Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:11414


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Full Text
ANNO XjUII. NUMERO 257.
,T?l aiIi*v<9

--------------------------------------------------------------------..... ,.. i
r.in.i a Cirr il. b utluxats* o.\uf* ais na rio pOxe.
P#Mr0J 3918 HMalieS.,. 1......... 'I ^2X
P(irsais 4itaf !''< i i .| .) .. ] .. .1 ) j^l-*-4 I2iji00
Por ta aua M*. .) .i .1 ,J .J .1 .'. .1 ; ^Mpfe"^> Cala iijaora^ralae .]...,...;........ .
* ,t efgB&TA FEIRA 8 DE NOVEMBRO DE 1867.
0 ------------- ________________
PIBA DE\TBO E FOUA IA PBOVIXCIA.
jMa i
Par sei di tes He, i.....................
JET A r *** KXXBO E FOUA IA PHOVINCIA. t ._ ~
Por tres mezei diaii**......?!*?. ,. i. i. r .. M7M
1600
Por note ditos dem.............^2^ U W250
Per imanno dem.. :....... .. .. .-.........i-......,~. 17*000




88(UHiaa aro tpZM&mwti bd .B3iiMiPiraiN> ids massifla irandwrida bb mma & ir^mDe, evts ip&iHPimf asabs.
ENCARREGAD08 DA subscripto.
ParahyB, %r. Antonio Aleiaudrino de Lima;
Xatal.o Sr. Antonio Marques da Silva -Aracaty ,
oSr. A. de Lemos Braga; Caara, o Sr. Joaquira
os de lliveira ; Para, os Srs. Gerardo Antonio
Alves & Filb.es; Amazonas, o Sr. Jeronyrao da
Costo; Alagoas.o Sr. Fraucino lavares da Costa;
tama, o Sr. Jos Mariins Alvos: Rio de Janeiro,
r. Jos 'tibeiro Gasparinho.
PaHTiOa UliS -i* TAPETAS.
Oiinda, Cabo, Escala e osucSes da va frrea at
Agua Treta, todos os das.
Igaarass e Goyaaoa as segundas e sextas reirs.
Santo Anto, Gravat.-, Bozerros, Bonito, Caruar,
Altiebo, Garauhuos, Baique, S. Banto, Bom Con-
seibo, Aguas Helias e TacaratTj, as tercas-felras.
Pao d'Aldo, Nazaretb, Limoeiro, Oreio, Pesqueira,
lagazeira, Flotes, Villa Bella, Cabrob, Boa-Vis-
ta, Ouncury.Salgueiro e Ex, as quarta feiras 1
(Serintaam, Rio Pormoso, Tamaodar, Una, Bar-I Primeira rara do eivel: (ergas e sextas ao meio
reros, Agua Preta e Piuaentetras, as quintas/ dia.
feiras. Segunda rara do ctvel : qnartas e sabbades a
AUDIENCIAS DOS TRIBUNAES DA CAPITAL.
.
Qtm Ou OTBZMITW"
Tribunal do commercio : segundas e quintas
Relago : tercas e sbados as lo* horas.
Faienda : quintas s 10 horas. .
JUlzo do commercio : segundas ai ti horas.
Dito de orpbos : tercas e sextas s 10 horas.
Segund
t acra da tarde.
qnartas
a .*'. 1 w lamo.
EPHEMERIDES DO MEZ DE NOVEMBRO.
4 Qaarto cresc. as II h. e 3o m. da m.
11 La cbeia as 10 *. e i 7 m. da t.
18 Quarto ming. as 2 h. li ra. da t.
26 La nova as 2 b. e 19 m. da ra.
DAS DA SEMANA.
I Segunda. S. Carlos Borroneo arcebispo de Milo.
! Tarca. Ss. Z icnarlas e Isabel pas de S. Joo.
i (luana. Ss. Severo b. ro. e Le. na do eremita.
Quinte. S. Florencio e Ernesto bb. e Corlna m.
Sexu. S. Nieostrato ro., S. Cartonio m.
Sabbado. Ss. lirci.-sirao e Agripmo bb.
Domingo. O Patrocinio de Mana Sanssima.
PREAHAR DE HOJE.
Primeira s 11 horas e 42 01. da manhia|
Segunda as 13 horas 6 minutos da tarda.
PARTIDA DOS VAPORES COsTEIROS.
Para o sul at Aiagoas a 14 e 30; para o twru
at a Granja a 15 e 30 de cada mex; para 'ar-
nando nos dias 14 ctos meies Janeiro, mareo, (tal*
julho, setembro e novembro.
EXTERIOR.
fez
IIEiP?II%.
MAMESTO DO GENERAL JUAN PKIM.
Qnaodu os partidos poltico >e acb:nnem sita-
- TrHmelbante a que actualmente soffrera os libe-
rtes hcspaobes, dever de q-iem Ibes inereceu a
Mutanea durante tros anuos fszer-ihe r.oubecer o
?eu pKusamento e as suas ideas sobre os ltimos
coaleeimnotos. Se en livesse podido tjnuar parte
:n luctt e foS9ms veneido, dir vos-ia ao puar a
rra e.-traoiiera o que disse ans valorlos regi-
uientos de B>yleo e Calatrava quando entre cora
lies em Pirtogal:se boovesseis sabido ccm an-
'..ceJenchj qne ea nao dvia conduzr-vos ao oom-
.! ceno rm ioobo sabiara psvaieutes artiieiros
0 o rWaioso piVa d* Madrid, limitir-me-ia a escre-
v, r-v is particaiarsoete omu tuij i, a u manifestar vos a minha adinira^ao por tainanuo
isuio, a miaha dr pelo derraunineoto da tan-
: 1 singue generoso perdido. Ms a mioha actual
poico nao semeinante a' daquelle tempo, do
meaiuo modo que a vossa nao se assemelba a dos
ivjs .na tiotiain de combater sem armas e sem
recursos contra todas as torgas do governo, que le-
riam dnvlflo dividir-se para acudirem a diversos
.outos uode a cobarda e o egosmo toraarm os
nussos esforcos esteris.
Nao espsrera os inimigos da liberiade verme
~::uir caminbo diferente do qae o dever me dic-
1 11 al a dura em que as miobas esp-r.incas aca-
oara de ser de.-lruidas, os meus clculos faldaram
u mais urna vez me acho vencido.
Nao foi ab^Uda a mmba firmeza um s momen-
'. |i >laa calumnias que se espalhiram eulo ; pre-
lia se que os meus compaobiros de armas ti-
nbam acert as ponas dos presidios; aoresceatava-
?e que eu negociara com esiraogeiro* a venda de
Cana e que os regiraeotos revenados havlam sido
comprados ^om ooro qae nanea possolmo. Nao
<'.r:u-eera' tambera agora a nunna llrmeza pe-
rante os juizos to divergentes espaihados na im-
prensa hespanliola e reproduzdos ou commentados
1 inijreiisa estrangeira sempre a's urJcns do
1 lo reaccionario do oosso paiz.
Nao nire paiavra que se .-.ffisle das circurostar.-
. aliuiiirei aus I^i t s que interessem o fu-
:uro do partido liberal. Nao noraearei st urna s
s pessoas que hojs como oatr'or, ohstaram a que
-era os destinos da n >ssa infeliz pama.
D a vira' em qne seja escripia a hisl'Tia desles
tres unimos airaos. Dia vira' era qu se saina a
vi rdada por meio da imprtasa e iribuoa haspan&u
las. Eniao vera' a nagao e o mando cora ella a
(lie seuumeolos generosos obeiecerain as minbas
acedes, os iuimensos sacnlicl 'S que tcnio feto coio
auxilio de poocos atn'gos, e al que poni devia
r cum o triurapbo se os calcujps tem alijum
valor.
A Europa conhecera' tarabea os m^ios in.ligoos
qne foram postas em pratica para bos vencer. A
11 espaos sabera' tambera os nomes dos egostas
|ue n.'utralisaram os noHM esforcos, os dos deser-
res queabaojoaarara q,s.-'U< comoauheirosros
isc bardas que nos moinent3Ssaprem)s-fa
. soas ohrigacoe?.
Por boje basia-mo manifestar a minha admira-
dlo aos bracos que flzeraui esforcos heroicos para
, .,-ur a lili roada da patria.
BasU-me manifestar o meu profaodo (> .'.-.r o a
porig-ote' ddi que sinto p^r o 1 ter podio tomai
activa nos ltimos combales.
Que tu.pona que os meus inimigOS me julgcra
ueue priva Jo do valor que de:u u-trei em
a minha vida militar, da paciencia de ano dn
antas pravas no decurso ea minha dilatada vhla
i, da eoergia revoluciou-irla que ir>lei de
mostrar ei Valeoeid e Pamploua prlmeiro, depois
. Araojaez e Villare ? qn Q em CastiH j is
pela patria telo-ia ferto na Caulanha pela lber-
1] le. O que reaiisei no Mxico para salvar a hun-
;.i oa H-spaub, rralia-io-ia igualmente em Ma-
drid paia lira-la do estado de prosiragao o de deca-
.ia era que caii".
! mi no da 7 de Bruxclla-, devendo o movim-?n-
coraegar 00 nia IS, atravessel a Franca p >r* ena-
rcar u'um dos seus porioi o fui al as portas de
ctdades mais importantes (valen-
dmoreiiS iir<- dapois de tocar
1 '.i de frica.
Nao rnipa mloha se os militares ajoramnla-
que erara cm numero snfflcieote e em poMgSiS
vautajo>S3 para traierem o rosto da Haspanha ao
..... oto, faitoMm a* sua paiavra. Nao culpa
,-. e, vento me abrigado a voltar a Hars !:ia
i da 20, e achando-me a 2i na fron'.elra di Ca-
,utis,enco!itrei as torcas do governo onde^couj
. 1 encontrar as que deviam esperar me. No.
, ,j! miaba se os liberaasde Tarragona, Lrida e
1 se viram l.npossibiiuados de vrom ao
m i encontr, c no estiva, ajustado na previso
r-o.'.ced r o ju >uccedeu.
jQ .1, nao culpa ffilnna se, pezir dos meas
issforg 5 eos los 'loorad.:.* amigos q aran) 1- lias (it 4 do setembro), nos foi im-
ivel reunir do pequeo bando, para tentar
ir-nos c os bravos de Barcelona e Tarragona,
'piaes c.-iavams arreiidos quarenu Uguas.
1. |ue islo coosinnado para honra dos que, eu-
. 1 em Haspanha, virara qae nao lora cumprl-
romsa f--ita em Grona e Lrida. Tome se
ie.ti fado para gloria d s bravos que anles
pri feririam ir receber o sao general a combaierem
. isstnas que os peiseguiaml
a emflm, para vergonha dos militares, que
la tarara a' sua paiavra, e oppobiio dos borneas
1 p'rometteram oa fronteira o qae mais l-oge
u 10 foram capazos da eumpnr.
Nao tenho ueces-idade de dizer qua a minha
, de BroXelas f 1 coDvencionada com os meus
os mais ntimos e com elles sa coocorduu
em ceica da escolha do ponto a que eu de-
.11 linair-me. Nao preciso dizer que eslava beto
oioado o molo de entrar na Calaiunta. Nao
Isario accre.sceTitar qna, durante o trinpo que
uva esperando na fronteira, nao osqueceram os
u> amigos meio nenhum, nem ponparam saci
icios em procurar maneira de pisaron territorio
...uhol. Nao nos retiramos da vista da nossa
atria se nao qoanio vimos o numero por tal for-
1 diminuido que era imposslve a dupla corabi-
uHcao de entreter as forga perseguidoras e de (a-
ciii'iar a entrada dos que esperavamos.
Palia anda alguma cousa qne accrescentar a
esta rpida resenna. Os sacrificios que fui obriga
tintas amarguras me fez tragar, e que tanto
- ifrer os amigos que me acorapaobavara.
Nada tenho que dizer acerca da minha situacao
para o futuro. Em quaoto continuar raerecendo a
cooflaaga do graide partido liberal hespaodol, o
d'isso tenho receido e esto recebaodo agora, re-
petidas pravas, contiauarel crasagrando os mens
e?fjrc/>s, delicando os meus disvelos, fazendo tolos
os sacriticio para alcaocir que trlumpha a lieer-
darte uae o sooh) de lol a raioaa vida. O meas
baos, a mioha esp.da, a miuha iutelligeocia, ludo
u que son e tudo o que valho, estarao sempre ao
sevico da nossa causs.
Nao sei o que o provir tem reservado para a
nossa patria. Nao sei o romo que lomarlo, depois
dos uliimos snccflssos, as coasas e as possnas que
ali disputara as honras da vida pobliea. No sei
tambem se os ltimos acoutec oienios, e a p^rte que
cada ura dos h iraeus imp ranos da partido libe-
ral uan n'elles, pol"rao maliticar a situacii e
leva-la a outro larrea 1. Succoda o qae sacceder.
Tome cada om a attitude que julgue cooveoieo-
te, eu estar! sempre on4e se acbe a maioria dos
partidos liberaes. Ej estarei ao lado d'aqaetles a
quera nao tem molestado a persegoicjln, nem entl-
niou a derrota, nem abaten a desgraja, para com-
batir no terreno era que os na.-ses ,oimigo< apre-
sentem combate, para talar oode a idea liberal o
exua, para peie.]ar at que a nossa patria tenha o
govern) qua merece.
Sa ha iiberaes qae j'ilgnera qae a Haspanha po-
de viver sem guverno consiituciooal, tenho o d'el-
los. Sa os ha a qoem doratao o odio e as ms pai-
x5es no prosegoimeoto da obra encelada, esquego-
os. Se os houvesse que perienies-ern sobrepr a
sua vootade do grande pariido libera1, combate-
los-hei com todas as miobas torgas.
Nada sem o partido liberal. Tudo com elle. E
quaiquer qu< seja o sacrificio qua eu tenha qu-
fazer, cou'.m com elle de aale-mo, o qne sabera
que nao me anima outro desejo, uem me move ou-
tra ambico sanai o de ver a uossa patria respei-
taJa pelos estrangeiros, livre e florescenle no in-
terior.
Se. coosegoiram isto homnns qie nao eslojarn
alistados no nosso partido, admirarei e applaudire
a sua onra. Se o co'isegar algura dos liberaes
sem necessidade dos rae is debis esforcos, ainda-
I i-hei a coosolida-la. Se o conseguirem os partidos
liberaes unaos reiirar-m^-hsi a vida particular
qu;mdo veja a obra conclusa 9 assegnra'ia.
Nao m tivera enllocado era sitnagao revolucio-
naria se os clamores da oplnio pobliea livessem
sido onvidos em Hsptha; e nem ura s dia aban-
d.narei esta atitude, em qoatito os governss bespa-
ohoss ronilooero sendo os verdosos da'sna patria
e o es'.aolalo da Europa civil-tsad.
G:nebn>, 23 da setembro de 1867.
Juan Prim.
REVISTA DIARI!
Reunio-sc h ratera o Instituto Arcbeologico e
Geigraphtco Peruambucsno sob a prixilencia do
Rsio. cons>-lheiro muasenhor Muuu Tavaras, eom
assisteucia dosSrs. Drs. Joaquioi Portella, Aprigu
Guimaraes, Nascim-oto Feiosa, Soares de Azev I ,
Cuoba Flgoelredo Jnior, Gervasio CajppHlli, e os
Srs. padre L'OO (Jo Monte Carroeln e major Salva
dur H nnque.
E' lida e appnvada a acia da ant'C3dent.>.
O Sr. secretario perpetuo rnencioua o segninte
exueoieote :
Um lIDcio do ^xm. presirfpr.to da provincia de 6
do corrent, communicaodo que oaqoella dala ha-
via ordenado qae fose remettido ao In^tlIU'.o o
mappa tipograi.hico da provincia, pelo merino soli-
citada.lnteirado.
Uotro dotxra. conseiheiro Jis Banto da Cunha
Figoeiredo, ugradecendo a sua eleigo de socio bo-
uorar'.InleiradP.
Outro dj Sr. baro de Uiinga agrailecndo a sua
eleigo de socio c rre^pondeate.Iuteirado.
Oolro do Sr. Joo F:rrera Vileila, pnotographo
da casa imperial, offertaudo ao Institato o 11 visiy
Dhotogupbteas do diverso edificios e p ;t>!es desia
cid^de.Recibido Cora agrado maoda-se archivar.
O mesioo Sr. secretario perpetuo da' conta das
seunies offertas:
Varios nmeros dn Diario de Pernamhueo, pulo
roa=ocio Dr. Figneiroi.
Um numero do mercantil e um da Opiniao -Va-
cbn, pelas re-pectivas redacgS-s.
uas pedras afluidas eom guraas da que se ser-
viara os ludios como instrumentos cortantes, encon-
tradas fin trras da Agua-Preta e olartadas pelo
Dr. Pairo Birbalho choa.
Todas e>ias olleras sao r;cebidas com agrado e
maodam-se archivar.
Vein a mesa urna proposia para socios corres-
pondentes.A' eommisso daadmlssode socios.
I" 11 io, e adiada a votaco para a prxima ses-
so, un parecer da co.mmissao de admlsio de so-
cios approvando varios senbores para socios cor-
respondentes.
Entra en discasso um parec-r da commlssao
de fuudos e orgamemos aprovando o segrate ba-
lango de receil* e despoza, verificado uo s^guudo
inmetre de julho a etembro.E' approvado.
talanco de receita e despeza do segundo trimestre
de jullio a setembro.
Recolta.
Measalidades........................ 99*000
Joias................................ -103(100
Deposito n) banco........... ...... 1:7'5')70
Subvengo........................... l:2i) 3-100
Saldo era 30 de janho............... 180
Rs. 3:305270
Despega.
Objectjs diversos.................... 1344313
Ordenad) aoaraanueose...'.......... 75*000
Gralifi-ago ao continuo............. 15&000
Porceulagera ao rae^mo.............. 27H00
Irapresso da Revista................ 200*000
Auxilio para as obras do Carmo..... 50*000
Sildoem deposito no banco.......... 1:784*070
Si Ido em caixa..................... 999*033
Nao havendo mais nada a Iratar levanta-so a
sesso.
Fundeou hontem, as 8 horas da noite, no por-
to, o vapor Cruzeiro do Sul. vlodo dos portos do
norte. Segando aos mformam passagelros, nada
occorreu de notavel.
Fizeram exime hontem na Escola Normal
anda otto alumnos do 1* anuo, cujo resallado foi o
seguinte :
Augusto Carlos de Souza Magalbaes,- simples-
mente.
Baithaiar Angosto de Onnda Costa, dem.
Custodio Jos da Sllv, dem.
Quatro reprovados, tendose levantado um por
incomraodado.
Como quer qus muitas psssoas desejam sa- \
ber quaodo tem lu :ar o segoado espectculo de ,
prestidigitar>.escamotagem e physica recreativa,!
do Sr. Isidoro l\ i-siui, avisanio-la- de que deve ler
elle lugar quarla fera prxima, 13 do corrale.
Comegaram hontem as novenas do Senhor
Santo Christl dos Milagres, cuja feslividade lera'
lugar cora tola a pompa proprla do culto externo
da nossa igreja, tendo para isto envidado todos os
esforgos os encarregados da mesma fastivldade.
O professpr publico da s. Jos de logazeira,
Manoel Pereira da Silva, foi removido para a ca-
deira da Alliaoga, por portara da 6 do crrante.
Ioformam-nos, que la para os Quatro Canto?,
esquina da ra da Santa-Cruz para a do H-indago,
ruuoem-se alguos mogus, cojo diverumeaio con-
siste era apupirera as pessoas qne por all passam,
sem attengo estado oa coadigo. Alada ante-
hontem pessoas de gravidade foram victimas dessa
60a crencao.
Como isso nao pa eca muito decente, seria bom
que a polica da Boa-Vista dsse esses mogos urna
oceupago raelbor, principalmente ao maior delles,
que o qae mais se distingue as facecias.
Chegoa bootem mais ora bello e novo vapor
para a compaohia Pernarabucana, qna centa ac-
imlraente seta vapores, e espera al margo prxi-
mo mais dous, aQ n de satisfazer as exigencias do
vasto commercio de sua zona da navegago.
oovo vapor chama-se Giqui, notne de ura,
povoado ao sul de Afogados, todo de ferro, mde
170 pos de compriqaento, 24 de largura e 10 e ii
p llegadas de altura ; tem 333 toneladas e arma-
do escuna.
E' movido por dons hlices, tendo soas dnas ma-
chinas a torga de 90 cavallos.
Foi construido nos afamados estaleiros dos Srs.
Pearse 3 C. em Sloikton la Tees, no condado de
Lhirli-r-i.
Tem ptimas accommodagSes para 40 passagel-
ros, em belichns de dnas camas.
Saa marcha regular de dez milhas por hora.
Traz viagem longa, por tar tocado em S. Viceots
e Madeira, onda se deraorou diversos dias, para
reparar pequeas avanas na machina.
Felicitamos a' eorapanhia por esta nova acqui-
sigao.
Salteria.A que se acha venda
a 44.1, a tienelkio rass, que corre quarta-feira 13.
fEP.\RTtr.\o da roLiciA.Extracto das parles dos
dias (i e 7 de noveabro de 1867.
Foram recomidos a' casa de deleogao a di* 3
do correla :
A' ordora do Illm. Sr. Dr. chefo de polica, Ma-
ojel Monteiro da Cruz, cobo alienado, viodo do
t-rrao de Iguaras.
A" ordem do Illm. Sr. Ur. chefe da polica. Joa-
qtnrn Josa d .. Prazi r'.-, Manoel Marques, como .
los; Mantel Francisco MeOdes, Joao Fran-
cisco de. Lima, Manuel Joa uim dos Saut-'S e Jos
Francirco de Lina,como sentenciados; eRiymuu-
do, essravo da Eduardo Candido do Oliveya, por
suspeiio de ser cmoiQoso na Parahybi. A' ordem
do subdelegado de Sioto Aq'.jdo, Mara Rosa do
Espinlo-Sauto e Josepba Mara do Rnario, para
cjrrecgo ; e Maria, escrava da Ansa Mana de Je-
ss, por infracgS) da posturas. A'oidemdode
i. J .s, Jos de Lyra do E-pinlo-Soto, por cri.ua
da fenmentos. A' ordem do da Caiiunga, Maria de
Sant'Anna Lu?, para correccio.
O chefe de. 2" secgao
J. G. de Mesquita.
Casa de detemqao.M ivimento da casa de
j teng id do dia 6 de novembro de ltOT :
Existiam presos 292, eotraram 2S, sahiram 4,
exis era 314: a saber, naciooaes 221, mulberes 7,
pstraDg"irus 40, raulhiT 1, escravos 40, escravas
5. total 314.
Alimentados a cnta dos cofres pblicos 21?.
Movimento da enfermar!* do di 1 7 do correte
rnez :
T.-ive baixa :
Jos de Lyra da Espritu Sanio.
Te ve ai I n
Constanlioo Hercnlano GJeos.
Passageiros do hiate braslleiro Emilia, fahido
para o As> :
Tenente-coronel De.oc.leciano Ernoglo de A. Mello,
Francisco da Silva Grillo e 1 criada, Jos Martins
'lo Rosario Padllba.
do correte, visto qne aproxlmiodo-se o dia da
commemorago dos defuntos, conveniente que
nesse dia esteja aqaelle estabelecimeoto cora a de-
cencia necessaria, como iodos os sanos.Mandoa-
se remetter a eommisso para atteoder.
Outro do eogenheiro cord-ador, informando o
requenmeoto de Feliciano Marques Vnnni, arre-
matante do aieiro a partir da rn Imperial a' ter-
minar na Cabanga, o qual pede a pnraelra presta-
gao do seu couirata ; diz qna procedendo aos ne-
cessarlos eximes, reconbecau que o raesmo arre-
matante ja execntou o largo do aterro e que tem
direitoa recebar a primeira prestarlo.
Posto em discasso, e vanficado qae pelo res-
pectivo termo, s lera o diU arrematante direilo a
primeira prestagao quando lizesse melada da obra
neste seotido drspacbou-se a peligao.
Oolro do raesmo,infirmando sobra o qne pede
Manoel Ferreira da Costa em sea requerimeoto,
diz que nada tem aoppor a prei-ucio do peticiona-
rio de concertar a eoberta, abrir ama porta, le-
vantar as portas e collocar urai soleira, assim co-
mo fazer om caono interno e rebocar a frente, fa-
zendo cornija, ludo em saa casa n. 22 do pateo do
Pa ra 1 zoCooeeden -se.
Outro do raosmo, loformando o re^oermento de
Jos Cordeiro do Reg Pouihs, declaranlo ter que
oppor a pretengao do peticionario de reduztr a om
aodar a trapeira existeote em sua casa n. 57 da
ra da Praia, dcaodo era syraetna das qua exis-
tem de um e entro lado.C mcedeu-se.
Ootro di rotfemo, informando sobre o qne pede
Antonio Maria de Miranda Seve, em seu req en-
melo; diz que nada se ollerece a oppor a preteo-
co de botar elle urna emenda na soleira da casa
n. 08 da ra da Cadea do Recite. Concedea-se.
Outro do metra, remetiendo conforme iba foi
ordenado, o orgamento dos coneerlos qae precisa o
muro do cemiterio da fregoeziade S. Linrengo da
Malta, na importancia de 1:130*000.Que se po-
zesse em praga.
Oatro do msmo, ioformanlo sobre o requeri-
meoto da companhia ParnamDucina de navegacio
costeira, no qtjal pede para edificar tres ore nos
Lopes dos Santos G'aciliano Octavio da Crot Mar
tos, Izabel Maria Bmlista de Caatro, eooselhelro
-I'- Banto da Caoba Figueredo, Joa laira Machado
da Silva, Joo Antonio Francisco da Luz, Joaqoira
Barbosa de Olivelra, Jo< Cirdelro do Reg Pin-
tes, commeniador Joo Piolo de Lomos, Joaqnim
da Silva Reg, Joaqaim Antonio da Silva, Jjo
Ferreira dos Santos Jnior, Jos Gimes Coimbra,
Jos Antonio Fernandas Fradique, Vicente Hercu-
lao de Limos Duute, Manoel Jos da Silva Mar-
ques, Marcohno Francisco de Lima, Maooel da
Silva Res, Manoel Ferreira di Costt, Pedro d'Ora
Smtfago; e levantou-se a sesso. Eu Fraocuco
Canuti da Boaviagera, secretario a snbscrevi.Pe-
reira SimS;s, pro presidente, Dr. F. Villas-Boa',
Ponseca, Sautj3, Dr. Pitaoga, Rago, r. Miranda.
Rs. 3:30o* 70
Sr. padre Lino do Monte Carmelo, obtendo a
do a fazer, os dlsfarces de que me servi, os meios paiavra aeclara que, havia recebido communica
o uve que empregar para illndir primeiramentijgo do Sr. Dr Raposo de Almeida i
n poiicia do governo hespanhol e depois a fraoceza relatono da eommisso de
ido djvo aos digoos amigos que parlilhavam as
oas esperangas e os mpoa pezares. Cnnhece os
rudo liberal e comprazo rae de manilas ar-lbes
1 na ver. mais a mina gralido e o meu aOVcio.
Nunca descera a dar estas simples expicagoes,
se nao o houvessem'exigido os que tem estado ao
trabalhos histricos so-
bre a excavago feta no jazigo do hispo D. Fre
Francisco de Lima, de que por encommodo de sau-
de deixava.de comparecer a sess.>, ficaodo pora a
segrate a leltura do mesmo relatono.
Vem a mesa o segointa reqoenmento :
Requeiro qne sejain reliluidos ao Rvm. prior do
Carmo de Olioda Fre Joao do Amor Divio i Mas-
ii! u lila desde qae comecoa o ultimo periodo re-
mairto no uosso paii. A' miara responda | carenhas, os o* e mais rel.quus encuqtradas na
sempre com o desdera, a mentira com o lempo e a
tilumnla cora o de.-prexo. Qaeriara os cataiaes que
. liilassa por qae ao-podera ver offendido o seu
patricio. Qaeriam qoe nlasse os aragonexes que
-offrem com paciencia que seja insultado o li-
I. Qasfiarh qae contasso o sncceido lodosos
i aio, todus os bous libo, aas, que nao sllrera
CAMH\HUS!S]S?iL 00 HECIFE.
SES^.iO EXTRAORDINARIA AOS 4 DE SETEM-
BRO DE 1867.
PRESIDENCIA DO SR. PEREIBA SIMES.
Preseuit-s os Srs. Aquino PooseCI, Sanies, Gus-
tavo do llego, r. Miranda, Dr. V lias Boas e Dr.
Piianga, abri sa a sessao o (01 lila e approvada a
acta da aulecedente.1
Leu-so o seguale:
EXPEDIENTE
Urna petigo vinda da ponencia para informar,
aa uual Joo Nepomoceni Ribeiro, esenvao de pai
Jo prnneiro dlstricto da freijuezla do Pogo da Pa-
nelia, recorre a S. Eic por havat a cmara resol-
vdo em urna do suas ses.-Sss, qua o juiz de paz era
exerciclo propozesse oatro esenvo, visti como
nao se acha o sopplicanie david.imente provino,
allega diversas pondarago^s a sau favor, e conclue
pedrado a S. Esc. qua se oigas, raailar, que a raes-
na cmara respalte o seu provimnto.
Posto era discusso, foi delibralo qae se iufor-
ruassH a S. Etc. com as copias do-, offlcios qua a
amara Ihe dirigi era 31 de julho e 7 de agosto
aturaos; e bera assim dos pareceres que ao prl-
meiro acouopaohiram, dsclaraodo-seaiudaque nao
estando reconhecido o peticionan) como escrivo,
visto nao ter lirado o titulo ; a cariara ja havia de-
clarado ao respectivo jais de paz que propozesse
escrivo.
Ura offlcio do secretario da pn-dencia, convi
dando a cunara, de ordam deS. Exe. para assis
tir ao cortejo que se tora da fuor n> palacio do.
governo a ffflgie da Sua Magcstade'o Imperador,' We^l
pelas 5 ho'as da tarde do 7 da orronte, anniver
de um andaofsoto, eoito casis terreas desuna
das para arrrfizen-, de contormidade com os riscos
que snnmeit-'B a approvago da cmara ; tem a
dizer qua examinan 1>> as plantas, nada tem qua
oppor, urna vez que as obras bejam exaculad *s da
coiifjrmidadeco'n as pisiura; audou sa corlear.
Outrq do Mas rao, uizeado em curapnraeoto as
ordeos do Sr; presidente qne Ihe foi transraiit'da
em olflcio di 31 de agosto prximo passado, diri-
gise a trafe-sa da Bimfc para enramar sa a
casa n. 13 dMinoel Antonio de-Aiovedo em pnn
cipio de reedilicago, esta' sendo feila de accordo
lom as posturas, e se os oiiCsso siogellos oa do-
brade*; observoo que a dita casa tem urna tra-
peira, e os oiles sosmgeiios ; na reediQcagao da
frenta para se dar a lura marcada as po.turas,
desmaocbou-se a parlo da Irenie da opera, cora-
prehendida eotreo frechal.no se raechendo ne.-ta
ultima, era no resto da robera, e para dar ao
teibado e peodor cececsaTio, esto levantando a
paita da (renta dos ouoes.As obras esto s "ido
taitas da accordo com as jiosaras.
Posto pin dupa.-sao, o Sr. pre-ldanta faz ver a
cmara que pftsindo pelo logar onde se da a raedl-
llcago em quasto; observou qua a casa tinha os
0110-s siogellos, entretanto qoo se reedificava a
frente e su levaolava o oi's', parecoado-lhe islo
fini intracgn, pslo que determinara ao engenhei-
rugue f>s^e examinar.
O 5r. Gastavj do R.igo pade a paiavra, e diz que
a oora eslava sendo efectuada de cooformidade
cora as posturas e ora licenoa d ornara.
O Sr. Dr. Pitanga pede tamb:a a pfelavn, e dji
qne a obra > nma reedifica gao, e qae portrato de-
vera ter dobrados osciin imhi exige a postura,
visto que a casa tem mais Jo viaU o dous pilos.
O Sr. Santos p.-nsa com o Sr. Dr. Pitinga,e
de parecer qua sa ordena ao fiscal para muodar
qua sejain dW)rad.,5 os rm-'j oilo>s.
Nao haveuio qnem mus failass?, foi pisto a vo-
tos se deviam ser dubradoso-: ditos oiloes.
Nesta s.'Qii-lo p-i-sou, votando contra os Srs.
Aquino Fonseca e Gustavo do R'go, d larando
este qua assim o fazia p irqae eniaade qu nao s
a licanga dada pea cmara aatorisa a obr.i, como
porque esta nao vai de encontr as iinstofa*.
Outro do fiscal da fr-< ua ii de Santo Aot30o,
diz6o1o qua mandan-* proceder a retnogo do
urna quautidade de lixo que se achava depositao
junto ao caes era s^guimento da cicada detaogo
alogoa para i-so carro-jas e dispeodeu cora ettai a
quaolia do 323 ; pede a cmara qaa se digna or-
denar 0 pagamento.Qui se passasse mandado.
Outro do fiscal da fregueza da Boa-Vista, infor-
mando nao haver DCOnveoiente, rjoe MnuelAn
tolo di Silva Ros edifique nrn telhero sobre pi-
lares dentro de seu terreno a 'Passagera da Mag-
dalena, para nelle guardir materiaes. Coace-
deo-se.
Outro d*memo, infirmando o reqaarirac-nto do
Exra. consh8T Jos B-uto da Pigaelredo, que
junto devolve.o-qnal diz que Ihe (ora emtnrgada a
conlinuago tfa obra,da casa que esta' edificando
na ra di Conceigaov, diz que apenas dirlgio-sa ao
empreiteiro da mesroa obra, e fax-Iba ver qae, em
vista do 33 da tabella approvada pela le provin-
cial n. 13o da 2 du rr/aio ce 1814, nao poda con-
tinuar sera que requeresse nova licenga, por isso
qna as soleiras da frente da ca=a qua pretende edi-
ficar, alm de serem cordeadas na vinte e tr-s an-
uos, aenara-se dosigaaes as da casa ltimamente
edificada.Mmdon --o corJcar.
Ootro do fiscal da freguszia do Poco, Informan-
do o requerimeoto de Benedicto Jos de Sant'An-
na ; declara qua nada ha que oppor a prejengo
do peticionario, dedftitkar no lugar de Saol'Anoa,
urna casa do laip em *ea terreno, arredalo da es-
trada dez palmos. Concedeu-se.
Teodo a compaohia da iiluminaco a gaz reque-
rido urna lic^ag* para saropre ijua Iba conviasse
escavar as ras pura colLcago dos caaos coa luc-
tores de mesmo gaz para o.estabelecimenio e ca-
sas particulares, allegando oo se reunir a cma-
ra se nao urna vez por seraaoa, concadeu-se a
raasraa liceng, deelaraodo-se no despacho, qae
quando tivesse de ascavar as ra onde noavesse
calgamenlo, devia apresentar para isso autorisa-
go da. repartlfo das obras poblicas, na respecti-
va contadona, onie devia pagar o impisto, eser-
ibe dada a liceoga quando precisasse.Deu-so
sciencii a contadura desta restluco.
Prestou juramento o cidado brasileiro Joo J >s
da Cuona Lges, era vala da carta de nataralisa-
go que apreseolou.
-^Tambera preslou juramento o administrador Do-
eado para o cerailerlo da fregueza da Vanea,
Haoriq.ia da Fonseca Coutinbo.
Miadoo-se pedir autonsagao a presideocia para
gastar mais pela vernacostas jadiciaes, at o
tira do exercicio correte a quaolia de 6005-
Maudou se aoouociar praga para as arremata-
das rendas do (uturo exercicio, para os dias
112, 14 e 17 do crrante.
Marcou-se para ter priocip.o
Pblicapoes a pedido
O monopolio no ensino.
V.
Convictos com) nos acoamos das verdades qaa
lemos demonstrado em nossos toscos artigo-, taraos
f robusta da qua ura dia tarde oa cedo nade ees-
sar o monopolio no eanmo.
A conviego qua nutrimos dos males que tam
cansado a nossa estudiosa mocidade, e aos bam
lot-racionados paes de familia essa cancro de uies-
quinho ioieresse pessoal, nos anima a espenr que
um da sern ouvidos os brados da lei, e da mora-
lidade contra semelhanta especnlagao.
E ai daqaelles que tem irapuuemeale escarneci-
do de seus sagrado*, daveres ludabriando a ms-
truego ecuodaria, monopolisando o ensino, espe-
culando cora o c.racter de julzes nos eiames pre-
paratorios qne sa arrogara exolasivaraante por
usurparera o direito da approvar oa reprovar a
qoem Ihes aprouver.
Cim edito I Servir-sa dos arligos da lei para
pretender insinuar que sa afasia do jnlgaraento dos
1 iames quera o podara exercer cora a m-lispensa-
vel independencia, imparcialidad* e justica, porque
por esse meio igoobil so pssa transigir com o voto
a bera do lucro pecuniario... a maior proter-
via, a mais empavesada petulancia qua sa pode
conober I...
Comprehenla nos quam esiiver a par dos fados,
nao escrevemos para os mdifferentes.
A publicagao pedid i, da artigas qne positivam
examinadores s parece urna insiouago proterva,
reveladora do temor de ama testemunha presea-
cial do escndalo, do monopolio e da especula-
cao.
Amoldara a lei aos infresses pessoaes apoiao-
do-se naqueilas mesraas qua escarnecen) e vihpan-
diam I
E' muito escarnecer da toleraacia, sjno que
da indtlenciaou,comiserago alh-da I
Um da envergonbar se-hao os monopolistas, es-
peculadores do ensino secundario das materias do
corso de preparatorios do papel qua lera represen
tado na sociedade, porque tambara um da quera
tivar olh-iS da v/ bada .Coljfo a es?a iramoral
traficancia to prejudicial p progresso Iliterario
da nossa estudiosa mocidade! T
.... verba mea non pra lenbunt.
Lysandro.
Recife, 31 de ootuhro de 1837.
AO CHRISr.iO VELHO.
Da qaa cbareo em qaa abysmo le Uocaste
Negro genio maidicto da mentira 1
Do inferno da toa alma coodemoada
Somente o fl transpira I
Tenias embalde com teu bafo impuro
Manchar o brilo da suprema idea ;
Que ple contra o sol da luz eterna
O. cgo qae tracteia I
Sam lu?, sera f, sem coragao, sem alma,
Procaras combater contra o iafiouo ;
Ah l ouve o grito da razo qua exclama :
Anatbama ao pr cao I
O que ser de ti, quaodo por trra
Saiao, lea rei, teu pae, canio prostrado
Pela mo do Senbor, e pal s boraeos
Maldito, esconjurado T I
Do que servem te as cans, c'roa de nodoas
De urna existencia m;-s que torpe, mame !
Nao te temes da morte porque almejas
Qaa Salaoaz te cbame.
A tua furia quebrase impotente
Aos ps do guarda das eteroas crengas,
E quaodo julgas dernbar-ihe o culto,
O sea altar incensas t
Do escuro raciocinio da Impiedade
Surge mais bella a historia do Messias ;
Que embalde mascaraste a crenga innata
Com toipes ironas.
Mas nao vejo, nao ha do que pasmarse
E-tudando-se a toa procedeocia ;
A tua crenga o ouro com que comprara
A tua consclencia.
P'ra serpente do mal houve Maria,
P'ra serpete do ooro existe a f !
P'ra toda a Jerie da barbaria
Faz Deus um Josu 1
O Chrlsto.
COMMERCIO.
FUACA DO RECIPE 7 DE NOVEMBRO
DE 1867.
As 3 H horas da tarda.
Cambio sobro Londres 90 djv 2l Ij8 d. &cr
I 000.
Cambio sobre Portugal90 d/v 21 3/i i. por 15,
pagavel em soberanos.
Silveira,
Presidente.
Macado,
Secretario
Nov o banco de Pernamnuco
EM LIQUIDSCAO
Os Srs. accionistas do novo Lauco podem
receher o "i dividenilo de 46 por ceoto do
capital em apolices da divida publica, que
UdeilS dOS jlldeilS, e 0 CieilS:ten de ser averbadas na toesouraria de-
dos ciirlsMos. fdzeDda desla provin,;ia' em temp0 de *
a 3* sesso ordina-
da: is
que se injurie sera m-div> se -v.-cota-sera
i amigo, o general t o bcmM jviiiico.
Al I S sGuba^sera amieis e inlmigos os pezare
S por quj p.'.ssi nos ;'osem qua os meus
alrm a recjra^o '.-.se, curt
sepultura do Ezm. e Rvm. bispo D. Frei Francisco
de Lima, qae com permissao daquelle prelado, e
cora sua assislencia, foi abarla a referida sepultu-
ra para verlflcar-se, sa com efleito aquella vene-
rando bispo, ali liaba sido Inhumado; o que ven-
coa a eommisso de trahilhos hHtorico?.
Sala das sasso's do Instituto Archeotogico, 7 de
novembro de 1867.Salvador Heonque de Alba-
querque. ; ... ,
PuMd em discasso e depois de haverem tomado
na masma os Srs. Des. Gervasio Gampello,
sarta da independencia ao imp&rio.laleirada. 1 l.i:"r;;,""aQQ0 6a o da 11 do correata
Outro juiz do pax do quarto aono do segundo T}*^r
"SI SSnSo Jnior, Port- lia, APri6ra OJma- par
i-iraV SrbSqae rae* e eu autor uaaanemeule ipatm Si. Uh l.c.io
-
distrlcto da fresu-'Zia dos Aogad, s, JmquimTtwo- gUirHs:-
doro da Silva Caneca, com manteando haver ara 23 \ Dispacharam-se
de agosto ultimo, entrado era exe cicio do mesmo qnes Rodrigues.
carg" por irapjdiraenta do terceiro rotado.Iotei-
rada.
as petigoes de Antonio llenri-
.1 cfjropauhi de l'umioag.io a
4), cjmpanhra pernarabucana, ktftonlo
Carlos de Almeida, Aotonio Marlias do Cirvailio
O-tta do procurador, remllenlo o balaneeto da Azevedo, AntonioSegUmuod j doCarmo Aoioaio
rece.u e deipeu muo.cioai era o mas de agosto ut- i Mr.a de Miranda Seve, ,'3;;.:'iclVJ.;u!.,tn,1...
lira).A' eommisso do polica.
Odlro
desta cili
saj^m
lleroardno
i rom admiitiiias na foiha di.s juros do cor
Corre por emra c* urna bioohura intitulada | l0 semestre.
O dr.us dos u-.ms a o deus dos cliristaos. ,____,__ An
qoo esta brochara ? U na d u r.na errnea ser-
vmo da pretexlo a una descompostura injusta;
urna fal-idade qua km por basj in(amt3.
Qaera o sen author ?
Uto mascaradi; na agresso peta'anta como o
fiif, na resistencia pnsilanime corao a s>ra
bra ; nao admira, o destaro qoando uo o manto
da ura crlme, a c raraga da covardia. E o livro
c:rra por entre nos, e inga mu ousa rascar esse
livrp, isto esin'.'ar essa vbora I Nao, alguem
peragae o reptil e ha de calca lo na profaudeza
do nada.*
Exaraiuemos por alto essa prduegfio Jo abysmo.
O esiyio do christa velbo o estylo da enxur-
ra, robusto do unmandic-s.
E-se livro dave lar sido escripto, ou sobre o
toro do aeooyae, ou sobre o catra de ura bordel; (
aqui o bra lo roaqaenho da impedaie confndese
cora a chala u ijeota do vicio; quando o impo des-
apoirece para dar entrada a' regateira; a au-
sencia do paradoxo importa o appareciuieuio da
mentira ; sempre assim.
E-ta broebura a vrrima de urna reputago,
e o libsllo da urna crenga: duplanienta crim
nosa; a sua existencia tora por polas o sacrilegio
a a lujuria.
Qaa daqueiles a -juera corre o dever sagrado
de velar pela pureza da religio? Que daqael-
les sobre quera pera o oobre encargo da defeosao
da igreja catholica apostlica de Aoraa 1 Xa esta-
cada do combata apenas se v o vulto respeitavel
do Sr, raoo>enoor Prato da Campas, desse raartyr
(a= provagSes do sacerdocio, que, orgulhoso da
resignago, e esfjrcado de verdadeira f, afire-en-
la se impvido aos" arreraessos furiosas do velho
aatanaz que, desfargado era Marte pnllosopbo, pre-
tende derribar por trra a arca sacrosanta das nos
sas raelhares c/engas.
No entaptu, ao mesmo lempo qua o cbristlo
velho.procura proseguir no carainho da destroigo
do eult", vallase para o mundo ttcoucado por
tod is -os ladoSj o qua oos faz conhecer qua .-
yira elle na esphera des quadrupedas. Por uua
uo busca a soiedade dos homeos bpedes? Era
todas as paginas do seu livro negro queixa-sa de
ura couce, qua soffreo ; p ibre ho nem I Mas o
de-tino; consol se: a pata de burro qaa senie
esraajza-lo, tem-ua elle na propria consciencia qoe
o condemna raao grado sea.
Dsbalde prl-nde o christao velho desaQar a
compaixo humana cora seus queixumes ridiculos:
est por toaos perfeitameole conbeeldo *, a sua
capa de racionalista e a sua tnica de cynjco sao
dons trapos entre os qoaes s existe a aiuereoga
de que a primeara orla a a s;guoda eolameada;
ern ambas a lepra na misara revela so madonna
e ameagadora. Podis passar, nioguera. vos loca-
ra, Lzaro da alma 1
E. henan para meniir ao mundo subi a capola
do Instituto da Fraoga, sem lembrar-se que navia
aiada urna outra eminencia superior aquella, a
zimbono do Vaticano. Falln, e seu verbo impo-
tente confundio-se com a poeira das ras de Pa-
rs.
O christao velho, para mentir a saa conscicncia,
deseen ao fojo da calumnia ; teve ama pretengao
muito mais estpida.
Esperamos pelos horneas da sooia, e pelos
liomans da igrej essa brochura u sea autor de-
vera ser fulminados do m^rte e de despreso, para
que quillo que m>is charo oos a religio, nao
eteja a' merc da proUnag&o de quaiquer impo.
Harneas da lei qoa promaigastes a inviolabilida-
da do domicilio, promulgae tambera a inviulabi
lidade do templo ; o leiio,-descaigo do corpo nao
vos deve merecer aais attengo que o allr, des-
canga da alma. O sacrilego mais crimiuoso que
o assassino e o lttrao, por qua estes dlngem-se ao
hornera, c aqu4 ousa (Jirigir se a' Daus._
As accoes de banco devem ser entregnes
para se inulilisarem.
EM LIQIDAC110
Novo banco de PemamDiico
S?o convidados os Srs. accionistas a rc-
ceberem o primero -ividendo (em inoeda
crrente) de trinta por cento do capital, Ira-
zenJo as aeces para irem sendo annulla-
das ; nos dias uteis das 10 horas ao meio
dia.
Vaixa UEial do banco do Brasil
eai PernaMliHco. as 26 de Ja-
lao de IStiJ.
De ordem da directora se taz selente aos Srs.
accionistas, que o ttiesooreiro esta' aaiorisado -
pagar o 27" dividendo das acgOes do banco do Bra
sil, inscriptas n'esta caixa, a" razo de l000
cO guarda-livros
Iguao Noo.es Correa,
Eagli h Muk
OF
Rio de Jaacls'o, fArdtc
DESCONTA. letras da pracade prato cur-
to a 8[0e de prazo maior a taxa a cunven-
cionar.
RECEBE dmheiro em conta correte e
prazo fixo.
SACV vista ou prazo sobre as cidades
priocipaes de Europa tem agencias na Bahia,
Buenos-Avies, Montevideo Newyork, Ne-
va-Orleans e anille cartas de credi'fo;para os
rnesmos luares.
7 L rgo do Pelourinho 7.
Novo Banco de Pernainbuco
Em li[Odaco.
0 novo banco paga o 19. dividendo de
5 ras ao meio dia.
ALFANDEGA.
Keudimeoui do da 1 a 6 ........ 1U:1'i35Q03
(dem do dia 7................ 22:C09138
13673304




