Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:11406


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Full Text

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ANNO XLIU. NUMERO 249.
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SERtA FEIRA 29 DE OUTCBRO DE 1867.
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ABA BirmO E VOBA DA MOTUNCU,
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n^iisiD m 9m4 ntaroe sita ipa^ipaaiavaBs.

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n

ENCARREGADOS DA 3UBSCR1PCA0.
Paratiyba, o Sr. Antonio Alexandrino de Lima;
jatal.o Sr. Aaionio llarquosd* Silrt jAraeaty,
o Sr. A. de Lomo ira*; ear, o Sr. Joaqaim
Jps de Jliveira ; Para, os Srs. Gerardo Antonio
Alves 4 Pilhes; Amawnas, o Sr. Jeronymo da
tos
Bao
Sr
PARTJOa DtiS *TAPCTaS.
Oliodi, Ca*o, Becada estacdes da via frrea al
Agua PfM, todos os dias.
Igaarass e Goyanna as segaodas e sextas feiras.
Santo Aoio, Grarati, Bezerros, Bonito, Caraard,
Altmho, Garantaos, Baique, S. Beato, Bom Coo-
selfeo, Aguas Bellas e Tacaratd, as lercas-feiras.
i Serioaetn, Wo Pormoso, Tatnaodare, oa, Bar Pri"eira Tara do eirel: tercas e sextas ao meto
I iroi, Agua Prett e Plmenteras, as quintas/ da.
eiras. Segunda rara do ciral : nanas e abbadoj a
AUDIBNGIAS DOS TRIBUNA! DA CAPITAL. K? d*i^rd* Jan / i.'Ml
EPHEMERIBES DO MEZ DS OUTUBRO.
Tribunal do commercio : seg indas e quintas
Relago : tercas e sbados as ii) Moras.
Pazenda: qoians as 10 oras,
/alzo do commareio : segundas a:i 11 horas.
a;i 10
Dito de orphos : lorca a sextas
oras.
5 Quarto rese, as 3 h. e 2o n. da t.
13 La chela as tO b. e 3z m. da m.
21 Qaarto miog. tos 17 m. da o.
27 La nota as 10 b. e 11 m. da m.


DAS DA SEMANA.
28 Spcuoda. Ss. Simiio e Judas f hideo app.
9 T^rca. S. Euzbia ., a beata Benveda r.
30 Quarli. S. S^raplo c. b., S. Velorio m.
II Quinta. S. Qmatloo tr S. Lncilla v. m.
1 t>ei(a. Tolos os Saotos.
i Sabbado. Commemoragso dos tieis detantos.
3 Domiogo. S. Ililaqaias ., S. H-rberio a>.
Jfl

PARTE 0FFIGI4L
i ob
morada as prai.s qu as costas donote.ipejtaveis d'aqueile grande centro de popal&cio,
de tnuilos do? nossos borneas pblicos, lem *" '"
resaludo nm grande suto para a poltica

COilHiND DAS AHAS.
ij'4artel general do eommindo das armas de Per-
nanbaee, na cida e di Recite, 28 de oatubi
de 1867.
ORDEM DO DA N. 389.
O brigadeiro comaiaadaota das armas faz pobli
co a* guaroicao para seu condeciraento e conte-
nientes Qos, qoe do dia 26 do correte maodou
addir a seecao da balalbao i voluntarios da pa-
tria em orgaolsa(io sob o corbmaodo do Sr. major
rn comaiissao Hyppollto da Sil, o Sr. te-
nenie do 51* corpo de vulaolarios da patria Jos
Theodomiro da Costa Monteuo, que nesse oesoo
dia resignon o resto da licmca que gosava nesta
proincia para tratar de sua ta le, derendo sej?air
para a rte do oaqaete que se espera do norte.
O i) '-tuo brigadeiro determina que na maoba
do da 2 do citado mazde novembro ta de mostra aos depsitos, companbi de operario;
do arsenal de guerra e seccio de batalnao de
\oloalarios da patria pala ordem segamie : as 6
oras a' eompanhia da operarios; as 6 1|2 ao de-
posito especial de instruccao ; as 7 ao dos prisio-
neros de guerra paraguayos; a- 7 l[i a' seceso
da rerruias.
f Assignado) Joaquim Jos Gonglves
l'onles.
Est conforme. Emiliano Ernesto de
Mello Tamborim, teaente ajudaate de ordens
cacarregado do detallie.
EXTERIOR.
i'OaHESPOfDBICIA 1 DIA-
RIO DJ PtlHlVIlBim
MNB1IA.
12 de orneare de 1867.
.V proouQCtadissima apatbia polilica que
as aiinbas anteriores Iba totio meacioaa-
do, rai succedendo pouco a pouco, a raadi-
legislativas, seoo completa animafao nos
arraiaes amortecidos das parcialidades em
que se divide o partido liberal portuguez
pelo menos profundos sj-mptomas de que a
prxima campantia parlameatir ser aca-
lorada, isto se a situaco actual, (o queja
se comeca a por em davida,) resistir at l
sem alteraces, e o gabinete sem desmem-
bramentos.
Como lbe disse. o duque de Loul, anti-
tigo cliefe do partido popular, e caudilho
provadissimo dos progressistas mais a van-
eados quando voltou, a pouco da Italia,
nanifestou aos seus amigos ntimos o seu
interna. O governo todava gosava das fe-
rias taabem nessa dictadura feliz, engao
d'atma ledo e ceg, qoe a fortuna nio dei-
xi durar muito. Os eos amigos imagi-
oavam qoe o silencio da opoosiv5o se nao
sigoificava applauso absoluto, pelo menos
representava impoteacta para reorganisar-se
e tomar o posta que lbe destgQam as pra-
xes do systema representativo. Ityna oo
ontra voz mais desautoi isada que se ergua
com ttulos mais que duvidosos popu dade e ao bom eonceito do paia, era, para
os ulicos do poder, novo triumpbo,e mais
decisivo documento anda. d que a op josi-
c5o, em sua decrepitude e descrdito, ape-
nas podia fazer-se representar por seme-
jantes Dulcamaras.
Ja mesmo alguos bomens de boa f leaes
tradices do partid) histrico, priocipiavam
a descooQar da possibilidade de coostituir-
se novamente urna parcialidade res^eitavel,
nao s pelo numero, mas sobre ludo pela
nnidade de pensameoto e adbes3 indispon-
savel.
Com quanto no governo baja realmente
recoabecida actividade, os motivos de cen-
sura nao faltam. Nao a impaciencia de
pretender reorganisar simultneamente quasi
todos os ramos do servico que salva, pe-
rante a opinio publica, um ministerio, cojo
prioaeiro empenbo devera ter sido o de
abster-se de gastos perdularios, procurando
primeiro que ludo, a solacSo do mais vital
de todos os problemas de administrado.
Effectivamente, o celebre pacto poltico
conbecido pelo nome de fuo, acba-se roto
de todo. O apoio que o du jue de Loal
dava ao gabinete faltoo-lhe e retirando-se
elle, muilosdos seus amigos que o naviam
acompanhado naquella allianca ephemera,
se retiraram com elle. E' assim que se
Depais de crer qoe seja celebrada urna gran-
de reunio publica presidida pelo duque de Lool.
A lista dos oomes que S. Exc. indicar para compo-
rera a grande commisso central, sera aceita pela
assembi i, depois do que, se organisarao commU-
soas filiaes por todo o paiz.
E' o qoe sei, e consta-me lapbem que o gabine-
te estremece, par que se tem gasto muito, e quando
nao fussern oatros os pretextos para hostilisa-lo, na-
da ha lio delatario para qaaliiuer situado poltica,
como a accao do teonpo, a oJuiostdia imporuncja
dos amigos, e essa accamalacio da poqueoos ',e
grandes escndalos que vio aagmoataprlo Ae da
para dia o deseootentameato popular, etabora os
programmas s.'jam pomposos, e as proatesaat ex-
pleodidas.
No da 10 d'este mez, hoave coowilho. de minis-
tros em casa do Sr. Joaquim Aitoaio de Aguiar.
Diz-se qoe o assnmpto principal toi a attitude hos-
til qoe n'estes unimos das lea tomado o duque
de Lool.
Tambero se diz qae o Sr. Lobo da Avila o aquel-
les que tam militado juato d'elle, seo (atem parte
do gropo qae esta' ser viudo de nuclao a reorgaoi-
sar^ao do velho partido popular. E-te aOastameoto
aecusa certas antipatbias politicas de parte a par .
Poi commotada por accordao do supremo con-
selho de justi;a militar a pena de morte a que, em
primeira instancia lora coodeaoado o soldado de
Infamara n. 18, Manoel Barreira, em 4 annos de
trabalh js pblicos n'uma fortaleza da frica occi-
dental.
Este infeliz tinha espancado em Tmcos o seu
sargento, por que este loe cbamra ladrao por so
queixar orna molber que o din soldado Iha nao 'i-
ntia pago um viotem de uvas, que alias elle alr-
mava lar a' pago.
A primeira seotenca sobresultoa a imprensa e
com razio, pois, com quanto a pena de morte fosse
abolida tao smente para os crimes clvls, claro
qoe sendo exauctorado o soldado, fleava paisano, e
a nm paisano nao se pode ja' em Portugal appllcar
a peaa ultima.
O accordo faz honra ao tribnaal. Os conside-
rando sao mono bam pensados. A sentenca con
tentn a toda agente, qae receiava qae novamente
em Portugal, depois de tantos aonos em qoe a abo
qSo da pena de morle era nm facto consamaado,
antes que a le o consigoasse de dlreito, se dsse
o atrocissimo espectculo de ora fuiilamento.
Polgou a justiea e a bamaoldade tambem.
No Otario de S de.-te mez, l-se a portara ex-
pedida pelo ministerio das obras publicas, eoovi-
E aoetar de ser a eompanhia de saeste qaanto j tivesse n'ontra qaalidade recebi-
r de falla de cumprimento do contracto de do convite da commisso.
44 de oulubro de 1865 e portaoto causa de Honra me sampra de declarar em publico, e on-
ama grande parte dos transarnos financi- e\r;s^8^mr;lefa%r?a^cr *U*
ros 00 anno passadj, e anda a mesma em-: p0 esliaado um lagar especial para a commls-
preza quem letn embarazado no mercado de sao auxiliar compo.-ta aoicameoie de seoboris o
Londres a realisa.3) do ompresiimo de que
carecemos, para amortisirmos a nossa divi-
da fluctaante.
Cumpra b governo a lai, e n3o se Ihe im-
porte convanteabas e protestos sem funda-
mento. |0W
O aoxtfio que o thesouro deve a estas
emprezas, tem limites, que nunca podem ser menta, nata deswberto qna a pobre cuita, onde
exaggorados. I Maooel de Paria e oaza diz que fallecer Luiz de
Nao appareceo como se esperava, um fa^f0^a0SnQVSaea J,8''^-. iM ,etn iC"
UniCO COOCOrreute Hctac30 para 0 CaminhO Hl lampos o Sr. Suva Tatito iraloa este assumo-
de sueste.
presidida pela seobora duqueza de Palmella
Os joraaes de Lisb*, Porto, Braga, Coimbra e
Evora, os presidentas de tolas as associaeoes da
capital, a c. mmissia creada em 1853 para iadagar
onde exisliam os osso3 de Camdas, as alias sum-
midades Iliterarias e os emprezarios dos thaatros
da capital para os dutrlbutrem pelos aclat^s, fo-
ram remettidos btlbeles da convite.
u Incaoiaval bibltophtlo o Sr. visconde de Jare
cams, Levy Mana Jordao, marquez de Sa-
bugosa, Mithias ie Carvalbo, Mello e Car-
valhoe ramtos outros membros dos mais
conspicuos da cmara alta, alm de grande
numero de depulados.
Romperam-se, creio, as hostilidades. Um
jornal poltico, cojos redactores ainda se nao
todigitam, mas que se sabe serem da velha
guarda do partido histrico, vai apparecer
brevemente. Parece que o editor respon-
desagrado" peosysteina'de'go7ernoque este savel ser o jan AJfaro^^redw^farU^,
ministerio tem seguido, sobre tudo nos ul-
affirma estarem, de todo desligados tambei^J j fi^SJ^mrt'Sli JSfSili !Tw
de seus compromissos com a siiuagao, os
Srs. Mendes Leal, bispo de Vizeu, Braan
timos tempos.
O modo porque foi Iludido o alvlre que
o nobre duque propagara na cmara alia,
que foi o de ser nomeada pelo governo no
iutervallo das sessoes legislativas urna gran-
de commissSo exira-parlamentar que estu-
dasse a nossa questo de fazenda, e houves-
so de formular propostas q-ae servissem de
th/mt aos corpas colle^islalorcs e sojpro-
p.io governo para a adopcaa di urna serie
le medidas enrgicas em ordem a melhorar
a deploravel situacSo financeira com que
lutaopaz,ailluso daquelle alvitre por
parle do gabinete, com as n imeicbes que
fez e pelo carcter que deu commis-o que
ebegu a nomear, augmentou como ia di-
zendo o descosi do iliustre estajista.
Disto transpiraram rumores que a im-
prensa governamental tentava abafar ou des-
oflicial do ministerio dos negocios estran-
geiros e pessoa muit > afleicoada ao duque
de Loul. O gremio industrial, composto
de operarios e artistas, onde, todava, in-
Quem pessoas das mais autorisadas por sua
posicjio poltica, manlou no dia 6 da cor-
rente par urna deputago de indusiraes e
operarios, urna uaensagem ao duque. Era
a commisso de 20 pessoas, presidida pelo
Sr. Antonio Nunes, fabricante da carrua-
gen, relator o Sr. Jos Mara Chaves, ser-
ralueira ; e secretario o Sr. Baptista da
Silva, marcineiro.
Na mensagem expe-se o estad >
moso a que a administraco do governo tem
levado o paiz, e pedia-se ao duque que as-
sumisse o seu lugar de chefe do grande
partido popular. Que se Ihe nao indicavam
correspondente, qae deve fazer os concorreotes
licitaco, oa basta publica, em qae eslava para
andar a adjudicacao das liabas do:; camlebos de
ferro do sul e soesti de Portugal, segundo as ba-
ses do contracta de ti de oatotro da 1865
No Jornal io Commercio de 5 l se a segaiote de-
claracaj :
t O abaixo asslgnado, como procarador e davi-
damente autoruado pela commisso dos possaido-
res dos bonds do caminho de ferro do sueste de
Portugal, vai apresentar am profe'sto lo forrnode
sua mai-estade Qlellssim contra toda e qaalqaer
venda oo iraasaccao qua possa, por qualqoer for-
ma, prejudicar os direitos dos sen? caostituintes.
Puoiica-ie este aonuocio para contieeimeato de to-
dos os inieressado* e do publico emgera!. Lisboa
4 de outubro de 1867.C. A. Payante.
Os commeonnos da imprensa a este protasto nao
lbe sao favor.ivei.<. Pjis a eompanhia eoteoda que
pode e deve faltar a todas as conduces dos contra-
tos, e quanlo o governo, apiz longaoimidada indes-
culpavel, usa do direito que Ihe assiste e da obri-
gago que tem da zelar os inleress^s do paiz, fa-
zendo applica" as disposicoes dos mesmo cootra-
tos na sua parte pooal, claraam que os dafraularol
O primeiro de fraudado, coBtiouam os commen-
tadores desapaixooados d'aqueile protesto, foi o paiz
que pagou grossos subsidios em dioheiro, na isea
gao da direitos e na coucessao da privilegios para
ter nm camioho da Ierro, e afi jal fteoo perdenlo
tal >. .
Q io mii< quena a eompanhia do caminbo de
asti- f rro de snestp, de que o contrato do 14 de outubro,
'que, aparar de saas concessoas, nj paule cuaa-
prir ?
Qae mais quera aq.ieila empreza do que a ga-
ranta de um renlimento que nuaca ho fie ter os
camiohos de ferro em Portugal, so exceptuarmos
os que se fleerem no Miobo, onde ha grande mo
alvitres.
Ouie quer qae o chefe con-iaztsse os bomens do vimento de p^palacao, e esta sa acba to agglome-
u partido, ali o seguiran), por que o voto de con- rada, como nos paizes mais populosos da Europa ?
mentir, mas que se denuctava pea ausenoia fia efa p|eno e iocon(jicunai. qU6 0 daqoe, oa
de reunios daquella grande commisso.
Sendo delli presidenta o proprio duque,
claro que se bouvesse de oceupar-se inces-
santeujenle de trabaihos, sem duvida o faria
por iniciativa de S. Exc.
D.i prolongado esto que temos tido, da
prerigrinacSo de muitas das nossas notabi-
lidades politicas por Franca e outros paizes,
principalmente este anno por causa da ex-
psita.! internacional, da ausencia rnais de-
sua qualidade de ch le, sabia o que lioha a fazer.
Cada um no seo pnsto de honra, coohtcu o de ve-
res que Iho impuoba a sua laaldade e convicoes.
U -luque receoeu muito b-m a com mi sao ( coja
raea3agam tiuha lido aotes de lbe ser solemnemen-
te apreseclada pela deput?o) e prornetteu qoe
tomara a peito, quanto om si conbesse, o corres-
pooder aquello banroso teslemuobo do confiauga
popular.
O manifest nao fui anda publicado pela im-
prensa, mas coo>la me que fOra enviado p?ra o
Porto, allm de ser corrob.rado por adhesoes ras.
FOIHETII
A FADA DO CLUB.
Onde quer que a moia, essa rainha das
sociedades edegantes. estabelece seu domi-
nio, aro nao se ver segoir-lhe os passos
a sua dama de honoro luxo, esse cancro
da a'gibeira que to bem sabe desenvolver a
va dade.
Pois o governo portuguez modifica o pri-
mitivo contracto por forma to vantajosa
para a eompanhia e a empreza ainda ousa
queixar se?
Nao leve fundos para completar o cami-
nho e para restituir as subveoces j pagas.
De quem a culpa ?
Cootinuam anda por este theor as objur-
gatarias, creio que muito justas, e prose-
guem :
Diz-se que o governo achou meio de tran-
sigir com a eompanhia do caminho de ferro
de sueste.
Espera-se que al 15 de dezembro esto-
jara terminados os estudos da linba frrea
do Porto a Braga.
O ministro da gBerra, o Sr. Fontes, en-
carregou o Sr. Joa iuim da Costa Cascaes de
continuar os trabadlos para a construeco
do monumento do Bussaco, encelada em
1862 por ordem do marquez de Si da Bm-
deira, eoto ministro da mesma repartco.
Um artigo do Sr. Ciscae, na Revista Mi-
litar que deu a saber ao Sr. Fontes aquel-
lo respt-ito,
Est oo prelo a -.loria do Mrquez
de Pombal. pelo Sr. Simio Jos da Luz.
De tolos os assumptos porm o que
mais occopou a attenco publica nesta quin-
zena, e por ceno o que mais duradoiras
recordaces deixar posteridade, foi a
inaugurarlo solemne, no da 9, do mupu-
meuto erigido a Lniz de Cames. E' sabido
quanto os partuguezes residentes nesse im-
perio, e mudos cdados brasileiros auxilta-
ram a relisaco desia obra, que symbolisa
o pagamento de tima divida nacional.
(M dm>s em nosso numero de 8 a des-
cripeo. Reservamo-nos para nos se^uintes
darmos as diversas pe{a> puh'icadas por
essa occasiSo).
O Sr. Jos Pedro Collares director geren;e
da eompanhia Perseveranca em cujas ofeioas
foi fundida a estatua de Caadae, fot agrada-
do com a commenda de Cbrista; o Sr. Vc-
tor Bi*VM? o esatuano do monumeoto,
com o gri de offi ;ial de Saot'Iago, e alguas
operarios fundidores e cinzeladores, com o
grao de cavalleiros de Cbristo.
A comuiisso central do monumento ao
grande poeta, dirigi, pela imprnsa, una
circular a todss as pessoas e corporages,
que por qualquer moda concorrerara para
se cffectuar a ili de erigir um moaumin-
lo a Luiz de Cambes.
Nesta circular agradece-se a solicita coo-
perado dessas pessoas nos termos mais ex-
dressivos de patrioiico reconhecim.mto.
Na devo om'utir que a commisso do
monumento a Cames enviou ao Sr. Antonia
da Costa Carvalbo 25 bilhetes deadmisso
oo recinto da praga de Cames alim de os
deslribuir por alguns dos s ibscriflores do
monumento que residtarn no Brasil e agora
estao em Lisb3.
A commisso mandou offi:ios especaes
aos Srs. conde de Paraty e de Tnomar e
visconde de Condeixa, convidando-us a re-
preseotarem tanto os subscritores brasilei-
ros como os portuguezes, residentes no im-
perio do Brasil.
Pela imprensa foi dirigido un convite
especial da commisso aos correspondentes
dos jornaes brasileiros, para mandarcm pre-
parar os seus blneies de admisso grao-
de festa nacional.
Cumpre-me agradecer neste lugar a deli-
cada attenco da commisso cenital. Effec-
tivameute reclamei o meu bilbete, com a
declarac/o de que representava o Dtario de
Pernambuco naquella solamnidade, com-
i com tolos os pormenores no Archivo Pittoresco
a vista dos iilulos que possu o actual proprietario
da casa o Sr. Maooel Jos Correa, qae 4tm de
1532 e entre ellos ba am da 1591, oaze aanos de-
pois da morte do poeta, qua tam as coafrootacSas
da ca8a,c coadizeiD cam a humilladle pobreza
a que ailude Paria e Soaza.
Un auto de passa, por occasio da venda da
mesma proprledade, datado de 1602vda-lbe a mes-
ma rea que boje tem, e pelos ttulos de 1823 vi-
se qae se Ihe augmealoa am aalar e agaas-furta-
PRIJAMAR DE HOJE.
1 Primeira as 3 horas e 41 m. da tarda.
[sagunda as 4 horas a 6 mnalo da manbia.
PARTIDA DOS VAPORES COsTEIROS.
Par o sal at Alaicoaa a 14 30; para o rwrta. .
at a Granja a 1S a 30 de cada nwx; para >r-
nando nos das la dos mexas janairo, marso, aft
]ulho, setembro a novembro.
*--------------------------------------~
' chegando o poro a largar fogo a casa da cmara.
Parece gas os tumultos foram promovidos por om
padre qae pregou contra a nova divisio adminis-
trativa.
Terminou em Lisboa o alistamento da polica ci-
vil. O uessoal coasta de 12 ebefes, 3 cabos de sec-
cao e 214 guardas de polica civil. Falla atada o
despacho do tres commissarios dos barros orien-
tal (Alfaroa) ceotr-l (Roclo) e occidental (Alean,
tara.)
A soeledade bespanhola de credita commer-
merclal resolven estabelecer em Portugal ama
soccorsal com ahondantes capitaes propnos, des-
tinada a atblaxar a grandes necessldades prove-
nientes das qoanlias consiaeraveis qna ba aqu em-
pregada en funda- bespanbe*.
A soccorsal ncarraga-sa de comprar landos p-
blicos bespaabes e de pagar em Lisboa os seas
juros.
E' esta a sooiedade de crdito commerchl em
cujas acedes a Tutelar quer converler os fundos
das seas associados, contra o que lem protestado
09 subscriptores porloguezes.
Prognde com a maior actividade as obras da
reedi Acacio do asylo de Mara Pa em Xabregas.
No asylo provisorio estn recolhidos 206 pobres,
e 13 raparigas e 15 rapaze. O io do conse-
Iheiro.
Chegoa a Lisboa o conde de Bionelos. mi-
olstro plaalpotenciario do governo de H-spaoha.
Este diploraita tlnha ido viajar, e regressa ao seo
posto.
Vai regressar para Madrid o conde de Avila,
nm sobrado.
Em 1862 publicoo se no Archioo Pilloresco a
gravura da casa com artigo do Sr. Tullio, pediodo
que se Ibepozesse urna lapide commemarativa. O
Sr. Severo de Carvaloo, vareador da cmara mu
nicipal de Lisboa, f-z urna proposta a cmara oes-
te sentido, mas nao Uve seguimento Anaal, o
propnetarlo resolveu sa a maoda-la aisentar a sat
casta oo da da ioaugaraco. Canela de urna lami-
na da inarm ira com moldura de farro, laudo a se-
guiote inscripcao :
NESTA CASA
SEGU.ND i A THADICCAO
DOCUMENTAL,
KALLBCEU KM 10 DE JUNHO
DE 1580
LUIZ DE CASlOES.
O ACTUAL PRip8IETAniO
das quanlo no lampo de Citadas s linna hojas e. mlnjjlr p|enipoaoclrlu de Portogal n'aqoella
M.VNiJKI. I SE CORREA
IANU0U POR ESTA LAPIDE EM
1867.
corte.
A alfanlega de Lisboa, esta'ia de posse do
edificio onde esteva por multos annos o ministerio
do reino, no Terrero do Pa$o.
A assembla geral da eompanhia de minera-
cio transtagaua approvoa o projecto dos novos es-
tatutos, modificando apeoas a forma das futuras
omiss3es.
Presidio o conde das Atcacores.
Os joraaes de hoja dao ama noticia, qoe a realt-
sar-se, gravas embarazas devem cansar a esse paiz
que tantos elementos de accaa e verdadeiro patrio-
tismo tem envidado na guerra externa. Oxala qoe
nao seja exacta I
Um despacho de Londres, da 7 de ootubro diz o
seguate (resva a noticia):
t O nlnmo correio do Bras 1, troaxe au grave
noticia. D^us das antes da sabida do vapor Sena
lioham-se revolucionado seis mil escravos, e acoa-
vam se armados a algumas milhas ao sal do Rio
Foi esplealidj o baila campestre que el-rei deu de Jaoeiro.
essa Done ns jarJios do paco de Betm. Tiobam se enviado a toda a pressa su soiaa-
Os convites foram modo limitados, roas la' se dos, 2i0 por mar e 140 por ierra, mas du
acbavam, por distinceio especial do soberano, la-
dos os membros da commisso central do mona-
melo de Candes.
A noite estave om tanto fra, mas a aoimaco
do sara duron at romper o dia.
Parece que Ba dia do aonivarsario natalicio de
S. M. a raioh i (16 do correot) llavera* nos j ird os
do pago de Beln outro baile campestre, pira o
qual sera' couvidada tada a corte.
Parece que os celabradas despachos para a
secretaria dos aegoiios eslraogeiros se lirotam aos
Srs. uarte Gunvo Nagaeira Saares e coaselhei
que estas eseassas (oreas baslassem para conter os
insurgentes.
c Receiava-se qae a osurreicao progredisse e a
inqnletaco era geral. >
C)rreu lamoem era Lisboa, no dia 8 a noite que
por va do New Yotk e Londres, se tioha recebido
aqui om t-legramraa noticiando que a e quadra
brasileira ancorada em frente de Curapaiiy, l.ntia
sido completamente anolquilada pelos (oiits para-
guayos.
Se' se screditasse na noticia caosarii aqu pro-
funda senuMii; ma nao esta a primeira vez
que o naveileiros se divertem a espainar boatos

ro Oaotis para ctiefe do gibinete
A direcca i do banco d.; Portugal, rigio ao desta ordem.
governo um i represeotacao mosfaulo a uecessi-; Eotretiuto, nao ha aqoi em Portugal qoe.n se
dade da se ad.miaren algunas -previdencias para nao loteresse pela fortuna das armas brasileira e
oxala que tal baato seja mera invenan.
Os oroses tem reproluzidj um arfgo qoe o br.
Jos Silvestre ltibeiro publicou ba das no Jornaf
\do Commercio com o seguale titu'.
universal de
O imperio do Brasil na exposirao
i 1867 ro Paiis.
r < Depois do paiz onde nasci, tao querido do mea
I coracio, o Brasil aquelie a quem dedico mais
obstar a replelo dacri-o naanetirla qao anda ha
pouco -MI i i o commercio.
Tom estada ult.mamiote em L'sb1, o Rvd.
bispo do Ra Grande do Sul.
E Isltras secretas pelo talrgrapbo para a Italia.
Chegou a Sintarera um padre_ francez para
all establecer um cjllogio de raissoo?.
Oa co:leiaes devum chegar ao prximo pjqaete eotranhaveis aflectas, du o musir estripio u*
fraocez, a vio a Si otaren) estodar no seminario' interessante uuticiado folheta que se publicoo cora
portuu.'7. theiloia. o sea Om irem misionar! aquello titulo. .M~.
oa frica poflu^oeza l Nem outra cousa podena acoatee r prosesne,
O jornal donde Orel esta noticia, peda ao gover-! pois que os lacos maisestreilos pr=n1em os aou
no poriug.iez que abra os olaos. povos, como seudo irmaos OS habitadles d. uma e
"F-i publicado um decreto tornando extensiva u'ootra ierra. nI.r=.
as prov.ocias ultramarinas a lei da impreasa em Assim o que lisoogeiro, o que c at w re
vigor no reino. se P*ra o Brasil, como que me l.songm e lotare,.
O resultado das eleicSes para depulados s | sa, vindo reproduzir na mmba alma o mais pra.en
corles na ludia porlugue a", causou admraijao. Se
eerta a nofcia, o Sr. Frauoisco Loiz Gomas per
d-nda a eleico pjrSalsete, ganbou a oo crimlo de
que era dapuiadu o Sr. Antonio Augusto Taixeira
d; Vascaocellos.
Nieleicao muaicpal pauco se trabalha em
Lisboa.
Diz um joma! da ilha da S. Miguel que a casa
Alfred Samiug&C. de Landres, rasolvau e-taba
teiro eco. -
luteiramenta da acord com o respeitavel publi-
cista, resisto comtado a destqa de iraowrever no
corpo da correspondencia todo o seu artigo, por-
qna looga, ma remeltaln'o, na certeza de que
estunarao dar-lhe a putllcidade qoe merece pelo
as*nmpto e pela signifjcacao do ama que o as-
sigoa.
Na demais, eis aqoi os meas votos para com
Os espiritos timoratos affligem-se sim-
ples idea de serem hostis s damas, pre-
gando o ostracismo do luxo ; os espiritos
fortes porm ergoem as frontes cima do
vulgo, c um sorriso de escarneo, juntam
urna gargalhada de dasprezo para quem est
sompre disposlo olha-los de mo modo.
Na Franca a cohorte dos timoratos levou
de rojo a insignificante parcella de espiritos
fortes que all pregava a queda do laxo.
N5o admira, porem. Se ha sociedade
onde a moda impera 6 na franceza, e o luxo
perdera sua qudidada principal se fosse
banido dos ssdes da bella Paris.
Cada ierra tem seu uso, reza um anligo
t'.ado cheio de sensatez; e assim .
O que para a Franca urna necessdaie
para nos nao aprsenla o mesmo interesse.
A simpheidade nao se coadana com o luxo ;
sao duas ideas que quasi se repeliera., sao
pollos do mesma nome do imn social.'
A simplicidade de npssos usos e costumes
tam sua razao de ser na simplicidade de
liossa vida pfrtK do berro.
Moyss na sest em que foi posto fi
aguas do Nillo achou o emblema da simpli-
cidade da sua vida.
Tudo no mundo relativo; eis umi tra-
duco do ditado de que cima fallamos.
A simplicidade do trajar de nossas adora-
reis patricias est em harmona com seas
risonhos semblantes e com a simplicidade
de seui ingenuos coraces.
Nao nos criminis por qaeimarmos um
tomo de incens no altar de nossas formo-
sas virgens.
Bem que seja possivel tirar da finito o
infinito, nunca ser licito nuvem dos va-
pores do nosso tomo de incens servir de
anteparo aos ratos luminosos dos ses do
folbetim.
Nao temos pretencss Iliteratos, e nem
nunca dos bicos de nossa penna sabio cousa
que tivesse visos de folhe.im ; 6 moda po-
rm escreve-tos; nos curvamo-nossubmissos
aos seus caprichos, ficando sempre bracos
com a simplicidade.
Depois que nos arraiaes da m cidade es-
peranzosa a mo do de-tina implantou o
estn larte negro do pessimismo, trnou-se
dilficil o perdo para a ousadu dos pe-
queos.
E' tempo porm que vos outros, qae
sois grandes e fortes, nos ajudeis a levarmos
riossa cruz ao Calvario.
Continaai o vosso va altaneiro, mas nao
deslendais muito as azas, afn de que pos-
samos tambem ver om peiacinho de co.
Subi tanto quanto quizerdes e puderdes,
porm tomai cuidado : se cahirdos, nao es-
magneis com o vosso peado corpo nos,
^O^sKlKola'lprs'eoloa no miniara das cas""p*r oVer'dadero progresso social; raelbora-
mento das communieaOiS terrestres e
obras publicas, em neme de alguos capiuli.us iu-
g.ezes, urna oropiSta paraooslabelecimaato de um
teiegrapho elctrico subminno, entre a costado
iaglaterra e as ilbis dos Acores.
Ni ilha do Corvo, (Acores) hoave em Bos de
setembro serios maullos'por causa dos impostos,
no planeta que testemuoha de vossa gran-
deza.
*
No crneo do homem arde uma infloidade
de luzes cujo conjuncto forma a intelli-
gencia.
No sorriso da virgem, quem consagra-
mos a melbor parte dos affectos de nossa
alma, ha sempre uma infloidade de segre-
dos que s nos comprehendemos.
Eis o infinito tirado do Cnio.
A razao pode tudo; nos dominios da pra-
tica purm paraioxal esta proposico.
Um sorriso de virgem a peira angular
de-todos os castellos que forma uma ima-
ginac > ardente ; a primeira parase que
balbuca o. homem quando de3ponta em seu
coraco a aurora do amar.
Um sorriso de virgem l
O qae vai de d:e e de amargo, coojuac-
tamente, neslas quatro palavras I
Mais de um ser pensante tem tocado a
meta da felicidadepor caasa de nm sorriso
de virgem.
Mais de um crneo inteligente tem sido
mergulhado as trevas e nos horrores da
loucura por cjrasa de um sorriso de tir-
gem. 1
Eis-nos outra vez de envolta com o fiaito
e o infinito.
Loucura l ___
Quem foi o autor d'esse grande alejo da
humanidade ?
Das Trevas s Daus poude tirar a luz ; a
intelligenea divaga o perde-se em conjec-
turas; e o mundo assombra-se com a enor-
midade do peso d'esta palav ra
pobres vermes que s andamos de natos' E' possivel tirar do nho o infinito, po-
rm penetrar os mysierios d'e3te impossi-
vel: a razao abrac-o quasi como dogma
de f. ...
Vollemos porm ao sorriso ; nao a esses
que nada dizem, que nada exprimem ; mas
ao sorriso que abre as portas do coraco ao
amor, ao sorriso que reflecte-se no brtlbao-
te espelho do co.
Foi um d'esses sorrisos que nos derra-
mou n'alma o balsamo mais mi tve de que
ella tem experimeutado os eBeitos, foi um
d'esses sorrisos que nos illuminou as trevas
que envolviam nosso dbil espirito, e que o
fartaleceu na crenca da divindade.
Elle brtocava nos rubros labias de um
aojo, todo amor, todo innocencia e candura.
Nao vos diremos seu nome, nao; tambem
nao o retractaremos, nao podemos : os pin-
ces do mo pintor nunca sabem exprimir
arealjdade, estragam a tlla, cobrindo-a
de cores sem nexo e sem harmona; e a
idea fica sempre sem representaco.
Dir-vos-he todava que, um rosto an-
glico, elle rene nm corpinho de fada, cuja
cintura fcilmente se contm no circulo
que podem formar as raaos de qualqoer
moca ; que a sua fronte Iluminada po;
um rao de luz do O.nnipoteole; e que
seus olhos ora tem o brtlho das mais bellas
estrellas que adornam a abobada soa que
vivemos, ora a suave languidez que a alma
opiles derrama quando vagaeia pelos pra-
mos infinitas do amor.
T.....,, a-nos escapan lo sen potico nome,
a mais suave emanaco que do co tem
descido trra as azas doiradas dos raas
do sol; a encarnaco da poesii.
Era 'seu pcito s se abriga o que santo,
-
o que bom, e nunca por seus labios passou
uma palavra que transpirasse odio.
Quem desse anjo se approxima sente-se
atlrabido pela ventura; onde quer que elle
esteja reina a felicidaie, e sua auzencia o
maior castigo que se podo infringir socie-
dade que espera anciosa achar um momento
de gozo eatregando-se aos prazeres da
dansa.
Nos bailes onde se aprsenla I.,..., e
Qoviaes
ritrammeuto cariohoso "e providentemente sohitila
de emigranics; extineco cabal da escrafi tao. tt
exultaba sotuudo, et foreitbit quasi hlvvm.
E' digna de lr-se, porque repreeuta o tes-
temunho insuspeito de om eslraogairo iliustre pa-
sou tranquilla por nossas faces qaeimmdo-
as com o sea calor: o coraco chora va a
auzencia do sorrisa qae devia enche-lo de
felicidade !
Foi uma noite de angustias para o nosso
infeliz coraco, que nao se pode habituar a
idea de passar tres dias sem receber um
raio do celeste olhar de I......, sem gozar
da aureola de felicidade que o circunda
quando v brincar nos labios da sua esco-
ella a raintia ; ns bailes que ella na honra ihida esse sorriso divino que a torna quasi
cam sua encantadora presera n3a lm ra t
nba : sao corpos sem cabeca.
Foi o que succedeu na ultima reunio do
Club Pernambucano.
Em balde esperou a sociedade ali reuni-
da, 27, a sua rainha: o corpo ficou qoasi
inerte, faltava-lhe a cabeca, onde reside a
melbor parte da alma.
Dansou-se ; parra com frieza.
Sugeitai um corpa sem cablea a aeco
galvnica de uma batera elctrica, e ve-lo-
neis mover-se: mysterios da creaco.
O carpa dansante do Club moveuse;
servio-lhe de forc motora, prodazio a aeco
galvnica, que o arrancou da inercia, a es-
peranca,sim a esperanca que nunca aban-
dona o homem, a esperanca o que dizia ao
coraco de todos que l......viria.
E as horas escoaram-se longas e monoto-
aas pela ampulhela do lempo at que soou
ama hora; e a esperanca adormecen no
fundo dos caraches: I...... nao foi reu-
n3o.
A aceo gavalnca findfa, o corpo cabio
em seo estado de inercia.
A dr op.Timio-nos o p;ito. e orna lagn-
mi subio-nos do corceo aos olhos e des-
Houve concorrencia de mocas reuniio,
e alguns rostinhos bonitos se mostrarara nos
sales do Club.
Houve tambera mu'ita simplicidade.
Felizmente nao vivemos na Franca; esta-
mos no Brasil, e nossas patricias primam
pela simplicidade,qae forma o seu apanagio,
e pelas bellezas da alma, que formara sua
apologa.
Nada mais devemos desejar.
Se ousamos sabir de nossa esphera, ja de
aote-mo pedimos perdo aos grandes.
No banquete da vida deve haver sempre
um lugar reservado para um maftyr da ro-
me de conhecimentos.
Peletan disse:
Le monde marche!
Nos qneremos caminhar com elle, embora
oa retaguarda: "o lugar de honra dos
Plenos. ,rt m^
Sa ninguem nos quizer perdoar, ao me-
nos temos certeza de que nos perdoara^ a
Fada do Club, em cujo seio nao sa abriga
o odio.

