Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:11404


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Full Text
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ANNO XLIII. NUMERO 247.
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-i. SABBADO 26 DE OUTUBRO DE 1867.

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|ENCARRBGAD08 DA SUBSCrUPCAO.
Parahy ba, o Sr. Antonio Alexaodnao de Lima;]
Natal, 9 Sr. Antonio Marques da Silva ; Aracaty ,
oSr. A. de Leaos Braga; Ceara, o Sr. Joaquim
os de Jliveira ; Para, os Srs. Gerardo Aatoaio
Aires 4 Pilhes; Amazonas, o Sr. Jeronyrao da
Costa; AJagoas,o Sr. Prannno lavares da Costa;
Kahia, o Sr. Jos Marlins Al ves; Rio de Janeiro,
Sr. Jos abefro Gasparnho.
PARTIDO UtiS HTAFeTAS.
Olnda, Cabo, Escada e estacdes da vi* frrea at
Agua Preta, todos os das.
Igaarassa e Goyanna uas segundas e sextas feiras.
Santo Aoto, Gravan, Bezerros, Boaito, Cmara,
AIiiqqo, Garantaos, Balque, S. Beato, Bom Coa-1 Tribunal do eommereio : sogundas e qaintu
seibo, Aguas Bellas e Tacaratd, as tercas-feiras. I Reiaco : tercas e sbados i.s 1
Pao d'Albe, Nazaretb, Limoeiro, Bre/o, Pesqoeira, [ Fazenda : quinta* s 10 horas.
iagazeira, Flores, Villa Bella, Cabrobo, Boa-Vis-1 Jnizo do coraraercio ; segundas as 11 horas.
ta, Oarieury.Salgueiro e Ex, oas guanas feiras I Dito de orplios : tersas e sextas a 10 horas.
Serfoa&em, Rio Formoso, Tamaodar, Uoa, Bar-I Primeira varado civel: tercas e sextas ao meio
relnn, Agua Preta e Piawoteiras, as quintas! dia,
feiras. Segunda rara do elvel : qnartas e labbade a
AUDIENCIAS DOS TRBCTABS DA CAPITAL-
I acra da tarde.
EPHEMERIDES DO MEZ DE OCTUBRO.
5 Qaarto rese, as 3 h. e S5 m. da t.
13 Lna ebeia as 10 h. e 32 m. da m.
21 Qaarto ming. aos 17 m. da m.
J 27 Loa non as 10 b. e 11 m. da m.
DAS DA SEMANA.

21 Segunda. S. Dacio m., S. Cilio).
S2 Terca. S. Ladislao f., S. Cordura v. m.
i3 Qtiarta. S. J >Io Caplstrsno f., S. Servando tn.
24 Quinta. Ss. Portooato e Evaristo mrn.
2j sexta. Ss. Cbrispim e Cbrispinuoo Irs. mm.
26 Sabbado. S. Rogaclano m., S. Ruanco b.
27 Domingo. S. Elesbao, S. Capitalina m.
PREAMAR DE BOJE.
Primeira as 0 boras 30 m. da tardr.
Segunda as 0 Doras a 34 minutos da manbia.
PARTIDA DOS VAPORES COsTEIROS.
Para o sal ate Alagoas a 14 e 30; para o norte -
at a Grauja a 15 e 30 de cada mei; para Fr
nando nos das 14 dos mexes Janeiro, marco, nuil
julho, setemuro e novembro.
EXTERIOR.
Cra Brctanha.
Os jornaes nglezes publicam aljims por-
tnenures acerca das diligencias feitas pelos
patriarebas armemos de ConslaDtiuopla e de
JeraSilem para obterem do rei Taeudoro a
lioerdade dos prisioneiros iaglezes.
Fui lord Slaoley quero, primeiramente,
eacarregou lord Lyoos de entrar era cora-
tannicacao com o patriareba de Gooslaoti-
Dopla, aSra de se assegurar dos seas Duns
O patriarca mostrou-se, desde o princi-
pio, disposto a dar ao governo inglez tolo
seu alcance. Na
ministro om digno representante das pre- Austria,
ciosas qualilides de Vo-sa Magestade.
< Digoai vos, senbor, a;ollier graciosa-
minte os dous bamildes servos, o reverendo
arcebispo Sanak, eo muito honrado paire
Dimotbeos, e digoai-vos cuneeler-liies a
vossa audiencia particular, e ao mesrno lem-
po a vossa alta protec?o, at que Vossa
Magestade se digne conceder-Ibes a despe-
dida. Que a paz e a graca de Deas este-
lara semprecomvosco. Assirn seja 1
< Dada na s apostlica de Santiago, aos
30 de marco do anoo de 1857 do Nosso
era obrigado dizer Aos meus 6hataib5o.
2 compaobiaalferes o guarda Paalmo Antonio
Pys- da Silva Ayres.
A Austria n5o podra |)01S representar a 4* dlta-alferes o eaarda Francisco Xavier Tem-
Allemanba. e por outro lado aquella poten- porai
cia n5o rpresemon na Europa senlo a re
Salvador.
(Jornal do Commercio, de LisboaJ
acelo e a contra-revolacHo.
A Franca rilo podia a todo o custo, desojar
o triampbo da Austria, por isso que teria
silo a ruina de ludo quanto a propria Fran-
ca linba feito. E nao ,se eoganavam, em
Franca, na Hespanna em Boma, todos
aqoelles que queriam resitaurar o passado.
O que era verdade o aono passado ainda
boje o mais. N5o estamos seguramente
encarregad is de crear a Ailermoha; mas,
como se faz sem aggressao contra nos, nao
temos o menor direilo de o impedir.
car o resultado era escrever urna carta ao
Allemaaha
tentamos que o caminbo em que nos qurze
r f aeo7o7o"p"ara"o"exbomr;em nome da I Felizmente que o imperador, conservan- "JjfjJJSSSoSST* ""
relrgiao e da humaoidade, a dar a lierdade do o mstmeto que raras vezes o abaodfloa, ^n^Z^ passam por mauifestar as opinies officiaas' precipitar e de consolidar a formaco do m-
ou semi-oQkiaes usam de urna linguagem; Per' da Allemanha.
que sejam. Pela nossa parte nao poderia- confederacao do sul, prote^rda por una al-
mos applicar a esses arrebatamentos se nao liaoCa da Franca e da Austria, serra urna
a primeira qualificacao, e nlo so com sen- barreira contra o novo engrandeamento da
tmenlo, mas com inquietaco que vimos I Prussia.
os jornaes considerados como orgaos do! A verdade e que os proprios paites, qoe
governo arrastar a upinio publica n'umca- ^ossem .chamados a formar essa confedera-
minbo completamente contrario daquelle un se nisso vrssem a mao da Franca, con-
que indica o iraperador e o bom senso. 0 s'dera n5o a Austria como traidora a patria
inconveniente do regimara administrativo da commum, e Ihe arrancarram oque anda lbe
imprensa nunca foi mais manifest do que
nesia occasio.
Ha muito tempo que todos os jornaes que
resta de territorio allemao. Os que preten-
dessem envolver-nos n'uraa similhante aven-
tura, promoveriam o mais seguro meio de
religiao e aa numan.raae, a aar a .tueruaue ^:-^V"rt*'^ Z^ZSSkZ *. na nossa opiniSo,'urna grande llasSo
ios seus presos. Para esse fim, redigio, iancou urna gota ae agua roa dos rreww !acred.ar n..p formar3n a orna crande
em armenio e em rabe, orna cana pastoral, ?^f^sJ"tomR^T^-.^J!^-Pf?!!!aP-l
que dirigi ao patriareba de Jeru-alem, o
qoal a faz eacammbar depois ao rei Tbeo-
doro por meio de um prelado.
Pela sua parte o patriarcha de Jerusalem
dirigi ao rei Theodoro a carta queja foi
iillimamente publicada. Foi o arcebispo
SahA, acompanlrado de um padre, que foi
encarregado le entregar aquello docamento
ao rei da byssioia, e que parti para esta
saa misso no da 13 de abril, por via de
Alexandria e de Suez.
A carta do arcebispo, ricamente fechada,
eslava ebeia de desenhos em caracteres re-
ligiosos. No alto deste documento figurava
Jess Christo em ferros. O patriareba en-
tregou lambem ao arcebispo os paramentos
e os livros necessarios para dizer a missa
diante do rei, com os accessorios que pro-
vera da cidade santa.
O arcebispo Sabak devia entregar ao rei,
eonjunctaraente com as suis cir as diversos
presentes, taes como objectos feitos de ma-
tleira de oliveira da mjotjnba das Odveiras,
rosarios, um septro da carvalho, uraa mag-
nifica cruz de ouro guarnecida de diamantes
coatendo a reliquias veneradas pelos orieo-
taes.
Os jornaes inglezes publicam tambera a
segunda carta, de que em seguida damos a
liaducco, dirigida igualmente pelo patriar-
eba ao rei Teodoro.
* Nos Isaie arcebispo e pela graca de
bous patmrcba dos armenios de Jerusalem
ocupando a sede do apostlo Santiago, vos
ofrecernos as nossas sauduces apostlicas,
e pedimos a Deus que vos encha de ben-
caos e das gracas da santa ci lade de Jeru-
salem, de Nazaretb, de Beihlera do Jordao,
do Santo Sepulchro de Nosso Senbor Jess
hrrsio, do Gjlgoiua, do monte da Asccn-
<;ao, do Cenculo, e de tolos os lugares san-
tos e gloriosos onde forara consummados
os mysterios da encarnago do filbo de Deas
c da igreja apostlica de Santiago, discpulo
de Nosso Senoor Jess Consto. Queira o
eeo ouvir as supplicas que Ihe dirigimos
para a prosperilade do vosso reino, e pro-
pagar amplamente os beneficios celestes a
pessoa de V. M. a augusta familia e ao es-
tado gobernado pela vossa poderosa sobe-
rana. Assim seja 1
fferecendo-vos as heneaos celestes da-
quelles logares santos, declaramos tambera
a vossa mudo graciosa mage>tade os desejos
que conceberam os meus predecessores, de
feliz memorra, de estabelecer relaces inti-
mas e de povos ebristos entre elles e V.
M., mas as dilBculdades do caminnoos im-
pedio de executarem essa idea.
Os mesraos desejos nos animam a nos
tambera, ba dous annos, desde que subimos
a cadeira de apostlo Sanirago, afim de p-
dennos fazer cnegar o nosso nuncio al aos
ps do vosso throuo, e igualmente nos teem
eonti lo os riscos do Cttninho.
Aboodade divina dignou-se pormeon-
eeder-nos occasi5o favoravel para poder le-
var ao conheciraento de Vossa Magestade
muito christaa, por meio da presente bulla,
os votos mais ntimos e o empeabo ebeio
da sioceridade e de respeito, era relaco a
Vossa Magestade. Para vos dar urna prova
mais seosivel aiuda da nsssa elevada vene-
rac5o, peusmos em faze-la apreseniar a
vossa muitu christaa M gesude, por inter-
medio do meu vigario, o muito reverendo
arcerapo sabak, e o muito honrado padre
Dimotheos, membro do cooselho adminis-
trativo da s apostlica ambos queridos e
respeitados por nos.
t Vo elles tambera encarregados de en-
tregar a Vo$sa Magestale uraa cruz de ouro
guarnecida de diamantes, que contem um
pedaco da v rdadeira cruz de Nosso Seohor
J jsus GbrUto, a qual pedimos que acce teis
.'jenignamete. e que tragis ao pescoco co-
mo uraa decorado digna de um rei cbris-
tao.
a Senbor, o nosso ultimo predecessor
Joo V, de feliz memoria, foi eQeclivamente
feliz por ter tido a honra de acolher sua al-
loza o ministro de Vossa Migestade, que,
no anno de 1858 de Nosso Salvador, fez
urna perigrinagem aos lugares santos. Pou-
de elle bem observar a sympathia que te
mos por Vossa Magestade, e as affeieSes
caridosas que testemohamos materialmen-
te aos piadosos religiosos etniopicoa que
se achara em Jerusalem, que, desde tem-
pos immemoraveis, esli sob a guarda e
proteceo da o >ssa se apostlica.
t Tambera pela nossa parte tivemos oc-
casio de reconhe'er a beoejoleucia, e os
seotimentos p edosos de sua alteza, o qual
sem a menor duvida, aspirado por Vossa
Migesiade, rauilo clirijla, aeado o voss.>
mais propria para provocar amanhaa urna
guerra inevitavel. e naturalmente a opiniSo
publica de todos os paizes que sabe essa
lioguigem tolerada, cousidera-se como
auiorisada. Foi assim que a inlervista dos
dous soberanos em Salzburgo, mais do qne
sulficieoiemenie explicada por d lorusas
raides de pezames, se converter em consp-
rac5o Cintra a Prussia e contra a revoluco
consummada o anno passado na Allemanha.
Os esclarecimeotos que se deram a res-
peito desta intrevista, deixaram-lbe a sua
vordadeira significac5o ; mas as primeiras
increpacijes tinham feito o sea camiobo, e
j haviara produzido ura effeito, que se deve
considerar deploravel. Nao se podara dis-
simular que o desonvolvimento rpido e
su.uto da mmarchia prussiana causou em
Franca um grande sentimenlo de ciume ;
mas foi presisamenie contra essa tendencia
ratempe-tiva que nos parece ulil e patri-
tico reagir. Em todos os casos ura sen-
timento que parece mal t ahir-se, por isso
(Journal des Debats)
PERNAMBUCO
REVISTA DURU
A's 7 horas da n mte de 23 du correte, en a
estrada do Cacnaea', foi ferido cm ao) paabal o
aimocreve Luiz de tal, conbectdo por Congo e na-
tural da provincia aa Parabyba, onde morava aa
vilu do I'-ix-ira, viudo elle a suecumbir algumas
boras depois do fenmenio.
O infeliz dirigase cora ootros para o rancho
onde devla perooitar, e em caminbo travoo elle
alituoias palavras com daas pessoas, que passavao
a p oa estrada, teto por cau.a de eocontro de c-
vanos.
rt'ess entretanto apparece Antonio de Hjllanda
Cavalcaote, moradir rus proximidades, e lomando
parte na troca das palavras tira de do puotial que
com>igo tratia, e (ere o mfelu almocrav<<, q.e doi-
xa na orpnaodado e miseria sele Odos menores.
Acha-se preso o meacioaado Hjllanda e os dous
iodiviJujs acnaa referidos, e recolbidos a' casa
il deten^o a' ordem do subdelegado da Migda-
1 lena, que val Instaurar colpa a quem fdr acnado
e.n tai : seed) qa procedi a mesma autoriade
que todas as lameniacoes possiveis nao obs-1 ao C0:ni;tJ1,te auto de corpo de deiicto.
taro a que a revoluco allemaa seja um. plierain act hoalea)i aA Faculdade de Di-
facto onsumido ; e o mais seguro meio de reiio :
completar e de coroar o edificio, querer' Prneiro aono.
levar al all urna iotervenc5o estrangeira. | J03e Mara da r iet Carvalho, i>i ... i < 'Fraor.isco de Mooeurvo Lima e Silva, dem.
era de direito nem de fado nos parece |Juil]UJra Pi;.hc0 M^s sul)p|eSInenie.
jSlificavel e ras03vel essa rnterveoc5o. Nao j PraaeistCbavlor K. Gampeil>, pleaamenle.
vemos com que direito protestaramos con- P^aro CnenD mt Mirou.i, dem.
ira um movimento que na Allemanha toraoa Henriijue AT.aso de Miraua Leal, idem.
- i j~ S-auodoaono.
o carcter e as proporcoes de om verdadei- Ane|rJ h dB Gas,ro% Aibli,,uerqae, plenamente.
ro movimento nacional; com que direito j0 MinaonoCarneirodaCuaha.idein.
quereriaraos impedir a naco alleraa de che- Cimillo Correa Dantas, idem.
gar a essa uuidade que ha muito tempo rea- Bra! Pioreottno Heonques de Soaza, idura.
lisou a nagao franceza, e que for principal-
mente cimentada pela resistencia e interven-
Terceiro aono.
Candido Vileriana di Silva Freir, plenamente.
aL'xio i- aa^oaza P. do Carmo Juaior,idem.
Cao estrangeira. J no anno passado, quan- Joao Baptista Riioeira Costa, idem.
do rebentou a guerra allemaa, nao duvida- n*ymaaao Braulio Pires Luna dem.
__. c n_.u ifadre Estn sao Ferreira de Carvalho, dem.
mos do tnumpho final da Prussia, Quarto anno.
As forcas austracas podiam parecer !js jansen Ferreira Jnior, plenamente,
igu es e mesmo superiores as suas: mas, Jo* Pires d* Foneeca, idem.
havia em aeco nessa guerra outras forcas Aa
aleo? dos exercitos. Ora eslava
todo aqoelle que esludasse outra cousa que
nao fosse a estrategia, que a Prussia se
havia collocado testa do rao vi me ato nacio-
nal, e que era ella que representava as ideas
allem5es. Os alleraesconheciam bem que
se a Austria tivesse ficado victoriosa, nao
leriam feito a Allemanha, e foi por isso que
aquelles mesmos que eram alliados da Aus- F*fia.
clapft nara. A'J8ustJ Gurgel, idem.
*_... Fraocelmo Das Fernand idem.
Qiinto aono.
Antonio Bstevo de Oliveira, plenamente.
Francisco do Reg Baptista, id9m.
Para exercer o cargo de oQkial do registro
geral de bypotnecas na comarca de (Jim la, de con-
formidade com o regalamento de 'o de abril de
1863 art. 7. 2., foi designado pela presidencia
da provincia o tabellio Felippe do as cimento de
tria a deixaram s nocam o da baialba.
A opinio publica em Franca, pelo menos
em grande parte, nao lbe importou como
succedeu por occasiSo da guerra civil ame-
ricana.
Os principios da guerra tiuham sido infe-
lizes para o norte; o sul tinba generaes,
tiuha as forcis promptas, e liaba alera disso,
os instractos e os hbitos mais militares. O
norte nSo tinha Inava e nao traba mais do que ama popula-
cao civil que pareca incapaz de produzir
soldados.
E todava nos seus mais fortes revezes,
era evidente, para todos aquelles que alten-
dem as ideas tanto como aos factos, que o
norte estava senbor do terreno.
E' porque o norte trabalhava sempre,
mesmo no meio da guerra; porque tinha
o poder de prodcelo, e renovava-se sempre;
emquanio que o sul despenda o seu capital
e o nao substitua, exaarindo-se com as uuas
victorias
Tambera a Austria, de todos os modos,
moral e gegrapbicamente, era o sal. Com-
posta de pedacos, dividida entre diversas
nacionalidades, zelosas e boslis, n3o podia
corresponder necessiddade da anidadee
que se liaba lenta e irresistivelmente forma-
do as entranhas da Allemanha.
A espirituosa e humilbante qailificacao,
que *elbo principe de Metternich tinha ap-
plicado Italia, s era verdadeira para a
Austria. Era s ella, que era tpenas urna
expressao geographica e quando os dois
soberanos que, no anoo passado, se dispu-
tavam a supremaca da Allemanha faziam
proclaOages. o rei da Prussia Wia ao
meu povo, emqaanlo que o imperador da [oran nomeadoj;
Na povoaQo de Gamellelra acaba de ser crea-
da, por proposta da directora geral da instruccio
publica, ama delegada Iliteraria.
O Sr. Manoel de Miranda Castro foi nomeado
director da sociedadeJfoafa pa Popular Pernam-
bucano, estabelecida nesta cj lade.
Foram transferidos para o servido da reserva
os seguiotes ofBeiaes da gua*da nacional.
Joao Florentino Cavalcanti de Albaquerqae, te-
neofe da i.* companbia do fcatalbo a. 42 ;
Francisco de Paula Goncaives Ferreira, segando
lente do 1." batalho de artilbaria;
Joo Cesar Cavalcanti de Aruuqaerqne, teaente
da 6.a companbla do i.' batalbao de iofantaria.
De conformidade com a lei n. 602 9e 19 de
setembro de 1830, foi reformado, sea pedido, no
mesmo posto, o capitao da 2.* companhia do esqaa-
diao de cavallaria de Santo Antao.
Amanhaa tomam posse de anas respectivas
fregaezias os Rvms. Antonio Marques de Caslilho
e Jo3o Jos da Costa Ribeiro, parocbos ollima-
mente apresentados, aquei) na de Santo Antonio
e este na de S. Jos, desta cidade.
Foram transferidos para a 1' companhia o al-
feres da 6* Antonio Francis Ignacio de Jess;
para a 3* o teaente da 4* Jcs Pereira da Cuaba 1
Jnior; para a 6* o capito da 8* DelQoo Laiz Ca-
valcanti Pessoa e o alferes da 2* Custodio Floro da
Silva Fragoso; todos do 6* iMUlbo de iofantaria,
sob proposta ao respectivo (.omauodaote.
Os Srs. Joo Duarte Caraeiro Monteiro e Joio
Caroeiro Rodrigues Campelle foram nomeados, em
vlriude do art. 71 da le de 19 de setembro de 1850,
capities da 1* e 2* companhia* do esqaadrao de
cavallaria n. 9 do municipio do Reeife, creado por
decreto 11 de mato nltmo.
A sea pedido foi exonerado de 1 sopplenle
do snbde egado de Baxerros, Miaoel Correa das
Neves; ssndo n mea lo para o substituir Jos Pu-
so* de Stnio Maior. w^^^tm
Para o districto de Larangeiras, da fngaezia
de Nazarotb, forana comead)s : l9 supplente Joo
Ribeiro di Silva Cooobo, (i* Francisco Sancho de
Aadrade.
Sob proposta dos respectivos cjnamaQdaDtes,
a ditaalteres o agregado Francisco Sanches
Ribeiro do Amaral e o guarda Henrique de Castro
Guimares.
6*dilaalferes o guarda Paalino Rodrigues de
Oliveira.
8* batalho.
1* companhiaalferes Antonio de Albuqaerque
Paes Brrelo.
4* ditaeapito o alferes do 2 esquadrio de ea-
vallara Manoel Flodoardo Mendes Las.
26* batilbo.
Alferes secretario o guarda Jos Ferreira de
Albuqoerqae Mello.
1* companhialente o alferes Joao Auspiro
Chaves, alferes o gnarda Antonio Francisco de As-
sis Pereira-
2'_duacipito o lente Jos Joaquim Bezerra
"joas Fer-
naDdes de Araujo Santos.
8* ditacapitao o teaente Manoel Antonio Alves
da Silva.
Amanhaa tem lugar, na igreja de S. Goncalo,
a festividade do respectivo padroeiro, o Senhor Bom
Jess dos aflictos.
_ Hoje continua a empreta Colmbra a repet"-
co do apparatoso drama Santa Isabel, rainha de
Portugal, qoe to festejado tem sido pelo apreco do
nosso publico.
Na Eiposicao de Pars, obteve o Brasil.
Um grande premio e-pecial, deferido a colonia
Blnmenan ;
U-o grande premio arfraordinari'o, diferido a
cultura do algodao;
Daas moda-Ibas de ouro;
Tres premio fera do concurso,
Qaalor medalhas de prata ;
Triota e daas ditas de brome;
Trinta e nove mengues honrosas ;
Vd-se, pois, qoe ha nm total de uoveota e duas
recompensas ao Brasil; das quaes as daas primei-
ras tem tal Importancia e tamanbo alcance, qoe
bastaran) por si sos para assegarar nm grande
(rlnmpho do Brasil na Ezposico Universal de
1867.
O professor publico de Goianninba Antonio
Jos dos Guimares Ferreira acaba de offrrecer 5
por ceoto dos seis vencimeotos para as agencias
da guerra, em quanto esta dorar.
E' acto digno ds louvor.
A sxposico das repblicas bespano-america-
nas oceupa tres salas e ama ftleira de vldragas na
galera das machinas.
A primeira das tres salas acha-se ornada com um
grande maooa da America do Sal, feito segando
as ind'cacSes do Sr. Martim de Mosssy, e no
qual estao assignaladas as estradas de ferro brasi
letras.
As daas ontras salas tem por deeoracio as ar-
mas dos dote estados sobre un fondo de plantas
tropicaes; mas o que attrabe o publico curioso sao
alunns maneoulns fque representan! os irajos da
Amorica do Sul.
Ura gaucho dos Pampas com o trajo asnal, de
poncho, clurtp,cal(onsilio e botas depofro, tem ua
mi as ramosas 6u do o la#.
A' e-qoerda, ara outrr gaucho da Banda Orien-
tal, em trajo de festa, com o lenco da zeda cabio-
do-loe sobre os hombros e de chicote em panho, ac-
celera o galope do seu cavalio.
A' direita, tambara a cav.ilh, est outro gaucho';
este por acaso nao galopa ; acaba sem duvida de
cavalgar omitas leguas, e est parado a parte d
rancho ; nada (alta ao sen trajo, nom o comprid >
cuchillo mettido no tirador abotoado cora dous gran-
des patcfles, nem as espora* de enormes rselas,
nem o cigarro atraz da orelha ; conversa com a
gentil china qoe Itie aprsenla pratenteiramento o
maie com a bombilla de cobre prateado.
Mals adiante, sobre um mooto de cobre bruto,
esta a n mineiro chileno; calcas pretas e largas so
bre o calzoncillo borlado, sapalos de couro cr, ca
rapoca de la; camisola azul abena no oeito, s icco
para a farioba, bolsa para o tabaco e o isqueiro :
leo na mao o pesado martelio com que deve arraa-
car os pedacos de miooral ; assim armado, val des-
cer as entranhas da trra para Ihe tirar os seu>
tbesouros.
A admiolstracao do consolado provincial at-
tendeado s irregularidades qoe se doo oas recla-
raaQes dirigidas ao mosmo, determina que fleasse
diado e em pleoa execugao o prazo do art. 8 do
regalamento da 12 de owembro de 1849, para deu
tro d'elle reqo-trerera os ioteressados a isencao de
impostos sobre estabeleciraeot is coiomerclaes, cu-
jas caiieiros forem lodos bra*ilelros, na conformi-
dade do qoe dispoe a lei provincial n. 590, e do
que amda e.tabelecido pelos art'. 16, 18 e 21 da
le n. 734, bem como para fazerem quaesquer on-
tras reclamac5e.,qae pelo mesmo consolado devam
ser attendida, soD pena de nao serem admittidas
depois do referido prazo.
Aquelle art. 8.* assim dispoe :
t Art. 8. Se o laocamento (or iojasto, oo se os
conectados se sentirem gravados, podero reda-
mar at a ve pera do da em que coroecar a co
braoga, oa dentro do primeiro semestre do anoo
flaanceiro, ficando peremptas todas a^ reclamagoes
qoe nio se intentarem neste prato,salvo o aso nao
previsto de locideBte jo-uiQcido peraate o tribunal
admioistrativo da fazeoda provincial. E sero de-
cididas sumaria e administrativamente pelo admi-
nistrador do consulado, com recurso para o mesmo
tribunal. >
Dos portos de soa escala ebegon hootem o
vapor P-dengt da Companhia Pernambucana, tr-
tenlo jornaes de Sergipe al 19 e de Alagas at
23 do eerrente.
No dl 5 foi assassinado junto ao riacho Tabo-
qulnba, do termo de S. Cbristovo, Valerio dos
Santos, sendo lodigitad i como autor Joao de Brito.
Lemos oo Jornal ie Sergipe :
Pol preso a' oraem do Sr. Dr. chefe de polica
Antonio Joaquim da Silva, por quena que deu o
commaadaote do vapor Dantas Antonio Vieira
das Sanos. Antonio Joaqotm ja' loi aqoi inferior
do corpo de polica, passoo nessa catbegoria para
o corpo de Iloba e como tal embarco para o sul.
Na ultima viagem do vapor Dantas da Babia para
aqu, aioda oo porta de procedencia, Antonio Joa-
quim appareeeu a bordo no caraeter de passageiro
para o norte, mas em occasio que o commandaote
eslava em trra, e depois de ter observado o traos-
porte de sen bab, contendo objectos valiosos, que
Leal & C eoviavam a nm negociante da Capella.
A bordo dea-se a conhecer a' tripolacao do
reeomuiendando-se como alferes do exer-
i com o fin de empalmar o tal ban. Afinal
mostrou-se eocommodado com a demora do com-
mandaote, porque nio tlnpa anda camarote; fez
censaras ao regimeo de bordo por tal demora ; foi
de v >nte at e moveo o bab que nao era sea
par hvra lo da arramacSo da carga; collocoo o a
teto e, o'am abrir e fecftar d'olnos, laocouo para
dentro do escaler, e largoo remos para o porto.
Ja' em viagem foi que se dea pela falta do bah.
cnegaodo-se ao conbsclmento de lado Isso, porque
am fogaitta do vapor confessra que innocente
mete coocorrra para a rnudaoca do ban de um
lugar para outro.
O mesmo Antonio Joaquim, j acostamado
aqu a pequeas esprtelas, veis no Gonralves
Mmtws, mas o Sr. Dr, chufe de poiicia aps seu
flesembarque f |o prender. Q supposto alfares,
f
vaoor,
antes de ser interrogado, teve a' sua frente pessoa
de coofiaoca, qoe expox na secretaria de polica
certos episodios de saa vida de esvalleiro de in-
dustria, que se deram ltimamente nos I he os, on-
de nson de tirulos e condecoragSes qae nio pos-
se.
< Appareeeu mals noticia de om furto de di
nheiro commettido a bordo do Goncalves Martins,
qae o accasado nao polo negar, oorqoe chegoa
at a restitair a qaaotia em sdalas contiendas
pelo prejudicado.
< Foi loterrogado e enviado a' polica da Bahia, I
tendo sido o commandaote do Dantas satisfelto em
todas as requisicSes feitas aqoi em relagio a este
tacto.
O foguista de que cima tratoa->e seguio tam-'
bem para dar ioformaede?, mas saa innocencia es
la' reconbecida.
Era Alagis nada occorrea digno de mengao.
Apezar da ardna mlssao de qoe se acha en-
carregada a irmandade de Nossa Senbora do T.tco
com a reediQcago de sea templo, tem lagar ama-
nhaa, com pompa e decencia, a festa da Snhora
do Terco, padroeira daquella irmandade ; oraodo
ao Evaogelho o Rvm. Pr. Joaquim do Espirito
Santo A' ooute tem lugar ama ladaioha a's 7
boras.
A loja do Coragio de Ooro, roa do Cabugi
n. 2 D, acaba de receber nm rico sorllmeoto de
objectos de ouro e briinantes, que tem expo-to .
venda.
No congresso da paz, em Genebra, foram
propoits os secaintes artigos, como mel de por
termo guerra :
< 1." Qaerer decidir as nossas desiot-lligeocias j
com outro por mel de pugilato, e de baslooadas, .
igoobll e iBdigoo de nm hornera serio.
2.* O que indigno e igoobll para om s bo-.
mem, isdigno e igoobll paradez, para cem, para
mil e para cem mli.
3." Se indigno e igoobll terminar urna
cootenda particular pelo pugilato, mais indig-
no aioda taterem se por ordem de outro, e ma-
tarem-se homens que pessoalmente se nao qoereo
mal.
< i." Dous homens que se batem na ra sao
censurados por todo o bomem civilisado, e ra-
zoavel, e nao **m nlnguem admirar o vence-
dor.
< '>.' Porque se ba de admirar o vencedor o'um
coaitiate iivre lado por cem mil homens por uu>a '
vantagem que qoasi sempre nao a sua?
6.* Se dous boxeos se batem corpo a corpo
oo meio da roa, n i oo.it-m invocar a Deus por
lestemunba, nem imaginar que Deas se inleresse
mais particularmente pela lucta de um ; lambem
dez homens que se batem entre si nao poaem nn-
tnr esta idea.
7.' Se dous homens qoe se batem, oasassem |
fallar de um Deu> ao seco, e iuvocassm em sea
auxilio urna acgo indigna cbamavam-lbes certa-
mente loucos oa bla-pilemos.
t 8. Tambem se chamarlara loncos ou blasphe-
mos dez ou vate homens que se balessem no cam-
po, e lovocassem Deus para que protegerse mu dos
combaientes.
c 9. Qual pols o numero exigi i para qne es-
se Ser a que cOamas Deus, e quedl.namnte im-
ploraes como um Deus de amor, tome parte oas
cootendas, oas latas de pugilato ent-e os borneas
rudes e meos raxoaveis .'
t 10. Acreditamos realmente que o numero dos
combafeotes po>sa faser mprersao a Deu-, a am
ser cuja eSiocta deve ser innnita 7 Nao julgareis
fallar do um Deus di batalbas sem hlaspbemar co-
mo blaspheraaes quando fallaos de Deus luiando
ao soco.
Dj primeiro folhetiEstados sobra Expo-
sigo de 1867publicado em Pars por Eugenio
Lacrois, com o auxiii> de sabios engeniieiros, tra-
dozimos o se^uiote sobre a relojoaria :
A relojoana uraa rte, ou antes urna ciencia
que, son ura raodasio titulo e era ura quadre res-
tricto em appirenea. loca no que ha de mais im-
prtame e de mais usual na vida.
A relojoana oa o applicase s medida do lem-
po, e, por coosequeoela, reprodcelo dos movi-
meolos que animara os dillereates corpos celes-
tes ; mas tambem chamada a realsar certos pro-
blemas que sao consequeocias de suas diversas
apollcagoes.
cortamente um estado interessante a indaga-
gaco dos progressos que cooduziram esta sciencia
ao pooto em que ella se acha hoje. Com effeito,
lia ama distancia iraraeosa enlro o Clepsidro aoti-
go e o cbna metro moderoo, cujas varugoas diur-
nas nao exced-ra de fracgdes do segundo.
Eis a sua historta :
Os meios empregados oa arte de medir o tempo
sao de duas especies ;
A parte pratica, resoltante da daslreza indus-
trial a que a arle esteve muito lempo reluzda ;
A scieocia phy-ica e matheraatica qae, secuoda-
da por ura traba'.hn mais hbil, deu lbe a perfeigao
dos tenpos moderos.
Os dous metbodos mais amigos de medir o lem-
po foram estabelecidos pela observagao da marcha
appareote do sol e da varlago das pbases iuoares,
origen) aotiga da semana.
A Inveago dos cuadrantes solares remonta
ama alta aotigmdade. Eotre os Chaldos e em Ba-
bylooia achamse tragos qae indicara urna ciencia
profunda da gnomontca, bajeada sobre a astro-
noma.
Os gnomos propriameote ditos, essas agulhas co-
lossaes de granito transportadas com tamo traba-
dlo do Egypto para a Europa, eram nesses paizes
amigos, e sao aioda h je na Cbma, instrumentos
de astronoma, proprios para fazer conhecer a al-
tura solsticial do sol.
Seu uso, porem, sendo frequeotemenle nter -om-
pido pelas noven dea lugar a recorrer se a ootro
meio lodependeotri do curso dos astros.
Os clepsydros (relogios d'agaa) forara inventados
em pura iro lugar. Eram vasos o'oode o Qoido
escapndose golla a gotta, indu-ava pnr sea escoa-
mento o do lempo, oo simplesmeote oelo abaixa-
melo de sen nivel, oo com o auxilio de outros
meios combinados, como rodas de calbas e rodas
dentada?, coja iuveog.io igualmente muito an-
liga.
Em seguida veio a ampulheta ; mas soa ongem
nao parece tao remota como a do clpsydro.
Plato aperfeigooo o clepsudre ; elle cousiruio
um relogio d'agua que iodteava as boras da noiis
pelo som de urna flauta.
O Inventor das rodas dentadas descoohectdo.
S*ja porm Arebimdes, Clsibio oa Poesydooio, o
qae certo qae esta descobarta inmortal foi o
rundaraeoto de todo o que poderam realisar em
progresso os genios dos scalos ulteriores.
A partir desse momento as machinas oraras
complicaram-se e toros rain se dignas de attencao.
o anno 490, Tneodorico, rei due Godos, en
vou a Goadebanj, rei de Burgoeba, om relogio
qae, alu> da medida simples do lempo, represen-
lava os movimentos celestes. Ao Instrumento acom-
panbava um artista capaz de faze-lo marchar.
Em 809 llaaroun-Raschild dea de mimo a Car-
los Magoo um relogio de lato oo qual bollas de
rame cahindo sobre om tmpano faziam soar as
turas. E-te relogio tinba lambem figuras movedi-
gas e alguns effeitos astronmicos.
Eo 1322 Richard de Walliogford.cura de S. Al-
bano, na Inglaterra, fe o primeiro reogiocoos-
troido sjb o mesmo principio dos de boje. O ba*an-
ctm e a roda de escapmento acabavam de set ia
veotadas oa Ai lema o na. !l-
Era 1370 Culos V, re de Fraoc, ch*ou a^sna
corte o alletMO Hwriqoe d VHI 9 mo** *
c mstrnegao do primeiro regalador paWico, co-
nbecido na Enrona : o do palacio da jostlca,
restaurado em 1866.
Neste ponto a relojoarla sabio do estado radi-
meatar ; a mao d'obra aperfeigoiu-se rpidamen-
te ; a tratou-se de fazer pequeas machinas hora-
rias ponateis.
Os artistas de Naremberg forasj os primeiro*
qae chegaram a esso Qra. No reinado de Carlos IX
appareceram em Franga pequeos retogios de for-
ma ovoide, qoe a moda em Pars baptisao logo om
o nome de oros de uremberg.
U motor d-.-ses oovos macbnismos era orna mo-
la de ac dobrada em espiral (-ua invenco datava
do scalo XVI) ama primeira roda deotada, adop-
tada ao tambor, traosmitta o movimento ao reste do
nacbolsmo.
A forga motriz, sendo mnlto variavel em ra-
zio da maior on menor tenso da mola, dea lagar
a que os investigadores, sempre vidos de aperfet-
goamentos, descobrissem o futo, notavel invento
qne oossos mais habis eootempo-aaeos empregam
anda hoja os snas memores obras.
As vibrages de am balancim, redondo aos relo-
gio? de algibeira e direito (isto com doo ramos
diametralmeote opposios) nos relogios de parede,
foram por muito tempo o nico meio, bastante ira-
perfeilo, de moderar a marcha deesas mat-binas.
Os dous ramos do balancim dos relogios de pa-
rede erara sobrecarregados ds pesos regaladores ;
e sea conjunto, saspeoso por am duplo eordao qaa
se torca e destorca alternativamente, tiuha o no-
me de escapameoto a Folliot.
Foi s nos Mos do seclo XVI qae se aoplicoa
ao relogio nm novo org) de ama regalandade
multo superior : o pndulo, descoberto por Galilea
oo priocipio o > seculo.
Veio Bawlmeote Hayghent, e sea geoio e hatili-
dade arraocaram a reiujoarta dos estreitos limites
da rotma, das incertezas das apalpadellas, e Uta-
raro d'ella nma verdadeira scieocia.
Este eminente gemetra hollandet applicoa ao
relogio o p#odu/o de Galil), e pablicoa descri-
gao deste novo r-galador em ama obra latina dedi-
cada a Laiz XIV.
Pooco d pois elle sdoptoa a' ,-uspenso do peo-
dolo as curcas cuchi taes, necessarias ao isochro-
numo, isto a' ignaldade das grandes e pequeas
oscilages.
A sabia e eog^ohosa appliacao das proprieda-
des desta curva determinavam infelizmente na pra-
tica inconvenientes qae obrigaram a abandona l
pooco tempo aps ; mas ella dea lagar a > meos
a' deseoberta da regulardade qua-i perfeitaal
eoio desaperceblda, e da ideolidadedasosciliagos,
por pequeos arcos de circulo, com osciliagoes Ja
mesma ex tenso que oa cycloide Roygheos otro-
do'.io desse modo um Importante aperfeigoamento
no relogio d'algibelra, applicaodo a seo balancim a
Espiral (pequea mola d'ago eorolada sobre si
mesma,), que Ihe regolarisa as vibrago s.
A priondade 'asta invengo foi reivenieada
pelo doutor Hjok, professor de astronoma no col-
legio de Gresbam, assim como pelo padre H mte-
feuille, na I-ranga; mas a idea do primeiro era
una mola dirrita, e a do segoodo orna mola do-
brada em ondis ao sentido do cumprira-nto.
Hoygneos aperfeigoiu radicalmente estas duas
ideas daodo a soa mola a forma espiral, repetida
em algumas voltas, nica perfeitamente cuoveoiea-
te e que tem sido conservada at agora as meiho-
res pegas de uso civil.
Este grande homem inventoo tambem o remoo-
lador de tgualdade dos relogios de pndulo ; o cur-
sor que regula o peodulo; o methodo geomtrico
de determloar o ceotro de oscilacao oo de percur-
sao do peodulo ; e o pndulo paraboidal muito pou-
co coobecido.
Deve seibo tambera a primeira applicagao dos
relogios ao cooheciraento das longitudes no mar ;
os priucipios da forca centrifuga; a influeaea re-
ciproca de dous pndulos, sem contacto n?m com-
municagao mecnica ; o primeiro plano-sphera dos
tempos moderos, etc., etc.; estudos imeressan-
(es, cheios da sagacidade, e sobre os quaes se
acha hoje bascada qust toda a perfeigao da relo-
joaria.
O caminbo flcou tragado, as bases da scieocia
largamente estabelecidas; e pois, o seculo XVK
vio a refejoaria receber numerosos e tapidos me-
Iborameotos :
Clement, relojoiiro de Londres, inventoa o es-
capamento chamado de ancora e recuo.
Outros artistas imaginaram novosescapameotos;
rperfeigoaram a sospenso e o pndulo; delermi-
naram o principio geomtrico das indentagoes das
rodas.
Os relogios de repelicao appareceram; enge-
nbosas combinagoes forneceram a tquaco do tem-
po ( comparacaj do tempo verdadero com o me-
dio. )
Grabara, Ilustrado relojoelro ingles, Inventou o
escapamemo de cilindro para os relogi >s de algi-
beira ; o escapameoto de ancora c repouso para os
relogios de parede ; e compoz urna compensaba) do
pndulo pelo emprego do mercurio.
Juliano Leroy e sea fllho Pedro Leroy, ao qnal
sao devidos o escapamento UHre e o loefcroiuauo
da espiral, L?paule e Feraando BerlOood elevaram
ao mals alto ponto a perfeigao da relojoana fran-
ceza. Snas iudiciosas iavestigagOes se dirigiram
especialmente sobre a constraegc- dos relogios ma-
rtimos ou chronometros, e sobre a coojbioagSo
dos relogios de peodolos, chamados reguladores,
por causa de sua extrema preciso.
Depois d'estes, Brgoet, Lepioe, Luiz Bert ud
Motei, Paulo Girnier, Hrarlqae Robert, Redier.
Vent, Rodamel, Wagner e inultos outros arli-tas
eminentes mantiveram digoameola as illuslres ira-
dlcgoes da chrooometris, na Frange. Forana os
trabalbos destes contemporneos que apeifeigoa-
ram ao mesmo tempo a mao d'obra, os uleucilios e
os delicados machioismos boj) aarraqtados no
commercio
Nao se pJe prescindir de um legitimo orgulho
nacional, quando se pansa que esses illustres in-
vestigadores irabalbaram somente por amor da ar-
te, sem serem estimulados pelas valiosas dadivas
qae a Inglaterra offereeia a seus arlistis.
Com effeito, a Gra-Bretinba depeodeu mais
da am mi loso de francos (400:000^000) em re
mios e offerlas pelo soccesso dos relogios mariti
mos, oo entonto que a Franca, agitada e miivida-
da, apenas empregou Cento e ciocoenta mil francos
(60:000^000.)
Para ser justo couvm prestar bomeoagem ao
genio de Harrisoa, cuj primeiro relogio martimo
obteve o graade premio 4o 130:000 francos, dado
pelo governo inglez; d'Arooid e d Earnshw, ca-
da om dos qoae- loveoloa um escapamento livre,
qae iraiem hoje seos oomes, e finalmeoie do sa-
bio e babil Jourgeasen, relojoatre dinamarquaz,
cojos ebrooometros foram prodigiosos de regalan-
dade. .. .
Cabe tambera i Soissa am grande qoiabao ae
Eafcooclosao os trabalbos de relojearia de K-
cisao t em boje o caobo das obras senas qae pro-
duzera serios resallados.
iaterl. A qae se acha venda
a 43.*, que correr quando se aanoociar.
RBPAUTigo da pocKiu.-- Ei**o da artA d
da 25 de oatubro de 1867. ,
Foram reooihidos a' casa de doteacao oo dii 24
A' ordem do subdelegado d Reeife, D imingos
Francisco Manriques, a' requlsigo do caoiia do
porto, e Jos Biptita de Mello, para arteicaq,
A' ordem do de Simo Antonio. i-o)jmoa, liberta,
para cor;eesao



