Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:11409


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Full Text
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ANNO XLffl. NUMERO 252.
nu a Cirini. e LLutui;a Par Irai zfl* lalisi.,. %. ^H .... *
Pur ei *m !<. > l
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CaJa na*8f. .J ..,;..
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ABBADO 2 DE NOVEMBRO DE 1867.
PABA DKXTHO K VOBA DA PBOVIWCIA.
Par tra mm> aduntadae.. i. (. ,, ,....... ,.'...
Per seis ditaa dem l ,, ,, .. .... ..
Por nove ditos 'acra.., ,. ., ,, ,. ,, (( ,, ,, ,, .. ,, ., ,. ((
Par u tBM loen i i i. ,. t< t t
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25250
*7000

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m mu 9MBA jasaba, asa iPid*ip^iaiiOM3ia)9
________ ______

IENCARREGADOS DA SUBSCRPCAO.
Parahyba, o Sr. Amonio Ai*j_uaunno de Lima;
Natal, o Sr. Antonio Marques di Silva {Aracaty ,
o Sr. A. de Leraos Braga Ceara, o Sr. Joaquiio
os de iliveire ; Para, os Sn>. Gerardo Antonio
Alves & Pilbos; Amazonas, o Sr. Jeronymo da
Oosta; Aiagoas.o Sr. Francino lavares da Guau;
Babia, o Sr. Jos Marns Alves; Rio de Janeiro,
Sr. Jos Ibefro Gasparinho.
PARTID* UiS "MTAFgTAS.
Olioda, Cabo, Escala a estacos da va farrea at
Agua Treta, todos os das.
lguarass e Goyaona as segundas e sextas fainas.
Santo Anio, Gravan, Bezerros, Bonito, Garuar,
Altinho, Garanhuos, Buique, S. Bento, Bom Con-
seibo, Aguas Bellas e Tasarat, oas tergas-feiras.
Pao d'Albo, Nazareth, Limoeiro, Brejo, Pesqueira,
Ingazeira, Flores, Villa Bella, CabroO, Boa-Vis-
ta, Ouricury, Salgue!ro e Ex, oas yuarta (airas
I SerlnbSam, Rio' Formoso, Vamandar, Dna, Bar
reros, Agua Preu e Plcieriteiras, as quinta
AUDIENCIAS D08 TSDH.UK DA CAPITAL,
Tribunal do commerr.io: segundas e qninus
Rea-o : tercas e aabados ai M oras.
Faienda : quinfas as f O aorta.
Julzo do oooifner.'/o : segundas as 11 horas.
Dito de orpoos : terca sectas a 10 horas.
.
Pri*iai|a vara do eivel: tercas e aellas ao meio
da. I
Segundaran do r.ivel : quarias e aiibades >
1 ura da tarde.
BPHBMERIDES DO MEZ DE NOVEMBRO.
4 Quenoeresc. as H h. e 3o aa. da m.
11 La cheia as 10 h. e 17 n>. da t.
18 Quirto aoing. as 2 h. la m. da t.
56 Loa nova as -1 h. e 19 m. da m.

DAS DA SEMANA.

g 1U>'
-8 Segunda. Ss. Smiao e Judas Tbideo anp.
9 Terca. S. 'Emebla v., a beata BemV.ada v.
30 Quaria. S. Seraplo c. b., S. Velorio m.
31 Qainta. S. Qurallno r S. Lacllla v. m.
1 t>exta. cja Todos os Santos.
2 Sabbadu. Commemora;ao dos eis deloDtos.
3 Domingo. S. Mslaqnias b., S. H-rberio m.
| PREAMAR DE HOJ.
Prtmeira as 6 horas e 42 m. da manla
Segunda as 7 toras 18 minutos da Urda.'
PAflTIDA DOS VAPORES COsTEIRGB.
Para o sol at Alaf oas a 14 30; para t> non*
at a Granja a 15 e 30 de cada mea; para Fer
nando nos dias 14 >tos meaes Janeiro, marco, maic
jaino. Miembro novembro.
________________________________________

PARTE OFFIGl-vL
MIXIST-RIO Di SI .RIXII V
illa), e Esm. Sr.As armis imp-riaes acabara
le ser illastradas com raais nma victoria que, se
bera nao seja tao irauorUote pelos rebultados como
a que alcanzamos ltimamente em Cora b, cora-
lado iie xi coberto de gloria um dos navios da nos-
sa fl itlioa e o Io corpo de guardas nacionaes des-
tacados, que abi receben com denodo o seu baplis- j ~,g0i e maoda"ndo imuidiatamente toc*r
ato de saogoe.
l'.ero a V. Exc, o que diz respeilo marloba,
deixaudo o qae se refere as furcasde trra para o
fBttio qae nesta dala dirijo ao Sr. ministro da
guerra.
a's 3 horas e 35 minutos da tarde do dia 11 do
correte, o vapor de guerra parauayo Salto de
Uuaur, que com os de noms Rio Apa e Ibera
noote-coronel Antonio Uaria Coelho com o 1* ba-
taino provisorio, achindo-se ja oo Alegre os cor
: pos commandados pelos matores Costa e Nones da
Cunba.
Dando o vapor Antonio Jo3o reboque a qaatro
embarcaron e o Jaunt' a duas, em qne se acb-
vara as pravas affectadas da varila, subimos at
o Alegre a reunlmo-nes a forca qae abi .-e acba-
va, amarrndose o Jauru a margem direita para
evitar o contado com a forca acampada em ierra.
As 3 1|2 horas da larde desse mesmo da II, re-
cebi aviso de que se approximava um vapor mi -
a postos
vi, momentos depois, snbiodo rpidamente o rio,
un elegante vapor de graode forca, que me pare-
Cea ser o Salto de Gunyr, e dirigiodo-se ao va-
por de mea commaudo roinpeu contra ello un uu-
trido fugo de meiralha, que foi muito bem respon-
dido pela artilhana e moiqoetana do Antonio Joo
tanto que brigoa a voltar-se pira o JawrM', do
qual apossou se por abordagera, sem comtudo dei-
cruzavaao ojs aguas do S. Loureofo, cura o flu de xir $6 responde; ao fugo que, sera cessar, ibe fa-
cirtar esecammho s torcas que por causa do as- ,a 0 Antonio kao e a forca qae se achava na
solamento da bexiga ta mandara retirar de Co- trra.
rumba, surdio em frente a fatenda de Alegre, oo- Destrocada a gaaroicao do Jauru' e substituida
de a retaguarda do 2." corpo de operacSes fhera por u n1 fjrQa de 30 Paraguayos veio novamente
alto p. dagam e guaroeceu o vapor brasilero Jaur que <), j0ao, doude metralbava-o a a forca de Ierra.
-: :iza a r-b /qae duas chatas com 80 enfermos va-
rilicos ; cinco raariooeiros da guarnigo brasilei-
ra (orara ah morto. situado o resto para trra.
O vapor Antonio Joo, chamado a combale pelo
r slrondo da artiibarla, apenas apparecea foi nac.i-
lamoem : cbocaram-se no meio do rio, descarrega-
sam sua artimaa, e pelo impulso que cada nm
i-vava, o vapur brasileiro seguio para baixo, o pa-
raguayo para cima. Vultaram se de novo um cin-
tra o uotro. o paraguayo tenloa segunda vez abor-
di r o Antonio Joao, que o repellio fazendo pagar
com a vida os raarioheiros que tenlaram lorea-lo,
e varrendo com um tiro de metraltii de ana excel-
lente artllbaria ralada o passadigo do vapor Inlmi-
H) : este acoineu-se ento % urna voita, onde, pro-
i'gido oor urna punta do mato, comee >u a metra-
Ihar a f -tiradore pela barraoc, e igualmente protegida
com os troncos das arvores respondju-lbe cora
mortfero fogo de iofanuria, sem Suffrer maisdara
uo do qne o do algnn* punces m tos e feridos
O Antonio Joao rec-beu ento un reforgo de
trra ; ,-i-u valente commandant-i formou a gente
sobre a tolda do navio, marchen sobre o Jaurt db-
liaito do figo do Salto de Guayr, e ordenou a
abordagem ; os offlcias e rnanuneiros de epad
e.u punh), e os soldad >s de bayoneta caala salta-
i ara dentro do navio, e a goaraic.i tiaraguaya fot
parte morta, parte aitroa-se ao rio, 3 (Icaram pri-
iuneiros, entrando ne ':nha Miguel De-cond de Diocel: o Salto, logo
que retomoo-se o Jauru', seguio aguas abaixo fu-
., .i !j por essa forma do incairo da lula.
Ocommandaute da Qolilba rebicou o Jauru' at
O Itio Negro. E->le velho vapor, porm, que mal na-
vogava urna milna coaira a correut, nao no le re-
siftir ao choque dos duus ataques que si.ffreu, ura
', is Paraguay ;S tomanJo-o, e ouiro nosso recon-
'< i^tando-o ; faltava-lhe ora mchinista para rao-
rer-lbti a machina, e se enchia de mais era raais de
agua, p-lo que o comraandante l lo sossoorar nes-
sa altura, mas sem arrear pavitnao oaciunal.
O effeito moral desse triurapno o >s da ba-tante
imaoriancia : acorresoondench ofllrial paraguay,
encontrad em Commba, maoif-ist que o iniraigo
eslava na convicgo de que ura s6 de seos vapores
ra suffiuH.ote. pira faze'r arrear pavllho aos cinco
p iqueaos da nosst n ititha, que tinham em raoi pe-
ofuj cooceito; o cmbale do Alegre Ihes (ara
oorrigir esle iuizo.
l'erdejjos 9 morios e 15 feridoa, qno ja se achara
n-s:i capital en trataraeoto, estando nicamente
uji em pango imralneota da vida.
Os Paraguay" perderam tula a goarnlcao qne
Uucaram no Jauru' inclusive os 2 offluaes, a sa-
bT, o que commaodou a abor'iagem, que foi ni r-
to pelo mannheiro Ladi-lo Alves da liunba, e sen
imraaJiat., que ura dos prlsioaeiros de que airas
falle!.
Ao Sr. ministro da guerra remeito o mierroga
torio fttito a e.-te ultimo, do qnal consta que o cora-
raandaoie do Sulto de Gunyr era o eapito-teoen-
' R imitaldo iN.^?, que u 6 tambera de toda a fl)-
tiiba o i .no Paraguay ; ap-7.r de raneornso ini-
uoig dos B'asileiros, nao pos a surte desse offl-.ial, qae apezar da lar urc brac
quebrado l"go o o principio da aeco per um* bala
.' fatil, conuauou a dirigir o ataqoe al a abor
Oliera do Jauru', eccasiso era que urna oatra bala
o f-rip na vinlna.
Pelo interrogatorio se v qae sea immeluto foi
igualmente ferido.
Nao po>so deixar de referir igualmente a V.
Exc. o procedimeolo honroso do imperial mari-
otieiro Juo Ilearique da Costa, que na sua ob-cii-
ra pusicao turo u-se digno de ser imitad > pel*s
.ais valeutes d> s BosSuS co npatriotas : tazeodo I
He parte da guarnicao do rodizio de pri do / m*, qomdo na aoorlagem seus cumpanneiris sal-
tarara pela proa, elle indignou-se e espemn sol
cio a torrete de isiraigos que >allaram no oavio:
pritegido a principio pelo mastro de proa roaton a
dous Paraguayos, depois pela pee matn anda
ura, e com o corpo e cab*ca lltteraimenie cubarlos
de golpes, e braodiodu om machado, su ulma
arma, abri earotoho na pro* do vapor, alirou e
-o rio b gauhuu a mtrgem, onde as forg-.s o aban-
dooaram.
Depois d) ataqae quando se recolhiam os ferl-
los, reconni-cendoo cora um resto de vida lenta-
i ara cirregalo, e elle depois de ter pergunlado e
sabido que a victoria noha bado de nosso lado,
i'edio que o deixassem all, que com essa noticU
rjoiria conlenie. Se elle escapare, o que Infeliz-
nenie Bao acoteceo, era bem merecedor da me-
da ha de bravara.
O commandante da fhtilba, receiando que os
ojtrus vapores loiraigo* pudessera vir, e tendo sa
btdo que a ferga ja se achava reunida e fra de
perigu ar-iui.i do esireilissimo no Nesro,iecolbeu-se
a sua esucao, partiodo de la s 9 horas da noite,
<:omo indo vera V. Exc. da sua parte oficial, de
que agu jumo copia.
Cnauu a elevada attenc3o de V. Exc. para o pro-
cedimento distincio desse offlcial, assim como pa-
ra (s que elle declara qae bem procedern) oo
combate; esloo ceno qae oo corceo nimiamente
brasileuo de V. Exc. eses homens her icos, que
aqui fizera a guerra Inundo rom a peste e com a
caresta de lanas coosas, eneoolrarao om caloroso
aavogado ante S. M. o Imperador, por cuja alona,
frimentos. .
Deus goirde a V. Efe. Palacio do goveroo de
Mato Grosso, oo acamnameoto a margem do Caa-
na, 2*de juiho di l8o7-liira. e Exm. Sr. conse-
llieiro Affooso Cel>o de Assis Figueiredo, ministro
i secretario de estado dos negocios da manaba.
Dr. J. V. Cont de Magalhfles.
Gommaodo da fl.ililu de Mato Grosso, bordo
do vapor Alpha, em Coiab, 18 de julbo de 1867.
Illro. e Eira. Sr.Largue! do aterro do Bananal
no dia 10 d.. crreme ra^-z, Cjm os vapores Anfo-
mo Joao, Corumb Jauru afln de dar reboque
;i forca que se rawrava da villa de Corumha, sob o
comniando do tenante-coronel Antonio Mana Loa-
Ino, que segando coromonicacoes que me havia
fei'o, devia achar-se nesse di* oo rio S Loorenco.
Havendo, porm, o vapor Commftd soffndo gran-
de desarranfi) em ama das redas ao passar ama
das mni difB'eis volta do b aelho do Banana
segu aguas abaixo com os doas outros at o Sara,
onde eocontrei na madrugada do dia ecgulole o te-
*- "4fl_F i a
COlA>0 OS miias.
Qiarkl ffaeral Id eommaBd iis armas de Prr-
nmbnea, nacida e da Recifc, 30-de ntabro
de 1867.
ORDEM DO DIA N. 390.
O brigadeiro coma>sBdante da armas faz publico
para os divid >s os, qu*, em cnmpnment) ao dis-
posto pela presidencia, em officlo de hoQiem dta-
lo, manda oesta data addir a sec^o do balalbo de
voluntarios da patria era i rgani-ar5o nesta pro-
vincia, o Sr. alteres do corpo de polica Joao Fran-
cisco Paes Brrelo.
Voluntario francisco de Mello.
. Do 5 corpo de arliiharia, cabo Evaristo Jos de
Souza.
Anspecada Mariano da Silva.
Soldados :Jos Venancio e Vicente da Trio-
dade. *
Imperial marinheiro Bernardioo.
Da guarnigo do Jiw foram encontrados a
bordo es cadveres do imperial raarloheiro Fran-
cisco Correa, do coinheiro Jeroiaoo Bapem, de
nm soldado do 5* balamao de arliiharia, e ferida o
imperial mannoeiro Diego de Aimeida, o qual de-
Mrj ando tonar parle na desaffr raa da honra nacio-
nal, assentou novamente praca da carvoeiro e f"l
brbaramente mutilado, depois de baver raort) na
aeco a dous oimigos, poruoda-se seropre heroi-
camente
Morreu 18 horas d.apois, deixando na Indigencia ^^ t;,,,^^,.,,,, tcnente aiadiote de ordens
sua velna mai A-ioi Penoto, viava, moradora o
por em qoaoto ao pedido dos representantes, ape-
zar do eocareciment) com que o latera : todava,
se for por mim ja'gada iodisoensavel' semelhanlo
coadjuvaco, por certo oo sera' desprezada.
i Para traoqallllsar, porm, os represeaUales,
que se mostrara Uo as-ustaios, dir Ides-bei q e
desde que a soblevaco dos caihambolas foi suITj
cada era sua ong-'m, elles nunca mais mostraram
iotincoas aggressivas.
f Depois disto, e I se vo tres mezes, nanea
mais accorametteram oeobuma fazeada, nem to
pooco nenhuma povoaco.
Tem sido eacontrados, verdade ; mas nos
centros das mattas por onde andam fugitivos, anaa
( Assignado ) Joaqilim Jos Goncalves do procurados de proposito pelas diligencias que
PoUlei.
Vendo depois que o auru ja descia o no aban
donou o combate e foi espera-lo eraba'xo, evitan-
do por sua superior marcha a abordagem qae en-
to Ine propunha e Antonio Joao, e havendo eu
perdido a esperanca da aicaaga-io, voltei-rae con-
tra o Juuru', que tul abordado e retomado lio de-
pressa que era tempj leve o inimigo para Icar
sea paviibo e nem osar de ai tunara do navio.
A maior parte da guarolci) paraguay i foi morta,
inciu>lve o offlcial comraandante, o resto laucou
se ao no ou foi eairegar-se a forca da trra.
Emquantu o ioimigo dirigase para o Jauru'
ouvi os gritos do coaimaodaote Antonio Mara da
Cuota que me cnamaram a recebar mais torga para
abordagem, o que fu sem perda de tempo erabar
caod o capito de commisso Feliciano Caliupe
M mtelro de Me io com os alferes Jos Lulz Morel-
ra Serra, Joo Luiz Pereira, Joaquim Ferreira da
Cunha Barbosa, todos do Io corpo de guardas na-
cionaes destacados, cora 55 pragas desse corpo e 3
do 1' balalbo provisorio da infamarla.
Duas vezes lentou o Salto de Guayr apode-
rarse do An/onto Joao, e doas vezes fui obngado
I a recuar, indo depois acolher-se a urna veita do
I rio, longe do lugar do conflicto, e de oude, cora ti-
i ros de metralna, pareca querer oscultar a vergo-
i una de sua derrota.
Anda ama vez nesse dia a coragem e o denodo
de poucos oppuzeram-se o alienaram ura poder su-
perior, alias irreslsuvel se nao les fallasse iotel-
ligenle direegao
Nossos dos insignilicantes vapores nao suppor-
tanam um choque do veloz e possanie Sallo de
Guayr.
Na impossibilidade da perseguir o inimigo tra-
te! de salvar o Jauru', qne uo poda navegar por
falta absoluta da p-s-oai, e a reboque do Antonio
oo conduzo o aoRio Negro oode fui aguardar
as dispusiges do lente-coronel Antonio Maria
Coelho.
Ah conservsi-me at 9 horas da noite, e havea-
do recebido coramuoicago do me.-mo teotnle-co-
rooi i para retlrar-me e nao pdenlo supunr a fal-
ta da um machmit* ou pessoa qne ao menos ti-
lesse mover a machina do Jauru', arrecadel a
paodeirau alguns armamentos exbuotes a b irdo,
ii: laucar a) no o que era unpossivel cooduzr,
prepar'ei o oavio para ir a pique, c sosal urgido
atada pala necessidade de escapar perseguico
de dous ivos e grandes vapores inimlgos, que
i secundo a revelado de um pnsi meiro, baviara-se
oeuaorado uo mono do Carucura' a fazer leoha e
ii Jo lardanain em se apresentar a ou:sa vista.
O vapur Coi nmfc, depois de reparar a avana,
d i'-iu.a era demanda dos outros vapores, quaado o
seu valente commaodanie, o piloto Barker, encoo
trando cora o esenvo e doas pragas di Jitint',
que Ine noticiarara o combate, dizenlo que us va-
pores haviuru sido aprisinaa:os depuls da distn-
boi la toda a guaroicao.
a' vista disto, e pe en lo a intil e inevltavel
perda deseo navio, mas ura tropho para o Ibtffit-
go, t-unou o comiuaudante Baiker a resolugio do
vu.iar e vir esperar em lugar menos arriscado al-
guna outra noticia que contlraia>seo fado.
E' de meu dever declarar a V. Exc. q le teoho
em to bjm'coocrllu este offlcial, qno ouso afflr-
Uiar que sua conduca fui nielada nicamente por
aquellas consideragd.es.
barra do Anca-merim, a quera aiimentava cora o
seo trabalho.
O imperial marinheiro Joo Henriqaes da Cosa
sucooabio veocido pelo numero e depois de baver
lirado a vida a tres dos barbaros imm'gos, nm dos
quaes era o offlcial que eommaodava a aborda-
gem. Para a pobre e honesta familia desle bravo
pego tambera a alta protecgu de V. Exc.
O fiel de 2" cl-isse Jos antonlo Vi-ira de Araujo
portou-se tambera heroicamente arrancando a vida
a tres Imtnigos, entre os quaes o qae tentava
arvorar a baodeira paraguaya no logar do pavnbie
aunverde.
Combateado encarnicadamente sobre o convez
tropegoa e cahio ao rio pelo portlo; apesar de
nao saber n.dar agarron-se ao leme e ahi mesmo
us iniraigos perseguiram-o danlo-lheainda 6 uros,
dos qu*es s ura produzio ferimenio leve e os outros
apeuas coDlusdes.
Por telicidade sua pule elle alcancar o bar/anco
quaado o vapor falla cabega para retirarse ja em
poder do loimigo, e depois oceulur-se oo mano, de
oode foi maulado conduzr paln tenante-coronel
Autonu Mana Colh i, podendo se julgar dos gol-
pes que receben a vista da farda que vesta na
occasio da aegao.
A este fiel, digoo de toda a f, devo as informa-
edes que t-mi > dado sobre o comporlamento das
pragas do Jotir.
Assim, s esses tres briosos Brasllelros nio
abandonaran) o pavilbao qae ihes (ora coaSa lo,
lieram cu-tar bera caro o momenuoeo triami'no
de nossos ferozes oimigos.
Que lastima tjuo nio fissem imitados por toda a
gu.irnigao do innf i la 11 Jaur.
Dassa guarnigo, cuja uiaior parle f-ji ixlraia4i,
s se me lera apreseutado ate agora o e"eriiu-
duas pragas.
Espero inla obter mais iuforraagoes para
leva-las ao c nhecimenlo de V. Exc.
Deus guara a V. Exc.-Im. e Ex n. Sr. Ur.
Jos Vieira Oouude ilialna.-, pre-idante da pro-
vincia. Blluinj Jos Ferreira de Aguiar, capito
tenente comunndante interino da flitilha.
conforme. Emiliano Ernesto de
imborim, tenentt
encarregatlo do detallie.
DIJLBIQ DE PSRNAMBGO
IMVI];iHIH LERRt.
Commando em ehi-U de tilas as furcas brasilsi
r-is em ouerayes contra o goveroo do Para-
guay.Qaarlal general einTuvu-Co, 4daoutubro
de 1867.
Inm. e Exra. Sr.ju-me pressa cm coramnoi-
car a V. Ele o briltiinta triamoho aicaogado hon-
lera pelas armas braslleiras sobre as do ioimigu,
do qual resultm sua completa drcota e deban-
dada.
lia dias aodava eu suspeitando que o inimigo
pr,jecuta algura golpe de m3> sobre o nesso (lin-
eo lirrii-', rovelmlo se sua nlengao, ja pela sant
da do Ilomaita de m ii r forja de cavallaria^ do
que era costume, ja pelos raovimenios'simulados
que raziara em urdem a se approximarera da noss n
postos avaocados para o lado de S. Solano. II .va
eu, pois, dado mindas ordens o-instrncgSes, e as
nossas lurgas se achavara sobre aviso e vigi-
lantes.
Cora elTeito hnntem sahiram ao amarillecer as
cavallarias inimigas de II imilla pareceodo me-
liior muntadis, deram muitos vivas, enurcaud s
de t.qns e tamb r e de corneta, e se dtrigirarn
para o lado de S. Solano.
A' vi-ta di to, para all se^ui iramediatamenle,
ordenando uue a brigada da infanUna as mando
do teiijuta-coronel Bago Barros, rerjrgada com
duas bocas do fugo, passasse o oaahado, juno do
qual se acn.'va, u tnarchasse para o mesmo ponto,
alim da proteger a nos,a cavuliria, que ja a esse
i-iiipo tiruteava cora o inloiigo, que mostrava ca
Dos portos do norte do Imperio chegon honiem o
vapor Paran', traienio i ruaes do Para al20,
do Maranhn at 23, dj Ceara" at 27, do Ri
Grande do Norte at 29 e da Parabyba at 31 do
passado.
para.
Por partarii <, presideucia da provincia foram
prorogadV, al o da 18 do passado, os trabalbus
da a-sembla provincial.
Foi reoruanisado n cirpo provincial de caca-
doras de polica, com a djnomioagii d; corpo de
pjlicia paraose.
Limos oo Jornal do Amizonas :
t Noifbmingo, G do correute, das a para as o
horas da Urde, quitro fllhos do Sr. Antiniolllcar
da de Carralho Peona, acomnanbados por um tal
E sucio e mais um ouiro sujeito. moiaram assassi-
oar ao Sr. Fernando Mara da Conh', na estrada
do curro, vindo este sechor em companhla de
Bernardo Gragalves Viaaoa, que fui tambera a-
meagado, com om ponlial. por nm dos filhos do Sr.
l l'eooa e que recelando da superioridade do nurae-
! ro dos aggressores, lugij era demanda de soc
i cairo.
O Sr. Fernando Maiia da Canha, levoa tres ca-
celadas, e>capaudo milagrosamente, por ter podido
entrar ao cercado da rocinha do Sr. Jo.- Pinto de
Araujo, aoode anda foi ameagado, com um pu-
nhal, por om dos fllhos do Sr. Penoa, que nada
fe, ulvez por ver ja' oessa occaiao reunida mni-
U genle na ra e estar a sos com o Sr. Cunha,
dentro do cercado.
Maua.nhao.
O oroprietario e redactor do Pab.'iVaJor ufara-
nhente recoibea n' thesonraria da ff.ends......
a^lMooO rs., producto da subscripgo promovida
no eacnplorio do sen jornal, para as despezas do
E A alfandega rendeu, de I a 22 do passado
93:176*955.
ftk villa do Pmheiro ful preso Manoel Joi-
qaim Ferreira, inligi'.adb cono um dos autores
1a sublevago dos calnambtas.
Trancrevemos do Pablicador : i,
i Saguudo as iufortuagoes que acaba de dar a |
presidencia o Sr. lente coroo-l Jjcc Candido,
Martin?, acba-seja' leita a paz com os ioiios qoej
habitara as margeos di rio Pindarc, exceptuando.;
sa apenas urna parte dos qne obedecem ao capito
AtLiin as alJelas de Bac.ba'.im. Eapera-se pc-
fem que era brevu teioyo e?sa pequea porjoo de
Indios estra tambera em paz.
t Abaixo iranscrevem s i oTit) cm que S.
Exc. oSr. presidente da provincia responde a urna
representado que Ibe foi dirigida pjr algous babi-
lautes do municipio do Pmlieiro. -
t Dose offleio vc-sj nao s -mente o acert da
providencias tomadas por S. Excr e o criterio com
qae tem procedido a respeilo de qmlorab
o que h 'le exacto sobra u a-sameto
t Palacio do goveroo do Marauba'
tubro da i87.
t Acaba de ser-rae preseole a repr^sentac i |no
em data de 4 do purreute me foi dirigida^por \ me.
u por outro^ ba&iianles dessa municipio. ,
Nodenode toma 11 era cou-id-raao, ape
ciaUeota versando elli Sibro a tn lurUeacao da
ordem publica e agirautia da >-;^''K< ">' v"
du.:; assurapto esle, que dev mere.vr-me o uj
foiio me t-m merec !o particular cuidado.
c _' asura qu-, Do que chegiu o raei
successivainenla tem i lo parsegui-'.os e acossa-los
por orden) mioba.
t Ora, taes diligencias continuara como comple-
mento das previdencias qae teoho dado, e a e.-ta
hora mesma, a-ve estar de volta orna e de partida
outra, ambas c< mpostas de om bom numero de
guardas oaeiooaes, enviados d- pontos defe-
rentes.
t Quanto cadeia de quilombos, os representan-
tes naturalmente laborara em erro.
f Firmado era ioformagdes offlciaes qae teoho
exigido e reeebido de diversas autoridades e de ci-
dados Qdeoigoos, o ooico quilombo, enja realllale
ticou fra de questo, foi o chamado S. Benedicto do
Co, oas maltas do Turyas-, o mesmo oodu se
achavam acollados os cainarabolas que se subteva-
raai e que logo depois da sublevago f >i destruido.
i Alera dast-s os doas mais importantes de que
se faz mengo demoram ura para as bandas de Ma-
racassum e ouiro para as de Montes ureos; mas
estes dous memos sao problemticos.
O que todo Vine fara' constar aos demais sig-
natarios da representago.
t Deus guarde a Vmc. Franklin Amrica de
Uenezes Doria.Sr. Joo Caetano de Abreu.
t iSo logar Pintor du termo de Ciroata, dea-sa
oo da 26 de setimbro ultimo a segrala oceurrea-
ca bem lameutavel.
t O preto forro de oorae Joo Tiberio achava-
se mansa e pacificamente era saa casa al o mo-
mento em que, am entrando o portugaez Aatoaio
militares, em coasequsacia de continuaren) all a
apparecar armados, e cora grande gruoi de de-
sordeiros, alguns dos criminosos de morte que In-
restavara as imm-lia;5 -s do raasmo distrlcto.
Segalram com as referidas autoridades ras -
qaarenta pragas de polica.
A presidencia tratava de fuer bem eonheci- -
dos os dous unimos decretos do goverao impe-
rial, relativamente aqualles que se prestares& ir
como soldados para o Paraguay.
J era iotenso o calor
Anda se oo bavia reunido, por falu de nu-
mero, a assembla provincial.
PARABTBA.
Foram presos, era Pumbal, o ex-comman-
dante soperlor Dantas, o ex tenente comoel Viejo-
la da Costa, os capites Juveuclo e Joo Jarooym ,
o leneote Pedro Daotas, e o ei-3 snppiente de
delegado Jos Joatuim de Alraeida, condemnados
adminislrativameute pelo presidente da provincia,
pela tomada de 5 recrotas do poder d'ama fseolta.
O Dr. Joaqoim Pires Gmgalves di Silva, juiz
da direiio de Porabal, proraoveo ama subscripgo
era Catle do Rocha e Pomb.l, para as despezas
do estado, oa quaona total de 2:6005"XI
PEKWftMBUCO
REVISTA DIARIA
A igreja celebra hoja a commamoraco da-
quedes que ja' oo exi-iem, despindo-se para esse
acto das pompas que irajava Dentera na fa*U de
lodos es sanios.
H miara tmba ella hyranos festivaes ; hoja sos-
piros e lagrima." I Honiem alegras e galas; boje
loto 9 d II H miera as doces narmoaias dos divi-
nos cao'lcos elevavam a alma em transportes de
jubilo ; e boje apenas se escutam uo silencio dos
claustros solugos, sabidos de coragSes partidos pela
d ir, a aogusliadas preces balbuciadas por trem-
los labios !
A santa igreja celebra va bonlem, ebria de en-
thusiasm'o, as victorias dos seus mais illastres
^q7o^^^WW*o^ o menor ^ SSSgVSSSSlt
motivo, com ama grande entilada de faco oa mo "lc"ir,n p"" *' lllLt !* ,? t
d.reila. Era segoVda a este fado Jos loacio de ""J aeorocada sobre os sepulchro, suspira triste 0
como
li da ou-
A ser exacta a tomada do vapor Antonio Joa>, (ramenta o desejo de charaar-uoi para suas tnuenei-
de melbor mar-uia e cora excelente artimaa ra a-
da, turnava se a salvago oo vapor LVumc anda
' uiais diffleil e depenoenie princlpalraenia da rapi-
Idet cora que retrocedesse.
Cumpro com o grato dever d: apresentar a V.
Exc. o nume da capito de commisso do corpo
uo guardas naciouaes destacado Feliciano Calyope
jjuu-iro de Mello, por inulto me haver auxiliado,
dingindu ofugo nos lugares mais expostos, por-
tndose serapre com bravura e ignaldada 0" alfe-
rts de coramisso Joaquim Ferreira da Cuuha Bar-
bosa, Joo Luiz Pereira e Manoel Gines de Me-
nezes.
O alferes de commisso RodolphoScheneider, do
ddstacamenl) do 5* batalho de artilbaiia a p,
curaprio o seu aever cora sanguefrio.
O pharmaceutico, cirurgio de commisso, D1-
uiiao Jo. Sjares, tambera cumprio multo bera o
seu deVer.
O guardio de numero, mestra do vapor, Ma-
noel deJe-iis, e o carpinleiro do arsenal de raart-
nna Heruulano Jos de Oliveira prestaran) raudo
bons ser vico-, portando-se com saogae (rio e dan
do exemplos de coragem.
u furriel de imperiaes marinheiro Antonio de
Souza Benevides, chefa do rodizio de re, e.-forg u-
sa para que fosse imitado, e assim tambera o cabo
do mesmo corpo Aoionio Anlunes Maciel, empre-
gadu na taifa.
Us imperiaes mariQbelros da 1* classe Ladislao
Alves da Cunha e Gregorio Dias, o primeirocorno
praiico, o segundo como bumem do leme, cura.
pnram bem o seu dever, lendo aquella fendo ou
niorlo com um tiro de carabina ao commandaote
do vapor inimigo.
u Bel do vapor, Cyriaco Paes da Costa, e os cria-
dos manoheiros Marcolmo Boty e Malaquias Pe-
reira da Conceigo, como fornecedores desempe
nharam o seu oever, e rumio coacorreram para a
boa uruera do servlco.
O 2a machiaista Antonio Henriqaes de Araujo
Maia conservou-se no seu posto.
Da guarnigo do v.por foi morto o imperial ma-
anen o de 1' classe Kicardo Jos Hodngu.es, que
bavia prestado boos e arriscados sorvigos em Co*
rumba oa qualidade de espio. Daixou em aban-
dono saa venia mi Marta Manuela de Pinto, resi-
dente oesta capital. Pego para tila a valiossima
protecgo de V. Exc.
Foram feridos :
Alferes Joo Lulz Pereira, gravemente no rosto.
Furriel Estulauo Jos Dutra, profaudaraente na
coxa.
Soldados:Joo Antonio da Silva, (Jera ; Joao
Francisco Mximo, dem; Candido Antonio Oca
Santos, dem ; Francisco llibeiro de Moraes, dem
tDortaltneote.
Imperial marinheiro Panlo Paes de Moraes, gra-
vemente em ambas as cxr>s.
Foram extraviados do Antonio Joao :
! machtuisu Lonrenco Lidoro dos Sanios.
Foguistas: Francisco de As^is e Fortunato
Myer.
ra recuan-Jo em direegao dellas.
leudo feti enllocar coaveoiehtemeQ'a 2 bicas
de fugo, manlni fazer alguns uros, e o inimigo re-
lirou parte de suas (oreas occultaodo-as na costa do
mallo, pareceado oao querer acedar bilalba.
ementu a ooticia da sublevago de alguns P-cra-
vos calnarrblas oo municipio di \ nona era das
do mez de juinu prximo paralo, m .-o aquello
maulcipio como iodos os mais qu< po-nam ser
ameacados por taes malfeitores, rec.-beram promp-
tu auxio desta presidencia, uu tldente a h'r.i
publica que m.odei destacar para guarnece-lo?, ou
. r.,mova rii armamento e oiunlgoes.
Eno ordeoei que a 6- d.visjio de cavall.ria, ao -gJJ SeYTc'lnTcorapreh'-u^id. o do Pi-
ubeiro, o quai, em virtuda de urdeus minias, ux
mando do curuoel Auiooio Feroanle* Luna, quo
apoiauo em dous batalboas de infantarla, aroeagava
o llanc i e-qnerdo do inimigo junioamiiti, -s
retiraste, b;ra como a brigada de lufantana dequa
cima fallei, e a 2' divi-i i da cavallana enramau-
nada p'do bngadeiro Jos Joaqjim de Aadrade
Neves, logojua fosse subsmuida pela 1* ao mando
do brigadero Jos Luiz Meotia Brrelo, que a esse
lempo i era raareno, mas que pela ordein quo ra-
cebeo esperava eu cncootrar ja oo ponto determ'-
uado, lornaudo se s n-ivel saa falta all.
U inimigo, porm, sahindi ratiantioament-i da
mita, aucoo de cbofra o flanco esqnerdo da 6'
divisan, que se ia reliraudo travando-se renhido
Bom tato.
A 2a diviso de cavallarla, oavindo o tiroteio,
mootou e cootramarchou atacando o inimigo pela
retaguarda, einquaolo que urna brigada, destacada
da i' diviso, reforgava ja a ", in to a outra briga-
da postar se na ponte do arroyo Hondo, por oode o
ioimigo pjderia bu-car cortar-nos a Petar-
guarda.
A luta foi porfiada e tenaz, as oossas cavallarias
mais urna vez comprovarara glonosaraonte sea
denodo e irresistivel arrojo, u o 301 corpo de tofao-
tana, cora mandado palo t-raeota-coronel Joaquira
Calvalcanti de Albuquerqun Bailo, prestoa txcel-
lente couperago, fazeulj grandes damaos as
flleiras iuimigas cora successivas a curradas des-
cargas.
A forca ioimlga, qnn era de t.OCQ horeen?, se-
gando declarara os pnsioneiros fugioteado
completarnenie desfeita, deixando no campo mal
de SQO cadveres J5 visto, e em no*so foder 20 J
prisloneiro5, e entre elles dous teaentes e
res sendo un dos prlraelros o cojimiii ianl
15*' corpo inimigo, qnairo estandartes, aimameoto
e cavado; ensilbado?, podendo ter escapido canto
e untos homens.
Cincoenu das pragas paraguayas prisloneiraj,
esto terida?, e bem assim dous de seas
ciaes. Foi nossa perda a de 50 homeas fra
combate, inclusiva daus- offloaaes morios e
fendns. Logo qae todos us detaltms me yi
?s raaos, maodarei forroalar a coaapewah
do da, qoe, como devo, trausmlttirei a V
quem fe-iioto, bem orno ac governo iraterli
felto de iraaMqoB deixoHg-iraoaente eln
Daus guarde a V Exc-illro.Ex "
Ibeiro Joo Luttosa da Cuoh i Paran
secretario de estado dos afelos'
qn?z de Caxias.
pedidas desde de jumo, leve lugo om d-suca-
uento deOpragas, assim como o armamento e
cariuchame necesarios.
< Este destaca ment do SO pragas anda fc.je
seguida
Souza, corapaoheiro de casa do f-rido, loma o fa-1
cao da Guimares e declara em alias vozes que o
matava por ter elle querido matar a Joo Tiberio. '
Accuoindo o laspector de quirteirao Ju-tini Jos
Evargcli-ta d Costa ao couflicto, que depois se'
seguio, foi tambera fendo na rao direita pelo dito,
Souza.
c Os delioquentcs foram presos em flagrante de-
licio, e e>t3i sendo processados pela respectiva de-
legada da polica.
Piauhv.
Nosso correspendeuta diz-nos o seguiotJ, era
6 do nassado :
t Peio correio passado nao pude eserever-Ib*,
por nio estar Ba cidade no dia de sua partida.
Nao me lerabro se ja Ibe commuoiquei que temos
agora noticias do Maraoho todas as semanas por
intermedio de Caxias. A cnupanhia Maranbeose
ugraentou o numero de v|?gera de seus vapores
para aquella cidade. Estamos pols em raais con-
tacto com o grande mundo, de oode nos vera no-
licia cora mais frequencia.
o da 9 de setembro abrise a asemb!a
provincial, leudo o Sr. Luna Freir um loogo e
bem elaborado relatorlo, que lem agradado gem-
nente. A leitora demorou se por mais de duas
horas, apezar de nao ler S. Etc. senao os tpicos
pnncipaes.
t No da segrate fuiara eleitos para a mesa os
seguiotes Srs. : coronel Aotuoio Leoncio Pereira
Ferrar, pre-i lente ; toneuH-coronei Jos de Arau-
jo Justa, vica-presuenie ; Dr. N-Wtio Gasar Bar-
lamirqin*, l secretario e raajor Jo- Joaquira A-'a-
liuu 2' .-ecretano.
A assemila tem trabalbado regularmente la-
tendo mullas economas uo orgameuto, de axordo
cora o presidente da nreviucia que ha indicado as
daspeas qua deveai ser diminuidas, e lerabiado
os meios de fazer do orgamento urna realidade.nu
deixand>, cumo al aqu, o movimeoto de ftmdo a
exclusiva competencia di presidencia. Fui ana
molida da grande alcance, para que coacorreu S.
Exc.
Foi exlincta a escola normal, que era entre
us urna verdadelra ame cura, e restabelecido o
antigo lyceu, que muilo mais deve aproveiiar
nos-a locmade.
A esforgos do aclual presidente deve-se a en-
corporago do urna compauraa de serrara a va-
por, cojos productos aoasteceram nossas neces>-
d^des o cegara.o para ser exportados. Fui um
servico real aito pea creadora aduiloistrago do
Sr. Dr. Luna Freir.
Em um dos dhs do mez prximo Ooiu foi s-
mala no municipio da Pedro II, urna pobre
muloer pelo hornera cora quera viva amasiada.
Apenas Exc. leve noticia do crirae fez partir
liara o lugar um offlcial de conaoga com 20 pra-
gas, p irque o criratuoso, que ja se acha preso,
ine abro de urna familia importante.
Faileceu o coronel Jos Candido da Agniar,
openar da capital. Appressarara
Z^Il'S^*^? u^ote : desgostos causados por seu gearo
oufua'ra o rara ira 2 v Tazer cstacouiar I Dr. Rayan.*. Bofges cuj, h sloria bera cunha-
2m ouiras tocal dTdes, que alias Ucaram satisfeitas[ mda. O coronel J,;, Candido era faaeode.ro abaa
era ou ras locanuauc i ( ^^ -clIenle cidadao e extremoso pae de fami-
cum elles. .
ilouve at urna, o di-liido de Pencoman,
coja aotondade policial acbou quo era excessivo o
numero das 20 pragas destacadas que Ihe ooube-
ram e soliciu.u-.ie a soa redugo ; cumpnodo no-
tar que o disiiicto Uo Ilncumau, peiiencente a
Guimares, de enja comarca laaibera faz paite o
municipio do Piobeiro, podtiia, atienta a sua posi-
rj topugrapmca, ;er acr.ummeitido pelos cair-.am-
bolas cum a mesina oa ulvez maior (acilidade que
essa villa.
t Eniretanio, os representantes ,-arcca quererera
insinuar qoe ella esta' entrega- soraenie a reenr-
nuS particulares, qu.ndo. era fac do exp isto, nio
ihe tem falUdo a vigilancia e a-aeco protectora do
governo.
t Ao mesmo lempo, os representantes snptjom
araeacada a iracquiliidade pubbca desse municipio
eia recente bccurreucia de krem appareeido al-
guns pretos que dizem fgidos era urna fazenda
prxima dessa villa.
c Bam qae oo este]a veriflcido o que ha da
eemmum ire esses pretos e os caihambolas, e,
supposto nao se declare o numero aellas e ouiras
circuuistaocias ludicadoras de flus sin.siros, o qua
eertu qne os d tes pretos, repelando a sua viuda
i ttfcrida fax rada, liraitaram-sa a procurar pelo
oouo della e Bu causaram o miuirao daraoo.
i Portaawo, por parte dalles nao asa' patente a
inten'co do fatef mal. __..,
,' Mas, qaa-.d) a^sim nao se|>,qan1o effictiva-
ente Bouvesse a recetar diells ura procediraeoto
alfensivo, esla'.esie previoido com as provideucias
aae o sooekgado de polica, em offlcio da mesma
data da representago, me coramunica ter dado e
te eu app'ruve, alera -la garanta que cff reco a
reseoga do destacamento, o qual era caso extra-
ordinarios a autoridaie policial seria obrigada a
iiDcdiaumante, observ .;lo a disposigS)
u. 1,334 do de abril d*
^^Hbeatantes podara
:i qualquar conti