I
M
i mftii 1


>TO8i m ogairrjo aa es imm katis
iiibra de 1867.


ra eom m
la que dmgio
criptor bespa
de doos metes i
hornera peng
cendo a oplnl
""-------------J IsFJWWg MMJLUUM J UMlfJU ]IBM------------------------------------------
s da nos intentara, M Noj fias no* tos, par sabidas de taanhi a, capillo do porto, A' ordem do da Bja-
. t. #tCaslilbo, aijaelWea. qae acabis por aLjama-visite, nao de ie>i)|'Ml"frMq%fcWr%lrV da S Ira ) Marta
ogorerno deteve por mais, remonta : vestido de velludo inglez (ras) sacaras-la, *** tiasgai* e Antonia,
loe safios de gserra, esoIsa eomprido, oto corto, e nao inte ira me
ador, e qoe afloal, obedd-1 ciato. Paletot dlreifo rta mesma Taienfla, e da'i
do i
estrave
i, leve de* por em Irbeftfide,
depois de anta polmica e de lio speras r eelama-
coes do oBesevdo. !L. m _jfl
Trata-se pois de orna engracada epfcte de D.
Roqoe Barra ao mavtoso cantor fa rrimmw*.
Remetto-lb'a para qoe a roandeaanserejver, ee
acharen), como eo, qoe da' praxer-enodetse fal-
lara a lingua de CamOes, ouvtr o lonvor de estra-
nbos, a qoem tanto tem bonrado as noasas lat-
irs, patrimonio coamom dos toa* pataex co-ir-
roaos.
L.
PERNAMBUCO
REVISTA DIARIA
Ante-bontem os artistas apatelros festeja-
ran) no convenio do Cato, seos padroelroa S. S-
Crispim e Cnrispwiaso, a respelto de coias virtu-
des e roartynos diseorreo ao Evaogelho o Sr.
moosenbor Pinto de Campes n'um bellisslmo paoe-
gyrico, qne preodeo e peoboroo a attencao do ao
ditorlo Os tantos marrares eram Romanos de il-
lustre llnhgem, e em sua patria podiam cbegar
aos prlmoiroa logares e occnpar os mais eroioen-
tes cargos; dominados, porm, por ora f ro-
busta, foram esiabeltcer-se em ama cidade daa
Gallias. oode trabalbavam a' noite como sapatelros
para poderem alimentarse e aos outros pobres, e
durante o du pregavam a religlo do Calvarlo
com grande provento de seas discpulos. Foi este
o assumpto da orseao do Sr. mensenbor Campos,
que em aea desenvolvimeoto bouve-se como meslre
qne .
Teve logar os sabbado ultimo a partida do
Ciob do R-rife, que. nos afflrma pessoa que la es-
teve, nada deixuo a desejar a's presea qoe n'ella
tomaram parle. Houve grande concurrencia e o
servigo esteve hom.
E' lio balda de divertimentos esta nossa cidade,
que despjsm -s qoe cresos o numero desses no-
cieos de prazeres innocentes, onde a nossa popu-
laco po-sa ir bascar momentos qne soavisem
suas idigas
O Club P.-ruambucano fez igualmente no do-
mingo sua ultima reuma i familiar do carrete
anuo. E* pena que fiquem os socios diquella tao
til assoclacao privavados por algum lempo de lo
agradavel passatempo.
A reonio ultima estere multo regular e foi p-
timamente servida-
Honiem Qzeram acto na Facnldade de Di-
reito :
Primeiro aono.
J j. Mara de Araujo, pleuamente.
Arislide* Cesar de Almei la, dem.
Jacintbo Febrooin Esmeraido, Idein.
Joo Gualberio Henrique Pereira, simplesmente.
Maooel Caruozo Vieirade Mello, plenamente.
Alfredo Ernesto Vaz de Oliveira, dem. *
Segundo anno.
Aureliano Antonio Ribeiro e Silva, simplesmente.
Timotbeo Epiphamo Frrrelra Lima, plenamente.
Candido Vit-ira Chaves, simplesmente.
Antonio Sabiuo do Monte, plenamente.
Flix Ririeiro de Carvalbo Juoior, simplesmente.
Aquilino Gjmes Porto, idem.
Terceiro anno.
Carlos Aogusto Vaz de Oiiveira, plenamente.
Miguel Lucio de Albuquerqne Mello Filbo, idem.
Samuel Goncalves Ayre-, idem.
Manoel Gora-s Vlegas Juoior, Idem.
Candido Jos de Motira Juoior, Idem.
Q art-j aono.
Pedro de Athayde Looo Hoscoso, plenamente.
Ricardo J.>s Te.txeira Filbo, Idem.
Terencio J s Chavante?, idem.
Antonio Paulino Cav>.lcnte de Albuqaerque, idem.
Antonio Augusto de Araujo Lata, idem.
Q ii'l.l 3DO0.
Pedro de Araujo BHiro, plenamente.
Duarte E-ievo de Oliveira, dem.
O professor publico da villa de Pesqueira,
Valeriano Bezerra Cavalcante de Albuqu?rque, of-
fereceu o por cenlo de seus vencimeolos para as
despezas da guerra, a contar do Io da novembro
prximo.
Pedem-nos a seguinte pub^agao :
A direrco dos devotos do Nossa Senhora do
Bora Succe^so dos Navegantes, erecta na igreja do
Pilar em Fra de Portas, pretende no di 17 de
Dovembru vraduuro fazer a festa da Augo-ta Pa-
droeira no- martimos, temi lugar a trasladado
da bandeirada residencia da Exma. juna, da Pon
te de Urhda para o Recife em festa naval, na tarde
do da 10 do mencionado mez, cujo prog amina
sera' publicado ; a mesma direccao adecuada-
mente agradece aos Srs. devotos que concorreram
ou tenham de concorrer emboblo para cojt festi-
vidale.t
cArdvfioMa de- votado* pmgte, que o Ho ne
verno pasead, mas que manda arraujar ao gosto
Mvnor-ft eWomv^ Mido wtt de-lia
*eean, ees saia du quadrados etcosse, tsotres
e preces. Paletot de nnaf i ma iiepimeavel;
e tapo de velado preto maito simples, e botas
altas de dnas solas.
Para aa reunldes a' imite, Uto 6 naqnellas qoe
ue, por sor eneentra
do de Santo Antonio, Ri
s Ferreira, por fgida.
CU* tE diimgAO.-
detenc* do da 57 de ootobre de 1867 :
ExisHene presos 193, oetraram 8, sahlram
exis.ea 59* a saber, naciones 500, mollares fl,
estratfeh-os *, mnlker l, atcravos 4, eaeravas
ccnsistem no agradavel passa-tampo a* rodada 4,total 196.
ama mesa bordando, faseodo crochet, e conversan- Alimentadas a costa dos cofres pblicos 105
do, e mais doas mesas de Whist, e ootra de cba, Movtmento da eafermarli do dta 18 do correte
Bfaram os aaeslffos de larerao que servirain na nef*"' ^sw bbb ^bt
auno passado, aos qaaes se pode Jaetar om novo Tiversm alta :
oa estacio em qne aseas reuoioes se animara, f orn Visfraa Carrear *r m mm
i^s omwm .mjx omt
EDglLh.Bank .
-Moviawate da eaia i
t < OF r.
Hla> ale Jaendr^lilMltit.
DESGONTA latras-da pra^a do praw cur-
to a 8*|, e de prazo maior a taxa
1
"--------
qaaodo o fro convida a daosar. No caso de facer Vicente Antonio da Motta.
vestido novo, aera' de pouii de son cinzeato claro, j0ao Joaquina da Silva Lope).
como prerencao para os Jantares da primaren, a j0j0j escravo de Miguel Ferreira Ploto.
qoe alternar' com om vestido de mur antique

verde, com rlscas cor de palba de miiho motto
dar.
Outra dama confederada diz qoe sua fllha, meni-
na de 17 anuos, osara' nos das ebovoios, om fato
completo, composio de saia, vestido com corpa ato-
gado, e om peqoeno bournous com largo eapox :
tado de fazenda impermeavel. Em oaso extremo
motvalo por esquecimeato de cbapu de chava.
CHHOiMlli JUMChKIi.
TUIBUf 1L f\ REL.1CIO
SESSAO DE 58 DE OUTUBRO DE 1867
PRESIDENCIA 00 BXM. SR. CONSKL HUIRO SOZA.
As 19 horas da maoha, presentes os Srs. deseoa-
bargadores Santiago, Gitiraua, Guerra procurador
ou pela impossibiiidade de achar algum vehiealo,o da corda, Lourenco Saatiago, Almetda Albuquer-
largo capuz deiu-se por eima do chapeo. que, Molla, Asis, Domingoes da Silva, Ucha Ca-
para os das em qoe nao se espere bova, a bms- valcante e Sooza Ler.-atortti-se a-easaa.
ma joveo quaodo fr passear asara' de vestid de Pastados os foilos deraa-se os seguintes jalea
popelina de lia cor de vilela, dez centmetros memos:
, i mu
Bario de Muriboca. ,r Lt^
Fret^eria.4lilMlsl''fc ivn!\
JHrtinbo Fellpp* daa Reie. i galio ci i(
Maboel 'JMqolm^aonclo^oWley.
Aatooio-Pjeto'daMHt'aHuils^5"
3 C0DT6I1- Antonio GoecalveivSSSS'
m *
.ana mu i^i
a"* aa alad
Os professon
nana Diario
Ub*soo/i
lo os cga a paixio
blicos que protestara nootem
om eseripio nosso, publicado
Recife, bem revelaran quao- hMim
e quaoto sio leviaoos, pols es*
que dizeodo n naqoelle nosso artigo qoe haviam
mttlre fu rtubiak dtnheiro de algn (Mil de fa-
BEBE dinheiro BM ctaHf aorreott nv
:o.
SAC\ vista ou i prazo tobre as cidades
priocipaes de Europa tem agottciad oa Babia,
Bueftoe-Ayres, MoolMrJeo Nevryork, Ne-
^eidJUeMb de crdito.^ os l^^^oTZTL^ncry,
* i"'"" Fragiez de Jabeatto.
vr. io>e Fraaciato de Paola Ganda dfr touio.
fcao Cavafcanu^e AltogwS; **a*0
Fregoeila de Moreca,
Jos Caetoao Cavalcaofl. "ec"
Jos Meodes de Carvalbo.
Antonio de Si e Alboqoenjoe.
mais curto de que a barra da saia formada por
quadrados eseosseies, cor de violeta, brancos, e
pMos; a paletot de paoo.fr preto salpicado de seda
cor de violeta.
Toilette para Jantar : Vestido de fonlard eiozen
accRAVos de pkticao. Aggravante, Joaquim
Mauricio G. Rosa; aggravado, o jqoRelator
o Sr. desembirgedor Santiago, sortudes os Srs.
desembargadores Guerra e Soasa Leio.Negoa se
provinjeuw. Aggravaate, Antonio Carlos Pereira
to mullo claro eom salpicos pretos ; eorpo branco tugado, coberto metade eom om eorsetet de faien- embsrgador Gillran, sirtiados os Srs. desembar-
da irmaa do vestido preso aos hombros por lacos gjdores Lourenco Santiago e Goerva.Negou se
de Ota preta, guarnecida de franja. Gloto largo, provimento. Aggravante, Joaqnlm Mauricio Gao
preto, franjado e atado airar, e cojas pomas nao calves Rosa ; aggravado, o juizo.Relator o Sf.
excedam o comprlmento de ciocoenta centmetros, desembargador Loorenjo Saotl*go, ortiados os
O SAunnon condozlo desta provincia para as Srs. desembargadores Guerra e Souzt Leio.Nao
do sol a iju-nila de 6i:900000, alm de 315 li- tomaram conhecimento. Aggravanle, Nabor Car
bras esterlinas. neiro Bexerra Cavateaote; aggravado, o juito.Re-
O 1/ tabelllo do termo do Booito Jos Go-1 la'or Sr. desembargador Almelda^ AlhDqaerqoe,
tancatt
stmo$ o etttgma de prevaricador sobre todos os
mettres, como ditem os protestantes, uem qoe itt-
elutssem-is urna corporaco inteira, como diz o pro-
fes* Ti buril oo.
Qjando se dizha domine que sio prevarica-
dores e veoaesnao se quer dizer e uem se en-
teode quetodos os bomens san vanaei e especu-
ladoressalvo segano ^a grammalica e a lgica
desses senbores disiioctos professores, qos bem
mostrara quinto sabem a lingua e qual a sua ca-
pacldade para o magisterio; e qoe tao acodados
vreraro, tomando de proposito a nu vera por Juoo.
Acabemos om Istj : por mais qoe protestem,
todos sabera qae ha meslres nesta provioeia qbe
sao capazes disso e qae tem f-ito mai< arada, isto
esta' oa conscljncia pablica. Queffi elles -ejara nao
o diremos non, que nao somos' deaoor-iatrtes y a
ajutoridade competente qoe procure saber Je oio
venaremos mais, mesroo porqoe nio qneremos
perder tempo com aquellos qae, antes qae tado,
ignoran a prepria lingua.
7 L rgo do Pelourioho 7.
Manoel Martlniaoo Lelte.
Jos Carlos Vielra Tetxeira.
mtlta para adiatarem teus fithos as propitasau- Vava Rqtiaa Aa PnimnmUio Francisco Antonio Pereira da Silva.
las publicas l nao se emende d'abt que laucaste- **VU DOUCO 6 16niaiIl0llC0 Miguel Germano dos Sanios Pereirk
de prevaricador sobre
fim liqaidaco.
O doto banco paga o i9. dividendo
5SOO por ac^o, dos das uteis, das 10 bo-
ras ao meio dia.
: Ignacio Francisco Cabral Cantaott.
Bastos.

ALFANDBGA.
Rendlmeoto do Jia 1 a 56........ 579:9918997
Ideal do da 28................ i9:5S4fl042
Voloroes entrados eom fazendas...
; gedWbs....
Volames sabidos com fazendas...
t gneros....
599:5l9tf039
587
-----635
314

_____
O Belleza.
mes da Suva foi designado para exercer o cargo
de oflkial do registro geral de bypoihecas da co-
marca da mesma denominaco.
No dia i. de oovembro prximo os mero-
bros do knkat Club jogam ama partida oa campi-
a de S. Amaro.
Do Sfandarf, de Buenos Ayres, cojo para-
guaysmo foi seopre msnifesto, fazemos os seglo
tes estratos de om artigo pelo mesrao dado ba
pouco :
Niogoem pode lr a carta do 8r. Camioos a^ .e-
sortiados os Srs. desembargadores Domiogues da
Silva e Souza Leo Nao tom<>ram conhecimea-
to. Aggravaote, Jos da Rocha P.raohos; aggra-
vado, o juizo.Relator o Sr. desembargador Motta
sorllados os Srs. desembargadores Lourenc.) San-
tiago e Guerra.Deram provimeoto- Aggravanle,
Luiz Ju* Rodrigues de Soma; aggravado, o Jai-
zo.Relator o Sr. desembargador Assis, sor Hados
os Srs. desembargadores Dumingues da Silva
Santug.i..Vgou-se provimeoto. Aggravanle,Mi-
noel do Reg Barros; aggravado, o julio.Relator
o Sr. desembargador D mingues-da SHva, senados
cretarlo onunntco sera perceber, pondo de parte 0s Srs. desembargadores Alroeida Albuquerqae .
a questao suscitada, qae ba disposico da parte SaotiagcDeram provimento. Aggravante, Jos
dos paraguayos de mostrar essa fanfarronada Gaii-ao ; aggravado, o juixo.Relator o Sr. de?em-
sem sigoificacao lao commum na America do Sol. bargador Ucba Cavalcante, sortiadns o Srs. des-
Os ainados fortalecern doplamente a soa cao-' embajadores Guerra e Motta.-Nao tomaram
sa aisouindo as propostas de paz feta por Mr. conhecimento.
Gooldje L.pez rejeitando esses termos provoa AppEU.acoe6 ctvsts.-Appellante, a viova de
que destituido de todos aquellos sentJmentos ele- ctau nanu Joaquim B.zerra wvalcaote; appellado,
vados e nobres que ensinam 4 alma qoe o sacrifi-
cio pessoal o mais brilhante ornamento de om
hornera publico, do goveroador de om povo.
Pygmeos sao sempre pygm'os, embra poozem
nos Alpes, e o ebef paraguayo ple ser om gran-
de general e um goveroador para o Paragoay, p >-
rm de patrela nao tem ceitil; elle bate-e nao
por amor de sua patria mas por amor de si; e
ne>to sen ultimo proceder poz bem em relevo a
pequenez de seu carcter.
Qu*lquer que seja a historia nbequeute desta
guerra e desfecbo da earopaoba, Lpez perdeu to-1 Cunha.Reformada
ao o aireiu a syupathia de om publico Ilustrado
reje.tando os termos propostos
Lpez pode ser tudo o qoe dlle dizem o seu
povo e os seos amigos, mas nao patriota; e se o
poder e a lorca dos ainados uo forem sufficieutes
para derruba-lo, as maldicoes do seu povo Qel e
desgracad i nao de dar-ltia a queda.
Nao temos paciencia para presenciar as asnei-
ras desvairadas de um homem que tem capriebado
em prolongar esta goerra desoladora, a qual pa-
rece que nao podei ter ouiro desfecho senao a
loioa total e absoluta do Paraguay.
Debaixo do ponto de vista nao s poltico, mis
moral, estigmatizamos a conducta do governador
paraguayo como extremamente desprezivel.
Lpez 6 hornera que prefere ver o seu aruavel
paz reduzdo a ruinas, e os seu bravos compa-
Dheiros raorrerera de Lme e a espada, do que ce-
der um nada a sua vaidade pessoal.
Lpez nao cede urna pollegida, resta pois aos
adiados prepararen! se para o combate e pdr de
parte Inngis sities, etc. Todo o Paraguay pode
rom faciudade ser invadido, como o foi ha pouco
a villa do Pilar por H irnos.
Lpez insiste na guerra, pois deem-lb'a
com fervor, desasperada e com toda a forca.
Clemeutino Augusto Rosas.Ccnflrmada a senteo-
ca. Appellaote, Francisco Solaoo da Cruz Ribei-
ro ; appellado, Godolredt Heoriqaes de Miran-
da. Rt-c Neram os embargos. Appellante, Manoel
Jos dos Santos; appeilaaa, D. Clara Tbeodora da
Fonseca.Despresados os embargos. Appellante,
Izaias Jos Rodrigues Braja.Confirmada. Appel-
laote, Jos Antonio da Costa e Sa; appellada, D.
Billa de Cassia Vi-ira Cavalcaole.Despresados os
embargos. Appellante, Manoel Goncalves Ferreira
e Sa; appellado, Cattao Googalves Pereira da
O agente Martins faz hoje leilao de importan-
tes livro do oircitos e litteratora do aspo.io do fi-
nado Jos Narciso Camello, a' roa do Imperador,
onde fui o estriptono do mesmo Qaado.
Lotera. A que se acha venda
a 43.a, que correr quando se ajnuociar.
E' innesavel que os Francezes Iroprimem em^
todos os producios induslnaes o cuuho da elegan-
cia e do bum gosio. Naqaella grande nacSo, o cora-
mercio a arte, e os operarios sao artistas.
Pars veirt a< cinco partes do mundo. A crloo
103 all iuve.otioa s agora acruu um Luthero,
mas depuis de haver reto do como soberana ab o-
luta. A rainha de Madagascar, as princezas de
bano da Eibiupia, eas eompanheiras do guerrero
abexim que buje tanto ino.ramuda osioglezes, man-
dara ir Jaqneile basar immenso, ludo que respeila
s suas toilettes.
Todo se oisruie ou contesta, menos as modas pa-
risienses, se por acaso Pars tivesse a sorte da in-
feliz Pompea, a humaoidade nao se vesta mais.
A moda dus chai eos das senhoras vana eera ve
zes no decoro de um seculo ; mas a ultima
sempre a mellar. Actual cifrase em dnas floro,
D'uma um i mha, oa n'um diminuto equad angular
texto napolitano.
O muodo elefante recebe com urna gargalhada
todas as antigs formas de chap s, qoe se viogam
esperando socegadamente a sua vez. Esses satli-
tes da eabe$a humana cumprem a sna revolucao,
e vera repousar seis mezes no anno por cima dos
hombros de nossas leiloras, seguindo depois o gyro
no espaco.
Pergnntando alguem, a um cmico que fazia rir
toda a gente, aunde comprava os chapeo de forma
lao extravagante, cuja appariQo em scena promo-
movia a bilandade geral respundea elle :
Nao os compro ; guard-os.
Estamos boje bem looge aesses chapeos qoe, ele-
vando se como ama pyiamide, possuem o -egredu
de collocar no meio do vulto a rabeca da muher.
Se qualquer sen' ora ousasse brje apreseotar se
com om desses cargos de I res a' cabeca, cooce-
berumos graves davidas a respeito do sea juizo.
A DOHade qoe ooirameote encontramos nos
enfeiles dos vestidos ama e-pecie de raminbus
com flures dispostas em formas variadas, qae se
nsam na cintura, em logar de fivellas ou de
fechos.
Em Paris, a maneira de Irajar com todas essas
exagerares fresrameote desabrochadas, qoe appa-
reeem em poriieo, apenas attnbuto das mulne-
res qoe por pruBsso oo por ooovenieoela se v-ra
cbngadas a arv..rar a bandeira da moda ; por isso
nos armazens qoe possnero grande notoriedade, as
emprtgadas da ca-a seguem de mais perto a moda
do qoe as setiborae qoe alli vio faiet as soa* com -
pras. No Ibeatru.aa acutes ve-tem-se mais moda
do que os personagms qne ellas representara. Ha
tambero ero cenas classes, e principalmente mire
as mais ele vadas, pessoas a quetn as modista* fa
zem certas cotscessdes as suas cootas, porque e
sacrificaro a oiar todas as moda, aBm'de animar
as senburas fras on limuratas.no artigo toilettes ;
oo para deaun-lrar-lbes. com o exempin, a neers
stdade e as vantaoens da mudanza perpetua. Sige-
se as porta baooeiras do jaootismo a numerosissi-
ma classe da borguezia, qoe conta roilbares de se-
nhoras catadas e de joveos dunzellas, qoe trajam
somptoosameDte, nao s na capital, mas oas pro-
vincias.
Todos estes motivos dao em resoltado om espan-
toso moviroenio ci mmerr.ial, e a coofrderacaj de
Srande nume o de sennoras oa alta sociedaoe qoe
esejam conservar o meio termo, para oio attrahir
as vistas em publico, conformando se mouettameo-
te coro os priocipaes aspectos da moeds, e, sobre-
todo, com os qoe ibes parecem mais em iiarmonia
com as suas pessoas e com os seas recorsos.
!>e as damas do itigh hfe nao saben lattm, oio
ignorara porm que a origem da palavra elegancia
siomfl!.110."'^ "W- W* na llDa fle Virgilio
significa eUger. oo escolher.
cn Ti, dami"' confederadas escreve a orna
^EJEL0* !,egDtn,es projeetos de vestnarlo que
tenclooa usar oo trimestre presente
a senteo^a. Appellante, Ao-
i tuoio Joaquim de Siqaeira ; appelladt>, Francisco
Rodrigues da Pai.Reformada a seutenca. Ap-
I pedante, Bernab Pereira da Rosa Freir; appella-
do, Autunlo Rodrigues Lite Jsiaiba.Nullo o
inventario.
Assigoou-se da para jnlgamento dos segaintes
feitos :
APPELLAgoKs civeis.Appellante, Antonio Joa-
quim da H.K-na ; appellado, Iztdoro dos Santos Li-
m. Appellante, Manuel Jos de Miranda; appel-
lada, D. Francisca da Silva Freir. Appellante,
Herculano Francolino Cavalcaole Albuqoerque;
appellado, Aalonio Augusto Maciel. Appellantes,
os herdeiros de Francisco da Chagas Cavalcao-
le ; appellado, Dr. Cari tova Xtviar Lopes. Ap-
pellante, -Sebastian Xivier Coni; appellada, D.
Aon. Antonia de Jess.
dglige.scia ciii.MB.Cura vista ao Sr. desembar-
gidur promutor da josiiga.Appellante, ClautHno
Muuiz Correa ; appellada, a Justina.
PASSAGENS
Do Sr. desembargadur Santiago ao Sr. desem
bargador Gitirana.Appellacao civel: appellaote,
Bsuio Alves da Cruz; appellado, Joaquim da Silva
roas. Costa.
Do Sr. desembargalor Gitiraoa ao Sr. desembar
Eleic par dcvnci das pessoas qae
teem de festejar S. ligael Arckan-
jd, na nutriz du Santsimo 8acra-
Mient da f neanua de 1868,
Joiz por devocao
O Ktm. Sr. viscoode de Camaragibe.
Juiza por devocao
A Exma. Sra. D. Eugenia Leopoldina de Brito
Moscaso.
Bscrivio
O Illm. Sr. Dr. Joaqoim Jo- de Campos.
Jaitas protectoras
As Exraas. Sra.:
0. Clara Ce mentios Carlota de Brito.
D. Etelvioa Pereira de Parias.
D. Isabel de Parias Gaimaraes.
D. Lydia Candida 4 Oiivetr Baarqoe.
Jaltes protecteres
Os Illms. Srs. :
Jes Francisco Lavra Peona.
Migoel Jos d'Aimida Peroambaco.
Amaro de Barrot Corre.
Joo Valentn Villela.
Mjrdomas
As Exmas. Sras. :
D. Mara Jos da Silva Maia Smtiago.
D. Maria de Paola Almeida Clao.
D. Olympia Los Ribeiro.
D. Anath tlia Lins Garren.
Mordornos
Os lllms. Srs.:
Domingos Aotooio da S:|va Bureos.
Jos Joaquim R irnos e Silva.
Jo5o Luiz Ferreira Ribeiro.
Jos Lipes Aleixo.
Consistorio da irmaodade das Almas erecta na
mesma matriz, 29 de setemnro de 1867.
O visarlo
Manoel Joaquim Xavier Sobreira.
-


