Diario de Pernambuco

MISSING IMAGE

Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:11393


This item is only available as the following downloads:


Full Text
_J
ANNOjLLM. NUMERO 236. -o^ ,,/j^ SEGUNDA fPA 14 DE OUTUBRO DE 1867.
p*a & cinrtL,Tr liuih nsi nao ri6A poste, pama lime E tcba bi pmvincia.
Per tresaeies adiaatadea.,. t. ^Pi^......... #000 Fw trw bmw afetete........... .*rr.. 6#7
P Por ii mu Mea.. .) i .i .1 .1 .1 .J ,j ,, .* ,#1 -, S4#000 P^ T' Per i#ve tes dea................................. tt|280
CaJ. ruaere aval* .1 .................... S 320 ^^^r^^ Ptr u aurMe*. :................................ 374000
DIARIO DE PERNAMBUCO.
4
jBNCARREGADOS DA SUBSCRIPCAO.
Parabyba, o Sr. Antonio Alexandrino de Lima;
Natal, o Sr. Amonio Marques da Silva ; Aracaiy ,
eSr. A. de Lemos Braga; Ceara, o Sr. Joaquim
os de )liveira ; Para, os Srs. Gerardo Antonio
Aires & FHhes; Amazonas, o Sr. Jeronymo da
Costa; Aiagoas.o Sr. Franeino lavares da Costa;
Cania, o Sr. Jos Martin Alves; Rio de Ja -o,
o Sr. Jos Klbeiro Gasparinho.
i PARTIDA OOS STAP8TAS.
I Olinda, Cabo, Escada estagSes da va frrea at
Agua Preta, todos os das.
Igaarass e Goyaona as segundas e sextas feiras.
Santo Anto, Gravan, Bexerros, Booito, Caruar,
Altinbo, Garanhans, Baiqae, S. Benlo, Bom Con-
seibo, Aguas Bellas e Taearat, as lercas-feiras.
Pao d'Alho, Nazareth, Limoeiro, Breto, Pesqoetra,
'-fheira, Plore, Villa Bella," Cabrob, Boa-Vis-
ta, Oaricory,Salgoeiro e Ex, aas quarta* feiras
I SerinhSem, Rio Pormoso, Tamandar, Una, Bar-I
reros, Agua Preta e Plmenteiras, as quintas
feiras.
AUDIENCIAS DOS TRIBl'NAES DA CAPITAL-
Tnbnnal ds commercio : s igundas e qnlnus
Relago : i ?rcas emanado* j.8 10 horas. -*-
Pareada r narnfas*s fO noi as.
Juizo do commercio : segundas as 11 horas.
Dito de orphos : tercas e sextas ia 10 boras.
Pri"eira Tira do clral: tercas e sextas ao mel
dia.
Segunda ura do ci ral : quarta e sabbades
1 acra da tarde.
EPHSMBRIDE8 DO HEZ DE OUTUBRO.
-Qibrw ara, ~WM&* t?
13 La etnia as 10 h. e 32 m. da m.
21 Quarto ming. aos 17 ni. da m.
27 La nova as 10 b. e 11 m. d o.
DAS da semana.
14 Segunda, s. Calixto p. m., S. Gandeneio b. m.
la Terga. S. Thereza de Jess r. carmelita.
16 Quarta. Ss. Martioiano e Elieo irs. tura.
II Quinta. S. >rt>oeio b., S. Malmetra m .
18 Sexta. S. L'cfeas "Evangelista, S. Trifona m.
19 Sabbado. S. Pedro de Alcntara f. pad. do imp.
20 Dominga S. Joio Caoeio, S. Crapazio.
PREAMAR DE BOJB.
I Prinaeira aa 2 boras 6 m. da tarda.
I Segunda as 2 hora 3U minlos da ,
PARTIDA DOS VAPORES COsTEIROS.
Para o sul at Alaeoas a 14 JO; pora o non*
at a Groj>. % ira 30 le cata Max; pan e'ar-
' nando nos das 14* dos mesas Janeiro, marco, auto
I jumo, setembro e novemblio.
PARTE 0FFIC1AL
ACTOS DO PODER LEGISLATIVO.
L1I R. 1471 DE 25 DE SETII1BR0 DE 1867.
Ftxa as (orcos ie trra para o anno financei-
ro He 1868 a 1860.
Don Pedro II, por graca de Dos e unnime ac
cao dos povos, Imperador constitucional e
or perpetuo do Brasil: Pazemos saber a to
nossos subditos, que a asamblea geral de
.ou e nos queremos a lei seguinte :
Art. 1.* A torcas de trra para o anno finan-
cetro de 1868 a 1869, alem dos offleiaes dos cor-
pos moris, da repartiera eccleslastica, dos corpos
de saode, do estado malor de 1' e 2* classes, e de
artilh.rla, de engenheiros, e do estado-maior gene-
ral, nao joderio exceder de 20,000 pravas de pret
de linba era circumstaoeias ordinarias, e de 60,000 ,
em circumstancias extraordinarias, incluidas as |
prlmeirts as dos depsitos de instraccao e de a-
prendizes de artiibeiros.
1.* A torga decretada para as circamstancias
eitraordioarias podera' ser preenchida, na falta de
voluntarlos, de engajados ou de recrutados, por
corees destacados da guarda nacional.
1 En lempo de paz, cada companbia dos
corpos movis lera* um so alteres ou 2 tenente.
Art. 2. Os offleiaes e priQas de pret, que vo- |
lantariamente se allstaram ou se alistarem as fi-
lelras do exercito, em virtade dos decretas n. 3361
de 7 de Janeiro, n. 3409 do de margo e n. 3428
do 1* de abril de 1865, tem diraito, na contofmlda-
1? de sens nngau'n.sis-.. a todas jas yaniapans.
irantidas pelos'referidos decretos.
| l.* Esta disposigo comprebende os guardas
nacionaes, a que se refere o decreto o: 3508 de 30
de agosto de 1865. -
8 2." As pragas do exerelto, que, concluindo o
tema de servlgo, a que eram obrigadas, se engata-
ran de novo durante a guerra actual, tero direito
as vantagens das voluntarios da patria.
Art. 3. Os recrutados, voluntarios e guardas na-
cionaes designados, podero eximirse do servigo
militar por sabstitoigio de Individuos que tenhara
a idoneidade precisa para o mesmo serrigo, ou
mediante a quantia de 1:200*000 em clrcumstao-
cias ordinarias; contanto que em um e outro caso
o fagam dentro dos pnmeirjs seis metes de praga.
Art 4. Os offleiaes do eorpo de engenheiros
empregados as obras publicas do ministerio da
agricultura, com perjolsso do ministerio da guer-
ra, Bcara coraprehendidos na excepgao eXDressa no
rt. 9 d* le n. 585 de 6 de sembr de 1850.
Art. 5.* Continuara em vigor as dlsposigoes do
art. 2" da lei n. 1246 de 28 de junho de 1865, na
parte relativa aos arsenaes de guerra, suas de-
pendencias, e deposito de artigos bellicos.
Art. 6." A presente lei reger tambera ni cor-
rente exercicio'
Art 7.* Flcam rerogadas as disposieoes em con-
irario. ,, .
Manamos, portanto, a todas as autoridades, a
imm o connecimeoio e .xecugao da referida lei
p-rtencer, que a cumpram, e fagam cumprir e
caerdar tio tnteiramente como nella se contera.
O secretario de estado dos negocios da guerra a
taga imprimir, pnblicar e correr.
Dada no palacio do Rio de Janeiro aos SO atas
do mez de seterabro de 1867, 46 da independencia
e doimpeno.-'MFEiuDOR cora rubrica e guarda,
ioo Lustosa da Cuona Paranagu.
Carta de lei, pela qual Vosa* Magestade Impe-
rial manda*BxecuUr o decreto da assembl ge-
ral, que houve por bem sanecionar, Bxando as
forcas de trra para o anuo aanceiro de 1868 a
i869
Para Vossa Magestada Imperial ver Manoel
Joaquim do Nascimento e Silva a fez.Mariim
Francisco Ribeiro de Andrada.
Transitoo na chancellarla do Imperio, em 27
u setembro de 1867.Andr Angosto de Paula
i'ieorr.
Foi a presente lei publicada nesta secretaria de
estado dos negocios da guerra, em 28 de setembro
de 1867.Mariano Carlos de Soaza Correa.
nvdicin...........
33. Lyceu de artes e offlcios.
34 Hygiene publica. .
35. Institoto vaccinieo
36. Iospecgo de sande dos
portas............
| 37. Lazaretos.......
1 38. Hospital dos lazaros.. .
39. Soccorros pblicos e ma-
Ihoramnnto do estado sanitario .
g O. Obras espeeiaes do mi-
nisterio do imperio......
| 41. Despezas diversas e
eveotuaej ..........
2:0004000
3:000*000
13:760*000
16:080*000
23:200*000
7:0.11 >*000
2:000*000
133:300*000
100:000*000
15:0004000
Art. 3. O ministro e secretario de estado dos
negocios da instiga autorisado para despender
com os obiectos designados nos segointes paragra-
pbos a quantia de....... 3,275:069*oi9
A saber :
5 1* Secretaria de estado. 161:4904000
I 2* Tribunal supremo de ins-
tiga ............. 105:7004000
8 3 RelagSes........ 301:0264667
| 4* Tribonaes do commercio. 47:2O0*OO
I 5* Jastlgas de 1* instancia 1,004:34(1*000
',o Ajada de casto a jaizes de
dtreito e manleipaes...... 20:000*000
| 7 Despeza secreta da polica 100:0004000
8* Pessoal e material da po-
lica............. 394 151*000
8 9* Guarda nacional .... 157:621*500
10 Condocgso, sustento e ca-
rauro de presos........
| 11 Eventaaes. ^ _...
a
corte.
12 L.orpo militar de polica -
13 Guarda urbana.....
14 Casa de correegao da
96 0744000
2:00 '*000
373-854"02
357:9404750
10. Casa da moeda ....
II. Admiaistragao da et lam-
parla e impresso do tbetouro
nacional...........
8 12. Dila de proprios nacio-
naes e terrenos damaotinoi .
13. Troograpbla naetotal a
Diario Oficial.........
8 14. Ajadas de costo. .
g 15. Gratiflcacdes por sirvi-
os temporarios e extraordlni.rios
16. Despezas eventaaes, sen-
do 1,084:64*555 para differea-
gas de cambio, calculadas a;re-
messas ao cambio medio di 24
g 17. Premios, descont d bl-
Ihetes da alfandega, commis-Ses,
corretageos, seguros, jnros rec-
procos, agio de moedas a a taes
18 Juros do emprestine do
corre dos orpbios........
I 19 Obras..........
20. Exercictos dados ..
I 21. Adiantamsnto da garan-
ta de 2 por cento provinciaes a
estrada de ferro de Pernamlmco
i 22 Dito a' da Bahia.....
& 23. Reposigoss e restitu toes
24. Pagamento do empresti-
mu do cofre dos orphaos......
S 25. Di i o de be os de difuntos
e ausentes...........
26. Dito de depsitos de quer origen..........
133:300*000
34:340*000
57:513*000
170:000*000
35:000*000
75:0004000
1,124:625*555
301:0004000
950:0094000
500.0004000
213:3334333
320:000*000
*
*
*
*
15. Obras.
100:6004000
50:940*1.00
Art. 4, O ministro e secretario de estado dos ne-
gocios estrangeiros autorisado para despender
com os objectis designados nos paragraphoa se-
guintes a guantia de...... 837:206*283
A saber :
3 Secretarla de estado, moe-
da do paz..........
2 Legacdes e consulados, ao
cambio de 27 d. sts. por 1*000 .
3 Empregados em disponi-
bilidade, uioedadopaiz.....
8 4* Ajodas de eusto, ao cam-
bio de 27 d. sts. por 1*000. -
5* Extraordinarias no exte-
rior, dem..........
6* Ditas no interior, moeda
do paz, sendo 31:152*955 para o
pagamento dos joros devidos pela
aora do thesonro nacional na
entrega da importancia das recia-
mages | bespanbola;, segundo
convencionou-se no accordo de 14
de niaio de 1861.......
7* Commissoes de limites" e
de liquidago de reclamagOes. >
Art, 8* 0 ministro e secretario de estado dos ne-
go,'iol da a8ricaitura, cocimereio e obras pu-
blicas aato.il*do P*r* dm os 0D-
jeetos designados n;s segointes paragraphos a
quantia de........... 11,842:891*530
ros, e nao tiverem rendiraento alera do proveniente
do seo eroprego.
3.* Os uffllaes do exercito e armada em efec-
tividad de servigo, aqoartelados ou embarcados.
4* As peosdes qae pagarera o imposto sobre os
vencimentos.
5.* Os pacos piscopaes, os convento*, casas de
miserico'dia, hospitaes de eandade, recolnimsntos,
estabeleoraaolos de piedade, beneficencia ou Ins-
traego, naatidos pelos cofres pblicos.
Art. ii. 0 governo flea autorisado para alterar
o systema de arreeadago do imposto sobre as in-
dustrias e proQssdes, creado pelo 2* do alvara
de 20 de oatabro de 1812, \ outras iels posterio-
ra, substitoiodo-o por um imposto, que sera' de-
vido por toda a nessoa nacin il ou estr ngel ra. que
exercerj no imperto quaiquer- iudastria ou proQs-
' sao, arte i offlcio. nao eompjebendldo as isen-
400:000*000 (des eitabelaeidas por lei. S
O imsosto se compora' de^axas lizas e de quotas
proporcionaas, sendo lanoadas por forma que se
obteaha a igaaldade do imposto, segundo a impor-
tancia nlattta das industrias e pross5es. .
A taxi fin lera' por base a natareza e classe
das indestraa e proll-s5e-, e s importancia com
mrcial dassnracas e lugires era que forera exer-
cidas, o, qaantb aos estabelecimentos indnstriaes,
o numero da operarlos, fornos, alambiques e ootros
meios ce produci.au, e nao exeedera a 2:000*000.
A qcota proporcional lera' por base o valor loca-
tivo de preda) ou local que servir para o exercicio
da Indjslna on prodsso, comprebeadidos, qaanlo
aos eitabeleeimentos industriaos, todos os meios
materhes da produego, e nao exceder' de
20V-
A taxa Oa e quota proporcional podero ser ap-
plicadas isoladameote em easos excepclonaes.
As sociedades anutiyraas pagaro o imposto na
ra ****'* V.Jqo beneflcios, qae se distribal-
^emnoalensaoscc',,n,8,,8 ._....-
AS tabellas,,ue o a?w.2S^.PS.:,.ra
cenes oa religiosas, observada a disposlgio
do | 2*.
Art. 18. A taxa dos escravos ser :
! De 10* na corte.
dos falseadores e a capltagao mnima de cada-. ira-
lialhador nos contratos de compannias.
O governo autorisado para alterar os regula-
meatos dos terrenos diamantinos, a flm de
2.* De 8* oas capitaes das provincias do Rio de Inorar a arreeadago e flscalisago da respectiva
Art. 5. O ministro e secretario de estado dos
negoelqsda marina autorisado para despender
cora os objectos designados nos segrales paraera-
A saber :
8 1.* Secretaria de estado.. .. 150:000*000
i 2* Ser i ed a de auxiliador da
Industria nacional........ 6:000*000
3.* A acqnisigo de llan-
tas, sementes e ootros obj icios
agrcolas............. 20:000*000
S 4.* Auxilio ao Dr. Maitins,
137:945*000 fleando o governo autorisado pa-
| ra contratar a concloso di Fio-
503:375*000 ra Brasilteme........ 10:000*000
5* Eventuaes........ 10:000*000
9:799*998 | 6. Jardim botnico da la-
|Oa de Rodrigo de Preitas .. 12:000*000
40:000400 7. Dito do passeio publico 10:000*009
8. Corpo de bombeiros 64:413*000
41:933*330 $ 9. Illnminago publica. 570:159*280
10. Garanta de jaros as
estradas de ferro, Ocando o gover-
no autori-ado a emoregar t a
quantia de 150:000*000 para o
augmento do trem rodanti da
estrada de ferro de Pernamlmco,
! mediante as condigdes que juigar
56:152*953 convenientes para o reembclso e
