Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:11412


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Full Text

K

ANNO XLIII. NUMERO 255. m**^-^ *M*m**** *- CUARTA FEIRA 6 DE NOVEMBRO DE 1867.
.... .. ~g------------------------------------- ___ jbMdl^^^wwP -------~~~--------------------------
a! 4 ctrirtL x.vttAfla .tos bao pama rw- IMy '** mw #* a raovinciA.
Fw .* aeos rUui$t.t. *.............. WOGO Wflu mUMm Par tres merea ai*Mto4a...........,... Nraaia AtwH.. ., .1 .] .i .: ,: .. .1 .1 ,j #J ... i 12*000 g- Pr Mis tito Mm. ;............................... 18*500
*** ; ] .) .; .i ,) .] .1 .; .j 244000 ^B Por MT> dito idee.................... ............ 80**50
aia aun.ato .]...,..........% ..... S 320 T^P^^B^^- pir u aua idw................................. 27.1000
DE PERNAMBUGO
ASaiUrB-fll DI IPliaBMIlBTtiiD D

jENCABJUADO DA SUBSURIPCAO.
Parahyba, o Sr. Antonio Alexandnno de Lima;
Natal, o Sr. ABIMio Marques da Silva ; Aracaty,
o Sr. A. de Lomos Braga; Ceara, o Sr. Joaqaim
os de Miveira ; Para, os Srs. Gerardo Antonio
Alves 4 Pilhes ; Amazonas, o Sr. Jeronymo da
Costa; Alagoas.o Sr. Frannoo Tavares da Costa;
Sama, o Sr. Jos Martina Al ves; Rio da Janeiro,
Sr.Jos tlbelro Gasparinbo.
PARTID* l* "TAP8TAS.
Olinda, Cabo, Escala e estacos da via frrea at
Agna Preta, todos os das.
Igaarass e Goyanoa aas segundas e sextas felras.
Santo Anto, Grvala, Beierros, Bonito, Caraard,
Altinbo, Garantidos, Balque, S. Bento, Bom Con-
seibo, Agaas Bellas e Tacarat, as tercas-reirs.
Pao d'Albo, Nazaretb, Limoeiro, Brejo, Pesqaeira,
lagazeira, Flores, Villa Bella, CabroD, Boa-Vis-
ta, Ouncury,Salgueiro e Ex, as guaras feiras
I Serlnaiem, Rio Pormoso, Tamandar, Una, Bar-
reros, gda Preta e Pimenteiras, as quintas
feiras.
AUDIENCIAS DOS TRBUNAES DA CAPITAL.
Tnbnnal do eommereio: sagitadas e quintas
Relami : tercas e sbados As i J horas.
Patenda : quintas as 10 doras.
Julzo do commerco : segundas as 11 horas.
Dito de orpbos: torcas sextas ia 10 horas.
Primera vara do el val: tercas a sextas ao aeio
da.
Segunda vara do el val : quarUs e aabbadea a
1 acra da urda.
EPHEMERIDES DO MEZ DE NOVEMBRO.
4 Qnarto rese, as 11 h. e 35 m. da m.
11 Loa ebeia as 10 h. a 17 m. da t.
18 Quarto ming. as i h. 11 ra. da l.
16 La nova as 2 b. e 19 m. da m.
DtAS DA SEMANA.
'

i Sfgonda. S. Carlos Borrme o ireebispn do Mllio.
o Turca. Ss. /. .enanas e Isabel pas de S. Joio.
6 Ruarla. Ss. S^vnro b. w. e Leuaatdo eremia.
7 Quini. S. Flurenclo e Ernesto bb. e Corlna m.
8 sexia. S. Nieos'trato m., S. Cartooio m.
9 Sabbado. Ss. Urcissimo e Ajripioo bb.
10 Domingo. O Patrocinio de Mina Santissima.
PREAMAR DE HOJB.
Primera as 10 horas e C m. da manbia
Segunda as 10 horas a 30 minutos da tarda.
PARTIDA DUS VAPORES COsfEIROS.
Para o sol at Aiagoas a 14 30; para o aorta
at a Granja a 15 e 30 de cada mei; para Fer-
nando nos dias 14 dos metes Janeiro, marco, Ma
Joibo, se tero hro e novembro.
PARTE OFFICIAL
*.ovi;r\< 1)1 BIWPADO.
SEDE VACANTE.
O Exm. e R*m. Sr. ioteraunclo apostlico acaba
de autorisar o Eira, e Rvm. Sr. Dr. vigario cauiu-
dispensar is
iar em data de 17 do corrente para
oradores constantes da reluci biixo transcripta Boojamim Sjares de A'evedo.simplesmente.
A 88 na lL S. 2. e leng. O. 31 a barca bre-
meose Estafett, iodo de NeW-Castle para o Rio de
Janeiro com 46 das de mar.
Fizeram acli no da 5 de novembro na Facal-
dade de Direito o segrales senbores :
1* aooo.
Joo Ferreira de Arauj > Piub 1, plenamente.
Manoel Ventura Barro* Lsite Sampaio, dem.
Firmino Lipes du Castro, dem.
B-ojininn Anstides P-rreira Baodeira, dem.
nos impAdimontos de affliidade licita em primeiro
rao iftu.l da liaba lateral e do seguodo cro at-
(iageata ao primeiro de consaogniuidade da lioba
latoral.
E-tas p ria do bt'pado, no palacio da Soledade.
Francisco Mirquesda Silva e Mara da Assamp-
. jo dos S.ntos e Silva.
Jos Leopoldo dos Santos Lins e Mara da Con-
ceicio Cori 1 Gomes.
Pedro Ferreira Marques e Maria Xatier da Con-
ceicAo.
Mauricio Francisco Ferreira da Silva, plenamente.
2 anoo.
Manoel Tertuliano Trmsso de Arroda, simples-
ineule.
Affonso Jos de Mndonca Ucb), plenamente.
Jos Ferreira de Novaes, dem.
Ciciliaoo Mamede Alvos Ferreira, dem.
Cleiaeotino de MesquiU Barros Wanderley, sim-
piesmente.
3* anno.
Jas Leandro Martins Soare*, plenamente.
Um reprovado.
J aqum Antonio Rodrigues Sobrinbo e Flora Je- Maooel Francisco de Barros Reg, plenamente.
uioa Rodrigues.
Jtaqum Bizerra do Prado a Antonia Maria de
Jess.
Joo d Deus de Sita e Francisca Mara da
(.joceicao.
l'cdro Jos de Souza e Igoez Mara da Coneei-
Clo.
Antonio Manoel de Lima e Antonia Maria da
Goncelc*".
Joo Maihias Perelra e Maria Pastora.
J is Ferreira do Nascimeoto e Anna RoQaa
Freir.
Francisco da Rocha Maciel e Maria Francisca
Los.
Luiz Pereira de Fraoga e Tneodora Mara de
Jesns.
M-i chiades Pessoa de Mdnezes e Saturnina Pre-
zalloa da Jess.
Lionizes Antonio Corri e Auna Gavalcaati Ao-
tun^s (y>na.
J .."11 Vieira Candido e Fbrinia Mara da Con-
ceico.
C sme e Dorothea.
Jos Francisco dos Santos e Anna Mara Jos
da Luz.
Maooel Soares dos Santos e Alexaadriaa Mana
da Conceicio.
Jos Rodrigues da Costa e Antonia Rosa dos Pra-
zeres.
Jiao Francisco da Silva e Mua da Concedi.
PEKNAMBUCO
REVISTA DIARIA
Em vista do contrato Cflebr.do pfla presiden
ca da provincia com o Sr. Dr. J. J. T*vare< Bel-
fort, para a coof-"{io da estilstica, acba de or-
deoar aquella aut >ridade, a todos os chufes de re-
l)artic5s qoe loe prestt-m todas as nformaQO-S e
sclarfcimenlos, que estiverem ao san alcance pa-
ra aqu-lle iraba'tn.
Durante a 2' quioiena do mez de ootnbro,
vieran ao oos O supolente de delegado de Oiinda, Dr.
Domneos Sonano Feroandes Soares, foi exonera-
do bein do ser vico publico.
F.H transferido para a rezerva o capillo da
V romoaDrii do i* baiaibo de infamara do Re
rife, Saiyro S<-raphim da Silva, por tur sido julga-
do incapaz do servido activo.
Para a i* e 6* companluas do 1' baialhao de
infaularia da gaard naciooal do R-cife, foram
tr.nsfendos us Panitae do 1 oatalbao de anima-
ra Manuel do Nascimeoto Araoj) e Jo; Gomes
Leal.
S'b propostas dos respectivos commandaoUs
foraro nomeaiios nBoli" :
Para o S" butalho de tnfanlaria.
6* compantua leuente u aiferes da 2" Scun-
din 1 Hihodon da Cuiiba.
7a dita alfares o guarda AiTooso Moreira Tem-
pcial.
Para o II*.
6" cerapanhia-capuo o teiente da 8a Virginio
qof da Sila Ferreira Ribello Filho.
8* dila_tenenl o alteres da 6" Aotonio Luiz
do Reto Brrelo.
Balalhao de ? ezerta n. 8.
Tt'oentes quariei-mesue M-tuoei Aotonio Soares
da Fouseca, cirurgiao J .ao Florencio de Lim i;
aif.fB* secretario Luiz Monieiro de Parias, porta-
estandarte Aoumio Tenelr- de CarvalBe.
1" companniaaifres Joo Gomes da Silva.
~i' ditacapuo Sergio Ciementino de Sjuto-
Sla'or Ainnquerque.
3* dua capito Antonio Parizio da Cunba Pe-
dros, teneo- Francisco G>mes dos S.ntis. alie-
res Aotonio Beztrra de Vascuncellos Trrese Luiz
Jos M .nteiro
4 o ta capito Tbeotonio Jos de Fffias, te-
npnte Fez Ferreira o a Cuoba, aiferes Joo Bap
lista de M-lio e Jos Fereira de SoitoMaior.
Amanhaa fonecinoa o fo>tilnto Arcbeologico
C^ographico Pernambocano em sessae ordioaria.
F01 nomeado recrotador do termo do BjuIo
o Sr. Fortunato da Silva Noves.
Foram nomMdos os Srs. Joo Ribeiro da
Silva Coot'nho e Francisco Seara de Andrade,
'-le i" e aquelle 6 supplenle da subdelegada de
Liraoseiras, em Nazaretb.
H >)e a orna ora da larde reun-se na salla
do juiy, o instituto dos advogados para se tratar
do materia Importante.
Fiz-rsm zame no dia 4 na escolla normal
8 esiudame*, cu|o resultado fol o segoiote :
AO)usi>) Jos Miuncio Waolerl-y, pu-oan eote.
A I Mo A-I0K0 Los de Alboquerqje ilem.
Francisco de Aoieo M Francisco Amancio da Sdva, dem.
I! rnardo Ten-ira de Moura, dem.
Fernaodo Barbosa de 'Jarvalbo, dem.
5
Luiz Felippe de Carvalno, pen mente,
ileonqoe de Miranda II unques, bimpUsmente,
Caetano Francico Dures, tdem.
Cinco reprovados.
O retomando soperior da guarda nacional
este municipio do R-cif-, esta' senoo exercidu palo
Sr. lente coronel Rodolpbo Joo Bar?ta de Al-
aeida.
Tendo o Sr. Cypriaoo Barbosa de Lima, arre-
matante da obra de 168 metros carentes de estra-
d > no 5. lanco de ramlfli-ac80 fl0 Cabo, incurrido na
mulla do artigo 74 do regolameoto das obras po-
blic-is, foi ordenado tjue a mesma obra fosse posta
de nuvu em arremata cao.
F,>raa eoconirados os segninles navios :
A 2i do mez pass-do na lt. 5. leng. O. de P.
23' a barca ingiera ./ejsie Macfarlau, etn viagem
de Llvarpuol para Bombaim, com 2 das de nave-
C-ic&o, o a barca uorie-amencaoa JonA A*. Muller,
iodo de BoW para Calcula' com 10 das de nave-
gujao.
o dia 26 e na Int. N. 1.- e long. O. 26 a barca
franceza Qatnl, vindade Nantes para Biurboncom
23 dias do uavegacao.
A 27 na tal N. 1 c- loog. O. 28' a barca h~?--
uhula Siles, laij de Hivaoa para o Rio da Puta 5,total 29i.
com CO lia de uavegatao.
Um reprovado.
Manoel Ambrosio da Silveira Tjrres Portugal, ple-
namente.
4 anno.
Ernesto Vieira de Mello, plenamente.
Maooel Aones Jacora j Pires, dem.
Francisco Alves da Silveira Bnto, dem.
Ari-ndes Augusto Miltoo, dem.
Fernando Teixeira de Souza Magalnjs, dem.
5 anno.
Joaqoim Lopes Lobto, plenamente.
Reiualdo Gomes de Ouveira, idem.
Sob proposta do respectivo vigario collado,
foi hootem numeado co Jos de-ta cidade o RvJ. Manoel Adriano de Albu-
qnerque Mello.
Acba-se em exercieio do mesmo cargo, na
fregoezia de S. Pedro G mcalves, o Rvd. Jos Este-
vas Vianna, desde o primeiro do mez do ontubro
Ando.
O Sr. Dr. J. R. Pereira da Silva, acaba de
praticar a operacio dataiba em om menloo com
cinco annos de idade, fimo de Antonio Flix de
Souza, morador em Goyanna. A operaco oxeen-
tada com presteza, foi cmala pelo melbor resul-
tado. O paciente qoe se chama Hennque esta em
perfelto estado de saude.
E' mals um tnumpbo scientiOco que o Sr. Dr.
Pereira da Silva ple registrar nos annaes de sua
clnica. Pe-sn muiu competente nos informa que
o di-tincto medico reveou nessa opsragj nma tr-
ra-sa e dextendade que recommendam multo este
lado do seu bello talento.
Ja temos por varias vexes fallado de urna
casa de jogo qoe bouve na ru li-lia e que foi mu-
dada para a du Foo ; noje vimos mais nina vez
despertar de sea smbbo letbargico a poiicia, aii n
de qoe seja s-ippnmid aquello antro sustentado
por quatro Um% qae anterem s vezes por da o
fabuloso barato de cera e cento e tamos mil ris.
Ese covii acba-se estabelecido em urna casa de
sobrado de mais de nm andar. Com esta indica-
ra 1 eremos que sera' bem fcil a polica caegar
at la e fazer sentir sua presaga.
Dizem do exerciio, que os alliados se occo
p>m em levantar forticacojs em torno de Humai-
ta de distancia em distancia, a tira de que se prote-
jan) mutuamente com s-os fogos.
Estas fotificagdes teem que esteoder-se pormais
tres leguas.
Qoamlo estivamm concluidas flearo asilas for-
ras para defende-las, e enlo o exercito marchara'
estabelecer duas bateras em urna barranca alta
do ro, para Impedir navegacio do Paraguay,com
o que estabeleeero o sitio em forma, e poJ-ro
desprender urna columna de dez mil bomens sobre
Assnmpelo.
Fallava se era preparativos de urna outra expe-
d -ni que de via ir al u do Pilar.
Segundo todos os dados e daclaraco^s, Lpez
cooceoirou sens unimos recursos dentro das li-
ohas enlriacbeiradas de Tuyuty, Toyu-Cu e Ha
maita.
O paiz est exhau-lo e alieno, por qoe mu pe-
queo numero do bomens ha no interior para re-
sisiirnos.
Por fataiidade o ch llera novameote linha appa-
recido m nosso ac ipamenta e no argentino, e
(]-[.vi que far.ia grandes estragos tarabem no
I rioriiai-ro paraguayo.
O cb liara acaba com o exercito de L^oez espan-
tosamente, diz um telegraroma do da 10.
Tambera dizima o exarcito adiado.
No Para' sanemonou a presidencia ama lei
que aut irisa a a contratar com o Sr latines
Gieosley o abastecimeoto regular do pescado fres
r.n a capital me liante a snhvncii anona de......
2o:1 -OWJOO, pi.r espago do 11 annos.
Parece >|Ui esse seuhor ja iran feito suas expe-
riencias, trazendo pescado f esco di grandes dis-
taocias perM.amento C'inse.rvado no celo.
Ai iiih M-w um t irped 1 de nova invengo na
praia em Curun, o qual consiste em urna bala de
68 com u.n tuno de ferro liu \ em forma de ca-
chimbo que faz eiploso ao tocar-se-lbe.
O- Pa'aguay.is coiiocaram urna pega de calibre
4 ou 6, systoma L1 Niat, e cora ella de dentro do
malo, que encobre as baleras le II imaii, teem
feito us tiro uo eocouragado Tinrmdurr, conse-
gumdo fenr levemente dous homeus de sua g Jar-
uigo.
No da !., deoo| d^ um vivo fogo de metralba
do encouragad" HervU, calloo-se a tal pega, e ou-
viam-se do borlo geranios !-< - A monotona que lano ffl g aos nossos bravos
ufli'-iaes e marionelr^s, fui interrumpida, por nm
passado paraguayo de U annos de Hade, q le de.
curo 1 ter viujo para nossos navios .para comer
doce e poo 1
E-la c ra-sao foi applaudida com alvorogo.
latera.A que se acoa venda
a 44.a, a beneficio do recolhimento de Igua-
rass, que curre qaarta-feira 13.
Nuraerago dos bilbetes da lotera 44* ofTs-
recidos pelo Ibes rareiro das loteras para auxilio
das desp-zas da guerra.
Biineles os. H33 a 1142.
Repartiqao da polica.EitractJ da parle do
dia 3 oe noven bro de 1867.
Foram recomidos a' casa de detengo do dia 4
do corrente :
A ordem do Dr. delegado da capital, Maria, es-
escrava de Jos Ignacio Xavier, a reqnerlmento
d'este. a' ordem do nbdelngado de S. Jos, An-
tonio Pereira de Lima e Manoel Alexandre Perei-
ra da Silva, para averlguaydes em crime de este-
lionato.
O che fe da 2' seccio
i. G. de MesquUa.
Movimento do hospital Portngoez no mez de
outnbro de 1867:
Exisnam 31, entraram 37, sahiram 30, morreram
6, eX'Slem 33, sendo 3 guardas naciooaes.
' FailrCerara, de ulceras 1, de varilas i, de
aoazarca 1, tubrculos pulmonares 1, o de bepa-
Ute 1. '
Casa de dete.n'Qao.Movimento da easa de
detengo do da 4 ae uovembro de 1867 :
Existaos presos 299, entraram 4, sahiram 9,
exi*'em 391: a saber, rjacionaes 20J, raulaeres 4,
estraogoiros 40, mnlher 1, eseravos 42, escravas
Movimento da enfermarla do da S do corrente
mez :
Tiveram baixa:
Candido, menor.
Thomaz, escravo de Anna Barbosa.
Te ve alta:
Marta, escrava de Jos Maria.

rn X ? m n
M 0 p* a M

'X t
i B > s 1 3 3 S 5' 3

: l :
3 i 1: !

1
ot

si m 1* 1 = 1 Masculino. 1 s
1 1 1 1* 1 CO 1 00 OT Feminino
te 1 CO 1 1 1 1* =- 1 te Masculino. a 2 CA 9 O H
- U0 A - H> Feminino.
r
Letras a receter.
De vanas proca-
dencias ........
Letras de concordatas.
Valor em cartnlra
Titulas em liqmdacao.
Por letras protes-
tadas........... 23:659*223
Por alcance do ex-
thesoureiro Do-
mingos Francis-
co Tavares.....


i va ment de todas as relacoes sociaes, a-
19:643*827 a'ta0B em prego aquellas disposiges que
hzem o ornamento do espirito do Dr. urum-
188:823*597 morid.
As oossas leis instim por urna codifica-
c3o. Todo o esforco que se propozer
reunir em corpo os elementos legislativos,
dispersos e confundidos em modernos e
antros monumentos, cfmmettimento de
Precisamos milito de co-
5SSS2; 1,138:319*404 su^emo v*lor

Cabe-me, pois, tratar de tolos os tpicos
d'esse parecer.
Preciso entretanto faze-lo de um modo
mais ampio, em conseqoencia de ser a pri-
me ra vez qoe trato do mesmo parecer, que
s veio ao meu conltecimento com a pmlioa-
cao que dele fez o Sr. conselbeiro Galvo.
O Sr. Nrtata resume as minhas objacefas
ao seu projecto nos seguintes term >s:
Masculino.
Feminino.
I
Masculino.
Feminino.
5 I
I I 5 i S I S
Mascul'n"
1 1
to *
>* ex ** te ss
1*
t*
0-. o> o Ot co
Feminino.
x
K
TOTAL.
i
1*
I
M
- 1 Alaga ment das ras da Aurora,
Contas eorrentes. : ordenar, de systcmalisar, de consolidar; ve- Capibarib-, Pateo de Palacio etc.
Banco do Brasil: ., n0am *** improbos tr=balhos por os ali- 2 a ruma dos alicerces das pontes e
N/cV;........... Si 411*344 'Sr5!.8 a nossa sciencia dedire,ln' e vi- caes actoaes e o arrastameoto de enorme
_:----------12,198:586*924 f?r.deP01s os ,lVros dealu iodagago scien- volume deareias para a foz dos nos.
3o O embaraco a navegaco das canoas
no interior dos ros pela agitaco das ondas
Saques da caira matriz e fUiaes.
Aceitos a dias de
vista. .........
Deposttos.
Em aeges do Ban-
co do Brasil, va-
lor nominal.... 40:000*000
Em outros ltalos
e especies...... 16:648*200
300*000
Diversos.
Saldo de varias
contas......
I Cofre de emisso.
Valor em notas
promptas para
so b-ti lu gao....
Caixa.
Notas do governo.
DelOJOOu.......
De menores valores
prau e cobre....
Notas da caixa :
Bensde raz...
------------ 56:648*200

76:000*640
200:000*000
8
200:000*000
8:003*317
558:970*000
766:973*317
43:067*460
tilica.
ADVERTElNCIA.
Na totaldade dos doeotes existem 216, sendo 124
bomens e 92 mnlheres.
Foram visitadas as enfermaras estes dias :
As 6, 6,6 1|2,6, 6 l|2, 6 1|2, 6, pelo Dr. Ramos.
A's 8 1|2,10,10, 10 1|2, 9 1|2,10, pelo Dr. Sar-
ment.
Falleceram :
Mana Simiana, enterite ebronica.
Autonia Maria da Conceigo, enterite.
Benedicta Mana do Carmo, eoteriie cbroiica.
Ga olma Barbosa da Inveogo, enterite.
CiirtrtMC.V JUUlCUSU.
tiu iii\ %l wo ctn atora
ACTA DA SESSAO ADMINISTRATIVA DE 4 DE
NOVEM8KO DE 1867.
PBBSIDENCIA do exm. sr. dbsbmbargadob
ANSELMO FRANCISCO PERETTI.
As dez horas da maunaa "tioio reunidos os
Srs. deputa'ios Rosa. Bt plente Sa Letiao, o Ezm. Sr. presidente abra a
sessio.
Lida foi apDrovada a acta da s---;io de 31 de
outubrn prximo i>assado, com declarago de qoe
na resolugao -oore effl nar-se a capitana do porto,
em lugar de ler-sepoca em que o propneiario
reuolbeu a carta de registro,lea se poca em
que o proprieuno soliciten a indispeusaVdl carta
de rejisir.,; assim como que no jutgamento dos
summarios cootra Joo Pereira Rabeho Draga e
Fraucisc Fsrreira Birges, o Exm. Sr. presidente
e o Sr. deputad 1 Bisto nao votaram pela mola do
ni rio artigo 9 grao mimmo por nao se tratar
de 11 nos artigos de aceuagao, leia-senao vota-
ram pela malta do artieo 8'i ur^o mnimo ele.
EXPEDIRITE.
Oflbio do secretario do ir.b mal do conaroercio
de Miraaho de 21 de oulubro mtimo, accusanlo
t recrbimento d que Ine fflra dirigido em 7 do
dito mei.Ao archivo.
dem do mem 1 secretario, com da a de 23, in-
clu ido a rettcao dos comnarciantes al i mitncu-
lados no trimestre de juno a setemoro.Acnse-
se a recepgo.
Iiem do presidente e secretario da jonta dos
curreiores, liinii 1 de hoje, cobnndo a colago
dos pregus correlos da semana prxima passaJa.
Ao arenivo.
despacho.
Requerimento de Jio Luiz Ferreira Rbeiro e
Virameo Freir de Oliveira, pediodo para qu* se
admita a registro o seu contrato social para cuj
o apresentam.Vista ao Sr. desemDargador
ttscal.
D'to da corapanhia de seguros Nortbern A*sn-
rance & (1, Juatando a procuragao exigida em o
despteno do 21 Je ouiuoro, e pe.lindo por unto
que se atrailla a registro os e.-titutos que para
dito tirn apresentam.-Vista ao Sr. desetnbargador
fiscal.
Dito de Maooel Duarte Rodrigues (adiado das
prec-dentes sesses) em que reclama da tabella
da com nisses marcadas para os diversos em
prgalos das Mleacias couraerciaes. O Exm. Sr.
presidente propoz o adiamento, visto ter-se apre
sentado vanas upini^s sobre a tabella, oomeaa-
do-se urna comraisso para rever o trabalbi apre-
seutado pelo Sr. deputado Bisto, o sendo approva-
do o adiamento, o m sido Exm. Sr. presidente no
mena os Srs. depoudos Basto, Miranda Leal e
Rosa, para apreseourem um projecto de taella
substitutiva da actual, que coutm lacuoas; apro-
veiuaio a mesmt commis-i o trabaloo que cada
um dos seus membros apresentoa.
Nada mais baveodo a tratar se, o Exm. Sr.
presidente encerroa a sessao s 11 horas e meia
do da.
SESSAO JUDICIARIA EM 4 DE NOVKM3RO DE
1867.
presidencia do exm. sr. deseubarqador
a. f. peretti.
Secretario, Julio Gutmaraes.
A's onzo Doras e meia da maoha estando pre-
sentes o Sr. desembargador Res o Silva, os Srs.
depolados Rosa, Basto e Miraoda Leal, e sappleo
te Sa L-u.. (aliando com pirtieipago os Srs.
desembarcadjres Silva Guimares e Accin, o
Exm Sr. presidente declarou que nio poda baver
sosso.
Foi lido o oQdcio de 30 do m*z passalo do Sr.
deoutado sapploote Antonio Jos Leal Rea com-
muuicando que por encomm idado nio p le com-
parecer a presente confurencia para o iulgament"
do feito entre partes, Jiaqmm Maooel Ferreira de
Souza e D. Anna J isepna F -reir dos Santos.
O eserlvao Albuquerque reui'iron o ultimo pro-
testo de letra sob o 0. 1&00 a 29 do me> lindo ; e
o esenvao Alves de Bnto a 2 do corrate sob o a.
1461
E para constar o Etra Sr. presidente mandn
inscrever a presente declarago.
l'lSsiVO.
Captal.
Valor fornecido
pela caixa ma-
triz............
Emissao.
Pela seguintes ad-
digSes, coja tota-
ldade igual ao
saldo a favor do
Banco do Brasil,
em coma de re-
messa de notas
a saber:
Valor em circula-
cao............lt,8la:880*00O
Id-m 00 cofre de
missao........ 200:000*000
dem em debito da
eaixa............
2,00:000*000

Letras a pagar.
Por saques do Ban-
co do Brasil.....
Dejiositadores.
Pelo vaior uomioal
de S00 aeges do
Banco do Brasil,
depositadas pelos
directores desta
caixa na forma
dos estatutos...
Por ouiros ttulos
ou especies ....
558:970*000 ^
____________12,574:850*000
300*000
Diversos.
Saldo de varias
contas.........
Dividendos.
Pelos ]iif nao tem
sido rechinados
Gnnhos e pe.rdas.
Lucros sujeitos a
liquidago.....
Contas eorrentes simples.
Dinlieiro recebido
Rs.


O presidente da caita filial,_
Ijnicu Joaqmm d- Souza Lo.
O guarda Hvroe,
Ignacio Aunes Correa.
Uommimicados
lo
i "Aaenndo: a cu:li dos cofres pblicos 211.
Caixa iial 4 Banco da Brasil cm
l'eruambuco.
BALNCETE EM 31 DE OOTUBRO DE 1867,
ACTIVO.
Letras cav
Por ouro e ir;.. 7.400*000
Pr^Ufes do Dirrita Internaciend ; 1 I.
r.A. ili'V, Meuezeg de Drumaoud.
I
O genio investigador do Sr. Dr. Menezesde
Diuuitnond (4. de \.) volia com um livro
elemotitar das improbas esolorares que
consagra boa parle da-suas Doras de estudo.
Arredado das Litas boje em da esteris da
poltica, e s oceupado dos labores du magis-
terio, o Sr. Dr. Diummond c-inhecido pe-
los seus hbitos de ap'plicacao severa que
una feliz organisago llie permttte conti-
nuar sem interrupco e de um modo desu-
sado entre os nons-s melbores bomens iie
lettras. A saa infatigavel diligencia na i
abandona um assumpto sam o esgotar ;
desde que elle se propoe urna pesquiza
(literaria, voltam-se para all todas as suas
energas. O espirito do Sr. Dr. Drummond
sobretodo capaz de urna seria coneentra-
g5o de atteuco; nlo procurando rasgar
sciencia novos honsontes, elle possue aT
reta faculdade de ater-se ao assumpto que
toma, explorar as fu les prximas e remo-
tas, compilar e coordenar, examinar e
systemaiisar. O seu escopo a aoalyse;
o processO favorito das saas preocupaces
Iliterarias.
Applicadas sciencia do direito, que
a saa sciencia de escolha, s5o estes dotes
de espirito qualidades inesiima os para as
lettras patfias, que festejam desde muilo ao
Sr. Di. Drummond como um cultor pac
enlmente laborioso. Neste paiz de estu
dos facis e incompletos, em que os me
Inores espiritos couleutam-se com as no-
ces vagas de cada ramo de c-inaecimentos,
scismatido que se Ibes escoana inatnmen-
teotempoque podriam trazer consagra-
do s explorares profunlas e longameute
meditadas, sao de um valor inestimavel as
lucubraces uiodesias e continuadas dos ra-
ros litteratos que vSo buscar as minas de
cali sciencia c qu8 ellas tem de mus es-
condido e deaii precioso. Cot respoitn
4sciencia.fjijfegii!ac;>'>< este nrlmeiro fon-1 de W'y"^
Quiz o autor chamar com o nome de Pre-' com as ressaces.
lecedes de direito Internacional um livro'
elementar que, vao sugeitando a discosso
os principios da sciencia, os define em pro-
posicoes claras, dando em notas a designa-
cao das leis, tratados e conveocoes e algu
mas vezes a meu el o de factos bistoricns que
os consagrara. S5o assim as Preleccoes um
excedente compendio de direito internacio-
nal, publico e privado, disposto em um rae-
tbodo muilo accomodado ao eosino que, to-
mando o texto por thema das lices, pode
ajodar-se das anootacSes como um provei-
toso subsidio de exemplos e fonte copiosa
de iHustracio. De outro modo seria im-
praticavd que, no decurso de um anno aca-
demio, podessem os aspirantes anbachare-
la lo carregar a memoria com as numerosas
--------------"- | e valiosissimas ciiafoes, extractos e referen
14,715:766*369 cias que enchem as notas. Estas podem
ser lidas, sustentar o texto com a exulicac5o
do professor, servir como de um espelno
em que os principios vem derramar a som-
bra de sua auturidade.
Como j d' aqu se v. escreveu o Dr. Drum-
mond uma obra didatica que, bem de es-
perar, seja adoptada para as nossas facul-
dades de direilo e >tno o livro mais com-
pleto que temos no paiz sobre a materia.
Os mementos do Sr. conselheiro Autran.
compostos por am methodo irrepreben-
sivel e re>umindo em urna cyntbese sa-
bia os priinciros principios da silen-
cia, que vem all cxpnslos en liogoagem
to crrela como siuiplissimamente elegan-
te, distam denos i4 annos ; ti'este long >
iulcrvallo em que a diplomacia pmcurnu an-
tepor-se s violencias e por a soberana
dos principios no lu^ar das lulas armadas, e
em que, se tantas v>zes naufragou n'esta
tentativa digna do seculo, evtou muitas
mais, que se accendesse o faco da uerra,
o direito iniernicioiial nao tou estaciona-
rle. O congresso de Pars reunio-se era
1856; lurqitiosos principios que at ento
corriarao mun lo como uma a-piracao de
indos os povos, receteram u'esse soberano
congresso que meihor se cbainarij umvei-
sai. a mais esplendida consa^racao* As re-
gras praticas sobre oblo.^ucio aclualmcnle
r^cebidasem todo o mundo civilisado, re-
ceberdmem i8ot a saneco universal no
seio u'esse famoso parlamento do univ.rso,
que leve assento em Paris. Outros imoor-
tan'es melboramentos tem o lempo traido
ao direito das nacoes: I i annos nao cor-
rem debalde cara a humaaidade ; o livro do
Sr. con-elneiro Autran nao poda ter esca
pado esta re^ra.
Urna oiura e injontestavel saperiorida.ie
do novo livro elementar esta as referencias
que o avolomam. O direito internaciond
biasileiro nao tiolia at aqu uma codilica-
co ; veiooSr. Urommonl tenui-a > be a
que ni seja este o lim do seu plano, as
notas postas ao lexio contera preciosas io-
dicaces que permuten cadi passo cote-
jar us n ssos os is e estylos com os das na-
V'Oesadianudis, e c n todas as qucsiSese dif-
nculdades salicio como as tetu entend lo e
esolidoo governo do paiz. Autilidade des-
tas arinotaces evidente. Parece que os
princinios se acharara com os exemplos e se
tmpem por tste molo ao esointo de um
modo mai.s perramente e duradouro.
O Sr. Dr. Drummond chama ao seu livro
um cnsaio; ito auspicioso. Lsta modes-
ta coufisso nos d. esneraoca de que o au-
tor nao se desprende de sua obra, antes a
orocurar aogme.ilar, e rever, c aperfei-
coar em ludo qu rato merecer ser augmen-
tado, revisto e ape feicoado. Entretanto
tranqailise-se o autor sobre o destino que
e-pera o seu livro elle vai ter um lugar
honr.iso no cathalogo ios livros.uteis.
Com eflsiio, merece-o.


40:000*000
19:643*8 i?
____________ 59:643*827
17:348*200
6:842^000
1:593*823
5o: 191*319
14.71o:766*l69
Estes inconvenientes todos serao na
opinio do Dr. Brrelo, conseqoencia da
abertura no isthmo de Olila do canal pelo
qual propon I io dar sabida ao braco esquerdo
de Capibaribe e B beribe.
f A serera fondadas as appreh ncoes de
S. S. ceriaraente inadmissivel o meu pro-
jecto. Creio, purera, poder demonstrar que
sao sem fundamento, >
Uma declarago assim to terminante por
parte do Lustre engenheiro, me obngaria a
nao insistir do que asseverei se uo podesse
sustentar com factos incontestaveis a opi-
nio por mira imittida.
E o f >rei observando a ordem com qoe
foram tratados todos os pontos da impug-
Qac5o.
O Sr. Neate, referrado-se a considerac5o
por mira produzida de alagaraento de al-
gnmas ras da cidade exprmase assim :
< Quanlo ao alagamenlo das ras o Sr.
Barreto parece ni ter reparado pela cir-
cumstaacia que a abertura d-> canal deve
ser effectuada juntamente com o prolnga-
meos du recite na distancia de quasi 700
metros ; circunstancia esta qoe muda io-
teirameole as condices do caso.
Com este prolougamenio fie ir o pro-
jeclado canal to distante da exiromidade
do recite corao aclualmeole Gea o arsenal de
marraba. Assim ; se verdade que as aguas
penetrando pelo canal, transbordariam os
caes interiores, tambera deve ser faci oe-
ceasariaraeme q-ie boje as aguas >oem no
caes do arsenal de m.irinha a um nivel supe-
rior ao do arremate dos caes as menciona-
das ras.
t Creio poler affirmar positivamente qne
nunca assim acontece, e n'esta* circurastan-
cias desapparecera os motivos para os re-
ceios do Dr. Barreto.
Nao posso deixar de a tribuir essa asse-
veravo do honrado engenheiro se nao a
lalia de conhecim^nto completo das locali-
dades, o qoe provavelmente resulta da pe-
quena demora que leve oesta cidade.
De oulra s.rte nao tem expliclo a se-
guranza com que falla o Sr. Neate, ap uan-
do-se em fictos, cuja existencia autorisa
as objeccoes que fiz ao projnclo de S. S ;
objecces que mesmo em sua opinio. a
serem fundadas, toroariam certamente ioad-
missivel o seu projeeto.
A duvida someeste ponto resulla do fun-
daraeuio das minhas objeccoes, logo que elle
existe, visto que o projeeto do Sr. Neate
perde de valor.
Por tanio apreciemos os fados.
Quaodo ha tormentas, a agitaco das on-
das to grande este do bairro do Recite,
que aigumas d'ellas nao s sobrecrguem-se
a alguus pontos o caes do arsenal de ina-
rinaa, como at se transmitiera muilo alm
pelo actual canal do porto, produziudo desta
surte excessiva a^itago das aguas, e mesmo
galgando alguns caes em lugares, que se
achara mais distante da extremidade norte
'lo recife actual do qu" a eutra ta do canal
proposio tem de se achar do extremo nurte
do recife depois prolngalo.
Conseguintetuenie. se aquellos caes sao
transbordados alxumas vezes, c fora de du-
vida que os interiores, qoe sao muilo mais
baixos, o serao cora mais frequencia, prtn-
cipalmeutd quaodo as ondas forem a^ita las
por veutos de nordeste, os quaes remando
com f jrca em cena quadra do anno, impel-
liro as mesmas ondas pela espacosa e larga
entrada du canal proposto at os caes inte-
riores, onde se quehrarao.
Este inconveme de ser mus sensivet eit
vista da direecao do canal prop >sto, o qual
como se v ua planta do projeeto do Sr.
Neate tem de fie ir, ainda mesmo depois do
urolongameuto do recife. mais que o canal
existente, na direcejo do rumo daquelles
venios.
df

Melhorameato do Po lo
Pertaambueo.
O Exm. Sr. conselheiro M. C. Galvo
d'gnou-se tomar era conideraco o meu
arligo subre o melhoramento do porra desta
cidade. publicando urna resposta no Jornal
do Commercio de 10 de seterabro Bndo.
As uccMpaces que me lotnain a maior
parte do tempe,rapeliramme de conside-
rar promptameole o artigo de S. Exc,
quera agradec ainda nma vez as palavras
de benevolencia com que me tem honrado
Agora, porm, com mais folga cumpro o
dever de cortezia para com o Sr. conse-
lheiro, e preencho a obrigaco, em que es-
tou, de nao abandonar a discusso em quan
lo nao for plenamente cooveuC'do.
O Sr. conselheiro insiste em sua prefe-
0 que acabo de diz-r, torna se mais evi-
dente aitendendo-se ao niveltamento da al-
tura dos caes, como se v da nota seguate,
cuja exactidao pode ser fcilmente verificada.
Altura da face superior de alguns caes
cima do nivel da baixa-mar das mares
de syzigio.
Kampa de Fora de Porta. 3,70 metros
Novo caes do norte. 3,d0
Doca ao norte arsenal de ma-
rraba.
3,30
Doca do sul do arsena 1 de
marmita...... 3,25
Ces do Noronba.....3,30
Caes da compaobia peroam-
bucana.......3,40
Caes da escad'rah* da Alfan-
dega.......
Caes de i.2 de Novembro.
Caes de ( reacia pelo projeeto dos Srs Neate e Lae,
tanto que transcreveu integralmente em seu
artigo o parecer anreseniado pelo Sr. Neate Caes do Apollo norte
ao governo impet al, em dezembro de ISoQ Caes de palacio, .
sobre a memoria r ir miro escripia nm oICawrtogyoHwao ruad* Au-
._ id 3,15
3,10
a.60
i,40
',30

c
c
c


rora
-2 30



TS8 flHK^W 3(1 9 IfllSn TFUttM^ *
IMT.
/J*^
5;-..

