamado fa-
bricante da America, por isso avisa a todas as pes-
soas que precisarem comprar, de se dirigir a este
estabelecimento que comprarlo das mais perfeitas
neste genero, assim como mais barato do que em
outra qualquer parte, por isso que se recebe por
coma propna, bem como cannos de chumbo e moi-
nhos para moer milho, e grande sortimento defer-
ragens e miudezas em grosso e a reta I no.
Facas de cabo Dranco de meio bataneo a h&
a duzia. limas finas de todos os tamanbos proprias
de trabalbo de escultura.
OMOURODfiVEliZA



mmm iiiiimnj!
gErhartaaela especial hornee-jj
p;i tilica do Dr. ablno O.gg
t. Piaba.
Cha de i* sorte para oso das j
pessoas que se tratam homaopatbi- I
camente.
Vende-se em pacotes de libra a 1
3iS200 rs. S
Ra Nova n. 43.
SISME aa s mmmm
0 cordeiro providente
Na antiga loja de miudezas a ra do Quei-
mado o. 46.
Tendo sempre em vista nao nabar o tempo aos
seas fregoeie, eom extensos a na uncios ; mas
lambed) oao guerendo qae os mesmos fregueses
Igoorem o qoe de aovo tem elle receido, por Isto
resumidamente o dir': ehegando assim ao co-
nheeimento de todos que a dita loja do Cerderro
Prevideote, rna do Qaeimado n. 16, receben o se-
goiote :
Bonitas e doradoras ligas de pellica para meias,
laoto para senDuras como para meninas.
Leques de diversos e modernos gostos.
Peotes com enfeites doarados e nao domado*,
para meninas.
Coques simples e enfeltados, moldes Inteiramen-
te notos.
Ao respiteM publico pernambncano pede-se
Atengo
laoteiga ogleza
3SS0, 300, 800 e I so no armazem se icha vista.
Mantei^a franceza
em linras 560 e 640, em barrase far differenca.
lianka de porco
em libras 320 e 380, em porcSo se far differenca.
tructas
em calda Pera, Pecego, Rainha Claudia. Alperxe e nutras muitas 300 e 6M) a lata.
KrrlIhM
Portuguezas 640, fraucezas 900.
fn
em latas do Para e de albaneque, lata \6 e 14200.
Ciomnia de a Uta a
em pacotes, dita da trra 400 a 200 a libra.
de Bordeaux emcaia a duzia 5*. wetSkV&m de 85 a daiia, 800 a Rarrafa, dito a ^ T.Kli" *SSS^J^J!&
14o a duzia, 40200 a garrafa, dito do Porto a 80, 424, 484, 244, catxas de duzia, assim [ctona-ios seria bastante entadonbo, e qae se ven-
como flgueira caada 34500 e 44, paro J A A Lisboa 24800, 34 e 34500 a qualidade de em diu ioja de miudeas do Cordeiro Previ-
deote, ra do Queimado n. <6.
Nt* Caltam flores,
O Cordeiro Prevideote a roa do Qaeimado a. 16
tem constantemente um lindo sortimeato 4 fi-
nas e bonitas flores, por isso quando algom ba.
bilidosa joven qmter preparar qaalqaer eofeite de
bello gosto deve logo lembrar se que ba dita loja
do Cordeiro Providente, a rna do Queimado n. 16,
nao faltam flores.
Para alvejar os deoles
O cordeiro previaeoiH a rna do Qaeimado o. 16
recebeu do bem coahecido fabricante Joob Gos-
nell les ar.iuiaii.sado- com canfora qoe realmente tem
merecido todo cnncelto porque o s alveja per-1
fetamente os denles como tambern coaserva-es
sempre no melbur estado de perfeigo, assim pois
queiram vir comprar ditos pos na mesma loja
do Cordeiro Prevideote, roa do Qneimado o. 16
jEafeltea eom poatas.
U Cordeiro Providente receben um lindo sorti-
mento ds enfeites com ponas para vestidos, tanto
de seda como de la que combinara per fritamen-
te com os cintos modernos do mesmo formato, por
isso para poder enfeitar-se com gosto qualquer
vestido iodispensavel comprar-se ditos enfeites
na mesma loja do Cordeiro Prevideote, a ra do
Queimadc o. 16.
Chapeliua de seda
Modernas e bocitas empalmas de seda para se-
nhora receben o Cordeiro Prevideote ra do Qaai-
aiado o. 16 e por ser pequea a quantldade re
convida.
Caz
em lata de 5 gales a mais pequeas a vontade do comprador, em garrafa-
Alpiste
140 e l *' O a libra, painco a 100 a libra.
Aceite
em garrafas a 800 e 44.
CHARUTOS
em caixa de 50 por 14. ditos Delicias, Trovadores e Parisienses em caixas de loo, ditos
da Exposicao caixa 54, ditos de Regala caixas rom loo a 4500 e outras muitas marcas
que s na presenca dos compradores.
PREZUNTOS
deUmogo em barril, ditos de fiambre o melbor que ha no mercado por preco que faz
admirar t!
DOCE DE GOIABA
caixdes de 560 fino, ditos de 44500 que parece marmellada, dito em latas muito fina
qualidade a 14200.
BOCETAS
com doce secco a 14 e 24.
QUEIJOS
do Alentejo em latas chegado pelo vapor Oneida, ditos Flamengos e Pratos dos mais novos
que ba no mercado.
AZEITONAS
de el vas como no mercado nao temos a 14 a lata, em barris do Porto a 14 como nao ha
melhor.
Fabrica e fundico de bro'ixz
e outro* mttaes, culdeireiro,
fltoetro, c funileiro, situada
na Soledade, i ua do Prin-
cipen 3, e com deposito na
ra Nova n 38, da cidade
dtRecife
DE
BRAGA ASAMPAIO
Fabricam-se neste importante estabeleci-
mento todas as obras concernentes as artes
respectivas cerno sejam:
Alambiques de todos os tamanbos em
feitios, os mui acreditados apareaos de
Derosne com as dimencoes delicadas dos
fabricados em -Franca.
Fabricam-se avulsas quaesquer pecas des-
apareaos, como sejam o dilatador, ratifica-
dor e condensador, ou esquenla garapas,
resfriador, serpentinas interiores.
Fabricam-se bombas de todas as dimen-
coes e qualidades, pelo systema francez ou
americano, simples, de pressao, repoxo, e
com especia 11 dade a estanca tos i assim -p
nominadas pelo enorme volume de agua
que absorvem calculada em 100 pipas por
hora, e das quaes algumas estao pronptas a
serem experimentadas.
Existem bombas por este systema, me-
nores, para regar sitios, garaatindo-se d3o
s sua duracao como a grande quantidade
de agua que fornecem pelo que s5o cons de-
radas hoje as primeiras bombas conhecidas.
Todas as m.iis obras se fabricam vonta-
de dos freguezes e a seu capricho.
Existem sempre promptos do deposito in-
dicado na ra Nova n. 38, um completo sor-
timento de obras solidas, bem construidas e
a precos rasoaveis, como sao alambiques,
serpentinas, taxos, passadeiras, repartidei*
ras, escumadeiras, cocos, caodeias, e muitos
outros uteuc'lios preprios para engenbos,
como sejam mancaes de bronze, parafozos
para rodas de agua e outros.
Cavilbas, machos para lemes, pregos de
todos os tamanbos e para o forro de cobre
de navios.
Aprompta-se ludo quanto diz respeito as
obras de fatuo torneadas e polidas com toda
a perfeigao.
Vlvulas para tanques de banho, torneiras
de todos os tamanbos e qualidades, assim
como todos os ornamentos para militares,
FAZENOAS DAS LOJAS E ARMAZEM DA
R
Tendo o proprietario destes dous estabe-
lecimentos resolvido liquidar grande parte
de suas fazendas por isso resokeu jw'r em li-
Alpacas de lista a ooo rs o covado.
Vende-se alpacas de listas e de flores
proprias para vestidos de senhoras a 5oo,
Roupy feita nacional.
Uvas.
Fructas christalizadas.
57 ra do Imperador 57
Pelo Oilnda recebeu
Capsulas le licor, confeitadas em formato de amend >as, nozes, uvas, morangos.
Delicado prezeute pela novidade, e caprichoso gosto das caixinhas.
-j8a m U.
quidacio para vender mais barato do que 6oo"c 56o "rs. o covado: ruada Imperatriz
em outra parte. tojas da Arara ns. 56 e 72.
Chitas 160 o covado. Casemira com peqneno toque de mofo a 15
Veade-se ditas em retalbos a 160 rs. o Vende-se casemira p.ra calcas c n litot'
covado, ditas em pera a 200 rs. o covado : com pequeo toqie de mofo a 14 o covado:
cassa rrancfza a 24o, 28o rs. o covado: ra ra da Imperatriz lojas da Arara ns. 56 e 7
da Imperatriz lojas da Arara ns. 56 e 72.
Laazinhas da Arara 24o o covado.
Vende-se lasinhas para vestidos 2'io,
28o, 32o, o covado : ra da Imperatriz lojas
da Arara ns 56 e 72.
Madapoiao a 4> a peca.
Vende-se pecas de ma Japolo a 45.55.diio
muito fino65, 75. 85, 95, lo5 : ra da Im-
peratriz lojas e armazem da Arara ns.56 e 72.
Cortes de cambraias de barras a 25
Vende-se cortes de cambraias de bonitas
barras a 25, -55oo c 35ooo
Ditos de cambraia bordadas brancos e de
cores a 45, 455oo e 55: ra da Imperatriz
lojas da Arara, ns. 56 e 72.
Arara vende algodao a peca 35.
Vende-se pega de algod5o a 35. 45, 55,
64, 74, 84; ra da Imperatriz ns. 56 e 72.
Riscado francez de listas a 36o rs. o covado. |
Vende-se riscado francez de listas
vestidos a 36oeioors : ra da Imperatriz
lojas da Arara, ns. 56 e 72.
Ditas franceza a 2o rs. o covado.
Vende-se chitas francezas finas a24o, 28o,
32o e 4oo rs. o covado: ra da Imperatriz
lojas e armazem da Arara ns. 56 e 72.
cebida, quem pretender urna moderna e bonita i Dotoes para tarda, aparemos para barretina,
chapeliua deve apresarse em (taudar compra-la | nmeros, espheras, espadas, cornetas, alam-
padas turbulos, caldeirinhas, navetas, almo-
farizes, perfumadores.
Obras de folhas de flandres de todas as
qualidades, bahs, bacas, bules e outros
utencilios domsticos.
Lampies para gaz para engenhos, folha
sao vendidas per pregos to rasoaveis, que o expe-ide flandres emcaixas, felbas d<> cobre e la-
riente rregoez nao obieciara' em compra-las em t5o, tubos de chombo para encanamentos de
dita kja de miuoeaa do Cordeiro Providente a roa todas as dimeoges, folhas de zinco, estanho
em dita lja do Cordeiro Prevideote a ra do
Queimado o .16.
caixinhas enfeitadas.
Estas muito desejadas caixiohas vaias e enfei-
(adas eom po-to, que tanta eilracca tem tido e
que realmente servem para diversos os, existrm
oa loja do Cordeiro Prevideote a ra do Queimado
o. 16 um completo sorumeoto de ditas caiziobas e
do Queimado n 16.
PONTEIRAS E CHARUTOS.
O Cordeiro Previente, ra do Queimado n. 16,
em barras e verguinha, lances e barras de
chumbo, vidros finos p;ra espelbos, de c-
Vende-so palitots de panno a 55, 65,
85 e 105 ; palitots de casimira de cores a
65, 85, e lo5, palitots de meiacasimira a
35ooo e 45, caigas de casimira a 55, 65 e
75, ditas prelas 55, 65. 75 e *5, ditas de
meia casimira a 255oo 35 e 355oo coletes
de casemira a 35, 355oo seroulas a 15,
156oo, 25 e 255oo: ra da Imperatriz lojas
da Arara ns. 56 e 72. i
Algodao enfestadn a 15 a vara.
Algod5o enfestado para lencoes e toalhas'
a t5dito transado 1528o avara: ra da
Imperatriz lojas e armazem da Arara ns. 56
e 72.
Cortes de la de 14 covados
Vende-se cortes de la de 14 covdos a
Para 35, 45 e 55: ra da Imperatriz lojas da Ara-
' ra ns 56 e 72.
Ricas saias borda las a 35"oo.
Vende-se ricas saias bordadas para senho-
ra a 355oo, 55, 65 e 75, bales de arcosa
25.25500, 35 e 345oo: na da Imperatriz
lojas da Arara, ns. 56 72.
tem um bocu sortimento de Gaae ponteiras para res, bordados, e opacos, e outros para vi-
cnarotos sendo lisas e com figuras em alto rel-! dracas, diamantes para corlar vidros. cadi-
vo ; e para que os seos freguezes nao se locom-' nfl0S or(ijpar0e P /ipnatpntf arpa rwr mnl
modero em comprar charutos em algumas das lo-: "'"'"",os e ue patente, rea para mol-
jas de charuieiros, recebeu tambem um bom sorli- d.ar> ,0."es para 'erreiro lavatorios COm ba-
mento le finos charuto? do afamado fabricaste cas e jarros, trra podre e outros i nmeros
Furtado de Simas; assim, pois, encontrarao os o! jectOS proprio fle taes estabelecimcnlOS
apreciadores um bjm sortimento na dita loja do! gendo todas as nhrai inPrp..nar1ae
Cordeiro Prevideme, ra de Queimado n. 16. I .feuuL l0Ulas a= ODras inspeccionadas e
Para ot't'crtas no bo* tuguoz. ; Jos Bapttsta Braga o qtial se acha de nove
Bonitas cestinhas com frueus de cera, obra de especialmente incumbido da gerencia e to
muia perfeicio e bom gosto. imporiante estabelecimente, isso urna ga-
i e en bru jrantia pela sua longa pratica, que tem os se-
nhores freguezes de que sero servid >s a
contento, com promptidoe prego cmmo-
FABRIC4 HE CII4P0S DE SOL
DE
MIIIAMl FALQUE.
Este estabelecimento acaba de receber de Pars uma rica colleccao de chapos
de sol de seda, de alpaca e de algodao, com armagoes de balea, de ferro e de junco dos
md'hores gostos e fabricantes, que vende mais barato do que outro qualquer estabeleci
ment, por serem faz*nda< violas directamente.
Igualmente tem fazendas de seda, de alpaca, de algodao e de linbo para cobrir
en ipjs d sol, todo de boa qualidade e por prego commodo.
Encarrega-se de qualquer concert, com presteza, seguranga e garanta.
Atten^ao a liquidadlo.
O arrematante das loju de ferragens do fallecido
Sebastio Jos da Silva, (rna Nova ns. 33 e 35)
cnama a atiengao dos senhorps de engenbos e do
respeitavel publico em geral, para se proverem de
ferrageos miudeas por pouco dinheiro, vhto es-
tar resolvido a acabar com todas as ferragen* e
roiudezas exiiisieotesem ditas lijas: para p,-,va
do exposto, menemna os precos por que esta' ven
d^nde algons artigas, alem de nina infinidade de
artigfis qae se torna fnfaitooho enumerar.
Alambiques de cobre d > diversos tamanhos
com seuspertences, fundos de dilo, pas-
sadeiras resfriadeiras, a libra. .
Badas e laxos e cobre, a libra. .
Camas de f>ir.>, cada uma.....
Fogarelros d- t600 a.....
Fi'gSes de ferro, cada um .
Porcelana, a libra ....
5700
4700
164000
4S'X
34i flO
4tOC*
ARROZ D; CASCA
Vende-se em saceos grandes a 44500 : no tra-
piche do Cunba.
Rival sem segundo.
Ra do iueluiano n. 4L.
?oer acabar com as fazendas abaiie
mencionadas.
Qneiram vir ver o pe hom e uaratissino.
toa Ibas de labynotho com bico, fazen-
da boa a.............3A\KK
Cirreteis de liba com 100 jardas a. 3(
Grvalas pretas e de cores muito Boas a 50(
Caixas de obreias de massa muito novas a i
enfladores para espartilho de cordao a
Ata a.............. t(
Jarretis da iinba Alexsndre com 400 jar-
das a ...............
5>.bonetes muito finos a 60, 160, 200 e
Ditos de bolla muito finos a 20 s .
para bor,dar a .
espartilho a .
regacar cabello de
201
32(
32(
21
M