Se Mi're nao quer avangar, retire-se'e deixe ^dur GoerraAppellacao civel: appellaote, Ma-
n .A l!-i .- Dorl tibaldo Mouteiro; appeado, Joao de Sa
Djsde o Pilar ate Assampgao, nao existem 500 Cavalcante
horneas que se opponiurn aos alliados, e quanto Ao Sr. desembargador L.urenco Saoliago.-Ap-
ma,s dopressa se pozerera em marcha por aquella peiiaQo crime : appellaote o juizo ; appellado,
Mirada, mais depressa tambera escapar o poder Manuel Rodrigues de Faria.
:." mi _a1?elle aae. P> consrvalo, sacrifica- Do Sr. desembargador Lourenco Santiago ao Sr
na urna ncao e um povo de bravos.
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Masculino.
Feminino.
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00 k M ip- g i Feminino. 1 00 1 "
If *- 1* ~1 S Mi TOTAX. si
-a
1
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desembargador Almeida Albuqaerque.Appella-
g5es civeis : appellaote, Joao Pinches; appellado,
J-o Francisco Ferreira Juoior. Appellaote, Ma-
noel Cuino Piobeiro; appellado, Manoel Duarte
Rodrigues. Appeliages crimes: app>-llante, Ao
tQio Jo- da Silva Jnior; appellad, a ju-ti-
g. Appriiante, o juizo; apps.ladus, Manuel Lu-
clanu da Silva e outros.
Do Sr. desembargador Almeida Albuquerqne
ao Sr. desembargador Motta.AppellagSesciveis :
appellante, Joaquim Lopes de Almeida ; appellado,
Manuel Munizde Carvalbo. Appellante, Victoriano
Jos de Mello; appellado, Felicano Cavalcaole da
Cunha R--go.
Do Sr. desembargador Motta ao Sr. desembarga-
dor Assis. Appellacao civel: appellaote, Mariano
da Suva Qoeiroz; appeilados, Jjaquim Ignacio Ri-
beiro e uutros.
Do Sr. desembargador Goerra ao Sr. desembar-
gador Lourengo Santiago.AppellacSesciveis: ap
ptlianie, D. Aotunia Francisca Cadaval Pinto; < p-
pellaoo, Miguel Ferreira Pialo. Appellante, D.
Josepha Li-upoioina de Mello Marnbo ; appellado,
Luiz Jus R.idigues de Souza.
i Do Sr. desembrgale." Assls ao Sr. desembarga-
dor Dumlngues da Silva.-Appeliages crimes: ap-
tielianie, o juizo;' appellado, Marco ino Francisco
Bmaneira. Appellante, o promotor; appellado,
Geimelioo escravo.
; Ao Sr. desembargador Ucha Cavalcante.Ap-
pellacao civel: appellante, Dr. Luiz Jos Coria
de Sa; appellado, Dr. OlmtboJus Mejra.
, Do Sr. desembargador Doraingnes da Silva ao
I Sr. desembargador Ucba Cavalcante.Appellacao
jcrime: appellante, Juo da Silvetra Guimares;
appellada, a jusliga.
Do Sr. desembargador Scuza Leo ao Sr. desem-
bargador Sautiagn.-CooDicio de jorisdico entre
os junes municipaes dos termos do Brejo da Madre
de Dos, e d* Pesqneira.
As 2 horas eacerroo-se a sesso.
Estatutos das Facnldades de
Dlrelto do Imperio
Art. 56. Os exames sero feitos por es-
cripto, com as formalidades e pelo modo,
que se marcaren! oo regulamenlo de que
trata o art. II, 3. devendo sempre pre-
sidi-los o director nu algum lente por elle
nom-ado para esse fim.
Regnlauaeuto complementar
dos estatutos.
Art. 20. Os exames sero jaldados por
nma commis-So composia dos examina lores,
do presidente de que trata o art. 56 dos es-
tatutos, de um commissario nomeado pelo
presidente da provincia, e de om dos lentes
da facuidade designad) pelo director.
O presidente da provincia, em taes no-
raeacas prefirir, sempre que fr possivel,
os lentes da faculdade.
RESFIhTA
O individuo que pubiicou ante-bontem nes-
te Diario, um ariiguito como titulo.vo
pegam as btchatassignado por Um alum-
no da escola normalnao passa de um ca-
lumniador indigno.
Os alumnos da escola normal sabera mu
bem respetar e acatar quelles que Ihesdiz
a le que sao seus superiores, e pois seriara
e sSo incapazes de dizer respeito do Sr.
Dr. director da iostrucSo publica o que disse
esse iniregaote, cuja cauda est bem de fora
ddixa cnhecer o pasquineiro mizeravel
que despeilado, emende que os mais nunca
viram gente e qoe andam tao morios de amo-
res que bSo de irahi-lo sem o menor escr-
pulo.
Se o calumniador voltar, voltario tambera.
Algums Normalistas.
Deecarr*am baje 19 de catabro
Vapor iogleQttndamareadortas.
Barca franeezaVsridtana idem.
Polaca bespanbniaSOrprezaviobos.
Bngoe ioglef-QMen of the Fru-carvo.
Escuna ioif|'ia-/lflj1*w(i baraihia.
Barwa iDgiaza Constancehtcalbao.
Barca inglesaHeteor idea.
Bngoe oacionaluhndacoarque.
Impotaeio.
Vaprr Inglez SharMon; -vtodo de Son IBiimp
too e Lisios, manlfesioo o spgotnte :
2 votames merca lorias diversas; a Adriano A
Caslro C.
1 dito .litas; a K-ller & C.
1 dito ditas; a G'egono Paes do Amaral-S C.
1 dito ditas; a MeltoLobo dr C.
3ditos ditas; a J. A. Barbosa.
1 dito ditas, 1 dito saoguesugas; a Domingos
Alves Matbeus.
4 ditos mercadoria? diversas; a Vai & Leal.
3 ditos ditas; a Ferreira & Matbeus
3 ditos ditas; a Lopes & Oliveira.
4 ditos ditas ; a Mooteiro dt Irmo.
2 ditos ditas; a L. de M. Gimes Perreira.
1 dito livros ; a LaHhaear f C.
1 dito ditos; a A. M. da Cosa Soares.
i dito d.tos ; a Thumaz A. Fooseca & C.
1 dito ditos; a JjJo Walfredo de Medeiros.
1 do ditos; ao Bauk of Rio de Janeiro.
1 dito impressos; a Monhard Mettler & C.
2 ditis jilas; a Hyvemat & C.
i dito ditas ; a Linden Weidroao & C.
1 dito ditas e livros ; a To. Cfinstiansen.
1 dito roupa : a oroem.
i dito sedas; a H Beroardes de Oliveira.
1 dito objectos de escriptorio; a Jos A. Morei-
ra Das.
1 dito ditos; a Manoel Alves Bubosa.
40 calas queljos; a Isid ro Ba>tos & C.
23 ditas ditos; a Patn Na>b 4 C.
22 ditas ditos; a M. F. Corga Juoior.
12 ditas ditos; a J. J GosU
','i ditas ditos ; a Tasso Irmos.
16 ditas ditos; a Vicente F. da Costa & Filho.
12 d.tis dito- ; a A. D.tmoo'.
22 ditas ditos; a J .hnston Pater & C.
13 dnas ditos, 1 vo.ume amostras; a Marques
Brros & C.
3 canas quaijo?, 10 barrilinbes passas ; a Jos
Mana Patmeira.
1 dita modas; a R. \donr.
3 ditas mercaduras diverss; a A. Cesar de
Abren.
1 dita ditas ; a J. J. Gmcalves Beltro.
2 ditas ditas; a Schapheillin & C.
1 frdo arcos; a H. Leideo.
1 v -luino amostras ; a Joo Antonio de Araujo
4C
1 dito ditas; a Mills, Latham & C.
I dno dhas; a A. V. da Silva Brroca.
1 dito fructas; a A. F. Paes de Mallo Barrete
1 dito dita-; a A. P. Barbosa.
3 ditos d'tas; a Guberme Selle.
13 Utos ditas a doce; a Jjo F. C. Siares.
5 ditos ditas e doce ; a Joao C. Bastos de Oli-
veira.
RECEBEDORIA DE RENDAS INTERNA*
GERAES.
Beodimeolodo dia 1 a 2b.......... 33:6891430
Idem do dia 18................. 1:4805CC8
1 Fellppe B8mcia CavalcanM de Alboqoerqae.
de Dr. Migoel Fellppe de Souza Leao.
A lodos o qoaes e cada om de per si, bem
como todos o> iaterecsados em geral, sa convida
para eompareeerem no primeiro andar da casa qae
foi eadea, na sata do jury, tanto so referido da e
bora, como oos deroats das segofotes, em qoaoto
durar a sesso, sob as peoss da le, aa laKarem.
E {ra qoe chegue a noticia a lodos; mandei
passar o presente edital, que sera'- lido e afiliado
nos logares mais pblicos e pnblicado pela im-
prensa, e tambera remetter igoaes aos respectivos
subdelegados para poblica-los e maodarem fazer
as noiicacGes nteessarias aoi jurados, aos culpa-
dos e s testemoabas qae se acharem em seos dis-
trictes.
Cidade do Recife, 28 de outobro de 1867.
Bu Joaquim FraBtisco de Paula EsUves Clemd-
te, eswivio de Jury o subscrevt.
Jacitfio PereTra do Reg.
Joao Baptista de Castro e Silva, oommeoda-
dor da ordem da Rosa, e in-pector da
tbesourana de fazenda da provincia de
. Peroambaco, por Sua Magestade o Impe-
rador a quem ueus guarde, etc.
F^co saber aos que o presente ediial vi-
rem que, em virtode da circular do theson-
ro n. 41 de 10 do correle noei, serSo des-
de j substituidas nesta tbescuraria as olas
de lo.Sooo da quarta estampa; e que em
tempo opportrj >o se marcara o dia em qne
devera principiar o descont da lei oo valor
das notas que uo tiverem sido at ento
substituidas.
Secretaria da tbesonraria de fazenda de
Peroambuco, em 22 de outubro de 1867.
Jo3o BapUsta de Castro e Silva.
k -
CONSULADO PROVINCIAL
33:170018
Recdimeoto do dia 1 a 26.
dora do dia 28.........
31:9033617
l:27lC99
33:1745716
MQVIMESTO lio PORTO
C0MMEAC10.
ADVERTENCIA.
Na totalidade dos doentes existem 213, sendo 124
Qomens e 89 mulheres.
Foram visitadas as enfermaras estes das :
As 6. 6, 7, 6, pelo Dr. Ramos.
A's 9 1,2,10,10, 8, 8 1|2, 8 1(2,9 1|2, pelo Dr.
Sarment.
Faltectram :
Benedicto Marcelino, febre lypoolde.
Maria Vieeoctada Cooceigao, apoplexla.
Fra::klio Sovenno, hypenropbia do corajao.
Jos Justino de Oliveira, tubrculos pulmonares.
. T Pjs*aRfl"'os do vapor brasileiro Parahyba, en-
trado do Rio Forraoso :
Lboocio Rioeiro Campos de Vascoocellos, saa se
ohora, 1 criada e 2 criados, Maooel Affonsa A. de
Alboijorqnp.
Repabtico da polica.Ettracto das parles dos
dia< 17 a 18 oe ouiobro de 1867.
^^Porara reeolbidos a' casa de deteocao do dia 26
nJD^<,rm..a' ,,,rD- Sr- Dr- cb9fe da P0"c'. Ma-
noel Pedro AlBian-lrioo, eomo erimlooso, pronun-
ciado ; Hylano Campello do Rio Grande, Amaro
Solero d* Aodrade, Jos Mariano da Cjsla, cmo
sentenciados; e Paulo, escravo de UVorlque de
tai, como criminosos de morie. A' ordem do sob-
delegado de Santo Antonio, Maooel Ignacio Duarte
e Francisco das Chagas do Nascimeot por briea
e Beroardmo Jos de Sinu Aooa, para corn>cco'
A' ordem do de S. Jos, Elias, escrav
de Pigaeirdo Panas, para correceo.
N. da 27 do mesuo mez
Uommunicados
Fiel a miaba palavra, tantas vezes empeobada
peraole o publico, acabo de chamar a responsabi-
lidade o Sr. general Jos Igoacio de Abreu e Lima
pelo acervo de injurias e insultos, qae roe diriga
oo seu lo aonoociado opsculo; ao passo que me
doa preca em elaborar resposi* prompu e decisi
va parte religiosa, ou irreligiosa, do sen asque-
roso escripto, oo qoal foram reprodasldos em
maior escala, e com triplicado cynitmo, e Implo
desavergonbaioenio lodos os erro, beresias e blas-
femias, qae anteriormente vomitara!
Chamando no- tribonaes do palz o Sr. general
Abreo e Lima, rendo (como anda na pooco o r)
a mais solemse homeoagem s leis da sociedad*,
e ffo ao mesao lempo o mais costoso sacntkio
dos meas seniimeotos de bomem de bro aos im-
periosos devtr-s do meo miolsterij sagrado ; p>r
qoe em vista da quantidade de peconba hydnpbo-
bica, qoe esse cobarda attrevido vasou sobre mlm,
> um meio bavia de responder- h: era mandar
ourtar-lhe a otra com om chicote, senvlbanca
do qae Ibe fez oatr'ora o fiaado capiiu M Joaquim do Reg Barros, oa povoaco do Mt-wei-
ro, em pleoo da, e oo meio das vaias da popu-
acao qoe de lodos os lados gritava : Bem lito I
ia< fiprV"rtA"i,"Tv^ "'*** 'Pelleole, porm, nao pe>so osar, oem
J de Antonioconsenlirei jamis que se use, sob pena de qu>.m o
/tzer ler-me a mira por sen malor accosador, e de
A' ordem do Illm. Sr. Dr. 'ebefe de policio, Tho- Ue e'feVia taiuSa *,% *',a9"5*; po" "h1
mar, escravo de D. Anoa Barbosa da Silva, por ^nhaTrtuosa mf ^?'^/^ra Mf,nMS d8
crime de morte. a' nr,im n nh^hoi. *~ bi \ S*. "_rlaos.a a""- (aDe "b o' oubresa nos
PRAgA DO RECIFE, 28 DE OUTUBRO
DE 1867.
As 3 4 horas da tarde.
Cambio sobre Loodres-90 d/7 21 d. por 1 000
Cambio sob e Paris90 djv 455 rs. e a vista 460
rs. por fraoeo.
Cambio sobre Fortusal90 d|v 140 0/0
Frete de algodo da Pa.-ahyba para Liverpool5i8
d- por libra e 5 o'O-
Silvelra,
Presidente.
Macado,
Secretario.
Novo banoo de Pernambuco
n EM JLIQUIDfiCAO
Us brs. accionistas do novo banco podem
receber o 2 dividendo de 46 pir cento do
capital em apolices da divida publica, qoe
tem de ser averbadas oa tbesonraria de
fazenda desta provincia, em tempo de se-
ren admittidas na fo.ha dos juros do cr-
reme semestre.
As acc&es de banco devem ser entreenes
para se inntilisarem. -
J EM LIQTlUClB
jMovo banco de Pernambuco
Sao convidados os Srs. accionistas a re-
ceberem o primeiro -lividendo (em moeda
correte) de trinta por cento do capital, tra-
zendo as accoes para irem sendo aooulla
das; nos dias nteis das IO horas ao meiu
dia.
Navios entrados no dta 26.
Rio Formoso7 h. ras, vapr brasileiro Parahvla,
de 104 toneladas, eommandaote Mel o, eqotpa-
gem 20, em lastro ; a agencia Peroambucana.
Rio Grande du Sal -22 das, patacho nacional Leo-
poldina, de 2 7 toneladas, caoiiao Fancisco }<-
Prates, equi..ag,m 12, carga 12.000 arrobas de
carne secea; a Fran isco J s da Costa Araojo.
Navios sahidos no mesmo dia.
Rio deJaoeiro-b*rca ingleza Traveller, capitio
Peufild ; carga parte da que troie de Balti-
roore.
Barcelonasumaca hespaohola
Jo.- Marii, earga algodo.
UbservajSes.
Suspenden do lamaro para Parabvba a barca
prossiana Bertha, capitSo Eckert; com o mesmo
lastro qoe irooie da Bahia.
coNctraso as fregukiAs vagas.
O Dr. Joaquim Francisco de Pana, conmendador
da ordem de Cbrisl >, cooego honorario da impe-
rial capella, leole jubilado de iheolotiia, deo da
santa igreja cathudral de Olioda, deputado a--
sembla geral legislativa do imperio, vigarlo ca-
pitular da diocese de Peroambuco, sede va-
cante.
De coof.ruiMa.le com o aWara' das ultima.; U
cuidados de 14 de abril de 1781, concedido relati-
vamente aos concursos e prepostas dos beneficios
agos, confirmado pela resoloco de 4 de julho de
1820 e mais leis e ordens impsriaes em vigor, po-
oho em concurso pelo presente edital as segwntes
freguezias vacas daste bispado, a saber :
A de S. Jos de logazeira, a de Nossa Senbora
da C inceico do Rio-Formoso, a de Nossa Senhora
da Concelcao da Pedra, a de Sinta Anoa na povoa-
co do S eco, e a do Senbor Boro Jess de Pantlla-.
todas desta provincia de Pernamboco.
A de Nossa Senbora da Cooceicao da villa do
Conde on Jacoca, a de S. Miguel da Bahia da Trai-
gao, a de S. J .s de Piranhas, a de Nossa Senhora
da Luz da Pe Ira Lavrada, a de Nossa Senhora do
Rosarlo da povoaco do S. Jao da Rio do Paite, e
a de Nossa Senhora das Derea da Lagda d; Mon-
leiro, ludas da provincia da Parahytia.
A de Sanl'Anna da v.lla de Upanema, a de Nos-
sa Sentiura da C ocei^o de Asua-Braoca, e a de
JSossa Senhora da Piejade de Anadia, todas da pro-
vincia das Alasas.
A de S. J o Baptista de Porta-A!eerc, a de Nos-
sa Senhora do O' de Papary, a de Nossa Senhora
das Dores do Pai, e a de Nossa Senhora do O' da
Seitf'Negn, todas da provincia do Rio-Grande do
Ni re.
Todo o reverendo sacerdote ou clrigo que quel-
ra fazer ppuslco as igrejas cima referidas, apr-
sentele com seus papis promptos e correles na
forma do estylo, para ser adroiitido, fazendo termo
de oppi.-iyao di litio do prazo de sestela das, fie-
dos os quaes se proceder' ao concurso, no qual
resp nder.io os reverendos opposit..res a nove ca-
sos de 'i oral e cimsck-ncij, e farSo urna expsito
on homila do EvangHtio que en assignar, para
propor a S. M. o Imperador os qu>i forem julgados
mais dignos oa foima dos sagrados eanoues e con-
cilio Tridentino.
Dado nesta cidade do Recife, sob o meo signal e
sello capitular, aos 12 de outubro de 187.
E eu o padre Juaiiuim da Assumpgo, escrivo
cmara ecclesiasiica o sobsctevl.
Ueo Dr. Joaqi.im Francisco de Faria, vigario ca-
pitular.
Lugar do sillo.Atsomngao.
Edital pplo qual mauda S. Exc. Rvma. por a con-
curso as frecu-'zi s va^as de-ie bispado.
Para V. Exc. Rvma. as-rnar.
Agustina; capilo
EDITA ES.
A' ordem do subdelegado do Re-ps
gaes A., Jaoaario Joaquim da; or
Silva e Placido luym d Saatos, a reqoisicio do | dos os effeiin da Daiorez7peDas'"ave"r; mu
,sA.,_Ja, '^^^^S^^^
Calxa nilal do banco do Brasil
em Peraanabuco, aos 26 de ju-
lho de fgtff.
Da ordem da directora se taz sclenie sos Srs.
acciooisua, qoe o ibesooreiro esU' aotorisado -
pagar o 2< dividendo das accoes do baoco do Bra
sil, inscriptas n'stt cala, a' razo de 124000
clO gnarda-livrog
Igoao Nones Correa,
O Dr. Jacintbo Pereira do Reg, jaiz monicipal da
segunda vara e prepardor los processos do iorv
dsta comarca do Htcife, por S. M. o Imperador,
a qoem Deus guarde, ele.
Fago saber qoe peL Dr. JjIo Antonio de Araoio
Hreitas Honques, jaiz de direito da primelra vara
cnmioai da comarca, me fot commuoioado ler de
stgaam o dia lt de noveoibro prximo viodooro
peas dez oras da manba, para abrir a sesso
ordinaria ao jury, que trabalhara* era diae conse
cuuvo, e haveoao hoje procedido ao sorteie dos 4R
jurados qae tem de servir na mesma sess em
conformidad., do art 328 do regulamento n. 120 de
Jl de jan-iro da 1842, feram sorteados e designa-
dos os udadaos seguales :
Fregueiia de S Fre Pedro Goncalves.
Aotonio Goncalves Torres.
^'r^L^^IJ*0*' Hermenegildo Antonio
Barbosa de Almeida.
Miguel Panlo de Soasa Rangei.
Freguezia de Santo Aotonlo.
Dr. Joaquim de Aqmoo Fonseca.
Automo Jos Rddricuef de Sooza.
Claudiuo Beoiciu Hachado.
Freguezia de S. Jos.
Manoel Joaquim Ferreira Esteves.
Maooel Eleirterlo do Rgo Barros;
FregueM da Boa-vista.
Dr, Joaquim Ferreira Chaves.
Franchco de Paula Pires.
Francl-co Aoiooio Puntual Juoior.
Joao r.t,u Luiz Ama val Duhaicq, Juoior,
Pregnexia de A fugados.
Francisco Antjnlo Pontoal.
itansto Mea Jes da Cunha Atevedo Juoior.
Brao do Livraajeoto.
Jos Francisco do Reg Barros.

Fregeta do"Pojo.

Or. Jo3o Jos Piolo Jnior.
J >S Camello do R^go Barros
Francisco Jos da Silva.
Hvrculano Duarte da Miraoda Heoriqoes.
oaqmra Pires Carnelro Mmteiro.
ur. Aot-joio Joaqaim de M-raes a Silva.
Heonqoe de Miranda Henriqnes.
Frenn-zia da Varzea.
Francisco da Silva Miranda.
Manoel Francisco de Carvalbo Paes de Andrade.
Jos Antonio deBritc Bstcs.
O Dr. Tnsto d Alencar Araripe, ufflcial da Im-
perial ordem da Rosa, jolz de direno, especial
do eommerrio, nesta cidade do R-cife de Per-
oambaco e sea termo por s. M. I. e C. o Sr. D
Pudro II a quera Dos iuard ele.
Fa^osaber aos que o preseote edital vreme
delle noticia tiverem que por este |ui?o especial do
commercm, pendm uns autos de evecoco de seo-
tenca por mandado eivcolivo de Alvaro Paolu No-
biato contra Jaiotoo Soares de Mcaezes. E tendo-
se feto penhora cm dinheiro pert<-ocoute ao exe-
colado fra pelo solicitador Beroardmo de Senoa
I Das, procurador do exeqoente feto o requer-
memo do ibeor sepiioto :
Aos 24 de outubro de 1857, em publica audien-
cia que aos fetos e partes dava o Dr. ioiz de di-
reito esp-cial do coramercio TnstSo de Atencar
Ararip; a-Ha pelo solicitador Beruardino de Senos
Das, procurador que roostroa se; do exe jaent-
Alvaro Paulo Nblalo fora aecusada a penbora fe-
ta era dluhelro peri-ncenle ao dito execoladj Ja-
eintho Soares de Meoezes, e reqo-rer que fleas-
sem assigoados os seis dias da lei a peoOora felia
e os dez aos credores incert<>., passando-se editaes
o que houvido pelo juiz h-ove a peahora por feta
e aecusada, os seis oas da lei por assigoados, e
tambera os dez aos credores incertos, e o mais por
deferido, na fnna do estyilo, do que para cons-
tar liz o presente termo d penhora que segu, do
qne para constar lavrei esle termo.
Eu Secuodioo Ellodoro da Cnaha, escrevente ja
ramentadt) U escrevl.
Eu Maooel Marta Rodrigues do Nasclment), es-
crivo o sobscrevi.
Por forga do referido escrivo Maaoel Mirla Rs-
drigoes do Nascimnto, fez pasgir o pieseola edi-
tal, pelo qoal chamo, citoe hei por intimados os re-
feridos credores para qae comparecer oeste joiio
dentro do indicado prazo, aflm de alegar o oue for
de jostica.
E para que chegue ao conhecimento de todos
maudei fazer o presente edital qae ser afflxad
nos lugares do c jstume o publicados pelalmprensa.
Recife 96 da outubro de 1867. -Tristo de Aleo-
car Araripe.
Eu Manoel Mara Rodrigues do Naseimeato, es-
crivo o subscrevi.
Tristao de Alencar Araripe.



,DEGLAB10S.
mmm smi<
Pela administrado do corre!) deas cidade aa
laz pub'ico a qum mi. rosnar possa, qae o se
demorando os vapores da compaohia Mes-ageries
Imperiales oeste porto em sea regresso do Rio de
Janeiro o lempo preciso para se faier a xpedieao
das malas com direccao a Europa, dando- asslm Ib
gara qoe deixem das-r devidameote proeessada
lem restdvido qne d'ora em diaoie as malas se fe-
chem as 6 horas da tardado da anterior ao da
ebegada o Aamini.-iracao do crrelo de Peroaa>baca 21 do
oarooro de 18(7.
O administrador,
Djiainos les Passas IL.aoda.




--,


>-4T~
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oog/
OQttf
0004a
EATRO
ion hUI wii
EMPRHayL-COIMBMr""
Effi conseqnencia de se acharen doentes os Srs. C de Laeerda e D. Falco na-pode ler taaar
i oje o espectculo annunclado, qae fla inaifpldo para flIJf.Hlla
QUINTA-FEIRA 31 DE OUTUBRO DE 18872
lo OJOS
tefMlartmei de Le-
em^rnambaco.
i directora e em cumprimento do
periivos estatuios, combinado com o
, se avba aos herdeiros on reprsen-
los fallecidos, Miguel de Almeida Go-
im da Silva, Domingo Jos Fer-
es. Joa|Mn mHmCoelbn, Joo Per-
ole Vianna, Theotonio de Oliveira Ne-
Fraaciseo Augusto de "Ofmira, Jo.-
*. AifvedVe Joaquim Ferrel/a da Silva Gol-
maraes, para se babiiliarem a apnxntur-lhes a fa-
roJdade qae Ibes coofere o art. 18 dos mestnos es-
Seita e ultima represeoiacae deflailiva do drama-sacro em 5 actoaifihaaifpa, OMflaiy -
es, transfrmalos, vueatodea, hffar-ete, ele mtitm.*
aiel
Intitulado
Biiasii saenra m
[i 7{ TITWfit DOS QADROS. f
. Quadro 1.*O pacto com o diabo.
di na ti- eme al
OlHl
.U -a v

Quadro i. pacto com o diabo.
Qnadro I.-Rusas b flores.
Ga^dtO-S.'A MINDIGA DA SERRA.
Qaardrf *.O jubamento d > cao.
Quadro o A jcstica divina.
Quadro 6.A voz maternal.
Quadro 7.O diadema da gloria.
Quadro HfApotheo.-e da Santa.
Dar' flm ao espectculo a comedia em 1 acto
O AMOR POR MEDO
PERSONAGENS.
Eduardo.......OSr, Hacedji9Ml|qa
Mara........A Sra. D. Bernardina.
Emilia....... iia Antonia.
Comecara' as 8 hora?.
tarde do dia da
Matos d. 1.
rxaJL eiorc. mrr
IHa-uIS-.
. Fica ampliada aos herdelros oa repre-
escriplorio no-Forte do senteofos, reconhecidameoto taes, do tocio fatteei-
do (aculdade transferir ou tomar a si di-
; | |[a'to de socio effectivo, preencbda asformalida-
des, des 1 e 2* do art. 12.
Secretarla ta directora do Ga
rl i!t; dMMk U
^^n^jK, ? altara, os 5 de pgtubro de 1 fe
.OliVU.l AQ 01H 3 a
~j 0IGMH.IJ3 i


i O
Notice.
Letters,Newspaperj,Book-pareels, Samples Mr-
chandize, Paterna tc^ my now be sent by tbe
Brltlsh Mail Paikets to nearly al! pars u the
worlil, and can be prepaiJ at tbis offlee either in
money, or by meaos o( Brish Postage Stamps.
Lelters onlij cao be prepaid (or tbe Kingdom o('.
Portugal. The Briti-ti sea-rato oa letiers (or
Portugal, is foor-Peuce (or eacb quarter o( an
ouce (two oitavas).
ttouej order.
Are also issued at ttus eonsolate on any of the & turne
AVISOS MARTIMOS
COHPAMHA BRVSILEIIU
DK
Paquetes a ?apor
Portaguez
- ait
I secretarlo.
*
mmm
O agente Pesua (aia'-loiiio por coqta.a.,r*CQ
detraas perteneer denme obW* de^toarand*'-
lampos de pedr,candelabros, serpentinas de vl-
d*a, eamaa, maaas jarros de porUna, treas dp
cosmhi, alguma koca, vldros etc., sala, mats al-
omas casacas de panno e palelots tanto de panno
'ido de bros e sed* inclusive odeles: no da
ima mencionado a; 11 horas da rcanhSa na roa
]da.Gadeia do Recite n. 38,1 aadar. ... .. ,2[l
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OI ; 6:'
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Ul* 10
principal Post uffir.es io Great Brltain and Ireland
at the (alluwiog rale of cooamision.
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i M 9 O z |1, ti
co S
0s9d 1 s8a 2s 3d 3 s Od ^
E' e.pprado dos portas do
as o dia 8 de aovembrv o vapor
Guar, r.oromaodaote o pn meiro
leoente Pedro Hyppolito Duarie,
o qual depuis da demora do eos-
para os partos do norte.
Recepem-se desde ja passagairos e engaja se a
carga qae o vapor poder conducir qual devera'
ser embarcada no aja de sua chegada, encomniea-
das e diobeiro a (rete al o dia da sahida as t fio-
ras. Nao se recebe como eneommeodas se nao
cbjectos de peqatm valor nao excedenda a doas
arrobas de peso oo a 8 palmos cbicos da raedl^ao
tudo o que passar desles limites dev^ra'ser em-
barcado como carga. Previne-se aos Srs. passa
geiros que suas pa?sagens s se reaatoem nesta
agencia roa da Cruz n. 57, escritorio de Anto-
nio Lu', de Oliveira Azevedo & C.
De duas neg iotaas orna de 13 aonos e oolra de
15, ama importante bibliotbeca, urna mesa els-
tica, ama estante, orna secretaria, ama mesa,
diversas cadeiras. solas, ama mesa pequea,
lanternas, 2 mangas de vidro, um reiogio de
parede.
O agente Hartins (ara' leilao a reqnerimeoto do
ioventariaote dos beas deixados pelo fallecido Jos
Narciso Camello e por despacho do. lilm.- Sr. Dr.
juiz muatpai da arioieira vara dos escravos, Ii-
sal vros e movis pertencet ao dito espolio.
Caixeiro
i Precisa-se de um menino de 14 a 16 ajroos :
taberna da roa Augusta n 1.
ilnda de Sebast*
da Silva.
O abaixo assignado administrador, da
massa fallida de Sebastiao Jos da Silvr
convida aos credores da referida nrassa
a apresentar Ibe os sens ttulos conforme
determina o ari. 859 do cdigo eommer-
cial.
Reelfe 25 de ootobro de 4867.
J. A. MaaUta Das.
iiiiiiiinui.
igrjsl Victo, subdito Italiano, retirase pira
Europa.
A3IHTAS03M
oHin .j j.f mm mm
RETRATISTA

.t
Da casa Imperial do Brasil
.>
8.


, atrate pelo pateo da matriz
Retratos por todos os syslemas photocrapbicos.
Retratos -m tidro
Retratos em laico.
Estes retratos s9o especiaes pafa se collocarem em alneles de peto,assoletas
e ane'rs. |*"^P asaTww
Retratos (mcartes da visita.
Retratos em carte-album.
Retratos tmbres-poste.
Retratos comees.
Hm, M4JXSleJempreJam 'ar>adiBsimo sortimeoto de caixinJias, passe-par-tonts, qoa-
2Z ^, dlUrada? a,flDiles e ca880,eUs de "> I- a Goliaa^S de
SS5?fi Vendom-se tambera albot, stereoscopos, vistas para os mesmos, vistas de d-
mSma am0SeP eStaC apPrelhos Para P^graphia, ecbmicaspara a

sib
!Eib.
l'aymens for money orders may be made either
in Sovereigns or their eqnivalent in the Paper mo-
ney tf tbe Empire, at the curren! rale of Ex-
cbaoge.
Brish consulat?, Pernanbacooctober 25, 1867.
Bentinck W. Doyle,
II. B. Ms. cnsul & Briush paoket agent.
De ora em dianle podem ser enviados pelos pa-
quetes a vapor da real coropanhia Britaoaica para
qaasi todas as partes do mundo ; cartas, joroaes,
livros e amostras de meicadonas etc., pagando-se
previamente neste consulado o respectivo frete em
dioheiro ou pormeio de sellos docorreiobntannico.
Para o reino de Horlugal sraenie podem ser pa-
gas de aate-mio, as cartas s^ndo o porte qnatro
peumos por cada quarto de uur.a (duas oitavas) em
diiihelro esterlico, oa seu valor.
Tambem se concedem ordens para linheiro, nao
exeedendo de 10 libras esterlioas caia ama sobre
qoalqiier dos pnocipaes nrrelos de Gr.u-Bretanha
e Irlanda ra&diao.e ama commissao couforme a ta-
bslla si;;ulnte. 'Es as ordens poiem ser pagas em
foriTauus ou o sea valor em moeda crreme de-te
imperio.
Ordens |);ra dinheiro.
Schelms Penoies.
Para as qaaol'as nao excelendo 2. 9
Para as quaotias de 2 i. ai.'- : '.. 1 6
Para as quantias de S S. at S 7.. 2 3
Para as quantias de S 7. ato 10. 7
Gonsufado britanoio.Cnruambuco, 2i de oi-
lubro de (867.Bentinik \V. Doyle, cnsul de sua
maostade brilanuca e agente do crrelo brllau-
Dico.
O lilm. Sr. io.->pect)r da inesoarana de (i-
zen-la d-sta provincia maoda fawr publico que
acha-se aulorisodo a vender aponces no correte
semestre ao prec.o de 88 por cento. As pescas a
qo.'m inleressar, deverao comparecer oa referida
theseoraria.
secretaria dathesounnade faz.'oa de Pernara-
bu o :i d- oatabro de 18o".
Servindo J olfi-ial-maior.
JfanoW Jos Pialo.
COJIPAJIIIIA
DAS
Messageries Imperiales
No dia 29 do correte mez espera-se dos portos
do sal o vapor fraocez Navarre, commaodaote
Massenet, o qaal depois da demora do costume
seguir* para Bjrdeos tocando em Dakar (Gore)
e Lisboa.
Para condicQoes, fretes e passagens traa se na
agencia roa do Trapiche n. 9.
s
nra
186,5000
182*800
Casa da isericorde
do Recite,
A !'!raa.jnnt!i administrativa da Santa Casa i
Misericordia do Recife manda fazer pablico qu
aa sala Je suas sessoes,no^dia 31 >1o crrante pe-
la 'i, horas da tardo tem do ser arrematadas a
qoem mais vaotagens offeroeer pela lempo de um
a tres aunas as reudas dos pr6ios em seguida
declarados:
Estabelecimentos de caridade.
Ra do Padre Floriano.
Ca=a terrea o. 17......
Casa trr-a n. 45......
Mem n. 47.........156000
Ra larga do Rosario.
Iro andar do sobrado n. 24 .
Ra da Gloria.
Cisa terrea o. 25........
I\aa da matriz da Boa Vista.
Cisa terrea u. 56......
Potrmtntd de orphos.
ilua do Rangel
Casa terrea n. 56......
Roa do Vigario.
Priaieiro andar do sobrado n. 27 .
Ra do Pilar.
Casa terr-a n. 99......
dem n. 94.......
dem a. 108.........20l000
Sitio n. 5 no Forao da CaL .
As arrematarles sero fe las pelo tempo da um
ati-jsannos, devendo os licitantes vlrem acom-
pauhadas de seas fiadores oa manidos de cartas
dostng.
8-cretaria da Santa Casa da Misericordia do
Reo(e 24 de onlahro de 1837.
O escrivao,
Pedro Rodrigues de Soaza.
Gompanhia aiaericaoa e brasileira de
paquetes a v O".
At o dia i* de novembro esperado dos portos
d i sul o vapor americano Guiltng Star, o qual de-
pois da demora do coslume seguir' para New-
Yuik locando no Para' e S. Tiiomaz, para fretes e
i passageas traia-se cora os agentes Henry Forster
& C, ra do Trapiche n. 8.
CQMPAlHIA BRASILEIRA
DE
PAQUETES A VAPOR
Dos ponos do norte espera-
do al o dia 31 de outubro o
vapor Paran, commandaote
o capito de fragata Santa
Barbara, o qnal depois da de-
mora do costme seguir' para
os portos do sal.
Recebom-se desde ja passageiros e engaja se a
carga que o vapor ooder cooduzr a qual devera'
ser embarcada no dia de suachegada, encommen-
dr.s e dinheiro a frete at o dia da sabida as 2
horas. Nao se recebem encommentas se nao ob
jectos de pequeo valor e que nao ezcedam de
duas arrobas dd peso ou $ palmos cbicos de me-
dico, tudo o que passar destes limites dever ser
embarcada comj carga. Prevme-.se aos Srs. pas-
sageiros que suas passagens s se recebem nesta
agencia ra da Cruz n. 57.
No Kaadar do Sabraao o.....onde fai e-crip
torio de dito fallecido, aa id horas do dia.
DE
a
O ageuie .Marim-i fara' ijljo a reqaerimento do
te.-iauenielri e lovvnisranta dos bens do buado
Theotonlo CeOveira eros e por despacho do
lilm. Sr. Ur. juiz municipal da segonda vara das
S'^'-f,*''V,B de dit0 OH*** > Iraporlancia de
2:OJ8J4C0.
Quartafeira 30 do correte.
No armaiera da roa do Imperador o. 16, ss 11
horas.
De movis novos e nsado, umcavallo preto esm
todos os andares sllalo e eofreado, uma eran-
do malla, um guarda louca, um barril com vi-
nho lalo do Pono. 60 garrafas com vioagre,
ama cana com 50 libras de rap, 70 saceos de
estopa.
Quartafeira 30 do correle.
Pelo ageo Manii, noarmazem da ra do Im
perador a 16, as i i horas.
AVISOS DIVERSOS.
COtfPANHIA PERNAMBUGANA
DE
im* navegacio costeira por vapor.
jui^wu Parahybaj Natalj Maca0j Aracaty, Cear e
Acarac.
O vapor Pirapama, comman
dante Torres, segu para os por-
,, tos cima no da 30 do correle
pelas 5 horas da tarde. Recebe
carga at o da 29; passagelros,
encemmendas e dinheiro a frete at as i horas da
tarde do dia da sabida: escrlptorlo no Forte do
Matos n. i.
DB MOinBMBRO
Su ne* Machado *us coniia-
ulaciros mai'dvres da revolu-
odo 1848.
Sao convidadoN lodos os liberaos para a comm-
raoraciQ ifun'-br'1 que tora lug-ir na msiriz de
Santo ABlonio, entre as 3 e 9 oras de manha.
'* recisa-ae de uma ama que saiba cozinhar,
para casa de rapaz solteiro: na roa da Cadeia
n 59. ______________
- Offerece-so uma porloguexa para ama de ca-
sa de familia ou de horaem solteiro : a tratar na
ruada Roda n. 51._________________
Rosa Candida Jansa da Alboqaerqne, profes-
sura particular, auioriiada c ,m o competente titulo
que lije fura coocadidO; pela directora geral da ins-
iFuecao pufclica, acb-.-a com aula abena na ea-
eruuihada de Belea, ende ensinara' nao s a ler,
escrever. arknethca e lingaa nacional, como tudo
oanto diz respeto a co.-tu a ; b^rn como, alem da
costura cha, a faier labynoiho, borda de ouro o
ponto de prata, de fros e matiz. Quem de sea
presumo se qaiser-ftlilisar dlrija-se a mencionada
tasa.
"3=5-
cosin licita.
Precisa-se de ama ama cosinheira, preferiodo-se
escrava, paga-se bem : ua ra des Pires sobrado
o 35.
Alu0'a-se por festi ou por anno, uma
excellente casa com jarclim, no lugar do
Monteiro. travessa do Xisto: Iratar na
ra do Crespo loja de Andrade Reg.
Irmiiidide das Almas e
N. 2 largo da matriz de Santo Antonio n. 2.
RETRATOS A OLEO
Temos a honra de pariecipar ao respeitavel publico a volta do Sr. Alberto Hens-
cbel que fot Europa com o dupo fim de se | or ao crreme dos mais recentes pro-
ta Ua nial' 1Z dO !>, O. ta gress"s da, arte Photographica e adquerir para o nosso estabelecimento mais um ar-
i -n tt i lista de talento.
tregllHZia da JjOar VlSta. O Sr. Alberto H summamente
retratos, p
feliz e conseguio engajar um destnelo piDtor de
SR. TRIiOS ERNESTO PAPF
raembro honorario da academia real de pintura da cidade de Dresda, e do qnal a reputa-
execuiado na photogiaohia, um dos mais
em lamaoho natural, Qxando directamen
da
O escrivao,
Mane el Domiogues da Silva Jonior.
19:^000
! 165000
3015600
1815000
2640O0
2015000

Inspec?i1o do arsenal de ma-
rinha
F*2-se publico qae a commissao de peritos exa-
minando na forma determinada no regaiamento
anaaxa ao decreto n. 13i de 5 de fevereiro de
1854. o casco, raachioa, oaideiras, apparelho, mas-
treac/io. veame, amarras e ancoras do vapor a-
waraybt da coropaabia Vigilante, aebon iodos es-
ses o ojelos em estado de poder o vapor conti-
nuar oo servido de rebojue em qae se emprega.
lospeccao do arsenal de marinha de Pernambu-
co, 28 de ootabro de 1867.
O inspector,
H. A. Barbosa de Almeida.
im H R EIO G E HAWi
Retaclo das cartas registradas existentes aa admi-
tustrsgwdo crrate dasla cidade para os seno-
rp atww dodarados :
o-i^' Hamh4wrir 6iva Benedicta Jos do Santos. Candido P. Lo-
bao, Eainyelio-MoBdln "
de Souza Rangel, jos
Moni?, Mana do Amparo Barrairo, ifatneus Al-
ves da Rteos. Manoel linacio a> Car valu Ven-
donSa, Vicank Llciao Ka .Cwu&apeiio.
PARA,
Para o indicado porto pretende sahir com muia
presteza o patacho Paracnse. por ler mais de doos
1505000 1 ,eros de seo carregamento : para o pooco qae Ibe
falla tratase com o consignatario Joaquina Jos
Gongalves Beltrao, ruado Trapiche n. 17.
Para o Aracaty
pretonde seenir oestes oito da com a carga qae
ti ver o palhanote Joven Arthur, tem parle de seu
carregamento a bordo, e para o resto qae Ibe falta
trata-si com os seus consignatarios Antonio Laiz
de Oii ve ira Azevedo & C, ao seo, esfriptoria roa
da Cruz o. 57.