Snpponho qae por este nivehmeBte t*tiJeuanalv* per oiennr que seja vcloci- m*neira a ser desggravada
uno uniiiaiti opar-conttnar ao receio j dada das agoas, ser facilmate-uoteriorado. b,,ca- '
de alagMMMirtle algumas roas aijacentes, k vina do que tenbo pondralo, parece-
mos caes interiores, effectuando se a larga e ; poder cooobiir que augmente se oo nio
espacosa abertura do isihimo, proposta pelo
Sr. Neale.
Passare agota a seguoda objc'Clo. Quan
to a roiaa proravel dos aKcerces dos caes ei
O Sr. Neate interpelando forgatdimente
a tumba opiniao acerca do effeito di velo-
cidade sobre o leiio dos tos, attribui-me o
absurdo da suppr que a velocidad de um
rio depende da inclioarj5o do leito era que
elle se inove, e nao da differenca de nivel de
su* superficie.
E-la cjucIosSo absurda obrga me pon-
derar, que n2o de crio a velocidade que
augmenta com a inclinara o do leito; mas
o seu effeito sobre o mesmo leito,
que augmenta com o declive d'este.
Por ventura o effeito da velocidade de
um ceno volumne d'agua sobre o leito ni-
velado de um rio, ser o mesmo que sobre
usx leit> que lenhaum oile declive? Nin-
gueuj o affi mar.
Assiia resubelecide o meu pensamento,
passarei a diante.
Affirma o Sr. Neate que:
A alteraco do tuudo dos ros se opera
em urna miejco no de mais de 20O') me-
tros, e siiu ne meaos de 2"0, a que ames
da con'HruccSo da ponte do Recife erta se ef-
fectuava em menos de 60 me ros.
Convera traciar desles pontos separada-
mente.
Era primeiro losar o leito do rio Capiba-
ribe trtm um canal que se prolanga deste
e parte do p ente do caes da ra do Sol,
circula a volta do caes de palac o, reanindo-
se doi canaes una que parte da uonle do
Slarr. e outro que vem do no Beberibe,
apruximando-se depois de reuuidos d> caes
do Apollo, seguem juntj a leste da ponte
do Recite, nnle encootram de um e outro
lado da mesiua punte arando pocos, foron-
dos uela canoeira outr'ora pmduzid i pelos
destmcos da antiga ponte; d'ab segu urna
din ccau tortuosa at cnegar barra
Esie canal le certo tem mai-ir exlenc5o de
que a de20< metros, indicada pelo Sr. Nia-
te, e o sea leiio aprsenla um declive quasi
gradual, como eu disse. salvo nos lugares
onde accidentalmente mais ou menos pro-
fundo, corno por escupi as proximidades
da ponte do Recife, em que ap esenta urna
gran le protundidade, sem duvida proluzda
pela caxoeira que abi exi-tio durante rauitos
annos, dando iuga<- a en a ntrar-se em curta
distan ia grande differenca de nivel no leito
do rio, o que nio pode ser attribuido a pouca
corrt-ntesa como suppe o Sr. N aie.
Tratando da velocidade .dj canal projec-
Udo diz o Sr. Neate!
Pondo isto depnrte.p 'rm. evidente que
acrrenos! no canal defender da rapidez
com q ie vas a maro e da capacidade do ca-
nal, segn lo os meus clculos a velocidade
no cmal nunca chegar duas milhas por
hora. >
Perunti-se-medisentir esle ponto naore-
corren lo aos dados que tcnho obttdo por
experiencia pmpria ; prefijo escudarme no
juiso autorizado de d ius dKtmi tos e igeohei-
ros, que <"ou profi ciencia tractaram do me-
llioiMiiient'i do p-irto d'esla < idade.
Reiro-me aos Srs. Wauthier e Law.
Aquello distmcto engen&eiro calculou a ve-
lucid de -ias aguas no canal do pono, duran-
te meia mar de syzigin em 7 a 10 palmos por
segundo; isto 1,5 a 4,2 metros; e o Sr
Laiw, nao mjnos disncto engenheiro, em
sua interessante memoria, di/, queachou en-
tre a alfaudega e o caes 22 de No"e i bro, as
mes-mas coudicoes que o Sr. Wautriier, a
veloii iade de 1,5* metros por segundo.
Amrius estes distinctos engeuheiros acha-
ram por consequinte quasi o dobro de 0,89
metros por ^egUlldo, que a velocidade que
o Sr. Neate calcula nunca ser excedida uo
caaal por elle pnjedado no istbmo.
Ora a vista de lao autonsadas opinies,
baseadas em clcalos feitos ero pocas diff-
rente>, nai- posso deixar de assegorar que a
velocidade oas agoai em meia raar de syzi-
gio, em frente al "andera quasi o don o
do que o Sr. Neale calcula nunca ser exce-
dida no canal por elle p.-njectado.
Com estes dad. s snpponho que sejam
qmes forem as diinencoes do canal projeita-
do, a sua eon>trocc5o fadlnara a descida da-
arei s ou a entrada das ondas.
Tratare de o demonstrar.
O actual canal em frente a a'fandega sendo
o an':ouradi>ro pe manente de navios que de-
mandan! mus de i metros de callado, tem
urna prufundidade em oaixa-mar de cerca de
8 metros em todo su largura; a qu.l segun-
do a planta do Sr. Neate de 18U metros.
Cunvm DoUr que a velocidade dos rios
n'este lugar, fejiundo a ipinio.dos Srs.
Wanttiier e Law. sendo o doiiro da que o
Sr. Neate ca cula nunca ser excedida no ca-
nal propi.sto. E' vi-lo, pois, que a rea do
corte deste deve.- ser rambem o dobro da-
quelle. Ctrlamenie nao pode ser igual e
nem ter menores dimenss, porque neste
caso teriamos o absurdo de admittir-se a
ncesma velocidade inicial na entrada de dous
canaes, diminuir ella na passagem do mais
estrello e augmentar no mais largo
Daju resulta que ou o canal proposto ha
de ler o dobro da profuudidade ou o dobro
da largura, e em todo o caso maior largura
e mami pr- fundidade que aqueile.
Maior largura n3o deve ter, e oro isto
parece concordar o Sr Neate, que apenas
projecinu-o com 12o metros ao passo que
aquel le tem 180. E assim deve ser, porque
se conservronos a mesma profondid-de de
5 met os, e dermos o dobro da largura,
teremos um canal com 3 gura, o triplo iudirado na planta, aposen-
tando as ondas agitatadas pelos vemos de
nordeste, larga entrada para o aWeo do rio.
Quanto a dar-se maior profundidad, o
dobro da ex siente, tambero assim nao Aca-
ra elle abrigo dos inconvenientes pre-
citados.
Vi.to como o leito'dos rios no ponto on-
de deve piincipiar o canal proposto toado
menos de I metro de profundidade em bai-
xa-mar, o fun to desse cana nSo poderi ter
cerca de 1 metros em baixa-mar; porque
se assim acontecer elle vira a ter ou um
forte resalto ou um grande pendor.
CoodicSes estas poaco favoraveis para a
sua conservado, e facilitar a descida das
areas.
Compre me anda observar que leste do
isthnjo no Im/ar onde ti ,dar o canal, exis-
tindo tima profundidade superior a 8 me-
tros ; si i metro, fer a profundidade desse
canal, o seu led. apreseotara um pendor de
quasi 1 e meio por cento.
Este pendor mu i forte para o leito de areia
aoreiMtde dm-
_-----------
/ MU 'M
i------
<-
a largura* a profundidade de canaV ppojec-
tado, mesmo dando-se as dirrenses do ca-
nal exisieBitfi em frente alfaadega, em
^qualquer otas casos se faciliUr m a descida
das areias um a entrada das oat, oaia
bos estes inconvenientes ao mesmo tempo.
Em todo que acabo de dizer sobre a velo-
cidade das aguas ne canal projeclado nao
indique* anda a causa qoe mais concorre
para o seo augmento; s tratei do effeito
das aguas das mus. Entretanti a maior
velocidade, talvez mais do. triplo da que as-
segara o Sr Neate nunca ser excedida, re-
sulta das enebentes do rio Capibaribe
Nao tenbo dados para dizer com exatidao
qual a forca dessas enebentes, mas sei por
ter observado qoe ella tal que as grandes
ebeias, al durante as preamares, as aguas
nao deixam de correr com tal impetaosid.-
da, que em frente ra da Aurora nem
podero subir e dieres remos, oem em
frente allandega os navios ficam a abrigo,
soEfrendo al alguns avarias grandes.
E' claro, pois, que durante as enebentes
do Capibaribe a velocidade no canal projec-
lado pelo Sr. Neate ser o triplo ou o qua-
druplo da que elle calcula nunca ser exce-
dida,
Devo aioda fazer urna observacao e que
encurtaodo-se o leito actual do no, boje mui
tortuoso, o canal proposto dever ter maior
correoteza do que ha actualmente
A visla do expo-to.me persuado que so-
bre este secundo ponto nio foram ainda re-
movidas as minhas objecces abertura do
isthmo.
Tractarei do terceiro ponto.
Diz o Sr. Neate :
i3. Os embaracos provenientes da agita-
ele das aguas anteriores.
tEsta apprehenco liga-se primeira, e
remov la urna desap. a ece o-^tra.
O Sr. Neale concorda inteiramente comigo
neste ponto, bastando-me dizer que n5o es-
tando removida a urimeira objeceo, a se-
gunda nao desapparece.
Nao concluirei sem fazer um reparo ao
final do parecer do Sr. Neate, que propon-
do-se refular algumas das minhas observa-
ces, im'aginou tres objecces, as quaes elle
mesmo contentou-s refutar, dizend >repi-
te Nao acho mui lo procedente esta argo-
meniaco, embora se,a natural que cada um
se defenda era as arm;.s que tem.
Apenas direi que a nica obj-tecao que
apresf-ntei ao seu projecto, fui a que se re-
tare a espacosa e larga ab.-rtura do isthmo.
Nao sei mesmo onde o Sr. Neate fui achar
que eu dissesse que o ancuradouro do seu
projecto, acbando-se distante do centro cora-
mercial da ci lade, exigira que os navios
fossein descarregados por baldeacao.
O Sr. Neate n5o leu com attenci o qoe
eu dis^e, ou n5o me enlendeo sobre esle
pono. Peco-lhe, pos, que leia a pagioa
26 da minha meaoria, e wr qoe fallo dos
projrdos baseados na construeju de anco-
radouros construidos aloro da barr> grande,
em dnecco Olinda. Ero relaco a estes
prujecioa fui que disse qoe elies trana u o
inconveniente de exigirem o servico dos na-
vios por baldeafo.
Agora re>ta-me pedir ao Exm. Sr conse-
llieio U. C. Gaivao permissao para fazer
urna reclamaco.
No artigo que escrevi. sob a proposta de
S, Exc, disse claramente que nao liona es-
peranza de contratar a obra do porto, al
mesmo pea importancia dos novos compe
ttd ires. Porta uto nao live ero vista susten-
tar o meu projecto ; mas sim alo recuar de
urna discussao ero que me lioba envolv 10,
na esperanca de ver se era ad iptado o pro-
jecto mais vantajoso auS iuteresses pblicos.
Entreunto, sero embargo de to termi-
nante leclaracao, S. Exc, conciue o seu tu
leressante artigo com estas palavras:
< Si o Sr. Dr. Barros Birreto insiste na
conveniencia de seu p'ano, eu peijoihe per-
missao para acompanhar os Srs. Neate, Law,
Warvch, C'nw e ao overno Imperial.
Nio insisto na co iveniencia. uecn me dei-
xo arrastar pelo amor pruprio de autor do
um projecto.
Insisto, sim, nos inconvenientes da aber-
tura do isihno. exigida pelo projecto d Sr'
Neate, e supponno ter bons fundamentos
para isto, que ouso sustentar opimSu con-
trarn a do Sr. Neale Law, Warvch e Chaw,
aceita pelo governo imperial.
Entielanlo confiando na illustrac5o e
criterio tanto do governo imperial como
ds refericlos engenociros a crdito que
me ho de dar razio quando se ac Tem
meluur esclarecidos.
Por emquanto, contra 3 opinio dos Srs.
Neate, Law, Wirv Chaw e governo impe-
rial, ha de peimitlr o Sr. Conseiheiro, que
man'euha os meus receios contra o projecto
adptalo.
Recife 6 de novenbro de !8o7.
Jf. de Barros Brrelo.
O ecrevlohdor assalarudo d*> Noticl fti-
versss do Jornal do Amazona, laniy.U'li ts
tfte sm i
----------------------------------------------------------------------------
im fnntit,qtt nao iAa tito distribuido g^ dirigir a determinada pessoa tem falta
parm o+*s#rm*t (.tomiosi I) meu artigo, por a, aeMeAAtit l ? '
oo IBa ler tpparecido o Sr. ViMte t M 3 be- ae'ieucauei" \ ^ oarA.AaAa mt.c
nateurd*. Copreheo4i o MaW;o, e r.spoodi Qaem restabelece a verdadede umfac-
e Bies*- propost por .cnuto. Voiioa paginu-deiM joroal o artigo supr, ffli c! tH hl paseo o e.ontido do Sr. Rncs-ard com i pro- Sr8. Redactores OO loml C3o de del'Cade-
e infm do planos e mane)* dos Srs. 0os posxa por JO lettra, a qal do theor segaiole :,-- AeVlt a... rtll rprPlhAr Hc3o dd de-
Per-ira L-ma. Maaoel Jo. d H-llo Fr Barata, Propo> se o propr.eurio do Dw a fer as pa f3' M (eve d,,r 0U !lCeD8Lirl^L
Fernando Mua da Codb ,-e da aein/i|n ;sia' libada ; fea se arantoyin cajorntata, atdadnnd* protervia, uV xroearde/MfjKvintew,
para (Hfamar a roaus maito dignos, am.bs e pno-
iionoroaos fihof, eaoondo sob o lacogatio. Quem
assim procede 6 um vil e misnravel gakador, ap(A
e lesto para, com a mascara no ro.-io, rilando ser
oonaecidn, difamar a salvo caracteres boneslos e de
nobres soatimeaios, como teaho coosciencia -qae
sao o meas moito dignos, amados e pnodooorosos
albos. Esae vil e tafarnr escrevma dor louiie feliz
sena se podesse ter a cara (ao limpa como meas
albos tem as solas de seos ps.
Gis a respnsta t|w julgaei coadigoa do miserarel
e vil escrevinhador das Noticias Diversas do
Jornal do Amazonas
Antonio Ricardo de Carvaiko Perno.
es* contrato o lempa a-are
*ervd
metan.
Ai pabMeaces fleana sageius a cnfica do Da
rio, sageitaaa>se o Sr. Weoaa a raodilicar os saos
artigas, de taaaja a nae rhamar o odioso sobra a
empreza do 0itno Grao-Para.
Oa pagamentos sero feitos em trimestres adiaa
lados
de Novembw de 1807.
Jos Joaqaim do Reg Barres.
i
Publicacoes a pedido
Provincia lo Para.
Quesla Camino Ferina.
(C 'Uliu >aQo.)
iln/om'o Ricardo de arvaiho Penna ao infame e
vil escrevinhador assnlariado das Noticias Di-
versas do Jornal io Amazonas .
B.-ifii do Par, 9 d" > U'uDro i 1867.
No n. til do Jornal da Amizonas. publicado
hoje, l-sa sobre a epigrapbe N ocias :verss >
O segoirite :
c Teounva de assas^inalo.No domingo, 6 do
correle, das 4 para as 5 b iras da tardr, ijuairo
lilh.is do Sr. Antonio Ricardo de Carvalno Penoa,
acrmfiannadns poi nm tal Eslacio e mais um outro
ni-it >, tt'Dtaram assassinar ao-Sr. Feroanlo Mara
da Coana, na estrada da Curro, viudo e-la seuhor
en cumiMohia de Bernardo Goncalves Viaooa, que
f .i tambera ameacaio, com um punbal, por um dos
Olbos do S-. I"-oiia, e que receiando j soperiorl-
dade do nomero dos aggrtssores, fugio em deman-
da iie soccorro.
O Sr. Pernando Maria da Cunh, levoo tres
eacetdas. eseap>odo milagrosameoK por ter po-
dido enlrar no coreado da rociaba uo Sr. Jo. Pinto
de Araa|o, aoode anda foi aroeacado, cora om t ohai, por um do fllposdj Sr. Peooa, qae oada fez,
U'itt por verjin-s>a oceasio reunida muita
g^oie oa ra e estar a sos com o Sr. Cocha dentro
dO Cercado.
Nio flcoa oisso o atteatado ; bontem em
um dos jomaes, qon se publica oesta capital, fet ge
alarde desta proesa 1
c Bis o esiado a que. rednzio a pruviucia o Sr.
Lito Velloso I Jaoobaeguraocainividaal, oem
mesmo oesta capital.
f Anda ba poaco, deaoaciamos orna mor te e
ferimeatos, feit>s em Cairary, pelo* agntea da*
au'ondades policiaes da jueiie dtelMta, oomeados
pelo Sr, Lea* Velloso ; hon oest propri capi-
tal, que os .iiRigos do Sr. l.-ao Velloso, se jalgam
c m direito le mandar assaasioar aquello, qoe leve
o arrojo de repelar pela impreos?, os insultos qae
por eiu Ibe laoearajn.
f Appeliamos para os Exras. Sr-, pre-idente da
prcrtocia e Dr. ebefe de polica, que por certo, com
aenerglt que Ibes 6 prjprla, pruvlleociarao da
Os tlhos a Sr. Aulnuio Uiordo de Carvalho
Penna M publica.
Comidos pelo uosso veneraudo pai, o Sr. Aolonio
fticardj
muito tem
ramptoria,
sus prwielros e repelid.s iBsnlios a' elle dirigidos.
A> depa a.mos, porm, no Diario do r&hPar n.
til publicado ao domingo 6 do correle, com o
artigo asslgnido pelo mesmo Fernando Maiia da
Cuoba, coroprebendemos a grzve respoasabllidade
m tI, que pesava sobre aos perante Ueu e a so-
ciedad*, se contmuasseraos a tolerar sileocioaos e
quedos os torpes insultos e as infamantes allo>6es
dirigidas em poblico e pela impreosa a qaera me
dea o ser, educaco, etemplos do amor- ao traba-
iho e d vivermos com modesta indeaendubcia, ri-
gorosa ecoaomia e escrupulosa honradez e proDi-
dade. Oecoiuraos a a do Diario do Grao Par de dominyo 6-di corrate,
e ^liberamos dar oesse mesmo da a' Fernando
Uarit da Cuoba pobucameote, a' luz meridiana, a
aoica respusta .ligua de !* insultos.
Munindo-nos de urn vergalhodeeourocrde boi
com o proposil) de ara -lec-lo as costas-de Fer-
nando Mana da Cuaba,ecom as beogtlas denosso
uso ordioario, andamos desds pea manbaa a' pro-
cura delle, al pelo arraial de Nazareib, e s o en-
contramos pelas i para as 3 horas da urde na es-
trada da Oiaria. viudo do Curro, em compaohia do
Sr. B-rnardo Gongalves Viauna. O que se passou
|a o nosso venerando e respeit.re pal referi re
sum.oameole no n. i^8de^le Diario, mi reeull-
cacao frita oo numero seguale.
Estiraos promptus a responder pelo nosso acto
perante o triDunal criminal compleme.
Nosso venerando e <6lh0 pal nos defender' de-
iQoostraodo e provando, que a nossa accao om
padrao de nobres e pundonorosos seotimenio- a-
uae.., que o crime juslicavel. Podt-m vir as
conseque.icias de que estamos a ameaeados pelo
linguaradu Feruaudo Mana da Cuoba, pelos seus
o>ni lirios, e pelo Therais no Diario do Gido Para
o. 228, coj conveniente resposta ja fui d^da nj o.
229 : mo arrostaremos com a lirmezae diguidade
de que estimes revestidos.
.\ Diario do G'o-l'ar a. 228 apparecea nm
artigi com o p-eudonymoTbemise oo n. 221
o ^oriiif do Amazonas outro do s-n escreviuha-
dor assaiaeado dasNoticias Diversas com o ti-
tulo deTeutaliva oe asss>iualodeturpauloa
verdid-, difamando 00^, caiurouianio nos infame e
raiseravelmente, e levando ess* oceurrencia para o
terreno das nacionalidades e da poltica.
Neta provincia somos bom conbecidos ; os au-
lores desses arng<.s >abem que nao lograro abalar
nella as o.issas repul.iQOes ; para prodozr Im-
presso fra dell? que furam escriptos os laes artt-
gos desses miseraveis escreviohadores assala-
nados.
Cinpurcado torpe e vilmente nosso venerando
pal por om Individuo to deseavolto era suas ac-
ede, lin;i)agem e 3'olimeolos para com qiem lu-
do dvemo<, e araeacado em termue decisivos qoe
' oaimo -i-i.i a lo, comprenendemos que era de
n s-o dever p6r termo peremploru vergalbo a
essa lusoleucia desatorada de Fernando Mana da
Cunta.
Nao foram Sjoatri bomens que se reunirn para
esvergalhir a' Fernando Mana da Cooha ; foram
juatro flm.s ideoiifkados em uib'res seotuuentos e
anoriial ,|ue rompreh-nderam o seu dever de
eomparliinar com igualdade a resyonsab lidade e
^s consequencias de desaffn niar p-reroptiria a pu-
blicamente a' lu meridiana, a honra ultrajada de
seu venerando pai. Para e.boetear e.usvergaiiiar
FeoanJi Mana da Cuuh, para o e>iraogolir
nn'sriii, o.io sao preci-os qualro b m-'Qs : qaalquer
iiose' jv.-i menos lioguaru'oqae ello o melle debat-
i dos ps sem grande difflcuidade.
Nao aggrediraos a' um estraogiro ; nada temos
com a naciooalidade de Fernando Mana da Cunb;
demos a um individuo qu? se tom portado para
com o nosso venemndo p lata ezpres.s-o, ara losolenle e desaforaflo caoaiha.
a nica resposta conveniente e condigna dos iusul
los Cura que conspurou, publicamente asna honra,
zurzudo-o a'veraiho pela niesma tona, isto ,
publicamente em pleno da.
Uniera sena a oobre naco p^rtUiiaflza ss seas
bros e diguidade tive-s-tm de ser aquiialadO pelos
sentunentos, conducta eactos de uii Pernasdo Ma-
na da Conoa I Eovergonhdos e avinados dve-
riain estar aqiielles honrados subditos oessa nobre
Daco, que residera nesia provincia, se os seus
brii-s e c nceitos tivessem por b*tr-la os de ura Fer-
nando M.na da Cunha I
O Toemis do Difiri do Grao-Par e o escrevi-
nhaiur dosutilas Diversasdo Jornal do Ama
zonas, e-coadendo a c^ra sob a mascara do ineuii-
nilo, mosiiam que sao verdadeiros e vis agsas'inos
la honra e reputaco nossa e de oo~so venerando
pal, s>;m coragem para Urarem a mascara e asig-
uarem os seus assalariados arngos, cora rnedo irre-
sijir.ei de serem C'iDOecidos do publico o de suas
.cimas.
Belm do Para, 9 de r.otobro de i87.
Antonio Theodorizo -i Silva Penna.
Cuntido Ocrro di Silva Penna
Francisco Evaristo da Silva Penna.
Juliano Ernestina da Silva Penna.
Srs. redactores :Como me consta se haver di-
to, que eu leobo pretendido o emprego qae a ou-
tro perteoce, o qae um engao, por isso peco
I he a publicaba > no sea Diario, do quanto se tem
Dirig ao Sr. Rhossard em resposla e segrale : occorrldo para desengao de quem assim o lem
Aolllm. Sr. Rhossard.Para dar miaba desisio dito, pois s tenbo eligido a reenirega do empre
* prop isla de rescisio do coniralo que o proprieta- S Qie esercia, sotes de marchar para a gnerra,
rio do Diana de Gro-Par i-m cora o abano as- lie a le me o lem garantido, pois sendo esia le
signado, preciso qae declare previameit* se o decretada e saocc>onada oa corle do imperio a'
contrato em vigor contina a ser camundo hite- 28 de junbo de 1863 ; oa mesma data a lllma. ca-
ralmente at completar o numero de Diarios mar- mar manicios! desta cidade, em saa -sessao do
eados para cada trimestre.Antonio Ricardo de mesmo da 28 de jonbo de 1865 e sem ter aioda
Cirvatho Peooa. conbecimento do citado decreto, resolve e ma ga-
0 Sr. Rb obeci a oeeessidade de procurar o ultimo recorso ; 'o respoodido como se v do offlcio o. 4 abaixo
ramete o dea. ao eidado qoe temporariamente o
exrcia como mer/ sob tiloto legal.
E por que estoa resolvido a resignar o po-t*
para o qual teve a oimia bandada de desigov-me
o nclito Peroambocano, qoe actualmente se acba
a testa da administracio desta provincia, como ja'
declarei a S. Bc, em c B.-io qae lbe lf oho dirigi-
do datada de 2 do corrate mes, peen permissao
esa |iluslrissima aunara, para reclamar com
levldo raspelto. contra o acia qn* prtoo-me<*.
careo qon firmado em clan e terminante disposi-
cao legislativa, me nana a mesma iiinstnssiraa en-
mara garantido e solicitar oomj revereolemeote.
solicito a re-otregracao delle.
Frevalero-me da opporiumdade para renovar a
esta illustrj-slraa cmara a ren -vaoan dos mea
protestos da mais sabida estima e eonslderaco.
Deas guarde a VV. SS.Recife, 4 ae uoveuibr*
de 867.
(ilms. Srs. presidente e veriadores da camra mu-
nicipal do Recife.
Caetano Pinto de Veras.
que o Sr. Dr. Leito compromet
a dar qoeisa de teotativa de assassioato e de con-
seguir meuer meus lilhos na cadeta por faz ou por
nefas. U lempo mostrara' a verdad-.
Abi vio os artigos ja para qae Qiaem sabmet-
tido* ao pnbnco e a critica do Sr. Dr. L-llo no
Diario do GrSo Para.
Antonio Ricardo de Carvaiko Penna.
A CABM.A GANHANOO TERRENO NOS SEUS MANEJOS
/ARA OKSrtUURAR E SD"PFLANTAR A VEnD-.DE.
Aeanav de e-crever o artigo cima qiaudo me
vieram informar, seria meio da, que F-raando Ma-
ria da Suolia tiuha passado piocuracao ao Sr. Dr.
Ambrosio Leiio da Cooha, para dar coatra meos
iilhiS < qaeixa por t rntauva de a-sas-inato. t
Pelas duas horas da tarde fui lof rmado qoe a
psiico de qaeita eslava fdita, e apreseotada pelo
Sr. Dr. i. -uo ao Sr. De. ebefe da polica por crate
de tentativa de assassinato.
Comprebeodo perfetaraeote que om -advogado i ratiflcar por escrlpta aquelle offerecimeoto,
ao um mostr atraate oa sapaleiro, qaa faz a, brando a V. Exc. qae desejo marchar oo 3corpo
obr* a gosto e voatade do fref aez; compreheodo de voluotanos da patria qae e3la' organisando o
perfeitameote qoe o advogado ouve o sea cliente e leueuts-coroael Jlo Paolo Ferreira, qu-r va' eu
coro a lquerir om direito qae me fra outnrgado
pela lei e expootaoea voolade da III na. cmara.
Com a pabticaeo desias liobas farlo ora obse
qaio ao de VV. SS. assigaante e obrigado.
Recife, l de oovembro de 1867.
Cattano Pinto de Veras.
DOG VIENTOS.
N. 1.
Ja tive a hiora de offerecer-me verbalmente no
dia 4 do corrale raez a V. Exc, aflm de mrcbar
para o sal com o atento de tomar pirte na goerra
emqoeopaiz esta' eopeahado contra os Para
guayos.
Sendo enejada a occaio em qae todo o eida-
do deve prestar-se ao servied da naci oo era
po-sivei qae ea fka*se inaiff-reate no meio da cor-
reate patritica, que arrastaa toJos os verdadeiros
bralleiros.
Era vista disso, hoje pego licenca a V. Exc. para
l)tt-
segundo s mforraacoe consultando o coruo de de-
licio e em presenca da lei crmioal cjas ifica o Mi-
me na peticao de quem. Mi a vista do corpo de
delicio oalvogsdo cooscieocioso corriite ai inexac
tilo s. i) as ezageraoSs das fnfurm dea o enme no genero e especie do direrto crtrai-
oal appiicavel ao factn, por que o corpo de delicio
prova o facto enmiaoso com todas as circumslan-
cias si-ku i lo se deduz do arugo 265 do regulameo-
lo o. 120 de 3l'de Janeiro de '.8i2, e e3se corpo de
delicio, segundo se rae informa, faz mencao semen-
t de tres cootu-3<*, sent duas no anta hrco e
urna no himbro; nao qoerendo Fernn 'o Mana da
Cuuba apreseatar as costas para serem vistas e
examinadas.
Ferosnlo Maria la Cuohi assignoa o dir?lo
ama represeoncio ao Sr. vice cnsul da n>i;5o por-
tugu za qae a euderecou olniialmeote ao Exm. Sr.
presdeme da proviocia.
E ti farca tem poe as-ampto flgarar qae hnave
um atteatado cooira a vida do uodito porttfgoez
Fernando Sirria da Conba, e que nao na seguraaca
iudividual para os subditos d'e-sa oaeo.
Eu appello com todas as forcis de mioba alma
para a c inscieocia e razio do advogado do* caba
listas e de Fernnli M to, appello para seas seoumeoto de puodooor e
dd noura para qoe me faca a graca declarar se S
S. eta' realmeoie persuadido de que raeos in s
teularam cmlra a existencia do seu ciieale f irr.i i
Feraaudo Mara da CuoOa ? Desejava dever este
muito sioirloalivo favor ao Sr. Dr. Leilio.
O .lao esta tragado ; a cabala val trin npbaodo
e supiiaoiando a verdado c m a scqoislcio do Sr
Dr. Lsitao, para advegado da causa dos ctbaUsias
instirfaiores de Feraao lo, e eocarregado do piano
de cooseguir-se que meus rautis d goos, amados a
pundoooruses Qmos seiam acensad ,s de teataiiva
de assassiaalo, e recotbidos a cadeu por Ui oa por
Ofcfas.......................................
e o,a n d'isio se ia "umb; > foi um :> >r i -n-e por di
ulii.oio a'uraa subscriptja i bita entre os mcrabros
da soriedado Portogueza de Beneficencia II
No Para* au pjsso dier a verdade toda ; ella
tatvez apparecera' mais tirdo nos penoln-os iii-
outras proviucus e da c'te, e a Opiniao Nacional
prouonciara' o veredictum sobre a qoertae de Wr-
gaib i iraoaformada em tentativa de assiss nato pelo
Sr. Dr. Ambrosio Leito da Cuutu futuro pe-i-
deole desta provincia e que esta a beca da pasta
de ministro da jusuca I
M-us ultimo.das sero eanegrecidos pelo Sr.
Dr. Ambrosio Leito da Cuona ; q j uro paraeoses
disiincios sondo dous negocuutes matricoUdos, e
cb fe.- de numerosas familias, sero recolhidos a
cadcii por laialvadrt assassinato ; a casa com-
raerc .1 brasileira de Pena a & Fuh s, que oo de
ve a praga, sc>iieudera suas Iransac^eS, f*ra' p-ra
to em -eu Commorcio, Acara' arrumada e desappa
recera'talvez ; e a.ti n os cabal sus tnnmpharo
leudo o go-noho de ver meus muito dignos, ama-
dos e puadunurosjs ti ho* recomidos a' cadeia pu
bbea por cruue do luuialiva de assassioato, mas u
r. Dr. Leito e o poJer Jourado da sociedade Por
logela de Bouelkeac a nao conseguiro fazer-me
recuar da luta em quaoio livor urna impreosa qu
me abra as columnas das suas folbas; sim ante o
poder exlranko que ludo a ra-v a, acabruoha e
humilba miuna patria, me o Sr. Dr. Leito trans-
formando em teuialivi de assassioato urna sorra de
verga n >, oo mo nao de ver Oesiiar era dobrar
iguomluiusameole a cerviz.
Co uo pai s. llr -r"i todo com resigoacao e digoi
dade. U ferrete de igo>imiun paire sobro a fronte
de que i, o tiver merecido.
Antonio Ricardo de arcalho Penna.
Aos Iim. Srs. presi Irnle e chefe d> polica e aos
nari.inars e es ranjtiros ttnnra os.
Pela- 2 1/2 horas da t,rde de Hule, e-tindo Ptl
fra da roiuha casa, o mesmo individuo Manon
i.rriaiiqu-iro, que peli>s 3 horas da Urde do da 8
se ipresenton na fnule d-lla a insuliar-me pelo
modo que referi oo n. 229 este Diario, voHuo
com um panel qae se pniiripava a ler, qaaodo
passava o Iilm. Sr. ma|or Mao e. Feroande Ri-
beiro, muito digoo subdelegado do :! dincto, e o
preodeu. Ignoro o que contralla esse papel. No-
lera os prot-ctores de Femando Maria da Cunh i
que oi fago deste procedimeoto i ffeosa oo lojnrla
uago brasileira oa minha pessoa.
Beiro do Para 10 de mimbro ae 1867.
.luoni R>cardo de Carvallio Penna.
AO PUBLICO.
.4 sova de vergalhndas dada em Fernando Maria da
Cunha transformada em lenlativi de assat
nato.
Para, 13 de onlobro de 1867.
De todos os meras se tem laceado mopara snp-
planlar a )nsnca e a Verdade. De.-eogana tos de
que o Sr. Dr. ebefe de polica oo se i rlava a
pr ceder ex-ufJBeio, resolv rara Fernando M*nada
Cunrii a fazer corpo de delicio, e a dar queixa por
tentativa de assassioato. prestando apeoas o sea
oome, e teodo corrido pela sociedade porlngaeza
de beneficencia ama i subseripcao, que por canal
s-guru, sabe que moaloa im oito coatos de rn,
eogajaram o Sr. Dr. Ambioilo Leito da Cuoba
para advogado da causa crime, e de todos os mais
arraojos convenientes ara coosegorr-se qae meas
lilhos sejam presos e reclhid >s a cadeia.
O Sr. Dr. L-ita recoobeceodo a aeeessidade de
pr-me ama mordaca, tratou de arrancar-me as
columoas do Diario Grrjo Para, que pelo sea pro
pnetariu Predenro Orlo* Rn Jasard me tionam si-
do cedidas medlaote um contrato escrlpto por lem-
po de om iooo.
C 'Mando o Sr. Dr. Leito qae, tirando-me essa
arma, bV&odn em campo, sem qae ea palesse ir
ao eocontro de seas planos e manejos, visto como
o Jornal de Amazonas de volad i a M noel Jo
de Mello F empregoo, qae fazeodo cora qoe deisassem de ser
publicados dous artigos cora as epigrapbesA ca-
bala desfigurando a verdadeA cabala gaobaudo
terreno nos seos manejos para desSgurar e sop-
planlar a verdade,fet-ov passar aioda pela de-
cepen de nao ser publicado o jiro artigo com a
epigrapbeDiseassao jurdica.
Das tres para as quatro horas da larde de so-
bado 12 do crreme mer, maodoa o Sr. Rhossard
mmba casa o sea eoobsrio dizer-me, qae Ibe da-
No continuaremos na narracHo do guara
nacional do 5o b4alh3o quH fallecer* oajri-
so deste quartel ; entendemos pnrm pro-
var que elle entr.iu na pnsao deste qusrtel
no uia 21 do correute e nao a 16, como
querem fazer crer, e a prova do que leva-
mos dito, razanos publicar a ordetn de pri-
sao que acompan u o dio guarda. Tado
o mais os competentes o julguem.
Copia.5* batalbo de infantaria da guar-
da nacional do municipio do Recife. 21 de
outuhro de 1887. A nrdem do Iilm. Sr,
teneute coronel comraaodante, vai ser reco-
mido a priso ctuDpeleut^ bo quaitel do
corpo pnlicitil por oito das, o guania na-
cioual desie batalbo Francisco Jos de Li-
ma. -Deus Kuare a V. S Ilim. Sr official
le eslado do quartel do corpo policial de
Pernamboco, Antonio Gandido de Oli-
veira, teneute c< malandante interino da Ia
como simples prac* do pret, qaer no posto que V.
Exc. parecer mais coovenieote segundo o merec-
meato que em rana encontrar, porque o meo dese-
jo estar oo campo da honra, ao lado de lodos
aquellos q i- a defendem.
Deus guarde a V ExcPernamboco, 9 le se-
terabro de I8n5Ilim. e Exm. hr. cooselbelr
Joii Lusioza da Cunha Paranagaa', d'goo senador
do imperio e presidente de Peroambuco.Cattaoo
Pinto de Veras.
X. 2.
Pora oomeado por poriaria do Exm. Sr. presi-
dente da provincia, de i3 de outubro de 1863 para
teaeole da 7* compaubia do a* corpo de volnota-
nos da patria desta provincia o Sr. Caelaoo Pinto
de Veras
{DiaHo de Pernambuco de 46 de ootobro de
1865, o. M.)
N.3.
llims. Srs.Cunpre-me trazer a' consideracio
desta iilma. cmara que na qualidade de eidado
brasileiro, e por desojar que o m-smo paix n'>
conliouasse a ser in-ul'.ado pelos estrangeiros raau
visiobos e p-rversos, bo da i do raez de sete.moro
do coi rente noo, v-rbairaente moffereCl ao Exra.
Sr. presidente da provincia Joo Lustosa da Cunha
Caraaagoa para marchar voluotinam-ote para o
sui cora lotelo de tomar par- oa gaerra era que
o paz eslava empenhado contra os Paraguayos, e
ao da 9 do mi-rao tn-z de setembro por offlcio
rect flquei ao raesmo Exm. Sr. presidoote n meu
offjrecimeoto, e qued-isejava marchar oo 5.* corpo
de v. luntanos da patria, quer fosse comq simples
praca de pret quer oo posto qae S. Exc. parecas-
se mais conveoieote, segundo o merecim"n:o que
ear. mira eocont'as-e, por que o mea desejo e-lar
no campo da honra ao lado de lodos aquellos que a
defeadem, S. Exc. aoourado ao meu pedido tem
por portara de 13 do coreute me, oomea Jo temo-
ti da 7* corapaobia do dito 3* corpo de voiooarios,
e corao t-oho ea de me apromntar c >ra toda a bre-
vj tale, nao poso p tf isso c otinnir a exercer du-
rante o temoo que esteja na campanha conira os
Paraguayos o logar de B-cal da fregezia :!e Santo
Aotioiu desta ci larte. Momeado por boodade de
VV. SS. o un t fare se Deus ^er oitl r que volle eu
com vida e VV. SS. julguem que por este raeu uf
fereciraenti nao desmerec doconce to que de mim
liberara VV. SS. quaoio me oomearatn para o di-
to emprego de Qseal, desej i, pois, que VV. SS. de n
as sjas ordens para qua entre e;n exercicio qoam
deve servir durante o meu impedimento.
Auroveiio, pois a oceasio para agradecer aos
lilms. Srs. raembns desta lllma. cmara o bina
cunceito que d i mim lera teit i, e oor isso Ibe uego
iesculpi de qualquer falta que |ulgarem tr co--
raeitido no deserapenlo do logar que.exercu, por
ser ella procedida iiiviiaolana. s dm o tira de
acertar e cumpnr as ordens de VV. SS., de qu^m
me dispeco saulos-, pois s o desejo de estar Oo
campo oa brar ao lado de quem def-mde os di-
reitos do imperio me faria apartar por algum tem-
po desta 11 m i. caraira.
D-us gnard a VV. SS. Recife, 25 de outubro de
1863.lllms Srs. presdeme evereadirs da c-
mara muor-ipal do Recife.-O fiscal, Cieano Pio-
lo de Veras.
N. i.
Secretaria da cmara muaicipal !j Rjcif 2<
de outuhro de 1865.
Iiim. Sr.A 1 una. caraara municipal receb^a i
oIBcio le V. S. d^ 4o do crreme, oo qual Iba com
raunica, qoe teud> parte na guerra enotra 0 lyranai que ousou inva-
dir o nosso territorio, pede Ibe p>ra qu> expeds*?
as uecess rias crieos para a sua saiistitoicso em-
quanto estivesse V. S ausente, em resposta Ihe man-
d< comiuuoiiwr a mesma-lilrai cmara que muito
louvao sea proce tinento, e a-sia dau tem dado
ordem para que o seo supplenie entre ja era exr-
< co do mesrau cargo cmg'ianfo durar o s xmpe-
cimento, e ao raesmo supplenie que se entender
com V. S. se servir orientar das rleos ex sien-
tes relativamente a OsCalisacio desta fregezia.
Deu> guarde a V. S.Ilim. Sr Caelaoo Prato d
Veras, fl-cal da fregu-zu de Saoto Aolonio.O
secretarle Francisco Canoto da Biaviagem.
N. 5.
Illm. e Exm. Sr.Serii mente incomraodado em
minha sniid- d-sde que de volta da cO'te 4n impe-
mi, recoini-me a esta cilade, s agora me pos>i
vei declarar a V. Eic. qne sobremao-ira grato a
V. Exc. pela prova de coaflanca que se dig-iou de
dar-me, oomeandome para capito da 6* cumpa-
nhia do corpo provisoriJ de polica, oo posso toda
va aceitar semelhaate DomeaQao por dizerme a
coo-cieocia que meu estado ohysico me oo per-
mitie desempeohar as funcc5es rahereutes a tal
posi o, de mol i a jusnticar o juizo qio coofertudo-
rae o teve V. Exc. a bradade de raamfestar a meu
respeiio.
Ao terminar asseguro a V. Exc. que achar-m-
ha sempra promplo para cumpnr quae-qu-r or
dos que bouver de expedirme quer tendam corao
POESA
offereeSda E una. ra. baroue
za da wietorla, por oeeas di aesnpre chorada avarte de
ana extremosa flltaa Olympla
de Gusnao Coelbo.
Profunda chaga nos dde
as magos* que o pello eocerra
Ao ver parilsse d* Ierra
A Qiba de ura grande bere.
Com a f dentro era so'alma
C raservoo a c'roa... a palma
(Jue Jess Chrlslo Ihe dea 1
Traba virtudes de mais
Tmha a oobreza dos pas
Era urna santa.. morrea.

