Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:11397


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Full Text
ANNO XLHI. NUMERO 240.
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Par tres e Par mi *" *" *' .. ) .J .1 .1 .i ,? 240000
fiada uaertirm* .J ..............,......s 320
" SEXTA FE1RA 18 DE OUTUBRO DE 1867.
*
PIBA OE1VTUU E VOBA DA rBOVIMIA.
Per tre raeie* adiaiuex........
Por seis ditas da. ..................
Par nev ditos idea.......... .........
Par ib aue idCB.. ., ,. ,., ,, ., ,. .,
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11*500
2*4250
27*000

A88!81 IUI WWBWMM RD laikWlWWtlN) iDl AN51 iQdlVSII^DiV ID! fttititfc MUDO, 8213 !P!I14>IP:M!m8,

jENCARRJSGADOS Da SUbSHlP^AO.
Parabyba, o Sr. Antonio Alezandrino de Lima;
Natal, o Sr. Amonio Marques da Silva ;Aracat>,
oSr. A. de Leraos Braga; Cear, o Sr. Joaqoiar|
os de Hiveira ; Para, os Srs. Gerardo Antonio
Alves <& Filb.es ; Amazonas, o Sr. Jeronymo da
PaHTMa oS -'rAKSTAS. iSerioaaem, K10 Fornwso, Tamandart, Una, Bar [a7r**eira vara do vei: tercas e sextas ao meiof
Olinda, Cabo, Escaia 0 estaces da via frrea at j reros. Agua Preu e Pi menteiras, as quintas! "*a.
Agua Preta, todos os das. ierras. j Sejuuda vara do cvel : qaartas e sabbades a
DAS DA SEMANA.
Igaarassd e Goyanna as segunda* e sextas feiras.
Jg AUDIENCIAS DOS TRIBtNABS DA CAPfTAL I [
I 'di ra da tarde.
Altiano, Garantaos, Buiqae, S. Beato, Bom Con-I Tribunal do coromtyeio : sogundas '^au
seibo, Aguas Bellas e Tacarat, as tercas-feiras.J Kelaco : lercas e sana toa 1 lauras
Costa; Alagoas,o Sr. Franrino lavares da Costajl Pao d'Albo, auareis, Limoeito, Breio, Pesquaral Jfaaanda : iantta* ia notas.
Babia, o Sr. Jos Martina Alves; Rio de Janeiro, lsgazeira, Plores, Villa Helia, CabronesBoa"-Vis-1 Jutso do cocomerc* : sega idas a ti horas.
Sr. Jos liheiro Gaspanoho. j u, Oaricury,Salgado fin, as quartas reirs I Dito de orp.jaos : tercas e se xtas is 10 horas.
F'iiiBMERDES DO MEZ DE OUTUBRO.
5 Qnarto rese, as 3 h. e 5o m. da t.
13 La ebeia as 10 h. e .'12 m. da m.
21 Qnarto miag. aos 17 m, da m.
27 La aova as tO b. e 11 m. da m.
(14 Segnnd. s. Calixto p. m.,.S. Gaud^ncio b. m.
lio Terca. S. Thereza *eilesos v. carmeiua.
116 Qoarta. Ss. Martwianj e Eli eo irs. nim. .
17 Quloia. S. Florencio b., S. Malmeta m
118 Sexta. S. Locas Evangelista, S. Trifona m.
119 Sabbado. S. Pedro de Au-aoUra f. pad.do imp.
|0 Domingo. S. Joo Caoeio, S. Craiiazio.
PREAMAR DE HOJE.
[ Primora as G horas e 5 m. da manba
[ Segunda as 7 oras e t mnalos da tarde.
PARTIDA DOS VAPORES COsTEIROS.
Para o sal at Alagoas a 14 e 30; para o nortw
at a Granja a 15 e 30 de cada mex; para Ker
nando nos das 14 dos mezas Janeiro, margo, mait
jubo, setemhro e novembro.
ti
2T
EXTERIOR.
CORRESPOlfDEXCIA D DIA-
RIO on p ,-%" a eco.
LISBOA.
27 de setembre de 1867.
(Concluso)
Diz-se que para levantar alguns iu-
dos era Londres, te-e o governo de ceder
inscriptoes a 37, com anlorisacSo deserem
vedidas etn Portugal, como divida interna.
Parece que a traosacga.i fui feta cora a
casa Stern Brothers, sendo agente a casa
Foncrtca Santos e Vtanua de List>oa.
O governo perdeu a eleigao por Ma-
cau. Foi eleilo deputido s cortes por
aquelle circulo o Sr. Amaral, que fra go-
vernador d'aquslle estabeltcinjento, em lu-
gar do Sr. Maitos Correa.
Ainda nao regressou a Portugal, a se-
nhora infauta D. Izabel Maria Sua Alteza se-
gunilo se dtflrma, persitir em Roma em-
quanto ali durar a cholera. A epidemia j
victimou altruns familiares da princeza.
E' espantosa no conselho de Muura a
novidade d azeite, que nao viogou em quasi
todo o reino, este anno.
Na ooite de 3 para 24 do corrente
foi assassinado, saida da praia-da Nazareih
o baro de Porto de Moz, (Ceia Triueiros)
quaudo se diriga jara a sua quinta da Cor-
tifa, perto de Leiria. Eram quatro os mal-
vados que Ihe atiraram, uueima-roopa,
roubando-lhe o dmbeiro e papis que leva-
va. A fortuna do assassinado excedera a
DO coutos oe reis (fortes). Era conseloei-
ro ilo tribunal de cuntas e par do reiao. Fi-
guroa n>s acootecimeatos polticos de 1845
e 1846. As autoridades locaes azem todos
os esforcos para descobrir os salteadores.
No Diario d'boniem vinha urna p riaria ap-
provando aquellas dilige .cas e recjramen-
daado a unior actividade, no desaibnmento
dos criminosos.
0 nosso estimado poeta Francisco Go-
mes de Araorim, por decreto de 21 deste
mez foi transferido do lugar de aspirante de
Ia classe a official de fazenda da armada,
para official da bibliotb'ca de manaba, lugar
que tem exercido interinamente.
Diz-se que vai ser agraciado com o ti-
tulo de visconde do Ermo t> Sr. Vieira de
Castro, deputado s corles portuguezas, e
orador distinclo.
Falleceu de urna congestao pulmonar
o Sr. Victorino Joo Carlos Duarle Pereira,
tenente-coronel reformado, e director da
real es .ola' que o Sr. D. Pedro V. fundn
em Mafra,junto-ao paco. Foi nomeado di-
rector da mesma escola o Sr. Felippe Anto-
nio Jorge, que foi alumno da escola normal
de Lisboa, onde frequentou com muita dis-
tinego os cursos do Io e t gru
Erecinou-se j de todo, a mudanca
da secretaria d^ estado dos negocios do rei-
no para o palacio do largo do Loretto, sen-
do entregue alfandega grande os vastos
aposentos que oceupava no Terreiro do Paco.
/.-se que ?5o ser aposentados os
inspectores das alfiadegas baro de Villa-Co-
e Carlos Jos Caldeira, passando a alfan-
dg^municipal a ser dirigida tambem pelo
Sr. Antonio Jos Duarte Nazaretb, que actu-
almente1 dirige a alfandega grande.
No campo de instrucgo e maoobras
em Teos, tem esta lo el-ri o Sr. D. Luiz
e sua augusta esposa. Hontem 26 operou-
se a passagem de Zezere em pontos de bar-
cas ; boje ta ali cavalhadas e outros 'estejos
por ser a vespera do anniversario natalicio
de sua altera real o principe herdeiro D.
Carlos Fernando.
Suas Magestad-'S e Altezas regressam para
Wsboa hojemesmo, s 9 da w>ite. No dia
6 de outubro ba um baile no paco de B-dera.
Os convites sao muito limitados. Espera-se
urna festa esplendida.
Amanha ba rece >Qo orBcial no paco, e
noite vistosas tlliirainacSes nos jardins ad-
jaceotes que olham para praca de D. Fer-
nando e caes de Belem.
O bazar e feira d'aq lelle aprazivel sitio a inauguracSo da estatua (de bronze) de Ca- do tcitos mas eloq 1 entes protestos de
tem tido este anno muita concorrencia. Oa- .moes, na praca do seo nome, junio aoLo- Joaqnim Manado de Castro na estatu eques-
das de povo de todas as cl ali correm njs das santilicados, nos barcos j A estatua j est sobre o pedestal, nns'contenjp'raneos.
de vapor, em char--banco, mnibus, a W* envolta em ama cobertura de brim. Ases-t O banquete fraternal de Almourol tem,
toas de marmore que rodeUm o pedestal, para quem possue na alma o amor da arte e
representando os contemporneos de maior da poesa, umi grande sgnificaglo. Que o
E' urna
vulto do grande pico lujitano, j estoas-^tgs o alto exemplo que o Sr. D. Fernando
sentes, A func.-5.deve sermaiio apparato- ios est dando 00 numero cera que tem res-
vallo, a p, de tolos os modos,
animaco extraordinaria em Belem.
Foi a Paris, por commis.^ 1 do gover-
mo o Sr. Jos Fructuoso Ayres de Gouveia,
estudar o tnelhor systema de babtaedes para sa. O da < m que o re for descobrir "a esta- taurado e adado ci seo1 palacio mou'rsco da
operario. O Sr. Corvo (m nistro das obras tua ser de grande gala. As tropas marcha- riinha.
publicas) tracta de reunir os elementos ne-; ram em continencia pek frente do monu- i Em tempos de lanto prosasmo, o culto
cessarios para poder levar execuco este ment. ddbello deveapo!aulir-se. como se festeja
melboramento social. Estao-se armando os pavilhes para a
c/os estrangeiros, nao obstante todas as con-
trariedades que se tem referido.
Sua sanudade enviou o segnmte bre-
ve gratulatoria em resposta exposico dos
Bracarenses, quando fi/.eraro ao summo pon-
tfice urna oflVenda por occasio do cente-
nario de S. Pedro :
Po IX papa.
luis telegrammos de Paris aoMnciar,do que
ia partir urna esquadra franceza para as
costas do territorio romana, e que se traba-
passadoordem ao arsenal de Tulen para se-
rem arma los. immediatamente alguos na-
vios de guerra.
Falla-se n'um eongresso de estatistica
em Florenca, e que o conde d'Avila ser
dade, que recebe uos de todas as partes do
mondo por o casio da solemoidade cente-
naria celebrada em honra de S. Pedro, cau-
.. o, ->uu-j k"iuvoo para a uro oasis as solidos areno-as do Sahara. saram-oos um singular prazer os ob^eauios
O novo plaoo do Asylo Mina Pator-. corte e convidados Rodea o monomento um E' assm que o poema a Primavera de da carta que nos dirii/isies juntamente com
nar o edificio tutalmeule diverso do que pequeo jardim oval, que. j feito ha dous MuVier, da Sra. D Maria Amalia VazdeCar- outros pr^sfiyteros lereos e cidados de
s annjs, tem formosos arbustos. : valbo tm sido 15o celebrado. Nao que nao '
Falla-se agora em evantar um monu- O m^reca, A inspirar 1 e o gusto casa n-se
ment a Vasco da Gama, Que mais dig monumento do coleare navegador portuguez as e mariyrios entertecida por mos da
do que o immortal poeaia de Loiz de Ca-1 d nzella.
moss! Entretanto se o coilocarem, com se I Folga-se, porm, muito mais com a idea
d>z, em frente da igreja dos Jeronymosem deqo>8ofogo^a^ra1odas b-)as letras ainda
alojados no edifico do Desterro, onde nata BeleoMlaaa fabnca monnaaental que a pe- tem aqn as sais vestaes para nao deixa lo
algumasenferjiariasannexas ao hospital C-Jdade do af-irtunado D. tfanoel erigi as' eimorecer a pagar-se de todo nome'nd'es-
vil deS Jos, Os mais validos, esercem praias 0 Rastello em egradecimeuto a Vir- tas rajadas aantorieee d esDeulacao e in-
officio, e os menores frequentam urna escola geinj ser acertaaa a escoiha, e os estraogei- duitrtalismo que tem a fogeaudo a poesa,
primaria, estabelecila ao pedo mesan eli- r03 qUe nj0 cessam Q invejar-nos aquelle espavorid e attonita, d'um clima, d'nma
ticio. O ze.o do Sr. Torres Pereira conti- spcimen arebitectnico testemunhae pa Iro trra emque sempre medrara para as fra-
nua a manifestar-ae incansavel na di-.ecgo de tantas glorias nacionae i,esquecero lalvez i grancas di corago.
do asylo, bera como no exercicio do lugar ojdistaie de se ter posto a estatua de Camoas I -- as estas oe Teos a presentou-se S.
do hospital de S. Josa. ao p do Colado, recusando-lne Belet
Entre"?.? mSlniiS??? SSS, aP?,ica- orneado 'para all representar Portugal.
5!e !LT.U,Phcadas.testl(,ca50;S ae P'.e"; Conirma-se ter o c mde de Farrobo
era, e mais a propriado ao fim a que se
destina. O plano do eogenbeiro Lecoq, o
qual teve e u vista para tracal o, os de al-
guns bstabelecimentos eslrangeiros de igual
natureza.
Os pobres, em numero de trezentos, pou-
co mais ou menos, esto provisoriamente
de enteitn'-iro-mr
Esle cavalleiro ebefe da repartigo de
cont?bilid?.de reino.
Belem que
M. a rainha, a cavallo com a farda de coronel
de cacadon? n. 2. Algumas damas levavam
tambem fardas militares. O batalbo de caca-
t por um decreto real se denomi-
a eslava pedmdo por tantcs ttulos.
Parece que os directores da corapa-
nha das ag >as (para o abastecimento de Lis- dores n .
Chegou a Lisboa, vindo do Porto o Sr. Doa) tinham tractado com tima companbia m-' ra batalho de cagadires n t. da rainha.
D. Jos Mara Castello. que vem a Portugal g|Hia a reorganisaco da nttga companha, I Pan osfins de novembro reco necaro
commissionado por algumas casas hespanho- por 0S0 po Jerem por si sos. realizara subs-: os saraus litterarios no collegio arlisttcode
as, aiim de acbar consumo aqu para os vi- cripga^ e obtera ;oncurreicia dos capitaes I que director o Sr. Andrade Ferreira.
nhos de Hespanha. inecessartos ao desenvolviraeoio da empreza. Vai anaobla scena no Ihertro nor-
No da 15 chegou a Lisboa no vapor | ,, ja,dim do Povo, empreza luterana' mal o drama Amores de Conde'. E'de rande
Ville de Malaga o Sr Jos J-iaquim da Gi- que va cora veato em popa e mar de rosas, i esnectaculo. O papel d condessa de Brissou
ma e Silva, iuspector da alfandega do Para, eucarregou ao Sr. Pirjbero Cmgi<( cujos
Ab e-se para o mez que vem o thea- creditjs litterarios se acham bem fun lados
tro lyrico de Lisboa com o Bigoletto. J a tra lueco do Conde de Camors', ultimo ro- inds um drama phantaitico, extrabido d'uma
,1(1,1 lornun no 1 r .vm 1 \l 1 r,. >u ., A ti .inAP Mili ... 1 .* ... 1 ..
cegaram as irmas Marchisio e olenor au
din.
Em Mito tem feito furor com barytooo
o Sr. Joo Veiga, portuguez, oriundo de
ser desempenDado por Era la-das Nevos.
- OSr. Andraie Ferreira, ceta cnelo-
manee de Octave Fenillet.
A tradueco foi a o Sr. P. Chagas fazendo
medidi que ia saindo na Revista dot Dous
Mundos, demod) queja se vendiam exem-
lenda alternan.
A raaica do Sr. Garrido, A pomba
dos vo< d'ouro c mtinua a altrahir muita gen-
, te as Variedades. O Sr. KraociJO Augusto
urna familia dtstiocta. As folhas musicaes g|ares em LSD,W aQles de tereoQ ch9gaj0 os ae OHietra est imitan lo a Cendrillon, Com
de Italia tem-lae tecidos grandes louvores. da e I cao fra .ceza. o titulo de Gatab-irralheira. Ns sei que
A*rma-se que a ex-imperatri'. Cario-, e' recommeadivel um f Jlhetim do traduc- tem o titulo em portuguez, que, sendo a len-
ta, vtuva do infeliz Maximiliano do Mixteo, tor sor)reesll produccao iterara do cele- da to popular em Portugal como l fra,
ira ilba da Madeira procurar alliv.os sua Dre esCriptor francez. i nao sa to bem. cono Condrillon, ou Cew-
eufermidade. Aquella desventurada prince-! Encoutral-o-no no Jornal do Commercio 'rentla, qae t5o gratas recordares nos d
za n'uutra epocha mais afortunada de sua ae 5. [ da iniraitave Albone.
vida ali tinha estado com o archiduque. a empreza do theatro do principe Re- i P. S. No dia 27 de outubro abri-se-ba
Por noticias da Madeira consta que ali se a\t por iniciativa do actor Santos, que ali no palacio de c> ystal, no Porto urna expoai-
" o ensaiador, vai dar tradueces de compo-1 cao de archeoiogia e de objtctos raros, nalu-
sices clsticas, como se osa em Paris. Co- rae-, artsticos e industriaei.
mecar pf,lo Tartufo de Moliere, que o Sr.
quias solemnes pelo eterno descanco do ex-
imperador Maximiliano,
A 24 tueram-seem Li-boa, no mages- Antonio Feliciano de Castiliu traduzio agora,
toso templo de S. Vicente de Fra, onde est 1 0 Sr. Castilbo, segonlo Ihe oav, assistio
o jatgo da casa de Braganca, as exequias em prfris o anuo passad 1 ama representa-
por alma do Sr. D. Pedro IV, o Libertador.
Suas M igesta les Imperiaes, e Sua Magesta-
deer-reiD. Fernando assstramaos officios
fuebres.
Esta vara presentes os ministros da cora
e entre eltes o presideute do conselho, o Sr.
Joaquim Amonio de Aguiar que foi minis
tro do imperador, e nunca falta aquella so-
lemoidade.
Assistiram quasi todos os membros do cor-
Cao do Tartufo de que niutto gostou. E'
que os verdaderos moldes da comedia, tal
como delineava Moliere, no sao fcilmente
sujsiituidos. Depois de- ta, seguirain ou-
trasno mesmo genero.
Como prova de boa caraaradagem e ami-
zade que lem reinado er.tre a oDcialidade
dos corpos destacados no campo de instruc-
(o e manobras, est projectado um jamar
nocturno no castello de Almoural o qual ser
po diplomtico, tribuuaes, autoridades, eic. 1 niaminado e ornado de ban leiras. Os con-
e os alumnos d'algumas escolas de candade. vvas sao ,olos 0lfiCiae8 a, aw posto de ca-
As fortalezas e navios de guerra surtos; pilo inclusive.
no tejo atiravam de quarto em quarto de no- j Quera .-e nao lembra air.da do saudoso ro-
ra, estando as bandeiras a meio pu e as ver-; maneelenda do incomparavel Garrelt, em
gas desamantilhadas. que aitradices do mistortoso castello de
As obras do monumento ao Libertador' Almourol pareciam reviver sob a pena phan-
que deve erigir-se era Lisboa no Bocio (pra-| taaiosa do poetal
ca de U. Pedro) progndem parliram dous Este romance sahiu pe a primura vez no
professores da academia das bellas artes' Jornal das Bell%$ Artes, \. uolicaco de luxo
para Paris aiim de fisc disarem a exe;u-, em que haver uns annos briocivam em de-
co da estatua que ali se est fazendo, os liciosa caraaradagem as penas de Castilho,
Sr. Souza e Lupi. de Garret",e de A. Herculmo, a par das gra-
0 Porto precedeu Lisboa n'isto de levan-1 vuras que reproduztam ou primores de Fon-
tar um padro de agradecimento nacional i seca, de Grao-Vasco e i Siqueira
memoria do principe soldado, que restau- Era aquelle tambem un monomento na-
rou, custa de to heroicos esforgos, as cional, que bem va'ia os le b je. e de certo
muito mais do que alguos que se encom-
mendam a artista forast3iros, a despeno
- instituicoes liberaes n'esta trra.
Diz-se que para 3 de outubro prximo
FOLHETIM
D. BRANCA DE LANUZA
RECORDigES OA CORTE DE FELIPPE II
Ijoinaoce histrico original
Por E. Fejo de Mendoza.
O paquete iugl-11 Olmda que se espe-
ra de Liverpool, partir d'aqui para Pernam-
bucono 1* de outubro.
Hontem publicou-se em Paris o ma-
nifest em que o general Prn se justifica
do procedimento que eve na ultima insur-
reigio hespanhola.
O escriptor Hespanhol D. Roque Bir-
ria, a que cima me refer, foi intimado pira
sahir de Portugal. Protesta enrgicamente
no Jornal do Commircio de hoje (27) con-
conira esta violencia do governo portuguez.
As fastas de Teos contouam nos
jornaes de b >je a ser speramente estii/raa-
tisadas, bem como as raudmgas de denorai-
naces dos c;rpos do ex rcito. Os bata-
Ihoes portuguezes. dizia amaniia um jornal
serio, sao da nacao e nao da dynastia.
E' mo quando a gravidade na go^ernaco
induz a imprensa, estes desabafos.
L-se no Elenlard:
Cartas de Bayona informam-nos que o
Sr. Olozaga escreveu na pouco ao marecbal
O' Doonell negando qualquer communidade
de aeco ou pensamento c-m o general
Prim, e propondo as bases de um convenio
p ra se reunirem os partidos progressista e
da umo liberal.*
L-se no Jornal do Porto :
Hontem coniinuuou-se a dizer que o Sr.
Antonio Augusto Teixeira de Vasconcellos
ser nomeado para o ministerio dos uego-
Vos, primo exclamou a joven, vos
era servigo da justica em mioba casa com
esses dous civaltieiros I
Seuliora, o mea de?er obedecer ao
re ; sinio-o na alma, ma .
Vele o que fazeis Hugo, disse
Branca iriament Estecavalbeiro chama-se
PARTE I
Redenip^o por amor
LIVRO III
TRAIfAO.
tContinuaco do n. 239.)
CAPITULO VII.
Infame traico.
O duque de Alba, Antonio Prez e ora
capito das guardas de Castella, entraran
na cmara de Branca.
Os soldados ficaram na ante-camara.
Qae buscis, senbores, aqu esta
hora ? perguotou Branca fazendo am pode-
roso esforco para se mostrar tranquilla.
Cousaalguma contra vos, formo>a
dama, respondea o secretario de estado com
insultante irona ; vimos prender om ho-
raem que se refugiou nos vossos aposentos
e qoe o aosso re D. Felippe deseja ver em
seu poder.
Branca empallideceu de iulignago.
E nos aposentos de urna nobre se-
nbora aragoneza onle o re D. Fe'ippe man-
da que se persgate os seus inimigos, atro-
pellando a sua dignidade e o seu decoro ?
O re, seuhora, disse com accento
rancoroso o duque de Alba, manda que se
prendara os traidores onde quer que sejam: D. Fernando de aples, raarquez da Galera,
encontrados, anda mesmo que seja as conde romano da Bandeira e coronel das
igrejas. guardas reaes do re de Franca, que levar
Ouviudo estas palavras, Fernando, que 1 muito a mal que se ultraje um seu official.
se contvera para nao acabar de afligir D. Hugo pareceu vacilar algum tanto,
Branca, nao ple dominar a colera que o' mas o duque de Alba soirio-se com raiva,
cegou, eaJiantou-se com arrogancia at se. exclamando violentaraentt :
coilocar em frente do duque. Capito, por minha wnta e risco pren-
Quem que se atreve a chamar-me dei esse hornera. E'oC >rsario Negro, am
traidor, quaudo eu esiou aqu por urna i conspirador terrivel.
traico infame ? disse com voz vibrante e| Sioi, vardade qranto diz o seulior
cueia de suprema magestade, Quem o
mo cavalbeiro que falla assim a D. Fer-
nando de aples ? O traidor sois, vos e os
que vos acompanham, seuhor duque.
D. Pedro estremeceu de colera.
Ob I agora vos conheco, cobarde Cor-
sario, e assegaro-vos que desta vez nao me
eoganarejs, como em aples.
Terminemos, proseguo Fernando
odiando com despreso o duque de Alba.
Qual Je vos, nobre cavalheiros, o que
me vem prender ?
Eu, Hugo de Moucada, respondeu o
capito das guardas de Castella. E* essa a
ordem que recebi da mesma bocea do se-
nhor rei D. Felippe.
entregado as mos de el-rei D Luiz os t-
tulos das honras e meres que Ibe baviam
si lo fuas desde que principiou a vigorar
no paiz o systema constitucional.
AlBrma-se que S. Exc j ba tempos as-
signa-se Barao de Quintella.
nnd. Sl^ui em POrtaga P"r Cegu a Lisboa no vapor Yorkshne
oarS SpfrSaltd'iep0,Ca-e,Vgra dos Prtos i'AfricaSNogueira para pedir
Sam 1Z 252 aUtr Z*ll' f" ao veM0 1ue Ine Per 'A explorar o cur-
S3 Z2 r afadaves dem.i,tracoes so desconhecido do raagestoso ro Canene
1 ril firL^I qUf ahKla ^ corre em Angola. 1 qoestao depende
cooservado a antiga fe animada pelas obras. das CriCtSS(le:. quse 0 Sr> ^0aeiri ^]a
obter do nosso governo.
Accresce a isto qoe es luslre 008 fastos da igrej por tamos ttulos,
e adornada com tantos mpnnmAni<>< rGi*-
oc, ^uo pwwg c;.viruiiiar-se por urna parti-
cular dignidade indo quanto nella mostra
vigoroso e permanente o zelo pela reli0'io
herda la dos antepassados. Portanto de bom
grado vos agradecemos os vossos servieos,
que quizestes augmentar com os presentes
qoe nos offurecesies, e com> testeraunia do
nosso especial amor para convosco damos
muito affectuosameute a bengSo apostlica a
ti, e aos mais cidados Bracarenses que
prestarem iguaes obsequios.
Dado em Roma, em S. Pedro, no dia 14
de agosto de 1867.
Anno vigsimo segn lo do nosso pon-
tificado.
Segundo as ultimas noticias, dos jor-
naes receDidos esta manh, notavel a agi-
taco qoe reina em toda a Italia por causa
dos projectos de Ganbaldi, com relaco a
Boma, a darmjs crdito ao telegrapho,
Ganbaldi foi prest a 24 do corrente era
Sinigaglia quando se preparava para entrar
nos estados p utidos.
A prisa i do celebre revolucionario foi por
ordem do goveruq.
Coincide com isto a apparico na Gazeta
de Florenca de urna declarago em que o
governo italiano araeaca com a aeco severa
das leis qualquer tentativa contra Koma.
O governo hespanhol expedo urna
exteusa c reular aos seus representantes no
e*traoeiro a respeito da ultima insunvico.
Julga-88 que as cortes sero convocadas
para 1 de novembro.
Indigitava-se hoje para o lugar de
conselbeiro do tribunal de cultos, que fieou
vago pelo assassmato do b.ro de Poro de
Moz, u Sr. Meades Leal.
Tambe n se indicavam os nomes dos Srs.
Jos Luciauo de Castro, Santos Monteiro e
conselaeiro Luiz Augusto Martins.
Foi instituido herdeiro universal do baru
de Pollo de Moz o dign par do reino Tava-
res Pronnca.
Agora iudigitam-se mais dois noraes para
a substiluico d > lu^ar de conaelheiro do
tribunal ae contas, vago pelo assassioato do
baro de Porto de Moz :
O primeiro J o do Sr. Palmeira Pinto,
conselheiro de estado honorario e cura dos
inspectores das aifandegas ; o secundo do
Sr. Jacintho Augusto Sant'Anoa e Vason-
cellos, deputado as cortes e primeiro official
do ministerio da fazenda
O telegrapho confirma a prso de
Ganbaldi. A Gazeta Offisial de Florenca
confirma esta noticia. O Ilustre prisioneiro
foi conduzido a Alexandria, ci la le dos ao-
tigos estajos sardos. A Opinin diz que
possivel que Garibaldi possa voltar a Ca
prera se dedarar que renuncia aos seus
projectos.
Pars 27.Em Florenca houve demons-
trares tumultuosas Contra a pristo de tiari-
balbi e fizerara-se algumas prisoes.
O Sr. Corti, ministro italiano em Ma-
drid, entre,rou as suas credeociaes rainha.
A Correspon encia d'Espanna, publica
irla .n-ira *t a* ."-i--. -
ne da estatua de Camoas.
Foi trausier
..uu0ui oiajo suiem
A carta regia que declara o batalho
de cacadores n. 2. da rainha, do tbeor
Ministerio da guerral1 direcfo1*
repanigo.Muito alta e muito excellenle
pnncezi e Sra. D. Maria Pa de Saboya, rai-
nha dd Portugal, minha muito amada e que-
rida esposa. Eu Luiz, rei de Portugal
e dos Algarves, etc., envo muito saudar a
vossa magesiade.como aquella que sobre to-
dos amo e prezo. Dessjaodo dar a vossa
tmgestade um novo testemanho da minha
especial dedicaran, que juntamente signifi-
que ao exercito portuguez quanto me apra
considerar sua constante lealdade e relevan-
tes servieos: houve por bera determinar,
por decreto da data de buje, que o batalho
de cacadores n. 2 se denomine d'ora em
dianteBalalbo n. 2 de cacadores da rai-
nha.Muito alia e muito excellente prince-
za e senhora D. Mana Pia de Saboya, rainha
de Portugal, minha muito amada e queri ia
esposa. Nosso Senhor haja a augusta pes-
soa de vossa magestade ^n sua continua
guarda. Escripia no pago de Uelm, ao* 17
de setembro de 1667.De vossa magestade
estremoso esposoLuiz. Antonio Maria
de Fontes Pereira de Mello. Para a muito
alta e muito excedente princeza a s D. Maria Pa deSb ya, lainha de Portugal,
minha muito amada e querida esposa
Beceheu os ltimos Sacramentos o
c nde de Iiombeiro. Est muito abatiJo,
mas anda d algumas esperancas.
Ha pouco o Sr. D. Antonio Castello Bran-
co, filho mais velho do i lustre Hdlgo tinha
casado com a Sra. D Julia Pmentel, filha
do visconde de ViUa-Maior.
O conde um dos naais conspicuos parti-
darios do chamado legitimisrao em Por-
tugal.
O governo hespanhol publicou um de-
creto regulando a liberdade da imprensa as
suas provincias ultramarinas.
Censurara previa e nehum jornal podena
publicarse sera licenga do governo e urna
anga de 1:8000$ (moeda forte).
duque, aixrescentou Ante oio Prez.
Branca fez-se lvida de colera e sentio
que a sua cabeca comecava a desvairar, ante
a torrente do.odio que emelhaote traigo
deitra em sua alma.
Intimes I raaos cav lheiros t exclamou
com accento rouco ; bem sabis que D. Fer-
nando innocente ; ben sabis que nao
veio conspirar, mas teudt-lhes modo e nao
vos atrevis adesfazer-\..s delle de outro
modo mais digno... Pois bem, eu o sal-
varei a vosso pezar.
O voaso inleresse.o perde, respondeu
o duque.
Caosais-vos sem resu lado, aceres-
ceotou o secretario de iistaJo ; viemos em
busca do Corsario Negro, e por Deus 1 que
nao havenos de ir sem elle.
Branca, desesperada, voltou-se para seu
primo o capito.
Ali I D. Hugo, meu nobre primo, te-
nis talor para prender um homem indefezo
na cmara de urna senhora ?
Que em verdade cuida bera pouco da
sua repulago, quando de tal maneira o re-
cebe.
Branca de Laooza exhalou am ai I dolo-
roso, ouvindo aquellas palavras que ataja-
vara a sua honra, e-cobrio o rosto com as
raaos, mas Fernando, ceg j, aproximoa-
se do duque de Alba, que lora quem as
proferir, e Ihe disse com voz terrivel:
Miseravel I nao sasfeito por me atlra-
birdes ama infame emboscad?, insultis
na rainha presfiiga a mulher que adoro, e
pretendis deshonra-la ; mas nao ser assim.
Capito D. Hugo, accrescentou com altiva
arrogancia, sou eu o Corsario Negro que
vim ver D. Branca de Lanuza para Ihe rogar
me dsse hospttalidado, pois que me c ia-
mavara Hespanha negocios particulares.
Previuo-vos que me nao deixarei prender
mui fcilmente e que estou resolvido a ma-
tar aiguos dos vossos soldados,
Oh nao o acreliteis, primo, gritou
Branca delirante; julga que me p-ejodica
ser visto nos meas* aposentos, erno
du* ida em se fazer cargo de dalictos que
nuncapraticoa. Chipar favor... acrediwj
me, D. Hugo.,.
E sem saber o que fazia, presa des-e de-
lirio da desesperarlo que tanto se assemelha
loucura da pobre joven, leudo a resolugo
mais cruel e raexoravel as physionomias do
Autonio Prez e de D. Pedro de Toledo, foi
porta da cmara, abrio-a violentamente e
disse aos guardas que se achavam fra:
Nobres soldados bespanhes, guardas
do rei... eatrai na minha cmara, eu o de
sejo... vinda... vinde todos.
^soldados com o seu teneote D. Joo de
Moscoso, eotraram na cmara, e j all.
PEflNftMBUCO
REVISTA DIIRIH
Achamo-oos ii"-u praca sob a borrivel prep?So
d> filli de rooela de cobre, para os pnqueno- iro-
ci'S oas compras de geoeros iodispensaveis a' ali-
ii'-uiac.ij publica.; e n->i?. taicao affictiva ota
tudas as elassev, forc/so cbamar a ati-og.) da
autoridade. aBni e que parf dabl alnama pro-
videncia que (ag cessar oa n:e>mu alteuoar es
eff-itos de tal siluago, nina vez que a f^lta eos-
teata tamaba que, oiesoio cam caoibio un pa-
quean, [> mrei'e a moeda de cobre escara-
mente na crcuheao.
Nesta emergencia, era contrario a* ki e de t-
tos prejudieiaes, ja' ha emissores de buheies ou
vales ; os qaaes procarandu asim obviar a refer-
ta falla e facilitar as pequeoas iran-acco-.s bem
podem atloal sadir deste lerreoo para chegarem ao-
campo da especulaba >, em abuso das rircum-i m
cas e cooflaaga pab.ica,
m
aaaaaBBWBBB
espanto : de felicidade por se ver amado to
profundamenie, e de espanto porque princi-
piava a comprehender a sorle que o espe-
rava, preso em poder do re Felippe.
Oh l oo, nao, ex- lamou ; eu nao pos-
so consentir que para me salvar corra o mais
pequeo risco a honra desta senhora....
Prendei-me e levai-me para fra daqai. Em.
quanto a vs, nobre Branca, bemdta sejais
mil vezes pelo nteresae que maoifistais por
am desgraga lo !
E dizendo estas palavras, beijou respe-
Branca lhes disse *"r conscienciade si: 1 tosamente o vestido da joven.
t Senbores... julgaisprender umcons-1 Moucada, vivamente impressionado. por
piradore enganais-vos... este cavalheiro o' aquella scena, voltou-se para o sen lente
meunoivo... o meu amante ;eeu, nao re-.como pedindor4he conselho.
parando em cousa alguma... recebia-o nos, Que vos parece ? Ihe disse : a quem
meus aposentos... Pois bem, que tem quedevemos crer, D. Joo de Mjscoso?
ver Felippe II qae ama dama da soa corle Meu capito, Ihe responden, com per-
tenba umamaute 1 que Ibe importa igto ? missSo desles setioras: .e.vossa, eu creto
acaso um crime ? Pois este o uuico de- ; que se este cavalbeiro s am aman le, as-
ueto deste senhor, e por isso nao pode ser tamos aqui demais. Se taes delictos se cis-
preso, porque eoto seiia necessario prea- :igassem, muitos de us tertam quei' pre-
der meia corte... NSo ouviste ? qae fazeis! sos. Sa queris que v diier ao re o que
que vos nao retiris j ? I succede e que S. M. resolv, voltare moie.-
0 duque e Prez olharam assombrados a diatameote. .
joven ; eda.^jue era lio idolatrada da sua i Nio preciso, disse imperiosamente
honra, perdia-a par* salvar o Corsario.. !D Pedro de Toledo ; j vos dts.e. Sr. ca-
Era o amor levado ao herosmo.
piteo, que prendis esse homem sob a on-
Callai-vos, pruna? Ibe disse nha responsabijidade, seja ou nao o Corsa-#
Moneada em voz baixa. ris Negro. Sou vosso superior e vos u>.
Branca nao fez casa destas palavras, tal- oomraendo obediencia. Apoderat-vo-.delfe,
vQ,prqu*naq,'asousio. D. Hugo f
Fernando eU/eaecea de (eliciJalt de (CwtUiv
/
\
#



