Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:11413


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Full Text
ANNO XLII. NUMERO 256. .?.**/*-
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.i-mQINTA FEIRA 7 DE NOVEMBRO DE 1867.
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ssaoB-aa na jtomaibbh jkd iobmipikiid di maniu ta&t laaiM idi jami & muras, bus paiD!paiii*?ii&a : gatea. > -i*wm. -) ni*W500
K--.......... 200250
.......... S76000
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.ESCARliEGADO DA SUBSCKtPQAO.
Parabyba, u Sr. Amonio Aieiaudnno de Lima;
fatal, o Sr. Amonio Marques da Silva ;Aracaty,
o Sr. A. de Lenios Braga; tiear, o Sr. Joaqana
os de Miveira j Para, os Srs. Gerardo Antonio
Alves Si Pilh.es; Amarinas, o Sr. Jeronymo da
Costa; Alagoas.o Sr. Kraotino Tavares da Costa;
faUa, o Sr. Jos Martins Alvos; Kio de Janeiro,
Sr. Jos -libero Gasparinho.
erinhScm, Rio Foranso, Tamaodar, Uoa, Bar-I Prlmeira vara
reros, Agua Preta e P.menteiras, uas quimas! da.
e.ras. SagOcU rara
itTTvtraMor r nnu Tnimiwiua n /i-orTAr lt'"* da ti
PRTiMA )I)S > Olioda, Cabo, Escala e estacos da va frrea at
Agua Preta, todos os das,
lgourassu e Goyaaaa as segundas e sextas fcfrai. j AUDIENCIAS D03 TRIBUNAES DA CAPITAL.
Santo Auiao, Gravat.', Uezerros, Bonito, Laruar,
Altido, Garautiuns, Buiqua, S. Beato, Boai Cno-
stutio, Aguas Bellas e Tacarat, oas tergas-feiras.
Pao d'Alho, Nazaretb, Limoeiro, Brejo, Pesqaeira,
Itigazeira, Flores, Villa Bella, CabroO, BoaVis-1 Julio do coinmertMo : segundas as U horas.
ta, Ouricury.Salgueiro e Kx, as guara* (airas i Dito de orybaos : oreas sextas s 10 horas.
; Tribunal do commercio : segundas e quintas
Relagao : tercas e snalos as 1.) horas.
Faienda : quinfas as 10 horas.
do el val
l acra da tarde.
do civel: tercas e sextas ao meio
quartas e sabbados a
EPHEMERIDES DO MEZ DE NOVEMBRO.
4 Quarto cresc. as 11 h. e 35 m. da ra.
II La ebeia as 40 h. e 17 m. da t.
18 Quarto ming. as 2 h. 14 m. da t.
2G La nova as 2 h. e 19 m. da m.
-----
DAS DA SEMANA.
---------
ii
4 Segunda. S. Carlos Borrme a sreebispo de Millo.
5 Terga. Ss. Z icnanas e Isabel pas de S. Joo.
6 Qnana. Ss. S*vero b. ni. e Leonardo eremita.
7 Quinte. S. Florencio e Ernesto bb. e Corlea m.
8 s?xia. S. Nirosuaio m., S. Cartonio m.
9 Sabbado. Ss. Urcisslrao e Agripino bb.
10 Domingo. O Pairocinio de Mara Saotissima.
PREAMAR DB HOJE.
Prtmeira as 10 boras e 6 m. da manha.
Segunda as 10 boras e 30 minutos da urda.
PARTIDA DOS VAPORES COsTEIROS.
Para o sal ate Alagoas a 14 30"; para o non*
al a Granja a 15 e 30 o cada mez; para t'n
nando nos dias dot metes Janeiro, mar{0, mal:
juibo, setetnbro e novenibro.
PARTE OFFICAL

SEDE VACAiIE.
O Em. e Rvm. Sr. interaucio apostlico acaba
e autorisar o E\m. e Rvm. r. Dr. vigario uapuu-
tr rin data d* 17 do crrante p^ra dispensar is
(,rador?s eoosaotes d* reUc.So abilio transcripta
nos iuipi"diunotos de alBiidade licita om priraeiro
yr*o suil da liaba lateral e do segundo ero at-
t;agente ao |irim^ir da consanguinidadj da liolia
literal.
E ti" pnifCss podioa ser prceuradas na secreta-
s,\ dotuspado, nopilacia da Soledad?.
Fr-mosca Jurqansda Silva e Maria da Assump-
< i) dos Santos e Silva.
' Jjs Leapddo dis Sanios Lins e Mirla da Con-
.icio Coir Gomes.
Pe tro Ferrolra Marques e Maria Xavier da Con-
'" j la-i'aia Antonio Rodrigues Sobrado e Flora Ja-
toin- Rolrigues. .. .
J,ai!mB3erra do Prado e Aniooia Mana de
Jasas. ., .
Ji.ia da Deas de S)uz e -ranc.ica Mana da
Oocaico.
Psdro Jos de Soma e Iguez Mina da Ljncei-
*'?- .. i
An-onlo Manoel de Lim e Aalonia Mana da
< encalca".
j i i Matbias Pereira e M^ria Pastora
Jjs Ferreira do Nasclmento e Anna Rauaa
Freir.
Francisco da Rochi Maclel e liarla Framisca
Lins.
Luiz Pereira do Franja o Teodora Mana da
icsns.
Michiadas Pessoa de Monezes e Saturnina Pro-
y.allna <1 jess.
Leoofzai Antonio Corti e Aona Uivalcaati Ao-
tjais C'irra.
Joao Visira CndiJo e Fhrinla Maria di Con-
< icao.
C sao* c Dorolh-a.
i< Fraocisio dos Santos e Anna Maria Jos
ia Loz.
Mnoel Soares dos Santos e Aleaalriua Mara
*!i Concnijio.
Jos Rodrigues da Costa c Antonia Rosa dos Pra-
zeres.
Jjo Francisco da Silva e Maria da concei^ao.
"estada Britnica concordava COtn Os mi- decreto accrescentar um immenso declt de Jas-
oistros do Brasil sobreest negociaciode,^--^^^"^ pTopri,, e esse
paz ssm conliecioiento do governo argenti- decreto pote boje ser considerado como urna ver
no, felicitaramos a Tribuna por comear a
colner o frueto de soas predicas, e por ter
&e dado um fado que fazia perder a con-
Ganga entre os alijados.
Porm isto bao poda ser certo : a legacSo
ogleza nunca representara semelhante pa-
tigem produzida pela sua aproximaco. E depon
da sanelo sileuc isa que rac^beu, veio revelar ao
pai?, que a bancarrota pecuniaria nao era sano o
acuessorlo da baocarrota moral e polifca I
c Fal-i as ostitoigoes do paiz esse decreto.
A antguidade obse'rvou Ires lrraas de gover-
no : a mooarchia que forte, pora que degeoara
a aristocracia, forle tambem, porm
pe, nao poden entrar em combioaees ^e^Jnme'a ma.oria seo.' preoecupar-se deiia :
(]UO compromelessem 0 seu carcter pe- floalmeota a demicracia, move como o povo, lacil
rante o governo argentino. E' pois, ur-; de arrastar, de sednzir, j adormecida e servil, ja
gente que a legacao igleza e os mioislros
brasile ros publiquen! o qae verdade nes-
taquesiio.
ste ficto far alte ar-se a conQarica, e os
ministros Drasileiros tuja miss5o consoli-
dar a alliauca n5o devem consentir que Lpez
consiga que ella se dissolva.
Assegura tambem Caminos que o Sr.
Gould lae dissera ter fllalo com o general
Mitre marquez de jaxias sobre as bases de
uin accordo de que primeiro Ihe apresen-
tara.
Depois da nota do marquez de Caxias ao
Sr. Washburo, difJQcil suppor que bou-
chele de polica da provincia eramos o me* dividuo.
Os processados como indiciados no cima de
norte perp-trado ni pessoa de J. Farreira Bastos
que ja Ihe fallei em outras, f iram ab;o|vidos, ap-
psllando porm da sentenja o integro D;. jolz de
dirite Pereira da Canha.
Poi morto no dia 17 do correte um impr-
tame crnninosj; !-se a t espillo n parte olfi^ial :
Eoa cuuopriineuto de ord^ns do Dr. chea da
polica, o sutiielegado do disiricto da Miraguaya
do terrao de Santo Aatoob liavia ezpedldo ama
escolta para prender o celebre criminoso Antonio
Aurelio Mariins, que constava acbar-se bomisiado
naquelle districto.
Com t"eiio no da 17 foi achado no matto o
violenta e tyranna, sempre disposta a oppnmir as
mioonas. Todus estes goveroos poderosos e seni t raocho em que o crimiaoso se abrigaba, e este
contrapeso nem responsabilidade sao o despotismo
por todus os lados. Nao se eoconlra nalles a justi-
?a ; assim que Tcito, ssguindo Aristteles e
Cicero, observa que o m-ln! dos governos seria
aijuelie que rennisse as tres lrmas; porm a ao-
nguidada declaruu sempre que isto era impossivel,
um soabo demasiadamente bello para ser reali-
savel.
Os modernos, porm, realisaram um progresso
sobre os amigos : acharaos o syslema representa-
tivo. Com urna representacao, a moaarcnla o a
aristocracia podem oceupar sea lug^r sem seren
tramas, e a democracia o seu sem qu-f o numero
seja ludo. Podem assoclar-se esias lonjas diversas
para a felicidade commum e limitar urna por meio
das outras.
Este systema qoe nao fol applicado em parte
vesse dito cousa alguma em contrario nemj
que O presidente aeneral Mitre admittisse o alguma com sincendade senao noTstad^s Uo'ldo=
nue pouco antes negava ao p ourio Lpez ? ,e proclamado pela nossa coistitui?o ttenuca.
E elle a acpllcaco flel do principio da repre-
EXTERIO
A ni'-.-'-So Ciould.
Aiguns subditos nglezes retidos no Pa-
raguay conseguirn! f'azer chegar ao seu go-
verno, urna petico que !be fru dirigida,
:\a que fossem d'alli tirados.
Riu consequencia disto o governo br'na-
nico ordenou a sua legaco na Repblica,
le logo que se Ihe oferesse occasiSo op-
poitutM, tratasse de sa.varos subditos de
Porm teriam tiles autorisado ao Sr.
Gould ao que disse o secretario de L(>pez ?
A duvida coniiuaar se nao houver um
desmentido asseveraco de Caminos.
Este negocio prest-se a reflexes mui
senas, e em quinto nao se publicarem do-
cumentos explicando-nos. o occorrido con-
tinuaremos a crer no que al boje
crido.
Entretanto a misso Gould com toda a
sua ostentacao foi estril, conseguio tirar
do Paraguay quairo ou seis mulberes ape-
nas, deixando os subditos britnicos que foi
buscar. E sabe a legaco Britnica o que
vai acontecer ? A!guns d'esses iufelizes
lecm que morrer; possuidores de segredos
de Lpez, que elle ja nais consentir que se
saibam, nao podero escapar son que
Ibes est marcada. Aiguns respondem
com suas pess >as e em quanto nao esto
seguros como Lpez quer, nao sahiro da
borrivel posico em que se acbam.
No sabemos se o Sr. Gould estove com
elles, ou se preoecupado com as negocia-
cues da paz, prescindi da sua mtsSSo os-
tensiva, ou se Lpez negou-llie com cites
fallar.
Se nao se publicam os documentos des-
de
va Magostado Britnica retidos no Para-.t missao o paiz nao poder deixar de crer
.u.y queso se trata de dissolver a alliaoca e de
0 Sr. Malhew resolveu mandar nesta'dara Lpez o triumpbo que por csie meio
commissoo sen secretario o Sr. Gou'd que
depois de obii-r pe misso dos alliaios,
passou ao acampamento de Lpez.
Agora vOse que o Sr. Gould foi
i:"o tmente encarroado daquella commis-
i. mas tambem de fazer ebegar a um ac-
ord os beligerantes.
Se assim nao houvera sido, se o Sr.
r.ould nao tivesse recebido do sr. Mathew
uis'.rucces para proceler ueste sentido,
:ria elle sido reprebenido, o
aconleceu.
Secundo a nota do Sr. Luiz Caminos, sc-
cretariode Lpez, que foi dirigida ao Sr.
Gould, este Ihe officiara cm datf de 14 de
elle espera alcance
(Xacion Argentina-l
iKTEHOR
abro, acompanlian lo o memoria! que
oiILialmenle havia apresentalo aos alliados
como bases para trazer ai terreno da dis-
casso as quesies que motivam a guerra
actual.
Niiuessa uta nem a memoria foram p;i-
bficadas no Paraguay, porm o Sr. (ould
CORRES OXE*CIA D IA-
RIO I PiR^AfIBU0.
Porto-A egre. 2 de oululiro de 1807.
Amigo redactor. l'osl tcl tantosque labores
que nao cneguu bootam oa corte n vapor, que devla ler
cr.egado no da 29 do pausado, trazando por nica
cous boa os scus jornaas, qae ineagrailego, padin-
do me iiausroilta tambem Igual manifestao ao
seu revi-or e compositor pela limpeza e asseio com
que arranjaram na piimeira pagina do seu n. 201
a u.intia priiuaira massada.
Por filiar euj masala : nao estamos mesmo eai
UDi lempo du massalaN? Por um lado tcassa-nos a
guerra, por nutro os imposto*, por ouiro e sempre
a celebre cutnpaohia B. P. V. e a nos era par-
ticoiir o ii3j lampo, que apenas ba olio das dei-
sou de flagei ar-nos l
Quinto a ujim especialmente o que ;ol,rtludo
mais ai' massa a filia di uncus a iransaiitnr-
senta^o. E deste modo o nosso governo consti-
tucional como ama pyramide, com esia difieren
ga : que na pyramide poltica geralmente a cspide^
opprime a base, em quanto que entre nos, urna
corrente de vida popular deve circular da base a
cspido, satura' do povo e voliar a elle.
Todos os ioteressas do paiz, seja qual for o lu-
gar onJe se vemilem, tsm a sua garaotia de sega
temos i rao?a De^sa discusso ampia, verdadeira e vanada,
aberta pelo povo por meio de seus represen-
tantes.
As n ssas provincias sao centros de vida e
membros integrantes do grande corpo nacional.
Garantindo Ibes a nossa consiiluicao urna represen-
taco na assembla garal, rssolveu um problama
d primara urdem em polilica, rmando a establli-
dade na vanedaie.
A umormidade pode ser rnoito boa as coasas
malenaes, por exemplo ; pcim querer laier-se
della urna lei politica, condemoar um povo ao
supplcio de Proeoslo. A variedade a vid, a
oniformidade a morte, ditia Benjamn Constant,
e com elle o disse o nosso legislador constitu-
cional.
_t Porm a hi.-toria ensina que nao ha constitui-
Cao alguna (|ue nao possa prodatir lioordade ou
tyrannia, todo dependenlo do seu modo de esaca-
?o. E o decreto de 19 de deterabro de IMti a
conrmacao de-le principio.
Todos esto de accordo em proclamar a ne-
eessldde do ensino do povo uas praticas do sysle-
ma representativo, como nico meio do enraizar no
paiz sua-i instituios libarae?, e por ventura esse
ensino pode ser complelaroenie feilo com a pala-
vra ? X:io. E' necessirio que seja conflrraadi
pelas acroes a pela vid. Pols bera, o decreto de
19 de dezembro de 18B6,torcando-se um verdadei-
ro acont-'cin)?nt') poltico, e faz-'n'lo o paiz recuar
a; o amigo rgimen, aflast u o das pralicas do
ystema represi-niatiro I
E por es: modo man oroa vez os lados con-
firmaro s eioqu^ntes palavras proferidas por Vc-
tor Hugo em 188-c Ha verdades sobro a3 qnaes
se deve sempre Insistir o que nunca senau dema-
siadamente postas sob os olivos do paiz: no lempo
p eseote os (inorcftsas sao os iisonfisfas, os re
volncionarius sao o> reaccionarios.
Tantos esforgos heroicos pr*ra consiituir-se o
paiz uas verdadeiras couai^o-s de libcrdad ; urna
eoufiOQa lo mapnan,
oao d-via gerar semerhantes actos da reacQso, tan-
tos calculo- pes^oaes, urna corropra) lo ab.Tta
mente coirf:;sd?, nem semelhauUs leis de Piulen-
ca p lo injuriosas ao paiz I
t Parece qae chegimos ao lempo era que os ho-
rneas lijoe-tos se devem ent' ider para lembrar ao
poder a nspOSSUe e OatUralmente as deve ler COm-:lne. comtffaito, desde que lomei o encargo de sea
ixiiiicadu ao Sr. Malbew. Icorre>pondeute, nunca roe vi to fallo de as-
0 g.verno nacional se no as recebeu deve snmpio '
pedi-as ao Sr. Matbew, esses docu lientos
devem, semduvid alguoia, S2r coa'iecidos
pe) governo argentino.
Caminos refere-se tambem a outras bases
que le apresentava o Sr. Gould para as
conferencias que elle tinba tido. Essas
bases se nao sao inda conbecidas devem
sor pedidas tambem.
E' preciso conbecer-se a verdade dos fac-
los para que se possa calcular sobre os>u
;;terior resultado.
Vi'e-se p-r esta boa ierra no oais completo ma-
rasmo ; so dao aqu signal de vi la os bailes: rea!-
meuu iiuuca vi aqui reinar com lano furor, couoo
agora, a febre de daasar Em falta de CabsC.as
quaolos pea I
A proposito de ps som cib-Qa, dou-lha a feliz
nova da resurreico da cmara municipal! C u-
greyuu-sj cssa niuslrada corporagao, causaaoo ge-
ral assumbrol nonticrii poli, ireuicu a ierra, ve-
I lou-se o sol, emm decaram as brisas, mons peperit,
nascilur ridicutus mus I Sim, uoau redactor, lia-
biluu a iiiuatre Corporaao e resolveu occup.r-se
sena e enrgicamente com a arborisagao das pra-
vas e ras I Ja temos por junto urnas viole arvores
Lminos declara que ao apresentir-lbe o plantadas i xNao podiam acbar meiiwr occasiao'
Sr. GoQld tacsbases .be dissera, qoejobre -{~ "g^ no dia 16 do passa
illas exactaaienle Ihe hav a fallado o minis-
tro brasileiro em Buen is-Ayres.
Nos temos tratado de averiguar a veraci-
lado deste fado, que mui serio, porque
prova que o governo do Brasil, receioso da
do, sj me nao eonauo, a assemb.a legislativa, cu-
jos trabalos tam corrido cem alguma ordem par
falla de aiguns turbulentos.
Al esta data a queslao m is importante sobre a
adunde, que deven* a>-umir a a>sembla parante
o governo em face do decreto n. 3,7o'i de 19 de
bom gabinete pbysico e esta' na altara do nosso
tbeatro ; e, pois, 6 natural qoe sejara mals oacor-
ridos do que o p~imeiroos seus oatros espectculos.
O pablico victonou o Sr. Rossini, provaodo-lhe
desse modo ou s>- distiagalr o artista intelli-
geote, onde qor que elle apparega.
Ai;tos do da 6 de novembro de 1867.
Primeiro anno.
Fabio Cassiano Deoclecio da Nobrega,
mente.
Mu ,ie| Brrelo Dantas, dem.
Gullherrae de Souza Cimpos, dem.
Haurlqoa de Almeida Costa, idem.
J-iSo Francisco de Figueiredo, dem.
Antonio Alexanlrioo Ribeiro Lma, idero.
Sagundo anna.
Aristliarco Cavalcanii de Albaquerque,
p'na-
logo que vio os da escolta fez fogo sobre elles cora
ama puuia de dou tiros com que eslava ar-jlgoac Vleira da Silva Coiuelro, idem.
"' n.,. ,. ,. M .. Cassiano Beroirdino doi Res e Silva, idem.
. Oedadao JosS Vicente da .Naves, lo. queru Aot|)nio Rlbejro Rosado JaQ |d
deacjbno a existencia all do cnmioaso, e fatia Jjs FalH de Sampaio, dem,
parle da escolta, iodo na frente seguido pelo sida-
do Bruno Pedroro de Horaes, da polica Ijcal da-
pieaa-
Joao Lins d'Albuquerqae, dem.
Terceiro anno.
qaelle districio, e foi sobre Jos Vicente, que o en- Jj5;) Ferreira io A((neida Gaimares, plenamente.
minoso desfaichoa o primeiro liro que errou, e
quando pretenleu desfecbdr o segundo, Bruno Fe-
droso disparou Iba mn uro de pistola, to certeira,
que a bala atravessaado o peilo deu-lbe a morte
instantnea.
t Esse crimlno.o de tentativa de morte e roubo
tinba dada muiio que fazer a polica desde o anno
de 1857, por causa da grande proleeco que Ihe
valia no lermo de Santo Antonio, onde fot preso na
lempo da adminlstracao policial do Dr. Callado,
sendo dessa epecna (1862) pronunciado tauobem
por crime de furto de animaes, e logo dapois ogio
da cader. daquella vitla.
c Era iSl- foi novameule preso e re:.Hi: lo a
cadela da capital, sendo depois remettldo para Sio
lo Antonio, afira de responder ao iary. Alii fugio
segunda vez no du 27 de outobro, junto com ou-
iros presos, violentando a guarda oa occasio de
ser aberio o xadrez para fazer se a latida. Era no-
vembro do mesmo anno resisti a escolta qus o fol
prender, feria lo gravera*nte nsssa occasio, o sar-
genta Vieira cpmmandante da dita eseolia, por ca-
jos enme foi tambem pronunciado.
< Agora, fiualmenie, terminou sua existencia
chela de crimes.
c O sobdelegado de polica vistoriou o cadver
do criminoso, estendendo as suas pesquisas at o
rancho oqsi too esto abitiva, e onde fjrara encon-
trados tres rezes carnalas de piucos dias, dous
pares de arreio, sendo um do criminoso e outro,
provavaimeate, dealgum corapanheiro que nao (oi
visto e se igaora que n seja. >
Foi no dia 19 do crreme condemnado pelo
Dr. chefe de polica a sesseota das de prisa a e
multa correspondente metade do terapo o bacba-
rel Jlo Nepomuceno Bazerra Cavalcanli, ex-juiz
municipal da comarca do Rio 'ande, por ler em
Amonio Jaaqjlm Je S^nna Juuior, idem.
Laopaldo Cesar de Barredo, idem.
Bailarmina Pereira da Onveira, idem.
Jos'Eustaqaio de Olivaira e Silva, Idem.
Populo Liberato Bmdeira de Mello, idem.
Q jarlo anno.
Aurelio Xumeriano Pontos da Silveira, plena-
mente.
Jos Jaoaario Pereira de Carvalho. idem.
Aogu-to Elidi Castro de Jasa?, idem.
Antonio Aatero Alves Monteiro, Idem.
Anloaio Augusto da Silva Jnior, Idem.
Q unto anno.
Antonio Pedro Ferreira Lima, planamente.
Samuel Wallace Mac Dowel, idem.
Lista dos esludantes de latim, chamados a
exame no da i do correte :
Plenamente...... 9
Simplesmenle..... 1
Iteprovados.J .... 2
Tolal 12
Lista dos esludantes de geographia, chama-
dos a exame no da 4 do correte :
Plenamente...... 6
Simplesmenle.... 6
Total 12
O Sr. Laareoco Xanas Cirapetlo ( noraeado
escrivo do arsenal de guerra desta provincia.
Tenda sido concedida a exoneradlo pedida
de soppleota da subdelegada de Bizarros
Dlo Sr. Manoel C >rra Naves, foi p,ra o mnsroo
cargo nomaado o Sr. Jos Passoa de Souto-Maior.
Por ler sida jaigado incapaz do serviea actl-
Ca da guirda nacional, fai transferid) pira
?/mn,rt?l"!5Q,Ud- 6, a8gr;\,i'::1,0;i,SeSa,,a?rflSuodda a *>'"' Sr. la o-
armado de um caivete, ao Ur. iniz de direito da
ts u ce-la.
Como se devem contristar os Brasileiros, com-
parando o que sao cora o que se prometierara ser
nesses gloriosos lampos da indi peudtncii.
t O povo de 1812 era sira duv:di mais ingni-
ran'e qoe o de I87. Eatrelaaloera incampiravel-
rneni mais iutalligenta uas graadel cousas, uaha
um im mais elevado e o eora(3o mils alto. Era-
quanto Conervop a puro ide;il da patria foi o po-
vo illamioado. Distingua fcilmente seus amigos
e s^us inimigos; porm, a medida que o povo ma-
lenalisou-si loroou-:;e eda vez mais accesslvel
aos engaos o a iuO"Culaio d 'sse espirito bysan-
tino que SDbsiuuio o Ideal dijostica pelo inleres-
se. E nesta deplorave situiijiio as palavras bastara
ao povo ; nao tem oais necessl.lade das coasas.
T .Ca a apparencia Iba parece realidide.
Renaaciou o sentir e reduzlo-sea racitlooar. E
se a razio marca o verdadeiro mrito do indivi-
duo, s o coracio faz a grandeza dos povos I
t Temos ruuito decahido desses lempos glorio-
sos dos Andradas, as relato es polticas.
Auossa iniustria, o nossa commercio lera se
engrandecido.
t E' incomestavol o nosso progre.-so material.
Porm, a applicafio das scieacias physicas aos in-
leresses da In lu-iria e da commercio, e essa pro-
grosso nos inieresses mteme?, opera-se urna re-
gio dilLreole da vida poltica da povoe fra dos
governos pela mesma fjr?a invencivel que (n cor-
rer a agua o oscillar a pndula. Na ausjncia mes-
mo da to la a vida polilica, continuara aio/j|a esta
vegetaca humana.
masrna omarca Antdoio Jos
em uiaS loja da barbeiro.
Qae bonito I Que exemplo I Que espectculo !
O Dr. chafo de polica coniini impvido na sua
senda sa.opre o me-mo flaKel'O dos criminosos,
o mesma speetro das consciencias limpas, e ma
grado a saolia de aiguns caosinos gozos, qua de
ioage e a occoltas lentam inurda-io, na da irum-
phar, porque com elle ita a razio e a ju-iiga cama
a opmio dos bomens sensatas e honesto*.
Ha mais de meia duzla que ionqneja pe a sua
retrala d'aqni.
Crea-rae, meu amigo, o dautor urna verdadei-
ra espin'ja de garg-inla para inmla gante de gra-
v.-.11 lavada.
Ja se aedam na cadeia desta capital os sub! va-
dos do Taquary.
Do tbaatr. da guirra a noticia raais fresca
a de pazes 1 Nao aeixa de Ice sua graca I Quo ta-
vera' da real a respailo I ? Dios que lo sepi ...
Mais um d;a de gloria uos coube, com especiad
dade aos Rioj.randtnses, fj ella o 6 di passado,
de cuj i comble ja Vmc. deva ter noticia.
Ao menos isu sempre distr Oie a geata um
pouco...
O nosso presidente e sea secretario i It :c '-
ram a quiuta parle de seus ordenados mensaes
para coadjuvar as despejas da guerra.
O estraga rraduzdo pelas cliuvas n'is plou-
taces tem nos irazido a coose lente caresta de
gneros alimenticios, que necessarlaraente mais
- un' aluda so tem da torear.
Vera a proposito pedir-lbe em nome Ja minria
provincia para pedir a' saa a remessa do assuca-
res, a ver se baixam do alio preya a que lem su-
bido. Sare attendido ?
O Harrraaun leoo zumbado cruelmente deste
povo 1 Qaasi acredito nao ser o rassmo individQO
ijoa a |ui ja esteva ; tem traballiada pessimameate
mal. suas gures lera sida muilo sedeas e aluda
o'uma deilasp;m vulgar espichou se vergoubosa-
i ii' I.
Nada mais me lambra para cont?r-lh3 e pr-
tanlo, adeus.
Alfonso Guimaraos ff^^^ J,>5 F,oreDtiDO
Cavalcante
.%
PEMNIMBUCO
REVISTA D1ARI&
Gonclnimos hoja a publlcagro do debatas da
cmara dos Srs. deputados, de que nos haviamos
eocarr gado era s.lisUgo aos nossos assignanies.
a quam as-im procuramos por apar da siioacao do
paiz pala discusso de loda3 os seas inieresses no
corno politico que os representa.
fir?a declarar aqui, que se aiguns discurso-
deixaram de ser dados na ordem das sessoes, foi
caa-a disto o nao lerem nos silo publicados, e o i-
tros s muilo postenormanta sahirera a' luz em
separado, to eotaoto nao deixaram os mesmos da
predica da Trlbun tratava de antccipar-SC dezembro do anno passado fue nos puz fra da lei,
i tratar com Lpez encontrando o apoio da roubando-nos o direito de cidado brasileiro, visto
legado de Sua Magwiade Britanic, o qae Z^ZfXlaS.'nie^scarso, sn,
nao poaiamos crer. tentou ara orojecio, que ^prescDtou, saspendeudo
Assegura-se-nos qoe neDliurn dos minis- todos os imoostos provinciaes, de modo que a pro-
TOS brasileiros residentes em Buenos Ayres vincia s euirasse para a receita do estado caro a
coawsou a tal respailo com o Sr. Gould, ^uaoVa^'1' a""1* Par" sosleQU5) e coa'
O.jiie ignoravam completamente que este 'TmaiofaTarra fai contraria ao Nery, que re-
i'anhor fusse ao Paragaoy encarregado de tirou o projecio, sendo approvada a representado,
ama misSO, CUJO ftm S tiveram conheci- que com bstanla vergonha traoscrevo, como ori-
mpnin rlpnni^ lnaBle Padrau do gloria para seus signatarios. E'
jjjcu.u uc^ o. ot vrdaaa a mi, estupenda e primorosa pec.a de
Nem poda ser de outro modo o= minis- archUectltra qile o03 aMj50S ars"eQes se laa.
iros do Brasil nao podiam tratar com o se- odo i
rctano da lcacSo, mas sim com O Sr. Qae vergonha, mea amigo, que miseria I que
.Maihew, sobre" qoestoes desta natureza e ^[TZ ^ S?. D parlaaletJ
sem parlicipacio previa ao governo argenti- Augustos e dignissimos Srs. represenianies da
no, porque teria sido desleal e pouco digno 035.10.
semelhaute proceder. f, oTr^n^'T^f atda proviCia dc s-Pe-
_.= ,i ./ii.r.hnK Aa dro do Rio-Grande do Sul, es
5a do grava aconreulmeoto poltico determinado
Quaes os remedios para evitar essa deciioacaa ser conslgnaaos oa competente sessao por meio da
iUlf < v um resuma das ideas eroitliuis pela respectivo ora-
t A assembla provincial do Rio Graade do Sai, I dor, seoda assim dadas aa coabecimeuto do paiz
penta que o primeiro de todis e o que esta" mais as saas opiniSes. __
looge de nos, a verdad,?. No aono fotara cantamos mslhorar esta parta
t As nessas iastituicSiS fa.seadas eitli em rlscalde nossos compromissos para com os oossos assig-
de serem reduzidas appamocla 5 coovm repara nantes; e assim tomos em vistas extender a mes-
ma parta dos irabalbos do senado, tomando por
conseguinle completa a aspiracao geral.
_ O Sr. Isidoro Rossini deu effaclivamenle an-
laizerdes evitar as vas tortuosas das revolugas' ,a.noQ|eai o espectculo que aonuncira de prest-
desconhecidas. I ,,^55.', escaraotagam e physica, e revelou bas-
E assim reentrando com a sinceMdade no es-! tante talento e estado em qoaiquer das partes de
piriio liberal da cootilQicau, reentraremos na or- sea variado prograrama. '* V ...,.,
den real que o poder c .mprmetie e destre sob Na escaraotagem e preslidigita5ao o Sr. Ros> 01
nao iguala Hermana, porm approxima-se o
i^i.ni.Vi r ,rn.nnn roiurinflp dro do Rio-Grande da Sul, estremecida era presen-
Lntretanto a asseveracao do secretario ae ogfiyi acun,ecllDB;ito poiuico deurui.*.
Lpez nao foi dosmenllda pelo br. ouia, pe:o decrelo n. 3,7o'i de 19 de dez-mbro de 1866,
r.em to pouco pelo ministros brasileiros. vera peraote eu aagosia
Na nossa o,qo 0 ROVemO argentino nao ^mira e:se interdicto que
i. ,i *, ,. ;. c- \f> Rm-Granda .ln Sul da coiut
pote deixar de pedir explicafao ao Sr. Ala-
a.~semb:a representar
le exclae a provincia da
Rio-Grande de Sul da commuuhSj brasleira.
, t E' u-ia urna grave que^lo, ligada por lacos
tliew e aos ministros do Brasil sobre este njS:;iJav.., com os mucres luteressas da ude-
lito de tanta imierlaocia. acia o honra o paiz,
Se fsM cerlo que a legar-o de Sua Ma-: A' b{ ijocslo ao fl.fkit pacuaiano, velo
las. As proraessas con-uturlenaes estao esqaeci
das; couvj) lerabra-lase eff-.ctiva-las palos mjios
pacicis de orna representado larga e sincera, se
glja aguarda vossas deliberaC6es sobre ^^ ^^^^^^^^s^
da assembla [
gre, 27 dasetembro de 1807.
Paco da assembla provincial em Fui lo-Ale-, collegas.
- j 7 V,, ,oi"i i a iisnansio aeria de ama pessoa, trabalho quo
^FiVSf^lriik da Rosa, Florea-lenfran'Snio da pbys.ca foi fai.a'com precLi
ode AbreueSilva, (vene doqnanlo a apreciacao +J*J&,gFg^ da cabera que falla foi
co
10 "-Ve nh1!)0! dado tw chein de af azeras, qne nao! maraVilh M e "rprend-nte.
"ida p" a'tvel tomar todos os apontamaolos Este trabilho > -'o nodo nlnloda phy
, ,nh "s noucias uluiaes ; assim par pou- i sica, e enmos que ple ser explicado pela reQo-
me lem
para as mi
de espelhos
colbe dire. nesua resfe.lo, se bem que uro xaae frr5^J"! f'3
zaiata. ara dos Mga.ur.cs da celebre representa- conjug a Jo,.;ftlL'A0^nc"" e" 6 de
rv7o,dmitran eriflt ja s^ lambrou de escrover agrnJoa .1
para o )on\d do Comowcxo da curie jue ,ea e o .
resarao o Sr. io-siai ir.iltn li.-ra, to -.-.
Foi approvada pelo governo imperial a reso-
luto oa directora da fia frrea d'esu provincia,
relativa a elavagao a duas rail libras esterlinas dos
salarios annuaes do respectivo engenheiro superin-
tendente, o Sr. Mann.
Foi reformado no mesmo posto o Sr. Mano!
Rodrigues da Silvj Cmara, capito do esqaidro
de cavaliaria da anliga guardi nacioual da Sauto
Amo.
Pelo ministerio da nnrinlia resolveu o gover-
no imperial ni preeucher a vaga do amnense
existente na secretaria do arsenal da marlnQa des
ta provincia, ordenando outresim, que foss>m dis-
pensados os srvicas di psssia quo interinamente
all exsrcia ttes fooceo;-, ama v:z qae as urgen-
cias do estado nao coraporlavam esta accro-cimo
da de>pezas.
Pjr declarajao do governo de S. M. cathoca,
nao sao por eraquaoto dispensados os passaporles
lanto a naciooaes como esirangeiros, que eolrarem
e sahirem das ilhas de Cuba e de Porlo Rio.
Hoje sob a sceni n> Sania Isabel pela pri-
meira vez o drama hlstirieo de graade espaciara-
la o aifageraa diSiutirem ou a espada do cou-
da.-iavel ongiual porluguez do grande poeta Al-
meida Girret.
O drama con;ta-nos que se acha montado com
todos 03 requisitos que de.nanda saa mhe-en sane,
assim como que se acha liera estad.ido e eosaiado.
Assim n iis eremos que sera' boje da de en-
diente n'ajuelh thoatro.
Fizeram exame hontera na escola normal os
alumno do Io aoaa seguales:
Loureoco de Menezes Gysneiro Randeira de Mello,
simnlesmeote.
Joj Paulino da Silva Filho, idem.
J .o Podro da ^ilva, dem.
Minervino de Miranda Rocha P ta, idfm.
Tres reprovados e um retirou se do exame por
encorn) odado.
Ua Paoedo o Macai chegou bintem o vapor
Potengi. Nenburaa noticia dao os jornaes, qae re
cebemos.
OITsreceu 50 0|0 para as argeneias do esta-
do, o profassor de Tracuohem Jas Marliniano
de Senza.
Lotera.A que se acba venda
a 44.a, a beneficio do recolbimento de Igua-
rass, que corre quarta-feira 13.
Casa de detknqmo.Movimento da casa de
detencao do da o de uovembra da 1867 :
Exisllam presos 294, eutroa 1, sabirara G,
xisera 29: a saber, oaciooaes 203, muiaeres 4,
eslrangeiros 40, mniber 1, escravos 40, escravas
z.iutal 292.
Alimentados a co Movimeoio 8a enfermarla do da 6 do corrente
mez :
Tiverara baixa :
Pauio Randeira de Araujo.
Jos escravo, seni-nciado.
Manoel Francisco das Chagas.
Tiveram alta :
Re oarda M-Tia de senna.
Jos Flix da Piedade.
Passageir^s do vapor Poteng, vindo do Pe-
Dfdo e portos intermedios :
Jos Maria de Araojo, Dr. Galdiao Aagasto da
Natividade Silva, Joo Paes de Aievedo Freir,
Jos Googalves Torres, Biyard Leopoldo da mr. 1
Magalbaes, Feliao de Castro Mascarenhas, Frao
cisco fVptlsta Rodrigues e urna irmia, Joaquina
I! ipnst 1 Rodrigue', Dr. Antonio Baarqos de Lima
e su? ssnhora, D. Sabina Carolina B. de Lima, 4
menores e 4 rriados, M Barroso, SabasuSo Naaes Batese, Manoal Blaoco,
Manoel Solelino.
CfiilOMCi JUDlGUaU.
SESSAO DE 5 DE NOVEMBRO DE 1807
PERSlOESCIA DO BX1I. SB. CONSEr.HEIRO S3DZ.4.
As 10 horas da manba, presentes os Srs. desom-
bargadores Santiago, Gitirana, Loureoco Santiago,
Almeida Albuqnerque, Molla, Assis, Domin-tuos da
Silva, Ucba Cavalcanle e Souza Leio. fa|land^
Sr. desembargalar Guerra procurador da coroa,
abrio-sa a Sessao. .
Passadas os feilo deram-se os segaintes jaig
' APRvvfit wik -Ap&iU'*t, t) Miriswa-
quiaa Cavalcante; appellaio, J,5o Mauricio d
Sena. Despresaios os embargo?. App liante,
Francisco Jo* da Caro >os Pamplona ; appellada,
u. Hinrij,ueia Eijtm Banks.Despresados os em-
bargos. Appeiiaota, Segsnmdo Sergio dos San-
tos; appelladj, Vicente Ferreira P. ijaiumbl.Ds-
presados os erabjrgas. Appellante. Bmlo Jiras
da Craz; appallado, Joaquim da S. F. Costa.Con-
firmada a seaienca. Appellante, Manoel Jas de
Miranda; appeliada, D. Francisca da Srelre.Cju-
Ormada a senteoca. Appellante, Pedro por sea
curador; appeliado, Emilio Pereira de Arau
jo.(lontrmada a enteu^a. Appellante. Dr. Haa-
rlqae Kransse; appeilada, Marie Foi Melli Le-
rai. Cinnrmada a sentenca. Appellante, II rcu
culanoFraocehua Cavalcante Albaquerque; appel-
lada, Antonia Aagu-lo Maciel Confirmada om
detlaracao. Appellante, Jos Rodngaes Colhi;
appellaoo, Ur. Antonio de Vascoocellos Mouezes di'
Druramood.Ao Sr. desembargator procarador
da cortia.
&PPKU.ACAO crime.-Appellante, Isabel Maria da
Concelgo; appeiiada, a justica.Confirmada a
seniengj.
habeas conpusDa capllao Antonio Praheiro de
Mondonga, cooceleu-se ordem para o dia 9 do
corrento as 11 boras, e Ucon adiado o de Jos Ma-
noel Bezerra.
Assignon-se da para julgamento dos segninies
feitos :
APPELLAgSss ciVEis.Appellante, Francisco de
S illes Candido oa Hocba ; appallada, Luiza Fran-
cisca de Paula. Apoellaole, Boato Vieira Pinto ;
appellado, Claudio Calumbi de Azevedo. Appellaa-
te, Jos Correa Paz; appsllado, Rafael de Sja
Silva.
PASSACENS
Do Sr. deserabargador Santiago ao Sr. desem-
bargador Guirana.Appellacoes civeis-. appeilan-
ta, Jos Alves i:.roos-i; appellada, D. Eogracla do
Amparo Santa Rosa. Appelianies, Adnauo & Cas-
tro; appellado, o pardo Belarmino. Appeiian'e,
Manoel Alves Piulo; appellado, Autonio da Rocha
Pereira. Appellante, Antonio Jos Bittencourt;
appellado, CandiJo C irra Gomes.
Do Sr. desembarga lor Gilirana ao Sr. deserabar-
gador Guerra.Appellacao civel: appellante, Pedro
Marques de AlQayde-, appellada, Deluna Mana da
Rosario.
Ao Sr. desembargador Lourenco Santiago.Ap-
pellaco crime : appellante o jnizo ; appellado,
Joo francisco du Souza.
o Sr. desembargador Almeida Albaquerque
ao Sr. desembargadur Molla.Appellacoas eivets :
appellante, D. Josefa L-opoldina de, M-dlo Marl-
nbo; appeilau, Luiz Jos Rodrigues de Sjuzs. Ao-
pellaote, Ignacio Luiz de Brillo Taborda ; appella-
da, a (azeuda. Aupellago crime : app llame, o
juizo; appeli.ido, P.oc pi J s da Costa Lima.
Do Sr. desembargador Lonrenco Santiago ao Sr.
desembargador Aiuieida Aionqaerque.Appella-
coes civeis: sppellaute, D.Antonia Francisca Ci-
daval Picio; apueu^d, Miguel Ferreir* Pinta. Ap-
pellante, Joao Paes Brrelo da Lacerda; appellado,
Miguel Ignacio j'Aiojquerque Maranhao. Ao -i-
lago crime: appeilaute, o juzo; appellado, Ma-
noel Kodrigues de Parlas.
Do Sr. desembarca cr Assis ao Sr. desembarga-
dor Doraiugues da Silva.Appellagoes diris: ap-
pellante, Amaro Goucalvos d^sSaotos; appellado,
Jo.- Barbosa de Miranda Santiago. Appellante,
Mariano di Silv* Queirz; appellado, Joaqulm
Ignacio Rioeiro. Appellante, a fazendn; appellada.
Mana Firmioa do Rosario. Appeilaeie, o padre
Jos Paulino da Silva Monteiro: appellado, Anlunio
Andr Cavalcante Ainuquerque.
Do Sr. desembargador Domlngucs da Silva ao
Sr. desembarcado.- Ucboa Cavalcante.Appellaco
civel: appellante, a irmta Mario Foi Mein Lerat;
appellad.., o Dr.H-arique Kransse.
Do Sr. desembargador Souza Leiio ao Sr. desem-
bargador Santiago.Appeihcao civel: appellante,
Salvador de S'queira Cavalcante; appellado, Joa-
qulm Salvador l'esioa ao Siqneira Cavaicaoie.
A urna bora e meia da (arde eocerrou-se a
,eso.
a
______Uoiiiiicados
Est no dominio do publico, quo cbamei
responsaoiii'ialeo general Jos Unacie
de Aoreu e Lina pelas injurias e desafo-
ros, que me dirigi.m um asqueroso ops-
culo, que boje as delicias dos bons citli -
lieos do progres.-o, cujo odio por elles vola-
do minba pessoa os leva talvez a renega-
a le do Salvad ;i- do muudo ; e dahi o aprego
ao nojento escrinto em que me repuiam es-
magado pelo insultador do Soberano Deus
dos Judeus !
Est por igual no dominio do publico
que o general Abreu e Lima, instigado
pelos meus adversarios, cujo instrumento ,
me chamou a responsabilidade; tacto que
sorprehendeu a toda a gente, que sabe,
que um dilamador de oliicio o menos
competente para qaeixar-se de durezas da
imprensa peridica I
I'ois bem : o que o publico anda n3o sa-
be, e o vai s Abreu e Lima nao sj apresemou como res-
ponsavel uo escnpio, que na vespera havia
publicado conlra mim, e no qual linhi de-
clarado, com toda a emphase boliviana, que
se eu ochamasse a juizo, poda contar com
elle em miua frente I Que qtialitkagao
merece um procedimiento desta oidemV
Com que cara um hornera destes se apr-
senla era publico ? Como se tolera que um
malvolo insulte, edescomponba Deus, e
urna familia ioteira ; eaiinal de contas tuja
responsabilidade legal de suas assen;5es,
tornando assim necesario o emprego (le ou-
iros meios de desaggravo? Per estas c
ouiras que o finado capito Manoel Joa-
quim do Reg Barros recorreu aquella re-
ceita, que todos sabern, c de que alias nao
poderei osar nunca, nem consenlir que ne-
ohum dos ultrajados a empree ; pois con-
sidero, como um antigo sabio, que no na
gloria maior do que deixar de tomar urna
vinganga. guando fcil toma-la.
Eu devia saber, que em tal comedia ver-
gonhosa devia acabar a responsabilidade
do general Abreu e Lima, visto como foi
este sempre o modo plaimvel porque se
iem sabido de ditlioaidades semelhantes!
Todos se recordara de que insultando elle
horrivelmeute o r. Lopes N*ttu, esle o
chamou aos tnbunaes, e quando a impri-
mir-lbe na cara o stygraa de calumniador.
e diffamar, ajoelbou-se-llie aos ps, pedio-lho
perdo, que com desdem e asco lite foi
dado Teiapos depois, travoa lata cora
outns po3tti8 desta cidade, que o cl;i;a -
>
1 mrtvu 1