Vinho soperier em caixas de uma duna t
tem para vender Antonio Lnlx de Oliveira Azeve-
do & C, no seo escriptorlo roa da Crnx n. 57.
LIQLIA{MO
DE
FAZENDAS BARATAS
m
CbiUs francezas largas de cores escuras e claras e de superiores quadades a 28 rs. o covado.
Cassas francezas de cores a 30<) rs. o corado.
Ditas francezas de cores de superior qualitade epm grande variedade de padroes s 4* rs. o ovado.
Gaze de seda de cores linda fazenda para vestido a 32o rs. o covado.
Lindas loas de cores para vestidos, padroes modernos, a Se* rs. o covado.
Soperiores alpacas lisas e de Dores para vestido % 10 e 64. rs. ao covado.
MadapolOes de soffriveis qualidades a 30,. 40. .50 e 80 a peca.
Algodaesinho branco de superior qua'idadea 40 a. pega,
Assim. como outras muitas fazendas de 13 e de pbantasia a precos baratos para acabar.
Ns loja das columnas da ra, do Crespo n 43, de Anerjo Correia de Vascoocelios C
diadas de lioha froxa
Varas de cordao. para
entes volteados para
meninas a ..... T...... 32t>
frascos de macaba' oleo muita Ano, a ISO
Abotoaduras muito finas para colletes a 50f
'2art5es de linha branca e de cores a 2(
Libra de ara preta superior a..... iijt
scovas para fato, fazenda boa, a 501
Varas de franja branca de linho para
toalba a.............. 10C
Caixas de palito balao a........ 4t
Caixas de palitos de seguranga sem en-
chofre a............. 6(
S.booetes de familia a 100, 160 e ... 24(
Cartilha de doutrina clin-ia a 321
Quadernos de papel pequeaj superior a tO
Dnzia de baralbos trnceles superior SJOOt
Groza de ppospaoros muito superiores U (X
Coxis a retalho do mesmos..... K
Caixas de phospboros de vetliaba contendo
500 vellinbas muito superiores ... 160
Re-raas de papel almaco muito superior S^50t
Resmas de papel pautado superior quali-
dade ............... 3*501
Dozias de meias para bomem..... 5*80(
Duzias de meias croas malte soperiores 440ut
Veade-se papel rardo foln, grande.
Para lu.sirar calcados.
Vende-se superior graxa econmica.
Veode-se papel para matar moscas.
.1 loja do eordelro previdente
Ra do Queimado n. t6.
[Sella acharo os pretndenos um grnode e va-
riado sortioieoio ue perfumaras Qn.ts, tanto ingle-
zas como frati( -/..i-, seBdo :
Tinos extractos para leogos.
Bar.has e pomadas para "cabellos.
Oleo pbocome e baboza para dilo.
Pos bygit-nicos para denles.
Ditos camphorados para ditos.
Opiata ingleza e fraocza para ditos.
Pacotes com pos de arroz.
vasos de porcelona para ditos.
Saboneies para mo e barba.
E muitos ootros objectos que sero presentes
ao comprador que se dirigir a ra do Queimado
n. 16, loja do cordeiro previdente.
Bil 'e.jas pequeas.
Vendem-se na ruajdo^Queimado n. 16. floja [do
cordeirojprevidente.
Charutos
da acreditada fabrica de 'Jos Furtado de
Simas.
Vendem-seJoa loja^do^cordeiro previdente a roa
lo. 16
do, pelo que os propietarios lhe seraoagra-
1 decidos.
do Queimadol
Pars, 36, Ra Yivienne, t>
CHABlEMDECINSPCIAl
AS BNFKKMlllADAS DES SKXI.AKS, AS AFFEO
-fOT.fi CIJTAVF.-.. a .TEBAgOESDO SAKGUZ.
" 30.008 curas das impingan^
pstulas herpes sarna,
romixoet, aertmonia, e al-
lerfoe,viciotat dosr.ngtnj
_ virus, e ulteraioet do iu
jjr.e iXarop: verdal ii mercurio'. Bppnr:,-,_
retar Ht.lUUH > por semana, seguindo o trae!amento Drpuraltnc *
mpregailu as inesmas molestias.
EstpXaroneCitractoii.
Oe C11ABLE. cura hnnieJ:
i a mente q ualquerpuroarao,
rlaxafao, e debilidad!,
igualmente os fluxos e fiortr.
bancas das mullierus. Esta injeccao benigna *
inga-se con o Xarope de Citraelo de Ferro.
mirroltu. Pomada que as cura tras da*.
POMADA ANTIHERPETICA
Contra i as affiecoee cutneas t comiso**.
PILULAS VEGETAES DEPURATIVAS
ei Chable, cada rasto val icconpaklu i*'|
DEPURATIF
du-
Wpmu
GRNDc BAZAR
RA NOVA N. -O E 22
AVISO AOS SRS. MDICOS.
I Cura catarrhos mises
coqueluches irraa<;o*t
ntreosas sas dos brtm-
\ chiot e tudai ns torneo*
I lo pala; lu-ta ao oenU
lima oolfaa ixiiiitfa dastii v.i.upr-l' Korget.
Or. CHau.a em Pxrii. -u ll.lra 3.
A venda na pharmacia de P. Maurer f
e C, em Pernamboco.
ITSRDAEIRUERlT!
4 sisitaxt
Ru de Reino,
tntsut-fMccl*
61. a\ PAlil--
Machinas para descarocar algodlo. do mt
Ihor autor que tem apparecido na America
E' tal a execucao do nncbinisme, que o al-
godao sabe qoasi to perreito como o de bo-
landeira. Recommeoda-se a attencSo do
Srs. agricultores, estas machinas.
Ffimo deGarantiuns
Chegoa o especial ra do Queimado loja de M.
R. de Carvalbo, o. 18.
Rival sem segundo.
loa do Queimari* a. 49.
Bu' veadendo orna pecblocba.
Lovadj de colla fraacau larga maito bonitos
deteoaot a 240.
Muas.
E'peram-se ceta deste anlmaes, mallo saperio-
res.vindos, do Rio di Prata : quem pretender cosa-
prar dirija-te a' praca do commercio. aaliga roa
do Traatele n. para tnur.
Joruaes gara 1863
Ma llvrarfn Franseza assignam-st
todos os jornaes da Europa ; os Srs. assig-
nantes encontrarao amostras dos peridicos,
e catlogos dos mesmos.
______RA DO CRESPO N. 9.
GAZ GAZ GAZ
Cnegon ao aatigo deposito de Henry Forster f
1, roa do Imperador, um carregamenio da gai d
primeira qaalldade.o qoal se vende em partidas
i retalho por anos preco do qae em oatr* anal
raer v*rtft.
L VAS NOVAS
A Agaia Branca a ra do/ Queimado n. 1
8 recebeu d*aquellas bonitas Isva d pelli-.
ca enraifta44t, e )***, oaaeoidas por latas
a duqoeza. I
Isa rada Ra Tara. t. mtw* a rulhar ...pur <
a* l.a n met darte, un rululo unprruo ,. ,^
rallo com sblm laiaaiai io|UII ta-,cx
*. B. -ir -i,-
* lend>. m*h, .4lr
4t Sf*A frannii n-

DOCTEttr^llDECIN
PHARMACIEN
Deposito na pbarmaca de P. Maorer
C. em Pernambnco.
CASTRO NUNES

Grammatica naciouaL
Sexta edtcio
LiTftiit frticew.

*


tarto *e Peruabsec Tere Telra 1 de \ovcmbro ale 1967.



GB
Collares Rayar
|t Anilinas lectri flMgietkti
Dea*)* acreditado
Ldjadagata branca ra do Queimado n 8
Apresar atada os prodigiosos efeitos dos
Collares Royer j nao ensioar oo querer
toirodozir nowidaee, porqoe a lama de sua
efflcaci* tem-ee tanto estendije, e os seos
fehzes resoltados a tal ahora elevado, qae
hoje rara a pessoa qae por experiencia
propria, ou por intermedio de seas amigos
e prenles, ignore oa deseonbe;a as virtu-
d3- desses sempre aprecate collares
Royr.'
A aguia brinca porm sa gloria de concor-
rer para ulq t5o justo flra, se nao por ou-
ro modo ao meos por ter sempre, e cons-
intrnente um completo sortiment desses
colares migneticos, qe bem se podem cha-
marsalva vidas das criaocM.
Resta anda qae os senhores pais de fa-
milia se facam convencer |de qne convem R,qDMlBpg mm de ledi de cor com Uti9S
nao esperar que as enancas seJam atacadas mames completamente nevidade.
do mal, e por isso necessario oo conve-, LIndissimos vestidos de cambraia branca bordados
nieote qae com antecedencia se deite na! cn> g"$to.
enanca am desses collares para assim estar' R'eos basquines, primorosamente bordados, e olii-
ella preservada das convoyes e se contar I m* moi em Par'*-
livre dos rigores da denticO. I 'qoissiroasichap(linas de seda, palha a imijcSo
A aguia branca rna do Qoeimado n. 8' r e ene,u,,,8 T mo" 0!,
oontma a receber por todos os vapores Geqm^" se0hom'MBd0 *" de o!lima mod*
franeezes a qoantidde que ha contratado e Liodissimas gravatiohas para sesmeras,
por isso acba-se ella sempre provida dos ver- lindos colares e voitas de vi inibo e seda, ultima
dadeiros coliges R)yer eletricos magne
ticos.