fiairto 4e Feriiaarime* sexta lelra 1& te outubro 4e 1867.
*
Ib
No entreunto izem-nos, qoe a compaoni de
fcetoenbe tenujn ser nao pequsoa sod* *
Meda, coro a,ow paga o seos divideodos. Ora, a
nao ter ja' realizado o pagamento destes, seria para
despjir qae Impasse na clroolasio por- iroeos o
cobre qoe em si livesse, para sanar oa abgeirar
ao meuos or iBcooveoieotea que ahi se n tara.
Mas, Uto Tallo pela benemrita compaabla, de-
tero acoropaonar da parte da aotoridade provlden
cias enrgicas qoe vdeos a sabida dea em grande copla para oatros pantos, ondosa! ser
empregada como materia, desappareceodo a'***
completamente da circuladlo, sem que te Ibe M
ma substituicao equiTalaste.
En coosequeocla do grave feriotatto que
Tecebera de Braz Maooei da Meoezes, no domingo
Ultimo, lalleceu Francisco ftl de Sorna.
Fol ordenado a mejorara provincial, pela
presidencia, qae a* empresa da (gKPM*"'
ca m desconusse a qnantia de 747*4*0 ris, ae
deroais tem recebido por engao a referida em-
presa, segoado informaco da repartifiao das obras
publicas.
Foi assassinaono.engeoBO Irob, termo da
Nasarero, Jos Francisco da Silva, por Pedro Joa-
qmm, que logrn evadirse sem saberse por ora a
direcrlo qoe torneo.
No eounloa aotoridade local formoo-lhe o com-
peante processo.
Foram expedidas ascompeteote3orden, afira
de serem remettidas as abras publicas as notas,
ne os inspectoras de qnarteirSo devem prear
obre a illaraioaco potollea, na parte relativa a
regoiaridade da mesma.
Foi determinado a empresa da illoroiaacao
pabhca, que commasleasse o da em qoe come-
5r a acostar os- larepeoes oovameole collooados.
No da 15 do. crreme, segaodo determlnam
os estatatos da Faculdada de Direit, foi eieito ora-
dor par o acto da collado do grao debaeharel
aos alunaos do a> annn, o Sr. fos CaaaMdo Mari-
nbo de Si.
A Sra. D. Mara do Rasarlo Piobewo, profes-
sora publica dola, ofiercceu 6 / de seus ven-
cimeuios para as urgencias do estado. -
Em seguida publicamos o fxto das duas
proposlas apre*eKadas, pelos Srs. Drs. AnUmo de
Vasconeellos Metieses de Dromuiood e J > Joa-
quina Tavares Beifiri, para a coofeccao da estatls-
tica desia proviacia, segundo as bases proposlas
pela secretaria do goveroo :
Pnmrira proposta.
c 1. O sopplrcaue | ropoe-se a confeccionar
dita Estatifica na coaformldade da le, e das ba-
ses supra-ditas dentro de tres aooos cootados da
approvco do respectivo contrato, orna vez que
coro ratuavel antecedencia Ine sejam ministradas
ai infor oacoas, cerlid5es e docomeolos etc. que
ibe foram oecessarios e requisltar por intermedio
desta presidencia, como autorlsa o art. 2 da mes-
ma le
* 1* Que se compromelte a efhetoar este traba-
Iho por menos seis por ceoto do que a importan-
ciada_meot>r ofetu, que nesta ,occaso e para o
i 3.* Que essaqoaoiia sera' piga ao oppneame
em duas prestacSes, a saber : a prlmeira quaodo
fr celebrada o dito contrato, e a segunda qoando
for aceito por esta presidencia o referido tra-
baiho.
t 4.a Que o supplicante se obriga a prestar
Banca idnea.
5* Qje se obriga a encarregar-se da reviso
las provas da impresso da dita obra, sendo ella
effecioada nesta ctiade, sem alias exigir por esse
accrascimo iodemniayao algnma.
t 6.* Qie da prlmeira edigao dessa obra se
dar ao suppllcanle dtenlos exeraplares gratuita-
mente, sem iju- ella os oossa veodar, asira como
que depois dessa pnmeira edi;ao Ibe Acara' per-
teaceodo a respectiva propnedade Iliteraria das
oolras edicoes subseqnentes qoe se imprimir.
Recite, 8 de oatabro de 18-17.
Stgundapipsstt.
1.* O abaiu as^guaOo se propSe a fazer nma
Estatisttca desta provioou, segundo as bases apre
sentadas no edilal da seceiam do ge ver no.
*U proponeoie se obriga .a concluir o tra-
balno dentro do prazo d4 dous anuos, a comegar
em o de Janeiro de 1868, salvo bavendo motivo
justificado, o prai > prorogado por raais o lem-
po que a admioistr^cao jalgar c-mv -q-q'p.
* 3/ O propoucQie se obriga a apreseBtar de
seis em seis met-'S. parte do irabalb segundo o
melhodo por que o tm-r f-itj, seodo cada parle
iatninada e julgada por urna commlss de no-
mearn do goveroo pudeolo o prot>oaeute recur-
rer da decl-ao da cummi.->sio para o Instituj Ar-
ebeoiogico Pernio)hucano e olnsliloto Histrico a
eographico do Rio de Janeiro.
v 4.a O pro Mneole se obriga a nrgaoisar ins-
(rnceSes e modelos necessanos e a manda los im-
primir a sua cu-la para remetter s pessoas a quem
incumnir informacees Ideaes ; e bem asim se
obriga a ir pe pnlar/o, para tomar directamente a populacho e
aos lugari s, onde tem de faztr observares para o
estuio da parte ph-y^ica da provincia.
5.' O propoueole se obriga a rever os traba-
Ihos de impre-Vi da estatistiea.
O gjveroo da provincia Ocara' obrigado :
1 A foroecer todos os me.ios. documentos e
eselarecimentos, que turara exigidos pelo propo
neme.
2. A entregar ao propnente, como remuoe-
raco de servirlo, e mximo da quaniia aulonsada
pela le de 11 de jolho do rorrete anoo, f-uo o
pagamento emquatro praios disiioelos e em iguaes
quannas, sendo cada orna de-tas entregue ao pro-
ponente a proporgo que for sendo approvada cada
parte do trabalno.
3.* A mandar imprimir lodo o trabalho appro-
vado, correndo por coota do goveroo tolas as des-
pera? com a impresao, e deveodo a impresso ser
feta sub as vistas do propooeotn e em lyp igraphia
da soa confianza, dda a igualdade de prcj.
Respostas as perguntas de bontem.
Os bre-nome de bomera qae nome proprio
de mulher Sa maria.
A parte do navio com que se segura ponas
Re-iranca.
A preposicao que nos opprime Com-pressao.
material de coostruccao que nao teo as-
sento no que faz Gal va io.
A segunda pessua de verbo que paciente
n'om folgoedo bespaohoi Es-tnuro.
A oota de msica qae iosirumento de ci-
rorgia Re -teota.
O lugar t repouzo que animal feroz Ca-
ma-iio.
O adverbio de lugar qua reomao de objee-
tos Ca-lte.
a variaco de pronome pessoal qne mem
bro do corpo Ti-m*o.
O agente diplomtico qoe elemento vital-
Coosnl-ar.
U subre-oome de bomem qoe se representa
no tbeatro Mello-drama.
A nota de msica qae occapa o terceiro logar
depois da segunda Re-quinta.
Outras perguntai. .
Qaal o artigo porluguez qoe varia como o
pensameoto T
Qual o indicativo que se encontra as gre-
tas ?
Qual o adverbio de lagar i qae Carislo pro-
melteu o re oo do eo T
Q'ial a accosada qae todos devero onvir
Qual .3 o elemenio de que s faz e> leas I
Qual a aossa parala qne nao falsa ?
Qual o asceodeate uue nao direito 7
- Qual o maior entra ramios qae nao tem o
tnelhor dos sentidos T
Qual onooa Franca qae corre para o mar?
Qual a vogal qoe nao tem aspareaas T
Qaal a oota de msica que faz paite do
eorpo T
Qaal o froeto seeco qoe se paga ao correioT
au eoahecn oentiom dos qae tem sabido ao
< Todos elles slo urnas boas pacas.
t Na verdade digo-que olo fea em quem flar-se.
poder nesia trra gragada, joe uso na tomado o
menor ioterease palo que ae ebama a cau.a pn
Mica.
a Cada qual a torna toda a sea proveto sem
lembrar-se dos mais.
< E quena os t feltne nos aaotiobos quaodo
nlo e-to com o p bem Irme e seguro I
Neohum se ft maisrfleraeote no principio de
sao goveroo. qoe Rois.
i Ea um bomem qae so horro risa vi do san-
f oe, e por acaso nio poda ver matar ama mosca.
a Fol- Seto, roaldizeudo, o da qua flrraou a
primaira senien^a de morte, o baver aprendido a
escrever.
Urquiza, qoe alo entra em regra eommam
da bumaoidade, a exeepeo dos amDictases.
E>le ariaeipioo por aer C nodo, raalanla por
sua propria mo, oa idade de quatoru annos, a
om companbetro de escola.
Mitra pareca uro pobrmlo : quem dava ama
moeda de cobre por eileT
Recordara a Ocuvio, antes da entregar ao
verdugo, a caneca de Cicero.
c-Agora~ 4, Aogasio, turnando a parte qae {be
toca na rep 'o que fez entre Antonio e Lapido,
quer dlter -nlxa e Flore.
7
Se um livra-se das cbammas para cahic as
brazas,
s O que tier depois de Mitre, ser ontro que
ta
Talvex seja pelor.
Que outra cousa ba de prodazir esta trra de
escara velaos, emjeSUd* pelos Brasileiros 7
i Aquello qae vier, vira para ligar o ultimo an
nel do opprobrio qae falla,, '
A forja esta encandecida.
O metal ferve.
Nao sel qae raido sioistro, semalhante ao rol-
do de cadeas, se escuta aas tristes solidos3 da,
Prata.
< A ataaaospbera do porvtr se sent pesada.
O ar qoe respiramos mortfero,
t IV ar de negros.
< Vivemos em contacte com ciocoenia mil em-
pastados.
Nossos ros estio francos a navegacio de nm
Imperio qoe aos irai o cholera a as Teb-as ma-
ligna-.
O Prata propriamente um lazareto brasi-
lero.
i Amanbaa ser ara acampamento de frica-
aos ; ama (axeoda de servos ; om engeabe de ar-
roz e de cana de assucar.
c Quem podera impedl-lo T
c Donde est* esta geraclo varonil qae pode re-
cordar os das de Itiozaiogo T
v Qoe feKo dos Atteoienses que bnmilbaram
diOereatPS vetes o orgulbo do Grlo Moaarcha 1
c Qual e Miletaaes qae podera' libertar a ter
ra argentina dos mimares de eseravos tiazidos de
diversos pomo* d'Afriea para acabar de degradar
a nossa raga T
c Ea nso vejo o bomem, e qoaado busco ancio-
so o povo viril qae bade empunbar a lauca para
arr< jar o usurpador estrangulro de seas lares, te-
abo qae. levar as raos aos oiboi para cobrl-los
com tristeza.
A trra de nossos malares est amaldicoada.
t ama trra deserta e estril.
< Parece-se com o campo comprado pelos ludios
com o dioheir) da sua p-rfl-na.
s Os patites {bribones) lem crescido como o
abro.no; se rspargioo c >mo a ortiga sobre a ta-
pora desalojada e triste do gacbo que val desap-
parecendo oo ultimo coodm a vldaeivilisada.
< O filbo dos campos se tem tornado um ser no-
aadi- : uu lem nam ano.cilio, aem proprtedade
e aem familia.
f Anda desberdado e errante.
t Fieamos sos os Albos das cidades para eo-
cbdr as aati-salas dos maaddes servir de ortejo
aos triuiupbadures.
c Nos oo salvaremos a patria. >
De Maceio escrevem-nos o segainte em data
de 10 do rorrenle :
Neabnma noticia ha digna de mencionar-se ;
alm de qne aeba-se ioataliada a assembla pro-
vincial desde o da 8, Ueaada orgaoisada a mesa
do segainte modo : presidente, Dr. H*rmlindo
Accioly de Barros Pimeotel; e 2* vlce-preidea-
Vi "" S"':"1 i:Jr'fts d Carvaibo Gama e Rvd.
Maooei Fortunato de PUia i- o ww^Ub, ~..
jor Francisco tarneiro da Cunba Tirinca e o Rvd.
vigano Manuel Amaocio das Dores Chaves.
c Deram-se doas assa>ioaios aa villa da lmpe-
ratrlz por occasrao de effertuarse urna priso.
f A eltucu proviociai, marcada para o aia 15
do crrante esta' no seu fervet opus.
i A admioistraco e polica marebam bem.
De urna Moa do Rio da Prala, devotada a
poltica all du'nioaote, iraduximQs o seguiuie arli-
g i nue nella sh l sob demminacSo deGrandes
pntifes e grandtssimos tolo.
Pelo jue se vai lr, pod>-.-se avallar o quanto
tal g.-nle iracueira para comes seus, e iograta para
cumuosco, que estdmos ajadaudo-os, prestando
lbe$ servicos iucalcalaveis, trazendo-lbes a ri
qoeza.
i Nesta trra rodos sao peioret, quando se trata
de g.ivuroar ao povo, seguado a c m-ciuncia, o de
ver e a le o ordeua.
Mullas proclaoiacSes e promessas, porn nada
de positivo.
c Coloem a preza como caos famiotos, e nao a
largam em quaalo se alo fartain.
t O festim para ellrs -s.
c Este o destino dus povos que acabara pela
renuncia de soa personalidade. ea corpo ealrna ao pnmeiro ambicioso bypocnia, que
propoe-se Je.-fi ucla-lu.
Um rico fabricante de rendas, em Cbamp-de
Mars de Naucy suicidou-se, disparando contra a
cabera nma pistola.
Era |a" viuve e liaba ama aoica Sita, a qaal,
mduzda, suppdd-se, por alguem, qae mirava com
grande cubija a fortuna do .infeliz fabricante en
irou u'aui convento. O desventurado pai, vendo
que erara iofrucuferos lo los os meios qoe patera
em accao para dissoadir a fllha do en propoMlo,
pretorio dar-se a morle, a -la para sempre encer-
rada uas grades de um convenio.
U pobre bomem quena antes a peccadora, e ca
solta no mundo, que no caminko do eo e esposa de
Cb isto.
Segundo diz o Memorial iiplomatique, o esta-
do raeoUI aa viuva do esgraoadu imperador do
Mxico cooliua apresenlauoo saosivels melboras.
Em lugar de rejeiiar, como daotes, os alimentos, a
i operatrlz come ordinariamente, em eompaobia da
rajnba dos Belgas, que ibe prodigalisa os mais to
carnes caminos.
Tendo o rei do3 Belgas admirado, por occaslao
da soa ultima viagem a Pars, as plantaces dos
squares e dos jardlns pblicos exeeutadas debaixo
da direccao de A pbaod, convidou este celebre ea-
geobeiru para ir aocasieilo de Tervueren que sua
magesiade deseja transformar completamente, de
mudo qae flqae ama resideocia agradavel e que
ofiVeca distraccoes a sua infeliz irma. O rei Leo
puldo II dingio-se recenteraenle ali aci-mpanbado
do eugeabeiro Aipbaod, qoe fol cooviddo para a
mesa real, a qual eslava a-senlada a imperan iz
Carila. Dorante todo o jamar a imperatnz falloa
dos trbalos em pruj-cto co n a mais permita luci-
dez e sem trabir o meaor desarranjo mental.
As toacas preoecupaudes de que o cholera
era diffuudido no reino de aples pelos fuaccio-
nanos pblicos, deratn cansa a qae no da 3 de se-
tembro se commeitessem atrocidades em Arder,
districio de (}race, as Catafenas.
A populacho correa era tumu lo a casa do cap
to da guarda nacional e ao quariel de carabin i-
ros, prufermd ameagas. Ograpo, ap'-zar das io-
limafoes qase (be rizeraro, oao se dissolvea, e
e xneoju en to ara verdadeiro cmbale, oo qual
moriera u capilao da guarda nacional e o ffl.-ial
que commaodava o destacamento de uus quarenu
joidadus. Esies foram morios, ferldos on disper-
sos. Os arooiiaados tocararn de.-ols fogo a' casa
do eai>ito e ao quariel.
Cbegoua Pan e alojou se n'u.i-a das suas
mais suuip uosas hospedaras, urna seahora da
aristocracia alie a que levava comslgo a frioleira
da Tinte e tres fimos, todos slo, lObnstos e com lo
bom apetite, que o dono da hospedara receta, e
cum razao, que, se a aonhora permanecer ali al-
fas tempo, encarece em Pars o preco da batata,
pela qual todos se mostrara rauto affeitoadns.
Q jando a infeliz mil passa pelos booievards cora
eos Blbos, todos varde., seiiuero-u'a muiios co-
rleaos aimirados de semelflaate lecodidade.
Em Buffaio (Estados Unidos) foi vendido nm
eavallo, chamado Dexter, pela enorme socema de
It cootos de res.
O orjMirador, qae devja ter graade abundancia
de dinheiro oo f.lia de juizo, chama-so Bonner.
provavel que se.ja mulle rigoroso um dos
inveroos prximos, por que se tem ootadt qae os
nrus fros vem de I em 41 anuos puuco mais ou
menos, faeto que coincide rom o da apparieao de
maiores aaacbas no sol. Todava, nao su sujaito
a regras xas, como provam as dalas dus-lavarnos
mais meraoraveis : o de lifi dranto qaal ge
loo a Hhodaoo al **'.- *^^ T'1". qae gelou to-
do Danotrio; o de^r509, cajo fro loi tat, qoe se
so I id ideara ni as ajfuas do Idadiierrao^i esa Veoeza,
Cuite e Marselbar; o de 1608, em consequeacia do
qual inorreu to/o o gado em Inglaterra' o de 179.
qne geloo aoaiso de Londres; e, emflrn, o de 1849-, o mais
duradouroqu- leo aa*idon'esteeecalo.
Toda a c da ih de Londres esta como pousa-
da sobre oro gama ; a alguns metros da su per-
dele, o terreno eslt' todo cortado por taoneis, qae
esiadem em todas asdKacooes as soa liabas si-
ajoosaa.
Correo da-repente o boato de se (ormarem cada
dia gatos mepbicos o'esses sombros corredores,
qae podiam oeca>iooar nma explosio epaz de s-
pulur Leadres mallo brevemouta debaixo de rui-
nas. Comoeraaatoral.es babtiaaleasostar- m-
se com essa perspectiva, por que real mete nao
agradavel para oingaam a idea de estar sobre um
val cao.
A compaabia do caadaaajde ferro metropolitano
oomeou logo ama commissao, cujos rnambios aa-
data )> a girar por aouejles ioogus e 6-curos l*bo
ratonoi em qae se prepara urna explosio.
A esterespeito diz o cbroobia du Mer*oei**l
de Loadraa :
se=

rfeojpahum operarlo lera eatrado. senaa divos.
ao e lou.avel o telo de V. S. em favor dos ociaos pyrogautcos e
OPraxenda. Mas que como V. S. ou- tamlicos.
Hpaarlos pblicos ba, dominado de Igual A Iroponia, codeina,
lOm ehidado, em cojo numerme desvanejodOj diffitalna e iodos
parencer, e de haver dado provas positivas na Ion- icalmn mea.
Si carreira de minha vida militar publica, e em, J8 aic'
versu comraissies de importancia de qoe tauho taes.
sido encarrega lo. Pelo qne nlo deve V. S. lavar BrumuretOS 6 odare-
a mal qae na g-raeralidade daqneilas palavras de {0S>
V. S. sem referencia as tempo e as pessoas, eq o ,* t j. nn.
cora tala a jnsttca me proba fofa dolas. E a res- bu|1
peilo do preco em.reliado de 300 ris por cada um
meio Mli surrado, direi gue segundo a escrip-
turarlo lo arsenal, este o preco pelo qual antes
de mim sempre se empreiloo esta servio, sendol pA mnainavft. fttc
ama vez foi empraiudo oa razio de 800 ris, rOS l SIS, etc.,.
i Ntwa atravessei om d'essej
uro cheir > desagradavel me co
ta e me iiffluoltasse o trab ilbo
goem podera' dizer qae a airaos:
pura e que a renovado do ar nao
Mas, etnfl'D, Isso era um s jpplicio
ala como, para reaiabeleear ama
ramada, ara horaem se sojelta a emborcapaas em
gelo, tambera pode coasentir, para abreviar as dis-
tancias, era toasar nm baaao de ar carreaado de
cido carbnico. Mas log<> que se trata de ama ex-
plosio que ta esta' preparando poueo a pouco de-
baixo do i oossoa ps, e qos, de ara dia para outro,
pede ma'idar-ooa passear pelo ar com acoapaoba-
mento dr cbamlns e de podras, a aem que cada
oto estej i, at nova ordem a ama rnlha da distan-
da d> eaminho de f-rro mitropnIKaao. i
- U e ao Prapigateur, de LrH (Fraaea) : '
< Acaba de fallecer na pristo central dp Loos
nma celepridade ao sea gsnero :6o famoso De-
caraja, o deeano dos presas, maito coubecido oot
arredores de Lille. Sa enrabio aos M annos. Pas~
soii 45 na caa de detenci.o.
t Em 1811 servirte di uniformes do marecnal
Bruo de qaemiioba sidc criado, e veio a Valso
cieones pasear revista as tropas. Nao ba, por li-
sien dte-, delicto previsto no cdigo penal qoe este
horaem aso tivesse coramettido.
c A sua ultima coodemnacio tai por seiz -nnos,
anda d'osta ves apetar da soa avaocada idade, faz
ub a de mestre : coasoguu aubirabir orna soaaa
imp arlante, e roubar uui eavallo e um eabriolet a
caneiroii viajantes.
Durante o* seas loagos cajitiveirps, nunca foi
puoidu uas pnsoo por li aa*grese8-a* reapocU-
vos regulamentos. Este "eterano das prisdes. nlo
soffreu menos de Tinte e :inco conderaaa$o>.
Ha orna fol ha em load res intitulada Aldeale
Mayaziitf, qae se vende. grins.; E* pobltcada
pela casa coramercial Moses Fiihos, com o nm
nico di aonfaaUr os anigos do, seu commereio.
E* ama publicaco que casa a litteratara com a io-
dustria dos suspensorios e doseollanohos posMeos,
corso be pode avallar pela amostra qoe varaos co-
iherdo aamero de 14 de agoste ultimo. Di. ^./^^j^^^.^^y^
t Bita bomem tao alto, lia elegante, vestido com Abril *-,a?ro-.......................
tato feilo na casa Moses e Filbos, a 60 shllling., Jooho i7.-Idem.........................
acercoa-se da doozella. E la tremial Era elle, nea i Wf
poda ser ouiro I Reconbecuo P* '.WJ"le_e!*;'ADI *1-""lfl
ttbejja por V. S. apresentada, sendo que dah|. AddopHlttfarat-lCakirelpuro, 6 lodos
ro, valerianato e to-
dos os saes de qui-
nina.
qae
era, qae bouvosse dovida e opposiclo poressa tbe-
soorana ao pagamento respectivo, como se evi-
dencia da relacao lodosa.
hos guarde a V. S.-IUm. Sr. Jlo Baptista de
Castro e Silva, Inspector da ttesooraria d fazeo-
da.Jos Mana Ildefonso J-coroe da Veiga Pessoa
e Mello.
Relacao da sola entregae a Jos Vicente God'nbo,
para ser snrrada com deelaraclo da quantidade,
aat* dos coabeclmantos de pagamento.
(861 Mios de sala.
Abril SI.Oinheclmeato de 8 de agosto de
1863..........................
Jalbo 13. Mem........................ *00
dem JO. dem........................ 71
dem 6.-Idem......................... w
igosto 9.ldera.................... '59
lea -29.-Mem de 10 de outubro de 1868. 300
otubro BIdee.. .......1....... *W
latea 30.dem........................ WO
Nvembro 11.dem du 17 de fevereiro de
1866........................... 300
Dezembro 5. dem.................... 300
1866 ,A
Janeiro S.dem........................ 300
30 >
300
300
600
os saes.de mercurio.
Gnlorurelo de ferro
(puro) neutro.
Carbonates, salfatos e
todos os s'aes de
ierro.
Actalo, hydr o chlo-
rato.
Sulfato e todos os saes
de morphina.
Ferro reduzido pelo
hjdrogeneo.
Ksseucias puras.
Exti actosglycernia-
Geoeros eslraogelros.
1 fardos chapaos da cbila a ordaaa
RECEBBDJRIA DE BENDAS INTERNA?
GERAES.
BaoditMDtodo dia la 16.......... 13:7354717
dem do dia 17............s.... a:|4i>035
6:877*75t
CONSULADO PROVINCIAL
Raztdlmento do dia 1 a 16....... 16.046(959
Idam do dia 17.........',..... l:44*4b
"~T74894I
Fabrica em Pars ra de Paradis (au mas
rais), deposito no Rio de Janeiro, E. Cheve-
ot, ra do Carino.
COMMERCIO.
PRACA DO RECIFK 17 Di OUTUBRO
DE 18K7.
As 3 X horas da tarde.
10o Algodo 1* sorte 9*000 por arfaba.
A-sucar maacavado (Canal)2*350 por arroba.
Acedes da eompanhia de Beberibe 60 0,0 de
premio.
Cambio sobre Londres90 I/ *i / e *i 3/8 d.
por 1*000.
Descont de leiras9 0/0, ao anno.
Prete de algodao para Liverpool l/i d. e 5 por
cenia
Ffete de assucar pata Liverpool20/ a,5 0/0
ilvelra,
Presidenta.
Macedo,
Secretario..
MOVIMEHTO no POBTO
Hoolem nao bonva entrada nem sabida]
Observacao.
Sospenden do lmar jo para West Iridies a barca
iogleza Tndent, capitn J. H. Delap, com o mesmo
lastro qae irooxe de M; n te video.
EDITAES.
peo compra io a Mus .& a t Ubo* por 7 sbillings
peoce, pele sea bello calc> do de coaro envernjsa-
do, de 14 sbiilings, e pelo seu mimiiavel sobVetoe
qae so se veade na mesma casa, ppr 35 sbilllsgs.
Heunque I HeBrique I clamoa ella estqo lono-
cenle I
i Infame I ululoa o sajsito atiranio-lhe a cara
ara par de lavas cor de parola, da cae de Haden e
Fimos, a i shuiinas a 6 pence, qaalidade saperler.
t Era lempo que ebegasse o lio. Heunque ja li-
ona arrancado da cabeca da joven a-soa elegante
cuia da casa de Moses e Filhos, etc.
c E' aselm por dame. Cada noticia escripia
de roa ota-a qae ebraoge om eathalogo coraplelo
dos objectos vendidos pela casa Musot.e Filhos.
At onde V4i desceudo a luieralura I >
Couta o Diario de Pars que ha alguns 4"as
""i sMjriin riHi-HniHiu'oi Mi aos (ormeaios do ciunn al raodo se voluntariamen-
te ao Ua ouiu. Dingio-sc rasoiuumenli, pelo Pra-
ter, para a fra sepultura. CoeganJo udl de Kai-
serwasser, alira para um lado o ciiao e a ben-
gala, e prepara-se para o fatal merguim.
Um oacador qne esteva iar acao a'iquelle mo-
rneui j aa margem opposia, obaervou aquella ma-
nobra, melle o a arma ao bjmbro e grtoa : Arre-
da, ou atiro 1
Pxgar no chapeo e fugir fol para o piriidarlo do
suicidio negocio de um toomealo. 'finia razio. A
sua loieocao era de morrer afugad nio era do
seu gosto morrer a tiro.
Foram eieiios em sesio de 16 e tomaram
posse dos logues respectivos do Gabiotte Porto-
goez de Leitura em Pernarbeco, os eeobores
abaixo declarados.
Director.afaooel Teixeira Bastos.
Vice-direcior.Guiiherme Augusto Rodrigues Sele.
! secretario__Verissimo 'erreir Chaves Jnnior.
2 dito.Jos Ribelrn da Fondea.
I'li soureiro.J.j.- Noguera de Souza.
Pedam dos que leini remos ao Sz. fiscal do
Recife a conveniencia do um passeio pela roa dos
Taverneiros, ao anniterer, pois qne ba all ama
casa de onde se ]<>ga a' ra uo s agnas ptridas,
ma, n que mais, carrafas, pedras, etc. ect.
cora grave risco dos transentes.
Fallecen, ba poac.i, na comarca do Brejo, na
idade de 78 aanos, o abasu do fazendeiro Tnomaz
de Arauj.i e Albuo,u*rque, cidado exemplar por
seu amor ao inbafho, beniquii- de sea* cooler-
raneo-, uourado pae Ue fm lia, e 11;I tompridor
dos deveres de bora catholu. Aos eeus oamero-
sos amigos damos os ooso psames pela perda
qDe acabiim de soffrer.
-*ierl. A que se acha venda
a 42., a beneficio do pajjimonio dos or-
plians. que corre quarla-ieira 23.
llKPAiiTigSo da polica. Stirado da parte do
dia 17 ue ouiubro de 1867.
Foram recomidos a' casa de deteocio* no dia 16
do corrate:
A' ordem do Illro. Sr. Dr. ebefe de polica, Mon-
fredo de Aimeida Barala, AleXaaJre Gomes da Sil-
va e Francisco Jos da Soledade, como recrotas.
A' ordem do subdelegado de S. Jos, Felil Corre*
de Oliveira, para correceo. A' ordem do da Mag-
dalena, Aiiiuuio Cesar Mancho Falco, por aso de
armas probibidas.
O i:befe da 3a secgo
/. G. de Mesquila.
Casa db oetkmco.Movimento da casa de
detenco do da 16 de oututro de 1867 :
Exisiiam presos 304, e itraram 5, sahiram 9,
exisiem 300: a saber, oacionaes 106, ranrberes 7,
estrangflros 38, maiberes 1 eseravos 47, escravas
1, total 300
Aumentados a casta dos eofres pblicos 212.
Movilizlo da enfermarla do da 17 de outubro :
Tiveram baixa :
Manuel Adorno de Goava e Manoel Rodrigues
Damasceoo.
dem 25 -Mem de 9 de julho de 1867.....
Malo 15.-Idem........................
100
100
100
4071
Publicares a pedido
Copla.Directora do arsnna! de guarra de Per-
namnuco, 11 de outabro de 1867.-I.lro. Sr.-O
otUciu de V. S. d 20 de seteubro prximo pass.ado
acu npaubado da lotormacao da contadura, achan-
do excessivo o prego de *KW ris pelo sorramdnto
de cada um meio de sof, impreitado oeste arseoal
com Idaliao de Souza Lima, cotlocou-me aa iode
cuaavel ndcessidaae Ue respjnas-lo era miaba de
feza e sem quebra do respeto devido a V. S.
OiSseV. 8. no nal daqoelle sea offleto como
nio oppor-se esta tbesourana a letdes enormes a
faueuua em muitd dos contratos ceteorados oeste
arseualll?
Esias palavras a mim que estoa segara em boa
con.-cuucia, >orprebeoderam sobre modo. De fe
to, so V. S. aesta parase to geoerlca e vaga, qoiz
referir-se a cuniratos eooraemeoie lesivos a fa-
ttuJa, eeiebrados aoles de mim, e oo tempo de
ineus anicessures, nao teobc por elles respooaabi-
lidade algaida. Se, porm, se referi a contratos
ceteerados agora, depois qut eotre para a direc-
tora do arseaal cuiupre me dizer e afflrmar, que
de tod' s qaaulo oeste tempo >e ba feto, V. S. apa
uas oppoz se ao p^aiueolo do 54*0oH), palo que o
consol no lia va comprado ama peca de lona da R.is-
sn, para fabrico de ama tiaogiietfa para ama
bomba, que a uu ser lo ia toa, mu tapads, nao
servira paraeale Um. Mas jada assim remeitlda
a mostra pelo eoaselbo, ao El m. Sr, pre si denle da
proviucia para que se dignas se aomear urna com-
misso de uegowaolts para dir seo pereeer a res-
p:iio em visu do parecer da commissao, qae de
curou ser a loaa comprada le- tao boa qaalidade
que delia ja oo bavia mais i.o mercado, o mesrao
Exm. ir. piesideote da provucla por offlcio de 14
de agosto ap rovovj ao.oOlla compr#, 'iseatoo o
cuosbIo de repor o exoosso de 14*000 ris como
V. S. iiavia requerida E o utwatu rvsullado teve
a opposiQao de V. S. ao pagacienio da compra a
20 garrafas de espirito e vmno oa razio de 500
ris cada urna, fundando-ae ?. S. oa ioformacao da
contador i a de eer o preec- ard teo d cada garra-
fa 480 ris, sendo qoe por atjoelle mesmo offlcio
do Exm. Sr. presidente foi oct>oelbo iseuto de pe-
nar os 20 ris de .crescimo ira cada garrafa.
Creio assim e mu droeatoai* qua a astea cootra-
tosemoumera de doa svaMiie as paderadar o
atiriboto de muitos, e nem. a coavaiaa aasim se
poJcr dar o attnbuto quaiicativo de enorme e
lesivo a fazenda. Fra desles tactos o que existe1
de mais foi c baver en aagraintado s joroaes a'
tres jorualems, seodo om dtlles o mssire da 4*
ciasee, igual-ndo-o apsdeouis mesires, augmento
que c.hio logo que V. S. repnaetlaa contra el
ao Exm. Sr. presidente da proviociij tlcando de-
pois desie faciu marcado e ld ida?Vtwmero de
operarios pelo mesmo Eira. Sr prasir)Dt, segan-
N. B.Todos estes meios de sola foram sorra-
dos a 500 ris a' excepto de 1,500 qae foram a
80Ori8.
Arsepal de guerra de Perqambaeo, 3 de oota
bro de 186?.
0 escrivio das offlcioas,
Manuel Jos Pereira' Brayner.
Rubricada pelo Sr. ajadaote.
neja ai
Eieigio Its juir.es, estrives e mais
ovotos, qse bao t festejar a pa
dr-jeira d LOuceicao ios Joqueirus
no aun i de 1867.
Juiz por eieico.
O Iilm. Sr. Antonio Ai ves de Camino de Veras.
Juiz por devoco.
O lllm. Sr. Ftavio Ferreira Cato.
Juiz protector.
O lllm. Sr. Demetrio.de Azevedo Amorim.
Escrivo. por eleifiao.
O lllm. Sr. Antonio Sanano Cordeiro SimSes.
Escnvies por devoco.
Os Illms. Srs.: .
Julio Augusto Torres.
Fraocisco Deodato ns.
Procaradores.
Os Illms. Srs. :
Joao Hiiarlodo Gon(a|ves.
Maooei Caetaqo Nilio Suriano.
Valeriano Manso Ua Costa Res.
Angel rioton.ii Pereira Chaves.
Boa-Visia, 16 de d-zeinmo de 1866.
O vigano, Manat Joaqun* Xavier Sobrtir*.
EJrieo das juitas, eserivias e mais irmaas, qae
o.de feslejar a Padro'ira da Coucti(odes
Coqaeiros ae anuo de 1667.
Juua por eii-icao.
A Exma. Sra. D. Ludoviu.Francisca Ayres de Al-
meida.
Jaita por devoco.
A Exma. Sra. D. Candila d'Aibuqaerqoe Lessa
Juiz a perpetua.
Sra. D. Josepha Maria Hennqaes da
A Exma.
Silva.
Juixa protectora-
A Exma. Sra. D. Maria J dos Passos Leal.
JuUas bemfeitoras.
As Exraas. Sr s. :
D. Alezaodrioa Rita do Amparo.
D. Josepha de Agaiar.
D. Mana Valentina O-orlo de Siqaeira.
D. Auna Zilia de Bruo Carvaibo.
E>cnva por eleicao.
A Exma. Sra. D. Joaaoa Fraocisc-< da Cruz Braz.
Escnva por devoco.
A Exma. Sra. D. Mananua Anglica da Silva.
Mordomas.
As Exmas. Sras.:
D. Mara Isabel da Silva.
D. Mara Paula Cato. '
D. Clonada Ferreira Callo.
D. Maria Candida da Cooceico.
D. Maria da Silva R raos.
Boa-Vista, 16 de oez-mbro de 1866.
O vigano, Manoel Jeaqum Xavier Sobrara.
Tambem saca
ou a prato :
Lradres sobre o London Joinl Stock Bank
e acaixa matriz.
Pars sobre Foold & C.
(Jambo eo sobre J iho Berenberg Gossler & C.
Anlnerpia sobre Mmtebjba Bros.
Geaova sobre L. Vo*l.
Madrid sobre Bayo. Mora & C.
Pono?! ) sobre banco dfl PorW*I-
Bania sobre C. Vaogbaa & C
Rio de J,oeiro soore o English Baok o( Rio de Ja-
neiro Limited.
.Montevideo.. .)-obre o London & River Pate Bank
Bueoos-Ayres.) Limlled.
Escnplono o. 7 largo do Peloariobo.
ALFA^DEGA.
Reodimenio do da i a 16........ 339:282*879
dem do da 17................ 51:129:041
lllm. Sr. Joaqulm do Almeida Pinto.Eo.abaixo
assignado atiesto qoe, meu irmao Paaloslppo Ma-
rinbo Pereira dos Santos, soffrendo ba mais de
cinco aunos de urna inflamago no Qgado e baeo,
nlo obstao,te baver esgotado diversos medicam-u-
tos sem pr..'gedir melhora algoma, (navendo ]
sido desengaado) qu.iudo o feliz acaso lembrou-
me a mu eQlcaz e Infallivel jurnbeba, applicando
S. S. emplastros e piplas da mesma ; do que re
sultou oo correr de' tres mezes, a co-opleta melho-
ra, gracas ao Divino Creador. Porianto, em prl
de tSo assignalado favor, escrevo etas llnbas para
V. S. fater o aso qae Ibe approaver.De V. S.
criado respeilador o obrigado
Antonio Abrabao Mannho Pereira dos Santos.
L-se ia Refurae Ueilicale
A maior preocupado do medico consiste
em. saber se as suas receitas sao prepara-
das com bous productos, pois que, quauo
a receita preparada com productos iuferio-
res, o que acontece uo raras vezes, os effei-
tos que querem alcaucar os mdicos, mal-
logram. ou pelo metes, o medicamento oo
exerce a pleoitude de sua accao.
Para evitar este grave iDcuaveaiente, os
pbarmaceuiicos devem -tratar de empregar
productos bem fabricados, e en to nao po-
demos fazer me'bor, sena assinar-ibes-
os productos da casa Lamoureux Gendrot
fabricantes de producios chymicos em Pars.
Nao somente, a inconiestavel superiuri-
dade dos productos desta casa foi- reennne-
cida por todos, mas anda a modicidade
dos seus precos qs recommenda aos Srs;
parmaceuiic s e droguistas
A casa Lamoureux e Gendrot conseguio
evitar a contrafaeco, inventando urna cap-
sula que nao se pode imutar, e cuja exeeu-
gn muito difficil, por exigir um material
mui complicado e oustuso. .
lato mais tima prova da sollicitude dos
senuores Lamourenn e Gendrat para os io-
teresses e seguranca dos Srs itharmaceuti-
oos e droguistas que, sem duvida, sendu de-
sejosos de empregarem bous productos, nio
deixaro de dirigirle a esta casa.
EM LIQUIDtyiO
Novo banco de Peruambuco
Sao convidados os Srs. accionistas a re-
ceberem o primeiro 'lividendo (em moeda
correte) de trila por cento do capital, ira-
zeodo as aegoes para irem sendo annulla-
das; dos das uteis das 10 horas ao meio
dia.
Novo banco de Pernambuco
EM LIQUIDagiO
Os Srs accionista do nov banco podem
receber o 2 dividendo de 46 por cento do
capital em apolices da divida publica, que
tem de ser averbadas ni tbesourana de
fazenda desta provincia, em tempo de se-
rem admittidas na folba dus juros do cr-
reme semestre.
As accSes de banco devem ser entregues
para se inutilisarem.
Novo Banco de Pernambuco
Em liqnidac.
0 novo banco paga o 19. dividendo de
50OOD por accao, nos dias uteis, das 10 to-
ras ao meio dia.
Calxa filial do banco do Brasil
esa Peraamenco, aoa 6 de ja-
lao de 18(59.
De ordem da directora se taz setenta aos Srs.
accionistas, que o tbesoureiro esta' autorisado -
pagar u 27* dividendo das accoes do banco do Bra
sil, inscriptas n'esta caixa, a' razo de 12000
cO guarda-livros
Ipnao Nunes Correa,
0 Efiglish Bank of Rio de Janeiro,
Linited.
Descoala letras da praca de prato corto a 8"(. e
de prato maior a laxa a cooveocionar.
sobre as seguiotes pracas a vrsia
Voloroes entrados com fazendas...
i gneros....
Vola mes sabidos com hiendas...
i t geperos....
390:41U9zO
2t3
6i2
------855
178
263
- Ul
LanmuiMx e ueudreo
fabrieantes de prtdoctts cbjmieo*, fernecedare* da
.casa da operador e dos beapitaes e Paria.
Todos os productos sabiudo desta casa fio
da primeira qualidade e fechados por urna
capsuh inimitavel o que os poe ein salvo da
(lrafaec3o.
Descarregam boje 18 de oatabro
Brigoe francsTaimamercadorias.
Brigoe francezSiberta idem.
Patacho americano -John Chrysta farinba de
trigo.
Brigue inglezA. L. Palmerdem.
Brigne porluguez Constante /-lagedo.
Brigue nacional vitada enarque.
JLaportava.
Patacho americauo J. Christal, viudo de Pbi
ladelohia, maoife.-tou o seguale :
200 barricas bolachinba, 2095 ditas farinba de
trigo, 300 barrls toociobi; a Heory Porster & C.
Paiacbo inglez Palma, viodo de New-Yuk,
mapilesiou o svgaiot :
1 volume urna bomba, 2 ditos pedras de amo-
lar, 1 dito rodas, 4 ditos orna serra e pneme,
1M5 d:tos gat liquido, 13 ditos diversos, 2000
barricas (aunha de trigo
Escu a pru>slaoa Ernest Just. vindo de Ao-
vers; manifestoa o seguate :
3 eaixas com agua de colonia ; a Rabe Sebmet-
lajDAC.
44 dius com armas de fago ; a Monhard & C.
36 ditas ditas ; a Sbavr Wawk.
9 duas ditas Von Soscbton & C
1 dita com amo-iras ; a lio Boners.
1 dita com etpuraa de cobre ; a Voo & C
100 dilas com genebra ; ao mesmo.
112 barns com pregos; a ordem.
148 ditos dito; a Parele Viaooa & C.
6 ditos ditos franceies ; a Voo & C.
30 volames papel; a Alves Hombuger.
20 ditos Olio ; a it-ller & C
2 canas dito ; O to Bobers.
20 calas dito de impresso; a Von & C.
2 ditas tecidos de linbo; a Lun Antonio de Si
qoelra.
1 dita ditos ; aOUoBihres.
Hule oaciooal Maraes, viodo do Marauhao;
manifestuo o segatote:
Gneros naclooaes.
1250 saceos arrua, 70 tilomas fonou, 700 sac-
eos anio, i vnlums farinba secca, 2 ditos betos
de embira, i.o i saceos tapioca do Para ; a ordem.
Ditos estrangeiros.
97 eais gas, 24 fardos estopa e 1 calza arti-
go* diversas; a ordem.
Vapor Darioo sol; maoi festn o segjulnie:
Gneros uacionaes-
734 voldmes lumo ; a urden).
2 ditos ditos ; a Buugard.
, a ordaiB.
a Joaquim
Ignacio Ribeiro Ju-
2 ranas livros
i dia sarope ;
olor.
Geoeros eslraageiros. <-
1 eaia com chaueos ; a Mao/j Hornaguera.
50 sacos far.oba masslna; a ardeno.
1 caita miadetas a ordem.
\ Ma liquido par malar formiga; a /)s dos
Sanios Neves Jnior. >
Vapor oaciooal Tocaaiiiu, viodo da* por ios
do norte:
Gneros nacionaes.
48 rolos salsaparrilha e 2 veiumes peise salga
do; a erdsa.
0 Dr. Tristao de Aleocar Araripe, offlcial da impe-
. rial ordem da Rnsaf]uiz de direito especial do .
commereio, nesta cidade do Recifi do Jp/pam-
boco e spq termo por S. M. Imperial jfonll-
taciooal o Sr. D. Pedro II, a quem Dea^goar-
de etc. etc.
F.-go saber pelo presente qne no dia 14 do roes
de povemb'o do correle annp, se ha de arrematar
por venda a quem mais dr, em praca pobea
deste julio, dnpeis da andiencia rrspecijva,. a casa
terrea o. 15 sita a' roa dos Cpelbos, fr^guezia da
Boa-vista, com doas jaoellas e ama porta na frente,
duas salas, seis quarios, costoba fra, cacimba
meieira < quintal murado com porlo, avaliada por
3:000,5000, a qual vai a prsea por execu;o de
Ignacio llanoso de Mello, como administrador <"e
sua inulbcr, contra Luiz Amonio Pereira e sua mu-
lh*r.
E na falta de laceador que cabra o preco da ara-
li-igao, sera' a arr^mala^o fniu pelo preco da adju-
diragao com o abstimento respectivo da lr-i.
B para qae ebegue ao coobeci melo de todos
mSBdei fater o presente edital, qae sera' -fRxido
nos lugares do costme e publicado p-la impreosa.
Dadoe i a..--al i nesta cidade do Haifo de Per-
narnbucowaos 17 de outubro de 1867.
Eo Maooei Silvioo de Barros Falco, escrivo
interino o sobserevi.
_______________Tristo de Alencar Ariripe.
0 Dr. Trist5o de laocar Araripe, of ial da
imperial Ordem da Rosa, e jai* especial
do commereio nesta cidade do Recite de
Pe namboco e seu termo por Su Mages-
tade Imperial e C'-nsiitucnnal o Sr. D.
Pedro II. a que Deus Guarde, etc.
Facn salwr aos qae o preseei adilal virem e
deile noticia tiverem que no da 14 de nuvemhro
do correte anno, se ha de arrematar p'-r vrtda a '
qunra mais dr, em praca publiea dest- juizo, om
sitio silo m logar do MontHiro, tendo doa* casa?,
sendo orna de pedra e cal, com doas jam-llas de
freole, orna porta, doas salas e dous qua no-, e a
outra de taipa. enm urna porta de frente, com rao-
1 de baixa de capim. avadado dito sido por 2:5005.
i O qaal fui peohorado por ex^-eojio de PHix Coe-
If o da Silva eo itra Jos Cesara de Mello.
E oao baveodo lanc-dor qae cobra o prejo da
aval ac >, a arrematarlo sera' feta pelo preco da
adjndP-acao na forma da lei.
E para que chegue ao conhecitqento de
todos mandei passar o presente que ser
publcalo pela imprensa e affliado no lugar
do costme.
Recife, 10 de oulobro de 18G7.-EQ
Seconuion Eodoro la Cunba, cscreveDte
juramentado o escrevi.
Eu Manoel Maria Rodrigues do Noscimen-
to, escrivo o subscrevi.
Tristo de Alencar Araripe.
Pea in peclona da alfandega se faz pnblieo.
para c nhi-cimento dos ioteress art. 169 do regujaDjeoto de 19 de selembro da
1880, que no dia 2! do correle moz comecara' a
ter exf-cocao a le, o. 1507 de,26 de selembro do
cnrroie aouo, publicada no Diario de Pcnambuco
o. 236 desta dala, u/ parte relativa as di.-p 'ii.o-'s
que nao dependem de regulammos oa in-trai-toes
ao governo, eooceroentes as alfanlega-, eunfrme
se acha recommeod .do oa circular o. 33 de 20 do
citado mnz, a sab*r :
Art 12. O sello proporcional das letras de ram-
hio e da ierra, escripios a' ordem, crditos e fac-
turas oa eootas assigoada?, se regulara' pela ta-,
b-lia segainte :
Do valor qn nao exceder de iOOf, 200 ris de
sello,
dem maior de 2002 al 400J 400 rs. idem.
dem dem de 4005 at 6005 600 rs. idem.
Mem idem de 6005 al 8005 800 r. idem.
Idem idem de 8005 al 1:0005 15 rs. dem.
Assim por oante, cobrando mais mil ris por
cont na fraefao de cunto de ris.
Art 30- A molla sobre os impostas, que oo sao
pagos a' bocea do cofre nos pratos marcados o os
regulamentos, flea exieosiva a (odas as reodas
lancadsse elevada a 6 por cento.
E' r^nda lancada nos termos da cireolar n. 37
de 30 do mesmo mes de selembro, e como ial so-
jeila a multa couimiuada oeste artigo : o imposto
de despachantes.
Art. 34.
5 4.* Expediente dos gen-oros estrangeiros nave-
gados por cabotagem, livre de direlios de consu-
mo, e aos qae forem arrematados para consumo,
elevado ao d. hro ou 3 por cento.
S 6. Dito dos geoeros livres, elevada ao dobro
00 3 por ceoto.
I 12. Direu 1 de exportacio de 5 por ceoto el-
vanos a 9 por cento.
12. Ditos de exporlacao de 2 1(2 por ceoto.
14 Ditos de dita de i 1/2 por cento do oaro
ero barra.
i 15. Ditos de dita de 1 por ceoto dos diamantes.
Aifandega de Pernambuco, 14 de outubro de
1867.
A. E. Monttoro.
De orden do lllm. Sr. in-peejbr da alfandega
se faz publico, qae achando-se asabercadoriat coa-
Odas nos volames abano mencrfnados 00 ca#o de
serem arrematadas vara coo-aino, noa>rm< a do
cap. 6* itt. 3* do reguiainento *> 19 de setemoro de
1860, os seus d nos oe.roj> pacha -las no prazo de 30 dias, sob pesa de Ando
elle, serem vendidas por sua conta, sem qoe Ibe
flqae compedodo allegar contra ose.itos dest
venda.
Armarem n. 6.
50 calzas ns. 135 a 139, marca J S E & l C S,
viudas do Havre oa barca fraoceca feridiana, en-
ira.ia em 11 de jonho de 1867, consignadas a Joo
da Silva Fana 4 Irmao.
Arroatem n. 7.
i fardo J F, coniendo paooo de algodao para
eoirochar, vindo no vapor inglez Gladiator, entra-
do em 3 de Janeiro de 1866, a eonsignaco de Mills
Lathan et C.
1 fardo, marca S B & C, contando fio?, vindo de
Liverpool no vapp/ inglez (Minia, entrad mb 20
de maio de 185d, consignado a Sanoders Brothers
4C.
1 calxa o. 13, marca L J F, cooleodo liona de
algodao, viada de Liverpool 00 brigoe iogles Adel-
phia, entrada em 31 de jalbo de 1866, a evn-'igoa-
$o de Tasso Irmos.
Armazem o. 9.
16 caixas com sabo, marca 9 dt C, viadas de
Li-no no bngue po togoec Movimento, entradas
em 22 de marco de 1867, e nMgnada a Mnoel
Joaquim Ramos e Silva & Georo.
2 cos, s com estovas o. 766 e 767, marea P S,
viudas do Pono oa barca portuguesa Silencio, eo-
iradas em 27 de abril de 1*57, comignaoas a Mello
Lobo* C.
1 caixa cooleodo obras de paloma o. 765. marra
F S, viodas do Porto oa barca portugueaa Siient,
entradas em 2 de maio de 1867, coQ*go*d*j a
Mello Lobo & C.
6 raixas com techadoras, os. 1 a 6. mar a A,
vntuas de Porto na barca poriogoeta Sefttrancn,
eoiradas s 28de m-iide 1867, a oooalgaaeao ave
Aniooio V. da Silva Bar/oca.
2 aixas com lerragens, ns. 131 e 135, marra M
L di O, viadas de Liverpool ni galera iogleza Mer-
tmtne, eatradas ce 26 4e jaoho de 1867, a cag
oacao d> Mello Lobo di G.
Ait#adega de Pernaiuboco, 15 de ooiubro de
1867.
O escripiorario,
Eoiychio Moodim Peeiaaa.
"
^mi