.mi m oaaimio aa as ooao
UrU ief
A* <*m. 4a Boa-Vtsta, Atiento los* T.]
A'orMB de da Caponga, Joo B*poxj,V
erreC^* Och.rea*Wcao'
/;fi. JhBfMtta.'-
Casa di DEflwgXo.-Molmito dar casa fe
df leocao do di Si de outobro de 1887 -
Existan presos V, w>n"E5 ^ L?",/?
existes 277: a saber, uadwfcea^ motterertt,'
estrangelros 35, nralber 1, cWW, -scraras-
2,lo1aH77.
Alimenudos a costa dos cofres pblicos 208.
Movimento da enfermarla do lia lo o corrente
mez:
Teve alta :
Antonio Lau dos Rete.
Passageiros do vapor Potengt, vindo do Ara-
caja' e porios intermedios :
Padre Firmioe da Rocha Braotes, padre Urtuoo
da Silva Montes, los Targtoo Fiaibo. 1 atoa, t
lbos maiores, 1 menor e 1 esorava, Jos Rodn-
5ues Resa, Agostioho Jos da Costa, Antonio Leite
a Cosa, Jos Lelte da Coila, Adelioo Paes d ia
drade, Antonio Pinto dos Santos, Fraociseo Joa-
qoim Alves Rodrigaes, Copertino de Gaimarae*
Bastos, Joaqn|n Jos Araajo de Vaseoocellos. al-
fares Francisco Cesar Teiteira, capitao Elias Jos
de Almeida, Maooel de Sonta Bitteocoort, Or. An-
tonio Boarqne de 6usnoo, Joaqoira Fraociseo do
Santos Ma.a, D. Maria Jiaqaina da Conceicao e I
meoor, Jostino da Silva Torres, Antonio los Gon-
calves Azevedo, Josepba Pereira Barrete, Aolooio
Joaqun) de Mello, Alcido de Soma Castro, Domin-
gos B. de Aranjo Pereira, Miguel Perreira de Bar-
ros, Deloache M'gael V'ctorio, Joaqoim Gjmes da
Silva, Joaquim Pedro da Costa Moreira e t escravo,
Felizardo fionus de Mello, RaBoo Candido da Co-
la, 1 sargento, 6 Bracas, 6 designados para a guer
ri, 5 reeratas, 3 presos, i desertor, Jos Antonio
de Qaeirs.
CfiHOMCA JUDICURIA.
TRIHUE 1L 0 COtlvIEliCIO
ACTA DA SESSAO ADMINISTRATIVA DE i DE
OUTUBRODE 1867.
PRSSBMCNCIA 00 EXM. SR DBSBMBARGADOR
A.fSBLH FRANCISCO PERETTI.
s dez horas da raaaba estando reunidos os
Srs. epatados Rosa, Basto, Miranda Leal e sup-
Sleote Sa Leitao, presente o Sr. de.-embtrgador
scal, S. Etc. o Sr. presidente abra a sesso.
Poi lida e approvada a acta da de 21.
BKPBDKNTE.
Offlcio do Dr. Pudru Francolino Saimares fir-
mado de 22 to andante, commoolcaodo baver nes-
sa data assamido o ezercicio do cargo de chefe
de polica da provincia.Que fosse accusada a re
eepyu trocndose as mesmas exprs-oes de cor-
tezia.
Distribuirn) se aos Srs. depntados os segniotes
livros: Copiador de Antonio Albert > de Soaia
Agoiar>.dem de Braga Son A CDiario de
Jobnstoa Pater & Cdem de Arruta & Irmo.
Comparecea Manoel Camello Pessoa e como
bastaote procurador de Antonio Laiz de Oliveira
Azeved, assignou o termo de juramento e respoa
sabilldade para ler lugar a expedido da carta de
registro lo hiate Jovem Arlkur.
DESPACHOS.
Rpqaerimento de Paulo Jos BapiUta proprieta-
rio da lancha Conceitfo Flor das Virtudes, rost-
tuindo a respectiva carta de registro, visto tr de
desmancba-la. -Vita ao Sr. d^i-mb irgador fiscal.
Dito de Antonio Joaquim Uias Medre ho e Gra-
ciliano Gvtavio da Crut Muttns, offereceudo a re-
gistro o papel de dlssolocat da sociedade qae ti
nbam na botica n. 62 da ra de Raogel.Vista a i
Sr. desembargador riscal.
Dito de Clement'na Carneiro de Lira, apre=en-
lando, para ser registrado, o papel de dsso'ueo
da sociedade sob a firmo de Carneiro & Irmaon*
loja de selleiro da ra Nova o. 4. Vista ao Sr.
desembargador fiscal.
Dito de Aut 'Dio Das P>oli para se ibe certificar
se como e immerciante arha-se ou oo matriculado
ueste tribunal Como reqaer.
Summarto contra Joo Pereira Raballo Brag .
Contrae adiado.
Autos de rehabilitarlo eoraroercial de Jos M >r-
ques dos Santos Aguiar.Foi concedida, resoi-
vendose qne ella e necessaria m-smo aos concor-
datarios, visto que o artigo 2* 4.' do cdigo
commercial nao faz distioceao aiguioa.
Requ rimeutos vistos pelo Sr. desembargador
fiscal.
De Bernardioo da Silva Costa e Antoolo Ferre
ra Pra^a, para ser registrado o seu contrato so-
cial.Registre se.
Duo do Silvador Dias Moreira e Jos Aotiios
Guimares,registro de sen distrato social.Re-
gisire-se.
Dito de Manoel Duarte Rodrigues, reclamando
contra a tabella das corarais-oes marcadas aos em-
preados as fallei cas.(FiCou adiado.)
Dito de Antonio Saveriaoo de Vasconcellos, pe-
dindo matricula comrnerclanle.Adiado.
Dito de Francisco Benvmdo de Vasconcellos
igual pedido.Tambem adiado.
Dito de Jos dos Santos Oliveira e Manoel Ja-
nuario de Arruda,regl>tro da distrato social
Rrgistre-se.
Nada mais bavendo a tratar-se, o Exm. Sr.
presidente encerrou a sesso s 11 horas e mei
do dia.
C4IAR\1I]\ICIPAL DOUQIE.
SESSAO EXTRAORDINARIA AOS 8 DE AfiOSTO
PRESIDENCIA DO SR. PEREIRA Stti.
Presentas s Srs. \quino Fooceca, Gus-
tavo do Hego, Santos, Dr. Viifas Bois, Dr.
Miranda, Dr Pitanga, abrio-se a sesso, e
Mk e approrada a acta da tutwetmte.
Leo-se segointe eueteart:
Um ofidio do Extn. presidente da pro-
vincia, de ti do corrente, declarando a c-
mara que expec-a suas ordeos, aflm de qae
soja concertada a porta do quario, bem I i ra-
po e concertado o quartd da guarda da Ri-
ue;ra da freguezia da Boa-Vista, junto do
,lhiblicaces
tts daa F
Dlreito da lin
Ouobro de 1867.
,U OflMJ'd .L1/ OKMA
reiro deste aono ama caita filiis
Wplo presente se faz punMe qne es-
UiliUda de boje em dlant* a (acucio
awajMnu e quaesquer negocios bn:arios, a
SESSAO JD1CIARIA EM 2i DE OTaRO DE
18ti7.
PRBStDEMCIA DO EXM. SR. DESEMBARGADOR
A. F. PERETTI.
Secretario, Julio Gutmarael.
A's OBze oras e meia da tuauba declarou-s
aberta a sesso estando reuaidos os Sia. desem-
bargadnrns Silva Guimare>, Reis e Silva, .v-
cioil e Uehs Cavalcante, e os Srs. deputados Ru
sa, Basto e Miranda Leal, e o Sr. soppieoie 6a
Leito.
Lida, foi approvada a acia da precedente sessao.
O Sr. desembargador Silva Guinares apreseu-
toa e foi asignado o aceordo proferido na ultim i
sesso, no feto em que sio : aupeilante Fraoohcu
Jos Germn, appellado Joo Jjs Pereira.
JLG AMENTOS.
Juizo especial.Aupetlute aolor reclamanle o
vlsconde de Suassuia, appelUdos reos, os admi
nistradores da ma>sa fallida de Joaqoim J-s SH-
veiraJuies os Srs. GuimrAes, Accioh, sa L--
tio e Miranda L-?al : Foi cou'inoada a senten(
appellada.
Juizo especial Appellantes reos a vlova e her-
defros de Jos Hikioo de Miranda, apoellado autor
Joo Busson.Juizes is Sm. Accloli, U-.ha Caval-
cante, Rosa e Bisio. O Sr. desembargador Ucna
Cavalcaole jurou suspeii;o superveniente, e o
Exm. Sr. pres dente officiou ao Exm. Sr. conse-
Ibeiro presidente da relac.au requlsitando outro
jnir.
Jaizo municipal e do commercio de Porto Cal-
vo :AppelUnte reo Joo Jos Bezerra Guimares,
appellado autor Joaquim Butrqae de Sampay > :
Juizes os Srs. Res e Silva, Aerbli, Rosa e U-sio :
Fui conrirmada a senienca appellada.
Juizo especial. Embargante reo, Jos da Rocha
Paranhos, embargados autores appellados D. Un
riqneta Simdes da silva e outro. Adiado a pedido
de om Sr. depoiado.
Juizo especial.Appellante Angosto C lho Le-
te, appella lo Benjamlm Tuckens:Adiado a pe
dido de um Sr. deputado.
Julio espeelal.Appeilante J>o Loii Ferreira
Ribeiro, como tntor dos orphao- filhos de Joajuim
Francisco dos Santos, appellado Antonio Laiz de
Oliveira Azevedo:Vwta ao Or. curador geral.
Julio especial Aopellaote Francisco Xivier de
Oliveira, apoellados os administradores da massa
fallida de fceve, Filhos & C. -Sendo jz eerto o
Sr. Silvioo Goilherrae de B.rros, o Ezm. Sr. pre-
sidente ordenou qne se offlciasse convidando-o a
comparecer para o jnigameoto na prullma sesso
de 28 do corrent?.
PA8BAGBIS.
Do Sr. desea>bargador Suva Guimaries, por
suspeicao, ao Sr. desembargador Ris e Silva :
Appellantes es caradores Oseaos da tnaga fallida
de Pedro da Silva Reg, appellada D. Marianna
Yinva Zanotli.
Do Sr. desembargador Accioli ao Sr. desembar-
gador Silva Guimares :Apoellaote Roqoe Per
reir da Costa, appellados Biok & Irmo.-Appel-
laote los Pereira do Rosario, appellado Aiexan
dre Jos Goncalves Bastos.Appellanie a fatenda
acional por seo procurador fiscal, appellados o
6residentee directores da raiza I tal do Banco do
rasil nesta cldade. ,
DISTUIBTJICAO.
Ao Sr. desembargador Silva Goimaries.Ap-
pellanie Joaqun* de Sa Cavalcante de A'baquer-
qne, appellado o tenente-eoraael Maaoel i aqom
do Reg Albuqoerqae, tutor .da orpha fllha de
Manoel de G >uvia Sonta.
Nada mais bou ve e eocarrou-s a sesso a
ama hora da tarde.
receBer dinheiro em conta crreme otire avi-
Alt. 5b. S ex ames ser5o feit08 por es- so em deposito a praso fizo com joro, conforme
cripi.o, comas formalidades e pelo Diodo, as candiode-a uatar.
que ae mararaaa bo regulaamafito de aae A***""*1' "uios commwettw appro
tou art. l, % 3. deada aempre SI ^eoaaay e veaaer letns de caaaM
aldWos o director cu algum lente Har^. parte
notado
por elle
para esse im.
Ucgulaiacau eoiupleiueutar
dos Htatntoa.
o aobre Bat-
earlas de er lito para viajar ou a n
A
goaM
O baoeo lambem se eacarrega mediaste a com-
petente oaamisio da compra e venda de apoliees
da divIdaaBDiica, acc5es de eompanbias no Brasil
Art. 2. 08 exames Serao julgados por oo em w uUU iDma commissao composta dos examinadores, videndo, letras ou outros qaaesqaer molos,
qual fica dito qaarto. segundo reciataa o che- ^ presi(iente de ^q trata 0 art- 56 dos es. Eapadienta do banco. das. 10 horas at
fe de polica interino em oficio de 2! deste Ulut0 de C0lflII1ssar0 nomeado pelo ur^riotorio nrovi^m 7 i. d
ez.-Que se desse ordem ao engenneiro presidente da provincia, e de nm dos lentes rmmttfZSStfmB*
para ir examinar, e orear t obra que neces- te faC0|dsde designado pelo o*ireclor.
O presidente da provincia, em taes no-
mea^es preGrir. sempre que for possivel,
os lentes da facul,la Je.
.______________________________________________________________.___________________________________________________
sario fazer-se.
Ouiro do mesmo de 23 do corrente, di-
zendo que com a informado, junta por co-
pia, miist ada pelo chefe interino da repar-
tilo das obras publicas em 11 deste mez,
sob n. 86, responde ao qae em 16 do dito
mez loe dirigi a cmara, reclamando sobre
as 4 da
Peln rioho,
K. B. Bloxham, Maaager
Josepb P. Lambley, Aeconntant.

RESPvjSTA
O individuo que p jblicou ante-bontemnes-
Calaa filial do banco do Brasil
em Peraarabnco. aos 26 de Ju-
Iho de 1869.
De ordem da directora se taz scieate aos Srs.
accionistas, que o thesooreiro esta' aotorisado -
pagar o 27* dividendo das aceces do banco do Bra
ciO quarda-livros
igoao Nunes Correa,
a falta das passagens de nivel, que a com- te Diario, um arliguito com o titulo.Vo *". inscripus n'esu calza, a' razio de 12*000
panoia dos trunos urbanos obrigadaa h-'pegamos bichar as signado por^rrrofam-
zer em todos os pontos em que utta liaba n0 a escola normalnio passa de um ca-
cruza, ou atravessa as estradas Posto em lumniador indigno.
discassio, resolveu-se responder a S. Exc. | oj alumnos da escola normal sabem mui
que a informacSo dada pelo director das bem respeitar e acatar quelles que lhesdiz
obras pnicas n5o satisfaz, visto que as a lei que slo seus superiores, e pors serram
passagens de nivel si > to indispensateis, e s3o incapazes de dizer respeho do Sr.
que nada teem coa o ser a estrada provizo- Dr. director da iostrocao publica o que disse l? a 8loe dfl prazo maior a uxa a conven-
ria, por quanto o art. 3ado contracto esta-'esse intregaote, cuja cauda est bem de fora ciouar.
belece esta cjndtcio.Quanto a serem ellas ---------._---------~i!
Englih Bank
OF
Rio de Janeiro, Limited
DESGONTA letras da praca de prazo cur-
de madeira, nao pode approveitar a ideia
emettiila pelo refirido director por ser a ci-
dade calcada. res que n50 de irahi-lo sem o menor ecro-
Outro do Or Quintino Jos de Miranda, pU|0.
de l do correte, communicando ter sido Se o calumniador "ollar, voltario tambem.
nomeado pelo Exm. presidente da provm-; Algum* Normalistas.
cia, para exercer interinamente o cargo de m ,IILIIi....., ,
ebefe de polica, por impedimento do actual, | n0 oflioio do direcior do arsenal de guer-
o Dr. Fililo Heorique de Almeida, cujo a0 senbor inspector da thesouraria de fazen-
cargo bavia assumtdo no dia 20 do dito mez. da, puocada no dia 21 do correte, bou ve
Que se aecuzassea recepto. u u eogano, que coovm rectificar: quando
Outro doDr. Ayresde Aibuquerque.Gama se trata das garrafa?, de espirito de vinho,
! secretario da assembla provincial, remet- onde diza 5u0, leia-se-6o' rs,
leudo dez exemplares dos annaes da mes-
ina assemoia na sesso do crreme anno. >
Vlandou-se destribuir, ficando ura para o
archivo.
e deixa "conhecer'o pasquineiro mizeravell BECEBE dinheiro em. conta corrente e
qae despeitado, entende que os mais nanea prazo Bxo.
viram gente e que amiam to morios de amo-
Outro do subdelegado da freguezia do Po-
co da Panella, Dr. Ca los Jusnoiano Bodri-
gues, couimuoicando lerem 21 do corrente
assumido o exercicio do mesmo cargo, para
o qual fora nomeado por poriaria de 19 de
Apa Florida ce flurray i Lan-
Diao,
Em consequenc a da sua grande e vasta
popularidade e justa celeoridade em todos
os mrcalos da Amrica do Sul e das Anti-
Ihas, para n uso de cujos paizes, ella foi
exclusivamente manufacturada, ha mais de
vinte annos; a mesma tem sido extensiva-
Po-
rm p'esentemente o artigo original foi in-
mesmo.-Inteirada. M ,,on.. mente imitada e contraf^ita neste paiz.
JS do subdelegado da Magda en,a Jo e sentemente 0 artig0 origi|ial fI
Bernard.au Perca de r.lto, respondemio eemvirtude d5 mesmo apresen-
sobre o costuuie inveterado, que existe em
urna grande parte da populaco daquelle
SACv vista.ou prazo sobre as eidades
priocipaes e Eurupa.tem agencias na Babia,
Buenos-Ayres, Montevideo Newyork, Ne-
vafOrleaos e emitte cartas de credifojpara os
mesmos lugares.
7 L irgo do Pelourinho 7.
Jovo Banco de Pernambuco
Eni liqnidaco.
O novo banco paga o \9,. dividendo de
50000 por accSo, nos dias uteis, das 10 ho-
ras ao meio dia.
ALPANDEGA.
Rendimento do da i a 24........ 539:433^993
dem do di 2o ............... 22:806Mo7
562:2iO030
Voluroes entrados com fazendas...
gneros....
Volames sabidos com fazendas...
c gneros....
243
434
-----: 697
147
394
------541
districto, de crear caes solios ten chegad) a
um poni lal de abuz >, que tornase quazi
perigvSo aos transentes pausaren) pelas es-
tradas, conclue pediudo providencias.Pos-
to em discussli, resolveu-se recomendar
ao fiscal a exeuco do artigo 8 das posiu-
ras de Ho de ocveiubro de Ifiou, reUtiva-
menle a prohimcao de ces soltos pelas ras,
e que se respondesse ao subdelegado ler a
cmara providenciado.
Outro do juiz de paz do 3 anno do 2o dis-
tricto da fretjaezia dos Af jgados, Antonio
Cildas da Silva, coinmunicando nao poder
continuar uo exercicio do mesmo cargo por
achar-se doeme.Quesj respondesse pas-
sasse elle o exercicio ao seu inmediato que
se acha juramentado.
Outro do procura lor, remetiendo o ba-
laucele da receila e despeza municipal reiac-
tivamente ao mez de juioo ultimo A cotn-
misjo de polica.
Outro do engenneiro cordeador, respon-
deudo con i itie lu ordenad) sobre a medi-
cao do terreno necessano na freguezia do
Puco para o Matadnuro da mesma freguezia.
tar a distiocliva marca commercial dos pro-
prieiarios, p o fcilmente ser distinguida
pela sua apparenen exterior dessas outras
simuladas c fraoduleotas composices. Os
siguaes internos de perifolla genuidade sao
muito menos fcil de engmo, por quauto a
Agua de Florida de Mnrr-iy e Lnnmnn tem
e desenvolve o aroma proprio das frescas e
florecent-s flores e plantas do trpico das
quaes ella deriva a sua ella e exquisita cora-
posico, e a exposico ao ar, em lugar de
diminuir, augmema a delicadeza de sea fino
aroma, em lugar de protuzir urna emana-
?^o acre ou urna certa efiluvia desagradavel
como act>ntece, com esses perfumes e aguas
de cheiro as quaes s5o preparadas e com-
postas com leos baratos e forlissimos de
esseocias.
(Tenfia-se pois todo o cuidado de examinar
e ver que os nomesde mdriiay 4 lanman se
achem inscriptos e iinpressos sob cada en-
voltorio, letreiro ou garrafa, pois que na
falta dos mesmos, nenhnma verdadei-
ra).
Vende-se as pharmacias de A. Gaors e
J. da G. Bravo 4 G. e Maurer or C.
Mandou-se remelier a cmara respectiva .
para iuieuder- -e cornos propietarios desse Elicafidos juiECa eesfirivaes quel|l
terreno, e defiQictivameie apreseniar o pa-

recer.
Outro do fiscal da freguezia do Poco da
Pauelia, dueudo ter procidido a corridas sa-
gitaria na uita freguezia nos dias i i e 18
de juibo ultimo, acom.ianhado do Dr. Igua-
co Firmo Xavier, para o qu fui preciso
alagar dous carros, um dos quaes j foi pa-!
go, licamlo-se a dever o outro na impor-
taucia de lu5 rs conforme a conta junta,
pede a cmara, nundjsse pagar, nao s a
dita conta, como as vezitas do medico.Pos-
to em dtsCusSiO, o Sr. Or. Minada opp5e-'
se ao pagamento He doas corrida-,, ebem
assim do alujuel do carro, aitendendo o
curto iniervallo de urna a oulra.=No obs-
tante mandou-se pagar a conta, e as vezitas
ao medico, arbitrando-se para pagameato
de cada urna desias a quantia de 103.Os;
senuores Dr. Miranda e A quino votara m
contra.
O Sr. Dr. Pitaoga pede a palavra, e sen- !
do-lbe concedida, faz ver que leudo sido re-
meiti Jo a Ctfiumisslo de polica para dai o'
seu parecer, um officio do inspector da the- j
sourariiproiicial, com dispacuo dapresi-l
deocia, sobre a representado a ella feita pelo \
administrador do consulado piovincial, re-!
lanvdiuente a falta de uouneragSo de algins
predios novamente edifcalos na freguezia
da Boa-Vista, e onsuita.loa lei, ntendeque
avisjado ari. 4" do regulamento de 16 de
abril de 18*2, a cmara oorigada a .an-
dar numirar as mesmas casas, e neste seo-
(lc fiistejip o goriosu archaujo S.
iigiel, uesla matriz n > futuro auno
de 18138.
JUIB*.
Os Iilras. Srs. :
Jos Migii"l de Lyra.
Domingas J .> Ferreira.
Juicas.
As Euj?. Sras :
D. AlXadlnoa do R-go Bapli la, 6lha do Sr. Ha-
noel Jj.cj um Butista
I). Pastor) TlHoloriea. doi Santos, raalher do Sr.
M-. i., i Jj- ;.
I). Mtria da C ocelcaoN.sel ment Santos, mulhor
tl-j Sr. JjSo F>-rriora dos Sinto; Jnior.
E crives.
O* JHms. Srs. :
Demetria Accado de Aranjo Bastos.
Maaoel do X*>eilBeaio Perreira e Silva.
J)o Mana d- Aibaqnerejue O iveira Filbo.
E-cnia<.
D. Anm Miria Lee Tellss, mulber do Sr. Joao
Raplisla l.-lles.
D. llilma i.>clecia do Araujo Mo'.ta, malherdo
Sr Virgilio Jas 'la Mulla.
D. Franetsca Haretra los Re Lobo, mulhar do Sr.
Maooel Itidoro de Oii'-ir^ Lobo.
CoosMMrso da irmaoiade das Aimas, erecta na
tnutrij! .le Santo Aoiomo do Reeife, 20 de outubro
de 18u7.
O vigarlo,
Jaao Jos da O = a Ribeiro.
CMMSKC10.
PRAGA DO REGIFK 2i DE OUTUBRO
DE 1867.
As 3 ii nons da tarde,
companhia de Beberibe 6 0|0 de
Acedes da
premio
tido se (lena iuformir a presidencia. Assim Apoiices da lvida publica14 por cento de des-
se resolveu, e se landou espedir ordem ao' n f'lDl0- fc n en
p-ocurador.-Mandou-se officar ao enge- ^XTiSSSi^J90" '"^
nneiro que bzese o orc-imento da obra do! Suveira,
Poco com a urg mcia que foase possivel. Presidente,
ispacnaram-ae as petteoes de Autooh Mara Macerfo,
de MiraodaSeve, Anua Tnereia do Sacra-1 ____Secretario.
ment, Antonio Carlos de Almila. Antonia 'Mfnm hinon ii Paraumhnon
Mar.a da Paz, jmingos Jos da uina La- .a JV0 OlGO dQ l emHmUCO
ges, Dr. E loo Braodao, Francisco da Barros Correa y 'J IU" UttU
(i), Ferreira de Araujo, bac!iar-l Francisco1 Os. Srs. accionistas do novo flanco podem
Leopoidmo de Gusmao Lobo, Ignacio Bar- recebar o 2 dvidenc.o de 46 por cento do
roso de Mello, Joaquim da Silva Beg, con- c,Pltal apolices a divida publica, que
Descarregam hoje 26 de outut.ro
Escuna prussiaoa Ernest August mercadorias.
Vapor ioglez-O/iuia-idem.
Polaca hespaoholaSorpreza vioh^s.
Billas poriuKnezflerimpago diversos gneros.
Brigoe portoga7Lata l irtem.
Br>gue inglez -Quen of lite F/ul-carvo.
Brigue nacicrnal uhrtda enarque.
Birca ioglezaTrawWer-far.oba de trigo.
Iinp ra^o.
Vapor nacl Micei, maaifeslou o seguale :
63 couros Goncalves Beltrao.
50 sacos arro?. ; a Francisco G^ngalves Torres.
40 latas oleo ; a ordem.
10 saceos legamos; a J >s Angosto de Araajo.
8 volam' encoramendas, 64 siccas algodSo ; a
Mmlello, CHueira St C.
5 saecas algodi); a S Amorlm.
RECtSBEUORIA IOE RENDAS FNTFRNA?
OBRAS.
Rendimenio 4o dia 1 a 24.......... 'iMUVii
dem do dia 25................. 743*173
O Dr. TriatS de Alocar Ararpe, ofBcial da
* imperad Ordem da Rosa, 'e juiz especial
do commercio nesta cidade do Recife de
Pernambuco e seu termo por Sua Mages-
tade Imperial e Constitucional o Sr. D.
Pedro II. a queDeus Guarde, etc.
Fa^o saber aos fao o present edital vi-
rem e delle noticia tiftrem que ao da 7 de
novembro do owrento anno se ba de arre-
matar por venda a quem mais der era praca
publica deste joiro os escravo? segnintes:
Victorino, crioulo, com SO annos de idade
pouco mais oo menos, com offieio de mar-
cineiro; avahado pnrrjeojooo. JoSo, de na-
ci, de idade de 35 annos, avahado por
BwiJooo; os qoaes foram penborados por
execucao de Jos Lopes Alheiro contra Jos
Marques Soares.
E para qae etiegae ao conheelmento de todos
mmdei passar o presente que sera publicado pela
imprenta e afiliado nos lagares do costme.
ReCife ti de outobro de 1867.
Eu Manoel Maria Rodrigaes do Nascimento, es-
crivio o sobscrevi.
_______________Tristio de Alencar Ararlpe.
CONCURSO S FBKGUBZIAS VAGAS.
O Dr. Joaqoim Francisco de Faria, commendador
da ordem de Cnristo. conego bonorario da impe-
rial capelU, lale jabilado de iheologia, deo da
santa igreja catnedral de Olinda, deputado a as-
sembla geral legislativa do imperio, vigarlo ca-
pitular da dioeese de Pernambuco, sede va-
cante.
De conformdade eom o alvara' das ultimas fa-
cnldades de 14 de abril de 1781, concedido relati-
vamente aos concursos e propostas dos beneficios
vago*, confirmado pela resolucao de 4 de jnlho de
1820 e mais luis e rdeos imperiaes em vigor, po-
nbo em concorso pelo presente edital as segnintes
ireguezias vagas deste bispado, a saber :
A de S. Jos de Iugazeira, a de Nossa Senbera
da C mcelcio do Rio-Formoso, a de Nossa Senbora
da Concedi da Pedra, a de Santa Anna na povoa-
co do Saceo, e a do Senbor Bom Jess de Paaellas,
todas desta provincia de Peroanibuco.
A de Nossa Senbora da Conceijao da villa do
Gonde on Jacoca, a de S. Miguel da l .na da Trai-
cSo, a de S. J s de Piranbae, a de Nossa Seohora
da Luz da Pedra Lavrada, a de Nossa Seohora do
Rosario da povoaejio de S- Joo do Rio do Pene, e
a de Nossa Seohora das Dores da Laga do M u-
leiro, todas da provincia da Ptrxbjto.
A de Sant'Anna da v.lia de Upanema, a de Nos-
si Senbora da C' ocelcao de Agua-Branca, e a de
iNos. vincia das Alag.is.
A de S. Joo Bjptista de Porla-Aleitre, a de Nos-
sa Senbora do O' de Papary, a de NobSa Seobora
das Dores do Pal, e a de Nossa Seohora do O' da
Serra-Negra, todas da provioeia do Rio-Grai.de do
Nona.
Todo o reverendo sacerdote ou clrigo que quei-
ra fazer pposlgo as igrejas icima referidas, apre-
seote-se com seos papis promptos e correotes oa
forma do estylo, para ser admiitido, fazeodo ler. u
de opposicao dentro do praso de sesenta das, no-
dos os quaes se proceder' ao concurso, no qual
respiDdero os reverendos oppositores a nove ca-
sos de u.oral e coosciencla, e farao urna exposi^ao
oa homila do Evaogeltio que eu assignar, para
proper a S. M. o Imperador os que f rem julgados
mais dignos na forma dos sagrados eaooues e con-
cilio Tridentino.
Dado nesta cidade do Recife, sob o mea signal e
sello capitular, aos 12 de omui.ro de 1867.
E eu o padre Joaquim da Assumpcao, eserivao da
cmara ecclesiasuca o sobscrevi.
Deo Dr. Joaquim Francisco de Paria, vigario ca-
pitular.
Lugar do sello.Assotopco.
Edilai pelo qual maoda S. Exc. Rvma. por a con-
corso as fregoezi s vagas de>le bispado.
Para V. Exc. Rvaja. assiguar.
*'^'ppi^<^
1^1 'hi-iti nm
gara qo| deiiem.de sr, JeviJarneute proeessada,
tem resolido qne tf ora em orante as milis se fe-
eMsa a* 6 horas da wrdeOo dia aMsttor ao d
ebe^ada is meimos vapores.
6ntio?o,deT8670:,'0e0fM,ft<,eeer,MmlM,* 2' "*
O administrador,
Poanlpgos dw Rasaos Miranda.
32:805 S985
MOVIMENTO 1)0 FQBTO
Navios entrados no dia 25.
Saigou (oa Gnin*) 74 dus, galera ingleza Joftn
Uetton, de 618 toneladas, capital B lUtelller, e-
quipagem 18, carga arro; a'lldory For^ter.
Veio recebar ordens e seguio para Go'k.
Aracjii e portos interrujijios4 das, vapor bra.
alleiro Poteagi, de 281 tonelada, cora oandante
J. I. pereira, equipag^m 30, carga algodao e ou
tros gneros; a' agencia pernamhacana.
Asmj 8 dias, Dale brasileiro Nova Esperanza, de
61 tonelada, capiao Manoel F. Sall-, eqoipa-
gem 6, carga algo lo e ouiros gneros; a' Bar-
thjloineu L arengo.
Parahyoa10 horas, vapor brasileiro Moltaue. de
4z toneladas, commaniante Jos Dnarte de Soa-
za, equipagem 6, era lastro; ao baro do Livra-
meato.
Rio-Grande do Sol19 dias, barca pnrla^ueza Ar-
mind-i, de 28(0 oneiala, eapilo Franeneo I<-
nacu da Nova, equipagem ll, carga 14831 ar-
robas de carne; a' David Ferreira Bailar. Con-
duzio uro escravo a eolrgar.
Rio de Jane'ro13 das, pjlac hesnanhola Para-
tons, de 401 t>oelada*, capilao D. Pedro Rotes,
equioagem 1 i, em la-tro; a' ordem.
Paraoyba 2 das, hiate brasileiro Protector, de
Hj imi i.j;t-, capitn Joaquim Lnlz Gingalves
Peno?, equipag^m lO, carga toros de mangue ;
ao mesmo opuo.
Navios saludos no mesmo da.
Liverpoolvanor Inglez Cassine, commandante
I. T. S. Lark-y, carg algodao e outns gene-
ros
Liverpool-Vapor ioglet La Plata, capitao Hairby,
cirga algolao e outros gneros.
Barcal >naSumaca hespanh .'a Iroviita, capitao
Geraldo Czales, carga algodo.l
.DECLARAQOfiS.
Santa
casa da misericordia
do Recife
Pela secretaria da Saoia Gasa de Mi do Recife, se faz sci-nie a quera ioteressar qae o
IHm. Sr. thesoureiro commendador Jos Pires
Ferreira, no salo da casa dos expo;tos, pelas !(
horas da maoha do da 28 do correte, fara' ca-
ganiento das mensalidades reoi'iJa- dejulho a se-
teaihro Qado, as amas qae alii se apreseoiarem
conduzmdo ascriaocas que Ibes foram coifladas.
Secretaria da Santa Casa de Misericordia do Re-
cife, 11 de ouobro de 1867.
O eserivao,
Pedro Rodrigues de Souza.
U
^
Notice.
rKS' De1W,'aper8Boik-reels, Samples M r-
lt?*18 ,0 DMrl a|1 P"ts of the
world, and can be prepaid al ib office eltber in
mone,, or by meaas ol Brtu^ P.sRP s.amps.
Lelters onJy can be prepaid lor the Kiogdom of
Portugal. The Br.iib ata-rato on latiera for
Portugal, is foor Pence for each qoarter of an
onnee (two oitavasj.
iMeaey orders.
Are also issaed al ihis coosalate on any of the &
principal Post Offices in Great Bruna aad IreUod
at Ibe fallowiog rate of commission.
Forsoms
4t
8
Os9d
3*1
i* .
Si
I s6d
t
I te
-I
3HS
i s 3tt
s
-I
Sil
M
|I2
a2

$1
3 8-Odz^
Paymeos for money orders may be mfde either
lo Soverelgos or their equivalen! la Ibe Paper mj-
ney of the Emplre, at tbe carrent rate of Ez-
chaoge.
Brilish coosulate, Reroambaco octobtr 25, 1867.
Bentinck W. Doyle,
H. B. Ms. cnsul i Brltish packet. agaot.
COinUMIO ASABVAS.
Pelo quartel-geoeral se faz pobli-n para setnela
dos ioteri-s^ados, que fa'leceram na enfermara do
Saladelrn oo estado argentino, as praeas do exer-
cito do Br imI abalxo meoclooadss, oaiuraes de-la
provioeia, como foi declarad) en offlcio da presi-
dencia de 22, referindo-se ao aviso circular do .mi-
nisterio da guerra de 12, tudo do correte mez.
2' sargento Antonio Joaqoim de Mello, lllho de
Jos de Brlto Mello, idade 28 anuos.Fallece* em
12 de setembro de 1867.
Pedro Francisco da Silva, filho de Joo Correa,
Idade de 28 anuos.Fallecen era 28 de agosto de
1867.
Jos Lonrenco da Silva, fllh) de Msnoel Loaren-
(o da Silva, idade de 19 anuos.Fallecen en 28
de agosto de 1867.
Secretaria do cornmando das armas de Pernam-
buco, 25 de outobro de 1867.
Francisco Camello Pessi de Lacerda.
Tenente-cororel secretario.
Arseual le guerra.
Olilm. Sr. coronel director iioarseoai de guerra
desta provincia, manda declarar que nalando tido
effeito a arrainitacao do ferro velho que ultima-
mete teve. lugar; em virtude de ordem do Exc.
Sr. presidente da provincia, de 23 do c.rrei.ie, vat
ser novameote arrematado dito ferro do dia 26 pe-
las it huras da manha.as pessoas que se qaize-
r:iu propur a tal arremalago, dirigam se oo da e
hora indicado ao poriodarepariicao afim de pre -
larem seu laoce.
Ar.-eual de guerra de Pornamboco, em 24 de
oatubro de 1867.
O escriturario
Jos Alfredo de Carvalho.
O Illm. Sr. inspect j da ibesoararia de -
zenda d sia provincia maeda fater publico qoe-
acha-se autorisado a vender apolices no crrenle
semestre ao prego de 88 por cento. As pessoas a
qoem interessar, devero comparecer na referida
Ibesoararia.
Secretaria da tbesooraria de fazenda de Pernam-
buco 21 de outubro de 1867.
Servindo de ofO-'ial maior.
Manoel Jos Pinto.
De ordem do lllm. Sr. m.-peciur da alfandeg",
se faz publico qne.flca r.asf-rida para o dia 2.
do corrate, depnis do meiu da, a arrematagao dos
ubjecios que por falta de licuante?, deixaram d^-
ir a pr.r no dia 26 do correle.
Alfanclega de Pernambuco, 2o deoulubro de
1867.
O eseripturario,
Euiychio Moodim Pesian.:
AVISOS MAEITIMOS
EOiTAES.
selhoiro Jos Btoto da Cuaba Figueredo,
Jo- dos Santos Vtllaca, Jos Carneiro. J >s
Mariins de Souza e Ignacio Clemente Ferrei-
ra, Maooel lioitiS da Silva, Mi ioel da Bar-
ros Barre o, Manoel Aolooio da Silva Ros,
Rufluo La do Uego Braga, Tdom Rodri- Pa m inutiliSarem.
tena de ser averbaitas na thesouraria de
fizeoila desta provini ia, em tempo de se-
rem admitirlas na ib ha dos juros do cor-
rete semestre.
As icCSes de banco devem ser entregues
da Boa -Viagem se-
~ '
EM LIQ IDACAO
Novo banco do Per uambaoo
So convidados os Srs. accionistas a re-
ceberem o primero i ividendo (em moeda
correle) de triota por cento do capital, tra-
zedlo as accSes para rera sendo annolla-
do Poco das ; nos dias uteis das i O horas ao Bol
ear'lO e julio ultimo -Boaviagem o do- J:-
gues da Cunha, visconde de Loares, Vicente
llerculano de Lemos Doarle, e levantou-se
a sessao.
Eu Francisco Canuto
crean o a subscrevi.
Deciaro em tempo, qne os Srs. Drs. Mi-
randa e Aquiuo votaram conin a ultima cor-
rida feita pe>o fiscal da freguezia
clarei.
Pereira
FoBcsd, Or. Vlas-Boas,
Dr. Miranda.
Simes, pro-,ireaj^ie, Santos
DiflWanga, Reg,
dia.