ram a respoasabihdade; respoosabifidade *
que se recujju fefgoDhosamenle, sem .em-
bargo detaw wmgMio o artigos ; de
modo que o honrado otameadader Manoel
Figoeira de Faria *o-se obrigado a res-
ponder por elle em juizo 1 ___
Nao atetarte, porm, lo* <** pru-
dentes de baixeu, e deslealdad* nao peo-
sei que o general Abren e tima, o oraemto
religioso do progresso, o theologocown-
mado, que por ahi tem balado com soas
tiradas trrespondiveit as crticas de muita
gente, se recasasse a responder por seus
escript'S, e islo na mesan occasiSo em'que
ou assamia a responsabAidade dos meas !
O general Abreu e Lima que tena exce-
dido a Ario e a Utnero na xmpiedade, co-
mo os nao imita na ooragem, sustentando,
como elles, todas as suas doutrioas, diante
dos tirtaroaes 1 E' que aqueltes, bem que
errados e perdidos, tinbam convicces pro-
fundas ; mas o g.neral Abreu e Urna nio
se afronta com os perigos que resultara de
seus escripios, porque nesses escnptos nio
ba se u5o o mrito da insolencia. Quem
os 1er com attencSo ha de coobecer os des-
conchavos e contradicSes successivas emqae
rola aquella cabeca, como brevemente o
mostrarei; contradices e d esconchav.is, que
nascem da ignorancia com que elle falla de
cousas, que nao iotende, e em que nao
acredita! a tfuma cousa o general mos-
tra eru^iccSo prodigiosa, no vocabulario
demaruja corsaria! Em elle porm quebran-
do a corrate da descompostura messallinica,
tornare montono, repisador, e cbarlatSq.
Tuo isto hei de prova-lo, se Deus 'or ser-
vido. Se ha quem recue diante de suas
insultoosas bravatas, e deixe que as verda-
des catholicas sejam por elle atacadas,eu
de ceno o3o recuarei. Insultos e injurias,
que parlero da mesma bocea, que offeode
impiamente o Soberano Deus dos Judeus,
qne qualifica de perversos e as*assinos os
proprios sautos dos altares, e que Qoalmen-
te d z que o Padre Santo de Roma nao
ministro de Cbristo, mas sim de Anaze de
Catphs, nao podem marear a reputarlo de
ninguein Ao contrare, a realza al as nu-
vens
Entretanto, visto qae o cobarde correu,
ficou sm seu lugar o impressor, contra
quem passo a dar a minha queixa, pois com
lempo o avisei e preveni. Desde que u3
quero sahir da tsphera legal, necessario
que d urna satisfacb aes offendidos, pro
curando paor o nffensor (u seus cumpces.
E pela minha parte repito, nao renegarei
jamis os meus escriptos, p r cuja verdide
morrena martyr, se a graca de Deus me
nao fallasse. O que desboora nao a ca-
deia, o motivo porque se vi a ca-
deia. Ir para a cadeia porque se rebate o
impo com tojo o vigor, receber urna cer-
ta aureola de gloria nesie monda.
Rec fe. 6 de novembro de 1867.
PlNTO De CaMPOP,
lrU e Pe'Di-^BHw ftftiaU letra f de \centro de 1867.

rio na rea oa estrada de S. Io5o, no lug-tr Para 10 to que ao facto criminoso faz a pecSo de 1
mais publico, com predios habitados de um Mara da Cunha. I queixa, qae passoa silenciosa pelo paragra-
e outro lado, rindo em companbia de seu' Rol das testemw>bas. Iptao V do artigo 16 do cdigo criminal; si-
amigo Bernardo tioncVives Vianna, e ahi Ihe | Joto Luiz Goniaga, Mara de lesos. Leiz leocio qae importa reconhecimento taxilo
inflingirn}, cada um por sua vea\ ama do*e Antonio Verissimo Bernardo GoncarvesVan- de qae o motivo que impellio meas filhos
de vergalhadas com o raesmo vergalho. na, Loiz Feraandes Nogueira, voolinoTava- nSo foi repi ovado, nem frivolo.
, Eis a summa da verdade nua> e para qae res de Amonio, (asignado) Femmn Ma-\ jeftiKcWflc a queixa na* circunutaocias
os instigadores de- Fernando Marta da Caoba: ra da Ornea '
se exforcam por desfigurar por meioda c*-\ c N*17.Cem. Pagou 10u rs. Parir 10
bala e da afollada somma de 01T0 CONTOS de outubro de 1867 -Souza, Mattos.
DE REIS subscripta na sociedade portugoe- Autoada e jurada proceda-se a nquiri-
za de beneficencia para consegoirem que cao das testemunhas no da 14 do correte
meas filhos sejam aecusados e pronunciados | as |o horas. O escnvao Lima intime-as pa-
por tentativa de assassinato e reco hidos
cadeia
Pelos instigadores de Fernando Miara da
Cunta, a rumba questo com esse individuo,
eaSOVA DE VERGALHADAS. qae elle
grammou dasabencoadas maos de meus mui-
to dignos, amados e pun lonorosos filhos,
esta > arrastadas para o terreno da poltica e
ra rirem depor. na forma da lei, e notifica-
dos os reos para verem-se processar.
Para 10 de outabro de 1837. -Rodri-
gues.
(Seguent-es as certiddes das notificaedes.)
Illm. Sr. Dr. ebefe de polica da pro-
vincia.- Diz Femando Mara da Cunha, que
de nacionalidades, em que as quer collocar tendo-se queixado a V. S. de Antonio Theo-
a cabala; mas contra esta trica se oppBe a drico da Silva Peona, e de seos tres irmaos
verdade de simples iotuico, como passo a pelo grave atientado que praticaram na lt-
Publicacoes a pedido
Provincia do Para
QCESTlOCAnVALHO PEMNA
(Conclusiio)
Acabala desfigurando a verdade.
O Themes bo Diario do GramPar n.
228, e o esenvinhador assalaria io (que o
mesmo Theme<) das noticias diversas do
Jornal do Amazonas a. 221, aquelle 'le 8,
e este de 9 do crreme m-u, para os seus
fins entenderam ser conveniente emmaraahar
a questa de Fernando Mara da Cunha co-
ntigo levando-a para o terreno da poltica e
das nacionalidades, e tra sformando em ten
tativa o assassinaio a s^sova de vergalha
das=p}qne nieus muito dignos, amados epun-
donorosos filbos inlliniraai nesse indivuo
como a nica resposta condigna dos desafo-
ros, dos insultos torpes e das alluses i ifa-
mantes com que elle ludibnou e con-pur-
cou minha houra pelo n. 227 deste Diario
publicado no domiugo 6-lo correte mez.
Os meus arugos publicados nos ns. 210,
215, 22^,218 0 29 deste Diario repellem
formaluienie a poltica, e o espirito de nacio-
lidade. Essa especulaco dos instija 1 res
de Fernando Mara da Cunha nio pode nem
deve deixar de ser tambem repellidas pelas
autor ida jes, como o tem sido geralmente tor
todos os brasiineiros honestos.
No meu artigo publicado no n. 228 dsse
eu o seguinte:
tsrAO SR. J0(3 LUIZ DE S.\' ROCQUE
(a) advino que a minha quesn nio temre-
lago aluma com naco lalidade, nem com a
sua pes.-oi; ; toja com tres filos da pro
vincia do i'ar ; guarde por tanto as suas
furias, as suas pistolas e os seus pnnhaes para
quera o offeoder.
Note-se que no indecoroso e impudente
artigo que Fernando Mara da Cunha publi-
cou no n. 221 deste mesmo Diario, intro-
duzio a questso que tive com o Sr. Delin-
que de S Rocque em 18o9, questo dis-
entida por mim cavalbeiro nos ns. 15S,
159, 163, 166, 172, e 183 daepocba de 19,
20, 23 e 2* de julho e de 4 e 18 de agosto
de 1859.
Note-se mais que esse artigo aquelle
que eu nao podendo, nem devendo respon
der, pubuquei pelo n. 222 deste mesmo
Diario o meu anigo (Em letras maiusculas )
Aos oaciooa s e exiraogein s possuidos de
sentimentos de pudor e de respeito a mo-
ralidade e decoro puDlico declarando que
nao poda responder a semelhante artigo
porque seria preciso degradar-meal o avil-
ameiii-j e hombrear com Femando Mara da
Cunha.
A tentativa do assassinato em que os ins
gadoies de Fernando Mara da Cunha que-
i em tran- lormar essa SO vA DE VERG \LHA-
f.)AS outra especnlaco para encobrir a
vergonba publica que se acha exjoslo o
-cu testa de fetro, e meterem meas filhos na
ideia.
Meus muito dignos, amados e pundono-
isos filhos indignados pelos desaforados e
rpes nsulas, e"infamantes alluses com
ne Fernando Mara da Cu ha laibriou e
msporcoua seu pai no Diaria do Grani-
zar a. 227 publicado no domingo 6 do
irrentemez, impel idos pelos sentimentos
le pundonor e de amor filial entenderam
ie nesse mesmo da impreierivelmeoie. ao
m da letra, deviam dar-lbe a nica e mere-
i la resposia condigna de taes insultos, e
ultando-me todo andaro desde manha
procura desse individuo, at pelo arraial
1 Naisarrtb, onde era de presumir que elle
-iivase, munidos de um vergalho, que
i >;e urna reliquia de minha familia, e das
i ngalas de seu uso ordinario, at que pe-
i > ipara as 5 horas da larde o encontra-
demonstrar.
A minha queslSo nao nem poda vir a
ser, com Fernaudo, que appareceu nella ac-
cidentalmente; com os Srs. Domingos Pe-
reira Lima, Manoel Jos de Mello reir Ba-
rata e Bernardo Jos de Miranda, tolos tres
paraense*. A questo toda accidental com
Fernando nao de nacionalidade ; prove-
niente exclusivamente dos insultos desafora-
dos, que elle me dirigi; tornou-se questSo
de pundonor e de honra. Meus muito dig-
n >s, amados e pondonoros is filhos oSo nu-
trem sentimentos baixos, nem tinbam moti-
vo algum para terera na mente, que as ver-
galhadas erara dadas era um extrangeiro;
elles esvergalharam um individuo que, a ma-
neira de um impudente e desaforada canalha
no mais lato stnlido, ludibriou e conspur-
cou a seu pai, tendo elles nicamente em
vista deafroota-lo publicamente da inf-imia
com que fora ludibriado e conspurcado sem
Ibes importar se Fernando bohemio, ja-
ponez, turco, rabe, paraguayo, cigano, afri-
cano, portuguez ou brasileiro.
Os instigadores de Fernando deixaram o
seu advogado nato, e por especula?! > pro-
curaran! o Sr. Dr. AmbrozioL "uoda Cimba,
no intuito de fazer pender a balanca dajus-
tica no sentido da cabala, e de serem meus
filhos aecusaaos, pronunciados e presos por
crime de tentativa de assissnato. Mis o
Sr. Dr. Leii3> qae tem a sua reputacao for-
mada, como jurisco isulto, querer prestar
se fa/.er a petco ciassicao lo etn tentati-
va de morie urna sova de vergalhadas ? 1
Sua digmdade e sua reputado nao ficariam
mutiladas ?
S. S. como jurisconsulto enobrecido e gra
duado com as honras de deeuibargador,
certamente repellr por sua honra e digni-
dade a exigencia de classificar urna sova de
vergalhadas em tentativa de assassinato, cons-
cig de que se uouvesse intenco de attentar
contra a existencia de Fernn lo Maria da
Cunha outros leara silo os meios embra-
gar; um sicario aprecalo daa coma da
empreza oppoi tunamente em silencio.
A sociedade beoeficeate portugueza insu-
flada e encaminhada pelos instigadores de
Fernando, canega j coin a grave responsa-
uilid-.de da cabala, t mando a queslao a si,
empregando meios clandestinos, e ponde a
testa do plano o paraen-e, o brasileiro Dr.
Amorozio Leitao da Cunha.
Se os instigadores de Femando querem
fazer da sova de vergalbidas uiua offens: ia-
junoza nacionalidaJe portugueza, mal e
muito mal esto os bros do cidi tao portu-
guez. E o Sr. vice-cousul portuguez que qui-
rer meter-se nesla questo, que rebaixa a
or.osa uaco porluuueza, coaseutindo que a
facam representar em urna pugna absoluta-
mente de honra individual para ler-se o gos-
tiulio de ligural-a com o carcter de olfensa
nacional na pessoa de Femando Mana da Cu-
ulia ?
Se os instigadores de Fernando Mara da
Cunha juerem lava-lo di sova de vergalha
das nao alfroolem a moral e as leis com o seu
dinhei o; tacara cora que elle enve um cartel
de desali ^ualquer de me os mimo digno.
aiuados e pundonorosos liihos oiarcaudo-ltie
lugar, da e hora, e a qua ida le da arma, na
Cortesa de que qualquer delles desengajara
Fema ido Mana da Cunha, e a os seus ins-
tigadores, que abrigam em seus p-itos seu-
uinenios de uonra, a que nao o ternera e
m -nos ao Tuemis.
Escreven jo este anigo tenho em vista s )l-
licitar a mais.escrupulosa attenco do gover-
no e de todas as autoridades da provincia
para a cabala, a fim de que os instigadores
de Fernn lo Maria da Cunha nao consigan
o trmmpbo da sua e.-pecula.o e cabala.
Antonio Ricardo de Carvalho Penna.
jIs<-Uo jurdica
iellemdo Para 11 d outabro de .867
li je pelas 10 horas da manba foram
meus lilhos citados para o dia ii do corre-
le mez. se verem processar. Foram-lhes
dalas couira-ls da peiico de queixa, e da
em que o que.xoso pedio venia para nao
comparecer a formacao da culpa, as quaes
sao do theor seguinte :
Illm. Sr. Dr. ebefe de polica da pro-
vincia.
de de 6 do correte, contra a seguranca in-
dividual do suplicante, ndo Ihe posAvel
assistir 5 formacao da culpa, pe > que vem
pedir a V. S. venia para laze-lo por seu ad-
vogado e procurador constituido na procu-
raclo, que com esta peticSo requer o sapli-
cante que seja junta aos autos do somma-
aggMWUi' dos JS 12 e 17 desae artigo 16
para eocabecar o facto erirraoso (ttma to-
va de vergalhada) -comprehendide no ar-
tigo 2oI do citado cdigo criminal, em ten-
tativa de assassinato punivel pelo artigo 31
com referencia ao artigo t92 do mesmo c-
digo.
Concedo a queixa essas circunstancias
aggravantes por mementos para discut-las,
e provar que a tentativa de assassinato s
existe no compromisso a que se sugeitou o
Sr. Dr Leitao.
A circumstancia aggravante do 12
ler precedido emboscada por ter o deln-
queme esperado o ufienddo em um, ou em
diversos lagares. Urna embo&cada de qaa-
tro homens armados para matar e (traicoei-
i ament alguem, nio se faz de dia, em lugar
habitado, e bastante transitado; e note-se
que a ra ou estrada de S. Joao tem lugares
ermos por onde passou o queixoso.
Quatro homens armados de punhaes,
cacetes e vergalhos, tendo acommetido trai-
coeiramente o queixoso para assassioalo,
ALFANDKGA.
eodirenlo do lia 1 al.......
ideB do di* 6........,......
86:0J8,I?64
28:1151639
1867.Rodrigues.
rio que deve instaurar-se por aquelle facto deixaram de o fazer sem que o proprio quei-
P. S assim Ihe deferir pelo que. E R. M. xoso se defendesse, nem pessoa alguma aco-
par 10 de outobro de 1867.Fernando disse 111
Mara da Cunha. E para que le va va m os aggressores ver-
N. 62.- Ct-m- Pagou 100 rs. Para 10 galhos, se pretendiam matar o queixoso ?
de outubro de 1867.Souza. Mattos. E o queixoso se fosse espancado a ccete
Como requer. Para 10 de outubro de por quatro homens fica ia em estado de ir a
' Nazareth d'ahi a duas ou tres horas ? E o
| corpo.de delicio faria mencao apenas de tres
A petco de queixa nao contera as for- contuzoes leves (urna no hombro e duas nos
malidades legaes. Oart. 79docod doproc. ame-bracos *; E porque n3o quiz o quei-
crim. asrim se exprime: A queixa ou de- xoso descobrir as costas declarando que na-
nuncia deve conter : I. o faci criminoso' da mais tinha do que essas tres cootusoes
com todas as suas circunstancias: 2.a o va-! leves ?
lor provavel do damno snffrido: 3.* o nome O compromisso a que se sugeitou o Sr.
do deiinquente, ou os signaes caractenscos, Dr. Ambrosio L. da Cunha para com os que
te for desconhecido: 4. as razes de con jibe retrbuiram com o dinheiro da subscrip-
vieco ou presumpgao; 5. nomeacio de lo- co da sociedade portugueza de beneficencia
dos os informantes e testemunhas: 6. o lem-
presta-se a commentarios muiti desarosos,
po o lugar em que foi o enme perpetrado, e comproaielte gravemente a sua posicao, e
As formalidades dos Io, 2o. 4' e 5 foi as suas aspirares presidencia do Para, e
ram emitii las: nao se refere o facto crimi- pasta do ministerio da justica.
n.-sj rom todas as suas circumstancias: emit-
Apreciadas por esta forma as circumstan-
te-se com que instrumento foi am feitas essas cas aggravantes dos 12 e 17 do cdigo
tres nicas contuzoes leves de que faz raen- criminal, o facto crimuoso com referencia
sao o corpo de delicio (duas nos ante-bra-
cos, e urna no hombro); n5o declara qual,
ou quaes dos aggressores he fizeram essas
tre& conluses; como Gcou salvo delles ;
qual o modo tracoero porque foi a omnet-
tido, e qual o lugir onde as aggressores es-
tavam de emboscada. Nao dt clara o valor
do damno soli ido. Nao dec'ara quaes as ra-
zos de conviccSo ou de presumpcao de que
os aggressores o pretendiSo a^sassinar, nem
as circumstancias que os impediram de,o fa-
zer, allegando que ser3o exposta opoortu-
namente por testimunbas preseociaes. Omit-
te os nomes de qua>i todos os moradores
do lugar onde se deu o conflicto, e que o
presenciaran). Semelhaute petizo nao es-
lava no caso de ser aceita para produzr os
effeitos jurdicos da qneixa sem primera-
mente ser ordenado, que preenchesse as
est doente, nao empregado publico, n)
eji encarregado de commisso algu na do
seu governo. Qual poi" a razo por que elle
nao quiz comparecer a formarn da culpa I
Ella est no domiuio do publico; proprio
queixoso tem declirado que nao era sua in-
t>-iicao dar queixa: dis>e ao Sr. subdelgalo
do 2o distncto, que nao se prestava ao corpo
de delicio, e quando os seus nstiaadores
ticaro desengaados que as autoridades poli-
ciaes nao se prestaran a proceder ex-olci j
trans'ormando em tentativa de assassiuato
urna sova de vergalhadas, e que nao faziam
caso dos artigos publicados no Diarh de
Gram-P ir, e Jornal do Amazonas, censu-
rando-as, con^rageram ao esoergalliailo a
proce ler o corpo de diliclo, e a dar queixa
correddo todas as despezas por coma da
subscrpeo dos oiio contos de res da socie-
dade portugu za de beneficencia.
O eogajamento do Sr. Dr. Ambrozo Leitao
da Cunha foi calculado; especulou-se com a
sua nacionalidade, e alia posicao de deputado
geral, fuluio presidente do Para, e cand da-
ta pasta de ministro da Justina paraimpor
sobre o Sr. chefe de polica. E esse pacen-
se por dinheiro da subscrpeo da sociedade
portugueza de benificeocia, nao besito i em
ei gajir-se para dar queixa por tentativa
de assassinato, compromettendo-se a meter
meus filhos na cadeia punlica.
Coilocado o Sr. Dr.. Leitao na frente como
f A' V. S. vem quexar-se Fernando Ma- advogado de Fernando Maria da Cunha ap-
ria da Cunha, subdito portuguez, commer-l pareceu no noticiario do numero 231 deste
ao artigo 34 combinado com o artigo 192 do
mesmo cdigo um absurdo, urna extrava-
gancia, que s encorara applicacjo no eoga-
jamento a que se sujeitou o Sr. Dr. Ambro-
sio Leitao da Cunha, compromettendo-se a
meter meus filhos na cadeia por faz ou por
nefas.
Antonio Ricardo de Carvalho P.
^r
Ha cerlos miginas que o publico os pd>) de-
cifrar. Pogeda cadeia da Olala, distaote do Re-
cite urna legua, am criminoso ja' coademoado.
Carcereiro e guarda ti-: un impaaes.
Na ooile do du seguate va i o criminoso asaltar
a guarda e prucamr o c^amaolaaie para o as-a-si
tur, iodo para esse ti a bem arando, t' avisado o
sublelegado que dorma, seguodo voz publica, e
dormalo fleou.
No da seguale apreseala se o mesmo crimiooso
em publico armado tmeacaodo nJo- quot > o per-
segulram e prenleram. Cialiouam as aaioridades
I oo seu orouo. Procura-se o destaimaaio com o
turmalina les do Citado ait. 79 do COL O Stl, commialaole acbava-se em dlligeocias. Nao
proc. crim. seudoa priso do condemaado e as .-uas ame^ca*
O queixoso sem especialisar impedimento | Q">* "'* tienfio ibe merecsse. Desaatoafiado
..i.,o i i ^_ .^i ,.., .; \ni, na e desassorabrado assim o criminoso as^asioa um
algum, e andando por toda esta cidade pe- pij e famil,a Derme> IUorBJO dia na roa
dio venia e no licenca, desos d da 1 a aja(S uabhca da mesen cidade. Evdese sem ser
queixa, para nao assistir a fonnacJL) da cul- perseguido. Euo que se pele torga ao Sr. Dr.
p>, allegando meralraeoieao ser-lue pos- co^fe de polica. Vai esta nada faz. Onega tara-
vpI asistir i f.ipiiiacn Ha r.ilm (l art 92 b D M,)t>rQ desUcaraeoto cora o sea digao com-
si\ei asi.->tir d loruiacao da culpa, u an. ra B10jUDte- gooUob tudo oo mesmo p.
da le de de dezembro de IStl, permute q assassioo eairegase a priso ao Rocif, sem
que a denuncia, queixas eaccusac5o possam ser perseguido.
ser dadas por procurador, prec dend> Ucm-' Toraa para Olio la. cumprir a primeira leoleoci.
ca ,1o juiz, quando o autor liver M Jf *2 XSZttjS?ZK
que o prive de comparecer. FernmQ Mana g,,i0. o carcereiro esta' pra exercicio. O subdele
ila Cuuha nao tem impedimento algum que ado da mesma forma. O cumraaudaate do de
o prive de assistir a formacao da culpa ; o3o
ticaraeoio qj sea pulo, e lado mais em proporcA?.
Qual o motivo je. laau ialetTdreaca I Deixandu
que o temO tulo esqu^Q I
MuilO deseja a decilr.-i; io Je-te aura i O
Argos.
COMMERCIO.
ciante matriculado, e domiciliario nesla ci-
nade, de Antonio Theodonco da Silva Pen-
na, e do seus irmaos Candido Cicero da Silva
Penna, Francisco Evaristo da Silva Penna, e
Juliano E-mestino da Silva Penna, todos aqu
residentes, consistiado a queixa em que: Re-
colhenao-se o queixoso mansa e pacficamen-
te, para a sua casa na tarde de 6 do corren-
Diario (1) o arlignForm^cSo de culpa
(a pedido), no qual as censuras anterior-
mente feitas ao senhor chefe de polica sao
reprovalas d'darando que nao seria bem
cabido qualquer reparo pila falta d pro-
cedxmeuto seu com relaco quelles factos
por isso quetsreta preseoca do nosso direito
patrio no podiam as autoridades policiaes
te mez, foi pelas o horas dessa mesma lar- dar menor passo para procedimento cri-
de, e na estrada do niatadouro publico acom- imioal sem awxxa <* P,irte offendida, a
mettido traicoeiramente por quelles indi-
viduos, os quaes armados de {.aus, chicotes,
e o primeiro de um punhal, lentaram ev-
deniem^-nte contra a existencia rio queixoso,
qual, como dissemos, foi nontem aprsen-
la) He-Luiz de L Rocque.
tada.i
Com esta explcita declarado do advoga-
cao do queixoso, pois que tenho sciencia e
e tenam naturalmente consummado o sen' consciencia de ter sabido esse artigo da penna
nefando plano, se as circ nnstaocias que oc-'do Sr- Dr- Ambrosio Leito da Cuuba, est
correram durante o conflicto, e que sero'em forma' contradicco a pelicao de queixa,
expostas opporiunamente, por testemunhas como Passo a demonstrar.
presenciaes, n3o tivessera conspirado para I O artigo manife^a explcitamente que na
que os effeitos d'aquella criminosa aggress5o' piei3o e consciencia do Sr. Dr Leitao o
sejreduzssemsproporcesdasoffensasphy- ^acl criminoso daquelles emquesomente
sicas de que reza o corpo de delicio que aqu Pr queixa da parte offendida pode a auto-
junta o queixoso. Tenao a$>im os referidos ridade t mar enhecimento; e a queixa
individuos praticado o crime previsto no art. fla'la Por tentativa de assassinato, caso em
34 combinado com o art. 192 do cod. crim. (Iue a autoridade deve proceder immedlata-
do imperio por se terem dado as circums- mente ex-otBcio. Transfigurou o Sr. Dr.
tancias aggravantes do art. 16 ns. 12 e 17 Leitao a sova de vergalho que grammou o
do mesmo cod, requer o queixoso que V. S. sea c'ien'e foreado em tentativa de assassi- j _
tomaudo-lhe o juramento do esllo, e man- nato Qde e8| a moralidade e boa f ? no JlOVO iJailCO U8 i emaillUCO
dando notificar as lesteuuohas, cojos nomes artigo, ou na queixa ? %m |iqBjdace.
constam do rol junto, naja de proceder a fot- Doas palavras sobre a applicacSo do direi- 0 nevo banco paga o 19." dividendo de
macao da culpa dos ditos individuos para que (!) O Diario do Grao Para onde tnba de 500O por accSo, nos das uteis, das 10 ho-
afioal sejam elles punidos na forma da le. ser publicado este aitigo e os antecedentes. | ras ao meio dia.
ettACA D ) aECIFE 6 Dfi NOVEUBRO
DE 1867.
As 3 boras da tarde.
Hoteo.)
. li;Jao 1* sorte superior848oO por arroba.
" Igodo 1* sorte regular8^500 por arroba.
Silvelra,
Presidente.
Macedo,
Secretario
Nov o banco de Pernambuco
EM LIQUID&CAO
Os Srs. accionistas do novo banco podem
receber o 2 dividendo de 46 por cento do
capital em apolices da divida publica, que
tem de ser averbadas na thesouraria de
blenda desta provincia, em tempo de se-
rem admutidas na folha dos juros do cor-
rente semestre.
As acc5es de banco devem ser entregues
para se inulilisarem.
EM LIQIDAQAO
Novo baaco de Pernambuco
Sao convidados os Srs- accionistas a re-
ceberem o primeiro dividendo (em raoeda
correte) de trila por cento do capital, tra-
zendo as aeces para irem sendo annulla-
das; nos das uteis das 10 horas ao meio
dia.
Cali filial do baaco do Brasil
em Peraambuco, aos 26 de ja-
lao de 1869.
Da ordem da directora se taz selente aos Srs.
accionistas, qae o tbesoureiro esta* autorisado -
pagar o 27 dividendo das acc/Jes do banco do Bra
sil, inscriptas n'esta caia, a' razo de 12*000
ciO gaarda-hvros
Ignao Nones Correa,
Engli k Bank
OF
Rio de <*aaeiro, Limited
DESCONTA letras da praca de prato cur-
to a 8|tede prazo maior a tasa a conven-
cional
RECEBE dinheiro em conta correte e
prazo fix'j.
SAC\ vista ou prazo sobre as cidades
principis de Europa tem agencias na Baha,
Buenos-Ayres, Montevideo Newyork, Ne-
va-Orleans e emitte cartas de crdito, para os
mesmos logares.
7 Largo do Pelourinho 7.
Volames entrados com faieodas...
t gneros....
Votamts ukiite cM-tuodM...
guarofl....
114:1431903
m
200
------280
100
288
358
de
DMCrrflgaa> boje 7 de novMDbro
Brigae iaglez-Sarcfcmercadorias.
Barca portaguezaDespique IIdem.
PaUcbo portagonMora da Gloria ideo.
Brigae Inglez-Janes-bacalbao,
Bngne ioglet-Quenor Ihe Ftut-ttnio.
P.Ucbo ioglezGeorgianaearvlo.
Brigae iaglez-Hf/y Marydem.
Iatportaeio.
Patacho inglez Industry, vndo
New-York maoifestou:
20 escadas ; Breitbaapt Wilson.
4 volumes drogas ; a Manoel Aires Bar-
boza.
3 ditos ditas; a A. Caors.
1 dito ditas; a Ramos e Silva & Georo.
5 ditos ditas, 10 ditos conservas, 1 dito
livros, 1 dito peonas de ooro, 1 dito de
pregos do metal, 50 ditos de estopa, 2 di-
tos igoora-se, 25 machinas para descaro-
far algod5o, IODO barricas farinha de trigo;
a Henry Toster & C.
200 barris banha de porco ; a Antonio
L. d'Oliveira Azevedo & C
200 saceos gomma de milho ; a Domingos
Alves Malbeus.
Polaca hespanhola Antoine, vinda de
Santander, manifestou :
1075 barricas e 25 meias farinha de tri-
go; a Maury Rjmagoera Hijo & C.
Patacho inglez George Ann, viodo de
Cardiff, manifestou :
348 toneladas carvo ; a Wilson A Hett.
Patacho portuguez Maria da Gloria,
vindo de Lisboa, maoifestou :
10 barricas carv5o animal; a Jos Af-
fonso Serdeira.
25 barris cal; a J. M. Palmeira.
150 ditos touciolio, 70 aocorelas chou-
ricas; a J. M. da Rosa & Filhos.
17 pipas e 25 barris viudo ; a Meodes &
Coelho.
50 ditos azeite doce ; a L. J. da Costa
Amorim & C.
22 pipas vinho ; a Toomaz de Aquno
Fonceca 4 c.
50 ditas e 15 barris dito, 1 caxa ba-
larnos, 6 ditas conservas; a J. J. Gonsal
ves Beltro.
10 brricas carvo animal, 1 caixole cola;
a Jos d'Azevedo & Moa e Silva.
1 caixa bataneas; a David Ferreira Bal-
tar.
100 barris cal; a Joaquina R. Tavares de
Mello.
300 varas lagedo; a H. Bernardes de
Olivfira.
50 caixas velas de cera; a Izidoro Bas-
tos &C.
3 volumes drogas; a A. Caors.
2 ditos ditas; a Manoel Al'es Birboza.
2 barris vinho ; a ordem.
1 caixa igoora-se; a H. Pereira Jardim.
1 dita batatas ; a Manoel A. Pootes.
1 garrafo vinho ; a A. Muniz Machado.
71 pipas e 45 barris vinho, 112 ditas
toucioho, 50 ditos carne eosaccada, 2') di-
tos azeite, 200 ditos di, 1 pipa vinagre,
200 saceos farello, 10 ditos alfazema, 150
caixas ceblas, 1 dita coelhos, 1 rolo capa-
dlos, 1 barrica bolacha, 2 gaiolas passaros;
a Euze^io naphael Rabello.
Galera franceza Sphre, vinla do Ha-
vre, manifestou o seguinte:
21 caixas armas ; a Von Shostein & C.
2 ditas apparelhos pbotograpbicos, I dita
vidros ; a J. Ferreira Vileila.
i dita objectos para srguero, 2 ditas
meias e camisas, 6 ditas papel, 2 ditas
panno, 1 dita quinquilbarias, i dita vi tros;
a Mello Lobo & C.
1 dita marc'neria, 1 dita roopa feita, 1
dita vidros: a R. Adour.
2 ditas seibos, 1 dita miudezas, 2 ditas
papel, I dita quioquilharias, 4 ditas tecilos
diversos ; a Isidoro Bastos & C.
4 ditas meias, 1 ditas tecidos de algodo ;
a Magalaos & Irmaos.
1 dita cachimbos, 2 ditas merciaria e
fumo, l dita pduaphoros; a J. Bourgard.
1 dita objectos de escriptorio, 1 dita
briuqued s, 2 ditas rewdjs, 2 ditas tecidos
de algodo, l dita ditos de la e se la ; a
Liudeo Weydmann & C.
9 ditas unnqjedos, I dita obras de vi me,
11 ditas ferragen-, 1 dita miuieas, 1 dita
porcellaaa; a F. Dubarry.
1 dita brinquedus, 1 dita cutara, 3 di-
tas f^rragens, 1 dita miudezis, 1 dita mo-
das, 3 ditas quinquilbarias, 1 dita porcella-
na, 1 dita typos. 7 barris pregos; a Utto
Bohers.
1 caixa camisas, 1 dita caapos, 2 ditas
chai los, 1 dita crystaes, 2 ditas couros, 1
dita calgado, 2 ditas panno, 2 ditas tecido de
liuii'i, 8 ditas ditos de la, 7 ditas ditos de
algodo ; a Monhard, Metller & C.
4 ditas piannos; a J. Vigcies.
11 ditas ameixas; a ScbatTier & C.
2 ditas drogas; a A. Cesar de Abreu.
1 dita bugias, 5 ditas crystaes, 7 ditas
calcado, I dita llores, 3 ditas p)rcllaaa ;
Bernel.
600 gigos batatas, 1 caixa livros, 1 dita
vidros, 100 dit.s vidros, 1 .dita movis,
840 barris manteiga ; a Tisset frres.
24 caixas chumbo, 1 dita papel; a Meu-
ron A C.
1 dita chapeos ; a E. A Burle A C.
1 dita ditos, '3 ditas tecidos de linho, 1
dita rap, 3 ditas movis; a L. A. Siqueira.
1 dita leito, 1 dita mercearia, 30 fardos
papel de impresso, 8 barris tinta : a Al-
ves, Hamburger & C,
1 caixa chales. 4 ditas tecidos de algo-
dio ; a Carneiro & Nogueira.
50 ditas vinh.s ; a Saunders' Brothers
&C.
6 ditas ditos; a H. Leiden.
6 ditas movis, 9 ditas tecidos de lindo,
10 ditas ditos de 15a, 8 ditas ditos de algo-
do, 1 dita ditos de seda, 1 dita.piano ; a
Keller & C.
27 ditas vidros, drogas e tintas; a P.
M aurer& C.
3 ditas relogos ; a E. Biom.
4 ditos tecidos de la, 10 ditas ditos de
algodo, 1 dita modas ; a Ferreira & Ma-
theus.
i d ta cadeiras, 1 dita piano ; a Ra'oe
Scbmettau & C
20 barris manteiga ; a Manoel Duarte Ro-
drigues.
50 ditos dita : a C. A. Sodr da Molla
200 ditos dita ; a J. Paler A C
120 ditos dita ; a Vicente Ferreira da
Cosa Filho.
60 ditos dita ; a A. F. de Oliveira.
40 ditos dita ; a Aimeid Gomes.
30 ditos diU ; a J. M. Palmeira.
45 ditos ditas, i caixa perfumaras, 1 di-
ta tecidos diversos, 10 ditas miudezas, i
dita calcado, 1 dita chapeos, 1 dita bro
quedos, 1 dita objectos de sirgueiro ; a or-
dem.
1 dita chapeos ; a Jos La Goncalves
Ferreira d> C
2 ditas ditos e I dita fazendas bordadas ;
a Christiani & Irmao.
1 dila chapeos; a Monteiro & GuioarSes.
i dita calcado; a Silva & Cardoso.
2 ditas dito ; a A. A. dos Santos Porto.
1 dita couros; a Domingos T. Bastos
&C.
i dita ditos, 1 dita crystaes; a Tbomaz
T. Bastos.
1 dita calcado ; a Christovao P. Campos.
7 ditas dito, luvas etc.; a A. Roberto &
Filhos.
2 ditas livros e papel; a J. W. de Me-
deiros.
1 dila ditos ; a Lailbacar & C.
1 dita leocos; a J. F. Lopes.
1 dita calcan, i dita pannos, 1 dita tecidos de
algoio ; a O. P. Wild.
142 barris cemento ; ao Baro do Livraraento.
t ca ferragens; a Gjmes de Mattos & Ir
Dio.
2 ditas drogas e vidros; a A. Caors.
1 dita coaros, 1 dita pingentes ; a Domingos
Jos Ferreira.
t diu calcad, 1 dita, ferragens, 3 ditas ptrfu-
marias ; a Vat & L-al.
2 duas coaros ; a D. A Matheus.
1 dita qaadros; Tu. CnrislUaseo.
1 ditaqaiaquilharias; a Uao>el & C.
1 dita ditas; a C J. Alves G'iim.rae?.
2 ditas tecidos diversos ; a Joio A. d'Araojo.
1 dila merciaria ; a Manoel Joaqaim Ribeiro.
t dita modas; a Olive ra Filhos & C.
1 dita tecidos diversos ; a Montsiro & Irmio.
2 ditas dnos; a Schapbeitllo AC.
2 ditas ditos, 1 dita modas; a Adriano Castre
1 dita papel para cigarros; a Joaqaim Bernardo
dos Res.
1 dita perfumaras ; a Silva 4 Nnves.
1 dila tecidos de laa ; a Rnriqae & Azevedo.
2 duas vidros; a Lenmam frres.
1 dita dilos ; a A. da Silva Faria & lrmo.
7 ditas Calcado ; a Arantes & Lyra.
Barca frao:eza Ville de Froutiguan, viada
de Marselba, manifestou :
28210 ledas e 500 meias ditas de barro, 1 cai-
xa amostras; a Keller A C.
8940 lelDa^ de narro, 1600 barris cemento, 50
pipas vinbo tranco; a Tasso Irmaos.
4 barris drogas : a J jan da Silva Farja & lrmo.
Vapor nacional Polengi, viodo de Peuedo e
portis intermedios, inanif-^iou o seguate :
45 saccas a godao ; a i. J. jocaives Beltro.
\ d las dito ; a Albino, Am irlin A C.
70 ditas dit'>; a ordem.
KKCEBEUUttlA UE RENDAS JiYiERNA'5
GERABS.
rtendimento do dia 1 a 5 ........ 3:635*708
dem Oo dia. 6................. 1:83817'
5:174}50o
CONSULADO PROVINCIAL
RAcdimeoto do
llera do di* 6
lia lio
5:310*430
1:7141361
7:02'*80o
MOVIMERTQ DO POETO
Navios entrados no dia 6.
Peoedo e porlos intfrroe-lios2 das, vapor brasi-
leiro Polengi, de 281 tcoelad-is, commaodante J.
J. Pereira, equipagem 30, c:ia difirenos gene-
ros ;a agencia Peruambacsoa.
As-6 das, hiai-i brasileiro Flor do Rio Grande
do Norte, da 42 toneladas, capillo Aoluolo Jos
da Costa, equipagem 6, carga sal; ao mesmo ca-
pit o.
Liverpool74 dias, brigae ioglez Viola, de 185 to-
neladas, capilo Robert Anderson, equipagem 9,
carna carvo ; a Tniinat lerffsnea A t'..
Barcelona 37 das, puacho hespaobol Cesar, de
l toneladas, oaniao Jos Marii, eqoipagein 9^
carga vmno e outros gneros; a Maury Roma-
gueira II ji d C.
Navios saludos no mesmo da.
Parahibahiaie brasileiro Protector, capilo Joa-
quiuj L G. Penna; crga vaiios geaeros.
Terra Novapatacho ingli Rosebud, capillo Tre-
garinerj ; em lastro
Rio do Janeiro-patacho nacional Gloria, capilo
Beruardioo R. de AlmeMa ; carga algodo e lu-
iros gneros.
EQITAES.
O 0r. Ti i-Iao de Alenear Aranpe, ofDcial da impe-
rial orden) da Bisa, juiz de direilo especial do
commerrio nesla cidade do Becife de Pernombu-
co e seu termo por 8. M. o Imperial e Constitu-
cional o Sr. I). Pedro II, a quera Deus guarda,
ele.
Fag saber peto presente que no dia 7 do mez de
novembro do correte anno, se ha de arrematar
por venda a quem mais der em praga publica des-
le jnjto e depois da audiencia respectiva,., escrava
K-rio-r i .i, 't- oaco, de idade de 4o annos, avali-da
por 500500 >, a qual vai a praga por eiecugo de
D. Aoua Jjsepha Pereira dos Saoios, contra D.
Mana Magdalena de Almeida Calaubo. K na falta
de langador que cobra o prego da avaliago sera a
arreinatgo feita pelo prego da adjudicago com O
abaiimenlo respectivo da lei.
E para que chegue ao cooheciraento de todos
manJei fazer o presente dual qi; ser aBxado
nos logares do costune c publicado pela imprensa.
Dado e pass'ido nesta cidade do li .!: de Per-
oambuco aos 22 de outubro de 1867.
Eu Manoel SOvino Oe Barros Falco, escrivo
interino o subscrevi.
Tristo de Alenear Arripe.
0 Dr. Tristo de Alenear Araripe, oficial da
imperial Ordem da Roza, e ju-z de direi-
to especial do commerco desta cidade do
Recife de Pernanbuco, por S. M. Impe-
rial, etc.
Faco saber pelo presente que no dia 21 de
nevemb o do correte anoo se ha de arrema-
tar por vonda a quem mais der em praca pu-
blica deste jnizo depjis da audiencia res-
pectiva os bens seguintes:
Uma commoda de Jacaranda em mo es-
tado por vinte mil reis, 1 sof de dito por
quinze mil reis, 6 cideiras de dita usa tas a
dous mil reis cada uma, doze mil reis, 2
bancas de um s p, por desesseis mil rs.
1 duza de camodas de papellao sem valor,
6 boDedas de panno e t touquinhas, todo
por cinco mil reis, 1 mesa de abas por oito
mil reis, os qnaes bens vao a praca por
execucjio de Alves Hambuger & C. contra
Antonio Fernandes Corredouro. E oa falta
de laogador que cubra o prefo da avaliacSo
ser a arrematafio feita pelo preco da ad-
judicacao com o abatimento respectivo da
le.
E para qae chegue ao conhecimeno de
todos mandei passar o presente que ser pu-
blicado pela imprensa, e afinado dos luga-
res do costume.
Dado e pascado nesta cidade do Recife
de Pernambuco, 4 de aovembro de 1867,
Eu, Manoel Silvioo de Barros FalcSo. es-
crivo interino subscrevi.
....._____Tristao de Alenear Araripe.
O Dr. Paulino Rodrigues FernaoJes Cbavee jo'ir
municipal do civel e crime da pnmeln vara des-
ta cidade do Recife de Pernambuco por Sua Ma-
Kestade o Imperial e con-titaci jnal o Senhor
Dora Pedro II, que Deas guarde etc.
Faco saber pelo prsenle que por este jaito e
cariorio do escrlvio que este subscreveu, corro
ama execugi de seoteaca entre partss a stbur :
eiequer le Aotoaio Carlos Pereira de Bargn Poo-
oe Oo L>)on e eiecotado o eoramendador A nonio
de S iajiri Civslrant', -jij lala s? f-'-f uoQ era