. m
l
mlnUlelN i* ,U Outuhr. de i sel
DECLIRICSIS.
0 administrador da racebedoria de
intjrus* geraes, em eoroertmeoto a circoUr
alambro all
rendas
n 36
4o naioistnrio da fezpnlt da 31 da
_), dadara qaa (ka marcado o prazo da W da*,
cootadas 4a pubilcacio des|e, para a eobranea da
laxa dos escravos no correle ejercicio, ndepen
dente da multa de 6 por ceoto do art. 30 da le
. 1507 "i* 36 do referid'i mez, a qual tata foi el
tada a Si pelo art. 18. da citada lei. O* eolletado-
que ja pagaran) o importo deste ejercicio de ver.'i
latisfazar tambern li*re da malta oo mencionad
praxo a differeog entra a oova tata de 8,1 o r
srrav i e a que se acnava establecida (4100 ')
Finio o praso sera' cobrado o Imposto com a indi-
cada malta.
Racebedoria de Peraambuco 15 de oatabro de
me.
Hanoei Carnelro d* S'u>i Lacrrta.
Rep.irfiv'o da obra pdico
L)h urdem do Sr. eogeobeiro, cbefe interino oa
repartida i das obras publicas se (ai publico que,
nao leudo concjrrido oppositor alftam aos lugares
vagos de cjolactor desta repartir;io, e teode sido
juigado inhabilitados os que concjrreram aos lo
garas de pracaotes, oo da 9 de dezembro proii
m i viodoaro lera' logar novo concurso para pre-
eochimeoto das re(eridas vagas de conductores e
pralicaoles.
O concurrentes ero argidos oas materias de
que tratara os |g 1 e t> do art. 10 do regulamentc
de 31 de jultio de I806, e que vo abano decla-
radas.
Os requeraentos para io'cripQao dos candidatos
deverio ser apresantados at o da 7 de deiembro,
e podero ser instruidos com qnaesqaer documen-
tos ou ttulos scientiBcos que aboaeui a capacldade
dos mtsmos candidatos.
Sicretiria das obras publicas 7 de ootubro de
1867.
O secretario
Feliciano Rodrigues da Silva.
Materias do cooearso para conductores e prati-
cantes da repartido das obras publicas.
Para conductores.
M do 2 Ktioi tbigonometna, elementos de geometra
anality i a descriptiva, d'asirooomia, d'arcbitecia-
ra e da resistencia de matenaes, conheciroento
perfaito dos lostromeotos grapbices e dos trabamos
denivellameoto e plaota, deseoho linearedeaqoa-
relia.
Para praticantes.
Lingaa oaciooal e rancaz, aritbmetica, geome-
tra, as doa e tres dimeosda?, slgebra at equa-
cdes do t grao, deseoho liooar e de aquareha.
Secretaria das obras publicas 7 de ouiubro de
1867.
O secretarlo
Felician" Rodrigaes da Silya.^
_ pr esta snbdelegacia se (ai publico que se
acha reealhid > a'casa de deteoca i, por andar fu
gido. um cnoulo que reprsenla lar 18 a JO aooos
de idade, o qual da chamar se Chrispim e ser es
cravo da Luii Barbalbo, senbor.do eogeobo Sib'r
da Serra : qoero fr sea dono compare^, que
provando o seu dominio loe ser' eutregue.
Subde lea acia do districio do Peres, 16 de outo-
bro de 1867.
O subdelegado,
Jos Mara d'Aibuqierque Lima. _
""tlpparttyo da polica
Por esta reyartigo se (ai publico para eoobeci-
meoto de quem interesar pos>a, que o Um. Sr.
Dr. cbe( de polica tem nesta dala recomrneodado
as autoridades pohciaes o inteiro campriraento da
postura municipal, que prohibe aos escravrs tran-
sitaren as ras des'a cidade depois do tojo de
nove horas da noite, sem liceoga dos respectivos
seoberes yor escripto.
Secreta'i3 da polica de Pernambuco 17 de ou
tubro de 1867.
O secretario
Eduardo de Barros Falcao de Laeerda
Por esta subdelegada se (ai publico, que (o
ram apprehendidos 4 cavallos. sendo 2 castanhos,
1 russo e outro rasilbo : quem fr seus donos ap-
pareca na mesma suhdelegacia, que a vista das
pravas Ihe ser) entregues.
Subdelegada do districto do Peres, 16 de ootu-
bro de 1867.
O subdelegado,
Jos Mara de Albuquerque Lima.
Adrainstrac5o du correio desta cidade
precisa de seta norn-ns para o servido de
caminbeirosj sendo um para as via^ens dia-
rias a Cilade Ae 0 inda; quem esliver nes-
ta condic5es e quizer se encajar dirija-se a
mesma cora attestado de sua conducta.
Para
O palba^ole Novaes segu com brevida-
lanco e II de guarni^o, j irros para Qojre* djBA
" gravoras, 1 mapt'a geograpMco fias pro-
uo Brasil, czndieiros a gaz
de, tem dous tercos de carga engajada, para radeiru, i masa.para escripiorio.
lampo de pedra, leada,ts de ataco, 2 ba-
o resto, trata-se com o consignatario Jo5o
Francisco da Silva Jbvaes, Travesa da Ma-
dre .Deuoa-n. 5. ________________
HkaffiS Miguel.
Para o porto cima segae o patacho portagaez
dros com gravoras, 1 mapt'a geogra.
vincia do Brasil, candieims a gaz, tapetes, escar
radeiras, 1 masa para escrptorio, 1 dita com os>
tinte, 1 toilel de Jacaranda' cora pudra espejo,
1 cama fraoceza, 1 barco, 1 guarda-vaHido,, 1
:marqoezo, 2 eipeihos docrados, 1 lavatorio, 1 re-
oslo de parede, i neta elstica can 7 uboaa 1
aparador, 1 guarda Iones, il mesas de canto, fl'
cade i ras e 1 sof' de sala de jantar, 2 apparelnos
Atte$o.
' OArece-se um moco hnanropara cobrar divi-
das, da fiador a sua condneta : I pessoa qne qpi
NT an*cie .por esta jornal para ter pracarado.
Jorgense da primelra.ajarcM, parj carga e pas- V3aPto 5S Ll ui do or
ageiros trata-se com o coosigoalario Joao do he-1U9> *' m>""P01' "I118' '
^o Lima, roa do Apollo o. 4.
PARA.
Para o indieado porto pretende sahir com muita
ure-te/a o patacho Paraense, por ter mals.de doos i
(arcos de se j carregameoto: para o pouco que Ibe
(alta tratase com o coosigoatano Joaqnim Jos
(on$alves Beltrio, ra do Trapicha n. jj.
COMPAHHIA BRASILEIRA
DE
PAQUETES A VAPOR
Dos portos do norte espera-
do at o dia 31 de ootobro
vapor Paran, rommaodaote
o capitao de fragata Santa
Barbara, o qual depoi> da de-
mora do costme seguir' para
os psrtos do sol.
Recebam-se desde j passageiros a eogaja se a
carga qoe o vapor poder coodozr a qual devera'
ser embarcada oo dia de sua chegada, eocommen-
dis e diohalro a (rete at o da da sabida. aa 2
horas. Nao se receben) eocnmmeodas se nao ob
jacios de pequeo valor e qoe oo excedan) de
duas ambas da peso ou 8 palmos cbicos de me-
dic*o, todo o qoe passar destes limitas dever ser
embarcada cimi carga Previoe-se- aos Srs. pas-
sageiros qne suas ^assageos s se receben) nesla
agencia ra da Craz n. 57. _____________
Previne se a pessoa da. roa dos Taooeiros ncr He-
ntar, carapotei-:CjfP) qQ9 lem por Cj)j(0oi4 jao^ar garrafas, peoras,
rjsial.' gaMps^fa- > pjose atros objectos sobre os empregados que
esto na porta do botel de Europa, que se conti-
nuar om e,ssa.bri(ica>ieira dar se-ba parte a po-
lioia, e o oago.ci i nu'Gcara' sem resultado. Por
esta vez Inda passa.
CDUPAMIIt BRASILEIRA
DE
Paquetes a vapor
Dos portos do sul esperado
ai o da 22 do correte o vapor
Cruttwo do Sul, comroaodaote
Alcoorado, i qual depois da de-
mora do cosame seguir' para
os portos do oorte.
Recebam-se desde j passagai rose enga|a-sa a
carga que o vapor poder condozir a qual devera'
ser embarcada oo dia de sua ebegada, encommen-
das a dinbeiro a fr-/- at o dia da sabida as 2 ho-
ras. Nao se recebe como eoeomraeodas se oao
objectos de p*qoe.o valor oo exeedando a doas
arrobas de peso oo a 8 palmos, cbicos de mt-dic.an
todo o qoe passar destes limites devora' ser en-
barcado como carga. Previne-ss aos Srs. passa-
geiros qoe loas pa agencia roa da Craz a. 57.
para o Aracaty
preteode seeoir oestes oito dias com a carga qne
tiver o palbanote Joven Artkur, lam parte de seu
carregaraonto a bordo, e para o resto qoe Ibe (alta
lraia-sa com os saus consignatarios Antonio Luiz
da O'iveira Azavedo & C, oo sea escnptoris ra
da Crot o. 57.
Para'
Segae em direitara ao iodicado porto o patacho
nacional Volante, teodo grande parte da carga ja
engajada, para o resto trata-se como seu consigna-
tario Antonio de Almeida Gomes, a ra da ruz
o. 23 primeiro andar.
LEILOES.
LEILAO
DE
taH-iL
cas e colberes, 1 quartiubi ira, trem de o, .ha e
mais objeclos pertencentes a casa de ramilla.
Um faque.ro de prata di Porto com garfa*, (a-
cas.a colneres en urna caixa.
Urna urna de eU-ciro-plate, nma n illa defaia
eurna machina de costura.
Tr$a-fe>ra 22 de utuliro.
No segando andar do soerado da roa eatrei-
ta do Rosario n. 41. BILHE1ES garantiuos,
O Dr. Jacloibo Pereira d? Reg, teodo de rali- ARrJA D0 Cag9po N 3 E CASAS^0 c03tom,
rlnn ^ ftndrt.ff*tn. e^bir a beoeUcio das familias dos volootarios
Ao commercm ;
Urna pessoa eticada de fora deteja eomprar om
eslabelocimento de seceos oa moihados qnem ti-
var qoeira ter a boodada de deitar em earta fa-
chada oesta iypog;aphia dabaixo da i (eiaes B. M.
Offarece-se m\ometo para tratar dw litio
ou para andar cora aJjOma carrosa, oo trabalbar
em padaria ; qnem preeisrr procure aa raa do
Raugel o. 15, que achara' a dita pessoa para
tratar. _____
Ni pracaTda lndjpe*dela n. 33, loja deW
ries, se d ra' qnem precisa da unta ama para co-
nnhar e engommar.
CASA OA FORTUNA
os 6,000$
mencionados, existeotai en casa de
ca roa estrella do Rosario
ra' o leilao as 10 horas
Trasferencia de leilo
377 doos quintos com a sorte de 6:0O0.
N. 3985 dousquioto* com a surte d 1:200#.
N. 3M8 BODi>io,com a sorle de 509J.
O leao da padariarreBoaca.) e conaitarJa. das J oolras mu|tat surtos de 100*. 40* e 20^.
roas da Concordia o. 9 e di P.i'm o. 10 a qoe Os possuidores podem vir recebar seus respecti-
se refere os annunnos dos lias 14 a 17 de grande: vos premios sem os descootos oas leis na casa da
lailao, oo Jornal da Hect/t es. 237 a 240 flea irans-,! Fovluo roa do Crespo n. 23..
ferido para qaiuia-fojra 24 lo. crrente, podando j Acnam-se a venda os da 2* parte da lotera a
se seuarar todo o qoe pertaoce a confeiiarl, se banetcio do patrimonio dos orphios (42a) que se
aasim convier aos.compradires. E-ts estabalev- extrabira' quarta feir.. -2'i do correle.
Prego.
Justino Martina de Almeida, toqdo de mandar
dizer aigamas missas no.con'vento de S. Praaclseo
pelo repousu eterno de saa norher 0. Francisca
Candida Paes de Almmda, oo da J8 do correte,
anoiversario de :eu faliMimeufo, pede a seas ami-
g)s e parantes qoe comparerjam este acto e ca-
rldade evnng-lira.
m-nt j lorua-serecommend.vel p"la sua magollo
de e poda ser examinado,*m l(ls ai;13 4 *
qoalqorr bora. O leili sen' procedido pelo ages
te Pestaa, no mdlc do da qolnta-fefra 24 do cor-
reate as 11 horas da manbia no mesmo estabele-
cimeoto.
=
AVISOS DIVERSOS.
Fugio na noite de l do crrante a escrava
Thomatia, de Idade de 20 a mus, natural de Gara-
nhuns, baixa, gorda e tem os pellos grandes, bei-
cos gr-.ssos, tevou camisa de algod->iinho em fulba,
vestido da maogas curtas c om assenlo amarello a
ramageos de cor; esta escrava fei vendida por
procurado de Pedro Targioo da Cuoha Sampaio,
morador em Garaohons ; roga-se pois s autori-
dades policlaas e a qualqaei particular a captara
da dita escrava, a ser ec trague a sua seabora
Francisca Maria da Conc-ic n-, ra do Hospicio n.
62, que sera' generosamenio pago.
Irmandade de Nossa Senho-
ra do Terco.
A actual mesa regadora da irmaoiade de Nossa
Seobora do Terjo pel pres .me convida a todos os
seos charissimos irmSni a se reaoirem no consis-
torio da igrej matriz de S Jos, domingo 20 do
correte, pelas II h ras da naoba, para em mesa
geral elegerem os novos iuncciunanos que tem de
r.'e-r a nossa irmandade no futuro anno de 1867 a
1868.
Secretaria da irmandadj de Nossa Senhora do
Terco, 16 de ootubro da 1867.
Jos da Costa Bispo Jnior,
Secretario.
Jos J".-.qu.m da CS'a Maia, (endo do mais
doloroso seutimento pela perda que acaba de so(-
frer dn passamanto de sea cbaro pai, convida as
pessoas de sua amisade e aos amigos do finado,
para que Ihe facam o carid )so obsequio de asslstir
a missa e memento, qae no da 19 do correte,
pelas 7 horas da mai.h-n, se ha de celebrar oa
igreja do Divino Espirito-Sioto, e desde ja antecipa
os seus agradecinwntos a tolo- aquellos de quem
receber esta provadeamisale.
Precisa-se de 30C#, premios pr 4
mezes, dando-se em hypotbeca a 51 parte
Bilhete .... bMOOO
Meio......31000 .
Qoloio.....U200
Em porco de 100^ para cima.
Rmele. .... 51500
Meio......21750
I Quinto.....U100
____________________ManoelI Martins Finia.
Na praga da Independencia d. 33, loja de
ounves, compra-se ouro, prata e pedras preciosas,
e tambera se fai qnalqner obra de Bcommenda e
tndn n qaalauer concert.
D. Clementioa Tn -oiora da ' mandador Manoel Gongalvas da Silva, manda ce-
lebrar no sabbado 19 do correle, as 8 boras da
maoba, na igreja matriz da Boa-Vista ama missa
pelo repouso eterno do seu tinado cuobado o Sr.
Antonio Gonc/alves da Silva, fallecido em Pinugal,
para o qae convida aos parantes e amigos do mes-
mo tinado
Imta^o dospulm5#. angi*
nts, tosse, escarros de
sangue, oru#o ou gaiTO-
tilho, catfcro, rouquidao
e todafjts innmera vei mglesiias qoe affec-
iSo aos orgias dajrespiraciSo
DElaPPARlMEN
Odiante a acc3o da balsmica e irrev
ANACAHUITA
PEITORALKEMP.
Antonio
ora.
*
Santa
iillalOGIlKAL
Pala ad:n'ni>traQo di crrelo desta cidade se
faz publico que era virtud* da convenci postal
celebrad dos governos orerileiro e Irancez se
rao expedid.s malas para Europa no da 15 do
correte pel> v.'por ingle .Oneida.
As cartis sero recebidas at 2 horas antes da
que for marcada para a sabida do vapor, e os jor-
naes al 3 oras antas.
Administra, do correio de Pernambuco 8 de
outubro de i857.
U administrador,
Domingos dos Passos Miranda.
casa da misericordia
do Recife
Pela secretaria da Santa Casa de Misenoordia
do Recife, se faz sciente a quem interessar que o
lllra. Sr. itiesoureiro commeodador Jos Pires
Ferreira, n) salo da cas* dus expo*tos, pelas Id
boras da roaotm do da 28 do correte, fara' pa-
gamento dis mensalidadas vencida da julbo a se-
tembro Ando, as amas qae all se apresentarem
conduzado as cri togas que Ibes oram confiadas.
Secretaria da Saol Ca-^a de Misericordia do Re-
cife, 11 de oatabro de 1867.
O escrivao,
Pedro Rodrigues de Sooza.
J segunda fera 21 do correla mez, val a le-
lio na ra; da ra de Hirtai n. 22, o espolio da
finada J >sepha Sabina do Carmo.
A SABER:
Roberto, criouln, 28 aonos de idade.
Domingos, Angola, 30 ano M de idade.
Loiz, idem, 35 aooos de idade.
Camilla, malafa, 8 annos de idade, cose e faz
renda.
A arnwcSo, balco. bezerro, cordavao, ecuros de
cabra,sola, fio, borzegoios, sapatos e roais ob-
jectos pertencentes a loja de sapatelro a roa da
Cruz n. 31.
IIO 412
Seita feira 18 de ootubro as 10 horas
em ponto.
O agente Pinto fara' leilo precedida a compe-
tente autori-aco nu s da armaeo e mals ob-
jectos da loja da ra da Cruz n. 31, como dos es-
cravos cima mencionados, isio as 10 horas do
dia cima dito rn eferida loaja. ________
LEiLAO
De urna casa de tijolo sita em Tigipi com 4 qaar-
(os, 2 salas, costana (ora, terreno proprio e
quintal al o no, teodo urna porta e 3 jaoellas
de frente.
hoji:
O agente Martins fara' leilo por ordem do Illm.
Sr. consnl da Portugal da casa cima pert^ncentei
ao espolio de J s Luiz de Souza.
No armazem da ru do Imperador n. 16, as 11
boras do dia cima.
do sobrado n. 17 da ra
na mesma ra d.57.
do Pilar ; a tratar
Gosiohdiro.
Precisa-se alugar om scravo eos nbeiro : a tra-
tar no caes do Apollo o. 5f, armazem de farioba
Ama de leite.
Precisase de urna ama >m abandaote leite :
na mi do Imperador o. 44, botica.
L vai fo?o rapaziada
O' qoe acabel de fallar ciroo ora C de Pate I...
mas coma soobe que os respeitadissirnos Sabsl
Amoras & C, querem principiar deixo as miobas
recordaos para qaalqoer lampo 1... Com liceo.
ea, vamos responder: O respeitavel publico veja
como as nossas dignissimai Armas,se sabem de
envolver em qualquer trapalbadaii a primeira an-
damos envolvidos em unuqaestao bastante compli-
cada, a segunda tivamos que descubrir preleslo de
no-sa ultima firma, insultar e espancar os visl-
nh:is, a terceira julgamos a nossa bolla nao andar
certa de forma que os dmm> 120 cooteos nao
ebegara para as nossas insolencias, mas o que im-
porta se alies nao sao filhoi'. da .nass conscieocia
e sim da xorbilaocia I...
Com4odo rellramonos pira balaaclar. os nos-
sos 120 qua ja.tem grande disfalque.
Sabel Amuras Si C.
LEIlJaO
Santa Casa da Eisericorda
do Recite,
Alllma. jacta administrativa da Santa Casa di
Misericordia do Recife manda fazer publico qm
na sala de suas SH*5es,no^dia 42 do vindoaro pe-
las 4 horas da tardw tem de ser arremaiadas a
quem mais vantagens">fifjerecer pelo lampo de um
a tres annos as randas dos predios em seguida
declarados:
EstaiMleeimeotes de candade.
Roa do Padre Floriano.
Casa terrea a. W....... 182150(1
Casa terrea n. 47....... losiuuo
Ra das Calcadas,
dem idem n. 38........ 188*000
Ra larga do Rosario. M1 *?
Terceiro andar do sobrado n. 24 301*000
Palrim*nio de orphos.
dua do Rangel
Casa terrea n. 56.......301*000
Ra do Vigario.
Primeiro andar do sobrado n. 27 181*000
Ra do Pilar.
dem a. 98.........201*000
Idera n. 105..........*W0
Ideran.108..........JJgJ
Casan. 99.........**
dem o. 94.........201*000
Sitio n. 5 n Forno da Cal. J?0*00j
dem. n. 103...... 144*000
As arrematacSes serao feitas pelo lempo de um
no, devando "os licitantes vlrem acompaahados
de saos fiadores ou munidos de cartas destes.
Secretaria da. Santa Casa da Misericordia do
Recife 3 de outuhro de 1857.
O escrivao,
Pedro Rodrigues de Souza.
AVISOS MABITIMOS
Para.
Segaira' c^ra a psssivel presteza para o indica-
do porte e veleiro e bem conbecido brigue escu-
na nacional Graeiota, capillo e pratico ose ata-
rla Perreira : para-algoma carga qoe IbeJaHa
trata-se com e cooslgoatarla Aatooio de AtaaeMa
Gomes, a roa da Cruz n. 23, 1 andar.
"Para o Araeaty
O blata Santa Ma: a tratar com o Sr. Quintal
no trapicbelflo algodo, ou c#m Tasso Irmloa. #
DI
Urna porco de caixas com chocolate de superior
qoalidade.
Sote caitas com cobertores de la, 8 farJos com
lona, 5 ditos com pannos de linho para len-
ce e loalhas, 1 caixa com roopa b.anca.
D. Modesto de la Part fara' leilo por interven-
gao do agente Martins por coala e risco de quem
pertencer, com autorisacao do Sr. vice consol em
sna presenca e de nm empregado da aiuodega
para esta flm nomeado, das fatendas cima parte
do carregameoto da barca besoanhola Isabel enca-
mada na liba da Fernando da^oronna.
Sabbado 19 do crreme.
No armazem n. 8 da alfandega, as 11 horas. ,4
lll'U)
De escravos, traites, obras de ouro e
prata perteocenle a massa fallida
de Sebastio Ji* da Silva.
COMO SEJA :
1 escravo de nome Jacintho, cnoulo, idade 35
annos.
1 dito de nome Pedro, nacao, idade 50 aooos.
1 escrava de nome Maria, crionla, idade 16
annos.
1 dita de nome Militana, criuula.
1 dita de nome Leandra, crioata, idade 40
annos.
Um piano de Jacaranda, 1 dito de mesa, 1 san-
tuario de Jacaranda com 7 imageos competente-
mente paramentadas, 1 dito de dito obra do Porto
e novo, 1 guarda roopa de amarello, 1 lavatorio
com pedra, 2 consoles de Jacaranda' com pedra, 4
ditos de mogno, 6 marqoezas de amarello, 24 ca-
delras de dito, S cadeiras de balaoco de dito, 1
toucador com mesa, 1 mesa para jaotar, 3 cadei-
ras privadas, 1 cabida, 1 qoartiaheira, 4 moxos, 1
carteira, 1 relogio oe parede, 3 pares de laoternas,
4 jarros, 4 figuras, 1 candelabro, 1 mesa de pinbo,
1 armario de dito, 3 redomas etc., 1 relogia de
ouro, 1 par de boloes, 1 aoel de brilbante, 1 ade
reco de camapbeo, 1 dito de coral, 3 pares de ro-
setas, 1 alnete para retrato, 1 salva de praia, 24
coleres para sopa e cha de dito, 1 paliteiro de dito,
1 celber de tirar sopa de dito.
Cordel** Slates
a reqaerlmento do administrador de dila massa e
mandado do Illm. Sr. Dr. Jait de direlto especial
do cummercio, fara' leilo dos escravos, trastes,
obras de ouro e prata cima descrlptos e perten-
centes a referida massa, lato
Segonda-feira 21 do correte
as 11 boras na roa Nova n. 35, 2* andar, coja en-
trada pela roa das Flores.
OC. de Pato vai fallar.
Previne-a aos senhores donos, da loja sita na
roa qua duam fu. jQuilmala em frente de Nossa
SeDbora que as veas dos Livra, aoode no consta
tem om v.leote guqrreiro e alirado a valeutao e
qae tem mais propencao para carroceiro do que
para oceupar aqul lugar, e qae para poder la-
zar algum negocio tanga too do mesqulnho re-
car so da desacreditar seus visinhos por meios in-
famatarios e dlzera-nos mais qoe um de Seus pv
IrOas muito gosto faz em uso, pedimos por isso aos
demais patrSes que fagam acabar actos lo repro-
vaveis e que nunca se daram durante o tempe em
que a dita casa foi dirigida por pessoa de carcter,
do contrario lalvez amorirga se quebr...
Safa que eu boje fallel multo desta maneira nao
posso mais vender meus sapatos s oceupado na
impreosa.
O C. de Pato.
Amga-se urna tan rom 4 salas a cosiuba
fora por detraz da refioac.ao do Montelro : a Ira-1
lar no caes 22 de Novembro o. 26. e mais 4 qu*
ficam na freole da r-rioaeao.
A irmandade da Seohora do Rosario convida
a todos os seos irmaos, tanto as qae j occaparam
targo na oossa irmaodade, como os irmo- sim-
ples, para no dia 20 da cor ente maz, as 9 boras
da maoba, comparecern) oo nosso consistorio
para precederse a votado para nova mesa rega-
dora.
Consistorio em mesa 14 de ootubro de 1867
Por ordem da mesa regedura
____Vctor Antonio do Sacramento Pess.ia
Fedejjfoso de Pernambuce
A planta, conhecida entre nos son s de-
nominaQ3ode ftdtgos, e no Rio de Janeiro
o provincia* du sul deste imperio pelada
crista d gallo, o Hariiltum utilissimumt
ou fiandj'iaj*. elonoatum de Sdiura, e o he-
hotropium ctiratsadium de Mari., pertenca
familia das boragioeas.
O fedegiso considerado, na therapenti-
ca pernrobucana, como urna das plantas
mais recommendaveis por suas virtudes cu-
rativas, e appltcado interna e externamen-
te, como calmante do systema nerroso, na
paralysia, asthma, tosse convulsa ou coque-
luche, tosses recente? e antigs, suftocacdes,
catarrbos pulmonarea, etc., eemgeral con-
tra todos os soffrimentos das vas respirato-
rias ; sendo um excedente unitivo para
aqueles quepidecem de phti$ica pulmonar.
Sua eficacia contra o ttano ou espasmo
incontestavel, e ninguem ha que a desco-
nbeca.
Mo ignorando nos o que acabamos de di-
zer, e esforcando-m? por ser til bumanida-
de soffredora, preparamos o queariaixo indi-
camos, pondo a disposico dos distinctos ma-
dicos, e rtos doentes desta e das cairas pre-
viocias deste imperio nossas preparares,
que aio:
A JIRIBIMA
eaa extracto alcootleo, emplas-
tro, leo, tlntnr, plalas, xa-
rnpe e ?Iniao.
* A JURUBEBA urna das substincias me
dicamentosas que pertencem ao reiuo vegetal
e eniram na classe dos torneos e desubatru-
entes, sendo empregada com vanta^em con-
tra asfebres intermitentes aompanhadas de
ngiirgitamento da fgado e b(o.
^Ella tem sido aplicada cm incontestavel
proveito contra a anemia ou cliloroae, liy-
dropesia catarrho da bexiga, e masmo para
excitar a menstruaco difficil, resultante da
mesma anemia ou enlose.
aianacahuita mexicana que da o nome es-
pecial este incomparavel remedio, um
arvore, cuja madeira per muito tempo so
ha asado no Tara pico para a cora das a-
fermidades acira mencionadas. Foi tana-
Rodrigues Saralva retira-se para bem ensatada e approvada pela acadeania
_________________________i medica de Berlim O pe i toral de Kema o
Da se 1:000*000 a premio de um e meio om Mrope delicioso inteiraHnente livre de
por ceoto, dando-se penhor de ouro ou prata ; mif ^JL hvrlrncvanirn p ntrn* inrrev
qnem preteoner din|a-sa ao pateo do Carmo ao XT10' ac,ao. nyorocyanico e ooiros ngra-
Sr. Jos Joaquira da Silva Gulmar^s qne eHe dlra' dteotes nocivos.
quem tem o dinbeiro para o contrato._________ A' venda as drogaras de A. Caors, Bra-
! vo <5r C. a P. Maurer A C, e em todos 0t
se encarre- estabelecimentospharmarentirns do impnric
ga da qualquer obra de eocanameutjs, come coHo- i Na ra estrella do Rosario sobrado n. 3*.
0 Sr Eugenio
macbinista, faz saber ao pobnco, que
e concertar, de lodos os systema", como lelbados
de chapa de farro, unco e chumbo : a residenc'a
do macbinista na ra Relia n. 13.
| car gaz e concertar, tambero bombas para collocar primeiro andar, apr-mptam se baodeijas de arma-
yoes com bolos finos da varias qualidades para
casamento* a bailes, e de pastis de nata, bolo
inglezes,po-de-l, pudra* eofeiiadi scom capailas da
alfloln e boqaets proprios. para prese%lea. Pal se
boaquets de Boras de papel, de cera e d panno,
Sabbado II do corrente, as 7 horas da tarde, ba- dH era vos, rosas e dhalias, saudades a de qaatqaar
vera' sesso extraordinaria, bara a qual sao eon- ndr oa8 o* aonas qoelaao, de cravos natawaea
vidados todos os associa los Para casamentes com iaco de Ola bordada a caro
O ecretarie on leotijolas e seda, s>ndo a encommenda falta tres
Severlno Uuarte. da4.?JLlra-.0.P.^Wu?1^n?fB5;"e Tase tamees
de flores de lar*(.M para noia., alada
Philotimia
iem resoivido
que a partida do corrente mez teoha lugar na noi-
te de 26.
O secretario
_________Joaqun) Leocadio Viegas.
Criada
Na roa de S. Francisco n. 72, precisa-se de urna
criada portugneza ou escrava, paga-w bem agra-
daodo.
Monte
capellas de flores de lant-ja para o 'ivas,
eapellas para menina, lodas as qnalidades o>
flrps para enfeites de chapeos e toncas, flores para
enfeites de santos, palcas, capellas, arcos de toldes
de irigo doorados, fe>i5es para igreja, par* qiial-
quer eocommaoda da ora sempre tem prosap-
ia. Enfita se lambera velas ricas para baptisa-
dos. Tu 1o isto mais barato do qoe em outra qual-
quer parta e com mulla presteza de modo a oio
haver falta aiguma",_________ _
mimm wnm
Avisa Importa ote.
Os nicos verdadelros aaropes da bypopbospbt-
los de soda, de cal e de Ierro do Dr. Cborchiil tra-
taunirem em aascmbla geral para a eleigao do Iem a f^a^ qaatro vezas reprtida deste sabio ma-
novo cooselho que tem de dirigir os trabalbcs so- 0iC0 stmre 0 subscripto e a marea de fabrica Aa
ciaes no futuro aooo re 1867 a 1868. pnarmacia Swaoo, 12, ra Castiglione, Paria.
Secretara do MoDte Po Ptpolar Pernambacano Aena-se a venda em Irascos quadrados com o no-
Permam-
Plo Popular
Imano.
Da ordem da direeioria cuovido aos Srs. socios
que se acbam habilitados oo gozo de saos direitos
a comparecern) oo domioeo 20 do correte as 10
boras da maoba na sala das sessSes aflm de sa
16 de outubro de 1867.
Ijemardo Falcao de Soot,
! secretario.
Precisarse
de nmcaixelro de 13 a 14 aonos que saiba bem
ler, escrever e contar : na ra estreita do Rosario
n. 24. _^_________________________________
Preci=a-se da urna ama para o servido inter-
no de urna casa de pouca familia : na ra do Hos-
picio n. 58._____________________
Precisa-se alagar orna escrava ou urna ama Tor-
ra que Miiobe e eDgomme pa^a orna casa de mu
ta diminnta familia : a tratar na ra da Concordia
n. 31, sobrado do armazem do sol
Precisa-se alugar urna escrava na ra da
Cooceico o. 12, oa Roa-v sta, quem tiver pode d-
riglr-se a referida casa.__________________
Na ra estreita do F osario n. 5, precisa-se
de um caiieiro com praltca de moihados.
Otixeiro
OfTerece-sa para calxei o um mojo qae lem pra-
llca de negocio de mol ha los e d sobre sna con-
ducta fiador : quem de snos serviros precisar po-
de dingir-se a rna larga do Rosario n. 34, botica.
Precisa-sede uxnaamaque compre e cos
nbe para orna casa de punca familia : na ra No
va de Santa R>l ns 33 o) 43. ^___
Precisa se alogar a na escrava oo criada pa-
ra o aervico de cosinhar 5 lavar: na roa Formosa
n. 15,1 andar._______________.
Precisa-sa alosar nm siUo na ex-
ei gao da liona terrea a Apipucos
mero tiver algum dirija-so ao escrip-
ton i o. 4, a ra do Crespo.
0 AROBE VEGETAL
E* muito superior aos xaropes de CUISI-
NIER, e deLARROY. De faciidigestao, a-
gradavel ao paladar e ao olpbalo, lie cura
radicalmente, s-m mercurio, todas as affec-
c5es da pella, impigens, alpo'-cas tumores,
ulceras, sarnas degeneradas, escrfulas, es-
corbuto. E* sobre tudo poderoso as moles-
tias rebeldes ao mercurio e ao iodurelo de
potassie.
laROPE DE SALSA -PARRILHA DO PARA'
oo
DEPURATIVO DO SAIC1
USADOS NaS MOLESTIAS DE PELLE, IMPIGENS,
DORES RHEUMATICAS EULCERAS VENREAS
PILI:.*> Urai PEHlaJDlCAS
Centra asfebres intrrnenies, oa aeiiei
a.ii-'i! 3)3 nrt_'JHiVi
O MULUNi.U' tem aicao directa sobre os
centros nerv sos, e por isto faz dormir sem
determinar afluencia de sangue ao cerebro
como o opio e substaociaa aimplea que delle
se extrahem, pelo que o soaino tranquillo
e reparador, taima a tosse as broacbilesJ
modera oa accessos de aslbma e de tossa
convulsa.
jjftf O D. h^rai M*n-I u ^a r Sima, i.0
v gado, reside em Pedras de Fogo, onda
[Sil tem r-eu esenptorio e pode ser procorado
gj para os mysteres da sua proBsso, en-
B r^rrega se d~ qnalqoer cobranza ou cau
W sa judicial tambem as cidades deGoian-
2g3 na e Pilr.
Ama de leite.
Precisa se na roa da Santa Therera n. 44.
^lfg!! fflL.
O U ullnorm-. Njegell, medico, O-
consultas todos os dia^ das 8 horas as 10
da manhae das 3 asa da ta residencia ra Nova n. 15, especialidade
molestia- rtns o'his.
LINDO FHESENTE
PARA
Mi. espora e noiva.
Pelo paquete inglez chegado a 26 do pr-
ximo passado mez, recebemos nova remessa
de bem feitos e delicados alfinetes de ouro
de lei com per. las, eMneraldas e rubios
verdadeiros, para coUocarem-se retratos.
Aind temos alfinetes simples de ouro de
le para grvala e para peno.
Os precos s5o mui razoaveis. Na Phoio-
grophiaVMela roa do Cabug n. 48, en-
trada pelo paleo da matrw.

