Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:11410


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Full Text

I
ANNO XL1II. NUMERO 253.
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PA&.1 a c.ipmii u'uiiei Mifiii r*A !.
Per tre eM diaaU'fs.,.
Prtela Mes idea..
Per a mu Mea.. .
6aia ai ore,aulas .1
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SEGUNDA FEIRA 4 DE NOVEMBRO DE 1867.
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amnmmi-si am pHBBAnifto iw> iwnnpwaa bi ururwn tlffiWHMi di aiai inmotos cite NttvtiiMnM*

-
-
y-


IENCARREGADOS Da SUBSCR1PCA0.
Parahyba, o Sr. Antonio Alejandrino de Lima;
Natal, o Sr. Antonio Marques da Silva ;Aracaty,
e Sr. A. de Lemos Braga; Cear, o Sr. Jcauuim
os de liveira ; Para, os Srs. Gerardo Antonio
Alves di Filhes ; Amaxonas, o Sr. Jerony
PARTIDA 0(8 ^TAKSTAS.
Oliud, Cabo, Escada a estafes da ra farrea al
Agaa Preta, todos os dias.
lgaarass e-Goyanna aas segundas e sextas feiras.
Santo AQio, GravaU, Boierros, Bonito, Caraarrj,
Allinbo, Garanhuos, Baiqae, S. Beato, Bom Con-
seibo, Aguas Bellas e Tacaratti, as termas-reirs.
rolu-AiainasoSr FranciBoTrea da Costa; Pao d'AIno, Naiareth, Limoeiro, Brejo, Pesqueiri,
h tala* o Ir Jos Martina Alves; Rio de Janeiro, lagateira, Flores, Villa Bella Cabrob, Boa Vis-
S Jos a'leiro Gsp,rinho. I U, Ooricnry.Salgneiro e Gs, as oaarla feiras
Serloaaem, Rio Pormoso, Tamandar, Una, Bar
relroi, Agua Pra e Pimenteiras, oas quinta*
/airas.
AUDIENCIA DOS TRIBUNAKS DA CAPITAL.
Tribunal do commereio: seg .indas e quintas
Rela;io : tercas e sanados As 10 oras.
Pazeoda : qa; otas As IO boras.
Jalao do conamerc/c ; segundas as II boras.
Dito de orpboa : (arcas e serias Aa O boras.
Primeira Tarado civel: tercas e sextas ao meio
dia.
Segaoda vara o cirel : quarias e abbadea a
i acra i* lude.

das da besana.
EPHEMERIBES DO MEZ DE NOVEMBRO.
4 QuaMp cresc. as 41 b. e 35 m. da m.
II Loa caita ae 10 h. e 17 m. da t.
18 Quarto Baiog. as 2 h 14 m. da I.
'.16 La non as i b. e 19 m. da m.
4 Segunda. S. Carlos Borromeu srceblspo de Milo.
5 Terc> S*. Z -ruarlas e Isabel pas de S. Joo.
6 Quaria. S. Severo b. u. e Leonardo eremita.
7 UMinie. &'. Fiorrocio e Eropstj bb. e Corloa m.
8 Sexta. S Nienstrato m, S. Carlooio m.
O Sabbado. Ss. Urcisslmo e Agripino bb.
110 Domingo. O Patrocinio de Mana Saolissimi.
PREAMAR DE HOJB.
Primeira as 8 horas e 30 m. da manla
Segunda as 8 hora* 54 minutos da tarde.
PARTIDA DOS VAPORES COsTEIROS.
Para o sal at Alagoas a H e 80; para o nort.
al a Granja a 18 e 30 de cada mea; para Fer-
nando nos dias 14 dos metes Janeiro, marco, maii
juiho, setembro e novembro.
EXTERIOR.
Franca.
CARTA DO MONSENHOR BISPO DE ORLANS POR
OCCASIO D FALLECIMENTO DE SUA EMINEN-
CIA O CARDEAL ALTIERI.
servado
outros
meato
I Sacconi
Ater-
Pintrn" ambos todos pressSes: *0' meu Deas disse elle, em que elle qaern ero 1867 como em 85 exerceu
fres lamam cont VTtotoB^oSS estado o en ontrei t Con diffica.dadepode l g.osaeote os deveres da hospitalida-1
em todos os sentidos.
ireconhece-lo. Pedir qae Ihe trouxessem o
de pac com os bispos que vieram a Roma;
duas veres por semana abra-nos as portas
ca nar contra a
ra3titnndo a
ao governo pro-
continuando a residir
DIBIO DE PERNlMBUGO DolU com um ou J<' dependencia do resp .
_ ..,""' Entretanto teodo expirado o prazo pulo qal o
Do Rio de Janeiro e Babia cheeou no sabbado a cocgresso transferir para o goveroo ueral a uri
noitinba, o vapor americano tiuiding Starr^ tra- IC^0 50Dre C|,j1(jei [orca era resigna lo, oa
i-endo jornaes d'alli de S6 e 27, e a'aqui de 29 a pforagr 0 praio por acto dietorial.
o que coibemos dos jornaes: Videla iovadio eHeetivameote a provincia do
io na Prata. Sali, que Ibe foi abandonada; mas anda nao en-
23, aesta procedencia, o vapor ,rara oa CIpn,|. q estado das provincias de Cuyo
folhas de Buenos-Ayres al 18 poaia realmente inspirar cuidados.
i9 do passado. O 00vo ministro da guerra do goveroo da repn-
erra nao ba notieia o reito al- D|jca> general Conesa, era esperado eno Buenos
correspondencias de 9, 10 e 11 Ayres, serviodo interinamente o sub-secretarh
que encontramos uas (olbas do Rio da Prata occu- Moreno.
pam se como assomplo principal, do estado saoi- ;,n janta F continaavam os dlstarbios, i> .r
.:. nar, note" tnim bracos tes E' verdade qae este menino rebanho este assomplo, que bcm ciractensa o oaM'ittno dos exerc.tos ainados. Todas sao concordes caosa do IDt,r,Bomo Ci,u$ ,edo aavidovarw as-
ura princpalmeaie nelle, e se Ms^tfM veiro para os monos,^ pois mim tu ^ castiaa nesta occasiio.mas se dais! pinto pruder* e moderado: \ meosagem, em que a cholera morbos. ana v.ciimas nos acam- sassioa,og> dlzia.se que ^'smo no Rosario.
arnnrt-, ans cam* salva as almas Ea disse contrarlltlio urna palavra pronunciada pameou de Tuyuty e Tnyu-Co, mas aopasso, Repblicas do Pacifico.
a mora aOS Ci>W)0S, sat>dl d> llOd.... u ~ ,w-"u """ 1 .______. nnA m!,q nan t-v.,u mn dn itnns o trps raaos
as fadig^s das fastas do Centeaario e da Ca- me escrevem' admiravelmente,
roaisacSo, qie tivamos de s.ipponar, reca- enfermeiros pira os doentes,
sen indo de me fazeis neste momento maodando-me a Faare e lemofo-me de urna pa
e de co- morte no meio di rebanho, que me confias- uma,das coovecsai,ojs preliminares
sobre
robusta velbice o flze^se resistir admiravel-, para esta penosa operacao
mente a todo elle, o descanso tinha-se-lhe periores do exercito ponticio, o general a mora aos c.mpos
barSo Charrete. leneate-coroael vos aben?6 mea Daas I Re-.ommeado-
Saint Priest se- vos o vosso vigano na trra, os cardea*s
to nado necessario e todos instavam para Zippi. o
qie fossi! passar os oliimos calores do verao dos zuavos, M. Caarles de
vm cs'telKa'dolfo; leniivo ao qual renan- creUrio do pro-ministro das armas esto meas collas, a orden episcopal, todaii cor-
Os adarmes porac3o ecciesiastica e este pobre povo. Re-
ciara havia mu'tos ano )s por
caast da des- iodos os dias em Alono.
.'- ca eXs miserias do lempo. Disp.nba->>ntacos com o sea teneate i frente r.va- commnd.,-vos mmha alma ea entrego, em
"a parir mas logo que o eholera les a | lisio emdedicaco com os zuavos. Oso- vossm maos com amor e che.o de confianca
sua acaricio, o santo padre declarou que:brinho do cardeal Alliere. Loreno Aluere ea uordta
nunca se resolvera a deixar Roma em tal eo sobrioho do cardeal Patrize orgamsam
c tajunctura, p irqoe era de ser deer dar o
uxemplo e estar presente para dirigir a ad-
mmisiraclo dos soccorros e no caso de ne-
tDepois destas palavras receben a extre-
-ioces; carretas sao dirigida para mauocc5o. E^sezaida lancoaa soa benC5o
Albaoo' carregadas de soccorros de toda es- ,dingiQdoexpre>s5es de coragem e de bons
pecie.e me escreven que at um pobre conselhos a todos os parentes e que quize-
uma exprsalo do projecto de mcnsagem,
que no singular desigoava com acrimouia
Da-
; ciacoenta ala-rante este lempo acnava-se na praca urna
.jes muliid5f de pessoas que choravam e oqviu-
Doraote tres dias completos o cardeal se urna deila dizer: Meu Deas! estavamos
Altieri n5o se poupa e apreseota-se em abandonados e este bom pastor que tioha
tola a parte, disiriboindo dinheiro, admi-; vindo ter comnosco vos no-lo arrebatis!
mstr.nio remed js e preencbend) simul-| A's 2 oras da larde o cardeal havia
laneamente todos os deveres de seu minis-; cessado de existir,
teo. Virao-o em pessoa debati dos raios | Tal foi, meus seobores, a morte tao sim-
de um sol ardeotd presidir a um enterra- pies e to nobre, digna em lodo de um
ment. Urna tal dedicaco mereca ser co-, cbristao, daquelle exceltente cardeal Altieri.
roada pelo mais glorioso fim. Na vespera' A esta noticia, os babttaotes do Albano que
de sui morte um de seus amigos o viu baviam fgido, e acampado no mato e ms
sempre chen de coragem, mas j desfalle- montanbas, esquecendo o pongo e os seus
cido pelas f .dinas, pois fora obriga lo a ser terrores apressaram-se era voltar ; toda a
a um tempe bispo, administrador e enf5r- popalaco dingio-se praca principal diante
mairo. Estava eserevendo una carta a Sua do palacio do cardeal. e quando sabio o
Santidade para a^raiecar-lne a remeda de acorapanbamento fnebre, o povo preapt-
uma abundante esmola, que acabava de re- tou-se, tirou os cavados e pjixog o fretro
ceber e disse ao seu vistame: Qae de-, do santo prelado ate sua ultiina morada,
vaslacao causa este flagello I Mas na mi- no meio dos pranlos, dos gritos e da raais
nha dor. tenbo ama grande consolacao, por pungente emoco de toda a tnultidao. Este
que sinto em mim e vejo em meu clero, pobre povo nao .cessava de aoencoar, de
aue o espirito de Deus ons sustenta. A' elogiar o finajo cardeal pelas r jas e ale as
noticia da inteiiciuaa, nao pule icsiaUi <>->.
impulsos de meu corarlo, que me arrasta
va para o meio de meu rebanlio, afim de en-
ce3s"idad"dmin8tra-los elle proprio; e, con- 'carpinteiro nao podendo d.r ootra^ coasa, | ram pela ima vez b ijar-lhe a
vm diz-lo, ludo quanto poude ser feiio
centra o terrivel flagello, o governo romano,
sob o impulso do santo padre fe-lo admira-
velmente.
Mas, emquanto a epidemia debellada em
Roma diminua consideravelmente, soube-se
de repente qae por ama causa singular, em
c insequencia de um furaco, segundo dizem,
um dos sitios mais saudaves do estado ro-
minu, a cidadesinha de Albano, distante cin-
co leguas de Roma, assentada em ama apra-
sivel posicSo no carne de urna daqueltas
colliaas, que coroam o bonsonte da campia
romana, tinba sido accommetida de am mo-
do aterrador. Singular flagello. que ba tria-
la e cinco annos percorre com su is devas-
tares um por um dos paizes de nosso con-
tinente, frustrando todos os esforcos da sciea
ola humana e lodos os calculo da mais con-
fcummada previdencia.
Em um dia quatro casos de cholera de-
claram-se em Albaoo; na noite segui-iteca-
be s)bre ella um vento impetuoso, e como
se este furacao honvesse soprado a peste na
ciiale, nessa noite 400 pessoas s> accom-
mettidas; pela manh3a mais de 50 foram
encontradas mortas; era 48 horas i3 ha-
viam sucumbido. Imaginai o assombro qae
isto produzio. Um granl numero de ha-
bitantes fogem atravs dos campos para o
mito e montanhas viz'mhas e v5o at Rorai;
os doentes sao aoaodonados, e casa* houve
despovoadas pelo flagello, dentro das quaes
foram encontrados, muitos das deoois, ca-
dveres insepultos.
Desde a primeira noticia deste desastre,
o cardeal Altieri, bispo de Albano, que es-
tava em Roma det-du por de veres e func
ros importantes nao hesitou. e miniando
apromptar tn continente o seu carro, con-
vo a mdicos e pharmaceuticos, rene sms
criados, pereunta quem qner segui-io, e
acompanbado de un nico criado corajoso,
de seu esmoler.parte levando emstia compa-
rhia mdicos e pbarmacenlicos e comsigo o
?eu testamento, ao qual accrescentou um
codicillo.
(^he'andos portas di cidade apeou-se, e
sera entrar em saa casa, apparece oa praca
pub tea e vai em seguida de casa em casa
de ra em ra tratar dos poores cholencos!
A caia passoe em cada casa ene ratrava do-
entes. Sua preseaca reanima a coragem de
indos, nao s doentes como saos, e a dos
padres de A'bano que baviam fielmente cou-
lp dellft nao dova ser nffensiva a nin- ll04 UIDas no daVim ma,s de d0Qf ou tres c"os, As noticias nao sao de Brande importnela.
.Sr-nm i^cmrfl!. Sin fl p0r "" ooMa empresutBm _grBBdes proporcSes Ai caiBirM ch,|enas eicerraram se d.pols de
guem ; CObvem que seja Simples, digna e | aos esiragos cansados pela epidemia. votada a reforma. O congresso do Pdru' elogeo
ffeclUOSa; Um aislo de pura affeicJSo ao San- a contradico eotre os correspondentes torna para ieo presidente um adversario deciiido do g)-
lo Padre. Foi tambem elle quem pedio que qaasi impossivel ch-gar-seao undo d verdade. verno de Prado.
Assim, emqaanto um dit que a mortaliJade era Discutase all nm projecto para abrir ao mnn-
grandd entre aa bleiras argentinas, tendo snccom- ,j0 os r0J Amaiooas, M yro e Pacniteii.distriboin-
bidi em poucjs das seis cnefes, doie oflkiaes e ,j0.se 0 la reaoi adJ:,CBQies a colono com a sim-
uma pessoa, fosse posta no plural; e quando 129 pracas, outro diz que, contiguos os hospitaes piescoodigao de all resldirem cinco anuos. Estes
deDOlS da ConclosJi dos trabalbos da mensa-! brasileiro e argentino, bavia naquelle numero- coi0qo8 ajqaiririam lodos os direllos polticos de-
sera fomos atrrarlBre-lo nela amave hosoita- lsos enfermos da terrivel molestia, e uem om s poii do prla)er0 aoQO de resjdeiicia, o governo
gem romos agraace-io pea amavej P?-, oesle> lnes dar( bem coaja as SQM hmMitt paSsagem
lidade COm que lomos acojhldos, repisanao | Nl (a|U de dit|03 piitivos nada po4emos a*se- |Vftj a|,meolo por tres meies, in-irnmentos agri-
delicadamenUl naquella parlicularidade dis verar, mas o qoi cario que os correspoudeotes Cd|as e qnaota ierra pudessem cultivar, encarre-
se-nos ainda COm lima acentuacao eivada de Je algumas folbas do Rio da Prata se apratem em gar S8 nla dos orpnaos DasCidos as colonias, gas-
esnirilo sarenlnal me nnif-jdameote DOS e"8err. sempr* qualqoer mal, quando o nao io- tarja t0om peso( lortes por aQ0 em estradas e
espirito sacerdotal, que prouuaamenuj uu, veaum eUw mesfD03 wco| ,sim,lra de cinco em cinco annos urna
COJimovea : Qaando virmos alguem a Dor-1 rjffl a,seVera que Lope com a cavallaria que Ibe exposir^o agrcola com um premio d q iiobentos
da do abysrao, devem >S cuidar em que nelle resta tea Impedido que se sepnltem os morios p8S0?i e aDrjr,a CD ya frrea de Lima a Hua-
se no precipite, tomando-o pela mao i
ido combate de do dia 3, para assim lazer recrudes-
rn cer a peste, mis calmele parece que, eocerrado
nuco.
Ourants dez annos os navios seriam isentos de
O cardeal Altieri Vota va, particular alluco, em esirell esp,Q0 com, M aca,, dsveria S9r el,a m< e qua
a v ranga cuja -hogna lilla va C m peneua mesmo quem mais sollresse as cousequencias de Ao mesmo tempo, porm, procurav* o congresso
pureza COm OS sacerdotes francezes. Recor- taa nefando de.-uoio, i m9os para levantar fundos' com que pagar os em-
do-me de OUVi-lo referir com prazer, qae m correspondente argenr-ao conclue assim prt(rid03 paD|,CS e fazer face s despeas do the-
havia passado em Franca com sua familia i? "V ao r8'er,dtf wmbd,a de de 00,u-souro.e diswuAo.projecto par, vender DoaBa-
muitos annos de sua mocidade.
bro : 1 lados-Unidos oo na Europa todo o guano qua o
c Esta briibaate aeco honra altameote i din- : p,.ra pogSQc.
Nao fallarei, seabOres, das attencoes es-sao acampada em S. Solano, porque dos 6,000 bo-l H|l) DE ,ANEIR,.
accompanhado de seus
ia 24 a fabrica de armas
escola central, o arsenal
invalides.
comme i ora h oesta occa-io, era ve-lo tes-
munDar a mais amavel cordialidade aos sa-
cerdotes orleaoezes, que encontrava em Ro-
ma. Aquelles do vos, que ahi foram pres-
tar seus exames, nao teo certameote a
exirema atrabilidade e bondade, com que
elle sempre os tecebea.
Temos, pois, todas as razes particulares,
senhores, para teste amanar o nosso reconhe-
cimento, e ao mismo lempo a nossa admira-
cao a estCdiu>i -ia o-ridndo. B(lo
s fez, como dizia, o seu de ver. mas esse
dever era a morte, e sua morte mos'ron
Entretanto, o flagello conniva a fazer
. vL-iimas. Para substituir o esrdeal Altieri
tre-gar-me todo a eil Tautoridades civisjem Albano, o papa lembrou-se de muose*
fogiram, mas nem um s padre de meu ele- nnor Apoiloni. M. Raudi sai ler com elle, | mais urna vez que a dedicar*, at o lerois-
ro falioa a seu dever; todos ficaro em seu as 5 horas da maohaa e diz-Ibe: Convera rno anda vive na igre.a e que, gracas aa
po*ioe ledos aquelles a quemo fl.gello! partir incontinenti para Albano. -altarlo Daus, a raes dos Carlos Borromeu e do
atacou pudero receber os sacramentos. As-' ja -responde-lh monsenhor Apollom, e
sim este flagello tornou-se urna verdadeira! desde aquelle momento o continua lor da
misericordia, porque se mata os corpossal- admir.vel dedi-aco do cardeal em Albano
A morte do cardeal em Altieri, meus se-
nhores, urna honra, mas tambem urna
ao imposto dos uossos soldados.
< Eram de um tiorr jr esplendido, me dizia un
veterano fraucez de bigodes encanecidos oo serv-
.o das armas, as cargas de bay jaetas dadas pelo
55' de infautana braslleira, fazeoJo mo recordar
as maguidca.- cargas de Alma. >
Outra correspondencia refere que a 12 deviasa-
tiir para o PiUr urna eipedicao as ordeos do Cor-
rea, co luluito de apprebeodu uns bOO ou 800
cav.llos que all leem os Para.uayos, sendo este o
nico tito, por estar ac.ualmenle aquella villa
Por decreto de 24 do passado, foi nomead>
csvaliiro da ordem de Cnristo o ttm-inte do cjrpo
policial da provincia do Rio da Janeiro, Candido
Jos Correa da Silva Bourbon, em atteocao ios
i relevaotes servaos prestados em comble naactoal
guerra contra o Paraguay.
Por decretos de 12 e 21, bouve S. M. o Impe-
I ralur por bem :
Exonerar ao baro do Penedo do logar de en-
I viado eatraurdioario e ministro plenipotenciario,
que ex-rce em Londres;
10
gujrduda por luant.ria ioimiga. Remover'para' Londres ao con>elneiro Sergio
A esquadra eoconrafada, >eaundo noticias de iTeueira de Macedo, enviado eitrordinnrio e rei-
', acnava-se no mesmo pouto, leudse meihora- nlUro pien,p.eoear,o em Par.s; para P.ri *o
do o servicjdj iransjorle pul. Cnaeo de modo go ,,.,!,, Marco, AdIoqio de Aranjo, eu lado
hvia das em que le chegavam para mais d^ 200 extraordinario e ministro plenipot-n^larlo em
nombas para peca rauda, alm de var'os cutrjs. B.;riiai:
P'lrecbo. Apuuis otrasom em servlco mais al Promover a Cesar Sauvao Vlanna de Lima, a
pumas carretas que para alli imbam sido rernetti- enviado extraordinario e ministro plt-n'p'iienciario
va no entretanto as almas. O cardeal fai-
lou em seguida com grande admirarlo dos
baos zuavos, com elle os chamava. desoa grande perda para a igreja. Ella era am
coragem no iratamento dos doentes e emse- dos memoros eminentes do sacro colleg.*;
pultar os morios.
Na noite que sejSfliu
pertcncia a urna das primeiras familias em
toma; era sobrioho neto do papa Clemente
presso..
juoto dcllo e nao o deixoo mais: duranl-a este da toma la de Roma pelo gene al adt.iot,
tempo o cardeal di Pietro con'inuava a tratar eoviou para governar a
dos doentes. A dolor, sa noticia propagou-se emquanto nao faxia a sua entrada,
promptameote pela cidade, causando a mais ment de sua morte, era caraerlengo da
FOlHETM
penivel sensac >. Os zuavos solicitaram e
vieram receber a bencao do cardeal aori-
buodo. Os sacerdotes de Albano vieram
tarabea rodear seu leito de morte. O car-
deal eslava como sempre fra, cheio de cal-
ma e de sereuidade, fallou-lhes c-m toda a
sirapl cidade a respeilo de.sua morte ; dis-
se-lhes que havia feito onicaraente o seu de-
igreja, a primeira dignidade depois do pa-
pa, pois o camerleiign o encarregado de
governar a cidade durante a vacancia da
santa s. Era alm drSO arcipreste da ba-
slica de S. Joo de Lalr5o, arcbi-chanceller
da univerMdade romana, presideote da sec-
?ao de fazenda, etc. Nasceu em Ruma aos
17 de ju lio de 179 >, e conlava li annos.
ver e que era feliz em raorrer; exhortou-os! _0 cardial Altieri era d-jlado de finissim
Belzuncios no se acha exricta entrS nos.
Porque, visto fallar de herosmo, omitli-
rei o que um rei infeliz acaba de patentear
tambem em Albaoo, de que hospede tem-
porario ? O re da aples, que vio cahir
aos golpes do mesmo llagoso duas victimas
tm sua familia, a rainha-mai e um de seus
irmus, e que tratou ctm suas proprias
raaos outras quinze pessois atacadas ao mes-
mo tempo em sua propria casa, declarou
que no deixaria Alban >, emquanio houves-
se,na cidade um nico caso de cholera.
Rogo a to Jos os sacerdotes desta dio-esc
idale em seu nome' queiram dizer na occasiao da missa durante
Nora;-1 tres dias as pre:es Pro aefnncti episeopo,
que se achara na missa Rspice eus.
Convido, tambem a lodos os piadosos fiis
a olferecer a Deus algumas oraces pelo
descanso da alma do finado cardeal.
Em um dos prximos di s desempedidos
proponho-me a celebrar com o clero ura of-
flcio solemne, na mesma intengo.
E quanto a nos, sonhores, s ac;reseetito
urna palavra; no salemos o que Deus n is
prepara; estejamos proraptos a comparecer
un, recebena tlia ludo em abuoJancia e com a
maior ftciliila )e.
l'u orrespoodente doS'nnlirl relata que na
niiund an 5 se iocndiara urna capell que os
brasilelros nutiam fra das suas linbas lotsira
mente solida, e ainda ella nao tioha acabado de
arder, quando se manifestou oulru ioc-itidio u'um
galu-ao elisio de cereaes dentro daquelias I lobas,
amea^audo o foo gaulnr umi looga lili de il-
iros galles, onde, alem de provises do commis-
sanado, Davia graaie uaanlidade de cartuxos,
bombas, e moa t- t meladas de plvora.
Accresceou o corres0ondeute que estes in>".en-
dio.> u.io podiam ser caauaes, lenJo si lo ftlizain-
le dutniuado a lenpo o ultimo, que poda causar
lucalculaveis prejuizos.
Em uenbuuia das numerosas correspendencias
posteriores aquella do da o encontramos, oorem,
meociojalo este faMo, qae taivet, sm ju zo le-
merano, se possa repulir m;ra inveo^ao do cor-
respondente, que se mo.-lra possuido das meiuas
ideas da foiha para que escreve.
A caubonelra franseza ccide Unln descido o
no.
A iroprens da Baenos-Ayres inslava por que
se lomassem medidas de cautela couira a intio-
duc^-o da chilera mjrbus pelos vapores de Cor-
rientes, poudo-os de qureu'.ua. O govern) no.
m ou urna commlssAa para estudar a qaesiau das
ctMrqueaddS ou salvadoras e propdrios meios de
avilar qae estes esubeleciinenlos fossem nocivos a
san le publica.
e gregos que valiam immensas sommas e ceriaraente, mas tal vez vos recusis a isso
que demonstravam a faustaosidade mais quaudo souberdes que Branca de Lanuza
D. BRANCA DE IANZ1
RECOllDigOES Di CORTE DE FLLIPPE II
Koroinee histirico original
Por E. Fejo de Mendoza.
PARTE I
Rcdenap^ por amor
LIVRO IV
0 SKNTENCIADO k M0BTK.
(ContinuacSo do n. 246.)
CAPITULO II.
Odios vlhos.
Da praca de Santa Mara, onde habitava a
prioceza de Eboli, dirigiu-se Branca, na sua
iteira, a ra do Sacramento, a casa de An-
tonio Prez, que era um elicio gran le
junio igrej i de S. Justo.
A pobre joven t-mia, e com razo, qae
o seu anligo promeltido a recebesse como
a recebera D. Anna de Mendoza ; mas se
principiara j a por em pratica o dever de
fazer todo o possivel para alcaocar o perdao
de Fernando, 3o quera deixar de fallar a
Antonio Prez, por pon as esperaocas que
lhe restassem.
Transtornada, convulsa de colera e de
dor pela scena ltimamente descripta, Bran-
ca cnegou a casa de Antonio Prez, na qual
foi introduzda por am porteiro e guiada ao
propiio gabinete do secretario por um jo-
van pagera.
Na la mais loxuoso e rico que esta casa.
ebeia de preciosi Jados artsticas o movis
ostentosos. Os armarios, envidraoados,
coatinham mnlli lo de irnnascript'->s arabe3
qoe aeuidico do seu proprietario.
As paredes, cobertas de veludo branco
bordado a curo, cegavara aos brilhantes
ratos do sol. O pavimento estava occulio
pir orna finissima estei a da lidia de bri-
llantes cores, e os sofs e as caieiras
erara de cedro com acentos de brocado
azul. Por ultimo, em urna grande gaiola
de cobre dourado, se viam alguns passari-
nhos que festejavam alegremente a prxima
vinda da primavera.
Aquelle gabinete to alegre e respirando
felici lade, nao poda deixar de augmentar a
dr da pobre joven.
Branca entrou no gabinete, oceultando-se
com o seu manto, e vendo Antonio Prez,
aquella figura cautelosamente encuberta que
lhe apparecia como se fra um negro phan
tasma, levaniou a vista de sobre um ma-so
de papis que estava consultando, e excla-
moa cora adrairacao:
Quem sois, senhora ? qoe queris ?
A irmaa de Lanuza teve que fazer um
esforco para fallar, e dominando a sua emo-
Co, disse por fim ao favorito:
Sou urna anliga amiga do Sr. secre-
tario de estado, que em implorar urna
graca.
Prez estremeceu ao som daqaella voz,
arada que a nao pode coohecer completa-
mente pelo muito que a dr a tinha altera-
do ; mas sempre fino e delicado, levantou-se
da sua cadeira, e nclinou-se em presenca da
desconhecida.
Se poder servir-vos no qae desejais,
Ibe disse, nao duvideis sonbora, de que o
farei.
__Ol t obrig^da, abrigada, senbor. O
quem vem supplicar-vos.
E ao mesmo tempo, tirando
O secretario faz um ga.;to de impaciencia
e respoudeu friamente :
O que ped'S. senhora, n) cousa
o manto.iminha, mas sun do rei.
descobrio o seo plido rosto ao assombrado
favorito.
Branca seotou-se e fixoo os seus olhos,
cheios de lagrimas, no sea antigo promet-
ti.io.
Este tardou em lhe responder. O as-
sombro lizera-o emudecer, e por um mo-
mento Dio pode fazer mais que olhar Bran-
ca com urna admiraco que cousa alguina
tinha de fingida.
Senhor, exclamou por fim a joven,
disseque vinha padir-v.is urna graca, e que
Uilve/. no m'a concedesseis sa Deudo que era
eu qum vos solicilava. E'justa a minha
suspeita ?
No, senhora. Se o que peds de-
pende de mim exclusivamente, tende-o por
concedido ; mas se no assim, permta-
me que no vos engae dando-vos e^perao-
cas que logo verais desfeitas. Fallai, se
nhora, e saibamos em que vos posso servir.
Branca suspiroo. As palavras e a voz de
eiu Berlira, com os mesmos veucimentos que per-
cebe como ministro residente na Rossi, sem ajuda
de cusi;
Determinar qoe J is Itibeiro da Silva, ministro
residente em dispooibilldade, passe a t-xercer o
sen empreo em S. Pdlersburgo, co n os v-nrimun-
tos que compelem a esse cargo esemajuda de
costo.
E remover a Joo Pereira da Cosa Moi, 9*er-
lario d? le;acao em Londres, para al-'gacaoea)
Venezuela.
Por cartas imperiaes de 23 :
Foram naturalizados cidados brasil-iros os
subditos portugnezes Pedro G-n^alves Perdigar.,
Urbano Wenceslao Herculano Cmara e Jo^ Joa-
quim de Campos;
Foi noraeado cavallelro da ordem da Ros?, pslos
relevantes servicos que tcm prstalo aos suoiitos
e ao commrcio marilimo brasileir^s, o aobdito de
S. M. o Imperador dos Fraucezes, Joaqaim l-u
Gaudibarl.
Por decreto da mesma data :
Foram nomeados cavalleiros da ordem de S.
Beuto de Avii: o Io lente da armada J-'S Dj-
mingues Barbosa, o capilo do 16 batalho de
infamara e major de Cunimio Gurrile Eloy
Pessoa da Silva, c os capilies, do Io C rpo de can-
dores a cavailo Minoel J^aquim Mciado, e do
6 bitalhao do infamara Aotouio Baymaulo Lias
Caldas;
Foram concedidas as seguate? peosoes por Str-
vigos prestados na guerra coaira o Pi ragaay :
Mas vos podis maito com o raonar-
cba. m
No me falta influencia, ma.s no pos-
so compromettjr-me oeste assumpto.
; Qae receiais ?
Trabalhar em vio. O Corsario Ne-
gro offendBo muitssimo o re para que este
possa perdoar-!he, ainda que lhe pedisse a
sua vida o proprio rei de 'raoga.
-i- Logo, no ha esperanca ?
Assim o creio, senhora.
A joven estremeceu e inclinou a fronte.,
Depois de um momento de silencio, e
no se dando ainda por vencida, exclamou
com t"da a ingenuidade da sua alma :
Peret rogo-vos pelo que mais amis
no mundo, qoe ujo infloa em cousa alguma
na vossa decisSo o olio que me professais.
Aqu me teodes bamilbada, vencida. Urna
traigo, que no quero qualificar, poz as
vossas ratos a caria que coniervava da prio-
ceza, que era a minha nica arma. No
Aotoh Pere erara c riezes e at affecluo-1 posso j defender-me, no posso atacar vos ;
sas, mas Branca conhecia muilo a fundo feetousob o imperio da vossa vontade. Sede
aquelle bomem, e sabia que o ogmento,generoso a coayadecei-vos de mim.
era o seu eterno disfarce. No poda, pois, -E as lagrimas ranundaram completamente
confiar Dedas. u> rosto da joven, em quanto o f vonto de
Prez, exclamou por fim, supplico- Felippe II, com urna placidez admiravel, e
vos que fallemos fraocamente vos e en. que era um insulto ao estado da joven, to-
Ha muito tempo que nos coohecemos o creio moa acenloe tomou o
ler o diroito a que supprimais como eu que eslava consultando.
supprimo todas as etiquetas da soejedade.
Prez... venho pedir-vos a vida de Fer-
Perdoai, Branca, exclamou por fim.
Ja vos disse que no posso fazer cousa al-
favor qoe venho pedir-tos podereis faze-loa&enir-m.et
nando, de D. Fernando 4 aples, coja' guraaem vosso obsequio por D. teroaodo
priso diz-jm que obra vossa, o que, como- de aples, porque o re nao lhe perdoara,
sabis, vai morrer. Prez, ostais resolvido aiada que lhe peca a sua vida, como ja vos
Uisse, o rei d3 Frat^a ; mas suppliCQ-Y03
qua no me lerabreis que tenho de vos
antigs e sangrentas offensas, que no se
apagam nuuca, porque todos os dias vertem
saugue.
Vos! exclamou Branca admirada, vos,
offensas de mira ? Oh I no parece ura
grosseiru insulto... Qual de nos foi o que
fallou f jurada 1
Sem duvida, respondeu o secretario
com amargura, eu faltei ao que, como
amante, vos devia; mas, quem foi que pri-
meiro rompeu as nossas relac;S ? fosteis
vos ou va iudifferenca, prohibindo-me qae jamis
pronu iciasseo vosso nome, e ordenando-me
imperiosamente que vos entregasse qaantas
recordacoes tinoa do vosso carrauo ?
E que querieis qoe ea tivesse feito ?
Esperar que vos dsseas minhas des-
culpas.
As vossas descolpasl responden Bran-
ca cora acceoto em que se deounciava tanta
colera como dr ; eu no poda crer as
vossas desculpas, porque j tinha perdido a
f do vosso amor.
Mas certo que fosteis vos quem
rompeu as oossjs relaces.
Senhor secretario de estado, excla-
mou Branca com severa digaidide, eu vos
supplico que demos por finia esta conver-
sado, pois quero que veja s era mira, nao
Branca de Laauza, oas sim uraa pobre mu-
lber que vem pedir-vos a vida de seu es-
poso.
Da seu esposo I Com qae vos, lio
orgulbosa e lo altiva, no duvidaia dar a
mao de esposa a am bomem recovado
pelas leis ?
Oh! callai-vos... callai-vos, D.
Fernanda de aples vite tanto como vos
Senhora, exclamou Prez a quem as-
tas palavras exasperaram, eu no posso fa-
zer-vos coosa alguma a bem do vosso her 'S
Dirigi-vos ao re, e se elle lhe perdoar, eo
rae felicitare'! por isso.
Aq I e como queris que \ ao rei. se
vos e a princeza sois os qae mais tendes
trabalhado para a priso de Fernando ?
Talvez, disse Antonio Prez com tom
glacial.
Meu Deus! meu Deus! gritou a po-
bre joven, j completamente desesperada,
ser verdade qoe permaneceris insenslvel
aos meus rogos ? Oh I eu vos sa.iplico
pela vida de vosso filho.
Prez pareceu comra ver-se algum tanto,
mas antes de Braoca se aperceber daquella
emoco da ternura, fugaz e breve como um
relmpago, j elle se recoraposera e a sua
physionomia expressava a mais completa
iodifferen$a.
Perdoal-me, senhora, disse a Branca.
Sinto ter de insistir repetindo-vos o que j
vos disse. No vos posso servir.
Oh sois muilo croel.
Sou, senhora, um digno ministro do
meu rei, a quem no posso fazer traico.
aconselhando-o a qae perde a vida ao sen
maior iaimigo. Esta a verdade. r
Logo julgais...
Eo no julgQ nada, senhora ;
concluido.
An I queira o co que esse
quem diz*is que servs lealmente,
viogue algum dia! Lembrai-vos que pesa
sobre vos o sangne de Escobedo..
E levantando-se, sabio da sala. deix.Mi-'u
o secretario algum tanto commovtdo 00$ Ul
recordaco e com aquella especie da r.ro-
pbecia lgubre e torrtvel.
(Cofitinuar-e-ha.)


tenbo
rei a
no me .


iWBVBBMi
**>
De OOf meosaes,
Fernandes, tuv
Urios da patria
fallecido era coi
rn cmbale.
De 4?f mensaes
ta Lemos, vlim d
corpo de car1
mu ia amu^mm i tmi* j^j*4k~.*~-
felra 4/4*!$;
fcfcro de 1867.
ES& OJttlUllM .HU (MW*
Rita Maria de 0,|V,>i'umMtMM lll*"*0""
l*Mmeptad* 3 provavelqwnte* serla, l*|r,
"'V* ~t km
leftfes rtceTfldos'ih" ;*, recouheeeiido talo liso ootn sua ttaVtfl *f
*o4tii, deiietv aereber- eeskff
illea Jow" ,
tee me qaarl' -'* aa s
era i'nsequeocia^*^ -noel de IHK
campanil, j^ .j molestias a*airi
De 36* p'
Divino IV aosaea a D. JoaqaiBa mp dfl
volun .ixeir, Tiova do alfares Wfl
I1' .arios da patria Jo5o CapislrJJI V
..ecido em consequeocla de'fetimeotos recebido
em con bate.
De 18* meosaes a D. Felisberla Carolina da Sil
a, mal do sargento do 17* corpo dt voluntarios
da patria Antero Balegio da Silva Vat, mono em
combate na provincia de Matto Grosso.
De 400 rs. Marios, ao soldado addido ao asylo da
invlidos da crte Francisco de Soqu Lima e do
mosteo do 36 corpo de voluntarios dt patria Tbeo-
pbilo da Matia e Melle.
Todas e*tas peosfles dependem de approvacao da
assembla geral.
Por decretos de M : *M
Foi removido o jan municipal e de orphaos Me-
nelo dos Santos da Fonseca Lias, do lermo da ca-
pital do Uo Grande do Noria para o de Itambe, na
de Pernambuco;
Forara nomeados : .
O tenente-corooel Epaminondas Yieira da wt
nba, coronel e commaodaDte superior da guarda
nacional dos municipio* de Olinda e Igaarassd, da
provincia de Pernambuco;
O leneme-coronel Hanoel francisco de Soasa
Leo, commandante do batalhao de infantaria
10 da guarda nacional da mesma provincia;
O capltao Alexandrino Perretra de Alcntara
Miranda, teneote-coronel eommandanl* do bata-
lhao de infamara n. II da guarda nacional da dita
provincia;
Foram reformados :
O inajor commandante da seeCSo de batalhao oe
reverva n. 9, da guarda nacional de Pernambuco,
Joaquim Francisco Dinis, no mestno posto ,
J ,s Domingues Codiceira, capitao do f bata-
lbo de artilhana da guarda nacional de Pernam-
buco. no posto de maj>r. .
Por decreto de 18 foi aposentado, no logar de
..na da su- tai, e at Insinuou
,.mam^ta ll [dajajiajA do iMMrii
ooal dt pi |in Jj iliar-se tom el le
adquiridas emT Se Jo-for.ml-
tyylo sobrp.as iotepcQes do flrasJl no Estado Hrien- K
laf, e at Insinuon muita oonsMeracao pelo proce-
do iMrio.ofarcnlat dtelo ereeon-
-&oi gmm ttflb Prmuav m tm nsinkamca.
Se io-foram e;ta,iuitoiBBiellMtes foftm a*.
ideas Mttiiasiporttn.*''' ...
ctabelecer.se a posibilidad* de se faxer
ai, ti* hMi malte ca miao, e oofc admttiaa a
"jde fcopfe?, too desinterese e pa-
,smo, erBlofwo que elle consentiste em anas-
tar aa saa petsoa o oaieo onattcalo os ajattes pa-
- cideos. .
Parece qne a conversacao cora Lope! ^pettoai
mele
qualqae
bando a-------------,--------------, ,
que nm secretario particular de Lpez, revestido
por esta eccasj do carcter de ministro, foi o Sr
Goald convidado para ormalar em-bases as ideas
lo de
listro
io
o dislraio
SPACHOS.
Antonio Alberto de
esttbelecido, oesta
por grosso, pe-lindo si
r. desembargador fheal.
ik-alhaes da la, off-reeeu
seci da firmaMagalbi.es
* ^
------nm< tii "> < nm**
*1mMi deram tima surr*y>fyfe, 2 de novembro de 4867.
Umpafrtota Fernanda nowi ^.m ^togranienu. u
jrtflSi aos subscriptoresqjwi ELKigAo para senadoh.
de reis, que bajam def^ullado da ?laclo do collegro da capitaT.
CoDselheio Torras H6meta. '
recer
demora qualquer quan-
Dito do afeite de leiioes Fraad-co Anjonupon- Hveod6 a praso i casa comraerc
Mal Juaior, motir i lo, coa. /o Jialii^ p^posto I ra iavatricuiia dfiiPeona 4 Filhos, cuj