LJUtQj


^aew MWmUl BmBM ^m
*, *.,tmkti i. m.
em dinheiro na quaolia de 217*160 que s acha
recolhida do deposito publico, en audiencia do da
! de ontibro prximo aaisido, por parte do soli-
citador Antonio Ui los Pereira de Burg09 Ponce de
Leen, procurador em caasa propria e exequeoie,
me f&ra fallo o requeriraento seguale:
Ao ide ouiooro de 1867, nesla eidade do Reci-
fe de Pernambneo, em poblica audiencia que aos
(altane parles dava o Or. jai: maoieipal da pri-
meira vara Paulino Rodrigues Fernandos Chaves.
Neetao aollciudor Antonio Carlos Ftreira de Bar-
ios Poseo de Len, en causa propria nos autos de
exeeocao que eneaminha contra o commeodador
Amonto dn Siqoeira CavitemjU, reqoerea qoe 8-
cassen ssigQadqs seis das a peohor e dea das
aos oradores ocertos, e que se passasse para
citagio destes os respectivos editaes. O sohciador
Joioida Silveira Borges Tavof a por parte do com-!
meodador Amonio de Siqueira Cavaioaoli pedio
vista. Do que lago este terao extrabldo de mea
protocolo.
Eo Joio Saraiva de Araojo Gil vio iscrlvo o
ose*.
Por forja do deferimeoto dado a ambos os re-
querlmentos o escrivea re sente edltal com o prato de dei dias, pelo qual se-
rio citados oa eredores mcerlo* do e atentado, por j
todo o eonttdo requerimeat toba do f:ieqen-1
le, aflm de que deolro do preflio prazo do 10 das
comparegam oeste julzo allegando o que Ibes fOr a
bem de sea direito e jasiiee, sob pesa de revelia.
E para que cbegoea ooucia a quem ioteressar
possa, maadei passar editaos que aeran afiliados
nos lagares do cosame e publicados peta impreosa.I
Dado e passado nesta cidade do tteeife de Per- i
oamboeo, aos 8 das do mez de norembro do anuo
de 1867.
Eu Joo Saraiva de Araojo Gilvio, escrivao o'.
subscrevl.
De ordem do Illm. Sr. Inspector da alfande'
ga se faz publico, que no dia 8 do correte,
depois do meio dia, serao levados a' basta poblica
iivres de diretfos. as seguales mercado las com-
prebeodidas as d sposigfies do capitulo 6* titulo
3* do regula nenio de 19 de setembro de 1866.
Na sala da a be r tara.
lima pega de casimira entrefina com 32 metros
e 50 pollegadas de largura com 36 varas quadra-
das, valor da vara 2#66o\
Armazem n. 1 a 3.
Doos enfeites para cabera valor de om 1J000.
Um caUorinbo, marca C H, om sacco, marca
\V e um embrutho com amostra*, sem valor.
Na balanza o. 5.
Dons barris eom chumba de moolgao pesando 6
arrooas, quicial, 15*.
Daas barricas cootendo meias garrafas eom ser-
veja arrumada e parte dos cascos quebrados, sem
valor.
Na guarda moria.
Um gigo eom 138 garrafas preUs ordinarias, pe-
sando 197 libras, valor da libra 66.
Armazem o. 6.
Urna caixa o. 602, marca I, & O, conteni 33
garrafas com agua mineral, pesando US libras,
valor da libra 500 rs.
Cioco caixas, marca diamante D, conteodo folha
de Flandres em laminas, pesando 17 arrobas, va-
lor da arroba 1*500.
Armazem n. 8.
Daas caixas os. 17 e 18, marca A C, contendo
rosarios ordinarios, pesando liquido 163 libras,
valor da libra 800 rs.
Daas caixas n. lo M., marca A C,l contendo
obras de palbeta fiisa, pesando seos envoltorios
-O libras, valor da iibr.i 25666.
Um barril o. 42, marca A P, coolend Ja vaiade
zinco, pesando 15 e meia arrobas, valor 4a arroba
4d00. |
Urna lata, letreiro D. S. Ferreira, cootendo sal) i-
i'0h, pesando 22 libras, valjr da libra 300 rs.
THEATW SAINTA
f W*4
\
A
Aloga-se a |jja na
vena saja r.'EKSc
jj; a ir|pir oa me>rni
f-talnAaV
xM daTOmper
EMPREZA-COUim.
QUINTA FEIRA 1 DE NOVEMIRO DE I
Pnaeira representaeo do excellenle drama hisjprjen, de imada rmpaalMurp, aaaaai p-rin
gtttx, em 5 actos, do memoravel poeta o Etm. viscooda de AMNHd. GarTWr-roado de lindas ajuma-
das pecas de msica, e no qaal loma parle o distinti atiien flamaf an.Qlaco-de-etrfeTf. "
o alfagehe m smn
OU A
COlIPAtflU % FER* i JIBUCAMA
DE
NWEGl^OCOSMiPORVAPOB.
Jpojuca Jaguaribe Parahyba
Pvrapuma Giqui Coruripe
Potengi Mamang.itape Mondah
<> i se^uintes vaporea ouoiLtros, sahiriu desle porto para os do norte e sal con
,? a 60,.0B? recebendo carga, eocommeodas e dinheiro a frete, assm como
aSEro! f Pr,(ne,ra e tercir* clas*e. Para os quaes teem os taelbores commoios e
eiceliente traUmepto. oo dias abano designados. uaiutiwi
-----------------------------------------
{atrk o. 86, a
Srnr, e-(B |0-
i ry. Iota*. Arar.
- muga-se om sitio co:n casa oteiramente
rresca, na povoicio da Torre a margen do Cap-
oaribfi 4 com e'XceOeote agaa pa b ber-se : oa
rmnu-'e-por nmreasa qae t^nba
y i
feodo neia cidade
n.20.
Prtcisa se^le am
bom quintal,
tratar na ra do Imperador
pegaeini coas pratiea de
o ru\ do FUngel a 75, para
venda oo sera etlj^
etr com ootra.
S ^rtMVifr.; a tratar'
oaeslra-
no mesmo

'




'
Froo Van.

Gremano.
Hacedo.
Lacarda.
Tlxeira.
DENOaUNApAo DOS ACTOS
2 actoO Msrcado d armas
3*- actoA espada do condeslavel
4* netoO festn e a re volt
5* actoO Trioapbo.
PERSONAGENE
......... .Sr.
Froilo Dias feapel io em alange)......>
D. Nano Alvares Pereira (condestavel de Portogal. a
Meodu Paeg (fidalgo portuguez).......
Gil Sarro (serralbeiro)........>
Oaleildede maravflba.........>
9raz Foitafa (serralbeiro),.......
O cootra-mestre da serralbeiria......
Um homem do povo.........
D. Ga ornar (irmo de Meado Paes). Sr.1
Alda (sobrioha de Froilo.........
Joanna.............,
Serapbina...........' >
Coros de serralneiros, Bdalgos e eavalbeiros porloguezes, horneas de armas, doozellas, povo etc.
A accao passa se em Alfaoge logar prximo a ribeira de Saotarem.
Todo o vestuario e seenario a carcter ao gosto da poo e aovo em qaasi saa tolalidade
Comecara' as 8 bora.

l<

Raymundo.
Giimaraes.
Barreto.
Ttiomaz.
Santa Rosa.
D.Falo.
D. Antonia.
D. Jeso.na.
D. Jalla.
GRANDE
Espectculo musical e ins-
truinental.
Beneficio o piauisia brsileiro
Jlo Pedro dos Res.
Domlug, 10 de novembro.
Apeaas a tronesira dirigida pelo maestro Colas
tiver execalado urna de soas melhores ouvertoras,
o beoeQciado apresentar-se-ba ao respeitavel pu-
blico para execular a caoncbo a apnreciadisslrca
Batala de Morn
offerecida a dhtiocu classe commercial d'esta ci-
dade, depois seguir-sj-ha a muito applaudida co-
media em dous ac;os a carcter sendo o veslaario
ted) novo.
O laco de fitas
Tomara parte as

Ilha (re s. Higiel.
Para o porto cima segu o patacho portuguez
cJorgeose de pri metra marcha, para carga e pas
sageiros trata-se com o consigoalario Joo do Re-
g Lima, roa do Apollo n. 4.
Me*
Por tos do norte e)
escala at o Ac-}
He*-. ,-.'
Portosdn sol es-)
calas at Araca-J
J*. .)
Portos dosulat o i
Penedo. .(
Rio Formoso. .
Goianna .
Fernando de Noro-
nba. .
VlaVaASa
TOrS'
tpoJHca
Pirapama
P\.tengi
Potengi
Mamau-
guape
Parahyba
Parahyba
400

C0.MMAN-
OANTE8
00 Marlios
600 Te
forres
Pereira
DIAS DE SAIUDA.

Preclsa-se de um teitir para
'"!'-
ira
3it)
140
104
Costa
Meti
Mello
Seata- eir 15 de novembro e sabbado 14
de dezembro.
Sabbado 36 de novembro e segmidarfeira
30 de dezembre.
Sexta-fe ira 15 de novembro e sabbado
U de dezembro.
(Sabbado 3o de novembro e segunda 30
de dezembro.
11, 8, 11, 16, 21 e 26; e volta a 3,
) 8,13, 18, 23 e 28 de cada mez.
I Todos os domingos; e volta is quinta
) feiras, de 1 de dezembro em diante.
Ter$a-feira I i de dezembro.
- om sillo pe rio
da praca ; qaem estirar naftas cireaaattaneias di-
nja-ae a ra da d i do Beife a. 14.
Freeisa-se de urna escrara da ataia idade pa-
ra fazer veoias o'om povoado diataste desta praca
ama tegua ; a tratar na roa do Crespa L
O Sr. Justino da Silva Cardoso qneira
vir nesta typographia negocio orgeatle.
1)11 HORIII
numero 28

Alagare o segando andar da sobado da roa do
Amona n. S8 : a tratar o a roa da Canela a. 44.
Cozlnheira
Precisa-seda oa eminfeaira, prefere-w escra-
va na roa da (.ra o. 16.
LEILOES,
___

. Sras. D. Falco, D. Antonia e
Urna balanza ora conchas de madeira e brago, j-.52 Puntes,^ as jtoas pnmeiras era trages
de ferro, valor % &.
(Jilo pesos de ferro para bihnca com 13 e icoli
arrobas, valor da arroba 2j>.
Armazem n. 10.
Um volume sem uumero, marca J. A. P. & C,
contendo Kenienlss de aigodao, sem valor.
Alfandega de Pcraambuco, 5 de novembro de
1867.
O escriturario,
Eulycbo Mondtm Pestaa.
rOHPA^iHIA PCR3I4HBDA11U
DE
ftavegacao cosleira por vapor.
II a a de Fernando.
No dia 12 de novem-
bro ao meio dia expedir
esla conpaobia om dos
.eos vapores para o por-
to cima. Becebe carga
al o dia 11 ; passagei
ros, encomroendas e di-
nheiro a rr-.ie ate a> iO hons da maihSa do da
da sabida : esiriptorio no Forta do Matos n. 1.
LEILAO
De fazendas e chapeos.
A 7 do corrente.
Mello, Loh>4 G. faro leilao por iniervengso
do agente Olivara, dj mais complet i e av-hliad
sortimento d fazoaias toglezas, fraocezas, sois-
sas e altante*, de seda, lia, liobo e de aljjodo,
todas proprias do mercado e de prompta extrac-
to, assim como de diversidade de chapeos de fel-
tro, de mas^a, do Chyli e oatras qaalidades da
moda, em vtg* e as-as apreciados.
HOJE
as 10 horas da manha em ponto,
rem, a' roa da Cruz do Recife o. 63
Irmandade do Divino Espiri-
to Santo.
Da ordem da mesa regadora da irxaodade do
Divino Espirito Santo, convido aos irmos da mes-
ma irmandade, para as-Liir as uovaoas do Senbor
Santo r.hrsto dos Milagros que tem principio boje
pelas 7 hora* da nonie, assim como para isveape-
ras, esta < Te Deum.
em seu arma-
ESCOLA.
Mara Cartholeza da Conceicao participa aos Srs.
Daes de familia qu> modoa sua e.-coia da roa da
Imperalnz n. 84 para a rna da Concordia n. i,
onde espera a oroiecro dos mesmos seohorpj, pro-
manen 1o fazer todo o esforco para odesejado aper-
fficoameolo das meoinas. Tambem da' alcumas
lices le fraucez das 4 s 6 horas da tarde. Admit-
te-se pensionistas e roelas pensionistas. Affl.nca --.
a boa lettra.
Recife 2 de novembro de I87.
Preclsa-se alogar um escravo para o servteo
de arb irlsjfao da cidade : a tratar na rna da Im-
pera iriz n. 39, 3*_aodar.
" c- rlaido'
Precisa-se de um criado : na ra das Luaacei-
s n. 14, hotel ju ventad?.
ras
Peraute a cmara municipal d-sti cidade, esta
rao cm praca nos dias 6, 9 e 13 e ojvembro
prjimo futuro, para serem arrematados por quem
menur preco ofereccr, os reparos de qo- necessita
o a^ougue publico da ribeira da freguezia de S.
Jos, consislindo estes e>rj ladrilhar com lagedo,
como se pratica n?s calcadas dos predios, o circu-
lo do exlenor dos bi!c5js do dito acoogue, e no
interior dos mesmos um calamento com pedra pa-
r*i"nipedo, bem c imo rafgar e collocar nos ioter-
vallos das arcadas 6 portos de ferro batido, tudo
orgdo na quamia de 8:19:'000. As C0Ddi(5aa di
arrematago s;ioa> seguiotes:! o arrematante
obrigado a coraecar a obra deoiro de 3U das, e
acabar dentro do prazo dj quatro mo:es; rece-
bera' o paga rento em dn3s preyta^Ses iguae,
sendo a primeira dppo's de metadi oa ubra feiiaJ
o a ultima qainze dias depois da entredi *. 3* ti das
as obras serao feitis segundo o lauo do eogenhei-
ro cordiador; 4* os materlaes a' empr^gar na obra
serao de primeira qujlidade.
As pesaoas qo? pretenderom concorrer a' arre-
matacao, comparejam nes meocionados dias n>
pa;o municipal, le^almente habilit-*.d.is, devendo
apresi'iitar das antes as habilitaroes p?ra serem
julgadas.
ornamento acha se expolo na secretaria da
repartiQao para ser examinalo por quem qaizer.
P^?o da cmara municipal do Recife, em sesso
de 30 de outuhro d- 1867.
Lhz us Pereira SimSes,
Pro-presidente
Francisco Canuto da Boaviagem,
Secretario.
L- I---------------<"
tDEOLAE^Ooa.
Santa Casa da Misericorda
do Recife,
. lima, junta administrativa da Sania Casa da
di*;1''tarda do Recife manda fazer publico qui
lia le suas sessoes.no. din 31 do correte pe-
as i horas da tarde tem de ser arrematada- a
juero mus vaotageo; ofTerocer pelo lempo de om
i '. :s annos as ro-idas do- piedlos ein seguida
declarados:
abelecimcutos le caridade.
Rna do Padre Floriano.
lasa terrea o. 17.......1863000
Casa tarrea o. 45.......182*noo
Uem u. 47.........156000
Ra larga do Rosario.
Terceiro andar do sobrado o. 24 3015O00
Ra da Gloria.
Casa terrea n. 2o........ 19:000
Ra da matriz da Boa Visla.
Casa terrea n. 56......2165000
Ra do Noguelra.
Casa terrea n. 17...... 30031000
Patrimenio de orphos.
ttuadoRangol
;asa terrea o. 56.......301|M00
Roa do Vigario.
Primeiro andar do sobrado o. 27 181,5000
Ra do Pilar.
Casa t-Trea n. 99.......256*000
'em o. 94........201*000
Mero u. 108......... 201*000
Sitio n. 5 oo Foroo da Cai. 150*000
As arremataQ&es serao feitas pelo tempo de om
a tr>s annos, devendo os licitantes virem acom-
paabidos de seos dadores oo munidos de cartas
lestes.
Secretaria da Santa Cisa da Misericordia do
; ..ife 24 de oolobro de 1867.
0 escrivao,
Pedro Rodrigue? de Sonz.
masculinos, e os Srs. Macedo, Telxelra, ele.
Em seguida sera de<*mpeooado
Cialop de eoocerto
U aciidemico.
Composlo e cOereci io pelo beneficiado a moci-
cade esperaogosa seus patricios os acadmicos
a'.-i-ta cidade.
Depois represenlar-se-ba a interessante comedia
em um acto
Mel e el
Tomam parte as Sras. D. Antonia e D. Julia, e
os Srs. Macedo e Pedro.
D=pois sera tocada a phantasia de concert.
D. SBASTIEN
_ PO H. RUSSiLUEN.
Finasara' o espectculo com o graode capricho
de concert n;r A Gona.
OrJerecio a fjcu>-nciado pela Exma. Sra. D
Adelaida e Merelles (Bai.ia.)
Principiar as 8 1|2 horas.
E' este o divertimento que o beneficiado tem a
honra de apres-ratar ao Ilustrado publico o'esla
cidade, esperando ja d'elle nao menos acolbimento
daquelle que Ihe despeosou u-tlmaraentu a hospi
taiira Bania, da quil l > gratas recordaos cun-
serva, off-receudo-lhes desde ja soa a'mizade e
gralido, assim como a-is Srs. prufessores Anto-
nio Martms e Candido Filho.
Para.
O palbabote Novm, segoe al 20 do corrente,
ainda recehe carga miuda tratase com o consigna-
tario Joo Francisco da Silva Novaea, travessa aa
Madre de Ueos n. 3.
RO
Id JANEIRO
O patacho Ltatdade pretende sahtr para o Rio
de Janeiro com aqnella brevidade que ihe for pos-
sivel, segando a concurrencia da carga que hnu
ve- : quem nelle quizo." ca regar, pode dirigir-se
aos con>ignatanos Marques, Barros fi C, no largr
do Corpo Saolo n 6, oo ao respectivo capito An-
tonio Joaquim Fiuza.
PARA, "
Para o indicado porto pretendo sabir cora muita
presteza o patacho Paraense, por ler mals de doas
tercos de sej carregaraeoto : para o pon jo quu Ihe-
falta tratase com o consignatario Joaqun) Jos
toocalves Bellro, ra do Trapiche n. 17.
Santo Aguiar.prep)Sio do agenle Pootoal, fara
lenao por coota de qnem pertencer de diversos es-
cravos, entra os qu-.es almos ha com habilidades.
Sezu-feira 8 do corrente
ao meio da no escritorio da roa da Croz n. 62,
primeiro andar.

LEILJLO
DE

Santos Agnur, preposto do agente Puntual, far
leilao por c iota de quem peitencer, de orna rica
mubilia d^ Jacaranda, 1 d la de mogno, aparado
res, commodas, cadeiras de diversos feitios, lava
torios, rrlegios, esoelhos, lougas, vidros camas,
mesas e ontros mullos objeelos que estarao paten-
tes aos compradores
S "Xta-feira 8 do corrente
as II horas, oo esenptorio da ra da Cruz n. 62
pnn eiro andar.
LEIL40
AVISOS MARTIMOS
_ CDWPftNKIA PEHNftWIBUCANA
COMPAMIA BRAS1LEIBA
DE

Paquetes a vapor
E' operado dos portos do snl
at o da 8 de oovembro o vapor
Guar, coinraandanle o primeiro
tenenie Pedro Hyppolito Duarte, criptorlo n) Forte do Matos
o qual depuis da demora do eos
para os portos do oorte.
DE
Navegaco costeira por vaper.
Parabyba, Natal, Maco, Mossor, Aracsty,
Cear e Acarac.
O v por Ipojuca comman lan-
ft.^iv te Marlins, s-guira oo di?. 15 do
Ki/MX^. corrente as 5 horas da tarde para
" os portos cima indicados. Rece-
be carga, enrommendas, d.liei
ro a fretH a pasageiro aque'le- at o dia I i ees
tes at o dia da a..h,d as 3 horas da larde : e"<-
n. 1.
PORTO.
Pretende sahir para o Porto, com
tume segu
Recebera-se desde ja passageiros e engaja-se a
carga que o vapor poder conduzir a qual devera' i Pretende sahir para o Porto, com a maioi bre-
ser embarcada no da de sua chegada, encommen- vidade possivel a barca portugueza tHamildade
das e dinheiro a frete at o dia da sahida as 2 tao- ] tend. ja met de on qaasl dons tercos do seo cari
ras. Nao se recebe eorao encommendas se nao r.gamento engajado. Para a earga que Ibu falta e
objeelos de peque ni valor nao excedendo a doas : passageiros que gozaram all de excellentes com-
arrobas de peso ou a 8 palmos cbicos de medigSo modo?, traase cora os consignatarios Marques
ludo o qu passar destes limites dev,ra' ser em-1 Barros 4 C, no largo do Coroo Santo n. o ou com
barcado como-carga. Previne-se aos Srs. passa- o caj-ito Carlos Ferreira Soares.
geiros que suas pa-sagens s se recebem nesta
agenda roa da Cruz n. 57, escripiorio de Anto
nio Luiz de Oliveira Azevedo & C.
i
Praga.
Na testa reir 8 do corrente mez na sala das
ao Iteneiaa, Onda a do Illm. Sr. Dr. juiz de orpbos
ss d>=v- rremetar parte do sitio e casa de viven
u P'-lOj Mto a Caponga, avahado por 4:459*225 rs. e
irrea*uda qaem mais der, livre deonus
algom para o afn menor.
OMPAIIIA
DAS
Messageries imperiales
At o dia 14 do corrente mez, e- pjra se da Eu-
ropa o vapor francez Gutenne, o qual depou da
demora do costme seguir' para Baha e Rio de
Janeiro.
Para eondlscSes, fretes e passagens traase na
agencia ra do Trapiebe n. 9.