de um ni
assootir
lia. A trra Ihe seja leve I
CE.VR.
S. Exc. Rvma. o Sr. hispo seguir para Me-
cejana, alim de eliminar.
Tendo sido dado por suspeito o joiz de drei-
to da capital J. Jorge dos Saotus, furam jnlgados
pelo juiz municipal respectivo, Dr. Cunha cri-
gueitlo, o thesuureiro Luiz Amonio da Silva
Vianna, e o continuo Juo Rayrnondo Faganha,
pelo roubo ultimo da thesourana de fazenda. Fo
ram ambos absolvldos, appellando o promotor pu-1
bllco. i
Igaslxente foi absulvido, pelo trlbaa-l do
jury, o teaente Jos Candido Barreto, implicado
no mesmo nubo.
A aifao )ea reoeo no trimestre de jumo a
setembro 28i:873637.
Para 20 do correte foi convocada extraordi-
nariamente a assembla provincial, am de vetar
as leis do orgimento provincial e municipal.
No da 17 ao passado tomou posse da presi-
dencia o Exm. Sr. Dr. Leo Velloso.
Foi designado o da 30 de Janeiro prximo
paia a elelgao de deputados proviociaes para o
biennio de 1868-69.
Aciava-sa no exercicio interino de chele de
polica o Dr. Hyppolilo PampLna, juiz de dlreito
de Aquiraz.
Fallecern) Manoel Januarlo da Silva, e com
102 anoos M tria Vicenoia da Cosa, acerca da
qual diz n Cearense :
Faileceu no da 26 de setembro prximo pas-
sado na cidade do Grato D. Maria Vuoncia da
Costa, com 102 annos, deixando urna numsrosa
prole de cerca de duieotos descendentes. Era na-
tural do leo, o'unde sa mudara para aquella cida-
de a quarenla e tantos anuos, era av de nasso
amigo Feoeloo B. C !
Conserva va perfeitas todas as faculdade-1 qua
s.eote foram alteradas nos ltimos das Jes=a
existencia secular. >
- Anda nao era^olS' todo o resultado da
lo swondaria senajorial- B.4niri|ft s-.q u
;a._svsffluJ_a
melanclica, e eola, ante os altares cobertos de lu-
to, preces fnebres pelos Qlhos, qua deba se apar-
tarara para a eternldade, no sen oseulo de paz, mas
qoe retidos oo pnrgaturio pela jusliga divina, ex-
piara all a pena dos seus peccados, convertida pela
penitencia, de eterna em temporaria I
Semore v< zes de compaixo e misericordia, pa-
lavras de consolagao e byranos de esperaoga !
Nunca esta mi canubosa cessa de apontar-oos tu-
ra alm tomlo para ama venturosa eteroida-
de, corno termo dos nossos destinos. Tomndu-nus
nos bragos, logo bo limiar da vida, vigia-no^ e am-
paramos em tudos os pangos da existencia com o
escodo da sua f, com as consolabas da esperao-
ga e dogura da caridade, al no leito da agooia,
tanda oos da' o ultimo abraco de amiga extremosa
e se despede, saodosa, de oOs, cerraado-oos as pal-
pebras com os carlohos do seu amor.
E oem all se esqaece anda de nos anda des-
te vahe de lagrimas envia ao throoo do Divido
Esposo sentidas preces, para que abrevie os tos
de expiago, e receba os fiis no selo da sua glu
nal
Empuohando o sceptro da mais alta pbilosopbi.,
a igreja nica e IM d- posilana dessas grandes voi -
dades, oode s existe o segredo da regeoerago du
hornera e da suciedade. levanta sa sompre sulemne
em suas prat cas, e, grardiosa era sens cnltos no
mel das geragoes acluaes, desherdadas de f, pro-
clama bera alio ao mundo imeiro a existencia de
urna nutra vida alera tmulo.
Sera Iba importaren) os remoques dos tupios e
os insultos de incredulidade, s-gue o seu cammbo
glorioso atravs do< desvaneios do mando, lebran-
doe intimando bumandade as solemnes verdu
des da mais sublime philosophla qae s podem
salva-la.
Aos gritos aturdidores qie o grosseiro materia-
lismo faz ouvi,- em volta della, responde com a Dr*
meza toda dmoa da sua f : alm do tempe existe
a eiernidadel
E nao somante esta erdade qae a igre'ia boje
aprega era seos ritos mysticus, mas tambera a
existencia da um lugar de expiago temporaria,
coilocado entro o mond > e a etermdsde, a quo i-
catliolicos chamara purgatorio, onde se soffre o
ru-to la pena que p-rmraece quasi sempre ou fiel,
depuis da juslilicaijo pelo sacramento ua penit n
ca, e cuio reato lera de expiar-se.
E desta aioda brota urna outra verdade calboii-
c?, e que para o naraizo das delicias eternas, b
pola dar passaporta a virtude a a saatidade, e qne
la nao entra nlnguem, que nao va' trajaodo a can
dida veste da pureza angelical.
.*esta da solemue, quem Daotera' om partu!
ou um amigo por quera urar ?I Ninguem I
Uretoos, pois, pur esses romeiros d'alm luniul. .
para que Ibes seja coocedido alcaocarem o termo
de seus males, como mtii bem, nos dizem os se-
guidles versos :
Oremos.
Na senda, que ja' trilharam
Nossos pas, nossos avs,
Paremos,
Hoje resemos,
Tributo, qoe ms pagaram,
Paguemos Ihe agur* os.
-

Por todos bje se pega,
Por todos que ja' nao sao,
Amigos
Ou oimigos;
Mas pai, e mi nio esquega,
Que dobrada obrigago.
.-.ram nos elles a vida,
Demos-llie agora tambem
A prece,
Que Deus Ozesse ;
RenasceT-lIfa mais florida
Das trevas da morte alen.
am dia, denlre untos,
Goosagrado a' morte s,
Resemos,
. Para qu? aehetros
Quem com preces, e com erantes,
Tambem de nos lenha d.
P s que a morte como a vaga
Embravecida do mar,
Na traga,
por odde passa,
Tudo devasta, e alaga,
Tudo al l lude sem cessar l
O re, o grande, o pequeo,
No mesmo p sacudi I
O pobre,
O afeo, e o nobre
Pasaram o seo aceoo,
Como rasecto que zombio.
Nao valem rugas da idade
Nem da existencia oflorir.
Que a mulle
Paira sem Borle,
E sobre o chao da igoaldade,
Anda todo a confundir 1
E qnsodo todo for firmo,
Campos, oiad?s, raon.
403 a:ti05
MITIUN T


__
- ftftM*** t 4c \)vembr e 1867.
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J \ *"*'
/ .mjy
.' -* -' ^4. ^,
T
Plogittry rwtfoi,'
Ha-a apagar-lhe era sea termo
NoU qjm sao lenb fin?.
!
V ao*.
Ptuceea 4e AJenqoerfae, ptooa-
N'a senda ene ja' irHharam,
Nossos *?*; nosso afs,
Paremos,
Ho) rasemoi
Tributo (pe nos pagaram,
pagoeotee-toe Hora n I
_ O 4* 31 do paseado, la o/do moer rameo ta
dos trabamos do aono lectivo te Escola Nrmal-
os atamnos Uzeram 4o sea da, de ponto ua ver-
dadeiro da de (esta,
O acto leve lagar, as 10 horas di manbaa, em
presenca do Dr. cete de polica, altan directores
de estabelec-meatae Iliterario multas entras pes-
-soas gradas, que se digaaram comparecer. O* pro-
fesgores'do primeiro e do secando ano j, Dr. Jorge
Cornelias Ribeiro Pessoa e Miguel Arcnaojo Mo-
Cello, proferiram os discursos do esiyllo. e em se-
guida taltixam tambera os alumnos P'800'";0
Amando 4a Sin, Aognito '* M"1^0 ^^S'
ley.ttwmao Rodrigues de Siqueira e Joaquim fe-
VeeS^aw-se lindameoto ornado na sal. do
STS teCeve o estabeleclmentc.atarlo io-
correncia pobMca, qoe foi extraordinaria. Nessa
oeeasiao, convite dos alumnos, o Se. Victoriano Pa-
itara recitou a poesa qoe abano publicamos, ta-
tendo-a preceder de algumas palavras, que ttmtam
copiamos. .
Obrlrbanilsmode leda essa festa luterana; a in-
teresante exposigao de trabalboa. de calligrapbia e
de deseobo delinear, eem que foram obsequiados
os visitantes, a a boa ordera que em tu4o reioon ;
sao cousas qoe esli cima de qoalquer elogio,
que possamos faier.
Anda nma vez leve o publico desU cidade oc-
casiflo de apreciar o grande progresso dos alum-
nos dessa escola, e de reeouhecer a sabida van
tagem de sua existencia, aluda roais tendo a saa
frente o nosso amigo o Sr. conego Rocbael, cujo in-
telligeote espirito administrativo fax-se ali sentir
em qualquer parle.
par maior solemnidade do acto os alumnos pro-
movtram entre si a liberdade de nma cranla es-
crava E' ene nm Neto digno de todo o applauso.
Aos alumnos, pois, da Escola Normal felicitamos
pelo sen dedicado amor a lnstrurc.ao; e ao Sr co-
nego Rocbael, multo digno director desse esiabeie
cimento enviamos os no?-.os sinceros louvores, pelo
inieresse, ded-cacao e mestria cora qoe dirige tao
til insiiiuicao ; e fleamos desejosos de que o pu-
blico em geral vote Ibe a gratido devida pelo mo-
do por que desempenha o sea tao oneroso en-
cargo, como seja o velar pelo progresso Intelec-
tual e moral dos semeadores da educaeao popular.
Eis o discurso e a poesa : ,".
Seohores alomos da Encola NormaUb sem-
ore bello e magestoso acudir aos reclamos da mo-
cidade: qoando e*sa ereaoca falla, o mondo escuta
algataa coosa de navo ; o balbulciar dessa menina
alegra a bnroanidade. ;'.**
i Nuoca vos esqneceis de mim no da ae vosu
esta ; Isto nma alegra para vos e urna gloria
na a >meo ; gloria e alegra que assumem a gran-
deza de nm direlto e de um dever; direiio do cora-
cao, que se fax obngacao de pedir nm amplexo ae
amor ; oever de gratido, que se torna direuo ae
pagar em flores a divida do recoohecimento.
Amis me, e en vos amo tambera : cedemos
lodos a nma le da naturia. Na disponte aos
nossos aflictos e das nossas flores ; noderrama-
meoto dos nossos cnticos e sorr>os, nao roa o
trapo de orna conveniencia social, um lixo ridicui"
da etlqaeta dos sa!o-s mentirosos, nao todo e es-
plendido eomu o levantar de um sol, por que a rao-
eidade urna aurora ; lado puro como o desa-
brochar da flor, por que a mocidade urna prima-
vera ; ludo sublime como um mysterio da nossa
reilfiao, por qae a mocidade, o o tiibo do futuro I
As tama idades enamoram-se, as nossas al-
nas se beijam, as nossas aspiracSis chamam-se ir-
mes. Uj fronte de todos nos peodem os verdores
da griaalda da esperaoca ; empuuhamos todos, vi-
dos de esgutala, a taca da sciencia, e abrimos o
eolio a formosa tentadoraa gloria I Bonilo I ho-
rnos os nonres baccbaoies da orgia sublime da ci-
vilisacao.
Fallo-vos como mogo que soo; falla-rae autenaa-
de para diriglr-me vos por outro lado; e depeis, o
qoe puderia diter-vos de raais, quando vejo ada ule
de v- mestres lio distincto, amigos to dedica-
dos, cooselbeiros to respeitaveis, e a frente dalles
o vulto Imponente de considerago e sabedona do
vosso ii.'ustre director I
i Fallando vo-, pois, nicamente do vosso futuro
como seres iolrlngeule?, que sois, dir-vos-bei : uao
desanimis em face dos inumpbos da fatalidade,
que per.-egue os romeiros da promisso da sabedo-
ra. Nao se mata a inttlligenc, por que nao se
apaga o sol; medilai tobre a historia de lodos os
povos ; do caire de nm mendigo, qoe se chamou
Cam5es, ergue-se o pedestal da estatua de um poe
ta ; ocarcere de ora lonco, que se chamou o Tasso,
transformoo s<- era aitar da recordago eterna de
om genio; e se a iloa de Jersey avulta ainda aos
olbos deste seclo com a terribindade de om Cau-
causo. por que l eslnbuha o Prometheuda liber-
dace, e avuita tambera com a magestade de um Cal-
vario, por que la espira o Messias do pensamento,
V. Hugo.
c A mocidade na verdade, urna virgem ; de
preferencia a tudo ama as flores, por que leem per-
fume e mnoceucin, a msica por que encbe-lhe o
coragao de harmonas, e a potsia porque embaU-
ihe o e'pinto na nuvem dos encantos; pois bero,
anda que mal, eu procurarei satisfazer um dos la-
dos do vosso desejo.
Jjo Joaqui
mente.
iPawrfBftfcwUal, dem.
nrlqaile'AleoeastTO rjtrm, neta.
Jfeliclano fbeido- PootaaI, ideax
Antonio fereira de Abreu Jnior, dem.
5* aono.
o Nicolao TolenUno de Carvalho, pieoamenle.
Virg iKo AugMto d< Morae, i Jera, s *
O oo-ato directa* de Uutruceao po*Hc ap-
provoa em su ultima conferencia a egamte re-
lCao do livros, para a leltura as escolas publi-
cas primaria, aendo a raeama relago organisada
llo mombro 4o mesmo conselho o Sr. professor
Molo, a qaea fra remettido este trabalho :
Para leltura. i. O primeiro Mvro de leitura
para oso da Infancia brasileira por Abilio Cesar
Borge. >/l'
1* O segunda vro de Miara pelo mesmo aa-
lor.
3* Daveres dos M bes para com seo pais, p*r K.
H. Barran.
4.* O Bom Menino, cootos mora; s de nm pro-
fe-sor a seas discpulos, publicado por Cesar
Canta.
5. O Mentor da infancia, pelo professor Jovi-
niaoo da Costa Monleiro.
6.* o Opsculo de instraeco moral e religiosa,
posto em vulgar pelo padre Ignacio Francisco do?
Sanios.
7.* Os Deveres do hornera por Silvio Pellico de
Sallnzo, traduego nova pelo padre Ignacio Fran-
eisco dos Santo.
8. A Selecta Classiea, para a leitara e analyse
gramraatical as escolas pelo padre M. do S. L-
pez Gama.
Para d intrina.A collecgSo de compendios para
so das aulas de primeiras leitras.
Para graomatica. O compendio elemeatar de
gramraatica nacional por Joaqnim Anloaio de Cas-
tro Nones.
Para arithmatica.O comoendlo de arlthmetica
pelo Dr. F.-lippe Nery Collago.
Para systema mtrico.A obra do sysleoa me
trico pelo Dr. Augusto C. M. da Si;va Smios.
Para geometra.A obra do compendio de geo
rxeina pelo Dr. Felippe Nery Collago.
Para geographiaO compendio de geograpbia
composio por om Paraambacaao.
Para historia do Brasil.O compendio de Salva-
dor H-nnqjo de Aibuqaerqud.
Foi ha poaco visitada por ama commisso do
lastiluio Arcbeulogico e Geographico Peruamouca-
uo a aniiga casa da urago protestante, coaslmida
pelos Hjllandezes, e que boje serva de capaila ca-
inolica doeogenho Penado de Buzo.
Este templo, que acha se em perfeito estado de
contervagao arctutecuirai, compdese d- tres .-ec-
edes formando nm lodo barmjoico, segando Infor
magds qae nos da um disliuciu memoro daquelU
commisso.
I Teui elle nm prtico de i" 60 de um lado, e 5"
10 do oulro; a eapelia prupnameote dita cir-
cular, cum o dimetro de 4" 40, c-Rrio. lo-a urna
abobada, que lem de p direiti 3" 70 ; a a respec-
tiva sacrista lem a largura de i" 8-.
Esta pe* juiza mala um servigo, que o Instituto
presta a historia da provincia.
Cura efleito, ja' moi diminuto era o numero de
pessoas que disto tionam uunhecimaolo ; e assim
em breve perder-se-hia a iradigo de mais este
pouto histrico, como te use da u com outros mu
tos facios e lugares igualmente historeos, a oao se-
reui os esforgos d'aquella instiiuigo patritica e a
boa vuutada dos caracteres nevados que a coos-
utuem.
E' notavcl o systema de constraeg) do referido
templo, o qual seria para desojar fosse imiudn,
seudo a elle devida a existencia actual da capeila
do engenho Penado oe Bjixo; pois, a ler sido uuiro,
ja' ba muito nem ve-ligioi d'ella restariam, pelos
uuaes se podesse formar um jjuo segare sobre o
local, e mesmo sobre a existeucia acienor do um
templo protestante.
A bordo do vapor Paran vierara dos nortes
do norte, com destino ao tneairo da guerra, 6 pra-
gas pira a armada e 32 para o extrciio.
Para a oo 3:68QfOOu\ e para as do sul do imperio rs.......
20:5O3JlO.
Latera.A que se ac&a venda
a 43.\ a beneficio das familias dos volunta-
patria, que corre epois dama-
Sa a msica, o jubilo irradia
Na festa abeogoada da loslrucgo ;
t Eu vos trago urna palmaurna poesa,
i E a rosa dessa palma um corago.
< Por cima deste mbito bemdicto
c O e.-p'riio de Deus paira e sorrl,
E exclama, elle, o dono do infloito :
< Quaulo futuro bello dorme aqui 1
assim : este templo ara honsonte
U'onde estrellas accesas roocperc
a P'ra illumioar o grande mundo insonle
Onde a luz precisa mais que o pao.
< as-om : deste seio precioso
E'tu-se o dlbo p'ra tomarse pal.
c Mtsuel Que encargo nobre emagestoso I
A le diz vosinstru I ea digo-amai 1
t Ides ser o pbarol, o guia, a estrella
f lia familia infantil qne despertoa ;
i'rabalaal por eritue-la inda mais bella,
Do que essa geragao que ja' passoa.
F zei astros dos anjos qoe vos derem,
Vos sois os responsavels do porvir;
c O primeiro claro qae receberem
E' o qae ba de o brilbo dellos decidir.
c Si'i a msica ; o dia da alegra I
c Deus abengoa a festa da insirucgo,
E eu vos irago orna flor n'uraa poesa.
Mas flor que nao murena, o corago.
Do Ceara' e portos Intermedios ebegoa hon-
tero o vapor Ipojuca, da companhia Pernambncana
qoe nada adunia daqueile porto, por ter sahido
tres das antes do Paran.
O resoltado dos collegios cenhecidos, na eleigo
senatorial do Rio Grande do Norte, excluidas to-
das as duplcalas e collegios dovidosos, era o se
guinie :
Dr. Amaro Bezerra 523
Dr. M oo'-l Antonio 103
Cirouel Galdino 184
C inselbeiro Torres Homem 76
Dito Galvio 67
Dr Gabriel 66
Fizerem
Direito:
actos ante hontem na Faeoidade de
1* anno.
Romea da Roeba Bastos, simplesmente.
Francisco Fernandes Morelra, plenamente.
Antmio Serrano Gongalves de Aodrade, dem.
Silvestre da Rocha Wanderley, dem.
Jos Antonio Floresta Bastos, dem.
Jos* Augusto Barbosa Coibo, simplesmente.
S*aona
Alexaodre Bernardiuo de Figneireda Res e Silva.
plenamente.
Goocalo Pae de Azevedo Paro, dem.
Vicente Pereira do Reg Jnior, dem.
Baziiici) da Silva Caldas, dem.
JeDnix Ba-reto, dem.
Sidronio Lydlo de OUveira Magalhie., ideo.
Fanlo de Amerim Salgado Nato, plenamente.
Carlos Alberto Qoadro, dem.
Trltao de Alentar Ararip* Jinlor, idem.
Jos Carvibo Osar, dem.
Loii Vicente Borges Jnior, dem.
Aleoo BipliM Montelro, em.
rios da
nhSa.
As cartas de remessa de premios aos expo-
sitores brasileiros ja' esldo imprecas, m s nfl i se-
rao expedidas senao com os diploma? para os pre-
mios grandes e as meiaibas de ouro ; sao raoito
simp.es, n por nico oroameoto leem a gravura
da- duas faces da medalba.
Qoanto as mesmas med ilhas, eslo-se cunliando
e anda se nao destribuiram seoo as das recom-
pensas especiaos e dos premios grandes.
Tem um valor de m I francos, e n'uraa face v
e o rviraio de Napnlfo lil, em juauto ua outra se
6-Brasil, cultura de algodao, Brasil, colonia Btu
menau.
1!mi cuobadas, l: m estas meiaibas um relevo
vigoroso.
O premio Bluraonao nao coosiU slrapl smeole
em nma medaiha; o premio de 10,000 francos,
e, vaienlo a medalba 1,000, o resto 9,003 fran-
cos sera' dado em dinueiru.
Na Aliemanha o nosso triurapho na exposigao
|a" teve um echo estrondoso.
Por nm feliz acaso acbava se na Earopa o Dr.
BlumeBau.
Sibendo da honra que o jury especial acabava
de fizer a' colonia de que creador e a que esta'
ligarlo a sea nome, comprebendeu elle i nmsdiau-
uienie todo o partido que se puderia tirar deste
successo.
Pedio catlogos em ltenlo, enviou-se-lhe o fo-
helo Blomenau, e eile f-io iraduzlr em Hambur-
go, e boje esta memoria, qoe em algumas paginas
esp5^ as vantagens que o Brasil eflorece ao culo-
no, circula na Aliemanha, palz classico dos emi-
grantes.
Tem sido a lmpren-a Duito benvola para a
nos? f xu"?lgao ; a Exposiqao alustrada, o lbum
da exposicao e urna revista importante, o Contem-
porneo (para nao fallar se nao dos arug s poDiica-
dos na ultima quinzena),'em felo elogios a' colo-
nisago do Brasil a pr m- silo do premio Blumenau.
E' ja om progresso raudo para apreciar-se.
Varias secc5es esiraogeiras, nomeadamente
as da Pru-sia e Inglaterra, ja' eoviaram a' brasilei-
ra os seos membros encarregados do relateno, e a
segunda chegoa mesmo a pedir amostras de madei-
ra para fazer estados pratico.-, sendo superfluo ac-
crescentar qae o pedido, lisongeiro e til para n-,
foi imm-diaiamenla satisfeito.
Qoanto a' collecgo da amostras, v se a com-
misso acabronbada de pedidos; tudo sera' destri-
buido, pois daspnjr-se desta son enriqueeer-se.
Bepartiqao da polica.Extracto da parte do
dia 31 de uuiubro de 1867.
Poram recomidos a* casa de deteogao oo dia 30
do cerrente:
A' ordena do film. Sr. Dr. chfe de polica, An-
tonio J .s dos Santos, Seba-uS> Jos Ventura, An-
tonio Alves da Costa Maooel Joaqun) da Silva, Joa-
qnim Tavares, Jos Mara dos Santos e Antonio Al
ves da Costa, martimos, por se ter un rebelado a
bordo de om navio; e Francisco Gonga ves Bar-
bosa, como senienciado appellado.A' ordem do
subdelegado do Recife, Martioho, escravo de Jos
Francisco do Reg Mello, a requerlmento d'este.
A' ordem do de S. Jos, Amonio Felippe da Cunha,
por crlme de ferimenlos grave-.
O chee da 2* secgio
/. G. de Mezquita.
Casa de detesqo.Muvimento da casa de
detengo do da 30 de outubro de 1867 :
Exiaam presos S87, eotraram lo, sahiram 6,
exis era 391: a saber, oaciouaes 197, mulaeres 5,
estrangeiros 39, mu.oer 1, escravus 44, escravas
-. loiai 291.
Alimentados a cu-ta dos corre pablicos.203.
Movimento da enfermarla 4o da 31 do correte
mex:
Tiveram alta :
Jo Flix da Piedade.
Antelo Vicente do Santos.
Jos Antonio dos Santos.
Joo Goaberto dos Sastos.
Movimento do hospital de Nossa Sentara
da Conceig,io dos Litaros, do 1* a 31 de outubro-
Eilstlara 10 hmeos e 10 malheres, evad.o-se
i doraem, existem 9 borneas e 10 malheres.To-
til IV.
Poram visitadas as enfermaras pelo medico do
estatalecimenlo o Sr. Dr. Ignaeio Firmo Xavier
das Siguite: 4. 9, 11,15, 18, Jl, J3, 29
ite hospicio 4le alie**** ,
de Oliada, do i "
?.t^*p*XGrisi?
ad
Movlmeolo
Mrtofltdia
3a ISs87
Bxisiiam 27 homens e 4o mnltores Mirara* 3 4it. W. Os exames serio feitos por es-
maflmres, abiram 1 mulheres, et*rte*27 homens cripto, com as formalidades e pelo modo,
e 46 mulheres.Total 73. ^ 8e>Biarcarein ^ reaalamento de qoe
Existem II emp-egados neste e*tabe ecimeolo, 8 ?_,. e 0 .,f _. ..
homens 3ratttaeies, sendo m-dlco 1, eitiMo 1 t^*, *rt:.*'- 8 3. devtndo sefBpre pre-
todante 1, porteiro e sachrtstio I, enfermarros 2, Sldl-lot O dirnctur ou algum lente por elle
oomeao pan esse m.
eMtntar
do elata(.
Aj. 20. Os eximes serio jalgados por
ama commisso composta dos examinadores,
do prndente'de que trata o art. 86 dos es-
tatutos, de um eodimissario nomeado pelo
oid7PPVaTA^ presidente da provincia, ede um dos lentes
Padres Manoet P. L. Lima, Vicenta F. Jt Lima, <" "Culdade designad pelo director.
E M. Frece, Maooel Jos G -m?, Maihia a. Del- O presidente da provincia, em taes no-
gado, Jos A.daC Gadeina, urbano da s.iva Meo- meaces preflrir, sempre que fr possivel
le, Flrm.no B. Rocha, ChrlMlarm de Reg Barros, ntt i,MrA* r,rn\,UAaV H V
tartairol, eofermelra I, eosinheira t.
Fol visitado o niesme eatabetessmeuto palo res-
pectivo medico nos dia 4,9,11,15, Jl, 25 e
19 as 10 horas 10 4, II, 11^ e tt da raaohaa.
O raordorao de mesa,
A. i. Gonm do Correto.
O rgeme,
Um do Vyo Barras.
Jos Joaqnim de Franga e Tertuliano Jos do Sao
tos, Joaqnim A. da i?uoha Machado, Saturnino de
A. Beierra, Placido Jos do Reg e sua familia. Au-
to. 110 B. Silva de Mello, Thimoteu Epiphaoio Fer-
reira Lima e i criado, Viceute C. Ferreirt Gomes.
Silvioo C da Cuaba, Joo Ridolpho G .raes, Maooel
B. de Vasconeellos e I criado, Florianuo da Guirra
:oaiioh, Exm. Sr. presidente da provincia da Pa-
rabyba Innocencio Straphico de Asas Carvalbo 0
sua familia, Jas Clementmo da Monte, Antonio S.
do Monte, Jos Fartado "e Mennimca-e sua familia,
Joaqulm Lopes R. do Bilhar, Aajus Gurgel e 1
cralo, Jos Ayres do Niscimento, Jos L. da C.
os leotes da faculdade.