Ama
a an-
Grande leilo
Preeisa-se de nma are;, que saiba lavar
gomroar : na roa Nova o. 32, 3* aedar. .^^_.
En^enho
Arrenda-se ou vende-se multo barato oa enge-
ohos S. Boaventara, monote e corrente, novo a
com omitas matas.'distante meta legoa da estarci
da es; ada de ferro, do RiheirSo : bem como o eo
geobo Sacco em Ipojoca, bem eonheeldo por sna
boodade : os preteodeous dirijam se a rna do Ll-
vrameaio n. 19.
Morada barata.
Aloga-se freote de om primeiro andar de um
sobrado em boa raa, eoin 1 sala, 1 gabinete e 9
anartos, com agua e gaz na aseada : dirija-ie a
rna estrella, do Rugarlo c. IL __________,
Ana de faite.
Preclsa-aa de ama aa a da leite
Corno Santo n. 17. 3*anlar.
Preclsa-se de nma ama para casa de urna s
na rna da Cruz. n. 8, 1* andar.
pessoa
Albino Bapusia da Recna, relo-
joeiro e dourador, praca da Inde-
pencencia n. 12, faz qualquer con-
cert f erteocene a sna arle por
precos mais baratos do qoe em ca-
ira qnalqner parte e responsabili-
a se pelo sea trabalbo, assira como
1 vende reloRios boos e baratos e compra obras de
oaro e prata em segunda roo.
>Aluga se para passar a festa ou por anno,
um sitio ao Remedio a margem do rio e com van-
lagem que convida : trata-se na raa da Concor-
dia n. 10, sobre certas condipSes por precc- coit-
modo.
me do Dr- Churchill oo vidro/Preco 4 fraocos eOi
Paris : Com Instrucgo_____________________
.%|fencao.
Venham ver
VeDde-se na loja de marcineina na Camt:. : -
Carme o. 12,*palha apparelhada da melbor s..
para teeer cadeiras esoas, por preco roais col
modo do que em otra qualquer parte.
Attencao.
Vende-sa urna roobilia de Jacaranda' a luiz X\
e juniamenla nma de amarello no mesmo gosto,
sendo estas obras muito solidas e seguras, e por
preco razoaval : na acreditada casa de marcioei-
ria na roa da Cambo* 6" '"armo o. 12.
A Salsaparilha
X>E A.YER.
cura 'atlicul do
Escrafias, nlceras, chagas, fu-
idas veltM, molestias svphit-
iticas, e merouriaes. Eafermi-
dades das mnlheres, como re-
tencao. menstro doloroso, nleer-
acao do ntero, e flores brancas.
A Nevralgia, Convolsdes, Ery-
sipelas, EnfennHades Cutneas,
borbnlhas, nascidas. etc.
O extracto eomposto d<- SALSAPARILHA, confeccion-
ado pelo Dn. AYER, nma combinncSo do* mclhores d"pora-
tirOft c alterantes conhccldos medicina; comp(?to secando
s lela da sciencia, approvado c rcceltado petos primeinM
mdicos dos Estados Unidos, da America do Snl, do Mxico,
das lndiaa e aos prinoipacs Estilos da Europa.
A SALSAPARILHA de AVER c especialmente elDraz na
cura das molestias que tem sua origen ua rtrrojHla, n
lnfecco venrea, no uso cxcesalvo do mercurio ou em o.uakra*)r
lmpurez:i do Sangue.
Entre todas as molestias juc aflligem o genero humano, nao
ha urna mais universal e terrivel do que a escrfula; por si
nlo to destructiva, parcm a causa principal de multas en
Tenuidades que nao Ihe so geratmente altrlbuidus.
ama causa directa da tiste* pulmonar do i finado, e estomago, affeeetes do cerebro, Kheni.iatsmo
e affeccoes dos Bilis : entre seos symptoma* ha os wgulntes
Falta de apetito, Kraqaeja e moleta em tollo eorpo; 3lo
ebeiro da boca, semblante plido e Incoado, s vejes d'uuu
altura transparente, outras vc7.es corado e amarello no redor
1n boca; Digesto fraca e apetito Irregular; Vcntre inehado
e evacuacio Irregular; Juanita ataca os pulmocs urna cor
azulada moslra-ic u roda dos olbos, qaando no estoma'
sao avermellia dos, as pessoas de disposico eseraMa
apparecem ftequentementc ernpetes na pette da cabeea e outra-
partes do corpo ; ao pwdlspostas s agecetes dos putmUs, du.
fiaado, des riiis e dos orgaos digestivo* e uterinos. 1'orUnto,
nao sao sement aqualles que padecem das rormai iilrrrosaa
e uftereMoaos da escrfula que necessilsmi de proteec
oontra os sens estragas todos aqueUes em enjo sargue existe
o virus latente deste Urrlvel flagello (* is vexes hereditario-),
estao expostos tambem a sofrer das enfirmidadas que Ue
causa.
Osferecemos a estas pessoas aa abrigo seguro u:n anti-
doto effleax contra esta molest las consequn_u, na
s|saiaiilh de Ayer
que opera direetamenU sobre o sangue, pBriaeapdo-o e^x
uUaido delle a cornuicao eo venoso oleUls ^pe<
TODOS 1STE* MEDICAMENTOS SiO PREPARADO!
POB
Joaqun d'Almeida Ptnto.
PHARM\C_UTi:0 EM PERNAMBUCO.
Rna lar|a da Resano N. i Ocia.
Ja 4o aa qnarlel de p li
Precisa se fallar com o Sr. Carlos da Cista Car-
vaibo qae telo de Portugal para esta provincia em
1800, e eleve ero caaa dos Srs. S jares & C, a ne-
gocio de seu loteresse, na ra larga de Rosario,
botica n. 34, com Franciaeo Ferreira Maia.
Francisco Antonio de Albuquerque Mello, |0noemp5;: a tratar o 2 andar das 9 horas da
peto preteaia faz poMMo ao respeltavel corpo do manba as 3 l|2boras da tarde.
co nmerclo e aos seus numerosos freguezes, qne
obteva de S. M. I. era dala de 7 de agosto do coi-
rente sua carta de alfaodegameuto dos armeos
de qoe localoflo, 4o eaes de Apollo ns. 59 a 6t,
onde tem o sen esubeteciraen da edmpra e ven-
da de. algediOt._______. _______
Prucita-i >*m caiaeiro de 12 a 16 annos,
as partea e ledos os orgaoe do corpo
os da sua acoio rielada c Inspirando-Ibes .
trtit poderosisstaio para a reaoraeao ao
eorpo enftaqiMSldo pela deenea tortas
como as da juveutude.
t TAMBEM O MMBOR ANTI-SXrBlZlTieO
COXHECIDO;
Aluga-se
O 3* andar a raa da Cadeia do Recite n. 27, com
commodospara f: milla, concertado e pintado
o sai>2e dessa eorropcao e arrebata a victima das garras o>
nmamerte lenta e ignomlaloea, porem ineriUvel se e mal
oso 6 logo combatido com energa.
Nao pretendemos promulgar, era obremos qe^se_"
que este remedio lnrallvel par a cura de todos os peded
meotos humanes, o qae din e qae a
Safeapariiha ale Ayer
a vuOuw preparteao at Iwi s*ti.iWryV.estas.c
molestias
ogaa, qu
/ urna
h^^P^V^r^SSTTs.
ao pnolico o memor >
latnMIneU e pericia sai !
dea aoeeee spos.
a praca do
De Btveis, !{, mstaus 13 prata
Dm piano forte (de nm dos melbores fabrican- ^~Alugse a lo)a n. 9 a roa Direita, propra
fesL 1 cadeira de plano, orna mobilia de Jacaran- para qnalqoer esubeleciment : trata se a roa da
da"' eom 1 soft*. 1 consolos e i meta redonda com I Panha loja aiauda de amaraUo.
dando aadajLaiu Cjjmd.ict -, na roa da Impera-
Uii a, 32, dBioitvo jta'aajTteia.________________
1 i-se buntem 15 do correte, da
ama cadena grande, de cer pre-
leve a secretarla da easa da
Wtxolo,
Desenea
asa da sea
ta: qsema
dtelo,
no
HIST0R11 DE C4KL0S
XII
Rei da Suecia
1*200 em
do Crespo
POR VQ.TAIRE.
Vende-se esta eaeellanle obra por
broebura, oa llvraria Econmica roa
n.l
Na mesma linaria tomam-sa asslgoaluras para
avida de Horacio Nelson celebre ahnlrantJ
anglez a 1* cada ejemplar.
BEMEDW DE AYER PARA SEZOES
InfUT8l rna ebr^ lBtmltenM. fnitta^
Fobrea Biliosa teto, m do flsmre. in-
cremento do baco, cegueira. Dr no
ouvido e ptipltaeo, uando

P1BBES INTEBlnTlUTS, OU MinTHinB.
juanea
As preparaeoes de Da. Atmi sao
Booas e Drojarias do Imperto.
Deposito geral ra do v'
escriptorio dp "'
t. 9-
\


Urttttlrft
A^\-0Mf7
4

AO JAYME CABELLEIRMO
}ft 6,ra do Queimado primeiro andarN. 6,
HAO MAW CABELLOS BRAMCOS.
GRANDE
ir
Tintura instamauea para enegrecer os cabellos eia um minuto sem ofender a pelle t




Gabinete reservado e desente para tingr cabellos
com perfeicao, presteza e mdico preco. *
11*000
8*000
8*000
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7*000
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f MW )
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nico preservatifo de caspas e calvice.
PREMIADO PELAS EXPOSICOES DE PERNAMBUCO E RIO DE JANEIRO.



.
*

PARA UZO INTERNO
PREPARADOS SIMPLES,
Xarope de jurubeba garrafa......... Ifooo
Vinho dff U6oo
Pilulas de vidro......... l*6oo
Tintura de 64o
Extracto hydralcoolico de jurubeba i205oo
PREPARADOS COMPOSTOS.
Vinho de jurubeba ferruginoso garrafa. 2ooo
Xarope ld6oo
Pilulas vidro... 20ooo
Oleo de jurubeba vidros.... 64o
Pomada de pote...... 6io
Emplastro libra..... 25oo
PARA UZO EXTERNO
A JlTlUJfl20.%.
Es planta' hoje reconbecida como o rnais poderoso tnico, como um excesj
tente desobstrueute, e como tal applieada nos engogitamentos do figado e baco, na-
hepatites propriamente ditas, ou anda complicadas com anazarchas, as inflammaces
subsequeutes as febres intermitentes ou durezas, nos abcessos internos, nos tumores es-
pecialmente do ulero e abdomen, nos tumores tjlanduisos, na anazarcha, as hydrope-
si*, vj..,,..,-., ..,:..,. ^ranaracAs ferruginosas, ainda de grande vantagem
as anemias, cbloroses, faltas de mensiroacao, leueorrneas, uwdnUj,0.10uo ,in a* mago, debilidade orgnicas, e pobreza de sangue, etc.
O que dizemos affirmam os mais distinctos mdicos desta cidade, entre os quaes
podem os citar os lllois. Srs, Drs. Silva Ramos, Aquino Fonseca, Sarment. Seve, Pe-
reir do Carmo, Firmo Xavier, Silva etc. Todos elles reconh cem a excellencia d'este po-
deroso medicamento sobre os demais at bo? onheeidos para lodos os casos citados,
tanto qne todos os dias fazem d'elle applicacav.
Apresentando aos mdicos e ao publico em geral diversos preparados da juru-
beba, tivem s por rim generalisar mais o uso d'este vegetal, fazendo desapparecer a
repugnancia que at boje sentiam os doeotes de usar do> preparados empricos d'elle, o
mais das vezes repugnantes a tragarr.mrse, e que tinbam ainda a desva lagem de nc
ser calculada a dose conveniente a apjliear-se, o que torna muitas vezes improficoo um
medicamento, que podena produzr ptimos resultados.
Os nussos prepados s foram apresentados depois de bavenaos convenientemente
estudado a jurubeba, fazendo as experiencias precisas para bem conbecer as propriedades
medicamentosas d'esta planta em suas raizes, folbas fructas ou bagas, e a dose convenieo'
ea app icafo, leudo alm d'islo procurado levar os nossos preparados ao maior grao de
tperfeicao ossivel, p ira o que nao poupamos esforcos, nao nos importando o pouco lu-
cro que pssarnes tirar
Por luto os que se dignaren recorrer aos nossos preparados podem ter a certeza
de que elles oaterecem a garanta, de que se pode encontrar a prompta e infallivel cura
de qualque dos\sotfnmentos, que deixamos nnumerados, se forem em lempo applicados
teudo alm dViso, im-dico ou doenle a vantagem de escolher as nossas .variadas prepa-
racoes, aquella que melbor Ibe pode convir, j pela fcil applicaco, e j pela complicacao
das molestias, id de, sexo, ou ainda natureza de c*da individuo.
As nossas prepararles ferruginosas sao feitas de forma que se tornam completa-
mente soluvets nos suecos gstricos, porque procuramos os couipostoi de ferro que come
laes esto hoje recoubecidos.
Para aquellas que mais minuciosamente queiram conbecer as propriedades da
urubeba, e saberem a applicaco de nossos preparados, destnbuimos gratuitamente
emuosse Je>>osiiouin folueto, onde tratamos mais extensamente d'esia planta e dosrp'
oos preparados.
Deposito senil de todos es preparados
Itotldca e rogarla
34Ra larga do Rozario4




Sali* para cortar e frizar cabritos, c ffazer barbas.
BEM MONTADA OFFIOW DE C\BELLEIREIRO
lanufacturam, quer para a provincia, quer para fra della, ti
modernos e de apurado gosto, accrescendo a grande differenga de ser 10 0,0 mais barato que em outra qualquer parte
Esplendido sorlmealo de candios, em cores e em eonprimento,
M.6. RUA IS-O QITEIHADO K.6.
Teodo de se liquidar a loja d catado da roa
do Imperador o. 33
Borsegui-s de Melll......
DU8 de Sozer.......
Dit s de diversos fabricante*. .
. ?.: Sapaldes de be/erro Suier. .'. .
JEg; Borzeguios para mecios e meoicas.
<#$ Ditos dos ditos.......
Ufcfc Boriegoms de lastre para boiaeos
&?* L (So!er).........
* -^ Sa^aioes Uelli.......
ffi&! Bo reglos cordavio......
y\*\i Bola. para mentara.
f~^-/ Peroeiras e troarria urna.
Sapatos de iraoca para meoiaos. i#00f>
Sapaios de co para seohora 2J000
offinel Power Joiuisttm lienpaihia
Rua da-e'nzala Nova n. 42.
AGENCIA DA
Fnndlefto de Lev Boer.
Machinas a vapor de 4 e 6 cavallos,
^M, Moendase meias moendas paraengenho.
|j| Tatxas de ferro coade e batido para enge-
v*3
nho.
. Arreios de carro para um e dona catadles.
5g onde com esmero e Rosto se maDufcturam, quer para a provincia, quer para fra della, todas as qualidades de postigos ||||j Relogios de ouro patente inglex.
^y mnitarn/.c a Aa tnnnHn antia ac,'rpi-j>n/iii 9 ranftA iiifforAnra HA sr 10 o.o mais barato aue em outra aualouer narte. ^ arados americanos
Mohnas para deacarocar algodo.
Motores para ditos.

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Machinas de costura.

Aluga-se
A casa da roa das Aguas-verdes o. 5: a tra'ar
na roa Bella o. 45.
PHOTOGRAPHIA
VILEIIjA
Precisa se de ama ama para casa de peque-
a familia preferiodo-se escrara : oa roa do Cres-
po o. 7.
u r. A. S, Pereira do Carmo (medicu)
est aiuraodo do sobrado o. ti da roa da
lasperatrlt.
m
BA DO O/^L'GA N. i8, ENTRADA PELO
PATEO DA MATRIZ.
0 nosso estabelecimento photogr?phico
est sempre em dia com todos os, melbora-
mentos e progressos que na America do
Norte, ou na Europa se consegue na arte
pbotograpbica, e para alcaugarmos tal fim nunca poupamos despezas nem sacrificios,
de hoi le que) os nossos numerosos fre^uezes
podem ter a certeza de que sempre encon-
traran em nossd estabelecimento todo quan-
to a arte e a moda otftrecer de bom, no
dovo e velho mundo aos amantes da pbo-
tographia.
NOVIDADE PHOTOGRAPH1CA.
Acabamos de recetier todo o necessario
X- sei-relaria da SanU Casa d Misericordia
do rtec.ife precisa-se fallar a S.' Leaodra Carnei-
ro de Oliwt-ira.
^mmmmmmmmmmm
Lompanbia fideliJade de seguios i$
marilimos e terrestres
eslabelecida no Rio de Janeiro
AGENTES EM PERNAMBUCO
AotORio Lnii de Olivtira Aleuda k G.
Competentemente autorisados pela
directora da enmpanhiade seguros
Fidelidade, tomam seguros de na-
vios, riiercadorias e predios no sen
escript'-rio rua da Cruz n i
8 Mmmmm
n
c

>
%$k\. m mmm*&
DE
PREPAR&DU FRI

POR
AIIGIlTf] CAORS
Pharmaceutico pela escola de Paris e successor nesta cidade
DI
Arjstide Saisset e J. Soum
22.-----Rua da Crnz-----22.
t
Tratamento puramente vestal sem mercurio, iodo, onro, nem outro qualqne
mineral.
Verdadeiro purificador do sangue sem azougue.
Especial para a cora de todas as molestias que tem soa oriaem oa impureza de
sangne, como sejam as molestias boubaticas, sypbiliticas, escrophulosas, darthrosas, quer
venham ellas por bereditariedade, quer sejaui adqueridas pelo contacto com pessoas in-
feccionadas dos diversos virus que contaminam o sangue e os humon.s.
A caroha nm remedio prodigioso, usado desde remotas eras pelos indioi
do Brasil, e passando seu uso de geracao em ?eracao, hoje um dos remedios mais co-
ohecidoscomo propno para combatir as molestias mais hediondas, entrando nesse nume
to a morpha ou elepbantiases, p^ra cujo curativo os nossos sertanejos consideram a
caroba como remedio especifico.
A muito ttmpo enirou a caroba nos formularios como preparado magistral
sob a forma de eleictuario, ainda boje lembrado as pbar-macopas com o nome de sen
celebre autor Jo5o Atves Carueiro: oao ella portanto remedio novo nem desconhecido
0 ungento de caroba da mesma sorte preconisado desde lempos mmemo-
naes como o mais apropriado para o curativo das boubas e ulceras sypbiliticas srdidas,
* eapregado com proveito depois de improficua applicaco de muitos outros agentes
taerapeuticos enrgicos e de uso quotidiano.
Muitos dos nossos mdicos de coosideracSo e entre elles o muito distincto pratico
e observador o Sr. Dr. Pedro d'Atbayde Lobo Moscoso, tem confirmad > por meio de ex-
periencias repetidas, o que diz a fama das benficas propriedades da caroba no trat
ment das boubas. das diversas formas sob que a syphilis s apresenur e muito especial-
mente as que teem sua sede na pene, e poderiamos relatar alguns casos de data muito
moderna obstados pelo mesmo Sr. Dr. Moscos em que a caroba produzio admirareis
eflettos, depois de imitis e prolongadas appllcacoes de salsaparrilha, mecurio, iodo, ou-
ro e seos preparados, etc., etc.
iao era possivel que urna .plant 15 ootavel por suas inappreciaveis virtades es-
e-apasse a persoicacia e mvestigacoes dos mah abalisados praricos europeos qne se ap-
pheam com eipectlldade ao estudo e tratamento das molestias sypbiliticas e herpejicas
e para prova ah esio os Srs. Drs. Casenave, Scburfer, Ricord e outros dando as maif
-songeiras iofonnaces sobre as propriedades curativas da caroba e pieconisaudo-a com'
remedio poderosissimo para o tratamento das empees cutneas, seccas ou suppurativas
artbros de todas a qualidade, ecemas, nlceras de divenras naturezas, tumores, osseo
e.outras muitas molestias de natureza syphi'iliea ou boubatiea.
Por ler-se generalizado muito o uso da ensnela da earoba que en pre-
paro e pelas instancias de varios mdicos que desetm cootinuar em suas ODservaces,
deliberei-me a ter prompia urna quantidade da mesma essencia, obtida sem a acc3o df>
Jg' pa[f q5 *reJad'car 8 propriedades medicamentosos; e d'ora m diante encon-
>^2S5?n/raDbaPh*rm'6'" sempre e em porc5o suffieiente para todos os pedidos a
iS^NOA CONCENTRADA De CAROBA, e o ungento da mesma penla para que non-
^^v f,me fir*' do Parnambuco, 17 de ontubro de 1866.
A'JGUSTE GaORS.
*
5C
i a* A'm1d0 ?randf sortimento das melhores mchinas, americanas para descarrocae
rtdmea?s L^y"-18-so- *is'jo' *e io-s
Azeite de espermacete propria para machi-
nas do todas as qual dades.
Vapores de torca de 3 a 4 cavallos.
Serras avulsas para machinas.
Manc5es e todos os maU. pertences para as
mesmas.
Carros de mo para ate.TO.
Cylindro para padarias.
Debulhadores para milho.
Arados americanas.
Escadis de madeiras ami}rican3S.
tiarrinhos propnos para armazens.
Moinhos para refinacte!.
dem para m;lho.
Machinas para cortar capim.
Bombas para regar jardins.
Vaquetas para cobertas de carros,
Camas de ferro sorlidas.
Bombas de Ja^y.
dem americanas.
Ferros a vapor para engommar.
Vassouras americanas.
Baldes americanos para compras.
Tinas de madeira.
Ballaios e cestas de verguinbas.
Guarda comidas.
Peneiras d'arame para padarias e refinag5es.
Correntes para almanjarras.
Machados e facoes americanos.
Caixas com vidros de lodos os tamanhos.
Cannos de chumbo de todas as grossnras.
Folba de robre dem dem,
dem de latao dem idem.
Fohta de Flandres.
Ferro de todas as qualidades.
Arces de ferro.
Latas com gaz.
Trens de porcelana para cosinta.
dem estannados para dita.
Bandeijas finas.
Balaceas americanas.
dem /overvaes.
JTaixas de cobre.
Estanto em verguinbas.
Folbas de ferro de todas as grossuras.
Correntes de fero sorlidas.
Espingardas de tudas as qualidades.
RewoKeis de iodos os mudellos.
Ferramenti para ourives.
I lem tara tnoeiros.
dem para ferreiros.
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para fazer retratos chamados carte-album. '#*Z,A,M*e para Pa?,ar ** am as em
Este genero de retratos ulumamente m- Sffi J- ?^KSTTtSffVS'ii
ventado na America do Norte, rapidameute Coaeordia judio ao Sr. solicitador Abreo.
se propagou na Inglaterra e Franca aoude
goza actualrneute de iodo o favor da moda.
A carie-a-lum se faz por duzias como os
antigos andes de vtsita. \
Na Inglaterra trocaram o nome de carte-
album peio de retratn-galeria e os ingleses
usam enea xiihar estes retraes em quadros
I especiaos para com elles formar galenas,
I com que ornam seus gabiuetes. Recebe-
! mus urna certa quantidade de laes quadros,
os quaes cederemos por barato preco aos
nossos freguezes.
As pessoas que quizerem ver specimens
dos retratos chamados carte-album, j fei-
tos em nossa ofcina sao convidados a visi-
tar o nosso estabelecimento.
CARTOES 0E VISITA A 9^000 A DZIA.
Em consequencia do novo genero de re-
tratos chamados carte-album, diminuimos
o preco dos antigos cartes de visita, os
quaes de hoje em dhnie ficam reduzidos
ao preco de
9#O0O
pela primeira dozia, sem que por causa
desta diminuido de preco, ueixemos de es-
oierar-ni.s no nosso ir balho, como sempre
loi nosso cottume Alm disto, continua-
mos a dar os cartes de visita em carines
de luxo, Bri.-tol, ou porcelana, dourados ou
lithograpbados para o que teios urna varie-
dade de 12 modelos, a escoiha de quem se
retratar.
13" VA GOMO PllEVENgAO.
Apezar do nosso lrbalho ser mu'to co-
nhecido nesta cidade, aonde irabalhamos a
\ anpos, com ludo julgamos de nosso de-
ver dizer hoje o seguinle :
Nos retratos fetos em nosso estabeleci-
mento emprega-se toda a cautela para of-
ferecer-se a par da belleza do trabalho, as
melhores coudices de dorag5o. Doura-
mos e fixamos os no^sos retratos sem olhar-
I mos a economas, e ltimamente para Ibes
podermos dar urna, avagem mais ampia
I e segura, contratamos com a companbia de
Bebiribe orna penna d'agua. Os nossos
cartes de de visit s2o verdadeiras photo-
graphias, que nao preciso de retoques do
pintor para Ib-- desfarcarem os defeitos, e
convidamos a quem quizer a passar sobre
elles urna esponja mol hada em.agua, ou a
deixa-los raersulbados por espaco de horas
em agua, ou em espirito de vinho : se apre-
sentarem alterado serio recebidos por nos
e pagos pelo duplo do que tiverem cus-
tado.
Continuamos a fazer retratos por todos os
, sysiemas pbolographicos al hoje conbeci-
dos em photograpbia. O nosso sortimento
de caixinbas, quadros, passe-par-tuts, e
i joias de ouro para a collocac5o de retratos
o mais completo, variado e abundante que
existe nesta cidade.
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Joaquim Jos (jonoalves
Beltrfio
RUAOOTSiPICKE S. 17 V AWDAR)
/
Atteac&o.
X. 2> Roa do vrameitto N, 25
Di'posiio do tainancos e ciliado nacional da fa-
brica da rua do Jardlm u. 19, de Jo.- Victiult Go-
diobo, Udiodo deoosilo como ua lubrica se.ipri.ibp-
lam todas as porrdVs de raleado o n'aia barato
po!- piiaspara os calcados ja bem acreditados pt*k>
i graodo numero de tregeles que daqui se for-
necem.
I* -Rua do Cabqgn. S A
Ag Acaba de chigar a este estabelecimento um esplendido sortimento de
joias do ultimo goatn, perfeic5o artistica e^modeos enteiramente novos; como
segoem: adereces com rubim, esmeraldas e perolas finas, pulceiras, broches
para retrato, aunis, botoes de punho, brincos e cassoieus com letras, etc.
etc., etc. Salvas de-pratado Porto, faqueiros, paliteiros, caln de mesa t
frucleiras, cojos pro]os slo incompetiveis, pois que os propri recetiendo seus artfgos. directamente da Europa, podem servir vantajosameula
aos seas fregiiezes. Cempram-se 6rilhaQts pedras finas, uroe prata, page
se bdm, tambem se i icombem de fazer coocertos.
Aluga-ie o sitio da Aurora, nos Mcmedius,
oode (o a capetlioba, cojo sitio tem olaria, doos
f pisto para vacca de lene, casa de
vivruda, e bastante grande, tendo proporrdfls
para plantacfes ; qaem pretender dirija se ao raes-
mo sitio que acbara' com qoem tratar.
Ama escrava
Paga se jionloalmpote tSi pelo alugael mensal
de urna serava que saiba bem engommar, eoslnhar
e fater o mais sertlco de ama casa composta upi-
camenie de urna seuhora estraogeira a tratar na
rua da Seotalla-Veiua o. 22 primeiro andar.
Sacca por lodos os paquetes sobre o Banco
lo Mintao em Braga, sobre os guiles luga-
em Portugal,
aber:
Lisboa.
Porto.
Valenca.
Gui maraes.
Coimbra.
i Chaves.
Vilfa-etoCoii'ie.
ArcosdH^^V'i.
Vianna do Castello.
Ponte do Lima.
Villa KraL
ViHa-Jiova de Fameilcat.
Lamego.
Lugos.
Covilbia.
Vassal (Valpassos.)
Miraodella.
Beja.
Rarceilos.
COBOS
MARTIMOS
CONTRA FOGO.
A companhia fndemoisadora, estabeleci-
la nesta praca, toma seguros martimos so-
bre navios e sena carregamentos, e contra
ogo em edificios, mercadorias emobilias:
na rua do Vigario n. 4, pavimento terreo
Trocam se
as notas do banco do Brasil e das canas fllla'w-
doto descont multo raaoavel, oa praca da Inde,
o ndencla o. 2.
Aloga-se a metade de casa para punca fa-
milia na roa das Crwas o. 23.
MIMCA
Lectooa-se a solfejo e a'tocar vario
instromeoios daadoae as licdes parttro-
lares em snas propria- casas, das 5 ho-
| ras da larde at as 9 hons da noite : a
ES tratar oa rua Augusta o. 30 oa nesta ty
I pnyraphia.
atManwig mmmm*
O t>a>i.j asugBMM fat publico que & Sf. Li-
^auro Prestdto d Carvaino desde o dia 3p de se-
ter.bro foi exooerado do logar que oceapav* de
raixelrrj de so* casa commer'ial.
Recife, 18 de oaiobro de 1867
Jos* Augusto de Araujo.


y
tari e permiBimeo exla felra 18 de Onuhre
ATTE
N. 2 D "^ N.2D,
HP** l!OBC\0 1E OUBO. *46S
A lojan. 2 D intitulada Corado de Ooro na roa do Cabogi,achase d'ora em diaote otreroceD
lo ao respeittvel poblico eom especialldade as pessoas que booram a moda os objectos do oltimo gof
Id 'a pars) per menos 10 por ceolo do que em ouira qoalqaer parte, garantindo se a qualidade e a so
N (Trespeitavel publico avallando o desejo que deva ter o propietario de um novo estatwlecimeo-
10 cine aaer progresso em sen negocie deve chegar immediatameote ao curasao de ouro a coroprai
aneis cora perteitos bnlhantee, esmeraldas, rubios e perola ; verdadeiras e* agarras, oderoas Pel
diminuto preco de 10#, brincos modernos de ouro e coral para menina pelo preco de 3*. maracas de
orTta cora cabos de marflm e madreperola obra de moderno oslo (o que o encootrarao no coragcid.
ouro) vouas de ouro com a competente cruslnba ricamente eofeitada pelo pequeo preco de 12*.brw.
2Ssdeum trabalho perfeito por um mdico preco, cassoletas, traneaJws paloe.ras Ut r* re-
ncos e cairos modelos todo de alto gosto, aneis proprios para buur cabello e firma, dito para, casa-
SeS no artio roseta tem o Corac> de Ouro um completo e bem taado sortimento de diversos
. ..-______k:.. .....1iil,i >.kn acl. imruirtantA la pelo
\S
rosTara^e^Tacrmd^dVpe^ <>' obras de brabantes
multo costo crasinnas de rubios, esmeraldas, perolas o bnlhaotes, aneis com letras, cacoletas de
m^wn^^^^n^xnia (a inglea) brincos de franja, ditos a imperatme toda e qual-
Si* tola Ja?asSoVr ?etr..ose obras de cabello, e uniros muitos objectos qne os preteodeotes en
Zir r& KSl que se cooserva com toda a amabilidad*, aos NM d. Muri-
se de aqol mencionar precos de certos ob ectos porque (desculpera a maneira de fallar) *1d-se
oreco talvex alguero faca mao juno da obra, por ser lio diminuta qnaolia a vista do seo
"^ torn^raa Ma cm^-se troca-se ouro, prata e pedras preciosas,e tambera recbese cencer-
ros, por menos dVSe era oouaqaalqoer parte', e dao-se obras a amostra cora penor, conservando-s,
e*ra&1q^r7e^ de Ouro nio se podera* engaar com casa poH
nota senaSUS coraCio "endurado pintado le araarello, qo- *" "
rotulo (isto se adverte em conseqoeocia de terem ja' algumas pessoas engaado com ootra casa.