G3
____63
152
553
-----080

mofo chrisloo
Volumes entrados com gneros
Volumss sahidoscomfaz9ndas...
> t i gneros...
Descatregam boje 8 de novembro
Brigae inglezSt-arc/jmercaderas.
Lugar ioglez-Cil of SI. .llop'i-carvao de pedra.
Brisue Inglez-Jaii-bacaihao. .. '
Polaca bespanb-la-ilntonirra-farlnha de trigo.
Br-RUe ingle-Quenof Ihe Ffut-carvao.
Brigue iogltf-trtly ary-idea.
Ilrigue Iogln-Vtotadem.
P.tacho ioglaz-Georjiana-idem.
Patacho portuguezarta da Glorta diver.-o^
canoros. .
Barc francezaSp'ifrc-mercaderas.
Barca portugaeza Despique //varios genore
loaptirtaco.
Brigae inglez Kioto, valo de Liverpoo', rua-
inf-siou :
30a tonalaias carvo ; a Thom^i Jefleries & C.
Ptaclio uespanhol Cesar, vinda. 4 Barcelona,
rcaois'.ou ;
V
fl^>


m
I
,T8Ht M O fO M> /Ha* ?


_ePera
166 t*PN *> meias 171 barrU v
s. lometas l .
teas MT.qylftoUn (^V 3 dita pbospbaros
"r"$*_ 'obrbWas INTERNA*
kJu OK RENDAS
*W OBRABS.
Rendimeok i a la 6 /...
dem do da 7...............
-r---------rr~
N ** **xU talr* 8 4c *
iveaabro m 1867.
oa homila 4o Evangelho que en atsi
pwpoR a S. M. o Imperador. os qae tona Bogados GRA 31 1/J_
Sho T?S^6r~ *^ rOni oVe* ,- Espectculo musical e drtv.
5:17%*505
~o1hm
CamULADO provincial
Recdt meato do di a 1 a 6
Mam do di 7........
7:(rii*811
t. 8134837
~8:S3*#6.8

MOYIMENTO UO POETO
Dado oosla dade do Recite, sob o uto sigoal e
sello eapitalar, aos \i de oawbro da 4867.
E en o padre Joaqun da Assampgao, escrivio da
amar* eeelesiaiica o subscrevi.
"aio. Or. Joa(.im firmase* de Fiara, vigau W ca-
atCott*.
Lugar 4o setli.Asea-ncie.
EdIUl pelo asi Banda 8 Efe. Rvma, por a eon-
ewse as frefaetl.s vaga* desle pispado-
Para V. Km. Uva, asignar.
?erante i. cansara ojooiciaal desia cidade
estara em araca no das 6,9 e 13 de novembro
prximo vfadooro para ser arrematada por qnem
pDordepZrotr;.d.%rpaSBdMo,rE..I *-sdo
do Reg, vai ter ao ceoinerio puhlicn, oreada a *
vapor
capillo
em lastro ; a
Saint
Liverpool pela ilba da Hadeira e S. Vrcente-5*
das do.primeiro porto e li do a'Umo,
bra-oler t^ui, de 277 toneladas,
Wi'liaoi Purdfce, eqaipagem 13,
compaflbia Peroambucaaa.
Liverpnol-31 das, logre Ingles C*9Jf
Ajm* de toneladas, caprtao Wiiliao Lowi,
qupapen 9, carga faltadas e uniros geoeros ;
a Raba Schmeiuu A C
Navio snalo na mesmo ata.
AssHiate brasilero Emilia, capllo Trajano An-
tones da Costa, en Isslro.
Obtervaiio.
Foodeou no tmara ama barca brmense, mas
nao leve comroootcago eom a trra. Recebeo or-
den e -egulo para a Babia.
EOITAES.
De ordem do lllm. Sr. inspector 4a alfande-
ga se faz publico, que oo dia 8 do correte'
depois do meio da, sero levados a* basta publica
livres de direitos, as seguales mercado ias com-
prebod-das oas dsposiedes docapiolo 6 ltalo
3* do r-guia Tiento de 19 de -eterobro de 1866.
a sala da abortara.
Urna peca de casimira entrefina cora 32 metros
e 30 ji llegadas de largara com 36 varas quadra-
das, valor da vara 2166*).
Armasen) n. 1 a 3.
Daos enfeites para cabr* valor de um 11000.
Um caisecinno, marca C M, om sacco, marca
W e ara embrulbo com amostra*, sem valor.
Na batanea o. S.
Doa* barris eom cnambj de munigo pesaBdo 6
arro'.as, quintal, ISA.
Duas barricas cuoteodo meias garrafas com ser-
veja armiada e paite do cascos quebrados, sem
valor.
Na guarda-mona.
Un Riso com 138 gairafas pretas ordinarias, pe-
sando 197 libras, valor da libra 66.
Armazem o. 6.
Una caixa n. 602, marca L & O, conteni 33
garrafa* com agua mineral, pesando 115 libra,
valor d libra 500 rs.
Cinco caixa, marca diamante D, contendo folha
de Fiaodus rm laminas, pesando 17 arrobas, va-
lor da arroba 1*500.
Armazem a. 8.
Daas caitas ns 17 e 18, marca A C, contendo
rosario prdioarios, pesando liquido 263 libras,
valor da- libra 8o0 rs.
Duas cmxas n. 15 M., marca A C, contendo
obr: de paibeta falo, pesando" seos envoltorios
294 libras, valor da libra 216)36.
Uui barril n. 4i, marca A P, coolendo avatade
zinen, pesando 15 e meia arrobas, valar da arrub*
31i Oc.
Urna Ial8, letreiroD. S. Ferreira, contendo salji-
co>s, i- -auiio 22 libras, valor da libra 300 rs.
Unta balanca com toa.:l)a de maleira e brago
de Ierro, valor t }.
Dito pesos de ferro para batanea com 13 e mela
arrobas, valor da arroba i&.
Armaxem n. 10.
Um volme sem ooioero, marca J. A. P. & C,
comeado >emenles de aigodao, spqi valor.
Alfaodega de Pernambuco, 3 de novembro de
1867.
Oescripturario,
Eotycbo Hondim Pestaa.
Perante acamara municipal dst* cidade, esti
rao eru praca nos dias 6, 9 e 13 de novembro
prximo futorn, para serem arrematados por qiiHm
menor pr$>> i'f'Mccr, os redaros d qae necessws
o acoogne publico da nbeira da freguezia de S.
Jos, ccntistiodo estes em ladriltiar com lagedo,
como se pralica o.s calcadas dos predios, o circu-
lo do exterior dos baicdes do dito acougue, e no
Interior ralepipedo, bem c mu rasgar e ci'llocar nos mter-
vatios das arcadas 6 prt5-s de ferro batido, ludo
ore- do na quaoiia de 8:19:'aJ000. As CundicSja da
arremaufao sao a< segomies:1* o arrematante
obrik'adu a cum--car a obra drniro de 30 das, o
acabar dentro do prazo de qaatr me.es; rece-
bera' o paga i enlo rm duas prestacSes iguaes,
sendo a pnmeira depois de melad* aa obra frita,
e a ultima quinze das depois da entrega *. 3* l das
as obras serio fela segundo o 'lao do engenhei-
ro cordiador; 4' os matenaes a' empregar na obra
sern de pnmeira quaiidade.
As pestoas qn preteoderem eoncorrer a' arre
mateao, compare^am. nos mencionados dias n
paco 'ojunicipai, legalmeote babilitadas, deveodu
apreseotar das antes as babilitacdes para serem
jaleadas.
O orcamento acha se pxpwlo na secrelaria da
reparlifio pa-a ser examinado por qnem qaiztr.
l'-i..i da cmara municipal do Recite, em sessao
de 30 de outubrode 1867.
Luiz us Pereira Sondes,
Pr-i-presideoiM
Francisco Canuto da Boaciagem,
Secretario.
Joo Baptista de Castro e Silva, commenda-
dor da ordem da Rosa, e ia^pector da
tbesourana de fazenda da provincia de
Pernambaco, por Sua Ma^eatade u Impe-
ra or a quem Deus guarde, etc.
Faco saber aos que o presente edital vi-
rem que, em virtude da circular do thesou-
ro n. 4i de 10 do crrenle mez, serao des-
de ja su1 stituidas oesta thesi uraria as notas
de lo.Cooo da quarta ealampa; e que eu<
tero [jo importuno se marcar o dia em que
devera principiar o descont da lei no valor
das notas que 5o liverem sido at ento
substituidas.
Secretaria da thesouraria de fazenda de
Pernambaco, em ti de oatubro de 1K67.
Joan Baptista de Castro e Silva.
CO.MUH80 S FHBGUSZ1AS VACAS.
0 Dr. Jt'aquim Francisco oe Fana, cummendador
da ordem de Cnrirt c> n. go bonorari j da impe-
rial capella, lente jubilado dejheologla, deo da
saeta igreja cainedrai de Olioda, depolado i as-
sembia grral legislativa do imperio, vigarlo ca-
pitular da diocese de Percambuco, sede va-
cante.
De cmf .rmidade com o alvara' das ultimas fa-
caldades dr 14 de abril t 1781, concedido relaii-
vamenie ao. concursos e pioposlas dos beneficios
vag. s, confirmado pela resologao de 4 de jolbo de
W20 roais leis e ordens imperiaes em vigor, po-
nbo em coocorso pelo presente edital as segaioies
Ireguezias vagas deste HapaAn, a saber :
A de S. Jos de Ingazrira, a de Nossa Senbora
4a C a-ceicao do Rio-Poruoso, a de Nossa Senbora
da Concei^ao da Pedra, a de S.ola Anoa na povoa-
cao do Socco, e a do Senbnr Bom Jess de Panellas,
todas desta provincia de Peroambneo.
A de Nossa Senbora da ConceicAo da villa do
Conde co Jacocs, a de S. Miguel da Babia da Trai-
ci, a de S. J s de Piraohas, a de Nossa Senbora
da Luz da Pedra Lavrida, a de Nossa Seohora do
Rotarlo da povoaeao de S. Joo do Rio do Pene, e
a de Nossa Seohora das Dores da Lagoa do Mon-
teiro, todas da provincia da Parahjba.
A de Saoi'Anna da v lia de Upaoema, a de Nos-
sa Senbora da Cooeelco de Agua-Branca, e a de
.ios.' a Seobora da Piedade de Anadia, todas da pro-
vincia das Alagdas.
A de S. J o BapUsU de Porta-Alegre, a de Nos-
sa Senbora do O' de Papar;, a de Nossa Senbora
da* Dures do Pal, e a de Nossa Senbora de O' da
erra-Negra, todas 4a provincia do Rio-Grande do
Norte.
Todo o reverendo sacerdote ou clrigo que quel-
ra fuer ppotlclo as igrejas; cima referidas, apre-
-enie-se com iras papis prompios e correte na
roroaa do estyio, para ser admildo, faxeado Utmo
do opposicao dentro do prazo de sii.-enta das, fin-
loa os quaes se proceder' ao concarso, oo qaal
: esp jodero os reverendos opposilores a nove ca-
us de moral e eoosciencia, farao ama expsito
ao
mesma obra Da quantia 4e 10.8881600. As con-
dicSes da arrematado sao as segointes :
1' o ealcamento e poate serao fritas de confor-
midad com a planta e orcamento apresentados
pelo eogeobeiro cordeador.
3* o arrematante comecara" os trabalbos no pra-
so de om mez, depois da.assignaiara do contracto,
e concluir' ao de oilo mezes.
3* o arremata ote na execocao dos trabalbos ob-
servara' as prescrlpcfcs do eosentieiro cordeador,
fleando obrigado a dtsfazer, o qoe nao for execota-
do de conformidade com o orcamento.
4a a paga muda aera' effecloado em tras pros
tacSt-s iguaes, correspondendo cada nma a om
terco da obra.
Os pretea4enle8 a' arrematacao pederao compa-
recer no passo inuaiclpal em os dias indicados ;
apre>eot.odo antes as babilitacSes de seas fiadores
para serem exa niadas. O orcamento aeba-se na
secrelaria da mosms cmara para aquellos qae o
qaiierem exam na lo.
Paco da cmara monieipal do Recite 30 de cu-
labro de 1867.
Latz Jos Pereira Simoes
Pro presiueole.
Francisco Canato da Boaviagem
Secrrtario.
mtico
Beoefici* do lianista iriileirs
Joio Pedro dos liis.
maluC#, M> de firplm. .
Apea a i refteatr ungida peto oaarsiro u>lii
trvtr eieeutado nma d; soas melboras ouvertora,
o beoeicudo apreseoU,r-se-ba aa raapelUvel pu-
blico para exeeutar a eaonctio a apereeiadleslma
Batallia de Morn
ofereclda a ditiweU elasse commerciai d'eata ci-
dade, depois seguir-se-ba a moito applaadlda co-
media en dous actos a carcter sendo o vestaario
lodo novo.
O luco de fitas
(OMt%\lll t PBKVtnfUllW
DE
^VEG\C\0C0STHRi POR VAPOR.
Ipojttca Jaguartbe Parahyba
Ptrapuma Giqtti Coruripe
fottngi Mamanguape Mondati
Os st-guintes vapores ou ouiros, sabirSo deste porto para os do norte e su! eom
as escalas do cosame, recebendo carga, encommeadas e dinheiro a frete, assiin como
Tomara parte aa*5rs. D. Falco, D. Antonia e passageiros de pr i me ira e terceira elasse, para os quaes teem os me! b ores commodos e
D. Emilia Pontea, as doaa primeiras em trages exceHente tratamento, nos dias abaixo designados,
masculinos, e os Srg. Macedo, Teiieira, etc.
\fima.
fel
1 '
JECLA&KOBS.
Santa Casa da Misericordia da
Kecife.
A lllm junta administrativa da Sania Casa da
Misericordia do Recite, na sala de soas sesdes,
peas 4 boras da tarde do da 7 de novembro, re-
cebe propostas para o torBecimaolo de pao e bo-
lacha que houterem do consumir os estabelecl-
meotos pos a s-u cargo, tanto desta cidade como
de Olioda, nos metes de novembro e dezembro.
Secretarla da Santa Casa de aliserloordla do Re-
cifo 31 de outubro de 1867.
O escrivo
Pedro Rodrigues de Souza.
Repartivo das obra paclleaa*
De ordem do Sr. eogeobeiro, chefe interino da
reparti() das obras publicas se faz publico qne,
nao teodo cuocorndo oppusitor algum aos logares
vagos de condoctor desta repartirlo, e tendo sido
joigado inhabilitados os que cooorreram aos lu
gares de praticantes, no da 9 de dezembro proxi
Oo vindoaro ter a' logar novo concarso para pre-
enchimento da; referidas vagas de conductores e
praticantes.
O- concurrentes >erao argidos as materias de
qae tratara o> i 1* e 2a do an. iO do regalarcenlo
e 3t de julbo de 1866, e que vo abaixo decla-
radas.
Os requeri meatos para ioscrlpgao.dos candidatos
devero ser apieseatados at o da 7 de dezembro,
i- podero ser instruidos com quaesquer documen-
tos oo ltalos scienlificos que aboaem a capaeldade
dos mtsmos candidatos.
S-cretaria iis obras publicas 7 de oatubro de
1867.
0 secretario
Feciauo Rodrigos da Silva
Materias do concurso para conductores e gran-
eantes da reparti^So das obras publicas.
Para coodoctores.
Mathematicas elemeoiares, algebra at equa^des
do 2* grao, ibi};onometna. elementos fle geometra
aoantyca e rtwcnpt va, d'asm nomia, 4'arcbiteciB-
ra e de resistencia de matenaes, cnobecimento
p>rfeito dos fotromeolos graphlcos e dos trabalbos
de nivellameuto e planta, desenbo linear e de aqoa-
relia.
Para praticantes.
Liogna nacional e francez, anlhmetica, geome-
tra, as duas e Ires dimoo-o-'.-, algebra at equa-
goes do 1 urac, de^eobo linear e de aquarelia.
Secretaria das obras pubieas 7 de oatubro de
1867.
O secretario
___________ Felician" Rodrigues da Silva.
Praca.
Na sexta reir 8 do crreme mez na sala das
audiencias, fledaa do Inm. Sr. Dr. juiz de orphaos
se deve arrematar a parte do sitio e casa de viven
da pertencenie i meoor Mnj -I t.u-todio de Sam
puo, rito a Capunga, avallado por 4:459J25 rs. e
Sera arremauda a quein mais der, livre de oous
iiKum para o mesmo menor. _
Pela sabdelegacia da freguezia de S. Jos dn
Recite foram appreheodidos e so acham deposi-
tados quairo cavalios, sendo um alaso amarello,
outro a'aso cacbti, outio ala-o ro.-olbo, ootro,
finalmente, rodado pedrez : quem se jelgar com
direito aos me- mo-, provaodo. ihe sero entregues.
>o dia 12 de novembro, finda a audiencia da
lilm. Sr. Or. juit de orphios ba neser arrematado
a casa terrea da roa Imperial n. 254, por ser a
ultima praca.
Iraspec^ao do a;;sea nba.
Faz se publico qoe a coramissao de peritas, exa-
minando, na forma determinada oo rngalamento
annexo ao decreto u. 1324, de S de feverelro de
1834, o casco, machina, caldoir>, apparelbi>, mas-
tr>-acao, veame,, amarras e ananas do vapor Ipo-
jura di eompachia Pernambucaoa de Jlavegago
Uosteira, achou todos esses objectos em estado de
poner o vapor navegar.
laspecgo 4o arseo*i de ra ti i i ha de Pernambuco
7 de novembro de 1867.
O inspector.
II. A. Barbosa de Alraeida.
Em seguida sera de Galop de ooneerto
0 acadenico.
Compo>to e cfl-reci 1 > pelo beneficiado a rnoci-
cade esperaogosa seas patricios os aeadeaieos
d'e>ia cidade.
Depois representar-se-ba a loteressaote comedia
em om acto
Mel
T imam parte as Sras. D. Antonia e D. Jalla,
os Srs. Macedo e Pedro.
Depois sera tocada a phaotasia de concert.
D.SBASTEN
POR H. RSSiLUEN.
Flnalisara' o espectculo com o grande capricho
de concert w* \ Gona.
ii'JS'i\)U1 J)'I BDIHK
Offerecioa au Ocueaciddu pela Elisa, Sra. D.
adelaide e lierelle< (Bania.)
Principiar as 8 1|5 boras.
E' este o diverllmenlo qoe beneficiado tem a
boora de aprrs-otar ao illastrado publico oVsta
cidade, esperando ja d'elle nao meos acolbimeoto
daqoelle que Irte despeosou u tmamento a bospi-
ta'ira Bania, da qu-il lio gratas recordares con-
serva, offerereodo-lbes desde ja roa amizade e
gratidio, assim como ais Srs. professores Anto-
nio Marlms e Caodido Filbo.
PARA
P ortos do norte e
escala at o Aca-
rar ....
dem ....
Portos dn sal e es-
calas ai Araca-
i*.....
Portos do sol at o I
Penedo. .(
Rio Formoso. .
Goianna .
Ifernando de Noro-
nba. .
VAPORES. T0N3-
pojuca
Pirapama
Pvtengi
Potengi
Maman
guape
Parahyba
600
600
400
400
341>
140
Parahyba\ 104
COMMAN-
DANTES
Martins
Torres
Pereira
Pereira
Costa
Mello
Mello
DIAS DE SAHIDA.
Precia se do ama ama para casa de p oca fami-
lla: oa.roa da Moeda u 39. pr Imairo aadar.
Precisa se de um eaiieiro com idade da 12
a 14 anoos. eom pr.tlca de taberna : na roa da
Florentina o. 32.
. PwcMt-oe fatiar com o ir. Cmittot tt>
Lou a aofoeio da tea nteres : aa ra da lm
peraarl. 93, aegmajao aaaar._______________
uffsreee-se nma molaar para ooelnhar e eo-
gnmmar para casa de po-a faoMNa pc bomem sol-
teiro : pa travessa do Rosario n. t.
Dao*e at i 000*000 sobre bypotbeea em
casa oo eseravos : a tratar na ra do Padre flo-
riano, venda do Novaes._________
Os abaixo assigoados declaram qae eeobama
pessoa faca negocio com o Sr. Joio Jos de Paiva
acerca do moleqae Raymando, crioulo, sob pena
de nuliidade, visto ser o citado moleqae de berdei-
ros loclu.-ive orpbaos. Recite, 7 de novembro de
Joaqolm Bonifacio Moreira de rana..
Joio Perreira Poote*.
Jor Ferreira Pontea. ^___^__
Sexta- eir 15 de novembro e sabbado 14
Sabbado 30 de novembro e segonda-feira
30 de dezembro.
Sexta-feira 15 de novembro e sabbado
1 do dezembro.
Sabbado 3 de novembro o segunda 30
de de?embro.
Irt, 21 e 26; e volta a 3,
18, 23 e 28 de cada mez.
tTodos os domingos; e volta as quinta
I feiras, de 1 de dezembro em diante.
Terr;a-feira 12 de dezembro.
lia 6, H,
I 8.13, 1
THEATRO
EMPKEZ4-C0IMBRA
Sblaiii 9 de uoveinbru de 1867
Segaada represeaiagio do exceiieoie arara i
histrico de graade espectculo original purtugoez
em 5 actos, do memoravel poeta o Exm. viscoude
de Almeida Garren, ornado de lindas e variadas
pegas de mosica, e no qual toma parle o disuado
artista Germam Francisco de Onveira.
AVISOS MAHITIMOS
MIPA.\HI.4 BRASILEIK4
Paquetes a vapor
E' e-perado dos portos do sal
at o da 8 de oovembro o vapor
Guar, commandanle o pnmeiro
teoeoie Pedru HyppoUlo Uuarte,
o qual dep<>is daj demora do cos-
tuciu seuna' para os porlos do i orle.
Recebera-se desde ja passageir is e oogaja-sa a
carga qoe o vapor poder condoz r a qaal devera'
ser embarcada no dia de sua ebegada, eocommeo-
das e dmbeiro a freie at o dia da salida as 2 bo-
ras. Nao se recebe eomo encummeodas se nao
objectos de pequtQ) valor nao excedeodo a dnas
arrobas de peso ou a 8 palmos cbicos de.mrdigao
todo o qoe pausar destes limites dev ra*fler em-
barcado como carga. Prevme-se aos Srs. passa-
geiros que suas pa- sageos s se receben) nesta
agencia rna da Cruz n. 57, escriptorio de Anto-
nio Luiz de Oliveira &zevedo A C.
OtlP%^IIIt
DAS
Messagenes Imperiales
Aleo da 14 do correle mea, e-oera se da Eo
ropa o vapor francez Gutentu, o qual depois da
demora do cosime seguir' para Babia e Rio de
Janeiro.
Para condi 'co"s, 'retes e passagens tratase na
agencia ra d i Trairche O 9. _^__^_^
CO dPANHIA PERNAMBCANA
DK
\aves.tci) coslKr<* por. vapor.
Macei e* escalas, Penedo e Aracaju'.
Sjgun oo da 15 do eorrHnte as
5 horas da tarde o vapor Polengt,
ci mmandanle Pereira. Recebe
carga at o dia 14, eocommeo-
da>. dinbelro a frete e passagei
ros at o da da sahida a hora do co-lume : es-
criptorio no Porte do Malos n. t.___________
" Ma de S. Miguel.
Para o porto cima segu o patacho portugoez
Jorgeoset de primeira marcha, para carga e pas-
sageiros lrata-se com o consignatario J .au do Re-
ge Lima, a roa do Abollo o. 4.
W.MU PEKV41BIIG1NA
DE
.Xaveg-tco easleirt por vapor.
ILa de Fernaoilo.
N> da 12 de novem-
bro ao meio da expedir
esta con panliia om dos
seos vapores para o por
lo cima. Recebe carsa
at o da 11 ; passage).
ros, tncommeDdas e di-
irj < fr .e .o' iO n i-.i* da maoha do da
-anida : escriptorio ao Forte do Matos a. 1.
Pa
r
a.
O palbabote Novaei, segu al 30 do correte,
aiuda recebe carga miuda irala-.-e coni-o consigna-
urio Joo Francisco da Silva Novaea, iravessa aa
Madre de Ueos o. 5.
0.UN.E.HE HE S,\r\ KM
ou
A espada do condestavel.
DEHOMINAgAO DOS ACTOS.
1* aeto. A olnYioa ao ltaseme.
2* actoO mercado d'armas.
3* acto.A etpada do coodestavel.
4* acto.O festia e a revolta.
5 artoO tnumpbj.
SU
OE J %\*IIitO
O patacho Lealdude proteode sabir para o Rio
de Janeiro com aquella brevidade qae Ibe for pos-
sivel, segundo a concurre .ca da carga que bou
ve* : quem nelle quize ca regar, pode dirigir-se
aos coosigoalanos Marques, Barros & C, no largt
dn Corpo Santo n 6, ou ao respectivo capito Au-
tonio Joaquim Fiaza.
PARA.
Para o indicado porto pretende sabir com muita
presteza o patacho Paraense, por ler mals de doos
tercos de sea carregam-oio : para o pooso qne Ibe
falla tratase com o consignatario Joaqnim Jos
Goocalves Beltrao, roa do Trapiche n. 17. ^^^
WMPlHJrPERN&MBUCANA
DI
flavegacao costeira por vapar.
Parabyba, Natal, Maco, Slossor, Aracaty,
Gear e Acaracu.
O v. por pojuca commaniao-
te Minios, s^goira' no dia 15 do
correle as 5 horas da tarde para
os porlos cima indicados. Rece-
be carga, eucotnmendas, dinhei-
ro a frete e passagei ro- aqoe'le-i al o dia 14 ees-
Para
Segu com brevidade o patacho nacional Potos
te, por ter arand- parte da carga engajada, para
a qoe ainda pode admiltlr l-ata-se com o respec-
tivo consignatario Amonio de Almeida Gomes, a'
roa da Cruz n. 23, aadar. ^^____
Para
Sega ao indicado porto com a possivel brevi
dade o hlate nacional Lindo Paquete, capillo Fran-
cisco Ribeirc Barros, para a carga qae Ibe falla
iraia-se eom o respectivo consignatario Antonio de
Almeida Gomes, a'roa da Crox n. 23, 1* aodar
Irmandade do Divino Espiri-
to Santo.
De ordem da mesa regadora da irrr.audade do
Divino Espirito Saoto, coavido aos irraos da mes-
ma irmaodade, para s-i>nr as novenas dj Seobor
Saoto Christj dos Milagres, que tem priu ;ipio boje
pelas 7 hora- da noute, assim como para ts vespe-
ras, fesla e Te Ueum.
IEIL5ES.
DE
^,0
o
Santos Aguiar, orepnsto do ageole Pontnal, fara
leilo por coota de qnem perieneer de diversos es-
eravos, entre os naaes aiguns ba com habilidades.
MOJE
ao meio dia, no escriptorio da roa da Craz n. 62,
prlmelro andar.______________^____
LCIL%0
los Aguiar, preposto do agente Punta', fara
leilao por c ma de qnem perteneer, de orna rica
mobilia d-iJacaranda, 1 da de mogno, aparado
res, commodas, cadeiras de diversos feitios, lava-
torios, relogio, i'soeihos, lougas, vidro-, camas,
mesas e onlros nuitosonjecto. que estarao paleo-
tes aos compradores
IIOJE
as 11 horas, no escriptorio da ra da Craz n. 62,
primeiro andar.
De 50 p gas d: madapolo, loucas de la, camisas
de cimbris, zuavos de seda, golas, talhos de
bloode.chapelioas, sintos, caxioeis e oulras fa-
zendas de phaota usados, 70 saceos vazios, vid ros e muitos outros
objectos.
Por esta ocasio serao vpodidos doos esclavos.
HOiE
Peto agente Mariios a raa do mperador arma-
zem o. 16, as II boras dj da.
sai
Olympia Candida Goimaes do Arraral, Fran-
cisco Marcelino do Anaral. Sebastiii Lopes Gi-
ra raes, Pra-icisco Lopes Guimares, Agoida Se-
uborinha G imar&es, Anoa Joaquraa Carneiro da
Caoba, Antonio Lopes Guimr.ies, Jos Lopes Car-
neiro da Caoba, Joi Lipes Gaimaro", Aoteoio
Caroeiro dj Cooha, Jos Carneiro da Caoba, e Tno-
maz i'aroeiro aa Cunta, agradecen) rordialmenie
a todas as pessoas qae as-i-tir.m as exequias e a-
compaoharam at o cemiteno os re los mortaes de
seu sempre chorado pal, sogro, irmo e primo Se-
basilo Lopes Goim-res e convidam amda aos
mesrnos amigos e pareles para assisiirem as mis-
as que na igreja da Cooceigao dos Mistares se ba
de r-oar oo stimo dia 9 do correte, as 7 boras
da maoha, em tengan de sua alma.
Irmandade do Saiilissiiu- Sacrann* lo da fre-
a,n* zia da Boa-V)4a.
Nao tendo comparecido aura-ro de Irmaos que
se podesse cousiaerar mesa geral para eleigo ro-
mo manda o an. 23 do Corapromisso que rege esta
lroandade, de novo eoovida a tolos oossos irmaos
afta) de comparecerem no oosso coosisiorio domin-
go 10 do correle, pe|a 10 horas da rnaaha, aflra
de que em mesa geral se proceda a ehigao da no-
va mesa que tem de reger a mesma irmandade oo
anoo de I8S7 a 1868, como raaoda o mesmo Com
promi>so.
Consistorio da irmaodado das Almas oa matriz
da B ja-Vista, 1 de oovembro do 1867.
0 escrivo,
Manoel Domiogues da Silva Jnior.
40 m\im
Da Vapar Franter, mi Rava 7.
Acaba de ebegar de Pars a este estabelecimen-
to om grande e escoibido sortlmealo de calr.id.j
dos melbores fabricantes daqueila graade praga,
assim como graode variedade .de qu nquilharia e
de novos brioqaodos para criangas, cujos aitigos se
acbam exposi .s a escolba vuotade dos compra
dores, como seam algoos que passamos a men-
cionar.
Botiuas para aeohoras.
De setim braoeo, duraque dito, pretas e de outra.-
dift.-rent'-s cores enf t das a rigorosa moda.
BtMlaas para aealaa
de nraque braaco, pretas e de oulras cores enfei-
ladas a rigoro-a mo Urincos de ouro
de le ao gosto e ul irna moda dos Campos Elisio*
e boulevards de Paris, taoto para senhoras como
para meninas.
i.uvus de pell do bem coohecidu fabricante Jouvn sempre pre-
miado em tudas as etoesigQes aniversaes.
Per fana tria
Fidjs extraems, i ai has, leos, pos de arro:,
agua de Cilogoe, agna flor da e saboaeles.
Lrqurs
Um escolbilo soriimeot de leqaex de diversos
gosios e qualidades.
Kspelhos
de differeotes lamanbos coro moMoras lavrada- a
lizas .; pequeo Mocadores.
Butlnas p ra houicm
Grande siruiumia em qualid^des e modelos.
Botiua para meuiaos
de molla qoaiidade e o. m surtidas.
Zapatos de tapete
e de tranca de Lisboa, para bomem, senbora e me-
ntos.
Pern*lras.
e mels perneiras para montana.
Botas ruosiaoas
^da mclho qu^hda- que aipii tem vmdo.
MaotaH d- fcliso
para montana, novas e bonito padioes.
C& Icoles
de baleia e caho de martim e de oulras qaalt-
dades.
Lavas dr flo da Escossia
brancas a oe oulras cores, novos modellos e muiu
finas.
Lelas
de ac, tartaruga e bfalo.
Oculns
de ago, tartaruga e de unta dourada.
Uravatas
pretas o de cares, tamo psra bjaiens como para
seoboras.
Bengalas
cabos de marflm primo
De
m nt ga
fraieen nova
BOJE
0 igeote Pestaa fara' lena) por canta
de quem perteocer de 101 hirris e 150 meios cora
mant-iga vio los pela barca fraoc^za cVerediana,i [
e serao vendidos em am oa mais lotes a voolade :
boje 8 do correle pelas 11 boras da maoha no
armazem do Aones dotroate da aifaodega.
De fizadas e chapeos.
Dar' Qm ao espectculo a moito applaodida co- ,e? a, ii "a >'<* as 3 boras da tarde: es-
media em 1 acto
MEL E FEL.
Cuiot-gara' as 8 horas.
Quarta-i'eira 13 de oavembro.
Brilhante e variado espectacalo dado pelo
celebre prestidigitador da corte de Sar-
deoba
tZIOORO RO^SINI
qae apresentar' oa-te especlaeoio sirtes 'novas e
das mais difflceis de que se compSs o seo graode
repertorio, assim como
criptorio oo Porte do Matos o. 1.
PORTO.
Pretende sabir para o Porto, eom a mator bre-
vidade possivel a barca poriogueta Homildade,
tend ja raet.de on quasi doos tercos do seo car-
regamenlo engajado. Para a carga qoe Ibe falta e
passageiros qoe gozaram alti de escelleoles com-
modos, traia-se eom os consignatarios Marqoes,
Barros i C, no largo do Corpo Santo n. 3 oo eom
o capito Carlos Ferreira Soares.
Para o Rio de Janeiro.
Vae HtOMr oestes 15 das a barca portuguesa
Escamotagem e (Usapjtarigo ^9lF?^ff%ZSgZS;
de 3 pessoas,
e pala segunda vez a ad Ciibeca qae falla.
Pregos do costme.
Principiara' as 8 boras.
Mello, L'bo & Cj cooiiooaro por lotervengo
do agente Oliveira, s seo leilo de magnifico sor-
limeoto de fazenda* inglezas, francezas, allemes
e salssas, das qualidades mais apreeiaveis oe- te
mercad-, assim como de chapeos oo Chyli, Ma-
mlh massaede palhi propnos para borne ns e
senboras.
H .je 8 do corrente
Em seu armazem a* roa da Cruz do R*cife o.
63, e principiara' as 10 horas da maoba em
ponlo.^_________________________________
LEILAO
De Seis saccas com ajgodSo.
O agente Martins fara' leiiio a reqaerimeoto de
Estevode Alhuquirq Mooie Negro e por man-
dado do lllm. Sr. Dr. joiz espacial do conimerclo,
do algodo, cava'l is e mais objectos cima.
Sabbado 9 do correle^
No armazem da raa do Imperador n. 16, as 11
boras, seodo o algodo vendido do armzem de
Maooel hidoro de Olivaira L ibo oode te acba de-
positado.
De 3 ebapeos de maoilha usados. 2 cartSes com
2 chales, 6 pellas de marroqom, 3 ditas de
cooro de lastre, & meias caixas de charutos,
1 caixa com um chap i para senbora, 17 flo-
res solas, 6 talheres, 5 colberes de s ja, ama
dita de metal, 4 redes, 3 bacas de foiha, I li-
bra de cordio de lia, 17 pra tos, 2 dunas de
chicaras e pires. 6 copos, 3 calix**, 1 saleira,
1 bacia pintada, 2 babs, 2 silbdes, 3 sellas,
1 egaa, 1 barro e i cava lio.
O ageole Martins fara' leilao a reqoerlmeolo de
Eelevo de Albuquerqae Monte Negro e por a an-
dado do lllm. Sr. Dr. juiz especial do commercio
dos objecin cima,
Segooda-feira II do correte
No armazem da ra do Imperador o. 16, as 11
boras.
AVISOS DIVERSOS.
AtteuQo.
\. 2) Rna do Uvrameoi N. 25
Deposito de tamaocos e calcado uacional da fa-
brica da raa do Jirdim o. 19, de Jo- Vicente Go-
dinbo, tanto no deposito eomo aaf.ionca seaprcmp
tara todas as porgdes de calcado o mais barato
possivel. esta fabrica lera tolas as machinas pro
prias para os calcados ja bem acreditados p-lo
graode numero de fregaezes qoe daqui se for-
neeem. ___________________________.
Precisa-e de urna e-crava para o servigo de
orna ea-a de fnili.i : oa raa Imperial sobrado o.
1, paga se !()5 mensaes.
1*2 Irman laie do Senh>r Bom
Jeus dos Passos do Corpo
Santo.
Por ordem da msa regedora desta irmandade,
trecta oa matriz de S. Fr. Pedro Gonga|ves do Re-
clfe, convido a tolos os irmaos, aflra ^e compare-
|eerem a's 3 b-ra< da tarde oo doroiogo 10 do cor-
renic, e incorporad s irem acompanhar a procis-
sio, que para trasladag'i da iraagem de N ^s-a
j Senbora Mi dos Homens feita nes>.H da, sihmdo
da mcma matm, onde se acha depositada dita
imageiD, qae tem de recolher se a' saa igreja.
Recife, 7 de oovembro de 1867.
O escrivo,
Jos Joaqulra da Cuaba.
Irman lade de Nossa Senhora
Mi dos Homens, erecta na
igreja da t aire de D os
De ordem d me>i regadora sao convidados to-
dis os carlssimos irmaos a se reuoirera oo con-
sistorio da irmandade domingo 10 do correte, a's
10 horas da maoha, para a*-istirem a' festividad.)
de Nossa Seobora Mal dos Homens, e di Urde a's
3 horas para acompanh^rem a proci de sabir da matriz do Corpo Santo, segaindo pela
r Ja do Trapiche, praga do Commercio. freole do
arsenal de mirioha, ras do Pitar, Gturarapes,
Bram, Craz, Cadeia, rollando na ponte n> freote
da aifaod -ga a recolher.
Pede-so aos n oradores das roas por onde ha
de transllar a procisso, que maniera vjrrer as
freotes de soas casas.
Consistorio da irmandade, 7 de oovembro de
1867.
O escrivo,
Manoel da Silva Oveira.
KO Dacoarel Joaquina Goocalves Lima
abri sea es Tip'iono de advogado oa roa _
IB do Qa imadoo. 12, I* andir, oole pnde %g
v|. ser procurado o os das utel, das 10 no- ^^
W ras da nnoiiSa as 3 4a larde
**************
Irnaadade da Seahata Hanta '.ana,
da igreja .la l!adre de Deas-
Por ordem da mesa regedora convino i iodos os
irmaos a comparecerem pelas 3 horas da urde de
domingo 10 do correle a refer la iu-eja, para,
encorporados, irem acompaohar a proco-sao para a
trasladagJo da nova ioMgeai de No3a Seobora
Mi dos Uomaas, qae teas de sabir da matriz do
Corpo Sanio a recolber-se a' saa Igreja.
O escrivo,
Jos de Souta Teixeira.
V^V
Preeisa-se de ama ara? forra oa eserava para
cosinhar a mals algom servigo em casa de peque-
oa seas consignatario, "Aotooio Loiz de Oliveira na familia : na esquina da rna da Madre de Daos
Atevedo & c. a1 roa da Cmx n. W. loj* W.____________________________
Para o Araeaty segu com muita orevidade 0' Aluga-se ama casa em Aplpacos com eom-
blate Sobralense: para carga e passageiros trata- modos, piolada de aovo e com quintal morado :
se com Jos S Leilao Jaoior, raa da Madre de qoem a pretender dirlja-se a raa dos Pires sobra-
Dos, do n. i3.
Lava-se e eogomma-ss com perleigao por
commodo prego, e irata-se de fregaezia mediante
copdigjo e ajg-n : oa roa Aagasta o. 80.
Precisa se de um caneiro de 18 a 20 aaoos,
qae teuha bisiante pralica de moldados, para lo-
mar coota de qma casa de negocio, daolo-sa Ibe
algom inieresse, eatranlo com alguma qaantia :
quera estiver oo caso, daodor Qadoj a' saa conducta,
dirija-se a' raa do Queimado a. 39, luja, qae Ibe i
dario ln(prm*g5-*3. i
O Or. Joio Vicente da Silva Costa aslate na!
raa d Gloria o,ii. 1
de canoa verdadeia c in
rosamente trabalhadas e de oulras multas quil;-
dades.
lieias Qoas
de fio da E-cossia para bimens.
Delicadas pie entes
Novos oh eclos de phaotazia com fraiqairihos de
extractos e-peche*.
Caniohas de costara
oeceisartas e licameote guarnecidas e com m-
sicas.
Koiiiiliets
no fljr^s de pireelaoa, oous nova e muito inle-
ressaute, com lindos jarros de novos gostus par
cima de mesas e santuarios.
Carteirinbas para diuieir
muito bonitas de velludo e de oulras dln'e.'tutes
qualidades.
Bengalas pra mcoinos
de lodos os latuaoh s e oom sorumeulo.
Talheres para crianca
de moito boa quaiidade, finos e de bellos mo-
dellos.
Cestin_as
para rneoioas do escuta.
Oleadas |iara mesa
bom sortimeoto em laboras, novos padrSes e de
melbor qualidade.
%basi-joHS
traosparentes para candieiios o para lanlernas de
plano.
Ve las A ga-
no va invengo de vas a gz para lanteroas e can-
delabros.
Solduras douradas
de diversas largura para quadros.
Estawpaa
de fijiuras, paisageos, cuiadeM e de santos.
Quadi'.s
dourados de varios lautaohot.
Bolsas de viagea
saceos e maUs te umaubo mrlUrrt
E>U'ii isiopes
com lindas pbotog apbias irao-pareotes das mals,
Qoas e muito ioie CosDoramas
grandes e pequ. uos com 50 visiar, ou mator por-
gao escoltad* a von>jde.
I..nt- tu;., mgicas
com booilas e oiveriidas vi-us oe ligaras e pban-
tasmagorias coloridas.
Healeijos
pequenos d i qoatro a seis pegas tanto com voios
como de dar corda.
Aceorions
e coocertinas, otjie hi oe metiior neslegenero.
Para prebepes
figuras para orn r pre**p*, casiobas, animaes,
pastorei e ootros rouitos ohiectos.
GAHRiNHOS PARA Cr4ANlS
carnobos da quairo roda* e cabriolis para condo-
l r o nangas.
CAMAS PARA.BONECAS
camas e bergos com eoriinadt s moito bem prepa-
radas.
uemeeas
grande sorlimeuto de baila- honecas para memo_>
oque se pdedesejar de anlhcr nst* arligo.
Nao sendo possivel menetooar-sa aqot lodas as
qualidades de calcado oero todos os arUga da quio-
quilbarias e mano ra*ns da guada variedaaa de
novas bnoq.iedos, pede-se aopubUco am pagselo a
: esteesubolecimeolo. corlo deqoe eaoootraraV baa-
1 t-ote paciencia para bem eacolberem o que dese-
jarem comprar o pregos baraloa em virtade de ba-
ver em todos estes artigo grande quanudade no
armazem do Vapor Francez, ra Nova o. 7.
CLUB DO nECIFE
A partida do corrate mez, ter lagar aa
noite de 16.
0 secretario,
J:3iuim Leocadia Yiegas.