MUTAS FAZElf %S
rna do Crean* n. 9 A, esquina da ra do Imperador
Acaba de chegar pelo vapor Quttnne, om variadusimo sortenlo de fazendas qae dizein
nossos correspondentes que fersm as memoren, as de mais gosios e novidade* qae encootraram ew
Pariz, e por isso muilo reoommeudamo: a .preciar.io do respeitavel publico, os segointes arbgos que
go encentrado na toja do Passo.
Riqusimos vestimentas de eambraiss primorosa-
mente bordados, om lodos os perteoces para
creaocas se baptizar.
Ricos vestoarios de cores, todos completos par
meninos de J 4 anuos.
Mantas de blonde para noivas.
Moiriantique, grosdenaple e sedas prela, branca
e de cures.
Riqoisslmos cintos, ollims moda.
Ricos euff iies para sentaras e Deninas.
Lindlssimas cbapelluas de seda e de palba para
menina?.
Riqusimos cortes de fantasa para vestidos de se
nbora.
Lindos corles de Isa para vestido, novidade.
Chapeos de castor a canotier, ultima moda para a
rapasiada em Pars.
Collarinhos, puotus e gravatinbas de Chnny, c m-
I pela n.vidade.
-A AgUia Branca a ra AO Q UC1- Riqnissimos leques da roarflm lodos iberios o de
nado n. 8.
Inconiestavelmenie la loja da Agota Branca
onde os apreciadores do oom podem meihormente '. n > ,. .. .
provece daquelles objecios de gosto. E-sa verda-' .... Casemiras cambraias, laas, musselmas, precaas, chitas e ama inQnidade de objectos qae
de |i por uoios e tantas vetes recouhecida anda de,*s mencionar por se tornar magante,
agora se taz confirmar com anota dos preciosos I bt0 ^ na ,0ja ^ pagso ^ do Cregpo j egf?uD3 (]a do Imperador>
ultimo goslo em Parir; assim como de sndalo Grande deposito de luvas de Joavio recebe-se por
madreperola. I iodos os vapores grande sortimenlo.
objerms de gf>sto e valor qoe a agwa tem a satis-
fago de palpotear e por a disposicao de qoem os '
dese)e o uo.-sa comprar. Ella priocipiara pelas n-'
cas canas com mosica e sem ella, para costura.;
Essas ca xas por su a* perfeigdes, gostos e rlqae-
ras, se tornara recommennaveis para algam im
porttnte iresent?, oa mesmo para quem tenba Ros-
to de p'nsuir ama bel'a obra, porque de certo vao
ellas as de maior valor que se eocmtram em Per-
oaoibnco, tea lo ama ou > snbresabe a todas as oa-
tra. Alm destis ha sim como tambem ba b>nitas calimbas vaziasde;
madeira, eoverni.-adas e marchetadas, com fecba-
dura e chave, para costara.
Em leques o que se pole cneoBtrar de melher,
sendo :
Todo de madreperola, bordados, obra de goslo e!
valor.
Oulros de madreperola e seda, bonitos deseohos.
Outros de madreperola com b rdados col ndos,
obras de maito gosio, e g-^ralraent" apreciadas.
Ostros todo* d sndalo.
Ootros de saadalo e >ed.i com bellos deseabos.
Ouiros lodos pretiv para late.
Oulros relos c>>m Jsennos rosos, proprios pa-
ra senboras viuvas.
Outros do "ndalo a fs'a, firmando qaatro vistas.
Oatros de sndalo e sndalo e eda, para me-
DiDX.
Outros de madelra a papel, obra barata.
- f J 11 \f f I Lr
AUGUSTO PORTO i C*
11Ra do Queimado11

IVA
LOJA E ARMAZEM



.
00 ea
Ras 4a leeratriz a. 60
Raa da Iperatriz a.
BE
OA9IA t* SILVA*
Tendo os donos de te grande estabelecimento resolvido liquidar a maior parte das
suas fazendas resolveram vender com grandes abatimeDlos em prefos, assim como teem
receido ltimamente ama grande porc3o de fazendas novas tanto inglezas como fiancezas,
alemaas e suiss-s, teem destinado venderem as mais barato que em ootra qualquer parte
aflm de apurarem dinbeiro, dando de todas ellas, amostras deixanflo ficar p nhor, ou
mandam-na8 ley?r em casa das ex&imas familias pelos s us caixeiros; assim como
as pessoas que negociara em pequea escalla, reste establecimerit mos precoa que compravam as casas inglezas; ganhand .-se apenas o descont.
forttnadoa para ramas e Janel- B >Ioes a -25, 35oo e 35
laa a 100, 16#. 20^1 e 25i Vendem-se um grande sortimenlo de cri-
Vendem-se um grande sortimenlo dos nolinas oubaloes de arcos para sennora pelos
melhores cortinados bordados que tem vin- baratos precos de ift, 2,5ooo e 3d por haver
do proprios para camas ejanellas, pelos ba-
ratos precos de lo, 165, 2<>3 e 2od cada
par sendo ueste gener-i o melhor que tem
vindo ao mercado: assim como pegas de
gtande porc3o. Da loja e armazem do Pa-
v5o, ra da Imperatriz n. 6o, de Gama &
Cassas a fio *.. s o pava.
\endem-se bmilas casas inglezas de c-
cambraia adamascada proprias para o mesmo res Hxas pelo f-arato pre?o de 2i0 rs, o co-
fim. na loja do Pav3o, ra da Imperatriz vado, ditas francezas fazenda muito flna com
n. 6o, de Gama A- Silva padrSes listrados e de flores, assim como com
Corles granadinos para vestidos palminas miu' Cbe^arum o mais bonitos cortes de or- 3oo rs. o covado on a 5oo rs. a vara: pe-
gandy Granadinos tendo lo varas cada c re, chincha na loja earma/.em do Pav3o ra da
sendo 7 v ras listradas para a saia e 3 varas Imperatriz n. 6o de Gama 4 Silva,
lisa para o corpo, tendo as mesmas 3 varas ALPACAS DE co Es a 500 RS. o o ivabo.
enfeites correspindente saia para enfeiUr Vendem-se as mais bonitas alpacas de cores
o corpo e mangas tendo entre elles muitas nn'*'" c bonitos desenbos miudinhos
trancas com listas pretas como actualmente leDdo entulles de todas as cores pelo barato
se usa e vende-sc pelo barato preco de 60, Pr co de ^ r8- o covado, ditas lisas escu-
unicamnte na loja do av3o, ra da Impe- ns e cl8ras ndo todas de cores modernas
ratriz n. 6o, de Gama & Silva. iB 64o rs. o covado, ditas lavradas, as melho-
Tlrae bordadlas e Babdlnho8,resema's fifiotinai oue teem vindo ao mer-
Qaem quizer fazer bna compra de tiras;cado: se^o batana, lyno, verde, azul e
Togio oo da 4 do corrente dj -ngenho Ajo-
rtsntp fr^gnezia 4a E-cada, o esrrovo Cunh. rnj
vi'W s signats segoirjtes : cabra, altura recnlafj
l-* glandes, f>b-llos cara; inbado innes tr-
c -. r rj. iekui,.r, levou camisa de madap' 'oo
raiga de bnm Draoco, sopiOe >e ler idu a>s-niar
pragr. voluntario: recommenda se as p-sstas ea-
carrtpaoo oo recraianieulo e as autoridades piilf-
ciaes a apprehfnsao do dito escravo e^nirega-to
nnrii.i.Dg-obo qoe recebera' a grtiBiai;ao de
tOdito 0.
Fugio no da II de oovembr eorrent'-,
engucho Tab cas, o preto criooKi de nome Vctor,
ron- os segoinies >.|gnaes : estslora u pofcno ar-
', t) hooi s de i 'ade, gem barba, e r brm prea,
bucea regular, nsio redondo, ps p'qum>s, rodl
reguia'es v cabellos carapiohados com
f> DJioul de Campia, na Pjrahy.a s,
i-I -ita,
Rr|H, e
Colxas de seda e iSa e seda para cama de noivas.
Basquinas modernas de mmto gosto de 2oiJ a 5o!.
Toaihinhas de croch para esdeiras e sofs, e colxas de croch para camas.
Chapelinas de crep branco, e chapeo* de palba da Italia para senbora.
Moir blanco e prcto. jjrosdenaple preto e de todas as cores para vestidos.
Camisas para bomcm francezas e inglezas de linbo, e de algodao.
Guardapisa d crino fine p:.ra fazer mais elegantes os v stidos de 13a e de seda
a 32o rs. a vara.
Superiores satas bordaos de linho, camisas e camisinhas bordadas e lea?l de
Cuarniges de tranras para -vestidos loarios para baptizados com o respectivo enxoval.
A Agota Branca recebeu ouvamente um bello Las con lislras de seda de varias cS es a que ha de melhor.
srtimrt^iaqueiias apreciadas guarnigd. de 8-, Chapeo > brancos de ca.-tor e ricos cbape Malas de diversos tsmanhos para via-cns.
ten; assim como oatras de lindas e modernas tran-
{as.-Os ipreciadores do bom romparegam na loja
da Asuii Granea a roa do Qoeimado n. S.
Fi:iissini :s mcias de lio de Gscossia para ensacas.
Veodem-se 03 ra do Queimado I ja da Aguia
Bracea n. 8, oodo tambem ha outras muitas de al-
gii.i.iii para i-riaoc's de 3 a \i mates.
Hu Iujs lirvis de t* de Esrossia e srda, para ho-
meas e senhora.
A Aguu Draoea a roa do Queimado n. 8, reco-
beu un lj;m sortimento d finas iu*as de So de Es-
eossia e S'rta, nrancas e de cores, borlada^ e lisas,
tanto para hoaeo como para .-eofiuras; quem as
prtlenlcr i dirlj>r^80 a mu luja da Agma Branca,
eooheeera qoo em tal georo oo se euc>>nira me
mor, e til ver. nem mesmo igual em alguma ou'.ra
part**.
Kequifes brancos ou Iraucinhas papa- fina.
A Aguia Rranca acaba de receber um novo e
bello sorilmeito dessas proeoradas traoeiolias
papa-Una, cora diver-os e agradavels moldes, e co-
mo sempre a Auia Branca a rna do Queimado n.
8 continua a ven ler barato.
Golliahas e punhos, manguitos e gollinhss, obras
modernas e de goslo,
A Agola Brauca acba-se reeentemente provila
de boom- gillinhas e puohos Dordados, mtogaitos
e gollinhas ttmhem bordad, s, e lado do melhor
gost i e ultima moda, leudo as gollinhas e poobos
mullos, a odtados com Bus enriadas, e algumas
pequpns par* meninas. Os pr>*gos ape modos vanam com as dtflerenlee qaalidad obras. Os pretcodonle* comprelam na loja da
Afilia Brioca a ra do Quoimado o. 8 qae seria
servidos a c>ntenio.
Entremeta bordados em pegas grandes.
A Aiiuia liraoca a ra do Qoeimado n. 8 e-i
vendendo bonitos ntremelos bordados em pegas
grant-s 1e l tir,i, e pe) baranssimo preco de
2o0i) cala pe*. A grande esiracjo qao" elles
lam tido conflrrocm ns diversos flns para qoe ser-
vem, as im pols oonvm que a boa fre^uezia da
Aguia Branca aprovelie essa boa e barata fazoeda.
Panos flers e casen iras pretas e de cores e outras muitas fa?.cndas que se veo- a 6|j, ditos sobrecasacos a toa, calcas de C3-
Paro
Vende-se selim da Chioa com 6 palmos de
largura proprio para vestidos a 24 o covado,
laziuhas pretas lisas, alpacas com Irstra bran-
ca a 15 o covado, cassas brancas com listras
pretas a ooo rs. a vara, ditas pretas lisas e
com s Ipicos vara a <>o rs. ditas francesas
com listras e ramagens vara a 8.o rs., me-
rino preto, alpacas e princezas, mais barato
do queem outra qualquer part^, na leja do
PhvS, ra da Imperatriz n. 6o, de G.ma &
Suva.
PALITG'S DE PANNO A G
Veudem-se paliis de panno preto saceos
dem baratissimo.
Este estal.'elecimento oeptiofia a receber as melhores.
Esteiras e aicatitas para salas.
14Rna do fiaelnaado 1 i
DE
&
Este v.ib'lecimeoto acaba de receber lindas
chapelieas para senbora, ricas calxiohas para cos-
taras, ditas para j.iias, pon tes doorados para coco,
velas maito rieas, asHB como (*itoR e palseiras
da olltma moda de Parle, ntremelas e babadiohos,
bonitos tuucadores doorados e de Jacaranda, eape-
PREPB4DAA FRI
POR
ALQIISTE AORS
Phatamaceuco j>e!a escola .le Pars e successor nesta oidadt
DE
Aristide Saisset e J. Soum
22.-----Kne da Craz-----22.
V-Bdesrt orna preu erioula e 30 anno?,
perf Ua cosMibeira, opma costoreir.'t e completa
engommad ira na roa Nov? n. iti, 2- acar.
Tratameott puramente vootal sem mercurio, iodo, curo, nem oatro qualqce
mm". Verdadeiro pnriicador do sangos sem azoague.
Especial para a cora de todas as molestias que lem sua orgem oa impureza de
sangoe, eemo sejam as molestias boubaticas, sypbiltcas, escroplvulosas, dartbrosas, quer
venham eas por hereditariedade, quer sejam adqoeridas pelo contacto com peesoas in-
feccionadas dos diversos virus que cmiaminam o sangue e os humoivs.
A earoba um remedio prodigioso, usado desde rematas eras peles indkif
do Brasil,-e passando seu uso de gerar;o em ?erar;o, ho|e um dos remedios mais co-
nbecidoscomo proprio .para comfeater as molestias mais hediondas, entrando nesae mime,
ro a morpthja ou elephaotiases, p^ra cujo curativo os nossos sertanejos consideram a
caroba como remedio especifico.
Idm escoMezusde dtvewo* tamaobos e ricos cani-1 A muito txmpo eotrou a earoba eos formuianos vaie rreparacao magistral
veaespara seuhora, voius para peco^o, gravati- sob a forma de eleictuario, aiuda boje lembeado as pbarmacopas 'om o nome de seu
abas, bico de seda, dito de aigodo, labynniho. e celebre aotor Jo5o Aives Cartieiro : o3o ella portanto remedio novo nem deseonhecido.
^^Z?S^,Si^^ I ^aeDto de f *mesma g!rleK Preconisa,1desdfl *&* *!:
> cummodoe; a" roa da Itaperatris a. 70, oa loja fiaes como s*318 apropriado para o curativo das botina* e ulceras syphihticas srdidas,
ii Leaioade. (e en pregado com proveito depois de improncua applicstco de muitos outros agentes
iberapeuticos enrgicos e de oso quotidiano.
Muitos des nossos mdicos de considerado e entre elles o muito distincto pratk
e observador o Sr. Dr. Pedro d'Athayde Lobo Moscoso, tem confirmad) por meit) de ea-
peneucias repetida*, o que diE a fama das benfica* propriedades da earoba no trata
ment das boubas. das diversas formas sob que a syabilis se aprsenla e muito especial-
mente as que teem sua sede na pele, e poderiamos relatar alguns casos de data muito
moderna observados pelo mesmo Sr. Or. Moscnzo em que a earoba prodono admiravei?
efleitos, depois de iaoteis e prolongadas applicacSes de salsaparrilha, mecorio, iodo, oo-
ro e seu* preparados, etc., etc.
Nao era possivef que urna planta to notavel por suas inappreciaveie virtudes es-
capasse a perspicacia e investigacoes dos mais abahsados praticos europeos, que se ap-
pbeam com especialldade ao estndo e tratameoto das molestias sypbi'itica^ eberpeiicaf
e pora prova abi esi5o os Srs. rs. Casenave, Scburfer, R*cord e outros dando as maif
isoogeiras iuformaces s(breas propriedades curativas da earoba e pteconisando-i com'
remedio poderosissimo para o tratamento das erupcoes cutneas, seccas oo suppurativas
dartbros de todas a qualidade, ec emas, nlceras de diverras naturezas, tumorei osseos
a oatras maitaa molestias de natureza sypbi'itica ou boubatica.
Por ter-se geoeraitsado muri o aso da ensnela da caroba que eu pre-
paro e pelas instancias de varios mdicos que desejam continuar em suas observagoeg,
deliberei-me a ter prompta urna qoantidade da mesma esseucia, obtida sem a aceito de
ngo, para nao prejudicar as propriedades medicamentosas; e d'ora em diante encon-
rar-se-ha na minba pharmacia sempre e em porc3o suficiente para todos os pedidos l
SSENC1A CONCENTRADA De CAROBA, e o ungento da mesma penla para que aun
faem aos Srs. mdicos que qnizerem esperrmentar to precioso agente medicinal.
Rectfe de Pemamouco, 17 de outubro de 1866.
Aooste Caor.