! pagamento do joro da m isma
48:000*000 quantia............ 2,105:262*383
---------------1 11. Estrada de ferro Ce D.
Pedro II........... 2,000:000*000
12. Obras poblicas gerass e
auxilio s provinciaes.
pbos a quantia de.
A saber
nba
4-
i5'
1 &
conse
8
Secretario de estado. .
Conselho naval.
Quartel general da mari-
Conselbosopremo militar-
Contadoria......
Intendencia, accessorios e
Iho de compras...... 123:0314800
Auditoria e executoria.
Corpo da armada e classes
8,087:206*826 j 13. Icspec^o geral das o-
-----------jbras publicas do municipio ..
( 12. E'goto da cidade .. .
109:810S000| | 15. Telegraphes........
37:500*000, 10 Trras publicas e coionl-
saco .............
14:012*199 8 17. Catecbese e civiliago
8:345*000 de indios............
59:20U*000 i8. Subvengao s coinpa-
nhias de navegago a vapo", in-
clusive a quantia necessaria para
3:420*UOOo pagamento ^das subvengd9i de-
vidas a companbia Pernambu-
600:0004000
798:0*14190
876:120*000
330:0004000
716:320*000
80:600*000
braogi ao Z&Z, fl> topaiifcnie* da ^oliu
approvagao do poder it8slativo, sendo, porem, lo-
go postas em sxecugo. .
l. Pican .sernos do'0*08'0, ; .,1M MlMn
!. Os membros do c?rP diplomtico estran-
8T'Os ageites consular35 estrangeiros, somente
em relago ws rendimentc8 de se? TSSSmu^
3' Os funtcionarios e ^"pregados Miipendiado
pelo estdo, provincias e C|P108- no 1ae res"
peita ao vencimento'do e(irre*0- _.-
V US iavradores e expradores de predios.rs-
ticos ou arbinos, quinto>" '" e "'TiSn
dos productos do's esraos ^red.s com rehenj d
o fabrico de assucar e aguarden*;/ """"
em reiagio ao gado das !
annexas........... 548:982*400, cana, fleando o governo aulorisa-
Lti n 1507de 26 de setembro de 1867.
Fixa a despeza e orga a receita geral do imperio
para os exercicio de 18671868 e 1868-1869,
e d outras providencias.
Dom .'edro II, por graga de Deus e unan me ac-
clamagao dos povos, Imperador constitucional e
defensor p-rpetuo do Brasil, fazemos saber a lodos
os nossos subditos que a asamblea geral deerstou
e nos queremos a lei segoiole :
CAPITULO I
DESPEZA GERAL.
Art 1. A despjia geral do imperio para o exer-
cicio de 18671868 flxada na quantia de......
68,530:221*091
S
800:000*000
96:000*000
150:000*000
150 000*000
10. >o
50:00040
' 6:000400
12:000*00
6:000*00t
a qual ser distribuida pelos sete diversos minis-
terios na forma especificada nos artigos segointes :
Art. 2. O ministro e secretario de estado dos ne-
gocios do imperio aotorisado para despender
com os object s designados nos segointes paragra-
phos a qoantia de....... 4,984:986*828
A saber :
g 1 D taga > de Sua Magestade
n Imperador.........
f 2* Dita de Saa Magestade a
mperatriz..........
3* Dila da princeza imperial
a Sra. D. Uabel........
% 4* Dita da princeza a Sra. D.
Leopoldina..........
5* Dita da princeza a Sra. D.
Janoaria e alogoel decaa .
{ 6" Dta de Sua Magestade a
mperatriz do Brasil, viova, a da-
qaeza de Braganga.......
!| 7* Alimentos de S. A. o prin-
cipe D. Pedro, Albo de S. A. a
pnneeza Sra. D. Leepoldina. .
8* Ditos do principe o Sr. D.
Loiz..............
| 9* Litios do principe o Sr. D.
!iUP?9*-*'.' -V-r- ;
1 10. Mestres da faK.!.' impe-
rial ............. 7:401*000
ti. Gabinete imperial 2:071*8
12. Cmara dos senadores 280:570*000
13. Cmara dos depotados 36:400*000
i i. Ajodas de costo de vind .^
e volta dos deputados..... 5i:250*0O0
15. Conseibo de estado. 48:0004000
16. S-eretaria de estado I61:220000
17. Presidencias de provin-
cias ............. 141:0304000
8 18. Blspados e reheoes me-
tropolitana........... 1,114:869*900
i 19. Seminarlos episcopaee 120:00040 0
20. Faculdades de direito. 170:000*000
I 21. Ditas de medicina 202:0134000
1 22. Instrncgo primarla e se-
cundaria do mnoiciplo da corte 350:000*000
S 23. Academia das bellas-artes 37:5604000
24. Instituto commercial 14:6004000
25. Dito dos meninos cegos. 41:3004000
26. Dito dos surdos-mndos 18:800*000
27. Estr belecimentos de eda-
cadas no Para........ 2:000*000
28 Archivo publico. 15:9204000
29. Bibiiotheca pabltca. 15:040*500
30. Moseo nacional .... 8:9004000
31. Instituto histrico e geo-
grphico brastleiro...... 7:000*000
| 3!. Imperial academia de
9 Batalno naval
10 Corpo de imperiaes mari-
eiros. ......v.....
11 Companbia de invlidos-
12 Arlenaes.......
13 Capitanas de portos.
jj 14 Fofga naval......
| 15 PWvios desarmados .
| 16 Hyspitaes.......
| 17 Pbares........
| 18 Eseola de marinba e ou-
tros estabelecimentos scientifleos.
$ 19 Hetorraados......
8 20 Obras.........
I 21/Oespezas extraordinarias
e even|uaes..........
Aift. 6\ O ministro e secretario de estado dos ne-
gocios da gusrra, autorisado para despender
r m os objectos designados nos segointes naraera-
183:1314000
102:063*625
140:777*692
100:193*732
250:600*000
200:000*000
I ios a qaaatia de.
A saber:
, 1* Secretaria de estado.
11 2 Conseibo supremo militar
'I 3' Pagadoria das tropas da
corte.............
4o Archivo militar e offleina
litbograohica.........
5 Instrucgao militar. .
| 6* Arsenaes de gnerra e ar-
mazens de artigos bellicos
l 7* Corpo de saude e hospi
taes.............
8 8* Exercito........
I 9* CommP s militares .
IsssKSm--".
14,360:730*640
212:103*000
42:178*000
33:0604030
25:9764000
. 318:128*500
2,213:207*280
727:849*100
7,823:41943tO
80:00040 0
1,283:809*460
b. <
.QcagSes oiversas e
Bjotfaa de ci ........ 100:000*!)00
201:000*000
!! rM
13
cas.
300:'00*000
600:00tt4000
400:000*000
r
8,277:005*445
6,388:834*000
idios e colonias mili
ares. J
I 3*'.*.*. ':
Iri yespezasleventuaes. ,
an- O min"s|i'o secretario de estado aos
Owcios da faze/nda aalorisado para despender
m os objectos /designados nos seguinte paragra-
os a qnantla fde ......25,142:129*365
A saber :
i l.' Jaros, amor. sva0 e mi,s
^spezasvda divida externa fon-
dau. peK.nMnt8 ira esUdo, ao
cambio par ETm Ti ...
% 2. Ditos da dita QC,, fan.
dada.......',.
S 3. Ditos da dita injscrpU
antes da emissao das respik^hfgg
apolices, e pagamento em 0v
nheiro das quaotias da raesma di-
vida menores de 400*. na forma
do arl. 93 da lei de 24 da ooto-
bm de 1832.............
4.* Caixa da amortisagao, fl-/
lal da Babia, ele........I
5.* Pensionistas e aposenta-/.
dos, inclusive o ordenado d<> des*.
embargador Severo Araorim do \
Valle, na conformidade da lei n
949 de 26 de setembro de 1857
6. Empregados de reparti-
eses exmelas........
8 7.* Tbesoararia nacional e
tbesnurarias de fazenda ....
g 8." Juio dos fettos da lacerada
I 9.4 Estagoes de arreeadago
120:299*6801 do a eontratar o servlgo a cargo
da companhia Brasileira d pa-
96i:22>*679| qaetos a vapor, como fr mais
12:563* 96' coii>eniente, e com redaeg) da
2,23i:78!*049 despeza actual, bem como appli
226:5614304 | car 20:0O0# para a navegaguo no
2.617:997*950 porto de S. Luis do Miraobao
38 7i)8*>t00 : pela companbia United Staie and
Brasil UaSteam SAtp, dedizida
esta quantia da qae pela el n.
1245 de 18 de julho de 1865 foi o .
mesmo governo autorisado a des-
pender com a reforma do ce ntra-
to com a companhia de nirega-
gaodoMaraoho.......... 2,820:303*677
I 19. Crralo geral....... 764:2724000
CAPITUI O II
REOE1TA GIIRAL
flwfa ordinaria.
Art. 9* O governo flea utorisado para refor-
mar a tarifa da3 alfaodegas e os respectivos regu-
laraentos na parte que Ibe forem concernentes, sob
as segumtes bases :
1. As unidades da tarifa, sobre as quaes assen-
taro as laxas, sero as do systema mtrico,
decretado pela le n. 1,153 de 26 de jnnho de
1862.
! O dospacho por peso sera' extensivo ao maior
numero possivel de merearJiorias, preferindose o
peso bruto ao peso liquido.
3.* Sempre que fdr possivel, serio reduzidas a
urna so, tomaodo-se para isio um termo medio, as
qualidades ordinaria entre fina, e fin*, em qu;
labdividera-se diferentes artigas da tarifa.
4 As taxas sero app icadas de modo que
abranjam o maior numero ile artigos de cada ama
das classes em que se divid, a tarifa.
'' -'o ser elevadas al mais de 20 por
-actuaos dos tecidos de seda, por-
., ..a. fumo de quaiquer modo pre-
cellanas e crystaefrj T ^oa*ur objecto
parade, madeira era oura uu. 3*
rU
faiend
doctos. te.,, ior.
5.* Os inlividaos das tripolagSes, os artt:.1"-'^
naleiros, operarios, e qaaesquer outras p: .
qoe irabalbarem a jornal ou por salario em lr
offleina de pessoa da mesma proQsso, ou em c
loja oa offleina sem offleiaes ou aprendizes.
6.* A catias econmicas, monte pos e socieda-
des de soccorros mutuos.
7.* Oa pescadores.
8." p's casas denominadas de quitanda.
2. O ministro da fazeoda e os inspectores das
thesoorarlas, com approvagio do mesmo ministro,
podero eaeeaer a remis>9o total ou parcial do
imposto, nao s no caso de inceodio e outra cir-
cunstancia extraordinaria attendivel, como no de
pequenbez dos rditos das industrias e protiss5es.
j 3." Era qoanto nao for expedido o renulamento
para a arreeadago deste imposto, o governo pede-
r' sojeitar ao de que trata a lei de 21 de oulubro
de 1843 art. 10, e regularaento de 15 de junho de
1844 as industrias e prutis.-5es actualmente iseotas
ou nao eomprehendidas no citado regulamento,
guardadas as excepgdes do s 1* -
Art. 12. O sello proporcioual das lelras de cam-
bio e da ierra, escnplos ordena, crditos e factu-
ras ou contas assignadas, se regulara' pela tabella
seguinte :
Do valor qae nao exceder de 2.J04 200 rs
. mais de 200* al 400* 400 rs.
400* al 600* 600 rs.
> 600* al 800* 800 rs.
i > 800* al 1:000414000 rs.
Assim por diante, cobrando-se mais 1* por con-
t ou traego de eooto de rts.
frica revogado o arl. 15 da lei de 18 de setembro
de 1845, e em vigor o arl. 12 l da lei de 21 de
ouuioro de 1843, oa parte que sujeila ao sello pro-
porcional as lelras de cambio eslraogeiras.
ArL 13. Ao sello proporcional ttoam sujellas to-
das as escriptoras, escripios e papis qae coniive-
rem delegago, sobrogago, garaolia, declarago oa
liquidago de somraas e valores por quaiquer titulo
que seja ; e bem assim os ttulos de transmisso de
uso e goso de beos immoveis, movis e semoventes,
alm dos coraprehendidos as leis actualmente em
vigor sobre o mesmo imposto.
onico. Os recibos de 50*0J0 ou de maior valor
pagaro o sello flxo de 200 rs.
Art. 14. Os cheques e mandatos ao portador ou
a pessoa determinada, passados para serem pagos
por banqaeiros na raesma prag* em viriude de
contas correntes, na frraa do arl. i* 10 da le
de 22 de agosto de 1860, pagaro o sello flxo de
200 rs.
Art 15. A tabella da 5* classe do sello propor-
cional extensiva aos mulos de ooraeago, qual
quer que seja a sua forma, dos empregados estipen-
diados pelas corporajoes do maa-raorta, e quaesquer
sociedades anonymas.
ArL 16. O governo, no regulamento qae expe-
dir para a arreeadago do tmposio do sello, po-
dera.:
!. Eleva/ as taxas do sello proporcional, cora
tanto qae nao excedam de 2 /,.
2.' Elevar as taxas do sello flxo, com taoto qae
nSo exceaam de 1:000*.
3.' Suoprimir as isengSes establecidas e reda-
ir pflq^jle revalidago como juigar conve-
niente, i ^- _
f i; bs dlreitos de meto* aontros eomprabra-
Janeiro, Bahia, Pernamboco, S. Paalo, S. Pedro,
Maraahio e Para.
3 De 6| em todas as ootras cidades.
4.* De 4* oas villas e povoacoes.
5. No districto da legoa alm da demsrcago a
taxa sera' de 6*.
i nico. Proceder-se-ha matricula geral dos
escravos, na forma do* regulameotos qae o governo
exoedir, pdenlo nelles comminar mulla at
200*000.
Art. |9. O govern) Oca autorisado para expedir
om regoiamento un for misando as ragras para a
cobranga dos actaaes impostos, sobre a transmis-
so da propriedade e-asufrocto de immivels, mo-
vis e semoventes, pir titulo oneroso ou gratmlo,
inter vitos oa causa mortis, e comprehendeado no
imposto qoe os substituir sob a denosioaco de
transmisso de propriedade :
1.* A laxa de beraogas e legados.
2.* A siza dos bens de ra 3.* A meia siza e sello da venda dos escravos.
4.* Os direilos e sello da venda das embarcagdes
nacionaes oa eslraogeiras.
5. Os direltos de insinuacao e ootros da tabella
nnoexa a* lei de 30 de novembro de 1841, $8 32,
42, 43 e 44.
6.* O sello proporcional dos quinbSes heredita-
rios e Isgados, doagdes, troca de immoveis e coas-
titoigao de empbytease on sub-empbytease.
g 1.* A arreeadago do imposto se regalara' pe-
las disposigdes que segaem :
1.* A taxa sobre a transmisso por titulo soeces-
sivo ou testamentario sera' cobrada no municipio
-* -rte :
cm Imha recta, na razo do actual selle propor-
cional.
Eotre os conjoges por testamento, 5 /..
A irmos, tios irmos dos pais, esobnohos Albos
de irmios, 5 /
A primos Albos dos tios irmios do pais, tios
irmos dos avs, e sobrinhos netos de irmos,
10 /.-
Entre os demais prenles at o 10* grao contado
por direito civil, 15 /
Entre os onjuges, ab mtestato, 15 /
Entre estranbos, 20 */
As berangas nao excedentes de 100* flcam ex-
ceptuadas do imposto.
2.a As doagdes pagaro o imposto :
Era libha recta, oa razo do actual -ello propor-
cional.
Entre os conjnges, 2 */
Entre os collateraes at o 3* grao inclusive, coo-
tado por direito civil, 2 /
Eotre os collateraes do 4* grao, 3 /
Entre os ra Entre os estranhos, 0 "/,.