COMMERCIO.
Novo banco de Pernambuco
EM LIQUIDRC&O
trs. acciontstja do novo banco
Os Srs. acctontsta donovo fjanco podem
receber o 2 dividendo de 46 por ceoto do
AlcoforadB, Francisco Jos de Mallos Filho, Lun de Capital em aponeos (M divida publica, que
Frauga, Joo R. Cbav s e 2 cuotados, Constantino
G. de M-iitos, Francisco C. de Sonta, Francisco J.
P. de Medeiros, Rufloa Mara de Jess, major Jos
P. Nogneira, 1 flihe e 1 criado, Jus Correa de
Varapalo, Amonio Cielbo Machado da Foneeea e 1
irmao, Antonio Maiqnes Pereira.
Passageiros do vapor brasileo Potengt, sabi-
do para o Penado e portos intermedios :
Js Pereira de Moora, Aurelhno Antonio R. da
Silva, Francisco M. Gooloich e 1 fllho Verisslmo
da Silva Pinbeiro, Jos Paulino Mnra da Silva,
Jos Maooel Sel-lio, Maooel Braco Rlgaelra, Ma
niel Tavares Marims, Matbilde dos Santos e 1 me
or, Candido Carrea Doarte, Jos Lelte da Cos
ta, Maooel de Almeida Nogneira, Joaqnim de
Sousa Silva Cunha, Jos Pranct>co Taborda, Anto
aio Teixeira de Albuquerqoe, Domiugus Ramos d
Anujo Pereira, Miguel F-rreira Bandeira, Antelo
Br-xerra Montenegro, Ivo Jos Perora da Coala, Joa-
quno Jos de VascuoceHos, Francisco Oliveira Bin-
deira, Copertioo Gomes Bal s, Jjs Casado Parao-
guaba, Aniouio Casado Lima Jalona. Marcelino Pa-
checo do Amarai, Migael Flix Carvalbo, Adolpho
de Soma Menetes, Antonio Joaquiro Moura, Alcldes
de Soau Castro, Francisco F. de Siqneira, caDUo
Francisco Jos Rodrigues, Antonio Alves da Fonee-
ea Ramos, Plorentmo B. da Soata Fejrrax, raajor
Maooel de Souta Bitteocurt
Passageiros do vaoor b. .r0 Paran, en-
trado dos portos do norte : x. ^
Dr. Julio Barbosa de Vasconeellos e i criado,
Andr Mana Pi-h-iro, Flonaoo C. Coelho, Aoiooia
J. D. Coirabra, Jos Cardos) dos Siotos, Jos Nar-
ciso de Uarvaiho, Aotonio Corroa da Silva, Joo B.
dos Guimares Penlo, Bernardo Augusto, Beltraa
B-ique, Ulysses Aotoolao, Eroe-l Blum, Alfredo
M r>eer, Isidoro Russen, sua sentiora e sua sora,
D. Mara Augusta da Silva, D. Leonor Augusta da
Siivi Vieira.
Segueta para o sal :
Dr. Sfb.istifio Gongalves da Silva e 1 escravo, D.
Carmen Warnhagen, I fllho e I criada, Francisco Jo-
s de Alcntara, primeiro teuenie de engenbeiros
Eduardo Jos de Muraes, Francisco Jos R. da
Cim, Francisco Rabeilo de Carvalbo, J^o Egley,
Joo B'1111*14, Z. Geovane, capilao Melquades Ma-
ci-l, W. H Breadbeut, sos seobora, 1 fllho e 1 es-
cravo, alfer-s Policiano Xavier Freir, Aulomo de
U, Lima, Augusio da Suva Fnotes, Francisco de
Paula Roiirijtiies Barceilos. D. Perpetua Felicidad
de Almeida, Rapbael ArchaojoGaivo, 40 pragas
para rmala, 86 ditas para o exe.-c.lo, 18 escravos
a entregar.
Pas^ageiro da barca porlogueta Despique 11,
entrada de Lisboa :
Joan Augusto Marlins Ribeiro.
Pas.-aneiros do biale brasileiro iVoca Espe
raneo, s^b do paia Mossor e Ass :
J .o G. B. C de Albnquerque, Joo G. B. C de
Atiuqu-niue Juoior, Mtaoel Aive< Ferr^ira Maja,
Maooel Lo i Vareila, Maao-I Soares de Freitss.
Passageiros do vapor Ipojuca, violo do Ac-
rac e portos iniermedios :
J).iquim A. da Silv?, Dr. }--& A A. fifrei, An
Ionio A Garcia, Joaqora (escravo) a entregar, Dr.
Erueslo A. A. du Valle, 1 filho e I criado, Dr. Jj
Mara A. M-Ilo e 1 criado, Francisco R. de O ivei-
r, Maooel G Morelra, Ign-cio S. Coelho, Olympio
D. M-icnad-.-, Miooal Joo Medefros, Joo da C*
Sarro, Thomu Goimares da Suva, Antonio da
Suva Leite, Ignacio F. Ramo*, Maooel C. la Cista,
Joo Carlos, Ignacio Jos Maehadc, Antonio Sal-
Silva Pellote. I. I. Por-
tem de ser averbadas na tbesouraria de
fazenda desta provincia, em tempo de se-
ren admiMidas na foiba dos juros do cor
rente semestre.
As accoes de banco devem ser entregues
para se inutilisarem.
EM L101 DUCHO
Novo banco de Peaambuco
Sao convidados os Srs. accionistas a re-
ceberem o primeiro correte) de trila por cento do capital, tra-
zendo as acc5es para irem sendo annuHa-
das ; nos das atis das 10 horas ao meio
dia.
Calxa filial do banco do Brasil
ein Peraambaco, aos 26 de ja
Iho de 1869.
De ordem da directora se taz sclenie aos Srs.
accionistas, que o thesooreiro esta' aoiorisado -
pagar o 27* dividendo das acedes do banco do Bra
sil, inscriptas n'esta caiza, a' razo de 12^000
eiO euarda-livros
Ignao Nones Correa,
Eogli h Bank
OF
Rio de Janeiro, latmlted
DESCONTA letras da praca de pra'.o cur-
to a 8|ee de prazo maior ataxa a Conven-
cionar.
RECEBE dioheiro em conta co
prazo liso.
SAC\ vista ou prazo sobre as cidades
principis ae Europa tem agencias na Babia,
Buenos-Ayres. Montevideo Newymk, Ne
va-Orleans e ensille cartas de credi'fo.para os
mesmos logares.
7 Lrgo do Pelourinho 7.
Novo Banco de Pernambuco
fio liqaidaco.
0 novo banco paga o 19/ dividendo de
SiJOOO por acv5o, nos dias uteis, das 10 ho-
ras ao meio dia.
Reodimeut do
dem do d>& 31
ALFaNDEGA.
lia la 30.......
Voluraes entrados com fazenda..s.
c < geaeros....
Volamos
1
sabidos com f a zondas..
f t gneros....
663:616,8127
3:iS4.69
686:80U123
87
1i9
------236
166
Obi
------730
dauba, Rayimiudo C da Silva Pellote. I. L Por- fr?eK\r%am.,bo't 2 de *en>br
tolla. Bugeoto R. Gomes. Andr A. S. Mello, SeVe- J'r" SS^TSS 7 i\ m
r.aooJo da Silva e 1 escravo. Pedro Jos de ,r"ftlT, n7e\PT'n&jfSL.
Cubito,, Aolooio F. de Souza N,0rega, Manuel J J \l%%> ".^o-cwule
A"'o 1 o finio. Viial de S uia Roti. Amonio H. ori8ue ">wnai ortimo ciarqoe.
L-do.Loiz Mara B. M raieiro.Bemveuuro Goncalves IttlpiariaCiO.
da >:o-ia, FianciMO B zerra de Souza. Maoo-1 H. VaPr brasileiro Par n, valo do Para
Filho, FiiucisrG Perreira de Araujo, Dr.G.brel S. Wi_i rraedius, raamfest.n o seguiot-
R Caoir.ra, Delrairo Albuquerque Mala, Joo Igna-
cio Trlodae.
e por-
'-' !!'---------------------------------------------------------------------'-------------------------------.
10 barris p de carvlo; a Azevedo Msia.
SO bapri loocioho 1 a Keiler & C.
20 volaraes vlaho; a J>- Fernahfle Lira.
25 barris ral; a Jo- Mara Palmeira.
160 ditos dita ; a Marques Barros'k C.
ftECBBEDRlA DE HUNDAS JNTKRNA" -
GERAB8.
Rendiroento do la 1 a 30.......... 57:987 138
Uemdodia31................. 6:620*372
6:6O7J07O
Dadji nesta cidade do Recife, sob o meo signa! e
sello capitular, aos 12 de catabro de 1867.
E ea o padre Joaqnim da Atsumpeio, servlo da
cmara eeclesitstica ubserevi.
'eio Dr. Joaquim Francisco de Faria, vigario ca-
pitular.
Logar do sello.Assomrco.
Edital pelo qeal manda 8. Exc Rvma. por eoo-
esnso as rragoczi-3 tapa* deste bispado.
sjsvRma.
tov.
aatifnr.
Faculdade de direito
De ordem do Esm. Sr. director faco pcblico qo
o da 4 de noveiobro devero comecar os etama
CONSULADO PROVINCIAL
ReBdimento o da 1 a 30....... 3K;WM969
demdodi31............... 1:333*881 no
1 pr-paratonosre qo pretendentes podero ins
37044*850 cre^er-se desde ia', por meio de requerlmento ao
____III; mesmo Exm. Sr. director.
Reidimeito da m^i%^^9 pT^^ZZT^f!^ de dire,ld0 Ree,fe w
uncial, em toda o me* de tatairt: o secretorio,
em
de i 867.
Direito de 90 reis do assaear ex-
portado...................... 6:026*672
dem de 20 reis por caada de
amardente.................. 6:487*375
dem de 20 res por caada de al-
eocJ......................... 10*840
dem de 5 OfO sobre o algodao.... 13:171*814
dem de 8 eiO oore couro?...... 53*269
dem de 7 0|0 sobre o mel........ 2:519*043
dem de 8 OfO sobre os mais gene-
ro......~................----------1:934*212
Addlcional de 3 0|0 dos gneros
cima.......................... 726*167
dem de 20* leis por venda de es-
cravo...................... 2:210*000
dem de 20 0|0 de novos e velbos
direitos..................Ka I.M31852
dem de 1 Ofl sobre leilao........ 889*196
Imposto da dcima urbana...... 1:587*620
(dem de 28* por escravo exportado 273*000
Addiciunal le 3 0,0..............1 380*381
dem de 20* por caixeiro Joa-
Ibeiro....................... 800*000
dem de 4 0|0 sobre estabeleci-
mentos......................... 1303800
dem de 80 res por aiqueire ue sal 2*,00
(dem de 5 0)0 sobre bens de mo
morta........................ J600
dem de e.oolumenios de polica.. tflKOO
dem de 20 0|0 d'acoardente..... 143*000
I.iim por 200* de sellins........ 20o*WK)
ldein de 100* oor eorrecior com-
mereial........................ 100*000
dem de 8 0|0 sobre escnplorios.. 12*001
.dem de 10 |0 sobre sello de he-
rancas e legados.............. 2:211*261
dem sobre carros e carrocas.... 74*000
dem de 6* reis por cavado de
sella............... .......... 12*000
dem de 5* por escravo ganbador. 5*0JO
dem matriculas da escolla normal 787*500
dem de zO |. de diversos estabele-
eimentos....................... 36*000
Multas........................... 368*192
Resliluicdes e repr-sicSes......... 145*666
dem de S 0|0 sobre os premios das
loteras....................... 860*000
Jos Honorio Bezerra de Menezes. ~>
Res.... 37:04*860
Mesado consolado provincial, 31 de outubro de
1867.
O 2* escri piorano,
Ulysses Cocbles Cavaicaoie de Mello]
M0YIMB1IT0 1)0 FURTO
Publicares a pedido
L-se na Kefirme ffedicale
A maior preocapacSo do medico consiste
em saber se as suas receitas sao prepara-
das com bons productos, pois qoe, qoando
a receita preparada com productos inferi- nifestuu o segrate:
res, o que acontece oio raras vezes, os effei-
tos que querem alcangar os mdicos, mal-
lograrn. ou pelo menos, o medicamento nao
exerce a plenitude de sua aego.
Para evitar este grave incouveniente^os
pb.'rmaccuiicos devem tratar de empregar
productos bem fabricados, e ento n3o po-
demos fazer me'hor, seno assinar-lhes
os productos da casa Lamoureux Gendrot
fabrii",antes de productos chymicos em Paris.
N5o somente, a incontestavel superiori-
dade di s productos desta casa foi recono-
cida por todos, mas ainda a modicidade
dos seus precos os recommenda aos Srs.
pharmaceulic s e droguistas -
A casa Lamoureus e Gendrot conseguio
evitar a contraiaccao, inventando urna cap-
sula que n5o se pode imiitar, e cuja execa-
g5o mnito difficil, por exigir um material
mui complicado e cusioso.
Isto mais urna prova da sollicitade dos
senbores Lamourenn e Gendrat para os in-
tereses e seguranca dos Srs pharmaceoti-
cos e droguistas que, sem duvida, sendo de-
sejosos de euipregarem bons productos, nao
deixaro de dirigir-se a esta casa.
LamoBmi e Geadreo
fabricantes de productos chymicos, forneeedem i*
casa de inperador e dos hespitaes de Paris.
Todos os productos sabindo desta casa sao
da primeira qualidade e fechados por urna
capsula inimitavel o que os poe em salvo da
conlrafacc3o.
canas chaos; a E. A. orle & C.
1 d>ta ditos; ao cjmraanJaute d,i coanp inliia de
aprendues marinbeiros
109 pan-:iros tapioca; a Autunio Luiz d'Oiivelra
Azevedo 4 C
1 coramoda; a C E. Riedel.
200 saceos fariuba ; a Lino de Paria & C.
1 caixote livros; a Jos Nogueira de Souza.
ccommendas.
1 volnmi a Jos Nogueira de Souza, l dito a Tis-
isel rrres. 1 tino a F. Vieira Perdigao, 1 dito ao
Dr. Jos Vicenta Daarie Braodo.
Brigue iogiez Search, vindo de Liadres, ma-
nos
e 3f.
Existem
empregaJo8 no estabeleciment 8,
cidos puros para rea-
ctivos.
cidos pyrogallicos e
tamlicos.
A truponia, codeina,
digitaiina e todos
os alcalmos vege-
taes.
Bromuretos e odure-
tos.
Sulfate de quinina pu-
ro, valerianato e to-
dos os saes de qui-
nina.
Calornel paro, e todos
os saes de mercurio.
(puro) neutro.
Carbonatos, sulfatse
todos os saes de
ferro.
Acetato, bydrocblo-
rato.
Sulfato e todos os saes
de morpbina.
Ferro reduzido pelo
hydrogeneo.
Kssencias puras.
200 saceos arroz; a Francisca Gomes do Araujo.
3 canas aguarJeole, 3 di'as fabos ; a W.
Ha y oes.
10 ditas ditos, 10 barris cervAja ; a A. Dnraoot.
20 cutas aguardante, 4 barris c.tiiinib 50 ditos
enxnfre, 5 voluraes obras de cobre, 50 barris sali-
tre, 23 ditos unta de escrever, 20 caixas viohos,
20 duas biscouos, 4 vvu ne- laca era folbas, 6 cal-
las phospboros; a Isidoro.& C
1 caita amo-iras, l dita uoosphoros, 400 barris
plvora ; a Patoo Nash & C
7 canas biscoitos, 27 ditas coaservas; a Goo-
calves Biiro.
710 barris cerveja, 4 caixas conservas, 6 caias
provises, 1 presunto, 1 cala saoo, 2 ditas vina-
gre, 5 ditas velas, chocolate, biscoites, conservas,
Navios sabidas no dia 30.
HavreBarea fraoceza Havre, capito Petil, carga
couros e aipodo.
JVaoios entrados no da 31.
Lisboa41 da-, parca portogu^za Despique II, *e
293 tenlada-, caoiao Faosilno Joa. de Car va
Iho, eqoipagxm 13, carga difTerentes gneros ;
a Ferreira 4 Loureiro
Para' e porlos Intermitios 9 dias, vapor brasi-
leiro Paran, de 850 toneladas, commaodaote o
captao de fragata Santa Barbara, *qmpagera 60
carga dilT-ren.es gneros ; a Autonio L. de O.
Azevedo & C
Navios sahtdos no mesmo da.
Rio-Grande do X-.rt-Brigue francez Libena,, ca-
pitau Divtiire, em ltiro.
M s-or pelo Ass Hiate brasileiro Nova-Espe
ranea, capii.ro Manoel Feruaodes laies, carg
dilfrreoteseneros.
Parabyba Vapor t.rasileiro bluleque, comman-
daule Jos Doar:e de Sonza ; em lastro.
A'atios entrad s no dial' de novetnbro.
Acaran! h ponos intermedios 9 dias, vapor bra-
sileiro Ipojuca, de 360 toneladas, comnoxoda le
I. I. Martins, eqnpag^m 36, carga diU-rentes
geofros; a agencia Pernambncana.
Ass 12 das, brigue nacin! Sorma, do 296 to-
(teladas, capiio 1110 >.i Uariins da Cunha, rqui-
pag^m II, carga sal e palba: a Amono) Irmos.
Veio largar o pra'ico e seguio pnra o Rio de Ja-
Oo tro.
New York 42 dias, baica inglesa lalisman, de
336 looeaias, cap.too Anderson, iquipagem 13,
carga 3i51 barricas com fariutia de trigo; a
Phipps, Broitiers & C.
Navio saludo no mesmo da.
Rio de Jaoelro e portis loterraediosVapor brasi-
leiro Paran', coramandante o captao da fraga
ta Sama Barbara.
Observaco.
Aoparecem ao norte quatro embarcares.
Dd oraem do Illm. Sr. inspector da alfaodega
se faz publico qae, acbando-se ai mereadonas con-
tadas nos volme?, abano mencionados, no caso
de serem arrematadas para consamo nos termos
do cap. 6* tit. 3* do regolameoto de 19 de setera-
beo de 1867, os seas donos ou consignatarios de-
vero despacha-los no prazo de 30 dias, sob pena
de, lindo elle, serem veodidas por saa conta, sera
qne Ibes flqoe competindo allegar contra os effeiios
desta venda :
Armazem n. I.
1 embroiho, marca Wilsoo HeM, viudo de Li-
verpool na tseun ingleza Uary Anmng, entrado
em 9 de abril de 1867. Nao consta do manifest.
1 embrulhe com amo-tras a' ordem .viudo
do Havre na barca fraocea Jean Bapisle, entrado
eco 9 de abril de 1867.
1 caixa com mercadorias, n. 340, marca II 1 A,
vinda do Havre no brigue Iraoeez Betm entrado
em 10 de rbrll de 1867, a lleonon & Azevedo.
1 calxa cora mercaduras, n. 41, marea E I, vn-
di do Havre no brigae francez Beln, entrado era
11 de abril de 1867, a Maooel J. B. Silva & Genro.
6 fardos cora teeldos. ns. 8915, 8916. 8918 a
8921, marca E A B & C, viudos do Havre na
barca franc 1857, a E. Burle & C
1 raiza com mercadortas, o. 247. marca I f '
& I, vinda do Havre na barca fraoo-za Marie, ec
irada em 11 de abril de 1867, a Monter & Irmie
8 fardo, om fazenda*, ns. 8956 a 8958, S960
8964, m.irc.1 B A B & C, viodos do Havre na bar
Ci fraoceza Rio Grande, entrados em 12 de abr
de 1867, a E. Bun- & C.
2 ditos com mercadorias, ns 8917 a 8914, da
mesraa marca, vmdos do Havre na barca francia
Morir, entrados em 12 de abril de 1867, a Burle
1 caiza com mercadorias, n. 2791, marea II
de A, vinda do Havre na barca (ranete Harte, eu-
(rada em 12 de abril de 1867, a Heorique & Aze-
vedo.
1 dita, dita, n. 248, marca 111 I & I, vu i-. d >
Htvre na barca franceza Mane, entrada em 12 do
abril de abril de 1967, a Monleiro Irmo.
I caiza mercaduras, n. 217, man A B, vinda
do Havre na barca fraoceza Ato Grande, entrada
em 13 de abril de 1867, aus curadores da massa
fallida de P. Sauvage.
i Cfciza com mercadorias diversas, n. 2789, mar-
ca H & A, vio la do Havre na barca fraoceza Ma-
re, eutrada em 13de abril de 1867, a Heorujus
& Azfvedo.
Alfaodega de Pernambuco, 29 de outubro de
1867.
O escriplursrio,
__________ EotichioMonilin Pestaa.
O Dr. Jacralho Pereira di Reg, jaiz muaicipai da
Segunda vara nesla cidade do Recife por S. Y..
Imperial ele.
Fago saber aos qne o presente edital viren era
corao por este juno se ho de arrematar a quero
mais der Dados os das -n le, os escravos segua-
les : Tiaso, crJoulO, com idade de 30 ancos, com
tajto de denles na (rente, sem officio, avhalo por
80.>{ ; A ige ica, de nagio, com idade de 45 aonos,
sendo forra da amriide e era vi-u do sen raso es-
tado de saa le avahada por 200$ ; cajos escravos
sao perti-ncentes a heraoca da itnada Francisca Bi-
biana Pereira dos Santus casada que foi com Jos"
Joa.jnim das Cii-<-. Tolas as pessoas que dos
ditos escravos quizer laogar o peder' (azer dos
das id praca.
E para qn chegue ao conhei-imeoto de lodCS
mandei passar o presecte que sera' publicado e
afJQxa lo no lugar publico do cosluoie
Dado e pas-ado Bsta cidade do Recife pe Per
nambuco aos 18 de outubro de 1867. Eu Ped:;
Tertuluao da Caoba, esenvao o e*crevi.
Jicinlho Pereira do R-go.
EOITAES.
os no esiaoeiecimento 8, a "'"* "w yuras,
saber: cappello 1, medico 1, regente 1, dito 1, WsimpalpaveKate^.jfatiartosglyceriMa-
barbelro 1, eoslnheiro 1, Mrvonton 2. FaDnca em parl8 m de pararjjs (aQ mas
A J Zs S ?Kk, "a), deposiio no r de Janeiro, E. Cheve-
0 regento, ot, roa do Garmo.
Dinn Ignacio P. dos Smios. >*
50 barris cerveja ; a I. A. Thom.
40 calzas cha ; a Manoel Francisco Carga.
2 ditas dito ; a Carairo & Nogueira.
20 ditas conservas; a Ju*e Mara Palmeira.
1 dita collanubos de camisas, 4 ditas peito9 de
ditas, 2 ditas toalhas , 1 dita camisas, 1 di
ta cortmas; a Magalhaes & Irmos.
9 barris er, 49 toneladas da carvo, 160 barris
tintas ; a Rabe Scbameliau.
1 gigo looca; a J. da Silva Faria & C.
6 barr movis ; a R.ich. Luna & Guimaras.
10 ditos olee de linnaca ; a V.,n Substin & C.
4 ditos dito dita, 2 ditos tintas; a Cosme de S
Pereira.
900 barris plvora; a Saaoders Brothers & C.
Icaiza phoiograpbia e urna tela ; a H. Broad.
202 calzas sabao ; a Tasso Irraao.
1 caiza viubos; a L. A. Siqueira.
Barca portngoeza Despique 11, entrada de
Lisboa, manifestou o segnini :
50 barris azeite doce ; a Silva & Cardoso.
* ''o dito, 50 calzas ceblas 1 dita conservas,
zoo saceos farelio, 1 volume vinagre : a OUveira
Azevedo 4 C.
10J Dama cal. 39 val ames obras de cantarla, 2
anos Mas da trro ; a Candido Alfonso Moreira.
230 barris cal, 60 ditos carne ensacada, 205 cal
zas ceblas, 5 saceos eiva doce, 600 saceos farelo,
9 ierro 37 barris sardmhas, 210 ditos toucinho, 22 vtalo-
mes viohos, 8 ditos vinagre ; a E. B. Rabello.
100 barr* cal, 30 voluraes c a, 10 ditos vinhos;
a Aquioo Foosen. .
19 yolnmes ci*,.9 ditos viaagre ; a Olivelra Fi-
Ibos 4 C.
1 calxa calcados ; a Satjf da Silva,
a ditas do ; a Arante & Lira.
20 velumes chouricas, 100 barr toucinho; a
Jo* Marcelino da Rosa.
10 barra carvlo animal; a Jos AfTuso.
I canas doces ; a Ferreira 4 Matheos.
4 vo urnas drogas ; a Baitbuiouifu & C.
14^0 saceos (arelo, 24 voiames viuhos \ a Gon-
alves Beltrio.
3 calzas imagen?;. a Francisco Goujalves
1 Netto.
0 varas lageilo ; a Prente Vianna.
KO saceos milito ; a Tasso IrmSo.
Joo Baptista de Castro e Silva, com 1 enda-
dor da ordem da Rosa, e iuspector da
tbesourar.a de fazenda da provincia de
Pe nambuco, por Sua Magestade o Impe-
rador a quem i>eus guarde, etc.
Faco saber aos que o presente edital vi-
rem qae, em virtude da circular do thesou-
ro n. 41 de 10 d corrente txez, ser3o des-
de j sutisiituidas tiesta tbescuraria as notas
de loSooo da quarta estampa; e que em
tempo opportuio se marcar o dia em qoe
dever principiar o descont da lei do valor
das notas que nao tiverein sido at eoto
substituidas.
Secretaria da 'tbesouraria de fazeoda de
Pernambuco, em 22 de outubro de 1867.
_________Joo Bautista de Castro e Silva.
CONcUBSO S FBEGCEZMS VAGAS.
O Dr. Joaquina Francisco de Paria, cooimendador
da ordem de Ct>" ist cenego honorario da impe-
rial capilla, lente jubilado de iheolonla, deo da
saola igreja catnedral de Olinda, depntdo as-
sembla geral legislativa do imperio, vigario ca-
pitular da diocese de Percambuco, sede va-
cante.
De cooformidade enm o alvara' das ultimas fa-
cilidades de 14 de abril le 1781, concedido relati-
vamente ao concarsos e propostas dos beneficios
vagos, confirmado pela resolucau de 4 de julbo de
1820 e mais leis e ordeos imperiaes em vigor, po-
obo em concorso pelo presente edital as segoioies
fregoezias vagas deste bispado, a aber :
A de S. Jos de Ioizazeir, a de Nossa Senbora
da C-ioeei;Se do Rio-Pormoso, a de Nossa Senbora
da Conceiclo da Pedra, a de Siot Anna oa povoa-
eio do Saceo, e a do Senhor Bom Jess de Panellas,
todas desta provincia de Peroamboco.
A de Nossa Senbora da Conceicio da villa do
Conde oa Jacoca, a de S. Miguel da Baha da Trai-
cao, a de S. J s da Luz da Pedra Lavrada, a de Nossa Senbora do
Rosarlo da povoacao de S. Joao do Rio do Pvize, e
a de Nossa Senhora das Dores da Lagoa do Mon-
leiro, todas da provincia da Parahyba.
A de Sam'Anna da vdla de Upaneraa, a de Nos-
sa Senbora da Cooeelcao de Agua-Branca, e a de
os; a Seohora da Prende de Anadia, todas da pro-
vincia das Alagoas.
A de S. Joo Biptlsia da Porta-Aleare, a de Nss-
aa Snbora do O'de Papary, a de Nossa Senbora
das Dures do Pai, e a de Nossa Senhora do O' da
aerra-Negr, todas da provincia do Rio-Grande do
Norte.
Todo o reverendo sacerdote oa clrigo qae qaei-
ra fazer pBosicao ae igreja cima referidas, apr-
sentele com sea papis prompto a correales na
forma do estylo, para ser admudo, fazenda terso
de opposlcio dentro do prazo de se&seoia dias, fio-,
dos os quaes se proceder' ao concurso, no qual
respondero os reverendas oppasilores a nove ca-
sos de o oral e conscieaci, e torio ma espoh,ao
ou homila do Evaogelbo qoe eo assignar, para
propor a S. M. o Imperador os qae forera jalgados
DECLARAR
O Illm. Sr. inspector da ihesooraria de fi-
zenda desta provincia manda fazer pnhlro que
acha-se auiorsado atender apoces no corrente
sem stre ao pre$o de 88 por ceoto. As pes>oas a
qaera raleressar, devero comparecer oa referida
tbesouraria.
Seeretarii da tbesoijrina de fazenda de Petnarc-
buco 21 da oatabro de 1867.
Servindo de officlal-maior.
Manoel Jos Pinto.
Pranle a cmara municipal desia cidade, esta-
rao em praca nos dias 6, 9 e 13 de oovembro
prximo futuro, para s^rem arrematad js por quein
menor pref-i f-reccr, os reparos de qu- Drcessit
o acougue publico da ribeira da fregoezia de S.
Jos, consistilo estes em lairillur con lagedo,
como so pratica ns calcadas dos predios, o circ-
lo do eztenor dos baicSes do dilo acougue, e no
lolenor dos mesmos um calfameolo cono pedra pa
ralepipedo, bem cuno rasgir e cllorar nos iotrt---
vallos das arcadas 6 portos de ferro balido, lulo
ore- do na qoaSila de 8:19.1*000. As condito-3 da
arremalagio sao as segarales :1' o arrematante
obrigado a corat-c^r a obra dentro de 30 das, ?
acabar deotro do prazo i quatro meses; 2 rece-
bera' o paga oento em duas prestaco iguaes,
sendo a primeiro depois do melad* oa ubra feia,
e a ultima quioze das depois da enlreg; 3" tortas
as obras serao fe 1 tos segundo o plano do engenhei
ro cordiador; 4' os matenaes a* empregar na obra
erao de primeira qualidade.
As pessjasqm preteolerem concorrer a'arre-
malago, oomparejara oos meociooados das no
paco uuoicipal, legalraeola babililadas, devendo
apreseotar das antes as babilitacdes para serem
julgadas.
O orcimeuio acba-se ezouslo na secretaria da
reparticio pa a ser ezamiuado por quem qaiztr.
Paco da cmara muoiclpal do Recife, era sessao
de 30 de ontubro de 1867.
Luiz Jo Pereira Stmoes,
Pro-presiden le
Francisco Canuto da Boaviagem,
Secretarlo.
teranle a caooara nuuicipai desia cidade
oslara ea praca oos das 6, 9 e 13 de noverabro
prozmo vindouro para ser..rremUda por qnem
menos prec offereeer, a obra do calca ment e
ponte de farro d* estrada que, parta Jo da de Luiz
do R-go, vai ter ao ceaiiierio pubi'Co, oreada a
oiesma obra n quaalia de 10.888500. As con-
it,o;s da arremaiaco sao as segrales :
Ia o cjlcamenlo e ponte sero Mus de confor-
midada com a planta e ore amento apresemados
pelo eogeuheiiv eordaador.
2a o arr:inaiante comecara* os irabalbos no pra-
so de om raez, depois da ass'gnatara do contracto,
e concluir' no de oito mezes.
3* o arrematante na ezeeocao dos trabalbos ob-
servara' a preseripcoas do eugenneiro cordeador,
fleando obrigado a di*tazer o que nio for ezecuta-
do de ooaforraidade com o orcamento.
4a o pag. manto aera' effactaado em tres pres-
tCoee iguaes, correspoudendo cada ama a nm
terco da obra.
O pretendentes a' arremataco podero compa-
recer 00 passo municipal em os das indicados ;
apreseoimdo antes as baWuc5*s de seas fiadores
para serem examinadas. O orcamento acha-se na
aeeratar da mesma cmara para aquellos qoe o
quizerem ezaraina lo.
Paco da cmara mooicipal do Recite 30 de ca-
tabro de 1167. _,__
Luiz Jos Pereira Simes
Pro pteaideote.
Franeisco Cadnio da Boaviagem
Secretorio.
No dia o ae oveaiuro vmdouro depois da
audiencia do Illm. Sr. Dr. jaiz municipal da- pri-
meira vara oivel, tom de ir praca por venda,
um oalzo de casa em respaldo, situad na roa
dos Guararapes o. 20, cajo caita vai a praca por
ezerucao de D. Mana do Rosario da Fonseea Ma-
lbeiros contra Feliz da Cuaba Feizeira, sendo di-
to caizao edificado em terreno foreiro
_ terreno foreiro e qae a
09 volDmes mansa de tomate ; a Jos Martins dp mais dignos na forma dos sagrados caones e con .ezequente u senbora da posse, sendo a arremata
iBarro. jeiiio Trldeotiuo. j-> ^'u\s oa btmfeitorla.
HUTItlJll I
4>
\


**** 4 *ra*r m 188?

DE
SANTA ISABEL
EMPREZA- COIMBRA.
DOMINGO 3 DE NOVEMBRO BE mfMm
^.Mirn1^!,?!^*^ M. I65*'0-8 e ***** miu, t***0". Jne ei ** de semana nao pode m vir 10
or2^ Jhffi,,J!,!'?,Kl1 ?*' S5l8t"m a represenucio do grande drama SANTA. ISABEL, a em-
eimiof *CeDa m Uma VM' q* Wr lnBPre,er,Telinent a ultima, no di crma
mhlJI!l?, e nlUlD* repreieBUcio-Wdfi do drama md 5 aelos s 8 quadros. ornado de mailca,
Aiitinn*
SALSAPilIlM
pinumn
ig
-00
Terminara o espectculo a nova comedia em om aeto original do Sr. Mendos Leal fAotonlo).
MEL E FEL
,1 -i
PERSONAGKNS.
Margarida......A Sra. D. Jolia.
Gertrudes.-.:-. A Sra. D. Antonia,
Joan Flix. .. O Sr. Macedo.
Jos Pedro n > Pedro Augnsio.
Comecara' as 8 borar
A eroprea ioeaaiavel em bem aatlsfazer aeos compromiso, nlo erde nuera oceasiio de apre-
sentar ao publico, do ; artistas de nrereelrxento, como os melbores dramas de qoe pode laocar mo.
Acha-se, perianto, em preprateos, o excelleote drama tm cinco actos, do immoital poeta portuguez
o Eim. visconde de Almeida Garrtt, qoe lem por Ututo
DO lf AMGVE.
A)!K
Esta encllente e. admiravel medicina preparada de usa manotra a mais eien*
tfica por ehimicose droguistas muito doatos e de ama instrueco profunda, leude-lid*
muitos annos de experiencia.
fcl* 9.W. A SAlsA PARRHJu DE BWSTOL.*!4 '

urna medicina segara e digna de toda a cooflioca, conbecida e receitada petos mdicos
MnniOTl os mai& sabk)s e a"'6"1"105 neste imperio, durante o espaco de tres anuos, e nunca falta
un 101UL -p^-**^10**110-
A SAIjSA PARRUHA DE BRISTOL
PREPARADA JHCAMENTE POR
LAMAS fc KEIF,
NOVA YOBK.
C0NT.rW4MINTE
i\M II .
APF ARECK1H

ALFAGEIS E SANT4REN ?
ornada de lindas pecas de mostea, e no qoal toma parle o Sr. Germino Francisco de Oliveira. O ves-
lu rio e scenario sao a carcter e boto em qnasi sna totalidad*.
Brevemente subir' a' scena para que ser' circamstancladamente anooociado.
Santa Casa da Misericorda
do Recife*
AI lima, junta administrativa da Santa Casa de
Misericordia do Recite manda. fazer publico qui
na sala de suas sessoes,ao dia 31 do correte pe-
las 4 horas da urde lem de ser arrematadas a
qoem mais vaotagans ollerecer pelo lempo de um
tres aanos as rendas dos predios em seguida
declarados:
EsUbelecimeBtos de caridade.
Roa do Padre Florrano.
Casa terrea n. 17.......1863000
Osa terrea o. 45. ...... MXJBNI
Uem o. 47.........156000
Roa larga do Rosario.
Terceiro andar do sobrado n. 44 301,3000
Roa da Gloria.
Casa terrea n. 23........ 19*O00
Ra da matriz da Boa Vista.
Cisa terrea n. 56......216*000
Patrimonio de rphes.
dua do Rangel
Casa terrea n. 86.......301*600
Ra do Vigario.
Primeiro andar do sobrado o. 27 181*000
Roa do Pilar.
Casa terrea n. 99.......256*000
dem b. 94........201*000
dem n. 108.........201*000
Sitio n. 5 no Forno da Cal. io0*OO0
As arrematarles serio feilas pelo lempo de um
a tr.'s annos, deveodo os licitantes virera acom-
panhados de seus fiadores ou munidos de cartas
lestes.
Secretaria da Santa Casa da Misericordia do
Rcc.fe 21 de outnbro de 1837.
O escrivo,
Pedro Rodrigues de Soma.
Por esta sondelegacia se fai publico que se
achimero deposito tres egaas. sendo urna rosta,1
cota unha e outra cardan, achadas pastando
sem dorr.no em trras dotngenho Ibura; e bem
as-i ir que cooiinuam ainda em deposito doos ca
val i* i"Ddo um ca-tanh\ e ontro russo : quera
se jolgar com dlreiio aos ditos animaes comprela,
qn*- provando Ihes sero entregue?.
Subdelegada do Peres, 29 de outebro de 1867.
O subd-legado
Jos Mana de Albuaoerqua Lima.
10I.I.E10 CUAL
Re| :o das cartas registradas viudas do norte
p-io vapor Paran para os senbores abaixo
declranos :
Amaral M i'eira & C, Anionlo de Almeida Go-
mes (2), lenle coronel Autooio Caroeiro Macha
t Rtits, Aoioni'i Pereira de Miranda. Antonio da
Silva Campos, Carlos Emilio de Andrade Peixoto,
Domingos Ribelro de Oliveira, Dr. Olvidio Ciernen
lino iie Agolar, Dr. Francisca Cordeiro da Rocha
Cainpell'i, Francisco Ignacio Peralra, Joao Antonio
Alves Jaoior, Dr. Joao Jos Perrera d Agolar (2),
Jos J>quim da Silva Gamos dr. C, Jos Viceole
de Lmi, Lait Anioaio Goncalves Peoua, major
Laz da Ct P rt> C^rreiro, Mtoo I Alves Guer-
ra, Dr. Mio^l Jos Pereira di Mello, Dr. Maooel
Pioh ira de Miraola Ozorlo, Oliveira Filbos S C,
Tavso Irmaos.
Ilha de S- igoel. ^_
Para o porto cima.segu o patacho portagoez
iJorgense da primelra marcha, para carga e pas-
sagriros trata-se com o consignatario Joao do Re-
g Lima, roa do lApollo 4.
rO)IPiMII pem)1B]apa
DE
i\aveg'icao eesleir ior Yapar.
"lina de Fernaodo.
No da 12 de novem
bro ao meio dia expedir
esta companbia um dos
seos vapores para o por
to cima. Recebe carga
al o dia 11 ; passagei-
ros, encommendas e di-
nbeiro a Irnu ue a 10 horas da manoa do da
da sabida : escriptorio no Forte do Males a. 1.
Tara"
Segu ao Indicado DBfto om a pnssivel brevi.
dade o hiate nacional Linio Paquete, cipitao Fran-
cisco Rlbeirtr Barro,' para ac^rga qae: Hie falta
trata se com o respectivo consignatario Antonio de
Almeida Gomes, a' rna da Gru n. 23, Ia andar
PORTO."
Pretende sabir para o Porto, com a nuior bre-
vidade possivel a barca ponupoeza i Humildades,
teod 3 meta de on qnasi doos tercos do seo car-
regamento engajado. Para a carga que Ihe falla e
passageiros qoe gozaramaili de exeelleotes cra-
me Jos, tra'ase.com os eonsigoatarlos Marques,
B'irros A C, no largo do Corso Santo o. 6 on com
o capitao Carlos Ferreira Soaree.


Entre as numerosas provas do prande merecmento da legtfima, preparada por
La ornan % Kemp, de Nova York, n5o a mais fraca o fado qne tem prodozldo tamas
imitares e falsificantes fraudulentas.
A SAI.S.% PA1IRILHA 1)1 UlUSTOl,
E' muito natural que aquellos que se achara occopados em preparar e vender as
suas misturasen! garrafas pequeas murmuren e gritem contra os frascos grandes, os
qoaes contm em m tres vezes mais do extracto poro do qoe qualqaer urna dessas outra*
preparacSes neste mercado.
1



NOVOS
EM FAVOR
da legitima
t fe
SALSA PABRILHA
DE



A HA L! 1 PIHKIIIIA DE BKKTOL
M estabelecida no auno de 1832.

No anno-de 1848 o proprietario adoptou, com grande sawifloio 6eB,garrafas raaio-
res, sen lo agora de quariilbo, oferecendo deste modo aosxonsumidores urna ffltior por-
ta o de extracto porissimo, como nunca fot offerecido.'
SALSA PARRILHA DE BRISTOL
A NICA LEGITIMA

BRISTOL.
-

Os Joentts deverao ter bem o cuidado
de oblerem A genuina e nica legitima
salsa parrillia de Biistol, a qual preparada
por
LANHAN KEMP
K' J'lll VVUAI4 POR
-

DE
'
NEW-YOBK
Cautela centra as novas salsas parrilhas deBistolque
DE mota YORK. 8*o perniciosas.
PREPARADA HICAMElfTE POi
LAMMAN & KEMP,
i
NOVA YOEE.
ktcb
ESCRFULAS
CHACAS ARTIGA
Ulceras
rendas ulcerosas
Tumores
Herpes
Erupcors
Lepra
ebidade geral
Rheumatismo
Salsu^m


Febres malignas e beliosas
kmpigens
Febres intermitentes
Nertodades

A
SALSA PARRILHV
De Lanman
E' A MBLHi R
A MAISFORTE
E A MAIS BARATA
1
BRISTrtl.
NEW-YORK.
PE
e Kemp

Em fiascos grandes,
N3o bastam os elogios para justificar o uso de ti n naMlio. necessari) que, o mesmo, mediante um* experiencia de tantos annos e a testemonho dos sc:entificos, tenba
adquirido urna extensa e incontestavel popularidale. A sil pirritba de Bristol de Linmao e Kemp tem provado a sua efilcacia pelo curso de 34 annos, e durante o espaeo
de 24 annos lem sido receitada pelos primeiros medico bj imperio di Brazil. P leu outras preparages inspirar a mesma coofianca.
Vende-se em Pernambuco em casa de A. Caors, J. da C. Bravo e P. Maurer de C.


