Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:11411


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Full Text
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ANNO XLUI. NUMERO 254.
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TERCA FEIRA 5 DE NOVEMBRO DE 1867.
Mlt CiPirt muui Mil WA PASA
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PABA MIVTBO E FOJKA DA PBOVINCLA.
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8&<&D<>8i Iffi IPH&BmiBllD BD OIMMPlMUtG DI DAQQffll HlWmiIKDA ID1 VJUUtA MDIiDS, 8118 IPMlPiMliiMlS.

lENGARREGADOS DA SUBSCRIPgAO.
Parahy ba, o Sr. Amonio Aiexandrino de Lima;
Natal, o Sr. Antonio Marques da Silva; Aracaty,
oSr. A.deLeraesBraga;Cear,oSr. Joaquim
os de Miveira; Para, os Srs. Gerardo Antonio
Alvos <& Wlbes ; Amazonas, o Sr. Jeroaymo da
iosta; Alatoas.o Sr. Fraocioo Tavares da O-ta;
iahia, o Sr. Jos Martins Alves; Rio de Janeiro,
Sr. Jos Ribelro Gasparinho.
PARTIDA DOS SHTAFSTAS,
Olisda, Cabo, Escada e estagSes da vi frrea at
Agua Preta, todos o dias.
Igaarasso e Goyanoa as segundas e sextas felras.
Santo Anto, Grvate, Bewrros, Bonito, Caroar,
Altinhc, Garaobuns, Buique, S. Beato, Bom Con-
seibo, Aguas Bellas e Tacarat, as tercas-felras.
Pao d'Albo, Nazareth, Liraoeiro, Brejo, Pesqoeira,
lagaieira, Flores, Villa Bella, Cabrob, Bea-Vis-
ta, Oaricory.Salgneiro a Sx, as qaarta fe/ras
Serinhiem, Rio Pormoso, Timaadar, Una, Bar-
reiro, Aga Preta e PUntiitlras, as quintas
felras.
AUDIENCIAS DOS TRIBUNAE8 DA CAPITAL.
Tribunal do commereio: segundas e quintas
Reiacao : tarjas e sbados s 10 horas.
Faienda : quintas s 10 horas.
Juzo do commerc/o : segundas as II boras.
Dito de orpbas ; tercas matas ia 10 horas.
Primeira vara do ci vei: tercas a sextas ao meto
da.
Senada rara do el val : quartas e iabbad(, a
acra da tarde.
BPHEMERIDES DO MEZ DE NOVEMBRO.
4 Qoarto crese. as 11 b. e 35 ro. da m.
11 Loa coeia as 10 h. e 17 m. da t.
18 Qoario ming. as a h. 14 m. da I.
26 La nova as 2 b. e 19 m. d m.
DLAS DA SEMANA.
4 Segunda. S. Carlos Borronea arcebispo de Milo.
5 1 ,-rca. Ss. Z .cbaras e Isabel pas de S. Joo.
6 Quaria. Ss. Severo b. w. e Leonardo premit.i.
7 Quinte. Ss. Florencio e Ernesto bb. e Corlna ni.
8 acxla. S. Nieostrato m., s. Cariosio a.
9 Sabbado. Ss. Ureislmo e Agripino bb.
10 Domingo. O Patrocinio de Mana Samissimi.
.. ..
* mmi'oe ,eVt "**"
4 WS i
,U -
.ai *b ojosnpV'M
'___________________
.. =
PREAMAR DE HOJE.
' Primeira as 8 horas e 30 aa. da manhia
Segunda as 8 horas a 54 minutos da tarde |
PARTIDA DOS VAPORES CO&TEIROS.
Para o sul at Alagoas a U a 30; para o aoru
at a Granja a 15 e 30 de cada mes; para Fer-
nando nos dias l fc dos metes Janeiro, mareo, mal
julho, selembro e novembro.
PARTE OFFIQiL
MIX1STERI DI VA/.i:\f>A
DECRETO N. 3,986 DE 23 DE OUTl'BRO DE
1867.
ilegula a cobranza do imposto da dca na
alfandega do Rio de Janeiro.
Atteodendo necessidade de regalar '
Art. 9* S5o responsaveis pelas laHS da chele id os donos dos volu
que forem deaxarregadus oa
descarga da Dagagem os donos dos .pm.T&^
de bagagem
dca.
Art. 40 O presente decreto wr execu-
lado na alfandega do R o de Janeiro de 1
de Janeiro de 1868 om diante
icarias de Ges e Vascoocellos,
a V. S. os'meas protestos de sstima e considera
cao.
-3-
Offlcio ao Ex ti. presdante desta provincia.Em
resuosl* ao offloio de V. Ese *de 28 do correnta,
i tenbo a Informar que se acha cannicamente pro-
do mea i vida a freguezla de Nossa Senbora da Concejero
conselho, s^oador do Imperio.
do conseno de mioistros, ministro e secre-
cobranga do imposto, creado pelo artigo z* ^ de MUdo dos D8goc03 d fazenda e
da le n 1,507 de 26 de seiembro ultimo
Lei por bem decretar:
Art. Io A estidia das embarcacoes na
dca da alfaadegi do Rio de Janeiro ser
retribuida do modo seguinte :
I* Os navios e saveiros que atracarem no
.caes da dca, na parte exterior, pagarlo por
metro de caes oceupado :
Por dia de efieciiva descarga 800.
Por dia em que nao seeffecluar descar-
ga 400.
2 s que atracarem na parte interior
oagaro, sob a mesma base :
Por da de eflectiva descarga 1(5000.
Por da em que nao seeffecluar descar-
ga 5uU
3 Os que permanecerem na d:a sem
atracar ao caes pagaro, por tonelada me-
trica de arqueaco :
Por dia til zK).
Por dia feriado 100
| Io O dia da descarga comegado ser
con4ierado completo.
z" A extensSo de caes oceupada pelas
embarcaces ser a comprebenaida entre
duds bonzontaes, perpendiculares aresta
superior do caes e tangentes ao cadaste da
[.p* e proa d navio.
| 3. A tnedico dus navios e sua arqaea-
'.io compele ao stereomelra da alfandega e
scus ajudantes
Art. Ao guarda-mr, e sob sua res-
ponsabilid-ide, incumbe o registro do raovi-
meuto da dca.
1* Do registro de que trata este artigo
-e.uijinr-se-naumi nota, firmad i pelo guar-
da-otrou por algum de seus ajudantes, da
qnl deve Constar :
1 Se a descarga se effectuou na parte
exterior ou interior da dca, e neste caso
se o navio este ve ou nao atracado ai caes.
2' l jautos das durou a descarga ou o
navio permaneccu na dca.
No caso de ter se etfciuaJo a descarga
lora do caes, isso mesmo deve ser expressa-
me ueddolarad a mti.
Em vista da nota, de que trata o
paragrapo antecdeme, e por oocasiao do
ffseinDaraco uo navio c p igamealo das im-
(lisios devidos, proceder-seln ao calculo
do imposto da dca, cuja im^orimcia ser
menciona la na nota despacho m intimo.
3o Realisado o pagmenlo, s-raver-
baJo no mencionado registro, citando-se o
uuero di nota di despacuo, o mez e anuo
o a importancia pa^a.
Art. 3 As taxas de que trata o artigo Io
sao indepenJentes dos direitos de ancora-
gem e ouiros esubelecidos na legislaco em
vigor.
Art. 4o Nao se dar desembarazo ao na-
vio sem o previo pagamento do imposto da
dca ; e quan Jo nao for esle devido, issim
declarar-sc-ba expressamente na nota do
iitspaco maiitimo ena coafe cacia dades-
cjr8a* > ,
Art. o' SJj responsaveis pelo imposto da
<); os capitaes dos navios ou seus consig-
presidente do tribunal do thesouro nacional
assim o tenha entendido e faca exerntar.
Palacio do Rio de Janeiro, em 23 de ou
tubro de 1867, 46 da independencia e do
Imperio. Com a rubrica dfi S. M. o Im-
perador.Zacaras de Ges e Vaiconcellos.
Prlmelro anno.
Jos Ribelro da Rocha, plenamente.
Leovegilde Goocalves de Carvalbe, dem.
Antonio Francisco de Souia Braga, dem.
Caetano Alberto da Fooceca Lima, dem.
Um reprovado.
Manoel Joaquim Cardoso Babia, simplsmente.
Sedando auno.
Francisco AWas da ibreg*. simplesmente.
Francisco Antonio Vielra Gil las, dem.
Primitivo de Miranda Soma G .mes, iiem.
Jos Lwpoldioo de Queirox, idem.
Jos Vicente aleira de Vasconcaiios, pinamente.
Mariano Goocalves da Rocba, simplesmente.
I Terceiro anno.
Antonio Jos Ridrigaes das Colias, plenamente.
Aal*io Pereira da Silveira Gtstelio Branca, idem.
Riymondo Joaquim Ewerton Maia, dem.
UOVIiatO Dtt Hl.ajPAUO.
SEDE VAGANTE.-
Expelieute do dia M de autubro de 1867.
Ollici'j a Aatomo Mir^aes de Gstilfia.Em res-
po-t i ao seu offlcio de 18 do correte, teoho a di-
ter-IOe que pode relirar-se do-sa (reguezia do Rio
Pormoso de que V. Rvmi. deixa de ser parocbo,
(cando porm nella o Rvd. coadjutor emqoaoto se
nimea a quem dev rgela. Cumpnndo que V.
Kvma. faga nabar ao mesmo coadjutor que o aato-
nso para reger por emquaot i a dita freguena na
qualidade de coadjutor pro-paroobo, at nava de-
t^ruinaco.
-2-
Offlcio ao vigario da Escada.PJe V. Rvma.
procader a beogo da nova matriz, como pede no
seu odilo de 15 do correte, a qu > respondo.
Quaoto exposico do Santisslmo Sacramento
no da do O.-ago concedo-a nt lest* e Te Dium, j gacrlmento
nresidente da 'edra, a q-iai foi creada pe i le a. 561 ue 6 de
1 marco de 1863.
Do ao vigarto da freguet a de Santo Antonio
deta cidade, Antonio Marqnes de Castilha.Pelo
seu Aero de J7 do correte, fleo selente de baver
V. Rrssa. tossedo posse e entrado na reg-ncia
dessa frr-gnezia de Santo Antonio, em que foi ulti-
mameoleeeBid*. ------ .
Dito aa villano da Escada. Concedo que V.! Joa.o da Almsida Lipes, dem.
Rvma. nao entre}*ou da ileenca de seis me- 1" .l^'5,.'>.0,.'^e:
tes, que obteve do govaroo i nperial para tratar
d e sua saude.
Pica assim respondido o sea offloio de 16 do
correte. ,
Dito ao coadjutor da ffegueila de Papacaja.
Em resposta ao seu ofcio do i* do correte, te -
nba a duer-lne qae deve proceder so baptismo
condicional de F..., visto baver duvida bem fun-
dada de ter elle sido baptisado.
Quaodo ao casamento do mesmo, pode V. Rvma.
effectoa-lo, sendo corridos os proclamas to so-
menie nessa fregaezia, visto ter elle ido para abi
de menor ida le, como V. Rvma. declara no seu
citado offlcio.
- 31 -
Offloio ao vigario de Traip. -Nenhum inooave
niente ha em que o Sagrado Viatico seja acompa-
nbado por pes.'oas revestidas re capa de Santsi-
mo Sacramento, embora nio este|a aioda Inaugu-
rada a irmandade, como V. Kvma. ei5e no sea
ofli-io de 14 do correte, a que respondo.
C mcedo ootrosim que se eioooba o Santisslmo
os testivilade e Te Dewn, que tem
porm nao ple ter lugar na procisso que abi se I da ce|^brir.Se no dia da Padroeira oessa fregoe
[raleada fuer nessa da. a quaUodavia pormitto, lia oj0 COnce.lo, porm, qae a orocissio que
sem que seja acompanbada do Siut ssim Sacra-
meoto.
Dito ao vigario le Ignaras**.Da posse da olli-
-.oa proviso a>' Rvd. Villanm que veto inclusa
com o seu offlelo da 17 do crrante, faz-se naces
cosiume faier-se nesse dia, como V. Rvma. declara
no mesmo ufflcio,! seja acompoba4a pelo Sant ssi-
roo Sicramento.
Dito ao vicario de Maribaca. Tenbo presente o
sea offloio de i9 do carrete om resposta a} que
saru que V. Rvma. envi jguilmeute. e eom a |ne ajri(!i eo jg ,j nwgmj, a respeito do casa-
brevidide a proviso aotenur a esta, e
Rvma. citada no seu offloio, a que res
possjvel
por V.
pondo.
-23-
Offlcio ao vigario da Tracunhaem.A irmanda-
de uo Stniiss.mo Sacramealo de.-si matru nao
ple de molo algum facer expor o Santisslmo Sa-
crameoto em qual ju-r fastivldade sem o cooseotl-
m-o'.j pr;o do ordinario; e se a m>-ma irman-
dada esl de posse da qualjuer breve ou indulto
apostlico que para Isso a aut^nse, deve apre-en
ta-lo ao mesmo ordioario, aQm de este loo por o
comprase, sem o que nao ple ter eieoujao.
Fea assim respondido o seu offlcio de 17 do cor-
rete.
D.to ao vigario de S. Pedro Mirtyr de Olmda.
TeoJo da procedarso nessa matriz no dia 13 do
prximo novembro elelfio de deputadjs a as-
sembla provincial para o bieooio vinlouro, eo-
carrego a V. S. de celebrar nasse dia a musa so
lemue do Espirito Saato como deterraiaa a le da
l'.i de agosto de 1846.
D.to acamara municipal de OlmdaEra res-
posla ao (rffl:io de 19 do crrante tenbo a declarar
q ia estao dadas as provideacias para que na dia
10 do mez prximo futuro se celebre na matriz da
S. Pedro Martyr desta cidada a missa solemne do
E-pinto Santo.
-24- .
Offloio ai vigirio da fre?ui:li do C.1 >l do o-
cba..Nao competindo aos puoehos numear coad-
jutore, e sim propo-los, para serem nomeados pe-
lo ordinario, dovolvj Ina a nomeaco por V. Rvma.
(alta, e o offloio que a aeompautiou, afirn de que
rae propoana o cu*dja;or no devidos term >s.
D:tj ai mesmj.Reponiendo ao sea ofllcio de
11 do correte, em qjj me consuiu sobre dous
caso i que actuaimoaia se do oes-a fregaezia, .te-
nbj a dizer-lue qua n:nhun impeiin-'nto existo
en arabjs os casjs pir V. Rvma. mencionadas.
Podein pols os coQtranan'.as casar livreraeate,
visto nao poder subsistir o que costra amb>s se i
allega ; e V. Rvma. assim o exeruur s:n\itts de |
jure servaniu.
D.to ao vigario Iguaras-. Ple V. Rvmn. I
celarjrar oes,a matriz no dia 27 d i corren'.a a fes- ,
tividida dj padroeiro di msma cora a m.ssa dos
, rn smjs santos Cosraa e Dunii, confirme pede.I
naunos, nao so quauto aos navios, ma3 wm- Da gea offlc|a de 21 i}j corraotei a qae rePondo.;
ment de Manoel Antonio dos Santos com Leoca-
dia Maria do Rosario ; e como V. Rvma. me peda
que o exonere de effecluar dlio casamento, nessa
data passo aulonsar para essi Qm o Rvd. vigario
de Santo Amaro de Jitoato, a quem V. Rvma. ro-
manera' sem demora os pipis coticrnentes ao
m'sni obj-cto.
Dito ao vigario da Santo Amaro de Jaboatae.
Proceda V. Rvma. ao casammto de Maooel Anto-
nio dos Saotos cora Leocadia Maria do Rosari >, pa-
rochlanos de Muribeca, vista pedW-mo o respectivo
parocbo qae eocarregue a outrain o desemptob.
dessa mlssao, por ter motivos que, segando elle
diz, o levara a proceder assim.

!)jii quauto aos saveiros oa iaaehas emque
^ houver effetuado a descarga.
Art. 6 O servico da descarga de mer-
ca lor.as na dca da alfandega do Itio de
J meiro ser retribuido do mido seguinte :
iJ Pela descarga de cadi
do at 50 kilogrammas S)
2' Por dopoa, ou rac^ao di dezena di
kii.jgrammas, alm de 50 kilogrammas 20 .
j iu O peso uralo de cada volume s^r
vendado na occasio da descarga por meio
j Davolvo as duas provisor para sore-.n entregues
a quera perienesm.
2o-
Offioio M missiooario fre Egydio era Papacafi.
jloform V. R/ma. sabr o que S) alleg no offloio
i que juuto Iba eavio p>r cj;a, m1icaQio ao raes
volume pesan- j rao terapo quaes os malos mii? adequadis para se
Cobra) 40 rs. pr ceder aos reparos dessa nutriz.
Dit) ao vi
de balaacasadej,uidas, incumbindo essa ve-
iiiicag s capatazias, cujos ompregados
averbar5o em suas notas o peso encontrado.
S 2' Na occasio do despacho das mor-
ario da fregueii da Nossa oh ira
O Exm. e Rvra. Sr. internuncio apostlico acaba
de autorisar o Eira, c Rvra. Sr. Dr. vigario capita-
lar em data de 17 do corrate pira tfispea oradores constantes- d* r*U> b4io lran nos impedimentos de affl ldado licita em prlmeiro
grao ignil da linha laieral e do segando rro at-
tiogente ao primeiro da conssoguiaidada da liaba
lateral.
E-tas p?ti{5es pod m ser procuradas na secreta-
ria do bispado, no pilacio da Soledad?.
Francisco parques d.i Silva o Maria da Assump-
ca dos Santos e Silva.
Jos Leopoldo dos Sintos Lins e Maria da ton-
ceicao Con i Gomes.
Pedro Ferrelra Marques e Maria Xavier da Con-
ceicao.
Joaquina Antonio Ridrigaes Sobriabo e Flora ii-
soina Rodrigues. .
Joaqaim Bizerra do Prado e Antonia Mana de
Jasas. ,, ,
J...V:>de Deas de Sruza e Francisca Mna da
Craceicao.
Pedro Jas da Sjuzj e Ioez Maria da Cracei-
cao.
Actinio Manoel de Lima e A atola Maria da
Cooceisi'.
Joo Maihias Pereira e Maria Pastora.
Jos Perrera do Nasclmento e Aona RaGua
Freir.
Francisco da Rocht Maoiel e Mana Francisca
Lins. .
Laz Pereira da Frang e Tfieodora Mana de
JSO*. ^
Ma:chiades Pes-oa de Mjszs e Saiornina Pe-
zalloa de Jasu?. .
Leooizes Aotanio Coni e Anua cmlsaati Aa
tun3s Cirid.
JooVieira Candido e Flirioia Mana da Cra
ceicao.
G'smo e Dirotliea. .
Jos Fraacisoo di3 Sintos e Aaoa Mona Jise
da Liz. ..
Manoel Soares dos Santos e Atexanlrina Mana
da Craceifiada Pelri-ftespradenda ai seu offl-,
Jo; Rodrigues da Costa e Antonia Rosa dos Pra
ci de 24 do prxima pausado, tonho a
qua poda V. R^ma. fazer que so sepultem no pa-
vimento da sua raitnz os cadveres das ti is em
quan'.o nao hiuver camilorio ne-sa fregueia.
Hivanlo porm grave iueonvoaieat i era seguir
a raadidi que apante, dave V. Rvma. fazer carear
urna porca de terreno em ara dos lados exterio-
ras da matriz e beouo lo depois, am de se faze-
, nolis em levadas ,jtf JV^^SSa T. R-, o nao
averbaCS do anna^em, evea o nei *m\0 jaz SoCUiar cumpria tomar o juramento ao fa-
iieetho declarar seosvulumes foram des-,Driqueirj dessa matriz. Procedeu pois V. Rvma.
ados na d'3 e qual o seu peso bruto em regra, nao deveodo erabira;at-sa cora a o
d'aqujiles qua
zeres.
Joao Fran-;
i co da Silva e Mara da Coocelgao.
FEHDaMBUCO
.-un e
coswnte das notas reeebidas das capauzas ojao^
cansuraram o seu procedl-
respindido o sen offlcio da 21 do
REVISTA DIARIA
o que tero sido transcriptas nos livroscom- FiCa as5im
patentes. corrate.
Se a descarga dos votomes nao se bouver *Z** a v Rvma
auado na La, isso mesm ser deca- O*gtSStt^*2*
rodo expressamenie as notas do espacno. AQtK)QJ dj3 SaDt ,s cora Leocadia Mara.
3o Em vista deslas declarares proce-1 E' pira estraotiar qae tenJo sido apre^otido a
ier-se-ba ao calculo do imposto, ctijaim-.V. Rvma. o m miado de casara -a. ci para esi
masra.s nubeotos. teodo, a'cn disso r.
dern do Rvm. govarnador d i bi^pad) p\ra o ellac
Uar a despeito do reqierimeoto em contrario, que
posteriormente ao mandad loe fot ^asentado
era setembro prximo passado, e havendo V
Rvma. respondido em data de 19 d crrante que
bia proceder ao dito casamento, aioda al agora o
nao leona feito.
s nubeotos, leudo, Hn disso NMMiow-
pacho pira ser paga conjunctamante com os
direitos devidos.
Art. V S5o responsaveis pelas tatas do
artigJ antecedente os donos ou consignata-
riiisdas mercad arias,
ba^gem de passageiros, se coorarao Lamento pretextando o nao sabirem bem a doutn -
Io pe-ando mais de 5 kilogrammas i&. \tt chnstaa. Era casamentos como este em que
a Pesiado 5 kilogrammas ou menos 100 ha opposicio e embarazos, flea r
lo Sero isentos desta taxa os saceos,
cliapeleiras, cestas e onjectos semelnantes.
c!nL.do artigos do aso diario dos passa-
griros.
prcleUr mais a concluso dassa questo qu cessa
de lodo logo que o casndolo se eff-ctua.
A re?peito da doutrlaa chrlsiSa, deva V. Rvma.
regular-se pala resposta que em caso semalhaota
foi dada pelo Rvra. goveroaloV do bispad ao Rvd.
vierio de Ctrabis e que sa ach pabcada no
No acto d i exame* dos voiumos ve D*^o ^ PtrmmbM0 e D0 Jtrnal dl) n(Cfe am-
TiQcar-se-ha o respectivo peso broto e pro- bo? i9 < aa seumUro prximo passado, no expe-
rnl.ir-sft ha l.iun ao ralculo do qne for devi- ai^nta do blspado. ...
C l ,r-se na logo ao caicuiu ua lJ u U3 v_ RTma. sera p-irda de tempo
do, sendo a sua importancia mi.iuud ua, .* ^ ejie ca-amento, oo, no praso improrota-
nota do despacho, dos hjectOS^SUjeiUJS^a ^ ^ ifW AU^ m d a^rasao ^rqaeqnao fat.
direitos, (joando os houver, on Simplesmen- ; ao cn,o de polica.asia provinou.
...1^3-----------.---------------- s^reMisQ nmiidoSidoc-rreotefiioscieBedehivrv.^
mesmo 41 aswmldo o xeflolo do oargnde
te mcacionala
o pagamento
na nota para qn1:
'nesse

A populacho da cidade de Olioda foi hootem
outra vez sohrusaliada pelas f^anhas d preto
Tn-imaz, que assas^iooa na duas semanas o pnar-
raaceauc Brai Pimenlel.ceoluplicadas pelo pnico
das autoridades.
O preto Toomai, que all eslava cumpriodo a
pena'de aceites, "que Iba fura Imposta pelocrirae
de raisteacia, e era conservado algeraado n> an-
dar terreo da cadeia publica, amanheceu hoottm
llvre das prisoas e ameagaodo qas viclioaria
aqaalle ou aquelles quo se ine aproximassem.
Al meto da, spezarile baerem all 50 pragas
de guarda nacional e polica, a quasi toda a popu-
lacho da cidade, zombou o preto Thonm do qae
rn"' diziara, nao bavando um s bomem, a nao ser
autortsado a mala lo, qu; tautasse prend lo.
Sendolbe laso commuolcado, o Sr.Dr. ebefa de
polica segaio a's 3 horas da tarde para all ; e,
apenas ebegou a' cadeia, o pret Thonm declama
que si Iba entregava, o que se realison nao Ibe
sendo encontrada, era na prisao em que eslava,
outra arma mals do qae um pedago de ferro li-
mado lili
O Sr. Dr. chefe d) pjlicla f-lo transferir para a
casa de detencao, onde sera' conservado at que se
iha tenha procesjo pelo assassinato
do pbarraceuttco.
Deixamos ao publico sensato o jaUo sobre 0>pro-
cedimenlo dessas autoridades.
- Foi removida do Granito para Alaga-secca a
professora da io^tru'-co primaria Mana Harmina
Jardlra dos Pa'SJS.
- A professora publica MirSa Clara Soares de
Briio e Guilhermioa Mina da Coneeirao Padilha
oflareeTam aquella 5;por cectod seas vaociroea-
tos.e esta 5 p>r cento de sea ordnalo, para as
urgenpias do estada.
- Fizfrara acto n dia i lo novembro, m f6^1
lade. 4$ iireiio o. ?q\Us 'ijores ;
Custodio Maooel da SilvaGoiraaraes Juni.r, idem.
Quartoaono.
Araaocio Coocess da Cantalica, pienamante.
Francisco Antooio de Castro Loureiro, idem.
Joaqaim Macedo Aceioly, idem.
Nicolao Rodrigues da Cuaba Lima, idem.
Joi Roberto Vianna Guilhon, dem.
Qumlo anno.
Augosto Coelho de M traes, plenamente.
Candido Alves Hachado, idem.
Foram nomeados capia o Sr. Manoel Fio
duardo Mondes Los e alfares o Sr. Aoionio de A-
buquerqae Paes Barre i : do balaloo n. 8 de iofao-
taria da guarda nacional deste municipio do Re-
Cifi).
O Paran foi portidor da quaoiia de.......
113:617^000, recebida nesta pr>c, com destino
Alagas f :V)05HjO, a'Babia 8:6505)00, e ao Rio
106:567*300.
De.ta Diurna quanlia 93.0O0AO3O perlencem ao
thesouro nacional.
Chegou bordo do Paran, procedente do
norte, o prestidigitador italiano Ndor Rossioi; o
q aal teodo boje de dar o seu primeiro espectculo
de prestidigitadlo no Santt Isabel, apresepta como
urn garante previo da excellencia do sea trabaibo
o faci de ter trabalhado no palacio da exposigSo
portaensecom grande aceitaco daquelle pablico.
Fj nomeado recrutador do termo da Escada
o Sr. Alexaodre da Motta Cont.
No domingo timou conta da respectiva paro-
cbia o Rvro. Sr. Joo Jos da Costa Ribeiro, vfga-
rio ultmameos collado na fregnezia de S. Jos
desta ctlade, sendo esle acto celebrado com solera-
nidada.
No balalboo 26 da govda nacional do Bo-
nito foram promovidos capites os Srs. Jos Joa-
qun) Beterra de Mello e Manoel Amonio Alves da
Silva ; a' teoeotes os Srs. J mas Fernandes de
Aranjo Sanios e Joao Auspiro Chaves; e a alferes
os Srs. Joo Francisco de Assis Pereira e Jos Fer-
reira de Aibuqoerque Mallo.
Fallecea com 62 aooos de tdade um ataque
cerebral, era coosequeflda de urna erysipela, o Sr.
lente coronel chefe de estado-malor da guarda
nacional desta capital .sebaslio Lopes Guimaraes,
cuj) eadaver fsi dado sepultara no domingo, com
tods as honras militares que Iba erara devida.
Era r.ororaeodador da ordem da Rosa, cavallel-
ro da' de S. B -oto de A vis e do Croz dro, e traha a
eoodecoracab da cootancia e Valar, ooncedida ao
exerelio cooperador da boa ordam as carapanbas
do Maranhao e Bahia, adiando se no commando
superior Interino da guarda nacional deste muni-
cipio do Racife.
Nesta provincia, da qne era filh, prestara bons
servicos, ja' no commando d de 1* uuhi, )i" no do corp di pilicla; e era ou-
trossempre sabouvera com bros militare bom
cidadao.
Comerjaram bontem c exames de preparato-
rio*. Da faculdade da rlireito. Sao membros da
comraissSo julgadora, o S-. Dr. Drumraond por par-
ta da faculdade, e o S;. r. Cicero Odn por parle
do governo.
Acham-se de me?, nos estab;lecm',ots pos
cargo da Santa. Casa de Misericordia, os morda-
mos : r. Antonio M^ru de Par Noves, n> hos-
pital Pedro II; Dr. Antonio II-rculano da Sraz.i
Banleira, no collegio dos orphos e casa dos expos-
los; Antonio Jos G-jmes do Correio, no collegio das
orpbias e hospicio da aleados.
_ N dia 26 do passado, no segundo districto
da Santo Amaro de Jalioalao.o men-r Manoel, fimo
de Maooel Aivss, voltand ida caca, ferio levameote
a Maooel Jos do Nascimento com um tiro de es-
pingarda.
Achaitlo-se, em (ios do mez pasada, descan-
caedo ni villa da Pao d'Albo, urna forrea do i" bs-
ialhao de mlantaria da guarda nacional do Red fe,
snbocommanl di alferes Jos ElesbSo Borges
Uchoa, de volta de Liraoeiro onde foi levar presos
dejustig, o guarda nacional Mmoel J s do as-
cimento travou-se de razos com J >s Joaquim do
Santa Auni.ferinloo mortalmeote, bem como ao
soldado da eavallaria Jos Mauricio.
Apenas perpetrado o crime pozse em fuga, e,
sendo perseguido por pracas do destacamento, op-
poz tmaz resistencia, no qne toi idado pelos seus
compaoheiros e principalra rata pel de norae Luiz
dt Franca Oveira, crahecldo por Canjaa
Sendo insufB Mente a forca do desucameoto para
reagr, emppagou o delegiJa de polica meios sua-
sorios, que iterara cora que se reolassara os cri-
minosos, qae nontom foram recolhldos ao quartel
de polica.
Publicamcs hoje um commanicado d Sr
coramaadante do corpo da polica acarea do qua
dissemos com referencia a algunas palavras do
Sr. secretario do mesmo corpo, relativa a not ca
que demos da mort- do guarda uacuail do 5 ha-
talno Frlnci O S(. secreuno nao conmslou qua elle tivesse
marrido ; contestou porm qua estivessa preso iu-
dvidamente, por quanto estava recolhido aquello
guarda por ordem do traeute coronel commandan-
do balalbo.
far a fesilvidade de soa excelsa padroeira, sendo
orador do evaogelbo e Te Dewn, o Rvm. padre An-
tonio de Alboqoerqne Mello.
Hootem foi recolhido a' prislo para averi-
guares um individuo de nome Raymundo, qae se
snppda ser escravo de am Fr. Joao, o qual, para
montado de e.-iolia e roqaelte e de corda sapposta,
urava asmlas oa freguexia de S. Jos para o Di-
vino Espirito Santo.
Nao est bem determinado anda se esse indivi-
duo lonco ou am industrioso de nova especie ;
em todo o caso, porm, sproveitamos o ensejo para
chamar a alien cao do Exm. Sr. regente do bispado
e da policia para essa borda da esmoleres qae per-
correm as roas da ci tade atropalando a todos com
pedidos para os seiu sanios.
E' eonveoiente que se dem providencias no
sentido de acabar seraeibanta pratica qae se val
tornando abusiva.
Na Tribuna, de Buenos- A y res, l-se o qae so-
gne em ama correspondencia do exercito ; e tanto
mais nos importante o qae ah se acba, qaanio
quem a escreveo nao bebe ares por nos ootros
brasileiros, como v em outras correspondencias
suas sob o pseudonymo de Tourlouron :
f O dia de boje (i) marca urna victoria, ama
das mats facis e completa de toda a campanha ;
mil e qulnbentos paraguayos de eavallaria foram
ac otilados por dous mil brasileiros da mesma ar-
an, apoiados em dous batalhoas, am de linha o
ootro de voluntarios.
O general brasileiro desenvolvea pericia e va-
lor.
Atacado pelos paraguayos cedea terreno, ao pa-
r.'cer, e quaodo os alirabio sobre sua reserva,
carregou-os a fondo, sabindo-lnes por sea flanco.
< O inventor, reflv.tiodo qne os espectadores
Bao deviam ser lllodidos nos eotre-acus con
qual juer frioleira, peosoo em orear um jornal,
que comeaba o programan das pecas que se re-
presentarem, empregando para elle ama especie
de foloeto, que, por meio de um babll processo do
pastel ana, se transforme quaot for possivel, esa
pequeas folhas as quaes esiejam escriptos arti-
gos maite chistosos, nao com tinta, mas com velos
de chocolate.
< D'este modo o jornal, depols do espectador ter
feito aso do progrmeos da pega, delxa-lbe a van-
lagem de o poder comer
Diz o limes que, segando a eslatista offloia'.
qae acaba de se publicar, foram s.'bmettidos ao
tribooai dos divorsios em Londres, 215 processo*.
oo decurso do anno passado, tendo cito por um
a annulaco do casamento, e dezesete a resti-
tuico de direitos conjagaes. Proferrarn-se 18'
juigamentos.
c Desde que, ha nove annos, se ereou o tribu-
nal dos divorsios, teen-te a presentado 2.751 pro-
censos, dos quaes obtlveram seoteoca 1,650.
A lista civil da casa imperial da Russia, fi-
gura annualmente no orcamento russo com..
7,700,000 rublos, ou ris 6:110:000*000, mas a
esta parcella devem accrescentar-se aioda dous
miiboas de rublos de despexas extraordtoarlas da
urna parte, e de outra os raodimenlos particulares
da familia imperial; propriedades, minas de ou-
ro oo de cobre da Siberia, e ootros, que se podem
calcular em seis mllhSes de rublos.
A totalidad" calculase em doie mil costos,
destinados a despezas do imperador e dos grao-
duques.
D'esla parcella destina o imperador doos mil
O numero, a supenondade Indispuiavel das ca-! co'03 Para bospitaes, escolas, Iheatros. etc., mas
valgaduras, a tctica, ludo obrigoo desu vez aos | anda reslam dez mil contos, que urna bonlu Iis-
paraguayos a dabandar-se; de sorte qae persegui-
le .
Parece-nos qae 5o offandemos ao Sr. secretario
difHndo aue a erlso era iudovida. S S. nao fol
Juera o prenden, nao podia mualo por era li- cento do resume de sua doncao,
h-rdade ooi tamo nada tinba que ver com o qne empregad poblico>. ',...,-
"somos. S* pora, escrevia em defeza de ter E' mais ura acto de magoao.rai
dos em iodas as direego-s, perseguidos sem pieda
de al a' mesma tranpuera de Humait, todas as
testemaobas occalares concordam em qae nao
baixara de setsrentos os mrt03 que flearam esten-
didos no campo da persegualo, cuto traieclo na
inferior a vinte e cinco qaadras (3,750 palmos
bratlleiros), sendo tambem de sciscenlos a cifra of-
ficial, do marquez de Caxlas.
Os prlsiooeiros sao cinco officiaes e cerca de 200
soldados; e os brasileiros coofessam ara chefe fo-
ndo, tres soldados mortos o nove feridos, fazeodo
um total de 13 homens fora de combate.
Cifras como essas parecem geralmeote Inverosl-
meis; porem, ja' o disse outras vezes, a arma de
eavallaria assim; o que volta a cara, se nao rea-
ge accossado pei numero e pela sapenoridade dos
cavalloe sucumbe inevitavelraente.
Parece, segundo declaracSes dos prislonelros, da, porque Ihe lo eneoairadii, no
que a maior parte da geote que hoja se baleo ti- ?^!!*^. a8 "nwo
oba ehegado ha poaeo da Assompgao, oode eslava
de gaarnltao, sendo por lanto essa estra pooco
feliz.
Sobre o mesmo objecto ha as seguiotes noti-
cias posteno'es aquellas cima.
O m .rin-z de Caxias mandn esta manh tres
eommissdas de ebefes e offlciaes contar os cada-
veres da sanguinolenta jornada de A; e estas tres
commisses sao accordes em que o algansmo dos
mortos Bao inferior a 870.
Os ultimo prisioneiros feitos quasi sobre a trio-
cbeira de Humana, creem que entre mortos e fo-
ndos I. 'pez perdeu pelo meos 1000 homens s
nesta batalba.
Nao obstante, conforme a declaracao de ura de-
sertor pai aguayo, Lpez, depois de sua derrota,
annuociou s suas iropas que 3000 micacos ( es-
te o nome que elle da' aos brasileiros), Imiiam
uo "Trido nesla aeco.
Ootro correspondente de guies seatimentos para
comno.-co, diz >iue as forcas paraguayas erara su-
periores a S.-WJ homens,' e que o bara do Triura-
pbo (origadeiro Andrade Nevos) obtiva um bn-
ibaole tiiumpbo.
Os prisioneiros manifestara a Intima conviegao
de qui Lpez deve tur sacrificado os ebefes e olll
ciaes qua escaparam a este desastre; e spgaudo o
que dizem al^uus delles, tiobam sido presos o ge-
neral Brugues e lodo o sea esiado-maior, ignoran-
do-se a causa.
Em s'gnida soobe-se, qae Lpez ordenou a pri-
siio de Brugues, e fusiloa alguns Offlciaes pelo ul-
timo combate.
Arada os mesmos prisioneiros accrescentam,
que Re.squln estiva brigid** com o dictador, e que
u lardara tambara a sor preso, correlo a ulti-
ma hora em Montevid, qaa Lpez eslava grave-
mente doente, visto oj apparecer ha d>as a nin-
uam. sendo no entretanto visitada a sua casa cora
frequ-ucia pelo seu aedico e por seus mais In-
timo?.
Tem-se pas-ado m ai tos Paraguayos.
A confederarlo Argratma maodava reforcos
para o theatio da guerra, tenlo ja' cbeado a.li o
Ciiacabuco com '230 pravas ; e oatro igual cooun-
genie eslava promplu no Rosario para seguir a
idntico destino.
Aesmadra oceupiva as mesraas posigoes.e
bombaideava quasi diariamente llumaila' e Curu-
paity. _
Traba abonlancia de raunicSe; de guerra, us
depsitos estavam cheios, e s de plvora bavia
aelles 400 toneladas.
O Sr. Ferreir Lige, presidente da compa-
ohia nio e Industria, da corle, e membro da
ao>sa coramissao na exposigo de Pars, comproo
urna locomoti.a da novo modelo para estrada or-
dinaria, afira de estudar enire nos este meio de
iraosportr, que era Franja aiuda agora mal come-
ca a ser erapregada para sirgar barcos ao longo
dos caoaes e em alguraas propriedades agrcola-
para conduiir a oeterraba para o engenbo de as-
sacar.
Custou esta machina uos 30,030 francos, mas o
frete Ibe augmentara" consideravelmenta o prego.
O mesmo coraprou alguns cavallos inglezes, bera
como caroelros marinos em Miintouon e gara-
oboes, qae foram premiados com melalba oa ex-
posigo de B.lloocourt, com o intuito da tentar a
meihora das ragas cavallar, bo7ini e ovelbum en-
tro nos. _.
Segunda a correspondencia do Rio para o
Jornal da Bahia, oizu-se na corte flW**
Iraperalor ia eotrar para o tbesouro coro .5 por
- '-- como o geral do
ceiro nao devera qualificar-nos de levianoo, e sim
provar a necessidade da prso mostrando a falla
^NaTduvldamos que S. S, seja zeloso na curaprl-
meato de seus devares, e nem isto pdese inferir
do ooe dissemos.
O suarda estava Inevidamenle presa, por qoan-
lo sendo o motivo da priso faltas no servigo do ba-
alho estas nao se podiam dar por estar elle dis-
Doso oa daver estar era vista do offloio da prast-
Scnciadirlgilo ao comraandaole superior, publl-
f ado oo expediente de goveroo dasta anno.
Era anda indevida a pnsa. porque, s;gundo
i*it informara pessOas fiedigoas, o goarda fol pre-
,, na oolte da 16 do moz prximo passado, e nao
nidia ser preso por mais de ol das, os quaes
en lavara-se no da 24. e elle morreo no da 27.
Assim pais. foi moilo fra de proposito o qaa a
este respait.i disse o Sr. secretario, e diz hoja o Sr.
comraanuaotfl do corpa de polica. E-tamos looge
di negar ts zla quir d^ ura. quer de oatro ; o qae
ruemos foi anl so no4 qoiz auriba r eom aquella paolicagoa.
Djmiiflo 10 de nr-embro a irmaada.le de
midade de Sua Mi-
o masmo acto, visto qae
E mai
gestada, cojo elagio en
a isto nao era obrigado.
Po IX, diz uma folha ingleza, foi ha alguns
dias visitar um convento de Roma. E-tando a ab-
badessa em eooversa com Sua Santidade, exclamoa
com muito susto : ._,.
t Santo Padre I Smto Padre! Se inbaldr
vera a Roma, qne ser de nos ?
i Mulber de pouca f, responden Sna Sanli-
ade, sorrindo nao sabe que Daus nunca man-
da duas pragasao roe:-rao terapo T Temos agora
a chalen e n.ia da ordena das coasas que lehi-
raos Gmb.il i >
Seja ou nao exacta esta ancdota, mostra em
tido o caso a seraoidade com que o papa e os seus
cardeaes esperavara a explosao garibaldioa.
At agora tnrn-sa pob'.icndo am grande no-
mero de folhas pnriodicas, urnas mals outras me-
nas insipdas. Mis a inoastna descobrio ora jor-
nal da mais atilidade; a Preste qoo o du, n es-
tes torraos : .^
t Era Bil.-'gni-sormer acaba nm americano de
fundir- um jornal de.ibeatro, de um genero uo
orluiual, cima novo, coj bom resallado sopte
la civil.
Era Noisyle Sec (Fraoga) fori estabelecer-se.
bavla annos, ora velbo de spparencia respeitavel,
que se dizia amigo, criado do arcebispo de Aacb;
accrescentava que era vlrtude das mai> flagran-
tes iojostlgas se achava redundo a' miseria.
Urna pessoa do candade dera-lbe um quarto a
de comer; recebia aj;n disso dadivas de differen-
tes parles.
Tendo morrido repentinamente esle velbo, foi-se
faxer ama nvestigago ao quarto em que elle re-
sida, e encootrua-te, entre am m-uie de cartas,
curiosos apoatameotos acerca da fortuna, costo-
mes e carcter das pessoas que Ibe earviavam soc-
corros.
Parece qae essas pessoas, entre s quaes se
contam os nomes mais respeltavels da Fraoga, Ibe
coocediam geralmeote as esmoias que o veloo pe-
fundo de uma
em ouro rela-
tivamente importanie.
Em cima d'uma mesa tinba muitos romtoees.
ebeios de mas escripias pela sna roao. Eslas no-
tas revelam o espirito avemaroso d'aquelle bomem ;
diz um jornal fraocez que elle se denuncia princi-
palmente as aonolagoas a lapis qae escrevea as
Aventuras de Fava, publicada Oa annos n'ara pe-
ridico. Fava era nm cavalbeiro de industria, ita-
liano, que flirra toda a casta de maroteira.
As autoridades, em viriade dos papis encon-
trados, tratara de ver se descobrem quera era real
meute este persooagem myslenoso. >
O fugo manifestou se n'um deposito de pe-
trleo no Canad, n'am dos primeiros dus do mez
passado, em consequencla da negligencia com que
se fez uso de uma luz, n'om dos armazeus.
O fogo durou viole e qaatro bnras, e consumi
segundo as informages ebegadas diquella colonia
todo o eslabelecimento, que continbi 400,000 bar-
ricas de petrleo.
As cbararaisabraogiam quinze arcas de terreno.
S se consegu dominar o fogo a custa de areia,
que se Ibe lengn era cima.
Hjuve eccasies era que, neste vero, fez
tanto calor em Inglaterra, que morreram alguns
homens do campo na meio do trabalba. A morta-
lidade foi natavel nos condados de Norfolk e de
Essex.
Era Londres tambera houve fallecimentos pela
mesma causa e ms mesraas condigoes.
as corridas qua se realisarsm em Wolverhamp-
too, morreu repsatioameote am dos qae a posta vi,
sem qae se Ibe pedessa conbecer a Ideutmade.
Uraa carta da Londres declara que nos ltimos
treze annos Daa ba exemplo da um calor seme-
Ihante, priocipal-nenle em preseuca das desgragas
que promoveu.
O Sr. Pedro Veros assignala no Monde Wats*
ir uma industria puramente panzieosa que prova
mais ama vez qua os fraucezes sao o povo mais
espirituoso do mundo.
Ei como el'e a dascreve :
Alguns individuos eslao assentados ao redor
das mesas do lerraco de um caf muito frequen-
tado. Ura rapaz, de rosto sympaihico, aproxima-
se da_- mesas ofT;recendo a' veDda diversas qua-
lldados da lapis e pedinda esmola disfargida-
mente.
< Un caixeiro do caf adianta-se e applica aa
rapaz ura par de bofetadas. Este chora : os fre-
guezes chocados coa este acto de brutalidade, ra-
Ihim com o caixeiro, e apres>am-se a dar ao ra-
pazloho algum is moedas de prata e cobre.
t O vendedor de lapis retirase com uma boa
somma.
E o caixeiro? porgunta o leitar. Esfrega as
maos de contrata pensando ao dinbeiro qu8 ad-
quiri n'esse dia, porque... o rapazito sen
fiiho.
De todos os ratos dos Esladns-Uoidos, dii o
Courricr franco americatn, sem distmeca de co:
nem de origera, os mais atrevidos sao os que ha
era J r-ey City. Na ucote de ante-hont-m, o Sr.
Otto G.-yer, donrado illemao, despertado por orna
dolorosa seosago no pelto, levou a mao repenMoa-
mente a esle poolo e ficon desagradavelmeute sur-
urehendilo conhecendo qae ora eoorme rato se es-
forgava por com lo vivo. Agarrn no impru-
dente roedor, fe-lo largar, oao sara cusi, a prosa,
o arremegoo o a' parede do quarlo.
Mas o rato voltou logo a' carga e por duas
vezes se atirou a allemo estup"facla, que the
fiustou moito a defender as- suas froolelras nato-
raes. S depois Ue ama Inta de muitos minutos
qu o quadrupede renunciou a' anoexagao d<>
pangerajanisla e bleu deoitivamenie em reti-
rada.
A ferida que Otto Geyer recebeu no peilo, aio-
da que profunda, nao parece perigosa.
Lotera.A qae se acha venda
a 44.a, a beoeQcio do recolliimento do Igua
rass, que corre qaarta-feira 13.
Repartiqao da polica Esiraet das parles des
dias 3 e 4 ue noveabro de 1867. _
Foram recomidos a' casa de detengao do da
dACorS o Llm. Sr. Dr. chefe de potici^ Joa-
quim Jos da SanfAona e Manoel Lopes dos Ssn-
L para recru.es; a ordem do sobdel^ado de
Simo Antonio, Antonio, escravo de Manoel Gao