Jos afar^de fl^atn^ Acotar,'39rMgQcirr]l o>a*aixo assignad
Xlr$5^?!Sg&'l >*,>rt IB*o-'tabrodel8*
maodou se reglstr ir. I n FljDOS.
Dito de Jos Heorique '."rindade, apreseataado'
a registro a procura?o bastante quelite otorga
ram ts commerciaotes Mai Hi C. Como reqoer."1
Summano (adiado das sessSiS prximas passa-
..o foi amVneVVlodian dtw irtter bflcotra Joio'Perer R.berto Br.ga admiois-
ter resaltado, quaodo no dia segc.ote, rece- traor do trap.cho alfan.^eado-Barao do Livra-
a tlslta do Sr. Caminos, ana nao mals do roento.-nno Forte do Mallos.Avista dos docu-
mentos apresentidos, o tribunal julg u nao ter
lugar a multa do artigo 90 do'eodko eomraerda!.
Nesta cooformidade votaram o Exm. Sr. presi-
dente e otSrs. depatadbs Si Lefia, Miranda Lai
e Rosa ; declarando o mesmo Exm. Sr. pre-ideute
emitlidas na sua referida conversacao.
O Sr. Goolfl bao ^ioba, egaodo coosla, aotori-
aacio alguma para iniciar teraelbante n^gociago,
mas desvanecido com a esperaoca de faier nm la do cilado artigo 90 grao raioimo pornao se Ira
grande servico a estes povos, e lambem enm a de lar della nos arlaos 4e aecii^cao.
dar a sen pali a gloria de ser o feliz mediador o'tima
guerra tao costosa e prolongada, anooio stni des-
conflaoca ao pedido do Sr. Caminos, e redigio as
bises pedidas, go? sao as que agai e -nt-eorw U-
ram ja' publicadas.
Depois seM dovida de conferenciar com L^pex,
Nesfas circumsUQCias tenho resolvido
ndar vir um prelo e lypos para a re-
rcao do meu Monitor," afim de coqU-
nuar uelle as mestnaj pubtlcacoei sem re-
ceio de que p iamidem e dobretn a influen-
cia do Sr. Or, Leito^os manejos de Mauoel
Jos de Me.ll i Frtsire Barata 4 C'eo poder
smente da sociedade Portugueza de Beoefi-
cedCia; serio ompleanaeote asilos os re
Coaseiiro Galv3o. il
Dr. Amaro. 1*
JDr. Bfanoel Antonio. *0
CorQMl Antenio |Gaa). 40 >
'Dr. briel. 8
Or. Octaviano. 3
Desembargador Torrea* 1 -
VOTOS EM SEPARADO.
Dos"eIeIbres, em duplcala, da fregezia de
* Goncalo.
(Da elecSo presidida pelo Io joiz de paz.)
Galvlo. 15
I1'""' i m iinil'l ^
testemonba a 1. 873, do ferrtiro ailemao Uenrique
EricB v-*e qne tae feehtPuras n"tn encerrvam
segrtdo alttim,' qne obelaste sedUnY'abems stm
nolencia, oum ram de tao. difiOcai ttfutrtbeisio
auuat. qUe tprnasse impossivel fajer-te aaa.tqiv* pt-rlei-
dtOS. tamente'adplada', que abri-se o cofre sem deixar o
>

>
i pea oMcarg(M dessas p0te0Cias, quaes quer que elles
dem contra Francisco l'erreira Borges, a
nistrador d trapiebeCompanhia Pernainbaoaoa.
Tuve igoa! decho, sendo condemoalo n-is eos*
tas rx-causa, em que tamliom fAr* Joiu Pereica
Ratiello Braga.
Requenmsoto, visto pelo Sr. desembargador aV
tea MOturTo Mtoriso o'SrGooidpara offerecer cal em que o barao de Mteejana M o regwo
essas bases aos alliadog, declarando que par parte do distralo social da Jiro oe Aotuoes 4 lrraao.J
BESOLOgES.
do Paragoay se consid'eravam aceilaveis; leve, po- Satisfaga o parecer fiscal.
Sionrm^:r\r.^fde^r/o,en'.! Reso.veu.di,r.RdecI^,coobecimeModa-n
mttando se a fuer acompanbar o secretarlo dadiva tabella das eommissS.s dos diversos empraga-
gaclo locloxa por afeaos ,fflolaes paraguayos,como dos as fallenc.as commereiaes incumbido de or-
demonsiracao signiflcativa do que elle traxia um gaoisa-la o Sr. depotado Basto, e por elle I pre-
eacarso imuortaole. sentada. .
O Sr Gould ten lo conferenciado e >m o's gene- Resolveu raais que se offlciasse ao capitao do
raes Mitre e marquer de Caxias, parece que rece- porto sollcitando-se in.'orraaijao no sentido de sa,
beodellesama resposta animadora, dado o caso osr-se se tetn smi)re permaaecido all aororadi
barca Suva Carolina desde junho de 1889^poea
0 processo por tentaliva de assassinato
etntra meus quatro filos corre perante o
Sr. chele de policit, todo votado ao Sr. Dr.
UJbeUao, e ta-lisposlo eootra mm sea ler mo-
ttvaalgum a n3o ser intrigas proprias dos
i|arW ioimigos. mteressaos m arreJar a
rerdade da f reseaca dessa auloridade.
escrivo do almoxarifado da marlnba da corte, por
ooo estado desaude, Lui Rodrigues de Paria. _
For decreto de 21, foi concedis a exonerado
do bario do Peoedo, do cargo de presidente da
commlsseo brasilelra jooto a' eiposl^o universal
deParis; sendo nomeado para osobslliuir o Sr.
coDselbeiro Marcos Aotoole de Araojo.
HViam embarcar no da 26, para os trans-
portes S. Jos e finos, cora desltoo ao eiereilo em
operacas oo Paragaay, 600 pravas.
No da 24 tentn suicidarse, dentro do Pas-
seio Publico, daodo um tiro de pistola sobre a
fronte, o italiano Paulo Antonio Gapurro.
Pelo ministerio da raarioha, em 18 do pas-
sado, foi expedido o seguiote aviso :
c lilao, e Exm. Sr.Convindo eswbelecer orna
regra para a reiribolcao do servico que os opera-
rios dos arsenaes de marioba presiarem fra das
horas marcadas para o trabalbo no regulameolo
respectivo, e concordando cora o qoe propoi*ram
os directores das eooslroocSe naraes e das ofici-
nas de machinas desse arsenal no oficio sobre que
V, Exc mformon en. 12 do correte, determina S.
M. o Imperador qae a gratineaQSo, que se bouver
de aoouar por tal motivo, seja regulada pelo modo
seguinte :
Um quinto do vencimento diario (jornal egra-.
tificagao) para cada hora depois das 4 horas da
larde.
a Daas e meia veiea o vencimento diario des-
de as 4 he ras da tarde at o ponto do da se-
guinte.
< Urna e meia vex o mesmo vencimento por oa
santificado ou feralo, at as 4 horas da taroe.
t O que coramnnico a V. Exc. para sea conhe-
cimento e execugo na parte qoe Ibe toca.
t eos guarde a V. Exc. Alfonso Celso de As-
sis Figueiredo.Sr. chele '. esquadra inspectoMo
arsenal de marraba da corte. >
Lemos no Diario Offlcial de 2o :
f Mr. Giold. secretario a legaja) Inglexa em
Bueoi'S Ayres, declaruu por escrlpw que tnletra-
mente falsa a asserco de Caminos no qoa toca a
iniciativa das potencias ainadas a respeito de pro-
posito de paz.
c Ero lempo conveniente sero publicados os
docunvmos relativos a este objeeto.
A< apolices geraes de 6 "/. eram cotadas a
87 3/4 /. a* accoes do Banco do Brasil a
!9U?U0O.
vapor da compsnhia brasileira de vapores,
portador da mala do 1 do correte, o Guar.
Era esperado todos es moaoe.ot.'S o vapor
Santa Cruz, com a mata de Montevideo.
baha.
__ Os mriDheiros iueneaoe, d fragata Ger-
riere, promovais, qjoa>i que diariamente, distur-
bios na capital.
Firavam no porto o vapor de guerra ameri-
cano W'a.'/i. e a crvela hollndola tirofo.
O tau io regulava : sobre Londres 2l d so
bre Pan 443 e 450 rs., sobre Himborg) 830 e
83o rs., sobre Litbua 14o /
lf
REVISTA DIJ.RU
Comecam boje ns exames de preparatorios da
faculdade de oireilo.
Foi prorogado por 45 dia o prazo legal para
tirarera as respectivas patentes os Srs. capitao Pe-
dro Florentino de Andrada e atieres Domingos Ri-
beiro de Audrale, uertouceutes a secg.io do bau-
Ihao de reserva n. 7 do rauu cipiode Garanbuos.
Hija principiara os actos da E-cola Nornal,
coraegando por torrn.s de 8 alumnos do primeiro
anno.
Examinam no primeirj noo os Srs. professores
Miguel Arcliaojo Miodelio e Vicente oe Moraes
Mello ; e no segundo rs professores Drs. Jorge Dor
qne Lpez regulansasse suas bases, pondo-as as-
sfm em termos de serem apresentados aos gover-
nos alnados.
Com esla declso apressoa-se o Sr. Gmld a vol-
tar ao campo paraguayo e Informando ao Sr. Ca-
minos do que oceurria, pouco depois receben della
o oficio que lambem a Impreoea da curie a' pu-
blicon.
Tao desapontado Qcoo o secretario da legado
ingleta com essa mystifleaco, qae nao peos-n
mais do qoe em se retirar, nao daodo contestarlo
alguraa ao miolstro Caminos, uem teudo procura-
do nova occasfao de fallar cora Lpez.
Tal a historia da abortada negociacao, e o que
resta averiguar se Lpez chegoo a ter realmente
o proposito de aceitar as bases Cmlds, mudaqdo
depo de resolugao, ou se apeuas quiz jombir do
secretarlo da legacao britanotca, tentando tambera
por esse meio saber as disposiQO^s em que se acha-
vam os adiados.
Para mira, como para moli?, ja mais p^nsoo
Lpez em fazer a paz sobre a base da sua excluso,
oo deposigio ; e creio qjais, que a uuiea clausula
a qoe em caso algum elle se sujeltar.
Foi ante-bontem concorrido por cerca de duas
milpessoaso cernterio publico, lauto pela maoQa
como pela Urde, voltaoao todos satisfeaos com a
boa ordem e asseio que se nolava. Durante toda a
tnanh-'u socccederain-se missas urnas ti outras,
qoasi que sem inlerrupsio, na respectiva capaila.
Crescido numero (J j catacumrias achavam se or-
nadas, e era raro o ja?.igo que nao live>se auia no-
va grraalda.
Depois da visita do cosame, o Exm. Sr. pre
sldeote da provincia maodou distribuir estillas oe
300 rs. cada pobre, que estivesse porta oo es-
ubelecimento.
Damos nossos em&oras ao nosso amigo o Si0 Ma-
noel Luit Vires, pelo gt sto e asseio com que con-
.rva e.-sa ,-ua reparico.
__ Acba se no exercicio iotjnoo de juiz inuni*
cipal da ;-egunda vara desta comarca, em oobser
quencia de impedimento do effCtivj, o Sr. Dr. Vir-
gilio de Gusraao Goelho.
Hija puhlicamos no lagar competente mas
quatro palavras do Sr. secretario do corpo de po
lia em relerencia ao que aqu disseraos sobre o
falleeimento deamuoirda nacioaal naquelfe quar-
te', e, para que S S. genio persuada como d z que
boove roa intenjo de nossi part, afirmamos que
foi pescas insjspeitas e d3 consideraijao que nos
deu tal informarlo. Se aijaem ieviano ha nesse
oegocio talvex nao sejamos nos, mas slm S. S. qu<,
uSo deve ignorar qae antes de ludo na sua po.-ico
tem dtver de ser d^licdo e menos arrebatado nos
seos juizos. Sirva o qu iimm dito de urna pe-
queoa lieao a que.m parece querer ofendernos
enea .-u publicafo.
Hnje a irmandade da: Alma?, da matriz de
S. Fre Pedro Goncalves, manli celebrar o oficio
solemne por alma de seu- irraaos fallecidos
tribaindo, depois delle, esmolas aos pobres que
comprecerera. ,
O escrivo dos protestos Jos Mariano esta'
em qoe o proprletarlo Pr ocisco Ferreira Baltar
recolbea ao archivo da soerelaru a respectiva
caria de registro, oo se durante esse periodo lora
viajalo.
Nada mais havendo a tratarse, o Exnf. Sr.
presidente eocerron a sesso s 11 hora t meia
do dia.
HO DI
8 i
Es-
Secretario, Julio Gutmares.
A's ooze Doras e meia da mannaa dSSIaroi
3ESSA0 JDIGIARIA EM 31 DE OUTUiSRO DE
1867.
PRESIDENCIA. DO EX-M. SR. DESEUIBAGABOt
A. F. PEBETTI.
d'ecl
aberta a sessao estando reaaidos*"os Srs. desem-
bargadores Silva Gulraare-, Reis e Silva 4b-
cioli, e os Srs. depuiados Rosa, Baslo 0 Miranda
Leal, e o Sr. sopplenle Sa Leito.
Lida, foi approvada a acta da preceJente sessao.
ACORDIS ASSINADOS.
Embargantes os administradores da roassa falli-
da de Seve Filhos & ('., emlurgado Francisco Xa-
vier de Oliveira.Embargan e Jos Pereira do^Bo-
sario, embargado Alex^odre lis Gjncalves Bnt'os.
JDLOAMBNTOS. *
Juizo especial.Erao*rgaute reo appeHate Jos
da Rocha Paranbos, embarcados autores appelia-
dos 0. Hjuri-jueta Sitadas da Silva e outro.-Jui-
ze3 os Sr^. Guimaraes, Res e Si va, Ro;a e Si
Leito.esprosaram-se os erabaros.'
Jutzo e-pecial.ErabargdQte reo appalimte A*i-
gusto Coeibo Leite, embargado aa:or afptllado
Benjamn) tuckeos. -Juues os Sis. Gutmares,
Res e Slivj, Ru os embarcos, sendo voto vencido o Sr. Rosa.-
Juzo esoeclal.Appellaota autor Aoqw Ferra-
ra da Costa, appeilados reos Block & lrmos.
Jolr.es os srs. Goiraaraes, Accioli,'to e Miran-
da Leal.Foi reformada a se atenea 8|pulladtjul-
gaodo-se o juizo commerciiil-ctinpeteote, e-eon-
deranindo--e >/s r>s Q) pedido; seotivoto ven-
cido o Sr lli-i i.
O do a seu pe.dido na precede ite sessao, eb%e par-
tes : appellante a fazeoda aariooal por sen procu-
rad or riscal. utpellada a directora 4a oais fJllal
do Biuco do Brasil nesta ciiade, ,
Adiaram s a pedido dos Srs. depaiados oiTei-
t)s em que sao : appellante Jos Rodrigues dj
S-nna Santos ;i|tpeHad3S Blo< k c iMtoi. Ap
pellaote Fraacis^o Thimaz de Barros Gsmpellia,
app'.'Hada I). .Aana J .seplu l'er.iii d.^ S mos.
Appellaotss os curadores Q-cies nTroaJta fall
da de Pedrf d^ Silva Reg, ppellida D.^briaft-
na viuva Zrantti.Appellante o capildMBulin i
Ferreira da- 8na, vtw*c. -).faB-*
reirAppellantes Albino Atnorim 4 G, *ppelTa-
(losa viova e herdeiros do commendatftr Manoel
FigueirOa da Paria e Bjaveoiura da Rocha.
U Sr. Si Leito apresenisa o< doos fetos qne
jgj! linba era seu poder, os quaes f^am propostos na
i presente sessao.
O Exm. Sr. conselhiro prstdente da rela^o
'aiola nao desigoou jutz revi-r para ajello entre
paries : appHilaotes a viuva e herdeiros de Jos
| Higioo de Miranda, appeHado Joo Bussoa.
ao inquiridas oito lestamualias masiino do
numero legal. OpportuoameQie pretendo
poblisaT o processo iodo em um foeio e
eoto uarrarei ludo quan lo se tem passado,
e passar at tinal julgamento.
Sao advugados de meus filhos os Srs. Drs.
LAotoaio Francisco Pinoeiro e Antonio Gon-
caives Nanes', meus amigos, que se digna-
rana offerecer-me os seus boos olicios de
amizade, e advogacia.
Meus lilfios ja requereram fiam;,a e senio
ouvido e uroaaotor publico foi elle deopi-
niMem preseoca do depoioteoto das oito
telSmanhas, e do corpo de delicio, qoe o
facto criminoso nao poda ser classificado em
tentativa de assassiDato, e sim de oleusas
pbysicas comprenendidas oo art. 201, e
quaodo muuo na especie- di) ai t. 306 do
cod. crime. tendo por consequencia lugar a
anga. Meas lilaos inda nao furam inter-
rogados ; aguardan* anda o despacho cooce -
deudo ou negando a fiauga: mas. est > cons-
ejos de qtfe o Sr. Or. Lei:o conseguir que
elr# sejam recolhidos presos a oadeia publi-
ca: eu e elles estamos resignados a encarar
e afrontar eo.n diguidade tudo quaoto a so
ciedad# Portugueza de Beneficencia tem di-
reito a exigir d> Sr. Dr. Leito da Guaba
Antonio Hicardo de Carvalho Penwi.
Torras Horaem.
Gabriel
Major Gomes.
Da eleic presidida pelo ,5o votado para
jaiz de paz.
/I maro.
Mauoel Antonio.
Antonio Galdino.
EXTREMOZ.
Amaro.
Antonio Gal lino-
Manoel Antonio.
-fiaUo.
15
15
15
Gabriel.
Torres Hornera,
s.
Amaro.
Manoel Antoaio.
Antonio Galdino.
Torres Hornea.
Gal?ao.
Gabriel.

JOS.
32
32
30
18
18
17

>
i
i


-


21
20
20
,0:
6

*

Torres H
Galvo.
G briel.
TAPA**'
mem. 24
24
24
Bellas Ribeiro Pessoa e Maximiano Lopes Machade.' por briga, e Candido, escravo de Joo Paz de Mou-
- Pela jornada de 3 deoutubro prximo passa-' Pr. embriaguez; a ordem do da Var.ea, Ma-
do, grande foi a satisfaco do exercito, e o nome ; el 0 'seitnento BJterri
do brigadeiro Aodrade Neves foi acclamado orno !>llva' P9r tur, de cavallos.
de semana a ra d) Santo Amaro n.
E.n(eria.A que se acba venda O Sr. deputado s'uppleate Leal Res foi convida-
a i" a hpnpfirin das familias das volunta- do para oflicar ClJ!n" J,J'z "T feito eatra,pae=,
a 4-i. a nenencio uas laminas aos \omnu a|ipelliDlK J)aquim M,D',el perrelr(l dt, g,,^, H,
nos da patria, que corre noje, pelo novo ^Hada D. AooaJosepha Pereira dos Sanios.
plano. passaoess.
REPABTigXo da polica-Etiract) das parles dos o Sr. desembargador Si.va Gaimares ao Sr.
dias I e 2 de noveabro de 1857. I desembargador Res e Silva : applMite J.nqalm
Forara recomidos a' casa de deteocao oo dia 31 da S Cavalcante de Albuqaerqae. app-liado o lu-
do outubro : ,{0T da -rpha fllha de Manoel4e Gouvea e Sooza
A ordem do Dr. joiz municipal da primeira va- Do Sr. de.-embargador Re;; e Silva ao Sr. de
ra, Manoel Gomes da Silva, como sentenciado; a embargad!r Accicli : appeili.nte Manoel Jo.quim
ordem do subdelegado de Santo Antonio, Joo Ro Ferreira Estevss, appeliados ]
dri^ues Fiuza por briga, Pearo, escravo da Clorin queque e outro.
do Ferreira Cato para correciao; Aquilino, es-
cravo de Joo da Costa Goimaraes, Gerva>io, es-
cravo de los Antonio de Brito Bastos, a requeri-
mento de seos senbores.
Io de setembro.
A ordem do subdelegado do Recife, Manoel da
Costa Silva Madeir", para correccao; a ordem do
de Sanio Antonio, J i-rniim Jos d'Oliveira Costa
Nada mais bouve o eocii
urna hora e meia da larde.
i '-
rou -se a sessao a
Publicares a pedido
noel do Nascimento B'ierra e Simao Pereira da
o do hroe della; e a maoeira c.imo receben depois
desse triumpho o marquez, compensoo Ihe muita
parte das ingratldSes do go-erno.
O homem que o exercito acclama boje como sen
adalids, e qoe vai amootoaoio victorias sobre vic-
torias, nuilutando de passagem mais de urna repu-
tacao que Ibe puzeram ao lado, o primeiro que
acudi sembr au chamado da patria.
Desde a idade de 2i ella ; foi de todas as nossas guerras; na
desde Paysaod at boje, achou-se sempre o pri-
meiro frente do intmigo, e tem ganbo em. um
mez os tres triumphos da presente campanha.
Os Brasiieiro* resideotes em Buenos-Ayres e
Montevideo eslo combmando-se para rflerecer ao
brigadeiro Aodrade Neves orna espada ou um re-
volver.
O.-ielemenlos para o relatorio ao goveroo bra-
sileiro sobre a expsito vo se rennindo pouco a
ponco.
O barao do Penedo dividi a tarefa : Barral faz
nm trabalbo geral; Miers, cujo relatorio sobre a
exposicu de 1862 tao notavel, j veio de Ingla-
terra com ootas; ao cbimico Boucingaull coc.u-
se um estudo interessaole, a aoalyse. comparada de
todos os cafs expostos no campo de Marte, e alm
disto deve elle corresponder a nma serte de quesi-
tos que envolvem os prloeipaes problemas aioda
Bao res lvidos sobre a cultora do caf.
Mignel Chevalier j se compromelteu a fazer uta
trabalbo especial sobre os meibodos de ensino pri-
mario. O estndo sobre o material dos eaminbqs
de ferro est confiado a BulbSes Ribeiro, e aj en-
genhetro Beanverali, da estrada de ferro do norte.
O relatorio tera' tambera um annexo sobre a or-
gaoisaco da sociedade de soceorros aos feriaos aos
campos de baulha.
Porto-Aiegre trata das bellas-artes, Lg; dos ani-
maos e particularmente do gado, Continho da eor-
racba, snmmos e leos, Martlns do assocar ins-
trumentos agricolas, Miguel da Silva da metalor
gla, Nery da telegraphia, Alberl do caf, e outros
qoe nao me occorrem agora.
Cada nm tena a sna tarefa desiogoada, definida,
limitada, que deve terminar e remelter at flus do
setembro ao presidente da commissio, que reser-
vn para al o relatorio geral sobre a exposIgSo de
1867.
Intetrado da historia intima de negociarlo
Gonld, diz o correspodente do Jornal do Commr-
ao, vamos da-la ao conheelmento do publico.
Acbando-se elle em conversacao diplomtica tom
Lpez, emittio ideas geraes sobre os prejoizos que
trana aos beligerantes a prolongarlo da guerra,
prolongago Indefinida desde qae por parle do Pa
ragoay apparecia o lenaz resistencia, e pela dos
alliadosj-espeeialmente o Brasil, oavla em acjjo nm
Passajeiros do
sul
O chefe da 2' secgao
/. 6. de Mesquita.
vapor Paran sabido para o
1 escravo de Mello IrmSos a Jo> de B. Meb;es,
Jo> Joaqoim de Frenas Pereiro, Raymundo Meo-
a&TiiffSa^lffl^ oflWos. retribaos
Monleiro, Joaqoim Cavalcante d'Albuquerque Ja- pecanianamenle: recorre por tanto a Iffl-
Provlacia tt Para.
BELLtM i 9 DE ( LTIblU OE i 867.
O Sr. Dr. Ambrozio ljeitSo da Cunha,
entendeu que para seus fins era preciso pri
var-me do recurso a impr nsa. Valend <-se
da sua po.sico e influencia, e auxiliado pela
sociedade Portuguesa de Beneficencia, con-
segu pr-me urna morlaca no lugar da
luta qne contra meus filhos se debate sob os
Ao nacime-*, e estcangclro
ptisBiliox de seuilm atos de
pudor, e que respeitaut a nw
ralid.iile e o decr BEtLEM, 30 DE SETEMBRD DE t8ti7.
\o m muitos anuos que nas praias'desta
hospitaleira trra, mintia patria natal, de-
seniDarcou urj| rapaz vindo de" Portugal
cata de fortuna, sem educicS > nem protec-
co. Passado algum ternpo vi esse rapaz
em caa do Sr. Francisco Jos de Arauj),
honrado n'-gocianie desta prags, emprea-
do jem serreos proprios de manlas e de
criados de limpezas, e postenot mente o vi-
no balcSo de sua l Ja de fazendas. Proce-
deo por tal forma esse rapaz que o Sr. Ara-
uj o* o desped > e, RVjn-.a mais quiz saber
delle nem ou'ir fallar no seu nome.
Passado algura.tempo soobe que esle ra-
paz, ent5o j Dariado, estando na eidade
de Braganca secvflfdo de criado ao Sr. te-
nente coronel Enlacio, que o etnpreg iva etn
da casa dojuiz de direito Dr. Henrique
Feliz.de Dacia, este zafira com nm verga-
liio de embigo de boi e dra-ltie urna for-
mtdavel sova, oSo de matar, mas de en-
sioar.
Curado da Kova voltou para esta eidade,
e euipregou-so em i egatao das praias, st-ndo
o seu principal negocio o de porcos.que ma-
tava, e vtn.lia as libras, de mangas de carni-
zas e tsmances, em urna banca que eolio-
cava no meio do largo das Mercs nos do-
-fmuig'S e das sanios.
Ess- rap hoje o Sr. Fernando Mirla
da Ciiha.
CANl.UAJIErAMA
Torres Homem.
Galvao.
Gabriel.
S. BENTO.
Torres Hornera.
Galvo.
Gabriel.
PRINCIPE.
Amaro.
Torres Homem.
Galvo.
Manoel Antonio.
Antonio Galdir.o.
Gabriel.
Dr. Luiz Francisco.
Dr. Faria.
ACA.RY
Amaro.
Manoel Antonio.
Antonio Galdino
Torres Homem.
Qalvo.
Gabriel.






32
32
32
31
31
31
16
13
13
13
13
6
6
1
32
23
21
11
10
2


>
>
>





B sumo da votaejo -dos collegios mencio-
nados.
Torres Homem.
Galvo.
Gabriel.
Amaro.
Manoel Antonio.
Antonio Galdino.




. .
150
146
127
112
96
96
PeclraS'de Fogo.
Ex fruktibus eorwn cesnoscetis ios.
actnal, nior e dous escravos, os africanos libertos Marga
rtda Manoela Julio Filgueira, Joaona Mara, Rita
da Conceico, Domingos Manoel, Maria Domingos,
Rita Maria e Francisco, Fraocisco Joaquim Alves
Rodrigues, Alfredo Pereira R^bello, 1 escravo de
D. Anoa J. de S. Jos a' soa entrega, 1 escrava e
tres Qlbes do Or. Joo da Siivetra de Soiza a' toa
entrega, 1 escravo de Avallar a Justino Ru boza da
Cruz, 2 ditos de Francisco Jaciotho de Souzi C^m
pelo a J. R. da Cruz, 6 ditos de Justino Cortea

edicto1- Mariano Olympio du Almeida a res-
ponsabilidade do theor segointe;
Villares a Josiino Rarboza da Cruz, 1 dito de Jos para entraren) no prelo, teado entregado ao
Duarte das Ne^t a Candido Ferraz Lm i, Antonio'
Rodrigues Saraiva, Manoel Porfirio d'Almeiua, D.
tiuiibermiua Francisca de Oliveira, Antonio Cen-
teso d'Agular, Thom (africano liberto), Joaqnim
Francisco dos Santos Maia e dous filhos, Jos e
Joao (africanos lbertof), Ernesto Rodrigues Vlei-
ra, Loureoeo S. M. Oantis, Jos Antonio T. Baos,
Cltiment' Joaqulm d'Oiiveira, Joao da Silva Duar
le, 24 libertos e 10 r*erutas para a marioba 1 de-
sertor do exercito, Francisco Fernandes Moreira,
Dr. Absinio Raati-ta Monleiro, Manoel Cardozo
Vieira de Mello, Justino da Silva Torres, Tneo
piulo Fernandes dos Santos, Dr. Elias Jos d'AI-
meid, Fraoclsco L. Tsixeira, 1 eseravo remettido
a Pedro Aleaatara de B. Cavalcante por Jos Meo-
Ules de Frenas, Antonio Peielra d'Abreo Jnior e
I escravo, Dr. Aotoaio Ivo Macbaao, 1 recrula e i
liberto para o exercito, Dr. Jaciotho Pereira do
lleno e 1 criado, D. Maria Jorge Pereira do Reg,
1 atibo e 2 criadas, Jsstioo Corri Villares e 1 es-
cravo.
Sou dos que pensam, que nao hi genero
tor da trpha filha de Mauoele Gouvea e Souza.Ja|gUrn ,je iraoallioque aville quem pr0C9-
"de com honra e i.onesti lade, e respaila as
leis diapii/., guardando em suas palavras e
accods quer em publico ou em particular
linas suas relaces quaesquer e com quem
quer qpie seja, a decencia e o decoro que
Mdillliuda a boa moral. Oshomens da
mais bomdde condig <, e da ultima cama-
da social, nao sendo contrariados pelos ins-
tinclos ij^obeis, guardara esses leveres
que se ousina no lar domestico.
Conservando o Sr. Fernando Maria da
Cdnha os mesinos costnmes e sentiraentos
que forcaram o Sr. Arauj > a de^pedil o de
sa casa e "a*nao qnerer al hoe saber
tee nem ouvtr fallar no sen nome; e que
iuipelliram u jaiz de direilo Dr. Djcia a sa-
hir de sua casa com uin vergaltio de embigo
de boi para inflingir-lbe de dia, em lugar
publico, essa formulavel sova que o poz
panno de viiagreironservanlo as maoeirss
elir-guagem de regalo e acougueiro inso-
lente, e immoral, pelo que o pnvei de er
rohgoes commigo, e recommendei a meus
filos que evitassem dres e tomares com
ellef visto na) ter anda deixad i esses ha-
*it, seria preciso degradar-me at o avil-
ftaiirento e nivelar-me com Sr. Fernando pa-
ra responder ao artigo qne elle deu luz
no D,2l desle Diario publicado hontem.
Aos naciones o estraoeiros. que sympa
thisaram com os hbitos e liugu igem do Sr.
Ferrando Mar.a da Cunba, ou applaudirem
os iosulios que elle me tem dirig lo ; faco a
reflexao seguinte:Se esse individuo est-
vesse em Maranho, no Ciar, em Peruam-
prensa de outras provincias. )s 3rti},os que
tero pnbliddade em seguimento demons-
trara tudo quanto tem occorrido.
Tinba eo no ultimo extremo recorrido para
o Qommercial, mas esse u limo reducto me
j foi arrancado. Hontem pelas 9 horas da
DOue retirei-me da typograpbi* deixandg os
'meus artigos corrigidos e compaginado!
Responsabilizo-me na forma da lei pe-
los abusos que contiverem os artigos que fo-
rem publicados peloCotimeraal sendo
os autographos assignados pelo meu punho.
Bel emdo l*ar (8 de outubro de 1867.
Antonio Ricardo de Carvallo Penna*
Hoje foi destribuido oCommercialem
meia folba de papel com a declataco
guinte:
buco,*a Baha, ou em alguraa outra provin-
cit do Brasil, e dirigisse pela imprensa a al-
gum de seus filhos iosulios iguaes aos oue
elle me tem arreraecado por diversas veres,
teria logo recebido em retribuico urna sova
de pu oo de saceos de areia, que o teria
Ja* 9CentflaiaLao_iBjaeiUyu'l- 7e-T"e oiiubro ^Tque o Sr. Jos Heonqne de
Mendiroca Aleerim preieudlsi tapar como ja' o fez,
um canoo de e-gota das aguas pluviaes, de servi-
dlo cummum da sita e minoa casas (servtdo esta-
bejeeioa ha 16 para 20 annot) sem considerago ao
direilo de propriedade, e, o que rmis, a reconhe-
cida presenpeao, segundo o lempo decorrldo I
.Nssa carencia Oe direito leve o Sr. Meudooca
AJecrim a nufauda maldade de denunciarme ao
subdelegado do lug^r, e em seguida ao Dr. delega
do da comarca, danao-me como assassioo de ura
misero sapateiro qae sollreudo de sypbilis, de mol-
las e grandes samas, tomou jorubaoa, un use de
azeite de coo cool enxofre, recolbeu as sarnas, iu-
cbou tjdo o corpo, soffronlo anciedades, mandou
ver em miuha botica dous purga )tes, vulgoqua-
tro humoresdesinchon cora este remedio, Bcindo
s a incn.,-i > nas peroas; mas comendo immedia-
tameole mludos, laraojas e outras coasas seme-
n.i'.it -.-, reapparaueu a locha(o em raaior escala,
assim como a aociedade. Tomou clyster de assu-
car com azeite, que uentium effiito prodnzio o dous
dias depois, Ja' nos paroxismos da morle, urna dze
de acnito, moirondo aalmente depois de poflcas
horas.
iNenhum desses remedios foram prescrip'.os por
nii'n.
Sabendo o desalmado denunciaote dessa morte,
sahio a ra apregoaodo nao ser ac oito, e sita ve-
neno que se dera ao doente, m-i-i-ulo oisso por
muitas horas, mas nao achando qaem concirdasse
nessa sua invectiva calumniosa, raodou o veneno
para os purgantes, d aendo esiarem estes envene-
uadus I
Fez coodazir-Sd o morto para o quartel da poli-
Ja, a viuva desle para a casa do subdelegado (de-
ools de a instruir a sen geito) o requeren a ida do
Cadver para a eidade deGoyanna parase proceder
a autopsia. .Nusia e outras .uj^ubiuacoes satni-
cas luv -j o deuuociaute o da 23 do setembro sem
nada conseguir por lular conlra fados o contra a
prouna verdade : e conhecudo ultimameole o sub-
dulegado a calumnia e ardil do brbaro denuncian-
te, mandou sepultar o cadver, ja as 6 horas da
tardo : despresando pela tnesina razio, o Dr. dele-
gado aquella monstruosa denuncia uo da secutte.
sera oobreza d'alma,ou perversldade do Sr. Alecrtm
aquella tapagem do caono roas condico^s em que
n>ie se acba) e esta denuncia calumniosa, leudo elle
cotnigo um pleito jvdicial?
Ex fruslibus eorum cognoscetu eos.
Andr Cavalcante de Aibuquei que.
mais ligelro vestigio ; o qne cenfronu lo com o pa-
recer djs pintos nas vistorlas de fl>. 6 e 43, os
qnaei declara qoe as raotMiuras mm corre nao
deaouvam i.er aotrto vioiaaa a fie Mnalra, mas
podra ser iberia eom nata chav: adaad prepa-
rada, torna evideote que, aea o autillo da* chaves
eilstetfes eo nao do th-sooreiro, poda- fer aberto
o meaoio cofre, fleando assim nulliBcado o indicio
pretenao do ana erlroinaliane.
V-'s aioda que, presumindo-se feita a snbtrac-
co da quantfa de 1W:898,JH503 com-fttrtMpacao e
sciencta do dito reo, por isso que esta s- effectoara,
eonduzmdo o ladro as ootas do tbesouro qoe se
achavam com circulacao, deixaodo no cofre as qoe
esta** sondo reeolhidas, selecfao que s poira
ser feita pelo dito reo, nnico que poderia coohe-
eer o modo "por qoo so achava dlsposlo eeee di-
nbeiro, nnido, que em os momentos breves e as
insiadoa de un farto operado por entre sentoslas,
poder atinar com aa notas correte?, e para se
recolherem ; se evidencia o coalrano pelo etoosto
do om> a fl. 141 do iospector da th^soorana de
fazeoda, o qoal expende qu, tendo fleado no fon-
do d cofre a qoamia de 6:3)4>80, apenas......
180*500 eram en notas que uo ser substituidas;
o assim lambem se verifica pelo depoiroeot > da 8*
lesiemunba da defeza, emprtgado daqoeda repar-
ttcao qoe na qnantta sobtrahtda de19tS87i66W
entrara 40.0005, em notas a recolber. prova mais
que sobeja para destruir a presrjmpcau de qfe o
ladro ou ladrovs procederam eom o inleifo ml-
iiui-.io-o cotiliecimento do contedo do cofre, que s
podra ler o predito reo.
V-se anda qoe odesapparecimeoto do cadern'1,
a qoe aliude a denuncia de II, 3, eaderoo do uso
particular do reo, .no .qual era costuroe tancar os
dbitos qae cootrahiam alguns empregados, longe
de senom Indicio de crimmaliaade dr mesmo t,
eonverte-se em'oma proja de nenbuma paillcipa-
q'o oo crimen desde que, nao sendo este-caderno
um livro da repartirlo, sen desapparucirarnlo de-
via passar desap>rcebido, se nofdratrro, elle
mesmo, qne visse deneneiar a sna asistencia e a
sobtracao feita, desiruiDdo, det'ari, ,qoalqu- r
supposl^o de qoe dito ademo fesse. tirapo pur
elle com o flm de affastar do conheciroento da re-
parli?ao rtgum alcance qae podesse "pfovar; 6tiy-
po8iciv qae era lano menos fundida qaarjto
certo que o proprio reo offloialmeaie oorjaoot)Kra
o seu conteu l (ofB-'.i > a fl. Ai) que vlnita a ivt o
lanc^raento de algumas, pequeoas quaotias que
adiantara sem lacro de natureza iRoma a embre-
gados pobres por crma de ordenado vencidos a
veocer em ponco das, como declara nas teueou-
nbas 3" e outras da defeza, urna dasquae,a8",
declara queera-es^e catferno. apenas d ouas ou
tres folhas, podeodo, por Isto, ser cooduridtj de o-
voltacoo os massos de sdalas aoMrahtdos, entre
os quaes exi-tia dentro do cofre como repreieatan
do um valor ; occorrendo ainda que lora o proprio
reo, referido thesoureiro, que cornmuoicara ao res-
pectivo inspector (oB>io s IV. \Vi citado) exlstrein
em sna gaveta todos os dccnmenios cumprobatoiios
deseas dividas, das qaaes apenas eiisliam langa-
das sobre o caderno as cifras, que as represen-
taban).
V-se atada pelos depoimentos das t-'slemonhas
da defeza, Jos Joaqaim de S..u,:i L uru e Joaquim
de MouraRajlino, qoe ioexacto.que as 3horas
da tarde do da o de jolbo, deixaodo o. ru corone!
Vlauna a sala, em que demora o cofre a seu car-
go, fechaste em falso o mesmo cofre, oo deixassa
aberta a porta da mesma >i!a ; porqnanto juraiu
comettei as testemunbas que elle fechara tani>
aqnelle como '* porta referida, accrescenlando a
primeira dellas que vira o thesoureiro.dar volta na
chave e ouvira o estal da- lingapt*; d*s fechado-
ras do mesmo cofre, e qoe na occaslao de retirar
a chave da porta aHudida, o ret a empurrara afin
de verificar se ttLctivamenie Qcava fechada ; o
qne, considerando qne exuberantemente se pro-
vou pelo exame de fl. 43 ^tTe no cofre se cootlnb,
quanudade tal de raoeda-papel que eachena tre?
saceos de meio alqueire : considerando mals qne
as tesiemnobas referidas o muitas ou-S deposri
qae fra vislo nesse dia jo cofre e s^bre a mes*
do Ihesoarefro, zrande p^rgo de notas, eam eon- '
tinoara at que se retirou o ru, evidente que
este, deixaodo a sna reparticao, nao. con mira
comsigo as sommas subtra'.d.is, juizo,algornas ve-
zes tambem eniittido na formado da cutpa ; e nao
menos infundado a supp.sico da-ter o prrprio
ru, mais iMp, cooBado as onave- soh sai gnar-
da para se effeciuar e roubi, alladido nadennncia.
como tambero a accuacaa fundada em que, d.
Suiro miirt,). nn ora poivel abrir o c.fre sem
elxar em soa< fethaduras ludidos qao p revelas
sem ; por 'lii.-ni j vi-tu qn, sr esse signa I de
viulancia pudusse oon'tiluir um disfarce capa de
salvar ao ru, este nao escaparla a sna perspica-
cia ; pols que o mais serio estudo devaria ter pre-
cediloa' execugiodo crime.e nao fa-lariam raeios