^l

Para
Segu com brevidade o patacho nacional Votan
te, por ter grande parte da carga engajada, para
a que aindd pode aomiltir i aia-se com r> respec-
tivo consignatario Antonio de Almeida Gomes, a'
rna da Cruz n. 23, 1* andar.
S0C1T GENRALE
DE
Transporte maritimes a vapeur
PAQUEBOTS FRAXQAIS.
At o dia 7 do corrente espera-se da
Europa o vapor francez Poiton, comman-
danie Alesais, o qual depois da demora do
custume seguir' para Bueoos-Ayres pela
Uatiia, Rio de Janeiro, Santos e Montevideo.
Para condieces, fretes e passauens tra-
ta-se na agencia ra da Cruz n. 55.
LEILOES.
AVISOS MARTIMOS
OTNHIA BIUSLLEIIU
DE
Paquetes a vapor
E' e-pendo dos portos do sul
at o dia 8 d novembro o vapor
Guar, commandanle o pri meiro
wuvu- Pedro Hyppolito Duarte,
o qual dpuis da demora do eos-
lome wg(itra' para os portos do norte.
R.-cebem-se desde ja passageiros e engaja-se a
earga que o vapor poder cjnduzir a qual devera'
ser embarrada no dia de sua chegada, encemman-
das e llnhetro a frete at o dia da sabida as 2 ho-
ras. Nao se recebe como eocommendas se nao
oh,- s de pequeo valor nao excedendo a duas
arrobas de peso ou a 8 palmo3 cbicos de medievo
tu Jo o 'i: pa-sr destes limites devera' ser em-
barcado como carga. Previne se aos Srs. passa-
geiros que ajas passagens s se recebem oesta
agencia ra da Cruz n. 57, escriptorio de Anto-
nio Liiz de Oliveira Azevedo & C.

IIEJAMEIRO
O ralacho Isaldude proiende sab'r para o Rio
de Jiniro com aquella brevidade que Ibe for pos-
sivel, segundo a concurrencia da earga qoe boa
ve" : qoem neMe quite ca regar, pode- dirigir-se
aos ronvigoxtarios Marques, Barros 4 C, no larg(
do droo Santn n 6, oa ao respectivo capitao An-
tonio Jjaquim Pinza.
PARA.
Para o indicado porto pretende sabir com muita
preste.'a o [alacho Paraense, por ter mais de doos
tercos de se j carregameoto: para o pooeo qne Ibe
falla trata se com o consignatario Joaqoim Jos
Gonc^lves li-^ltrao. roa do Trapiche n. 17.
pura e Aracaty
pretende seeolr oestes olio dias com a carga qne
tiver o palhahote Joven Arthur, tem parte de sen
earregamegto a bordo, e para o resto qoe Ibe falla
trata -se com o* seos coosigoatarios Antonio Luiz
de Oiveira Azevedo C, no seu escriplone rna
da Cruz o. 37. ____ _
Para n Ararat y segu" com muita brevidade o
biate Sobralense ; para, carga e passageiros trata-
se com Jos Sa Leitao Jnior, roa da Madre de
Deu.
&0MPANHU PERNAMBUCANA
Navegaco costea par vapor.
Rio Formow- ~-o *b .
A oompaafem Peroameoca-
na expedir para o porto aci-
HD4n dos seus vapore) no
dfa l'de noverobro a* 10 ho
ra> da,roannaa. Recebe car-
g*. pat&ueiros e eacomaia-
das ate as noravda tarde da vaipera da sabida :
scrip'orio no Forte do Mitos o. L
De cerca de 1 SO eaias com chocolate
D. Modesto de la Part capitn da barca bespa
nhoia Isaheii encalbada na liba de Fernando de
Noronna, fara' leilao por intervencao do agente e
por conta e risco de qnem pertencer cora autori-
saQo do Sr. vicecnsul de II 'spaoha em sna pre
seoca e de nm empregado da alfandega para este
fno nomeado.
Terga-feira-Sdo cirreole.
No armazem n. 8 da alfandega as 11 boras do
da.
AVISOS DIVERSOS.

para alujar em Oliada
A loga se ama casa em Olioda, rna do BomBm n
21, com duas salas e nm gabinete, quairo qoartos,
despensa, coslnha (ora, um quario terreo e quin
tal murado, cacimba coro excellenie agoa para o
consumo da casa : a tratar em Ododa coro o Sr.
Silveira, pateo de S. Pedro novo, taberna da es-
quina a vollar para o Carmo, oc no liecitd, ra da
Cid-ia, lujt n. U._________________________
O abaixo assigoado declara qw nesla data
deita de kzer parte dAca-aooin'murcjal que gy
rava n^ii nraca cob a r35) socrtl Siqueira, Ir-
maos 4 C ; ficaodo todo o a^xmi n-}i*>iv <-or.
go dos socios Severiaoo de Siqu*lra Qavalcaoli
Joaqoim Ignacio Pessoa de Siqneir.. Recite 31
de oulubro ae 1867.
Francisco Xavier dos Saotos.
Off recj se de orea ruulher para ama de pou-
ce familia : na rna das Agoa Verdes n. 4i^
nroHMii
numeroJiS
Aloga-se o segundo audar do sobrado da ra do
Amnrim n- 28 : a tratar n roa da Cadeia n. 41.
Irmaudaile de S S. do Bom pa lo da
igr-ja de S. Jos d* hiba-m r
Em curopriraento ao nispisto no artigo 8* do
nosso eompromisso e sanegao do Illro. Sr. Dr. jniz
de residuos e capellas, sao convdalos lodosos
irmaos d'ssa Irmandade para dimiogo 3 do cor-
rente, pelas 9 lor.isdo dia, compareciera em
nos^o con-isto'ij afim de formarem a nova mesa
que tem de r-qer essa r jnudade aurante os annos
de 1867 a 18G8.
Guarino de Souza Peixe.
Esnrivao.
Precisa-so de uma-jeseravade meia idade pa-
ra fazer ven las n'nm povoado distante desla pra^a
urna legua : a tratar na ra do Crespo n. 1.
Trocam se
tira pjrt ;guei cuiu loja ua ra do (jueiinado
e morador na iiii-sma ra, leudo boje 31, pelas a
horas da madrugada, oovido pisadas na salla aou-
de dormia, I vantou-se e nada mais vio do que as
portas da salla abenas, assiro como a do corredor
do mesmo predio; Ooudo por falla das chaves do
estabelecimeuto assim como urna porta do dito
corredor, e cm; era quasi dia tralei de sabir para
a ra e encontioente mandei substituir as fecha-Ju-
ras do estabeleclmenio por outras; assim qualquer
tentativa do industrioso Acara' sem effeitn, e acho
bem que a polica seja mais activa para nao sa
reprodozirem fados dtsta ordena^_____________
Na qoarta fera, 30 d > passado, no trajecto
do arcal do hospicio al matriz da Boa-Vista, per-
den-se ama rrseta esmaltada de azol com dois pe-
queos brilhanie-, qoem a aehoo e qolzer resti-
tu la, o podera' facer na ihesonraria em mo do
Sr. Antonio Luiz do Amaral e Silva, que sera' ge
nerosamecte recompensado.
as notas do banco do Brasil edas caixas flliaes-
dom descont muito rasoavel, na praca da Inde,
oendencia n. 22.
D-se dinheiro a jures : na ra Nova n. 63
m m m 12 m m m m mmv...
^ Couipdiiliia lidtfli lade de seguros
afi martimos e terrestres
" estabelacida no Kio de Janeiro
AriBUmS fm PERNAMBUCO
'** Autoi'.iu Lniz de 0 heira Azevedo 1 C.
^j< directora da ompaohia de seguros
5 Fidelidade, tomara seguros de na-
ft vios, mercadorias e predios no sen
|f escriptorio ra da Cruz n. 1
Na ra estreita rio l .-ario sobrado n. 35o
primeiro andar, aproroptam-se baodeijas de armac
(des cura bolos tin is de varias qualidades para
casamenta n bailes, e de pastis de nit, bolos
logleie.i'o.de l.po-Jinsenfeiiad >scom capollas de
ailiaiu e b.qu-is proprios pira presentes. Faz-se
booqoets d flores do papel, do cera e de panno,
d* travos, rosas c dbahas, saudides e de qualquer
flor que o oonos q iririm, de cravoj Oatur^es
para casamento* coro lago de Ola bordada a ouro
oa lenlq lias i^seda, Sittdo a eucowmeada fela tres
das ame-. Cise se vestidos para noivas betn ar-
raiijido.s fet-ia pelos,tigurinos, e faz-so tambera
capellas de Adres de Ivaoja para noivas, ainda
capellas para men>oas, todas as qualidades da
llores para enfeiles de r.iiapos e t rocas, flores para
enfeUes d>,' >aotos, pilmas, capillas, arcos de botd-s
de trigo d-,-arados. festS para igreja, para qual-
qoer encommenda de fra semore lem promp-
ta. Bnfeilaae lamhs-u velas ricas para baptisa-
dos. Tul i i-l'i mais barato ao qoe em ontra qaal-
qu r parte e com mulla presteza de modo a nao
hav i' falla atguma.
^OOMPHIA ALiiJlf{
Irnanade-dasAInss erecta na ma-
triz de S Frei f dr Goncalves do
Recite.
Convite.
De ordem da mesa regedora sao convidados to-
dos os canssiroos irruios a c-iraparecerem na ma-
triz de S. Fre Pedro Goncalves do Recife, segon-
da-feira i de novembro prximo as 10 horas da
maobaa para assisiirem ao offlc solemne que a
m.'S'iM mesa regedora rnioda celebrar pelas al
mas, de cnnformidade com o
do compromiso.
disposto no ari. 73
9 DE NOVEMBRO
Ka es Hachad cas coapa-
nhelre mart>res da revoln-
Co de 1648.
Sao convidados lodosos libaraes jiara acomme-
morago fnebre qoe ter logar na matriz de
Santo Antonio, entre as 8 e 9 oras de manhaa.
O abaixo asignado faz seleote ao respeita-
vel pobilco com espeelalidade ao corpo do com-
mercio qoe o Sr. Calo Candido Ramos deixoo
de ser sen caixeiro desde 18 do correle.
Guilberme Jorge da Mota_____
- O Sr. Justino da Silva Cardoso queira
vir nesta typograpbia negocio urgente.
Irmandade dt Saatissime Sa ramelo
da frepezia de S Jos da eidade
de Recife.
O escrivo da referida Ir mondada convida a to-
dos os seas carUtimos irmaos para comparece-
rem na igrej matriz, domingo 3 de novembro as
8 boras da maobaa, para o fina de assistlr a posse
e recebimenlo do Rvm. vtgatio collado padre Joio
Jos da Cosa Ribeiro. .
Precisa-se de om homem que saiba
ler e escrever, para distribuidor deste
Diario. .
Tenio fallecidos socio Antonio Alves Villela.a
directora do Monte Pi Poriuguez em observan-
cia ao disco-to no art. 60 d. s estatutos, mandar!
retar nma missa pelo eterno reponso do fallecido
segonda-feira 4 de novembro, na matriz da Boa-
vista, as 7 horas da manhaa, e convida para assls-
tirera a ess acto os pareles p amigos do dito fi-
nado, bem como os socios do Monte Po qoe pode
rem comparecer.
-5
C
N
n
o
o
pj
ai
iih
2L -
03

N. 2 largo da matriz de Santo Antonio n. 2.
: RETRATOS A OLEO
Temos a honra de partecipar ao respeitavel publico a volta do Sr. Alberto Hens-
chel que Coi Europa com o duplo fim de se por ao corrente dos mais recentes pro-
gressos da arte photographica e adquerir para o nosso estabelecimento mais um ar-
tista de talento.
0 Sr. Alberto foi summamente feliz e conseguio engajar um destnelo pintor de
retratos, p
Sa. CARLOS E3t\ESTO PAPF
memoro honorario da academia real de pintura da eidade de Dresda, e do qual a repula-
cao bem fundada nos auturisa a erperar prolucSes notaveis no seu genero de trabalho.
Um progresso immenso ltimamente execuiado na pbotogranhia, um dos mais
importantes consiste n'arte de obter retratos em tamaoho natural, flxando directamen
te na grandeza que se desaja, sobre a tela do pintor, o retrato photographado, por meio
de um instrumento especial chamado : cmara solar de acgmentaco.
P. r esta forma o taleoto e o saber de um artista babii maravilhosamenie se-
cundado pela preciso ab-oluta e infallivel dos contornos e das sombras que Ihe poe a
photographia sobre a tela, e ludo se reuo>! assim para se alcangar o maior grao possivel
de semelbanca incontestavel, ao que d ainda maior reaUe o sello artstico, que imprime
ao retrato um helio colorido.
Pelo mesmo processo nos podemos reproduzir e pintar oleo, urna vez que se
nos d urna photographia, seja de que tamanbo for qualquer retrato de pessoa morta ou
aumente e no tamauho que se desejar.
As pessoas que quizerem julgar por si mesmas deste novo genero de trabalho,
sSo convidadas a nos fdzer a honra de visitar a nossa galera, aonde eslu expostos urna
serie destes retratos como amostras.
AMRROTYPOS
Retratos em caixinhas
Para satisfazer a numerosos pedidos de muitos dosnosses freguezes, estamos pre-
parados para fazer retratos neste genero, para osquaes tambem temos agora um grande
e variado numero de ricas e bonitas caixinhas.
s: _2 i
S-.
Cozinheiio
Traspassa se a Iota de* funileiro na rna Di-
reita n. 68 com todos os seos perteoces a obras
felfas : trata-te oa mesma loja on na roa da Lia-
goea n. 14, f mdar.
Precisa-so de ama ama: oa roa estrella do
Rosario n. 31, V andar.
Precisase de oro cotinhetro que saiba bem des-
empenbar sna arte, dar-se-ba informacao: oa roa
larga do Rourio n. 37 1* andar.______________
Urna petaoa bem empregaOa precisa da
quaolia de l:400f ajor roodlco,sendo o pagamen-
to effecinado em presiacjSes de 30^000 mensaes:
qaem qalzer annencte.
Criado.
Precisa-so de om criado : na roa de S. Jos o.
24, para levar comidas *ra.
Cozlnbelra
Precisa-sede nm cotioheia, prefere-se escra-
va : na roa da Crot,o. 16.
Hotel n Monten o.
Precisa-se de um cosiuheiro e dois cria-
dos : tratar no mesmo. (Prefere-se cosi-
nheiro estrangeiro.
Esi iusta e r.unlralada a casa da roa da
Paz n. 5, quera se acbar com dlreito i mesma
queira annonciar no prazo de 3 dias.___________
Precisa se de ama ama para toda o servteo
de nma ca>a de familia comporta de 3 pe; soas ; oa
roa Direlta n 84 sa dtri qoem .
en

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o
cr
I* til
-. No dia 1? de novembro, finda a audiencia da
Hlaa. Sr. Dr. juiz de orpbaos, ha no ser arrematado
a casa terrea da roa Imperial n. S84, por ser a
olttma praca.
UREA PENNSULA
Fabrica de destilado e bonifica$o
MARQUES \ FERREIRA
lili DO iflOIUtt PORTE DO IATON
PERNAMBUCO
Esta fabrica achanda-se montada com todos os oecessanos perlances a orna destilar;-'.- e cuui
materias primas, qoe entram na confecr^o de todos os seas producios de superior qnalidade : promp
tiflea-se a receber toda a qualquer enoemmenda a a vender os seas productos flor oreos nimiamente
rednzidos, osquaes obtlveram premios nasezpos eo-s de Pernambuco, Rio de Janeiro e Pars em l8Gr.
Temos sempre em qoaolidades geoebra, d ia de larauj \, aoiz, agurdente do remo, cognac, alv ,
cinlbo, bilter, wermoth, kirche, xaropes para refrescos, pn'meira e segaoda qaalidade, licores finos *
entre finos, tinta para escrever, perfumaras, vinagre, marrasquino, eorarso, espirito da 40*. 38a e 3<-,
dilo de alfa tema, limonada gazoza, agoas : 115r de larauj i, rosa e ortalja pimsnta ; orebau de pevide
de melancia e muitos oatros genero-, os qaaes se veo lem a vjnuJo do comprador, em barris, cana-
das, em garrafas com vistosas tarjas. Proraptiflea-se a condlcciooar e 2 eniar qualquer remessa qiie
nos seja pedida para toda e qualqaer parte, devendo ser os pedidos acompanbados de ordem sobre
esta praca.
Ra larga do Rosario n. 37
Continua-se a sugar-oe espafosas salas e qoartos mobiliados, recebem-se pencionis-
taspara servirem-se cotnedorias oom a9seio, e leva-se tambem ao domicilio.
Ha para vender consarutivameote de noile, excellente e ^iriado sorvete, e a toda
ora verdaeiro e fino chocolte espanhol.

I


======
~.r.

IOMEQPATHICA
DO
DOUTOR SABINO 0. L. PINHO
Saauel Power Johaston & companhii
Ana da Senada Nova n. 42.
AflaBCU DA
Fundido de Lew cor.
g^ | Machinas a vapor de 4 e 6 cavallos.
' Mnendas e meia* moendag para engenho.
Tuzas do ferro coado e ba'tido para enge

Ncste importante estabeleeimento se acba
ludo o que necessario para a pratica da
htneopathia.
Medicamentos em glbulos e era tinturas,
prepralo com a mais escrupulosa exact-
do por meio de machinas especiaes.
Carteiras porialeis contendo os prmcipaes
medicamentos em glbulos 100, 203.
300, 400, 500 e 600, conforme a quanti-
dade de lobos.
Caixas de medicamentos em glbulos e
em tinturas de 800, 4000, 420,5 e 450a
rs., segundo o numero dos vidros e de tu-
bos. -iri/
( Estas caixas s5o mni uteis aos mdicos,
senbores de engenhos, chefes de grandes
familias, capules de navios, e em eral
lodos que se quizerera dedicar pratica da
homeopathia.)
Cada tubo avulso custa.......1A000
Cada vidro de meia onca de tintura. 2/JOiK)
Vendem-se lbulos inertes, tubos vasios,
fjdros para a preparado das dses, etc. etc.
Escovas elctricas para traiamento das
molestias nervosas, principalmente para as
dores de cabeca.
Apparelhos de lavar os olbos no trata-
meniQ J Apparelhos de injeccSo para o tratamen-
to de certa* molestias das roulheres.
Cb preto e verde de excellente quali-
dade para uso dos enfermos.
Vende-se igualmente o Tbesonro bo-
neo pataleo ou Vade-mecuin do
homeopaiba (obra incontes-tavelmente
iodisuensavel indas as familia*, pela clre-
la, com que ensma a empregar a nova me
dkina), prego 200.
(Km porgues de 50 ejemplares faz se o
abate de 15 por cento.)
RIJA NOVA M. 48.
Posto qoe, na segunda edicSodo Ifhe-
souro tteopatblco cu Vadr ine-
cum do bomcopatba, pagina 677, se
ache indicado o meio de usar d'esse preser-
vativo, com tudo convm repiti-lo com al-
guns esclarecimentos majs.
Pra un familia dissolvem-se 20 gl-
bulos em urna garrafa com dous tercos
Tagua pura, vascoleja-se bem, e d-se
cada pessoa urna colherada pela manhS, ou-
tra ao meio dia e outra a noite, durante
tres ou cinco dias consecutivos. Deixam-se
passar out'ros tautos dias sem nada tomar,
findos os quaes, repete-se o remedio da
mesma maneira ; e assim se continuar gpri)
em quanto durar a epidemia. 'f;M'
(\s creancas ale a idade de 3 i
marao o remedio as colberinbas).
nho.
ebge-
N 6,ra do Queimado primeiro an\
i iju i
VlO MAIS CABEIiLOS RltAXCOS.
pelel
.AfltJMll
Tintura instanlanea para enegrecer os cabellos em um minuto sem offender a r
Gabinete reservado e desente para tingr cabellos
com perfeico, presteza e mdico prego.
*> rv ^v ry^ [""Y k f^3
lili
n m
nico preservativo de caspas e calvice.
PREMIADO PELAS EXPOSIQES DE PERNAMBUCO E RIO DE JANEIRO.
Sali para eortar e frlzar cabellos, e fazer barbas.
==

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A A
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BEfl MONTADA 0FFIC1W DE CABELLEIIHM

\t
Si a epidemia estirar muito forte, ou, si jg| onde com esmero e oslo se manufacturam, quer para a provincia, quer para fora della, todas as qualidades de postigos
ia cas* hooverem bexiguentos, deve o reme- ^ modernos e de apurado go;to, accresceodo a grande diflerenga de ser 10 0,0 mais barato que em outra qualquer pane.
dio ser tomado todos os dias sem interrup- g ---------
IBxpIendldo sortimento de caoellos, eia cores e em eomprlmento,
CONSULTORIO HOMEOPATHICO.
O Dr. Sabino O. L. Pinho d consultas
todos os dias uteis desde 11 horas da ma-
nba at s 2 da tarde.
As visitas aos enfermos sao feitas das 2
horas em diante ; mas em caso de uecessi-
dade as visitas poderao ser feitas a qual-
quer hora.
para que as visitas possam ser regulares
cu tu p re que os d entes ou os seos enfer-
m iros mandem dar parte do seu estado,
toos os dias ate o meio dia as molestias
agudas; e de 5 ciu 5 dias as molestias
ebronicas.
As a.nsultasescriptasso respondidas mais
ou menos proniptamtmte, segn lo as
necessidades da molestia e a distancia em
que se acba o doente, pois que neste caso
fa-se preciso indicar de urna s vez
nido
todos os dias sem interrup-
g5o, at que a cousa melbore; depois do
que volte-se a usa-lo do modo ensiuado.
A garrafa deve ser nova e muito bem lava-
da, primeiro com agua quente e depois com
agua fria. (No caso de d5o baver garrafa ou
idro novo, poder servir urna garrafa de vi-
nho ou de agurdente, com tanto qoe seja
muito bem lavada com aguas quentes e
frias.) JU "
Para urna s pessoa basta dissolver 6 glo- >pz
bulos de vaccina em 2 ongas d'agna, e d'alii ^y
tomar as colberadas como j ficam indi- |^
cadas. I gp>
Nao pre-iisa grande dieta. Abstenharo-se tgp5
do cha e do caj fortes, do abuso das beb- ^^
das espirituosas, das comidas gordurosas ||||
e milito aduladas Eis aqui apenas O que se |pf
ex,8e- ___ j i
PLUMERA CEL1N0S. | ^
(CONTRA A MORDEDURA DE COBRAS) .:7/^.
Este medicammlo go^3 de muito bons fe
crditos contra o veneno das cobras e de ou- |g|9
tros animaes venenosos. Mk
O Dr. Sabino nao um aioda observ?g3o mf/
pessoal de fado algum que o autorise a g=
affirraar sua eficacia; mas sabendo que no ^^
Rio de Janeiro e em S. Paulo elle tido co-
mo muito poderoso, mandou-o vir para ex-
perimentar.
Algumas pessoas do centro d'esta provn-.
cia e da da Parabyba tem escriplo ao Dr. j
Sabino, dizendo ser incontestavel o mrito |
da plumera no tratamento das mordeduras
das cotiris.
Emprega-se a plumera celnos interna e
externamente, da maneira s goinie:
Uso interno Nos casos menos graves
dissolve-se urna ou una* g tas de tintura
em duas ongas d'agua, c d-se ao mordido

are. bija aso queimado a.o.
YAOTAGE



etc,
com
Arreios de carro para um e dous cavallos.
lelogios de ouro patente inglez.
\rados americanos.
Mu binas para desearogar algodio.
Motores para ditos.
Machinas de costura.
Aluga-se
A casa da roa das Aguas-verdes n. V: a tra.ar
na ra Belte o. 15. _____
Irmandade das Almas na matriz da
Boa-Y isla.
Em Dome da mta rfltednra convido a todos
oosfo iruiS s para coropartcsreiD n mesm b-
iriz oo du de ooittDbto Dlas 16 horas da ma-
oha, afin de assisiirem ifflcio olemne pelas l-
m*s, como manda o doo cumprornis-o art. 16 e
s *
Consistorio da iroaodade das Almas 28 de ou-
bro de 1867.
O escrivio,
llaooel Domiogoes da Silva Juoior.
Thomai Cavalcaotl da Sllveira Llns Jnior,
tendo dis-olvido a aociedade que tioba com o en-
genbelro Jiaqolm Pires Carneiro Mootelro em ota-
ria e bixas de capim, declara qoe Dada ibe deve.
Recife 30 de ootjbro de l$67.
Preci-se de urna ama eoiiDbeira, forra ou cap;
tiva, para casa de pooca (amida, pagaDdose bem -
na roa da Cruz do Recite o. 36, armazem, das 9
boras a 3 da tarde._____________
Preeisa-se de om oa doas canoeiros qoe te-
oham bstame pratica de trabaihar em canoas de
tijolo, da olaiia do abaixo aosigoado para esta
prae> Na mesma aluga-se orna cauoa de earrei*
ra qoe eslpja em bom estado, e qoe cao pegue em
mais de cioro a seis pessoas : na roa larga do
Rosirie o. Ib, acbare com quem tratar.
iaooel Antonio de Jo-us.
Urna
O CURASAO DE OURO RA O CABtCiA W 2 D,
* toiuou a resoluto de vender as joias de ouro, prata l)i ilhntes,
I gTMiide diffe enc?i para menos por ter recelado grande Quantidade da M- m
l ropa pelo ultimo paquete, trocam-se rahem por joias velhas, assim como ^
por buhantes, etc. Apechincha sem igual
^m%a.^^
o que convier ao restibelecirneuto dasade. urna colherada de hora em bora.
AsretritmicoesserSopagas na mesma con-; Sos casos mais graves dissovem-se seis
'r____:,.,.i Bu.uo vu. vjuiuu bityvo O'o^ua puia pata
""'br. Sabino roja a todas as pe;soas, que f dar-se uma colherada de meia em tnea Lora,
iam cunsulta-lo pr escripta, rjueor-^je lo em l'-i minutos, e .-.i de 5em '> mi-
. un a s seus ponadores a prompta entre-, nulos (secundo a forfa do veneno inoculado
suas cutas, ?i>to que, entiexando-as ouinieu.vid.dedossymptom.smanifpstadis.)
co>lumam, na accasio de se retiraren! I Lnjjo que boover melbora.se espassarSo
do R cifrt, impus;ivei responders salisfac- gradualmente os intervallos de uina dsea
out.a.
Uso extkrno. Ao mesmo tempo que se
da a beber o medicamento, applicam-se ts-i
ternemente na parte mordida tos de linboj
ou de algodo embebidos em urna d'ssolu-)
rao da mesma tintura constante de 10 gottas
de tintura em 10 colheres gi andes dagua,
Es>e- tios se conservarSo sempre molbados
sob-e o lugar da mordedura.
O Dr Sabino rect-bera com recen! ecimen-
t ra ment.
MEDICAMENTOS PRESERVATIVOS.
Em quaesquer epi 'emias o Dr. Sabino
U/. distribuir gratis as pessoas pobres no
seu eslabelecimento, os preservativos noces-
Barios, dando-lhes as competentes ins'ruc-
coes.
Presentemente reina a epidemia de bexi'
"5
n
tu
N
aa
0
ffasVmuitOsii se lera auroveitado com fe- to as communicacoes qu* sediunaremdefa-
Em^resultados no sen Iferecment,., feitc zer-lhe as pessoas que experimentarem o Azeitede espermaceU< propnaparamachi-
Alm do grande sortimento das melbores machinas, americanas para descarrocae
algod5o, de 10, li, 14, Ib, 18, 20, 22, 2, 30, 35, 40 e 30, neste estabeleeimento sr
encontra mais o seguinte:
ro Dtario da Pernambuco; mas necessa- emprego da plumera celinus.
rio que todos exijerimeutem esse meio t5o
fcil e tao commodo de se preserv.rem e s ,ta' ,. ,
suas familias d'essa terrivel mole.vtia. Em ausencia do Dr. Sabino acha-se
O preservativo emi.reuado a vaccina cnrnbido de res. lver quaesquer negocios
ida ;' dynamisa53. As pessoas, qoe relativos ao estabe ecimento o respetivo ge-
azem uso d'ella, ou nao sao accommetiidasde rente.
bexiga, ou, si o su, raramente as tem de|
mi qualidade. ^^^^
as de todas as qualidades.
i Vapores de IV-rca de 3 a 4 cavallos.
Serras avolsas para machinas.
li-
jse Alves Tenorio,
Professor em homeoj-alhia.
-Bi
a \W
[DE
X. 55. RA SO IMPERADOR X. 55.
m pianosd<->ta antiea fabrica sao hoje as coaoecidu^ pira '(ae saja oecassario \nv~'.iT iobf
iua superi'.'ridadi, vantugoase garautias queofferecem aos compradorfis, <|'Mlidnd?s estas mcontest?
veis que eliest6m deoitivameute conquistado sobre todos os que tem appurecid ne.-u praca ; po
indo om teclado e machinismo que obeducem todas as vontades e caprichos das pianistas, sea
Cacea ralbar, por serem fdbricados de proposito, e ter-se teito ultimamecla meinoramentos importan-
*ss;mos para o clima deste paiz ; quanto s voies, sao melodiosas eflauudas, e por isso muito agrada-
mi? ais ouvidos dos apreciadores. m m
Faiem-se conforme as encommendas, taDto aesta fabrica como na do Sr. Blondei, de Pars, soetc
torrespondente de J. Vicdhs, em caja capital foram sempre premiados em todas as exposigoes
No meemo estabeleeimento se achara sempre am esplendido e variado sortimento da mosteas doa
Ibores autores da Europa, assim como harmnicos e pianos harmnicos, sendo tudo vendido M'
rneos cnmmodnn raxnavnts.
Chocolate vermicida
DE
Ai Ionio \unes de rastro.
Desde 1857 que s3i> as tabellas vomicidas
applicadas era fortu^al, como o rerae protilpto e eCGcaz para a expulsan das lom-
b as, que lo graves pailecimentos caosam,
e que quasi s>empre se suppoe ellas a ori-
gem.
Este virmifugo preferivel a qualquer
ouiro pel<> seu agradavel paladar e fcil ap-
plicac^o s enanca*, as qoaes feralmente
sao mais atacadas de semelhante mal.
ohuosiIo especial
34.Ra laga do Rasarnlo34.
Botica de Bartnolomeu dr C.
Trilitos urbanos d Recife n
Apipucos.
AVhO.
Do lc i.j o .veaatro rui iiunte Sea nupprimido o ; eofadonho enomerar.
poDDi-n parada do Mangoinho, e-^tbelecidos ]
do-, om aa primara i-oirada da Capanga, o oo-;
tr KQirn a airada da roa da misada e a igreja;
de S. J i- do H!rigQinhr>.
l)r .'ua<>ha. pode-ser procurado a qualqoer hura em sf u con-
suttt-rio hi'meopalhiCi'', largo da ra r i de Samo
Antonio ;i. 2.
o mesmi consollo-lo tem sempre grande sor
timent" de medicamentos de iH>rj>H'paihia de We-
bei-e Cat'Han, tanto em globalos couw ero tintura,
assim como tt-m um soriimento de ferros de ci-
rorgia am canallas e avuls>s do afamada Char-
ri' r de l'aris.
Atlenro
O arrematante das lojas de fe.rrgeos i fallecido
S'-bsiio at da Silva vero cflerecer ao respeita
vel pnblico nm completo sortimento da ferrageos e
miadeza.s por meude de sea valor, grande sorti-
mento dn alambiques, bombas de japy e aspirantes
para os -enhores de engenhos se proverem de taes
j artigos com ponou dmli-iro, inos de diversos la-
, manhos, ferro ero b^rra, em arcos e folba, fogSfg
de ferro o nma iniioidade de objectos, que .e torna
__
os mais pertences para as
Mai:caes e todos
mesmas.
Carros de mao para aterro.
Cyliodro para padarias^
Debulhadores para milho.
Arados americanas.
Escadas de madeiras americanas.
Carrinhos pruprms para armazens.
Moinhos para refinaces.
dem para ni'lho.
Macbinas para cortar capim.
Bombas para regar jardins.
Vaquetas para c.bertas de carros,
Camas de ferro sortijas.
Bombas de Japy.
dem americanas.
Ferros a vapor para engommar.
Vassouras americanas.
Baldes americanos para compras.
Tinas de madeira.
Ballaios e cestas de verguinhas.
Guarda comidas.
Peneiras d'arame para padarias e refinaces.
Correntes para almanjarras.
Machados e faces americanos.
Caixas com vidros de lodos os lamanbos.
Cannos de chumbo de todas as grossnras.
Folba de robre dem dem,
i dem de laiao idem idem.
iFnba de Flandres.
Ferro de todas as qualidades.
Aras de ferro.
Latas com gaz.
Trens de porcelana p3ra cosinba.
dem estn nados para dita.
Bandeijas finas.
j Bataneas americanas,
i dem rovevaes.
I Taixas de cobre.
.Estnho em v-rguinhas.
I Folhas de ferro de todas as gi ossui as.
Correntes de ferro surtidas.
En ingardas de todas as qualidades.
Revolvis de iodos os modeos.
Ferramenta para ourtves.
I em i ara tanoeiros.
dem para ferreiros.
Fedejroso de Pernambuco
A planta, couhecida entre nos sob a de-
nominado de ftdegoso, e no Rio de Janeiro
e pro incias do sul deste imperio pela de
1 crista de gallo, o tiaridium ulilUsimum
i ou tiaridium elonaalutn de Schum, e o he-
hatrapiun r.urassndium de Mart.. pertence
familia das boragineas.
O fedegoso considerado, na tberapeuti-
ca pernambucana, como urna das plantas
mais recommendaveis por suas virtudes cu-
rativas, e applicado interna e externamen-
te, como calmante do systema nervoso, na
paralvsia, asthma, tosso convulsa ou esqoe-
lucue, tosses recentes- e amigas, suffocaces,
catarrhos pulmonares, etc., e em geral con-
tra todos os soffrimeulos das vas respirato-
rias ; sendo um excebeate unitivo para
' aquel es que padecem de pbtisica pulmooar.
i Sua ffficacia contra o ttano ou espasmo
incontestavel, e nioguem ha que a deseo-
nhega.
N3o ignorando nos o que acabamos de di-
zer, e esfurgando-uos por ser til humaoida-
de soredora, preparamos o queaoaixo indi-
camos, pendo a dispi>sic5o dos dist'u ctos m-
dicos, e dos doentes desta e das cutas pro-
vincias deste imperio nossas preparacoes,
que s3o:
eos eS'co alcoolico. emplas-
t'O. ole, tiotura, pilula, xn-
r*pe e viaho.
A JLREBEBA e urna das substancias me-
dicamentosas que periencem ao reino vegetal
e entram na elasse dos tnicos e desobstru-
i entes, sendo empreada com vantauem eon-
Itra astebres intermiieuies acmpaubadas de
engorgitamento de ligado e baco.
Ella tem sido aplicada c tu Dcootestavel
proveito contra a anemia ou cblorose, hy-:
j dropesia catarrho da bexiga, e mesmo para
excitar a menstruac5o difficil, resultante da,
mesma anemia ou cblose.
escrava.
Preciaa-se alugar orna escrava que ssiba cr-sl-
nhar bem e engommar e fazer o mais servido de
cafa eomposta nicamente de una seobora es
traugelra, pagare muito bem e pontnalmente : a
tratar na ra da Senzaia Veina n. it, 1 andar.
mmmmmmm vu m m
cifdade K< creativa \va Uuie^
O cu.-ellio a>lminisirlivo em ses>aa WB.
de 28 do cadenle mer, delinerou que se 35
ronvucasse a assembla geral, no da 3 g
de noverobro proumo vindonro (di rolo- f=j|
go) as 10 horas do da na sala desia so- kf^
ciedade, am de se prucrdtr a eleiv'o do }J
novocmselbo administrativo aun tem de '0
fnn-'i-i ,nar *t ontubro de 1S(J8 ; como ^,
uv-.li-ta a eleicio dos dote directores de fi
mez, dn conformidade c;m a letra exprs {
sa do arl. 33 do* nos-i-s esUlulos ; bem |g
otea fC1 scienle a>s Srf. socios de or- yj
dem do Sr. presidente do coo-elho, qn* ^B
sendo necessario n de urgencia fazer si SS
tera^i no art. I*dos estatuios, coja me- JjS
d da ; pudera' ter iug>r coru a pres- n jg
5a da maioiia dos socios da scciedade
como determina o 5o do art. 3, por is
so convido aos Srs. socios para qoe no
no dia e hura anima indicados compare-
C-iio na sala desta sociedad^, para ter
lu^ar o qu* cima ica dito, assim como
para cada nm idos mesrois s.nhares re-
ceberem um exemplar impresso dos nos
sos estatu s.
Sala das s>s5ps do conse'bo adminis-
trativo da sorndaCe Recresilva Nova
Uuiae, 3'J di < utubro de 867.
Jjs Gomes d ArooriQ),
Secretario.
m
8fi
-mw&mmM
Ama
Pr6isa-se alog^r ooia ama escrava ou livre, qua
cozintie e engi'nim, para casa lia : n* ra da Concordia n. 34. s brado do arma-
zem do sol
Precisa s? lDgarotca a.a paiao servign ic-
tarno d.i oro c>sa de familia, e psga-39 beai : na
ra da (Jacia u. 2i, 3o andar. _______^^
II i a i i IIP
lll
CONTRA POO.
A companhia Indemaisadora, estabeleci-
da nesta praga, 'orna segaros maritimos so-
bre navios e seus carregamentoSj e contra
fogo em edificios, mercadoiias emobilias:
na ra do Visario n. i, javintento terreo
P,-ecisa-se de urna Criada 1 ara i-asa de pou-
ca familia : a tratar na riu do 1-nueradjr n. 3,
bja.
As Pilulas Catharticas
DE A.YE.
O purgante mala efeeax at hojj conhecldo.
*mm
1: 8 A -Ra do CahugX.
Agostinho Jos dos Santos $ C