3.a A compra e venda de immoveis e actos equi-
a pagar 6 /
vaieotei cmtin^r
"* "li*" snjeltos ao
aavega-
Cm tabella da lei de 30 delKY?m^ Qe.*841
n ^ 33. 40 e 48, sero substituidos peTo seHJ,rPor"
'. ciooal, na forma do presente artigo o. 1. > '
de laxo. V em
g l.8 O governo podera' mondar cobra.^
mooda de ouro pelo valor legal do 1* de jan^i^Y-5L0~s dlreites de empregos,"mercs e ootn
prximo futuro em diante 13 por cento dos direito* g* j-^-gdldos na raesma taoeila, gg 5; a 31, 34
100:0004000
58:9004000
l)09:3O3*675
15:9. H54337
l,2l9:73i*0 00
76:8l74f (00
3,382:669* M
de imoortago.
g 2.* O governe pora' en execugo a nova tari-
fa a pro.'Orgao qoe fdr o'ganlsando as suas res-
pectivas partes; e depoia de fazer as correcgCes
que a experiencia aconselbir, a snbmettera' a' ap-
provagao do poder legislativo.
Art. 19. Cobrar-se-ba le cada pessoa nacional
ou estraugeira qae residir ao imperio, e tiver por
sua conta casa de babitago, arrendada oa pro
pna, aioda que nella nao iiore, am imposto de
por cento sobre o reodimnolo ineativo auoual nao
inferior a 4804 na corte, n 180* as capitaes das
provincias do Rio de Jamiro, S. Paalo, S. Pedro
Bahia, Peroambuco, Mannhio e Para, a 120*
as deijais cidades e a 60| nos mais lugares.
g O arbitramento do valor locativo, era Talla
de recibos nao cooieslados sera* feito com altengo
ao local da habitago : do arbitramento bavera' re-
curso para as thesourar as de fazenda, e deslas
para o tribunal do thesouio nacional.
Nao e oomprehendorio no valor locativo :
' 1.* Cs edificios ou parlo de edicios consagra-
dos'exr.lusivaraen'.eaagrhuliura
i A parte do predio oceupada por loja, offlei-
na, escriptorio, ou eslabel cimento de industria ou
prottssiio.
8 2." Serao Isentos do i aposto :
i. Os membros do cerpo diplomalico estran
ffi'irO.
S. Os ageotee consol tre que forera esiranget-
compic
39, 41,
quaesq
vos di
merc
dopr.
e ootros
a
, 47, na de 16 de oa'toro de 1830, e
utros flxos estabelecidos a ltalo de no-
,.os as leis em vigor sobre empregos e
seria sabstnoidos pelo sello flxo, na forma
nte artigo n. 2.
r 17. A decima urbana fiea elevada a 12 /.
revogaJas as disposigdes do art. 11 g 3* n. 1 da le
de 28 de setembro de 1833, e art. 17 g I8 da lei do
|. de oOtobro de 1856, oa parte relativa a este
Imposto.
g l> No valor locativo, qae serve de tase ao
imposto, comprehender-se ha d'ora em diante o do
terreno aoaexo ao predio, qualqaer que seja a saa
exten-io genero de cultura.
2.* A disposigao daste artigo sera applicada
no municipio da edita e pr.vioeia do Rio de Ja-
neiro a'.declraa de legua alm da demarcagao, es-
tabeleclda pela lei de 23 de oulubro de 1832, e em
lodo o Imperio a' decima addicional das corpora-
C5es de mo mora, establecida pela mesma le.
g 3." A legoa alm da demarcagao para cobranga
da decima contar-se-ha dos limites- das c dades do
Rio de Janeiro e Nictheroy, que forem demarca-
dos na forma do decreto o. 409 de 4 de junho de
1845
8 4. A decima addlelonai, estabeleeida pela le
de 23 de outnbro do 1832, sera' extensiva aos pre-
di03 pemnceula* s compauhlas e sociedades ano-
nyrai?, e a qoaesijuer ssoc(as3es pa, benefl-
As permatagoes, qoanto
sello proporciooal, conlinuario a pagar 1/10 /
4.' A amortisagao mediante licenga do poder
competente pagara, alera dos dlreitis que devidos
forem da acquisigo na forma das disposigoes an-
tecedentes :
Por titula gratuito, 5 v
Por titulo oneroso, 4 8i>
5.* a coastiluigo de emphyleuseoa sab eraphy-
lense, pagar o imposto na razo do actual sello
proporcional, e da joia, se honver, l |..
6.a Os Impostos de 5 a lo *|. sobre as vendas de
embarcagoes e actos equivalentes, flcam reduzidos
em lodo o caso a 5 v
7.a O imposto da compra e venda de escravos e
actos equivalentes sera' cobrado no municipio da
corte na razo de 2 |..
8.a A cesso de privilegios antes de realisada a
empreza ou de seu cfleclivo gozo, excepto no caso
le de 28 de agosto de 1830, pagar 10 V
9." Da arrematago, adjuoicago e venda em
leilo, nao sendo de immoveis, escravos ou embar-
cag5es pagar-se-ha 1 (,.
E se os beos perteocerem a massas fallidas 1|2
0|0.
10. Da snbrogago de bens inalienaveis por apo-
llces da divida publica, se pagara' 2 *|(
E sendo bens nao dotaes por oulros bens 10
0|0.
Nos demais casos se continuara' a pagar 2 (..
11 Todos os actos Uauslativos de immoveis su-
jeito a' transcripgo," para que possam valer con-
tra terceiros, pagaro, alem dos imposlos que de-
vidos forem I|10*|(.
g 2.a As trausmissoes suieitas a esle imposto,
flcam isenias do sello porporclooal.
Art. 20. tica revogado o art. 37 da lei de lo de
novembro do 1827.
Art- 21. Fiea adiada d l" de Janeiro de 1868
at o flm do exercicio de 1868-1869 a extraegao
de quaesquer loteras geraes ja' concedidas on que
o forem depois da presante lei, a' excepgao das
seguales : .
1.a Daquellas coja extraegao obrigatoria, com
ou sera numero difluido, meuos as concedidas
pelo decreto n. 984 de 22 de setembro de 1858.
2.a De nma em cada anno para o patrimonio do
hospicio de Pedro II, hospital da misericordia de
S. Joo d'EI-rei, dito de eandade de Macelo, dito
de Jacareby e dito de Corvello era Mlaas.
O beneficio das outras loteras qua se extrahl-
rem reverter' para o ihesouro.
Art. 22. Todas as pessoas, que receberem ven-
eimentos dos cofres pablicos geraes, provinciaes
oo mooiclpaes, comprenendidos os pensionistas,
jubilados e aposentados, flcam sujeitas ao Imposto
de 3 | sobre os mesmo* vencimentos, exceptuados
os i oler lores a 1:000*.
Se os funecionanos perceberem porcentagera oo
emolomentis.sero estes, seguodo as lotag5es a.
qae se pmrJUlministrativamente, aecumnla-
dos aos .VencimentosVpara pt^J?SKP imposto.
As pepsrjes do meio sold e montepo e-OS ven-
cimenljBs dos reformados pagaro o imposto nata- 37/Direltos novos e ve|hos e de cbaneei.ana.
zo deL -,. rtaf D)los_das^P3lani dos offleiaes da guarda
m -*/Flcam isentos do Imposto os veneimentos
das pragas de pret de trra e mar, dos militares
era campanha, e os que se abonara como jornal a
serventes e operarios, e outros que nao entrara
na categora de empregados pblicos. .
g 2 a Pela cobranga do imposto nio e_ abon
orcentagem as reparllges de arreeadago^
Art. 23. Os estrangeiros podero '
renda.
Art 24. Cobrar-se-ba pela estada das embarra-
Coes nacianaes oa estraogeiras oa doca da alfan-
dega da corte, e cooforme a tabella que o governo
orgaaisar ama taxa nio excedente de 2*000 por
mettro de caes occopado e 200 rs. por tonelada da
arqoeagSo fora do caes, e pela descarga das mer-
cadorias a de 40 rs. por volme at 50 kilogram-
mas e mais 20 rs. per dezena de kilogrammts.
Pela descarga de bagagem pagar-se 400" rs por
volme al 5 kilogrammas e I400 pela rae n-
cederem desse peso.
Esta disposigo tica extensiva a quaesqaer ou
tras d( cas qae se constraam no imperio por cocu
do Estado.
Art. 25. A armazensgem da agaardente de prc-
dacgo nacional sera' cobrada na razo de 5- *|-
dos respectivos direltos por mez de demora, a
contar da data da entrada para o deposito.
Art. 26. A taxa das matriculas das facaktades
de medicina do imperio sera' igoal a das faeolda-
des de direito.
Art. 27. As mollas applieadas as cmaras mu
nlcipaes oas leis e reglamento? em vigor far
parte da recelta geral a excepgao das roraminad.
as Iels. regulameotos e posturas manleipaes.
Art. 28. O governo Sea anlorisado a unilcrmisar
as differemes tabellas de emoloraentos, qae se co-
bram para a reoda geral, tazendo os additamentc
] e alleragdes convenientes, com tanto qae na eleva-
! gao das laxas nao exceda o dobio da maior taxa
ac.ualmenie esta beleeida, e bem assim para aile-
, rar o systema de cobranga do imposto da Ifxiau
i de chancellara, adoptaodo o qoe lar mate eeav-
I niente.
A nova tabella fiea dependente da definitiva ap-
1 provagc do poder legislativo, sendo, porm, logo
posta em nntogio.
Arl. 29. Os imposlos, qoe at agora ao eobva
vam para a renda geral sob o tituloPeculiares
do municipiocontmoaram a ser cobrados para
a mesma renda smeote do municipio da carie.
Art. 30. A multa sobre os impostos, qoe aso sao
pagos a' boca do eotre nos prazos mareados o
r.guamenos, flea extensiva a todas as rendas lar-
gadas, e elevada a 6 O/o-
Ari. 31. O governo nao podera' comminar nes
regulamentos, qoe expedir para a arreeadago ana
impostos a que se refere a presente lei, M nao a-
penas decretadas uas leis, qoe aotorisaro os regu-
lameotos em vigor.
Nos meamos regulameotos o governo determina-
ra' a forma do proeesso para a liquidago e cobran-
ga dos impostos, e as penas a qae hcam sojeitos
unto os particulares como os fooeciooarios e auto-
ridades oo caso de iofracgo, observada a diept-.-
go antecedente. r
Art. 32. Contindam em vigor as disposigSes *i=
K I e 2a do art. 11 da lei de 27 de set*~^ro ^
1860 retalia: 05 ,moos08 *dd,*:'.^aes sobre a
imporiago e exportago, ncanoo estes uliimos ele-
vados a 4 a/ e as do art. 8* da le o. 1352 de 10
de setembro de 1866.
Art. 33. A receila geral do imperio, incluido e
producto dos impostos, qae fieam creado^, orga-
da em ................. 7I,**W:0004000
Art 34. Esta receila sera' efectuada com o ero-
duelo da renda geral arrecadada dentro do exer-
cicio da preseote le, sob os titulo abaixo assig-
nados :
1. Direitos de imoortago para conjamo.
2. Ditos de bardeago e reexportagd.
3. Ditos idem para a Costa d'frica.
4. Expediente dos gneros estrangeiros
dos por cabolagera, livres de direilos de eoe-
sumo.e dos qoe forem arrematados para *>
snmo, elevado ao dobro.
5. Dito dos geoeros do paiz.
6. Dito dos gneros livrea elevado ao dobro.
7. Armazenagem.
8. Premios de assignados.
9. Ancoragem.
10. Imposto da irabsmisso de propriedade.
11. Direilos de 15 / de exportago do pao bra.-ii.
12. Ditos de 5 / elevados a 9.
13. Ditos de 2 1/1 /
14. Ditos de 1 1/2 /. do ouro em barra.
15. Ditos de 1 "/ los diamantes.
16. Expediente das capalazias.
17. Juros das aeg5 das estradas de ferro da Ba-
hia e Pernambnco.
18. Reoda do crrelo geral.
19. Dita da estrada de ferro de D. Pedro II.
20. Dita da casa da moeda.
21. Dita da seoboriagem da prata.
22. Diuda litbograpbia militar.
23. Dita da typograpbia nacional.
24. Dita do Diario Oficial.
25. Dila da casa de correegao.
26. Dita do instituto dos meninos cegos.
27. Dita da fabrica da plvora.
28. Dita da de ferro de Ypaoema.
29. Dita dos lelegraphos elctrico-.
30. Dita dos arsenaes.
31. Dita dos proprios nacionaes.
32. Dita de terrenos diamantinos.
33. Foros de terrenos e de marrabas, excepta as
do municipio da corte, e prodocto da veoda
de posses, oo dominios alis daquelles terrs
003 de marrabas, cojo aforamento fr preten-
dido por mais de am individuo qaees a lei
ao mandar dar prefereocia, en oao_sesada
esla requerida em tempo, os qaaes serio pas-
tos em hasta poolica para serem cedidos a
quem mais der, fleando esla disposigo per-
manente.
34. Ladennos, nao comprebendldos os proveniea-
\ les das vendas de terrenos de marlnOa d
c6rte, fleando esla disposigo permanenk
35V Decima urbana de ama legaa alm da eeavtf-
1 cago.
36.) Dita addicional das corporagSes de mao moru.
isoladameate
ciona+r"
39. Dizima de chancellarla.
40. Joias das ordens nonorilkas.
41. Matriculas das faculdades de direito e de me-
dicina.
42. Sello do papel fixo e proporciooal.
43 Premios de depsitos pblicos.
44. Emolumentos.
<
MUTILADO
ou em sociedade, como os subditos do imperio, re- 45. imposto dos despachantes, corretores e age
querer e obter concessio para a roineraco, flean-
do revogadas. as disposig5es qoe Ibes vedam tal
concesso.
5 1* As concessSas de minas flcam sujeitas :
I. A' orna laxa flx nnnal de 5 reis por braga
qnadrada.
2.a A' nma taxa proporcional de 2 ai. do renai-
mento da mina, liquido das despezas da exiraego.
O governo flea autorisado para expedir um re-
gulamento que subinettera' a approvagao do po-
der legislativo, ctassifkaudo as minas de quaiquer
natareza existentes quer na superficie quer no in-
terior do solo; marcando a forma e condigoes das
que forem susceplveis de conce sao e as obrtga-
g5es dos concessionano3 para com os particulares
e para com o Estado.
{ 2, O prego minia de cada braga quadrada
de terreno diamantino ainda virgem, que se boo-
ver de arrondar, sera' de 10 rs. continuando o
de 5 r?, estabelecido na le n. 314 de 28 de ooto-
bro de 1848 para os terrenos ja' explorados, e qoe
turara de qovo arrematados.
Fiea leva a 5*000 auoaaes a t\u da liceo?.
h
at's
de leilio.
46. Ditos sobre rajas, casas de descintos, etc.
47. Dito sobre casas de movis, roupe. ele, Men-
eados em pan estrangeiro.
48. Dito de 20 /. das loteras.
49. Dito de 15 a/. dos premios das aesmas.
50 Dito sobre datas mineraes.
51. Taxa dos escravos. ""
52. Venda de trras publicas.
Cobranga da divida activa.
Imposto pessoal.
Dilo sobre os vencimentos.
Dito da doca.
rienda do imperial collegk) de P*lro II.
Concesso de pennas d'agoa.
59. izimos.
60. Decima urbana.
61. Emolumentos de polica.
62. Imposto sobre casas de modas.
63. Dito 00 consumo de agurdeme.
64. Dito do gado d* consumo'
03. Aroaieoageo/da aga.ard.9t.te.