-----------r-


I '
tari**
-
AeiU tefe* S 4c .Vxrak/i 4*W1.
Ama.
Precisase da am ama par eosinharemcasa de
ponra familia ; Da ra da Ruda 0. 48, sobrado da
esquina com venenan** pir oima da taberna.
Irmandtde do Senkor Bum
Jess das Portas.
Puf ordem da esa regedora desta irmandade.
erect* na Igreja da TMare de Deas, oanvtdo a to-
dos m Irmiis aflm > rornparecefym as 3 botas 4a
Urde de domingo 10 d.> cerraste, e eacorporados
ireor e impanhar a proci-sao, qae. para traslada
Fedegoso de Peraambuco
A planta, condecida entre nos soh a de-
nominacSo de ftdegose, e no Rio de Jaaeiro .
e pro ocias do sul deste imperio pela de
crista de gallo, o tiaridtum uUtiuimum
oa tiartdium elongalum de Schum, e o At>
Itotropium cttraitadtum de Mart., pertenoe
familia das boragineas.
O fedegoso considerado, na therapeuU-
ca porodinDiicana, como urna das plantas
oais recomniendaveis por suas virtudes ce-
S?! r.f.'A'a?'* ,jSM patota i*, dos h .mea, rativis, e aplicado nter o e erterwme*-
lena nessedia, sabm lo da matriz do Corpo san-
to, onde se a ba depositada a mesma
lera de reeoiner-se a se infria.
Recite, 6 de Dovemt* de 1867. loche, tosses recente? e antigs, saffocagfies.
9 te, como ca nante do systema nervoso, na
paralvsia, a si lima, tosse convulsa ou c*qu#-
Jos Sa Latan jnior, eacrivax catarrbos pal Donares, etc., e em geral con-
rUMMff
DO 8JLWGUE.
JIHTJtOJM!
' A LEGITIMA
SAISAPARRIIHA
Esta excellente e admiravel medicina preparada de urna maneira a nais cien-
^ifica por chimicos e droguistas muito doatos e de urna inslaccSo profabda, tenia tido'
nuitog annos de experiencia. .f. ./ Jt.V o>
1
SALSA rlRNUli DE BIIISTOL

Precisase de uro tornerj que entenda per- tra todos os suffrimentos das vias respirato*
"t^^^r/0 ^^d^^rara,ai^ rias; endo trm excellente unitivo para
to precisa empreear dous caooeiros para aoaar ..... ,
ao canoaa aatwiaea P*a esta dad, m roa aqoel es que padecen* de phtisica pulmonar.
larga do Rosario o. 16. _________ I **ua *dlk*c'* contra o ttano ou espasmo
Auncio. S^1*1 e BDgDera ha qoe a desco'
Praclsa-se daam menlao de 12 a II auno?, qoe ^j0 ignorando DOS0 qoe acabamos de di-
TJB^St&TA" **** ^eesLc.ndo-no.porseruii.bamaDida-
" .i _".--.,.- ..n .,.uu. de soffredora. preparamos o queabaixo indi-
a _TL d?G_Sa.. 7 tr ; no. P">do dkposicSo dos distilos me-
*-------:---------' .dicos, e dos doentes desta e das natras pro-
AIll^-SG vincias deste imperio nossas preparacoes,
Precisa se de alugar oro sitio aas vlsinbaocas da que s3o :
roa do Sebo, oa Mond^go, o qual tenha ccmatedi-.
dades para grande familia: qaem o tiver e qalzer '
DE BRISTUL.
PREPRADA uTUCAMENTE POS
LAMIAS k KBIP,

NOVA YOEK.
alogar, dirjase a fabrica de cerveja da roa do Se-
bo n. 35.______________________________
Precisa-sede orn eaixeiroeom 16 a 18 ao-
nrs ; oa roa Imperial o. 177, labe roa.
Pa a seu interese,
Ran Wew, subdito franca, ralira-se para
Koroa.
___
A JIRIIIFBI
en extracto alcoollco, eoiplas-
t. o, oleo, tintura, plala*, xa
rpe e viaho.
A JUHUBGBA orna das substancias me-
. i dicam^-Dtosas q ue perlencem ao reino vegetal
JoffSJSS^i. Paiva%* s'oppK S: e eotram na ciass dos too-cos e desobstru-
Marca^o, e com o Sr. Jos Lourenco de Medelros '. entes, sendo eilipregada com vantauem con-
Moniz qoe arnra nos arrabal es de Santo Aoio ; trabas fobres intermitentes acompanbadas de
na pracadouor>o sanio a. 17, aooar. I eogorgitamento de figad e baco.
WIIBSri MW KIIII1 Ella tem sido aplicada cm incontestavel
O Dr. A. usrte, medien, mudou-se SM proveito contra a anemia ou chlorose, hv-
SS^-ta^S? tmm em dropes catarrho da bexiga emesmopara
excitar a meustruacSo dimcil, resultante da
mesma anemi ou colse.
attenean 9 ARROBE VEfiETAl
iittruviitr. gs mmt0 superior aos xaropes de CUISI-
Aloga-se a ioja oa roa da imperatriz o. 86, e N1ER, e de LARROY. De fac'ndigeslo, a-
vendttSHQma rmacao de araarello. na me.soia lo-1 j__i ,1- _, nink.i.. iu ^
ja ; a iralar oa mesma roa o. 6, luja do Arar-. Rradafel 30 paladar e ao olpbat, elle cur.
--A.og.-se om 55 com casa inte,ra^e"nie 'radicalmente, s:m mercurio, todas as affec-
fresca, uTpovoc da T..rre a margen do Cap ?OBS da pelle, impigens, alpo-Cas tomores,
baribe, e com excellente agoa para b-ber-se; oa ulceras, sarnas degenerarlas, escrfulas, es-
permota-se por orna cas qoe teoha bom qoioial,' corbutO. E' SObre ludo poderoso as moles-
a tratar na roa da Imperador {i& rebe|(les a0 mercnr:0 6 ao iodureto de
' potassio.
XAROPK UE SALSA P ARRILHA DO PARA,
ou
IIKPl'R.ITIVO DO Si.VCl'K
USAHOS NaS MOLESTIAS OE PELLE, IMP1GEN3,
DORES RHEL'MATICAS ECLCERAS VENREAS
PIULAS A\TI PERIDICAS
Cnnira asfrli t's iatt-roiiieuies, un aezoes
ai^in 3"in_?s!(Bi
O MULUNU' tem arr;ao directa sobre os
centras nerv igoe, e por isto faz dormir sem
determinar afiluen-ia de sangue no cerebro
como o opio e substancias simples que delle
se extrabem. pelo qoe o snmno tranquillo
e reparador, calma a tosse as bronchites,
e modera os accessos de astiima e de tosse
convalsa.
TODOS ESTES MEDICAMENTOS SAO PREPARADOS
POR
Jcaquim d'Almeida Pmto.
PElAnUCEUTI .0 EM PERVAMOcia.J
Roa luga do Kosario N. lo.v,
J i lo o qaartelde p li


~"
uma medicina segura e digna de toda a coflflanca, cotlhecid* e receltada pelos mdicos
mtfts sabios e enteniidos neste imperio, diifante o espaco de tres annos, e nunca falta
em produzir o desojado effeito.
A SALSA PAKII11 II V DE BRIHTOI.
Entre as numerosas provas do praode merecimento da legitima, preparada or
Lapman e Kcmp. de Nova ork. n5o i nwis fracs o fecto que teto prduzido tantas
imitacoes e falsiflc^coes frauaueotas,' .
A SAIaSA PAIUUMIA E KKIST
E" muilo aatural qoe aquellos que se acharo occupndos em preparar e wnder as

COMIMilEXTE

i
APPAItEtKN
NOVOS
Ti:STKMU%IIO
EM l'AVOB
da legitima
SAISA PABB1IIA
DE
soas misturas em garrafas pequeas raurmnrem e grrtem cmtra oa frascos grandes, os
quaes contm em i tres vezes mais do extracto puro do qoe qnalqaer urna dessas outras
preparacues neste mercado.
A ILIP4KRILUi IIE BRISTOL
M estabelmda no anao de 1832.
No anno de 1848 o proprielario adopton, com grande sacrificio seo,garrafas roaio-
res, sen lo agora de quanilho. offerecen o deste modo aoscensdmidores ama maior por-
Cao de extracto punssimo, como nonca foi "Merecido.
BRISTOI,

sendo nesia cidade ,
n. 20.
Precisa se de ura pequen com prstica Ue
venda uu. sem ella; na cae do [laurel u 73, i>ara
tsigr (om oulro. .
Aiuga-Sd o sino 'ios Qjairo L-oas, na e>tra-
da de Jjao Feroaodes Vi-ira a iralar no mesmo
sitio.________________________ ______
~ Precisa-se de dgj leitar para um sitio perio
da praga ; quem estiv^r nestas circnmstaiiclas di-
rija-se a roa da Cade i do R-fCie o. 11.
Frecisa-se de ama escrava de meia idade pa-
ra faZ>T venias n'u'ii povnado di.staote desta praga
un) leeoa : a tratar na ra doCre. - O Sr. Justino da Silva Cardoso queira
vir nesta typogrdpliia nogocio urgente.
Precisa-se alonar um esnravo para o servido
de aib irlsac.-ioda cilade : a tratar na roa da Im-
Leratnz n. 39. 3 aud-tr.
Precisa se de urna cosinheira livre ou es-
crava na ra Nova n. 'Ai, lija.
Ama.
Pr cisa-ae ta urna ama ara todo servigo de urna
casa de pequea familia ( menos engomuisr e sa-
bir a ro ) qoe seja neifeita cosloh-ira e qoe d
: a sua coaduna : oa praca da Boa Vista d. 7,
guodo andar. _______
Xisto Bapiista Vicira, tem urna caria Da rja
i i Cruz do Recifti o. :ii, vioda do Ro-Grande do
Nufle._____________________________
l'i eparatorios para os exa-
mes de ni .r(}o,
Cis-so de I! aga f^snerza.
de ptiflt.sophi.t.
de ret'iorie* c poet'ca.
Jos Soares de lingua e literatura naci-mal no tjytnnasio
provincial de Pero mtiuco. tem aberto em
sua esa, roa Billa n. 37, um curso especial
de cada urna das materias acia1 indicadas,
para os estuantes que so propoem a fazer
eiame e.n marco no collegio das artes.
Dirja "-se residencia mencinala, de
mannSa at as 9 h .ras e de tarde a qual jaer
hura.
Driv cao do Senhar Saat (bri&io los
itigres na igreja do J)iio E-ipi-
rlt Satta.
O i Ministrador do alt>r do Seobo? Santo Chris
lj dos Milagros scientioa ao re.-peilavI pub'lcj
I -ta 'i lad que a fesia do mesmo Seuhor lera'
r ni Su 17 do correle priociyiando as no-
venas no na 7,e roga a todos os devotos de lo
etnebo Seabor se digoem concorrer volnuna
m ote com asesraoias qoe forem de soa vootarte
a'l n flu babitfta lo a rater celebrar ama fsta, -ao
r.-)u <>i--ut.iciio, mas com aqueila deceocia e es-
I it que deveai eareten-ar tolo- 4s actos de-
' i; pjr ana'verd2loira defofio a Nj.-s-j Se-
Bh ir J-sus Ctiristo.
Aqu-lies devoto-, pola, que v.jlonlar lamente qui
i. -uer sua-<-ffertas podem Jiri^ir-so a praca
,11 !n l"oend'-aea a loja do 3:'. Antonio Augurio
Santos Porto, na roa Nova a do Sr. Jos Fer-
nin-i-s Lina, e na igreja do Divino Espirito Sao
!'. em todas as nones de ooV'ioas, so -dmiuistra-
- d i aliar Jos dj Mello Costa Ohwira.
^? ss 52_s-_> _s _s_s es _?.t_?-_s _
Os doentes deverao ter bem o cuidado
de obterem genaina e nica legitima
salsa parrilha de Bristol, a qual preparada
por
LANMAN E KEMP
DE MOTA YOIIK.


A NICA LEGITIMA
SALSA PARRILHA DE BRISTOL
ir PRKPARADt POR




NEW-YOBK
DE BRISTOL.
_____
PtEMStDA Bklt-Nit POR
LAIMAU k KEIP
NOVA TOEX.


Cautela contra as novas salsas parrilbas de Bistol que
sao perniciosas.
ESCRFULAS
CUACAS AXTIftAS
ulceras
Feridas ulcerosas
Tumores
Herpes
Erupcd's
Lepra
Debihdade geral
Rf'tumatismo
SUmmm
Febres malignas e beliosm
kmpigens
Mre$ intermitentes
Nertmifades
k SALS4 PARRILHA DE IMSfOL
De Lonman e Kewp *
NEW-TOP.K.
E' A MELH'-R
A MAIS PORTE
E A MAfS RARATA
4

Em frascos grandes,
N5o bastam os elogios para jastiftear o uso de trn rem;iio, nejassari) qoe, o mesmo, mediante umi experiencia de tantos annos e o testemunbo dos sc;entificos, tenba
adquirido urna ext>-n>a e locontestavcl popolarllaile. A. s-tls parrilba de Bristo' de Linman e Kemp tem provado a sua eficacia pelo curso de 3i annos, e durante o espaco
de 24 annos tem sido receitada pelos primeiros mdicos n> imperio di Braiil. Pdemoatras preparacoes inspirar a mesma coufianca.
Vende-se em Pernambuco em casa de A. Caors J. da C. Bran e P. Maurer & C.

Compaiibia tidoliJade de seguios
roaritimo! e terrestres
establecida no Rio de Janeiro
AGENTES EM PERNAMBUCO
Aatonio Luu de Oiiveira Azeveda & C.
c-impetentemente aatorisados pela
I rectora da companhiade seguro*
_| l-'idelidade, tomam seguros de na-
SR "ios, mercadorias e predies oo seu
% esenptorio roa da Cruz n. t
Joaquim Jos Goncalves
Beltrao
lii 00 TR4WCH8 17 Io 4fS0AR)
Sacca por todos os paquetes sobre o Bancc
to Mlnho em Braga, sobra o gaintes loga-
; emPoriagaJ.
aber:
Lisboa.
Porto.
Vafeaba.
GulewMMau
timbra,
travs.
Viseo.
Villa do Co-de.
Arcos da Vat de Vft.
Viauoido Caslello.
i'unie do Lima.
fRIMI. '
Villa-Nova de Famellco.
Lamego.
Govinaa.
Va-a (ValpasatlM : K *
Hiraadilla.
R__4I '^L
BMq^los. fl
_
O Dr. A. S. Peiyira do Carmo (medico) $0
esl moiando no sobrado o. 12 da roa da t
lni[i"ratriz.
Wk
mm
hst8ia m mm
\\\
Rei da Suecia
1-5200 em
do Crespo
POR VOLTAIfi-E.
Vende-se esta eicetieme obra por
broebura, na llvrana Ecjnymica roa
n. i.
N mesma livraria tomara-se assignaturas para
avida de H-iraciii Nels,no celebre almirante
aogifZ a \& cada ejemplar.
n
O bachir^l J aquim Gougalves Luna
abrto sen escriptorio de advogaderoa iui
Qaeimi'in o. 12, primeiro andar, onde
< dio f- r prororado n .s das otei, das 10
tioras da manlia as 3 da tarde.
^ "el Power iotinslon &Lom;^rti
RnadaSenzala Nova n, 42.
aCBKCIA DA
&'aadlfloe Low Moer.
M^oQinas a vapor de 4 e 6 cavallos.
M mudas e meia* moendas para etigenh -.
Txas de ferro coado e batido para enge-
A/-3i08 d< carro para nedoas cavslks.
.'.iogios de oro pat inte ing'M.
Vrados americanos.
M'ruinasD3jj tescarocaT algoo.
Motores para di-os.
M iri'nas de oostnra.
Approvailo pe facaMnde
ie Ifedlelaa, empresado no*
hospital-* de Paria.
Apara vado pela facnldnde
de medicina, empregndu no
bospitnea de Pars.
t
Occupa o primeiro luyar entre as preparacoes ferruginosas as mais a?similaves. O Elixir do W TB1ERMES c empregado diariamente nos hospitas de Paris e principalmente no
litel-Dieu (servicp da Fa>;uldiide de Medicina de Paris). Administra se com o maior exilo as ilociica* de eonuniiipcAo resultantes da cxltMusiarAn dn angue, ehlo-
rosis ou Ares pallidiaa, Quores brancaa, auemin depois das hemorrhagias, ou durante as convalescencias de febres perniciosas, NuflocacottK.'epalpititeoeM das mul-
heres pejadas. Nao menos eilEcaz contra o raohl(i_ia c obra poderosamente para os homens cujas forcas estam esgotadas pelos trabalos intellectuaes, abusos de todos os gneros, etc.
Toiua-sc rmu a dol de una eolherlnha dppnis de cada rrfeleae.
Depotilt* (eral na pharmacia, ra Beaumur 43,, e em casa de E. GALLOIS, pharmaceutico do S. M. Imperador, place Vendme, 2, em Paris.
______________ -tepMlto na PERYAMBrco, P. MAURER ir O, em todo aa Pharmaclaa no Brtxfl. ________________


: II
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fin It' t j| S
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no o psnes mo (niiin amrro

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rM-'-l il'.- ''' >-: !-:r, l e ..yi ^rai 'It-. OUI'i
;c'">r fui A \;a\. .-lum au:i:.. nr.is n:>(*iil-'N.
o eMimiago cer-
ro dr tKJKcgAuB, qui preteadinj
C
S* Vl.%l*i -JO \^os
enro t-i)r$HMuir ten r>u;i'us t.'innrmnuot. Ke a-r.iclo no canal. Citarrhn it tnyi
das nin"'an, e rj'-in pin -ir a <-n>> ir'ilfiUi i-n^inniauria 'as dorucat teows.