Koubo da ihesauraii\.
Juizo municipal do termo da Fortaleza, em 23
de ouiubro de 1867.Illm. e Exm. Sr.Por sus-
pe cao do juiz de diraito da comarca desta capital,
coube me, coao seu-substituto, joigar o tbesonrei-
ro da thsouraria de fazeoda, coronel Luiz Antoaio
da Silva Viaooa, e contiuuo da mesma Joo Hay-
mundo Facanba ; e o resaltado desse ju gamento
con-ta da seaUnca, qae por copia passo as maos
de V. Exc.
Deas guarde a V. Kxe.-lllm. e Exm. Sr. Dr.
Pedro Leo Velloso, D. presidente da provincia.
O juu de direito aakoc, Manoel da Cunba e Pi-
gueiredo.
Vistos os autos, libello a 23o v., caotrarieda
4mn(iY\n'',r^ZZc'l n "T' 4"C." '/'-a des de fla. 241 e 3, documenws do 145 uaque
mandddo dar coutas a Dos do que tem fe- X 23o e 289, e testmunhas de a. 2S usqoe fl.
------- 0 neste mundo. 1287, etc.; resulta, quanto ao crime de roobo, de
AO FEtCHAB. Ma ser prudente que OS amigos Snce- quesio aocusados os reos coronel Lult Aotonio da
Deixa de sabir f0 nosso gomero de boje r. J. Feruando o acmse.bem que nSo .r^i^WffiSySo^iS
devido a caso de torca manr. Pedinm des- abuse tanto dos seus instioctos e mos hab-'
culpas aos nossos assignant ?s por esta falta
involunlaria.
Nem ao menos o annuncio e convite se-
guiote consentiram qne o Commercial ^a-
blicasse. *
Annuncio e convite.
zmmmi judigukia.
TRIBUNAL OO COSI1IEB0IO
ACTA DA SESSAO ADMINISTRATIVA DE 31 DE
OUrUBRODE1867.
PRESIDENCIA OO EXM. SR. DBSSMBARGADOR
ANSELMO FRANCISCO PEIlETTI.
As dez boras da manba estando reunidos os
Srs. deputados Rosa, Basto, Miraoda Leal e sup-
pleole S Leitao, presente o Sr. desembargador
fleca], S. Exc. o Sr. presidente abrlu a sessao.
Lida approvada^ u s3sso anterior. liber0Q qe WM qaaDtia ,08se empregada ele.c5o tal qnal se acba em urna folba d'a-
l'ol diiiritaido ao Sr. deputad sopplente S convenientemente para serem acemados de quella provincia, e que acreditamos ser a
Leito o Hrro copiador de Prenle Vianda ti C. tentativa de morte e mettidos na cadeiaos fiel exprc;5j da verda !e.
tos.
Antonio

de simular essas violencias, que dMV.-riam firmar
a by,potose da ter sido eil.ciuila a abeaura p^r
outros meios qae nio*as chaves do uo do tlia-
soureiro.
V-se mais da ceitidSo dos balaocos a fl 2i",
processados nos termos dos regiii;r.tos respectivos,
e com o valor irrecu.-avel de um julgado, bem
coreo da lestemaoha a fl. 222 v. de um dos Dado-
res do ru, coronel J.s Ucndes da Cruz Goima-
rae?, borneo de toda a f que nao se acnava
aquello tbtsjureiro om alcance para com a fazen-
d<, curoo de uuvida vaga d po.-eram algomas les-
lemunbas da formacao da culpa, parecendi indi-
car que nease alcance eslava o incentivo do crime
doru; sendo igualmente graluif-* a snpuosir;.'
de que ell despeulia eom o seo trattortelo qon-
lia superior a seus rendimeolo?, ou linba empre-
gado avultida somma na ai-quiM^o d-i um predio
ru gnape; por-juinto dp.-t'era a primara a'1-gaco
dos depoiraentos de quasi tod:ts ns t-stemumas da
defeza, o algumas du pleuano, que deciaram tra-
tar-so o ru oiodr>iameiite, e ter para as despezas
de >a\ Ciisa o auxilio Je tres prenles commensat:;
e de?tr6ea egusda o documento de fl. 174, pelo
qual se evidemU que o predio referido fra com-
prado por um cumiado do leu, Antonio Snhasno
de Aranjo Viaona, pela qnaniia do ll:i lOJOU a
pr.s i de cinco aonos: sendo que aioda menos so
susteola ante as provas producidas a dreamstancia
invocada pela promotoila publica de que o ru e
Saa familia prescindirn) do todos os nietos do
chegar ao Oescobrimeutodtsverdadeiros culpados,
auxiliando se da aut.ridade que, alias, puuha os
seas servii; s a' disposicao do iu citado; porquan-
to, depoodo a fl. 271 v. o delegado de polica di
lermo, major Antonio Belaroino Uezerra de-Mene-
ief, pessoa fidedigna, refere que repetida* vezes
proceder a diligencias no sentido de descubrir o
crime e os criminosos a.instancias do cuohado do
reo, ni .j ir cjinmaudaote de corpo de polica Jos
Fernandes do Araujo Viaoo e de algon* amigos
do mesmo ru; aliu de que consta do depoimento
da testemunha a' fl. 273, ji' citado, qae o mesmo
ru, por occ-slo da fuga de um ferre.ro, engajada
na offletna d. ssa mesma test-munha, lustara e of-
ferecerase mesmo para fazer seguir seo destioo,
como efectivamente seguiram, as precatonas por
elle requeridas em numero de oit, afim de ser
preso o ferreiro fugitivo ; e at etefercu cartas
oesso sentido para fra da provincia.
Isto poeto, considerando ioos indicios alludi!
nao pdem ser aceitos como veti si.-Hute-s e aallos; e qnando effectiyamanie o fos-
sem, nao poderiam dar lu^r a' imposigao de p^na
art. 36 do cdigo criminal; considerando qae o
crime Imputado ao reo, ijunndo albures se poiesse
provar, nao tem os caracterstico*espectSaalos bo
art. 269 di mesmo cdigo, para ser considerado
roobo; pois que nem se quer aventon-se a Idea de
alguma violeoea ter sido feita ao cofre a a' porta
da sala, em que elle existe e aeobuma vestona
deroonstrou, ou outro meio de prova existe para
assegorar que efectivamente fra escalada a grade
qne devide o corredor, qae condnz aos comparti-
mentos do- edificio, occopadoa, os do norte pela
lOesoararia de fazeuda, os do aul .pela guarda na-
cional destacada, sendo coito qoe nem mesmo no
ligeiro obstculo bouve a superar on destruir se
se airavcssou ou saltoa a referida grade ; conside-
rando que no loro cummum se intlanrou processo
aos offlciaes, inferiores e soldados, qae faziam a
guarda do edificio, comoco-parUeipanles e respon-
solidanos do crime, antes que se inhnrasse



--------------. Mu -. nono da oesma, que, fandando-se a pronuncia em
indicios e presumpc,es mais ou menos vehementes, savei
Ricardo de Carvalho Penna. 'sles e acnam contesudos por Tactos adduzidos contra os rus o presente summano, o qoe abra
ni : defea, e demonstrados por prova testemunbal e para todos a mrsoa. instancia, por iaao que a ma-
No ninrin a Znrnni a* a.^t a*. u i; docomentos, qne reduem laes indicios e presump- leria era coonesa.e.M nao podiam separar os ros;
n unfi w e jvi nat ao nectfe Qe UOje II gqes a' cathegoria de simples coojecturas, inverosl- considerando qae, anda qaando este principio de.
a apuracao dos votos de alguns collegios oeu, encontradas e Improdncentes. direito nao trvesse applicaco ao caso vrteme.
para a eleico de senador da provincia do' Com elleiw, sendo no dos Indielos da culpa e nao erao todava os reas obrigadot a feponder
Rio*Gracde do Norte 'Qn',aalen,0 Par* a pronuncia do reo, coronel Luiz n'ouiro foro ; porquaaio a naiureza do delicio, e
e-r.~.___.1 .'."-';:"" .~ l**.. ..__. e /.*, ,,:.;. n-. ,. ___,^un Antonio da Silva Vianoa, o laclo allega io na de- Jamis a qoalidada do individuo : que o obrlBS
Setenta-OS aftaiXOS assignados de que Da CObo a nolWia publicada COOtenba nUQCla da promotorla, deaer aido encontrado aber- ao (oro privativo; e no caso venente nao se trata-
sociedade Portugueza deBet eQceoebse subs- f inoxacadlo, rogo aos Srs *redactores o "b-. to o cofre eo qne se aehavao as sommas sobtrabi- va de um facto qae na ordem criminal se devesse
Creveu a quanlia deoito eolitos dereis e de-'aequio 0*B transcreverem a noticia d'essa da, sem qae nenhaoa violencia tlvasse sido feita qualidear de erro de offlclo, abaso ou exeesso de
as suas techadora, o que rappaoba ler sido elle anioridade que, nos termos do art. 129 e outros do
aberlo com as propriaa chaves, que existiao em cdigo criminal, se considerara crimes de respon-
mao do referido thesoareiro; por elle oa por al-'sabilidade; sen lo certo que o roa, se eff'itiva-
ia^a c jai coascaliaeaUa SM} do depoiaial da uhsii cotuioaiKJso o cris de roas, o nao les no
la.
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a mi*iW?ki*wii*d**im***m*rk Wj&tim ml-
.n<

'iMo
nbST-T
idicio
r Alia !
*JVSi

:

M ftlaicftia'de m ampre*., se kki, coeo paa
leideo o miotierio pob'ico, He mesma, atinado
e cofre com as chaves sob sua guarda,.'dott'arte
se aproprianio ;>em fazer vioieacia ou vencer obs-
lenlos, ios valords qoe tlnha em sea deposit, ea-
lie nao lerfa oommettido o crlme de roabo, qo<
se caraelerisa pela fioleneia,i qual efTeciivaraen
le Ibe nao fra ralster empregar ; considerando
anda iue a crlmfnalidade do reo, continua Me
Rayrouodo Facaoha, deduzlda da culpa aftnbuT
da ao rea coronel Viaooa, e que o uoico Indicio
dessa crlmiaalidade rasultava 4o fatto de ler elle
comparecido sua reparlicio mais cedo ae de
cosime, lacumbindo se de abrirs portas da ihe-
sourari, o qoesHppunba neife o proposito de oc- '
cu.iar alguna ve>tigios 4o erime, preparar al-
fa* desfarce para erobaraear a jusliQa oo 4esco-
brim-eto dos verda leins culpados, tocto este que,
alias, se acba negado pela testemnoha Raoilao,'
ooe, juramlo destruir as apprebeosdes prodati- j
das, por sen anto de perguotas, de il. 95 v., asse-1
veraado qe sement- per saiisfaier a uaa pedido
de sea collega J s Bezarn, eos* qoem se eneon-!
trira casualmente, Idra elle qoe uera abrir e^sas
portas e assoveraodo que na oMtiie essa ver,
porm oulras rotulas, o ru facanba comparecer
*' reparticu primeiro qoe seas collegas; conside-
randa anda qae neahum oolro indicio, alm desse,
concorrea-para a sea prooonca, sendo certo, ao
contrario do qoe se preteadeu, que elle nao estive-
ra curo o rea coronel Viaoaa, at o mflraeD > de
fechar este a sala do cofre, mas sia o portelro
Olida e o suprtcitadn Louro, depolmeotos de fls.
577 e 178 v.; sendo certo qae nao era o rea Faca-
aba o orneo que condeca o modo de destraoear o
cofre ; porquanto, come abundam oo proeesao de-
clarat<3es juradas, outros mattos-mpregados da
casa o sabiam faze-, considerando, finalmente, qae
oa o reo Vitan fui o autor do roabo, e oesse cao
dispensa** os ser vicos, que dito cunt uno Ibe pj -
da prestar abf iodo e cofre, oo nao fol, e eolio
neobum potro iodividao. qae llvesse preparado
chaves adrede, teria necessidade de confia-las ao
referido rea, pois qae elle mesmo saberla faier
izo dolas : por lodo tstojolgo carecida de pro vas
a accosacao formulada, uo s contra o dit i rea
Joo Ha y mani Faeanha, como tambem c otra o
coren! Lab Antonio da Silva.Vianna, pelas ra-
zoes expendidas.
E porqaaoto o crime de pecalato, definido no
are. 171 do cdigo criminal, consiste no empresti-
mode dlbeiros oa effeitos pblicos, oa no paga-
mento anticipado, e no caso em qoestao nem ama
e nem ontra hypotbese se teoha verificado ; pols
que-o-emprestimo pretendido consisto no adianta- [
melo de algumas quanlias pequeas a erapr-gv
dos qoe linbara diMio a recabe-las na tbesouraria
por tuos do acensado tbesoureiro Vianna, nao es-
ced.-odo ella aos seas recnrs.s indmlu.es, se-
gundo se vfl \.s respectivos -balancos prodaiidos,
nem subtndo a m da llanca com que o reo servia
sea emprego segundo, o qae nao podara conside-
rar-se urna dissipico ou mesmo um desvio da ca-
pilaes confiados a soa guarda, ou garantas pela
sua llanca, que conforma se allegou, e esta' pro-
vaou, de iO:0UU5 UJ : e pon que o preteodido
pagamento aoucipado nao exista, nem podera'
existir de modo a obrlgar a fazeodo publica ; por-
<]oanto o pagamento por parle da fazeoda nao se
calende felto seao aps o processo do estylo, e
todo o adiantamento, qoe por ventara tivesse feito
o i ', (icaria sob soa respoosabilidade, por conta
de sen proprlo peculio, dentro da cifra de saa fl-
anea, e sem se abiir titulo u* crdito ua de debi
lo a fazeuda publica ; cousideraado que o crime
de peculato, imputado ao r >, carece de sua base
de sen elemento e-sencial: a saber, o abuso das
f uacedes e do carcter legal de que si esta' reves-
tido para commetter-se o furto, fazer-se o desvio,
oa r>aliar-se a indevida a fraduleota applieacao,
condieSes em que precisameate elle se nio acna,
pois que os dioh-lros, qna dra a ^mpregados pu-
-becs por coala de seus ordenados, foram sob
resp isibilidale propna, sendo restituidos, como
d- ordinario, sem o menor embaraco para a fa-
zeo 11, sem lucro ou vaotagem d-i nalareza algu-
ini inr.i o r.j>, oa sem comproraettimolo e risco
dos rus ui i- de solugao de debito coatrabido
em vinude da carga recebida : absolvo aos reos,
tt)soureiro Luiz Antonio da Silva Via n i e Joo
'.liviiunJo Fagaoha do crime de roubo, do que
-a i aceuaaoa, bem assim ao predito thesiurelro
do r.rime da peculato, porque lamnem acensado,
e nando qa, fiado o praso leal sa pisse alvara'
atlm de seram sollos se p>r lal nstlverem presos,
e se Uis de baila ai culpa, pagas as ca iii.pela
muoicipalidad-. rl*i e>'.a por puhlicida em m>
Mjooel da Cunba e Figueiredo.
CRM
F^autoza e AtiinirsiY'el
DE (JMA OHAGA
UAnvitUijA L tiUtyURn
ALf *f WJKGlIt |
aaadiaviau. do da 1.......> IMU9J098
m
m faz
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olamts sahidos abas faz
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fOLTPO r
Barca
011*
M
BlUvalIflAJill
s em c.rn*n
YlSCOHDMBA

' B i ..l
Nao ba mullos aooos o commtr^io de Peroam-
b ieo, sahindo de seu habitual indifTereniismo pe
las coosas polticas do puz, lomou iniciativa e
fe elvger ura rapreseatante sea a' assemtla pro-
vincial, qu< tambem te lo-bia sido a' assembli ge-
ral se uo houvesse o abuso de urna errnea con
veocao.
Paeos foraiD, verJad, os beneficios colhiJos
i' -a teriiativa, porque, fl'ando solada essa voz no
centro da una matoria, embora coraposla de bo-
mt-ns formados e intelligeotes, prednrainava-os tal-
Vez i >;nto ooiitico, o cfleito de oiitras causas
ou f ili-ivam Ibes os onheciioenlos pralicos, e a
oecessaria aiependeoeta para cuidarem dos mals
palpitantes intertsses do commercio. Sem poltica
eral, a poltica do cjmmercio consist oo seo
maior incremento, obviar os troperos que a ioex-
perieacta e.siabeiece a cada oasso, vencer diffieiil
dadas i ssoaes, e nada asptrsr do governo alen
de tjdu u apoio ao seu completo desenvolvimauto,
f,mie prlocnal do eograoJecimento do paiz.
Uta poste, o c .muiercio, corporagao importante,
di-;i ni da recursos, nao deve ser nicamente at
tendido oara as coutribuicoes em favor do ejiado ;
e misler qoe infloa nos deslios do paiz, elegendo
representantes seus ao corpo legislativo, hom-.ns
pratic.'S e habilitados qae, sera precisarem cen-
v|rter o mandato ora principios de inleresse parti-
cular cu poltica de propno proveito, livremenle
d3'<'m;iOh"in a misso que Ibes fr confiada.
f"-,!-:>*:in.-.ndo-se a poca das ob-iges para depu-
lad.s provioriaes, e independente do modo por
qui se achira as coosas concebidas, nosso pro-
pcslto iembrar alguos commerciantes desta prac
no caso de serem eleitos. Perca-se embora a op-
portuaidade, se de oada valer o ioteresse real da
provincia, mas fiqaem de aviso as predisposigoas
do omm-'rcio para as el^ico^s primarias.
Doaculpem os nossos collegas se os oHeodemos
Mtio4o ous nomes ao fioalisar esle pequeo ar-
I
Lu'. Antonio Siqaeira.
Joo Unaclo de tfadeiros Reg.
An'i'nio Valentim Silva Barroca.
I Ji.- da Silva Guimares.
Jj.- Marcelioo da Risa.
oe de Sa Leito Juoior.
Amonio Ignacio de Medeiros Reg.
Josquicu Fraocisco do Espirito Saoto.
Jos Fraocisco do Reg.
Uzna creada de servir
bneo e pertencente Ex* SeBr*.
ZAe 'ZE^'^TvVr
gn cancroea e rouaeni <9 Yolfpmw* TVarll? **
A meama involvia toma va todo a parte in-
ferior do nariz, amea^ando ja clistrulr tanto a
parte cartilaginosa como o niedoo o ; Com
fon primeiro por apparecer aob be^dVnif>| '
rior e parte da face, exteatleiUia-He i>ar tal
forma e com tal rapidez, quern ponro anu-a-
fava transformar todo o rosto n'nma enorme
cliarga vira e asquerosa. Duraat todo este
terrivel catado, todos oa recursos medicnaea
qne em taes caaos se uzao foro abundante-
mente empreados, sem que de leve uzease
parar a marcha lenta e distr oidora de tio hor-
rlvel enfermidade, e todos os matos esforc*
foro baldados, e no em tanto o mal creada eis
qne por milagrosa fortuna da infeliz estando
as conzas neste ponto, se experimntou pela -
vez primeira a
SALSAPARRILHA
DE BRISTOL.
O effeito produzido, quasi que instantneo
por este inestimavel remedio foi verdadelra,
mente maravilhcao e aera igual; este grande
porificador do saague e dos humores do sys
tema, inmediatamente pz um termo mar-
aa disaetroza e Xatal da Molestia, derraiuaad
e e infiltrando-Be atrave's dos tecidos os maif
delicados do corpo, expellindo al ultima
propriedade ou vestigio virulento da molestia,
s dentro d'um corto espaco de tempo prodnzio
urna
CURA
Completa e Radical.
Este feliz quo admiravel resultado fei obti
do apenas com o simples uso
Duina so ntica (.ana'a!'
d'esteineomparavel e inapreciavcl depuratorio,
recommendamos portante todos lia Doentei
que procurem obter com o maior cuidado a
nica e verdadeira Salsaparrilha ds Bristol,
ainamente preparada por
LANMAN&KEMP.
De NOVA YORK,
aa certeza de qne, todas as mais preparaedet
Imitativas nao valem para envn
I)escrreiam hoje 4 de nov
frjoceza Veriimnix roercadol
riujaeaaepi u, /J*-idtej.
ag leVSflTTfcid em.
ngua ioglex-Quenof the Ftut-enio.
Palacbo portugaeiMana da Gloria varios ge- |
Brigue tiacionalL//iada--cbarqne.
Biro_fa-iiqeec-.Kil4t FratUgu$n-
s&%
A
ESBPREZACOIMBRA.
le pcira e cal.
mpeieniemente aotborisado
leilo de IZ ''-aguas de pedra e cal sitas
Irreno fof'iro na ra fraia da easa de d-
ocao, rendem ICO* oor rpef,
n un.. Qu*,rU tgir> ic MtttnU,
?i9fa.Tri rua *" '"r^^dor arma.
O boras do dia. .
YOH
..fes
l'ISOS DIVERSOS.
,
mmmm
NTi It.v
HECCra&OTlA OE HNDAff NTritiiA
GERABS.
Rendimento'c dia ............'.I* 804*3i4
: CONSULADO I ROVINCIAL
9 DE SOVRJlfllBO BB ISOT.
' A'&TRE^^IOftA BA1 TARDE. k
. Revista semanal. j
CAMBK-Saccoa-se ot>i*toOdreste % a H3ft
4. por-IflOeO; sobro Pars a 430 rs. por Ir.; sobre
H>mbur|tt> a 830 por M/, e iotire-Lisboa a 140
por cen.i do premia, sead) as iranacoes effeciua-
das dora ote a semana de pouca m /lgodo-Veadej se o CePernambuco de 84000
8SO0 a arroba; e o da Parabvba posto a bordo
a8*8u0.
Asscar.Veodeo-se o mascavado -purgado de
5350 a S'iOO 'a arroba.
AGUABOERiB.-Vtjnd.eu-ss a 80OQ a pipa.
Couros Os seceos e salgados veaderam-sea
190 rs. a libra.
Arroz.-O pilado da ludia vendeu-se a 300
a arroba.
Azeite dock.Vendeu-se o de Lisboa a 3#78
o gallo.
Bacazjjo.E atacado vendeu se a I3JC0 rs.
a barrica e a retalho de 1-i-JCOO a tijfJO.
Batatas.Veoderam-se a 2J3O o gigo.
Bolachimias.IdemCMaRO a barriquinha.
Cafb.Vendeu-se di 5(200 a 60: 0 a arroba.
u.dem d? 180> a 24O a Uiira.
TIBW-FFM DE H0VEM8R0 DE 887 {jg^tfZSfS**
Primeira represeotaco 4o eieeHeate rama hlttorleo- 4a grande especibalo, origoal psrlu- Frecisa-se < am homem af saiha
mSlacios, do meraoravel poeta o Etm. viseoad de Almeida Garret, oroad jo* bodas e varia- |r fi PSfirflVPr nara dmrihiu.tnr ^i
fWcas de masica, e no aoal toma parla o distincto artista Germano Fraaolsco de Oliveira. tor desla
b-o)^).^ .oE/tah! iao^ lm^ Cmmmm^m nrm ^.. ___

'
DE SAVT4REM
ler escrever,
Diario.

J->J: M>l
Sr. Germaoo.
14
Macedo.
Licerda.
Telieira.
ftaymaodo.
Goiioaras.

Ferno Vaz. ;.........
Froilao Das (capel o em alfange)......
D. Nano Airara* Pereira (condestavel de Portugal.
Mendu Paes (Sdalgo porluguez).......
Gil Sartao (serralbeiro)........
0 aleilde de maraviina.........
Braz Porae (serra.be.ro)........
O cootra-meaire da serralbetria......
Um homem 4o povo.........> Sania Rosa.
D. Ga ornar (irmo de Meado Paes). Sr.1 Fal o.
Aida (sobrioiia.de Froilo........ D. Anionia.
i"*00*:............ D.JwoiM.
Serapbina............, b. Jofia.
Coros de serraloeiros, ndalgos e eavalbeiros poriogaezes, horneas de armas, doowllls, povo ele
A accao passa-se em Alfange lugar prozimo a ribelra 4e Saotarem.
Todo o vestuario e sceoario a carcter ao goslo da poca e novo em quasi saa totalidade.
Cumegara' as 8 boras.
Brrelo.
. Thomaz.
__
Traca.
Ja sexta f.-ird 8 do correte mez na sala das
audiencias, Onda a do Illm. Sr. Dr. juiz de orphaos
Cbbjwa. -* daziB-de garrafas vendeu-se de *" deVB arremetar a parte do sitio e casa de viven-
4#N| a 5i80, e a ^550 a Ba.-s. da aertencente a- meuor M?noel F.munha ne mandioca.Vendeu se de 5* a 6 Pasito a Capunga, avallado por 4:459Jf25 rs. e
s-ra arrematado a qoem mais der, livre de oous
algam para o mesmo menor.
o saceo.
Louca.Aingleza ordinHiiveodeu-se de 310 a
330 por centone premio.
Manteiga. Veodea-sea ingle/a do840 a 890 rs.
a libra,e a fraoceza de 670 a G80 rs.
Massa.Venderm-se a 7JU0U a caixa.
Oleo de linhaca.Vemlebrsc a 2s500 q gal\
PAssAi.-Idem a 74000 .caiza. *
Prbscittos.Venderam-fe a 165000 a arroba.
Queuc'S. Os OamengO venderam-se a 2ji00
cada un. _____ _^
. Sab.Vendeu-se o ioglez a 140 rs. a libra e
o do-Mediterrneo a 200 r.
ToOfcf'to. Vendeu-se o de Lisboa-de 8J800 a
9*000 a arroba.
Viib(iie.Vendeu-se o Je Portugal de 90^000 a
llo a"pipa.
Vinhos. Os de Lisboa venderarn-se de i90A a
200* a pipa, e os de ootros paizes a 175.
PARA.
Fieparax)rio& pnra os exa-
.orup.-i mes^ern^,
Corso de Ilogoa fraoeeza.
de geogranhl e Historia.
tftt ,1001 MNMlopnao.
de rectiorlea e potica.
Jos Soares de .tzevedo, professor de
nem j^tBi' ;lilt4ralura aacii^ob 00 aymoasio
jbnsij elprovtBcial. de Pern tabaco, tea abarlo em
* isiss mi. rua Bolla n. 37, um corso especial
,de cada uuia das malerias acim indicadas,
para os estillantes que se propem a fazer
I exame m marco ao cotiemo tas artes.
Dirijam-se. resideocta sttnciooada. de
maabaa at as 9 horas e de larde a goal juer
^'r ____ t
-7 rTecfsa-se de ama escrava de meia idade pa-
ra aier vnoas n'um povoado disuate desta p:aca
urna legua : a tratar na rua do Crso o. I.
-^ D-se dinbelro a juros: na/roa Nova a. 63
Precisa-se de um bometoque saiba ler
e escrever^ para dislriboidor deste Diario.
Fugio no dia 3 do correte Se*"manhaa. am
"' cnoulo por nome Custodio, natural ds
ao, lem os sigoaessrguiMee ; idada 20 ao-
kb or i

Para o indicado noVto pretende sabi eom muir S*J^ Cti0(M f
AVISOS MARTIMOS
im\\mk IUSILDRA
DE
Paquetes a vapor
ET e perada dos portos do sul
ate o da 8 de novembro o vapor
Giiai, commandflnit! o primeiro
lf nente Pedr
Para o Aracatv
pretende seeoir n-ste- oilo das com a carga que
liver o palbanole Joven Arthur, tem parle de seu
earregamento a bordo, e para o resto que Ibe falta
Irala-se com os seus coo>iguatarios Aolonio Loiz
de Oiiveira Azevedo & C, no sen escriptorio rua
da Cruz n. 37.
Para o Aracaty segoe,oom muiu fcrev'dade o
hiate Scbralmse ; para carga e passageires trata-
se eom Jus S Leitio Jnior, roa da Madre de
Deoi.
Para o Rio de Janeiro.
Vae sabir oestes 15' das a barca pertuguesa
Hyppoliio Duarte, Despique 11. por ter parte do seu earregamento en
turne, sefcui
o qual depuis da demora do eos
para os portos do norte.
Vela8.-As decomposioo ven4aram-se a 380 =aM por poder conduzir a qual devora-
ris o uacote de 6 velas I abarcada no da de sua chegada, encommen-
tascmto. O rebate ce letras regulou de 8 J" e ^hes'ror free a,t dia da sat,id as 2 p.
a 10 por cento ao anno. I"* l^e}'.J?mo .^tommeaia se nao
.gajado e para o resto qoe Ibe falta, trala-se com
os seas consignatarios Ferreira 4 Lourelro, a'
Heoebem-se desde )a passageiros e engaja-se a travessa da Madre de Dos n. 10.
Recife 2 de novembro de 187.
Fretes.Para Liverpool 3/4 d. por libra 0%
pelo algodo, em navio de vela; para Hamburgo
carregandu 00 Ceara 45/ por too. 5/ pelo caf;
para Liverpool carregaodo oa Parahyba 5/8 d. por
libra o'/, pelo algodo.
objectos de peqofm'Valor nao excedendo a dnas
arrobas de peso 00 a 8 pslmos cbicos de raedbjo
ludo o q>i*'pa>sar destes limites dev-ra' ser eai-
Para
Segoe ao lodieado porto com a posslvel brevi-
dade o blale nacional Lindo Paquete, capitao Fran-
cisco Rlbeiro Barros, para a er>r que Ibe falt
trata se com o respectivo consignatario Antonio de
MOVIMESTO O PORTO
.
irais Srs. Redactores da Revista Diaria
l'ermiua-me que conteste a inex ictidSo
qu 1 vem inencionada na saa Revista Diaria
de hoje etn que diz ler sido indevidamente
reiil do quarlel do corpo de polica o
guinla nacional do 5o batalbao deste muni-
cipio Fra cisco Jos de Lima quando esse
gu di iciava-se reculbido a priso por
or. iu Jo seu respectivo coaaraaodante, por
oittdns,de3deodia2l do correte, emque
entrou gara priso, as 3 horas da tarde,
defienda sabir no dia 29, leudo fallecido ua
nonttt do dia 27.
Sarve esta contestaco, para m-3strar a
venaje de factus .que.sao alterados, onde
parece querer-se leviaoamente esnsurar-se
a quem lielraenle procura cumprir cora seus
deveres.
Qjarieldo corpo provisorio depollcia, 31
de ulobfo de 1867.
secretario do corpo,
Jos Geraldo de Lima.
CoQst i que o Sr. major Caetano Pinto de
Veras, por oficio de hontem 2 do, correte,
participara a> Exm. Sr. presidente da pro-
vincia;qne a vista do sea encomrao ioi de sau-
de o obrigava a diier-lbe, nao poder aceitar
e entrar em ex.erciaio, no lugaj;de capito do
corpo provisorio de polica, qae S. Exc. te-
ve a bondade de o nomear, do qae moito
Ihe euva a^rad^ad), com sudo assegurava
a S. Ey,c. esnr milito prometo para cumprir
qu-dquer nrilem qoe S. Exc. buvesee de
expedir, quer atieud5o*ao servifo publicfv
ijuer ao particular de S. Exc.
ni n 1 mi~11
i:<;iiti<>s das Faculdades Jtl
iflrelto do Imperio
Art. 56. Os exames serao feitos por es-
cripto, com as formalidades e pelo modo,
qae se marcarem ao regulamento de qae
trata o art. 21, 3." devendo sempre pre-
sidi-los o director ou algum lente por elle
nimbado para esse fim.
Rfgulainento complementar
dos estatutos.
Art. 20. Os exames serSo julgados por
ama commissSo composta dos examinadores,
do presidente de qae trata o art. 56 dos es-
tatutos, de um commissario nomeado pelo
presidente da provincia, e de um dos lentes
da faculdade designado pelo director.
O presidente da provincia, em taes no-
meaces prefirir, sempre que fr possivel,
os leales da faculdade.
".MI .....i-
COMMEBCIO.
PHAQA DO RECIFE 2 DE NOVEMBRO
UE 1867.
As 3 > horas da tarde.
Frete de caf do Ceara' pira Himburgo 4o/
e 5 0/
Silvelra,
Presidente.
Macedo,
Secretario.
Nov o banco de Pernambuco
EM LIQUIOCAQ
Os Srs. accionistas do novo banco podem
receoer o 2 o dividendo de 46 por cento do
capital em apolices da divida publica, que
tem de ser averbadas na tbesouraria de
fazeoda desta provincia, em tempo de se-
rem admiltidas na folba dos juros do cr-
reme semestre. *
As acfoes de banco devem ser entregues
para se inutilisarem.
EM LIQUIDADO
Novo banco de Pernambuco
Sao convidados os Srs. accionistas a re-
ceberem o primeiro dividendo (em moeda
correte) de trila por cento do capital, tra-
zeudo as acedes para irem sendo anadia-
das ; dos das uteis das 10 boras ao meio
dia.
%
Calxa filial do banco do Brasil
em Pifernambnco, aos 26> de Ju-
Ibo de 1869.
De ordem da directora se taz selente aos Srs.
accionistas, qoe o thesonreiro esta' aotorisado -
pagar o 27* dividendo das accSes do banco do Bra
sil, inscriptas n'esta caixa, a' raro de 12#000
clO Ruarda-llvros
Ignao Nones CorTa,
Engli h Bank
OF
Rio de Janeiro* Lluilted
Navios entradas no dia i.' de novembro.
New-York39 da.*, paia-.ho iuglez Inlustry, de
ir 'i t nelalas, capitao G lira 1, rqopagem S, car-
ga 1000 barricas com (rioha de trigo e utrus
gneros; a' Heory For^lcr & C
Santo Ander39 das, p laca nepaobula A*io*+
ta, de 127 touelaias, capito U. Antoom Fia',
equipageiu 8, carga 1,100 barricus c^m fariDba
de trigo; a* Maury Romagueir Hijo & C.
Cardifl 33 dia, patacho ioglez Georgiana, de 230
toneladas, capio Tauteo, equipagtm 8, carga
ga carvn ; a' Wilsoc & Hett.
Havre29 das, barca fraiicea Sppere, do 28-'i to-
neladas, capitao Fouesool, eguiMag'^m 1 i, carga
mercadorias; a' Tisset Fr>-re.
Marseilb 42 dia, barca fraoceza Ville de Trou-
legnan, de 212 tonelada;, capitao Rom, equipa-
gem II, C3r;a sea.eot vinho e outros geueru*;
a' Tasso & Irmaos.
Navios sahidoi no mesmo da.
Rio FormosoVapor brasileiro ParuAgn, com-
mandante M^llo ; em la -tro.
Livprpoil--Brigoe noroegoense Capella, capito
Huberl; carga as Observando. m
Suspenden do lamaro pan o Rio de Jjoeiro a
barca iugleza Talismn, ctpilo Aoderson ; carga
a mesma qne trouxe de NiW-York.
barcado como carga. Prevme-se ao Sr na. '.':"" *? "X'" v<-""J ."*uiiu auimiu uo
ge.ros qoe suir gS T recebem P2. Almelia Gome*'a roa da Cruzo. 23,Jl3odar
agencia roa da Cruz o. 57, escriptorio de Aoto-1 PORTO.
nio Luiz de Oliveira Azevedo & C. i Pretende sabir para o Pono, cono a nviior bre-
vidade possivel a barca porlugueza iHumildade,
I tend. )a met de to quaM dous tercos do seo car-
; regamento engajado. Para a carga qne Ihe falla e
iStlVeqacO COSteira VOr VaVOr. PajsBeros que pitn a* de excellenles com-
Qir, ir nm^pr. i m0(loS trata-se com os coo>ignalarlos Marques,
nio rormoso. Barros 4 C, no largo do Corp.) Santo o. C ou com
No da fias 6 hora* damanhaa < capitao Carlos Ferreira Soares.
segoir o vapor Mamanguape, i
SOMPNHIA PERNAMBUGANA
DE
commandante Costa. Recebfcar-
K*, eucommf odas, passageiros
dioheirc a frete no escriptorio dj
Forte do Matos o. 1.
Para
,DECLABi;Oi.

No dia 3 de novemtro vindouro depos da
audiencia do Illm. Sr. Dr juiz munictpai da pri-
meira vara civel, lem de r a pra?a por venda,
om caixo de casa em respaldo; situada Da rua
dos Guararapps o. 20, eoj caixo vai a prca por
exernco de D. Mara do Rosario da Fonseca Ma-
Ihei'rs contra Flix da Cooha|Teixeira, sendo di-
to caixo edificado em terreno foreia e que a
exequenia soubora da posse, send( a arremata-
gao aperus na bemfeitoria. ___
Peran.e acamara municipal desta cidade, estay
rao em Draga nos das 6, 9 e 1? te novembra
prximo futuro, para serem arremtaflos por quem
menor prreo offereccr, os reparos da qoe oecessita
o acaugoe publico da ribe ira da fregaezia de S.
Jos, ccosistindo estes em ladrllhar com lagedo,
como se pralica n^s clcalas dipredios, o circu-
lo do exienor dos balcSes do dito acougue, e oo
interior dos mesmos um yrlgamento com pedra ja-
|-ralepipedii,.bem como rafear e ccllocar nos ioter-
vallos dasi*rcad's 6 portees de ferro batido, ludo
ore. do oa quaoila de 8:1'.IJ4000. As eoDJn,5;;- da
arrematsclo sao as sesuin es:lo arrematante
obrigado a comisar a obra dentro de 30 das, o
acabar dentro di prazo de qoatro neies; i* rece-
bera' o paganeoto em coas prattafias igoaes,
seodo a primeira depois Je meiadma obra [jala,
e a ultima qolnze djas depois da enirei; : 3* tollas
as obras sero feitas segando o plano do engenhei-
ro cordiador; 4* os rnaterie a-' eaapreoar na obra
sero de primeira uualidale.
As pesioas qo^ pretenderem eoocorfer a' affe-
maii^o, omparecam no m-mcionados das ao
pico monicipl, legalmeite habilitadas, devendo
apresentar dias antes as babililagoe pjra ,-erein
julgadas.
O orgameoto acha-se 1 xposlo oa secretaria da'
repartic^o pa^a ser examinado por qnem qalzer.
PCo (a cmara moniclpal do Recife, em sessio
de 30 de oolubro de I8d7.
Luiz los Pereira Stmoes,
Pro-presidente
Francisco Canuto da Boaviagem,
Secretario.
COMPAMIA brasilea
DE
PAQUETES A VAPOR
D..j porto do oorte esperado
a' o da 9 do correte o vapjr
Cruzeiro *.o Sul, commandaDie
Alcoforado, o qual depois da rte*
mora do cj.-tuuie seguir' para
0= porios do sol.
R-icebera-se desde ja passageiros e engaja se a
carga qie o fapor poder coodoztr a qual devera'
ser embarcada no diarfe sua ebegada, encommen-
dss e liinheiro a frde at o dia da sabida as 2
horas. Nao s. recebem encomraeadas se n3o ob
jectos de [ihiju-'G ) valor r> que nao excedam de
duas nr.bas di pesj ou palmos cbicos de me-
dieo, tu i 1 o que passar des'.es limites dever ser
embarcada orai carga Previne-se aos Srs. pas-
saajairos que suas as^nns s se recebem nesta
agencia rua da Cruz n. 57.
CO1TANHIA PERNAMBUGANA
DE
Naveg.ico costeir par va par.
Macei c escalas, Penedo e Arasaju'.
S-g ie no da 15 do crrante as
5 bor.is da larde o vapor Polengt,
comimodanle Pereira. Recebe
carga at o dia 14, encommeo-
da>, dinbeiro a frete e passagei-
ros at o da na sabida a hora do co-tume : es-
criptorio no Forte do Matos n. 1.
COMPANHArPERNMBUCANA
DB
Pjavegacio costeira por vapar,
l'arabyba, Natal, Maco, Mossor, Aracaty,
Cear e Acarac.
0 v por.Jpojuca commaolan-
te Martins.g-goirc.' 00 da 15 do
corrente as 5 boras di tarde para
os porto- cima indicados. Rece-
iMK& be carga, encommeodas, diohei-
ro a frete passageiros ,.| jelles al o dia 14 e es-
tes at o dia da sahid.i as 3 horas da tarde: e;-
criptorlo nn Forte do Ma'os n. 1.
Illia de S- itiguel.
Para o lioso cima segoe o patacho portogaez
Jergense do primeira marcha, para carga e pas-
sageiros trala-se com o consignatario Joao do Re-
g Lima, rua do Abollo.o. 4.
Sesil Com hrovid-jHo n imiulu nlnnl IVi/.m
te, por ter er^nde parle da carga engajada, para
a qoe anda pode admiuir t alase com o respec-
tivo consignatario Aotonio de Almeida Gom?s, a'
rua da Cruz n. 23, 1" andar.
S0C1T GENRALE
DE
Transportsmaritimcs a vapeur
paquebots fraxcais.
At o dia 7 do correte espera-s da
Europa o vaporfrancez Puton, comman-
dante Alesai6, o qual depois da demora do
costume seguir' para Bueoos-Ayres pela
Babia, Rio de Janeiro, Santos e Montevideo.
Para condieces, fretes e passagens tra-
ta-se na agencia rua da Cruz n. 5.