IliE J 1.VE1RO
O patacho Lealdade protende sabir para o Rio
de Janeiro com aquella brevidade qae Ihe for pos-
sivel, segando a coneurreicia da carga qae hou
ver : quero nelle qailer caf regar, pode dirigir-se
ao6 consignatarios Marqaes, Barros & C, no largt
do Corpo Santo n 6, oa ao respectivo capitao An-
ionio Joaqnim Pinza.
. Mina Ricarda ai >uua liego cordialmcnle
agradece a tedas as p.-ssoas que no dia 2-j do cor-
rete, se dignaram assislir as exequias que so ce-
lebraram na igreja da veoaravel ordem terceira de
S. Francisco, por occasio rio passamento de seu
moito presado fuho Antonio Ricardo ao Reg, fa-
zendo espacial meuco de seus irmaos lerceiros
que caridosamente se prestaran! a condozi-lo ao
cemiteno.
Cunvida novamenteas mesraas pessoas e pren-
les a fazerorn o favor de assislir ag roissas que por
tengo de seu flltij se bao de celebrar no 7 da,
3i do presente me/, as igrejas romo no cemilerio
as 7 horas da manha. por cojo acto de caridade
seta sempre recouheclda a essas rrspellaveis pes-
soas.
Joao
o ua t^uuud ay*res Guiinai acs i-uroiaiuieuie
agradece a todas as pessoas quesa dignaram hoo
ra-lo com soa preseoga ao memento mandado ce-
lebrar por alma de sna mui presada conhada
Ad-laidp (Jamlma lasnar.
8aques
Joaqnim Jos Gonclves Beltrao saca
boa e Porto : a'roa do Trapiche o. 17.
sobre Lis-
Ks
O 1J-. Guiltiermo Nifgeli,' meeico, .la
consultas lodos os das das 8 horas as 10
da manha e das 3 as 5 da tarde na sua
resideocia roa Nova n. 15, especialidad
m.>l*iias dos ohos.
Por^atonsacao da mesa regedora, convido a lo-
dos co-su irmos, aflm de comparecerera no dia
1* de novembro pelas 10 horas da manba? em nos
so consistorio, afim de reunirmos em mes geraJ,
e proceder a eieico da nova mesa que tem deje-'cao bem fundada nos autorisa a erperar producoes notaveis no seu genero'de trabalho.
nn nos rege. ^ importantes consiste narte de obier retratos
Consistorio da rmandada das Almas na matriz,te na grandeza que se desaja, sobre a lela do pintor, o retrato pbotographado, por meio
1 Bou-Vi-ti, 28 de outubro de 1867. de um instrumeito especial chamado : cmara solar de accmemaco
P r esta forma o talento e o saber de um artista habii maravilhosamente se-
cundado pe'a precisao absoluta e infallivel dos contornos e das sombras que ihe poe a
II maiUUUie d IS AlmaS e"eC- Photograpla sobre a tela, e ludo se reuo assira para se alcangar o maior grao possivel
tu > m ti-filav! f ni Pa de seme,baDCa incontestavel, ao que d anda raaior real:e o sello arlistico, que imprime
Idnsl 111 iFl Ue a, Ii Ct e- a> retrato um bello colorido.
dro Ooica'vos do Reeife,
De ordem da mi-a regedora sa; couviJados lo-
dos os charissimos innaos a se reuoirem os con-
sistorio da irmandade sexta f ira i" de notembro
prximo, as 9 hor,s da tuaohii, para em mesa ge
ral se dar cumprnnento aj disposto no art. 30 do
comprnmisso.
Consistorio, 28 de outubro de 1807.
O escrivao,
Joaquim Xavier Vteira L
Mulato ftifdo.
No dia 23 do correot, au-ealou-se da casa do
ahaixo assignado o seu escravo mulato, com os
S'goaes srguintes: cabllos corridos, caraolh>,
magro e alio, levou calca de brim pardo liso o ca-
misa de algodao-zinho, chap) de palha, costuma
andar mesmo Hasta cidade, ca seas arrebaldes.
Roga-se a tolas as autoridades puliciaes e mesmo
a qualquer outra pes-oa o aprehender e entregar
ao aiaixo isi-iguad, ra da Ciut o, o, ou a ra
do Cabug lo|a de miudezas de quatro po'tos da
Aguia de Duro, que sera' generosamente recom-
pensado.
Alves Hiaiborger & C.
Ama.
Precisa-se de urna ama de leite sem Dlho : na
ra do Queimado n. 49.
Cozinheiio
Precisa se de oro coinheiro que saiba b=m des-
eropenhar sua arte, dar-se-ha ioformago : na ra
larga do Bozario o. 37 1 andar.
Ama
Precisa-se de uma ama nara lavar e engomar :
na ra do Trapiche n. 36, 2a andar.
^ Pelo mesmo processo nos podemos reproduzir e pintar oleo, uma vez qae se
nos d inca photographia, reja de que tamanho fur qualquer retrato de pessoa mora ou
au:ente e no tamanho que se desf-jar.
As pessoas que quizerem jnlgar por si mesmas deste novo genero de trabalho,
sao convidadas a nos fczer a honra de visitar a nossa galera, aonde estn expostos uma
serie destes retratos como amostras.
AMBROTYPOS
Betratos em caixinhas
Para satisfazer a numerosos pedidos de muitos dosnossos fregoezes, estamos pre-
parados para fazer retratos neste genero, para osquaes lambem temos agora um grande
e variado numero de ricas e bonitas caixinhas.
Ama
Oj. in precisar de art a ama dirija-se a ra das
Trluseheiras n Ii, que achara com qaem tratar,
sendo de boa conducta.
Attenco.
o
Precisa se de um eaiieiro que entenda bastante
de miodezas, que seja bra-ileiro e d dador a sua
conducta : a tratar oa roa da Cruz o. 50, l" andar,
das 10 as 3 aa tarde.
Precisa-se alagar um sino na ez-
lercio da lioba frrea Apipucos :
loem tiver algum dirija-se so esciip-
torio o. i, a roa do Crespo.
Hoja pelas 7 horas da noite continuara' a dis-
cusso do novo compromisso da contraria da San-
ta Crm, em mesa geral.
Aluga-se um sitio no Caldeireiro com casa,
coxeira, rrucieiras, baixa com capim.os fundos do
sitio deita para o rio Capibaribe, fica jauto do si
to do Illro. Sr. Dr. Alsoforado : quem pretender
para passar a fasta dinja-se ao escriptorio do lilm.
Sr Or. Aicol'orado ou no mesmo sitio que achara
cora quem tralar. Declara-se qae a casa est
limpa e sitio.
a
r-i
Uma
Ana de le!le.
Precisa-se de ama ama de lene
Corpo Santo n. 17, .3* andar.
bb prasa lo
- far.
a egoira' com a postivoi preatega para o indica
ao porto o veletro e bem conhecido brigte escu-
na nacional Graciota, capito e pratico Jote Ma-
ra Kerreira : para alguma carga que Ihe .falta
tratase com o consignatario Antonio de AlAela
Gomes, a rna daCrotn. 13, aidar.
" mitfr--------
Pretende sahir para o Porto, com a malor bre-

Papa
No hotel Pernambucano roa das Cruzes a. 31,
ha papa todos os das pela manha.
Trocara se
as natas do banco do Brasil e das calas fllaes-
dom descont maito rasoavel, na praca da Inde
pendencia n. 22.
- Pre-isa-3e
Raogel o. 9.
de um eosiua-ro : aa roa do
vidade possivel barca portugueza Homidade*
tend^ ja met de 00 cjuasi dous tercos do seo car-
Pestaa, Francisco Lucas regamento engajado. Para a carga que Ihe falta e
Augusto de Araojo, Lolz passageiros que gozaram all de excellentes com-
modos, tratase com os consignatarios Marqaes,
Barros 4 C, no largo do Corpo Santo n. S oa com
c capito Carlos I'erreira Soares.
Papagaio fagido,
Fugio hontam 28, da loja franceza da
ra Nova n. II, um papagaio, levando no
p a azela da corante em qae eslava pre-
so. Roga-se a pessoa que o tenha acbado
00 pegado, o favor de levado a loja cima,
que ser bem recompensado.
D-se diado Ir* a Jaros : na roa Nova n. 63*
escrava.
Precua-si alagar orna escrava que saiba cos-
nbar bem e engommar e fazer o mais servico de
casa compasta nicamente de uma senhora es-
iraogelra, pagase maito bem e pootaalmente : a
tralar na ra da Senzala Velba n. 23, andar.
09erecp-se orna criada poriugueta para casa
de pooca familia : a tratar na ra larga do Rosa-
rio a. 10._________________________*
Alnga-se por esu duas casas acabadas de
novo pintadas cada uma com 2 quarlos, 2 salas
e cosinbas no sitio Malambo na estrada do Porto
da Madelra em Beheribe com excellenle baoho
moito perto de casa : quem as pretender dirija se
a casa a. 8 da roa do Senhor Bom Jeoa das Crioa-
lai 00 em Oilnda aa roa dos Arrombados n. 25
O nico deposito de louca da fabrica do Ca-
bo ao pateo Ao Tarca n. 11, receben um grande
sortlmento de canos de 9, 3 e 4 pollegadas, tudo
vidrado e veode por moito commodo prego.
Olfarece se om cafxeiro que esta' arrumado e
aoereodo se arromar melhor o qual tem praiica
de molhados o bom talho da letra : quem precisar
annunein por este Diario.



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B) -j.

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A iavadeira Auna qae coadazla roopa para
lavar ni Caldeireiro dea para guardar em ama ta-
berna na ra do Rangel, roa Di relia, roa da Praia
00 largo da Penha, caja Iavadeira nao tem certeza
da ra e taberna : a pas-oa que aguardou tendo
eooscienela e qaerendo-a entregar dirija-se a roa
Diretta n. 43, segando andar, qoe se gratificara'.
UREA PENNSULA
Fabrica de destilago e bonificacno
DE
"MARQUES i FERRIS*
ra do oiori forte do watos
PERNAMBCO.

.
Jos Joarjurm de Freltas Pereira, re-
tira-separao Rio de Janeio.
' Tt Esta fabrica acbando-se montada com todos os necesario, pertences a ama desUlaco e com
materias primas, qae entram na confec^io de lodos os seas prodactos de superior qailldade : -prorap
tifica-se a receber toda e qmlqaer encommeodi e a vender ^ seas prodactos por procos almiameot?
redondos, os qoaes obliveram premios oas e:iposico a deParoambaeo, Ra de Janeiro e Paria em 1867.
Temos sampre em quantidades genebia, du de laraaja, aoiz, agaardente do reiao, cognac, ab
clntbo, bitter, wermutt, kirebe, xaropes pan. refrescos, pnmeira a sagaada qaalidaae, iktWs floos e
entre fleos, tinta para eserever, perfumarlas, vioagre, marrasqamo, cora^ao, espirita da af>, 38 e 38,
dito de alfazema, limonada gazoxa, aguas : idr de laraaj, rus-e ortetai plinsnti ; oretaes de pevide
de melancia e mallos ootnot gonoro, os qoaes sa vendem a vootaaaaofiompralor, ena barris, cana
das, em garrafas com vistosas tarjas. Prompuaca-sa a ooodieoloaar e i enviar qasiqoer remessa qoe
nos seja pedida para toda e qoalqasr parte, devendo ser os plidos acompanoados 4o araoos sobre
esta praca.
MELHOR (XEMPLAR ENCONTRADO
t



.w
7.


PHARMACIA
ESPECIAL HOMEOPATHlCa
DO
DOUTOR SABINO 0. L. PINHO
HIJA
..-..m l_
Neste importante estabelecimento se acha
tudo o qae necessario para a pratica da
Homeopathia.
Medicamentos em glbulos e em tintura,
preparados con a raais escrupulosa exacti-
do por meio de machinas especiaes.
Carteiras portalen, contendo os pnocipaes
medicameutos em glbulos 100, 20*,
300, 400, 500 e 600, conforme a qaanti-
dade de tobos.
Caixas de medicamentos em glbulos e
em tinturas e 805. 1000, .200 e 50J
rs., segundo o numero dos vidros e de tu-
bos.
( Estas caixas sao moi uteis aos mdicos,
senhores de engenbos, chefes de grandes
familias, capities de navios, e em geral
todos que se quizerem dedicar pratica da
homeopathia.)
Cada tubo avulso custa.......10000
Cada vidro de meia onca de tintura. 20OOO
Vendem-se glbulos inertes, tubos vasios,
vidros para a preparacao das dses, etc. etc.
Escovas elctricas para tratamento das
molestias nervosas, principalmente para as
dores de cabeca.
Apparelhos de lavar os olhos no trata-
ment das opbtalmias.
Apparelhos de iojecc5o para o tratamen-
to de certas molestias das mulheres.
Cb preto e verde de exckllente qcali-
dadk para aso dos enfermos.
Veude-se igualmente o Tbesonr ho-
meopathico ou Vade-mecum do
homeoi>aiha (obra incontestavelmente
indispensavel lodas as familias, pela clare-
za, com que ensina a empregar a nova me-
dicina), preco 200.
(tm porces de 30 exemplares faz se o
abate de 15 por cento.)
MOTA !* *
Posto qne, na segunda edico do The-
onro nMtpitbl('u ou Vadem-
cum do liomeopata, pagina 677, se
ache indicado o meio de usar 'esse preser-
vativo, com tudo convm repiti-lo con al-
guna esclarecimentos mais.
Para urna familia dissoWem-se 20 o l-
bulos em urna garrafa com dous tercos
d'agua pura, vascoleja-se bem, e d-se
cada pessoa urna col hereda pela manh, ou-
ira ao meio dia e outra a noite, durante
tres ou cinco dias consecutivos. Deixam-se
passar ouiros tantos dias sem nada tomar,
lindos os quaes, repete-se o remeito da
mesma maneira; e assim se continuar
em quanto durar a epidemia.
(\s creancas at a idade de 3 annos lo-
marlo o remedio as colberinhas).
Si a epidemia estiver muito forte, ou, si
na cas hoaverem bexiguentos, deve o reme-
dio ser tomado todos os dias sem inlerrop-
cao, at que a cousa melbore; depois do
que volte-se a usa-lo do modo ensiuado.
A garrafa deve ser nova e muito bem lava-
da, primeiro com agua quente e depois com
agua fria. (No caso de n5o baver garrafa ou
vidro novo, poder servir urna garrafa de vi-
nho ou de agurdente, com tanto qoe seja
muito bem lavada com aguas quentes e
fras.)
Para urna s pessoa basta dissolver 6 gl-
bulos de mccina em 2 oncas d'agoa, e d'abi
tomar as colberadas como j ficam indi-
cadas.
Nao precisa grandt dieta. Abstenham-se
do cha e do ca/ fortes, do abuso das bebi-
das espirituosas, das comidas gorditrosas'sZfg
e mudo adubadas Eis aqui apenas o que se |
exige.

:
la..
Mfl
r. II
Abona*} q'jV
N. 6,*ra do Queimado primeiro
.,i .... i rs i
aua fJ')f .eM st>

.,n>W\(
CABELLOS muscos.
___^__p__ p,"', 0A8TU0
Gabinete reservado e deacente para tinglr cabellos
H""J
1 Jl*
Tintura instantnea para enegrecer os cabellos em um minuto sem offender a
-----=----- l'"'
i I
ANDE
[DACAO
ir toja de calcado da roa
*iq obl

com perfeicio, presteza e mdico proco.
0T9Znj
It El;
nico preservativo de caspas e calvice.
PREHADO PELAS EXPOSIQES DE PERNAMBUCO E RIO DE JANEIRO.
e trizar cabellos, c fazer barbas.
BEM MONTADA OFFIGISA BE CAMLLEIREIRO
14
Tendaos se liquidar
do imperador o. 31 .
Borregurs de Melll......
Ditos de Sater.......
Dltes da diversos fabricantes. .
Sapalfes de beterro Suier. ._. .
Borwgaiaspara meninos e mennas.
Ditos ditos ditos.......
BorzegDias de lustre para noaens
(Snter). Jl'AfltlUU *
SapaiSes Heme. ...*..
Bo'zegaios cordivao......
Bota pera montara. suti.
Perneiras t guarda lama.
Sapatos de tranca para meni dos.
Sapatos de coaro da lastre coa salto
para senbora......
11*000
8*000
. 8*000
3*00
3*500
1*000
7*000
7*000
8*000
1*000
3*000

imk
alao para ria.r

onde com esmero e gosto se manufacturam. quer para a provincia, qoer para fon dalla, todas as qualidades de posticos
modernos e de apurado gosto, accresceodo a grande differenca de ser 10 OtO mais barato que em outra quaiquer parte.
Esplendido sortimento de candios, em torea e em eomprli
ft* RA O IJEIM^DO 1V.6.

i
CONSULTORIO HOMEOPATHICO.
O Dr. Sabino 0. L. Pinho d consultas
todos os dias uteis desde 11 horas da ma-
nbaa at s 2 da tarde.
As visitas aos enfermos sao feitas das 2
horas coi diante ; mas em caso de necessi-
dade as visitas podero ser feitas a quai-
quer hura.
Para que as visitas rossam ser regulares
cumpreque os d-entes ou os seus enfer-
maros maudem dar parte do sen estado,
todos os dias at o meio dia jias molestias
agudas; e de 5 em 5 dias as molestias
ebronicas.
As consultas escriptasso respondidas mais
ou menos promptamente, segn lo as
necessidades da molestia e a distancia em
que se acha o doente, pois que neste caso
faz-se preciso indicar de urna vez tudo
o que convier ao restsbelecimento da sade.
As reirihuices sero pagss na mesma con-
formidade.
O Dr. Sabino roga a todas as pessoas, que
costumam eonsulta-lo por escripia, que or-
dencm aos seus por'adores a prutnpta entre-
ga de suas ca tas, visto que, entregando-as
accasiao de se retiraren
PLUMERA CELINOS.
(CONTRA A MORDEDURA DE COBRAS)
Este medicamento gosa de muito bons
crditos contra o veneno das cobras e de ou-
tros animaes venenosos.
O Dr. Sabino nao ttm anda observado j
pessoal de facto algum que o aiitorise a
affirmar sua efficacia; mas sabendo que no'
Rio de Janeiro e em S. Paulo elle tido co-
mo muito poderoso, mandou-o virparaei-
penmentar.
Algumas pessoas do centro d'esta provin-
cia e da da Parabyba tem escripto ao Dr.
Sabino, dizendo ser incontestavel o mrito
da plumera no tratamento das mordeduras
das cot>ras.
Emprega-se a plumera cuinos interna e
externamente, da maneira s-guinte:
Uso interno Nos casos meaos graves
dissolve-se urna ou duas g tas de tintura
em duas oncas d'agua. e d-se ao mordido
urna colherada de hora em hora.
Nos casos mais graves dissovem-se seis
gilas em quatro eneas d'agua pura para
dar-se urna colhera'la de meia em meia hora,
de lo em 13 minutos, e tt de Sem S mi-
nutos (segundo a forca do veneno inoculado
ou inteusidde dos symptoms manifestados.)
Logo que bouver melhora, so espassato
urna dse a
SEM I&AL
Sfl
O CORA^AO DE Ol HO RA DO CABUA N 2 D,
M tomou a resouco de vender as joias de ouro, prata. brilhiites, etc, com
grande difiVenca para menos por ter recelado grande quantidade da Lu-
-opa pelo ultimo paquete, trocam-se tamhem por joias velhas, assim como
por brillantes, etc. A pechincha sem igual.
Precisare de orna ama para cosiobar para casa de
hoiwiD olteiro : (prefere-se escrava) roa do Qaei-
mado n. 31.________________
Samnel Power Joimston ALompanhia
Ra da Seuzala Nova n. 42.
AGENCIA DA
Fundido de Lew Roer.
Machinas a vapor de 4 e 6 cavallos.
Moendas e meias moendas para engenho.
Tanas de ferro coado e batido para enge-
nho,
Arreios de carro para um e dous cavallcs,
ieiogios de ouro patente inglez.
\rados americanos.
Mchinaspara descarocar algodo.
Motores para ditos.
Machinas de costura.
Aluga-se
A casa da roa das Aguas-verdes n. 25 : a tra.ar
na roa Bella d. 45._______________t________
Confraria de S. Benedicto.
Oabaizo asi;oado presidente da mesa, pelo pre-
sente pede disculpa a todos o- moradores da ras
Imperial, Pedia, (Uogel e Praia, de nao ter pasea-
do com a procisao do seo padroero, como aonun-
cicu neste Diario, por ter a mesma sahido moi
tarde do sea Convento, qae nao dera lunar percur-
rer como prejeroa-se, e qaeiram tambem desci-l-
par aos encarregados da commlssn, Jos Loiz do
Paraso e Haooel Ferrelra, pois nao oi de nossas
iotenc5es asMtn praticar, porm boje dames ott.
verdadeira prova dessas faltas.
__________________ Loiz Braga.
Alteocao
o
Na ra da Cadela n. 29, segundo andar, se acba
urna casa de fcmilia estabelecida aOui de fazer co-
midas para qoalqner pessoa e a mesma se encar-
rega de mandar as comidas a quem com esta
tratar.
^m m lrMlr\%\%
como costumam, na
do U-cife, impossivel responde-las salifac- gradualmente os intervallos de
toriamente. [ outra.
---------- Uso externo. Ao mesmo tempo qoe se
MEDICAMENTOS PRESLKVAIINU. ^ternameDte Da parte mordida tos de linho
Em quaes pur epidemias o Dr. Sabino j ou de algodo embebidos em urna dissolu-
faz distnuuir gratis s pessoas pobres, no cao da mesma tintura constante de lOgoitas
seu estabelecimento. os preservativos neces-1 de tintura em O colheres grandes Q agua.
sarios, dando-Ibes as competentes instruc- Esse> Qos se conservarao sempre moluados
sobie o lugar da mordedura.

2
--3
Q
W
rs
toes.
Presentemente reina a epidemia de bexi
gas: muitos j se tem aproveitado com fe
lizes resultlos do seu offerecimento, feitc zer-lhe as pessoas
do Diario de Pemambuco; mas necessa- emprego da plumera chunos
rio que todos experimenlem esse meio to
fcil e to commodo de se prservarem c s
suas familias d'essa terrivel molestia.
O preservativo empregado a vaccina coa.bMo de res. lver quaesquer negocios
elevada 5' dynamisacao. As pessoas, qoe relativos ao estabe ecimento o respetivo ge- ^^t^E^'
fazem uso d'ella, ou nao sao accomraettidas de rente.
bexigas, ou, si o sao, raramente as tem de; Jos Alves Tenorio,
ma qualidade. I _______Professor em homeopathia.
O Dr. Sabino receber com reconfcecimen- encontra mais o seguinte:
lo as communicames que se dinarem de fa- .... .____. k;
nue exijerimentarem o Azeite de espermacete propna para machi-
, as de todas as qualidades.
Vapores de forca de 3 a 4 cavallos.
iyoa i Serras avolsas para machinas.
Em ausencia do Dr. Sabino acha-se n-!Manc3ese todos os mais pertences para as
mesmas.
Fedegoso de Pemambuco
A planta, conhecida entre nos sob a de-
nominarlo de ftdegoso, e no Rio de Janeiro
e pro incias do sul deste imperio pela de
crista de gallo, o tiaridium utilissimum
ou tiaridium elonaalum de Schum, e o he-
hntropium curosadium de Mart., pertence
familia das boragineas.
O fedegoso considerado, na tberapeuti-
ca pernambucana, como urna das plantas
mais recommendaveis por suas virtudes cu-
rativas, e applicado interna e externamen-
te, como caimante do systema nervoso, na
paralysia, asthma, tosse convulsa ou coque-
luche", tosses recente? e amigas, sufifocacOes,
catarrhos pulmonares, etc., e em geral con-
tra todos os soffrimentos das vas respirato-
rias ; sendo om exceliente unitivo para
aquel es que padecem de phtisica pulmonar.
Soa efficacia contra o ttano ou espasmo
incontestavel, e ninguem ha que a deseo-
nbeca.
Alm do grande sortimento das m.elnores machinas, americanas para descarrocae ^j0 ignorando nos o que acabamos de di-
algod5o, de 10, l, 14,16,18, 20, 22, 2o, 30, 35, 40 e 50, neste eslabelecimento sr Zer, e esforcando-no? por ser utilhumanida-

Aluga-se
Tres sitios na Torre para
boas casas e moli frescas :
com o despachante Franco
pa>sar a fesla, com
a tratar na alfandega
!\IW%
DE
DE
J. VIGNES.
X. 55. RA DO IMPERADOR SI. 55.
Os pianosdeta antiga fabrica sao noje asss coohecidos para qae seja necessario '.rmnir ana saperioridade, vantagens e garantas que offerecera aos compradores, qualidades estas incontests
veis que elles tem deoitivamente conquistado sobre todos os que lera apparecido nesta praca ; pos
ntindo am teclado e machinismo que obedecem todas as vonUdes e caprichos das pianistas, sen
tionca falnar, por serem fabricados de proposito, e ter-se feito ltimamente mel&oramemos Importan-
tsimos para o clima deste paii; qnanto s vozes, sio melodiosas e flautadas, e por isso muito agrada-
Mis aos oovidos dos apreciadores.
Fazem-se conforme as eucomraendas, tanto nesta fabrica como nado Sr.Blondel.dePars, soele
orrespondente de J. Vienes, em cuja capital foram sempre premiados em todas as eiposicSes.
Nomvmo estabelecimento se achara sempre um explendido e variado sortimento fie msicas doa
albores amores da Europa, assim como harmnicos e pianos harmnicos, sendo tudo vendid-) no-
oreos commodo e raznavnls.
Cylindro para padarias.
Debulhadores para milho.
Arados americanas.
Escad'is de madeiras americanas.
Carrinhos proprios para armazens.
Moiohos para refinacSes.
dem para m Machinas para cortar capim.
Bombas para regar jardins.
Vaquetas para Cbertas de carros,
Gamas de ferro sortidas.
Bombas de Japy.
dem americanas.
Ferros a vapor para engommar.
Vassouras americanas.
Baldes americanos para compras.
Tinas de madeira.
Ballaios e cestas de verguinbas.
Guarda comidas.
A Upa se orna ama para o servico de casa de
urna ps Chocolate vermicida
DE
Antonio funes de Castre.
Desde 1857 que sao as tabellas vomicidas
applicadas em Portugal, como o remedio
prompto e efficaz para a expolsSo das lom-
bi igas, que to graves padecimeutos cansam,
e que quasi tempro se suppoe ellas i ori-
gem.
Este virmifugo prefer vel a qoalqoer
outro pelo seu agradavel paladar e fcil ap-
plicacao as enancas, as quaes geralmente
s5o mais atacadas de semelbaote mal.
Deposita especial \
34.Ra laga do Rosarnlo3i
Botica de Bartholomen 4 C.
U Dr .loa Bautista Osan va
pode ser procurado a quaiquer hura em sen con-
sultorio humeopalhico, largo da matriz de Sanio
Antonio n. 2.
o mesmo consultorio tem sempre prande sor
timento de medicamentos de nomeopaita de We-
bere &tellao, tanto cm glbulos como em tintura,
as.-iin como t'-m um sormento de ferros de el-
rorgia em cartelias e avolsjs do afamado Char-
rur de Paris.
Peneiras d'arame para padarias e refinaces.
Correntes para almanjarras.
Machados e faces americanos.
Caixas com vidros de todos os tamanhos.
Cannos de chumbo de todas as grossnras.
Folha de cobre idem idem.
dem de lato idem idem.
Folha de Flandres.
Ferro de todas as qualidades.
Arcos de ferro.
Latas com gaz.
Trens de porcelana para cosinba.
dem estancados pata dita.
Bandeijas Gnas.
I Balangas americanas,
dem rovervaes.
Taixas de cobre.
Estanho em verguinhas.
Folbas de ferro de todas as grossuras.
Correntes de ferro sortidas.
Espingardas de todas as qualidades.
Rewolveis de todos os modellos.
Ferramenti para ourives.
dem rara tanoeiros.
dem para ferreiros.

O lente Tra}noPilippeNery deBarcellos man-
da celebrar no dia 30 do correte na igreia da
Boa Ora pelas 6 horas da rcaoha, orna rrissa por
ilma de seo infelzarntgn o imenie Braz Machado
Pimectel, contida a familia do fallecido.
Actioa se no caes de Oapibatibe orna camisa
de madapolao lavada e engommada e um tanto
anda : qnem f >r sea dooo dlrlja-se a roa da Ira-
peratriz t. 23, que dando os sigoaes eertos Ihe
ser* niregu.

.
A oa


Criada
Na roa de S. Praneisco o. 73, precia-se de ama
criada portogoeta oo escrava, paga-ie bem agr-
mu*

Precisa-se alocar orna ama escrava oo livre, qne
corinbe e engororop, para casa de pequea rami-
lla : d* roa da Concordia d. 34. sobrado do arma
zem do sol
v 8 A -Rus do cabag-
Agostnho Jos dos Santos % G
Acaba de chegar a este estabelecimento um esplendido sortimento de
joias do ultimo gosto, perfeico artstica e modellos enleiramente novos; como
segnem: aderecos com rubim, esmeraldas e parolas finas, pulceiras, broches
para retrato, anneis, botos de punho, brincos e cassoleus com letras, etc..
etc., etc. Salvas de prata do Porto, faqneiros, paliteiros, calix de mesa t
fructeiras, cojos precos sao incompetiveis, pois que os propri-iarios desta casa,
recebendo seos artigo* directamente da Europa, podem servir vantajosamenta
aos sens fregueses. Compram-se brillantes, pedras finas, ouro e prata, page
se bem, tambem se nctimbem de fazer concertos.
| de soffredora, preparamos o queabaixo indi*
camos, pondo a disposico dos distinctos m-
dicos, e dos doentes desta e das runas pro-
vincias deste imperio nossas preparares,
que sao:
Jk JLTRJBEBA
eiu extracto alcoolico, emplas-
tro, oleo, tintura, pilulas, xa-
rnpe e vlnho.
A JURUBEBA urna das substancias me-
dicamentosas que pertencem ao reino vegetal
e entram na classe dos tnicos e desobstru-
ent-.s, sendo empreada com vantaaem cin-
tra asfebres intermitenies acumpanhadas de
engorgitamento de figado e baco.
Ella tem sido aplicada Ci m incontestavel
proveito contra a anemia ou chlorose, hy-
dropesia catarrho da bexiga, e mesmo para
excitar a menstruacSo difficil, resultante da
mesma anemia ou chlose.
O ARROB^EGETAL
E5 muito superior aos xaropes de CUISI-
N1ER, e deLARRUY. De fac'n digeslao, a-
(radavel ao paladar e ao olphato, elle tur
radicalmente, s^m mercurio, todas as affec-
r;es da pelle, impigens, alporcas tumores,
ulceras, sarnas degeneradas, escrfulas, es-
corbuto. E' sobre tudo poderoso as moles-
tias rebeldes ao mercuro c ao ioduroto de
potassi?.
r ____
XAROPK UE SALSA PARRILHA DO PARA'
db
DEPURATIVO DO SlVtilK
USADOS NiS MOLESTIAS DE PELLE, IMPIGEXS,
DOBES HHEUMATICAS BULCERAS VENREAS
PIRULAS WTI PERIDICAS
Contra asfebres inlermtentes, oa sezoes
s\ar?iB "ii?iamNWt
O MULUNGU' tem rcao directa sobre o
ceirte nerv sos, e por isto faz dormir sem
determinar affluencia de saDgue no cerebro
como o opio e substancias simples qae delle
se extrabem, pelo que o somno tranquillo
e reparador, calma a tosse as bronchites,
e modera os accessos de astbma e de tosse
convulsa.
Atten$o.
X. 25 Roa de Livrsment H. 25
Deposito de tamancos e calcado naciooai da fa-
brica da rna d Jsrdlro n. 19, de Jos Vicente Go-
dinbo, tanto no deposito como na fabrica seapremp-
tam todas as porefos de calcado o mais barato
possitel, esta fabrica tem todas as machinas pro
nrlas para os calcados ja bem acreditados pelo PILULAS, TINCTRA, XAROPE E VlNHO
de fregoeies pe daqo! se for- DE FEDEG0S0
,- ___^-j> b[o! s ol-fi/3 Unicn demisitn
- O mito Miaste gaanUdo o. ff557 eim o pre-
Fogodoar
Recebem se encommendis da fgj do ar para
dentro (ora da provincia : no armazera da bola
amarella no oio da secretarla da polica.
grande numero
neeem.
mo de l:*;040O0, frt vendld? Qa fehr Joj d
>'0 TI P. -ff,
o t
Puarmacia de J. A. Pinto, ra larga do
Rogarlo*1'I.
TOBOS ESTES
MEDICAMENTOS SAO PREPAh
POR
Jcaquim cP.ilmeida Puito.

PHARMACEUTICO EM PERN'AMfleia..!
Rna larga do Rosario N. loiij
JtuU ao qnartelde p li

.
Joo da Silva Ltte, compren por ordeai >
Antonio da Sirva Leite e ernta de Ilercnlano de
Alboqoerqot Mello, da villa da Santa Luti de
Mossor, o bilbete intelro cvaclido da 5.' Iteria
a beneficio dos voluotarijs da patria a. 297, coja
botera a prxima a* fXtraccSo nesta provincia.
Pernambocrf,' 2S de otrtubn? de 1887.
Aluga-se
Um grande terreno murado com porlSo e doos
telheiros grandes dentro, propno para deposito de
earvao, roatenaes oa carrosas etc., no caes du Ra
mos n. 0, esqama da travessa do Carioca a tra-
tar com Goilherme Selle ra da Imperairii o. 4o.
Preci>a-se de um caixelro para taberna Ce
12 a II anoos : tr. rna do Livramento n. 39.
Utenco
/*
O arremifinte da3 loj^s de ferrageos d) fallecido
S^bastiSo Jo.- da Suva vem offerecer ao respeila-
vtl publico am completo sortimento de ferrageose
miudezas por metade do sen valor, graodc sort-
meolo de alambiques, bombas de japy e aspirante
para os senbores de engenhos se proverem de laes
rticos cora poua diohciro, inos de diversos ta-
manhos, fer'o em barra, em arcos e folha, fogoes
de ferro e urna iniloidade de objecto*, que te loroa
enfadcnbo enumera1-.
CONTRA FOGO.
A companhia Indemnisadora, estabeleci'
da nesta praca, toma seguros martimos so-
bre navios e seus carregamenos, e contra
ogo em ediheios, mercadorias emobilias:
aa roa do Vigario n. 4, pavimento terreo
Preclsa-se de urna criada rara tasa o- pou-
ca familia : a tratar n3 ra do Imieralor n. 3',
l(ja.
As Pilulas Catharticas
DE2 AYER.
O purgante mais rj'ccaz at liojs coliecUl.
E^taspulae Kto mramento ruj-
itacs, iio londo na ua compj-
$15.10 ncn mercurio ucm out: >
fngrodlonte hiIiitoI ; sao Inno-
cente* para as mamas c pe-so. <
mais delicada*, ao mesmo tempo
que, ompof-tA como sao o regi-
taes mi lories, to bastante iCIi-
viis c efleazca para aa pessoas inaH
robustas.
Etas pilulas catharflcas purgo e puridoio todo irsteiu
L ;.. :ki sem racrcorio.
NSe se tem poupado traballie ncn lespeza para levar catas
plhila* a um grno de perf lito resultado de annos de estudos laboriosos e constaute-.
Para nlesuear todas as vautagcus que resulto do uso de entila: -
lieos, teru-sc combinado s-wicric as rirliulm ruratieat d plantas que sao empreadas na eenfeceo das pilulas. Sua
eomposleo tal que as enfermedades qae esto ao nloam
d saa aopio, ras vezes podora reslsti-las on evad las.
Suas propriedades penetrantes explorao penetran, purlftco e
dio vigor lodas as partes e organismo humano; pois corrlgcM
a sua aceo viciad-, e faz recuperar a sua viulidade. Urna das
consequencias destas proprleides qiic o doente, abatido do
dr c debilidade pliyslca, admirase de encontrar, tao depres-:i,
raa saude e energa recuiicradas por mel d' um remedio tio
imples e agradavcl.
As molestias que esto ao seo alcance sio.
TVitao rfc rti-Ue JiheumatisM.), Dr da co*
Shxaomeea, In-llgctUo e mal da eitomaijo, OioaorrkoUu,
PADEOMENTOS DO FIGAD0,
Ftbre gattre-ktpatica; Gastrile, affec^Set Biliosas Lombrigas,
Erydpela, ITydropsia, surde?, erguir pardal, e Paralysia.
No almanak e Manual de Saude do Dr. Ayer, qne se publica
todos os annos para dbtrlbuic* gratuita, encontra-sc um tra-
tado sobre as diversas doeacas que ostao ao alcance de
BBMEDIOS PtmGAWTES.
Aclm-se em todo.? as Bolleos c Drogaras do Imperio.
-
O Peitoral de Cereja
IMB AYBB,
1 A..A A rBOXPTA CUBA DA.
Ajiglna, da OonatipatoM, Toet, HsHtquidio Influ-
mis, Broncbato, Tiaioa, primaria, Tuberouloo
j s, pulmonaxos, o todas as molestias do
Feito, assim como para aliviar
os eUrioos destarados.
'Ai prcparacOes do Dr.'Avbr sao vendidas lias principie*
trogsrias e boticas do Imperio.
De osito geral ra do Vigario n. 9
escriptono de Theo: Jus!.
j IsBHOB EXEMP1AB EMCIHTRMa I


^+*&*+*+ mu***

Que um elegante estojo
CONTUNDO:
QJMiri
con
!20 fi VtOO envelnos brancos. i JpB?
3*100 penas de ac (nana lancap.
4* l cala brelas de gomraa.
irl tlnteiro de tldro con lampa de
6-l arleiro dem dem.
' >-l pao de lacre.
-y>9 t |*.| caivete de dnas folbas.
reunidos, dentro de orna bonita calis, feita para este *flm, cnstam apenas
M>*2 canelas.
ebtotx
.

ifpj3oI*
,
Ra larga do Rosario n. 37
Cont'mua-se a alogar-se espacosas salas e qnartos mobiliados, recebem-se pendonis-
tas para servirem-se comodonas com asseio, e leva-se lambem ao domicilio.
Ha para vender consecutivamente de ooite, excellente e variado sorvete, e
bora verdaeiro e flno chocolate espanbol. -
a toda






*
i
?
POR CAOS DE DOUS MOTIVOS
SATISFAZ lO INDIgPEXSAVEL
A o respeitavel pub tico.
O veado Branco declara mui francamente e sem rodeio algum que tem de-
morado a publicado do seu terceiro anauncio por duas poderosas e importantes razos.
Ia o trabalbo iosaoo que tem tido de estodar o meio de virar o S da Fragata
Amasonas da rea do Qaeimado
i". O desejo de estampar oeste Diario o sea interessante retrato e offerece-lo
a todos os seas benignos freguezes e amigos sinceros.
Sendo impossivel ao Veado a consecnco do seu primeiro desejo, elle pelo pre-
sente incumbe dessa tarefa ao babel Sr. Doradlas, pintor, nrrendo, porm, por conta
dos dignos pilotos da referida Fragata, a importancia dessa pequea despeza.
Agora quanto ao seguudo, saibam todos qae ^problema coja incgnita j foi
achada, gracas a pericia do distincto Sr. padre Azevedo. Assim pois brevemente dar o
Veado muitas copias de si esperem os amigos.
Agora duas palavras.
Ao Gordeiro Previdente
A vos qae viestes augmentar o numero dos animaes domsticos que negociam
Mes eonpriment
Si a cousa for em progresso brevemente ser esta cidade urna perfeita arca de'
No.
Anda bem que o Veado nao est s....
Attencao! Atten$lo! Attencao! I
As ordens do respeitavel publico se acha o amavel Veado Branco com o seu
importante sorlimento de tudo que diz respeito a molbados.
Os precos, que por de mais s5o razoaveis, devera convidar a quem tupa, vez nego-
ciar com elle a flear satisfeito e a voltar sempre que for nescessario.
Para as pessas que sao establecidas com casa de negocio fora da cidade h um
magnifico e escolnido sorlimento proprio de fazer conta aos mesmos senbores.
Assim, pois, o Veado seranee conta que cada dia ser augmentada o numero
de seu* bons freguezes, tanto do centro como da cidade.
Venbam convencer-se da bondade de nossos gneros e de sua baraleza quem anda
nao quiz honrar o nosso bello cstabelecimento.
3* ffl^oeoase ouro.
Xacionaes a estraograa assim
lerlinas: eampram-se na roa do O1
|-*tia>f iro andar.______
Compra-se ooro paaf en
na rraca da Indepen^cia *. 22.
A 24*?500 e l^SOO
Na ra do Torres n. i, escrito-
rio do corrector geral Goocalo Jof
Affoaso, compra-se qiod-s brasi-
leras de 20oo por 2l$500 e so-
beraoos por 11 #3 30.
s metaett caldei
Con malta vaatafem.
Com^ra-se por mais premio qon en qnlojMr
onlra parle moedas de prata e ouro; a, rna do
Crespo n. 19, toja.