Que um elegante estojo para viagem
CONTEXDO:
!20 cadernos de papel branco, pautado, beira dourada, marcado com as ioiciies do
prador.
2100 envelopes braacos.
3*100 peoas de ac (ratrea langa).
V1 cana toreias de gomma.
6*1 tloteiro de vfdro com tampa de meta!.
6*i aneiro dem dem.
7| pao de lacre.
8*-i caivete de doas folbas.
9*2 lapis.
lO*2 eanttas.
cora-


Todos estes objectos reunidos.
dentro de orna bonita caia. feta para este 6m, costara apenas
RS. 60000
un asi* mmu
_gk UBHt
Ra larga do Rosario d. 37
Continua-se a aluRar-se cspa?osas salas e quartos mobiliarios, recebem-se pencioms-
las para servirem-se comedorias com asseio. e leva-se tambem ao duuiiaUo.
Ha para vender conse utivamente de noile,
hora verdaeiro e fino chocolate espauuol.
excellente e variado sorvete, e a toda
Na roa do Aoollo n. So, armazem de
assucar, precisa-se de urna cosiatieira vre
ou escrava.
ata qne me apresentou, e wwo, mmujusuiu u i es,er|,na,i moedas de y*
aixo assigoad > ja por veres tem querno pagar,\ g^ ,qj e j^ rjraMleiras
no prnv* com testerouohis, a riaienla qnaniia ^ r|ixa< flua,.s dU Banco i
12ft750 e na 195710. como o dito Sr. Aleada ,:aje|a dl) ReClfe t 58j ja
O abiixo assignad leod ) neste Utario n.237,
o an-uncio em que o Sr. Luiz Ferrilra de Aimelda
fai ver ao publico, qu co nao Ihe quero pagar a
conta qne me apresentuu, Mso, porquauto o
aba
com
de
cebra : querco o me>mo seah.r receb-r silla
qnantia de l47a0, esta prompto a pagar a qual-
quer bora, pii* ti que Itu: dve Rccife, 16 de
utobro de 1867.
Cwsfo.lio Jos de Ohceira.
Na ra do Cabog. lja n, 3, pracisa- nma pessoa qm enteula bem d^ ar.um e de hor-
ta. e que alm disto tenha boa conducta : quera
estiver nastas condiciVs. oirga-se a' meMi^a luja.
Aligare
o arr-azera n. 5 da traversa do Carioca no caes do
(timos : a traUr com GuilOerme >riie, na ra da
(uiperatriz o. 75.
Compro m -se
com premio maedas de ouro e de prata nacleoap?
e estrangeiras : na ra d^ Cadt-ia do Kecife n. 16
arroaiem de Adriano, C-t-tro & C.
GmpraTe por mais do que em ouira qual
qu-r parle, prata brasilera e eslrangena, libra
esterlinas, moedas de 9 e 16$ poriugue7s, d
e .ie trocara sedula
Oo.RraMl : ua ra da
de aiuie))._________
'"Compra-se urna e>cr4va sadu nuo cuznhe e
eogomme : na rus da P Moedas de ouro.
Nacinoaes e estranijeiras assicc como libra?
esterlinas : campram-se na roa do Crespo n. 16,
pnmeiro aodar. __________________
Vo armazem d^jandat
ban s' uelho,rua do Que
madu n 19
Boa e barato
Lansinhas Poil de Ctvre a i<5 ocovado,
Mada julo iifeatado a 8 a peca.
Gambrata de cores matisadas Qissimas a
800 a vara.
dem brancas trat "^rentes fioas de 4,
5J000, fia, 7$, 85 e tiooo a peca com i0
jardas.
dem branca tapada de 80 e 90 a peca
com 42 jardas.
dem branca francez; minio larga a 96 a
pe^a com 8 varas.
Balftes de 35 e 40 arcos nesgados para
senboras, a 4500. >
dem de mursulina nesgados a 50.
dem de crochet a !
dem de mursalina para meninas a 30 e
:)05oo.
Saias bordadas a 50.
ilambraias admascadas para cortinado
120 a peca com 2o vaias.
dem para forro a 3 a peca com 10 jar-
das.
Cambraia de linho muito fina de 60 e 90 |
vara.
Madapoloes tinos de 50, 70, 80, 90,100,
110 e 120 a peca.
Platilha de algodSo superior fazenda pars
satas a 30200 a peca com lo varas.
Cobertas de chitas ramagem 20oo
Lences de hambnrgD fino a 20400.
dem de bramante muito fino a 30200.
Pannos adamascados para cobrir mesa a
10500.
Gnardanapos de linho adamascados a 40
a duzia.
Atualbado adamascado com 7 1/2 palmos
de largura a 20 a vara.
dem adamascado de linho com 7 1/2 pal-
mos de largura a 30 a vara.
Algodao enfestado com a mesma largura
a 10loo a vara.
dem trancado dealgodSo a 10600 a vara.
Toalhas alcochoadas de linho lisas a llj
a duzia.
dem de algodao felpudas a 130 e 140
a duzia.
Colchas de fustao a 60.
Lencos de cambraia braucos finos a 10800,
20 e 20.*>oo a duzia.
Leocos de cassa fimssimos a 30200 e
3060 a duzia.
Fil de linho liso a 8oo a vara.
dem com salpicus a 10ooo a var
Grosdenaples preto bom a I0oo, 20 e
2(5^00 o covado.
Murantique preto superior a 208o o co-
vado.
Flanella de todas as cores a 800 rs. o co-
vado.
Tarlatana de todas as cores a 8oo rs, a
vara.
Bramante de linho com 10 palmos de lar-
gura a 205oo a vara.
dem de linho com 5 palmos a 102oo
*ara.
dem de linho com 3 1/2 palmos a 8o a
'-ara.
Riquissimos basquins a 250000.
Ffrica e fundigo debronzt
e antros m%tms* Goldeireiro,
tai&Giro, e funileiro, situada
na Soleaaae> iua do Frin-
ci,e n 3, e com deposito na
tur Nova n 38, da cidade
do iecife
DE
' BRAGA &SAMPAIO
Fabricam-se nesle importante esiabeleci-
mento todas as obras concernenUs as artes
respectivas como sejam:
Alambiques de todos os tamanhos em
feitios, os mu acreditados apareihos de
Derosne com as dimerjces delicadas dos
fabricados em Franca.
Fabricam-se avulsas quaesquer pecas des-
aparea s, como sejam o dilata lor, ratflca-
dor e condensador, ou e-quema garatas,
resfriador, serpentinas interiores.
Loja do Gallo Vigilante
DE
fin i maraes A Freitas
RA Dt) CRESPO N. 7.
Os proprielarios oeste bem coobecido es-
Fabricam-se bombas de todas as dimen- tabeleciment tendo em vistas a boa vontade
coes e qualidades, pelo systema francez ou com que t da generosa pupu'ago desta hel-
americano, simples, de pies>ao, repuso, e le cidade concorre com a sua coadjovaco
com etpeciaiidade a estanca ros! assim -dp para o basar de prendas que costumam es-
nommadas pelo enorme volume de agua tabelecer no dia da commemorac/o do anni-
que absorvem calculada em 100 pipas pur versarlo do Hospital Portuguez de Benefi-
hora, edasquaes algumas eslo promptasa cenca, cojo producto applicado a bem
serem experimentadas.
Existem bombas por este systema, me-
nores, para regar sitios, garanttndo-se nao
s sua duracao como a grande quantidade
de agua que fomecem pelo uue s3o cons de-
radas hoje as primeiras bombas conhecidas.
Todas as mis obras se fabricana vonta-
de dos freguezes e a seu capricho.
Exii-teru sempre promptos no deposito In-
dicado na ra Nova n. 38, um completosor-
limento de obras solidas, bem construidas e
a precos rsoaveis, como sao alambiques,
serpentinas, taxos, passadeiras, repartide-
ras, escumadeiras, cocos, candeias, e muitos
outros uteucUios preprios para engenhos,
como sejam mancaes de bronze, parafuzos
para rodas de agua e outres.
Caviluas, machos para lemes, pregos de
todos os tamanhos e para o forro de cobre
de navios.
Aprompta-se ludo qnanlo diz respeito as
obras de lato torneadas e polidas com toda
apereicSo.
Vlvulas para tanques de banho, torneiras
de todos OS tamanhos e quaiidadae, asuim
ouurt todos os ornamentos para militares,
boles para farda, apareihos para barretina,
nmeros, espheras, espadas, cornetas, alam-
padas turbulos, caldeiriohas, navetas, almo-
farizes, perfumadores.
Obras da folhas de flaodres de todas as
qualidades, bahs, bacas, bules e outros^
utettcilios domsticos.
Lampis para gaz para engeahos, folha
de flandrtB em caixas, folhas de cobre e la-
to, tubos de chumbo para encanamentos de
todas as dimencdes, folnas de ziuco, estanho
em barras e vergu'mba, lancees e barras de
chumbo, vidros fiuos pra espelhos, de co-
res, bordados, e opacos, e outros para vi-
dracas, diamantes para cortar vidros, cadi-
nhos ordirarios e de patente, atea para mol-
dar, folies para ferreiro lavatorios com ba-
cas e jarros, trra podre e outros nmeros
o jeclos proprio de taes estabelecimeuios.
Sendo todas as obras inspeccionadas
Compra-fe ouro e praia
na nraca da Indeoec,rr:J >.
ara
Si.
obras velbas
Quer-se.
Um senhora de Idade pa'a aiuiar ao ser-lgoe
servir de companhia eoi nma casa de pouca fami-
lia, ra>*di. lameoto que se girante dar a quetn e>iiver ne^tas
circum>tHncias : oa roa dj Jardira o. 14.
Alunase ora sitio na Bovoaco do Barro com
bastaotes arvoreos fructifrrus : na roa (la
n. 47.
I'raia
UompiMui-sc escravos
Silvino Ginlherme de (Jarros, comura, vende e
roca effectivamente escravos de ambos os sexof
de todas as uladet : a' ra do Imperador n. 79,
-rceiro andar.
-pra-se um carro da alfmdega, em bom
elado : na taberna do travessa do Carioca n. 2,
caes do Ramos. '
Maior vanta^em
O corafao de ouro rus do Cabug n. 4 D, offere-
CH-se eoi compra d-i* moeda* lo ouro e i r*ia.
Assim como outras muitas fazendas qw \ feitas sob a direceo do socio administrador,
se veude por menos que em ouira qualquei I Jos Baptista Braga o qual se ai ha de novo
parte, e d-se amostras de tudo, especialmente incumbido da gerencia ne tao
' imponante estabelecimente, isso urna ga-
ranth) pe'a sua longa pratica, que tem os se
nhoies fregueses de que srrao servid -s a
contento, com promptioSo e preco o mmo-
do, peloqueos propiietarios lhe sero agra-
decidos.
Miudezas baratas,
tina \ova u. 8.
de cores, em caitrah;>* de orna duzia
16
Uteuco
NOEUAS
de o aro e prata
A f>aipram-se rooedas de ouro nacionaes eestran-
Pede-se ao Sr. fii.do saoto padroeiro da pro- geira?, bem como pata<"5as dos diversos conhos :
viniia. qaeira laocar snas vistas para um cano de em casa de Adarason, Howie & C, roa do Trapi-
esRoto que se fe em oro sobrado da rna-qne nao ebe-novu n. 40.
feia, pus a< aguas ppiridas que? correm para a
rna prodnz um eftto lernvel xo alphato dos mo-
radores da m--"na ra, e uro lamacal que prohibe
a passagem at dos conenrreotas da entrada de
ferro de Ap-pocos.
VENK-SE
Mctores americanos para doos cavallos.
Dito dito para qualro cavallos.
M.-iciiina- para 18, O 30,36 e 40 ?erras.
Prendas para enfardar algodao fazendo os sac-
eos com 6 palmos de imprmenlo com o peso dt
150 e 200 libras, viadas ltimamente da Americi
no arma?em de Henry Forcter 4 C, no cats Pe
dro II ii. 2 junto ao Calimete Portuguez.
Vende-.se nm barr: de a* eom tuperior vi-
nho do P. rto por preco cummodo ; no pateo de "
Pedro n. 24.________________________________,
us foguistas
Vende.m-se qnatro arrol.as de limage de ferro
batido : oa roa du Brom n. 61.
Vinh" puro
Chegaram barra de qu oto com puro vinho do
Dooro, tiaraiiliodo se qae uao tem coofeigao algu-
ma a ezepgo de um bd-adinho de agurdente
que ine butaram para pider resistir a vUgem,
oeste genero e o melhor jue tem vindo ao mer-
cado e moito proprio pan. asar oas horas de o-
raida e ve*>de-se por preg) era coota : na loja e
armazem do Pavo ra da Iraperalriz n. 60, de
Gama & Silva._________________
^ ..
tmenlo
Vende-se cimento Portisnd no armazem de
Vic?nte Ftrreira da Co>la & Filbo, ra da Madre
de Oe ARaOZ D: CASCA
:>
i
rata
Compra-se nacional ou estrangeira com maior
premio de qne em outra qu'J iquer parte : na pra-
Ciablnete Portugas de Leltura
em Pe.-natnbuco
De ordem da directora, para conhecimente dos 5^IodePeDdt,nfU._D- "
Sr*. socios e de ponforroidade com o que determi-l finrA A nrfttfl
a o art 66 oos'^staiotos, se faz publico que asi VUIV/ o }M aii.
ses5es ordioarids da m-s-n i, tero lu^ar todas as' M >edas de ooro e prata estrangeira enacionaes
quiotas-feira< a 6 l|2 hor SecreUria da directora 17 de ootubro ile 1867. i ves ao Arco de No V. Ferreira Chaves Jomor ponte do Renfe, sim romo ooro e prata em obras
t* .'ecretario. { veiha", bri'hantes e diamantes, pagando melhor do
que em outra qnalqoer pai te. _____________
Vendase em saceos grandes
piche do Cunha.
a 450O : oo ira-
,4 ttenco.
VeDde se urna mulata, a qu-l
coztoba e lava com perfeico : a
Cruz n. 22, botica fcance'a.
engomma, cose,
tratar na roa da
Cocfrarfa de H. Benedicto
O abano assigoado, presirtenie da conlrai la de
Comp'ani-se 5u a<:co da
. oedicto dalgreja convenio de S^oto Antouto na ra do Trapiche Novo n. 26 em
esta ciarte do Recite, provincia de P-roambucj, Manoei Duarte Rodrigues.
I
de .
faz publico que lera' lugar a fe-lividade do seo
padroeiro oo dia 20 do correnle, com vespera, fe-
ta e prociso a tarde, a qual percorrera' as se-
gaiules ras, a saber : S. Fnucisco, Cruzes, Ca-
bana, Nova, Flores, CirobtJa, Carmo, S. Pedro,
Aguas verles, Mariyn ., Autio-l*, lujperia', Terg->,
D.reita, LivrameBlo, Penba, Praia, Raogel e Quei-
mado, (se tirar em as pedras qoe eaistem no mnlo
dest<). do t.oolrario aegue Direita, becco di S. Pe-
dro, Risano estrena, Collegio e l.jjpHradox, e dah
reejlber-se ba, e cepos dagnella o Te-Deum.
Unz Hrjga.
Eu aruno assigoaila ileciaro >o respeitavel
publico para qoe tenha o devido effeito, que pessoa
algoma nao poder' fazer ou tratar r m meu ma-
rido o Sr. J. Gomes de Souza, me^tre pedralro,
negocio de qualiaade alguma sobre os teus sitos
a saber : orna casa terrea naCapunga, na segun-
da estrada que val Andar se na beira do rio, e ou-
tra oo Campo-verde, roa do Cisco, sera o meo con-
eotimeoto oo assigoata a do men ounbo, Qcando
4sde ja todos os negocios sera effeito, e os qoe
forera seo o meo eooseotimento c uno cima de
elf o, de venda, reoda. bypotleca oo doaco.
Mina Paes Ramo Chaves.
Saques
Joaqoim J GooqiIvms B^ltro saca obre Lis-
boa e Porto : ra do Trapiche n. 17.
caixa hai
casa de
Moedas de prata
narienaes, assim como patacoes porluguezes e
heapannes, compram-se com premio : oa ra do
Crespo n. 16, pnmeiro andar.
COMPRAS
CompraB-s Diarios par embrulho, pagase
bem; na roa Nova o. & ____^___
Bvfdaijtfc >rata : oa rui Nora o. 31, loja.
VENDAS
Vinho superier em caias de nma dozia e
tem para vender Antonio Loiz de Oliveira Azeve-
do & C, no >eo escriptorlo ra da Crol o. 37.
Vendem-se folhas de ferro para lelha-
dos, por metade de seu valor, por terem
um toque de avaria : na ra do Apollo n.
2o.
iicao.
Na ra da Cadeia do Fecife n. SS, i* andar,
vende se viuho Santa Bu llilom e Uixmoerlan ve-
Ibo do aooo de 1860.
Garntese a qoalidade. ______
Rosetas
a Uo0 Brincos a balo de coresdoia a 1^600.
Grampas cora cab-ga de viiruduzia a ICO rs.
Agulhet de metal, sori'dosduzia 4'iO rs.
U'tos de raadtira, piulad-iluza 240 rs.
B'tos de mi'e'iiuha dourado:^ para puobo du-
zi de pares (900.
Ditos de cnaoieut-rola para camisarosa 5l0 r-.
Ditos e ag i pata cal?a a grosa 2iO rs.
Libras de'linha, priuieira qualidade em novel-
Ios, sonido, a 25500.
Libras de dit, segunda qoalidade, em novellos
sortulos >;(e t ,5500.
Caixas de dita can 50 ncvellos a 640 rs.
Ditas d- dita do g.u Cota 40 novt-lios a feOO rs.
Ditas de dita de marcar a 240 r-.
Ditas de diU branca com 10 novellos grandes
a560rs. .
Duzlas de carros de linba de 100 jardas a
360 is. -Mn
Duzias de dilos de linha de 200 jardas a ISzw
Duzias de cartes de dila preta e branca a
160 rs.
Miada de Itnha de ro'i a 1E0 rs
Caixmhas cora soldados chumbo a 10 rs.
EpeltK* com moldura oonrada a 120 rs.
Pnnies de Uqq dourado pata Ci > a 500 rs.
Ditos de Uqo liso para dito a 440 rs.
Duos dinrados com floresduzia a 2fi40O rs.
Ditos de bofalos muito bons para alisarduzia
2*400. mtnn
Ditos de chifre, fazenda boadurta 1*100.
Dedaes amarello e piateadisduzia 540 rs.
Alflnetes em cartas de 14 peOt-s a liO rs.
Duzias de caixmhas de clcheles a 640 rs.
zias de candes de ditos a 600 e 900 rs.
Espoletas veruadeira-s B. B.t^ix a lO rs.
P^gas ile fita para c, larga com 10 varas a
500. rs.
daquelles que baldos de recursos, e no leito
da dor ali procurara melborar seus soffri-
meotos e aproximando-se o dia dessa gran-
diosa festa.por isso apressam-se em avisar
ao resueitavel publico do que ba de mais
moderno em seu estabelecimento, alm dos
quaes tem variedade de outros, que a serem
para um fm t2<> justo os venderam por pre-
cos mu i rasoaveis.
Riquissimas caixas com msica cometido
o Decessario para costura, proprias para um
delicado presente.
Riquissimos livrinhos com capas de tar-
taruga para missa.
Riquissimo lbum com capa de tartaruga.
Porta jotas, dedae^ e relogios e neste gos-
to urna ininidade de objectos.
Vasos, carangas e paliteiros de porcelana.
Bi ecas qoe cbamam papai e mami.
Finissimos lencos de cambraias de linho
meo disticos.
Caixinhas com perfumaras.
Bengalas de canoa com lindos castoes de
marfim.
Riqoiaoimoo cufr.Hes, COU COqUOS 6 Sem
elle inteiramente n vida^ie e ultima moda.
Lindissimos cintos para senboras.
Pivellaslindas de m.itogosto.
Lindo port-bouquet com cabo de madre-
perola proprios para casamentes e bailes.
Riquissimos leques de madreperola.
Lindos leques de sndalos para senhora.
Ditos de sndalos para meninas.
Ditos de sndalo tendo no centro um qua-
dro de seda, nliima moda.
Leques de faias muito lindos.
Ditos de ossos.
Lin os peotes de tartaruga, massa e outras
muitas qualidades.
Luvas deiouvin. inteiramente novas, bran-
cas, pretas e de cores.
Ditas de seda.
Meias de seda e algodSo.
Lindas trancas pretas e de cores c"-mve-
dilrbo e sem -lie, assim como lindissimas
ijoarnicoes para enfeitar basquines e botes
para os mesmos.
Lindos iudispensaveis para meninas das
escolas.
Rengallinhas para meninos.
Suspensorios para meninos.
Lindas touquinhas e sapatinbos ricamen-
te enteitados proprios para bapt*ados.
Meias de seda para o mesrao hra.
Muito boas esco>as para dentes, chapos-
roupa, cabellos, unhas e para limpar pentes.
Superior linbas para crochet.
Agu has para o mesmo hm.
Lindos agulheiros e dedaes de madrepe-
rla e marrim, assim como de metal.
Lindas guaruices de botes, tespara oole
pun.os e cole.i niht s.
Ricas capellas para noiv;is.
Meias de seda para senboras.
Superiores thesouras para unhas. costura
e cortar cabello, etc., etc.
Suspensorios de seda para bomem-
Dilos de algodao para bomem e meninos.
Finas adereces pretos para Grande soriimentu oe finas perfumarias
ilos melhores fabricantes al hoje conhe-
cidos.
Grande sot tmenlo de litas de todas as
qualidades.
E muitos outros objectos que impossivel
seria me^ciona-los e que se encentrarlo na
loja do Vigilante, ra do Crespo n. 7.
Rival sem segundo.
Ra* do tacImano a. 4S.
Quer acabar cmi as fazendat abaiit
eicifliradas.
Queiram tir ver qae bn e barauiaw.
Toalhas de labynotho eom bico, fazen-
da boa a ............. 300O
Carretel* de liaba com 400 jardas a
Grvalas pretas e de cores moito finas a 500
Cana* de obreias de massa moito novu i 40
entradores para espartilno de eordao
fita i............... CO
Carretas de linha Aleaandre eom 400 lar-
tes ............... *
jabonetes muito finos a 60, 100, 200 e 320
Ditos de bolla muito finos a 2*0 e 3%
Miadas de lioba froxa para bi rilar a .
Varas de eordao para e.-parttho a 20
entes volteados para regacar cabello de
roeniras ............ MO
fraseos oa macaca' oieo moil Uao, a .
Abotoadnras moito Unas pira coMeies a .
Candes de hoba branca e de cores i .
Libra de ?ra preta soperior a..... iv
'eeovas par* lato, fazenda boa, .... 60b
Varas de franja branca de lindo para
unlua a.............. 100
Pejas d bico estrello com JO varas moito
bonito a..............IO0O
Varas de papafioa de diffeientes larga-
ras a 120,160 e.......... JK>
iias de palito balo a........ 40
Calas de palitos de segur anea sem en
ch.fre a.........|. 40
S.bonetes de familia a 100, 160 e ... ttO
Grosas- de boles de madreperola para
camisa a............. 80b
Csrtilba de dootrina ebristaa a 3*0
Latas com soperior banha a V
Qoadernos de papel peiroeno superior a
Du/ia de baralbos francezes soperior 1Wff>
Gruta de pbospboros muito sopertores !# 00
('. Ds a retamo d% mesmos..... 10
Caixas de phospboros de veillsba eonteodo
800 velliBhas moito soperlores UO
Re-roas oe papel airaaco moilo soperior SJOO
Resmas de papel pautado sotN-rior qoali-
dade ............ : 300
Dotias de meias para bomem.....?800
Duzias de meias croas muito superiores 4f0o0
m&zmwm mmmzmmm
Grande nmazem de tin-
B tas medicamentos etc.
Roa do imperador a. 22.
pbarma-
Prodactos chimico8 e
medicina.
Tintas para todo o genero de pin-
tura e para tinturara.
Productos indostriaes e tintas
m para flores, como botoes de flrtres
M e modelos em gesso para imitar
3b fructas e passaros com o compe-
m tente desenho.
'Hk Productos chimicos e indostriaes
3* para photographia, tinlnraria, piri-
tur-a, pyrotecnia etc.
Montado em grande escala e snp-
pridn directamente de Paris, Loo-
dres, Hamtrargo, Anvers e Lisboa
pode offerecer productos de plena
contianca e satisfa&jr qnalqoer en-
commenda a grosso trato e a reta-
lho e por preco commodo.

m
GR0E BfZftR
RA NOVAN". --0 B ti
Machinas para descarocar algodSo. dome
Ihor autor que tem apparecido oa America*
E' tal a exi'.cucao do m ichinismn. quo o al-
godSo sahe quasi tao perfeito como o de bu-
landeira. Recommenda-se a attenco "dos
Srs. agricultores, estas machinas.
Ditas de fita re seda n. 4 com 8 varas a 460 rs. uiesraa nao paga.
TRRAS A VfcMh.
D. Senborinba Germana do Espirito Sanio tero
resolvido vender seo sitio oo Arraial, t Id plao
lado de arvores de fructo de diversas uaandades,
tendo rio, s esta* a' venda em lotes a' vontade dos
.i.mpradore?, para o que ja' se acham abortas duas
o,ras. as pessoas que eocommeodaratp terrenos
uueiram apparerer, afim de acertarem onde de-
ven tomar. Oulrosim fai teu-lroeote scieote a's
pessoas |ae compraram Ierras em Anoa-fria,
fropriedade da mesma, que 'ora em duote vende
os terrenos, qoe separaran desde o anno passado,
e at o presente nao tiraram suas escrioluras,
mesrao estando ditos terrenos beneficiados, e a
Sal do Ass
Chegou afinal
A pomada galopean
para cora rpida e completa dos callos daros.
VINDR-SB NA
Bdlica e rogarla
DI
BarAholomea *.
34Roa larga do Rosarii34
Atten^o
Cal, e Lisboa nova, a ultima ebegada.
Men. trio.
Loona da Rossia.
Cabos de liobo.
Linbas.
Vinho do porto em barris de 10* e em garrafa
P Kphoro* >le seftoraoca.
Na roa do Vigano n. 19, primeiro andar.
Vndese um carro de alfmdega. novo : na
rna doBrom a. 61.
Calcado barato
Borreguios de pellica para nim^n* a lf.
Dito de bezerro para dito a 6^.
Dito de seobora a 4*.
Dilo de menir a a i
Na praca d'a lodepeodeoeia o. 37 e 39.
A borda da escuna ileorqmna:
Tasso Irmo
a tratar com
Queijos de prato
de eicelleoie qualidade, enegados pelo ollimo
vapor: veade-se barato, oa ra da Cidea do Re-
clfe o. 60.
Veodesa por prej commodo um escravo de
40 amos, boa ligara, robusto, e proprio para
qoalqaer servico : a tratar oa travessa do Carioca
n. i, :aes do Ramos. ____^..
Carnauba
Vende-'e cera de cari auna em saceos, sendo de
soperior qualidade : na loja do Pavao la da Im-
peratrli o. 60, de Gama & Silva.
Fundwo da Aurora
Taitas de ferro cnado, bom sortlmeot e quali-
dade mprior_______________________
Veiide-se
sacos coro farinha de tiandiuca, pelo baratiss tao
pre?) de 3200, assim romoootras d>melH>r qoa-
lidade, qne avista do trtco os pretendeotes no
daixaro de comprar ; ao Porte do Mattns, tript-
cite Bario do Llmenlo n. 15.
Cadaco branco para sfliouiasp-?a 30 rs.
La de todas as cores para bordarlibra rj#500.
Pecas com 10 varas de Ubyrioto fino, soiti-
roenlo e.vlreilo a 1300.
Phospboros de cera em caixinhas -duna db rs.
Ditos de pao encerado sem chelro duzia de ca-
jinhas 360 rs.
Cartilhas da doulrioa chrlsta a 320 rs.
Ubrelas de cjlla em calimbasduiia 320 e
500 rs.
Sabonttes finos para raaosduiia 800 e 1 000.
Pacas e garlos,cabo le osso-duna 25500.
Pivellas para cintos, pnlseiras, perfumaras de
todas as qualidades, trancas, meias, etc., etc.,
tado o mais que sea tendele ao sorumento de
niiodeza?, ferragtus, quinqutlharias e candieiros a
gal.
Ra .Nova n. 38.
Garaote-se siocertdade e baraten nos precos.
Hecife, 8 de outobro de 1867.
Feija rnaito novo a 5s saco
Nj armazem do caes 22 de N -vembro n. M.,;
Lphcos e froohas d lahyriniho
Chegarm a rna do Crespo b. 8, esqoioa qne
volta para S. Fraoci>co sope lores e lipdissimos
ler.c, s de labyrmlho, assim eomo lindas fronhas
proprias para noiva que se vendem por menos do
que em ootra qualquer part ________
Vende-se na loja la p**a<;a
lodepcnitrnela n 39.
Capella> roortuarias para serem enllocadas em
tumbas, catacumbas e sepultura? no cemiterio pu-
blico bara o dia 2 de novembro (finados) das ee-
criicSes segniotes :
Mea pai.
simba iri.
Meu esposo:
Minha esposa.
Meo rilho.
Mioha lliha.
Saodades.
Urna lagrima.
Aawade.
Mea amigo.
Meo irmo.
Mmha irma.
Na mesma ioja lambem tem
marmore obra prima.
capellas de pedra
Vande-se on alagase um grande sitio no
alto da bdeira do Barro, fregnezia dos Alegados,
o qoal tem duas moradas de casas e mullas froc-
teiras, cuoih sejam jaqaeiras, roanguetras, coqnei-
res,cajoeiros e entras, e malta trra para planta-
gao : a tratar oa ra da Sen7ala vclha n 84.
(al de Lisboa
o barril: a
Cal de Lisboa aova a 4*
Apollo o. 4.
ral do
aLMANACH
ni
Ll)S0BR4MLtlKf\
Para 186K.
POR CAST1LH0.
Vende-se na livraria Econmica defronte do arco
de Sanio Amento. -
""FanEa de mandioca
igual a a Moriheca, tem para vender no
seuescrplorio Joaquim J->s Goncalvos Bel-
tro : ra do Trapbic u. 17.
Vende-se
Ctaco casas de laipa em chao proprio, e 330 pal-
roo< de ierra a relalbo oo por taieir, na'estrada
de ferro de Apiuocos: a tratar na preota juoto a
compauhta Peronsibacana.
Vende-se
' Um cabriole! desciberto novamente forrado e
pintado eom amios inteiramente novos, bera co-
mo ara bom cavallo de carro : ua cocheira di roa
dt Roda o. 58. _____________
- Vende-se ama escrava parda de idade 22
annas ponco mais ou menos, cosioba, eniromma e
pre>ta todo o servio d. mesiico .om diligencia e
prrmplidio : na ros da Palma jont) ao o. 3.
VihcTde pum uva sem
composico
Chegaram aigoos barri< desle delicioso inbo e
veade-se nicamente na ru da Cadeia do R-cife,
armatenrde Ferretr A Mathen, ena ruado Amo-
rim n. BO, armatero de Joiquiro Francisco di Silva
Jooior. __
Atteuja
Vende-se a taberna da roa Direita 0.1S7, pro-
inrlanara qaalqoer prloeipiante por ter pono>
| fondos, por o dono querer retirar-se para fota :
i tiau-se na meta.
Vende-e um terreno em Cacbanga' coro
frente para a estrada qoe segu para a Vanea (eo-
,nhecida por estrada d'agoa frrea) cojo terreno
tem 90 palmos de frente e 50 de fondo a tratar
na roa do Aroonm n. 37. armazem.
Vende se nma machina a vapor de forea de
seis eavallos, de perfella eonstrnegao, coro toda e
ferragem precisa pira mover varias machinas da
descarocar alsodo on ootro qaalqoer mibler, ten-
do a propriedade de ser fcilmente condn** por
estar montada sobre rodas. Veode se igualmente
por preco mmto barato para liquidar um motor
americano para doos cavallos coro lodos os i-erteu-
oes para oroesroo fim, orna prensa de enfardar
algodao de sysleroa moderno, e de muita forc e
alguna Wnels do 5 e 6 pipas de capacidade, pro-
prio- para destilarlo de eogenho ou dejos i
rnel : a ver e tratar na fabrica da travessa do Ca-
rioca n. 2, caes do Ramos. ^________________
_ Veode-se por preeo".romodo por carecer d
signos reparo o coter nacional Erna, que se
aeha ancoredo defronte do Caes do Ramo-_. i. ira-
ir na ra da Concordia, casa nova defroote do
sobrado o. 15, oo oa Prica de Pedro I<, Hvraria
da fn'ancia.
"TVfode-se orna taberna bem afregoerad par*
o malo, defroate da esti?ao das CincoP.jntas o.
144. O alogoel da essa barato e tem comroedos
para fieil.ii: quem pretender pode dirigir se a
me^ma, qoe aehara' o dono pan faier negocio
dinbetro on i praxo. ________________

- Vende-se orna mulata qne totinhi. la*-
engororoa. e fu todo o servido de casa, in1'
a pessoa qae qalier, procure ne:ts
que te dita' quem vende.


00
* dr. si; vi al. f
Para o tratamento eeorrrapida e completa das moleatia*ssyphHtticas, eris-e-
h rheumatismo, bobas, gota, debilidade do estomago, intommat&MCftronicas do figado
* hace, dores sciaticas, cepbalalgias, neuralgias, ulceras chronicas, hydropesias, pleurU
W&, gonorraeas chronicas e em ge al todas as molestias en que se tenuace* vista apa-
dBeav'Su do systema sanguneo.
C'onsldrrjiccs geraea
A saude om bem inapreciavel, cuja importancia e valor s est reservado ao eni
|M)0 avalia-lo.
incontestavel qoe o homem oeste mundo conitantemante, e por todos oslador
atacado p >r nma infinidade de agentes morbficos que todos tendem, dadas certas e deter-
atinadas crcumstancias, a alterar o regular exercicio das fuoccoes orgnicas, resultaobo
|*see desequilibrio o que se chama molestia.
A molestia nao raais de que a desvirtuaco das forjas vitaes, occasionada,- d,
gando as iuvnstigacoes e experiencias dos taais abalisado mestres da sciencia, pela- depra-
nfio dos Humores geraes, consequencia da accao mafcgaa desses mesmos agentes mora e
Heos introducidos no organismo pelo acto da tsplitcSe, pela- via digestiva, pelo contado
HMdiatc etc. etc. etc.
A sy;jiilis infelizmente tem sido a partilba da bumaoidade, e como fra de doli-
da que esse terrivel Proteo da medicina urna molestia hereditaria, ella tem sido obser-
vada em todas asiidaJes, e debaixo de todas as snas formas tao variadas, enfraquecendo
amiaiui.oes robustas, produzindo mutilacoes, e cortando anda em flor da idade vidas
|KCOSMS.
Eliminar da economa esses principios deleterios. e purificar amassa geral dos
tenores tem sido desde tempo immemorial o flm constante da medicina, e os purgati-
iw fituram em primeiro lugar para preeneber esse desiteratum ou fim.
O Elixir depurativo do Dr. Sevial parece merecer a preferencia sobre todos res
mensos suecessos ootidos pelo uso deste salutar agen e tanto na Allemanha. como em
?hca e talia, o tornam o companheiro inseparavel dequasi todos os doentes.
Sendo as melestias, como cima dissemos, devidas s alteraces dos humores1; o
Shxir depurativo do Dr. Sevial pode serempregado vaatajosamente na syphilis, erisy-
pelas, rbeumitismos, bobas, gota, debilidade do estomago, ioflammagoes chronicas do
9gado e baco, dores sciaticas, cephalalgias, nevralgias, ulceras chronicas, hydropesias,
aieorsias, gonorrheas chronicas etc. e em geral em todas as molestias em que se tenha
ts vista a purificac5o do systema sanguneo; pois que orna pratica constante tem feito
ver que elle indispensavel nos casos gravissimos para mioorar os soflrimentos, e pre-
parar u d'iHfiie para medicacoes superiores ; e as menos gravqs a cura a conse-
cuencia do seo aso, conveuteniemente repetido.
As substancias que entram na composicSo do Elixir depurativo do Dr. Seria
jerteocein tolas exclusivamente ao reino vegetal, e grandecathesroria das substan-
cias depurativas e antisyphih'ticas; assim, ao passo que este remedio depara o orga-
nismo, fliminando os principios nocivos saade, pelo mecanismo natural das evau-
a^oas alvmas, neutralisa ao mesmo tempo o virus syphilitico qaando este virjem.
tem feito rpc3o no exterior debaixo de suas multiplicadas formas; e previne'taui
bem os estragos desea terrivel molestia, qaando por ventara se ache ella' atada- no
taJo de eni-ubacas. isto sem se,ter manifestado sob formas exlernas: beneficio
menso, ta-ito mais quanto oeste estado os individuos igneram compieanrenwwes-
3b contaminados por este terrivel inimigo.
O sabor agradavel d'este Elixir convem a todos os estmagos, a soa aoeSO'so-
ftre o tubo intestinal suave e benigna, e de nenhuma forma produz molestias wedt-
aamentotas, como acontece ao purgante dito Le Roy, que na sua qualidade de drs-
tico forte irrita a mucosa intestinal, e consecutivamente a seroza, resultando deste es
todo, mnitas vezes, hydropesias, que qoasi sempre terminam pela morte .lo doente.
Assim pois esperamos que o uso deste remedio justifique cabalmente as nos-
s asseveracoes, porque sendo um medicamento to simples na sua composicSo. a
fratica tem confirmado sua ulilidade.
l'nlcu deposito em Pernambco
O MRO D TBNEZA
Ao regpeitavel publico peraambncano pede-se
Atengao
Hasteifa inglesa
320, 500, 800 e l s no armazem se acba vista.
Mantua franeeza
em libras 560 e 640, em barris se fara differeoca.
Banha de porco
em libras 320 e 380, em poroso se fara differeoca.
Fructas
en calda Pera, Pe< ego, Rainha Claudia, Alperxe e outras muitas 500 e 640 a lata.
Erriihas
Portuguezas 640, 'rancezas 900.
Fpmo
em latas do Para e de albaneqae, rata 15 e 15200.
firam de mllho
empacte, dita dst trra leo'e 260 a libra.
Tlaho
de Bordeaux em caixaa duzia 55, garrafa 500, dito de 85 aduzia, 800 a garrafa, dito a
! 14,5 a dozia, IfJOO a garrafa, dito do Porto a 80,420, 185, 240, caixas de dazia. assim|


MEL
Vende-se mel a iu. du Apollo d. 4.
PH\RH.Ch
DE



Na botica e drogara
di;
1
Barthotomeo Companhia.
34-RUA DO ROSARIO LARGA-34
%
*-.
:
iiiiiiiiii
s ferbeas-iaigabicas
APPROV.DU PEL ACADEMIA >B MBDICUU
DE BURIN DU BUISSON
raatauceaka, Iavtt4t til* icaeaii ie U tu*