Acaba de chegar a este estabeleeimento um esplendido sorlimcnto de
joias do ultimo gost, perfeico artstica e modeilos enteiramente dovos ; como
segtiem : aderfcos com rubim, esmeraldas e perolas finas, pulceiras, brocbe
para retrato, mneis, boles de punbo, brincos o cassoieas com letras, etc..
etc., etc. Sai ras de prata do Porto, faqoeiros, paliteirns, cabx de mesa c
frocteiras, cojos precos s5o incompeiivets, pois que os propri'tarios desta casa,
recebendo seus artigo directamente da Europa, podem servir vantajosameuta
aos seus freguozes. Compram-se orilbanies, pedras fias, ouro e prata, pago
se bem, tambem se incumbem de fazer concertos.
O M.HOBE VEGETAL
E" muito superior aos xaropes de CUIS1-
NIER, e de LARRUY. De faciidigestao, a-
^radavel ao paladar e ao olphalo, elle cura
radicalmente, s>-m mercurio, todas as affec-
" Estas pilulas sao puramente veij-
'/// Has, nJo tendo na sna compo
i//. slco nom mercurio nem outra
ingredicuto mineral; sao inno-
centes para as enancas e pessoas
mais delicadas, ao mesmo tempo
qie, fomp-istas como sao de regi-
taes mui ("ortos, sao bastaitc aeli-
vaa e CllMtM para as pessoa mais
robustas.
Estas pUulas catliarticaa purgio o puriiico todo systema
coas da pene, impigens, alporcas '.amores, humano sem mommo.
ulceras, sai as degeneradas, escrfulas, es- No M lem poip^o irab.an uam .; pei para levar estas
corbuto. E' sobre tudo poderoso as moles-
tias rebeldes aomei'curo e ao iodureto de
polassi.
XAROPE UE SALSA PARR1LHA DO PAR V
OU
DEPCRATIVO DO SAlVCiVK
USAOOS NaS MOLESTIAS DE PEtLE. WPIGENS,
D0UES IIHEUMATICAS BfLCEBAS VENREAS
PILULAS AXTI PEBIDICAS
Contra asfebre inUTBiientes, a teioes
O MULUNU' tem acco directa sobre os
[' centri s nerv -sus, e por istu faz dormir sera
>Z determinar afflnenria de sangue no cerebro
[8 como o opio e substancias simples qoe delle
pUulasa um gris de perieejio. tal, que nada di-txa a desejar;
sao o n-sultudo do anuos Para akaaear todos as vontagens que resultes de uso de cathar-
Uco, tcm-se eombinado someato as iit>-(i'c curativa das
plantas <)uc sao empregadas na eufceo dos pilulas. Sna
coniposifo tal qu as cnrenuklades que estao ao alcance
ele sua acoso, raras ve/es podem rusisti-las on evad las.
Suas propiedades penetrantes >. xplor.lo ponctrao, purlflco e
'lio rigor i todas as partes de organismo humano; pois oorrigem
a sua acjio viciada e lar recuperar a sua vitalUkde. Urna das
consequcucias dstaj pBQBdadtdea que u doente, abatido de
ddr c debllidade pbyslc, admira-se de encontrar, tao depressa,
?ua saode c energa recuperadas por meio U' um remedio lio
simples e agradavel.
As molestias que esto ao seo alcance sao.
yrtcoo de vtnlre HkeuauttUino, Dvr a cube-a, A Xfralgia,
LiixaquciM, ImUyesto a nal do ulomago, ntmorrhitlas,
PADECntENTOfi DO HOADO,
Feoiv ymlto-liepatUa, Gastrite, iyTu.via BUlonn Lombrigas,
JSij/sip No almanok e Manual de Suude do Dr. Ayer, qua se publica
toaos os annoa para tiistrlbuleo gratuita, cncontra-se um M>
S6 extraliem, pelo que O SOmOO e tranquillo t*to sobre as diversa d.nc(is que estao ao alcance de
D. sappareceo da casa do abaixu assignado
um mulaiinh etm os segumtes signaos : 10 para
H snuos de taa>, matfrlnbo, tenlo tro- roU um
""o\^^lZUZ\e\t para o H*p>mb""l deI?2,,\Dt *! T,*, ^JT^
a*3n,r,sel5 minuto, sLuia al Ap.pocos e '"^ ""i'?*"^'l^TZi***'
'M partir nm trem as 5 hora e 13 minlos. om b0Del <>'el" felBo setD p'" e ?*** M Inoeo'
Rec.fe, 29 da cuiobro d- 1867 foslnm acoolar-se em casas connecidas rog-M t-----------------;________________________
_________^_,_______a qnem o encontrar evalo a caob. a do Larmo n. i Prpcia-e Je utna e^crava para o sarlco o
Precisa-* orna ama nara casa de p-tj-ra U- ^, i* aniar, que s-ira* recompensado. orna ca-a de familia ; di ra Imperial sobrad? 11
J Mariano rMneiroaflonha.
mi j : na ra Nova de S. Rtu n. 13.
Atten#lo.
\. 25 Ra do limnentu fj), 25
Deposito de tarnancos e fticado cacimal da fa-
brica da roa do Jardlro n. 19, de Jo> Vicente Go-
inh', unto no deposito eomp na fabrica seaprorap
lam tudas as por^-Ses de calcado o mata barato
possivel, esta fabrwa tem Wdas as machinas pro
piiaspara os calcados ja bem acreditados poli
f rande nnmert de fregjeies qne daqai se for-
ceeem.
1, psj.i se H)# m^nsaes
i offo do r
Recebem se t-oommondas de fogo do ar para.
dentro e fura da provincia : to arnmetn da bola
a mar ella do oilo da secretarla da solieia.
e reparador, i alma a tnsse as broncbiies,
e modera os accessos de asthma'e detosse
convulsa.
rui t
TODOS ESTES MEDICAMENTOS SAO PRD'AKADOS
POR
Jcaquim d'Almeida Pinto.
PHABMACETICO EM PERNAMOci...'
- Ra larga do Kourto N. lu'-;)
Junto a qiarlelde p li
.
JMissas
Esmolas
AJOUAUJUO
Depois do ofllclo serao distribuidas e molas a
^tiot : lodos oa ooores que eMiTertiu preoie4
8io tmb#m convnlados tutros os reverendos sa-, Gnnsistorlo da irraindade 3t te'OOWbo. 4
eerdote* que qutierem celebrar ml-sis pelas al- 1867.
mas, no menct.oadr \\ e na fflfefii-'
ta o d'jnativjde 5A.
pelas ai- 18
REMEDIOS PDHOAMTES.
Aeba-se em todas a Botlcoa e Drogaras do Imperio.
O Peitoral de Cereja
I>E AYER,
6
J>a<]a!n) Xavi
rVjft
% -

PABA A P0TA CORA DA
k
Angina, de OoiistipotM< Toase, Bouquidio Infla-
enza. BroBobit*, Tisicu primaria. Tubrculo
polmoiMMa, e todas a molestia do
Peito, assim orno par* aliviar
o ethiooe d aclarados. >
A preparaee do Da. AtR rio veudas as priadpaee
aroearln e boticas do Imperto.
Uepubtto geral ra do Vigario n. 9
escripiorio de theo : Just.
ILEGiVEl


m*ritihif+i****** -*+! t
18*7.
I
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\\\\. h '"i%ni?
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N. 2D 'T N.
g^ CORIC.lO DE URO. ^g^g
& loja o. \ D intitulada Coragao de Onro oa roa do Caboga, anba-ae d'ora em diante ofterecen
lo ao respeiUvel pobliro com especialldade as pesioa* qoe bouram a raoda os objectos do oltimo gos
td f a pars) per menos 10 por ceoto do qne em ootra qoaiqoer parle, iraraotiodo-se a (ualidade e a so
da cbras. i?^5 ,.
O reapeittvel publico avahando o desejo que dave t*r o propneuno de um novo estabeleclmec-
10 que qaer progresso em sea negocio deve chegar iromedialamente ao coracao Se onro a comprar
anais com perfeitos brilbantec, esmeraldas, rubios e perola ; verdaderas em agarras, modernas pek
dltaiooto preco de 10*. brincos modernos de ouro e coral para menina pelo pra$o de i, maracas de
urata com cabos de marBm e madreperola obra da moderno gosto (o qoe o ocontrarso no coracao de
onro) volus de ouro com a competente erosiona ricamente etfeitada pelo pequeo preco de 12*, brin-
cos de om trabalho perfeito por um mdico preco, cassoletas.tranealkis, palceira* aiflnetes para re.
tratos e outros rxodelos tudo de alto gosto, aneis proprios para botar cabello e Brras, dito para casa-
ment, no artigo roseta tero o Corceo de Onro oro completo e bem variado sortimento de dlveraos
aoslos' butoes para punbos com diamante, rublos e esmeralda?, obra esta importante ja pelo sen va-
lor ia^oor costo ds deseobo, bnocos a forma da delicada maoslnha de roogacom progenie contando es-
meraldas, rubina, brtimntes. perolas. o gosto soblima, altoete para gravau do mesmo costo, reto-
eios para senbora cravados de pedras preciosas, drto> para hornern, diversas obras, de brabantes de
iuuilo costo, crnsmbas de rubios, esmeraldas, perolas a nrilhanies, aneis com letras, cacoletas de
ervttal o ouro descoberta para retrato (a ingleta) brincos do franja, ditos a imperatri toda e qual-
qoer ioia, para secolocar retratos e obras de cabello, e ootros moitos objectos que os pretndanles en-
conlraro no Coracao de Uuro qu se conserva com toda a amabilidad* aos eoncorrentes dejndo-
se de aqu mencionar procos de certos objectos porque (desculpem a maneira de fallar) dizeodo-se
proco talvex algoem faca mao joizo da obra, por ser to diminua quanUa a vista do seu valor.
Na mesma Ioia compra-se, troca-se ouro, prata e pedras preciosas, e tambero reeebe-se coneer-
tos, por menos do qne em ootra qoalqoer par, e dp-se obras a amostra eoro peobor, conserrando-se
a Coracao de Ouro aberto ale as 8 Horas da noiie.
Qualqner pessoa que se dirigir ao CoracSn de Ouro nao se poder engaar com a oasa, pois
nota se na sua frente om coracao pendorado piolad o .le aroarello, alem de outro qoe se nota em un
rotulo (isto se adverte em coaaoqoeoei de terem ja' algumas pessoas engaado com ootra casa.
POITCJIOSA DE DOUS MOTIVOS
SATISFAGO IMDISPJEIVSATSIi
Ao respeitavei publica.
O Veado Branco declara mu francamente e sem rodeio alguru que tcm de-
morado a publicado do sea terceiro anauncio por duas poderosas e im>ortantes razos.
I* o trabalho insano qoe teui tido de estodar o meio de virar o S da Fragata
Amasonas da roa do Qoeimado
2o. O desejo de estampar neste Diario o seu interessante retrato e offerece-lo
a todos os seus benignos fregueses e amigos sinceros.
Sendo ioapossivel ao Veado a consecocJSo do seu primeiro desejo, elle pelo pre-
sente incumbe dessa tarefa ao babel Sr. Doradlas, pintor, orrendo, por em, por conta
dos dignos pilob s da referida Fragata, a importancia dessa pequea despeza.
Agora quanto ao seguudo, saibam todos que problema coja incgnita j foi
achada, gracas a pericia do dislincto Sr. padre Azevedo. Assim pois brevemente dar o
Veado muitas copias de si esperem os amigos. \
Agora duas palavras.
Ao Cordeiro Previdente
A vos que viestes augmentar o numero dos animaes domsticos que negociara;
Mes cami-rltncuts
Si a cousa for em progresso brevemente ser esta cidade urna perfeila arca de
No.
Anda bem que o Veado nao est so....
Atteuc&! Attenc&o! Atten#to!!
As ordens do respeitavel publico se acha o amavel Veado Braneo com o seu
importante sortimento de tudo que diz respeito a molbados.
Os precos. que por de mais s3o razoaveis, devem convidar a quera ora vez nego-
ciar com elle a ficar satisfeito e a voltar sempre que for nescessario.
Para as pessoas qoe sao eslabelecidas com casa de negocio fora da cidade h um
magnifico e escoluido soriimanio proprio de fazer corita aos mesmos senhores.
Assim, pois. o Veado rauco conta que cada da ser augmentada o numero
de seus bons freguezes, tanto do centro como da cidade.
Venuam couvencer-se da bondade de nossosgeneros e de sua barateza quera anda
nao qoiz honrar o nosso bello estabeleoimeuto.
RIJA MR1.IT JL
N. 16 ESQUINA QUE VOLTA PARA O PATEO DE S. PEDRO N 16.
TEI J.% POfcTl A F1CJVRA2
00
Joafllim Jos GoiigalveS I Fabrica c fundiao de brunzt
BltrSO e vLro*mbtaesiCaldeiretro,
atA DO miU N. i? AbAR) ^oeiro, e funiUiro, suaK
' S?ica p r i-do's < paquetes sobre o B.mcc tl(l Solcjide, 1 M (l Vrin-\
loM;cb em U:aga, sobre os gaintt luga-| .
ci.-t n dx e com aepuaito na
38 dd-cidade
um Portugal,
aber:
Lisboa.
Porto.
Valenya.
Gol maraes.
Coimbra.
Chaves.
Viseo.
Villa do Cont.
Arcos de Val de Vt.
Vunna do Castello.
Ponte do Lima.
Villa Real.
Villa-Nova de Famlica o,
Lamego.
Lagos.
Covllha.
Vassal (Valpassos.)
Mirandella.
Beja.
Barcellos.
ra Now
do liccife


i
NIMGUfH SE EfiGfiNE COM O BAUZA
C'xeiro
Pr-''ija.si de um menino do l a 10 anuj< : di
;:; da roa Augusta n l._________
Ama cosiiilicia.
Precifa-se dt> urna ama cosinbelra, preferlndo-se
escrava, paga-se b-'m : na ra dos Pires sobrado
B. la.____________________________________
Cep:ou afina 1
A psnaada galopean
para cara rpida compirn Oo s lar*.
VKVDE SB XA
Botica e -irogarla
UB
filartholoMea & C.
:tiRoa larga do Roario:i4
A!oga-se p ir f-#ta doai ca.;as acababas de
novo e Dioudit' cada urna com i loarlos, 2 salas
e ciinti^s uo sit'> M itumb > ua e-irada do Port)
da MaJelra sra B*beribe con txeelleute banbo
muit') perto de caa qu-^m a preiender dinjt se
a casa a. 8>r Biid e>os ds Crion-
las ou t-ro Oiiqi* n^ roa 'loa _\rr imtalos n 23
Ama
Precisa-se da oroa ama para latar e engomar :
na ra do Trapichen. :)6, 2a aodar.
HISTORIA DE CAKLOS
XII
Rei da Suecia
rt)R VCLTAIRE.
Vende-se esta excellente obra por 11200 em
brochora, na llvraria E;onoroica ra do Crespo
n. i.
Na mesma livraria toEiaro-se asslgoaiuras para
avida de Horacio Nelsono celebre almirante
aoglez a l cada ezeropliT.
n
DE
BRAGA &SMPAI0
Fabrigam-se neslo imponante eflabcleci-
mento todas as obras concernentis as artes
respectivas como sejam:
Alambiques de todos os lmannos em
feilios, os mu acreditados apareihos de
Derosne com as dtmencQes delicadas dos
fabricados em Franca.
Fabricam-se avulsas quaesquer pecas des-
aparea s, como sejam o dilata !or, ratifica-
dor e condensador, ou esquema garapas,
resfriador, serpentinas interiores.
Fabricam-se bombas de todas as dimen-
c5es e qualidaes, pelo systema francez ou
americano, simples, de pressSo, repuso, e
com Cspeciaiidade a estanca nos assim - nominadas pelo enorme volume de agua
que absorvem calculada em iO pipas por
bora, e das quaes algumas eslo promptes a
serem experimentadas.
Existem bombas por este systema, me-
nores, para regar sitios, garantiudo-se ujo
s sua dorado como a grande quantidade
de agua que fornecem pelo uue sao cous de-
radas hr>je as primeiras bombas conbecdas.
Todas as mais obras se fabricam vonla-
de dos freguezes e a seu capricho.
Existem sempre promptos no deposito In-
armaz&mf ae fazendas de
ants Comko,rua do Quci-
mado n 19.
Uom e barato
Lansinhas Poil de Cbvre a ;& ocovado.
)\Mt\
f-eciona-s1? a solfejo e a tocar varios
c.-ini.: e:;ius daulo .-a as llcdes particu-
lares em suas pruprlas casa?, das o ho-
ras da tarde al as 9 horas da noiie : a
tratar na ra Angusia n. 30 on oesta ly
pocraphia.
LOJA DO GALLO VIGI-
LANTE RA DO CRES-
PO N. 7.
Os propietarios deste muito bem :mhe-
do fSlabelecimento lem a sai.fao de ovar
ao coDhHcimento do respeitavel publico qoe
a abam de receber pelo ultimo vapor da Eu-
ropa i m grande e variado sortimento de ob-
jectos de inteira novidade, dos quaes se li-
mitan) a mencionar apenas um peque o Da-
mero Picando o respe tavel publico na serte-
za de que neste eslabelecimento sempre en-
contrarao om c mpleto sortimento de arti-
gos de gosto e inteira novidades como sejam.
Calos
Os muitos desejados cintos com pontos,
bordados a vedrilbo, fazenda de muito gosto
e completa novidade, respeito a estes ciotos
n5o fazem observares e Mm deixamos a
Madapolo enfestado a 8<$ a peca.
Cambraia de cores matisadas finissimas a
800 a vara.
i dem brancas transparentes finas de 40,
50OO, 6,5,70, 80 e 90ooo a peca com iO
jardas.
dem branca tapada de 80 e 90 a peca
com 12 jardas.
dem branca franceza muito larga a 90 a
peca com 8 varas.
Balos de 35 e 40 arcos nesgados para
senuoras, a 40500.
dem de mursulina nesgados a 50.
dem de crochet a 50.
dem de mursulina para meninas a 30 e
305oo.
00 PEITO
Aviso Importante.
Os nicos verdadeiros laropes de bypnphospbl*
tos de suda, da cal e de trro do br. Chorrhlll tra-
zem a firma qoatro vezes repetida desie sabio me-
dico sobre o subscripto e a marca de fabrica da
Pharmacia Swaoo, 12, ra Castlglione, Paris
Acba-se a veoda ero frascos quadrados c.i,m o no-
me do Dr. Cnurthill no vidro. Preco i francos Oi
Paris : Com insirn.-^ao
O primeiro indar do suiirarto"a*"ra .Diretta o
82, novamr-nt-1 caiado e piolado a Iratar pa-^
daria da viuva Machado ,S Pilho.
Aluga-.N noia Qiciava que sail v.-nder na
ra : qoem a liver pode trlgir-se a r ja das Gin
co Ponas n. 136.

rata
Compra-se nacional ou estrangcii'j c<
premio de que ero outra quHquer parte
ca d [ntlfi i'nnVnna n. 2!.
m maior
: na pra
Lompram se
com premio ra.edas de onro e da prata naclenai-.-
e eeiraogeiras : na ra i Cadna do Hecife n. Ib
arnmem dd Adriano, Castro & C
dicado na ra Nova n. 38, um completo sor- ap'eciacod s esclarecidas freguezas isio s
no Gallo Vigilante na ra do Crespo n. 7.
Lcques
Muito lindos Ipqnes d'osso, madeira, sn-
dalos, e madreperola ; prelos, bracees e de
cores, e muito se tornam recommeodavel
pelas bonitas paisagens.
Fldres
0 melbor que se pidedesejar neste arti-
go as quaes parecem natutaes assim como,
tara bem recebemo; urna pequea pori.So to-
das pretas e se vender na loja do Gallo
Vigilante roa do Crespo o. 7.
Capella
Mu lindas gnnaidas brancas e de cores
aquellas para noivas, e estas para bailes, ca-
samentas e baptisados.
Lavan
Luvas de todas as qualidades para se-
nbora, homem, roen as, sendo de algodo,
fin da escocia, seda e pelica muito fresca e
do fabricante J uvin, paree -nos que nao ha-
vori quem ignore qoe por todos os vapores
,da Europa o Gallo Vigilante, recebe grande
timento de obras solidas, bem construidas e
a ptveos rasoaveis, como sao alambiques,
serpentinas, taxos, passadeiras, repartide-
ras, escumadeiras, cocos, candeias, e muitos
outros uteuc'lios proprios para engenhos,
como sejam mancaes de bronze, parafuzos
para rodas de agua e outrts.
Cavilhas, machos para lemes, pregos de
todos os tamanbos e para o forro de cobre
de navios.
Aprompta-se tudo quanto diz respeito as
obras de latao torneadas e polidas com toda
a perfeicSo.
Vlvulas para tanques de banbo, torneiras
de todos os tamanbos e qualidades, assim
romo todos os ornamentos para militares,
boles para farda, apareihos para barretina,
nmeros, espberas, espadas, cornetas, alam-
padas turibules, caldeiriubas, havtas, ;ilmo-
farizes, perfumadores.
Obras de folbas de flandres de todas as
qualidades, bahs, bacas, bules e outros
utencilios domsticos.
Larapis-para gaz para engenbos, follia quanttda.ie deste artigo e por isso sempre
de flandres em caira?, folbas de cobre e la- tem sortimento a vootade do comprador, e
lao, tubos de chumbo para encamenos de mbcm n5 va"e da falta o seu preco
todas as dimences, folnas de lineo, estanho sempre o mesmo.
em barras e versuinha, lances e lianas de Feotes
Muito bonitos penies de tartaruga para
de
\
o uro e prata
mm
l> Galllii-liun J\^i-g"-ll, uifUICo, o-
consultas todos os rtia> oas 8 boras as 10
da maohaa e das 3 a>o na la'de na sua
residencia ra ??i>'.'a n. 15, cspecialidado
n( h.i,i ros o'lvis.
Venham Ver
Vende-se oa lojide inarciaeirta w Caa>l..^
Caimn. 12. patita apparclhada da rrHhor Ul+
para lecrf eadairaa h sufa-, por pr*oo mais con.
modo do qne ero ou'.r.i .uaiijuer parte. ______
Tlano"
P.tKA
As extracc5e^ (lis loteras.
4000 bilheles a 35000_____........',0:6005000
Ben;Qcio, sillo e comtniss.o U2 0|0.. o:40O0O0
Aos 6,000/J
DILIIEIS GABANTIU08.
A* RA DO CltKSPO N. 23 E CASAS DOCOSTCME.
O abaixo .ssiguado veD'leu nos seos muito ftli-
ip* Obetes ^rarjtldos Oa lotera quo ^s aeab-41 a
extrabir a benelicu do patriiui'niu Os i r^hos,
js >nguintes premios :
N. 17* um meij coro a sorle de 6:0iA.
N. 1657 ora roeio com a soite da l:2ti( Ji.
N. 138i dous quintos com a ^orio oe 503A.
Eoutras muitjs series de 10, 40 b l.
0.s possnidores podem vir receber seus respecti-
v s preiios .ero os descootos -ias leis i.a caa a
Fortuo; roa do Crespo u. 23..
Acnam-se a venda os da oO3 parle da lulerla
(>') a favor das familias dus voluntarios da pa-
ula.
?rece.
Bilhete.....60OO
Meio......3,8000
Qolnio.....U2U0
Em purcSo de 100(5 para cima.
Hiinrtte.....5*500
M^io......2750
Quinto.....15100
Mauoi>l Mitins Fiuza.
wmwmnimn mm&mmm
4g O Dr. A. S. Perora do Carroo (medien) >j&
4 r.-t.i morando no sobrado o. 12 da rna da ^
mmmrm
O bacbrtl J aquim Guuvalvrs L'ma SU
5^1 ahrij ?en escriptorio de advocado na tui WM
^g Qoeimado n. !-', primeiro >ndar, onrtn ^j
i.J.i sor procurado n^s dia> utel?, das 10 QJB
i. jr..s da maoh?a as 3 da tarde.
C'-mpratn-je moeJas ds ouro nadonaes e estran-
giras, bem cotuo patardec Jos ii.k'fcr.-us cunbi.s :
em ca?a do Adamsou, Howie C, ra do Trapi-
che-nov; n. 40.
Moedns de prata
nacfenaes assim corno (.atacoes porttieoezas e
hespanhes, coai^ram-se com premio : na ruado
Crespo n. IC, primo ao-lar.
Compra se .broa oo duas casa; terreas : a
ir-lar ca ra C-lia u II r ri:r eiro au!ar.
chumbo, vidros finos psra espelhos, de co-
res, bordados, e opacos, e outros parH'J-
dragas, diamantes para cortar vidros, cadi-
nbos ordinarios e de patente, rea para mol-
dar, folies para ferreiro lavatorios com ba-
cas e jarros, trra podre e outros nmeros
o jecios proprio ce taes estahelecimentos.
Sendo todas as ooras inspeccionadas e
: feitas sob a direcc5u do socio administiador,
Jos Baptista Braga o qnal se ada de novo
especialmente incumbido da gerencia oe lao
imponante estabelecimentc, raso urna ga-
ranta pela sua longa pralica, que tem os se
nhoies freguezes de qoe st-rao servid s a
contento, com promptiio e prec/i commo-
do, peloqueos propiletarios Ibe seriio agra-
decidos.
A o commercio
Vi lo- si a taberna da rna do Padre Floriano
n. il, coro poocos (u:idis prdpria pira prioci-
pianie por estar anvcezada.
GRANDE BSZi
l'.UA NOVA N 0 B 22
Maior
mi
vnitaRem
O cora co do ouro m* do Cabula n. t [). (I-re-
ce-so ero compra das rar.edas de ouro e prata.
PoiapiVifi-sc escravos
.no Gtiilhermo de Bi>rros, compra, v^nde 6
r'.t crTcctivaraente escravos de arabos os sexo?
de tod is s idade? : a' ra do Imperador n. 79,
erceiro andar.
.No armazetn n. 16. da ra do ImpTFIdcr
compra-se movis usados o novos.
C mpra se por rrais do qo rm outra qnal
qoer parte, (irata hrasileira a eftrarppir, libra
esterlinas, mondas de 9 t IC poriii|?ue2as, d
o, 105 e 205 braslleiraii e -e trecam edula
das tanas, iiaes do Banco do Brasil : da ra da
Cadeia do Becife o. 88. ioia ds azulejo.
comprase
Cobre, latao e chumbo : ni armazetn da Lola
atoarella no oilao da secretaria da polica.
\m
Moedas de ouro.
Naciooaes e estrangeiras assim como libras
esterlinas: campram-se na ra do Crespo n. 16,
primeiro andar.
coque e alizar os cabellos, assim como para
arrejacar os meimos e muitas outras quali-
dades.
EteVSS
Grande sortimento de escovas, para roop*?,-
cabellos, chapeos, dentes e uuhas, sendo de
osso, bfalo, baleia, marfim e madreperola.
\ va lias
Superiores na/albas pequenas para bar-
ba sendo cabo de marfim, tartaruga e ou-
tras qualidades, as quaes o fabricante ga-
rante a boa qual'dade.
.% builladura
Chegarara as u ui lindas guamigts de
butoes para colle es fazen 'a de gotto, assim
como grande sortimento de bjtes para pu-
ubos.
i Vende-se na loja a* p*aca da
lade;teBdeneia n 30.
Capellas ronriuarlas para srem colicalas en.
: lombas, catarumbas e sepulturas no cemileiib po
i t;co uara o dii 2 de njverobro (Qnad.'S) das es-
' criiQoes segntntes:
Meo pat.
Mniha i! ;i'.
I Meu esposo.
Minha esposa.
Meu Cilio.
Minha fllha.
Saudades.
Urna lagrima.
Amizade.
Meu amigo.
Meu irro.
Mmba irroia.
Na roesma loja lamliem tem
marmore obra prima.
Saias bordadas a 54.
Cambraias admascadas para cortinado a
i'2 a peca com 2o varas.
dem para forro a 3 a peca com 10 jar-
das.
Cambraia de linho muito fina de 64 e 90 -a
vara.
Madapoloes finos de 60, 70, 80, 90,100,
110 e 120 a peca.
Platilba de aigodo superior fazenda para
saias a 30200 a peca com lo varas.
Cobertas de chitas de rarnagem a 2ioo.
Lences de bambur-go fino a 20400.
dem de bramante muito fino a 30200.
Faunos adamascados para cobrir mesa a
40500.
Guardanapos de linbo adamascados a 4-5
a duzia.
Atualbado adamascado com 7 1/2 palmos
de largura a 20 a vara.
dem adamascado de linho com 7 1/2 pal-
mos de largura a 30 a vara.
Aigodo enfestado com a mesma largura
a 101oo a vara.
dem trancado dealgodo a 10600a vara.
Toalbas alcochoadas de linbo lisas a 115
a duzia.
dem de algodao felpudas a 130 e 140
a duzia.
Colchas de fustao a 60.
Lencos de cambraia brancos finos a 10800,
0 e /Joo a duzia-
Lencos de cassa fintssimos a 30200 e
306Oi> a duzia.
Fil de linho liso a 8oo a vara.
dem com salpicus a 10ooo a var
Grosdenaples preto bom a 108o*, 20 e
208oo o covado.
Morantiqoe preto superior a 2080c o co-
vado.
Flanella de todas as cores a 800 rs. o co-
vado.
Tarlatana de todas as cores a &oo rs, a
vara.
Bramante de linho com 10 paleos de lar-
gura a 20oo a vara.
dem de linbo com 5 palmos a i.v.ooa
ara.
dem de linbo com 3 1/2 palmos a fc'ooa
ara.
Riqussmr>Jjasquios a -o0t'OO.
Assim como outias" uiui.tas fazendas que
se vende por menos que em oiMa qualquer
parte, e d-se amostras de tudo,
Sevada
Vende se sevada da mais oov
entrar do mrcalo a 33200 a i i i
Direila n. 30.
pr>e
: La
pn-
ra
Paja pod ra
Veodem-se dous cylnioros e urna mi^hina rr.ra
traba-lbar com cavallo, tudo em perfeit estado e
por barate preco : a tratar no pateo do Terco nu-
mero 63.
M.VC1
Vendse. em saccc
piebe do Cnnba.
grandes a 4.eou : ni trr^
iGUA FLO

Compra-?e ouro e pr< ia
na r^ca da Indepen'l"rc:. .
em
22.
m
MI
obras velbas
MI
1 Premio de
i Dito de...
1 Dito de...
3 Ditos de
10 Ditos de
15 Ditos de
2o Ditos de
975 Ditos de
1013 Premios.
2967 Brancos.
1004i mo
aOJOQO
20S000
lOOOO
05000
Liquido...... i 3 :t 005000
5:0005000
9IIO5O0!)
1005000
5004000
1005000
3< .05000
2O5000
>:83050O
--------------13:6005000
cy D. Seoturiuha Germana do Espirito S^nto
vif as pessoas une qnerem c roprar terreno no
logar Arraial, que ella j correu as liohas diviso-
ris, e qoe o seo sitio ei-ia' no todo des-mbara(a-
do e vende o palmo a 15500 rs. : as pessoas uue
doji'jarein possuir cjin yooco dinhir bons riti*
e com ptimo banho, aprove'tem a occasi", visto
que o seu Sitio, qoe ser retoado, tri 1 plan-
tado com novos e ptimos anerttftos roriileros,
n. v.:: '. tambero nulle torra ce birro, proprla para
va-antes a b'ixa de capiro.
A mesma eonvpl.i as pessoas que ibe compraram
terrenos no lugar Aua-ria, quo v.nbam receber
os seus Uabs de compra. 3
4000 Bilhetes. -,-,
V. B O gremio da ^O-^OGO **a wmU aq
descomo Me 20 0|0 por im geirt provincial. ^ c
de9U050i)J t 400*000 aj de o 0,0 poi le provin-
Tbesonrana das loterias 4 F*oambaco 30 de
ouiaoro de 187.
Sa/VMdO 'le lfa''.Oire;ro.
i# H,lr d oui*.
Approvo. Palacio famW'W '" lvrnjoibj':a ..0
da ontubro da 1867.Brao de Villa-Bella.
Chorote.
francisca Locio de t^a>tfQ-
Fenor
Precisa-se de nm (eitor para aro aillo : irata se
na !'ja n. 15, esquina da ra da Madre de Dos.
Geographia.
Joaquim Pires Machado Porlella abrir' em no-
vemloo 1 roximo, na casa da vua residencia, um
curso da geographia para os ptudantes que qui-
lerom se habilitar para os exaroes de marco Os
senbores que quizerem insrrever-se o deverao fa-
zer al 5 da 3 de njv'embro tmprcterivelmente.
Na praca da independencia n. 33, loja de
ourives, comprase onro, prata e pedras preciosas,
tambero so fai quaiquer obra de eacomroeoda e
todo e qualqner concert.
AO PSClf "
Da ca=a do Dr. Aatonio Ferreira Martin* Bibei-
ro, tn do Aragao n. 32, ansentoa-se no dia*25 do
crrante o spU e-rravo Kuiebio, cibra, coas 21
aano: de ilart.'. ijuc-i mais ou mano--, de estatura
haua e chelo do eorpo : qnem o preb>r u Isvar
a dita casa sera' generotaaaaate gratlQcaoo.
Ama de leite.
Prscisa-sede nroa ama de lei'.e : oa ^raca do
Corp-: Sunto n. 17, 3* andar.
A 240500 e 110300
Na ra do Torres n. 18, escripto-
rio do corrector peral Gongalo Jos
Affonso. compra-se mod s brasi-
leras de 20ooo por 243u0 e so-
beranos por 4f$3'0.
Compra se orna liteira em
tratar na ra do Arago n. 36.
ton
esUdo: a
msmfmsrm
SS~SaHHT
Machinas para des aroc.ir algodao, do m<
luor autor que tem apparecido na Americ?
E' tal a execugo do m .chinismo. que o ai
godo sahe quasi 13o preilocmn odebt>
landeira. Recomaienda-se a attencSo doi
Srs. agricnltures. estas machinas.
2;000
Vendesebreo a 23 a arroba e em barrica por
ir.ivio menos : no armazrrr da bola atoareiia o
oito da sectf-taria da poli' ia.
Chocolate.
Vende-se o verdadeiro choclate fabricado em
i Corona, mullo peitnral a 800 rs. a libra ; na ra d.
C*huga Ioia do iiiio'ezas de 4 noria** n. 1 A-
Vndese nm b'ro aruifieni de (minados no
excelleote leQal do pataD da Penha n* 6 : a iratar
oo me-mo armaiem.
Na praga da IndepPbdeoria os. i e 6 vendem se
chapeos para padre, de castor e seda, por barato
preco, ass'm como r*aneo* a Imitacao do roamlh
por 85 e 95-__________
Vende-se cu aiuga-sa
das Cinco Puntas n. 82.
uina t;,:i<.vj: oa ru
Vende se o eng-obo S. BarioUmeu sito u
rreguezi-< de Munbeea, a raargoin do rio Jiboato
distante desta cidade tres leguas e uroa da cstagao
do Pmen-s. E-ta rica propriedade tem as vao-
tagens segulots : raoe com i-tu?, tem porto de
embarque para barcagas a> ravouco do engenbo,
tem varteas de massap, preparadas a destocadas
para dous mil cairos da sTmnie, que se lavraro
om arados e se o breo coro grades, estas vaneas
-----_------------------_-----------------------------
Na ra DireiU n. >3 vande-se At liquido de
i'qualidade a Q rs. a garrafa, em latas 85800.
A ttengo,
Na roa da Sentala Nova o. 22, se acha a venda
ora grande e variado sortimento da stetras ch>--
u'&'Iks do Ar>caiy, por prego razoavel : quem pre-
tender dlrija-se a mesma. _____ ____

capellas de pedra
Potassa d Hussia
E' a qoe so vende por prego o mais barato por-
qna a mais nova que existe no mercado circoms-
laocia essenrial que este att'go demanda para pro-
dunr o ttirito desejado, A viMa que apresenta a
larrica qoe a contro continua o ter chegado ao
m< rcado mais recentemente possivel : no srma-
xein de assocar deJo> da -ilva Liyo Fnho & C
Vioho soperier em calxas fle una duzia e
teio para vender Antonio Lniz d Oliveira Aleve-
d & C. no keu escriplrlo rna da flrn u. 57.
Vndese oo aluga se um grai.de sitio no
:.:lo da tideira i!j B o iiiial tem duas moradas de casas e. omitas fruc-
letras, como sejam jaqoetras, maogueiras, ceqoei-
r.-, cajueiros e outras, e n.nita trra para planta
co : a tratar na ra da Senzala veiba a. 6.
Breu
a 25 a arroba e em barrica por muito menos : ao
armaiem da bola amarella no oilo *a -erataria
da polica.
Vende-so um terreno as Cuicoranas pro
pii.i para plani/.go, conteodo ceoto a lantoa pos
de roqueiros novos e alpamas arvores do rV'cto :
quem pretender dinja-se para ver as C':rAranaa
ao Sr. praoeisco B- dos Pmeres, aeiualoente
renJelro, e para tratar no patea da S. Pedra. 24.
Sal do ,\ssiT
A bordo da escuna tGeorgiaoai
Tasso limaos.
a tratar com
X>3
MRRAY & LANMAN
Vende-se
Carro c boi
Veode-?& Lifirapiias de altnns poetas, e ou-
tros bomens illuslres da provinria de Pernanibuco,
sao corlarlas na maior par i de canaes a bragos do' pHo tommendaior A J. de Melle: 3 tomos, 95000.
rio, que facilitan) a jiiJifg das canoas ero | Na l"a de livros do Sr. M intelr!o : ua rna d) im-
grandes mqjs que d^^c.lrr-gam no picadeiru do perador, oo ra Augusta o. 9i.
eng'Db. Tem a mar-m io rio mangues que for-'
necem maieiras para aeralo e par o eonsamo
das fo'ralha?, '*"' muti '"n rica mad^irn de
con>tfuecai) uara eirrn, rririda pnmar, excel-
lente cootiHiral. li-. itunudo com todm os ei- ,,raw se D> _
Qi-ios (ellos de pe^ra ou lijlo, roda hydraulira, *
moeoda de ferro, a'tim de monos outros cummodos
qoe serio mostrado ao omprado-. O preieo-
rteutes w entenderao p >m o proprl-lari i oj Boa-
vista ra ds S. Gongalo n. 29.
Vaode se om 'airo e b >\. promplj a traballiar
di- Cinco P olas n. 136.
Hois.
man travessa e enchami is a' servidos, madeira de
qui.idade : na roa do Imperador n. 9.
J rlipfflij
C*menio romano : no armatero do Tassi Irroos
no eaes de Apollo.
um piano de mesa em muito bom filado e boas yo,-,
ir-, or prego comroodo; no pateo do Livramenlo
n. :ni.
Vende-se
VendeoB-xe dous hcis mansos vindoa de Gara-
ntios, ao grandes a mnio lindos : tratase
roa do Amorira n. >2. armaism d > Agolar.
Vend-se om terreno tm Csxnea coro
ta para a estrada qoe segu para Varaea t>
nb^cida por eatrada d'agoa farrea) cojo terrpao
tf m 90 palmos ae freoie e 250 de fondo : a liattf
a r.ua_d.o_Amorim n. 37, arroatero.
Gessn
nos arroazen ds Tasso
A agua florida de Murray & t,anmar
olhada como um artigo de perfume, nt
lem podido ser igualada pelas preparacoei
as mais custosas: conserva seu aroma, co-
mo se formasse parte da prenda a que el!a
se applica.
Sua eficacia to delicada, como elegaii-
tes sao seus multiplicados usos, qur seja
empregada como artigo de toucador, qur
ao uso do banho, oo como suavisador d>
pelle, depois que se tenha feito a barba:
para limpar as gengivas ou aromatisar c
hlito.
Di suavidade, brilho e elasticidade ai
eompleiooes, depois de se baver lavado; ai-
livia a irritago de erupces ordinarias ; fa;
lesapparecer o desagradavel aspecto doi
pannos, das sardas, do rosto, rugas e toda a
casta de ebuliees, e d vigor e frescura
parte onde quer que se applique. Sua ef6-
ciencia e elegancia sao igualmente infalh-
eis nos casos em que seja preciso applic3-
a como estimulante e antisptico, nos con-
cursos e assemblas numerosas, as loca-
lidades infeccionadas, na alcova de um en-
fermo, assim como um antidoto escolen-
te para os desmaios causados por cansact'
ou suflbcacSo. Preparada nicamente por
Lanman & Kemp, Nova York, e a venda por
Gaors & Barbosa.
Jo5o daC. Bravo drC.
A' venda as drogaras de A. Caors, Bra-
vo A C. e P. Maurer & C, e em todos o
estahftlerirnntOspharmar^ntir'> do iroperi/
~~trcei*rio pareSilal
ou
(rtvi>sino maiiai dos p -rochos
obra otIUssinja aosp^rochos, sos coadju.ores a
aes sacerdotes em peral.
,. Um voloroa prego 65.
fren Vende se na livraria Beaaomica ao p do arco
do Santo Antcnin.
( hucla(e peititr!,
na i pata estoques de casas
'Irxajj,ees da Apollo.
Vende-se o melbor chuelas h >spankol qoe tem
vtndo a esta mercado, (.tincado esprassamente
par e' eiiro, pelo 4-mmntn prego da 800 rffTa
l'hra. ni rna da .'mperatriz n. l, loja do promuto
alivio.
IflVEL 1
A
m
-
-

i

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'..