BAZAR
ra INova n, 20 e 22
Machuas pa-a costora do autor Wbeele-
d Wilsrto, ebegadas ltimamente da Ami-
riea; as qoaea pode cozer-se com dom
pespontos, toda e qualquer fazenda, emb
inhar, frangir, bordar e marcar roupa; tudt
com perfercJo. S3o t5o simples, que com-
prebende-se fcilmente a maneira do traba
mo e a pessoa tendo pratrea de coser em ma-
rtinas, pode fazer por da o ser vico que fe
rUm 3o costoreiras.
Cbama-se este estabelecimento a attei
cao do pabficc, -visto que elle se acha con>
pletamente surtido de objectos de gostt
como bem leques de madreperola e de sai
dalo, 8veias, fitas para cinto, cokes perff
maria e etc,
Na fu nova n, 20 3 22. Carneiro Viai
na dtC.
Erva mate.
Na praea do Corpo Santo n. 17, 1* andar, ha pa
ra vender erva mate muite nova. Cal de Lisboa
oltimameole chegada, por preto commodo.
Caforiolet
de 4 rodas e 1 eavao multo soperior, tende-se
para tratar na ra d Crespo n. 16, i* an4ar, p--
ra verse naoecbeira do Panhoo roa da S. Amaro.
Feijo noita boto a 5 o smcco
No armazn do caes t de Novembro a. 26.
Aos agricultores1
Sannders Brathers 4 C. aeaoam o reeeber
de Liverpool vanores de furca de 3 a 4 cavados
com todos os perteoces, e mui provrios para'fue*
iem mover machinas de desea rocar alf*dio, po-
deodo cada vapor Irabalhsr at eotn 140 sorras,
tambem tfcrvero pra enfardar afgedao, oo para
oatro ooaJquer .-erico em qae usara de rabalbar
com animaos. Os momos tambem tm / venda
macbtoas americanas de 35 a 40 serras.
Os pr^lODeBlM diri/sffi W ao largo do Corpo-
Sanlo a. ti.
semira preta a 65 e 1&, d ta muito finas a
$$ e ;q0, fiiissimos sobrecsac s de panno a
2oi5 e 25!l, calcas "85, um grande sortimento de coletes de toda
a qualida e e ouiras mui as qu>lidads de
roupas qu se vendem mais barato de que
em nutra qualqusr parte, na loja e armazem
do Parta, i ua da Imperatriz n. Jo, de Ga-
ma S Silva.
CHALES A RENOITON A H E 6,5
Vendem-se os mais modernos chales a
Benoiton pelo barato preco de 55 e 65, di-
tos de merino liso a 3*5'o, ditos de crpon
a 75 e 85, ditos de merino com barra a 25
e 255 o, ni loja e armazem do Pavo, ra
da Imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
Pira taja* a i$Olll> H'280 c 1?50
Cbegou para a loja do Pavao urna grande
porcSo de nov.i fazenda branca especialmen-
te para saias, tendo a largura a altura soffi-
cicnte de urna saia com um bonito bordado
de um lado ou urna bonita o dem de pregas
de forma que com 3 i\2 varas se faz urna
saia de um s panno, e vende-se pelo harato
preco de 45. 1528o e I55oo rs. a vara; na
loja e armazem do Pavao ra da Imperatriz
n. 60 de Gama 4 Silva.
Aa saia* do i'ave a 3OO.
Vrude-M) orna grande porc^o d-is mais bonitas
snias brancas com lindas barras bordadas de co-
ros, tendo 4 pannos cada orna, o ', i -.z- ii-ti in-
leiramente mudern, pelo barato preco de ;.5'>0
cada urna sendo faimda que 8empre *e veodeu
por muilo mais dinheiro ; u.i loja e armazem do
Fava 1. na ra da Imperatriz u. 00, de Gama &
Silva.
PEC1U4C H % A IO aCIW
.Muri;u!:u:-.5 de 13a
Pelo ultimo vapor rh>-Rou om tr o de, sortimento
das rnais lio tas murguUnas de. la, seudo de urna
s tr, porm com as liodas cores azul, maneota,
I-jn:,,,i. roio ete.. tendj Ursora de chita raoceza
a vende se a (40 ris o covaao na I' ja do Pavo a
ra o Imperatriz n. 60 ie Gama S*st
Teatldoa branc. a S4|fooo.
Cbetsaram os mais lindos cortes de can>
braia branca transparcoie ricamente borda-
dos que se vendem pelo baratissimo preco
de t"i'0 rs. na loja e armazem do Pavo
o. 6o de Gama & Silva.
tiJUPE E HhliU
cort s de l t a l^'KH
Vende se orna grande porcio dus mais bonitos
corids de la com lindos lavares roatlisados, teodo
1$ envados cada corte n vjndo cada am em sea
papel, pelo barato prego de Ifi o corte, na loja do
Pavo a ra da Imperatriz a. 60 de Gima
Silva.
CaSAQUINHOS 00 PAVO A 185, 2o5
250 E 3.i5
Cheiaram o mais modernos casaquinhos
ou jaqoetas d< grs preto, ricamente enfei-
tadas sendo uos com cintura e outros soltos
conformo se osa ltimamente e vendem-se
pelosbsratos precos de I8, 2o5,250 e 3o0,
oa loja e armazem do Pavao, ra da Impe-
ratriz u. 60, de Gama & Silva.
olre-antltjue.
Vende-se saperur moire-aoiique do ffir, com
algom toque da moto, por preco muito barat, para
aebar: o I. jado Pavo, ra da Imperatriz n. 60,
de (5 .rna & Suva.
Cam'alabaa a 3.
Vnndem se as mais moaeroas camlsfobas com
manguili'S tanto bordados como de presniobas eom
eleyunles 1 uoi.us e bonitas abt' aduras pelo bara-
to preco de ;t 00 ; oa loja e armuero do Pavo,
ra da Imperatriz o. 60, de Gama & Silva.
p. cbiueka em calmitas a 1j>60*3 s a
Pava.
Vende-se urna grade porco de eatimiras supe-
riores enfesta.ias, sod'i e-curas 8 alegres preprias
para caica?, eoletots, coletes e ronpss para meni-
nos peto baratis'lmo preeo de lXH60oeovade ovj
a tM o corte de catea, grande peebiocna na
l.iji a armazem do Pavo: roa da Imporairu o. 60,
de Gama A Silva.
cnrplaboa.
Vende-so os mais modernos corpiobo9 ds cam-
braias branca transparente seuflo rieameoie borda-
dos o entelados per barato preeo ; Cn taja o ama-
lea i9 Pvio, roa da Impsratriz o. f, d Gam &
Silva.
Cbegaram os mais bonil s cortes de ves-
tidos de fantazi3 muito proprios para passeio
e soires, por terem li das barras -le seda
e vendem-se pelo barato preco de 85 e Io$
cada um na I ja do Pavo ra da Imperatriz
n, 60 de Gama A Silva.
PANNOS papa CVDEIRAS
Ven lem-se um grande sortimento de
pannos de ero h proprios para cadeiras,
sofs, cadeiras debalancos, para altnofadas
o para cobrir presentes, e vendem-se por
precos muito baratos, na lo a do Pavao, ra
da I; peratiiz a 60, de Gama 4 Silva.
CaOBferatas de salpico
Vendem-se as verdad*ira< ramhraus francezas,
brancas, com salpicas, it-ndo 8 1/i ar* cada pe-
ca, pelo baratissimo preQ.> <- 55o0 a p.-c,* : na
loja do Pava', ra di Imperatriz n. 60, de Gama
& Silva.
Casan.** de nma edr
a 24(1 rs. o covado.
Vendem-se superiores cassas de urna cor,
tendo asul, lyrio, eflr de rosa, roiif, eic, e ven-
dem-se peio bar.iis-imo prego de iO rs. o co-
vado para acbar : na luja e arm. 7.-::i do Pavo,
roa Ja Imperatriz, o. 61), ae Gama & Silva.
Presos vautajo^os
as Biiudez ii 1 |iranle estnbeleci-
meato de Soza sa' es A (rino.
Rui Nova n. i'S.
Vendccn em grs* e a re LinhasnovHtins, ujuiu suuenor. Horas surtidas
a iflOO e iASOO.
Ona em nvelos, roab iufen.r a ioOO e 180U
a di la.
Dita branca em c^ixa^ de 30 nvelos a (40 ;is
Dita p;.ra marcar, c.isa> de 16ditos a 2i0 f>.
Ona branca em o.tas de 10 ditos .rindes a 06O.
Dita em carros de 100 laroa a 360 1*. a du;ia-
Daa em carros de 200 jardas a lA^uO a duza.
Uil.1 em caito--, brauca ep-eta, a 160 r*. a diu.
Rozetas de, cures em cana de duza, a IA900 a
dita.
Grampas com rabfea de vidro a tO rs. a dita.
Agulbetros pioui.s a 2i0 r.-. a ouza.
du cutrente rrez de nuvrmbr.i, o seu escravo Elias,
crtji:lo, com ira i. de 28 a 30 unos, alio, eh. 1 > do
Corp.,rosto redond", >tm barba, b-icot. gr,>s.t
llla u-uiio alegre e desenmaraado t*ro...-iiB
eolios e muito gmssos que pan-ce u.rh^do-, n os
gr. >. as yur trabalhar em psdaria : nnu f. ir-
dor : levoo chap 1 peqoi-no de C.ai.r ifir -e ca-
ff-, caul-a de azula.-., caiga de esiys r s.-a. (^e-
v ,'u mais urna trouia om cimiss> de chita e calca
de Lr.i pardo novu e sro-so. E.-le escravof i n>m-
prado r. ^t< praca ao Sr. Antonio Virt r e S. Bar-
r t m raur oa comarea dos P.im.^-, pr-ji
prcenraior Rii'.ardi J .cinlhj de Abreu Heg., n
trs Qe vir para a praca eslee n om e"g-ub>eai
Una C n.-;a andar na praga por ter qui nmo e
sobrfho, ou lera' s^gu do para Uua. R ga-se p r-
tantii a ludas as autoridades policiars, nm ispe-
eialidade a? drta ndade, de Una e Halroaie-, a
prisao de>ln escravo que sera' ge'iero-i'mi'ble gra-
tiGcado a capiiu de campo 00 pes.-oa ',u- o pren-
der e leva-lo ao refrndo senDor, oa sua padaria
da scl.r'dlla ra.
oO.
de (ratificando
a quem capturar o preto oa Costa de nume Jacio
. th 1, ida le 38 aooos, e.-tatnra pone. m<-oos de r
irnlar, tem falta de oeote-, bem emo tainos ni
! ro>tu fcem salientes, as persas dea-, 1 ic, foglo ea
i 29 de Mtiombro pr.mm- paasado; Irvando ve^iidt
i caifa e, camisa tirana, chaceo de Copa baixa e ji
[aba-i pequeas. A pnmeira vrzque ,e bvadlo ia
: lulava se como f.nro de ncao, e euprrgasa-si
em servente de peor- iro e em outros Ideuueos :
roga se, pois, as autondade? polictaes a qna'.inas
partroUr a eplora-fe dflotjcrav, a <^, ,.ctrfr
gne a seo senhur Juo da Silva Leu -, na ra d;
Cid. a d. Reelfe d. 1 cao cima.
~ioo$ooo
Fogio no da 2i do eoirroia in.'z d* OMibro, dt
engeuh < Limoetru (r.-g.ii-zia da E.-e.a.ia, o e-ciav(.
com us .-. i.iutes sigoaes : cabra u.-co, ali. roa
bom r iTBU e bonita figura, cara beig si, barba
punco s,rrada,eu.-luroa rapar o b g.ide e a fcuir
cabello- un 1.oto
. carapiohados, puuco camh-ta
Bnoes de m-.edinr.as di.uradase praleadas, para tem us .kJjs grandes ds pos m^is comprido
punho-, a 13300 a dozia de pares. ; um poico gao, com Igomas CMalrnes v.-lhas di
Ditos de madreperola, p^ra caaiss, a 30'.) rs. a chicote ua costas em urna pa' e em um braco
r';'3- |vesundo c misa de agio dj ma ou Mundanal
Daos de dsso, pan caljs, a 240 rs. a ditt. nrio, n Ira e ^alelJl Oe bnm paidu. chapeo de ae-
Caixiobas coca suida dos de chumbo a 120 rs. j la preto, e Ijvj vara de carreiroque e onpde-s
E-|.elli-js de muldura dourada a liOO a duzia. ler ido asentir praga como v.duuiario : recum
Peales de lajo jurado, para coco, a 6J r.-. a
dozia.
Dios de tacos liaos, para coto, a 33u0 i duzia.
Ditos d'tiradjs, c m flores, 24O0 a ouza.
Dii.'s do bulali-, rnolU boos para alisar, a 21300
e 25400 a dita.
Dadaes amareios o prateador. Baos, a 240 rs. a
dita.
O debeles em eaixiuhas a 640 rs. a lita.
Ditos em car toes a 600, e 900 rs. a dita.
Pecas de fila para Cuz, larga, c.m 10 varas, a
a00 rs. a pt.
Pilas da .-da n. i V. pegas com 8 varas, a 260
rs. a dita.
Cad5tirsn';.j pan ceroulas a 06J rs a dozia
.te pecas.
Lias de (odas as cores, para bordar, a 60d a
libia.
Pbcspboros de (era, em caixmbas, a 360 rs. a
doria.
Ditos da pin encerado, sem ebeiro, a 360 rs. a
duzia de can nhas.
Ditos de (era, em caixas grandes de iblha, a
I 400 a dnzia.
Cartilbas da D-utnna Chrisia a 320 rs.
brelas de culla, em calimbas, a 320 300 rs.
Sabonetes finos a 800 e i .:utia.
K.n.as e garpnoe cabo ae osso, fazenda boa, a
2$o00 a dnta.
.iboluaduras finas para ecletes, cilos com tive-
las deerjBta, e oiart-s ..airas qnalidades, po.Cei
ras de Ceuta-, peni-* coa pedr> para Coques, eo
fe lies para eab5, um empleto sortimento de per
fumarias de toda- as qoali ifrd-s, coliri(iho9. ean-
oeeiios a gr, terragens de ludas as qoalidades-etc.
M.; a roa Novi n. 28.______________________
Na roa da Seorala Nova n: 22, se acha a venda
om grandd e cariado'gjrlimento de esleirs ca-
gadas de Arscaty, por preco razoavel : qoem pre-
tender dirija-se a mesma. ,,.
Vende-se iograph'as de alguas poetas, e ou-
lros borneas illu-ires da proviona oV Peroamboro,
pelo tomroendad^r A J. de Mello: 3 tomos, 900.
Na' loja d llvrd* do 8r. M..nteiru : oa roa do Im-
perador, on ra Animen n. 92.
Vende-reo* a .carworeom boi "aara vevuter
agna, ja acostam*du ae trabalho, o precisa se de
uoi: pessoa torra oaeserava-para andar ven.i^Bd,)
agua ta carriCi : a tr.lar oa ra do atooiego nu
mero 61.
m'-oda -e -? pes-oas encarregadas rij r. crniamo-
10 s di rpia.i. s policiae>. com e>u-e.u|idade m
d ) 8^> Furmus.., una, Agua Prelo, S. Ret., e P ir-
lo Calvo e a onira qualquer pessoa 3 app-ehen-c
du un.1 escravo, e eoirega-Ij no dito mgenhu, .ju
recebera' a gianflcaco cima. 0 eacravo cbama-
se Fiancisco.
P;iga-se km.
Poglo em das do roes prximo t.as-sdo dr, poder
de Ag.istmho Ji de Uveira, em r.aruaro", o sea
escravo Rofiuo, mulato claro, idade 30 aooo, seec*
do curp (icr as Boas, olhos om lano amorre ido*,.
nariz afilad., pouca barba, multo cusb i e h>m tal
lanle, metiloo a valeol.-, g.-.Ma de ayuardeni h Ib.
vnn j.pona prela ; fui eucntrado pr> d'a 3 n r. t-
reote do logar Baiateira, em dirtrcao a esnai* 00 I
ferro e suspeita se qoe lenha ido off r cer--e n.ait
voluntario para a gnerra : roga se p iiaoloas auio>
ndades polictaes e capitaes da campo a aprn>n a>
i do dir> escravo, qae se.i entregn a ea senhur o
a Sevennu AI ves da vliva. em Tron.beta.
iltenet