1


SQiMIOj MMt.
RelajSo das cartas ngistradas existentes
DESGONTA letras da praga de prazo cur- oa adoiinistracao do & rreio desta provincia
to a 8|0ede prazo maior ataxa a conven- para os Srs. abaixo declarado.
Cionar. O Alexaudria.CaoliBi da Silva paila (Sara-
RECEBE dinheiro em copU corrente e ^^iT^Xfli^ o" r^afe
prazo nio. TRro?. Aoioob PerMra o> Miranda, AntOnio da Sil-
SACA vista OO prazo sobre as Cidades va Campas. Dr. Brazjl-reotioo Hen^iues de Sjo-
priocipaes ae Europa tem agencias fla Babia, baraode Ooararjfs, Ueaedicio J dft.-cSa6tos,
Bueoos-Ayres, Montevideo
va-Orleaos a einitte carta de crdito
mesmos lagares.
7 Lirgo,..do Pelourioho 7.
Npwvhrk Ni- Chalaca & Reoeila,
iD. Florioda Amella do E^plrlto

f1HIPt\HIA PER.UIBl!G,lltt
DE
LELOES.
De cerca de 150 caixas cam chocolate
D. Modesto de la Par capito da barca bespa
nhola Isabel eocalbada oa liba de Fernando de
Norooba, fara' lellao por iolerveocao do ageote
Martins por conta e risco de qnem pertencer, com
autorizara o do Sr. vicecnsul de Hespanba em
sua preseoca ede um empregado da ailande,ja pa-
ra este fim nomeado, do cL< colate cima parte do
earregamento da rae.-ina barca.
Terga feira 5 do correte.
No armazem n, 8daalfaodega as 11 boras do
dia.
levou uo smente a roapa do corpo
qoe urna jaqaetinha preta de panoa fln-, e ralea
prea de casemira, costuma aolar un pna4 de
calcas : quera o achu fira' o favor levar ao seu
seoti-jr moiador oa roa do Uueimad) o 30, se-
gundo andar, 00 oa ru* do Crespo a. 16, primeiro
andar, qoe ser gratifi^-to.
^HH^H^^^H^HHMH^HB^BFV^n^^^^^Mitaiiiiiiiiiii^BaataiariiiaiBBBBK
Luu da Votf Pessoa envida a eos amigos e
pareles para terca-feira, 5 do eirreuta o.inrera
bma mrssa na mairlz di Boi-visti p-Us 7 hora*
da maabaa pelo 5* anuiversj.no do falfecimeato
de sea pai.
Fugo de easa de seo senlior o b^cbarel X-
bor Caroeiro Bdierra CavaleaoM, o caoriDha Chris-
lioo, de idade de 12 aaoos, rosto larg v olbos gr*u-
des e bonitos-e alguroa eousa refirmado do corpo,
e deve ter uia cicatriz em um dos naicaobares
provenieote de um golpe de lotee,- ten mi nesta
cidade e fui comprado ao tenante eoronel Silvino
Guilherue dj Barros, tendo perleocido ao Sr. Mi-
nervino de Souza Lea, morador em JaboilSo :
qoem o aprehender o o Ivar aos qoatro cantos da
Boa-vteta sobrado n 1, que sera gratificado.
fi
Preci-a-se de urna que -aiba bem cosiobtr e
comprir, fi.rra ou captiva : na toja da ,rua Nora
n. 11.
KUi 1)0 AMORIM
numero 28
Aloga-se o segundo aniar do sobrado da roa do
Amurim n. 28 : tratar oa roa da Cadeia o. 44.
Criado.
rretisa-se ao um cnaao : na roa oe o. inte n.
24, para levar comidas 'Ora.
Cozlnhelra
Precisa-se de urna etiob|a>, prtfere-se escra-
va : na roa da Cruz n. 16.
Precisa-se de uina ama para todo o servido
de urna casa de familia comporta de 3 pessoas; oa
roa Direita o 84 se dir quem .
asa
Oe 400 gigos com batatas novas em om oo mais
lotes a contento dos compradores : terca-feira 5
do correte em frente d: armazem do Aooes, lar-
go da alfandega.
para alojar em Oiiiida
Alnga-se duii cas em Olioda, rna do Bon.fim n
24, eom duas salas e om gatootte, qoatro qoartos,
despensa, cosinha fra, um qnarto terreo e quia
tal morado, cacimba cera excedite gua para o
consumo da casa : a tratar em OHoda com o Sr.
Silveira, pateo de S. Pedro novo, taberna da es-
un a voltar para o Crao, ou dj Recife, na da
adji, lojt n. 44._________
0 abaixo assignaJo declara aoe nesta dala
deixa de fazer parte da casa commercial qae gy-
rava nesta praqa ^ob a razio social Siqoeira, Ir-
maos & C ; ficaodo lodo o artivo e passivo a car-
go dos socios Severiaoo de Siqoeira Cavalcaoli e
Joaquim Ignaci > Pessoa de Stquelia. Recife 31
de ootobro de 1867.
Franclsc Xivier dos SaotuS.
!&
^^
DE
ESCOLA.
Maria Barlholez da Coucsicao participa ao> Srs.
paes de familia que modou sua escuta da raa da
Imperalnz n. 84 para n rua da Coocord a n. 1.
onde espera a Droteecao dos mesnMH seodout, pro-
mettndo fazer todooesforco par odrsejado .ip-r-
feiQoameoto das meninas Tambem da' a-guiias
lifoes ie francez da 4 s G huras da lard. Adrait-
te-se pensionistas a mcias pro-ioulstas. Af-oca se
a boa lettra.
Recife 2 de novembro de I8i7.
i.
AMA
I
}
Havenea cosleir por rapar.
liba de Fernando.
No dia 12 da novem-
bro ao meio dia expedir
esta compaobia nm dos
seos vapores para o por
to cima. Recebe carga
at o dia 11 ; passage:
roe, encommeodas e di- ojonto no o. 2o.
nhcirj a frote ate a> iO oras da maonia do da
da sabida : escriptorio oo Forte do Matos n. 1.
Pa* *a.
.

para osip,
Saoto (Victoria
ca Brgida e..
ocha Campillo,1
Lucas de Souza'
Raogel, Praaeico dd Mjdomtiw Lima,1 Jo >jo-1
anda receba carga rolada irata-se com o consigna
ioi|s' Rib>irwdi73uvei'ra! Mu* JoKo FraociacoAa *lva Novaea, travessa :0a
ir
|
Qaarta-feira 6 de navembra as 1 i
liaras
No largo do Corpo Santo casa que foi da
Associacao Commercial.
PULO AGENTE BUZGBIO.
Do sobrado o. 32 da rua do Rangel rende por
anno 472J.
Da casa terrea n. 23 oa roa do Rangei, lem 2
talbos, pole render por anno 60G\5, as chavas es-
Precisa-se Je uma.aim para.tadg-servia de urna
casa de familia, na ra\ da.HjrU.s o IX l nJir
Prensase da urna ama pura i> sprvico de
ama casa de familia na ru> eMrrlta h*Tti-ario.o
27, 2- andar
'fS-ft ii*'iiiyW* viiiy'iH m mMmmm. mmmmmmmm
f Lompanota bdVlade de seguros S
martimos e terrestres
estabelecida oq Rio de Janeiro
AGENTES M FKIUSAIIBQO
Aotonio Luii de Oliveira Axevea k C.
competentemeote aotorisailos pela
directoria da compaohia de seguros
Fidelidade, tomam segoros de na-
vios, mercadorias e predios oo sea
escriptorio rua da Crui n. t
Da Cosa terrea n. 98 sita no largo do pateo do
Terco, tem am terreno exteroo, fondos, coai fren-
te para a rua das Carrogas, e as chaves para ver-
se podara* pedir oa mesma rua o. 38, padaria
chSo proprlo reode por uno 480*.
ua casa terrea n. 8 sita no largo da Peoha, chaoMnglezes.paA-de l,pudin~pnfertadoscomcapellasae
proprlo e sera* vendida por antonsaejio do Illm. | altlolo e boqneu proprlos- pava presentes. Paz se
a rua" estrena do;Rosariu sobrado n. 35b
primeiro andar, aprtuoptam-se baedeija de artaue
?5es oom. bolos, floo da varias qnalidades para
casamentqs e bailes, e de o?Stej* de aiata, bolos
,) palbbote A/o,^sgue at 20 do correal* tA?^^^
mepto de rnvenlartante para cumprir legados.
Madre de i) os a. S.
iFe'ix Jcs Ja Serra (2J, Francisca
I Mello, Dr. Fraoetseo Colro da Roe
i Francisco I^nicloKinio.^rancisco Li

tta
Novo Banco de Peraambiico

* dividendo
0 povo banco paga o I9***vidend de
5|{l00 por accao, nos dias teis, das iO Do-
ras ao meio dia.
De om
pa
Oag.
administrador da massa laJlida de Sebasuaii Jos
quim da Silva Cmwpc; Joi- Vicente de Luaa, Luiz I mi I m.M BM I%|W
Aoia/nlo Gooi'aU* Pbooj, LoU. Aotoao Vwira,-, O f alacha Leeildad proleode sabir para o Rio' da Silva e pw despacho do Im. Sr. *3t. joU spe-
Lou Gonglves da Silva c[ C-, Lnia Hunjz, D, Ma- deiaaetfo com aquella breviaade que Ibe for pos- eial do eommerclo, de om carro americioo_e ^e
bonqails i~ Son* *e papel, de cera de panno,
de cravos, ros a flor qoe oslnos quonm, de cravo. natur.es
para casainecitos eom laco de 0ta bordada a ooro
oo leu lijlas e seda, seud i a ucoromeaxJa feita tres
dias antes. C ro americano de i rodas e duas raBjados feo pel4)S ngorioos, e tn-m ubem
casa terrea n. 33 da rua Nova, capellas de Odres de iar*nj> paraaotaas, alada
ariins fat'leilo a requenmentodojcapellas para meoioas, todas as nulidades d
S4SIIAl
rta do Aajpar > Barreiro.-, Matbeos Alvgs da lio-' sivl, segundo a concurreicia, da carga que bou anas parteada casa aelma pertencentes a mesma
cha, Manoel Brtato de 00-#la Braga, Maobel lg-1 w : quem o'lle qoize; ca;regar, pode dirgir-se' massa.
naci do Cirvalno MeoiioiH}HoVr; Maaoal Piabeire aos oonsignatartos Marques, Barros & C, ao large Quaru-feira 6 do correte.
de Mk.QJaOtork), Du Tbom Feraaedes Madeia do Corpo Santn 6, ou ao respecllvo caaitao Aa- "to armazem a. 16 da rua do Imperador as 11
de Casfo. ^^ I toaio loaqoha Pituv I barafc.
flores para afeites de ahapoaa e timcaa, akes pa enreites de santos, palmas, ciualas, arcos de boifl-.-
de trigo dourados. e>i0;s para igraja, para quii
quer eoeommeoda aVfra sempra tea proap
la. Entallase tsmhn vli? ricas para bapta
dos. Telo islo mais barato do ifae em aotra qsa(-
quer parte e com multa presteza de ando a aa*
baver (alta a gama.


-a..
*m
*ft mntoM iri ?
HB^MsBra-ti^Ns-'
4C 1867.

ECI
*
DOUTOR SABINO 0
BITA NOTA
4*M i/los-as:
Neste importante estabelecimento se acb
lado o que necessario para a pratica da
Uomeopathia. ,M
Medicamentos emglbulos e em tinturas,
preparados com a mais escrupulosa exacti-
_______ dio por meiu de machinas especiaes.
Carteiras portaln, contenios principaes
medicamentos em glbulos 103, 06,
."tO, *W, 500 e 60)5, conforme a quanti-
.*rMad* de tabefil _M1"
Caizas de medicamentos em glbulos e
em tintaras de 803, 1003, 1200 e 150,1
rs., segando o numero dos vidros e de ta-
fees.
( Estas caixas slo mui uteis aos mdicos,
senhores de engenbos, chefes de grandes
familias, capities de navios, e em geral
todas que se qaizerem dedicar pratica da
hoOMopalbia.)
Cada tubo avulso casta.......14000
Gada vidro de meia ooca de tintura. 25000
Vendem-se glbulos inertes, tobos vasios,
Tidros para a prepararlo das dses, etc. etc.
Escovas elctricas para tratamento das
molestias nervosas, principalmente para as
dores de cabeca.
Apparelhos do lavar os olhos no trata-
ment dis ophtalmias.
Apparelhos de iojeccio para o tratamen-
to de certas molestias das mulheres.
Cb preto e verde de excellkme quali-
dade para aso dos enfermos.
Veude-se igualmente o Thesoaro ho-
meop;ttliic ou Vade-uaceum do
bomeoiraiha (obra iocontestavelmente
indispensavel todas as familias, pela clare-
za, com que ensina a empregar a nova me-
dicina), preco 203.
(Km porces de 50 exemplares faz se o
abate de 15 por cento.)




~ A
CONSULTORIO HOMEOPATHICO.



O Dr. Sabino O. L. Pinho d consultas
iodos os dias uteis desde 11 boras da ma-
nlia al s 2 da tarde.
As visitas aos enfermos sao feitas das 2
horas em diante ; mas em caso de oecessi-
dade as visitas podero ser feitas a qual-
quer hora.
Para que as visitas possam ser regulares
compre que os d entes oo os seus enfer-
maros mandem dar parte do sea estado,
todos os dias at o meio dia as molestias
agndas; e de 5 em 5 dias as molestias
chronicas.
As consultas escripias sao respondidas mais
ou menos promplamente, segn lo as
necessidades da molestia e a distancia em
que se acha o doente, pois que neste caso
faz-se preciso indicar de urna s vez tudo
o qne convier ao restabelecimento da sade.
As retrihuices serio pag^s na mesan con-
formidade.
O Dr. Sabino roga a todas as pe.;soas, que
cosiumaiu coosulta-lo por escripia, que or-
IJunam anc cane nnriarinroe a iii-mnplo nifo
ga de suas cartas, visto que, enlregando-as
como costumain, na accasio de se retrarem
do R-.cif-, impossivel responde-leS sali-fac- gra
t riamente,
0 JAYME

Posto qoe, na segunda adelo do Th*-
soaro homeopathlco ou Vadem-
cum do nomeopatua, pagina 677, se
acbe indicado o meio de usar d'esse preser-
vativo, com todo convm repili-lo com il-
guns esclarec meatos mais.
Pira orna familia dissolvem-se 20 gl-
bulos em urna garrafa com dous trros
d'agua pura, vascoleja-se bem, e d-se
cada pessoa urna colherada pela manhi, nu-
tra ao meio dia e outra i noite, durante
tres ou cinco dial consecutivos. Deixam-ne
passar oulros Untos dias sera nada tomar
lindos os quaes, repete-se o remedio da
mesma maneira ; e assim se continuar
em quanto dorar a epidemia.
(\s creancas at a idade de 3 annos to-
marlo o remedio as colherinnas).
Si a epidemia estiver moito forte, ou, si
na cas hooverem bexiguentos, deve o reme-
dio ser tomado todos os dias sem interrup-
c5o, at que a cousa melbore; depois do
que volte-se a usa-lo do mo'io eosiuado.
A garrafa deve ser nova e moito bem lava-
da, primeiro com agua quente e depois com
agua fra. (No caso de n5o haver garrafa ou
vidro novo, poder servir ama garrafa de vi-
nho ou de aguardeote, com tanto que seja
muito bem lavada com aguas quentes e
fras.)
Para ama s pessoa basta dissolver 6 gl-
bulos de vaccina em 2oncas d'agoa, e d'ahi
tomar as colheradas como j ficam indi-
cadas.
N5o prejisa grande dieta. Abstenham-se
do cha e do caf fortes, do abose das bebi-
das espirituosas, das comidas gordurosas
e milito adiibadas Eis aqui apenas o que se
exige.
t O'
N. B,ra do Queimado primeiro V^VffliUAm
MlO H AIS i % IHIJ.OS Itlt 1M OS.
Tintura instantnea para enegrecer os cabellos em am minuto sem offender a pelle!
__
v-ij-i *"


> so
i i.*.: i.
Mi para cortar e rlia7 cabellos, e fazer barbas.
<#fe)
Gabinete reservado e desente para tingr cabellos
com porfeiyo, presteza e mdico preco.
nico premrvativo de caspas e calvice. _Q fq .
PREMIADO PELAS EXPOSigOES DE PERNAMBUCO E RIO DE JANEIRO.
BEI TOSTADA OFFICIM DE CABELLEIREIRO

toaiel Power Jtfeastti iliempankii
Ra da Senzala Nova n. 41.
AeBNCIA DA
Fuadlcio de Lw loor.
Machinas a vapor de 4 e 6 cavados.
Moendas e meias moendas para engenho.
Tunas de ferro coado e batido para enge-
nho,
Arreios de carro para um e doas cavalka.
ekf ios de ouro patente inglex.
irados americanos.
Machinas para descarocar algodo.
Motores para ditos.
Machinas de costara.
Alugs-se
A casa da roa das Agdas-verAes a. 18: a ira:ar
na ra Bella n. U. ________
Thoroai Cavalcanil da Sllveira Lias Jnior.
leudo disolvido a soctedade que tinrra com o en-
geabelro J laquim Pires Carnelro Hooteiro em ota-
rla t b'iias de caplm, deelara qne nada Ibe deve.
RaeHe 30 de ontubro de 1167.

1 onde com esmero e gosto se manufacturam, qaer para.a provincia, qaer para fra delta, todas as qualidades do nsticos SSj
modernos e de apurado gosto, accrescendo a grande differenca de ser 10 040 mais barato que em outra qoalquer parte.
PLUMERA CELINOS.
(contra a mordeoura oe cobras)
Este medicamento gota de muito boDS
crditos contra o veneno das cobras e de ou-
tros animaes venenosos.
O Dr. Sabino no Km ainda observcSo
pessoal de fado algam que o antorise a
affirmar sua efficacia; mas sabendo que no
Rio de Janeiro e em S. Paulo elle tido co-
mo muito poderoso, mandou-o vir para ex-
perimentar.
Algumas pessoas do centro d'esta provin-
cia e da da Parabyba tem escripto ao Dr.
Sabino, dizendo ser incontestavel o mrito
da plumera no tratamento das mordeduras
das coi.ras.
Emprega-se a plumera celinos interna e
externamente, da maneira s gointe:
Uso interno Nos casos menos grates
dissolve-se urna ou duas g tas de tintura
em duas oncas d'agua, e d-se ao mordido
urna colberada de hora em bora.
Nos casos mais graves dissovem-se seis
gottas em quatro meas d'agua pura para
(lar-se urna
de lo em

lixpicndido ortlmenito de canelU*, eaa reres e em eomplu-cno.
\6. RA 1IO QIJCIMAUO M.6.
\i^H.
^ IMMlft'

-e


0
a
outra.
Serras avulss para machinas.
Mancaes e todos os mais pertences para as
mesmas.
Carros de m2o para aterro.
Cylindro para padarias.
eliulbadores para milho.
Arados americanas.
Escadns de madeiras americanas.
. Carrinhos proprios para armazens.
i colherada de meia em meia hora. Moinnos refiDac5es.
lo minutes, e ate de o em o mi-! dem para avino,
uto* (accoodo a <,, tio nono inoculado, Machinas par; cortar capim.
ou in.eiiMd.de dos symptomas manifestados.) Bombas raregar jar(fins>
D.go que houver melhora se espassarao vaquetas pan ciertas de carros,
a-lnaimente os ...tervallos de urna dse a Ca^as de*;.er).0 sorli(jas<
^'Bombas de Japy.
Uso externo.- Ao mesmo tempo qae^se ,dem ameriCfl^S-
da a beber o medicamento applicam sc*x- Ferros a vaptr para enRommar.
ternamente na parte mordida bos de Imbo. Vassouras americanas.
Em qua^-squer epidemias o Dr. Sabino ou de algodo embebidos em umaa'sso u"' Baldes amerkanos para compras,
faz distribuir gratis s pessoas pobres, no c5odame?ma tintura constante de 10 gottas Tinas de madeir,
seu estabelecimento. os preservativos neces- de tintura em -10 colheres grandes d agua,
sarios, dando-Ibes as competentes ins> ruc- Estaos se conservar5o sempre molhados
r5es. sobe o lugar da mordedura.
Presentemente reina a epidemia de bexi- O Dr. Sabino reaber com recon eciraen-
gas ; amitos j se tem aproveitado com fe- toas communicaces que sedi^naremdefa-
lizes resultados no seu offerecmento, feitc zer-lhe as pessoas que experirneutarem o
no Diario de Pernambuco; mas necessa- emprego da plvmebia celinos.
rio que todos experimenlem esse meio lao ---------
fcil e t5o commodo de se preservarem e s Nota.
suas familias d'essa terrivel molestia. Em ausencia do Dr. Sabino acha-se in-
O preservativo empregado a vaccina curuhido de resi-lver quaesquer negocios
elevada J dynamisaco. As pessoas, que relativos ao estabe'ecimento o respetivo ge-
fazem uso d'ella, ou nSoto accommettidasde rente.
bexiga<, ou, si o sao, raramente as tem de Jos Atoes Tenorio,
m qualidade. Professor em homeo^atbia.
MEDICAMENTOS PRESERVATIVOS.
Fedegoso de Pernambuco
A planta, conbecida entre nos sob a de-
nominacSo de ftdegoso, e no Rio de Janeiro
c pro incias do sal deste iniperio pela de
crista de gallo, o tiaridium utilissimum
ou tiaridium elonaaHim de Schum, e o he-
hotropium ctrassadium de Kart., pertence
: familia das boragineas.
O fedegoso considerado, na therapeot-
ca pernambocana, como urna das plantas
mais recommendaveis por suas virtudes cu-
rativas, e applicado interna e externamen-
te, como calmante do systema nervoso, na
paralysia, asthma, tosse convulsa ou coque-
luche, tosses recentes e antigs, suffocaces,
catarrbos pulmonares, etc., e em geral con-
tra todos os son*rimen tos das vas respirato-
rias ; sendo om excellente unitivo para
aqueles quepadecemdepbtisica pulmonar.
Sua efficacia contra o ttano ou espasmo
incontestavel, e ninguem ha que a deseo-
_H_M_I
Alm do grande sortimento das melhores machinas, americanas para descarrocae I \3n* norando n algoda-o. de 10, 12,14,16, 18, 20, 22, 23, 30, 35, 40 e 50; neste ^\^^\J^!^^^^Z^
encontra mai: o segumte: jdesoffredora,preparamos o queahaixo indi-
Azeite de esparmacete propria para machi-1 Peneiras d'arame para padarias e refinacSes. camos, pondo a disposicao dos distinctos me-
nas de todas as qualidades. Correntes para almanjarras. d'00? e ^os doentes desta e das outras pro-
Vapores de forca de 3 a 4 cavallos. Machados e facbes americanos.
Caixas com vidros de todos os lmannos.
Cannos de chombo de todas as grossnras.
Folba de cobre dem idem.
dem de Sarao idem idem.
Folha de Fiandres.
Ferro de todas as qaalidade>.
t Arcos de ferro.
Latas com gaz.
Trens de porcelana para cosinha.
dem estancados para dila.
Bandeijas finas.
Balaceas americanas.
dem rovervacs.
Taixas de cobre.
| Estan'iu om vcrgmnhiis.
Folhas de (erro de todas as giossur.v.
Correntcs de ferro sortidas.
: Espingardas de todas as q;;
Rewolveis de todos os m \
\ Ferramenta para ourives.
dem tara tanoeiros.
vincias deste
i que s3o:
imperio nossas preparacoes.
lade
"S.
A JIJKIBB%
cni extracto alcoollco, emplas-
tro, oleo, tintura, plalas, xa-
rope e vioho.
A JURUBEBA urna das substancias me-
dicamentosas que pertencem ao reino vegetal
I e entram na elasse dos torneos e desobstru-
' entes, sendo em pregada com vantanem con-
|tra asfebres intermitentes acmpanbadas de
engorgitamento de ligado e baco.
Ella tem sido aplicada c> m incontestavel
proveito contra a anemia ouchlorose, hy-
dropesia catarrbo da beaiga. e mosmo para
excitar a menstruaco diQicil, resultante da
mesma anemia ou cUlo^e.
i
Precisa-ae de ama ama corinhelra, forra on cap;
(iva, para casa de pooca familia, pagando se bem -
na roa da Crnt do Recito o. 50, armazem, das 9
boras a 3 da Urde.
Precisa-se de nm oa dons eanoeiros qne le*
Dbam bastante pratica de irabalbar em canoas de
tijolo, da olaria do abaIxo asignado para esia
pra;a Na mesma aloga-w orna canoa de orrei-
ra qoe esteja em boro estado, e qne nao pegue em
mais de cinco a seis pessoas : na rna larga do-
Rosirie o. itf, acharan com quem tratar.
__________Maooel Antonio de Jess.
a oa
Precisa-se alugar nma ama escrava oa livre, que
cozfnbe e engomare, para casa de pequea fami-
lia : n ra da Concordia o. 34. subrado do arma-
zem do sol
S o.
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33 175 _ 1
C > O -ri 7
O s ^ 1
m JTJ. -n
M i
1 3
martimos -
CONTRA FOGO.
A companhia Indemnisadora, estabeieci-
da nesta praca, toma segaros martimos so-
bre navios e seus carregawentos, e contra
togo em edificios, mercadorias emobilias:
o. 's, pavimento terreo
aa ra do Vigario
Ballaios e cestas de verguinbas.
Guarda comidas.
i dem para ferreiros.


3%%lWt
DE

[DE
J. VIGNES.
!V. 55. RA DO IMPERADOR !T. 55.
Os pianos desta antiga fabrica sao boje asss cuntiecidos. para qae seja necessario (asistir ^
m saporionda.le, vantugense garantas que offerecem aos compradores, qualidades estas incontest!
veis que eiles tem definitivamente conquistado sobre todos os que tem apparecido nesta prnoa ; po
nniado um teclado e machinismo que obedecem tudas as vontades e capnebes das pianistas, seo
tiunca falbar, por serena fabricados de proposito, ftter-se feito altimamecta melSoramentos importan-
rssimos para o clima deste paiz ; quanto s vozes, sao melodiosas e flautadas, e por isso muito agrada-
seis aes nnvirios dos apreciadores.
Paiem-se conforme as encommendas, tanto tiesta fabrica como oa do Sr. Blondel, de Pars, socic
aorrespondente de 1. Vignes, em cuja capital foram sempre premiados em todas as exposigSes.
No meemo estabelecimento se achara sempre om explendido e variado sortimento de msicas doa
loores amores da Europa, assim como harmnicos a pianos harmnicos, sendo tudo vendido pe
oreos commodo razoavls.
-V 8 A -Ra do cabalaX.
Agostinho Jos dos Santos $ G
Chocolate vermicida

OE
At-tanio Vares de t"astro.
Desde 1857 qne san as tabellas vomicidas
applicadas em Portugal/ amo o remedio
prompto e effica para a expulsao das lom-
ngas, qne i>. graves padecimeotos causam.
e que quasi sempre se suppoe ellas a ori-
gem.
E-te vjrmifugo prefervei a qnalqaer
outro pel<> seu agradavel paladar e fcil ap-
plicacao s criancas, as quaes geralmente
sao mais atacadas de semejante mal.
itfuoMto especial
3 i.Roa laga do Rosara lo34.
Botica de Bartbolomea C.
AtteiiQo.
X. 25 Roa de LivrneU R. 25
Deposito de taroaocos e eticado nacional da fa-1
brif.j da ra do Jardim n. 19, de Jos Vicenta Go-
dioho, tnnio no deposito como na fabrica seapresp
tam i idas as porcoes de calcado o mais barato
po.-sivei. su fabrica tata Mas as machinas pro ;
prias para os calcados ja bem acreditados pelo
randa numero de fregoezes qne daqol se for-
U Dr JoBa>lista Casan va
pide ser procurado a quMquer bcra pib sen con-
sultorio homeopaihico, largo da matriz de Santo
Antonio n. i.
No mesmo coosolio-io tpm empre (trane sor
tlmento de medicamentos de tioive p.ibia de We-
bere Calillan, tanto em gljboio5 coito om liolura,
assim como tero nm sortimento de ferros de cl-
rurRla em car tedas e avnls >s do afamado Ctaar-
ner de Pars.
Atlenro
O arrematante das lojas de ferrapens d > fallecido
Sebastio Jos da Silva vem (tler#ctr ao respeita
vel pnhiico om completo sortiint uto de ferragens e
mlndezas por melade de seu valor, grande sorli-
mi-oto de alambiques, bombas de japy a aspirantes
para os senbores de eogeohos se proverem de taes
artigos rom ponco dioheiro, finos de di tersos ta-
maoo, ferro tm barra, em aren e folha, foades
de ferro e urna intlnidade de objeclos, que se torna
enfadonno eoomerar.
Acaba de ebegar a este estabelecimento um esplendido sortimento de
oas do ultimo gosto, perfeico artstica e modelos enteiramente novos; como
seguem: aderecos com rubim, esmeraldas e perolas finas, pulceiras, broclies
para retrato, anneis, botoes de punbo, brincos e cassoletas com letras, etc..
etc., etc. Salvas de prata do Porto, faqneiros, paliteiros, caln de mesa l
fructeiras, cajos precos sao ineompetiveis, pois que os propri'-tarios desta casa,
recebendo seos artigo^ directamente da Europa, podem servir vantajosamenta
aos seos freguezes. Compram-se brilhantes, pedras finas, ouro e prata, page
se bem, tambera se incambem de fazer concertos.
UREA PENNSULA
0 ARKOBE VEGETAL
E' muito superior aos xaropes de CUISI-
N1ER, e deLARROY. De faci digesto, a-
gradavel ao paladar e ao olpbato, elle cura
radicalmente, s>m mercurio, lodis as affec-
ces da pelle, impigens, alporcas tumores,
ulceras, sarnas degeneradas, escrfulas, es-
corbuto. E' sobre tudo poderoso as moles-
tas rebeldes ao mereur.o e ao iodureto de
polassi.
XAROFEUE SALSA I'ARRILHA DO PARA'
ou
DEPURATIVO DO SAVJI/K
USADOS AS MOLESTIAS OE PELLE, IMPIGENS,
DOBES BIIEUMTICAS EULCERAS VENREAS
PIXULAS A^TI PERIDICAS
Contra asfebres iulrraitentcs, on srzSes
Trocaiti se
as notas do banco do Brasil e das caizas filiaes-
dom descont minio rasoavel, na praga da Inde,
oendencia n. II.
O Pliforal de Cercja,~
DO DR. AYER,
te




FaTiica de destago e bonificacSo
DE
MARQUES & FERREIRA
RUI DO UIORIM FOKTE DO MATOS
PERNAMBUCO-
O .MULUN' tem aceito directa sobre os
: CL-niri s nerv >sus, e por isto faz dormir sera
| determinar aflluenria de sangue bo cerehro
como o opio esubstancias simples que dille
, se extrabem, pelo que o serano tranquillo
e reparador, olma a tosse as bronebites,
e modera os accessos de asllima e de tosse
. convulsa.
l TODOS ESTES MEDICAMENTOS SAO PREPARADOS
POR
Joaquim d'Almeida Pinto.
PHABMACETICO EM PERNAMOtJl..'
Roa 1-rtja da llosa rit N. luitj
Jui to no qnartflOe p li
li

Esta fabrica achando-se montada com lodos os nenessario* pertences a urna deslilaeo e com
m.ferias prima, que entram m ooafeccio de tod >s os seus productos da superior qualidade : protnp-
(iflca-se a receber toda e qaalqoer encommenda e a vode,r o seos productos por precos nimiamente
redundo, osqua obtiveram premios oas exposirs Jt- Pr.rriarauucj, Rio d Janeiro e Pars em 1867.
Temos sempre em qoVuidades ginebra, dita de laranjt, aniz, agurdente do reino, cognac, b
clntbo, bitter, wermotb, kircbe, wropes para refrescos, primira e sexuada q:ialdade, !rdre Qos e
entre finos, Hola jira escrever, perfumarlas, vinagre, marrasquino, c, spiriio de 40*, 38" e 36,
d lo de alfazeraa, limooada trazoza, Was : I16r da larani, ros e urteia pimenta ; urebata de nevide
de mi I incia e m mus outros gaere-, os quaes -,1 vendem a v >:ji Je do compra |jr, em barris, cana
da, em gmafas som vistosas tarjas. Promptifloise a coodiccloaar d a ijniar quaiqner remessa que
nos seja pediJa pura toda e qualraar parte, devendo ser os pedidos acompanbados de ordem sobre
esta praea.
-----------------------------------------------r-------
neeem.
Prrcisa- ama casa defamiii : na ra Imperial i-brado n.
it psga se V)} m, pS4e;
Fogo do ar
Recebem se encommendas de fogovdo ar para
dentro e fora da provincia : do arroaaem da bola
amarella no oilo da secretarla da polica.______
Precisase de ama criada para rasa de pun-
ca familia ; tratar na ra do Fmotradcf n. 32,
l.j,.
FABHIGA DE CI4P)S DE SOL
DE
i'-i ,<3

V
Tenio fallecido.oj>oiio 'Antelo Ahes Villel, a
dirtetoria do Monta Po Ponugun; em observan-
cia aodiio>to nopit. 60.d.a e.MlCtos, mancar
reiar uuia tuissa palo i-teruo reiunisu oo filiecido
secunda-feira 4 d ouvrmbro, ua matriz, Oa B in-
vista, as / horas da ma'ili^. e convida para assls-
tirein a.i'ssw acto os prenles c amigos do dito fl-
oado, bem como os senos do Monte Po que pede-
re m toJrarecer.
UIHIMI FALQUE!.
E.-te estabelecimento acaba de receber de Pars urna rica colleccao de cbapos
de sol de seda..de alpaca e de algodo, com armacoes de balea, de ferro e de junco dos
me'bores gostos e fabricantes, que vende mais barato do que ootro qoalquer estabeleci-
mento, por sert m fazenda* vindas directamento.
Igualmente tem fazendae de seda, de alpaca, de algodo e de linbo para cobrir
chipos de sol, tudo de boa quatelade e por preco commodo.
f?ncrrega-se de ]o.aIquer conceito, com presteza, seguranza e garanta.
Um portfguez cum luja ua roa do Quemado
e morador na mesma ru, teodo ruja 31, pelas S
boras da madrugada, uvido pisadiv na -alia aon-
e dorma, 1 Mptou-se e nada mis viu do que as
portas da salla abenas, assim cmo a do corredor
do mesmo predio ; dando por falta das cbaves do
estabelecimento, i*sm ctrm. nma da porta do dito
corredor, e como on qusi Jia trati- de sabir para
a ra a encamnente miodei njbs.U|Oir as fecbadu-
as do estabaiecjment por outras; assim qualquer
lentaliv do indu.trioso ficara' sera elT bom que a polica seja mais acti ra para nao se
rperofluzrem faiuos desta ordem.
Recife, 31 de ouiobro de I8G7. ,
. Na qnarta fetra, 30 d > passadn, no trajelo
do arcal do hospicio at a matriz da Boa-Vista, per-
den-se Uiua r seta esmaltada de azul com dois pe-
queos brilhantes, qoem a ac.tiro e qulier resti-
tu Fa, o podera1 (tzer na ibes turarla em mao do
Sr. Antaaio Lmt do Amaral e Silva, qoe sera' (
nerosamw-te ieQnip*oado.
Preci*-s da uina ama : aa ra estrella de
Ruarlos. 3J. uar. _^
[MS t\ri- ''a S"r8'u,'*i t"s'i constlpnCi
frfflW// Brondiilp, asma, dcnuxon, roqul-
do, CoiiiK-lncln'. nngina, Diplhci-i;-.
Kste x.iroic j i-ltorcl o resul-
tado de longos anuos de estado
por um dos prlmciros mdicos O.i
America do Norte, e de experi-
cacias minuciosas nos priucp--:>
hosptfiea do nMinilo; C recoltaJo pelos mdicos mais distinctos
deste seculo na sua i-linicn particular, port.into conanca, 1, por Hr eficaz, alcnncaBdo com urna certeza infal-
ivel o assento da molestia e uiruucnndo lhc as raizes, assim
danUo aos orarnos aectndos uum accao uutun o s: 2a. ;io.-
ser innocente e applicai'il a qmtfqtier pcsft de qxialquer idadts
ou sexo, ao homem robusto ou crlanca da mafs tenra idade,
cmlo fiasco sendo accompantiado de dirrcecoes minuciosns :
Za, e ultimo, por uo ser um rent&Uo secriio, pois qualquer med-
ico oa plmrm.ieeutico pode obter a formula da sua composic^,
dirfgindo-se pessoalmenle on por carta no agente geral, H. 31.
I.ane, a ra Diiiif.i Xo. 15. Hio de Janeiro.
Muito-- casos quo tiuliao /.timbado de todos os recursoa
da ciencia tero sido onrados radicalmente com o uso do
Peitoral de Certoja.
As pessoas atacadas de fMas, deflu-xos, Dr Broitchite, asma, etc., e ontros 8ym]>tomas da tsica prima-
ria geralmente fazem ponco caso do son padecimento at
qne seja tarde para cura-lo. Xo descuidis d' urna tosso
f urque agora parece de pouca im|ioi'tanciu ; nma tosso
descuidada chega a ser clironica e. induz a forraaco do
Tubrculos nos pululos.
Ncnhnma casn de familia dovo estar sem um frasco
dste xarope i. nio ; pois nos ataques repentinos de:
An-jina, de Cto*p, c nos paroxismos do Coqueluche; ou
tosse compriJa a que csto Sujetas as enancas, nao ha
tempo de chamar um medico, ncm de fazer remedios, e
este xarope alivia inmediatamente c pOe o filho querido-
sao o salvo, fora de perigo.
As molestias que csto ao alcance tas virtudes curativas
do PJBITORA.t DE CUHEJJ. sao
Defluxoa, Toases, Asma, Esquinencia, Bronchite,
Coqueluche, Tosse ferina ou convulsivp.
Hocjuidao, Todas as molestias do peito
6 garganta. Consurnp-.-.io dos Pul-
mes ou Tsica pulmonar.
Acht-se cm todas a Boticas c Drogaras do Imperio.
Pilulas Catharticas do Dr. Ayer
cijbIo
PrUS de teiitre, ImdUjttti, Constipa rao, Itheu-
mmtUmo, Hemmnrrholdtu, Ddr *> eabe^a, A Xevral-
fim, mal do estomago, Inxaqueea, mal do l'igndo,
fhwtrite, Pebre gm*tro-h*paiiea, Lombrigaa. Ergilp-
ellm, Utfdrop*ia, Imoromonto do bao.
Todas as molestias que proTm do nso excessivo d>
Qnhilno.
O mlhor purgante at hoje conhecido.
Elias pilulas astucaradas sao puramente vegaet.
ptTSOO E PTJMFICAO SEM sfEBCXTBIO.
A vonda s toda* as Boticas o Drogaras do Imperio.
AGENTE CEB1I.,
H. M, LAE, Ba Direito No. 15.
Bio de Janeiro.
Deposito geral roa do Vigario n. 9

Para a it.a radical k cer-
ta Je todas ;v: molestias do peito
l:
i lucum



4 4e *** 4c 8o7.
mo'tuK


N. 2 D ^ N. 2 D,
CORICAO DE URO. *J&
ft*-u,i DDblieo avallando o tolo que deve ler o proprleUrlo de amnowestabeleciroen-
^ MJ^^^ymsm"^ocloi^^mrlww.ei\3\i^nXe*ocon^o de oaro a compra.
W T ^ K r.lSntos esmeraldas, rubios e parola; verdaderas em agarras modernas pek
prata cora
dloiiH >X^e^rtoTmad^erola"obrader^deroo gosto (o qae o encontrara no coracio d.
c'?0S_^L,^r?mn-t.^Uf.rnsinft. ricamente enaltada pelo pequeo preco de 12A, brin-
Joaquim Jos Gongalves
IteStrft
RIA UO TaiPIfiBE S. 17 Io AMAR)
?jcca por todcs os paquetes sobre o Bancc
io Miono em Draga, sobre os guite IngV
em Portugal.
,: -
i"
<


t'tfl
"fl.


competente crusUHia ricamente enteltada pelo pequeo preco de ilfct
oaro) toil de_tf ^^^^ preco> cassoletaa, traneaos, pnlceiras amueles para
lo aneis proprios para bnur cabello e arma, dito par t
boro om completo e bem variado aortlmeoto de dlve
te rnbius e esmeraldas, obra esta Importante a pelo ser.
jrma da delicada moslnha de ronca com ptagente contend
-& tos, brtlbawes. parolas, o gosto bUma, **** ^.^TJT:,^
tos de um trabalbo perfeito por
oragao
gffjFpr* wwwto!
ttos cairos mo^ ^ bem variado sorttmeato de diverso.
^*0t0 K^?.^o?c^.~nto.7uWos esmeraldas obra esta importan* |tf pelo sea ,.-
forto.
Yaleo-a.
Golmares.
Coimbra.
Chaves.
Viseo.
Villa do Con^e.
Arcos de Val de V.
Vianna do Castalio.
Ponte do Lima.
Villa Real.
V^v.deF.m.Uea.
Lagos.
Covilbia.
Vassal (Valpaiisoa.)
Mirandella.
Beja.
Barcenos.