~2"*"r
tN**4*fl


11
DO
OJJtlOef 9 BOU
DR. SEVIABf

Para o traa ment e cora rpida e completa das miiliml>HlMfflnr eris"3''
las, rbeumatismo, bobas, gota, debilidade do estomago, infiammacSes ehronicas do flgado
o baco, dores sciaticas, cephalalgias, nevralgias, ulceras cbroaicas; hydropesias, pleun-
ias, gonorrheas chronicas e em ge. al todas as molestias em qae se tenha b vista a pu-
rificacao do systema sanguneo.
Conslderaees gerae -
A saade um bem inapreciavil, coja importancia e valor so est reservado ao ens
Icrmo o avalia-lo. .
iocontestavel qae o borne oeste mando constantemente, e por todos es lder
atacado por ama innnidde e ageites morbiQcos que todos tende, dadas certas ejdeter-
minadas circumstancias, a alterar o regalar ejercicio dae fcnccoes orgnicas* rosuitanbo
pesse desequilibrio o qae se chamamolestia.
A molestia ao mais de qae a desvirtuarlo das torcas vitis, oocastooa sondo as io*esti#acoes e experiencia* dos maia abalisado meslrea da scieocia, pela depm-
vacao dos humores geraes, conseqaenoia da acco maligna desses mesmos agentes mora e
aeos introduzdos no organismo pelo acto da respirarlo, pela via digestiva, pelo contacto
immediato etc. etc. etc.
A syptiilis infelizmente tem sido a partilha da humanidade, e como (ora de duf t-

v *
Ao re&peitavel publico pernambncano pede-se

Aengo
JJ] Manteiga iaglcza
320, 500, 800 e 10 s no armasen) se acba vista.
Mantoiga franceza
em Huras 360 e 640, em barris se far differenca.
Banha de porco
en libras 320 e 380, em porc3o se far differenca.
Fructas
em calda Pera, PeCego, Rainha Claudia, Alperxe e ontras muitas 500 e 640 a lata
Ervllhaa
Portugoezas 640, francezas 900.
!

Fundicdo da Aurora
Taixas de ferro cuado, bom sor U ment e qoali
dade superior
Fu__
em latas do Para e de albaneqne, IaU l& e f 200.
CMM efe mil ho
em pacotes, dita da trra 100 e 200 a libra.

HU A


.
Z"l 01 IJU11U IUIOIUW\HIV WlaU V1UU > ifai HUJU Ut4 UHIIHIIIHHUBTl V \\Jifc*"-* v v wa a w m W IHUU h
da que esse terrivel Proteo da medicina urna molestia hereditaria, ella tem sido obser- de Bordeaux em caixaa duzia 55, garrafa 506, dito de 85 a duzii, 300 a garrafa, dito a
145 a dozia, 45200 a garrafa, dito do Porto a 85,125,185, 245, eaias de dona, assrm
rada em todas as idades, e debaixo de todas as suas formas tao variadas, enfraquecendc
sonstiiuicoes roboatas, prodazindo BRtilacoes, e corlando ainda em flor da idade vidas
preciosas.
Eliminar da economa esses* principios deleterios. e pariflcar a massa geral doi
Humores tem sido desda tempo immemorial o fim constante da medicina, o os purgati-
vos figuram em primeiro logar para, preencher esse desiieratutn ou fim.
0 Elixir depurativo do Dr. Serial parece merecer a preferencia.sobre todos: os
immensns successos obtidos pelo use deste salutar agene lauto oa Allemanha. como em
Franca e Italia, o tornara ccompaobeiro inseparavel dequasi todos os doentes.
Sendo as molestias, como cima dissemos, devidas as alteracoes dos humores, o
Slixir depurativo do Dr. Sevial pode serempregado vanlajosamente na syohilis, eris;
pelas, rheum itismos, bobas, gota, debilidade do estomago, iatlammages chronicas de
ngado e baco, dores sciaticas, cephalalgias, nevralgias, alceras cnromcas, hydropesias,
pleunsias, gonorrheas chronicas etc. e em geral em todas as molestias em qae se tenha
em vista a purificaclo do systema sanguneo; pois que urna pratica constante tem feito
ver que elle indispensavel nos casos gravissimos para minorar os soffrimentos, pre-
parar o doente para medicaooes soporiores ; e as menos graves a cura a conse-
cuencia do seu nao, convenientemente repetido.
As substancias qae entram na compeeico do Elixir depurativo do Dr. Sevia
pertencem tolas exclusivamente ao reino vegetal, e grande cathegoria das substan-
cias depurativas e antisypiiiliticas; assim, ao passo qae este remedio depara o orga-
nismo, eliminando os principios nocivos saade, peto mecanismo natural das eyao-
acoes alvinas, neutralisa ao mesmo tempo o virus syphilitico quando este virjem.
tem feito orupco ao exterior debaixo de suas multiplicadas formas; e previne tau.
bem os estragos dessa terrivel molestia, quando por ventura se ache oU* ai oda no
estado de encubadle, isto sem se ter manifestado sob formas externas: beneficie
mmenso, tanto mais qaanto oeste estado os individuos igneram completamente.' sera
3o contaminados por este terrivel iniraigo.
0 sabor agradavel d'este Elixir convem a todos os estmagos, a sua acucio, so-
bre o tubo intestinal suave e benigna, e de nenhuma forma produz molestias m*d-
oamentosas, como acontece ao purgante dito Le Roy, que na sua qualidade de drs-
tico forte irrita a mucosa intestinal, e consecutivamente a seroza, resultando d".ste es
tado, muitas vezes, hydropesias, qae quasi sempre terminam pela morte do doente.
Assim pois esperamos que o uso deste remedio justifique cabalmente as nos-
tas asseveracoes, porque sendo um medicamento to simples na sua composico. a
pratica tem confirmado sua utilidade.
tVnico deposito en Pernaaalw
como Qgueira caada 35500 e 45, poro J A A Lisboa 25800, 35* 35500 a qualidade
convida.
Francisco Jos GenMmr
[RA NOVA T. 21,
acaba de receber um lindo e magnifico so:
limento de oculos, lonetos, binculo, do a
timo e mais apando gosto da Europa e oct
los de alcance para observares e;par
martimos. ______

ai


em lata de 5 gales e mais pequeas a vontade do comprador, em garrafa.
,40eie0anbra,palDcoal0OaIbrt.lpl8te
Azelte
em garrafas a 800 e 5.
CHARUTOS
em caixa de 50 por 15, ditos Delicias, Trovadores e Parisienses em caixas de 100, ditos
da Exposico caixa 55, ditos de Regala caixas com 100 a 25500 e outras muitas marcas
qae s na presenca dos compradores.
PREZUNTOS
de lamego em barril, ditos de fiambre o meibor que ba no mercado por prego que faz
admirar!!
DOCE DE 01 ABA
caixes de 560 fino, ditos de 16500 que parece marmellada, dito em latas mnito fina
qualidade a 15200.
BOGETAS
com doce se ce o a 15 e 25.
QUEUOS
do Alentejo em latas chegado pelo vapor Oneida, ditos Famengos e Pratos dos mais novos
qae ba no mercado.
...... AZEITONAS
de elvas como no mercado nao temos a 14 a lata, em barris do Porto a 15 como nao ha
melhor.
i


Na botica e drogara -
DE
Barthotomeo Companhia.
34-RA DO ROSARIO LARfiA--3J ~"

*,

H PREPARACOES FRREAS -MAHfiiHICi
APPROVADAS PELA ACADEMIA OE MBDlClNA
DE BURIN D BISSON
tkvutcitict, lamo ida icadeaa de ledea o Paria
; 2
0 eminente professor TKOUSSBAD, na ultima edicto de sen Tratado dt Tera-
putica $ Materia nedica, recoflhece qae os ferruginosos simples sao muitas
Tetes MM pare corar as molestias que teem por causa o empobrec memo
do singue. Mullos mdicos dos mais distinctos aitribuem esse mi o xito ausencia,
n'essas preparacoes, do mangantse, que se acba no sangue, como e tem reconbacido
os ebrneos os mais peritos, sempre intimamente unido com o ferro. '
E* pois, presttr-se um verdadeiro servico tos S* Mdicos, o ohamar-se sua tcncSc
sobre as preyaraedes seguintes.
4o P rt terreo! maugamii zoiai tp^y^ ,nb,tumdo com ramgem
eeonostia as aguas mineraes ferruginosas.
Fullas e Xarope de iedoreto de ferro e de manganese inalteraveis
centendo cada una cinco centigramos de iodureto de ferro manganico indicadM
particularmente as molestias Tympbalicas, eaerofulosu, e as chamadas ct
eroaaa tuberculosas. _.
receitadas especialmente
pare a cfalorosis, a ane-
atia, a leucorrbea, a ame-
Borrhea. A iadicaclo de
alternar estas duas prtparaeSea dS m memores resallados.
O ** Bnrin Baisson doscgmdo obur a adbeso oompleu de pablieo kxLz* t
cerc* 4o yalor de ssas preparecdw, preTine qie elle u pttt gratuitiment a su
disposiole, dirigendo-te;
3 tima de latate de ferro e de manganese
Plfllaa de carbonato frreo niozaEieo
:l
Ha Ptmamt%co, a sea aftnU geral. Mataren- >, ptwmacmteea, rea Hova.
mm
TT
ni fliri

Vde-se na pharmacia de P. Maurer & C, roa Nova.
r
DEMITO GOSTO
/ iriado soruaMIQ de tno lernas chapeos e ehapelinas de sada, de Ql e de p&lha de Italia,
;ii'i e menina.
Saj Thres tiras, bordadtobos e entre melos bjrdados em cambraia tapada e transparente.
Na leja das colamuas a roa do Crespo n. 13
1)E
Antonio Oorreia de Vasconcellos & Companhia.
aovo DEPOSITO
i5e

MACHINAS


Paha i)KSCAROCAR ALGODAO
Manoel Bento de Oliveira Braga.
53amM Blrelta __53

-

Neste estabelecimento ge encontrario a
verdadeiras machinas americanas ebegadas ltima-
mente, aa qnaes s5o feitas pelo mais afamado fa-
bricante da America, por isso avisa a todas as pes-
soas cpie precisarem comprar, de' se dirigir a este
estabelecimento que comprarlo das mais perfeita.'
oeste genero, assim como mais barato do que em
ontra qnalquer parte, por isso que se recebe por
conta propria, bem como cannosde ebumbo e moi-
nhos para moer owlbo, e grande sor tmenlo defer-
ragens e miudezas em grosso-e a retalhe.
Facas de cabe oranco de meio balanco a 'd
a oVtaii. limas finas de todos ostamaDbos.proprias
da trat albo de escultor a. -
FAZENOAS DAS LOJAS EaRMAZEM DA
i;
Alpacas de lista a 5oo rs o covado.
Vende-se alpacas de listas e de flores
propria* para vestirlo? de senhoras a 5mo,
6oo e 56o rs. o covado: raa da Imperatriz
tojas da Arara ns. 56 e 72.
Casemira com peqneno toque de mofo a 16
Veode-se casemira para calcas e p litot
com peqneno toque de mofo a i 5 o covado.
ra da Imperatriz lojas da Arara ns. 56 c 11'
Roupa feita nacional.
Venae-sa palitots de panno a 5, 0,
85 e 100 ; palitots de casimba de cores a
Madapuiao a 45 a peca. Wi 83, e lo3, natots de meacasimira a
Vende-se pecasdemadapoloa 4fi,53.diio 3S5oo e 43, calcas de casimira a 53, 63 e
muito fino6?, 75, 85, 93, lo3: roa da im- 73, dilas protas 53, 63, 73 e 3, ditas de
perairiz lojas earma/erada Arara ns.56e 72. meia casimira a 235oo 35 e 335oo coletes
Cortes de cambraias de barras a 25 de casemira a 35, 355oo seroulas a 13,
Vende-se cortes d camoraias de bonitas 156oo, 23 e 25ooo: ra da Imperatriz lojas
Tendo o propietario destes dons estabe-
lecimentvs resolvido liquidar grande parte
de suas fazendaspor isso resolten por em ii-
quidacio para vender mais barato do que
em oulra parte.
Chitas 160 o covado.
Vende-se ditas f m retalbos a 160 rs. o
covado, ditas em peca a 200 rs. o covado :
cassa franceza a 24o, 28o rs. o covado: ra
da Imperatriz lojas da Arara ns. 56 e 72.
Lazinbas Ja Arara 24o o covado.
Veode-se lasinhas para vestidos 24o,
28o, 32o, o covado : ra da Imperatriz lojas
da Arara ns 56 e 72.
barras a 23, -235oo e 35ooo
Ditos de cambraia bordadas brancos e de
cores a 45, 455oo e 53: ra da Imperatriz
lojas da Arara, ns. 56 e 72.
Arara vende algodo a pega 3;>.
Vende-se peca de algodo a 35. 45, 53,
65, 73. 85; ra fa Imperatriz os. 56 e 72.
ftiscado francezde lisias a 36o rs. o covado.
Vende-se riscado francez de listas para
vestidos a 3Coeioors: raa da Imperatriz
lojas da Arara, ns. 56 e 72.
Ditas franceza a 24o rs. o covado.
Vende-se chitas francezas finas a2 lo, 28o,
32o e 4oo rs. o covado: ra da Imperatriz 23.235oo, 33 e 355oo: ra da Imperatriz
lojas e armazem da Arara ns. 56 e 72. lojas da Arara, ns. 56 72.
da Arara ns. 56 e 72.
Algodo enfestado a i5 a vara.
Algodo enfestado para lencoes e toalhas
a 15 dito transado 1528o avara: ruada
Imperatriz lujas e armazem da Arara ns. 56
e72.
Cortes de la de 14 covados
Veode-se cortes de la de 14 covados a
35, 43 e 55: ra da Imperatriz lojas da Ara-
ra os 56 e 72.
Ricas saias bordadas a 35-'oo.
Vende-se ricis saias bordadas para senho-
ra a 335oo, 53, 65 c 73, bales do arcos a
Miudeas baratas,
LOJA DE SOUZA SOARES & IRMO
Ra Nova d. t8.
Rodas de c6re?, em caixiobas de urna duzla
um.
Briocos a balo de edresdoria a 1J6C0.
Grampas cora c-ib'ca de vidroduna a 160 rs.
AtulbPiros de metal, sonidosdutia 4i0 r?.
Ditos de raadirt, pintad.sduzia 240 rs.
Boies de mnndiDha dourados para punhodii- i
zia d.' pares 1,5900.
Ditos de maoreperola para camisa(trosa 5G0 rs.
Ditos fe qo para caifa a grosa 2iO rs.
Libras de lioha. primeira qualidade em novel-
Ios, sertido, a 25300.
Libras de dita, segnodi. qaalidade, em novellos
sortidos-a fy e 1500.
Canas de dita c m 50 novellos a 640 rs.
Ditas de dita do gaz com 40 oovellos a 800 rs.
Ditas de dita de marcar a 240 rs.
Ditas de dita branca com 10 novellos grandes
a560rs.
Duztss de carros de linba de 100 jardas a
360 rs.
Dazias de ditos de linba de 200 jardas a 15200.
Dozias de candes de dita prea e branca a
160 rs.
Miadas de lloba de rorii a 160 rs.
Caixiobas com soldados de ebumbo a 120 rs.
Epeibos com moldura Honrada a 120 rs.
Pentes de I ac don ralo [ara coco a 800 rs.
Ditos de laco liso para dito a 440 rs.
Ditos duurados com floresdozia a I400 rs.
Hitos de bfalos motto kds para alisardozia
25400.
Ditos de cbifre, fazeoda boaduzia 1*100.
Dedaes amarellos e prateadesdazid Z*0 rs.
Alflnetes em cartas de 14 pentrs a 120 rs.
Duztas de calimbas de colchis a 640 rs.
uzias de cartot-s de ditos a 600 e 900 rs.
Espoletas verdadeiras B. B.eaiza a 100 rs.
Pecas de fila para coz, larga coa 10 varas a
500 rs.
Dita* da flta de seda n. X com 8 varas a 260 rs.
Cadaco branco para seroulaspeca SO rs.
Li de todas as coros para bordarlibra 65500.
Pecas com 10 varas de labyrioto fio, sorti-
ment estrello a 15500.
Pbospboros de cera em ciixinhasdozia 360 rt.
Ditos de pi encerado sem cbelro -duzla de cai
ziohas 360 rs.
Cartilbas da donirina ehr stia a 320 rs.
brelas da colla em csiiinhas-^dozia 320 e
500 rs.
Sabonetes fios para mios-dozia 800% 15000.
Facas e garfos, cabo de oseo -dozia 15500.
Fivellas para cintos, polselras, perlbeaartas de
todas as qualidade?, trancas, meias, etc., etc., '
ludo o mais que seja tendete ao soriimento .1*
miudeza*, fenagf ns, quinquilbarias e candieiros a
gaz.
Garante-se sincerldade e barateza nos precos.
Eival sein segundo.
Ra da Queinsaao a. *t.
aer acabar coai ftsfaicmlas abis*
mesciooadas.
Qaelram vir ver e qiir bnm e harsiissime
l'oalhas de labynntho com bico, faeD-
da boj a.............'$iH
Carreteis de lloba com 100 jaldas a 3(
Gravatas pretase do cores muito Unas a 50(
Caixaa de obreias de massa muito novas a ''
eubaores para espartilbo de cordao e
fita a............... If
Carreteis de linba Aleonare com 400 jar-
das a ............... mii
3abonetes muito fines a 60, 160, 200 e 32(
Ditus de bolla mnito finos a 8*0 e 32C
fiadas de linha roxa para bordar a 21
varas de cordo para espartilbo a 21
entes volteados para regacar cabello de
nemeas a............ 320
Frascos de macaca' oleo muite fino, a 120
ibotoadoras multo finas para coliges a 'Ot
Cart5es de liana branca e de cores a 2t'
Libra de ara preta superior a..... lOt
Sscovas par fato, fazeoda boa, a 80C
Varas de franja braoca de linbo para
loalna a.............. 1(>
Caixas de palito balao a....... 41
Caixas de palitos de segoranca sem en-
chofre a............. 6i
S.bonetes de familia a 100,160 e 240
Cartilha de doutrina chnstia a 320
8nademos de papel pequeo superior a 20
uzia de baralbos francezes superior 25000
Groza de ptiospboros muito superiores 15 00
C*ixas a retalbo do- mesmos ..... It
Caixas de phospboros de velliaba contendo
SOOveiliobas muito superiores a ... 160
Re-mas de papel almacp mullo superior 25500
Resmas de papel pautado superior quali-
dade ............... 35600
Duzias de metas para bomem..... 25800
Dozias de meias croas multe superiores 450uf
Veode-se a taberna da roa da Cacimba, com
frente para a roa do Viga rio : a tratar coa Ka
noel Jos da Silva Oliveira, roa do Eoeaouoteoio
0.13. __________________________________
Vendem-se tres carroeas em bom estada e
eioeo bois mansos, mullo bous: a ver e tratar n\
travesea do Carioca o. 2, caes do Rames.
nwnm
DE
Joaquim de Almeida tinto
Ajurubeba contra o ingorgi
lamento do flgado e do bagn
Km extracto alcoollco, empltt-
tro, oleo, tintara, plltil 1*.
xarope e rala
A jorubeba orna das substaocias medi-
camentosas que pertencem ao reino vege-
tal, e pertence a dasse dos tnicos e desohe-
trueotes, sendo empregada com Taotagem
contra afiebres intermitentes acompanbadas
de engo gitamento de 9gado e de baco. Ella
tem sido apphcada com ineontestafel pro-
veito contra a anemia oa chlorose, e hydro-
phesia, catbarro da bexiga, e mesmo para
combater a menstroacao diQcil, resultante
da mesma anemia o calorosa. *
Depsitos geraes
Em PerrJambuco, roa larga do Rosario
0. 10, Rio de Janeiro, pharmacia do Sr.
Dourado, Rio Grande do Sul, em casa dos
Srs, Cascao & C, Macei, pharmacia do Sr.
Clandino, no Havre, pharmacia de Mr. Ma-
rical, em Lisboa, na pharmacia do Sr. Feij.
mmu vn a mmwm w*
j||Pharmacla especial bom
patojea do Dr. Sabir"
5 \j. Plnho.
Cha do I* torte para nso das
it pessoas que se tratam homeopathi-
"M carnete.
yg Vende-se em pacotes de libra a
* 35200 rs.
Ra Nova n. 43.
0 cordeiro previdento
Na antiga toja de miudezas a ra do Quei-
mado n. 16.
Tendo sempre em vista nao roabar o tempo ao3
seus reguezes, com extensos aoouncio^ ; mas
taoibem oao quereodo que os mesmos fregoezes
Igoorera o que de aovo tem elle recebido, por isso
resumidamente o dir*: chegando assim ao co-
obecimeoto de todo* que a dtta loja do Cerdeiro
Previdenie, roa do Queimado n. 16, receben o se-
guinle :
Ronitas e daradoras ligas de pellica para meias,
tanto para senhoras cerno para meninas.
Leques de diversos e modernos gostos.
Feotes com enfeiles dourados e nao dourados,
para meninas.
Coques simples e enfeltados, moldes Integramen-
te novos.
Bom papel em caixiobas liso, pautado doura-
do e timbrado, e outros moitos objectos, que raen-
no o*-lo* sena bastaute enfadonbo, e que se ven-
de em dita loja de miudezas do Cordelro Previ-
denle, ra do Queimado o. 16.
\:t altau Oores,
O Cordeiro Previdente a roa do Queimado n. 16
lem constaniemente um lindo sortimento' de fi-
nas e bonitas flores, por isso quando algum ba.
bihd.iia joven qaizer preparar qualquer enfeite de
bello u -'; deve lugo lembrar se que ba dita loja
do Cordeiro Previdente, a rna do Queimado n. 16,
nao faltara flores.
Para al vejar os dentes.
O cordeiro providente a ra do Queimado n. 16
receben do bem coohecido fabricante Jouh Gos-
nell & '" urna ptima qualidade de pos para den-
tes aromausados com cantora que realmente tem
merecido todo cijiceito porque nao s alvej per-
fetamenie os denles como tambem conserva-os
sempre no meibor estido de perfeicao, assim pois
qociram vir comprar ditos pos na rresraa loja
do Cordeiro Previdente, ra do Qneimado n. 16
Eofeltes com ponas.
U Cordeiro Prevideute receben um lindo sortl-
mento d9 enfeite* com pontas para vestidos, tanto
de seda como de la que combinara perlinamen-
te cora os cintos modernos do mesmo formato, por
isso para poder enfeilar-se com gosto qualquer
vestido indispensavel coroprar-se ditos enfeiles
m mesma loja do Cordeiro Prevideote, a rna do
Qui-imadc o. 16.
Chapellnas de seda
Modernas e bonitas ehapelinas de seda para se-
ohora receben o Cordeiro Providente rna do Quei-
mado n. 16 e por ser pequeoa a quanlidade re-
cebida, quem pretender urna moderna e bonita
chapelina deve apresar se em mandar compra-la
era dita l<]a do Cordeiro Providente a roa
Queimado n .16.
GslXINHAS EN'FEITADAS.
Estas mnito desojadas oaixinbas vasias e entei-
tadas com gosto, que tanta extraeca tem tido e
que realmente aervem para diversas Uos, existtm
na loja do Cordeiro Providente a rna do Queimado
d. 16 um completo sert'mento de ditas caixiobas e
sao vendidas por precos tio rasoaveis, que o expe-
riecte fregoez nao objeciara' em compra-las em
dita luja de miudezas do Cordeiro Previdente a roa
do Queimado n 16.
PO.NTEIRAS E CHARUTOS.
O Cordeiro Prevideote, ra do Queimado n. 16,
tem oro boro sortimento de finas ponteiras para
charutos, sendo lisas e com Qgoras em alto rele-
vo ; o para que os seus reguezes rao se Incom-
modem em comprar charutos em algumas das lo-
jas de charoteiros, receben tambem um bom sorti-
mento de finos cbarntos do afamado fabricante
Fuado de Simas ; assim, pois, encontrario os
apreciadores um bom sortimento na dita loja do
Cordeiro Previden'e, rna de Queimado n. 16.
Pava olleras no hospital por-
taguez.
Bonitas cestiohas com fructas de cera, obra de
mona perfeicao e bom gosto.
Para cortar moldes e eo.brnlbar fazeodas
Vende-se papel nardo folhn grande.
Para lostrar calcados.
Vende-se superior graxa econmica. ,
Vende-se papel para matar moscas.
A loja do cordeiro prndente
Ra do Queimado n. 16.
ella acharao os pretendemos um grande e va-
riado sortimento ae perfumaras anas, unto Ingle-
zas como franceza, sendo :
Finos extractos para lencos.
Banbas e pomadas para cabellos.
Oleo pbilocome e babosa para dito.
Pos bygienicos para denles.
unos campborados para ditos.
Opiata ingleza e franceza para ditos.
Pacotes com pos de arrox.
vasos de porcelona para ditos.
Sabonetes para mao e barba.
E moitos outros objectos qae sero presentes
ao comprador qae se dirigir a rna do Queimado
n. 16, loja do cordeiro previdente.
landeija pequeas.
Vendem-se na rna doJQueimado n. 16. loja do
cordeiro|previdenie.
Chantos
da acreditada fabrica de Jos] Furtado de
Simas.
Vendem-sena loUdo.cordelro previdente a ni\
do Queimado|n. lo
"
Fundado d'Aurora em
Santo Amaro
Completo somtente de talxas batidas e fond
das, alambiques de todos os tamanbos e fundos d
ditos, rooendis de todos os tamanbos de superior
qnalidade, crlvos e boceas de fornalba. o que tade
se vende por commodo prego.
Vapores.
Vende-se em casa de Sanoders Brothers C
0 largo do Corpo Santo a. 11, vapore* pafales
om todos os perteoces proprlos para fater morer
es 00 qnatro machinas para daacaroear algodic
Parils, 36, Raa Vivenna, D*
CHABLiMrOECINSPECIAt
OEPURATIF
AS Er.FKKMIDADAS DES SKXt.'ASS, AS AFFKC-
QQKS rtH-AI^FAS. E A ^TEILAgOES DO SANGUX.
ae.OW cura tvt impingem,
pinliiia, krrptt, tama,
comvraw. aertmonia, $ al
(itfmtf,vciota$ doiongut\
vtnuu ttlterafott do ui>
fue ..Xarope vegetal -' jErcuriol- epur'..,.
rrmMtatm BUNlloar AnVIiaal tonao-se dow
por semana, guindo o iranamaoU) Depurativo
mprt^Ditu as oiesmas molestias.
Este XaroutCitractodc.V'
U mu i|Mh| ur yuraaeo,
1 rnj-ftfno, e dehilidaai, '
fgilnliafriiM os 0uTO$ e /toral
branca* u* miiltinrv*. Esla inif cao noninu *> -
rega-M con o Xiropc da Oifnicrn .r. Frrro.
UNMorruida*. l'/a:atla POMADft ANTIHERPETIOA' '
Coatra aas tffrc-C'f cuiatvn* < eoianoii.
PILULAS 'VEGETAES OEPtmATtVA
( B' CatatMav. oa -Vaaco : tcc.-aitafcao ta aa
%-aalo.
aos sns. mecos.
**Ur cuKirfftuj <,.-**-
>iunr!nr>ei ifrr|.:''io*
rrrnt.i' 11 -1a* >-.
r<>HM e wda\ u\ loenttu
1 ii-it ilt-t- inropr !' r*\wsr.m.
IK.K n Prii. vo %%*)--o%#. *
A venda na pharmacia de P. Manrer
e C, em Pernamboco.
AVISO
YERDADSIEQ LE HOY
dr nv-.tar, .:.: u-.-r-y.-.. '
Ra d Saina. Si, a\ P/.itiS.
'lia e ; ai-.T' ai
fim rad i garrafa, <%\. rrlrc a ro!i
ouf Ira o mru tllete, liria ruliilo n.i'ir.-.. tr an .
rallo cun o :.ill lamuL m emana i*a ;V J!... ,'
^/Liisa
~^p
,trnc- cHtnairlira {
i' U'0 Irin oa .- I
M0TEOrHIEDECiH",
FT PHA9MCIEN
i
a efi ;
as ". -..-i.
; altaCm
ir-'vitt. ,
Jo ua
.g iia-M I
11 d I
Deposito na pnarmacia
C. em Pemambuco.
de P. Manret
CASTRO NUNES
Grammatica nacional.
Sella Pdi'o
1 000
Livraiia fianre a.______
Vende se nra cavado alaso, novo e fortes
proprio para carga, por preco eomroodo : para ver
e tratar oa coebeira do Sr. Hibeiro, ra da Roda
IGrande mnazem de tin-j
tas medicamentos ete.
Roa do Imperador n. 22.
MC Productos cbimicos e pbarma-
I ceticos os mais empregados em
5 medicina.
Tintas para todo o genero de pin-
I tara e para tinturara.
H Productos industriaes e tinta?
9 para flores, como botes de Aeres
e modelos em gesso para imitar
fructas e passaros com o compe-
tente desenho.
Productos chimicos e industriaes
para photograpaia, tinloraria, pin-
tora, pyrotecnia etc.
Montado em grande escala e sup-
pride directamente de Paris, Lon-
dres, Hamburgo, Anvers e Lisboa
pode offerecer productos de plena
confianca e satisfaz^ qualquer en-
eommenda a grosso trato e a reta-
lbo e por proco commodo. ,.

VENDE-SE
Motores americanos para dons cavallo;.
Dito dito para qnatro cavados.
Machinas para descansar algodo de 1, it,
18,20 30, 38 e 40 serras. ___
Prencas para enfardar algodio fasenoo os sac-
eos com 6 palmos de comprimento com o peso de
150 e 200 libras, vlodas oitimaroeote da America
no armatem de Henry Porster 4 d, 00 caes Pe-
dro II n. 2 jnnto ao tabinets Pertagaet.
Vinh

puro
Cbegaram barris de qotnto com paro vinbo do
Dooro, garantiodo-se qaeoao tem confelcSo alja-
ma a exeepcio de um .hocadmbo de agurdente
que Ibe botaram para poder resistir a vtagaa,
neste genero e o meibor qne tem vindo ao mer-
cado e mnito proprio para nar as horas de o-
mida e vende-se por preco em conta : na loja
aroaaem do Pavio raa da Imperatriz n. 60, de
Ganw & Silva.