EgM Bank
O Eoglish Ba..k uf nio de Janeiro limitad t^ado
eslabelecido em coofwaiidade com o decreto n.'
Joao Baptista de Castro e Silva, com enda-
dor da ordem da Rosa, e in-peclor da
thesourana de fazenda da provincia de
Pernambuco, por Sua Mage&tade o Impe-
rador a quem oeus guarde, etc.
Fago saber aos qne o presente edital vi-
rem qne, em virtode da circular do thesou-
ro n. 41 de 40 do corrente nez, srro des-
de j substituidas nesta thesouraria as notas
de lo^oeo da quarta estampa; e qne em
tempo opportu io se marcar o dia em qne
devora principiar o descont da lei oo valor
das notas que nao tiverem sido at entao
substituidas.
Secretaria da thesouraria de fazenda de
Pernambuco, em 2 de outubro de 1H67.
Jlo Baptista de Castro e Suva.
O Er. Tristao do Aleoear Araripe, ufflcial da Im-
perial ordero da Rosa, jniz de direno, especial
do commercio, nesta cidade do Recife de Per-
nambncoe sen termo por S. M. I. e C. o Sr. D.
Pedro H a gu*m Dos goarde etc.
Pac> saber pelo preseoie qae pela segdinte sen-
tenc M aben a falleocia do cemmerciante Aa-
gasto Jos de Aevdi>. Vistos estes aalos motra-fe
achar-se em estado e Insolveecia o comierolante
Aogoslo Jos de Atevdo o qa.l do da 5 do mei
prximo passado, b mando que se proceda nos ter-
mos da arrecadaci), nomeado o eredor Itidoro dos
Aojos Porelncala para curid r fiscal, serviode co-
mo depositario da massa e depositario uerai. Pu-
blique se a faiteada por edilaes oa forma da lei e
dispeosada a opposicao dos selo< p>r se t>-r faavi-
do arresto nos ben conbeeldos, tesha principio o
inventario no da 19 do correle as 2 horas da
tarde.
.-Recife 15 de outobro de 1867. -TristSo de Alen-
car Araripe.
E para que ebegue ao cooheclmeoto de todos
maodei Tarr o preseote-edital qae ser afiliado
aos lagares do entume e publicados p*la Imprensa.
Dalo e passad) nesia cidade do R-cife de Per-
naroouco aos 22 de oatubro de 1867.Eu Maaoel
Silvioo de Barros Palco, eserivao Merino o subs
crevi.
TrlMo de Alencar Ararlpe.
De ora em diaote podem ser enviados pelos pa-
quetes a vapor da real compaehia Briaoaica para
qnasl todas as parles do mirado ; carias, joroaes,
livros e amostras de mercadonas etc., p;igaodo-se
previamente neste consulado o re-pertivo ir. te em
dioheiro ou por meio de sellos docorreiobritaonic .
Para o reoo de Portugal smeote podem ser pa-
gas de aotemSo, as cartas s-odo o porte quatro
peooies por cada qaarto de ou^a (duas oitava>) em
dioheiro esterlioo, oa sea valor.
Tambera se conc-lein ordens para dnheiro, cito
excedendo de 10 libras esterlinas cada o mi sobre
qualqner dos princioaes orreio- de Groa-Bretaoba
e Irlanda median e ama commissao couforme a la-
bella segalote. Es as ordeos poiera ser pagas em
soberaoos oa o seu valor em raoeda Crrente de-te
imperio.
Ordeos psra dioheiro.
Scbehns Peooies.
i Para as quantias nu excedendo J. "2. 9
P^ra as quint.as de J 2. al .2 o.. 1 t
Para as quaotias de 26 5. a' 3f 7.. 2 3
' Para as quantias de 3 7. al 26 10. 7
Consolado bntanuic >.pt-roambuco, i de o'i-
labro de 1867.Beouai k W. Doyle, consol de sua
magesiade britannica e ageote do eorrelj brltan-
D'CQ. _______________
CftrrglQi &M-
Pelaaaministrav'io do correl) desla cidade se
faz publico a qoem loieressar possa, qne nao se
demorando os vapores da compaohia M^s-aceries
Imperiales oeste pono em sea n-gresso do Rio do
Janeiro o tempo preciso para se fater a expedicao
das malas com direce a Eoropa,daodo assim lo-
ONDPlUU BSASILEIIU
DE
Paquetes a vapor
E' e-perado dos porlos do su;
at o da 8 d-' oowembro o vapor
Guai, commaDdanto upnmeir.
teoeoii' Peuro Hyppnliio Duarl?.
o qual dep.iis da demora do eos-
liara os portos do norte.
KecHbrrn-se desde ja passaguiros e engaja-se a
carga que o vapor poder conduiir a qual devera*
ser embarcada no dh de sua ciiegada, encommen-
das e dioheiro a frete at o di i da sabida as 2 ho-
ras. N)se recebe como encommeodas se nao
objectos de iieqo n v;|or no excedendo a dnas
arrobas de peso mi a 8 palmos cbicos de m-digao
tudo o qo-> pa-sir distes Inultas devera' ser eo-
barcado c. imo carga. Previoe-se aos Srs. passa
geiros que soas passagens s se receben) uesiA
agencia ra da Crtu n. 57, escipiorio de Auto
nio Lj' de Oliveira Ai.vedo & C.
COnPlMlIIA
DAS
Messngeries imperiales
No dia 29 di corrente ra* esoera-se dos portos
do sul o vapor fruir. Navarrc, commandaoie
Slasseo.'t. o qual depois da demora do costnme
sesuira' para Bjrdeos tocando era Dakar (Gor ;
e Lisboa.
Para coodiccSes, fretes e passagens tratase na
agencia ra do Trapiche n. 9.
TRO
EMPREZA- COIMBRA.

1167.
SABBADO 26 OE OUTUBRO PE
A qointa representarlo ao drams-sacfode ranoe1 eSo?Uiolo *m 5actos d 8 q^adro, orna-
do de msica, rahsforma?5e, visoxIMades, legos te., ele; lotitoMdo
& mmi
_


ttulos dos QUADROS.
Qoadro I.*O paOtq com o DIABO.
Quadr .-Rosas b flok<.
Q'iadro 3-A sirroir.A DA, Ssfttu.
Qafedm 4."-O iorAmbbto d i co.
Qnar'o 5_a lustiyA divina.
Qdado .a voz maternal.
QudlV 7.O DIADBMV DA GLWtlA.
<
Dar na) ao eapscueolo a sceia^oaica ornada de cante pela aclrit D. .Aatonia Joaoftite
IVLIZ.i
i
ni .
> r
Coonean' as




/.
C0MPA1HIAMASILEIRA
PAQUETES* A VAPOR
Dos portosdowte* espera-
do al o da 31 de etobro o
vapor Paran, rommaodaote
o capillo de fragata Suata
Barbara, o qoal depois da de-
'mora do coslume seguir' para
os-perios do sol.
Recebem-se desde ja passageiros 0 engaja se a
carga que 0 vapor oodr condotir a qual devera'
ser embarcada no di* de sua chegada,,eoeeauDo-
ds e dinbeiro a frete at o da da sabida ai i
horas. Nao se rer-ebem eneomroendas m nao ob *
jeetos de pequeoo valor e. que nao "nadan de
doas arrobas de peso 00.8 palmea cbicos d me-
dicto, todo o qoe passar deste limitas devera sor
embarcada coma carga. Praviee-saaos Srs. pas-
sageiros que saas oassageos s se recebira esta
agencia roa da Croa a. 57.
COMPANHIA PERNAMBUCANA
flavegaco costeira por vapor.
Maci e escalas e Penedo.
O vapor Peteng, commandanle
Pereira, segu para os porlos ci-
ma 00 da 30 do correte pelas 3
boras da larde. Recebe carga
at o da 29 : passageiros. en-
rororoendas "dmheiro a frete at as 1 horas da
Urde do da da saluda ; escriptorio no Forte do
Matos n. 1.
P5?----------
Segu em direitura ao indicado porto o patacho
nacional Volante, leudo grande parte da carga ja
oog'jtda, para o resto trata-se como sea consigna-
tario Antonio de Almeida Gomes, a ra da liruz
n. 23 primeiro andar.
COtfPANHIA PERNAMBUCANA
DE.
navegara o costeira por vapor.
Parahyba, Natal, Maco, Aracaty, Cear e
Acarac.
O vapor Pirapama, comman-
d.ini- Torres, segoe para os por-
os cima nj da 30 do correte
pelas o horas da tarde. Recebe
carga at o da 29 ; passagelros,
encemojeodas e dioheiro a frete at as 2 boras da
tarde do da da sabida : escriptorio no Porte do
Malos u. 1. ____________________________
PARA.
Para o indicado porto pretende sahir eom muita
presteza o patacho Paraense, por ir mals de doos
tercos de se 1 carregameoto : para o pouco que Ihe
(alta trata se com o consignatario Joaqnim Jos
tionealve* Beltrio, roa do Trapiche n. 17._______
Para o 4racaty
pretende senir obstes oito 'lias com a carga qoe
ti ver o palhanote Joven Arlhur, tem parte de seu
carregameolo a bordo, e para o resto qoe Ihe falta
(rata-se com os seas consignatarios Antonio Luiz
de Oiveira Azevedo & C, no sea escriptons ra
da Cruz a. 57.
AU>a*se
o segando andar do sobrodinho da roa da
Guia n. 46: na roa do Imperador o. 73,1
andar. _____
Quena perdeu urna penca d chaves
pequeas enriarlas [fuma cadeia, queira vir
busca-la esta typefrapbja, oade dando os
signaos ser-lbe-ha ella entregue.
iluga-se
a toja na roa da Imperatnz o-86; rvanUcse ama
armacao de amarello eoTernisada, nova, ja eolio-
rada na ra-sma casa : a tratar nt sesma roa o.
6, lija da arara. _______
Aloga-se um preto escrava que tenha de 40
a 50 anaos de idade, bem cerno um oieque de 18
a 20 anoos : na rna do Queimado n 12. primeiro
andar, ^^__________________________
Sitio para alagar
Alnga-se um sitio em Bemfica com' commodos
para graode familia, a oargem do Gapibarlbe, e
porto para entrada: a tratar na ruada Cadeia
__________________________________'
Ama
Precisa-ss de nma ama para todo servido de
una casa de pouca (amilla, prefere-se escrava :
na rna da Cruz n. 8, 1 andar.________________
Club Pernambucano
Domingo 27 do corrente, baver reunio
familiar.
offlcina d 30, previne ao respeitavel publico que se, TUnTeTll rPj?na_lt)uCOl
acha COm grande SOrtitMMtO de J_ttH_. ^"aemda mclori. e m camprimenlo do
de variados costos, o qn est T n*_flM__P'os ~peti.vos estantos, rmebinado eom o
lodo o proco que os freues qujrjm, ~J^'.&^ d^^
stm como coucerta toda t, qualquer obra 1 *es, fcs Jo,uim .ivs.ul Dmd ogo, i Pr-
mait inattli-das qoeestejem, COfa^ajl-HO" Wrrllujwtrirt./.rjaim VieiraCnelho.Jjo Fer
convidam, giranfido-se a presteza e segu-
rarla do trabalho : I
CoDCertos em rancelins e drdrJe*
con cor........Ix>
Dito e_ puiseira, alfieetes e rssetas
flcaodo obra nova ...... j5o
Dito em aonis, dedaes, loqoes.de ma-
dreperola ou sndalo .
Gravar brillantes ou diamantes.
Urna podra qualquer.....W*
Lirapa se baixeuas completas por 5/Jooo
\Pecas avulsas, 12 colheres para cb ou
. 5oo
, W
. ,564o
. 45000
. z&ooa
33, loja de
AID ft
A3IHTMI
nandes Parele Viaooa, Tneitooio de Oi'ivlrt Ne-
jes1 Villela, Praooisco Augusto de Oliveire, Jos
Lolat'AMVedo e Jnqjiim Perrelra da Srlva Gol-
maraes, para se habilitaren) a aproveiUr-ll a fa-
cuidado que Ibes confere o art. 18 dos mesan es-
tatuto-, abano transcripto. I
Art. Ig;- Ficaampkida ao- herdeiro- ou repre-
seutaotes, reconhecidamenl-i taes, do socio fallec- j
,* a faeoidade de iraosferir oa tomar >ii o di-
Ifloooreito de socio effectivo, preeoebidas as fonaalida-
0000 des dos jj4 e i- do art. t2.
Seereiiria da dlrmioria do Gabiote Perloguez I
7^s
opa por j-_. ....
Urna salva para om copo. .
Urna dita para doas dito. .
Dita para tres ditos. .
Annel em ponteira de esfumma.
Na- praca da~Iadependeocia> n.
onrtves, comprase oaro, pratj e pedras preciosas,
e tambem se faz qoafqner obra de eacommenda e
lado e goalgner concert. ___________ __
Jos Joaqutm de Freitas Pereira, re-
tira-so para o Rio de Janeio._____________
de Leilnra, aos 2o de outubro de I8ti7.
V. Ferreira/'ebavl'Jntor.
_____ 1* secretario.
Ciixeiro
'Preclsa-se de um menino de 14 a 16 annos
".""na da roa Augusta u 1.
j. nmm illel*
RETRATISTA
Da casa Imperial de Brasil
Ra do abuga. 18, entrada pelo paleo Retratos por todos os systemas photographicos.
na
OEJVEIRO
O ralacho Lealdade proteode sahir para o Rio
de Janeiro com aquella brevidade qne Ibe for pos-
sivel, segondo a c.incnrre ca da carga que bou
ve* : quena ne'le quize: ra regar, pode dirigir-se
aos consignatarios Marques, Barros & C, no largt
d'i Coroo Sauto n 6, ou ao respectivo capito An-
tonio Joaqnim Pmza._________________________
Para
Vai em direiiura o hale nacional Lindo Paquete,
Crfpitio Francisc Ribeiro Barros, tendo ja. parte
da r.rga ; para o que Ihe (alta trata-se coro o res-
petivo consignatario Aatonio de Almeida G^mes
oa ra da Cruz n. 23, 1* indar.
i'ara.
seguir' cuna posslvel prt-steza para o indica-
do porto o volniru e bem conbecido brigue escu-
na 3'" -nal Graciosa, capilo e pratico Jos Ma-
ri 1 Ferreira : para alguma carga que Ihe falta
trata-se com o consignatario Antonio de Almeida
Gomes, a ra da Crac u. 2'i, 1* andar.
PORTO.
Pretende sahir para o Porto, com a maior bre-
vidade possivel a barra portugaeza tHumildadee,
te, ja ioet:-de 00 qoasi dons tercos do seo car-
rega.mento engajado. Para a carga que Ihe falta e
p-'-s;igeiros que gozaram alli de excellentes com-
modos, trata-se cora os consignatarios Marques,
Birro C, no largo do Corpo Santo n. o ou com
( e sitio Carlos Perreira Soares.
Illia de sT MigiieL
Para o porto aciraa egne o patacho poituguez
Jorgen^e de primelra marcha, para carga e pas
sageiros irata-se com o c asignatario Joo do Re-
g Lima, a roa do Apollo n. 4.
* .
LEILOES.
o
De 3u> p!c ca de 40 caixas com saba do oie-
Ihor qne ha h mercado.
HOJE
Saobado 26 de outubro as 11 horas em
ponto.
No arraazem do Sr. Anoes em frente a
alfandega.
O agente Pinto fara' leilo pjr conta e risce de
qu.-m p'ri'ocer de 3o presuntos ensacados e 40
caixas i' n sabao : as 11 horas di dia cima dito,
oo arma'.Htn do Annes.
_4
De mobilia;
Terca-feira 29 do corrente..
O agente Pestaa fara' leilo por conta e risco
de ) -:n pertencer de urna mobilia de Jacaranda'
lam;ios de pedra, candelabros, serpentinas de vi-
dro, carnas, mesas, jarros de porcelana, trens de
coM'iha, alguma leuca, vidros etc., asslm mals al-
fumas casacas de panno e paletots tanto de panno
cerno de brins e seda inclusive colletes : no dia
cima mencionado as II horas da manbaa na rna
da 'adeia do Recite n. 38, andar. ____
LEILtO
De uro cavalle de s lia gordo e pro-
prio para a Testa.
Hoje 26 de outubro.
P r Intervenga.) do agento Pinto, em frente ao
arrrurem do Sr. Annes.
AVISOS DIVERSOS.
Af-sooiaco Typ graphica Pernui-
De ordem do presidente desta associago coavl-
do aos Srs; soclo3 flectivo a reaairam se em as-
sembha eitraordlnaria boje a-: 7 boras da Bol te
na casa das sessoes, afim de prosegair.se em tr-
balo h de alto interesse social, j encelados.
Ordeno do da.
ContiouacSo da primelra dfseasao do projeoto
de H forma aos estatutos.
Seiretaria da Associaco Typograpbica Pornam-
bacana 26 de outabrj do 1867.
O i' secretario interino,
P. de Assis Mot-iro Pessot.
O mh hiihete garantido n. 1657 com b pre-
micnie fe*iO10OO, 4oi adida na Miz loja da roa
Nova o. 87. ^^^^^
Precisase de nm caxeiro de 12 a 14 annos
qia suba ler, serew e ewilar, na roa estrella
do Rosario o. 24.
.------------ 11<^
-As pessoas que quizerem dioheiro'a
joros, d'H-ijam-se ra Nova n.-63 que acha-
rlo com qaem tratar.
12
da festa dos Santos Martyres Crisp e Crispioiano.
A mesa regedora da irmaodade de S. Crlsplm e
Crispinlaoo, erecta no convento de N ssa Senhora
do Cirmo desta cldade do Recife, snentiflea ao
respeitavel publico em geral, qoe a apparatosa so.
lamoidade dos mesraos patrlarchas lera' logar no
da 27 do correte mez, e seguir o projecto qne
passa a mencionar. No dia 25 do corrente mez
as 7 horas da noiie ao subir das gyraodolas sabira
em pre.-litodo monami-oto sagrado de Nossa Se-
nhora do Carmo a aunllamma, em que se acba
esculpida o emblema dos mesraos 'aalriarch s san-
tos martyres Crispim e Crispioiaao, sendo este
prestito acooipaobado de virgens tanoeentes ador-
nadas com decencia que eos maviosos sons dos
instrumentaes com prazer man haro em conti-
nencia em signal de respeiio e acatamento a reli-
gio pelo adro do mesmo templa ido someote, on-
de com regosljj sd basteara o estandarte trlam-
pbante da religio.
No dia 26 ao meio dia romper' a msica mar-
cial bellas e barmoniosas pecas e diversas gyran-
dolessobiro, fazendo commemorar a vespera qoe
tera' logar as 7 hons da noi'.e.
Ao alvorecer da bella aurora do da 27 pelas 4
t|2 horas celebrar-se ba o sacrificio do AHissimo
com decencia devida e Ando este as salvas e gy-
randolas romperao noticiando a esplendida fesu-
vidade deste da, depols seguir se-ba a festa dos
mesmos Santos Martyres, que tera principio a? 11
horas da manhaa, na qual a oheslra dirigida pe-
lo dIMiQClo maestro Joao Francisco de MeodooQa,
eiecoiara' com denodo 00 gloria' as passagens
riis diffiVeis em inslromtniae- e j em canturas
e vozes to sonoras e mivio-as qoe ebegam arre-
batar a creatora. Fiado o gloria a orchestra da
qual regeote o bem coohecido e iosigoe artista
o Sr. Gabriel execatara' com acert e facilidade
urna das ouverturas dedicadas ao seu genio e pro-
p-'iso e subir nesta occasi&o o Bzm. e Rvm.
mooseohor o Sr. padre mestre Pinto de Campos,
ootavel pelo sea estylo, pela sua capacidade, pelo
o taleotoe Qaalmeote pela sua eocaladora elo-
cucao a cadeira da verdade onde dar' prova das
soas boas qnalidades e iote.,o-s. A tarde bavera
diversas b?l5es e a msica marcial levara' a pre-
senta dos expectadures diversas operas, ouvertu-
ras, valsas, sebotisch, composiroes dos melbores
profesares da Franca esero desempenhadascom
tanta destreza pulo hbil e distincto prolessor o Sr.
Mendonca que alm do grande conhHcimenlo qae
pussue d'arte, tem o ment de sacar notas em seu
instrumental anlogas as vozes humanas. A noi-
te dr->e-ha oTe-Deom Laudamos noqual orarat
o Rvm. Sr. padre mestre Kaphael Antonio Coelbo,
secretario actual da mesma irmandade a qaem a
mesa regedora lbe tesas grata pelos boas ser-
vaos prestados. Pind esie principiar o fggo ar-
iiiici.ii as 8 horas ds noite c^m nova e variadas
pecas, todas fabricadas no grande e bem eancei
tuado estaoelecimenio da viuva RuBno por nm in
signe artista qae sabe apreciar as bellas innova-
goes d'arle, que incansavel tem procurado as me-
Inores Invencoes pira entretenimento dos expec-
tadures.
Finalmente a mesa regedora pede a todos os
habitantes que residem no me>mo adro, que coc-
servem tanto na vespera como no dia a frente de
suas esidencias illummidas, e limpas as testadas
para maior brilhantismo e aceio do acto religioso.
Padre Raphael Antonio Coelbo,
Secretarlo.
O' abano assigoados commonicam ao publi
co qoo dissolveram amigaveimi-otea sociedade que
lin'.am sobre a firma Viuva Luna Jnior & C. e
que lii'a encarregadn da liquidaco da extincia fir-
ma o ex ..co Antonio de Sooza Povolide. Julgam
nada dever a .Tica, comludo se alguem se julgar
credor, apresentem suas contas no prazo de tres
das.
Recife 24 de oolnbro de 1867.
Antonio de Sou2a Povolide.
__________Aurora Franciica Cacalcante Lima.
Irmundad de N. 8. do Terco.
Pe ord-'ra da mesa [regedora fcgo publico que
a festa da nossa padroira tem lugar no domingo,
27 do crtente, na maulz de S. Jo>>.
Consistorio 24 de cutubro de 1867.
O secretarlo,
lote da Costa Bispo Jnior.
PlGRil
da festa do tteahor Bom lesus
dos Pobre Afilelos
Amanba, domingo 27 do corrente, ter
luyar a solemne festividade do Senhor Bom
Jess dos Pubres Afflictos, cuja solemnida-
de nao tem tido lusf.ir ba cerca de cinco an-
nos, pelos motivos j conbecidos por todos
os devotos do mesmo Senhor.
Hoje noite bavero vesperas, com todas
as solemtiidades do costme.
Amanha de madrugada baver missa, to-
cando nesta occasio a msica marcial do Io
batalbo de infamara, qoe tanto se tem dis-
tinguido na execocao das melbores pecas.
Diversas gyrandolas de fogo do ar, des-
pertarlo sem duvida os devotos para esta
festividade.
As 11 boras da manbaa, entrar a festa.
sendo a orebestra dirigida pelo hbil maes-
tro o Sr. Golas Fillio, a qual executar a
missa, a grande orebestra, de composiro
po mesmo maestro, que tem por tituloO
Dogma da Immacolada Gonceic3o.
Occopar a tribuna sagrada o Rvm. Sr.
Leonardo JoSo Grego : antes porm, o dis-
tingo professor o Sr. Colas pai, executar
no fagote um concert' de sna composicao.
A* tarde a msica j referida executar
escoihidas pecas de sea repertorio.
A- noite ter lugar o Te-Deum, orando o
Rvm. Sr. padre-mestre Jos Esteves Vianna.
Depois do Te-Ditim e durante a bencSo
do Santissimo Sacramento, a orchestra exe-
cutar a ouvertura religiosa ltimamente
composta pelo distinelo maestro Golas Albo,
que tem por tituloSaeta Isabel.
A mes i regedora da iraaodade do Senhor
Bom Jess das Dores, roga a todos os de-
votos do iuiraculoso Senhor Bom Jess dos
Pobres Afil otos, concorram para o maior
brilhantismo dessa festividade.
Consistorio da irmandade do Senhor Bom
Jess das Dores, 25 de outubro de 1867.
O scrivao interino, Jos Angelo Pereira.
Saques
Joaqnim Jos Goncalves Bel rao saea sobre Lis-
boa e Porto : a' roa d Traphhe n. 17.
Da>se tOAOOO mensaes pelo (servico de nma
escrava qoe cozinbe e eosaboe : na ra do Rao
gel m. 9. .____________
L'aiieiro.
Precisa-se de 'om calxelro qae tenha alguma
pratica de faz-odas de 14 a i > annos, qae queira
ir para o mato : quem estiva nestas condicSas
dirija-se a roa do Lmamenta n. 4, loja.
O II:. GuilBermj Naegill, medico, a
consultas todos os dtas d,s 8 boras as IOj
da maohae das 3 ato da tardo na sua!
residencia roa Novan, lii, aepecialidada
molestia- dos oihos.
Gratificando
Na noite dssabbado para dtmingo ultimo 19 a
20 do corrente, desappareceu >u furtaram 4k res-
pectiva amarrago oa camboa do Rosario, jonto a
ponte de MotJuolomt, a canoa Stota Cruz, de
800 arrobas de carga, bem construida e perteo-
ceate a fabrica de sab) de Miguel do Afoga-
do : qaem a liver apprebeodido oa der noiicla
exacta onde a mesma se acba pode dirigir-se a ra
do Amorim o. 41, bairro do Recife, que sera' ge-
nerosamente gratificado.
Precisa-se de nm menino para caixeiro d
taberna com urlica cu sem ella : a tratar na roa
Imperial n 246.
Alnga-se urna escrava que cozloba e engom-
la Mra:gfervteo'4e cara de familia : quena preci-
sar dirija-g^eoy-samo Amaro ao sobrdo junto ao
ceniterio tntftez.
Aowaime.'cio e ao publico
em geral.
Manoel Jos da Silva Regadas, negociante esta
belecido nesta cidade declara pelo presme qne
nada tfeve a pesoa algdfca, porm se altaem iul-
gar-se seuertdor podera' apreseotar mus litlos
aos Sr?. J s Gu Iht-rme <& C, na prara de Per-
oambuco oa ao mesmo declarante nesta cidade,
qne sera' immediaiamente pago. Paz-se someote
esta dciaraco om o Qm de desmascarar a cerlo
qudam que de alma pequea e jnizo translotaado
procora noegrecer e infamar a repotacao alhela.
Cidade de Mami n;oape 20 de ootobro de 1867.
|sassa fallida de Sebastin J>
da Silva.
m O abaizo assignado administrador da
g maas fallida de SehaiUao Jo- da Silva
JH ccnvlda s'is credor.-s-da referida massa
mt a apres'eniir Ihe os ens litulos conforme
2$ detertBlna o art. 859'do odigo commer-
*eeife V de ouiabro de 1867.
J- A. Horeira Das.
Retratos em \idro.
Retratos em paoel.
Retratos em porcelana.
Retratos em talco.
Esles retratos sao especiaes para se collocarem em alfinetes de peito> caaMietaa
botes e aneis.
Retratos em cartes de visita
Retratos em carte-album.
Retratos timbres-poste.
Retratos comees.
Existe sempre om variadsimo sortimento-de caixinhas, passe-par touts, qaa-
dros pretos, molduras douradas, alGoites e cassoletas de ouro fino para a colloeafao de
retratos. Veodem-se tambem albuns, slereoscopes, vistas para os mesmos, vistas 4e-di-
versos ediQcios e pontos desta cidade, apparelboa para photographia, ecbimicas para a
mesma arte.
\ Henea
Precisa se de nm caixeiro que entenda bastante
de mindezas, que seja bra-iieiro e d fiador a sua
conducta : a tratar na ra da Cruz o. 50, 1 andar,
das 10 as 3 da tarde.
Festa em Igaarass.
leudo de festejar-se no d a 27 do correte os
Santos Cosme e Damio no dito lugar, acha se
prompto o vapor C*ma mo dia a's 5 horas da maoh;, dbnduzmdo passa-
geiros mediante a quanlia da t^OOO per ida e
votta: as pessoas i|uM}ufrtMn comprar pas-
sagem'dirijam-se ao eserlpbn)' da-C^mpaohia Vi-
gilaDle de R-boque, no largo da Compaohia, sen-
do das 9 horas da manbaa a's 4 da tarde.
Precisa-se alonar om stiu n ex-
lergao da linha lerrea a Apipucos :
-inem tiver algori dirija se ao escrip-
torio n. 4, a ra lo Crespo.
na praca do
Ama de le le.
Prcisa-ee de ama ama de leite
Corpo S-nto-n.,17. 3'andar._______
Eu^enho
Arrendase ou vende-se mudo barato os eoge-
nhos S. Boaventora, moento o enrreote, novoe
com muitas matas, d.-lanie m;ia legoa d estadio
da estrada de ferro, do Ribetrao : hem como o en-
genho >accc em Ipojuca, b' m couhecido por sua
bnndade : os pretendentes ditijam se a ra do Li-
vramento n. 19.
m\u
Leciona-se a solfejo e a tocar varios
instrumeutns dando se as Iic5es particu-
lares e.u suas proprlas cosas, das .'i ho-
ras da tarde at as 9 hon.s da noile : a
traiar na ra Augusta n. 30 oa nesta ly
pographia.
li
Fog*
do ar
Recebem se encommendas de f'go do ar para
dentro e foia da provincia : no armazem da bola
amarella no oitao da secretarla da policio.
Atleiico
O arremliante das lojss de ferragens d) fallecido
Sebastio Jo- da Silva vem ollerecer ao respeita-
vel pnblicoaum completo sortimento de ferrageos e
miudezas por inetade de seu valor, grande sorti-
mento de aiambiqoes, bombas de japy e aspirantes
para os senhores de engenhos se provere.m de taes
artigos cora pouco dinbeiro, sinos de diversos ta-
maohos, fero ern barra, em arcos e folha, fog5>>s
de ferro e urna inlioidade de objectos, qne se torna
eofadooho enumerar
CLUB DO RECIFE
A partida do corrente mez, ter lugar na
noite de 26 e previne-se aos senhores so-
cios, que se acham atracados no pagamento
de suas meosalidades, que nao podem tomar
parte nos divertimentos da casa sem que se iuo lA w"1 Fnc'r.'
mnelrsm imilPi enm a sncAdarl> violn aocim VerdadeirOS, pa^a
0
0gsm& ali^

-t~
O professor publico primario da vi la de Gara-
nhnns rielo present declara que sempre osou e
contina a nsar da a-^ignainra de Joo Pernandes
Vianna, e nao da de Joo FernaDdes Vieira. como
lior eovnuo sahio o seu o jme irapresso no Jornal
do'Recifede 16 d.e4olho leste ann>, na pubicagao
da le prnvrnelal n. 7f>, anoo de Ucela. Assignaodo-se, como ja deixou
dlic;
rilo, qne engnosamnt reclamava a sni presen
ga a' fu i da* Flors n. SI. Villa* de Garanhons
13 de uoiulir i de IH67.
N. 2 largo da matriz de Santo Antonio n. 2.
RETRATOS A OLEO
Temos a honra de partecipar ao respeitavel publico a volla do Sr. Alberto Hens-
cbel que foi Europa com o duplo fim de se |or ao corrente dos mais recente*pTo-
gressos da arte pbotographica e adquerir para o nosso estabelecimento mais nm ar-
tista de talento.
O Sr. Alberto foi summamente feliz e conseguio engajar um destnelo pintor de
retratos, p
8. CIARLOS E31*ESTO FAPF
apressa--- anda en) declarar quj comsigo membro honorario da academia real de pintura da cidade de Dresda, e do qoal a replta-
n.i).-.- enundeu o abbuucid ios rio em algans c3o bem fundada nos ano-risa a erperar produQoes ootaveis no seu genero de trabalho.
bro prete-j Um progresso immenso ltimamente execuiado na pbotogiaohia, om domais
importantes consiste n'arte de obter retratos em tamaoho natural. Osando directamen
te na grandeza que se desaja, sobre a lela do pintor, o retrato photographado, por meio
de om instrumento especial chamado : cmara solar de agmentago
P< r esta forma o talento e o saber de um artista habii maravilbosameote se-
e infallivel dos contornos e das sombras que lbe pee
Achou seno caes de Capibanbe urna camisa
de madapolo lavada een&ommada e om tanto
u-adi : qcem for seu dooo dirija-se a ra da Im- cuu lado pela preciso absoluta
peratriz o. --i, que l -.ud > os sigoaes cortos Ihe
ser eotresoe.
HIST0lil4 m CAHLOS
XII
,Iei da Suecia
l'OR VOLT A l RE.
Vende-se esta excedente obra por 1{200 em
brochura, na livraria Econmica rna do Crespo
n. 2.
Na mesma livraria tomam-se asslgnaiuras para
avida d Horacio Nelsoo o celebre almirante
anglez a 1.5 cada exeroplar.
Papa
o hot I Pernambucano rna das Cruzes n. 39,
ha papa todos os ias pela manhaa.
Na travessa da ra do Ouro o. 52 lado di'
reilo fff-rec-'-s" urna ama p-ra cosioha.
Miguel Vicio, subdito liiliano, retira-e para
Europa.
PILLASTlNCTRriAROPE E'VIH
DE FEEGOSO
liiico depasito
Pharmacia d J. A. Pinto, ra larga do
_________Rosario u. L __________
encio.
6
Vnhnm ver
Vende-se na loja de marcineina ua Can.b:; -
Carme n. 12,'palha apparelbada da raelhor sci
liara tecer cadeiras e sofas, por preco mais con.
modo do que em outra qoalquer parle._______
Coa vena !!
Urna familia na ra da Cada n. 29 2o andar,
ornec e se al moco e jaotar por prego muito cmo-
do, e tem portador para o conduzir a casa de seus
assigoantes.______________ ________
Alagase urna casa muito fresca na Capnnga
com duas grandes salas, tres quartos, cosinba fra
grande quintal murado, pego d'agua : alratar na
rna do Rangel n. 73._________________________
Precisa-se de urca criada para casa de pou-
ca familia : a traiar na ra do Impe ador n. 32,
loja.
a
photographia sobre a tela, e ludo se reun assim para se alcancar o maior grao possivel
de semelhanca incootestavel, ao que d ainda maior realeo o sello artstico, qae imprime
a i retrato um bello colorido.
Pelo mesmo processo nos podemos reproducir e pintar oleo, ama vez qae se
nos d urna photographia, seja de que tamanlio for qualquer retrato de pessoa mora ou
au-.ente e no tamanho que se desejar.
As pessoas que quizerem julgar por si mesmas desle novo genero de trabalho,
sao convidadas a nos f. zer a honra de visitar a no^sa galera, aone estu expostos ama
serie destes retratos como amostras. '
AMRROTYPOS
Retratos em caixinhas
Para satisfazer a numerosos pedidos de muitos dos nossos fregoezes, estamos pre-
parados para fazer retratos neste genero, para osquaes tambem temos agora um grande
e variado numero de ricas e bonitas caixinhas.
FABRICA DE CHPEOS DE SOL
DE
HUUII FALQUE.
Este estabelecimento acaba de receber de Paris urna rica colleccSo de chapos
de sol de seda, de alpaca e de algodo, com armacoes de balea, de ferro e de junco dos
me'hores gostos c fabricantes, que vende mais barato do que outro qualquer eslabeleci-
mento, por serem faz^ndas vindas directamente.
Igualmente tem fazendas de seda, de alpaca, de algod2o e de linbo para cobrir
chapos de sol, ludo de boa qualidade e por preco commodo.
Encurrega-se de qualquer concert, com presteza, seguranea e garanta.
LINDO PRESENTE
PARA
Hfti, esposa e noiva.
Pelo paquete inglez chegado a 26 do pr-
ximo passado mez, recebemos nova remessa
de bem feitos e delicados aISnetes de ouro
de lei com pendas, esmeraldas e robins
coilocarem-se retratos.
Ainda temos a.Kinetes simples de oaro de
lei para grvala e para peito.
Os precos sao moi razoaveis. Na PAeto-
grophia Vil lela raa do Gabug n. 18, en-
trada pelo pateo da matriz.
mostrem quites com a sociedade, visto assim
o ta ver re sol vi-lo a dire;co em virtude do
disposto no artigo 6o dos respectivos esta-
tutos.
O s3cretario,
Joaquim Leocadio Viegas.
Morada barata.
Aluga-se a frente de om r.rimeiro andar de nm
; sobrado em boa roa, com I sala, 1 gabinete e 3
, qoartos, om agoa e gaz oz escada : dirija-se ;,
roa estrei a do Rosario o. II.
"Ctocolate Termicida
DE
Aatonio IVanes de Castro,
Desde 1857 qae s3o as tabellas vomicidas
applicadas em Portugal, como o remedio'
prompto e efficaz para a expulsSo das lom-!
biigas, que 13o graves paiecimeolo eausam, i A ,e|aar mesa reg,dor, da con(rarU d0 Sennor
eque qtiast sempre se suppoe ella8 a OH- Bom Jesos da Via-Sacra dalgreja daSaoUCroi,
gem. j convida a todos os nossos irmos carissimos, a rea-
Este virmifago proferlvel a aoalauer^ ,B era mesa 8rai no coosistono da mesma
onlrn i>lo sflii aaradav Dabdar i. fcill ar wfrwla no domingo proilmo viudooro 27 do cor-
oairo peto seu agraaave paaor (, ucil ap- reQle |JS J0 bor|S da mm\dt, aflm de se sco-
pltcacSo as enancas, ai, aoaes geralowote tir 0 novo eompromisso, e tomarse novas medidas
sao mais atacadas de semelbante nal. | de urgente neeessidsde.
Consistorio da contarla do Senbor Bom lesos
ida Vu-Satra, 19 de outobro de 1867.
-34. Oescrlilo,
& (]. 1 Ulysses Cokles Cavalcante de Mello.
Criada
Na rna deS. Francisco n. 72, precisa-se de orna
criada portogueza oa escrava, pega-se bem agra-
dando. ^_____________________________
Trocara se
as notas do banco do Urasil e das caixas flliaes-
dom descont muito rasoavel, na praca da Inde,
oeodanela n. tz
onfraria Senhor Bom Je-
ss da Via-Sacra da igreja
da Santa Cruz.
34.
Deposito especial
-RmIui m rararl*
Una hga
Itotica de Bartho lomea