V
Xo^safSe.9lf do Q.tx^ilop3 da Qiiilg le. W<$h 1 aecaaalaicato esperar
-
Silva Miranda Brito e Bonifacio Vaques, por furi-
melos, JQ'^MP-^0068 aa Sl ,a e.J,:ePna q* 6l'-
va, para corraegao ; a ordem da da Capunga, V.
Rolrignes Peixoto, para correcgSo.
A ordem do sobiMegado do.Rcif, Manoel Tno-
nm da C;sn, \'*u averigpa^' >le ipa-
3
ILEGNEl 1



.T98! m ofOBfum aa s jmot a >h*,,. ,.*
te; a ordMi 4o de S. Jos. Rayoonflo, eseravo de
F*ri*a Vtete.
chete da scelo
/. _Ngo.Movlmento da casa de
detencalWWD de noebr-de-tt67< -
Eii-iiaa preos 198, entraram J, sahlram 1,
existem 599 : a saber, oanaos SO, muiaerw 4,
traoi""* ma* t*M *5> 0avis
8, total 39.
AHsmMOOm a eota do* fres noWico WI.
Movimento da enfermarlo. 4o da i do correte
mei:
- Tiveram alta :
Jos Jacinto de Sooza.
Pedro Garra.
Marcelino, esciavo fe Felippo Nery de Vaieoncel-
los.
Passagelros do vapor americana Gniiing
Star, eotrados do Rio de Janeiro;
Roben Okll Gostavo A. Wilbaara^Theodore E.
S. BublaMM, Mea Mar y, Aoo Jones. Pernardo F.
Gomes.
Passageiros da barca fraoceza Vitt de Fran-
tegnan, entrados de Marselle :
Paulo P-mrr e Beliuldo Giobo.
Passageuos do naiacno portugae; Mana da
Gloria, entrados d Llsb*:
Jos fedro da Crac, Bernardo Jorge da N-
va>
CuiiTiKio puatico.Obituario do da 1*. de
novembro de 1867.
Bernardina Mana de Senna, Pernambuco, 35 an-
ude, sjlteira, B ja-VUta tubrculo pulmonaria.
Maris, pernambuco, 10 metes, Recite: desinleiia.
Jote da Silva, frica, 50 asnos, solteiro, Boa- Vi ta ;
eancri. inU-siioal.
Manuel Joaquim de Otivelra, Portngal, 55 anuos,
solteiro, Oiffada -, tumor nos intestinos.
Mequilioa, Peraambuco, 40 annos, solleira, Reci-
te ; ttano.
Vieencia Mara dos Prazeres, Pernaobneo, 38 an-
nos, solleira, Santo Antonio; cancro no otero.
Jos Casto da Silva, Pernambuco, 41 anuos, casa-
do, S. Jos-, bepattte.
Francisco. Pern>mbaeo, 5 annos, S. Jos ; inte-
nte.
W I Mu.fruCWI I **M I
I.oadou & Brasilia* B*ak, Li-
mited.
Capital do banco 15,010 acedas
e.J 100.................. 13.333:333*330
AccSs emiltida 13.000....... ll,555:?<55350
Capital (Mgo a S 4-5 por acedes. o,2O0.000000
BALaNCO D\ caixa pial em PKRNAMBUCO
t 31 DE UTUBRO DE 1867.
ACTIVO.
Letras descontadas........... 9i2:i2l5270
Crditos sobre diversos ontros
bancos e caitas fliiaes
~~ i MTR1P 1*1.1---------
consideraco, porque sSo realmente, trenos tooic foj ira-lo de l i as ver;
da estima publica. Fern^njjo; pama do am ca
Os moitos firt w distioctos ueste. paiz% .para njeil filho, que ltae d
que- pretendo fioer bem corJbecMos pelos ponder pelas consequeocias se
SEU AUTOS.-E SOMBNYB PELOS' WteTtinrl&Sc Fernando atirou forro c_
ACT.CS, coMstem ao*\ Srs. Domingos Pe- to, e ajoelbaarit-lhee de ios postas
reir Lima. Bernardo Jos do Miranda, e dio-lie perdoo asutti faite* li_
Manoel Jos de Hallo Freir Baraia^feoa deciitou que eHe apena tinha .prestado O
os qwes teoho con tas a a justar.
\9Tembro 4c 186?.
-$ OH3J* 1/ JUJX OWA
rarea-
licos e
codeina,
e todos
vege-
sea liorna aos artigos que tinina sido po- Bromureloi e odure-
0 artigo em que me refer ao Sr. Fernn- blicados.
do foi publicado oo n. 21o de 17 de setem-' O Sr. Jlo Luiz 3onzaga intercedeu por Sulfate de quinina pu-
bro, e tudo quinto eu dase /o o seguate: elle, e meu filho conespondendo as mane-' ro, valerianato e to-
I ras attenciosas do Sr. Goozaga declaroo ao dos o saos de qui-
c 0 Sr. Joio Jos de Lima no deve ao Sr. Fernando que agradecesse a esse Sr.' nina.
Sr. Estacio ; o Sr. juiz de direito Dr. R >za nao Ihe ficar deJuilo as costas cvaqaalbo Pos impalpaveLs, etc.,.,
que deve ao Sr.sJoSo Jos de Lima, como que tinha as mSos. 0 Sr. Fernandopas- Fabrica erParis ra de Paradis""(aa mas fJo3 BaptisU de Castro e Silva, commenda-
Calornel puro, e lodos
os saesde mercurio.
Chlororeto de trro
(puro) neutro.
Carbonates, so hitos e
Mujis sae^k,
JlIJiei'i un nt* mm > n
Naci sahido no mesmo dia.
AcetaltAydfMblor
rato.
Sulfaloe todos os saes
de morpbina.
Ferro reduzido pelo
hydrogeoeo.
Gssencias puras.
Ejauctos-rrglycornla- .
la dfi Parsrli Can mac' J<3
Sag-HarborPalecboamericano Vira.capItSo Ba-
bcoi'k{ em lastro.
Navm entrad* na iim i.
Rio Formoso10 huras, vap< r bratileiro Parakyba,
a 101 toaeladas, cbmmandante' Mello, eojoipa-
gem JO, em lastro jt' ajencia perpambncan&^^
t W>9lM
9
f iiim
^5=
farra Nova30 das, brtfu iafiiM Jai> _
toaeladas, captOo D. M. NeW, eqonf nm i%
carga 3100 barrica co bacalkM; ai jimalo*
Pater & C.
Navio lakido m mesmo dta.
CanalBrigue brateos* Amol, capHio Jobana
Scbnlken, carga awncar.
EOITAES.
atoorio na villa de Sourt e parece que soa para a casa da vizinna, Adriana Guer- rais), deposito no Rio de Janeiro", E. Cheve-
n3o pouen a visia da repulsa que soffreu re a, e sentado em om banco dentro da sala ot, roa do Carmo.
|S. S. ao pedido de canto de res quando i tremer, e de m3os postas protestou a meu iu !
oi2 ir para acorte. Consta-meque o Sr. filuo Antonio que re>peiiaria o pai como Bstatntus das Facilidades od
Fernando Maria da Cunha Mtn referido esta serapre tinba resjeitado aos filos. Qaaodo | 7 OlreM d laperlt
occun enea em diversos lugares, eperante aieu filbo Antonio sabia da casa do Sr. oio! Art- 56. Os e*ames serao feitos por es-rem I, o irtode da circular do inesou-
ro n. 41 de 10 do correte mez, ser5o des-
de j substituidas nesta thesouraria as notas
dor da ordem da Rosa, e inspector da
thesouraria de fazenda da provincia de
Pernambuco, por Soa Magestade o Impe-
rador a qoem ueus guarde, etc.
Faco saber aos que o presente edi'tal vi-
dios com mafcadoru, os 8917 a 8914, da
Ojfgrna marca, vindos do Havre M barca Iraoceza
Marie\ entrados em* 11 di abril de 1867, a Borle
1 eaUa eom mercadoilaAi i- 9791, aaarca H
4 A, vinda do Havre 'na barca fraoceie Marte, en
irada em 13 de abril de 1867,^ Henriqoe 4 Aie-
vedo.
I dita, dita, n. SU, marra f M & I, vlmla dc-
k 1!** "^f* r0re aVs AS MB l d-.
abril de abril de 1967, a Montmra Irraao.
1cala mercadura, b. 2t7, marca A Br rinda
do Havre aa barca fraoeaia flio Grande, entrada
em 13 de abril de 1867, aos caradores da massa
fallida de F. Saavsge.
1 caixa oom mercarlorias dlversaa, n. 3789, mar-
ca H & A, vlnda do Havre na barca franceza Ma-
r-e, eotrada tm 13 de abril de 1867, a Hdoriqae
& Azvedo.
Airandega de Pernambuco, 39 de ontobro de
1867.
O escriplorario,
Eolicbo Mondm Pestaa.
9-SRTBT*
Caix ero moeda correte.

I,666:oi5*i0
406:684*040
Hs. 3,995:633*430
PASStVO.
Capital fornecido pela cana ma
trir.......................
Depsitos:
Crditos diversos, ontros bancos
e caizas fliiaes.............
Rs.
88S:8881890
951:740*480
1,154:990*030
2,995:6 i3#43'i
diversas pessoas, e que em casa do Exm. LuizGoozaga ehegava o Sr, capit5o de mar cripto, com as formalidades e polo modo
Sr. bario, boje viscoode de Arary. a referi e goerra Leal, em companhia do Sr. Jo5o que se marcarem no regnlamento de qu
elle tambem em presenga de algumas pes- Innocencio de Paula: Lemos, e pergontoo- trata o art. f J. devendo sempre pre-
soas. A repulsa do Sr. Lima, referida pelo Ihe co que isto,Sr. ftaha? eruvindo sldi-los o dtrefctor ou algum lente por elle
Sr. Fernando, causa haridada.* jem respostacabios de dar-ao Sr. aTer ongado -cara esse -firn^
oando Maria da Gunba a merecida e nica' Regulaineuio conaplenaentar
Eis tudo quanlo eu disseem referencia ao resposta digna dos torpes insultos, e ofa- dos estatutos.
Sr. Fernando, que n3-i se qai limitar a de- mants alluiSes, qoe no Diario do Gram-l Art. 20. Os exames serte julgados por
clarar que no era exacto o qne me tinha Far, de hoje dirigi, a nosso pai. S. S. ama commissSo composta dos examinajores,
consfado. e prestando-se a fazer causa com- guardm silencio dizendo naturalmeote com-, do presidente de que trata o art. 56 dos es-
raum com os Srs Domingos Pere>ra Lima, sigopraza Deus dar a mens lilbos brios' tatutos, de um commissarfo nomeado pelo
Manoel Jos de Mello Freir Barata, e Bar- e sentimentos t3o pundonorosos. presidente da provincia, e de om dos lentes
Antonio Ricardo de Carvalho Penna. da faculdade designado pelo director.
0 presidente da provincia, em taes no-
AosKxvbs. sti-s. preside te e ehe-(meac5es preflrir, sempre que fr possivel,
fe de polica da provincia). os lentes da faculdade.
Pelas 3 horas 'da tarde de boje estando
declarando o seguinte: Nuoca eu disse era. eu ern urna rede curiir febrt,,ap/esen-
parte alguma e nem o poderia dizer em casa tou-se na frente de rriinba caza o Mman^uei-L
do Sr.^Visconde d'Arary, que o muito digno ro Manoel, morador no largo do Carmo, fin.p
Sr. Dr. Daniel Luiz da Rosa era dewdor de gmdo estar ebrio, a diricir-me insultos
qnantia alguma aoSr. Joo Jo> de tinta.* iguaes aqoelles que o Sr. Fernando MariJ
Nesse artigo o Sr. Fernando oeclarou que da Cunha pub'icou nu Diana, do Gram-Pa-l
bavu corUdo as suas retacos enmango; re- r n. 2 8 de domingo 6 do corrate. O
pelli esU enexaclidie e demonstrei que foi eu meu estad nSo rae permiitio mandar dar-
que privei aoSr. Ferndnio de ter relaces ihe a competente resposta.
cmmigo. recommendaodo a meus fi bs que, Hede simples intui?3o, o bem evidente ao
eviUssem a sua amisade pela razes que de- genso commum e a boa rfaou que esse in-
clarei, como tudo constado meu artuo pobli- viJuo, morad >r no largo do Carra >, nao se
cado no n. 2l0deste Diario. Vulton o Sr. atrevera a vir de tao looge insuitar-me na
Fernando com o seu artigo publicado no p. \ frente da minba casa, se nao fo 221, a que nSo podia nem devia responder, e nao tivesse as costas qutntes vista do que
,DECURASOS.
Jo dia 5 de novemoro vindoaro depois d
audiencia do Iilm. Sr. Dr. juiz mumctpai da prl-
mnra vra civel, lem de ir a prafa por venda,
um calxio de casa em respaldo, simada na raa
de lojooo da qaarta estampa; e que em
tempo opportu io se marcar o dia em qoe
devert principiar o descont da lei no valor d08 G"?rr*P,'s s0 caJ c*"*8" pS* Pr
' eif.i Uyao de O. Hara do Rosario da Fjaaeca Ma-
lheir. s contra F-lu da Cuatia.TeHira, sendo di-
to calxo edificado em terreno forelro a que a
exeqaenie senbora da posse, sendo a arremata-
cao apeis n* bemlf noria.
nardo Jos de Miranda, passou-m-' urna ras- j
teira descompostura no n. 214 do mesmo Di- (
ario, sem nng*r que tivesse referido aquella
oceurrencia do pedido; p< is apenas negou o
gue eu nao disse que me bnuvesse constado,
-!
W
COMMEBCIO.
PRACA DO RECIPE 4 DE SOVEMBRO
DE 1807.
Asix boras da tarde.
. Sabbadn 2 do corrente)
AJgcdol' sorte-i-8*400 por arroba.
Cambio sobre Londres 90 d/7 81 e 21 l|4 d
por 1*000.
Prete de algodo pelo vapor daqoi para Liver-
pool9/4 d. e 5 por ento.
das notas qoe l3o tiverem sido at entSo
substituidas.
Secretaria da thesouraria de fazenda de
Pernambuco, em 22 de outubro de IH67.
Jo5o Baptista de Castro e Silva.
CONCUBS \S FUEOJEZIAS VAGlS.
O Dr. Joaqoim Pranclsco de Pana, commeodador
a ordem de Ctirist -, conefo honorario da impe-
rial capella, lente jubilado de itwoiacla, de da
sauu Igreja ealbadral de Olinda, depilado i as-
sembla geral legislativa do imperio, vigarlo ca-
pitular da dlocese de Peroambaco, sede va-
cante.
De conformidade com o al vara' das ultimas fa-
cilidades de 14 de abril de 1781, concedido relati-
vamente aos concursos e prcposlas dos beneficios
vagos, confirmado pela resolucao de 4 de julho de
1820 e mais lels e ordeos imp-riaes a vigor, po-
nbo em eooeorsa pelo presente edital as segniotes
Ireguezias vagas deste Oi.-pad >, a saber :
A de S. Jos de Iagazeira. a de Nossa Senhora
Santa Casa da Misericorda
do Recife,
A i llma.j anta administrativa da Santa Casa de
Misericordia do Recife manda fazer pnlihco qn
na sala de soas sess5es.no. dia 31 do corrente pe-
las 4 lloras da larde tem de ser arrematada; a
qnem mais vantagens olTerecer pelo tempo de om
a tres annos as readas dos predios em seguid;
declarados:
Estabelecimento* Roa do Padre Fionano.
Casa terrea n. 17....... 186*000
Csa terrea n. 45....... 18#6 dem n. 47......... 156,5000
'ormosV a y Tfcei Robora' Tercejro aDdaf SKJd o."'
da Cunoelc^e da Padra, de 3ot Anna na povoa- Rn r, ,


__
Silvelra,
Presidente
Macedo,
Secretario
S. E. e O.
Pernambuco, J de nuvembro d* 1867.
Theoore Stmon,
Accoontant.
NOVO BA.VC0 DE PERNAMBUCO.
Balaiif i do Noto Banco de Pernambuco, (em
qnidacioj 31 de setembro de 1867.
ACTIVO.
Apolles da divida publica........ 340:1004000
Estrada dp ferro ds Bahia........ 131:074,5706
Titulos depositados...... 43;4*5j50
Letras descontadas..... H8::i7iA8i5
Letras protestadas..... 237:7so5isl
li-
Rem^s-..s
Francisco de Figueiredo & C.,"do
Rio de Janeiro................
Fornecimemo......
Alugue de casa ......
Joros..........................
Desperas geraes.......
Caixa..........................
10:OJO,5jOJ
57U642
5:000000
S3:iJ.i:0
17 5)73
4:fi45'.40
430:7851r4
porque seria preciso degradar-me at o avil puhhcon o Themes no'Oarw do Gran-Pa- fnvn hqnp/. iA PArnnmhiiPA
tameoto e Hombrear com elle, co no declare) ,r de boje.
em meu artigo publicado no n. 222. oirigi lo | pj30: dev0 occultar, que esse individuo de-
aos nacionaes e estrangeiros po.*suMos de clarou que o Sr. Fernando Maria da Cuuha-
seotiraentos Je pudor, e de nespeHo a mora-1 f6ra
seouraeutos .i pu]or, e de respeito a mora- f6ra instigado pelo Sr. Dr. ebefe re polica "? ora- ??ir ,uo oo^aam poaem
liJade e ao decoro publico. Voltou ainda o para f.izer cor,.ode de'icto e-iaxiHeixa, e que!r,Ceber 2 d,v,anJo de 46 p>rcento do
EM LIQI08C0
Os Srs. accionistas do novo banco podem
deste artigo.as quaes indignaram oorta forma; velho chefe de numerosa familia, negociantefrem admillidas fo'ha dos juros do cor-
a meus dignos, amados e pundonorosos fi- matriculado, e socio da Grroa Penna4 Filhos, ren4le semestre.
Reis.... !,3i:(t3aW'J3
passivo.
Capital..............
Emissao.....................
Contas correntcs com juros
Conu i-o 965:7'i4500'l
2I:000000
6l:5'M)5i>:
5:7313 4
rundo de reserva...... 112:93^473
43:815'!.-0
155170
21:4825*97
3905070
5:8i573
8:I615j'J7
7:53 i 5100
Titulos em caugao
Knowles Si Fosler, (e Londres.
Banco da Bahia S/C .
Banco Mercantil Porluense,......
Saques........................
Massa fallidas cargo do Banco.
Dividendos.......
Commisso do presidente
rentes .
Dcscooios.
Ibos, que uessa mesma tarde pelas 5 boras, ttz diligencia para que esse individuo ees
em lugar publico, munidos de um vergaino, | sasse os insultos e se retiraies: mas, nc fa-
e de suas bengalas lonm procura do Sr. 2enl,) caso disso, seguio a meuQlbo quando
Fernando, e o encontrando em companhia do sereiirava para sua casa, c-jbrindo-o de in-
ar. Bernardo Goocalves Vianna. deram-Uie su.tos iguaes as do Sr. Feruaado.
a resposta que mereciam esses insultos e I a continuar isto assim corram por conta
allu-Oes infamantes el-rpes, applicando-lhe de quem promove estes planos, as conse-
cada uro cora o mesmo vergalho urna dse qUe.icias do estado perigoso a que os Srs.
de verga hadas. O Sr. Fernn o, qud tinha n.-mm/os Kerci.a Lima, Manoel Jos de
sallado para dentro de urna cerca, ajoelbou- Mello Freir Barata, ligados a conos indivi
se, e pedio perdSo a meus filhos doma in-!dUos bem ermbecidos, vio encaminnado as
su os, dec.aran lo que os artigo; nai eram cousis. Confio eotretanto que os Exms. Srs.
delle. e que apenas prestava a sua assigna-,preSidente e chefe da pultcia da provincia
lurJ: j nao deixaro de dar. as providencias adequa-
Eis em resumn a scena da resposta quedas p.ra nutilisatem os planos dos malva-
das abencoadas m s de meus dignos, ama-' dos.
Para 8 de outubro de 1867.
Antonio Ricardo de Carvalho Penna.
eg<--
2:0005001
15:501542!
Ris. I,32!:68:)5s9i
Estado da caixa.
Em ouro amoedado.............
Em notas do theseuro de 105.
Em ditas robore*.............
Em ditas da caixa lilial do Ban-
co do Brasil.................
Em ; rata e cobre.............
5:68560<>
34:980.000
Z5:ufclfG0l>
36i:67t>5000
2215364
Ris 43:78i5l6i
Demouslraco da emissiio.
51 notas do valor de 2005000
1005000
505000
60
10:5005000
7:8005000
3:0 05000
dos e pundonorosos filhos, rec-beo o Sr.
Fernando Maria Ua Cunni. U o icurso
superior a cincoenta pessoas reuni, e ahi
se adhuti presente o Sr. capito ile mar e
guerra Leal, que compare eudo na occasio
em que Sr. Fernando sahia da cerca, di-
ngiudu-se a meu filho Candido, perguntou-
Ine Sr. Can lido, o que isto ? e ou-
vindo era resposta t Estamos dando ao
Sr. Feruando Maria da Cunht a nica res-
posta digna dos insultos por elle hoje dirigi-
dos a riusso pae, pelo Diarto do Gram-Pa-
r. S. s. pedio por elle e guardou silen-
cio, dizendo prova^elm^nte com sigo
Praza a|Deus dar meus filnes sentimen-
tos e brios lio pundonorosos.
U Sr. Domingos Pereira Lima, e Manoel
Jos de Mello Freir Barata, tirem ag ira
das costas do Sr. Fernando Maria da Cunha
a sova de vergahadas q,ie recebeo em res-
posta a esses insultos, a que elle prestou e
804 assigoatura, como de j .elhos e mos
postas d clarou, pedindo per j5j e protes-
tan lo nio cuDtiiiuar a ser m3is de in5tru-
memos.
Ao Sr. JoioLuiz de La-Rqoe alvirto,
AO PUBLICO.
O Sr. general Ahrttu e Luna \ir,ti* de chamar
ra a' re?ponsahilidade 11 l> artigo, que "m justa
represalia [iubliqu-i no Dtirio de Pernambuco da
4 de jalno do correle auno. .Vceto ruin toda a
boa vonlade a autora daquella publicacn, ni
qual p-lrt sea duvida resembrar justa indigo3(
e vivacidadede de phrase, :t que a negagao de ver-
dades coDhecidas por lae$ tem arrabiado a vai-i>
de emiO'-nie sao^tidade, mas nao proposilo de id--
jnrlar. Entr tanto, submettendo me com a precia
resotoQo a todas as c. neq ir.ncias da defesa da
doutrma catoolica, tao feroiipi-nte atacada pe) Sr.
gen-ral Abreu e Lima, cabe ao publico avallar os
tnoiivos, que nos levaram ao terreno eaj que nos
actumos. Sen de eterno desdooro para ajiro, se
fosse cundemoado por insultos e injurias gratuita*,
que escrevesse contra alguem ; mas ser condem-
nado por def-nler com ama certa acrimonia os
atiques din^ido> a* relli.'io do divlm CruciQcado,
nao sor coodemnado, e ser gloricad 11
E podera' dizer outro unto o meu gratuito in-
sulta ir ? Sk ; nao pode allegar boa f, e nao
pr psito rirm-i e premrditalo olT-mer me e In-
juriar m, com tanto malo? eynnmo, quanto o
smgue ir 11, com que declara, as ultimas p-ginas
do sea lio-olo imoio, que est 1 ng<- de acreditar
As accSes de banco devem ser entregues
para se inulilisarem.
EM lIQtilDAQaO
Novo banco de Peiuainfeuco
So convidados os Srs. accionistas a re-
ceberem o primeiro 'lividendo (em moeda
torrente) de triota por cento do capital, tra-
. zendo-as aeces para irem sendo annulla-
das ; uos das otis das 10 horas ao meio
di
ala- ___
Caixa Qllil do banco do Brasil
ciiu Peraaubucu, aos 26 de fa-
lli de i*t>9.
De ordem dt directora se taz selente aos Srs.
accionistaa, qna o thesourtiro esta' autonsado -
pigar o 27* diwdendo das acc5es do banco do Bra
sil, inscriptas n'oeta caita, a' razo de 125000
eiO eoarda-livrog
Ignao Nones Corroa,
Engli h Bauk
OF
Rio de Janeiro, Limited
DESCONTA letras da pragade pia'.o cur-
to a 8|0 e de prazo maior a laxa a conven-
cional
BECEBE dinheiro em conta corrente e
prazo fix'i.
SAC\ vista ou prazo sobre as cidades
principa-s oe Europa tem agencias na Bahia,
Buenos-Aytes. Montevideo Newyork, Ne-
va-Orleani e emitte cartas de crdito para os
mesmos lugares.
7 L rg do Pelourinho 7.
3015000
19:5000
Roa da Gloria.
Casa terrea n. 25........
Ra da matri da Boa Vista.
Casa terrea n. '6......2165000
Rui do Nugoeira.
Caa terrea 0. 17 ... 3005000
PatriinABt* de erphos.
u do Kaogei
Casa terrea n. 56....... 3015OC0
Ra do Vigario.
Primeiro andar do sobrado o. 27 1815000
Ra do Pilar.
Casa terrea n. 99.......2565000
dem o. 94........2015000
dem n. 108......... 2015009-
Sitio n. 5 no Forno da Cal. 1S05000
As arreroalacoas serao feitas pelo tempo de am
a lr?s annos, devenda os licitantes virem acom-
cao do Sacco, e a do Senhor Rom Jesos da Panellas,
todas desta provincia de Pernambuco.
A de Nnssa Senhora da Cooceicao da villa do
Conde on Jaroea, a de S. Miguel da Bahia da Trai-
cao, a de S. i >s de Piranhas, a de Nossa Senhora
da Lu da Pedra Lavrada, a de Nossa Seohora do
Rosario da pavoaejh deS. Jtodo Rio do Pene, e
a de Nossa Senhora das Bores da Lagda d j M n-
teiro, todas da provincia da Pjrshyba.
A de Sant'Anoa da v lia de Upanema, a de Nos-
sa Sennora da C nreieo de Agoa-Braoca, e a de
.Nosa Senhora da Piedade de Anadia, todas da pro-!
vincia das Alagas,
A de S. J.'o Biptista da Porta-Alegre, a de Nos-
sa Senhora do O' de Papary, a de Nossa Seohura
das Dores do Pat, e a de Nossa Senbora do O' da
ierra-Negra, todas da provioeia do Rio-Grande do
Norte.
Todo o reverendo sacerdote ou clrigo qoe quel-
ra fater pposicao s igrejas -cima referidas, apre-
sente-se coro seos papis promptos e correotes na
forma do estylo, para ser admittido, faiendo termo
de oppoicao dentro do praio de ses>eota dias, lin-
dos os quaes se proceder* ao concurso, 00 qual
re.-p jodero os reverendos opposUores a nuve ca-
sos de moral e conseiencia, e larao urna exposivlo
ou homila do Evaagelho que eo assigoar, para /erante a cmara municipal desta cldadc
propi-r a S. M. o Imperador os qoe forera julgados i es,m em PraCa nos dlas 6 9 '3 de novembro
mais dignos na trma dos sagrados eanoues e con Proximo viudoiiro para ser irreraatada por quem
cilio Trideotino. | raenos PreC olTerecer, a obra do ealcaroenio e
Dado nesta ci'dade do Recife, sob o meo signal e p"D1t de ,erro d estrada que, prtiBdo da de Luir
sello capitolar, aos 12 de ootobro de 1837. ,1 K"B, "< r ao ceaiteno pntd.oo, oreada
E eu o padre Joaquim da Assompgo, escrivSo da ""iraa obra na qnantia de 1( R88fi500. As con-
panbados de sens fiadores un munidos de cartas-
desies.
Secretaria da Saeta Casa da Misericordia do
Recife 24 de ootobro de 1857.
O escrivo,
Pedro Rodrigues de Souza.
cmara eeclesiastica o subscrevi.
ueio Dr. Joaquim Francisco de Faria, vigario ca-
pitular.
Lugar do sello.AssomncSo.
Edital pelo qual manda S Exc. livma. por a con-
curso as fregueti s vagas desie bispado.
Para V. Etc. Rvma. assigoar.
De oroem do Ilim. Sr. lospecfor da alfandega
se faz publico qoe, achaodo-se a> mercaduras coo-
tidas nos voluntes, abano mencionados, no caso
da serem arrematadas para consumo nos termos
do cap. 6* lit. 3o do regolamento de 19 de setena-
bro de 1867, os seos donos oo mnigoatarios de-
vero despacba-los 00 prazo de 30 dias, sob pena
de, Ando elle, serem veodidas por sua contn, sem ^P-uo pa7s')"rouniclpa
qoe Ibes fique competiodo allegar contra os effeitos aore?eui.ino antes as habllit3C3S de seos fiadorei
desta venda : para serem examioadas. Oor'cameoto acha-s^ na
1 t ii_ Armarem n. !. ,..._, secretaria da ronsma cmara para aquellas que o
lembrulho, marca WiNou H^', vindo de L- nuirerem examina lo.
veroool na tscuna ingleza itary Anmng, eoirado
divo-s da arremataijo sao as seguinies :
1* o calgamento e ponte serao fritas de confor-
midade com a plaoia e ornamento apreseotados
pelo eo^eoheiro cordoador.
2* o arrematante come^ara' os trabalbes no pra-
s de om mez, depois da assignatura do contracto,
e concluir' no de oito mezes.
3* o arrematante na execogo dos Irabalhos ob-
servara' a^ preseripcS-s dn eocenheiro eordeador,
ficaodo obrisado a ii-t 1 i.t o que nao or executa-
do de cnformidade cora o ornamento.
4" o pag ment sera' effe. tuado em tres pres
taco?* iguaes, correspondendo cada orna a om
tere) da oora.
O* preleodi-ntes a' arremataco poderSo compa-
Ris.
21:01.050)0
S. E. 4 O -
O guarda livros,
Francisco Joaaum Pereira Pinto.
Publicares a pedido
i"r 1 viuda do P ir.
Ol'KBTAO CARVALHO PENVA.
(ConlinuacSo.)
Minh 1 bencao pubhcaaes meus dignos, ama-
dos e pundonorosos filhos.
Insultado, lujuriado, calommado, cons-
purcado e infamado torpemente em artigos
puchcados no Diario do Gran Para son a
assignatura de-Fernando Maria da Cunha
declarei aos nacionaes e extraogeiros
possuidos de sentimentos de pudor, e de res-
peito moraldade, e decoro publico pelo
n. lit do mesmo Diario, do 1 do corren-
te, os motivos porque nSo podia, nem de-
via responder ao artigo qoe o Sr. Fernaodo
tinha-se prestado assitrnar e publicar no
n. 22i, pois que para o fazer seria preciso
degradar-me at o aviliamento, e hombrear
comease individuo. O Sr. Fernando no
domingo 6 do corrente apreseitoa outro ar
figo no Diario do Gram Pard, a. til, em
|ue depois de dirigr-me tuda quauto toi
10 agrado dos Srs. Oumingos Pereira Lima
e Manoel Jos de Mello Freir Barata; depoii
Je fazer-me urna serie de al'uzoes as se-
quintes frazes mas uo son um UdrSo,
m rbula trqnejado nos misteres das
espeluncas de jugos, e de todas as veibaca-
' ias, fazendo fortuna a custa de roubos e lo-
irocinios na ila de Miraj depois de
continuar neste bom gosto, concluiu dizeni.:
E crea o Sr. Penna qaeds meus amigos
'anto nacionaes, emo exirangeiros, acons-
iam-me que n3o me cale (a) ante os insul-
1 >s desa'orados, que o Sr. Peona me dirige,
>or nao ter sanccionado com o meu silencio
* poucaa vergonhas com que o Sr. Penna
,'relende macular a honra e
o uitos filhos disttnetos deste
restoeolio dehomenagem
ft S a! i u C a gU" in,,s W <** fi"* tHptara Paz I E, um
ma COm nacionalidades, nem coma sua h omem que confesa que, vea, yrlas suoojsUs of-
pessoa ; e loia C im tres fllh is da provincia Teosas, que Ihe fiz, reprotluz onira mira aqollo
oo Para: guarde pirtaotj as suas fjrias as I ''ue e,le i,rPr"0:l0 acredu t Pique crto, porm,
suas pistolas e os seus. puahaes para auem TM '."Di,!0 d" rs malslKra 1' mali hoor" "
n nfhnrLw l 4'icm ^aracter, que nei de acompanhi-lo pan passu com
o verbo do exorcismo, at Ihe expninr do curaao o
espirito diablico, que la' > acba acastellado.
Recife, 4 de nuvembro de 1867.
Piulo de Campos.
Novo Banco de Pernambuco
Em liqoi O novo banco paga o i9. dividendo de
5i5OO poraccao, oos dias atis, das 10 ho-
ras ao meio dia.
ALPANDEGA.
Keadimento dtPtha 2............. 19:7'95098
dem do da 4................ 46:7835395
66:5ii493
Antonio Ricardo de Carvalho Penna.
(a) Provaveinniite o Sr. Carvalho do canto
da fortuna um deiles vista d insulto
provocador, qa dirigi a meo filno Candido
0.0 largo de Nazarcth na noute do mesmo
da 6 do corren e, quando elle passava, di-
zendo ali va: um dos assasinos Assasi
no puder ser ou ser o Sr. Carvalho que
Lc-sc na Refrrnae Vetale
A maior preocupafo do medico consiste
nao econhecido no Para, e poder na e los saber se as suas receitas s5o prepara-
ou hayer na sua familia. Se o Sr. Carva-' das com bons productos, pois que, quando
-i nr em taes insultos e provocares'"
receher peremptoriamente a res-'
Volaraes entrados com fazendas...
gneros....
Volamas sahidoscom fazendas...
gneros....
187
234
-----421
133
175
-----308
em 9 de abril de 1867. .Nao coosla do manifest.
1 embrulbo com amo-tras a'orden .vmdo
do Hivre na barca fran ce; a lean B'iptiste, entrado
em 9 de abril de 1867.
1 caixa com mercadorias, n. 340, marca H 1 A,
vinda do Hvre no brigne francez Belm entrado
em 10 de rbril de 1867, a Hennqu- & Aievedo
1 caixa com mercaduras, n. 41, marea E I, viu-
da, do Havre 00 hrigue fraocez Belm, entrado em
11 de abril de 1867, a Maooel J. B. Silva & G-nro.
6 firdos com lecld, ns. 89to, 8916. 8918 a
8921, marca E A B & C, viudos do Havre na
barca franceza Marte, eoirados em 11 de abril du
1857. a E. Burle & C.
1 caixa com mercadorias, n. 247. marca 11
& I, viada do avre na barca franceza Mari,:, en
irada em 11 de abril de 1867. a Monter > & Irmao
8 fardos com fazendas, ns. 89a6 a 8938, 8960
8964, mirc E A B St 0, vio ios do Hire na Dar
ca frauceza Rio Grande, entrados ero 12 de abr
de 1867, a E. Borle & C.
Paco da cmara municipal do Recile 30 de ou-
tubro de 1867.
Lut Jos Pereira Sircoes
Pro presideole.
Prancisco Cauuto da Boaviagem
Secretario.
Santa Casa da tSis riconlia de
Recife,
A Illm" junta administrativa da Sania Casa da
Misericordia do Recife, oa sala ue suas sessoes,
peas 4 horas da tarde do da 7 de noverabro, re-
cebe pnpostas para o foiBecimeoto de pj e bo-
lacha qoe houverem do conmmir os estabeleci-
meotos pios a sea cargo, tanta desta cidade coma
de Olinda, nos metes de noverobro e dezembro.
Secretarla da Santa Csa de Misericordia do Re-
cife 31 de outub'i de 1867.
O escrivio
Pedro Rodrigues de Soma.
TRO
DE
ir em taes insultos e provocares a receita preparada com'prodcts i'uferio-
ha de
posta.
Rectifici^So.
PARA' SnEOrJTCBRO DS IS67.
N) meu artigo puhhcido bufe no n.
228
res, 0 que acontece n3o raras vezes, os effei-
tos que querem alcancar os mdicos, mal-
logram. ou pelo menos, o medicamento.nao
exerce a plenitude de sua aeco.
Para evitar este grave inconveniente, ttj
pharmaceuticos devem ixatar de empregar
deste Diario, pag. 2, ha omissSes e equi- Pro'1uctfs ^m fabricados, e entao nao po-
vocos que compre rectiflcr. e apresso-me1:^1008,, ,a.zer me,or seno assinar-ihes
o antepenltimo- M-'KSS* da "M Limoureux Geodrot
riodo da col. *\ pelo seguiote; 1 abaole6 de. productos chymicos em Paris.
a fi/.e-i3 aubstituindo
Eiaem resumiascea da'respeta que' ...J?0, soraeat4e-,a nconiesUvel sqperori-
das ABEMQOADiS m3us de meus muito f J fj1^ esta casa foi reconhe-
dignos, amados, e pundunorosos fi los re- 2? .P mas a,llda ***
cebeuoSr. Femando Maria da Cunha ,os "Z^tJS?"* recommenda aos Srs.
torpes -nsnltos e infamantes allusoes cm 9*T^.LTgU1?*S. -
que se prop'. a c nsporcar-me nos artigos ooi1P f ^, f 6 endr^f conse&a,(>
a que prestou o se. respeitaoel nome. Um fi ?' 1 ^l?,aCff>* ,nvenUna un
ncursu superior a cincoenta pessoas reu- ^a.que cise pode imittar, ecnjaexecu-
oio-se. e smente an atrevido e miseravel C e r a1, por ,!xiir ata material
Carreiro tomou as dores das vergalhada ,ne mu'^piteado e costoso
soavam s .bre as c islas do S?. Fernando, ltt0 e ?m aau Prov* da wllicitude dos
desnegando traigo um grosso caceta T* Lamouren e Gnndrat para os in-
sobre a cabeca de meu tlho Francisco, que tresse,s e unnea dos Srs pharmaceuii-
foi salvo do guipe traicoeiro por am bo nem ? e l,r^u,sUs 1U. em duvida, sendo de-
generse, que presentindo a'traiclo, inu- f^l deempregarembona productos, alo
lisou o golpe mortfero, arrancou o ccete de,Xara de d,r,8|r-8 esta casa.
das maos desse miseravel, applicoo-lae ama' Uaoorox ft liendre,, .
roda des jos, e esteodendo-o no chao deu- fabrieaatM fbe muitoi pontapes. O Sr. Fernaodo con- ca do iuterad* e du k.aa iTpuh
010 eoSar-se pela tiberna e ioterior da t Todes os prodnetos abiitdodesU casa sio
por
s^lvo da
Descarreitam boje 5 de novembro
B*rca fraoceza_SpAre -mercadorias.
Barca franceaViUe Franlttjuaniaem.
Bncue togletSearchdem.
Patcbo iogle/n B*rea portuitueaDespique //Ideo.
Pata.:tu portuguzMarta da Gloria dem.
Brijioe ioglez-Quenof he u-carvo.
P-Ucbo joglezGeorgianacarvlo.
Birca francea-Veriitana mercadorias.
Brigue nacioBal-u/Mda-cnaraoe.
HECEBEDUHIA Ug RENDAS INTERNAS
GERAa.
teodioMModo dia 2.............. 80434
Ideo do dia 4................. 1:900*811
ISABEL
EMPREZA-COMBRA.
Terga-feira 5 de novembro de 1867.
EXTBAORUNABW KXPECTACULO DE PRESTmiGITAfAO E ESCAMOTAGEM
PELO CELEBRE PRESTIDIGITAWR ITALIANO
DADO
2:705*136
Recdioeato do da
I lem do dia 4 ...
CONSULADO PROVINCIAL
l:8.'l 24634
1:831*877 ,
IZI1IOHO
que taBtos applausos tem obtdo as principaes cidades da Eoropa e ultima-
mente na presenea de S. M. no tueatro do Gymuasio em Lisboa. E.>te
artista alm de outras mailas sortes apresentar oeste expeciacul a dmira-
vel scena barbara
DA
3:6614511
CABEC* QUE FALLA.
-
-Vacos entrados no dia i.
evitar a COntralaccSo, inventanfio urna cap> Lisboa30 dia^ patacho portuguei aria da Glo-
ria, de 184 toneladas, capito Antonio de Barros
VaioBte, equipagem 10, carga viobo e ontros ge-
Eotebio Huijucl B'bello.
i inglez
MOVIMENTO DO PORTO
Esta scena- sorprenendente inteiramente nova nesta capital, e Iludi
por muito tempo o publico de Paris e Londres, e ltimamente o de Lisboa.
PROGRAMMA
PRIMIRA PARTE.