Foi sempre om aojo terreste -
P'ra excmplo da hnmaoldade ;
E' boje archanjo cele te
Dos seiS da divradae.
Ouviodo o d iire dos sinos
Ao sora de crrs divinos
Em nuvens sabio aos reas I
Seolou a t.hri-to a seu lado I
Deu-lhe a ma j de desposado t
E' hoja a ooiva'de Deas I
Que vale sentido praoto
a lage de nm mau-niu ?
Se o aojo que all baixara,
E' hje noiva no co T
Pique-oos p"is a memoria
Da virgen nue soe a gloria
Maoso do Verbo adorado l
Nao mais soiue s nem dores
Qae os aojos ? qoerem flores
as fes tas do seu ooivado.


A T. C. L.
d
Estatutos daa Facilidades
Direito do Imperio
Art. 50. Os exames sero feitos por es-
cripto, com as formalidades e pelo modo,
que e marcaren no regulamento de qae
tratan art- ti, % levundo sempre pre-
sidi-los o director ou algum lenle por tile
nomeado uara esse m.
Rcgaiaueuio complementar
ds eiitatntoa.
Art. 20. Os i-xaines sero julgados por
orna comoiisso composta dos examina lores,
do presidente de que trata o art. 56 dos es-
tatutos, de um cojamissario nomeado pelo
presidente da provincia, e de um dos lentes
da faculdide designad') pelo director.
O presidente da provincia, em tees no-
meacoes prefina, sempre que fr possivel,
os leutes da faculdade.
COMMEBCIO.
companhia. Est & informe, e tem a mar-' ^"'?o publico, quer se retirara ao particular de
gem da mesma a nota do official de estado %Ecac;gairde v. Ek. Dor mailos Mon. Re-
ue le.r-se recoltnilO S 5 horas da tarde dO cire, 2 de novembro de 187. Inra. e Exm. Sr.
predito d a. Secretara do commando do baiai de Viiia-Be.Ha, digmssim j presideaie da pro
COrpo provisorio de polica, 5 de novembro viocia.--C*eiaoo Piolo de Veras,
de 1867. O secretario do corpo, Jos ,.^6. M. .^,. tftRK
Geraldo de Lima ,,llB- Sr--Alei \*>iW 'u 18 de ]anaode "*!
_______ _______ estatua em seu art. 4 o settoiote:
1 1 Os erapregado* pblicos, qaer como guardas na-
(*)Srs. Redactores da Revista Diaria. O ciouaes oo voluotanos, estiverem serviudo os fur-
Sr. secret rio do corpo de polica em sua Sj.era ^'"cof. Per nnhli,. .* rL- j 1 a _.. serao considerad >sem con missao, Qeando com di-
public^co nesse Diario de 4 do corrente rell a opco aos seas Teacime0ioS.
(aoje) nao tee outro m mais do que res- Foi sem duvida de accordocom dotriua to
labelecer a verdade de nm facto publicado jn-ta e aoiraadonra, qae esta illusirissiaa cmara
em sua Revista Di.iria de 31 do mez pa do, como VV. SS. n5o o contestaram, so gu*;yi camo tenent9 di 7. c,)rjJparjnla 5. Crpc
amrmando t'T Sidn feita a publicado de voluutnos da patria desta provincia, rae fe
por infnrmac de pessoa insuspeita t de, coo?ur por oflloio do seo mgao secretario. Armado
conjtdfrofao: a essa oessoa dos, corra ode- aus,28 de aul)ro <> *865, que o lugar de Bacal
ver rU g,.sl.t.. ~Za*ll a ,ia a* fregaeua de Saolo Aotonio, qoe eu eoto oco-
ver de sustentar a soa noticia, se e que DHSa agsarjl ger ^^ ^ mu .0ppleoU.t W
ContlQiia naconviegao de Ser verdadeiro O qanto duraste o meu engangamento. lato em
quitlo pertencesse ao etercito expedicionario.
Euireaoto ao reculher-me eu a essa cidude de
PRACA OU IttCIFE 5 OE N0VES1CR0
DE IHB7.
As 3 h^ras da tarde.
(Homero.)
Al0"3o 1" sorto S43oO por arroba.
H ;je)
Al^odi lsorle8J0XK) por arroba.
Snvelrs,
Presidente.
KaeeOo,
Secretario
Engllsh R>nk of Rio de rf.v
iirlr- LimiteJ.
GapiUl di hanco em 5W:O0w ac-
cSesd-fiiO................ lOflOrOf
Dito resllalo................. 600 nfjts
Pondo de reserva.............. 45 213:906
BW.ANCBTE DA CAIXA FILIAL F.M PEBNAMICO, 31
DB iil'IHBR) HE 1867.
Activo.
Letras desc jQ'.adis............. 239:."l"4119
Garantas e valores deoo-iados 6l:'.)Vt.'30
Hjbilia, etc., d banco ........ 8:3H i*9'i(
D.versas cilas........... .. lo 7Sjl6J
Caixa...................... 3i6;939A0U!)
Passtco.
Cootas correles simples........
Depsitos a pra?o tixo, eoui aviso
epor ltr Titolo-- em canelo e depsitos.
Diversas ejotas ..............
Poroambnco, 4 de mvemhro d>
872:59G510
137:0833650
303:747,SG80
762:83 !f33
6l:9432oO
47:841,8030
S72:o9652io
1867.
fa to relatado m Revista.
Ac iam VV, SS. qu n5o leviandade
pablicar-se, ou fazefse, poblicar o que nao
exacto em desproveito de quem prexa u
sen carcter de fuoccioiiario panuco; no
entretanto acba que qoem se deVende, sem
J. D. ., masager.
Josrph M., accoutant.
Nov o banco de Pernambuco
EM i.lQUID? Os. Srs accionistas do novo "anco podem
receher o 2 dividendo de i6 pir cento do
capital em apnlices da divi .'a publica, que
tem de ser averbidas nt tbesonrana de
f zen l.i desta provincia, em tempo de se-
rem admittiilas na fo.ha dos juros do cor-
rente semestre.
As accBes de banco devera ser entregnes
para se irratilisarem.
EM UQTiDQbO
Novo bauco de Pernambuco
So convidados os Srs. accionistas a re-
ceberem o primero ividen-lo (em moeda
c-irrente) zedlo as accOes para irem sendo annulla-
das; nos das uteis das lQ horas ao meio
dia.
Calxa filial do banco do Brasil
ein Pernamhneo, aos 26 de fa-
lli de 1969.
De ordem da directora se tai selente aos Sr?.
acciooislas, qoe o tbesooreiro esta* autonsado -
pagar o 27* dividendo das acedes do baoco do Bra
sil, ioscriptas n'esta caixa, a' raxo de 124000
ciO euarda-livros
lamao Nooes Correa,
Engli h tauk
OF
Rio de Janeiro Limited
DESCONTA letras da praca de pra to a 8*|0 e de prazo maior a taxa a c >nven-
doaarv
RECEBE dioheiro em conta correle e i
{*) Bala puhiiiMcuo devia sabir bootem publica-
da, b oo o foi por oo descoloo da typogrtpbia,
vara tres cootos de res por oo publicar os raeu^ pelo qoe pedraj); yeola ao sso aator
arBgo?, mas que rq (iabu Brebreacl, dinlj-l Os
volla da oilima viagem qoe i para a corle do im- nrl/jf) fixi.
peno, oa flrms e oo ignorada resolucao de ir en-. F /:, 0Q ; Draz0 &(.ur(. a_ .a j
corporar-me aioda una vet aos bravos Uef-msores *^* a *^l "^ V" b0Dre as Ciaaaes
da boora oacioosl, traicoeira e vilmente oitija.ia; priocipaes iie Ear-pa tem agencias na Babia,
pelo facaobodo Frociaeo Soiaoo Lnpe, soobe qoe Buenos-Ayres, Montevideo Newyork,' Ne-
o preiexio de ba ver-rae o Exm. Sr. presidente da ?a.or|eans e emiiie cartas de crdito para os
provincia, honrado cora a oomeacao de caoiiao da I moomfta inaapo
6* compaobia do corpo provisorio de polica, re- j mesmus upares.
solver esta illusirlsslaa cmara destituir oie do| / liirgo uo Pelounobo 7.
ptcdudfr lugt a. AmV jx\ SJa c-_ iflwt.
t

%
UBiilL Y


t ttm.

:.-


Novo Banco de Pernambuco KSffl
WW i,lTlOWaco booedas J panno 9 b,^mb!SA :^r^oxiao futbro, para seren arrematados porqwm
O oere banco paga o 19. dividendo
ihJUOO por aeg9o, nos das otis, das 10 bo
rae ao meio da.
ALFANDEGA.
flendimento do lia 1 ai........
Idas do dU 3 ................
, de laocador que cubra o preco da aaliacJo aa-Viwi ser a arrematacao feila pelo preco da ad- rateptpedb, bem como rasgar e cntwar nos wer-
-=iudlc,c50 c<",, aba,i0,8,"0 rw">c,IV0 to|^t^iESWiL*3:2SW
86:0i816* : le. < f k- \JS arremtc*o sao as segua! >s .-*! arrematante
n
?#
angfi
fu 'Cenle ao
la tfa Caxanga do
as 4 i 1|S boras
i da oanhia
Volames entrados con Tazendas...
geoeros....
Volamas sabidos cora fazendas...
< gneros....
113
360
"78
135
------313
arrematagao sao a* seguiat
E para que ebegue ao conbecimeno de i obhgado a conrear a obra dentro'
de 30 dlaa,
todos'maodei passar O preser.teque ser pu-1 acabar deotro do'prazo de qoatro meies; i* rece-
MinHn nula imnrAnta a -rTk__irt n Ina. bar' o paga nenio em doas prestn^.s igoaes,
sendo a prirneir depot de miadl aronra moa,
Beerreg4m hoj 6 de novembro
Sirea franeezaVertdiina mrcadorias.
Barca, portugaezaDespique tf-ldom.
Palacao portagaez Vana da Otoa idea.
Bribas tgleSearck dem.
Paucbo Inglez-M-Si-or-idera. .
Barca fraaeeza Vitie Frantiguan\t6(D.
tingue log lez Jan'* -bacaihao,
Bngee lgleQue of lhe Rutcar vio.
P.tacho inglezGeorgiana carvao.
Brigoe ioglezBetly Xaru dem.
KBGBBBOHIA DE RENDAS INTERNAS
GERAKS.
Rendimento do da l a i........ S:705*_i!
dem do da '................. 93#s7S
i7j blicado pela imprensa, e ahado nos luga-
< res do cosiume.
Dado e pastado nesta cidade do Recife
de Pernambuco, 4 de novembro de 4867,
Eu, Manoel Silvioo de Barros FalcSo. es-
crivo interino subscrevi.
Tristao de Alencar Araripe.
.DECURigOS.
Perante a cmara municipal desta cidade
estar em praga nos das 6, 9 e 13 d novembro
prximo vindouro para ser arrematada por quem
menos preco oHerecer, a obra do ealgamento e
ponte de ferro da estrada qoe, partindo da do Lniz
do Reg, val ter ao eeaiterio poblico, oreada a
mesraa obra na qaantia de 10.8885500. As con-
3:6151708 dlgSes da arrematado sao as seguinies :
_____ | i* o ealgamento e ponte sera fritas de confor-
I midade cora a planta e orcamento apreseoiados
pelo engenbeiro cordeador.
2* o arrematante comegara' os trabalhes no pra-
so de nm mea, depois da assignatara do contracto,
5.3101426 ] e concluir' oo'dr oito mezes.
3* o arremataote na execogao dos trabalhos ob-
servara' as preseripgiJes do euaenheiro eordeador,
fleando obrigado a diitarer o qae nao for execota-
do de eonformidade eotn o orgamento.
4* o pagamento sera' effectuado em tres pres
taedes ignaes, correspoodendo cada ama a nm
Navio intrads no da 5. terco da obra.
Hull36 das, brigoe wgiex Hetty Mary, de 185 i Os preteadeotes a' arrematacSo poderio compa-
tonelada*, capno Davies, eqopagem 9, carga recer no paso municipal em os das indicado- ;
CONSULADO PROVINCIAL
RscdimeiK do da 1 a 4....... 3:$?S2!!
tlem do diao ............... 1:645*913

IMESTO DO PBTO
carvao; a Wiison 4 H-ti.
As9 das barca orasilelra Pero/a, de 195 to-
neladas, eapitao Custodio Aotonio da Sila, eqni-
pagem II, carga sal; a Joaqulm J>s Goocalves
Belirao. Veio largar o pratico e seguio para o
rito de Janeiro.
Ubserac5es.
Nao houveram sabidas.
Saspendi-o do lamaro para a Babia o brigue in-
glez Glaucus capitao iones, eom a mesma carga
qUK tr uxe de Terra-No*a.
Entrn arribano o vapor brasileiro Moleque, que
tlnba sabido no dia 30 uara a Parahyba, em conse-
apre^ent-ndo antes as bablluacQes de seos fiadores
para .-erera examinadas. 0 orcamento acba-s na
secretaria da mesma cmara para aqnelles qae o
quiterem examina lo.
Paco da eamara municipal do Recite 30 de cu-
tnbro de 1867.
LoU Jos Pereira Simos
Pro presidente.
Francisco Canuto da Boaviagem
Secretario.
EDITAES.


de Ijuead.-r que cubra o prego da avaliago fera a
an>iiutii,o teita pelo prego da adjudicago eom o,
Traga.
Na sexta-feira 8 do correte mez na sala das
. audiencias, linda a do Illm. Sr. Or. joiz de orpbaos
1 se deve arreraetar a parte do sitio e casa de viveu
i da perteocente a- menor Manoel ;a-iodio de Sm
! paio, sito Caponga, avadado por 4:459*325 rs. e
s-ra' arrematado a qoea mais der, livre de onus
O Dr. Tristao de Alencar Araripe, offlcial da Impe-j^" P"a mesmo n,eBor-
nal ordem da Rsa, julz de direito especial do. ------------------------------------------------------
commerclo nesta cidade do Recife de Pi-rombu-!
co e sen termo por S. M. o Imperial e Constitu-
cional o Sr. D. Pedro II, a quem D'eus guarde,
etc.
Fago saber pelo presente que no da 7 do mez de
i: )Veubro do crrente ann ', se ha de arrematar
po~ venda a qoem mais der em praga publica des-
le joizoe depois da audiencia respectiva, a esurava
E-mena, ii- naco, de idde de i'i anno-, avaii^da
por 500*000, a qual vai a praga pr execugao de
D. Anua JasepDa Pereira dos Santos, entra D.
Mana Magdalena de Almeid.i Cataobo. Boa falta
que <
(ella
abatlwento respectivo da ei.
E rara que ebegoe ao conhecimetto de todos
maudel fazer o preseote ddital qne ser afBxado
nos logares do costme e publicado pela impreosa. I
Dado i! passado ue^a cidade do lie -:fe de Per- i
DainhOTO aos 22 de ontubro de 1867.
Eu M..noel Silvino de Barros Palcao, escrivao
icieriuo o subscrevi.
__________ Tn.-tao de Alencar Araripe.
O L) Titilad de Aieocir Araripe, offleial da im"
per:;: urd m da Risa, juiz de direito espeeil do
coromercio desta cidade do Recia de Peroam-
buco e sea trros por Sna Mijestaie Imperial
i Coostitacional o Sr. D. Pedro II a quom eus j
gaafde, etc.
FaC'i sanar polo prenota que Irme) Rodrigis!
C "'lio me fez a peticao B-galt : Illm. Sr.
I)r. jun do Cummerclo. Di Inn. Rodrigas
C lio que, sondo cr-idor p r mulos d^ letras
da ijaa lita dd 29i*ii0, s seu- juros, cuja leira ;
la I de MVi-rer da 1832 "(i'a o on/.o de [
ti-.*, mezes oor Preseiso Xiv er dt <1oras, e ac-
eita por Domingos Tneoduro Rigueira Pioto de
SUZl, i'-ta' prxima a preST^Ver, quer o soppit-
caol ipvrp.r o c.impet-nte protesto, aflm de ser
inierru nptda a preseripco a re.>peito do accei- ^
lame, visto c^mo o sacaur j'' [or i accionado neste
jui.'.i,escrivao Paes de Andrade, sjodo p>r Isio
a resuelto desto tem o souplieanta garantido o seo
, re iuer. poi, a V S. se digne mandar to-
Oior por termo o seu pr'>t*t-', intimado osuppli-j
e i 'v~n i d-> le; o porque e.te teja aosecte;
e-ti htgar lacerto e nao saoido, requer o supoli-',
ante a V. S. se di^i- dm lili a juslilicago da ,
le; passacJo se depci- de loigado a carta edital,
eom a pr^zo do esiylo, de?ltuani> V S. dia e bo- \
r ri s^-rem inquiridas as testi-muihas. Pede a|
V. S. di ferimeul i Ei ber m-n. 9 proco
rador R 'Jijlpno Joao Barata d'Almeida.
i n'i'sta p"tigo dei o seguinte despacho :
S .. ]l 'i -.anj a aossorta. o i da 49 do rorrete
ni' a< ll noras da mantia. Recife, 2i de ou-
(Obro de 1867.Alencar Araripe.
12 sendo pir forga de-te uim d spach.i fe ta a j
dst/iDuigao ao escrivao ueste m a ju/u, M-a i-I
d Carvalho Paes de Andrads lavronse o termo1
de protecte du theor seguinie :
Ao 23 de ootubro d > dito anfe, nesta cidade i
d> cif-, em men cari ri peranie mlm e as les
tetroatna uifra assigna las coropareceu o suppli-!
eant' por sea procaialor RoJo'pho Joo Barata |
'.-V neia, e per elle foi dito que rednzi* a termo
o c .: ij da soa penco retro, a qnat ifferecia!
como parta do presenis n> qual, depoi? de lldo,!
se assigoua eom aa Indicadas le>lmunbas. Ea \
I Silvio.) do Barros Palcao, escrivao interino,
o i icravi. Rodolpho Joo Barata d'A'muda.
,io Alves da Fonceca Junor.Faustino Jos
d- Piinceca.
Depois do que o sappiieante pr. luzio soa? teste-'
mtinhas; ijo- -ob jrame U ileiosenm c.ovenien-.
tem oto acerca da ausencia do supplicado, e fa-
ajen : i j geriwo sellar e preparar os autos, sub-;
n estes a' mioha ccoclusS), e n.lles profer a
DCa >egninte
ceda a" jjMiflcago, e assim mando qaeoj
mji ausente S-)a citado por Bdlios de 30
di a- ,i.i f6" ^a requerida, pagas a> casias ex-causa.
R f 31 de outubro de 1867.Tflsio de Alan-
car Araripe
E u cumprimento desa mioha sentenga o res-
pec ivo escfjvao t't pas>ar o presente edital, pelo
Itae'oi do qual chamo, cilu e hei por citado, para
qu de.oiru go prazo de tnnta das compar-ga ante
este j izo u>r sloODorseu procurador, allegando
t ir .aol i o que for a bem de seu direito e jos-
lig-.-, sub pena de revelia. E como o sopplicado
ei de.va tlcar iudefeso, t>ia e qualquer pessoa,
pai d amigo on eonhncido, que do presente no-
tic i iiter, luder-lbe-bo fazer scieot^ de todo o
expendido. '
E para que ebegoe ao conhecimeota de todos
ma-!.-; fazer o presente edilil, que sera afQxado
oos lmarea do cosiume, e publicado pea ira-
prensa.
I) ''o uesti cidade do Recite de Per-
oamt'ueo, 4 de novembro de 1867.
Eu, Vaoo"l Snviuo de Barros FalcJo, escrivao
Interino, o subscievi.
Trisiio de Alencar Araripe.
COSIPAWHIA. PER*i %,1IBLAMA
DE
INtWWCOSTURi POR VAPOR.
fjljl Wlpojuca Jaguaribe Parahyba
'Pir opima Giqui
Polengi Mamanguape
IW
>9 il i jo^ Coruripe
Mondalni
publico em gel
f dia 8 em d/adfcT p
I da tarde e volta ai
Fiparatorios para os exa-
mes de mr0o,
Cursi de liegii fraacea.
Je gffogrsphl e meterla.
d phtlvsephla.
I de retiiorlca e peetlea.
i Jos Soares de Mert, professor de
jliogua e lateratora oaci>nal oo gytnnasio
provincial de Pern mhuco. tem aeerio em
e a ultima qninze diaa depols da eatregi : 3" t^d"
ro MMUdor^^osmterues a'^mpregar na obra Os seguiotes vapore on OQtro, sabirSo "deste porto para 09 do norte e sol eom stia casa, ra Bella n. 37, un corso especial
serao da primeira qoaiidade. as escalas do costme, recebeudo carga, encommeodas e dinheiro a frete, assim como de cada urna das materias ac'rmt indicadas,
> as pewoas qoe pretenderem eoncorror a arre- passageiros de ptimeira e terceiri olasse, para os quaes teem os meibores commodcs e para ea estu-tantes que se prosoem a fazer
maugo, comparecam nos ^^^^^ excedente tratarpenio, nos rjias abati desiRpados._______________________________;eame em marco no-ollegio datTtes.
Dinjam-se reside?icifi
nos
pago municipal, legalmenie
apresentar Hias antes as babiliiagdes para aereo t
jaleadas. | PARA
O orgameoto acba-se e:iposto na secrelaria aa -
repartijo para ser examti>do por quem qolzer. ^^__
Paco da cmara municipal do Recife, em sessao ----------
de 30 d outobro de 1867. rortos do norte e
Imz os Pereira Smes, escala at 0 Aea-
Pro-presideote Pari-,
Secreuno. Iden ....
M
AVISOS MARTIMOS
COMPARA BRASILEIHA
DE
!
Portnsdn sol e es-]
calas al Araca-
i*.....]
Portos dosnlat o
Penedo. .
Ri Formoso. .
Paquetes a vapor _
E" e peradodos portos do sol "nna i*.-a .
at o da 8 de oevembro o vapor temando de Noro-
Guar, comroandante o prlmelro nha.....
lente Pedro Hyppolilo Daarte, ___^^^
o qual depois da demora do eos-
tome s-^on a para os portos do norte.
Recebem-se desde ja passageiros e engajase a
carga que o vapor poder cooduzir a qual devera
ser embarcada no dia de soa ebegada, eneommeo-
das e dinheiro a frete at o dia da sabida as 2 ho-
ras. Nao se recebe como encommeodas se nao
objectos da peqoi n valor rSbfc#xcedendo a duas
arrobas de peso ou a 8 palotes cbicos de roedlgao
tado.0 qts pa-sar desiealiaaVies devera' ser em-
barcado como carga. Prevlne-sn aos Srs. passa-
triroqil saas uassagen s se recebem nesta
agencia roa da Croz n. 57, escriptorio de Anto-
nio Luiz de Oliveira Azevedo & C.
VAPORES.
pojttca
Ptrapama
Pitengi-
Pottngi
htainan-
guape
Parahyba
Paralujba
TONS
600
600
400
400
340
140
104
COMMA.'v-
DANTE9
Martins
Torres
Pereira

Pereira
Costa
Mello
Mello
MAS dc SAWDA.
Sexta-feira 15 de novembro e sabbado 14
de dezembro.
Sabbado 30 dedoverabro e segnnda-feira
30 d dezembro
Sxta-feira 15 de novembro e sabbado
14 de dezembro.
Sabbado 3o de novembro e segunda 30
de dezembro.
II. 6, II, lU, 21 & 26; e volta a 3,
| 8,13, 18, 23- e 28 de cada mez.
i Todos os domingos; e volta s quinta
I feiras, de 1 de dezembro em diante.
Ten; i-feira I i de detembro.
mrniciooa'Ja. de
manbSa at s 9 horas e de tarde qualquer
hora.
___
Para
Sega ao Indicado porto eom a posslvel brevi-
dad O blate nacional Lindo PatMte, capllao Fran-
cisco Rlbeirc Barros, para a Carga que Ihe falla
trata se eom o respectivo consignatario Antonio de
Al.neid TRO
DE
ISABEL
EMPREZA -C01MBRA.
QU-.RT* FEIRA 7 DE NOVEMBRO DE 1867
Prirteira representago do excelleote drama histrico de grande espectculo, original portu"
guez, em 5 actos, do memoravel poeta o Exm. vizconde de Almeila Garn-t, oroado da lidas e vaiia-
1 das pegas de mosica, e no oual toma parte o dlstincto artista Germano Francisco de Oliveira. '
| fi ALF4GEIE DE SAPrl*""
OU A
DENOMINACO DOS ACTCS
l acijA rralharia do Alftgem
2_ actoO Morcado d'armas
3 actoA espada do coode?tav?l
4* actoO f-'riim e a revolta
5_ actaO T'innpho.
PERSONAGENES
FaroaoVaz............Sr. Gremaoo
Froilo Das (capel ao em alfaog")..
D Nuno Alvares Pereira (condesuvel de Portugal.
Mendo Pat-s (fililKo portuguez).......
Gil Sarro (se-ralheiro)....... .
O alcalde de mar^viio-...........
Braz Fjgaga (erraiheuo)........
O c loira-m-stre da serra.heina......
Uin homem do p ivo.........
D- Gu ornar (irraao dj Meodo Paes). .
Aida (bnohade Fnilo........
Joauoa..........
Serapbina.
COMPAHHIA BRASILEIRA
j> DE
PAQUETES A VAPOR
D.. porto> do norte esperado
S' o da 9 do correlo o vapor
Cruzeiro do Sul, commandaule
Alcolorado, o qual depois da de-
mora do cosiume seguir' para
os portos ou sul.
Recebem-se desde ja passageiros e engaja se a
carpa que o vapor poder coodnzir a qual devera'
ser embarcada no dia de sna chegada, encommen-
das e dinheiro a frete at o da da sabida at i
horas. Nao se recebem eneommendas se nao ob
jectos de pequeo valor e qu duas arr ibas dd peso oo 8 palmos cbicos de me-
digao, todo o que passar destas limites devera ser
embarcada com carga Previne-se aos Srs. pas-
sageiros que suas aassagens so se recebem oesta
agencia ra da Crnz a. 57.
COPNHI.V PERNAMBUCAN
DE
Nave^co csstefa pp vapor.
Mdcei e escalas, Penedo e Aracaju'.
S-gue no da 15 da corrole as
S horas da tarde o vapor Polengi,
cimmmdanle Pereira. Recebe
carga at o dia 14, encommeo-
das. dinheiro a (reto o passagei-
ros at o da na sahld a hora do costme : es-
eriptono no Forre dn Matos n. t.
COWPANHIA PERNMBUCANA
DE
Navegado cnstira por vapor.
Parabyba, Natal, Maco, Mossor, Aracaty,
Cear e Acarac.
O por IpojHCa coraraan 'an-
te Mtrtms, S'gulra' no dia 15 do
correlo as 5 horas di tarde para
os portos cima Indicados. Rece-
be Barga, eneommendas, Tu a frete 8 y is tes at o da da sah as 3 horas da tarde : es-
criptorio no Po'tH d.i Matos n. I.
Psra*o Aracaly segu eom rooita brevidade o
biale Sobraletue ; para carga e passageins trata-
se eom Jos Si Leitao Jnior, roa da Madre de
Dos.
LEILOES.
L El L A O
De urna casa de tijoto sita emTiglpi, eom & qaar-
los, S salas, cosioha fora, larreoo proprio a
quintal ateo rio, lendo urna porta e 3 jinellas
de frenta.
He>IE
O agente Martins fara" leilo por ordem do
Illm Sr. consol d Portugal da casa cima per-
lencenle ao esp'Mi > de Jo- Luiz de Souza.
No armazem da roa do imperador a 16, as 11
horas do da. ____________________
wm


WBNnt
Qaarla-feira 6 de uovembroas ti
horas
No largo do Corpo Santo casa que foi da
Associacao Commercial.
PKL AGESTE EUXKBIO.
Do sobrado d. o da ra do Raugel rende por
anno 772$.
Da casa terrea o. 23 na roa do Raogel, (em 2
talhos, po le render por anno 60)5, as chaves es-
tn junio oo n. 25.
Da c sa terrea n. 98 sita no largo do pateo do
Ter?", tem nm terreno externo, fundos, eom fren-
te para a ra das Carrogas, e as cnaves para ver
se podera' pedir ua mesma roa n. 38, padaria,
di" proprio rende por auno 4805.
Da cusa t"rrea n. 8 -ita 00 largo da Penha, chao
proprio e sera' vendida por autorisagao do Illm.
Sr. Dr. juiz n:naiclpalvda sesuuda vara a requeri-
mento de inventariante Mi.: .!.'.
Lacerda.
T^ixrtira.
Kaymundo.
Goimares.
> Barn-to.
> Thomaz.
Santa Rosa.
Sr." D Fl o.
> D. Aolonia.
D J-soina.
> D. Julia.
Coros de serralne'iros, Odalgos e cavalli-lros portngaezes, horneas de armas,dooxellas, povo ele.
A aegao passa-se e:n Alfaoge Ingar prximo a ribera de Sainaren!.
Todo o vestuario e sceoario a carcter ao gosto da puc^ e novo -m qaasi soa totalidade-
Cjmegara' as 8 horas.
GRANDE CONCERT
ICO
SALO DA SOCIEDADE JOVENTUDE
Qinta feira 7 de novembro de 1867.
PECO PIANISTA BRASILEIRO
joio pepeii nm ei .
Coadjuvalo palos haheis e des'inc'.as professores os Iilms. Srs. Antonio
Martins Vianna, e Candido Quimino Rodrigaes de Lima que por obsequio se pres-
tam a abrilhantar diveriimento.
lina le 8- Miguel.
Para porto cima segoo o paracho portusnez
Jorgens*7dj prim-ira m' rena, para carga a pas-
afifiros tratase eom o c.ousi^oatano Joo do Re-
g Lima, i ra do Abollo n. 4.
mtvm\ ps DE
Navegcio eisteir^ p1'" vapor.
lita de Fernando.
. N i da 12 de novem-
bro ao mel da expedir : Ooras.
esta cacpanhia atii dos-----
eos vapores para o por
m acuna. Recebe carea I
at o dia 11 ; passagirt-
ros, fne.in:nit-ndas e di-
loras da oanDAa do da
~ Hrecisa-Se de orna esmva de meja idade pa-
ra fazer venas n'um povoac!t> distaote deMa praga
orna legua : a tratar na ra do Oe>po n. t.
O Si. Justino da Silva Gardoso qoeira
vir aeste typogrdphia negocio urgente.
m\ m imuT
numeio28
Aloga-se o segaoro andar do sobrado 4a roa do
Amorim o-. 20 : a tratar n. roa da Cadeta o. 44.
Cozlnhelra
Precisa-se de aoia eoxioneira, prefere-se esera-
va : na roa da Cruz o. 16.

Casa
ni
para alig i* en Oiiada
Alagase orna casa em Olioda, roa do Bomflm o
24, eom duas satas e nm gatnorte, qaairo qaartos,
despensa, coslnha fra, um quartu terreo e qoin-
tal morado, cacimba eom exiellenie agoa para o
cunsnmo da casa : a tratar em Olinda coro o S-r.
Silvnra, pateo de S. Padru novo, lab*roa da es-
qoio a voliar para o i'.-vrmo, ou no Recife, roa da
Cadei, lojt n. 44.
DE
ESCOLA.
Mara Bartholeza da Cjc< rigo participa aos Srs.
naos da familia qoj mndou sua escola da rn da
Imperatnz n. 84 para .i ra da Gwcorrf a n. 2,
oode espera a proteegio dos mesmos senhoi i s, pro
roeipodo fazer todo >> bffo tura o desejado aper
frigoamento das meainas Tambem da' alconas
ligOes le fraocez das 4 s 6 horas da tarde. Adm.t
te-se peosiouiStas e melas pen>iooistas. Afflmga se
a boa Mira.
Recifu 2 de novembro de I8i7.
AMA
Precisa-se de urna air.a para todo servigo de urna
casa do familia, na ra de Borlas o 142. 1* andar.
Precisase da urna ama para o sprvigo de
orna casa de familia na mi estreila do Rosario n.
27, 2* aodar
De um ci-rro anierir^no de 4 rodas e duas
partes da casa terrea n. 33 da ra Nova.
O gi-nle Martins fara' I nao a requenuieuto do
ad nioislrador da massa Mhd i de Sebastiao Jo-
da Silva e por despacho do Illm. Sr. Dr. julz espe-
cial do commercio, de uuj carro amencanj e de
duas parles da casa cima perteaccotes a mesma
massa.
ifl>ji;
No armazem n. 16 da ra do Impera 1. r as II
C
61. 11
da sahda : eseno'orin ni Forte do Matos p. I,
.
O p.alhabots Novics Segas at 20 do corante,
aioda rei>lie carga miada tratare eom o coosigna-
tarto Joa.i Francisco da Silva Novaea, travessa aa
Madre de ll-sp.,1.__________________________
na
1f3 J-&MEIRO
O ratach) Lea/ddrft pr t^nd3 sabir para o Rio
de Janeiro cooi aquella brevidade quo Ihe for pos-
siv il, segundo ,-. concarre cia da carga que riou
ve* : qoem re'le quire ca regar, pode diriir-se
aos consigmtnos Marq ie.-, Barros & C, no larg
do &>rpo Santn 6, oo ao respectivo capitao An-
tonio Joaquim Flota._____________^~__
PARA,
Para o inlieado porto pretende sahir eom muita
prete/a o atacli > Paraense, p'T ter mai.i de doos
tercos de se i arregaro-nto: para o pouso qae lh
falu trata se eom o. con^igoalano Jaaquim Jos
Goojalves Heliro, roa do Trapiche n. 17.
Da 12 oiM-j'ii.iM! de pe>pa e cal.
O agente M Jttm corntieieotemente aulhori-ado
fara' leilao de 12 -n I-aguas de ped.-a o cal sitas
era terreno foretro na roa da Praia da casa de de-
teugao, rendein 1.03 por mer.
BOJE
Oleotera* lugar a ra rio I,peradr arma-
zem n 19, as 10 horas do dia.
eHa.%41
Dec fea de >50 caims eom chocla
le hesp \nW.
D. Modesto de la P*ri capitao da barra hespa-
nhola I-abiil eocalbada na Hha de Fernando de
Nuronha fara' l-ifi por conta e risco de quem
pertencer pir intervenga i oo agnte Martins, eom
aulhorisago do Sr. vic consol de Hespaoha em
sua presenga e de ora erapregalo da a fan lega
para este Un oomeado, do ehicolate cima parle
do carregameoto da .lit Darea.
HOJE
As 10 boKJ co ponto, oj arm.zem n. 8 da al-
fand ga. ____ _____
O Dr. Trista-i de Alencar Araripe, offleial da
imperal Ordem da Roza, e ju'Z de direi-
to e^pe-'ial do commercin desia cidade do!
R:'('fe i Pernanbuco, por S. M. Impe-'
rial.e'c. |
Figo saber aos que o presente edital vi-,
retu e delle roticia tiverem que no dia 4de
ou'uh o d) corrente anno seba de arrema-1
tar p >r v oda a quem mais der em praca pu-
blici de.-t juizo dep>isda audiencia res-1
nectiva os baos segninies :
Uma commoda de jacarando" em mo es-1
lado ppr vuin mil reis, 1 st*l de dito por.
qum/rf mil reis. 6 odeiras de dita salas a
dous mil res cada umt, doze mil reis, 2
bancas de am s.'i pe, por deses>eis mil rs.]
PRIMEIRA PARTE.
A apreciadissima batalha de Morn execulada capricho pelo beneficiado
e offerecida dtstincta classe commercial d'esta cidade.
HI1 21 i- : O
SEGUNDA PARTE.
Aria variada para clarinete por Antonio Laurelli, pelo Sr. Antonio Martins.
TERCEIRA PARTE.
GALOP DF, CONCERT
O AC LDEHICO.
Composto e offcrecido pelo beneficiado, a mocldade osperangosa, seos pa-
tricios os acadmicos d'esta cidade.
CUARTA [PARTE.
Pelo Sr. Candido, a bellsima pbantasia para flauta sobre motivos da
opera Macbth de Verdi por G. Rabouni
QUINTA PARTE.
Phantasie de concerf, pelo beneficiado, por H Rossellen
DO]lf SEBASXIEW,
SEXTA PABTR.
POItTO.
Preleude sahir para u Porto, cora a maior bre-
vidade pos ;v.! a h.rc poriogoeza tHumildade*.
leod. ja mei de "U q ia~l dous tercos do seu car-
regiment eagaiado. Para a carga que Ihe falta e
passageiros que g >zaram aili de exceilentes cora-
modos. Ira'a se eom os consignatarios Marques,
Barros i i;., no lar^.i do Cjrp Santo n. o oo eom
o capitao Car:os Ferreira Soares.