S0C1T GENRALE
DE
Transporto maritimes a vapeur
PAQUEBOTS FRANQAIS.
At o dia 7 do corrente espera-se da
.Europa o vapor francez Poiton, commao-
dante Alesais, o qaal depois da demora do
cosame seguir' para Boenos-Ayres pela
' Babia, Rio de Janeiro, Santos e Montevideo.
Para condiccoes, fretes e passagens tra-
ta-se na agencia ra da Cruz n. 55.
t> ~~. >uh3ebt*ota i frrgoeaia de S. Jos do
Recite Toram apprehendidos e se acham deposi-
tis qmtro cavaHo, mde om-alaso-amarello,
outro' ataja-enefeit!, outro alasao rosilbo, ootro,
liu,Inenu, rodado padre : qai,m so ja,.ar (a
direito aos memos, provando, ihe serio entregues.
COMPANHIn BRASILEIRA
DE
PAQ0ET2S A VAPOR
Dos portos do norte esperado
al o da 9 do corrente o vapor
Cruzeiro io Sul, commandante
Alcoforado, o mora do eostume seguir' para
os p )roe oo sul.
Recebem-se desde j passageiros e engaja se a
carga que o vapor ooder condazir a qaal devera'
ser embarcada oo dia de sua chegada, encommen-
das o dinheiro a frete al o da da sabida aa 2
horas. No se recebem encommendas se nao oh
jectos de peqoeno valor e que nao excedan) de
duas arrobas de peso oa 8 palmos cbicos de me-
mha'ra ,Z\ SS?/ u"" ^^ T"* *" i,, l i*"*"0 nm<
embarcada coma eargl Previne-se aos Srs. pas-1 rDa da Cr\t D. 23 {. andar.
sageiras qae suas passagens s se recebara oesta
agenda rna da Croz o. 57.
Para o Rio de Janeiro.
Vae sabir oestes 15 diai a barca portugueza
Despique //. por ter parte do seo carreganwoto en-
gajado e para o resto que Ihe Ma, tratase com
os seos consignatarios Antonio Lniz de Olivelra
Atevedo & C. a' roa da Croz o. 57.
llO
Pira------------
Segoe com brevidade o patacho nacional Votan-
te, por ler grande parte da carga engajada, para
a que alada pode admiliir talase com o respec-
tivo conigQatario Amonio de Almelda Gomes
De iO p gas da madapolj, toacas d laa. camisas
de oambraia, zoavos de 3eda, grlas, talbos de
blimde,cbapelina,ans, cninels e outras f?.-
zendis de pliantasia, diverso-: miveis novos e
osados, 70 saceos vazio-, vidros e mullos ootros
objectos.
Por asta ocasS rao vendidos doos escravos.
Seitn f-ira S (Ju correiit*.
Pelo aliente Martin-a ma d> mperador arma-
zem o. 16, as 11 horas d da.
d| &
1
De 6 s.iccas om A< idfOj 1 burro, I 8gOi e 1 ca-
vallo, 3aap*ov de-maolln salos 2 canoas
com 2 cuales de linho, 6 palles de mirroquim,
3 ditas de coaro de In-tre, 4 nielas caixas it^
charutos, I ea xa cora um enapo, 17 Qore^, 6
larheres, 3 c lderes ii :o n. ama dita de me-
tal, 4 rede.*,3 tura.; d Mita, t libra de or-
dao de lai, 17 pram grandes e pequioos, 2
dunas de chicaras e pires, 6 copos, 3 caliies,
1 salara de vidro, 1 baca pintada, 2 tiahs, 2
siliifies, 3 sellns naados.
^ O agenta Manos fara' teilio a requenmento de
tstevio ilo Aibni'.iTque Monte Negro e por ian-
dado do litio. Sr. Dr. jai:, espacial do eommeroto,
do algodo, cav,vj >v e mal; obj'etos cima.
Sabbid 9 dn correte.
No armazem di rui do Imperad jr o. 16, as 11
horas, seodo o aigoij vendido no armazem de
Manoel Idoro de Olivara L >bo onde se acha de-
positado.
AVISOS DIVERSOS.
t(W
t"
' --------------------------------------------------------------------
CO PANHIA PERNAMBCANA T&T&
intapo >* .. Segoe ao indicado porto com a possivel brevi
navegatdO COSier per vapor. dade o hiato nacional Lindo Paquete, capitao FraD-
Macei e escalas, Penedo 6 Aracaju'. ; cisco Rlbeiro Barros, para a carga qoe Ihe falla
S-gue no da 15 do correte as ilrala se C0ID respectivo consignatario Antonio de
5 horas da tarda o vapor Potengi, < Almelda Gjmes, a' roa da Cruz o. 23, 1 andar
commandante Pereira. Recebe-' ___^__^________^^__^_^_
carga o dia -44, eucommeo- P*ra o Aracaty segu cora rouit brevidade o
das, dinheiro a frete e passagei-
ros at o da da sabida a hora do co-lurae : es-
cripiorio no Forte do Malos o. 1.
hiaie Sbrateme; pars carga e passageiros trata
se com Jos 8 Leitio Jnior, ra da Madre de
Dpoa.
Instituto Archeologico e Geo-
tfraphico Feraambucaao
Haver sess3) ordinaria quarta feira. 7
do corrente novemoro, pelas H boras da
manoa.
ORDEM DO DIA
Itnpurtantes relatnos, da commUso de
trabalhos histricos e geographicos: ex-
ploracoes ullunamente feitas, com felizes re-
saltario.
Pareceres e mais trabalhos de commis-
soes.
Secretaria, 4 de novembro de 1867.
J. Soares de Azevedo.
____________Secretario perpetuo.
mnibus de CaxitiigA
Antool Jo*Coelho CarnNro, faz sciente ao
publico em geral qae o omolbus de Caxaog no
dia 8 em dunle partir' do Recife.as 4 e 1|2 horas
da urde e volla as 7 e meia da manha
Atteaco.
N. 2 < Rna do vrame Depoiito de tamanees e calcado nacional da fa-
brlcii da rna do J
dinho, tanto oo dep''-ii-.jiui na fabrica seapromp-
tam lodas as porfS s de calcado o mais barato
possivel, esta fabrica fern todas as'rmchioas flro
priaspara os calcados ja bm acreditados pelo
grande nomero de reguetas que daqui se for-
necea. ________ : :_________
^Tprecisa-se de urna eserava para o a^rvigo de
uma.ca-a d familia : na rui Imperial sobrado o.
I, paga se mensaej.__________________
J is Procopio de Soma Ueodonca e Jos An-
luuiu de UMveira, tendo dlssolvido a socledada que
liiibam do lotel PernamBucano, silo oa roa das
Brotes d. 3%j sob a firma de Mendonca di C, de-
claram qoe desl dala em diaute Oca a cargo do
socio Josa Anlooio de Olivelra o activo e passivo
da mesma casa, como sea nico proprietario. E
para coasiar, Qzemos a presente dec'aracao em
qoe asslgoamos. Recife 6 de novimbn de 1867.
Joe Procopiode Mendonca.
Jos Aooio o de OHvalra.
Oiympia Candida Guima-es do Amaral, Fran-
cisco Marcelloo do Amaral. Sebai.ua> Lopes (joi-
mares, Francisco Lopes Guimares, .guida Se-
nhorioba Giimaraes, Anoa Joaquina Carnexo da
Cunba, Anunio Lopes Galaues, Joj Lopes Gol
maros, Antonio Carneiro dj Cooha, Jos Car-
neiro da Caoba, e Tnoruaz Carneiro aa Cuoha.
agradecera cord.almente i todas as pessoas que"
assistiram as exequias e acooipanharam at o ce-
miterio os re tosmoitaes dt seo sempre chorado
pal, sogro, irmao e primo Sebastio Lipes Guim
raes e convidan) anda aos mesmos ansiaos e pa
reules para aasistirem as missas qae oa igreja da
CoCeicjio dos Militares se ha de rezar no stimo
d^a 9 do corrente, as 7 bcras da minhaa, em ten-
cao d sua alma.
Vicente Alves Moreira, sua muiher Anua Esme-
ria da Guncei{o Mjreira, sua sogra Mirla F.au
cisca Xavifr, suas duas filhas Carlota Mara da
Cneeici'i Moreira e Mara Alexandrina da An-
nunciacao Moreira, pai, mal, v e irmes, penho
rados da mals penetrante dr agradecem a s^us
carissimos irmSus das duas veneraveis irmanda-
des de Nossa Senhora do Terg) e do Sobjr Bo'n
Jsus dos aflicto-,,na igreja ,ie S. Jo^ de Ribi-
Ma-, assim como a todas as pescas que digna-
ra m se honrar d">m sua presenca aos ltimos sut
fragios do seu muito querido, estiraao e presado
filho ManoM Gaudeucio Mireira Cabral, que foi
Dos servido leva-.'o a sua Sania Gloria, conirt.de
de 8 annos, 2 mezes e o das, o qual foi conduiido
ao ceixiierio publico desia ci-Jade, Ja casa do seu
lastimoso pal uj bCCd di Vlrieu n 3, no dia 5
do corrente mpz.
lllLtGRIHl
ffereelita e dedicada ao falle-
cido flanoel Ciinoleaclo Mu-
reir C.t'ii-a. pelos abtlxo as-
signados.
O' Dos de pierde I Dii d6 vom |raea aquel-
la coosolacj louvavel a um pai ifflic o e mi an
guillada pelo filbj da sua entranoas, qoe o le
vastis da Ierra para or.iaraerjt) de vosso divino
throoo.
O' D(;os de amor I Dios de concordia I dai nos
acuella cousolacae da vj-si misericordia.
E ta mea iu nao eras miis da t-irra, fostes
arrebatado ao ) alorarao pTos E:erno, canta
ras u iro da> virgen-, e formaras o coro dos se-
rdns ua eterna gloria que nao leve principio
uem lera' Om.
A Ierra Ihe sej leve.
Vicente Alves Moreira.
Anoa Esmer da Conceijao Moreira.
Mana Francisca Xivl-r
Corlla alaria da Loncei^o Moreira.
M-rla \. do AnnnneiaQao Mireira.
1WH^a^B9HH3aVKalflBVBaVBHBlBVHV
Ir.naiidaile ds limas erecta Da matriz
(I Santissiio') Saci'annvto da fre-
gu zia da Boa-Vista.
Nao leodo comp-recido nnra-ro de irmos que
se pjdesse coosierar mesa geral para eleifo ro-
rau ni uda o art. J3 do Comproaisso que rege esta
irmandade, de novo convida a todos nos^os irmos
;Bm de compar^cerem no nosso consistorio domin-
go 10 do correle, pelas 10 horas da manha, afi n
de que ta mesa geral se proceda a el.'icSo da no-
va mesa qoe tem de reger a mesraa irmandade oo
aono de 1867 a 1868, comomail o mesmo Cum
promisso.
Cmsistono da irojanlado d;is Almas na matriz
da Boa-vista, 1 de novembro de 1857.
O escrivao,
________ Manoel Dumiogues da S;lva Jnior.
Ama.
Precisn-se de ama ama para cosinhar emeasa de
pooL-a familia ; oa rna da Ruda n. i8, sobrado da
esquina com veoeztanas por cima da taberna.
Ueneo

No dia i5 de juoho do anno passado, fri-
gio do engeolio Santa Cruz um escrav > de
nome Lourenco, perterjeeute ao abano assig-
nado. Coosla que elle ac; a-se ocotito na ca-
pital da provincia da Parahyba, onde tem
irm5os e mi. 0 abaixo assigoado descon-
fa mesmo que nesse lugar lia alguem, qae
o protege, oceulta, por ler elle apresentado
a urna pessoa aliin de ser comprado. Os
sigaes do escravo sao os segumtes:
Tm a cor fuia, parece ler 27 annos de
idade pouco mais ou menos, altara regular,
sem barbn, groso do corno, os ps chatos,
anda um pouco apressad'o e falta com des-
canco. Previne-se ainda que este escravo
muito bom distilador e muito baDilidoso.
Quem o agarrar pode mandar entregar ao
abaixo assign^do lo eDgenbo Santa Cruz,
termo de Po a'Albo, ou na Paranyba ao
Sr Julio da Costa Simes, quereceber 150^,
de gratificado.
_______________Jos de Mello Azedo.
Furto,
Furlaram na noile da 4 para 5 do carrete (no-
vembro) do lirceiro andar da casa n. 16 da roa do
Cabuga' um rHogio de ouro, patente honsontal,
(>uppoe-se) a entre capa nao de oaro ; o vidro
do mostrador tem urna pequea feola,eo pootei-
ro djs minutos lera urna pequea falta na ponta ;
bem como ama cadeh (com o ansmn) de cabellos,
bem trabalhad'>, porm ja um poaco estragada,
tem um chicitinlio cira marteilo para prender ao
collete, anneis deouro, que liga-n as pecas da mes-
raa cadea, etc. Roga-se aos Srs. relojoeiros oa
mesmo a quxlqaer oulra pessoa a quem estes ob-
lectos forera oflrecidos, o faor de os embargar,
que por cojo trabalhJ sera' gratificado. Furlaram
na mesma occasio urna porgod" roopa braoca de
homem, como cnicar, camisas, etc, o mesmo pedi-
do para estes objetos.
Precisa-se de urna cosinheira livre oa es-
crava na ra Nova n. 32,1 >ja.
Ama de leite
Precisase dn ama ama de leita sem filho : na
ra di Qjeimado n. 49.
0 Dr. J. B;pti^ta Ca^anova
pode ser procurado a-qualqner hora em sta con-
sultorio homeopatbico, largo da maim t Santo
Antonio n. 2.
No mesmo consulto n terp sempre grande sor
tmenlo de medicamentos de n rre>pamia te We-
bere Cat-!lan, tanto assim como tem nra sertimeoto ferro? de ci-
rurgia em cartelras e avuls.'s do .fauidi Char-
rier de Pars.
lien
ao
O arremitante das tojas lefprr.geris dj fatl-vido
Sebastio Jo> da Silva vem eflererer ao respeita-
vel publico um complet.. sortimenti a* feriagpnse
miudezas por metide d>: ;eu valor, grande forti-
ment de alambiques, bombas de j*py p aspirantes
para os senhorus.de eogenhos se proveie.n de taes
artigos com pon?o dinhiro, sinos mannos, f^rro om birra. er; are i- o f->inat fogoes
de ferro c urna lolinidade d aSpctos, qire -e torna
enfadonho enumerar.
I'linda.
Preclsa-se dd ama cruda para enfrontar e co-
sinhar : na ra das Cues subrarl > n. 2L
Irniandtde do Senhor B.fm
Jess das Portas-
Por orldem da mesa regedora desta irmandade,
erecta na iar^ja da Madre de Deu-, ciinvido a lo-
dos os iraloa afliu de cerapareeercra as 3 horas da
tarde de d imiogo 10 do correte, e encorporados
irem acmopchar aoroci^sao, que, para traslada-
gao da imagem de Nossa Sonriera MSi d.>s Hjmens,
fe:ia oaaso da, sabindo.da matriz do Corpo ">an-
to, onde ce a ha depositada a mesma imagem qae
tem de recjiher-e.asua igreja.
Recife, S de novembro de 1867.
Jos Si LeltSo Junhr. escrivS).
A jarur d^ CacbJUa' a' iravessa do Pad/6,
no da 17, perdeo se;oma trooiinha em doos leo-
eos, send- om de chita dentro d'ura braneo, con-
leado dentro o'uma raeia da senh-ra oitoesnio3 e
ciacoenia e tantos mil ris, seadjo tres sdalas de
QOOOO, urna de 1005, duas de 30, tres moedas
da ouro, urna de 9 com argola para pesco*),
mpia libra e orna moeda de *}, sendo as mais se-
dlas de 20J a \ ; tendo, alAra disto, deotro da
mesma meia om alBoete de peito, e um par de ro
sotas de ouro cora coral ; um par de rselas a ba-
lso esmaltadas de preto oa bolla ; ora par de brin
eos imitando nos ps curacoes e trudo ea la um duas
padras de rubiro, dous aonell5e, obra da"lerra,
tres transelins, eado um chato eom passador,
outro rolifo, e ontro, cojan pegas sendo qoadradis
se ligam formando cadeia ; mais dous parea de
rosetas, sort%Bma de cornalina e oulra de ouro
lisa ; um dedal
Precisa-se da om crhdo^trangeiroque sej
bom copeiri e faca o wrvico urna casa de poo-
ca familia : oa ra Nova o. 59, segundo andar.
Ao niereiiesiiaw Si', juiz de orphos.
Ha 6 mezes que falleeou Joio Francisco Mmlei-
ro, deitando dous OibinO-, e alguns bem da for-
mo ao deimo dia de s-u > liitj fra a viuva cita-
da, para etn i horas dar bens'a inventario, e n'issj
flcou at o presente ; por quanlo nao enterj cdo
oennura irapediraeoto, e al>a a'isso aam tutela
aquellos orphaos ; e o praz i para o encarrameato
do ja' citado iovoolario, ezced*n marcado psr tTe-
lase, coa-tu. 52, ord. Iwj 1.- V... 8* S 8, nltvr-j i."
til- B 8 6. [
Recite 6 de novembro de 1867.
Um interessado.
O abalto assigoado p-de dusru'pa atlas as
pessoas qae tiveram a boudide da ceiur htlbett-s
para o concert qae eslava aoannciido para ;uia-
ta-feira oo salao da sociedde Jjveto4e m conse-
queocia de ler por motivos jastos traosf.-rilo o
mesmo para o theairo i Santa ls pelu programma junco, nao drixando pjr laae de
ser meos grato a digna directora da mesma soeie-
dade pela maneira prompta cn que fcttrun ao
mea pedido e em prova do qoe digo ofcrtco-lbe
meo reconbecimt nlo e ami.-ade.
Pernambaco 7 de noveQibru Je 1861. r
Joo Pedro dos Reia.
AH18"
deouro com*>seguiotes iniciaos
D C V. V.,; presume se qqp dita trouxa flqasse JTXHto Btrnuta Vmr*;Li^^7"
no catfo qua condujo 4 d.na dete* objetos ; pe- ^~ ?J^ lTu^T^^'a-.
d-se a qoem achar ou fOr p'.r veotora r>rrereciilo
algam destes objectos para vender, anpreheada-os,
ele ; se quem os achar quitar resMui-los, se gra-
tificara' oa roa AogosU n. 88.
Prcisa-se de urna ama pira wd
caoa de pequea familia ( maoaa
hir a ru^) que seja nerf^W eS
Dadora sua cundo -u : :. i pr.-;a
segundo au lar.
da Coi da Bvoile
otle.
carta narja
u. J4, viada *> Ria-Graadn do
^ .

Alu|a-M a casa n. 169 da. ra luanariaj :
tratar oa roa da Aurora o. 36,


-mk ^Y^^^'^^aMt^^mmmwmh^ c mi.
>q tu
tari 'i
ESPECIAL HOMEOPATHICA
" W Precisa-se de orna amreotinhelra, forra oa cap;
Uva, para casa de pooca familia, pagando se beca
oa ra da Crux do Reeife n. 56, armazero, das 9
horas as 3 da Urde. __________
da
I *ii .
DO

DOUTOR SABINO 0. L PINHO
RA MOVA S*.
Ncsle importante estabelecimeoto se aclia
tulo o que necessario para a pralica da
Ilomeopathia.
MeiiicameQtos em glbulos e em tintaras,
preparados cora a rnais escrupulosa exacti-
ilo por meiu de macbinas especiaes.
Carteiras portatei-, contendo os principaes
medicamentos em glbulos 100, 20,
30,1, 40*5, m e 60,5, conforme a qaanti-
dade de tobos.
Caixas de medicameotos em glbulos e
em tinturas de 804t. 005, 120,5 e lb0
rs., segundo o numero dos vidros e de tu-
bts. _,
( Estas caixas s5o mni uteis aos mdicos,
senhores de engenhos, chefes de grandes
familias, capitles de navios, e em geral
todos que se quizerera dedicar pratica da
bomeopathia.) ijnnA
Cada tubo avulso custa.......iOO
Csda vidro de meia ooca de tintura. 250JO
Vendem-se glbulos inertes, tubos vasios,
-idros para a preparado das dses, etc. etc.
Escovas elctricas para iratamento das
molestias nervosas, principalmente para as
dores de cabeca.
Apparelhos do lavar os olhos no Irata-
meoto das opbtalmias.
Apparelhos de injeccSo para o tratamen-
tode certas molestias das mnlheres.
Cb preto e verde de excellente quau-
oade para nso dos enfermos.
Vende-se igualmente o Thesoaro ho-
nteopathleo ou Vade-mecum do
bomeopatha (obra incontestavelmente
indispensavel todas as familias, pela clare-
za, com que ensina a empregar a nova me-
dicina), preco 20,?.
abale de 15 por cento.)
T?(K> O/},
M&Jk
f> D frV^.llft (B1
Alni_-se IBrBsrldnaajwsas atabal*
novo e piSadas'cada urna com 2 quarlos, 2 sala ^^ n 4j
e cosiohas do s.tiiHalumtpoa estrada do Porn
excedente banno
Precisa-se urna ama,'livreo_ escrava que saiba
coilnhar e eugorarnar : po 2* acdtr da casa n. 83
da roa da Imueratrii. .
Precisa-se de ama muliier qo saina c*ti-
Dbar para ca de poaca familia : oa ra do Uos-
da MadtffT. m Beberibe ~eom excedente banno Dao-w 50*000 roeos.es pelo .logo*! de urna
muito peno de ras : quHft a preiender dV.j* nc" unheQe ****** P" P :
a casa7 8 da ra do Seonor Boa. Je las a era Olintfa oa roa dos Arrumbados n 25
srattM
Ur. Goilnerma Negell, nediCU, da
consultas (olios os diai dai 8 bor.s as 10
da manbaae das 3 aso da la-de na sua
residencia roa Nova o. 15, especialidad
molestia- dos oihos.
Posto que, na segunda edicto do The-
sonro toomcopathlco cu Vadruie-
cum do taomeopa-ba, pagina 677, se
acbe indicado o meio de usar d'esse preser-
vativo, com ludo convm repiti-lo com il-
gons esdarecimentos mais.
Para urna familia dissolvem-se 20 gl-
bulos em urna garrafa com dous tercys,
d'aaua pura, vascoleja-se bem, e d-se.[ ^r-rfr--------->aw y_. y- as notas do banco do Brasil e das caitas olaos-
cada pessoa urna colber.da pela manh5, o_- T ... ... ik 55ST*T '"*'*'m "* **
ira ao meio dia e outra a norte, durante! Alm do grande sormento das melbores machinas, americanas para oescarrocae I oennencwjKH.
tres ou cinco dias consecutivos. Deixam-se IgodSo, de 10, 12,14,16, 18,20, 22. 23, 30,35, 40 e 50, neste estabelecimento sr
passar ouiros Untos dias sem nada tomar, | encontra mais o seguinte:
lindos os quaes, repete-se o remedio da Azeite de espermacete propria para machi-
Cliocolate vermicida

DE
Trocam se

mesma maneira ; e assim se contDoar, Das 0 t0(^s as qnalidads.
em quanto durar a epidemia. Vapores de ftrca de 3 a 4 cavallos.
(\$ creangas at a idade de 3 annos to- gerras avulsas para machinas.
marSo o remedio as colberinbas). Mndese todos osmaispertencespara as
. Si a epidemia estiver muito forte, ou, si mesmas.
na casa houverem bexiguentos, deve o reme- carros de mo para aterro,
dio ser tomado todos os dias sem interrup- cylindro para padarias.
c3o, al que a cousa melbore; depois do Debnlhadores para milho.
que volte-se a usa-lo do modo ensiuado. Arados tmericanas.
A garrafa dtveser nova e muito bem lava- Escadas de madeiras americanas,
da, primeirocom agua queDte e dpois com (;arriDh08 pr0prios para armazens.
agua fria. (No caso de 0I0 baver garrafa ou Monhos para refiDac5e3.
vidro novo, poder servir urna garrafa de vi- Hem para m]ho
uho ou de agurdente, com tanto que seja Machinas para cortar capim.
muito bem lavada com aguas quentes e B0mDas para regar jardins.
fras.) Vaquetas para cobertas de carros.
Para urna so pessoa basta dissolver 6 glo- Camas de ferro sorlidaSt
bulos de vaccina em 2 oncas d'agua, e d ah Bombas de Japy.
tomar as colheradas como j flcam indi- dem americanas.
cadas. Ferros a vapor para engommar.
N3o preiisa grande dieta. Abstenham-se vassouras americanas,
do cha e do caf fortes, do abuso das bebi- Baldes americanos para compras.
das espirituosas, das comidas gordurosas Tioas de madeira.
e mudo adubadas Eis aqui apenas o que se Ballaios e cestas de verguinhas.
exige.
CONSULTORIO HOMEOPAT1I1C0.
d consultas

Peneiras d "rame para padarias e refna(5es.
Correotes para almanjairas.
Machados e facbes americanos.
Caixas com vidros de todos os lmannos.
Cannos de chumbo de todas as grossuras.
Folba de cobre idem dem.
dem de lati idem idem.
Folna de Flandres.
Ferro de todas as qualidades.
Arcos de ferro.
Latas com gaz. -.
'rens de porcelana para cosinha.
dem estanhados para dita.
Bandeijas Qnas.
Balaceas americanas,
dem rovervaes.
Taixas de cobre.
Estanho em verguinhas.
! Folhas de ferro de todas as grossuras.
Correntes de ferro sortidas.
Espingardas de todas as qualhlados
Rewolveis de iodos os midcllos.
Ferrament3 para ourives. -
tem (ara tanoeiros.
dem para ferrnos.


PLUMERA CEL1N0S.
(CONTRA A MORDEDURA DE COBRAS)
Este medicamento go>a de muito bons
O Dr. Sabino 0. L. Pinho d consultas crditos contra o veneno das cobras e de ou-
todosesdias uteis desde 11 horas da ma- tros animaos venenosos.
Dba at s 2 da tarde. O Dr. Sabino nao tcm aioda observado
As visitas aos enfermos so feitas das 2 pessoal de fado algum que o autonse a
fcoras em diante ; mas em caso de necessi-' affirmar sna eficacia; mas sabendo que no
4ado as visitas podero ser feitas a
quer hora.
Para que as visitas cossam ser regulares
umpre que os d entes ou os seus eofer-
m-iros mandem dar parte do seu estado.
qual-JRio de Janeiro e em S. Paulo elle lidoco-j
mo muito poderoso, mandou-o vir para ex-
penmentar.
Algumas pessoas do centro d'esta provin-
cia e da da Parabyba tem escripto ao Dr.
fifi
lodos os dias at o meio dia as molestias Sabino, dizendo ser incontestavel o mrito
agudas; e de 5 em 5 dias as molestias da plumera no Iratamento das mordeduras
cronicas.
As consultas escripias sao respondidas mais
ou menos. promptameDte, segn lo as
necessidades da molestia e a distancia em
que se acha o doente, pois que neste caso
das cotiras.
Emprega-se a plumera celinos interna c
externamente, da maneira s guinte:
Uso interno Nos casos menos graves
dissolve-se urna ou duas g-tas de tintura
fa/.-se preciso indicar de um s vez tudo'em duas on^as d'agua, e d-se ao mordido
o que convier ao restibelecimento da sade. urna colberada de hora em bora.-
As retrinoices ser3o pagas na mesma con- Nos casos mais graves dissovem-se seis
formidade. gottas em quatro oncas d'agua pura para
O Dr. Sabino roga a todas as pesoas, que dar-se urna colherada de meia em^meia hora,
cosiumain consulta-lo por escripia, que or- de lo em 15 mininos, e al de 5 em o mi-
denem aos seus poriadores a prompta entre- nulos (segundo aforra do veneno inoculado
ga de suas cartas, visto que, entregando-as ou intensidade dos symptomas manifestados.)
como costumam, na accasio de se retirarem Logo que houver melhora, se espassaio
do Reeife, impossivel responde-las satisfac- gradualmente os iutervallos'de umadsea
t'iriameate. outra.
-------- Uso externo. Ao mesmo tempo que se
ffniPiwHTna pniQPRWTivn^ d a beber medicamento, apphcam se ex-
MEWCAMENTOS PRIMER VA n\ Os. terDameDte na parte mordida nos de linho
Em quaesquer epidemias o Dr. Sabino ou de algo-lo embebidos em urna dissolu-
faz distribuir gratis s pessoas pobres, no c5oda mesma tintura constante de 10 gottas
seu estabelecimeoto. os preservativos neces- de tintura em 20 colheres grandes d agua.
sanos, dando-lhes as competentes insiruc-
c&es.
Presentemente reioa a epidemia de bexi
gas; muitos j se tem aproveitado com fe-
lizes resultados do seu offerecimento, feito
no Diario de Pernambuco ; mas necessa-
rio que todos experimentem esse meio t5o |
fcil e to commodo de se preservaren! c s
suas familias d'essa terrivel molestia.
O preservativo empregado a vaccina
elevada 5* dynamisac5o. As pessoas, que
fazem uso d'ella, ou nao sao accommettidas de
bexiga*, ou, si o sao, raramente as tem de
ni.i qualidade.
Esse> fios se conservarao sempre molhados
sobre o lugar da mordedura.
O Dr. Sabino receber com reconhecimen-
to as communica^oes que se di^narem de fa-
zer-lbe as pessoas que experimentarem o
emprego da plumera celinos.
N. S A -Ra do CabagiM. 3 A
Agostinho Jos dos Santos b C
Acaba de chegar a este estabelecimeoto um esplendido sorlimento de
joias do ultimo gosto, perfeico artstica e modeilos enteiramente novos; como
seguem: aderecos com rubim, esmeraldas e perolas finas, pulceiras, broches
para retrato, anneis, botoes de punho, brincos e cassoletts com letras, etc..
etc., etc. Salvas de prata do Porto, faqueiros, paliteiros, calx de mesa t
fructeiras, cujos presos s5o incompetiveis, pois que os propridarios desta casa,
recebendo seos artigo* directamente da Europa, podem servir vantajosamenta
aos sens freguezes. Gompram-se brilbantes, pedras finas, ouro e prata, page
se bem, tambem se incumbem de fazer concertos.
EA PEN
Fabrica de destilaco e bonificacfio
DE
MARQUES & FERREIRA
RC.l DO AMOKIM- FORTE DO MATOS
PERNAMBUCO.
E?ta fabrica achandu-se montadi cum lodos os nucessano* pertenf.os a urna destlacjio e com
m-terias primas, que eniram n conf-'cgo de todos os seus producios da superior qoalidade : prornp-
liBca-se a receber toda e qualqoer encoromenda e a vendar oj suas productos por precos nlmiampnie
redondos, osqoaes obllveram premios as exposicos de P^rnamboco, Rb d Janeiro e Pars em 1867.
Temos sempre em qnantidades genebra, diu de laranji, ani?, asuardenn d.> riino, connac, ab
clnlho, bilter, wermolb, kirebe, xaropes para refrescos, pnmeira e segQoda qualidade, licores finos e
entre finos, Hola para escrever, perfumaras, vinagre, marrasquino, coracao, espirito de 40, 38 e 36,
dio de alfatema, limonada gazoia, aguas : flor da laraoja, rosa e ortela pimenta ; orcha'a de pevide
rio melancia e muitos onlros genero-", os quaes se vendem a *ouUde do comprador, em barris, cana
"Ota. i das, em garrafas com vislasas tarjas. Prompliflcase a condiiV.ljor e i euiar qoilquer remessa que
Em ausencia do Dr. Sabino acha-SO in-1 nos seja pedida para toda o qual^uer parte, devendo seros pedidos acompanhidos de ordem sobre
e-ta pra;a.
enrobido de resolver quaesquer negocios
relativos ao estabe ecimento o respetivo ge-
rente.
Jos Altes Tenorio,
Professor em homeopathia.
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oonaencia n. zz.____________ __________
Fogodoar
Receben, se encommendas de fogo do ar para
dentro e (ora da provincia : oo armazem da bola
aroarella no oito da secretarla da policia.
Precisase de nm escravo para vender mi'
deas : a tratar na loja da Boa F, aterro da Boa-
Vista n. 74. ________________________
Precisa-se de um cai.ero com idaie de 12 a
14 annoa com praliea da taberna : oa roa da Flo-
rentina n. 3S.____________________________
O Dr A aarte medico madou se para a roa
do Seve, onle continua no exercicio de sua profis
sao.____________________________________
^Na ra estrella do Rosarlo n. 10, hotel, pre-
cisa-se de um molwjoe e da um caixeiro.
Ocapllo" Joao Guilheitne de Msllo faz pu-
blico, qan do sea eogeot OoeimaO<:, na freguena
do Barreiros, enmarca de Palmares, foglram no
dia .0 de ontubro protimo passado os s^os ir- s
escravos aeguinles :Fruluoso, Vctor e Victorino,
todos crioulos e mr^os, e, sedutido9, se acbam na
cidade do Recifa nubados com o maior escn-
dalo, e escarneo das leis e das autoridades. O an
nuocianle previne, pois, qoe Binguetn cootral ne-
gocio algum coro es ditos escravo, nem M al-
guns ootros de sua ptopriedade; rogando a' loridaoes judiciahas, policiaes, capites de campo,
e quaesquer pessoas do povo, quo encontrtm dos
e-cravis e delle tiverem noticia, os apprebendam
a conduzam ao dlio engeoho, ou nesta praca ao Sr.
Domingos Jos da Silva na ra da Cruz do Reeife,
D. .3, segundo andar, que geucrosameute recoin-
pensarao ; protestando usar do rigor das leis con-
tra quem se provar o roobo dos mesmos escravo?,
os uver occullos, Ihes dr asylo ou comprar.
Fogio da roa do Imperador da casa do Sr
Dr. Annes, no da 5 de setemhro proXMM fiodo,
o cabrmba de nome Joo, idade de 10 a 12 rnoos,
bonita Bgora, eho do corno, ar alegre, boa denla-
dura, olbos grandes. Levoa velido camisa de
cbita riscadioho encarnado, caifa de algodSo asul,
cbapo de Miro preto, copa baila. Audava ven-
dendo ornas teucas em um flandres ; urna pe.-soa
diz qoe o vio montado em eavallo, sem chapeo,
cojo conduzia ancoras, era dirigido o dito comooi
por um crioulo, jalgase nao ser de longe desta ci-
dade, e pode ser que essa pessoa o eiodozisse jul-
gando ser livre : roga se ao> propietarias de tn-
ge.nho, e a's autoridades policiaes pesqoisarem se
esta' acontado em alguma casa, ou quem o pegar
on delie der noticia dirlja-se a' roa Nova de Santa
Rita n. 50, une sera' generosamente gratificado.
Alaga-se
O primeiro aodar do serado da ra Diretta n.
82, novamenle caiado e piolado : a tratar na pa-
darla da viuva Machado & Filho.
Cuixeiio
Precisa se do un rainniro de 12 a 16 annos
com prana de taberoa dandi fiador sua con-
ducta : a tratar no pateo do Terco n. 11, taberua.
CASA DA F01TUII
Aos 6,000/1
BILHE1ES GARANTIDOS.
A'ra no Crespo n. _3 e casas docostdme.
O abaixo assignado veodeu ans seus muito feli-
zes bilbetes garantidos na lotera que su acabou de
extrahir a beneficio das familias dos voluntarios
da patria ossegointes premios:
N. 3819 um meio com a aorta de 5:000.
N. 363 om meio com a sorte de 9\'t.
N. 1768 bilbeie inleiro cora a soria de 4005-
E outras muitas sortes de 1(X), 40 e _t.
Os possuidores podem vir receber seus respecti-
vos premios temos descontos "as leis oa casa da
Fortun rna do Crespo n. 23..
Acnam-se a venda os da 4* liarle da
favor do recolhimentode Igua'ass (44
exirahira' qnarta-feira 13 do corredte.
freco.
Biihfte.....8*009
Meio......3,5000
Qulnlo.....1*200
Em porcao de 1005 para cima.
RHbete.....345U0
Sleio......257.-I0
Quinto.....1*100
Mano-'i Mirnos l'iuza.
Conlarjade flossa S*nlnra do Livra-
[uiento.
Da ordem da mesa regeJora conviJo a todos os
irmos desta contraria a sa reumrem em mesa
geral qointa-f-ira 7 do correnle, as 3 11_ horas da
larde, afim da traiar-se da ueiocios unpurlaotes
stbre a nosa cotifiaria.
Secretaria da confina de J. S. do Livrameoto
7 denovembro da 1857.
O secr-lario ioterino,
8enoa Ribeiro.
AnIonio \nes de lastro.
Desde 1857 que sSo as tabellas tomicidas
applicadas em Portugal, como o remedio
prompto e effica- para a expulsao das lum-
biigas, que to graves padecimentos causam,
e que quasi semure se suppe ellas a cri-
gem.
Este virmifugo preferivel a qualqner
ootro pelo seu agradavel paladar e fcil ap-
plicaQ3o s enancas, as quaes geralmente
sao mais atacadas de semelnanie mal.
Iiepusito e> pee i a I
34.Ra laga do Rosarnlo34.
Botica de Bartbolomeu de C,
AMA
"
- Precisa-se de nma ama para todo servico de orna
cata de familia, na ra de Hartas n.142. 1* andar.
Pede-se ao Sr. J. de S. R. morador no enge-
nbo Cqoe mande soltar no cercado do eogenbo
Cassui o carado alasSo perteneente a massa de
Joo Baplista Goncalves Bastos, qoe foi por Vmc.
coodnzido em a noite do dta 13 de .ootubro prxi-
mo passado, serlo qoe se o nao flzer era' deseo-
berta a sua pessoa e o seo nome ira' ter a polica
mono honradamente.

Roga se a quem qoar qua couduzo do eoge-
nbo Cassu dous pranchdes de sicupira, que o>
mande pr no mesmo lugar donde os achoo, se
nao quizer ver sen nome neste Diarlo.