53.
54.
35.
5*
57.
58.


mkkwlo de Pero fina CjSeguttda letra 14 ie Oatubro de 1867.
_________ __4w___________,________

Lac/
i cora nit,n , tioiso pabllco recbeos imrfe taaeute.
e o
Extnwritnai
Contrlbairao wn o raoute po.
IudeooD*ac5s. 0* esposos Macado trahaibaram era ambas ES
Juros da Pfurtucto de loteras ora later taca l dBSpo- firmando o bom Cjnceito da qae gosam tm oa
zas da ca sanitario da imperio. j G.cn e Rulo, parte earto deteitozinh Mote
DlJ de I /. ilas loteras na r>^ : ea<^os Mat H-otes Miste, de studo
j e Lalt'Qto recohenidn, segando o qae deltas pode-
B)F luiga* na 1* wt qoe os vimos trabalbar.
A' seanora Mac lo espruimeot8 damos oeoose-
Ihi de o se possair demais dos papis em pee-
julio seu; a bi j cortess de SeBuecey, foi c otada coa Ioveroslme-
. trunca por causa da eugeracio. Repetimos qiw
eiceileate artista esta seuhira; faca, poi, ella
altan esfonjo no aeotido de nidificar o deleite e
Ibe assegararaos qae ha de agradar
o. 293o de 16 de janho de 1862.
Venda de geoeros e propri is iDCi-.inaea.
Receita evento, il, cpraprebeo maltas
por iofraecao delai.-OJ regularaeoto.
epoutos.
1. Emprestimo do eifre aos rpalos.
2. Beus de defuutos e anaentes.
3 Ditos do eveuto.
i Pr moj de loWias.
5. Dhoo>iios da diversas oriaeds. ...
Art. 35. O g.nrtM flea auiorisado para en ittir {escola, qae
bilbetes do ibesouro at a somuu de 8.000:00o*, sempre.
com anleeipavao da raceita no exercicio desta
l CAPITULO III
Disp-su;vet ge Art. 36. Ogov-m Una auijri-aJo pa a :
i'* Alterar os 8! 13 e 18 do art. V da le <& 22
Na alta comedia ambo oa novos artistas traba
Ihinm tiern, e, con (raoquaza o diieojos, a Sr.
Mir 1,1 mais, nos agradou aqni do qoe n>drama.
Todavia esiejuizo nao dolouivn; u'uma estra
nunca e pode bera juUar de uno artista.
O tbeatro e-teve muit o coocorro e eremos qae
ya
.
de agosto de iooO qaaoto ao limite das seminas ] se loba de agora em diant mais que do costme;
que se podem dafosiUr, o juro e poca de que .a presenca dos esposos Macelo foi am grande anit
He se dfve couur. podeodo admlttir o -deposito liur para a mpreza.
ds thes.iorarias de faienda | Sabbado ooutinha am sobarlo,do corpo de
2. fazer a operagdes de cr....4o Becessanas; p(||C|, 0reteadeu pagar, ao doo da taberna
para a avnese do ootracto do empretimo ex- d 4| a da raa das Craz*a, algami cousa que al
teruo de 1839. comprara, n > importancia de 160 rs., dando-Ida
3. Rrfaicuuj- as secretarias de estado, contado- aigUIDaS espaldeadas. Este ivo modo de saldar
ra e intendencia de manoba, pag paa, arseuaes, secretarias de poricia e repartido segaraoca pobliea, guamo se acbava elle em seu
de fax-oda, aturando os qti'dros e veoeimjntos jUl(lj e recommendamo lo cora intancia ao Sr.
dos respectivos e* pregados, sob as segrate ba-
1." Uimiauigao do pesol, flcando todava addi-
do< a's suas reparujjis, ou a quaesquer oitras, os
empreados, que, teodo dir-it >s gardiiidos pelas
leis em igor, au poderem ser incluilos nos no
vos quadros, at que baja vagas em que srjam ad-
mitiiiiiis.
i." Reducto da .despea total das verbis cora-
pelelas, conservaodo-se os actuaes ordenados, e
reguiaado-se as giatitlcii;5''S e porc-ratagens de
modo que se corrijam desprouor^5js de veocnnen
tos oo vucesso resultaute da cobranja das novas
im>)o$i|8fs.
As reformas que se effe 'loarem,"serao logo pos
tas a eiecurao, e subraetlidas a' approvaco do
poder lenislativo, a' medida que forera sendo pro-
mulgadas.
Art. 37. O governo flea tambem autorisado para
alterar a cuobagem das moedas de prata, conser-
vando es valore* acune*, e oosemodo as ""a"-
{Oes segamtes : a de SJ^'JO tera' o Ululo de 0,9u0
b o pe.M) de 2a gra.muas; a ilr. l^tO, o me^mo
titulo e o peso de 12 gramraas e oieio, e as de-
mais, o titulo de 0,835 e peso proporcional ao que
flea marcado para as de maior valor.
O g-verno designara' a insnnp(jao, dimetro
mutra das novas moedas de praia.
Art. 38. A seBO.irUgeoa da moeds, que deve
substituir a' de cobre era circolacao, poera ser
elevada' al 50 (. Ilcando asim alterado o art. 3o
da le o 1083 de 22 de ago.-t. de I8'i0.
P^ra oucorrer a' oespei^s do fab ico e sob.-li-
tun.ao d* referida ra ie de 2,U00:U0jO0 uos exorcicios da preseote le,
po-jendii o goveroo pra e-le flm faier as operagoes
de crdito necesaria?.
Art. 39. Fica res-rvada par* a servido publica
as margeos oos n'S oavegaveis, e de q>e ^e fa
lera os navrgaveis, fra do alcance das mates, sal
vas as conce.-s5ts leg.timas fetas a' > d3 pu-
blicar.) da pre-Hii.) le, a zoua dfl t-ele braC*S Cn
la las do punto indio da eucbeolei ordinarus
bara o pooto interior, e o g veruo autonsado para
concede-la em lotes raioaveis di lr.na das dispo
sii,o-s ?oore os terrenos de marinha.
Ari. 40. A faculda ie concedida ao governo polo
art. 13 da le n. 1177 de 9 de setera ro de 1862
par o transporte de sobras-das rubricas da le do
og mt-nt-i oo poera' ser i-s,icida no que toca a
Veibas intacta, era a respeito daquelias cuos ser-
vicos nao estejam flndos.
Ait 41. G'utiouara ero vigor durante os ewci
cios da pres-nte le as dispe^voVs do art. 13, n-.
2, 3 4 e do art. 14 da |0i D. 12io de 28 de juob
de i86a.
Art. 42. A prest ute |e reg-ra' nj exerricio de
1868 a 1869, ewvaptoadj a dispo-lcio felaya a'
verbaeiprcL'i-Js flo-ios r-uit consigoa(o dave-
ra' conuuuar a ser dn 2 M):OJOJ'J0i), e i idas as
mars dlsiMsifSes privativas uo corrsnte ejercicio.
43 Fico em vigor tod^s as dlsposifdes
Ai.. nrcaraeoto anuceleuie. one o5" v--s
da le de *." ^. .? .- : -- -' -
rem partieolanneu0 o.ore a Uti'Qao da receiu e
despea, e nao uverem sido eipressameotJ revj-
eadas.
Art. 44. Ficam revogadas as dHposicoes era
contrario.
Mandamos, portan!', a u das as autoridades, ?
o conhecimento da reerida lei perlenc-'
qo-oa -
qoe a enmpram e fae im curaprir e guardar ta.i
|;!tfiraroeul9 como oella se contera.O secreUrio
de estadn dos negocios da faienda a faga impri-
mir, publicar e correr.
Dada nn naUno do Rio 1e Jaoeiro ao26 de se
lembro de 1867, 4*i da independencia e do impe-
rio. Imperador, com robrlc e goarda.Zicarias
de lios e Va.e .or-eilos.
Cirta de lei pela qual Vossa Magestade Impe
rlal manda eiecuiar o de:reto da assemhla geral,
qoe bouve por bera saoccionar, flxmdo a despea
e orcaodo a rec-lla geral do irnoerio para os ex-r-
cici.s de 1867-1868 e 18681869, e dando oo-
lra providencias, como u'eiia se declara.
Para Vossa Mage.-tade Imperial ver.Francisco
Teixeira d- Lira e Oneira a fe.Martim Frao-
cisco R neiro de Aodrada.
Sellada na r-ham-tliara do imperio em 28 de se
tembro de 1867. Aodr Aogolo de Padua
Fienry.
Pamicads na secretaria de estado dos negocios
da fazenda em 30 de setembro de 1867.J^ Se-
veriano da Rjcba.
pe nmbuco
REVISTA DURII
No sabbado a lar i* Dass-m paia o sul o vapor
de goerra japonez StonewaU, demorando-^e no ia-
maro algnm lempo p.ia largar o pratico da costa,
qoe o trouxe do Maranno. Es'e navio perteoceo
Ooir'ora a marmita americana, sepdo venaido olti-
mamxnte 10 governo do Japo. A' seo bordo vo,
segund. oos infjrmam, dous ii ,s do taicam do
Japao.
E' a irimeira vez que ven ao nosso porto a
bandera do Jipan. V
Off-recer as despetas da gnerr.i os profe-ores de in>tiud(ca''
publica : D Mara do llo-arm de Oliveira e J|a-
qnim Tneodoio de Vasconcfilo* A'gio, amb- s de
Lnnpi'irn; D. Amelia Angosta de Oliveira Quintal,
da 4' cadelra da fregoezla de Santo Antonio da
capital; e Antonio Vieira de Barros, de Sen-
nhem.
Foram visitada* po sahbadi, 0"\a Sr. Dr. di-
rector da io>lrurci publica, a esc la do collegip.
des orphi s, e a d 2* eadeira da fregoeiia da f
Visia qoe regida pela profe-sora D. Joaquina i*o
Mert Ferreira. 7
lofurma-noa pessoa fidedigna e que preseoclou
O fac que sexta-feira ultima, quando o 'valor
Paran procorava amarrar bola qoe a respeti-
va o.mpanbia tem aa volta do Porte do UatUte-, os
botes dos catraeiros prm"ip^Im-raie daqneila esta-
o, se arerearam donavo de mao-ra.qne quando
o pratico maodou ao-iar atraz, as rodas 0eram em
pedaros ora, e viraran dons utro-.
Felizmente de?ia vez nao .tivemos a lamentar
perda de vidas, mas a continuar m os vapores que
fuoeeam em nosso porto, a ser Invadidos utlos ca-
traeir is iroprudeUs. que deseafniados nada res
peitaio, e de nra jacio os assaitam, e eseailam
penetrando at Qas cama'is, nao nos sorprende-
remo- com a noticia de qae alguns delles licaram
victio.a da soa audacia.
O ~r. eocarregado da poUcia do porto tem por
vezes denado de atracar em piiraeiro logar, porque
os h'it-s do ganbo o oso deixaoi.
Parece-nos que o Sr. capitA' do porto, com os
recursos qoe^-iem a 'oa dist,o.-irfi 6 o uc eo que
pie com i sai ,.ut .ridade ob-tar a qoe se repro-
durarii ttes abusas, 'puntudo si-f,.ra jjente e sem
excepeo aqoelles Cetraeiros que atracarem antes
do navio estar aioiirado oa que os invadaui oa >e
conservera, cana sdem fazer, as e^cada nao
conyenti'ido qae se .suba ou d-s^a Itvreaient".
A* n-isso ver nfluteveui ell s passar dos botes
qna dingrm. AssIiiVi espersmos.
- Sabbado Dlilmo\*ve logir no Santa Isabel
nm exceliente esp.,ucu\ no qial tomaram parle
como esireiaotes oSr> Ma^j0 SQa senQOr ar(,s.
tasporiogueea uiua>ament5yqm ebegados.
ja coobt-cido do
comraandante do corpo a que perieoce o tai soldado
de polica que precisa ser policiado.
(loateio, no hospital PortogueideBeneficenci',
te ve lugar a p sse do Rvm. fre' Antonio de San
Aag-lica, como regente daquelle estabeleoiraen-
to. 0 acto estove eoncorndoe o praier di vis iva se
ero todos os semblantes.
A ideadas boas qoalidades e virtudes d-i novo
regeote, e o ficto de ja ter all sali-factoriainente
Jesempenhado, oo periodo de quasi sete aooos, o
cargo cujas func\;o-)s de qovj assora elle agora,
parece que actuava era todos os nimos.
Acompanhado deade o.conveoto A-i S. Franii-co
pelos memoros da junta adraiqslraltva daquelle
e-taeleciraento c da mullos oulr'os socios, all che-
guu pelas 7 horas da mauha, oode celebrou o saoto
sacridcio da missa.
Em seguida dirigiram-se para o salo interior, e
ua preseuca de lodos os f rapregados e de moitas
ooiras pessoas o Sr. provedor em breves paiavras
declarou aos assistentes o ficto da ooraeacao e
posse do regente, que depois percorren-lo todas as
eofermarias co < o roesmo acorapaobimeoto, fe-se
mostrar ao- eaft-rmos, para recoohecerem n-lle o
mmistro caridoso, que os tem de consolar as
d ro. do corpo e oo; desmaio9 do espirito.
Faiemos votos para qoeoRvra. feri Santa Ang-
lica se conserve oaquelle estaoeleclmeato, onde ja
deo pruvas de seo zelo e caridade.
Hootem fesvj m a respeciiva i'mandade, na
mat iz di Recife, o Sr. Boro Jestfs dos Pas-o;, com
pompa e brithioilsra j.oraodo ao Evaogeiho o Rvra.
monsenhor J i.iquira Piuto d hampos, qoe deseo-
voiv.'u sua oi.io.i) com aquella profisciencia que o
desliugue na trtbuoa sagrada.
Tambem a rmandale de Nossa Sentiora Riigari, de Saoto Antonio, festejou sui padrod. ,
havendo na vesp^ra a b'-ncao da igreja, que foi
nLVaraeote. concertada e decorada.
O Novo Banco de Pernambuco psga o 2" divi-
dento de -u< liqu dae.io, na razio de 4i / do ca-
pital em plices da divida puiica.
Estas fc-m de ser averbadas na thesouraria de fa-
zenda, pira ser-ra admittidas na folia dos juros
correspou lem-'S ao semestre correoK
Os accionistas do \jvi-Bin-*) t-irn de tiitregir
as respe-tivas acy3i aitm de serero inulilisada?.
Por iniciativa do Sr. eaoM*o Aotonlo dos San-
tos P.iutnal, d ; enganho Cabega de Nngro, termo
da Esrada, fui pr movida ama subscrlpco para
ocenrrer a- urgencias do estado na importancia de
12:oJ010 ; a qual offerecida ao goveroi im-
perial por intermedio da presnlen-ia da provincia.
Sao sob criptores deste iiopiriaote e patritico
do-'nlivj os seohores segaiotes :
Cj-rimnlaote superior AoJr Das de
Araujo .............................. 3:0015
Caoiio Autooio dos Santos Pjuiual...... 3:"015
Dr. Jos Candido Das................ I:0i04
Jo- Peivira de Aranjj............... l:00ili
Mao-iel Antonio dos autos us. g _.-.- 60 *,
Jerony.on D-lre'iTT rtngel............ 5"<>
Maviuo dos Sacto.s pooiual............ 51')4
Casimiro Lucio Jo'ge*................. 50u<5
Fiaucisco oh R.ichi Piotul............ 5D0S
Mauoel'da Rocha Ferraz d-- Aievedo..... Vl'ii
Padre Vie-iite Pereira di Paria Gurjo.. 2'04
Miooel di Carmo Rodrigues Esteve-.... SUOJ
Jote Camello t*essoa de Siqueira Jun- r.. 2005
M-noel O.lho daSdveira.............. OOA
Lu'z de Franca da Vera-Crol........... loOfi
;i'neudi.si-i Jos da Slva Lio .......... 1005
Manoel Pereira da Silva Los........... I00
Mauoel Rodrigues da Silva Cmara...... 1O0J
Jos S .ncho B -ierra Cavalcanti......... lUj
Ag stinho Alves d Barros............ 5
Ciemeotmo Marques da Fonseca........ 504
Mauo-t Freir B.ro sa da Silva......... 504
Pedrj Ernesto Rodrigoes da Silva...... 504
Aotont'j Fej de Mello................ 50*
1-2:4804
O acto e o seotment que o dictou, faiero o eio
gio di-s senbores que cuncorreram par esse dona-
tivo; e, sera qut-rt-rajos eslabslecer difi'dreucas eo
tre o senhores que o con-titairam, nao podemos
deixar de roeocioaar todava destiaetamente a ini-
cian va do Sr. capito Aoioulo dos Santos Poatual,
que p,-r certj se faz assim por duplicado motivo
credor da estima pablica.
O pessoal dos eof rmos, orphaos e mendigos
existentes nos e.stahclecimt-otos pios, a carg i da
Santa Casa de Misericordia do Uecife, o seguinte:
Hospital Pedro II.
Eoferuios.................... 193
Meodigos..................... 23
Total..... 216
Hospital dos Lazaros.
Eofermos................... 20
H ispital dos alieoados.
Enfermos.................. 72
Ca-a dos expo-tos.
Edocaidas no e^tabeleclmeoto. 98
Em crta^ao fra do > 80
Total..... 178
Collegio dos orphaos.
Educaodos................ 68
Collegio das orphas.
Edociodas.................. 113
p- De Corrientes escrevem-oos em data de o de
tembro proumo passadoo seguiote :
Lhe disse na miuba oilio:a que os negoeios da
erra oo marchavaid bera, e nao me engaoei
pirque cada voz os vejo complicaren) se. mais.
/ O uroprio lempo tera se conspirado contra
6\, f i ulproa semana de agosto cnoveu tanto que
ciicg u a algr o novo acarauamepto e tidr a es-
Iraoa de co n i u-m-aco do Tuyuy ? U|-''u em
i i,a.. Dos b
eslraiigeiras ao servig) do nas-
esta uoif 5 fiirfrar,j a chalan
viqo do hospital do Sa adero
rara jm se saber pira onde f
XerCItO fui 2|!ir-il i a
bMfcilelra, que eu ter vi
ment era commissao r o L ipe pira stliciar gmte
a patco; qai s tul- por sia p
vado quarenta n seis e Dnilmoate di qn a
guarura.) deHjmaita era de 1,000 h unas e UKl*
comp '-la rtedesertire, hrasileiros, argaufrioa B
orioota-s., E*a praga depois, em paga do* W1'*
servujjs prestad i, e inmentt revea'cSSa que
aeahi.va de fazer, ful passada p-las armas.
i D'cstado sanitario doSa'-idero rao man;
morreoj penas do tota exi.-iente de 90Qrdoanl* 2
a 3 dtanameote, eas ^ezs sesced nao har al-
goma, dit o nosso medico Dr. Madoio, era qoem
mullo confiamos, que nio pissivel dorar pir
mait>> tempo es^a bondide, pois vamos para a pri-
mavera quando reman as dtarrnas e asdeaiQ
tenas.
t Coaforoe a recebi, traosmitto-lhe es'a noticia:
t A cauhoneiri de guerra Itaaoa drdtfa, oom-
aiauJaiito Miuffcedi, iqut estacionada, ole bom
bardf oo ante-hootem a cidade, em represalia de.
Ihe bivere_m assassmado 4 hiineus da inpolacio,
porque o'coraraaodanw das forjas br'mira ra-
(.res-- a obi* tal.
t aohos, etc.j etc.. > '."W-^
Damos em segui. a a le-eripco das ultimas
modas de Patis, qu*-ci Iberaos dos jornaes : t
. i tcrmauelts, curm i di/.er, os saxOhos
das entradas para a e' pos>c) do C-nnpo de-Mar
te, nao ivs-am de gnar a toda a h r-, datdo ui-
gresso mnltido cosmopolita dos viajantes, re^
C*da por graude copia de provieciauos (raneles,
o que.faz augmentar a acirr.ti a dos irajos. O pa-
lacio da ladu-t la universal m>-r,ece boje goais de
que nuuca o oome de Torre de B.bel, 00
a ciifu-.io da i ra ida-, e nt a das lingi.as, ape-
lar de nelie se Miar dc.-de a linuaa do Dante ale
de Confucjo.
Cora tu lo, o elemento francoz contina a predo-
minar entre a vaneJjd^ dos tr-jis. Ten-se wsto
u. s b"Wev irs e uos Cirapos Etys os uus lindos
vertid .s, une alm de ferera mnlto elegaoles para
patalo, offiecem a c o c.rapo, ou para os sitios ds baoh s. Estelo-
elle compe-se de um/'eslido curto de baixo, afu-
gado, e com mangas justas, feuo de cachemira
verJe, eufeitado co o q radra ios da paooo branco
cosidos cachemira, a bordados oa ceniro com
panoos Je divji.-a- t(j >-s. Os quadradosorinara
s urna ordera oa al ura de orna barra regular.
Saia de cima mais curtn, de que a barra lo ve-t -
Jo, coruja era viei, e te fazeoda com qi a Irados
escoczes verdes, ou |cet a aiu's. Esta sala
prende por ora cinto, e arlada na ext^midaie
inferno- com uro. tita de seda u'eu. toda guarne-
cida de pingantes de vdro. Cimoieta este Imd.
trajo ion i jaq.idtioha curta he-paun 'a bordada da
trauceliio verde ou bianco i montera em veo
compndo, apaobado ao lado,re botinas alta-, es-
pecie de cutnurno atacado puf diaote. E |usia-
meule u clcalo que a arte ap'.es uta poum pro-
gresso, desde corto t-mpo em d^ante.
< O cotmiroo aotigo desiinguiase do lalcus
poniao suma, pelo menos, at ao meto daueraa,
e algunas vezes at ao j)n|oo, de mioiira que en-.
volvu a barriga a perua.
Cuno o qoe actualmeote se ua em Pirls, o
Othuruo antigo atacava s'eip)^ dir*s.-afim Jai
mostrar o mais possivel a jrina-da pnro*, sand)
as raais das vezes traoallia cora muua elegancia
e gostj, coaio puje se o^rva as estatuas ao-
llga>.
Os cothurao3 aotigos; apreseotwam alia s
cor: a purpur* era a d* qU- geralroenle se ser
viara para os liugir. 0 fomurno roolern ', oa bo-
tn* alta, feito de divajlsus tabeda-^; mas o que
ger.iimente se traz (eH) de p-llic.i urela pospon-
tada de branco, e tero 'o caohao, ouextremidade
upe ir, goaraecido de, l'rauja curta, e muito e--
pesa, de raroz preo.
C oo os vestida* enr'log do ana cor, usaro-
si muito as saia3 esc ctzas, coja faienda tera de
Irgura ura metro e qLareotz ceawsetro* En
Pans o roetro desta Kt-n la venteie a pnaeo
raa.s ua dez i-istcs. As salas e-cocezas est deft
una las esu t.yfetaa paia facer ara firte conoor-
reucia a .alas cin'.enlas. Graule aoro-To de
:i! iir escicezes, depusios ou ap samados pola
ro d\ijfvM reapparejBer transformados em satas,
gajVoeeidas ciiouras itu alpaca prela, em qna sr
l*SPga'au multas sontaches de cores que reprudu-
a as los quadraOo eacoceies.
As fl .res silvo.-tres sao boje a grande moda
n> amado eligate. Os amadores leen maodado
vir, el >s raatos e das ll a-e-tas, enorros q^ant da
d". de tfores q de lidos ariinsis que lrsl>ra de
cultivar nos jarlios. Ucs possuero a parti6iiiari-
dada do se conservar por rauto l-rapo viq isos
mesrao i'a d'agua, e o Jiros at depois de seceos
apretinara bellas e variadas cores, imitan!o os
k-Q-xos do ouro e da pr i*
Era Parts a grande ni ida nos bailes, oossoires
" nos theatros, sao os fesldes e as gr^niidas de
(1 ires e do plautas namra.es vmlas do mallo e dos
DO-qnes.
Ura dos objectos, que lera merecido a att"n
?4o do publicj, sao as novas sulas impermeaveis
para o i aleado, inventadas por Lac>oix, e que
cu-tara de>de u prego de 180 ris at ao de Si1!
is, rumen raais ou raeoos, mo^da do Bra*ii. A<
olas La;rolz, alm de e"iiarera a humidade, ?ga-
salhauj os ps nos dias de rande fri i,
Os vestidos de seda aiul clara sao hoje a
grand: moda, dio s en Pars, mas oas rvOnides
e jamares que se do tos siti s aoode as elegan-
tes vao turnar bandos. Fara passelo, aigu as se-
nhoras, apelar da moda dos mauteietns, lem ap-
paiecido cora cosacos tle seda preta eofeitados,
uus com rolos da setiui, e ouiros cora recortes;
mas sendo s"mt>re fechados com passamaoes, j i,-
hoje represeutam o typo 3a m>da mais recherche.
fcl-ie- casacos u-ara-se coro i>s ve ti los de seda
aiui, que teum roao^as ja tas cora pales oos pa-
nnos e duU< botoes. O cllapu roais elegante para
se neliaote toilette redondu, de feltro pret, com
aoas levantadas, Uus zoes e plumas brancas.
A nova baodeira da confederago da Alie-
maoha do Norte, seguolo acaba de declarar a
Prussia aos goveroos <"as diversas potencias, adop-
tada para a raariuha mercante, preta, branca e
encarnada.
D is partos do al do imnerio troax-i o vapor
Parun paa a nossa praca 531:3004000, e para
as do oorte 83:892 >20
Acaba do ser-sos ofl-rtado om exeroplar das
poesas Jo Sr. Aut raio Aives de Carvalbal, soh o
modesto tilura de Lesbia, paginas do coraco
Agradecendo a offerta, recommeudamo-lo aos ami-
gos das lettras.
jriltta, Maooel Praoelsc Tooriohi. do Joai de.VUif ^U^,
mu. Antonio Caado Lima, J E sentn o fejto.
[r, Enilu Oiofr- dedlrn-'ies'
D Claolrai Ac.ci -II oaiSli
(mingos J i- d
Soma Mo-r.
BSIsi de MinePS
-0 Sr. SLeitiot
ADiiellaote Thomaz Doarte de Aaoioe, appella-
,dos M oteiro, Piiho & C.-O Sr. Miranda Leal
' '"'JSflj101'''' So aoreseotoq o feito.
V><'> PASSAGCNS.
Do "Sr. desembargador Silva Gulraaraes ao Sr.