S0C1T GENRALE
DE
Antonio Ferreira da Costa faz selente ao respei-
lavel poblicc e eom especialidale ao c< rpo do
coramercie, que tem justo e contratado eom o Sr.
Francisco Luiz do* Santos a taberaa sita no paleo
do Tergo n. 1. e qoem se julgar credor apparega
no praso de tres da* para ser pago < salisfeilo.
Precisa-se alegar um eseravo para o servico
de arborlsagaoda cidade : a tratar oa roa da Im-
peratnz n. 39, 3 midar.
Criado.
Precisa-se de um criado : ua ra das Lirangei-
ras o. 14, hotel juventnde^____________________
Aeuco
o
No dia 5 de juaho do anno passado, Ri-
gi do engenho Santa C'uz um eseravo de
notue Lourengo, perteDceDte ao abaixo assig-
n-do. ConsU que elle ac a-se oceulto na ca-
pital da provincia da Parabyba, onde tem
ii ma~os e mi. O abaixo assignado descon-
fa ii.esm i que nesse lu-jar ha alguem, que
o proleg'', oculta, pur ler elle, apresentado
a urna pe.-soa afim de ter compradi". Os
signaes do i.-cravo sao os.-eguulos:
IVm a cor fina, parece ter 27 annos de
idade pouco mais ou menus, ahora regular,
sem batba, groso do cu rpo, os ps chatos,
anda um p 'uco apres>ado e falla eom de-
caogo. Pevitie-se ainda jue este eseravo
mu.to botu dislilad' r o uiuito haiiUidoso.
Quem o agarrar pode maular entregar ao
abaixo assign do o engenho S^nu Cruz,
lermo de Po o'AI o, o na Parahyba ao
Sr Julio da Costa Simes, tjue recebera" 1505.
de*gratili cacao.
Jos de Mello Azedo.
LE
De ftizeiidis e chapeas.
A 7 do corrente.
Melh, L"hi 4 C. fara leili or io'.rveng8o
do ageni" Oiivrira, do mais omplelo e avolud
sortonento de fazeidas iogleza<, fraocazas, sois-
sas e allemes, de seda, la a, lioho e de algodio,
todas propnas do mercado e de prompta ejlrac-
gao, assim como de diversd^de de cbapos de ei
tro, de massa, do Chyli e nutras qoalidades da
moda, em viga e assa* aoMciados.
Quinta feira 7 do correte
as 10 horas da miaa i era pinto, em seo arma-
sera, a' ra da Crnz do Recife n. 63

LEiO

De 60 P' gas d? mviapoi >, toncas d la. mmisas
de cambraia, zuavos de sed, Rilas, talhos d-
blonde, chapelinas, slntos, eaxlneis e outras fa-
zeedas de phantasia, diversos m>veis nnvos e
JturiO,
Furtaram oa do'Ha de 4 par 5 do e, rre; ie (no-
vembro) do t rceirn andar da casa o. 16 aa ru.i do
Cahga'nm n-logio deouro. palate koriMta al,
(suppe-se) a iBtce cipa uio r. Bu ouru ; u vidro
do mostrador tem urna iwqaea -mli ea iiiei-
ro dos miuuios le n uuia pe u u* falu aa pjnt i ;
bem comoD'.ia Clela (cera o iii--ii') de eaiellos,
bem irabalhadi", porm |a n o p uc.i e-laala,
lem um rtfeicnbn&a cara ra-uhHl' para prew.i i ao
colleje, anneis de oii;o, qoe liga-" a^ pecas da mes-
ma cadea, etc. Tugase ao* Sr-. retoj.Kir rs i.u
mesmo a qu iquer outra pes-.ua a qoem o-tes i,n-
tectos forem offireados, o favor de os em' a'gar.
que oor cojo irabalhj sera'. raUfica-i. Furtaram
aa icsma occasi- urna purea*) de roopa braoc.i de
noroem, coihO c-igas, camisa-, elf, o esui.. pedi-
oo para estes objectos.____________^^__^_^_
MA
Precisa-se urna ama, livre oo escrava que saina
coziohar e en^omrnar : no 2*and>r da casa o. 86
da roa da Imperatnz.
I
Precisa-se de urna cosmbeira livre ou es-
crava oa ra Nova n. 32,lija.
Pelo Sr. Antonio Martins, Pbantasia para clarinete, sobre motivo da opera
Guilherme Tell.
__ LMxJ'J iM\M V'VU Irll
STIMA PARTE.
Crand caprice de concert, por A. Goria
i IO.IA
objectos.
Sesta feira 8 do corrent.
Pelo atente Maruo> a ra di .mperador arma
Transports ma mimes a capeurlen D. 16> as u oras i, a..
PAQEH -ts FRANQAIS.
At o dia 7 do corrente espera-se da
Europa o vaporfran-ezuPuton, commao-
danie Atesis, o qud depois da demora do
.costme seguir' para Buenos-Ayres pela
Batia, Rio de Janeiro, Santo e Montevideo.
Para condi ges, fretes e passaaens tra-
ta-se na agencia ra da Cruz n. 5.
No da 20 do correle fugiram do engenho
Para, frejiue^ia de Ipi |uca, os eseravo* Loit, c;-
usados, 70 saceos vatios vidros e ra nilos ootros tira, alto, ebeio do eotpo, de idade de 30 aono?,
pouco mais ou meao*, magans do nv-n altas, pio-
Offerccida ao beneficiado pela Exma Sra. D. Adelaide Meirelles. (Bahia.)
Principiar a 8 horas.
este o diveriimento que o beneficiado tem a honra de apresentar ao
Ilustradofoblicn d'esta capital esperando ja a'elle nlo menos acolhimento oVa-
quello qnethe dispensan nlittn^mmtH a fiispitalira Bahia, da qual tao gratas re-
cordares conserva, ofl'irtcendo-vos d'esiie ja sua amizade e gratido.
As generosidades dos senhores coocorrentes serio feitas entrada do salSo.
AVISOS DIVERSOS.
Para o Kb de Janeiro
Vae sabir ue-les (15 dia
Detviqve II, p r ter parte do sen cirregamentu en-
gajado e para o re-to que Ihe filia, trala-se pom
os .seos consigoatarUi Ferreira Luorelro, a'
travessa da Madre de D^os n. 10.
Pr
Segoe oom brevidade o patacho nacional Volnn
te, po* tr traod piiM- da caria engajada, para
a que alad* pode atlmiUir l ata-se cora o respec-
tivo consignatario. Antonio de Almeida Gomes, a'
roa. da Croi o,.#, 1' andar.
Instituto Archeologico e Geo
graphico Peraambucano
Haver sessn ordinaria qqarta feira. 7
rio corrente novemoro, pelas 11 horas da
manbJa.
ORDEM DO DIA
Importantes relatorios, da ccmmi^'O de
trabalhos histricos e tfeognph:"js: es.-
ploracoes ultimimenta feitas .om felizes re-
sultados.
Pareceres e irais irabalhos de commis-
s5es.
Secretan v i' de novembro de*867.
J. Soaies de Azevedo.
Secretara perpetuo.
ca barba, e cosioma rapa-h, e Delflno, moiat
aga, p?.s os-o enrugado, e pialado, ps ba-unte
crivados de marcas de bxos, u de ter 40 aooos
pouco mais >o menos de idade ; qoem os per'
podera' leva los era dUo engeob', 09 oe*la^'',C*
do Recife, 0.1 roa das (]Tures o. 30 ao Sr.-fcBtoaio
Chinaco Jdorelra leoporal que >er*. reconpea-
sado. _________ ^_____________
li-iiiaivlode aciui*it^* \ S ^
fl^i detn do da.
Poise^ nova mesa aduiini-trativa qoe te"1 de
rege*""--sta Irmandae no anno dt l?67ao do 1808.
1. oivida a todos o irmios oa amiga e ova me-
sas para conpired n-m huj- as 4 t/i horas da lar-
de 00 concento de -amo Antonio do Reeife.
Cuosisiono da Irmaodade acalemiea de H. S. do
Bom Coosc'h' 6 d novembro de 187.
Jet .Nicolao Telmiiao dCarvall
;.:,iX ej Secretario.
Affld de Ititt
Precisa se de orna ama de lelo aeaa ttii
roa do Qutimado n 49.________________
a

Precisa-se de urna aras pira eetialnr e coaa-
prar: naioa do LivtamfOt> o. 3,WI*
B_____
UEGlVEL


Xovewfere te 1867.
PHARMACIA

ESPECIAL HOHIEOPATHICI ^Sb^
DOUTOR SABINO 0. L PIMO



Neste importante estabelecimento se acha
ludo o que necessario para a pratica da
ilomeopnthia.
Medicamentos em glbulos e em tinturas,
preparados cora a mais escrupulosa ewcti-
(15o por raeiu de machinas especiaos.
Ca tetras porialei;, contendo os principaes
medicamentos em glbulos lOiJ, 205.
30(9, 40. 500 e 600. conforme a quanli-
dade de tubos.
Caixas de medicamentos em glbulos e
em tinturas de 80, tO, lOd e l-'JO
rs., seguudo o numero dos vidros e de tu-
bos.
( Estas caixas sao mui uteis aos mdicos,
senhores de eugenhos, chees de grandes
familias, capities de navios, e em geral
todos que se quizerem dedicar pratica da
homeopalhia.)
Cada tuno avulso casta.......14000
Cada vi tro de meia onca de tintura. 200 '
Vendam-se glbulos inertes, tubos -vastos,
vidros para a preparado das dses, etc. etc.
Escovas elctricas para tr lamento das
mole>tias nervosas, principalmente para as
dores de cabeca.
Apparelhos do lavar os olhos no trata-
mento disophtalmias.
Apparelhos de injecrSo para o tratamen-
to de certas molestias das mulheres.
Cb preto e verde de exceixbni* quali-
dade para uso dos enfermos.
Vendc->c igualmente o Tnesouro ho-
meopathleo ou Vade-taecum do
houcopaiha (obra inconteitavelmente
indispensavel todas as f za, cora que ensma a empregar a nova me-
dicina), preco 205.
(Km pt>rges de 50 exemplares faz se o
abale de 15 por cento.)
* AO JAYME CABELLEIRBIRO
JV. 6,ra do Queimado primeiro andarN. 6
val -=_
XlO JJLLIIS ABEIiLOS BRAMCOS.

Tintura instantnea para enegrecer os cabellos em uro. minuto sem offender a pelle t
==
Gabinete reservado e desente para tingr cabellos
com perfeiclo, presteza e mdico preco.

m m% i
M
il
Posto qne, na segunda edic5o do The-
90 aro iiomeop.it bico i a Vadrue-
cun do bomeopatba, pagina 677, se
acbe indicado o meio de usar fl'esse preser-
vativo, com indo convm repiti-lo com al-
guns esclarecimientos mais.
Para urna familia dissolvem-se 20 gl-
bulos em urna garrafa om dous tercos,
d'agua pura, vascoleja-se bem, e dase
cada pessod urna coiher-da pela marina, nu-
tra ao meio dia e nutra a notte, durante
tres ou cinco das consecutivos. Deixam-se
passar omros tantos dias sem nada lomar,
godos os quaes, repele-se o remedio da
mesma maneira ; e assim se continuara
em quanlo ourar a epidemia.
(\s creancas al a idade de 3 annos
maro o remedio as colberinbas).
Si a epidemia estiver uiuito f< rte, ou, si
nacas* houverem bexiguent.s, de ve o reme- m 0D(Je com amef0 Q ROg|o ^ maou(aCtararj)) quer para a provncia, qaer para fra della, todas as qaalidades de posticos 5
s das em raierrup- ^< modernos e de apurado gosto, accresceodo a grande differenga de ser 10 OjO mais barato que em outra qualqoer parte. )*$
nico preservativo de caspas e calvice.
PREMIADO PELAS EXPOSICOES DE PERNAMBUCO E RIO DE JANEIRO.
to-


4al5o para cortar e f rizar cabellos, e fazer barbas.

BEM MONTADA OFFICIYV DE BELLEIREIRO
CASA DA FORTUNA
Aos 6,000$
BILHE1HS GARANTIDOS.
A iioA do Crespo n. 23 e casas do costme.
0 abaixo assigua-lo veodeu no* seus muito fel-
ies bilhetes garantidos da lotera que fe acaboo de
extrahir a beoeUcio das familias dos totalitarios
via.*n0S!"',tQ'ntes Premios :
v r.519 aa> WH0 co"1 a sorte de .1:000*?.
W ^O0?.?*10 CID S 80rtfl de **>*
',,,, 'Dteiro cotD *orl9 de 400*-
fc outras muitas sones de 1004, 401 e Mil.
rLEUS!! Dodein Vlr "*** wus **>&
mZETUSSid8SC0Dl0S lei* sa da
ror un, a rna do Crespo u. 23
Acoam-se a veoda os da 4* parte da lotera a
favor do recolbiojntode Igua'ass f4i> extrabira' qoarta-feira 13 do eorredie. Q
Preco.
gl'he.e.....6*000 -
Meio......3JO0O
Quinto.....11200
Em porcio de 1005 para cima.
Bitaete.....5W00
o......W50
Qotato.....liioo
Mapoei Mmios Floja.
-- Precisa-sc da urai mulner gae saibaTTsi-
?^r.P'r?.rasa d9 poaca ,mili> : dolos-
Do s- 204000 meosaes pelo aloooel deWa
n.e'iqe cul!d,,ne ensboe Praires pessoas :
na roa do Rdrc1 n. 9.

CONSULTORIO HOMEOPATIIICO.
O Dr. Sabino 0. L. Pinho d consultas
todos os-lias uteis desde 11 horas da ma-
nh5a at as 2 da tarde.
As visitas aos enfermos sao feilas das 2
horas em diante ; mas em c^so de necesn-
dade as v'bitas poder3o ser feilas a q. al-
quer hora.
Para que as visitas co^sam ser regulares
compre que os d entes ou os seus enfer-
maros mndem dar parte do seu estado,
todos os dias at o meio dia as molestias
agudas; e de 5 em 3 dias as molestias
ctironicas.
As consultasescriptasso respondidas mais
ou menos promptamente, segn lo as
necesidades da molestia e a distancia em
que se adi* o doenie, pois que neste caso
fa-se preciso indicar de urna > vez tudo
o que convter ao restibelecimeuto da sade.
Asreir!iuic5esser?opagbS na mesma con-
formidade.
O Dr. Sabino roga a todas as peanas, que
cosiuuiaiu consulta-lo por escripia, que up>
dencm aos seus portadores a prompta unir-
cao, at que a cousa melhore; depois do
que volte-se a usa-lo do mo'io ensiuado.
A garrafa deve ser nova e muito bem lava- |5_
da, primeiro com agua' quente e depois com |i?
so de tio baver garrafa ou #|S
agua fra. (No caso
vidro novo, poder servir nma garrafa de vi-
nbo ou de agurdente, com tanto que seja
muiK) bem lavada com aguas quentes e
fras)
P<*ra urna so pessoa basta dissolver 6 gl-
bulos de vaccina em 2 onras d'agna, e d'ahi
tomar as colberadas como j fleam indi-
cadas.
N5o prejisa grande dieta. Abstenham-se
do cha f do caf fortes, do abuso das bebi-
das espirituosas, das comidas gordurosas
e mu,to adubadas Eis aqui apenas o que se
exige.
Esplendido sorlmento de candi*, en eores e em eomprimenlo,
AO KlAISOOlimiDOVO.

p
^^ m %%^m%^
PLUMERA CELhNOS.
(contra a MOHOEOL'BA oe cobras)
Este med''amriito go>a de muito bons
crditos contra o veneno das cobras e de ou-
tros animaes venenosos.
0 Dr. Sabino nao tem ainda observ?clo
pessi al de fado algum que o aitorise a
affirmar sua eficacia; mas sabendo que no
Rio de Janeiro e em S. Paulo elle ludo co-
mo muito poderoso, mandou-o vir para ex-
perimentar.
Algunas pessoas do centro d'esta provin-
cia e da da Parabyba tem esenpto ao Dr. encontra mais oseguinte:
Sabino, dizendo ser mcontestavel o merilo t tt '
da plumera no tratamento das" mordeduras Az spermacete propna para machi-
das cutirs.
Vapores de forca de 3 a 4 cavallos.
Serras avulsas para machinas.
casos menos graves "S*** todo8 os mai pertences para as



ce
H9
ce
8
i&&m

Precisa-se de ama ama corinhelra, forra ou cap;
tiva, para casa de pouca familia, pagaodo se bem
oa roa da Croz do Recite o. 36, armaiem, das 9
| huras as 3 da tarde.
Aluga-se por festa duas casas acabadas de
novo e pintadas cada urna com 2 quartos, 2 salas
e cnioti4S oo s Matambo na errada do Portj
da Madelra em Beberibe com ezcelleote banho
muito perto de casa ; qu-m as preieoder dinjj se
a casa o. 8da roa do S"oh >r I! ira J>--us d?s Crioa
las ou em Olioda oa rui. -los Arrumbados o 25
a* Alm do grande sortimento das melhores machinas, americanas para uescarrocae
?od5o. de 10, l, 14,16, 18,20, 22, 23, 30,35, 40 e 50, neste estabelecimento sr
as de todas as qnalidades.
E.nprega-se a plumera celinos interna e JI88*?.f"r
externamei.te da maneira s guite : ?"*? avD,sa.8 Para machinas.
mesmas.

dissolve-se urna ou em duas oncas d'agua. e d-se ao mordido Jd;? ae mao Pf3. ater">
urna cihetada de bora em hora. fflSlffi Padanas-
Nos casos mais graves d-ssovem-se seis ^'Dadores para milho.
gotlas em quairo ocas d'agua pura para J,?8 picanas.
dar-se urna cniherada de meia em meia bora, f"* de madetras americanas.
de 13 em IS minutes, e al de Sem 3 mi- ''amntl0S propnos para armazens.
nuto> (secundo a forca do veneno inoculado f^mbus para refinacoes.
ga desuas cartas, vi>to que, ent como co.-tuaaa, na ccasilo de se retirarem I Logo que bouver melhora, se espassaio J?80 Jn,S para cortar caPn-
do Rccif-, impossive responde-las salisfac- praduaimente os intervallos de urna dse a ?mDas Para regar jardins.
toriamente. outra Va(I,iela8 P8 cv-bertas da earros.
--------- Uso externo Ao mesmo lempo que se ; g2 (] *** so^s.
da a beber o medicamento, applicam se ex- j*omDas ue Japy.
ternamente na parte mordida tos de liuho 'aae amw*'canas.
ou de Igoiao embebidos em urna d:ssolu- ^rros a *** Para engommar.
faz distribuir gratis s pessoas pohres, no caodame-ma tintura constante de 10 gotlas ssouras affiencanas.
seu estabelei-imento, os preservativos neces- de tintara em O cotheres grandes d'agua. "ames americanos para compras.
sarios, dando-lhes as competentes insiruc- Es^e- os se conservaro sempre molhaos D e maf'raj ,
coes. sob e o lugar da mordedura. al,a,S e gde vergambas.
Presentemente reina a epidemia de bexi' O Dr Sabino receber com reconi~eciraen- as*
gas ; muilos j se tem aprnveiadn com fe to as commi^nica^es qu- se dittnarem de fa-
lizes resultlos do seu offereciment, feiit zer-llie as pessoas que experimentarem o
no Diario de Pernambuco; mas necessa- emprego da plumera celinus.
ro que todos experitnmtem esse meio t5o ----------
fcil e tSo commodo de se pre.-erv. suas familias d'essa terrivel mole.-tia. Em auspncia do Lr. Sabino acha-se in-
0 preservativo empregado a vaccina combiJo de res Iver qnaesqner negocios
e'evada i>* dynaraisacSSi>. as pessoas, que relativos ao estabe ecimenlo o respetivo ge-
fazem uso d'ella, on nao .-o accommettidas de' rente.
bexiga-, ou, si o s5o, raramente as tem de Jos Alpes Tenorio,
m qualidade. J Professor em homeopathia.

MEDICAMENTOS PRESERVATIVOS.
Em qua-squer epilemias o Dr. Sabino
Peneiras d'arame para padarias e refinacSes.
Correntes para almanjarras.
Machados e faces americanos.
Caixas com vidros de todos os tamanbos.
Cannos de chumbo de todas as grossnras.
Polba de cobre dem idem.
dem de laao idem idem.
Folna de Flandres.
Ferro de todas as qualidades.
Arces de ferro.
Latas com gaz.
Trens de porcelana para cosinha.
' dem estancados para dita.
Randeijas finas,
j Bataneas americanas.
, dem rovervaes.
Taixas de cobre,
j Estanho em vergninhas.
! Folhas de ferro de todas as grossuras.
Correntes de ferro sorlid*s.
Espingardas de todas as qualidades.
O I)'. GuMIierma argi-ll, uirlcu, n.
coosultas todos os da das 8 burs as 10
da maohae das 3 as 5 da ta residencia roa Nova o. 15, espucialidado
m;''*' Trocam se
as notas do banco do Brasil e das caixas Qliaes-
dom descont muito rasoavel, na pra;a da inde,
oeodencla n. 22.____________
Fog*o do ar
Reeebem se encommendas de f>g) do ar para
dentro e fura da provincia : no aromen) da bola
amarella no oito da secretarla da polica.
Precisa se de am escravo para vender miu-
detas : a iraiar na loja da Boa Fe, aterro da Ba-
Vista n. 74.
Precisa se de am caixeiro cem idaie de 12 a
14 annos com pratica de taberna : na roa da Flo-
rentina n. 32.
O Dr A Daarte mlico mndoa se parTa rna
do Seve, onle continua no e*>reicn de sua profls
sao.
Na roa esireita o Rosarlo n. 10, hote', pre-
cisa-se de un rn.de.jae e de am caixeiro.
A baronera da Victoria, sens Albos, d. Joaaojoa
>jelbo de Lemcs, D. Goilberroma Joalho Burees
)uii, D. \malia Goelno d FHia, Ji OJm
nuh (niiinim (',... h- II-.,- r* -. "
Joeiho, Joaqnim Go^lho, Horacio Coelbn, Demetrio
Coelbo, Dr. V.rmllo Coelho, seos cenros o em-
mendador Joao Piolo de Lemos Juoior' |0io H
Bjrgs Dinlr, Dr. Freltas H-nriques e suas oras
D, Adelaide R. C.rlho, 0. Emilia de <*"", q
Ibd e Francisca Cavaicaoii Coelhro. agradecero a
tedas as pessoas que Oieram o carid-so favor de
asistir au enterro de sna moito presada fliha l-
ala e caobada D. Oiympia Goelho, e de uvo 'ihe'.
rngam a fineza de ouireui a m saa do stimo di
que lera logar na capella do cemiterio as 8 hora-
da manha de qoarU-feira6 do crreme, pelo qu*
Ibes proteja iu wrna eratido p rncnh
cimera.?.
no ra-;r
- Pede-se ao br. j. de S. R. ourador
nbo U.qoe mande soltar no cercado do enBHohi
Cassna o cavaiiu ala>ao p^rtencente a massa d*
Joao Baptiza Gongaives Uastos, que f,ii por Vmc.
cooduzdo em a nuil Jo da 13 de .outubro prxi-
mo passado, serlo que se o nao flier era' deseo-
berta a soa pessoa e o seo nome ira' Ur a polica
mano honradamente.
Roga se a quein q.ier que coiiiIuii o eoge-
nno Us.ua dous pranches de sicupira, que os
mande .or no mesuio lug*r doode os acnou.se-
nao quizer ver sea nome neste Diarlo.

Pedido,
Pede-se ao Sr. Egas Sancho Hibeiro, atildante
do cono da faculdade du Itecife, o favor de ir a
roa larga do Rosario a. 31, taberr, a negocio qae
Ihe diz resppjio.
Preciase de uo ixeiro de ti a 16 anooJ,
com ortica de taberna : a tratar aa ra do Brum
n. 47.
FEST4
Rewolveis de iodos os midellos.
Ferramenta para ounves.
I em i ara tanoeiros.
dem para ferreiros.
!^^^
Que um elegame estoco para viagem
o%11 b:\iio :
Io20 cadercos de pajel bianc^, pautaoo, beira dourada, maicado com as
iniciaes do comprad r.
2ointi envelopes brinco.
3"-10 peonas de ac (marca Une,).
in I csixa obieiasde guaina: 1 caixa obreias de massa.
5oi tmteiro de vidro com lampa de metal.
r I >r eiro id m idem.
7o1 pao de lacre.


Si ca vete de duas folha
9o2 lais.
10~ 2 canelas.
Tii3osestesi>hjectos reunidos, dentro de urna bonita caixa, feita para este fim,
custam apenas.
RS. 61000
ifVBARIA UUU
!.' S A -Rna do CabugX. 3 A
Agostinho Jos dos Santos # &
Acaba de ebegar a este estabelecmento nm esplendido sortimento de
joias do ultimo gost-, perfeicao artstica e modeHos eteirameote novos; como
seguem : aderecos com rubim, esmeraldas e perolas finas, pulceiras, broches
para retrato, anue'S, botSes de punho, brincos e cassoletas com letras, etc.
etc., etc. Salvas de prata oo Porto, faqueios, paliteiros, calu de mesa i
fructeiras, cujos precos s5o raenmpetiveis, pois que os uropri-tarins desta casa,
recebendo seus arUgo* directamente da Europa, podem servir vantajosamenta
aos seos freguezes. Compram-se brilhantes, pedras finas, ouro e prata, page
se bem, tambem se incumbem de fazer concertos.
4
Chocolate vermicida
DE
Antonio \hhes de Taslto.
Desde 1837 que sS as tabellas vomicidas
apphcadas em Porioal, c.mo o remedio
promplo e efticaz pura a expulsan das lom-
biigas, que i<> graves padecimeolos causam,
e que quasi sempre se suppoe ellas a t>ri-
gem.
Este virmifugo prefenvel a qnalqopr
outro pelo seu agradavel paladar e fcil ap-
plicaco s crianca<, as quaes feralmente
sao mais atacadas de semelhante mal.
Ilepnsilo especial
34.Rna laca do Rosarolo34.
Botica de Bartriolomeu dr C
0 Dr. J. BMpti-ta Cacanova
|iO(l- ser procurado a qualquer bora em s>-u con-
sol rio bomeopaihico, largo da matriz de Santo
Antonio n. 2:
.No mesmo consultorio tem sempre grande sor
timeotn de medicampotos de Domeopaihia de We
itere Cavilan, tanto em glbulos como em tlDtnra,
asxim enn>< t-ro oro sortimento de ferros de el
riu-ita em caiteiias e avolsjs do afamado Char-
ner de Paria.
a i lenca o
O arremaianle das lojas de fprragens di fallecido
S-ba,i) Jo- da Silva vpm i nVreeer ao respeita
H prihlico om completo surlimenio de ferragense
mann pur me lude de sen valor, grande sorli-
roento de alambiques, hombas de japy e aspirantes
para u fenh de eniienhos se proverem oe taes
a'tijfos com poae.i dn mannos, frrro em b-rra. em arcos e folha, fotdVs
de ferro e orna laltoidade de objectos, que >e torna
en U don rio ennmera'.
UREA PENINSULAR
FaMca de destaco e bonificacao
DE
RA
MARQUES & FERREIRA
DO 1YIOKIH lOKTE DO HATOS
PERNAMBUCO.
roateria^?^ "& J
l-flca-se a recebr toda e qaalouer eocSmmeada^e a\nZ P l'?,?J '? '"" 1aiM* : .ProwP
reduzdns, os qnaes obu^r.m'pr.o.o. as ^^ZmS^tS'SjSS' ^ """^^
da-, em ..rafas com vU,,.,^'ttitt^??* F^ =
#+** P-a toda quatW Parte,PdevendS i*% VooSUSToK" 1K
Domingo 10 docjrrente mez tera' logar a f?sta
de N ssa Senhora do Prost-picio do R sario da
! freguetia de Santo Antooio, a expensas dos mora
dores devotos da cireamvlsibbaoca da mp>ma ex-
cel-a Senhira, rojo programma o seguiole :
Sabba< se-ha a bandeo a, que >ra'conducida por grande
r omero de mi-ninas e acompanbada pela musir
do t bauhaj da guarda narjonai, ce casa da jui
za ao adro da mesma igrpja.
A' njile do mesmo da tern' lupar pelas 6 l\l
horas da tarde a vespera, cuja mu."lca ser" din.
Kida pelo Sr. Colas Blho, cujo talento mu-ii-ai
bem connecido do ous>o publico, e soltar se-ha lo-
go concluida a vespera,um L.io e divtras gy-
' randoias de fognetps
No na 10, pelas 5 horas da raanhaa, celelrar-
se ha mis-a, tobando a msica do referido bat-
, Iho, e Anda eiu hovera'omt grande salva e om
lindo b-ilo subir' as rejioes aimospli.ricas, como
smi lando os habltaiMes deia ci'iad?.
as II horas dir-se-ha roissa, exiculando a or-
chsstra o dogoia da Conceic ; orando por essa oc-
j casiao o iilustre e Rd. pajro L>oo, preg^dor da
rapella Imperial, soitando-se acabada qon >eja a
fest', ama salva e diversas gyrandolas de logo
do ar.
) As i horas da tarde locara' a msica no adro da
igreja. >oltanlo-se nos intervalos alguns ba Oes,
dando fim, pelas C horas uma grande salva que >u-
| bira' ao ar eniiaodo o Te-t>- urn as 7 da n ite, ao
jquulnrara' o ltio*lre e muiio iui-iiiuente Rvmd.
Fre J oquim do E-pinto Satuo, e iludo o acto le-
1 ligioso dar se ha principio ao ruagmlko fogo de ar-
i tllelo que sera' um dos mais lindos que se lem
vi-io em iJenucas occaMOes, dando assimHus
1 a festa de aevpgao.
Para u aior pompa da fpsta a coromisso encar-
| regada peoe aos moradores das ras larga e es
treila do Rosarlo o obsequio dase jnelias, e a' nuite botar lumiuarias uas fa-
chadas de su 'S casas.
Recife, i de novembro d 1867.
A cummissaj eu> arregada,
H. F. d Silva.
Jos Filippe Martins.
_^_^______ Virialo C. Lopes.
0 capitao Jnao Guilh-rme de Mello faz pu-
blico, qae do sea eogeuhn Oueimadas, oa freguena
t>i\ero
Precisa se de am caixeiro de 12 a I i anno-',
que tpnha prat'ca de molnados e d dalor a saa*
conducta: a trat Confr-aria de Sossa &< do Livra-
uieoto.
De ordem da mesa regadora convido a todos os
irnios d-su cnofrarla a se reunirem em mesa
geral qoiota-frira 7 do crreme, as 3 1|2 horas dn
tarde, aQm de traur-se de neeocios importantes
sc-bre a nossa confrana.
S-cretaria da cnDfr>ria de N. S. do Livrameoto
7 de novembro de 867.
0 secr (ano interino,
Senua Itiheiro.
Attencao
Precisa-se alogar um muleque : qaem tiver
nja-se a ra Augusta n. 54,
di-
AMA
Na raa da (>adeia do Recife n. 10 precisa se de
urna ana para arnanoniar e tratar de nma resc w
nnseioa.
a a. r ^i
ipflrt
O 1 S *r-
do ? n
O
3g| =
* a> B
CU 3 3 .- "O
3- x -I
5 =
3
B ?
o
o c
-i cu
ti
--r-.W
-I Z>

Atteu^ln^
N. 25 Raa do Livi*menta .>'. 25
Deposito de lamaneos e calcado nacicoai' la fa-
brica da ra do JanUm n. 19, de Jo- Vicente >o-
dinho, laotono deposito como na fabrica seapn.mp Rkl mnr>u/tn
Uro todas as porr;6> de calcado o mais barato UUa lllUldUld
possivel. tsu faorici tem Mas as machinas pro Alb^-1-* om audar oa ra do Sol, moito fresco,
piiaspara os calcados ja bem acreditados pHo I b<,"> '"Itit*.* e coro exollentes commodos jara
grande duqwto de fregueie* quB daqoi se fot- familia, pta fh- 'ado de m vo e por eomiDodo alu-
FABKICA DE CHPEOS DE SOL
DE
neceo.
Precisare de na escr*?a para o 8-rvico de
orna pata de familia ; 91 ;aa fmptriaJ obrado 0.
1, psga se !* meosaes.
gaei
Ira la-se oa 1il Nov n. 28.
Oia^ji
Precia-sa 4-* orna rri.da p
?inbar: a m d# Grates sobra
de Rarreiros, comarca de Palmares, futtiram no
da 20 de oolubro pruxim pagado os Seus tres
escravo* seguimos:Fruiu o, Vctor e Victorino,
todos criouios e mi eos, p, seduiioos, se acham na
cidade du Recife rtubadts com o maiur escan
dalo, e escarneo das leis e das autoridades. O ao
nuociante previne, pois, qne ninguem contrate ne-
gocio aigum com os ditos escravot, m-m com al-
gn s outros de sua piopriedade; robando a's u-
toridaoes judiciarias, policiaes, capies de campo,
e quae.*quer pessoas do povo, que encontrem dnos
esrravis u deilestiverem nJicia, os appreheodam
e c.onduzam ao 0110 eng-nho, Domingos J>s da Silva ua roa da Cru do Recife,
n. 23, segundo andar, que enerosarneuie r^Com-
pensaro ; protestando usar do riiior das leis i-oo-
ira quein se provar o roubo dos mesmos escravus,
os liveroccuit' s, ihes dr asyio ou comprar.
Fogio da ra do Imperador da casa do Sr
Dr. Anoes, no dia S de setembro prximo Bodo,
o cabnuna de nome Joan, idade de 10 a 12 annos
bonita figura, ch-io do corpn, ar alegre, boa denta-
dura, olhos grandes. Levou vesudo cami-a de
cima riscadioho encarnado, calva de aigudo asul.
chapeo de fcltro preto, copa baixa. Andava ven-
deudo urnas leucas pui um flandres; uma pe-s.
diz qoH o vio montado em cavall, Sem ihapo
cojo condoxia ancoras, rra dirigido o dito comooi
por oro crioulo, julga se nao ser de longe desta ci
dade, e pode ser que essa pessoa o c.->udunsse jui-
gando ser livre : n a se aos propietarios de en-
genrios, e a s autt.ridades puliciaes pesquisaren se
esu acoutado em alguma cas, ou quem o pegar
ou delie dr noticia dinja-se a" ra i.v de Sania
Rita o. 50. que sera' generosamente gratiflcdo.
3
'J> S* i re
o -^
n o J
S *S?g
.BBr
s- 8 =; I
I o- 31
-r CS )I *
2. i 8 I
?BP
JNDEMM^ADil.A
Sao convidad, ,ig *rs. acciornsias a reumn-m se
em asse't'bia g-:ai eitraordioana un escritorio
da m sma compaohia ao meio da de 8 do correa-
te a lim de tratar-se da d-Bnliiva aoor ivaeio do
regulameoto interno e das condicrdes geraes dos
segaros terrestres. Recife "! de novembro de 1867.
O' directores,
Fraocisco Joo de Ramos.
Henriqoe Beroardes de Oliveira.
______ Joo na Suva Regadas.
Aluga-se
O t andar do sobrado da ra*
calado, pintado e forrado a papal
dara da viuva Machado & Fnho.
Na roa do dtovello o." 277|Tati(lcTse~a
quem trooxer 0 preto Joaqun, o qual tem um
U-tulanm dosouvidos, de idade roaior de 50
Di-eita n. 82,
a tratar na pa-
annos.
4 PUBLIC
MMlMf % FALQUE.
,s er E>ie tebelecimeoto acaba de receber de Parts uma rica coMeccSo de chapos! otj-rece se om noco p^rtogoejara c
ae sen ae seda, de alpaca e de alodio, rom armarles de balea, de ferro e de junco dos de m ihados o qoai ji teor bstame pratica
meitiores gogtos e NDricaotes, que vende mais barato du que outro qualquer estabeleci'' Vle ne*uC, : 1u,,rn rt0 e or-snmo precisar di
ment, por serem foz-nda tiodas direcumente. Sc?5? "'s- ?"*
_ Igualmente tem azwidas de seda, de alpaca, de algodJo e de lioho para cobrir
s engommar ca- Chapeos de sol, tudo de bi>a qualidade e por preco coronando.
Eficarrega-se 0 guaJ E' ioteiramente phanta^tieo o annoncio que se
Id no Diario de Pernambuco de hooiem e de boje,
re anvam-nte aos escravus Fructooso, Vctor e
V ctorino. por qoaoto nem ellos est* fgidos, pois
que se acham em poder de seo legitimo sennor e
p< ssmdor nest* cidade, nem peneacem ao Sr. ca-
pitao J iGniiherroe de Helo, como elle fnisa-
mente o tBrma, embora s nsnirarlo, romoo sabe o encapotado escrevioha-
dor do d lo aonuncio.
Eotreaoio, se o Sr. capitn Joao Guilhtrme se
Juiga com aiguro direito sonr- um escravos.
aprespote-se perame os tribunacs competentes pa-
ra liuoida-lo.___________________
rtvi: sa->e de unii am* >a>a Stimprsr e co-
smh ir pra duas pt>s a> e dormir em oaa a
ra Nova n. 5.
]'
llaga e
O primeiro andar do sobrado da ra Diretta n.
82, novamenta calado e pintado : a tratar na pa-
J ana da vtava JJacbjdo & Fiio.
Precisa su do nm cMMN do 12 a 16 annos
coro pratica de taberna daod* flador a soa con-
ducta : a tratar no pateo do Terco n. II, tatema
COMPANIIA
/
MUTI1AM I




'7
r


1867.