CONTRA F060.
A companhia Indemnisadora, estabeleci-
Ja nesta praca, toma seguros martimos so-
)re navios e sens carregamento, e contra
Coge em edificios, mercadorias e raobilias i
ta ra do Vigario n. 4, pavimento terreo


nptt
tit A


a
-t>
IjiuiB' nii-ii'. .1n ni.-,. :.Ki-i'Hn\o oti >r.i h p. urar ess illi-ic, irettr "
ic;nul Ihr '"ruar dai Ma rtfit don pan ac har nicu cxcrlfruir Itunrt *o citbato "ok
n" el ni-.nlia lajpn.". a cura e rilu.al. u kmjcrb parias 9uxi braacas. eguem
o airAinu traumeutu. I ;-.-- a mittcui ex'.i'tr^w .)
A0.000 OOENTES CURADOS
eMader craunielHn utfmmbutt uii,ue. A kmpe ai man mverarada, rrtyj',
i prurutnt, >ir>, ..nuja e alfncat tatarai, Auomr.-ii. a t.ta <1wiiQa> que lt-rli> pnr'ia
li. Miliar eurjia mi p-.ucci lempo r oiwi nr BBFa*Tivi> bii usnc mm
iitMiim aiBikAM. uiiubd riiicu&a oapriTia *ininria Commnt tnriaiuTBou
-- urir canauai vraUnrma ato cuotesi tneeruru^ a Mipi-nnndad i k*a> caduca -
*_ > w uniHi eo lari-scota' Ui U^f* 4 curov-
Caaol oor aorranviwlaMU
PILLAS de fiLANGARD
,ao MDcmrro m nuo inamajara.
- ~
fe
N0S84 SEMI0\ DA GtSfXHlU
Fara edurat;So do sexo mascnllno
Director Manoel Alves Vianna ~:
0 collegio da Conceic5o, mudado nltimamente para o bairro de Santo An-
tonio, ra de S. Francisco, casi n. 7. contigua estibo central dos tilh s
urbanas dos Ap'pncos, conlioa a fuoccionar regularmente, reeebeodo alum-
nos externos e internos, tanto para as aulas primarias, como para t 'los s '
preparatorios necessarios ;i matricula de qualquer faculdade, sendo os seus -
respectivos prufes-sore-i pessoas moralisadas e de um concedo magistral j
bem iirma'lo ne>ta cidade.
0 director dele nov.> collegio continuando a empregar toda a soli.iiude no
desempenho de seu mandato, espera fazer-se mais digno da coafianca com
que o vo honrando os senbores pais de fara iia, cinando-lhe bondosamente
os seus liliios.
Os estatutos de collegio. a=;sim como o franco ingresso em todis as soas v
de pendencias, eato sempre a di>posigao de quem possa interessar.

i
: -tt^.-i?
^9)C*:'S
tS9
,
wmM&.

Ui.

ApproTadas pela Academia de Medecina de Pars
uiMau nu anoa mcl atmiaia
nrammiiuso bospitas o* matca. oa blgica, da irlanda, oa tiotu.tc.
l/infot Mrrai aa* Bxpeiifoi, Univerfivi de Neo-York, 18S3, di 'aria, 4 85.
EfUi Pitillas cnmivlda) a'nma carnada re*)!-babamka de ama lenuidade eire$lia, ttm
avaBtagen de wreni iDatteraveia, im sabor, de om pequeo roame, e de no cansare* oa
OT|(as dlgeMrTos. Gocaado dat propriedadr* de Iodo e do rsaao; ellas oaasraa arlacl-
palmenle ou affeccos CUorolitat, B$crof*Umm, nttreutoat, Canerotmt, aa sausrraa,
ameaorraaa. anrmia, etc.; mflnt, ellas oD*preceB as pnitcos urna medtcaca das aati ener-
ira pan odicir as eo_lliICoes Ifmphatitas. frmtt ou dstUUau.
H. B. O ndorals de Ierro Impuro oa alterado S uoi medie*- _
aMBlo iDBel. Irrianle. Caao uron da purria a de aouxneidade das
trrirtetra >l ola de Bianrard, Ser -se exilir ai sello de
rala reactiva < dosm arma, aqu reproduitds.qoa tcacha oa parte
interior do um reala trae. lana -a* desconfiar i
das UUuVacass.
WwailiatM. ra Imiftrii. S Paris
Amga-*e a c tralar na roa da Aurora n. 36.
Na rna eMreita do Rosario "sobrado n. 38o
primeiro andar, aDnmptamse baodeijas de armac
coes com odios finos de varias qoalidades para
i-::smenlos e bailes, e de pastis de nata, bolos
inBlees',p9rj-de-o,DOdinstfeitad scom rapptlas tfe
atflmn a boqoat prnprios para presente. Fai-se
bouguats de Sores de papel, de cara e o> panno,
do cravos, roeaa e cbaiiaa, saudades e da qoalqoer
flor qoe os aonos qoelraro, de cravos oatrjes
pars rasaraeotos erm laco de fila bordada a ouro
oa lentijol,- e sd, sendn a eneommenda felt tras
das aows. une t* veatidoa para nnrtas bm ar-
ranjados feMs pelos tlgurinog, e fat-s tambora
capellas de flores de laranja para n->\ capafij para.meninas, todas a qoalidades de
floris paraenfelte= da chapeos e toncas, flores para
enfelts de snlns. piNias, WnoUas, arcos de bol5-s
de trigo doarados. testSes para Igreja, para qual-
quer eocommenla d tora-.erante lem pfdoip
la. EnWIa se tambeo velas ricas para liaiitisa
dos. Tu do isto mais barato de qae em oulra qaal-
qusr parta e com toulla presteza de nodo a nao
baver (alia algama,
ide-se na Botica Pranceza roa Nova n. 2.


&%.%*&**.
- iii---------------------------
m
4- i

F4HIIICA DG \\\?m DE-SOL
DE S|VS_^
ARAHf A FAI.QUB.
Ete estbelecimento acaba de receber de Pars urna riea collec^io de cb(tpos
de sol de seda, de alp.ica e fie algoilo, com armaees detala, d ferro ede junco dos
me'hores gostns e-f^tM-icantos, que vende mais barato do que outro qualquer cstabefec;
ment, por serem faz-nda- vindas directamente.
Igualmente, tem fazondas de seda, de alpaca, de algodb*) de lio^p pan cobrV
chapeos de sol, tndo de boa qualidade e por pregp commodo.
Encarrega-se de qualqoer oonceito, com presteza, segurafiga e garanta.
___
-a
a
rr
i
57 ra do Imperador 57
reeefoea
* 'lo Olinda
.-

!DE
J. T1GNES.
RJ. 85. RfI4 DO MFISH tiOR SI 55.
Oa pianos desta amiga fabrica sao boje asas condecidos ara qoe soja nece>.sario insistir obrs
ioa snperioridade, vantagens e garantas que offerecero ao compradores, qoalidades estas incontesu
eis que elles tem definitivamente coaquisfado sobi#p*os vs I06 ,fllD *PPrecido nesta praca ; pos
anuido um teclado e mar-hinisaan- fn* oaedecem f wbas aa vootades e caprichos das pianistas, sera
tiunca (albar, por serem fabricados de ptoprislto, e tr-se feito ltimamente melboranenlos importan-
'ssimoa para o clima deste paiz ; quanto s votes, sao melodiosas e flautadas, e por isso muito agrada-
mis aas onvidos dos apreciadores,
Paiem-se conforme as ecommendas, tato Besta fabrica como na do Sr.Blondel, de Pars, socio
wrrespoiidente de J. Vignes, em caja capital foram sempre premiados em todas as exposicoes.
No raegmo estabelpclroemcrsp- achara swnpre att oxplandldo e variado *>rttmeoto de mascas doa Antene Gtimes os Santo? 4 GM rn Saidl Barbara n.i, estao tabitHadfls i Mpprir dt
aalbdpes amores da Boto*, anm ceate termoleoe'?'ptaaos barmoniaoa, saado tndo, vnk3# par arvo o m caadicOes bms fa-rwaveis qa-o rna ooRrfqoaqoer deposito, a to*a oa cavias iaapor qua
pre^ccoi_ir0d08eraioavei$. I cerrera uaow'ie aorto. Acartratar.nesta oom-Damlngo Alves Maihau'.J

Uvas.
Fructas tlKkiHlimim
Capsulas de licor, confeidas em formato de amendias, nozes, uva^, morangos.
Delicado prezente pota novidade, e caprichoso g'isttvifcs calxiobas.
"-"
Novo e grande deposita de werior carTo de Cardiffna
I m Bfil)ia-.
i iftlva
- .

w


I
^4*WH
'^iilirtHiFtmrtMt. .rta letra le Novea.bro e 1867.
ESPECIAL HOMEOPATHICA
*> ^ m$>%w^
DO
DOUTOR SABINO 0. L. PINHO
RUI MOVA \. 18.

Neste importante esubelecimento se acha
ludo o que necessario para a pratica da
Homeopathia.
Medicamentos em glbulos e em tinturas,
preparados com a raais escrupulosa exacti-
dSo por meio de machinas especiaes.
Carteiras pOrtatei-, contendo os priocipaes
medicamentos em glbulos 100, 205,
300, 400, 500 e 600, conformo a quanti-
dade de tobos.
Caixas de medicamentos em glbulos e
em tiotoras de 800, 000, 1200 e 150,}
rs., segundo o numero dos vidros e de to-
bos.
( Estas caixas s3o moi uteis aos mdicos,
senhores de eogenbos, chefes de grandes
familias, capitSes de navi.s, eem geral
todos que se quizerem dedicar pratica da
bomeopatbia.)
Cada tubo avulso custa.......^SO0O
Cada vidro de meia onca de tintura. i&OoO
Vendem-se glbulos inertes, tubos vasios,
Tidros para a preparacSo das dses, etc. etc.
Escovas elctricas para tratamento das
molestias nervosas, principalmente para as
dores de cabera.
Apparelhos de lavar os olhos no trata-
meuto das ophtalmias.
Apparelhos de injeccao para o tratamen-
to de certas molestias das mulheres.
Cb preto e verde de exckllente quali-
dade para uso dos enfermos.
Veude-se igualmente o Ttiesonro ho-
Meopathlco ou Vade meciiiu do
Laeim-oi>a indispensavel todas as Emilias, pela clare-
za, com que ensina a empregar a nova me-
dicina), prego 20.$.
(Em porces de 50 exemplares faz se o
abale de 15 por cento.)
CONSULTORIO HOMEOPATHICO.
O Dr. Sabino O. L. Pinho d consultas
todos os das uteis desde 11 horas da ma
Dba at s i da tarde.
Posto qae, na segunda edico da The-
gonro domeopathlco ou Vadem-
cum do boneopatba, pagina 677, se
acbe indicado meio de usar d'esse preser-
vativo, com todo convm repiti-k) com al-
gons esclarecimentos mais.
Pdra urna familia dissolvein-se 20 gl-
bulos em orna garrafa com dolis tercos
d'agua pura, vascoleja-se bem, e d-se
cada pessoa urna colberada pela manh, ou-
ira ao meio da e outra a noite, durante
tres oa cinco das consecutivos. Deixam-se
passar ouiros tantos dias sem oada tomar,
Godos os qoaes, repete-se o remedio da
mesma maneira ; e assim se continuar
em qoanto durar a epidemia.
(As creancas ate a idade de 3 annos to-
marao o remedio as colberinbas).
Si a epidemia estiver muito forte, ou, si
g 16rn
nAi
Precisa-se de urna ama coiinhelra, forra oa cap;
Uva, para casa de pooca familia, pagando se bem
na roa da Croz do Recito n. 56, arreatem, das 9
horas as 3 da larde. _____________
Alof-se pir ffsta doss casas acabada de
novo e pistadas cada offli com 2 quarlos,.2 salas
e cosiohss do sito Matumbo oa esirada do Porto
da Madelra en Beberibe coto excellenle baoho
maito perto de casa ; a casa n. 8da roa do Seobor B >m Jaso* das Crioa-
las oa em Olila oa roa dos Arrumbados n. 23
jg O l>r. Guiinerme Naegell, qihiico, o aS
* consultas todos os das ds 8 boras as 10 25
da maobae das 3 as 5 da tarde na soa {1
residencia ra Nova n. 1S, especialidad* B
mnipstla- dns olhis. fS
mk
i ax Am. puta ortimento das melbam nuchioas, americanas pera dascarrocae,
algodSo de 10, 12, ft, 16, 18,20, 22, %S, 30, 35, 40 e 60, neste estabelecimento sr
encontra mais o seg linte:
Azeite de espermacete propria para machi-
nas de todas as qualidades.
Vapores de forca de 3 a 4 catallos.
Serras avulsas para machinas.
Manejes e todos os mais pertences para as
mesmas.
oacasahaverem bex.gueou.s, deve o reme- Carros de mao para aterro,
dio ser tomado todos os dias sem mterrap- Cylindropara padarias.
c3o, at que a cousa melbore; depois do Debulhadores para milito,
que volte-se a usa-lo do modo sitiado. Arado8 Zuaamu.
A garrafa dore ser nova e muito bem lava- Emim de m(]m amercan3g
nois com carrinbos propri
.rraftou Moiohos para re
vidro novo, podera servir urna garrafa de vi- |dem parg m,h
ohooade agurdente, com lauto que seja Machinas para cortar capim.
mu.io bem lavada com aguas quentes e Bombas para regar jaVdins.
n w a- i i Vaqoetas para cobertas de carros
Para ama ,o pessoa basta d.ssolver 6 glo- Jg def gortidas
bulos de vacara em 2 ongas d agua, e d ah Bombas de Jaov
tomar as colberadas como j ficam indi- Idem ameriCar,as
Jtmm pande a Abstenham-se '{StJSS:"
do cha e do caf fortes, do aboso das Mi- ^^ americanos para ^-^
das espirituosas, das comidas gordurosas jjnas de mac]era *"",
e mu>.to adatadas E.s aqui apenas o que se Balalos e cestas de verguinhas.
fa de vi- iHom MZ ;ii.. *^
exige.
PLUMERA CELIN03.
(CONTRA A MOROEDl'BA DE COBRAS)
Este medicamento gota de muito bous
crditos contra o veneno das cobras e de ou-
tros animaes venenosos.
O Dr. Sabino nao tero a inda observado
As visitas aos enfermos silo feitas das 2 pessoal de fado algum que o autorise a
horas em diante ; mas em caso de necessi- affirmar sua eficacia; mas sabendo que no
dade as visitas podero ser feitas a qual- Rio de Janeiro e em S. Paulo elle tido co-
quer hora.
Para que as visitas possam ser regulares
Compre que os d entes ou os sens enfer-
memos mandem dar parte do seu estado,
mo muito poderoso, mandou-o vir para ex-
perimentar.
Algumas pessoas do centro d'esta provin-
cia e da da Parabyba tem escripto ao Dr.
Guarda comidas.
Peneiras d'arame para padarias e refinaces.
Gorreotes para almanjarras.
Machados e l'aces americanos.
Caixas com vidros de todos os tamanhos.
Caonos de chumbo de todas as grossnras.
Folba de cobre idem idem.
dem de lati idem idem.
Folna de Flandres.
Ferro de todas as qualidades.
Arcos de ferro.
Latas com gaz.
Trens de porcelana para cosi ta.
dem estanhados para dita.
Bandeijas finas.
Balaceas americanas.
dem rovervies.
Taixas de cobre.
Estanbo em verguinhas.
Folbas de ferro de todas as grossuras.
Correntes de ferro sortidas.
Espingardas de todas as qualidade*.
Revolvis de iodos os modellos.
Ferramenta para ourives.
dem rara tanoeiros.
dem para ferreiros.
todos os dias al o meio dia as molestias Sabino, dizendo ser incontestavel o mrito
agudas; e de 5 em o dias as molestias da plumera no traiamento das mordeduras
ebronicas. das cobras.
As consultasescriptasso respondidas mais Emprega-se a plumera celinos interna e
ou menos promptameDte, segon lo as externamente, da maneira s guinte :
necessidades da molestia e a distancia em Uso interno Nos casos menos graves
que se acha odoente, pois que neste caso dissolve-se urna ou duas g tas de lintnra
fa-se preciso indicar de urna s vez tudo em duas oncas d'agua. e d-se ao mordido
o que convier ao resUbelecimento da sade. urna colberada de hora em hora.
As reiribuices serao pagas na mesraa con-1 Nos casos mais graves dissovem-se seis
formidade. 'goltas em quatro on^as d'agoa pura para
O Dr. Sabino roga a todas as pessoas, que dar-se urna colherada de meia em meia hora,
costumam consulta-lo por escripia, que or- de lo em 15' minutos, e at de o em 5 mi-
denem aos seos portadores a prompta entre- utos (secundo a forca do veneno inoculado
ga de, su.is cartas, visto que, entregando-as ou intensidade dos symptomas manifestados.)
como costumam, na accasio de se retirarem Logo que houver melhora, se espassarSo
do Recife, impossivel responde-las satisfac- gradualmente os intervallos de urna dse a
toriamente. outra.
Uso externo. Ao mesmo tempo que se
M.' S a -Ra do CabagaW. S A
Agostiuho Jos dos Santos G
Acaba de ebegar a este estabelecimento um esplendido sortimento de
jotas do ultimo gostr, perfeicSo artstica e modellos enleiramente novos; como
seguem: aderecos com rubim, esmeraldas e perolas finas, pulceiras, broches
para retrato, anneis, botoes de punho, brincos e cassoletas com letras, etc..
etc., etc. Salvas de prata ao Porto, faqueiros, paliteiros, cax de mesa c
fructeiras, cojos precos s5o incompetiveis, pois que os proprietarios desta casa,
recebendo seos artigo* directamente da Europa, podem servir vantajosamenta
aos seos freguezes. Compram-se brilbantes, pedras finas, ouro e prata, page
se bem, tambem se incumbem de fazer concertes.
MEDICAMENTOS PRESERVATIVOS.
d a beber o medicamento, applicam se ex-
ternamente na parte mordida tos de liobo
Em quaesquer epidemias o Dr. Sabino ou de algodo embebidos em urna dissolu-
faz distribuir gratis s pessoas pobres, no fo da mesma tintura constante de 10 gottas
seu estabelecimenio, os preservativos neces- de tintara em 20 colheres grandes d'agua.
sanos, dando-lhes as competentes insiruc-
5es.
Presentemente reina a epidemia de bexi
gas ; muilosj se tem aproveitado com fe-
lizes resultados do seu offerecimento, feiic
no Diario de Pernambuco ; mas necessa-
rio que todos experimenten) esse meio to \
fcil e to commodo de se preservaren) e s
suas familias d'essa terrivel molestia.
O preservativo empregado a vaccina i cambido de resolver quaesquer
elevada 5* dynamisacSo. As pessoas, que relativos ao estabeecimento o respetivo ge-
fazem uso d'ella, ou nao sao accommettidas de i rente.
bexigas, ou, si o s5o, raramente as tem del Jos Aires Tenorio,
m qualidade. i Professor em homeopathia.
EA PENNSULA
Fabrica de destilaco e bonificado
DE
MARQUES i FERREIRA
RA DO AMORIM -FORTE DO MATOS
PERNAMBUCO
Ela fabrica acbaudo-se montada com lodosos necesarios pertences a ama destllaco e com
materias primas, qae entraa na conf-orio de todos os seus productos de superior qaalidade : promp-
liQca-se a receber toda e qaalqaer eacommenda e a vender os seas productos por precos nimiamentH
redondos, os qoaes obtiveram premios oaseiposie5deP-rnambaco, Ra de Jjneiro e Pars em 1867.
Temos sempre em quantidades geoebra, dita de laraoj, aoiz, aguardent- do reioo, cognac, ab
cinlho, bilter, wermnih, kirebe, xaropes para refrescos, pnmaira e segoada qualidade, llere finos e
entre finos. Unta pira escrever, perfumarlas, vinagre, marrasquino, coracSo, espirito de 40*, 38 e 36*,
dito de alfatema, limonada gazoza, agaas : flr de laranja, ros* e orlla pimenta ; orebata de pevide
de melancia e moitos ontros genero, os qoaes se veodem a v,nlade do comprador, em barris, cana
idas, em garrafas com vistosas tarjas. Promptificase a condicionar e euviar qualquer remessa qae
in- 5 dos seja pedida para toda o qaalqaer parte, devendo ser os pedidos acompaobados de orden) sobre
e-ia praej.
Esses fios se conservaro sempre molhados
sob'e o lugar da mordedura.
O Dr. Sabino recebera com reconhecimen-
to as communicnces que se dinarem de fa-
zer-lhe as pessoas que experimentaren) o
emprego da plumera celinos.
Nota.
Trocara se
as notas do banco do Brasil e das calas Bliaes-
dom descont muito rasoavel, na praca da Inda,
oendencia n. SI.__________^^_^
O Dr A. Daarte medico mudon se para a ma
do Seve, onde continua no exerciclo de ana profls-
air.______________
Na roa estrena do Rosario d. 10, hotel, pre-
clsa-se de om moleque e de nm caneiro.
A partir du CacbaoKa' i' iravessa do Padre,
no dia 17, perdeu se ama trooxiotta era dons len-
cos, sendo om de chita dentro d'um branco, con-
tendo deotro d'uma meia de senhora oitoceoios e
cioroenta e Untos mil ris, seadn tres sdalas de
300*VXX), nma de lOOJi, duas de SOS, tres moedas
de ouro, orna de 9 com argnia para pescoco,
meia libra e ama moeda de 3a), seodo as mais se-
dlas de 20 a 14; leudo, alAui disto, dentro da
mesma meia am aiaeie de peilo, e am par de ro-
stas de ouro com coral ; om par de rosetas a ba-
lso esmaltada prelo na bolla ; om par de brin-
cos imitando nos ps eoraedes e teodo cada nm doas
pedras de rubim, doas annelldes, obra da Ierra,
tres traoaeiins, seodo um cbalo com paseador,
outro roligo, e ootro, cuj se ligam formando cadeU ; mais dous pares de
rosetas, seodo urna de cornalina e outra de ouro
lisa ; om dedal de ouro com as secaloles ioiciaes :
D C V. V.,; presume se que dita troaxa fleasse
no carro qu* condono a dna destes objeetos : pe-
de-se a qaem achar ou f6r por ventora i fferecido
algum destes oljecios para vender, apprebeada-os,
etc.; se qix-m us achar qni'er restitai-los, sb gra-
tifirara' na roa Augusta n 88.
A Inga-se
O primeiro andar do sobrado da roa Diretta o.
83, oovameote calado e pintado : a Iralr na pa-
darla da viava Machado & Filbo.
Qiixeiro
Precisa se de om caixeiro do 12 a 16 annos
com pratica de taberna dandi* fiador a sua con-
duca : a tratar no pateo do Terco o. 11, taberna.
CASA DA FORTUNA
Aos 6,0000
BILHE1ES GARANTIDOS.
A' ra do Crespo n. 23 e casas do costme.
O abaixo assignado veodeu dos seos muito feli-
zes biihetes garantidos da lotera qoe se acabou de
extrabir a beneficio das familias dos voluntarios
da patria os seguintes premios :
N. 38l9 am mio com a sorte de 5:000.
N. 36S om meio com a sorte d- 9i.K }.
N. 1768 bilbete iateiro com a sorie de 400.
E ootras muilas surtes de I00, 40 e 2t>.
Os possoidores podem vir receber teus respecti-
vos premios sem os descootos "as leis na casa da
Porloo; rna do Crespo n. 23~
Acbam-se a venda os da 4* parte da lotera a
favor do recolbimeotode lgu;i-ass (44*) qae se
extrahira' qoirla-feira 13 do corredte.
freco.
Bilhete.....6JO00
Meio. ..... :000
Qulolo. .... 14200
Em porco de 1005 para cima.
Rilhole.....5*500
Halo......25750
Quioto.....!100
Manoel Marnos Fiuza.
:isi-se ama ama, fivre oo escrava qae saiba
cozohar e engommar : no 2* andar da casa n. 86
a roa da Iroperatriz. _
Proclsa-sc de ama mullier que saiba c*si-
Bbar para casa de pooca familia i oa roa do Hos-
picio o. 4i.
Do-8e 20*000 meosaes pelo alugoel de orna
escrava, qoe conobe e Bsabe para irea pessoas :
oa roa do Rangel n. 9.
Chocolate vermicida
DE
Antonio Kanes de Castro,
Desde 1857 qoe sSo as tabellas vomicidas
applicadas em Horiugal, como o remedio
promplo e efficaz para a expulsSo das lom-
biigas, que lo graves padecimeotos causara,
e que quasi tempre se soppoe ellas a ori-
gen.
Este virmjfugo preferivel a qualquer
ootro pelo sen agradavel paladar e fcil ap-
plicacao s enancas, as qoaes geralmento
sao mais atacadas de semelbaote mal.
Deposito especial
34.Rna laga do Rosa ralo31.
Botica de Bartbolomeo & C
AMA
Attencao
Precisa-se alagar am moleque : qaem tiver
rija-se a roa Augusta n. 54.
di
Na roa da Cadeia do Recife n. 10 precisase de
urna ama para amamentar e tratar de ama rescem-
naseida.
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Eua larw do Rosario n. 37
Gontinoa-se a alogar-ie espacosas salas e qoartos mobiliados, recebem-se pencionis-
ue para servirem-se comedorias com asseio, e leva-se tambem ao domicilio.
H para vender consecotivameote de noite, eicellenle e variado sorrete, e a toda
ora verdaeiro e fino chocolate espaohol.
COMPANHIA
INDEMNISADOB A
Sao convidados os -rs. acciouisias a reaurem-se
em assembla geial extraordinaria no escriptorio
da mesma companhia ao meio da de 8 do corre-
te a mde tratar-se da definitiva agpnvacao do
regulamentj ioterao e das coodicedes geraes dos
segaros terrestres. Recifc 5 de novembro de 1867.
Os directores,
Francisco Joio de Barro.
Henrique Beraardes de Ohveirj.
^^^^^ Joo da Silva Recadas.
Alteoco
N. 2 largo da matriz de Santo Antonio n. 2.
RETRATOS A OLEO
Temos a honra de partecipar ao respeitavel publico a volta do Sr. Alberto Hens-
cbel que fi Europa com o doplo flm de se por ao correte dos mais recentes pro-
gressos da arte pboto jraphica e adqoerir para o nosso estabelecimento mais nm ar-
tista de talento.
O Sr. Alberto foi summamente feliz e conseguio encajar um destincto Diotor de
retratos, p B K
, SR. [ARLOS I HM STO PAPF
reembro honorario da academia real de pintura da cidade de Dresda, e do qual a reputa-
cao bem fondada nos aumrisa a erperar producoes notaveis no seu genero de trabalho.
Um progresso immenso ltimamente execniado na photograohia, um dos mais
importantes consiste n'artfl de obter retratos em tamaoho natural, fixando direclamen
te na grandeza qoe se desaja, sobre a tela do pintor, o retrato pbotographado, por meio
de um instrumeato espacial chamado: cmara solar de augmentado.
P. r esta forma o talento e o saber de um artkta habii maravilbosamente se-
cundado pela preciso absoluta e infallivel dos contornos e das sombras que ihe poe a ..
photographia sobre a tola, e tuda se rene assim para se alcancar o maior grao possivel sem barba, grosso do corno, os ps chatos,
de semelbanca incontestafel. ao que d anda maior realce o sello artstico, que imprime
ao retrato um bello colorido.
Pelo mesmo prcesso nos podemos reproduzir e pintar oleo, urna vez qae se
nos d nma pbotograpbia, seja de que tamanho for qnalqner retrato de pessoa morta ou
aumente e no tamanho qoe se desrjar.
As pessoas que quizerem julgar por si mesmas des te novo genero de traa bo,
s5o convidadas a nos f zer a bonra de visitar a nossa galera, aonde eslu expostosuma
serie destes retratos cemo amostras.
AMBROTYPOS
No dia 5 de junho do anno passado, fri-
gio do engenho Santa Cruz um oseravo de
nomeLonrenco,perlencenteao abaixo assig-
nado. Consta que elle act>a-se occulio na ca-
pital da provincia da Parabyba, onde tem
irmaos e mai. O abaixo assignado descon-
fa mesmo que oesse logar ha alguem, qne
o protege, oceulta, por tur elle apresentado
a urna pessoa afim de ser comprado. Os
signaos do escravo sao os segrales:
Tem a cor fula, parece ter 27 annos de
idade pouco mais ou menos, ahura regular,
Precisa-se de orna ama para ledo servico de orna
casa de familia, na ra de Hortas n.143. 1 andar.
Pede-se ao Sr. J. de S. R. morador no eng'e-
nno L., qae mande soltar no cercado do eogeobo
Gano* o cavaiiu alasao pertencente a mass de
Joao BaptiMa Goncalves Basto, qae foi por Vmc
condolido em a non* do da 13 de .outobro prxi-
mo passado, serlo qoe se o nao flzer era* deseo-
berta a sua pessoa e o sea nome Ira' ter a polica
maito honradamente.

Roga su a-quera quer qae condono do eoge
nho Cuspa dous pranchoes de sicapira, que os
mande jior no raesmo logar duode os achoo, se
nao quizar ver sea nome oeste Diarlo.
TUT5
Vende-se fiado e a vontade
do comprador.
O estabeleeimeoto da roa Nuva o. 6o, onde exis
le ara bilbar moderno e se fabrica e veode sorve-
te, assim como todos os movis, loncas e ntenc-
lios existentes de am inventario : traia-se no lar-
go do Paraizo a. 34.
Precisa-se de orna ama para cozohar e com-
prar: oa roa do Livramanto o. 3, loja.
Jos Procopio de Souza Meudonca e Jos An-
tonio de Ulivira, tendo dlssolvido a sociedada que
tiobam no hotel Pernaaibucano, mo na ra da
Bruzes n. 39, sob a firma de Meodooca & C, de-
clarara qoe rtesi data era diaute fica a caruo do
socio Jos Antonio de Oliveira o activo e passivo
da mesma casa, como sea aolco proprielario. E
para consiar, Bzemos a uresenle deciaracao ero
qae assignamos. Recibe 6 de oovembro oe 1867.
Joe Procopiode Mendorca.
______________Jo> Aooooo deOlivelra.
0 Dr. J. Baptibta IVanova
pode ser procarado a qualquer hora em s-u con-
sultorio hom-opathico, largo fla matriz de Sanio
Aotomo n. 3.
IVo mesmo consnllo'lo tem sempre grande sor
timento de medicamentos de homeopathia de We-
bere Catellao, tanto em globalos como em tintara,
assim como tem om sortimento de ferros de ci-
rorgia em carteiras e avalaos do afamado Char-
rier de Pars.______
Triada.
Prcefta-M di ama crida para engomnnare co-
sinhar : oa ra das Cruzes sobrado n. 31.
Precisase de am criado eslr.ingeiroque sej*
bou) copeiro e faca o servico de orna casa de poo-
ca familia : oa roa Nova o. 59, segoudo andar.
6U4 HO \)M\)\
mime? o 28
Alaga-sa n sepuodo andar do sobrado da ra do
Amorm o. 28 : a tratar oa roa da CaJea o. 4 .
O Peitoral de Oreja,
DO DR. AYER,
PABA A CL'A i:\DICAI. E CER-
TA de io da gurgaubi, loasea, con8tip56e^,
Broncliite, nsm.n, dgfluxos, roqu-
do, Coqucluclic, nngia.i, Dipthori.
Este xarope peitoral o rebul-
tado de loncos unnod de cstudo
por um dos prliuclroi mdicos i.i
America do Norte, e de experi-
chcar niinucio?.i, nos nrinoip. -
hospitaes do mundo; roeciUdo k-Ios mdicos mais distincto*
deste seeulo na sua clnica particular, portanto digno do ton
conSanfa, 1, por itr ejlca-, alcancando com urna certeza inf..l-
irel o assento da molestia e arrancando lc as raizes, ossirn
dando aos oreaos aflectados urna aceao natural e s:-'", per
ser innocente e appitcacal a qualquer pessoa de qualquer idade
ou sexo, ao homem robusto ou crianca da mais tenra idade,
cada frasco sendo accoropanhado de dirrec$es minuciosas:
3, e ultimo, por nao ser um remedio secreto, pois qualquer med-
ico on pharmaecutico podo obter a formula da sua composico,
dirigindo-sc persoalmcntc on por carta ao agente geral, H. H.
Laxe, a ra Dlrclta So. 15. Rio de Janeiro.
Multo? casos que tinlio zombado de todos os recargos
da -ciencia tem sido curados radicalmente coui o uso do
Peitoral de Cereja.
As pessoas atacadas de toase, defluxos, Dir da garganta,
Bronchite, asma, etc., e ontros srmptouias da tsica prima-
ria geralmcnte fazein pouco caso do sou padocimento at
fue seja tarde paro eura-lo. Nao descuidis d' urna tos'r
perqu agora parece de ponen importancia ; urna tese
descuidada chega a ser chronica c induz a formacao de
Tubrculos nos pnlmes.
Nenhnma casa de familia de ve estar sem um irasco
dste xarope mo; pois nos ataqaes repentinos de
Anna, de Croup, c nos paroxismos do Coqueluche; ou
tosse compriia a que esto sujeitas as enancas, nao ha
tempo do chamar um medico, nem de fazer remedios, e
este xarope alivia immediatamente c pc o filho querido
sfto e salvo, fra de perigo.
As molestias que < -(..o ao alcance das virtudes curativas
do rEITOBAIi VE CEBEJA. o
Defiuxoa, Toases, Asma, Eaquineaoia, Broncfcite,
CoqueiucLe, Toase ferina ou convulsiva.
Boqnldo, Todas as molestias do peito
e garganta. Conaumpco dos Pul-
roes ou Tsica pulmonar.
Aclia-K em todas as Boticas c Drogaras do Imperio.
Filulas Catharticas do Dr. Ayer
CURAO
Prltic de vtutre, Xndigta, ConsHpaeao, Rh*u-
mattsnio, Hemmnhoidas, Dir 4 omheem, A Xtrmt-
aDlJa um pOUCO apreSSadO 6 falla COm des- 9**> "^ efmmf, JBnxfueem, mml do ngmdo,
caogo. Previne-se anda que este escraro ~ multo bom dislilador e muito bar.ilduso. *** ****** **
Qaem o agarrar pode mandar entregar ao Toda* as nieaaf v reven ao neo cxeessivo de
abaixo assignado co engenho Santa Croz, <*"
Rttratos em caixinhas
Para satUfazer ;i numerotos pedidos de moitos dos nossos freguezes, estamos pre-
parados para fazer reimos neste genero, para os qoaes tambem temos agora nm grande
?e ariado numero de ricas e bonitas caixiobaf.
termo de P4o o'Alho, oa na Parabyba ao
Sr. Julio da Costa Simes, que recebera' 150,5,
de graiilicacao.
- Jos de Mello Azedo.
Ama de Itite
Precisase de boa ama de lelte sem Albo : na
roa do Qadmado n. 49.
Aloca-se o segundo andar da casa n. 19 na
roa dai Triocheira*, coa commodo? para familias:
traia-se na lej* da mema cau oa na roa N. va de I
Sania Rila n. <
0 m*or purgante t< hof conhecido.
Estn piluias aiucaradas sSo puramente vegitacs.
pttbo e prntmcio tn mevuo.
A va*a eaa todaa a* BotiM e Drogaras do Imperio.
AOEjrXK OEK1X,
aT. U. ZJlMM, Boa. Diraito No. 15.
Bio de Jaaairo.
Deposito geral ra do Vigario n. 9
escriptorio de.Theo: Juat.
V
:^-


lnN!#iP1Miii> << lelv* m Xvembr d IS67.


iTil^lc Alujarse
A casa da roa daa Ag as-ver4s ri. So": a tra.ar
oa roa Bella n. 43. ^J
SI
mclher para "i
lio '.r serrlep :
O u-ai
'.trarjvvri, p.ra jtj.
Corno Sauto. 3* au lar*, du soorado eta
banco ipgly;.__________ t
- Na praca da Independiad t. 33, loja
ERERIRA VILLEI.A
niTRiTisrA
Da casa Imperial do Brasil
Ra do Catinga, 18, estrada pelo
Retratos por todos os sysiemaa photograpbicos.
Retratos eco vidro^^"*"******
Retratos em paoel. [f| II(J in
M tO R-iraios em porcelana. |J ||fff#f
Retratos em talco.
Estes retratos slo especiaes para se collocarem em alfioetes de peito, cassoletas
*"Sr
botes e aneis.