- E=
3 -1 o
B3 -y.
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2. O CT> rr. a
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JOAO CORREIA DE CARVAtHO, participa ao respeitavel publico desta < idade, msm coao
aos seo numerosos fregaetes e amigos, qne mndoo a sna residencia e r-fflcioa da rna da Cadeia b,
38, I* andar, para a raa Non n. 36 toja, onde o enconiraro sempre prompto a satisfaaer qna^oar
mister de sna arte. O mesmo artista espera qoe o respeitavel pntrtieo e seos fregoe_j M_Ma> a
dispensar-lbe a mesma conflaoca proteccao como at hoje. No mesmo estabeleeimenio da rma on
n. 26, se neoMra om bonito a bom sortwaeBlo de casemiras da toda as qoalid.- d.s, asaia sao Mo-
nos, brins, e ooaraa taaendas proprias ara todo o genero de ronpa de homem, cojas eiieMat
serio execniadas eom a maior pereicao possivel e avjuella que por acaso nao sabir gutu de fregoea
cara' na casa aanadar-* ka (aaer ostra, juntano-se a im vatten, a de se raaVr la prio
mais limitados procos e bem assim no benito sorlimeato de lateada* Haas proprlas para i

I GfWEl I


PHARMACIA
ESPECIAL HOMEQPATHICA
DO
DOUTOR SABINO 0. L. PINHO

Nesle importante esubelecimento se acha
tudo o que necessario para a pratica da
Ihmtopatkia.
Medicamentos em glbulos e em tinturas,
preparados com a mais escrupulosa exacti-
dlo por meiu de machinas especiaes.
Carteiras portateK contendo os principaes
medicamentos em glbulos i04, 30|, 400, 80| e 600, conforme a quanti-
dade de tubos.
Caixas de medicamentos em glbulos e
em tinturas ie 800, 100*. 200 e 1504
rs., seguodo o numero dos vidros e de tu-
bos.
( Estas caixas slo mu uteis aos mdicos,
senhores de eogenbos, chefts de grandes
familias, capitles de navios, e em geral
todos que se quizerem dedicar pratica da
homeopathia.)
cada tubo avulso casta.......10000
Cada vidro de meia onca de tintura. |0jo
Yendem-se glbulos inertes, tubos vasios,
vidros para a preparado das dses, etc. etc.
Escovas elctricas para tratamento das
molestias nervosas, principalmente para as
dores de cabera.
Apparelhos de lavar os olhos no trata-
ment das ophlalmias.
Apparelhos de injecgo para o tratamen
lo de certas molestias das mulheres.
Cb preto e verde de kxckllente quali-
dame para uso dos enfermos.
Vende-se igualmente o Ttoesonr* ho-
meopathlco) oo Vademcum do
bomeopatha (obra inconte&tavelmeote
iodispensavel todas as familias pela clre-
la, com que ensina a empregar a nova me-
dicina), preco 200.
(Em porces de 50 exemplares faz se o
abale de 15 por cento.)
RIJA XOVA \. 13.
Posto qoe, na segunda edicto do The-
souro boneopalhleo ou Vadfme-
eam do homeopatha, pagina 077, se
ache indicado o meio de usar d'esse preser-
vativo, com todo conym repiti-lo com al-
guna esclarecimentos mais.
Para urna familia dissoWem-se 20 gl-
bulos em urna garrafa com dous tercos
(Tagua pura, vascoleja-se bem, e d-se
cada pessoa urna coinerada pela manha", ou-
tra ao meio dia e outra a noite, durante
tres ou cinco das consecutivos. Deixam-se
passar outros tautos dias sem nada tomar
lindos os quaes, repete-se o remedio da
mesma maneira; e assim se continuar
em qoanto durar a epidemia.
(\s creancas al a idade de 3 annos to-
marlo o remedio as colberinbas).
Si a epidemia estiver muito forte, ou, si
oa casa houverem bexiguentos, deve o reme-
dio ser tomado todos os dias sem interrup-
?5o, at que a cousa melbore; depois do j
que volte-se a usa-lo do mooo ensiuado.
A garrafa deve ser nova e muito bem lava-
da, primeiro com agua quente e depois com
agua fria. (No caso de n5o baver garrafa ou
vidro novo, poder servir urna garrafa de vi-
cho cu de agurdenle, com lanto que seja
muito bem lavada com aguas quenles e
frias.) |.
Para urna pessoa basta dissolver 6 gio- |ga
bulos de vaocina em 2 on?as d'agua, e d'ah: ^
tomar as colberadas como ja ficam indi-
cadas.
N5n preiisa grande dieta. Absteiham-se
do cha e. do caf fortes, do abuso das bebi-
das espirituosas, das comidas gordurosas
muito adiibadas Eis aqui apenas o que se
exige.
JATME
y 6,ra do Quemado primeiro andarN. 6,
i3ji< hande jioo
K
!

CABELLOS BRAIVCOS.
!

Tintura instantnea para enegrecer os cabellos em um minuto sem offender a pelle
_-__
Gabinete reservado e desente para tingr cabellos
com perfeigao, presteza e mdico preco.

j


mam i



.
: jm
Teodo de se liquidar a toja de calcados da mi
do Imperador o. 32 :
Bortef[Ui->s de Melll......
Ditos de Soier.......
Ditos de diversos fabricantes. jr*
SapatSes de beierro Suier. ;
Borzegoini para nenios e mentaas".
Ditos ditos ditos.......
Bonegoms de lastre para hoaeas
(Soier).......'"j;
Saludes Medi. .
Bo zpgQiDS cordavio.....
Botas para montarla.
Peroeiras e goarda lima.
Sapalos de tranga para meninos.
Sapaios de eoaro de lastre coa
para seohora ....
Lnico preservativo de caspas e calvice.
PREMIADO PELAS EXPOSI^OES DE PERNAMBUCO E RIO DE JANEIRO,
alio para cortar e frlzar cabellos, e fazcr barbas.





BEI MONTADA OFFICIW BE GABELLEIREIRO



onde com esmero e gosto se manufacturam, quer para a provincia, quer para fra della, todas as qualidades de posticos |g|
modernos e de apurado gosto, accresceodo a grande differenca de ser 10 0t0 mais barato que em outra qualquer parte, g
3|
Explendldo sortlsaento de cabello, em cores e em eomprlmento, ,,^

111000
8*000
81000
31 00
31500
1*000
71000
71000
81000
11000
4000
n
mk

IV.6. RIJA 1IO QUOJfl.tlIO *G.



VANTAGE
Precisase de ama ama para cosinh-.r para casa d
bomem solieiro : (prefere-se escrava) roa do Qnei-
mado n. 3?. -_____-__
Precisa se de orna ama deleite forra oa es-
era va^naroaestreitadoRosarloD^^^^n^-
amael Power Jonnston lompanhi
Ra da enzala Nova n. 42.
ASSnCIA DA
FundlcSo de Low Moer.
Machinas a vapor de 4 e 6 cavados.
Moendase raeias rnoendas paraengenho.
Tatzas de ferro coado e batido para enge-
nbo.
Arreos de carro para um e dous cavallos.
ielogios de onro patente inglez.
irados americanos.
Ma; ninas para descarocar algodo.
Motores para ditos.
Machinas de costura.
CONSULTORIO HOMEOPATHICO.
O Dr. Sabino 0. L. Pinbo d consultas
lodos os dias uteis desde 11 horas da ma-
fiba at s i da tarde.
As visitas aos enfermos s3o feitas das 2
horas em diante ; mas em eso de Decessi-
dade as visitas podero ser feitas a qual-
quer hora.
Para que as visitas rosam ser regulares
cumpre que os d; entes ou os seus enfer-
memos maudem dar parte do seu estado,
todos os dias at o meio dia as molestias
agudas; e de 5 em 5 dias as molestias
ebronicas.
As consultasescripias sao respondidas mais
ou; menos promptam*ute, segn lo as
necessidades da molestia e a distancia em
que se acba o doente, pois que neste caso
faz-se preciso indicar de urna so ?ez ludo
o que convier ao restabelecimeuto da sade.
AsretribuicesseraopagiS na mesma con-
formidade.
O Dr. Sabino roga a todas as pejsoas, que
coslumam consulta-lo pt>r escripia, que or-
denom aos seus puriadores a pmnipta entre-
ga de suas cartas, visto que, entregando-as
como co^umam, na accasio de se retirarem
do Recite, impossivel responde-las satisfac- gradualmente os intervallos de urna desea
toriamente. outra.
--------- Uso externo. Ao rnesmo tempo que se
ucrurAwirvrK prpsfrvTIVOS da a beber medicamento, appl.cam-se ex-
MEDICAMENTOb PRESERVATIVOS. teroameDte na parte mordida dos de hnho
Em quaesquer epi-iemias o r. Sabino ou de algoiHo embebidos em urna Jssolu-
faz distribuir gratis s pessas pobres, no cao da menina tintura constante de 10 goltas
seu estabelecimento. os preservativos neces- de tintura em O colheres grandes d agua,
sarios, dando-lhes as competentes ins'.ruc- Ese> fios se conservarao sempre moibaaos
Soes.
Presentemente reina a epidemia de bexi
gas ; muitos j se tem aproveitado com fe
lizes resoltados do seu cffereciment, feitc
no Diario de Pemambuco ; mas necessa- emprego
rio que todos experimeulem esse meio to
fcil o to commodo de se pret-ervarem e s
snas familias d'essa terrivel mole^tia.
O preservativo ompregado a vaccina
e'evada dynamisac3o. As pessoas, que
fazera uso d'ella, ou n5os5o accommettidasde rente.
raramente as tem de Jos Aires Tenorio,
PLUMERA CEL1N0S.
(CONTRA A MOHDEOl'RA HE COBRAS)
Este medicamento gosa de muito bons
crditos contra o veneno das cobras e de ou-.
tros animaes venenosos. j
O Dr. Sabino nao tem aioda observado (
pessoal de fado algum que o aulorise a
afirmar sua efficacia; mas sabendo que no
Rio de Janeiro e em S. Paulo elle tido co-
mo muito poderoso, mandou-o vir para ex-
perimentar.
Algumas pessoas do centro d'esta provin-
cia e da da Parabyba tem escripto ao Dr.
Sabino, dizendo ser incontestavel o mrito
da plumera no tratamento das mordeduras
das cobras.
Emprega-se a plumera celinos interna e
externamente, da maneira s guinte:
Uso interno Nos casos menos graves
dissohe-se urna ou fluas g las de Untura
em duas oncas d'agua. e d-se ao mordido
urna colherada de hora em hora.
Nos casos mais graves dissovem-.ce seis
goilas em qualro incas d'agua pura para
dar-fe urna colherada de meia em meia hora,
de 15 em 15 minutes, e t de 5 em 5 mi-
nutos (segundo aforca do veneno inoculado
ou uiieufidide dos symptom^s manifestados.)
Logo que houver roelhora, se espassaro
SEM I
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lugra-se
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O COIlAV-iO E Olmo Rl DO CBl'HA M 2 D,
B tomou a resoTu^o e vender as joias de ouro,prata. brilhntes, etc, com
grande Merenga para menos por ter iecebido grande quantidade da Eu-
ropa pelo ultimo paquete, trocain-se tamliem por joias velhas, assim como m
por brillantes, etc. Apechincba sem igual.
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s
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sob e o lugar da mordedura.
O Dr. Sabino receber com reconhecimen-
to as communicaces qu>- se dit-narem de fa-
zer-lhe as pessoas que experimentaren! o! Azeite de espermacete propna para machi-
la plumera celinos. I Das dc O^s as qualidades.
_______ Vapores de forca de 3 a 4 cvanos.
Nota. Serras avulsas para machinas.
Alm do grande sortimento das melhores machinas, americanas para descarrocae
algod5o, de 10, 12,14,16, 18, 20, 22, 23, 30,35, 40 e 50: neste estabelecimento sr
cncontra mais o seguir:te:
Peneiras d'arame para padarias e refinacoes.
Correntes para almanjarras.
Machados e facoes americanos.
I Caixas com vidros de todos os tamanhos.
Fedegoso de Pemambuco
A planta, conhecida entre nos sob a de-
nominac5o de ftdegoso, e no Rio de Janeiro
e pro incias do su! deste imperio pela de
crista de gallo, o tiaridium utilissimum
on tiaridium elonoaUmi de Schum, e o he-
holropium curaisadium de Mart., pertence
familia das boragineas.
O fedegoso considerado, na tberapeuti-
ca pernambucana, como urna das plantas
mais recommendaveis por suas virtudes cu-
| rativas, e applicado interna e externamen-
te, como calmante do systema nervoso, na
paralysia, asthma, tosse convulsa ou caque-
luche, tosses recente? c antigs, suffocaces,
catarrbos pulmonares, etc., e em geral con-
tra todos os soQrimeoios das vias respirato-
rias; sendo um excedente Unitivo para
aquel es quepadecem de pbtisica pulmonar,
i Sna efficacia contra o ttano ou espasmo
incotestavel, e ninguem ha que a deseo-
Bbeca.
Nao ignorando nos o que acabamos de di-
zer, e esforzando-nos por ser til humanida-
de soffredora, preparamos o que ahaixo indi-
camos, pondo a disposico dosdistii.ctos m-
dicos, e dos doenles desta e das nu-as pro-
vincias desle imperio nossas preparages,
que sao:
A casa da rna das Aguas-verdes n. S : a traiar
oa roa Bella o. 'i5. i
Confraria de S. Beoedicto7~
0 abaiio assioado prrMdeole
  • sente pede disculpa a todos os moradores da ra*
    Imperial, Peuha, Raogel e Praia, de nao ter pausa-
    do com a i.mn-sao do seu padroeiro, como aonun-
    ciou oeste Diario, por ter a mesma sahido mu
    tarde do seu cjnveuto, que nao dera logar percor-
    rer como projec ou-se, e queiram lambem descil-
    par aos eocarregadns da commlssa^, Jos Loii do
    Paraso e M^ooel Perreira, pois nao foi de nossa-
    intenres as.-im praticar, porm hoje damos orna
    verdadelra prora dessas fallas.
    ___________________Loiz Braga.
    a Itenco
    Na roa da Cadeia o. 29, segundo andar, se acha
    urna casa de familia eslablecidj slim de fazer co-
    midas para qualquer pessoa e a mesma se eocar-
    rega de man -ar as comidas a tratar. _______
    Irmaudade das Almas erecta
    na matriz de Santo Anto-
    nio,
    De ordem do Sr. juiz convido a todos os irmos
    desta irmandade para comparecerem em nosso con-
    sistorio na s2iinda-feira 28 do correte pelas '
    boras da tarde afim de em mesa p- ral proctder-se
    a Hph' i da mesa que tem de reger no aun) com-
    proraissal ao i d^ detembro fuiuro a 30 de oovem-
    bro ilo aun j de 186S, como d;-i o-- o actual com-
    piomiso.
    Consistorio em 21 de oulubro de 1867.
    O esenvo,
    Jos Dias Alvares de Qaiolal.
    Alu^a-se
    Tres sities na Torre para
    boas casas e muito frescas:
    com o despachme Franco
    Precisa-se de urna ama
    lavar na roa fio Sebo n. 59.
    pa-sar a (esta, com
    a tratar na aifindega
    para engo.rmar e
    Km ausencia do Dr. Sabino acha-se in-
    cumbido de res. lver quaesqner negocios
    relativos ao estae ecimento o respetivo ge-,Carros de mao para aterro.
    Cylindro para padarias.
    Manc2es e todos
    mesmas.
    os mais pertences para as Cannos de chumbo de todas as grossnras.
    bexigas, ou, ii o sao,
    m qur-lidade.
    Professor em homeooathia.
    'DE
    J. VIGNES.
    \. 55. RIJA OO IHPf3KAOOR M. 55.
    Os pianosdesu intiga fabrica sao hoje asss coonecido, pira qae seja necessario
    asistir vibre
    4tu snperioridade, vautugense garantas que offerecera aos compradores, qualidades estas incoatest
    ?e'< que elles tem definitivamente conquistado sobre todos os que tern app^recido nesta praca ; pos
    Bnindo um teclado e macbnisno que obedecera todas as voo'.ades e caprichos das pianistas, sen
    Uunca falbar, por serem fabricados de proposito, e ter-se feito oltimamecla melaoramentos tmporuo
    ?ssimos para o clima deste paz ; quanto s votes, sao melodiosas e flautadas, e por isso muito agrada-
    mis ais ouvidos dos apreciadores.
    Pazem-se conforme as encommendas, tanto nesta fabrica como na do Sr. Blondel, de Pars, soclc
    orrespondente de J. Vignes, em coja capital foram sempre premiados ero todas as exposicoes.
    No mmo estabelecimento se achara sempre um explendido e vanado sortimento de msicas doa
    Inores amores da Europa, assim como harmnicos e pianos harmnicos, sendo tudo vendido P0'
    oreos commodos e razoavels.
    Debnlhadores para milho.
    Arados mericanas.
    Escadas de nndeiraa americanas,
    (larrinhos propnos para armazens.
    Moiohos para rcfinicoes.
    dem para mMho.
    Machinas para cortar capim.
    Rombas para regar jardins.
    Vaquetas para esbertas de carros,
    Camas de ferro sortidas.
    Bombas de Japy.
    dem americanas.
    Ferros a vapor para engommar.
    ! Vassouras americanas.
    Baldes americanos para compras.
    Tinas de madeira.
    Ballaios e cestas de verguinbas.
    Guarda comidas.
    Folba de cobre ideni idem.
    dem dc lato idem idem.
    Foloa de Flandres.
    Ferro de todas as qualidades.
    Arces de ferro,
    i Latas com gaz.
    Trens de porcelana pr-ra cosinba.
    i dem estanhadts para dita.
    : Bandeijas linas.
    Balaceas americanas.
    ,Idem rovervaes.
    Taixas de cobre.
    Estanbo em verguinhas.
    I Folhas de ferro de todas as grossuras.
    Correntes de ferro sortidas.
    Espingardas de todas as qualidades.
    Rewolveis de iodos os modeilos.
    Ferramenta para ourives.
    i dem para tanoeiros.
    i dem para ferreiros.
    Aloga s orna ama para o servido de casa de
    orna -o pessoa : oa roa do Torres o. 14, 2* andar.
    Irmandade do Divino Espi-
    rito Santo do convento de
    Santo Antonio,
    Estando em vigor o novo compromisso e (endo-
    se de dar execnco ao arl. 21 cap. 8 e por delibe-
    ra$o da mesa regadora, convida a todos rs irmos
    para comparecerem no dia 27 do correle as 10
    horas da manha aflm de elegerem era mesa geral
    o presidente e secretario da cooselho fiscal.
    Consis'orio da irmandade do Divino Espirito j preCisa se de 500J0C0 por prazo de 4 mezes'
    Saoto, 23 de oulobro de 1867. dando se oor seguranga um negrinbn, peca qae val
    Joaquim Jos Moreira, 1:400*000 rs ; quem e.-te negocio quirer fazer,
    _______Secrelano.______ dirija a padaria do Remedio, qae e din' a pes
    AO PUBLICO
    Luiz Ciementieo Carneiro de Lyra s Ientifica ao
    re?pitavei poolico que dissolvea mlgaveim--uti
    a sjcie tade que tinba com seu irmo
    i'rotesto.
    O ceg Joaqoim dn Souza Onveira prulesta usar
    de todos es melns i f-recidos pelas lels crirrinaes
    do paii contra qualquer pessoa qa>) teDha dado
    agasaibo, e em coja casa esliver boroisiado o seu
    gota Antonio Fuit^do Fi-rreira, oiphio por elle
    educado desde a idade de 2 annos; esse seu guia
    geralmente conheci Jo por Aotouico, se acha fgido
    ha mais de 5 cias, sendo que essa fgida teve por
    motivo uo qoerer aquolle menino aprender a es-
    crever e contar.
    O mes no ceg pede pela segunda vez aos Srs.
    subdelegados e Inspectores de qu;rteirao, quer da
    cidade, quer dos arrebaides, o favor do prenderem
    esse seu guia, e trazerem no a' na da l'nio
    n. 12.
    Jos Fran-
    so qae pretende.
    -* Precisa se de ama ama para ca^a de peque-
    a fimi a preterindo-se escrava : na rna do Cres-
    po n. 7. _____
    O Br. Joo Bautista Casan va'"
    cisco Carneiro, na ioja de sellelro qoe gyrava oa, ^g ger procurado a qualquer hora em seo eon-
    raiao de Carneiro & Irmao, desle o dia Io do cor- Dnor0 hmeopLihico, largo da matriz de Santo
    rente, enforme o papel privado firmado honiem, 0toio o. S.
    fkando o annoociacte com o ettibeleeimeolo e so mMmo cowullorio tem sempre grande sor
    cbngado x lodo o passivo da eilincla Arma. timento de medicamentos de homeopathia de We-
    _BMife_23_d_e oatubro de 1867._____________ bere rjatellan, Unto em globalos como a tiniora,
    Ns praca da Independencia n. 33, Ioja de oa- asitn como lm om sorllmento de ferros de cl-
    rlve*, se d ra' qaem precisa de orna ama para co-1 rorgia en carKlrM e avalam do afamada Cftir-
    ztnbar e eng?mnsar iner e Par?.
    s; 3 .% -Ra de CabagM. S A
    Agostinho Jos dos Santos <$ C.
    Acaba de chegar a, este estabelecimento um esplendido soriimenlo de
    joias do ultimo gosto, perfeifSo artstica e modeilos entecamente novos; como
    seguem: aderecos com rubim, esmeraldas e perolas finas, pulceiras, broches
    para retrato, anneis, botoes de punho, brincos e cassolelas com letras, etc..
    etc., etc. Salvas de prata do Porto, faqneiros, paliteiros, calix de mesa b
    frncteiras, cojos preces s3o incompetiveis, pois que os propriitarios desU casa,
    i recebendo seos artigos directamente da Europa, podem servir vantajosamenta
    aos seos freguezes. Compram-se brilbantes, pedras finas, ouro e prata, page
    \) se bem, tambem se incumben de fazer concertos.
    X JtJRtJBSCB.lL
    eiu extracto alcootico, emplas-
    tro, oleo, tlutura, pilulas. xa-j
    r<>pe e vlnbo.
    A JUHUBEBA urna das substancias me-
    dicamentosas que periencem ao reino vegetal I
    e entram na classe dos lonxos e desobstru-
    entes, sendo empregada com vantauem con-
    tra asfebres intermiientes acompanbadas de
    ongorgiiarnento de ligado e bago.
    Ella tem sdo aplicada c-m incotestavel
    proveito contra a anemia ou chlorose, hy-
    dropesia catarrho da bexiga, e mesmo para
    excitar a mensiruaco diflicil, resultante da
    mesma anemia ou chlo.-e.
    O ARROBHEGETAL
    Es muito superior aos xaropes de CUISI-
    N1ER, edeLARROY. De fachdigesto, a-
    j;radavel ao paladar e ao olphalo, elle cuca
    radicalmente, sem mercurio, todas as afec-
    coes da pelle, impigens, alpccss tumores,
    ulceras, sarnas degeneradas, escrfulas, es-
    corbuto. E' sobre tudo poderoso as moles-
    tias rebeldes ao mercuro e ao iodurcio de
    polassio.
    XAROPE UE SALSA PARRILIIA DO PARA'
    OD
    DEPURATIVO DO SA3VCITE
    L'SAnOS AS MOLESTIAS HE PELLE, IMPIGENS,
    OORES nHEMATICAS ELLCERAS VENREAS
    IMLI-L.I AW PKBIODICAS
    Contra asfebres iniermieolex, oa sezoes
    O MULUNU' tem accao directa sobre os
    cenms nerv-sus, e por isto faz dormir sem
    determinar affluencia de sangue no cerebro
    como o opio e substancias simples qoe delle
    se extrabem, pelo que o somno tranquillo
    e reparador, calma a tosse as broncbiies,
    e modera os accessos de aslLma e de tosse
    convulsa.
    Attencao.
    \. 25 Rna do Livramenta N. 25
    Deposito de tamancos e calcado nacional da fa-
    brici da ra do Jardlm n. 19, de Jo.- Vicente Go-
    dinho, 11 ato no deposito como na fabrica seapromp-
    tam tudas as por(5es de cal;ado o mais barato
    possivel, esla fabrica tem todas as machinas pro-
    pria? para os calgados ja bem acreditados pelo
    grande numero de fregaezes qoe daqai se for-
    necero.
    PrectH-se de am;i*aoa para eafonimar psra
    um pe, na rja ds Larao^elra n. I iI*
    and.-.
    Irmandade de N. S. laidos
    Horneas erecta naigreja
    da Madre de Deus,
    Por ordem do ooaso irmo juiz, convido a lodos
    as nossos irmos para comparecerem no domingo
    27doeorrente bo coosistono da irmandade a II
    horas da mannaa, sflm de se elger a nova mesa
    que tem de regar a irmandade ao anno de 1868.
    CansUtorio 24 de oolobro da W67.
    Manoel Jie da uva Cllveir?,
    TOOS ESTES ME0ICAMENT0S SAO PREPARAOOS
    P0B
    Joaqun. 'd'Almeida Pinto.
    PHARMACETICO EM PERNAMOcia..}
    Roa larga da Rosario N. Iob^
    Juila ao qnartelte poli
    A dlrecco do Clnb do Recite tem resoly do
    que a partida do eorrente mes lentia log. r d noi-
    te de 26.
    O seereurio
    Joaqoim Leocadio Vi?gas.
    e 03'.:-
    nhe
    Precisa-^d de urna ama na roa das rrinchefras o. W,
    O Pcitoral de Cercja,
    DO R. AYER,
    Piba a i cha radical un i:
    i a di3 todu.* a molcstlaa do pello
    c da gnrgnnln, tosses, conj>tii:i-..'
    Bronchile, asmn, denxos, roqui
    do, CoqueliK-li'', angina, DIptluTi
    Est xarope peftoral < o re Hi-
    tado dc longoa aiuus dc estudo
    por un) dos primeiros medico- da
    Aaertea do Norte, e de experi-
    encias minuciosas nos principa*
    kospltwi do manilo; f reeetndo pelo-- mdicos mais dlstlncto
    deste secuto na gun clnica particular, portanto iligno do toda
    contianen, l'.por ;/ eficaz, atcancando com urna certeza InJal-
    ivcl o asaxmto di inole.-a e irancando ule a ral assli i
    dando nos orRios afleetdo tuna necio natural e b:2, por
    rer UnoctntetappHcataltt qualquer parta ou se.ro, o homcm robusto ou crlanca dil mais tenra dade,
    cada frasco sendo accompanliado de dirrecces minuciosas:
    V, f ultimo, pnr uto ser um remedio secrrto, pois (ualqucr mol-
    Ico ou pharniitceulieo poda obter a formula da sim composicio,
    dirigindo-xc pessoalmentc ou por calta no agente geral, U. M.
    LAKE, a ra Dircita -No. 15. lio dc Janeiro.
    Muitos caeos qoe tinbSo zonibado de todos os recur-co
    da sciencia tem sido curados radicalmente com o uso do
    Peitoral de Cereja.
    As pessoas atacadas de (osa*, defluxos, Dr da gargaid,
    Bronehite, asma, ele, c outros ranptomos da tsica prima-
    ria geralmente fuzem pouco caso do seu padecimento Mu
    que soja tarde para cura-lo. Nao descuidis d' urna tosse
    parque agora parece de ponen importancia ; urna tosse
    descuidada ciega a ser chronje c induz a formaco de
    Tubrculos os pulmOcs.
    Nenhmna cata de familia deve estar sem tira frase.>
    dste xarope mo; pois nos ataqHcs rcpcntiBOS de
    Anana, de Civ_>, c nos paroxismos do Coqueluche; ou
    tosse compria a que esto st.jeitns as enancas, nao h..
    tempo dc chamar um medico, nem do fazcr remedios, e
    este xarope alivia inmediatamente c poc o filho parido
    sao e salvo, fra do perigo.
    As molestias que estilo ao aleanee dus virtudes curativas
    do rr.iToit.iL di: cbreja. ao
    Defluxos, Toasea, Asma, Baqulnenoia, Bronohite,
    Coqueluohe, Tosse ferina a convulsiva.
    Koquidio, Todas as moleatiaa do peito
    e garganta. Consompto dos Pal.
    moes ou Tsica pulmonar.
    Acha-fc em todas as Boticas e Drogaras do Imperio.
    Ti
    Pilulas Catharticas do Dr. Ayer
    OTJBAO
    PrhSo de ventr, IndUjetto, ConstpacSo, Bheu-
    matismo, Bemmorrhoidat, Ddr de cabera, A. lYevral-
    gim, mmsI do eelomago, Enj-aiuecm, mal d Itfmdo,
    (astritc. Febre gasiro-hepatiea, Zemhriga. Erf/ilp-
    tlla, lydropsia, ItteremelUo do baeo.
    Todas as molestias que prevn do uso excesslro d*
    Quinlno.
    0 mlhor purgante at hoje condecido.
    Estas pilulas assuearada* sito puramente vegitat*.
    PUROO E PUKIFICO SEM MEBCTTEIO,
    A veada em todas aa Boticas e Drogaras do Imperio.
    AsaEJTE GERAL,
    H. M. LAJTB, Ba Direito No. 18,
    Bio da Janeiro.
    Deposito geral roa do Vigario n. 9
    escripioiio de Theo: Just.



    *


    ^HHHHH^IH


    AT1TOI
    Que um elegante estojo para via
    CO\Ii;\DO:
    com
    i *
    1*10 cadernos da papel branco, paulado, beira donrada,
    prador. JAS
    i*100 envelopes branco. j 4H_P9
    3100 penas de ago (mirea langa). ___
    %l caixa brelas de gomma.
    5"t tlnteiro de vidrn com lampa de meta I.
    * l arielre dem Idea. 51 9n r
    7*i pi de lacre. [> Qanwi
    8-1 caivete de doas ralbas.
    9*-llapis. *J *"
    <0*-S caitas. ^i______
    Todos estes objectos reunidos, dentro de orna bonita cala, (eita para este Am, casiam apenas
    ww m
    twi.

    -"
    uz
    rs. 6ooo '/rain
    'in-m de fazendas
    lh9ru do Quei]
    t laioeiro, c funik
    itydmfrotizts
    f, cnldeireiro,
    funilro, situada
    W SWWf e, twa rfo rVi/i-
    madun 1 9. ct/>e t> 3, e com deposito no
    &+mqm'*anlmfiin0l\ GM4li j|fov n 38 rfa c-idaa'e
    ""

    Ra larga do Rosario n. 37
    Continoa-se a alugar-se espacosas salas e qoartos mobiliados, recebem-se pencioDi*
    tas para servirem-se comedorias com asseio, e leva-se tambem ao domicilio.
    Ha para vender .consecutivamente de noite, excellente e variado sorvete, e a toda
    hora verdaeiro e fino chocolate espanhol



    POR CAUSA DE DOUS MOTIVOS
    SATISFAGO I\IHSPE\S1VEI-
    Ao respeitavel publico.
    O Veado Branco declara mui francamente e sem rodeio algum que tem de-
    morado a publicacSo do seo terceiro anouncio por duas poderosas e importantes razes.
    t* o trabalho insano qoe tem tido de estodar o meio de virar o S da Fragata
    Amasonas da rea do Queimado
    2. O desejo de eslampar oeste Diario o seu inleressante retrato e offerece-Io
    a todos os seas benignos freguezes e amigos ioceros.
    Sendo impossivel ao Vea lo a consecncao do seu primeiro desejo, elle pelo pre-
    sente incumbe dessa tarefa ao habel Sr. Doradlas, pintor, correado, porm, por conta
    dos dignos pilota da referida Fragata, a importancia dessa pequea despeza.
    Agora quanto ao segundo, saibam todos que problema coja incgnita ja foi
    achada, gracas a pericia do distincto Sr. padre Azevedo. Assim pois brevemente dar o
    Veado muitas copias de si esperem os amigos.
    Agora duas palavras.
    Ao Oordeiro Providente
    A vos que viestes augmentar o nomeio dos animaes domsticos que negociara.
    Mes comprloients
    Si a cousa for em progresso brevemente ser esta cidade urna perfeita arca de'
    Nos.