O eminente profesor TaeDSSBiO, n* urtima edicio de seu Tratado da Thera-
pnuea iMatsna medica, recwhece que os ferruginosos simples s3o moilas
v*es inefBcazes para corar aa molestias que teem por causa o empobrec memo
ao sangue. unos medios dea mais distinctos attribuem esse mi o xito I ausencia,
o essM preparacces, do mmganese, qoe se acha no sangue, como o tem reconhecido
as ebimicM oa mais pentos. sempre intimamente unido com o farro.
E pois, prestar-se nm rdadeiro servico aos Sr" Mdicos, o obaoar-se sna atteaoo
sobre aa preparaedea seguales. *^
1 PS fcrreflS nUMPaRiriM dando "ediaumente nma agua, aeidalada,
1W re i cus IHflU|inilUB Z0M, agradavel, aubstitumdo com vantagem
eewieaia as aguas mineraes ferruginosu.
Plalas e larope de iedareto de ferro e de manganese inalteraveis
ceotendo cada ama anco cemigramoe de Udureto de ferro manganico indicad
paruealarmeme as molestias lympbatieu, escrofulosas, e as chamadas ;-
eroaaa e tuberculosas. v
tttiees de laetato de ferro e de twanese r**itadu ***>*>"**
Punas de carbonat frreo eiopiieo
aernar tus dnu preparaeoea di oa temores Multados.
0 *** d" wm deaejaado obtw a aAetlo oowpleu do publleo medico a
Ta T**2f **" l>wp<*es, preitao ate Ue as pea gratuitameMe a mu
dispostolo, dingendo-M; *
Pansa*.*., a son agente geral, Vairar t>, phvmtcMtieos, raa Ron.
2
4o
para a eatorosts, a n,-
OHa, a leacorrbea, a ame-
norrhea. A isdicaclo de
Joaquim de lmeida tinto
Ajurubeba contra o ingorgi
tamento do ftqado e do bago
Em curado alcoullco, empIaM-
tro, oleo, tintura, pillas,
larope c Tloho
A jurubeba orna das substancias medi-
cme flgoeira caada S^OOV"'wtm 1 A A Lisboa'20800/30 e 30500 aqoalidade cameotosa que pertencem ao reino vege-
nnvirta? ^l, perteoce a classe dos tnicos e desobs-
iruentes, sendo empregada com vantagem
em lata de 5 gal5es e mais pequeas a vontade do comprador, em garrafa. C0Dt a febres intermitentes acompanhadas
Alpiste
140 e: i 0 a libra, palncty sr 100 a libra.
Azelte
em garrafas a 800 e !0.
CHARUTOS
em calxa de 50 por 10, ditos Delicias, Trovadores e Parisienses em caixas de 100, ditos
da ExposicSo caixa {0, ditos de Regala caixas com 100 a 20500 e outras mnitas marcas
qoe s na presenca dos compradores.
PREZUNTOS
de I a mego em barril, ditos de Hambre o melhor que ba no mercado por prego qoe faz
admirar i!
D0CEDEG01ABA
caixes de 560 fino, ditos de 10500 qoe parece marmellada, dito em latas mnito fina
qualidade a 10200.
BOGETAS
com doce secco a 10 e 20.
QEUOS
do Alentejo em latas chegado pelo vapor Oneida, ditos Flamengos e Pratos dos mais novos
qne ha no mercado.
AZEITONAS
mercado nao temos a 10 a lata, em barris do Porto a 10 como nSo ba
de elvas como no
melhor.
Em liquidadlo.
O proprietario destes dons estabelecimen-
tos tendo moita fazeoda em ser e desojando
liquidar para vender mais barato que pos-
sivel na roa da imjeratriz lojas e armazens
da Arara, ns. 56 e 72.
Roupa feita nacional.
Vende-se calcas de casimira a 50, 60 e
80, pretas ditas.de meia casimira* a 10600
e 30, ditas de brim pardo a 10600, 25400
e 20500; ditas brancas de linhq a 30500,1
de engo gitamen o de figado e de baco. Ella
tem sido appticada-com incontestavel pro-
veito contra a anemia on cblorose, e hydro-
pbesia, catbarro da bexiga, e mesmo para
combater a mensiruacao difficil, resoltante
da mesma anemia oa cblorose.
Deposito geraes
Em Pernambuco, roa larga do Rosario
n. 10, Rio de Janeiro, pharmacia do Sr.
D..urado, Rio Grande do Sul, em casa dos
Srs, CascSo & C, Macei, pbarmacia do Sr.
Claudino, no Havre, pharmacia de Mr. Bla-
ncal, em Lisboa, na pharmacia do Sr. Feij.
umm****
^|Pharoiacla especial homeo-
pathlea do Dr. ablno O.
S i,. PIoho.
Cha de Ia sorte para oso das
? pessoas que se tratara homeopathi-
m camente.
SfJ Vende-se em pacotes de libra a
m 30200 rs.
Roa Nova n. 43.
0 cordeiro providente
Na antiga loja de miudezas a ra do Quei-
mado n. 16.
Tendo sempre eoo vista nao r >ubar o tempo aos
seas [reguezes, cao extensos anaaacios ; mas
lambem nao quereado que os mesmos fregaezes
Igourem o que de novo tem elle reeebido, por isso
resumidamente o dir': negando assim ao co-
nhfi'iniento de iodo- que a dita loja do Crdeire
Previdnate, ra do QuaUnado n. 16, recaben o se-
guirte :
Bonitas e doradoras ligas de pellica para meias,
tanto para sennoras cora > para meninas.
Laques de diversos e modernos gostos.
Pdotes com enfeiles donrados e nao dourados,
FranciscosJos SwmSBn
RUA NOVA N. 21,
acaba de receber om lindo e magnifico sor
timento de ocalos, lunetos, binculos, do 0:
timo e mais apurado gosto da Europa a occ
los de alcance para observacoes e,par *
martimos. _
Fundido $ Aurora em
Santo Amaro
Completo soriimentf de taixas batidas e fundi-
das, alambiques de todos os lmannos e fundos de
ditos, moeodis de todos os tamanbos de superior
qoalidade, erivos e.boceas de (ornaltuu o que tudc
se vende por commodo prego.______'
Vapores.
Vende-se era casa de Sanoders Brothers t G.
o largo do Corpo Santn. 11, vaporas pateUM
om todos os pertenece proprios para aier mover
es on qnatro machinas para dascarogar algodac
Parts, 36, Rqat Vlvteiine. B
CHABlWOCCINSPFiCIAl
smuuw
ras 5 e 70 rf- | re* a 50, 60, 80 e 100; pautte de meia tft C*Z* ""^e enfe,udos'moldes in,eira,neD-
Ii^m^^tj^S!^SJSh**1 a ^ 3*800 6W: l'alitots-deal-:1^^ -apelemcaiiinhas liso, pautado donra-
listas e flores usa e admascadas propnas paCa de cores e branca a 30000 e 45: palitots do e timbrado, e outros muitos objectos, qoe men-
para vestidos de senhoras a 500, 720 e 800 de brim decores a 25500 35 e 23 sern CIODa-|lls seria bastante enadonho, e qoe se ven-
rs. o covado ra da Imperatriz lojas da Ara-' de algodaosinho de linbo 15600, %L___ de em dila loia de mid'le"8 (, Cordeiro Previ-
ra, ns. 56 e 72. i 20500: ra da Imperatriz lojas 'da Arara
Ditos 160 o coyado. | ns. 6 e 72.
Vende-se ditos
em retalbos a IdO^rs. o
covado, ditos em peca a 200 rs. o covado:
retalbos de caca preta a 120 o covado: re-
dente, ra do Queimado n. 16.
-la f Itam llores,
O Cordeiro Frevideute a ra do Qaeimado a. 16
Organdis de cores a 640 rs. a vara. u' coosioterBeote nm lindo snrtimento de t-
Veode-se cassa organdis de cores a 640 Da, 9 b00llas nr,'s> por l8S0 lando teon ba.
e 720 a vara- talatana p rrps a fin r> q blliaosa Jvea "iu,ier praparar qualqner enreite de
talhosde caga decorosa 200.240. rs. o co- vara: roa da Imperatriz lojas da Arara ns! %^&%IZ^tLV%^A
AS K.NFLRItlUAI)*.S DES SEXUAES, AS 4FPIO
CfiF.s ''tlTAiVEAs-, E A -,TEHACOeS DO SANOS.
10.000 curas das im-pinotnl,
pmtulat, kerpei. tama,
(omixoet) acrimonia, aV
lereoei,eiciau* dotangu*
_ i'iim. a altcracoado astu
9- r |\ruye ve^'.lal ..-g, mercurio). rmrmUmc
FKeies BAMlos *il\t litis loatao-ie aw.
por semana, se^indo o IraetaaienU) Dnnirativ ; ~
eminrrpado im- o:.-.mi,as molestias.
Esl* XaropeOitraotoe*...'.-
de i II Altl.E. cora immedisr
Umenlerjulquerpurpaeae,
f.axagao, i debilidad*, a
igualmente os /fosos ftorat
h'unrah das mulherea. Esta injeccao bsaigna saja"
rega-*e coa o Xaroue de Cilraelo de Ferro.
Hnoisrrnidaa. Pomada qoe a, cara tNS dias>
POMAOA ANTIHERPETICA
Contra : na* afftccott cutnea t comiste.
PILULAS VEGETAES DEPURATIVAS
se av chaMe. cada fraseo val aeeosipakaia de aa
fe&kSts,
AVISO AOS Silo. MEDIC03.
^V-1^ -^WSSB^S^araiaSJSB liiirm ea*mrri%o tnisu
'wj-.-.X^v^ .^EW^^SS r'mueluckr.t trmaei
wuwu, tas .dms-ieron-
iliiut ledut a, leencia
ilo ;.i/o; ha.-1-i ao duruta
uni .-jir rrhiltta dn-ir uro|Mi D' Forcct.
Dr. nitela em Paria, mi lir<-,
A venda na pbarmacia de P. Maorer f
e C. em Pernambuco.
RGET
vado : retalhos de lasinhas a 160, 200 240 56 e 72.
Imperatriz lojas da

IIMIIII
.
Vende-se na pbarmacia de P. Maurer & C, ra Nova.
DEMUiTOGOSTO
1 Vril,) mra*Mo d9 molernos chapos e cbapelloas de seda, de fll e de palba de Italia,
Soperiorea tiras, bordadinbose entre malos birdados em cambrala tapada e transparente.
Na leja das col a moas a ra do Crcspe n. 13
DE
Antonio Gorreia de Vasconcellos & Companhia.
0V0 DEPOSITO

DE
rs. o covado: ra da
Arara ns. 56 e 72.
Brim pardo transado a 560 rs. a vara.
Vende-se brim pardo com peqneno toque
de mofo a 560, 640 rs. o covado: ra da
Imperatriz lojas os. 56 e 72.
Lazinhas a 200 o covado.
Vende-se lasinbas para vestidos de se-
nbora a 200, 240, 280, 320, 340 e 400 rs.
o covado: na roa da Imperatriz lojas da Ara-
ra o 56 e 72.
Cuitas francezas largas a 240 rs. o covado.
Vende-se chitas francezas largas a 240,
280, 320 e 400 rs. o covado: ra da Im-
peratriz lojas da Arara n. 56 e 72.
Mosambique a 400 rs. o covado.
Vende-se mosambique com palmas de se-
das para vestidos de senboras, a 400 rs. o
covado: e vareja de listas para vestidos de
senboras, a 280,320 rs. o covado.
Sedas escosseza com quadros para vestidos
de senhoras, a 280 320 rs. o covado: ra
da Imperatriz lojas da Arara ns. 56 e 72.
Arara vende as saias 3500.
Vende-, e saias bordadas para senbora a
3(55O, 40, H e 70,saia bal5o on criLOlinas
de arcos a 20, 20500 30 e 30500: roa da
Imperatriz lojas da Arara ns. 56 e 72.
As sedas da Arara 10.
Vende-se sedas de quadrinhos e com lis-
tas a 10, 10200, 10601, 10800 e 20, o no-
vado : pupi-linas de seda com palmas saltos
para senbora a 10600 e 10800, grosdenaples
de cores a 10800 e 20, dito preto a 106uO,
10800 e 20: ra da Imperatriz lojas da Ara-
ra ns. 56 e 72.
Madapolao a 40000 a peca.
Vende-se pecas de madapolao com 20 va-
ras a 45, 50, 60, 70, 80 e 100: ra da
Imperatriz loja da Arara ns. 56 e 72.
Casimira emfestada a 10 o covado.
nao faliam flores.
Para alvejar os dea tes.
O cordeiro providente a ra do Queimado o. 16
receheu do bem conQecido fabricante Joob Gov
nell & i., urna ptima qnalidade de pos para den
tes aromatisado3 com canfora qoe realmente tem
merecido tolo cunceito porque nao s alveja per-
Vende-se casimira entestada de doas lar- ,ellaDDeDte os deDles como tamben conserva-os.
rmrac o i s i <5itn a -js ,>^..j n sempre no melbur estado de perfeicao, as>im pois '
guras a 10, 15000^e 30 o covado panno fi- qUriram vir comprar ditos pos m mesma loja
no preto a lOtrUU, 20, 20900; 30 e 40 : ra do Cordeiro Prevtdeote, roa do Qoeimado n. 16
da Imperatriz lojas daArara ns. 56 e 72.
AlgodSosinho a 30 e 40 a peca.
^ Vende-se algodSosinbo a pecas de 30, 40,
50, 60 e 70 a peca ra da Imperatriz lojas
da Arara ns 56 e 72.
Bramante a 20400 a vara.
Vende-se bramante de 10 palmos de lar-
gura a 20400 e 20500 a vara: ra da Im-
peratriz lujas da Arara ns. 56 e 72.
AIod5o entestado a 10 a vara.
Vende-se algodo enfestado de doas lar-
guras a 10 a vara dito transado 10280 a va-
ra : ra da Imperatriz lojas da Arara ns. 56
e72.
Cassa franeeza a 240 rs. o covado.
Vende-se cassas de cores para vestidos a
240, 280 e 320 o covado, veodes-se cortes
de cambraia decores e com barras a 20500,
30 e 35500: s as lojas da Arara, ra da
Imperatriz ns. 56 e 72.
Cortes de laa de 14 covados a 30.
Veode-se cortes de laa. para vestidos de
senbora com 14 covados o 30, 30500, 40,
40500 e 50, vende.se corles de calcas para
hornera-a 800, 10,10200 e 10600, colari-
nhos de linho para homem 400 e 5ro, ditos
de papel a 500 rs. a duzia, golinhas para
senhora a 200 e 320 rs. por estes precos as
lojas e armazens da Arara, ra da Impera-
triz ns. 56 e 72,
Eofelces com pontas.
O Cordeiro Prevideate recfLea um lindo sortl-
mento d_> eofeites com ponas para vestidos, tanto
de seda como de laa qoe combinan) per f-1 lamen
VERDADEIRO LE ROY
de iifitsatT, Daataw-lsaeate
Ru d* Sain*, Si, x pars.
f m cada garrafa, val, entra s rolha e o sscl azul
que lea o neu unete, un rotulo frapreieo B sma-
reUocome sbljlo UriaiAL o Cots^-io (taera.
N. B. remet-
tendn-aeumalettra
de 4U0 francos o-
kre Paria, acettarel
a 60 diaa dr nata.
so mi Jim- goza-ic
4o abatmir ib-, r. do
to
OepuMiu ud pnarmacia
C. em Pernambuco.
de P. Man w
ESPARTILHO
Vendem-se magnficos espartilhos fraoce-
te cora os cintos modernos do mesmo formato, por i zes e inglezes, na loja e armazem do Pav5o,
isso para poder enfeilar-se com gosto qnalqoer
vestido indispensavel comprar-se ditos enfeites
na mesma loja do Cordeiro Prevideote, a ra do
Qutimadc o. 16.
Chapellaas de seda
Modernas e bonitas cn>penas de seda para se-
nbora receben o Cordeiro Prevideote ra do Qoei-
xado n. 16 e por ser pequea a quantidade re-
ceida, qaem pretender urna moderna e bonita
cliapelioa deve aprecar se em andar compra-la
em dita leja .do Cordeiro Providente a ra do
Queimado n .16.
CAlXfNHAS ENFEITADAS.
ra da Imperatriz n. 6o, de Gama & Silva.
s rni-iras do ? me
Chegaram as muito ricis e muito moder-
nas romt-iras de merino com differentes co-
res sendo elegantemente enfeitadas com lin-
das filase bordadas com vidnlDos. sendo cir-
culadas com um ric i bico de goipure que
tem palmo e m^io de largura, garante qne
ueste genero nao ba nada melbor no merca-
do e vende-se por preco rasravel, na loja e

MACHINAS
Paia i)ESCAROCAR ALGODO
Manoel Beato de Oliveira Braga.
53Ra Dlrelta .53
Nsste estabelecimento se encontraro a
verdadeiras machinas americanas chegadas ltima-
mente, as qnaes s3o feitas pelo mais afamado fa-
bricante da America, por isso avisa a todas as pes-
soas que precisarem comprar, de se dirigir a este
estabelecimento qne comprarlo das mais perfeitas
neste genero, assim como mais barato do que em
otra qualtraer parte, por isso qne se recebe por
conta propria, bem como cnnos de chumbo e moi-
nbos para moer milho, e grande sortimento de fe-
ragens e miudezas em grosso e a retalbo.
Facas de cabo oraaco de meio bala neo a 0
;z duzia. limas finas de todos os tamanhos proprias
" de traballro de wcoltora.
dido
curar I
jTHATAMENTO r CHABLE, K PMIS
Medico ep<-clal. coneullBcAea, 38, masa Viviano. r
AVISO AOS DOlWTES. ",1gm" 1,^^ ^V*^* wmK% *
B9a^DjKsjiisNK!9HnnnnHi "* *Moa tu~
rado, luuiei Ca-
beba, Copahiba
ssa tedas as
formas em opia-
to, capsulas,
eooWu, ionio
e ulo estou carado r Usei e abus. j de um tra.idf nuiuero de injaccAOsa. tus strlaaem
em 4 das, sestaw aindamis doeules. aair,a, in svctasMoa
A MAIS 20 AJVNOS
[que caro radicalmente sen recibidas, CommoaUos, Kelaxacdo do camal. Catarrho da
Ptrdat eem.nac,, eurawla arMi-ira cansa virulenta iuflamiBatoria deW^eocas wmml
com alfums vidres ao- Nraum do aanaca. para parar osase sfcatoS, [Fi
causl e Ibe turusr a dar soa repdes dou para scabar meu exceliento zaiiopb as citsato s>b
a ano et miuba inuax^AO. A nm A radical, as iiMaau para os luios a------Tr "
o SMimo traumenta. rrsji>-sf a noticia explicativa.) ^^ seguem
40.000 DOENTES CURADOS
faraeMra tTataaiftn depurativa do uagae. At kerpei ai maie m-rrarsdn -,.....m .,.
prw 4oe, 4nsi, chafa, afecte, venreas, bsaures. e todas a dance* eM^oTiSui
de ssafM ata cundas esa agaco taaap* par bm x.anr. bbmibativo* i*3iP^
ambos auuaUBa, bubAss rihOsU mpmativas a Bstaaa i Femmadm astmI.
awsaas. lass irrailsBl rifuli aaU coasea. mmnaM as, aoaerUrtdia. a Nal
nao_ as asas as saaa M aaaaa esams alaarascasv taotas atuatacaes 4a caras.
ateas
Esias mnito desojada, calimbas vastas e enfei- armazem do Pavao, ra da Imperatriz n. 6o,
de Gama & Silva.
Sedas lizas
Chegou o mais lido sortimento de sedas
lizas com differentes cores, sendo cor d
rosa, azul, lyrio, haraoa, cinza, bunina e
branca as quaes se vendem por baratissimo
preco. na. loja do PavJo, roa da Imperatriz
n. 6o, de Gama & Silva.
Oq iuhos de reda a \2$
Vende-se os muito modernos casaquiubos
pretos d venda ou eoipure sendo os mais
modernos que tem vi mo ao mercado pelo
barato preco de 10, s na loja do PavSo,
ra da Impera tria n. 6o. de Gama Silva.
Cassas francezas cavado a 300 rs.
Vende-se um elegante sortimento das
mais boni-as e finas casas francezas com ele-
gantes padres em listras ou llores sendo
todas as cores Cas e vende-se pelo barato
prego de 3oo rs. o covado ou oo rs. a vara,
na loja e armazem do Pavao, roa da Impe-
ratriz n. to, de Gama Silva.
Ygoda-Masaraa Nm-n..U>s pbarmacia tYanceta. de
\ MAURER IC.
tadas com go-to, qoe tanta eitracca tem (ido e
que realmente servem para diversas dos, exi.-tt-m
na loja do CordeiroPrevideule a ra do Queimado
o. 16 um completo sort'mento de ditas caniohas e
sau vendidas por procos to rasoaveis, qne o eipe-
reote fregot-z nao objectara' em compra-las em
dita loja de mindea do Cordeiro Prevideote a roa
do Queimado n 16. *
PONTEIRAS E CHARUTOS.
O Cordeiro Prevideote, ra do Queimado n. 16,
tem um bom sortimento de Bas pouteiras para
cnarntos, sendo lisas e com figuras em alto rele-
vo ; e para qoe os seus fregoezes nao se locom-
inodem em cumprar cbaratos em algomas das lo-
jas de cbaruleiros, recebeu tambi-m um bom sorti-
mento de tinos cbarulos do afamado fabriraate
Fuado de Simas ; aisim, pois, encontraro os
apreciadores um bom sortimeolo na dita loja do
Cirdeiro Prevtdeme, ra de Qoeimado o. 16.
Para offeria no hospital per-
tllgUPZ.
Bonitas cesliobas com fructas de cera, obra de
multa perfeicao e bom gosto.
Para corlar moldes e en brnlbar fazendas.
Vndese papel pardo iolba grande.
Para lustrar calcados.
Veode-se snperior grata econmica.
Vende-se papel para malar moscas.
A loja do cordeiro presidente
Ba do Queimado o. 16.
Mella acharo os pretendeates nm grande e va-
riado sortimento ae perfumaras finas, tanto ingle-
zas como francezas, sendo :
Pinos extractos para lencos.
Baobas e pomadas para caberlos.
Oleo pbilocome e baboza para dito.
Pos hygifntcos para denles.
Ditos campborados pata ditos.
Opiata ingleza e franeeza para ditos.
Pacotes com pos da arroz.
vasos de porcelooa para ditos.
Sabooetes para mi e barba.
E mmtos outros objectos qoe serao presentes
ao comprador qoe se dirigir a roa do Qoeimado
a. 16, loja do cordeiro prevideote.
Baodeijas pequeas.
Vendem-se na roa do Queimado o. 16. loja do
cordeiro prevideule.
Chantas
da acreditada fabrica de Jos Furtado de
Simas.
Vendem-se na loja|do cordeiro prevideule a ra
do Qoeimado n. 1
Loja das seis portas em fren-
te do Livramento.
Vende-se para acabar ehitas finas, escaras e ta-
ras, pelo diminuto preco de 280 rs. o covado, pe-
cas de bretaoha de rolo a 2,1400, madapolao fino
com 20 varas a l>& e 6,5, flnisslmn bramante de li-
dio largo a 21200 a vara, organdys de listas e flo-
res coloridas a 300 rs. o covado, finos lencos br ja-
cos proprios para algibeira a 200 rs. e dnzia a 2,
gangas francezas proprias para ronpas de meninos
e paletots e calcas de bomem a 360 rs. o covado,
organdys trancos de listas e qnadros a i0 a vara,
eambr.las brancas transparentes tendo 9 viras
com 5 palmos de largnra a 80500, Urlatanas da
todas as rdres a 800 rs. a vara, e dao-se amostras
con, penhor.
CASTRO NUNES
Grammatica nacional.
Sexta edicio
um
Livraria fraacea.
^
Vende se om cavalio alasao, novo tarto
proprio para carga, por preco commodo: para ver
tratar oa coebeira do Sr. Rlbeiro, roa da Roda
MUTILADO



lario te
leKilMri 18 de **'*!*
Collares Royer
ft Anoilifos etatrtan aagaeticis
DeputU* acreditada
fcs|t d aguia branca raa do Queimado n. 8
APJ^^r^ioda os prodigiosos effeitosdos
Conaras ftojer;i| n5o. ^sioar ooaorir
satrodur auyidadi. porque a fama de sua
Skacia tea-se lauto entendido, e os seos
felaes resaltados a tal altara elevado, que
boje rara a pessoa qae por experiencia
propra, ou oor intermedio de seus amigos
pareles, igaore oa desconbea as virtu-
de desses sempre apreciaveis collares
Royer.
A aguia branca porm se gloriada concor
rer para am to justo fim, se nao por ou-
ro modo ao meaos por ter sempre. e cons-
tantemente am completo sormeoto desses
coll-res migneiicos, que bem se podem cha-
arsalva vidas das enancas.
Resta anda qae os senhores pas de fa-
milia se facam coa vencer ]de qae convem
o esperar que as enancas sejam atacadas
do pal, e por isso necessario ou conve-
niente qae com antecedencia se deite na
eriaeca um desses collares para asslm estar
lia preservada das convaleces e se contar
bvre dos rigores da denticlo.
A agaia branca roa do Qneimado n. 8
lontina a receber por todos es vapores
francezes a qaaatidade que ba contratado e
por isso acha-se ella sempre provida dos ver-
da dei ros coditas Royar eletricos magn-
ticos.
Ctaapelioas modernas,
enfeites de flores, capelos finas para noivas,
ditas brancas e cor de rusa para meninas,
caxos e ramos..de flores finaste botes de
rosa de diversos lmannos: na Aguia Bran-
ca ra do Qaeimado n. 8.
Meias finas para meninos.
A Aguia Branca roa do Qaeimado o. 8,
recebeu meias mu finas para meninos, e
est vendendo as de cores a 5501*0 a duzia,
brancas a 5500 e cruas a 6^000.
Trancas de vidnlbos, brancas e pretas, lar-
^ gae estreitas.
A Aguia Branca a ra do Qaeimado n. 8,
recebeu novo sortimento das trancas cima
ditas, e como sempre vende-as por precos
oommodos.
Fitas novas
pra eirtu de bwbarejs e a irmandade do
Bom Cooselho.
A Agola-Brane, a roa doQoeimado 0.8, receben
aovas Sus acbamatotadas para ambos os lados,
mu encornada e toda de seda, com viva o agrad-
is! cor, e ewno seajwe, vende por preco mallo
* isoavel.
Bonitas nonecas
com rosto de cera, olbos fixos e movedices,
A agaia branca a raa do gueimado d. 8, rece-
sen am novo sortimento de bellas booecas com
rosto de cera, olbos flios e movedicos e como
sempre veode-a< por procos comroodos, regalando
estes em relaco aos aiffereates lmannos de qae
"j coaipde o soriroeoto.
tAttir vjntifric e odoatalgico.
A agota branca a roa do Queimado n. 8, rece-
v,ra de novo esse apreciavel elixir cujo aso oe-
rio para conservacao das gengivas e acabar
ao balito proveoieote de deotes armiados,
cada frasco cnsta 25.
Est tuda remediada cm qaaat a lu-
vas d pellica.
Porque a agaia brinca por intermedio d um
negociaote de nossa praca mandn contratar citu
am bom e acreditado fabricante de ditas, para
st6 Ibe fazer reroossas directamente por todos os
.pores, sendo a primeira a qae agora acaba de
oegar. O fabricante prometi manda-las sempre
.a meih ir pellica e na verdade as que vieram
jessa vez confirmara o seu dizer, e pelos differeo-
tes. enfeites qae ellas traz^m da' elle mais a conhe-
cer o apurado go>lo e perreicio de sua ob'a. Res-
ta pois que os boas e coasiaotes freguezes eonti-
nuem a favorecer a agaia branca era qoanto ella
vai se livrando dos mos qae com seus Dados a
iam depenando.
Camisinhas bardadas para baptizados
A agaia branca a ra do Qaeimado n 8,
recebeu novo sortimento de camisinhas bor-
dadas, sapalinbos de selim tambein borda-
Jos, meias de se la e cbapeosinbos de selim
infeit-tdos, ludo para bapt Bahosiahos cuberas d> comas
A agaia braoca ra do Queimado o. 8,
ecebeu booitos babusinhos cobertos de con-
os, e cestinhas bordaoas a froco, nbjectos
asses de novidade e gasto, fe proprios para
9ffertas no leilo que lera lugar no hospital
portuguez.
lcabam-se ornas cchegiim ontras, cor
reates de bu-ra ha
A agaia branca que na"o se descuida de sua
toa freguezia, tem constintrnente mandado
'uscar essas bonitas e modernas correotes
,e borracha, que servem nao s para voltas,
orno mesmo para ootros differenles enfeites
Cumfiaregam pois os pretendemos que
acharao bom sortimento de ditas currentes
na loja da aguia branca ra do Queimado n. 8.
Cintos de marropuu cora fivellas de
ac par- me inus
Vendem-se a ra do Queimado, loja da
?uia braoca n. 8.
e ros praprios para frisar bahadiiihos
Vendem-se na ra do Qaeimado loja da agota
tranca n. 8.
Jo ni tas e modernas voltas pretas com
piogetttes.
Vendem-se oarna doQ.elmado leja da aguia
ranea o. 8.
> j


LIQIDACiO
Armazem de fazendas finas para grandes toiletts e uso
ordinario para todas as classes.
n do Custodio Jos Alvos Gu maraes.
O proprietario desle importante estabelecimeoto avisa ao respeitavel publico
e aos seas amigos e fregueies que acaba de receber pelo vapor france2 Guienne, di-
versos artigos de moda, os quaes sao de completa novidade para este mercado, e apro-
ximndole o dia da commnmoracSo do anoiversario do Hospital Portoguez, por isso
apressa-se em vir avisa-los do que ba de mais moderno em sea estabelecimento, como
sejam:
Riquissimas cbapenas com coque. Lavas de Joovin preta, branca e de cores.
Ditas sem elle. I Liados cortes de laa com barra.
" Lindas cbapenas de palba da Italia. (He-' Riquissimos cortes e transparent dese-
commeoda-se muito estas chapelinas por se- da para vestido de senborastambem novi-
rem inteii ament novidade).
Riquissimos cintos de seda, com matamos
ebineza, ultima moda.
Lindas saias de 13 com bordados, proprias
para as excellentssimas senhoras trazerem
por cima do bai3o, ultima moda em Pars.
Lindos cortes de seda para vestidos.
Moireaotique branco, azul e preto, fazen-
da inteiramente nova.
Grosdnnapoles de todas as cores.
Ditos pretos.
Leques de madreperola.
Ditos todos de sndalos.
Ditos de sndalo toado no centro um qua-
dro de seda, inteiramente novidade e ulti-
ma moda.
Chapeos de sol para senhora.
Linas de seda p Ditas para meninas.
Espartilbos para senhora.
Riquissimos enfeites para senhoras, intei-
ramente novidade.
Baloes para senboras e meninas.
Touqoohas ricamente enfeitadas.
Coeiros bordados.
Toa:lias de labyrintho muito ricas.
Ricas fronbas de labyrmto.
Riquissimos lencos de dito.
Rendas, bicos da ierra e grades para lencos.
Um ric.) lencol de labyritos.
Riquissimas basquines de seda preta, bor-
dadas com gosto.
dade.
Lindos cortes de 13 com listas de seda.
Riquissimas fivellas para cintos.
Fil de seda e de linbo.
Riquissimas camisinhas para senhora.
Riquissimas saias bordadas.
Punhos e gollinbas para senhora.
Riquis^im s manteletes de cores, inteira-
mente novidade.
Peitos de liobo bordados com gosto pro-
prios para camisas de noivos.
Collarinhos de linho lisos e bordados para
horaens.
Liados veos e mantas de blonds.
Riquissimas vestimentas para baplisados
contendo chapeosinho, sapaiinho, meiasinha
e camisinha com lindos borda ios.
Riquissimos chales de touqrim.
Grvalas de seda branca para ooiva.
Ditas de cambr ia de linbo com bordados
as pontas, novidade.
Chapeos de sol de seda com casto de
mar fim.
Ditos de outras qualidades.
Chales de seda.
Ditos de cachemira.
Chapeos de seda preta para homem.
Ditos de phaotasia para'homem.
Casemira preta muito fina.
Ditas de cores inteiramente novidades.
Cambraias, las, chitas, madipoles e ou-
tros muitos objectos.
LOJA E ARMAZEM
DO