Cita Marcelina de M-iora Dantss e urna Qiba rae- desembargador Refs
or, Guilh-rrae R d-s Santos, Germano Francisco' Aopellnte Jos d
e Si'va.
_ tilos. Germano Francisco AnpeltahtB Jos da Rucha Pafanho., appellajDS
a o.iveira, Jijo Tenelr* Mibala, J .aquim Bap-,D. H .rlqueta Simdes da Silva e ootro.
lisia da siIvh, oaflre Pedr-i S. Bernardo P,-ixot Do Sr. desenahargador Accioll ao Sr. desembar-
exsargeot j Joi iu'm Francisc* de Barros e soa gador Silva Gainares.
mnlhr, F aucisco Milquiades d- Cerque.ra e dous: Appellaote o viscoade de Saassana, appellados
escravos.JaraesArc.oibaid (>aia3lM-uracas e tres o adraraistradores da massa fallida de Joaqtiim
mninere e ura escravu a Francisca ieagalves
Torre.
S'gaem par o norte.
| Dr. Llndolpho (ijrrea das Nev e ora escravo,
Dr. F-liiardo Toscaoc de Bruo, sua senhora, dios
fimos e um criado. Dr. Im Fioreotmo Meira Vas-
leoncellos, Dr. Joio Leit Ferrelra, soa senhora,
dous ttlhos menores e dous criados, senador Frede-
rico de A'meida e Albujuerque, senador Jii Pe
dro Das Vieira e um escravo, senador Tnomat P.
de Souw Brasil. Dr. P-oro Lao Velloio, una se-
nbo'a, qoatro flihos, om irmo, om aggrogado.uma
cauhada cinco escravos o tres criadas, D-. Augas-
to Oiympio Gome's de Castro e om e;cravo, Dr.
Jjs Silveira.
DISTRIQUICAO.
Ao Sr. desembargador Res e Silva.
Apa'liantes Albino Araorim & C. appellados a
vio-.-1 e herdeiros de Maaoel Figueira de Paria e
ootro. c -
AGQRAVOS.
Joixo especial do comroercio___Aggravante An-
tonio Graies da Cuutia e Silva, aggravados embar-
gantes 3.M o Dr. J laqo'B Jos da Campos, execo-
tado J i- aues de Oliveira.
O Exm. Sr. presidente dea provimeoto.
Ja izo municipal e dn coromercio de Iguarass.
A,gravioie o bacbarel Silvioo Cavateaote de
Sravi Oonco de Moara e am escravo, Dr. J*a- Albaquerque, aggravad,s embargantes 3 Tasso
quim J. 4 de Asiu e um criado, e-roo! I>idom Irmus.lixecatados Fraacisco Xivier Dias da
Janseo Pereira. Or Francisco .e Paol Pessa "i
Iho, Dr. Hyppjliu Cassu> Pamplona, Dr. Polulo-
ro Cesar Buriaui.iq.ie, sua senhora. d u .hos me-
nores e coco criados, Dr. J >ao L rareoco de Cas-
tro- e Silva e um *crvo, Feizaro. TosaaOJ de
Bnlw Jnior, padre Jis Ferrelra Viegas, .Cinci
oato Coeih i d Sraza, pad,rn Claudio Jos Gooq'al-
ves, J s Custodio ,dos Santos e ara escravo, alfa-
res Gurt.vp E. dos S. Brigido, Vic-ote Janseo de
Mattos P-reira, Sevenano Augusto de Andrada,
Autouo Doarte, J laquira M -odas de Arauj i Fi-
gusfredo, Leopoldo Augo-to Vular, J. B. Jouves
G. -M. Caadidge, capito Antoaio do U. de Ai-
meida.
Pas-ageiros do vapor fraacez Navarre, vindos
de Bjr-ieaux :
1. B.stos, Ja-. Fe/raira d'Oiivaira Santo, Tur-
quato Teneira M-urJ.as,.Ci)rmi Taixeira Meades e
Jos do Coulo Guimares.
s-1
tal estado de misen?
vel o seu /usit.
A^coiha que os nossos genera-s fiz
Campamento j' tiuba sido pessima, porqu
em terreno baixo e rodeado de charcos
paatjno de lo pequea exteoso que oo causara
admirado se nelle visseroos navegarera^avms; e
la copio.-a ebuva servio mais para cuuverte-lo o'ura
grande lago.
Se os nossos generaes antes da reunirem os
diversos corpos de exercilo para marcoar, ttves-
sem bem estudado a carta topographica para obra*
'eco de aecur to'com os principios da scieacia, eo
esloa convencido que as cousa* seriara outras
mutto difleruutes; que as suas rejuic.5 s nao sof-
frenam lano e era finalmente o eteretto ficaria
eoleiadj.
Por-outro lado a esquadra nSo tem cooperado
em nada a favor do exercito; e cada da de demo-
ra mais urna difflculdade q ie o inimigo Inveota
contra nos; ura levautaodo estacadas oo lancaodo
-pedos no rio, e ora Bnajmeute abralo fossos e
reductos em roda da sea acampa-
tV>teria. A que se acho venda
a 41.*, a beoeQcio das familias dos volua-
tarius J p-iina. i]ue corre atoaahaa.
ItEPARTiglo oa polica: Extracto das pnr-
tes do u>a lideuutubro di 1867.
F.-r un recolbidos a' ca;a de detengo no dia II
d" correte :
A' urdera do sabdelesado do Recim, Ge.rnjiio
Jov da Suva, para corrncqao^ J.taquim Nuues H
Francisco Branco, requisigp do cnsul dos Esta
dos-Uuidos.
O cliefe da ? seoeSow
J.G. de V iiaT"
,o .esqo"A, d|an
uioviineuio ae
siesos S9,
'o.u i97, a sanar
enterara 4, sabiram
i*
zmm\ jiiiiChKii.
rnit, v viu
ACTA DA SESSAO ADMI tlSTHATIVA DE 10 De
OU CUBRO DE.18(i7.
PRESIDENCIA 00 EXM. SR OESEUBABGADOR
ANSELMO FRA.NTISCO PBRBTTt.
As dez horas da tnaonaa--siaudo reunidos os
Srs. deputa.tos Rosa, Basto. Miranda Leal a sop-
pleute Sa Leitao, o Exm. Sr. presdeme declarou
aboia a sesso.
Li la, foi approvada a acta, da sesso antece-
deole.
EXPEDIENTE.
Foram rubrica dous copiadores das casas
commerciaes de Scbafneitiin 4 C, e Jos Fernn-
des Gimes 4 C.
DESPACHOS.
Reqierimenti de J .s Alves da Silva Gairoares
pedrada pira que fosse admntilo re^isim o ios
troraeoto, qu,e |unta, de esgriptura de compra qne
ihe flteram Gregr.i Paes do Amaral & C. da.Jl"
o. 2 i d roa Ni.va desta cidade. Rej"- se-
Diti de Jos Joaquim da Ca Atia, e Antonio
da Cos. O-iveira Mua.-soiiciando o rentistro do
seu cootraio social, que psra dito fim juntam.
Vista an Sr desembargador fiscal.
Duo de Henri tue Alfredo Toser, off-recendo
registro o conhecimento do iraoosto do offlcio d-
corretor geral que exarce ro n > oreposlo do corro-
tor Antonio Bote'lho Pinto de Misquita Jnior,
Registre-se.
Duo de Antnoio Moniz Machado apresentan lo,
para ser registrada a soa carta de naturaitsaga
da cidaio BraMleiro. Reitistre se.
Duo do ai MO Aut U'o Miuiz Machado natu-
ral da llha de S. Migu-I do Moo de Portugal, a
dnolciliaii no>ta cidade oode esiabelecido cora
armazem de a*s nairic liado c iwraeri'ianla de gr isso iraU ; ufle --
ceolo ara aluno de seu crdito cmraereial uro at-
lesiado sub-cripto pelos c-imrarrciaotes Francisco
Ji'o de Birns, J,i Licio Marques, Luiz- Ani-raio
Sojueira, Lniz Ji- da CiSia A mor ni, Joaquiro
Felippe di Costa h Aotonio. J s Silva do Brasil.
Vista ao Sr. desemba'gad ir ll-cal.
Dio do correbir eral Gra^aii Jos Affoaso
apre>eouodo para ser egirtradi o c. -nh cimento
de haver satisfeito o imposto de 40 "300) curn-s
noodento ao aooo financeiro de 1867 a 18 8
Keisira-se.
Duo da Vicenta Bezerra Mmionegr), comraer
ca te matriculado e e-t>telacldo ni cidade e
Macelo pedia lo que Oo reilislro d l< D-imeafd-ls d
caixeiios qo- dera a Joli Fernandas da Silva
Vianna e Fi-aonsco Jiaquun da Trinlada se fa
cara auooia;oa< de oao serem mais caixeiros de
sua casa coinraercial.C uno requ-r.
Dito do mesmo Vicente. B-ieria Mrat-noero.
que teodo feito socie ade em nina luja de ferra-
ueae na mesraa cidade sob a firma de M oiteoe-
g-o A Vuona, nff'acia a registro o respectiv.,
cootralo social V'i.u ao Sr. deserabargador fi%cal.
Ditd do roesroo, pedilo para -er registrada n
noaieaco de seu naixeiro Tertuliado Souio de Bi-
var. -R-g'stra >e
Dito dn J a |Oim de Sooza Silva Cunt >, Btasilei-
ro adoptivo e Alfli Cardoso P.^eira, Portiuuei.
registro da seu contrato social sob a tirina de
Alfredo & Cuuha.Vista ao Sr. desembargador
fiscal.
Dito da Stlvador Das Mireira e Jos Antonio
G nraaies, mitrando haverem curaurido o des
pacho proferido na sesso prxima pausada que
raandoo pag r a differenca de selln por ler pago
sraente Como petir-i o qoe era dvd i a docu
inent-".Vista ao Sr. desembargador fiscal.
Dio de J .- Lopes da firma Muquas Irma s & C, offerecendo i re-
gistro o distraio s mu de dita firma aflro de -e
considerar ex.incta a siciedade e bem assim o al-
faBdt-gamento c inc>di lo ao artruuem do larg i da
Assambla n. 4, e apreseqlando o mapiia do ra -
vimeulo que se dera nelle a contar de joiho se
tembro ummo.Visu ao Sr. deserabarg.dor fiscal.
Mappa do movimento havido lio armazem aciroa
refer ra, firmado do 1 do crrente.Archive-se.
Cora in'o-macn do Sr. desembargador fiscal.
Reqoerirneuto de Aotonio Das Piuto, pedindo
matricular se.Como reqoer.
Nada mais haven lo a despacho, e dada a bora
(He 1/2) o Eso. Sr. presidente eocerroa a
sesso.
Albuqoerque Joolor e soa raulher
O Exm. Sr. presidente de provimento.
Nada mais houve e eocarrnu-se a sessao
ama bora e am qaarto da tarde.
Publicares a pedido
Gauaellelra.
O Apostlo da Verdade, em o seo Damero de .')('
de st-t oibru proxiuio dudo, diz que urna '"Otorida-
de deGameleiraceicara a casa de urna pobre mu*
loer de o i ne Tnereza Maria de Jess, e qae de-
pois vareando diu casa r-aocara da oupanhia
dessa pobre roa urna nina par uorae Tn olonia, e
a conouztra pata a sui casa constituiadu-a creada
de servir.
Ro rr-t ii>e!-cim -m > da verdade rogo a Vv. Ss.
darero puuticida le ao segrate : Theotoaia (nie-
lada da aoloridade a quero alinde o aoounciante,
como se evidencia do lerroo de tutel'a Uviado pe-
ante o juiz roooicipal de Seriuharo ; tendo-se
porra evadido di casa do tutor por sedneedes de
soa me, acha se hoja ia Iretuezia de Uua, como
aii-da prova ura olli io que, era dala de 30 da ja-
iho, dirigi o tuliraojaz de orphaos de Seria-
bero, pedindo providencias acerca da fuga de soa
tutelada.
Alfil ma nos aloda ser fulsissiina a arbUrarieda-
de deounciada pelo denuncame, quanlo ao modo
porque da casa de sua me f.i lirada a orpha.
Li-tiniamos uo ealreumo que bajara pessdas
me queiram eucaartar mentiras uj Apostlo da
Verdade.
m
Molestia Uigekus^
*
Curada.
10.u isjy.a saner : naclonaes 103", mulbere, rX ,uJ!mnniM,i W7*""SUS- .
'.ora,g.,rS36,mulberl,eseravosa escrava 1 ?'p,tS. tb ,pal lu c0'D,ercl do I'O
total S17 'us oa, escra^a. i, ^.aote Thomaz Duarta de Aquioo, eraba
Al.mentados a ca^u dos cofres nonlicn*08 ,.T'!"'dF,Io(' p--^^ os Sra. Guir
'a
levaotSdo
meato.
' ,Nlo qoero concluir sem Iba dar roals algosas
se.
ooucias por me pareeorem de algum lotera...
a Appareceo na pagadura miniar brasiieira em
Corrientes um desfalque de dmneiro que qoerem
dos cofres pnblici
Moviroanto da enfermaria do dia 11 dAotabro
Teve baixa :
Jos, esrrivu teociaJosoe.
Pa-sageiros do vapor brasileiro Paran*.
irado dos pnrios do sol :
Teoeote Praocisco do R-^go Barios, capitp' Leo-
poldo Borges Ga vo, Dr. P-aocisco de Arajo Bar-
ro sua .eobora, um fim i menor, urna oreada e
orna escrava, Pionano Corrola de Briti, sua senOo-
ra, d>us flihos menores, d. os eaerav.is edaas crea-
di-, roaj >r Caelrao Pmtj de Veras, Francisco Aie-
vedo Cbral de Siqueira, Thomaz Porapeu de Sooza
Brasil, B llura* Bri-Mlioa de Oliveira. Mano
SESSAO JUDICIARIA M 10 de ouruaRo DE
1867.
PRESIDENCIA DO EXM. SR. DESEMBABGADOH
A. F. PERETTI.
Secretario, Julio Gutmaracs.
k's onze puras e meta da miutia declarou se
aberta a sesso estando reaoidos os Srs. desun-
bargadores Silva Guimare>. Reis e Silva e Ac-
cin, os S'. deputados P. isa, Basto e Miranda
Leal, e os Sr*. suppieotes Sa L-tto e Aotoalo Jo-
s L -al Res.
Lida, foi approvada a acta da sassao aat.-re-
dente.
ACORDAOS ASSrGNADOS.
AppellaDte Joaqoui Buarque de S-
pel|ado Toentraio Ciaudlno d Suv
App-llante D. Tiwr-Ra de Liui.
Leo, appHadu r n "Q"i C"6ibu de Sooza
, or Angelo Heortqoes da Silva,
JQ- JOLGAMENTOS.
.Era-
Dargados
.-.mar-s.
Accin, Risa e sa LetaoRaccbtarase os em-
bargos para aooaar o pr.-cesso por falta de coo-
cihago, cora o voto do Exra r. presidente, s o-
do v.,tos vencidos os Srs. S.lva Gaimares e S
L"iiao.
Juno especial do commercio.Appellaote exe-
qaeoie G.nriel Aotonio, ajip'liadns preferentes os
a Iraii-tradores da massa fallid da Siqueira &
PereiraExecutados o Dr. Ioacio Neiy da Fon-
seca e oulro.ii Sr. Miranda Leal jumo imped-
eoto, por ser uar-rate de ora dos advogados: e
foi sorteado ootro Sr. deputado qae pedio o ada
ment e foi deferido.
A .pillantes a viuva e herviros de Jo Hig'nQ
1 llir-rid, nr.....I. i. f 3 l-i m..
ACuadessa de Seonec-j
nosso publico, um exc-ile
realista, qoe sempre agrada;
ote"
Ana
comedia-0
lia
increpar cumo cnlpavel o pagador; e a coinciden-
cia le estar o proprio chele da repartios i, Duque
Estrada, a fazer os pagamentos parece corroborar
o faci.
Por or* a filia de 6:000^000 rs. que deseo-
brio-se oa oeeastj de veriOi'.rem-se as folhas e
pretu do bataiho dos provisorios; mis cumo se
procede a exame poda ser qoe se acbem maiores
erteiide.
Valenta) dos Sratw, Dr. J) M.na de Aihuquer-!de MiraDdi, appetlado J i, Bn,nn -No'fVu-n"
q..o e JM o, Ambrosio e M indi, s, Jos J. de pomo por nao estar preste o Sr desembargador
Mra:., las ex-pracas da armada, tenante J So Uhd Cableante. ar. oesemnargador
Tneodoralro da C.ia MooK-jro, capito 2-Nrlool Appeuautes a viova e herdairos da Jns Ranti*
RoiouraoDelgadoB.rba.Dr. J.oB. Pioh-iroCorle'u da Fonsec. Jnior, appeil.d Jo | Dutrte da
Real, Tnoroaz Lmz do Re^o llarros, alferes AnLinio Neves. in"*ao ,0 e uaJr,e aa*
lufmte de Aibuquerque, Dr. Elizeu de S Estado moral sire o Fraacez M,
M...
Correles, 3o le agosto de 1867.
Quan-iu i.s otids praias j. *-,r-itnl<^-
ra trra da Santa Cruz convidam por seus
attractivos, habiantes do inundo inteiro ;
quando, seduzldos pelo e;ho das paiavras
coidiaes dos fillms dessa ttrra benigna, re-
luoibamlo nos mais longiqu-s recantos da
Europa, lieixamos os patrios lares e a nossa
adorada Frang para lancar-nos nos bragos
desse grato Brasil, muito natural queo
n sso CoracSo ri-se d alegra ao ver. to
lougo da patria, rotiterraoeos qu-, qual ir
m >3 ca mogos, levatn-oos pelasmaos, gnian-
di-ui)s por miliares de leguas nesa boa
tena brjsileira.
Sim. quanlo mais dis araos da trra de
i> iSch) oerco, qoanto nuis dobram os seoii-
tneutos frateruaes para com no.sos patri-
cios.
Pois, por ve'gonba .nossa, vejo-me obri-
gado a recorrer noje a imprensa para fazer
conlecer ua Fraucez unja coducta inditna
revoltura, j aos estrangiros,. ] aosipro-
prs lii is d Brasili EsS Fraacez ^ue-da-
rei a cooltecer o Sr M......M.. f!
Coeguui uesta villa, obrurailo por rneus
inieresses a iferixrar-me algum tempo.
Gomo ja de lotiga da-a coohecia o conceito
j.u se faz do Sr. M. .., eviiei, quando pos-
.ivhI, e icontrar-m'. com esse senbor; por-
que nao quera apertar a mi de um bornem
le ul caracur. Paruce-me que na socieda-
de cada o,ua! est livre de eseoiber para fre-
queaiar a quem bem Itie parece, sem que,
por isso, seja o mais leve insulto a quem
q;uer j,ue seja. Pois o Sr. M... i.ao pensoa
assim, e acbou-se insltalo c m essa minha
ludilTerenca ao seu resuelto.
Como trio seahou om coralera de vir
pedir me urna satisfago, que de certo nao
Ine tena negado, o que faz para saciar sua
uiesquinlia ving. nca? i
Sabendo que eu unhaynecessdade de se-
guir a miun derrota, ^aaada prender o
meu criado, s para q"te eu nao podesse
continuar min -a ^em. Gi ac-is a iaipar-
cialidale da autoridade d i lugar pule sol-
ta-lo. /
CoDUnuei a mnba viagem. J fea tinha
chegado s altitnis casas daijui quliiido om
inspector de quarteir5o surge repminamen-
te dando a voz dffprisSo ao meu crfcido por
orde j do Sr. &..
Iiinorava eu ajquei ponto um cstraiigeiro
podo intervir tia/justica do pdz mandando
prender porsui.o'dem com se fosse l-
guua autoridade. De duas urna, ou o S"1.
M... abosoa da bondale do Sr subdelegao i
desse lug^r, ou enti o Sr. suodelega-io
achou-se Com pouquis i raa forca moral uara
apoiar-se sobre o Sr M..f, levado de carey
pela aims^de. Pois senhor sub ltoga lo que-
ro desilusionar Vioc. sobre o Sr. M M....
Este sentior etiegou da Franca debaixo re,
pa-saporie alheio, deixou muluer e lhos na
miseria inaiicebandn-afl nesle piiz com uuia
pobre mi de familia que trose da cidade
de Peroambuco para esse lnuar.
Eu nao tena p ir certo tocarlo na vida pri-
vada do Sr. M... mas para u dos que o
freque '" e nao oa.oao eu, o
....u ^ u conRecem ndigni de
-ooDecOj^tJivulguei a sua vida i*jue a au-
'oto uome.a de brio. Quero -^ urentes
tondade comptenle saina que em do Sr.
preiidHU-so un biimem por ord, afore
M,... M.... que goza de ama peq >ntao.
moni gracas a suaa raaneirasde vafc >. o S
Quero que se conbeca perfiamenit
M.... como Fraacez iudigoo.Amu manilo*
pessimo pai de familia, e yfjjme. como bi
mem na sociedale por 'procedmen
passado, presente, e digo Rem bcitar...
futuro, acabo pnr esta vei promektb'rti
Sr. M ... que uSo teuh der.Ib8seaissofcrprvJf(lCadi,.
Coociuo affirmanj^ au sr.BI.M... qoe a
differenga exisuauo Q0S e ^ w qDe
do< connecem aiQh()g mH apertaal a mao
quanto o des, t m oomo so lte
ve rugir de ,lK
Todo qBellee ino se meSO mt'<:'-umimt-
frer molestia scrofulosag, nTcerom, ou *n*>-
liticas. anda ciesmo as reputa.! J wior
natiiK-z, apenas nocessita de 1?r o ne)^ni;
cano maravilboao, |ra que M ihitifl >.tn
mente convencidos que a eoa proprla cura,
neo meramente pueeivel mas sbu *'.*al+
ament certa.
Joio Joeii FKiuutDtA Bari>.i;u, TMdmmxm
na Cidade de Mitranlito, tinlai todu o aaa
corpo oberto de cliafas ulcera, e ditnurM
algimcs auno e achava detu so .lo tr-1
de m-edicos os rnls afa; .ad< s, Itn iu
durante todo este tempo qiuui toda a upada '
de medecinas quo em taa easu \,K~a,
pela faculdadu medica, porem 'iebaJde 901
obter o menor beneficio ou alivio: a/:..-.ndc*#
po: em tn- apuro ell fina'ni.at'- r-f Jwa.
e, depois de rejx-ld e kiHados ^Trmk
!.utT uso da
Salsaparrlfca
DE BRtSTOL.
No todo elle aJMM lliaya ( 'jl-.i Gi%*
Harnifas de altapnriiDin *j uos dss
Pilulas Vegetan .Usucanda*, e a cuitad
fui elle obter una completa prMi rnra.
Os S;rB. Fekhf.iv i n .i3 am
Maran'uao. forao qucni upi riru ue i.i...a-
menttis, e acliSo* pr-rf.;i-.:n. nr- m
d'este caso, e o mesnios &-nh. tm, Blo s
acbao promptos confirmar o mecao, come
'ambem era forneor o aetnal salre3u i
uj... .... ^uaiqow--^. ,^__ .
rwitura ee dsasj infcruuir da eninte.
Bi-cuuuui-'.ia ?: mu [isilUnlaliimil ao
Dolantes que tenlio o maior cnMado nn -crfba
deste iic Oo ser a Ganuiua Salsaparrilb* da Brstcl,
a qual i i-xclnmvari!',nte pn;-.-trada poi
LANMAN & KEMP,
S)c NOVA VOK.
todas as main o inffflcars V m
pr-siimo
L-se aa Hef>rme Hprlif'e
A maior preocup .gao do Dedico consiste
em saber se as sua reeditas sao p epara-
das com bons productos, pois que, qiiai:>lo
a receita preprala com productos inferio-
res, o que acontece u3<> raras vezes, os effei-
tos que querem alcaucar os oiedic-s, mal-
logram. ou pelo me'o, o roedicametito nao
exerce a plenitude de sua acc3o.
Para evitar este grave inconveniente, os
ph irmaceuticos devem tratar 4le empregar
productos !> -m fabricados, e ento nao po-
demos fazer me'hor, sena) afinar ibes
os productos da casa Laruoareux Gendrot
fabricantes de productos chymicos em Paiis.
N5o soraente, a i 110.01 esta vi ^uperiori-
dade dis pro Jacios desta casa foi re o infe-
cida por todos, mas anda a modicidade
dos seus precos os recommenda aos Srs.
pbarmaceuiiC'S e droguistas
A casa Laraoureui e Genlroi consegaio
evitar a conlratacgo, mveotrtodo ama ap-
sula que n5o se pode imittar, e cujaex'ca-
cao muio difficil, por exigir um material
mui complicado e cuitoso.
Isto mais urna prova da sollicitude dos
seubores Lamourenn e Gendrat para os io-
teresses e seguraoca dos Srs i cos e droguistas que, sem duvida, sendo de-
sejosos de empregarem bons productus, nao
deixaro de dirigir-se a esta casa.
Lumaurui n ti^adreo
fabricantes de productos chymi-o>, fornecedores da
casa do operador e dos haspilaes de Pars.
Todos os productos salando desta casa sao
da primeira qulidadej e fechados por ama
eapsuli inimitavel o que os poc em salvo da
cootrafaeco.
cidos puros para rea-
ctivos.
cidos pyrogallicos c
tamlicos.
A troponia, codeina,
dgita ina e todos
os alcalmos vege-
, taes.
biromuretos e oduie-
{ tos.
Sulfate de,quinina pn-
" Tianato e to
saes de qui-
ja.
is impalpaveK etc.,.
Calomel puro, e todos
os saesde mercurio.
Calorureto de ferro
(puro) neutro,
t.arbonatos, solfatos e
tolos os saes de
ferro.
Acetato, by Ir ochlo-
rato.
Sulfato e todos os saes
de morpliina.
Ferro reiazido pelo
bydrogeaeo.
rCssemias poras.
Ext> actosglycernia-
Fabrica em Pars ra de Paradw (ao mas
ais), depostio no Rio de Janeiro, E. Cbeve-
t, raa do Carmo.
,l