J. FERERIRA VILLELA
RETRATISTA
Da casa Imperial do Brasil
Uado raboga, 18, entrada prlo pateo da matriz
Ama
- -
Retratos por todos os systemas photographicos.
Retratos em vidro.
Retratos em pa el.
Rrtraios em porcelana.
Retratos em talco.
botoes e aneis.
*****

a*?.-
Esles retratos s5o especiaes para se collocarem em alfioetes de peito,cassoletas
oes d* visita,
e-album.
-nnstn.
Retratos em cart5es
Retratos em carte
-------
i'. .
--.i
Existe sempre uto variadsimo sortimonto de caixi'nhas, pas?e-par-touts, qua-
dros pretos, molduras douradas, alfloites e cassoletasde ouro fina para a c<>ll>cac5ode
retratos. Vendem-se tambem albuos, sterenscopos, vistas para os mesmos, vistas de di-
versos edificios e pontos desta cidade, apparelnos para photographia, ecbimicas para a
raesaia arte.
I
i


POR CAUSA DE DOUS MOTIVOS
SATISFAGO WDISPEXSAVEL
A o respeavel publia.
O Veado Branco declara mui francamente e sem rodeio algum quetem de-
morado a publicado do seu terceiro annuncio por duas poderosas e indultantes razoes.
I* o trabalho insano que tem tido de estndar o tneio de virar o S da Fragata
Amasonas da ra do Queimado
2o. O desejo de estampar neste Diario o seu interessante retrato e offerece-lo
a todos os seus benignos fregoe?es e amigos sinceros.
Sendo impossivel ao Valo a consecoco do sea primeiro desejo, elle pelo pre-
sente incumbe dessa tarefa ao hahel Sr. Dornellas, pintor, c irreodo, poim, por conta
dos digans piluti-s da referida Fragata, a importancia dessa pequea despeza.
Agora quanto ao seguudo, saibam todos que proMeraa cuja incgnita j foi
achada, gracas a pericia do distincto Sr. padre Azevedo. Assim pois brevemente dar o
Veado muitas copias de si esperem os amigos.
Agora duas palavras.
Ao fiordeiro Previdente
A vos que viestes augmentar o numero dos animaes domsticos que cegociam;
Mes c>ai". rimen ts
Si a cousa forem progresso brevemente ser esta cidade urna perfeila arca de
No.
Anda bera que o Veado nao esl s....
Atteugao! Atten^ao! Attentfto
As ordens do respeitavel publico se acba o amavel Veado Branco com o seu
importante sortimento de tudo que diz respeito a molhados.
Os precos. que por de mais silo razoaveis, devem convidar a quera ura vez nego-
ciar com elle a ficar ^atisfeito e a voltar sempre que for nescessario.
Para as pessoas qoe s3o estabelecidas com casa de negocio fura da cidade b um
magnifico e escoloido sortimj.nto proprio de fazer conta aos mesmos senhores.
Assim, pois. o Vead rauc conta que cada dia ser augmentada o numero
de seu bons freguezes, tanto do centro como da cidade.
Venbam convencer-se da bondade de nossos gneros e de sua barateza quem anda
o5o quiz honrar o nosso bello estabelecimento.
A I&UA IHREITA
N. 16 ESQUINA QUE VOLTA PARA O PATEO DE S. PEDRO N 16.
TEM VI POBTA i FIGURA^
no
rrecii-se ..lu -^r um ama scrava oo llvr, qae
cuinbe t enpi'iiiic, .'.ira casa de pequea fami-
lia : D ra wa do sol njil
Ur* D. Seohorinha lerroana do Espirito S.nto
avia s pessoas que querem c mprar terreno do
logar Arraial, que ella j correu as lionas diviso
rias, e que o sea sillo esta' no lodo desembaraza-
do e veode o palmo a 13500 rs. : as pessoas que
dejirem possair cj;n pouco dlnbelro bons sitios
e com ptimo bantio, a prove tero a occasii\ visto
qoe o seu sitio, que Val s-r n binado, tado plan-
lado cora novos e opimos arvoredos fruciifero ,
ha ven lo tambero nelle Ierra de barro, proprla para
va-.intfs e baita de capim.
A mesma convida as pessoas qoe Ibe compraran
terrenos do lugar Agua-Ma. qoe venbam receber
os seas litlos de compra, ^n
Aluga-se
A casa da roa das Aguas-verdes n. 3 : a Ira.ar
na rna Bella n. 45._____________________
OfJerece- se orna moiher para ama de casa
r.'trangeira, para qualquer servico : no largo do
Corpo .Sanio, 3* andar, do soorado em que esta o
baoco Ingle?.
Na praya da Independencia n. 33, loja de
ounves, comprase oaro, prata e pedras preciosas,
e tambero se faz qualquer obra de eacommenda e
todo e qualquer concert.
I f Xi
MP
COMPRAS
rata
fkln'
VEADO BRAN
NIMGUEM SE ENGAE COM 0 BALIZA
N.2D ^ N. 2 D
y^P'^ COKtCAO DE OITRO. ^gfrlS
A loja n. 2 D intitulada Coraco de Ouro na ra do Cabug, acha-se d'cra cm diaote ofJerecen
lo ao respeitavel publico coro espedalidade as pessoas que honrad a moda os objccios do ultimo gos
td 'a Pars) por menos 20 por cato do que ero outra qoalquer pane, garantindo-se a quahdade e a so
da cbras.
0 respeitavel publico avahando o desejo que devo tero proprietario de am novo estabeleciraen-
10 que quer progresso em seu negocio dove chejiar iromedialamente ao curasao de oaro a comprar
aneis com pertfcitos brilhanteu, esmeraldas, rubins e perola ; verdadeiras eo agarras, modernas wel
diminuto preco de 103, brincos inoderuos de ouro e coral para menina pelo prego de 34, maracas dt
prata com cabos ae marfira e madreperola obra de moderno Rosto (o que. o eocoBtrarao oo coraco de
ouro) voltas de ouro com a competente crusinha ricamente enfeilada pulo pequeuu preco de 123, brin-
cos de um trabalbo perfeilo por ura mdico prpgo, cassuletas, trosal?ns, pulceira* alBuetes para re
tratos e outros modelos tudo de alto gosto, aneis proprios para butar cabello e tirm.', dito para casa-
ment, no artieo rosna temo Coraco de Ourcnra completo e bem variado sortimento de diversos
gustos, butSes para pachos com diamante, rabins e esmeraldas, obra esta importante ja' pelo sea va-
lor ja' por gosto ds desenlio, brincos a forma da delirada maoslnha do ranga com piogente cootendo es-
meraldas, ruhms, brilhantcs, parolas, o gosto sublime, alQnete para sravat no mesrno gosto, rein-
los para senhora cravados de pedras preciosas, ditos para hornera, diversas obras de brilhantes de
mito gosto, crasmhas de rubios, esmeraldas, peroias o brilhantes, aneis cora letras, cachetas de
erysiai b ouro descotwrta para retrato (a iogleza) brincos de franja, ditos a imperatrize toda e qual-
quer joia, para secniiocar retratos e obras de cabello, e oatros muito< objectos que os pretendentes en
contraro no Cora^ao de (Juro que se conserva com toda a araabilidade aos concurrentes delxando-
se de aqu mencionar prei;os de certos objectos porque (desculpem a maneira de fallar) dizendo-se
preco taiver alguem faca raao juno da obra, por ser to diminuta quantia a vista do sea valer.
Na mesma loja compra-se, troca-se oaro, prata e pedras preciosas,e tambero recbese concer-
los, por menos do que era oaira qualquer parte, e dio-se obras a amostra com peobor, conservando-st
Coraco de Ouro aborto at a 8 oras da nono.
Qoalquer pessoa que se dirigir ao Coraco de Oaro nao se podera' engaar noto a casa, pois
nota se aa sua frente um corceo ueodurado pintado de amarello, alera de nutro qu se nota em um
rotulo (isio se adverte em conseqoencia de terem ja' algumas pessoas engaado com outra casa.
Compra-se nacional ou eslrangeira com maior
premio de que em outra qu-lquer parle : na pra
Qa da Ini1p[)ent>ra<'ia n. 22.
tompram se
com premio raaedas de ouro e de prata naclenaes
e eslrangeiras : na ra da Cad'ia do Recite D. 16
matea de Adriano, Castro & C. /
OEDAS r
de ouro e pr ta
Compram-se moedas de oaro nacfonaes e eslran-
geiras, bem como patar5es dos diversos ennnos :
em casa de AdamsoD, Howie i\ C, ra do Trapi-
ebenuvo n. 40.
Moedas de prata
nacienaes, assim como paiacSes portugnezes e
oespanhes, coropram-se com premio : na ra do
Crespo n. 16, prime andar.
Comprase nma no duas casas lerreas : a
tratar na ra Bella o. 14 primeiro anCar.
Maior vantagem
O cor:(3o do onro roa do Cabug n. < D, ofere-
ce-se em compra das mcedas ci ouro e prata.
Compra n-sc escravos
Silvino Gtnlaerme de Barros, compra, vende
joca efectivamente escravos de ambos os sexos
-de todas as idades : a' ra do Imperador n. 79,
erceiro andar.
C mpra-se por rrais do que quer parte, prata brasileira e esirarpeira, libra
esterlinas, moedas de 9* 16*porlugnezs, d
5, 10-3 e 20 braslleiras e -e troram sdala
das canas Qiiaes do Raneo do Brasil : na roa da
Cadeia do Ri-cife d. 58, hja de aalejo.
Comprase
Cobro, lati e chumbo : no armazem da bola
amareila no oilo da si-cr> liria da polica.
Moedas de ouro.
>T3rinnaes o estrangeiras assim como libra*
esterlinas : carapram-se na rna do Crespo n. 16,
primeiro andar.
Compra-se ouro e praia em obras velbas :
na Draca da Iodepen^C-ii u. 22.
Compra se urna liteira em bom estsdo: a
tratar na ra do A'a^n o. 36.
Ouro e prata
Moedas de i'Uru e prata n-fiooaes, esliangeiras
de t^dis os valore, se rom pra m na loja de oori-
ten junto ao arco de N. S da Cuneeicao, roa da
Cafleia do Recife, asslni como ouro prata fin
obras velhas, bnihautes e dlamautes. e se paga
bem.
O uira->e
moedas de piala : mu X iva n. 31, loja.
CO^IPil .A-SE
I uma casa ler ea pe.quetia na frtguezia da Boa-
vista : a tratar nesia typograpb:a.
Comprara se diarios o jornaes : na ra D:-
reita d. 13, hh-ioa de cigarros, a 140 rs. a llora,
em arroba a 450O.
C mpra-se um cavailo novo proprio para
carca : a tratar na roa da Madre de Dos n. 16.
^J1 f' r '-T"--r-r-.^TCi*
: \*?? .^ s** ^.- v. ^ -
> '^f -5 > *f -
i&(*><>> m s'> aai* rs*5&& jti<*&tv. ese*>&4 ''
wmm

DE
[\0SSA SFMIOV 1)4 1>CI(1\0
Para eduea^o de se.o mascallno
Director Manoel Alves Viaona
O collegio da Conceic3o, mudado nltimamenie para o bairro de Santo Aa-
tonio, ra de S. Francisco, casa n. 72. contigua a estacSo central dos Lilbos $*$
urbanos dos Api pocos, contina a funecionar regularmente, recebenclo alum- jS
nos externos e inte-rnos, Unto para as aulas primarias, como para todos os ,y|
preparatorios necessarios matricula de qualquer faculuade, sendo os seus g^
respectivos professore* pessoas moralisadas e de um concito magistral j |^
bem firmado ne.-ta cidade. {&&
O director deste nov>C"ilegiocontiuuandoa empregar toda a solicitude no ^^
desempeoho de seu mandato, espera fazer-se mais digno da confianca com W%
qoe o v5o honrando os senhores pas de fam'lia, confiando-I be bondosamente ***
os seus (ilhos. Ji^
Os estatutos do collegio, assim como o franco ingresso em todas as saas )&$
de pendencias, esto sempre a disposic5o de quem possa interesar.
mmmmMm wf1Sf11
Novo e grande deposito de superior carvo de Cardif na
Babia.
Anlooio Gomes dos Santos 4 C, roa Santa Barbara n. 1, eslo habilitados a supprir de
lioom eoB^icSec mala favoraveis que era ouru qualquer dt psito, a todr oa r avos a vapor qu
ecrrK aaac_a porto. A contratar nesta com Domofios Alvos Hateus. |
VENDE-SE
As seguintes obras;
Folola ou a igreja das catacumbas,
pelo cardeal Wiseman, 2 vniumcs po- 3flUoO;
Receita para curar pautes, por Malheus
de Mauaihaes. 1 voiume, IjjiMi ; A Vir-
gem Guaraciaba, por Pinbe>ro Chaas, i
voiume, por I O' ; Le Pech de Made-
Icine. por Ii5500 ; ra do Irespo n. 4fa.
brica de chapeos de sol.
Vemle-sea luja mantessita a'ra da Imprratnz n. 13 A, a qnal
acna s- c afrr-eupzada : a traiar na mesma.
Thesouro do christao
Acaba de sabir luz a segunda eiiico des-
la obra, contend) exercicios para missa, con-
ficao e communho ele ... etc....
Um vnlume de 47o paginas ntidamente
enca denado rs. 26500.
Encadernaco doorarla rs. 3^0i>0.
RA DO CRESPN. 9.
_______Llvrarlai Francezi.
Vendem se diUS orn.meDt.s sibaslos, bran-
co. encarnado, rolo, verde, de damasco, com todos
pedia d'alva, amito, corda corporal, smnuinho,
iioriQcador, te. : na casa do scristij da Ordein
Terceira de S. Francisco.
CU MOS
Madame Adoar recebta no oitlmo vapor cha-
peos de senhora mailo b unios : aonnncia para
quera quizor ver narua do Irap ra lor u. 20, se-
gun andar, todos os das das 10 as 3 horas da
tarde. i
Vende se o predio d ra da Soedade~D! 46,
livre e desembaracade, em cbaos proprlos : a Ira-
lar oo roe-mo.
Vrndem se erravo< de ambos 09 o Bnn" cion habilidades: na roa do Imperador n.
43, i' andar.
Sal do k>SU'
A bordo da escuna : a tratar com
Tasso Irmos
Ao comraerci)
Vende-se a uberna da na do Padre Floriano n.
4rl, ja esi afrega^iada, proprla p;ra principnnto
por t-r poucos fundo.-?
Fubvica e fundig&o de brunze
e outros rnttaes, caldeireiro,
laioeiro, e funilro, situada
na Soledade, iua do Prin-
cipe n Ht e com deposito na
n 38 da cidade
ra Nova
do liecife
DE
BRAGA &SAMPAIO
Fabricam-se neste importante esiabeleci-
mento todas as obras concernentt s as artes
respectivas como sejam:
Alambiques de todos os tamanhos em
feitios, os mui acreditados auareihos de
Derosne com as dimencoes delicadas dos
fabricados em Franca.
Fabricam-se avulsas quaesquer pecas des-
aparelh.s, como sejam o dilataior, ratifica-
dor e condensador, ou esquema garapas.
resfriador, serpentinas interiores.
Fabricam-se bombas de todas as dimen-
coes e qualidades, pelo systema francez ou
americano, simples, de presso, repoxo, e
com especiandade a estancarlos! assim -dp
nominadas pelo enorme voiume de agua
que absorvem calculada em 100 pipas por
hora, e das quaes algumas est5o promptas a
serem experimentadas.
Existem bombas por este systema, me-
nores, para regar sitios, garantindo-se nao
s sua durac5o como a grande quantidade
de agua que fornecem pelo aue s5o cons de-
radas hje as primeiras bombas conbecidas.
Todas as mais obras se fabricam vonta-
de dos freguezes e a seu capricho.
Existem sempre promplos no deposito in-
dicado na ra Nova n. 38, um completo sor-
timento de obras solidas, bem construidas e
a precos rasoaveis, como sao alambiques,
serpentinas, taxos, passadeiras, repartide-
ras, escumadeiras, cocos, candeias, e muitos
outros uteuc'lios preprios para engenhos,
como sejam mancaes de bronze, paiafuzos
para rodas de agoa e outre s.
Cavilbas, machos para lemes, pregos de
todos os tamanhos e para o forro de robre
de Davina.
Aprompta-se tudo quanto diz respeito as
obras de lati torneadas e polidas com toda
a perfeicao.
Vlvulas para tanques de banho, lorneiras
de todos os tamanhos o quadades, assim
orno todos os ornamentos para militares,
botoes para farda, aparelbos para barretina,
nmeros, espheras, espadas, cornetas, alam-
padas turibulas, caldeirinhas, havtas, almo-
farizes, perfumadores.
Obras de folbas de (landres de todas as
qualidades, bahs, bacas, bules e outros
uteucilios domsticos.
Lampioes para gaz para engenhos, folha
de flaodres emcaixas, folbas de cobre e la-
tao, tubos de chumbo para encanamentos de
todas as dimencoes, folnas de zinco, estanto
em barras e verguinha, lancees e barras de
chumbo, vidros finos p>ra espeihos, de co-
res, bordados, e opacos, e outros para vi-
dracas, diamantes para corlar vidros, cadi-
nbos ordinarios e de patente, rea para mol-
dar, folies para ferreiro lavatorios com ba-
cas e jarros, trra podre e outros nmeros
o. jectos proprio de taes estabelecimenios.
Sendo todas as onras inspeccionadas e
taitassob a direccSo do socio aiministiador.
Jos Baptista Braga o qnal se acha de novo
especialmente incumbido da gerencia importante estabelecimente, isso uma ga-
ranta pe'a sua longa platica, que tem os se-
nhoies freguezes de que st-ro servid s a
contento, com pnimpliuaoe preco cemmo-
do, pelo que os propiteiarios Ihe serio agra-
decidos.
Mozrcm-
Vende-so em saceos grandes a 4oUO : no ira-
piche do Cunna.
Directorio paroehial
ou
Novsimo manual dos p- obra u'.ilijsima aos parucbjs, seos co;.djp.ures e
aes sacerdotes em jeral.
Ura vulume pr*Q0 C5.
VenJe se na uvraria Ecctij.oica ao f do arco
de Santo Antonio.
LOJA DO GALLO VIGI-
LANTE RA DO CRES-
PO N. 7.
Os proprietarios deste muito bem conhe-
do tstabelecimento tem a sati.fac3o de levar
ao conhecimento do respeitavel publico qoe
a abam de receber pelo nliim-i vapor da Eu-
ropa i.m grande e variado sortimento de oh-
jectos de inteira novioae, dos quaes se li-
uiiiam a mencionar apunas um peque o nu-
mero ficando d respe tavel publico na serte-
za de que tete estabelecimento sempre en-
contraro um c mpleto sortimento de arli-
gos de gosto e inieira novidades como sejam.
Cintos
Os muitos desejados cintos com ponas,
bordados a vedrilbo, fazenda de muito gosto
e comtleta novidade, respeito a estes cintos
n3o fazem observacoes e sim deixamos a
apreciaco d s esclarecidas freguezas isio s
no Gallo Vigilante na ra do Crespo n. 7.
Lf-queM
Muito lindos lequts d'osso, madeira, sn-
dalos, e madreperola ; pretos, brancos e de
cores, e muito se tornam recommendavel
pelas bonitas paisagens.
Florrs
O melhor que se pjde desejar neste arti-
go as quaes parecem naiuraes assim como,
tambem recebemos uma pequea porcao to-
das pretas e so vender na loja do Gallo
Vigilante ra do Crespo n. 7.
Capella
Mui lindas gnnaldas brancas e de cores
aquellas para noivas, cestas para bailes, ca-
samentes e baptisados.
Luras
Luvas de todas as qualidades para se-
nhora, hniutm. men as, sendo de algodo,
fio da escocia, seda e pelica muito fresca e
do fabricante J<>uvin, paree -nos que nao lla-
vera quem ignore que por todo os vapores
da Europa o Gallo Vigilante, recebe grande
quantidade desie artigo e por isso sempre
tem sortimento a rootade do comprador, e
tambem n3o se valle da falta o seu preco
sempre o mesmo.
Rentes
Muito bonitos penies de tartaruga para
coque e alizar os cabellos, assim c arregacar os mesmos e muitas outras quali-
dades.
Eseovas
Grande sortimento de eseovas, para rnupa,
cabellos, chapeos, dentes e untas, sendo de
ussli, bfalo, baleia, mai fim e madreperola.
\va has
Superiores na/a!has pequeas para bar-
ba sendo cabo de marcan, tartaruga e ou-
tras qualidades, as quaes o fabricante ga-
rante a boa qual'dade.
A builladuras
Chegaram as n ui lindas guarnices de
botoes para colie es fazen a de Rosto, assim
como grande sortimento de bjtes para pu-
nhos.
Ubrii.let
de 4 rodas a 1 cavaiio ramio superior, vende-se
p Crespo n. 16. andar, pa-
ra ver se na c- rli-ira do Paulino ra ds S. Amaro.
Veude-se
a obra era 6 volames Theorle da Codo Penal : d
roa da M rtre de Den n. ?4.
Boi
s.
Vendem-se dons bols munsos vindos de Gara-
nhuns, sao grandes e muito lindos : trata ae na
ra do Am nm n. oi, arraazera do Afolar.
Vndese om Ir-rrenc tm Cax;nc com frrn
te para a entrada que seeue para a V;,rzea (n
nb*-ci>la por estrada d'agna frrea) cujo tern-oo
tem 90 palmos ae frente e J30 de fundo : a tratar
a rna do Amorim n. 37, arruateai.____________
Gesso
para e-tnques de casas : nos armazens de Tasso
Irma >s, caes da Apollo. _______
Vende-s biographias da alguos poetas, e ca-
iros homens iltOMres da provincia de Pernan peio f ommendad.r A J. de Mello: 3 tomo, 000O.
Na loja de livros da Sr. M >nteiro : oa roa do Im-
perador, oa ra Augusta n. 92.
Muas
E;peram-se cera destes animaes, muito superio-
res, vindos do Rio oa Praia : quera pretender com-
prar, dinja-se a' praca do commercio, antig. ra
do Trapiche o. 6, para tratar.________________
Vende-se on aluga se ura grande sitio no
alto da ladeira do Barro, fregoizia dos Aiogados,
o qual tem duas muradas de casas n multas fruc-
letras, cooiu sejam jaqueiras, mangneiras, coquei-
ros.cajueiros e oatras, e mnita trra para plaula-
r.l) : i iratar na roa da Seozala velba o. 8i.
Chapeos,
Na praga da Indepenaencla os. i e 6 vendem se
chapees para padre, de castor e seda, por barato
preco, r,-s'm como chapeos a imlta(o de manilh-
por f>j e 9J._____________________________
Fumo de Ga-inriuiis
Ciiegou o especial roa do Qieimaio luja de M.
R de Car va I bo, n. 18.____________________^_
VeDilera-- dua< i-M*t na establo de Una,
em o melhor luear de oeeocli oa par morar, as-
sim como se precisa alosar duas esmvas de boa
conducta para vender c ro tar>olelrn, pagando se
njuitn bem : na rna da Praia arroaz*m n. 25.
Fariiiba a 4*600
Vende-se saceos grandes cora superior farinha :
no trapiche do Conh.____________________
Vende-se urna escrava de 40 aoaos para to-
do o servigo : a tratar em Pora de Portas ra do
Pilar n. 7, depo-'to. _______
"Joruaes para 1868
Na llvrarla Frnifia assignam-se
todos os jornats da Europa ; os Srs. assiir-
nantes encootrarSo amostras dos perioJicos,
e catlogos dos mesmos.
RA DO CRESPO N. 9.

W^
GRANDE BAZAR
ra Nova n. 20 e 22
Machinas pa a costura do autor Wheele
A Wilson, chegadas ltimamente da Ame
rica; as quaes pude cozer-se com don>
pespontos, toda e qualquer fazenda, emb
inhar, frangir, bordar e marcar roupa; tud<
com perfeicao. Sao tao simples, que con
prehende-se facilmeute a maneira do trab
iho e a pessoa temi pratica rhinas, pode fazer por da o servido que b
ciara 3o costoreiras.
Chama-se este cstahelecimento a attei*
co do publico, visto que elle se acha com
pletamente surtido de objectos de goste
cumo bem leques de madreperola e de sl-
dalo, fivelas, litas para cinto, cokes perfo
maria e etc,
Na ra nova n. 20 e 22. Carneiro Viai
na &C.
GRiNDE BAZAR
RA NOVA N. -O E M
Machinas para desrarocar algod5o. do mt
Ihor autor que tem apparecido na America
E' tal a execucao do UHcbimsrao. que o al
godao sahe quasi 15o perteitocomo o debo
landeira. Recommenda-se a attencSo do
Srs. agricultores, estas machinas.
B
rea
a H a arroba e em barrica por b>qio uieoojt
armazem da bola amarella no oito soertun
da polica. ___________'
Vende--a urna arma(ao propru pon qoal-
quer negocio, a dlnneiro oo a praso; nis Cinco
p.uii? o. -36 : tem eommodos para familia.
4TTKi\(A0
No armazem de fazendas de
Santi>sl'oelho,rua do Quei-
mado n 19.
Bom e barato
Lansinhas Poil de Chvre a -15 o covado.
Madapol3o enfeatado a 8*? a peca.
Cambraia de cores matisadas tinissimas a
800 a vara.
dem brancas transparentes una de 43,
53000, 3,73, 83 e ^ooo a peca com O
jardas.
dem branca tapada de 83 e 93 a peca
com 12 jardas.
dem branca franceza muito larga a 94 a
peca com 8 varas.
Baln de 35 e 40 arcos nesgados para
senboras, a 43500.
dem de mursulina nesgados a 53.
dem de crochet a 53.
dem de mursulina para meninas a 33 e
335oo.
Saias bordadas a 53.
Cambraias admascadas p^ra cortinado a
i 23 a peca com 2o varas.
dem para forro a 33 a peca com 10 jar-
das.
Cambraia de linho muito fina de 65 e 93 a
vara.
Madapol5es finos de 63, 73, 83, 93,103,
113 e 123 a peca.
Plattlba de algodSo superior fazenda para
saias a 33200 a peca com lo varas.
Cobertas de chitas de ramagem too.
Lences de bamburgo fino a 23400.
dem de bramante muito fino a 3(v<'.
Pannos adamascados para cobnr mesa a
13500.
Goardanapos de lmho adamascados a 45
a duzia.
Atualhado adamascado com 7 1/2 palmos
de largura a 23 a vara.
dem adamascado de linho com 7 1/2 pal-
mos de largura a Aft a vara.
AI godao entestado com a mesma largura
a l-Vloo a vara.
dem trancado de algodao a 13600 a vara.
Toalhas alcochoadas de linho lisas a 13
a duzia.
dem de algodao felpudas a 133 e 145
a dtr/.ia.
Colchas de fusto a 65.
Lunas de cambraia brancos finos a 15&00,
5 e 2550o a duzia-
Lencos de cassa fimssimos a 35200 e
3561) a duzia.
Fil de linbo liso a 8oo a vara.
lilem com salpic<>s a looc a var
Gmsdenapies preto bom a 15^oo, 23
2j5-'oo o covado.
Morantiqoe preto superior a 25^00 o co-
vado.
Flanella de todas as cores a 800 rs. o co-
vado.
Tarlatana de todas as cores a 8oo rs, a
vara.
Bramante de linho com 10 palmos de! r-
gura a 255oo a vara.
dem de linho com 5 palmos a l5v.'oo a
ara.
dem de linho com 3 1/2 palmos a 8ooa
>ara.
Biquissimos basquins a 255<<00.
Assim como outras muitas fazendas se vende por menos que em outra qualquer
parte, e d-se amostras de tudo,
Bales de 2o 25, 3o, 35, 4o e f'o xrcets.
para senhi ra a 25,2oooo, 33, 33l'oo 43 B
3$ooo.
Ditos de 25 e 3o arcos com mollas a 53
e 63.
Ditos de morculina estreitos a 63.
Esia tilhos finos a 65.
Percalias tinissimas a 4oo reis o c va^o.
Attentflo a 1 quidagao.
Oarrem^tante das hjas de h-rr-neos dn fll^nito
SebaflSo Jjs da Silva, (ra iifa n. 33 < 38i
en: roa a aitencr-o d-u seuv r-s de eng>-ni'n> e ifh
respeitavd puilico em geral, para se proven-rn da
[t-rragens e miudezas pur pouco diobeirn, vi-io es-
tar resilvido a acabar cum todas as f rr ; ne>
rrourtezas exi.-i-ieDtfsem ditas lijas: para p.i.va
do elpoto, menciona os precos por que esta' teo-
d-ndi ai(un< irtifos, alero de uma mflnidade de
ai Pros que se turna enfadonho enumerar.
Atanibiqn-s de cibre de diversos lamaullos
coro sena perteno?, fundos de dito, pa^-
sadeirs ere>friadeiras, a libra. 70
Bi las e ta ios de cobre, a libra. $~(Lt
Cimas de frfiM, cada uma.....!35oi>
F.iareiro.s de |600 a......inj)
F. liiJes de ferro, cada um.....3'ilD
Porcelana, a hhra.......
"CA~CA70 ~ flVERSAS
fiancea pe fu- '^^^rh, qu'nquill;.!:-
mai ias /X/W^ a> ,i,ias
lavas. "SBISSSSkS hr:ni;ne-!fs
ARMAZEM DO VAPOR
La Mova u. 7.
Acaba de chegar de Pars a este esuoder men-
t uro graode sortimento de calcados u*' horneo*,
senboras, menioas e meninos ; eicelleoie-i b Itai
e pero-iras para mor una, lavas de peltira d i fa-
bricante Jnuvm, ditas de seda, ditas de fio oVs-
ccssia de bellas cores e novos modellos. perfuma-
ras Oiuit i Una, bnne -s d'ouro de le a' QHiuia
da e i- id gusto d'aquel'a grande praca, tanto para
seib iras como para meninas, leqnes noito i :.%
!-ortidi s ero go'tos, e ero qu lidades, rbieottobo
Qiius de baleia a cb> de martim para seDhiT ;
t>ara hora- os, bengalas psra meoions, ditas n nit
finas de canna e ca>liis de roaifin prtaoro>a-
uiente trabalbado para bi mero, oculos e luni-t a
de afo, ditas ditas de larlarnga. touuas cntciri-
nbas para ufohetro, eaiiinhas com Bioslca para
cosan, caivetes e Ibesonrinbas fjnas, booioets
de fl tos de porcellana coa
sante. abar-jous pra candleiros, ditos para laoter
as de piano, molduras douradas, eMaojoas, qua-
dros, espelbos de diversos tamanhos, boleas di
viagem; sacos, malas, esterioscope, cosmeramas.
lamerna mgicas com as mais pitorescas vistas t
phanUujasgnria, accuidi.us, raaleipis, oliados d
oovus padioes e da melbnr qnalidada para roesas,
carrtnbose cabriolis para coodotir crioca ie vanedade de briqoedos novos para meioos
ineninas, a-gim eme outros proprms pata oraat
presepes, e outros maitos difT-rent-s obJeee. Jt
qnmquilbarias que se acbam eipnslas e vt-rd -ra-
ie barato no arroaz- ra 4o vapor, ra Nova o. 7.
Condecoraces
A bem conhecida lija de joias de M relr.i ^
Du*rte, a* rna do Can-ga n. 7, araba de receber
uurcao de babilos o fllclalatos da urdem da Ros*.
- hbitos da de Cbriato de diflferenits tamauh<:s
qoe vende por precos mni razoaveis, alm di m
cuntinoa a ler como sempre ura ciropleti surt-
ment de joias dos gostos mais modernos para a*
quaes coota com o concurso de *eus bons fre-
oezts.
Burros a venda
J. S. Oeu vende por atacado ou a n taino a M:a
tropa de bons burros aue se acha no engenho Jnn-
dla freeuezia da E-cada, e dali seguiri para Ipo-
oca, Cabo etc., vende a precos razoaveis a di
beiri cu a praio.___________________________
Chocelaie BeiUial
Vende se o roelbor chocolate hespanbol qrre f.'-n
indo a este mercado, faortcado epress'.mrnta
para este clima, pelo diminu) preco de 800 rs a
i bra : na ra da Imperatru o. 13, bja do promp -
to alllvio.


Ur!o4pe
veaubro 4 1867.
~


DO
OR. SEVIAL.
0M0R0 DE-TOZA
Ao rapeitavel publico peraambncano pede-se
Para o tratauento c copa rpida e completa das molestiargyphiliticas, eris a-
as, rheumatismo, bobas, gota, debilidade do estomago, iBfianlma\5esc.ironicas do ligado
* baco, dores sciaticas, cephalalgias, nevralgias, ulceras cornicas, hydropesias, pleon-
as, gonorrheas cbronicas e em ge al todas as molestias em que se teaba em vista a pu-
rificaco do systema sanguneo.
Coaslderacfie geraea
A saude e um bem inapreciavol, cuja importancia e valor so esta reservado ao ens
(ermo o avalia-lo. .
iDContestavel que ohomem neste mando constantemente, e por todos os laaor
itacado por urna infinidade de agestes morbfico que todos tende o, dadas certas deter-
minadas circu instancias, a alterar o regular exareieio das faaccSes orgnicas, resultanbo
pesse desequilibrio o que se chamamolestia.
A molestia nao mais de que a desvirtuado das foreal vitaes, occasionada,- d,
ando as investgacoes e experiencias dos mais abalisado mestres da sciencia, pela deprn-
va.cSo dos humores geraes, consequencia da acco maligna desses mesmos agentes mora e
Seos introduzdos no organismo pelo acto da respiracao, pela via digestiva, pelo contacto
immediato etc. etc. etc.
A sypilis infelizmente tem sido a partila da bumanidade, e como fra de davi-
la que esse terrivel Proteo da medicina urna molestia hereditaria, ella tem sido obser-
vada em todas as idades, e debaixo de todtf as suas formas Uto variadas, enfraquecendo t
:oo6tituices robustas, produzindo mutilacoes, e cortando ainda em flor da idade vidas
preciosas.
Eliminar da economa esses principios deleterios. e purificar a massa geral dos
aumores tem sido desde tempo immemorial, o fim constante da medicina, e os purga-,
vos figuram em primeiro lugar para preencher esse desiteratum ou fim.
O Elixir depurativo do Dr. Sevial parece mtrecer a preferencia sobre todos: os j
immensos successos obtidos pelo uso destesalutaragen:e tanto na Aemanha, como enr
Franca e taha, o tornam c companbeiro iuseparavel dequasi todos os doentes.
Sendo as molestias, como cima dissemos, devidas as alteracoes dos humores, o j
Elixir depurativo do Dr. Sevial pode ser eonpregado vantajosamente na syphilis, erisy-
pelas, rheumatismos, bobas, gota, debilidade do estomago, inflammacSes cbronicas do.
agado e baco, dores sciaticas, cephalalgias, nevralgtas, alceras chronicas, bydropesias,
pleonsias, gonorrheas chronicas etc. e em geral em todas as molestias em qne *e tenha |
em vista a puricaco do systema sanguneo; pois que urna pratica constante tem feito
rer que elle indispensavel nos casos gravissimos para minorar os sofirimentos, pre-
parar o doente para medicacoes superiores ; e as menos graves a cura a conse- j
quencia do seu uso, convenientemente repetido.
As substancias que entram na composicSo do Elixir depurativo do Dr. Sevia
pertencera tolas exclusivamente ao reino vegetal, e gran le cathegoria das substan-
cias depurativas e antisypuiliticas; assim, ao passo que este remedio depura o orga-
nismo, eliminando os principios nocivos saude, pelo mecanismo natural das evau-
2c5es alvinas, neutralisa ao mesino tempo o virus syphilitico quando este virjem.
'.em feito erupcao no exterior debaixo de suas multiplicadas formas; e previnotaui
bem os estragos dessa terrivel molestia, quando por ventura se acbe ella ainda no
estado de encubando, isto sem se ter manifestado sob formas externas: beneficio
inmenso, tanto mais quauto neste estado os individuos ignoram completamente -se es-
o contaminados por este terrivel inimigo.
O sabor agradavel d'este Elixir convem a todos os estmagos, a sua accao so-
bre o tubu intestinal suave e benigna, e de nenhuma forma produz molestias med-
lamentosas, como acoutece ao purgante dito Le Roy, que na sua qualidade' de dras-
co forte rrita a mucosa intestinal, e consecutivamente a seroza, resultando d*stees
ttdo, muitas vezes, hydropesias, que qoasi sempre terminam pela mofe ilo doente.
Assm pois esperamos que o uso deste remedio justifique cabalmente as nos-
tas asseveraces, porque sendo um medicamento to simples na sua composico, a
ortica tem confirmado sua utilidade.
laico deposito em Peraambc.
Na botica e drogara
DI
Barthotomeo Companhia.
34-RA DO ROSARIO LARGA34

Fundigdo da Aurora
Tallas de ferro cuado, bom sor tunelo e quali
dado superior'

i A ttengo
Manteiga ingleza
320, 500, 800 e 1 JE s no armazem se acba vista.
Mantuda franceza
em linras 560 e 640, em barris se Tara differenca.
banha de porco
em libras 320 e 380, em porcSo se far differenca.
Fructa8
em calda Pera, Pecego, Rainha Claudia, Alperxe e outras muitas 500 e 640 a lata.
, Enrllhaa
Porluguezas 640, francezas 900.
Famo
em latas do Para e de albaneque, lata I & e 1 200.
omma de mllho
em pacotes, dita da trra 100 e 200 a libra.
Vloho
de Bordeaux em caixaa duzia 55, garrafa 500, dito de 8$ aduzia, 800 a garrafa, dito a
145 a duzia, 1/1200 a garrafa, dito do Porto a 80,12*. 185, 245, caixas de duzia,'assim A jorubeba orna das substancias.med-
corno flgueira caada 35500 e 45, puro J A A Lisboa 25800, 35 e 35500 a qualidade camentosas que pertencem ao reino vege-
eoavida. lal e pertence a classe dos tnicos e desobs-
PH4IUI Cl\
DE
Joaqum de Almeida tinto
A jurubeba contra o ingorgi
tamento do figado e do bago
Em extracto aleoolleo, e ni pa
tro, oleo, ta tara, pllalae,
xarope e ?lobo
H*
PREPARARES FERREAS-MARGAN
APPROVADU PILA ACADEMIA DB HBDICIIU
DE BURIN D BUISSON
PkarwwaiK. Inruit tla 'cadeaia d; t'.irJzi t fifis
O eminente professor Todssbao, na ultima edic3o de sen Tratado ds Therct-
peuttea i Materia medica, reconhece qae os ferruginosos simples sao muitas
vezes inefficKes para curar as molestias qne te<-n por cans o empobrec'nimio
do singue. Muitos mdicos dos mais disiinctos attribuem esse m o exiio ausimcie,
a essae preparaces, do mmganese, que se acba no sangoe, como o tem leCQOfaecidfl
os chirrieos os mais peritos, sempre intimamente unido com o ferro. '
K' pois, prestar-seum verdadero servico aos S" Mdicos, ocUamar-se sua atteacao
wbre u preparaedes seguintes.
i POS lilPPPftS nifflMMI dando """e'ataniente urna agua, acidulada,
i ii icno uiaugBiiS ^^^ lgraaave!i sabstituiado com nntuem
O economa as aguas mineraea ferruginosas.
2 Pillas e Xarope de iedareto de ferro e de manganese inalteraveis
contendo cada urna cinco centigramos de isdareto de ferro manganico indicada
parucalarmente oas molestiu Tymphaiicas, escrofu-losu, e as chamadas eai
erosa* e tuberculosas.
J Bragees de lactato de ferro e de maBijanese
?u
i" Pillas de carbonato frreo maogaBico
receitadas especialmente
para a cblorosts, a ane-
nia, a leucorrbea. a ame-
norrhea. k tadicacio de
akernar uaa las praparaeoea di oa melhores rwmltanof.
O 8> Ivid u Bnusan desejando obr adbealo completa do publico atac a
cerca 4o alar de anas preparacoes, prerine qae ella aa pe graUitamenie a sua
dispoaicaV). dingendo-ae;
&
fh P*rw*b%co, a sea agente geral, Masrar t>, phamaceaticoa, nu Rota.