-
*w
aanw^smp
I
" tr
u iitohiiiriari tt?i*su^%i#.
5
Collares Royer
HlBtditiM teetricM nagieticos
Depfrslta acreditado
Lja di guia branca roa do Queimado n 8
Apce^oar anda os prodigiosos effeitos dos
Corlaras Royer j nao ensinar ou querer
trodiizir npvidadoa,. porque a fama da soa
efflcacute-<* unto estenriide, a os seas
feuzes resoltados a tai altara otewdo, qoe
boje rara a a pessoa qqe por experiencia
propna, on por intermedio de seus amigos
e parantes, ignore ou desconheja as virtu-
des desses sempre apreciaveis collares
Rojer.
A agoia branca porm s* gloria de con cor-
rer para una to justo fira, se nao por ou-
ro modo ao menos por ter sempre, e cons-
tantemente om completo sormento desses
collares magnticos, que bem se podem cha-
marsalva vidas das criancas.
Resta anda que os senhores pas de fa-
milia se facara convencer (de que convem
nao esperar que as criancas sejam atacadas
do mal, e por isso necessario on con ve-
nlente que cotn antecedencia se deite na Moire-antiqoe braoco.
criaDca nm desses collares para assim estar ^e(*as brancas lavradas.
ella preservada das convalcSes e se contar Sel,m hranco maito bom o verdadeiro ma-
livre dos rigores da denuedo. 1'. ^os
A aguia branca ra do Queimado n. 8 Lindissimas guinaidas brancas,
contina a receher por todos os vapores RiQU'8sima3 camisas primorosamente bor-
ma da Crespo m, I A. esquina da ra di Imperador
o,r,D ^in^ da costume vem.aradaz avisar ao respeitavel publico as navidades que de
rans acaba de receber aloja do Passo pelo ultimo vapor.
Para Boiras
Requissitnos vestidos de blond primoro-
samente bordados, contendo setin parasaia,
yeo, gnnalda e ramo para o peilo.'
.J.JHTUflESKraM
a do Qu datado n. a, I o Ja dt
aniodezas
DE
Joi Bigodinno
Varas de tabatto bordado do Pcrto a ion
Carreteis de retro arete eos duas oitavas
Pairiteis de reteoa de todas as eores a .
Fratese d'aguade Colonia moito.>operir &

i i fia 4r l*pAratrii
BE
Tendo o&.4oao&da> te grande estabetecimento resolvido liquidar a maior parte das
auaa azeadae nesolveram vender com grandes abatimentos em precos, assim como teem
recebido ltimamente urna grande porcjto de fazendas novas .tanto uiglezas como francezas,

listos
francs a qaantidade que ha contratado e
por isso acha-se ella sempre provida dos ver-
daderos collares R .yer eletricos magn-
ticos.
A Agala Branca a ra do <|ucE-
mado n. 8.
ara visita! e partidas.
**. ac,Ue e^ozSpIe, de Un* S^S^^^
fiamos |WMH d* aabraU.hrar.c. BSffi5ISSS55'E2SStiSS? 6^lT4ST
^l^^"Samm"'smc,'"'< Vendern-. um grande sormento dos colinas ou bales de arcos para seniora pelos
cemente bordados.
, melliores cortinados bordados que lem mu-
Riqusimas cintos com matames bordados da pro^i^ para-camas e janelUs, pelos ba-
ael- a a vedrilho, ultimo gosto.
veas e ligas de seda. Riqoissiu.as basquin.s de seda preta, de
quilmas mantas de blond bordadas. superior qualidade -3 ricamente enfeitadas.
rroooaselencos comiindissimos deseohos Riquissimos gallileos ou romeires a imita-
n.m-.Lr,nto8;. i cao de nma cap'^'a com um bico largo
Riqusimos cortinados bordados. I em volta e primorosamente bordados. *
Incontemvplmeoianaloia da Agoia Branca Lindas colchas brancas ponto de crochet Riquissimos cortes d( foular c spda cum -
onde os apreciadores do Doro podem melbormeni- a imitacao de hhvrinln iHaJZ; j i fl ^ *
rovtr-se daqueltes objetos de gosto. Bata urda- t0, iimrvt ""**
de ja por tantos e uous vexea reconbeclda aio
acora se faz confirmar com a ola dos preciosos
objeelos de gosto e valor qoe a aguia tem a satis-
fago de pateniear e por a disposicio de qaem os
deseje e possa comprar. Ella principiara pelas ri-
cas eatxas com mosica e .-ero ella, para costara.
Es-as calzas por sua< uerfeigSes, gostos e rique-
zas, se torna m reeommenaavels para algosa im
portante presente, oa mesmo para quera tenba Ros-
to de p'soir ama. bel la obra, porque de certo sao
ellas as de maiur valor que se enctotram em Per-
oambaco, teotn ama qae sobresabe i [odas as oa-
tras. Alero de-tas ha ouir.s de precos menores, as-
sino como UcabttB ha bjnitascaizmbas vaiias de
madeira, eovernisadas o marebetadas, com ecba-
dora e cttave, para costura.
Eaa loques o qoe se ptdc encontrar de melhor,
sendo :
Todo de madreperola, bordados, obra de goslo e
valor.
Oolros de madreperola e seda, bonllo! desenhos.
Oolrosde madreperola eom b rdados col-rldos,
obras de maito goslo, e gsralmente apreciadas.
Oatros todos d sndalo.
Ontros de sndalo e seda com bellos desenhos.
Outros lodus prei.).- para lato.
Ooiros pretos com desenos roso?, proprios pa-
ra saoboras fiaras.
Ojtros de san1lo e iVa, firmando qaatro vistas.
Oatros de sndalo e sandao e seda, para me-
ninas.
Outros da madeira e papel, rbra barala.
(uarnifes de litas, ditas de bonitas e modernas
tranras ara vestidos
A Agoia Branca recebeu novaroente uiu bello
sortimi-nto daquellas apre.iaias guarnijors de fi-
tas; assim como ontras da lindas e modi-ins trau-
5s. Os apreciadores do hom comparecam na lola
da Aguia Branca a ra di. Qgeimado n. 8.
Pi liseiuus meias de Go de Escossia para criancas.
Vendem-se oa ra do Quuimado loja da Aguia
Branca n. 8, onde tambero ha ontras mailas de al-
girto para criancas de 3 a 12 meze.
Mu finas Invas de la de Escossia e seda, para ho-
rero e sciilnra?.
A Anua Branca a roa do Queimado o. 8, reca-
ben u>ii bom sormento d-s finas lavas de Qo de Es-
eossia e s.eda. Orancas e de cores, bordada^ e Usas,
tanio para omens cemo para seohoras; qnam as
pret"oJer e dirij-r-se a dita I ja da Agoia B-ancg,
conocer que eo tal genero nao se eucinira me
Ibor, e lalvet nem mesmu igual em algnma ouira
parf.
Keqnifes brances on trancinbas papa-fina.
A Aguia Branc* acaba de receber uro novo a
bello sortlroe jto dessas tira procuradas iranciobas
papa-fina, eom dlveraos e agradaveis moldas, e co-
mo seroyre a Aguia Branca a ra do Queimado o.
8 continua a veni. r oarati
GoIIinhas t punbos, inannilos e fsbfabas, obras
modernas e de gosto.
A Agnia Brauca acba-s^ receotemente prvida
de bonitas golliobas e punbos nordados, maugaitos
O gollmbas tambera bordadas, e iodo do melbor
gost. e ultima moda, tendo as gollinoas e poobos
mullos, j i enfeitados com lilas eufladas, e ilgumas
peqaeoas para menmis. Os prec/is ape-ar de cum-
modos variara com as dlllrentes qualidados das
obras. Os pretendenle* comparecam na loja da
Aguia Braoca a roa do Queimado o. 8 que sero
servidos a contento.
ntremelos bordados em pecas grandes.
A Aguia Braoca a roa doQurimaJo n. 8 est
vendeodo bonitos ntremelos bordados em pecas
grandes de 12 tira, e pelo baratissimo prer^o de
29M cada peca. A grande eziracQao qae elles
tom di confirmara os diversos fins para que ser-
ven, as im pois convel, que a boa fregaezia da
Aguia Branca aproveiie essa boa e barata fazenda.
byrinto. indissimos desalos.
da. KTS .eqUPS de n,adrePerola e^e Sedinhasde quadros e setim braoco
sndalo, ultimo gosto. odas cores.
isto s na loja do Passo ra do crespo n. 7 esquina da do Imperador.
e
de
.
UGUSTO PORTO 4 C.
11Ra do Queimado11

ratos preces de lo, 16^, o* e 25<$ cada
par sendo neste genero u melhor que tem
vindo ao mercado: assim como pegas de
-baratos precos de H, 25oo e 3 por ha ver
giande porcao, na loja e armaem do Pa-
v5o, ra. da Imperatriz n. 6o, de Gama A
PANNOS PAPA CADEIB.AS
Ven lem-se um grande sortimeoto de
cambraia adamascada pruprias para o mesmo pannos de ero b proprios para cadeiras,
Jm. na. loja do-Paso, ra da Imperatriz. sotas, cadeiras debalancos, para almofadas
%. 6o, de Gama & Silva. e para cobrir presentes, e vendem-se por
Cartea granadino* piara vestidos precos muio baratos, na loa do Pavan, jua
Cbe^aram o mais bonitos cortes de or- da I: peratiiz n 6o, de Gama A Silva.
gjuily Granadinos tendo lo varas cada crie, Cassas a So r>. s o pavita.
seudo J v.,ras listradas para a sata e 3 varas Vendem-se b.milas ca.-sas nuezas de co-
lisa ^ara o eorpo, tenao as mesmas 3 vaias res lixas pelo l.arato preco de 2i0 rs, o co-
enfeitei correspondente saia para enfeitar vado, ditas fracezas fazenda muito fina com
o corroe mangas tendo entre elles multas padroes listrados e de ores, assim como com
trancas com listas pretas como actualmente palminas miodas proprias para meninos a
4
Doria de tesouras peqnenas a.....
Frascos Bodes pretas lisas para segurar oaoello a
Duzias de pennas de ac maito boas a .
Caitas de lioba do gaz de 30 noveltos a .
dem de palitos de segaranca a .
Garrafas de agua Florida verd>dfr* ....
Syiiabarlos com estampas para meriipos a
Memeoto da roupa do lavar a.....
Dazlas de meias fina* para seo :}: '
Agnlhas francezas a balo (pa fin
Pe^as de fitas de loa de todas cores a fc'Ot
flnoMsde botes de porcelana primados a iC
Carias eom alfinees 'ranceze* a 8(
Caizas de 100 eovelopes moiio Ilo a 600
Resma de papel de peso braacc li>0 a 2f00C
Frasco eom superior liBta a..... 1 C
Pares de botSes de pontao mnito bonitos Hi
Liabas em earto de 300 jardas a l<
Caixa de superior iinba do gaz < 21 60
novlos ............. 70f'
Talberee para meninos a....... i(
MaMo en snperlnres grampos a 'C:
Bonete para meninos a........l00t
Peoteg com cosu de metal a...... 4tt
Kealejospara meDinos a....... 108
se usa e vende-se pelo barato preco de 63,
nicamente na loja do avio, ra da Impe-
ratriz n. 6o, de Gama & Silva.
T -a* bordadas e Uubidiohos
Quem quizer fazer boa compra de tiras
bor ladas ou baDadinbos, acbar um grande

Este estabelecimento acaba de receber
faztndas finas:
Vestidos de b ond para noiva com manta e capella.
Ricos vestidos de tambraia brano bordadas que ha de melbor.
Cortinados bordados e admascados para camas d 2o# a 8o/.
Do- bordados e admascades para janellas de 90 a 2o#.
Colxas de soda e laa e seda para cama de noivas
Basquinas modernas de muito gosto de 2o a 5oj5.
Toaibinhas de croch para cadeiras e sofs, e colxas de croch para camas.
Chapehnas de crpe branco, e chpo de palha.da Italia pari senhora.
Moir branco e preto. Krosdenaple pretu e de todas as cores para vestidos.
Camisas para hornera francezas e in^lezas de linbo, e de algodao.
Guarda pisa de crinoflne p^ra fazer mais elegantes os v stidos oe 13a e de seda
a 3o rs. a vara.
Superiores saias bordadas de Moho, camisas e camisinhas bordadas e lencol de
cambraia bordada para senhoras, ricas toalhas brdalas com maito gosto, e lindos ves! J"1[V "' ^G Sa
tanos para baptisados com o respectivo euxoval. 'cf.^.. '
L3as com hstras de seda de varias cores a que ha de melbor,
Chapeos brancos de castor e ricos chapeos de sol oglezcs pa,-a homem.
.Malas de toaras tsnrbea para via.ens.
Panos finos e caseniras pretase decores e outras muitas fa/endas que se ven-
uem baratissimo.
Este estabelecimento contia a receber as melbores.
Esteiras e aleadlas para salas.
II Ra do laelmado11
3oo rs. o covado ou a 3oo rs. a vara : pe-
chinoha na loja e armazem do Pavao roa da
Imperatiiz d. 6o de Gama A* Silva.
Lazlnbas naatisadas a 28o rs. o
covado.
Yendem-se bonitas laazinbas matisadas.
GUARDE UU
rua Nova n. 20 e
Machinas pa a costura do autor Wboels
cV Wilsnn, chegadas ltimamente da Ame
i vende por commoiofpreco as seguintes sortimenlo para escolher e pr reco mu.to.de cor fixa e ditas de una cor s, t-ndo en- r,ca; Das qoa.es P,)de c,,ze'-'e com dou
mais barato do que em nutra qualquer parle,, tre ellas c res escuras e de muito bom goslo pespitos, toda e qoalquer fr, erda, emb-
na loja. armazem do Pavao, rua da Impe-;pelo barato prego de 28o rs. assim como mi,ar' Sa"p,l^ r c marcarn.upa tudt
com perfeic5o. S5o tao simples, que com
prehende-se fcilmente a maneira rio trate'
Iho e a pessoa tendo pirtica de coser em m>
rhinas, pode fazer por daa o servico que f
ciam 3 costareiras.
Chama-se este estabelecimento a atter
c5o do publico, visto que elle se acha com
pletamente sortido de objectos de gosto
como bem leques de madreperola e de sar
dalo, fivelas, fitas para cinto, cokes perft
maria e etc,
Na roa nova n. 20 e 22. Carneiro Vil
na &C.
Venderse"
a obra em 6 rolawea Tbeorie du Code Penal : na
rua da M.dre de Dos u. 24.
Vndese uma baixa de eapim cura duas car
rocas, e dons^bois; a tratar uo Jinquiti cem Jcic
ratriz n 6o, de Gama & Silva.
Fazendas para luto na I o Ja do
Pavo
Vendse setim da China com 6 palmos de
largura proprio para vestidos a 23 o covado,
laazinbas pretas lisas, alpacas com lislra bran-
ca a 1(5 o covado, cassas brancas com Iistras
pretas a Soo rs a vara, ditas pretas lisas e
com sripeos vara aoo rs. ditas francezas
com listras e ramajeos vara a 8u0 rs., cue-
ri preto, alpacas e princezas, mais barato
PEEPARAMA FRO
POR
AucrDSTE mmm
Hbaimaccatico peJa escola de Paris e successor nesta cidade
DI
ristide Saisset e J. Soura
22.-----Roa da 'rz-----*l.

dineral.
Tratamento puramente vegatal sem mercurio, iodo,
ouro, nem outro qualque
Verdadeiro puriicador do sangue sem azougue.
Especial para a ci^ra de todas as molestias que tem sua oru-em na impureza do
sangue, como sejam as molestias boubacas, sypbiliticas, escrophulo&is, darthrosas, qoer
yenham ellas por hereditanedade, quer sejam adqueridas pelo contado com pessoas in-
.eccionadas dos diversos virus que contaminam o sangue e os humores.
,. n .,A oImi nm remedio prodigioso, usado desde remotas eras pelos indid
tSt aSsPpara ^^Clfa^Sl)*!, SS l F"** "* DS de,geraC3 em ^^' hie Ulfl dos is ^
iveas m"ioP"i S^cSo erntofe^ "smras nhec,doscn?o Proprio para rombater as molestias mais hediondas, ertrando nesse nume.
da ultima moda de Paris, ntremelos e babadinbos, |ro a morPbea ou elepbantiases, p?ra cojo curativo os nossos sertaaejos consideram a
bonitos ,toacadores doarados e de Jacaranda, espe- -aroba como remedio especifico.
Este esiabelecimenio acaba
Ihos escosse7.es de dio is.>
vetes para ^eobora, volta
tamanhos e ricos caui-
mll!!S!^A ^r?ba. D0,S f0rmulfiOS COfflo P^"*^ magistial
nbas, bico de seda, dito de aigodo, labynmho e I K &"%, aida boje le'nbrado nas pharmacopas -xim o nome de set
muitus outros objectos de apurado gosto, que se ce,eDre aftor Joao Alves Carueiro i nSo ella portanto remedio novo nem desconhecido.
O ungento de carcha da mesma sorte preconisado desde lempas mmeme
riaes como o mais apropnado para o curativo das boubas e ulceras smhilUtfe srdidas
e enipregado eom proveito depois de improficua applicaco de mu, tos outros urentes
tberapeuticos enrgicos e de oso quotidiano.
Muitos dos nossos mdicos de coosideracSo e entre ellas o mito distincto pratico
e observador o Sr. Dr. Pedro d'Atbayde Lobo Moscoso, tem confirmado por meio de ex-
periencias repetidas, o que diz a fama das benficas propiedades da caraba no trata
torna enfadonbo mencionar, luaj por precos mui
lo commodos: a' rua da Imperatriz a. 70, ua loia
da^Lealdade^_____
os agricultores.
Sannders Bratners & C. acanam de receber
de Liverpool vapores de torca de 3 a 4 eavallos
eom todos os pertence?, e mui proprios para faie-
aem mov--r machi Das de descarriar alg
dendo cada vapor trabalharat com I
tambem servera para enfardar algodo,
ontro qoalqoer servido em qoe osam de
com animaos. Os mesmos tambem tm a* venda
machinas americanas de 35 a 40 erras.
0 protendentes dirijam-se ao largo do Corpo-
baoto d. 11.
M GAZ GAZ
Coegou ao aai-.go deposito de Henrv Forster a
C, roa do Imperador, um carregameBlo de gai d
pnmeira qnalldade.o qnal se vende em partidas
retalbo por menos preco do qae em oatr* aas i
oaer parte. m
A 4^000
Cal de Lisboa
o barril
Cal de L'sboa nova a 4J
Apollo d. 4.
a roa da
Feijio muito novo o o sarro
Mo arinatra du e*n* ii de N 'vembro o. i
Chocolate.
Vende-se o verdadeiro eh.colate besp-nhol fa-
bricado ees Coruoa par este clima : vende-se a
*H> rs. a libra : oa roa Nova o. 1i._________
Carnauba
Venda-^e cera de carnauba em saceos, sendo de
soperwr qualidade ; oa loja do Pavao roa da Im-
peratru n. 60, de Gama & Silva._____________
Chteolate peitoraT
Veodfl-se o mtlbnr ennecate bespanbol moita
peltoral por nlo ser falsiflcado : veode se a 800
efleitos, depo.s de imitis e prolongadas applicacoes de salsaparrilba, mecurio, iodo, ou-
ro e seos preparados, etc., etc. ^
Nao era possivel que urna planta tao notavel por suas inapprociaveis virtudes es-
capare a perspicacia e mvestigacoea dos mawabalisados praticos europeos que se an-
picam com eapecialldade ao estudo e tratamento das molestias svohilicas eherpeiicas
e para prova abi esio osSrs. Drs. Caseoave, Schurfer, Ricord e outros dando as mai'
bsongeiras informaces sobre as propriedades curativas da caraba epeconisando-a com'
remedio poderosissimo para o tratamento das erupces cutneas, sectas oa suppurativas
darturos de todas a qualidade, ecemas, nleeras de diverras Datureziis, tnmores osseos
e outras muitas molestias de natureza syphi'itka eu boubatica.
Por ter-se generalisado muito o uso da cssenela da cai*eba qae en pr* I
paro e pelas instancias de varios mdicos que desejam continuar eoi suas observaces,'
deliberei-me a ter prompia urna quantidade da mesma esseucia, oblida sem a aclo do
ogo, para n3o prejudicar as propriedades medicamentosas; e d'ora em diante eneon-
o^.?.113,,?1"1^ Pharmacia sempre e em porcio.aflicisnt para nodos os pedidos a
CSSltfltJA CONCENTRADA De CAROBA, e o ungento da mesma pinta para que nun
raHem aos Srs. mdicos qoe quizerem esperimentar tao precioso ageale medicinal
Retffe de Pernambocoj de outubro de 1866.
A'JGDSTE CaORS.
Silva.
PALITO'S DE PANNO A 60
Vendem-sa palitos de panno preto saceos
a dS, ditos sobrecasacos a lo!, calcas de ca-
semira preta a 6$ e 7, d la muito finas a
9 e lo&fioissimos sobrecasacs de panno a
20j5 e 250, caigas de casimira de cor a 75 e
j 8(J. um grande sortimeoto de colutes de toda
a qualida e e outras mui as qu< roupas qu se veudem mais barato do que
em outra qualquer parte, na loj e armazem
do Pavo, i ua da Imperatrk n. Uo, de Ga-
ma & Silva.
CHALES A BENOITON A 50 E 60
Vendem-se os mais modernos chales a
jBeuoiton pelo barato preco de 50 e 60, di-
; tos de merino liso a 355oo, ditos de crpon
a 70 e 80, ditos de merino com barra a 20
e 205 o, na loja c armazem do Pavo, rua
da Imperatriz n. 6o, de Gama & Silva.
CaSaUUINHOS LO PAVO A 180, 2o0
250 E 3o0
Cheiaram o mais modernos casaquiohos
ou jaquetas dn grs preto, ricamente enfei-
tadas sendo uns com cintura e outros soltos
conforme se usa ltimamente e vendem-se
pelosbaratos precos de 18,}. 2o0,250 e 3o0,
na loja e armaz- m do Pa\ao, roa da Impe-
ratriz n. 6o, de Gama & Silva.
P*ra >aias a igOt! i<;280 e 1^500.
Cbegou para a loja do Pavo una grande
porreo de neva fazenda branca especialmen-
te para saias, teodo a largura a altura sufi-
ciente de urna saia o>m. un bonito bordado
de um lado ou urna bonita ordem de pregas
de forma que com 3 l\ varas se faz urna
saia de um s pauoo, e vende-se pelo l arato
prego de 10. 108o e 105oo rs. a vara; na
loja e armazem do Pavo rua da Imperatriz
n. 6o de Gama & Silva.
As salas do Pavo a#300.
Vcnde-se urna grande purc,ao da* mais buinlas
saias brancas com bodas barras borladas ua co-
res, tendo 4 pannos cada nma, sendo fazenda iu
teiramente moderna, pelo barato prego di- 3050
cada orna sendo fazenda que sempre se > rui.-...
por muito mais dloheiro ; na loja e armazem du
Pavao, ua rua da Imperatriz u. 60, de (Jama &
Silva.
orplnhos.
V*nde-se m mai modernos eorpinhos de ca-
braias brauca transparent seouo ricamente borda
dos e entallados pur barato pre;;o ; oa loja e arma-
zem do Pavo, rua d3 Imperatriz n. 60, ae Gama
Silva.

Canlsiohas a 3.
Wndem sa as mais modernas camisinbis com
manguitas lano bordados como de pregoinha? com
elegantes pOHbos e bonitas abotadnr^s pHo bara-
to pr*?o de 3^-00 ; na loja e armxem do Pavao,
rua da Imperatiiz o. 60, de fiama & Silva.
GRANDE PE HINCHA
Vestidos a tgOOO
Vende se" orna irraude porijo ae corles de vesti-
dos de cambraia traoMpoareote sendo todos braneos
e c m linda- barras de odres pelo baraiu prreo de
20 o corle, sendo fazeoda que sempre se v.-jdr-u
por muito mais dlnbelro e liquida-se por este preco
na Iota o armazem do Pa.vo a rua da Imperatriz
o. tiOde Gama & Silva.
bonitas bareges de la transparente coih
quadrinbos pelo barato preco de 32o rs. o
covado: s na loja do Pavo rua da Impe-
ratriz n 6o de Gama & Silva.
CHITAS A 28o RS.
Vendem-se bonitas chites de cores e ditas
rosas com pequeo toque de mofo que se
garante largar logo que se lave, sendo de
cores ixas pelo barato preco de 28o rs. o
covado pa a .cabnr: na luja do Pavao rua
da Imperatriz n 6o de Gama Silva.
CHITaS DE U.\IA SO COR A 28o RS. O
COVADO.
Vendem-se bonitas chitas lisas, sendo cor
de ganga, cor de bavana, lirio, rosa e outras
cores, pelo baratissimo preco de 28o rs. o
[covado, ditas cbinezas com as mesmas cores
e com palminhas pelo barato prego de 3oo
rs. o covado, na loja e armazem do Pavao
rua da Imperatriz n. 6o de Gama & Silva.
GRANDE SORTIMENTO DE CHITAS
A 32o E ;i6o S O PAVAO.
Ven-'em-se chitas de cores flxas com de-
senhos inteiramente novos e com os pannos i
muto encorpados pelos baralisslmos precos
de_32o e 3fio rs. o covado, ditas claras pa- |
dres grados e miudinbos pr.prios para
roupas de meninas a 3o e 3o rs. para
vender barato: na loja e armazem do Pavo !
rua da Imperatiiz o. 6o de Gama & Silva
CHITAS PARA O.iEltTAS A 28U RS.
Vendem-se chitas largas para cobertas
pelo barato prego de 28o rs. o covado por
serem padroes um tanto escuros oa loja do
Pavo rua da Imperatriz n. 6o de Gama &
Silva.
LAaZIXHAS A 400 E 00 RS.
Vendem-se as mais bonitas lazinhas ina-
tzadas e de lst s mais modernas e mais
bonitos desenLos pelos pregos de 4oo e aoo
rs : na loja e armazem do Pavo rua da
Imreratriz n. 6o de Gama & Silva.
ALPACAS DE 80 ES A 500 RS. O COVADO.
Veudem-se as mais bonitas alpacas de cores
enfesiadas c m bonitos desenhos miudinbos
tendo entulles de todas as cores pelo barato
pr. co de 5oo rs. o covado, ditas lisas escu-
ras e claras sendo todas de cores modernas
e 64o rs. o covado, ditas lavradas, as melbo-
res e mais modtrnas oue teem vindo ao mer-
cado : sendo havana, lyrio, verde, azul e
outra cores, que imitem a seda, pelo barato
jreco de 8oo rs. o covado, pechincba: na
Machad, da Cmara.
Escftivos fugid. s
-*J*.*cru-f3
AVISO
100$000 de gratificado.
Contina a estar fgido <> e$
cravo Simiu.
Fueionndta 21 de jolhodo oorreol? anno.
casa do ;.bauo assignado o escravo dn nome
' mlo. com os -ignae.- sPKCiiiies: de naca, Mocan
biqae. id-de de 40 anoos, pooco mais cu meno?
alto, semblsote carr-garto, c^ra falla ni- deotes
frente, eor (ola, com talhes em circe lo rrdondi
ao p das orelnas, v ra b-.rba, levou vestido cal
deca-emlra fo cor, camisa de ai!t"1i hrai.ee
chapeo d nieia maca dovo ; este e>cravo fui ([.
prado ao Sr. Jo6 Vicente Liodc-so, moradr.r ai
provincia das Alagoas, por wn priicuradiir Joa
qoiro Cavalrani de Albi juerque M- lio, aiuradoi
no utaih de llarre.ro.-. Sem dovida seglo ai
um daqoeiles lugares: roga-se a todas as aotori
dades assim como aos capHes oeetcppp, i.into des-
la provincia como a das Alago} a ppreheo:5t
I do drto escravn, eolrega-lu do Hecife, rua Direiti
u. 30, que recebtra a qu/ntia arima, pntesta s.
dt-sde ja eom todos os rig .re das his do imperi'
contra qoero oliver ac.oulado.
Beroardino Aoiomo Pereir^ Castos.
de gratificago
quem capturar o preto da Costa de nome Jacio
Vei de-se
Attenco
Cal> 6 Lisboa nova, a ultima ebeeada
Mert irla
Loona da Rossia.
Liabas?6 c aaceosenm feijaopara animaes pelo diminuto pre-
V,obaoop Poaphoros do seforanca.
Na roa du Via^no n. 10, primeio andar.

Veod-s9 ama armaclo propr>a pora qnal-
rs. a libra : na botica de Jjs da Crur Saoto?, roa qaer negocio, a dloheiro 00 a praso; aas Cinco
Ko?a n. SI. p.jotas d. 08 : tem comaodM para ramilla.
tmenle
Veade-s* cimento Poriland no armazem de
Vicente Ft rrelra da Costa & Fllbo, roa da Madre
de Dos o. SS,
GRANDE PEC JII \ II1
Vestidos a 25U
Veode-M um bjaito sortimenlo de cortas de ves-
tidos de cambraia transporte cum maita fantazia,
sendo brances e de rdres eom bonitas barras, ptlo
barate pre^o do SJUMH), seo do faseoda qoe sempre
se venden por 6f e 74, e hqaida-sa na loja e ar-
maum do Pavao a roa da Impralrix o. 60 de Gama
& Silva.
el ame pe cortas de la a lOO
Vende se ama grande por gao dos mai bonitos
cortas de laa com liodos lavors nutiisados, tendo
13 covadot cada corte vindo cada um easeo
papel i pelo barato prego da 44 o crte, oa loja do
Pavo a roa da Imperalru o. 60 de Gama
Silva.
PECH1 t( I1A i IO RBI9
MuTculinas de 13a
Pelo Itimo vapor chegoo om grande sortimento
loja e armazem do Pavo rua'da liboeratriz ithl> wde 3.8..anT'^f5,Ml,ra.pooc' IB"D" de r"
n. 6o de Cama & Sdva. nperatr.z Rular. ,em fsa de ^ hem como |8lnos m
POIL De'cHKVRE.
Chegou neste genero o melhor que tem
vindo ao merca lo para vestidos com lindas
listras de stdi ou com bonitos lavoies da
esma que se vendem pelos baratos precos
de 8o, looo e i^tSo rs. o covado: oa loja
do Pavo rua da Imperatriz n. 6o de Gama
de Silva.
VESTIDOS DE FANTAZIA A8ooo E
*0|j0fi ItS.
Chegaram os tuais boiulos cortes de ves-
tidos de fantazia muilo proprios para passeio
e soires, por torera lidas barras de seda
e vendem-se pelo barato preco de W e lo*
cada um na l-^a do Pav3o rua da Imperatriz
n, 6o de Gama & Si va.
h Mala a #O0O rs.
Vendem-se bonitas saias escoras pioprias
para uzar em tempo de vero i>or cauza da
poeira e priocipalment^ para qnem for ps-
sar a testa no matto, pelo barato preco de
Wooo cada urna, ditas b/aocas ricamente
bordadas tendo 4 pannos cada nma pelos
presos de 50, 6St, e Ir^ooo rs.: na loja do
Pa-o rua da Imperatriz n. 6o de Gama 4
Silva.
rosto-.bem salientes, as peroas finas, ftc, fogin em
29 de setombro prximo passado, levando ve'tidc
caiga e camisa branca, chaceo de copa baixa e de
abas pequeas. A primeira vex que se evadi la-
liinlava se como Ibrro de nagao, e eapregava-sa
ea> servente de pedrrfro e em oolroa Ideuticos":
rogase, pois, as autoridades policiaes e,a qualquer
particular a captura de dito escravo, a ser entre-
gue a sen seohor Joan d* Silva Leite, na roa da
Cadeia do Recile n. 10, que sera' paga a gratifica-
cao cima.
Gratifcale com 25$~
A qnem preuder o escravo Manoel, de naglo,
altura regular, com barba e marras de bexigas
tem orna cicatriz sobrr om dos olhos, levon cami-
sa de b im pardo e ebap do Chyle : qoem o pe-
gar pode dirigir-se a rua da Santa Cruz n. 32.
Vestidos braneo* a 24ooo:
Chegaram os mais lindos cortes de cam-
braia braoca transparente ricameube borda-
dos que se vendem pelo baratissimo preco
de 24*oo rs. na loja e armazem do Pavo
n. 6o de Gama 4 Silva.
Nova, bareges de sed a 4o rs.
Cbegoo orna grande poicio de lindissi-
8i*as b reges de-seda om o* mais delicados
gostos sendo fazenda' maito propria para
paweins, partidas, etcj Veudem-se peio ba-
ratissimo. pre? de^o^ra. o cavado aa loja
e anoasem da-tarto roa da Imperatriz o. 6o
de Gama dt Silva. ,
Pcbinehaem ea^iiniras a 4#60d s<^<
Pavf.
Vende-se urna gradde porcio de casimiras sope
riores entestadas, sendo escoras e alegres propria?
100$000
Fagio no dia 2S do correte mez de cntubro, do
*ngnho Limoeiro fregoexia da Escada, o escravo
cem os seguales siyoaes : cabra fosco, alto com
r om corpu e buniu figura, cara bexigusa, baiba.
p.uco senada,customa rapar o bgode e a peira
cabellos am tanto carapinhado?, pouco camb. ta'
tem os dedos grandes am poaeo gago, coro ilgomas cicatrizes Telhas f
chicote nas calas oa ama pa' e em um braco
vtaiiiHlo.caaiisa. de aig^do da mata ou algudoai-
oho, c?lsa e paletot Oe bnm pardo, chapeo de ae-
la preto, e leva vara de earrelroqne e supp5e-5e
ter ido issent-u praoa como otaourio : recom
menda se as pessoas encarregadas do reerniaaBen-
to e as iuloridad& pollciaes com espeoalidade as
d) Rio Formoso, Una, Agua Preta, S. Bento e Por-
to Calvo e a ootra qualquer pessoa a appreheoslo
du dito escravo, e eair*ga-lo so dito eogesbo, qoe
recebera' a graiifieacio acima^______________

Escravo ]ftigido
das mais Irodas morgolioas de lia, seodo de urna,: para caigas, poletota, coietts e mopas para roenl-
ifvr, porm eom as Iludas edres azul, mamola, nos pelo baras-imo preco d 1800 o covado on
bonlua, roso ele., tendo larcara de chita francesa a 24800 o corte de caiga, 6 graode pechincba n
e vendase a o40 res o covaao na lra do Pavao a loja e armaxem do Pavao : roa da Imperatriz o. 80,
roa i iuii-eratru n. 60 e Gama & Silva. '. de Gama d Silva.
o dia 23 do correne, ausentase da casa do
abaixo assignado o aetr escravo Trajuno, mulafti,
com os sigoaes segolntes : caballos da-caboclo, ca-
raolb >, mVi e alto, |vou caifa liso,.camisa de algodao-zinbo, erbapo de palka,
costoma andar mesmo nesta cidade, e sean arre-
baldes : roga-se a todas as autoridades pnbciaea e
metmo a qualquer entra pessoa o prehender a
entregar ao atoo assignado, rua da-Cmt n. 84,
oa na raa.-do Cabuga, loja de quatro pulas da
Agoia de Ouro.
^_____ Artes Hamborger & C
Fnfio no da 23 de uatabro o escravo "Si-
me Lnii, coro 34 anoos de Idade, baho, curpo re-
gular, penca barba, p bem fetos, bem fallante e
eoaa ama cicatriz abaixo do oltm irrito : quem o
appreaaader qoeira leva-lo ao Hjspicio a casa de
seo seohor a esqnerda do quartel general, oa a
roa da Crux esa de Joao da Silva Paria & Irmto,
(flt sera recompensada.


m+
P^V
VP

8
mi/UMm^-sait!** %& -,
1
4SSEMMABR\L.
urna nos srs. DF.piiT\ofts,
SESS0EM19 DE SETEMBRO
' lho Ihe dsse bases e Ihe dissesss: Rea- de explicar o projecto nos termos os mais
! peitai estes prineiglos.. %. ^soavenien
i l O Sn. BdARQPUri is-Ai! # / J ti, |>ois
i O Sn. C. Ottosi : irei a ratSo parque o twpb
agora parece dar.se anonnUa na volarlo. A..:necessiddd
proposta era dura e explcita: se tinha in- honrado
Um*. Voz:"
flcoo a&erto o
de toma
io tivesse
sposta ao
te debite,
em meu espirito du-
pnESiDEsciA do sr. faria (vice-presmeist) convenientes, era razio para combater a min sem que aiada
(ConiiDuacao.) roba emenda e nao para levantar queslo da, vidas sobre a maneira por que devo qualiQ
O Sr. Silveira dk Soctu:Sim, seabor, 0;dem depois de encerrada a oM*cuss50; oa car o safa discnrso.
ott~mw ncoa oeric o prece-
dente. 556* el,e> Por(Ia5
O S. Baptista Pereiba : A decisao da especial.
relacSo de Penoambucu vei ao conbecimea- senao p
todi goveroo ^elos caoaes oficiaos. O ge
verno, depois de ter oavido o procurador
da cora das diUerents relaeAes do impe-
rio e de ter' consultlfoa sessao de jus-
tica do cooselbo da estado, qae era emao
nm s: < Eun5o iofrinafi le expressa, dizia
do a lei de 20 de setembro
poda rtwraerar revrgaii
Tlei expressa ; e, para sos-
Mfl a esta jurisprudencia, o jmz de-
nunciado Qvocava o exorbitante acordiio do
nao pode desaggrava-lo dos ultrajes que
soffrem, esta prximo 0 da da vindicta par-
ticular. A sociedade tam o indeclioavel de-
ver de amparar tddos os interesses leg ti-
mos ; se o nao zer n3o I rdar o momento
em que as victimas se reo iam efagara jus-
esiouapenas mostrando que estes projecto} porque coodemnasse as bases offerecidas, ou, Parece-me que o he orado depotado con- comosla dos jeguintes nomes: visconde de
recisam ser revi-tos, omhlnados, e que. porque nSo julgasse opportono restringir a c -na com aopipiao que geralmenle vinga, "