VENDAS
, .ft
lllull
10?
rMsfcr
4TTENCI01..
No armazem de Jazendas dt
Santos Coelho, ra do Quei
mado n 19.
e barato
fO'i f
RIJA IIIREITA
N.
16 ESQUINA QUE VOLTA PARA O
TCH \A PORTA
DO
PATEO DE S. PEDRO N
a FiftiRt:
16.
NIMGUEM SE ENGAE COM 0 BALIZA
CASA DA FORTUNA
Aos 6,000,?
BILHE1ES GARANTIDOS.
A' ra do Crespo n. 23 e casas do costme.
O abaixo assigoado ven leu nos seus muiu fel-
les bilhetes garantidos da lotera que se acabou de
eitrahir a beneneio do palriniumo dus crpbaos,
es segrales premios:
N. 17* um meio com a sorle de 6:000#.
S. Iti7 om raeia cora a sjrte de l:2u(>*.
S. i;t8i daos quintos com a sorie oe o0')&.
B outra? muitas sones de 100-3, i() e 304.
Os possuidores podem vir receber seus respecti- .
vos premios sem os descootos nas leis na casa da
Forln; rna do Crespo n. 23..
Acnam-sea v^oJa os ila ."O- parte da lotera)
'') a favor das familias dos voluntarlos da pa-
tria.
reco.
Bilhete.....63000
ileio......33009
Quloio.....132U0
Em porejio de 100^ para cima.
Blinete.....3A500
Meio......237.tO
uinto.....13100
Manoel Mariins Fiuza.
Chaves perdidas.
Montera na occasiao do fo;o no paleo do Carmo
perdeu-se urna correntinba de ac com chaves de
gaveta : qnera as achoo qnerendo restituir ao seu
dao dirija-s a ra do Qaeimado n. 73.
Seguir' breve o palbabote nacional Protector
o qual desde j recebe carga : a tratar com Jos
Mana Palmeira, largo do Cjrpo Santo n. 4, pr-
mtiro and. r.

rata
!
Corrpra-se nacional oo estrangeira c^m maior
premio de que em outra quMqu-.r parle : na pra-
oa da Iodependenria n. it.
Comprase oma|uu meia duza decadeiras e um
sof em Imiii estado : na ra do Padre Fioriano n.
10, primeiro anlar.
Ouro
O l)T. A. S, Pereira do Carmo (medien)
esla morando uo sobrado n. 12 da ra da
Imperalriz.
9R
O bacbarel J- aqnira Gonqalves Lima
abri sen escriptorio de advosado na na
Qietmado n. 12, primeiro sndar, onde
pode ser procurado nis dias utei, das 10
horas da manha as 3 da larde.
e prata,
Moedas de ouro e prata estrangeira* e nacionnes
i de todos os valores ; comprara se oa i >j \ de ouri-
ves ao Arco de Nossa Senbnra da Conceigao da
i ponte do Becife, assim como ouro o praia em obras
velba, brilhaotes e diamantes, pagando melhor do
que em outra qoalqner paite.
Compram se
I com premio m ;edas de onro e de prata'naclenaes
I e estrangeiras : na ra da Cade a do Recife n. 16
i aiiaatem do Adriano, Castro A C.
i -.; MOEBAS
ty D. Senborioba ermaua do Espirito Santo. (fe OUVO 6 tW&tQi
avisa ifl pessoas que qu rem o mprar terreno no \ *
lugar Arraial, que ella j corren as linbas diviso-; C-.-ropram-se mosdas de onro nacionaes eeslran-
rias e que o seu sitio esia' no todo despmbaracv geira?, bem como paiarps dos diversos conhos :
do e' vende o palmo a 13-500 rs. : as pessoas que em casa de Adamson, Howie & C, ra do Trapi-
desejarem possnir com ponco dinbelro b>ns slus ebe-novo n. 40.
e coo ptimo banbo, aproveitem a oeeasii, visto j rliAArlno A a. n.ml-.,
qoe o seu sitio, qne v*i s-r retalhado, t>do plan- L08CiaS <16 pi dtl
Udo coro notos e ptimos arvoredos frociferos, j QaceDae9) ism corno pataerjes portugnezes e
bavendo tambera nelie trra de barro, proprla para [ f,espanles, compraro-se com premio : na ra do
vasantes e baixa de capim. Crespo n. 16, prime andar.
A raema convida as pessoas que Ihe compraram | -----------ea ;---------------
terrenos no lagar Anoa-fria. qoe veobam receber MftlOr VilltarGIIl
os seos ttulos de compra. -C ,. ^^v.rvn
O corscio de ouro roa do Cabuga n. 5 D, i.ff.re-
ce-se em "compra das moedas da onro _e [rata.__
CoSpram-sc escravos
Silvino Gnllberme de Barros, compra, vende e
1 joca effectivamenie escravos de ambos os seos
o segando andar do sobrodinho da ra da -de todas a Idados: a* ra do Imperador n. 79,
Guia n. 46: na roa do Imperador n. 73, r ercciro andar._____________________..
an.lar Compra-sa um balcode amarello qm seja
>rgo do Paraizo n. 26.
da rna do Imperador
Lansinhas Poil de Chvre a i& o covado,
MadapolSo enfestado a 8$ a peca.
Cambraia de cores matisadas finissimas
800 a vara.
dem brancas transparentes finas de 4,
55000, 60,70, 80 e 90ooo a peca com iG
jardas.
dem branca tapada de 80 e 90 a peca
com 12 jardas.
dem branca franceza muito larga a 90 a
peca com 8 varas.
Bales de 35 e 40 arcos nesgados para
senboras, a 40500.
dem de mursulina nesgados a 50.
dem de crochet a 50.
luVm de mursulina para meninas a 30 e
305oo.
Saias bordadas a 50.
Cambraias admascadas para cortinado a
120 a peca com 2o varas.
dem para forro a 30 a peca com 10 jar-
das.
Cambraia de linbo muito fina de 60 e 90 a
vara.
MadapolSes finos de 60, 70, 80, 90,100,
110 e 120 a peca.
Platilba de algodao superior fazenda para
saias a 30200 a peca com lo varas.
Cobertas de chitas de ramagem 206oo
Lences do bamburgo fino a 20400.
dem de bramante muito fino a 30OO.
Pannos adamascados para cobrir mesa a
40500.
Guardanapos de linbo adamascados a 40
a dozia.
Atualbado adamascado com 7 1/2 palmos
de largara a 20 a vara.
dem adamascado de linho com 7 1/2 pal-
mos de largura a 30 a vara.
Algod5o enfestado com a mesma largura
a I01oo a vara.
dem trancado de algodao a 1600 a vara.
Toalhas alcocboadas de linho lisas a 110
a duzia.
dem de algodao felpudas a 130 e 140
a duzia.
Colchas de fusto a 60.
Lencos de cambraia braucos finos a 10800,
20 e 205oo a duzia-
Lencos de cassa fimsstmos a 30200 e
3060.. a duzia.
Fil de linho liso a 8oo a vara.
dem com salpicos a 10ooo a var
Grosdenaples preto bom a I0foo, 20 e
28oo o covado.
Murantique preto superior a 208oo o co-
vado.
Flanella de todas as cores a 800 rs. o co-
vado.
Tarlatana de todas as cores a 8oo rs, i
vara.
Bramante de linho com 10 palmos de lar-
gura a 20?oo a vara.
dem de linho com 5 palmos a t2oo a
ara.
dem de linho com 3 1/2 palmos a Seo a
vara.
P.iquissimos basquins a 250OOOt.
Assim como outras muitas fazendas que
se vende por menos que em outra qualquer
parte, e d-se amostras de tudo,
ARROZ DE GiSGA
Vende-se. era saceos grandes a 43300 : no tra-
piche do Cunba.
2;000
Vende-se bren a 23 a arroba e em barrica por
mmto menos: no aromen? da bola amarella no
oilo Ca secretaria da polkia.
Terrenos

aIu
g-a-se
Geograpbla
grande e teuha volca : oo
No armazem n. 16
. ^j- nX.iiii., -iirir*' om un i compra-se movis oad"s e novo*.
Joaqun) Pires Machado Portelia awira em no-1 ,
vembio Lxoximo, na casa da sua residencia, um | Cumpra se urna lucir em bom e>l>do : a
corso de geographia para 03 estaiaut-s que qoi- | tratar na rna do Arago n. 35^______________
lerern se habiliur para os exames de raarco_ Os j (>mjpra se por mais do qne ero ootra qoal
senbores que goizerem insrrever-s o devera-j u- qUer pine> prata orasileira e estrangeua, libra
zer at J da odenovembro Im^retert/aimente. esterliaa, moedas de 93 163 porluguezas, d
Aln?a.se um preto Bicrivo que tenha de i0 J'3,103 e 803 braslleiras e se trocara sedla
a n ,; irtde bem como um otoleque de 18 das canas tiliaes do Banco i?o Brasil : na rna da
aOaCs? narua'dQaX.do* l, primeiro! Cadeia do Recife n. 58, k>j, de azulejo. .
andar, __________ __ | jf"^
- Xa praca da odependena rj. 33, loj de M f ***[* W\ ? fe C *
oarives, cumpra-se ouro, prata e pedras precoau, |1 JllllJ||l Cl~3l!3
e tambera sefu qnalqur obra de encommenda e "*-* ^.^*|'^ ^^->'
--------------! Cobre, USO e cbamto: oo armaaem da
Antonio.Botelbo Pinto de alesqoita contiua :
vender terrenos no sea sitio do fundan, antes dt
chegar f m Bsberibe, abrlndo ama estrada no mes
mositio, qoe a travessa o rio de Beberibe, segu ;
do encanamento das agoas qoe vao forueeer ea
Olinda; no mesmo sitio achara' com qiem tratar
nos domingos e dias nieis, ou no Reeife, roa d
Cadea, loja de fazendas d. 54 A.

Carnauba

VUA UUUMlt
Vende--e cera de carnauba em saceos, eodo d*
superior quaiidade : na 4oj dn Pavio na da Im-
peratriz n. 60, de Gama & S iva.
Atten$io
Cal. e Lisboa n va, a ultima checaji.
Mert irlo.
tesciar
Liohas. ^. -
Vmho do porto em barris dj 10 e ea garrafas
Pnsphoros de segar inca.
Na ra do Vigario 11. 19, primeiro andar.

Faiinha de mandioca
igual a da Moribeca, lem para vpnder no
seu escriptorio Joaquim Jus Goncalvas Bel-
trao : ra do Traptiice n. 17.
Fi'ijo muito novo a -i} o sacco
No armazem do cae ti de N ivpmbro o. Sft
ronzt
, caldeir&iro,
iro, e funileiro, situada
oaae, lia ao Prin-
a fffli&\%PVHdeP0*Uo na
m ra Nova' n $8. da cidade
do Recife
DE
BRAGA &SAMPI0
Fabricam-se oeste importante estabeleci-
mento todas as obras concernenUs as artes
respectivas como sejam:
Alambiques de todos os tamanbos em
feitios, os mui acreditados aparelhos de
Derosne mm as dimences delicadas dos
fabricados em Franca.
Fabricam-se avulsas quaesquer pecas des-
aparelbos, como sejam o dibtador, ratifica-
dor e condensador, ou esauenU garapas,
resfriador, serpentinas interiores.
Fabricam-se bombas de todas as dimen-
ces e qualidades, pelo systema francez ou
americano, simples, de pressao, repuxo, e
com especiaiidade a estanca ros smi -sp
nominadas pelo enorme volume de agua
que absorvem calculada em 100 pipas por
hora, e das quaes algumas eslao promptas a
serem experimentadas.
Existem bombas por este systema, me-
nores, para regar sitios, garantindo-se nao
s sua duracao como a grande quantidade
de agua que fornecem pelo que s3o cons de-
radas hoje as primeiras bombas conbecidas.
Todas as mais obras se fabricara, vonta-
de dos freguezes e a seu capricho.
Existem sempre promplos no deposito in-
dicado na ra Nova o. 38, um completo sor-
limento de obras solidas, bem construidas e
a precos msoaveis, como sao alambiques,
serpentinas, laxos, passadeiras, repartidei-
ras, escumadeiras, cocos, candeias, e muitos
oolros Qtenc'os preprios para engenhos,
como sejam mancaos de bronze, parafozos
para rodas de agua e outres.
Cavilhas, machos para lemes, pregos de
lodos os tamanbos e para o forro de cobre
de navios.
Aprompta-se tudo quanto diz respeito as
obras de latao torneadas e polidas com toda
a perfeicSo.
Vlvulas para tanques de banbo, torneiras
de todos os tamanbos e qualidades, assim
como todos os ornamentos para militares,
botoes para farda, aparelbos para barretina,
nmeros, espheras, espadas, cornetas, alara-
iadas turbulos, caldeirinhas, navetas, almo*
arizes, perfumadores.
Obras de folbas de flandres de todas as
qualidades, bahs, bacas, bules e outros
utencilios domsticos.
Lampioes para gaz para engenhos, folha
de flandres emcaixas, folbas de cobre ela-
to, tubos de chumbo para encanamentos de
todas as dimenges, folbas de zinco, estanho
em barras e verguinha, lancees e barras de
chumbo, vdros finos pra espelbos, deco-
res, bordados, e opacos, e outros para vi-
dracas, diamantes para cortar vidros, cadi-
nhos ordinarios e de patente, rea para mol-
dar, folies para ferreiro. lavatorios com ba-
cas e jarros, trra podre e outros inumeros
objeclos proprio de taes estabelecimentos.
Sendo todas as obras inspeccionadas e
feitM sob a direceSo do socio administrador, |
Jos Baptista Braga o qual se acha de novo!
especialmente incumbido da gerencia ce to
importante estabelecimente, isso urna ga-
rantia pela sua tonga pratica, que tem os se- j
nhores freguezes de que serao servid is a
contento, com prompiiuo e prego commo- j
do, peloqueos proprieiarios lhe sero agra-
decidos. ______ ____
Directorio parochlal
ou
Novissimo manual dos parochos
obra utilissima aos parocho?, seos coadju:ores e
as sacerdotes em (eral.
Um volume preco 63-
Vende-se na hvraria Econmica ao p do arco
de Santo Antonio.___________ _______
40 mm\mm
em geral
NovCes do systema meinuo por Jos Antonio Go-
mes Jnior, obra lcdispen>avd para uso da nova
tarifa das f.lfandegas : os oxemplares q;ie n siam I
vendem-se pelo mesmo preco Das livrarhs econo- i
mica, arco de Santo Antonio e uiniversal, na rna |
do Imperador.___________________________ i
' Vende-se a taberna da ra da Cacimba, com
frente para a ra do Vigario : a tratar com Ma
ncel Jos da Silva Oliveira, ra do Eu:sulamento
n. 13.
Chocolate peltora!,
Vende-se o melhor chocolate hespanr.il que tem
viudo a este mercado, fabricado espres.samente
par* este clima, pelo demiuuto proco de 800 is a
libra, na ra da Iroperairu n. 11, kja do prompto
alivie.
A ttenco
Vesde se urna mulata, a qul eogomma, cose,
cortnba e lava cura perfeicSo : a tratar na rna da
Cruz n. 22, botica franceza.
Cal de Lisboa
LOJA DO GALLO VIGI-
LANTE RA DO CRES-
lU ll lt 00
Os propietarios deste muito bem conhe-
do tstabelecimento lem a satisfago de levar
ao conhecimento do respeitavel publico que
aiabam de receber pelo ultimo vapor da Eu-
ropa um grande e variado sorlimento de ob-
jectos de inteira novidade, dos quaes se li-
miiam a mencionar apenas um peque o nu-
mero icando o respe tavel publico na serte-
za de que neste cstabelecimento sempre en-
contrario um c mpleto sortimento de arti-
gosdegostoe inteira novidades como sejam.
Ciato*
Os muitos desejados cintos com ponas,
bordados a vedrilbo, fazenda de muito gosto
e comrJeta novidade, respeito a estes cintos
nao fazem 'observaces e rim deixamos a
apreciado d s esclarecidas freguezas isio s
no Gallo Vigilante na ra do Crespo n. 7.
Leques
Muito lindos leques d'osso, madeira, sn-
dalos, e madreperola ; pretos, brancos e de
cores, e muito se tornam recommendavel
pelas bonitas paisagens.
Fldres
O melhor que se pode desejar neste arti-
go as quaes parecem naturaes assim como,
tambem recebemos urna pequea porcao to-
das pretas e se vendem na loja do Gallo
Vigilante ra do Crespo o. 7.
C apella*
Mui lindas gnnaldas brancas e de cores
aquellas para noivas, e estas para bailes, ca-
samentes e baptisados.
Lavas
Luvas de todas as qualidades para se-
nbora, bomem, men as, sendo de algodo,
fio da escocia, seda e pelica muito fresca e
do fabricante Jouvin, paree -nos que nao ba-
ver quem ignore que por todos os vapores
da Europa o Gallo Vigilante, recebe grande
quantidade deste artigo e por isso sempre
tem sorlimento a vontade do comprador, e
tambem nao se valle da falta o seu preco
sempre o mesmo.
Feotes
Muito bonitos pcnies de tartaruga para
coque e alizar os cabellos, assim como para
arregagar os mesmos e muitas outras quali-
dades.
V.s tovas
Grande sorlimento de escovas, para roupa,
cabellos, chapeos, dentes e unbas, sendo de
osso, bfalo, baleia, marina e madreperola
\ava has
Superiores na/albas pequeas para bar-
ba sendo cabo de marbm, tartaruga e ou-
tras qualidades, as quaes o fabricante ga-
rante a boa quabdade.
Abotuadnras
Chegarara as aui lindas gtiamigoes de
botoes para colle es fazenda de posto, assim
como grande sortimento de butes para pu-
nbos._____________________________
Ao grande bazar
.ova e Dtil invencao para 8S casas de
familias'
Machinas econmicas de fazer massa para pao,
biscootos, pastis, bolacbohas ele.
Participamos ao respeitavel publico que acaba-
mos de reetber pelo ultimo paqoe'e americano es-
tas iraporiaotes machinas muito pnpnas para ra
sas de familia. .4 graude aceiiacao que estas ma-
chinas lem tido em tuda a Europa e nos Eslados-
L'oidosse turnara recommendaveis.
Sao de mnita ntilidade pela facilidads do sen
irabalho e limpeza com qoe feto ; qualquer pes-
soa pode apr impiar em 10 minuios quinte a vate
libras de massa sera se Impar, e raudo m; s bem
preparada do qne pelo trabaltio bracal, sao tam-
bem recorameodaveis aos Srs. fazeodetros acule
nao ba recursos de obier-se p5o fresco todos os
dias.
O agente destas importantes machinas para todo
o imperio do Brasil u Sr. A. A. Generoso Es-
trella.
Convidamos as pessoas qoe qakerea] examinar
o irabalho desia* machinas dirigirera-se ao
CJrandc bazar
Ra Nova n. 22.
liival swa segundo.
Riad*a. 49.
Qacr acabar cm as fazendas a bar*-*
2IJf i bwfiooadas.
Qaeiran ?lr ver qne t ken e ha. alissimo.
Toalbas de labvnntbo com tico, fnieu-
da boa a.............309D
Carretela de lioba com 100 jardas a "30
Graratas pretas e de cores muito finas a 500
Calas de oireias de massa muito novas a ib
enhdores para tspartilbo de cordio e
a a............... (0
Carretels de linba Alexandre com 400 jar-
da* a ............... jo
bonetes multo Unos 60, 160, MO e 30
Oitos de bolla mnito finos a 240 e 30
riadas de linba frox para bordar a "
varas de cordo para espartijbo a ib
Mies volteados para regacar cabello de
meninas a ........... 320
Prucae da macaca' oleo moito nao, a IS
Aboloadoras muito Dnas para colieie* a oOb
Cartees de linba branca e de cores a 2o
Libra de arda preta superior a..... lOrj
Sacovas par* talo, fazenda boa, % 300
Varas de franja branca de linbo para
toilha a.............\ k*
Calas de palito balio a....... 40
Caitas de palitos de segnranca semen-
chofre a............. 60
Sbonetes de familia a 100,160 e 240
Cartiiba de doulrina cbnsiaa a 32(i
Qoadernos de papel pequeo superior a ?
Doiia de baralboa franceies superior lifa
Groxa de pnospboros mono soperlores Ifi TO
Cixs a retamo do mesmos..... 'lo
Caixas de phosphoros de velliaha contendo
500 vellinhas mnito soperlores a 16
Re-mas de papel almaro moito superior SJow
Resmas de papel paulado superior qnali-
d*de............... 3J6
Duzas de meias para bomem..... 1$tm
Dozlas de melas ernas moito superiores 4$0ur>
Miudezas baratan,
LOJA DE SOUZA SOARES d IBMAO
Rna IVova n. 18.
Rosetas de cores, em eaixnbas de nma dozla
a 14500.
Brincos a balo de edresdoria a 1J6C0.
Grampas com cabeca de vidroduzia a lr50 ps.
Agolbeiros de metal, sonidosduzia 410 rs.
Oitos de madeira, pintadasdnzia 240 rs.
Botoes de mnedinba doorados para punho-da-
lia de pares (900.
Ditos de maoreperola para camisa grosa !i 01>.
Duos ne ac para caiga- a grosa 240 rs.
Libras de lioha. primeira qaalidade em novet-
los. surtido, a 22300.
Libras de dita, segunda quaiidade, em noveilos
sonidos a !f e ia'oO.
Canas de dita com 30 novellos a 640 rs.
Ditas de dita do gat com 40 novellos a fcOO rs.
Ditas de dita de marear a 240 rs.
Ditas de dita branca com 10 novellos grandes
a 360 rs.
Dozias de carros de linba de 100 jardas a
360 rs.
Dnzias de ditos de linba de 200 jardas a \$'.0(.
Dnzias de candes de dita preta e bracea a
160 rs.
Miadas de lioha de roriz a ISOrs.
Calimbas com soldados de chombo a 1:C rs.
E-peinos com moldura donrada a 120 rs.
Pentes de lago dourado para cor a i;00 rs.
Dlt03 de lago liso para dito a 440 rs.
Ditos doorados com Doresdozia a 24C0 r*
Ditos de bfalos muito bons para alisardozla
2J0O.
Ditos de chifre, fazenda boadoria 1.5100.
Dedaes amarellos e praieadosdnzia "40 n.
AiBneles em cartas de 14 penirs a 120 rs.
Duzias de caixrabas de clcheles a GiO rs.
Duzias de cartdes de dilos a 600 e 900 rs.
Espoletas verdadeiras B. B.cana a 100 rs.
Pecas de fita para coz, larga cem 10 varas a
500 rs.
Dilas de Ota de seda n. y% com 8 varas a 2G0 rs.
Cadaco branco para seioulas ptea .'JO rs.
La de todas as cores para bordarlibra ''/-d
Pegas cero- 10 varas de labyrinto Ono, soll-
menlo estreno a 500.
Pni-'Sphuros de cera em caixinhas duzia 3G0 r
itcs de pao encerado sem enebro- duzia ce ch-
imilas 363 rs.
Cartilbas da dooirina sbrlstia a 30 r..
Ubreias de colla em caixinhas-duzia 320 e
300 rs.
Sahomtes finos para mos rlnzia 800 .- 0(Kj.
Facas e garios, cabo i< osso-du;ia ?{50.
Fiveilas para cilos, pulseiras, perfumarias-4^
todas as qualidades, trancas, meias, He, etc.,
tudo o mais que se a teodedle ao soiumeoto Se
miodezas, feraseos, ^uiDquilbarias e cancieiros a
gaz.
Garanle-se siocerldsde e barateza co; prefos.
PASTILHAS
VE
A loja de juia* rna d Cahog o. 5 D deno-
minada Corago d Ouro, acaba de r ceber da Eu-
ropa, om grande ornmf oto de jotas de apurado
gosto e vende por prnjn rasoajvel. '_
Vende-se ora mualo, 1,0a ligur,,, mogo e sa-
be o (Bcio de carpios : qoem o pretender dirija
se a roa da Cadeia n. 30, segnndo andar.

ra-'
Criado
Precisa se de om criado nreferiodo-se escravo
a roa das Liraogeiras o. IV, o ;tl Ju?fnlade.
t.
bola
amarella' no oitao da secretaria da polica.
| TZ Vende se urna escrava boa coiinbeira e qai-
jtaodelra : a tratar do caes d; Ramw a. .
Cnocolate.
Vende-se o verdadeiro eh:co!aie besp nbol fa-
bricado era <' lorma para este tliau venie-se a
800 rs. a libra : na ra Nova n. II.__________
Chocolate peitor
Vende-se o melbor .bocolate
peitoral por nao ser falsiflcaflo : "v>nde:se a'
r*. a libra : oa botica de Joio da C'or Sanio, ra
Nova.
Cal de Lisboa nova a 45 o barril:
Apollo n. 4. _
YENDE-SE,
por commodo previ orna balaoca nava propria pa-
ra armazem de as&ucar, coaros oa prenda de ai-
goda>: no ; rmazera da bola amarella no oito da
secreurla da polica.
Vende-se um terreno em Caii-nea com fren
te para a estrada que segu para a Varzea (eo-
nbeclda por estrada d'agua frrea) cojo terrero
tem 90 palmos oe frente e 230 de fundo : a tratar
a roa do Arxorim n. 37, armazem._______
Vende se ama mulata com I i aonrs, bonita
figora, recilliida, sabe cosinhar e engomruar pro-
pria para casa de familia : a tratar na travessa da
Mrdre de Dos n. 2._______________________
A ttenco.
Na rna da Semala Njva'n. 2, se a<-ha a venda
ora crande e vanado sortimeolo d esleirs che-
uadasdo Aricaiy, por preco razoavei : quem pre-
tender dirija-sw a mesma.'
' Vende-se bi igraphias de alguos poelas, e cu-
tros bomeos Ilustres da provincia de Pernan pelo commeodador A. J. de Mello: 3 tomo*. 95000.
.Va loja de livros do Sr. Munteiro : oa ra di Im-
perador, on roa Aogosia i. 9i.______
Vende se om terreno as Curcuranas pro-
prio para plaotacao, contendo rento e tantos ps
de eoquelros novos e algumas arvores 'le ructu :
qrjem ptetemler dirija-e para ver as Gurr-.urauas
ao Sr. Francisco Ba dos Prazeres, ariuilmenie
tndeiiO, e para tratar ao patep de S- Pedro o. 34.


vende-se na loja ai praca
Independencia n. 39.
''apellas (normarlas para serem collccadas em
tumbas, catacumbas e sepulturas no cemilerio pu-
blico para o dia 2 de novembro (finados) das es-
a' ra dn j cripcoes seguintes :
Meo pai.
Miaba m3i.
Meu esposo.
Mioba esposa.
Meo Qlho.
Micha Oiba.
Saudades
Urna lagrima.
A mi zade.
Mea amigo.
Meo irmo.
Minba irma.
Na mesma loja lambem tem capeilas de pedra
marmore obra prima. ^________


k"t-

Veflde-^e a rasa de pisto da ra oo Rangel
O. V>: a tratar na mesroa.
Veude-se
saceos com fiijo para animaes lelo d.mioutj pre-
go de 24000 o sacco : no armaren do Aunes de-
fronte t alfeodega.
potassa da Hussa
E' a qne se vende por preco o mais Jarato por-
que a mais nova qoe eilste no mercado clreoms-
lancia essencial qne este art'go demanda para pro-
dozr o ell-lto desejado, A vlsta-qne apreSOta a
barrica qoe a contera confirma o ler chegado ao
mercado mais recentemente possive! : no arma-
zem de assocar de Jos da vlla Layo Furto fo C
Vinbo superier em calas de una duzia e
tem para vender Antonio Luiz de Oijveira Azeve-
do 4 C no seo escriptorio roa da Crn! n. 57.
Veode-se 00 alnga-se um graude sitio nc
alto da hdeira do Barro, (regoezia dos Alegados.
o qual lem dnas moradas de casas e mallas fruc-
teiras, cumo sejam jaqoeiras, maogoeiras, coqaei-
ros, cajaeiros e oatras.e moita trra rara planta
ca : a tratar na roa da Senzala velha n 84.
Vepde se orna machina a vapor de torea de
seis eavailos, da perfeita eonstrorcio, com toda e
fenagern precisa para mover varas machinas de
descarocar algodao on ootro qualquer misler, too-
do a proprledade de ser facllmeote condnzda por
estar montada sobre rodas. Vend* so Igualmente
por preco moito barato para llqoloar nm motor
americano para doos eavailos cotn lodes os penen-
oes para o mesmo flm. orna prensa do enfardar
alsodo de sysiema moderno,a de mnita lorsa
alguns tonel, do 5 6 *IM de leit1nl. pro-
prios paradostllacaodelfo on daflasllo d.
mel : a ver e tratar na fabrica da tmnsa do Ca-
1 loca n. 3, caes do Ramos.
DE KEMP,
NOVA YORK.
DE COR CHORO E SABOR AGRADAVE1S
Infinitamente mais efficazes do que todos
os mais remedios perigosos enauseabumlos
qne existem para a cxpulsao dasloonbrigas.
N5ocausam dores e produzem seu effeito
sem precisar logo depois de purgante ne-
ohum e toincitantes em apparencia e deli-
ciosas em gosto, que as crianzas est3o
promptas a tomar mais do que marca a re
leeita.
Uteis como um excellente meio de fazer
remover as obstruccSes do ventre, mesmo
no caso de nao existirem verme algum, as
PASTILHASVERMIFUGAS DE KEMPS Sao promt
tas einfalliveis na sua operago e por todo
os respeitos dignas deconfianca e approva-
co de todos os paos de familias. Prepa-
radas nicamente por Lanman & d,
Nova YoTk.
A' venda oas drogaras de A. Caors, Bra-
vo C. e P. Maurer & C, e em todos w
estabelecimentospharmaceuticos do impera
Vende-se om deposito defha;raodeamaiette
emmeebado, parafoiado com pooco uso d'agua.ama
bomba de japl e canas de combe, na ra do lipv-
rador n. 67V andar. _____
Vpnde-se nma armagSo propria pora mtt
'qner eocn, a dlnheiro 00 a praso ; as Cifl.-c
Ponas b. 08 : lera commodospara familia.
"""bom esta;'
e traiar
Veudera-se tres carrosas em
cinco buis mansos, multo bons: a veT
travessa d) Carioca n. a, caes do h.mos.
(W e
Sevada
Vende se sev*da da ma nova qne se poo en-
contrar no mercado a 3*200 a arroba : tr, fu*
Direita o. 30. _^__^.
Vendem se tre* escravos para todo se.-vl;-. :
na roa da Crnz n. 31.
Para pa dira
Vendem-se doos cyndros e ama macbina para
trabaitur com cavallo, todo em perfeito estdo
por bano preco : a tratar no pateo do Ter;o **
mero 63. .
ti ment
Vendaje "cimento Portlaod no armaz>tr.. w
Vicente Firrelra da C:?U & Filbo, roa da iafjr*
de Deo: n. 22,
L ralm 1

1


.T
*pw% nm>iHM*1*\toHv
-*;
iMlll

ttl

Para o truUmento 6 cura rpida e completa das moleitiaa sypbiliticas
te, rheumatismo.'bbas, gota, debilidade do estoraaf, ihiimmages chronicas do fgaro
baco, dore sciatieas, cephalalgias, nevralgias, ulceras tronicas, bydropesias, P,eJ"
ajas, gonorrbeas chronicase emge al todas -a* molestiasom qt sateatvaem vista ipu-
fifica{5o do systema sanguneo.
Considerantes geraes
A saude um beminapreciavel, cuja importancia e valor s est reservado ao en
' ir^ntestirel que o hornera<**nodo coartwtemWte, e por tote oslador-
atacado por urna infinidade de agentes morbfico que todos tendea, dadas certas edeter-
sanadas circumstancias. a alterar OTegnlar esercicio daa fonccSes orgnicas, resultanDo
Msse desequilibrio o que se chamamolestia. ftn
A molestia nlo mais de que a desvirtuaco das forca wtaef, occasiooaaV a,
nmdo as investigacoes e experiencias dos mais abasado austros da scienesij pela depm-
racSo dos humores geraes, conseqnencia da acco maligna desses meamos agentes mora e
fieos introduzdos no organismo pelo acto da respiricio, pela via dtgestia, pelo contacto
jmediato etc. etc. etc.
A syphilis infelizmente tem sido a partilha da h aman ida de, e como fra de duvi-
'i. M VI J^ ^ W*W*rt Publico pernambncano peder
la P f.nra ranina o .^rvmnlQtn.^. m/laat ^vnhitioaS. erS-9' 'j Attonfin 'l~
Allenqm
S3MA2 4 a auna *! ui
320,600 800 e i A no armozemae acba viste.
Manteca franceza
Jem lioras 560 e 640, em barris se far diflerenea.
ia;o 06

M-aitjaB
. ,ei ji i.t>9io!
Banha de porco
emlibras 340 e 380, m porcaosefar diflerenea.
_____ Fruet
em calda Pera, Pecego, Rainlta Claudia, Alperxe e ostras moites 500 e 6iO a lata.
.* .. ErvIH.
Portognezas 640, fcancezas 900.-----------
em latas do Para e de albaneque, lata \$ e i*
j GMiaia e
em paco tes, dita da trra 100 e 200 a libra.
Vala
.;:") O
wnitn oY.
ra
uto eqna-
DE
Francisco Jos tfermann
RA NOVA N. 21,
acaba de receber nm lindo e magnifico wr
timento de oculos, 1 nelos, binculos, do al
timo mais aparado gosto da Europa e occ
los de alcance para obsenfacSes e;pr
JMTUifiW?:_______________________
PH4RU tfmta M Fundado dAurora em
itmtSanto Amaro
Completo ser lmente de tai xas batidas e fondi
das, alambiques d lodos os tamanhor e foDdos di
ditos, flaeeadM de todos a* tamanbos de superior
qaaHdade, rlvcs boceas fe fornalba. o qae tade
se vende por comisado preco.
Joaquim
Ajurubeba contra o rnrforxji
lamento do fijado e do bago
extracto alcnollco, ensatlas
tro, oleo, ta tara. pUntlas,
xarope e laho
te que esse terrivel Prote da medicina ama molestia hereditaria, >elta tem sido obser- de Bordeaux em caixa a duzia' 50, garrafa 500, dito de 85 a dnzia, 800 a garrafa, dito a
rada em todas as idades, e debaixo de todas as snas formas io variadas, enfraquecendo 144 a duzia, <4f200 a garrafa, dito do Porto a 84,124,184, 244, caixas de duzia, assim [ A jurubeba e urna das substancias mea>
e cortando ainda em flor da.idade vidas