roa,
Glasgow9l4iaa. hiato inglx Lome, da 40 tone-
ladas, capu j John M. D.mald, eijuipagem o, car-
ra earvo e ontros geoeros; a' ordeo. Velo re-
frviwar, e seguio para Montevideo.
Hw de Janeiro o Babia7 dita, vapor americano
Gmdtng Star, de 2150 tooelada, coomaodaote
G. B. Siocom, eqopagem 71, carga differenies
gneros; a agencia americana.
Nanos sahtdoi no m'jrno dta.
Ceara'Brigae Iraneez Elotle do Oriente, capilio
F. i'.reqaer; em lastro.
New-Y .rk e portos intermedioVapor americano
Guidmg Star, curounodaota Sloemn.
Nat'M entrad no dta 3.
urna iT,,rr* N ),a",^(, a'**< bngoe ioglez Glaucas, de
3S6 toneladas, capital Jones, qolpagem 13, car-
ga 800 narnca c?rn hacjida): j" Banadera
Brolbers & C
< i
i
Nova e,difi.:eis sortes de presti ligiUcJo e escamolagem: as velas mgicas,
o advmbo sanente, a verdadera prestidigitado, grande viagem invisivel, opara
quedas mgico, o chapeo do velho Alhotas, .
StGUNDA PARTE.
Escolbidassortes de pbysica e agiiidade: asearlas elctricas, o lenco de
Garibati, os objectos viajantes, grande bail dos africanos, etc., etc.
. TERCEIRA PARTE.
A sorprehendente suspencio aerea de tuna pessoa.; esta experiencia tea
obtido os maiores applausos nos principaes tueatros da Europa.
OCARTA PARTE.
A admiravel scena barbara da Cabaca qoe falla, em que o prestidigitador
Ressini apresentar sobre ama meza muito visivel aos eipectadores a cabeca da
artista Maria Augusia de Rossmi; esta scena sorprehendent illudio dorante
tres mpzes o publico de Prs,

(.
*


..
"


-

TWI^Ws'Tr laWeTWW ^l! *^Wmae?Mffl ?Wr^Plra^W^
Zf
Parante a eamara municipal desla cldade, esta-
rao em pra prximo fotore. parn seren arrematados por quem
menor prrg) offereccr, os reparos de que necessita
o acoogoe publico da ribelra da fregaezia de S.
Jos, coaw>Uado es le* ern iadrilhar eom lagedo,
como se pratica Da cateadas de predios, o circo -
lo do exterior dos balee-es do dito agougue, e no
laterior das mesos um calgameolo cos pedra pa
ralepipedo, bem curau rafgar e coiloear oos nter-
tilos das acota ortfae da Jorro aaMdo. ludo
or?/ do na quDiia de : itfMOOO. *a articos da
arremaiagao sao a* sejrnmtes: o arrnmtanle
obrigado a ceipoar a. abra dentro de 30 das, i
acabar deotro do prazo de quatro mezas; 1" race-
tora' o pajta Dent m doas presta^Ses- iguses,
SMOto a enrostra depois n matada da ora falta,
o a ultima quine dias depois da entrega: 3* todas
as obras serio feiUs *eguo.lo o plano do eogeohei-
ro cordiador 4* os materiaes a' tmpregar na obra
iero de primeira qoaiidade. t
Aa pessoas r|u j pre'euJerem eoncorrer a' arre-
matacio, cemparegam sos ojenfitosiados dias no
paco municipal, legalmeote habilitadas, dependo
apresaotaf dias antis as babllltacdes para serera
jalgadas.
O oreamento aeha-se exposto na secretaria da
reparticao pa-a ser examinado por quem quiwr.
Paco4a cmara municipal do Recife, em sesso
de 30 de oolnbro aa 1867.
Im* U Ptrtira JSmiit,
Pro-presideole
Francisco Canuto da Boaviagem,
Secretarlo.
Praca.
Na sexta feira 8 do correte mez na sala das
audiencias. Onda a do IIIm. Sr. Or. juit do orphaos
se deve arrematar a parta do sitio a casa de vivan
da perteocaqie a< menor Mano 'I <:u-todio de Saro-
pa io, silo Ca punga, a val ado por 4:4501225 rs. e
sera arrematado a quem mais der, livre de oou>
algum para o aaeamo menor.
.
1flgfir9LtH fl
COMPS MA l'HHViniIH
OE
'JW
?f*de>so4-fC-Bita-aocl* Ribeiro, estudaote
do I* sonp da faculdada do Recite, o favor de ir a
Urgxh litarlo u. ^ iebirca, a negocio que
o4iz rspelo._________________________
Preci! m da um cuxairo da li a tt> anoj-,
ortica deiabarna : a tratar oa ra do Brum
lpojuca
Potengi Maman guape Honda li
Os segnintes vapores oa-ontros, sahirJo -teste porto para os di norte t> sul Cnr
as escalas do costme, recebendo carga, eucommeodas, e dinbeiro a frete, assim como
passageiros de primeira e terceira datas, para o quaes teetn os aminores eommodos e
excedente trata ment, oos dias abaixo designados.

Pedido
PARA
Portos do norte ej
escala ateo Aca-
ra c .]
dem .
Portos do sale es-]
calas al Araca-
j.....
AVISOS MABITIMQS

(WAM1IA BRASILEA
N
Paquetes a vapor
B' operado dos portos do sol
at o da 8 de novembro o vapor
Guar, commandante o primeiro
tente Pedro Hyppolllo Duarte,
o qual flVpuis da dumora do cos-
ime seguiia" para oa parios do norte.
Recebam-se desde j passageiros e engaa-se a
carga que o vapor poder conduzir a quai devera'
ser embarcada no di da sua anegada, eucummen-
das e dinbeiro a trate al o dia da sabida as i ho-
ras. Nao se receba como eneommeudas se nao
objeetos de paqo'n) valor nao axeedendo a dnas
arrobas de peso ou a 8 palmos cbicos de medigo
(udo o qu-; passar desle liraitts devara' ser em-
barcado como carja. Previne-se aos Srs. passa
geiros que suas passagens s se recabara nesia
agencia ra da Lrut o. 57, escriptorio de Anto-
nio Luii de Olivenj Azrvedo & C.
GOMPANHIA PEfNAMBUCANA
Navegagdo costura por vapor.
Rio Formoso.
.\ j da G as 6 ti iras damanha
seguir o vapor Mamnnguapc,
commanddoie Costa, lie ce o car-
ga, eucomoi>-nda?, passageiros e
diohairj a frea no escriptorio do
Forte do M.ios n. l._________________
COMPArl BRASLEIRA
DE
PAQUETES A VAPOR
D porto- do norte esperado
a' o da 9 do correte o vapor
Cruzeiro io Sul, commaodant
Alcoforado, > qual depois da de-
mora dj colunia seguir' para
os pirtos do sul.
R"cebem-se desda ji. pa'sagairos e engaja se a
carga que o vapor Doder coodunr a quai devera'
ser embarcada no ia de su:i ciiajtada, ancommau-
dis e (iioheiro a frete :ii o da d;i sahida a: 2
toras. Nao sa receb.-m eneommenJas se n.ro ob
ictns de paqnano vilor a que nao excedam da
Juas arr ibas di peso ou 8 palmos cuoicos de me-
difo, tudoo que passar destes limites d-^vara ser
mbarcad- c nn i c.irgt l'n-vina-se tos Srs. pas-
sageiroa que suas 'assajens s se recebsm nesta
sgencta ra da Cruz d. 57.
CiPANHIA PERNAMBCANA~"
DE
Savesca cosleif pr vapop.
Mieei o escalas, Per.edo e Aracaju'.
S gue n i da 15 dj crrante a
5 horas da tarde o vapor Poiengt,
c mnnndante Pereira. Receba
carga m o das, dinb-iro a fr-ta e passag-i
r s ate o da la sahila a rica do cosame : es-
criptorio no Forte do Hatos u. I.
CGfflPAMIAPEflNtMBUCm
DE
!\uvegacao eosieira pop vapp.
Prahyca, Natal, Maco, Uossor, Aracaty,
Cear e Acarac.
, O v por fpojnca comman'an-
2S t Mirtius, s g'iir.' no di i 13 do
^ V-'l^.v, corr !;ti as turas di tarde para
.$2j os pjrt-s :"ima indicado*. Bace-
p he carga, ancommendas, diubei
ro a frete o u s>ag-ros aij.ua le- *\ o da 14 e es-
les at o dia da sahidi as 3 turas Ja tarda: e.--
rrjp! irlo n i Pu'te dn M 'tos n. I.
filia de 8- ''aguei.
Para o porto cima segu o patacho portuguez
cJorgeosot d- primara nurcia, para carga e pas-
sageiros trata-se rom o consignatario Joo do Re-
go Lima, ra do Abollo n. 4.
mima nmmmm
DE
"nvs^co cosleir* pi:' Vap)r.
Ilaa de Fernando.
N da 12 d9 novem-
bro ao uii io da expedir
esta c io panhia um dos
seus vapores para o por
to anua. Rc.ebe car;a
at o da II ; passag-i
ros, encomnjeodas e fli-
i.heir a Ir ne .-- i oras da n aouaa do da
.la siliifa : escriptorio no Forte do Matos n. 1.
Portos do sul at o i
Penedo. {(
Rio Formoso. P.
Goianna .
Fernando de Noro-
nba.....
VAPORES., TONS-
1
pojuca
Pmtjmk
Pi tengi
Potengi
Movan
guape
Parahyba
Parahgba
600
600
\o
400
140
404
COMMAN-
DARTE3
Martins
Torres
Peretra
Pereira
---------.---------------------
Sexta-feira 15 de ooveabrrreas
-
DtA
S DE SAHIDA.

340 Costa
Mello
Mello
de dezembro.
Sabbado 90 de novembro e segonda-feira
30 de dezembro.
Sexta-ferra 15 de novembro e sabbaiic*
i i da dezembro". t w_
Sabbado 3 de-noveaibro e segunda 30-
dedc/etnbro. ,.
U6, 11, 16, e 26; e volta a 3,
, 8,13, 18, 23 e 28 de cada mez.
j Todui u dominKOs e volta as quiota-
j feiras, de 1 de dozembro em diante.
Terca-faira 12 de ilejembro.
Para oRiodeJaaeiro
V'ae shir nestas 15 das a barca portugoeza
Despique II. por ter parte do sen carregamento en-
gajado e para o resto que Ibe I\lia, trata-se com
os seus consignatarios Fajireira Lourelro, a'
travessa da Madre de Dos o. 10. _
"Tara
Segu ao indieado porto com a possivel brevi-
dade o oate nacional Linio Paquete, capitao Fran-
cisco Rlbeirc Barros, para a c tratase com o respectivo consignatario Antonio de
Almeida Gomes, a' ra da Cruz n. 33, i* andar
"Para
Segu com brevidade o patacho nacional Vola*
te, por ter rauda parta da carga engajada, para
a que ainda pode admitiir talase com o raspee?,
ttvo consignatario Amonio de Almeida (Jomes, a'
ra da Cruz o. 23, 1* andar.
S0C1ETE GENRALE
DE .
Transporte maritimes a vapeur
paquebots franqais.
At o dia 7 do crrente espera-se da
Europa o vapor francez Pintn, comman-
dante Atesis, o qual depois da demora do
costume seguir' para Bueoos-Ayres pela
Baia, Rio de Janeiro, Santos e Montevideo.
Para condictes, freies e passa^ens tra-
ta-se na agencia ra da Cruz n. 55.
Preparatorios pifra os exa-
mes de murco,
Curso de llaga > fraaceza.
le geogra|>kjL^Liaistorla.
de pbJlusepfcla.
de reltiarica e potica.
Jos Soaras. de.Azevj>, prolessor de
lingua e liiteratura nacional no ^ymaasio
provincial de PernmOuco, lem aburio em
sua casa, ra Baila n. 37, um corso especial
de cada urna das materias acim indicadas,
para os eslu lantes que je propoem a fazer
exame em marco no colhgio das artes.
Dirijan'-se rosideuca maocionaJa. de
manbaa al s 9 huras e do tarde a qualquer
hora.
frecisa-serdenma ascrava_dejnw idade pa-
ra fier venias a'ua*-{M>oad rt'-nni- desta prai^a
urna legua : a tratar na ra do Crespo n. I.
,IM1"............." ......""
Luiz da Vts>i Passoa convida a seus amigos e
prenles para^rga fera 5 do correnta ouvirem
urna nissa na mairiz da Boa-vi^la palas 7 horas
da inanba pelo > anoiversano do fallecimento
de seo pai.
O Sr. Justino da Silva Cardoso queira
virnesla typogr Cmeirj
precisase de u-n-eaiidiro de 12 a H asno--,
pral'ta d milmdj. a d ialar a sua
: a trafr oa ra da Concordio'-B. i2.
Precisa se de um eseravo para vender miu-
tr*ur na loja da tos F, aterro da Boa-
^ift# de cavaU| mr
anaal de noqa> Joseah /urtou no lia M
j uirimo, doMgeobc Padro.Firoe oa omiajp 10 JotM V*sMra' logar a festa
in.fcvaro, d abaixo asslftado, tendo do-.issSenbor>io %ste/lM do R sario da
o aberta a grande, e bem andador at meio, ehagan- dores devotos da circomvrsinbanca da mesma ex-
do at Riuerrj toraou ip caraimi do Anpito : te<*.ert ajenjo programma o secorate :
??8 ?,fPender oa-fel der atiera carie se- aWn.10tjelat 5 horas da aanfaa, tevantar-
r gralcado.
Nabor Carneiro B. Cavalcanli.
K-'.'^dtolI,.
Coolini andar fgido d-s le o dia 20 da julho
docorr y'i de 40 anuos, pouco m^is, naci Ango-
la, altara regular, secco do corno, perakt- Ooas-e
arqueadas, sendo urna mais do qoe oulfi, ojia d
lugar com o andar dar grande balanco -coso o cor-
po, rosto comprido, pvoca barba someote ayo juei-
xo, e isb oa sola dos ps alguna cravos e as m-
'?eBHs.Igumas cootiisoas proveniente da.casiigos,
e muito ladino e iotitula-se de forro, lavoo ges-
tante roup a usa c>misla por cima das calcas,
oJaiode bita ou depalba de aba^ mello largas;
guarda sol de seda ja vaibo ; sup,.5;- aos arrabaldes de->ta cidale, e om ttim c*rt* fal-
*. pe) que no lugar Mi caco ja' alie fot pre*o e
posto em liberdade em virtude da raauuionada car-
ta : recoBjiaeada se .a cantara delle, dando-sa a
gratiiicacao acia a juiu lev* lo a u.i da Cadete
do Recife o. 27, sag'undo aodar. ^^^^
.PrecUa se de am caixelro com idale le 12 a
14 annas com pratici de taberna : na ra da Flo-
rentina 3 i
Vndese urna escrava de 40 annos para to-
do o servig 1 : a tratar em Fora de Portas raa do
Pilara. 76, depoito.
- O abaixo atstgaado previos a qoaigue pea
soa que taoha dearrenjar a praca. parante o
Ilim. Sr, Dr. juiz municipal da 1* vara- desta ci-
dade, um caixo de casa bol respaldo situada na
ra dos Guanrapes n. *.', fea esta' aanuociado
para o dia 5 d crrante por execuco de 0. Ma-
na do da uoaaTwxeira, que e oiiao a) lado de sal do
eeesmo caUsu perteaceola ao abano satinado,
quem soweate o ediQcou era conseqosocia do ter-
reno qoa loe pertence e para que nao seja preju
tMa> o abaixo assigaad ota a meia aeoiu qoe
por ventura o arremataota queira delle se nttiisar
quando oexecutado uanhum dominio lea ao -ita
ao oitao. Recife i de novembro d 1S67.
se-ha a bandeira, que sera' eoadoi.'da por grande
numen de meninas e aeompanbada pela mnsica
do l* hauitij 4* guarda nacional, de casa da jai-
za ao adro da moma; %r-ja.
A' njitade metnj da ter*' lutar pelas I2
huras da tarde a vspero, coja msica sera' diri-
gida alaSrroias D|bo, eu0 U|eDi0 maiC4| &
bam eontiecldo do nosso publico, e soltar se-ha lo-
go waiuMa(a wpera, oa aakio e divtrsas gy-
raodolas de fogoetes.
No da rO, palas 3 horas da man, celebrar-
se ha misa, tocando a msica 4o referido bata-
lhau,e Anda ella Iwvera'urna grande salea e om
lindo balo subir' a* regidas almeepbtrioas, como
saudando os habitaoles desta cidade.
As 11 horas dirse-ha mlssa, exacouade a or-
cheflra o dogma da Concelc, orando por essa oc-
Jchn Donnelly.
MmA
LEILOES.
Precisa-se de urna que saiba bem cosinhar e
compnr, forra ou cautiva : na loia da ra Nova
n. II.
mi no mm
numeM)28
De cerca de 150 catas com chocula'e
D. Mide-to de la Par capjio da barca bespa
nhola Isabel ancalhada na liba de Fernando d
N.-roona, fara' leilflo por intarven{ao do agente
Martins par contae risco 'e quem ptrtmcer. com
aulori'acjk o do Sr. vica-coosul de H-spanha em
sua ira^anca-e da uro emprfgado da alf^.odaga pa-
ra este iiu nomeadi, do tv co.'ate cima parle do
carrtgameuto da mesma barra.
HOafE
No armazem :i, 8daaifandaga as 11 horas do
dia.
De 'i00 gluos com batalss novas ara um ou mais
lotes a contento dos compradoras : tan; i-t-ira 5
10 correnie em freute d) armazein do Aunas, lar-
yo da alfaudaga.
Aloga-se o saguo 'o audar do sobrado da ro do
Amorim u. 28 : a tratar u. iua da Cadeia n. 41.
Cozlnlielra
Preclso-ae de ama coiioneira, prefere-se escra-
va : na ra da Cruz o. 16.
asa
i.
para alu^r mu Olimin
Alugase ama casa >-m Olmda, ra do Homflra n.
'i, cora duas salas e ura gaiiin^tH, quatro qaart s.
I da>peasa, coslnha fra, um quarto terreo e quin
Mal murado, caciiiba cora ex:ellrnta sgua para o
consumo da casa : a tratar em Olloda com o Sr.
( Silveira, pateo da S. Padro novo, taberna da es.
quin< a wiltar para o Carino, ou uo Racife, ra da
. Cd-M--, l.iji n. 4._________________________
O abaixo assigtmlo da:lara que uesta data
dalxa di- fazer parta da casa commercial qoe gy-
raa n--ti iir^ga ob a ra;ai social Siqneira, lr-
mao- & C ; ficando todo o a tivo> e pas-ivo a car-
go dos socios Sevariano da Siqu-lra Cavalcanli a
J)3qu de outubro ue 18r>7.
Francisco Xivier dos Ssotos.
De urna c^s de lijlo sita emTlglpi, cora 1 quar-
tos, 2 salas, cminba fora, l-.rr.mo proprio e
quintal al o rio, lando urna porta e 3 jtnallas
da frente.
Qaarta-feira 6 do correal?.
O agente Martlos fara' tello por crdem do
lll'u Sr. cnsul da Portngal da casa cima per-
t-iiceole ao fSp"lio r Jj- Luiz d Sou^a.
No arrriazera.da raa do Imperad jr u-16, as 11
horas do da.
DE
ESCOLA.
Mara Birihitez- di doceicao participa aos Srs.
pae< dn farailii qn mudou sua escola da roa da
Luperalriz n. 8i para a raa da Concn! a n. 3,
onde espera a oroteceo dosraasmo- seonorts, pro-
m.tit U'io fater lodo p a^forgo para o desejado apar-
fi-ico3roenlo das maninas. Tambera da' aleurnas
Iij-s la fraocaz das 4 s 6 horas da tarda. Adoii
ta-se pensionistas e malas peasionittas. AffiSnca se
a boa latir.
Recifa 2 de novembro de 1857.
Lompaubia tidelidade de seguros
martimos e terrestres
estabelecida no Rio de Janeiro
AGENTCS EM PEHNAMBCCO
Aatono Luiz de Oliveira Azevcde & C.
competentemente autonsados pela
- directoria da c:)mpanhia de seguros
Fidelidade, tomam seguros de na-
vios,' mercadorias e predios no seu
escriptorio ra da Cruz n. I.
mmmmmwL.
Joaquim Jos Gongalves
Reitr*lo
S RU4 DO TRAPICHE 17 4 ANDAR)
Sacca por todos os paquetes sobre o Bancc
lo Minho em Braga, s sobre o gaintes luga-
' era Portugal,
aber:
Lisboa.
Porto.
Valen^a.
Guimare.
Corrabra.
Chaves.
Viseo.
Villa do Con^e.
Arcos de Val do Vez.
Vianna do Castelio.
Ponte do Lima.
Villa Real.
Viila-Nova de Famollcao.
Lamego.
Lagos.
Covilhaa.
Vassal (Valpassos.)
Miraodella.
Beja.
Barca I kn.
Aos 6,0000 Ji
BILHE1KS GARANTIDOS.
A'p.ua no CnKSPo n. 23 e casas do costme
0 abaixo -ssiga. lo veudou nos seus muito feli-
zes bilheies garantidas da lotera que se acabou da
xtratiir a baneli'io das familias dos voluntarios
da natrla ossagumlas premios :
N. 3-!9 ura ral) cora a sorte de fcAQOf.
N HC6 um raeiu com a sorte d- 9M-t.
S. I7i-8bilhai ioleiru com a sorte do iO'JS.
E miras muiia- sc-rtes de 100,8, 40fi e V)fi.
Os possaldores podara vir recebar seus respecti-
vos premios sem os decootoe 'as leis na casa da
Formo, a ra do Qraspp n. 23..
Acham-saa v<-nda os da 4" parte da lotera a
favor do rccolhiraentode I^-ua-assii 44')'qua sa
extrabira' quaru faua 13 do corradle.
jcasiSoo llustra a'R<|. i padre Line, prdf^Cbr da
; capaila imperial,soltaodo-se acabada- qo (seja a
Uev-cao e| S^ahar SatltO tlhfislo 9% fe*t', ama salva e diversas gjrandolas de. fogo
'fr, Mereja do &>,> gil- ,4airiottt-,ur4eto'aatn I rilOSaDlO. igreja. oltndo-e nos lolervallo algans baioe?,
0 adaiaistr-dor do altar do Saabor Santo Chrls- f dando no, pelas 6 horas ama graade^alra qae sa-
to dos Milagrea,seoiifka respwuvel publico D,ra aoar entrando o Te-enm as 7 da ^prte, ao
desta cldade que a fesu do mesmo Sauhor lera' a"0'orara o lliostre e muito inl^ll.gente Rvmd.
lugar no dia 17 do correte priocipiando as no- *rw J**?ura> ^o B^pirlto Saolo, e fiodo o aelo re-
vaaas no aia'7,e roga a ledos es devotos de to ''g,oso flar SBD,a principio aonugn fleo fago da ar-
oacelsaSeidior a diguem concorrer volunlana-- ,0 **uasel:*' BO do* mais lindos Opa tem
mele com asesraoias quS fpre da sua voptade : vis,tu em.ld8aUc oceaiioes, dando, aislaflnis
am de bahiliu lo a {aier celebrar urna esia, pae ,sl* fle ,,BV0,,0
com ostentaco, mas com aquetta decencia e a-1 a w*l0T poinPa da fest* eojlsio encar-
Plendur que overa caracten-ar lodos os acios de- f,gad* P^a ao? nwr*dom ds e es-
dicados par uau verdadaira devocao ,a .Njsg8e-'*reiu o Rf^lo o obsequio de ^rnar soaf varan-
nhor Jess.Carisio. |iii e Jahal|asr ..noite botar luminarias as fa-
Aquelies devotos, nols, que voluntariamente qui- ct
zerem fater sua* offerta podam dirigir-se a praca
da Independencia a luja do Sr. Antonio Augusto
os Santos Porto, 4 roa Nova a do Sr. Jos Fer-
oandes Lima, e na igreja uo Divino Espirito San-
to, em todas as ooites de novena, ao administra-
dor do altar Jos de Mello Costa Oliveira.




ON.85
Veade-S8 fiado e a voatade
do comprador.
O estabeleclmento da ra Nova n. 6o, onde exis-
te om bilbar moderno e se fannea e venia sorve-
te, assim como todos os movis, 1 ragas e ntenci-
lios existentes de om inventario : trata-se no lar-
go do Paraizo n. 24.
Offrece sa urna araiher para ama de casa
f'trangaira, para qualquer ter vico : no largo do
Corpo Saoio, 3* aodar, do soorado em que e?la o
banco Ingle?.
Geograpbla
Joaqoim Pires Machado Portilla abrir' em no-
vembio roxiuu, oa casa da sua residencia, um
corso de gangraphia para os estulantas que qui-
zerem se habilitar para os examas de marco Os
senbores qno qaizerero iosrrav-r-se o deverio fa-
zer al da 5 de novembro iutprelerivelmeote.
Na praca da Independencia o. 33, loja de
ourives, comprase ouro, prata e pedras preciosas,
a tambem se faz qualquer obra de eacommenda e
todo e qualquer concert.
Recife, 4 da novembro da 1867.
A cummisso eoarregada,
H. F. da S'lva.
Jos Filippe Martins.
VinatoC Lopes.
Alug
pre^o.
Bh le.....
Meio......
Q linio.....
Eai Nreo de 1005
Itlinete.....
Meio......
Qulut
6-500.)
35000
M300
para cima.
;-:;)0
257.10
I ilO)
&-se
A casa da ra das Aguas-verdes n. 23 : a tra'.ar
na ra Bella n. 45.
Na roa eslreila do Rosario sobrado n. 35o
primeiro andar, aummpiam-se bai.deijas de arraac
ioas com bolos finos da vanas qualidades para
casamentas e bailes, e de oasteis de nata, bdlos
inslezas.iio-de l.polinsenfriiad scom capcllas de
alrioio e boquats proprios para presentes. Faz sa
bou ;neis de flores de papal, d cera e de panno,
di' cravos, rosas e dhalias, saudades a de qualquer
flor qoi os oonos quclram, da cravos oatures
para ensarnantes com lago da lita bordada a curo
oa lerit'jolas o seda, sndo a encommenda feta tras
diasaoies. Cise se vestidos para noivas b^ra ar-
raajados fettne pelos ilg'irioos, e faz->e tambera
capailas da flores da laraoja para Duiva*, aiuda
capailas para meninas, tudas a^ qualid.das da
fl6rs para enfaites de chapeos a Piucas, Duras para
eufeP>s de saotos, palmas, cauellas, arcos da boid^s
de trigo dourados. fa'i5*s para igraja, par- qual
qoer eocommeoda d-i fra .-eraure tem promp-
la. Enfeia se lambera velas ricas para baptisa-
dos. Tu lo isto mais barato do que em outra qual-
qu--r parte e com mulla presteza de modo a nao
bavec Lita alguraa.
O capillo Jjo Guilharme de Mello faz pu-
blico, que do seu engenbu Qoeimadas, m rrrfuezia
de Barreiros, comarca de Palmaos, fugiram no
dia 20 de outubro prximo pa-sado os leus tres
escravos saguintes:Frulu uo, Vctor e Victorino,
lodos crenlos e mogos, a, teduzidos, se .aebam na
cidade do Recife rcHbados com o- maor escn-
dalo, e escarneo das leis e das autoridades. O an-
nuociaute previne, aols, qot ajoguem asatrate ne-
gocio algum com os diios eseravo, ama cum al-
gonsootros de sua propriedade; rogando as au-
toridades judiciarias, policiaes, capitaes de campo,
e qaaesqaer pessoas do povo, qoe encontreai ditos
escrav, s e deltas liverero noticia, es apprebeodam
e conduzam ao dito engeoho, on oesta prag* ao Sr.
Domingos Jos da Silva na ra da Ciuz do -n-,
n. 23, segundo andar, que generosameote r>com-
pensaro ; protestando usar do rigor das lus con-
tra quem se provar o roobo dos mesmos escravos,
os tiver occull'iS, Ibes dr asylo ou comprar.
Fogio da ra do Imperador da casa do Sr
Dr. Anoes, no dia 5 de setembro prximo lido,
o cabnuoa de norae Joo, idada de 10 a 12 aoocs,
booiia gura, ch'i do corpo, ar alegre, boa danti-
dura, othos grandes. Levoa vesudo can i.-a de
chita riscadinho encarnado, cai^a da atgodo asul,
chapeo dt Miro preto, copa baixa. Andava ven-
dando urnas teucas em ura Baladres ; urna pe.-sa
diz que o vio montado ara cav-tllc, eem rbapo,
cujo condnzia ancoras, era dirigido o duo comooi
por um crinlo, julga se nao ser de longe desta ci-
dade, e pode ser qoe essa pessoa o condoliste jul-
gando ser livre : rga se aos proprielarios da ,a-
genno(, e a'a autoridades policiaes pesquisaren) se
esta' aculado em alguraa casa, qu quem o pegar
oo dalle der noticia dirija-se a* ra Nuv? de Santa
Rita o. SO, que sera' generosamente gratificado.
Ofl-rece se um rrogo ptrtcgoez para caixai-
ro de m Ihados o qnal ja leu bastete pralica
da-te negocio : quem do seu pr sumo precisar di-
rija-se ao pateo do Terco n. 15, refinacao.
O Dr. A. S, Pereira rio.Carmo (medie)
est morando no sobrado o. 12 da roa da
Imppratriz.
O bacbarel J a,,uim GontalVrs Lima
abri seu escripiorio de advocado na ma
Qoeimado n. 12, primeiro andar, onde
pode ser procurado n s lias oais, das 10
horas da manir"-a as 3 da larde.
m

VLNW4
Maooel Martins Fiuza.
Precisa-sc de arai raalher qae silba c-sl-
nhar pira casa da pjjca familia : ni rui do Un-
ico ',. 41.
i1:
m ct
f*
r
a.
<) p-.lhabola Novaes, segu at 20 do crranle,
i la raaehs carga miuda ir^ta->e cora o consi^na-
i rio J o Francisco da Silva Novaea, travessa oa
Madre de l)jos o. 8.