Pa a casamentos.
Acabam de cLegar pelo vapor rraoeaa- -
Guieiine, para a loja do P*.cso rijksk
vestidos de blond, com mant cpela,a
sata j prompto fallando Dniraaiente ej-
tar corpo da pes-oa qoe tiver de faz*
uso d'eile Lin.ias camisas e saias priuav
rosamente bordadas, oiaom oe nossrs- ci*-
1 etpoodeataa qae estes arligos f iran, oa rag-
Ihores e de mais gosto que me niraraM
em Paris, e por isso muito reconjuienda-
dos apieciac3o do respeitavel aabiie oue
s ene. 1111 aro na 1 ja do Passo ruado
Crespo n. 7, esquina da do Imperador.
Vende-se a v7odTTa~Toa~ dc-^po-. 20-,
quem se juigar eredor aprsenle sena tntlus to
pr>so de tres das, Ando eia praso nao m r-sooa-
sabilisa mais. R.cife 16 de novtmbrde 1857.
Chapeos para senh< ras.
Os mais elegantes ehegados de Ptns peto uU'rjw
vap r. Vendem-se na roa do Imperador o. 23 2*
andar, no esrnplorio de M-* R. Adour, das 10 bv
ras da manb al 3 da larde.
Tapetes e alcatifa^
Angu-to Podo &C. rna do Queimado o l'|,
receheram soperiores tpeles e lleahfas para for-
rar salas, qoe vendem por moli eomOMD prnco
endo em qualidade e bellos desechos o; meiburd
qn- tem viudo a esia praea.
Vende-se orna armaco pronta pora qual-
quer negur-io, a dinheiro 00 a praso; as CmCO
Pool is n. 68 : tfn> r-ommodos para famiba.
Escravos fgidos
1
Kiib Paula cord iro.
A' loja du Aurora o t ra larga tu Rosario o. 38
pertenceO'e a Mmoel Jos Lopes 4 Irmao, receiieu
o bom rap Piio- CbrdeHo e Gasse 00, assim
como Un as mais quaboades.
AlgodO da Bahi i para sac-
Or,g
Vende-se na raa do Crespo esquinada
ra do Imperador, tejare -Andrajo Rogo.
Na ra do Jasmirn n. 22 vends-se om carr 1
novo seo vidrss-a.
Nu ilia > de janho do anno passado, ftj-
giodo engento Santa Cruz um esrrav-. re
noii'e Lonienc,pertencente8o aba xij assipo-
ntlo. Consta qu ellf acf a-se occulio na ca-
intal da provincia da Parabjba, onde tem
irujos e mi. O abaixo assignarto desenn-
fia mesiuo qoe nesse lugar ha atguem. qn
o pntege .iccnti. p.r ler en.- aireseti dd '
a um^ pe>soa nQm de >er comprado. $
signaes do escravo si os segumies:
Tem a r fu a, parece ter 27 aonos de
idade pooco mais on menos, altora regular,
sera barba, grossodo corto, r>s pfe rtiat-s,
anda um p-.uco apresado e f-ha com deis-
canco. Ptevine-se anda que este escravo
muito hora dlstiladi.r e mort* fra^riirtriso.
Qoem o aparrar-prtfe manMr entnpgar't
at*aitO assign do m ngenhn Ssnta Crvra* '
ttrmo de Pi n'Alho', Ou na Parahybaaa .
Sr. Jobo da Costo-SrnW, quem ebera ise^-
e gratilicar;3o.
Jos-de Mello Azedo.
Arba-.-e'fCm'da da casabe sna SenOOMpa*
.Ui .-luusia n. M8, a prela fula Sitn, Oott eoe-
mra< d aipo-eii-aooMROc d*< stoitM'M'tanas
rnuil. cnoversiieKa o regrnla, inl>taiase d lof.
ra, ..-,11 em um d>s Uracos um iguai de, qocima.
dura, f para s^anto Anii", qn esiav pagrnid > nm>n>.
iMia.- vesiic-de ambrata aznl e panno Aun
qtsn pude ter mudud 1 pw lar levado'ais rooM t
uede -sa as oo'idade polieiaes a rapiles de raW
uua aporehenC-me levema mesma roa1 acta a "'
soa sentur. ,