    Anda bem que o Veado nao est so....
    Atteuco! Attenco! Atten$lo!I
    As ordens do respeitavel publico se acba o amavel Veado Braneo com o sea
    importante sortimento de tudo qoe diz respeito a molhados.
    Os precos. que por de mais s5o razoaveis, devem coovidar a quem ocr vez nego-
    ciar com elle a ficar satisfeito ea voltar sempre que for nescessario.
    Para as pessas qne sao eslabelecidas com casa de negocio fora da cidade b um
    magnifico e escolbido sortimento proprio de fazer conta aos mesmos senbores.
    Assim, pois. o Veado Uraneo conta que cada dia ser augmentada o numero
    de seus bons freguezes, tanto do centro como da cidade.
    Venham convencer-se da bondade de nossos gneros e de sua barateza quem ainda
    nao quiz honrar o nosso bello estabelecimento.
    N.
    16
    RU4 II1KE1T A
    ESQUINA QUE VOLTA PARA O PATEO DE S. PEDRO N 16.
    Tis NA porta A Fi(;rn.%:
    Lansinhas Poil ce Chvre a 10 o covado.
    Madapolo entesado a 84 a peca.
    Gambraia de cores matisadas tinissimas a
    800 a vara.
    dem brancas transparentes fina* de W,
    .11000, 60, 70, 8,5 e 900o a peca com iG
    jardas.
    dem branca Upada de 80 e 90 a pee
    com 12 jardas.
    dem branca franieza muiio larga a 90 a
    peca com 8 varas.
    Baloas de 35 e 10 arcos nesgados para
    senheras, a 40500.
    dem de mursulina nesgados a 50.
    dem de crochet a 50. ^^
    dem de mursalina para meninas a 30 e
    305oo.
    Saias bordadas a 50.
    Cambraias admasiadas para cortinado a
    120 a peca com 2o varas.
    dem para forro 130 a peca com 10 jar-
    das.
    Gambraia de linbo muito fina de 60 e 90
    vara.
    Madapoles finos le 60, 70, 80, 90,100,
    110 e 120 a peca.
    Platilha de algodo superior fazenda para
    saias a 30200 a pee com lo varas.
    Cobertas de chitas de ramagem a 206oo
    Lences de hamburgo fino a 20400.
    dem de bramante muito fino a 30200.
    Pannos adamscalos para cobrir mesa a
    40500.
    Guardanapos de linbo adamascados a 40
    a dozia.
    Atualbado adamascado com 7 1/2 palmos
    de largura a 20 a vara.
    dem adamascado de linbo com 7 1/2 pal-
    mos de largura a 30 a vara.
    Algodo enfestado com a mesma largura
    a I01oo a vara.
    dem trancado de algodSo a 13600 a vara.
    Toalhas alcochoadas de linbo lisas a 110
    a dozia.
    dem de algodo felpadas a i 30 e 140
    a duza.
    Culcbas de fusiSo a 60.
    Lencos de cambra iabraracos finos a 10800,
    20 e 20ooo a duzia.
    Lencos de cassa fimssimos a 30200 e
    3060 a duzia.
    Fil de linbo liso a 8oo a vara.
    dem com sal picos a 10ooo a var
    Grosdenaples preto bom a 108oo, 20 e
    208oo o covado.
    Morantique preto superior a 208oo o co-
    vado.
    Flanella de todas as cores a 800 rs. o co-
    vado.
    Tarlatana de todas as cores a 8oo rs, a
    vara.
    Bramante de linho com 10 palmos de lar-
    gura a 20Eoo a vara..
    dem de linho cera 5 palmos a <02oo a
    ara.
    dem de iioho com 3 1/2 palmos a 8oo a
    vara.
    Riquissimos basquins a 250000.
    Assim como outras muitas fazendas qoe
    se veo de por menos que em outra qualquei
    parte, e d-se amostras de tudo,_________
    BRAGA &SAMPMO
    Fabricam-se oeste importante estabeleci-
    mento todas as obras concernentcs as artes
    respectivas como sejam:
    Alambiques de todos os tamanhos em
    feitios, os mui acreditados parelhos de
    Derosne com as dimencoes delicadas dos
    fabricados em Franca.
    Fabricam-se avulsas qaaesquer pecas des-
    parelhos, como sejam o dilatador, ratifica-
    dor e condensador, ou esquenta garapas,
    resriador, serpentinas interiores.
    Fabricam-se bombas de todas as dimen-
    coes e qoalidades, pelo sTstema francez oo
    americano, simples, de pressio, repuxo, e
    com especiaiidade a estanca rios I assim -ap
    nominadas pelo enorme volume de agua
    que absorvem calculada em 100 pipas por
    hora, e das quaes algumas estao promptas a
    serem experimentadas.
    Existem bombas por este systema, me-
    nores, para regar sitios, garantindo-se no
    s soa durac5o como a grande quantidade
    de agua que fornecem pelo que sao cons de-
    radas hoje as primeiras bombas conbecidas.
    Todas as mais obras se fabricam vonta-
    de dos freguezes e a sea capricho.
    Existem sempre promptos no deposito in-
    do Recife
    DE

    >
    LOJA 00 GALLO VIGI-
    LANTE RA DO CRES-
    PO N. 7.
    Os propietarios deste muito bem conbe-
    do estabelecimento tem a satisfago de levar
    ao conbecimento do respeitavel publico que
    a. abam de receber pelo ultimo vapor da Eu-
    ropa nm grande e variado sortimento de ob-
    jectos de inteira novidade, dos quaes se li-
    mitan) a mencionar apenas um peque o nu-
    mero ficando o respe tavel publico na serte-
    za de que neste estabelecimento sempre en-
    contrado um c mpleto sortimento de ami-
    gos de gosto e inteira novidades como sejam.
    Cintos
    Os muitos desojados ciotos com ponas,
    bordados a vedrilbo, fazenda de muito gosto
    e completa novidade, respeito a estes ciotos
    nao fazem observares e nm deixamos a
    dicadona ra Nova n. 38, um completo sor- apreciacod s esclarecidas freguezas isio s
    Umento de obras solidas, bem construidas e no Gallo Vigilante Da ra do Crespo n. 7.
    Leques
    Muito lindos leques d'osso, madeira, san
    NIMGUEIM SE ENGAE COM O BALIZA
    OimeHio
    Vende-se cimento Portlsnd no irroazem de
    ViceutB Ptrroira da Lo.-ta & Filbo, ra da Madre
    da Dos o. 22,
    CSfl DA FORTUNA
    Aos 6,000*
    BILHE1ES GARANTIDOS.
    A" ra no Crespo n. 23 e casas do costcme. j
    O abaixo 'SsijfQalj veo'ien noa seas ramio feli-'
    es bilheiM garantidos da lotera qoe s acaban de
    extrahir a benetlcio dO |i*tnmooio dos > rphaos, \
    es .< Komtes premios:
    N. 17* um m>M3 cora a sorte de 6:0004.
    N. 1657 om meio com a surte da 1:2004.
    N. 1384 doos qolotos com a >orie de 3005.
    E outra* louitas sortea de t004, 405 e 2t;5.
    0 possoictores podem vir reetber seus respecti-
    vos premios >em as ilescootos las leis ca casa da
    Fortuo; roa do Giesi'o n. 23..
    Acoam-se a veqda os i o>* parid da lotera
    ii3') a favor das familias dos voluntarios da pa-1
    Ouro
    tria.
    reco.
    Uilhtte.....t3t)00
    Meio......35000
    Quinto.....15200
    Eni porco de 100?j para cima.
    Uno- w.....5500
    Meio......257;>0
    Qjiuto.....15100
    Maaoel Martins Fim.
    Tboou Aoa^lacio o a Cota Pioeotei, com j
    loja da uunves oa ra Direita n. 79, decara ao |
    publico qne d^ixa de ser seu caixeiro o menor
    Saturnia) Luraiinto de Jess CuJeira e que des-
    de jia) se responsabiliza por qoalqoer cusa
    que o dito Satornico Uqi. Racife 25 de ootobro
    de 1867.
    Dr. A. S, Pereira do Carino (medico) .*,
    est morando no sobrado o. 12 da roa da
    Imptratrlz.
    e prata,
    Moedas de ouro e praia esiraogeiras e oacion-r-s'
    de ledos os valores ; enmpratn-se na loja de ouri-
    ves ao Arco de Nwsa Si-nb"ra da Cooci'icao da i
    (ODie do Recite, assim oiuu curo e praia em obras;
    velbas, bri'hanles e dumanins, pagando melhor do
    que em >uira qaalquer parle^________________ i
    Compra m se
    com premio nocedas le ouro e de prata oacleDaes
    e ''s'ranpeiras : na ra da Cadf ia do Recite o. Ifi
    arm.iieto de AdrUoc, Gslro <5t *'..
    " MOlAS
    de ouro e prata
    i'cmpram-e rootdas de ouro naoimaes eestr: gelras, brm como patacocs tos diversos cuchis :
    em casa de Adamson, Howie C, ra do Tiapi-:
    ebe-n iia n. 40.
    Moedas de prata
    oacienaes, assim como pataches portoguezes e
    hespanhes, compram-se com premio : na ra do
    Cre>po n. 16. prime andar._______________
    Maior vantagera
    O coraejio de ooro roa do Cabug n.2 D, oCTare-
    cese em compra das moedas de curo e i rata.
    Compra m-sc escravos
    Silvino Gutlbcrme de Barros, compra, vende e
    joca effecuvameote escravos de ambos os sexos
    de todas as idade? : a' roa do Imperador n. 79,
    erceiro andar.
    arroz m ma
    Vendo-se em saceos grandes a 45500 : no tra-
    piche do Cunta.
    Fund cao da Aurora
    Taixas de ferro ruado, bom sortimento e qoall-
    dade superior
    DO
    a 25 a arroba e m tarrica por n ji, meos
    ; arnmem da bola am; relia no cilio i iecrctaru.
    da polica.
    ;000
    Vende se brea a 25 a arroba e em barrica por
    muito i;i' n i- : no armazem da bola amarella no
    oilo da secretaria da po>ia.
    timento de obras solidas, bem construidas e
    a precos rasoaveis, como sao alambiques,
    serpentinas, taxos, passadeiras, repartidei-
    ras, escomadeiras, cocos, candeias, e muitos
    outros otencUios preprios para engenhos,
    como sejam mancaes de bronze, parafuzos
    para rodas de agua e outros.
    Cavilhas, machos para lemes, pregos de
    todos os tamanhos e para o Forro de cobre
    de navios.
    Aprompta-se ludo quanto diz respeito as
    obras de laio torneadas e polidas com toda
    a perfeico.
    Vlvulas para tanques de banbo, torneiras
    de todos os tamanhos e qualidades, assim
    como todos os ornamentos para militares,
    botoes para farda, parelhos para barretina,
    nmeros, espberas, espadas, cornetas, alam-
    padas turbulos, caldeiriohas, navetas, almo-
    farizes, perfumadores.
    bras de folhas de flaodres de todas as
    qualidades, bahs, bacas, bules e outros
    utencilios domsticos.
    Lampies para gaz para engenhos, folba
    de flaodres em caixas, folbas de cobre e la-
    tao, tubos de chumbo para encanamentos de
    todas as dimengoes, folbas de zinco, estanho
    em barras e verguinba, lances e barras de
    chumbo, vidros finos pira espelbos, de co-
    res, bordados, e opacos, e outros para vi-
    dracas, diamantes para corlar vidros, cadi-
    nbos ordinarios e de patente, rea para mol-
    dar, folies para ferreiro, lavatorios com ba-
    cas e jarros, trra podre e outros nmeros
    o ja tos proprio de taes eslabelecimeotos.
    Sendo todas as obras inspeccionadas e
    | feitas sob a direccao do socio administrador,
    Jos Baptisla Braga o qtial se acba de novo
    especialmente incumbido da gerencia de tao
    importante estabelecimeote, isso urna ga-
    ranta pela sua longa ortica, que tem os s-
    niores freguezes de qoe serao servid 18 a
    cuntento, com promplioe preco commo-
    do, pelo que os proprieiarios Ihe serao agra-
    decidos.
    Directorio parochlal
    ou
    Xoiissiiiio manual dos paroclios
    obra utihssima aos parocbo?, ssus coadjaiores e
    aes sacerdotes em peral.
    Um volme prego 65.
    Vende-se na iivraria Ecouomica ao p do arco
    de Santo Antonio.
    i v-i----z------i-----*--------------- T mos ae receDer pelo om
    LlQUldaCaO de rOUpaS eitaS tas importantes machina
    n i fas de familia. A gran
    IVCUS hirlll8>liaS 'rbio^tem tidotmt.da
    A RA NOVA W. 2(5.
    Neste estabelecimento se cniontra urna grande
    qoantidade de roup^s hilas de todas as qualid.-.des,
    que se veodempir baraMsrimos piejos para liqui-
    dar a ra Nova o. 26.
    Attenco.
    Vndese om sino oo alaga se no Alocado ra
    de s. Migc-1 : na ra Uireita n. 3", se dir' quem
    vende.
    Terrenos
    Cempra-se nm balcode arpfreilo qus seja
    I grande e teaba volta : oo l :rgo do Paraizo n. 26.
    .No armaiem n. 16 da roa
    - Aloga se para pa>sar a festa urna rasa em !compra-se movis usados e novos.
    Olioda rom muitos bons commodos para familia
    Antonio Hotelho Pinto de Mosquita erntina i
    vender le renos oo sen sitio do fondo, sotes dt
    chegar m Beherine, al.rindo orna estrada no me
    mo sitio, que a travesea o rio de Beberibe, segu i
    do eocananjeDto das aguas qne vo foroecer ea
    Olinda ; no mesmo sitio acbara' com quem tratar,
    nos dominaos e das uteis, ou oo Recite, roa di
    Cadea, loja de fazendas n. 54 A.
    Carro novo
    Vndese um carro de 4 rodas sem ser pintado
    e forrado : para ver e tratar na ra do Jasmim
    n. 22.
    Carnauba
    bonita vi-t,i e muito fresca : a tratar na roa
    Concordia junto ao Sr. solicitador Abren.
    da
    VENDAS
    do Imperador; Vende-se cera de carnauba em saceos, sendo de
    i superior qualidade : r,a loj* do Pavao roa da Im-
    peratnz o. 60, de Gama Silva.
    w
    COMPRAS

    rata
    Compra-se nacional on estrangelra com maior
    premio de qoe em ootra qn> Iquer parle : Da pra-
    ;a da Independencia n. ti.______________
    Compra se orna meta duza de rad-iras e am
    sof em bm estado : na roa do Padre Floriano n.
    iO primeiro amar.
    Comprase orna nieira eiu bom esWdo : a
    tratar na ra do Aragao n. 36.
    Ciropra se por mais do qoe em outia qual
    qaer parte, prata brasileira e estraogeira, libra
    esterlinas, moedas de 9 16 poriogoetas, d
    :i, \Q& e iQ$ braslleiras 'e se trocam sedDla
    das caixas flliaes do Banco (*o Brasil : na roa da
    Cadeia do Recife n. 58_|pja de azole|o.
    Moedas de ouro.
    Nacionaes e estrangetras assim como libras
    esterlinas : campram-se na roa do Crespo o. 16,
    primeiro andar.__________________________
    Compra-se ooro e praia em obras velbas :
    na Draea da lovtepon^-r.'li %. 28.____________
    Com multa vaaagein.
    Compra-se por mais premio que em qoalqner
    outra parte moedas de prata e ooro; a ra do
    Crespo n. 19, toja. .
    Comprarse
    Cobre, lato e chombo : no armazem da bola
    aaiarel.'i no odio da secrttari da polica.
    i Xi\, de-se
    ! saecos rom feijao para animaes pelo diminolo pre-
    co de i5000 o sacco : o) armazem do Aooes de-
    froDle da alfande-'a.

    Sevada
    Vende se sevada da mais nova que se
    cootrar oo mercadj a 3i 100 a arroba
    Direita n. 30.
    pode
    : ca
    en-
    raa
    Attea^ao
    Cal, e Lisboa nv.a. a Jltimt ctregad.
    Mert irio.
    Lonna da ttossia.
    Cabos de linbo.
    Liohas.
    Vinho do porfo e Pcsphoros de srcuraoca.
    Na toa do Vigano n. i a, primeiro andar.
    Vendem se tres escravos para todo servido :
    i na roa da Cruz u. 31.
    YE M DE-SE
    | por cummodo pttQo urna balanza nova propria pa-
    I ra armazem de assncar, cooros i>d preoca de al-
    gori.i: no imazem da bola rrcarella do oito da
    secretarla da polica._________________^^__
    Na povoacao de Timbauba do Mnc acha-se
    orna morada de casa do pateo da feira para se
    vender com commodos sufilcientes para familia e
    urna arro.ic3o para negocio grande e boa, duas
    camarinhas de alcova, Ires salas, estribarla e pa-
    cana todo isio na mesma propriedado quem pro-
    tender a oita dirija se ao m-sirn lugar a tratar
    com Maoce[Thomai de AqoinoNortnha.
    Vende-se nm terreno em Caxnne com fren.
    jte para a estrada que segu para a Va i zea (eo-
    nht-ei'ia por estrada d'agna frrea) cojo Ierren*
    tem 90 palmos ae frente e 230 de fondo : a tratar
    a roa do Amorimii. 37, armaiem.
    Vende se ama mulata com 14 satas, bonita
    Agora, r-eolhida, jabecoslnhar o engomnw pro-
    i-na paia casa de familia : a tratar na traressa da
    Mrire de Dw? n. 1
    Faiinha de mandicca
    igual a da Muribeca, tem para vender no
    seu escrptorio Joaqun Jos Goncalves Bel-
    trao : roa do Trapnice n. 17.
    Feijn muito dovo a 5 o sueco
    No araiazera do caes 22 de Nnvembro n. 26.
    -> A l mldada dragan de Coro, acaba de nr.elier da Eu-
    ropa, um grande sortiin^nto de joias de apurado
    gosto e vende por preco raaoavel.
    "Cabra bicho
    Na ra do Crespo q. 19 se dir quem
    vende tima, com doas crias.
    Gh Vende-s3 o melbor ch^oeolaie hespaobnl qae lem
    vindo a esta mercado fabricado en Coruona pelo
    diminuto preco daSO rs. a libra, em latas de 10
    libras : na ra da cadsiaja. 3J< loja de fazenda.
    " A ttengdo.
    Na ra da Senzal No* *t, f-e acbi a venda
    om grande e vanado sortimento de estniras ebe-
    gadas do Arscaty, por prcoo rujavel : ijaeoj pre-
    teoder dlnja-se a mesma. ^ '
    " Veade-s* om maial", bSa'Bgor' mogo 8 sa-
    be o offlrlo de carpi* : quem o prete'nder dirija
    se a roa di cadeia o. 30, segundo todir.
    40 COlHlERCiO
    em geral
    NocCes do systema melnco por Jos Aotooio o-
    mes Jnior, obra lodispeosavel para aso da nova
    tarifa das lfandegas ; os ejemplares que reslam
    vendeo-se pelo tuesmo preco oas livrariss econ-
    mica, arco de Santo Antonio e uiniversal, na roa
    do Imperador.
    Vende-se a taberna da ra da Cacimba, com
    frente para a raa do Vigarlo : a tratar cen Ma
    uoei Jos da Silva Oliveiro, ra do Ea^antameolo
    n. 13.______________ ___________
    __Vende-se ama casa terrea na roa da Sole'-
    dade D. 53 : a traiar oa roa uireita u._77.___
    _ Vende se urna escrava de meia idade, qoe
    engomme e cotiabe perfeitamente, Da ra Direita
    o. 43 2* aodar.
    a mesma casa vendem-se doas apparamentos
    com todos os seas pertences par a celebragao da
    missa. _____;____________
    dalos, e madreperola ; pretos, brancos e de
    cores, e muito se tornam recommendavel
    pelas bonitas paisagens.
    Flores
    melhor que se pode desejar neste arti-
    go as quaes parecem naturaes assim como,
    tambem recebemos urna pequea porco to-
    das pretas e se vender na loja do Gallo
    Vigilante roa do Crespo o. 7.
    C apellas
    Mui lindas grinaldas brancas e de cores
    aquellas para noivas, e estas para bailes, ca-
    samentes e baptizados.
    Luvas de todas as qualidades para se-
    ntara, homem, men as, sendo de algodo,
    6o da escocia, seda e pelica muito fresca e
    do fabricante Jouvio, paree -nos que nao ba-
    ver quem ignore que por todos os vapores
    da Europa o Gallo Vigilante, recebe grande
    quantidade desie artigo e por isso sempre
    tem sortimento a vontade do comprador, e
    tambem nao se valle da falla o seu prego
    sempre o mesmo.
    reate*
    Muito bonitos pentes de tartaruga para
    coque e alizar os cabellos, assim como para
    arregacar os mesmos e muitas outras quali-
    dades.
    Kscovas
    Grande sortimento de escovas, para roupa,
    cabellos, chapeos, dentes e unbas, sendo de
    osso, bfalo, baleia, martim e madreperola.
    \iva has
    Superiores na /a!has pequeas para bar-
    ba sendo cabo de marnm, tartaruga e ou-
    tras qualidades, as quaes o fabricante ga-
    rante a boa qualidade.
    Ahouadura
    Chegarara as i ni lindas guarnirles de
    botoes para codees fazen 'a de gosto, assim
    como grande sortimento de botoes para pu-
    nhos.____________________________
    Ao grande bazar
    Nova e ulil iu\encao para as casas de
    familias'
    Macbioas econmicas de faz.-r massa para pao,
    biscontos, pastis, bolacbotias etc.
    Participamos ao resputavel publico qae acaba-
    mos de receber pelo ultimo pv.jnu'e americano es-
    s mur.o proprias para ca
    de acellaco qoe estas ma-
    a Europa e dos Estados-
    l'oidosse toruam recoromendaveis.
    Sao de mnita otiildade pela facilidade do sea
    trabalho e limpeza com que felto ; qualquer pes-
    soa p 'de apromptar em 10 ididjIos qoinze a viote
    libras de massa sem se fangar, < raoito m--is bem
    preparada do qoe pelo irablbo brscjfl, sin tam-
    bem recommendaveis aos Sr?. fazendetros sonde
    nao ha recursos de obier-se p5o fresco todos os
    das.
    O agente des tas importantes machinas para todo
    o imperio do Brasil o Sr. A. A. Generoso Es-
    trella.
    Convidamos as pessoas qne qaizerem examinar
    o trabalho destas machinas oirigirem-se ao
    Grande bazar
    Ra Nova n. 22.
    _ Veode-se um carro
    oa roa do Sebo n. 54.
    e ama caro.; para Coi'
    Chocolate peftoral,
    Vende-se o melhor chocolata hespantiol que tem
    vindo a este mercado, fabricado espressamente
    para este clima, pelo deminuto preco de 800 ris a
    libra, aa roa da imperatriz o. ti, loja do prorapto
    alivio. _____^_^_ ________
    aiMANACH
    DE
    LUS0BU4SILEIK4
    Para 1868.
    POR CAST1LHO.
    Vende-se na livraria Econmica defronte do arco
    de Santo Aotooio-___________________ ,
    Ao coinmercio
    Vende se a taberna da rna do padre Ploriaoo n.
    41, ou da se sociedade a um mogo qoe entre cora
    algum dlnbelro, pelo seu dono estar doente, e of
    fereco-se am mogo para caixeiro com pratica da
    ^aesmt
    Attenco,
    Vaade-se dsm mulata, a quil engomma, cose.
    coitoba e lava com perfeigao : a tratar aa ra da
    Ctqi p. rtica, franela.
    ... ^ 400
    Cal de Lisboa
    Cal de Lisboa nova a iS o barril: a' raa di
    Apon i n. 4.
    Vende-se na loja da praca
    Independencia n. 39.
    Capellas moriuarlas para serem .Mocadas em
    tumbas, catar umbas e sepultaras no cemilerio pu-
    blico para o dia 2 de novembro i'fioaoj*} das es-
    <:rir-c5es segomtes :
    Mea pai.
    Mioba mai.
    Meo esposo.
    Mmlia esposa.
    Meo filho.
    Miaba fllha.
    Saodades.
    Urna lagrima.
    Amizade.
    Mea amigo.
    Meo irmo.
    .Mioha irma.
    Na mesma ioja lambern tem oapella
    m i rmore obra prima. ^^____


    de pedra
    p.tassa da Rossia
    E' a que se vende por prego o mais barato por-
    que a mais nova qoe existe do mercado trennos-
    tancia essencial qae este artigo demanda para pro-
    di;/, r o i tMto di sajado, A vista que aprsenla a
    barrica que a cootm cooUrroa o ter chegado ao
    mercado mais receotemeote possivel : no arma-
    zem de assocar de Jos da -ilva Loyo Filho & C.
    Viobo superier em calas de ama duza e
    tem para vender Antonio Luir de Olivt-ira Aieve-
    do A C no seo escritorio roa da Crnz n. 57.
    Vende-se on aluga se am grande sitio oc
    alto da ladeira do Barro, fregoezia dos Alogados.
    o qual tem doas moradas de casas e muitas frac-
    tcirss, comu sejam jaqaeiras, roangaeiras, coqoei-
    ros, eajaeiros e outras, e milita trra para planta-
    cao : a tratar oa roa da Sepzala velba o 84.
    Vende se orna machina a vapor de torca dt
    seis ovados, de perfeita eoostroroao, com toda e
    '.., r-gem precisa para mover vanas machinas de
    dr.-i-arogar algodo ou ootro qoalqner mister, tea-
    do a propriedade de ser fcilmente condolida por
    estar montada sobre rodas. Vende se igualmente
    por prego muito barato para liquidar oo motor
    amcTlcaoo para dous cavados cm iodos os perten-
    ces para o mesmo fleo, orna preosa de enfardar
    afsodio de systema tooftroo, e de tanita forga e
    aluuns tooeis do S 94 nrios para desti laclo de eogeobo on eposito m
    mel : Vrere tratar fabrica do travessa do Ca-
    rioca n.5,cies do Ramos.
    3*000
    30
    5G0
    40
    0
    OO
    320
    20
    8fm segundo.
    elmanon. 49.
    ni asfaieodas abaii-
    meBcianadaB.
    Queirim rir ver o qoe toa e baratissiue,
    I'oalhas de labynntho eom bico, faten-
    da boa a .............
    Carreteis de liaba com 100 jardas a .
    Gravitas pretas e de cores moito finas a
    Calzas de ooreias de massa muito novas a
    enfladures para esparlbo da cordao e
    Ota a...............
    Carreteis de iinba Alexandre com 400 jar-
    das a ...............
    Sabonetes moito finos a 60, ISO, 200 e
    Ditos de bolla moito fiaos 240 e .
    xadas de liaba frua para bordar a .
    Varas de cordao para espartilbo a .
    entes volteados para regagar cabello de
    meniras a............
    .'rseos de macaca' oleo moite fia o, a .
    \botoadoras moito Duas para colletes a .
    Cartes de baba branca e de cores a .
    Libra de arda preta superior a.....
    escovas par* tato, fazenda boa, a .
    Varas de franja branca de linbo para
    toalba a ..............
    Pegas de bico estrello eom 20 varas muito
    bonito a ..............
    Varas de papafiua de diffeientes largo-
    ras a 120,160 e..........
    Clisas de palito bailo a........
    Caixas de palitos de segoranca sem en-
    ch.ifre a.............
    S.bunetes de familia a 100,160 e ... .
    Grosas de botoes de madreperola para
    earolsa a.............
    Camina de doctrina ehristaa a .
    Latas com superior banba a ..... .
    Qoaderoos de papel peqoeno superior a .
    Dnzia de baralbos francezes superior .
    Groza de phospboros mano saperlores .
    C-xas a retalbo do- mesmos.....
    Caixas de phospboros de velliaba cooteodo
    500 vellinbas moito soperiores a .
    Re.-roas de papel almaco moito superior .
    Resmas de papel pautado soperlor quali-
    dade ...............
    Dazias de meias para bomem ....
    Duzias de meias croas moite soperiores
    100
    1,1000
    60
    240
    USD
    2*500
    36
    2>i
    40uO
    Miudezas barata.
    LOJA DE SOZA SOARES d IRMO
    Rna .\'ova n. S8.
    Rosetas de cores, em eaixinbas de nma dnzla
    a 1*503.
    Brincos a balo de coresdnzia a 1*600.
    Grampas com cabrea de vidroduzia a ISO rs.
    Agulbeiros de metal, soriidosduzia 4)0 rs.
    Ditos de madeira, pintadasduzia 240 rs.
    Boies de m zia de pares i900.
    Ditos de madreperola para camisagrosa 5C0 r.-.
    Ditos iie ago para calcaa grosa 20 rs.
    Libras de lioha, primeira qualidade em oovei-
    los, sonido, a 2*500.
    Libras de dita, segunda qualidade, em novellos
    sonidos ii*e I500.
    Caizas de dita com 50 novellos a 640 rs.
    Ditas de dita do gaz com 40 novellos a bOO rs.
    Ditas de dita de marcar a 240 rs.
    Ditas de dita branca com 10 novellos grande?
    a 560 rs.
    Dazias de carros de llana de 100 jardas a
    360 rs.
    Duiias de ditos de liaba de 200 jardas a ij.'tt,
    Dazias de cartoes de dita preta e brancada
    160 rs.
    Miadas de Iinba de roriz a 150 rs.
    Caixinhas com soldados de chumbo a HO rs.
    E Pentes de lago doarado para cor a 500 rs.
    Ditos de lago liso para dito a 440 rs.
    Ditos dourados eom Doresduzia a 2*400 r
    Ditos de btalos moito bons para alisarduna
    2*500.
    Ditos de chifre, fazenda boadozia 1*100.
    Deiii.es amarellos e prateadosduzia -.40 rs
    Alfint-tes em cartas de 14 peales a 120 rs.
    Duzias de camuas de clcheles a 'iO rs.
    Dozas de candes de dilos a 600 e. 900 rs.
    Espoletas veidadeiras B. B.cana a 100 rs
    Pegas de fila para coz, larga com 10 .'..ras a
    500 rs.
    Dita* de fita de seda o. ;, com 8 varas a 260 ra.
    Cadaco branco para seroolaspega 50 is.
    La de todas as cores para bordarlibi a t*:'ftQ.
    Pegas com 10 varas de labynoto tino, -..>:-
    ment estreno a 1*500.
    Phospimros de cera em ealxih?sdozia 360t*
    Ditus de pao encorado sem chelio duzia de c!*-
    xiDhas 360 rs.
    Cartilbas da doutrioa i-lni.-iaa a 320 rs.
    Ubreias de colla em calumbasduzia 320 e
    500 rs.
    Sabonetes finos para mosdozia 800 e 1*000.
    Facas e garios, cabo 1e ossodozia 2*500.
    Pivellas para ciotos, puiseiras, perfumaras de
    todas as qualidades, tranga?, meias, etc. etc.,
    tudo o mais que seja tendente ao sorrr.ento .te
    miudezas ferragtns, quinqoilharias e candieiros a
    gaz.
    Garaole-se siocerldade e baratez no- prego-.-
    AGUAFlORID
    __>__5
    MURRAY & LANMAN
    A agua florida de Murray & Lauuja':
    olhada como um artigo de perfume, na*
    tem podido ser igualada pelas preparagoei
    as mais custosas: conserva seu aroma, co
    mo se formasse parte da prenda a que pu-
    se applica.
    Sua eficacia Ufo delicada, como elegan-
    tes sao seus multiplicados usos, qur soja
    empregada como artigo de toucador, qur
    ao uso do banbo, oo como suavisador di
    pelle, depois que se tenba feito a liarla
    j para limpar as gengivas ou aromatisar (
    hlito.
    D suaviilatle, brlho e elasticidade ai
    compleices, depois de se baver lavado; al-
    livia a irritagao de erupces ordinarias; fai
    Jesappirecer o desagradavel aspecto doi
    pannos, das sardas, do rosto, -rugas e toda i
    casta de ebulic5es, e d vigor e frescura
    parte onde quer que se applique. Sua efe-
    ciencia e elegancia sao igualmente infalh-
    veis nos casos em qne seja preciso applio
    la como estimulante e antisptico, nos co^
    cursos e assemblas numerosas, as loe*
    lidades infeccionadas, na alcova de um en-
    fermo, assim como om antidoto excello
    te para os desmaios causados por cansa?<
    on suffocgSo. Preparada nicamente por
    Lanman 4 Kemp, Nova York, e a venda i>'
    Gaors & Barbosa.
    Jlo da C. Bravo A C.
    A' venda as drogaras de A. Caors, Bra-
    vo 6 C. e P. Maurer & C, e em todos o.
    estabelecimentospharmaceoticos do impen:
    Ctiegou afinal
    A pomada galopean
    para c*ura rpida e completa dos callos deru-
    VENDBSB NA
    Botica e dragarla
    DI
    Bartholaabca 4k V.
    34Roa larga t Rasari34
    Vende-se om deposito de cha} rio de amare Un
    emmecbado, parafota* eom poneo uso d'9en<,Srni.
    bomba de api e canas de cambo, na iua c '';
    rador o. 67-2'fnar.
    | ltiHH


    --
    IP1MT
    DO
    DK. SEVIAL.

    iticas, ens-a-
    D4- d
    Para o ti aumento e cara rpida e completa das iu.
    tas, rheumatismo, bobas, gota, debilidade do estomago, tanmafcfo chronicas do flgaao
    e baco, dotes sciatcas, cephalalgias, neiTalgias, ulceras otawniaas, iydropesias, pieun-
    sias, gonorrtieas chronicas e em ge al todas as msataiftt mu
    rificac5o do systema sanguneo.

    Considerarles geraes
    A saude mn bem inapreciave!, coja importancia e valor so est resemao ao eni
    fermo o a.vaa-lo. J*UI4 A ,M,Un,
    incoatosta? el que o homem nesle mando e constaotnte, e por toa wiiaor
    atacado por una infinidade de agente morbficos qa todos tendemri dadas eertas e deter-
    minadas circumsUncias, a alterar oregala^ercioiodafuD(5cS'OPfanj(tt8,reBultanDo
    pesse desequilibrio o que se chamamoleetia. ^
    A molestia nao raais deque a desvirtuacao das forcas^inaes/occawoiada,- a,
    ganos* BfOsgaeoes e experiencias dosmais abalisado mestres da ciencia, pela depm-
    vacao dos -hnmores geraes, conseqaencia da acc5o maligna desees meamos agentes mora e
    fleos intfodozdos no organismo pelo acto da respiraeao? petera digestiva, pelo contacte
    immediato etc. etc. etc.
    A sypliilis iotelizmente tem sido a partilba da bnmanidade, e como fra dednvi-
    . '. i
    891001
    Ao re&peitavel publico pemanhMftno pede-se
    oh
    .^ Attenco
    OUIWaZi AAflSUiteigaiBglezt
    3, 500, 80O e IJ noarrat -i ,e acna vista.
    Manteiga franceza
    i Draa 560 e 640, en barrase tara diflerenea.
    Banha de porco
    em libras 320 e 380, em porcSosefarrdifferenca.
    Fruotas
    em calda Pera, Pecego, Rainha Claudia, Alperxe e ontras mnitas 500 e 040 a lata.
    ErTilhaaV
    PortuguemMQ,lrarjceaaa.900. .*/.
    Pasmo rm sif -
    em latas do Para e de albaneque, lata i* e 15200.
    Clsmsmt de mllho
    em pacotes, dita da torra i00 e 200 a libra, btai
    Ylmho
    f.-0cif.3
    .E1BV
    S?q
    PHARHiCU
    DE
    da que esse terrivel Proteo da medicina ama molestia hereditaria, ella tem sido obser- de Bordeanx em caixa a dutia H, garrafa 500; dito de 84 a doiia, 800 a garrafa, dito a
    vada em todas as idaJes, e debaixo de todas as suas formas tao variadas, enfraqueconde 14# a duzia, 10200 a garrafa, dito do Porto a 8&, 125, 185. 244, caixas de duzia, assim'
    constituicoes robustas, produziado mntilacoes, e cortando atada^m flor dt idadeiddas' como flgoeira caada 30500 e 40, paro J A A Lisboa 08O, U e 3J5O0 a qoalidade
    preciosas. convida.
    Eliminar da economa esses principios deleterios. e parificar a massa geral dos ar
    .- aumores tem sido desde tempo immemorial ofim constante da medicina, e os porgati- em lata de 5 ga!3es e mais pequeas a vontade do comprador, em garrafa.
    vos figurara em primeiro lugar para preencher esse desiteratutnoxiiim.
    O Elixir dtpuratiw do Dr. Sevial parece merecer a preferencia sobre todos: os 140 e I f 0 a libr a, painco a 100 a libra.
    Alpiste

    inmensos suecessos obtidos pelo uso deste salotar agente tanto na Allemanha, como em

    Franca e Italia, o tornam o companheiro insopara vel de quasi todos os doentes.
    Sendo as molestias, como cima dissemos, devidas as alteracoes dos humores, o
    Elixir depurativo do-Dr. Sevial pode ser empregado vanlajosamente na syphilis, erisy-
    pelas, rheumatismos, bobas, gota, debilidade do estomago, iaflammacBes enronicas do
    figado e baco, dores sciaticas, cephalalgias, nevralgias. ulceras ebronicas, bydropesias,
    pleunsias, gonorrheas ebronicas etc. e em geral em todas as molestias em qne se tenba
    em vista a purificacao do systema sanguneo; pois que urna pratica constante tem feito
    ver qne elle 6 indispensavel nos casos gravissimos para minorar os soflrimentos, pre-
    parar o doente para medicaces superiores; e as menos graves a cura a coose-
    quencia do seu uso, convenientemente repetido.
    As substancias que entrara na composiclo do Elixir depurativo do Dr. Seria
    pertencem todas exclusivamente ao reino vegetal, e grande cathegoria das substan-
    cias depurativas e antisyphiliticas; assim, ao passo que este remedio depara o orga-
    uismo, eliminando os principios nocivos saude, pelo mecanismo oatnral das evau-
    ac5es alvinas, neutralisa ao mesmo tempo o virus syphitico quando este virjem.
    tem feito erupcSo no exterior debaixo de suas multiplicadas formas ; e previne taui
    bem os estragos dessa terrivel molestia, quando por ventura se ache^eHa atedamoi
    estado de encubapo, isto sem se ter manifestado sob formas externas f'beneficio
    mmeoso, tanto mais quanto oeste estado os individuos igneram completamente e es-
    3o contaminados por este terrivel inhnigo.
    O sabor agradavel d'este Elixir convem a todos os estmagos, a'sna-BsfcSoisopJ.
    bre o tubo intestinal suave e benigna, e de nenhuma forma prodoi molestiis'imii-
    camentosas, como acontece ao purgante dito Le Roy, que na sua qualidade de drs-
    tico forte irrita a mucosa intestinal, e consecutivamente a seroza, resultando deste es
    tado, mnitas vezes, bydropesias, que quasi sempre terminam pela morte do doente.
    Assim pois esperamos que o uso deste remedio justifique cabalmente as nos-
    sas asseveracoes, porque sendo om medicamento tao simples na sua composico, a
    pratica tem confirmado sua utilidade.
    inico deposito em Pernambu.
    em garrafas a 800 e 10.