Yeade-se na pharmacia de P. Maurer 4 C, roa Nova.
DEMU1T
Vrtim'ato d^ aj)j9rajscbap3s e cbapellois di seda, da Oi e d9 palha de Italia
un tobera e ram-m. '
Snpertotai tiras, bordadinbos e entre malos bjrdados em cambraa tapada e transparente.
Ka leja das colnmas a roa do Crespo n. 13
iip
Antonio Correia de Vasconcellos & Companhia.
aovo DEPOSITO
'
VAn/i DESTROCAR ALGODAO
Manoel Bento de Otiveira Braga.
53Roa Dlreltaa__53

HSli^s^:^
Neste esta!>e!ecimento se encontrarlo a
verdadeiras machinas americanas chegadas ultima-
aente, as qnafis 3o feitas pelo mais afamarlo fa-
bricante <1a America, por isso avisa a todas as pes-
vjne precisarffln comprar, de se dirigir a este
leleciment ffne crmprarSo das mais perfeitat
neste iienero, assim como nuis barato do que em
potra qualquer parte, por isso qoe se recebe por
conia^rop^ia, \iem como cannosde chumbo e moi-
moer milho, e grande surtiinento defei-
dezas em grosso e a retalbo.
tde cabo oranco de meio balanco a h&
finas d3 todos os lamanhos proprias
scultura.
mam
em lata de 5 gales e mais pequeas a vontade do comprador, em garrafa.
Alpiste
l 0 e if 0 a libra, paioco a 100 a libra.
Azelte
em garrafas a 800 e Ifl.
CHARUTOS
em caixa de 50 por 15, ditos Delicias, Trovadores e Parisienses em caixas de 100, ditos
da Eiposco caixa 50, ditos de Regala caixas com 100 a 20500 e outras muitas marcas
que s na presenca dos compradores.
PREZUNT0S
de lamego em barril, ditos d fiambre o melhor que ha no mercado por precoqoefaz
admirar !!
DOCE DE GOIABA
caixoes de 560 fino, ditos de 10500 que parece mamullada, dito em latas muito fina
qualidade a 10200.
BOCETAS
com doce secco a 10 e 20.
QUEIJOS
do Alentejoem latas chegadopelo vapor Oneida, ditosFlamengosePratos dos mais novos
que ha no mercado.
AZEIT0NAS
de elvas como no mercado nao temos a 10 a lata, em barris do Porto a 10 como nao ha
melhor.
DE
FAZENDAS DAS LOJAS E ARMAZEM DA
Tendo o propietario destes dous estabe-
lecimentos resolvido liquidar grande parle
Alpacas de lista a 5oo rs o covado.
Venle-se alpacas de listas e de (lores
de suas tazendaspor isso resoleu porem ii- propria-i para vestidos de senhoras a 5"O,
quidaco para vender mais barato do que Cao o 56o rs. o covado: ra da linpuratriz'
eta outra pane. lojas da Arara ns. 156 e 72.
Chitas 160 o covado. Casemira com peqneno toque de mifo a 15.
Vende-se ditas em retalbus a 160 rs. o Vende-se casemira p^ra calcas e p litot
covado, ditas em peca a 200 rs. o covado : com pequeo tq ie de mofo a 10 o c vado
cassa franceza a 14o, 28o re. o covado: ra ra da Imperatriz lojas da Arara ns. 56 c "i \
da Imperatriz lojas da Arara ns. 50 y. 72.
Lazmiias ia Arara t\o o covado. Tintina fptt TlHcinnill
Veode-se las.nbas para vestidos 24o, -&OU[Jd U.
28o, 32o, o covado : ra da imperatriz lojas
da Arara ns 56 e 72.
truentes, sendo empregada com vantagem
contra as febres intermitentes acompanhadas
de engo gitamen.o de 6gado e de baco. Ella
lem sido applicada cora incontestavel pro-
veito contra a anemia ou colorse, e hydro-
phesia, catharro da bexiga, e mesmo'para
combater a mensiruaco difficil, resultante
da mesma anemia ou cblorose.
lc|iHsilos geraes
Em Pernambuco, ra larga do Rosario
Q. 10, Rio de Janeiro, pharmacia do Sr.
Dnurado, Rio Grande do Sul, em casa dos
Srs, Gascio & C, Macei, pharmacia do Sr.
Ciaudino, no Havre, pharmacia de Mr. Ma-
rical, em Lisboa, oa pharmacia doSr. Feij.
SIBI11111i
^SPharm:icl.'i especial horneo
ag pathlca d* Dr. abfno O
Cha de Ia sorta para oso das
sP? pessoas que se tratam homeopathi-
camente.
^g Vende-se em pacotes de libra a
>M 30200 rs.
3 Ra Nova n. 43.
mmmmmmmm m mmw*
0 cardeiro presidente
Na antiga ioja de miudezas a ra do Quei-
mado n. 16.
Tendo sempre em vista nao roubar o tempo aos
seu* fregnezes com extea;os anauocio* ; mas
timbem nao quereodo qae os raesmos frfgufies
loorem o que de aovo lem elle reuebdo, por isso
r-uiw I ra-oit) o dir': ch-Rando as-im ao co-
nhiciiTieoto de ledos qoe a dil* Ioja do Cardeiro
Prevente, ra do QueimadJ a. 16, receben o se-
gointe :
Bonitas e daradoras ligas de pellica para meias,
tanto para senn<>ras c m i para meoiaas.
Laques de diviesos e modernos gobios.
Peutes com enfulles donrados e nao donrados,
para mi-nioas.
Coques simples e enfeUados, moldes inteiramen-
te novos. "
Bjid papel em cainiobas liso, pautado doora-
do o timbrado, e ontrn maitos ibjectos, quemen-
ciooa-los sena b^>tiute enfad^nh, e qne se ven-
de em dlia luja de miadezas do Curdelro Previ-
derite, ra do Q leimado n. 16.
N> altam fl > es,
O Cordein> Prevideole a ra do Q:i m ad> B. 16
tem cnnsiantemeote nm lindo surtimeoto de fi-
nas e bonitas flores, por issn qaanitri xlgum ha.
bilidosa joven quizer preparar qaaiquer enfeite de
dita Ioja
francisco Jos Gennann
|RA NOVA N. .
[acaba d receber um lindo e magnifico >r
I timen to de ocnlos, 1 une tos, binculos, do a'
tim e mais apurado gost da Europa a oca
los de alcance para observages e,par
maritimos.
Fundigao Santo Amaro
Completo sorllmento de tallas batidas e fond,
dar, alambiques de todos os tamanboe e fondos de
ditos, moendis de todos os tatnanbos de superior
qoalidade, erlvos e boceas de tomaina, o qne tnde
se vende por comoiodo preco.____________________
Yapares.
Vende-se em casa de Saonders Brothers o largo do Corpo Santo a. 11, vapores patente*
om todos os peTtencee proprios para faier mover
s on uuatro machinas para descarocar algodao
Parte, 36, Ra Vivienne, D*
CHABLEveotCINSPCIAt
aa eStkiimiiiaiias des skxuaes, as akfec-
gOFJi CUTNEAS, E A .TERAgOES DO SANGUI.
30.000 curas das imping$nt,
fstulas herpes. anu,
cotnixoee, acrimonia, e al
Incoes, viciosas do tanave;
i-i rus. e atttracoee dn Dl-PURAIIF
SIVG
i.' (larujic ved;j >fhi- mercurio). BupmrqUi^-
f?:lu:S,jvdb;
COPH
reir BA.MIOM wliiiuia tomiO-se do.
por semana, segninito o tractamenio Depurativo .
emi n-^;idu oas mestiiaf molestias.
Este XsropeCitractode.w
C.IIABI.E. cara in-.i. e' _
lamente quil^uerpui p<;'iio
> r.laxacao, e debilidade, i
ia'ule o* fluxo* e fiare*
brancas da.J iuulli>res. Esta njecfao benijn *
rega-se com o Xarope Citructo de ferro.
&;p=n.-i uid. Pcimada qne as cara oa iras diaa-
POMADA ANTIHERPETICA
Contri: as affeccaes cutnea e comixo'.i
PILULAS VEGETAES DEPURATIVAS
l>' UhatMfl. cJ trasto val sccoapahado aVaa
miktu.
AVISO A08 SRS. MDICOS.
> Cura catarrhu* iomm
.'r-.r-'-'i.. 1r* rr:(, ^M'
J#h iImI 'rfiii-ti SOS tfnt hrtur-
MaW 5.^J lllf fL! M '"'":'1 lOltu U4 'i.ctl'.iU
td pCU; hube "' '1 JGOtl
uror IH K>Ri;r*
1t Fia t'lTlfOtx- **i
A venda na pharmacia de P. Maurer o
e C, em Pernambuco.
ERDA3ER0*LflfTi
4e iis.-jtaii,
Bie> de S>trc.,
b lio (os-to deve logo lerabrar o qo i ba
Vende-so palitnts de panno a 5-5, Q-S, do Cor.leiro Previoenle, a roa do Queiinado n. 16,
85 e 103 ; palitots de casimira de cores a a'3lJ falla!n flores-
adapoiao a 4)5 a peca. 65, 8, e lo3, alitots de meacasimira a
Vende-se pecas d madapalao a 4,Sj.diio ^-"ooe 43. diga* de casimira a 53, (3 e
muito fino(5-5, 7#, 83, 93, lo,3 : ra da Irn- 73, ditas pretas 5-5, 6*. 73 o 3, ditas le
perairiz lojas eanua/erada \raraos.56 e 7. m^ia casimira a 23J?oo 3e335oo coletes
'"ortes dri cambraias de barras a 3 de casemira a 33, 3:>5oo seroulas a 13,
Vende-se cortes decam:>raias de bonitas i36oo, 23 e 235oo: ra da Imperatriz lojas
barras a 23, 235oo e 33ooo j da Arara ns. 56 e 72.
Ditos de c^mbraia bordadas brancos e de, AI>odIo enfestado a 13 avara.
cores a 43, 4,'-3oo o 53: ra da Imperatriz
Ioja; da Ar^rt, ns. fitt e 7.
Arara vende algudao a pega 33-
Veode-se peca de algodao a 33. 43, 53,
63, 16. 8$; roa <'a Imperatriz os. 50 e 72.
Riscado francezde lisias a 36o rs. o covado.
Ven !e-s3 ri-cado francs de listas para
vestidos a 30o o Soo-rs : ra da lmtioratriz
tojas da Arara, ns. 56 e 72.
Dibs franceza a 2'io rs. o covado.
Vende-se chitas francezas finas a 24o, 28o,
Alg--do enfestado p;ira lencnes e loall as
a 13 dito trnsalo 13^o a vara: ra da
Imperatriz lojas e armazem da Arara ds. 56
e 72.
Cortes de !a de I rovados
Ve:tdese cortes do la de 1 k covados a
35,4-5 e 53: ra da Imperatriz tojas da Ara-
ra ns 56 e 72.
Ricas sai33 borda las a 33' 00.
Vende-se ric s saias bordad 18 par senho-
ra a 33ooo, 53,63 e 73, balocs de arcos a
far alvejar os denies.
O corduiro previotota a ru do Qoeimado n. 16
recebeu >io b-im cnitiBcido (abnc^ute Junli Gus-
oell & '- ama ptima qualidade de pos para den-
tes aromatisados cura canfora que realmBnte tem
merpcido tolo ccoceit) pTque nao f alveja per-
felaicente os rt>-ntes como tambera cooserva-os |
sempre no melh 'qutr;m vir ci.mprar dllus pos u o esma Ioja
1 do Cotdelro P'fidente, rna do Qneiraa-lo n. 16
KiAeltes com pontas.
O C--rjeiro Pri-vidHnle iei>beu um Hado sortl-
ment de eofeile-" com puntas para vertidos, tamo
de seda como de la qoe corohinsm pp'f- llaman-
te cora os Cintos morruos do mesmo formato, por
isso pira pnoer enf<-nar-se com gostq qualquer
vesOdo indi.-pFOsavel comprarse ditos tnfeitcs
oh mesma Ioja no Coreiro Praviaeiite, a rna do
Qui-imac ti. 16.
Chupelinas ds seda
Medeross e Oocias chip-iinas de seda para se-
nhora rei-eheu oCjrde'iio Pi vidente raadoQa-
iia:o o. iti e por ser pequea a quantidade re-
cebida, quem pretnnder urna moderna e bonita
> -
fmrsii:! f.r. ;. U, ,'. ::): r..,. j ,. ,- :. 9
H'jt l.a o m>ii .:r, -. m -.-...
nltoCMB -Sl.;.n !.f ff H.-
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K>-Vcr *-?
-t-R.ST-CR.J
brtt'arrs.ser l e i
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tO I :, .',
Bftler 4:'l rto
Deposito na pnarmacia deP. Manra
C. em Pernamburo.
CfiSTRO NUKES
Grammatica nacional.
Srxia edicSo
i OdO
Livriiria fraBce.a.
mwHmmtm&i&r- *
32o e 4oo rs. o cafado : rna da Imperatriz 2-3.2-SSoo, 33 e 3j5co: ra da Imperatriz |chapeliosi deve aprecar se em a.aodar compra-la
lojas e armazem da Arara os. 58 e 72. I lojas da Arara, ns. 5fi 72.
a
Mlude as barata?,
LOJA DE SOUZA SOARES MMO
Rna \ova a. *8.
Ro*tas de cores, em caixiubas de urna dtils
11500.
Brincos a balo decO'f-sdu?s a WO.
Grampas com eabega de virtroduna a ln'0 rs. >
Asolheiros de met:-.l, sorudosduna 450 rs
Hito de madeiraj p)otad-sdazia 210 rs.
BoiSes de mnprtiDha douradus para pntbodu-,
zi? d>- pares 1,5900.
Pitos d-- maoreperola para camisa-gro-:! SOOrs.
Ditos ;o ac para caiga-a itrosa 240 rs.
Libras da liaba, nrir&eira qnalidade em novel- j
los, orlido, a 2|o0i).
Libras de dit, ^ponila qoalidade, em novellc i
soitidos a ; 15U0.
Canas de dita cum 50 novellos a 640 rs.
Ditas de dita do un Cum 40 novelas a 800 rs.
Ditas de dita de mar. ar a 240 rs.
Ditas de dita branca com 10 novellos grande?
a S60 rs.
Dnztas de carros de llnba de 100 jardas a
360 rs.
Duzi.ts de ditos de llnba de 200 jardas a 1JJOO.
todas as qnall-iados, iraagas, meias, etc., etc.,
tildo o mais que stja tendetite ao soriimenio Jt
miude2as, fenagtns, qoioquilbarias e caodieiros a
Garaote-se sinceril^de e baratrza no- prros.
Eival sem aguado.
Duzias de cartSes de dita prla e branca a
160 rs.
Miadas de lioba de roriz a 1E0 rs.
Ciixinhas com soldados de chumbo a 120 rs.
E-pelhos cera moldura dourada a 120 rs.
Priores de laco doorado para coco a 800 rs.
Ditos de laco liso para dito a 440 rs.
Ditos donrados com floresdona a 2J40O rs.
Dil >s de blalos omito boqs para alisardozi&
ifo.
Ditos de chifre, faienda boadozla- If 100.
D<->laes amarellos e p>at"ad>sdnzla '40 rs.
Aiotles em carias de 14 penie a 110 rs.
Duzias de canrahas de eolebeles a 640 rs.
I), zas de candi s de dilos a 600 e 900 r*.
E>poieUs veidadriras B. B.cana a 100 rs.
Pecw de fia para coz, larga com 10 varas a
600 rs.
Dita da Of. de seda n. )i com 8 varas a 260 rs.
CadaQ) branco para seioulasp^C 80 rs.
LSa de lodas as cores para bordarlibra 6\JS00.
Pecas com 10 varas de labyrlBto Ano, soiti-
meoio estreno a 1300.
Raa do QcicliBaBO D,. -ft3.
iacr acaba' com as fazeodas abai
niDBjciOaVMUa.
Queiram rir ver o qur uom e baraUsfine
ro.'ihas dt labynntho com bien. faz. t;-
da boa a ."...........
Carreieis de lioba cem loo jarda* a .
ravatas pretas e (te core* moito Boas a
ih'xas de obreias de massa muito nov?s a
jenfiadores para espartnbo de cor'.: e
flta a...............
Uarieteis de linba Aleandre com 400 jar-
das a ...............
<3bonetes muiio fino? a 60, 160, 200 e
)itos de olla ronito Unos a 240 e .
Viadas de lioba froxa para bordar a .
V2ras de cordo para espartiibo a .
T.tes volteados para repicar cabello de
meniras ............
'rseos de-maraca* oleo moits Abo, a .
\botoaduras muito rias para cocie-. a .
; jirtes de buha branca e de cores a .
Libra de ? rea preta superior a.....
Iscovas par 'ato, fazenda boa, a .
Varas de franja brancr de liaho para
loalba a .............
Ciixa> de palito balao a........
Caixas de palitos de seenraoca sem en-
chjfr a '............
S.buQftes de familia a 100, 160 e .
Caruiba de dontrina chnsia a .
Qnadrrnos de jwpH oeqo^no superior a .
I'o'ia d baralhos franenes superior .
Groza de pnopboros muito superiores .
6 Caitas de phosphoros de velliaba centendo
800 veiinifias muito superiores a ...
Be-roas dn papel aimago muiio superior .
Besmas de papel pautado superior qnaii-
dade ....'...........
Duzias do meias p3ra homem
Phusphoros de cera em caixiohas-duzia 360 r? Dozns ,; mpiae frms multe snopriores
3#00(
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2S0(
440tif
Di'.us do pj encerado seo cbelro-duzia de cai
iinhi- 36 i rs.
Cariabas da doctrina cbrlsta a 330 rs.
Obreias de colla em caixinbasduzia 310 e
500 rs.
Sabonetes finos para roaosdozia 08 <> #000
Pacas e garlos, cabo Je osso-dozia ilSOO.
Fivellas para cintos, pnlselras, perfumarlas di
V>-niiH-e ou i-rrtioda-e um sitio > iiianiac'i.i e cercado, lendo ja basiaotes lavoor.is,
na pevuacao do Uootelro : a tratar com o Sr. Amo-
nm junto a estaco do mesmo povo ido.
VendAia cinco boie m travessa d:> Carioca d. 1, caes do Rqjos.
ro- SGrandeaimazem de tin-S
om dita lija do Cordeiro Previdente a ra do
Quemado o .16.
C-.IXI.NIIAS ENFEITADAS.
Estas muito desejadus caixiohas va>ias e enfe
ladas com porto, que Unta extraerla tem lido e ?tf foo mi/l'H'mailtAfl Ckfo
que realmente servero para diversas tos, eustnn *3S ttto lUOUIWlilllllUO ll^.
na ifja do CordnroPrevidente a ra do Qu-imado: g Daa q (mperadar B, 22.
o. 16 um completo soruraento de ditas caixinhas e'
sao vendidas per prejos to rasoaveis, qoe o expe- *g Productos chimicos e pharma-
I.igur nao objectara' em compra-las em jg ceuticos OS m^is empregados em
din lija de miudrzae do Cordeiro PrvidLQte a rna "5^ medicina
du O', .n.aio o 16.
PO.NTF1RAS E CHARUTOS. f
O Cordeiro Previdente, ra do Queimado o. 16, J
tea) um bom' soriimcnto de Boss pouteiras para
Tintas pnra todo o genero de pin-
tura e para tintnraria.
Productos induslriaes e tintas
cnarutos, sendo lisas e cora fluoras era alto rel- fl hntp v ; e para que os seus freguezes r.5o se Incoa-! ? Para HreS' COn DOloes ae .e.reS
modetn era comprar charutos em algorfas das lo- (
jis de cbaruieiros, reerbeu tambi-m um bom sortl-'
ment de finos charutos do afamado fabriraate'
Portado de Simas; assim, pois, encontrarlo os1
apreciadores um boro sorllmento Da dita leja do
C -rueiro Previdrn e, rna dcQueimado o. 16.
Para offertaa nn hospital por-
tasnez.
Bonitas cestinhas com (rucias de cera, obra de
muita perfeicao e bom gosto.
Para corlar moldes e en brnlbar fazendas
Vende-se papel r ardo folhn rande.
Para lustrar calcados.
Vende-se superior graia econmica.
Veude-se papl para matar moscas.
A Ioja rio cordeiro preTltlcnte
Ra do Queiuiado n. 10.
Nella achrao os tirriendenies nm grande e va-
nado sortiase uto ae perfumaras Unas, tanto ingle-
zas romo fraDcezan, seedo ;
Pinos extractos para leoQos.
Baobas e pumad s para cabellos.
Uio pbiloame e baboza para dito.
Pos taygienieos para denles.
Miti'S rampboradns psra ditos.
Opiata ingleza e franceza para ditos.
Pacotes coa pos de arroz.
vasos de pomlona para ditos.
Jiaboiieips para m*o e barba.
E monos outros objectos qoe serJo presentes
e modelos em gesso para imitar
fructas e passaros com o compe-
tente desenho.
Productos cbimicos e industriaes
para pLotograpnia, tinlararia, pin-
tura, pyrotecnia etc.
Montado em grande escala e sup-
prids directamente de Pars, Lon-
dres, Bamburgo, Anvers e Lisboa
pode offerecer productos de plena
j conBanca e satisfazor qualquer en- I
S commenda a grosso trato e a reta- |
* lbo e por preco commodo.
YENDE-SE
Motores americanos para dous cavallos.
Dito dito para qnatro cavallus.
Machinas para descarocar aigodo de 14, 1&.
18,20 30, 35 e 40 serras.
Pn uras para enfardar algodio fazendo os sac-
eos com 6 palmos de comprimenlo com o peso de
150 e 200 libras, viudas ltimamente da America
no armazem de Henry Porster 4 C, no cae Pe-
dro II n. 3 junto ao Gabinete Portogoez.
Vtnh/> puro
Cbegaram barris de qointo com paro vinho do
ao comprador que se dirigir a rna do (Juelmado r>niro, narantiodo-se qae nao tem confelcao alja-
ma a excepeo de om bocadioho de agoardenie
que Ihe botaram para poder resistir a vltgem.
n. 16, Ioja do cordeiro prevideule.
"B'ejaa pequeaas
Vendcm-se na ruadojQueimado n. 16. Ioja do
conleirojprevidente.
do (Jueiraad|o. If
ue-te genero e o melhor qoe tem vindo ao mer-
cado e moito proprlo para asa,r as horas de o-
mida e ve-de-se por preco em costa : na Ioja e
armazem do Pavao roa da Imperatriz n. 60, de
Gama & Silva. ^M
Chaiatos
da acreditada fatiriea de Jos Fnrtado de
Simas.
Vendem-sejna loia do.cordeiro previdents a roa Cementi remano : na rmate de Tas so Ir ataos
J cktgan

no caes de A {lio.
'


lar* de Perasaabcea Qaarla fetra de"Xfimhf de 1867.


i
"mata-
MUTAS FAZESIMs
m
LOJA E ARMAZEM
DO
Oollares Reyer
|i. iMdM- elctrica* Magnetices
PepMlt* acreditado
Loja da agoja bresca ra do Queimado n 8
Apresar anda os prodigiosos effeitos dos
CollacaUleyer ja nio ensinar ou qaerar
Qtrodar novtrtidun, porqne a f*oa de na
Bfflacia tea*-a tanto estendido, e os seos
felaes resaltados a tal altura elevado, que
hoje rara a pessoa que por experiencia
propria. oa por intermedio de seus amigos
e pareotes, igoore ou desconhe.a as virtu-
des desses sempre apreciaveis collares
Royer.
A aguia brenca porm sa gloria de concor-
rer par* un 15o justo fim, se n5o por on-
s^n^sr^ss.ta cm" -* ~ -*"*
colUres engneticos. que bem se podem cha- \ ft Come de costme vem o radas avisar ao respeitavel publico as novidades que de
marsalva vidas das enancas. r,s acaba de receber a loja do Passo pelo ultimo vapor.
Resta amda que os senhores pas de fa- P" '*
Requissimos vestidos de blond primoro-
r*
milia se facam convencer (de que convem
vapor,
Para vlalas t partidas..
Riqu'sssimos cortes de sedas de cores com
nao esperar*que as criaocas sejm atacadas sanieDte bordados, contendo seiio para saia, listas e lindos matizo $.
do mal, e por isso necessario ou conve- v .' 8r,nalda > ramo para o peilo. Moire-aotique e grozdenaples de lindas c
nieote que com antecedencia se deite na Moire-antique branco. res.
crianca am desses collares para assim estar ^ Dranca5 lavradas. Riquissimos vestidos de cambria branca
ella preservada das convolcSes e se contar SeUm branco muito bom o verdadeiro ma- primorosamente brdalos,
livre dos rigores da denticao. .^P8 Corpinhos e camisiobas com taangoitos rl-
A agaia branca i ra do Qneimado n. 8 k'nQ,iS9jmas guinatdas brancas. camente bordad-s.
contina a receber por todos os vapores "'(luiss'0,a3 camisas primorosamente bor- Riquissimos cintos com matames bordados
fraocezea a quantidade que ha contratado e ^ada*; "- velrilho, ultimo gosto.
Mews e ligas de seda. Riqaissiu,as basquinas de seda preta, de
Riquissimas mantas de blond bordadas. superior qoada.ie e ricamente enfeitadas.
Fronhas e lencos com lindissimos desenos Riquissimos gallileos ou romeiros a imita-
de abyrintos. c3o e"e urna capinhacom ura bico largo
Riquissimos cortinados bordados. em vnlta e primorosamente bordados.
Ffi

por isso acba-se ella sempre provida dos ver
dudeiros collires R >yer eletricos magn-
ticos.
.1 A gala Branea a ra do Qnei-
mado n. 8.
incontestaveiracDiM o* toja da Agaia Branca Liadas cojehas brancas ponto de crochet Riquissimos cortes de foular de seda com
onde os apreciadores do Bom podem mHhorment-
provi-r--e daqoelles obiecios de go~to. E-sa verda-
de ja por taoios e tantas vezes recoobecida ainda
agor i se faz confirmar roa a Dota dos preciosos
objenes de gosto e valor qoe a a fago de patentear e par a disposicao de qaem os
deseje e possa comprar. Ella principiara pelas n-1
cas canas com oosica e sero ella, para costara.'
Es^as calan por saa oerfeic5es, gostos e rlque-'
cas, se lornam reeommeooaveis para algum im-
pertite presante, oa mesmo para qaem lenha tos-
t de possulr orna bel'a obra, porque, de certo -o
Has as de maior valor que se ene niram em Per-
na'r.boco, ten 1o ma qm sobresahe a todas as oo-
tras. Alm des?*s ha ootr-is de preces meoores, as-
-sim como tambem ha b mas carimbas vazias de
madeira, eovernisadas e raarebetadas, com fecha-
dura h chive, paM costura.
Em leones f seodo:
Todo de madreperola, bordados, obra de goslo e
valor..
Outros de madreperola e seda, bonitos deseobos. |
Omrosde madreperola com b rdados col rides,
obras de muito gosto, e Rtralmeoie apreciadas.
Ojir.'s toos dn sndalo.
(luiros de sndalo e seda com bullo? desenhes.
O.ros lodos pretor para lato.
Ooiros pr.-os com desenos rosos-, p.'opfios pa-
ra seufcoras uvas.
Gorros de sndalo e faia, forman jo qaalro vitas.
Ootros de sndalo e sndalo e teda, para me-
nin s.
Ouirns de madeira a papel, rbra barata.
(uartJs de Gtas, ditas de bonitas e modernas
trancas para vestidos
A Agnta Branca rec-beu Divamente om bello
sortunentortaqoellas apre ia'as guarnicS>-S 'Je fi-
tas; a^ira como oairas de liodas e modernas tran-
cas. Us apreciadores do bom comparec3m na loja
dn Arala Branca a rna dn Qaeimado n. 8.
Ki -iiUisiu'ias de fio de Esrossia pan criaras.
V'-ni-ui-^e oa ra dn Queimado lija da Aguia
Branca u. 8, ondo tambem ha nutras muitas e al-
g Mtn para crianij-s de 3 a 12 raezes.
Hu as lavas de i de, Esrossia e seda, para ho-
Beasesenhara.
A Aguia Branca a ra do (Jueimado u. 8, rece-
beu un bom sonimeoto de lioas luv.is de rio de Es-
cos>ia e seda. Drancas e <1e cores, bordada^ lisas,
laoio pra hnraens cumo para senhoras; qaem as
pretender e dirjase a couh-cera que em lal genera nao so eo&mira me
ID'.", e lalve nem mesmo ba.i em algnma caira
par-..
Reqaifs hranfes on trancinhas papa-fina.
A Anua Brane< acaba de receber uai novo e
bell) oriimeito dessas to procuradas trancinhas
papa-lna, com diver-os e agradaveis moldes, e co-
mo sempre a Aguia Branca a roa do Queimado D.
8 continua a veofler barato
Golfi'ihas punhos, manguitos e geinha?, obras
modernas e de gosle.
A Aitaia Brauca ach^-se recentemente provida
de bonita* .IIiuim-. e punhos ourdadns, manguitos
e golliohas tambero bordad s, e todo do melhor
gor-t e ultima moda, teodo as gollianas e puuhos
mur.is, ja enfilados com fitas eufiadas, e lgumas
peqc-os para meo n->. Os pregos apear de com-
mixl.is varum com as difiranles qualidad 18 das
obra;,. Os preleodeote* compart-cam na luja da
Aguia Branca a ra do Qa-jimado n. A que sers
servid a contento.
Entremeios berdados em pecas grandes.
A Agina Branca a ra doyii^ima'io n. 8 esti
vendendn bonitos ntremelos bordados em pecas
gran.l-s de 12 tiras, e pelo haratissiuo preco de |
2t>eDcala peca. A erande i:xirc^so que elles}
to i u-i c .jrirrnam os diversos Bus ura que ser*'
vem, as un polsceavm que a boa frfgue>ia da
Ago,; Branca aproveiie essa boa e barata fateoda.
a imitac3o de labyrinto. lindissimos desenhos.
Riquissimos leques de madreperola e de Sedinbasde quadros e setim branco e
sndalo, ultimo gosto. lindas cores.
Isto so na loja do Passo ra do crespo n. 7 esquina da do Imperador.
de

m i\o
AUGUSTO PORTO i C.
11Ra do Queimado11

Roa da 1>peratrii n. 60
BE
v\m s mil va.
Tendo os donos de te grande estabeleciment resolvido liquidar a maior parte das
suas fazendas resolveram vender com grandes abatimentos em precos, assim como teem
recehido ullimamen!* orna grande porc3o de fazendas novas tanto inglezas como francezas
alemSas e suiss^s, teem destinado venerem as mais barato que em outra qualqner parte
aQm de apararen dinbeiro, dando de todas ellas, amostras deixando flear p< nbor, ou
mandam-nas levar em casa das ex- ellentissimas familias pelos s os caixeiros; assim como
as pessoas qoe neeociam em pequea escalla, neste estabelecimento comprarSo pelos mea-
mos precos que c>mpravam as casas inglezas; ganbando-se apenas o descont,
ortiaario para eamas e Janel- B does a 5, 35Soo e 35
laa a 10)>, !6 iutf e 25d Vendem-se um grande sortimento de cri-
Vendem-se um-grande sortimento dos' nolinas ou bales de arcos para senhora pelos
maja mm
na do Qnelnsado n #1, foja Ae
rtuezat
DE
Jos Biyodinno
Varas de bbado bordado do Porto a
Cairelis de rairoa preto cem deas oifava
Parriteis de reteoz de ledas a cores a
'Frasee d'agoa rfe Cotona nmito soperior
Frascos de o eo muiio fino a......
Datla de tesooras peqneoas a '. '. ',
Frasco d'agaa para limpar denles a '. '.
Redes pretas lisas para segurar caballo
Duziis de pencas de ac muito finas a .
Calas de lir ha do gaz de 30 novellos a '.
dem de palitos de segnranca a .
Garrafas de agua Florida verdidefra .
Syllabarlos com estampas para meninos a
Memento da roapa de lavar a.....
Dnzlas de meias fitas para senhora a .
Agnlbas francezas a balSo (papel) a .
Cecas de fitas de laa de todas as cores a
Grozas de botCes de porcelana prateadot a
Calas com aifineites Irancezes a .
Caixas de 100 envelopes mallo finos a .
Resma de papel de peso branco liso a .
Prasco com soperior tinta a.....
Pares de botSes de pocuo multo bonitos
Linbas em cario de 200 jardas .
Caixa de superior linba do gat com 80
melhores cortinados bordados que tem v in-
do proprios para camas ejanellas, pelos ba-
ratos uredos de lod, 16,5, 2o& e 25 par sendo neste gener o melhor que tem
vindo ao mercado: assim como pegas de
baratos precos de ifi,. 2)JI5oo e 30 por ha ver
gi ande porc5o, na loja e armazem do Pa-
v5o, ra da Imperatriz n. 6o, de Gama
PANNOS HAPA CADEIRAS
Veniero-se um grande sortimeoto de
x.
80
500
50f
460
5CP
320
60
600
'"*
too
lOlic
60
toe
160
80
60C
2|00f-
il
8C
ido
nove los
:ofj
cambria alamascada proprias para o mesmo pannos de ero h proprios para cadeiras,
fim, na loja do PavSo, ra da Imperatriz sofs, cadeiras debalancos, para almofadas
n. 6o,' de Gama & Silta e para cobrir presentes, e vendem-se por
Corlea granadino* para vc.ll Sos precos muito baratos, na lo a do Pavo, ra
Cbe^aram o mais bonitos cortes oe or- da I. peratiiz n 6o, de Gama A Silva.
gamly Granadinos tendo lo varas cada c ne, Casaas altor ,son pavo.
sendo 7 v ras listadas para a saia e 3 varas Vendem-se bonitas ca-sas inglezas de co-
lisa f-ara o corpo, teno as mesmas 3 varas res txas pelo barato prego de 2'0 rs, o co-
enfeites. corresp mdente a saia para enfeitar vado, ditas francezas fazeoda muito fina com
o corpo e mangas leudo entre elles muitas padres listados e de flores, assim como com
trancas com listas pretas como actualmente pa'minas miu^as proprias para meninos a
se u.>a e vende->e |)e!o barato preco de 6, 3oo rs. o covado ou a 5oo rs. a vara : 6 pe-
unicamente na loja do avo, ra da Impe- chincha na k.ja e armazem do Pavo roa da
ratriz n. 6o, de Gama & Silva. Imperatriz n. 6o de Gama & Silva.
Tira bordadaa e isibi 'lobos LSazInbas matlsadas a 28o rs. o
Quem quizer fazer b:>a compra deliras! coado.
bordadas ou babadinhos, achara um grande' Vendem-se bonitas I5azinbas matisadas.
Talheree para meninos a......', iC
Masso com superiores grampos a 30
Bonets para meninos a........ IJ0C
rentes com costa de metal a...... 40C
Realejos para meninos a....... toe
Attengn.
Na roa da Stnisla Nova o. 1, se acha a venda
nm grande e vanado sortimento de esteiras ebt-
gadas do Ar>caiy, por preco razoavel : qaem pre-
tender dinja-se mesma.
Vinbo soperier em caixas de nma dezia e
tem para vender Antonio Luir de OMvelra Mote-
do A C, no sea escriptorio roa da Cruz n. 67.
w i i m
Escravos ftigidog
Aviso
OOOOO de gratifiea^ao.
Contina a estar fgido o es
cravo Simio.
Fugio no da 21 de julbo do correte anoo.
casa do abaixo assignado o escrao de nome
mio. com os rigoiaa segnintes : de naca., Hooaa
bique. idde de 40 annos, pouco mais ou menos
Este estabelecimeito acaba de receber e vende por commodo$preco as seguintes sortimento para escolher'e por reco muito de cor fixa e ditas de bma cor s, tendo en- S*,f!!toi!? Z*'?t'C0ID falla de,'""? ,
s nn8S : h'.-----------.....___...i_____... tro o|i9e r,,roc Q .i ^>..i k^. v.n. "eDle. cor rola, coro laidos em circulo redond
fazendas
Vestidos de b ond para noiva com manta e capella.
Ricos vestidos de cambria branc bordadas < que hn de melhor.
Cortinados bordados e admascados para camas de %n a 8o.
Dito- bordados e admascades para janellas de 9)? a 2o(5(.
Coixas de seda laa e seda para cama de noivas.
Basquinas modernas de muito gosto de 2o# a 5o0.
Toaihinhas de croch para cadeiras e sofs, e coixas de croch para camas.
Ghapelinas de crpe branco, e chapeo* de palha da Italia para senhora.
Moir branco e preto, groslenaple preto e de todas as cores para vestidos.
Camisas para homcm francezas e aglezas de linho, e de algoso.
Guardapisa de ennofine para fazer oais elegantes os v stidos ae 12a e de seda
a 32o rs. a vara.
Superiores saias bordadas de linho, camisas e camisinhas bordadas e lencl de
cambria bardada para senhoras, ricas toalhs horda las com muito gosto, e lindos ves-
tuarios para baptisados com o respectivo euxoval.
Las coj) hstra- de seda de varias c es a qne hn de melhor.
Chapeos brancos de castor e ricos chapeos de, sol inglezes para hornera.
Malas de diversos tamanbos pera viajos.
Panos finos e casen iras pretas e decores e mitras muitas fazendas que- se ven-
den! baratissimo.
Este estabelecimento contine a receber as melhores.
Estiras e alcatifas para sas.
11Rna lo Queimado11
mais barato do que em outra qualquer parte, tre ellas cores escuras e de muito bom gosto ao p< das orein'as, s-m aarbe, levuo vestid" raici
pelo barato prego de 28o rs. assim como de os emira oe cor, caaisa de aigtta. branco,
bonitas bareges de 15a transparente Com ^po de meia maca nevo ; este e.-cravo fci com'
quadriobos pelo barato preco de 32o rs. o prado ? Sr J"s VlceDle L**>. m-ri*-r ni
covado s na lab rtn p S. I^ >*V,Dl* d.as Ala?as. Pur >tu P.^-urador Joa
PREPABADAA FRI
POR
AUCWSTE CAO
Pbarm,isutico pela esocla de Paris e successor nesta oidade
DE