3onstuicoe8 robustas, prodazindo motil agoes,
preciosas.
Eliminar da economa esses principios deleterios. e purificar a massa geral dos
Minores tem sido desde tempo immemorial o fim constante da medicina, e os-purgati-
vos figuram em primeiro lugar para preencher esse desiteratum ou fim.
O Elixir depurativo do Dr. Sevial parece merecer a preferencia sobre todos: os
immensos successos obtidos pelo uso destesalutaragenie tanto na Allemanha. como em
Franca e Italia, o tornam c companheiro inseparavel de quasi todos os doentes.
Sendo as molestias, como cima dissemos. devidas s alteraroes dos humores, o
guar? depurativo do Dr. Sevial pode ser empregado vantajosamente na syphilis, erisy-
pelas, rheumatismos, bobas, gota, debilidade do estomago, inflammacSes chronicas do
hgailo e baco, dores sciatieas, cephalalgias, nevralgias, olearas chronicas, bydropesias,
piecnsias, gonorrheas chronicas etc. e em geral em todas as molestias em que se tenba
em vista a purificaco do systema sanguneo; pois que orna pratica constante tem feito
ver que elle indispensavel nos casos gravissimos para minorar os soffrimentos, pre-
parar o doente para medicaces superiores ; e as menos graves a cura a conse-
raencia do seo oso, conrenientemente repetido.
As substancias que entram na composico do Elixir depurativo do Dr. Sevia
pertencem todas exclusivamente ao reino vegetal, e grande cathegoria das substan-
cias depurativas e antisyphiliticas; assim, ao passo que este remedio depura o orga-
nismo, eliminando os principios nocivos saude, pelo mecanismo natural das evau-
Joas alvinas, neutralisa ao mesmo tempo o virus syphilitico qnando este virjem.
tem feito erupcSo bo exterior debaixo de suas multiplicadas formas; e previne taui
oem os estragos dessa terrivel molestia, qoando por ventura se ache olla anda no
tado e encubando, isto sem se ter manifestado sob frraos externas: beneficio
mmenso, tanto mais quanto neste estado os individuos ignoram completamente se es-
So contaminados por este terrivel inimigo.
O sabor agradavel d'este Elixir convem a todos os estmagos, a ua ac3o so-
we o tubo intestinal suave e benigna, e de nenhuma forma prodoz motabas medi-
camentosas, como acontece ao purgante dito Le Roy, que na sua qoalidade de drs-
tico forte irrita a mucosa intestinal, e consecutivamente a seroza, resultando deste es
ado, umitas vezes, bydropesias, que quasi sempre terminam pela morte do doente.
Assim pois esperamos que o uso deste remedio justifique cabalmente as nos-
tas asseveracoes, porque sendo um medicamento tao simples na sua composic5o, a
pratica tem confirmado sua ulilidade.
nico deposito em Peraambu^
.
&
Cai
como flgueira caada 34500 e .44, puro J A A Lisboa 2*800, .34 e 34500 a qualidade camentosas que pertencem ao reino vege-
convidi. Tr tal, e pertence a classe dos tnicos e desobs-
trueotes, sendo etnpregada com vantagem
contra as febres intermitentes acompanhadas
de engo gitamento de figado e de baco. Ella
tem sido apphcadatom iocontestavel pro-
veito contra anemia otrebiorose, e hydro-
pbesia, calharro da bexiga, e mesano para
combater a mensiruacSo diflicil, i^sultale
da mesma anemia ou chlorose.
Depwilos genes
Em Pernambuco, ra larga do Rosario
n. 10, Rio de Janfiro, pharmacia do Sr.
Deparado, Rio Grande do Sul, em casa dos
Srs. Cascao & C, Macei, pharmacia do Sr.
Glaudino, no Havre, pharmacia de Mr. Ma-
rical, em Lisboa, na pharmacia do Sr. Feij.
^Pharmacia especial homeo-
pathlca da Dr. sabino O.
L. Plnho.
Cha de I* sorte para uso das
8R pessoas que se tratam homeopathi-
camnte.
H| Vende-se em pacotes de libra a
m 34200 rs.
m Roa Nova n. 43.
j,i^-kV *** El/U.''
em lata de 5 galoes e mais pequeas a vootade do eomprador, a garraa.
Alpiste
140 e te 0 a libr a, painco a 100 a hbra.
t m Aaelte
em garrafas a 800 e 14.
CHARUTOS
em caixa de 50 por 14, ditos Delicias, Trovadores e Parisienses em caixas de 100, ditos
da ExposicSo caixa 54, ditos de Regala caixas com 100 a 24500 e outras muitas marcas
que s na presenca dos compradores.
PREZUNTOS
de lamego em barril, ditos de fiambre o melhor que ha no mercado por preco que faz
admirar I!
DOCE DE GOIABA
caixoes de 560 fino, ditos de 14500 que parece marmellada, dito era latas mnito fina
qoalidade a 14200.
BOCETAS
com doce secco a 14 e 24.
QUEIJOS
do Alentejo em latas chegado pelo vapor Oneida, ditosFlamengos e Pratos dos mais novos
que ba no mercado.
AZEITONAS
de elvas como no mercado nao temos a 14 a lata, em barris do Porto a 14 como n3o ba
melhor.
Na botica e drogada
DE
Barthotomeo Compartida.
3-RUA DO ROSARIO LARGA-:;*
...
-ra **
PREPARARES FRREAS-lANfiMCA;
APPKOTADiS PILA ACADEMIA D3 MEDICINA
DE BRIN D BUISSON
huuuaxo, Inrud* pela ludcui de Bukiu Pirii
0 eminente professor Trousssa, di ultima ed!?So de sen Tratado de Thera-
patttlC^ Ota teria i****11' 'econhece que os ferruginosos siiiples &So muitas
vezes inefficazes part curar as molestias qae teem por eanu o empobrodment
do stngne. Muitos mdicos dos mais distinctos attribnem esse m o xito ausencia,
n essas preparacoes, do nutnganese, que se acba no sangoe, como o tem reconbecido
os cBimicos os mais peritos, sempre intimamente unido com o ferro.
1 pois, prestar-seum verdadeiro servico aos Sr" Mdicos, o ehamar-se sua titeada
sobre as preparacoes seguintes.
1 PflS CfffiS nisVIllKil d,nd0 immeijitnente orna agu, acidulada,
i IW 1X1ICU3 ldUgdUItVS Z0M agradavel, substituindo com TUtafem
econsmia as aguas mineraes ferruginosas.
2 Plalas e Xarope de iedoreto k ferro e de manganese inalteraveis
oontendo cada urna cinco centigramos de dureto de ferro manganico indicadss
perneuIarmeBie as moleeliu lymphalicas, escrofnlosis, e as chamadas ets-
crous e tuberculosas. ,.
Mes de laetalo de ferro e de mznese 1 S*ft
4- rtelas de carbonato frreo manganeo ) 'TrnZ
alternar estas duu preparaeSea di a* melhores reenludos.
O Barua U Buissen deeja*de obttr a adbesto eoapleu d publico mtilze
}

N Pernimbueo, a sen agente gni, Kamrar O, pharaaceatcos, n* lfon.
*>f.
?pres.
Brothers & C.
o largo do Corpa Santo n. 11, vapores paUDtes
om todos os perteoces proprlos para faier mivet
es on qoatro machinas para dascarocar alRoo
vende-se em casa de Sannders
FAZENDAS DAS LOJAS EARMAZEM DA
Tendo o proprietario destes dousestabe- Alpacas de lista a 3oo rs. o covado.
lecimentos resolido liquidar grande parte Vende-se alpacas de lisias e de llores
desuas fazendasporisso resoleu por em li- proprias para vestidos de senhoras a 5 >o,
quidaco para vender mais barato do que Goo e 56o rs. o covado: roa da Imperatriz
em oulra parle. lojas da Arara ns. 56 e 72.
Cidtas 160 o covado. Casemira com peqneno toque de mofo a 14.
Vende-se ditas em retalbos a 160 rs. o; Vende-se casemira para calcas e p litot
covado, ditas em peca a 200 rs. o covado : com pequeo toque de mofo a 1 > o covado :
cassa franceza a 24o, 28o rs. o covado: roa ra da Imperatriz lojas da Arara ns. 56 e li,
da Imperatriz lojas da Arara ns. 56 e 72.
Laazinhas da Arara 2io o covado. "Rmini fnftn iiri/*i'l
Vende-se lasinhas para vestidos 2o, -tuuyj icua HttUtTUai,
2So, 32o, o covado: ra da Imperatriz lojas Venae-se palitots de panno a 54, 64,
da Arara ns 56 e 72. 84 e 104; palitots de casimira de cores a
nadapulau a 44 a pega. 64, 84, e lo5, palitots de meiacasimira a
Vende-se pecas de madapolo a 44.1S4.divo 3fi5oo e 44. calcas de casimira a 54, 64 e
muito fino64, 74, 84, 94, lo4 : ra da Im-. 74, ditas pretas 54, 65, 74 e 4, ditas de

Vende-se aa pharmacia de P. Maurer & C, ra Nova.
10DEMSTOGOSTO
Vanado sortimento de modernos chapeos e chapellnas de seda, de fil e de palha de Italia,
n zahora e neoina.
Superiores tiras, bordadiubos e entre melos bordados em cmbrala tapada e transparente.
Na leja das calamoas a ra do Crespa a. 13
1>E

Antonio Correia de Vasconcellos & Companhia.


fliovo DEPOSITO



peratriz lojas e armazemda Arara ns.56 e 72.
Cortes de cambraias de barras a 24
Vende-se cortes de camoraias de bonitas
barras a 24, 245oo e 34ooo.
Ditos de c^mbraia bordadas brancos e de
cores a 44, 445oo e 54: roa da Imperatriz
lojas da Arara, ns. 56 e 72.
Arara vende algodao a peca 34.
Vende-se peca de algodao a 34, 44, 54,
64, 74. 84; ra da Imperatriz ns. 56 e 72.
Riscado francez de listas a 36o rs. o covado.
Vende-se riscado francez de listas para
vestidos a 3Co e loo rs: roa da Imperatriz
lojas da Arara, ns. 56 e 72.
Ditas franceza a 24o rs. o covado.-
Vende-se chitas francezas finas a24o, 28o,
32o e 4oo rs. o covado: roa da Imperatriz
lojas e armazem da Arara ns, 56 e 72.
mmmmmmmm
O cordeiro previdente
Na antiga loja de miudezas a rna do Quei-
mado n. 16.
Tecdo sempre em vi-ia aio roabar o lampo aos
seas freguezes, com esMa;os aaauucios ; mas
tambem nao quereado qae os mesmos fregaezes
lruorem o qae d novo tsra elle recabido, por sso
resomidamenle o dir': chegando asiins ao co-
nhecimento de \oo< qu-j a diu loja do C tJeiro
Previdente, ra dj Qadiinad) a. 16, recdbeu o se-
guile :
Bonitas e duradoras liga? de pellica para meia?,
tanto para sonnoras cerno para meninas.
Lcques de diversos e modernos gostos.
Peoies com eufeites dourados e nao dourados,
para meninas.
Coques simples centellados, moldes integramen-
te novos.
Bom papel em caixinhas liso, pautado doora-
do e innbrado, e ouros muitos objectos, que men-
ciona-los sena bastante entadonbo, e que se ven-
de em dita loja de miudezas do Cordeiro Previ-
dente, ra do Queimado n. 16.
Mito faltam florea,
O Cordeiro Previdente a ra do Qoeimado n. 16
tem constantemente um lindo sortimento de fl
as e boolias flores, por isso quaodo algum lia.
bil) >i joven quizer preparar qualqner eofeile de
b-'llo gosto deve logo lerabrar se qo ba dila loja
do Cordeiro Prevideole, a ra do Queimado ?. 16,
nao falum flores.
Para a I vejas- os (lentes.
O cordeiro prevideute a ra do Queimado n. 16
:e<:ebeudo bem oobecido fabricante Jmh Gos-
nell i C urna opiima qualidade de pos para den
Paria, 36, Ra Vwleane. l>
CHABLEmcdecinspcial
elKtlIlHMiDU DES SEXUAES, AS *FFK>
^or.s nrrAWgffn. g a tteracois do sangue.
' 'XOOOeatttiuimpingetu,
uttula, kerjiri, larna,
eomixoei. acrimonia, e el*
ereou, viciotat do langur,
virus, t alteracou do av
fue [VtropeTegeRrt-*ni mercurio;. Bepurmtivac
veceUMa liAVUW Mim HJi toao-se doic
por semana, seguind* a irarlamento Dtpurotioo : '
fmpr'i-'il ms mesma. molestias.
Este XaropeCitractode..
ic.CHABI.E. cora immeii;
la mente (uilquerpiiruor ao,
renrurao, n dthilidadi,
igualmente o fluxo i fioru
tanaca* as uiull.ere. Esta isjectao benigna i
regi-e c.u-i u Xarope de Ctli'-ico de Ptrro.
BSeoiorroklaa. fumada 40a as cura tm ire diaa.
POMADA ANTTHERPETICA
Contra: oas a/f PiLULAS VEGETAES DEPURATIVAS
/ ts1 Cbafcle. cada (ricco Tai scconpahado i$ m
AVISO AOS S3S. MEQICOS.
CtJM CUtarTfio* HMMkl
LlEPURATir*!
da A1VG
CQPKV



t.fc e.*H \**ril. ra VI!
1.
A venda na pharmacia de P. Maurer p
e C, em Pernarahoco.
meia casimira a 2$?oo l e 35303 COleteS te9 aromatisados cora canfora qoe realmente tem
de casemira a 3-5, 3oo seroulas a 15,
l(56oo, 25 e 255oo: roa da Imperatriz lojas
da Arara ns. 56 e 72.
Alcodao enfestado a l? a vara.
Algodo enfestado para lencoes e loalhas
a i^ dito transado l(^Po avara: roa da
Imperatriz lojas e armazem da Arara ns. 5
e72.
Cortes de la de I i covados
Veode-se corles de laa de 1 % covados a
33, 43 e 55: ra da Imperatriz lojas da Ara-
ra os 56 e 72.
Ricas saias borda las a 3,-Jvoo.
Vonde-se rics saias bordadns para senho-
ra a 3)55oo, 55, 65 e 75, bales do arcos a
25.255oo, 35 e 355ro: na da Imperatriz
lojas da Arara, ns. 5ti 72.
GRANULOS ANTIMONIAES
Da Docteur PAPILI.AIID
Not modictet para enraeai das molestias do eoracaO, da i;ttmt, do
da tfica, te:
GRANULOS ANTIMONIO FERREOS
Pan a ora{o_di anemia, da
eatarrho, di coquelncho,
ehloroaia, da amenoRnea, das umig'.,
acrafulona, te.
nevroaes, du molestia
GRANULOS ANTIMONIO FERREOS AO BISMUTH
Para a tunca* das moleatiai, nerroaa, dasriM digMtrrat, djpepsiu, etc.
afaAI {Sm Rio-de-Janero, Flix FARAUT, phai-macia, 71, na Seta Setembro.
Km Pernambuco, P. MAURER et C*. pharmacia, roa Nora.
Km Maneto. FALCO MAS, pharmacia imperial.

'-


PA i)KSCAROCAR ALGODAO
Manoel Bento de (Miveira Braga.
53maa DIrelta .53
''- .'-
Neste estabelecimento se encontraro a
Tcrdadeiras machinas americanas chegadas ltima-
mente, as quaes sJo feilas pelo mais afamado fa-
bricante da America, por isso avisa a todas as pes-
soas que precisarem comprar, de se dirigir a este
estabelecimento que comprarlo das mais perfeitas
neste genero, assim como mais barato do que em
ontra qualquer parte., por isso que se recebe por
conta propria, bem como cannoa de chumbo e moi-
nhos para moer milho, e grande sortimento de fer-
ragens e miudezas ea grosso e a retalho.
Facas de cabo eranco de meio balanco a 5j
a duzia. limas finas de -todos os tamanbos proprias
de trabalho de escoltara.
TRATAMENTO dod- CHARLE, di PARS
aae,lico eopeclal, cnniiultsfAei, 3tfl, rus Vlrlenne
AVISO AOS DOENTES. %%? M '**' m ""* ***

Rio ecitoa cu-
rado, tonui Co-
beba, Copabiba
sob todu as
formas em opia-
to, capsula,
eonfeitot, teuho
e uio etou carado? Llei e abuse i de um fraude niintaro de lxjsccaobs, qim
corar em 4 das, e eatoa anda mais doentes.
o estomago per-
pwtaaaom

A MAIS O AIV1VOS
ae evo padlcalmenU se recabidas. Cormnenios, Relaxando do canal, Catmrr%o de lutaa
erial temiiaet, curando primeira a causa virulenta iuflammatona d'aasas doen^as aexoaes.'
com algums cidros do meo bbpcbativo do sangos, para parar essa* affercoas, cecear o
canal e ihe timar a dar san regidea do para acabar aieu eieellente xahopb ao citsuto br
raMRO et aiana isubccao. A cura i radical, as asuMoia i>an m luxoa Braacas, muam
SMasse trai ismbU. (Fajet-M m uotici* explicativa.) ^ "
*>0.000 DOENTES CURADOS
arto depurativa do samme. di korva a moa muntaraia*, tmmctet,
pmridoa, wu, cktami afeoe** tmarami, kaasores, e todas asdaeocas u ikerlo a paresa
do uD(na si* Cafadas ea poseo laava sor meu subofb iuositiv* bo bansob bou*
Banbum Mil aa Ata, Btnlus pilclas BBaniBATlVaB e miaa Pemmaie jvTi-BBTaoo
V*ta-M SMBBtri ae tratarle. A aotleii ns k di (rata o deposito de Satos atadiea-
aMBtsa. Basa eicatlenu trataatea aia laatf irrsrtV saa aapertaridaoa a b nabor *
a

a
Vonde-se oa roa Nora n. 25, pharmacia franceza de
aw
MAURER & C.

merecido todo conceito pcrqae nao s alveja per
K-iian ru\e os denles como (ambem conserva-us
sempre no melhor estido de perfeigao, assim pois
qoeiram vir Comprar ditos pos na nesma loja
do Cordeiro Previdente, raa do Qoeimado n. 16
Entalles com poatas.
U Cordeiro Prvideule lecfbeu um I'co sorti-
mento da enfeiles com pontas para vestidos, tauo
le seda como de la que combinara perfellamen
i- com os cintos modernos do mesmo formato, por
isso para poder eefeitar-se com goslo qualquer
vestido indispensavel comprar-se ditos enfeiles
na mesma loja do Cordeiro Previdente, a raa do
Qutimadc n. 16.
Chapellnas de seda
Modernas e bonitas capelinas de seda para se-
nhora rerebeu o Cordeiro Previdente roa do Qapi-
nado n. 16 e por ser pequeua a quatilidade re-
Bebida, quera preleud<*r urna mod^roa e boDita
chapslina deve apreoar se em n-.andar compra-la
em dita loja do Cordeiro Previdente a roa do
Queimado n .16.
CaIXINIUS ENPE1TADAS.
Estas moilo desojadas caixinbas tasias e endi-
tadas com gosto, qoe tanta extracta tem tido e
que realmente servem para diversos lio?, existtm
na loja do Cordeiro Previdente a ra do Queimado
o. 16 um completo sori'mento de ditas caixiuha; e
sao vendidas por preces tao rasoaveis, qae o expe-
riente tnguez nao objeciara' em compra-las em
dita loja de ralndezaa do Cordeiro Previdente a ra
do Queimado o. 16.
PO.NTEIRAS E CHARUTOS.
O Cordeiro Previdente, ra do Queimado n. 1C,
lem um bom sortimento de Boas ponteiras para
cnarolos, sendo lisas e com figuras em alto rele-
vo ; e para que os seas (rrguezes nao se Incom-
modem em comprar cbarotos em algumas das lo-
jas de cbaroieiros, reoebeu lambem um bom sorti-
mento de finos cbaruios do afamado fabricante
Puado de Simas; assim, pois, encontraro os
apreciadores um bom sortimento na dita loja do
Cordeiro Providente, raa de Qoeimado n. 16.
Para offertaa na hospital por-
tagnez.
Bonitas cestinhas com fraetas de cera, obra de
muita perfeicao bom gosto.
Para cortar moldes a en brulhar fazendas.
Veode-se papel pardo folba grande.
Para lastrar calcados.
Vende-se superior grata econmica.
Vende-se papel para matar moscas.
A loja do cordeiro previdente
Rna do Queimado D. 16.
flella acharao os pretendemos nm grande e va-
riado sortimenio de perfumarlas Unas, tanto ingie-
ras como franceas, sendo :
Pinos extractos para lencos.
Banbas e pomadas para cabellos.
Oleo pbiloceme e baboza para dito.
Pos hygienicos para denles.
Ditos caapboradus paxa ditos.
Opiata ingleta e fraocexa para ditos.
faeotes eeoa pos doarroa.
vasos de porcelona para ditos.
Sabonetas para mi e barba.
E monos ouros objectos que sarao presentes
ao comprador qae se dirigir a roa do Qoeimado
n. 16, loja do cordeiro previdente.
Baideijag] oeqeeaas.
Vendem-se na ra do^Qaeimado n. 16. loja do
cordeiropre vidente.
Charutos
da acreditada fabrica de Jos] Furlado de
Simas.
Vendem-se a* laaa;*o.cordef ro providente a raa
do Qaoioudo 16

. ir
VERDADEIRO LE ROT
dt IIGt*BET, DoeUur-MdKlD
Ru de Seln, 81, *. PARS.
Eso cada garrafa, val. entro a rolhs e o papel azul
qw* leva o dku sinete, un rotulo apreiso em ama-
reUoeom Sillo Iaraiix bo otuino nuMezi.
If.B. i'tmet-
0 tendo-seuma Icttra
de OO franros so-
brtPans.acflUvel
a ao diu dt iiiia, I
ao Bnilmo,rnza-ie
do ibatimtnto e do
aaalor doacooto.
DcpoMiu ua pnarmacia
C. em Pemambnco.
de P. Manres t
Grammatica nacional.
Sexta edico
1i(K!0
Livraria lraBce?at
Veode-se om cavalio alaso, novo e fvrtc*s
proDrio para carga, par preco cemmodo : para ver
e tratar oa coebeira do Sr. Ribeiro, ra da Roda
*.>
Be


.
gGrande luiiiazem de n-
I tas medicamentos ete.
Roa do Imperador n, 22.
W Productos chimicos e pharma-
ceuticos os mais empregados em
j medicina.
Tintas para todo o genero de pin-
m tara e para tinturara.
0 Productos industriaos e tintas
m para flores, como botOes de flores
j e modelos em gesso para imitar
fructas e passaros com o compe-
tente desenbo.
Productos chimicos e industriaes
para pbotographia, tinturara, pin-
tura, pyrotecnia etc.
Montado em grande escala e sup-
pride directamente de Pari, Lon-
dres, Hamburgo, Anvers e Lisboa
pode offerecer productos de plena
conanca e satisfazjr qualquer en-
eommenda a grosso trato e a reta-
| lbo e por prego conmodo.
VENDE-SE
Motores americanos para dou&caTallof.
Dito dito para qoatro cavados.
Machinas para descarpear aigodo de 14, 16,
18,50 30, 33 e 40 ierras.
Prencas para enfardar algodo fazendo os sac-
eos com 6 palmos de comprlmento com o peso de
150 e 200 libras, viodas ltimamente da America
oo armazem de Henry Forster 4 C, no cae Pe-
dro II o. 2 junto ao Gabinete Portasoet.
Vinho puro
Cbegarsm barris de quinto com paro vinho do
Donro, (jarantindo se que nao tea* eonlelcao alga-
ma a excepgo de om bocadinbo de agurdente
qua Ibe boiaram para poder resistir a vlagem,
aeste genero e o melhor qae tem viudo a mer-
cado e maito proprio para asar as horas de ej-
mida e vende-se cor preco em conta,; na loja a
annaiem do Pava* roa da laparatrt o. 60, de
Gama &*!..

H
i
a
7



)
larlo t re
ItiUli

Terca felra 1 de
**HI
0o Irradisa* l#etrws mpatats
DejKrttt. acreoH-
Loja da aguia branca ra do 1
Apregaar 'aioda 0 F*edii
Collares ittJferttfMr ensfar rrtetft
iQtroduzf novidades, porque a tama de soa
efkacia tata-aa lanto esteodido, e os seus
eiizes resofttdos a tal altara elevado, que
hoje raraf a pesaba- qn por experiencia
propria, 00 por intermedio de seus amigos
e parcntes, ignore on desconhe;a as virtu-
des desses sempre afreciaveis collares
Royer.
A aguia branca porua s'a gloriar conbr-
rer para mi to justo fim, se nao por ou-
ro modo ao menos por ter sempre, e cons-
tantemente mn eoittpf^to sortimetito desses
colUres magnticos, que bem se poden cha-
mar salva vidas das crian gas.
Resta anda qoe os senbores pas de fa-
milia se tacam convencer jde qoe convem
nao esperar que as mangas sejam atacadas
do mal, e por isso necessario 011 conve-
niente que 000 antecedencia se deite na
crianga om desses coHares para assim estar
ella preservada das convaleces e se contar
livre dos rigores da dentigo.
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roa 4 Creapo t A. esquina da roa do imperador
Como de costume vem o radaz avisar ao respeitavel publico as rovidades que de
Pars acaba de receber a toja'do Passo pelo ultimo vapor.
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tilu -tioq/.'i ., ;tq oi> otoeasHnq oreo
LOJA E ARMAZBM
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60
Pira taitas
Reqoissimos vestidos de blond primoro-
samente bordados, cootondo seiin para saia,
veo, grinalda e ramo para o peito.
Moire^ntique branco.
Sedas brancas lavradas.
SetJm branco muilo bom o verdadeiro ma-
caus
A aguia branca a ra do Qaeimado n. 8 Linissimas guinatdas brancas.
contina a receber por todos os vapores R'qwssimas camisas primorosamente bor-
francezes a quandade que ba contratado e' a("s<
por isso acba-se ella sempre provida dos ver
dadeiros collires Royer eletrcos magn-
ticos.
Chapelinas modernas,
enfeites de flores, capellas 6nas para ooivas,
ditas brancas e cor de rosa para meninas,
calxos e ramos de flores finas e btoes de
rosa de diversos laman Los: na Aguia Bran-
ca ra do Queimado a. 8.
Mi:ias Anas para meninos.
A Aguia Branca rna do Queimado n. 8,
recebeu meias mui fiuas para meninos, e
est vndenlo as de cores a 50u0 duzia,
brancas a 5$o00 e cruas a 6gOuO.
Traogas de vidrilbos, brancas e pretas, lar-
gas e estrellas.
A Aguia Branca a ra do Queimado n. 8,
recebeu novo sortimeato das trangas cima
ditas, e como sempre vende-as por pregos
commodos.
Fitas novas
para cartas de hachareis c a irsaadade do
Bom Consplho.
A Aguia-Braoc?, a roa doQueimado d.8, receben
novas Utas achamalotadas para ambos os lados,
aQi encorpada e toda de seda, com viva o agrada-
vei c>, e Mat sempre, vende por prego muito
rasoavel.
Bonitas nonecas
com rosto de cera, olhos Uros e movedicos,
A agina branca a rna di ijujiraado n. 8, rece-
ben nm novo sortimento de bellas bonecas com
rosto de cera, olhos ios e movedizos e como
sempre vende-as por pregos comroo>1os, regohnda
estes em_ relaglo aos difLreotes lamanbos de que
se couipoe o surtimehto.
bhx'xr dntifrici c
A aguia branca a roa do Queimado o. 8, rece-
beu de novo psse apreclavel elixir cujo oso oe-
cessario para conservado das gingivas e acabar
o roo hlito proveoieote de denles arruinados,
cada frasco cusa 23.
Est tuda remediado em guanta a !n-
Meias e ligas de seda.
Riqusimas mantas "de blond bordadas.
Frontes e lencos com lindissimos desenhos
de abyintot.
Riqissimos'cortinados bordados.
Lindas colchas brancas ponto
a imitaga'o de labyrinto.
Para risitas e partidas.
Riquisssimcs cortes de sedas de cores com
listas e lindos matizos.
Moire-antique e grozdenaples de lindas c
res.
Riquissimos vestidos de cambraia branca
primorosamente brdalos.
Corpinhos e camisiobas com manguitos ri-
camente bordados.
Riquissimos cintos com m llames bordados
a vedrilh, ultimo gosto.
Riquissitcas basquinas de seda preta, de
superior qoab'daie e ricamente enfeitadas.
Riquissimos gallleos ou romeiros a imita-
gao de urna capinha com um bico largo
em volta e primorosamente bordados.'
de crochet Riquissimos cortes de foular de seda com
indissimos desenhos.
filM SILVA.
Tendo os donos de te grande estabelecimento resolvido liquidar a maior parle das
suas fazendas resolveram vender com grandes abalimeotos em precos, assim como teero
recebido ltimamente urna grande porcSo de fazeodas novas tanto mglezas como francezas,
alemSas e suissas, teem destinado venderemnasmais barato que em outra qualquer parto
an de apnrarem dinbeiro, dando de todas ellas, amostras deixando ficar p-nhor, ou
maodam-nas levr em casa das excallentissimas familias pelos sjos caixeiros; assim como
as pessoas que negociara em pequea esca4Ia, oeste eBtabeleCiment compraro pelos mes-
nos precos que compravam as casas inglezas; ganhando-se apenas o descont.
Cortinado para eaaas e janel-1 Baldes a U, 35oo c 3
las a W, 46^. 20# e 85,5 Vendem-se om grande sortimeoto de cri-
Vendem-se nm grande sortimento dos Bolinaoubales de arcos para seobora pelos
na doaaiSaXm ao, loja de
saladezas
nw\ de fpfl
Jos Bigodinno
Vartf de babado bordado do Porto .
C'rrytejs de retrox preta com duae oiiavas
Parntei te rtttu d* M*a a* cores a .
Frascas "m 4 Cali muito sopelor *
rraacos de O'eo moito Uno a......
Dotla de tesonras peqoenas a.....
mseo ragua para lirapar denles a .
r^f P61*8 IM8 P,r* agorar cabello a
uqiua de pennas de afomnito Qnas a .
^"8,de ''1' 1 30 novellos a .
dem de palitos de segaranca ...
Garrafas de agoa Plwlda verO*deira .
Syllabarlos eom estampas para meninos

m
60
m
"I
Riquissimos lequ--s de madreperola e de Sedinhasde quadros e setim branco e de
saadilo, ultimo gosto. lindas cores.
Isto s na loja do Passo ra do crespo n. 7 esquina da do Imperador.

odontalgia.
qn.tRlo
vas d pellica.
Porque a agnia branca por intermedio de nm
negociante de nissa pra?a iianilou contratar c;m
om bom e acreditado faliricsDte de duas, para
este Ihe faznr remssas directamente por todos os
vaporas, sendo a primeira a que agora araha de
chdgar. Ofabricanta pronette manla-las sempre
da melhor pellica e na verdade as qoe vierara
de , nfeilM que elLs traiHm da' elle mais a eonhe-
cer o apurado gosio e perfeicao de soa oba. Res-
ta pois que os bons e constantes fregnezes eonti-
nuetn a favorecer a aguia branca em quaoto ella
vai se livraodo dos mos que com seus Gados a
iara deoenando.
Camisiobas bordadas pava baptizadas
A aguia branca a ra do Queima.lo n 8,
recebeu novo sorlimento de camisiohas bor-
dadas, sapalinlios de setim tambem borda-
dos, meias de seda e chapeosinhos de selim
enfeddos, tudo para baptisados.
B;nu*inhos cober'os d canxas
A asuia branca ra do Queimado n. 8,
recebeu benitos babusinhos cobertos decon-
xas, e cesltnbas bordabas a froco, objectos
esses de novidade e gosto, fe proprios para
ofertas no leilo que ter lugar no hospital
portugus.
4caliain-se amas "chegam ntra, coi*
rentes de bu ra ha
A aguia branca que nao se descuida de sua
boa freguezla, tem constantemente mandado
buscar essas bonitas e modernas correntes
de borracha, que servem nao s para volias,
como mesino para outros differenles enfeites
Comparecam pois os pretendentes que
acharo bom sortimento de ditas correntes
na loja da aguia branca ra do Queimado n. 8.
Ciatos de marroquim cera livellas de
ac pan bigdus
Vendem-se a ra do Queima.lo, lo,'a da
aguia branca n. 8.
Fe r.is preprios para frisar babadinhos
Vendara-se m ra do Qaeimado loja da agu.a
brama n. 8.
Bonitas e modernas voltas pretis com
piiigeutes.
Vcndera-se na ra do Queimado loja da agaia
branca n. 8.
ilgali) d*l
Este estabelecimento acaba de receber lindas
chapelinas para senhora, ricas calsinbas para cos-
taras, ditas para joias, peales doorados para coco,
fiveUs muito ricas, assim como cintos e polseiras
da ultima moda de Pars, eolremeios b babaiohos,
bonitos toncadores dourados e de Jacaranda, espe-
Ibos esenssezes de diversos tamanhos e ricos cai-
vetes para sannora, voltas para Descoco, grava-
nbas, bico de seda, dito de aigodo, labynntbo, e
moitos '1 otros unjecto* de apurado gesto, que se
torna eoiadonho mencionar, tuao pjr precos mui-
to commodos: a' ra da Imperatriz n. 70, na loja
da Leaidade.
TINTAS PARA ESCREVER
Deposito das fabrlc.s de tlaurln. vatoinc. >l Jirer......
Garrafas inteiras 2iJ, liJSoo e ^fi.
Meias garrafas e frascos menores 64o, Soo, 4oo, 32o c 16o.
Para copiar.Garrafas e frascos menores a 50, 30, 2, l$5oo, 1#, C4o e 000 rs.
De cores.Carmim, azul e verde a 10 c 600 rs.
Para marcar roupaa t# e foo rs.
Lirrarla franeera roa do Crespo b. .
LEGiriHOS CHARUTOS DE HAVANA
Na Livrara franceza constantemente se encontram as melhores marcas de cbaru
tos de Havana, entre outras Concha de regala a 185 Londres fino e medio regala
a -2o> Reinas nec plus uitra a 245 Regala de Londres a 280.
melhores cortinados bordados que tem vin-
do preprios para camas e janellas, pelos ba-
ratos precos de lo0,160,&o0 a 230 cada
par sendo neste genero o melhor que tem
vindo ao mercado: assim como pecas de
baratos precos de 20, 205oo e 30 por ha ver
grande porcao, na loja e armazem do Pa-
vao, rna da Imperatriz n. 60, de Gama d
PANNOS PAPA CADEIRAS
Venlem-se um grande sortimento de
cambraia adamascada proprias para o mesmo pannos de ero h proprios para cadeiras,
fim, na loja do Pavio, ra da Imperatriz sofs, cadeiras de balangos, para almofadas
n. 60, de Gamact silva a para cobrir presentes, e vendem-se por
Corles graaadmo* para vestidos presos mue baratos, na lo a do Pavio, ra
Cbet gandy Granadinos tendo lo varas cada crie, Cassas a do r*. s o Pavio.
sendo 7 Varas-listadas para a saia e 3 varas Vendem-se bonitas ca.-sas ing^zas de co-
lisa para o corpo, tendo as mesmas 3 varas res flxas pelo t-arato preco de 240 rs, o co-
enleites correspondente saia para enfeitar vado, ditas francezas fazenda muito fina com
o corpo e mangas tendo entre elles mu tas padrees listrados e de flores, assim como com
trancas com listas pretas como actualmente palminas miuoas proprias para meninos a
se usa e vende-e pelo barato preco de 60, 3oo rs. o covado ou a 5oo rs. a vara: pe-
uBicameote na loja do av3o, ra da Irope-, chincha na loja e armazem do Pav5o ra da
Memento da roopa de lavar a..... lod
Dozlas de meias Anas para senhora a '. 4100L
Agnlbas francezas a balo (papel) a ;
Pecas de fitas de la de todas as cores a OU
Grotas de botSes de porcelana prateados a ifO
Gaixas com alfioeltes iraocezes a 80
Gaixas ie 100 envelopes moito finos a Ki
Resma de papel de pe.'o branco liso a 2J0OO
Frasco com superior tima a..... i O
Pares de botSes de ponho multo bonitos SO
Liabas em eario de 200 jardas a 100
Caixa de superior liaba do gaz com 60
novales ............. 70f'
Talfceres para meninos a....... UC
Masso eom superiores grampos a 3C
Bonets para meninos a........ 1*000
Pestes eom costa de metal a ..... 401-
Realejos para meninos a....... iifl
*

Ra do Crespo n S.