tius, Aotmi Paraiz. aifonts
5
tu hornera leproso.
\-
ao Sr. G-iimb-a
, in es icticnl
t-oliieiuj >r P
Pede-se
j realisagJo de 1 prot63SJ, isto
i an fsvor Ai viuv e Ulnos do
naa Forte, tu s* afiaim a bracos
guio, BibnM amooio Rir.oes, pelladu J ,viuo oe GeraSfr. M ,ara sir -Adfa-
BrasiliaoG.rv.ll.awL Vtetor AtMol. W.nd-rley, dos a ped, .0 do, Srs. Vot. s '
Ani'Oio RidriKiies Urieiru, Aniooio Rh ieBS JuiM-muaieipal de B.turit-H olwrinnie O, eom a ostre
LiM-lro Fono Ifaneel do Nase.uien.,. P,ri,. el-' niel J,>a-,a.ro da i.va J ,, ^oitoS o Pe muado r J O'TVj <"fl" "* ''"* "* *"*
onudea na Silva Piolo, Francisco Pereira .NabM r-ir. Ca..tei| Braacj.-Ju-ie Gaiinaraes ertnli ,reD3M erili* r':'"nl'e''- ,
de Aiau,), Charles Meyer, Man-.e. B,roard,OJ da Rosa e L-l.-ia ,** T^Z^To>' ^" a*'90 <* '"**-
m2m2 L:-C'Ani P-r, Cuc.na- v.o do Bf-n. Sr pV lo lyf daiMja, AaiOQij Prrera Leite, J ,ao Lias os Srs. Uos. 0 t>al.
I do. Hei-, Saoo h.eira Pimeutel, Felii Pereira de) Appellanli Maa;-
Santos, appella
r
MUTILADO
J
.Vijli.no Bn
euio Soares a. qoao-
tia de a.cuuii, c uaitiheatoi e M>mnu e Ht rail
juiun-ni .15 e i|uareBta ris, imuu'Uocu da oaa
lntra.de sea aeeite, sanad. prl>w Srs. M. J. Raaos
e Silva A (ijnro. era data da 29 da jao-iro da eor-
reute aooo an prio da oito iDft*, sen lo pelos
np-'Sioos sacadores eo.da aos 11 oe ni-rgo Qlli-
ti'no. do curretor eral desta pr.Qa J.odaCrai M.e^i.
E -umo referida lava *e acn desaocanaiohada
10 podar do atulio asign.do, a paga coibo pre-
sente recibo se pruva. He. eila de oeobuia valor
obrigaodo-me a proceder ]udn'ialmxou coaira
iiaem d-Ha estiver de posse se a nao qau?r aMro-
i;ar atniftavelmioie.
Peraambaco, 12 de oatubro de 187.
Autuaw d. Siiva Feria.

CQMMEBCIO.
PRAGA DO RECIFE 12 E OUTUUO
^ l)K I8f>7.
As 3 X horas da urda.
(liuotaiB.)
Grmbta sobre Loodrs90 d/v Si d. por 1J-
iHiija)
Cambio sobre Londres 90 dtv l 1|4 d. por
1*000.


!.*
ilraei -' eu<
Cambio sobre Parsa
460 rs. por franco.
Silvelra.
Presidente.
Macedo,
Secretario-.
ENI L1QU1D&Q&Q
Os Srs. accionista do novo Doeo podero
receber o 2 dividendo de 46 p >r cento do p^ em ro|h{
capital em apolices da divida publica, qoe dem ordinario'oa resiolbo.
tero de- ser avertoadas na thesooraria de dem em rolo bom. .
fazenda desta provincia, em tempo de se- jjem ortario oo restoiho.
rem admitii reme semestre. ; Iptaeaafiha'(r). '. '.
As aecoes de banco devem ser entregues eai^u-ia (cm-ueira).
para se inuiilisarem.
cento
arruua
dores grandes ...
dem peqn ....
iras para estivas
denavio. .L^. ;
Ilffn da earnal
Kstopa nacional .
I'arinha de mandioca. .
dem de araruta ....
Feao de qualquer qailidade .
I'Yechaes ^oo^oo^^Hts. um
arroba


i
ama
arroba

duxla
41000 I
#0O0 tr
EM LIQ IDAQA0
Novo banco de Pemambiieo K11Mro;D,
S?o convidados os Srs. accionistas a re- Papagaios .
ceberem o primero correte) de trila por cento do capital, tra- {'dem dc jangada. .
zendo as aecoes para irem sendo arnulla- p^as Vamolr'
das; nos das otis das 10 horas ao meio; dem de fliirar. .
dia.
Lenha em achas...... cento
ilo uiaoitu" em loros >
Liabas e esletos... .' otn
] Mel ou melaeo...... c Dada
Millio......... arroba
Novo Banco de Pernambuco
Em liqnidacn.
O novo banco pagao l*dividendo des".
55000 por acclo, nos dias otis, das 10 h- dem de oro
ras ao meto dia.
Caiv fllial Jo banco do Brasil
eia Psraautbaco, aos 26 de ja-
Ihodr. ISB9.
De nisio da directora setaz sclente aosSrs.
accionistas, que o thesonreiro e pagar e Ti' uivideodo da? acedes do banco di' Br*
sil, inscriptas n'esla eaua, a' razo de 1500)
cO uarda-livros
Igoao Nones Correa,

molbo
um
quintal
nin
arroba
ir.....urna
......
dem de rebolo...... i
L'eua- de ema......libra
Piassava........molho
?ontas, ou chifres de vaccas ou
novilhos ..../..
Pranchpes de amarello de dous
costados,
16*000
?6i
liiJWO,
450"!)'
55000
15000
84000
loaooo|
8*) 0j
UHW
34000 '
255000
954000
3S500
124000,
OMN
160
25! KK)
240
achina
ama
lengi'iitGimptnMi Pernamba-ao
. u todita egMg nb)0T" m h
Moba'de Pernaa
UM
port" 4"
11 de,.
lljol: -ita i>m Tigipi com 4 qoar-
r "duba fora, terreno proprio e
!j urna porta e JJaoellas
O rn-p*ttar.
II. A. Barbosa de Alraeida.
> corrente.
r i rdera di Illm.
gr9a
ta-
iiliSOS MARTIMOS
rs 48 (
O ag
.Sr. c-osl d- P rtiii- I d< casa cima pert-nceoiei
I ao espolio-do J > Lutz de Souza.
Nts-aamazem di ru d Imperador n. 16, as il
! horas do" dia a^irua.
DIVERSOS.
Ca adala.
QoaQdo. um aiyogadi, hoi falla do direito, s
trata de eafcift'ir aggrava*do de peticao d' sw
despacho quri oj rs til raiwrso, e-te *dv->g*d i
dfVB ser lidj e iiaviio por um ignorante, e ioJigao
n Companhia americana t bi'a^ilera de deuossuruma can* de bichara.
8U0 w""|' Qudb<> nci ajvj^iilo, p-lo meio da chlcsna,
34t'00| p;t(|USte8 3 V pU". pretende mil'-tar a part advursa, agradando por
65000, 4i o dia l du correte c.-parado de N"W- i-?ta fr-na o seu iMi^nte, para crn-iegulr dell oma
540; tO
12*000
900
800
15000
2JOO0
160
York p .r S.JTni'm.)Z e Par' am dos tres d ?t p.^a aiR'd**t|.1e *.;- ^\^\c\iat, ss ella f-,si PrL-cla-so alugar orna preta qae seja boa co>
conpanhu o'qual depoto da -demora d ) -eustome \\ iflet >; este advogado dave -er tilo o bavt ,'o pf, sinheira e en>abodeta para tfua-- pessoas :'a lia-
seguir' tara os portos do sul, para fretes e pas- om tratante.
su' n- tratase cim os g^ntes
C, roa do Trapiche n. .
H^nry Forter &
cento
um
35800
i
204000
105000
Qiaodo um.vH-ado nconselha a seo cliente
par na i iiajir ks i-u'ts ao e>crivo euj.qo'fji
condemnido por sinttica, e. obriga a e*te a re^ue-
rer txecutivo ; e.ie advgzdi> dev ser lido e havi
do por um que s qut^r queslo'S para por estH
meit) mam-ir diahoiro daqueiles que por ineliciJa-
0 E .|,1 ist Bank of Rio de J neiro,
limied.
Deeoota letras da praca de pram cario a 8% e
de prazouiaur a laxa a' convt-ncionar.
Tambe.a .-.ac sobre as seguiut^s pragas a vista
ou pwsp :
Lindrs ybre o London Joint Sto>-k Bank
e a caixa matrii.
Paris sobre RoaM & fi
Hamhu no sabr J 'ho B-renbprg Go9sIer & C.
Antuerpia sobre iNntifbjbn Bros.
Genova s- 'r !,. Vut.
Madrid Su; re Bayo Mora & C.
Lisboa. ) jt)fe 0 baQC de poriUga|.
runo ) ^ r
Bania 'soT? C. Vaoph>n 4 C.
Pito de 1.-.. ro soare o Euglisb Bauk of Rio de Ja>
niro I.Mtr'-1.
Mmtevi i ..) >bre o fondn & River Pate Bank
Buenos--w -.) Limited.
-E-riipt-irio n. 7 largo dn Prharinbo.
O '.' ii & Brazili'O Bink Limited desrrn-
ta letra '< pra^a por tres mezes a 9 "|. e de praio
mator a i "..
O Lm loo & Bi-azlliao Bmk Limited saca sobre
os segu ; :
Em i.oj.ir-- Srs. Giyo Mills Cnrrie & C. e L:n-
d.n.i & !?' 7.i'nn Bnik L'mtd.
Liv:' i IB i k of Liverpool.
, parfg n .ir neim, Goldschmldt & C.
Hamba : S's. J.H.Schroter & C.
> Li-b. London & Brazlliao Bnk Limited.
> Pino I 'P.
> R>a de la: tro idea.
> Ha
> Ro ( 'do Hu id^m.
M Para' *rs. Siagtahorsl Bm> kl-.nnrst & C.
t'i 1. ( a Corpa Santo, Recite.
i de oo i8->7.
W. I. H lyon-sManager.
J. SimnAc-L-oucint
Rap
sabio .......
Sal........
Salsa parrilha ....
Spalos >ie ciioro tranco.
Sebo em rama ....
dem em velas ....
Sola em vaqueta .
Taboas de amarello
diversas ....
Tapiocas .....
Tat.ijuba ...
Travs .........
Uolias de boi......
Vassouras de piassava.
Ditas de timb......
Ditas de carnauba.....
Vinagre.........
A'fiUdega de Pernambuco, 12 de
!8o7 (i .
A^-i!^ado. -O 1. cotjfereoie, Fiucsco de l fl
id Gi-ncalves da Silva.
O 8. c ufeivite, Juiquim da Cosa Hrnti-o.
Approvo Aifaudega 12 de outuDto de IW7.-
Aiiomo Eultilio.
Cjuf.mie.-Bi2j7s Baplista furladc.
KECEBKOOltL'N (W UEKUAS ,Nii'U>A-
endimonto do dia 1 a 11.......... .:T"o
dem do da 12.................___LMBW
15.20153
libra
>
alqueire
arroi>a
pr
arroM
i
urna
duza
i
arroba
quintal
urna
cento