Pedido
Pede-se ao Sr. Egas Sancho Ribeiro, estudante
do 1* enno da facoldade do Reeife, o favor de ir ..
ra larga do-Rosario o. 31, tabarra, a negocio qoa
Ihe diz resucito. ___________________
Precisase de um uixeiro de 14 a 16 annos,
com pralica de taberna : a tratar ua ra do Brum
0^47;___________________________
G-ixeira
Precisa se de uro caixeiro de 12 a 14 annos
qoe tenb prat'ca de molhados e d dalor a sua
conducta : a tratir na ra da Concordia n. 12.
ON. 65
Vende-se fiado e a vontade
do comprador.
O e.-tabelecimeni) da ra Nova n. 60, onde txis-
la um bilbar mod-rnoe se fabrica e vende sorve-
te, assim como lodos os movis, lnocis e uteoci-
lios exi*teotes da um inventario : tratase no lar-
go do Parai o n. 24.
Furto de cavallo
Um bespaunol de nome Joseph furton no dia 1%
de selembro ultimo, do engenho Pedra Firme om
cavallo alafia foveiro, do abaixo assignado, tend.--
os signaos seeuint-s : 4 p< calcados, (rente bem
aberta e grande, e bam andador at meio, ebegan-
do -la Ribeuo tomoa o carainhs de Anpib :
qnemo apprebfnder ou delle der noticia certa se-
r gratificado.
Nabor Caroeiro B. Cavalcaoli.
11 ene^m
*
olera a
que se
_
fSL GBITBAL
Ra larga do Rosario n. 37
Continaa-se a alogar-so espaoosas salas e qoartos mobilisdos, recebeni-se pendonis-
tas para servirem-se comedorias com asseio, e leva-se tambem ao domicilio.
Ha para vender consecutivamente de noite, excellente e variado sorvete, e a toda
ora verdaeiro e m chocolate espanbol.
DE
ot?d mmm
N. 2 largo da matriz de Santo Antonio n. 2.
: RETRATOS A OLEO

Temos a honra de partecipar ao respeitavel publico a volta do Sr. Alberto Hens-
cbel que foi Europa com o duplo fim de se por ao corrente dos mais recentes pro-
gressos da arte photographica e adqaerir para o nosso estabelecimento mais um ar-
tista de talento.
0 Sr. Alberto foi summameole feliz e conseguio engajar um destincto pintor de
retratos, p
SB. CARLOS ERNESTO PAPF
ipembro honorario da academia real de pintura da cidade de Dresda, e do qual a reputa-
gao bem fondada nos autorisa a erperar produces noiaveis no seu genero de trabalbo.
Um progresso immenso ltimamente esecutado na pbotogranhia, um dos mais
importantes consiste n'arte de obter retratos em tamaobo natural, fhando direclamen
le na giandeza que se desaja, sobre a tela do pintor, o retrato pbotographado, por meio
de um instrumeolo especial chamado : cmara solar de auomentaco.
P r esta forma o talento e o saber de um arti-ta habii maravilhosameote se-
cundado pela preciso absoluta e infallivel dos contornos e das sombras que lhe p5e a
photograpbia sobre a tela, e todo se rene assim para se alcanzar o maior grao possivel
de semelbanca incontestavel, ao que d ainda maior realce o sello artstico, qne imprime
ao retrato um bello colorido.
Pelo mesmo process nos podemos reproduzir e pintar oleo, urna vez qne se
nos d orna pbotograpbia, seja de que tamanbo for qualquer retrato de pessoa mora ou
ament e no tamaito que se destjar.
A pessoas qae quizerem julgar por si mesmas deste novo genero de tral a ho,
sao convidadas a nos fazer a honra de visitar a nossa galera, aonde estlu expostosuma
serie destes retratos como amostras.
AMRROTYPOS
Retratos em caixinhas
Para satisfazer a numerosos pedidos de muitos dos nossos fregoezes, estamos pre-
parados para fazer retratos neste genero, para os quaes tambem temos agora um grande
ve ariado numero de ricas e bonitas caixiobas.
Atten$to
Piecisa-se alugar um rooieque
rija-se a ra Augusta n. 54.
quera liver di-
_m
Na raa da Cadei. do Reeife n. 10 precisase de
orna ama para amamantar e tratar de urna rescem-
nascida.
a _=r _>_.
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8-8'l_rl
" 5 _r 8.
t _r a_ f
companhia"
indemmsadoba
Sao convidados ossrs. accionistas a reumrem ;e
em assembta geral extraordinaria no eseriptorio
da metro, companhia ao meio da de 8 do corre-
le a m de tratarse da definitiva appr >vac,o do
regulameni) interno e daa c.ondicco<'s geraes dos
seguros terrestres. Reeife 5 de noverobro de 1S67.
O* directores,
Francisco Joo de Barros.
(lariqoa B-rnardes de Oiiveiri.
Joo da Silva R-gadas.
Antonio Ferreira da Coila fai cente ao respei-
tavel publico e com especialidade ao cerpo d >
commercie, que lem justo ,e cootratado com o Sr.
Francisco Luiz dos Santos a l.iberoa sita do palc-
do Terco n. 1, e quem se julgar credor appareca
no praso do tres d:a< para ser pago e silisfeilo.
'-; Precisa-se de urna ama psra oorinbar e com-
prar : na roa do Llvramsnm o. 3, loja.
O Peitoral de Cereja,
DO DE. AYEE,
Para a < ic* badicai k ceh-
TA d todas ;>< mnlcrtius (lopcii-j
i t da garganta, tosse, con.stiiJ.19Or-,
'/'-'j//. Bronchltc, asmi, defluxo?, roqui-
do,L'oi]iicluolic, angina, UlplUeria.
Kslf xaropc peitoral 5 o ve?ul-
lado de longos nanos de- estado
por nm dos prlmriroa mediros da
Amrica do Xorto, e do experi-
enci.is n>inncio-:n 1103 principa- J
hospitaes do mundo; receilado pelo-.- mdicos inain ditincto
deste se culo na sna clnica particular, >ort;into: digno de toda,
confianza, 1-, ios a<"r efltea-, alcaBOUido com una certeza infcl-
Ivel o assento da molestia c arrancando llir- aa rabes, asslLi
dando aos oreaos nSectados urna aeeiO natural c _:!>, por
ter innocente e applicaral a quclqucr pasCu Je qualnier idae
ou sexo, ao bomcm robusto on crlancn da mais tenrn idade,
cada frasco sendo accompanliado de dirreccies minuciosas:
3a, e t'ltimo, por uto sir um remedio se.1/vio, pois qualquer med-
ico ou pharmaceutico pode obter a formula da sua composico,
dirigindo-sc pessoalmeule ou por caita ao agente geral, II. M.
__r~, a ra ircita Xo. 15. Io de Janeiro.
Muitos casos que tinlio zombado do todos os recurso^
da seicncia tem sido curados rn Peitoral de Cereja.
As jicssoas atacadas de /o&v, xos, Dr da garganta,
Broneliile, asma, 'le, c ontros syuptomas da tsica prima-
ria geralmente fazem ponco caso do seu padecimento at
que seja tarde para cura-lo. Xo dccuidcis <1' urna tosse
porque agora parece de pouca imjH>rrancia ; uma to.-c.
descuidada i-liega a ser chronioa c inditz a formacao do
Tubrculos nos pulmocs.
Xeuliuma casa de familia deve estar sem um frasco
dste xarope mo ; pois nos ataques repentinos de
Angina, de Croup, c nos paroxismos do Coguduche; ou
tosse comprida a que esto sujeitas as mancas, nao ha
tempo do chamar um medico, nem do fazer remedios, o-
este xaropc alivia immcdiatameutc c pc o filho querido
sao c salvo, fra de perigo.
As molasUas que r.-t.io ao alcance das virtudes curativas
do PEITOK-LZ DE CEBEJA. so
Defluxos, Toases, Asma, Esquinencia, Bronchite,
Coqueluche, Tosse ferina ou convulsiva.
Boquido, Todas as molestias do peito
e garganta. Consumpco dos Ful.
mes ou Tisica pulmonar.
Acha-ee om todas as Boticas e Drogaras do Imperio.
Pilulas Oatharticas do Dr. Ayer
Prizao de ventee, Indigest, ContHpmqo, Rheu-
m-f Uni, Hemmorrhoidas, Dr de cabectt, A. Jevral-
gia, mal do estomago, Enxaoaeea, mol do Figmdo,
Omstrltr, ".*re ost-heptica, Zombrtgas. Erysip-
etta, Hydropsia, Incremento do aro.
Todas as molofas que proTm do uso cxccmIto do
j Q_Ibo.
0 mlhor purgante al hoje conhecido.
Estas pilulas assucaradtu sao puramente vegitaes.
FTJBGO E PUBIFICAO SEM KEECTJBIO.
A venda AtaEXXE SEMIAX,
H. M. L_NI, Boa, Diieito No. 16.
_ Bio de Janeiro.
Deposito geralroa do Vigario d./J
i eseriptorio de Theo : Jost.
(

I


mk+***m**9ki% oUMI&iWiinr fH*m9M**dimi.
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RETRATISTA
'Wem Imperial do
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Brasil

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anar, ilo sourado em
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Corpo Sal.! j,
baoco logia?.
~- Na pVs'a'tfi'filBpflBiiueA'n. 33, c-ja de
ounves, comprase ouro, prata e pedras preciosas,
e lamben) se faz qualquer obra de eicommeada e
lodo e qualquer concert. O5)0 v ^*
de casa
o larjoflo
que eta o
n\bwaefu
e outros n
laioiro, e
naisoerJ!?
.18
KM c.Sia^Mi a
Ra do < ahugft. 18, entrada pelo pa
Retratos por todos os systemas photbgrnphicos
m Retratos em vidro. ~*""M
Retratos em pa el. v # 1.1 |f il J IIti
IHOtlf i. ^ Rernos em porcelana, i I Jr I! t II }
Retratos em talco. .... ? .
Estes retratos >5o especiaes para se collocarem em alfiofcs de peno, cassole^s
botSes e aneis. ^^ ^ ^^ ^ ^^ ^
Retratos em carte-album. ** v>\.\ \ oh oiusjniri
" Retratos timbres-posl%|qaH^ .uAia^-.lr it*tlM9 3
Ret-atus comee. *ulm\iq mumiX.^H.19 4ftiL
Existe sempre um vanadissimo sortimento de cal~nb,as, pasfe-par-tonts, qua-
dros pretos, moldoras douradas, alfinites e casspletas de ouro fine para collocaco de
retratos. Vendem-se tambem albuos, sterooscopos, vistas para os mesmos, vistas de di-
versos edificios e pontos desta cidade, apparelbos para photographia, e cbimicas para a
mesna arte.
COMPRAS______
. "
*n
--------------
i--------------------
i
f P POR CADSA DE DOUS MOTIVOS
SATISFAClO INDISPEff BATEL
Ao respeitavel publico*
O Veado Rraaco declara mui francamente e sem rodeio algum que tem de-
grado a publicacJo do seu terceiro annoncio por duas poderosas e importantes razoes.
i o trabalho insano qoe tem tido de estodar o meio de virar o S da Fragata
Amasonas da ra do Qneimado
} 2o. O desejo de estampar neste Diario o seu tnteressanto retrato e offerece-lo
a/todos os seus benignos freguezes e amigos sinceros.
\ Sendo impossivel ao Veaio a consecoco do seu pnmeiro desejo, elle pelo pre-
sente incumbe dessa tarefa ao habet Sr. Doradlas, pintor, orrendo. porm, por conta
dos ignos pilotos da referida Fragata, a importancia dessa pequea despcza.
J Agora quanto ao segundo, saibam todos que problema coja incgnita ja fot
achaca, gracasa pericia do distincto St. padre Azevedo. Assim pois brevemente dar o
Veado muitas copias de si esperem os amigos.
/ Agora duas palavras.
Ao Cordeiro Previdente
/} A vos que viertes augmentar o numero dos anrmaes domsticos que r egociam ;
Mes comi>rlments
Si a cousa for em progresso brevemente ser esta cidade urna perfeita arca de
Noe. .
Anda bem que o Veado nao esta so....
Attencao! Attencao! AttentfoU
As ordens do respeitavel publico se acba o amavel Veado Branco com o seu
importante sortimento de todo que diz respeito a molbados.
Os precos. que por de mais s5o razoaveis, deven convidar a quera uira vez nego-
ciar com elle a ficar salisfeito e a voitar sempre que for nescessario.
Para as pessas qoe sao eslabelecidas com casa de negocio fora da cidade ba um
magnifico e escolido sortimento proprio de fazer conta aos mesmos senbores.
Assim, pois. o Veado rauco conta que cada dia ser augmentada o nomero
de seas bons freguezes, tanto do centro como da cidade. '
Venbam convencer-se da bondade de nossos gneros e de sua barateza qnom anda
na"o quiz honrar o nosso bello estabelecimento.
i" rata
6
Compra-se nacional ou eslrangeira ora maior
premio de que em ouira qunquer parte : na pra
ga da Independencia n. >1.
Cempram se
com premio moedas de ooro e de praia naclena*
e eslrangeiras : oa roa da Cadeia do Recife n. 14
armaiem de Adriano, Castro & C. ... *
de
MOEAS
ouro e pr la
frmpram-se moedas de onro nacionaes e eslran-
geiras, bem romo painrdes dos diversos caobos :
em casa de Adamson, Uowie & C, ra do Trapi-
che-novo o. 40._________________________
"Moedas de prata
nacionaes, assim como paiaeoes porlagnezes e
bespanhes, compram-se com premio : na ra 4o
Crespo n. 16. prime andar.__________
Compra se orna no duas casas terreas : a
tratar na roa Bella n. 14 primeiro andar.
N.
1 HIJA 1HREITA
16 ESQUINA QUE VOLTA PARA O PATEO DE S. PEDRO N 16.
TEM N_ PORTA A FIGURA;
Maior vantagem
O corscjto de ouro ra do Cabng n.l D, offere
ce-se em compra das moedas de ouro e prata.
Oompram-sc escravos
Silvino Gnilherme de Barros, compra, vende e
de brpnze
cIdeirciro,
ir, situada
e^iuaab trin-
cit&n 3, c com deposito na
ra Nova n 38 da cidade
ATTENCiO
armdz'em da faztndas de
ntsCoclhotrua do Quei-
mado n 19.
Rom e barato
f.ansinhss Poil de Cbvre a # ocovado.
Madapolao enfestado a 8^ a peca.
Gambraia de cores matisadas finissimas a
800 a vara.
; dem brancas transparentes Sna< de 4i,
55000, 6, 75, 85 o. 9ooo a peca com O
' jardas.
dem branca tapada de 85 e 95 a peca
i com 12 jardas.
A,, nA n % ii. mi i dem branca francez a muito larga a 95 a
LOJA 00 GALLO VIGI- p*.-. o
I AUTT tilia nn once I "aloes de 35 e 40 arcos nesgados para
LAN i t KUA UU Unto" choras, a 45300.
Pfl II 1 lciem de mursulina nesgados a 55.
I U 11, I. j dem de crochet a 55.
Os proprietarios deslemuito bem cmbe-l 1 Mera de mursulina para meninas a 35 e
do estabelecimento tem a satisfoco de levar 1355oo.
ao cenh>cimenio do respeitavel publico qoe Saias bordadas a 55.
v(g fecife
^"BRAGA ASAMPAIO
Fabncam-sc ncsle im[/ortante ctabeleci-
ment todas as obras concernenks as artes
respectivas como sejam : iMacinilB
Alambiques de todos os tamanhos em
feitios, os mui acreditados aparelbos de
Derosne com as dimeucoes diticadas dos
fabricados eui fianza.
Fabricam-se avulsas quaesquer pecas des- j
aparelh'S,'como sejam o dilaaJor, ratifica-
aor e condensador, ou esquenta garapas,
resfriador, serpentinas interiores.
Fabricam-se bombas de todas as dimeu-
coes e qualidades, pelo systema francez ou
americano, simples^ de pressao, repuxo, n
com especiaiidde a estanca ros l assim -3i, a.abam dereceber pelo ultim vapor da En- <~mbraias admascadas para cortinado
nominada* pelo enorme volume de agua fP^m g""?6 e vanado Srlnent0 de f?- *25 a peca com 2o varas.
que absorvem calculada em 1U0 pipas por
bora, e das quaes algamas est5o promptas a
serem experimentadas.
. Existem bombas por este systema, me-
nores, para regar sitios, garantindo-se nao
s I sua durac3o como a grande quantidade
de agua que fornecem pelo que sao cous de-
radas hoje as primeiras bombas conhecidas.
Todas as mais obras se fabricam vonta-
de dos freguezes e a seu capricho.
Existem sempre promplos no deposito in-
dicado na ra Nova n. 38, um completo sor-
timento de obras solidas, bem construidas e
a precos rasoaveis, como sao alambiques,
serpentinas, taxos, passadeiras, repartide-
ras, escumadeiras, cocos, candeias, e muitos
oulros uteuc'lios preprios para engenhos,
ioca'n^ciTvameioVc^aVoBYe Vm de bronze, parafuzos
-de todas as idades
erceiro andar.
a' ra do Imperador n. 79,
Comprase
Cobra, lalao e chumbo : no armaiem da bola
amarella no oitao da secretaria da polica.
Moedas de ooro.
Nacionaes e eslrangeiras assim como libras
esterlinas : caropram-se na ra do Crespo n. 16,
primeiro andar.________________
Compra-se ouro e praia era obras velbas :
na nraca da Independencia u. 22.________
Compra se urna liteira em bem estado: a
tratar na ra do Arapo n. 36.______________
Ouro e prata
Moedas da ouiu e prata n*roaaes, eslrangeiras
de todos os valore?, se coropram na loja de oori-
ves unto ao arco de N. S. da Gonceic.30, ra da
Cadeia do ReriO, assim como ouro e prata fm
obras veibas, briibantes e diamantes, e se paga
bem. ____________________
(>mpr;i-se
moedas depraia : na ma Nova n. 31, loja.
"COMPRA-SE
urna casa ten ea pequea na freguezia da Boa-
vista : a tratar nesta typographia.
Comprara se diarios oa jornaes : na ra Di-
reita n. 15, fabrica de cigarros, a 140 rs, a libra,
em arroba a i'' i.U
C mpra-se um cavado novo propria para
carga : a tratar na ra da Madre de Dos n. 10.
i
NIMGUEM SE ENGAE COM 0 BALIZA
JOIAS
N. 2 D.
VENDAS
para rodas de agoa e outres.
Cavilbas, machos para lemes, pregos de
todos os Umanbos e para o forro de cobre
de navios.
Aprompta-se tudo quanto diz respeito as
obras de latao torneadas e polidas com toda
a perfeicSo.
Vlvulas para tanques de banbo, torneiras
de todos os tamanhos e qualidades, assim
como todos os ornamentos para militares,
boloes para farda, aparelbos para barretina,
nmeros, espberas, espadas, cornetas, alam-
padas turbulos, caldeirinbas, navetas, almo-
farizes, perfumadores.
Obras de folbas de (landres de todas as
qualidades, babs, bacas, bules e outros
uteneflos domsticos.
Lampies para gaz para engenhos, folba
e daares emcaixas, folbas de cobre e la-
to, tubos de chumbo para encanamentos de
todas as dimeoces, folbas de zinco, estanho
em burras e verguinha, lances e barras de
chumbo, vidros tinos para espelbos, de co-
res, bordados, e opacos, e oulros para vi-
dracas, diamantes para corlar vidros, cadi-
nbos ordinarios e de patente, rea para mol-
dar, folies para ferreiro. lavatorios com ba-
cas e jarros, trra podre e outros nmeros
ol jectos proprio de taes estabelecimenlos.
Sendo todas as obras inspeccionadas e
ieitas sob a direccjSo do socio ndministiador,
JosBaptista Braga o qnal se acha de novo aupen
especialmente incumbido da gerencia de to;Da sendo cano
importante estabelecimente, isso umaga- tras qualidades, as quaes o fabricante
A loja n 2 D Intitulada Coragao de Onro na roa do Cabng, acha-se d'ora am diante orTerecec
lo ao respeitavel publico com especialldade as pessoas que bonram a mnd os objectos do ultimo gos
td 'a Pars) par menas 20 por c;nto do que em ootra qualquer parte, garantindose a qualidade e a so
da ebras.
10 que .
_S__t>BrMaTl^TneM^mvM4mi9wt para menina pelo prego de &, maracas de
nrata com cabos de marBm e madreperola obra de moderno gosto (o que o enconlrarao no coragao de
onro) voltas de ouro com a competente crusinba ricamente enfeitada pelo pequeo prego de 12J, brin-
cos de um trabalho perfeilo por um mdico prego, cassoletas, traneaikis. pulceira alflneles par re
trai-s o cairos modelos tudo de alto gosto, aneis proprio para butar cabello e Arma, dito para casa-
mento no artito roseta tem o Coragao de Ouro um completo e bem variado sortimento de diversos
BOstoV buiSes para punhes coro diamante, rubins e esmeraldas, obra esta importante ja pelo sen va-
lor ia-'Dor costa ds deseoho, brincos a forma da delicada roaoslnha de moga com pmeente contendo es-
meraldas, rubn;, brilhantcs, perolas, o gosto sublime, altlnete para grvala no mesrao gosto, reto-
cios oara enhor cravados da pedras preciosas, ditos para hornera, diversas obras de bnlhantes de
imito gosto, crusinhas de rubins, esmeraldas, perolas o briibantes, aneis coro letras, carletas de
rvsial% ouro descoberla para retrato (a inglea) brincos de franja, ditos a imperatnie toda e qual-
auer joia para secoUcar retratos e obras de cabello, e oatros muitos objectos que os preteodentes en-
coutrarao no Coracode Ouro que se conserva com toda a amabilidade aos concorrentes donndo-
se de aqu mencionar precos de cortos objeclos porque (desculpem a maneira de fallar) dizendo-se
oreco talve alguero faca ino juno da obra, por ser to diminuta quanlu a vista do seu valor.
Na mema loja compra-se, troca-se ouro, prata e pedras preciosas, e umbem recebe-sa concer-
t, por menos do que em otara qualquer parte, o dao-se obras a amostra com penhor, conservando-s
a Coraco de Ouro aberto at as 8 oras da noile.
Oaalquer pessoa que se dirigir ao Coragao de Oaro nao se peder engaar cora a casa, pois
nota se ua sua frente am coraca" pendnrado pintado de araarello, alera de oatro qua se ola em um
rotulo (isto'se adverte em consecuencia de terem ja' algumas pessoas engaado com oalra casa.
VENDE-SE
As scgumtes obras;
Faliola ou a igreja das catacumbas,
pelo cardeal Wiseman, 2 volumos por 350u0;
Roceita para curar paiscOes, por Matbeus
de Magalliaes. 1 volume, I&OO : .4 Vir-
gem Guaraciaba, por Pinheiro Chagas, 1
i volume, porljJ50!'; Le Pech de Hade-
leine, por 150 ; ra do Crespo d. i fa.
brica de cbapos do sol.________________
Thesouro do christao
Acaba de sabir luz a segunda edico des-
la obra, contendo exercicios para mista, con-
fieso e communho ele ... etc.-
' Um volume de 47 paginas ntidamente
encardenado rs. 25500.
Encadernaco dourada rs. 3fl000.
RA DO CRESPO N. 9.
Mirarla Franceza.'
Ana cozf aheira.
Precis-se de urna coiiuneira para casa de fami-
lia, prefenndo-se esiravj, paga se bem : na ra
do Pires, sobrado u. 35.
Prac!sa-se de urna ama para coinbar c
comprar, etc.,para duas pe-soas : na roa Augusta
n. 88.
em
na
Preclsa-se d uro h-iramn para traballr.r
am sitio com escravos, preferese eslraDgelro
ma da Cadeia do Recife n. 25, armaiem.
Aloga-se o segando andar da casa n. 19
ra das Tnocbeiras, com commolos pira lamillas:
traia-se na ltj> da mesma casa ou na ra N.va de
Santa Rila n. 5.
A socedade l'oio Commerclal Benecente
convida a lodos os seos jcos, prenles e amigos
do 8oado soci Deonnlo Gogalves Mala, fallecido
no Porto a 8 do prolimo passado, para as a atiesa que lera de mandar celebrar por alma do
mesmo no dia 8 do correte trigsimo primeiro
da do sen passamento. na igreja do Espirito San-
to, as 6 boras da manbaa.
Jos Bom Ramos de Olivelra
Secreiarlo.
Presisa-se alugar nina ama e?crava ou livre, que
cozinbe e engomroe, para casa de pequea fami-
lia : o* roa da Concordia n. 34. sobrado do arma-
Z'.-m do sel-_____________________________
_y D. Senborinba Germaoa do Espirito Santo
avisa > pessoas que querera c>mprar terreno no
t logar Arraial, que ella j correu as linhas diviso-
na 'i ti?, e que o seo silio asta' no lodo desembarga-
do e veode o palmo a l&'M rs. : as pessoas que
desejarein possuir com pooco diobeiru bous sitios
e cora ptimo banbo, aproveitem a occasio, visto
qoe o sea silio, que v,i s-r retalbado, t>do plan-
tado com novos e oglimos arvoredos fructferos,
bavendo tambem nelle ierra de barro, proprla para
va-antes e baila de tapio).
A mesma convida ai pessoas qoe Ibe compraran)
terreos do logar Atoa-fri, qoe venbam reeeber
os seos ttulos de compra.
MMCJ.
Lectooa-se a solfejo e a 'tocar varios
iostrorneutos dando e as llgSes particu-
lares em suas proprias casas, das S ho-
ras da Urde at as 9 bor.s da noite : a
tratar oa ma Augusta a. 30 ou nesia ty-
potraphia.
Irmamlade dos Santos Martyrcs Qhm-
pi_ e ChritibiniaiiHO
Convido 09 sosos irroaos para comparecerera oo
domingo 10 do eorreitie, as 9 boras do da oo con-
sistorio da mesma Irmandade, para em mesa gerai
lazermos a eieicao da mesa administrativa do ao-
; oo de 1867 a 1868.
Consistorio 7 de oo''embro de 1807.
Padre apbael Antonio Coelbo
Secretario.
Attencao
Na roa da Clela do Recife n. 27, segundo an-
dar precisa-se fallar ao Sr. Frederlct G. o qua' fol
caxeiro dos Srs. Manuel z C.
jectos de inteira novuaie, dos quaes se li-
mitam mencionar apenas um pequero nu-
mero ficando o respe tavel publico na serte-
za de que neste estabelecimento sempre en-
conlrarao um c mpleto sortimento de arti-
gos de gosto e inteira novtdades como sejam.
Ciatos
Os muitos desojados cintos com pontos,
bordados a vedrilho, fazenda demoito gosto
e comeleta novidade, respeito a estes cintos
n3o fazem observarles e sim deixamos a
apreciaco d s esclarecidas freguezas isto s
no Gallo Vigilante na ra do Crespo n. 7.
Leques
Muito lindos leques d'osso, madeira, sn-
dalos, e madreperola ; pretos, brancos e de
cores, e muito se tornam recommendavel
pelas bonitas paisagens.
Flores
O melbor que se pode desejar neste arti-
go as quaes parecem naiuraes assim como,
tambem recebemos urna pequea porco to-
das pretas e se vendem na loja do Gallo
Vigilante roa do Crespo n. 7.
Capellas
Mui lindas gnnaldas brancas o de cores
aquellas para noivas, e estas para bailes, ca-
samentas e baptisados.
Lavas
Luvas de todas as qualidades para se-
nbora, bomem. men as, sendo de algod5o,
o da escocia, seda e pelica muito fresca e
do fabricante Jouvin, paree-nos que nao ha-
ver qnem ignore que por todos os vapores
da Europa o Gallo Vigilante, recebe grande
quantidade deste artigo e por isso sempre
tem sortimento a vontade do comprador, e
tambem nao se valle da falla o seu proco
sempre o mesmo.
Rentes
Muito bonitos pentes de tartaruga para
coque e alizar os cabellos, assim como para
arrega^ar os mesmos e muitas outras quali-
dades.
_ seo va s
Grande sortimento de estovas, para roupa,
cabellos, chapeos, dentes e unhas, sendo de
osso, bfalo, baleia, marfim e madreperola.
Nava has
Superiores na/albas pequeas para bar-
de marnm, tartaruga e ou-
rantia pela sua longa pralica, que tem os se-
nbores freguezes de que serio servid >s a
contento, com prompiidoe prego commo
rante a boa qualtdade.
Abotuaduras
Chegarara as n ui lindas guarnigoes
de
uvutciiu/, U'tu uiuuii;tiua do, peloque os proprietarios lhe sero agr- iboloes para colla es fazenda de gusto, assim
decidos n como grande sortimento de b jtoes para pu-
------ ----------------........----------nhos.
ARROZ M CASCA
Vendase era saceos grandes a 4^500 : no tra-
piche do C.onba. ____ ___
Directorio parochlal
ou
AihbsiT!) manual dos parocbos
obra uiissima aos parocbo?, s;us condju.ores e
aes sacerdotes i-m seral.
Um volume prrgj 65.
Vende ?c na uvraria Ccbnjmica ao p do arco
d<<. suu > Antonio.
Cabriolet
de4rod?sel cavallo muito superior, veoJe-se
para tratar na roa d)Cre>po n. 16, I* andar, pa-
ra ver sh na ccnelra > Paulino ra de S. Amaro.
CHAPEOS
Mi ame Adour recebeu no oitimo vapor cha-
peos de senbora muito bonitos : annoncia para
qoem qaiier ver oaraa do Imp rador o. 20, se-
gundo andar, todos os das das 10 as 3 horas da
lardo. ___________
Vende se o predio di ra da Soledade o. 46,
livre e de.-embaragade, em cbaos proprios : a tra-
tar no me.-ino.
Veodera se e-eravos de ambos os osaos, al-
Kiins cora habilidades: na ra do Imperador n.
43, 2* aodar.
Sal do \ssu'
A burdo da escuna Georgiana* : a tratar com
Tasso lrmaos.
-VENTDE3E
A fabrica de re finar assucar
\o lagai* d> Mootelro
O proprit-tario oe estabelecimento t ni i absoluta necessidade de re-
tirarse para l\>rtueai, onde vai tratar de sua
iaode, resolved ezpr dito estabelecimento ao con-
corso d'aqooilas pessjasqoe n preteoderem com-
prar, med oto todas as irformagies possiveis
acercado movimeolo das machinas e fabrio do
assucar que serlo mmisiradus polo proprietario.
garaotindo esie o permito estado ae tudo quanto
relatlv > e couceroettt ao mesmo Clabalecimemo.
O macbnismo la fabrica movido por agoa e a
vapor, e pode funecionar em termos a retinar 240
arrubas do assucar por da. As grandes vanta-
gens que o proprietano off-irece como certas aos
pretndenos podem ser previstas por tjdos que
julgarera com preciso, da oecessidade de que se
rtcent* esta provincia de uno estabelecimento de
tal ordem o dahi o lucro que se aofare a propor-
gao que dita fabrica tem de foocionar regol r-
rnentH: a tratar no caes 22 de Movemnro arma-
iem o. 26.
armaztus de Tasso
Vena ->e am si brado de ora andar ua ra
Velha, com grande quintal onde se pode edificar
nma casa terrea com frente para a campia da
roa da Alegra : a tratar na serrarla da ponte
velba.
Miiho
Vende-s a mllho novo cora 18 cuas o sacco por
24800 : a ra da Praia armaiem o. 59. ______
Veude-se urna rica camoba de pitia marfim
toda ornada de liados ramos para estojo de costu-
ra, assim como um babuzinuo e um porta relogio
de flores de cooro obra prima, tambem se faz de
encommeoda : oa roa do Cibag loja da aguia de
ouro se vera' os.dilos objectos.
5
Se vacia
Vende se na ra DIreltan 30.
Bois.
Vendom-se dous bois mansos viodos de Gara-
nb'.ins, sao graodos e moiio lindos : trata-se na
ra do Amcrim n. 52, armaiem do Agolar.
Vende-fe um terreno fm Caiins com fren
te para a estrada que seeoe para a Vanea (co
r.heclda por estrada d'igoa frrea) cojo terreno
t?m 90 palmos ae (reme e 250 de laodo : a trat:r
a roa do Aroorim n. 37, armaiem.
Gesso
para a toques de casas : nos
IrmS, rxes do Apollo.___________________
Vende-siflograpnias de algnns poetas, e ou
tros bomeus illu'tres da provincia de Pernarnbuco,
pelo commendador A. J. de Mello: 3 tomos, 9000.
Na loja de livros do Sr. Monteiro: oa ra do Im-
perador, oo ra Augusta o. 92.
Fumo de Garanuuns
Chegou o especial r roa do Qteimado loja de 11.
R de Carvalho, o. 18.
Vervlera-e duas casas na estayj de Uoa,
em o melbor logar de negocio ou para morar, fes-
sim como so precisa alugar dua escravas de bna
conducta para vender com laboleiro, pagando se
muilo bem : na roa da Praia armaiem n. 25.
Farinha a 4*600
Veude-se saceos grandes com superior farinha :
no trapiche do Cunha.
Jomaes para 1868
Xa llvrarla Fraawia assignam-se
todos os jornaes da Europa ; os Srs. assig-
nantes encootrarao amostras dos perioJicos,
e catlogos dos mesmos.
RA DO CRESPO N. 9.
Ao commercio
Vende-se a taberna da ra do Padre Ftoriano n.
41, ja esii alregaezada, proprla p.ra principiante
por le'r poucos foodos!
Peca.
Na roa do Qoelmado n. 46 lo|a, vende se ama
booiti oegriotia com idade da 12 aonos, propria
para casa de familia.
-^"Veodrse um bonito carnelro, grande, gordo
e mallo manso, proprio para menino aprender
montar; tem appareibo de carga : a' roa da Flo-
ren tiu3 n. 28, segundo andar, se dir' quera vende,
~^~Vendem se dous ornamentos sebastos, bran-
co, encarnado, roxo, verde, de damasco, com todos
os seas pertences, cliz, mi-sal, galbeitas, estante,
pedra d'alvs, amito, cordSo corporal, sangoiobo,
purificada, 'te. : na casa do saenslaj da Ordem
Terceira de S. Francisco._______ _____
Veode-se a loja da cbarutos Buar dos Fu*
maotessita a'roa da Imperalriz o. 13 A, a qoal
acha se concertada e pintada de novo e multo
afreguezad : a tratar na mesma.
GRANDE BAZAR
ra Nova n. 20 e 22
Machinas pa a costura do autor Wbeele
A Wilson, chegadas ltimamente da Ame
rica; as qoaes pude cozer-se com don.
pespontos, toda e qualquer fazenda, emb
inhar, frangir, bordar e marcar ronpa; todt
com perfeicao. Sao lao simples, que com
prehnde-se fcilmente a maneira do trab
ho e a pessoa tendo pratica de coser em m>
rbinas, pode fazer por da o servido que b
ciam 30 costoreiras.
Cbama-se este estabelecimento a altr-
elo do publico, visto que elle se acba com
pletamente sortido de objectos de gosto
como bem leques de madreperola e de sat
dalo, fivelas, fitas para cinto, cokes perfo
maria e etc,
Na ra nova n. 20 e 22. Carneiro Via'
na &C.
GRANDE BAZAR
RA NOVA N. -0 E 22
Machinas para descarocar algodo. do m
Ibor autor que tem apparecido na America
E' tal a execocSo do macbinismo, que o a)>
godao sabe quasi tao perteito como o de bo
landeira. Recommenda-se a attencSo do
Srs. agricultores, estas machinas.
Bren
a 24 a arroba e em barrica por muito menos : nc
armazem da bola amarella no oilio i crelarlj
da polica. ^_____
Veode-se orna armagio propria pora qnal-
quer negocio, a dlnbeiro oa a praso ; as Cinco
Ponus b. 68 : tem eoomodos para lamilla.
dem para forro a Q a peca com O jar-
das.
Cambraia de linho muito fina de 6* e 95 a
vara.
Madnpoloes finos de 64, 7(5, 8^, 9/5,104,
114 e 124 a peca.
Platilba de algodo superior fazenda para
saias a 34200 a peca com lo varas.
Cobertas de chitas de ramagem a 246oo.
Lences de bamburgo fino a 24400.
dem de bramante muito fino a 34200.
Pannos adamascados para cobrir mesa a
44500.
Goardanapos de linho adamascados a 44
a dozia.
Atualhado adamascado com 7 1/2 palmos
de largura a 24 a vara.
dem adamascado de linbo com 7 1/2 pal-
mos de largura a :<4 a vara.
Algodo entestado com a mesma largura
a I-Vi oo a vara.
dem trancado de algodo a 14800 a vara.
Toalhas alcochoadas de linbo lisas a 114
a duzia.
dem de sgodao felpudas a 134 e 144
a duzia.
Colchas de fusta o a 64.
Lencos de cambraia brancos nos a I4S00,
24 e 245oo a duzia-
Lencos de cassa fimssimos a 34200 e
3460- a duzia.
Fil de linbo liso a 8oo a vara.
dem com salpicos a 14ooo a var
Grosdeoapies preto bom a 14Poo, 24
208oo o covado.
Morantiqoe preto superior a 24?oo o co-
vado.
Flanella de todas as cores a 800 rs. o co-
vado.
Tarlatana de todas as cores a 8oo rs, a
vara.
Bramante de linho com 10 palmos de lar-
gura a ;oo a vara.
dem de linbo com 5 palmos a >42oo >
vara.
dem de linho com 31/2 palmos a 8ooa
vara.
Riquissimos basquins a 254000.
Assim como outras muitas fazendas que
se veode por menos que em ouira qualquer
parte, o d-se amostras de tudo,
Bales de 2o. 23, 3o, 33, 4o e o arcos
para senhora a 2?5, 20oo, 34,*345'oe 44 o
ojSooo.
Ditos de 2o e 3o arcos com mollas a 54
64.
Ditos de murculina estreitos a 64.
Espaitilbos finos a 64-
1 Vi caltas finissimas a 4oo res o covado.
Attencao aliquidac&o.
Oarrtrrtiaste das lijas de lerrageos do fallecido
Seoastiio Jjsda Silva, (roa Nova n. 33 e 33),
cbama a attenco dos senhi rfS de eDg>-nhns e do
respeitavel publico em geral, para se provprem C3
ferragens e miudezas por poaco dinbeiro, visto es-
tar resrlvido a acabar cem todas as ftrragano
miudezas exiisientes em ditas lejas: para pruva
do expnsto, menciona os presos por que esta* ven-
d-ndi alguns ardeos, alem de urna inQnidade da
artigos qne se torna enfadoobo enamorar.
Alambiques de cobro de diversos tamanhos
com seus pertences, fnndos de dito, pas-
saderas e reffriadeiras, a libra. 70
Bu'ias e laxos fle tabre, a libra. : '" 0
Camas de frrrj, cada urna.....155000
Fogareiros de 1J600 a......25: O
FogSes d<< (erro, cada um.....3*>< 00
Porcelana, a libra...... ', CALCADO
francez perfu-
maras
e
lavas.
DIVERSAS
quinqnilbari-
as finas
e
brinqnedes
ARMAZEM DO VAPOR
Kua Nova n. 7.
Acaba de chegar de Paris a este estab^elecmen-
lo um grande m uimmio de calcados para homens,
seohoras, meninas e meninos; excedentes botes
e pernelras para montara, lavas de pellica do fa-
bricante Jouvin, ditas de seda, ditas de Bo d'es-
OOSStl de bellas cores e novos raodelli-s, perfuma-
ras moiti fina, briuos d'uuro de le a' ultima mo-
da e bom g'-sto d'aquelu grande praca, taoto para
sechiras como para meninas, leques cuito tem
sortidis em gotto?, e em qo lidades, cbicoliohos
fios de baleia v cabo do marflm para senheras o
liara hom-ns. h-ngalas para meninos, ditas muito
iloas de canoa e ra.-ti s de marfim primorosa-
mente trabalhado para bomem, ocolos e lonetas
de ac >, ditas ditas de tartarnga, bonitas carteiri-
nhas para aioueiro, eaixinbas com mnstea para
costura, caivetes e thesoonnbas finas, bi'Uqutts
de Sores de porcellaaa cou-a nova moito iDteres-
saote, abar-jous pira caodieiros, ditos para lauter-
oas de piano, molduras douradas, estampas, qua-
dros, espelbos de diversos lamaobos, boleas da
viajero, sacos, malas, esterioscope, cosmoramas,
laniernas mgicas com as mais pilorescas vistas n
phanlamasgoria, accordions, realeljos, ohados rj
novos padroes e da mlhor qoalidade para mesas,
carrmbose cabriulets para conduzir crlanca gran-
de variedad.) de briquedos novos para menioos <
meninas, a.-sini cumo outros proprios para ornar
presepes, e outros muitos diflereotes objectos -t
qutoquilbarias qoe se achara expostas e v- ni- <.,
se barato no armaura do vapor, roa Nova o. 7.
tondecoraces
A bem coobecida luja de joias de More ira ^
Duarte, a' roa do Cah->g o. 7, acaba de rereter
porgao de hbitos oofflclalalos da ordem da Ro.a.
e hbitos da de Cbrisio de diflereotes tamauhi.fi
qne veode por pregos mu razoaveis, alera dtfso
cooiiooa a ter como sempre um completo sorti-
mento de joias dos gostos mais moderos para as
quaes conta com o concurso de seus boas T(-
gaezt?. ______________________
tiliocalale neitoral
Vndese o melbor chocolate bespanhol que :n
vlndo a este mercado, fabricado espressamcntH
para este clima, pelo diminu) prego de 800 rs ;\
libra : na roa da Imperalriz n. 13, loja do promp-
to alllvio.
Muas
E-peram-se cem destes animaes, mallo superio-
res, viudos do Rio da Prata : qaem pretender cem
prar, dinja-se a* praga do commercio, aotig ra
do trapiche D. G,para tratar.
LJ___J