'
[i NOEAS
de ouro e prala
Compram-se tnoedas de oaro nacionaes e eslran-
gelras, bem como patacdes dos diversos caobos :
ira casa de Adamson, Howie Si C, roa do Trapi-
cbe-novo n. 40. _^__^
Moedas de prata
oacienaes, assim como paiaedes portogoeas e
nespinhes, compram-se com premio : oa roa do
Crespo n. 16, prime andar.
Comprase uroa on duas casas tuneas : a
(raiar na roa Bella n. 14 prlmeiro auilar.
____
**""* Il^ ^."rt^"iiflrii7 ircioMS. ditos para homem, diversas obras de brilhantes de
p^n^^^l^AnLSStS^^um\mh aneis com letras, cae* .lelas te
55affrSSS&fiK Xm(a Su) brineos de franja,'ditos a imperatrize tofc qtf.
VWa oa?aSomt retratos e obras to cabello, e outros raudos objetos que os pretenderes en-
5.r.l*; rlZ23?ilZne se cowetn com toda a amabittdaa aos coocorrentes de liando-


preco talve alfoem
valor.
ivfir-^^" :___*'* **** "" "* ^minnU auaolia i vista d<
lojt
tos, por meaos ao ejee
vr^'l^^ranri-^ ttoei-w ouro, prata e pedras preciosas, e tambero recebe-se concer-
^aalLr^eVm^L'^ deooreno se poden' eogarcom a
casa, pois
nota em um

>




POR CAUSA DE DOS MOTIVOS
SATISTA^IO IXDISPExSAVEl.
A o respeavel pub lico.
O Veado Branco declara mai francamente e sem rodeio alguax qfst^em de-
Boraio a publicacSo do sea terceiro anotracio por duas poderosas e importantes razSes.
1 o trabalhe insano qne tew tifio de estodar o meio de virar o S da Fragata
Amtsonas da ra do =Queimado ... ,
2o. O deseje de estampar oeste Diario o seu interessante retrate offerece-Io
todos os seas benignos fregaeies e nigos sinceros.
Sendo mpossivel ao Veado a cosecnco do seu pnmeiro desejo, olle pelo pre-
vate incumbe dessa tarefa ao habelSr. Dornellas, pintor, -cirrendo, porm, por -conta
dos dignus pilotcrs da referida Fragata, a importancia Agora qaanto ao segando, saibam todos qne e problema caja incgnita ia fot
acoada, gracasa pericia do distinoto Sr. padre Azevedo. Assim pois levemente dar o
Veado mues copias de si esperem os amigos.
Agora duas palavras.
Ao Oordeiro Previdente
A vos que viestes aragmentar o numero dos asmaes domsticos que oegociam;
Ves cof>rlmeiYte
Si a cousa for em pregresso breveaaeate ser esta cidade wna perfecta arca oe
Amda bem que o Veado n5o esla so....
Atten0o! Attenc&d! AttencoH
As ordens do respeitavei publico se acbo. o amavel Veado Braaoo com o-sa
importante sorlimento do tudo que diz respeito amolhados.
Os precos. que por demais s3o razoaveis, devem coovidar a quem or vez; osgo-
ciar com elle a ficar satisfeite-e a voltar sompre que for nescessario.
Para as pessas qoe-sao estabelecidas com casa .de negecio fora da>cidade ba um
magnifiooe escolnido sortim-itito proprio doTazer conla aos mesmos senbores.
Assim, pois. o Veado I*raneo cont que cada da ser augmentada o na:ero
de seus bons freguezes, tamo do centro como da cidade.
Votiham convencer-se da bondade de cossos gneros e de sua baratera queiB-^cda
o5o quiztonrar o nosso bello estabelecimento.
RIJA IIIREITA
16 ESQUINA QUE VOLTA PARA PATEO DE S. PEDHO N 16.
1\E XA PORTA A mWMUkl
vo
Ama
Precisa-se de orna ama liara laar e ego*r :
na roa do Trapiche n. 36\ 3* aodar.
HISTORIA DE CAKLOS
vil
Rei da Suecia
POR YOLTAIRE.
Veode-se esla eicellente obra por L4S00 em
broebura, na livraria Econmica roa do Crespo
n. 2.
Ni ansmi livraria tomam-sa asalfnatans para
avldi de Horacio Nelsono celebre almirante
anglez a IJ cada exemplar.
. Maior vautagem
O eoraeio dd ouro rus do Cabu
ee-se em compn das moedas de onr > ni.
Oompam-se escravos
Silvino Gallherme de Barros, compra, vende
joea electivamente Rscravoa de ambos os seio'
-de todas as idade: : a* roa do imperador ti. 79,
erceiro aodar.
No rma:ra~n.~16^di~roa do Impend r
compra-ge movis asados e oovos.
Compra se poFmais do qoe em ontra qrl
qaer parte, prata brasileira e estranpelra, libra
esterlinas, meadas ii 94 16* portiiRuezas, d
5*. 10* e SO* brasllelras e -e irocaru seiiula
das calas flliaes do Banco do Brasil : na ni., n
Cadeia do Recite n. 38, loja d atalejo._________
I. I
ATTENflO
!
No armazem de faztndas de
T,
I
Comprase
Cobre, latao e chombo : no irmatem da bola
amarella oo eitio da secretaria da polica.
Moedas de ouro.
Nacfonaes e estrangeiras assim como libras
esterlinas' campram-se na roa do Crespo a. 16,
priroelro andar. ___________________
11MGA
Lec-lona-T a solfrjo e a tocar varios
instrumetios dando se as hcSrs particu-
lares ero mas proprias ca>a?, das o ho-
ras di tarde al as 9 horas a noite : i
tratar tn ra Augusta n. 30 oa nesta ly
pner pliia.
Compra- se ouro e praii em
na prca da lndepeo^:cl u. 22.
obras velbas :
A 240500 e 11300 j
Na ra do Torrea n. 18, escripto-j
rio do corrector geral Goncalo Jote I
Affonso, compra se mod s brasi- I
leiras de 20oo por 24*500 e so- \
beranos por 11^300.
MGSTIAS 1)0 PEI10
Aviso laarartante.
Osoaicos verdadeiros xaropes de irypopho.-phl-
os Mouda, de cal e de Ierro do Dr. Chnrchill tra-
rero firma qnatro vezes repetida desie sabio me-
dico obre o sobserlpti a marca de fabrica da
pharroacia Swaoo, ', roa Castiglione, Parte.
Aena-se a veoda em frascos qoadrados com o co-
me 3o Dr. Chnrchill'no vidro. Prt^o i francos Oi
Parte : Com Instrocco_________^_________
llaga se
G primeiro andar do subrado da roa Diretta n.
8, Rovamente raiado e pintado : a tratar na pa-
darla da viuva Maceado & Filho.______________
Aluzase uesa escrava qm saiba vender na
ros : quem a livor pode dtrlgir-se a ra des Cin
cc'Ponlas'n.'iJS.
fKT4
Comprase urna liteira eui toro e.-udj
tratar na ra de Arago n. 36.
VENDAS
\
ViDO B
NIMGUEM SE EHGftlE COM 0 BftUZi
.re
Chegou a"aal
*. pomada gfflcpeaa
srirpida e compiria dos callos dur<*.
Botica c drogara
M
ariholeaaea t C
94Raa larfa de Roaari34____
CASA 0A F0RTU1&
Aos 6,ooe
.BILBHBS GARANTOS.
&VBBA, DO Crb0 N. 13 ECASAS DOCOSHWE. ; lu| 0,ri' 0 o:r e routu inlt-liigeota Rwmd.
O abaixo assigna Fabriea e fundado de bronze
e outros mt,tats> culdeireiro,
laieeiro, e funileiro, situada
na Soledad^ ra do Prin-
cipe n % e oom deposito na
THa Nova h 38. da cidade
do Recife
DE
BRAGA &SAMPAI0,
"JPabricam-se oeste importante estabeleci-
aento todas as obras conceroentes as artes
respectivas como cjarn:
Alambiques de todos os tomanhos em
feitios, os mu -acreditados aparelhos de
^Derosne com as dimencoes delicadas dos
fabricados em Fsanca.
4'abricam-se avulsas quaesqcer pecas des-
aparelh.iS, como -sejam o dilataJor, ratifica-
dor e condensador, ou esqueata garapas,
resfriador, serpontiuas interiora.
f abricam-se bombas de todas as dimen-
ooe e qualidades, pelo systema francez ou
americano, simples, de pressSo, repuso, e
com especiaiidade a estancaras! assim -ap
ominadas pelo euorme volame de agua
que absorvem calculada em 400 pipas por
har, e das quaes algumas estaa promptas a
serem experimentadas.
?Existem bombas por este ystema, me-
nores, para regar sitios, gararrtindo-se n3o
Aluga-se por fesu ocas casas acabalas de
novo d piuladas cada urna com 2 jjsartos, 2 saiae
ecrtih*soc.ti) Mtumaa oa eir:i'la do Porto
da Madera eej Beoeribe com envlleote boho
muiiopuno. Je casa : <4u a casa Z M. ra do Seobor Bom toas d.8 L. .ou- i ^2"^nf^
las "a *-m Oliera na roa dos Arrumbados n. 2o
es bilhelesc^raeKdos Ha loUria^ue se acato tie
.:,::,.. ir a beuettcio do paUiro>>ciu dos erguas,
os segolotes premtes :
N. 17 uro meio com a sorte de 6:0( *.
N. 4657 dio nveie com a sorte de <:2u0*.
N..W8i doos quil.is com a sor;o Qe 005.
E outras rauilas cortos de tOO, 0 e i"i.
Os possoidores ;.'"& vir receber fcus resp*Ci-
s descontos >as leic ua ca.-a Ct
i Portan; rna doOresco o. 23..
Acfta-Bi-se a veoda os da SO* parte da loterii
,:'j a.avor das familias dos vjluuiifios da pa-
G r. tiulllieriuo KiMleil, ucUico, ua
coosnltastodos os dias das 8 bor*s as 10
da anaohsa e das 3 as S da la'de na sua
residencia-roa Nova o. 1S, especiaiidade
mo'pstia- dns oihos.
tienco.
Ke/nham ver
efende-se oa lujare marcioeina a*. Caist( >
Oitaen. l.'pallia apparelhada da aelhor u.t'i.
par* .teeer caceiras so fas, por orees mais a
jr-jdc do qne em outra ijuaiqoer parte.
ia.
Prefo.
Bilhele.....6*000
Mei......3*000
Qoioio.....1*200
Lia porcao de 100,3 para cima.
Gmele.....3*500
Heja......2*750
guilo.....100
Manoel Minios FiLza.
O Dr. A. S, Pereira do Carmo eeta morando no sobradan. 12 da ra da
ImpfaMi.
PLANO
Pft.4
As 3xtmc(jes las loteras.)
iOOObilbetes a 5*000.. ..........20:608*0001
Bensficio!, ello e commissao 32 00.. 15:400*000
O bacbarfl J aqoia Gongalves Lima
abri seo escritorio de advonado na i,ua
Qneima4o o. 1 prlmeiro aodar, oode -
pode ser procurado nos *ias olei, das 10
horas da manbaa as 3 da :arde.

Uffaid.

1 Premio de........ 3:000*000
1 Dito de.......... 00*000
i Dito de...
5 Ditos de
10 Ditos de
15 Ditos de
2.3 Ditos de
975 Ditos de

1004000
40*000
OfMQ
10*000
B4000
00*000
500*000
400*000
300*000
i\O*O0O
>: 850*000
--------------i:!:'j00*00e
1013 Premios.
2967 Brancos.
Str* D. Seotiorinha Germana do Espirito Sujio
U:6tQ0OO | avisa s pessoas one aoerero c ir orar terreno oo
i lugar ArraiaJ, que lia j correu as linbas diviso-
! rias, o qne o .seo sitio esta* no lodo des-mbaraca-
do e vende o palmo a 1*509 rs. : a pessoas que
i desejaceui possuir cum pooco dioht-iro bons sinos
'e com uptiroo b>obo, apro^ilem a oeeasiaii, visto
qoe o see sitio, que val -r rtalbadj, iido plan-
tado com novoj e oplimus arvorodi.s rociiferos,
! fia*en'io tatubern nelle ierra de barro, propria para
i vasaotes e baixa de caplm.
A mesma convida as pessoas que Ihe coro^raram
terreis no lugar Akua-fria, qu *vobam reeeber
os ses Citlos ir> compra. ,d
Geograpbla
Joaquim Pires Machado Porlella abrir' em uo-
verabio proiimo, oa easa da. >ua resideoeia, om
curso de geographia para os estodantes que qui-
terem se habilitar para os exames de margo Os
seubores que quizerem insrrever-se o deveio fa-
ler al ) da 5 de osvembro iropreterivelroeDle.
Na praca da Independencia n. 33, loja de
ourives, comprase oaro, prata e pedras preciosas,
| a tambero se faz qoalquer obra de eacommen^a e
todo e qualquer concert.
WfWMf "
trata se pa c>?^ ,j0 0r amonio Ferreira Martios Ribei-
na leja n. 45, esqona da ra da Madre de ueo?. ; r0) roa do Arag30 D. 3}f auseoto-se no dia 25 do
*_ corenle o seu escravo Euiebio, cabra, com 21
I M ^ seno; de idade, potco roais cu menos, de eMaiora
^ I '& ^^ baiza e cheio do corno : qnr-m o prender e levar
4000 Bilhetes.
jjfl premio de 5:W*0d0 est snielto ao
deecooip de 20 0|0 por le geral provincial, > os
d90*000 400*000 ao de 5 0)0 por le provin-
cial
Tbesooraria das loteras de Pernambuco 30 de
ouloforo de 1*67.
Servindo de ibesooreiro,
lok Bodrigues de Souta.
Anorovo. Palacio do goveroo ue Pernambuco 30
de oolobn Je 1867.-Baru de V.lla-Bella.
Conforme,
Francicco Lucio de Castro.
Domingo 1 fia crrente mes (era' lu^ar a (esta
*t N jss Sefrhora do Frostepicio do R is*rio da
fregueila de -Sao Antonio, expensas *ies mora-
dores devotos da circuujvisiofcauca da mesma ex-
celsa Senhora,- .ajo proeramna o -egmate :
SabaiioO, pola* 5 horas de maoba,'levantar-
se-ha a haodeira, que scra^oeadunda i>sr grande
ooroero de meDioas e acomoanbada pela msica
io 1 batalnio da guarda nacional, de easa da jui-
i ao adro da saesma igreja.
A'noile do"fBesmo dta tora' lujar freas 6 lf5 >
horas da tarde vuspea, caja msica -sera' dir -
ir.ia pelo Sr. Cois lbo, cujo laleaic musical e
txm conhecido 4o nosso ptbMeo, e soUer se-ha lo-
go concluida a vespera>Mai,i,.|ao e Mversu gy-
rtodiias de fugaeles.:
No da puasS boras da manh.it, edehrar-
sr. ha mis**, loo*U'io a (ett:a do re'-: i Jo bat-.-
Icmii, e Onda ella iavera' am graorie eoiva e asa
iiedo bio subir' as regSes aimosphrricas, como
saciando os -habitantes kt.it cidade.
As II horas d:r-se-ha tmssa, Bxe.;u:odo a or-
ck.tstra o dagina ia Conceiea i, orando por essa oe-
easio o Hlt4ne e R?d. padM -Luio, pregador da
cjella ii>p-f'W! -.ciUiti.lo-s-i -acabada .-cae ejai
(tola, urna salva dlver
do ar.
As 4 boras da.;iar jKr*>-'oun.t>-se tws loteccaJi.js aifttws baldes,\ G aBJa Que focne.'em j)e!o que cao cousde-
f^1?f&l&T7T%. i!* as primeiraf bombas conbecidas.
Tocias as m.iis obras se fabncain a vouta-
de dos freguezes e a seu capriobo.
Exista tempre proruptos no deposito io-
dtcailo.za ra Nova n. 36, um completo sor-
limento de obras solidas, bem construidas e
a precos rasoaveis, coma sao alambiques,
serpentinas, taso*, passaeiras, repartidei-
raa, escutaadeiras, cocos, candeias, o muilos
outros uteac'lios proprios para ngenhos,
como sejam mancaes de bronze, parafuzos
para rodas de agua e outros.
Cavirhas, machos para lemes, pregos de
todos ^s tdmibos e para o Torro de obre
de Dawifis.
Aprompta-se tudo qaanio diz respeita as
obras de lato torneadas e pulidas com toda
a perfeieio.
Vlvulas para Unques de banho, lorDeiras
de todos os tamaabos e qualidades, assim
como todos os ornamentos para militares,
botes para farda, aparelhos p3ra barretina,
nmeros, espheras, espadas, camelas, alam-
padas turbulos, caldeirinhas, navetas, almo-
farites, perfumadores.
Obras de folbas de flaadres de todas as
qualidades, balis, bacas, bules e outros
utencilios domsticos.
Lampies para gaz para cn^enlio*, fulha
de flandres em caixas, folbas de cobre e ia-
to, tubos de chumbo para eocanamentos de
tudas as diraengoes, fulbas de lineo, estanto
em barras e vereuinha, langoes e barras de
ebumbo, vid ros tinos para espelhos, de co-
res, bordados, e opacos, e oulros para vi-
dracas, diamantes para corlar vidros, cadi-
nbos ordinarios e de pateota, rea para mol-
dar, folies para ferreiro. lavatorios com ba-
cas e jarros, trra podre e oulros nmeros
olijectos proprio de taes estabelecimentos.
Sendo todas as obras inspeccionadas e
feitassob a directo do socio administrador,
Jos Baptisla Braga o qual se acha de novo
especialmente incumbido da gerencia de 13o
importante estabelecimenle, isso urna ga-
ranta pela sua tonga pratica, que lem os se-
niioies freguis de que serao servid >s a
contento, com prompiioioe preco commo-
do, oflloqaeos proprietarios Ihe serlo agra-
decido.
LOJA DO GALLO VIGI-
LANTE RA 00 CRES-
PO N. 1.
Os proprietarios deste maito bem c-rahe-
do estabelecimento tem a satisfaco de levar
ao conheciment do respeitavei publico que
a< abam de receber pelo ultimo vapor da Eu-
ropa om grande e variado sorlimento de ob-
jectos de ioteira novidade, dos qaaes se H-
miiam a mencionar apeoas um peque o na-' das^
mero fleando o respe Uvel publico na serte-r
za de qoe neste estabelecimento sempre en-
contrarlo um c mpleto surtimento de arti-
gos de gosto e inteira novidades como sejam.
Ciatos
Os inuitos desejados cintos com pontas,
bordados a vedrilbo, fozenda de muito gosto
e eomtleta novidade, respeito a estes cintos
nao fazem observarles e sim deixamos a
apreciadlo d s esclarecidas freguezas isio so
no Gallo Vigilante Da roa do Crespo n. 7.
Leque
Muito lindos leqoes d'osso, madeira. sn-
dalos, e madreperola ; pretos, brancos e de
cores, e muito se tornam recommendavel
pelas bonitas paisagens.
Flres
0 melhor que se pode desejar neste arti-
go as quaes parecem naturaes assim como,
tambem recebemos urna pequea porcloTo-!
das pretas e se vendem na loja do Gallo
Vigilante rna do Crespo o. 7.
Capelina
Mui lindas grinaldas brancas e de cores
aquellas para noivas. e estas para bailes, ca-
samentes e baptisados.
Lavas
Lavas de todas as qualidades para se-
nhora, homem, men as, sendo de algodSo,
fio da escocia, seda e pelica muito fresca e
do fabricante Jouvin, paree-nos que n5o ha-
vera quem ignore qae por todos os vapores
da Europa o Gallo Vigilante, recebe grande
quantidade deste artigo e por isso sempre
tem sorlimento a vontade do comprador, e
tambem n3o se valle da falla o sea preco
sempre o mesmo.
Pentes
Muito bonitos pentes de tartaruga para
coque e alizar os cabellos, assim como para
arregacar os mesmos e muitas outras quali-
dades.
Escovas
Grande sorlimento de escovas, pararoupa,
cabellos, chapeos, deotes e unbas, sendo de
osso, bfalo, baleia, mar tim e madreperola.
Xava has
Superiores na/alnas pequeas para bar-
ba sendo cabo de marbm, tartaruga e ou-
tras qualidades, as quaes o fabricante ga-
rante a boa qualidade.
Abotuaduras
Cbegaram as n.ui lindas- -guarDicca do
boldes para colle es fa/.en 'a de gosto, assim
como grande sorlimento de butoes para pu-
nbos.
Santos CoelhOy ra do Quei-
mado n 19.
Boa e barato
tansinhas Poil de Chvre a i& o covatto.
Madapoiao entestado a 80 a peca,
i Cambraia de cores tnatisadas tinissimas a
dem brancas transparentes anas de 10,
5U00, e,j, 70, 80 e 9om a pega com i0
jardas.
dem branca tapada de 80 e 90 a peta
com 42 jardas.
dem branca franceza mu lo larga a 90 a
peca com 8 varas.
Baldes de 35 e 40 arcos nesgados para
senhoras, a 40500.
dem de morsulina nesgados a 50.
dem de crochet a 50.
dem de mursnlina para meninas a 30 e
IfMft
Saias bordadas a 50.
(umbralas admascadas para cortinado a
120 a peca com 2o varas.
dem para forro a 30 a peca com 10 }ar-
-
Cambraia de linho maito fina de 60 e 90 a
vara.
Madapoloes finos de 60, 70, 80, 90,100,
110 e 120 a peca.
Platilba de algodao superior fazenda para
saias a 30200 a peca com lo varas.
Coberias de chitas de ramagem a 2Coo-
Lences de hamburgo fino a 20400.
dem de bramante maito fino a 30200.
Pannos adamascados para cobrir mesa a
40500.
Goardanapos de linho adamascados a 40
a duzia.
Atualhado adamascado com 7 1/2 palmos
de largara a 20 a vara.
dem adamascado de linho com 7 1/2 pal-
mos de largara a 30 a vara.
Algedlo entestado com a mesma largara
a 101oo a vara.
dem trancado de algodao a 10-OOa vara.
Toalhas alcochoadas de linho lisas a 110
a dnzia.
dem de algodlo felpadas a 130 e 140
a duzia.
Colchas de fusto a 60.
Lencos de cambraia brancos finos a 10800,
0 e 205oo a duzia.
Lencos de cassa fimssimos a 30200.a
3060o a duzia.
Fil de linho liso a 8oo a vara.
dem com salpicos a 10ooo a var
Grosdeoaples prcto bom a 10r'oo, 20
2#8oo o covado.
Morantiqoe preto superior a 208oo o co-
vado.
Flanella de todas as cores a 800 rs. o co-
vado.
Tarlatana de todas as cores a 8oo rs, a
vara.
Bramante de linho com 10 palmos de lar-
gura a 205oo a vara.
dem de linho com o palmos a I02oo a
ara.
dem de linho com 31/2 palmos a 809 a
vara.
Riquissimos basquins a b0OOO.
Assim como outras muitas fazendrs qto
se vende por menos que em ouira qoalquer
parte, e d-se amostras de tudo,
Fetar
Preeisa-e de um ftfWf P" "m sitio
-J i t dita casa sera' feoerosauiente gratificado.
iigiusp onr Fe-lia |)v.iciuu ac .a-iRiiicj lago de ar-
uBf !o qui sera' na los mais indos qae -e tem
vi.-(.. <;;i iii-nn coja.- es, Awtlo assiaUns
a fvb'-ade ii-vocio.
Paca, maior pumpa da testa a commispc encar-
r u*- ...f-e aos tauroures das tus lares e es-
ireiu flu Rosarlo oofec^qnio de croar -o1; -varan-
das e jMiuH3S, e a' saile botar luwmanas u. fa-
cbadar de -saas casas.
Hcae. .i Se novea&ro de 1867.
A cenmissao enrarregada,
* F. d Silva.
Jos Pilippe Uartins.
V!riatoC. Lone.-.
ea^ite Joo Gu4erroe de .Mello fazo-
blico, quw do.outugHuftuOut-iaiadas, ua frrgueua
de Barretros, cuniarca de Palmares, fugiram cu
dia 20 d ouiulir* proiiwo pa-sado es seas lrj
ocravos ttiuiotoi :FrulU'MO, Vctor e Victorino^
lodos criuiiios e a e<>s, e, mju/Jc-, ie acbaai na
oie do r. ubadci .coto o m:or escan-
dan, e escarceo das leis e das antoridad6. O an-
oucciante previo?, i ji -, qoe nuiguem arate ne-
gocio aigun com us diios escrave, nem com al-
gnneoolros de sua ptopnedade^ robando a's lundaaes judiaras, guliciae;, capiUes de campo,
e quwsiiuer pessoas doiovo, qiieeocuutrem ditos
escrav s e delifiUvereiB Oi>ticla, os apprebendam
e cuodozain ao diio engoKh, i u acs: pucaao Sr.
Dumlogus Jos da Silva oa ra da Cruz do Recale,
n. 23,.iOutid'i aodar. que generosaoieoie r-c-,ia-
pensarau.; proteslaiMu usar do rigor as leis coq-
ira queiu se pruvar o roubo 4o- mesmo.: escravos.,
os tiver oecultt?, Ibes Fogio da rna ia lmppr.nlor da ca-a do Sr.
De Anoes, ao dia 5 de seieiiibio | roxirno oo, o
o or>riuna dj nme Joao, idade & l a 11 anuos,
bonita figura, cb'ij do d.rp, ar alegre, boa deaia-
ilura, (dios grandes. Levau vp,?;ido camisa de
nhila r iscadinhj encarnado, calca de algodao atol,
chapeo de frliro prelo, copa bana. Aodava ven-
deudo uoias leueas em om Baares; urna po.-soa
iii que o vio montado em \Vv^l.'s sea cbapo,
ea\o condeia ancoras, era dirigidn o dua comool
por am rioilO} jtilga se nao ser de loog de-ta ci-
dade, e pode ser qoessa pe3soa oconduiisse jul-
gando ser liwe : roga se aos proprietarios de en-
geonos-, e 'j auto'idades poilcises pesquisaren se
esl*' acolitado em alguna casi, ou juem o pegar
on delle d Hita n. 50, qoe sera' gener^anente gratificado.
Du-sw ^) tuosaes pelo aijguel do urna
eicrava, que e.nnbH a ensabd para iras pessoas :
na ra do Rangel u. 9. _____
O&Vrece se um oco portoguei para caxei-
ro de in Ibados o qual ja tem batanle pratica
denle negocio : queso do sen preniimo precisar di-
i ijas ao pateo do Terco o. 13, refioacao.
P E' a qne se vende por pre;o o mais barato por-
que a mals nova qoe existe n mercado cirenms-
lancia esseocial qoe este ait>go demaoda para pro-
dozr o eff-ito dese-jado, A vista que aprtsenta a
barrica qoe a contm conOrma o ler che^ado ao
mercado roais recentemenle possivel : no arma-
zem de assncar de Jos da -ilva Logo Fillio & C
Vinbo superier em caixas de urca duzia e
lem para vender Antonia Luiz de Oliveira Azeve-
do & C, no en escrintorio ra ita Croz n. 37.
Vende-se on aluga se um grande sitio nc
alto da lideira do Barro, freguezia dos Alegados,
o qnal tem dnas moradas de casas e nimias fruc-
teiras, como fejam jaqoeiras, mangueiras, coqnei-
ros, cajoeiros e ooiras, e moita trra para planta
rio : a tratar na rna da Senzala vetha n. 8.
III
UlM
a 2i a arroba e em barrica por muito menos : no
armazem da bola amarella lo oilio a scretarii
da polica.
Vende se um terreno as Curcoranas pro
prio para plantago, erntendo eento e (atrios ps
<\f. enqueiros novos e algomas arvores de fructo :
quem pr< tender dirija-se para ver as Curcuranas
ao Sr. Francisco Ba dos Prazeres, artualmeoie
rendeiro, e para tratar no pateo de S. Pedro n. 24.
Sl do &sso'
A bordo da escuna Georgiana
Tisso Irmos.
a tratar com
fmrmshshhi
COMPRAS
,..:, *..'... .^ ridi rom boaiH .4(tta dt? If?,!e. 'uo premlom)eda( de otiro a de prau naden
asa S, ofS2.5' S aitt Procisa-se de orna .mata ten : !?} pra?a do eMrangeiras : na roa da Cadea h *lk D.
"de'paSS^S; : G?rpo Saol? n. P, 3- andar. I "mu-sa. de Adriano, Ouro & .:.
J rata
Compra-se naoinaai on estrangeira aom maior
pr.'tni-i da qoe. em onira qu iquer parle : na pra-
ja da Indepenileni'ia n. 31 ^^^^
Compram se
eom premia miedas de ouro e de prata nacienaes
!6

Ao commercio
Vende-se a taberna da roa do Padre
Fiorlano
o. 41, com poneos fundos propria para princi-
piante por estar areguezada. ^^_^__^^^^^^
__Vende-se ou aluga-se urna escrava : oa ra
das Qnco Ponas n. S.
a.

Attencn.
Na roa da Seotala Nova n. -i, se acia a venda
nm grande a aado sjrliuietito de esleirs che-
iialasdo Araca y, por prego ra?oavel : .inuai pre-
tender dlr1|a-se mtsma.
Veode-sa iograBWas de algn* poetas, e on-
tros borneas illosires" da provincia d> Pernamliu ,
pelo rnmosenddi-r A. J. de Hallo: 3 tomos. 9*000.
Na loja de livros do Sr. Mooielro: na rn i Im-
pender, oo raa Aogufia n. 9f.
J fjiefti
Cemento romane : no armazem de Tssj Irmaos
i; i caes de' Apollo.___________
Vende-se om terreno em Caii-nsa eom reo
ie para a estrada que segu para a Vaizea (e*
onecida por estrada d'agoa frrea) cojo terreno
lem 90 palmos oe frente e 150 de fondo : a tratar
a roa do Amorim n. 37, armaiem;________,
fiessa
para e-tuque* de casas : aos
Irmos, caes da Apollo._____
armazens de Tasso
GR-tNOE BAZAR
RA NOVA N- iO E 22
Machinas para descarriar algodao. do m<
llior autor que tem apparecido oa Ameriw
B' tal a execucao do macbinismo, que o al
gu 15o sabe quasi 15o perfeito como o de bo
iandeira. Recommenda-se a atteocSo doi
Srs. agricultores, estas macbinas._______
~ Chapeos.
Na otaca da Independencia ni. 4 e 6 vendea se
chapeos para padre, de castor e seda, por barato
piejo, assim como coapeos > ilu^o de manilb'
j: r H e #.
Para paduria
Veodem-se dous cyliodros e orna machina para
trabalbar Cum cavallo, ludo em v f-i*n i-'.tjn
por baraio pre^o : a iraiai m - i. t.,. r.
mero 63.
ARROZ 1 CASCA
Vende-se em saceos grandes a 44500 : no Ira-
piche do Cunta.
Directorio parochtof
ou
Novlssino Hi;njoal dos p lochos
obra ali'sima aos parocbo?, seus cordju ores e
aes sacerdotes em geral.
Um volme prego &.
Venili- se na 'ivraria Ecjnomica ao p do arco
d" Sanio Antonio.
Chocolate pefor.il,
Vende-se o melhor chocolate hespanhol qne tero
vindo a este mercado, fabricado espres-;.roeo>
para esta clima, pelo deminoto pre?o d- 800 iis~a
libra, na roa da Imperamz a. i2, loja do prompfo
alivio.
VEN!
rj
Vende se o engeobo S. Bartholomea silo m
fregnezii de Munb-ca, a margen) do rio JabostSo
distante desta cidade ires legoas e urna da rslacf,.i
dos Prazeres. E-ta rica prepriedads tem as van-
tagens segnlntes : moe com agua, ero porto da
embarque para t< arca cas oo cavooco do enntn,
lem varzeas de mas*ap. preparadas e desioci-drrM
para dous mil carros de s memo, qoe =e lavrs
com arados e se cobrem com grade?, estas vare*
sao cortadas oa maiur parte de cana-' e braco? no, qae facilitara a coodorgao das canoas eTi
grandes canoas qoe descarregam no picadero da
engenrio. Tem a margeno do rio mangues qie fur-
necem madelras para cercado e para o ronfcno
das rortalbas, lera matas com ricas madeiras i|h
cooslrucga e para carros, erande pomar) exc-l-
lenie coqaeiral. E-ia montado cora lo)<- os edi-
flrios feitos- de peira ou Hjolo, roda hy Iraulsra,
moenda de ferro, a ero de muilos oulros c .rpmo't:)*
que serio mostrados ao comprado Os prele.
deutes se eotenderao eom o pro;n i ;ri > oa Boa-
vista roa de S. Jngalo n. 29.
AtteD#o a liquidaco.
O arrematante das lijas de ferrageos do fallerido
Sebastio Jos da Silva, (roa Nova n. 33 e 35),
cbama aaitencio dos senbores de engenhos e do
respeitavei publico em geral, para se proverero <
ferrageos e mindezas por pouco dinheiro, visto e*.-
ur resdvido a acabar com todas as ferrageo*B
mindezas exigientes em ditas lijas: para p.-uv
do exposto, roeociooa os pregos por que esta* ven-
dendi algoos artie.js, alem de urna inflnidade do
artigos que se torna enfadonho enumerar.
Alambiques de cobre de diversos lmannos
com seus pertenees, fondos de dito, na-
sadeiras e resfriadeiras, a libra. .
Ba las e laxos de cobre, a libra....
C^roas de ferro, cada urna.....
Fogarelros de 600 a......
FrgOes de ferro, cada um.....
Porcelana, a libra.......
IBS'.'O."!
K5QH
35-DO
2i00
Cabriolet
de 4 rodas e 1 cavaiio multo sourior, veode-se
para tratar oa roa do Crespo o. 16, I* aodar, pa-
ra ver-s nac-rheira di PaoIioo rna do S. Amara.
V'eude-.-e o >rreoda-8e um sitio ptimo para
phntacSo e cercado, tendo j basuotes lavonrat,
oa rovo-gao do Mooleiro : a tratar com o Sr. Amo-
rim junto a estacio do mesmo povoado.
;000
Vende-se brea 1U1 arroba e em barrica por
mono menos: do armazem da bela amarella tro
oito da secretaria da polica.
Chocolata "
Vende-se o verdadeiro chocolate fabricado era
Corona, muito peltoral a 800 rs. a libra ; va ra &>
i Caboga leja de miuJeus de 4 portas o. 1 A.



'


w
.01
-i'III
'

t\ ofcj
Para o tiaiomentrje cura rpida e completa dar
^rtwnnt&mo', bobas, gota, debilidade do estotgb.rL
fta?o, dores sciaticas, cephalalgias, nevralgias/tf ceras c
^gGoorrbeas-chronicase emlre a
**odo systetoasmgoineo.
_ as syphiliticas, ris-a-
mac5es chronicas do ligado
cas, hydropesia, pleari-
toias as molestias era qoe-seteaha em vista apu-
)r s est reservado ao ena
* A saude.fwo bem inapreciavel, cuja imporlanOTTvaTO
MnOiO a?alia-lo.
incootestavel qoe o homem leste mundo 'eoistantemente, e por todos oslador
' atattdo.por umamQnidade 4e agentes morbficos que todos tende:n, dadas certas e deter-
tadas circumstancias, a alterar o reguJir exercicio das futv:$os orgnicas, resultanbo
, pesa* deseqoilibt-io o que se chamamolestia.
A molestia nio mais de que a desvirtuado da torcas vHaes, occasionada,- d,
gando* iurestigacoes e experiencias dos mais abalisaJo mesires da sciencia, pela depm-
ra^k> dos humores geraes, coosequencia da aco maligna desses mesmus agentes mora e
acos introduzdoi m organismo pelo acto da respiracJo, pela va digestiva, pelo contacto
mediato ele. c. etc.
A syouilis ioezmeate tem sido a part Iba da himanidado, e como fra de duvi-
to que esse terrwel Protoo da medicina ama molestia hereditaria, ella tem sido obser-
vada em todas as idades, e debaixo de todas as suas formas tao variadas, enfraquecendo
oostituicues robustas, prodtizindo mutilacSe, e cortando ainda em flor da idade vidas
pff$CtOS38*
Eliminar da economa esses principios deleterios. e purificar a maesa geral dos
Humores tem sido desde tempo immemorial o fim constaate da medicina, e os purgati-
vos figuram em primoiro logar para preencher esse imtertUum ou fim.
O Elixir depurativo do Dr. Sevial parece merecer a preferencia sobre todos: os
inmensos suocessos obiidos pelo aso deste salutar geme tanto na Alleinanha. como em
Franca e itaKa, o tornam o companbeiro iasparavel de quasi todos os doentes.
Sendo as molestias, como cima dissemos, de vida s aiteracSes dos'humores, o
Shxir depurativo do Dr. Sevial pode serempregado vaotajosamente na syphilis, ersy-
.jelas, rheumatismos, bobas, gota, debilidade do estomago, itiflammaces chronicas, do
ligado o baco, dores sciaticas, cephalalgias, nevralgias, ulceras chronicas, bydropesias,
pJeurisias, gonorrheas chronieas etc. e em geral em todas as molestias em que- se tenha
en vista a purificaco do systemajsanguneo; pois que^ma pratica constante tem feito
er que elle iudispeosavel nos casos gravissimos para minorar os soffrimentos, pre-
parar o doente para medieacSes superiores ; e as meaos graves a cura a conse-
foeocia -4o seo -uso, couveoieatemente repetido.
As substancias que entram na composico do Elixir depurativo do Dr. Sevia
portencem todas exclusivamente ao reino vegetal, e grande cathegoria das substan-
^s depurativas e antisyphiliticas; assim, ao passo que este remedio depura o orga-
nismo, elimiuaudo os principios nocivos saude, pelo mecanismo natural das evau-
:Coes alvinas, neutrasa ao mesmo tempo o virus syphiliti60 qnando este virjem.
*m feito erupcao ao exterior debaixo de suas multiplicadas formas; e torevine taui
xs os estragos dessa terrivel molestia, quando por ventura se acbe ella anda no
*,!ado de encubof&e, isto sem se ter manifestado sob formas externas: beneficio
asenso, ta.ito mais quanto neste estado os individuos igacramocoapletmiente se es-
So contaminados por este terrivel inimigo.
O sabor agradavel d'este Elixir convem a todos os estmagos, o soa ^(So so-
bre o tubo intestinal suave e benigna, e de nenhuma forma predoz raateitias- medi-
tomentosas, como acontece ao purgante dito Le Roy, que na sua qualidade de drs-
tico forte irrita a mucosa intestinal, e consecutivamente a seroza, resultando deste es
ado, muitas vezes, bydropesias, que quasi sempre terminara pela morte do doente.
Assim pois esperamos que o uso deste remedio jasfique cabalmente as nos-
as asseveraces, porque sendo um medicamento tao simples na sua composico. a
ranea tem confirmado sua utilidade.
nico deposito en PeruamJ,u.,
Na botica e drogara
Barthot&meo CoinpmiMa.
34-RUA DO ROSARIO LARGA-U


VVP

.