Retratos em cartoes d* visita.
Retratos em carte-albam.
Retratos timbres-poste.
Ret-atos comee*.
Existe sempre um variadsimo sortimenio de caixiohas, passe-par-touts, qoa-
dros pretos, moldaras douradas, alfinites e cassoletas de ouro fine para a colticacao de



OH '



O
retratos. Vendem-se tambem albnns, stereoscopos, vistas
rersos edificios e pontos desta cidade, apparelbos para
mesma arte.
para os mesmos, vistas de di-

photograpbia,
e chimicas para a



POR CAOS DE DOUS MOTIVOS
SATISFAGO INDISPJEXSAVEIi
A o respeitavel publico.
O Veado Braoco declara mui francamente e sem rodeio algum que tem de-
morado a publicacSo do seu terceiro anauncio por duas poderosas e importantes razoes.
Ia o trabalho insano que tem ti do de esto lar o me i o de virar o S da Fragata
Amasonas da rea do Queimado
2o. O desejo de estampar oeste Diario o sea interessante retrato e offerece-lo
a todos os seas benignos freguezes e amigos sinceros.
Sendo impossivel ao Veado a consecnclo do sea primeiro desejo, elle pelo pre-
sente incumbe dessa tarefa ao habel Sr. Dornellas, pintor, orrendo. porm, por conta
dos dignos pilotos da referida Fragata, a importancia dessa pequea despeza.
Agora quanto ao segundo, saibam todos que problema cuja incgnita j foi
acbada, gracas a pericia do distincto Sr. padre Azevedo. Assim pois brevemente dar o
Veado nanitas copias de si esperem os amigos.
Agora duas palavras.
Ao Cordeiro Previdente
A vos qae viestes augmentar o numero dos animaes domsticos que negociam;
Mes comvrlaaents
Si a cousa for em progresso brevemente ser esta cidade urna perfeita arca de
No.
Anda bem que o Veado n5o est s....
Attenc&o! Attencjlo! Attentffo!!
As ordens do respeitavel poblico se acba o amavel Veado Braneo com o seu
importante sortimento de todo que diz respeito a molbados.
Os precos. que por de mais sao razoaveis, devem convidar a quem ora vez nego-
ciar com elle a ficar satisfeito e a voltar sempre que for nescessario.
Para as pessoas qoe s3o eslabelecidas com casa de negocio fora da cidade b um
magnifico e escomido sortimento proprio de fazer conta aos mesmos senhores.
Assim, pois. o Veado rauco conta quo cada dia ser augmentada o numero
de sena bons fregnezes, tanto do centro como da cidade.
Venbam convencer-se da bondade de nossos gneros e de sua barateza quem ainda
nao qniz honrar o nosso bello estabelecimento.
RA 1IIREITA
N. 16 ESQUINA QUE VOLTA PARA O PATEO DE S. PEDRO N 16.
TEM \A PORTA A FIGURAR
DO
da easi
largo O
que e.-ta o
de
oarives, comprase ouro, prata e pedras preciosas,
e tambem se faz qaalqaer obra de encomuienda e
lodo e qualqner concert. ^^^^
AU>E\CI4.
C'jMioa a estar auseot d rasa da Dr Antonio
Perreira Martina Ribefro, a' ra do Aragao n. 31,.
desde 25 do mea deoaiubro propino Qudo, o sen
escravo Eaiebio, cabra, com 21 aonos de Idade
penco mais oa menos, de estaiur tana, e chelo
do corpo; roga se a todas as autoridades policiae
com especialidade as desta cidade, as de Pao n'A-
Ibo e .s de Sanio Aoto, a prisao oesse escravo,
por onde se soppde andar; seodo generosamente
gratificado o capuo dn campo oa pessoa qae o
prender e levar ao refer Jo dootor, a' soa casa na
sobredlla roa oa oo sea <>scriptorio, raa do Impe-
rador n. 54, 1* annar.
A ha se fgido detde o da 3 do correte o
escravo Jjs, pardo, idade de 19 auno*, com ts
signae seguales : altara regalar, grjsio do cor-
po, rosto redondo, qaando auda mete os ps para
deotro. denles limados, ievou vestida calca da brim
pardo, camisa de madapolo, chapj oovo do Chin,
julga-se ter fgido no patacho amerleaoc sabido
oo da 4 ; quera o pegar leve-o a* roa da Guia o.
9, venda, qae .'era' recompensado. U-cife 6 de no-
vembro re 1867. ^______________
Precia-se de urna pessoa livre oa escrava,
para sahir diariamente oom fazendas; a' tratar na
roa de Santa T_reta n. 5. ^^^^^^^^^
Cartas.
Na compaobia Peroambucaua, forte do Mallos
n. t existem cartas para os senhores :
Joaqun Marcolioo da Silva.
Candido Tnomai Pereira Duira.
Joao Ferreira da Costa Soares.
Albino Amoriu>& C.
Antonio Buarqae de Gusmo.
Sllverio Ivo Barbosa.
Ama para cozinha.
Precisa-se de urna escrava que eotenda bem de
coainba ; a tratar na ra do imperador, armazem
numero 81.
O O bacbarel Jos Benio da Cucha Figoredo todos OS tamanbOS 6 para O forro
Fabrica e fuwHgo de bronze
e outros mttaes, caldeireiro,
taioeiro, e funileiro, silbada
na Soleade, 1 ua do Prin-
cipe n 3, e com deposito na
?ua Nova n SSrda cidade
do ecife
DE
BRAGA ASAMPfilO
Fabricam-se ne>te importante estabeleci-
mento todas as obras concernentes as artes
respectivas como sejam:
Alambiques de todos os tamanhos em
feitios, os mui acreditados aparelbos de
Derosne com as dimencOes delicadas dos
fabricados em Franca.
Fabricam-se avulsas quaesquer petas des-
aparea s, como sejam o dilataJor, ratifjca-
dor e condensador, ou esquenla garapas,
resfriador, serpentinas interiores.
Fabricam-se bombas de todas as dimen- \
ces e qualidades, pelo systema francez ou
americano, simples, de pressao, repu_o, e
com e.-peciaiidade a estanca rios! assim -ap
nominadas pelo enorme volume de agua
que absorvem calculada em 100 pipas por
bora, e das quaes algumas esto iiromptas a
serem experimentadas.
Existem bombas por este systema, me-
nores, para regar sitios, garantindo-se n3o
s sua duracao como a grande quantidade
de agua que fornecem pelo que s3o cons de-
radas boje as primeiras bombas conbecidas.
Todas as mais obras se fabricam vonta-
de dos fregnezes e a sen capricho.
Eifetem sempre promptos no deposito in-
dicado na ra Nova n. 38, um completo sor-
timento de obras solidas, bem construidas e
a precos rasoaveis, como sao alambiques,
serpentinas, taxoa, passadeiras, repartidei-
ras, escumadeiras, cocos, candeias, e muitos
outros utenc'lios prepnos para engenhos,
como sejam mancaos de bronze, parafuzos
para rodas de agua e outres.
Cavilbas, machos para lemes, pregos de
de cobre
Jnior contina a advogar oa ra do Imperador d.
37, casa de soa residencia, onde pode ser proco-
rado a qoalqoer hora.______________________
Innoceocio Felicun .Nazareth, sabdilo brasl-
leiro, val a' Europa.
COMPRAS
rata
BRINCO
NIMGUEM SE ENGAE COM O BALIZA
Compra-se nacional oa estrangeira com maior
premio de que em oaira quvlqoer parle : oa pra-
(3 da Independencia o. ti.
Compram se
com premio meedas de oaro e de prata'nacleoaes
e estrangeiras: na roa da Cadeia do Recite n. 16
armazem de Adriano, Castro & C.
ME4S
de ouro e pr la
Compram-se moeJas de oaro oaciooaes e estran-
geiras, bem como paiarSes dos diversos conbos :
em casa de Adarason, Howie & C, roa do Trapi-
ebe-novo n. 40.
Moedas de prata
.' nacienaes, assim como pataedes portogoezes e
bespanhes, compram-se com premio : na ra do
Crespo p. 16. prime andar.
Comprase urna oo doas casa larreas : a
tratar na roa Bella n. 14 primeiro andar.
JOIAS
PP^
H.2 B
COR 1 CAO
N. 2 D.
DE OURO.
Maior vantagem
O cora^.So de ouro ra do Cabng n. D, offere-
ce-se em compra das moedas de oaro e prata.
Compra m-sc escravos
Silvino Gailherma de Garro?, compra, vende e
jora effectivamente esrnvos de ambos os sexos
de todas as idadet : a' roa do Imperador o. 79,
erceiro andar.
Moedas de ouro.
Nacionaes e esiraogairas assim como libras
esterlinas: campram-se na raa do Crespo o. 16,
primeiro andar.
Compra-se ouro e praia
qualidades, babs, bacas, bules e outros
utenciiios domsticos.
Lampies para gaz para engenbos, folha
de (landres emcaixas, folhas de cobre e la-
to, tubos de chumbo para encanamentos de
todas as dimengoes, foibas de zinco, estanto
em barras e verguinba, lances e barras de
chumbo, vidros tinos para espelbos, de co-
res, bordados, e opacos, e outros para vi-
dracas, diamantes para corlar vidros, cadi-
nhos ordinarios e de patente, rea para mol-
dar, folies para ferreiro. lavatorios com ba-
cas e jarros, trra podre e outros nmeros
o jeclos proprio de taes esta be lee memos.
Sendo todas as obras inspeccionadas e,
citas sob a direcgo do socio administiador,'
Jos Baplisla Braga o qual se acha de novo!
especialmente incumbido da gerencia de tao
importante estabelecimente, isso urna ga-.
ranlia pela sua loriga pratica, qae tem os se-
nhores freguezes de que serio servid >s a
contento, com promptiaoe prego commo
em
,22.
obras velbas
na praca da Indepenec;:a
Compra se urna liteira em bom estado : a
tratar na roa do Araiao o. 3B.
A loja n. 2 D intitnlada Coracao lo ao respeitavel publicoeom especialidade as pessoas que bonram a moda os objsctos do ukimo gos
id i a Frs) por menos 20 por ;nio do qoe em oatra qclqaer parte, garantindo-se a qualidade e a so
da ebras.
respeitavel publico avallando o desejo qoe deve i-r o propietario de am novo estabeleeimen-
10 qoe 41er progresso em sea -negocie deva chegar immediaumeote ao coraco de oaro a comprar
aneis am perfeitos brilhan(ec,smeraldai rabias e perela; erdadeirae em agarras, modernas peh
diminuto.preco de 1JJJ, brincos modernos de ouro e coral para menina pelo preco do 3, maracas de
prata oem cabos de-marBm e asadreperola ebra de moderno gesto (o qoe o eaooolraro no coracSo de
oaro) volas de oaro com a comitente crantia ricamente afeitada pelo peqaeno preco de 12$, brm-
os dea trabalho perfeito por em mdico preco, cassoleies, tra-nealk-s, poloeiras alflnetes para re
tratos e ootros modeos todo de alto go8to,aaeis proprioe para batar cabeilo e Orma, dito para casa-
mento, 00 ertisro roseca tem o Gorago de Oaro am completo e bem variado sortimento de diversos
gostos, botSes para pcnbos com diamante, rons e esmeraldas, ebra esta importante ja' pelo sea va-
lor ja' por gesto ds decenbo, brincas a forma a delicada osmna de moca com pingente comeado es-
meraldas rubins, briltantes, peroias, o goUo4 sublime, tete para gravata no mesmo gosto, Telo-
nios para eecbora eravedos de pedras preciosas, ditos para hornera, diversas obras de brilbantes de
acuito goso, erosionaste rubios, esmeraldas, -perolas e brfihantes, aneis com letras, cacoletas de
rrystal e oorc deseo berta para retrato (a ingieit) brincos de franja, ditos a qcr joia, para eecoliocar retratos e-obras de cal-ello, e oatrea muito ebjectos qae os preteodeotes n-
cottraro ao se de aqal meneiooar prados de certas objectos pcrqae (descupem a maneira de fallar) dizendo-se
preeo lalvex algoam faca ino juixo da obra, por ser to duntaota qnantia a vista do sea valor.
Na mesaa&ioia compra-s, troea-se ouro, prata e pedraa preciosas,e tambem recebe-se confer-
ios, por menos do^ne em cutra quaiacer parte, e-io-se obras a amostra com penbor, coaservando-s*
Cortjao de Oaro aberto at as 8 oras da noile.
Qoalqoer pessoa que se dirigir aa Coraco e Ouro nao se poder-a' engaar com a casa, pois
nota sena soa freate am coracao pendorado piatadode amarello, alem de outro aae se nota em um
rotlo futo se adverse em con&equeocia de terem ja' igamas pessoas ogaaado com oatra casa.
Ouro
e prata
Moedas de ouro e prata nariooaes, estrangeiras
de todos os valores, se compram a a loja de oun
ves junto ao arco de N. S. da Cooceicao, roa da
'Cadeia do fiecife, assim como onro e praia em
obras velbas, brilbantes e diamantes e se paga
bem.
COMPRA-S
urna casa terrea pequea na freguezia da Boa-
vifita: a tratar nesta typographia.
Compram se diarios os jornaes : na roa Di-
reia n. 1S, fabnra decitarros, a 140 r. a libra,
em arroba a 4300.
VENDAS
Ana -oziabeira.
t-reeisa-se do urna couoheira para casa de fami-
.:. preforiado-se escrava, paga-ae bem: oa raa
do res, sobrado a. 35.
Preclsa-se de ama ama
comprar, etc., pira doas peaeoas
n. 88.
para coziobar e
; oa roa Augusta
Precisa-se de um bomem para tratoalitar
am sillo com escravos, prefere-te estraageiro
raa da Cadeia do Recita o. 2o, armazem.
em
na
Ama
MUMC4
Leciona-ge a solfejo e a tocar varios
instrumentos daado se as llcdes particu-
lares em soas propria* easas, das S ho-
ras da tarde at as 9 horas da noiie : a
tratar na roa Augusta o. 30 oa nesta ty-
pographia.
fe>
DE
ESCOLA.
Mara Barlholeza da Cooceicao participa aoi Srs.
pae4 de familia qae madou sua escola da roa da
lmperatriz o. 84 para a roa da Cooeordia o. 2,
onde espera a oroteceo dos mesmos senbort j, pro
metundo fazer lodo o e/orco para o desejado aper
feicoameoto da* meninas Tambem da' algumas
Mes le frasees dar k as 6 horas da Urde. Admit-
te-se pensionistas e melas pewiooisiai, AO*Bca se
a boa ledra.
Ricife 2 de nov^obro de 1S67.
Preersa-e alug^r usa ama escrava oa livre, que
cozinbe ogomme, para casa de peoaena fami-
lia : n raa da Concordia a. 34. sobrado do arma-
zem do ot-_____________________________
tST D. Seahorinha (ermaoa do Espirito Santo
avisa i pes&aas qae qaerem e^mprar terreno do
lagar Arraial, aae ella ja correo as linhas diviso-
' ras, e qoe o sea sitio esia' 00 lodo desembaraca-
do e vende o palmo a 1*500 rs. : as pessoas qae
desejarem poisuir com pouco dlobeiro bons sinos
e com ptimo baobo, aproveitem a oceasio, visu
que o seo sitio, qae val ser retalhado, t >& > plan-
lado com novos e ptimos arvoredos frocitferos,
baveodo taaobem nelle ierra de barro, propria para
rasantes e baia de capim.
A mesma convida aa pessoas qoe Ihe compraram
terrenos do lagar Agoa-fria. qae venbam receber
os seo molos de eompra. .JW________________
Irnandade don Santos lartyres Chris-
pim t CbriniiiUnBt.
Convido os nosos irmaos para comparecerem 00
domingo-10 do coi rente, as 9 Poras do dia do con-
sistorio da mesma irmandade, para em mesa gerai
fazermos a eleicao da mesa administrativa do an-
uo de 1867 a 1868.
Consistorio 7 de oovembro de 1867.
Padre Rapbael Antonio Coelho
Secretario.
VENDE-SE
Assegaintes obras;
Faltla ou a igraja das catacumbas,
pelo cardeal Wisemao. 2 volumes por 3i50UO;
Ueceita parm curar .aixes, por Matbeus
de MatralhSeg. i volume. ilOO ; A Vir-
gem Guaraciaba, por Pinheiro Cbagas, 1
voteme, por l50o; Le Pech de Hade-
leine, por 1^500 ; rm do Crespo n. 4 fa.
brica de chapos de sd.
Thesouro do christSo
Acaba.de sahir i luz a segunda edico des-
ta obra, eantendo exer jicios para missa, con-
ficao e comwunho el;... etc..
Um volume de 47u paginas ntidamente
eueardenado rs. 50).
Eocadernafio doorada rs. 3^000.
RA OOCRGSPON. 9.
Urraria Francez a.
Veadese o predio da roa da SoledTde d. 46,
livre e desembaracade, eoi cbaos proprios : a tra-
tar no mesmo.
de navios.
Aprompta-se ludo qnanto diz respeito as
obras de lati torneadas e polidas com toda
a perfeicjSo.
Vlvulas para tanques de banho, lorneiras
de todos os tamanhos e qualidades, assim
como todos os ornamentos para militares,
botes para farda, aparelbos para barretina,
nmeros, espheras, espadas, cometas, alam-
padas turibules, caldeirinhas, navetas, almo-
farizes, perfumadores.
LOJA DO GALLO VIGI-
LANTE RA DO CRES-
PO N. 7.
Os proprietarios deste muito bem conhe-
do estabelecimento tem a saliafacio de levar
ao conhecimento do rei'peitavel poblico que
a. abam de receber pelo ultimo vapor da Eu-
ropa um grande e variado sortimento de ob-
jectos de ioteira novioade, dos quaes se lt-
mitam a mencionar apenas um peque o nu-
mero focando o respe tavel publico na serte-
za de que neste estabelecimento sempre en-
coniraro um c mpleto surlimento de arti-
gos de gosto e ioteira novidades como sejam.
Cintos
Os muitos desojados cintos com ponas,
bordados a vedrilho, fazenda de muito gosto
e completa novidade, respeito a estes cintos
nao fazem observacoes e sim deixamos a
apreciaejiod s esclarecidas freguezas isio s
no Gallo Vigilante na ra do Crespo n. 7.
Loques
Muito lindos leques d'osso, madeira, san- a duzia.
M> armazem de fazendas de
SanttsCoelho,ra do Quei-
mado n 19:
llom e barato
Lansiohas Poil de Chvre a i& o covado.
-Madapolo enfestado a 84 a peca.
Gambraia de cores matisadas fioissimas a
800 a vara.
dem brancas transparentes finas de 4^,
55000,65,75, 85 e 9aoo a pe?a com a
jardas.
dem branca tapada de 85 e 95 a peca
com 12 jardas.
dem branca franceza muito larga a 95 a
peca com 8 varas.
Balte de 35 e 40 arcos nesgados para
sen horas, a 45500.
dem de mursulina nesgados a 55.
dem de crochet a 55.
dem de mursolina para meninas a 35 e
355.
Saias bordadas a 55.
Cambraias admascadas para cortinado a
125 a peca com 2o varas.
dem para forro a 35 a peca com 10 jar-
das.
Cambraia de linbo muito fina de 65 e 95 a
vara.
Madapoles finos de 65, 75, 85, 95,105,
115 e 125 a peca.
Platilha de algodlo superior fazenda para
saias a 35200 a peca com lo varas.
Cobertas de chitas de ramagem a 25oo.
Leoces de bambnrgo fino a 25400.
dem de bramante muito fino a 35200.
Pannos adamascados para cobrir mesa a
45500.
Guardanapos de linho adamascados a 45
dalos, e madreperola ; pretos. brancos e de
cores, e muito se tornam recommendavel
pelas bonitas paisagens.
Flores
O melbor que se pode desejar neste arti-
go as quaes parecem naturaes assim como,
tambem recebemos urna pequea porcSo to-
das pretas e se vendera na loja do Gallo
Vigilante raa do Crespo n. 7.
Capellas
Mui lindas grmaldas brancas e de cores
aquellas para noivas. e estas para bailes, ca-
samentas e baptisados.
Lavas
Luvas de todas as qualidades para se-
ntara, homem, men as, sendo de algodSo,
fio da escocia, seda e pelica muito fresca e
Obras de folhas de aodres de todas as do fabricante Jonvio, paree -nos que nao ha
ver quem ignore que por todos os vapores
da Europa o Gallo Vigilante, recebe grande
quantidade desie artigo e por isso sempre
tem sortimento a volitado do comprador, e
tambem n3o se valle da falla o seu preco
sempre o mesmo.
x Peales
Muito bonitos pentes de tartaruga para
coque e atizaros cabellos, assim como para
arregacar os mesmos e rauitas outras quali-
dades.
Escoras
Grande sonimentodeescovas, para roupa,
cabellos, chapeos, denles e unbas, sendo de
osso, bfalo, baleia, marfim e madreperola.
!\'iiv;i has
Superiores na/a!has pequeas para bar-
ba sendo cabo de marbm, tartaruga e ou-
tras qualidades, as quaes o fabricante ga-
rante a .boa qual'dade.
Aholtidura
Chegaram as nui lindas guarnices de
do, pelo que os proprietarios Ibe sero agr- botoes Para colle es fazenla de gosto, assim
decidos.
ARROZ DE CASCA
Vende-se em saceos grandes a 4o00 : no tra
piebe do Conna.
Directorio parochlal
ou
Novissimo manual obra atihssima aos parodio?, seus eoadju:ores e
aes sacerdotes em jeral.
Um volme prego 6.
Vende -e na uvraria Eccnomica ao p do arco
d>> Santo Antonio.
como grande sortimento de botes para pu-
nhos.
!
Cabriolet
de 4 rod?.s e 1 cavallo moilo snnerior, vende-se
para tratar na roa d) Crespo n. 16, andar, pa-
ra v<"r-se na ceheira du P*uimo roa de S. Amaro.
Bois.
Vendum-se dous bois mansos viodos de Gara-
nbans, sao grandes e mnilo lindos : lrata-se na
roa do Amorim n. 52, armazem do Aguiar.
Fumo de Garaiihuus
Chegoa o especial: roa do Qoeimado leja de M.
R de Carvalho, n. 18.
Vinho soperier em caixas de urna duzia e
lem para vender Antonio Luiz de Oliveira Azeve-
do & C, no ?eo escriptorlo ra da Crnz n. 57.
Peca.
Na roa do Qoeimado o. 46 loja. vende se ama
bonita oegrioba com idade do 12 annos, propria
para caade familia.______________________
Veadese am bonito carnelro, grande,gordo
e mallo manso, proprio para roeniao aprender
montar; tem appareibo de carga : a' raa da Plo-
rentina n. 28, segundo ailar, se dir' quem vende,
Vendeni se dous rnamenos Sebastos, bran-
eo, encamado, roxo, verde, do damasc?, com todos
os seas perteoces, cliz, missal, galneita?, estante,
uedra d'alva, amito, cordio corporal, singninho,
ooriGcador, -te. : na casa do sacnslao da Ordem
Terceira de S. Francisco.__________________
propria pora qual-
a dindeiro ou a praso-, as Cinco
lem commodos para familia.
43E *m

mM
Vende-se ama armacao
Oder negocio,
Ponas D. 68
VsDdem se escravo* de ambos os oseoe, al-
goos ecm habilidades: na roa do Imperador o.
43, 2* andar.
Hiiho
A ttencom
Na roa da Cale a do Reelfe o. 27, segando an-
dar predsa.se fallar ao Sr. Frederico G. o qoal foi
caieiro doe Srs. Maool & C
Veode-se milho novo cu u 18 cuias o sacco por
2f800 : a roa da Praia a -mazara n. 59.
Vende-se nma rica camoha de pitia marfim
toda ornada de lindos ramos para estojo de costa-
ra, assim comonmbabatinho e um purta relogio
de flores de conro obra pilma, lambis se faz de
encommends : na roa do C oaro se vera' os ditos objectos.
Vende-se orna machina de castora de muito
boa qualidade; a tratar no pateo do Terco n. SO.
Erra mate.
VENDE-SE
A fabrica de re finar assucar
"%o lagar do Hontelro
O praprietarij deste impo Unte e bem montado
elabeteeimento trndo absoluta necessidade de re-
tirar-se para Portugal, onde v.u tratar de sna
aade. resolvea ezpr dito esubelecimenlo ao cuo-
corso d'aqoeilas pessiasqae o pretenderem com-
prar, mediante todas as informarles possiveis
acerca do motimento das machinas* e fabrio do
assacar qae serio ministradas pelo propnelario,
garaoliado este o perfeilo estado ae lado qaanio
relalivi e eoncerminte ao mesmo estabelecimento.
O macbnfimo da fabrica movido por agoa e a
vapor, a pode foocdonar em termos a retinar 240
arrobas de aaaoear por dia. As grandes vanta-
gens qoe o proprielano offerece como certas aos
pretndanles pedem ser previstas por todos que
jolgarem com precisan, da oacessidade de qae se
rtceol* esta provincia de om ^tabeleclmento de
tal ordem a dabi o lacro qoe ae autora a propor-
cao que dita fabrica tem de fonccionar regnl r-
menle : a tratar no caes 32 de Novembro arma-
zem n. 26.
GRANDE BAZAR
ra Nova n. 20 e 22
Machinas pa a costura do autor Wbeele
c Wilson, chegadas ltimamente da Ame
rica; as quaes pode cozer-se com don>
pespontos, toda e qualquer fazenda, emb
inhar, frangir, bordar e marcar roopa; tud<
com perfeicSo. Sao to simples, que coa
prebende-se fcilmente a maneira do trab
ho e a pessoa tendo pratica de coser em m>
rbinas. pode fazer por da o servico que b
ciara 30 costuraras.
Chama-se este estabelecimento a attet-
V-io do publico, visto que elle se acba com
pletamente sortido de objectos de gosto
como bem leques de madreperola e de sl-
dalo, fivelas, titas para cinto, cokes perfo
maria e etc,
Na roa nova n. 20 e 22. Carneiro Vian-
na &C.
GRtNDE BAZAR
BA NOVA N. iO B 22
7 1/2 palmos
7 i/2 pai-
Atualbado adamascado oom
de largura a 2o a vara.
dem adamascado de linho com
mos de largura a :i<5 a vara.
AlgodSo enfestado com a mesma largura
a lioo a vara.
dem trancado dealgodao a l^SOOa vara.
Toa Ibas alcochoadas de linho lisas a li
a duzia.
dem de algodo felpudas a 130 e
a duzia.
Colchas de fusto a 6.
Lencos de cambraia brancos nos a 10800,
U e 25oo a duzia.
Lencos de cassa finissimos a 30200
3060 a duzia.
Fil de linho liso a 8oo a vara.
dem com salpicos a 10ooo a var
Grosdeoaples preto bom a 108oo, 20
208oo o covado.
Morantique preto superior a 208oo o co-
vado.
Flanella de todas as cures a 800 rs. o co-
vado.
Tarlatana de todas as cores a 8oo rs, a
vara.
Bramante de linho com 10 palmos de lar-
gura a 20Soo a vara.
dem de linho com 5 palmos a 102oc a
vara.
dem de linho com 3 1/2 palmos a8wj
vara.
Riquissimos basquns a 250000.
Assim como outras muitas fazendas rm
se vende por menos que em outra qualquer
parte, e d-se amostras de tudo,
Baloes de 2o 23, 3o, 35, 4o e o arcos
para senbtra a 2,5, 20soo, 30, 30ooo 40 o
50ooo.
Ditos de 25 e 3o arcos com mollas a 50
e 60.
Ditos de mursulina estreitos a 6.
Espa? tillios Anos a 60.
Percalias hnissimas a 4oo reis o covado.
Attenco a liquidacao.
O arrematante das lijas de ferragets do fallecido
Stbavt u Jjs da Silva, (roa Njva ns. 33 o 3?0,
cbama a ailenco dossenb'rts de engenhos e do
respeitavel publico em geral, para se proverpm d^
ferragens e miudezas por pouco dinbeiro. visio es-
tar revivido a acabar com todas as ftrragense
miudezas existentes em ditas lijas: para prova
do Pipotto, menciona os precos por que e d^odi aigaos artigos, alem de nma inBoidade *c
artigos qoe se torna enfadonbo enumerar.
Alambiques de ci-bre de diversos lamanbos
com seus perteoces, (nodos de dito, pas-
sadeiras e retfriadeira?, a libra. "00
Ba-iase tazos de cobre, a libra. J7O
Camas de friro, cada urna.....IffJOyO
Fogarelros de 1^600 a......3^0
F.-gdes de ferro, cada am.....3JC0O
Porcelana, a libra.......$Vo(.>
CH PEOS
Madame Adoar receben no 11 timo vapor cba-
peos de senhora moito bonitos : annoncia par3
qoem qnizer ver narua do Imp'-rador n. 23, -
gnndo andar, todos os das das 10 as 3 horas da
tarde.
Irritacao dospulmoer. angi-
nas, tosse, escarros de
sangue, crupo ou garro-
tilho, catarro, rouquidao
a todas as innumeravei molestias que afleo
i5o aos orgSos da respirado
DE8APPARECE
ediante a aeco da balsmica e irrev
ANACAHUITA
Machinas para descarofar algodao. do mt
Ihor autor que tem apparecido na Americ
J a eco?io d0 mchinisme, que o al-
godao sahe qnasi t3o perfeito como o de bo
lander Recommeoda-se a attencSo doi
Srs. agricoltores. esus machioaa
__ Vende-se am sobrado de om andar na roa
Veiba, com grande quintal onde se pode edificar
ama cas lerrea com frente para a campia da
roa da Aiegria : a iraiar oa serrarla da ponte
tota*.
Na pra^a do Corpo Santo o. 17, 1 andar, ba pa
ra vender erva mate onuto nova. Gal de Lisboa I
allimaiaeote ebegada, por prejo comtnodr.
Sol do A&sa'
A bordo da escoce Georgiana j a Iraiar com
i TasJ rmo
nii.y,",'B rreB'1^ "m sipo optino para
plaoiagio e cercado, tendo j basunles larooraa.
rtm junto a eaucaa do mesmo noroado.
J f ir mi
bemeoto romano : no armazem de Tasto Imos
oo caes de Apollo.
para e-tuqoas de casas
Irma s, cate de Apello.
688
DOS
armazens de Tasso
PEITORAL de KEMP.
aianacahuita mexicana que da o oome es-
pecial este incomparavel remedio, urna
arvore, cuja madeira por moito tempo se
ha osado no Tampico para a cara das en-
fermidades cima mencionadas. Foi tam-
bem ensaiada e appcovada pela academia
medica de Berlim O peitoral de Kemp
om xarope delicioso inteiramente livre de
opio, acido hydrocyanico e outros ingre-
dientes nocivos.
i A' venda mu drogaras de A. Caors, Bra-
vo dV C. e P. Maurer C, e em todos oa
estabeledoMntospharmaceuticos do imperio
Veoden ifktgrapbias de algnns poetas, e'oo-
tros kooeo illoMres da provlacia de Pernamboc^
pelo commendador A. J. de Mello: 3 lomos, 9*000.
.Na In, de hnw do Sr. Hontelro: oa rea d; im-
J pender, oo rtiaAQ8tt.ti.