=
UH
tatfcMt Ww t Koeabro de 1867.
DO
R. fcEVlALi,
eris-9-
Para o tratamiento e cora rpida e completa das mjUrtft-4|BJIil'cas-.
s, rheumatismo, bobas, gota, debilidade do estomago, infianwacoee cVonicas do figado
a baco, dores sciaticas, cepbalalgias, nevralgias, alceras cbrcas, bydjfopesias, pleun-
tias, gonorrheas chronicas e em ge al todas as molestia eai $M setena* W *to aP'
ricaco do systema sanguneo.
Considera c5e* gerana
'A saude om bem inapreeiavel, cuja importancia e valor so est reservado ao eos
femoe ataa-lo, ,.. A i ^. .....
incontestavel qoe ahornam neste atando oonstantemenU, e por todos osiaao
Uacado por urna infinidade do agentes morbificos que todos tondem, dadas certas e detep
minadas cireumstancias, a attarar regular ewcic 4a* aoccow orgnica, reauUanbo
pesie desequilibrio o aja* je.etamamolestia. .
A molestia nSo mais do que a desvirtuado das torcas vitaes, occanonaaa,- a,
gando as iavestigacQes e expeieocias dos mais abalisado mostres da sciencia, pela depra-
'ac3o dos humores geraes, consequencia da acco maligna iessasmasmos agentes mora a
dcos introduzdos no organismo pelo acto da respirado, pela va digestiva, pelo contacto
tinmediato etc. etc. ete.
A sypilis infelizmente tem sido a partilba da bnmaijidade, e como fra de dor-
la que ease terrivel Proteo da medicina urna molestia hereditaria, ella tem aido obser
Ao re&peitavel publico peraambacano pede-se
Atengo
iaiteiga ingleza
320, 500, 800 e 14 s no armazem se acha vista.
Manteca franceza
em lioras 560 e 640, em barris se far differenca.
Banha de porco'
libras 320 e 380, em porfo se tari differenca.
Fructas '
em calda Pera, Pecego, Rainba Claudia, Alpene e oatras muitas 500 e 640 1 lata.
. Ervllhaa
Portuguezas 640, francezas 900.
Famo
em latas do Para e de albaneque, lata f e 4<60.
- Ctaatana de mllho
em paco tes, dita da trra 100 e 200 a libra.
VlBhO
de Bordean*- em caixa a dnzia %&, garrafa 500, dito de 84 a dua, 300 a garrafa, dito a

Fundico da Aurora
Taixas de ferro nado, bom soriimeuto e qoali-
dada superior'
k
mmm
DE
rada em todas as idades, e debaixo de todas as suas formas to variadas, enfraquecendo 1 i ;onstiiuicoes robustas, produindo matilacoes, e cortaadi) ainda em flor da idade vida
preciosas.
Eliminar da economa esses principios deteterios. e purificar a massa geral do
minores tem sido desde lempo immemorial o fim constante da medicina, e os purgati-
vos figuram em primeiro lugar para preencher esse desiteratun ou fim.
O Elixir depurativo do Dr. Se vial parece merecer a preferencia sobre todos: os
jnmensos successos obtidos pelo aso deste salatar agene tasto aa Aliemanha, como em
Franca e Italia, o toroam o companheiro ioseparavel de quasl todos os doentes.
Sendo as molestias, como cima dissemos, de vidas as alteraces dos humores, o
Elixir depurativo do Dr. Sevial pode ser empregado ventajosamente na syphilis, erisy-
como flgueira caada 30500 e 4, poro J A A Lisboa 2^1800, 3* e 30500 a qaalidade
convida.
_____

CU*
em lata de 5 gafes e mas pequeas a vontade do comprador, em garrafa.
Aflate
140 e lt 0 a libra, patoso a 100 a libra.
Azelte
em garrafas a 800 e 15.
CHARUTOS
em calxa de 50 por U, dito. Delicias, Trovadores e Parisienses em caixas de 100, ditos
pelas, rhelunatismos, bobas, gota, debilidade do estomago, inflammagoes chronicas de da Exposic5o caixa 55, ditos de Regala caixas com 100 a 25500 e outras muitas marcas
gado e baco, dores sciaticas, cepbalalgias, nevralgias, ulceras cnronicas, bydropesias, qne s na presentados compradores.
pieorisias, gonorrheas chronicas etc. e em geral era todas as molestias em qae se tenha | PREZUNTOS
sm vista a purificacao do systema sanguneo; pois que urna pratica constante tem falto de lamego em barril, ditos de fiambre o melhor que ha no mercado por prego qae faz
rer que elle indispensavel nos casos gravissimos para minorar os soffrimentos, pre- admirar >
parar o doente para medicacCes superiores ; e as menos graves a cora a conse-
cuencia do sea uso, convenientemente repetido.
As substancias que entram na composicao do Elixir depurativo do Dr. Sevia
oertencem todas exclusivamente ao reino vegetal, e grande catbegoria das substaa-
;ias depurativas e antisypbiliticas; assim, ao passo que este remedio depara e org:
aismo, eliminando os principios nocivos saude, pelo mecanismo natural das evau-
ices alvinas, neutralisa ao mesmo tempo o virus sypliilitico qaaado este virjeaY.
tem feito erupcio no exterior debaixo de suas multiplicadas formas; e previne ta
aem os estragos dessa terrivel molestia, qaando por ventura se acbe ella anda no
stado de encubando, isto sem se ter manifestado sob formas externas: beneficie
inmenso, tanto mais quanto neste estado os individuos igneram completaBoeate se-es>
o contaminados por este terrivel inimigo.
O sabor agradavel d'este Elixir convem a todos os estmagos, a sua ac$8oiso-
are o tubo intestinal suave e benigna, e de nenhuma forma produz molestias modi-
tamentosas, como acontece ao purgante dito Le Roy, qu.e na sua qnahdade de drs-
tico forte irrita a mucosa intestinal, e consecutivamente a seroza, resaltando dqste es
;ado, muitas vezes, bydropesias, que quasi sempre terminam pela morte do doente.
Assim_pois esperamos que o uso deste remedio justifique cabalmente as nos-
tas asseveracoes, porque sendo om medicamento tao himples na sua composicao. a
pratica tem confirmado sua utilidade.
nico deposito

Peraambcco
Na botica e drogara
DE
Barthotomeo Companhia.
34RA DO ROSARIO LARGA34

xm
PREPARARES FERREAS-BANGANICAS
APPROTADAS PBtA 1CADBMIA DB MBDlCHfA
DE BURIN DV BUISSON
rkruunto, Inrud aU iuitaa le Ii:iu it tuv
DOCE DE GOIABA
caixoes de 560 fino, ditos de 15500 qne parece marmellada, dito em latas muito fina
qaalidade a 15200.
BOCETAS
com doce secco a 15 e 25.
A QUEUOS
do Alentejo em latas chegado pelo vapor Oneida, ditos Fame ngos e Pratos dos mais novos
que ba no mercado.
AZEITONAS
de elvas como no mercado n5o temos a 15 a lata, em barris do Porto a 15 como no ha
meiaor.
0 eminente profewor TaooflSBAO, na nltima edi?lo de sen Tratado d Thera-
peutica Malmia medica, recoohece qHe os ferruginosos ampies so mnilaa
veaea neficazes para enrar as molestias que tecm por ciusa o empobrec ment
ao sangae. Muitos mdicos dos mais distinctos ttribuem e&ie m o xito i ausencia,
n essas preparacSes, do mongane$e, que se acha no sangue, como e tem reconLecido
os cfimicos os mais peritos, sempre intimamente unido om o ferro.
K pois, prestarle uir verdadeiro servico aos S" Mdicos, o chamar-se -na attencio
sobre u preparacCes seguales.
"o
I
2
4o
Pos ferreos maraicos iiaAo in,n,e^iau1mene ?,,'vM-jad*,
immuI-. uiauaauH;UJ fazoia, agradavel, subsUtumdo com vantagem
economa as aguas minerae* terruginosas.
PIbIm e Xarope de iednreto de ferro e de maiiganese inalteraveis
cooUBdo cada unu cinco centigramos de iodnreto de ferro manganico indicad^!:
ptrneularmeiite as molestas Tvmphacas, escrofutosas, e as chamadas csa-
eroeas e tuberculosas.
rt|a de lactalo de ferro e de mmm
Pilulis de carbonato frreo manganico
receitadu especielmente
para a chlorosis, a ane-
mia, a leucorrbea, a ame-
Dorrnea. A indiacio de
Jteraar estas dnu preparaebes di os memores resltalos.
0 f Bnrin di luisson desbando obter a adbesto oomplta do publico medien
dfsp^^dTrigen^eT1*^* "**" K PB* rttaiUBeato "*
Xa Ptmambuco. t sen agente feral, Mausr a G, pbinueentiee, na Unta.
Joaquim de Almeida Hnto
Ajurubeba contra o ingorgi
lamento do figado e do baen
Em extracto alcoollco, emplas-
tro, lesa, tintura, pila la,
xarope e rloho
A jorubeba urna das substancias medi-
camentosas que pertencem ao reino vega
tal, e pertence a classe dos tnicos e desobs-
traentes, sendo empregada com vantagem
contra as febres intermitentes acompanbadas
de engo gitameau de gado e tem sido applicada com incontestavel pro-
ve tu contra a anemia ou culorose, e hydro-
phesia, catbarro da bexiga, e mesmo para
combater a menstruaco difficil, resultante
da mesma anemia ou cblorose.
Uepesiles fteraes
Em Pernambuco, roa larga do Rosario
n. 10, Rio de Janeiro, pbarmacia do Sr.
Durado, Rio Grande do Sol. em casa dos
Srs, Cascao & C, Macei, pbarmacia do Sr.
Claudino, no Havre, pbarmacia de Mr. Ma-
rica!, em Lisboa, na pbarmacia do Sr. Feij.
iiiBiiiniiii!
MPharmacla especial horneo-,
patalea do Dr. sabino 9
L. Plnho.
Cha de sorte para uso das
I pessoas que se tratam bomeopathi-
M camente.
Hg Vende-se em pacotes de libra a
m 35200 rs.
Roa Nova n. 43.
**
0 cardeiro providente
Na antiga loja de miudezas a ra do Quei-
mado n. 16.
Tendo sempre em vista nao nubar o tempo aos
seas (regneies com extensos anncucios ; mas
tambem nao quereodo qae os mesmos (regnezes
igoorem o qae de aovo tem elle recebido, por isso
resamidamuote o dir': ebegaodo assim ao co-
nbecimento de todos qae a dita loja do Cirdeiro
Previdenle, roa do Queimado n. 16, recebea o se-
gaiDte :
Bonitas e duradoras ligas de pellica para meias,
tanto para sentioras como para meninas.
Leques de diversos e modernos go?los.
Peuiej com eafeites dourados e nao doarados,
para meoioas.
Coqaes simples eenfeltados, moldes Inteiramen-
te novos.
Bom papel em caiiiobas Use, paulado donra-
do e timbrado, e outros moilos cujelos, qoemeo-
ciona-los sena bastaote enfadonbo, e que se ven-
de eio dita loja da miadezas do Cordelro Previ-
dente, ra do Queimado u. 16.
\. Caltam flores,
O Cordeiro Prevideote a roa do Queimado b. 16
tem c i-iui!em''fiie qid lindo sortimeoto de fi-
nas lijjjniu.-' 11 ; por isso quaodo alguma ha.
bilidosa jovea quier preparar qualquer eoleiie de
28n 32o, o covjdo: rui da Itnperatri^ lojas Venaje pautte de panno a 35, 65, ^'coS^SIe^^rQuelmadoV^
da Arara ns 5b e 72. 85 e 105; palito! de casimira de cores a' ^** ^es.
wadapijioo a 45 a peca. 65, 85, e lo5, falitots de meiacasimira a! Para nlvcjar os tientes.
Vende-se pecas de maJspolao a 45,55,d'no SS.'one 45, calcas de casimira a 55, 65 e
muito fino6<), 75, 85, 9, lo5 : ra da Im- 75, ditas prctas 55, 65, 73 e 5, ditas de
peralriz lojas eartrazerada Arara ns.56e 72. meia casimira a 25loo 35 e 355oo coletes
Cortes de cambraias de barras a 5 de casemira a 35, 3;5?oo seruulas a 15 ; merecido todo cooceiio p-.rque nao s alveja per-
Vende-se cortes de camoraias de bonitas 156oo, 25 e 255oo: ra da Imperatriz lojas [e,l:
barras a 25, 255oo e 35ooo. da Arara ns. 56 e 72.
Ditos de c mbraia bordadas brancos e de AlgodSo enfestado a 15 a vara.
f.Brakwisco Jos wermann
[RA NOVA N. 21,
acaba de reeeber nm lindo e magnifico ior
timento de oculos, lnnetos, binculos, do ul
timo e mais aperado gosto da Europa eco
los tk alcance para observabea e.pam t
maritftaeav
Fundigo dAurora em
Simio Amaro
Completo sortlmento de taixas batidas e fundi-
das, alambiques de todos os lmannos e fondos de
ditos, moeodis de todos os tamaobos de superior
qnahdade, crivos e boceas de fornalb, o qne lado
> vende por comana preco.
Vaporee.
Vende-se eos cas* de Saanders Brothers & C
o largo do Corpo Santo n. II, vapores patantei
om todos os pertences proprios para Uier mover
es on qnatro machinas para desenroctr lgodio
Parte, 36, Roa Vivenne. D
CHABlf M^DrC'w SPCIAL
.
FAZENDAS DAS LOJAS E ARMAZEM DA
R
Tendo o proprietario destes doosestabe-
lecimentos resolvido liquidar grande parte
de suas fazendas por isso resol veu por em li-
quidacio para vender mais barato do que
em oulra parte.
Chitas 160 o cvado.
Vende-se ditas em retalhos a 160 rs. o
covado, ditas em pega a 200 rs. ocovado
Alpacas de lista a Soo rs. o covado.
Vende-se alpacas de listas e de flores
proprias para vestidos de senhoras a 5oo,
6oo e 56o rs. o covado: ra da Imperatriz
lojas da Arara ns. 56 e 72.
Casemira com peqneuo toque de mofo a 15.
Vende-se casemira para calcas e p litot
com pequeo toq le de mofo a 15 o covado
cassa franceza a 2o, 28o ns. o ovado: ra ra da Imperatriz lojas da Arara ns. 56 e 72'
da Imperatriz lojas da Arara ns. 56 e 72.
Laazinhas da Arara 24o o covado. "RmiTMi frita n-trinn^l
Vende-se lasinbas para vestidos 2io, Bupa IWLd IdOlOlidl,
d SAIVG
RLUSl47E
COPA'HU
AS ENrEUiaMMAS DM ICXtlAES, AS ktt
)ES r.HTAWEAS. E A VTEBAgOES DO SANGUE.
1 ao.eso nras da* in;)nj>iu,
pstula, kerpei. ama,
cumixoes, acrimonia, i aU
Iirfoei,viciotaido*anguti
' virut, alteraco4S%ria gue (Xarope vegnLiJ s>>n mercuri). Ste|uirCaiC
vesetaea BAIVlHHi vii\i iiaim tomio-se do-, f
tr semana, setnimla o trsctamtmo Depurativo.-
aa>pregadu n>* mti.-niis nolestui.
Este XaropeCUractodeiKS?/
4e CliAM.E. un tamedi>.
i-elaiufao, e debilidad*, $)
iguiUnante os fluz-ot e flor M
brancas das multicn. Esta njeecao beriijni utr
rega-K coa o Xarope da Curado de Ferro.
Mewirrtl*!, Pomada qM cura tni'lisa,
. POMADA ANTIHERPETTCA
Contra: as affecfoei cutnea.
PILULAS VEGETAES DEPURAT1VW9
o Chfele, cid fraacu yti ccoaDakao i*
tsihUO.
AVISO AOS SRS. MDICOS.
CuSSI eorro. tate
co*jHf.hiche irru ; i.tt
%\m\ % yl i nervosa i $a -im /"-oti-
11tJ di III (I H ril q ck"" **" -1 "x**
i ir UAJmmJUst Uo pesio,- tui-Ui UUIA t'Ultlr rrhilrd tlf-l. lafOp^ D" FlIROBT.
Dr. CUAnu em Part, ras Motea!** ia
A venda na pharmacia de P. Manrer n
e C, em Pernambuco.
$i*vMm
TEBDADEItl l 9SI
de SlU-SO.CT, DoHur-MWttn
Ru do Selno, 6i, di PAHIS,
1
O cordeiro providente a ra do Queimado ?. 16
receben do bem cjohecidu fabricante Juob. Gos-
oeil & C urna ptima qualidade de pos para dea-
tes apjmatisados com cantora qoe recluiente tem

a.H.......M,..BP;
Vende-se na pharmacia de P. Maurer & C, ra Nova.

*
SA0DEMU1T
Variado sortluento da mjJeraos chapeos echapallBM de seda, de fil e de palba de Italia
<-ti siuniTi e menina. v
Saperiores tiras, bordadinbos e entre malos bardados em cambraia tapada e transparente.
Na leja das colnmaas a roa do Crespo n. 13
DE
Antonio Correia de Yasconcellos & Companhia.
SOVO DEPOSITO
ee V^t ^KC-^OCAR ALGODiCl
Manoel Bento de Oliveira Braga.
53Rua Direlia __53
Neste estabeteeimeato se encontrarSo a
veroadeiras machinas iimericsnasrchegadas nltima-
mente, as qnaes -s5o fitas Pelo mais afamado fa-
bricante da America, por sno avisa a todas as pes-
soas que precisaren comprar, de se dirigir a este
estabelecimento que comprarlo das mais perfeita?
neste genero, assim como mais barato do que em
outra qualquer parte, por i aso qnt w recebe por
conta propria, bem c nhos para moer milho, e grande sorti ment defer-
ragens e miudezas em /jrosso a a retalho.,.
Facas de cabo tranca de meio rwlinfo a 45
a duiia.. limas finas de todos ostamanbes proprias
da trabalho de escoltuni.
b :
cores a 45, 45Soo e 55: ra da Imperatriz
lojas da Ar.ira, ns. 56 e 72.
Arara vende algodSo a peca 35-
Vende-se pe$a de algodo a 35. 45, 55,
65,16. H; ra da Imperatriz ns. 5t> e Ti.
Riscado fi-,.ncez de lisias a 3Go rs. o covado.
Vende-se meado francez de listas para
vestidos a 3(!o e ioo rs: ra da Imperatriz
lojas da Arara, ns. 56 e 72.
Ditas franceza a 2o rs. ocovado.
Vende-se chitas francezas finas a24o, i'Ho,
32o e 4oo rs. o covado: ra da Imperatriz
lojas e armazem da Arara ns. 56 e 72.
Miudeas baratas,
LOJA DE SOUZA SOARES & IRMO
Roa \'va a. 98.
Ros-tas de core?, era caiiiuhas de urna duzia
a 150U.
Brincos a balo de curesdo?ia a 1J6G0.
Grampas coro cabega de vidroduna a 160 rs.
Agolheir.is de metal, sonidosduzia 4i0 rs.
Uitos de madeir/, pintad*?duzia 2'i0 rs.
Boloe? de mnedinha donrados para pannodn-
zia de pnres l|900.
Dito; de maorepercla para camisa srosa >C0 rs.
Ditos ''e reo p;ira calca-a grogs 2i0 rs.
Libras de liiiha. primeira qualidtde om novel-
los, sonido, a 25300.
Libras de dita, se?un la qaalidade, ?m novellc
scrtido- a?ip 500.
Gaias de dita cem 50 oovellos a 640 rs.
Ditas de dita do %*i cem 40 novellos a 800 rs.
Ditas de dita de marcar a 240 rs.
Ditas de dita branca com 10 novellos grande?
a 560 rs.
Duzjs de carros de linda de 100 jardas a
360 rs.
Daziis.de ditos de linba.de200 jardas a 15*00.
Duzias de certoes de dita prea e branca a
160 rs.
Miadas de linha de roiz a 150 rs.
Caixiobas com soldados de chumbo a 120 rs.
E^pelbos eom moldara dourada a 180 rs.
Pentes de laco dourado para coco a 500 rs.
Ditos de laco liso para dito a 440 rs.
Ditos dourados com floresdoria a 25400 rs.
Ditos de btalos muito bons para alisarduzia
25400.
Ditos de chifre, fazenda boadoria 15100.
Dedjes amarellos e prateadosdnzia 340 rs.
AliH t>-s em cartas de 14 pentes a 120 rs.
Duzias de caix'nbas de cotcnetps a 040 rs.
Dozias de candes de ditos a 600 e 900 rs.
Espoletas verdadeira B. B.calxa a 100 rs.
Pecas de fila para coz, larga com 10 varas a
500 rs.
Ditas je flta de seda n. % com 8 varas a 260 rs
Cadac,) branca para serootospeca 50 rs.
Laa dit todas as cores par bordarlibra 65500.
Pecas com 10 varas de labyrlnto fno, sorti-
menio e.-treiio a 15500.
Pbosplioros de cera em eaiiinlas-dazia 360 rs
Ditos de pao encerado sem cbelroduzia de csi-
rinbas 360 rs.
Carlilbas da dontrina cbrl.-taa a 320 rs.
UbreU? de colla em 'laixlnbus-dazia 320 e
500 rs.
. Sabonetes finos para miosdnzia 800 e 15000.
Facas o garfos.cabo le osso-duzia 25500.
Fivells para cintos, rulselras, perfamarls de
empre no raelb.r estado de perfeico, assim pois
' queiram vir comprar ditos pos na n.esma loja
! do Cordeiro Previdente, ra do Queimado o. 16
sorti-
Algsdo enfestado para leares e toalbas !
mnil!, ^f^0 lm a ^: FUa nento de enfeite? com pontas para vestidos, tanto
imperatriz lojas e armazem da Arara ns. 56 de seda como de laa que combinara perfntamen
Si. Teies eom poutas.
U Cordeiro Prevideote receben uin lindo
8m oda EEiiafa, til, Mira rolhi e o ,-
que lri o oicu .u:?, un iluto \raprraa ti i: .i-
rtllocjta o SatLS irHrii!. eo OTESWO ra
X B. emrt.
_tendci-ifu.-!.!i!ra
W\etv97 bttV.r.: i,
t 60 di
ir. iSima.r>4t te
,-,o
Eftkif t*. ...
CTEI)R-MEOLCirN
D0BIBfr*EOClNS:^
VET rUARfACIEH
6 72.
Cortes de laa de i l covados
Vende-se corles de la de 14 covados a
35, 45 e 55: ra da Imperatriz lojas da Ara-
ra ns 56 e 72.
Ricas saias borda las a 351-oo.
Vende-se ricas saias bordaos para senho-
ra a 355oo, 55, 65 e 75, bales de arcosa
25.2;5"oo, 35 e 35Soo: ra da Imperatriz
lojas da Arara, ns. 56 72.
todjrs as qaalidade?, tranca?, meias, etc., etc.,
todo o mais que seja tenente ao sonimento Je
miodeza^, ferragtns, qcinquilbarias e candielros a
gaz.
Garante-se siaoeilJa.de e baraleza nos presos.
Bival

rundo.
sem fe
Kna do HucIsusbo b. .
'lacr acabar cam as fazeadas abah
iueaciostidas.
QHfiraai vlr ver o qne fcotn e bnralissime.
Toalbas de lanyrmiho com bico, fazeu-
da te* a...............3J0W
Carreteis^e Hnbacosp 100 arda/a. 31
Grvalas : postas e ti cor-.- mu i te finas a o(
Caixas de o!>reias de massa moito novas a 41
enfladores jara espartilbo do cordo e
fita a............, t'
Usrreteis de linba Alexandre com 400 jar-
das a ............... i t
Jabonetes muito finos a 60, 160, 200 e 32C>
Ditos de bolla muito finos a 240 e 32(
Sfiadas de linha froxa para bordar a 2*
varas de cordo para espartilbo a ... 2t
entes volteados para regalar cabello de
meninas a............ 3U<
frascos de macaca' oleo mnite fino, a 1
ibotoaduras muito finas para collates a SOt
crides de linha branca e de cres a 2P
Libra de ara preta superior a .... 101
'.scovas par* tato, fazenda boa, a .
Varas de franja branca de linbo
tolba a ..............
Caixas de palito balao a........
Caixas de palitos de segnranca sem en-
cbofre a.............
S.bonetes de familia a 100,160 e .
Carlilha de dontrina cbnsia a .
Qaadernos de papel pequeo superior a .
Dozia de baralbns francezes superior
Groza de phospboros muito superiores .
C-ixis a retalho do mesmos.....
Cai"5 de phospboros de velliuha centendo
500 velllnhas mnito superiores a .
Resmas de papel almago mujlp superior .
Resmas do papel paulado erior quali-
dade ...............
Dozias de meias para hornera.....
Dozias de meta? eraas muito sDperiores .
para
m
106
44.
61
24C
8M
%
2500C
15 (X
'lt.
16d
2550
356CK1
5H(K
450<
te com os cilos modernos do mesmo formato, por
isso para pooer eofeitar-se com gcsio qualquer j
vestido ioJi.-p. n-avrl comprar-se ditos eufeites
ni mesma loja do,Cordeiro Previdente, a ra do
Queimado o. 16.
C'hipel?nas de seda
Modernas e bocilas cbapelinas de seda para se-
nhora receben o Cordeiro Previdente ra lio Qaei-
xado o. 16 e por ser peqaena a quantidade re-
cebida, qaem pretender urna moderna e bonita
chapelioa deve apresar se em mandar compra-la
em dita leja do Cordeiro Providente a ra do
Queimado n .16.
CaIXINHAS ENFEITADAS.
Estas maito desejadas caixinbas vasiss e enfei-
tadas com po-to, que taola exiraeca tem lido e
qae realmente servem para diversos fins, existem
na loja do Cordeiro Previdente a ra do Queimado
o. 16 um completo sorumento de ditas caixinbas e
sao vendidas per precos to rasoaveis, qoe o expe-
riente fregeez nao objectara' em compra-las em
dita loja de mioaezaa do Cordeiro Previdente a ra
do Queimado n. 16.
PONTIL1RAS E CHARUTOS.
O Cordeiro Previdente, ra do Queimado n. 16,
tem om bom sonimento de finas pooteiras para
charutos, sendo lisas e com figuras em alto rele-
vo ; e para que os seas (reguezes o se Incom-
modem em comprar charutos em algaoias das lo-
jas de cbarnteiros, receben tambem um bom sorti- i
ment de finos charutos do afamado fabricante i
Fuado de Simas; assim, pois, encontraro os [
apreciadores um bom sonimento na dita loja do
C.rdero Previdente, ra de Queimado n. 16.
Deposito na pnarmacia de P. Maurer
C. em Pernarobaco.___________
" CASTRO NUNES
Grsmmatica nacional.
Sexta edicao
1
Livraria
000
francez a.
Yende-se ou trrenda-se um sitio ptimo para
pMntjJo e cercado, tendo ja bastantes lavooras,
na povoacao de Hooleiro : a tratar eom o Sr. Amo-
rim janto a estacio do mesmo povoado.
Vende se urna escravs de 40 aoaos para to-
do o servio : a tratar aro-Pora de Portirs roa do
Pilar d. 76, deposito.
Para offerias no hospital por-
tagnez.
Bonitas cestinbas con frncias de cera, obra de
moita perfeicio e bom gosto.
Para cortar moldes e en brulhar fazendas
Vende-se papel tardo folba grande.
Para lustrar calcados.
Vende-se superior graxa econmica.
Vende-se papel para matar moscas.
A loja do cordeiro previdente
Roa do Queimado o. 16.
Mella acnaro os pretndanles nm grande e va-
riado sortimetito oe perfumaras finas, tanto ingle-
zas como francetas, sendo :
Finos extractos para lencos.
Bandas e pomadas para cabellos.
Oleo enllocme e baboea para dito.
Pos bygienicos para denles.
Ditos cami horados para dilos.
Opiata ingleza e franceza para ditos.
Pacotes com pos d arroz.
vasos de porcelona para dilos.
Sahooeies para mo e barba.
E muitos omos objeetes que seria presentes
ao eompradox que se dirigir a ra do Qaelmado
n. 16, loja do cordeiro previdente.
Baa-teijas; (quenas.
Vendem-se na ra|doQueimdo a. 16. floja [do
cordeirojprevidente.
Charrjtos
da acreditada fabrica de Jos Fortado- de
Simas. 11
Vendem-sejoa loja'.do cordeiro previdente a raa
do Quefuadogn. 16
g-Grande Uxmazem de tin-
tas medicamentos etc.
Roa de Imperador n, 22.
HC Productos cbimicos e pbarma-
I ceticos os mais empregados em
! medicina.
Tintas para todo o genero de pin-
i tura e para lintnraria.
Productos industriaos e tintas
| para flores, como botoes de flores
at e modelos em gesso para imitar
5 fructas e passaros com o compe-
| tente desenbo.
W Productos chimicos e indnstriaes
| para photographia, tinturara, pin-
Stura, pyrotecnia etc.
Montado em grande escala e sup-
I prid directamente de Paris, Lon-
' dres, Hambnrgo, Anvers e Lisboa
K pode offerecer productos de plena
| conlianca e satisfazor qnalquer en-
I commenda a grossi trato e a reta-.
I lbo e por preco commodo.
1,
VENDE-SE
Motores americanos para dons cavallos.
Dito dito para qnatro cavallos.
Machinas para descarocar algodao de 14,
18,20. 30, 33 e 40 serras.
Prengas para enfardar algodo fazendo os sac-
eos com 6 palmos de comprimento com o peso da
ISO e 200 libras, viudas a/iimameote da America
no armazem de Henry Forster 4 C, no caes Pe-
dro II n. 2 jonlo ao Gabinete Poriogow.
Vinh
puro
Cbegaram barris de quinto eom paro vlnho do
Dooro, garaotindo-se que nao tem confelcSo alga-
roa a excepQio de om bocadinbo de agurdente
qae Ibe bntarsm para poder resistir a viraos,
oeste genero e o melhor que tem vlndo ao mer-
cado e muito proprlo para usar aas horas de cj-
raida e vende-se por preco em coala : na loja
armazem do Pavao-roa da Isaperaui* n. 60, Gama & Silva.________________^^^^^^
J eheiai
Cemento romano : no arsmera de Tasso lrmaos
no caes de Apollo.
S


aa'iiMiu :
I
\
. *

i
I
Wf
*
lt*l. 4e rtrumkut. IM* felr. ir Sote*. W 67.
Ooftpes Royer
|i lnUM electrices augaeticas
Depottlt acreditado
Uja 4a aguia branca ra do Queimado n. 8
Apresar aiada os prodigiosos effeitos dos
CoBares Royer ja nJ eosinar oa querer
ietrOduzir oficiada*, porque a (mu de sai
efficaoM teat-M laat aateodido, a es seos
felizes resaltados a tal altan elevado, qae
befe rara a pessoa que por experiencia
propria, ou por intermedio de eas amigos
e prenles, ignore oa desconhe 3 as virio-
de* desses seoapre apreciareis cellares
Royer.
A aguia branca porm sa gloria de coocor
rer para um tio justo flm, se nSo por oa-
ro modo ao menos por ter sempre, e cons*
intntente nm completo sortmento desses
collares magnticos, que bem se podem cha-
marsalva vidas das criancas.
Resta anda qae os senbores pas de fa-
milia se tacara convencer |de qae convem
n3o esperar que as criancas sejam atacadas
do mal, e por isso necessario ou conve-
niente qae cora antecedencia se deite o
criaoca am desses collares para assim estar
ella preservada das convulcBes e se contar
livre des rigores da dentic3o.
A aguia branca ra do Queimado n. 8
continua a receber por todos os vapores
francezes a quantidade qae ha contratado e
por isso acba-se ella sempre provida des ver-
daderos colhres Royer eletricos magn-
ticos.
A Aguia Urano ai ra lo Quei-
mado n. 8.
Inconiestavelmenia na loja da Aguia Branca
onde os apreciadores do oom podem melhormente
provrr-se daqoelles objectoi de gosio. E-sa verda-
de ja por tantos e tantas vetes reeonbecida anda
agora se Ui confirmar com a nota dos preciosos
objectos de gosto e valor qne a gma tem a satis;
facao de pateniear e pdr a disposigo de quem os
deseje e possa comprar. Ella principiara petas ri-
cas caixas com mostea e sena ella, para eostura.
Es-as canas por sua perfeigSes, gostos e rique-
zas, se tornam reeommendaveis para algom im-
portante presente, oa mesmo para quem teaha gos-
to de posoir orna bella obra, porque de certo sao
ellas as de maior valor que se encentrara em Per-
nambnco, (en lo ama qtn sobresabe a todas as ou-
tras. Aim destas ba ootrs de preces menores, as-
sim como tambem ba b nitas calxinhas razias de
madeira, eovernisadas e marebetadas, com fecha-
dnra e chave, para costura.
En Jeques o que se pode encentrar de melhor,
sendo :
Todo de madreperola, bordados, obra de goslo e
valor.
Oairos de madreperola e seda, bonito.' desenhos.
Quiros rdados col rldos,
obras de muilo gosto, e gralraente apreciadas.
Omr lodos de sndalo.
Oulros de sndalo e seda com bellos desanos.
Ojiros lodos preto? para luto.
Ootros preos com desenhos risos, proprios pa-
ra senhoras viuvas.
Ootros de sndalo e faia, formando qoalro vistas.
Ootros de sndalo e sndalo e seda, para me-
ninas.
Outros de madeira e papel, obra barata.
Guamiles de fitas, ditas de Bonitas e modernas
trancas para vestidos
A Aguia Branca reeebeu novamenle um bello
sarln -i.io daqueilas apreciadas guarnigSes de fi-
tas; assim como outras de lindas e modernas Irn-
gas. Os apreciadores do bom eoroparegam na loja
da Aguia Branca a roa do Queimado a. 8.
Fiuissiuns acias de Go de Escossia para criancas.
Veudeui-se na roa do Qoeimado loja da Aguia
Branca o. 8, oode tambem ba outras muitas de al-
godo para criancas de 3 a 12 mezes.
Hui lin.:-, Invas de fio de Escossia e seda, para ho-
rneas e senhoras.
A Aenia Branca a roa do Queimado n. 8, reee-
beu un bom sortimento de Boas luvas de Bode Es-
cossia seda, brancas e de cores, bordadas e lisas,
tanto para tnmeos como para senhoras ; qoem as
pret-nler e dirljir-se a dita l"ja da Aguia Braoca,
conh-cera que em lal genero nao se encontra me
Inor, e lalvez nem mesmo igual em alguma oulra
pane.
Requifes brancas on traacinhas papa-fina.
A Agoia Branca acaba de receber um novo e
bello sorilmealo dessas to procaradas traacinhas
papa-Boa, com diversos e agradavels moldes, e co-
mo sempre a Aguia Braoca a ra do Queimado n.
8 cfoimua a vender barato.
Gollinhas e punhos, manguitos e golnhas, obras
modernas e de gosto.
A Aguia Branca acba-se recntenteme provida
de booitas gullinhas e punhos cordados, maoguitos
e gollinhas tambem borda J, s, e ludo do melhor
go-t. e oitima moda, tendo as gollinhas e pnnhos
muitos, '; i enfeitado.s com litas eoQadas, e algumas
pequeas para meninas. Os pregos apear de com-
modos variam com as diferentes qualidadis das
obras. Os pretendentes comparecam na loja da
Aguia Braoca a ra do Queimado o. 8 que serao
servidos a contento.
ntremelos bordados em pecas grandes.
A Aiiim Branca a roa do yu-ima lo n. 8 est
vendeodo bonitos ntremelos bordados em pegas
grand, s de 12 tira, e pelo baratissimo prego de
21-503 cada pega. A graode extraegao que elles
tam Ud i confirmara os diversos fins para que ser-
vero, a< m pols convm que a boa freguezia da
Aguia Biaoca aprovelte essa boa e barata fazeuda.
a ikiay m
. Este esiabelecimenio acaba de receber lindas
ch.ipeliuas para senhora, ricas calxinbas para cos-
turas, ditas para joias, pentes doorados para coco,
fivelas muiio ricas, assim como cintos e pnlseiras
da ultima moda de Pars, ntremelos e babadinhos,
bonitos uucadores dourados e de Jacaranda, espe-
tos e-cossetes de diversos tamaohos e ricos cai-
vetes para senhora, voltas para pescoco, gravan-
Dbas, bico de-seda, dito de algodo, labynntbo, e
muitos i utros objectos de apurado gosto, que se
torna enfadootw mencionar, tuno por prego mul-
to commodos: a' roa da Imperatriz n. 70, na loja
da Lealdade.________
Aos agricultores.
Hanilm Brathers C. acabam de receber
de Liverpool vapores de torga de 3 a 4 cavados
com todos os perteoces, e mu proprios para faze-
xem mt'V'-r machinas de descaregar algedao, po-
dendo cada vapor trabalbar at com 440 ierras,
tambem servera para enfardar algodo, ou para
ontro ipiaiquer servigo em que nsam de trabalbar
com aoimaes. Os raemos tambem lm a* venda
machinas americanas de 35 a 40 serras.
Os pr.tendentes diripmse ao largo do Gorpo-
Sanio n. 11_._____________________ _______________i
Cbegfu ao antigo deposito de HeDry Forster 4
C., ra do Imperador, nm carregamento de gaz d
primeira iaahdade,o qnal se vende em partidas
a retaiii" por meos prego do qae em oatr* qua
qaer pone.
~~ ~K 4*000
Cal de Lisboa
Cal de Lisboa nova a 4J o barril: a' roa do
Apollo n. 4.
Feijo amito novo a 5$ e sacco
No annazem do caes 22 de Novembro n. 26
------
raa d> Crespo t A. esquina da roa do Imperador
Come de costmne vem o radaz avisar ao respeitavel publico as novidades que de
Paris acaba de recebar a loja do Passo pelo ultimo vapor.
Para ativas i Para visita e partidas.
Requissimos vestidos de blond primoro- Riqusimos cortes de sedas decores com
smente bordados, contendo selin parasaia,
veo, grinalda e ramo para o peito.
Moire-antique branco.
Sedas brancas Iavradas.
Setlm tranco milito bom o verdadeiro ma-
caos
Lindissimas guinaidas brancas.
Riquissimas camisas primorosamente bor-
dadas.
Meias e ligas de seda.
Riqusimas manilas de blond bordadas.
listas e lindos malizes.
Moire-antique e grozdtnaples de lindas c
res.
Riquissimos vestidos de cambraia branca
primorosamente bordados.
Corpinhos e camisinbas com manguitos ri-
camente bordad' s.
Riquissimos cintos con, matantes bordados
a ve Irilho, ultimo gesto.
RiquissitLas basquinas de seda preta, de
superior qualidade e feamente enfeitadas.
Fronhas e lencos com lindissimos desenhos: Riquissimos gallileos ou romeiros a imita-
de abyriotos. (3o de urna capinha com am bico largo
Riquissimos cortinados bordados. I em volta e primoros?mente bordados.
Lindas colchas brancas ponto de crochet Riquissimos cortes de foular de seda com
a imitacao de 1-ibyrinto. lindissimos desenhos.
Riquissimos lequ-s de madreperola e de Sediohasde quadros e setim branco e de
sndalo, ultimo gosto. lindas cores.
Isto s na loja do Passo ra do crespo n. 7 esquina da do Imperador.
-----------------------------------,-------------------,--------------------------------_-------------------------------------------------------u*.---------