I llEElVH I


larlo de Pernamboc* Tfrca lelra 19 de \ >vcmbro de 807.
1
.. --------------;;
Semana Iliteraria
IH .t I-
-ifci llf '
h dsseripgo de ama viagem ao Egypto e
Piiiif>a nao pule deixir de mover ao
uUimapontoa curiosidade do hornera dedi-
cado it letras.
Par ruis uescarada e despida de atavos
qu i -sej i a narrativa, ella se exalta sobre a
fiijuruocia e altura dos ponfos por oade
di-cune. Nao se pode passar rastelrae des-
auercebidaiente por Alexaodna, por Metn-
[niis,, rorGyseb, por Damasco e principal-
trente por Jerusalcm. Sai elevadissioaas
es'a. s da arte e da religiSo.
A ortra, perianto, do illustrado cearense,
0 Dr. Marcos *ntonio de Macelo, traz no sea
r c j Pelerinage aux licitx sainis, tuv*
d'i :c excursin dans la basio F.guple, en
SyrH el GonUantinrplc, a Ma primaira re*
caiaajeodacio aoaprego no monda iliterario.
(luiros ttulos, porm, de legitimo meie-
ciradot coola o novo cscripto. Alem de
aardSeatarr^e apadrir.bada pelo nome de um
a..t -c hradleir-j a obra tri^licementc re-
c> umendavel pelo estylo, pela nitidez da im-
p eso, e pela ligo variada c succnlenta
que o tscriptor soube derramar em lodos is
princlpaes assumptos de que se cecupou.
Il..c inliecendo o rigor do dover que estas
; aifades nosirapunham declaramos na Se-
mana Utterwiaanterior, que nao poiia-
m is eo--emnar a soliloquios as nossas ob-
Kervaco'S criticas, nem permanecermos mu-
dos ua cciso-a ou no acorocoamento.
L oniodo o fado preineisa proclamamos
a urira impor ante, e porisso seriamente las-
timan lo a sua baldeago para os dominios
franeezes, baldeago que importa seasivel
desfalque em nossa liiteratura tao careced-
r.i 'le preciosos contingentes.
0;cupSmo-uos entao especialmente do au-
tor ; por seu turno entra tioje em analyse o
e:i,-ip'.o. J o qualiScamos em geral. Acom
P mhemo-lo porm agora em suas principaes
tvifBes.
II
Precede a obra do nosso compatriota urna
do licatoria a seu irraao J, de Macedo, capi-
tn da guarda nacional e voluntario da pat'ia
v. i campanua do Paraguay.
Esta especie d nia epistolar, e ne!la o autor, congratuln-
dose com o gu rreiro pe'a santidade e tri-
raipho da causa que sustenta no campo da
t ia|)ia costa le sicrifieios momentosos,
avivj-liie !e um maneira precisa mais e!o-
q.-nte as recordares fidedignas lessa guer-
i'a cruel em que so achara empentados os
hrios da nacao brasileira.
O fessurapto de tamnnha importancia e
de t3> viva actaalidade que na podemos
teuar de traduzir e traascrevr aqui a maior
fii.te da dedicatoria.
A autora, a poltica, e a liiteratura teem
pi-.iuorciona.1os interesses nossa trastedafSo;
filie portanto o nitor nos segrales termos:
f A guerra um dos grandes flagellos
ominados aos poros, mas nem porisso exor-
hta das lis da natareza. E' antes urna mn-
1 slia que acommeltcas nacfos pela me-ma
f.V'.ua por que as enfermiJades acomincitem
os individuos.
c O principio geral da guerra cusiste
ii i differenca que apresenta a inteligencia
l imana em cada nacio.ialidade. As causas
particulares ou especiaes nao passam de um
exesso de pa'xo ou de amor proprio na-
euaal que nem sempre possivel refreiar.
a Ssudo o estado de paz absoluta iocom-
patirel com a natureza humana, empenham-
.. Uaje os povos modernos em descobrir os
inei'is de soavisar as deastac5es da guerra.
Esta reconhecido como o mais eficaz
lestes meios a rpida e activa prosecuco
da mesma guerra, e essaa razao por que
as partes belligerantes j renunciaram vc-
I j tctica dos pontos fortificados em favor
flr combate em campo raso, e tambem por
i.i razj que a industria moderna inventa
.' cuprega todas as machinas imaginaveis,
nao em um intuito de d^siraicSo, porm
sin no de anniquilar os obstculos que favo
lecem a prolongaco da guerra c vedan as-
sima prouipta concluso da paz.
Todos os mauejos destinados a dificul-
tar urna soluto pacifica sao dignos e pro-
lirios da estrategia dos povo selvagens para
jo quaes a guerra ao niesmo tampo meio
e fim. Tal o systema do poverno herei-
tarto da repblica do Hfaguay.
Passa aqu o autor adessrevor em bre-
ves traeos a historia da fiimlagSq das cele-
bres missoes do i'iragoiy. cujo goveroo qua-
lifica de theocracia brpoc ila, ou despotismo
disarcado por um ddgadissimo vcu de com-
munismo. y, m n'fM^L
Pros guindo, porm, diz :
E le rgimen mudou de nome em dif-
.ferentes pocas, sem modificago sensivel no
mema p -litic > eadministrativo ; sendo cer-
to que de 1811 para c este systema nao
recebe mais o impulso vital de urna theo-
cracia. mas simples e nicamente de um
Francia ou de um Lpez.
< O Paragua; um pequeo paiz cuja
superficie limitada pelos rios Paraguay e
Paran n?o exce !e de 7,200 leguas qnadra-
das, segundo o quadro do -enad >r Pompea
Ora este pdaco de trrra n5o pode bastar
aos calculas ambiciosos do seu chef desp-
tico, que sonha engran lecimentos territo-
riaes custa do imperio brasileiro e da Gon-
federaro Argentina.
(Cortiniiar-se-ha.)
wBa<
n POICO DE TCDO.
ViAuiM AuiKA.Todos os movimentos
que se operara na atmospbera s3o regidos
por le. As forgas que contribuera para a
formaco dos ventos, a elcvacjio das nuvens,
0 eslaiar das torraeutas, as forcas que presi-
dem a preparaco dos teraporaes, Dascenca
das brizas bgeiras aos mavimentos das ma-
res aereas, sao to positivas, to absolutas,
como as que movem os astros as profun-
deaa do infinito. O Hornera, que lo
insignificante no universo sob o ponto de
vista do seu valor corporal, e to graode
pelo seu genio, soube descobrir as causas
dos moviments celestes, e boje podemos
calcular a posico que tal mundo na deoecu-
par daqui um secuto ou daqui a muitos
milbares de anuos. Porm os movimentos
atraosphencos, mais complexos e meuos
comprebeasiveis, tem al aqui escapado a
observado e parecera ainda rebeldes a quaes-
quer resultados do calculo.
Todava pojemos afirmar em nome da phi-
1 iMipliia natural, que a menor bafagem nao
o resultado do acaso, e podemos esperar o
dia em que as causas sero explicadas, e em
que a predieco do lempo ser feita por
una verdadeira scieuciameteorolgica digna
couipanneira de sua irm primognita, a as-
tronoma.
Para se observarera as correte? atmis-
pbericas, a aerostaco a nosso ver, o meio
mais natural e mais directo. Para se conhe-
cerera as variacoes diurnas e o carcter meteo-
rolgico das diversas alturas, para se exami-
na roa sua foimaflo e na sua marcha o me-
chanismo dos lemperaes parece-nos que aqui
como em toda a parte, o mcihor meio ir
ver o que se pissi nessas regies elevadas
averiguar os lacios. Urna loriga accumula-
i;lo de fados, e a sua oiscusso sistemtica
servu o mais do qua'quer bypothesc para a
solucao deste problema.
A observaeao das correntes aereas torna-
se tacto mas interessanle, por isso que, se
se coaseguisso reconbecer as suas varia.oes
em differeules alturas, segundo as horas do
dia c aestarois, e em determinadas condi-
coes, ter-se-hia resolvido o problema da na-
vegago aerea.
Emprehendemos, pois, urna serie de ex-
periencias aerostticas para observarmos as
correntes e fazermos outros estudos de phy-
sica eral sobre assurapios de ante.mo de-
signados taes como as leis da visio e do
som, a temperatura das reginas aerias, a
eleciricdade atraospherica, o magnitismo
terrestre, a bumidade du ar, a radiaco so
lar, os phenomenos a rma das nuvens, a
cor do co, a scintillacao das estrellas, a
composico chiraica da atraosphera em dif-
ferentes alturas, etc.
O pro^ramma das nossas experiencias foi
tracado por Arago, quando leve lugar a as-
cenco de Harral a Bixio, o as nossas mate-
rias de esludo forara ixadas depois de terem
sido examinadas as pesquizas coa prebendt-
das porGay Lussac, Biot, Roberison. Welsh
e Glasbcr. As nossas observaces ligam-se
particularntente as deste ultimo astrnomo,
relativamente aos pontos a que a visinhanca
do mar obsta, na Inglaterra, que sejara s
tildados.
FOLHETIM
m taOHTE POETA
POR
II. HiKlt AMALIA VA/. DE CARVALHO.
II
(Continuaco do o. 265.)
D, Nano de Mascarenbas, nliimo repre-
(h i'ante de urna fatndia aotigamenie rica e
podero-a, boje pobre c decah'ma, era o dono
do palaco dos Cysnes, o pai de Ernesto,
fojio adolescente que vimos ha pouco ao
pe de Jayme e da formosa creauca qoe re-
cibera ao entrar na vida o o me de Maria.
i.ome divino que o espirito liga todo um
(fiema de virgindade e de amores!
I). Nuno era o prototypo dessa classe or-
gulhosa e ignrame, que o sopro fecundo
i'.s revolucoes derrubou ao passar.
Gooservava intactos c com cautella de
i^urario os preconceitos amissados com o
fi de vinte gerages, e a par delles a f
ovalieres^a pelo throno e pelo altar, o
ti<q da honra, a relig.o do juramento,
f odas as virtudes e todos os vicios, que cons-
i\\u am a natureza multplice da soa illustre
das*. Nascera altivo mas franco, porm
i educaco errada que recebera' desenvol-
u.*ra-lbe os defeitos sem Ihe haver fecun-
dado as virtudes. Ciracter de ferro que
lo conhecia obstculos, remou desde a mo-
cilade sobre todos qoe o QKleiavam, nuuca
pelo alleclo, parm sempre pelo terror.
Os nossos instrumentos s5o fabricados
>r fyr-min. o^co ik) ob^wato^- O
euMmft GodA,^iie WaAanheAesta
icumiAmospMrf, tAalsua dftosi-
Cao am exce leateaermi ato, Ipiricadfccom
onrror CTidadd^or cUi. e pr STOrTO5o,
e cuja capacidade dirooo metros cbeos
pode peruiittir lon-'a# viageos. \ associacao
aerosttica e meteoro!'igica de Franca apre-
cia como deve a tm aortanoa das asseosoas
scientificas. A aerostaco entra finalmente
aa-seada nue devera ler trilbado dasd-i M m-
'illier, em lugar de descer ao ponto de ser-
vir de diverlimen'O a >s papalvns, e de es-
pectculo uos feslej is pblicos. Vemos com
jubilo qu' tanto n>s paizes estrangeirosco-
mo em Franca, se csto preparando viagens
scieotific s para se eslu ar a atraosphera.
As uossas ob>ervac3^s sienlificas ser3o con-
signadas cuj relatnos especiaes. Ha porm
urna perspectiva das nossas viagens aereas
que nos parece essenciaimente popular e
susceptivel do captivar a attengSo de muita
gente. Sao as impresses espontaneas qua
experimenta o horaem quando >e v longe
Ua trra, e as observacSes que poiemos fa-
zer sobre os phenomenos geraes. E* esti
a descripcSo que tcncionamos fazer depois
de cada viagera.
A nosso ver, as imoressSes pessoies s5o
no caso presente, as>im como em muitos, as
que raais se prestara a urna analyse fcil e
segura. As sensacoes que nos mesmos ex-
periraetnos tran>raittem-se mais fcilmente
de urna para outra alma do que as thapnas
e as consideraces geraes. Desculpar-nos-
bo, portanto, se as vez es deixar raos trans-
p recer as ideas que occorreram espontnea-
mente do nosso espirito em certas circuns-
tancias particulares.
Eugenio Godard, aeronauta do Imperad t,
quera dirige o aerstato-
O conde Xavier Branick, nosso compa-
nheiro de viagera, o qual rene aos b-sos
da fortuna o amor da sciencia, toma logar
na barquinha, na minha frente. A agitado
do bailo obstou a que eu podesse segurar
os meus iostrumentos,
Levarei a cabo esta tarefa assim que o
aerstato houver cessado do se mover to
desordenadamente.
A orcbesira entoou o canto da despedi-
da ; no meio das harmonas conpassadas,
dos applausos e da gritara da multidao, de
milhares de olb-s que nos seguem elevamo-
uos lenta e magestosamcate aos ar^s. e.'
esta a primeira sensago eiircraamcnte a-
gradavel que sentimos. O mo^imento que
nos arrebata torna-se-nos completamente in-
lemivelmcnte; porm sabemos que vamos
suoindo, por jue pro^ressivamente Pars se
engrandece por baixo de nos, e d'ahi a pou-
co a nussa vista abrange-o no seu todo, no
meio das verdejaatcs campias que Ibc ser-
vera de moldura. Lancamos um derralei-
ro olhar, fazemos mais ura si/nal aos olhos
que nos procuram, e qoe mal nos-destin-
uem atravez de vea de lagrimas invisi eis,
e nos meamos procurando definir as novas
sensacos que nos agitam.
Como ito bello! Como isto bello! E'
esta a primeira exclamaco que os nossos
labios soltara,
Nao ha penna que possa descrever a ma-
ravillosa magnificencia de umtal panorama,
Cabiram no ridculo aquelles que a tanto se
atreveram. A mais encantadora, a mais
grandiosa scena da natureza, vista do alto
de urna montanba, nao c imparavel be'-
leza d'essa mesma natureza vista perpend
cularmente do empaco.