    Aceite

    CHARUTOS
    em caixa de 50 por l|, ditos Delicias,.Trovadores e Parisienses em caixas de 100, ditos
    da Exposicao caixa 5, ditos de Regala caixas com 100 a 20500 e outras mnitas marcas
    que s na presencSdoa compradores.
    PREZUNTOS
    de lamego em barril, ditos de fiambre o melbor que ba no mercado por prego que faz
    admirar I I
    DOCE DE GOIABA
    caixoes de 560 fino, ditos de 10500 que parece marmellada, dito em latas omito fina
    qualidade a 10200. y
    BOCETAS
    com doce secco a 10 e 20.
    QUEIJOS
    do Alentejoem latas chegado pelo vapor Oneida, ditosFlamengosePratosdosmaisnovos
    que ba no mercado.
    AZEITONAS
    de elvas como no mercado nao temos a 10 a lata, em barris do Porto a 10 como nao ha
    -melbor.
    Na botica e drogara

    Barthoomeo Cowpanhia
    34-RUA DO ROSARIO LARGA34

    &
    PREPARARES FERREAS-HARGASCA.S
    bPPROVADAS PILA 1CADBHIA ES HBDIClIti
    DE BRIN D BUISSON
    Hirucnfict, \nmit pU IcaJtwi i Itdkiu O hr
    O mlaente professor Troiwsba, na nhim (Helo de sen Tratado it Thera-
    peuhea tMaUria wiedica, reconhece que os ferruginosos si-nples sSo mnitas
    veces inefficajes para enrar as molestias qne teem por causa o empobrecimeno
    do atagne. Mu tos medios dos mais disiinctos attribuem esse mi o xito a ausencia,
    n PrePrac6es, do tnanganese, qne se acha uo sangne, como o tem reconfcecido
    es chimicqs os mais peritos, sempre intimamente unido com o ferro. '
    B pon, preetar-seum verdadciro servico aos S"' Mdicos, oehamar-se sua attencSo
    sobre as preparacoes segniates.
    1 POS iftrPPS mJfflffanicftS itnio mmediaumente una agna, adalada,
    I II icncua UiaUgaUlll |aZ0M gradavel, aubsUtumdo com vantaeem
    eetOMBia as aguas minerae ferruginosas.
    2 Mil e Xarope de iedareto de ferro e de manganese inaltemeis

    Brames de tatito de ferro e de naijpse i
    Pillas de carbonato frreo manganeo
    Duendo cada ama cinco centigramos de iednreto de ferro manganico indicadas
    particularmente as molestias lymphatica, escrofulosas, e as chamadas caa-
    toaaa tabercnloaas. L
    rtceitadas especialmente
    para a cbloro&is, a ue-
    nn, a leucorrhea, a ame-
    norrhea. A indicacio de
    alternar estas duas praparaeBea di os melhores reailtados.
    0 deaejade oblar a adhesio coapleu d publico medie* a
    ?" T.T"? .* *** FMpwtoea, preria* qii elW u pie gratahameau a saa
    dispone**, dingendo-se;
    ! Pnw*o, a tea agtau gral, Mamrar O, pharmaceatieo, re* Ron.
    TTTITr







    .
    DE
    FAZENDAS DAS LOJAS EARMAZEM DA
    R
    .
    Alpacas de lista a 5oo rs o covado.
    Vende-se alpacas de listas e de flores
    Tendo o proprietario destes dons estabe-
    lecimentos resollido liquidar grande parte
    desnas fazendasporisso resolveo porem li- proprias para vestidos de senhoras a5oo,
    quidacSo para vender mais barato do que 6oo e 56o rs. o covado: ra da Imperatriz
    ^em outra parte. lojas da Arara ns. 56 e 72.
    Chitas 460 o covado. Casemira com peqneno toque de mofo a 13.
    Vende-se ditas em retalhos a i60 rs. o Vende-se casemira p?ra calcas o p litots
    covado, ditas em peca a200 rs. o covado : com peqneno toq'ie de mofo a 10 o covado
    cassa franceza a 21o, 28 rs. o covado: roa ra da Imperatriz lojas da Arara ns. 56 e 72.
    da Imperatriz lojas da Arara ns. 56 e 72.
    Liazinbas da Arara 24o o corado. J^ fofa ^^0^
    Vende-se ISasinbas para vestidos 2'o,
    28o, 32o, o covado : ra da Imperatria lojas
    da Arara ns 56 e 72.
    Joaquim de Aimeida tinto
    A jurubeba contra o ingorgi
    lamento do figado e do bago
    Km extracto alcoollco, emplas-
    tro, oleo, tintara, plalas,
    xaropo e rlnbo
    A jnrubeba orna das substancias medi-
    camentosas qne pertencem ao reino vege-
    tal, e pertence a classe dos tnicos e desobs-
    trnentes, sendo empregad com vantagem
    contra as febres intermitentes acompanbadas
    de engo gitamemo de figado e de baco. Ella
    tem sido applicada com incontestavel pro-
    veito contra a anemia ou cblorose, e hydro-
    phesia, catharro da bexiga, 8 mesmo -para
    combater a meosiruagao difcil, resollante
    da mesma anemia ou chlorose.
    Depsitos geraes
    Em Pernambnco, roa larga do Rosario
    n. 10, Rio de Janeiro, pharmacia do Sr.
    D&urado, Rio Grande do Sul, em casa dos
    Srs, CascSo & C, Macei, pharmacia do Sr.
    Claudino, no Havre, pharmacia de Mr. Ma-
    rical. em Lisboa, na pharmacia do Sr. Feij.
    iaiawi aw.-
    ^p|Pharmacia especial horneo-
    patulea do Dr.
    L. Pinho.
    Cha de 1* sorte para oso das
    pessoas qne se tratam homeopathi-
    camente.
    Vende-se em pacotes de libra a
    3,5200 rs.
    Roa Nova n. 43.
    O cordeiro previdente
    Na antiga loja de miodezas a roa do Quei-
    mado n. 16.
    TeBdo sempre em vista nao nabar o tempo aos
    seas regueze-, com extensos annaacio^ ; mas
    tambera nao qoereodo qae os mssmos fregaezes
    Igoorem o qae de novo tem elle recebldi, por fsso
    resumidamente o dir': ehegando assim ao co-
    nheeimeato de todos qae a dita loja do Cardetro
    Previdente, roa do Qaeiraadu n. 16, receben o se-
    guite :
    Bonitas e doradoras ligas de pellica para metas,
    tanto para sonboras como para meninas.
    Leques de diversos e modernos gostos.
    Pentes cora eafeites doaradoa e nao donrados,
    para meninas.
    Coqnes simples e enfeitadjs, moldes inteiramen-
    te novos.
    Bom papel em caixinhas Uso, pautado donra-
    do e timbrado, e oatros maitos objectos, qae twn-
    ciona-los sena bastante enfadonbo, e qne se ven-
    de em dita loja de miadeas do Cordeiro Previ-
    dente, roa do Quemado o. 16.
    y.t faltam llares,
    O Cordeiro Previdente a ra do Qaeimado d. 16
    tem constantemente nm lindo sortimento de fl
    as o bonitas flores, por isso quando alguma ha.
    bilidosa joven qaizer preparar qualqaer enteite de
    dita Inja
    Fraacisco
    [RA NOVA N. 21,
    acaba de recabar om luido a magnifico sor
    timento de ocales, lnnetos, binociloi, da al
    timo e mais apurado gosto da Europa a oco
    los de alcance para observaoea e;par
    martimos._____________________^
    \fmdi(o dAurora em
    [LAt Swito Amaro
    Completo sortlmentf de Uixas batidas fundi-
    das, alambiques de todos es tamanboi e fondos da
    ditos, moents de todos os lauwnbos de superior
    qualidade, erivos e sceM de tornalba, o qae tado
    se vende porcomaUdo freyo.

    ^ipwes.
    Vende-se em casa de Saunders Brotbers & C.
    o largo do Gorpo Saman. II, vaporas patentes
    om todos os partences proprlos para faier mover
    es oo qoatro machinas para descarocar algbdio
    Paria, 36, Roa Vivlenne, k>
    CHABLEmdecinspciai
    j r u n r% i i.
    to SAVG
    g
    as ENricataDADAS nats iexuaes, as uno
    5QES rrwt [*?, E a vmUCOES DO sanouk.
    ktrpu. soma,
    comixot, acrtmonia, al-
    lerfoe, vte iota* do lanfur,
    __ -irut, a Ura(oe do Ml*>
    (Xarope efelaJ* mereorio). 9r>pnrmtiK
    vretea Bt.tuot iiiMHlil lomao-s* dtv
    por semana, seguindo o iractamenlo Dipuraiivo : '
    mprepaHo m imsiMs molestias.
    Bste Xa ropeCi tracto dr...
    de Cli ABI.E. cora iamed>
    lamente qualqaerpuroacao,
    re'.axaqao, dibilidedi, t
    igutlaieau os /laxos /loras
    trunco-'' as multieres Esta injeccao beaigaa t
    tngf* vjaa o ltrof d Citracto hrro.
    WiiiinHi, Pomada que at cara ea tres Auv
    POMADA ANTIMERPETICA
    Couir: o*> a^uccoi ctantet t cooiixoti.
    PILULAS VEGETAS DEPRA.TIVA8
    i o Ch.^kie, cada friKa vai tscoopakada it Ui
    hUtata.
    AVJSO OS SRS. MDICOS.
    OPAH
    Cura caurrhot toaic
    roqurtncSet tmtiiCOC
    tientosm tai >int Aroo*
    iJuo* e u>tiu* u. 'orneo*
    'lo fietio; Iim^Ia ji 'loent*
    Or-,
    A venda na pharmacia de P. Manrer
    e C em Pernambnco.
    b^llo (rosto de*e logo lembrar se qne ba
    Venae-sa palitots de panno a 55, 60,! <*<> Cordeiro Previdente, a roa do Qaeimado D. 16,
    85 e 100 ; palitots de casimba de cores a!l
    Madapuio a 45 a pe$a. 65,^. 85, e lo5, palitots de meiacasimira a
    Vende-se pecas demadapoloa 45,S5.duo 3fiaoae 45, calcas de casimira a 55, 65 e
    Vende-se na pharmacia de P. Maarer & C, roa Nova.
    TOGOSTO
    n
    de palha de Italia,
    Variado sortlmanto de modernos chapeos e chapelinas de seda, de fll e
    ; 'ni ir e menina.
    Saperiores tiras, bordadinhose entre melos bjrdados em cambrala tapada e transparenta.
    >'a loja das columnas a roa do Crespo n. 13
    DE

    Antonio Correia de Vasconcellos & Companhia.
    aovo DEPOSITO

    DK

    MACHINAS
    PiiA i)B3CAR0CAR ALG0DA0
    Ifafloel Bmio de Oliveira Braga.
    53Roa Dlrelta m.53
    muito fino65, 75, 85, 95, io5: roa da Im-
    peratriz lojas e arma7emda Arara ns.56 e 72.
    Cortes de cambraias de barras a 5
    Vende-se corte3 de cambraias de bonitas
    barras a 25, -2,->."oo e 35ooo.
    Ditos de cambraia bordadas brancos e de
    cores a 45, 455oo e 55! roa da Imperatriz
    lojas da Arare, ns. 56 e 72.
    Arara vende algudo a peca 35-
    Vende-se peca de algodo. a 35. 45, 55,
    65, 75. 85; ra da Imperatriz ns. 56 e 72.
    Riscado francezde listas a 36o rs. o covado.
    Vende-se riscado francez de listas para
    vestidos a 36oe5oors: ra da Imperatriz
    lojas da Arara, ns. 56 e 72.
    Ditas franceza a 24o rs. o covado.
    Vende-se ehitas francezas fioas a2io, 28o',
    32o e loo rs. o covado: ra da Imperatriz
    lojas e armazem da Arara ns. 56 e 72.
    Para alvejar os denles.
    O cordeiro providente a roa do Qaeimado o. 16
    recebeu do bsm eoobecido fabricante Jonh Gos-
    75, ditas prelas 55, 65, 70 e 5, ditas de nef & & tata ptima qualidade de pos para den-
    meia Casimira a 255oo 35 e 355oo coletes ,M aromatisados com cantora qoe realmente tem
    de casemira a 35, 35Koo seroulas a 15,
    I56oo, 25 e 255oo: ra da Imperatriz lojas
    da Arara ns. 56 e 72.
    Alcodo enfestado a 15 avara.
    Algodo enfestado para lencoes e toalhas
    a 15 dito transado I-y>^o avara: raa da
    Imperatriz lojas e armazem da Arara ns. 56
    e 72.
    Cortes de laa de I i covados
    Vende-se cortes de 15a de 14 covados a
    35,45 e55; ra da Imperatriz lojas da Ara-
    ra qs 56 e 72.
    Ricas saias horda las a 3$?oo.
    Vende-se rics saias bordadas para senho-
    ra a 355oo, 55, 65 e 75, bales de arcos a
    25.255oo, 35 e 355co: ra da Imperatriz
    lojas da Arara, ns. 56 72.
    merecido todo eooceito perqu nao s alveja per-
    felamente os denles como tambem conserva-os
    GRANULOS ANTIMONIAES
    Da Dorteur PAPlkLL, %UI9
    Not afdleaeal para enraeaa da* moUstiu do eorafao, da uthma, do catarrho, di coqueluch,
    da tilica, to:
    GRANULOS ANTIMONIO FERREOS
    Pira a aTaeae'da anemia, da chJorotii, da amenorrhsa, da* nirralgiai, aeTTOiei, das moUaUai
    MCrefulom, etc.
    GRANULOS ANTIMONIO FERREOS AO BISMUTM
    Para i aaraata da aaelaatiaa, nat-roaa*, daa Tiaa digaatiTaa, dypepiiai, te
    nUaVlVgJi 1 Pharmacia de E. MOUSNIER, I Saujon (Chareate-Inferlenra).
    i I'.m Bio-de-Janeiro, Flix FARAUT, phanr acia, 71, na Seta Setembro.
    1 (rim Pernambuco, P. MAURER et C*. pharmacia, ra Nora,
    (itm Maceio. PALCO MAS, pharmacic imperial.
    sempre no melbor estado de perfelgo, assim pois
    qneiram vir comprar ditos pos Da mesma loja
    do Cordeiro Previdente, ra do Qneimado n. t6
    liifeies com pontas.
    O Cordeiro Previdente r.ecebeu um lindo sortl-
    mento de enfeites com pontas para vestidos, tanto
    de seda como de la que combluam prfidamen-
    te com es ciotos moderos do mesmo formato, por
    isso para poder enfeitar-se com gosto qualquer
    vestido iudispensaval coroprar-se ditos enfeites
    na mesma loja do Cordeiro Providente, a ra do
    Qurimadc o. 16.
    C'hipellnas de seda
    Modernas e bochas cbapelmas de seda para se-
    VERDADEIR6 LE ROY
    4* ISItait, Boitmr-llidtdn
    Bu do Seln, ai, a. PARS.
    Im cada garrafa, val, entra a rolha e o papel azul
    que lera nteu ioete, um raalo Inprnio n ama
    rallo com San haruu m sotoio mwn
    oria^o niiicfi.
    Jf. a.r-enct-
    teni'a-MHma lettra
    de (00 franroi 10-
    fcrParU,icelUel
    1 68 titt it Tifta.
    a*Maxlmo,gon-ic
    do ibatlmento e do
    alar deicooto.
    Deposnu na pnarmacia
    C. em Pemarubnco.
    de P. Manrer
    CASTRO NUNES
    Grammatica nacional.
    Seita edico
    IOOO
    tivraria fraflr.e?a.
    Vende se um cavalio alaso, novo e fortes
    proprio para carga, por pre^o commodo : para ver
    ^sv:STi!s^ss^jg^j^^i
    TRATA MENT r CHARLE, N PARS
    MealIco especial, sonsultacoett, U&, ra Vlvlenac
    om grande n
    AVISO AOI DOENTES. S'AVZV?""***
    ara de
    Piaste estahelecimento se encontrarlo a
    verdadeirts machinas americanas chegadas nltima-
    mente, as qnaes s5o f'eitas pelo mais afamado fa-
    bricante di*Arjserjca, por isso avisa a todas as pes
    soas qae precisarem comprar, da se dirigir a este
    estabelecimento qoe eomprarSo das mais perfeitas
    neste genero, assim como mais barato do qne em
    ontra qoalqner parte, por isso que se recebe por
    conta propria, bem como caos de chumbo e moi-
    nhos para moer mlho, a grande ortimento de fe -
    ragens e miadezas enj grosso e a retalbo.
    Facas de.cabo Dranco da meio bataneo a 4
    a duzia, limas finas de toaos w tamanhos'proprias
    da trabalbo de escoltara.

    Nfo aftM co-
    rado, tomei Cu
    cba, Copahiba
    ob toda* ai
    (naasem opia-
    to, cptalas,
    atonuao aer-
    dniu e ni* estou carado? libti e abuse i de um grande atunero de iiuaccaoaa, aua l lilla i n
    enrar ea 4 Uai, Moa linda mais docntaa.
    IH4IS O
    UI
    A.I'iOS
    ou" caro radicalmente ten reeahidas, CorrtaMMoi, Reiaxacao do canal, Catarrke i* aaaiaa,
    Perdat icmi*ae, enrand* primriri a caoba virulenta inflammatera d'essai daencaa lames,
    cum algums vidros do mea dpo*ativo o iigc fin parar esni afeecjeea, aeccar o
    canal Ibe tonna- a dar sua regid dou para acabar meu eacetlenU Aon ao cttbato ob
    ricario et nmiii ihjbocao. A cura e radical, as tcivHoaa* pira m Otrao* braacat, aaguem
    o aaeaaw trataaieata. (V^a-u a noticia explicativa.)
    40.000 DOENTES CURADOS
    Verdadelro trameato depurativo do langa*. ai hormtt m mmii i iilindii, ai vmfllu,
    pntndoi, tayas, ckaaai t a/receto MN*ratt, baotorea, e taaa aa baaaaui ifaa aaiiraa a pama
    do ungae abo eafadaa em peaeo tempe por meu xiaori aaruaATivo ao iajioob bm*
    aanaM niiaiii, atuavaa ritoLAi aarvaATiTaa a minaa fomtmadm abti-atoia
    - Veja-aa a auaetra de tratarle. A noticia ave te da gratlt na depoilto aa attoa MVa-
    meataa. Bata flauta trtuaento abo coMeaa merearta\ ta aaaertaritbda a baa eiaainti t
    nb ha aam aa etaa a*e paaaa eaaw ea aameaiar r
    o ** Prnn. mamlmum, aaaaar Ck* wr
    Mperwntada
    atteatacbM
    Vocde-se nana Nora n. 45, pharmaciafranceta de
    \ MAURER 1 C.

    cebtda, quem pretender orna moderna e bonita
    chapelina deve aprecar ge em mandar compra-la
    em dita lo]a do Cordeiro Previdente a raa do
    Queiaiado n .16.
    caixinhas enfeitadas.
    Estas mnito desejadas caixiobas vaslas e enfei-
    tadas com fto^to, qoe tanta extraccaa tem (ido e
    que realmente servem para diversos Bns, exiskm
    na loja do Cordeiro Previdente a roa do Qoeimade
    o. (6 om completo sortimento de ditas caixinhas e
    sao vendidas por precos tao rasoaveis, qne o expe-
    riente fregnez nao objectara' em compra-las em
    dita leja de mindezae do Cordeiro Previdente roa
    do Qaeimado n. 16.
    PO.NTEIRAS E CHARUTOS.
    O Cordeiro Previdente, ra do Qaeimado n. 46,
    tem om bom sortimento de finas ponteiras para
    eharotos, sendo lisas e com ligaras em alto rele-
    vo ; e para qae os seas fregaezes nao se Incom-
    moem em comprar eharotos em algomas das lo-
    jas de cbarateiros, recebea tambem om bom sorti-
    mento de finos charutos do afamado fabricante
    Fortado de Simas ; assim, pois, eocontraro os
    apreciadores um bom sortimento na dita leja do
    Cordeiro Previdi nc, roa de Qaeimado o. 16.
    Para offeria* a o hospital por-
    tuenez.
    Bonitas eestinbas com froctas de cera, obra de
    maita perfeigao e bom gosto.
    Para cortar moldes e embrnlbar fazendas
    Vende-se papel pardo folha grande.
    Para lastrar calcados.
    Vende-se superior graxa econmica.
    Veode-se papel para matar moscas.
    A loja do cordeiro previdente
    Raa do Queimado n. 16.
    ella acharo os pretendemos am grande e va-
    riado sortimento oe perfumaras finas. Unto ingle-
    ias como fraooexas, sendo :
    . Finos extractos para lengos.
    Banhas e pomadas para cabellos.
    Oleo pbllocome e baboza para dito.
    Pos bygienicos para denles.
    Ditos campborados para ditos.
    Opiata ingleta e france para ditos.
    Pacotes com pos de arroz.
    vasos de porcelona para ditos.
    Sabonetes para mi e barba.
    E maitos oatros objectos qne serio presentes
    ao comprador qne se dirigir a raa do Qaeimado
    n. 16, loja do cordeiro prendante.
    Baudeijas pequeas.
    Vendem-se nb raa do Qaeimado n. 16. loja do
    eordeiro providente.
    Charutos
    da acreditada fabrica de Jos Fortado de
    Simas.
    VendatB-se aa toialaloorderro prevWentb a roa
    do Queimado n. 16
    (Grande hiinazem de tin-
    tas medicamentos etc.
    Roa do Imperador n. 22.
    Productos chimicos e pharma-
    centicos os mais empregados .em
    medicina.
    Tintas para todo o genero de pin-
    tara e para tinturara.
    Productos industriaos e tintas
    para flores, como botoes de Aeres
    e modelos em gesso para imitar
    fructas e passaros com o compe-
    tente deseoho.
    Productos chimicos e industriaes_
    para photographia, tinlararia, pin*
    tura, pywtecnia etc.
    Montado em grande escala e sup-
    pride directamente de Paris, Lon-
    dres, Hamburgo, Anvers e Lisboa
    pode offerecer productos de plena
    conlianca e satisfawr qualqaer en-
    eommnda a grosso trato a a reta-
    lbo e por prec. o commodo.
    16
    VENDE-SE
    Motores amencaios para deis cavbHos.
    Dito dito para qoatro cavallos.
    Machina? para descarocar algodo de 14,
    18,20 30, 35 e 40 serna.
    Prencas para enfardar algodio fbiendo os sac-
    eos com 6 palmos de comprmanlo com o peso de
    180 o 500 libras, viadas nitimamente da America
    no armazem de Henry Forster ft d, no eat' Pe-
    dro n. S junto ao Gabinete Portnfoex.
    Vinho puro
    Cbegaram bbrris da-quMN eo*ptiro vinho do
    Diro,garaotodsequeoiottB caBfatBaa alga-
    boa a excepcio de om boea*a*o de afobvdente
    qoe Ibe butaram para poder resistir a vlsgem,
    oeste genero e o melbor qne tem vlndo ao mer-
    cado e rooiio proprio para osar as horas a o-
    r >


    ftt *************
    rtf*iu
    w4*


    Collares -Bojep-
    Ob Uodita* eleetrico ijomcs

    =

    Lda4a pj branca, va 4o, Queimado n. 8
    ItfragtW^.l#^igiosQs effeito*;dos
    CaMarta-Royar ja ai 4 enarcar oo qaorar
    tauadqdr gwdlihi, porque a Lmm o m
    eficacia ii'M unto asteadido. a o* sea
    felnag resnitudos a tal altan elevado, que
    hoja rara pessoa qua por, eiperioacii
    propria, oq por intermedio de seus amigos
    e parontes, ignore ou desconhe:a as virta-
    diw, dosses sempre apreciaveis collares
    Royar.
    A agai branca porm S4 gloria de concor-
    rer para ota to justo fina, se nao por on-
    ro modo ao menos por ter sempre, e con-
    lantemeote dd completo sor cimento desees
    coll.ires magnticos, que bem se podem cha-
    marsalva vidas das criangas.
    Resta anda qae os seohores pas de fa-
    milia se facam convencer (de qae conven
    nao esperar que as criancas sejam atacadas
    do mal, e por isso necessario ou conve-
    nieote que com aotecedeocia se deite na. Moire-antique braceo,
    crianca um desses collares para asslm estar Sed*8 bancas lavradas.
    ella preservada das convaleces e se contar ^etim branco muito bom
    livre des rigores da dengo. c^us
    Aaguia branca rna do Queimado a. 8 L'ndissimas guinaidas brancas,
    contina a recebar por todos os vapores Riquissimas camisas primorosamente
    francezes a quantidade que ha contratado e dadas,
    por isso acha-se ella sempre provida dos ver- Meias e ligas de seda.
    illlMli

    lP*
    -liMid
    :
    -" ~* >

    MUITAS FAIEDI^

    HA
    E01A ARMAZEM

    ra do Crespo n, A. esquina da ra do lmp>rail Gome de costme vem o radaz avisar ao respeitavel publico as noviaades que de
    Paris acaba de receber a loja do Passo pelo ultimo vapor.
    Pira nim
    Requissimos vestidos de blond primoro-
    samente bordados, contendo selin para saia,
    veo, grinalda e ramo para o peilo.
    dadeiros coll.res Riyer eletricos magna
    ticos.
    Chapelinas modernas,
    enfeites de flores, capelias finas para .noivas,
    ditas brancas e cor de rosa para meninas,
    calxos e ramos de flores finas e botos de
    rosa de diversos lmannos: na Aguia Bran-
    ca ra do Queimado n. 8.
    Meias finas para meninos.
    A Aguia Branca ra do Queimado n. 8,
    receben meias mui finas para meninos, e
    est vendendo as de cores a 5OO duzia,
    brancas a 53500 e cruas a GowO.
    Trancas de vidrilhos, brancas e pretas, lar-
    gas e estreitas.
    A Aguia Branca a ra do Queimado n. 8,
    recebeu novo sortimento das trancas cima
    ditas, e como sempre vende-as por precos
    commodos.
    Fitas novas
    para eartas de hachareis e a romdade do
    Bom CoDseltio.
    A Agoia-Branc?, a ru doQueimado 0.8, recebeu
    oovas Utas acbamalotadas para ambos os lados,
    Riqusimas mantas de blond bordadas.
    Fronhas e lencos com lindissimos desenhos
    de abyintos.
    Riquissimos cortinados bordados.
    Lindas colchas brancas ponto
    a imi tacad de labyrinlo.
    Para visitas e partidas.
    Riquisssimos cortes de sedas de cores com
    listas e lindos mali/.es.
    Moire-antique e grozdenaples de lindas c
    res.
    Riquissimos vestidos de cambraia branca
    primorosamente brdalos.
    Corpinhos e camisinbas com manguitos ri-
    camente bordados.
    Riquissimos cintos com alamos bordados
    a ve Irilho, ultimo posto.
    Riquissiijuas basquinas de seda preta, de
    superior qualidade e ricamente enfeitadas.
    Riquissimos gallileos ou lomeiros a imita-
    ba o de ama capinba cota um bico largo
    em volta e primorosamente bordados,
    de crochet Riquissimos cortes de foular de seda com
    lindissimos desenbos.
    o verdadeiro ma-
    bor-
    vaim i o!
    PflS


    Riquissimos toques de madreperola e de
    sndalo, ultimo gosio.
    Isto s na loja do Passo ra do crespo
    Sedinbasde quadros e selim branco e
    lindas cores.
    n. 7 esquina da do Imperador.
    de


    TINTAS PARA ESCUEVER
    Deposito das fabricas de Haiirn, Aatoine, .U.uirer
    Garrafas inte iras 2$, i5">oo e l Meias garrafas e frascos menores Oo, 5oo. 4oo, 32o e 16o.
    Para copiar.Garrafas e frascos menores a 55, 30, 21, lJ5oo,
    De cores.Carmira, azul e verde a 10 e ?oo rs.
    Para marcar roupaa \$ e ^00 rs.
    Urrarla franceza ra do Crespo n. 9.
    LEGIIHIS CHARUTOS DE HA VANA
    Roa da I rperatrii n. 60
    DE
    (.tlll , Tendo os, donos de te grande estabelecimento resol vido liquidar a maior parte das
    suas fazendas resolveram vender com grandes abatimenlos em precos, assim como teem
    reoeWdo ltimamente uma,grapdeporc5o de fazendas novas tanto inglezas como francezas,
    alemSas e suissas, teem destinado venderem-nas mais barato que em outra qualquer parte
    afim deapurarem dinteiro, dando de todas ellas, amostras deixando ficar p mandam-nas levar em casa dasexcellentissimas familias pelos s us caixeiros; assim como
    as pessoas que negociara em pequea escalla, peste estabelecimento comprarlo pelos mes-
    mos preco que compravam as casas ioglezas ; ganhando-se apenas o descont.
    Cortinados paro eooias o Jmoa-1 Baloes a 20, 305oo e 30
    las a 100, 160. 200 e 250 Vendem-se um grande sortimento de cri-
    Vendem-se um grande sortimento dos (colinas ou baloes de arcos para senhora pelos
    melhores cortinados bordados que tem vin- baratos precos de 20, 205ooe 30 por ha ver
    na do Queimado *, loja dr
    mludezas
    DE
    I ,

    do proprios para camas e jaoellas, pelos ba-
    ratos precos de lo0,160, 2p0 e 250 cada
    par sendo oeste genero o melhor que tem
    vindo ao mercado: assim como pecas de
    grande porcad, na loja e armazem do Pa-
    v5o, roa da Imperatriz n. 6o, de Gama &
    PANNOS PAPA CADERAS
    VeuJem-se um grande sortimeoto de
    cambraia adamascada proprias para o mesmo pannos de ero b proprios para cadeiras,
    fin, na loja do Pav3o, ra da Imperatriz sofs,. cadeiras debalancos, para almofadas
    n. 6o,-de Gama & Silva, e para cobrir presentes, e vendem-se por
    Corles granadino* para vestidos precos muito baratos, na lo a do Pavao, ra
    Cbe-'amm o mais bonitos cortes de or- da 1i peratriz n 6o, de Gama di Silva,
    gandy Granadinos tendo lo varas cada c re, Cassas a So rw. s o pavo.
    sendo 7 v.,ras listradas para a saia e 3 varas Vendem-se bonitas ca.-sas inglezas de co-
    lisa para o corpo, tenao as mesmas 3 vaias res fixas pelo barato preco de 240 rs, o co-
    enfeites correspondente mia para enfeitar vado, ditas francozas fazenda muito fina com
    o corpo e mangas tendo entre elles muitas padrSes listrados e de flores, assim como com
    trancas com listas pretas como actualmente palatinas miudas propris para meninos a
    se usa e vende-e pelo barato preco de 60, 3oo rs. o covado ou a 5oo rs. a vara : pe-
    unicamente na loja do av3o, ra da Impe- chincha na leja e arma^^m do Pavao ra da
    ratriz n. 6o, de Gama & Silva.
    Tiras bordadas e Babadiahos

    Na Livraria franceza constantemente se encootram as melhores marcas de charu
    9JP7^S^!SAV!J^L tos de """*- enlre outras~ Goncha de ^ Lodr noo e medio re
    de Londres
    vel cr, e orno sempre, vende por prejo multo
    rasoavel.
    Bonitas bonecas
    com rosto de cera, othos fixos e movedicos,
    A a^uia branca a ra do ijj-hui1o o. 8, rece-
    ben om novo sortimeoio de bellas bonecas com
    rost-J de cera, olhos flxos e raovedifos e como
    sempre veade-as por pr^e/is rommoios, re^oUndo
    estes em relapso aos uill-reutes tamanbos de que
    se eomp5e o sor lmenlo.
    hliir deaUfrica e odontalgico.
    A agnia branca a rna do Queimado a. 8, rece-
    ben do aovo esse apreciavel elixir cajo aso ne-
    cessario para cjnservagSo das genglvas e acabar
    O maj h iiito proveniente de denles arrniaados,
    cada frasco cusa i.
    Est lado remediado em qnaato a la-
    vas d pellica.
    Porque a aguia branca p>r intermedio de um
    negocame de nssa praca mandou coalraur cjm
    am bom e acreditado 'abricAnte de diias, para
    este Ibe Innr remessas direcUmenie por ledos os
    vapores, sendo a primeira a qae agora acaba de
    cbxgar. O fabricante promelti) man la-las sempre
    da melhjr pellica e na verdade as que vieram
    dess ver. coofirmam o sea dizer, e pelos Jifferen-
    les eufeiles que elbs (razem da' elle mais a cunbe-
    cer o apurado gosto e perfei(o de sua ob a. Res-
    ta pois que os bons e constantes freguezes eonti-
    nuem a favorecer a aguia branca era qaanto ella
    vai se livraodo dos mos que com seus Gados a
    iam depenando.
    Gamisiiibas bardadas para baptisados
    A aguia branca a ra do Queimado n 8,
    recebeu novo sortimento de camisinhas bor-
    dadas, sapatinhos de setim tambem borda-
    dos, meias de seda e chapeosinhos de selim
    enfeit.dos, tudo para bapt'sados.
    Bitiasjfihos coher'Bs d- conxas
    A agnia branca rna do Queimado n. 8,
    recebeu bonitos bahusinhos cobertos de con-
    xas, e cestinhas bordadas a froco, objectos
    esses de novidade e gosto, [e proprios para
    offertas no leilao que ter lugar no hospital
    portuguez.
    Acabaiu-se ornas chegam ontras, cor-
    reates de bo'ra ha
    A agaia branca q w nao se descuida de sua
    boa freguezia, tem constantemente mandado
    buscar essas bonitas e modernas correntes
    de borracha, que servem n3o s para voltas,
    como mesmo para outros differentes enfeites
    O'm.!' irerua pois os prelen lentes qoe
    acharo bom sortimento de ditas correntes
    na loja da aguia branca ra do Queimado n. 8.
    Cintos de marroqu01 com fivellas de
    ac par i me ios
    Vendem-se a ra do Queimado, loja da
    aguia branca n. 8.
    Ferws proprios para frisar babadinhos
    Veode.ro se na ra do Queimado loja da aguia
    branca n. 8.
    Bonitas e modero-a* voltas prehs con
    piageiites.
    Vendem-se oa ra do Queimado loja da agaia
    branca n. 8.
    i I) i
    Est eiabelecimeaio acaba de mceber lindas
    chapelinas para senbora, ricas cafibas para co>-
    toras, fiveias muito ricas, assim como ciutos e palseifas
    da aliena moda de Pars, ntremelos e babadinhos,
    booiio> toucadoreg dourados e de Jacaranda, espe-
    lbos escossezes de diversas tamaiJhos e ricos caoi-
    vales para senhora, voltas para pescojo, gravti
    abas, bico de seda, dito da algodio, labyrmlno. e
    muitos utros objectos de apuado gosl, que se
    torna eofaiinno menctotiar, ludo por precos mul-
    lo cummodos: a' roa da Imperatriz o. 70, oa loja
    da Lraldade.
    i i i
    A os agricultores.
    Baundnrs Bratluira &. C. aeanara da receber
    de Liverpool vapores de forca de 3 a 4 cavallos
    coa lodos os perlencs, o rooi proprios para fnze-
    jem mover macbinas de descaroejar alghdo, po-
    deud cada vapor trabalbarai rom 140 sorras,
    Urajea serven para eafardar algodao, ou para
    entro qoalquer s^rvico em qae osam de trabalbar
    com aoiKiaes. Os me-mos tamnem lm i' venda
    M<3hiaas americanas do 35 a 40 serras.
    O* proteadeote* dirijato-se ao largo do Corpo-
    8**t ** .-..*
    m m m
    Che?ou ao aoge deposlto.de Henry Forstei'
    (L* rna do Imperador, om carrgamnto1 de gafe d<
    primeira qoalidade^o =rual se vende em partidas
    areuiQo por menos preco d qoe en> onir' qu>
    qoer parte.
    ** Vewle.se por preco eemmodo por carecer de
    algans reparo o enier eadoea^ Erna, aee se
    aelu ancorado defronta do Caes do Ramo*: a ira-
    Ur o roa da Concom*, eau oow defroo do
    sobra Job. t, oo o Praja de Pedro V, livrarl
    da lo'anda.
    a 2o$Reinas nec plus uitra a 24?Regala
    Rna di* Crespo n 9.
    a m.
    NIIE i\OV
    AUGUSTO PORTO 4 C.
    11lina do Queimado11
    Este estabelecimento acaba de receber e vende por commodotpreco as seguiotes
    fazf ndas Gnas:
    Vestidos de bond para noiva com manta e capella.
    Ricos vestidos de oambraia branca bordadas que ha de melhor.
    Cortinados bordados e admascados para camas de 2o a 801J.
    DilO bordados e admascados para jaoellas de 9|? a 200.
    Coixas de seda e laa e seda para cama de noivas.
    Basquinas modernas d* niutt<> ^oslo de 2oo a oo.
    Toaihinbas de croch para cadeiras e sofs, e coixas de croch para camas.
    Chapelinas de crpe branco, e thipo* de palba da lidia para seo ora.
    Muir branco e preto, grosdenaple preto e de todas as cores para vestidos.
    Camisas para homem francezas e iaglezas de linbo, e de algodao.
    Guardapisa de crini fine para fazer mais elegantes os v stidos a 32o rs. a vara.
    Superiores saias bordadas de linho, camisas c, camisinhas bordadas e lengl de
    cambraia bardada para senhoras, ricas toalh^s borda las cim muito gosto, e lindos ves-
    tuarios para baptisados com o respectivo enxoval.
    Las con hstras de seda de vanas c es a que ha de melbor.
    Chapeos brancos de castor e ricos chapeos de, sol ioglezes para homem.
    Malas de diverso* bmaobos para via-;ens.
    Panos finos e casen irs pretas e decores e oulras muitas fazendas que se ven-
    den baratissimo.
    Esle estabelecimento contina a receber as melhores.
    Esteiras e alcatifas para salas.
    il-Rna do laelmado11
    ULULAS de BLANCARD
    ,AO WDCUTO M ViaUO UAI.TUATIL
    Approvadas pela Academia de Medecina de Pars
    cToii<> ra auHuo uiicii. M uD-mniuo
    nnmiTBASiioaMMriT*s db reajica, o* bkloica, da irlahda. da thobia, ere
    ATcnfOM ktmrmu nat Bxpofoit Vnimrfait dt Ntm-York, 1855. a U Paria, ttU.
    Esui PIlnlAj eofolrMu mi eaaad* retHw-balMmiea de ntenuMadeeuesslta,tm
    iTaniarem de aerem inaltf ratei, tem tutor, de un pequeo oame, e de u a naaraaa a
    orgat digestinoa. Goaaodo das propredadet do Iodo e do Feubo ellaa coat ca prad-
    palmeate bu affecooc* Cklurotitai, Escrof*t.<$*i, cvaarniloaaa, Cancrotat, na Uutarrhta,
    mmtnerrkaa, anemia, etc.; enflm. ella offerecem ot pralleoa urna medicaca du mala
    cica para modificar a* eonslliniooea tymphaiicoj, fraaaa mu datiliioaat.
    K. B. O wdorata 4c Ierro Impura oa aliando e aai aMdtoa
    aralo infiel, irritante. Como provo de pureu o de aalooo/adade da
    eraadelraa Plala de Bianeard, ere -as axigir aosso aetlo e
    prala reactiva e oossa arma, aqti reprodattda.qseseartaa na parlo
    inferior te am roalo verde. Orto ** deacooBar das CaUitaijo.
    aenaaa -ae ean todao aa ntarasaelaa. taroioiiiaWeo. ra Bomaparu, M. Part