HE JANEIRO
o ta'ach i Lealduie prnimoe sah>r para o Rio
rie Jineirn com aquella brevidade qu Iha for pos-
si val, sagnodo a conaurre ,cia da carga que hou
va" : quem neUe qoize ca regar, poda dirigir-s"
aos con-gnalanos Marq es, Barros j no larg
ilnf'oroii Saaluo 6,'u ao respectivo capitao An-
tonio Joaquim Fiuza.
Quarta-fer 6 le uovembi'oas H
hars
No largo do Cori^) Santo casa que Coi da
AssoriaeSo Gomaiercial.
TELO AGENTE BtZEBIO.
Do snhraio d. 52 da ra do Haugel rende por
anoo 7725.
Da casa terrea 0. 23 na roa do Rangal, tem 2
lalhos, pote reoder por aouo 60J5, as chaves as-
til 1 junto 00 n. 25.
Da esa P-rrea n. 98 sila no largo do pateo do
Terco, tem um lerrno externo, ODdos, com freo-
te para a ra das Carrogas, e as chave para ver
se podera* pedir na mesma roa n. 38, padaria,
chao proprlo rende por anno 4805.
Da casa terrea n. 8 su no largo da Peoba, chao
proprlo e sera' veooida por antorisago do lllm.
Sr. Dr. joir. municipal da segunda vra a requer-
ment de inventaran!" paracomorlr legados.
AMA

FARA,
Para o indicado porto pretande sabir com muita
presteza y patacho Paratnse, por ler mal- de dotis
tercos t sfli carrga: par o ponso qiiu Ibe
faiu tratase con o consignatario Joaqoim Jos
O rgalves Beltrao. ra 1I0 Tr.apicne n. 17.
Para o Aracaiy *eguacom muil* br^vidadBO
biate StraUnte ; para carga e passageir. s trata-
se com Jos Sa Leiiao Jnior, roa da Madre de
Dos.
PORTO.
Preicnds sabir para o vidade pos^tvel a barca ^drigeza tHumildade,
teu1> ja loeude 00 qiandaas ier(-rt de seu cr-
rtgauaoii eagajao. Para,a.arga que Ibe falta 1
ps5sitreiros qoe gozaram all de excelleotes copa-
mol-, trta-se com os consignatarios Marques,
Barros 4 '.:, no largo do Corpj Santo n. G 00 com
o caiiij Carlos Perrelra Soares.
De um carro americano de 4 rodas e duas
partes da casa terrea d. 33 da ra Nova.
O agenie Marlms fara' lailj a reqoerimeoto do
administrador da raassi taluda da Sebasiio los
da Silva e por daspaeho do lllm. Sr. Dr. juiz espe-
cial do rommercio, de um carro americano e de
doas parles da casa cima perlenceules a mesma
massa.
Quarta faira 6 do correte.
No armazera n. 16 da ra do Imperadcr as 11
horas.
Precisa-sa de urna ama para tolo servigo d,> urna
casa de familia, oa raa de Hartas n 142. I* andar.
- 1 1
Precisa se daina ama para o servigo de
urna casa oa familia na ra eslreila do Rosario n.
27, 2- andar.
I Iosttiio Arckeologico e Gec-
Kiipliico Percamlmcaao
Ha ver sess) ordinaria quarta feira. 7
Ido correnle Dovemoro, pelas H horas da
manha.
ORDEM DC DIli
Importantes relauvios, da ccmmissaode
trabaihos histricos o eepgraphicos:ex-
ploraces ltimamente feitas, com felices re-
sultados.
Pareceres e mais tralialhos de commis-
ses.
Secretaria, 4 de novembro de 1867.
J Suaies de Azevedo.
Secreiario perpeiuo.
1 liada.
Prtdsa-;e : ara> criada para engiraraarc o-
sinhar : na roa das '".ruias > Ora 11 u. 21.
PeJa-ie au Sr. J. -I' S. II iiimlor no i-nja-
nhu C, .]ua manda soltar no cercado do eogaobo
Cassua o eivalld ala-o perlenceote a raassa da
Joio Bapli-ia Gjogalve l.Usto?, que fii por Vine,
conduzdo em a ujite lo dn 13 da .oatubro prxi-
mo passado, serio que se o oo zer *era' desco-
barta a sua pessoa a o seu d)me ira' ter a polica
mano honradamanla.
* *
R.'.}i so a ij i''ii ,j lor qua uoodazio do eoge-
uho CaSfOT d jos pranchSes da sienpira, qua os
mande por no ojpsms lagar doa U os achou, se-
nao quizer ver seu n me ueste Diarlo.
Veoie se o engenho S. BartDoloroeo sito na
fragoezi de Munb-ca, a margara do rio Jaboat
dletaota de-la cidade tras le^oas e urna da estagio
dos Prazares. E-ta lica propriedade tem as v;,o-
lagfnsegnlnts : mm com pa, lam porto de
embarque para t'arcac^s o ) cavouco do engenho,
lam varzeas da mas>ap, pparadas e dcsiocadas
paradous mil carros di gemente, que se lavram
om arados e se cobrem com grades, estas varz.jas
sao cortadas na mai r part- de canaas e bragos do
no, que faciliam a oodurgo das cauoas era
grandes canaas Qoe descarriara do picade,rn do
engenbi'. Tem a raarK ra do rio mangues que fjr-
Decam mar iras para credo e para o to.isuoio
das fortalba?, tara m tas en ncas madeiras de
coo-traegao e para carros, eraude poma', excsl-
lanle coqueiral, E-ta montado com todos os eii-
flei.is feiios de paira 00 ujolo, roda hydraolica,
mo-nJa de farro, a .n da muilos onlros commodos
jiip sarao mostrados ao comprad 0< prei-ra-
dentes se emendaran era o propriatario ca Boa-
visia ra de S. j ragalo- u. 29.
hmfi Power Jotiustoit tompaaoi
Ra da Senzala Nova n, 42.
A'jEKCIA da
Fusil;&> Machinas a vapor de 4 e 6 cavallos.
Moendas e meias moaadas para engeni.-'.
T^ixas de forro coado e batido para ese-
QO,
Arreos d carro para os e ious cavslios.
-telogios de ouro patente iglez.
Vrados americanos.
Miihinaspara dscarocar algodo.
\I tores para ditos.
Mtcbinas do costura.
Amn
Da 12 mei-maas de penra | ca!.
O ageoie Hrtms compeieoiesecMe aulhorisado
fara leilao de 12 mai-aguas de pedra e cal sjlas
era larreoo loreiro na ra da Prala da casa de de-
lengao, rendara I104 por mez.
Quaria-feira 6 do eorrente.
Olailaolera'lugar a ru do Imperador arma-
zem n. 19, as 10 boras do dia.
AVISOS DIVERSOS.
Precisa-se de um faomem que saifra
ler e escrever, pata distribuidor deste
Diario,
.
Atteilco*
Antonio Perrelra da-Casta (ax seleote ao respei-
tavel publico e com espaclaliJade ao corpo do
C'irornercie, que tea just e contratado coa o Sr.
Pranetsoe Luiz dos Santts a taberna sita no pateo
do Tai go n. 1, e quem se jujgar credqr apparega
no praso da tres da- para sr pgo e satisfeilo.
Precisa-se alagar um et.cravo para o servlco
de arbirlsagoda cilade : a tratar na ra dalm-
peratri7. n. 39, 3 andar.___________
Preci-?e de um m 1 alo : na raa das Larangei-
ras n. 14. hotel javeDlude.________
Boa momdia
Alnja-se um andar na ro? do Sul, muito fresco,
bra repartido e com exceileOtes commodos para
familia, esta pintado de novo e por commod ala-
gael: traase aa roa Nova 1. 29.
Na S'ledaderui de 8-lra n II, offerece se
uma boa ama para casa de estiaogeiro.
(Jiuiifinis d Changa
Antottio Jos CceRro Carn-iro, faz -cenle ao
pabljco em geral que o mnibus de Caxanga do
dia 8 em di^nie partir' do Recife. as 4 e 1|2 doras
da tarde e volta as 7 da mauna.
5IIILKSFI4S 110 POTO
A barooata da fletarla, seus Qlhns, O. Joaquina
Cielbo deLemw, D. Gnilhaim'ha i.'oalho Borges
Dioli, D. Amalia Cpeltio da Frrita-, Jos Joaquira
delira, Joaqoim Colh>, Hiracio Ceibo, Demtno
Coaibo, Dr. Virgilio Coelho, seas georos, o com-
raendador Joo Piolo de Lemo's Jnior, Joo H.
Bargas Diolz, Dr. Frailas Hjorfqoos e suas oras
D, Adelaida R. Corlio, 0. Emilia da Oliveira Coe-
Ina e D. Francisca C^valcaoii Coalho. agradacem a
lodas as pessoas qua Qteram o cacjdoso favor de
a raa e ennhada 0. O'vmpia CiOw, e da uovo Ihes
rogara a fineza de oa-irurn a m s* d) senmi da
quetera' lugar na capella do caraitafio as 8 hor da maoba da qoarl-faira 6 do crrante, pelo que
Ihes protesta sua eterna grati lp e renonh-cimento.
Fuhio no da 23 de outnhro prximo passado
o eseravo pardo de nome Luiz, com .'6 annos de
idade, bati, corpo rngnlar, pouca harba, ps beru
jeitos, bem (altante e com orna cicatriz abaixo do
olho direitp : quem o appreheolar queira leva-lo
no H '.-picio a casa de seo senhor a esqoerda d)
qoartel general ou a roa da Crat casa de J ao da
Silva Para A lrrao, qoe sera' recorapaosado.
Precisa-se de urna ama para larar e engomar;:
na ra do Trapiche v. 36, 2o aodar._
tJLftS i
lvlo importante.
Os nicos v.-rdadeir-is xaropes d hypophosphl-
tos de Soda, de cal e da tarro do Ur. Chorchtll t*a-
zem a firma quatro vetes repetida desta sabio me-
dico sobre o subscripto e a marca de fabrica da
pharmacia -Swano, 12, ra Ca Acha-se a veuda em frascos quadrados com o no-
me do Dr. Cnurchill no vidro. Prego 4 francos aOi
Paris : Cora Instrnccao
A luga se
O primeiro aaiar do sidiradQ da
82, novaroante caalo a pln'ado : a
darla da vtuva Machaco <$ Filho.
ra Dirctla n.
tratar na pa-
Aluza se uma t^crava que saiba vender na
ra : quem a tiver pode dtrlglr-se a ra das Cin-
co Puntas n. 136.
lu
*^*
a-se
tres sitios na Torre para passar a fest, com boas
casas e mono frescas : a tratar na alfaodega cora
o despachante Franco.
v-
Ana
Ama de le'.te.
Precisa-se de ama ama de lette : na praca do
Corpo Saato n. 17 3*-andar.
vi.-a
MARlTIilUOS

Precisa-se alugar uma ama aserava ou vre, que
cozinbe e engorara, para casa de pequea fami-
lia : n* roa da Concordia o. 34. sobrado do arma-
zera do sol
D. Seohonoha Germana do Espirito Santo
s pessoas cue quarem c nnprar terreno no
lugar Arraial, que ella j eorreu as linhas diviso-
rias, e que o seu sitio esta' no todo des-mbamga-
do e vende o palmo a IJ1S00 rs. : as pessoas que
de-HJirem possuir com pouco dinbeiro boas ilios
e cora ptimo baaho, aprove'tem a occaso, visto
que o seu sitio, qua v i sr retalhado, t)do plan-
tado com. novos e ptimos arwados froctleros,
kaveado timbea ella larra d Sarro, proprla para
vasaotes e baixa de capim.
A mesma coavida ae peasoas ,doe Ibe corapraram
terrenos na lugar Aeua-fri. que yflbam joeaber
os seus ttulos de, compra. -J& '_______________
rJos^roaOOO rnansas peto alogoal.de urna
escrava, qoeeotinhe e ensabe para tres pessoas:
na saa do Raog-l n. "
9.
CONTRA FOGO.
A compaohla Indemntsadora, estabeieci-
ia nesta praca, toma seguros marilimoi so-
ore navios e seus carregajaouitos, e contra
fogo-em edificios, mercadorias emobilias:
la roa dn Vigario o. 4. i.avimonto tarreo
Cegou rtinal
A pomada galopean
para cura rpida e comptvia d>s cairos dnr..
VENDR 8E NA ________
Botica e crog^rra
- D
JBariboloaacn ft C.
34Ra laraa da Kasaria4
Atfencno.
Venham ver
Venderse aa Mja de rnarcroi'rror oa C'rr.t.
Carmen. 12, palha sppar.-ir.aJa da melbur *&..
pira tacar cadeiras e sotas, por prego mais eoa>
medo do que era ootra qualqner parte.
JLa.
1 wtta


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"^"preparados com a mais escrupulosa exacti-
dSo por meiu de machinas especiaes.
Carteiras portalei-, cootendo os priocipaes
medicamentos em glbulos 100, 200,
30,5, 4(W, 50)$ e 600, conforme a quanti-
dade de tobos.
Gaixas de medicamentos em glbulos e
em tinturas de 80o, 1005, tCtf e 1504
rs., segoodo o numero dos vidros e de la*
bus.
( Estas caixas sao moi otis aos mdicos,
senbores de eagenhos, cbefes de grandes
familias, capitSes de navios, e em geral
todos que se quizerem dedicar pratica da
bomeopalbia.)
Cada tobo avulso costa.......I 000
Cada vidro de meia ooca de tintara. i&OoO
Veodem-se glbulos inertes, tobos vasios,
vidros para a preparacao das dses, etc. etc.
Escovas elctricas para tratamento das
Molestias nervosas, principalmente para as
dores de cabeca.
Apparelbos de lavar os olhos no trata-
meo to das opbtalmias.
Apparelbos de injeccao para o tratamen-
to de certas molestias das molheres.
Cha preto e verde de excellente qau-
dade para oso dos enfermos.
Vende-se igualmente o Tbesouro ho-
leopattilco ou %'ade-mecuni do
homeopatas (obra incontestavelmente
indispeosavel todas as familias, pela clare-
za, com que ensina a empregar a nova me-
dicina), preco 20-5.
(Em porgos de 50 exemplares faz se o
abate de 15 por cento.)
-
CONSULTORIO HOMEOPATHICO.
O Dr. Sabino 0. L. Pinho d consultas
todos os dias uteis desde 11 horas dama
ntian at s 2 da tarde.
As visitas aos enfermos sao feitas das 2
horas em diante; mas em caso de necessi-
dade as visitas podero ser feitas a qual-
qoer hora.
Para que as visitas possam ser regulares
compre que os d entes ou os seas enfer-
me iros mandem dar parte do seo estado,
todos os dias at o meio dia as molestias
agudas; e de 5 em 5 dias as molestias
chronicas.
As consultasescriptassao respondidas mais
oo menos promptameute, segn lo as
necessidades da molestia e a distancia em
que se acba o doenle, pois que neste caso
fai-se preciso indicar de ama so vez tudo
o que convier ao restabelecimento da sade.
As reiriouifoes ser3o pagas na mesma con-
formidade.
O Dr. Sabino roga a todas as pessoas, qne
costumam consolta-lo por escripia, que or-
deero aos seus ponadores a prompta entre-
ga de suas cartas, visto que, entregando-as
como costumam, na accasio de se retiraran
HIJA MOTA M. 48.
Posto qae, na segunda edicio do The
> hoaieopatbleo ou Vadcme-
eaa do boMeopatna, pagina 077, se
acbe indicado o meio de usar d'esse preser-
vativo, com ludo convm repiti-lo com al-
guns esclarecimentos mus.
Para orna familia dissolvem-se SO gl-
bulos em ama garrafa com dous tercos
d'agua pura, vascoleja-se bem, e da-se
cada pessoa ama colberada pela manh3, os-
tra ao meio dia e outra a noite, durante
tres oo cinco dias consecutivos. Deixam-se
passar outros tantos dias sem nada tomar,
indos os qoaes, repete-se o remedio da
mesma maneira; e assim 86 continuar
em quanto dorar a epidemia.
(As creancas at a idade de 3 annos 10-
mar3o o remedio as colberinbas).
Si a epidemia estiver mnito forte, oo, si
oa casa houverem bexiguentos, deve o reme-
dio ser tomado todos os dias sem interrup-
c3o, at qae a cousa melhore; depois do
que volte-se a usa-lo do modo ensiuado.
A garrafa ddveser nova e muito bem lava-
da, primeiro com agua qoente e depois com
agua fria. (No caso de n5o haver garrafa oo
vidro novo, poder servir orna garrafa de v-
obo oo de agurdente, com tanto qne seja
muito bem lavada com aguas qoentes e
fras.)
Para orna s pessoa basta dissolver 6 gl-
bulos de vaccina em 2 oncas d'agoa, e d'ahi
tomar as colberadas como j flcam indi-
cadas.
N5o presisa grande dieta. Abstenham-se
do cha e do caf fortes, do abuso das bebi-
das espirituosas, das comidas gordurosas
e muito adobadas Eis aqui apenas o qne se
exige.
PLUMERA CELINOS.
(contra a mom>eoura de cobras)
Este medicamento gosa de muito bons
crditos contra o veneno das cobras e de ou-
tros animaos venenosos.
O Dr. Sabino n3o tem ainda observado
pessoal de fado algum que o autorise a
affirmar soa eficacia; mas sabendo que no
Rio de Janeiro e em S. Paulo elle tido co-
mo muito poderoso, mandou-o vir para ex-
perimentar.
Algnmas pessoas do centro d'esta provin-
cia e da da Parabyba tem escripto ao Dr.
Sabino, dizendo ser incontestavel o mrito
da piumerta no tratamento das mordeduras
das conras.
Emprega-se a plumera celinos interna e
externamente, da maneira s^gointe:
Uso interno Nos casos menos graves
dissolve-se urna oo (loas g tas de tintura
em duas oncas d'agua. e d-se ao mordido
urna colberada de bora em bora.
Nos casos mais graves dissovem-se seis
gottas em quatro eneas d'agoa pora para
dar-se urna colberada de meia em meia bora,
de 15 em 15 miDutes, e at de 5 em S mi-
com perWco, presteza e mdico preco.
V. 6,~rw# do Quemiarojrimeiro andar-N. 6.
NlO MAIS CABELLOS BBAVCOS.
COMPRAS
-U >'!
> rt"MS.?l*i OM 0!
Compra-se nacional oa eiiraogeira con miior
pnadJda qoe un qaxqoer parla : aa pra-
ca a Hidepeodeia n. 11.

er apelle!
06
mm )
r <"./ r
nico preservativo de caspas e calvice.
PREMIADO PELAS EXPOSICdES DE PERNAMBUCO E RIO DE JANEIRO.

Sali para cortar e frisar cabellos, e fazer barbas.

Escachs de madeiras americanas.
Carrinhos proprios para armazens.
Moiohos para refinacoes.
dem para m'lho.
nulos (segundo a forca do veneno inoculado Mach;s
ou intensidade dos symptomas manifestados.) qq^^ Jl. _.-._ r,
i nna h0r moihnra eena3r3n ?_UQ1Das para regar jarains.
. OT
I
BEMIONTM OFflCEU BE CABULEIREIRO
onde com esmero e gosto se manufacturam, quer para a provincia, qoer para fra della, todas as qualidades de poticos I
modernos e de aparado gosto, accrescendo a grande differenca de ser 10 |0 mais barato qoe em ootra qoalqoer parte, ag
Expleudldo sortlnento de eaoeloi, cal cres e em eosaprlmento,
IV. 6. RA DO QITEIM AIIO H O.

Comprara se
com premio moedas de oaro e de prata'uaclenaes
e etlraageiras : oa roa da Cade u do Reelle n. 16
armazam de Adriano, Castro k C

MOEDAS
de ouro e praa
Cempram-se moedas da ouro nacionaes a ef trao-
leiras, bem como paiacoet dos diversos cunos:
em casa de Adamson, Howie Si C, ra do Trapi-
che-nova n, 40^_______________ -_________
Tffoedas de prata
oaciataes, assim como patacoes portogaeses 0
oespaobes, eompram-se com premio : na roa do
Crespo a. W. artoe aadar.
Comprase ama oa daas casas terreas : a
tratar na ros Bella n. H prlmeiroaadar.
Maior vantagem
O corJ50 de oaro roa do Cabog n. 1 D, offere-
ee-se em compra das moedas de ouro a prata.
Oompram-sc escravos-
Silvioo Guilberme de Barros,compra, tende
joca efectivamente escravos de ambos os setos
-de todas as Idades: a' roa do Imperador n. 79,
erceiro andar.
No armaiem n. i6t da ra do Imperaikr
compra-se movis usados e no vos.
^m w


Alm do grande sortimento das melhores machinas, americanas para descarrocae
algodao, de 10, 12,14,16, 18,20, 22, 23, 30,35, 40 e 50, neste estabelecimento sr
encontra mais o segninte:
Azeite de espermacete propria para machi-
nas do todas as qualidades.
Vapores de forca de 3 a 4 cavallos.
Serras avolsas para machinas.
Mancaes e todos es mais pertences para as
mesmas.
Carros de mao para aterro.
Cylindro para padarias.
Debolhadores para milbo.
Arados americanas.

Vaquetas para cobertas de carros,
Camas de ferro sortidas.
Bombas de Japy.
dem americanas.
Tinas de madeira.
Ballaios e cestas de vergoinhas.
Guarda comidas.
Logo que houver melbora, se espassar5o
do Recife, impossivel respoode-Us salisfac* gradi-almente os iLtervallos de ama dse a
finamente. outra.
-------- Uso EXTEhNO. Ao mesmo tempo que se
MED.CAMEN703 PRESERVATIVOS. **Jl^ST^f^^o ^SSSSBmT^'
Em qaaesqner epidemias o Dr. Sabino'ou de algodo embebidos em urna dissolu-1 ^^ americanos para conjpras.
faz distribuir gratis s pessoas pobres, no cao da mesma .tintura constante de lo gottas -
seu estabelecimento, os preservativos neces-'de tintura em 20 colheres grandes dagua.
sarios, dando-lhes as competentes instruc- Este fios se conservarlo sempre molhados
c5es. 'sob'e o logar da mordedura.
Presentemente reina a epidemia de bexUj O Dr. Sabino receber com reconfcecimen-
gas; muilos j se tem aproveitado com fe- to as communicaces qu-.- se dignarem de fa-
zes resultados do seu offerecimento, feiio zer-llie as pessoas que experimentaren! o
no Diario de Pernambuco ; mas necessa-' emprego da plumera celinos. .
rio que todos experimenten! esse meio tao --------
fcil e to commodo de se preservaren! c s, Nota.
suas familias d'essa terrivel molestia. Em ausencia do Dr. Sabino acba-se in-
0 preservativo empregado a vaccina Icombido de resolver quaesquer negocios
elevada 5a dynamisaco. As pessoas, que relativos ao estabe'ecimento o respetivo ge-
fazem uso d'ella, ou d5o sao accommettidas de rente.
Peneiras d'arame para padarias e refinacoes.
Correntes para almanjarras.
Machados e facoes americanos.
Caixas com vidros de todos os tamanhos.
Cannos de chombo de todas as grossnras.
Folba de cobre dem dem.
dem de la tao idem idem. -
Foltia de Flandres.
j Ferro de todas as qualidades,
1 Arcos de ferro.
Latas com gaz.
Trens de porcelana para cosinha.
dem estanhados para dita.
Bandeijas Gnas.
' Balanzas americanas.
1 dem rovervaes.
iTaixas de cobre.
j Estanbo em vergoinhas.
1 Folbas de ferro de todas as grossuras.
I Correntes de ferro sortidas.
Espingardas de todas as qualidades.
Revolvis de todos os modellos.
Ferramenta para oorives.
liem tara tanoeiros.
dem para ferreiros.
bexiga*, ou, si o sao,
m qualidade.
raramente as tem de
Jos Alaes Tenorio,
Professor em homeopathia.
DE
IDE
J. VIGNES.
X. 55. RA DO IMPERADOR N. 55.
Os pianosdesta antiga fabrica sao boje asss conbecidos para que seja necessario ia>tstir sobrt
soa superioridade, vantagense garantas queofferecem aos compradores, qujdides estas incontesu
veis qae elles tem definitivamente conquistado sobre todos os qae tem apparecido nasta praca ; po
oaindo am teclado e macblnismo que obedecen! todas as vontades e caprichos das pianistas, sen
tnnea falbar, por serem fabricados de proposito, e ter-se feito oltiraamecta melboraroentos importaD-
vssimos para o elima deste paiz ; quanto s voies, sao melodiosas e QaaUdas, e por isso muito agrada
sais aos oavidos dos apreciadores.
Paiem-se conforme as encommendas, tanto Desta fabrica como na do Sr. Blonde!, de Pars, sock
eonespondente de J. Vignes, em caja capiul foram sempre premiados em todas as eiposic5es.
No mesmo estabelecimento se achara sempre am explendido e variado sortimento de msicas doa
albores antores da Europa, assim como harmnicos e pianos harmnicos, sendo tudo vendido po-
oreos commodo* e rainavels.
Chocolate vermicida
DE
At ionio Vanes d Castro.
Desde 1857 que s5o as tabellas vomicidas
applicadas em Portugal, como o remedio
prompto e efficaz para a expulsio das lom-
biiga?, que 15o graves padecimentos causam,
eqoe quasi sempre se suppoe-ellas a ori-
gem.
Este virmifugo preferivel a qualquer
cutro pelo seo agradavel paladar e fcil ap-
plicacao s enancas, as qoaes geralmente
sao mais atacadas de semelhante mal.
Deposito especial
3i.Ras laga do Resarmlo34.
Botica de Bartbolomeo & C.
Attenco.
K. 25 Roa do Yraiieitto N. 25
DepoMio de tamaocos e calcado nacional da fa-
brica da rna do Jardlm n. i9, de Jc* Vicente Go-
dioho, tanto no deposito como na fabrica seapremp-
tam todas as porcSes de calcado o mais barato
pessivel, esta fabnca tem todas as machinas pro
prias para os ealcados ja bem acreditados pelo
grande numero de fregaeies qne daqui se for-
oeeem.
O Dr. J. Bptista Gasanova
pode ser procurado a qualquer bora em seu con-
suit to bomeopatbico, largo da matriz de Santo
Antonio o. 2.
.no mesmo consultorio lera sempre grande sor
tmenlo de medicamentos de bomeopainia de We-
bere Catellao, tanto em globalos como em Untura,
assim ramo tem om sortimento de ferros de cl-
rorgia em carteias e avuls;s do afamado Char-
rier de Pars.
S: 3 A -Hua do Cabag&TV. 3 A
Agostinho Jos dos Santos f G
Acaba de ebegar a este estabelecimento um esplendido sortimento de
jolas do ultimo gosto, perfeicao artstica e modeos entecamente novos; como
segoem: aderecos com robim, esmeraldas e perolas finas, pulceiras, broches
para retrato, anne's, botes de punho, brincos e c3sso!elas com letras, etc..
etc., etc. Salvas de prata do Porto, faqueiros, paliteiros, calis de mesa c
fructeiras, cojos precos sao incompetiveis, pois que os propriitarios desta casa,
recebendo seos artigos directamente da Europa, podem servir vantajosamenta
aos seas freguezes. Compram-se brilhantes, pedras finas, ouro e prata, page
se bem, tambem se incombem de fazer concertos.
UREA PENNSULA
Fanrica de destaco e bonificado
v DE
MARQUES & FERREIRA
un E>o a:uorim-porte do matos
PERNAMBUCO.

Preeisa-se de urna escrava para o servlco de
orna casa de ramiia : na ro Imperial sobrado o.
1, P2ga J0 mrnsaes.
Atlenco
O arrematante das lojas de ferragens d) fallecido
Sebastlao Jos da Silva vem cffereeer ao respeta
vel potilico om completo sortimento de ferragens e
ralodezn por melada de sen valor, grande sorti-
mento la aamblques, bombas de jpy e aspirantes
para os senbores de eogenhos se proverem de tae9
artigos cora ponco dioheiro, finos de diversos ta-
manhos, ferro em barra, em arcos e folha, fogdes
| de ferro e orna tnfloidade de objectos, qoe se torna
i enfadonbo enumerar.
Fogo do ar
Reeebem se eocomopodas de fog3 do ar para
dentro e f ora da provincia : do armatem da bola
amareIJa no pitad da srcretarla da polica._______
Precisa-se de um homem que Jaiba 1er
e escrever, p?ra d'striUuidor deste Om J
E-ta fabrica acliand-se montada com todos os necessario) pertences a nma destllaco e com
m fras primas, qae tniram a* onfeccio de todos os seas productos de superior qualidade : promp-
nflea-se a receber tod):> e qualquer encommenda e a vender os seas productos por precos nimiamente
redolidos, osqaaes obllveram premios as expsito js de Prnambaco, Rio de Janeiro e Paris em 1867.
Temos sempre um quanndades geoebra, dita de laranj*, aniz, agurdente do reino, cognac, ab-
cint'jo, bilter, wermotli, kirebe, xaropes para refrescos, primeira e segunda qualidade, licores finos e
entre floos, tiota para sscrever, perfumarlas, vioagre, marrasquino, coracio, espirito de 40, 38 e 36,
dito de alfazema, limonada gazoza, agaas : tlJr de laraoja, rosa e rlela pimeata ; orebata de pevide
de melancia e manos outros gneros, os qaaes se vendem a v mude do comprador, em birris, cana
das, em garrafas com vistosas tarjas. PromptiQca-se a coadicclooar e enviar qualquer remessa qae
dos seja pedida para toda e qaalqaer parte, devendo ser os pedidos awompaobados de ordem sobre
esta praca.
FABRICA DE CHAPEOS DE SOL
DE
unum FALQUE.
Este estatelecimeoto acaba de receber de Paris urna rica collecfao de chapeos
de sol de seda, de alpaca e de algodao, com armaces de balea, de ferro e de jonco dos
meibores gostos e fabricantes, que vende mais barato do que oolro qoalqoer estabeleci-
mento, por serem fazenda rindas directamente.
Igualmente tem fazendas do seda, de alpaca, de algodSo e de linho para cobrir
chapaos de sol, tudo de boa qualidade e por preco commodo.
Eacarregwe de qualqoef conceito, com presteza, sefaranca e garanta.
Pedegoso de Pernambuco
A planta, conhectda entre nos sob a de-
nominacSo de ftdegos, e no Rio de Janeiro
c pro incias do sol deste imperio pela de
crista de gallo, o tiaridtum utilissimum
oo tiartdium elonaa'.um de Scbom, e o he-
Itotropium curatsadium de Mart., per ten ce
familia das boragineas.
O fedegoso considerado, na tberapeoti-
ca pernambucana, como orna das plantas
mais recommendaveis por suas virtudes cu-
rativas, e applicado interna e externamen-
te, como calmante do systema nervoso, na
paralysia, aslhma, tosse convulsa ou coque-
luche, tosses recente. e antigs, uffocaces,
catarrbos pulmonares, etc., e em geral con-
tra todos os soflrimentos das vas respirato-
rias ; sendo om excellente Unitivo para
aquel es qoe padecem de pbtoica pulmonar.
Soa efficacia contra o ttano oo espasmo
Dcontestavel, e aioioem ha qoe a desco-
ebeca.
N5o ignorando nos o que acabamos de di-
zer, e esforcando-no? por ser til humanida-
de soffredora, preparamos o que abaixo indi-
camos, pondo a disposico dos distiixtos m-
dicos, e dos doentes desta e das outras pro-
vincias deste imperio nossas preparacSes
qoe silo:
A JCRBEBA
em extracto aleoollco, eraplas-
tro. oleo, tlotar, plalas, xa-
rope e vinho.
A JUKUBEBA urna das substancias me-
dicamentosas que pertencem ao reino vegetal
e entram na classe dos tnicos e desobstro-
entes, sendo empregada com vantagem con-
tra asfebres intermitentes acompanhadas de
engnrgitamento de ligado e baco.
Ella tem sido aplicada c> m incontestavel
proveito contra a anemia oo chlorose, hy-
dropesia catarrho da bexiga, e mesmo para
excitar a menstruac5o diffiei), resultante da
'mesma anemia ou cblose.
O M.HOBE UETAL
Es moito soperior aos xaropes de CUISI-
N1ER, e de LARROY. De fac'n digestao, a-
gradavel ao paladar e ao olpbato, elle cora
radicalmente, s^m mercurio, todas as affec-
ces da pelle, impigens, alpo-xas tumores,
| ulceras, sarnas degeneradas, escrfulas, es-
corbuto. E' sobre tudo poderoso as moles-
tas rebeldes ao mercurio e ao iodurto de
polassi.
XAROP DE SALSA PARRILHA DO PARA*
ou
DEPURATIVO l>0 StVGtE
USADOS NaS MOLESTIAS DE PELLE, LMPIGENS,
DORES RHEMATICAS EULCERAS VENREAS
PlLULAS AXTI PERIDICAS
Contra as febres inUruiieates, oa snoes
2^1*13! I9jVI8Q9
O MULUNd' tem acg.o directa sobre os
cenlrds nerv-sns, e por islo faz dormir sem
determinar affluencia de sangue no cerebro
como o opio e substancias simples qoe delle
se estriera, pelo qne o somno tranquillo
e reparador, calma a tosse as bronchites,
e modera os accessos de aslhma e de tosse
convulsa.
TODOS ESTES MEDICAMENTOS SAO PREPARADOS
POR
Jcaquim d'Almeida Pinto,
PHARMACEUTICO EM FERVAMOcia.Y
liiu larga do Rosario N. OBd
Jiuto ao qaarteldep li
Um pji toguoi com I ,a na ra do (Jueimado
e morador oa mesma ra, teodo boje 31, pelas o
horas da madrugada, oovido picadas na halla aoa-
de dorma, Uvaotoo>sa e nada mais vio do que as
portas da salla aberlas, assim como a do corredor
do mesmo predio; dando por falta das cbaves do
estabeleclaenio, asim como ama da pona do dito
corredor, e c rao era qoasi dia tralei de sabir para
a roa o eneoDtioeoie maodei subsuioir as fechada-
ra; do estabelecimento por oo'.ras; assi n rjualqaer
tentativa do industrioso ficara' sem efTaJto, e acbo
bom qoe a polica seja mais activa para^nao se
reprodoiirem fado dffta orJem.
Becifd, 31 de outubro da 8t7.
Precisa-se de urna ama coiinbelra, forra ou cap;
Uva, para casa de pouca familia, pagando se bem
na roa da Crnz do Recite n. 56, armaiem, das 9
poras as 3 da urde._________________
Alagase por testa daas casas acabadas de
novo e pioladas cada orna com i qaarlos, 2 salas
e costabas no sitn Matambo na estrada do Porto
da Madeira em Beberibe com excellente baobo
miuMoerto de casa : quein a* pretender dirija se
a casa n. 8 da rna do Senhor Bom Jesog das Crioo-
las oo em Olioda na roa dos Arrumbados o. 23
Dr. (jilnerma Naegell, lotoico, oa
consultas lodos os dias das 8 boras as 10
da manbia o das 3 as 5 da tarde na sua
residencia roa Nova n. 15, especialidad
molestia* dos olhos.
Compra se- por mais do qne em ootra qoal
qoer parte, prata brasileira e eslraogetr, libra
esterlinas, moedas de 9} t 1C portogoezas, d
oi, 104 e 20J br a si le i ras a te trocara sedla
das caixas tiiaes do Banco do Brasil : oa roa da
Cadeia do Recite n. 58, loja de aiole]o._________
Comprase
Cobro, lati e chombo : oo armaiem da bola
amarella no oitlo da secretaria da poricia.
Moedas de ooro.
Nacionaes e estrangeiras assim como libras
esterlinas: campram-se na roa do Crespo n. 16,
primeiro andar.__________
Compra-se ooro e praia em obras velbas :
oa praca da Indeppn*"r:: 22.
^iBsK mlBIS! 9km SuB W5W5 w
A 24500 e 11,?3()0 I
Na roa do Torres n. 18, escriptn-S
rio do corrector geral Goncalo Jote g
Alfonso, comprase modis brasi- S5
leiras de 20ooo por 2.).*iu0 e so- ^
beraaos por i;>300. gf
Compra se nma lileira em bom estido : a
tratar na rna do Arago n. 36.________________.
Ouro e prata
Moedas de ooro e prata nacionaes, estrange-r.i-
de todos os valores, se comprara na loja de oori-
ves jnnloao arco de N. S. da Conceieao, roa da
Cadeia do Recite, assim como ooro prata t m
obras velbas, brilbantes e diamantes, e so paga
bem.
moedas de prata
Ompra-se
na roa Nova o. 31, loja.
COMPRA-SE
urna casa terrea pequea na freguezia da Boa-
vista : a tratar nesta typograpbia.
VENDAS
ARROZ M CASCA
4*500 : no tra-
Vende-se em saceos grandes a
piebe do Cuoha.
Directorio parochlal
ou
Novisstmo manual dos parodio*
obra atilissima aos parocbos, s-us coadju:ores e
aes sacerdotes em eral,
m volme preco 65.
Vende se na tivraria Ectnomic* ao p do arca
de Santo AoIodo.
Cabriolet
de 4 rodas e 1 cavaiio muito soperior, vende-
pira tratar na ra d> Crespo n. 16, I* andar, pi-
ra verse na ccheira do Paulino ra de S. Amaro-
Yende-se
a obra em 6 voluir.es Theorie da Code Penal: oa
ra da M*dre de Dos n. i.
Bois.
Vendom-se dous bois mansos viodos do Gara-
ntios, sao grandes e mnio Modos : tratase na
ra do Am rim n. 52, armazem ri.i A,-:i:. r.
At ten cito a lquidaco.
O arrematante das Injas de ferragens do fallecido
Sebastio Jjs da Silva, (ra Nova os. 33 e 35),
chama a auern'fo Jsi,li r s de eog'nbosedo-
respeitavel puMico em geral, p::ra se proverem do
ferragens e miudezas por ponco dioheiro, visto es-
tar resclvido a acabar com todas as rVrrageos e
roiadezas exuisientes em ditas lejas: para preva
do exposto, menciona os precos por que esta' veo-
J-nd-i alguns artigos, alero de nma inQoidade do
artigos qae se torna eofadooho enumerar.
Alambiques de cobre de diversos tamanhos
com seos pertences, fondos de dito, pas-
sadeirss e resfriadeira?, a libra. 790
Badas e laxos de cobre, a libra. t'O
Camas de ferro, cada uma #. 55000
Pogareiros de i600 ....%. 2J5T0
PogOes-de ferro, cada um.....3*000
Porcelana, a libra.......400
Chocolate peftoral,
Yeodese o melbor chocolata bespanhol qae tem
vindo a este mercado, fabricado espressamente
para este clima, pelo deminnto preco de 800 ris a
libra, na roa da Imperatnz u. 12, loja do prompto'
alivio. ____^_^____________^^^
Vndese on alogase um grande sitio do
alto da hdeira do Barro, (regaezia dos Aogados,
o qoal tem doas moradas de casas e mollas froc-
i. iras, cumo .-.jaro j^queiras, maogoeiras, coque!-
ros, cajueiros e ootra, e muita trra para*plaota-
gio : i iraiar na rna da Semala velha n. 84.
Chapees,
Na praga da Independencia ns. 4 e 6 vendem se
chapeos para padre, de castor e seda, por bar ale
prego, assim como chapeos a imllacao de maoilb*
por 8 e 9.__________________________
Chocolate.
Vende-se o verdadelro chocolate fabricado em
Corona, matto peltoral a 800 rs. a libra ; oa roa dj
Caboga loja de roiodezas de 4 porta o. 1 A-
Fumo de Garanuims
Cbegca o especial roa do Qaeimado loja de M.
R de Carvalbo, o. 18.
Trocam se
as notas do baoco do Brasil e das caixas iiiaes-
dom descont muito rasoavel, oa prag da lude,
OflfldeDCi d. 21
Veodem-se duas casas oa estaclj de Uaa,
m o melbor lagar de oegoob oo para marar, as-
ilo como se precisa alagar dua< escrava* de bji
condocia para vender com lar-oleiro, pagando so-
moito bem : na rna da Prala aromen n. 45.
Farinha a 4*600
Vende-se saceos graodes cjro soperior farinha :
do trapiche do Cnona.
Vende-se a loja de cbarotos Bazar dos Fu-
mantes siu a'raa da Imperatrtz o. 13 A, a qoal
acha se ccncertaJa e pintada de ovo e 6 ttoiu
afr^guezida: a tratar na mensa.