Smente acola que o hornero, v que a
trra bella, que o viver da natureza
grande, que o ar circunda este mu ido de
ura raio de vida, que a crear urna im-
mensa harmona.
Deantc d'esta contemplaco desappare-
cem '-instantneamente as obras humanas
Os sumptuosos palacios, as baslicas secu-
lares, as alias cpulas, os campanarios de
pedra que osten'am os seus delicadas lavo-
res, abaixarara-se ao nivel do solo ; Notre-
Dame, cujo portd nos enchia de admiracao;
i arco d triumpho, colossi de pedra que
esi de alalaia ao poentc da grande ciade;
o Louvrc, assentido a borda do rio ; as tor-
res que o lempa ainda dcixou de p; to-
dos os esplendores da architeelara se hnmi-
Iham na presenca da abobada celeste. A
primeira cidade da Europa, a capital do
mundo, Paris, reduzio-se sob os nossos oloos
s dmenses das plantas em relevo que es-
tSOjCollecionadiLJio musen dos invlidos.
Vistas de ciraa^BMn todas a3 perspecti-
vas! As vastas ay^oidas e os smAesMj
qu4 tornara-re estritas veredas e jardins
Passamos por cima de um modesto fio de
agua qaa-foi bapUsado com o nome'-de Seaa.
Alguna pontos de vista irarecem-nos at
mesrao gru'escos. O palacio do Campo de
Marte, que certos novigos admirara, pareca-
nos, (prdnem-me a compararlo ) um chou-
rico enrolado de Naocy. Alera do .mire, a
torre d Saint Germain l'Aurerrois. flan-
quala pela igreja e polo edificio da mairie,
tora ares de galheteiro.
Os passeantei, os mnibus revestiram o
estravagantieffeiio do escorr.o que com tan
to etnste deseuh ra Graville, o caricaturista.
No momento danossa partida, o Napol-oda
columna Vendme o o genio da Bastilhasiffi-
guravam-se-nos collocados sobre am pedes-
tal mais largo em cima do que em baixo.
Porm dentro eai pouco a aseen-o aplanou
as estatuas ao nivel do solo e nos (ez ver
que, effactivamente, a gloria nao mais do
que a igualdade do nada
Com tudo muda.vsto das alturas celestes!
Um pouco mais tarde, tivemos ojardira
do Luxemburgo por baixo dos olhos, e re-
conbecemos que, apezar das boas palavras
da edilida le parisiense, I i alienada urna su-
peificie importatissima. A posicao do aero-
nauta de feito, a mais vamajosa para se
avaharen exactamente todos os objectos vi-
sivais superficie da trra. O Sena urna
estrena uta de corcinzenta, cujas sinuosida
des se desennam ao longe c chegam scintil-
lando at Kouen. Au nordeste a vista abran-
ge at Meaux.
A superficie da ierra plana levemente
concava, como um vidro de relogio. J nao
se veem montaohas, nem valles, restatado,
apenas urna planta regular finalmente colori-
da como urna boa miniatura.
Comprebando agora a exaitaco dos inven-
tures daj aerostaco e dos primeiros aero-
nautas quando se viram transportados para
as regies celestes, e contemplaran! o admi-
ravel quadro da natureza que pela vez pri-
meira se eutendia sob o olbar victorioso da
humanidade.
O aeroslado eogolfa-se as profundi lades
da atmospbera.
Tendo partido do Hippodromo s o horas
e 20 raiuut s, trabamos subido dez minutos
depois a urna altura de 000 metros e cami-
nhado 1,300 metros, em direcgo a sueste.
Teriamos por lauto percorrido pelo menos a
diagonal de um rectngulo construido cora
esta bise e altura, isto 4,342 metros em
10 minutos, se tivessemo3 seguido urna li-
nha recta ; mas, exam bando a altura em
que nos acuavamos quando pela vez primei-
ra atravesamos o Sena, conhecemos que
amos deserevendo urna curva que altera era
120 metros o algarismo precedente. D'abi
resulta que camiubavamos com urna vtloci-
dade de 7 metros, 15 centimetros por se-
gundo, ou ue 20 kilmetros 700 ( quasi 7
leguas) por hora.
Ao passarmos por cima da estago da via-
ferrea deoesie urna nuvera nos nao deixa
ver Epinay.
Ouve-se distinctamente o silvo das loco-
motivas ; um pouco mais alera urna panda
militar enva aos ares sons marciaes. Tor-
nam-se perceptiveis todos os ru'nlos de Pa-
ris, e es latidos dos caes sao os que domi-
nara o murmurio humano.
As 5 horas e 58 minutas, elevamo-nos
sensivelmenie. Dilatado pelo sol, o gz sabe
pela parte inferior do aerstato que flcou
aberta, o ebeiro inequvoco, que chega at
nos, nos previne a'esta perda de (faz. As 6
horas, atravessamos novameote o Sena cima
do confluente do Mame.
As 6 horas e t5 minutos somos saudados
com um tiro de espingarda.
Pans est- looge de nos. Neste momento
navegamos no espaco, ten lo por baixo de nos
verdejantes planicies mimosamente colori-
das. Os menores cbjectos destacam com
urna notavet nitidez de desenbo. Porm um
ueveeiro mui transparente coraega a esten-
der se sobre o campo, e observamos que se
torna mais deuso l para o lado do oeste.
Sob este ligeiro vu, canta a natureza. Al-
guna passai os, entre os quaes distinguimos-
a calhandra, raurmuram os seos cantos- do
crepsculo O estrepito dos grillos forma o
fundo d'es'sa meloda. As rans fazem ouvir
ao longe o seu grasnar desafinado.
posto pela familia, menos por syrapalbia
que por desejo de esquivar-se s alegras e
pompas do mundo, que ao seu espirito abra-
sado de amor dmoo appareciam como ou-
tras tantas profanages.
Quan ig mais tarde os dons esposos tive-
ram tempo de se estudarem e compreben
derem, D. Nuno alcangou de sua mulher
em premio de apaixonado aflecio, ternura
serena e casia: amor nunca! As inqu eta-
ges e as delicias, os martyrios e os ar o-
lameutos desta paxo puramente humana,
nao podia fazar vibrar urna alma eoievada
as sigradas harraoniasda promettida Sto.
O sonho dessa ventura frustrada mais cou-
tribuio para augmentar a concentrago do
carcter de D. Nuno, e a altiva reserva do
seu trato l Nelle at o amor paterao era se-
vero I os filhos nunca chegavara a saber
qual dos seos sentimentos Ihes predorainava
no peito, se o terror se o affecto.
Em Constanga, tal era o nome da esposa
de D. Nuno, produzio a maleroidade mui
diverso effeito. Quando ella aspiroo os
castos effluvios dessa flor divisa, que tem o
uome de amor maternal, preseotio ento pela
primeira vez as .'estas da existencia ; passou-
ibe por dianle dos olhos, como em vizo m-
destmeta, urna vida inteira, preenchida por
outra esperaogas e outros prazeres; com-
prehendeu instantneamente que as alegras
celestes tem por missSo a de completar,
purificando as alegras humanas I Era tar-
de ; porm, o fanatismo das suas creugas
recebera-o ella com o primeiro pao que Ibe
havia alimentado o espirito, e o deus da sua
CLiegra aos 40 annossem ter amaionaaca,|fe, vido e desootico, nao admillia restric-
i; o que mais, sem ter nunca sentido a
uecessidade desse senmento soavissimo,
i.ue abranda os nimos mais ferozes ein-
liamma as mais frias organisagoes ; um dia
er.controu urna mulher bella e virtuosa, e
tdevobou que a sua existencia n3o se ha-
v.u completado senio na loelle instante. O
gue elle sent'to por ella d2o l amor, foi o
candar violento de todas as paixoes ador-
aocidas, foi o fartivo relanco de am mgico
panorama desconhecido. A mulher que
' '.'.i amara assim era urna creatura moga
i .dbil, coja imaginacao se havia incendiado
* .; aysticos ardores do convento ; recem-
togada a urna sociedade a qnem nSo en-
gaita nem amava, aCceitoo o marido pro-
goes nem pariilhas. Amar algoma cutisa a
par da Diviodade, era para Constanga um
enme impossivel, de remir, e ella amava I
E o sea corago soflrego de affectos, e qne se
lngara no mar sem fim do ascetismo religio-
so para saciar a sua devoradora sede de
amor infinito e de insondavel my-teno, vi-
brava e estremeca todo ao primeiro toque
daquelle affecto humano. O senmento
que para as outras mulberes se comi3e de
jubilo e de orgulho, foi para a transviada
imaginago de Constanca, origem de tor-
mentos crueis; a corda augusta da mater-
nidade ciogida por ella pungu-lhe afronte
com agudos espinhos.
As vezes am innocente riso do sea filho,
um baibuciar incerto, destes qoe so as mis
entendem, da sua formosa pequenina, ao
longe o cbilrear feliz daqueHas duas. avezi-
nhas de nev, faziam-ua esquecer at a
eternidade, para Ihe absorver o corago na
plenitude dessa ventora do co t Depois
vinnam os remorsus por aqu lia vaidade
material ; o pavor do se i deas, cioso e
lemvel, viaham, que sei en ? Todos o
desvarios de um espirito entregue mais
perigosa das exdtagoes imaginareis, e Cons-
tanga encontraba naquelle amor, mais que
lcito, porqae e a saulo, a irritante volup-
tuosidade e as delicias pungentes de urna
afiego criminosa : tal a natureza da mu
Ibar, ainda a menos sugeita s imperfeigoes
da trra! Todas se exallam no calor da
luta l Todas se alimentam de contradic-
goes! Desde Eva at dos, todos namoram
doudameute o fructo prohibido, e quando o
nao eucontram phantasiam-no para terem
de o colber.
O que certo que aquelles dous amo-
res, segundo ella iocompativeis, e ambos
tac vastos e lio completos, erara de mais
para um pobro peito de raalher. Succum-
bio-lbe a natureza sua propria exuberaocia
de seiva; a chmala queimou o diaph no
involucro que a encobria, e foi brilbar para
sempre no co.
No leito da morte, Constanga ou io a
ameoisar-lbe as angustias desse trance urna
voz untuosa e indulgente, a de um verda-
deiro apostlo de Deus, cojos decretos ella
to erradameite interpretara. Era a de
Frei Jos, o bom parocha da sua aldeia, o
sacerdote illustrado, que durante os ltimos
anos Iutara debalde para Ihe desarreigar
d'alma o fanatic i excesso da sua devogd.
Foi a elle que a pobre mi entregue a direc-
gio moral de sus dous ttlhtnhos, prracipal-
! mente a de Maria, cuja inteligencia precoce
j descobria aos olhos profundezas, que o
espirito assustado e tmido de Constanga
nem se hornera atrevido a sondar.
Frei Jos era um bonito velhioho de ses-
senta annos, de cabellos braocos, sorriso
suave como ama espeaoga, e triste como
urna recordago. U desespc-ro arremega-
ra-o aos ps da cruz a que se abrag-ra pc-
dindo-lhe refugio. Amara ume muier que
o havia escarueido sem d, e que trocara
as pcrolas do seu amor pelas falsas lantejou-
Atravessamos mui lentamente o ar silen- caminha para nos cm urna r>pidez mes-
io'O ; caminhamflSa razSo djg^aJ m"tros perada. D'aqo a poneos minutos ver-nos-
innamai^
Mf^metr.
eio da paz
Bor^nmuto rMBWros c meio por segn- hemos envolvidos. Kest?m-nos dous parti-
do. No meio da paz profunda que nos ro- dos a tomar: subir quaoto ates al passar-
dea, o aerstato cun as suas corda ente a- mos por cma ^33 nu?eDs, ou descer sem
das parece, levado pela ba'agem urna JJMj perda de tempo. Nao podernos levar a eeito
enorme que lguns sylnhos iirriveis (ran-;o primeiro partido, por que nao npsconvm
p-Ttam ao seio dos ecos sorprehendidos. I depositar sobra os cimos da floresta o nosso
V-se snmb a do navio ae eo fluctuar so- nobre corapanbeiro para nos deslastrarnos.
ore os prados as campias e os bosques. Em quanto estamos reQeciindo, transpuze-
Mais tarde, affasta-se a nossa sombra a med* mos a distancia que da chava nos snpafava,
>ia que o sol desee, at ao momento em quee j algumas piolas d'agua que crepam so-
acbando-se em lin a horiso tal ofl e o!breo aerstato,fizeram-no baixaratao ci-
aerstato, j nao permiltem que baja som- ,n0 ,ios carvalhos.
bra, e at que descendo o so por baixo de
nos ha de faercom que a nossa sombrase
pr<>jecte- por cima ds nos Era preciso que
navegassemos n'um balo para vermos a
nossa sombra, nao por baixo dos nossos ps,
mas sim cima das nossas cabegas I
Passamos s 6 horas e 27 minutos por ci-
ma de Valentn, cojos prques regulares nos
offereccm ura desenlio maravilhoso. A po-
pulago ioteira acclama-nos Remontamos
para uraa corrente de ar mais fresco, e 00-
tiveraos a velocidade de 376 metros por mi-
nuto, 6'2, metros por segando. Escapa-rae
das mos um hygrometro vegetal, montado
sobre umdecimetro quadrado de carta.. ,0 an-
co, que eu bavia preparado de manba.
Abaixo-me para apanha-lo : porm Colard
observa-me com razo que nao 6 pradento
descer de to alto. Ltmito-me e to a seguir
com a vista o circulo d3 carto, e cont 4
minutos o 4 egunlos antes que o veja su-
mir-se como tima pequea estrella scintdlan-
le sobre as arvores da floresta de Sanan.
Por cima da estaco de Lieusaint, 4ira-
tnos fra algura lastro, o qual, de cea lo me-
nos rpidamente do que nos, cala era chu-
va sobre as nossas cabegas. Parece-nos en-
xergar ao longe um temporal, no horisonte
de sueste. As bellas colimas de Viileneuve