    N /,' I)
    % 2 D
    DB oao.
    A loja d. i D intitulada Cora;u de Ouro na roa du Cabag, acha-se d'ora em diaote oflerecen
    le ao respertawl eolito-coui f^pecialiladoas pesaoa(jae houriu p mda abjeotodo cltian) g^
    i* 'a pars) jwr menas 20 por rnnio do i Oa^ctofae.
    O rBspeiiave.l pobtieo avahando o desejo qae deve ter o prepreurio de am iiovo estabetecirnec- 7
    lo que qrjer prof-res^o em sea negocio devo chegar iraii:e(itaiamfQie ao coracao do oaro a comprar"
    arjelscott-flerfettos briltiacleo.eemeraloa, rabiase perola ; verdedeiras om agunas, modaruas pek
    diroiooto pre^o de I0#, briormodreos de ooroocnral para roen, pele proo de 3$, maracas df
    prata. rom cabo? de marats q madrfperola tibt de morieragoet) (o qae'o eoconiririo no coragap de
    onro) volta* de ouro rom a competunte eraMofia ricaaneote entei lada peto paejaeos preoo do li, brin-
    cos de am trabalbo perfeito por um modicc proco, uassolcias. trniiealrii?, pulceiras aiooetes tu* re-
    tratos e outros rxolo todo de alto gosto, ani- proprios para bitar cabello e firas*, dito para casa-
    mento, do rtico roseta tem o CrtracSo de finro nm completo e bem varindo sortnenio da- diversos
    gostos, butoes para ponAos coa diamante, ruWos e esmeralda, obra esta importar le ja' pelo sea *
    lor ji' por Roto ds defeohn, briDco* a forma d-deli-ada maostoha de moca com Bieeaale- coateadoes-
    meraldi, rohiii briniteiw, parolas, o go*iu e sublime, alai note nafa grvala no meseao gesto, relc-
    tospa^a ^eliota rr*vrjo^depeyrsdr:io^di^ oeraa e- brilhaates de
    nofio totr^ieTaaraS rft irutrfne.^sBi.Trias^ aerlas a arllfcaatfltv- laneti con letra, caculeta oe
    ttjiufticfttro dflBcflDKfWpara'TeJrir felngima) hciDeos 4e frarrja, dllos a imperatrii toda e qual-
    quer jola, para ecrtiocar retratos e obras dx riabello, e outros maHe< abfectae qoe os retandeates en-
    centrarlo lio Coraelo d <>nro qe m etren^rvii eom leda a amaijilidade ae* coetoreetee -de!xae4(H
    ge feaqrjf meorfonar precos de cortos erd>cjo porque (dcpculpex a maneira de fallar) dizeedo-a*
    preco tatvet algnem faca mao uno da obra, per ser 14o diminuta qoaetra a vista de seo valor.
    Na mcma loja fompra-sey trdr)a- los, por menos do qoe em outra (maltraer parte, e dio-te obras a aowstra eom peobar, eeaaenraoxHM
    a Cotaeio re ftfro afbertr al a 8 oras di noiie.
    QoalqoereeM qee sedirhrir aoCoracao de Oaro nao se podera' eogan r rom a casa, pois
    'nota se oa sna ffrtoto OB eorge>> penfa'lo plotado de amarello.alem de oatro M"" e nota em otn
    rotulo ito ?? a3vef?em coaseqoeocla de tere ja' aignroa* neasoas eogaua-Jo cor oatrs ?a.
    \tl>, 6io e 000 rs. I Qaem quizer fazer ba compra de tiras
    (bordadas oa babadinhos, achara um grande
    I sortimeoto para escolher e pur .reg muito
    I mais barato do que em cu ira qualquer parte,
    , oa loja e armazem do Pavao, ra da Impe-
    ratriz n 60, de Gama & Silva.
    Fazendas para luto na loja do
    Pavo
    Veode-se setim da China com 6 palmos de
    largura proprio para vestidos a 25 o covado,
    laazinhas.pretas lisas, alpacas com listra bran-
    ca a 1(3 o covado, cassas brancas com listras
    pretas a 5oo rs. a vara, ditas pretas lisas e
    cb s.ilpicos vara a 060 rs. ditas francezas
    com listras e ramagens vara a 8>o rs., me-
    rino preto, alpacas e priocezas, mais barato
    do que em outra qualquer parte, na h ja du
    PrivSo, ra da Imperatriz n. 60, de G ma &
    Silva.
    PALITO'S DE PANNO A 65
    Vendem-se palitos de panno preio saceos
    a 65, ditos sobrecasacos a lo, caigas de ca-
    semira preta a lije 7,-3, dita muito finas a
    9> e i o I, finissimos sobrecasacos de panno a
    2o3 e 25)5, calcas de casimira de cor a 7d e
    85. um grande sortimento de col tes de toda
    a qualida e e oulras mui as quididades de
    roupas qu 1 se vender mais barato do que
    em outra qualquer parle, na loja e armazem
    do PavSo, 1 ua da Imperatriz o. (Jo, de Ga-
    ma & Silva.
    CHALES A BENOITON A 5$ E 60
    Vendem-se os mais mudemos chales a
    Penoiloo pelo barato prreo de 55 e 65, di-
    tos de merm liso a 335oo, ditos de crpon
    a 75 e 85, ditos de merino com barra a 25
    e 255 o, n? loja e armazem do Pavo, ra
    da Imperatriz n. 60, d Gama & Silva.
    CaSAQUINHOS UO PAVAO A 185, 2o5
    255 E 3o5
    Che^aram o mais modernos casaquinhos
    ou jaquelas df grs prelo, ricamente enfei-
    tadas sendo uns com cmura e outros soltos
    conforme se usa ltimamente e vendem-se
    pelosbaratns precos de 18*, 2o5,255e 3o5,
    na loja e armazem do Pav5o, ra da Impe-
    ratriz n. 60, de Gama & Silva.
    Ot ^aias 1 $000 I9-28O e $500,
    Chegou para a loja do Pavao urna grande
    porcao de qovu fazenda branca especialmen-
    te para saias, tendo a largura a altura sui-
    ciente de urna saia com um bonito bordado
    de um lado ou urna bonita ordem de pregas
    de forma que com 3 1[2 varas se faz urna
    saia de um s panno, e veode-se pelo barato
    prego de 15. 15*8o e l5oo rs. a vara ; na
    loja e armazem do Pavo ra da Imperatriz
    n. 60 de Gama & Silva.
    As salas do Pavo a 3OO.
    Yriir->e urna grande 1.....; d.is mais tMBiaW
    aias brancas com lindas bairas bordadas de co-
    res, tendo 4 paonos cada urna, sendo faienda lu
    tetramente moderna, pelo barato preco de 3#50
    cada urna sendo fatenda que sempre se veneu
    por. muito mais dlnheim ; n.i loja e armazem du
    PaVao, ua ra da Imp6ralht n. 60, du tiaraa &
    Silva.
    Corintios.
    Vende-se os mais modernos eorpltrbos de ea'B-
    braias branca transparente sendo ricamente borda
    dos e enfeitados por barato preco ; oa loja e arma-
    m do Pavio, rna da Imperatrir. 0. 60, ae Gaoa
    Silva.
    Canf sl'ibas a Sjf.
    Yendem s as mais modroas camisinhas com
    manguitas tanto bordados comode pregoinhas eom
    elegnoUs i'uubose bonita abonadoras pelo bar
    lo preco d 3 00 ; na toja e arnmem de Po,
    rus da Imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
    BRANDE PEOHINOHA
    Vestidos a OOO
    Vende dos de cambraia traospoateeie sendo todos Ivaaees
    e 8301 Rrjeas barras de cores pele barate' preco 'le
    i& o corte, send' tatenda ta** sempre se vejden
    por multa oais dmheiro liquidare por e^te preco
    na tola e armatem do Pave a ra da Imperatrlt
    o. COdeiOama & Silva. .. ,
    CiKADEPfiCIIIVClIA
    j VeU4o* ia-i 25^110
    Veede-ee em bonlt. sccnmuniu de cortes de ves-
    tidos de cambraia transporte eom muna (aouiw,
    sendo braooos e de rdreieom bnmtas barras, pelo
    barate pnce: da SWMO, wodu faieo<*a queeopre
    se venden por 6f e 7ft, e liquida se na lujan ar-
    aunan do Pavo a roa ea4mp-iraiai.0de fiama
    4 Iva. 1
    RJfrrB FICHMC'Hft
    Cortes de Uta **00
    Vende se um grande por^o dos mais bonitos
    nerteeide ta eum 'lindu* Uveros, roituadoa, leudo
    13 covados cada corle < vindo cada, um em st-u
    Pindfa peHjJaarato.etee de A#-o wj oaJJ* do
    Pavo a roa da Imperatrit d. 60 de Gama 4
    aiive.
    Murculmas -de laa
    Pelo oiftmo Tapor ebetritr nm cr ode soniBentn
    das mala lilas mareuiinas de la, sendo de ama
    so cor1, porm com as lincas cores azol, magenta,
    br/nlna, roxo ete., tendo taranTa de chita francote
    e vende se 1 -640 ris o covaeo na l> ja do Pavao a
    roa da Imperatriz o. 60 e Gama & Silva.
    Jos Bigodtnno
    Varas de babado bordado do Porto a
    Carreleia de rer01 preto. com deas 01
    Parreis de rteos de toda* ai cores a .
    Pnaeaav'itni di Ctaiefieinihisqpentare
    Frascos de o eo mono fino a......
    Dula de tesouris peqoenas a .....
    Frascos d'agoa para liropar denles a .
    Kees pretas lisas para segurar cabello a
    Duzss de peno as de ac malte flus a .
    Calas de liona do gaz de 30 novellos a .
    dem de palitos de segnraoca a .
    Garrafas de agua Florida verdadeiNu .
    Syllabarlos eom esumpas para meninos a
    MemeDto da roupa de lavar a.....
    Dulas de meias finas para seoaora ,
    Agolbas francezas a balao (papel) a .
    Pecas de fitas de lia de todas as cores a
    Grozas de botoes de porcelana prateados a
    Caixas com alfioeile Iraacezes a .
    Caixas de 100 envelopes moito fieos a .
    Resma de papel de pete branco li?o a .
    Frasco com superior tinta a.....
    Pares de botos de ponno malte bonitos
    Linhas em earl&o de 900 jardas ...
    Caixa de superior linba do gaz com 80
    nove ios .............
    Talberes para meninos a.......
    Masso eom superiores grampos a .
    Bonets para meninos a........l0K
    Pentes com costa de metal a...... 40(
    Realejos para meninos a....... iOO

    30
    Ob
    480
    80u
    3su
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    600

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    p
    5
    r'-^*/-?-
    GRANDE BAZAR
    ra Nova n. 20 e 22
    Machinas pa a costura do autor Wbeelo:
    A Wilsoo, chegadas ultimameote da Ame
    Imperatriz n. 6o de Oama 4 Silva.
    aLazinhas matisadas a 28o rs. o
    cotado.
    Veodem-se bonitas lazinhas matisadas,
    de cor fixa e ditas de orna cor s, tendo en- rica Das 1uaes Pode cozer-se com dom
    tre ellas cores escuras e de muito bom gosto pespontos, toda e qualquer fazenda, emba
    pelo barato preco de 28o rs. assim como 'Dhar' frangir, bordar e marcar ronpa; tud
    bonitas bareges de laa iransparente com com perfeic3o. Sao tao simples, que con>
    quadrinhos pele barato preco de 32o rs. o prebeode-se fcilmente a maneira do trate
    covado : s na loja do Pavao ra da Impe- 'n? e a pessoa tendo pratica de coser em ma-
    ratriz o 6o de Gama & Silva. rbinas, pode fazer por da o ser vico que *
    CHITAS A 28o RS. ciam costareiras.
    Vendem-se bonitas chitas de cores e ditas Cbama-se este estabelecimento a atten
    roxas com pequeo toque de mofo qr.e se
    garante largar logo que se lave, sendo de
    cores flxas pelo barato preco de 28u rs. o
    covado paia ;cabr: na loja do Pav5o ra
    da Imperatriz n. 6o de Gama Silva.
    CHITAS DE UMA SO COR A 28o RS. 0
    COVADO.
    Vendem-se bonitas cbi i as lisas, sendo cor
    de ganga, cor de bavaoa, lirio, rosa e oulras
    cores, pelo baratissimo preco de 28o rs. o
    covado, di las chinezas com as mesmas cores
    e com palmichas pelo barato preco de 3oo
    rs. o covado, na loja e armazem do Pav5o
    ra da Imperatriz n. 6o de Gama & Silva.
    GRANDE SORTIMENTO DE CHITAS
    A 32o E :)Go SO O PAVAO.
    Ven'iem-se chitas de cores xas com de-
    senbos inteiramente novos e com os pannos
    mu lo encorpados ptlos baratissimos precos
    de 3o e 3o rs. o covado, ditas claras pa-
    drees graJos e miudinhos proprios para
    roupas de meninas a 32o e 36o rs. para
    vencer barato: na loja e armazem do Pavo
    ra da Imperatriz n. 6o de Gama A Silva.
    CHITAS PARA OUERTAS A 280 RS.
    Vendem-se chitas largas para cobertas
    pelo bai ato prego de 28o rs. o covado por
    serem padroes um lanto escuros na loja do
    Pavo ra da Imperatriz n. 6o de Gama
    Silva.
    LAZIXHAS A 400 E 500 R3.
    Vendem-se as mais bonitas laazinhas ma-
    t zadas e de i-sbs mais modernas e mais
    bonitos desenhos pelos precos de 4oo e 5oo
    rs : na loja e arm-zem do Pavao ra da
    Imueratriz n. 6o de Gama & Silva.
    ALPACAS DE CO ES A 809 RS. O COVADO.
    Veudem-se as mais bonitas alpacas decores
    enfesiadas c m bonitos desenhos miudinhos
    tendo entulles de to las as cores pelo barato
    pr oo de 5oo rs. o covado, ditas lisas escu- Contina
    ras e claras sendo todas de cores modernas |
    e 64o rs. o covado, ditas lavradas, as melho-
    C/io do publico, visto que elle se acba com
    pletamente sonido de objectos de gosto.
    como bem -loquea de madreperola e de san
    dalo, flvelas, fitas para cinto, cokes perfo
    mar a e etc,
    Na ra nova n. 20 e 22. Careiro Viao
    na &C.
    GR NDL BAZAR
    RA xNOVA N. ^0 E 22
    Machinas para descarocar algodSo. do me
    Ihor autor que tem apparecido oa Amrica'
    E' tal a execucao do machinisme. que o al-
    ! god5o sahe quasi tao perfeito como o de na-
    ' landeira. Recommenda-se a attenc.3o do
    Srs. agricultores, estas machinas.
    wapmmnmmmmK^tmmmti\\uvia^mi*mnmemimt*^m
    Escravos fgidos
    Aviso
    lOOsSOOO de gratificado.
    a estar fgido o es
    cravo Simio.
    res e mais modernas oue teem vindo ao mer-' Pogio no da 21 de juibo do correte anno,
    cado: sendo bavaaa, lyrio, verde, azul e 'ca7 dotal,."*l,,(l') fscra' ^-.oorne
    . -,' i i mio. cora os -lanaes seguiotes: de naeio Mocatn
    ouira cores, que imiiem a seda, pelo barato Dlque ,ddp dHio anuas, dodco mais co r.=uo;
    preco de 8oO rs. o covado, pechiucha : na ; alto, semblante carreado, com falta de denles
    loja e armazem du Pavao ra da Imperatriz i'rente. &r futa, cem ionios em circulo redond
    n. 6o de Cama 4 Silva.
    P01L DE CHEVRE.
    Chegou ne?te genero o melhor que tem
    vindo ao mercado para vestidos com lindas
    listras de seda ou com bonitos lafoies da
    i'i'sma que se vendem pelos baratos precos
    de 8jo, Ioo e 1528o rs. o covado: na loja
    do Pavao ra da Imperatriz n. 6o de Gama
    de Silva.
    VESTIDOS DE FANTAZIA A 8flooo E
    iojjuoo RS.
    Chegaram os mais bonitos cortes de ves-
    tidos de faulazia muio proprios para passeio
    e soires, por tarem lindas barras de seda
    e vendem-se peio barato preco de 8# e \<6
    cada um nal ja do Pavo ra da Imperatriz
    n, 6o de Gama & Si va.
    Salas a 30OOO rs._____
    Vendem-se bonitas saias escoras p mprias
    para uzar em Umpo de verao por cauza da
    poeira e principalmente para quem tbr p?s-
    sar a festa no mallo, Dlo barato preco de
    3ooo cada urna, -ditas brancas ricamente
    bordadas tendo 4.pannos cada orna pelos
    procos de 54, 0$, e 1< ooo rs.; na toja do
    Pavao ra da lmpratrix n. tk) de Gama Vestidos brancos a *4Jtooo.
    Chetraratn os- in* trntos ortos e oan>
    braia branca transparente ricamente ord-
    des que se vendem pelo baratissimo preco
    de 4#ooo **i na^loja e armazem lo Pswo
    n, 6o de Gama *.Bitva.
    IVOvas bareges de seda a don rs.
    Chenoii om? .grande porco de liadisi-
    siioas baroges ddseda com os mais delicados
    gostos sendo fazeada. muito propria para
    passeio, partidas, etc. VentJoo>e pelo ba-
    ratissimo prego, do tojo rs;-o covado Batoja
    e armazeia do Pavao ra da JmBeratr'w n. (to
    i]eGma*8rWa
    Vlrncbacm casiwrras a \9SH **
    P-vao.
    Vende-se nma gradde porco de easimiras -)
    riores enfMUnajyiu tasnn* e lefre tepri?
    para calcas pnletots, t'de* e ooo par ro ni-
    no< pelo baratsimo preco de IMOQaBMOfalP -
    a 34200 o corte'de calca- *a**de peekncha ro,
    loja armazn do Pavac: usa Ioaeratriz a. i,
    de Gama & Silva.
    ao pi das orelbas, seva barba, levou vertido ralea
    de ca-emira ae cor, camisa de algodiu braoea,
    chapeo de mela maya novo ; este escravo (o cota-
    prado ao Sr. J s Vicente Lindoso, morador a*
    provincia das Aiagoas, por seo procurador J4
    quim Cavalcaui de Albuqnerque M-ito, morador
    do lermo de Barrero-. Sem dovida sequo al
    t'iiin daqoeiles lugares : ropa-se a todas as aui. ri
    dades assim com aos capiies otcmpo, lano des-
    ta provincia como a das Alapoas a apprfbt-Dsac
    do dito escravo, entrgalo no Recift-, ra DireiU
    u. 30, qoe receber a quaolia cima, prolf&u at
    dt-sde ja eom todos os rig >res das leis do irrneric
    eontra quem o tiver acornado.
    Bernardino Antonio Pcreira Bastos.




    de gratificago
    a qoem capturar o preto da Cosa de nome Jacta
    iba, idade 38 anuo.-, eMaiora pone meaos de re
    guiar, lem falta de dt-nte.-., bem como laltiw np
    ro>to bem saliente.", as sernas finas, tic. fogieeja
    29 de setombro prxima passado, levando veti*k>
    nalga.e camisa branca, chapeo de copa baisa e te
    aba< pequeas. A prkoeira vex que se evadi la-
    uiulava se como forro, -de nac,o, e enpr^gava>se
    em servente d< pedr^lro e em entres tdHtUeot ;
    rogase, pois, as autoridades colicese. qnaiqnel
    patticnlar a rotura de dito eeertvo, a ser enire-
    gue a sen senbor Joio da Silva Ltle, na ra di
    Cadela do Recite n. 10, qae sera' pag gioliictv
    gao acim- *
    Pogo no dia 11 do corren!-* a pret erionl
    <1m nome Mari, coob- cida por Beneoicia, idaoa
    40 annvs mais ou menee, altara regular, marra^
    levan vestido de c ua e-cura e chale eiuruC,
    costqm traier orna eorrenteirb de Ierro em a
    d'is punhos : porlanie pede-se a qoem a epjireriea-
    der jeve-a a preca da Bja-visia n. i7, qae ear
    gratificado.
    ^..fogiranaio.JMwepl!* 'si-Bn, snopa
    meii da J^o, so da ,13 Hqcorrete, dM Bt^r>
    vt.:, seadt om de.boa, altara,, seco ,a,pon0jpo
    ,os,,.biTbdo ) w*m^mfo
    }^toaih^a(UOf cortea, 8 frWt^Wff,.*
    *>,i#lM* I WP "*'" ^V0 wmu.
    ponco Barbado, porem de barba branca, 1
    de flaaltt.,r barba, piolando. Xalla hrja^a e rn
    M>, lando os t maU#a feios e
    far ou graodas lortoe para dentro,
    meiro de n.-me M.rcos e medir de a^
    segundo de nome Aot^io e carr,elro ;
    aprebeoder leve-o io refferido eM;.nho n
    do Calderelm, ao Sr. Francisco Qo* alio
    goes Esteves, qaa aera' generosamente rocom
    sado.
    i i.....