^-ihtiHN
& de JeveiMbro de 1867.

'
rvtu

MI
M

Collares Royer
Altdiats electrice igieticts
Deooafts acreditado
a da a guia branca roa do Queimado n
prodigiosos effeitoe dos
a .querer
Bata
rseos
reines resaludos a tal altara elevado, qae
boje rara a pessoa qae por experieacia
propria, oa por intermedio da seos amigos
e prenles, ignore oa desconfe ;a as virtu-
des dessea sempre apuiwn collares
Royerponid. .
A aguia branca porm s gloria da on
rer para una tio justo flm, se nao por o
ro modo 10 menos por ter sempre. eeons
antemente um completo sormento desses
colLra migneticos, qae bem se podem cha-
marsalva vidas das enancas.
Resta anda qae os senbores pas de ftv
milia se fagan convencer |de qe convem
nao esperar qae as criaocas sejam atacadas
do mal, e por isso necessario oa conve-
niente qae com antecedencia se deite a
criaoea um desses collares para asslm estar
ella preservada das convaleces e se contar
tivre des rigores da dentkjlo.
A agaia branca i roa do Qneimado n. 8
cootinoa a receber por todos os vapores
franceres a quantidade qae ha contratado e
por isso acha-se ella sempre provida dos ver-
dadeiros collares Royer eletricos magn-
ticos.
A Agola Braaea a roa do Qnei-
mado m. 8.
aconteslavelmeute la loja da Agaia Branca
onde os apreciadores do toa podem melbornente
prover-se daqoelles objectos de goslo. B;u verda-
de ja por tantos e untas vetes recoobeclda aiDda
agora se fu cooflrmar com a nota 4o* preciosos
objectos de goslo e valor qoe a agaia tem a satis-
fajio de patentear e por a disposicao de qoem os
desejs e possa comprar. Ella principiara pelas ri-
cas cala* com msica a sam ella, para costara.
fis-as calas por sua perfeieSes, gostos e rlqae-
us, se toroam reeommendaveis para algom im-
poriaate presente, oa mesmo para qoem tenha Ros-
to de possoir orna belfa obra, porque da corto sao
ellas as de maior valor qae se esccDiram em Per-
oatiibueo, teolo ama qin sobrasaba a todas as oo-
tras. Alera de-tis na outr s de pregas menores, as-
sim como tambem ba benitas calxiohas vazias de
aadeira, eovernisadas e marebetadas, com fecha-
dor e chave, para costura.
&n leijues o qae se ptde eKMtrar de melesr,
seria:
Todo de madreperola, bordados, obra de gosto e
valor.
Outros de madreperola e seda, booltos deseemos.
Outrosde madreperola com brdados col ridos,
obras de multo gosto, e feralmente apreciadas.
Outros lodos de sndalo.
Ontros de sndalo a seda com bellos desenos.
Outros todos prelos para lato.
Outros pretos com desenbos rozos, propros pa-
ra senboras iaas.
Outros de sndalo e faia, formando qaatro vistas.
Oatros de sndalo e sndalo e seda, para me-
ninas.
Outros de madeira e papel, obra barata,
(aarweoes de itas, ditas de bonitas ademas
trancas para vestidos
A Agaia Branca receben novamente utu bello
sortimento daqoellas apreciadas guarnieres den-
tas; asslm como oatras de Modas e modernas tran-
cas. Os apreciadores do boro eomparecaro na loja
da Aeaia Branca a roa do Qofimado n. 8.
Fiistimas ninas de fia de Escossia para enancas.
Vendem-se oa rna do Qneimado loja da Aguia
Braoea o. 8, onde tambem ha outras maltas de al-
givlo para criancas de 3 a 12 mezes.
Mu finas lavas de fia de Escossia e seda, para ho-
rneas senboras.
A Agaia Branca a ra do Queimado o. 8, rece-
bes mn too.ii sortimento de finas luvas de Qo de Es-
cossia e seda, brancas e de cores, borlada* e lisas,
tanto para bomens como para seohoras ; quem as
pretender e dirijtr-se a uiu loja da Aguia Branca,
conocer que em tal genero n.'io se eocontra me
Ibor, e talvez uem mesmo igual em alguma outra
parte.
Refaifes bron6S4n trancinhaspasa-fiaa.
A Aguia Branca acaba de receber um novo e
bello sortlmeoto dessas to procaradas trancinbas
papa-Ana, com diversos e agradavels moldes, e co-
mo sempre a Aguia Branea a rna do Queimado o.
8 continua a vender barato.
6'jiliahas t pannos, maognilos e galinha?, obras
modernas e de goslo.
A Agola Branca acba-se recenlemente provida
da bonitas gollinhas e pachos oordados, manguitos
e golltoa* tambem bordadas, e indo do melhor
gost> o ultima moda, tendo as gollinhas e (mohos
m i;i. ja enfeitados com Otas eufladas, e lgumas
pequeas para meninas. Os procos apear de com-
modos variam com as dlffarentes qualidad is das
obras. Os pretenderles comparegam na loja da
Aguia Braoea a ra do Qaeimado n. que serio
servidos a conteoto.
Entreactos bordados em pecas graades.
A Aguia Branca a ra do yu.-ima.io n. 8 est
vendendo bonitos ntremelos bordados em pecas
gran 1-6 de ti tira-', e pelo baratissimo prego de
ij>03 caria peca. A craode extracto que elles
tato lid confirman) os diversos flus para que ser-
vem, as Im polsconven o*e a boa'fregoezia da
Agnia Branca anrovelie essa boa e barata fazeoda.

?
l lo Crespo o, V A. esquina da roa alo laaperader
Como de costme vem o radas avisar ao respeitavel publico as novidades qae de
Pars acaba de receber a toja do Passo pelo ultimo vapor.
Para oaivas In0rtl
Reqoissimos vestidos de Wond primoro-
samente bordados, contendo setin para saia,
veo, grioalda e ramo para o peito.
Moire-antique brafico.
Sedas brancas lavradas. * Setlm branco mnito bom' b verdadeiro ma-
caos ejO"/
Lindissfmas gninaldas brancas.
Riqusimas camisas primorosamente bor-
dadas.
Meias e ligas de seda.
Riquissimas mantas de blond bordadas.
Fronhas e lencos com lindissimos deseBhos
I de abyrintos.
Riquissimos cortinados bordados.
Lindas colchas brancas ponto
a imitacao de labyrinto.
flHKLM
o. 49, loja de
dezas
SMl.
Bigodinho.
Vara* de babado bordado do Porto a 100
llflITAii WA-ZEUliA Carretel* da retro* preto com doa oitavas
Jll H I A kT JM. MA KiM 1FA CT Parrai. aleteo* de (odas a* cores a
_"*_-, Fraseoad^ioideCol

pifia
i
Para vUltag e parildoadii
Riqu'sssimos cortes de sedas de cores com
listas e lindos malizes.
Moire-antique e grozdenaples de lindas co
res. edtlan *> m
Riquissimos vestidos de cambraia branca
primorosamente bordados.
Corpinhos e camisinh is com maagaitos ri-
camente bordados.
Riquissimos cintos coa matamos bordados
a vedrilbo, ultimo costo.
RiquissitLas basquinas de feda prea, de
superior qualidade i| ricamente enfeitadas.
Riquissimos gallileos ou romeiros a imita-
gao de urna capinta com um bico largo,
em volta e primorosamente bordados,
de crochet Riquissimos cortes de foular de seda com
lindissimos desenbos.
loa da I ten tria a. 60
fcltl 9i WTMd flC9 ,Ota e BB
_ ASIA SILVA.
Tendo os donos de te grande estabelecimento resolvido liquidar a maior pars das
suas fazendas resolveram vender com grandes abatnenlos em precos, assim como teem
recehido ltimamente ama grande porco de fazendas novas tasto inglezas como fraocezas,
alemJas e snissas, teem destinado venderem as mais barato que em outra qualquer parte
afim deapurarem dioeeiro, dando de todas ellas, amostras deixando ficar fu nbor, od
mandam-nas levar em casa das excellenlissimas familias pelos seus caixeiros; assim como
ss pessoas que negociara em pequea escalla, oeste estabelecimeoto compraro pelos mea-
mos precos que compravam as casas inglezas ; ganhando-se apenas o descont.
aloes a 1$, 35oo e H
Vendem-se um grande sortimento de cri-
nolinas oa bales de arcos para seobora pelos
baratos precos de &, 2 giande porcjlo, oa loja e armazem do Pa-
v3o, roa da Imperatriz n. 6o, de Gama d
PANNOS PAPA CADEIRAS
Veoiem-se um grande sortimeoto de
_ Colonia muito superior a
Frascos de o eo mnito fino a......
gwia da tesooras peqneou a...,.
** d agna pan ttOpar Santa* a .
Rede* proia* lisas para segnrar cabello a
2"fj" fo pennas de ac mnito finas a .
alfas de lnba do gaz de 30 novello a .
Mem de palitos da seguranza a -
^jrrahde|Ba Florida vrdadeira
Riquissimos lequt-s de madreperola e de Sedinbas de quadros e setim braceo e de
sndalo, ultimo gosto. lindas cores.
Isto so na loja do Passo ra do crespo n. 7 esquina da do Imperador.
_______________________________________________________________________---------
-
GRANDE MUDE




AUGUSTO PORTO i C.
11Ra do Queimado11
Este estabelecimento acaba de receber e vende por commodojpreco as seguiotes
feztndas finas:
Vestidos de bond para noiva com manta e capella.
Ricos vestidos de cambraia branc i bordadas < qae ba de melhor.
Cortinados bordados e admascados para camas de 2o# a 8o.
Ditos bordados e admascadas para janellas de 9<$ a 2o&.
Colxas de seda e 12a e seda para cama de noivas.
Basquinas modernas de muito gosto de 2o a 3o.
Toalbinhas de croch para cadeiras e sofs, e colxas de croch para camas.
Ghapelinas de crpe branco, e chapeos de palba da Italia para senbora.
Moir branco e preto, grosdenaple preto e de todas as cores; para vestidos.
Camisas para homem francezas e inglezas de linbo, e de atyodo.
Goardapisa de crinofine para fazer mais elegantes os v sidos de 15a e de seda
a 32o rs. a vara.
Superiores saias bordadas de linho, camisas e camisinhas bordadas e lencl de
cambraia bardada para senboras, ricas toalhas bordadas com muito gosto, e lindos ves-
tuarios para baptisados com o respectivo enxoval.
Lias com Iistras de seda de varias cores a que ha de melhor.
Chapeos brancos de castor, e ricos chpeos de sol inglezes para homem.
Malas de diversos tamanbos para via^ens.
Panos Anos e casen iras pretas e decores e outras muitas fazendas qce se ven-
dem baratissimo.
Este estabelecimento contina a receber as melhores.
Esteiras e alcatifas para salas,
11Roa do QaeimadoII
Certloaoo para canas e Jaoel
laa a 10^, 16^1. m e 25 I -ro
Vendem-se um grande sortimento dos
melhores cortinados bordados qae te*k 'in-
do propros tiara camas e janellas, pelos ba-
ratos precos de loA, 16/5, 2o e 23 cada
par sendo neste genero o melhor que tem
vindo ao mercado: assim como pecas de
MfctS et^^fmmos eom estampas para menino; a
6a lom Sioni; Memento 4 roep* da lavar a
Dulas de mofas finas para seohora a .
Agulbas franceza a balito (papel) a .
Peca* de flus de la de todas as coras a
Groias de bot5es de porcelana prateados a
Cillas ecm aISneltes trnceles a .
Caixa da 100 envelopes moMo fino* a .
Resma de papel de peto branco liso a .
Frasco cem superior Unta a .... .
Pares de botoes de pnnbo mnito bonitos
Unhai em eartao de MO jardas a .
Caixa de superior linda do gax com 60
cambraia adamascada proprias para o mesmo pannos de ero be proprios para cadeiras,
flm. na loja do Pavlo, roa da Imperatriz sofs, cadeiras de balances, para almofadas
n. 6o, de Gama & Silva. e Para cobrir presentes, e vendem-se por
Cortes graoadloos para vestidos precos muito baratos, na lo a do Pavio, ra
Chegaram o mais bonitos cortes de or- da I> peratriz n. 6o, de Gama & Silva,
gandy Granadinos teodo lo varas cada ci re, Cassas a 14o r*. so o pavo.
sendo 7 v,ras listradas para a saia e 3 varas Vendem-se bonitas ca^sas inglezas de co-
lisa para o corpo, tendo as mesmas 3 vaias res (xas pelo barato prego de 240 rs, o co-
enfeites correspondente saia para enfeitar vado, ditas francezas fazenda muito fina com
o corpo e mangas tendo entre elles muitas padres listrados e de flores, assim como com
trancas com listas pretas como actualmente pa'minas miadas proprias para meninos a
se osa e vende-se pelo barato preco de 6*, 3oo rs. o covado ou a 5oo rs. a vara : pe-
anicameote na loja do avao, ra da Impe- chincha na leja e armazem do Pavo roa da
ratriz n. 6o, de Gama di Silva. Imperatriz n. 6o de Gama 4 Silva.
Tiras bordadas e Babadlohos lAaslobaa aaatisadas a 28o re
Quem quizer fazer boa compra de tiras
bordadas on babadinhos, achara um grande
Vendem-se
covado.
bonitas laazinbas
matisadas.
sortimento para escolher e por i reco muito ide DE
PREPAMDAA FRI
POR
s AUCtSTE CJkOWm
Pbarnsaceutico pela escola de Paris e successor nesta cidde
M
Aristide Saisset e J. Soum
22.-----Roa da Cruz-----22.

a UEaUn m
Este estabelecimento acaba de receber lindas
cbapeiiaa* para -seobora, ncae caixinbas para cos-
toras, ditas parajo&s, peales Joarados para coco,
fiveas maitoirlcas, sim cuno cintos e p&seiras
da ultima raada de-Paris, entro)eios e babadinhos,
bonitos t jucores doarados e de Jacaranda, espe-
Ibos e-cosse3 de diversos taratohos e ricos cai-
vetes para saabora, vtltas para pescoco, gravatl-
nbas, bico 4 eda, dito de algodo, labynnwo, e
mnitos nutres otjectos 4e aparado gosto, que se
rorna eot^doobo mencionar,-tado por precos ecui-
co cnmmodaa: a' ra da luipuratrtc n. 70, nak>ja
da Lealdade^_____________
A os agricultores.
CUders Bratfcer & C. acatiam de recebar
de ,-Liverpool vauores de ijr?a de 3 a 4 cavalloe
coffi todos os percances, e nwi proprios para fate*
i-eto oo'ver macuisas de deccarocar atgedo, po-
deodo cada vapor rabalhar al com 4*0 serras,
tambem servara para ofardar algodo, on para
ontro qaalqner .^ervico em qoe usara de trabalbar
com aMitaes. Os |meffl>os tambem tm a* venda
maetunas americanas de 33 a W erras.
Os pruuadentes dirjasete ao largo do Oorpo-
Santo a. U.
Ul G4Z G4Z
Oiegoa ao aatigo deposito da Henrjr Forster i
C, rna do Imperador, um carregamenio de gaz da
primeira qaaltdade,o quai se vande em partidas
reUibo por meoo* prego do que em outr* qn I
qo* parte._____________________
' a um
Cal de Lisboa
Cal de Llenos nova a i* o barril: a' roa do
Apollo n. 4. ___________.______
""Feija mnito novo a 5$ o sueco
m ...yirm d ^ 12 de Nnvembro n. S8
CJboooJate.
v ,.,.9 o ver^delro ebcco.'ate nespnhol fa-
fc.,,!i m cvfana para este clima : vende-se a
San rl aW* : roa Nova n.U.__________
Caroaaba
-e cera de cman-a em saceos, sendo de
perlor qualidade : na loja dn Pavo raa da Im-
peratrlx b.60,deGama c^SiIva._____________
Chocolate peitoral.
Vende-se o melhor chocolate bespanbol malte
peitoral por alo lar falsificado : vndese a 800
rs. a libra : na ftji?a de Jn da Crai 8aoto, roa
Nwi, 5!.
Tratamento paramente vegatal sera mercurio, iodo, curo, nem ontro qualqne
auei.
Verdadeiro pnrificador do sangne sem azougue.
Especial para a enra de todas as molestias que tem soa origem na impureza do
sangue, como sejam as molestias boubalicas, sypbiliticas, escrophulosas, dartbrosas, quer
veaham ellas por hereditaxiedade, quer sejam adqueridas pelo contacto com pessoas in-
feccionadas dos diversos virus que coniaminaia o sangue e os humores.
A caroba um remedio prodigioso, usado desde remotas eras pelos indir*
do Brasil, e passando eeu uso de geraco em geraco, hoje um des remedios mais qo-
nhecidoscomo proprio para combater as molestias mais hediondas, entrando nes.se nome.
ro a morpha ou elephantiases, pra cujo curativo os nossos seranejos cousideram a
caroba como remedio especifico.
A -muito tt.mpo eotrou a caroba nos formularios como preparacSo magistral
sob a forma de eleictuario, ainda boje lembrado as pharmacopas com o nome de seo
celebre autor Joao Alvos Carueiro: nao ella portento remedio novo nem desconheeido.
O ungento de caroba da mesma sorte precordsado desde lempos unmemo-
riaes como o mais apropriado para o curativo das boubas e ulceras syphiliticas srdidas,
e etnpregado com proveito depois de improQcua applieac de muitos oatros agentes
therapeoticos enrgicos e de uso quotidiaoo.
lluitos dos nossos mdicos de coosideraco e entre elles o muic distiocto pratia
e observador o Sr. Dr. Pedro d'Atbayde Lobo Moscoso, tem confirmada por meio de ex-
periencias repetidas, o que diz a fama das benficas pro pri eda Jes da caroba no trata
ment das boobas, das diversas formas sob que a syphis se aprsenla e maito especial-
mente as que teem soa sede na pelle, e poderiamos relatar alguns casos de data muito
moderna oborvados pelo mesmo Sr. Or. Moscozo em que a caroba produzio admirareis
afeites, depois de inuteis e prolongadas applicaces de salsaparrilha, mecurio, iodo, on-
ce e seos preparados, etc., etc.
Mo era possivel que urna planta tao notavel por suas mappreciaveis virtudes es-
capasse a perspieacia e iovestigacoes dos mais abalisados praticos europeos, qoe se ap-
plieam com especiatdade ao estudo e tratamento das molestias syphiliticas e aerpeiicas
e para prova abi e6iao os Srs. Drs. (^seoave, Schurfer, Ricord e oatros dando as mai
lisongeiras informaee sobre as propiedades curativas da caroba efieconisando-a com'
remedio poderosissimo para o tratamento das erupcSes cutneas, secias ou suppurativas
dartbros de todas a qualidade, ec emas, ulceras de diverras naturezas, tumores, osseot
e outras muitas molestias de natureza sypbilitica ou boubatica.
Por ter-se genera usado muito o uso da cascada da caroba que eu pre-
paro e pelas instancias de varios mdicos que desejam continuar en suas observacoes, -
deliberei-me a ter prompta urna quantidade da mesma essencia, oitida sem a aeco do'
ogo, para nao prejudicar as propriedades medicamontosas; e d'ora em diante encon-
rar-se-ha na nanba pbarmacia sempre e em porc5o soBciente par#todos os pedidos a
SSENCIA CONCENTRADA De CAROBA, e o ungento da mesma plenta para que nun
faHem aos Srs. mdicos que quizerem experimentar lio precioso igente medkinal.
Reci'fe de Prnambuco, Vi de outnbro de 18G Ja AUSSTE CA0RS.
CaiTo e boi
Vende se rm earro e bol, proropto a trabalhan:
trata se na rna das Cinco Ponas d. 136.
2;000
Vende-se bren a 21 a arroba e em -barrica por
mnito mero*: no rmai.-a da D.la amarela no
oitip da secretaria da palMa.
PiUssa da Rnssa
E' a que se vende por prt$o o mais barato por-
qoe a mais nova qoe existe no mercado elrenms-
tancia escencial que este artigo demanda para pro-
dunr o eaTto df sejado, A vl*u qoe aprsenla a
barrica qoe a contera ouraa o ur ebegado ao
mercado mais recentemeote possivel no arma-
zem da assocar de/os da silva Loyo Fllbo & C
Gaz.
Na roa Dir t* o. 3 vends-se gaz liquido de
l' qualidade a Wflr? a garrid?, tm fatis 8#800.
mais barato do que em outra qualquer parte,
oa loja e armazem do Pavao, ra da Impe-
ratriz n 6o, de Gama & Silva.
Fazendas para loto na loja do
Pavo
Vende-se setim da China com 6 palmos de
largura proprio para vestidos a 25 o covado,
laaziohas.pretas lisas, alpacas com listra bran-
ca a 1 pretas a 5oo rs. a vara, ditas pretas Usas e
com si: 1 picos vara a 56o rs. ditas francezas
com listras e ramagens vara a 8u0 rs., me
ri preto, alpacas e princezas, mais barato
do queem outra qualquer parte, na leja do
Pavao, ra da Imperatriz n. 6o, de G-ma &
Silva.
PALITO'S DE PANNO A 60
Vendem-se palitos de panno preto saceos
a 65, ditos sobrecasacos a io5, calcas de ca-
semira preta a 65 e 75, d ta muito finas a
95 e o?), finissimos sobrecasaos de panno a
2o5 e 255, calcas de casimira de edr a 75 e
85, um grande sortimento de coleles de toda
qnalida e e outras mui as quididades de
roupas qu se vendem mais barato do que
em outra qualquer parte, na loj e armazem
do PavSo, i ua da Imperatriz n. 6o, de Ga-
ma & Silva.
CHALES A BENOITON A 55 E 65
Vendem-se os mais modernos chales a
Benoiton pelo barato preco de 55 o 65, di-
tos de merino liso a 355oo, Oilos de crpon
a 75 e 85, ditos de merino com barra a 25
e 255-o, na loja e armazem do Pavo, ra
da Imperatriz n. 6o, de Gama & Silva.
CASAQUINHOS O PAVO A 185, 2o5
255 E 3o5
Chegaram o mais modernos casaquinhos
ou jaquetas de grs prelo, ricamente enfei-
tadas sendo uns com cintura e outros sollos
conforme se nsa ltimamente e vendem-se
pelos baratos precos de i8a, 2o5,255 e 3o5,
na loja e armazem do Pa\3o, ra da Impe-
ratriz n. (io, de Gama & Silva.
Pira saias a i$000 i280 e 1*500.
Cbegou para a loja do Pavo urna grande
porreo de nova fazenda branca especialmen-
te para saias, tendo a largura a altura sufi-
ciente de urna saia com um bonilo bordado
de um lado ou urna bonita ordem de pregas
de forma que com 3 I|2 varas se faz urna
saia de um so panno, e vende-so pelo harato
preco de 15. I5^8o e 1 $5do rs. a vara; na
loja e armazern do Pavo ra da Imperatriz
n. 6o de Gama & Silva.
\s saiiis do i'avo a 3500.
\Vude--e orna grande porcao ilas mais buoitas
saias brancas com lidas barras bjrdadas de co-
res, ti i)'! > 'k iiinms cada umn, -. ir!,> fizenda in
tetramente moderna, pelo barato prego de 3550
cada urna sendo fazenda qoe sempre se venden
por muito raiis dloheiro ; na leja e armazem du
Pavao, na ra da Imperatriz o. 60, de Gama i
Silva.
Corplabos.
Vende-se os mais modernos corpinhos de cam-
braas braoea transparente seodo rli-amente borda
dos e enfeitados por barato preco ; na loja e arma-
zea* do Pavao, ra da Imperatriz n. 60, de Gama &
Silva.
Cam'aiabas a 3.
Vendem s* as mais moiernas camisiobas eom
manguitos tanto bordados como de preeoinha.* com
elegantes ponhos e bonitas abot adoras pelo bara-
to preco de 35 00 ; oa loj e arronem do Pavao,
ra da Imperan iz n. 60, de Gama & Silva.
GRANDE PECHINCHA
Vestidos a SgooO
Vende-se ama jzrande porjo de cortes de vesti-
dos de cambraia transpoarente sendo todos orticos
acora lindas barras de cores pelo barato preco de
H o corte, sendj fazeoda qoe sempre se veadeu
por mono mais dfnhelro e liqulda-se por este preco
na Ma e armazem do Pavo a ra da Imperatriz
n. 00 de Gama & Silva.
GRAWDE YVA II1 \CII1
Vestidos a 2550
Vende-se um o nitJ -ortiinento de cortas de ves-
tido* de cambraia transporte com rauua fantuia,
sendo braocs e dn cores eom bonitas barras, pelo
barata Ipco de -255(10, sendo fazenda qae sempre
se venden por CJ e 7, e liquidase na loja e ar
roaiem do Pavo a rna da Imperatriz o. 60 de Gama
& Silva.
(RAM1E PECIlIVlIA
Cortes de ISa a 4*OOO
Vndese ora grande Prjo dos mats bonitos
corles de la com lindos lavores matnsados, tendw
15 covados cada corte a vindo "cada nm em seo
papel, pelo barato prego de 45 o corte, oa loja do
Pavo a roa da Imperatriz n. 60 de Gama A
SFKCHl1ICIIt A IO *EI9
urculinas de la
Pelo nllimo vapor cbegou om gr-ode sortimento
das mal* lionas oinreulinas de la, sendo de urna
s edr, porm eom as lindas cores azul, magenta,
bonlaa, roto etc. tendo largura de chita franceza
e vende Fe a 640 ris o covaoo oa Ha dn Pavao a
ra da Imperatriz o. 60 ie Gama & Silva.
tre ellas cores escuras e de muito bom goslo
nove los
.......
Talfeeres para meninos a ......
Mas eom superiores grampoi a .
Bonets para meninos a.......
{"entes com costa de metal a .
Realejos para meninos a.....
Kan
.w;-1
GRANDE BAZAR
ra Nova n. 20 e 22
Machinas pa a costura do autor Wbeele
dr Wilson, ebegadas ltimamente da Amo-
rica; as qnaes pode cozer-.-e com dom
pespontos, toda e qualquer faaenda, emba-
pek) barato prego de 28o rs. assim como innar' fra?ffir-Dorda'- e marcar ronpa; tade
bonitas bareges de lia transDarente com com perfeicSo. S3o tio simples, nuecom-
quadriobos pelo barato prego de 32o rs. o prehende-se fcilmente a maneira do traba-
covado : s na loja do Pav5o ra da Impe- m? e a P^5303 ten(o pratica de coser em ma-
ratriz n 6o de Gama ,v Silva.
CHITAS A 28o RS.
Vendem-se bonitas chitas de cores e ditas
roas com pequeo toque de mofo qae se
garante largar logo que se lave, sendo de
cores fixas pelo barato preco de 28u rs. o
covado paia acabar: na loja do Pavao ra
da Imperatriz n. 6o de Gama Silva.
CHITAS DE UMA SO COR A 28o RS. 0
COVADO.
Vendem-se bonitas chitas lisas, sendo cor
de ganga, cor de havaaa, lirio, rosa e outras
cores, pelo baratissimo prego de 28o rs. o
covado, ditas chioezas com as mesmas cores
e com palminbas pelo barato prego de 3oo
rs. o covado, na loja e armazem do PavJo
ra da Imperatriz n. 6o de Gama & Silva.
GRANDE SORTIMENTO DE CHITAS
A 32o E 36o SO O PAVO.
Vendem-se chitas de cores fixas com de-
senbos ioteiramente novos e com os pannos
mu to encorpados pelos baratissimos precos
de 32o o3fio rs. o covado, ditas claras pa-
drees grados e miudinhos proprios para
roupas de meninas a 32o e 36o rs. para
vender barato: na leja e armazem do Pav5o
ra da Imperatriz n. 6o de Gama & Silva.
CHITAS PARA i OBERTAS A 28o RS.
Vendem-se chitas largas para cobertas
pelo barato prego de 28o rs. o covado por
serem padres um tanto escuros na loja do
Pavo ra da Imperatriz n. 6o de Gama &
Silva.
LAZLNHAS A 400 E c00 R3.
Vendem-se as mais bonitas laazinbas ma-
t zadas e de listas mais modernas e mais
bonitos desenbos pelos pregos de 4oo e 5oo
rs : na loja e armazem do Pavo ra da
Imperatriz n. 6o de Gama & Silva.
ALPACAS DE COHES A SOO RS. O COVADO.
Vendem-se as mais bonitas alpacas de cores
enfestadas c< m bonitos desenbos miudinhos
tendo eniulles de todas as cores pelo barato
pr.go de 5oo rs.o covado, ditas lisas esco-
ras e claras sendo todas de cores modernas
e 64o rs. o covado, ditas lavradas, as melho-
res e mais modernas oue teem vindo ao mer-
cado : sendo ha vana, lyrio, verde, "azul e
outra cores, que imitem a seda, pelo barato
prego de 8oo rs. o covado, pecbincha : na
loja e armazem do Pavo ra da Imperatriz
o. 6o de Cama & Silva.
P01L DE CBVRE.
Chegou neste genero o melhor que tem
vindo ao mercado para vestidos com lindas
istras de seda ou com bonitos lavores da
"esma que se vendem pelos baratos precos
de 8oo, 1,5000 e 1.528o rs. o covado: na loja
do Pavo ra da Imperatriz n. 6o de Gama
d Silva.
VESTIDOS DE FANTAZU A 80000 E
lojjooo RS.
Chegaram os mais bonilos cortes de ves-
tidos de fantazia muito proprios para passeio
e soires, por terera lindas barras de seda
e vendem-se pelo barato prego de 84 e I o
cada um na I. ja do Pavo ra da Imperatriz
n, 6o de Gama 4 Si va.
alas a 30OOO ra.
Vendem-se bonitas saias escoras pjoprias
para uzar em ttmpo de vero por cauza da
poeira e principalmente para quem for pas-
sar a fesia no imito, pelo barato prego de
3$ooo cada urna, ditas brancas ricamente
bordadas tendo 4 pannos cada urna pelos
pregos de 55, 63, e ii o'oob rs.: na loja do
Pa>o ra da Imperatriz n. 6o de Gama dL
SUw.
vestidos branco> a t4ooo.
Chegaram os mais lindos cortes de cam-
braia branca transparente ricamente borda-
dos que se vendem pelo baratissimo prego
de 24i5noo rs. na loja e armazem do Pavo
n. 6o de Gama di Silva.
^ova bareges de seda a 4oo rs.
Chegou urna grande por cao de lindissi-
simas b reges de seda com os mais delicados
gostos sendo faaenda muito propria para
passeios, partidas, etc. Vendem-se pelo ba-
ratissimo prego de 4oo rs. o covado Ba loja
e armazem do Pavlo ra da Imperatriz n. do
de Gama & Silva.
P chincha cm casimiras a i#606 *
Pavas.
Vende-se urna gradde porcio de casimir* sope
riores entestadas, seodo eseora* alegres proprias
para calcas, poletots, coletes e roopas para meni-
nos pelo baratissimo preco da !800 o covado oo
a 2J800 o corte de calca, irande pecbincha na
loja e armazem do Pavao: roa da Imperatriz o. 60,
de Gima, A Silva.
rbinas. pode fazer por da o servigo que fr-
ciam 3o costureiras.
Cbama-se este estabelecimento a atten-
go do publico, visto que elle se acha com-
pletamente sortido de objectos de gostn,
como bem leques de madreperola e de sn-
dalo, flvelas, fitas para cinto, cokes perro-
maria e etc,
Na ra nova n. 20 e 22. Carneiro Vian-
na AC.
ATE\fj\0
No armazem de fazendas de
SantnsCoelhotrua do Quei-
mado n 19.
Boa e barato
Lan sin has Poil de Che vre ajo covado.
Madapolo enfestado a 8o a pega.
Cambraia de cores matisadas hnissimas a
800 a vara.
dem brancas transparentes finas de 40,
55000, 60, 70, 80 e 9#ooo a pega com i6
jardas.
dem branca tapada de 8# e 90 a pega
com 12 jardas.
dem branca franceza muito larga a 90 a
pega com 8 varas.
Ralbes de 35 e 40 arcos nesgados para
senboras, a 40500.
dem de mursulina nesgados a 50.
dem de crochet a 50.
Idi-m de mursulina para meninas a 30 e
305oo.
Saias bordadas a 50.
Cambraias admascadas para cortinado z
120 a peca com 2o varas.
dem para forro a 30 a pega com 10 jar-
das.
Cambraia de linbo muito fina de 60 e 90 a
vara.
Madapoles finos de 60, 70, 80, 90,100,
110 e 120 a pega.
Platilba de algodo superior fazenda para
saias a 30200 a pega com lo varas.
Cobertas de chitas de ramagem a 20Coc.
Lenguas de bamburgo fino a 20400.
dem de bramante muito fino a 30200.
Pannos adamascados para cobrir mesa a
40500.
Guarda apos de linbo adamascados a 40
a duzia.
Atualhado adamascado com 7 1/2 palmos
de largura a 20 a vara.
dem adamascado de linho com 7 1/2 paV-
mos de largura a 30 a vara.
Algodo enfestado com a mesma largura
a 101oo a vara.
dem trancado de algodo a 10600 a vara.
Toalhas alcocboadas de linho lisas a 110
a duzia.
dem de algodo felpudas a 130 e 14(5
a duzia.
Colchas de fusto a 60.
Longos de cambraia brancos fieos a 10800,
0 e 205oo a duzia.
Longos de cassa finissimos a 30200
3060 a duzia.
Fil de linho liso a 8oo a var.
dem com salpicos a 10ooo a var
Grosdenaples preto bom a 108oo, 20
208oo o covado.
Morantiqoe preto superior a 208oo o co-
vado.
Flanella de todas as cores a 800 rs. o co-
vado.
Tarlatana de todas as cores a 8oo rs, >
vara.
Bramante de linho com 10 palmos de lar-
gura a 20J!oo a vara.
dem de linho com 5 palmos a 102oo a
?ara.
dem de linho com 3 1/2 palmos a 8oc a
vara.
Riquissimos basquins a 250000.
Assim como outras muitas fazendas que
se vende por menos que em outra qualquer
parte, e d-se amostras de ludo,
Bales de 2o, 25, 3o, 35, 4o e fo arcos
para senhera a 20, 205oo, 30, 305oo 40 e
50ooo.
Ditos de 25e3o arcos com millas a 50
rff.
Ditos de morgulina eslreitos a 60.
Espaitilhos fios a 60.
Percalias finissimas a 4oo reis o covado.
Vinbo soperler em caixas de orna duziTa
tem para vender Antonio Lnii de OUveira Azefe-
do C., no n escriptorlo roa da Cruz o. 67.
m