A tencao
a ingleza
320,500, 800 e t( s no arm zem se acha vista.
: Manteca, franceza
em Imras 560 e 640, em barris se far differenCa.
tSJf09* Banhadeporco
em libras 320 e 380, era porcao se far differenCa. *' 9t s~"
Fructas
es calda Pera, Pecego, Rainha Claudia, Alperxe e outras muitas 500
..' Erflllia
Portuguezas 640, francezas 900.
Famo
em latas do Para ede albaneque, lata i<| e 1,5200.
,. ,, Coma de mllbo
empacte*, dita da trra 400 200 a libra.
Vlnho
de Bordeaux em caixa a duzia US. garrafa 500, dito de 85 aduzia, 800 a garrafa, dito a
^W a duzia, 200 a garrafa, dito do Porto^ 8$, 12, 18#, 245, caixas de dawa, assim
como figueira caada 30500 e '40, puro J A A Lisfcea3,5800, 35 e 35500 a qualidade
convida. || I.

i -4wmi> .
640 a lata.
Vi
.
.i' tb
*V D8
*i-
'TIM
as




it i um ir
?"*
PREPARAQES FRREAS-MAHGA8ICA
iPPRQVADiS PILA ACADBHU DB MDiCliTA
DE BURIN DU BUISSON
rk.MK.ik9, uvtM* pela leto dt lificiu h Pir
JZ*W?*?lenJ*nmaa' B,thn Co de seo Tratado dt Th$ra-
5!r? Z* medlc^ reconbece que os ferruginosos simples slo muias
mes neflieKes ptra curar as molestias que teem por causa o empobrec ment
do saogne. Hunos mdicos dos mais distinctos attribucm esse mi o xito a ansencia.
L^SLif!5 nutn^anete> P M cba "o "ng*e, como o tem reconltscid
o, cumeos os mais peritos, sempre intimamente unido cora o ferro.
JjJ EJS2 um ve;dadeiro "ifo os I" Medieos, o ehamar-se sua tenco
soore as preparaces segumtea.
1 Pos ferreos manganicos &*!2!32T2LJL!& *?"N^
----^ "u&"u,'"s> sazoza, agradavel, subsUturado com tantagem
e economa as aguas mineraes ferruginosas. *
2 fililas c Xarope de iedoreto de ferro e de manganese inaiteraveis
^^"^i Uma dBC, c?nliramo > Mvrtlo de ferro mangameo indicadas
parrHiarmeBte as molestias TymphaticM, escrofirioiu, e oas chamadas mi
rous tuberculosas.
1
4
Irifes de tatito de ferro e de mmese
Pilflias de carbonato frreo manganico
receiudas especialmente
para a chlorosis, a anc-
wia, a leucorrhca, a ame-
norrhea. indicacio de
JUrnar estas duas prtpara8es di os aethores reseludos.
...9 *'.*"? BnisM" desejawlo obur a adhesio oompleu do publico me:C4
Ptmsmlmco, a sea agenU geral, Usmrex t>, pharmaoeuco, re* Non.
HIIIM

em lata di 5 gales e maispeqdieaas a vontodo-do compradot, em garrafa.
Alpiste
+M>- iCOa br*,i>aiecoa 100 a libra.
r vv anua.
em garrafas a 800 e 15. ^ ._
f a rt CHAWJTOS
em caixa de 50 por 15, ditos Delicias, Trovadores e Parisienses em caixas de 100, ditos
da ExpostcSo caixa 55, ditos de Regala caixas com 100 a 25500 e outras muitas marcas
que so na presenca dos compradores.
_. PREZUNTOS
delamego em barril, di tes de fiambre o melbor que ba no mercado por preco que faz
admirar II
La-- ir > 00CE DE r'OIABA
caixoes de o60 fino, ditos de 15500 que parece marmellada, dito em lates mnito fina
qualidade a 10200.
BOGETAS
com doce secco a 15 e 25.
QUEIJOS
do Alentejo em latas chegado pelo vapor OneiJa, ditosFlamengos e Pratos dos mais novos
que ba no mercado.
AZEITONAS
de el vas como no mercado nao temos a 15 a lata, em barris do Porto a 5 como n5o ba
melhor.
PHARflvCU
nn laWaWM
Joaquim de Almeida Pinto
Ajurubeba contra o ingorgi
tomento do figado e do bagoL
Em extracto alcoollco, enaplas-
tro, olee, tintara, plalas,
xarope e vlnho
A jorubeba orna das substancias medi-
camentosas que pertencem ao reino vege-
tal, e pertence a classe dos tnicos e desobs-
truentes, sendo empregada com vaotagem
contra as febres intermitentes acompanbadas
de eogo gitamenio de figado ede bago. Ella
tem sido applicada com ineootestavet pro-
veito contra a anemia ou colorse, e hydro-
pbesia, catbarro da bexiga, e mesmo para
combatec a meoslruacao difficil, resultante
da mesma anemia ou chlorose.
Depsitos jeraes
Em Pernamboeo, roa larga do Rosarlo
o. 10, Rio de Janfiro, pbarmacia do Sr.
D.-,urado, Rio Grande do Sul, em casa dos
Srs, Gasclo & G., Macei, pbarmacia do Sr.
ClaudiDO, no Havre, pbarmacia de Mr. Ma-
rical, em Lisboa, na pbarmacia do Sr. Feij.




FAZENDAS DAS LOJAS E ARMAZEffl DA
i;
Teado o proprietario destes dous estabe-
lecimentos resolvido liquidar grande parte
Alpacas de lista a 5oo rs o covado.
Veade-se alpacas de listas e de flores
de suas fazendasporisso resolveu por em li- proprias para vestidos de senhoras
quidafio para vender mais barato do que 6oo e 56 rs. o covado: ruada Imperatriz
a .'i o,
em outra parte.
Gbitas 160 o covado.
Vende-se ditas em retalhos a 160 rs. o
covado, dits em pe<*a a 200 rs. o covado :
cassa franceza a 24o, 28o rs. o covado: ra
da Imperatriz lojas da Arara os. 56 e 72.
Liazinbas da Arara 24o o covado.
Vende-se lasinhas para vestidos 2io,
28o, 32o, o covado : roa da Imperatriz lojas
da Arara os 56 o 72.
MadapoidO a 45 a pega.
lojas da Arara ns. 56 e 72.
Casemira com peqoeno toque de mofo a i-5.
Vende-se casemira para caifas e p litot
com pequeo toqae de mofo a 1 o covado
ra da Imperatriz lojas da Arara ns. 56 c 72'
Roupa feita nacional.
;$Pharmacla especial borneo
sm patblca do Dr. albino O.
S L. Pinito.
Cb de Ia sorte para oso das
| pessoas que se tratan bomeopatbi-
I camente.
Vende-se em pacotes de libra a
35200 rs.
Roa Nova n. 43.
O cordeiro providente
Na antiga loja de miudezas a ra do Quei-
mado n. 16.
Tend) sempre em vista alo roabar o tempo aos
seus fregueze?, eom extensos aoauncios ; mis
lambem oo qaereado que os mesmos frgaezes
Igoorera o que de aovo tem elle receido, por i?so
resumidameote o dir': chegaoo assim ao co-
Dheeimento de todos que a dita loja do Gurdelro
Previdente, roa do Qaetmado n. 16. reeebeu o se-
g arate :
Bonitas e durado?as ligas de pellica para mea?,
tanto para senoora como para meninas.
Legues de diversos e modernos go?os.
Peoies com enfeites dourados e nao donrados,
para meninas.
Coques simples e enfeltados, moldes inieiramen-
le novos.
Bom papel em csuinlias liso, paatado doura-
do e timbrado, e ou'.ros muitos olajectos, qoenaa-
tiui-j' sena bastante entadonbo.e que se ven-
de era dita loja de miudatas do Cordeiro Irevi-
dente, roa do Qneimado o. (ti.
X!> Caltam flores,
O Cordeiro Prevideote a roa do Queimado n. 16
tem constantemente um lindo sorllmento de fi-
nas e bonitas flores, por isso qnando algum ha.
bilidoa joven quizer preparar qnalqoer enfeile de
b-ilo gosto dere logo lembrar se que ba dita loja
do Cordeiro Previdente, a roa do Qoeimado n. 16,
Francisco Jos BUrmann
rwwwwmk moIPPii,
acaba de receber um lindo e magnifico sor
tinento de oculos, lunetos, binculos, do al
timo e mate apurado gosto da Europa oeo
los de alcance para observares e,par a
maiilimos. ^M
.......... i
Fundico dAurora em
Simio Amaro
Completo sortlment da taixas batidas e fani-
das, alambiques de todos os lmannos e fundos da
ditos, moeodia de todos os tamanbos de snpenor
qualidade, crivos e boceas de fornalba. o que lude
so vende por cummodo preco. a_____________
Vapares.
Vnde-se em eas do Sannders Brothers & C
o largo do Corpo Santo n. 11, vaporas patentes
om todos os pertences proprlos para faxor movtr
es oii qnatr machinas para dofeaVocar algodo
Fffs, 36, Rna YMenna. 1>
;*iftf<' vrr-:- cecial
IS'ENWWMTDABaS DKS EXIIAES. AS AFFEO
JOj M r.UTAWEAS. E A VTEIUCOESDO SAMSOT.
~~] 10.000 caadas impingant
pu*Tulo, herpes. tarna,
comixoet, acrimonia, i t-
'crf mi, tciuioi dotanyun
rimt, t alteracoet do naxr
fue (Xarojie vegeuil m mercurio). BnpuraUri-
"' tta\Hn ><>! iiaks tomao-te iw.
por semina, segninils o tractameolo Depurativo .
ii|*<;a(iii ni" minas molestias.
Este XropCtrietode;r
W*eilAB}.E. con iibb-I>
u il "i. te i|u*U|uer puryu (He
nlajn^a, 'e'tUbiliaaae, *
Lgualinsnia osfluxos e floree
tranca u nuUvnres. EsM 'i>jioeo benigas t
frega-sa i*bi u Xx/upe Jle Cwr' fcisrniKiii. Pcm^ai s^n *f cura an lrs tliA.
POMAOA ANTrMERPgTiCA
Contri i d a!ftc(ina cutnea e eomxoet.
TILCUAS VEGETAES' OffiPWRATlVAS
H v CkBM. 4 frates ap acaoapaias te'tM
Umso.
DEPUrlATIF
ii. SAiVG
PUIK fe?
cop&ms
AVISO AO
iU03.
uin.i '-oilif i .lid
Dr. CHBu
f.iir catarreat tunii
rorjii'tt&l^i iriti-n-iej
ic'i'nin ii.t >fii hrtm
raos t tod*i* a ornea*
lo :>r:iv; Ui-'- i "l'ff't
\ ni Purii. rna *!*->*- *-^
7
A venda na pbarmacia de F. Maurer p
e d, em Pernambuco.
muito
Vende-se cortes de camoraias de bonitas I lJ6oo, 2^ e 2:)5eo: ra da Irooeratrb loiasifc,lamenIe os deB,es
rr tJt .iKno q. Irta A ror, no XA-ia J sempre no melhor es
veade-se na pbarmacia de P. Maurer S C, ra Nova.

.n .sss'.orda ffliefa,)s c"ap)s e eii')9iiiiis ja dd' **m e de p|ha e ita||a.
K*ri -res (iras, bordadinnos e entre melos bardados em umbrala tapada e trasparent.
ia leja das columnas a rna de Orcspo n. 13
UE
Antonio Correia de Vasconcelios & Oompanhia.
r





NOVO DEPOSITO

i
Paha L)ESCAR06fflt ALGODAO /
Hanod Bento de OMveira Brga.
53Ra> DlrelU .53
mi
-
Neste estabeiecimento se encontrsro a
verdadeira8 machinas americanas ciegadas ultima-
mente, as quaes s3o feitas pelo mais afamado fa-
bricante da America, por iaso avisa a todas as pes-
soas que precisarem comprar, de se dirigir a este
estabeiecimento qae comprarlo neste genero, assim como maisfearato do que em
outra quakjuer parte,! Deriaqae--.ee recebe por
oonta pntpria, bBfla nhos para moen-uuiho, e grarJrle aorttmento de fer-
ragens e miudatas em gresso ea vatalbo.
facas de cabu baanco de meio balango a '-.fi
a duzia. limas finas de todos os tar^anhos propriai
de Irabalbo'de escultura.
Venne-se palitots de panno a 5$, 6 85 e 10)J ; palitots de casimira de cores a' *o faiiam flores.
iQ&, S, e io5, iialitots de meiacasimira al Pra aWcjar os dente.
Vende-se pecas de madapolo a 45.5;5,tliio 3fl5ooe 4(J, calcas de casimira a 3/ 6 c1 eordeiro prevideots a ra do Qoeimado n. 16
litt) fino i, 70, 85, 9$, lo5: ruada lm- 75, ditas, pretas 55 65, 75 e *5, ditaTde | l^fam^o^^r^,.^
peratnz lojas earmazemda Arara ns.56e 72. meta casimira a 25?oo 33 e 355oo coletes tes aromatisados com canfora que realmente tem
Cortes de cambraias de barras a i |de casemira a 55, 335oo seroulas a {$, I merecido tono conceito porque nao s aiveja per-
como lambem conserva-os
tido de perfei^ao, assim pois
Iqueiram vir comprar ditos pos na [resma loja
do Cordeiro Previdenle, ra do Qneimado n. 16
En fefees eom pon tas.
O Cordeiro Previdenle receben um lindo sortl-
I ment de enfeites com ponas para vestidos, tanto'
tle seda como de la que combinara pertitamen
te com os cintos modernos do mesmo formato, por
isso para poder enfeitar-se com gosto qualquer
vertido indispensavel comprar-se ditos enfeites
na mesma loja do Cordeiro Prevideote, a rna do
Queimadc n. 16.
ChapcHnas de seda
Modernas e bocilas cbapelinas de seda para se-
nhora receben o Cordeiro Prevideote ra do Quei-
Dado n. 16 e por ser pequea a quaotidade re-
c.ehida, quem pretender uma moderna e boalta
cbapelioa deve aprecar-se em mandar compra-la
om dita loja do Cordeiro Providente a ra do
Queimado u .16.
CaIXLNBAS ENFEITADAS.
Estas muito desojadas caiiinbas vasis o endi-
tadas com gosto, qoe tanta extraegs tem tido e
que realmente servem para diversas lies, existem
na loja do Cordeiro Providente a ra do Queimade
o. 16 om completo sorumento de ditas caixiohas e
sao vendidas por presos tao rasoaveis, qoe o expe-
rieote fregoei nao objectara* em compra-las em
Hila loja de miudezas do Cordeiro Prevideote a ra
do Queimado o. 16.
PO.NTE1RAS E CHARUTOS.
O Cordeiro Prevideote, ra do Qoeimado n. 16,
tem om boto sorlimeato de Boas ponteiras para
c.'iarotos, sendo lisas com flgoras em alto rele-
vo ; e para que as seus fregoeies nao se Incoa--
mudem em comprar charutos em algomas das lo-
ja de cbaroteiros, receben tambem om bom sorti-
niento de finos charutos do afamado fabricante
Purtado de Simas ; assim, pois, encontrarlo os
apreciadores um bom soriimento na dita loja do
CordeiTo Previden'e, ra de Queimado n. 16.
TEEDlEaOLEROTi
4c (lefasKi
Uort*ur-M*a'<
61 d. Pa
barras a 25, 25500 e 35ooo
Ditos de Cmbraia bordadas brancos e de
cores a 45, 45aoo e 55: ra da Imperatriz
lojas da Arara, ns. 56 e 72.
Arara vende algodo a pega 35-
Vende-se peca de algodSo a 35, 45, 5&
05, 75, 85; ra ca Imperatriz ns. 56 e 72.
Riscado francezde lisias a 36o rs. o covado.
Vende-se riscado francez de listas para
vestidos a 3Co e oo rs: ra da Imperatriz
lojas da Arara, ns. 56 e 72.
Ditas franceza a 2io rs. o covado.
Vende-se chitas francezas finas a24o, 28o,
32o e 4oo rs. o covado: ra da Imperatris
lojas e armazem da Arara ns. 56 e 72.
da Arara ns. 56 e 72.
Algodo enfestado a 15 a vara.
Algodo enfestado para lennes e loalha3
a 15 dito transado 15 2 o avara: ruada
Imperatriz lojas e armazem da Arara ns. 56
e 72.
Cortes de la de 14 covados
Vende-se cortes de laa de 14 covados a
35,45 e 55: ra da Imperatriz lojas da Ara-
ra ns 56 e 72.
Ricas Mto borda las n 3->'oo.
Vende-se ricas saias bordadas pan senho-
ra a 355oo, 55,65 e U, baloes de arcosa
25,25?oo, 35 e 355ro: ra da Imperatriz
lojas da Arara, ns. 56 72.
Bai cadj sarrafa, r. ,trs r.,n, (,.f,.| ,;,.,
Jiit l
t!lo tem auto hiraaiu ao .->, ,- F,,, ~
V S. nH
, *-----liMtn iruma lttra
/ty^-ZO^-f^J ir S0 fn, s ..
brel'^.-ii. nt* : -^'
60 ji <<- j
aoni'f mu.,;i./.-.
4o abai.mi-nlA r do
DOCTfcUR-MDECIN
PHARMACIES
Deposito na pnaraacia de P. Maurer
C. em Pernambnco.
n CASTRO NUNES
Grammatica nacional.
Sexta rdicao
iiOU
_________livratia fraBceza.
Vende se um cavalio alaso, novo e fortes
proprio para carga, por preco comawdo : para ver
e tratar na coebeira do Sr. Ribeiro, ra da Roda
Mude:as baratas,
LOJA DE SOUZA SOA RES & IRMO
Ra Sova b. 98.
Rosftis de cores, em caixinbas de orna dntia
a liSOO.
Brincos a balo de cftrcsdom 146T0.
Grampas cora cbeca de vidroduna a 160 rs.
Apolheiros de metal, sordosduna 440 r?.
Uitos dp.inadeir.1, piotadssdalia 249 rs.
BoiSes de moedtnha dourados para polihodu-
zia A; pares 1^900.
Ditos de maarepercla para camisagrosa 5i0 rs.
Ditos de ac paia calga-a grosa 240 rs.
Libras do li:ha. pryocira qualidade m novel-
Ios, sonido, a 25500.
Libras de dita, Hgnnila qnalMade, em oovellos
<.rtidos a ? e 1^800.
Caixas de dita com oO u o vellos a 640 rs.
Ditas de dita do gai com 40 uovtos a 800 rs.
Ditas de dita de marcar a 240 rj.
Ditas de dita branca com 10 kovellcs grandes
a S60 rs.
Dotias de carros de liaba de 100 jardas a
360 rs.
Dnilas de dflos de llnha de 200 jardas a 14200.
Dutias de oarioes de dita preta e branca a
160 rs.
Miadas de linha de rorii a 150rs.
Caixinhas com soldados de chombo a 120 rs.
Epelfios cora moldara donrada a 120 rs.
Peoies de laco dourado para cop a 600 rs.
Ditos de la<;o liso para dito a 440 rs.
Ditos dourados cooi floresduzia a 2400 rs.
Ditos de bfalos muito bons pwa alisarduzia
2400. ^
Ditos de chin-e, fazenda boadnra l100.
Dedat'S amarellos e prateadosdotia 240 rs.
Aliinttes em cartas de 14 penies a 120 rs.
Dozfas de caixmbas de clcheles a 640 rs.
Duzias de candas de dilos a 600 e 900 rs.
Espoletas verdadelras 6. B.cana a 100 rs.
Pechas de Illa para coz, larga com 10 varas a
oO rs.
Ditas de fita de seda o. X em 8 varas a 260 rs.
Cadaco branco para saioolaspe?a 50 re.
Lia de todas as efires para bofdarlibra 6V>00.
Pe^as com 10 varas de labyaialo Boo, sorti-
mento eslrelto a 1JOO.
Phosphoros de opra em caixinhas-dmia 360 rs.
Ditos de pao encerado sem chelro-duzia de ca
rinhas 360 rs. '
Cartilbas da doutrina ebristSa a 320 r.
breias de colla em caixinbas-dutia 320 e
oOO rs. ---------------
Sabooetes finos para maoa-dozia 800 e 1OO0.
Fuu garios, cabo le Ftvellaa-para ciatos, pulsearas, pertamarias de
todas as qoalldades, trarjfas, meias, etc., tic, '
todo o mais que seja tendente ao sor li ment de
miudeza*, fenagens, qGioquilharias e candietros a
gaz.
Garanle-se sincerldade e barateza nos presos.
Rival sem pgndo^
Kiua do <(ueluiaii;s o. &.
!aer acabar cha as fayenzas ainuM
ULencioaadui.
Qoeiram vir ver e <|tir Bm har^*i5-5i.
toalhas de labyrmtho t-.om bico, faien-
da boa a............ jSOOi'
Carreteis do linba com 100 jardas a .
firavatas pretes e to cores u:uiio Bmi a
Cafiaa de obreias de raassa mullo novas a
en fiador ej para espartilho de cordo e
Carretel
das a
Jabonetes muito fiuos a 60, 160, 200 >
Ditos de bolla muito finos a 240 o .
i'iadas de linha froxa para bordar a .
Varas de cordao para espsrtilho a .
entes volteados para regalar cabello de
meninas a............
irascos do macaca' oleo muitG fino, a .
Abotoaduras muito Boas para colimes a .
LArtSes de linha branca e da cores a .
Libra de ara preta superior a .....
Bscovas para, falo, fazenda boa, a .
de franja- branca de liuuo para
......
linha Alexaure com 400 jar-
al
50(
41
!('
2K
3W
32(
?(

32C
121
50t
2t
!'
W
m
il-
Varas
toalba a
Caixas de palito balao a
Caixas de palitos de segnranca sem en-
_ haf" .............
Sbonetes de familia a 100, 160 e ... .
Cartilha de douirina chnsta a .
Quaderoos de p Duiia da baraibos franoezes superior -.
Groza de phosphoros muito soperlores .
Coxas a retalho do mesmos .....
Caixas depbosphoros de velliaha contendo
500 vellinhas moito superiores a .
Re-roas de papel almaco muitotoperinr .
Resmas de papel panudo superior quali-
dadei...............
Duzias de metas para homem.....2*800
Dotias He Bolas atoas moito superiores 40of
6X
24C
3J(

saoof^
1* (X
11
160
2J50f
360t'
Pasa offertas no hospital por-
tngnez.
Bonitas cestinhas com fructas de cera, obra de
muita perfeicao e bom gosto.
Para cortar moldes e en brulhar fazendas
Vende-se papel nardo folha grande.
Para lustrar calcados.
Vende-se superior grata econmica.
Vende-se papel para matar moscas.
Vende-se
mao travessa e encbameis ja' servidos, madeira de
qualidade : na rna du imperador n. 9.
Vudeoi-s tru earrocas em bom estada'e
cinco bols mansos,'moilo bons: a ver e tratar n1
travessa do Carioca b. 1, eaes do Rimo*.
'-
A loja do cordeiro presidente
Roa do Queimado o, 16.
Mella acbarao os pretendentes om grande e va-
riado sortimenio ae perfumaras finas, tanto ingle-
za s como f rao ceras sendo :
Finos extractos para lencos.
Banbas e pomadas para cabellos.
Oleo pbilocome e baboxa para dito.
Pos bygienicoi para denles.
Uitos campborado8 para ditos.
Opiata ingleza e fraoce? para ditos.
Pacotes com pos de arroz.
vasos de porcelona para ditos.
Sabonetes para m3o e barba.
E muitos ootros objeclos que sero presentes
ao comprador qoe se dirigir a roa do Queimado
u. 16, luja do cordeiro prndente.
Ban'eijas pequeas.
Vendemse na ru* doJQaeimado n. 16. loja ;do
cordeiroprevidente.'
Charntos
da acreditada fabrica de Jos Portado de
Simas.
Vendem-seloa loia'do cordeiro providente a roa
do Qoelnadcfo. 16
IGfrandeiiinazem de tin-1
tas medicamentos etc. [
|{ua do Imperador n. 22.
M Prodactos chimicos e pbarma- M
I ceuticos os mais empregados em S
medicina.
Tintas para todo o genero de pin- W
tora e para tinturara. f2
Productos industriaes e tintas 9
para flores, como botes de Aeres
e modelos em gesso para imitar
fructas e passaros com o compe-
tente desenbo.
Productos cbimicos e industriaes
para photographia, tinlararia, pin-
tora, pirotecnia etc.
Montado em grande escala e sup-
prido directamente -de Pars, Lon-
dres, Hamburgo, Anvers .e Lisboa
I pode oferecer prodactos de plena
g confianza e satisfacer craal commenda a grosso trato e a reta-
| lbo e por prego commodo.
iHiisfin-naim
VENDE-SE
Motores americanos para dotrs cavallos.
Dito dito para quatro cavallos.
Machinas para tlesearoCf lgodio de 14,
18, 20. 30, 35 e 40 sorras.
Prneas para enfardar algodo fazendo os sac-
eos com 6 palmos de comprimento com o peso de
150 e 200 libras, viodas ltimamente da America
no armazem de Henry Forster A C, no cae Pe-
dro II n. 2 jonto ao yabinete Portngnez.
16,
Vinhi puro
Cbegarara barris de quinto com foro viobo do
Dooro, garaoliodo-se qoe nio Um eoofeigo algu-
nt a excepcao de om boeadinbo de agurdente
que Ibe botaram para poer resistir a viagem,
oeste genero e o melb'jf.q_ue tem viudo ao mer-
cada Biiopropriof ata tsar oas horas de e>-
mida e vemle-se por preQoem conta : na loja e
armazem do Pavo roa da Imperatriz n. 6.0, do
Gama & Silva.





.



4
imu^ML^^,^taxtiitmrt\.,tMM'gf^^ **
Collares Royer
l>epa*U* acreditado
U)a da .go branca roado Queimado a. 8
Apresar anda os prodigiosodffcttdo*
Collares Rojwftk alo psaaioar oa qooror
ratrodiuir rvidi efllcacia tem-sft tanto estendida, e os seos
felaes resltate- a tal- attor aletada, boje rara /ae* aasaoa iqos-por experiencia
propria, oa 'por otermei de seas amigos
e parentes ignore ou desconfe.-a as virtu-
des desseafsempr* apreciavm collares
Royer.
A agua branca perm su gtorr de coocor-
rer para uav to justo flm, se nao por ou-
ro modo a dmbos por ler serapre, e cons-
anlsmente ^anvcoiapleto sortimento desees
colUres nugnelicos, qae bem se podem cha-
marsalva vidas das crianzas.
Resta anda que os sniores pas de fa-
milia se facam convencer de que convem
nao esperar que as criancas sejam atacadas
do mal, e por isso necessario oa conve-
niente qae com antecedencia se deito na
crianca una desses collares para assm estar j
ella preservada das convaleces e se contar
livre dos rigores da dentcSo.
A agaia branca ra do Queimado n. 8
contina a receber por todos os vapores
francezes a quaotidade que ha contratado e'
por isso acha-se ella sempre provida dos ver-
daderos colUres Royer eletricos magn-
ticos.
a Agola Branca a ra do Quei-
mado n. 8.
Incontestavelmenta na loja da Aguia Branca
onde os apreciadores do pom podem melbofamt- \
provtrse daqoelles objecios de gosto. Psa verda-
de ja por tantos e tantas veies recouhecida anda
apira te fu confirmar com a oola dos preciosos
objecios de gosto e valor qae a agora tem a satis-
facio de pat-niear e por a disposigao de quem os
deseje e possa comprar. Ella principiara pelas ri-
cas canas com mos'ca e sem ella, para costura.
s-.i- caisa< por sna p^rfeicSes, gostos e rique-
zas, se tornaos rtcommeodaveis para algum im
portante presente, ou mesmo para quem leona gos-
to da possuir orna bea obra, porque de certa o
ellas as de maier valor qae se enc ntram em Per-
Dambnco, tenio ama qus sobresabe a todas as oa-
tra. Al'n iie-is ha outr*s de procos meaores, as-
sim curoo timbero ba b nitascaizinhas vazias de
madeira, enveraisadas e marchetada-, com fecba-
dura e chave, para costura.
Fin Ifijiies a qae se pode encontrar de uielhor,
sendo :
Todo de madreperola, bordados, obra de gosto e
valor.
Ojlros de madreperola e seda, bonito? desenbos.
Outrosde madreperola com brdados col rtdos,
obras de rauito gosto, e geralmeote apreciadas.
Oatros todos de sndalo.
Outros de sndalo e seda com bellos desanos.
O iros todos preto- para luto.
Ouiros pr^tos com deseohos rosos, proprios pa-
ra senhoras vloas.
O uros de sanlalo e faia,formadlo qaalro vistas.
Ouirus de sandafo e sndalo e seda, para me-
mo .
Olros de madeira e papel, obra barata,
Guarnicdi-s de litas, ditas de bonitas e modernas
transs para vestidos
A Aguia Branca recebeu novamenle uiu bello
sortim uto daquelias apreciadas guarnicoes de fi-
tas; a chas. Os apreciadores dp bum comparecam na .loja
da Anua Branca a ra do Queimado n. 8.
HaJstteaa meias de lio de Escossia para enancas.
Venderj.-se na ra do Queimado l.ja da Aguia
Brauca n. 8, oode tambem ra outras muitas de al-
godo para cranos de 3 a 12 mez"s.
Hu tin s luvas de tj de Eseassia e seda, para hu-
ncos e senboras.
A Asuia Braoca a ra do Queimado n. 8, rece-
beu aro bom sortimeoto do lio as luvas de fio de Es-
eos>ia e seda, brancas e de cores, borJadas e lisas,
tanto para homens como para senhoras; qnem as
pretender o dirijT-sa a oiu I ja da Agoia Brauca,
coDfiscera qae em tal genero nao se encentra me
Ibor, e tal .ei era memo iguil to alloma outra
parte.
Reqaifes brsncos a Irancitih.is papa-fina.
A Aguia iiraoc acaba de re^i-h r ara novo e
bello soNltBMlo deesas to procuradas trancrnhas
papa-tina, com diver-os e sgradaveis moldes, e co-
mo sempre a Agut Braoca a ra do Queimado o.
8 continua a vender i,arato
Gollinhas c puiihns, manguitos e gol.hilias, obras
modernas e de goslo.
A Agaia Branca achvse recenteroeote provida
de bonitas g .lliohas e puohos bordados, maoguitos
e polmitas timbera bordad s, e todo do melbor
gost. e ltima moda, teodo as golllonas e punhos
muil is, a eofeitados com fitas eufiadas, e algumas
peqaeo-s par* menins. Os preQos ape'ar de com-
mod.>s varum com as diferentes qualidadjs das
obras. Os pretndeme* comparecam na loja da
Aguia Branca a ra do Queimado u. 8 que serio
servidos a contento.
Entremetas bordados em pecas grandes.
A Afilia Branca a roa do Queimado n. 8 est
vend odo bomios ntremelos bordados era pecas
gran-1-s de 12 nra, e pelo baratissirao prego de
2jJ3')J cada pi'fa. A grande extraccao que elles
tara tul) confirmara os diversos fins para qae ser-
vera, < im poto convm que a boa freguezia da
Agnia B.anca aproveeessa boa e bauta fazeoda.
-------------------------------------------------
'i
KA


LOJA S ARMAZEM
DO <-*
Roa da Inperatrii i. 60

<.htt.tr A
raa do Crespo n 9 A. esquina da ra do Imperador
Come de costum vem o radaz avisar ao respeitavel publico as novidades que de
Pars acaba.de receber a loja do Passo pelo ultimo vapor.
Para aaivas
Requissimos vestidos de blond primoro-
samente bordados, contendo setin para saia,
veo, grinalda e ramo para o peito.
Moire-antique branco.
Sedas brancas lavradas.
Sem branco muilo bom o verdadeiro ma-
caos
Lindissimas gujnaidas brancas.
Riquissimas camisas primorosamente bor-
dadas.
Meias e ligas de seda.
Riquissimas mantas de blond bordadas.
Fronhas-.e lencos com lindissimos desenhos
de abydntos.
Riquissimos cortinados bordados.
Lindas colchas brancas ponto
a imitacSo de labyrinto.
Riquissimos lequ-s de madreperola
sndalo, ultimo gosto.
Isto s na loja do Passo ra do crespo
Para visitas partidas.
Riquisssimos cortes de sedas de cores com
listas e lindos matizos.
.Moire-antique e grozdenaples de lindas c
res.
Riquissimos vestidos de cambraia branca
primorosamente brdalos.
Corpinbos e camisinhas com manguitos ri-
camente bordados.
Riquissimos cintos com matames bordados
a ve trilho, ultimo gosto.
Riqnissiuias basquinas de seda preta, de
superior qoadade e ricamente enfeitadas.
Riquissimos gallileos oa romeiros a imita-
c3o de urna capinba com ara bico largo
em volta e primorosamente bordados.
de crochet Riquissimos cortes de foular de seda com
lindissimos desenbos.
e de Sedinhasde quadros e setim branco e de
lindas cores,
n. 7 esquina da do Imperador.

W\l
AUGUSTO PORTO 4 C.
IIRa do Queimado11


uwata
Raa da Inperatrii a
Gm/k Jt *.ii.v t.
Tendo os donos de-te grande estabelecrmento resolvido liquidar a maior parte das
suas fazendas resolvern! vender com grandes abaiimentos em precos, assim como teem
recehidfoHimaiBente ama grande poro de fazendas novas Unto inglezas como francezas,
alemSa e suissas, teem destinado venderem-nas mais barato que em oatra qualqner parte
afina deapurarem dinfieiro, dando de todas ellas, amostras deixando ficar pi nhor, oo
mandom-naa levar em casa das excellentissimas familias pelos sos caixeiros; assim como
as pessoas que negocian m pequea escalla, oeste esUbelecimento comprarao pelos mes
mos prscos que compravam as casas inflezas ; gaihando-ae apenas o descont.
or tina dos para eamas e jaoel-i Baldes a2, 3iJ5oo e 3
las a 10*. 16a, 20)S e 255 Vendem-se um grande sortimento de crU
Vendem-se um grande sortimento dos nolioas eu balees de arcos para senhora pelos
melhores cortinados bordados que tem viu-
do proprios para camas e janellas, pelos ba-
ratos recos de 4o&, 16, 2o$ e 255 cada
par sendo ueste enero o melbor que tem
vindo ao mercado: assim como pecas de
baratos precos A&*&, 2#$ooe 35 por haver
grande porclo, na loja e armazem do Pa-
v5o, ra da Imperatriz n. 60, de Gama 4
PANNOS PAPA GA.DEIRAS
VerHem-se um grande sortimeoto de
de ero h
cambraia adamascada proprias. para o mesmo pannos de ero h proprios para cadeiras,
fim, na loja do Pavao, ra da Imperatriz sofs, cadeiras de balancos, para almofadas
n. 60, de Gama A Silva
Corles granadino* para vestidos
Cb6faram o mais bonitos cortes de or-
gaaf (ranadiaos tendo lo varas cada c. rte,
ma 7 v ras listradas para a saia e 3 varas
HH^MyM
Jos ffiqodtrhb'
I irSSI raVktSM
ri ib
Mtoqmls:
lis O Jlfl '
Varas d* babarfD0ftd%-se".rto'. .
Carreteis de reros preta com dn (.navas
Parriteis de rteos ib todas as cores a .
tascas fl'smia a &SMitnito of*riof
jTes de o eo multo floo a......
Dosla de tesouras peqoenas a.....
rraseos d'agua para Impar denles a .
es pretas lisas para segurar cabello a
t*oe pennas ce ac roalto finas a .
taliasde lioba do gaz de 30 novello a .
dem d palitos de seeuraoca a
Garrafas de agua Ftorida verddira ". '.
Syllabarlos eom estampas para meninos a
Memento da ronpade lavara.....
Daifas de meias finas para senhora a .
Afmlbas fraBceaas a bailo (papel) .
Pecas de fitas de laa do todas as odres a
Grozas de botoes de porcelana praiesdos a .
Calas toa alfineites Irancetes a .
Caitas de 100 eavelopes muito fines a
Resma de papel de peso branco liso a .
frasco com superior tinta a.....
Pares de botoes de aono muito benitos
Liabas em cartao de MO jardas a i .
Cala de superior lioba do gaz com 60
nove: los
Talseres para meninos'a.......
Haso com snperldre* grampos. a *>% m
Bonets para menhios a........
Pentes com costa de metal a d. j.
Realejos para merinos a.......
--------------1--------------,------------,------^.-r

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ratriz n. flo, de Gama & Silva.
Tiras bordadas e Bab*Jiolios
Qaem quizer fazer boa compra de tiras
borladas on babadiohos, achara um grande
hste estabeiecimento acaba de receber e vende por commodojpreco as segomtes SOrtimento para escolber e por (reg muito
faztndas unas : maisl
Vestidos de bond para noiva com manta e capella.
e para cobrir preseutes, e vendem-se .por
precos muito baratos, na lo a do Pavo; ra
da Ii-peratiizn 60, de Gama & Silva.
Cassas alo r.-. s o pavo.
Vendem-se bonitas ca.-sas inglezas de co-
lisa para o corpo, tendo as mesraas 3 varas re tixag pelo barato preco de 240 rs, o eo-
enfeites corre^^ndenUi saia para enfeitar vadoL ditas francezas fazenda mnito fina com
o corpo e mangas tendo entre elles muitas padroes listradose de Oores, assim como com
trancas com listas pretas como actualmente palminas miudas proprias para meninos a
se usa e vende-se pelo barato prego de 6,$, 3oo rs. o covado ou a 5oo rs. a vara: pe-
unicamenle.na loja do av3o, raa da Impe- chincha na leja e armazem do Pav5o rna da
ai
rs. o
Imperatriz n. 60 de Gama 4 Silva.
lazinbaa saailsadas a 28o
covado.
Vendem-se bonitas lSazinhas matisadas,
de cor fixa e ditas de um cor so, tendo .er>
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1 l)c;
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GRANDE Um
ra Nova n. 20 e 22


Ricos vestidos de cambraia branc bordadas que ha de melbor.
Cortinados bordados e admascados para camas de 2o*$ a 8o#.
Dito- bordados e admascados para janellas de 9$ a o^.
Colxas de seda e laa e seda para cama de noivas.
Basquinas modernas de muito gosto de 2o5 a 5o;>.
Toalhinhas de croch para cadeiras e sofs, e colxas de croch para camas.
Chapelinas de crpe branco, e chapeos de palha da Italia para senhora.
Moir branco e preto, grosdenaple preto e de todas as cores para vestidos.
Camisas para horaem francezas e ingWzas de linbo, e de algodao.
Guardapisa de ciintfioe para fazer mais elegantes os v stidos de 12a e de seda
a 32o rs. a vara.
Superiores saias bordadas de linho, camisas e camisinhas bordadas e lencl de
cambraia bordada para senhoras, ricas toalhas brdalas com muito gosto, e lindos ves-
tuarios para baptisados com o respectivo enxoval.
Las com listra* de seda de varias cores a que ha de melbor.
Chapeos brancos de castor e ricos chapeos de sol inglezes para homem.
Malas de diverso* tamanhos para viauens.
Panos finos e casen iras pretas e decores e outras muitas fazendas que se ven-
dem baratissimo.
Este estabelecimento contina a receber as meiores.
Esteiras e alcatifas para salas.
iiRa do Quetfikado l i
So s ditas Trance as cores fixas pelo barato prego de 28o rs. o fibeD? !"> de madreperola e de m
m, vira aSoors., me- covado pa.aacabar: na loja do Pavo ra ** fivea9' fitas para cmto, cokes perfo




*
DE
^rjr.i fr~,
PREPAR4DAAFRI0
POR
Pharmaceutico pela escola de Paris e successor nesta cidade
DE


I
Aristide Saisset e J. Souin
22.-----Risa da tinz
-Q-t



Tratamento puramente vegatai
sem mercurio,
iodo,
Este estabelecimento acaba de receber lindas
chapelinas para senhora, ricas catxinhas para Bol-
laras, ditas para joias, pentes doorados para coco,
flvelas mnito ricas, assim como cintos e polseiras
da ultima muda de Pars, ntremelos e babadinhos,
bouito< ijucadures doarados e de Jacaranda, este-
los escossezaa de diversos tamanhos e ricos caoi-
vet*s para ssohora, voltas para psenlo, gravali-
Bbas, bico de seda, dito de algodao, labynntho, e :
muitos uiros objeclj de apurada gosto, que se
loma enfridonho mencionar, iuqo por precos mu-
to enmmodos: a* ra da Imperatriz n. 70, na leja
da Lfalda.ie.
A os agricultores.
Sannd^rs Brathers & C. acabara de receber
de Liverpool vapores de orca de 3 a 4 estallos
eom lodos os perteoees, e rooi proprios para faie-
xem niuv, r machinas da descarecar algHlo, po-
dendo cada vapor trabalbar at com 140 serras,
tambem servera para enfardar algodiio, on para
ODlro qnalt|uer servico em qoe osam de trabalbar
com anrmaes. Os |uie-roos tambem tm a' venda
machina- americanas de 3o a 40 serras.
Os pr-tendentes dirijam se ao largo do Corpo-
Saoto n. H;
mm m