    -;;
    Diaria* H 9H
    a* tan.
    ASSEPL\ GERU,

    MkU DOS SIS. DEMUDOS
    SE SAO D' 17 DE SETEMBRO.
    PRESUORNCIA DO SR. SILVBIRA LOBO.
    l\.rtnular od pensaroenlo de ordem daqaelle
    oio as
    governo
    lbe%
    de ter
    qoe escrevera duendo que nao se
    mals gente. (Apoiados.)
    O Sr. MiaisTi da AfiRicLLTUR* : S nao
    am ImprovMw.
    O Sr. Tavarb* Basto ; : EntreUnt', o gov
    fse descoldita do sea f nmeiro deter, qne
    lerabrado em tres sessoes consecutiva?, o
    deposito? de recrutas e volntanos em cada urna
    das provincias aoiro mel par aae, em am oc
    entilo dada, qmad 'atoarse u as esperangas, aca-
    dir coai sa;nfi:ios nuvos s exigencias novas da
    guerra. (Apmadu-.)
    Quando o s v.tdo assim descoidoso, sstm
    impnviilenie...
    O Sr. Ministro da Agricultura:Nao apoiadn,
    'Prora o que e*tV diiendo.
    O 8r. Tatares Ba-t >s: Senhores, eu qtwro ser
    beoHVo I ; su respecto as lotengoes ; s* me qui.
    10 do resaltado das medidas, que repulo insuffloi-
    eoles...
    O Sr. Ministro da agricultura : -a Nao preci-
    samos d benevolencia, queremos jastica, porque
    temos curoprido o n **o dever.
    O Sr. Tavares Bast s:Caree oa oo o go-
    verno da miaa benevolencia, tenbo o direlto de
    diier que uso deila para coro o ministerio, qne es-
    ton o disposlgfio de ser b>nvolo.
    O Sr Ministro da Agricultura :Pols consio-
    ta qne Ibe diga qae nio carecemos da sna benevo
    kncia.
    O Sr Tavrres Bastos: -Insisto, pols, em diier
    Ibe mandasse ealor aos debates e latas polticas do interior do
    ora .
    que te cuutm na proposta primitiva, urna autori-
    wc' para mobillaar se a guarda nacional como ao
    governo pareeesse mais conveniente; firmar se
    com denodo oeste-terreno, n-sUtu a todas as ad-
    vertencias, aquellas que partiram mesmo da mato-
    ria, de seus amigos dedicados, que se espantavam
    dianle d- tanto progresso u tanto liberalismo ;
    affioolar essas considerares, bater o p a'alacia
    do seus amigos; depoi.-, enviar a' mesa ama emen-
    da manca, eilravagaate, ineonceblvel, heroglypbo
    que nenbumaiatelligeacii dista casado le oecifrar,
    emenda quo ampntava a autorlsagao deixando a,
    oao tal ver too pengosa, mas decididamente ndi-
    cala ; inventar, para agarrar se a algama Uboa ae
    sajvaco (pois me parece que val sendo moda su-
    buem a" tribuna os Srs. m nistros mal pre.-araau
    para as diseusses). inveolar o eipediente oesse
    fKumeuto que o acaso dos debates Ibe auggeno
    para defeu.ter urna lo grave medida, Islo e, esse
    argumento singular que a autori>acao para moDIli-,
    ar aguarda nacional era oo WMe 'fr!, > W"10 o goveroo ass.m descuidnso e im
    indi Jo para conservar se no exercito a guama na jJrt,v7rteD|e
    clon .1 para la enviada ; ftHMr: Prg!g* i O Sr. Mhstro da Agruultura:- Nio apoiaio
    ,rao senado ed.zer quadradaraenie Aceito a C)(no 00,or,0
    emenda, indifferenle ; esquecer ess- bll de id- manifesta
    demnidade a que soccorreu-se ^'^'^etoda! ESpoSMlSded 'levantar, a oVa.go -
    i da para o oatro, mas em am ou doas metes como
    os-* minha nroani a
    O Sb Tatahks Bast s: .... como
    no pait e (ora dalle; juanl se v na
    dadonobre ministro da totofi I SaC^laSS^talfflfS
    asa serie de graves pooderac.oes que cansou-se ae
    predunr aqu o oobre ministro da guerra I uff*ie
    vio e bem qaaliQcou o
    uei-nos boje, como V. Eic.
    meu nobre amigo por Minas Geraes, o especuculo
    da maioria e da oppo&lco simutUneamenie Inscre-
    ,x-rein-se a favor da emenda do senado que rasga,
    que risca, que apaga todo este esforco do ministe-
    rio I e collocar-me (talve seja urna (oriuoa nos
    n ssos das de despedida) na desagradave! p_ sicao
    de ver-me as me-mas bobas da inscr.pgao dos
    uradores com os nobres depolados mioisterues, eu
    que procurei os bancos da oppostco para nao con
    riindir-me na malona I (Muito bem Ij Quanta con-
    traducn em poneos das I (Apelados).
    V. Ex. ha de estimar, pois qoe estaraos a ene
    gar ao bm da sessao, que eu nao empregue pbrases
    mullo i-n.-rgicas, multo desagradaveis, muito duras
    yara queixar-roe de taola extravagancia junta.
    (Aoolados). O facto porsimesino beiu eloquenle:
    u'ias vetes se ha de ver cousa smelbanie, tanta
    .Abereucia em urna maioria, e tant digntdade em
    um mini-lerio l (Apoiadus).
    O capricho da sorle muito grande ; as condi
    .. aciuaes da nossa poltica, tal ei a fortuna nao
    r-ermitu illustre maioria o prater de encontrar
    iqni no anno vmdonro o mesmo miaisterio, pao
    'bstante ser o mais liberal que o seculo lem visto
    i coatar com ama maioria dedicada. Eu acredito,
    fi jis, que estes ltimos das sao de despedida para
    iodos nos; e nao qoero na u tima bora reviver
    inagoas e dores, proferiudo eipress5es enrgicas.
    Quro acabar em paz I
    Mas, ja' que tenbo a palavra, seja-me licilo, a
    proposito do procedimento do governo nesla mate-
    ria, qne reputo ser o resultado de nma poltica tor-
    ta.sa, sem coragem e sem discripso, lembrar aoe
    de ora facto, a cuj i respeilo o procedimento do
    governo, e em parucuUr o do Sr. presidente do
    unselbo, cooveu e igualmente de que essa polti-
    ca tortuca nao um accidente, urna ousa nor-
    iiittl na vida do actual miaisterio.
    OSr. Macedo :Anotado* .
    O Sr. Tavares Bastos :Sabe a cmara, senho-
    res, que eslava acroditado em L mires, como digno
    iepreeotaato do Brasil, um iliu>tre faucciooano,
    eeu muit > respeiuvel amigo que ha longos auoos
    '-. ;j naquella corte desemp^nbadj um papel bn-
    lhaote.
    oabe o publico que o alto funefionario a quem
    ii redro esteve receotemente muil s mezes no Rio
    le Janeiro e sa disse ent- que elle nao r-igressa-
    ria a Londres, pois que o Sr. presideule do coose
    Un nao coofirmaria os poderes com que ate eutao
    representava o Brasil na Europa.
    Uas, passado algum lempo, vio-se qae nao s
    esse funcciooarlo vultou ao seu lugar, como qoe
    fura eDearregado alera disso de ama incumbencia
    e^iecial, a de pre-ldente da coramissao bra>iieira
    na exiiosifo uoiversa! de Pars, ondo silo conh-ci-
    ios os servicos que elle de novo acaba de prestar
    ao Jra-il.
    Achava se alli o nobre cavalbeiro a qaem me re-
    dro qaando o Diario Oficial publica o decreto
    Teando a commisso do inrsouro em Londres, in-
    cumbida da escripturaco flnanceir. Ao mesmo
    lempo aqoi se dizia qu' esle acto era fito em de-
    wr d i ministro plenipotenciario do Brasil, na in-
    lagao de obriga-lo (e a proposito me lembro das
    eueamstancias da demissSo do Sr. Faoio, ex-ins-
    peetor da alfmlega da corle) a formular e sea pe-
    dido de exooeracao.
    Parece, Sr. prosidente, que o propno Sr. minis-
    tro do Brasil em Londres recommendara a creacao
    de urna contadura auxiliar da nossa legago, pois
    que avuitam all as despeas e o processo de con-
    tas dos diferentes miaisterios, e o pesoal da lega-
    Cao lasufflcieotd para traie-los era da.
    A creacao, portanto, poder se-hia fater sen do-
    tar, sem fornecer pretextos malev leocia, sem
    spressar a crise que se diz haver intenco de pro-
    vacar. Eotrelanio, circaloa o boato, ao qaal aodou
    associado o n im- do Sr. pr-sidenle do couselho.
    Amigo do illustre cav.lheiro, o Sr. barSo de Pe-
    Dedo, estimando muito que as pessoas que oceupam
    os lugares de ministros, por maior que seja a sua
    vaidade, a sua presumpeo de torca, mesmo quau-
    do so apenas estatuas de ouro com ps de barro,
    quando teabara por actos a mesma audacia que
    teem em palavras, aproveito esta opportunidade
    para pedir aos nobres ministros nne deixera a sen-
    da tortuosa a que me refer, e [ .ra p^rguntar-lbes,
    por bem da digoidade do paiz que nao pode con-
    sentir ser representado em parte alguma, e maito
    menos em Londres, por qaem nao goze da mais
    pleoa confianca do governo, se o acto creando urna
    rommissSo especial em Londres, delegada do the-
    ..ouro nacimal. importa de qualquer mojo censara
    i direccao dos nnsos negocios liuanceiros em Lon-
    dres, ou urna desconsideracJo ao illustre fuoccio
    nario o Sr. baro ie Penedo. Espero que se dig-
    nem dar-me urna resposta, pois qae a ella se nao
    podem recusar. (Apoiados).
    V. Exc, Sr. presldeute, por saa benevolencia
    consentio-me entrar neste assampto. Eu vollo a
    materia em discosso.
    O Sr. Correa das Neve^ :Confessaque esteve
    fra da ordem.
    O Sr. Tavares Bastos :Nao estiva tora da or-
    dem, eotre em um desenvolviment) que veio a
    proposito.
    (Ha outros apartes).
    Sr. presidente, pereceme qae a medida mais ur-
    gente neste momento acerca das forjas de trra
    eria, como bem lembroa o nobre depatado por
    liioas-Geraes, a adopc>' daqaillo que loi tao des-
    astradamente ri-jeitado em ana das nossas pri-
    uieiras sessOes deste anno pelo Sr. ministro da
    fustiga, quando, em resposta iuterpellagao do no
    Dre depuado o Sr. Macedo, ddarou que anda
    nao era lampo de se adoplar a base da cooscrlpcao
    jomo naeio mais effl :az e apropriado de fornecer
    ao eteicito a gente de que carecer.
    J qne oslo fallo, devo por minha parte lavrar
    ora proie-to contra a falla de franqaeza, em occa-
    sISss em que alias se ostenta s-la, para com o
    parlamento e o paiz.
    Anda ha poneos momentos o Sr. ministro das
    obras publicas, loterpeliado palo illustre depatado
    do municipio neniro para diier quaes os novos sa-
    crificios que se exigera do paiz, emenden conve-
    niente tneber sua proposta de lautas pbrases in-
    cidentes, de tantas palavras que nao nos permiltl-
    ro a fortuna de conbecer nem a situacio d guer-
    ra, neo o peosamnnio do governo.
    O Sr. Ministro do Agrijultura: O nobre de-
    patado est no caso d > ceg que nio quer ver.
    O Sr Tavares Bast s: Nao fallei ne-tas ques-
    loes mais do qoe ama vet este anno. Nao tratel
    das quesioes da guerra mais do qne ama vet, e
    muito de proposito.
    Todos comprebendem discrico qaa nos cara-
    nrla guardar, -las boje, quando se approxima o
    euceramento da cmara, e com o encerramento
    coincide a perd de todas essas esperancas que an
    terlores dex5larac5-s do ministerio Insplravam ao
    paii: boje, vista das noticias uaiidas pelo lti-
    mo transporte de guerra, seja-me permittldo cha
    mar seriamente a tieoc5o do palt, jl que o sen
    governo o ceg de qne me falla o nobre mtm$
    tro das obras publicas, par a crise a qae ebeg
    idos. (Apoiados.)
    Sidra, m-as senbores, aebamones perante orna
    dupla difflculdade, a difflcaldade militar e a diffl-
    ruldade potinca, a seganda malor qne a primeira.
    O governo esperava, segando por vexes nos fol
    amunciado ne?ia casa, um prximo desenlace. Al-
    filis dos nobres minstros at asseveravam qoe o
    i-rcito nnha forca sofflciente e a marloba forca
    de mai, segundo deelaracis do nosso almlranie,
    urgente, o numero de reerotas ndispensaveis
    para habilitar o uosso illnslre gjoeral as operacSas
    decisivas qae se nao deven adiar; quande nao ha
    a esperar grandes auxilios de horneas da repblica
    argentina, onde as revolncois levantara o eolio ;
    quando o goveroo, dominado por ama cegaelra la
    tal, se embala na esperanca, sempre adiada, e que
    sempre foge aditnte dos ^ens olbos, de nma gran-
    de victoria que resolva todas as difn>oldades : co-
    mo qae nos, no mel de laes embarace*, vendo
    o governo sem outros recursos nao havemos de
    lamentar qae elle nao projnovesse a discnssao do
    projecto sobre a conscripsao, que bavia de passar
    por acclaroac&o, e pelo qual eu hypothecava o
    meu voto? (Apoiados.l
    O Sr, Macboo:Reclamado pela fallada cora
    (Apoiados.)
    OSr. Tavare* Bastos:Quando contemplo tan
    lo descaldo, nao posso eu, Sr. presidente, ao ret
    rar-me desta cmara nestes ltimos dias, proferir
    de novo aquellas palavras que s mtncionarei
    agora em ora lora de tmida quena: possivel
    deixir de lamentar tanta incapaciJade T
    A' difflcnldade militar accresce por outra parte
    a difflculdade poltica, ontro genero de embaragos
    a que tambera alludi. Elles ja' se desenhan de
    um modo que nao se pode occoliar, pela ultima
    crise ministerial em Baenos-Ayres, com a retira-
    da dos Srs. Euialde e Costa.
    Talvez isso paree* pouco digno de altencao;
    mas assim nao pensaram as pessoas bem informa
    das da posloao dos partidos ni repblica argen-
    tina.
    Quando a essa falta de energ'i da parte do go-
    verno, quaodo a essas bemavenioradas esperancas
    do ministerio se rene o quaJro da< presentes dif-
    acuidades polticas do Rio da Prata, nao tenbo ra-
    zas em proferir essas amargas palavras, qae sao
    ama queixa, mas nao a negago do mrito pessoal
    dos nonres mimsiros?
    Urna palavra sobre a ultima noticia do Rio da
    Prata. Dizem os jornaes que se retiraran) do go
    verno doos cavalheiros muito estimados, muito
    bem collocados oa situago poltica criada na re
    publica argentina depois da balalha de Pivon. Um
    delles foi o orgam;das relac5es exterioras daquel-
    la repblica sod o ilustrado goveroo do general
    Mitre, e n\rurou nos actos da misso especial de
    Ishi. Tecno sammo prater em reoder a devida
    bonoeaagem a' sua illnslracao, a;zora qae esse ca-
    valneiro, o Sr. Eizalde, deixa o poder.
    Esses illastres ex ministros foraro substituidos
    por duas pessoas muito distinctas, que pertencem
    ao partido local de Buenos-Ayre?, coaheeid) pelo
    oome de crudo, hostil a' influencia do general Mi-
    tre, anda que nao sejam da foicao mais ardenle
    d s>e partido.
    Essa candanga ministerial lera a sua signiQca
    gao : a influirla dominante na admraistrago da
    repblica talvez nao contiaue a ser aquella em que
    o Bra.il sempre encontrn ai boje a mais perfei-
    la cordialidade.
    Por oalro lado agitara se as provincias interiores
    da repblica Argenlioa, e essa agitago coincide
    com os boatos de armamentos imroduzdos fariiva-
    menta era Eotre Ros. Seote-se estremecer nos
    ares desde os Andes at a Bmda Oriental a nnvem
    pejada de eleclricidade. (Apoiados).
    Ah I rneus :enhorea, como nao havemos nos ad-
    mirar a bemaventurada cooQanga do miaisterio.
    Todos inquietara se : a Impaciencia grande e a
    irritago oo menor. E, entretanto, o nobre mi-
    nistro das obras publicas nos veio hoja diier que
    nao chegaraosao momento sapremo desta lula, que
    tudo se fara' como at agora, que o governo en
    viara' cada mez alguraas centenas de soldados, para
    mal preeacherem os claros do exercito, que alias
    carece de um grande auxilio imraediato t
    Nao de vemos nos, ao encerrar-.se a cmara, per-
    guntar ao gabinete no que caram essas esperangas
    ingenuas do orna prxima victoria, com que no-
    reeebra ao abrir a sesso ? (Aoolados).
    Nao devemos lastimar qae continu amesrat
    froaxido, a metma falta de contianga no pait, a
    mesma ausencia de audacia, a mesma ineapaci-
    dade?
    Nao devemos, antes de separar-nos, murmurar
    aos uuvidos dos nobres ministros e-tas queixosas
    advertencias : V te bem, Srs. mloistros, a sorte
    desta campaoha envolve, antes de todo, urna gran-
    de queslo poltica, que tem duas faces : ama que
    esta' voltada par o Rio da Prata, oude as dissen-
    qdas locaes de Bueno'-Ayres veero favorecer o
    vasto plano dos fe Iones da repblica Argentina, e
    dos blaneos de Montevideo, os quaes alera dos An-
    des eslendem a mao ao dille e ao Per ; ontra que
    olha sioislramente p-ri o Brasil, onde o espirito
    publico se aonuvia, onde os chos de urna catas-
    trophe no Prata teriam nma repercarso inevi-
    lavel I
    Senhores, nao esta' ah urna pagina bem severa
    da nossa historia, assignalando a triste inflaencia
    com que os desastres na poltica exterior podem
    pesar sobre os deslinos da poltica interna ? (Muito
    bem I)
    O Sr. Ministro da Agricultura :Ha muito
    patriotismo no Brasil.
    OSr. Tavares Bastos :5im, ba muito patrio-
    tismo no pait; mas preelso que as nobres virtu-
    des de um povo sejam alentadas pelo sea goveroo.
    Dame de lo serios embaraces, vos fallis com a
    mesma frieta dos tempos ordinarios; tendes a
    mesma atlilode e a mesma confunga. A' pones
    vos perguntamos : sao precisos novos saerideioo
    do paiz T ditei-o, para que elle o saiba e compre
    nenda a Justiga das vossas novas exigencias : di-
    zei-o aqu com tola a conQanga na cmara, qae
    nao vos tem negado consa algama, nem o papel-
    moeda. > O qae respondestes T qae esperemos e
    qae coniinaemos a esperar e a confiar.
    Nao essa linguagem com qae comecastes desde
    a abertura da sesso foi exautorada pelos faetos.
    A slluacao aggravoo-se e o paiz leo direlto a ex-
    piicicdes completas. (Apoiados). Creio, como tos,
    no patriotismo da nacao ; mogo aio 1a, nao eoohego
    a gelidez da descrenga. O ramo que leva o nosso
    nivio incerto, e nSo sio prosperes os vamos ;
    Si| M'm8# Jf A|
    mo cou'to 'ijvj-lo -s
    Sb. Martn Campos
    vicetio qae os poores ministros teem estado
    ixo da sua grande ml-so (nd poldos), pe-
    zar da sua capacidad pessoal, comtudo eotendo
    que nio estando o pan en circunstancias favori-
    veis, o corpa legislativo motera a aogae que podia
    e tlevia ter petas nossas I ostitoigSes ; o nosso voto
    nada significara, como to leo significado o do
    senado.
    Uma Yoz : -O senado nao pode derrabar minis-
    terios. (Va?
    O Sn. Martinh > CAuro: :Pode tanto como nos
    e sem bffensa da no sa pnmasia politlca. (Nao a-!
    poiadoa; difFereotes apartes).
    Peco a V. Exc, Sr. presidente, qae nio me leve
    em com o tsmpd qae me esli roabtndo os minis-
    terialMas. (Bilaridade).
    A maioria muito poderosa, al ja transforman
    o regiment da casa e marcou o passo da intelli-
    gfocia humana...
    O Sr. Toscano de Brito -.Coa o voto da mi-
    nora.
    O Sr. Martinh i Cahpoii :... nao precisa aaffe-
    ear a voz de um orador fraco como son. (Nio a-
    potados, e apartes. O Sr. presideote reclama alteo
    gao). V. Exc. v as difflc ildades em que me acbo.
    Um Sr. Deputado :A resiricgo da palavra foi
    idea iniciad i aqai por arr membro da opposlgao.
    (CoDiinuam os apartes ; o Sr. presidente reclama
    de aovo attengao, e dn a > orador qne continua).
    O Sr. Martinho Campo; :Sr. presidente, oo
    tenbo o optunisrao do nobre ministro, e espaotou-
    me que S. Exc. nio acompaabasse as apprehenses
    qae existem a vista do estado dos negocios do Ri)
    da Prata I
    O nobre ministro de nada precisa, os meios que
    tem chegam f
    O Sr Ministro da Agricultura : -Nao dis-
    se tal.
    O Sr. Martinho Campos :Esta proposlgao, Sr.
    presidente, era para m.a inexplicavel at ao mo-
    mento em qae o nobre nimstro tomoa de novo a
    palavra e a explicou. S. Exc. de nada precisa,
    porque, i vista das necessidades publicas, o gover-
    no fara' o oae quiter I
    OSr. Ministr) da Agricultura : Nio disse
    Isso.
    Uma Voz :E' trineco livre.
    O Sr. Martinho Campos :E' o qae aeabou de
    dixer o oobre ministro.
    Sr. Ministro da Agricultura :Nio, senbor.
    O Sr. Martinh > Campos : Est proposigio era
    perfeltam<*nte letttim& na bocea do impera tor Na-
    poleflo on de sens ministros, na bocea de Alexan-
    dre da Russia, ou dos seus ministros, na bocea do
    Grio Turco, etc. ; mas perante o parlamento de
    uma nago de governo representativo e livre, o qae
    oavimos ao nobre rain sir da agricultura, a
    maior falta da respeilo possivel a esle parlamente
    (Apoiados, nao apoiados b reclamagdes).
    O oobre ministro confossa que a emenda do se-
    nado delxa o governo privado de'fater sabir para
    f ira do imperio corpos destacados da guarda nacio-
    nal. (Nao apoiados.)
    O Sr. Ministro da Agricultera :O qoe ea dis-
    se ba de ser publicado.
    O Sr. Martinho Campos :O parlamento, disse
    S. Exc, acnase oos paroxysoos, est a encerrar-
    se. S. Exc. se reserva o direlto de dictadura, como
    nos tero sido dito multas vezas pelo nobre presiden-
    te do conseibo. (Reei?nngoes.)
    Um Sr. Deputado : Naaca Ihe oavimos tal coa-
    sa. (Apotado".)
    O Sr. Martinho Campos :Ea pens qae o mi-
    nistro que na ausencia do par amento recnsasse
    dianie da responsabilidade iremenda de tomar pro-
    videncias enrgicas nao comidas a lei, em casos
    urgentes, era emergencias de alia magailode, falla-
    ra ao qn deve a nago a si e ao soberano.
    O Sr. Corheia das Neves : Nao era necessario
    ser i- Gr.iu Tono. (Ki"os.)
    O Sr. Martinio Campos :Este aparte do no-
    bre deputado era verdade nao velo com o espirito
    com que costuma da-los.
    O Sb. Correia das Neves :E' porqua nio foi
    bem apreciada p.ir V. Exc.
    O Sr. Martinho Campos :Ditla ea, Sr. presi-
    dente, o ministro ae faliasse essas circomstancias
    ao seu dever de adoptar medid s extraordinarias,
    sujeiando-se a responsabilidade deltas, merecera
    severas censuras. Mas o caso de qne se occopon o
    nobre ministro nao este.
    O parlamento e?i reunido, o governo di;p5a de
    grande maioria, evidentemente neeessita de med
    das, pois que o papel-moeda s nio ebega, a som
    iwa raesrao de que o governo se ensoberbece in-
    fer or as necessidades do goveroo : mas o nobre
    ministro diz qae de nada precisa que fechado o
    parlamento o governo (ara o que entender !
    (Continan; as reclamagSes.)
    Pois o nobre ministro duvila do patriotismo da
    sua maioria?
    De ba muttos anuos a esta parte parece baver o
    proposito de desprestigiar o parlamento, e enio
    recorre se a esta arguraentagao :Nao ba tempo ;
    as-onvocages extraorJioarias do parlamento nao
    se fazem, recelarse ou affecta-se recaar que nao
    se reanam os deputados e senadores um numero de
    poderem fuaccioaar.
    Eolretanto a verdade histrica esta : nunca
    houve uma convocago extraordinaria que deixas-
    se de effectuar-se ; sessSes duraro al novembro
    e mais, e nunca houve urna prorogago de sessao
    sem que fl/.osse numero sufflcieole de membros do
    parlamento Da corte para se deliberar.
    Mas S. Exc. pre.-clude do parlamento porque to-
    mara as medidas que forera necessanas,
    E se assim nao diga me S. Exc. como conti-
    nuara a conservar a guarda nacional destacada to-
    ra do imperio ? A probib'co expressa na le.
    Eotendo que o goveroo * meto ; mas ceosuro a falta de cumprimento do seu
    dever, de obediencia ao parlamento oo viudo pe-
    dir-lne a approvagao desse acio, e o desembaraco
    com que se ostenta disposto a prescindir do parla-
    mento de cuja autorisago neeessita para legalisar
    esta e ouiras medidas.
    Voliemoi a qaesto dos negocios do Rio
    Praia.
    E' notavel, Sr. presidente, o ponco aprego que
    boje se aff-cu fazer de nm aeootecimenlo de rela-
    gocs internacionaes nosso do Rio da Prata, de gran-
    de importancia, e de am imraenso auxilio para o
    imperio l
    Era nossas relagoes com as repblicas do Prata
    nao devenios esquecer que e-taraos pagando anda
    os erros da poltica portugoeza I
    Um Sb. Deputado d um aparte.
    O tratado da trplice ailianga vale para nos tanto
    como se os exercitos argentino e oriental fossem
    composlos de torgas numerosas como os nosos.
    Deu-se-nos uma grande garanta, cora este auxilio
    moral, de destruir no espirito dos Argentinos e
    Orientaos 4e boa f esses preconceitos e prejnizos
    qae se procura sempre fater reviver no Rio da
    Prala.
    Nao podamos ter esta esperaoga, se all fizesse-
    mos a guerra Isolados, aleo, de que nos faltara a
    base de operagdes tranquilla e segura que os nos-
    sos adiados nos deram as margens accesslveis dos
    seos magnficos nos.
    Sr. presideute, no Rio da Prata s a ma fe p le
    alimentar s supeiias e procurar reviver rivalida-
    des naelonaes contra c Brasil, quando combatemos
    ao \io dos Argentinos e Onenises; mas qae os
    joimigos da situacio (laminante l reeorram esta
    arma nio nos deve sto preocenpar, nem toca-nos o
    dever de descascarar os seos planos.
    Da parte, porm, do nosso governo nio tem ba-
    tido attengao devida H et ponto delicado.
    Uma Voz : -Quera meibor responde V. Exc
    sio os propios goveruos daquelles Estados.
    OSr Martinho Campos :-E en apresento a
    muito ciurae e maito
    que comoaadava o
    nosso i vstanos das
    m^^^ naosd iT Uo daPrat.
    a pillos aoeslrados, e elle
    tos e vencera' a tempestado. (Muito bem I maito
    bem I)
    O Sr. Ministro da Agricultura declara qae e
    goverao aceita a emenda do senado porque mesmo
    na cmara ja tlnba dito que adoptarla a de Sr.;
    Ottoni sobre a proposta. O senado emenden dever
    fazer aqnillo que fra iembrado por esse nobre de-
    patado e o goveroo se nao oppe.
    Quanto pergonta do Sr. Tavares Bastos respon
    dera' qae ereacao de ama aeccao de fazenda na
    legaeo de Londres foi reclamada pela necessidade
    do servigo, e qae aeabnma demonstragio de des-
    conflanga contra o Sr. bario do Penedo se acba In-
    cluida nee acto do governo.
    O Sr. Martinho Campos : Sr. presideote, soc-
    cedendo na tribuna ao honrado ministro da agri-
    cultura, pego licenga a V. Exc.para, visto a ampu-
    tado que foi dada ao debate, voltar ioterpellagao
    verbal qne Ibe fol (elta boje pelo men honrado
    amigo deputado pela corle, na qnal a hberdade mo-
    delada nao sei se pela le do arbitrio, on do novo
    regiment qae nio coahego bem, me toibaa de to-
    mar parte.
    prevalegome, pois, da opportunidade para fater
    alguno is observarles em relagao ao qae oavi ao
    nobre ministro.
    O estado dos oossos negocios pblicos, Sr. presi
    notoriamente offletasas se
    do exercito *Uta(|"| qne alias nio o enramando
    em chefe de rowfe*s torgas brasileiras no Rio da
    Prata, ao general M te.
    O talado fol publicado pelo gojM ingli
    den-se o commaodo em chefe do ewtfo da
    eordla ao general Mitre, resrvando-s o goterna
    brasileiro fazer commaolar outros exercitos qoe
    mandasse ao tbeatro da guerra por generaos bra-
    sileros, e oesf caraete- ja'f^xfstla o Sr. vis-
    conde de Porto-Alegre.
    O Sb. Correa de Brito : E' porque V. Exc.
    nao assistio a sesso secreta.
    O Sr. Martinho Campos: Tenbo o tratado pn-
    bl'fdo pelo govera > loglez.
    U.m Sr. Deputado:Nio exacto.
    O Sr. Martinho lampos : Tenbo iofelizraente
    mais f no tratado publcalo pelo goveroo inglez;
    refiro-me a um documento officiai publicado por
    um governo maito seno, embora muiu Injusto e
    egostico.
    O Sr. Correia de Brito: Mus offlcial do que
    o nosso T
    O Sr. Martinho Campos: Nio sei, nao Ibe disse
    tradocgo soa.
    O Sb. Corbku de Brit >:Perguoto.
    O Sr. Martinho Campos:Nio estoa aqu pre-
    sentemente para re>p mti-r a todas as pergunt e sim com oatro proposito ; pego des:uipa a V-
    Exe. e lieeaga para continuar.
    Mas, dado o commando ao general Mitre nao
    podemos negar que esta disposigio desagradoa a
    maitos brasilelros. Pela mioba parte --it-n ti sem-
    pre que foi um acto tao poltico dar o commando
    bo Kio da Prata ao general argentino como a mes-
    ma allianga ; este acto era mais ama garanta,
    mais ama prova dada por uch. ..
    O Sr. Bittencort Sampaio* O Sr. 0;taviano
    que responda a V. Exc.
    O Sr. Martinho Campos: E esta I O nobre de-
    potado perde u seu tempo se suppde que pode le-
    vantar saspeitas no animo do Sr. Octaviano a mea
    respailo, e do meo juito em relagio a sua pessoa
    e actos.
    Mas, Sr. presidente, esta disposigo do tratado
    raereou sempre a minha inleira e plena approva-
    g.', era mais urna garanta que davaraos a paites
    que nulnrara sempre grandes saspeitas a nosso
    respelto; a nossa dignidade nada soffna com fsto
    absolutamente.
    O governo brasileiro ja tinha toito a mesma
    consa na primeira guerra, na guerra contra Rosas,
    com nma differenga, qne eolio nos demos o com-
    oand) a am general que desertar oa se rebana-
    ra', a am general de Rosas...
    Uma Voz:Nao anotado.
    O Sr. Martinho Campos:. .qae o tinha aban-
    donado, sendo apenas governador de uma provin-
    cia ; e que na actual allianga damos o commando
    ao chefe da cohfederagao argentina, governador
    geral e legitimo de toda ella.
    Mas com a retirada do general Mitre e a presen-
    ga do nobre marquez de Caxias a frente do exer-
    cito brasileiro nos vimos qoe a susceptibllidade
    dosnossos vistohos aogmeotou-se, e esta queslo
    qae pareca morta, reviven.
    No Rio da Prata hoave
    agosto porque o general
    exercito nio fosse ara dos
    duas repblicas.
    As dispostges do traalo eram a nosso favor
    nessa situagao, [jrara antidas, ea nao pooho em
    davida, e nao tenho senao que louvar o enverno
    imperial por estes faetos.
    O Sr. Ministr ) da Agricultura : Gragas a
    Deus I
    O Sr. Martinho Campos: Mis as novas dis-
    cussoes suscitadas o governo imperial nao ten
    (-no aqu na corte tuto quanto p > lia, para evitar
    que ellas loraasssm o aspecto, que tem tomado, de
    crusada cootra a allianga. Nos temos ama folba
    offlual...
    O Sr. Mlnistrj da Agricultura:Que tem des-
    mentido tu 10 ISSO.
    O Sr. Mar'iniio Campos: ...Esta folha. offl-
    cial por exemplo, alada boje tenoa procuro-a
    para ler noticias do Prata ; a nica que nao con-
    tera urna huta.
    Um Sr. Deputaoo: Nao ba tal; o contrario
    dis*o. (Apoiado-.)
    O Sr. Martinho Campos : Eotao por engao
    pegnei na fua de hontem.
    Mas tambera notorio, cora fundamento oa sera
    elle, a creoga geral que o correspoodeoi9 da
    folba de maior circulago no imperio fuocclona-
    rio poblico estipendiado pelo governo a moitos
    sanos...
    O Sr. Ministro da Agricultura : O g overno
    nao lora nada com us correspoutes do Jornal do
    Commercio.
    O Sr. Martinho Campos:. ...e la' esta' nesta
    posige no Kio da Praia. Desgragdameote para
    o, a nossa impreosa, qae deu sempre o exemplo
    de tratar as questes do Prala ora toda a coave-
    niencia era relagao aos nossos alliados, nao lem
    oos-as correspondencias sido secundado, o general
    Mure tem sido muito maltratado.
    O Sr. Ministro da Aghicuctura : E nos res-
    ponsabiiisamos a impreusa do e-tado oriental, que
    o faz a nos ?
    O Sr. Martinho Campos : O que di mais im-
    portancia ao facto do que leria em outras circums-
    lancias a gravidade e o bora senso com que a
    oossa impreusa liaba sempre tratado estas ques-
    tas. E' por este lado que eu digo que o goveroo
    IO|erial nao tem dado a qaestio toda a importan-
    cia que devia ; cumpria que a folba offlcial bou-
    vesse feito com a mesma insistencia e o mesmo
    deseavoivimento o que boje fez o nobre ministro.
    E' para de-cj ir--e. mesmo que a folba offlcial s
    faga pubucages offluaes.
    O nobre ministro nos ioformanlo de que as ;e-
    lagas do Sr. marquat de Caxias com o general
    Mitre cooservavam se no melhor p, e que o go-
    veroo imperial nem ara momento tinha trepidado
    em manier, como era da sea rigoroso dever o ira
    lado da trplice allianga...
    Um Sb. Deputado;V. Exc esta' fallanlo quasi
    no mesmo tom em que fallou a Gazeta oficial.
    O Sa. Martinho Campos:...ronvinua que ti-
    vesse dado a este lado da queslo mais importan-
    cia do que tem dado.
    O nobre ministro, Sr. presidente, nao se dignoa
    dar a cmara as Inf irmagoes pedidas pelo honra-
    do depatado pelo municipio neutro seno cora uma
    reserva inexplieavel.
    O ." OSr. Ministo da Agricultura:Nao apoiado.
    O Sb. Martinho Camp.s : O nobre deputado
    pelo mpnicipio neutro nada mais fet do que propor-
    cionar ao Sr. ministro a occasio de dar as noti-
    cias qae tivesse de nma maneira meuss desfavo-
    rave do que as qae circulara e oorrem.
    O Sb. Ministr? da agricultura Parece quo
    V. Exc. nao me ouvio ; ea disse qu; todos esses
    boatos sao talgos.
    O Si". Martinho Campos:-O nobre ministro ha
    de permiltir-me qae eu Ihe declare qne o meo
    desconteniamento nao proveo s de ver a pouca
    franqueza com que S. Exc. respondeu a* perguota
    que Ibe fol feila, alias em desproveito da adrarais-
    trago e do paiz; provea anda, Sr. pre-idente, de
    me parecer que o governo Imperial nao te.L anda
    estudado a questao, nao tem ideas asseoladas so-
    bre o que convero fater, nem estudado a queatao
    sobretudo da reraess de novas torgas.
    Pois o nobre ministro acredita gue o governo
    imperial pode encubrir da populacao o que toda a
    Impreosa do Rio da Prata e a nossa esta' duendo,
    que o general Mure pede mais 20,003 horneas, e
    qae o Sr. marqaet de Caxias faz ama exigencia
    ponco inferior a Isso, roas qae erafim todos sio
    de opinio que as torgas l existentes sao insuffl-
    cientes ?
    O nobre ministro diz qae estio-se fortificando as
    nossas torgas em Tayu-Cu para desalojaren) o
    exercito paraguayo; o exerciu paraguayo, evi-
    dentememe enfraqaecldo, retira-se diante do nos-
    so, vai eo retirada, eocerra se em suas tortifi-
    cages.
    At aqui tndo marcha is mil maravilhas, nada
    vejo qoe nos inquiete e assoste, ma a paralysa
    gao do exercito diente das tortiflcagdes e irmchei-
    Este recorso mesmo, Sr. presidente, no nosso
    palt llmiadissjafl; o governo, se dahl que
    espera reeatMt#BM>a-se, nio pota obier senao
    oamero mafMuxno.
    Os escravos d* lavoura na dade em que sao ap-
    tos pfn serticjojnllHar nao podem ser dispensa- pueceo eatar.
    dos pelo lavrador: o propreflrlo de eseravesqoe
    cedesse os escravos apto3 para o servigo militar
    nossa gloriosa mar i aba e na saa, pericia, nio te-
    abo mesma coaflaaga na saa sorte, porque o
    campo em qae ella paleta pJe ser semeado da
    pengos Injoperaveis; o canal do rio nao pode
    deixar os ebret oinislros lo tranquillas como
    Assim, Sr. presidente, pela atiaba parte eoten-
    do boje, como entend eo 1868, qoe o governo lio
    nao poderla sustentar o resto de seas estratos, | p0dj, nera deTll eanerfar acioal syswma de
    oa tena malos nem de os sosteotar isto obvio. ieeraiaoento. A alteraeao dease syslema dari
    Portaoto, .o nobre ministerio nao tem senao am | 0 governo grande fotgi moral para poder levan-
    supprimento multo limitado, e prota e qaeju ur novas fo gis; com o systema actual Irapos-
    muitos meses o governo recorre a tato e a ostatis-
    ca qae nos temos at a abertura do parlamento
    era de am oamero multo peqaeno.
    Com que outro meto coota o goverM Volunta-
    rlos e engajados, recrutamanto, desigoago de
    guardas naciouaes? Nos temos vi-la qae tudo isto
    da'am numero muito pequeo i nm contingente
    de alguas centos de recrutis mensalmente.
    O Sb. Araujo Barros:Por causa da poliliea.
    O Su. Martinho Campos: -Perde o nobre de-
    putad.., urna aecusacao filba s do odio partida-
    rio (permita qoe falle com franqueza) e que ae-
    nbara partido neste paiz merece. Onde qae o no-
    bre depatado tem visto que os partidos aqui e no
    Interior tenbam posto estorvos ao servigo da guer-
    ra ? E" ama accosago injusta; o nobre deputado
    ba de convir, por honra de todo o imperio, por
    honra da saa pronria provincia ; ama tajosliga
    clamorosa; nao ios advesarios neste oa n'oa-
    tros pontos do imperio, a' nago brasileira toda.
    Temos descido mnito, Sr. presidente, mas nio
    ebegamos anda a ponto de degradagio nacional
    de oos aproveitaroos dos apares da osgao para
    nosulisar, nio ao goveroo, mas a' 0ag9); nao che-
    grros alada a esse ponto.
    Vozes: Nem chegaremos.
    O Sr. Martinho Campos:Alguraas palavras in-
    consideradas de urna un outra pessoa nao mere-
    cera nem ser contadas, e menos consideradas e
    imputadas como propsitos de qualquer partido
    poltico.
    Mas de qae meios dispe o nobre ministro ? Re-
    crulamento tio miro o como a deslgoago de
    guardas oaclonaes, qae ootra cousa nao seoo
    ncrutamenlo. E, Sr. presidente, nio s pela re-
    pugnancia da populago ao servigo miniar; as
    dlfflculdades em grande pane p overa do proces-
    so, do meio por qoe se procede ao rscrutamento e
    designagio oa guarda nacunal: o arbitrio puro
    qoe m^Oe este oous a' popaUgo, e quebra ou
    dirainue consideravelmente a torg* moral dos a-
    geotes do goveroo para lvalo a efl-Mto.
    Os nobres ministros, apetar de auxiliados com a
    experiencia dos seas antecessores, o qoe leem feito
    para melhorar este ramo de servigo publico t Us
    nobres ministros sab'm que as pessoas encarrega-
    das as localidades de promover a desigoago de
    guardas naciouaes, mesmo as que nio perseguem
    os adversarios, sao o alvo de odiosidades. Offlciaes
    da guarda nacional, os que sio os melbores, os
    mais imparciaes, dolados dos melbores seotimeo-
    to*. teraem-se deste servigo, porque contara com a
    ma' dispo-igo de adversarios para accusa-los de
    parcialidad:) e patronato.
    Ainda mais : os processos sio defeltuasos. Os
    nibres ministros dispS'm de numerosa maioria ;
    nio Ihes faltara o concurso da opposigo. Offlciaes
    da guarda naciooal ten declarado que, lando de
    fater desigoago, recorreram ao sorteio, pedido
    pelos proprios guardas. Igual consa se praticaria
    muito vantajosamente cora o recrutamemo.
    Mals de nraa vez, dorante a guerra,eu tinha le-
    vantado a minha voz neste recinto contra o re-
    crulamento. Deiois do exercito de voluntarios
    desappareceram da meu espirito as dovidas que
    anda existiam. Confesso que me tema muito da
    con crlpgio, pela influencia dos nossos hbitos.
    Mas boje soa da opinio do nobre depatado pelas
    Alagiias, que mostrou qm o goveroo mde-culpa-
    vel por nao ter obtido a conscripgio para levantar
    as torgas da qoe precisa sem excitar clamores,
    sem erapregar dos meios a que recorreram autori-
    dades locaes e algons presidentes de provincia,
    governo, por melhor Intencionado qae sej, nao po-
    de impedir abusos porqne nao esta' presente em
    todas as partes, arada menos remotas do imperio*
    Os noures ministros nio desconbecem os clamo
    res que t ciase os veamos commettidos no recrataoento e
    eogajamento de voluntarios. Acredito qae naja
    exagerago; mas ha muitos faetos qne nao admit-
    iera contrariedade ; porque os nobres mioistros sa-
    bem qoe team sido aqu na corte di-peosados cen-
    tenares de designados e recrutas, que ira sido eo-
    viados para fazerem namero e darem jas ao galar-
    do; reconheceu se que a favor desses individuos
    havia as Iseogs legaes ou motivos justos que us
    iohabilitavara para o servigo militar.
    Mas esta experiencia em que aproveiton ao go-
    veroo para os apuros em que se tem de ver T Na
    proviacia de Pernambuco os nobres mioistros
    maodaram coraegar o reerutaraento; mas o seu
    delegado leve de recuar, foi oastrangidn a suspen-
    de lo, talvez com prudencia, porm com toda a cer-
    teza com quebra do prestigio da aotoridade e da
    lei, que nem autorsa os excessos commettidos
    nem a suspensio.
    (Diversos senbores do apartes.)
    E' notorio o facto Os nobres minitros sabem o
    pengo que ba para o paiz em dar occasio e pre-
    textos para o desconieotamento popular, que pJe
    ter consequencias senas.
    Eu confesso, Sr. presideote, qoe nio fiquei satis-
    feito cora explijago do nobre ministro da agri-
    cultura. Pelas declarares a qne rae tenbo referi-
    do, da impreosa do Rio da Prata e da nossa, vejo
    que a alliauga est vacillante por mais de am mo-
    tivo. Devo cr-lo vista das correspondencias es-
    cripias do exercito para os jornaes do Rio da Prata
    para os desta corte ; todas sao escripias no espirito
    propno para acabar com a alliaoga. Se a allianga
    vacilla.se estamos em apuros para obter mais tor-
    gas, na n-cessldade de levantar novos cootiogentes
    consideravels para a guerra, como poderemos estar
    contentes som o que ouvimos do nobre ministro f
    Conbeceraos o nosso pait, conbecemos os recur-
    sos qne possnioos e os recursos qn restara aos
    nobres ministros. Para ob'.erem os 15,000 horoens
    que pede o Sr. marquez de Caxias, ou os 20,000
    reclamados pelo general Mitre, preciso o espago
    de muitos mezes. Aotes disto o verao, as molestias,
    lero peiorado as coadigdes do nosso exercito.
    Sendo este o estado das coasas no Rio da Prata.
    parece qae o nobre ministro ou eatendea que o go-
    verno tem o direlo de occullar tudo ao parlamen-
    to on nao deu a isto a importancia que realmen-
    te tem.
    Temos iotelra confianga era nossos generaes;
    nenbnm de nos exige delles mais do qoe humana-
    menle possivel; mas para qae fagao quanto
    possivel coro as torgas de que dlsp5eo convra que
    sejam auxiliados a tempo. .
    Os elementos de que dispSem os nobres minis-
    tros nio permitiera enviar promptamente um gran-
    de reforgo para o nosso exercito. Na convjcgio em
    que parece estar o nobre ministro da agricultura,
    de nao baver grande nrgenela desses soccorros,
    nao ba de o governo acbar recurso no reerutaraen-
    to e na desunacao de guardas naelonaes pelo pro-
    cesso aclual. E" ceno que com a populago que
    lemos o exercito que mandamos para o Rio da
    Prata nio forga superior que a nossa popula-
    go pode fornecer. O que embaraga o governo e
    odioso do nosso processo de recrataoeoto a da de-
    sigoago de guardas naciouaes.
    (Ha algons apartes.)
    Sr. i
    presidente, os apartes solicitara que lembre
    eu meios : isto toca ao goveroo e nio a opposigio.
    Mas ea eotendo qae se tem perdido occasio de
    obter excelientes soldados. Nao somos nago mili-
    tar, nem convm qae o sajamos; devemos imitar o
    exemplo dos Estados-Uuides. Uma nago rica e
    populosa quando necessltar de torga militar a le-
    ra com facllidade. Nos exercitos do serte torara
    alistados moitos e'trangelros. Accresee o exemplo
    da Inglaterra, que nunca fez a gaerra por ootra
    forma.
    Ea nio quera qne o governo recorrase ao en-
    gajamento de estrangeiros pela forma qoal ja se
    fez com desvantagem. Mas nio batera iocoove-
    e as correspondencias
    nio offlciaes algumas.
    OSr. JmuTB) da .^ricultura Nio leve a
    diseossio para esse terreno.
    os coDseltios, em materia de 'brasileirismo tio pos- 'oios~o7 generis repnTam as torgas nsufflelento?, geiros. Os me'Qor" "? .
    Z Reilar os conse.hcs do nobre mostr, conten- dio motivos para sriinquietacSes.......... \ *fgg *T '
    A Hespaoha, oas perturbarles petas quaes tem
    >, a oploiao qoe se espalba de que niente em unir as flletras do nosso exercito estran-
    - ... .. .... ~..ih... /-. nossos recebiam em
    to-rne com os meas pioprios sentimeaios
    C Sb. Ministro da .Urmoltura :E' qae pode
    ser Hiiosto. __ >j
    G Sr. Martinho Campos :-Pego V. Ex;, qae
    nio se desemDarace en dictar-me a conducta que
    devo ler, seo o qua me aatorisaria a usr d re-
    presaba de dar tambera a V. Etc. cooselbos.
    Uma Voz : Nio h raza pan sa queimar
    tanto.
    O Sr. Martinho Campos :O Jaiz de minha con-
    ducta son eo.
    so l'azer ama reelamaiio Y
    Ci Sr Martinho C/.mpos :O qan ea dtese foi
    qae o gov.-rao oio teto olhado para te ponto com
    a attengao que.devia
    O Sr. Ministro da Agricultura : E ea recla-
    mo contra uto.
    O Sb Martinho Campos :Sr. presidente, deve-
    mos francamente confessar
    O nobre ministro Sabe que eomega uma estagao
    qne nos custoo mullos rail bomens no aono pr-
    ximamente Ando. Essa flengma com que o minis-
    tro parece eoearar om estado de coasas tao grave
    me assosta realmente.
    O nobre ministro de qae meios dispoe para aug-
    mentar as forjas do exercito? Fallemos claramen-
    te : o grande meio eom qae o governo eont
    compra de eseravos os mais detesuveis, os
    dos qae meaos conflaoga oodem merecer
    meo qae at aos 20
    paseado, poderla por is ordeos do ministerio am
    bom contingente.
    (Diversos Srs. depotados dio apartes a q ae
    orador responde.)
    Sr. presidente, nio pretendo prolongar o debate;
    quiz smente chamar a ttienco do goveroo sobre,
    on aotes mforma-lo da impressSo qoe sobre o es-
    O bo-1 pinto publico lem produtido as noticias do Rio
    o30 e tantos anoos jas na I da Prata Os nobres oinistros podem estar certas
    escravido nao pode ser nm bom e talento solda-
    do : de cem eseravos o oobre oimstro nio lira
    nma dotla de Boos aoldados. O qae espera deste
    mera T ,
    O goveroo poder' capacilar-me de qoe ama
    cousa humanitaria comprar escravos, liburU-los e
    fate-los soldados, pae me convencer disto fcil-
    mente, e ningnem tem motivos de queixa desde
    qoe a venda vol notarla;
    . --------r--------1 --------~.^ ^m.oo^., a mullos brasileiro* .,.---------
    dente, nio nos convida seguramente a dar grande i desgottou o faci de se dar o commirado em chefe paeltar de que sejao boas soldados.
    mas nao me ba de ca-
    que o pait nutre appreheusoes matares que o go
    verno; at boje uio tenbo motivo para temer pela
    sorte do nosso
    migo, alias valeole.
    guerra, possa
    migo terrivel
    foi o verao.
    Ete inimigo bate s portas, Sr. presidente, ea
    nao tenho a respeilo da esqoadra a mesma sega-
    ranga ; se tenho a mesma eooUaoc no valor d
    iivel; o governo nao levantar mals do qae al-
    juns cestos de boraens por mez, cont tara levan-
    tado ate aqui.
    E-sas remassas de 300/>00,600 recrutas.aada po-
    dem.valer ao nos-ra ex-rciio actualmente ; camprl
    poder tater rersessss mais fortes; mas com os
    meios de que o governo dispe nada pode coose*
    guir, o qae Rggrata o erro imperdoatal de oio
    termos Udo exercito de reserva durante toda esta
    guerra.
    Eatretaoto qae erro imperdoavel da parte dos
    oabres mioistros nao teram ensatado a crascrip-
    cao, quer oa deslgoaco da guarda nacional, quer
    para o exercito. O engajameolo de voluntario
    nm meio que o goveroo pode reputar exhausto;
    ludo quanto podamos obter de voluntarlos ja obtl-
    vemos.
    Pego permisso ao oobre ministro para reeom-
    mendar-lhe mais attengao com a allianga ; nao fa-
    gamos da allianga argentina oriental o meoosprego
    qae a nossa impreosa delta vai fateodo, e p r fal-
    lar em allianga, Sr. presidente, ea desdarla qne o
    nebre ministro oos intormasse quo fundamento
    tom estes boatos qae eatreiem o publico e a im-
    prensa acerca de urna mlssio especial.
    Eu nao vejo ratao para segre lo nesta materia :
    no estado actoal das i-ousas no R o da Prata, o
    goverao deve ter muito sena attengao, nio con-
    vm aggravar uossa situacio com novas quesioes,
    e, porianto, nao convm de forma alguma o aban-
    dono em qoe parece qae o goveroo deixoa o Rio
    da Prata. O nosso exercito s nao pode fazer a
    campanha.
    V. Exc. comprehende qne eu nao tenho que fa-
    zer observages aos nobres ministros sobre as pes-
    soas que se dizem convidadas para a misso ; mas
    acredito que, se o governo flzer orna escolba acer-
    tada, faz servigo ao pait, e nao vejo motivo para o
    roysterio : a simples nomeagio ja produzirla al-
    gum eftoilo no Rio da Prata, porque, rep quanto transpira da impreoa do Rio da Prata e de
    seos chos aqui me faz temer pela conservacio da
    allianga.
    Sr. presidente, terminar quanto antes a guerra
    do Paraguay pela victoria para nos ama oecessi-
    dade; esta necessidade, para mira, faoda-se, alm
    dos motivos de honra e pundonor nacional, em
    outra necessidade da poltica internacional, es ne-
    gocios do Rio da Prala, paiz que nao esta d-fioiti-
    vamenta organisado, complicam-se, e a nos por
    nenhuna forma convm ser arraslados a tomar
    parte ns suas questes internas.
    Nos temos necessidade de eslar ausente do Rio
    da Prata, nata lemos com os sens negocios inter-
    nos, ent etanto a sitoagio actoal.da Coofeder< Argentina pJe pr-n s em serias dlfflculdades,
    cumpre prever os acooteciraeotos, e nos preparar-
    nos para curaprir estrictamente os nossos deveres
    eo relagao a uma nagio estrangeira, cuja poltica
    interna competa exclusivamente aos seus naeio-
    naes. Concluamos os nossos negocios, para qoe
    oo (enbaraos necessidade de, por o^ssa vontade
    ou coaira ella, sermos arrastaJos pelos partidos a
    tomar parto nos negocios internos do Prala. (Muito
    bem, maito bem.)
    O Sr Rezkiuu Cavalcanti (movimento de al"
    lengao : Sr. presideote, oo pretenda fallar nes-
    ta sess.ii, porque emendo qae bjje mals que naa-
    ca o paiz precisa sobretodo da acgo em vez de
    palavras. (Apoiados.) Iacoatestavelmeale nao a
    rhetorici que o ba do salvar (apoiados), mas os a,u-
    xilios efflcazes, e os remedios promptos que o ba-
    il tem a vencer a intensidadeda crise qae tao fa-
    talmente o Qagella. (Muitos apoiados.)
    Demoveram-me deste proposito motivos sabidos,
    que todaaia indicare no correr do meu discurso, o
    qaal a cmara me permittlra', qoe desviaodo-se
    da materia em discuiso, para a qoal reservarel o
    voto symbolico paire par e*sas regi s lodefimdas
    em qoe se quer fazer pairar a poltica do paiz.
    Prrciso, e vou portanto discorrer sobre poltica,
    lo ampia e livremeote como julgar conveniente e
    rae permittlrem meas fracos recursos ; pelo que
    devo antes diier alguma cousa em relagio i ob-
    servago inicial do nobre depotado que enceloa
    este debate, advertindo a cmara, e naturalmente
    a presidencia da mesa, de qae a discassio era res-
    tricta, e nao devia correr seno positivamente
    acerca da emenda do senado.
    Pelo regiment da cmara, em toda a discussao
    do artigo primeiro das propostas do governo sao
    admitlidas consider*ges polticas; a emenda de
    qae se trata refere se ao art. de ama proposta do
    governo ; logo, tem lugar a discussao poltica. E
    quando porven'.ura nao bouvesse essa discosso re-
    gimental, os exemplos mesmo, do nobre deputado
    e o do illustre membro que me preceden, por V.
    Exc. consentidos, autorisar-me-hiam a proseguir
    no caraloi-o encelado.
    O njbre deputado por Mioas discutio a these
    e o seo ido fat uu nao poltica T responden a
    proposigoes enunciadas pelo oobre presidente do
    cooselbo no senado, e abri, portaoto, a discussao
    poltica.
    O oobre deputado pelas Alagoas, que falln logo
    depois, oceupou-se tambera de materia mteiramen-
    te estrama a' emen la, referindo e apreciando ne-
    tos do goveroo malignamente interpretados por
    S. Exc, como teodo por Om desgostar o oobre ba-
    rio do Penedo para o obrigar a demittir-se da com-
    misso em que actualmenta oos representa na Eu-
    ropa. Portanto, nao s a letra do regiment como
    o exemplo desses dous illu-tres oradores me per-
    mitiera fallar em poltica, conforme julgar neces-
    sario ; e tanto as,sim o entendi que, fallando o Sr.
    deputado pelas Alagoas, e adverlindo-o algaem de
    qae eslava fra da ordem. reclame! logo em sea
    auxilio considerando o perfeittmenle na ordem.
    Prosegoirei consegniotemenle dando ao meu ais-
    curso a diricgo que julgar conveniente.
    Preservado, felitmente, Sr. presidente, da anda-
    rla vertiginosa dos qne tanfotn escalar os ctos,
    como da ambigo irritante do poder qoe exaspera
    os polticos infezados e sem a elegante fatuioade
    do galanteador para que possa nutrir a vai losa
    preieocio de eacanfar a poptilaridade ; ea naaca
    senli tambera nem o odio implacavel dos anjos de-
    cakidos, nem o vlrns corrosivo da inteja recalcada,
    oem us pbrenesls de cime, que perst-gnem os
    Adonis desilludilos da amante infiel. (Riso). Deixo,
    pois, a tribaoa vaga s imprecages funDundas,
    como as declaraaga? ttricas ; is veninas difama-
    torias, exbalagdrtS nanscosas da bilis que fermenta;
    as tiradas senumentaes, pavorosas ou melodram-
    ticas. (Hllandade).
    Nao possoindo a bossa artstica, nao sei tambem
    subir a' tribuna para fater raoalbetes, nem cas-
    talios, nem foguetes de palavras. (Risadas). E sem
    pretengo aos foros de estadista. Iliterato, roman-
    cista ou dramaturgo, oo sel occapa-la igualmente
    para inculcar improvisadas apudoes especiaes, re-
    citar perloogas saturadas de erodicio alambicada,
    phantasiar enredos eogenhosos, oa representar
    scenas de effeito, revenio-me nat galeras, e reques-
    fondo o seus sorrisos. (Coatina a hllandade).
    Se eu soabesse manejar hbilmente asaiyra,
    como o nobre deputado pelo 3' distncio de Minas,
    com qaem me acbo em divida, a a qaem desejo fa-
    ter boje especialmente as honras, occapa-la bla
    freqeclemente para epigrammatisar os qae assim
    a desoataram, cada am a seo modo, com a mira oa
    conquista das pastas, oa no desabito de seus odios,
    coavertendo o talento da patarra em arma de es-
    grima, e fatendo estrategia em vez de poltica.
    (Apoiados).
    Uma outra especialidade, importada provavel-
    mente da China, me faz invejar anda mais o talen-
    to sarcastlco do oobre depatado. Renro-me a orna
    das classes industriosas que naqaeHe magnifico
    paiz cosiamam explorar as multidoes embadas,
    acariciaodo-lbes as paixes grosselras e lisoogean-
    do-lhes os gostos bocaes. D'entre ella, como oos
    coota certa viajaole, a mais perlgosa, porque a
    mais popular, a dos mercadores de drogas e oii-
    dotos, os quaes, eom nma facilidade de eiocos?c
    admiravel e nm dom de persoasio desenvolvido
    pela experiencia, e enlrelido pela grande eredoli-
    dade e ignorancia do celeste poes)iDfliogemJhe as-
    tulameole suas panaceas e espeeifleos. Maratl-
    Ibosa proflssio para os qae a ootros trag de se-
    melbaoga com o lypo cbioex reoaem urna loqoacl-
    dade subtil e inesgoiaval, e o portemo-o talento
    para as urdiurts mmdat i os arttfolos signifi-
    cantes. "., 1
    Destituido, porm, Sr. presidente, desse espirito
    saiyrico, que to flaamen.e distingue o nobre depu-
    /


    \

    .
    pbyslonomia e as phases
    to qne se aseotolve no pai l
    fTP. DO DiARIO-RUA DAS CRUZES K. M.

    *:t



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