AUGUSTO PORTO 4 C.
11Ra do Queimado11
MUITAS FAMUrUAS
KA
LOJA E AHMAZEM
ao

FO
laa da la-aeratrii i. 60
AMA eft SILVA
Tendo os donos de te grande estabeleciment resolvido liquidar a maior parte das
suas fazendas resolveram vender com grandes abatimentos em precos, assim como teem
recebido ltimamente ama graode por?3o de fazendas novas tanto inglezas como francezas,
alemSas e suiss^s, teem destinado venderemnas mais barato que em outra qualqoer parte
afim de apurarem dinheiro, dando de todas ellas, amostras deixando ficar p nhor, oo
mandam-nas levar.em casa das excellentisimas familias pelos saus caixeiros; assim como
as pessoas qne negociara em pequea escalla, neste estabelecimento comprarao pelos mes
mos precos que compravam as casas inglezas; ganbando-se apenas o descont.
Cortinados para camas e Jamel-t Baloes a 16, 35oo e W
laa a 100, 16(5, 200 e 25tf Vendem-se um grande sortimento de cri-
Vendera-se am grande sortimento dos nolinas ou bal5es de arcos para senhora pelos
melhores cortinados bordados que tem vio-
do proprios para camas e janellas, pelos ba-
ratos precos de lo& 165, 2o0 e25 cada
par sendo neste gener.i o melhor que tem
vindo ao mercado: assim como pecas de
baratos precos de 20, 20300 e 30 por baver
grande porco, na loja e annazem do Pa-
v5o, roa da Imperatriz n. 6o, de Gama d
PANNOS PAPA CADEIRAS
Veniem-seam grande sortimento de
cambraia adamascada proprias para o mesmo pannos de ero h proprios para cadeiras,
flm. na loja do Pav2o, roa da Imperatriz sofs, cadeiras de batneos, para almofadas
n. 6o, de Gama Silva e para cobrir presentes, e vendem-se por
Cortea granadinos para vestidos precos muito baratos, na lo a do Pavao, roa
Cbe^aram o mais bonitos cortes de or- da Imperatriz n 6o, de Gama & Silva,
gaody Granadinos tendo lo varas cada c re,' Caasaa a lo r. ad o pato.
sendo 7 v ras listradas para a saia e 3 varas Vendem-se bonitas cassas inglezas de co-
lisa para o corpo, tendo as mesmas 3 varas res txas pelo barato preco de 240 rs, o co-
enfeites correspondente saia para enfeilar vado, ditas francezas fazenda muito fina com
o corpo e mangas tendo entre elles muitas padreslistradose de flores, assim como com
trancas com listas pretas como actualmente palminas miudas proprias para meninos a
se usa e vende-se pelo barato preco de 60, 3oo rs. o aovado oa a 5oo rs. a vara : pe-
onicamente na loja do av3o, ra da Impe- chincha na leja e annazem do Pavao ra da
ratriz n. 6o, de Gama & Silva. I Imperatriz d. 6o de Gama 4 Silva.
Tiras bordadas e Mabadlnbos llAiilaibaa anatlsadas a 28o ra. o
UM Sil SEGUNDA
a doQvelsBado n #t>, loja de
Jos Bigoduino
Varas de babado bordado do Porto a SOt'
Carretela de reuot preta con toas oitavaa
Parrte ote re** das ai core a 8b
Pracaad^aiaMaalaBaiBiullusoperlora 800
Fraseos de o eo mnlto Dnoa ,..... SOC
Dnxia de tesooras ptqnenas a..... 48'
frasco d'agna para liropar denles a 6Q(
Redes pretas lisas para segurar cabello a 3X
uuius de pennas de a^omarto finas a $6
tilias de linha do gaz de 30 novellos a 60C
dem de palitos de segnranca a JO
Garrirs de agna Florida veYdidelra 116(0
Syllabarlos eom estampas para meninos a 3
Memento da ronpa de lavar a..... jnc
Onzias de meias Onas para senbora a .' 4100C
Agulhas francezas a balao (papel) a 6C
Pe^as de fitas de laa de todas as cores a SOt
Grozas de botSes de porcelana prateados a 160
Caixas eom alfioeites trnceles a 80
Caixas de 100 envelopes moito finos a 60
Resma de papel de pe*o branco liso a 30OOC
Frasco com superior tinta a..... i 0
Pares de botSes de ponbo mnlto bonitos 80
Lichas em carto de 200 jardas a 100
Caixa de superior liaba do gaz eom 60
nov. ios ............. 70o
Talaeres para meninos a....... V.
Masso eom superiores grampos a 30
Bonets para meninos a........ 10OOX
Pentes com costa de metal a...... 40T
Realejos para meninos a....... 10C
Atteno
Na roa da Sentala Nova o. VI, se aeha a venda
ora Brande e variado sortimento da estt-iras ehe-
cadas do Aricaty, por preco razoavel qoem pre-
tender dirija-se mesma.
Vinbo soperier em caixas de nma dnzia e
tem para vender Antonio Lolz de Ollveira Azeve-
ao 4 C, no sea escriptarlo roa da Crnz n. 8?.
Escravos fgidos

Este estabelecimento acaba de receber e vende por commodojpreco as seguintes
faztndas nas:
. Vestidos de b ond para noiva com manta e capella.
Ricos vestidos de cambraia branc i bordadas < que ha de melhor.
Cortinados bordados e admascados para camas de 2o a 8o.
Dtto> bordados e admascados para janellas de 96 a 200.
Colxas de teda e laa e seda para cama de noivas.
Basquinas modernas de muito gosto de 2o a 5oi$.
Toalbinhas de croch para cadeiras e sofs, e colxas de croch para cama!.
Chapelinas de crpe branco, e chapeos de palha da Italia para senhora.
Moir branco e preto, grosdenaple preto e de todas as cores para vestidos.
Camisas para homem francezas e inglezas de linho, e de algodo.
Goardapisa de crini fine para fazer mais elegantes os v stidos de 13a e de seda
a 32o rs. a vara.
Superiores saias bordadas de linho, camisas e camisinbas bordadas e lencl de
cambraia bordada para senhoras, ricas toalhas brdalas com muito gosto, e lindos ves-
tuarios para baptizados com o respectivo enxoval.
L3as com lttra< de seda de varias crVes a que ha de melhor.
Chapeos braneos de castor e ricos chapeos de sol irjglezes para homem.
Malas de diversos tpmanhos para vligeos.
Panos finos e casen iras pretas e decores e outras muitas fazerjdas que se vi
dem baratissimo.
Este estabelecimento contina a receber as melhores.
Esteiras e alcatifas para salas.
iiRna do Htelmadoi 1




.
DE

PREPAR4DA FRI
POR
AIJ&ITSTE CAORJH
Pharmceutico pela escola de Paris e successor nesta cidade
na
Aristide Saisset e J. Soura
22.-----Ra da Cruz-----22.



Chocolate.
Vende-?* o-verdadetro enceoUle be*p*nkol fa-
bricado pm Corana para este clima : vende-se a
800 n. a libra : oa roa Nova n. II.
Carnaufoa
Vende-e cera de carnauba em saceos, sendo de
superior qualidade : na loja do Pavo rna da Im-
peratriz n. 60, de Gama & Slv.^__________________
Chocolate peitora!.
Vende-e o melhor chocolate bespanhol multe
peftoral por ttto ser falsificado : vende se a 800
rs. a libra : oa botica de Jos da Cruz Sanios roa
Novan. 81.
Tratamentc puramente vegetal sem mercurio, iodo, ouro, nem ontro quaique
aineral.
Verdadeiro purifieador do sangue sem azougue.
Especial para a cura de todas as molestias que tera saa ori?em oa impureza de
sangue, como sejarr as molestias boubaticas, syphiliticas, escrophulosas, darthrosas, quer
venham ellas por hereditariedade, quer sejam adqueridas pelo contacto com pessoas in-
feccionadas dos diversos virus que contaminan) o sangue e os humor.-s.
A caroba um remedio prodigioso, usado desde remotas eras peloi'indkf
do Brasil, e passando seu uso de gerago em gerafo, hoje um dos remedios mais co-
nbecidoscomo propno para combater as molestias mais hediondas, entrando nesse nume.
ro a morpba ou elepbantiases, para cujo curativo os nossos sertanejos consideram a
caroba como remedio especifico.
A muito txmpo entrou a caroba nos formularios como preparaco magistral
sob a frma de'eleictuario, ainda hoje lembrado as pharmacopas com o nome de seu
celebre autor Joo Al ves Carueiro : n5o ella portanto remedio novo nem deseonhecido.
O ungento de caroba da mesma sorte preconisado desde tempos mmemo-
riaes como o mais apropriado para o curativo das boubas e ulceras syphiliticas srdidas,
e erepregado com proveito depots de improficua applcac5o de muitos outros agentes
therapeuticos enrgicos e de uso quotidiano.
Muitos dos nossos mdicos de consideracao e entre elles o muilo distincto praticc
e observador o Sr. Dr. Pedro d'Athayde Lobo Moscoso, tem confirmacb por meio de ex-
perieucias repetidas, o que diz a fama das benficas propriedades da caroba no trata
ment das boubas, das diversas formas sob que a syphilis se apresenta e muito especial-
mente as que teem saa sede na pella, e poderiamos relatar alguns casos de data muito
moderna observados pelo mesmo Sr. Dr. Moseozo em que a caroba produzio admiraveb
effeitos, depois de iouteis e prolongadas applicaces de salsaparrilha, raeeurio, iodo, ou-
ro e seus preparados, etc., etc.
Nao era possivel.que nma planta to notavel por suas inappreciaveis virtudes es-
capasse a perspicacia einsestigaceea dos maisabalisados praticos europeos, que se ap-
plicam com-especialidade ao esludo e trata ment das molestias syphiliticas e berpeiicas
e para proya ahi esiao os Srs. Drs. Casenave, Schurfer, Ricord e outros dando as mai
lisongeiras informaces sobre as propriedades curativas da caroba e precooisaQdo-i com'
remedio poderossimo para o tratamento das erupces cutneas, secca; ou suppurativas
dartbros de todas a qualidade, ec emas, ulceras de diverras uaturezas tumores, osseos
8 outras muitas molestias de uatureza syphi itica ou boubatica
Por ter-se generalizado muilo o uso da ensnela da caroba que eu pre-
paro e pelas instanoias de varios mdicos que desejam continuar em suas observares,
deliberei-me a ter promp;a ama quantidade da mesma essencia, obtida sem a acc3o do
ugo, para nao prejudicar as propriedades medicamentosas; e d'ora em diante encon-
trar-se-ha na minba pharmacia sempre e em porcio snlficiente para todos os pedidos o
tSSENCIA CONCENTRADA De CAROBA, e o ungento da mesma plenta para que nnn-
faHem aos Srs, mdicos que quizaren) esperiutentar to precioso agente medicinal.
Recife de Paruambuco, 17 de outobro de 1866.
A'JGSTK CAORS.
2,000
Veode-se bren-a ti a arroba e em barrica por
muito menos : no armaiem da bola amarella no
oitio da secretaria da polhia.
Chocolate.
Pla8sa da Rnssia
K' a que se veade por precc o mais barato por-
que a mais nova que existe na aereado clrcums-
tela essenclal qne este artigo demanda para pro-
dozr o t ff-iio desejado, A vista qne aprsenla a
baruca qoe a nootm confirma o ter ebegado ao
mercado mais recentemenie posiivel ; no anna-
zem do assocar de Jos da -iltaLoyo Pilao & C
Vndese o verdadeiro choeolate fabricado em
Corona, multo peltoral a 800 rs. a libra ; oa roa do
Cabngi loja de miodetas de i ponas o. 1 A.

Gaz.
Na roa Direita n. P3 vende-se
1' qualidade a 400 rs. a garrafa,
caz liqt-ido de
em tatas 8#000.
Quem quizer fazer boa compra de tiras
bordadas ou babadinhos, achara um grande
sortimento para escolber e por i reg muito
mais barato do que em outra qualquer parte,
na loja e aromen do PavSo, ra da Impe-
ratriz n 6o, de Gama & Silva.
Fdzeodas para luto oa loja do
Pavao
Vende-se setim d China com 6 palmos de
largura proprio para vestidos a 16 o covado,
lazinhas,pretas lisas, alpacas com lislra bran-
ca a 15 o covado, cassas brancas com listras
pretas a 5oo rs. a vara, ditas pretas lisas e
comsilpicos vara afilio rs. ditas francezas
com listras e ramajeos vara a 8uo rs., me-
rino preto, alpacas e princezas, mais barato
do que%n outra qualquer parte, na loja do
Pav5o, ra da Imperatriz n. 6o, de Gima A
Silva.
PALITO'S DE PANNO A 60
Vendem-se palitos de panno preto saceos
a 60 ditos sobrecasacos a io5, calcas de ca-
semira preta a 66 e 76, d ta muilo finas a
96 a ?Of$, finissimos sobrecasacos de panno a
1o5 e 250, calcas de casimira de cor a 15 e
85, um grande sortimento de coletes de toda
a qualida e e outras mui as qualidades de
roopas qu se vendem mais barato do que
em outra qualquer parte, na loja e armazem
i)o Pavo, i ua da Imperatriz n. 6o, de Ga-
ma & Silva. *
CHALES A BENOITON A 50 E 60
Vendem-se os mais modernos chales a
Benoiton pelo barato preco de0 e 60, di-
tos de merino liso a 35oo, ditos de crpon
a* 70 e 80, ditos de merino com barra a 20
e 205 o, na loja e armazem do Pavo, ra
da Imperatriz n. 6o, de Gama & Silva.
CASAQ1NH0S O PAVO A 180, 2o0
250 E 3o0
Chesaram o mais modernos casaquinbos
ou jaquetas dii grs preto, ricamente enfei-
tadas sendo uns com entura e outros soltos
conforme se usa ltimamente e vendem-se
pelos baratos precos de 185,2o0,250 e 3o0,
na loja e armazem do Pavao, ra da lmpe-
ratriz-B. 6o, de Gama & Silva.
P*ra saias a i$00 i280 e 1$500.
Chegou para a Toja do Pavo urna grande
porco de novd fazenda branca especialmen-
te para saias, tendo a largura a altura sufi-
ciente de urna saia com um bonito bordado
de um lado ou urna bonita ordem de pregas
de forma que com 3 K\1 varas se faz urna
saia de um s panno, e vende-se pelo barato
preco de 10, 108o e I05oo rs. a vara; na
loja e armazem do Pavo ra da Imperatriz
n. 6o de Gama & Silva.
As salas do favo a 3500.
V>-i)de-?-e urna grande porcan dos mais bonitas
atas brancas com liodas barras bordadas de co-
re?, tendo 4 pannos cada um, >endo fazenda in-
leiramente moderna, pelo burato preco de 3^50
enda ama sendo fazenda qne sempre se veodeu
por moilo miis dinhiiiro ; na loja e armazem du
Pavao, na rna da Imperatriz u. 60, de Gama &
Silva.
.Corpinhos.
Vende-se os rnals modernos corpinhos de cam-
bralai braoca transparente sendo ricamente borda
dos e enfeitados por barato prego ; na loja e arma-
zem do Pavo, rna da Imperatriz o. 60, de Gam? &
Silva.
Qaaa'slahas a 30.
Vendem s1 as mais moleroas camisinbas <*om
manguitas tanto bordados como de presoiohas com
elegantes punhos e bonitas abot adnras pelo bara-
to preco de 34 00 ; oa loja n arnmem do Paveo,
ra da Imperatite n. 60, de Gama Su Silva.
GRANDE PE .HINCHA
Vestidos a cgooo
Vende se urna grande porgo dos de cambraia transpoareote sendo tolos braocos
e om lindas barras de cores pelo barato prego de
it o curte, seodfjzenda qoe sempre so veudeu
por muilo mais dinbeiro e liquidase por este prego
na l<>ia e armazem do Pavo a ra da Imperatriz
n. 60 de Gama<& Silva.
(. is i m>i: PEcnivcH.t
Vestidos a 205U
Vende-se um b. nito sortimento de cortes d ves-
tidos de cambraia transporte coro moita faotazia,
sendo braneaa e de cores cora bonitas barras, pelo
barato prego de S&OO, sendo (azeoda qae sempre
se venden por 6 e 7a, e liquida se na loja e ar-
mazem do Pavo a raa da Imp ralrit d. 60 de Gama
&S,"a 6IMtlrE PBGHI:HA
Cortea -de lia a 4*JOOO
Vende-se nm grande porco dos mais bonitos
corles de la eom lindos lavores roattisados, tendo
15 covados cada corle vindo cada am em seu
papel, pelo barato prego de 4{ o corte, oa loja do
Pavo a roa da Imperatriz o. 60 de Gama d
Silva.
pECHl.HrHI 4 ao REIt
Murculmas de la
Pelo ultimo vapor ebegou um grinde sortimento
das mais lilas raurgullnaa de lia, sendo de urna
s cor, porm com as lindas cores atol, maneota,
bunlna, roio etc., tendo laraora de cblta francesa
e vende se a 640 res o covaoo na loja do Pavo a
ra da Imperatriz o. 60 de Gama & Silva.
covado
Vendem-se bonitas lazinhas matisadas,
de cor flxa e ditas de urna cor s, tendo en-
tre ellas c. res escuras e de muito bom gosto ,
peto barato prego de 28o rs. assim como
bonitas bareges de la transparente com
quadrinhos pelo barato preco de 32o rs. o :
covado : s na loja do Pavo ra da Impe-'
ratriz n 6o de Gama ft Silva.
CHITAS A 28o RS.
Vendem-se bonitas chitas de cores e ditas
rosas com pequeo toque de mofo qoe se
garante largar logo que se lave, sendo de I
cores fixas pelo barato preco de 28o rs. o :
covado paa .cabar: na loja do Pavo ra
da Imperatriz n. 6o de Gama Silva.
CHITAS DE UMA SO COR A 28o RS. O
COVADO.
Vendern-se bonitas chitas lisas, sendo cor
de ganga, cor de bavana, lirio, rosa e outras
cores, pelo baratissimo preco de 28o rs. o
covado, ditas chinezas com as mesmas cores
e com palminbas pelo barato prego de 3oo
rs. o covado, na loja e armazem do Pavo
ra da Imperatriz n. 6o de Gama & Silva.
GRANDE SORTIMENTO DE CHITAS
A 32o E 36o SO O PAVAO.
Vendem-se chitas de cores fixas com de-
senhos ioteiramente novos e com os pannos |
muto encorpados pelos baralissimos precos
de 32o e 36o rs. o covado, ditas claras pa-1
dres grados e miudinhos proprios para
rsopaa de meninas a 32o e 36o rs. para
vender barato: na loja e armazem do Pavo
ra da Imperatriz n. 6o de Gama & Silva.
CHITAS PARA ( OBERTAS A 280 RS.
Vendem-se chitas largas para cobertas'
pelo barato preco de 28o rs. o covado por
serem padroes um lanto escuros na loja do
Pavo ra da Imperatriz n. 6o de Gama I
Silva.
LiAZIXHAS A 400 E 500 RS.
Vendem-se as mais bonitas lazinhas ina-
t zadas e de listas mais modernas e mais
bonitos desenhos pelos precos de 4oo e 5oo
rs : na loja e armzzem do Pavo ra da
Imperatriz n. 6o de Gama A Silva.
ALPACAS DE COKES A 800 RS. O COVADO.
Vendem-se as mais bonitas alpacas de cores
eofestadas c m bonitos desenhos miudinhos
tendo entulles de todas as cores pelo barato
pn-co de 5oo rs. o covado, ditas lisas escu-
ras e claras sendo todas de cores modernas
AVISO
IOOjJOOO de gratificado.
Contina a estar fgido o es
cravo Simio.
Fdgio no dia 21 de julbo do correte anno,
casa do abaizo atsigoado o escravo de nome
mlo. com os -igoaes seguintes : de nagao Moga.it
hique, idide de 40 annos, poneo mais ou meno
aiK semblante carregado, com falla de deotes
frente, cor fula, com tainos em circulo redonik
ao p4 das orelbas, sem barba, levoo vestido cale:
de i-.vemira de cor, camisa de a'godo bunei.,
chapeo de meia maga novo ; este escravo foi com
prado ao Sr. Jos Viceole Lindr so, morador os
provincia das Aiagoas, por sen proenrador Joa
quim Cavalcanti de Albuquerque Melto, morado!
no termo de Barre-ros Sem davida seguiu al
gum daque|les lugares: roga-se a todas as autori
dades assim como aos capltes at campo, tanto des-
la provincia como a das Alagoa a apprebensa<
do dito escravo, entrgalo no Recife, rna Diretti
n. 30, qoe recebera a quaotia cima, protestas*
desde ja eom todos os rig contra quem otiver acontado.
Bernardino Antonio Pereira Bastos.
de gratifica-gao
e 6io rs. o covado, ditas Iavradas, as melho-
res e mais modernas oue teem vindo ao mer-
cado : sendo imana, lyrio, verde, azul e
outra cores, que imitem a seda, pelo barato
prego de 8oo is. o covado, pechincba : na
loja e armazem do Pavo ra da Imperatriz
n. 6o de Cama & Silva.
POIL DE CHVRE.
Chegou neste genero o melhor que tem
vindo ao mercado para vestidos com lindas
listras de seda ou com bonitos lavores da
mesma que se vendem pelos baratos pregos
de 8jo, 10ooo e 1028o rs. o covado: na loja
do Pavo ra da Imperatriz n. 6o de Gama
A- Silva.
VESTIDOS DE FANTAZIA A 80ooo E
100000 RS.
Chegaram os mais bonilos cortes de ves-
tidos de faotazia muho proprios para passeio
e soires, por terem lindas barras de seda
e vendem-se pelo barato prego de 80 e Io0
caila ola na l ja do Pavo ra da Imperatriz
n, 6o de Gama & Silva.
alas a agOOO ra.
Vendem-se bonitas saias escoras p.ioprias
para azar em lempo de vero por cauza da
poeira e priocipalment? para quem for p?s-
sar a fesla no matto, pelo barato prego de
30ooo cada urna, ditas brancas ricamente
bordadas tendo 4 pannos cada urna pelos
pregos de 50, 60, e Ic0ooo rs.: na loja do
Pa>o ra da Imperatriz n. 6o de Gama &
Silva.
Vestidos brancos a t4$ooo.
Chegaram os mais lindos cortes de cam-
braia branca transparente ricamente borda-
dos que se vendem pelo baratissimo prego
de 240ooo rs. na loja e armazem do Pavo
n. 6o de Gama & Silva.
Noras bareges de seda a 4oo rs.
Chegou urna grande porco de lindissi-
simas b reges de seda com os mais delicados
gostos sendo fazenda muito propria para
passehs, partidas, etc. Vendem-se pelo ba-
ratissimo prego de 4oo rs. o covado na loja
e armazem do Pavo ru? da Imperatriz n. do
de Gama a Silva.
pichincha era casimiras a i^606*.
Pavo.
Vende-se urna gradde porco de casimira supe
riores entestada, sendo escoras e alegres proprias
pera caigas, rdetots, coletes e ronpas para meni-
nos pelo btraHtrimo prego de 1*800 n covado en
a 11800 o corte de caiga, grande peebincba na
loja e armaem do PavSo : roa da Imperatriz n. 60,
de Gama & Silva.
a qoem capturar o preto da Costa de nome Jacio-
tho, idade 38 annos, estatura pouco menos de re
guiar, tem falta de dente, bem como tainos nr
rosto bem salientes, as pernas finas, etc., fugio em
29 de setombro proxim- passado, levando ve^tidt
caiga e camisa branca, chapeo de copa baixa e de
abas uequenas. A primeira vez que se evadi io
timlava se como forro de nagao, e eapregava-si
em serveute de pedreiro e em outras ldeoticos :
roga-se, pois, as autoridades poiiciaese a qualquei
particular a captura de dito escravo, a ser entre-
gue a sen senbor Joao da Silva Leite, na rna da
Cadeia do Recife n. 10, que sera' paga a gratifica-
gao acima^________________________________________
1000000
Fugio no dia 23 do eorrente mez de ontubro, do
engenbo Limoeiro fregoeza da Escada, o escravo
com os segointes signaes : cabra fosco, alto coa
bom corpo e boniu figura, cara besigusa, barba
pouco serrada, costoma rapar o bgode e a peira
cabellos am tanto carapinhados, pouco cambeta
tem os dedos grandes dosps mais compridos,
um pouco gago, cem .Igomas cicatrizes velhas de
chicote as costas em nma pa' e em nm brago
vesiindo camisa de a'godao da mata oo algodozl-
obo, c Iga e paletot de brim pardo, chapeo de ae-
la preto, e lav vara de carreiroqoe. e supp5e-se
ter ido assenUr praga como voluntario: reeom
menda se as pessoas encarregadas do rcrutameo-
to e as ;.uturidades policiaes com esi.eoir.lidade as
d) Rio Formoso, Uoa, Agua Preta, S. Bnto e Por-
to Calvo e a oulra qoalquer pessoa a apprehenslo
do dito escravo, e emrega-lo no dito engenbo, qoe
recebera' a gralificago cima. O escravo chama-
fe Francisco.
Escravo fgido
No dia 23 do eorrente, aosentnu-se da casa do
abaiio assignado o seo escravo Traj no. mulato,
c.m os signaes seguintes : cab los de cabcclo, ca-
ri h magro e alio, levoo cal.;a de brim pardo
liso, camisa de algodao-zioho, e tbapo de palha,
costuma andar mesmo nesta cidade, e seus arre-
baldes : roga-se a todas as autoridades puliciaes e
[Er.-iii.i a qualquer outra pessoa o aprehender e
entregar ao abaizo assignsdo, ra da Crnz n. 54,
ou na ra do Cabug, loja de qoalro ponas da
Aguia de Ouro.
J .-.; Alves da Silva Gutmaraea.
Fugio,J.v casa de seo senbor o bacbarel Na-
bor Carneiro H^ierra Cavalcanti, o canrioha Cbrle-
lioo, de idade de 12 annos, rosto largo, olbos gran-
des e bonilos e algnma consa reforgado do corpo,
e deve ter urna cicatriz em um dos calcanbare
proveniente de um golpe de folee, tem mii nesta
r-irtxde fot comprado ao lente coronel Silvino
Guilhermede Barros, tendo perttocido ao Sr. Mi-
nervino de Sooza Leao, morador em JabciUo:*
quem o aprebeader e o levar aos qual o cantos d
Boa-vista sobrado n i. qoe sera gratificado.
Futr.0 no da 23 de ontobro prximo passado
o escravo pardo de nome Lulz, eom 18 annos de
idade, baixo, corpo regular, ponca barba, ps bem
feitos, bem fallante e com orna cicatriz abaixo do
olho dlrelto : quem o apprebender quelra leva-lo
no Hipido a casa de seu senbor a esqoerda do
qoartei general ou a roa da Cruz casa de Joao da
Silva Paria & lrmao, qne sera' recompensado.
de gratlfleae<
i jar fgido d-sde o di
lO
Contina andar fgido d-sde o dia 20 de jalho
do co.-rente anno o escravo Vicente, por al:urha
Cangalba, de 10 acnos, pouco mais, nagao Ango-
la, altura regalar, secco do corpo, pernas finas e
arqueadas, sendo nma mais do qoe outra, qoe di
lugar com o andar dar grande bataneo eom o car-
po, rosto comprido, pooca barba somente no qaei-
xn, e tem na sola dos pos alguns cravos e as na-
degas algumas c-'ntosoes proveniente de castigos,
muilo ladino e iutiiula-se de forro, levoo bas-
tante ronpa e usa c. misla por cima das caifas,
chapeo de bata ou de palha de sbas muito largas,
guarda sol de seda ja velho ; supp6e-e que ande
nos arrnaldes desta cidade, e com nma carta fal-
sa, pelo que no lugar Macaco ja' elle foi pro e
posto em liberdade em virtnde da mencionada cai-
ta '. recommeoda se a captara delle, dando-so a
gralificago a rima a quem leva lo a toa da Cadeia
do tUcie n. 27, segando andar._____________
_ No dia 20 do corrate ogirtm do etagenfac
Par, freguem de Ipojoca, os escravos Lulz, ca-
bra, alto, caeio do corpo, de idade de 30 aooos,
ponfo mole os menos, macaos do rosto alias, poo-
ca barba, e eouoroa rpala, e DelfJoo, mulato,
sea, peacossn enrngado; pintado, ps bastante
crivados de marcas da bixos, pode lar 40 anoos
pouco mais oo menos de idade ; qoem os pegar
podera' leva loi en dito erjgenho, oa nesta praga
do Recife. oa roa das Crozes n. 30 ao Sr. Antonio
Climaco Moreira Temporal qae ser recoxpeD-
sado.