Aos agricultores.
Saunder Bratbers & C. aeabam de receber
ie Liverpool vauores de (orea de 3 a 4 cavallos
eom todos os perteoees, e raoi proprios para faie-
lem m .v,r machinas de descarriar algt.do, po-
dando cada vapor trabalbar at con t iO serra?,
tambem serveru para enfardar algodio, ou para
ontro qoalqaer aervico em qoe usam de trabalbar
com animaos. Os jmesmos umhem im a' venda
machinas americanas de 3$a 40 serra.
Os pr.iteodenles dirijam-se ao largo do Corno-
Santo o. 11. ________^^
(\Z gaz m
Chegoa ao antigo deposito de Heory Porster
C, roa do Imperador, nm carregameaU) de gaz di
primHira qaaltdade.o qoal se vende om partidas
a realho por meaos preco do qae em oatr* qoa'
qner oarte.
Vode-se por preco commodo pnr carecer de
alaoos reparo* o cater nacional Bma, que se
aeha ancoras aVfronte do Caes do Ramo^: a tra-
tar na ra da Concordia, casa nova defronte do
sbrate n. fo, oa oa Prac de Pedn V, llvrar/a
da Foaaia. '
jii mu
AUGUSTO PORTO & C.
11Kua do Queimado11
Este estabelecimento aaba de receber e vende por commodojpreco as seguintes
faz^ndas tinas:
Vestidos de b ond para uoiva com manta e capella.
Ricos vestidos de cambraia branc i bordadas i que ha de melltor.
Cortinados bordad"S e admascadus para camas de 2o$ a SoiJ.
Dito bordados e adrnnscao'os para janellas-de )^ a 26 Colxas de seda e laa e seda para cama de noivas.
.i.-quinas mo lernas de uiuito kosIo de 2oo a l> .
Toaibinbas rte croch para cadeiras e sofs, e colxas de croch para camas.
Chapelinas de crpe branco, e chapeos de palha da Italia para senhora.
Moir branco e preto, grosdenaple prcto e de todas as cores para vestidos.
Camisas para homem francezas e nuezas de linbo, e de aigodo.
Guardapisa de crinofioe para fa/.er mais elegantes os v- stidos ce la e de soda
a 32o rs. a vara.
Superiores saias bordadas de linbo, camisas c camisinhas bordadas e lencl de
cambraia bordada para senhoras, ricas toalbss borda las com muito gosto, e lindos ves-
tuarios para baptisados com o respectivo eoxoval.
L5as con lista:? de sed! de varias c'es r. que ha de melbor.
Chapeos brancos de castor c ricos chapeada sol inglezas para homem.
Malas de diverso* Uunanbos para via^ens.
Panos finos e caseuiras pretas e decores e outras maltas fazeodas que se ven-
dem baratissimo.
Este estabelecimento contina a receber as melhores.
Esteiras e alcatifas para salas.
li Hita do laciniadoII
PLULAS de BLANCARD
,AO I8O0UTO DI FCBao MaJ.TIKAVXL
ApproTadas pela Academia de Medecina de Parix
iTotKiati nm eomuo bihicil m ia iuuiimu
HtlMro bospitas ob vkmica, da blgica. Da irlanda, DA TUIQBU,lic.|
Jfdifaw Inriui mu Bxpoiifoit L'nivtrfat de Nta-York, 18U, (u Paris, 4 'Mi.
Emm Pllolt enroiTldi. B'imt cjbjiIj rcBlDO-tnlumica de orna leniii/lide ticen:va, tea
iTiDUgen de terem tualtenteit. m tator, de ao peqoeoo Tolume, e de ow aiiHreB w
orgit digestrto. Goiiudo dat proprledadn do loco e do reamo; etlai cootem prlucl-
palmeote oas itteccoa jChlorotiau, EtcrofuLntu, tutereuloiat, Cantroiat, na letutrrhlM,
mtneneTrkta, antmia, cae.; enOra, ellas offerecem as pralicos ana nedtcacao dai Bal* enr-
gica para modificar u constitaicoes (ympterica, frats ou tbiUlaia*.
M. B. O Mdarel* meato iaflet. irriunie. Como pmt o* pureu e ite aulbeoeldade dsi
verBadriraa Plluiat de Blaneard, oe*r -*e exigir aosto uell de
prata reactiva e oossa ama, aqu reprodorlda.qneteacbaoa parte
iaferior t un rotis verde. De aenanaa e eaa toda* aa *ltar*aaeHw. Pmmrmftuttn, r atoaaaart*, at. Parta.
Vende-se na Botica'Jranceza ra Nova n. 25.
ratriz n. 6o, de Gama & Sirva.
Tiras bordadas e Babadluhos
Qaem quizer fazer boa compra de tiras
bordadas on babadinbos, adiar um grande
sortimento para oscolher e por i-reco muito
mais barato do qne em outra qoalqaer parte,
na loja e armazem do PavSo, ra da Impe-
ratriz n 6o, de Gama Silva.
Fazeodas para luto na loja do
Pavao
Vende-se setim da Cbina com 6 palmos de
largura proprio para vestidos a 25 o covado,
aazinbas.pretas lisas, alpacas com listra bran-
ca a 15 o covado, cassas brancas com listras
pretas a 5oo rs. a vara, ditas pretas Usas e
com s I picos vara a 56o rs. ditas francezas
com listras e ramagens vara a 8oo rs., me-
rino prelo, alpacas e princezas, mais barato
do que em outra qualquer parte, na loja do
Pavao, ra da Imperatriz n. 6o, de Gama &
Silva.
PALITO'S DE PANNO A 6|
Vendem-se palitos de panno preto saceos
a 6)5, ditos sobrecasacos a loa, calcas de ca-
.emira preta a 6-> c 75, d ta muilo finas a
95 e o5, finissimos sobrecasao s de panno a
2o5 e 255, caifas de castmira de cor a 75 e
85. ura grande sortimento de coleles de toda
a qualida e e outras mui as quididades de
roupas qu se vendem mais barato do que
em ontra qualquer parle, na lojt e armazem
lo PavSo, i ua da Imperatriz a. 6o, de Ga-
ma & Silva.
CHALES A BENOITON A 55 E 65
Vendem-se os mais modernos chales a
Benoilon pelo barato prreo de 55 e 65, di-
tos de merino liso a 35oo, ditos 'le crpon
a 75 e 85, ditos de merino com barra a 25
e 55 o, m loja e armazem do Pavo, ra
da Imperatriz n. 6o, de Gama & Silva.
CASAUU1NH03 DO PAVAO A 185, 2o5
254 E 3o5
Che;aram o mais moderuos casaquinhos
ou jaquetas de grs preto, ricamente enfei-
tadas sendo uns com entura e outros sollos
conforme se usa ltimamente e vendem-se
pektsbaratos precos de 185.2o5,255 e 3o5,
na loja e armazem do Pavo, ra da Impe-
ratriz n. 6o, de Gama & Silva.
rvra -aias a iguno i $280 e .$500.
Coegou para a loja do Pavao urna graude
porcao de nova fazenda branca especialmen-
e para saias, tendo a largura a altura suffi-
cenle de urna saia com um bonito bordado
de um lado ou urna bonita ordem de pregas
de forma que com 3 I|2 varas se faz urna
saia de um s panno, e vende-se pelo barato
preco de 15. 15*8o e 155oo rs. a vara; na
loja e armazem do PavSo ra da Imperairiz
n. 6o de G^ma Silva.
As salas do Pavo a 3$500.
Vmde-i-e orna graode porfo das raais bonitas
aias brancas com lindas barras bordadas de co-
res, trndo 4 pannos cada urna, euJu hienda m
teirammle moderna, pelo barato preco de3*V0
cada ama sendo fazenda qoe sempre o veudeu
por muilo mais dinheiru ; ua loja e arnmera du
Pavao, na ru* da Imperatriz o. 60, de Gama &
Silva.
Corpltihos.
Vende-se os mais modernos corpinhos de catn-
braias branca traosparenle senrto ri-.-amente borda
dost enfeilados piir barato preco ; n* loja e arma-
ren) do Pavo, ra da Imperatru u. 60,de Gao &
Silva.
Cam-siahas a 3f.
Vendem si as mais mo-lernas cacoisiobas coro
manguitos tanto bordados como de preeoinhas com
flecantes punhos e bonita.s abot aduras pelo bara-
to prece de 35 00 ; na loja e arma tem do Pavo,
ra da Imperatriz o. 60, de Gama & Silva.
Imperatriz n. 6o de Gama 4 Silva.
JLazInbas mailsadas a 28o rs. o
covado.
Vendem-se bonitas iazinuas matisadas,
de cor fiza e ditas de urna cor s, tendo en-
N. 2D ^ N. 2 D,
Jt% COR1CO ME OKO. ftj*
A loja n. S D intitulada Coracao de Ooro na rna do Cabog, acha-se d'ora i.m diante offeracen
'o ao respeitavel publico com especjalldade as pessoas qne bonraiL a moda os otjec.s do ultimo go>
td /a pars) pur menos 20 por cento do qoe em outra qualquer iiarie, garantmdo-se *. qaalidade e a so
z da ctras.
O respeitavel publico avallando o desejo que de-re ter o propietario de_am novo estabelecimen-
to qne qner procresso em sea negocio de ve chegar immedlatamente ao coracao de oaro a comprar
aneis com perfeitoa bninantes, esmeraldas, rubios e perola ; verdadeiras em agarras, modernas pek
jiminoto preco de 105, brineos modernos de ouro e coral para menina pelo preco de 35, maracas dt
prata com cabos de marBm e madreperola obra de moderno gosto [o que o encontrarlo- no coracao de
onro) voltas de ouro com a competente ernslnba ricamente en/eluda pelo peqoeoo preco de I2J, brin-
cos de om trabalbo perfeito por nm mdico preco, cassotetas, trane.iikis, palestras alnetes para re-
tratos e cutros modelos todo de alto gosto, aneis proprios para butar cabello e Arma, dito para casa-
mento, no rtico roseta tem o Coracao de Onro nm completo bem variado sortimento de diverso*
Koslos, butes para ponhos eom diamante, robins e esmeraldas, obra esta importante ja' pelo sea va-
lor ja' por posto ds deseobo, brincos a forma da delicada mostoha de moca eom pingante contendo es-
meraldas, rubina, brilaantes, perolas, o gasto sublime, alfinetu para grvala ao me sino gosto, relo-
gios para senhora cravados de pedras preciosas, ditos para horneo), diversas obras de brilbaates de
imito gosto, craswbas de rubios, esmeraldas, perolas e brilbante i, aneis com letras, cacoletas de
crystal e ovo descobert* para retrata (a inglesa) brincos de franja, ditos a tmperairize (oda- e qual-
quer joia, para secolocar retratos e obras de cabello, e outros mui .o ebjectos qae os pretendentes eo-
nontrarao no Coracao de (Juro que se conserva com toda a amabilidade aos concorrentes delxaado-
se de aqu meneionar preces de cortos objectos porque (desculpem a maneira de tallar) dizendo-su
preco tal vez algiiero faca mao )uuo da obra, por ser to dtminnta quacl,a vista do sea valor.
Na mesma loja coropra-se, troca-?e ooro, prata e pedras preciosas, e tambem recebe-se confer-
ios, por menos do qoe em oatra qnaiqner parte, e dioso obras a amostra eom penber, couservando-st
e Coracao de Oom aberto at as 8 oras da noile.
Qualquer pessoa qoe se dirigir ao Coracao de Doro nao se podara' engaar eom a casa, pob
nota se oa na frente ura eoracio pendnrado pintado de amarello, alera de ontro qua se nata em ;io
rotalo (Uto m adverte em consequenei* de terem ja' algamas pessoas engaado com ootra easa.
GRANDE BAZAR
ra Nova n. 20 e 22
Machinas pa a costura do autor Wheele:
& Wilson, chegadas ltimamente da Ame-
rica; cas quaes pode eorer-se com don
tre ellas cores escuras e de muito bom gosTo pespontos, toda e qualquer fazenda, emba
pelo barato prco de 28o rs. assim como nbar, fragir. bordar e marcar roupa; tudt
booitas bareges de la transparente com com perfeicao. Sao t5o simples, qne com-
quadrinhos pelo baralo prego de 32o rs. o prebende-se fcilmente a maneira do traba-
covado: s na loja do Pav2o ra da Impe- ln? a pessoa tendo pratica de coser em rna-
ralriz n 6o de Gama A Silva. rhinas, pode fazer por da o servico qoe
CHITAS A 28o RS. ,ciam 3o costareiras.
Vendem-se bonitas chitas de cores e ditas Chama-se este estabelecimento a afta*
roxas com pequeo toque de mofo qne se C50 ^ publico, "sto que elle se seba eom
garante largar logo que se lave, sendo de Patamente sonido de objectos de gosto
cores flxas pelo barato preco de 28o rs. o como bem leques de madreperola e de sar>
covado paia cabar: na loja do Pavlo ra da' fiv'elas, Alas para cinto, cokes perfo-
da Imperatriz n. 6o de Gama Silva. mar'a e e,c,
CHITAS DE UMA SO COR A 28o RS. 0' Na rua n COVADO. i M_& C
Vendem-se bonitas chi i as lisas, sendo cor I
de ganga, cor de havana, lirio, rosa e oulras '
cores, pelo baratissimo prego de 28o rs. o j
covado, dilas ciiinezas com as mesmas cores
e com palminhas pelo barato prego de 3oo
rs. o covado, na loja e armazem do Pavao
ra da Imperatriz n. 6o de Gama & Silva.
GRANDE SORTIMENTO DE CHITAS
A 32o E -i6o SO O PAVAO.
Vcn senhos interamente novos e com os pannos'
mu lo encorpados pt-los baratissimos precos
de 3o e ao rs. o covado, ditas claras pa-*
dres grados e miudinhos pn prios para '
roupas de meninas a 32o e 36o rs. para '
ven>ier barato: na loja e armazem do Pavo |
ra da Imperatriz n. 60 oe Gama & Silva.
CHITAS PAR4 OBERTA-^ A 280 RS.
Vendem-se chitas largas para cobertas
pelo barato prego de 28o rs. o covado por ]
serem padrees um lano cscuros na loja do Machinas para descarocar algodao. do me
Pavo ra da Imperatriz n. 6o de Gama & 'bor autor que tem apparcido na America
Silva. i E' tal a execugao do machinisme. que o al-
lIazinhas a 400 E .roo RS god5o sahe quasi lo perfeito como o debo-
Vendem-ie as mais booitas lazinhas ma- laodeira. Recoramenda-se a attengo doi
t zadas e de iisus mais modernas e mais f Srs. agricultores, estas machinas,
bonitos desenhos pelos pregos de 4oo e 5oo '
GRiNDE BAZAR
RA NOVA N. .0 E 22

GRANDE PE'MNCHA
Vt stitlo a t|fODO
Veode-se orna graede porcio de curtes de vesti-
dos de cambraia traospo.ircnin seodo todos brancas
e c >ca Uai> barras de cores pelo barato preco de
2 o corte, seod> fazenda qne sempre se veid^u
pur muilo mais dtobeiro e hquida-se por este prego
na Iota e armasem do Pavao a roa da Imperatriz
n. 00 de Gama & Silva.
GflAWDE PfrX'HI.VCIU
Vtslirlos a 2 Vende-se um bonito sortimnoto de cortas de Ves-
tidos de cambraia transporte eom mnita fantasa,
seedo brancos e d* cores com bonitas barra, plo
barato preco de 24500, sendo fazenda qae sempre
ie venden por li# e 7A, e liquidase aa lo|a e ar-
mazem do Pavo a roa da Imp-ratriz n. 60 de Gama
Silva.
GtHWE PECHIV'HA
Cort* e 1S a 4Uoo
Vende-se um graade porcao dos mais bonitos
cortes de lia com lindos lavores ru-lusados, tendo
15 cavados eada corte: e viodo eada nm em sen
papel, pelo baralo preco de 4J c Pavio a ra da Imperatru n. 60 de Gama
Silva.
f?ECH..1CII4 4 IO AEI*
Murgulinas de la
Pelo ultimo vapor ebegon nm gr nde sortimento
das mais hadas murcollnas de la, sendo de urna
s c6r, porm com as lindas cores aiul, magenta,
bunlna, rozo ete., tendo largara de chita franeza
e venda se a C40 ris o cova&o na I- ja do Pavo a
ra da Imperatriz n. 60 de Gama & Silva.
rs : na loja e arm-zem do Pavo ra da
Imieralriz n. 6o de Gama 4 Silva.
ALPACAS DE COHES A 600 RS. O COVADO.
Vendem-se as mais bonitas alpacas de cores
entestadas c m bouilos desenhos miudinhos
tendo entulles de tolas as cures pelo barato
pr>ce do 5oo rs. o covado, ditas lisas escu-
ras e claras sendo todas de cores modernas
e 64o rs. o covado, dilas ivradas, as melho-
res e mais modernas oue teem vindo ao mer-
cado : sendo havana, lyrio, verde, azul e
outra cores, que imitem a seda, pelo barato
prego de 8oo is. o covado, pechiocha: na
loja e armazem do Pavao ra da Imperatriz
n. 6o de Cama & Silva.
POIL DE CHVRE.
Chegou neste genero o melhor que tem
viudo ao merca lo para vestidos com lindas
listras de stdr ou com bonitos lavores da
inesma que se vendem pelos baratos pregos
de 8oo, iooo e i do Pavo ra da Imperatriz n. 6o de Gama
d- Silva.
VESTIDOS DE FANTAZIA A 8je00 E
lo;?ooo RS.
Chegaram os mais bonilos cortes de ves-
tidos de fantazia muito proprios para passeio
e soires, por terem lindas barras de seda
e veodem-se pelo barato prego de 85 e io0
cada um na l ja do PavSo roa da Imperatriz
n, 6o do Gama & Si va.
alas a 8#O0* ts. ___
Vendem-se bonitas saias escaras pjoprias
Bren
a 2$ a arroba e em barrica p^r moito meDos : n
armazem da bola amarella no oito da secretarla
da polica.
i


Escravos fgidos
vjtmmr^Kji
para uzar em te rapo de vero por cauza da
poeira e principalmente para quem for p?s-
sar a festa no matto, pelo barato prego de
35ooo cada urna, ditas brancas ricamente
bordadas tendo 4 pannos cada orna pelos
pregos de >->, 65, e ii^ooo rs.: na toja do
Pa'-ao ra da lmpenttfre n. 6o de Gama &
Silva."
Vestidos brancoi a Jgnor.
Chegaram os mais lindos corles de cam-
braia branca transparente ricamente borda-
dos que se vendem pelo baratissimo prego
de 4Wooo rs. na loja e aramem do PavSo
n. 6o de Gama di Silva;
Novas bareges de seda a 4oo rs.
Cbegou urna grande porcao de lindissi-
simas bareges de seda com os mais delicados
gostos sendo faze.nda muito. propria para
AVISO
100#000 de gratificacfto.
Contina a estar fgido o es
cravo Simido.
Fugio no da 51 de jolbo do correte anuo,
casa do abaizo assigoado o escravo de nome
mio, com os igoaes seguintes : de osean Mocis
biqne, id Mi de 40 annos, pooco roals od menos
alto, senitlante carrrgado, com falta de denles
frente. Cur fula, com talbos em circulo redonfc
ao p4 das orelhas, ? de ca-emlra oe cor, camisa de algod'ai braoep,
chapeo de meia maca novo ; este e.'cravo foi com-
prado ao Sr. Jos Vicente Linde so, morador na
provincia das Atagoas, por sen procurador Joa
quim Ca4felcanti de lbuqoerqoe M- ta. morador
no termo de Barreaos. Sem dunda segnie al-
gum daquejles lugares : roga-se a todas as aotor
ia<)es assim como aos capltes ocampo, tanto des-
ta provincia como a das Alagoa; a apprehenst.
do dito escravo, entrega-lo no Recife, rna flirelt
n. 30, qoe recebera a qnaatia cima, protesta as
di-sda j eom todos os rigores das leis do imperte
contra quem o tiver acontado.
Dernardino Antonio Pereira Basle
SO
'
e armazem do Pavao roa da Imperatriz
de Gama Silva-.
pe chincha em caimirtg a 1^800 so
Pava.
Ven1e- ama fradde porcSo de cifmifas snoe
rlores entestada*, sendo escoras e alegres proprias
para caigas, poletots, coletea e monas para meni-
nos pelo baratls-imo prego de-lfSOO'o covado no
38200 o corte de caiga, grsode pechlnche na:
^jffl3^^|,az^'doJhv5o:, na" da iifciiii o. 0 go Esteves, qua sera' generosamente rc
de Gama & Silva. r"-
de gratificago
a quem capinrar o preto da Costa de- nome laci
tbo, idade 38 annos, estatnra pooco meos de re
guiar, tem falta de dente, bem como talbos nr
rosto bem salientes, as pernas finas, etc., fogio en
29 de selombro prximo passado, levando' ve-tid
calca e camisa branca, chapeo de copa Mua e d* '
abas peqoenas. A primeira ves qoe se evadi fj>
titulava se como forro de nago, e enprrgava em servente de pedrero e em ontro* Id*ticos : .
rogase, pois,as autoridades policiaese a qualquer
partieolar a captor de dito estrato, a ser entffr
gue a sea senbor Jo3o da Sirva Lene, ae roa di
Cadeia do Recife o. W, oe sera' paga gratiflea-
gSoacItpa. ... ,,, .... ,..,...---------
Fogiram do engenbo S. Ben4, sito aa H
goetia Aa Lez, no da 1S do eorreite, dros e*rt-
passeiis, partidas, etc. Vendem-se pelo ba^
ratissim, prego de 4oe rs. o covado na loja a^S.VSSIRtOo rlhsT *i
Qperatriz O. 6o t.s ui lo-mo e corfer. e'oolro lamem eripb-
tes, mui L
lo aftnrm e eorpo refalar, rosto'tim ponen targk
mbm Barbado, porem de barbas brancas e (alta
de denles, a barba pintando, falla branda e riso-
nbo, tendo os ns moitos felos e o dedes polte-
gar bo grandes torios para dentro, sendo o pft-
melro de nome Mrcoa e 6 mestre da atisoe*r, a o
segando de nome Antnio e carreirn ; qaem es
-iprebender leve-os ao refrendo eng do Calderelro, ao Sr. Francisco Qoinfino RodJ-

I
A


*iwwartsitta'SriRWg^SA-^aA^ ..
tSSBJMfcWM
CASABA DOS SRS. DIFl)T\l)l)
SE^SA0 DE 17 E8B8HPK0.
PM1DBMCIA DO SR. HLVB1B U*-
(Continuaci*)
Evidente, porm, como que
dos). !
airfalmac3o izeram ter os
que felizmente nSo tem
oie domimr sem existir, e sendo mceolestavel que a guerra e as d.ffico dade
i atinea boto de observado e oTo ob- acloaes imprirniram loes um adiamento for-
idfde hvpJibe'eou coDJedun. todo mais *> (apoiad*); entretanto em relacao
? balle'a que nao merece refutado, (\poia- -
/MU
pei
de
,eesalbe#ptinojP WiUr (
Com a dootrina eoilda uesa*Bopie
do nobre deputado JasiiBciimH todos os enmes,
iodos o horrores, todas as aoxtxat I
Quanto ao famoto inviotarko, Sr presidente,
creio qae teoho (ello ana alitnpagio sofflciente
la, ve.ido sempn mallogrx
insensatos diaote da M**teaclk (roe
oppue o novo pensamento do paiz! (.\poia-
dos). ^ fjrm
um par-' As refirmas, porm, Sr. presidente, e
li-
dOS.) i^i ,.
A ve.'baimmediala versa sobre o que dis-
se o nobr pre$idenC8> do con-elho diffi-
culdada defazer passsr reformas liberaes
o senado, o que tem sido dito moitas ve-
tes pelo oobre deputado e pelos qae com
elle comuargao. .
O Sb. Correa, de Britto : E o qae e
uma verdade. nnet.;n
O Sr. Bezerra Ca.vaic.nti : Vmcia-
do de aver.gua-lo; mas o facto e que seme-
jante proposito tem sido moitas nm
enunciada pelos qae hoje tanto a esanham
e Quite-se tal horror, porque se mira uma
coalisSo de que espero em Deus que o bom
seDS1 e o pundonor do partido conservador
os ha de perservar. .
Compre, porm, ootar a par da rotima-
cio desairosa que se lauca sobre os candi-
datos conservadores, que aqui pleitearam o
anno pissadu a eleicao de senador, a m
yantado e o liberalismo que transpira da
censura que se faz ao corpo eleitoral do Rio
de Janeiro, que sendo liberal, votou em can-
didatos conservadores; e ao poder modera-
dor pelaescoiha de um delles, que alias foi
una dos iniciadores do movimento de reha-
bililago e das reformas que trouxeram ao
poder o partido liberal.
O uleitorado liberal n3o devia eleger con-
servadores ; elegendo-os. o poder modera-
dor no os devia escolher. Tutella e repn:
inenda em ludo e a todos I
Na quinta verba, Sr. presidente, o nobre
deputado pr .cara es s -.ompslencia do nobre presidente do con
v>lbo para lirigir o partido liberal discipli-
nado, por ler dito S Exc. que em i8ilha-
v afeito com os liberaes uma colis5o.
Qaem p le negar que de facto o que
fcoave em 1862 foi uma coali-o, e que tal
v z por isso nao pode governar ?
A organisaco definitiva do partido pro-
gressista foi em ISG3, por occasio da dis-
so'uco da cmara.
Aqui, Sr. presidente, que ha o g an .e
anegado, que se nota aioda no retoque
histrico, objecto de capitulo ulterior, mas
que se liga intimamente a este ; pelo que
de^e vir ja a collacao.
O nobre leputaio referio-nos ascircums-
tancias que se deram para a formaco do
partido progresista; fallou das diversas reu-
nios que para Isso tiveram logar, a que
chamo i assembla constituinte desse parti-
do ; mencionou algomas divergensias que
rhoaie entre os c< nsl luintes concluindo que
o partido nao passou do embiio. 15 com
a :nteressaiite singele/a de que nos tem dado
tantas provis accresceotou que a delibera-
c j final dos liberaes coastilu ntes fui esta :
Pois bem, senhores, as vamagens que
olfereceis idea liberal >5o sofficieotes para
que vos offerecaaios os nossos hombros
para subirdes ao poder, e assim o par-
tid i lie m reduzi lo a uma simples coal.3 >.
Entretanto, Sr. presidente, o nobre de-
putado son gnu-nos a graude phasi do di-
rectorio, que foi o primeiro poder do par-
tido progresista, eleito em uma das ses-
s<>s de soa assembla c mstituinte, e em
que es liberaes por excedencia se coloca-
rain em maioria, tendo a sua frente o Ilus-
tre irmo do nobre deputado. Ve-se, pois,
que o partido quo nao passou de embri i,
rev nao s assembla constituinte, como
po ler constituido e organlsailo em maioria
liberal, porque s assim naturalmente podiam
e?es liberaos dar bem os hombros aos ou-
tros para subirem I Essc poder ramificado
por todo o paiz dirigi era todo elle a elei-
co desnaturando o partido em sui origem
pelo vicio radical de impor candidaturas as
provincias.
Contra esse vicio protestei eu pela im-
prensa ura ou dous dias depois da organi-
saco de te de. perturbaco e retalhamento, quehavia
djr seus frnctos como tem dado.
Asiis a e>sa nica rcaniao em que leve
lugar a organisaco desse poder, em casa do
r ihre presdentc do conselho, e posso, por-
tanto, dizer tambcm como o nobre deputa-
do : El quorum pars mnima fui.
Houve p lis, Sr presidente, organisaco
definitiva do partido que se chamoupru-
gressista-para remover escrpulos dos que
viham de pro edencias diversas sellndo-
os da pecua de aposthasia. (Apoiados).
Foi essa a razo porque entao se assenrou
uesta denomhaco, que udic^va um parti-
do novo, em que podiam sera deserco aJis-
tar-se as opimes moderadas de accordo
cora as novas tendencias e aspirafoes do
paiz. (Apoiados).
Era 18 i, porm, o Sr. Jos Bonifacio,
quindo veio aqui o ministerio de 15 de Ja-
neiro apresentar o seu programma, disse,
com applaus" geral da cmara, e contestado
nicamente pelo Sr. Lopes Netto, que por
esse motivo foi um tanto maltratado pelos
Jiberaes extraaos de boje, que o ministerio
e o partido que o apoiava, sabido da victo-
ria das urnas, era nio s liberal como at
liberlissimo. (Apoiados). Eu nesse tempo
declarei que tinha medo do superlativo,
Ora, ho.e que o partido recebeu das ur-
nas baptismj e contirmagao, quem poder
neg rera-se liberaes, como se tem declarado?
O Sr. Batisbona :Nesta parte do seu
discurso digoapoiado.
O Sr. Bezerra Cavalcanti : Estimo
muito; entretanto n3o pego, e antes pres-
cindo bem de que me apoiem, no que huu-
ver nelle de pessoat, assumpto em que s
entro qoaao son provocado, e o farei sem-
pre que o fr por quem que seja.
O Sr. Batisb ina :Creio que n5o me
pode tolher o direito de dar apartes.
O Sr. Bkzerra Cavalcanti : Ao con-
trario, estimo qae os d
Codwjn* sonrpre o dirslto a aiti? icimt de
os iateressos do MMttL* de tasesqoer oa
tros istefesses iodiioS53WPt partido. Nao sei-
serivisir-mo a espirito de Mita, mas seguir livre-
moote otoa eren?, ^k- .
Ha vir em perigo, qaando ir que se tra-
atir no paii Idea* oa \% qus ameacem
;5es, entao aobereote cooilio, com as
creocas |M tapre lMMud* comMtTM
lanbem semvf*4 eletje aarehioy^
Actualmente de que se trata de eneamiobar o
espirito poltico do paiz a' melhor direcgo, rom
maie urgentes, as que entendem com a
berdade econmica do paiz, apezar das ditl
cuidadas do presente, alguma coust se tem
feilo. ...
O Sr. Correa de Brito : -Tem-se teito
muito; um padrSo de gloria para a see-
sSo actual.
O Sr. Bezerra Cavalcanti: Quanto a
liberdade poltica, nos precisamos principal-
mente, e muito mus de educacao do que de
legislaco nova, de coslumes do que de re-
formas. Sem espirito publico e sem costu-
raos polticos podem-se improvisar qnantos
cdigos se quizer, na pratica ha de ser de-
lurpada pelo abuso que vicia os caracteres.
O Sa Correa das Neves : Apoiado.
Quid leges sine moribus?
O Sr. Bezerra Cavalcanti :A primei-
ra deveria ser a de todos nos, traduziodo e
observando o conselho que se envolve as
segrales palavras do marquez de Marica :
Todos reciamam reformas e ningoem se
quer reformar!
O Sr. Arajo Barros :Sentenca indi-
ciosa I Esta que devia ser fundamental.
O Sr. Bezerra Cavalcanti: Falla-se
muito na regeneragao do sy Uti>o e do prestigio do parlamento; mas,
pergunto eu: pde-se esperar semelhaote
regeneragao da pratica constante do abuso
da tribuna, que aqui temos todos os dias,
dessas querellas interminaveis e esteris,
dessas interpellagfies futeis e dessas tricas
irrisorias com que incessantemente se oceu-
pa a attencSo da cmara e do paiz ? (Apoia-
dos).
O Sr.Correa das Neves: Sempre com
uma sombra de mysteno...
O Sr. Bezehra Cavalcanti : Em rela-
g3o regeneragao fioanceira, dizia eu, algu-
ma cousa se tem feilo, apezar de to difficuldades e da pressao das circamstan-
cias penosas em q:ie nos acharaos. Com
efeito a le de 12 de dezembro do anno pas-
sado atacou de freute o monopolio e a ordem
do crdito, e deu um passo definitivo para
o eslabelecimento do crdito territorial e
agrcola, vindo em auxilio de uma grande
massa de propebrios e lavradores, que a
liquidagao instantanei e forgada arruinara
completamente. (Apeados).
O relatono do nobre ministro di agricultura oc-
capa-se largarnenti desia iastitoiQo qae constitae
a mals anciusa nicessidade do pan (apoiado?) ; sa-
tisfeita a qual, estera' conjurada acrise permanen-
te, com qae temos lutado, e que era oitoral, pir-
que assentava na organiacto incompleta e a sys-
lema Icioo que tiobamos nasceadj no dia em
que trataodo se d^ crear losiimicoes de credit",
cmdou-se exciuMvamcnle dos interesses parciaes
do eom.nomo, dasprezando inteiramente os lote-
res>es mais geraes, e eritadeiramenle nacionaes
que sao os asnelas. (Apoiados).
Qianto esta mstituicao estiver lindada e gene-
raiisada no paiz ; qaando o agricultor poder rn >b\
lisar spus capitaes itnmoveis, achand) nelles mes-
mo a araoiia necesaria ao crdito de que precisa
e podeado obter o diobeiro a prazo longo, juro m-
dico e amortizacao parcial por annuidades. pode
lr a emancIpiQao doi escravos que nao nos ha di
trazer a calamidad! que se imagina e tanto se exa-
gera para fazer effeito. (Ap> Udo-).
K' este, Sr. pre vicios; faz se dd todo questo de partido para der
rioar mluistenos, sujeitando-se o< que assim pro-
cedem a passar pelas Jorcas candnas, realisaodo
no dia sesainte aquillo que na vespera eombalrtram.
(Apelado). Quem sera" boje por certo capaz de
contrariar o peosamento emancipador oa adiado
por cincoenta ou sessenta aon^s, orno quer o no-
bre depntado por S. Paulo ? Sera' pos-tvel qao este
pan, em cootraposlfo siogular com o pencamente
cnritao e o de to lo o mando ci'ilisado, conserve
anda por mano tempo esse cancro, e?sa abomina
gao, e esse verdadei'0 escarneo do bom senso mo-
ral e religioso? (\poiados) Oeus us livre que
alguera o fosse, Sr. president-), porque seria isto
fier nos mcorrer na reprovacao d) munio inleiro
e chamar justamente sibre nos ama inii ravel
mah.'cSo !
Depoli de cabalicenta refalado pelo seo illostre
irmao, veio o n:bro depilado anda mais acolada
e vehementemente a' tribuna diair n3S que nao
quiz l-vantar nma quesio locaniescente, e qoit
apenas perguntar ao goverao para tranqolis^r o
paiz, como, qoando, e em qae condico tratar da emanciparlo.
M'S, Sr, presidente, se assim era, porqae o no
bre deputado nao formalou a sua persfuata em
meia duzia de palavras cairo, is, como seria conve-
niente ? Para que todas essas vbrac>;s edancta-
das sempre em agudo e alegro que atordoam os
ouvidos ? (Riso), l'ara que lodas tssas fusilacoes
sciollantes qu escandeam a vista orno un fugo
de artificio (riso), mas qae nao do taz e salisfaeao
ao espirito, e ante> excilam a d6r e reprovagao da
consclencla ? Paraqu-,Sr presidente, tolo esse
apparalo scenlco e tod esse es-p iltiatato dramtico
e tragi-limco (riso), que fez o nobre deputado oa
triou-ia ? I Para que os passaportes da miseria s-
crip'.os com lagrimas e asslgoados cora sangus 11
(Apoiados).
Mas, Sr. presiden!*, o nobre depotado trthlndo-
se insensiveimenlo nos dea a razao de ludo isso ;
S. Etc., anua Insigne da pilavra, sol a tribuna
como a um palco para encantar a pipularidade la
mentando-se amargamente porque elia, ingrata e
per/ida amante, reparte com oulrs seus lavares e
nao a adora sempre como os:u dolo oxelusivo I
Voltandr, Sr. presidente, ao oobre depurado por
Mina-, a quem p-copordo por me ter delie esiue-
para restabeleeer o valor las verbas e a verdade peodo o excleeivismo qae estenlisava as (oreas da
dos fados, vindicando ac mesmo tempo a doa- nacao, para t)M te posa tomar effsetiva a doutri-
trina. na con-tituriooaJ, aproveitando todos os taleotos e
As qatttoes de mnalelpalldade, eleicao directa e aptdSes. (Apoiados.) Hivera' abusos, sem duvida,
frauqoeas proviociaes. devem Qcar reservadas ma abasos herados, abusos que affjdim toda a
para qaando vieren) as reformas. Eolio se divid- geracao actial. Libsrdade de vi to mais deseovol-
rj os espintos booeslameote diante das ideas. viJa e mais pura ha da vir com o adiantaraenio
Por ora nio se trata, Bem se pode tratar, seoo dos nossos costamos polticos; nao se ha de irapro-
de fortificar o pan, para acabar a guerra e vencer visar de nm para ontro momento. Mas Incontes-
as difficuldades Qnaoceiras com qae latamos, tavel que nao temos boje o exemplo das cmaras
(Apoiados,) aoaoimes (apoiados); nesta cmara vemos repre-
Limito-me a dizer por agora,qae aeleigio direc- sentadas todas as opimdas exlstenre* no paiz; cada
ta nunca foi tda liberal; com o censo alto arla- ama tendeado a cominar, sem qae todas o possam
O 9. r* Skhtabio da* mta do sefotam
EXPionum
Seis offlcios do secretajgMn senado,
3oe-fe ufados dostf jMnps do im
constou ao mesmeiljlido qae 8.
er causete naa resotatSes approva
saes, aotorlstno o goveno a mandar
diversos estndantee, e a ceder um anno em 11
eeoca com todo oMH yeoeimeolos ereesrip
turario da a!faodegaacorte Marianno Jos Cuper
tino do Amaral lo tetrada.
t-...
r-me, na fr-
r^
HaliU
na