St. Georges, os oiteiros de Montgeron, o
valle d'Ye.-res, passaram sem que podesse-
mos distinguir o menor relevo d'esse im-
menso panorama.
Por baixo de nos vemos passar varios trens
que nos saud motiva. Correspondemos-Ibes, arrciando a
Dandeira.
As 6 horas e 54 minutos navegamos n'uraa
altura de 500 metros, percorrenlo 9 metros
e 25 centimetros por segundo. Esta veloci-
dade continua a augmentar.
As 7 horas e 4 minutos, de 7 metros e
72 centmetros. Ao passarmos a esquerda
de Melun, a populago nos acclama. As 7
horas e 14 minutos atravessamos o Sena
pela terceira vez.
Sente-se alm o rugir do trovo, e os re-
lmpagos a'ravessam em zigzags essa parte
do co. A atmospbera conserva-se pura em
redor de nos. O ar fresco abri nos o ape-
tite. Entregamo-nos ao prazer, que raras
ezes se proporcioua, de saborear urna me-
renda regada de vioho generoso da Hungra.
Os raios do sol douram as p,"ssas cabegas, o
batel aereo marcha silencioso. Soto um
grito, cojo echo me chega aos ouvidos seis
segundo depoi. Ser myster verificar-se a
velocidade do som a mesma segurado em
linha vertical, e se o echo nos reenviado de
baixo para eima; parece antes que parti do
borisoote, e conserva om timbre eslranho
como se viesse de outro mundo.
Avistamos por baixo de nos a floresta da
Foulainebleau : reina em torno de nos- a
mais profunda e notavel tranquillidade. O
socego sera absoluto se nao foseo murru-
rio dos insectos e dos pessaros, e o roncar
da tiovoada que se vai aproximando. Jul-
gamos estir parados, e isto, posto seja um
ponto mui extraordinario, explica-se natural-
mate. Tendo os olhos fechados on filos na
espbera de gaz que nos arrebata, -nos ab-
soluta jente impossivel advinhar que nos es-
tamos movendo. Todava-a nossa velocida-
de tem augmentado : percorremos IO me-
tros por segundo, ou 9 leguas por hora.
A trovoada que ha muito tempo avistamos
prepara-se evidentemente para estalar na zo-
na eiu que estamos navegando. Sentuao-nos
por ella attrab'idos, e vaoao-nos aproximando
com a velocidade de dous trens que marchara
ao encontr um do outro.
As 7 horas e 30 minutos dominamos o
valle de Selle. Aproximamo-nos cada ve*
mais da trovoada. Do alto do asr^ stato es
gigantescos rochados, que foram u'ura qua-
dro to pitoresco na floresta, assemelbam-se
a algumas das montanhas da la. A trovoa-
ot
Ouvimos o ruido do vento que assopra
por entre a folbagem e os ramos mais eleva-
dos curvam-se ao aproximar-se da tormenta.
Levado por urna rapidez de 10 metros e
meio por segundo, o aerstato va como urna
frecha : o barquinbo vai precipitaf-.-e sobre
os telnados das casas de Fontainebleau, dos
quae* nos vamos aproximando a pssos agi-
gaatados. J se faz ouvir o tumultuar de
milbaies de acclamages. Para operar sem
perigo urna descida, quando se c sorpreben-
dido pelo veuto e por uraa trovoada, pre-
ciso nao s revestir-se de muito saogue fro
e presenga de espirito, mas tambem ter mui-
ta destreza prati :a que s se adquire por
meio de uraa loriga expeiiencia.
Acercsceotarei que para se fazerem com
toda a liberdade observagoes scientificas>
myster que haja urna dupla confianga : a es-
peranga de que o aerstato seja seguro, e a
certeza do que o aeronauta poder (azer fa-
ce a qualqutr eventualidade. Ora, devo con-
fessar que, a o passo que achei a primeira
condigo no aerstato do imperador, encon-
tret a seguada na destreza pratica de Euge-
nio Godard. Era menos tempo do que em-
prego para escrever, o ce ebre aeronauta,
ora deslastrando, ora abrindo a vlvula, fez
cora que o balo passasse por cim da cida-
de, e descesse para o parque deserevendo
urna curva graciosa.
O estalar dos altos ramos nos prevenio que
estavamos perto da trra, e j o barquinbo
abra caminho pela floresta. Porm o aers-
tato, confiado uas suas proporges gigantes-
cas, recusava-se a tomar trra. Dava ares
de comprehender que o humera ia desap.s-
sa-lo da gloria que Ibe havia emprestado.
O colosso lerabrou-se do poder que ainda
linha ; resaltra para os ares, porm recarrio
d'abi a pouco para de novo se elevar. De
segundo em segundo, por meio de saltos de
dez metros, recaamos sobre a ramagem.
Afina!, o gigante cangado e arquejaote, per-
dendo pouco a pouco o ar e a vida, pa-
rou como alguem que est esbafoiido, en-
costndose sobre a orla da alameda onde de-
varaos por p em trra, Esperavamos ain-
da conservar o cheio de gaz, amarrando com
seguranza o barquinbo e enchendo-o de po-
dras, para podermos continuar a nossa va-
gem ; mas a trovoada nao tardn a estalar ;
a chava que durou at a meia neite, trans-
formou as ras da cid de em lagos e invadi
a floresta. Gragas populago que acudi,
pude nos todava por ao abrigo es instru-
mentos e desincba'r o aerstato. Tendo ope-
rado a nossa descida s 7 horas e 4-5 minu-
tos, lindamos vrado de Paris com a velocida-
de, de um trem ordinario.
Ao romper da noite eramos receblos na
hospitaleira familia de Goldschmidt, honra-
do e laborioso ostrologo, que a sciencia per-
den o anno passado
A impresso que domiua durante a ascen-
so indefinivel. Ao prazer de voamo es-
pago c de pairar por sobre as miserias hu-
raaoas junta-se a sensago que produz a- con-
templa'jo da tran^uillidade absoluta que nao
existe sobre a trra ; por que nao se sent
o menor movimento ; conversa-se. escreve-
se, do mesmo modo como se se cstvesse as-
sentado junto de urna mesa.
O prazer que se sent ao percorrer os
ares parece com o que se experimenta em
sonho, quando a phantasia faz com que via-
jemos pulo espago. Esta (incidencia sor-
prehendwu-me. A tnica difereca consiste
em que nao se sent tanto como seria- para
lesejar o movimento que nos faz voar. Sen-
te-se finalmente urna boa inqnietago que
perturba a tranqudlidade e sera a qual o
prazer seria completo. O barquinho oq ces-
to de vime range, assim que fazeraos o me-
nor movimento, o que nos leva involunta-
riamente a recearaos que se desmanche ou
que as cordas rebentem.
mmmmmMiaammmmmmmmmmmmmmmm
Ibas da opulencia mundana- Outro mais
frgil ter-se-hia precipitado na voragem dos
vicios, pedindo ao eyuisrao o riso que a ven-
tura Ihe negara ; eile nao fe I O crisol do
soffrimeato depurou-lbc o espirito de todas
as maculas, e a fallrahio-OGomo a palma-
ra attrahe no deserto o cain'mb.nta meio
abrasado pelo sopro do Simonn. E.ncan
tava-o a religio de Christo, porque olla
Dnr excelleucia a religio dos que am un.
Nao maldisse a sua amante, compadeceu-sel
Ella perder mais do qoe elle.
Desde esse dia a affeigSo qoe a mulher
Ihe regeitra espalnou-a pela bumaoid>de ;
u seu corc5o temo e indulgente, p'odigo
sempre de oengos e perdes, adoptou como
tubos a todos os desgraga los, e como irmos
a todos os pobres; a sua vida, perpetuo e
santo sacrificio, tinba espinhos, que a espe-
ranga Ibe antevia no co, desatando-se em
flores e fragrancias.
Quando o convento a que elle havia pouco
se acolbera, descerrara as bronceas poi tas
voz potente do scalo e da liberdade, Frei
Jos pedio e obteve misso de parochiar
longe do tumulto uas edades, algumas al-
mas rudes e singellas, que o enteudessem,
e a quera elle podesse amar.
Benfica devia ser a mudanoa para elle l
A vida do convento ociosa e contempla-
tiva, cavar incessante de nm pensimento
intil, nao convinba ao corago amantissimo
do bom padre.
O que elle ambiciona va era a caridade
activa, cujos prazeres purissimos compen-
sara agras fadigas e vigillias extensas ; era a
prece Itvre e fervorosa em face da natureza,
0 mais augusto dos templos, era o aff.-cto
paternal a cuja luflueocia medrariam os bons
instinctos aldeoes. A abnegar > de todos
os amores terrestres comprebendia-a ella
nao como renuncia aos mais doces senti-
mentos do corago, seno como a realisago
de um amor vasto e divino, que nao part-
cipasse nem se sentisse do acanhado egos-
mo de borneas, para o qual a morte nao
foise fim de 1 mitades pr ./.eres, mas sua-
vsima aurora de ama vida immortal.
De todas as agitages e soffrimenios da
soa primeira paxo, Fre Jos nio conser-
vuti seno urna doce melancola que pres
1 tava a ungi mais tocante s suas consola-
'c6es-paramenie evangelizas, c a amarga
sciencia que dava sua mo empericte e
desvellada urna delicadeza de loque impos-
sivel de exceder I
O amor que o devorara, deisando de ser
cbamma, tornra-se luz que allumiava os
mais ntimos e oceultos excessos do corago
da humanidade.
E', pois,este bom velhinho'mstruido como
um sabio rente como om martyr, scisma-
dor corao um poel', que encontramos ca-
beceira do leito de Constanga, acceitando
dalla o saoto legado da educaco de sua
(ilha.
Aos dez annos, Maria herdra j de sua
mi, a exaltada sensinilklade e intlammavel
imaginago que a haviaaa perdido. Quando
sentado a leraoso1 posto, na janeliada s-ia
residencia, Frei Jos via passar a pequea
sombra leve e graciosa com o seu veuidi-
nho preto, e o rosto dpsmaiado como um
ly rio, e, seguindo-a com os o tos, va-a >]oe-
Ihar chorosa ao p do sepulcro de Cons-
tanga, o bom veiho estremeca interrogando
assustado o futuro da pobre menina.
E' que elie sabia que ha oaturezas con-
demnadas, que pelo mais fatal dos iions, re-
cebem do eco urna perigosissima delicadesa
orgnica; e depois Frei Jos tinba medo da
terrivel beranga da mi de Maria.
Para o amor que Frei Jos votara soa
adora?el edacanda havia um motivo pode-
roso, e que o velho padre nao usara ainda
confessar nem a si mesmo.
Era loucura de poeta, n'uraa saudade de
sexagenario. Maria com o rosto pensativo
e palido, os seus olhos grandes e como quo
vagamente pasmados, dava urnas lembrancas
idestinctas di figura que dominara ajuven-
tude do bom padre, e que elle tinba amado
com peccadora idolatra.
Esqaeoida como esiava essa poca de des-
vairamento, ainda assim Frei Jos senta ao
ver Maria iras rebates do tempo em que o
sangue Ibe pullava frvido as veas; era
como scentelha esqoecida sob o monto de
iras crazas.
Todos os vemos teem destas recordagoes;
seccas flores do sea jardim da mecida le 1 e
que thesouros sem cont elles nao davara
gostosos para reverdecerem, por um dia
s que fosse, essas marchas fulbinhas.! Ai I
a raocidade I a mocidade com os seos cos
azues, e as suas palreiras avazinbas, e os
seus vastos horisontes franjados de prata e
de rubis r
Digam o que quizerera es qne a perderam
sem sabe-la apreciar, a verdade -que nao
ha riqueza, nem gloria, nem podero que nao
desavparaca ou se nao deslaza ante as suas.
innefaveis e divinaes miragens I
Seno fosse ella, Deas grande-, que triste
nao seria esta existencia, porm, vos pai
prevideute e amaolissimo, creastes para
consolo dos vossos desterrados essa branca
fada coroada de estrellas, em cuja mo luz
uraa vara bamdiia que no sea toque desea-
tranha de cada cora ;o por mais duro mais
desllorido, vivas torrentes de inspiraco e
de f!
Mara no entauto crnscLa e desenvolvia-se
rpidamente ; todos em casa a rodemara de
mimos, todos pediam a Deus para ella a
Demaveuturanga da trra, al D. Nuno, o
veino austero e rgido, a segua s vezes com
um olbar, onde se dtvisavam nao sei qoe
longes de enternecimento maternal.
Para to ios o futuro da gentil creanca
eslava de muito eslabelecido. Em coose-
quencia do ajustes de familia, devia ella
casar com um primo seu, moceto robusto,
que se creava peno dalla, com a convivencia
familiar de um irmao.
D Nuno assim havia decidido; quera st
atrevera a criticar este juizo ? niugueui de
certo ; s Frei Jos abanara s vezes a ca-
bera com tristeza, ao comparar aquella r
melindrosa e llexivel com o tronco possante
a que a deriam enla$r. **J
Quando as pruneiras lagrimas de saudade
se enxugaram nos olhos de Maria, Fre Jos
comprehendeu qne sua alma prematura-
mente desenvolvida, era precisa alguraa
cousa que Ibe distrahisse as perigdsas me-
ditages.
Maria qaeria ler, quera coobecer, e des-
cobrir sua alma horisontes mais ampios.
Havia um hvro que ella amava subre todos, (t]
porque sua mi o ha muitas vezes, foi desse
qoe fez a sua leilura predilecta e incassaa-
te ; era a Biblia, o livro dos litros que de-
vorado por ella Iba deu bem depressa a cha-
'
(Continuar-se-ha.)
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ve da adagio.
TYP. DO DIAB10-RA DAS CRUZES N, ii


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