.Roa da Iavperatr 60
BE
Tendo os donos de te grande estabelecimento resolvido liquidar a maioi parte das
suas fazendas resolvern) vender com graodea abalimentos em precos, assim como teem
recebido ltimamente tima grande porcSo de fazendas novas tanto inglezas como francezas,
alemas e suissas, teem destinado venderem-nas mais barato que em outra qaalqoer parte
afim de apnrarem dinbeiro, dando de todas ellas, amostras deixando flear r> nbor, ou
maodam-nas lev?r em casa das excellenlissimas familias pelos s-us caixeirus; assim como
pessoas qae negocia em pequea escalla, neste estabelecimento comprarSo pelos mes-
mos precos que compravam as casas inglesas; ganbaudo-se apenas o descont.
t orllnadon para eanaa e Jaacl- Baldea a'U, 355oo e '
laa a I0|, iH 100 c 25* Vendem-se um grande sortimento de cri-
Vendem-se am grande sortimfnto dos nolinas ou ba!5es de arcos para senhora pelos
melbores cortinados bordados que tem vin- baratos precos de 2&, 20500 e 30 por haver
do proprios para camas e jaoellas, pelos ba-
ratos precos de lo, 160, 2o0 e 250 cada
par sendo neste genero o melhor que tem
vindo -ao mercado: assim como pecas de
cambraia adamascada proprias para o mesmo
grande porcao, na loja e armazem do Pa-
vao, ra da Imperatriz n. 6o, de Gama A
PANNOS t-APA CADEIRAS
Venlem-se um graode sortimento de
pannos de ero h proprios para cadeiras.
fim. na loja do Pavlo", roa da Imperatriz sofs, cadeiras debalancos, para almofadas
n. 6o, de Gama 4 Silva para cobrir presentes, e vendem-s por
Cartea granadinopara vestido precos moito baratos, na lo a do Pavo, ra
Cbe,aram o mais bonitos cortes de or- da 11 pratiiz n 6o, de Gama & Silva,
gandy Granadinos tendo io varas cada c re, Caaaaa a ato r. o o pavSo.
sendo 7 v ras listradas para a saia e 3 varas Veodem-se bonitas casas.inglezas de co-
lisa para o corpo, tendo as mesmas 3 varas res lxas pelo barata preco de 2i rs, o co-
enfeites correspondente a saia para enfeilar vado^ ditas francezas fazenda moito fina com
o corpo e mangas tendo entre elles mudas padres listrados e de flores, assim como com
trancas com listas pretas como actualmente paiminas afama* proprias para meninos a
se u&a e veode-se pelo barato preco de 60, 3oo rs. o covado ou a 5oo rs. a vara : pe-
nicamente na loja do av3o, roa da Impe- chincha oa loja e armazem do Pav3o roa da
Mrl n. 6o, de Gama & Silva. Imperatriz a. 6o de Gama 4 Silva.
Tira* bordadlas e Babadlnbos Cassas de nma s cor a 44o rs.
Qoem qulzer fazer boa compra de tiras' a vara.
bordadas oo babadiobos, achara um grande i Vend^m-se mod roas cassas francezas de
sortimento para escolher e p>r reco muito ama so cor sendo azul, roxo, cor de lirio,
mais barato do qae em otra qualquer parte, verde, cor de ganga, cor de rosa e encarna
na loja' e armazem do Pav3o, ra da Impe- da sem deleito aigum pelo baratissimo prego
ratriz n 6o, de Gama 4 Silva. de 44o rs. a vara, por haver grande por<>5o:
rivm m mmm
na do Qaetmarlo p 49, lj& t
itaidexas
DE
Jas Bigodinno
Vara* U tafcado bor*4a do Porte a
Garretj retro preu com doae. Parreia4e rsteoxde todas ase. tea a .
Praaeee d'agaa de Colonia anuo ^nperior a
Fraaeos. de o eo moito flso a......
Duzla de tetoaraa peqaeBas a......
Praacoh d'atua para limpar deotes a .
Redes pretas lisas para aegnrar cabello a
Duzixs de peona? de acomuno tinas a .
Caitas de liona do gaz de 20 n<#el!os a .
Idea da palitos de segara oca a .
Garrafas agoa Florida verdi-oVira .
Syllabarlos com estampas para menMios t
Maoasio da roana de lavar a.....
Dazlas de maias tna para seoborM. .
Agolbas franeezas a balao (papel) a. .
Pecas de Olas de lia de todas as cores *
Groaas de botdas oe porcelana prateados i
Calas com ainettes rraacem a .
Caixas de 100 envelopes moilo Baos a .
Resma de papel de peso branco lito -.
Fraseo com superior tinta a.....
Pares de botdes de poobo trono benitos
Linhas em carian de 200 jardas a .
Caixa de superior liaba do gas enm SO
H"VI0S .............
Tathere8 para meninos a.......
lasso eom superiores grampoc a
Bonete para meninos a........
Pentes coa eosta de metal a......
Realejos para meninos a.......
S
M
i
ae
MI
GRANDE BAZAR
raa Nova n. 20 e 22
Mchicas pa a costura do autor Wheeter
& Wilsoo, ebegadas ltimamente rica; as quaes p pespoutos, toda e qualquer fazenda, eniba-
inhar, frangir, bordar e marcar raapa j uidt
com perfeifSo. S3o t3o simples, quecoia-
? na loja do! na loja e armazem "do Pavao ra da impera- Prehende-se fcilmente a maneira do traba-
Pavo [tria n. 6o de Ga a & Silva. ,no e a Pessoa tendo Prat,ca de C0Siir em mt-
Vende-se selim da Cbina com 6 palmos de !l^a*lnbas matlsadas a 28o ra. o rhmas pode fazer por (bao ser vico que-
largura proprio para vestidos a 25 o covado, co%ada. ciam I***YSZ rf.^
liazinhas pretas lisas, alpacas com listra bran- Vendem se bon.tas liazinbas matisadas, Chamo-so este estabelecimento a attea-
ca a i& o covado, cassas brancas com listras de cor fiza e ditas de urna cor s, t-nrto en- C*,do poblico, yialo qae He se acha cm-
prelas a 5oo rs. a vara, ditas pretas lisas e! tre ellas cores escuras e de muito bom gosto Pumente sortido de objectos de gos,
comsdpicos vara a 56o rs. ditas francezas' P^o barato prego de 28o rs. assim como ^mo pom leqaos do madreperola e de sae-
Fazeadas
U dono deste importantissimo estabelecimento contiua nolouvavel proposito de
querer vender muito e gaohar pouco, sujeitando-se a tirar em soas mercaderas um lacro
rasoavel, para assim poder melhor agradar aos seus numerosos freguezes.
GKANIIE i\OV
a HalL J) Jl
Este estabelecimento acaba de receber lindas
ehapelloas para senhora, ricas caizinhas para con-
taras, ditas para joias, pentes doarados para coco,
ivelas maito ricas, as-im coaao ciatos e palseiras
da ultima moda de Pars, eotremeios ebabadinhos,
bonitos toocadores doarados e dejacaranla, espe-
tbos e^eosseses de diversos tar^ihos e ricos cau-
V&tes para senhora, voltas p' L pesclo, grava ti
nbas, bico de seda, dito de algoaio, labyrintho. e
muitos ootros objectos de aparano gosto, que se
loma eofadonho mencionar, taaolpor precos mui-
to commodos: a' roa da>imperatna n. 70, oa loja
da Lealdade. I
Aos agricultores.
Saanders Bratbers & C. acabara de receber
Liverpool vaporee de (orea de 3 a 4 cavMhs
m todos os perteBces, e moi proprios para.fatev
- mover macbmas de descarofar-alg*dio, po-
lo carta vapor trabaitaar ate coa 4iO serras,
5em servera para enfardar algodo, oo per
,ro qualquer ervteo em qae usam de Uabaibar
oo aaiesaes. Os fme*mos lambern teto a' venda
jacnioas amerieaoas de 35 a 40 ser ras.
Os proteodeotes dirijam-se ao largo do Corpo-
Saaioo. M.
Cal vir?etu
Excel late cal vlrgem le Ufcbfo em larris ar-
fneadoe de ferro, tem, pata veo Astonlo de
Almeida QanJis a ra da-Crut o. 23.prwieiro 'mais
barato que em qaalqoer ouira parle._______^^
GAZ GAZ GAZ
Chegon o antigo deposito de Henry Forster &
CVrua do Imperdor, iim carregaujeni de w d<
nrimeira qnalidade,o qual se vende em partidas
a retalho por njerios prejo io que ero onir qm
jner parte.
AUGUSTO PORTO 4 C.
ll-^Rua do Queimado11
Este estabelecimento acaba de receber e vende por commodojpreco as seguales
fazendas finas :
Vestidos de b ond para noiva com manta e capella.
Ricos vestidos de cambraia branc bordadas que ha de melbor.
Cortinados bordados e admascados para camas dt 2o# a 80$.
Dito bordados e admascados para janellas df 9$ a 2o.
Coixas de seda e 15a e seda para cama de noivas
Basquinas modernas de muito gosto de 2o a 50$.
Toaiuinhas de croch para cadeiras e sofs, e coixas de croch pam camas.
Cbapenas de crpe branco, e chapeos de palba da Italia para senhora.
Moir hraoco o preto, grosdenaple preto e de todas as cores para vestidos.
Camisas para homem francezas e inglezas de linbo, e de algodao.
Guardapisa de crinuSne para fazer mais elegantes os v stidos de laa e de seda
a 32o rs. a vara.
Superiores saias bordadas de linho, camisas e camisinhas bordadas e lencol de
cambraia bordada para senhoras, ricas toallas bordadas com muito gosto, e lindos ves-
tuarios para baptisados com o respectivo euxoval.
Las com listras de seda de varias cees a que ha de melbor.
Chapeos braneos de castor e ricos chapeos de sol inglezes para bomom.
Malas de diversos tamanbos para via^ens.
Panos finos e csea iras pretas e decores e outras multas fazenda!' que se ven-
dem baratissimo.
Este estabelecimento continua a receber as melbores.
Esteiras e alcatifas para salas.
11-Raa do fcueiuiaiEu11
POR CAUSA DE DOUS MOTIVOS
SATISFAGO IX OIS1* h X S A VE 1,
A o respeituve Ipu tico.
O Vcado Branc declara mui francamente e sem rodeio alguai que tem de-
morado a publicado do sea terceiro annuncio por duas poderosas e impoitantes razbes.
\* o trabalho insano que tem tido de estndar o meio de virar o 5 da Fragata
Amasonas da rea do Queunadu
2o. O desejo de estampar neste Diario o sea ioteressante retrato e offerece-1
a todos os seas benignos-fregaev.es e amigos sinceros.
Sendo impossivelao Vea lo a cunsecucSo do seu primeiro desejo, olle.pelo pre-
sente incumbe dessa tarefa ao habel Sr. Doradlas, pintor, correado, porta, por conta
dos dignos pilob s da referida Fragata, a importancia dessa pequeoa despeza.
Agora quaoto ao seguudo, saibam lodos que problema coja incgnita j foi
achada, gracas a pericia do disliocto Sr. padre Azevedo. Assim pois brevemente dar o
Veado muius copias de si esperem os amigos.
Agora duas palavras.
Ao Cordeiro Previdente
A vos que viestes augmentar o numero dos animaes domsticos que negociam;
Mes out rlineuts
Si a cousa or emiar^reso brevemente ser esta cidade urna perfeiu arca de
Neo.
Anda bem que .0 Veado nao est so....
Attn(! Attenco Atteagaoll
As ordens do respeit'ivel publico se acba o amavel Veado Brinco com o seo'
importaDte si*riBen4o do tudo que diz respeito a molbados.
O* prego*, que por de mais s8o razoaveis, devem convidar a quem tima vez neg1
ciar com elle a ficar satifeito e a voltar sempre que for ne>cessario.
Para as pes.-as que >ao estabelecidas com casa de negocio fora da cidade b um
magnifico e escolnido sortim^iio proprio de fazer coala aos meamos senhores.
Assim, pois, o V-eado Kramen conta que cada da ser augmentada o numero
de seailjons freguezes, tanto do venteo, como da cidade.
Veuham convencerle d> bondade-de oossoseneros e de ana baratea quem anda
oao qniz honrar o nosso beu .estabelecimento.
k mu a ii iu;i 1 v
N. 16 ESJINA Q VOLTA PAftA O PATEO DE S. PEDRO N 16.
1 S* PaOTA A 114,1 ni
com listras e raraagens vara 8>o rs., me-
rino preto, alpacas e princezas, mais barato
do que em outra qualquer parte, na b ja do
Pavo, ra da Imperatriz n. 60, de Gama &
Silva.
CHITAS PRETAS A 2oo RS.
Ve 1 de -se chita preta in pieza com pal mi-
naos a 310 rs. o covado ou a peca por 75
bonitas bareges de 15a tratsparenle com
quadnobos pe" barato preco de 32o rs. o
covado: s na loja do Pavao ra da Impe-
ratriz n 60 de Gama A Silva.
CHITAS A 28o RS.
Vendem-se bonitas chitas de cores e ditas
roas com pequeo toque de mofo que se
garante largar logo que se laye, sendo de
tendo 38 covados. ditas lisas a 16o rs. o co- cores fixas pelo barato preco de &80 rs. o
vado ou a peca 6$, ditas francezas de todas 'covado paia ndttor: n* loja do Pavio roa
as qualidades, na loja do Pavao, ra da Im-
NIMGUEM SE ENGAE COM O BAUZA
peratriz b. 60, de Gama & Silva.
PALIT'S DE PANNO A 60
Vendem-se palitos de panno preto saceos
a 60, ditos sobrecasacos a l, calcas de ca-
semira preta a 6f e 7, dita muito Unas a
95 e lo, finissimos sobrecasac s de uanno a
2o0 e 25tf,Valcas de casimira de cor a 7d e
81$. um grande sortimento de coletos de toda
a qualida e e outras mui as qualidades de
ronpas qu se vendem mais barato do que
em mitra qualquer parte, na loja e armazem
do Pavao, ra da Imperatriz n. 60, de Ga-
ma & Silva.
CHALES A BENOITON A U E 65
Vendem-se os mais modernos chales a
Benoiton pelo barato pn.cn de 55 e di-
tos de merino liso a 35oo, ditos de crpon
a 75 e 85, ditos de merino com barra a 25
e 25 o, na loja e armazem do Pavo, ra
da Imperatriz n. lio, de Gama & Silva.
CASAQU1NH0S O PAVO A 18f, 2o5
255 E 3o5
Cbegaram o mais moderaos casaqniobos
ou jaquelas de grs preto, ricamente enfei-
Udas sendo uos com cintura e ouiros solios
conforme se osa ltimamente e vendem-se
pelos baratos precos de 18d, 2o5 255 e 3c>5.
na loja e armazem do Pav3o, roa da Impe-
ratriz o. 60, de Gama & Silva.
tale de c>nda
Vendem-se as mais moderoas crinolinas
ou baloes proprios oara vestidos de cauda,
sendo melbores -e mais modernos que tem
vindo ao marcado, e por p ecos muito ra-
soaveis, na loja do Pavao, ra da Imperatriz
n..60, de Gama & Silva.
Para saias a i$0IKn.s280 e 1 sOO.
Cbegou para a Toja do Pavo urna grande
porcao de ncv.> fazenda branca especialmen-
te paia saias, tendo a largura a altura sufi-
ciente de urna saia com nm bonito bordado
de um lado ou urna booita ordem de pregas
de forma que com 3 1(2 varas se faz urna
saia de um s paono, e vende-se pelo barato
prego de 15. 1528o e 158oo rs. a vara; na
loja e armazem do Pavo ra da Imperatriz
n. 60 de Gama & Silva.
Vestidos braneos e de cores a 4.v.H O
Vendem-se bonitos cortes de cambraia
branca com bonitas barras bordadas assim
como con barras de cor pelo barato, prego
de 455oo rs. na leja do Pavo rna da Impe*
ratriz n. 60 de Gama & Silva.
GKANDE PEHINCHA
Vcatldoa ai ajfOOO
Vende-se sota grande porcao de curtes de vest-
aos de cambraia- trao.sprenla sendo lodos trauco*
e c na hadas barras de cores pela barato. prec> de
i5 o corte, send > f^zeoda que sempre se verdeo
por muito mais dlnlielro a. Iiquida-.se por este preco
oa Una e arman-m do Pavao a raa da Imperatriz
o. C0 de Gara & S'la. '
GUARDE Pl:C III \< IIA
Vestidos a 2550U
Vepde-se am boaUo sortimento de cortes de ves
lldos de cambraia transporte com moua faotazia,
sendo areos e de rres com boaitas barras, pelo
barato preco de 35500, sendo fazenda qae sempre
se venilpu por 65 e 7, e liquidase oa ln|a r ar
maiem do Pavio a roa da Imp -ratrii o. 60 delato
& silva.
6R4NOE PECHN' HA
Cartea de Ha a &0OOO
Vende-se orna vrande prrc&o dos mats bonitos
cortes de laa com Irados lavores rnattisado?, tend
15 covado ada corle b lado ada am em-sea
papil, sak) barato ere?o ae 4* o orle, oa loja d<<
Pavao a raa da topsratr a. 60 de G*an d>
silva.
PECHIHCH4 iolO EI
Murcolinas de 13a
Peki ultimo vapor ebegoa um graode s*ortimOti>
das tnils Iradas murcoltnaii d laa, sendo de urna
f cor, porm eom as (todas rres azul, magenta,
booioa, roxo ele., teodo largara de chita fraoceza
e vende se a 640 res o cova-o na lija do PavSo a
raa da Imperatriz 0. 60 de (ama & Silva.
da Iiriperalriz n 60 de Gama Silva.
CHITaS DE MA SO COK A 28o RS. O
COVADO.
Vendem-se bonitas chitas usas, sendo cor
de gao(a, cor de havana, lirio, rosa e ontras
cores, pelo baratissimo preco de 28o rs. o
covado, ditas chinezas com as mesmas cores
e com palintnbas pelo barato prego de 3oo
rs. o covado, oa lija e armazem do Pavao
ra da Imperatriz 0. 60 de Gama & Silva.
GRANDE SORTIMENTO DE CHITAS
A 32o E <6o SO O PAVO.
Veodem-se chitas de cores fixas com de-
senbos inteiramente novos e com os pannos
dalo, fivelas, fitas para cinto, cokes perfe-
maria e etc,
Na ra nova n. 20 e 22. Carneiro Vi*
na &C
Veode se o engeobo S. Bariholomeo. moeste
e correte, >ito na freguezia de Manioca, a tres
lesnas desta cidade e a ama da eslago d<>s Pra-
zeres, n.e com o doJaboalio, tem InUMoaas
ptimas varzeas de nasap e de pas, muiiat
partidos para abr ; a malor parte dos partidoa
sao a' margem do rio, e por elle p'ie ter trans-
portada toda a canoa ; alm dTaso tem todas as
vantagens de urna bea proprfedode.
Tambem se vende com o eugeaho ou M-paiada-
te en te alguos escravos.
S dir as coodicSes de preco e de paga^.i-jito sa
ebegara' a accordo razoavel, ama vez que se deso-
ja realisar a veoda : a trata* Oesta cidade coas,
sea proprietario oa roa de S. cLcalo o. 29.
Terrenos
Antonio Botelho Pinto de" Mesqalta contina a
vender terrenos no sen sitio do fnnrt", antes de
chegar em Beberibe, abriodo ama estrada ao mes-
mo sitio, qae travessa o rio de BM^erit)e, ^ne a
do encanamento das aguas qne vao fornecer ec
Otinda *, 00 mesmo sitio achara' com qnem tratar,
nos domingos e di as
Escravos fgidos
nteis, oa 00 Recite, raa da
mu lo encoipadi* peos baratissimos precoe | de 32o e 36o rs o covado, ditas claras pa-'
drVs grados e miudinhos proprios para
mupas de meninas a 32o e 36o rs. para
ven-ier barato : na luja e armazem do Pavo
ra da Imperatriz 0. 60 de Gama 4 Silva.
CHITAS PARA OBERTAS A S8o RS.
Vendem-se chitas largas para cobertas
pelo batato preco de 28o rs. o covado por
serem padres um tanto escuros na luja do
Pavo ra da Imperatriz n. 60 de Gama &
Silva.
LA AZI MI AS A 400 E 100 RS
Vendem-se as mais bonitas lazinhas raa-
Fogio Do dia 2 do correle mez o escravo da
onme Hooel Baila, crnalo, id de de 35 naos
poaco mais oa menos, alto, bem tallante, o m fal-
ta de nm oa doas denles na ,fr-oie, heleos Brmsas,
cheio do corpo, cor prtta, lem sido visto 00 Bar-
balho. Torre, A Togado e Recite ; qnem o pegar la-
ve-o ao eogenbo Cordeiro qafer recompensad.
AVISO
100^000 de gratificado.
izadas e de batas mais modernas e mais Contina a estar fuaido o $
bonitos desenbos peta pncos de 4oo e 5oo
rs : na loja e arm zeru do Pavo ra da
Imperatriz n. 60 de Gama & Silva.
ALPACAS DE COrtEd A 600 RS. O COVADO.
Vendem-se as mais bonitas alpacas de cores
entestadas c m bonitos desenhos miudinhos
tendo en tulles de todas as cores pelo barat
prco de 5oo rs. o covado, ditas lisas escu-
ras e claras sendn ti das de cores modernas
b 64o rs. o covado, ditas lavradas, as melbo-
res e mais modernas oue teem vindo o mer-
cado : sendo havana, iyrio, verde, -azul e
outra cores, que imitem a seda, pelo barato
preco de 800 rs. o covado, pechincha : na
loja e armazem do Pavo roa da Imperatriz
n. 60 de Cama & Silva.
POIL DE CHVRE.
Cbegou neste gnero o melhor que tem
vindo ao mercado para vestidos com lindas
listras de sed* ou com bonitos lavores da
esina que se vendem pelos baratos precos
de 8/0, liJooo ei528oTS. o covado: na loja
do Pavao ra da imperatriz n. 60 de Gama
& Silva.
VESTIDOS DE FAlfTAZM A 8&00 E-
Io0ooo RS.
Chegaram os mais bonitos cortes de Ves-'
lides de faolazia mu i i<> proprios para pas&eio
e soires, por terem lindas barras de seda
e veodem-se pelo barato precede 8#'e iod
cada uro'na Ija do Pavo ra'da Imperatriz
o, 60 de Gama A Silva.
waias m S/OOO rs.
Vendem-se bonitas" saias escuras pjopriss
para uzar em tempo de vewo por cauza da
poeira e principalmente para quem for p?s-
sar a esta 00 matto, pelo- barato preco de
33(000 cada ama, ditas brancas Ticamente
bordadas tendo 4 pannos cada urna pelos
precos de 5$, 66, e;I( #000 rs.: na loja do
Pavo ra da Imperatriz o. 60 de Gama
Silva.
Vestidos braneos a '4Jfooo.
Cheearam os mais fltidos cortes d> cam-
bra branca transparente ricamente borda-
dos qtie se vendem pelo baratissimo precaJ
de *40 n. 60 dp Gama >* Silva.
Mva bareges de seaTa a 4oo r
Cheioo urna grande corle de Modisaii
simas btreges de seda com o* atis dvjtfctdos
gnslos sendo ftzenda muito ^ropria para
passefrs, partidas, etc. Vendem-se pelo ba-
ratissimo pre^o de 4oo rs. o covado na 10a
e armazem do Pavio ra da Imperatriz d. 60
de Gama & Silva.
cravo Simin.
Fogio no da Si de julbo do correte aooo,
casa do abaizo assigoado o escravo de noroe
' miso com os signaes segnioles : de naca Mocaa
blque, idade de 40 annos, pooco mais 00 meaos
alto, semblante carrg8do, com talla de denles
trente, cor tola, com talbos em orelo retinada
ao ps das orelbas, sem barba, levoo vestid" caifa
de c.-emlra de cor, camisa de algoda braoeo,
cbapo de meia maca novo ; este e*cravo (01 coa-
prado ao Sr. Jos Vicente LinnVso, morador as
provincia das Alagoas, por sen priH-oraflor Jas
qoitn Cavaleanti de alboqoerque M-ito, u.oraoar
oo termo de Barre'ros. Sem do vida seguio at-
gum daqueiles lugares : roga-ae a todas.as aatori
da des assim eomoaos capltes o* campo, lano des-
ta provincia como a das Alagoas a appreaensaa
do dito escravn, entrega-lo no Rer 1 fe, roa Dir^it*
n.'30, qoe reeebera a qoentia cima, nn testa te
desde j eom todos os rigores das lea do impeiw
contra qoem o ti ver acootado.
Beroardino Aotnolo PeTelr Ratos.
ES i RAYO FGIDO
Rs. 100,5000
O abiiio assigoado da a raHSraoo de eem asil
re- a qoem apprebender o seo eseraro de uoatt
Antonio, rolos slgnaes sao os seeoioies: preto, ea-
taiura regolar, corpo grosso, nariz rbato, mareas
fte hexlgas pelo rosto, idade de 19 a 20 anaos. Eva-
dio' se na madrugada de 12 do correnp- do engnnfea
fllbeirr, ievaedo diversos ohjerii s farUdos,
ire totros om eavallo alaZio pt-qa^nn, ralead*
dos d> os ps. sellado e eaVreado, em oi. .1 sanio
montado. Presme sa eom cerwta fer-se elle diri-
rio para a etdadedofreMfp, ande moito eoaneci-
(lo; e ful escravo da EaiDa.Sr. O. Aera Mar
Mio. Recoaiineoda-te a todas -as soto lea es pa>
liclaes e rapitVs de campo a appreb-nsio -du r< la-
ndo escravo,qoe severa ser entregue arfabais*
assigoado oa eslacaode Ribeirio, cu na cidade, aa
Sr. Jos AiiMim Soares tf Aaev-do na roa Dire)
r. 14. Eogeoho Ralrao, 13 de ouiubro da
iM7.
CorinUn VeUtto da Stlvtira.


de gralifa$o
tb^dao>1S2tnBWi*llWraW' meoo. de ra
salar, lem falu de deotN bem como tainea na
^^'fjaWttn^wsyMparntthaav*?* foSrlo
#WaltosJO=lll8sM8fcav levando vertida
riilca8 b neqaepal.. A pumas =tt-que se evadi la
ttRaBd fcono'forro de ftt sretite'te|edT4rn e era outras ideonnoa:
rogase, pois,t antendada polciaese a qoai t*r|ieolar a captara de dMo esclavo, a ser entra-
oe a satt seaoor Joao da Silva Vile, na roa
Cadeia do Reife n. 10, qae ser' paga a c*
(io cima. ^p^^