Ghegon ao antigo deposito de Henry Forster a
C, ra do imperador, nm carregameoto de 'gaz di
primeira qnalrdada.o- qaal se vende em partidas
a retalbo por meaos preco do que em ontr* qn'
^uer parte.
a tm
("al de Lisboa

Cal de Lsboa nova a 4# o barril: a'
Apollo n. 4. _________
roa do
Ffijo noito novo a os o sarro
J'> armazem do caes 22 de N'vembro n. 26
Chocolate.
VrT le-51-' o verdadeiro encco.ale
brieado em Corana para este clima
800 rs. a libra : na roa Nova n. 11.
raro, nem oulro qualque
dineral.
Verdadeiro porilicador do sangue sera azpngne.
Especial para a cura de todas as molestias que tem sua oriiiem na impureza do
sangue, como sejam as molestias boubaticas, syphiliticas, escrophulosas, darthrosas, quer
venbam ellas por hereditariedade, quer sejam adqtieridas pelo contacto com pessojs in-
eccionadas dos diversos virus que contaminara o sangue e os humor- s.
A caroba um remedio prodigioso, usado desde remotas eras pelos indio
do Brasil, e passando seu uso de geraco em geraco, hoje um dos remedios mais co-
nbecidoscomo propno para combater as molestias mais hediondas, entrando nesse nume.
ro a morpha ou elephantiases, p.^ra cujo curativo ps nossos sertanejos consideram a
caroba como remedio especifico.
^ A muito U.ripo entrn a carona nos formularios como preparacao magistral
sob a forma de eleictnario, aiuda hoje lembrado as pharmacopas com o nome de seu
fiebre autor Joao Aives Carueiro : nao ella portanto remedio novo nem desconbecido.
O ungento de caroba da mesma sorle preconisado desde tem pos hnmemo-
riaes como o mais apropriado pora o curativo das boubas e ulceras syphUiticas ordidas,
e entregado com proveito depos de improficua applicaco de muitos outros agentes
therapeuticos enrgicos e de uso quotidiano.
\!uitos dos nossos mdicos de consideraco e entre elles o muito distincto pralico
e observador o Sr. Dr. Pedro d'Athayde Lobo Moscoso, tera confirmado por meio de ex-
periencias repetidas, o que diz a fama das benficas propriedades da caroba no trata
ment das boubas, das diversas formas sob que a syphilis se apresenta e muito especial-
i mente as que teem sua sede na pelle, e poderiamos relatar a'guns casos de data muito
moderna observados pelo mesmo Sr. Dr. Moscozo em que a caroba produzio admiraveis
| effeitos, depois de imitis e prolongadas applicaf5es de salsaparrilha, mecurio, iodo, ou-
ro e seus preparados, etc., etc.
Nao era possive! que urna planta to notvel por suas inappreciaveis virtudes es-
capasse a perspicacia e investigacoes dos mais abalisados pralicos europeos, que se ap-
plicam com especialldade ao esludo e tratamento das molestias syphilitica1; e herpejicas
e para prova ah ejao os Srs. Drs. Casenave, Schurfer, Ricord e outros lando as maif
lisongeiras informaces sobre as propriedades curativas da caroba e preconsando-i com'
remedio poderossimo para o tratamento das erupcoes cutneas, seccas ou suppurativas
dartbros .de todas a qualidade, ec emas, ulceras de diverras naturezas, tumores, osseos
e outras muitas molestias de natureza syphi ica ou boubatica.
Por ter-se generalisado muito o uso da essencla da c roba que eo pre-
paro e pelas instancias de varios mdicos que desejam continuar em suas observaces,!
deliberei-me a te: prompta urna qnantidade da mesma essencia, obtida sem a accao do I
ogo, para nao prejudicar as propriedades medicamontosaj.; e d'ora em diante encon-
trar-se-ha na minha pharmacia sempre e em porclo safficiante para todos os pedidos a
CSSENCIA CONCENTRADA De CAROBA, e o ungento da mesma planta para que nun
faHem aos Srs. mdicos qne qnizerem'esperimentar t3o precioso agente medicinal.
Reci'fe de Pernambuco, 17 de otitubro de 1866.
Augdste Caohs.
na loja
ratriz
Fazendas para luto na loja do
Vende-se setim da China com 6 palmos de
largura proprio para vestidos a 2J o covado,
laazinhas.pretas lisa,- alpacas eom listra bran-
ca a !(} o covado, cass36 brancas com listras
pretas 5oo rs. a.vara, ditas pretas lisas e
coras Ipicos vara a o
|xom listras e ramagens
ri preto, alpacas e princezas, mais barato
doqueem nutra qnaUjtief parte, na leja do
Pavo, roa da Imperatriz n. 6o, de Gama &
Silva.
PALlTO'S DE PANNO A 6
Vendem-se palitos de panno preto saceos
a 6)5, ditos sobrecasacos a lo&, calcas de ca-
seraira preta a l e 7, d ta muilo finas a
9)3 e o, finissimos sobrecasacos de panno a
2o5 e 23, calcas de casimira de cor a 7d e
8, um ramle sortimento de coletos de toda
a qualida e e outras mui as qualidades de
roupas qu se vendem mais barato do que
em outra qualqser parte, na loja e armazem
Jo Pavao, i ua da Imperatriz n. 6o, de Ga-
ma & Silva.
CHALES A BEN01T0N A 5^ E 60
Vendem-se os mais modernos chales a
Benoitcn ^pelo barato pKcs de 50 e 60, di-
tos de rhwnn liso a 35oo, tiilos de crpoo
a 70'e 80, ditrJS de merino com barra a 20
e 205 o, na lojs e armazem do Pavo, ra
da Imperatriz u. 6o, de Gama & Silva.
CAS\UUINHOS O PAVO A 180, 2o0
250 E 3o0
Chesarara o mais moderuos casaquinhos
ou jaquetas dn grs preto, ricamente enfei-
tadas sendo uns com cintura e ouiros soltos
conforme se usa ltimamente e'\endem-se
pelosbaratcs precos de I8J, 2o0,250 e 3o0,
na loja e arma/, iu do Pa\o, ra da Impe-
ratriz n. 6o, de Gama & Silva.
P.ra ,-aias a i SO i $288 e loOO.
Chegou para a loja do Pavo urna grande
porcao de oov fazenda branca especialmen-
te para saias, tendo*a largura a altura suffi-
ciente de urna saiaV'oom um bot.ito bordado
de um lado ou urna bonita ordem de pregas
de forma que com 3 112 varas se faz urna
saia de um s panno, e vende-se peto barato
preco de 10, 108o e 105oo rs. a vara; na
loja e armazem do Pavo ra da Imperairiz
n. 6o deGnma & Silva.
As salas do rartso a 3^500.
V'cudB->e urna grande purco ds mais buoitas
saias brancas com lindas barras bordadas de co-
res, tendo 4 pannos cada ama, sendo faiendajn
teiramente moderna, pelo barato preco de 35-">0
cada nma sendo fafenda que sempre se venden
por muito mais dlnheim ; na toja e armazem do
Pavo, oa ru. da Imperr-lriz n. CO, de Gar^a &
Silva.
Cori'a!ios.
Vende-se os mais modernos cor.pinhns de cax-
braias braoca transparent spndo rtiamente burd
dos e entenados por btfato preso ; na loja e arma-
nm do Pavao, riu d* Imptralnz u. 60, de Gama &
"Machinas pa a costura do autor Wbeete'.
Wilson, chegadas ltimamente da Ara*
rica; as qoaes pode coxer-se com d<*
toda e qualauer fazends. emb"
tud<
con>
quadrinbos pelo barato preco de 32o rs. o Purehende-se fcilmente a maueira do trab-
covado: s na loja do Pavo ra da Impe- h? e a pewoa tendo pratica de coser emm
ratriz n 6o de Gama A Silva. r?lnas' Vfo w por da o sefvico qoe fr
ciam 30 costnreiras.
Chama-se este estabelecimento a attei-
Co d publico, visto que elle.se a cha con*
pletamenie sortido.de,objectos de gosfc.
.
.
.
CHITAS A 28o RS.
Vendem-se bonitas chitas de cores e ditas
rosas com pequeso toque de mofo qne se
garante largar logo que se lave, sendo de
"
nhfl fa-
vende-se a
Carnauba
Vender cera de carnauba em saceos, sondo de
superior qualidade : na loja dn Pavao roa da Im-
peratriz n. 60, de Gama & gilva.
Chocolate peitora!.
Vende-se o melbor ehocolate heipanhol moito
peitoral por nao ser falsificado : vende se a 800
rs. a libra : na botica de Jos da Cruz Sanio, roa
Nova n. 51.
ja fo
Attentflo
Cal e Lisboa nova, a ltima ebegada.
Men. trio.
Lonna da Rnssia.
Cabos de linho.
Lionas.
Vinbo do porto em harria de 10* e em garrafas
Posphoros de seftnraoca.
Na roa do Vigarlo a. 19, primeiro andar.
Vende-se omaTrmacio propria pora qual-
qner negocio, a dioheiro oa a praso; as Cinco
Poetas b, 68 : tem commodos para familia.
Vende-se
saceos mm feijo para animaes ptlodiminnto pre-
co de JOOO o shcco : no armazem do Ainet de-
fronte da alfandega.
Carro e boi
Vende se nm earro e bol, prompto a trabalbar
tratase na m ** '"- n
Silva.A
I cam'slahas a 3.
Vendem si as mais mulurnas camisinhas com
mauguit s tanU bordados como de preguintr.s coir
flecantes pnnhos e bonitas abot aduras pelo bara-
to prego de 3,8 00 ; oa loja e arranem do Pavao,
ra i Imperatiiz n. 60, de Gama & Silva.
GRANDE PE HINCHA
Vestidos a Oa
Vende-se nma (trande porijo de cortes de vesti-
dos de cambraia Iranspoari-me seodo todos brancos
e C/m lindas barras de edres pelo barato prece de
o corte, seiid i f*inda qne sempre se vaitu
pur muilo mais dioheiro liquida-se por-este proca
na l.iia e arnwm rto Pa^o a ra da Iroperatrli
n. 60 de Gama & Silva.
a4*DEPECJHI.WIIA
Vestidos n 25U0
Veude-se um bonito sortimento deccrtjs de ves-
tidos de ramjb/ia transporte com muti fantazia,
seBdo brancee d cores cora bonitas barras, pelo
barito preco de 24500, sendo fazenda qoe sempre
se venden por 6$ e 74, e liqaida-se na loja e ar-
mazem do P,mo a rna'da Imp.ratriz n. 60 ie Gama
& 1?a (JRANDE PECHIVfUA
* cortea de lia a 4000)0
Vende-se nma grande poreo dos mais bonitos
cortes de l* com lindos livores matttsados, tendw
15 covados cada cofte i vindo cada nm em seo
papel, pelo barato preco le 4J o enra, na-loja do
Pavao a roa da Imperatriz n. 60 de Gama 4
M I vi
PECHI4CII-1 etO &EIS
Murculinas de 13a
Pelo oHimo vapor chegoo om ar-nde sorliownto
dis mais Inda* ntareoiias de la, sendo de orna
s6 cor, porra com as liadas cores atol, magenta,
bonlna, roio el., todo lorgora de chita fraoceta
e vende se a 640 rtfl* ..... .---
mana e etc,
Na rui nova n. 20 e 22. Carceiro Via>
na & C.
Vende-
a obra ero 6 vjhimes Tbeorle do Code Peo.H : na
Vendem-se doos bois mansos viudos de Gara-
cbnns, sao grandes e mnito lindos : rr-.u-.-u na
roa do Amrrim n. Si, armazem d.. .Aoir. r
67
Na ra b :< ti n. 53 vende-se gaz liatido de
qoalida-ie a 4C0 rs. a garrafa, em laias 8S00.
!
! -!<>'
da Imperatriz n. 6o de Gama Silva.
CHITAS DE UMA SO C0 A 28o RS.
COVADO.
Vendem-se bonitas chi i as lisas, sendo cor
de ganga, cor de bavana, lirio, rosa c outras
cores* pelo baratissimo pree de 28o rs. o i
covado, ditas chinezas com as mesmas cores
e com palraiiibas pelo barato prego de 3oo
rs. o covado, na,loja e armazem do Pav5o
ra da Imperatriz n. 6o de Gama & Silva.
GRANDE SORTIMENTO DE CHITAS
A 32o E .16o SO O PAVAO.
Vendeavse chitas de cores fixas eom de-
senbos iuteiramente novos e com os pannos
mu lo encorpados pelos baratsimos preces
de 32o e 36o rs. o covado, ditas claras pa-1
dr5es grados e miudinhos proprias para i
roupas de meninas a 3o e 36o rs. para
ven-ier barato : na loja e armazem do Pavo
ra da Imperatriz n. 6o de Gama Silva.
CHITAS PARA OERTAS A 280 RS.
Vendem-se chitas largas para cobertas
pelo barato preco de 28o rs. o covado por Contina a estar fuqido o es
serem padres um tanto escaros na loja do
Pavao ra da Imperatriz n. 6o dt Gama &
Silva.
LAZINHAS A 400 E 00 Rs
Vendem-se as mais bonitas lazinbas rna-
t zadas e de listas m-'iis modernas e mais
bonitos desenhos pelos precos de ioo e 3oo
rs :'na loja e armazem do Pavo ra da
Imt eratriz n. 6o de Gama A Silva.
ALPACAS DE COSES A 500 RS. O COVADO.
Escravos fgidos
AVISO
100,0000 de gratificaea

cravn Simio.
I Fugio no da 21 de jtilhn do correte aono
; Casa do abafa" nssigoado o esar*t d.- oome
j mifm. com qs ^a-'- Regaiom : de mfao Mocaa
j hiqoe. id'do de 40 innos, powec mai.- ou men>
altr, sefTibfante earregaOO, ci ru falta da feotes
frente, coi :'i. tttti taita* era circulo fedond*
ao p das olelMs, spm bartra, levoo vr-stid.j calc
decaemlra de cor, camisa de a!?i ii.ii branoo,
chapeo de meia maca novo ; este escravo foi coo>
prado ao Sr. los Vieentr
ao Sr. Jr s Vieent- Lindi so. morader m
Vendem-se as mais bonitas alpacas decores i rovincia das Aiagoas, put seo proiuraxior Jo*
enfesiadas c m bonitos desenhos miudinhos'
tendo entulles de todas as cores pulo barato
pr< oo de 3oo rs. o covado, ditas lisas escu-
ras e claras sendo todas de core- modernas
e 6io rs. o covado, ditas lavradas, as melho-
res e mais modernas oue teem vindo ao mer-
cado : sendo bavana, lyrio, verde, azul e
outra cores, que iuiitem a seda, pelo barato*
urego de 800 rs. o covado, pechincba: na
loja e armazem do Pavao ra da Imperatriz
n. 60 de Cama 4 Silva.
POIL DE CHVRE.
Chegou neste geoero o melbor que tem
viudo ao mercado para vestidos com lindas
listras de serta on com bonitos lavores da
esma que se vendem pelos baratos precos
de 8jo, [4000 e 1,528o rs. o covado: na loja
do Pavo ra da Imperatriz n. 60 de Gama
& Silva.
VESTIDOS DE FANTAZIA A 8000 E
lorjooo RS.
Chegaram os mais bonilos cortes de ves*
tidos de fantazia muito proprios para passeio
e soires, poc terem lindas barras de seda
e vendem-se pelo barato preco de 85 e lofi
cada um na 1. ja do Pavo ra da Imperatriz
n, 6a de Gama & Si'va.
alas a SjfOOO rs.
Vendem-se bonitas saias escoras p.oprias
para uzar em ti-mpo deverSo por cauza da
poeira e principalmente, para quem for p?s-
sar a festa no matto, pelo barato preco de;
3dooo cada urna, ditas brancas ricamente
bordadas tendo 4 pannos cada nma pelos
precos de 5$, 61S, e Ir Pa'o ra da Imperatriz n. 60 de Gama &
Silva.
Vestidos brancos a 4|fooo.
Cheyaram os mais lindos cortes dfrcam-
braia branca transparente ricamente borda-
dos que se vendem pelo baratissimo prec/
de 24oo rs. na leja e armazem do PavSo
o. 60 de Gama A Silva.
Novan bareges de seda a 4oo rs.
Chegou urna grande porc3o de lind'tssi-
simas b reges de seda com os mais delicados
gostos sendo, fazenda muito propria para
passeios, partidas, etc Vendem-se pelo ba-
ratissimo preco de 4oo rs. o covado na loja
e armazem do Pavao rna da Imperatrio o o
de Gma & Silva.
pi chincha era carairas a idOO s o
Pavo.
Vrn1e-sc urna gradde porcao de casimi-af supe
riores entestadas, sendo escuras e alegres proprias
para calcas, poletots, coletes e roupas par meni-
nos pelo baratsimo preeo de 1{800 e covado off
a 25800 n -
' quim Cavglcanii de Alboquergue M--lto, morado;
termo de barrero:. Sen duvida srguio !
pum daqoeiies logares : roga-se a tods as anton
ddes assim cem" aos caplies iHcampp, tanto des
Ih provincia como a das Alapoaf a apprebensw
do dito escravo, entrega-lo no Recifr, ma DireMs
n. 30, qoe recehpra a quantia cima, protesta s*
di sde ja ecm todos os rigores das lus do imperk
contra qnam o tiver acontado.
BernardH.j Aiimuio Per^ira Bastos.
O