tocratica e propria dos palies qae coaservam dia-
linredes e privilegios de ulasses; coosagrando o
suffragio universal, drmazogica. (Apoiados.)
O Sr Liao Velloso :ilio apoiado.
O Sif Jos* AvKLiifO : A eleicao directa nio
tem sabida na nossa coeslilaicio. (Apoiados.)
O 8b. Corsea de Brito : E' a aristocracia lo
diohsiro.
O Sr. Soczv Carvalho : Nio estabeleeamos
discussao previa.
O Sr. Bezerra CAVALCAirrr : Nem eu esubele-
cerei di>cu-?o, apenas enuncio nma thse.
conseguir, cora o que se irritam como natural,
mas emfim todas estao aqu representadas. (Apoia-
dos ) Se a impotencia fulmina as qae nao estao ha-
bilitadas actualmente para o goverao, legltlmem-
se e relempere-se/oo espirito publico, qae este o
carpiano. (Apoiados.)
Mas incooteslavelmente e movimento tem pro-
segaido. Vemos agora o qae nio se tinha visio no
paiz na dominacao anterior dos partidos extremos.
Taboa rasa, cmaras unnimes, nma opiolo ex-
clusiva no parlamento, exclusiva no poder, e em
todas as pusic5s officiaes : o qaadro ao paseado.
idea aristocrtica, como msse, mantido o censo Temos oo nio melborado ? Ha oa nio pelo menos
alto; demaggica quanlo consagra o soffragio
universal.
O 8n. Basboza de Oliveiea :1 exista no lem-
po de Luiz Keiippe.
O Sr. Bkzerra Cavalcanti : E' verdade. E
0 que produuo ? ... Detia decorrem lgicamente
estados excepciooaes ou governos despticos.
O liberalismo moderno das mooarcbias consUta-
cionaes, dos governos representativos, deve asseo-
tar em ama bierarcbia movel e accesslvel, tendo
por base o valor pessoal do cidadSo. Neste rgi-
men e com esta dootrina, em qae o direito nii
Igual, mas proporcional a' aptidao individual, s
com pan v el ae.eicao indirecta e graduad i. (Apoia-
dos.)
Em todo o caso, Sr. presidente, seria om libera
lismo ao revez o que ten lesse a despojar a naci
brasileira, em sua mxima parle, de direitos poli-
ticos de que esta' de posse. Seria andar para
traz, e talv*t revolucionar o paiz. (Apoiados.)
O Sr. Correa de Brittj : Seria o progresso,
do earaoguriji.
O Sb. Bezerra Cavalcahti : Mas, como disse,
. estas e ouiras qaesroes devem Qcar para depois ;
cuidemos agora de salvar o paiz. Pedir-lhe boje
reformas seria o mesmo qae pedir ao enfermo fe-
bricitante e ioanldo que medite e discuta. (Apoia-
dos.) O dever manda sacrificar amb 56-s e odios
perante a causa nacional em apuros. cima dos
interesses e paix5es dos partidos ba deveres sacro-
santo?, que o maior dos crimes violar, ou poster-
gar as quadras calamitosas. (Mullos apoiados.)
Entro na apreciacio da ultima parte do discurso
do nobre depaado, em que S. Exc. se propoz Justi-
ficar as di venas formulas em que se envolvem al-
lusOes off -nsivas da Inviolabllidade monarebtea.
Nio me admira nada disso, porque ja o auno
pessado lodiqnei esta tendencia qae prometlia lo-
mar malores desenvolvimentos, como de fado tem
tomado.
A lgica demolidora nio recua ante considera-
io algama ; ataca todos os elementos de resisten-
cia a's suas inva-es e aos reas estragus ; e nio
podiam, portado, escapar-lbe as prerogativas oa
cjrO, que sao garaotias permanentes de establll-
dade e ordem. E' por isso qae ba hoje entre nos
gorerno prssoal e cesa ismo imperial.
Mas, senhores, anda aqui se confunden! as cra-
sas. O giveruo pessoal suppSe luta effectiva e
renhida eutre a cor e as torcas vivas da naco.
Parlamento, imprensa, horoeos de estado e al mi-
nisterios. cesarismo suppSj, ao contrario, tudo
abatido e postrado diaote de uma voatade onica e
2bsoluta.
Seria preciso, pois, comegar por definir clara-
mente o phenomeno qae se quer assignalar (apoia-
dos) ; porque ambos nao p dem subsistir jautos,
asseataodo cada um em condic5es differenles.
(Apoiados.)
Nao imporia, porm, para atacar e destruir tudo
serve. Ha ja' sete formulas -, podem haver ceota-
nares. O essencial, porm, a notar e q-.e a luta
sahe do tirreoo con-titucional. O qoe vemos o
espectro da demagogia a cavallo sobre a lrrespoo-
sabiiidade da tnbua, lavesiindo furioso contra a
iQviolabilld.ide do Ihrono. (Apoiados.) E' o ger-
meo revolucionario que despoota de noo, euvol
vendo-se anda as disliuccSes metiphysicas e no
vago das formula* geraes, mas que lende a tomar
corpu e a coustitair-se em forca organisada. Isto
nao se discot", rejeita-se. (Apoiados.)
E' o libenlismo blsrorlco no carcter radical,
nio querendo vivor constituclonalmente do pro>e
liiisrao das opioi5es fas que nio tem, mas do es-
pirito de clienteila e sublevado anarchica, conci-
tando os mos instinctos e as paixSss ms para ar-
regimentar forcas desvairadas, E' a tendencia fu-
nesta para levantar ou restaurar o rgimen de
partidos absolutos, e para isso qae se prepara o
terreoo, procurando indispr e enfraqaecer o po-
der moderador, que tem silo o quebramar cons-
taote das preleoces iosensatas quelendem a mo-
tilar a coostituic >, desoataraodo-a, e dnidiodo o
pas era dous campos inimigos de vencedores e
proscriptos. (Apoiados.) E\ em sarama, a cadacl-
dade locando a insania I
Em minln opiniao, como sempre foi, o poder
moderador, collocado pela oarjao em seu evangelho
poltico no centro das suas institoicSes como depo
sitar o da chave dos ootros poderes, e oo seu pen-
sameoto soberano para velar sobre elles, lao li-
vre como a uago, lo irresponsavel como ella;
nao tem que dar contas a nenhura poder consti-
tuido. (Muitos apoiados)
Sen juiz nico a conciensia nacional no exerci-
clo supremo da soberadia, qae uo se abdica qoao-
do se delega. (Apoiados)
N10se dev.a pois aceitir discussao sobre ejre
assnmpto; como porem se tem discutido, direl ma-
Is alguma cousa em resposta.
Por que razo o poder moderaior tentara absor-
ver os ouiros poderes 1 O pno".ipio resolve a ques-
to e este : s fcil c prodest A pessoa do im-
perador pela coo>ttuiQao inviolavel e sagrada ;
seu poder perpetoo e hereditario ; precisar elle
pois de tornarse mais irresponsavel, mais invlola
vel, e de constituir o sea poder mais perpetuo e
mais hereditario? I
Semelhaote insensatez faz resaltar o absurdo de
attnbuir-ihe tendencias Invasora?, qne absolola-
1 m.mte nao tero razao de ser. E' preciso antes dizer
a verdade e a verdade que os partido t^m ten-
*. faltar como qoem too. no
E, senhores, o estyh
H "je eomo bontea,
ma do raaiomttHJMM
meoro tal on\jreada>M Jkbatajaxfci
ca a este respelio Th. bojee rWftnf IJ ,
em consulta oa perguota previ, eerlo e eo
dor do mea dev, ta bem %M *<
discnssao a nomeaco de orna caawiiMa epe-
Ui.que, limando por base os projeeto apreienta-
,. %.. dos- frmale a reTorma de sysiema de reertrti-
Tres do mesmoaecreurio, participando qoe 5 se- mnXo Jsw-"
naio adoptou, e val dirigir a' 8>nccao_la'PerJ',i} Haotem, pora,algoos de meas eollegas, os libe
resoluQoes que approvam varias peosoes.uiiei-, roa indisciplinados, dingiram-se a'mesa ped^ram
rada. | instrucSes sobre o modo por qae era entendido o
L-se, julga-se objecto de deliberacao, e vil a regiaiant0) 8 f0| |h9S respondido qae a dlscn^sJo
mprimir pera entrar na ordem dos trabamos o se- era restricta.
O Sn. Silvbiba de SoozA :Nio ap.iado.
O Sr. Olegario : Anotado.
O Sr. Silvsira de Sovzv :Pardeo; censoItei a
todos. Ao Sr. Amaro B *zerra foi o primeiro a qoem
declarei qae a discussao era restricta, e em sepftv
da ao Sr. Martiobo Campos; mas depois, lendo o
regiment e vendo a soa dwposico, mandel avisar
a todos qoe a discussao nio era restricta.
OSr. Martwho Campos :E' exacto.
cido um momento, farei notar que a sua singelleza 1 tf|do a|tPrnaaameDl0 a WB,j,,r.M fendaes e ab-
torna-se cada vez mais luleressao e nos dous pon, so|Qtoj do execulivo, pro
Primeiro, quando fallando da coaii- .,/_._,. ._._... ,
tos seguales.
curando estabelecer o seu dominio exclusivo, que
S2 Ia! *3H VJffi E&SXSS.! '. wortliulcio e desnatara completamente a
nos diz, qua ella f rde ter por flm um roiniste
rio, nma reforma el-itoral, e umaeleicao librrima.
Ura ministerio, naturalmente ; uma reforma elei
toral, dundo ; uma eleipo librrima, ba de ser
sem du' i u como a qae se qaz fazer em 1863,_ sancadilha armada. Si) engodos, que ja a nio-
guem ilmdem.
Sua smgtlteza, Sr. presidente, sobe de ponto
qaando a. Exc. nos explica o apolo qoe prestoa ao
su& dootrina.
E porqne tjm encontrado a resistencia devida a
1"--a aspiracao desordenada, inventara tendencias
de abSjrpQao da parte de un poder que nao pode
ter motivo para nutr las, dosviando-se da severa
mparcialidadede ebefe da n;ii;o.(Muitos apoiados.)
Sr. oresiaente, eu preciso dizer alguma coasa
em relami a cuberenria do mea proceder, para
ministerio de 30 de mio, do qoal, e 'especialmente nao deixar em p ahusdes qae se me tem dirigido, e
do respectivo presidente do conselho manifesta o que, mal apreciadas, poderio deixar duvldas sobre
conceito o mais injurioso, votaodo-lbe, como se sa- a independencia do meo carcter e a firmeza de
be, um odio entranhado. miobas cooviccSes.
Fiquet at compungido, quando oavi o nobre Fa-lj-hei cuando algoraas palavras mlnh3S, pro-
depotado declarar queteodo considerado esse mi- feridas a 30 de margo de 186V, qsando pela pri-
nisteno irregular, o aceilar todava como uma ne- meira vez me levaotei para faz^r opposicao ao ga
A questio Ne.Sr Pedente n50^ ftnTftS.0
porUntO, ser mais de Dome, 6 Sim da nalU-, mysliflcador, nm ambicioso sera f e sm le, abso
roza e flm a qae O partido 86 dirige. As (vtt*U, faral ; mas como para mistificar os con-
ideas, portaoto. as reformas, serao ellas que tervadores, abmxmo-not a elle e deixtmo lo o ca-
valgar em nossos hombros t
Lima (al poltica, Sr. presidente, quem tu, nao
a deve ao menos confessar; o fim justifica os
metoi. Pede ser at jacobina ; e N com ella que
a revoluco fraoceza horronsou o mando com a sua
caruificiua e perversidades sem nome !
A escola de moral e de dlrcito por que aprendi,
cessidade de momealo, para gaobar lempo, san
assustar de mais os conservadores pre por isso om apdo steco e glacial I Era neeessario,
o qne fater T Exclama o nobre deputado, accres-
cenrando qne elie e seus amigos c >nsideraram esse
minirerio anmalo, ama aorroco as altas re-
gioes do poder, mas como era para fias que pare
ciara ufis, offereceramlbe seus hombros, como
haviara offertcido ao ministerio de 24 de maio I
Eis, pois, Sr. presdeme, ao qne se reduz a theo ,
ria descamada do liberalismo do nobre depntado e seja franca para que possam coucorrer e marchar
dos seas. livremente as aspirares legitimas no nobre empe-
0 mel anmalo, mesmo ama aberracao, mas nbo de promover o bem do paiz.
Entraodo para esta cmara, Sr. presidente, em
biaele de lo de Janeiro, que se acbava iofellzmeo-
te s b a pressio do oirect r\
Ellas: Declaro a V. Er,r., e a' cmara, qoe
nao tenho em vista com as observares, qae estoa
fazendo,coniemnar os verdaleiro- principios libe-
raes ; muito ao contrario fui sempre,- sou, e sere
conservador, honiem concilio )or, e boje progressis-
la em nome da verdadera liberdade constitucional,
que adoro, porqae nao quero o dominio do privile-
gia e pelo contrario o que desejo qae a estrada
fijo de consagrar ou desantorar 8 partido,
e nao s pragas e imprecagSes dos funda-
mmtae I (Apoiados).
N5o houve absolutameote empalmaco al-
guma da parte de horneas, qae, teodo-se
,,nlA nlu ,...:.. ~ I A escola ub m-rai o > uv.. w Huc.,.1cuvii
uatao Pilas conviCQOes para nm fim, enten- sr. presidente, diametralmeote opposta; a neces
em que a honra e a lealdade Ibes prescre- sidade nio c.-igem
1853, 8z logo parte da opposito parlamentar, e
professei da tribuna a poltica de concillar 1 antes
que (ossii programma de goverao. Tenho marcha-
do desde entao coherede no mesmo pensamento,
porqae a poltica actual nao seoo o dasenvolvi.
ment ulterior do pensameoto que se continba na
poltica da coaclliaco-. (Apinalos.) \+ pj )
Amo a renla conservadora na pureza de sos
essencia, como preservadora dos desmandos e ex-
cessos qui compromtttem a liberdade. Mas oao te-
nhio fanatismo della para acompaoha-la as exa-
Serajes, nm a lj^mavinturanga dos. que 56 en-
oa fundamento de direito ; o eulam para abdicar o meu pensara -co.
eomeco de regeoeracao ? Nao completa sem du-
vida ; mas para Uso loflaem motivos imperioso,
que sao da oatureza das coasas. Os me'.horamen-
tos nio se improvisan) de nm para ontro da; teem
suas phases. E' neeessario soslenia-los e perseve-
rar (Apoiados)
O mi. Jos aveliso :Coegon a amoistia para
os proscripto-.
O Sr. Bezerra Cavalcanti : Explicando o men
pensamento, e as ispouces de meu espirito, em
que me confirman) a propria reflexio, e as poucas,
porm sias leituras que fago, lere nm trecho de
nm esenptor insospeit 1 a opioio conservadora,
qoe eocerra um conseibo sensato para a nova es
cola, que se forma, qne se na de formar impreterl-
velmenre no paiz, preoecupando-se mais de dirigir
e orgaoisar os interesses noros, do qae de ajuslar
a; Cuntas vel as.
U Sa. Presidente :Lembro ao nobre depotado
que faltam-ine apenas 10 minutos para terainar o
tempo qae Ibe e concedido pelo regiment.
O Sr. Bezerra Cavalcakti :Tralarel de con-
clalr, Sr. presdeme, bem que esteja persuadido
que ainda me resta mais algam tempo de qae V.
xe. me aunoncia.
OSr. Presidente :Achei sobre a mesa nma
nota de meu antecessor, que marca o tempo como
acaba de indlca-lo a V- Exc.
O Sb- Bezerra Cavalcauti :Bem ; deixo de
insistir, e tratare! de ctncloir no tempo que me
resia.
O eseriptor, a qae me ia referindo, depois de
mostrar que em Fran$ (como entre nos) nio ha
por tras das iosiituicoes fundamentaos uma massa
compacta de interesses orgaoisados, uma legisla-
cao civil baseada em nm principio, universida-
des, e nma poderosa igreja ligadas constitucional-
mente com a existencia do estado, e um systema
ioteiro de admioistragao e de jasti?a local, funda-
da as dependsncias terriloriaes, como na lagla-
terra, diz o seguate :
t Nao sendo assim em FraoM, para coimera
aspirar a fundar ahi um partido poltico sobre o
principio exclusiv.) da conservaco. Nao se en-
tre nos conservador, senio pelo temor das revolu-
c5es. Esie sentimenio cessa de actuar om momen-
to, cada um segoe a incllnaijo natural do seu
pensameoto, e at o arrastamedo de suas paixes
pessoaes Nao fagamos de uma palavra ura talis-
mn sem val ,r. A primeira condigao para gover-
nar hoje a sociedad* franceza conquistar sobre
as faeces as Ideas de que ellas poderiam abusar;
a nica poltica hanil e verdaderamente conserva-
dora aquella que nao se delxa nem preceder
pelos partidos nem sorprender pelos acooieci-
menros. >
Obrlgado, Sr. presidente, pela forga do regimen-
t, deixo de parte algunas outras considerares
que tinha de fazer, e vou terminar, referindo-me
a um tpico do discurso do nobre depurado por
Minas, em que S. Exc. nos poz aqui em scena um
certo systema planetario, era que figura um sol e
diversas las, dizenlo a S. Ex. que na (Jbina se
representa tambera uma comedia Intitulada o Sol
e a La, era que esses planetas apparecera era sce-
na sob personificarles burlescas. Figura tambera
um deus do trovo, dand estrondos a seu modo,
e execatando as mais singulares cambalbotas.
Apparece igualmente um re, dessa< creaturas
predestinadas a quem pertence de direilo o reino
dos cos, e ara poltico astuto qae procura para
seus ttns denostar o re, o que de facto coosegue
por um curado, que nao vale a pena referir, por
que tomarla mais lempo ; proprio da Chini. O
re, porm, possue-te a tal p nto do desgosto, qoe
resolve-se a renunciar ao moni j, e trata da esco-
Iba do seu succes.-or, qae por uma Intriga hbil-
mente manejada reeahe em nm imbcil, de qu;m
se apodera logo o poltico intrigante para execuiar
seus planos criminosos, que a nada menos teodiaui
do qoe a arruinar seu paiz pela guerra civil.
E' nm paiz celestial aqueiie, e eu acooselharia a
algam poltico astuto para qae fosse para all com
o seu re do Trovao. Aqai descooo que nao fa-
zera fortuna, porque nem a natureza o quiz, nem a
oagio brasiieira e a constituir > qae temos o con-
sentinam. (Muito bem; muuobem).
(O orador felicitada por seus amigos).
O Sr. Bblfobt Duartb : Sr. presidente, nao
esperava tomar a palavra nesta occasio, alm de
que o que eu desejava dizer a' casa ja foi dito pelo
uobre deputado que me aotecedeu. Devo, portao-
to, ceder a palavra, Sr. presidente, a minna intin-
cao era insistir ns iQterpel'aco;s que fez o nobre
deputado pelo municipio nentro, porque a resposia
que uos deu o nobre ministro foi tilo vaga, lio in-
decisa que nos nio pode satisfaier, porquaoio S.
Exc. limituu-se, como disse o nobre deputado por
Minas a afflrmar que, encerradas as cmaras, se a
saivacio pdica o exigir, o goverao fara' o qae
eniender 1
Eu entendo, senhores, qae os dous vicios que
mals njs leem prejudicadoso os segu des: o ser-
mos todos mono governamentaes, em primeiro lu
gar, e em seguida o uso hyperbolico dos vocabolos
honra nacional. Qaando se perfuma a qual-
quer ministro noticias da guerra, responde, se a
honra nacional ha de ser salva, e o mausiro conti
n a Miar sobre outro assnmpto, seguido dos ap-
plausos de sua maioria.
Quando se interroga o governo a respeito da sua
potinca, o Sr. presidente do conseibo respondo :
Sou liberal, -oa liberlissimo, sou minisiro cons-
titucional ;applausos geraes ; e o uobre presi-
dente do conselho val continan o S'U caminbc,
prosegoindo na rota de seu liberalismo triumphan-
le. Qaando se diz : a siiuacao grave, serios era-
baragos exlstem ; o governo responde : Nao
sois goveroameotaes, sois revolucionarlos ; e em
nome do governamenalismo para que se appella
de continuo, e co u vantagem, vai o govrrao ob-
lando desla cmara e do senado todas as medidas,
aioda as mais arbitrarias, anda as mais perigosa?,
o que fez dizer o uobre presidente do conselh) a
ura seoador que negara ao governo pao, agua, ar
e luz, que, apezar dessa negativa, elle mena com
pao, agua, ar e luz.
Eu nao contesto que o governo va' vivendr, com
pao, agua e ar, cootesto-lbe, porm, a preteocao
luz porque no meio das irevas que o ministerio
ere .a nao baluz...
Um Sn Detotado :F.n o nobre deputido a
loz.
guinte projeeto
A assembla geral resolve :
f Art. 1.* Fiea o governo aotorisado a contratar
com orna eompanbia o melboramento a cooser
vago do porro do Maranhlo, a coustruec,o de urna
doca 00 local da capitana do porto, e a conclusio
do diqoe das Mdres, podendo eoncederlhe os. se-
guales favores :
< 1.* Garanta de jures de 5 / dorante trtnta
annos at o capital de i,000.l0#000.
l.* Uso tracto durante ciucoenia annos do ter-
reno o dos edificios da capitana do porto.
c 3.* Uso-frneto tambera dorante cincoenta an
nos do terreno e do material destinado i conslrnc-
cao do dique das Merrs.
1 4.a Iseocio de direitos de aocoragem aos na-
vios qne enlrarem no porto do Uaraoba; esta
i;eoco s lera' logar depois de terminada a doca
da eompanbia aflm de qae nio paguen os navios
simultneamente esse direito ao governo e enm-
paohia.
5.* A percepgio de direitos dos n\vlos que se
ntilisarem das snas obras, segando a seguate ta-
rifa, qne sera' reJozda logo que a renaa liquida
da eompanbia exceder de 12 /
1#J0 por tonelada de arqueacao dos navios
qua entrarem no porto do Maranbio.
t 2 /. do valor de qaalqaer genero de exporia-
cao pelo embarque oa sna doca, nos seus caes e
as suas pontes, e pela armazenagem al nula
dias. ,
2 / do valor de qualquer genero de importa-
glo pelo desembarque as suas docas, nos seos
caes e as snas pontes e armazenagem por trlota
das.
t Pela armazenagem, alm dos trinta dias con-
cedidos, 20 rs. por semana e por dezena de kilo-
grammas de meicadoriai estrangeiras.
De joia e de estadia dos navios no diqm das
Mercs as laxas da actual tarifa do dique da liba
das Cobras (dique imperial).
i Art. i.' O governo eservar-se-ba o direito de
resgatar o privilegio da eompanbia dez annos de-
pois de inaugurado o seu servido; ficario perten-
cendo ao governo, depois de cincoeoia annos, to-
das as obras fetas pela eompanbia dentro da cHra
do capital garaotide.
t Pac.o da cmara, 18 de setembro de i>/.
Izidoro JaBsen Perelra.Sin val.A O. Gomes de
Castro.M. B. Fontenelle__Beltort Duarte.
O Sr. Presidente declara que se vai offletar ao
governo para saner se o da, hora e lagar em qae
S. M. o Imperador se dignara receber a depaiacao
desla cmara qae tem de pedir a desigoacao do
da, hora e lugar para a sessao imperial de encer-
rameoto da presente sessio da assemb a geral; e
nomea para a mesma depatacao os Srs. Baptist
Pereira, Jansen Perelra, Sodr Perelra, Loureoco
de Albaquerque, Pedro Leiiio, Mello Cavalcaote,
Fontenelle, Fialbo, Virlato de Medeiros, Albaquer-
que Mello, Epamiuondas, Biltencourt Sampalo, Le a o
Velloso, Araujo Vascoocellos, Bezerr* Moraes Cos
u, Vaz Pioto, Farnse, Babello, Alvim, Felicio
dos Santos, Luiz Fellppe, Barros Piraentel e E=pe-
ridlio.
O Sn. Barque (pela ordem): Obnguei-me bon-
tem a explicar um incidente a qoe alludio o nobre
depurado pela provincia do Rio Grande do Norle
quando deciarou que o nobre depotado pela pro-
vincia de Minas, o sr. cooselheiro itooi, havia al-
terado algaas apartes que deviam existir no dis-
curso que profer sobre a fixago de forjas de
ierra.
No dia immediato qaelle em que tive a honra de
ocenpar a attenco da cmara sobre as forcas de
rerra...
O Sb. Pbesidente :Nao acho propria a oc-
casio para a explicarlo qae quer dar o nobre de-
putado.
O Sr. Buarqce :Direi apenas, Sr. presideote.
V. Exc. sabe que o nobre deputado pelo Rio Gran-
de do Norte, querendo aproveitar o tempo, nao ma
permulio dar n.mt-ra essa explicago, eo mesmo
fez um dos sobatiiutos de V. Exc. que euteudeu que
s por escripro poda eu explicar o inciden .e a que
tenno alludido.
No dia seguinU aaqnelleemqaeoccupei-medas
forgas de Ierra, e antes de receber as olas tachy-
uraphicas, o ubre deputado pela provincia do Itio
Graode do Ncrie pergontou-me se o Sr. cooselheiro
ttooi tmna dado taes e laes apartes, que o nobre
deputado refeno-me.
Resp ndi-ine qoe sira. Examinando, porm, as
notas tacbi'graphicas, observei que all nio esta-
vaa: alguas dos apartes a que alluJia o nobre de-
putado pelo Rio Grande do Norte; e os que tiuham
sido tomados, nao conservavam toda a fidelidade.
liste facto deu logar a que o Sr. cooselheiro Oit-rai,
a quem mostrei as notas tachygrapblcas, resrabe
lecesse os seus apartes como Ibe pareceu terem si-
do proferidos.
Eocootrando-me posteriormente com o nobre de-
putado pelo Rj Graude do Norte, disse Ibe qa? os
apartes que eslavam as noUs tacnygrapbicas nao
eram precisamente aquelles que loe naviam refer
do e qui eu suppunba terem sido proferidos; ac
cresceotei logo que fazia-lbe esta declaracao para
que S. Exc. nao suspeita*se qae eu os tinha sup
primidQ na correegao do mea discarso S. E\c
eatao pedio-me que Ibe mostrasse as notas tacby
grapnicas qua linba naquella occasio em mea po-
der.- Acquieici ao pedido do nobre depntado.
Tal foi o m tivo, "*r. presidente, porque o oobre
deputado pelo Rio Grande do Norle vio as olas ta-
chygrapblcas do rneu- discurso sobre fixagao de
forgas de trra : quiz ser attencioso com o nobre
deputado acqolescendo aoseu pedido, e ao mssMO
tempo mostrar-lbe quo, se no meu discurso nao
exisiiam os apartes a qae havia eu Iludido, erara
por nao terem sido tomados e nao porque eu os
nouvesso snppnmdo.
Vi com graode pezar que o mea procedimento
deu motivo a raais ara descosto enrre o nobre de-
putado pelo Rio Graode do Norle e o nobre deputa-
do pela proviocia de Minas.
Confcsso que se uvese previsto semelhanta re-
sultada, tena preferido ser laxado de descoriez
cora o nobre deputado pelo Rio Graode do Norte,
recusando-lbe as notas tachygraphicas.
OHDtMDODlA.
Approva-se em urna so dlscussio ap3dld)do
Sr. Borla de Araujo, o projeeto n. 178 sobre pen-
e5js, com as emendas dus Srs. Meira e Vasconcel-
os e Hurta de Araujo.
Entra em discussao a emenda do senado a pro-
posia do governo sobre fergas de trra relativa-
mente a uiobiilsago da guarda nacional.
O Sr. Pedro Lbitao reqaer o eocerraraento da
dbcu>s6o.
E' approvado.
Sobmettida a votago, approvada a emenda
feta pelo senado.
O Sb. Barque de Maceoo pede preferencia
para ser discutido o projeeto sobre o alistamento
do exercito a respeito do qual oderecera um reque-
nmento de adiamenlo.
E' approvada.
Entra em discussao o reqoerimento de adiaman-
to offerocldo pelo Sr. Baarque, oa sessio de 16 do
corrente, no projeeto sobre o alisumento do exer-
cito e armada.
OSaC. Ottoni:-Tratando hontem da mobi-
assuml peranie a ca-
T
. Iisago da guarda nacional,
' mar om compromisso relativo a materia deste pro-
O Sr. Belfort Duarte -.Corno, Sr. presidente, l0
nao leobo esperaagas de obler do ministerio outras q Sr. Presiente : Perdoe-roe V Exc; o
exphcagSes que nao sejam aquellas vagas e iode-1 qU8 eia em discussao o adiamento e nao o pro-
Ottoni :Sel qoe o adiameoto, e r>o
pretendo tratar dj projeeto senio na parte que me
indispensavel para disentir o adiamento e para
justificar um additamento que pretendo off;re-
cer-lbe. .,.,-,, ,
Discatindo hontem a mobllisagio da goarda na-
cional, assumi com relagio a materia do projeeto,
cujo adiamento se discute, nm compromisso que
cisas,ijue acabara denos ser dadas, vou seutar-me,; ecj0_
Jesisado da palavra, declarando, porm, que es- q jR q#
loa oa firme disposigo de volar pela emeoda do
senado, Msntiado que o governo exerga o triste
mister de preparar as forcas Candnas, afim de ex-
perimentar mais nma vzate onde vai a docilldade
da sua maioria.
O Sr Toscan to cima dos remoques de S. Exc.
a sessio s 6
O Sr. Olegard fioalmete, prevaiecendo-se da teni,j desempenhar.
largueza dada ao debate, chama a ailengao.do go- E venQ0 ae3enjpenha-lo cem o mea espirito, ho-
verm sobre a expedigo de Mato Grosso, i visu de |^ como nonteoj, livre, desembaragado, calmo ; por
modo tal que se nio conseguir executar o meu
programma, se mal demonstrada for a minha the
se, reconhego-o, nio acharel desculpa em pertor-
b.gio derivada de cansas externas; Acara'nes-
te cao averiguado qae dei o qae tioha, fiz o que
pude, a mais nio chegaram os meas recorsos.
Huje como boniem, venho a tribnoa com tofloa-
os meus defeltos.com ama ou outra qualidade qne
para attenoa-los me tenha concedido a Providen-
cia ; venho a tribuna, boje como hontem, tal qaal
documentos que offerece.
A d.-cusso fiea adiada pela hora
Dada a ordem do da, levaota-se
1/4 da tarde.

SESSAO EM 18 DE SETEMBRO.
PRESIDENCIA DO SR. S1LVEIRA LOBO
A's 11 3/.feltB a chamada, venfica-se haver
noraero snflcthte, abre se a sessao, sendo llda e
approvada a acia da anterior.
O Sr. Silvbira de Soez a :Creto que nio poda
proceder com mais lealdade. (Apoiados). Ao nobre
depntado tambera avisei.
O Sa. C. Ottoni :Nio me lembro de til. V.
Exc. talvez aeredltasse qae ea pretenda dirigir-
me algama censura ; se o acreditou, eoganou se.
Nio rae lembro de baver formulado perguola al-
gama a V. Exc, ou a algam ontro membro di
mes. Se, p >rm, V. Exc. assevera que o flz, deve
ser mea o esqaecimeoto.
O Sr. Silveira de Souza :Assevero pois, at
V. Exc. esteve conversando eommigo algam tempo,
e ea Ibe flz essa coramunicagio.
O Sb. C. Ottoni :- Nio me lembro de tal, mas
torno a dizer, obo me estava qneiando.
\im a' tribuna certo de que a discussao era res-
tricta ; dis--o daas en tres vetes em mau discurso
e ningaem me eoai-sioa. (junto a' consulta a
mesa, a eonfirmagio do nobre deputado por S. Paulo
basta para mostrar que nio fallei de leve, s ago-
ra tenbo noticia de qae a decisio fot reconsi-
derada.
O Sr. Silveira de Soez v di nm aparte.
OSa. C Ottoni :Nao me qaeixo : -me com-
pletamente Indifferente saber oa nio o po qae, o
come, oa com qa* vaatagem o debate segao outra
direcgo. Fosse decisio da meu, losse precedente
esiabelecldo per algum orador, eston que a mesmi
liberdade me sena mantda se viesse segunda vez
a' tribuna, como era meu direito, mas disso nao
sent a mnima neeessidade.
Qoiz sement assignalar este (acto, que taintetn
como boje sub a' tribuna na Inteogio de cingir-me
a' materia em dlscassio, e creado, como ereio, qae
ral era e til a disposigo do regiment. Nio vale.
a pena demorar-nos neste ponto.
A reforma do systema de recrotamento ha
longos annos, urna das mais nebres aspiraedes de
todos os Biasilelros que amam o sea paiz. (Apoia-
dos).
Mas esta reforma, pela oatureza de seus tffeitos
s< bre o jogo pratico das lostituig5es era, e sempre
l\>i, reclamada especialmente e co n mals calor polo
partido liberal.
Sem levar este retrospecto a tempos remotos, pe-
direi licenga para notar qoe qaando em malo de
1863 se organisou o ministerio, era mioha opioiio
de mystiflcago das instltuivSes, quando depois de
quasi dous mezes de vida desse ministerio, sem
outro srogramma mais de queguerrae per ac-
cidens uecessidades inte as, quand 1 depois
desse comee.) inglorio da vida ministerial fui pro-
vida a pasta da marinba, facto que, na micha opi-
mao, estabeleceu nexe entre o ministerio e a maio-
ria, nessa occatiio (foi depois declarado a' cmara
pelo ilustre ci ladio a qaem me retiro, em data de
26 de abril de 1866) o ministerio formulara um
segn lo programma que continha estes do.s arti-
gos, eatre ootros:
1*. Aboligo da guarda nacional ao terminal a
guerra, oa a sua reforma em sentido liberal.
2o. Reforma do sysiema de recruumenl >, decre-
taodo-se urna lei mais branda, mais justa, mais
conforme com as ideas da poca.
Estas palavras eram vagas, mas para_ flgorarem
em um programma mioisterial isso nao se poda
estraohar, parque no programma ministerial eabia
a Idea fundamental, e nio podiam entrar os por-
menores.
Assim, pois, s em 26 de abril de 1866 soobe a
cmara, soube o publico qae em miio do aooo an-
tecedente o ministerio tioba tomado este compro-
misso.
Em margo de 1866, interrogado o Sr. conselbeiro
Saraiva, eoto ministro de estrangeiros, a respeito
da reforma do syst ma de recrotamento, por um
iliustre deputado por Pernarabuco, de quem com
pezir vejo orpha uma destas cadeiras, responden
S. Etc. que o governo nao tinha pensamento a res-
peilo.
As proprias palavras do Sr. cooselheiro Saraiva,
quaes eslao nos Annaes de 1856, eu as traoscrevi
em nota em um dos meus ltimos discorsos.
Esta idea, pjs, esta aspirago parec ter dado
ora grande passo quando foi ioserta no programma
daquelle ministerio; mas dez mezes depois da data
em quo se oos disse havia sido aceita, um mem-
bro do ministerio notavel por sua posigo e por
sua ilrasiragao, declara a' cmara em resposta a
pergunta de um cjllega : O ministerio nao tem
idea a respeito.
Qual fosse o pensamento do ministerio de 12 de
maio -me nnpossivel sabe lo, e ja' agora loolil
indaga lo : smente oreieodo reviver desse passa-
do a parle jue necessaria para advogar as pre-
sentes necessdades da nossa sociedade. Quero
crer que o iliastre estadista que, para aceitar a pas-
ta, deu tal mos'ra de delidade ao sea passado,
oxigiodo qae aquellas qaatro ideas liberaes, duas
das quaes tem relago cora a materia, fossem in-
sertas na bandeira do ministerio, quero crer que
conserva a mesma fidolidade a's ideas liberaes.
sabe a cmara que nunca acredite! na smceri-
dade com quo o programma foi aceito, e a palavra
ao Sr. ministro dos estrangeiros em margo de 1866
disto prova concluiente, cora quanto nao serla
deS. Exc. a filia, a sincendade.
O Sr. Presidsnte :Perdoi-rae V.Exc; esta' se
arredando da mateiia em discussao.
O Sr. C Ottoni :Creio que V. Exc. esta en-
gaado.
OSr. Ta vares Bastos :-Creio qae todava
om pouco meo >s do que liuntem.
0Sr, Presidents :Hontem tratavase de dls-
cas-o geral.
O Sr. Ta vares Bastos:Crarra expressa dispo-
sigao do rKiniiulo e esty os da casa.
O Sr. Correa de Brito :Nao ha tal, o con-
trario disto. (Apoiado.-).
O Sr. C. Ottoni:Ej poda hontem valer-me d)
precedente e uo quiz ; jV se v que nao qnero
boje prevalecer me della. Nao preteudo tolerancia
alguma.
O Sn. Presidente-Nem eu fago se nao justiga
(apoiados); nao lenbo outra cousa a fazer. (Muitos
apoiados.)
Sr. C OnvNi:.... e bem sei que da parte
de V. Exc nao tenho direito a' tolerancia. (Nao
apoiados.)
OSr. Presidente:A cmara v como tenho
tratado a toos os membros da opposigo, sem ex-
cepgo de nraguem. (Apoiados.)
O Sr. Martinho Campos:-E o pnblico tambera.
OSr Presidente: -E o paiz tambera. (Ao ora-
dor. PJe continuar na materia em discussao : >.
Exc. sabo que disctese o adiamento.
O Sr. C. Ottoni:Nio pretendo tolerancia nem
benevolencia, nem favor; uso do mea direito. Are-
lorma do sysiema de recrotamento esta" perenne-
mente adiada. (Apoiados da opp sigio.) Trato euda
demora dessa reforma e dos culpados dessa demo-
ra ; nio estoa tratando do adiamento da reforma
do systema do recrutamentoT Emendo que estoa
na ordem e della n-a, desejo sabir. Quaudo, po-
rem, em exeGugio do regiment me tr intimada
uma deeiso competente, pir meujs jnsta qne nos
parega, semar-me-bei, porqae coaita essa decisio
nao tenho recurso. (Apoiados da opposigo.)
O sr. Pre idente:Tem o recurso da cmara
contra a deciso do presidente.
O Sr. C 0TT0Nl:-Qaix Inlerpdr o recurso em
caso bem semeinaole, e fot me respondido pelo
proprio Sr. presidente qae nao o admiilla (!); boje
quero estar portado: dizem-me recorra para a
cmara 5 vai-rae sendo difflcll entender a liberdade
mjelada pela le I.
Julgava nio ur tal recurso.
Uma voz. E" do regiment.
USb. C. Ottoni:-Se o lenbo, prescindo dalle e
acabe esta questo.
Eu trat.va dos males qae causa ao paiz a demo-
ra da reforma do systema da recrutamento ; e;tou
no meu direito examinando qofes sao os ministe-
rios respoosiveis pelas roystlflcacSas qne o paiz
tem soflfido.
(Continuar -se-ha.)
I
mTDl)iARlO-RUA DAS CRUZES N. 44.

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