Quem
o favor
oree
portanto, ha ne, essidade do adument; mas
na > insi tirei subre este ponto, e como esta
discusso ji sete'n prolongado de tnai.vou
terminar, dizendo que a questo est adiada
|facto. a visto dos poucos dias que temos
e sessao, que sestee o3o teriamos mais tero-
' po de esclarecer a materia dos projectosnem
prtanlo, a questj a saber-se se deve on
momear urna commisso para esiuds-la
convenientemente daqui at i nossa prxi-
ma reuniSo. ,
S ibre a utilidade deste expediente, pare-
ce-me que se Din pode offerecer objeto pro-
cr.Je ite, e portanto vol por esse adiamento
epela nomeaejo dessa commisso, (Muito
Bem.)
O Sr. Abacio Barros reqoer o encerra-
ment da discusso, e sendo a cmara con-
sultada, rosolve pela afirmativa.
Procedend. -se votacSo do requenmeo-
10,6 approvado, sendo rejeitada a emenda
do Sr, Rjtisbona.
Proc da-se vi lacio da emenda substi-
tutiva do Sr. C. Ottonl.
O Sr Buauque (pela ordem): Em mi-
nha opima., e creio que na le mudos mem-
bros desta casa, a approveco destas bases
torna o parecer adstricto a ellas. (Saoapoi-
idos.) E'itSo para que servem as bases? Pa-
ra cunselbo ? Basta o discurso do nobre de-
butado e a publicaco delle.
Desejo que V. Esc. declare se estou em
erro
ma Voz :N5o est isso em discusso.
(Apoiados.)
OSr. Buarque :=Eot5o a votacSo desta
.asa n3o tem sunificaco algumaT Desde
que se pr-.pe a nomeaco de urna commis-
so para que emitta parecer sob estas bases,
ella nio p te absolutamente afastar-se dolas.
0 Sr. Sooz.v Cabvalho :Que lgica e
O Sr. Buarque :A commisso poda des-
prezar essas bases? Se pode, a voiaco da
casa not-m significacao.
(Cru'.am-se differentes apartes.)
O Sr. Presidente := Altenco
te jq a palavra o Sr. Buarque.
O Sr. Buarque :V. Exc. faca
de mandar ler os termos do additam-'nlo.do
nobre depotado pea provine a deMinas-Ge-
raes..,
(i Sn Macedo: Peco tambem a palavra
para disentir.
O Sr Presidente ;Mo ha nada em dis
cussao.
0 Sr. Buauque :.... e a casa ha de se
convencer que o nobre dequtado leve em
vista que a commisso formulasseo seu pa
recer, tendo em consideracSo as bases por
olle aoresentad.s. Portanto, o parecer da
commisso nio p le deixar de estar de al-
guma forma a Istncto a essas bases, anda
que tome ouirns em consideraeo. Foi as-
sim que eutendi; se aSsim nao as bases
do nobre depu ado servem meramente de
! iluoranca, para lernbranca, Sr. presidente.
Dio precisam de votafo desta ca-^a.
O Sr. C. Ottoni: Pego a palavra.
Sn. PREiDENre :N5o est nada em
'!isciis-3o.
O sr. G. Ottoni :Peco a palavra pela
ordem.
Vozes:Pie fallar pela ordem.
0 Sit. Maceoo:En pedi tambem a pala-
bra, mas declaro que quero discutir a ma-
teria.
O Sr Presidente: Tero a palavra pela
Grdem o Sr. Macedo.
OSn. Macedo :Pela ordem, nao, se
nhor ; quoro discutir a materia tomo o no -
bre deputadr.
OSr. Prndente :Nao ha nada em dis-
cussio*
O Sr. Macedo : Enlao cedo da palavra.
O Sn. Presidente: -Tem a palavra pela
ordem o Sr. Clirist.ano Ouont.
O .-it. C. Ott.i.ni : Creio que a quest3o
que o n ibre oeputado levaulou de ordem,
i.-to depois de encerrada a discusso, o
nobre depnta lo noquerque se vote urna
emenda que foi apoiada.
O Sr. Buarque :Nao quero que se vote?
O Sn. (1 ttoni : Nao deseja ; prope
que nao se vote.
0 Sr. Buarque:Nao senhor, nao foi
esta a minlia qu st3o; pergunlei apenas
rii^sa e a adopcio das emendas de V. Exc.
[> ;!a casa tornavam o pare.er da commisso
adsticioa ellas, mus nada.
O Sr. G. ttoni : Que tem isto com a
vptiicto?
Sr. preside le, eu pedi a palavra pela
ordr.m, por iue a discu^so daminha emen-
da pelo n. bre deputado, depois de encerra-
do o debate (apoiados), discuSN3o que o no-
b.e deputado fez na questio de ordem, po-
de influir na votaci )
OSh. Kuarque:--Eu appello paraoSr.
trdsidente da casa, que rae ouvio; fi apenas
urna perL'unta.
O Sr. G. Ottoni : -Por isso pedi a pala-
vra, nao para discutir, mas para dar urna
expiicacao.
OSn. Souza Carvalhj: Oucamos a ex-
plicaco.
O Sr. C.Ottoni:Parece que o nobre
depu'a lo propunha que se nao votasse a
emenda.
O Sr. Buarque : Nao, senbor.
O Sr. C. Ottoni : Eu creio que a du-
v.ida do nobre deputado indica que u3u leu
cpm aitencaj a rainha emenda, parque ella
explcita.
A uiinha opiniao era que a cmara na pri-
mira discusso determinasse as bases capi-
taes da reforma, o que poda fazer, votando
iiberdade da commisso, poda qoalquer los e por isso considera o projecto desnecessa-
nobres deputadus condmnar a emenda; e rio. Hasbasta a himples leitura do projec-
do fado de nao ser ella discutida provrn a lo pat. convencer que nao se trata de crear
duvida do nobre depuiadV *^* direito novo, e sim de interpretar urna dis-
0 Sr. Buarque : N3o.fi esta a questo* | posicd existente da nessa legislac3o do pro-
0 Sn. C, Ottoni : Eudisse quando fal- cesso ; e a necessi lado dessa interpretafo
lei: Sei milito bem o destino que espera a resalta da variedade le juagados d i poder
minha pobre e i enda; sendo d'eita ongem, jodiciario, qne tem roduzdo aoarebia no
ha de cahir. O que n3o pensei foi o que se foro, anarebia qae dmoralisa a acc3o da
verifica, cahir sem exame, sen nenhuma al-1 jnsiica e deixa sem garantas importantes
lusSo a ella sem ser refutada.
Mas isso mesmo est explicado: a emenda
trazia peccado original.
O Sr. Souza Carvaliio : Nio, eu ia vo-
tar por ella.
O Sr. G. Ottoni : J que n3o a discu-
tiraoo, t da a questo agora fra de razio.
Se alguns d' s nobres membros da maioria
me fazem a boora de votar pela emeada, co-
mo me disem de d'ius lados da cmara, ex-
plicado est porque n3o vieram a > debate; os
que votam contra, se qui/.esseu, tinhamoc-
ca^i o de combater a emen la e mostrar que
ella nio devia ser approvada.
Siga ella, pois o destino que Ihe era pre-
visto, caia, deve cahir, seja condetinada em
solemne silencio, prejolga-se uido o quepro-
vim desta fonte; mas, se o nobre deputado
lesse a emen la com reflexo, oSo precisara
de explicac3o a'guma.
0 Sr. Presidnnte : Eu conced a pala-
vra pela ordem ao Sr. Buarque de iacedo,
poruue expresso no regiment que na oc-
casiio da votacio admitiido aos Srs. dipu-
tados pedirem a palivra pela ordem, para
meihor direccSo da voiacio ; S. Ex. nio dis-
cutio, fez apenS urna perguota.
Vozes : Votos Votos!
Ninguem mais p*dindo a patarra, e proc -
dendo-se voiac3o, rejeitada a emenda
O Sr. Presidente noma para a commisso
interesses, a que a soc edale deve proteecio.
Sem duvida que o projecio seria desne-
cessario se urna interpretaco oHoirinal,
emenda de tribunal competente, tivesse fir-
mado esse ponto de jarisprodencia pratica.
Mas se o honrado deputado tivesse atendi-
do qui nos crimes le abaso da Iiberdade djp
impr.itisa cujo mximo de pena de 6 me-
zes de prlso e multa correspondente me-
ta ledo lempo, os p'ocessos cumecam na
instancia das autoridades p diciaes e morrem
no jimde direito, fi-iria convencido de que
nio pissivel qne noobuma destas autori-
dades pudesse establecer nm aresto que
firmasse a jnrisprudoncia nesta materia, e
fosse observado como regra invariavel nos
casos occorrentes.
Sr. presidente, ea abstenho- ne de fazer
nm discurso; conteoto-me em expr a ques-
ti e julgar-me hei feliz se conseguir fazer
essa exposico em termos claros e precisos.
Eston certo que ella ser surciente para cm-
tivar o voto da camarn em favor do crojecto.
Os crimes de abu o da Iiberdade de im-
preasaeram submeit dos ao regimem da lei
de u de setemb o de 183*).
Nesse mesmo ano > promnlgon-se o c-
digo criminal que revogou a lei de 1830 na
sua pa'te repressiva.
Em 1832 promuigou-se o cdigo do pro-
cesso. Este cdigo distribuio pelos diffe
especial de que trata o reqoerimento do Sr.! rentes membros da organisacio judiciaria a
Buarque os Srs. Silveira de Souza, J. Madu-
reir, L'ma e Silva, Alvim e Buirque.
Pedindo, porm, dispensa este ultimo se-
nhor, o Sr. presidente nao annue ao pedido.
Vem a mesa a seguinte declaraci i do vo-
to !
Declaro que votei pelas emendas do Sr.
Ghristiano Oll-ni, estatuin lo as bases da re-
forma das 'eis de recrutamento e da guarda
nacional. Felicio dos Santos.
O Sr. Antonio Garlos pe te, e a cmara
approva a preferencia para traiar-se antes de
qualquer otra materia, do projecto sobre o
crime de abuso da li .erdade ieAprensa.
Eutra em i* discussio o proiecto sobre
os crimes por ab .so de Iiberdade de m-
prensa
Toma a palavra o Sr. Dr. RUisbona.
S. Exc. julgando a materia em si impor-
tante n3o concorda toiavia na necessidade
de interpretar a lei.
O que regula a aleada dos juizes a pena
imposta aocrimj; palindo desta base nio
p le h .ver duvida alguma. O cdigo do
processo revogou a lei de 1810 sobre os abu-
sos de enuciag3o do pensameoto por mei"
de impre.-sos. Portanto \ai-se interpretar
o que nao c duvidoso.
O ora lor deseuvoKe estas ideas larga-
mente, e espera voltar materia depois de
ouvir as ra/.oes allegadas pelo autor do pro-
jecto
O Sr. Martim Francisco f.uinistro da jus-
t>cV):Sr. presidente, nao pretendo tomar
tr-mpo cmara, quero di/er poucas pda-
vras para expiar o meu pen amento em
telago ao projecto que se acha em discus-
so.
Este projecto foi beber
em um tpico do relatorio
justica.
A ni disse eu 'om tola a franqueza que
me pareca conveniente que a I i de 20 de
setemero de 183i) fo lacao ao juluamento dos cri los de Iiberdade
de impren.-a.
A razio por que manifestei este pensa-
mento, Sr. presidente, a seguinte: na ha
uoiformidade no julgado dos tnbunaes nes-
ie< crimes, as partes mesmo lutam cora se-
rias difficuldades relativamente a esta ma
teri..
D-se este fado: ao passo que as autori-
dades de primeira enirancia julgam que a
competeecia deve ser regulada em relaeo
ao crime pela aleada, as autoridades de se-
gunda entrnela iulgam que deve ser regu-
lada pela n^tureza do crim-, e que a lei de
1830 nao est inteiram Entendu que a dootnna que o nobre de-
putado acabou de su tentar boa; mas de
qu8 serve isto se os iribunaes o3o julgam do
mesmo molo, n5o d3o a mesma iutelligen-
cia a le ?
Estamos nestas circumstaocias: licito a
qualquer pegar oa pena e insultar como Ihe
suas inspirares
do ministerio da
unsdicco; estabeleceu as aleadas e defini
a competencia das autoridades' q'be creou
Respeitando todas as jurdicas especaes
que se achavam creadas por legislado ante-
rior, e muito especialmente pela constuicSo
do imperio, deerminon a forma e o julga-
mento de lodos os crimes.
Ass.m, pe art. 324 do cdigo processo,
ficou respeitada a urisdicc3o ecc'esiastica
para as causas meramente espintuaes; a ju-
nsdicco -militar para os casos meramente
mhtires; ficou respeitada a jurisdiccSo do
senado para o juramento dos mi istros e
conseiheiros de estad e outros foneciona-
rio*; e, finalmente, ainda jurisdiecn que
tem o sup'Cino tribunal de justica para jal-
gar dos delictos de differenls classes privi-
legiadas.
liasiara a simples disposicio deste art;go
para convencer que i excepeo dos casos ex-
pressamenle definidos nelle cessavam as u-
ridiccSes especiaes. Entretanto o art. 305
foi adiante e determinou seguinte.Nin-
guem isento da jur.sdicco dos juizes de
pa'., excepto os privilegiados pela constitui-
Co.
Temos, portanto, que pelo cdigo do pro-
cesso s ficai i respeitadas as jnris.uccoes
especiaes creadas pela c nstiliicio, tudo
mais eutrou na compeieiiia dos juises de
paz, foram difundas no artigo 12 e seus
paragrap.s do cdigo do processo.
Ora, promulgada a lei de 3 de deembro
de 1841, as aUribuices que perunciam aos
juizes de iaz foram disuihujdas nos arts.
4o | Io, 17 2' por entre delegados e sub-
delegados e juizes raunicipaes, que tambem
exercem fuuccoes poiieiaes. Consegu ue-
mente, se pelo art. 12 70 do cdigo do
processi competa aos juizes de paz julgar
derinitivaraente todos os crime- cojo mtximo
da pena nao excedes-e a seis mezes depri-
sao simples e multa correspondente me-
tade d i temoo, e se t-ffectivamente julgavam
o crime porabuaO m libe dade de imprensa,
coja pena caba nesse limite, com a oromul-
gacSo da lei 3 de dezembro de 1841 esta
Jurisdiccao passou tambem para os delega-
dos, sundelegados e juizes municipaes;e
portanto continoando estes a julgar indis
lindamente todo- os crimes cujo mximo da
pena seis mezes de pnso e multa corres-
pondente metade do lempo, tinham com-
petencia para conhecer definitivamente d
crimes por abuso de lioerdade dn imprensa.
Sr. presidente, esta jurisprudencia man'e-
ve-se no paz desde a promulgaco da l-i at
648, sam que tiesse excitado clamor al-
gum, e o que mais sem despertar as sus-
c-piibihda Jes dos idolatras de todas as lber-
dades.
En 1848 surgi a duvida. Um individuo
do Maranno injuriado p*fci imprens e d
a sua queixa i-erauta o chefe de polica ; esta
aut iridade conhege da queixa, julga, e de
finitiva Dente coodomna. A parte condem-
naia interpoe appellacio para a rela?3o dessa
parecer a este ou quelle individuo, e pu
blicareste pasquim em um jornal, porque, me ma provincia, que firma ojulgado d
se porventura o crime cabe na aleada dos chefe de pulicia.
delegados e sondelegalo* io polica, jul-j A pane vencida nao desacora e interpoe
gado por estes. Vai o processo de injuria o recurso de revista para a supcemo tribu-
verbal para o juiz de direiti por appella- oal de justica E aqui devo assignalar o'
C3o, o juiz de direito decide q ie o processo primeiro atteutado do podnr jrjdiciario O
nao io bem feto e annulla-o ; a parte recor- supremo tribunal de justica, calcando a lei,
re para a relacio, e a relac3o decide coa- rasgando o art. 9!) di lei de 3 de dezemhro
demoando a doutrina do juiz de direiio, mas de 1841, que declara nos seus dous paragra-
no o juiga punivel pelo faci. Dahi vem plios qu es os casos em que a revista per-
a crenca de que a disposico da lei se pres- mittda, loma coulieciineuto do recurso e-
traurdinario, anulli o procedo e disigna a
relaeo de Pernanibuco para> rever o feito.
Paran, viscoade de Maramguaje e vizconde
de Abaet.fez baixar o aviso de 15 de Janeiro
de 1851, resolvendo essa consulla sem do-
vja aiguma um dos mais luminosos avisos
que tem bailado do poder executivo. (Apoi-
ados.)
A queatfo, Sr. presidente, foi ahi discu-
tida debaixd dos seus aspectos, e com nota-
vel profi lencia, e a sjluco que recebeu foi
qud a dicisio firmada pela re'acio de Per-
nambuco nao poda tingar, qae era contra-
ria lei de 3 de dezemoro de 1841 e mais
legislacio posterior, e qne, oortanto, os pre-
sidentes das differentes relacbes empregas-
^em todos os seas esforcos para que seme-
Ihante doutrina nio medraste, c se firmas-
se a verdadeira jurisprudencia.
OSr Saldanha Marjnho : Mas nio
basmu o aviso.
O Sr. Baptista Pereira : Estavam as
cousas oeste ponto, isto succeiia em 1852.
A decisao tomada pelo governo, depois de
ler i-utido tantos bomens competentes so-
bro a materia, pareceu firmar a verdadeira
jarisprudeocia, at qae u'timamente, no
foro do Bio de Jane ro, que parece, Sr
presidente, devera ser o foro regula lor de
todo o Imperio, mas onde, entretanto, se
tem canomsado todos os abusos (apoiados)
onde, entretanto, a arte de julgar tem en-
contrado, mais do que em qualquer outra
parte, as mai ires d fficullades, que s po-
dem boje ser removidas pelo braco do po-
der legislativo, esta questo surgi nova-
mente, e surgi estabelecenio nma anarebia,
qae chamarei indecente, porque-abri a
porta impaoidade. Vejamos como as cou-
sas se pas>am aqui no Rio de Janeiro.
Existem na corte dous juizes de direito
criminal: um emende que o crime de abuso
da Iiberdade de imprensa punido com seis
mezes de priso simples pertence compe-
tencia do jury ; o outro eotende que este
iulgamento da alcaia das autoridades po-
iieiaes, com appeilac3o definitiva para o
juiz i direito. Este desacc -rdo de opi
nies, este desconcbavo de ideas, esta anar-
ebia, taem, como eu disse, tomado j om ca-
rcter iadeceoie, porque, como se nao bas-
tasse o flagello dos testas de ferro, a fatal
jurisprudencia concede o indulto da impu-
nidade peior classe de criminosos, a esses
miseraveis que, no ocio in igoo, cevam os
naos insiincios que ama negligente educa-
Co permittio que se desenvolvessem, e qne
a sociedade tem obrigaco de corngir com
sevendaJe.
Eotretanto o que se d ? Um individuo
injuriado, chama responsabilidade o autor
do art.go e d a sua queixa perante um
dos tres juizes raunicipaes oa corte, ou pe-
rante qua quer subdelegado ou delegado ;
este recebe a queixa e julga o autor do ar-
tigo ocurso no anigo 217 do cod go ; o ac-
cosado inmediatamente appella para o juiz
de direito da primeira vara, este tomico-
nhecimento da appellaco e annulla o pro-
cesso, por incompetencia de jai o.
iOm >, Sr. presidente, pode o offendido
biver reparado dos ultrages que sollreu ?
Kenovar a queixa ? Perante quem ? N5>
ba urna autoridade de inferior instancia
(permitta-se-me aqui empregar a palavra
instancia, por exprimir a idea), nao ba juiz
munici.al, delegado ou subdelegado qae
emenda que ojulgameolo de tal crime seja
da competencia do jury : e por isso proces-
sara su umari unenie a queixa, observan lo a
formula estabeleci la nos arligos 205 e se-
guales do cdigo.
ltimamente, alguns advogados no Rio de
Jaueiro, para corresponderem conanca
de seus clientes e assegurarem o tnumpho
da lei, tem s visto na necessidade ue lau-
Carem m > de un meto para obter que a
parte vencida possa appellar para a primeira
vara criminal.
E-ses advogados, quando dio a queixa
por crime de injuria iiopressa, pedem a
con lemnacjio do reo no grao mximo, in-
veuiando eircamstancias aggravan'es ; qual-
q.ier dellas servem, e ento aguardao oa
audiencia a publicaco da senieaca, e se esta
proferida condemnan lo o reo, ainda que
o seja no grao m lio. appellam incouti-
nente para o juiz de direi-o da seguuda
vaia, que su-teota a verdadeira jurispru-
dencia, e com seguranca de que o processo
nao ser annull do, porque se a pirle con-
demnaila quizer tambera appellar, a sua
appellaco correr pela mesma vara, pelo
principio da prevenco de jurisdico I A-
companbemos a questo as suas dilereu-
tes pitases.
Em 1463 o digno juiz de direito da pri-
meira vara, magistrado a quem alias teoM)
em multo respeito e considerado, o Sr. Dr,
Gama, deelarou por um despacho seu nullo
um proceso, nestas circumstancias, por
iucompeleneia de juizo.
A parte olfendida. n!o ten lo outro re-
curso, d denuucia contra o Sr. Dr. Gama
perante o tribunal da relacio, a denuncia
foi dada contra esse magisiralo por lerjul-
gado contra lei expressa e portanto, como
mcurso no artigo lt> do cdigo criminal. O
Sr. Dr. Gama foi pronunciado.
Gorreu o processo, o procurador da cor;
offereceu o seu libello, entrou-se no julga
supremo tribunal de jusiice, coafirnaado^ica por saas mios. (Apoiados; moito bem,
pela rejaejm revisora de Pernambucq: eram maitobem.)
estes os fundamentos de sua flefeza. O Sr. Albuquerqce Mello : E', senhor
presidente, lernenda le de minha parte en-
Mas, Sr. presidenta, a qoesto, -ainda
que estadada debaixo deste aspecto, me
aflura fimples. E' certo que as leis es-
peciaes s por lei expre*sa se podem consi-
derar revogadas ; mas 6 um principio geral
e n3o m principio absoluto, que Dio seja
sosceplivel e excepcio ou limitacio l-
gica. A lei especial se considera implcita
e virtnalmente revogaia por ama posterior
quando entre urna e eutra ha urna perfeita
incompalibilidade.
Ora. que esta iocompatibilidade existe,
b ista ootar que pela lei de 20 de setembro
lodos os crimes de Iiberdade de imprensa
esli sujeitos ao jury, em quaoto pelo c-
digo do processo e legislacio poste- lor os
crimes cojo mximo de pena do escode de
se s mezes de prisio e mulla perteicem
aleada das autoridades poiieiaes, e nenbuma
disposicio iseotou da regra commum os cri-
mes por abuso da Iiberdade de imprensa.
Alrn disso, se vingasse o principio 'in-
vocado pelo jeiz denunciado, de que a lei
careca ser explcitamente revogada por
outra, ento tambem, Sr. prosidente, nao
poda ser convocado o jury tal como organi-
sou econstiluio a lei de 3 de d-jzerabro de
18*1, porm o jury creado pela lei de 3J
de setembro de 18307 Finalmente por
esse mesmo priacipio nao se devia entender
revogada a lei de 1830 na sua parle re-
pressiva peb cdigo criminal.
Todos estes fados se deram quando exer-
cia a segunda vara crimioal na corte o nobre
deputado pelo terceiro dsiricto de S. Paulo
cuja preseuca acanba-me e nao me permdte
louvar, como desejra seus esforcos em
pro! da disciplina jurdica. O nobre depu-
tado dirigi um officio ao Sr. ministro dajus-
tica exnoalo o estado da anarebia e balbur-
dia em que se achava o foro, e nesse officio
dizia o nobre deputado : Ea nao peco a
V Esc. que me de urna solucio por aviso,
por pie j pelo aviso de 1851 est resolvida
a questo; peco a V. Exc. apenas que so-
licite do poder competente urna providencia
que pooba cobro a esta anarebia. > O go
verno mandou ouvir a seceo de jusliri do
conselho de estado, comporta das Srs. Pi-
menta Bueno, Uruguay e Jequitinbonba,
A seceo examioando esta questo disse o
seguinte : O juiz de direito da primeira
vara criminal tem bons fundamentos para
sustentar a sua opiniao ; o juiz de direito
da segunda vara criminal tem tambora uons
fundamentos para sustentar a sua ; o juiz
de direito da primeira vara tem talvez fun-
dameutos melbores, mas a secc3o acompa-
nba a opiniao do juiz de direito da segunda
vara.
Eis aqui, senhores, era que se cifrou a
c insulta da seceo de justica do conselho de
estado: Em vista do que (conclu >, po-
rm, a seceo de ju>tca) o caso grave e
ex'gi urna interpretaco authentica, queso
a podo dar o poder legislativo : por taat<
o goveroo a solicite. Esta consulta o
resolvida pelo avise de 26 de fevereiro de
1864, dirigido ao juiz de direito di seguu-
da vara no qual se ddarou que sendo a
questo perteaceote jurisprudencia dos
Dio liona nada que
Consequencia
na baiourdia.
os
A relacao de PiKnarabuco. conformando-
la a duvida.
.
O remedio para este mal o corpo legis-
lativo expender o seu pens*mento acerca des-
tas diversas doutrina*; isto desumma ne- se com os (un lamoulo^do acrdio qua con-
cessidade, visto as difficoldades que lm ap- cede i a revista, anulla todo o processo, de-
parecido. (Ap liados) Gunvrm que as paites claran lo qae o ihefe de polica nava exer-
lenham om recurso, convem que o corpo hitado, porque, comqianto o muimo da
que nnpo
O Sr Souza Carvalho: Niopodiaser
oa primeo a d>scuss3o.
O Sn. Ottoni : Nio sei porque.
O Sr Souza Garvalho E' contra o n-
g'rmenio.
O Sr. C O.ttoni: Nio poda ser na pri-
Eu enten io, como o nobre deputado, qoe Altivamente o caso, porm sun o jury, visto
a le de 18-iU nao subsiste, que as aleadas que a lei de 1830 especial, e nio podja
sao que legulam a compeiencia, e que ba cri-ser considerada revogada pela legislacao
mes de injurias impressas mesmo qoe podem posterior.
ser precessados pelas autoridades poiieiaes,
pelos delegado^ e subdelegados de polica e
raeTr^discusso*" diz o nobre" depotado : se pelos juizes municipaes; mas desde que ou-
assim. aindamis demonstradafica o oppor- tros tribunaes entendem a le de modo di-
tumdade de mmba emendr, senio claro qae verso, repito, convem que o poder compe-
no.chegaria projecto es'e anoo segumia tc.nle corte a queslao e diga :-a doutrina e
discussio, te na primeira nao era possivtl esta e nao aquella.
pronuncameuio alaum entre os dous pmjec- E' exaciamente este o fim do projecto, e-, oiciat ao contnco suscitado a prowusnu j-
toa. de bases tiiuiversas, dobrado re eio per isso declaro cmara que voto por elle, loielligencia (la lei de 3 d.dezembro e da
nlia eu para pedir qoe a cmara nomeando O Sn. Baptiita PERF.iRA:-Sr. presiden-!de 30 de setembro de 1830 no poatorfon-
a .M coQjiis-io para encarregar-se do traba- le, o honrado Sr. ministro da justica acaba trovertido.
Esta decisio, Sr. 'presidente, tomada pelo
supremo tribunal de ju>tica, e confirmada
pelo acordo da relacao revisora de Peroam-
luco, nocolheu grandes triumphos ; muito
poucos forio os magistrados que a seguiro,
e c^eio mesmo que iaguem a optou essa
juris'p'udencia, ao menos do ba noticia
tribunaes, o goveroo
ver com ella.
OSr. Batisbona :
iribunaes coniiuuem
O Sr. Baptista Pereira : E por con-
sequencia conunuem os iriounaes a julga a
qaestao como eolenderem nis p ir ler
a relaeo decidido no seu acordo. pelo
qual despronunciou o juiz, que elle nio ha-
via infringido lei expressa, como tambem
em virtude dessa consulta do conselho de
estado.
Este fado n3o sei se deu lugar a novas
represcntaees ao governo ; mas o que
venl ide que no seu relatorio apresentado
st j anno o Ilustre Sr. ministro da justi-
ca. exoondo a quesi3o ao corpo legislativo,
pede-Ihe providencias.
Agora que teaho ex posto o estado da
questo, cabe-rae perguntar ao nobre depil-
ado pelo Ce-r. que considerou o projecto
desuecessano. se persiste ainda em quali
fica-le assim?
Ach que esta opiniao nao tem base;
porque para casos taes que se fazem as
loterpretacoes. Qual o fim da interpretia
Cao seno armar a erdadeira intellitenca-
da le para jue seja applicada de um modo
uaiforme e com exigem os interesses da
sociedade ? (Apoiados)
O Sr. Batisbona :Ha muitos casos
como este.
O Sr. Baptista Pereira:Nao duvido;
mas v cada um com jrindo o sea dever,
indicando-os ao poder com jetete, para se-
volver-rjae neste debate depois dos discursos
qae se lm proferido (n3o ap'iiados); mas
discordando da opiniao tanto do nobre de-
putado que encetou a discussio, como do
nobre autor do projecto que acaba de sus-
tenta-lo, sinlo a oecessidade de dizer algu-
mas palavras sobre este assum.do, pedindo
casa desculpe a miaba afoutezal
Concordo, Sr. presidente, com o nobre
autor do prnjecto, em que ha necessidade de
decisio do corpo legislativo sobre a maneira
de intreprctar-se a le que estabelece o pro-
cesso por abusos de Iiberdade de imprensa.
Neste ponto discord do mea hnralo colle-
ga, o oobre deputado peloCear, que sup-
pe a quesiao tio liquida, que nio deixa a
menor duvida.
Para provar qne diversas sio as opinies
a respeito desie assumpto, o3o precis > mais
do que chimar a atteneio da casa para as
ultimas palabras do noore deputado autor
do projecto, que acaba de ler o parecer da
seceo do conselho de estado, de qoe fazem
parte jurisconsultos mu ios disti netos, a qual
reconbeceu que eram procedentes as razes
apresentadas pelo juiz d direito da Ia vara
criminal da corte, em sustentado da opiniao
que os crimes por abuso da Iiberdade de
imprensa sao da exclusiva competencia do
jury- ,
O Sr Baptista Pereira :Mas deelarou
que se iuclinava opiuio do juiz de direito
da 2a vara.
Sr. Albuquerque Mello :E' verda-
de; considerou, porm, procedentes as ra-
zes apresent.das pelo juiz de direito da 1'
vara.
O Sr. Olegario :Comquanto fosse da
opiHio contraria. E' o mesmo que dizer:
video mosliora proboque, deteriora sce-
quor.
O Sr. Albuquerque Mello :O que
verdade que autoridades mui competentes,
os membros da seceo de justica do conse-
lho de estado, enteuderam que essas razoes
eram procedentes. E' tamnem exacto que
um dos juizes de direito da capital do im-
perio assim o emende com intima convieco
que &e mamfesta na sua constancia em jul-
gar sempre por esta forma. N3o e menos
exacto que diversos juizes de direito do im-
perio assim tm euteudido e julgado: se nio
se tm suscitado nesses lugares as Iotas que
se do na corte, porque alli nio se repro-
duzem tanto os processos por crimes de
abuso da Iiberdade de imprensa.
Tambeinjessa opiniao foi recoohecida pelo
tribunal da relagSo de Pernambuco, assim
como pelo da Bahia em tempos anteriores;
e recordo-me de que assim pensava o res-
peitavel Sr Dr. Mannel Mendes da Cunha
Azevelo, jurisconsulto discuncto, de muito
saudosa memoria.
Tudo sio mobtra que a que>tio nio esi
to ciara como pareceu ao nobre deputado
pelo Gear.
Eu creio que nao agora occasio oppor-
tuna de provar a intelligeocia contraria que
d o nobre deputado; o que se trata de
examinar agora se ou nio neces^-aria a
interpretaco.
A este respeito concordo cora o nobre au-
tor do proj'Cio, e digo que necessaria ;
mas discord da opinip do mesmo nobre
deputado em que se mande coniiuuar o que
exist, como mais de accordo com a legis-
lado. Isso sem duvida o peior, o iuais
iucouveoieote, o menos liberal.
ment, eafiual foi o Sr.Dr. Gama absnlvulo rem dadas as providencias necessanas.
pelo acordo da 15 de setembro de 18B5. "Porque existem millos anigos de lei que
Gaamo a alleneo da cmara para alguos carecem de intorpretaci, nao se segu que
fundamentos do acordo. devaraos perpetuar a anarebia a que me ten-
t Esta opiniao (de juiz denunciad-) com ho retndo, d.ixando de interpretar a lei de
quauto contraria iotelliKencia eralmente 18JJ.
seguida e deduzida de difiranles textos do
cdigo do processo criminal e legisiaco
posterior, qae tacita e implicilaraeole, re-
vo/aram aquella disposicio (a da lei de 1830)
nao pode com tudo constituir o crime de
que traa o artigo 160 do Cdigo.
tk disse, Sr. presidente, nao podemos con-
fiar na intelligenda doulrmal que s dada
uelos tribunaes. e desde que um tribunal de
maior alcaJa deelarou que nao havia le ex-
pressa vi dada pelo juiz denunc ado, fra
eirai.oari.Ku ido un o- de questo que, muilo embora esse tribunal
O Sa. Correa das Neves Ergo, lobo ^ *,. |a ma 9ftMf a davda
o come lobo. b ^ mi4ar 0CCrrer com 0 reiDed0
nao
O SR. 8APT.STA PEREaA : uuu- j y^
acor lao : 4UD u v i
* E manlam que se.Ihe d baixa oa cul- Reservo o raais que tinha a dizer para
pa, sem que com tudo fique com la1 absol- depos, se a discusso se prolongar. Estoa
vicio e por qualquer modo approvada a intimamente convencido que o projecto es
iuterpretaco do acensado, por ser contra-
ria mais lundta e admiitida n pratica,
qu* o raelbor intgrete da lei
O acordo unnime.
Ora. pareca,, Sr. presidente, que este
acordo da rea'co, embora tivesse absolvido
o juiz vinh* acabar com toda a duvida e
corlar as dilficuMade, por quanta o juiz na
sua defeza resumi os seas argumentos em
Diz o projMU : (l) Este projecto, segundo pea-
so, tem d passr pur ires discu>soes, hu de ser
considerado p-lo senado ; oo uraa providencia
Une *e t-oba da tomar da momeo'", ah\n de repa-
rar o- males ex^t^nl 5. Por qne ra'o nao bi dn
ser >ub?liti;i Jo por ouiro assim formulado : Os
enmes por abuso de Iiberdade de imprensa sao
1a exclusiva competencia do tribunal do jury t >
(Apoiados.)
' O Su. Ratisbona : Mas a vida privada do ci-
d O Sr. Albuquerque Mello : A vida privada
1o cidaJo Ika mais bem guardada, sendo os cri-
mes por abuso da libt-rdade de irupreasa da exclu-
siva competencia do Jury, do que sendo da compe-
tencia dS autoridades policiats. (Apoiados.) O co-
bre depuiado sabe que o jury offereee garanas
incorrM.irHveimeote superiores 's que se deparara
no joigaraeuto dos delegados e subdelegados.
O oubre depuiaao ha de sabor que mudos crimes
ptr abuso da nbt-rdade de imprensa, modos ata-
ques a' boura das familu?, a' boa reptiUgao djs
cidados, sao absolvidos escandalosamente por es-
sas autoridades. (Apoiados.)
O Sn. Katisbona : Oude esta' a garanta da
JUIl de or; no ?
O 9a. Albuquehquk Mello : Esses precessos
vo a' maos ou> jues de direito por raeio de ap-
ptlla;au, urna verdade; mas o nobre depuiado
oem sabe que, uu ca>o de apoe la?o, os |oiies de
dlreilo mullas veles sao obrigadS a sojeilar se aos
grao'ies defoiios dos prod-ssos. O jan (rmador
da culpa, se qu-r proteger urna parie ou perseguir
a ouna, na occasio do pruessso lem meios muilo
lacis a' soa disposicio para por iropcgis ao ex-r-
cicio da verdaaeira jusilla, quando o iui superior
leun de tomar coihecimenio p r appellaco.
E de mais, Sr. presdanle ( devo fallar com fran-
quea', com ijuauto eu seja Jaiz de direito, e muilo
amigo de miaba rlasse, composia em sua quasi
tuialidade de caracteres muito uobres e disiincios
(apoiadot), soa foresdo a diz ir que ba mais tega-
ranu de imparciahlade no julgameuto do jury do
que no do juiz de direito. (Apoiados.) Incale la-
velmeule na sempre mais garanta a' iiberdade.
O Sn. Meira Vasconcbllos : Nao reconheo
isto.
O Sn. Albuquerque Mello :O meo nobre col-
lega na de coucoroar comido ra qae o juiz de di-
rrito mais sujeilo ao exame das provas, ao passo.
que a junsiiccao do jury mais ampia. E de
mais, ul-iu sempre esses re:ursos sao para os joizes
de direito, e muitas Vezes para os que os sabsli-
tuero.
P.rumo, innegkvel qae aclaalmente a melbor
interpretarlo que se po .eria dT, ou a melbor pro-
videncia que se deve lomar para acabar com e>sa
grnde lua, com essa anarebia que se o la no foro
do Rio de Janeiro, consiste em declarar qae os cri-
mes oor abaso de iiberdade de imprensa s--ja x-
cluMva competencia do jury.
ma oz : Hois mande urna lei substitutiva.
U Sil ALBUQUER.QUB Mbllo -.VSo Totare, pois.
pelo projecto no Saniidu em que esta concebido,
porque, declaro a V. Etc., prero qoe existan es-
sas duvidas qae actualmente se dao no Kio dti Ja-
neiro a que os delegados Dode,l"?(>rc?5ln1,
nuem no goio exclusivo de julgar crimes por abu-
so de iiberdade de im, r dm. o abuso deasas at-
u.biroVs sel que s lm pratir.do v.ngancas e
Denenuicoes de todo o genero, e qae essas auion-
dK" dlnariamente e.vadas do esp.nto mesqui-
ono d pirude, ao pi-so qne Asolvem escndalo-
smenle a iodos aquelles^que sao da tua parculi-
i.iuuim.no W puuu ou0 uoiuj^v OT- -.- -- peegal{8e8 e wngaBas
tabeiece uma medida muilo necessaria, que ",?"",.,,,
lendo a prover de remeato um mal social
existente.

V. Ex. comprehende bem qua quando o
cidado desesperar de obter a d vida repa-
rado que pede ao poder judiciaria, e este
Ibe recusa, queqeanJo se-possuir da'triste
cocviccSo de que a socieda-le n3o qner on
a mea ver, ama das armas pericoss que a
polica i m a' ai dispo-r?ao.
Volarei, pois, pelo pr.'jeelo era 1* dlsoussao,
para ssr-me possivel em 4' ofJerecer uma emenda
substitutiva no sentido em qae me pronunciei.
(CotifrtJMnr se ha.)
tP. DO DIARIO-RA DAS CRZE N. 41.




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