*JL

de gratificago
a quem capturar o preto da Costa de nome Jactp-
tti'., idade 08 cuco-, estatura poneo menos de r
Ru':'.r, ten; [alta de denles, bem como (albos bc
rosto bem salientes, as pernas tinas, *te., fogio en
29 de setorabro pnsim. passado, levando veUdt
c ilga e camisa brauca, cbaLo de copa baixa e dV
abas pequeas. A prlmeira vei qne se evadi tf
liiulava se como forro de naci, e en.prfgava-s
em servente de 'pedrrlro e em cutros id. unces :
rogase, poif, as autoridades -policiaes e a qualqo.er
particular a c-f-tor de dito escravo, a ser entre-
4gus a seu senhor Joac da'Siiva Lene, na roa dt
Cade! do Recite d. 10, ^ne sera' paga a graliBca-
gao acima1!___ _____ _
"OO^O
Fugia noi da 25 do corrtnte mei de cutubro, do
togtnuo Lii'ier freRorzla da Escada, escravo
eqro na egpintr signad : eabr'a fosco, alto com
Bom corpo e.iwin:. Ogora, cara bexig sa, bart
poneo serrada,cistnma rapar o bgode e a perra,
c;.btllos uo: unto carapinbades, pooco cambeta,
tiiBCffjdedes-grandes d.s ps mais compridos,
aku pouco pago, cera lgn'mas cfratrfzes vplhas de
chicote as costas em nma pa' e em nm bra?o,
\ uho, cica e paleloi oe brim pardo, chapan de 1 te-
ta preto, e teya vara de carreiro que e supp6e-se
tr ido asseotir pr,aga como voluntario : recom
menda se as pencas encarregadas do recrntaBeo-
to e as utoridads policiaes com especialtdsde as
i) RioForucs, Cnti, Agua Preta, S. Beoto e Por-
to Calvo e a outra qualquer pessoa a apprebenso
du dito escravo, e entrega-I} no dito engeoho, qoe
recebra' a gratificago cima.
Escr.rvx) figid
No dia 23 docorrente, ao-enliHi-se da asa do
abaiio assignado o seo escravo Trajanc,. mulato,
fcom os 6180688,31^0181881 cub ilos de caboclo.ca-
raolii", magro e alio, levoo cale de brim *ard
liso, camisa de aiedo-sioDo, e chapeo de palha,
costoma indar ojfforo oeU- cidade, a seus arra-
ftaldes: roga-se a todas as *olorio>de**cJes e
mesmDaiqoaiqoer caira pessea o. aftohender
entregar ao ahaixo asfignado, roa d*.Utu a. 5%,
on na ra dflOahngi, loja de qoatro fwrtae 4a
Aouia de ero.
AlvesHamlMWger &(!___
Puaio no da 23 de untubre o escravo da lo-
me Luiz, com 34 annos de idade, baii o, ciroo r-
n'ar, ponca barba, ps bem fetos, bem fallante e
eom urna cicatriz aballo do olbo ireils: quem o
pnrennrtp'"'"""'"'" '
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Marte (le reraaMliac
Jdra 4 ele \Tennlra e
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i mes, teve-e por Bm assegarar a effectWa e prorop-
^ta reprsalo e poaigo di crima,n ni) favorecer
a impooidad, di lo expresamente a rajoluoo de
eenanlta da oooseho da estado, datada de 10 n\s f j
verelro da 18515; n era po>si*al qoa estfwsse
na iotengo do legislador con-agnrr par es* modo
I a impaoidtde ios crimes, e mados p-aender a pa-
nigio deilas eam sacrificio e pret-ricio da garao-
asraiWSNClA DO SR. FAMA (VlCE-PRSSlWaiE) tas e ferrjjaiidades q,e a lei tero reeommandado a
------------------------------------------------------
UUU DOS SIS. OWCTiOftS.
SESSAO EM 19 DE SETEM8R0
(Conlrauagia.l
0 >n. Olwxrio : -P^r ra"* da urna razo ma
d.'v .. abter, Sr. presdeme, de tomar parta na
t- e^-uie dicnssio; nao s foi a qmsiio hbil-
i enle exp >ala e debatida oda mu illuslralo ami-
r d pulada pelo Rio deJoairo e antordapra-
j<:bo, oda rentando a accresceour ao que foi por
r deduzito, cumo aiada vejo tads conformes em
ir onecer ancesstda!e de sa por termo a' con
?'.... i e a' desordeno que remam ni loro, especial
bera da Jnstlga e no inieresse lesjurlicuiares.
Do mesmo modo garantida ajadla applicagio
da le a o eriraes que cabem na alcal, desde que
da sentenca das autoridades poileiaes se tem fa-
cultado es recursos de appelhgio para os juizes
de direito que idTireceaa torta aseguraiiga da acorto
e imoareialidarte em su i- declsoes. (*poiadoa.)
SU divarso apartas.)
io podemos eoosiderar o jury sanio tal qual
elle entre dos, partocipauJo alada do exro,
procesa)). Os avis de 18 de oatubro de 1831, 16
! de marco d* I83, x de aftmbro da 18i, 15 de
Janeiro de 1831 e 19 de Janeiro 4a 855, declarara
que a di*po"co daquelle arti|:o orna verdadelrae
rigorosa flxaga da aleada das aatoridedes policiaes,
comprimo que co.ni tal teja maotidee observada
sern ouins dtstiocgdas alen das qae e acbam
tteau desta corte, ssbre u vardadeira loielligencia i prejaizoa a Iraperfeigoa proprios do nosso eiludo
e especiaes cirenraslancia*; o systema actual das
qaalifi.-.ages Imperfeilo; ooviria ra-rraa-lo
que se deve dar a's disposigoes r ilativas ao pnces-
d c julgamento dos enmas por abaso de Iib9rdade
da imprens.
Tanto o honrado merabru palo Cura' como o
BBre deputado pelo ttio Gran le do Norte, concor-
>i.iT., aas obsarvac5:s que acabam de faier, no
n oto principal da queslo, isto ; qo! Pp|-> leK,s"
I-i io em vigor se nao pola deixar de ter como re-
(Jada a le oe SO de selembro de 1830, para o
i-liaio de aerea consideradas as aat.ndade poli-
<-a.s como as aoleaicoaip^tjnies para o jaigamen-
tj e-ses enmes, sempre que a p-?na co'respon-
tldute fr comprehendida na a1?ada e-Ubeiecidi
>^io art. li 9 /* do cdigo do processo cnmiual;
s,--a- se uota divergencia em acbarse M nao
xtada a occasio para reformar se a legislaco ac-
iu.il, i- ufi.i io io-se expressamente ao jury a atir-
juiv'to qua tea sido at toja exerclda pelas auto-
ida la puliciaes.
t iia con>idera(ao, porjd, ba qae org* a occa-
( a tribuna; liberal p3r convicgo, ads.ricto aos
qnnecios polticos da escala a que p^rteoc, e bem
i vuveucido de que sment- pela verada pratica
4o ^ysiema que nos rege poder se-ba faier eff^cti-
> a a garanta dos direilos do cidado, nao desejo
qoc o ueu vuto, j' manifestado por vetes na lm-
t r.>a e no fflro a favor da d wtrina que se con-
t .i no proj-cto, possa ser laxado boje de conira-
iiciorw com as sas theorias do liberalismo, por
..n sincera e francamente piofassadas.
esde que, traUodo-se de ama qoestao que ar-
cu o grande direilo poltico da liberdade de ira-
lir-nsa, prelendo qne se arreda do tribunal do jury,
t.ibuoal popular, e evo) ratio considerado como
K.M dus mas fortes baloart s das Uberdades pobu
,o julgaraeato do crime por abuso de.sa me^-
t:.j. Iib^rdadf, para ser confiado a' exclusiva jorls-
fftfin das autoridades policlaes.aioda que sDente
caso figurado no projeclo, a saber, qaaodo cabe
? j-oa na aleada daquellas auurldades, forca e qne
. ., ;nha a raio do Oca volje jusliflijue o mea
i "ediraento.
rtao ha como desconheeer, 8r. presidente, a ex-
i-ellueia da institoico do |ury ; ella importa sem
..vida urna das mais fort)* segaraacas da nosso
lfciio, traduz orna lda graade e generosa, nm
i saraento nobre e philosophico, qaalo jolga-
ir. o i do hnmem pe! s seus pares, sera' mesmo
? uitima expressio da scieocia no sysiema de Jul-
tiir ou de punir, mas de nada se trata oo momeo-
i ;ue possa nem ;e lave por em duvida t3o sabl-
oa> e in*ontestaveis verdades.
A questo ontra: nao se Inla de constituir
f.lralta oovo, da ascolhar este oo aquelle juizo para
i tonhecirceeio do ura crime (apoiadosji; da ava
i .: m ra?6es de preferencia que porvenlura exis-
ta .., para qae seja ojory, e'nao a aatorldade P jIi-
.rdada de imprensa; a qoestao assenta toda n
11-Ufa do direilo constituido (apoiados); dabi
ju3 snrgem as diHicaldades e os embaracos crei-
pela errnea iuulligeocia que se tem dado a s
di-p:si d:s relativas a esta especie de enmes.
Se se tratasse agora de deferir ao tribunal do
i curarta examinar as ra;OJS cora qua se pretendes-
k ,!ttr?r o que >e acha e.tabel.-cido p!a legisla-
v.'vigente, e ulvet conse^uisse demonnrar que
leo pjr bavorera sido confiados osjolgameotos dos
< ;:aias, cujas penas cbem na aleada ao cooheci-
jeut > das autoridades polieiaes, forana raenji ai-
*. 'idos os Int-resses da iastiQ publica e o direilo
1 s particulares; lambraa en'ao qae se ioconve-
ji-'Me ha em deixar-se a' ae.go da antondide de
:Lulljva. am<: l :gio de julgar; e seoao b-slantea garana de
- -r;.. lropareulld49 e jastica, que os ple off;
r o agente do governo, lodos esses inconveni
._.u3 rdina desapparecer d-sde que da decisao do
t I policial sa da' o recurso de appellacJo para o
I. i;- i.reil i, que, corrigioii a falla ou rrro com-
r. H\-\ e talando sempr' di lei devid.t o justa ap-
i cacili) aos casos occorr^nles, vem a ser o verda-
ii ii o juiz da queslo; a pratica da lod)5 os das,
i iMdera(3at obvias e ao alcance de lodos acon-
.-un domis a coQvtnicu.: a de retirar se do do-
t: -n di publicidade o deban qu sa leria de ios-
i ir por oeeaaii de serem juigados oo jnry os
desmandos da imprensa, cora re'.acaoa' vida mama
*.> lujuriad s.
cr malof que fosse a aetividade do juiz, por
a severa e resnela a applicago q'ifl quussse
i -r da lei, regulando o debate eotre as parles,
u^nca poden impedir que, ao legitimo e natural
es.reino do direilo de aecu^aco ou difeza, cb-
i o-, o autor e ru aos exces:Oi a qu-- de ordi-
i rio rondux a exacerbacao das paixo?-, dos odios
da* Intrigas parlicalares; aconiecena enio qoe
j.'-ljmeow quando se proenrasse reprimir e punir
, ciime vlria a ser elle aggravado pela repeiicao
t.-.o f.' face, e peranto o t ibooal judiciario, das
j.l.raos Injuriosas, abrlndo-se u^a diseossio ioe-
ittavel sobre os fados qae iiv^ssera relago cora a
,uda comroeitlda ; seria urn espectculo de novo
arenero graluitaraeuie offerecido a' conos.d ide pu-
l liea.
B=m s? que, na opioiia de esclarecidos aatnres,
..i th^ona d'i direilo, sa tem sustentado a cora
|i"tenci exclusiva do jury para coohace; dos cr.-
i, 8 p r aboso de liberdade d- im^rensa ; Gtiassao,
i,j seu exollala trabalbo sobre os delicias di pa-
I vra, o finado desembarga-lar Mend*" da Cunlu,
as nuas observacSes ao cdigo crimina', el
cau os abusos da impreosa oa ordeno do
polticos debaixo da r^iacSa da competencia
Cria; as me.-mas razSes di parle dos jemes, o
como medida indlspeosavel para o melboramento
i insiiiuieao ; ba multa repugnancia anda em
lomar-se p irte ojs irabalhas desta lao nobra e res
peilavel inbuo-l ; ha ignorancia dos principios
que regalara a insiltotcao do modo por que devera
ser exercidas as fuoccSas do juiz de ficto ; obser-
va se ama irresistivel propenso, na maior parte
dos crimes, para a absolviese dos accasados, ama
benevolencia eicessiv, teniendo para a fmpatil-
dade ; por lodos estes motivos nao concordo com
os nobres denotados, quanlo ioieotaro demonstrar
qne o Jury offerece mais garantas do qae as aato-
rldades aspeciaes para o bom Jalgimeoto dos eri-
raes era geral; e entenlo antes qae, assigaando se
oo jury a aiiribuicio de jalgar os abasos de liber-
dade de iraprensa, a que se refere o projeeio, ter-
se-ba ipto facto consagrado a impaoidadd de lodos
os Insanos que diariamente vamos assacados pelos
salteadores da Impreost contra os mais respeita-
veis caracieres da nossa sociedade. Aioda qaaodo
fossem ellas ponidos, a inconveniencia so da dis-
cu-sSo publica sobre a iajurla, sobre os fados da
vida inilma do cidado victima do insulta, aeonse
Ibaria a eontraua^io do systema adaal, poapando-
se o escndalo que forzosamente dar-se-bia coro o
jolirameoto oo jury.
ua Voz :Mas esse inconveniente existe tam-
bera no juigamento dos oatros crimes de impreasa
sujeitos o jory.
O 8b. Olbgabio : Nio existe, porque ba nota-
vel difieren;* aotre a discass&o qae se move so-
ore a injuria ou calamuia dirigida coaira corpora-
les ou agentes da autoridade publica, era razo
do sen offleio, e a qae vai ferir pessoas parlicala-
res ou empregados poblicoJ, sem ser em razio do
cargo offlcial oo primeiro caso ba maaifesti van-
lagera na publica discassao do laclo que molivoa a
iojuna, i orque vai ah envolvido o Inieresse do
servic) publico ; no segando s ha a temer-so re
prodcelo e aggravaco do mal que se procara
reprimir pelo jalgamento.
Oo masiiio modo ha multa difieren;a eotre a pu-
blicidade do debate qae alias p le deixar de ha-
ver na audiencia da autondade policial qae pre
sido o juigara-nio e que se d na soimoe sesso
do jory, concorrida sempre por crescido numero
de espectadores.
Ir-se-bia, alera do mai--, abrir ama excepeo sem
motivo plausive', para se dar ao jury o direlto de
decretar, somonte neste caso, ama pena levissiraa,
comprehendida na aleada das autoridades policlaes.
Nao procedem, porlanto, as razSis pelas quaes
sequer que sejam esses crimes entreguai a' com-
petencia do jury, assira como nao prevalecem as
com que se pretende pedir a revogaco da le de
i de julho de 1850.
Mas, voltando, Sr. presidente, ao objecto princi-
pal da discusso, traterajs do projeclo que atiende
a uma necessidade de momeula, declaraodo o ver-
dadelro sentido da lei que se qaer lolerpretar, e
deixaraos para occasio oppo'tuna as considera-
edes com que possa ser sustentada na primazu do
juizo especial sobre o tribunal de jurlsdiccSo ordi-
naria, lo conheciaieolo de cert.es e determinado?
crime?.
(J lando em 1865 loraei coota da 2a vara criml-
oal Ja cOfta acnai o foro como l>;m o disse o meu
nonrado colleja, autor do projeclo, em eooapleto
estado de coofuso, p-la incerteza e vanedale com
que se processava e julgava o crime de iojuna de
iraprensa classidcilo uo art. 237 % 3* do cdigo
criminal. As autoridades pohciaes, inclusive os
juizes manicipaes, eoleodiam uoiformeitiente que
a lei de 20 de selembro de 1830 e achava virtoal-
menla revagada, compeundo por isso as mes as
auio. :dad-s e nao ao jury o ditluilivo juigamento
dos criraas pelo atuso de imprensa; pensava de
mad) diverso o mea digno collega, juiz de direito
da I" vara crime, e dam as repetidas decisdjs, de-
clarando nudos os pncessos instaurad >s e man
daudo que fassem esses crimes affactos ao coobe
clmeuio da jury, o que era impassivel de realisar-
se p r que nem eu admillla taes processas no ju-
ry, nem as domis autoridades criminaos o enca-
uiinbavam para la.
Dirig enia ao eximio jurisconsulto, que por es-
se lempo dignamente oceupava a pasta da justica,
lira officio expoodo o que occorria e pelindo pro-
videncias; nao lerei o offleio por ser longo, mas o
juatarel em lempo as observaedes qae agora estou
lateada; a soiucao fu a que consta do aviso de 2b'
de fevereiro de i866; nao sa remediou o mal, re-
cooneeemos a diflflaoidade do ajsompto mas dei-
xouse a de.'iso da questo a' jurisprndeoch dos
inbtioaes.
O tflleio era concebido oestes termos :
Na juizo de direilo manual da corle occoTe
presentemente uma daida sobre a qual julgo de-
ver pedir a atteocao de V. Exc, nai para que a
resolv por mel de aviso, pois qua por tal modo
jt'(ai ha muito revolvida, mas para que se digue
de tomar as provideooas qae o casa exige, pela
sua Inconie-lavel importancia.
t Trata-se de saber se o caohecimento do crime
de abuso de liberdade de iraprensa, quando rom-
preheudiJo, pela peoa qua Ihe correspoodeole,
oa aleada das autoridades policlaes, perieoce a-a
jury ou s autoridades que sabjtliuiram pela or-
gausacao Judiclaria em vigor aos juizes deque
la u o an. 12 do cdigo do processo cnminal.
< u Dr. juiz de direito da 1* va' a crime da cor
:nm-si,p entend--ado que a lei de 20 de selembro de
uli I ,s'u. peculiar para o- crimes da smelhante natu-
reza, se acna em seu inleiro vig ir, tem em grao
< Cooseg lotemeote lenbo por eompateatei para i coco no libado a qoa cima roa refer fiaba pos- pali ora ty jo da barbaridade qatl Dio existe em
dos meamos crimes conhecer a jalgar as antonda-1 dorado qoafora do casdltaxtraordioario qae leve neahom povo eivliisado, o magistrado temporario
des pottetaefc aabre que laaxlmo da pana, eo- logar no waramo tribnnat de jn-iica em 2i de dessa lei eosangneoloa dan provincia, porque
'< ao regola i .r da aleada, ai (cela o limite de- Afosto da I84S, e oa raanlo de Pernarabuca ara cou&sera a liberdade poblieas e entregara a' po-
'lermidMo palo | 7* do arU II do citado andigo do O de Marcw de 1849, nanea havia ido posta ara licia o Julgaateolo dos cldadaas ; porveolara nao
ovida a rv. E, com efleito, Sr. presidente, como sostaotar-sa desta casa ora projeclo siropiesmente interpretan-
qae se ach a lei em vigor, qaaolo sendo datada vo, qua rectifica e sancelooa aquella lei coja re ro-
da SO de selembro de 1830, acharase ts disposi- gaco consume o centro ideal de nossas aspira-
c5is penaes que am si contera em diametral opp >si- (d.-s.
gao as do cdigo criminal, promulgado emlfide se- A reforma juiiciarla, ora dos mais bellos litlo
. tembro de 1839, a aj do processo em justa oppo-1- desta situaca i, o programma inlimo e esseocial do
consagradas pela legislagao vigente (cadigo do pro- ci as do cdigo do processo de 29 de oovembro partido liberal, como qua Cea adiada ladefioiila-
casso, arts. 3x4 e 315) de 183x ? como chm lerar-se a le revoga mate, como qae eothrooisa-se o passado com o
< E' ceno qae avisas n) sio leis, e mais qae a di na parte penal, a vigoranlo apeoas no que res- projecto ora em discusso...
Ord. liv. Jh liulo ti, proaibt ;aos empregados ra- peita a forma do processo 7 Oode o jury qualiflca- O Sr. Albuoobrqb Mello :E' ama bornen*-
blicos o (acerem obra por elle oo compri-los (L'z1 da por vareadores e eleitore-, o jaiz lerritorial qoe gem.
Teixeira, Dir Civil, vol. 1, ca(h 2* secgo 3'); sen- dave presidir esse julam ni i lodo diverso daqael i O Sr. Ajibrico Lobo : Porlanto, Sr. presdeme,
do, porm, opimo-* autansada-, emiiudas par umjla que fai proscripta pelas disposicoas posteriores? en qoe creioanda que a lei de 3 de dezerabro, qoe
podar poltico do estado sobre davldas qua se sasci- No rrL 73, por exemplo, nzia a lei que da de oos coodozio a' barbaridade, desapparecera' tm
tara na execocaa dai leis e qae se nao obrlgara cisSes da relami poder-te bia recorrer pormei i piuco lempo...
como actos le auiaridaia, merecem em lodo o easo' de revista para o tribunal competente ; e comtudo O Sr. Alsuql'Ebqu2 Mello *Apoiado, qaanto
atteocao quaod >, conformndose coa os principios' nao consta qae o sapremo tribunal lenha lomado' ao us eomduzto barbaridade; qaanto ao dewppa-
geraes do direilo, a com a priltca dos Iribuaaes I coohecimeoto de semeibante recurso, alias c jntra- recer, oo apoiado.
superiores, lustrara a esclarecen) os pontos con-' rio a expressa dtsposigao do art. 89 da lei de 3 de u sr. Ambrico Lobo :... eo qae confio qae o
troversos, nao teabo por acertado despresa las1 dezerabro de 18M, como o reconhece o mesmo ma gabinete actual pro novera' mui brevemente a re
r -o interesse di parle da g iveroa ; einreaot-i,
i disse, nao se propQa o projecto em diseosao
s e-coihjr o foro era que se rteva cannecer do en-
cae; procura-s ap as Groar a competanc a ja'
atabaleada p >r le, e cout.arlada apenas oa pra-
lica pnr nm oa ooiro juiz, qa-i lera delxada de dar
s verdadeira mtellig ocia a' dispasi.ai contra-
vertida.
Una Voz : -Apoiado; essa q.ie qa stio.
u Sr. Olegario :Goovra nolar que mesmo na
|-r*nca se lera geralmenie observada a doutrina
Consignada na urajelo; ella |** lei entre oca-, e
Cumpre qoe coulinue a s lo; todava a opima
^.galar que no foro da crie se tem prop-unciada
em >ootido oppost ha trazido a periarbacao e a
Ccsordera de que fez roenco o nobre deputado pelo
Rinde Janeiro; dabi a necessidtiede orna deca
raco, de uma ioterprelaeo autnentici qoe veona
tiQ-f JUIZO.
O Sr. Alduolerque Mello : Mas porque se
tn ha de appn.veiiar o eosejo para se dar ao ja-
V ii jalgameut dasses crimes7
O Sa. Olegario :Parque oo se trata agora de
crear dirn o uovo (apoiados), e s de tornar clara
s disposicao do direilo ja c> n-ntoido.
O Sr BaeTtsrA Pereira :Apoiado; s sanie
do que se trata.
O Sr. Olegario :E demais, Sr. presidente,
ai engao upwr se que o jury, tal qual se ach
r muido eolre n?, possa consultar melhor os
fresses da justica do que as autoridades poli-
i.;;6s oo especiaes a quera se conferio a atinbui-
CO de jalgar crimes de leve pena on de natareza
varticolar, qaaes os de que trata a lei de 2 de ja
h > do 1850, qae, desde Ja declaro, eoleodo nao
evir taobeio ser alterada, seguodo si prop'.
ne-la sesso. O inieresse da ja-uca reduz-se
ramunidade da innocencia e a indelectivel pum-
(aj do enmo; a presompea de criminalidade
.isurnpanba ao indiciado desde qoe, com a snsten-
ci da pronanela. sojeito ao jalgamento, e
Ccmtndo a comparaco da eslatistica judi^ana. oa
f,ate relativa aos jolgamentos proferidos pelo jury
h por e.-sas aaiondades, demonstra qae, em pro
tnrcio das processo?, malor tem sido a somma
das cooderanc5es decretadas pir estas do qie pe-
do tnbooal de jurisdieeo commam.
Nao ae diga, pols, qae o juizo especial delxa de
OtT recer garantas sufflcienles para a Jusia sppli-
iiC-So da le aos casos emergentes. A razio op-
i oiia fot justamente a qoe dominan no espirito do
legislador, qoaodo creoa orna jarlsnecio especial
par o canbecimelo dos gravlsslmos crimes de
moeda falsa, baoca-reta, rasisleocia e oatros de
q ie trata a citada le de 1850.
Uma Voz : Serla na verdade orna inconvenien-
cia o jolgamento da moeda falsa pelo jory.
para, na duvida, seguir a oftnlio qoe em cootra-
rio se ba manifestado, mxime, quando mesmo a
le de 3 de dezerabro da 1811, art 17 l i- e
reg. raspeenv. art. 61, cobo qae a cooderaaara,
qoando, traosferioda para as autoridades policlaes
junsdieio conferida aos julz-s de saz p-;o cdigo
do processj, nenhoma excepeo erearam em rea-
sao a esta especie de crime.
Na qoestie vertente nio s v-se qoe atsim foi
declarado pelo citado aviso de 15 de Janeiro de 1851,
expedido sobre parecer da seceio de justica do
gistrado qoe, emendando achar-se a lei em vigor,
lem-o denegado quanlo requerido pelas partes.
Sabr juigamento dos delicias de imprensa en-
contramos diversas dlsposicSas no cdigo do pro-
cesso, oode se depara com um capitulo qae lem a
segointe epigrapbe: De varias disposicoas cora-
muas ao jory de accusa;ao e senienca, a peculia-
res aos casos de aba-o de liberdade de exprimir
os peosameaios. Desie modo v-se qae de lo
do insastentavel essa disllacc-o qae se quer crear
entre parle penal e de processo em relacao a lei
sobre parecer da
conselno de estado, corao ainda qae por igual rao- i qua se da' como parcialmente revogada.
da nio procedido invariavelmeole os tribanaes Ju- Nio pode baver duvida sobre a implcita e ne-
diciarlos e o emendara os jurisconsultos, eotre oo-|eessiria revogaco da lai, taota oa parte relativa
ao ertae e a pena, eomo ao processo a juigamen-
to qoe boje se fat no juizo policial. O art. 12 }
de appeliacao aooullarto os processos pohciaes que
sao sujeitos a' sua daciso.
t Basea-se aqaelle d goo magistrado principal-
mente na razio seguale : que tratmlo-se de um
crime especial; regido por uma le especial que,
seguodo os pnocipios de direita, nunca se eut-n le
alterada por le posterior, seao qaaodo se torna
cora ella locompaiivel, oo Si pola considerar re-
vocada a le de 1830. pelas disposicSis pastenores,
relativas as couapeieacias e julgaraenlos dos cri-
mes communs.
Euireiauto peora de modo contrario: e como
juiz ae direito da i' vara criminal, lenho lomado
coohecimeoto dos processos qu' em idnticas etr-
cumstaucias me l n sido prsenles.
< H'saita dam urna discordancia inconveniente
a' aduimisirac.o da justica aos inleresses lias
partes, qae boje igaorara qaal a sigoific(o jur-
dica que se deve justamente dar a' le por tal rao-
00 controvertida.
c Tm se mesmo de algam modo firmad) de
faci a impunidade do crime deque se trata, por-
1 jauto, persisllndo as antoridades policlaes oa io-
lelngeucia de qoe Ibes compete o conhecimento
dos respectivos processos, continuara a instaura los
como de aleada, sem qua os sabmeilam a' apre-
ciara do Jury.
i Sendo, porera, cassados os julgaraenlos em
grao de appellaco, acontece que nem pelo jury e
nem pelas autoridades pohciaes vem a ser ponidos
semejantes dbelos. Sraenle alguraas raras vetes,
isio qoaodo sio os reas absolvidos, tem o qneixo
so occa-rao de appellar para o juizo que sosteola a
opiolao cootrarla a queto favoravel sa loma a
sorie dos reos.
i Dah a necessidade da provar se de remedio
sobre o caso, provocando se urna re olucao qnal-
qner do poder competente para interpretar a lei
assira diversamente entendida.
t Em apoio da jpmi > que sigo, e que vej > ge-
ralmenie aceita no foro da corta e de oatros laga-
res onde tenbo servid >, cita-se o parecer da seccao
da ja-uca do conselno de estalo, a qoe se refere o
aviso de 15 de Janeiro de 1851.
Ah se acba exposta e resolvida magistralraen-
te a qoestao por modo a nao haver o qua mais
possa ser accrescentado; releve entretanto V. Exc.
qae junte algamas ligelras eoosideraede; a res
peilo.
i Emendo qae nao a nalureza do crime, se-
oao a gravidade da peoa e o lempo de sua dara-
co, o qae deve regalar a competencia do Jory oa
aas autoridades policlaes para o coobeeimento dos
difluentes deudos; e.que embora sejam de natu-
rea espacial os crimes de abuso de liberdade de
imprenta, de que se occapa a le de 20 de selem-
bro da 1830, estio tojea aquella genrica dispo-
sigo, lendo-se por Implcita e virtaalmeole revo-
iros o (Ilustrado autor dos Apartamento* sobre o
processo criminal, til. 9 cap. 3" o. 300.
i Damais oao se deve coofuudir a aoioridade de
um simples aviso com a de ama resoluca de con-
sulta (como a que servio da fundamento ao aviso
da 15 de janeiro), a qaal sendo tomada sobre pro-
posta de irhunai's oo autorj ludes jadicianas, e no
totelo de decidir algam casa axtraordioario, por
ser omisso na legislaco, lea forca obrigatoria co-
mo geralmeate se ea-ina ^Borges Caroeiro, direilo
civil, ton. 1" i n. 7) e exiresso no regulban-
lo de 5 de ravereiro de 1812 art. 20, ibl : a raso-
lacio imperial, tomada sobre parecer da seccao,
sera' expedida por decreto.
< Nem obsta o dizer-se qae se nio pode ter a lei
especial de 1830 eomo revogada pelas disposicSes
geraes sobseqaeotes, qaaode s o poderia ser por
viriude de expressa declaracio oesse sentido, por
ba qoe. corad bem o poaderaram o a?lso alludido
e o parecer a qae o mesmo se reporta, essa revoga-
r;io forc, asarnente di se desde qoe se acba a lei
virtoalinente alterada e abrangida, qaanto a' parle
penal pelo cdigo criminal, e quanlo ao processo
palas leis ulteriores relativas a este objecto, as
quaes regalara as competencias soente sobre as
bises Ja' referidas.
< A revogacio 6 expressa por oaira lei, oa taci-
ta, se uma lai posterhr eslabelece disposico o.
compdtivel c un a anterior Liz Teixeira, Direito
Civil, Ia vo*. cap. 2* sec. 5*; Coho da Rocha,
dem, vol. 9). Ora, se orna lei especial
qualqaer se eoleode revogada quando se torna io-
corapativel com uma lei geral posterior, evidente
que no caso presente incompalivel o $ 7* do art
12 do codita do processo criminal carao arl. 68
da le de 20 de selembro de 1830 e qae por isso,
na censara da direilo, se deve ter a lei por abro-
gada.
Ese assim nao fura, sena da mistar atada re-
viver as disposices cooceroantes aos jaizes e tri-
banaes proprios para o coohacimento e jolgameot >
deste crime, visto corao nao sao os oseamos iosii
luidos pelas leis posteriores (jory especial electivo,
juiz territorial com jurisliga crimina^ eic.)
EuiretinU, ue v-se que oio s o cdigo
crinaran, como o da processo, cooteem disposiges
appiicaveis ao caso de liberdade de iraprensa ;
>eu io qae, se vigorasse lei especial auterior a
promulgac.i i das CDdigos, segurameole nao se
achanam ah providencias carao as comidas no
tu. 4* cap. 3' e era rouitos oniros oontos.
t Em candosio, o parecer da seccao dejosliQ
do cooseinj de estado, o acia do poder execoiivo,
aopmiia geral do foro, e especialmente a necessi-
dade de provar se prompla e effieazmente s ibre
os abusos da Iraprensa, taota mais graves e repeti-
dos quaou manos certa se loroa a effeclividade da
puoigao, pelos embaracos e duvidas que se ba
suscitado of-o, corroborara a doutrina expendida
eacouselnara a sua apalteacia.
V. Kx.e. qu>i por ramios ltalas o mais com-
petente para ajanar da gravidada da quesMo e
conveoiencia de sua prompia soiucao, resolver a
respeito o qua juigar melhor. Daos guarde, ele.
R'o, 31 de de'.embrj de 186o-.lilro. e tm. Sr
cins-ineiro Jos Tnomaz Nahaco de Araajo, etc.
Sujeila a duvida a' seceso de |ostic> do-eao
seibo de estado, e ouvido o caoselneiro eooyaltor
que declaroa qne se tala bauvessem Julias que
sapartas5em da intelligenc.ia dada ao cadlg) do
processo e le da reforma, era relaca i lei de 20
de selembro da 1830, pela re^olago de consulta
anneia ao aviso de 15 de janeiro de 1831, deve-
nam as parte;, e os promatores reqaererero saa
respoasahiiilade fai decidido qua ambas as opi-
mo3< erara -usientaveis; qua se a seccao uvesse
de pxorimlr o sea peosameuio iodlvidual diria que
coutiouava a crer que a opinlo do jan da segunda
vara era accarde cora a sna, mas julgandosa in-
competente para imy ir a sua opima corao auto-
ndade, aconselhava que se delxassa a cada ura
dos nagi-trados o juigar cono eutendesse ; Ran-
do s partes salvos os recursos legaes, a solicitau-
do-se em tolo caso do poder legislativo a precisa
ioterprelaeo.
Eis assira justificado a necessidade do projecto,
pelo voio m-sino da seccao de ju.-iicvde,cooselha
de estado, constante da can-alta de 3l ore janeiro
de 1866 ; e explicada a ratSa pela qaal se deu a
f ma de interpratacio a' nova ra-o'acao, sera se
tratar de reformar a" legislado actual, no que loca
a' competencia para o coohecinaeuto dos crimes de_
irapreosa. O que se
nao sa procura saber sesera maisconveoieate que
o jary jalgisse os eiraes p>r anuso de liberdade
de impren-a. Seria essa ou'ra q wsiio.
Nao aossivel qne permaoeca o estado do anar-
cbia era qua se acha o foro pela librtale assira
deixada aas juizes para ci-aiiouarem a decidir a
queslo carao eateoderem. Oebaide se tem prora
rado remedia nadaiurioa e junspradeo.ia das in-
buoae* superiore-'. V. Etc. sibe, Sr. presiienle,
porque o nobre aator ao pr jecto acaba de o refe-
rir que urna das victimas dessa auaraalla judicia-
na qaeixoa-se a' relacao do districto do proced
man) do juiz de ai-eita.da priraeira vara crime,
qoe assira Ihe faliava ora a justica, Jalgaodo con-
tra direilo exarosso : debatid i a questio profisslo-
nalmenle.e pronunciadojo juizcumo lucavso ooari.
1H0 do cadigo criminal, fai provacto pelo mgisira-
do qo9 serve o cargo de prosurador da ciirfti, so--
teotaodo o libello que apresenlao, damonsirando
que era errada a imelligeocia lio inesperada e
abslyameate seguida pelo magistrado, eairelanio,
o aciiordo de lo de selembro do 185), em
vez da curiar a duvida velo acoroQoa-U e como
que aulonsa-la, absolveodo o accasado, porque a
saa opioio, com quaolo contraria a' inlilig-ncia
geralmenie seguida e dedazida dos ditTerenies tex-
tos do cdigo do processo criminal e legislaco pos-
terior, qua tacita e implcitamente revogaram a lei
de 1830, nao padia constitu o crime de qoe trata
o art. 160 do cdigo enrara; I. para cuja axisteocia
seria preclsi que a uvessem clara, po-iiiva a ex-
pres-aiiien'e revogada.
Uma voz:Nao leve relacao nesti parlo.
O Sr Olegario : E' verdade que oo floal do
accordo se accrescooloa anda que oe ficava por
qualqaer modo approvada a loierpretaQio do acco
sado, p r sor contraria a mais fuudadi e adrailli-
da na pratica, que o raeluor inierprete as leis.
Mas o que certa 6 que aparar de assim adverti-
do o juiz pelo tribunal superior de que a sna opi-
ma" nao era fundada em direilo e antes contraria
a pr tica, conlinann elle a juigar do mesmo modo,
e o tem taita porqa-i o tribunal fai o primeiro a
recaobecr que nao havia disposico expressa ra-
vogaodo a caduca le de 18)0.
7* do cdigo do processo fiza a aleada com atteo
ci a' gravidade da peoa, sem oaira qualqaer dis-
t Mente
O Sn. Baptista Pereira:A gravldade da peoa,
e nao a nalureza do Crime, o qae rege a compe-
tencia do juito.
O Sr. Olegario: Exactamente ; pelo systema
da nossa orgaoisaco jadiciaria se coohaca qoa es-
se principio o qae regala, em geral, a materia
da cjljnelencia, no juizo criminal; diversos cri-
mes ba qae nem por serem de orna nalureza par-
ticular sao julgados por autoridades igualmente
especiaos. O crioja definido no arl. 300 do cdigo
criminal, por exeraah, policial, e no enlamo
esta fra da compeleocia das aotardades policiaes,
e sujeilo ao j ligamento no jnry, porque sao gra-
ves as penas comminadas uo caso de fabrico e
oso de instrumentos para roubar ; o oso de armas
prohibidas, antes da le de 1* de setembro de
1860, que revogoa era todas as suas parles a de
26 de oatubro de 1831, era igoalmeole crime po-
nda!, mas por causa da peoa, fra da aleada das
cospecuvas autoridades policiaes; a entrada em
lasa alheia de qae filia o arl. 203 da cdigo,
crime particular, da jarislicc) commam, pela
classicacio qua oceupa oa tal, mas, pela peoa, so-
jeilo a aleada das autoridades policiaes. Como
este ba multas oatros crimes sajeitos a jurlsdiccSo
do jary ou das autoridades policiaes, sera atteuea >
a saa especial oatureza e elassili :ac-i, e s rnute
a maior ou menor gravidada da peaa decretada
oos respectivos arugos. (Apoiados.)
Resaroiodo, po s, Sr. presidente, julgo ter de-
monstrado que argente, iadtspensavel alleoder
se a a estado em que se adra o foro, sobretodo da
corte, sem saber-se oode esta' a verdade, que
ama s e a mesma era todos os lempos e em to
das as cirenmstaacias, oa quaod j feita a asiica,
que deve ser aoiforma e coosiaole sera duv|da<
oem incertezas. Os projecios da reformas judicia-
rias pendentes da decisao do corpa legislativa,
bam como os actos oflkiaes de que cima de noti-
cia, lembram a necessidade da adoplar-se erara pro
videncia geral, fiza e absolota jue ponha termo a
eoolusao em qua nos acharaos, confasao tanto
mais deploravel quanlo e certa que della lera pro-
viado a irapnoilade, que acorogoa crime, e far
?a o oOeodido a procurar supprir por meios vio-
lentos e rondas vezes crlmioosos, a deficiencia da
lei qae o oo soecorre.
Nio coosiolamos que a vindicta particular ve
aha a substituir o imperio da lai, e tratemos de
prevenir o exeesso a que podera chegar auaelles
que debaldc procuram no sancluino da justica a
reparacao das oflensas de que lem sido victimas.
(Ap-aiadas.)
Eu nao sei se oe nobres depulados teem noticia
do que ba pouco oecorreu B-sta corte com um
oasso diajao collega, qae oesle momete se acb
aaseote, e a quem lem sido de lodo impossivul en-
contrar om juiz que possa lomar cootiecimemo de
um facto qae Ihe diz respeito.
O S*. Baptista Pkreira :Apoiado ; ura facto
digna de atteocao.
O Sa. Olegario- :Esse depntado se senlio feri-
do por uma grave injuria que Ihe foi irrogada pela
irapreosa da curte ; hornera de brio o coohecedor
da le, vando-se olt-ndi lo em sua honra como par-
ticular e em seu crdito como negociante, recorreo
desde Ioko a' justica e cbamon a' respoosabihdade
o seu oflhasor; lastaarouse o processo BOjuiza
municipal da 2* vara, e foi oreoconderaaado; mas
cuma appellasse para o juizi de direilo da i* vara
fot jolgade oulio o processo, com) de costura-',
por lucorapelencia de jui/.o ; voliou o c'.-a Udo
cora a sua quena ao juiz municipal, sustentando a
cooopeteucia da juizo a que se dirigi para lomar
cooneciraeoto da injuria ; pela >egonla vez foi o
rocondemnado ; mas para evitar que fosse iuier-
posta nov.i appellaco para o juiz de diruilo da i1
vara, apressou-se o amor em appellar para, o da 2",
cjm o la i lam-nta de oao ter sido imposta a pe&a
em grao mxima, como requerd'a, e smi era grao
mioirao ; mas o juit-da appellaco (a as
ja tuina eu deixado a vara para servir o lugar que
ora oceupo oa magistratura) coraquauto fosse de
opioio opposta ao da Ia vara, quanto a questo
prejudicial de competencia, eolen leu que o facto
sobre que versava o processo devla ser quahficado
como calmla e nio coma injuria; sendo uesse
Oeclara o que a' existe Jlcaso o processo diverso o a jurisdicca tarabera
distiocta, pela seguoda vez foi Julgado oulio o fello,
sem q e livesse o. qlradido achadojuiz que conhe-
cesse da questio ; na bavia autorl la le inferior
qae considerasse o lacio ce na o eolend'a o juiz
da appellaco, e nao se poden-la formar culpa para
crime de calumnia, pela lerceira vez teniuu o of-
feniido fazer valer o seu direil> peraote ura juiz
qu-< nao fosse sujeilo as appeilagfias para os jones
de direito, e levou a sua qneixa ao chefe de poli-
ca ; sobreveio oova duvida; poderla ler lugar
terceiro procesto, quanlo oo segundo tomara eo-
nhecimenia o Jaiz de direilo em grao de appella-
ce, e decidir gua o facto uo se achava devida-
mente classificado na queixa 7 H.via oa nio caso
julgado para impedir que se reproluiisse o pro-
cesso pelo mesmo fado ja decidido em grao de ap-
peilaQo 7
Svida foi essa que Impedio a formagao do 3
sso ; nio se proseguio na queixa, a de novo
cummumeado o faca ao governo, oovida a seccao
de justiga do coaselho de estado, e c-mo, as Vrzes
aoltrlore?, nada se resolveu, deixando-se a' juns-
prodeocia dos inbanaes a soiucao da qnesiao. Mas
o autor conimi a nao ter juiz para o processo,
que debalde requer ha mais de om aooo ; subaste
a injotia, o na na malo legal de vindica-la ; oo
ba peta para o enme, pnrqua oio ba autondade
que a imponha. E' on nao desesperada a poslco
de quem assim recorre em vo a' |usuga para que
o proteja na defezados seus mais sagrados direito.- ?
(Apoiados).
Com a irapuaidade recrudesce o mal que lo de
peno affecta a honra, o bro e a digaidade do cida-
do; com a duvida e Incerteza que si inanifesta na
apphcaco da le, sofhe a juanea que deve ser fir-
me e indefeciivel, em lodo o lempo e em todas as
circumstancias; com a coofusio e a desordem em
qua se acba o loro, sio sacrificados ae continuo os
direilos aas partes que assim se vem reduzidas
aos recursos proprios, e impedidos ao desforco pes-
saal.
Todos esses 'convenientes taro dasappareclde
sa lar claramente fizad a lolelligeocia da le, nos
termos do projecto- qae se discute ; se, porm, se
enieude que deve ser aproveitado o ensej > para re-
farraar-se a lei conferiado-se o juigamento desses
O a. QL*m : ^^vjae 4o jxy para gao a Id citada pelos coligo; crimiaal e do pro-
as atoridadea especiaes o jaigamesio desses cri-lecsso.
opioiao que pronunciase eu
e o coraprovo com a simples observado sngainte :
o proprio tribunal supremo da ju-uca, qua com a
sua oeciso inserta no avise de 15 de Janeiro de
ISjI, velo dar motivo a qaeslo qae so debate,
lem ja re-aouhacido a improcedencia da doutrina
que antes susteolava : como con-ta, entre ouiros,
dos accordaos de 21 de abril de 1861, e 9 da oo-
vembro de 1861 as revistas ns. 1676 e 1815. An-
tes ja era essa a iotelllgaocia que vigorava em lo-
dos os trlhuaaes de 2a to-laccia.
Uma vox:Na Baha hoa-re am oa ooiro caso
em sentido opposta ; porera, correte a opioio
da revogaco da le.
O Sr. Rastibona: -Nam sel como possa baver
duvida a semelhanla respel.o.
O Sr Olegario:Ja' o Mostrado procarador da
D^a,tpr'U^d-,^T0rdSTM .-lar, ou a qualqaer oaira ,
seja o projeclo emendado ; ao discatir-se a emenda
lerei anda occasio de empenhar-me no aebaie,
sustentan io a supenoridade do systema que actual
forma judiciaria, visto que o nobre ministro da jus-
tica em sao relat no consagra ate a idea da polica
electiva, oio posso votar em favor do projecto, re-
servando para faze-lo em favor da emenda que o
Ilustre representante do Rio-Grande do Norte pro-
melle enviar a' mesa, tanta mal qne, abstrabida
do projeclo a negaca das ideas com que fuocciona
esla suoaco, das nossas ideas liberaes, nehe eor
contra iocoovenienies.
Reodo bomeoagens, Sr. presidente, a essa juis-
pradencia qae aqai se tazn da iilegal, porque Ihe
devetsemos lalvez nasiacamam orna victoria sobre
o passada ; saddo a esses tribuoae qae oaberam
contrariar ama junsdiccio evidentemente peral-
ciosa a soscitarara ao pariam-nto de 1867 a pri-
raeira iniciativa de ama reforma. Mas volvendo a
questo, Sr. presidente, direl que o juigamento dos
crimes oa abusos da liberdade de imprensa cootm
diffleuliades que estio cima do coohecimeoto de-
fionivu das autoridades policiaes; trata-se oo abu-
so de coramumeaco de pensameolo, tratase de
verificar previamente a respoasabiiidade qoe o c-
digo cnm.oal distnbae em ama escala qae va' des-
de o impressor at o vendedor ou distribuid ir;
oo raras vezes bavera' qaeslo, oo correr do pro-
cesso dessa aeco inicial que joga com loda thao-
na cr ramal respectiva e da' lugar a varias dovi-
das, como, por examplo, a responsabilidade do
edicior pela impress > de uro aotograph) assigoado
por ura cidado privado do gozo dos dtreit >s polti-
cas : motivo pelo qaal coosidero o jolgamento dos
dolidos de impreasa incompalivel cora o processo
rpido e somraansslmo em qoa a polica jalg de
plano e verbal mente.
Ainda ooiro iocooveniente : o cdigo crlraioal
prescrave penas variaveis contra os abusos da im-
preasa nao smente em atieneo- a malar ou me-
nor gravldade de cada ora, como- ao modo de su
prepeiraco ; pro-ai da-ju mais de ora embaraco
na apphcaco da peoa e classificaco do delicio,
embaraces que na comparla a aleada policial, cu
ja medida de compeleocia deve ser fiza e jamis
dependente de ama classificaco mais oa meaos
discricionaria I
Su '.ceder' tambem que a Imprenta quanlo ac-
casar em forma e paientear fados comprovados
cabira' em maos da polica e soffera' eolio uma
peoa injusta.. .
OSr. albuquehojcb Mbllo :E arbitraria.
OSr. ABRica Lobo-:De feio, quando a im-
preasa registrar e o suas colaranis graves aiteo-
lados coxmettidos contra a saciedad*; os iodivi-
daos que forera ubjectos dessa ceosura coodici oal
poro de lado todas as impatagoes qoe dariam lu-
gar a ara p ocedimentr mais oobre e pleoario, e
iro perseguir a impreosa pelas impotages qae
oo a-imiitera prova.
O Sa. I'besioente : Perdoe-me V. Exc,
creo que mo esla' discutiodo a maierl-; V. Exc.
esta' discutiodo o projeclo substiiutivo que. o oo-
bre depntado pelo Rio-Graode do Norte quer apre-
senWr
O Sir. A. Vasc XCEL1.0S-:Carao 7 se est' ira-
lando do pro|ecio em discusso ?
U Sr. Ambric i Lobo : Responda, se bem que
iodireciameute, ao honrado deputado por S. Paalo,
que acasoa de fallar; diese S. Exc. que a polica
deve juigar os crimes a que se refere o projeclo,
parque aa ja.iv go>am de impaaidade osaoosos da
.ib-rdade de impreasa.
O argnmemo de S. Etc. prova de ma,. visto
como, a ser coherente S-. Exc. apresentara' uma
emenda, entregando ao juigamento policial todos
os deudos da impreasa.
Eu eumma, Sr presidente, partilbsodo- a opi-
oio do mostrado autor do projeclo. qoe soppoe
revogada a le de 1830, ea polica investida-do co-
oneclmeato dos ligeiros delicios da impreasa, la-
mento, todava, que, em vez de nma larga medida
de legislago, cantenba apenas o projecto cara mero
expedidme de loterpreiago.
Nlnguem mais pedinlo a palavra, fica encerra-
da a discusso, nao se volando par falla de oume
ro legak
Emra em priraeira dissussio o projecto qoe con-
sidera como permauente a disposigo do anigo ter-
ceiro paragrapho terceiro da lei n. 939- de 26 de
selembro de 1857, arira de ser contemplado na fa-
lla dos ap asomados cora o ordenado alli determi-
nado, o desembargador a quem a mesma disposi-
gao se r-efere
Niuguem pedindo a palavra, fica encerrada a
diseasen, nao se votaedo tambem por falta de nu-
mero legal.
Entra em terceira discassao o projeclo que au-
torisa o governo apagar a Man el J>s le zu-
ra Barbosa, a quaolta de ris 130:732^*50, impor-
tancia da senieoga que obteve contra a faz-oda pu-
blica.
O Sk. Crrela das- Neves : Sr. presidente,
simo que esteja a hora lo adianlada, porque de-
si-jva que na casa a.-Uvasse quem na pudosse
nilormar a respeilo- do direilo que ha a favor do
preleudente ao pigameuto de perto de 3UO:U00,
a Mulo da u leuausaca j por parle dos cofres p-
blicos.
V V. Exc quo 'sratando-se de quautia tao im-
portaiite, oo pofetvel que passe esapercebido
um projecti desia ordem, coja dtscusso feita ja'
oo lira da sesso* e quando vigora uma dlsposigio
ri-giiiieotal que manda que, haveado falla de
depulados na casa, pelo adiantamenlo da hora, e
uinguera pedindo a palavra, fique a discusso
dos pro) 'dos sugeitos a debate por esse laclo en-
cerrada.
Hi mais de-doze anuos, Sr. presidente, tive a
honra de couafcater este projeclo em priraeira dis-
casso.
Por isso vei V. Exc. ba quanlos aooos oavega
elle neslas aguas sem ter poOifla entrar uo parlo
da segunda discussa, onde anc>roo, era bota tam-
bera aJiautada. e por sorpreza, ha paocos das.
Esta circumstaacia de se baver demorado por
tantos anuos, sempre combalido quando ousa ap-
parecer, deve suscitar em nosso espirito a con-
vicio de que nao o favorto em boas razSes. A-
poiadna.)
Estou, portanlo, na restricta obrigago de anun-
ciar o meu peosameuto a respeilo desle projecto,
ao manos para provocar discassao. J o comban,
como disse em nutra occasio, fondado nos exames
que fiz no processo a que esto appeosos os docu-
mentos ofierecidos pelo reclamante, e lanbem em
luforroagdes que deram-me alguns honrados calle-
gas, depulados pela Babia, a respeto da nenbuma
jusiiga a favor da pretengo.
O Sr. Amonio Carlos : Esta' recoobecila pelo
poder judiciarla.
O Sr. Corrria das Neves : Reconbego a in-
dependencia do poder judiciario, ja' o disse em ou
Ira occasio ; mas tambera recoohego que temos
independencia para recusar a volago da quola pa-
ra pagaaeoto da quauua qae pedida.
O sr. Olegario :Se esu' recoohecida a justiga
da divida, cumpre que seja salisfeiia.
O Sr. Corrkia das Nbvbs : Nao compre ul.
O recouheciuieiiu por ura poder estraobo e que
nao pode autorisar despera, nao nos imp5s a obri-
gago de votar por semeibante pagamento. Se
ul obrigago etistisse, ocioso ser submettida a
queslo a apreciago e deliberagio da cmara.
(Apoiados)
O Pr. Antonio Carlos :Nao obrlgatorio.
O Sr Corbbia das Nbvbs : Logo coofessao no-
bre deputado o direilo qae temos de apreciar as
razoes coro que se faz o pedido, de dar ou de re
mente iora; como, porm, ao presente s versa cu a discassao sobre o projeclo que declara a autari-
dade a quem compete o caohecimento do crime,
ni i s voto por elle, como esporo anda que a c-
mara, reconheceodo a procedencia das razoes ad-
dunaas, oo duvidara' approva-lo eoma coovra e
o redimamos mximos imeresses da ju-tici pi-
blica. (Apoiados; muito bem).
OSr. Amerco LoBo:-Sr. presidente, a apre
sentaga um sem duvida deste projeclo sera lalvez
mal acolbila pela opioio. fundndose esta si-
toaga, quo raiou em 1851, phocipalraeola na es-
peranja da reforma da le qae iircaloa em nosso
(Ha ora aparte.)
Nao quero eotrar na apreclagio do proeedimento
do poder jodiclario. Na direi qoe deixoa de ser
justo ; descoofio, porm qae oio justo qae vale-
mos urna quota para tal flm. Teaoo para esta opl
nio muilo boas razoes.
A cmara sabe que dos proprios docamtiQtos
coosla, qua os Teueiras Barbosas, propietarios
de ora dlobeiro qae foi desenterrado e empregado
oo pagameot das tropas na guerra da indepen-
dencia, acbavam-se oa capital da Babia con as
folias iniroigas ao CQmrqa,qd.o do general Ma-juif;
ora, por esle facto constituir am ae ioimi|os da in-
dependencia. f7{B P^
Etuvao, pols, o ban dos Telxeiras Barbosas
no caso de serem considerados bi atata, cabiado
era poder da forgas qae eotavam aqoeil eidade.
Se esus forgas Uagaram mi dessa dlobeiro, fize-
rao> com o direito qne ea clrcpmstaoelM inaaes
commetle aos bf lif erantes.
O Sa OLBnAio: Ma esta qoestio nio a-
de aar discuta na actaalidada : nao somos eom-
peteotes para anoollar orna decisao-do poder jaoTf-
0 Sr. Cobrra das Nbvbs :Nao somos compe-
tente para conhecer sa o tribunal judidarto deci-
dlo bem ou mal ; mas somos complanle para di-
zer que, vista da razio qoe acabo de expor, nao
devemos volar a quantia qne se pede. Jolgo qne
estoo uo meu direilo assim me exprlmindo,qoando
s olerejo a' consideragio da cmara os motivos
pelos qoaas oio acno justo qae se decrete aante-
Ibaote pagamento.
A ua disto, eotlegas meos, em poca remota car-
liflcaram-me qae es Telxeiras Barbosas rennaeia-
ram qualqaer indemoisaco, dizendo qne davam
por muito bem empregado o seo dlobeiro, seodo
despendido em servigo da independencia do Brasil.
E' muito natoral que esses horneas, Portogaezes,
que tinbam estado oo acampamento ioimigo doran-
te a lula da independencia, vendo que ella tloba
vngado, e nao Ibes coovlndo retirarem-se do Bra-
sil, flzessem esse pequeo sacrificio em vista dos
seos po'suido?, para ae algaroa sorle attenaarettt a
impress-) ma que cansara seo proeedimento com-
promeitedor.
O doenmeoto qae prova essa reonneia, nao asis-
te, foi consumido. Os meios pelos quaes desappa-
receo, ignora, corao desapparecea o eoaselbo de
guerra do general Labaiut, que poda dar loz a'
qoestao ; mas fado qu ba provas que demons-
trara ter existido esse documento.
Para mira prova evidente dessa renuncia na?
lerem os Teixefras Barbosas, dorante a saa vida.
depois da lodepeodeocia, reclamado iodemoltaco.
(Apoiados.) Esleve om delles nesla corle, e nen-
homa reclamago apreseotoa. Fizeram testamento,
institniram herdeirus, por que os oio liobam oe
cessarlos, mencionaram os bens qoe legavam, e nio
mencionaran o direilo ao pagamento qaal depois
se exigi. Se ao bauvessem renunciado, calariam
esse direlto?
E', pois, essa mais ama razo qoe acta em meo
espirito par* negar mea voio ao projecto qoe man-
da fazer semeibante pagamento.
Nao quero, e oio devo entrar na apreciago do
juigamento Jos tnbunaes, nada direi a respailo do
andamento d processo, da justica do julgameoto,
srneme apreseoto estas consideragftes para jusiifi-
ear o meu proeedimento, porque se en reconneces
se o direilo de Teixeira Barbosa nao poda negar a
qaota para sea pagamento.
A mioha leaidade obriga-roe a dlzer qoe ora no-
tavel advogado desta corte, a quem presto subida
coosiderago, me informoo particularmente qoe Tei-
xeira Barbcsa sempre se joigoo com direilo pe-
dida lodemoisago, e me disse qae a desistencia se
dea ; asseverou-me mesmo qae Teixeira Barbosa
nunca unba sido condecorado ; disse me mais qae
um documento que oo processo spparecea, e qae
parece provar a esi-ieucia, era contradictorio cora
o depoimebto daquelle mesmo Individuo que forue-
cen o dito documento. Crelo, senhores, que ludo
isso seja exacto, mas, pelo meos, essas assevera-
ge s podera trazar ao espirito escrpulo-o ama
duvida, e eu debaixo da presio da duvida, nao
posso desde ja' decidirme definitivamente pelo di-
reilo de Teixeira Barbosa.
Sr. presidente, oa reclamarlo qae hoje se (atoara
pagamento dasta quantia, que se diz recomida- a'
caixa militar do exereito libertador, allegou-se que
ba grandes prejuizas, isto diz-se que os bepdei-
ros de Teizeira Barbosa nao reclamara toda a quan-
tia qae Ibes foi lirada, nao reclamara iodos os pre-
juizus que soflreram era suas propnedades, e que,
se esta reclamago fosse feita exaciameote, sabina
a ama somma extraordinaria, por que, alm de
mais, dizem alies, oiieola e taotos escravos, se bem
me record, forara alistados as Qielras do exereito
da indepeadencia, e dos quaes Telxeiras Barbosas
nao exigirn indemnisagao. Mas, senhores, es-a-
mesma generosidade com que os representantes de
Teixeiras Barbosas ce lera boje da maior parte des-
ses prejoixos, que dizem baver soflrido, essa mes*
ma abne&agao, faz crescerem oo mea espirito as
duvidas sobre o direito que Ibes assiste.
Pois se Telxeiras Baibosas podara provar oc-pa-
dero provar que se tiobam alistado oo exereito da
independencia 83 e lanos escravos, e dos melbo-
res, segundo se diz ; se Teixeira Barbosas podiam
provar que do dioheiro eocomrado boove grande
descaminho ; se Telxeiras Barbosas podiam provar
que tiubaua direito a rebaver esses beos ou uma io-
demoisago equivalente, como que Telxeiras Bar-
bosas se comeatam.com uma pequea e diminuta
parte desses prejuiz'os bavidos t Sera' islo geaero-
Eoleodo qae nio pie ser, por qae elles neo- ti-
veraro geoerosldade para ceder da menor parte,
como dizem, assim como seus herdeiros, apezar de
abastados, oo a tiverara agora,, quaudo nos aoja-
mos em apuros finaoceiros, quando o pairiotismo
ibes ordena que cedam o resto. Como, pois, eo
posso crer que elles cedessem dous tantos ou mais
daqolllo qpe actualmente seus herdeiros puUeo,
por mero patriotismo ou generosidade ?
(Hi una apaa.;
V. Exc. oo comprebendeu a minha argutneor
t a gao.
Bu quero concluT que, sa Teixeiras Barbosas pu
dessem provar todos esses prejuizos, tenam reda-
mado em sua totahdade, e nio cederiara da roaior
parte para reclamaren) a menor. Preteodl provar
que nao fui por generosidade que elles o fizeram ;
por coc*equeneta, que, se a**im praticaram foi por
que rec-aaheceram que nao Ibes era possivel prc-
var, apezar dos maios empregados, mais do qua o
prejmzo pedido.
(Na ora aparte.
O mea noore c -llega quer prenderme a am pos-
le no qual prrt-ode obrigarme a gyrar------
(Ha um aparte.)
O oobre debutado emende que nao posso tratar
do direilo de Teixeiras Barbosas, para qae falla em
sanlenca ? Trata do direi'o. Seguodo nossa le
consiuuciooal, nao se pie fazer despeza nenhuma
sem ser autonsada pela a-s imbia ; dos podemos
denegar os fu idas para tal oa tal despea ; nada
no*pode ira;>or para volar despezas, salvo as ne-
ceSsidades publicas.
Sr. presidente, tem-se procurado todos os meios
para se conseguir smelhante pagamento ; tem-se
appellado para vossos semiueotos patriticos, para
os nossos se o ti mentas de ho ira ; lam-se dito, como
que o Brasil o3o paga ama divida sagrada da saa
lodepeudeocia. Mas, meus seobores, a qaem de-
vemos pagar essa divida sagrada, essa divida da
independencia ? Devemos pagar a um immigo,
aqaelle qne nos Sacia guerra, res itrjinl -'h a boa
presa qoe Ihe foi feita em goerra leal e justa 1
Eu eoteolo que n) temos obrigago de restituir
esse- beos, este dioheiro a um portugu i com quem
a.-tavamos era guerra, que eslava eolre os oossos
inmigos, em tuas Qleiras fot buscar abrigo e pro-
lecgo, com os quaes combioava, por cuja victoria
fazia votos e a quem auxiliara e darla recur.-o>
p-ir qoe se houvesse tal obrigago tid tinham por dever restituir as tresas qae fazeu a
seos iain.igoo.
Teixeira Barbosa, indo para a eidade da Babia,
es con de neo se, reuu ndo-se com nussos miraigos,
mostrou se hostil a independencia, esconden seo
diuheiro, porque o nao pode levar e se as tropas
lu-'iiaoas ehegassem a seos eogeobos, lalvez ele
fosse applicado para supprimeoto daquelies solda-
dos qoecombatiama lodepeodeocia. Porlanto esses
beos estivam sujaiios a serem lomados, pela ontra
parte bellig erante.
(Ha nm apaile.)
Nao admiti esse novo direito contra o corso no
mar, qoe, qoaodo roano, s pie ser allegado entre
aquellas nagdes qoe asMgoam concordatas para
salvar mercaduras,qoe oio con-tuuem contraban-
do de goerra, e s para fados posteriores a con-
cordata, mas oio para fados occorrldos naqoelle
lempo, em qae o direito de presa ainlaaoroar
era recoohacido, tanto qoe a Brasil aprisiooou na-
viosportQgoezeqaasi a eoirada do Tejo.e es porlu-
guezes aprisiouaram oavios brasileiros.
Portaoto, essa novo direito reconbeeldo hoje por
alguraas nages, nio pode ser invocado em favor
dos direilos de Telxeiras Barbosa*.
Sr. presidente, direilo os beligerantes lancar
mi da propnedade da parle conirar.a para Ihe ti-
rar os recursos, e a ornea regra que regola este
direito que a goerra seja jasu i> N'"- '
oa nao j ista a goerra da independencia t Nao
camprehendo oaira mais ju'la, mais o.bre do que
a que faz ama nagio para toraar se iodependente.


i
-



(Continuar sena.)
"TYP. DQMMUO-RUA DAS CRZES N. 4i.


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