> 65^00
caada 800
outubro de
|ara o cacat)
pretende sffnir nusie-olio das com a carga qne
uvero paihahot Joven Aithnr, tnm parte de seu
oarrecaraent.0 a bardo, e para o- resto que Ibe falta de a.pfocur.im.
trata-se cara o" sm vao-if oatartos Antonio -Loiz Qnatido um advogado dirig'--e a urna prostituta
de O \" ira A.evedo & C, no sen escriptone ra para uhiur d'.IU um docuiusuto <\w prore eerto
15000 da Cruz n. 57. ______________ negocio*"'., para fazer na'-r a favor dVa em
Jg I' CO 4PANHIA raRNAMKCANA ^^^r J^ao 5? ^^ *" ""
234000' ., ,DE... 1 L.
800! Naveseao c.istrjn por wr.
Aviso ao Sr. Mauricio Maus, morador
I na po0'C3o do Correntes, qo& tem orna le-
Ira do sen ac-ita vencido efesae Janeiro do i
correle aono.
David Flach. ]
Pr-i-isa-S) de um* a-jia pal* casa de ra^ar ;
solteiro, prefere-se e:-crava .Jp. ra do Quemado .
P. "7.
Pivcisa-se de um i ama de frite se
due leoba boa cendaeta : na ra Direita n. 100,
primeiro aodar.
Atteicao"
. O Sr. J s rtoiriguc F*niandeB qua tese taber-
na a roa das Grate, nao pude retirarse fen pa-
gar aos seus credurt-.-. _______
Precisa sa de urna-ama que corpre('CO;inhe
f engomraf; ua ra de Hottas n: I, casa depoBca
familia.
Pi- isi-ss de dou- caBoeiros ptra tracsitar
em duas canoas de condcelo de lijlo, dos Reme
dios para e>u cldade, f irro's ou >eravo; por mea
ou viajera : na ru lar^a do K.rio n. 16, pa-,
darla. >
PASTIIHAS
VERMFUGAS

tar na ra do R-ogul B 9.
Domingos Miti-I '". ime^, Maria
gao
DE KEMP,
NOVA ORK.
J'anna Mana da C. i-ta e urna
da Coacei
Sitia mouor.i

5*i"0 parahyba, N4al, Macio.-Aracaly, Ceara'
75OO0
25000
14O5O00
875000
35000
25000
6*5; enema,
i r.,.n l;,rd rtj
e
A carac.
O vai.' i Ipojiia, commaodan-
t" Mitin-, sryue para os partos
cima no da 15 do correte pelas
hor*s da tarde. Recebe c^rga
'sumeote at o da 14; passagelros,
ii.u i dinh-'iro a fr.'te at as 2 boras da
lia-da sahid; escriptorlo no Purie do
1.
KXSULADO PROVINCIAL
E\edimeDto do
Mena ;" dii 12
1 a 11...
9:0:*8886 |
2:-8830
H:37750ifi

'aii.
Seguir' c m posmvcI presteza para o indica-
do porto o v.dein e bem conbecido brgiie eseu-
os naci'inai Graciosa, cap '.fu e pratiro Jo.- Ma
na Ferreiri : p^ra alguma carga que Ihe falla
tratase enm o consignatario Antonio de Almoida
Gaxnes,a ra da Cruz n. 23, 1* andar.
' CrmTAHHI~PEP.NftMBlCAM A
DI
|\|tv?2;ae3o cw^ra por vapor.
Maceio e escalas Penedo e Aracaju'.
O 'apj; fot nji, rommandan-
te Perelra, s gn pjra os porios
ar-trn". no (Ma 1S do correte as S
.horas da tard*. Recebe carga at
idia 14; pasea a ff.'tn yl* s 2 huras da lar.ie do
e>cripto'io no Forte dn Matos nu-
)a-ilo singalar
flontea enlr onz >. doze horas do 31a, presen-
ciamos oma lu* 'ui iomressante. Um boi de ta-
n>aoho regu:ar onsoa chamar ao de.-aflo qoar i
pr^giS -de tMli'.r'a, .ten lo a delica'eza dn dar
es-e rorobat- has reas -!" Qn-ioado <> do Rosan ,
: iflm lino os'mo' .! -.liii K-siss'in gratuitamente d>;
i um espectculo 11 siogolar, D-ipois de urna lot
renl'ida tnre o cioco eampeOes, a eoragera e o
! sangoe fri dos qottro soldados siitjigaram esse
jjj|p39ij| lente animal que ja' se achara preo pelos chi-
fres as mi.s de um poriogaez que s por si 61c
cora e.-.sc bol omaso 1 .. -
Ceasuoda ao abano asignado qua o eoge-
nho denominado MiiiU da Ooro sito oo tormo de
da da ibid .
mero I.
AL^AVDEGA. Rend mi ^ia 1 a II........ 232:238'-"''O
Idam 1- .............. 14:664'9i2
271:903! 488
======
Volme i n com fazendas... 43
i f ganaros.... 112 15o
Volumes om fazendas... i ganaros.... 109
31o tai
PKAQA DO KECII 'Js
12 DK oriDBRO K 9S6J.
a'S tres buhas ua tarde.
Revista scuiaual.
Cambios.S .ccou-se sobrt< Londres d 21 a 21 )(
d. por 15000; sobre Pansa 455rs. por fr.; 'eno.i
i nalnr ios saques effectuados durauto a seman
70,000 .
AlgodXo. -Veo leu-se o de Pernambuco a 9Jo00
a an >ba ; e o di Pauhyba p.slo a burdo a 953o0.
Assucar. Vndense o aiascavado bruto a
15350 ;i libra.
Agurdente.Veodeu-se a 845')00 a pipa.
Gotmos.Os seceos e salgados v^nderara se de
183 190 r>. a libra.
Ariuiz. -O pilado da ludia veudeu-se a 35-00
arrob i, e o do M u ai ho tmbem a 35-
35700
IlhadeS Vlgael.
Para o porto cima seg ) o patacho poMujuez
Jjrgense da nrim-ira m-rcha, para carfa e pas-
sageiro) trata-se com o'con-ituatario Joo do Re-
g Lima, ra do Abollo p. 4.
. a a~o Po-tf.
Pretende seamr com muit brevidade o velciri
palhabnte portuo)! Nwa Sirte, le u parte de -en
carregamento engjjalo, paea u resto que Ihe f^lta
trata se com os seus (MOMjtnatarius \otooio Lniz
de Otiveira Azevedo & C., no snn escripiono ra
da Cruz n. 37.
Ipujuca, Imd de ser arrematado em praca publica
do jomo mu ilepal e do cornmereio do me-rai ter-
mo, por execuca) d> seiu-oea qu : o; aJmn'stra-
dure da massa fallida de Stq'i.ir & Pereira, mo-
veu cintra o 1 oo fioa lo l)r. |,uacio Nry da
Fon.-a-'.a ; f.: pul ts^uscieutea mam'posia iota*
re-sar. que as obia= d i roesij eo:"ohi pertencep
ao abaixo :-ujoalo iiia payamot disquaes
tem do desfrue-ar o mesclooado enuenho por.mais
S alios, que ain-la ltie faltara, cjt.-consta d os-
cnptura publica iavrada Das Botas do tabe'lo
[tai lisia de S^ em dia de 19 d .
contra o m-mimad., (iij- do ido) l)r. Igoatn Nari
ry oa l-'onsec, sa muin.-r, o oaoaxo assi^naiS,
e i>u (az.pra ,i nmgu.-m de futuro sa Chame a
mnor^nwa.
Ecgeubo Moate de Ooro, 1* daoutobro de I87
J h'v-ro.
US COK GBEIRO E SABOR AGRADAVEE
Infinitamente mais efli' i*odoi
] os mais remedios pwignsn enai.seaoudai
irfda Manoeila da S l Riia Mana d. Carn-e, i))!ii!a'a> Maria do Carmo,! i>aO causam dores e prnduzem sea effeito
pretos africanos, retir, ra se para a profiocta aals'JQl precisar logodepoisde ywpante O-
Baha cidade ie S. Si vador.___ iihm e taoincitatites em appareneia e t&-
Aloga se urna ama para cosiobar para casi ciosas em ROSt('. que as Criuncas fltOk'
de urna u-ssoa : a tratar na ra das Lan|eiraE prohipta8a t0mar mais do qne mareta r
n. 14, aodar.________________ Ueita
^^lT%^S^:!l:r^^.\ Uteis como m encllenle meio de faxe,
vessa do Ouviior casa do currteiro. ; remover as obstruecoes io ventre, roen.
-------- Gq^irhprtt j do caso de nlo existirem verme alguna, *
Preel8i.se alufar um esc5aWcosinheiro : a tra PASTUHASVEiuiirooAS M aww Ao promp
lar oo caes do Apollo n. 55, armazem de farinha-: &* einfallivets na sua nperai;ao e \n tdtf
-"Frederlco Ch7v7s auei'seu sillo" do B-t.eri-'08 res|itos dignas dMonfianra e approva-
be, com casa grande para familia, arvoredos do' c8o te todos os paes de faiuil os. Prepa-
irusto", han de capiro, e'no no fondo do m.-mc radas unicameute por Lanu.'r 'd,
it'o : a ir-itai na roa larga d i Rjs-c> n 22. i Mova York.
Preci.-a-se de oma ama e-erava para lavar e| A' venda as drogaras de A. Caors, Br>
na roa da
entornillar, nao se duvida pagar mais
Imperar z n. 55.
Preclsa-se de ora caix;r5dc 10 a 14ar.-oos:
na roa D.reita n. Ti.
vo & C. e P. Manrer 4 C, e em todo o?
AttOIiCrO.
Para
O palliabole Noves segno com brevida-
de, tem dous tercos de arga engaja-ia, para
o rest<>> trata-se com o consignatario Joo
Francisco da Suva Novaes, Travessa da Ma-
nara hoje 14 de outubro
Escaoa i i i -Cam*lfori mercadoras.
Rrigue f 'iSthenn leal.
Brigne ii o vv -lrn iM fannha de trigo.
Brigni i IADS4Capella idean.
Palacio W.iry R'Ce-idem.
B.-u'ti! por i '. -Constante / -lagedo.
Bi:; a d 'wfioenarque.
ff .C'pir4a?=.
__ V; r Paran, viodo dos portos do sul Jo
Imperio-, i i o senolote :
37or 20lata fumo; a Antonio Lniz do
Oli '"
S88rol SOJaUsdtlo; a Joao F. da Silva
Novaes.
a B. Mbarto Sodr ta Molla.
i J. W. de Medeiros.
J i- Uirlusa de Mello.
J i- Mogoeira de S l
; a J. I. R huiro J mior.
a J. Bourgard.
a J. Bernardo doa Pi i .
v, R maguera & C.
; aC.'li).. & Preitas.
* A. P-reir de Mil !'.
"k nf Rio d; Janeiro.
37 rol
1 eai:
1 dito it
2 dn
1 dita
2 ) t
1 dn
1 dil
i dito d
50 dlt. ;
l niti id ; B
.
U
J dito ; em ; a P. F.-rreira Borges.
1 dito i i o; a J. De-genes.
1 dti II, o; a J. I Gmcalves Beltraj).
la v: aommenda"; adi-ersos.
2 caes; Dr. Lmz de Carvaibo P. d'Audrade.
fATAOn* -.SER0S StJJEtTOS A DIREITOS
BS BXI ". SEMANA DE 14 A 19 00 MEZ DK
ouTUBtio 1867.
ias. Unidades. Valores.
Azeite doce.Veodeu-se o de Lisboa a
o g ilo.
Bacaliio.Era atacado venden-se a 15*000 a
barrica, e a reUlho d^ 15300) a l5jj3Jl ; fi.:au lo
em rJeiinsito ceri'a de 4,0 10 barricas,
ranua he pow:o.V-udi'u se ii 470/3. a libra.
Batatas.Veoderam-se a 2S000 a arroba.
Dolaciiinius.dem a 45ViOa brr Caf- Veoden-^e de 5*2>K) a 6^2 0 a arroba.
Cha.dem d 15800 a 2*400 a libra.
Crbvgja. *A duza de garrafas veodeu-se de
55000 o3o0, a a basae a 75000. .
Pahinha dk TRIGO.Retaihou-se de 295 a 305 a
harnea oa de N w-Y">k B-iliim"ie, de 29V00 a
315 da d Tu- te, e a 283 la hespanbola ; tlcaorto
em deposito, luclnsive duus carregamentos checa-
do esta s mam de Trieste e da America, t 200
barrieas da pnmeira, 1,4 0 da segunda, 6,200 da
tercpira e I.lU da ultima ; total 10,100 barricas.
LougA.-Ain!i.-zi ordinaria vendeu-se com 330
por i-.-nto de premio siire a factura.
Mabtbioa.Venden se a mgleza de 810 a 853 r
a linra a fraoc i 060 rs.
Massas.V i ram-se'dn 65500 a 75 a calta.
Oleo de linbaca.Veodeu-se a 2j500 o gata
Passas. -Ide-n :i I250OO a calxa.
Presuntos.-Venderam-se a 16*000 a arroba.
Qleijos.-Us llatueugos veuderam-se e 2$i0
cada un.
Sabao.Vendeu-se o inglez a 140 rs. a libra, e
leo a "00 r-. a dita.
Toucinho. -Vendeu-se o de Lisboa a 95000 a
arr^lia.
Vinagre.-pVenden se 0 de Portugal de 85J0OO a
1153 a pina.
Vinhos. Os d-Lisboa veuderam-sejle 1905
20'5 pipa, e o-- de muiros paizes do 1755 a 1805-
Velas.A", decomposlcao venderam-se de 580
a 85 ris o pacute de 6 velas.
Descosto. O'rebate de letras regulou do 8
a lo por cento ao anno.
t'RETES.P^ri Lweroool 7/16 d. por libra, C /
i.m Davto d^ vela ; 2V por touclad- 5 "/.carregan-
Jo em vapor, pelo lastro do vapor.
dre Deuos n. 5.
""para
Pira o inlicadr port 1 pretende sah-r c m rouila
pre-te'a o pauch > Pamense, por t ir 1. al- de doos
terC/os d sea carregaraeoui: para a pou-ro que Ihe
falta tratase era o consignatario Jo*q'!tm Jos
UoncMves Be I tra o, ruado Trapiche n. 17.
LEILES.
O aseute M.rlus fara' leda 1 per ani iri
do Iilm. -r. Dr. co sul de Portugal, das dividas
liva* do ao-ente Joao P nlieiru da Rocha, ipa
f 1 eatabekcido comiab na na esquena da ra
.i Penba, na importan-'ia de 874J210.
UOIE
No iroi '"m da ruado Imperador u. 1), as l
i- ir:< do dio.
O C. de 5
Pn-vme-s" aos S -.
qoe dizrm fol qaenn
uliora que
ta ral. fallar;
l ; is da lo|a >ia na ra
la, 110 freale de No-^a Se-
vetes nos hvra, aonde nos on-iia ter
um Valiiit :;. r ir e atirad > a Va'onlao e uue
tero mais prueoci u-ra carrocelro da que para
occujaraquello Jar ; e uue pira pod f ?.r al-
Biir.i U'gicio lanca mo do mesjuioho lecarso d
de>acrediiar seus'visiohos por meios infamatorios;
e duem-o. s mais qoe um de seus pairSes muito
gosto .Uz nis-i-, pdrnos aos demais plrSes q.iQ
fjcam acal, r actos tiu rt-prov^.veis b qu- nunca se
deram dorante o ten p > em qoe a dita casa ful di-
rigida por pessi:. di carcter: do contrario lalv^z
Anvirinna se qu bre
San, qu- eti hoje fallei moit, de;ia
nao 1 )s'o mala vea ler meus sapat
na imprensa.
Jo.- T i-ira de So u esundo em negocio para
venler a oarte de >ua coebeira de carros sita a
ruadas Plores n. 35, avisa ao- seos cr-do-es para
que cjmpare^am ao dito estbele.nmeoio no praio
de 3 da* a coatar da data deste. R-cife 12 de uu-
bro de 1867. ^__________________
Prancsc 1 Torres da Casta eslaudo em n-go
ci com o Sr. Jo- T- ixeira de Souza c-ara cooiprar |
a parte d sua coheira d"o carro* sita a roa das
Flores o 3o, e nao qnerendo ti car respor.savel pe -|
ntsgocij, previne ao publico e o commercio da
dita praca para qne aun:- ote su s cintas no pra-
io de :i in. n-eif. li .1 i.il. .: '",'7.
Jj-Nie iu> da Costa 6 de luii pardido
luje um ma-iso de cartas e um uffleio viodo d lo-
gazeira, p'do a qu>m o ach-oi de o entregar 00
paleo du P.rdizo 0. 30, i" andar, que se g'ati-
cara'.
A
. estabeleciuicntospharHiaceuticos do impeht








:
man ira
iccupado
s
O C de Pato.
dirteco do Club do R. cife tem resolvido
que a partida do correte mez tenia lugar ua noi .
te de 26.
O seerptario
Joaquim Leocadio Vieg. .
Precisa-se de ora bom oficial Je pedreiro e cal-
ceteiro para servlcn coDstaote : a pessoa que es-
tiver nestas circucustan,cias dirija se ao escr.-pinri^
da eooprea do gaz, roa d> lmperalor n. 3t, d?.s
9 h ras da manba as 4 da tarde.