DO
Hita *KVI4IL.
Ao retpeitavel publico peroambacano pede-se
Para o irataraento e cura rpida e completa da rtMM'Vphiliticas, ens-a- A eyicfiQ
las, rheumatismo, bobas, gota, debUkUde do estomago. i^ammac5e9cnrooicasdo flgadOj,.) q. ^ ftlIOO -i*.-
t baco, dores sciaticas. cephalalgias.oevralgias, uker-a Itfewwcaa, tiydropesU, pleun-U \l leifla ingion
cas, gonorrbeas chrooicas. e em ge ai todas as $pto*kias pique m teaba en vista a pu- 320, 500, 800 e t s no armazem se acba vista.
riflcaco do svstema sanguneo
C MMlderacfte goraaa
A saude um beu mapreciawl, cuja importancia e valor s est reservado ao eni
(enao o aralia-lo.
iocontestavai que a homem aeste nun*> conelintemente, e por toaos o* lador
tacado por urna intiad*de de ajaatos ojuHtioa* minadas circumstanoia*. a alterar regofcr ecereioio da tanccSs.orgnicas, resultanbo
pMie deeaouilitirio o que se cbjaaMo/erta.
A moleauia nao maia da que a desvirtuado das forjas vitaos, occasionada,- d,
linda aiioveaiinaraaaxpeiiaocas deamais aaaiado maatres-da scieocia, pala deprn-
rcao dos Humores geraes, coaseqaocia da aocao maligna deeses meamos agentes mora e
neos iotrnduzdos no organismo peto acto da respiracSo, pela via digestiva palo contacto
immediato et:;. ato* ate.
A syoliilis intelizmente tem sido a partiltu da buinaoidade, e como fra de duvi-

Mantei?ri francez
em lmras 560 e 640, em barris se far^dlffereoca.
lian ha de porco
em libras 390 e 380, em porcia se far differenca.
Fructag
em calda Pera, Pcego, Rainba Claudia, Alperxe e ontras muitas 500 e 640 a lata.
ErrIlhO
Portugnezas 640, francezas 900.
Pmmm
em latas do Para de albaneqae, lata 19 e I200.
fiamaa de mllho
em pacotes, dita da trra 100 e 200 a libra.
Vlaho
(

Fundico da Aurora
Taixas de (erro cuado, boin sortimeoto e quali.
darte soperinr' /


.
riuHtCii
DE
Joaquim de Almoida tinto
Ajurubeba contra o inqorqi
tamento do fajado e do bago
13 m extracto alcoollco, emplas-
tro, oleo, tintura, pllalas,
xarope e vlaho
A jnrubeba urna das substancias medi-
da que esse terrivel Proteo da medicina ama molestia hereditaria, ella tem sido obser- de Bordeaos em caita a duzia 55, garrafa 500, dito de 81 a duzia, 300 a garrafa, dito a
7ada em todas as idades. e debaixo de todas as suas formas tao variadas, anfraquecendo 145 a duzia, 1 J200 a garrafa, dito do Porto a 8#, 124,184, 244, caitas de duzia, assira|
constiiuicoes robustas, prodaziodo mutilacOes, e corundo anda em flor da idade vidas, como flgueira caada 34500 e 44, nuro J A A Lisboa 24800, 34 e 34500 a qoalidade cameotosas qoe pertencem ao reino vege-
preciosasT^ convida. **-tu-~ tal, e pertence a classe dos tnicos e desobs-
Eliruinar da economa esses principios deleteros. e parificar a massa geral dos j (AZ
aumores tem sido desde tempo inmemorial o fim consiante da medicina, e os purgati-:em lata de 5 galoes e maispequeaas a vontade do comprador, em garrafa.
.

vos flguram em primeirn lugar para preencher esse iesittratum ou fim. Alpiste
O Elixir depurativo do Dr. Sevial parece merecer a preferencia sobre todos: osJ140 e f 0 a libra, painco a 100 alifara,
.mmeosos successos obtidos pelo aso deste salutar agen'e tauto na Allemanha, como em Azelte
franca e Italia, o toraam o compaubeiro ioseparavel de quasi todos os doentes. | em garrafas a 800 e 14.
Seodo as molestias, como cima dissemos, demias as alteracoes dos huraores, o CHARUTOS
Elixir depurativo do Dr. Sevial pode ser empregado ventajosamente na syphilis, erisy- em caixa de 50 por 14, ditos Delicias, Trovadores e Parisienses em caixas de 100, ditos
pelas, r ti e un .ismos, bobas, gota, flbil idade do estomago, inflammagoes ebrooicas do (da Expsito cai::a 54, ditos de Regala caixas com 100 a 24500 e outras muitas marcas
gado e naco, dores sciaticas, cephalalgias, nevralgias, ulceras ebronicas, bydropesias, que s na presenra dos compradores,
pleunsias, gonorrheas chronicas etc. e em geral em todas as molestias em que be leona | PREZUNTOS
ai vista a purificacSo do syslema sanguneo; pois que umapratica constante tem feito delamego em barril, ditos de ambre o melhor que ha no mercado por prego que faz
rer que elle indispensavel nos casos gravis.simos para minorar os soffriineotos, pre- admirar 11
parar o doente para medicacoes superiores ; e as menos gravas a cttra a conse-' DOCE DE GOIABA
^uencia do sea uso, convenientemente repelido. eaixes de 560 fino, ditos de 14500 que parece marmeliada, dito em latas mnitofina
As substancias que eotram na composicu do Elixir depurativo do Dr. Sevia qualidade a 14200.
pertencem todas exclusivamente ao reino vegetal, e i grande catbegoria das sabstan-
ias depurativas e antisypbiliticas; assim, ao passo que este remedio depara o orga-
nismo, eliminando os principios nocivos saude, pelo mecanismo natural das evau-
icfles alvinas, neutralisa ao mesmo tempo o virus sypbtlitico quando este rirjem.
tem feito erupcio no exterior debaixe de suas multiplicadas formas; e previne taui
tem os estragos dessa terrivel molestia, quando por ventura se acbe ella anda no
-.ta'lo de encubapo, isto sem se ter manifestado sob formas externas: beneficio
inmenso, tauto mais quanto oeste estado os individuos igneram completaaenae se es-
to contaminados por este terrivel inimigo.
O sabor agradavel d'este Elixir convem a todos os estomagas, a sna lacgio so-'
Dre o tubo intestiual c suave e benigna, e de nenhutna forma prodnz molestias meii-
amentnos, como acontece ao purgante dito Le Roy, que na sua qualidade de dras-;
dea forte irrita a mucosa intestinal, e consecutivamente a seroza, resultando deste es
ado, muitas vezes, bydropesias, que quasi sempre terminam pela morte Assim pois esperamos que o uso deste remedio justifique cabalmente as nos-
tas asseveracoes, porque sendo um medicamento to simples na sua composico, a
pratica tem confirmado sua ntilidade.
nico deposito em Peruanos^


BOCETAS
com doce secco a 14 e 24.
QUEUOS
do Alentejo em latas ebegado pelo vapor Oneida, ditosFlameogos e Pratos dos mais novos
que ba no mercado.
AZEITONAS
deelvas como no mercado nao temos a 14 a lata,em barris do Porto a 14 como n3o ha
melhor.
Na botica e drogara
DE
Barthotomeo Companhia.
34-RUA DO ROSARIO LARGA3 i
PREPARAgOES FRREAS -MiHSABICt
APPROVADAJ PELA ACADEHIA DB MRDIGINA
DE BURIN D BUISSON
rkrucea&c*. InmtU rea iuea'n it titkiti it tuit
O mloent* professor Trossbad, na nliim rdiclc de en Tratado it T7ira-
peuUca t Materia medica, recontece que os ferruginosos iioiples slo munt
vetes mefficazes para corar as molestias que ecm por caus? o empobrece nento
do angne. Hunos mdicos dos mais disiinr.tos aitribuen esse m o xito a ansencie,
a essas prepara^oe-s, do manganeu, que se acha uo saneue, como o tem reconliecida
os cbimicos os mais peritos, sempre intimamente unido com o ferro.
B pots, prestar-senm verdadeiro tervico aos Sr" Mdicos, ochamar-se sua attencao
sobre as preparacSes segointes.
1
2
PS prrpM IRtMIMm <,ando mmediaumfnte orna agria, acidnlada,
i os tencua uiangaunus aZ0Mi gradaveit bniuiindo van^m
e economa as aguas mineraes ferruginosas.
Pillas c Xarope de iedureto de ferro e de manganese inalteraveis
cowendo cada um cinco centigramos de iodureto de ferro manganico indicadas
paracBlarmeme nu molestias Tymphaticas, escrofiriosas, e as chamada err
croeas a tuberculosas. %
receiudas especialmente
para a chtorosis, a ane-
mia, a leucorrtiea, a ame-
noj-rhea. A indicacao de
aHernar anas dnu preparaedea di a nettioras retaliado.
0 f tnriB i* Bnissen desejtBdo obwT adbeao oonpleu n publico medica a
cerca 4o valor de toas preparacon, prer qat elle u poe arataiUiaeiila a so*
disposico, dingendo-se;
^ N PtmamHuo, ea agente geral, Kaarar *>, pitarmaceatieoe, nm lefi.
IIII1IK
I*
t
rafees de laetato de ferro e de iflfiMW I
Piluias de carbonato frreo maogaeieo
FAZENDAS DAS L0JAS E ARMAZEM DA
R
Teodo o projjrietario destes dousestabe-
lecimentos re-olvida liquidar grande parle
AIpacas.de lista a 5oo rs. o covado.
Venle-se alpacas de listas e de flores
cruentes, sendo empregada com vantaeein
contra as febres intermitentes aeompanbadas
de engo gitaman o da ligado e de bago. Ella
tem sido applicada com incontesUel pro-
veito contra a anemia ou chlorose, e hydro-
pbesia, catbarro da bexiga, e mesmo para
combater a menstraa(3o ditOcil, resultante
da mesma anemia ou chlorose.
DepeftiUt geraes
Em Pernambuco, ra larga do Rosario
a. 10, Rio de Janeiro, pharmacia do Sr.
Dhurado, Rio Grande do Sol. em casa dos
Srs. Cascao & C, Macei, pbarooacia do Sr.
Claudino, no Havre, pharmacia de Mr. M-
rica 1, em Lisboa, oa pharmacia do Sr. Feij.
SPharaacla especial horor
palhlcn do Dr. Mablno O
m L. Pinho.
Cb de i* sorte para oso das
W pessoas que se tratam homeopathi-
}^ came.Dte.
'M Vende-se em pacotes de libra a
M 300rs.
Roa Nova n. 43.
iVancisco jse wermann
RA NOVA N. 21,
acaba de receber om lindo e magnifico sor
timento de oculos, Innatos, binculo, do o!
timo e mais apurado gosto da Europa e oct
lo8 de alcance para observaces e.par
maritimoa.
Fundico dAurora em
Sanio Amaro
Completo sortlmeott. de taius batidas e fondi-
das, alambique* de todos os tamanbof e fondos de
ditos, moendis de todos os tamanbos de superior
qualidade, ertvos e boceas de foroalba, o qoe lodc
se vende por commodo preco.
VapDree,
Vena se m casa de Sawiders Brotters di C.
o largo do Gorpo Santo n. II, Taporas patentes
om todos os pertences proprtos para fur mover
es oo onatm machina* para descarogar algodc
Parts, 36, Roa Vivienna. l>
nHAPiCp-rtciNSPcrAL
0 cjrdeiro previdente
Na antiga loja de miudezas a ra do Quei-
mado n. 16.
Tendo sempre em vi-ta nio ruinar o tempo aos
seas fregueses cora extensos aoouncio^ ; mas
lambem nao qaereodo qae os mesinos (regaezes
Ignurem o que de nvo tem eim receido, por tsso
resumidamente o dir': ehdgando assim ao co-
nhettiinento de tudos i|09 a dita loja do Cfdeiro
Providente, ra dj QueimadD n. 16. receben o se-
gointe :
Bonitas e duridoras ligas de pellica para meias,
Unto para senouras cum > para meninas.
Leques de diversos e modernos gobios.
Peutes com eafeites doarados e nao doorados,
para meninas.
de suas razendasporisso resolten por em li- pr..pria> para vestidos de seohoras a 5ll0/^ Coques simples eenfeuados,moldes inteiramen-
quidacSo para vender mais barato do que 6oo e 56o rs. o covado: roa da Imperatriz' Bom papel em caisiohas liso, pautado doora-
em OUtra parte. lujas da Arara OS. 56 e 72. Ido e timbrado, e o.itros moilos bledos, qnomen-
Chitas 160 o covado. Caseinira com pequeo toque de mofo a 1$ <-^oa-\m seria bastaote enfa-lunbo, e que se ven-
Vende-se ditas em retalbos a 160 rs. o Vende-se casemira p covado, ditas em peca a rs. o covado : com pequeo loq e de mofo a 1$ o covado
cassa fraoeen a 2io, 8o rs. o covadu: na roa da Imperatriz lojas da Arara os. 56 e 7
da Imperatriz lojas da Arara ns. 56 e 72. (
Laaziobas da Arara lio o covadu. T?Aiin ftttft Ti'iPinn*l
Vende-se lasinbas para vestidos 34, IWUpd llltt UaOlUIai.
28o, 32o, o covado: ra da Imperatriz lojas Venae-s palitots de panno a 5 da Arara ns 56 e 72.
iadapouio a 4i a peca. 65, 83, e lo3, palitots de meiacasimira a
Vende-se pec-is dma1ajiolo a 45.S5.diio 35fioo e 45. calcas de casimira a ?JS, 65 c
muito fino6?, 75, 85, 9,), lo5: ra da Im- 75, ditas pretas 55, 65, 75 e 5, ditas le
peratriz lojas e armazem da Arara ns.ii6e 72. meia casimira a 25.^00 35 e 355oo coletes
de casemira a 35. 35oo seroulas a 13,
156oo, 25 e 255oo: ra da Imperatriz lojas
da Arara ns. 56 e 72. ql iVam vir cumprar dius pos a nesma loja
AlffodSo entestado a 15 a vara d0 Cor,leiro Pr<'v"ieoie. ma do Qocimado n. 16
Algadao eufestado para lencoes e toalhas i P En^ilc com ?ont**- onrtl
a ihi ...,, ,,,, v U Gorouiro Prevideuie ler.beo um lrico porli-
a 10 ano transado 15*So a vara: ra da, menl0 d3 enfee, com pDtol para vestidos, tamo
Imperatriz lojas e aruiazem da Arara ns. 56, de seda com de laa qoe combinam perf-ilami-n
te com os calos monetuo do uiesmo furaulc, por
Cortes de Ia de I i covados
Vende-se cortes de la de 1 i covados a
a*SBUMII UTANKAS..KA ^XKIIACOES DO 8AM0UI.
o. 000 curas das impingem,
puttulai, kerj.fi sarna,
romiioei, acrttr.'inia, t al-
lerfoei,vicimui do fanam-
_ cirut. alterarott do as.
fue liaroyt vet$ul -a nmrcyrioi. fiCia-
rCftr. bamiu BMr.StAK tomio-se Uow
for hiidi, eguu.-ilo o iraeintnento Depurativo .
mnregdu bis nc.ima mslesuas.
liste XarofiaCiiractod;.,
'0 rilAOi.B. cura iBinia<::.>
lamente <|ulai4rpirouf ao.
'tluxacao, dtbilidade,
E'inlimmte influir flo-n
branca* das oiullierva. Esia injeccaobenlnia a
^-ega-s* coa a Xuapt de tiruco de Pirro:
*cnrroldn. Pomada jue aa cara tm irea '%
POMADA ANTlHEPETICa
Contra i oaa 6/apm cutnea comirnu.
PILULAS VEGETAES DEPHJRATtVAS
\e Ckakla. cada (raaco ai cerapabilo ia'aa
OEPUKATIF
im SANG
COPAHtf
'*'' I Uo uetioi I
AVISO AO: SRS. MEDSC03.
.'ira caurrhoi io;je>
3 'tititf.htrl'r'. ir : :
(j, lint /}".- ~
r tarn t m 'Jorm se
1 vena-, basta %t\ Amule
iii;i i-ii|'^.i:-Ii.-.i UeU -.ni.- I)' KoMif
Dr cmaiira fin. .i...-_ <
A venda na pbarmacia de P. Maurer
e C, em Pernambuco.
R0ABERQ L RO i
de meuzr, 'jocur-;rf,e!f,
Ru de Souio, 51. c\ PaS. \
e v
.- -
2"
',

\
JUL

Veade-se na pharmacia de V. Maarer .
U1TOOST0
Variado sorttmalo de midamos chapeos ecQapellais de soda, da fll e de palha de Italia,
tri siaH ira e manmj.
gapsrl'jres tiras, brjrd3(fotios e eoirt malos b>rdados em cambraia tapada e transparente.
pji laja das columnas a roa do Crespo u. i3
DI
Antonio Crrela de Vasconcelos & Campanhia.
aovo DEPOSITO
*
j^B
DE


m

MACHINAS
pArtfl i)ESC\R()CARALGODAO
Shiaeel Bento de Otiveii-a Braga.
53-Rea Dlrelta B.-53
Neste estaielecimento se eticootrarSo a
verdadairas machin.w ameriwnas Chegadas ltima-
mente, as qnaes s&o fwtas pete mais aftttaao fa-
bricaot da America, por isso avisa a todas as pes-
soas qae precisarwn comprar, de se dirigir a esu
estabelecimento qno eomprarSo darmais perfeitaf
neste genero, assim como mais barato do que em
outra qualquer parte, por jsso qtte se recebe por
coota propna, bem como cannos de cbtimbo e moi-
nbos para moer miIbo, e grande sorUmento de fai-
ragens e minde7asitmflrr>ssa, a retalbo.
Faca de caNvirranco a duzia, limas finu de todos os tamanbos proprias
trabalho de escultura.
PVtmmmt ira ** ana- -.
< ortes d caiubrai^s de barras a -i&.
Vende-se cortes de camoraias de bonitas
barras a j. "255oo e 35ooo
Ditos de csmhraia bordadas brancos e de
cores a 45, 455oo e 55: rita da Imperatriz
loja- da Anrz, os. 5B e 72.
Arara vende algodSo a peca 35.
Vende-se pega de algodao a 35. 45, 55, e 72.
65, 74, S5; rua da Imper^iriz os. 56 e 72.
Riscado francez de lisias a 3do rs. o cavado.
Vende-se riscado francez de listas para
vestidos a 3Co e oo rs : rua da imperatriz
lojas da Arara, ns. 56 e 72.
Ditas francoza a 2'io rs. o covado.
Vende-se chitas fnncezas Anas a 24o, 28o,
32o e ioo rs. o covado : rua da Imperatriz
lojas e armazem da Arara os, 56 e 72.
de um dita loja do madeas do Cordelro Previ
dente, rua dn Qaeiroado n. l(.
X;Y-> faleUlUI II >rC8,
O Corteiro PrevideLte a rua doQifimadon. 16
tem constantemeote um lin>lo sortuneato de ti-
na* e runfla? flins, p:>r isso quando algom ha.
bilid isa yyiea quizar preparar quaiquer enteite de
h !io ddUo deve ligo lembrar >e qu.i ha dita lija
do ContPiro Previdenle, a roa do Queimado d. 16,
85 e 105; palitots de casimira de cores" n'30 Mlia> flores-,
l*ra alvejar os denles.
O cordeiro prevideote a rna do Queimado n. 16 '
receben do bem c niheciJu fabricante J.iob Gos-1
ii.'U urna ptima qu^litlade de pos para den-
tes arnrnausadus com canfora qae realmente tem
merecido Imio Cinceit> porque nao i alyeja per-
(eilameote os Innies. com taoibem conserva-os
sempre no roelbor estado de perfeicao, assim pois

C
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que !ru o inri > ule, a r< ..... .-,
rtllo com e >ano IvrisiaL cj Oaxt
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TEf-0'.'. "C-
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/V. fl. ~ enirl- i
- Irnd '- 93 ."! :
* '"' ni s
ti. I ra,afi .....
a te i. :
an:u "
ee =:.
aaur C.-L-. .:.
iso p vest'd'. indi-pfG-avi-l comprar-se ditos enfeites
3 fie **W ------ ------ \ u >, *&e$: rua ,a Imperatriz lojas da Ara-. Qu.imadt o. 16.
na mesma luja de Curdeiro Previdenle, a rua do
ra ns 56 e 72.
Ricas saias bardadas a 3#"og.
Vc-de-se picas saias bordadas para senho-
ra a 35oo, 65,04 e 76, baloes de arcos a
,5.23.^00, 35 e35oo: rua da Imperatriz
lojas da Araras ns. 5tt 72.

x m k'wytA un. 00 isatis *
MafA
Miude as baratas,
LOJA DE SOUZA SOARES d IRMO
Rua .\ova a. 98.
RosftSs de cores, em calimbas de urna duzls
ii>ou.
Brincos a balo d coresdoria a lCf 0.
Grampas con) chpja de vidroduzia a tfiO rs.
Amnh*ir>s de metal, nrudusduzs.iiO r^.
i)ios damader, pDad; ll-iG.-.- de mnedioha donrados parapunhodu-
z'* deeparea liOO.
Ditos de .;. TKiiHn.la para camisa-prosa 5.0 rs.
Ditos "c re-- pura catea-a (rosa 2i0 rs.
Libras de I i. lia, primeira qualidade em oovel-
los, sonido, a 25500.
Libras dd du,., xpunJa qualidade, em novellos
Surtidos a 55 e IfSOO.
Canas de dita com 50 navellos a 640 rs.
Ditas de diu do icaz c.,m 40 novelios a 800 rs.
Ditas de dita de marcar a S40 rs.
Dias de dita branca com 10 novel los cranrjps
a560rs.
Dunas de carros de liaba de 100 jardas a
3G0 rt. /
Buias de drlos de lioha de 280 jaas a 15O0.
Duzias de triSes de dita oreta e brtc a
160 rs.
Miadas de linha de rotiz a 150 r.
CHiinha= coro soldados de chrmbo a 120 rs.
E"pelhos com moldura dourada* 120 rs.
Pames de lago donrado para cned a 500 rs.
Ditos de lago liso para dito a 440 rs.
Ditos donrados com floresduzia a 23400 rs.
Du :s de bfalos ouito bons para alisarduzia
23400.
Ditos de chifre, fa onda boadnzia 1*9100.
Dedaes amarellos e prateadosdoria v40 rs.
Alfloetes em cartas de 14 ppntes a 120 rs.
Donas de caixmhas de clcheles a 640 rs.
Diiiias de cartSes de olios a 600 e 900 rs.
Espoletas verdadairas B. B.caixa a 100 rs,
Pegas de fita pira coz, larga com 10 varas a
500 rs.
Dita* de Ota de seda n. % com 8 varas, a 260 rs.
C&dago branco para seronlaspega 50 rs.
LSa de todas as cores para bm-darlibra 63500.
Pegas com 10 varas de labyrfnto flo, Surt-
ment estrello a 13300.
PnbsDhoros de cera em ealxlnrlas-durfa 360 rs
Ditos de pao encerado sem ebefrodtnia de ca
1 i u has 360 rs.
ib Caminas da doctrina ebrlstia a 320 rs.
Ubreias de colla en caixinbasduiia 320 c
500 rs. .
Sabonetes Unos para roaosduzia 800 e 43000
Paras e ftr/os, bo lo owo dmia 2*W00.
Fivellas para diatae, padeiras, terminari

todas as qnalidades, tranga?, melas, etc.. etc.,
todo o mais que seja tendente ao Eonimeto Je
nnuiie2a, fe-riagens, qninqolharias e candieiros a
Garante-se siceridad e bartela dos pregos.
Rival sem-segundo.
Uisa lo QelnaBo a. 4.
Iner acabar tem as fazcias aban*
litin ionad.is.
Qneiram vtr ver o tjuc bom e bafalissiHas
Toalhas de lahynntho com bic.o, fazen-
da hn-. n.............330IH
Crneieis de llnfea com 100 jardas a .
i> 1 avalas pretas e de cores mnito finas a
iisas c obrcjia? de massa muito poras a
Bufiadoras j^ara espaitilbo de cordo e
fita a ............ .
Carretel}de liaba Alexandre com 400 jar-
das a ...............
Jabonetes muito fino a 60, 160, 200 e
'> fiadas de linha froxa para bordar a .
Varas de eordio para e^partilhc a .
entes voltalos para regacar cabello de
meniLss a............
rseos de macaga' oleo muito fino, a .
^botoaduras multo ln;.s para cnll
-artoes de linha branca e de
le? a
edres a
31
50(
41
((
5"
32(
J
%
2(
321
1W
50f
21'
Libra dd arda preta superior a..... 10T
scovas par* rate, rutada boa, a ... 50f
Varas de franja branca de liiho para
toalha a.............. 6
Caitas de palie batao a........ i(
Canas d palitos de sejjnranga sem en-
_ hjf' a.............
b.buDetes de familia a 100,160 e **
Cartilaa de douirma cbrixtia a 32(
(iuaderuos de papel pequeo .-uperior a 21'
Doria de baratos (raneles superior S3<>0(
Groia de pnopoons mu lo superiores 13 0(
C.n8 a retalbo db mesmos..... I<
tatxas de phospboros de velllaha contendo
500 veilmhj mnlto superiores a 160
Re-roas de papel almaco moilo superior 23oOI
Resmas de papel pantado superior quali-
dade............... 3J60
Duzias de roeiis para boraem..... *3*<<
Dunas da naiis croas malta soperiores 430u<
cWelate aeitoral
Yende-se o tneftror chocolate, henpanhol que tem
viodo a este mercad), fabricado espressamente
para este ella, neto diunouti prego de 800 rs. a
libra : na pos dalaperatrir af-12, loja do prosap-
4e te allivto.
Chapellnas de seda
Modernas e bucius ch.pnnas de seda para S9-
nliora roreben oCordetro Pfevidente rua do Qusi-
ui ido n. 16 h por ser pequea a quaotidade re-
coluda, quero preteod-r urna moderna e bonita
clupelioa 'leve apregar se em n.aod-ir compra-la
em dita loja do Cordeiro Prevideute a rua do
ij.i iu.jJj ii .16.
C.IXINHAS ENFEITADAS.
Estas muito desejadas caixiohas vas as e enfl-
ladas cum Orto, que tanta extracta. tem tido e
que realmetiie servero para diversas Has, ensltm
na Inj.i do Cordi-iro Previdenie a rua dj Qu-imadu
n. 16 um completo surt'meoio de ditas cantonas e
sao vendidas por preyos tao rasoaveis, que o eipe-
ne&la rrtguei nao objec4ara' em con.pra-las em
dita loja a nnuriaa do Cordeiro Previ denle a rua
do Queoiado o 16.
PU.NTr-llU E CHARUTOS.
O Corneiro PrtviOente, rua do Queimado n. 16,
tem um bom sortimento de finas ponleiras pr*
cnarotos, sendo lisas e com fitioras em ailo rele-
vo ; i* para que os seus (regutiC- i modem ero cumprar charutos em afumas das lo-
jas de chuniteirci, recebeu umb m um bom sor ti*
igala de Dos charutos do afamado (abriraate
Kurudo de Simas ; assim, pois, encontraio os
apreciadores um boro sortimento na i\U leja do
Curdeiro Previdine, rua dcQueiroado n. 16.
Pa?a offertas do hospital por-
tlt^B Z
Bomiatcesaria's o trocas de cera, obra de
mu la pe'feigao e bom gosto.
Para cortar moldes e en brulbar fazendas
Vende-se papel ardo folba grande.
Para lastrar calcados.
Vende-se superior grax econmica.
Vende-se pajret para matar moscas.
A loj* do cordelro prndente
Rua do Queiaiado o. 16.
Natla*chara prnio^o*86 om grande e va-
riado aoruseoio ou perfumante boas, unto ingle-
zas como franoeaac,sendo :
Finos xtraclos tm lencos.
Banbas a pomadas para caballos.
Oteo phOoooroe a baooia para dito.
Pos bygienicos i>ara denles.
Unos eamphoraai para dalos.
Opiata engleta e frautesa f ara ditos.
Pacotes comaaas de arroa.
Vasos de poreciona para d^tos.
Ssbf neves para mao e barba.
E mullos uniros objectos que serao presente
ao comprador qoe se dirigir a roa do Quelmado
n. 16, loja do cordelro providente.
B-o 'eijas pequeaas.
VairietiMe na riieldoJQiieimedo o. 16. |loja [do
cordeiro|previdenie.
CMMtM
da acreditada fabrica, 4fiJfi Fiirtado de
SiMas.
Vendem-se)n laia^do(cordelro;prev(lent6 a, roa
1) h loas!
Deposito Da pnarmacia de P. Manrcr
C. em Pemarohnro.
CSTRO RUES
Gramniatica nacioual.
Sena edico
Livraiia franreza.
Grande himazem de fin-i
tas medicamentos etc. g
Roa do Imaeradar o. 22.
Productos chimicos e phanna- ^
ceticos os m<*is empregados em
medicina. t
Tintas para todo o genero de pie- *
lora e para tiuluraria.
Productos industriass e tintas Jk\
para flores, como boffies de fiares
e modelos em gesso para imitar t?
fructas e passaros com o comp- ~-\
tente desenho.
Pronnctos chimicos e industriaos s
para pbotograptua, tinturara, pin- sp
tura, pyrotecDia etc. ag
Montado em grande escala e sup- j
pridp directamente, de PariSj.LQn- j
drsramburgol nvers e Lisboa
pode offerecer productos de plena m
jlJ confianca e satifazjr qualquer en- |
i eommenda a grosso trato e a reU-
S loo e por preco commodo.
VENDE-SE
Motores americanos fiara dous cavallM.
Dito dito para qoatro tavallos.
Mactuoas para descarbear algodao de M, 16,
18, 90 30, 35 e 40 sorras.
P rengas para ra fardar algodo tarando os sac-
eos com 6 palmos de coroprimeoto coa o>-.|so de
150 e 200 libras, vindas aitimameate da fjaeric*
no armazem de Henry Forstar 4 &, no B Pe-
dro U n. 2 junto ao Gabinete Portuan.
roudenw ae*f >
A bem conbecida loja de jomw le Moraira &
uarte,V rat do C"(?a b. 7, acaba de feceber
porco de hbitos e offl*laos oPdeis- da Rosa,
e habites da de Christo de ditTerentes tamanbos
que veode por prefa coDtinua a ef ooaaa sarapre om completo sorti-
mento de joias dos tjostvs mais stodaraos tara as
qnaes coota com o oucorso da. toas bou fre-
goaus.
.........
Farinha a 4600
Vende-se sacos grandes 4m sajpertor toioha:
ao trapiehe do Cuaba. .-
.iAaiandt.
41 o no
i



L
mdm )
.JJL..I-.1L


lar! 4c Pcnaiibcf* Helia letra % de 'Vareabro te l8tJ7.
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Ooltares Roiyer
Oq ii4i#s etatrtoM tgiettoM
Peyawtta acreditad
ja di agota branca roa do Quei marte n 8
Apresar aiada os prodigiosos effeitos dos
Collares Royer j to easinar oo querer
ietroduzir ao**adaaV parojae a fuma, e aa*
efflcaeia toan-as UaU ateadrdo, os seas
fenzes resoltadas a tai atura efevado, ove
hoje rara l pessoa que por experiencia
propria, oa oor iotermeiiio de seas amigo*
e prenles, ignoro ou desconhe;a as ?irta-
d4 desses sempre a p red atis collares
Royer.
A agnia branca porm se gloria de eoneor-
rer para ooi tio justo fita, se n5o por ou-
ro modo ao menos por ter sempre, e cons-
antemente urn completo sortimento desses
coll tres migoeticos, que bem se podem etaa-
marsalva vidas das criarlas.
Resta a-nda que os senbores pais de fa-
milia se facam convencer (de qae convem
C*_5
Para iitii
Reqoissimos vestidos de blond prtmoro-
oiraMmH^as'criaiettsflfi atacadas __"_" tortados, eontsndo sen para saia.
do malVe por isso necesario on conve- .- ***** e",D0 P8ra o Pel-
niente qae com antecedencia se deite na 5W|re-ant.que branco.
enanca om desses collares para assim estar JJ .brancas 5T*fc
ella preservada das convnfoes e se contar "51 braDC0 mn,to bom 'er^adeiro ma-
rna do Crespo n, 9 A. esquina da roa do aaperador
Come de costme vm o radar avisar ao respeitavel pblico as noridades qu de
Pars acaba de receber a loja do Passo pelo ultimo vapor.
Para risita* o partidas.
Riqu'sssiraos cortes de sedas de ebres com
listas e lindos raatizos.
ciis
livre des rigores da denticSo.
A araia branca raido Qaeimado n. 8 Lmd.ss.mas gu.naidas brancas,
contrato a receber por todos os vapores "Jft"* cam,8as Pr,n>orosam (randHH a qaantidade qae ha contratado e' \.
por isso acha-seelU sempre provida dos ver- Me.as e ligas deseda.
Sadeiros co.hres R.yer eletricos magne- ^?J!2?!LS^^S
ucos.
* Agola Branca a ra do Qnel-
nado 8.
Inconlettavelaeoie na lea da Agola Branca
onde os apreciadores do eom podara inwlnoraieotp
prnv- r--e daqaelles objeeios de Rosto. Essa verda-
de ja por tantos e tantas vetes reconbeelda anda
agora se faz confirmar com a nota dos preciosos
objectes de Rosto e valor qoe a agoia ln a satis-
fago de pafentear e por a disposicio de quero os
desejs e possa comprar. Ella principiara pelas ti-
cas canas com msica e .-ero ella, para costura.
as-a- caitas por soa pcrfeigSes, gostos e rique-
zas, se tomam recommeodaveis para algoro im-
portante presunta, oa mesmo para quem tenha cos-
to de. potsoir ima bera obra, porque de certo ao
ellas as de roaior valor qae se eoconiram em Per-
nan.baro, temo ama quj sobresabe a todas as oa-
tras. Alm destas Ha outr*s de preces menores, as-
sim como t, uiDem ba b mitas calimbas razias de
madeira, enverwsadas e marebetadas, com (echa-
dura e chave, para costura.
En leqiies o qae se po4e encontrar de melhor,
sendo :
Todo de madreperola, bordados, obra de gosto e
valor.
O.iirns de madreperola e seda, bonito; desenbos.
Giros de madreperola com b rdados col ridos,
obras de muito gosto, e g*ralmente. apreciadas.
O jiros todos de sndalo.
Cairos de sndalo e seda com bellos desenbos.
On ros todos pretos para lato.
Giros relos com desenbos rozos, proprios pa-
ra senhuras viudas.
O uros de sndalo e faia, formando qaatro vistas.
Ootros de sndalo e sndalo e seda, para me-
nta: s.
Outros de madeira e papel, obra barata.
Moire-aotiqoe e grozdenaples de lindas c6
res.
Riquissimos vestidos de cambraia branca
primorosamente brdalos.
Corpinhos e camisinbas com manguitos ri-
camente bnrdadcs.
Riqnissimos cintos com matamos bordados
a velrllho,ultimo gosto.
Riqnissiuias basquinas de seda preta, de
superior qualidadee ricamente enfeitadas.
Fronhas e leos com Hndissimos desenhos Riquissimos gallileos on romeiros a imita-
de aby intos. cSo o nma capinha com ara bico largo
Riquissimos cortinados bordados. I em volta e primorosamente bordados.
Lmdas co'chas brancas ponto de crochet Riquissimos cortes de foolar de seda com
a imitac3o de labyrinto. libdissimos desenbos.
Riquissimos loques de madreperola e de Sedinbasde quadros e setim branco e de
sndalo, ultimo gosto. lindas cores.
Isto so na loja do Passo rna do crespo n. 7 esqnina da do Imperador.
GRANDE NOV
HUTA* W-tEEMU-Aa
m
LOJA B ARMAZEM
as