Aristide Saisset e J. Soum
22.-----fina da On*
-22.
a'ISty illl
Este (tiabeleciaest acaba de receber lidas
cbipetinas para seotwrn, ricas caisiobas para eo-
turas, Um para jotas, pentes dourados para cuc,
QveUs moiin ricas, assim como cintos e (m.'seiras
da DMilM moda de Pars, eniren.oios e baba&nlius,
booiioH uueadores doerados e de Jacaranda, eape-
Ibo escosseres de ttaseeo taniaobos e ricos caLi-
ve^es tiara senhora, vottas pira pesnoco, gravali-
nbas, ferco de soda, dito de algorfas, .luhynnWo, e
mil'' is iuro< objectoe torna lihf.idont meatiecar, tuuo >r grecos a;uj-
lo comizidos : a' roa -ia oiperulr: c. 70, na oja
da L-aiade.
i os agrieutores.
Smnders Br.->tiers A C acanam de recebar
de Liverpool vaoores de forga de 3 a 4 cavalloe
com iidos o* perieoces, ^ nui proprios para faze-
tem m,v,-r maobicas de descare car Ig-dao, p-
denlo cada vapor trabalbar at com 140 serras,
Tratamento puramente vegetjl sem mercurio, iodo, ouro, nem outto qualqce
aiineraL
Verdadeiro parificador do rigoe sem azougue.
Especial para a ci.ra de todas as molestias que tem sua orisem oa imDurea de
sangue, como sejara as molestias boubalicas, syphiliticas, escropr.ulosas, dartbrosas, quer
venham ellas por neraiitariedade, quer sejam adquiridas pelo contacto com pessoas in-
ecc'onadss dos dkersos virus que contaminam o sangue e os humor s.
A caroba nm remedio prodigioso, usado desde remotas eras pelos tnditi
o Rrasil, < passando seu uso de geraco em gerafao, hoje ura dos remedios mais ce-
fbecidoscomo proprvo para combater as molestias mais hedion tas, entrando nesse nome.
ro a morpha ou eleptwntiases, para rujo curativo os nossos sertanejos considerara a
croba como remedio especifico.
A amito ttrapo entrou a eai-nba nos formularios como preparaco magistral
sot a forma de eleictuario, aiuda hoje lottbrado as pharmacopas com o nome de seu
celebre antor Joao AivesCameiro: n5o ela portanto remedio novo nem desconhecido.
O egiiento de orroha da mesma sorte preconisado desde tempus mmetno-
riaec como o mais aproprkdo para o curativo das bouhas e uleeras syphiliticas srdidas,
e pregado com proreito depois de improcua applicaco de muitos outros agente?
therapeuticos enrgicos e te uso quotidiano.
Mnitos dos nossos -nedicos de consideraQo e entre elles o muito distincto praticr
e observador o Sr. Dr. Pedro d'Athayde Lobo Hoscoso, tem confirmad. por me i o de ex-
periensa repetidas, o que diz a fama das beeeticas propriedaJes da caroba no trata
ment das bouhas, das diversas formas sob que a sypbilis se apresenta e mnito especial-
mente a que teem sua sede na pelle, e poderiamos relatar al,-uns casos de data muito
oo^Joa!oi^er'SS S MdMafSirSaibS ^oderaa;obsar*^s Pe, ***> Sr. Dr. Mosco em que a caroba produzio admirara
ir efleitos, (iepois de ute.se prolongadas applicaces de salsaparrilha, mecurfo, iodo, on-
ro e seas preparados, etc., etc.
Nao era possivel que urna planta tao notavel por suas inappreciaveis virtudes es-
capasse a perspicacia e icvestigaces das mais abaltsados praticos europeos, qne se ap-
pltcam com especiaUdade ao estudo e tratamento das molestias syphiliticas e berpetica*
e paca prova abi esjo os Srs. Dfs. Casenave, Schurfer, Ricord e outros dando as mais
lisongeiras ioformaces sobre as propriedades curativas da caroba e preconisando- com'
remedio poderosissimo para o fratmento rfas erupcOee utaneas, seccas on sppurativas
dartbros de todas a quatodade, ec emas, nlceras de diverras uaturezas, tumores, osseos
e ontras muitas molestias de natareza sypbiHica ou boubatica.
Por ter-se generartsbdo muito o aso da cuacada da carena que en pre-
paro e pelas instancias de varios mdicos que desejam continuar em suas observacoes,!
deliberei-me a ter prompia ama quantidade da mesma esseocia, obtida sem a acc5o de'
ogo, para ao prejudicar as propriedades mediameotnsas; o d'ora em diante eocoD-
trar-se-ha na minha pbarmaoia sempre e em pore3o snfficiente para todos os pedidos i
SSENCIA CONCENTRADA De CARURA, e o ungento da mesma plenta para que nnn
fallera a< Srs. mdicos que qniztTem esperimeaar t5o precioso agente medicina!.
Recife de Pornambnco, 17 de ooUbro de 1666.
Ar/susTK Caobs.
com animac. Os jmesmos tambero tro\a" venda
marluuas americanas le 35 a 48 erras.
O" r^teodente dirijam se ao largo do Csrpo-
Saoto-B.H.
t'^ettoa ao antiftodeposiw de Henry Porster A
Ci., ra do Imperador, am carregaraeoio de gar 6*
primell qealldade.o 'jnal se vende em partida
a r-'ii'ho d-t meno preco do qne erp oatr* qna'
tf parte.
Ca de Lisboa
Cal de Lisboa aova a 'ti o barril: a' rna do
Apollo n. 4._____________________^_____
Fr-ijd maito iovu 5g mcco
N i armatem do cees Hi de N verobro n. 8ft
Chocolate.
Veiide-se o verdadeiro ehreolate fiesp'nbcl fa-
bricado em Corana psra este clima : vende-se a
808 a"bfa : oa ro_Noa n. 1K__________
Carnuuba
Vende-( cera de earnaaha em saceos, sendo de
soperior qualidade : na loja do Pava roa da Im-
peratriz n. 60, de Gama i S Iva.
Ckacatate pe (oral.
Vende-se o meibor i'b-< peiloral por nio ser /abiieado : vende te a 800
rs. a libra : n botica de >s da Cror. gamos, roa
Hova b. SU
I na loja e arnmeai do pavSo, ra da Impe-
ratriz n 6o, de Gama & Silva.
Fazendas para luto na loja do
Pavo
Vende-se setim da China com 6 palmos de
largura proprio para vestidos a 25 o covado,
I5azinhas pretas lisas, alpacas com listra bran-
ca a \& o covado, cassas brancas com listras
pretas a Suu rs. a vara, ditas pretas lisas e
com s Ipicos vara a 5o rs. ditas francezas
cora listras e ramajeos vara a 8"0 rs., ae
ri preto, alpacas e princezas, mais barato
do queem outra qualquer parte, na Ir ja d
Pavao, rna da Imperatriz n. 6o, de G ma de
Silva. *
PALITO'S DE PANNO A 65
Vendem-se palitos de panno preto saceos
a 6, ditos sobrecasacos a lo5, calca* de ca-
semira prea a 65 e 75, d ta muito fl >as a
95 e .o5, fiuissimos sobrecasacos de panno a
o5 e 2-15, calcas >ie casi mira de cor a 75 e
85. um grande sortimento de celte* de toda
a qualida e e mitras mu as quididades de
roupas qu se vendera mais barato do que
em outra-qualquer parte, na loj e armazem
io Pavao, i ua da Imperatriz n. 6o, de Ga-
ma & Silva.
CH \LES A BENOITON A 55 E 65
Vendem-se os mais modernos chales a
Beuoiton pelo barato preco de 55 e 65, di-
tos de Hieriii liso a 35oo, ditos de crpon
a 75 e 85, ditos de merino com barra a 25
e 255 o, n* lija c armazem do Pavao, ra
da Imperairu n. 6o, d Gama & Silva.
casaquinhos no pavao a 185, 205
255 E 3o5
Chesjararn o mais modernos casaquinhos
ou jaquetas d- grs preto, ricamente enfei-
tadas sendo nns com c mura e outros soltos
conf.Tme se usa ultimameate o vendem-se
pelosbarat'S prec*s de 18. 2o5,2;5e 3od.
na loja e arraazi-m do Pav3o, ra da Impe-
ratriz n. 6o, de Gama & Silva.
Para .aias a 811110 t,s280 e .$500.
Cnegou para a loja do Pav5o nma grande
porc3o de nota fazenda branca especialmen-
te para saias, tendo a birgura a altura sufi-
ciente de urna saia cora um bonito bordailo
de um lado ou urna bonita or.Jetn de pregas
de forma que com 3 l|2 varas se faz urna
saia de um s panno, e vende-se pelo harato
preco de 15. 158o o 155oo rs. a vara ; na
loja e armazem do Pa\o ra da Imperairiz
n. 6o de Gima A Silva.
As sais do iarao a 3groo.
Y ii'li"-*e urna giaoiiH porcao das mais (> nitas
'iias brancas com lidas barras bordadas do co-
re, tendo 4 pannos cada nma, sendo f iz^ufla In-
ti-iramenle moderna, pelo barato preco d- 3^50
cada uma sendo fazeoda que sempre se veuiieu
por rtuij mis dioheiro ; na loja e arm?zem du
P.ivc, na ra da Imperatriz n. 00, de Gara A
Silva.
Corptabos.
Vende-se os mais modernos corpinbos de caon-
braias brauca transparente scntlo iii-aicenie pjida
don e enfeilados por barato pre^o; na loja e arina-
n-m do Pavso, rna da luiperatru o. 60, de "aaia $
Silva.
Camelabas a 3^.
Vendcm s- as mais nui^ms camisinhas com
mangoiti'S tanto bordados como de pregn'niias com
elR|;antes paohos o bonitas abot adoras pelo bara-
to preco de :1 00 ; na loj* e arm>iem do Pavo,
ra d. Imperatiiz o. 60, de Gama & Silva.
GRANDE PE HINCHA
Vestidos a S090
Vend-se uma grande porco de coifs de vesti-
dos de cambiaia transpoarente seodo lodos braocos
e c im lindar b-rrs de coros pelo barato preco de
2 o corle, si nd i fazenda un* sempre se vaiiien
pt>r moitn mais dinhelro e. Iiquida-se por este prp'co
na lma e armazem do Pavo a ra da Imperatriz
a. 60 de Gama & Silva.
Bernardmo Antonio Pereira Bastos.
covado : s na loja do Pavao roa da Impe- ^"SViSan X .IbSe^ueTuo, morado.,
ralrtz 0 OO de Gama f, silva. no termo de Barrero> Sem dnvida segflo al
CHITAS A 28o RS. 8um daqneiles lugares : roga-ae a todas as antori
Vendem-se bonitas chitas de cores e ditas faflef a?5,m com aos capitaesmcampo, tanto des-
rn. ^ i t provincia como a das Alagoaf a apprehensr
roxas com pequeo toque de mofo que se fl0ditoescravo,eotrtglaao Bu .ua D.re.u
garante largar logo que se lave, sendo de n. 3, que recehera a quantia acuna, protesta s*
cores fixas pelo barato preco de 28u rs. o dtSI,e J*eom '0!,os os ng res das leu do imperit
covado paia .cabar: na loja do Pavao roa .ni qnemotiver aculado.
oa Imperatriz n 6o de Gama Silva.
CHITAS DE UMA SO COR A 28o RS. 0 V-*
COVADO. \
Vendem-se bonitas chnas lisas, scndi cor ^-^ *
de ganga, cor de bavana, lirio, rosa c outras !
cores, .pelo baratissimo preco de 28o rs. o
aivado, ditas chinezas com as mesmas cores
e com palminhas pelo barato preco de 3oo
rs. o covado, na lija e armnzem do Pav5o
ra da Imperatriz n. 6o de Gama & Silva.
GRANDE SORTIMENTO DE CHITAS
A 32o E .16o SO O PAVO.
de (ratificagdo
a quem capturar o preto da Costa de nome Jacio
Uto, idade 38 anno, e^tainra ponco meos de re
polar, tem (alia de nenies, bem como tainos or
rosto bem salientes, as pernas Bnas, tic. fogio en?
29 de selombro prniim' passado, levando ve'tidc
caiga e camisa branca, chapeo de copa baiza e dt
aba pequeas. A pnuieira vez que se wadio ia'
Veniiem-se chitas de cores flxas com de- ti!Qlm se.como ,uIro. de Dac5"'e en"Prf"ava--*
onhnc nio;r.r.<,n, ^..^ etB servente da peor,-ir. e em colma ideulieos
sennos inteiramente novos e com os pannos r0Ba-se. pu.s.as autoridades polica e a qua'guor
mu to encorpados pelos baratissimos precos parfeofer a epiara de dito escravo, a ser enire-
de 32o e 3Ho rs. o covado, ditas claras pa- w-a SPU !iPDblir Jso "a Silva Lene, na ma .
dres gradOS e miudinhos proprios para C^ia^o Recife o. 1U, que sera'paga a g alinea
roupas de meninas a 32o e 36o rs. para,
venier barato : na [oa e armazem do Pavo i
gao cima.
ra da laipnratriz n. 60 de Gama & Silva.
CHITAS PARA OBERTAS A 28o RS.
]00#000
Fugio nr, dia 25 do correle mpz de ootubro, do
engenbo Limreiro fre^oezla da Escaria, o escravo
Venoem-se chilas largas para cobertas com os segmnies sfgnaes: eabra fusco, alioiom
pelo barato preco de 28o rs. o covado oor bom CuTpu e D0DI" 8,fQra' cara Deng-sa, baria
S pn,f,7,um T "TPA1* d, SKftrStfBSfPi'S
Pa\ao ra da Imperatriz n. bo de Gama 5: tem os dedos grandes u s pfe mais compnd.s,
Silva. | nm pouco gago, cem i Igumas deatrizes v^lhas de'
LAZIXHAS A iOO E 'OO RS chicote ua.- eos US em uma pa' e em nm br;:co
Vendem-se as mais bonitas laazinbas ma- Ke>mio, camisa de a g.oao da m-ta on aig-.dozh
izadas e (le list s mai5 monWn-w !nbo, cica e paletot i> brimpardo.chapei.de ae-
h a i i ",0aernaS e ma,S I preto, e lava vara de rarreiroqne e sappoe-se
DonitOS desenhos pelos prCCOS de 400 e 500 ter ido as.-eotir praga como v-dootario : recom-
rs : na loja e arm-zem do Pavao ra da menda se as pts-oas enrarregadas oo ricroiamen-
| to e as uloridad'S ooliciaes eoOl e>i.ecia|idade ai
Imrerariz n. 6o de Gama Silva.
ALPACAS DE CO-tES A 'OO RS. COVADO.
d ) Rio Formos-., Una, Agua PrMa, S. Bento o Por-
Escrivo fgido
No dia 23 do crrente, ao:-pnt"U- 2;000
Vende-se tiren a 24 a arroba e em barrica por.
moito mtnoj : no armaren da bola amarella m
oilio da secretaria da poli' ia.
Chocolate.
Vende-se o verdadeiro chocolate fabricado em
Cornoa, multo peiloral 800 r. a libra : na roa do
CabTTga. loja d utiodezas de portas o, I A.
p tassa da Rassia
E' a qoe se ande por preco o mais barato por-
que a mai nova que elide no mercado cirenms-
tancia essenclal q-ue este artigo demanda para pro-
dozr o ff lio de.sej.ido, A vista qne aprsenla a
barrica qoe a conim confirma o ler ehegado ao
mercado mais recentemente powlvel : no a*ma-
zem daassacar de Jo ^ da Iva Loyo Fi/tio & C.
~GaT~
Na ra Dtreta n. 53 vende-. gaz llqcldo de
1'rjoalidide a ICO r5,a garrafa, em iila?.8800.
GRANDE PflI\CH4
Vestidos a *2->oi)0
Vende-se uno benito sortimento de cortas de ves-
tidos de cambria transpone com niuu.i fantazia,
sendo brancas e d- cores eom bonitas barras, pt-iu
barato preco de 2A5O0, sendu fazenda qne sempre
se vendr por 64 o 7. e uqoda-se na loja e ar-
mazem do Pavo a roa da Imp-ratriz n. 60 de Gama
& silva.
ihMWE l E HIV H\
Cortea de Ifi-i a 4^i0O
Vndese um% grande unreao dos mais bonitos
enres de laa com lindos lavore iuttisados, leodn
15 eovados cada corte e vmdo cada um em seu
papel, pelo barato preco de 44 o crie, na toja do
Pavo a ra da Imperatriz o. 60 de Gama A
Milva.
PECHIDCH4 4 40 JtEIS
Murulmas de lia
Pelo oltlrao vapor ebi*goo am gr ode sortimento
das mais limas muryulinas do la, sendo de uma
s cor, pnrm eom as liodac cores azal, magenta,
buolna, roio ete., tendo largara de chita fraoeeza
e vende >e a 640 ris o eovaoo na l<| do Pevo a
roa d* Imperatriz n. 60 de Cima & Silva.
VonHuir. ca ma. h/mii.. i-..I "_. ',0 Cilvo e a ooira qualquer pessoa a app-phenSo
Vendem-se as mais bonitas alpacas do cores ; 0u dlt0 e5CraVi P emrega-io no d.t.. engenho, que
eniesiadas C m bonitos desenhos miudinhos : recebera' a granflcago cima. O escravo cbama-
lendo entulles de todas as cores pelo barato se Francisco.
pr co de 5oo rs. o covado, ditas lisas escu- j
ras e claras senilu todas de cores modernas
t 64o rs. o covado, ditas ljvradas, as meibo-' ,
n ;. m ,a _- j abano assignaau o sea escravo Trai no. mulato
res e mais modernas oue teem vindo ao mer- CUD os 8'gnae> seguintes cab los de cabocio, ca-
cado: sendo havaua, lyrio, verde, ZUl e ra. Ib manro e alio, levou calca de brim pardo
outra cores, que iujitem a seda, ^elo barato lls". eamisa de algodao-xlnbo, c thapdj de palha,
preco de 8oo rs. o covado, pechincba: na "l^I010* 3Ddar ",e*ro1 DHSla M**\e feo^ a"e-
loi-i a m,nm a n...?! j i i baldes : roga-se a todas as autoridades poiiciaes e
loja e armazem do Pav3o ra da Imparatria mesmo a quai,uer ooira pessoa o aprehender e
n. DO de Lama & 5>;lva. entregar ao alano as.-lgnado. ra da CiU n. 34.
POIL DE CHVUE.
Chegou neste genero o melhor que tem
viudo ao mercado para vestidos com lindas
listras de sed-i ou com bonitos lavores da
'esma que se vendem pelos baratos precos
de 8jo, tSooo e !58o rs. o covado: na loja
do Pavo ra da Imperatriz n. 6o de Gama
& Silva.
VESTIDOS DE FANTAZIA A 8$ooo E
lu5ooo RS.
Chegaram os mais bonilos cortes de ves-
tidos de fantazia muito proprios para passeio
e soires, por terem lindas barras de seda
e vendem-se pelo barato preco de 80 e fot
cada um na I ja do Pav3o ra da Imperatriz
n, 6o de Gama 4 Silva.
alas a S#0O rs.
Veuilem-so bonitas saias escaras p.mprias
para uzar em ti-iupu de vern por cauza da
poeira e principalment? para qaem for ps-
sar a Cesta no matto, pelo barato preco de
3lor)o cada uma, ditas brancas ricamente
bordadas teudo i pannos- cada nma pelos
precos de H, 60, e lo0ooo rs:: na loja do
Pa o ra da Imperatriz n. 6o de Gama 4
Silva.
Vestidos branca a *4f coo.
Checaram os raiis lindos corles de cam-
bria branca transparente ricamente borda-
dos que se vendem pelo baratissimo preco
de 240ooo rs. na loja e armazem do Pavao
n. 6o de Gama Silva.
e
ignndo. ra da Cm n. 54,
I ou na ra do Cabug, loja de quatro pu-us da
Aguia de Ouro.
__________load AI ves da Silva Guimarei'.
Fugio no da 3 do c rrnle de roannia. nm
mrleiioe crioolo por nome Custodio, naioral do
Maranhao, tem os signaes seguintes : idade SO an-
nos, ptoco mai9 ou menos corpo regular, cara
cnaia, nariz chato, b cea grande, nonas cmprl-
das as mos, giff'e actualmente de orna tssB
muito forte, levoo tan smenle a roopa do corpo
que orna jaqoelinha pr. la de panno Goo, ralea
prela de caseraira. ccsiuma andar com 2 pares de
calcas : quem o achnr fira' o favor levar ao sea
senh-ir morador na roa do Queimado n. 30, se-
gundo andar, un na ra do Crespo n. 16, pnmeiro
andar, qoe ser gratificado.
Fugio de casa de seo senbor o barharel Na-
bor Carne.ro Bjrerra Cavalcanti, o cabrinba Cbrls-
ijno, de Idade de I2annns, rosto largo, i Ibosgran-
des e bonilis e algama cousa^rff jrcadj do corio,
o dpve ter urna cicatriz em fim dos ealcaobares
proveniente de om golpe de Mee, tem mi nesta
i'ilade fui comprad] ao lente coronel Sitviqo
Guilherme de Barn-s, tendo pertencido ao Sr. Sil-
nervino de Scuza Leao, morador em Jahoitloja
Saem o aprehender e o levar aos qoat o cantos d
oa-vlst sobradj o 1, qoe sera graiiflcado.
Foh-o no da 23 de nombro prximo passado
o escravo pardo de nome l,uiz, eom i6 annos de
idade, bailo, corpo regular, pooca barba, pea bem
feitos, bem fallante e com uma cicatriz abaixo rfo
nlho direito : qu on Hptci> a ca.*a de son seohor a esquerda io
qaartel general oa a roa da Croi casa de l Su da
aiiva Faria i lnoao, que sera' recompensado.
Mova* bar eses de seda a 4oo r*.
Cbgno ama grande porcao ile lindissi-
simasb reges de seria eom os mais delicados
gustos sendo fazenda muito propria para
passei >s, partidas, etc. Vendem-se pelo ba-
ratissimo preco de ioo r?. o covado na loja
e armazem do Pavo ra da Imperatriz o. r>
de Gama Silva.
P-chincha em casimiras a 1$606 sda
Pal
Venle-se urna gradde porcao de casialva *aai
riores enfc.sta.ia, sendo nseoraa e alegres prprins
para calca, Boie-tots, enteres e ronra* para rnetl^
nos pelo baratsimo preco de 1*800 o covado oo
a J58O0 o corte d ealca, grande pecbincba' na
luja e armatem do Pavo : ra da Imperalriz o. 60,
J de Gama & Silva.
de gratlficacS
Contina anda rugido d-sde o dia 20 de^nlho
do correle annti b escravo Vicente, ^pnr1 aMinrra
Canualba, de 40 annos, ponco mais, 'oc5o Ango-
la, altor regalar, secco do norne, pero Inis '
arqoetdas, sendj orna mas do oo* eoire, que da
logar coso o andnr dar grande bataneo cnaotnh
oo, rosto compndo, pooe-i barba .rnente oo qnel-
xo, e tem na sola dos ps algnns erfMei e as Ba-
,i*gs algo mas t otosdes proveniente de castlfoj,
rmuilo ladino e ioiitala-se de ferro, leven bs-
tanle runo e nstomlsol pof' cima das caica,
cbauo de bda on de palha de at< mm-r, larga*,
guarda sol de seda j veiho ; so'ppe- qoe ande
nos arranaldes dosra cidade, e com nma carta fa
f a, pe. qoe no lugar Macaco ja* elle U preo e
iK.sto em liberdade em virtnde da mencionada ca*.
ta : recommendase a captara delle, dano-sa
graiififagao aclms- a qnem leva lo a ua da Cader'a
do Recife a. 27, s gando andar.