r
i

SmmSh^-----------r-r-r-.--------. i --------------------
sb *Ul ,9
ji*

bu. m;viAl,
a^anasAi
S Para o *lameotoe cura t-aaiae completa das molestias syphiliti
las, rfaeprortwno, bobas gata/ioaMi'l|!i do estomago, infiammac5flifcV0D
ba$ dores citicas, cephalalgias, neuralgias, ulceras cbronicas
tias, fonorrbeas chrooicas e em ge al todas as molestias em que se]
riflcaco do sy stema sanguneo.
"r' J5 i I4r.e*es feraea
. A saude um beia mapreciavel, cuja importancia e valor so esta resanado ao eos
fem o anlia-lo. a-A^aJ
incontestarel que o hornera nesie mundo coaiUnHm, 8 por toas ador
atacado por urna infinidado de agestas morbficos que todos teodai>4ad certa edaler-
ainadas circumstancias, a alterar o regular exercicio das faflo$o ergiaGas, resottaobo
P6M6 desequilibrio o qae se chamamolestia.
.
. Kon-.Atb i DO a .... i ^^. tmmtm t 1
Fu)id}Qty da Aurora
Taixatde i>rrocaaao,t>o sortimento equali-
_________________________
Hllf1f|*avd publico-pernambncaio'pede-se
3, 500,
inJt iflq i
A molestia niumais do que a desvirtoacao das torcas vitaos, ecaaionada,- d,
grado as investigacoes e experiencias dosmais abalisido mesirei da scieoeUj pela depm-
facSo dos humores geraes, consequencia da acco maligna eases meemos agentes mora e
fiossistroduzdos so organismo pele seto da respiracSo, pela vi a digestiva, pelo contacto
inmediato etc. etc. etc.
A syptiilis infelizmente tem sido a partilha da humanidade, e como* fora de duvi-
da que esse terrivel Proteo da medicina orna molestia hereditaria, ella tem sido obser-
vada em- todas as idades, e debaixo de todas as suas formas to variadas, enfraquecendo
constituicSes robustas, prodazindo mutilacoes, e cortando anda em flor da idade vidas
preciosas.
Eliminar da economa esses principios deleterios, e parificar a-massa geral dos
immores vem sido desde tempo immemorial o fim constante da mediema, e os purgati-
vos fignram em primeiro lugar para preeneber esse dmteratwn ou fim.
O Elixir depurativo do Dr. Se vial parece merecer a preferencia sobre todos: os
immensos successos obtidos pelo uso deste salutaragen'e tanto o Allemanha, como em
moca e Italia, o tornam c compaoheiro Bseparav'el de quasi todos es doentes. i a*
Sendo as molestias, como cima dissemos, devidas as aWeracoes dos humores, o
Elixir depurativo do Dr. Sevial pode serempregado vaotajosamente na syOhitis, erisy-
pelas, rbeomatismos, bobas, gota, <1ebilidade do estomago, inflamma(;5es chronicas do
ligado e baco, dores sciaticas, cephalalgias, nevralgias, ulceras chronicas, hidropesas,
p!eonsias, gonorrheas chronicas etc. e em geral em todas as molestias em qoe se tenha
em vista a purificaco do systema sanguneo; pois que urna pratica constante tem Mo
ver qoe elle indispeosavel nos casos gravsimos para minorar os offrimentos, pre-
parar o diente para medicafloes superiores ; e as menos graves a cara a conse-
queacta 4 ssu aso, convenieniemente repetido.
As suhstwicias qoe entrara na composicao de Elixir depurativo o-ri eria
pertencem todas. exclusivamente ao reino vegetal, e grande eathegoria das sabstan-
as depurativas e antisypliiliticas; assim, ao passo que este remedio depara p orga-
nismo, eliminando os principios nocivos saude, pelo mecanismo natural das evau-
acCas alvinas, nentrsa ao mesmo tempo o viros sypbilitico qoando este vrrjem.
tem feito erupcSo no exterior debaixo de suas multiplicadas forma; e previne tam
bem os estragos dessa terrivel molestia, qaando por ventura se ache ella anda ao
estado de encubando, isto sem se ter manifestado sob formas externas: 'beneficio
inmenso, tanto oais quanto oeste estado os individuos igneram completamente -se as
lo contaminados por este terrivel inimigo.
O sabor agradavel d'este Elixir convem a todos os estmagos, a soa aecSo sa-|
bre o tubo intestinal suave e benigna, e de nenhuma forma proaflz 'molestias medir
tomentosas, como acontece ao purgante dito Le Roy, que na sua qualidade de drs-
tico forte irrita a mucosa intestinal, e consecutivamente a seroza, resaltando deste es
tado, muitas vezes, bydropesias, qoe qoasi sempre terminam pela morte i!o doente.
Assim pois esperamos que o uso deste remedio justifique cabalmente as nos-
tas asseveracoes, porque sendo nm medicamemo to simples na sua composicSo.
ortica tem confirmado sua utilidade.

tiOo if O a libra.paincoa lOOalrbrav
. 8 nAaeN
en garrafa a 8a)eW.
CHARUTOS
em caixa d 50 por I i, ditos Delieas. Trovadores e Parisienses em caixas de 100, dUos
da ExposieSo can: 54 ditos de Repita caixas com 100 a 20500 e outras maitas marcas
que so na presen.ja dos .compradores.
. j ., ,. PREZUNTOS
deamego em barril, ditos de fiambre o melhor que ha no mercado por preco que faz
admirar I
-* .. J DOCEDKGOIABA
caixoes de 560 fino, ditos de 10500 que parece marmeUada, dito em latas omito fina
qaahdade a 10*00. ^ e
TiOGETAS
comdoceseccoale2#.
QUEIJOS
ooAlentejoem latas chegadopelo vapor Oneida, ditos Flameogos e Pratos dos maisnovos
que ha no mercado.

l'nico deposl(a> em Peroambascfe
Na botica e drogaria



DE
Barthotomeo Companiria,

34-RUA DO ROSARIO LARGA
APPtOVADAS PILA 4C*DBMtt DB MBDICOTA
DE BURIN DU BUISSON
FktmcitiM, iarud* ptb ladeaia de Mtm i tu
O atante professor Troussbao, na ni tima edicto de seo Tratado i Thtra-
f!^ 'Maten* *< rewmbece que os ferruginosos si-nples sSo muiiss
g*g*BB! p,r* *"* M molestias qoe tcem por caua o empobrec ment
ao stngoe. Muiios mdicos dos mus distinetos attribuem esse m o xito a ausencia
anas prepiracSes, do mmganese. qoe se aelw no sangne, como o tem recoobcoido
os cBimicos os mais peritos, sempre intimamente unido com o ferro.
-EST\ SJ? nm *erdadeiro ervico aos S"- Mdicos, o ohamar-se su ttencSo
*obre as preyaracoes segorntes.
1
2
DiailffaBiCflS dand0 in,mefliaente no agua, tcidalada,
uiaugautira -M0Mi igradaveIt jubsiiiumdo com vantagem
eeononiii as aguas mineraes ferruginosas.
Plalas c Xaropc de iedureto de ferro e de manganese inaltemeis
l^SSreatolu UM 7ympUticu' *"">***, nt. chamada. =-
tim de laetato de ferro e de maiigaese
Plalas de carbonato frreo maneanico
receitadu especialmente
para a ctalorosis, a ase-
nta, a leucorrhei, a ame-
akernar ta. dna. prepara d< ^ JTteom mtoSS"' """"^ *
Jj!f-!LBn"*B de^?d0 obMr O"* oonpien do pubeo muta a
^SS&gJ^^ preY' **#W -iunenn
| nrntmkmco. a m jente geral. Hsvir C*, pharmaceatieoa, n Row,
I M I I.
e l5( s no armazem se pcha vista.
Manteca francza
era linras 560 e 640, em barris se farlifferenca. flPg
Banha de porco^
em libras 320 e 380* em porgo se far|differeocaI>eiaqfiaiI na a umiup* i
V motas
em calda Pera, eoego^ftiinly .fjlaodi. lAlperxe e oatras maitas 500 e M0a laU.
_.. frvlllMnV'~"ff:q *? *cMlf r.i.?
Portuguezas eiCUpanieaas 900, ; uLoa sb
amlatasdoPjr*ea*aa^rie,iats,yie.l*tOO. .ioK
,. AnMia de atllho
mpacotes. duad*teiral00200y|ra. mtm
I aoi a t' vioho
de Bordeaux em caixa* daza 55, garrafa 600, tus de 8* a datta.800 a garrafa^ dito a
O0 a duza, 10200 a garrafa, dito do Porto a 8/1,12J, 18, 24^caixa8 de.dona, assim
como figueira caada ,3^500 e 44, porb A A'Lttasa tym, 3# e 30500 a qaahdade
convida. .0j
i Ca
em lata de 5gal5e3 ma.iapeqaenas,t,vootde do oomprAdor,' em gsnrafa.
estafase

rU4RWGi4
DE
r eii^ffii MOYA & 21,
' acaba a* .raeeber um ando e magnilct sor
timento de oculos, lnnetos, binocabsvdo al
tamo e assis aparado gosto da Europa e oca
'os de alcance para observacSes e.par t
' maritimoi. ____________


AZEITONAS

de elvas como no mercado nao temos a 10 a lata,em barris do Porto a 10 como n5o ha
melhor
I.' D
-
/!






M>MMW&%&MJ$ir
DE
FAZENDAS DAS LOJAS E ARMAZEM DA
R
Tendo o proprietario destes donsestabe-
lecimentos resolvido liquidar grande parte
Joaquiui de Almeida tinto
Ajurubeba contra o inforgi
tamento da figado t do. hw<*
Km extracto aleoolico, enaplas-
> leo, tintara, pllulas,
xarope e vinho
A jurubeba urna das substancias medi-
camentosas qoe pertecem ao reino, vege-
tal, e pertence a classe dos tnicos e desofos-
truentes, sendo empregada com vaotaRem
contra as febres intermitentes acompanbadas
de eogo giumen-.o de ligado e fi bago. Ella
tem sido apphcada com incontestavel pro-
veito contra a anemia ou colorse, e hydro-
phesia, catbarco da bexiga, e mesmo para
combater a meosiruaco difQcil, resultante
da mesma anemia on chlorose.
Deposilos era es
Em Pernambuco, ra larga do Rosario
n. 10, Rio de Janeiro, pharmacia do Sr.
Dfturado, Rio Grande do Sul, em casa dos
Srs, Casc3o & C, Macei, pharmacia do Sr.
Glaudino, 00 Havre, pharmacia de Mr. Ma-
rica!, em Lisboa, na pharmacia do Sr. Feij.
*san1mmmmmmz
^||Pharraacia especial home
pathiea do Dr. ablno '
5 L. Plntao.
Cha de 1* sorte para oso das
pessoas que se tratam homeopatbi-
eameote.
Vende-se em pacotes de libra a
30200 rs.
Ra Nova n. 43.
mmmmmmmmmmmwm
0 cordeiro providente
Na antiga loja de miudezas a ra do Quei-
mado n. 16.
Teudo sempre em vi-u aij roubar o tempo aos
seas fregoezes, com extensos anouncios ; mas
tambem ao quereodo que os mesmos frgaezes
Ignorem o que de aovo tem elle recebido, por isso
resumidameote o dir': ehegaodo assim ao co-
nbecimeaio do iodos que a dita loja do Crdeiro
Prevideaie, ra do Queiuiadj o. 16, recebeu o se-
guale :
Roaitas e daradnras ligas de pellica para meias,
Unto para seuooras como para muomas.
Leques de diversos e moderaos go>tos.
Paules com eafeiles dourados e oo dourados,
para meoioas.
Coques simples eeofellados, moldes inteirsraeD-
te oovos.
liom papel em caixiobAS liso, paulado doura-
di e timbrado, e outros rouitos i bjectos, que me
Fundko a Aurora em
Santo Amaro
Compnt aorUsnote d Uixa batlda Jnntfi
daiM iuBMqus de lod^s os. Umaubos a tMty *
ditos, moeodis de todos as upaobos de soperior
qa. idade, crlvos e boceas de foroalba. o qa lud<
se eoSe por comeaodo preco.
m e i Vapores.
yude-seNB casa de Saiwdon BnXbars & C.
o)rt4c.Corpo(Batoi. \i, Taporas patentes
om todos os pertence oroartc* para, faxor JUom
** Mgpatrn machinas para deseyocar skodao
raris, 36, Raa Viwiawie. >
CriABi.lv MtOCIKSKt(;tAl
COES cotanas. 1 TOUgoESBOlltKvZ
^"^ItaOOO curtidas impingem,
pstulas, kerpn. jam,
cowifow, rimoHa, t I-
1 fcreoM.Gi'ciosui dotany*)
._ vina. 1 alteraoa do un,
fu* (Xaropc vegi-iwr k-hi mercorio). Ofpur^,.-
etM* UiMiiw wMiii iomo-s dov
por semiDa. iteguiodo a. Iraclanciuo Deimralina
nipregado na' mcsnias molestias.
Esas XaropaCittaetodtT..*
la t'.llAilLK. cara ioaii' t3meaieius!quer;juiu ifaiucao. debilidaue, t
igualaenio 01 (luxo* r flnrtt
branca* a iimlheres. EfU injereao beoi-p.a >aV
a*8fa MOQU* Kanpa de CUrucm de Ferro"
W^mmmMmm. Panuda que a* cora en tTM 41aa>
POMADA ANTIHERPETICA
Contra: aas acecen,i Citan,,: t eomtcoea.
PILULAS VEGETAES DEPURATIVAS
ie W Chcble. ead frasca \ti atiernaasado m*U1
Ululo.
AV80 AOS SRS. filEOICCS.
' -Mr ca'ur r r,UM p u%sM
WiJUrlUrUrg irru /t/'J
urrvvi-it tus 4tn^ htow
C.'-H'S UJjJut 111 .'ii'i., i
fu MHW; btaHM -i-i -1 ,.U
uuia gnlif 1 -h-lr* d>l> \.uj.-r- l>' i-iK,Kr
Dr. (Hiiueu Pan*, rmm %lt^n*r -o
DFPURATIF
crPORi
A venda na pharmacia de P. Maurer p
e C, em Pernambnco.
Alpacas de lista a 5oo rs o corado.
Vende-se alpacas de listas e de flores
desuas lazendasporisso resolveu por era li- proprias para vestidos de senhoras a 5>o,'
quidacio para vender raais barato do que 600 e 56o rs. o covado: ra da mperatriz I
em ouira pane. tojas da Arara ns. 56 e 72.
Chitas 160 0 covado. Casemira com peqneilO toque de mofo a i& ciooa-los sena bastante eofadonbo, e que"se veo-
Vende-se ditas m retalhos a 160 rs. o Vende-se casemira p*ra calcas e p litot" de er dUa loja d mladezas d0 Cordeiro Previ-
covado, ditas em pe?a a 200 rs. 0 covado : cora pequeo toque de mofo a 1* o ovado d9nte'r" d"at,,raa2''n-'6
AFhlSS3 t, I8ArS- C0V1 : 5? FUa da ******* lojas da Arara as. 56 o 72' 0 Corde.ro r viutotea a o Qu^ado o. 16
da mperatriz ojas da Arara ns. 56 e 72. tem cousunteme.ue am Hado sortimento de fl
Laazinnas da Arara 4o o covado. "Roiint ft TlM^inni] as a boaltas n-iri'S, por isso quando algoro ha.
Veode-se lasinbas para vestidos 2io, AlUUpo lulla ll^OlUlidl, bilidosa joveo quner preparar qaalquer eofeite de
28n 3"o n rnvailn na A-x Imnoratri, Iaqo i- i-. i b-llo gosto dee logo lerohrar se que oa dita leja
?mn. i w P J Venae-se palltots de panno a 55, 65, do Cordeiro Prev.deate, a ra do Que.mado 0. 16,
da Arara ns 5b ii 72. 85 e 105 ; palitots de casimira de cores a tfo M'-3* Hwes.
'Madapi'Kio a 45 a peca. 65, 85, e lo5, lalitots de meiacasimira a' **ra ulvejar os lentes.
Vende-se pecas de madapol5o a 45.55,duo 3-sroo e 45, caigas de casimira a 55, 65 e cordelro Prev"ieDiroa do Queimado o. 16
muito fino6-5, 75, 85, 9, lo5 : ra da Ira- 75, ditas pretas 55, 65, 7$ e 5. ditas de
peratriz lojas earniazerada Arara ns.56e 72. meia casimira a 255oo 35 e 355oo colotes
de casemira a 35. 35oo seroulas a 15,
156oo, 25 e 255oo: ra da mperatriz lojas
da Arara ns. 56 e 72.
Aleodo entestado a 15 a vara.
ortes d* cambraias de barras a 5
Vende-se cortes e camoraias de bonitas
barras a 25, i5oo e 35ooo.
Ditos de Crtmbraia bordadas brancos e de
cores a 45, 455oo e 55: ra da mperatriz
lojas da Arara, ns 56 e 72.
Arara vende algodao a peca 35-
Vende-se pe.;a de algodao a 35. 45, 55,
65, 73, 85; ra di mperatriz os. 5 e 72.
Riscado fr.ncezde listas a 36ors. o covado.
Vende-se rdcadg francez de listas para
vestidos a 3Co nors: rna da mperatriz
lojas Ditas franceza a 2'o rs. o covado.
Ven-le-.se chitas Yancezas finas a24o, 28o,
32o e '100 rs. o evado: ra da mperatriz
lojas e armazem da Ararans. 56 e 72.
Algodao enfstado para lencnes e toalhas
a 15 dito transado 15-2^o avara: ra da
mperatriz lojas e armazem da Arara ns. 56
e 72.
Cortes Je la de 14 covados
Vende-se cortes de laa de 14 covados a
35, 45 e 55: ra da mperatriz lujas da Ara-
ra os 56e72.
Ricas saias bordadas a 35*oa.
Vende-se ric?s saias bordadas para senho-
ra aJMSoo, 55. 05 e 7&, bales de arcosa
25.23500, 35 e 35co: ra da mperatriz
lojas da Arara, ns. 56 72.
recebeu do b*m cjnhecido abnciote Jnob Gos-
oeil & <>. urna ptima qualidade de pos para dua-
les aromatisadjs com canfora que realmeote tem
merecido tolo doceU-j p<.rqae Dio s alveja per-
!feilauienie os denles como tambero cuuserva-os
sempre 00 ir.-lh r estado to pi-rfeicao, assim pois
queiram vir comprar ditos pos Da ne.ma loja
. do Cordeiro Prevideote, ra do Qoeimado o. 16
TEBDADCIRO LE RO
dt nuiaasT,
Ru do Selns,
OatUur-tttiinn
51, A PAH!S.
Vende-se na pharmacia de P. Maarer e< C, ra Nova.
i
Superiores tiras, bDrdadiobos e eotre meios bardados em cambrala tapada e trasparente.
Ka leja das celamaas a na de Crespo a. 13
DE
Antonio Correia de Vasconcellos & Companhia.
.. .,__________,_______________^_________^______
----------------------------
i

SOVO DEPOSITO



.
DE
.

I9'
DESCAROCAR ALGODAO
Manoel Bento de Oiveira Braa.
53-IUtt Dlreltn B.-83
Neste estabeleciatnto s encoitrarSo a
verdadeiras machinas americanas chegadas nltima-
mente, asrjnaes sao feitas pelo mais. afamado fa-
bricante la A mrica, por isso avisa a todas as pes-
soas, rpie precisarem comprar, de se dirigir a este
estabelerimento que comprarse das mais perfeita;
ueste genero, assim como mais barat do que em
outra qnalquer parte, por isso que se recebe por
conlja prflprw, bem como carraos de chombo e moi-
^iho> para moer milho, e.grande sortimento defer-
ragens e raiude-?as em grosso a a retalbo.
i Facas d<3 abo raneo de rapio bal suco a 15
a dqzia. 'limas liuaS de^ todos os tinajrhos proprias
Mlude as baratas,
LOJA DE SOUZA SOARES & IRMO
Raa \ovn a. 88.
Rosetas de core?, ero caixiahas de orna dnzi
a Ii'.oO).
Brincos a balo de coresdazia a 16r0.
Grampas com caber,a de vidroduzi a ICO rs.
Acuiheiro? de metal, sonidosanua 40 rs.
Uitos de roadfir, piolad-,*duna 240 rs.
Roien de mneiioh dourados para Ducho-,dn.
Zia de pares If900.
Ditos de rjiaart-peri.lu para camisa-grosa 5C0rs.
Ditos e ;ici para caiga-a ros 210 rs.
Libras de finita, pr.rceira qualidade em novel-
Ios, sonido, a 25500.
Lihras de dita, secunda qualidade, em noveltos'
sr nidos a ? e )#o0.
Canas de dita coro ;!0 novellos a 640 rs.
Ditas de filia do az c. m 40 novellos a 800 rs.
Ditas de dita de marcar a 240 rs.
Ditas de dita bransa com 10 novellos grandes
a 560 rs.
Donas de carros ile Haba da 100 jardas a
360 rs.
Duzias de ditos de liaba de 200 jardas a IflOO.
Dozias de candes de dita preta e branca a
160 rs.
Miadas de liona de -oriz a ISO rs.
Caixinbas.com sida los de chumbo a 120 rs.
Empelos com moldura dourada a 120 rs.
Peoies de lago doura lo para coco a 500 rs.
Ditos de lago liso par dito a 440 rs.
Ditos Honrados com floresdoria a 21400 rs.
Ditos de bfalos mulo bous para alisardazia
2*400. v
Ditos de chlfre, fazerda boadoria 11100.
Ddaes amarellos e puteadosdazia t40 rs.
AlUnetes un cartas de 14 pentf s a 420 r.
Dorias de calimbas de clcheles #W0 rs.
Dorias de eartoVs de liios a 600 e 900 rs.
Espoletas verdadeiras B. B.caixa a 100 rs.
todas as qaalldades, trangas, melas, etc., etc.,
ludo o mais, que se ja tendete ao sorumento dt
miudezas, fengeos, qoinquiibarias o canuieiros a
gar.
Garante-s sincerldade e barateza nos pregos.
Kival sem .^^gundo.
Ra do QneSmaco o. 49.
ocr acabar com as fazeadas absiii
meBcioaadas.
Queira^tir ver e que bom e baralissimo,
Toalhas de labynniho com ico, fazen-
da bo a.............
Carrcteis de liona eom 100 jardas a .
Gravatas presas e do cores mnito finas a
..iras de obreia de raassa muito novas a
para esparlilho de i-ordo a
liaba Alexandre com 400 jar-
310f
3t
501
4t
ennadores
Ota a .
Carreteis do
di? a .
Sebonetes mnito finos a 60, 160, S00 e
Ditos de bolla muito Unos a 240 e .
l'iadas de lioba froxa. para bordar a .
Varas de cordao para espariilbo a .
entes voltearlos para regagar cabello de
meoiras a............
frascos de macaca' oleo muito Abo, a .
Abotoaduras muito Unas para colletes a .
Jarioes de linha branca e de cores a .
Libra lie ara preta superior a.....
Sscovas parn lato, fareoda boa, a .... fiod
Varas de franja branca de linbo para
loalha a..............
Caixas de palito balao a........
Caixas de palitos de seenranca sem en-
ebufre a ............
S.aonetes de familia -a 100, 160 e .
Camilla de duutripa ciinsia a .
Suaderno? de papel pequoo superior a .
orla de baralbos (rancezts superior .
Grora de pnospnoros muito iupeilores .
t(
(l
3
32(
2(
(
32d
12(
50f
2t
m
li
pegas de fita para coz. larga com 10 varas a C.ixas a retalho do mesmos
n r-..._ j___________j___,,._
500 r?.
a 260 rs.
rs.
de tjabalho de escoltora.
Sitas de fiu ce seda i. X.cpm 8 varas
. dagu branc oara eroulaspega 50
La de todas as <%res para bordarlibra
Pegas com 10 varas de labyriolo fino, soitr-
jenlo estrello a. 11300.
Insonoros d cera em calumbasdoria 360 rs.
Diius de pj eocerade sem chelro-durl de cai
Jinbas36) rs. ,
Cartilbas-da dtorrin* cnrlsta a 320 rs.
brelas de colla en caixlnbas -duzia 320 e
500 ra.
Sbcnttes finos para miosdoria 800 e 1000.
Pacas e garlos, cabo je osso-daiia 21*00.
Fivellas para ointos, palseiras, iierfumartas de
10
VUt
i
ii.'
nm<
11 oo
1'
Lanas de phosphoros de velilBba mntendo
500 vellinhas multo soperlores a if>c
Re Resmas de papel pautado superior quali-
dade ..........".... 3iifj(^
Dunas de meias para bomem..... 21*u(i.
Dorias de meias Croas mnito superiores 410r
Vt-nde-B ou -rroBfla-se om ^ltlo ptimo para
plaotiglo e cercado, tendo ja bastantes la*oaras,
na povoagao do Moateiro : a tratar com o Sr. Amo-
nm junto a estagao do mesmo poroado.
Vendem-se tres earrogas em bom estad e
cfoco bols minsos.tDolto Don : a' veT e tratar ni
travessa do Carioca b. tt caes do Rados. .
Eufeltex com puntas.
U Cordeiro Previdcule lectbeu om liodo fortl-
mento de enfeiles com pontas para vestidos, tanto
de seda como d la que combinaro perfritamen-
te com rs cintos mofle roo do mesmo formato, por
isso para poaer eofeitar-se coro gosto qoalquer
vestido iodi.-pensavel comprar-se ditos enfeites
na mesma loja dt Cordeiro Prevideote, a ra do
Queimadc n. 16.
C'hi:peE!nas de seda
Mederoas e bochas cli-p-noas de seda para se-
nhora receben o CoMeno Prevideote rna do Quei-
nado n. 16 e por sor pequea a quanlidade re-
cibida, qu-m pretender urna moderoa e bonita
chapelina aeve apreoac se eui ir.audar compra-la
em dita loja do Cordeiro Prevideate a ra do
QuelmaJo n .16.
C-IXINHAS ENPE1TADAS.
Estas muj desejadas caixinbas vacias e enful-
ladas com Ko-io, que Unta extraega temtidoej
que realmeute servem para diversa lin?, existem
na loja do Cordeiro Prevldente a raa do Queimado
o. 16 oro completo sornmeoto de ditas caixiobas e
sao vendidas per pregos to rasoaveis, qoe o expe-
dente freguer nao obioc.tara' em compra-las era
dia loja de miuoezaa do Cordeiro Providente a ra
do Queimado u 16.
PO.NTF1RAS E CHAROTf.
O Conelro Providente, roa do Queimado o. 16,
tem am bom soriimento de Qoas pouleiras para
ciiarutos, sendo lisas o com finuras em aao rele-
vo ; e para qu os ssus freguezes (ao se locom-
modero em comprar charutos em aleoaias das lo-
jas de charoteiros, recebeu tambtm um bom sort-'
ment de dos charutos do afamado fabranie i
Eurtado de Simas; assim, pois, eoconlraro os
apreciadores um bom sortimento na dita lija do
Cordeiro Previden'e, roa de Queimado n. 16.
Para offf ertas no hospital por-
tagaez.
Bonitas eestlohas com froctas de cera, obra de
muita perfeicao e bom gosto.
Para cortar moldes e en brulhar fazeadas.
Vende-se papel lardo folnj grande.
Para lustrar calgados.
Vende-se superior grasa ecoanmica.
Veode-se papel para matar moscas.
\ loja do cordeiro presidente
Ra do Queimado o. 16.
flella acbarao os preteodeotes om grande e va-
nado sortimento oe perfumaras finas, tan.o iogle-J
ras como fraDceras, sendo :
Finos extraos para lencos.
Baohas e pernadas para cabellos.
Oleo philocome e baboza para dito.
Pos hygienicos para denles.
Ditos camphorados para ditos. < ..
Opiata ingiera e franeeza para ditos.
Pacotes con pos de^rro*.
Vasos de porcelooa para ditos.
Sanoneies >" '..?.i 1 m
E muitos outros objectos que serao presentes
ao comprador qoe se dinelr a ra do Queimado
o. 16, loja do cordeiro grevidente.
BiD'ejas bequeaas.
S.n rada (Al r rfa, ,si. ,Btrr i rolfi, e ,. ^..-i
que ka > in.-u nrtf, um rotig Uaertua .p ama- i
n o SBLta ii aii; na v,.,r, JE
.V. ffw ,
_ l'n'.'r:: ; -tia
i- {"'i fraa;n.
tMfaCkui
a ''< das -'*-. j
ter.: iiibmi,,
4o atntHNrt!n .- =., i
^ts/ qp otes^j
DCTEUR-MEOECIN
VET PARMACieS
Deposito na poarmacia de P. Manre* t
C. em Peroamhnco.
\ CASTRO NUNES
Grammatica nacional.
Sexta edigao
1 OO
Livraria fraaceza.
^Grande hiznazem de tin-i
tas medicamentos etc.
Roa de Imperador a. 22.
gK Productos chimicos e pharma-
y* ccucos os mdis empregados em
9 mediciDa.
Tintas para todo o genero de pin-
m tara e para tinturara. g
)H Productos industriaes e tintas |j|
te para Dores, como botes de flores
m e modelos em gesso para imitar
i fructas e passaros com o oompe-
I tente desenho.
Protuctos chimicos e industriaes
jjP para pbotograptua,. tinturara, pin- ^
|2 tura, pyrotecnia etc.
S Montado em grande escala e sup- l
; pride directamente de Pars, Loa- '
S dres, Hamourgo, Auvers e Lisboa
I pode offerecer productos de plena
J| confianca e satisfazjr qualqoer en-
g eommenda a grosso trato e a reta-
I lbo e por preco commedo.
s
s
s
VENDE-SE
Motores americanos para douscavaJlo.
Dito dito- para qoatro cavallos.
Machinas para descaocar- algodao de 14, 16,
18,20 30, 35 e 40 serrasV '
Prencas para enfardar algodao faceodo os sac-,
eos coro 6 palmos de coroprimento com o peso de
160 e 200 libras, viadas ltimamente da America
do armazem de Heory Porster & C, no rae Pe-
dro II d. 2 junto ao Gabinete PprtDguet.
11 M^^^^^"~~^~
'' c K'ii hit puazo
Cbegarro.l>arris de qa(0|*om puro vinho do
Douro. garaslindo-se que nao tem coofeijio alga-
roa a excepcao de um bocadtobo re agurdente
que Ibe butaram para poder ruistir a vi-^em
Vendem-sa oa ro/jdoJQueiado n. 16. loja idoole genero e o melbor que tenaaSado ao mer-
cordeiroprevtdeate. icado e woil propio para osar as horas de a>
mida e ve"de-se por preco em conta : a |0a -
f bal Ul08 armazem do Pavo roa da Icoperatrii a. to, de
u "SI

da acadUada fabrica de Jos Tur tado de
Simas.
Veodem-sejoa loia^do coraeiro previdente a raa.
do Qi*ifnado|Q. 16 [I
Gama & SHw.
t-
J chf-ea
, CBoento romano-: do armaiem de Tassalrmoa
no caes |e Apollo.
1
i


latf i *mmm*> vm/m\ **tlihm*** ** mi.
i*
PM MBUM DQUS MTIVOS
SATISFAGO IMDISPJEMSAVEL
*o respeitavelpublico. j
etdrBrM declara a>atfrancamente e sem rodero algum quetem de-'
awratea p|rtyg'd w teaceir Hwincio por doas poderosas e importaotonazoegi (
Ia o ttqfaraot tsate) qoe tera tido de asta dar o raeio di virar o S da Fragata
Amasonas da rea do Quenadu i-
. O desojo lie estampar oeste Diario o sen interessanle retrato o offerecolo'
a todos os seosbeBignosfregoereso amigos sinceros.
Sendo impossivel ao Vea4o a coasecucSo do seu primeiro desejo, elle pelo pre-
sea te incumbe dessa tarefa ao habei Sr. Dornelias, pintor, cirreodo. porm, por conta |
W;
----------_.-----------,
Fabrica* fundi$o> debrenze
6 ontrn mtJats, Cldureiro,
l*\oeiro,.c funilrtto, titilada
na.Spfidu.det iurdo- Prin-*
eiVe n e ewwepesi na
ra Nova n 38 da cidade.
do Recife
di:
BRAGA &SAMPAIO
Fabricam-se oeste importante eslabeleci-
GMfJOE BAZAR
..i men todas as obras concernecilts as artes
dos dignos pilotos da referida Fragata, a importancia dessa pequea despeza'
Agora qoatrto ao segando, saibam todos que problema cuja- acogolla j foil^c^fc^ri^r-
achada, gratas a pericia do distiocto Sr. padre Azevedo. Assim pois brevemente dar o ai*?!;* a, a ""
Teado muitas copias de si esperen oc amigos.
Agora duas palavras.
pois
i
>
Ao Oordeiro Previdente
No.

A vos que viestes augmentar o numero dos animaos domsticos que negocian ;
Mes coiaurlaaenit
Si a couaa for em progresa brevemente ser esta cidade urna perfeita arca de
l
"n
mi
AF1S0
Contina a estar- fugid/nt-a

Arada bem qoe o Vanlo n3o est s....
Atten#k>! Attenc&o! Attencflo
As ordens do respeilavel publico se acba o amavel Veadu Braiea com o seo
importante sortitaento de todo que diz respeito a molbades.
Os precos. que por de mais s5o moaveis. devern convidar a quera ura vM go-! qu6 absorvem caTad7eia 100 BtpVpor i &<* de iuteira novidade, dos quaes se li
ciar cora elle a ficar salisfetto e a voltar sempre que tur noscessark. j b0Mj e 0as quaes a|guaia8 jtao ^nettsa i > menciouar apenas um peque.-o ou
Alambiques do todos os lamanbos em
feios, os mui acreditados apare'ios de
Derosoe com as dimencoes dei.ca dos j
fabricados em Franca.
Fabricam-se a valsas quaesquer pecas des-
aparelh s, como sejam o dilatador, ratifica-
dor e condensador, ou esquenta garapas,
resfriador, serpentinas interiores.
Fabricam-se bombas de todas as dimen-
coes e qualidades, pelo systema francei ou
americano, simples, do pressao, rapuzo, e conbecimento do respeitavel publico que
com especiaiidade a estanca riosI assim -*p |a abam de receber. peto' uluai) tapor da Eu [
nominadas pelo enorme volume de agua I r0',a BI grande e variado sur timen to de ob-.
LOJA DO .GALIO VIGI-
LAN IE RA DO CRES-
PO N. 7.
Q proprietarioB tteste moito bem cootae-
do tslabelecimentotem a sati>fcao de levar
Machinas para descarocar algodao, do mt
loor autor que tem apparecido na Ameria
E' tal a execocSo do macbinismo. que O a)
godSo sahe qaasi fio perteito como o de bu
landeira. Rec^mmenda-se a attenco dot
8rs. atfrioaHores, estas maebinas
PASTILHAS
I cravo
| Fofio oo da t (8 Jomo do ccrreols Mo,
I cau do baxo assfgoaflo o escravo de DoatfB
olio, com os igoaes srgatntes: de aa;io Mojan
biqoe, idad de 40 aooos, pooco mals oo aieoO!
alto, semblante carregado, com falla de denles
Treote. cor fola, com talbos em eircnlo rtdoudi.
ao pi das orelba, stm barba, levon vestido cales
de ca erolra de cor, camisa de aigoda braiwo;
chapeo de meia maca novo ; e*te scravo fui Jjn
prado ao Sr. Jos Vicente Liodrso, morador m
provincia das Alagoas, por seo prororador Joa
qolm Cavatcinli de fttboqoerque M-ito, moran
do termo 4a Barraros Sem dovida seglo B
gum daqoe|1es logares : roga-se a lodas as aatofl
dades assim como aos caprtes campo, tanto dea-
la provincia como a das Alagoa; a appreheos$c.
do dito escravo, entrcga-lo no Beclfr, roa Du*eiu
n. 30, qoe receber a qoaotia acim, prctesttjs
desde j eom todos os rigores das iea do imperte
contra qnem o tiver acontado.
BernardiDo A.ntf.nlp Pcralra Bastos.
j
Para as pessas que s3o esubelecidas com casa de negocio Tora da cidade fea um !serem experimentadas
magnifico e escomido sortimeuto proprio de facer conta aos mesaos seofeores. ExisUm bombas por este s\stema, me-
Assh pois. e Tead "raneo coma que cada da ser augmentada o numero! ores, para regar sitios, garretmdo-se nao
de sea* boas fregueses, tanto do centro como da odade. s sua duracao como a grade quantidade
Veabam cowencer-se da bondade de oossos gneros e de sua barateza eem ainda; agua que foraecem pelo une s5o cous de-
. radas boje as primearas bombas cenbecidas.
Todas as m is obras se fabricara 4 vonfca-
n5o quiz bonrar o oosso bello estabelecimento.
A RA 1IIREITA
<



. 16 ESQUINA QUE VOLTA f ARA O PATEO DE S. PEDRO N 16.
TGaV MA rOBTA A FIHR*;

no

VMDO BRINCO
'KM6UEII SE ENGAE COM O BALIZA


' .