Boa da Irperatrii i. 60

Roa da I rperatrii .
u\n% Jt fiiLvAo
Tendo os donos de te grande estabelecimento resnlvido liquidar a maior parte das
suas fazendas resolvern) vender com grandes batimentos em precos, assim como teem
recebido ltimamente nma grande porclo de fazendas novas tanto inglezas como francezas,
alemSas e suissas, teem destinado venderem-nas mais barato que em ontra qualqner parle
afim de aporarem dinheiro, dando de todas ellas, amostras deizando loar p. nbor, oo
aiandam-nas levar em casa das ex< ellentissimas familias pelos s-us caixeiros ; assim como
as pessoas que negociam em pequea escalfa, oeste estabeleciment comprarlo pelos mes
mos precos qoe cnmpravam as casas inglezas ; ganbandn-se apenas o descont.
cortlaaadoa para easoas c Jamel- n .16 s a <5, 3o5oo e 35
laa a tO#, 161. 204 e 25# Vendem-se um grande sortimento de cri-
Veadem-se nm grande sortimento dos nolinas oabaloes de arcos para senhora pelos
melbores cortinados bordados qoe tera < tn- baratos precos de 19, 245oo e 3d por baver
do proprios para camas e janellas, pelos ba-
ratos oreos de lod, K$, 2o)j! e 25o cada
par sendo neste generu o melbor qoe teni
vindo ao mercado: assim como pecas de
gi ande porcSo, na loja e armazem do Pa
vao, ra da Imperatriz n. 6o, de Gama d-
PANNOS PAPA CADEIRAS
Venlem-se urn grande sortimento de
rival sa mm
ua do Usaclanado as, toja de
aalodeza
DE
Jos Bigodmno
Vara de babado bordado da Porto a .
Carre* de reiro prtvi em ni oHava*
Parriteis e retaos de ledas as cores a .
Frasee* 'agoa de ColoatavaoMosuperior a
Frascos dtote mu lo fleo a......
Dotla de tesouras p quenas a.....
Frasco? d'agna para lirapar dentes a .
Redes pretas lisas para segurar cabello a
Daziaa de peonas de acornarlo Bom a .
Calas de liaba do gai de 30 novellos a .
dem de palitos de seguranza a .
Garrafas de agoa Florida verdfdelra .
^rllabarlos eom estampas para meninos a
Memento da ronpa de lavar a.....
Cotias de me las finas para senbora a .
Agnlbas francezas a balo (papel) a .
Pecas de fitas de la de Todas as cores a
Groxas de botoes de porcelana prateados
Calas eos alflnelte 4raDcezee a .
Caixas de 100 envelopes muiio finos a .
Resma de papel de peso branco liso a .
Fraseo con superior tinta a.....
Pares de botoes de panno multo bonitos
Lmhss em carlao de 209 jardas a .
Cala da superior liaba do gaz com 60
nove los.............
Talberes para meninos a....... 2l
Masso eotn superiores grampos a 30
Bcnets para meninos a........IjOOC
Pentes com costa de metal a...... 4UC
Realejos para meninos a....... 100
1
cambraia adamascada proprias para o mesmo pannos de ero h proprios para cadeiras,
fim. na loja do PavSo, ra da Imperatriz Bufa, cadeiras de balancos, para alindadas
n. 6o, de Gama 1 Silva e para cobrir presentes, e vendem-se por
Corlea graoadtaos para restldos precos muito baratos, na lo a do Pavo, ra
Chejaram o mais bonitos cortes de or- da In peratriz n. 6o, de Gama A Silva.
gandy Granadinos tendo lo varas cada c rte, Caasaa a *4o r. sO o pavo.
StDdo 7 v ras listradas para a saia e 3 varas Vendem-se bonitas ca-sas inglezas de co-
lisa para o corpo, tendo nis mesmas 3 varas res fixas pelo r>arato preco de 2i0 rs, o co-
enfeites corresprindente saia para enfeitar vado, ditas francezas fazenda muito fina com
o corpo e mangas tendo entre elles mu tas padres listrados e de flores, assim como com
trancas com listas pretas como actualmente palminas miu-ias proprias para meninos a
se \ii3 e vende-se pelo barato preco de 60, 3oo rs. o covad ou a too rs. a vara : pe-
unicamente na loja do av5o, roa da Impe- chiocha oa loja e armazem do PavSo ra da
ratriz n. 6o, de Gama & Silva. Imperatriz n. 6o de Gama 4 Silva.
Tiras bordadas e Babidlohoa. aLioalmbas aaadsadaa a 28o ra. o
Quem quizer fazer boa compra de tiras covado.
bordadas ou babadinhos, acbar um grande' Vendem-se bonitas laazinhas matisadas.
AUGUSTO PORTO i C.
11Ra do Queimado11
Este estabelecimento acaba de receber e vende por commodojpreco as segointes -sortimento para eseolher e por, reco mnito' ! mais barato do que em nutra qualquer parte, tre ellas cores escuras e de muito bom gosto
80
m
m
6Q(
&
i*0

m
a*ooc
10
80
100
70
AttcnQo.
Na rna da Senzala Nova n. 22. se aeha a venda
nm grande e variado sortimento de esleirs cae
cadas do Ancaiy, por preco ratoavel : qaem pre-
tender dlrija-se a mesma.
Mua,
E-peram-s3 cem destes anim..i-s, mnlio superio-
res, indos do Rio da Praia : qaem pretender eefn
prar, dinja-se a' praca do rommercio, anlig roa
du Trapiebe n. 6, para iraur.
Escmvos fogidop
fazendas finas
Vestidos de b ond para noiva com manta e capella.
Ricos vestidos de cambraia branc i bordadas i que ba de melbor.
Cortinados bordados e admascados para camas de 2o a 8od.
Dito- bordados e admascados para janellas dn a 2o#.
Colxas de seda e 13a e seda para cama de noivas.
Basquinas modernas de muito gosto de 2o# a oo:>.
Toaihinhas de croch para cadeiras e sofs, e colxas de croch para camas.
Chapelinas de crpe branco, e chapeo* de palha da Italia para senhora.
Moir branco e preto, groslenaple preto e de todas as cores para vestidos.
Camisas para homom fraltezas e inglezas de linbo, e de algodo.
Guardapisa de ermofine para fazer mais elegantes os v stidos de 13a e de seda
32o rs. a vara.
Superiores saias bordadas de linho, camisas e camisinbas bordadas e lencl de
tua mirar I Itaa, djtaa da altM e modernas | ^^^ bnrda,la para senhoras, ricas toalhas horda las com mnito gosto, e lindos ves-
tuarios para baptizados com o respectivo eosoval.
L3as com Iistras de seda de varias c es a que ha de melbor.
Chapeos brancos de castor e ricos chapeos de sol inglezes para homem.
Malas de itverso* U>manhos para via^ens.
Panos finos e casen iras pretas e decores c outras muitas fazendas qne se ven-
tranr-as para vestidos
A Aguia Branca rcrbeu novamente aui bello
sortimfiitodaquellas aprecalas gaarnicdns de fi-
tas; assim com oairas de liodas e modernas tran-
cas. Os apreciadores do bom romparecarn na loja
da gata Branca a roa dn Queimado n. 8.
I'i lis i",i.s Ripias de Go de Escossia para enancas. iiniiiiMann
Vri.dru,.>H na ra do Qaeimado luja da Aguia c
Branca n. 8, onde tambem ha outras maitas de al-
gmtao para orlase*! de 'i a 12 mezes.
Hu h'uis lavas de Ga de Escasaia o seda, para bo-
Hn-as e senderas.
A Aguia Branca a roa a Qaeimado o. 8, rece-
beu 'i n bom ,v:r iihi-nIo de tinas luvas de fio de Es-
eo>ia e seda, brancas o de cores, bor ]aila-> e lisas,
tanto para hom-ns como para senhoras; qaem as
prl-tj vr e dirljir-se a Alta l"ja Aguia B-anea,
ennh-cera qae nn ul geoero ao se encentra me
ib", e laivet nem mesmo igu^l em algnma caira
parte.
Reqnifrs brancas ou trancinhas papa-lina.
A A(oia Branca araba de rebeber uui novo e
bello Mirilmealo dessas to procuradas iraocinbas
papa-fina, com dver-*s e agradaveis moldas, e co-
mo sempre a Agu Bracc* a ra du Queimado n.
8 cuotinua a vendar barato.
Grliuhas t punhns, niantjiiiios e goliiabas, obras
moJirnas e de A Agola Branca acba-sa recentemenle provi-r.
de bonitas gillmhas e pauhos oordados, maogaitos
e goiliohas tambem bordad I, e ludo do melbor
gus e ultima moda, leodo as golliohag e punlios
mallos, \a enteiadns enrn fitas eufiadas, e algamas
peqa-n s para meninas. 0< pregos apear de com-
mndiis variam rom as dlrT-trentes qualidad >s das
obras. Os prt-tendenies compar^gm oa loja da
Agaia Branca a roa do Quuimado n. 8 qoe sero
servid" a conteni.
ntremelas bordados en peras grandes.
A Agola Branca a ra doyurirnaio o. 8 est
venovudo bonitos ntremelos bordados em pecas
grand-s Je 12 tira, e pelo haraiissimo preco de
2,5309 cal pega. A sraode eraccao qa elles
tooi ud onfirmam os diversos fins para que ser-
vero, as im pols couvm qae a bon frHgaezia da
Aguia Branca aproveiie essa boa e barata faienda.
Este estabelecimento contina a receber as melbores.
Esteiras e alcatifas para salas.
41Roa lo tftuef m;ido1 i
DE.
PREPARA.DAA FRI
POR
AUrI7STE ClORS
Pbarmacentico pela escola do Paris e successor nesta cidade
UK
ristide Saisset e J. Soura
22.-----Ra da Crnz-----2?.
aiaiiiiiiJ1
Este esiabeleciroeoio acaba de receber lindas
chapeiinas para senbora, ricas caixmhas para cos-
turas, diias para jotas, pentes doorados para coco,
fiveias rooito ncas, as'im como cintos e polseiras
da uHiiua moda de Pars, eotremeios e bahadmnos.
bouitos toucadores doarados e de Jacaranda, eepe-
ib.s escossezes de diversus tarbanhos e ricos cau-
fWes para senbora, voltas para pescogo, gravali-
nhas, bico de seda, dHo de algodao, lahynnibo, e
buhos 'oros ultjectoa de apurado gost, qae se
torna enfadonho mencionar, todo por pregos mui-
to ommodos: a' ra da Imperatriz n. 70, na loja
da Lealdade^______ ________________
A os agricultores.
Sanndr-rs Bratbcrs & C. acanam de recebar
de Liverpool vapores de forga de 3 a 4 cavalloe
eom todos os periences, e mu proprios para (ata-
tt-in mnver machinas de descarogar alg"do, po-
dendo. cada vapor trahalbar al com liO ser ras,
ta-'i- -id servem para enfardar algodao, oa para
oolro qualquer servieo em qoe asam de tratoalbar
oui aaimaes. Os jmesmos tambem lm a' venda
arhoas americanas d*1 3a a 40 sorras.
O- pr /ledenles dinjam-se ao largo do Corpo-
Saoto n. U.________________
,\Z fi4Z G4Z
Oiegoa 20 amigo deposito de Hanry Forster A
C., rna do Imperador, nm carregaateMo de gaz dt
primara qualidade.o qual se vende em partidas
a reuni o-jr meos preco do qae as oatr* ajo'
qoer parta.
Cal de Lisboa
Cal de Lisboa nova a If o barril: a' roa do
Apollo n. 4.
" Feij amito nvo 5$ sacco
K.) armazem do cae i2 de N vembro n. >fi
Tratamento puramente vegetal sem mercurio, iodo, oaro, nem Giro qualqce
dineral.
Verdadeiro purificador do saugue sem azougue.
Especial para a cura de todas as molestias que tem sua oritfem na impure/a do
sanpoe, como sejam as molestias houhaticas, sypbihticas, escropliulosas, darthrosas, quer
venham ellas por hereditariedade, quer sejam adqueridas pelo contacto com pessoas in-
feccionadas das diversos virus que contaminan) o sangue e os humores.
A carofca um remedio prodigioso, usado desde remotas eras pelos india
do Brasil, e passando seu uso de gemelo em sreraclo, boje um dos remedios mais co-
nhecidoscomo proprio para rombater as molestias mais hediondas, entrando nesse mime.
ro a morpha on elepbantiases, p-ra cojo curativo os nossos sertanejos consideran) a
caroba como remedio especifico.
A muito ttmpo entrn a caro Si a nos formularios como preparado magistral
oh a forma de eleictuarin, aiuda boje lembrado uas pbarm^opas com o nomo de seu
celebre autor Jo5o A ves Carueiro : nlo ella portanto remedio novo nem desconhecido.
O ungento de caroba da mesraa surte preconisado desde lempos .mmemo-
riaes como o mais apropriado para o curativo das boubas e ulceras syphiliticas srdidas,
a ecepregado com proveito depois de imprrificua applicaco de muitos outr-os agentes
therapeuticos enrgicos e de uso quotidiano.
Mudos dos nossos mdicos de considerarlo e entre elles o muito distincto praticr
e observador o Sr. Dr. Pedro d'Athayde Lobo Moscoso, tem conBrmadi por meio de ex-
periencias repetidas, o que diz a fama das benficas propriedades da caroba do trata
ment das boubas. das diversas formas sob que a sypbilis se apresenta e muito especial-
mente as que teem sua sede oa pelle, e poderiamos relatar alguns casos de data moito
moderna observados pelo mesmo Sr. Dr. Moscozo em que a caraba prodozio admiraveis
eSeitos, depois de imitis e prolongadas applicaces da salsaparrilna, mecurio, iodo, ou-
ro e seos preparados, etc., etc.
No era pussivel que urna planta lie nctavel por suas inappreciaveis virtudes es-
capasse a perspicacia e investigaces dos mais abalisados praticos europeos, qne se ap-
plicam com especiaHdade ao cstudo e tratamento das molestias syphiliticas e herpejica*
e para prova atii esio os Srs. Drs. Casenave, Schurfer, Ricord e ouirs dando as mai<
lisongetras informaoes sobre as propriedades curativas da caroba e pieconisando-i com'
remedio poderossimo para o tratamento das erupeftes cutneas, seccas on suppurativas
dartbros de todas a quaiidade, ec emas, ulceras de divenas naturezas, tumores, osseoa
e outras muitas molestias de natureza sypbi itica oa boubatica.
Por ter-se geoeralisado mu lo o aso da charada da caroba que en pre-
paro e oelas instancias de varios mdicos que desejam continuar em suas observares,
leliberei-me a ter prosapia orna quantidade da mesma essencia, obtida sem a acc9o do
ogo, para nao prejudicar as propriedades medicamentosas; e d'ora em diante eucon-
trar-se-ba na minba pharmacia sempre e em porc3o suCBciente para todos os pedidos a
CSSENCIA CONCENTRADA De CAROBA, e o ungento da mesma pirata para qae nao
fallem aos Srs. mdicos que quizerem esperimenlar to precioso agente medicinal.
Recite de Poruamboco, 17 de ontubro de 1866.
AUQUSTE Caobs.
Cboeolate.
Vende-?** o veritadefre ebreolaie fcetp'nbol fa-
bricado em Coroo para esie ehau : veede-se a
800 r. a lbr : na roa Nova o. H.
Ao commeroi')
Vndese a taberna da rna do Padre Fioriano n.
%l, ja esia afreitaezada, propria para prtnclphnte
por ter poneos fondos*
ChteoUte aeiUral.
Vende-se o melhor chocolate nespanbol muils
peiloral por aio ser falsificado : vende se a 800
rs. a libra : na botica de Jos da Croe Santos, roa
Sova o. SI.
na loja e armazem do Pav3o. ra da Impe-
ratriz n 6o, de Gama & Silva.
Fazendas para tuto na loja do
Pavfto
Vende-se setim da i>bina com 6 palmos de
largura proprio para vestidos a 2d o covado,
laazinhas pretas lisas, alpacas com listra bran-
ca a Id o covado, cassas brancas com listras
pretas a Sor rs a vara, ditas pretas lisas e
com s Ipicos vara a 5t5o rs. ditas francezas
com listras e ramajeos vara a 8;;0 rs., me-
rino preto, alpacas e priooezas, mais barato
do queem nutra qualquer pane, na lija do
Pav5o, roa da Imperatriz nv6o, de G ma d:
Silva.
PALITO'S DE PANNO A 65
Vendem-se palitos de panno preto saceos
a semira preta a 63 e 7d, d ta muito floas a
93 e ".oh, Gnissimos sobrecasacos de panno a
2<>3 e 25(5, calcas 8tS. um grande sortimento fie colotes de toda
a qoalida e e ontras mui as qo^lidades de
roupas qu se vendem mais barato do que
em outi a qualquer parte, na loja e armazem
o Pav5o, i ua da Imperatriz n. 6o, de Ga-
ma & Silva.
GH\LES A BENOITON A 53 E 63
Vendem-se is mais modernos chales a
Beuoiton pelo barato preco de 53 e 63, di-
tos de merii. liso a 385no, ditos de crpon
a 73 e 83, ditos de aierin com barra a 25
e 55 o, na loja e armazem do Pavo, ra
da Imperatriz n. 6o. de Gama & Silva.
CASAyINHOS l>0 PAVO A 183, 2o5
253 E 3o3
Chetaram o mais modernos casaquinhos
ou jaquetas d-- grs preto, ricamente enfei-
tadas sendo uns com cintura e outros soltos
conforme se usa ltimamente e vendem-se
pelosbaratos precos de I8i, 2o5,253 e 3n3.
na loja e armazi-m do Pa\5o, roa da Impe-
ratriz n. 6o, de Gama a Silva.
P;ra >aias i $1)01 1<280 e 15500.
Chegou para a loja do Pav5o urna grande
porgao de oofa fazenda branca especialmen-
te para saias, tendo a brgura a altura sufi-
ciente de urna saia com um bonito bordado
de um lado ou urna bonita ordem de pregas
deforma que c<>m 3 4|2 varas se faz urna
saia de um s panno, e vende-se pelo t'arato
preco de 15. I3*8n e I35oo rs. a vara; na
loja e armazem do Pavo ra da Imperatriz
n. 6o de Gima Silva.
As salas do favo a 3&500.
VfdH->e nm uraode poreo das mais bonitas
saias brancas c^m lindas barra3 borladas de co-
re?, tendo 4 pannos cada nma, sendo faienda in-
teiramente moderna, pelo barato preco Se 33-iO
caria urna sendo faienda que sempre se veudeu
por mnito mais dinheiro ; na loja e aromem do
Pavao, na ra da Imptrairu u. 60, de Gama &
Silva.
Corpinhos.
Vende-?e os mais modernos corpinhos de cara-
braias branca transparente sendo ricamente borda
dos e enfeilados por barato preio ; oa loja e aroja-
r-m do Pavo, roa da Imperatri n. 00, de Gama &
Silva.
Cam-slabas a 30.
Vendem s-4 as mais moiernas camisinbas com
manguit iS tanto bordados como de preeuinhas com
elegantes iiuihos e bonitas ab.t adoras pelo bara-
to preco de :t 00 ; oa loj e arnmem do Pavao,
ra tlmperairis o. 60, de Gama & Silva.
pelo barato preco de 28o rs. assim como
AVISO
100,51000 de gratificado.
Contina a estar fgido o es
cravo Simio.
Forjo no da 21 de ulho do correte anoo,
casa do abano assignado o escravo de nome
mi "io com os -ignaes segnintes : de naca Mocan
bique. id ide 4 40 annos, poteo mais on menoi
alt bonitas barege de lia lra.suarente Com trente, cor foia, eom taiims em circulo redondi
quadrinbos pelo barato preco de 32o rs. o ao P* oas reinas, sem barba, levou vestido cales
Mttttn s na Inia rln Pav3n rna ra Imnp- de c* erolra ae cor cia>isi de algodar branco
covaao so na toja ao favao ra aa impe chapo de meia ffiaca noo. ef,e escra,0 fm ^
ratriz n 6o de Gama A Silva.
CHITAS A 28o RS.
Vendem:se bonitas chitas de cores e ditas
roxas com pequeo toque de mofo que se
garante largar logo que se lave, seudo de
cores fixas pelo barato proco de 28u rs. o
covado paia acabar: na loja do Pavo ra
da Imperatriz n 6o de Gama < Silva.
GRANDE SORTIMENTO DE CHITAS
A 32o E -i6o SO 0 PAVAO.
Vendem-se chitas de cores fixas com de-
senbos iuteiramente novos e com os pannos
mu to encorpados pelos baratsimos precos
de 32o e 3Ho rs. o covado, ditas claras pa-
droVs grados e miudmbos proprios para
roupas de meninas a 32o e 36o rs. para
tender barato : na loja e armazem do Pavo
ra da Imperatriz n. 6o de Gama & Silva.
CHITAS P.AHA OMERTAS a !8o RS.
prado ao Sr. Jos Vicente Lindoso, morador n;
provincia das Alagoas, poi seo procurador Joa
jim Cavalcanti de albuquerque M-ito, morado)
no termo de Barre>ros. Sem rtnvida segnio al-
gum daqoe|les lugares : roga-se a todas as autori
dades assim como aos capltesotcampo, tanto 9es-
ta provioea como a das Alagoa a apprenensao
do dito escravo, enir.galo no Recife, roa Direib
n. 90, qne receber a qoantia acioia, protesta st
desde ja eom lodos os rigores das leis do Imperte
contra qaem o liver acootado.
Bernardino Antonio Pereira Bastos.
de grafGaqo
a qaem captorar o preto da Costa de nome Jacto
th'>, Wade 38 annos.'ei-lalnra pooco meos de ra
guiar, tem (alta de iuule.-, bem emo tainos oc
ro-io bem salientes, as pernas ona", fie, togio ea
Vendem-se chitas largas para CObertas 29 de setombro proximr passado, levando ve-tldc
pelo barato preco de 28o rs. O covado por cale* e camisa branca, ebapo de copa baixaed
sprem narlroes nm tanto esrnrns na loia do has oeauenas. A pnmeira veiqoe se evadi In
serem paoroes um tanto escuros na loja uo tUulava se como forro de nacao, e eapregava-s
Pavo ra da Imperatriz n. 6o de Gama
Silva.
ALPACAS DE C03ES A 500 RS. O COVADO.
Vendem-se as mais bonitas alpacas de cores
infestadas c< m bonitos desenbos miodiohos
tendo entulles de todas as cores pelo barato
pr co de 5oo rs. o covado, ditas lisas escu- j
ras e claras sen lo todas de cores modernas
e 64o rs. o covado, ditas lavradas, as melho-
res e mais modernas oue teem vindo ao mer-
cado : sendo bavana, lyrio, verde, azul e
outra cores, que imitem a seda, pelo barato
em servente de pedMro e em cuiroi ideuticos
roga-se, puis, as anturidades policiaese a qualqner
liait'rul&r a Crplur^ de dito escravo, a ser entre-
gue a seo seuli..r Joan da Silva Leite, na ra d
Cadeta do Recife n. 10, qoe sera' paga a gratifka-
cao cima.___________________.
GRANDE PE IBINCHA
vestidos a aoa>*
Vende se ama grande por$o de curtes de vesti-
dos de cambraia transpoarente seorlo todos braueos
e om linda* barras de cores pelo barato preco de
2#o corte, seocL fazenda qoe sempre se veideu
pnr muito mais diobelro h liqaida-se por este preco
oa Ima e armazem doPavo a ra da Imperatriz
n. 60 de Gama & Silva.
1000000
Fugm no dia 18 do corrente roez de ontobro, do
eng-iilio Limoeiro fr>-goezia aa Escada, o escravo
coro os seguales signaes : cabra fosco, alto coro
bom corpo e booiu figura, cara bexig<>sa, ha iba
p.iuro serrada, costoma rapar o b gode e a p_ei"ra
cabellos um unto carapinhados, pouco cambeta
reco de Soo'rs. o covado, pechiocba : na lem os dedos grandes d..s ns mais compridos,
loja e armazem do Pavo ma da Imperatri. %SXStt!tt^2X&
n. oo de Cama 4 Suva.- veatioao camisa Ai- a g dao d > m ta oo algndotl-
POIL DE CHEVRE. nho, c l?a e piletot di- bnm pardo, chapeo de ae-
ChegOU neste geoero O melhor que tem la preto, e leva vara decarreiroqne e snpp5e-se
viudo ao mercado nara vestidos com lindas l"r ,do iS>eUT r5* coroo <-ia<> = reco">'
viuuu ao lourcauu para vesiiuos com iiduw men(Ja ?e as pes.oas eararregadas do n-croiamen-
listras de SVIH OU COm bonitos favores da l0 e as ^ut.pridadf s policiaes com espenalidade s
mesma que se vendem pelos baratos preCOS d) Rio Formos Una, Agaa Preta, S. Bento e Por-
de 800, IdOOO e 1528o rs. O COVado: na loja lo Calvo e a ooira qualquer pessoa a app-ehenslo
do Pavo ra da Imperatriz n. 6o de Gama 0 d" W*TO' -" e^"* B0 -,l "**0*0>qBB
& Silva
VESTIDOS DE FANTAZIA A 8^000 E
lOjJooo RS.
Cbegaram os mais bonilos cortes de ves-
tidos de faotazia muiio proprios para passeio
e soires, por terem lindas barras de seda
e vendem-se pelo barato preco de 8d e iod
receber' a graiiflcaco cima,
se Fraociseo.
0 escravo cnama-
Escmvo fugido
No dia 23 do corrente, aoseot"U-se da casa do
abano assignado o seo escravo Trajino, mn'ato,
CiD os signaes segn'ntes : Cbb llus de caboclo, ca-
ra II) maitro e alio, levou caiga du brim pardo
liso, camisa do algodo-zinho, e chapeo de palha,
ada um na |i ja do Pavo ra da Imperatriz ro-tuma andar mesmo nesta cidade, e seos arre-
n, 6o de Gama & Silva.
Joroaes pafa 1868
MS) ilvrarla |rnsieia) assignaiK-se
todo os jornaes da Europa ; os Srs. assin*
nantes encontrar3o amostras dos peridicos,
e catlogos dos mesmo.
RA DO CRESPO N._:_____
Chocolate.
Vende-se o verdadeiro chocolate fabricado em
Garona, mallo peitoral a 800 rs. a libra ; oa ro do
Cabag l"Ja de nvadetas de i ponas o. I A.
p tassa 4a Romia
E' a qae se vende por preco o mais barato por-
qoe a mal* aova qae existe oo mercado eirenms-
tancia essencial qoe este artigo demanda aara-pro-
dozir o effelto deaejado, A vista qoe aprsenla a
barrica qae a cootem eoodrma o ter enegado ao
mercado mais recntemele possivel : bo arma-
zem de ashocar de lo> da >llva Loyo Pllbo & C
Gai.
fa roa Dlreitt n. 53 vende-se sm liqtldo de
I* qoalidsde a M50 rs. a garrafa, em lat* 8#800.
R41VDG PCHIfCHl
Vestidos a .dSilU
Vrnde-se om bonito sortimento Se cortes de ves-
tidos de cambraia traosporte com mnita faatazia,
sendo branco e ov cores eom bonitas barras, pelo
barato preco de 2500, sendo faienda qoeseropre
se veodeu por 6 e 74, e liquida se na loja e ar-
mazem do Pvio a roa- da Imp^ratrl n. 60 de Gama
**"" fitftUtl PKHI1f.H4
Cortes de lia a 490OO
Vende se om* grande porfi dos mais bonitos
cortes de la com lindos lavores roatlisado, tendo
18 co'vadoa cada corte vindo cada om em seo
papel, pelo barato preco de 4 o c<>rte, oa loja do
Pavo a roa da loperatri o. 60 de Gama fr
S "pB( BBl-i tll% A SO UBIS
Murculmas de 12a
Pelo ultimo vapor ebegoa om gr ode sortimento
das mais liodaa marcullnas de la, sendo de orna
s'cflr. porm com at lindas cores atol, magenta,
bonlna, reto etc., tendo largara de chita franeeza
e vend se a 640 ris o eovaoo oa loja do Pavo a
roa da Imperan-i p. 60 de Gama & Silva.
alas a SjJOOO rs.
Vendem-se bonitas sias escoras pioprias
para uzar em ttmpo de vero por caoza da
poeira e principalmente para qoem for p?s-
sar a festa no raatlo, nelo barato preco de
3 bordadas tendo 4 pannos cada nma pelos
pregos de 5$, 65, e lodnoo rs.: na loja do
Pa o ra da Imperatriz n. 6o de Gama &
Silva.
Vestidos braucos a S49ooo.
Cheearam os mais lindos cortes de cam-
braia branca transparente ricamente borda-
dos que se vendem pelu baralissimo prec
de .4ooo rs. oa luja e armazem do Pavao
n. 6o de Gama & Suva.
p chincha e casimiras a 1 .sflOO s
Pava.
V-n1e-s urna gradde poreio de casimiras sope-
riores enfe.-U'tas, sendo escuras e alegres proprias
uara calcas, poletots, eoletes e roopas .para aaeai-
nos pelo baratsimo prego de lWCO o covado on
a S800 o corte de calca, grande pecbmcha na
tija e armazem do Pavlo : roa da Imperatriz n. 60,
de Gama A Silva.
Moire-auatisjne.
Vende-se soparl- r moire-auuque- de cor, coro
algura toque de mofo, por preco ojaito barato, para
aiabar: aja l|a do Pavo, ra da Imperatriz o. 60,
de Gama A Suva.
f aaab ralas de tatoleo.
Vendem-se as verdadeiras ramhraias francezas,
brancas, com salpicos, tendo 8 1/2 varas cada pe-
ga, pelo baratiaslroo preco de 5'todO a pega : na
loja do Pava., roa da Imperan- z n. O, de Gama
& Silva.
Caosas de moa sO cor
a 24!) rs. o covado.
Vendem-ae soperlpres casan de ama s cor,
tendo asol, lyrio, cor' de roaa, ratio, ele, e ven-
dem-se pelo haratis-imti prego de 3to rs. reco-
vado para acabar: na loja e armazm do PaVae,
roa da Imperatriz, o. t ', de Gama & Sil*.
baldes: roga-se a todas as autoridades pociaes e
mesmo a qualuner outra pessoa o aprehender o
entregar ao auno asignado, roa da C. at n. 54,
oo na ra do Cabug, luja de qaatro po-Us da
Aguia de Ooro.
Jos Alves da Silva Goimares.
Pogio da rna do Imperador da ra-a do Sr
Dr. Anoes, no da 5 de setetnbro prximo nodo,
o cabnuha de mime Joo, idade de 10 a 12 annoa,
bonita figura, ehrio de citpo, ar alegre, boa denta-
dura, otbos grandes. Levou venido camisa chita riscadinho encarnado, caiga de algodio asnk,
rbapo de feltro preto, ropa bana. Audava vett-
deodo ornas teucas em om flanores; ama pe. s^a
diz qae o vio montado em cavallo, sem rbapo,
enjo conduzia ancoras, era dirigido o dito comool
por nm crioulo, julga se nao ser de longe desia el-
dade, e pode ser qoe essa pe?soa o codunsse julr
gando ser livre : nga se aos pruprietarios de ea-
gponos e a's autoridades policiaes pesquisaren! SB
e-ta' acootado em algnroa casa, l quero o pegar
Rna o. SO, qoe sera' generosamente gratificado.
Sevada
Vende-se na roa Direita n. 30.
Chapeos para senhoras.
O mais elegantes chinados de P*ri pelo ultltr"
vapor. Vendem-se na rna do Imperador n. 13 i
andar, no escriptorio de B. Adoor, das 10 ho-
ras da manbi at 3 da urde.
de sratlfleaeio
Contina andar fgido d- sde o dia 20 de ji
do corrole anno o escravo Vicente, pur ahocf
Cangaiha, de 40 annos, pooco mais, n>gSo Ango-
la, aliara regular, secco do corpo, pernas Boas e
arqueadas, sendo orna mas do qoe outra, qoe-di
lugar eom o andar dar grande bataneo ejm o cor-
iio, rosto comando, pooc barba sement no unef-
xo, e tem na sola dos ps argons cravos e as Ba-
degas algnroas c nlusdes provenlenle de castigos,
muito ladino e iomola-.se de forro, levoo bas-
tante r upa e usa Camisola por cima das caigan
cbaj o de b^ta on de palba de aba mono largak
gnarda sol de seda ja velho ; sopp5Ve qoe anda
nos airaftaldes desta cidade, e com ama carta fal^
sa, pelo qoe no lugar Macaco K elle ful pr*o ^
posto em liberdade em virtade da meocioBada car*
ta : recommetrrJase a captora delle, daodO|8Hlr
graiificagio wfaaa a qaem leva lo a in da Cadera
do Recife n. 27, segando andar.
No da SO do correple fuglram do entenfta
Part, frenoezia de Ipojaca, os escravos Lnlr, ca-
bra, alto, chelo do corpo, de idade de 30 ana^*
pooco ais oo menos, macan* do rost alt**. p**
ca barba, e coatoma rpala, e Bel"-", n,DU.i
ac, pescosso enrogadq, e plot^ f*3 ha^aoft
civados de marcas de bi?~. 006 ^r 40 asnos
pooco mais oo -,*'*?? 1f f P*_r,
podera' leva los ^.f l(?rnl"f lw_0 S881! P'*?1
do Reelfa na,-* 2.a8 Cpaz?s >0 8r- Antonio
riimam v .a" Temporal qne ser recoinen-
Climaco
sad
recoxpen-