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Miarlo de Peaiia tftuarU lelro de Xortmbrm de 1867.
'<*>
mmuimui.
CAVARA DOS SUS. DENTADOS.
SESSAO EM O DE SETEMBRO
fRESlDENClA DO SR. FAMA (vICE-PRESIDENTE)
(CoDtmoacii-.)
O ;n Correa das N'eves : Sr. presidente, pare
re >|ue. Mu fu infelizmente, vai-me cabeodo era
s. re o ap oveitumento dos mlout s restantes da
Dea entender que nao quera qai o |ary ja\ piado na fulha dos aposentadas com o ordenado al)
(asse o fac- preso ao allgalo e pruvado, e'sujel- delermiaado, o desembirgidor a quem a asesina
to aseverldade da le, mas regulaado-se por certos diposieio se refere.
intresses, por enras circunstancias que podem
variar arbtrarlajjnaate. Nao posso adraimr serae-
ihaote principio.' Qjando se trata de reparar uma
ofsusa da oilurez da injuria o no*so legMIador
multo previdemente nao quiz qae se adantlisse
prova. Cono aceitar para tal un trihun.il que
jnlgue arbitrariamente ? O legislador qulc que
provado e cnrae e sea aotor, a lei eahts'se infler
vel sobre elle.
Se o jury por saa instituicao, pela natureza dos
norte
todos
fcreves uiuuieu os com t > recondene que nao merece mais. Nao tenho pre-
linces a crear crdito de poltico, aancelro, eru-
dito ou Inralo, fallo nicamente pr desencarre-
tar a raraba c.usciercia, para manifestar os mea*
l''nsameat'W coto a nimba inopia roe auxilia (o80
.\eado-), e nio quesles nio discutidas, e por isra
nao faca qoe-to de lempo e oem de occasiao.
Sr. presidente, com bastante acaobameolo que
ebfo ni presente qaesto.... .___...
O -n Aritides Lobo :-Nao apoiado ; compe-
O Sa. Abusa das Nkves :--------por qae o meo
nobre colHga por Minas, quando leve occasiao de
I.liar entra o projecto colloeou a qoestao sob o es-
ijnlarie sympatbieo do partido lioeral.de
ijih deve prodazlr acaohamento a miro e a
agalles qae professatnos Htoaes principios, se nao
t..rraijs a fortuna de combinar com S. Etc., e sus-
tentar esse projecto coja doolrina, disse S. Etc.,
foV acuelles priacipios.
Acosiamido de looga poca a considerar o meu
v -b-e collega como o protolypo do liberalismo, eu
j-s-.jnB maito das mrahas opimo;s todas as vetes
i; je e.-ias nio vo de accordo com as soas, por que
pens que uh engao na aprocwco das quesiois,
-u>i..ntiodo as menos hbaraes, aqu-llas que uHeo-
.letn ao dogma do liberalismo ; e avmta anda mais
:; minha descoofianca, quando me vejo, ba eous
.yjoi.?, momentneamente, crelo eu, arredado das
F was qae commaoda S. Etc., fileiras cajos solda-
dos a lodo o momento, em todas as occaio:s nos
censan de nao liberaes, de dissiaentes e repro-
VildOS.
Mas, Sr. presidente, a diversidade de opmioes
yue ienho visto sustentar naquellas fieiras, me
ica persuadido a ir attendendo em pnmeiro logar
ss miubts conviccoes e as minhas creucas.
O meo uobre collega acaba de dizer que eslava-
oos na oeeasio da liquidarn do pruitressism oo
;a liga, e que S. Etc. a retirarse desia associa-
t,a.i cua os seus capitaes, e assim s me resla fl-
or com o> meos, e des amigos rmes.
E' bem p-.ssivel que S. Etc. xombava quando
"I dirse, pois que nao posso crer que os capitaes
yin que o meu noore collega eutrou para a liga
ijs-m iAj poaco avultados com. esl nenie e discuten ; mis devo sappor que elle fal
i m sTit., e s nao qtvz manifestar a importancia
de seas capitaes.
SeMor, do qae se trata ? Procurase por veu-
l ,a pear a liherdade da imprensa 1
O Sa. Toscano de BRrro:Nao, de certo.
.0 sa. Cobreia das Nitbs:- Procura-se porven-
ipri luuUar esa liberdade tao ampia, cuja nimia
.-.molitude n6s todos reconhecemo-> que exi=te no
i:os-o pa 11 C-rtaraeote que nao...
O Sr ALBuotriEBOtF. Mello: -Eu creio que siro.
Su. cottREt* bas NTts:... poi* o pr.jictu
i^am teade a crear novas peuas ou augmenta-las,
< a^ui a apresentar no vos embaraces ; o projecto
in uoicauente por Bra noiformisar a juri-pru-
tjeucu a respeito dos crimes de liberdade e ira-
ti"Qa, fater deap,oarecer a opinio errnea, que
'.Bire alguoj vai surgmdo, sobre a competencia d
jaio .: fonnt do processo de tae< crimes, que ba
CDUito esto determinados em lei do palz.
i' lano ja vemos que se o meu nobre eolleg
ctu oo pensa que os principios liberaes eslo of
focu,* por esta doutrina consagrada no pr^j'cto
fli esta em discn-so, ja o devia ler pncalo ha
luito i-mpo, e S. Ex-, qae ba set-* anor.s, pelo
a-i'0>, lem assento nesia casa, ja devia ter encon
nal i urna occasiao para pro.e-iar contra essa le',
.(de i't-cu'ada geralmente e.n todo o imperio,
i:um etcepeo de uob ou ou ro magisiraio.
W *, portaaid, que nao se trata de resino
gir a liberdale de tmpreosa, que nao se trata de
crear uroi nova penalidade, a questao 6 umea
i'.'-ni'a competencia de tribuna!, unieaict-nl
Oe jorisdie^ao.
J. su v qa% sendo a questio de lo pequeo
i i iii-uii, <|ie nem olIrode aos direltos lodividuaes
e u-.ra olTende a liberdade de imprensa, como
ij'ie na poda, nao dlrei c-mstilur, mas fazer par
u d-s captU** cooj que o meu nobre c>llega en-
ir"ii para a l-gi, e que, retirando s, pr icm-a con
iluzr c.nn tod-i o cuidado, como devo ler efJ'el'va-
;:"'i.!e quem urocura gilvar sois preciosidades?
A preclosidade da liberdade de imprensa nao
t ert'Oca etciusivamenie ao n>bre depuudo.
Sean..res, colloquemos a qoestflo no seu verua-
i i-nou i : o que cumuri saber sesera,
am< coaveuieata coutinuir no poder das autin-
I i>1 !.< n iliciaes, dos magistrado*, o joLameol diw
iTi n -s 1^ lio-rJade de imprensa qoaoto as inju-
rias, i a ,-e devem ser julgados p-lo jury. E' que-
j de jurisdic(io qaestio de ci-nvenienci
ije jiinsjirca i. Porque innus senhores, tama-
Oha Ceieama contra qu->lquer oeste iribunaes f
S::o duviia nenbuoia, porque uos ciuti-io roe-
0 .-1 jury, ouiros ccnliam roen.is nos manistra-
d s o oh plioa. Eu pela minha parlo entend'
que c-io uns ? nm oairos sao (asios, que tanto
ju' c"mo acola'ha seus dtleui'S, ba-eus vicio?,
v>a eos enes, ha muua cousa a coingir e a
:\: etfeicoar.
A un o lira nscessidade a meu ver, seatiores,
ti*. liMiraliitade; emqoaulo nao hiuver ronraiidade,
ii manto u<> paiz oo se der a verdadeira iropor-
wq u, u verddeiro aoregoque d-"om ter os direi-
los doscidadaos, eroquaniooi principios dejustica
na i f.irem muiti e Beimeiite r-sieiia-lns, oera ma
c Irados, o>*m palela, nem tnoiaae*, nem jury,
>. nd. f*ter jusilla ; roas qu-indo o resuelto
p.' oireii ,s iio cidadao, o re-peiio a opiuiao publi-
>:< moralisada, petalecer no patz have.mos de en-
l ^r iii-Ufa quer nis autonda-les -piliciae-s de
c niaaca'i d.i goveroo, on de olei'ja, iuer na ma-
gisiri.ira equer no jury.
P-.ii"i1o eu assim, o) p?-i fazer qaesto da
i ireau para esse crate seoo em atieocto as
Ki.r.i^-ii-, ai conveniencias paruealares o publi-
ca- io p -sso e o rm devo levantar da tribuoa do
fiirlam uto esi descoo6anca nem contra os cida-
o- q. eXTCem os carg'S p illciae, era contra
rri-giMiado, nem contra is ma>s respeuavel e ap
pii-CiavH de oossos tribuoaes, o jo'y, porque reco-
uh fi que Pelos sao cirtaiaos que hao de elar su-
i |i s ao d>-[rito enmmum.
Qj-I > n", meas seubures, o Iriboaal mais con
i uieute para julgar es8 crlm''^ f Do ueuhuui
-: IIm deseofjfi procuro nnicamenlB decidir-me
. : f vur dqu-He qne roaior iuteresse pruroet-
i- .io que tiverem de recorrer a elle ; qu*l
rjeiles era*? Sera' porveotura ojury,cuji* r-u
rj6-. sao peridicas e que em certas localidades
, O -r. Meira Vaso rcbllos : As vetes nm
ttu a.
O -r. Correia das Neves:...e as vez-s nem
cirai ci.au bbiu diz o roen nobre colega? S-ra'
a vie t'ibunal a que devemos croBrf a rapara
; i- d-..-a/travo de ama injuria qui o eldadio
* f -, injuria que raoilas vezes ine vai ferir n i
punid raciot Cerumente emendo que n">, porque
Obrijucio do leiisiadi-r dar ao offeudido ura tr-tu
cal qu niais pr-impiuuente Ihe as-egure U'ua sa-
ij,'^a pe* (Irosaque iiver recebido.
U us senhores, en pudia abundar era ontas coa-
Si lera^-, eu poda mustrar que m h/m-nt.- eo-
l-e uOs noje os cidados qne ao sorteados para
co.npor o jury, procuran em soa mai n parte
.'-r dar-^e P'ir todos os meios desse trabaibo que
C es considerara como om onas gravsimo, e que
rjj .ii-irahe de seas ioleresses...
E de miis, porque havem >s de sobrecarregar nm
t fuial composto de cidadios atarefados com seus
n vKios e oolras obrlgages com o julgaraento de
Ciiine', que podem mono fcilmente s-r julgados
V r i iir.i- juizes mais desembarazados e mais
pr roptiw t
O Sr. ALauQueRqut Mello:Bem desembaraga-
d S que -;io ""OS I
O r.. Corhba das Nbvbs:- Se argutnentarmos
i..o i.i-.s, cneiiaremn- a condemoace de todos
os tilounae.-., pjrque inf'lizmeote a m->rali"lade, o
aaaor, \ |aMie, o respailo to ir-iio individual,
pao xici-m a divida pressao no espirito de al-
fj'is borneas, que teto a sea cargo a mi-so de
1 ilaar, guamo para desejar.
Nniaue-n ma provara' que o vicio exclusivo
tiBiri do luir l gade, nem do juiz cidaio ; em to-
Cj* ha infeiitmi-ote mais ou meons d.faltos.
O o ibre depatado por Mina-, qoando su>teotava
buoal mais como-teon para desaggravar a bonra
do cidadao i (I-nli Jo pela injuria.
M-us senhore, somos sempre inclinados a nos
deitarmos dora oar pelos seotimentos do coraco
a favor de qoalquer individuo que se aprsenla
como r >, roas enrapre refleclir qn esse reo sig-
nidea um crime, e o enme urna off-osa a um ci-
dadao, e que nao devemos t-T mais benignldade
para com aqoelie que offaade, do qne para aquel-
lo qne foi c-IT-ndi lo emeu direito. (Apoiadus.)
A liberdade da imprensa, o paladio santo da li-
berdade, oo pode dar jams proteccAo ao deiric-
tor da hoora do cidado, qae as trevas crava o
punbal envenenado. A liberdade oa Imprensa,
com que o ci<1aoo resgoarda-se dos abosos do po-
der ; nao pode servir para se devassar a vida in-
tima da familia, para cobri la.
O nobre depntado por Mroas, para dar forra aos
seus argumentos, citou o eteraplu de om honem
qae por nm processo de injuria fdra victima de
persegmcSes; e accrescentoa qae o escandal
chega ao ponto de se especular com processos de
iujarias para se tirar proveito. O nobre deputado
desconbece qne em opposiuio a esse facto se apre-
sentam milbaresde outros occorridus tanto na edr-
te ^oro as provincias, de individuos que vivero
exdasivameotedo servico que prestara como testas
de ferro a todos aquellos qae querein injuriar a
ouirem sem responsabilidade ?
Proieger a esses lodiviiuos que assim mercade-
jam lnrpemante com o crdito aibeio, seria, alm
de immoral, aoti-politico ; porque, quando o indi-
viduo corrupto v nt imorensa o ciialai nivelado
com elle, certameote diz comsigo : aqnelle nao
mais repotado que eu, somos iguaes nestaopimao
da irapren-a ; portanto, perde os estmulos para
corrigir-se. E' om grande mal o abuso que se tes
feito da liberdade da imprensa, a impunidade qne
Os injuriantes teem encontrado nos tnbunaes, ou
lo ai a agide dos testas de ferro, e nao menor o
que praticam rouitos cidados offenlilos, qae, en-
contrndole nos tribunaes com testas de ferro, to-
mados de asco, de?lstem da aecusaci i.
Mas, qQai 0 resultado ? Pergantai a' mxima
parte do oosso poo que eonceit > faz dos homens
que teem oceupado po-iydes nota veis no paz, ami-
tos dos quaes, faecendo, nem pao deixam s suas
familias ; de dez pessoas a quem vos dirigirdes,
talvez que oito vos responder., que esses n irosos
eram improbos, e se locuoletaram cora os dmh-i-
ros pblicos. E como se forma semelbante joiz?
Pela facindade qae os detractores encontrara no
jornaiismo para atacara nonra de seus adversarios
polticos.
Eu nao ulgo que o jury seja inespaz de con-
demnar esses criminosos; mas c certo qae o Jury
era sempre pune os crimes que emende de pol-
tica ; ha sempre lo ga demora entre a perpetra-
cio do cnrae e o seu julgamenio, que assim per
de a saa efflcacia, e oflarece occasiao para oespe'-
tarem as sympatbias dos jalgadores. A era di-to os
olleodidos, recelosos das d-l ingas originadas as
tricas Ja chicana, preferem deixar impuae os seas
detractores ao incora nodo de os processarem. To-
do isto immoral e pengoso.
E porque htveria mus imouoidade ou menos
respello a' liberdade, sendo o processo ju'gai i
pelos magistrados do que sendo o pelo jury '? E sas
autoridades sao uno garantas para a coudemnaco
Jos d-linquent-'S ?
O Sr. albuquskoue Mello :D go que nao.
O Sr. Cobbsa das Neves :Euto o mal est
nos homens e uao uus tnbunaes. Se os magistrados
se arriara em taes coadi^es, como esperar que se
orgamse um jury com homens que offerecam essas
garantas ?
Nao e sabe que as corpracoes, por estar ares
pousabilidade de sens actos dividida por mnitos,
e.-crupuloam meo >s em praPcar actos iojusto
princip-lo-ente nao contando com a respon>ab Cade d'elles ? O. magistrados ao c-ntrario, teem
respoo-abiiidade que se Ihe p le f zer eff-ctiva
i nmediatarneute. Se duvidar se para crimes desta
ordem d> serie das autorilade-, qu- coroeca no
joit processame e vai terminar j i ultima instan
ca, nao sei n le se encoutraro bomens de ja-U^a
e era ora inbunal que in-pire conflaoca.
Ja v, portanto, o n bre deputido por Minas,
que tanta garanta existe no Jury como oas auto-
ridades, para j'ilgar os crimes de que se trata.
Eu quero que cootmue o jury a conhec-r das
quesioes que pdera jugar com a seguranza e li-
urriade dos et talaos qae actual neme ihf sai
conimeitidas ; mis em qu->toes dess naturea
nao ha raza para se entregar o julgaraeoto ao
jury, oodo tanto doraioara os sentimrntos de phi
autr-ioia e corapait.io, oade os reos de rriraes que
nao olf-ndem a vida e a liberdade do cidado de
parara serapra a capa da in u'g-ncia.
Sr. prndente, a hra e-la'dada, on drei
V. Exc. que tiuna muilo mais consideracrjes a fa-
zer, o.i, nao sou copioso, mas aiala lena algumas
refl-xoos que reserware para outiodia, se amia
me councr a vez de fallar, antes das quatro ho-a*
da larde. Tenho concluido.
A discussao dea adiada pela hora.
Dada a ordem do da, levanta-se Ja sesso s 4
horas da tarde.
SESSaOEM fl UESETEMBR).
PRESIDENCIA DO SR. S1LVEIR* LOB I.
As 11 ora e :i,i tmU a ctiama i veriQcoa se
havor Dum-ro snlllciente de senh res deputa-
dos.
O Sr. Secretario da' conta do segainie
EXPEDIENTE
Sete offlcios do secr-iari. u i seal participan-
do que por offlen.s ds miaistenos do imperio fa-
zenia, ju-tica, ma-inha e agricultura cnnsuu o
ine>mi se.uado q >e S. M. o Impera lor c raseate as
seguiotes resolui,es : Io, mananlo matricular e
aiiini.iir a exame as (acuidades de medicina do
imperio vanos esiudaotes'. 2*, c nciJeod. diver-
sas pen-8-.s; 3*, cmi-edenoo caria de n*mrali>a
gao 0 cidado ruasile ro a alguns subditos portu-
uezrs ; 4', iseutando de direitosde i'i.portacao
os materiaes impnfiadis para a con-irucfo Ce
doas pooles de ferro oa provincia da Paranyba ;
5a, cooceleodo u o auno de iicenca cora lidos os
seus venciineuios ao juiz de direito da i'oiuari'a de
Oolras, Dr. Jos Luiz da Silva Mrara ; 6", fazeu tu
_a i: i;,-i' i'- ao secundo uffl'lal da secreta ia da
atiriciiiiura o b*coarl Leopoldo H-onque Ca tri-
lo ; 7', maoOando matricular no >rnoeiro anuo da
escola je marmita o estudanle Jo Luiz Campos
di Aiuaral Juuior. luteirada.
Qoairu do inesino seeretano, participando que o
seuado adoptou e val diriitir a' sanc^o imperial as
resolui;6es approvando pan-oes e mandando matri-
cular varios estodant-s. -Imeirada.
Outro da presidencia da provincia de S. Paolo,
enviando dous exemplares do relalono apieseolado
a' a-rcnti a lesislaliva da niesma provincia, tur
occasiao da abertura de sua sesso ordinaria,
qu leve lugar a 12 de maio prximo fiodo.-A ar-
cmvar.
Un reqnerimeoto do padre Amonio Ca-tam da
Fonseca, fazen teiro ou municipio de S. Paulo de
.Mirian, provm la de M para dar impulso a trabaino livre naqueile muni-
cipio e em out'os que ine coovier, rom isengo d
rei.rutameuio.a' commisso de coramercio, in
do' na e artes.
L-se, julga se objecto de deliberagao e vai a im-
primir para eutrar na ordem dos trabalbos, o pro-
jecto segrate :
< A a-setnbia geral resolve :
* Artigo uuii.-o. Fica o governo autorisado a
realmiitir ao quadro activo do exerciti o tnente-
coronel graduado J do de Sou>a Pagundes no p sto
era que fi reformado : revogadas as disposic5es
em contrario
i Sala discommissoes, 21 de seterobro de 1867.
--J. Madureira.l-i loro Jaoseo Pereira.t
L se, julga s- obj-cio de dellbeia;o vai a im-
primir para entrar na ordem dos trabalbos, o se-
guate projecto :
t A a-seinbia geral resolve :
t ArL !. O ordenado do carcereiro das cadeias
da cidade de Sanio Amaro, proviucia na Babia,
Oca elevado a 2 X)4
t Art. 2. ttevogam-se as disposicOes em < oo-
trano.
c sala das sesso'1.;, era 1 i de setembro de 1867.
Francisco Sodr.
L-m-se e s m-peasadas da imprc-sao, a pe-
:i pretor-ocia do tribunal do jury para o (nlgamen- dido do Sr. Souza Garvalho, as redacedes dos pro-
Ij daaM criineg, dava como razo nao a maior jectos appr. vando varias pens5es, e cm-iderando
garanta que all encontr o nfi-ndido, mas o arb- c mo permanente a dipuicio do art. 3 3' da le
uij q o jury poda exercer. j n. 23 de setembro di 1837, aflrn a ser conlem -
ORDEM DO DA.
Entra em discusslo, e apprjvada sem debate e
remetuda a commisso de redaceo, a emenda ap-
provada pal senado proposia do poder execntivo,
convertida em projecto de lei, Bxando a despeza
oreando a receita geral do imperio para o exer-
cicio de 1867 a 18 8.
O Sr. J. Madlreitia reqoar qne a redaego da
sobredita emenda seja dispensada da tmpresso,
para entrar immediatameme em discnssao, logo
que (r apresentada.
Eutra era 1* disca-s>, e a reqnerlmento do Sr.
11 itisbona coasidera-se nica, o pr.j-cto que auto
risa o governo para conceder carta de naturalHa-
c3o de cidad.io brasileiro ao subdit portuguez
Agostlubo Antonio Pestaa de Frenas, residente
no termo da Leopoldina, da provincia de Mmas-
Geraes.
Veem mesa, sao lidas, apoladas, e'entrara coa-
jaactamente em diseassio a* seguiotes emenndas :
Igual favor a Jos Joaqaim Pinto de Siqaeira,
subdito portaguez, resideaie na provincia de Mi-
nas.TeixeiraGuimaraes. i
Igaal favor ao subdito poMoguez Thotonio
Jos da Silva, morador no termo de Itapetralnga,
na provincia de S. Paolo.Aodrade Machado.A.
Brasiliense.
< Igual favor ao subdito portaguez Boavenlura
Birges Pamplona, residente no Rio de Janeiro.
F. Vianna.
i k'ual favor ao subdito portuguez Joaqalra Jo-
s de Figomredo, residente ba maitos annos na
cote.Pereira Lima.Cissiano. >
Igual favor a Aatonio Esperaiea, subdito ita-
liano, re.Mdeole na cidade da Parahybuoa, provin-
cia de S. Paulo. Ara-rico Brasillense.
t Igual favor ao subdito portugnez Joo Felippe
Figueira, resnenlo na Parabyba do Sul.Marlioho
Campos.
t lizual favor a Theodoro Vermann, residente
em Mraa-, termo de S Jos d'El Ret, casado com
brasiieira ecom Blbos.Cas-iano Bernardo. *
1,'oal favor a Francisco Isidoro de Soulj ami-
go op-rano do arsenal de guerra. -Mello Alvira.
Ignal f vor ao engenaeiro civil Guilherrae
2irameler, subdito prussiano, residente nesta corte.
Fialbo.
I lera a Joaqaim Jos de Flgaeiredo, sabdito
portuguez, propnetario, casado e residente nesta
corte. Fialho.
O mesmo favor a E luardo Augusto da Silva
Percra e Abel Casimiro '".i te Real, Ptnugnezes,
residentes na provincia da Babia.Spinola. >
< Igu.l favor a Joau Cesanno, subdito italiano,
re-id-oie em Minas.Amerito L bo.
. t llera a Miguel Ribeiro de Sa, faiendeiro na
Parabyba do Sal ; Sebastio Gomes Saraiva, resi
dente na Bempota ; Cypnano Jos Correa da Sil-
va, residente na Sipucala.Pereira da Silva.
Igu.l favor a Autonu Jone Pereira Cibro, ci-
dado portuguez, resldeute no Rio de Janeiro.C.
Pinto de Figueiredo.
Igu*> favor ao padre Jos Joaqaim de Sqaei-
ra, residente em Miuas Geraes.T. Guiraaraes. >
a Igual favor ao subdito portuguez Jos Alves
da Silva, residente nesta certe.J. Madareira.
Niguem pedrado a palavra, e pondo se a votos o
projecto, approvado com todas as emendas, e re-
meiiido a commisso de redaeco.
Entra em 3* discossao o projecto qae cri am
coiiegio eleitoral no Brejo-Grande, provincia da
Bahp, em o qual vutaro os eleitores da freguezia
de No>sa Sranora do Allivio do Brejo-Grande e S
Sebastin ao Siocora
Ninguem pediodo a palavra, e pondo-te a voto;
o projecto, approvado com todas as emendas offe-
reciias oas sessrj. s antecedentes.
Vem a mesa, lid, ap dado, e approvado sem
debite, o segrate requenmento :
< Requeiro que as emendas sejam redigidas em
separado.Ilorta de Araojo. t
Seodo adoptado o projecto, remettido com as
emendas e o requerimenlo a commisso de redac-
Qo.
O Sr. I* Secretario, obleado a palavra pela or-
dem. procede a leitura da relacco da proposta do
giverno O tao lo a despea e oreando receita ge-
ral do imperio para o exercicio de 1867 a 1868 ; a
qual, entramo em discu sao, approvada sem de
bate.
O Sr. Presidente declara aae vai se offliiar ao
governo ab i oe saOer-se o da, bora e lugar em
que S. M. o Imperador se digoara receber a depa
taij'io que por parle desta cmara tem de dirigir
ao me-mo augu?to senbor o decreto da assembli
geral que fita a despeza e orea a receita geral do
imperio ; e m ueia para a mesma deputac > o
Srs. Ui,.[i-ta Pdreira, Jiueu Pereira, Sodr Pere
ra, Lyioreoco de Aibuqu^rque, Pedro Lto, Bar-
ro.- Pilueutel SI II i C ivalcautl.
O Sr. Io Secretario uniendo a palavra pelo o'-
dem prucede a leilura de am <>fflclo do misterio do
imperio, deCiaraudo que S. M. o Imperador rece-
bera oo pac-i di cidade, o da 22 do crreme, 6
urna bora da tarde, a depuiaco que tem de pedir
ao mes no augusto senbor o uia, ora e logar para
o sncerraraobt i da prseme ses-o da assembia
geral legislativa.Fica a cmara loteirada.
Erara em 2* discus-o o projecto declarando que
os lentes da- fa:ul .ades do imperio que contaren
mais de muta annos de servido sera jubilados
quando requeirarrj, com lodoso seas veo<*imeotus.
O sr. Araoo e Mello faz algumas considera
c5eS.
Vem a mesa, lida, apoiada e entra conjuncta
in-utl era discusso, a seguale emenda :
t Se passar o proj el >, seja o seu favor exten-i
vo a todos os erapregadis que accnrauara gratiB-
cavO's aos ordenados.Arago e Mello. >
O >n. Oi.eario : -Sr. presidente, o nobre de-
puta io pea P.raoyDi, encelando a discn-so do
piojecto soore ajuoilaco dus lentes das faculta
des ao imperio, uo se d-clarou era oppo-ifio raa-
oife-u a materia do mesmo projecto ; n-m era de
esperar que o 0esse, por ,uvito, iiiu-trado como
e amigo da instruc^a i como sao tutos qaauto re
coohecein a >audav i e podeosa infla-ucn que el-
la Ierre Sobre os costuraos u sobre a civili-acSo,
oo poda dallar de >er favravel ao m gitsrio,
prot-g-ndo-o antes do que criando embaracos ao
iiieinnrairiot > d Sua sorte.
L'ma Voz : -BU" failou contra.
o ^r. arljo Barr s :Mo-troa-se amigo d
jUSIiCa.
O r. Olegario :Nao poda por maneira algu
ma quere couiranar o ooaelicio q te cora o pr.
jecio se preteude fazer a uuia -dislract classe de
tervidure- do estado, pois qu.j nao ha quem desio-
ub-ga a imperiosa e urgente aecessidada de retri
buir-se ra-lb .r u servig prestado pelos fuucr.iona-
nos pubnejs e n geral, e e.-.-ecialmeort por aquel-
les que,como os leules, eieriem fum'QSeS dilHceis
e de mcont esta vel iraprtancia ; levado, porn,
pelo desejo oatural e 1 iavavel da ao mesmo lem-
po acculir as |u?tas reclaiuai;5-s que de lod is os
lados apparecem para que s-jitn de i^ual modo
meinoudos o< vencimeutos de outras eU**ea de
eiupregados aiula pouco favorecido* pela le ; de-
pms de expr o estado la menta vel era que se
achara alguus d-s-es empr-g idos, e com especian-
dade os que p-rtencem a migistrainra, lembra a
cmara conveuieucia de (oru.tr se extensiva a di
posicau do pr j|ecto a essa nore dasse, a que am
bis temos a b-ora de pertencer, e que em verdade
snffre a mingo i dos neces^ros recursos para se
poder susleular.
U Sr ar*gao e Mello :Perdo; a raioba
e penda coa ncional e era referencia a lodos os
rmpretfaous pobiicus.
O Sr. Ulegario:Como o obre depulado pare-
ce cao impuguar o projecto, e apenas deseja eo-
Iher inforraa^des que meih r o orieotem no voto
que t-ra de dar, eu, oa quaiid ide de um dos signata-
rios do rn.- fiu projecto, aprenso me era foroeceros
desejados esclari-ci.nenio-, preVi-ndO desde ja' as
dilficui le.es com que lera' elle delular, dosde que
uo un-r-c va as boas gracas dos n ibres depula-
dj-, a quem nuste raomenlo me dirijo.
Ao as-iguar o proiectj uve rias aoprehens8
sobre o destiuo qae a agua dava; desde quede
mira pama a idea, desde q i- com o meu mime se
represeutava a medida que se quer converler em
le, era beta de Vtr quu sobre ella tenam de reca-
hir todos os raios de que di:p5e a pjderosa maio-
na. (Nao apjiadoo.)
E tanto era bem fundado o mea receio que, ape-
zar da cautela com que proced, apadriohan lo me
com a boa companbia de algoas disliuctos mera-
bros des a mesma maioria, onda assim vae-se j '
manifestando a ma' ventada que ful por mira na
muuo presentida. Ora, esci>ado l-mbrar que,
se a meJida cootida no afjalo fis.-e injusta,
desaecesaria ou locoovi-oienle, nao merecerla o
apoio dos ilmstradus membroi queasob - nente porque, como nos reeooneeeram que se
iraiava de san.-azer urna necessidade do servico
publico, at ooje adiada, mi- nunca contestada;
rata simples considerado b.staria para sbrandar
n severo rigor com que se mienta suifocar o pro-
jecto ja' em oasceoca.
Uma Voz:Morrera' se co provar-se a saa
conv.-ni ncia.
O Sr Oligario:-Materno embora: demonstra-
da, porem, a necessiddada e jastlca 4a providen-
cia, recaa a respoosabihdada desse- acto sobre
qaem o biaver praii;ad>; asim orre sempre
a obngacao de justificar o projecto, e assim passo a
dar as informacdss que foram exigidas e com as
quaes p le ser qae se eooveoc* o mea honrado
collega de qae jasto e conveaienle qae sa pro-
porcione ao magisterio o peqaeno beneficio que se
contm no projecto.
Historiemos em breves termos o que ha sido
disposti pela legislacao em relatjo ao projecto
de qae se trata.
Autorisado o governo pelo decreto de 16 de a-
goslo de 1851 a dar ivos estatutos aos cursos ju-
rdicos e as escola-* 4a medicina do Imperio, po-
d-odo alterar as disposicSes da le de 3 de oota
bro de 1832 pelo modo mus convenlpnl ao en-i-
oo, reguiaridade e disciplina das escolas, e reali-
sar a despeza para t sso lira necessaria nos le m >-
do decreto de 19 de setembro de 1853, tratou de
levar a effelto a reforma e com os decretos ns.
1,336 e 1,387 de 28 de abril de I8.i foram dados
os novos estatutos s facoldades de direito e de
medicina, ficando assim prnjudlcados os que ba-
viam sido autes pnbiicados em data de 30 de mar-
f o de 1853; provendo sobre o direito d jnbllico
dos leules, dl-puzeram os estatutos em vigor, qoan-
to aos das facilidades de direito no art. 25, que o
lente que contasse 25 annos de servico efl ctivo
poderla ser jubilado com o ordenado por imelro;
que, se antes desse prazo Bcasse impossib litado
de continuar no magisterio pudesse requerer a
sua jobilaro cora o o'deuado proporciooal ao lem-
po que bou vesse effietivament servido, nao po-
deodo, porem. gozar destn favor antes de ha ver en
smado por 10 annos. Accrescentoose no art. 27
que o leote qae se jahila* servido pelo menos 25 efectivamente, segundo as
disposices do art. 26, ti vesse alm do or leado
metade da respectiva gntiQcaco, e Analmente no
art. 28 que o que obtivesse permisso do governo
para conuoaar a leecranar depois de haver com-
pletado 25 annos de e (lectivo exercicio ti vesse um
accrescimo de grat ficaco de 400$ emquanto fos-
se pelo mesmo governo conservado no magis-
terio.
Os vencimentos foram marcados na tabella n
nexa aos estatutos, seodn 2:OO0jO00 de ordenado
e 1:200000 de gratiBca^o para o leote calhedra-
lico, e 1:2)09 de ordenado e outro tanto de gratl-
licaco para o substituto.
Rebulla daqui qu, pelas disp)Si(5es ero vigor,
ao leote ja' garantido o direito dejubilago com
o ordenado por inteiro e'melade das uratidcagSes,
quando, tendo 25 anuos de servico eff ctivo, vem
a jobilar-se aos 30 annos, nos termos do citado
arL 27.
Pelo projeclo eslende-se o prazo de servico ef-
foctivo a mais de 30 aonos e em compeosaco se
addiciona a' vantagem da jubilarle essa metade
apenas de graiiricaco. que fui excluida da dispo-
signo do art. 27, a qual importa em 60)5 por um
lado, e a juntar se por ontru a gratidcaco xtraor-
diuaria coocedid> pelo art. 28, em mais 200$, vra-
do assira a moular ambas as parcellas em 800&
por anno; eis a qu.nto se redaz iodo o beaeQcio
jubila-se com 2:800*000, agora podera' faze-lo
coro 3:60O$O80.
Ni na* po lauto, motivo para estraohar-se co-
mo cousa nova e excepcional que se va' juntar a
gratitkaco ao ordenado para a juoiiaco, poisqoe
no gozo de parte dessa vaotagero ja' se amara os
lentes, por virtud das iiispo-n.o -s vigentes.
O Sr. Tu-ca.no de Brito: -Privilegio de qae ne-
ahuma outra classe goza.
O Sr.ulegario:Nao exacto; oulras ba que
se acham Daa uiesma circum-t-ncias; e qu*, po-
rem, cumore desde ja' oxaraioar se ha motivo
qus justifique u favor, ou, como os nobres depuia-
dos entendem, a exceptan qae se vai abrir a bem
de uma classe s de empregados pblicos.
Sr. presidente, esse motivo eiiste, e no meu ver
resumbra da natureza especial do servico que se
traa de remunerar; pela mesma razo por qae,
a lempo dos estatutos, se julgou de ver dr a me-
tade da graticaco ao lente jubilado, quando ao
demais empregados, em geral, se nao proporciona
essa vantagem, boj-, que bem diversas sao as cir-
cura.-iauctas e mats Snusivels as necessidades com
que lutamo-, se pode e de jusuca deve-se comple-
tar o acto, deixaudo-3e ao lente fatigada pelos an-
nos epelo esludo, ja' no ultimo quartel da vida e
quaoao loe impossivel erapregar a sua activila-
de em q^aiquer iutro ramo de servico, o gozo in-
tero dessa mesquiuna retribuirlo que recebe pe-
los tnosouros de luz e de insirarcu que prodigo
seaii era beneficio do futuro (apoiados); considero
rouitj especiaes, Sr. presidente, os ser-'ic is pres-
tados pelo magi.-teno; todos t-, e.upregad. s pu-
nucos, coucorreinos sera duvida com o animo das
uossas forcas, e em propor^o das nossas habilita-
c'j-;s e prestimos, para a grande obra do bem ser
social: quem, porem, sera' mais digno de favor do
que aqaeiles que com o plurol da expeneucia e
da llIUitraca lera espaucado as trevas di ignoran-
cia, ojoMraudo livre e (rauco as geragoes que as-
cero o caminbo da civilisago e do progresso T
Qjera mais digno de prolecco do que aquelles
que hao preparado essa mocidade espe'ancusa,
avua de saber e do gloria^ que ani se ostenta so-
oerba, e a quem cabe a bourosa misso de velar
pelos deslios da patria e coroar os esfo'Cas que
por ella boje ierao-? Quem mais crodor de at
leogo, de cousideraco e de respeilo, para t idos
u>, do que e.-ses veoeraveis, rae-tres que hao
guiado us vacillantns pasaos aos novos levitas da
cieucu e que vio diariamente eonquecendo o
paz com essa pleade bnlbanie de talentos, que fa-
zem ja' a houra do preseute e ass-gurara as glo-
rias do fuiuro? (Auoiadiis). Nraguem, senhores...
OSr. Correa de Britj: Apoiado; uraa classe
muilo dl-liucla e respeuavel
O Sr. Olegario :Por isso dizla eu qae, ainda
quanuo fosse preciso abrir-se urna excepfio era
proi O-;., fuocciooa'ios, achar s- hia perfeila
ju-liGcacau na natureza dos trabalbos a que s >
cnaraaius por virtude do sea cargo ; nao sao per-
didos os favores cora eliei dispeosalos; e, com-
quanio sejam do me>mo modo aileudiveis os servi-
dos presuoos ao estado pelos demais empregados,
conviu ui.) esquecer que o raagi-t'no representa
nabiut.ic5-3 especiaes, somraa imraensa de c rahe-
ciuieutos, prufuadu estado, muio trabalho, dilatado
lempo...
U Sr. Corrbia de Britj :E grande despeza.
O Sr. Olegario .. e muua despata; incaica-
lavel o cabe lai .jU representa o carno, e loestima
vel o val ir da msirucc i qm se diffon le uo< nos-
sos estabelecimentos .-cienndco<, regidos por intel-
lig-uc.as superiores amadurecidas no estudo e pra-
lica da .-ciencia.
Foram essas as roosideracoes qne actuaram -o-
bie o-animo do legislador e do governo quando,
ao regular o teto jo e forma da junilaco do- len-
tes, deuioes o direito de accumuiar ao ordeuado
a metade da lespectiva giatiticaoo; e se por se
rem e>sas razoes tao ponderosas se dec.relou ento
tal provideucia, segue-se que nao pode ser hoje
iqjusii) e inconveniente o que nooieui fji lidJ i
proclamado tomo ju-toe neces-ano.
Nao o quaotidaie ou a importiocla da gratifi-
Cagao que vera tornar a medida bi ou ma'. justa
ou injusta; oa se nu duvii, antes como agora,
cou-euiir que a -rali i -a.;s,j se jmttfSs ao ordena-
do para se uj sabir da regra coramuin das apo-
senlacOes, ou devendo-se, por motivos que fleara
declarado*, "outorgar na \ i ole lempo es
tambera se p le fazer hoje no todo aquilio que so
era part foi feito antenorraenie.
ii-iii, e as circarastancus explicara a diII':-
renja ou amplitude do favor.
E uem pareca que som*ole favor o qae no fu-
do uada mais do que jusiiga ecumprira-oto de
um preceiu a0 |i muj terminante.
Uiz-se que os lentes ja' se acham accumnlados
de n rara-, vaotageos e regalas ; nao sao tantas
quantas oo meu ver Ibes caberiam se bem se -oosi-
derasse na importancia das fancc5as que desem-
pernan; entretaoto quaes es-as honrase regalas?
AS quo ja' Ibes erara garantidas pela le de 11
de agosto ae 1827, aeudo equiparados aos desem-
bargadores, e a- que sao de novo proraetudas pe-
lo* a 'la ,- estatuas, somante no caso de connoua-
rem, depois de 23 anoos di servigo oo exercicio do
cargo, a apraziuieoto do governo.
U lauto as vaotageos ou vencimentos, nenhuraas
ouir.i- ha al n das que con-iuu dos artigos de
que cima dei niticia; nao sao nem mesmj aquel-
las a que pderiam ler direito por virtude da l-i de
; 27, e eis p irqaa susteoto agora que nio ha favor
1 seoo jusuca em meinorar-se a sorii dos que fazem
parte do raaglsieno.
Pelo artigo terceiro da citada le de 11 de ag to se d-terinmou que os lente vencessem o mes-
i mo ordeaado qae livessem os desembargadores;
ent'etauo, desde l inga data pereebeaj os desera-
Oargadores 4:0# "JO 10 annuaes, e o< lente* aena-n-
se anda reduiios a 3:2034000 oa 3: OOJOOO,
conforme a antigoidade qne conlam, as eoadicS-s
je* apuntadas ; anda coilicado o lenie na posico
raais lavoravii a que plde ebegar, depms de 25
annos de exercicio, e por arbitrrj do governo, nao
percebe aquella quaoua; sempre vem a tor n des-
embaigiJor venciinenus rcailo soperioresconira a
dsposiclo expressa da lei, qae outra cousa dispoz,
como val dito.
O Mi, Bl-arqit : Multa superiores, nao : 400$
mais.
O Sr. Olegario;E nao so saperloresT
O Sn. buarqck :Muilo, acho qoe nio.
O Sn. Olboario :O malor vencfmento que Ihe
plc tocar o ue 3.600$. suppondo que o governo
| consiota qoe continu no exercicio, e Isto no fim
de longos anoos, qaando o magistrado tero atliogi-
do a 2* instaucia, e goza das vaolagens que a lei
Ibe faculta ro-ssa posicao.
O Sr aral-jo Barros -. -Os lentes teem faculda-
dade amp a de aavugar e advogam muito.
ma Voi:E de negociar.
O r. Olegario : Mas Isto oo de-lr3 o ar
gumeuto quo uro da dispandade que oota entre
os veocimeutos de am e de outro, quando a le
promelleu equipara-los.
emais, tambera o desembargador pode neg >clar
nOS t-riuos d Irglslagao.
0 Sr. Meira Vascjncellos :Qual o negocio
de que pode u-ar o des-ronargador ?
0 Sr. Olegario : O cdigo que o diga : po-
de dar diubeiro a premio, ple sr membro de
qnalquer sociejade mercantil, com as liraiaces
legaes.
0 Sr. Meira Vasoncellos da' om aparte.
O Sr. Olegario : Ku respondo ao aparta do
nobre deputadj por Pemambuco qae disse que os
lentes podan negociar.
O Sr. ahaijj Barros :Eu nao disse tal.
O sr Olegario : -Eu ouvl esse aparte; collo-
cado, pois, o leute em huta de coraparacao com o
magistrado, pelo que perlence aos veucimeot s,
v-so que oem ba sup-nondads de sua parte, nem
mesmo se Ihe da' aquillo a qoe parece ter direito
pela terminante disposlco da le antiga, modi-
tica Ja de a gum mudo pelos estatuios que boje
vigorara. Mais sensivel se torna a desigualdade
quaudo se repira que, alm dos 4:O0O$0.H) anda
temo desembaigador direilo a emolumentos.
O Sr. araujj Barros:Nao cnegam a 10$000
por aonu-
O >r. Olegario : Esta' completimente engaa-
do O utir ue.pui .do.
OSr. Arajo Barro* : Nao estou engaado;
sei perfcitaroeute, como V. Exc. o sabe. Peco a
palavra.
OSr Olegario :-Ua' mais de 1:000$ s essa
verba de eaiuluuieotos.
OSr. aragao e Mello :Dar' no Rio de Ja-
neiro ; mas as-ieveru que uo da' em neohama ou-
tra proviucia do imperio.
O sr. Hatisboha :Oode tr.balbarem muito le-
rao de haver u us emolumentos.
O Sr. Aragao e Mello E' qoe legisla se
olbaodo-se para o Rio de Janeiro; oo se olh*
para o resto do imperio; o esperaj o Rio de Ja-
ueiro.
O Sr. Olegari >: Em todo o caso sempre creio
que ora deseuiuargador, de qaalqaer relaco do
imperio, anda mesmo da do Miraubao, oude ha
raeoos irabaino, podara' perceDer a titulo de
emolumentos quantia muito superior a essa a
qoe se referi o nobre depatado ; nao sel como po
ue produzr lo pouco o servico a cargo de uma
reiagao.
O Sr. Arauj i Bauros da' om aparte.
O sr. Olegario :- ... someOle pelo que coo>ta
dos relatnos ua justica se conbece que deve ba-
ver engao nesie pomo.
D-ixemjs, porro, de lado este incidente.
Dizia eu que aos lentes se bavia garantido o go
zo das mesinas lloaras e vantagens dus ram >-
vencimentos que perciba o> desembargadores;
deraoosire que nao se teem cumprtdo o preceito
legal, e que assm dotando-se o roagi>lerio cora
uraa jubiucjj mais favoravel, jubiacao de que
abas se poderao aproveitar muit poucos lentes,
dous ou tres ero cada ama das facuidades, mda
mais se fazia do que reparar a nnn-iica que lem
sido tena a essa distiacia classe do funccionalismo
publico.
Failou-se em economas, na imprescindivel ne-
cessidade de restringir se a despeza publica, gas-
Uiidose o menos possivei; nioguero ira' con estar
a necesstdade, boje mais do que em qaalqaer oa-
ira oceasiao sentida, de resinngir-se a espeza
quanio r compativel com a- conveniencias do ser-
vido. O goveruo lodos os das nos repete que 6
critico, desesperado mesmo. o estado do thes-mro,
e nos, infeiizmeule, nos vemos furcados a recouhe
cer lo dolorosa verdade; nao se trata de saber
agora como e porque nos appruximamos tanto do
abysmo que se entreabre aos nossos olhos, mas
tambera et-rto que uo consiste a verdadeira eco-
noma em suppnmir a esiuo todas a< despezis,
anda as reclamadas pela utilidade publica, pelas
conveniencias do servigo; cousiste, sim, em ga.-lar
com criterio, com prudencia, a lempo e para um
fim justo e recoubeci'laraenie utl.
J se vio que o augraeuto de de-peza reduz se a
ni 0$ ou 1:000$, Coufurme o modo de contar-se a
gratificarn, e uao sera por to eX'gua qoautia, por
tao lusiguiQcaute v-rba, destina la a melhorar a
sorte da,ueiles que com os seus servicos e com as
soas luzes lauto tora coucorndo para o derenvolvi-
raent moral do paz, que se ira' corapromeiter o
estado das oaucas e precipitar a baucaroia, de
que fomos aqu araea^atos quaudo se discuti o
sal valono do papel -monda. Se esse fatal recurso
e o esbanjameoto da fortuna publica nao produ>i
rera a ruma das fiuauca-, na vira' o ma1, eu o
as-eguro, do diraiuu o beneficio feito aos |ept-s,
que, apuzar de Iquebrados pelas fadiga do traba-
ibo e dos aonos, couimuara aiuda no exercicio de
suas cadeiras, por uo poderem viver cora os ma-
(jo.idos recursos de uraa es'.as-a jubilago.
Ei> porque, Sr. presi lenie, euteudia eu que a
medida do projecto so jusliflcava por si mesma,
sem que pudesse di-prtar a ammo-idade que vuu
vea io apparecer contra a classe mteira do magis-
terio.
O Sr. Aragao e Mello : Animo*id ide, nao ;
n lera rarau. peco a palavra para responder.
O Sn Olegario :S-ra'enio "' voulade. S-
porvrutura sn preieude agora dein rastrar quanto
precaria a po.-igo em que se adiara outras classes
igualmente respeiiaveis de Servidores do est ido,
cuino a dos raagi.-t ados por exeraoio, ou a dos rai-
lltaie, seguraraeule terel de dCurapauhar OS Vol-
fetos por quelies que, como o meu nobre collega,
clamara peus vautageas, g.ratinas e fav res a que
leu ludisputavel direito todos esses empregadus,
tao mal retribuid is e amia assim to delicados e
cX.ctos no cumprimeuto dosseus deveres.
Mas porque nao te ple fazer o beueficio int'iro
uo se d-ue de fttrt era parle ; se iKif circums-
Uncas gravea e de ra .meniu sa uk~i ple a esten-
der o f vor a uuir.-s, faca-se ao raeoos o que pos-
sivei sera sacrificio ; c raiece-se a obra da repara-
rn, alleodenlo-se a este ramo de servir; publico,
etuquauo nao nos dado teular reformas da malor
alcance e mais crescido dispendio. Negar o favor
a uns, porque u> p le ser feito a Pidos, uo ro-
gra -rguua pelos oobres deputa Jos que impugnan
o projecto.
R-cordo-me de que, tratanlo-se de cooceder um
auxilio pocuoiano ao Sr. Or. Pereira Pinto, pela
obi a que e-creveu, lemnre a couvenieucia de se
fazer extensiva a medida a todos quautos se actia--
sera as mesillas, se nao ero memores circum-lan-
cia* do que as de.-si esenptor ; respoudeu se rae
que nao era p ssivel ampliar o favor, mas que de-
\:.i--a atieuder a ura caso particular, a< iuteresse
de ura autor deierraiuado, na irapos-miildale de
aileoder-se a todos, por meih ires que fossero os
direltos dos excluid ; insiuuou se de alguin modo
o expediente de que -e deveria u-ar, deferind -se
a preleugo de cada um a proporco que s i los se
demousirando a ideutidadedocasoem que se acha-
va o agraciado; as m se venceu ; e desde enio
acreditei que poderse-hia, sera inconveniente, sa-
Usfazer as justas aspiraccs de um classe, robora
na pudesseu. ser ao mesmo lempo alteodidas as
de todas as outras.
Eutretaoto o cas i o mesmo; nao se contesta a
vantagem do project., indaga-se apenas a razio da
excepcao ; o auxilio ao Sr. Dr. Pereira Pinto foi
volado; eanio fonda que osuudia o lavar a to-
dos os outros autores que o mereciaro ; ag< ra da-se
um rcsU'ta'o mverso, c.rabite .e o projacto por-
que oo c .rapreneude todo* os fuucci manos pbli-
cos que percebe ordenado n graufleac; ja' se
de-coubece a tneona que vingou ua discu*sao pas-
sada ; o qae lo numera lUslo e acertado agnrt
inconvenieute ; a dill -reuca nica a segrale :
all iratava-se da preieucao, alias bem fundada, de
um indi vi loo, aqu do meihoraineaio de una class
Se ha raio:s que aulorisem a distini,(,,-. sao todas
em favor do projecto que agora se combate.
Cre ler explicado a razo pela qual propondo
nm melhor -ysi-roa de jubi ara i ao magi-t rio en-
tend uo dever con p -n uder na dispos'Qo espe-
cial e relativa a essa classe s de fuocciooario* a
aposen aduna dos magistrados, ubjecto sem dovida
digno da maior att-ucao, visto Com ueutiuma ga-
ranta ha que assegure o futuro de.-ses prestautes
merabro.' de um alto poder poltico do estado,
A mag>lralura oeeessitft de reformas nao s no
que diz respeiio aos veucimeoios, fue nao sao cor-
respondentes a' importancia da sna misso, como
e sobietudooo que entendo coi a organisaijo ju-
die-aria, com a instituirlo do cargo; nao ainla
gara ma a inlependetioia de qno falla a consiiiui-
cio, e sem qaal se terna absolutamente impossi-
vel a admimstracio da jastica, mas essas e outras
vantagens oo podem ser realzadas em om projec-
to sobre aposeniadorias; dependen de om plano
laro e combinado de reformas, e, a darmos cr-
dito as paiavras do governo, esse plano esta'tra-
tado ; a reforma judiciarla esta* promettia, t,
como pute lotegrante do progamma liberal, faa se
annnnciar para muito breve. Ora, oestes termos,
parece qae tudo qnanto sa refere a melnoramentos
para a magistratura deve ser adiado para qaando
se discatir a to suspirada reforma.
E curopre aioda ootar qu-, qaando mesmo S8
quizesse esl-oder desde j*' dsposico do projec-
to a outras clases de empregados, seria ella eoexe-
quivel em rel(ao aos magistrados, porque desgra-
^admenle a nossa classe nao tem at hoje direilo
a aposentaco flxa, determinada por lei; depende
toda de mera graca.
O Sn Aragao e Mello :Teria, se a emenda
passasse.
O Sr. Olegario :O projeelo trata smente das
vant.geus oa joDilacAo em nm caso especial; nao
determina o t rapo e a forma oas ]ubilac,des em
geral; afora essa de qae se occapa o projecto ba
as jubiiatoes correspondentes a' menor numero de
annus de ezerncio.
O Sr. aragao e Mello :No projecto, esto
marcados 30 annos para a jubilaco : faca-se ap-
plicago a' n.agistrato'*.
O Sn. Olegario : Nao possivei; porqo* a
aposeniadona, como a jobilacio, depende de dis-
posicojs regaiameotares, que ainda nao existen,
sobre o modo de ser ella apurada; assim preciso
determinar o terapo de exercicio, o modo de eon-
ta-lo, abonndose on nao servicos prestados em
commlssoes, etc.; preciso classiflcar as vanta-
gens das aposeotadonas, o quantum, conforme o
lempo liquidado; iodo is?o se nu Uz nem se pode
fazer em um projecto que se refere s a' jubiUcio
dos que tra mais de 30 aoDOs de exercicio, bypo-
(hese especial, qae sera' ama parle do plaoo de
reformas, mas que por si s nao pJe constituir
um sy-iema de aposeutadorla.
Ha pendentes da deliberago do corpo legislati-
vo projecios orgaoisados com metbodo e provendo
exclusivamente sobre o as-umpto ; nada, porm,
esta feito; tudo esta por faier.
Quanto aos lentes o caso ja outro; todo est
dispo-to nos estatntos em vigor; re*gurdoo-se o
direito dos amigos; ba jubilacoss de JO aos 30
anoos; dttalbou-se o modo de contar o exercicio
e marcou se a quantia correspondente as jubila-
goes al aos 30 annos; datu em dianto nada se
dispoa ; vem agora o projecto preeocher a lacnna,
dispon do sobre nm caso que se pode dar e que
effectivameote ja' se v realisado as nossas fa-
cuidades.
Emquanto se nao regular o modo da aposenta-
dona dos magistrados, deciaraudo-se em ordem a
evitar toda a duvida e arbitrio o prazo dentro do
qaal se pode gozar dessa vantagem, o quantum da
aposentadona em relaco ao exercicio, o modo de
cootar a antiguidade ou o lempo qoe pode ser para
esse fim aproveitado, a gradaacao oa honras que
devem aeompanhar o titulo da aposentadona, e.c,
urano nao s por inconveniente, como at por
iuexequivel, como ja disse, a disposi$ao qae se
coulm aa emeoda do mea iliu-trado collega.
Assim me expriraiodo nao desconbeco a oeeessi-
dade vltai que exist de aitender-se, e quanto, an-
tes aos interesses da magistratura, dotando-a de
me hores vencimentos, aposeniadoria regular e on-
tras vantagens que re i ruara precisas a bem da
institmcu ; nem era de esperar que qnalquer de
us pensaste de outro modo, quando por todos
bem conbecida a importancia e transcendencia das
fuuccots a cargo da magistratura, e a necessidade
que ba de_ rodi-la de forca, de prestigio e de
coo-iderico, a bem da mi-so qua tem a desem-
penbar; todava, apreciando devidamente as ra-
5es exjiostas pelo honrado deputado que me pre-
cedeu, e abundando as considerarles que fex so-
bre o estado da magistratura e de on>ras eiasses
de servidures do estado, peco liceoQa para decla-
rar que coniin a ler por inaceiiavel a emenda
que se acha sobre a mesa e que parece indirecta-
mente destinada a inutilisar o projecto.
Como devemos crer que sejam sinceras as rei-
teradas proraessas do governo, qae aiuda asora
nos acea com a prxima apreseniaco da refor-
ma judiciana, na qoal seri sem duvida satisfei-
tas as legitimas aspiraces da magistratura, en-
tendo que ao presente nos devemos limitar a at-
tender ao futuro de outra classe nao meno dis-
tincta e digua por certo de toda a nossa coosldera-
{8". (Apoiados.)
E' o que tenbr a dizer.
O Sr. Presidente coovida a depataco que (em
de dirigir a Sua Magestade o Imperador os de-
cretos da assembia geral sobre forgas de trra,
crditos, e oreameulo geral do imperio, a cum-
prir.a sua uu>*o.
O Sr. arvijo Barros : Sr. presidente, cao
pretenda tomar parte na discnsso desle projec-
to, resol vid, como estava, a votar syrobolicamen-
te, segundo a opitiao que delle bavia formado em
meu gabinete.
Por ouiro la io o distiocto orador qoe me prece-
den, deputado pelu 2." district. da provincia
da Parabyba, esgotuu o assumplo pr NI ma-
neira, que quasi oo deixuu argumentos aos que
livessem de pronunciarse no sentida de suas
ida^.
Era seu discurso, que tinto prima pela preci-
*o, como p-la lucidez dos ar^ura-oios, disse S.
E\i:. ludo quanto era preciso para delucidaces da
materia. Apezar dessas eon-id-ragoes, porm, cao
posso esqu'var-me obrigaces oe dizer a'gu.i.as
paiavras sobre a materia. A roancira, porque o
Oobre deputado por S. Paulo aceitou, e re-pondeu
a um aparte, que me d-i, collocoo-me na necessi-
! dade de expender as razoes qu- motivaran o men-
cionado aparta. Isto, posio, cora^rehende a cmara
que serel breve.
Tratando-s:< de exhibir os motivos em qae se
fundava o projecto, aliegou o nobre deputado a
quem me retiro, que os desembargadores, a m
dos seus orleoados, recebiam consideraveis emo-
lumentos, rasas, pelo que, na opmiao de S. Exc,
acbavam-se em-melbore condicoes do que us len-
tes das fai u'dades de direito d Imperio, Q lando
o oobre deputado discurra por esse mudo, dig-
ihe eu que os desembargadores uo recebi-m emo-
lumentos lo coo.-ideraveis, como pareca a s, Exc,
pois que taivez esses emolumentos oas divn.-a.* re-
laco-s du Imperio nao co respondessero a qoanua
do to$000 men-almenie. E*iranhi>o m o nubre
depuiado a coniestaca ponderand que o* desera-
ba'gadores da realo da rne percebiaro por
eraoiuuieuioj mensaes cerca de 10 mais.
Senhores, nos nao temos dados soffl lentes para
formar ura juizo detiuitivo subre e-la roai-ria.
lia-t,n 11 isso, pala que o nobre deputado nao cen-
sidera-se herrsia a minha proposnjan, assim como
eu nao cou-idere ueresla a que foi por S. Exc.
emittida. O juizo do nobre deputadu, segundo
cull.gi de sua argumeuiaco, fonda-se smente oo
que Ihe luforraarara alguus desembargadores de
?ua arai-ade. A in-sroa base Uve eu. quanoo dei-
ine o apae Contestado. Na rela{o de Pemam-
buco, os emolumentos dos dejeaibarg-dores sao
muito e-ea*sos. Ura dos me i.bros desse tribunal
disse-rae por vezes, quando faliavamos do e-udo
afUicuvu era que se acbavara os Ojagistrado?, pela
remuueracao de seu* servicos (apoiados), qoe os
erooiuueuios que percebla nao equlvaliaro a quau-
lia de d-z mil ris por mei I
Pode ser que os desembargadores da relaco da
coi te tenliana meiniies vaotageos. "O seu o-me-
to anrange maior numero da provincias, algumas
das quaes muito imp rtantes pela sua riquea. O
numero uos leitos que currem por esse tribunal
deve ser multo maior, relo que ple aconleeer
que a estatistica dos emolumentos dos respectivos
msmbros seja a que deu o n..bre deputado. hto,
porm, constituir' uma excepcao a' regra geral.
(Apotados )
Seria, portanto, maito pouco acertada jnlgar do
que se pa.-sa na relaco da corle, pelo qae se da
as deuiai* rela{oes o imperio
Ora, Sr. presidente, se a pmposlcao do nobre
depuiado e simplesmeute uma excepca >, claro
que ella nao pode servir de fundamento ao pro*
j.-elo que S. Exc. susteola, on em termos mais ex-
plcitos, uo sendo exacto qu Os deseoibafgadores
acnem-se melhor aquinboados do que os lentes das
facuidades de direito, uo acho conveniente qua
pelos mutivos expost s se conceda a estes o favor
de que ir. la o pruj-clo ero discussSo.
O- magistrados oo iem as bomas e prerogati-
vas que se ccocedera aos lentes. Estoe acharase
cercados de respeitu e considerare.* firmadas em
le, como j se demuostruu largamente. Podem
advogar e ler grande cliroteila. A prosumpgo
de saber que os acompanna, e as relarra s oasci-
das de ua posico social, podem fa-er, e em re-
gra fazem, do sua bauca de advogado uma pode-
risa fiulo de receita, (Agotadas.) Como, pois, po-
da o n ibre deputado dizer que os magistrado-, a
quero se veda com rao o eiercicio de qnalquer
outra profj-sao, se acham "era memores coaJices
do que os leales dos corsos jurdica,
___________________1( CoHfinuar-sc ha.)
"TYP. O DlARiO-RU.V DAS CRUZEs >'. 4V
H


i


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