J$&** de dos freguezes e a sea capricho.
Exiitem sempre proraptos oo deposito ta-
bicado na ra Nova a. i#, uni'Compleosor-
itimento i a Br$0B raseaveis, eomo aao alambiques,
| sorpesiiDas, taio, passadeiras, Tepertirtei-
ras, ei-cumaeiras, eecos, caodeias, emuitos
outrs ulei:c'iii.is po>prios para eegeobos,
como sejam mancaes -de hreoze, parafuzos
para rodas de agua e outres.
Cavilbas, macns para temes, pregos de
otkw os*tmanbtfS e paFa o fuire de cobre
de navi ! Apropipta-se indo qoaoto diz respeito as
-'oras de lati torneadas e polidos com toa
la perfeic3o.
Varrolas pera tanqoes de baobo, toraeiras
' de todos os tamanbos <: qoatidades, assim
|comn todos os ornamentos para militares,
botes para farda, aparemos para barretma,
i nmeros/espheras, eEpadas.eoroe'tas, lam-
padas turibcli-s, caldeirinbas, bavtas,almo-
fariess, perfeimadores.
Obras de folbas da flaodres de todes as
quididades, bahs, taeias, bules e-ostros
utMncilios domsticos.
Lampioes para gez para eogenbos, folba
jde flanaree emeaisas, foiltas de cobre e In-
ri
mero ficando o respe tavel publico na srte-
la de que oeste estabelecimento sempre er>
ounirarJo um c mpleto sortimento de arti-
gosdegosioe uncir novedades como sejam.
Cinto
Os rauitos desojados cintos com pontas,
bordados a vedrilno, fazenda de muito gosto
e comfleta OOTidade, respoito a estes cdIos
nao fazem observa^oes e sim deixaaos a
apreciacod s esclarecidas fregaezas isto s
no Gallo Vigiisote na ra do Crespo n. 7.
Leones
Mnito lindos loques tfosso, msdeira, sn-
dalos, e madreperoia ; pretos, brancos e de
odres, e muito se toroam reofjmmendavel
tpelas botlas paisageiw.
Vieren
O melwf qa go as qaes parecem naluraes assim como,
lambeta recebemot ama pequea porco to-
das prrtas e se eadem na luja do Gallo
Vigilante ra do'Crespo n. 7.
-CapellsM
Mui lindas grmaldas brancas e de cores,
aqoeas para norias", e estas para bailes, ca-<
samemos e baptisados.
JLawrtM
!Luvas de todas as qualidades para set-



-
de gratifteaco
a qoem capturar o preto da Costa de norr.e Jacin
tb >, idade 38 anoos, etatora pooco menos 4e ro-
tular, lem (ana de dente, bem eomo tainos na
rosto bem saliente, as pernas Anas, tve., fnjio em
29 de selombro proxim<, passado, levando vertido
calca e camisa branca, ebapo de copa baixa e da
abas pequeas. A prlmeira vez qoe se evadi la
inulava se eomo torro de naci, e eaprfgava-st
em srvenlo de pedrero e em entras IdetJticus ;
roga-sa, pois, as autoridades poheiaeae a qoalquer
particular a caplora de dito escravo, a ser entre-
no a sea senbor Joo da Silva Leite, na roa da
Cadeia do Recife n. 10, qoe sera' paga a graiiflcar
cao cima.
DE KEMP,
\OTA YORK.
DE COR CtrEIRO E SABOR AGBADAVEIS
Intinitamenie mais efflcazes do que todo
os mais remedios perigosos enauseabnndot
qae existem para a expulso daslombrigas
Nao causam dores e produzem sen effeito
em precisar logo depois de purgante ne
ofeum e tsoincitantes em apparencia e deli-
ciosas em gosto, que as enancas estli
promptasa tomar mais do que marca a re
,ceita.
nbora, bomem, men as, sendo de algodSo, uteis como nm encllente meio de fazer
fio da escocia, seda cpellca muito fresca (removers obstruccoes do ventre, mesmo
orat,r.Cc,fite-Jiavn, paree -nos que nao ha>-jQ0 ^o e n0 existirem vera
?
saos ordinarios e dd patente, rea para mol-j dados.
dar, folies para feweiro lavatorios com ba-!
-s ,
i
A loia n.l D ictilolada Goraclo de-Guro na ra 'o ao respeitavel pnbkM) com especiaiidade as peseoas }ae honram a moda os tjfejectos de ultimo gos
id l Pars) per meaosSO porxioco do que em ootra qootquer parte,arantmdoe a qna&lad ea so
da ebras.
O respeitavel pabtico avatiaodo o desojo que devo&r o procritttario de utr novo e{ariet 10 que qoer progresa)em seu negocio devechegar immediaiamenteao corado 4e onro comprar
neis com perfeitos brtrkaotes, esnseraldas, rebinse peroia ; verdaderas em agarras, m*6ernas t.el
dlminoto precfl de -10^,-brincos maleroos de croe prata cooa cebos Oe saram a madreperoia obra de medsrao gosto (o qm o eneoiisaro uc .coraco de
onro) vlws to ouroeoo a compeSeote crnsivia ricameae enfeiuraa pslo peqnec /reco
>i2, brin-
cos de um trcfaaibo perfoito por uto modicc preco, cassoietas, tr^notws. puloetcas aluauss .para re
tratos e entres aoeles lodo de afeo gosto, asee* proprics para botar cabello e fipms, dil* para casa-
mento, no rt!o roseta tem o Corceo de Owre um compteui e bem cariado (onimento i diversos
gosto-:, |,u;r.es para puebas com diamante, rubias e esmaraMas, obra l* importante ja" ^elo sec va-
lor ja' por gosto ds desenlio, brineoe a forma 4c delicada masinha i. iaeraldas, roios, bri gios para seonora cravrades de pedras preciosae, ditos parahemem, diversas obra.; de nrtiaD'.es de
moito gosto, crasiohas o robins, esraeralflas, aerlas awWiaoies, acots compras, CM^nletas c,
crystal e oaroJescoberta .para relraio (a inglese) hriocos do franja, dliu- a imptframu toia e e^ial-
qoer joia, para secoliocar retratos e cVas de cabello, e outros muito-s bjeetos qoe os pretes-Seoies eo-
contraro no Csraco de turo qui se-conserva com toda a amabilidad aos coccerreutes
*e de aqoi meceonar prefws de certofl objecto* ptirque (dessotjert) ma&ra de (all*r) diaeaM!o-se
preco Calvez a4guem fe-a oao jaizo do obra, por ser to diastaata qaaaUa a vista de seu valcar.
Na mesma loja compra-sp, troct-se ouro, prata e peoras preciosas,-e umbsm rebe-8e eoncer-
ios, por menos o qu*m caira qaalqcer parte, e4o-se obrfl a amostraom peoiior,onsersMda-ss AlltAPaO.
* Coratao de Oc-o abtTto a: a< 8 horasdt noile. j Na ra d.i tenala Kjva'o. 22, se .leba a .eoda
Qoalquer pessoa qoe dirigir es Coraco rlaento de esteira? b*-
sota se a sna froate om raco peaiorado piotato de amarei!*, alem <> entro qae sa nota as sai f galas oo Aiweaw, por prer.s ra;.oavei; ]neu> pie-
erme algum, af
wA quera ignore que por tufes osAiaporefiU^LHjksvEMiiFUGAs de kemps sao promp
4a Europa o talo Vistente, recebe .grand* tjas einfaUiveis na soaoperacao e por todo!
qoanhda leersortimento a vonta.le do comprador, e ^0 de todos os paes de familias. Prepa-
tac, tubos de churobo para -encanamenti* de.] tambera aSoac alie da falla o seu preco fe. sadas nicamente por Lanman d- d
j totas as cknences, folbas do zinco, eOnhi- sempre e meaao. lJova Yorfc.
aa barras e vergumlia, laaroes e barras de:} cates A'venda'as drogaras de A. Caors, Br>-
cteimbo. #idroslino< para-espelbos, deed-j Muito bonitos pentes de tai taruga para %0 c. e t. Maurer & C e em todos o
res, bordados, epacos, e outros para vi-ioeque e aliear-oa eabell iracas, (llamantes para cortar vidros, cadi-[w^gacar es-esmos-e muitas outrae quali-;----------____---------------------------
JBUiecr-vas
Bren
cies e jarros, -trra/podre e outros inaaieros! Grande wtiment otjectos proprio a tae estabelecimeutosjicEbellos, diapos, dentes-e unbas. secdo del
i Sendo todas as obras issoeccionadas -aso, bufco, bfikia, marCm e madreoerolaJ ^a &rr,^ 9 em barf.ica por oi,'meD08 : DC
Mas soba direc* dooe^adminisiador:! Mva Saaa \ZZ^ be,aamare,U D0 "** t *""""'
Jos Baptiota Bragas qual se acba de novo Superiores -na/alnas pequeaas para bar- i
66|jecialme3te incumbido da gerencia De 15o
[iaporiante estabelectmente,^ isso uma.ga-
aetia pea^ua tonga pratica,-que temos se
nb^res freguezes e qnc sarao servtrl >s a
f/ir:i-'fi!o. o.,ni prompioo e -preco commo-
do, peloqua os propietarios e seroaajra-
deoidos.
roalo (ao seaicarte em tend'jf llrija-sea mesroa.
be sendo cabo de martim, tartaruga e on-
(ras qualidades, as quaes o fabricante ga-
rante a 'joa.qualtdadu.
A>o Cfiegaram as ti.ui lindas guarnir,oo6 de
botes para colle n fa/.en :& de go>to, assim
como grande cnaaento desloes parapu-
nbos.
Vfnd-s; ograpfaias de alwns poetas, a oa-
tros-bvmfos ill*tres da provincia 4e Pernan-bseo,
pelo <.t>mmend3i Na loj* de livros do Sr. Jontatrj;*] ra tla-
perados; oo ra ABctia o. 9.
Sal de i^u'
A-bord? da escuna Georgiana : a tratar com
Tasso Irmos.
Vende-se ama armaeSo propria pora qual-
aoeraegoen, a diobplrooa a praso; uas Cinco
Pintad o. 68 : i^m commodos para familia.
Veade-se om terreno em Caxanea rom fren
te para a entrada que s?eue para a V..rzea (eo*
nDeel1 por estrada d'agna frrea) cojo terreno
{em 90 palmos oe frente e 250 de fundo : a tratar
a ra do Amarim n. 37, arma?.cm.
para ast+aeG da casas : nos armazons de Tasso
rtc y:-, C-n is Apollo.
100^000
Fugio no dia 25 oo correnle mu de* cntubro, da
engenho Limoeiro fregoela da sca*a, o escravfl
rom os segnintes sigoaes : cabra foso, alto ccm
hom coipo e boniu Agora, cara beiig-ea, baf"
punco serrada, costoma rapar o b'gotfe e a
cabellos nm unto carapinhade?, pooco amfct
tea os dedus grandes di s ps mais rorcpridos.
um pouco gago, c&m lgomas cicainies Vflhas o*B
chicote uas co-tas em orna pa' e em om
vestindo camisa de agriao da ro la ou aigon*"
ntio, c lea e paletot o>.- bnm pardAehap de'ae-
ta prelo, e lava vara de earreiroquf e suppoVsa
ler ido assenttr praca como vuluniario : recom-
menda se as pes-cas encarrpgadas do rrermamea-
io e as nluriiladfs coliciaes com esinx-ulitftde as
d) Rio Formse, Db, Agua Pietb, S. Bi-nto e Pat-
io Calvo e a ouira qualqner pe.-so aaipieben^'j
do dito escravo, e eotrtga-lu no dito tngenhe, qw
recebera' a gratificado cima. O escravo chama-
so Francisco
Esor.ivo fgido
No dia 23 do correnle, amenton-se da casa o
abaiio assignado o seo eferavu Tcaj no. notara,
cora os sigoaes sfguinles : cab- los oe cabecio, f
raolb, magro e alto, levou calca de brlm partfo
lian, camisa de algoflozinho, e tbapo de palbt
coftouia anJar mesmo nesla cidade, e feos ut
baldes : roga-se a todas as autoridades policies"
roesma a qn.ilqner ootra pe.oa o aprehender *a
entregar aj alaixo assignado, roa da Riqi n. ^t
oo na rna do Cabug, loja de qo^tro punta ^
Aguia d; (Juro.
Joa Alves da Suva Q-iimare.
Fogio uo da 2 do circulo d. mTnhaat
mcleqoe crioulo por norxe Custodio, DalnraJ
M^ranhao, tem os frjoaessegoiotes : irtatji, 20
no?, pooco ma.s tfo.mtoos, corpo regalar, cafi
chata, nant coat., b cc.a grande, unbas *-
das as maos, s.Oie ac^almeBIe de orna- lu?a
ttRo forte, levou taj5tn\nte a roopa do corea
que orna Jaqueiinha pr-l# de pannj Strn, e ral
oreta de casemira, Cisrnma andar cjn 2 pares &
calcas : qoem o acbr fira' o favor h>fai ao en
senh-ir morador na roa do (Jueimado n. 30 s*.
gundo andar, ou ua ra do Crespo d. 16. primerio
andar, quesera gratificado.
Fugio re casa de seo seoro barbare! ffa-
bor Carneiro B-;erra (^valcanti, o cabneha Cbrts-
uoo, de idade de lannos, rosto largo, ribos gran-
des e bonitos e alguma cousa rtLig.ido d0 currt,
e deve ler urna cic.iri?. em uro dos aieauhare
provenlenle de nm golpe de Mee, lem mai nesta
cidade fji comprado ao lente crcnel SlvinJ)
Goilhermedr* Barros, leudo pertencJO a Sr. MV
nervmo de Soo?a Leo, morador em J*bo;Goa
qoHm o ipr Bja-vlsta sobrado n. 1, que sera gratificado.
u-
45:
'StV
DOS PREMIOS OA tlU. PARTE DA LOTEIA CONCEDIDA POR LE PROVINCIAL N. 74S, A BENEFICIO DAS FAMILIAS DOS VOLUNTARIOS DA PATRIA, EXTRAIIDA EM 4 DE NOVEMBRO DE 1867.
S. PRKMS. NS. PMRES. NS. PREMS. NS PREMS. NS. PREMS. SS-. PREMS. NS. PREMS.INS.
3 65 173 65 381 65 614 65 855 65 1062 65 1311 651617
8 76 82 - 35 57 64 12 19
11 77 89 1005 44 39 65 13 20
12 - 86 403 65 io 64 73 18 1005 22
15 - 91 17 46 66 74 105 23 05 33
17 - 96 18 33 68 86 B| 24 33
21 - 98 10 36 70 92 32 36
26 _ 99 27 60 72 93 405 37 37
31 34 201 __ 28 _ 63 73 96 65 39 43
5 _ 29 64 78 97 42 - 4i
41 13 -44 -43 -50 -1 10* 54 6$ 56 57 39 62 -6 68 -7* 76 S3 - 8 33 __ 66 83 - 1106 47 - 46
11 40 _ 67 85 14 105 64 49
13 41 _ 82 86 13 05 53 34
27 45 88 88 20 57 59
28 47 702 _ 90 25 61 61
47 48 3 _ 92 29 62 63
50 305 51 105 4 _ 93 31 63 -p. 66
52 6 54 65 5 _ 900 54 70 69
54 37 6 __ 5 61 76 70
57 62 8 ^ 7 105 62 80 72
58 61 72 76 18 22 8 16 .65 63 73 105 65 83 84 74 75
62 65 77 78 34 20 27 75 76 __ 92 95 ^^ 76 78
72 __ 79 __ 36 28 82 96 90
73 40# 86 38 31 87 1400 94
85 bO 7a 1005 89 39 34 mm 88 1 9o
83 6* 90 - 61 43 ^ 92 4 - 96
87 104 88 97 62 48 M 93 6 97
89 6 89 99 63 49 -_ 96 7 99
93 90 ~- 508 69 54 ^^ 98 105 14 1602
95 - 92 16 70 57 w^ 1202 65 15 - 4
97 - 95 17 73 60 _ 9 16 7
98 - 99 " 21 76 1 mm 10 mm 19 10
91 305 22 79 " 63 ^ 13 20 16
nt 11 32 86 64 14 35 23
U> "" 13 40 105 88 68 _ 21 42 24
7 15 48 65 96 71 riw 33 50 , 27
14 24 54 802 73 ^ 34 52 405 S8
17 25 - 56 3 _ 74 ^ 35 57 65 29
19 27 57 4 m 7 m^ 51 63 30
21 39 58 6 w 85 54 ^ 66 34
27 40 ' 61 7 92 5j _ 71 _ 35
32 _ 43 62 10 1003 60 _ 72 41
33 40 42 49 -50 49 _ -63 11 16 77 mi 82 46
57 ^_ 74 105 18 _ 27 78 __ 88 105 M
58 _ 77 65 20 ^m 38 79 aa 1505 65 9
65 9005 79 33 40 - 80 9 66
71 65 86 34 42 84 10 _ 68
60 73 87 38 45 88 - 12 _ 69
61 74 - 600 44 50 7 15 - n
??. - 77 ra 46 1 32 1309 16 1 74
PREMS.INS. PREMS. |i\S. PREMS .NS. PREMS. NS. PREMS.INS. PREMS.INS. PREM.V NS. PREMS. NS. PREMS.
105
65!2511
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1
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12
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205 3500
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3802
7
9
14
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205
205
5
205
3836
38
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44
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3900
8
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16
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1
20
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98
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105
5
W
lUGVEl