8
jM'MK lUiWlff K TI ii if'fllllifr*"*"^ JiilfcMlTT ^1'JH JM
7.
---------
t

fr
---------
CA\RA DOS SRS DEPllTVDS.
SESSAO E Vi? I pESETBflHRO.
PltESIDENCTA PO SR. S1I.VEMU LOB1.
(Corcusi.)
Ea sel, senhnre?, qa o lente qae qnuerPsUr
er dia com o movlmcnti da sciencia nao tet
ttmpo de sdvogar; sel mesan qae alguns tenias,
' delicadas aoacerdocio queexerr-err., p,3o se em
i gsm spno ejn ioTestigir os monumentos scieo-
tifico?, am de preparar a mocidae confiada a
s*-us caldados para promover a< futnro prespe-
ridade do pait. Para esses qaitera eu grandes
tauugdBs, tintas qae to preeisisspm do prcje
capar
empregados de que nos occopamos : aos lentes das
(acuidades do (uipaijpt estes padem aos 30 annos
ser apos jnta os com ordanada e mease dara~
tiflcacaq OjbntKsJteois, vi Lcamap, ja ai
-dtste Mar, WfocMue at cAo pocoAart
principa abHuhfftdpeiudoK'taAMacJ
Aiada^qaaja* oiBntes tm difeltaw apas/oVlo
ria plena com o ordenado px Inteiro loga que te-
se com a du^ao de seas fimos, com o ^^nQ,, nSosen
rtbro de saa familia, acqai^ao de livos,-ele. i JJJgJJ '
fc'as emqoanto nao Mr estipulado em lei que }s p
a Yoda gratlflcaco. E^ie argumento do nobre de-
uta -lo e inleiranjenla co Uraproiacente.
iflWo regM as ap>
effeitoK catbgoria
a HaAem direito,
oBderou a un-
BflAl dos servi-
cos prestados, e da^^Wormidade com todas estas
nham completado 25 aunos de servico, sem InW consideracOos que necesariamente teve em vutT,
ser preciso aileaario*vo akua d*maiesua pu rtcootieceaJo talve, co* incummodo pbnirtffKlGRin eonHeaar na e eu oaoeont -Ha, que o rtico prestado pelos leu-
exerclcto, ao passa aue para os outros empregado les de ordem superior, .tzlbes eotao a vaoUjos*
se exigem SO anoos de servico, e a prova de que ooaoessao de obterem sua apotenladoria com meti>
suffrem molestias que o; impossibilltii de cooU- de da graiiflcacai.
nu.r a servir .Io Oleuario :.\iquelle lempo, mas nao no
Oslent<\s anda lepo s dos 2$.aunarse qojfce-, temuB jraseatu; as circum-tancias madim com o
rem proseguir no ex.r.'icio do nug'SterJo e o go- temi.
veroo entender q ae c i-> cioveni >ate, pbdem la- O Sa. MBin\ryASCOHC llos :L)noedeodol*s; con lemnadft
ie-io oercebendo mais urna gratificaba anaual de (aleuj dbsj o direiio da -er aposentados t-ndo 25
ermltie outros em-! anaos de servio com o ordenado poi iotelro, quan-
30
HSEMTIM
WCO
U.MA VIUVA INCONSOl
slojocorr^ztau t L
as tpwwr no I
ocia d'j paiz.
d fln do mondo.
O Sb. Olegario: -Ni sao s slenlas das U-
fejites nao possam ser distrahtdos de sua pr^51 cuidadas que o Cra entregarse ao exercicio de outra, oio sere, e(Dre(.ad,)S qae tamb-m as goiecn.
o> que se esforcem para Ibes angoientar as van-1 Q Sr Mhra pE Vasgoncellos:Mas, seobores,
lat-eos de que actualmente gozam,, pnncipaime e|niian,lo flll) (lrt fltII0rHrfsd0S onniicj? sabe a cama-
es
ra q
(Apoiarios.)
AaJio em mnito, senhores, os ser-rie/is qa om
leute presta ao sea pal. A mstrucc> Itfloe effl-
c. a poderesmente sobra o (aturo das socieda-
des. A moral e os costomes pblicos modificara-
se e melboraai essencialmente pela instraeso.
D.-.-ce com a sua diTa?ao o alaarisiao dos crlmes,
<-'. '-idj passo que se augmenta a riqueza publi-
ca o surgem outras irespendades. Mas conviu
respailar o principio, pelo quai o legislad >r tem
f n'. adido convefiienteraent nao confundir a gri-
,ao do emprego c-m os seus hon irarlos.
i'ora os ca t. u justamente mais actoal.dade m malor pr.ice
dtnuia. Sim, respeite-se o principio que a.-saou
em Qtidaite publica nao coutettada (.pondos)
e se a todo o transe o nobre depuiado d-.-ej > favo-
recer os leutes das (acuidades da direito do ira-
p.rio, at'enda-se do mesmo mudo s deuiais cas-
.'..s da funeelonarios putilicos. NSj ha m.io para
que elles sajam excluidas, como multo bam o de-
uiun-trou o nobre deputado pela Parabyba.
Peusa o nobre deputado por S. Paulo qae os
Iftts presiam melnores servicos qai os demais
funccunarios pblicos, e este foi _om (los seus
pnncipaes argumentos na sustenta^ao do projecto.
Senhores, nao quero faier compararoes e Jesan-
VJlv-las ; mas uo p&sso deixar de durr algaraas
paiavras sobre os servicos de doas classes de func-
c! aarios pblicos, os magistrados e os militares.
A L-nmeira eoodico da sociedade a segunda-
do. E-ta raattida pelajusuga. Oca, se ut)
<.i:ait), podtr-se-ha dizer que os servicos do lente
tan uial valiosos do que os dos magistrados?
(ApiadosJ Manter o reinado do direito susten-
ur t.das as liberdades, e assegnrar os beneficios
jue nascem do seo desenvolvimento. Assim p
de-se conceder que os servicos do magisterio e o
da magistratura sejam equivalentes; mas se lia
v:!ageai de um .-ot.re ootro, essa vantagem, se-
nitores, peitjnce magiftratara. (ApoiadnsJ
Racoohece o nobre deputado que a magistratu-
ra do oosso paiz acr.a se mal remuoerida, est in-
eliz.iidote qiusi redunda ao estad o da men licsn-
ca (ip liado-), e ao mesmo lempo diz que nop-
portaoo tratar-se agera do sea melhoramento. Sou
do parecer do nobre depntado. Desassombremo-
nos da guerra. Quando o paviltio nacional, ja
d8;aflYutado. tremolar sobre os muros de Ilutan-
la e Assumpcac, dotemos a magistratura, como
enropre que seja dotada, para qae njm ao menos
naja quero suspeim da sua independencia a probi-
dade. (Apoiados.) Mas seodo assim, porque rao
se lia de agora tratar de vantagens para o magis-
terio, cujos faoicionarios nao sao to desfavore-
cidos ?
O eosiuo carece de reformas, como a magistra-
tura. l>to se :i". ha muitos anoos, e assim como
n cobre deputado agnrda a eccasio, em que se
lrur da reforma juliciaria, para melborar a po-
si{ij do magistrado, ta mesroa maoeira deve
agaardar a reforma do eosino para meldorar a
c u li(So dos lentes.
Traiarel agora dis servidos dos militares.
Senhores, incontestavel qae os venciraentos
dos militares, quau4o deixim o servitjo activo, sao
dem isiadamenie eilgoos.
Dopois de orna carreira brilhaote e cheia de sa-
cricios, qoaodo o militar devia descansar com-
i. ament sombra dos loaros conquistadas com
0 sea sangue, vse elle, pela asesases de seos
V'Sciiuenios, reduzdo a urna posii;o precaria e
I-timavel. (Apoiiidus.) Ora, conveniente ejus-
ti, que nesta qoadra principalmente, em qae os
Servicos mais valiosos sao decididamente os serv-
{os de sangue, se trate de conceder vantagens a
q'ialqu>r classe de (uoccloaarios, eMjUrcendo-se a
Cl-Sia militar ? Ninguem dir qae sim. f Ap.Jados.)
Pur essa razo acbei mano indiciosas as obser-
vacoas feitas pelo nobre depotado p-U Parabjiba;
e confurmaodo-me com ellas, voto contra o pro
feta. Muno bem ; muiii bem.)
O sr. Meira Vascomcellos :^Eu n5o devra,
Sr. presdanle, oceup^r a ^tieocao da cmara na
?iiura em qoe se acba a discussao.
Tres discursos fjram proferidos por doas ora-
res disUaetas contra o projecto, um discurso
apenas foi proferido per outro orador, oo menos
rJistiuctu, a favor.
Njs tres discursos que comhateram o prejecto
cu vi que com effeito foram produzidas todas as
r;.5i3 necessarias e sulcienies para eslabeleco-
rem a coaviego de quo nao podemos votar a fa-
Ver delle; mas sou forgado a cumprir um dever
que jolgo doplo : o dever de deputado, pelo qual
me cumpre expender 6S motivos de minha op.Dio
e de minha cunviego, e anda o dever da da(
reacia para com os illustrados signatarios do pro
jecto, meas collegas e amigos, e nao m-uos para
a importante classe dos late* das acuidades do
Imperte, a qnem elle se refere.
Tendo, pois, de dar o meu voti contra, nao que
ro, nem devo faj lo symbolicament, devo expli
ca-lo.
Nao senhores, sem grande embarazo e aca-
nbamento que me pronuncio contra om prejecto,
onde vejo assigaataras da viute seu collegas
E03OS.
Ao lr cora effeito egsos nomes Ilustres qae
sanscreveram o projecto comecei por enmudecer,
e quasl que a convencer-me da necessidade e le-
gitimidde da medida qae encerra ; mas passada
s. pnmeira imprassc, contra a qual reagi com
(5n;ldde, para logo oecorrea-me a Idea da que
a neeassldade de tantos padrinhos to imprlattes
e tao respeitaveis bem revela a falta de merec
ments do adlbado.
De de entu resolv pedir, como peco, liceoQt
aos nobres signatarios do projecto, meas collegas
c amigos, para ajostar contas zcra o seu attlhado,
que, segundo me parece, Dio val sendo bem crea-
do, e pelo contrario tem se tornado digno de com-
pleta decapitaeu.
O projecto concede aos lentes das facolda-
fie do imperio que tiverem 30 aunos de sorvigo,
aapus nado e gr.itificacp, e portaato estabelece com ef-
silo una excepcao injusta, e direi mesmo odiosa,
c.-.-no j i* fleoo bem demonstrado.
A aposentadora, senhores, esta' sojeita a regras
b principios geraes consignados e respeitados pela
1 (isiaco do paiz; entre e-llas obresahem duas, e
sao : l*, o tempo dentro do qual devo ser conce-
dida a aposentad meatos com qae deve ser concedida.
Assim, ao empregado qae completoa certa na
mero de anoos de servigo, tnnta, por exeroplo,
<, le soffre em sua sauda e qoe por isso ficou im-
posibilitado de continuar a servir, a le concede a
apoeniadoria eom todo o ordenado, mas" nunca
: .n d RrauQcaQio qae percebla.
Mis pope acontecer qne o empregado se loba-
' Hite de continuar a servir antes de completar os
30 annos, eotao a lei coocede-lhe, depots de om
certo numero de annes (de dez por exemplo), a
aposentadoria com o ordenado proporcional ao tem
podeservico; nanea, porero, em nenhum casa
003 o ordenado e gratiQcacSo, com todos os ven-
ciraentos.
E, senhores, estas regra3 establecidas na lei
tem tambera a sna base e faodamento no direito o
na conveniencia e inieresss do servio publico.
O ordenado como sabemos, a renda que a lei
ccnidera inherente ao emprego, e como Indispen-
; aval para qae o empregado possa viver e subsis-
tir. E, portaoto, o empregado que p^rdeu o exer-
r.lcij do sea emprego por doente, em virtnde de
licenc* on por ootro qaalqaer motivo, nao perde o
sen. ordenado.
A eratifleacio, porem, nao fax parte integrante
Oo ordenado, dada smente pro lobore, e dabt
vem que o empregado qae deixa de trabalhar nao
tem direito a percebe-la. Qaalqaer qae seja o mo-
tivo polo qual o empregado deixe o exercicio per-
de a ratiacac&o.
E^ta a regra absolata que existe entre nos, e
que soffre apenas orna excepto nnica, e essa ex-
cepjo fui esu&elecida para favorecer a classe d
achirados,
apo-
sentadoria.
Para o magistrado no Brasil emqoanto vive, a
p.brea; e depois de su. marte, a indigencia e mi-
seria para a sua esposa e fllhos. (Apoiados.) Resu-
men) lodo seo presenta e (aturo.
Se eu livesse trazido Uje consigo urna cria
qae recebi de um magistrado, typo de honra e de
probidade, eu pedera Uceaba a* cmara para Id-la,
aura de saber-se mais urna .vez o estado a qne se
aciu redolida a classe dos magistrados entre dch.
Nao devo pronunciar o nome desse magistrado:
mas rtflra o fado, pirque ontendo, como disse o
nobre depata la pela Prahyba, que factos dessa
ordem dovem flear c dignados nos Annaei da par-
lamento, devem ser sabido* de todo o paiz.
Nessa carta ha um trecha, em que essa magis-
trado honrada, pal de numerosa (ao-il'Ji, lastiuian-
do a sea indigencia, exclama : s me resta tancar
maa de um revolver e acabar com minha existen-
cia i...
O *r. Oligabio:Era preciso ser muito fraco.
O Sr. Meira de Vascoxceluis: E' bom diz-lo,
o nobre deputado pJa tacilnaeniJ du-'o, porque
tem ouuos recortas para vi ver sem atropello e
sem vexarae; S. Exc. para fortuua sua oo se acna
as circumstanciai criticas desse iliusire magistra-
do, a quena me rtflro, dlsliocta por sua honra nun-
ca interrumpida, reconheclda e admirada por to-
dos que o canh-cem.
O nobre deputado nao tem visto como ea lagri-
mas vertidas ua di>r das priva{5rs par esposas de
noBestos magistrados, que vivam na pobreza !!
Para o magistraJo nesta vlia sem esperangas o
nico thesoiiro qae lhe resta, e que elle deve sa-
lar, a probidada e a bonra; perdidas estas, na-
da mais I lia dea seno o desengao e o desespero;
Delxemos, prem, a
habituado a ser es-
res-
suas aspirabas terminara
magistratura, qoe ja* esta'
quecida.
O Sr. i.EAr.io: \V com vistas a quem
punsavul.
O Sr. Meira de Vasconcellos: Na fac ap-
plicayo a nioguein, va' com vista a lodos nos; va*
cam vista a quem i resoansavel, como diz o nobre
deputado. Sirva isto tamben) para responder ao
nobre depulado quaudo quis comparar a classe dos
desembargadores com a dos lentes das faculdades.
O Sr. Olscariq: -E-la* na lei.
O Sr. Meira de Vasconcellos: Nao pode estar
na le; nao tam r.?a>.
O Sr. Correia di; Brito:A classe dos desera
argdares e uiai favorecida do qu-i a dos profes-
sores, i
O Sr. Meira de Vasconcellos:Nao exacto :
a classe dos desembargadores nao mais favorecida
do que a dos lentes uas (acuidades. P le ser len-
te ae qualquer das faculdades do imperio o hacha-
re formado que sihio dos banees da academia ;
a nica condicao que se exige um exame de su.'-
Qciencia dapois de recebido o grao de doutor.
O Su. Olegario da' ura aparte-
O Sr. Meira Vasconcellos : E' preciso pres-
tar exaraa di suffkeocia, negocio qaa se faz em
um anoo ou em menos de um auno Por conse-
quancia, disse eu, e disse bem. que o bacbarel
formado qae sabe dos bancas da academia pode
nabilitar se ia:roediaUmeuie para entrar na classe
das lentes da facoldide de dir.lt) e medicina.
Uma Voz :E haexemplos.
o su. Meira Vascoxcsllos :.... como de (actq
ba exempios e desde euiao camela a perceber ven
cimentos iguaes ao de juii de direito.
Entretanto, senhores, o bacnarel, para ser jale
de direito, parque transes, porque incoramodo?,
porque tirocinio nao passa? Comeija a exercer o
lugar de juiz muniaipal, qae, deegrac^da e infeliz
mente, fai levado a categona de magistrado pela
le de 3 de dezembro de ISii, roas um lugar de
magistrado temporario, quo ; fia durar qaatro
anuos; e Bodas os quaas, largos anuas se passam,
salvas poucas ex;pQoas, para obi?r a noraeacaa
de juiz de dlreita.
fassam-se as vezes dez, doze, dezaseis anaos, pa
ra que possa obteressa suspirada nomeago, e de-
pois o que se sega? Anda juiz de direito. pre-
ciso fazer um grande e incommodo taroemio pelas
comarcas do interior das provincias, viveoda vida
de soffriraeotas, da mattynas, sara garantas, mu-
las vees nao pode chegar ao lugar de desembar-
gador, e se ctiega, dapais de ter estragado a sua
sale, e ja' no ultima quartel da vida I l)e ma-
o-.ira qae o magistrado, parr. qne passi sor equi-
parado ao I tote, era veociraeulus ta someoie,
preciso que tenba chegado a completa velhtce I
Gomo, pois, equiparar os desembargadores aos
lentes? Como sustentar qae os destmbargado-
res teera maiores veocimentos e memores vaata-
gens?
Aioda mais, os lentes das faculdades exercem
seas empregos, de.de qut comegam ua magisterio,
uas caphaes, onde tem todos os recursos e cooa
modos da vida, onde fcil a educado de seus fl
Ihos. Entretanto o,uit de direito percorre primei-
rameoie o Interior das provineaj, e quando succe-
de chegar a capital, a educacao de seus timos esta'
perdida.
O nula as capltaes, se 6 medica, tem uma cl-
nica que Iba da' grandes vcnsimmas conforme
suas o tul lia o,--...
O Sr. Araoao e Mello :E accr-iscenta que a
qualidade de leute 6 uma garaana para maior cl-
nica.
O Sr. (lgamo : Mas os mdicos nao podern
oceupar-so cum a clnica e noto os lentes de direi-
to com a advocada, porque o lempo Ihes (alia pa-
ra o e-tudo.
O Sr. Meira dk Vasconcellos :NSo negae-
mos o qoe (acto.
Dizia eu : os lerdes, se sao da dculdade Je rae-
diema, in su clnica que Ibas d uauios lacros
e que por consequencia compeasa a deQlcieocia
de saos ordenados ; se sao da faculdade de direito
podem advogar, o que tambera Ihes d lucros,
porque nos sabemos que as gran les ctiades a
advocacia rendosa, e as babilita<;o~'S do
do os outros f joccioaarios somente o sao com
anoos. r ^
Mas disse o nobre deputado : t Naquella temoo,
sim, uiae hoja uo, porque as cireumslanclas mu-
daram. > Mas poique? O servido qae pre-tivain
os lentes nao o mesmo que presijua hoje?
O 9a. Olegario :Nao por isio, 6 em relajad
as nece-siaade-.
O Sr. Mkira Va-co.ncbi.lcs :-Qaaes serla estas
necessldades? Ner.essid-C.es de suoslstencia, ne-
cessidades da vida?
Essas necessUades erescem para todos; os pre
(os dos geoeros, a caresta doi vveres sao com-
amos a ijdaj...
Se, pois, as necessldades crescem para os lentes,
crescacn tambera para os outros empregadas Se
a lei nessa oeeasta-a antea Je u qae pelas suas neces-
siiades o lauta da fae.aliado Aavra recabar de
mais matide di gratiuVacia, se hija as uecessida-
des teera erescido e par issa devem recebar loda a
graiiiiiv-c', tamb;aa os ontros deverlara ler aug-
mento proporcional.
Demais, sennores, boje o tempo de sacriricios
e de economas, os vancimeulos de lodos os euapre-
gados esto oaeraJos com uma nova conirib m; i j
para as urgencias do Estado. Partaaio a ccaaiM
nao opportuoa para favores laes; todo o aug-
meulo da duspeza mao qaando tola economa
necessaria.
Nao me resta mais nada a dizer, e as minha)
ultimas palavras emcon:luso sero dirigidas a
classe dos fjuccioaarios pblicos de que u.s oceu-
pamos. E' importante cara elleilo a classe dos len
les; tenbo a.honra de ser amigo de amitos dalles,
[.devolhes em geral consideragao e respailo, entre
elles existara tlenlas que admiro, reconheca a im-
portancia das servicos e servleos relevantes qoe
prestan) ao paiz, e que devem s-r bem considera-
dos, iiein remunerados; mis tazeodo-lhes jusiiga,
e convencido que tados e les sao apostlos da le,
e da j jstica e da Igualdade, acredito, possnido da
mais Dobre convicrSo, qae elles oo solicitaran),
nem desejaua, que saja adopladp o projecto que
discutimos.
Se fosse possivel oovir a todo, ett iu certo qae
elles diara a uma voz : < Este projecto nao se
acha oos termos de ser adoptado ; a cmara oo
deve votar por elles; nj oo queremos (avares
desla ordem. >
Teoho concluido.
Ningaem mais pedindo a palavra, flea eacerra
da a discussao, oo se votando por falla de uu e-
ro legal.
bes garantem boa clieotella; os desembargadores
porm oem tm clmica, nem ciientalla, estao reda-
idos aos seus exigaos veneimentos I
A diflereaca euire os ordenados dos desembar-
gadores e dos lente? de 4aO; qual o lente que
nao .dra na saa clnica ra.is de iOOJ? qaal o
lente que na sua advocada nao gauha mais de
40t) ? Por coosequeocia, aioda comparando a po-
sigo pecuniaria dos desembargadores dos lentes
a posico desies omito mais vauajosa.
Replicou o mea aobre collega, pnmelro signa-
Nao assim, parque oo lm
A's duas horas meos om quino, voltaodo a
depotaco, o Sr. Bipt'sta Per-ira, como orador
delia, declara qae, tendo sido a mesma depniaco
recebida oo paco imperial com as formalidades do
estylo, apreseuira a S. M o Imperador os decre
tas da assembla geral sobre Las de trra, ere
ditos, e on;amento geral do imperio ; e qoe o mos
mo auguro seubor se dignara respooder que
examinarla.
O Sr. Presidente declara qoe a raspas de Sua
Magasiade recebi la com muito especial agrado.
Entra era 2." discussao o projecto qae approva o
compromisso da rman lade das Almas di fregu
zia de S. Loureoca dt Malla.
Ninguem peudo a palavra, Q a discussa
encerrada, o.io se votando por falta Jaailmero
legal.
Eatra em i." discussao o projecto que dispensa
Unas Antorno da Silveira de reentrar para os co-
fres publicas com a quantia de 150.0Q0J0Q], que
recebeu por occasio do cooirato que celcbrou com
o chefa da polica da corte sobre foroeclmento de
gado para o consono da cidade.
O sa Araojo Barros (pela ordem):Sr. presi
denle, desejo qua V. Exc, que tem exacto cuube
cimento das dispcsic5es do regiment, escUreya.
me sobre o seguinte :
A cmara acna-se sera numero de membros saf
flciente para votar sa sobre a materia que tem de
discutir. Posta em discussao essa malaria, se ma-
guera quizar oceupar se com ella, Acara eacerrada
antes de passar-sa a ootro assumpto, ua forma di
regiment alterado ltimamente. Ora, oo poden
do voiar-se neje, que o ultimo da de nossas se?-
-oes no correute aooo, abrir-se-ha nova uiscusso
para o anoo segrate, ou -- ne.nte se tratar d
Votar a matn cuja discussao for encerrada?
Paroceme do utilidade qae se abrl-Se nova dis-
cussao. E' verdade que sendo o pessjal da cama
ra actualmente o mesmo que tem de funccionar
na sessao sgguiote, podo se dier qoe nao haver
naces-idade do nova discussao do assumpto, coma
s'icceae nos cis em que se passa de urna leis
i l ira para outra. Aquelles quo assistiram dis
cusso dasta anoo deveraa ter pre.-ente o que se
disse na sesso autersor, e aelur-se pir isso hab
litadas para a voiayo. Mas tenbo davidas, e de-
sejo que V. Exc. *s dissipe. Por qaaoto*se a de-
ciso fr n> se.niijo de abrir-se no'* dlscussa)
para o aaaa, dosapparacera a oecassidaie de fal-
larle agora, e;t?.mio a cmara quasi arma.
O projecto ioteressaote. Trata de pagumtoto,
que se suppoe devido, de quaotla impartale, fila
ordem da dia,achara-se outros da mesraa oatureza,
e algues maito mais imporiaales.
Seria, portaoto, do toda a coovenieneia, qua
taes projecto; nao fleas'em en:errdos sera discos-
sao. Derida, pois, V. Exc. a inmha duvida, afira
do que ora os ijue estamos pretutes nos resolva-
mos, como nos parecer mais coavaoienti.
O Sn. Presioemte : -O nabre deputado propSe
ama questao cuj uecisa parece prematura, por
que tem de ser decid.da na sesso vindaura ; en-
tretaoio eu passa a emnii" a raioaa opimo sobre
o rauda '.om j se de'a antea ler o regiment. Qaaa-
do a votacj luterrumpida por (alta de auraero,
a votacao -sim^lasmeote sa clficiuara na se*so lo
auoo seguale, e a luterrupgao oo fr dajegisla-
tura a legislatura, caso e-le em que a materia se-
r oovameaia discutida, nao ob-tanta ter si Jo en-
cerrada no aouo precedente. Eu von pandar er
o precedeute, que consta do regimeuto.
O Su. 1. Secretario (leal"):- Decidio-se em
sesso de 27 do a^o-ao da 1851. qua os projectos
cuja vatagao tanha sida ioterrompida em legisla-
gao anterior sajam de novo sujaitas a discussao em
que liverem ltimamente pass^do. >
O Sr. Presidente : .'ortaota nao havendo dis:
posico qua maula abrir de uovo adiscu-^a da
lentes i prejecto cuja v^tayo foi ularrompida da sessao a
sesso, claro que os piojectos caja discus.-aa fi-
car oncenada, e uo forum votados par falta d-
numero, s-lo-ba oa se>so segtMnte sem novo
detale.
Os Srs Correa das Ni/es, Fontenelle e Ara
gai e Mello faiera aigiiiuas observays a inau
dauo a mesa o seguate reqaerlmeot.i, que lido,
ap.n i o e posto em discu sao :
< Requeiro que o proecto v eommisso de
jusuc* civil..Corro das Naves.
A discussao flea adiada pela Pora.
Dada a ordem do d., levaota-se a sesso s
Wra
ci nal uma re-
TVMisky e verana
Tal sua divisa.
sus bfljn, asquecem-se amaoh di pri-
f> eolregdiD-se sua pa xo. Costa-
ntes Qjem'sabe ? talvez que essas inde-
m miadas aeltem mais jirazer na callla rjg
que os bancos de relva dosj
parques.
S ellas se coritentassem com o beber,
bem iria o Cas",' mas aborrecer os traseun-
les I i atisfiaal ob ttn ** ku\v
A, viuva Betsy Mearen compareceu ante
una magistrado pela vigessima vez sob ajn-
iCul|)ago de bebada e sera vergonba.
E' uma vilhinlia coberta d andrajos e ex-
halando forte cheiro de whisky. Logo qae
caegou presenga do magistrado, ella fez-
Ibe um corapnmento de caneca como co-
nhecida velha.
Estaveis em completo estado de em-
briaguez quando vos prenJeram hnlem.
Jorque raz3o persists n'esse vicio ?
Ab I senhor responden e la. Se
soabesseis I Soa infeliz f Depois di mor-
a do meu quinlo nnrid i flqtiei inconsola-
vel e busco olvido m us sofTrimentos na
bebida alcoolica. Al I se V. S. soabesse o
que perder um quinto marido !... con-
tinuou ella dan lo um suspiro.
Isto n5o desculpa, replicou o ma-
gistrado esforcaodo-se por guardar serie-
dada. Porque n5o trabalhaes ? Porque
nao trataes de garihar honestamente do que
viver e sem encommodar os transentes na
ra ?
*' justamente, milord, o que eu qui-
zera, mas teaho sempre s;do repjllida.
Sois incorregivel. Qaantas vezes ten-
des j comparecido minha presenga ?
On 'senhor, ea oio as tenbo con-
tado a oem ser-me-hia isso possivel; rjspon-
deu-lbe ella com ingenuidade.
Que prazer sents em beber assim ?
Que prazer I? senhor que praz ;r ?!
Ignoraes ent5o o que seja o whiski/ I Bem
se v que sois ioglez e por isso deprecies
os productos de meu paiz I Nao gostar de
whisky Mas o whisky o nctar, a
ambrosia, a bebida dos Deuses ...
Bast, interrompeu o magistrado, de-
sejoso de acabar essa enumerado. Vej-
me origado condemnar-vos prs5o
On l se quizesses ter piedade de
uma pobre irlandeza, viuva de seu quinto
marido, .asseguro-vos que...
Nao cumpririeis a promessa.
Aposto uma garrafa de whisky cm
como..
E' intil. n3o mais vos creio, seris
presa por quinze dias.
A pobre viova de cioco maridos den om
profuodo suspiro e deisou a sala semi-mor-
ta, pegaodo-se s preles, fazendo ouvir
queisumes contra a severidale do seu v-
Iho conbecido, o magistrado.
talada por esta tromba a ore-; Nao lao aiqda.
specto afi^tivo, o de que Este P vtrad6pBraHrfioOre toroa-se
ir i-taQ mt sem seter.um b.
icadas ou que- Ja n5o era a n
belliss mas tava mu laaa.
ra das troncos,! Mis na liaste do-bv-se visivelqaente
V
secular
de
ala
lies; de mais de
jMumis lio desc
^lfaf'destt uidas at aos
;de mil coiisa* esto derramados
^irie^ objeoflWBesojijjrme
foram levantads a altHHMVs'(%JSe's.'
emfim.fSo muitas as pessoaa^eridas, mui-
tas as que estiverain em perigo i inminente,
morfeu muito gado, e 6 cunstdcravel o nu-
mero de familias arruinabas.
Uma aauga e notavel capaila de Nossa
Senoora do Ulmeiro ficou cora o teinada
completamente destruido ; a attob da, toda
de pedra de cantara, resisti ao furor do
ternvel penomeao meteorolgico ; mis fo-
ram arrancados pela raz os magnficos cy
letra-
;, palavra es-
prestes de muitos scalos que circamdavam Guizot"
ota o fabo, dop; Q aquella letra por demais
s e bastarda, liga-sa sootras escripias em bas-
ce-;'tardinho.
O Qo.itraste desta liga foi nevitavcl.
O disparate tem suda sua conseiuencia
fatal.
E' em v3o rjue o P procura transformar-
se 'anda em q-e-b.
A caula primiii-a ha detrah-Ia, sobqua-1
qoer forma. _^ .
iEis aqai a traduegito de algumas das maj
bellas reticencias do Sr. Jequitiohonha.
Ha no original anda alguns pantos im-
portantes sobre este assumpto. Reservo-os
pa.-a qaando publicar a obra.
Este capitulo anda consagrado ao
a capella.

lario d a projecto:
lempo. Mas Isto negar um fado qoe lodos [quairo boras da tarde,
vemos, que todos rcoohacemos, que esta na cons
cieocia do todos ; tiles tm clnica, tm advocada, !gE*SA0 EXTRAORDINARIA EM 22 DE SETEM-
advogara e curara sem que para isso t rati.iai sa-
crlQcado o desempjndo de seas deveres, nem vio-
lado a lei.
O nobre depntado trouxe tela a concessao pe-
enniaria Wta ao Dr. Pereira Pinto pela sua obra
de diraito lotarnicional. Nio iraia-se, nem pode-
mos discutir c merecimento da adopcao des-e pro-
JKCto, mas verdude qua nao tem applicago o
ezemtilo qaa invoc.oa.
O Dr Paiaira Piolo nao empralo publico,
nao ten-, direito a aposentadorla, nao liaba direito
a veocimeolo algam: se lhe concedea apenas um
pagamento por um trabalbo Intellectual, que a c-
mara |olgou diguo de remunerado.
Oade o parallel i e applicacu T Por mais que se
procure nao se encontra; naveria se tratassemos
de remunerar algam trabalbo intellectual prestado
por qualquer dos lentes.
Agora nio lanbo remedia senao superabundar
um pouco as rai.Ses apresenudas pelo nobre de-
potado pia provincia da Parahyba, que falln an-
tes de mm.
Aio procede, com effeito o que expenden o co-
bre deputado autor do projecto, quaudo diz que os
mesmos motivos que iufluiram. para sor coocadido
aos lentes o favor de seretn apostelados depois de
o0 annos cem a.etade da gratifleaoo, sao alada
procedentes p:,ra que ess favor se faga extensivo
A jelegraphia txtraicv. Pur muito
tempo se dissertoa para saber a que sabio
ou a que acaso se davia aitribnir a deseo-
berta da tele ),rapbia elctrica, mas sin re-
sultado. Hoje, fdluraenle, est > dissipadas
todas as duvidas, gragas a uma caria pri i-
tograpbada de Volla que se acha exposta
n'uma vitrina, na exp isicjo universal. Njs-
sa carta. Voita, o iuveutor da pilua a qoe
deu o seu o.irjai, resonhece a possibiliiale
de transmiltir um signal qualquer pelo fio
elctrico a uma grande distancia, a suggre
a idea do sustentar esse fio em postes, como
os que Ivjese usam.
O original daquella preciosa carta per-
tence ao inst tuto das semencias, leltras e ar-
tes do Milo, que oompruu aos filhos de
Volta ludo o que estava no seu gabinete de
trabalh) pela somma de 10,000 libras aus-
tracas, alim do, com aquella dinlieiro, tirar
da miseria os descendentes di illustre |)liy-
sico nobre meio de soccorrer um infortu-
nio e de honrar a memiria de umNsabio.
No follieiim do Cumio Mercantil lo se
o se^uinta :
Gaiitam que certo hespanhol escreveu o
trtalo de todas as cousas e da outras cousi-
tas mais.
Sem pretender as glorias do Ilustre des-
cendente de D. Pelagio, teodo j.fallado de
t idas as cousas, veoho boje dizer ao ouvido
dos le;t>res aUumas cousitas querestam.
Essas cousitas sao as reticencias do Sr. Je-
quilinhonha.
Aquillo que o distincto parlamentar nao
diz, raeaeiaado a cibagi. e cortando a phra-
se a prop asito com esse espirito fino que ca-
racterisa um ataenic i>e, c o que eu preten-
do traduzir na linguagem singela e despida
do flores em que costumo escrever.
Traduzir reticencias a minha especiali-
dade.
R igo, entretanto, ao Ilustre orador o ob-
sequio de ir-me apontando al^uas erros que
commetter.
A modestia a virtuie qae mais me en-
nobrece : aceito lices anda na minha espe-
cialtdade.
Nao vai nisto umtcarapuga ao actual pre-
sidente do conselho.
Entre mim e S. Exc. ha am abysmo.
S. Exc. deilou-se a orrer peo futuro a
deotro de urna manetra to desabrida, que
jamis mortal algura po lera alcanga-lo
Qaerer chegar ao ponto om que o genio
parou, exhausto de forcas, sena omesrao que
tentar construir uma nova torre de Babel.
Ai i-npossibilia nemo tene'.ur.
O geni i nao aceita lices.
Elle apparace de sculo cm seculo, dei-
xando ap; si uma estetra de luz como os
meteoros que pissim.
Napoleai foi a ser sempre o hroe di
espada..
Demosthenee empunhou o sceptro da pa-
lavra.
Pericias de i o nome ao seu seculo.
O actual presidente do conselho u Pen-
des desta situaco.
E' elic que tulo anima, quem ludo rao-
ve, q em lulo 'az, quera tulo.........
Pata estas reticencias nao ha tradurcao
possivel.
Aqu s o recurso do Sr. Jequiinuonha:
ha cousas que se nao traduzem.
Em su urna, o Sr. president; do conse-
lho um genio e eu sou umpobre dala i
carregado de esteiras velhasna bella phra-
se de um deputado provincial, em sutnptuo-
so.exur.lio tirato de saa propria pessoa.
E eis porque accedo lices.
Creio est plenament justificado.
O tratado das cousitas que restara u n
grosso volame, que pretendo brevemente
dar lu sob o titulo Umpunbado de ver-
dades.
Disse que era modesto. Pois bem ; este
titulo, por demais pretencioso, nao mea.
Eocontreio-o em uma brochura de Al-
phon e Karr.
Antes qu o livro appirega. resolv i
rir huje aqui alguns captulos delle.
sao paludas tradceles das reticencias do
Sr. Jequitinhonna.
Todava leve-me o paiz em linba de conta
este pequeo ssrvico ; pois cada um carrega
a pedra, segundo suas forcis, para a pyra-
mide da patria.
A palavrapoltica-, disse um escriplor
allemo, comeca pela leiraP -, porque de
ru' artm de serem transportados os ricos'todas as letras do aiphabeto aquella que
productos dessa rego Europa, sem ne- mais fcilmente muda de posico.
Uma curiosioade geolgica. Acha-se
depositado no musen de Southampton um
fragmento depe tmetro de comprimento sobre 3 de espes-
sura.
Essa pedra tem o aspecto de um gres
poroso (rough sandstone) que c le a pres-
so como um pedago de borracha ou de
grittapercha da raesma espessura.
Locomotivas as estradas ordinarias.
A* 19 de agosto uma locomoivj para es-
tradas ordinarias cainmhou em wn s dia
90 raiUias, ou um pouco mais de 141 kil-
metro..
Ella parti de Ashtononder Tyne, atra-
vessoa Minchester e a!,'ans outros centros
de popuUiQo al Chester ; e depois de t^r
percorrido as principaes ras dessa cidade,
volteo ao ponto de partida sera solTrer ne-
nbum accideute, e sem ter parado em ponto
algum sno para tomar agua.
Essa machina foi construida as ofhinis
do Sr. L. Bulln.
O Sr. Bulton que deu esses detalhes ao
Eag:neering,y.g3 que' o maior trajelo
feito por urna locomotiva era estradas ordi-
narias, e pede que lhe digam quando e onde
algum outro trajecto sem libante tenhi sido
ellecluado.
As principaes dimensoes das pegas da
machina slo; oylindro 108 meliraetros da
dimetro, curso do emba' 21G, prass
O lioras por pollegada quadrada, ou 9,1 i
killogramas por centmetro quadrado, e ro-
das 1 tnetro e SS ceniimetros de dime-
tro.
Durante a rador parte do trajecto. a ma-
china fevou ti pessoas, e em alguns kilme-
tros 8 a l.
O Sr. Bulton alDrma que nenhum pre-
paro lora fei.o e que o conductor da ma-
china oi toreado procurar pelo camnho
lugares onde podesse tomar agua.
Progressos na navegacAo do Amazonas
Na ultima se^sSfl da associaco britnica
foi lida uma memoria muito nleressante so-
Dre aexpedicao peruviana para o rio Ucayali.
Poi auxiliado dlo governo peruano que
se emprehendeo essa expedigao, tendo por
m determinado descobrir uma via navetta-
vel at a vasante oriental dos Andes no Pe-
cessitar atravassar essa cadeia de monta-
nhas.
Os navios da expedirlo penetraran! em
dous ros al agora quasi descoohecidos o
E' assim que o Ptransforma-se em q,
d, b, voltado por diversas modos.
Jerme Paturot distmguia-se logo no co-
meco de saa carreira por talhar ptimas ca-
attiogirara d'esse modo cidades prximas de rapugas.
Lima. Hoje ba portaoto tima eslancSo de
3,700 minias inglezas ou 6,000 kilmetros
navegave no Amazonas e seus tributarios,
oque permittir aos navios o transporte das
mercadorias do Per" para-a Europa o vice-
versa.
BRO Dt 1867.
PRESIDENCIA DO SR. S1LVEU L B0.
A' ama ora menas um qu*r'o da tarde, o Sr.
presidente oceupa a ca.leira, e declara sb-rta a
sesso.
IX se o approta.se a acta da antecedente.
O Sr. Prksidexte coovida a deputaijo qoe tem
d) pedir a S. M. o Impar;dor a designacao do dia,,
b;ra e lugar do eocirramaato da presenta sesso I Tromba elctrica Em 17 de ootubro,
legislativa a eumpnr a saa misso ; e aos Srs. de-
potados preseates a se couservarem na casa al
voUa da depuUco.
Voltanto ella, o Sr. RatisboMj na qoalidade de
orador, participa que a dita depotaco fura rece-
bida no paco imperial cara as formalidades do es-
tylo, e qae S. M. o Imper.dor se digulra respon-
der que a sessao imperial de encerram^nh da
pre-eate sesso da assembl geral lera tugar
amatih* a uma hora da tarde oo paco do seoado.
O Sr. Prbsidknte declara que a,resposta de S.
M. o I aperador recebida c jid raaita especial
agrado, e convida osSr- dopatados a com parece-
rem amaoha para aqoelle acto oa lugar o bora
designados.
Em seguida o mesmo Sr. presidente nomeia o
Sr. Fieury para servir de secretario durante a au-
sencia dos actuaes, e lovaou a sa.:sio depois de
lida e approvada a acia d.
Esta foi talhada a dedo para o progres-
sismo.
E para o qae, vejam : ella assenta como
Qffl-4 luva na cabega do Guizot brasileiro.
O que foi o Guizot ?
Uinpbem laucado e modesto, ao lado
de outras letras, cuja sombra viven sempre
sem estronlo e sem escndalo.
Foi ura P escripto em cursivo, segun-
pouco depois de anoutecer, um sraistro es-
pantoso consternou profundamente os hab- do todas as regras da calligra.ihia.
tantas de Seillans (Franga). Formoa-se uma
Ir-raba elctrica no territorio daquella com
Um dia esta letra fatal esticou-se, como
cobra venenosa que prepara um golpe
mana, corr-ndo de oeste a leste uma extea- mortal, e de pequea qae era, tornou-se um
blo de dez kilmetros, e atrangendo uma Pgrande a enorme, isto a letra gar
largura de 40!) a 590 metros. rafal, com que os americanos escrevt
Esse pbeuomeno terrivel, que desde o palavra puff.
ponto de part la at ao seu desfecho, durou Que tntelligeacia I I disseram
1 i a 29 minutos, era acompanhado de um em grita
tOdOS
estrondo sur lo e continuo, com > se e;tives-
sem rodando torrentes do alto das monta-
nhas com acempanhamento de trovos, A
cli.iva era pouco abundante e o cea estava
como incendiado.
Escolh-o a dedo.
Eu amo o Ilustre estadista, como um co-
ragode vnte annos pie amar a primeira
illusSo qae lhe apparece no camiobo da vida,
sob a forma de uma mulher.
Esto peosamento n5o meu: encon-
trei-o na ca teira de am ministro de e;tado.
E coihicid* a arrogancia com que o il-
lastre G .izot entra em tolas as questis.
Sempre de vizeira levantada, dir-se-ha
Roldao, de espada em piinno decepando ca-
begas e fazendo proezas inauditas.
Se se discutem negocios da marinlia, S.
Exc. torce o nariz ao orador qae Tilla, e diz
chjio de convirg a. < Eu conhego o sagrado
desses negocios.
Se algum misero mortal se atreve a pisar
com passo vactllante sobre o terreno das &-
naogas, ai del'o I
O Guizot parodiando a Neptuao no famo-
so quos eyo, erguer a cabega magestosa ci-
ma de todiS e dir brandindo o tridente.
Qaem ousa invadir os mous dominios ?
Foge, misero verme, quando n5o...
O segredo das fraaogas a sua especia-
lidade.
S. Exc. cor.hece a fundo o segredo dos ne-
gocios da jusliga.
O segredo dos negocios da agricultura n5o
lhe tatnbem desconbecido.
O segredo dos negocios do imperio, da
guerra, das relagoes exteriores, tudo S. Exc.
conhece c >mo as proprias palmas das mos.
Dizem que S. Exc. leviaoo.
E, no entretanto, louvores lbe sejam re-
tribuidos, elle tem sabido guardar todos
esses segredos com uma discrigSo dignados
maiores elogias.
Anda nao revelou um s.
Que h^bil diplmala.
Estas reticencias foram traduzidas ao p
da letra.
Trata-sc de om iliusire repre:eotante da
nagao, descendente em liaba recta do inmor-
tal Gonzaga, o cantor da Marilia de Dyrcu.
Quanlo se t3o bem aparentado, tem se
titnlos de subejo para a estima e considera-
go publica.
Portanto, chapean bas, deixem passar o
primo do distincto poeta..
Que o hbil deputado nao desmente a re-
putago do primo, fado qae se vai
provar.
Cruzavam se os apartes na cmara.
De todos os ngulos elles partiam como
settas envenenadas.
Escusado dzer qae fallava um membro
da opposigo.
Esses apartes eram os do costume, j se
sabe sobre alta poltica, poltica transcen-
dente.
Por exemplo :
O juiz de paz seu compadre.
Est engatado, quem presidio mesa foi
o major Chico do Matosinho; que crealura
soa.
Apoiado.
\ e eigio foi disputada bayoneta.
Ni meio desa gritada, ouvio-se, clara e
distiacta, uma voz dizer :
O disidido que me elegeu nio inandou
para ca individuos, mas simprincipios.
Era o primo da Gonzaga quem fallava.
Eiito ?
S. Exc. nai um homem, n.5o um indi-
viduo, mais que tulo isso, um princi-
pio.
J vi u'uma companla de acrbatas-o
hornera-mosca. Este an lava de cabega para
baixo.
J vi tamberao homem-orchestra
Proezas incriveis vi fazero homem de
borracha: aadava de rastos como nm reptil.
Com and ir um homem principio ?
Eis aqai uma especie que nem se qoer
passou pela mente de Lynneu.
. E, no entretanto, elle j tinba des:ripto o
homo sylveslris I
Um bomem principio nesta quadn, em
que tanto se grita por principios deve ser
ura adiado m^ravilhoso.
S. Exc. o verbo da poltica progres-
sista.
Seja bem viudo.
Em nome do Guizot, ea o saado.
E o Guizot, gragas ao puff, comegou uma
celebridade. ao lado dt qual a do xarope do
Bosque a a das pilulas de HoHoway, des-
appareceram completamente, cando de tra-
tas glorias eombra e nada.
Dizem que o ministerio nao liberal,
Calumnia l
Cada fetto seu um acto de liberalismo.
Vejara o ardor com qae elle trabalha p
emaocipago.
Redar. tem a perder, aotes tudo a gaahar.
Engao: o hornera do imperio um fa-
zendeiro abastado, a o da marinha tem dous
raoinhus.
Nao para ah o liberalismo.
Aderaissao de um fuoccionaro da alfan-
dega veio provar o coaceito em qoe os bons
brasileros devem ter o glorioso gabinete.
Interpelado na cmara sobre esta demis-
s5o. respondeuo presidente do conselho, ao
pulinos:
Nao nos aecuses; o ministerio mos-
trou-se o mais liberal que se pode imaginar.
E queris saber porque, leitores ?
E' anda o gabinete qaem falla :
Porque protegeu um empregado su-
balterno contra um superior!
Safa I que suei o topete para traduzir esta
reticencia.
Cada um d'ora em diante ter o livie.ar-
bitrio para fazer o que quizar.
Quem se sentir fraco, aproveite a occa-
siao.
O eupregado inferior tem todas as garan-
tas : o principio ua autoridade nada.
Oxal que o feitigo nio se volte contra o
feitcero.
Estas reticencia? vio com vista ao futuro
inspector da al'andega.
'~.
>
-------
TYf\ tODlARlO-
RUA DAS CRUZES K. 4/


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