>mnrmmrx ^wm mam*M
\1*H
LITTERaTflR&Vi


Historia de na lagrima.
Qoe urna lagrima ? A scieocja dar-nos-
ha urna explicado positiva ; a poesa dir
que frsoro da alma, a lioguagem do cora-
cSo. Bera pouco avulta essa leve gotla de
humor que os olhos vertara por alloma
causa physica ou moral. E' nada e tudo;
para os unimos praticos um sigua de
l'raqueza ; para os coracOes seosiveis om
objecto de respeito, urna causa de sympa-
thia. Alexandre Domas comparou eloquen-
temente o diluvio a una lagrima do Seabor
l* rima de ddr, se a dr pode ser divina,
que a impiedade arrancou dos olbos do
autor das cousas.
Mas a lagrima cuja historia emprebeado
nestas curias o singelas paginas nao fot ta-
manha como essa que prodozio o grande
cataclysma. Foi ama simples golta, derra-
mada por olhos humanos, em bora deaf-
flicco e desespero, Quem tiver chorado
achar-lhe-ba algom interesse.
Conheci am homem de trmta annos que
era o hornera mais singular do .nundo, co-
mecando por parecer sexagenario. Era alto,
e daquella severa be!le/.a que consiste em
musir' nos traeos do rosto os sulcos de
um grande e n-bro soffrimento. Os cabel-
las eram todos braocos, cahidos para traz
spm affrtCtaQSo nem cuidado. Tiuba os
ohos fundos. Era paludo, magro, curvado.
Vjvia .- n'uma casa escond ta para as
bandas de Catumby, lngar que elle proprio
escolhera para nao dar muilo trabalh > aos
amigos que quizessem leva-lo ao cemiteno.
P.ocas vezrs sabia ; lia algumas vezes :
med lava quasi sempre.
Os seus passeios ordinarios, .quando Ihe
acn ecia passear, era ao cemiterio, onde
s: demnrava babitualmente du*s horas.
0 uando vulwa e Ihe perguuiavam d'onde
vioba, responda que fra ver casa para mu-
dar se.
Alguns viznhos suppunham-o doudo ;
outros cnntentavm-se em chama-lo excn-
trico. Ura peralvilho que raorava alguns
i8 aliante concebeu a idea de ir denun-
i-lo Dolida, acto que n3o redisou por
Ihe lerem ido mo aigumas pessoas. Os
meninos vadios do lugar puzeram.-lhe urna
slcinna, e de tal sorte o perseguiam s ve
zes que o po'ire homem resolveu sabir o
menos que pudesse.
Charoava-se Daniel, e, aUpdindo ao pro-
pheta das escripturas, costuraava dzer que
eiava no lago dos lees, e que s por in-
terveacao divina que o nao devoravam.
Os lees eram os oulros bomeos.
Nao s*i porquj, desde que o vi sympathi-
soi com elle. Tinha en ido passar urna tar-
da em casa de urna familia do Catumby,
00 le me failaram das siogularidaies do ve-
lho. Tive curiosiJade de conliece-lo, effec-
livameole, passou elle pef ra, e todos
correram a janella como se se tratasse de
umareo, fe'cebi desde logo que aqueile
i nem era u na ruina moral, a irad(,ao de
um grande paiecirnento, sustentada por
orna existencia precaria. Resolv tratar com
elle, e coramumquei a minha mtengo s
senhoras que rae rodeavam. Fui ura mo-
tivo de chacota geral. Mas eu fiz parar o
riso nos labios das mulberes dizendo estas
simples paiavras :
E se aqueile homem padece por urna
mulher ?
As mulberes calaram-se ;"os homensolha-
i :n uns para os ootros.
D'alli a uito 'lias fui bater port de Da-
niel. Apptreceu-ine um preto ve bo que
me perguntou o que q .cria. Apenas Ihe
disse que desejava fallar so dono da casa,
'O-pondeu-me que elle sabira a passeio. Co-
rro eu sabia que o paseio era ao cemiterio,
d'.rigi-me para l.
Apenas entrei n'uma das mas da cidade
i morios, avistei O-iuel ao longe sentado
r Kna pedra, ao t- de urna sepultura, cora
a caneca entre as mos.
Aqueile aspecto fez-rae parar. Era posi-
tivo que todas as excentricidades de Danie
lavam presas a urna historia, que devia
ser a historia daquelle tmulo, Encarai-
r.hei-me para o lugo* onde o velho eslava,
parando a alguns passos, e couservando-me
ao p de urna campa, afi n de que Ihe paro-
cesse que um motivo, que nao o di curio-
sidade, levava-me al all.
De quando em quando levantava eu a ca-
li ca para ver o velho, e achava-o sempre
na mesar, posicio. Esperei urna hora que
elle se levanta-se, al que, perdendo essa es-
peranea, tratei de retirar-me, quando vi ao
longe, encarnin!ando-se p;ira aqueile lado,
ti o cortejo fuuebre. Era mais um babi-
t te que vinha tomar posse da sua casa na
vasta oecropole. O ruido dos passos dos
ijlimos amigos e coobecidos do novo lecata-
rio dpspertaram o veltuvque se levantou ra-
liiiraente, lancou um olhar para a sepul-
tura, e encaminhoti-se para o lado do por-
teo.
Ouiz ver se a campa ao p da qual o ve-
iho eslava assentado tinba algum nome.mas
ao mesmo tempo temi perder o velho, que
andava rpidamente Com tudo apressei o
p33so, e pude ler rpidamente na campa
e las simpKs paiavras :
Aqui jaz u na martyr.
Depois dobrarnto de velocidade pude al
c ocar o velho no momeuto em que ee es-
ta va j a poucas br cas da port5o.
la fJIar-lhe, mas hesilei. Que Ihe diria
en ? Como explicar a minba curiosidade ?
Emretanto o velho andava, e eu atraz delle,
que n is adiamos ambos porta da
casa.
Queria alguma cousa ?
Ura poaco d'agua.
Entre.
Entramos.
Joo, disse elle ao preto que Iheveio
uorir a pono, traze um copo d'agua para
es!" senhor. Queira sentar-se.
Nao sabia que havia de dizer depois de
ter pedido a agua. O velho, apenas me
vio sentado, tomou urna cadeira e seotou-se
ao peda janella. Os ltimos raios do sol
poente batiam-lhe na fronte encanecida e
sucida pelo soffrimsnto. Era veneravel
aquella figura tao humilde e t5o resignada,
Veio a agua, beb e dirigi-me ao dono da
casa.
Obrigado, disse-lhe. son F... e
<"-o...
w outil dizer-me a casa, ioterrompeu
Daniel; o ii^ ,e,no j nao deste muDdo.
Entretanto agra.,v>j].|(ie.
Mas porque nao .' q[q muQdo ?
O velho frauzi i a test resp0adeu-me
mente:
-* Porque n*
Era
lavr.
Sahi, mas
outra vez a
Com effeit:
tumiby, e bati
impossivel tirar-lhe mais urna pa-
ae
*c

r1
aolp aAesoracIckds vttar
av raTcdes con o veiho.
cinf) Sks depois fui a Ca-
a irorla^e-Whiet. -M~ "*
chei o velbo com am livro na m5o
Pergumou-me o que, .tjueria, e como ta
Ihedissesse que era a pessia que cinco dias
antas estivera alli, respondeu-me que se
lembrava e mandou-me sentar.
Quer agua ouira vez ? djsse elle isor-
riQio tristemente.
N5 ), nio quero. Ha de ter c rapre-
heodido qne eu u5o qner.a smente ura copo
d'agua naquella tarde. Quena e quero
travar conneciraento com o senhor, que me
parece um excedente homem....
Excellente, n5o... respoadeu o ve-
lbo.
Sobretodo parece-me um inexplicavel
mysterio.
Isso talvez. Quer decifrar-me, n3o
assim ?
Qaero estima-lo, e para estima-lo,
creio que basta conliece-lo Comureheodo
que a minba curiosidade um pouco ex-
cntrica ; mas qaeira perdoar-m'a levando
em conta que eu n5o zombo d*s soas sio-
gularid .des nem fago conjecturas ridiculas
sobre o seu isoiamento. Ao contrario, creio
que elle devido a algumi causa nobre e
santa.
O velho reflectio alguns minutos t res-
pondeu-me:
Coocluo de tudo isso que o senbor
mais curioso que o resto dos homens, por
que elles contentam-se em investigar pela
conjectura os successos da minba vi la, ao
passo que o senhor vfm directamente in-
daga-tos de mim.
PerdSo, se acaso.
Mas o que o salva que o senhor me
parece Dom; sinto que nSo simples curio-
sidade, mas um desejo invenciel do cora-
gao, do coracSo qoe to raro...
E' isso mesmo.
Pois, senhor, respondeu o velho, estou
prompto pare ar-lne qumios copos d'agua
me pe lir, mas nao passe dos copos d'agua;
interrogar a minba vida o mesmo que in-
terrogar um sepulcro ; os sepulcros nao
fallara.
Mas nada disso impede qu o senhor
f interrogar o sepulcro daquella martyr...
O velho crgueuse e langou-rae um olhar
severo e prescrutador.
Poique me du isso ? Bem sabe que
eu choreie choro por ella, e nao tenho cul-
pa...
Eu nada sei, respond.
Daniel conservou-se naquella posigo al-
guns infantes. Depois toroou a semar-se
e cravou os olhos no livro. Eu nao ousava
romper o silencio. Daniel, depois de al
gura tem,iO, levantou a cabeca e perguntou-
me:
Vio-mel?
Vi.
Peco-lhe qie o nao diga aos seus ami-
gos. Be>n sei que o lugar publico, e to-
dos podern ver-me ; mas nem todos podem
oen.-trar tauto como o senhor. Quer ser
raeu amigo ? E' tudo quanto Ihe posso
fazer.
Dizendo isto, esleudeu-mea m3o que eu
apertei commovido. Depois conversamos,
mas nada pu le arrancar ao raysterioso velho.
Voltei l muitas vezes; Daniel de Cida
vez fazia-se mais amigc, mais conQinte ;
mas sem re que eu arriscava alguma per-
gunta indiscreta o veiho franzia o sobr'olho
e calava-se.
Ura dia, porm, adoeceu, e como nao ti-
vesse ninguem mais para cuida-lo, alera do
preto, eu, que havia entrado na confianca
do velho, entend que devia flear alli algum
tempo.
Cuidei delle como se fosse um amigo de
vinte aunos;oveluo assistia minha de.li-
cacao e mostrava-se enternecido. A forg1
de cuidados reslabeloceu-se Daniel, eenlrou
em convalesoeoca. O medico que o tratou
e que era meu ami^o, quando no fim da
doenga Daniel Ihe perguntou quanto devia.
respondeu se rriudo :
Ura alerto de rao.
Daniel aperou-lhe a rao sorrindo para
mim.
Quando, depois, Daniel envaescia, esta-
vamos urna tarde assentados janeila vendo
o sol que descam'.av i, eu conversando para
distrahi-lo, elle scisraando.
Depois de albura tempo de silencio entre
nos, disse Daniel:
P., tens dado prova de grande affecto
por mim, e eu realmente nao sei como t'o
pagara se u) pudesse dar-ie urna prova de
extrema couianca.
A mim ?
A li. Aquillo que por tanto tempo
tenho recusado dizer-te, o segredo da minha
vida, a lembrunea dolorosa de ura passado
qne morrea, ludo vou depositar no teu es-
pirito e no teu coraco.
Ah!... graJeco-lhe essa prova...
Tanto mais qt,e eu nao posso estar
longe da morte, e se esperasse mais algum
lempo bem podena acontecer que nada ou-
visse. Joo, vai buscar a urna de ehano.
O preto, que entran nesse momento, foi
cumprir a ordem de D niel, trazendo pouco
depois urna orna requeua de bano. Entre-
gou-a ao senhnr e foi para dentro.
O velhou lirou do pescoco urna chavinha
de prata, abri a urna e tirou d dentro um
pedaco de papel dobrado.
Est vendo este papel ? disse elle
mostrando o que acaba va de tirar de dentro
da orna. Pois aqui est resumida a minba
historia.
Em to pequeo espaco ? objectei
eu. i
E ha papel de mais, porque o resu
mo a que alludo oceupa aqui bem pequeo
lugar.
Dizendo isto desdobrou o papel e mos-
trou-me sem deixa-lo.
Era meia folha de papel de peso tendo
escriptas no centro urnas quatro estrophes.
S-m, disse eu. ento o espaco que
estes versos occupara ?
Menos ainda : o espago que occopa
esta lagrima. Nao v ?
Eu nada via. Olhei espantado para o
velho.
admirase? Olhe aqu mais luz,
nao v esta requena mancha quasi imper-
ceptivel ?
Olbei e nada vi. Est iva o velho louco ?
Nao v ? disse-rae elle. E' natural ;
porque o vestigio da lagrima desappareceu;
mas os meus olhos, acostumaoVs a ve-la
desde principio, ainda a veem to clara co-
mo ento. Pois a minha historia a his-
toria dessa lagrima.
r Ab!
Quer ouvi-la ?
; tou eontr-
0 velho coraegou:
Tinha eu vinte oitq annos quando meu
pai me raandoa de Pernambuco, onde nasci
e onde residamos, para o Rio de Janeiro,
afira de comegar aqui vida commercial.
Meu pai tinha alguma f rtuna; mas assen-
tava (e com razo) que os filbos deviam
tambera faier f iriooa po/ si.
Vim rocoQimendado para a casa de um
negociante de nome Valladares, amigo ami-
go de meu pai, que ] o nao via desde vinte
annos. Fui recebido perfeitamente e em-
pregado logo na casa de fazendas por ata-
cado que Valladares possuia.
Era eu porm um empregado especial, a
quem o patro tratava com especial carinho,
que janiava todos os dias em casa d'elle, s
Earangeiras, e nao dtixava de ser convidado
para todos os bailes e fes tas da familia.
Valladares tinba om Qlbo e urna lna. O
rapaz cbmava-se Alfredo e era um peravilho
da peior laia. que gastava em passeios e
ceialas a fortuna do pai, a ponto que este
j estava disposto a fazer jus'iga por suas
mos prendeodo o em casa e alimentando-o
a pao e agua, alim de ver se este rgimen de
sobriedadecurava-Ihe o vicio di desperdici >.
Cuamava-se a Qiha Elisa, e tanto bavia que
censurar noirmo quanto havia qaelou-
var n'ella. Era bella c meiga, modesta e
recatada; era um rosto e om coragj an-
glicos.
u pai educou-os com extremo desvelo;
mas quando se referia Glha, dizia sempre
que era ella a boa trra onde a sement ha-
via produzido, ao passo que Alfredo era
comparado trra safara onde a sementesec-
cra sem fecundago.
O filho sorna de u n modo alvar quanlo
o pai pronunciava essa dura sentenga: a fi-
Itia, porm, beijava o pai e ia dzer baixi-
nho ao Irmio alguma palavra de consclho.
Educada com severidade, Elisa nao cora-
prebendia o que era urna moca namoradei-
ra. e proceda to bem. sabia alliar com tra
ta graga a polidez da sociedade ao recato dos
seus vmte annos, que ninguem tinha de que
Sd queixar d'ella, nem porque zesse de
menos, nem porque fizesse de mais.
Poucas pessoas frequentavam a casa. Os
mais assiduos e ntimos eram um majar de
infamara, um segundo orciai de secreta-
ria, um poeta e eu. O poeta era um man-
cebo, filho de uu protector de Vallad tres,
que morrra p )uc. havia. Cbamava-se o
iho das musas Luiz.
Reuniam se frequentos vezes as pessoas
at aqui oomeadas, excepto Alfredo que en-
trava para casa s quatro horas da manha
e sabia ao m-io-dia, isto apenas se levan-
tava da cama.
N'essas reuniSes tocava-se piano^ cantava-
se, conversava-se, tomava-se cha. O major
jogava o xadrez com Valladares ; o poeta re-
citava versos; Ehsa euebia tudo com a sua
graga e as suas paiavras.
Ou fosse fo. c < do habito, ou fosse von-
tade do destino, o caso que eu comecei a
sentr-me impressionado pea ti'ba do nego-
ciante. Eu era um rao z de provincia, acos
turnado a urna vida obscura e modesta. Agra-
dava-me a melles h mitos e aquella ndole.
Oemais, era baila de rosto, e b >a de cora-
go. A miuha impresso cresceu pouco a
pouco-at tornarse um verdadeiro e pro-
fundo amor.- Mas seria correspondido?
Parecia-me que o era. Quanlo ella s ve-
zes liiava era mim os seus grandes olbos
coiva me um fugo u'alma e parecia-me que
era aqudle olhar urna demonstrago de sin-
cero affecto.
Unir os raeus dias aos d'ella, foi o meu
pnmeiro e maior sonho. Ma- como? Podi-
la ao pai era o meio mais natural, mas re-
pu^nava-me, pois que, alm do ser eu um
simples emjregad) recebido era casa por
prova de confiaoca, receiava que se attribuis-
je ao meu acto intenges raeuos puras e
con ressa veis.
Aqui eoirav eu na luta suprema do co-
rac3o e da consciencia, do dever e do amor.
Entenda que era decoro reduzir-me, mas
esse silencio era para mira o mais atro de
todos os supplicioS.
Os dias corriara assim, e eu, se nao po-
da ainda aspirar gloria de possuir Eisa,
gozav ao menos da felicidade do v-la e
viver nos olhos d'ella.
Duroueste estado setcr mezes. Disposto
a soffrer em silencio, resolv por outro lado
trabalhar muflo, de modo a constituir um
direito mo da moga.
Notava en, pjrm, que Valladares, ot en-
to aieu amigo confessido, redobrava de af-
fecto e de aitengoes por mim. Nos meus so-
naos de felLidade eonjecturei que o nego-
ciante, tendo percebido a minha paxo, a -
provava-a do fundo d'alma, e talvez mesmo
por inspiraguo da filha
Um dia, era em outubro de 185..., es-
tand) no esoriptorio a trabalhar recib reca-
do de Valladares para que fosse l casa
noitinha.
Fui.
Valladares estava no gabinete e mandou-
me entrar.
Deram-lbe o recado a tempo?
Sun, senhor, respond eu.
Bem. Sente-se.
Puxei unn cadeira. Validares limpou os
oculos, e depois de algum silencio pergua-,
tou-me:
Nao desconfa do motivo por que man-
dei chaina lo?
Nao, senhor.
E natural. Os velhos sao mais pers-
picazes que os mogos. O motivo pergun-
lar-lhese n3o pensa em casar-ae?
Olbei para eile com um.uaovimento do
alegra ; mas ao mesmo tempo cheio daquei-
le raedo que acompanha o corago quando
est prestes a colber urna grande felicidade.
Nao sei.... respond.
Nao sabe ? Responde como se fra urna
moga. E verdade que a minha pergunia
foi talvez mal cabida. Respndame enio:
Nao ama?
Depois de algum tempo respond:
- Sim...
Ama minha filha ?
Perdi, mas verdade.
- Perdo de que ? Sao mogos, podem
amar-se ; amado ?
Nao sei.
Ah 1 mas eu creio que .
Ella disse-lh'o?
Nio, mas desconfi...
Se fosse verdade...
Ha de ser. Pois se a ama e se quer
desposa-la, nada de temore? pueris, nem re-
cejos infundados. Eu- nao bou nenhum
drago.
-r- Mas comywderei
licidade? 5fc
i' boa! aspirando.
erei aspirar a tanta fe- O susto que ea Ihe causara apressou a
catastropbe.
Vou consultor ,.m cahi
Elisa. "^^t ca,53
-i- Pois sim... m'1/lTvU
V para a sala.
pbe. ^.
cahioflMlVb
A now^ha d
ragoi
dado
t*" -. nesta
Sahi entre a alegra e o recatar ella n5o pobre
me amarre? Se.aquillotudo fos?e illuso mi-
nha e do pai? Ao mesmo lempo pensara
eu que era impossivel que amos nos en-
gioasseajas, e emtwlado por to lisongeiras
es,eranca aguardei a resposta definitiva da
mmha catira
D'ahi a um quarlo de bora enlrava Val-
ladares na sala com um somso aoimador
nos labios.
Fui direito a elle.
Mmha filhae sai.
Elisa entrou oa sala losro atrs do pai.
Ah que felicidade 1 disse eu encami-
nhando-me para ella.
A moga abaUou os olhos. Estendi-lhe a
m3o, sobre a qual pz ella a sua.
Era noite. Tamanna felicidade abafava-
me: eu precisavade ar; e altm dissoJjuba
vontade de ver se, sahindo aquella c sa,
desfazia-se o que me pareca sonho, ou se
realmente era urna realidade bemaventurada.
Preparou-se o casa ueuto, que devia effec-
tuar-se deatro de um mez. Valladares dis
se-me que eu entrara como socio na casa,
sendo essa o comego da fortuna que meu pai
exiga que eu proprio alcaugasse.
Elisa recebeu contente aquella proposta ?
amava-me realmente Euacreditei quesim.
Mas a verdide que a moga nao dirainuio
para mino traiamento affectuoso que al
ento me dava; como nao era alegre, nin-
guem reparava em que nada se lho alteras-'
se pela proximid>de da unio
Adifferenga que eu notei ento na casa
foi que Luiz, o poeta que l ia, de alegre
que era lornra-se triste e distrabido. A
raudanca foi a ponto que cu co aprehend
que elle nutria por Elisa algum seiilime no
de amor. Provavelmeute preparava-se para
ser seu marido. Quiz a surte que as cir-
cumstaucias transtornassem esses planos. A
culpa n3o era minba, pensava eu ; natural
ama-la, basta conhece-la.
Eifectuou-se o casamento em novembro.
Foi uara mim um dia de felicidade extrema,
cota urna nica sombra, que Elisa pare-
ceu triste iogo desde manira,' e indagando
eu a causa disse que se achara um pouco
doente.
Adiamos o casamenlo...
Ni>, ha de ser j.
Mas se est enterra i?
Urna dr de cabega; nada .
A ceremonia toi ceieorada debaixo desta
impresso.
Assistiram a ella todos os amigos da casa,
meaos o poeta, que dous dias antes partir
para o iuterior da provincia, oude ia, disse
elle, ver um prente
Q lando eu me vi casado, seati tamanna
saiiafdCio que Uve medo de mim. Agradec
mentalmente a raeu pai o haver-me raauda lo
para o Rio, onde ajuella ventura me espe-
ra va.
Nao Ihe direi como correram os primei-
rosdias do meu casamento; foi o que cos-
luma a ser, urna la de mel. Elisa nada
madou do qui era; sai ndole altribui eu
a circumstancia especial de que, ao passo
queeu me senta ardoroso e cheio daquella
gloria de pos^ut la, e la mos rava-se alectuo-
sa, mas reservada, obediente e passiva.
E' natural nella; foi assim educada,
pensava eu.
E n3o havia. cuidado nem altengao de que
eu nio a roleasse para que ella fosse feliz,
A moga agradecia-me com um s arriso. Para
mira aqueile sorriso era urna luz do co.
No lira de algum tempo, appareceu outra
vez na corte o poeta, que vinlu, dizia, de
fechar os olhos ao prenle, e traza luto fe-
chado. Ficava Ihe bem o luto, e nao s-
mente o luto das roupas, mas o do semblan-
te que eslava fechado e triste fcban ama cam-
pa que esconde um morto.
O poeta foi a nossa casa ; mas Elisa nao
Ihe falon, por estar encommodada, segundo
mandou dizer. O mugo voltou l mais du is
vezes sem que pudesse ver minha mulber.
Nao voltou l mais.
Pouco desos soube. que partir para os
Estados-Unidos. Ia buscar, disse elle ao
raijr que frequentava a casa de Valladares,
um grande centro populoso que Ihe servs-
se de grande deserto para o corago.
Descofifiei, como era fcil, que o amor da
Luiz nao se extinguir, e que, prefiriodo o
suicidio moral deshonra, buscava assim o
esqueciraenlo n'um exilio voluntario.
Passa.o-se tres annos quasi, e por essa
tempo adoeceu Elisa. Foi ao principio mo-
lestia de pouca monta, mas aggravou-se com
os lempos, e ura dia chegou em que o me-
dico rae disse que a infeliz estava lisica.
Podes acaso calculara minha dr?
Salve-a, doutor, exclamei eu.
Sim, hei de salval-a t
Com elfeito, o medico envidou to los os es-
esforcos; oceultou a molestia enferma,
por prudencia ; mas Elisa tinha a conviecao
da gravidade do mal. Emmagrecia e em-
pallidecia a olhos vislos.
Abandonei os inleresses da casa a meu
a para
fDeos.
Compreheodes o que soffn na IJWlla fu-
noire? Duas vezes fui fatal aqud*
pobre alma: na vidae na morte. Os versos
que ella lia eram de Luiz, que ella amava,e
com quem nopde casar porque adiv'mbra
que o meu casamento era do gosto do pai.
Fui a fatatidade de sua vida. E fiSo mea?
fatal fui namorie, pois que a apressei quan*
do talvez pudesse vi ver alguns das, ti I vez
pouco para ella, amito para o meo amor.
A dor de perdel-a foi dominada pelo re-
morso de havel-a sacrificado. Era ao causa
involuntaria d'aq lelle sacrificio t3o sereno e
lio mudo, sem urna exprobraco, nem bma
queixa.
Tres annos esteve ella ao pedo mim, sem
articular urna queixa, prompta a execu-
t?r todos os meus desejos, desempenhaodo
aqueile papel de martyr que o destino Ibe
dera.
Compreheodes que aqiella sepultura que
alli est perto de mira a deba. E' alli
que eu vou pedir-ltie sempre com as minbas
oragoes e as minnas lagrimas um perdo de
que preciso.
E todo esta lgubre historia a historia
d'esta lagrima.
Isolei-me, procurei na snlido om descan-
so; tomao-me uns por doudo ; ouiros cha-
mo-se exceutrico. Eu sou apeaas urna vic-
tima depois de ler sido om algoz, aigoz in-
consciente verdade, mas algoz cruel
d'aquella alma que poda ser feliz na trra,
e Do o oi.
Um dia em que alli estava no cemiterio vi
apparecer um homem vestido de preio, en-
caminha.ido-se para a mesma sepultura. Era
Luiz. Vio-rae chorar, comprehendeti que
euamava aquella que havia morrido por elle.
Diante d'aquella sepultura a nossa riva idade
fez urna paz solemne; rocamos um apert
de mo, depois do que saoimos cada ura por
seu lado para nunca mais nos eneontf armos.
Luiz matou-se. Nao podeido achar o de-
serto na vida, foi buscal-o na morte. Est
ao p d'ella no co ; por isso que eu nao
vou perturbar-lues a felicidade.
Dizeudo isto o velbo curvou a cabega e
me htou.
Eu sahi...
timo, d pela seguioteniotlci
qoeaseita do SNador.
oficia urna ideia do
M

Ainda boje urna ou duas vezes por semana
que fr ao cemiterio de Catumoy encontrar
Daniel rezando ao pede urna sejuliura, cu-
jas tettras o tempo apagou, mas qaeovelho
conhece porque alli reside a sua al na.
UM Pl'CO UK TUDO.
Le-sa era urna folha estraa?eira qoe a
comnisso imperial da exposigo universal
de Pars imagiuou um concurso de mulbe-
res bonitas, sendo o pnmeiro premio ura
par de brincos, avaha tis em lioo.ooo fraocos
(perto de lt:uOOJoOO), que ura celebre dia-
mantista lem expostos e u una vitrioe.
A formago do jury, que foi to facii para
os oul os concursos.apresentou grandes dilli
cuidados para e>te, porque todo o munio
quera ser jurado.
Os jurados do grupo I baseavam o seu
direito na competencia que tem com bons
crditos como peritos em pintura, escultura
e modelos.
Os do grupo II pediam para serem aggre-
gados ao pnmeiro como craecedores de
enea Jernai,o e plstica.
os do grupo III diziam que nao se lhes
podi negar deceatemente ura Ligar no tri-
ffunal, devendo ser lgicamente collucada a
mulher na classe 14.*, movis de laxo.
Os do grupo IJ allegavam em favor da
sua aptido que na realidade a muher bo-
nita nao mais do que um objecto acces-
sorio do vestuario.
A pieteugo das jurados do grupo V era
igualmente seria; estribavara-sj em que
sendo a mulher por temperamento muito
nabil na expiorag3o das minas (diamanto-) e
da metallurgia (ouro e prala), enlrava mili-
to naturalmente no quadro das industrias
extractivas, mrmente porque a classe 4a
lambem falla apelles
Os jurados do grujo VI su^t^ntavam que
sendo to frequenleraeute a raulher uui ins-
trumento de caga e pesca, devia ser consi-
derada como m china til.
Os lo grupo VII quer.ara qoe fsse con-
siderada como nuHko e estimulante.
Os do grupo VIH disc -rriam do modo se
guinte: Estando deuuido o numen como
um animal. raciocinad ir, a muiber p.-r-
teuce evidentemente U'ssa jurisdieco ; so-
bretudo a muiher iviuita pe. tence ao nosso
grupo, visto qie, embora seja como o ho-
rnera um animal, nao est provado que ra-
ciocine sempre.
Os do grupo IX, mais galanteadores do
que iodos os seus collegas, reclamavam a
mulher bonita como flor de adorno que ca-
rece de estufa.
Emfim, os do grupo X expozeram que,
estando eacarrega los de julgar es trajes
populares, e sabendo que ha paizes onde o
bello sexo desconhece o uso da folha de vile
lnhara tamo i-u mais direit >
sogro, que, por sua parle, entregou-a aos .,,,;--
cuidad-.s do guarda-livros, e ambos nos oc- ,.
cupmos excesivamente em cuidar da po- > que os outros grupos para lazerem parte
bre enferma. ^ff' .. K 0.. A
Maso mal era fatal. A sciencia nem o I ,0ra' a ^posigao abrange 9o classes, e
amor nada podio contra elle. Elisa detn- calculara se, t^rmo medo, tres jurados pa a
hava; nao longe stava a morte. Ao me- cada u'na- 1uKe dar,il um are0P^ de Per"
ous salvavamol a consciencia de ter feito tJ de oo raerabros, que proraettiara excep-
p, y, conal poutualidade ua assisteucia s ses-
Eu poucas vezes sahia. e isso mesrao
pouco tempo me demorava fora de casa.
N'uma d'essas vezes, em que eu voltava,
nao achei Elisa na sala de visitas. A infe-
liz j p ucas vezes se levantava ; cuidei que
estivesse de cama. Fui para l ; nao estava.
Disserao-rae que tinha entrado no seu ga-
binete de trabalbo.
Dirigir-mo para l p ante p.
cional
soos.
Felizmente lodos os jurados vieram a es-
cusar-se de iniervir no concorso, porque se
lhes participou que as mus lindas muiheres
do mnndo t.iminam parte nelle, mas sopor
meio da photographia. Quando os jurados
tal souberara, vmgaram-se do chasco deci-
, din lo que a vencedora teria direito aos
'brincos de Goo.ouo francos, mas s reprodu-
Ehsa estava de costas, sentada n'uma po!- zidos vidro. Depo.s desie desenlace,
trona com um papel na mo, approximei-me d3 se Pode crer que concarso se ver!fi"
devagirinho, quera causar-lbe urna agrada- que"
vel sorpresa dando-lhe um bejo.
Mas, no momento em que eu approxirha- A seita do Salvador. E' urna das sei-
va-me n'ella vi-que o papel que ella lia con- tas mais fanticas da Ru ti iha uns versos, e parava para os ler, quan- rosos adherentes. Asna doutrioa consiste
do vi cahir sobre o papel urna lagrima. em absoluta negacio de iodo o bem na ter-
Que era aquilh? Deum lance compre- ra. Um adherente desta seita n5o p>>ssue
hendi tudo; nao pude reler um pequeo gri- nada neste ma do, e, segando as suas ideias,
to, que ella ouvm e que a assustou. tudo o que o cerca representa o rn.il. Es-
Vendo me paludo e de p diante della, a tas ideias levam naturalmente os desd'tosos'
mogalevantonsea custoecurvando a cabe- desvairados a actos da mais insensata de-
ca murmurou. sesper*g5o. Segundo o seu pensar, pre-
Perdo!
Quera ajotlhar; mpedi-a.
Ei>a nao se perturbou; tinha no olhar a
serenidade dainmeencia-; mas o fogo que
Ihe ariia ans pu^i las era j o figo damorie, Urna folha russa, de 27 de sele
co imploral de continuo a misericordia
do Salva lor por t dos os meios, porque s
elle que pode ajudar-nos para que alcan-
cemos a salvago.
al-



. O tribunal criminal do governo de Vla-
dimir acaba de julgar umprocesso qoe p-
i.de ser considerado como nico no sea ge-
nero. O aseasado Kursin, qoe faz par-
te da seita do Salvador, matou seu filho o
offereceu-o em sacrificio a Peas. E' e
proprio ru que reala asm.o sea rime:
Urna voz, de ooae, sent urna dor t3o
riohnu por ter de acabar breve o genero
Rumano, que nao pude dormir um s mo-
mento. Levantoi-me, paz luzes diante das
imagens dos santos, e ajoelbando ped a
ueus com fervor que me salvasse e a toda a
minba familia. De repente, veiosne ao
pegamento sal var meu filho da condemna-
go eterna, porque, como elle era mnito
formoso e eslava admiravelmeate desenvol-
vido com sele annos de i lade, receiava que
viesse a ser presa do inferno depois da mi-
nha morte.
* Foi por so que me decid a imolal-o
ao Senhor. Tomado d'esta idea, cootinuei
a orar, dizindo comigo que se, durante a
oraoo, o pcnsamenlo de majolar meu filho
a Deus me viesse do lado direito, executal-a
hia; se me viesse do lado esquerdo, re-
nunciara sua execugo; porque, segundo
os nossos preceitos religiosos, o pensamen-
to que nos vem do lado direito vem do aojo
bora, e o que vem do lado esquerdo pen-
samento de demonio.
Depois de largo orar, veio-me o pea*
sament > do lado direito, portaolo entrei a-
legremente n> meu quarlo onde dorma
meu flih % ao lado de minba muiher. Con-
vencido de que minha mulber seopporia ao
sacricio que eu queria fazer a Deus, dis-
se-lhe que fosse ao mercado buscar provi-
ses.
Logo que ella sabin, acordei mea fi-
lho e disse-lhe; Levania-te e veste a tua ca-
misa branca para eu possa admirar-te.
Depois que meu filho exocutou a minha or-
dem, deitei-o sobre um banco e de-lhe
rauitis faca-las na barriga.
A pobre creanga foi achada coberta de
grande numero deferidas. O pai. qneren-
do por termo aos horriveis sofrimenlos de
seu filho, rasgou-ihe a barriga de alto abai-
xo. Com tu lo a victima de to brutal fa-
natismo nao morrea logo. No momento em
que era consumado o crime e exalava a cre-
anga o derradeiro susoiro, entraram na ca-
bana Os primaros raios do sol e allumia-
rara o rosto da victima innocente.
Diz Kursim que essa vista Ihe causou
grande abalo. Estremeceu, discahiram-lhe
us bracos e urna prostrago geral fel-o ca-
hir de joelhos; enio. era um momento de
xtasis, pedm a Deus que recebesse com
misericordia esse sacrificio.
< Quando eu estava prostado diante das
santas imagens, disse o reu, abriu-se a porla
e eutrou minia mulher. Soube logo o que]era
passado, e cahiu como fulminada. Ergui-a
e disse-lhe ; Vai administrago e C"0ti tu-
do ; dei agora um dia de festa ao$ santos.
O infanticida, fechado em urna priso,
nao acceitou nenhum alimento, e morreu
ames de ser sentenciado.
SER VICO TELEGUAPH1C0 ENTRE A INGLATERRA
e a India. O numero de telegramraas tro-
cidos entre Inglaterra e o Indoato. no anno
de ic-66, e levou-se a mais de 30.000
e esperase que este numero ser omito
maior quando a companhia anglo-india ti-
ver instada io as linhas projectadas entre a
India ingleza e a raetropoie.
ToDBEiROS cegos. N'um annunco de
touros que publicara os j-rnaes de Valen-
cia (He>panhola) l so seguinte paragrapho:
< Alm d'isso ser corrida urna toura
por quatro cegos de nascimento, naturaes
de Murga, que t-m trabalhado em differen-
tes pragas de Hespanha com geral applanso.
Cada ura distes cegos apreseotar-se-ha com
uraa campanhia alada perna direiti de
egual sora nutra que a toura trar pen-
dente ao pe-cogo, produziodo sie conjoncto
di tonsegiiaes muit s eqaiioeos que ex-
cilarilo a hilaridade do publico.
Urna senhora da alia aristocracia deu
emprezi um bonito annel que ser otado
a uraa das ponas da toura, e ser o pre-
mio d'aquelle dos cegos que tenha a fortu-
na do a,'arral-o.
Se a vstase adquirisse combo'eos, es-
ses pobres cegos nao o seram depois da cor-
rida.
JIA MULHER COM DOUS M\RIDOS.--Uma
historia que participa um pouco do roman-
ce acaba de correr de bocea em bocea, na
cidade de Anver.-, (Blgica).
H i trinta o dons annos um navio largava
d'este porto com dosno America. Pou-
co deoois (h se ter feito ao mar naufragou ;
todos os passageiros*e marinheiros m. rre-
ram as ondas a excepgo de uma joven,
salva por um mariuheiro, que casou com
ella poucos dias depois.
Passads alguns mezes osjovens conju-
res separaram-se, o marnheiro para em-
barcar, sua moiher para Ir lixar a sua resi-
dencia em Anvers.
Depois d'esse dia nunca mais -houve no-
ticias do mirinueiro, quajvlo em flus do
mez passado, voitaado a Anvers depo s de
uraa ausencia de mais de trinta anno<, o seu
primeiro cu ado foi dirgir-se a casa de
uraa inoloer, nica parenta que tinha, afim
dse infnrnar de sua esposa, que tinha
salvado com perigo da sua propria vida.
Qual nao foi a sua surpreza, sabendo que
a ingrata habita em II ibukn, onde se tor-
nou acsir, ha um anuo, com um campo-
nez desta loca'idade, depois de vmente ter
esperada dorante trinta annos o regresso de
seu marido I
O Sr. Ilorta de Araujo, diatinc o membro
da maioria, declarou solemnemeote na c-
mara qne desprezava os baroes do senado.
Vou prestar ura servigo a S. Exc.: que-
ro mostrar que sou seu amigo.
Ej_jjrvavul que muitos nao tenham ouvi-
do ~seu aparte.
Portanto, ha de permltir que o consigne
aqui, para dar-lhe mais publicidade:
O Sr. Ilorta de Araujo despreza os
bar5es do senado,
D-me um abraco, excellentissimo.
Gosto dos bemens indepeudentes.
Smente teulio. a deplorar o caiponsmo
d is Srs. de Coteiipe e de S. Lourenco, por
perderem uraa affeigo to distmeta.
Quanto a mira, rogo a S. Exc. que jamis
se e quega.
Do seu admirador e venerador,
Osiris.
"TYfTlW lAtUO^rDATCRZ&i X. 4i.'




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