8
DUrU t rtr^^h^ ~ I** lelra e Tr e i>?.
CilARV DOS SUS. DKPUT.IDDS.
SESSO M 19 DE SETEMBRO
M^SIDENCIA DO Sil. FAMA (VI(K-PRW1DB.N1C)
(Conllnoacio.)
Sr. presdeme, alada ruja maltas naifes susten-
tan) o direito de presa, sera limltago'=, na proprie-
dade nimiga; arada oaitas cales se reconhecern
com o direiic de armar corsarios e lomar os navios
mercantes, sob a bsndelra tnlralga, porque eoten-
oein qae liraudo-lhes os valores com que alionen-
tam a guerra, onfraquecera sea a versar\o.
Sr. presidente, a bcra est quasl dada oa dada; em Ouro-Prelo, pediodo-lbe qne me mandasse d all
eo. desejaria apreseolar mata alguuoas considera- ou a caria oa o qae dissesse respeito ao faeto.
cCes, porm como n3o quero deracrar os poneos Tenno em mi boj* docameotos para demonstrar
que reslam na casa, reservar me bei pira apresen- oe existi e que anda deve existir esse papel. Ti-
va-las se porventura a discassao c .nlinnar, e al- nba ioteocao da obt-lo primeiram-nle para apre-
ruos dos meas collegas lomar a palavra para sos- senta-Io a caara, mas como a sessao fiada se,
leotar o projecto, o que eu desej >, porque quero qoero mostrar qae affirmei com (andamento a
Hselarecer-me e volar de eooformidade coto o que existencia desse documento.
aqal bavido entre mim e o nobre depalado pelo 3*
disiricto de mlnaa provincia, a Sr. conselaeiro
Cbrisiiaao Ottoal, relatnameate a osa carta ou
' publica forma de tuna carta do Sr. Dr. Joaqun de
Atevedo Moutelro, ex-iutt de direito da coaarea
i do Rio-Verde, em mioba provincia, c
Nao preciso mludamente lembrar a cmara o
que se pss >u Misa occaslio. Afflrmara eu, afflr-
nativa apoiada por algans collegas meas, e esse
magistrado havia-se envolvido iodebilameate em
favor de om crianoso, e, como prova desle faci,
disse eu qoe exista a pablica-forma de orna carta
dirigida por esse magistrado a terceira pessoa rela-
tivamente a aquelle erimioo3o.
Passados lempos, orna publicado anouyma pro-
curou coalestar a veraeidale desle facto.
Anies disio j eu tluha escripia a om amigo
for justo.
A discus'So flea adiada pela hora.
Uida a ordera do da, levantase a sessao as &
boras da tarde.
SESSAO EM 20 DESETEMBRO.
iTtESiDE.vCIA DO SR. CABA (VICE PRESIDENTE.)
A 411 boras e 3|4 fela a chamaos venconse
baver numero sulBciente de seflbores deputa-
dos.
0 Sr. I9 Srcbetario da' conta do segalnle
EXPEDIENTE
1 'i offlcio do ministerio do imperio, enviando as
copias dos decretos pelos quaes S. M. o 11 perador forencia a carta, valo
houve p ir bem conceder algamas pensSes.A' com-
misso de pensSes e ordenado.
Qaatro do secretarlo do senado, participando qae
i aifsino senado adoptoo, e val dirigir a saoccao im-
perial, as resoluto* approvando varias pens-s e
aulorisando o goverao a mandar matricular diver-
sos estadaotes.loteirada.
Gotro do Sr. vicepresideole da irovincia de Mi
os Geraes, eoviando um ejemplar do relatorio
'om qae Ibe foi pusada a administraco da mes-
tria provlocia.lotelrada e archivarle.
Um requerimeotu de Egas Muniz Tello de Sara-
os*?, pedindo a annuliar jo de sua reforma e a
tranj'ereocia oara a 2" ciaste detestado-maior, res-
muindo-oa asa arma decavaltaria no posto de te-
oeote-coronei effeclivo.-A' commisso demarinha
e guerra. .
Lien se, sao dispensadas da impressao, a peoiao
d i Sr. 1 secretario, entrara em discusso e sao
apurovadas sem debate, as redacc,5as dos projectos
eoncedeodo diversas paoses.
OSa. Affonso Celso (ministro da marinba) :
i'eco a palavra pela ordem.
O Sa PaRfiDENTE : -lem a palavra.
O Sa.MimsTRODA Marisha (atiengao,silencio):
Sr. presideute, posto que as noticias desagradaveis
a' causa da alharaca, que publicam certos j irnaes
do Rio da Prata, lenbam sido lo freqoeniemeote
desmentidas de modj que nao licito acreditar
nellas, todava V. Exc. sabe que essas noticia* nao
delxam de fazer alguru i impressao no animo do
uublico, e nao s no animo do publico, eomo no
fe alguos senbores deputados, que, a mim e a
rasos oobres colleg.s, por vezes se tero dirigido,
loquirindo se porventura taes noticias sao ou nao
verdadeims.
E' assim qae ha maitos das corre qae e
nossa esqaam se acha em urna posicao cri-
tica, qu o inimigo conseguio levantar en-
tre ella e a f jrtaleza de Curup tty urna bar-
reira de esticadas, que Ibe emba gara o pas-
so.emfim que a esquadra se acba verdadei-
ramente eocurralada.
Teu'io o prazer de annunciar cmara dos
Sis. deputaiioi q .e esU noticia inexacta.
(Muito bem;
As divisSes encouracadas. que to bn-
Uiaiitementeforcaramo passo do Curui>aity,
K'Ti seus movimentos livrrS. (Muito bem.)
Nemera pussivel que o inimigo consegois-
sc levantar semelnante estacada no rio,
guando os fugos das mesmas divises e os
da esquadra de madeira cruzam-se s >bre as
pronrias bateras deCuripaity. (Muito bem )
Acabo de rrceber do digno almirante o
Sr. J. J. Ignacio um officio de 29 do mez
passado, que me diz o seguinte :
lllm fcxm. sr.-Pouco posso accres-
a Y. Etc. no meuotlrio
porlaolo desenlpa i ese mas distmeto collega se
me serv por este nodo do en valioso lestemnnho.
Em vista, pola, Sr. presidenta, da talo lito, ea
posso sem rnede appellar para confatela da
cmara e para e pan. Gostaoo sastettwr prtvar
aqalllo qae digo. A carta ti promet qae ha de
vir a' eonsidaracao da casara, salvo su ella hou-
ver desapparecldo.
Ella esta' oa na secretarla de jaslica, ou oa se
crean de Minas; em qualiiuer dos pontos devo
eocontra la para irazer a sala esa. y
Empenhei me nest qaiilo, Sr. presllent?, por-
que, como V. Exc. sabe, comejaado apenas a mi-
nba carrelra, eu nSj qaero cae a mats leve som-
era taes a ateras possa pdr-me
cenlarao que di a. 268 de 22 do correte.
t Vendo que cm Curopaity se tratavae
obras mais importantes, com o duplo fim do
irnpedir-se a descida, ou de evitar algum
jcseaibarque, fi estacionar as soas pro-
ximidades toda a 31 dtvIsSo.ao mando do ca-
uiiao d<; m-jr e guerra Jjaquim Rodrigues
da Cjsta, com ordem. que elle tcm cumpn-
d >, de destruir todas as obras, veltaas ou no-
vas, que sua artilharia alean -c.
Asegunda grande divislo continut o
bcmb3rdea,uen!o pelo lado do Curuzu, de
sortc que et o inimigo nesia sua forte po-
sigomeitido entre d>tis fogos nosses, ao
passo que antes do d-a V> o recebia por um
i lado. .
Contino a bombardear diariamente o
Humada ; visivo; a ruina que tenho causa-
do s obras desta colossal lorlificagao. En-
treunto, ai3 diviso, nica que tenbo neste
lugar, anda nao ioffreu damno algum, o que
devido posiejt j escolbida em que esta
fondeada.
Transmiti esta commanicacTio a cmara
003 Srs. deputodos. afim de tranquilbsa-la,
uio s a respeito das noticias a que me ra-
fpri.comoainlaa respeito deqnaesquerou-
tras que posSSo ter trazido os ultimas jor-
naes do Rio da Prata, a que mudas vezessao
.sdrede preparadas para produzirem efeito
na Europa, (\poiados. Mu to bem! Muito
bem /)
O Su. i Secretario, oblendo a palavra
pala ordem, procede leitura de nao officio
rjo senado, enviando a seguinte emenda,
feita pelo mesmo senado, proposta do po-
dr-r executivo, convertida em p ojecto de le
por esta cmara e por ella emendado, orean-
do a reccita e litando a desp*za geral do im-
perio para oexorciciode 187a 18^8. >
t | 3 do are. 3t (dos auditivos) subs-
tilua-se pelo seguiote:
t 3. Refoiiiar as secretarias do estado,
contadorja e intendencia da riiarinba, paga-
d ira das tropas, arsenajs, secretaria de po-
lica e repirticocsdefazeida, alterando os
quadros e.vencimemos dos respectivos ero-
pregados sob as seguintes bases.
1.a Diminuica) do pessoal, ticando, to-
davi?, addilos^ suas repartcoiS, ou a qua-
esqoer outras, os empregados que, teudo
direitos garantidos pelas leis em vigor, n5o
puderem ser incluid >s nos novos quadros,
at que baja vagas em que sejam admittidos.
..* Redcelo da despeza total das ver-
bas competentes, concervando-se os actuaes
ordrf.ados e regalando-se as gratificaces e
rorcentagens d* modo que se corrijamdes-
proporces de vencimentos ou excesso re-
sultante da cobranca das novas imposices.
< As ref 'raas que se effect'iarem ser5o
logo postas ea execuco. e submettidas
jpprovacao do poder legiilativo, medida
que f.reuiseniopromulgadis.
O Sa. J. Madubejba pede, e a cmara
consentena dispmsada ujpressao da refe-
Tida emenda, para que entre eau discass5o
na sess5o seguinte.
O Sa. Ces.'.rio Alvim (pela ord.ra): Sr. preM-
aent-, o ulumos das di no=sas se-o'^ e.;coam-se
coa rapidez, mo p-pqe toe vrj > forjado a vir
li je a tribuna oeenpar por duz minutos a atleco
>,. casa traunla .de ama questaj que me algum
Unto pess.a!.
Ba do se rWr-hr a caxwa de a'm incidenteJtfljNniio para :c
i
Dirig, como disse, urna carta ao mea amito,
o Sr. A. Nanea Galvo, qae offlcial-roaior da se-
cretaria do goyerao de micha provincia, e mea
collega na asamblea provioclal, pedndo-lbe que
examinarse este negocio, revend > todos os papis
\ qae estivessem no arebivo da seerebrla, a ver se
eocontrava aquella carta, correado igualmente 03
Annaes de nossos trebalbos na provincial em 1864,
anuo em qu li a referida carta. O vea amigo
respondeu-me pos segaintes termos:
< Dei-me ao trbaloj de pereorrer os discursos
proferidos na assembia p-ovincial em 1884
i Smeole o nosso eoileg Horta Juaior az re*
como nao pnt>licast?o tea
discurso.
Alteada a nota qae vai no meio do discurso
daquelle nosso cotlega e procura m secretarla da
josii(a os offleos reservados do i>r. Fide-is. qee
enlao presidia a nosa provincia, datados de 6 e
ti de setembro de 1864. Se a carta nao estlver
entre os documentos qae acompanb >rao a esses
onlcios, manda-me dizer para en procura-la no
arebivo desta secretaria oa na eoorma papelada
qae deizasle desordenada.
Declaro a cmara qae n.io pade obler anda os
oficios reservados a qae aliada a carta, entretanto
posso provarcom os doeamentos qae te oh > em roo
a sua existencia, e a procedencia da aecusa^o a
qae ella servia de prova.
O fado da aecusacao feita a aquelle magistrado
l'.or proteger demasiadamente o crlmlooso, oio foi
levado nicamente ao coobeciaento da assembia
provincial.
J nesta tnesma cmara, o nobre depntado por
minba provincia, o actual Sr. ministro da marina
em 1864, di-se seguiate. (L.)
Pela leitura que acabo de fazer v Y. Exc. e a
cmara qae o Sr. eoaselbeiro Affonso Celso referia
o faci pela mesraa forma porque ea refer ao no-
bre depalado pelo 3* distrieto de mioba provlocia,
islo qae o ex -Jan de direito da extiocla comarca
do Rio-Verde Dr. Azevedo Monteiro avia protegi-
do sem reboco o reo Vigilan, a ponto de instar
publicamente com o Dr. Jos J >rge, senbor do es-
cravo espaocado, para desistir da quena.
O Dr. Jo.- Jorge, enlao depalado, a-severoa qae
era pura verdade o que acabara dedlzer o ora-
dor, como lado acabo de mostrar pela leitura qae
i.
ET factr, pois, averiguado qae bonve protecglo a
um reo por pane desse magistrado.
O Sr. Presidente : Lembro ao nobre denotado
que nada esia em discussSo e qae entretanto esta
discaundo, t-odo pedido a palavra pea ordem.
O Sr. Cksario Alvim:Sou obediente a V.
Exc. Nao coobecendo muito as disposicjlas regi-
meotaes suppuz qae poda dar esta explica?.'m no
comeco d- sessSo; e se a cmara rae conceder ur-
gencia por dez minutos ou pon :o mais, muito esli-
marei porque preciso concluir.
O Sr. Fernasdes da Ci .sha : Gaarde islo para
O aono que veo.
O Sr. Cbsaoio Alvim. : Para o anne que vem
nao seobor; promet! tralar des! a^sompto nesta
sessao e devo rumprir minha paavra; aceitarei de
novo a discusso se quizerem reno-va-la em qoal-
quer lempo.
(O orador senta-se, e o Sr. presidente consulta a
cssa se concede a urgencia, e ella decido pela afiflr-
mativa.)
O Sn Presidente : -O orador pode continuar,,
pois que tero ja l minutos pedidos.
O Sn. Cesario Alvim : C no eu ia dizendo, Sr.
presidente, o fcio uo era novo, ja por ella tmba
sido aecusado o Dr. Azevedo Monteiro pelo Sr.
conselbeiro AtTooso|Celso.
Agora, para provar que eu me oreupei lambm
com oDr. AzeveJo Monteiro em I8S, e qne li esse
d .-carnalo, trabara naopubicassa o ducors-i,
como tenlio boje certeza Je o oa ter feito. von 1er
a V. Exc. e a cmara um trecho do discurso do
oieu collega na assembia provincial, o Sr. Hirta
Jnior, relativo a prot^eco do Sr. Dr. Azevedo
Monteiro ao crimioo-o. (L.)
O Sr.Horta Jnior: Nao aquit-nh( amaoesses
documentos, esto era poder do meo collega e ami-
go o Sr. Dr. Alvim, C)m ellas en mostrara qae o
Sr. A. Monteiro, em plena Sessao do jury, pelio ao
queixoso quasi de roaos postas, que desi-tisse da
accasa$o, oongan lose ao pagamento dos autos
qae subiam a duzelos e t.n'O* mil ris.
a O Sr. Ann-*tciaeo: Advogado do reos I
O Sr. Dr. Capaneun, nosso adversario pulilic i
na assembia provincial, em parte disse o segua-
te : tSs o Sr. Dr. Alvim no irouxer outros fados,
muito lacil sei responder.
Por coust-queocia provo com os annaes da assem-
bia provincial que eu allel ni>ta questao e que
eslava cem os documenlas em meu poder. Vamos
adianto.
Nao podendo ea oLier esses documentos qne ser-
virara para a aecusacao do Sr. Dr. Azevedo Monlei-
ro, oblive entretanto a lista ou a relagao que da
secretaria do governo da roinlii provincia acom-
panbou esses meamos documentos, qu* depois de
lerem ido a asemb!a provincial viaram para a
secretaria da justiga. Aqoi esta a lista autentica
assignada pe Sr. Candi io Tneodoro de Oliveira,
offlcial-maior, e datada de 21 de unho do 1861,
poca em qua estes documentos foran remanidos
para o Sr. ministro da justiga. Atienda a c-
mara.
c Docament.s coDtra o juiz de direito di comar-
ca do Rio-Verde Dr. Joaqulm de Azevedo Monteiro.
N. 3. Urna daclaragao oo esernao Jiciotrn Pio-
lo Uiiveira Novaes qae no proeesso intentado pelo
Dr. Jos Jjrge da Silva contra Vigilan G imcs de
MoraeiSalgado.desisliodo o r. J.Jorge, pegunta-
ra queja Ibe havia pagar as cusas, ao que o juiz
de direito Ibe respondeu que baverl* quem loes
pagasse, mas, que no caso de nao pagarem as par-
tes, elle pigaria, etc., etc.
N. 4. Declaracii dos ofciaes de just^a Seranx
Jos llodrigues e Francisco Hmorio da Silva, qu*
estando ellas oa guarda da sala secreta do jury, o
Dr. A. Monteiro cjnvidra o Dr. J is Jorge a s-
sentarem se notos e disse Ihe : t Quero Ibe pedir
um faor. cumqaanto recooheca sjr um sacrideio
de sua parte e bem assim iocompalivel com as mi-
nhasobrigagSes de juiz de direitoque d perdo
a Vigilalo. >
N. 5. Urna caria de Evaristo Jos da Silva Peo-
na, b sioriando todo o occorrido no proeesso de
Vigilato.
N. 6. Publlca-frma de urna carta versando so-
bre castas.
Ptl) que acabo de ler, v a cmara que lu ver-
dadeiro no que refer sobre a conduela do magis-
trado de quem trato. (Apoialo*.)
Agora tenao esle documento (mostrando) que a
rneu ver um dos mais valioso?. Veodo esta questao
deb.tida nesia cmara, o meu collega da assem-
Dla provincial, o Sr. Dr. Francisco Azanas da
Costa Bot-lbo, dir.gio-roe a seguinie carta. (L) :
t .... A leitura da explicagio que Ateste, pro-j
vocada pelo Sr. conselbeiro C. Ottoai acerca da ce-
lebrrima carta do Sr. A. Mooteiro, ma obriga a
escrever-io esia para tirarle da um engaDo; nao
fui ao commeodador Jos Estvese sim ao Dr. Jos
Jorge, aingida a carta a que te referes.
brade levimdade eraiUIs B*ftas possa .
em difflouldade no foloro. ul estima respeito, que nao me atrevo a propr
Como a cmara lia de se lembrar, o nobre de-'emenda arlel de eolio; propaz apenas qu; essa
put*do pelo 3 distrlcto da niioba provincia velo a le oontioaasse em vigor,
tribuna e roanifestou vacillacio de espirito por cau-, Mas ooafesso a V. Exc. qae essa le, creando um
sa de urna publieaeau aoony na feita n> Jornal a 'jury formado por eleicio, nesta parle me parece
respeito da existencia dessa :arta, embira ea a li-1 inferior a' emenda do nobre depalado, boje que o
vesse aturando, embora meas roegas llvessem governo senbor de (odas as'elei(9es. Nao me
affl-mado comigo : creio qae prove a sua exis atrev a propr eoeoda a essa le por e>ra resper
tencla. (Apoialos.) i lalvez fancSM e supersticioso por ella e seus auto-
S. Exc, disse que nao recusara conlessar que res mas, repilo, me parece preferivei a emeoda
liaba feito accasacao meos fundada ao juiz de di- do nobre depalado, eotregando o julgamento des-
reil) Az-vedo Mooteiro, e suj;itava mesmo as mios tes crlmes ao jury commum ; crelo qae da mais
a' palmatoria T ma, S. Exc. eslava Bem cerjo fae i garantas do qae o jofgameato por om jury de
a dr dos bolos seoiiria eu, e por isso esforcel-me eleico con aqaelle creado pela le de 1830.
foi ha pouco apoiada. Coocordo Inlelrameile com se espalhs, qae se multlpllci por toda a PftJ,inc!to mais (raras joqtra o iodividu* oo^contra a
o peosamesrio deesa emanda, e timba ascripto ana pelo orbe IntelroT sociedad* o jiry saja apaz para jolgar :
ootra cemomesmo pensamento, que nao deixarei O Sr. Baptista PBnER* : E" OOtt ov pofU ^orgeaciio sera' par etimis atadnos BSiito mais
de reaed soasa, porqae, ja' ditse, estamos em qae se abre a imoanidade. lasigniOcasu 1
orna poc de llqaidajio politie, e eu trato de O Sr. Satao LoaaTJ :-!wo, rnoeres, un* A qaestfo,pote, nie ter oBobte lepoiado
salvar a parte dos meas eapltzes com qae entre!' natareza este crime exclue o jalgameoto perante o |aaea do jury para o ia!gaMOlo
para esta taja. (Riso). 'jury, nem era possivel visto qoe o erlnW le lija-
Assim, Sr. presidente, resamlado-me ditei : pre-, na nunca jaslificavel, e oem admissivel prora
flro a opmiio do legltimista Royer Collard e a do da injuria para desencargo do injuriante. .
nosso juii conservador, o Sr. Gama, a" opiaio c>o-1 O Si. Araoo e Mello .Portanto nio pode
sagrada oo projecto. Predio a opioia do legislador baver escndalo.
fraocei, preli-o a opinio elampid na le de20 V'ozes :__Obi
de setembro de 1830. Teobo para a legislatura que O a. Sarao Lobato :-0b senbores I nio ba
decretoa esta Itl l mu veneragao, a sua inlluen- escndalo as aiscassoes que trara' o jalgameoto
ca, fundando a oossis insiituices, merecerme no jury do rime de injuria ? I Nio ha escndalo
por va de re
para trazer esses docoawotos a' coasideracSo da
casa. Ea offerego-os com o jornal qae os acornea
nboo, a* coaslderacao do nobre denotado pelo 3
disincto da minha provincia. (Aprsenla os doco-
meotos ao Sr. C Ottooi)
O Sa. C. Ottobi :PerdiJ ..
O Sa. Cesario aivbj :Nao qoerT
O Sa. C. irrroNt:Nao, senbor.
O Sa. Cxsaru Alvim :Pcis entro ha de eonfes-
sar qae rumpri miara palavra.
O r. C Ottoni:Eu oio aceito os docomeatos,
porque esloa .-atisfeito cem o qae ouvi V. Eic.
Vem a' mesa, lido, apulado e app?ovado sem
debate o seoainte reqnertmento:
Reqaeir cmara, por tatermedio de Sr. ministro da juanea,- das:
Eu davido, Sr. pre-ideWe, que a maioria actual
qoeira approvar a doatrinz deate projecto.
A nica razio em que me parece o nobre depi-
lado escodado a que ja* refo.ei, de que o projee*'
to era meramente iniempeMvo. Esta raa o uio
lem procedencia alguraa. (Aporados.)
O acolhimento uwsmo que vejo encootrarem mi-
abas oplmftes da parte de mamaros da maioria
eminentes peln seos eooheeimeotos jaridieos, me
iodo a o-j a-toboar-m, e a protestar apenar eoo-
tra o projecto, pediodo a V. Exc. qae, rectbeado a
miaba emeoda, a sobraetta a coosidera;o t ca
mar. (Muito bem*; muito bem.)
Veem a mesa-, sin lidw, apeada e enuam
coojuncsamenie tno discuesw, as segrales emea-
todos es docomeatos relativos aos actos por que
foi censurado o ex-juiz di direito da comarcado nal
Rio-Verde, Dr. Azevedo Mmterro.
< Sala das sessoes, 20 de setembro de 1867'.
Cesar Alvim. >
Ol'.UEM- DO DI*.
Procede-se a' votajao do projecto que cor/jidera
como permaaentn a tsposico do art. 8 o. 939 de 36 de setembro de I8W, afim de ser
contemplado na folba dos aposentados,, com o or-
denado alii deteruNaado, o desembargador a qsem
a mesma disposico se refere, e approvado para
passar a' segonda discossao:
OSa. f Secretario pede para que o-mesaw
projecto entre imraediaiamente em S'discusso.
o Sr. Aaauo Barros (aela ordem). :^-sr. presi-
lenle, o projecto qus se vai disentir de interesse-]
pariicnlarTe por isso, como-todos os proj>iotos- des-
la nalureza, pode ser votado em urna s-tliscuss)..
.ijjmo passoo em 1*, e sesaeha em i*, poie-se en-
'lender que esle projecto tura' smente duas discus
yiki. Ne la conformidad* requelro a V: Ere: se
ifine consultar a casa se considera esla-dlscossao
aono a oiuma.
O Sr. PawioiNTE :A reura geral de todas a*-
ajt^lerias lerem lies disoussSas, mas-em neg cos-
a ioteresse particular o reglmeoto permitte que-
possa naver urna s dlscusso, mas nao diz qae-
aasMam baver smeoie duas.
Vozas : Ja ha precedente s.
O Sr Presidente :Voa coasaltar a tmara.
Consultada a ea, resolve que a seganda dis-
eos< o do projecto seja cansiderada a altima.
Entra, portante, o projecto em discuaso, e ap-
loyado e remellido a' commisso de redaeco.
Prucede-se a' votarjo do projecto sobre s cri-
rpr ovado para passar a' 2S discosso.
GSr. Baptista Herbira pede, e a-eamara con-:
-sent dispsusa de intersticio para qtt o projeclo
30 .re luv:>e ati't'eole em 2*'diacaJS20.
O Sr. Maatinii j Campos; -Sr. presidente, acha-
mi)-nos, como notorio, em urna epoe* de liquida-
$*> poltica, e V. Exe. e a cmara nh extraobaro
qae ea vale pela salva; da qaota do capital com
qae entrei para a extiocia firma da liga. O proj do nobre depntado pelo-Bio de Janeiro parece mul-
to simples, um projemo de ioterpretaso em ra-
zao de divergncu da juagados, eotre magisirados
e in&uiaes.
O meu nobre amigo, eujo lalenlo muito respeito,
e cuja estima mano aprecio, eniendea maito acor-
ladameote por terror>a este conRtato por urna >a-
terpreta em noss paiz o .ubico competente (tela constitui-
go para inierpreux. as leis. E'~ ouia verdadeira
lei, aerapro urna le oova que tem-se de foraau-
lar, e o argumento especuso que onvi de que se
irala de una stinpes wierpreurjao, nao pie ser
invocado, par nao. eslabelecerraos a malhor doa
trina; um argumento loleirametite especioso e
sem nenbuma for;a
G> corpo legislativo vai legjslar. O que temos
que seja inlerpretacao ou disposifo nova de lei
soora a materia .' Tanto no* lai lormular urna le
mlorpretativa como decretal ies.le logo a doutrioa
melhor e mais eoDvenienle aesla materia, aquella
o.ue tsm su-latado o parido liberal eo loda a
parte do mundo, e nao so uente o liberal exaliad >,
leo slJo libo aes da ordem dos legitimistas, como
Rojer Collard, em Fraoja a legisla? fndala
pelos librnes francotes, legita(ao consagrada
entre nos pe;a legislatura de 1830, legislatura que
a historia registrara' como a mais enuneotemeuie-
liberal das que umos, tido.
Entretanto, o projeelo oo honrado capotado esia-
belece urna dootrina que diflcilmaold se podesa
O J > do art. 13 do eodigo do procssocrlmr1-
nao comprebende os crtmes commeliidos po/
oessa, largas a* deeza do reo, que
gra pretenda ate com artllelo oratorio alcanear a
absongo rebalsando a victima da sua maledicen-
cia, loraaado a odios e despretivel T !
Senhcfes, atteodei: o que A injurialo, o qae
sofiVe doeelo, iosaito, aa so* dlgaldade oa nos seos
bros de bomen, su0ra ama orTenss. qae a lei com
toda a razio pone ; se elle tiver de pedir esse des-
aggravo peraate o jury, se o reo que o insaltou
tiver a palavra para se defender, o t$m fara' aata-
ralmeote ? Hi de por cert) demonstrar a razao
qae tete para dotstar, para iorultar.
O Sa. MARTi.s.io Campo : Como nos ootros
joiz-is.
O Sa Satao Lobato : Passari, portanto, a ar-
rasoar a sua injuria, repetir'o Insulto, augmenta-
ra' a ddr moral, o safinmeolo qae cau-n o dueste-{
eo insulto. E nota', senbores, qae ojury'u'ma
entidade qne s conneee do facto e nSo entende-
ees dnpo*it*is do direito, e nao eomprebeoda que
a Injuria merecida nao releva ae Injariaate da
colpa, porgue qoaod) mesmo o injuriado- fosse
omito digno de-deipreio, ao esta' por Isso scjnito
as mveciivas er a Ainaa na hypoftese raara favoraver para o laja-
ranle, qae o ieeallado seja om bomen indigno,
derajado loteiramente...
U*f Vof-frpiJe baver dlrelti d Insultar
eon-
dos crlmes de
injuria. Ea declaro qne repato insumilo do
iary aeste ponto moito aapeftor a qoalqaar oatra
como tribunal jolgador. O nobre depOade recela
a llberdado do jury para condemnar oo ab>olver, e
isto precisamente o qae mais aprecio.
Sr. presidente, o nobre deputado alo pode des-
eonbeeer como correo os proeessoJ *lujuria en-
tre nos. Sjo moitas vezas desgrajadas e-pecura
fio de advogados de ioBma classe, de rafiafas, ijUf
comprando as off asas fazem dlsso um ramo de
commsrcio; e o mais iameolavel e qae tesa apolo
na pr bidade e istegridade da magistratara ads-
tricla total e materialmeote, p le-se dizer, a' pro-
vas e sem a li 're apreclaco moral do faeto.
Nos casos em qae ha crtmede Injuria aao pos-
sivel coatesfar qaer a eileocla do crime qm*
qtmn seja o criminoso.
As provas sio segariutmas; rratava edr cobro a
esse rergonh'iso trafico par aa iribaoal dd eqaida-
de, e neobum offsrece a' soeiedade as araonas
do atj, composio dos loterrssados tra boa ordem
social.
Abl esta' a divergencia entra- uto e o iobre de-
potado. Para mim o maior dea defeito* da refor-
ma judiciaria ter guarido tirar ao jury este ca-
rcter de tribunal da e.jaldale que Ibe vem da na-
inreza das cousas. NiogxKOl coosega a' urar s'j
rribuoal do jury este carcter, pelo qual jaiga o
ru e o amor.- O jury sera' temrSo pelo bmien
daaravado, pelo-oerturbador'dasociedxdre'r>ge1 lo
dos bomeus honestos, o offerocera* gatanti ao ci-
dao probo a paciOco qaefdVarrastadb a commet-'
ter fr crime de injiKia.
E'u'eompreheujo qae o nobro depntado-alo ests-
ja de accordo comongo; mas aa alo A^aimalo a>
minha- divergencia aeste ponto, e'ealendo-rtoe qual -
qaer reforma qae nao- seja a sapvrssso d.j jury ba>
O Sr. sayao Lfwro:..-. nunca ea po'>i de considera-lo como tribunal de eqaidade, porqae
fra da le para serobjecto oe-esc.rneo e '>Ptin8;labi esta' a sua verdatfetra excerTancia, a Oelnor
mente volado ao despiezo : o ne-mem meow digno
etta' tambera resguardado e deve estar; e se pre-
abuso de bberdade de impraosa, o* quaes conli- valecesse-e principio fjnn o iodividoo desmoralisa
aaaro a ser jaigados na erm* das disposices da Ido poda sr insultado impunemente, quem estarla
Hvre ? No-eooeeito de qoalquer praguento os ma-
iedico o objueto'de seoc-edlos, se)* qai for 9Ba
tel de 20 i seiejjure-de 1830; Marttotw Cm-
pos.
A le de- 28' de settabro de W30 sobre os crl-
mes por aboso de libertada do nupreoa esta* re-
vogaaa em todas as su as drspo>;icw)s.Btpiisa Pe-
reira. -O. B. de Aquiao e Cstrov
i Os crimes- de abuso de libertado de impren-
sa serte proeessados e jalgados petos joizes de
direito, guardad- a forma, o proceseo polica).
ArysWes Lebo. Horta da Araujo. Silva 9d
reir. >-
t Os crlmes por abaso de Ifberdade a
serte sempre juhSHlos pelo jaryi Atfeaqoeri>ae'
Mello.-4'AmplooeiAraojo ?asconcelloe.-P. Pe-
soa Jbs Avelioo.
eoodigo ou-reputado, i sempre individuo desfire-
irrel e desprvsado ; e asstm em tod> caso se jutara-
nuii o rJireilo de lanzar Ibe o iaaulto. aem
era possivel ugameolo era tal mtef*a aem a mais
odiosa arbilrarMdade.
24a, Sr. presioeote, dcecessaric entrar nes
ser ae consrCer(das, polo evideoteaaente que-
oao 3vffre coDieetaea0 : ** Aii0 a a*8*8601 D*"
sultar; o que raaaltou coeamettea ce crime, e
aao 1m Jusiiflca^jo po>sive!v Por coosequencu
em Jal assump?/ inry ,"0 lado notario, esta authenucado, porque
a injam esia' mhe, iosoressa e rseoohecida
O Sr. Satao Lm*to:Sr. presidentav eo tan maptritetlura : wt* a questo que cooorta pro-
bem emendo como o nobre toaatado pato provD-j.pnamenie o jury resolver. Cl o responsavel,
da de Minas, qoe o projeclo aadiscusso ne p6-i,j8go taan em >e tfMnowtra auinenticameete, nao
d3 ser loiaado coreo urna mera- interpreoo em-| oaces-sa*i a iotersreacia do ^ry para dactdi-lo ;
absiratojeqee limitaado-se eoresabelaaer over-;;SBguado as regra* adoptadas respoosob>>dade
dadeiro sentido da ama le preexistente, a cmara
dos deputados declina de entrar na pou&rac,ao e
de estaiuir aqutlto que-seria rcelhor.
E'beaiVrsto, Sr. presidente, quu qoanda mes
*sta" Dpraaaa por taa-ntodo qoe ao pode ser mais
bjecio de davida, iiein de ccesrovenia. Couse-
.-jaenteiaea*- a questao toda Ooapplicac- das re-
^as de direilo, o ijaocmpeie aes magistradoe>aos
me fosse urna sim>ies laterpreutco aa'Aaouc* l^i-s togados e ao perwnce a ;u#y.
dada pelaicamara dos-depatadcj isto 6, pelo cor-
no legislativo, nao pedia ser seaao no s&afcdo de
ralicar,..de sustenta*, de po> l>m patete e ia-
Baplattam o veraadaoro sentutO'da lei, aquitio
que bavra de meihsr a tal respeito; e notunto
qiwndo mera interprelajao aatrwolica, sen sem-
pre a proclamadlo da melbor, a lei a e.1 res-
peito.
Por isstem raia^>-oobre d*uUdoqtviaopa-
0 Sa. a>tbbona :loto claro oa legisheo.
O Sr- &i LoBaro- :Mas, seabores, poderlo
dier, e kMWvi particu'armeou raesmo o notre oe-
pcaudo faier- esta pooderaQio : o-Pi>is se o ;tstea-
ihhdio das-iojnrlas qoe seo imprsssas contra os- eo-
pagados pubticos pop aos de ofBcao perteece ao
Jcry, por Hb-
p.vs.ias nao levaram ae-jwy os rsspesveis T'>-
E' coa*, atolj diversa, Sr. presidente, nao aa
iraoharjeslraohar ai nobre dc-putado pe'.* pro
viocia deS. Paulo, que, sasteawnJo o cssjeeto,
maoifestava qae por elle sement decid: urna
qu-osiao de iateiligerocia, declinaado de eotr v-pro-
priamenu na questie de uma-aielnor dl^poslgao
legisUtiva.
Sr. presidente, sustento o psojeclo, corea- ter-
prelacia* aatheoiica,, e como a-melbor diapo&iao
qu* podr-ia a cama tomar aaste a^sompt^e qae
reatmente ja" foi decretada, uasisposico;: vigen-
les.
E o sastento pela-ruo diaaetralaente epposta
a que foi apresentada pelo no*e depotade, com
qu.-:ia-ani coocordo no apreso qao faz ds>l*jrda-
do da-imprensa. .
S. Bc. declara qae repelle o projecto, e appel-
iaoao para os seot-meotos liberaes da maieria da
cmara, ou de toda ella, ecleode que nao pode
ser admuida semellnnle pr-'jecto poraua-Huporta
um vsrdadeiro atteatado centra a literdady da im-
prensa.
reten (ne sei se poere em pregar a palavta es piveedenci -T as iojoriae, as argaivoos aeerbaea
erapregadoe- pobiicos por actos oflteiaes ha razw
de alto inienesse pobltaoj. que delermiaa que Mee se
e-ielare^a po outro moo ; e a^oe*te que ;>
di:sdoora, eeacata e doesta o empreado publico,
e3a" sujeilo-a urna peaa ronaior. Nio objecde
piveesso pelxnal, de um julgarneoto summariss*
m; estas qqesi5es s-aa proprias a-eerem ven'.M-
das-em toda publicidad; o Jury,- m dos inter-
pretes da ojiu4ao publica, seguramente tera toda a
e oapeteocu- para eoubeter que immoralidades
ptasaro eoce?rar essas inveclivas feitas aos empre-
pidos pubiioosem raio do seu ofBoio. A materia,
iMirtanto, se presta bem a ser objeeto considerado
o decidido ce jury.
Mas a loj'im privada, o Insulto A-ilo ao paV de
faaiiiia, a' toora do. nal*o, a' dlga Iw, de sua oatareza, S presidente, nao objVcto
rjoe possa atJaaatiir a me^aoa apreciacao perao;s>o
jasy. Se pela regra seal esta espaeie nao estivas-
s comprerteadida as rWsposioes do proeesso po-
licial, havia toda a razio para qae por um acto >.-
garanta soeiedade em todos of-crime-, muito
principalmente nos crimes por abaso da liberdade
C impreosa, peranle a qaal se procesa todo guau-
lo-iatoressa soeiedade, qoe deve Ca'do juigar.
9 oobre dovaUdo, contrariando a aaooba opimo,
snsteotou qoe om cisos a- ioraria a fiioecionafios
putheos por motivos do oxerncio da* soas fuac-
c5es-aao >o as- antoridarft3-po!iclaes aem os raa,
gistraoos qnen coohecera do factos, mas o jory-
ootaedo o uobre deputado qae oestes casos na ra-
zao dmiiid.ide pobllca que aotonsa E*eicepc5o,
o qas a4o se da' aos casos fr aojarla particular.
Nao ve,- a razo (jwe autorisa para o meseao crime -
esta di.''renca de trrboaal qua-dev jolgar.
Desde que se ira* de in|ari;-B*o compreheodo
qae mol- inhiba o-jury de apretar tambera estes
procesaos.- Eu comprehendo a coaveoieeci de fa-
leililar a a,o da Juslifca nos aaaea de calumnia,
bdmtiudc-ir a pro-ra dos facte iaiputidr, para
qpx tenba assim a sosiedade oafe urna g~raoiia.
Mas nos aasus de icjuria, nao se di islo; a razao
era mesma orala-se de >ojurias particulares ou a
fraccionaria*, nada jiiQca a diffreoga do tri
baoal.
leolo conbecimeotode mullo?-faet>sem qceci-
dzaaos proii e conspicaos lera so*ido atroies
persegulgdas vexamesr por effeito tu torpes es-
pecalacoes. A cmara tole julfai^pur um tacto
qae occorreu em minha provincia.
9da offleial aopenor danarda aaeima!, om dos
boiueas mais honestos e aespeitaveie^oiseu termo,
eotrva em oo domingo para a soa*Ha acoaipi1-
bhaddd famil. Eoccatrando a-rna obsfuida
por vx carre:io carregado, podra paesagem ac
carrairo que a aegou nwmtanda-o-crm lermo;
grosse>ros. F.hpondeu cHe io carreiro-como era
de esmerar de cus hornera de sua e&soa llndo ao pedidj-da passaaaea.
A replica foi o carreiro anjeaba lo-oatu- a sua
vara rJe ferro. Eolio, p eonter o-oarreiro, ti-
rn uaspistola aos coldres- e armoora,.dutendu ao
sen aures>or: Da' ladra t
Est>oraam seB.-eu om proeesso de-inyma per
dizer a- outro, que ameagava mala-lo aom- su cace-
te, aquellas paladas ; foi abaolvido pola- aolonda-
de pukeial, mas coademoado lalvez nio' poderse
Pelo projecto, diz o nobra deputsdo, ptetende sa, ysUtivo se paisse (6fa.-do conhe&iewnio do jury-
eoiregar e.-la ttcardade, a mus preciosa da naci | Assim, Sr. presidente, nao vejo-razo para qu.*
hrasueira, e de todo o povo que se rege pelo syi- ajo seja adoptado o ppejecto, que realmente tem a
tema de goverao reprsseniativo, a- autoridades po- vantagem, aao s de soleoiar, ralvacar a dispow-
liclaes de norueaso do gor-orno e do dcmiasao ad-'c^ geral da le de Ide dezembro com dt>rrogs."-o
nutUM. da le de it&k), como a esle respeilo.uslenta oqae
S. Exc. assim v o grande risca que vai correr
a liberdade da imprensa, e entendo que a cmara
nao dev por seraelnaule modo exur esla precio-
siisima liberdade.
O Sr. M.wtimi-0 Campos : Balea qua ncs~
testa.
O Sr. Satao Louaio : Sr. r.rasiden'.e, coi,
cienciosameuie podemos admiltvr este receio oe
wsco qu> corra a libardf-de de impronsa no Cca-
sil?
Quem descoobecera' qne alia,a grande pcen-
O nobre daputado rejolia lela qae ludo domiaa, e que esla sobre tolosT
sustentar nesia mmala.
a opinio do Juis caaservador, o Sr. Gama, e opi-
na que entregue-so a liberdade -> imprensa as au-
toridades policiaes de livre ooraeicao e deraissao
dogoveroo, a; autoridades pol-ciaes, filhas de urna
le declarada oeste recinto par um dos mas emi-
nemes ministros conservadores, de odio e 3e reac-
c;o.
Ora, qual a conveniencia de somelhiiote doutri-
na ? Se nos Ja' temos jugados do om magistrado,
sostenlando a nossa excotlent le da 830, se te-
mos julgados em centrarlo, esta camata, eminente-
mente liberal, de cuja maioria fazem parto os libe
raes mais lib.raes que nos 03 histricos, aijuelles
que nos aecusavam do poucos liberaos, porq'vo ra-
zio havemas mostrar-nos meos liberaes do que
esse juiz emioaniemenle conservador? A obceca)
especiosa do qua aaaa lei de ioterpretaso na;
provalec?. porque lodifl-reuti que st-ji urai le
nova oa orna lei de ioterprotaeju, visto qua o cor-
po legislativo ni) legisla se na> para o futuro.
Ea nao sei que urna lei de Wterpreasio tentu
efleiio retroacuv.0, destromdo julgados era sentido
contrario. Portanto iodiffreota ao oorpo legisla-
tivo decretar orna le interpretativa, oa uraa le rs;-
va, e sa esta a grande objeeto, se o graude
argumento com que se sostena o projecto, a cma-
ra v qae nio tera procedencia algama. Dapois, o
qua vamos lazer legislar sobre a materia, enlao
porque razo abandonaremos a verdadeira doutrl-
na para darmos urna iolerpretagao qoe cnnsag;a
urna doutnna que muitos conservadores cm ouiros
paizes e era o uosso nio sostena ?
Senbores, preciso coofessar qu9 a lei de lJl>,
revngada por esle projecto...
Um Sr. Deputadi:JVastava revogada.
Sr Martisho Campos:A este respeito en-
cost me a' opiniao do Sr. Gama, embora nao s?j
eorapeteote pzra discutir esta materia, e multas
vezes tenha sido por alguos ultra libaraes, expro-
orada com razao a miaba quadade de medico.
Trata-se, Sr. presidente, de consagrar a idea da
entrega da garana mais ureetea que a soeiedade
lem, a mprensa, a tnbuua ooiversal, que nao o
modelada pela le da voatade e aroitrio de um bo-
mem, ou qua nao tem por lei a voniade di om no-
partidaria, pois nao de
Senncres, ob-altcto e arnchroaico asseverar-se
que pode haver nesie pan coospiraclo contra a li-
berdade da mpre'nsa.
Qaat o goveruo qae aquj. nao vivo di impransa e
pela Impreosa ?
Q-aera pode acreditar qoa h3ja manlao que o
bavia de rnoiOcr fazsr-se ne.-te assampto.
Os recejes que o Bob*e deputado lem a resabie
da preciosa hberdado de exprimir o pensamimio,
que sera dcvida ser de base e -a mola reaUdis
liberdades publicas do ilrasil (apoiados), uio te o
miouno foodamento ;.a liberdade da imprensvo^o
corre o menor risco, aem amansara' combatida
nesie yai:.
Era. cunos tampor, seguramente convina awuio
cercar-se a liberdade da irapreosa da garaatiaa-ne-
cessanas ; oe>sa poca em qce sainamos da cen-
sura,.das re>triccis severas que consiuuiaa.uma
verdadeira mordaza contra a capressao de pensa-
msEto, sem du/nda alguma devia ser mais que
muito garautidai preciosa liberdade da imprens;
ma, stnhores, ella hoje domina ludo, e=U cima
d ludo, as me-smas autoridades de que Jaolo se
arr^ceia o oobre deputado nao sao sena; li;
deiorraioe, eqne ura ecapregadicno, urna aut'rida-. rcs da dberda-cie do impraosa, neohuiu ca - fea ___ .. U .. i il i III C i i. -__.1____a a h nt "t \ I iFl II P h T*
inba policial seja o saielliw qui venca sutlocar
iberddde da impronsa do Brasil? A liberdade
da imprensa m Brasil est' cima da qualquer
ientitiva de violencia?, as autoridades sao os pri.
metros lisoogeiros da impreasa.
O Sa. Abaoao e Mello :-As vezes; ouiras ex,-
ercioo Yrsegunao. _
Su. Sayao Lobato, : Esta o a verdad*,, br.
presidente, e taa verdade que- o aob.e depalado
nem advertio na incoherencia ea que catiu croan-
do Sseivava :
Senbores, devemos sasteolar aquello quo sem-
pre se praiicou no Brasil, devoraos sqstettt-r e de-
fender essa liberdade de mareosa; 0 projecto
vera ioverter uraa ordem que tem sido seguida
at aqu, i
E' o conlrario; desde a promulgasao e ciecucao
do cdigo do proeesso, e posteriormente a le de j
da dezembro, ooira fot a pratica sempra seguida.
(Apolados.) ,
la.v Voz: O argumento at cootrajrjdu-
eente.
O Sn Sayao Lobato : -... sustentada s-:m ex-
cep^o.
Esse mesmo jnlgada que se apresentou por vir-
luda da concessao de revista e deciso da rola,
gao revisora da Peruambuco, cou>uioe urna ex-
cepcio mmiraa que ooolrraa a regra. ^uuca se
poz era duvi-da que esse crime de injurias impres-
gas se separasse da regra geral dos crimes cora-
rauuj e que tivesse procedimento e ju gmenlo
especial, excepcional. Nio ha exempio de um
j iigaateoto pelo jury do crime de iDJurias impres-
sas.
tevauar em algoz para da qualquer modo torturar
ou oppnmi-u.. E quaodo houvesso goverao tao le-
deixar de o ser) ?>elo juiz do direito em. recurso.
O ad vagado do aappocto oEeodido oCereotti a de-
sistuntia por cont de ris;- effereceu o aecusado
estaqcanlia parobras pocMeas, rer,o*reado per-
do ao goveruo, raes nao o ecasegolo i* 0-seu en-
ma foi o de lujuria, e nao o de lentaJtvo- da morte
oa c fl asas pbytc.-, por qua deaies- juliana o
jury I....
Nao aejo vaolagem para a^rem polioa>e a so-
eiedade em tirar-se-o conbeeMaealo astee trunes
ao -iprj..
rvo sai por qeio os oobras- depntaias s^ppoem
que o ioaarda menas garants..- O* magistrados oao
sao ma interesaos em aaralisar >.soaieada do
que os siembros dalla, e do que ella a>sma emBra.
Era neaessario o/aa lormassem* am>soeiedade de-
pravada e sem o* senilmente* do bro e da honra
para ter-se doju.-y.a ida desvaotajosa que se apre-
senta. Neste caso ba da peraltir-aao o noSre de-
putado que declare-qua a saagistraJBfa,. t rada de
tal soeiedade, nao pode ser superior a.ella.
Eu eomprebea>a que o jury .tenha praiicado al-
guns abujos, mas o nobre depntado sabe c,ae pro-
vm laso do tircsioio em qce e>tamos-dr< todas as
nossaa in-tiiuieaes, esse> aiesas qae-lamentamos
prov+a do pouco progresso da nossirfaivil^i'.go, e
seguramente nao ser coarclando o exereicio de
nossas-iosliloisoes, qoe se bao de ne'.bot compre-
bender as vailagens qoe della resuUariam. Eu
oao vejo as oi>-ervavo:s Isiias peioraobr* depula-
do raxaa p:ira sosteoiar o projecto & ducosso.
Ou-jto Jepulado pareceu crer f ea tinha du-
vidado da eousteocia da liberdade de- impreosa en-
tra dos, pela cootrari', eu dissa ?ue ea a nica-,
qoe nos re-la, nao duvidet, mas por.qo a liberda-
de de impreusa exile neje, nao Ba raiio para que
deisera-is aos seus natoraes iniaigos o poder ; e
por tanto a teotaclo e os meios d3 opprimi-)a. Con-
sagrada oa couse'rvada esta omissao dos bons prin-
copios da tei da 20 de setembro da-1830, entr gu&-
atorldadas. poiiciaes, o P'>aer
h,A V;r,vr asta competencia as a-.
a 55ff!? .Vflll" execativo ter se quiaer meio> de sobra para coar-
tar a Iteerade da iraprensa.
E, senbores, treno era possivel; se nao estivesse
islo na regra geral, dire mesmo, Sr. presidente,
qae havia razo para estaeelecer urna excepcao re-
tirando do jury o julgamento das injurias impres-
Fui eo quera remetiera ao nosso collega Dr. Fide
lis eato na preideocia, essa publica forma em
mem opue'nma maioria ,
vemos de>conheoer que as asserablas polticas sao sa!:. (.potados.)
corporacdss departido, e que a impreosa nos da | n^, seahore?, de saa nitareza oque oeste
mais garantas qua a tribuna psriameour; coma crrae. al coaa,j qUe exclua o julgaraaoto do
eotregar, arrancar s liberdades publicas a sua jury, porqae a quosio de facto esta' da sua na-
melbor salva-guarda, a mais solerooe e efficaz ga
raot', entreglo a' impreosa s autoridades po-
licia-s da nossa trra ?
Senhores, recorderoo-nos, e nio tiremos os olhos
do espelni qae a Franca aos offerece acti W,
da
tureja re'solvida, esta' authraticida, necesa-
riamente reconbeciJa por todos. Nao se trata ?e-
nao de applicar a regra de direito, que nao compe-
le ao;j ry.
Aitendei, senqores. qae o hornera injuriado pela
repatacao,
lia at se bem me embro, sacnQeio do sua bolsa.
Teve logar a desistencia na casa do cmara era
minba presenta, na do esenvo dojory, de offl
cla-s de justifa e algaus jarados.
Com toda a segoraoca afDrmo qua o Dr. A.
Monteiro disse ao esenvo quando este pergnntava
de qoem haveria seo? emolumeotps porque o au-
tor desistir em obsequio a elle jjoiz de direito, e o
reo se achara desooeraio pela prppria seoteoga
qae elle paga-lo;hla de sea bolsl.nbo....., elc.jjtfe
A carta contera mais algnraa eoosa; nao tiv* o-
"a^o parlioientol; pejodiqui,
temos oqae nos pole caber com om systema de
leis que toprevideniemente pooba a impreosa a
merc do poder execotivo. .
Nao me leVantel. Sr. presldeote, senaa para ta-
coraraentada,
apoiados.)
-. E se esta lojaria for como as mais das vezes,a
respailo da vida privada, da honra do pal de fanal-
- e-caudal i I
tornar impossiv-l
jusuca do injuri-do ? A Ifl
rvjcft 'v nma materia tola lundi- lia ? Qie escaodalo, seohoreo 1 que
%?W^&rV&W>"-r (Apelados) Oaentao pretendis a pret
despreciar asna innusncla polillca, e sobretudo edr a liberdade de impren-a
de escolber entre as ouiaioos dos juristas as que e/se pesaggravo pala
rae par eramais conwut as com, n i'.urm de recoobece que o injuriado parwoiar.
nossasiostiloico" |feito a ora desaggravo, a le Iba proporciorn esa
- F. Igo'de qn sobre a mesa esteja uo-.a emenda ; meirt; queris que ti jue Impuna o rima de lOja-
do o-'brt deputado pelo-UwJQitB'le do N.rie, qu? rw tepreMM, s* qae atraws os s;ca!:s, que
1^ !-- -
perseguifo a impreoso^ ento que ella se expau-
doria uo modo o mais imponente.
Portanto, Sr. presidente, coacluo qsa a disposi-
co ro, s o adoptavel, como esta' adoptada. Aclw
coovenienie o projecto, visto que ae levanloram
essas envidas e ebegaram a poni al masma de
merecerem a attoo(ao que lnes dea, a seccaodo
cuoselbo de eslado. Desda qua apparecem es
conflictos e ncw autoridade tao respeitavel aomo
a sec{o do conselho oe estado lerabra esla provi-
dencia legislativa qae Qxe urmioaotemente o sen-
tido da le, entendo qae devemos adoptar oque ji
6 disposico de le e que deve continuar a ser.
(Apoiados, muito bem).
O Sr. Martimi Campos (cera responder);No
, Sr. presidente, sera grande acanbameato que ice
levanto para impugnar, em. materia jurdica, a opi-
niao de orna pessoa to raspaitavel a to c impe-
tente como o oobre deputado pelo Ro de Janeiro.
O calor com qua S. Exc. falla mostra a seriada oe e
prolaudezA ee suas coavic^oes; mais ama razo
para que merecam sempre o meu respeito. Se le-
Dho a infelicidade da poncas vexes estar de accor-
do com S. Exc, porque diiergimos era aspira-
co-< pjhucas.
Respeit pude comtudo julgar procedentes as raz5as que
ine ouvi. Segn lo o entender do nobre depntado,
a rejeio do projecto importara a liberdade da in-
jur a.
O nobre deputado nao tem razo. O projecto e
as emendas qne eslo sobre a mesa apenas trato
da maneira de julgar os crimes de Injuria j a nos-
sa legisl-co criminal nio alterada em oenbum
dos seus artigis.
U nobre deputado disse que a publicidade dos
debales do Jury ama oova peoa, da' nm novo
valor e vigor a cada injana soffrlda. Mas ea ap
pello para a exp riencia que o oobre deputado tem
como magistrado, s julgaraentos peraote os ma-
gistrados nSo se fazem a portas fechada*. Quaodo
o proeesso de injuria lera importaocia, as aadieo-
cas em que julgada sao muito concurridas, tem
a mesma publicidaie qae no jury. Por este lado
a argumentago do nobre deputado, e que produzio
muiio elle no aeste auditorio, nenbama torga lera.
Qjal seria a diflareaija T A d lT-reoa, e esta
radical, qne o nobre deputado, que, embora con-
servador, nao absolutista, e querendo a autorida
de uo a quer sera le, mas lem cumiado per esse
- principio respeito mais supersticioso du que o meu.
Ea repu o a autoridade de qualquer ordem como
ura commissano da nag.io; respeito a lei mais do
que a autoridade, e quando se aparta desta a auto-
ridade merece execrado e o aoathema em vez de
respeito, s na autorUade entretanto se v giran
lia para arapresso de certos delicio.
O oobre deputado coofessa que o j ry d*' meaos
garanta para a condemnarjSo desses crimes. O
nobre deputado ba da coovir c-omroino qae a sna
doulrioa ou deve ser ampliada por oeodemoar ab-
solutamente o jury, ou oao tem forca alguma. O
"more debtalo ci llaaJm'Utr qu? para crime*
Onoare deputado e ningotm pile descotfeecer
o exemplo cooteraparaneo da Stanija, e asim como
cs boje lera >< a liaerade dtv iaprensa, a Franca,
ji teve, e se o govenoo de Las Napoleo vai mai:.
a impreosa, o norso respeite. menos do que elle to-
dos os outros dieitos-iadividaaes. Por tanto ereio,
Lqna o projecto offerecid) a cmara pelo nobre di-
putado pelo Ria- de Jaaeio, mea llusirada amigo,
nao deva ser z-ppi-ovado,. e uualquor da* emeoiia^
qoe se achara sobra a saesa me pareco preferivei
doatrraa da projecto. Se o jury incapaz para
julgar os pe'iuenos crimes. rauto mais pasa jul-
gar os grandes crimes. O nobre daputado ja* fe*,
valer esta razo com muiu torga de eloquenria,
cora graala dasenvolvimeato, coajbatendo a ref r-
ma ittdiotarta anresentada pelo ministerio Paran-
N ibuco.
Restes termos, por tanto, Sr. presidente, conu-
tino a votar contra o projecto e a entender que se
deveioaq pr termo ao cunQiclo que se tem dado
vanas vexes de 18*1 -para c, por que de enlao e
qoe se suppoz revogada a lei de 1830, nao ba ra-
an para nao aoeitarmosa melhor da doctrinai, a-
da li i can-luo que as razSes apreseoladas pelo m-bra
deputado sai improcedentes, a oobre deputado
eutende q iu o debate publico no crime ua injuria e
a aggravaco da mesma injuria, mas eu declaro ao
nobre deputado que entendo oe neste poni nao
vejo procedencia, por que se se d o debate publi-
co para o aggressor tambem o ha para o offcn'.ido.
Sa a defeza do reo pQle tender a aggravar a In-
juria, e>t da parte do aggredido desunir essa ef-
feito. O debate pobiieo da garanta para todo?,
para o reo e para o autor, anda por e-la lado eu
nao vejo grande objecgo conlra o jury, pao vejo
procedencia na argumentadlo, e se. eu nao o^so
aecusar o nobre deputado de ser lgico, de ser co-
herente, nao teodo noiury a coofiaoga qae eu te-
oho, ao pisso exprobra lo por esse resolfdo da
natareza de sua opiaio poltica, S. Exc. compre-
hende que nao razo da certo para que a cmara
possa t-iopiar nma dootrloa anti-llberal ama dou-
lrioa contra a qual temos a opimio de R""^0';
lard, um em.neo e legtlimlsU, a maior gloria do
par do tegiti mista em Franca, e contra a qua lof-
fereco a nutro maioria, na saa grande parle libe-
os precedentes de 'oossas legislaturas ma,s li-
be'aes Voto pelo Jury e contra o projeclo
O Sr* Dr. Baptiia Pereira insiste com mu.ta pro-
rndmcia sobre seus primelros argumentos, e raos-
ua nu o pensamento do Sr. Mar'.nho contraria a
eaToiernade corremomhxfo dos delictos
O Sr Riti-dooaa mostra os dcf-itos que ,ulga ba-
var no'projecto e as emeadas apresenladas, goar-
dndose para offerecsr ura substitutivo na terceira
discos3o. [
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10 DIARIO -RA DAS CRUZES N. 4
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