8
UUrl^AsrtwBUmhne* -, *iU felr. ti le Oui.br* ele iW
'.
iSSEMBLiH 6ELRVL
i




CAH4R4 dos wmmm i>epht4Dos.
SESSAO KM 3 DE AGOSTO DE 1867
PRESIDENCIA DO 8B. SlLVBUU LOBO.
(Cootiouago.)
Eu quera perguntar a V. Etc. como poda sup-
p5r u u paiz uas eoolires. em qae oeustd'irou o
izusso novo ero estado da supportar impostes de
valor tao creicdo T Sa a oossa riqoea su' per-
*ii 1n, te os nossos reennos desaltera e o. tatDos
osp-rragas de levanta-los, sobre que se ba de
in(5r?
C-mo, pois, V. Etc. considera a possibilntade de
augmentar os impostes perroineotes em urna qnan-
ti i qualquer qae seja su9*nor a' pruposta lo go-
veroo jys a pioiura qoe n >a fez do pail e doi
seos recursos?
locoote.-tavrlmeote dabi ra%sombra pata tal oo
qoal cBiradtcao, porque, se relmeale estamos en
difflculdales Impcssiveis de solver oo futuro as
Becessidanes publicas, cortamente o paiz nio po
dera' dar essa semina de impostes.
Eu, Sr. presideote, se me ju'gasse autorisado
em raaieri* desla nalurea a lembrar um espe-
diente qualquer, recordara am Imposto, nao so-
bre u r-mdim nt >, de qae nos fallou o oobre depo-
tado, imposto arbitrario, que nao se pode calcular,
que a de-i.erF> d >s loquemos que o nobre depu-
tii> fignrou nunca daran o resaltado gae sup-
pez, 6 sim am mel extraordinario, verdade,
meu que ao' mesmo aceito pela scieocia econ-
mica no estado normal, mas que poderia ter sua
juuificacao as circurostaocias aourmaes ero que
nos BQc.outramos ; qouera, Sr. presidite, se po.-
sivel loase, para nio farir tao (urtemeote a nossa
produrcao, que os Imposto parmaoentes fo*sem
decretado.- em menor quantia, e que s- levaulasse
om.i capilaco eral sobre tolos os Brasileiros de
10 annos em diante, para o pagamento das despe
zas extraordinarias, sobretodo das despezas da
guerra.
Nao lembro esta idea como de tempos o>T-
maes, e sim como om mel extraordinario que
traria orno resultado cessar Immedatamenie qae
cesas,em as circomslaocias extraordinarias, nao
flcando o povo suj-ito, como pode acontecer, a un
postos permanentes tao avallados.
Hjje eu recoobeco, son o primeiro a dii-lo,
prensamos de votar impostes para dar recursos
ao goveroo.
Diaue das cireomstaocias actoaes nao ba re-
cuar; mas em um f aturo qae nao julgo remoto,
guindo se tiverem afaslado as diffluliadts qoe
nos circum lam, qaaado a guerra qae nos preme
tiver cessado. podera' a nossa In Jaura principal,
a industria agrcola, lutar coro a so orna avodida
ae impostes que somos obrigados a decretar ii je,
de modo e anda assim a dar ama producen qae
coar.iHDse os esforgns do agricultor T
E' este o mcu receto, e por so folgara lalve
mais com a adopgio da idea por m>m lembrada,
idea 'oo expediente qae se pode ligar a' obrigagio
que ideo tedos os cidadios brasiieiros de concorrer
para o samg-i da guerra.
O oobre deputado, Sr. presideote na a'-iirna aar-
te do -bu discorso falln nos em redueeo da des-
peza e disse qae eila deveria effectutr-sr, em pri-
meiro lugar, uos ministerios da gaeira e da mari
nba.
Mas en pergaote : poler-seba seriamente pen-
sar ero reduzir a despea oesses dous ministerio*
nos lempo* de b je ? Dsse, porra, o u obre depu-
tado : Ei fallo nara o foturo. >
O Sr Gandido Torres Filh) : O qae esti'con
signad) oo orgimaato nio desp-za extraordina-
ria da guerra, o pret para 40,000 borneas oo
minuten a da guerra, por exemplo, para circums-
taocli- ordro..r as.
O" Sr Antonio Carlos : N6 devemos dar
aos ministerios ia guerra e marioha ricursos,
mesmo aclaalmeote, pira piderem sempre estar
preparados, e nao precisarem recuar.
Mas, Sr. presidente, se a hora nao est-vesse to
alongad*, e se ea nio receiasse abasar da pacien
cia d jue le.s que ote onvera ( oo anotados) eu
eseolbria a occasio, que me parece adequada,
para deuaoo-trar que me-mo em clrcumstucas
ordinaria* n nio podemos dizer qae'devemos
abrir lateirameote mo das despezar do mioisie io
da garr> e do ministerio da marioha. (Apoiados.)
Nos na jt -ici i espacial em que e-iam is para coro
ng5is da America iofelizmente devemo:
Ofe preparados. ("Apilados.)
Correa db Brito : A theoria contraria
quero creoa esta situaco anmala em qae es
tamos. .
OSr Ant'nio Carlos : Portanto, nao n'um
periodo rouilo breve qae se podt-ro redutlr as
despezas do mimsteno da guerra e do raiButeno
da marioha. Cessada, porm, a guerra, Sr. presi-
dente, podaremos examinar se estas necessdades
poder ser satisfeitas de modo diverso de que o
se por ora. Eolio eu acompaohara o nobre de-
putaJo pe lindo a redcelo do exerclto permanente,
mas organisando o paiz toJo em milicias, a' seme
manga dus Estados Jidos, de lal arte que estivas-.]
sernos babiiialos a encoeirar em cada Brasileiro
um soldado todas as vezes que se tratasse de ama
guerra que rpeiia a,' dlgnidade da oacSo, eoiso
a de boje. Em qaanto, porm, nio pjs-ivel snb-
slitoir por nutro meio os servicos que boje exigi-
mos do nosso exercilo, nio possivel redoti-los.
Sao e>las, Sr. presidente, as observacSes que
soscilou-me o discurso do nobre deputado
Eu uvera lut"nce de aproveitar occasiio para
fallar de al^uus pontos relativos ao ministerio do
imperio ; tu uvera loteoco de apreseotar al-
gnmas ibservacSes qbe me parecem proficientes
.obre o deseovolvimento da oossa insiruccao pri-
maria, sobre o desenvolviroeoto e ap^rfelgoaraeoto
do nosso municipio ; en quizera mesm ; embora
me reconbeca com forcas debis de raals para ira
lar de emelbanle assuropt) (nao apmados), reflro-
ene ao ministerio da agricultura, porque oelle en-
teodo que este' firmada orna das bases da oossa
prosperidada ; porque n- precisamos priocipal-
meote de estradas, e a este miai;ieno esta' encar
regad a abertura das vias de commonicaQio.
De feto, en o repito, Sr. presidente, oio creio que
o Brasil possa >er feliz seoao quaodi o povo lodo
souber ler e estiver seu territorio rellhado de es-
tradas por todos os pmtos 5 e sou daquelles que
>ensam que despezas como estas nunca sao esees-
sivas (spoiados). porque ellas produzera alm d'a-
qu'llo qoe nspeodem;
O Sr. Mini-tro da Justiqa : E' creacao de
renda (Anotados)
O ?r. Mic.F.no : Na instrncQo publica pde-se
fazer rooiio u iu lisneodeodo tanto como se suppoe.
O Sb. Antonio Carlos : Mas, o'uma hra tao
adiaouda, quauio o causaco ja' me invade o curpo
o alquebra, oa posso realmeole O'xupar-me de
assuropto* de tamaoho momento, qae nio podem
ser tratados em breve espac/. Voa, pois, coo-
cloir.
Mas V. Exc. ba de permittlr qoe eo lembre ao
nobre miois:r< da agricultora que a minna pro-
vincia espera de S. Exc. a sologao, ^e p^e diter,
da sua vida e prosperidade, isto da coniinaagao
da sui estrada-de ferro.
Os meos ceupatricios nao se farlam a sacriQ-
'os e etio resolvidos a empregar todos os msios
para levar a estrada de ferro desde ja" at Campi-
as-----
O Sr. Ministro da JumgA :E ama das ques-
tdes ruis 10 portantes.
O Sr. Antonio Carlos: ... .Assim espero qae
S. Exc. Ibes ha de facitar os meios para conse-
guir esle resaludo, qoe o capital para a provio-
cia de S. Paolff.
O Sa. Ougario : Apoiado; tambera espero
mono do Se uiioistro da agricultura.
O Sr. Macbdo : Esperar oo faz mal neobam.
O S. Ministro da Agricultura : Pode cos-
tar, sea ouvida algasia, com lodo qoe estiver ao
mea alcance.
O Sr. Antonio Carlos :Ponho aqu termo, Sr.
presdante, as observares cortadas a sem nexo
(nao anotados) qae Uve a oaiadia de faxer ouvir a
esta cmara ; e pa$o a' V. Etc. e a* casa bajam de
desculpar a miaba inexperiencia (nao apoiados),
lerabraudo-se de qoe eo oio Uve ouira voutade
mals do qae concorrer nai etrcnmstaocias aetuaes
com o ea p -qoeoo bolo pan a consecogio da
maior prosperldade do meo paiz : porque, senbo-
res, os estamos em um lempo em qoe me parece
qae deveriaroo todos, esqueceodo quaesqoer re-
sentlmentos, joolar-nos anisnos aos ps do altar
da patria. Nomeroioe apoiados; mono tx
raoito bem l)
(O orador felicitado por mono do Sn. depu-
iidos.)
O Sr. Villas im (Atteoco) :-8r. presideole,
ctaaprebende a cmara qoe, teodo estado ea por
ramios aaoos afasuao da tribuna, deve ser com
receio qae entre ao presente debate, mrmenle, Sr.
presidente, quaodo esloa eonveocido de qae oio
matassisie direilo a aiteoco desta lllustrada as
mlilfa. (Mi apoiados.)
Coroecarel, Sr. presidente, readeado bomeiu-
0 civismo do nobre deputado 1
, para Bao 1ater o sacrilet
i eoB*tcc8ey, separoo-se de seos amigos di oppol-
! C*o e na tribuna elevoa-se ao pont > de inOioglr-
Ibes orna censara pelo ptoeedlmento qae tiveraro
: nesta caa, aksteolo-se da prusefeH discussao e fa-
teodo l" IrMmo ma qoestio de paru 'o, n'um ao earpo la
poca 1fli09(a como a qae atravessa paiz,
qoe,
-se em urna guerra estraogeira, em
qoe val empeobada a sua honra e a sna dignlJa
de, oolra coa.'a tlnha a esperar do patriotismo di
illusirada opposicn, que segorameote, Sr. presi-
deote, oo deveria fanr do orcam-nlo panto pol-
tico das creocas de ama paruialidade, negando por
este modo ao goveroe os melos necessarios para
acudir as despezas ordinarias e extraordinarias re-
cta madas pela siluacio grave que paira sobas o
paii.
O partido, Sr. presidente, qne na presente qua-
dra oio escrevesse na sua baodeira a poltica se-
guida pelo gabinete as repblicas do Prata, pol-
tica lllustrada e eminentemente aeiaoai; nao de
vena aspirar as honras de nm partido poltico, se-
ria om partido aui nacional, auli-brasilelro. f Moi-
los apelados.) *
A torca e importancia do paiz se avaliara' nesta
quadra por sua ooilade po Hica. (Apo ados.) E por'
isso, Sr. presidente, bel de continuar a votar pele
orcimento, dotando o thesoaro de tolos os recur-
sos necessarios para faier face- aos dispeadios or-
dinarios e as urgencias d i estado. O paiz oecessita
levar a guerra s suas ultimas conclu-Oes, su-tro-
lando ao me-mo lempo o seu crdito fioanceiro oas
pracas eoropas.
AeeiUndu, Sr. presi lente, as fnocgSes de depu
lado, acellel-as com profnodo seotimenlo dos deve-
res que me corriam. Simples anjeada do parti-
do liberal, eo desejo, como deBeja V. Ezc e toda a
cmara, o eograudecimeoto do paiz a sombra da li-
berdade, da ordem, da jusli(a e da moralidade.
(Apoiados.)
Coosigoadas, Sr. presidente, estas ideas, tendo o
Sr. presidente do coobo respondido a' parte
priocipal do discurso do nobre denotado pelo Rio
de Janeiro, e tendo fe to o me-m i o multo dulloc-
le deputado pela provincia de S. Paulo, a passa-
rel a fazer oolras considerares relativamente a
re irganisaci ju ticiana e ao systema peniten-.iario
aponanlo tambera algamas medidas qae, a serem
aceitas pelos mo slenos da agricultora e da justi-
5a, podero reverter em benefleio da lavjara, tro-
le da nosa riqueza e prologa, e qae se acha
10b a presso de urna crise por todos os sentida
e recoobaciaa.
Coograiolo-me,' Sr. presideote, com o Sr. minis-
tro da justica pelas reformas iadicadas por S. Exc.
no seo relaiono, e espero qne S Exc, prevalecen-
do-se do prestigio merecido de que gosa oesla casi,
apresentara' antes de findar-se a sesso os projec-
tos relativos a' reorgamsaQo judielaria, dando ao
mesmo lempo andamento a outros que ja' estio
sobmattidos a' con>ileracio do copo legislativo.
O.f males apootados por S. Exc. sao garalmaote
reconhecidos, at me.->mo pelas pessoas menos com-
petentes para apreuia-los; o que Importa achar-sa
o paiz j preparado para essas reformas, convindo
quaoto autes appiicar o remedio effleaz a esses
males para que se o prol n :oem.
A adminisiraco da justica, Sr. presidnte. ira-
p das bases mais firmes da uberdade, mas para isso
mlsierque teobamos m perpetua e Iseota da ioflueneia de qnalqoer outro
poder. (Apoiados.)
A maghiratura actual de primeira instancia, a
cujo carcter e lutaireza alias fac Jastica, est de
accordo coro os preceptos da coustilaiQio.
O Sr. Vibra da Silva :Apoiado.
O Sr. Villaboim :O jaittdo municipal provi-
sorio, nimia,nenie dependente, nao reaue as coo-
dcoes ludispensaveis da ama boa jadlcatora.
O Sr. Ministro da Justica : Apoiado.
. O Sr Villaroim :A misso do jolz'foi sem-
pre mullo iiuour tante, mu to gr, exlgmdo loogos
estados e experiencia. O julz eaire o povo e o go-
verno representa a le, peraote a qoal devero o gi
verno e o povo curvar se. O jaiz multas veres lera
o justo desproo da osioiio publica se n;u souber
resistir ac) governr. Poriaoio, a qne.-io principal,
a solucao primordial da raorgaoisacao judictana,
consiste na iolepeodeocia qae devamos dar a' ma-
ffjsiratnra : orgaj da le, o juiz s deve caidar da
le ; oo santuario da justica oo deve peaetrar a
loflaencia de poder estranho, porque a justica ja-
mis foi de'penJeocia, porm sno parte oa sobera-
na (apoiados), e isto qae faz com qae os juizes
zes mglezes se conservera oessa saperlondade que
tolos reconbecemos.
Sacerdote da le, Sr. presidente, elle nSo se ios
pira seoio oa tai, e o zelo com que a p5e em exe-
cucio e desernpeoha soas funec -s qae explica
es^a considerado, esse raspeito, essa especie de
veorac*ode que elle cercadoe merecedor. (Mul-
lo bem)
A le de 3 de dezerobro, entretanto, prescindi
de todos esses principios e dos meios de p6 los em
execocao ; pecea quante a' instrarjo do pro-
eesso, coufundlodo a justica com a polica, e pec-
eo quaolo a' jarisliecio, coafermdoa junes
inaxperieutas e nimiamente dependentes. (Apoia-
dos)
Esia parte da nossa legislarn reclama prompta
reforma, o paiz esta' preparado para ella, e nao p
dra servir de argumento os apuros em que se acha
actualmente o tbesuuro, porquanto nao se trata de
pdr em execuyo a le, mas sim de refirmar o que
esta decretado.
Demais': a admtnistracao da justica recta e im
parcial sempre foi ro=ie de concorrer para o aug-
mento da renda, e para qoe possamos t-la distri-
buida com aplidio e iroparcialidade forcoso qae
a magistratu-a cunstita ama proflssao com asia-
bilidade e futuro, como diz o Sr. cooselheiro Nabu-
co, com garanta e esperaoca deoiro da le, sem o
que oo padara baver vocagao nem coocurreocia,
conliQoes mdTiinavels para a boa esemha.
O Sr.-Presidbntb :S10 muito dootas as ob-
serva^des que asta' fazeudo o noore deputado, mas
pego que se restrinja mais as verbas do orga
meo lo.
O Sr. Villaboim : Eolio, Sr. presideote, oio
me posto mover seoao deoiro desse circulo da far-
ro ? Esta' na lela a tercpira discasso do o-gameo-
lo, e ple iratr-sa da Teforma judiciaria, mdr-
mele quando a elle se preoJe pe o lado da des-
pesa e da receiia, e quando estio em discosso os
sele ministerios ; eolreaoto, sempre do:ii s
observages de V. Exc, procurarei ciagir-me mais,
se V. Exc. insistir.
Vozbs :Continu, esta' na ordem.
O Sr. Villaboh : Dizla eu, Sr. presidente, qae
para a boa escoma de juizes era mister vocagao e
concurrencia, s. m o qae oio poda esiabelacer-se
a perpetoidade, qae seria uro perlgo para a socie-
dade, por isso que a ignorancia oo juiz um ver-
dadeiro flagello (Apoiados.)
Passarei. Sr. presidente, a fazer sobre o jury
mal ligeiras considerage?, avista da advertencia
de V. Exc.
A respeilo disse, Sr. presidente, o Sr. ministro
da jnsiica que essa iosliluigo.cujos defeilos tinham
sido ja por mullas vezes deuanclados nesta assem
bla, reqoer melborameoloi, mis que qoalque-
medida tjmada ao seotido de resfiagir a > atiribuir
goes do jury seria considerada como om alternado
as libertades pabiicaa.
Sr. presideote, creio qae S. Exc. eom estas pa-
lavras apenas qali manifestar ao paiz o aprego em
que geralmeote ttdo entre os o jury : senti-
menio qae umbem parulba S. Exc.
O jury na verdade tero sido multas vexes ataca-
do, mas felizmente se acha radicado em nossos
cosime, orna excedente institatgao; a base
da socledade que se goveroa livremeole, o cora
paobeiro inseparavet da liberdade publica. (Maitos
apoiados.)
O cidado, Sr. presidente, juiga da boora, da
vida e da libsrdade de seas conctdados ; pois,
o jury uma importante jorisdiegao. (Apoiados.)
Enibusiasta do jury, devo todava confessar qoe,
pela pralica e estados fe tos, esloa convencido da
oecessidade de sua reforma, e qoe esses melhora-
mentos reclamados nao aBectam da modo algum
ao seo orincipio, que exceilente-
Esses melborameotos dizem respailo ao numero
de i8 jurad js, qne excessivo, e aos crimes de
pequea importancia, que devem passar na alga-
da do iury para a do juiz letrado.
A oossa diminuta popolaoao, disseminada com
desigual tde por immeosa soperficie, tez com qoe
alo possa baver regolarjdade as preriodicas reu-
nides judiciarias, e esta falta prejudica sem duvl-
da os indiciados. (Apoiados.)
Os cidados jurados tem de atravessar moitas
vezes centenas de leguas, e nao podem ser exac-
tos no comparectmenio das sessdes do jory; alem
de abandonaren] seas interesses, tem moitas vezes
de percorrer oamiobos iniransitavels : maoicipios
ba no nosso paiz de mus de 200 leguas, e im-
pratlcavel que nm bomem venba de tao longa dis-
tancia smeote para assistir muitas vezes a juiga-
ment em qae so*se apreseota um reo, cajo mxi-
mo da pena de seis mezes e malta correspon-
dente a dais lergas parles do terapo.
Perianto, S. Ixc.,0 Sr. ministro da justica des-
gassombradamente pode pdr em pratiea (os
melborameotos exigidos pelo Jury, que, em vex de
serem ceoslderados como atwnudos as bardades
publicas, pelo ce ntrario serio servigos pelos qoaes
beio merecer S Exc. do paiz. (apoiados.;
Quiote i ajoto -roa peaiteftpJkria, deeluroa o ao-
leceevor de || lia. eesjV #ulaiortfcareseotado
em 4H64I que, teMo o Sr. Lo-
beeMetto de II1 w>rrV oHMrao Bacarref ara
[de afea comflMs.'io nesM sefidv cotmalssao 4a*
desempenboa ssiisfaetoriimente : accresceotaado
o Sr. coo3jlneiri Naboco qoe a reforma judiciarla,
assim como a revisto da cdigo criminal, na parte
que lite-era coonaxa, nao' se achava preparadas,
mas qoe linha a iniengao de conferir esse iraba-
Ibo a orna coma issio de pessoas competentes.
Nio sei se S. Uie. cnmprio essa promesa, por
i-so que o relato 10 apresentado esle anno no par*
lamento nao iral;, desse tacto ; o actual Sr. minis-
tro da instiga liaiiitou-se a dizer-nos.qae a com-
petencia de legi lar sobre casas da prisa) e seu
legimen fra daca pelo aelo addieioual as issem-
bleas proviaciaes e qne, nao tando os casas de
prisaj preparada- para oellas sottrerem os con-
derooados a peni com trabaih >, que era esta redo-
lida a priso sin pies, o que imperta va para mal-
los mais um premio do que om castigo.
E que a refor oa da lagtslagio penal e mais a
vigilancia aparada da parle do overo 1, no enten-
der da S. Ec, >ao as reformas que reclama esle
ramo do servlgo publico.
Crelo que S. Exc, exprimindo-se por esta for-
ma eoosiguoa a aecessidade argente de reformar
; o nosso syslema le pnsoes ; o seo antecessor eon-
sideroa e cil, derivndose as diflkuldades nao sd da mala-
ria propiamente, como da competencia das a.<-
semblas provine aes ; e finilmeaie da circuas-
laocia de lar o ri||imeo penitenciario inteira ero-
oexio com a leglagao penal, que da competen-
cu dos poderes (eraas.
Sr. presi i-nte, reconbago sem duvida
sr. presi lente, reconbago sem duvida a magm-
lade e importane a da :u->stio penitenciaria, po-
rm tarabera coolesso qoe os borneas proflssiooaes
e praticos oa seitocia das prisoes, os e> tadisias de
panes civiiisaos, tara am ama opini.i ja forma
da a respailo da excelieocia do systetna, que o
nico meio de so istituir a pen. infamante da gal,
e mesmo a do patibul, pelo trabalbo dentro das
peoiteociarias.
Portaulo, ji ex siindo esta conclasao a respeilo,
tempo de realiztr-se esse Importante e salotar
meiboramento redamado pela civiiisagt.
O outro pento, qae tambera importa ama diffl-
caldade da materia, a pretareoca enire os dous
-y-tamas amaznicos, o da reuoio silencios e o
da reparagio celular : este recebe tambero o no-
me de syslema pensylvani, e o mais seguido e
adoptado.
A Inglaterra desde 1839 qoe o admiltio geral-
meote em todas: s suas prisfies.
Em 1811 a Fianga, a Prussia, a Inglaterra e a
Blgica euviaram cuormissarlos aos Estados (Jaldos
adro de e-tudaren os dus sy -temas e darem sua
opiaiio a respeilo da preferencia deste 00 diquelle.
O resultado da: iovestigagdas e exames foi que
os commissanos preferiram o syslema pensylva-
nio.
A Franga era 1813, i visla do Matorlo apre-
sentado por Toe juiviiie, acaboa detlaitivamente
por aceitar o sysioma da separagao ceiu'ar.
Eis nutra concljsSo que nos deve guiar.
No Brasil, par n, quer oesti erte.quer na pro-
vincia qoe represento, adopioa-se o syslema da
reunan silenciosa, ou de Auburo. que o traba-
lbo collativo durante o dia oas offlcioas com sepa-
racio a ooite.
E' meu parecei que nos lagares onde exislem
estabelacimentos pelo systema de Aoburn, convera
proseguir nelles, ~sem fazer-se qoe.-tio de prefe-
reucla.
Na Blgica as constrnegoss modernas sao fetas
pelo systaraa peisylvanio, porem conservase o
systema de Aobirn as penitenciarias antigs,
como por exemplo na rte dauJ.
O Sr. MtNisrRO oa JusTigv:O systema de iso
lamento nao 1 n arovado o -m.
O Sr. Villaboii:Palo meos oio se tero abaa-
donado o -y-t-na ia Auburo
O Sn. MwtsTHC da Justiqa: Acho que o sys-
lema de Aaburv o.m-inor.
O Sr. Villabum: E' tambera mioba opioio, e,
uma vez que -uli titua-se o castigo phyuco pelo
moral, como ja' st pratiea, o syslema preferivel,
porque o mais taram, o trabaiho mais produc
tivo e a peoa meos rigorosa. Eairetanto que a
pena do systema peosylvanico...
O Sr. Ministro da JusngA:Muitas vezes aca-
ba per endoudacir o reo.
O Sr. Villabodi :___ lio severa qa- multas
vezesus condamaados acabam,corao diz o nobre Sr.
raialstn, por enlojqoecer-
E' lal a sua *evendade que na Franca e na Bl-
gica abatsa raelide da peoa aos coodemoados
que tem de softca-ia, porque o ooiiro traocez oao
cogiloo dessa peni, e assim acontecen com a oos-
sa coostitolgao, que non traiou dalla, nem prefe-
rio systema alguic, liminando se a exigir qae as
pnsdjs tossero $e aras, limpa*. arejadas, com se-
paragao para os presos eooforme soas cireuras-
tancias e a nalurtza de seus crimes ; e o cdigo
en jainal da mesma maneira nao eslabeleceu pre-
ferencia oera d- lio especie de encarceramentu
qaaado graduou a pena de priso.
A lei de 3 da de lembro 00 art. 83 declarou, por
occasiio de tratar da appellagio, que, quaodo os
reos tiverem de sofTrer priso com traba 00 dentro
das penitenciarias oo bajaeffeito suspensivo as
seoteogas.
De maneira qua tratou do objecto accidental
mente.
Isto foi reproda ido no regalameoto 0. ISO de
31 de jaoeiro de IKt.
Portanl 1, oio le nos lei oenbuma qoe iostitaisse
0 systema peoieo:iario ; se existe oa Baha e no
Rio ie Janeiro, em lei anterior.
Traa a se de ama i-ia nova, qoe oo poda'esta-
belecer-se 00 paiz sem decreto do poder legislativo.
OSr Presidenta: Ea pego a V. Exc. que ca-
tre oa materia ara discussao.
O Sr. Villaboim :Sim, Sr. presideote, eslto
fazendo cou^deragiis que se preodem soorgameo
ti que e ministerio da jjsti(,ia. A materia em que se oceu-
liou o orador que rompeu o debate acba se ioteira-
menie respondida ;e en, fazendo estas coosiJera-
ges, jnlgo estar ero meu direilo.
Voxss :E-ta nioiu na ordem.
0 Sr. Villaboih : Como dina, nao .temos lei
que baja decreta* o o systema penitenciario ;
doatnoa Dova que se prenda i nossa legislago pe
nal, e que nao pode ser adoptada pelo paiz em lei
espacial; s a da reforma do cdigo do processo
traioo dalle, e o fes accidentalmente.
Na Franga, oa Blgica, oa Sui--a, em Portugal,
bem como oa Inglaterra e oa Prussfa, foi o poder
central qu-ra eslab-lecea e date mluou a applica-
go do reg raen peniteoeiario.
Eotrare oas diflhuidades que se derivara do ac-
to aadlTiooal, arl. iO 9*. Deu elle aitribuigo
de legislar sobre a casas de priso e sea rgimen
s asserabias proi iociaes. A este respetto disse o
Sr. Lopes Netto o segu ote :
1 A solugao oo me pareja duvidosa, que/ se al
leoda i letra, quar ao espirito do art. 10 $ 9* do
acto addicional.
f Esle piragrapio foi copiado das leis ioglezas.
Casas de priso (aoturs of detention), casas de
irabalho (worjfc nnntes), e casas da correcgo
(houiei of correetton), sio estabelecimeetos qae,
ua loglaterra, con ero por coota das localidades,
como eolre os pel das provincias e diffe.rem mul-
to dos peoaes (penai estoo/ihmenl), oode oulr'ora
se cumpria a peoa le mais de doas annos de prisio
com trabalbo (paljirt>il4fe) e boje se cumpre a
excedente de cinec.
1 filies e nao 00 ros sao os qoe o acto addicional
foz a cargo das pnvincia, aoiorisaodo as respec-
1 vas assemblas a ar-lbes reaolameotos.
i As peoiteocias, porm, oao eslo oeste easo.
Sao, por soa naturtza, estabelecimeotos geraes que
eniendem com a st goraoca publica, sobre a quai,
nos termos da cons;ttuigio, vig o goveroo geral,
e formara o coa plmenlo do cdigo crtmio'l, que
le geral, cuja oxe:ugo s pJe ser regalada pa-
lo referido governo
c Qaaiqusr, por aoio, que seja o lado por oode
se encare a quasti, fr* de davida, no meo con-
tedlo, qae a fondaglo e o cosalo das penitenciarias
pertencem aos podares geraes do estado, oio po-
dando de maneira ilgoma ser considerados na de-
pendencia das asseuiblis legislativas proviociaes.
Na Frang, Sr. p''esidente, antes de se adoptar o
rsgimeo penitencia'io, e da centralizar a adraiois-
tiago oo s diis c sas centraos como le todas as
prises em gariJ, c servico era feio all lio tem
informidajia e coa lal carcter que o Sr. Charles
Lacas se exprima lesti forma :
c Iospeceionaodc -se nossas pristas departamen-
tiles dlr-88-hia qae 1 Fringa ao estado federati-
vo, onde cada dep ra tenlo determina, segundo
seas recursos, o rgimen interno das prtses... A
primeara a man argente oecessidade da reforma
das prises departameniaes que .0 estado tome-as
a sea cargo como as casas centraos. De ouiro mo-
do seri intil proeurar para estas prlsSes um pla-
n de reforma coja app icago aoltorme o minls-
tts-io nao podara orleare eem obter.
Na Blgica as ca as de detengo sao da compe-
tencia das ntovioclas, ao paaso qoe as penitencia-
rias pertenec ao poder central. Nos Esiados-Uai-
dos cada isstido decreta a tai respeilo, e verdade :
mas a organisaeao poltica dos EsuJos-Caid it nio
se pode comparlPuiu a 00-s ; as oossas pr .vin-
eles oio poden ser consideradas con estados fe-
derativos.
Eo, ponilo, emendo qoe se deve adoptar a opl-
niottDSr. Lopes Nato. 1
Nao teuno de modo algum a iotengo de atacar
as stirrbui(,-5 -s das asserabias proviaciaes. Ellas
podem conservar o direilo dado pelo aelo' addicio-
nal sobra prisoes da mera deteogio, oode sejam
recomido- o presos al qoe se Ihas d o desuno
compeleute e os que furem condsmnados i peni de
prisio simples. Porm as asserabias proviociaes
nio podem levar a soa pret mcao ao pnnio de que-
rerera legislar s bre principios geraes da penalida-
de. A peoilidade periaoce ao poder eoiral; para
qae bija igualdade oa le, para que seja a mesma
para toda a socledade, compre qae baja omdade
oa accio e oa execocao. Esta a verdadaira theo-
ria. Haveodo om poder supremo no eiado, a
qoem privativa legislar sobre penas, nao dado
ao poder subordinado ter atiriboiges. de decretar
sobre o mesmo assuraplo, e-tabelecendo peoalida-
de que deva ser considerada de interesse geral e
qae loe oo perteoce.
Portante, Sr. presideote, o podar central deve
conservar o dlreito de decretar a peoa, estabelecer
0 rgimen, tomando a si todas as despezas de cons*
trocgo e cosalo, mananlo fioalm-nta a vigilan-
cia e adminislragao d Em todas as jorcas, em todos os paizes o gover-
oo foi f irc-ado a avuitadas despezas euro a repres-
ivo do cuma ; e oao ha de ser pelo embarago que
crlerteera as despezas de constru*go e custeio
qoe uo havemo- de adoptar o systema peoiieo^ia-
rio, masro j porque, Sr. presidente, o estido de aos-
sas prisoes o mais deploravel possivel.
As continuas evasdes tiram ao preso o temor da
oeoa e ameagam cnostaoiemeoie a segaraoga pu-
blica. Os presos accumulados vivem em commura,
entregam-sa as mais torpes desenvolturas e aos es-
cndalos mais immoraes.
Asalubridada das prues a peior possivel ; as
orgaolsagdas mis robustas all acabam prematu-
ramente.
, portante, mister qoe atalbemos o mal physico
e o mal moral, obeleceddo deste modo oao s aos
precedo' da consliiulgio, como aos da humanidade.
Fago voos para qae o Sr. ministro da justiga d
realldade ao art. 13 do cdigo criminal, raiailva-
mente aos menores da 11 anuos que liverem cora-
mettido crime.
Nos Estados Unidos ha estabelecimeotos admira-
veis, onda sao reoolmdos esses BNOnrs.
As escolas de reforma da Blgica sao prefenveis
a meo ver, porque all os menores appucam-se a
agricultura, qae o motor principal do nosso ma-
chioismo social.
E' lempo tambera de crear colonias agrcolas pa-
ra oode mandamos os mendigos, vadlos e vaeabao-
des de que o trata o art. 12 | i' do c-
digo crimina!. A p -na d priso simples insuffl
cente, por i-so qae oio s favorece a ociosidad,
como a imeota a perver uas reos de polica eom outros.
Para all devem ser remetildns todos aquelles
qae honverem corametlido crimes e leabam de ser
coaderouados pelas autoridades policiaes a priso
com irabalho.
Chamo larabem a atteogo de S. Exc. o Sr. mi-
nistro da justiga para necessidada que seole o
aiz de ama lei de locagio de servigos eolre bra-
sileros, ad instar da que trata deste objecto, publi-
cada em II de uulubro de 1837, qua estabeieceu
regras para contrates de locagio de servigos entre
estraogeiro* e Brasileiros. Nesse sentido apresen-
lou o mfaligaval e muita illustre deputado pelas
Alagoas ara project) que merece tola a conside-
rado.
OSr. Leao Velloso :Apoiado.
O Sr. Villaboim : Peo ao goveroo que alteada
para essa irabalbo; eu desde ja' Ihe hypjlbeco o
meo voto.
O sr. Ministro d-a Abricoltura :Pode ser
aceito com modiocagoes.
O Sr. Villaboim :Com as resiriCgoes que a
experiencia aconselbar.
E' orna necessidade indecllnavel.
Tem 1- urna parla da populago que entrega-sa a'
ociosidade e a' indoleocia, safreodo tela a quaii-
dada de privagdes.
Para reconhecer-se a verdade do que digo oio
preciso iote-oar se o observaior pelos oossos ser-
loas : oas oossas cidades principie- eocootra-se
grande numero de bomeos vigorosos sera occopa-
gio, o que revela que ja' temos o pauperismo, e
oo somanta a indigencia a a misara, quaodo em
oosso paiz abuodam recarsos oaturaes, sobrando-
nd% ubrrimos terreos.
Que malbor colonisagio desejamos para substi-
tuir o trabalbo escravo ?
Porq; e nio nos aprovaitaremos della T Os nos-
sos fazendeiros, com a faciiidada de se abastacerem
de Dragos 00 iraiego ae Africanos, oo souberam
otilisar-sedesses lolividuos, que, entregues a si
mesmos, ntenderam qoe deviam remetter-se a'
ocusidade, e que o irabalho os aviltava, sendo so-
mante talbado para o captiveiro.
E' gaote loielrameole intil, porque oo ha meio
legal de obrigar a irabaihar. Precisamos, portan-
to, de Iris repressivas da ociosidade, que inaocu-
lem oo povo o Je ver dj irabalho, que uma lei da
oatureza humana e o Ara da socielade.
As leis repressivas d vadiago aada tem de of-
feosivas a' ioviolabilidad#dos direitos civis e da
liberdade poltica.
Os individuo- qoe tiverem contratos de lonago
devem ser dispensados do servlgo activo da guarda
nacional, a menos qae nao seja em tempo de guer-
ra. A guarda oacioaal s esta' orgaolsada e pres-
ta servigo oas capaas das proviaclas e oas cida-
des do litoral; 00 loterior s tem am lira, que
vexar o povo. E sera' boro qua se examine se
esses individuos que tiverem coolralos de locaco
esto oas coodigdes, como me parece, dos criados
de servir, a quera a coosiituigio oo coalla o direi-
lo do vol, que para elles importa mais um odos
que ama prerogativa.
Com estas medidas, Sr. presideote, eu teabo a
conviegio da que n* podaremos cooseguir que essa
populago que se entrega a' vadiagio, soffreodo as
roaiores pnvages, se appheara' ao trabaloo, o nos-
sos lavradores aproveiUro estes bragos para subs-
tituir o elemento servil
Sr. presidenta, a agricultura espera do goveroo
todos aquelles remedios necessarus para remover
as difB mdales com que actualmente lula, e qua
possam ao mesmo tempo conjurar a crise qua Ihe
esta' immiaenla.
Tratamos, porlauto, de vas de commuoicagfjjs,
de estaoalecimento de crdito e de iostrocgo eral
e profassional.
Sobra esle ponto o Ilustrado Sr. ministro da agri-
cultura ao seu bem elaborado relatorio, fez-nos a
promessa da bancos de crdito real, declarando S.
Exc. qae esta a aspirago de todos aquelles que
coroprehendem que o" remedio para as oecessida-
aas da lavooraestara' alcangado em soa parte prin-
cipal qumdo a propriedale predial poder sobre a
basa da bypotbeca conirabir empresttmos, com as
clausulas de longo prazo, juro mdico e lenta araor-
Uzago.
S. Exc. promeiteu-oos tambem proloogameoto
das vas frreas, lito sera duvida oanhuroa da
urgeolissima necessidade, e eu pego a S. Exc. que
nao se esquega na esecugo dessa seu compromis-
so do cooselbo dado por Miguel Cbevalier, que o
segointe:
Nio se deve receiar estabelecer como prioci-
plo i|Uj um caminbo de ferro que oo poda reoder
se quer a sorama iodispeosavel para soa construc-
gao e exploragio oio merece qae o cooslraam.
E aproveilo o eosejo para agradecer em nome
de onuha provincia e do paix a S. Exc. o iram-road
do Paragnass.
O Sr. Leao Velloso :Um importante meibora-
mento.
O Sr. Villaboim :Importintissimo ; e qoe for-
tuna para o goveroo ler dotado o paiz de om
elemente tal de prosperldade, sem que Szesse
mais do qoe abrir a mo, sem aftroaxar-oscordSes
da bolsa do thesooro, e sem grandes fadigas.
Sr. presidente, trato de concluir, e o farei ma-
nifestando ao goveroo qae confio e espero qae
ittenla as neces idades da lavoora, estodando-as
segundo os nossos costuraos, condigSes e educa-
gao, e a' luz da practica e do bora sonso, qoe sio
os guias que nos podem eaeamlobar na escolba e
applieago dos meios capazas de remediar essas
necessdades. '^ m '
Senhores, o Brasil am paiz eminentemente
1 agrcola, e os paizes que nao leem oolra iodos-
tria se oio a agricultor sentara mais os effleitos
das crises, por qae a agricoltara depende de
pbenomenos aihemospbericos que nio estn ao al-
cance do hornera prever nem prevenir; alm dis
to os seas fructos sao leales, elles s se manifes-
tara em cerlos e determinados periodos.
Aqu termino, Sr. presidente, pedindo descel-
pa i casa por Ihe ter tomado o lempo (nio
opoiado), agradtceado aos meo oobres collegas'
a altengio com qae ~ me honraram, e do mes-
mo modo aos Srs. mioislros da juxtiga e da
agricultura, a coja ipreciago entrego as eooei-
derag5es que ac,>Do de faser. (Multo bem).
A discusse le adida peta bora.
Dada a ordeif^io da, levaota-se sessao as 6
ras da tecle. >*_

SESSO EM a DE SETEMBRO DE 1867.
MCiIMftCU no sr. silvbhm lobo
Ao mete dia fam a chamada, veridea-se baver
numero sotRbieute, abra se a eessao, sendo llda e
approvada a acia ira anterior.
O Sr. i* Secretario da' coota do seguale
expediente
Um offlclo do mini-terio ua marioha, devolvendo
o raquerimeato di i* eirurgi 1 do corpo desaude
da armada Dr. Sevenauo Braulio Monleiro, por
periencer o sau obj-ru ao minisleri dagnerra.
A qoem fet a requi-icao.
Ovas do secretario do seoado, participando, qoe
por nfflcios do ministerio do imperio consten ao
josliga : ao J 3* acewscente-ssloclgdot os k
nados dos doas desembargaderes aposentados poi
decreto de 30 de dexembru de 1863, bem como a
do desembargador SeveroAmonm do Valle em con-
formidad* da lea n. 939 de *6 de seiembro da
I8B7 Joao Silveira de Sonza.L a. Vlera da
Silva. >
Flca o goveroo autorisado a contratar cem
ama empreta brasileira o restabelecimento da na-
vegicio a vapor entre Montevideo e Coyabi, na
provincia de Mallo-Grosso, logo qae eonelna a
guerra com o Paraguay e se torne franca aquella
navegago.Pedro Leito da Cunba.Sonto.
Ao I do arl. 15 accrescaoie-se:Qcando
em vigor o decreto o. 6o5 da S de selembro de
1851
Supprima-se a segunda parle do mesmo para-
grapboJ
t A tercelra parte do mesmo ajonte-see, aflm
de corrigir oa dtenos qne a pratiea lem mostrado
mesmo senado que s. M. o Imperador consente as execugao da respectiva legislago.Felieio dos
resoluedes, aut irisan lo o goveroo para maodar Sao tos.
matricular no !. aoao da faculdale de medicina sobstitutiva do art. 20 dareceila: Cobrar-
da corte os esludames Jos Celestino de Olivelra s#-b fl loda a pessa nacional 00 estraogeira qde

I
li-
li-
Soares, Franclsro Caelaao dos Saolos, Joio Heori-
qoe d Silva Continuo, Carlos Maximlaoo de Aze-
vedo e Silva, Evaristo G rogal'es Mariano, Anto-
nio Manuel da Costa liuimares e Heoriqoe de
Serpa Pinto; bem como para couceder um anno |
de licenca eom os respectivos veocimeotos ao leo- *|
te da 2.a cadatra do 5.* anno da faculdade de di- *|
reito do Recite, conseiheiro Pedro Anlran da Mal-, ?
la e Albuquerque, para mandar fazer acto das ma- j *"
terias d > 1.* aooo da facu'dade de medicina da
corte a Prudencio Aogusio Solano Brandan, e pa- JJ
ra mandar matricular no 1.* anno do ciarse med- j'
ro da faculdade de medicina desta corta o e-ludan- *
te dn curso pharraaceutieo Julio Cesar Correa de
Moraes Feramles, e ao 1.* aaao da faculdade de'
direilo em S. Paulo o estodanta onvinte Jos Das
da Crnz Lima Jnior.Ioleirada.
Dous do mesmo secretario, participan 1n que o
seoado adoptoo, e vai dirigir saocgao imperial,
as resologdas autorlsaodo o goveroo para maodar
matricular no !. anno da faculdade de direilo do
Recife aos esladaoles Amonio Ferreira de Snuza
Ppaaga e Manoel Jos de Figueiredo Lene Filbo.
Inteirada.
Um requerimento de Franclsee Isidoro do Son-
to, pedindo qoe seja aiteodida a sna petigo, que
foi a commisso da poderes em 26 de juin do an-
no lindo, isto desajtodo ser natorallsado cida-
dio brasileiro.A' commisso de cooslituigio.
Outro de D. Mara Jos de Sa Perra?, viuva do
cornnel do exercilo Luiz Aotooio Ferraz, pedindo
qae se Iba mande pagar a paoso que Ihe foi coa
cedida desde a dala do decreto.A' commisso de
pemoe.s a ordenados.
Lem-se, e san approvados sem debate, os se-
grales pareceres:
t A commisso de fazeoda requer que se pega
ao goveroo, pelo ministerio da guerra, ioformaco
sobre o requerimento jo ote, em qua o Dr. Evaris-
to Nuoes Pires, 2 clrorgiao Praeota do corpo de
sale do exercitu, pede nma ioderaoisacio pelos
prejaizo- que s. ffreu no naufragio do vapor Pedro
II -o 22 ie j.irii, le 1863.
c Sala das comraissdds, em 2 de setembro de
i8r7. Maoop| B. Footeoelle.F. de Paula Saolos.
L de Aibuquarqoe. >
A commisso de fazeoda requer qae se pega
ao goveroo pelo ministerio da guerra tnformago
s >bre o requerimenio junto em que Antonio Pedro
Ferreira Campell >, ti l Interino da 3.' classe do
almoxanfado do arsenal de goerra di corle, eral
residir no imperio, coja reoda nao seja interior a
40JJ, um imposte extaordinano proporcional ao
reudimeolo da cada om, e regulado pela tabella
seg ume : |
categora para eima
rendimeoto de 50:OOOJ>
de O.OuOJt a oO.Oou*
25:000* a iO.OuO*
Ij:ii00 a i3:0OU
12:000* a 15:000,%
9:000* a 12:000*
% I
de
de
da
de
de
de
de
de
de
de
Em
6:000*
4.U00*
2:000*
1:000*
800*
300*
9:000*
6:000*
4:000*
2:000*
1:000*
800*
substitulgo de outro qoe sa acha suspeuso, allega
que sendo de 800*000 o vencimento aaoiul dess"
emprego, s se Ih'e tem pago a metade, e peda ser
iodemoiaado da ontra melada, a contar de 22 ae
jalbe de 1866 a 31 da margo de 1867.
< Sala das commissdas, em 2 de setembro de
1867.Manoel B. Footenelle.t. de Paula Santos.
L. do Albuquarque.
a A comnissa de fazendi, examinando a peti-
gin em que Antonio Moreira de Olivei a e Silva e
outros, empreados da s'ecgo da sobsiituigo da
caixa da amonisago, recon erara para o corpo le
gislalvo da inteiligeocia dada pelo thesnuro nacio-
nal ao decreto n. 1227 de 22 de agosto da 186i,
qoe Iba marcoa seus vencimenios, pedio que se
solieilasse mformagio do governo a asa respailo ;
lando esta viudo em oTcio do mioisterio da f izen-
da de 13 da selembro do anuo prximo pas-ado,
decl- nudo qae 'o recurso des-es empregados,
ipreseotado tambara ao governo, j fui Hendido
oela imperial resolugio de consulta de 18 de do
vmliro de 1865, a commissio de parecer que
oada ba mais qae deferir aos sopplicaotes.
i Sala das commissas, em 2 de setembro de
1867.Manoel B. Footenelle.F. de Paula Saolos.
L. de Albuquarque.
Lem-se, julgam se objecto de deliberarn, e
vio a imprimir para entrar na ordem dos traba-
mos, os projectos segrales :
A assembla geral resolve :
Arl. 1. Fica o goveroo autorisado para cou-
ceder um aaao de liceoga, com todos os venc-
mantos ao 2. confereote da alfandega da corte
Joaquina Correa da Silva, para tratar de sua sa
de oude Iba convier.
Arl. 2.* Kavogam-se as disposigdes em con-
trario.
Sala das commisses, em 4 de selembro de
1867.Joao Talxeira.Candido Torres Filbo.
A aserabla geral rasolve :
t Arligo ooico. Ficara conced las, e o goveroo
aatorisado a mandar eitrahir na corte vinte e uraa
loteras do mesmo valor e plaoo das que actual-
mente abi se eitrahem, seodo seis a beneficio do
estabelecimeoto de educago e beneficencia deno-
minadoCasa d Providenciada assocugo das
s-nh ras de caridade da cidade da Babia, e qamze
para auxilio das obras da igraja matriz da fregue-
zia de Nossa Seabora da Gloria desta corle ; re-
vogadas as disposigdes em contrario.
< Sala das commissda!-, 29 de agosto de 1867.
Manool B. Ponteuelle.F. de Paula Sanios.L.
de Albuquarque. >
L se, e vai a imprimir para entrar na ordem
dos trabamos, a segoiote redaegao da emenda fe-
ta a proposia do poder execotivo, abrindo uro cr-
dito extraordinario ao ministerio da anana, oa
importancia de 7,807:000*000.
c Accreseenle-se 00 lugar competente :
c A asserob'a geral decreta.
t Pago da cmara dos deputados, era 4 de se-
tembro da 18b7.C. Pinto de FlguairedoTibe-
rio de Moucorvo.
Lesa farabeua, e vai igualmente a imprimir pa-
ra eotrir na ordem dos irabalhos, a seguate re-
daegao :
t A assembla geral resolve :
c Art. !. E' coocelido ao Dr. Antonio Perelra
Piot >, aalor dos apootamealos para o direilo in-
ternacional, ou coliecgio histrica dos tratados do
Brasil, o auxilio de 2:000*000 para cada am dos
tres volumes ji publicados da referida coliecgio,
sead -loe de igual forma oolorgada a mesma
quaatia logo que vier a luz o 4." lomo da dita
obra.
t Art. 2* O governo, pelo ministerio dos nego-
cios estrangeiros, far effectlvo o auxilio de que
trata o artigo antecedente desde qne a presante re-
solugo seja competentemente sanecioaada: revo-
gadas as disposigdes em contrario.
Pago da cmara dos deputados, em 4 de se-
tembro de 1867.C. Piolo de Figueiredo. -Tiberio
de Moocorvo. 1
O Sb. Jos Avelino requer preferencia para ira-
lar-se ames Ja qnalquer ootra materia do projecte
sobre matricula de esiudaotes, que se acba na or-
dem do da.
Consaliada a cmara, resolve pela afflrmaliva.
ordbh do da.
Boira em 1* discussao o projecte qoe aotorisa o
goveroo a mandar admitur a matricula em qnal-
qoer das facultades de medicina do imperta o es-
ldante Antonio Gurgel Vi lente.
O Sr. jse Avelino pede, e a cmara consente
que o proJecto teuba nma s dlscnssio.
Vem a mesa, sao ll-las, apoiadas e entrara con-
jaociameote em dlscassia diversas emepdas con-
cedindo ignal l.vor a outros esludantes.
Miaguem pedindo a palavra, e pondo-se a votos
o projecte, approvado com todas as emendas.
Vem a mesa, lido, apoiado e approvado sem
dbale, o seguate requerimento :
c Reqaeiro qae as emendas sejam redigldas em
separado.Horta da Araojo.
O projecto vai com as emendas e o reqoerimen-
to a commisso de redaegao.
Contina a 3' discussao da proposta do governo
Sie tlxa,a deepaza e orm a receita geral do impe-
o para o exereicio de 1866 a 1867, com as emen-
das apoiadas.
4:000*
3:000*
2.000*
1:000*
800*
600*
400*
loo*
130*
6u*
50*
25*
cada municipio umi commissio
composla de cinco memores, de aomeagao imme-
diala do goveroo, escolbidos dentre as pessoas do
lugar, orgaoisara' a lista dos contribuales, eias-
sideando-os as doze cathegorias establecidas, a
regolaodo-se pelo rendimeoto provavel de cada
um, eooforme a tabella, e aceitando, no easo de
igooraacia corapleta da renda do cooiribumle,
oa falta de outros esclarecimeotos, a declaraban do
niasm o.
< S 2.* Trinta das depois de acabada a lisia, e
aullada nos lagares mais puulicos, orna coramn-
ao composu do Juiz de direilo e de man doos- de-
legados Ou governo se reunir' para receoer ae
raclamagdes. Uro prazo de quioze das dado para
estas reclaroates.
S 3-. Sssseota das depois de julgada as re-
dara coss, devero todos os coatribuioies ter en-
trado para a collectoria com suas quoias. Aquel-
les qua o aio tivarem falto sarao multados em 25
por canto do valor de sua quarta parte. Se dentro
de um mez aio nverem pago a saa coolriboigao o
a molla, sera > presos e deudos na cadea at o ef-
factiTo pagamento da malla, imposto e cusas. O
juiz dos faltos da faz-oda ordenara' a dita priso
por petlgao 'dos procuradores das cmaras doco
mentada com o auto de intraugao, precedeodo aa-
dieucia dos lufraciores, ob sem ella em caso oe re-
ven.
< 4.* Nem os collectores nem os membroa das
coiutuis.-o-s percebarao relribaigio alguma pela
arracadagio Ueste imposto, qae estabelecido por
uma .-o v 1. \
1 Art. 2.* O producto desle imposto sera' desu-
da guerra 10 cor-
conjaoel*mete e stassao as seguales :
< Passem-se para o cap. 2* os artigo; additivos
26, 27, 28 e 29.
< Substltativa a
vex das nalaVras-
craio n.**
se-s a
bro de II
Aa argamanlQ
parte do airt 21.Ern-
n. 3*|| 1 exdodee
eatbro lfel80,-diga-
BP.de setem-
I.Lea) Velloso.
da daaoeza do anuste rio da
aadu as despazas extraoruarias
reoie ecercicio.
Se houver sobras ellas serio applicadas ao res-
gaie do papel-moeda.
Supprima-se o I do arL i.
SupprlUia-sa o | 14.
t Adduivo.O proando da veoda da estrada de
ferro da D Pedro II, e dos propries nacionaes, se"
ro exclusivameotb appiicados ao resgate do papel-
raoeda.Caadidu Toires Filbo.
O Sr Prsioentb :Tem a palavra oflr. Bap-
tista Pereira.
O Sa. Baptista Pbreira (atleogc):Sr. p.
denie, depois uo proceoimeoio que leve boniem .
oobia opposigau, absleado-sa da palavra para oio
embaragar a passagem da lei do orgmeoto, nos,
que temos compraoeodido que as dolorosas clr-
cumstaucias do paiz, essa le de transcendente
momento, e para a coosegairmus nio nos temos
poupado uos mais laboriosos esforgos, acompauba-
mos a honrada opposigao nesse empeoho e desisti-
mos da palavra.
Fago esta d-elaragao por mim e pelos meus ami
gos que se uuam inscripto para discutir o orea-
memo. (Multo b-m.)
O Sr. Presiob.vtb : Os nobres depjatados ios-
enpios acabara de ouvir a declarago e podero,
reclamar se enteuderera ceovaoieate.
Os Srs. Blarqb, Sodr I-'brbira b outros :
Desisiimos od palavra.
U Sr PRESiDBNrE : Se nao ba mais quera pega
a palavra, uou por encerrada a discussao.
O Sr Candido Tohhb* :Pego a palavra.
O SR. Presidente : lem a palavra o Sr. Can-
dido torras.
O Sr. Felicio dos Santos :Pela ordem.
O Sr. Presioentb :Tem a palavra pela ordem
o Sr. Felicio dos dantos.
O Sr. Felicio dos Santos:Sr. presidente, ea
nao Qz dec.aiay.ao aigoma, mas concorde! cum o
oobra deputado qua desisti da pilavra para que se
vulassa, para que nj bouvesse demora oa vota-
go; mas, dssde que nio se vai votar, eu raame-
ouo-roe oa ioscnpgo. ,
OSr. Souto (pela crdem): Sr. presidente, a
vista ua declarago do^diflereales partidos da casa,
eu pego o eucerrameulo da discussao.
Voies :Nao pode.
O or. Barros Pimentel : Amia nao se pro-
nunciaran: seis discursos.
O Sr. -outo : Eu perguoto se, a vista das de-
claragdes das pes--s inscriptas, cedeodo da pa-
lavra, posso pedir o eocerrameoio, porque sei
qoe se oao tem feto o numero da discursos pre-
cisos.
O Sr. Fres dente: Perdde-me o nobre deno-
tado : eu eoleodo qoe o reqoeitmeato de V. Exc.
nao vem opportuoamenie, porque eo ja' bavla con-
cedido a palavra a um senbur depuirdo,*- outro,
porem, reclamava sob ceno fundamento o uso da
p?lavra : veoiilava-se esta qoestio, mis a conces-
sao ue fallar ja' se achava effecltvamente fela.
O Sr. Candido Torres Filio :E depois o re-
quen-oroi uao e ia' uos termos do regiment.
O Sr. Presdeme :Eo apenas odogava qoeo
devera fallar por oao ler assistido ao resto da sei
sao de honiem e nao saber em qoe seolido fra 1
uitiroo discurso.
Como o Sr. Dr. Felicio dos, Saolos nscreve se a
favor, (em a palavra o Sr. Candido Torres.
O Sr. Candido Torres Filiio (Aitengac): Sr.
presidente, assigaale noolem ama leve eissldeocla
em que me acoei com s meus oobres amigos e
correligionarios desla *.-a : viro tribuna e
Uve a oacessana franqueza e coragem para decla-
ra-lo. Hoje, porm, o mea fl o oulro, boje ve-
ubo maufeslar divergeocias mullo mais profuo-
das em que eslou eom o seoflor presdanle do
enaseibo.
Sa uve boniem, Sr. presidente, bastante rora-
gem para aceitar a posigio peoosa em que a c-
mara vio que me acbal, se aceitei-a, a despeno de
ludo, aabeodo de anle-mfo que poda Inuirrer no
desagrado de meus amigos, canamente boje nao
devaria recuar oante de nma larefa mano mais
commuda, aquella que ueeorre da miaa posigio
natural nesta casa, de protestar contra o discurso
do oobre presiden! \ cooselbo.
Naste terreno, Sr. presidente, ea muito meaos
constraogido, eu toe colloco na minha oosigao na-
tural, a de opposiclonis la. ,
DiKordel bontemdua meas collegas, porque en-
tend que nio nos era licito na presente occasio a
absieugo, e qne o projecio que se discute, a qoes-
tio que se ventila actualmente, nio queslao de
partido, uma qaesto de salvago para o paiz
em uma cousa como esta oioguem ae pode dixr
iadirTerente. lrau->e da silvacao publica, e ei
creio qae dever oosso, dever de lodos coopera
rem para ella.
Euiendi, Sr. presidente, e nesta parte discor-
anda dor meos sobres amigos, qae nao tioha
direilo de demiilir de nos a responsabtiidade a/u
aos cabla as discoases da oasa, sem antes ter-
mos formulado as raides porque discordavaaao* da-
grande parte das idoas do governo eoaaciaOaa 00
projecto da commisso, e sem qae tivessemus apre-
sentado aa nossas Ideas, para qoe ellas fosseaa
aqu, come coovm, disentidas e apreciadas.
Eu sabia, Sr. presdante, qae, nao dire o amor
Vem mus a mesa, sio lidas, apoiadas e entrara' proprio, mas a vatdade do nobre pre-ideate do
cooseiho (porque a valdade, na oplwao de S. Ex.,
o anteo movel oas aegbes humanas), a ana valdade
lio loe permutara aceitar nenhuma idee que par.
Usse da oppuslco, por mais bem intencionada qae
ella fosse, por mais efflca, mais uul que alia po-
desse ser ao Um |ue os todos almejamos. a reor-
ganisago das nossa Baaogas. (Coolmuar a-kj
TYP. DO DIARIO -RA DA CRUZ88 M.
Mimiann
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