!







.-. .--
tmrti.
,juf kl ^ O 1 *tr, iw.-.
:*nvi ano c 1 li
. -

HE
a&

M .vel mrvva e osadon,
diversos qua iros rnn .runtes, caxiohos, ora cavado
manso de sella e Cbriolot, urna mira ou bassola
para eos; riheiro
TERCA-PEIBA tS HO COR ENTE
Pelo agente M unos: a roa lo nperadur n. 16,
as II boras em ponto.
a m
O abaiso as ; la a gritifl"! cao :- n m
ri^ a gu t o s-u e^cr-.V) de o i 00
Aoiniiiii, cojes sijii^ s sao os segointes : prel 1, es-
a'ura regalar, eorpo grosso, nariz chalo, mareas
de b-aigas ,? lo de 19 20 annos. Eva*
dlosooam II !e li do correnl' do enzeoho
p :r;,.i |e< lier.s ohiertos fartados, e
e-oro ootros un o al z"i 1 ;> |U o 1, caigado
doS 'i II 1 '-;:r'" '"-' \ SjOO
montado. Presme s co-ncerieii elle diri-
do para a cid I R wf', r mheci-
do; e fui eserav 1 E .;; !" A na M
uhio. Rec i-se a td h a -olo 1 a es ; 1-
lciaf|B capi poaappreh-nsao do refe-
rido (perav, qoe dev.-ra >,-r eulregae ao abaixo
apianado na esia io ri Ititi nr, ou oa ci lrt -, a 1
Sr. J s Antonio '. I :
n. tiv Eogentu Rib?iro, 13 J outi 'o de
1867.
Coriolano Velloso iaStlvara.
-f.l r.;c.'-.-e pira en-aboife tratar d cr-':..oc
urna roo'nerl na roa ios P/azeres n. 12.
MM -&W8BLWBB& SHil
ODubare M-ni-ioe -a r Souia, ao
v igado, teslde eai Podras de Fogo, onde
tem seu 'prucorado
para osjjiyster le proflssio, en-
erii.'.'a-so de qoa! pjer obiaoga ou cau-
lipial laubeui as i.'ij idea d.:Goi*n
na e. Pil-r.
canto
caada
Abanos. .......
Aleooi ou rilo de aguaar-
dente.....>
Idom asxa.......
Aguardan; 1 I) cana ....
dem jonebra ...
dem restilada ou do reino .
Alsndo em carooo ....
dem em rama ou em la .
AofMot (' >)......
Arroz com i-a.....
dem desea*)" pilado .
Assucar naascavado ....
dem branco.......
dem relina o.....
Azeite de araeadoim ou raendo-
bim .'.....caada
dem de oto ...... *
dem de m< m 01a ....
Batatas al'rtaeinicias .... arroba
>
>
>
arroba
t
duzia
arroba
25300
900
400
900
8S0
800
25'*0n
95')00
6051*00
15500
25600
25-300
tjnm
45000
Santa
IMM
15400
UUKN
B.ouon ........ Ub 25-vini
Bolacha erdinaria, proprfa pat -
ftmrnritue...... 35 00 mis de largura e 57 e 1|2 de I
, 7*0 Idea 8na
Caf bom.......
Idemescnlhn >! resto!! .
dem torrado. .
Caibros........
Cal ........
dem branca. .
Carne secca (xarqoe)
Carneros.......
Carvo vegetal ...
Cavernas de sicuptra .
Cera amarella.....
dem de carnauba em bruto
dem idem em velas .
Cevados (porros).....um
Cha.........
Charutos......
Cdcos (seceos'.....
Colla.......
Couros d"
Idm idefn si lados
dem idern
dem i !s .
dem ide!.
Doces ser .
dem em massa
dem em calda...... >
Encbameis........um
.
>
libra
um
arroba-
>
1
um
arroba
urna
arroba
libra
libra
cento
cento
libra

am
>
libra
CdSa da misericordia
do Kecife
Pela so- retara da S^nta Casa do M--nuordiu
do Recife, so faz silente a quem ioteressar que o
Illm. Sr. thesooreiro commendarior los Pires
Ferreira, no saino di cas d -s expo>tos, pela u>
oras da manha do da 28 do correte, fara' pa-
gamento das uiensalidades vencida > de julho a se-
teaibroAndo, as amas qu3 alli se apresentarem
conduzmdo asriaocas que Ihes foraro coDfladas.
.Secretaria da Santa Caa de Misericordia do Re-
cite, 11 de outubro- de 1867.
O escrlvao,
I Pedro Rodrigues de Soaza.
- No da 15 do correte fioda a audiencia do
Dr. juiz municipal da primeira vara vo a praca
(B casas terreas para serem arrematadas por quera
"~ 3mai- dar, sendo ora le n. 233 coiu-il e 1|2 pal-
fundo, 2 salas, 3
pequeo qulniai
75OOOamor"!o* avistado estado em qoe se acha avaliada
por 70 5.
Oolra dita sob d. 250 com 2i e l|2 paletos de
largura e 57 1|2 de fundo, 2 salas, 3 qnartos, ca-
cimba, cosintia fora, pequeo quintal mnrado,
avista do estado em qae se acha avallada por
7005, todas tres sitas a roa Imperial freguezia de
S. Jo*e em chaos f ireiros, p-ohoradas aos herdel-
ros de Caetaoo de Rarros Waoderley, por execu-
gao dosherdeiros de Francisco Ferreira de Barros
Gampetlo.Escrivao lana.
6#5W
440
360
400
5*0
3530(1
45OOO
156!Xi
35500
65100
32U
500
1.-J5000
25OO0
Pela subdelegada da tregnezu dos Atogadas
se faz publico, qne forara appretiendilos e recolhi-
do= ao deporto, dona cavallps snndo ora russo e
r-ulro pelrez, quem se julgarcora direito aes mes
35000.
1000 I
6501
52 outubro:!
isoo Imos comparecam, que provado o seu dominio les
g5Q ser o entregue. ^^ jt_ ...
de
110
380
10*000
520
15500
mu puii ^111. v
Subdelegara da fregoeda om Af igado, 12
ilubroj^ 1867. >
O subdelegado.
Dr. Augusto Carneiro Moateiro da Silva Sanios
Iaspcf3o do arseail de marl-
ha.
Faz-se publico qne a eommlsso de peritos xa
minando, na forma determinada no regulamento
inoexo ao decreto n 1,324 de 5 de f-vereird de
esenvos.
SBNuO: .
Antonia d 20 anno=, perita eoi 1 madeira, c ti-
oha faz labyriotbo.
Mina, mulata, eognmma e cosioha.
Paula, o-l -1j, qu'taodeira.
2 mo'.i'.inrios um de 12 amos e outro do |9 anr.es.
\ mulata le Hade cn-tureira.
1 mulata de rana idade eostGbelra e mais oulroa
que ssPrao pre-i-ntes no acto 1o leilao.
Terca-felra lodo eo-ceote.
O agente Martios fara' leilao dos eseravos nci
ma no arinazem (i ra do Imperador n. 16, ao
nielo da.- %
Y $.
K'^,1^1
; binJ
sra-
los-de todas
utas para bailes
m
50 calas com cerveja Bass.
14 barricas com dita pros.
100 latas com gaz.
Diversos can 11-iros e lamparinas a gaz.
Qnarta-feira 16 do carrele.
O au-nt- Pestaa fara1 leilao por cmia risco
de quem pert^ncer ras mercadoras acio a meo-
ciooad.s asquaes serao vendidas para fechar coa-
las no da acimt as II b ras da manha no arma-
zem do Annes defronte da alfandega.
Das fojas ie ferr|eos a ra l\va os.
33 e3o pertfDt-eate a uassa fal-
lida de Sebastin Jo< da MI va.
ordelr Slines
a raqni'.riraeato do administrador da dita massa e
por mundado do Illm. Sr. Dr. jaiz. de direii
Ama de leite.
Precisa sena rqa do San'.. Tberta n.44.
Na Roa vi-ti ra de i. rwg*1' "' 29- yn-
de se con-iimenenie lata* con 'orrada de pao
de I-I, de go.-n ni d l ve cora
previo -avi-o a ,' -' P?r;1
hariue, m iti 1 e o o ..! s de bo'
as qoalldades e pre ir ni
e Rasamento-".
S OU.to Xogell, ...-.lito, da
^S coostilta* t f( bnraa as H)
fp[ da maohaae da- 3 as 5 na lado na S'ia
residencia ra Noa n. 15, especialidado ^
m desla dos nlh p. VM
mmmmmmmmmmmmm*
Prde-se ho Di.MiXiiuiiOi Frailesco Duarie,
delegado ejuiz muaicipal do Pao d'Albo o favor
Me dirigirse a S. Loorenco a iratar de negocio
que nao ignora.
Precisa se alujar um pieto Hvre ou escravo :
na ra da matriz da Boa vista n. 44 e na mesma
casa preparara sa doces e baudeijas para bailes e
casamentes por prego cnmmoSo.
Alngara sedua le coramoos para
familia na Capuog-t roa das Crioulss : a tratar no
mesmo logar n. 3.
X|T PH. J *
De, osito na pnarmacia dfP.Kauc?
?.. em Pernambuco.
rflARlTiantlS
coiha po.
Ac ia [ndeoictMdora, eatabeleei-
la ne sre navios e sena carregan
fc :o em edificios, mercad.'riis e ..
a roa do Vigario n. 4, ,
W-%
L*CI '< 1 6 a t- C.ir fi
iostrumetitos danlo se a~ .
lares em soas propr'a-ca, da i
ras da larde :'i 1 9 :. ras oa
tratar oa ra Augusta o. 30 D
I
GRANIE
Joaquim Jos Gkmgolves
Beitrao
tbra o Ranee
gaintei luga-
os
e
paquetes
sobre os
LINDO PRESENTE
- PARA
Mai, espora e noiva.
ilo paquete iuglez ebegudo a 26 do pro-
wi passado mez, recebemos nova remessa
de bfcm feitus e delicados alfinetes de ouro
de lei com per las, esmealdas e rubins
cci por todos
; Minho em Brasa,
em Portugal,
aber:
Lisboa. a
Porto.
Valenga.
Guimar?
Coimbra.
Chaves.
Viseo.
Villa do Conde.
Arcos de Val de Vez.
Vianoa do Castello.
Ponte do Lima.
Villa Real.
Villa-Nova de Famelicao.
Lamego.
Lagos.
Covilhaa. a
Vassal (Valpassos.)
Miraodella.
Beja.
Barcellos. '
LfilllMi'i
Teodo de se li uidar a lp de C^d:s da rna
do 'operador n. -i2 .
Rorti-gol'S de Milli......
Dit-S de Soir......
ln. 3 de dlve sos fabricantes. .
SapalOes de be r Su tgap> 1
Birz-guios p-T .as.
Diti ditos ditos. .......
BirzegniRs de lustre pr. hi
(viier)......."A "
S.talS-s Velli.......
Bo zegoios c.iidav)......
Botas para rr,; Diaria.
Peroeiras e uoard* Uma.
Sapatos de tranca >ara mentDiS. -
Sa, alus de rj iro do luit^a eo sallo
para senhora.......
84fra
IJOOi

FedeTso de Fernanalu
A planta, ronbecnla entre nos *'b a de-
ominacio di hdegoso. e no Rio de Jarteirr.'
je provincias dn sul ileste imperio p-ia de
crista de gallo, o tiaridntm tttilissimttm
oa tiandium elonoa'ttm -le Scho, e o*-
Itotropium caratsadinm de Mari, perlente
familia das boragineaaft
O fedegoso c considerarlo, na tberape
ca pernambiicana, como orna d*s plaotas
----------------------r-t--------rr-,.'mai8 recmimendaveis por saas virto: sco-
'sar,de arma.ss com rativas. e applicado interna e exter
pecw do commercio lev ira'pela terceirae oiuma verdadeiros, para co'lcarem-se retratos,
vez a leilao raode sortiraenio do ferragses, rom- Aioda temos alfinetes Simples de OUrO 06
deiis, alambiques de icios o> iamanho<, sinos, je par gravita e para peitO.
broaxe, ferro em barras e oot aos Q ^ raiowejg. Na pAotO-
quese toroieofadonho Bienciojiar e que ealtem ." 7U *~, ,n r9hlllll 4a
rilas lo|as, sendo o leilio eOeaoado cm grophiahlela a ra do CaDuga n. 18,
um ou raaii lote* a vont de, entregando s nesta irada pelo paleo da matriz.________
andar, apromtam se baodeljas >
bolos linos de varias qualidales para cabimentos te, como ca;rjjante do systema nerTOSO, na
e bailes, e de pastei* de nata, odios inglezes, pao paralysia, asihina, toase convulsa on-
de lot, pudios entenados com capel las de alnra e ^^ losSCS recentes e antiga?, SOff"Cafle5.
bouquets oroprio para presentes. Faz-se feou- rtrrhn, nnimnn,re, ctc, e em eral eon-
qo^ts de flores de papel, b< era e de panno, fie "larrnos poimonar^, tit., c _
cravoa, rosas o dbalias, saudades e de qoalquer tra todos OS SnfirimentOS das Vas |
flor qoe os doops queiram, de cravos oaturses pa- rJas ; sendo om excel ente linitivo para
a easauenios cora laco de Qta bordada a ouro cu agnel es que padecer de pbtiicafmlnvaar.
lentiplas e seda, sendo a eocomraenda (eila iros Hg(ja efficacia conlra 0 tetano 00 e.paSBif.
occaailo a quera mais ofi'erecer pelo qne ejr-ra-te
urna huida coocurrencia, principalmente dos Srs.
ferra| siros e Srs. de enjenho, isto
Quinta feira 17 do correa|
as il horas t"a pon'. m u-
tos. y
OIIerece- atoa ama para eoainbar e lavar
para casa de punca familia : a tratar na roa da
Gloria, becco do tundo n. 3.
Preclsa-se de oma eogommadefra: oa roa
do Imperador n. 73, andar.
das antes. Cose-se vestidos para noivas bem ar- ,
ranjados feitos pelos flgurlnos, e fai-se tambem incontestavel, e Bll)|Uem ba ijue a d3CO-
capeilas de flores do laraoja para npivas, liada ca- obeca.
pellas paro meninas, todas as quali ados >.le flores j^g0 ignorando DOS 0 qne acabamos de di-
,praenfelles do chacos e toucas, florea.jwa w>- esforcando-nw por ser ttti! bmnanidv
fer.es de santo>. o ma-, capellas, arcos fle Dotos *- v ,
de trigo door*dos,fcs,os para raja, para qnai- de soffredora, preparamos o que abano Ittdi-
qner cna .romenda de fra sembr teta camos, pondo a dispostco OS d3tir EoMta se tambem ^ ditos, e dos dOQOtes dest e das ot;
vineias desta imperto n^ssas
que s3o:
Tudo isla mai.- buril
parle e com mulla presl-za de modo a Otto'Hvsr
falta alguma.
miitii ann
\
ucpfuu




^OlO Mfy
JAYME CABEILEIREIRO
N. 6,ra do Queimaclo primeiro andarN. 6,
?AO MAIS CABELLOS I13CV\ OS.
Tintura instantnea para enegrecer os cabellos em um minuto sem offender a peile!
Gabinete reservado e desente para tingr cabellos
com perfeicSo, ])resteza e mdico preco.
Precisa-;* de orna ama para foto servieo de
urna casa ile pequea familia (OMoae safe* a raa>
e que seja perfeita coslelwlra ; oa araca 4a B*-
vista o. 7, seguodo andar.
Alogs-se para pastar a fusta aaa casa "eat
Olioda com muitos boas commodiis para familia :
bonita Ti-ta e rauito frasea : a tratar aa roa da
Concordia judio ao Sr. solicitador Abra.
TYPOGRAPHIA lEKABTir

c.

PARA UZO INTERNO
PREPARADOS SIMPLES,
Xarope de jurabeba garrafa......... looo
Vinbode l6oo
Pillas de vidro....'..... l6oo
Tintura de 64o
Extracto bydralcoolico de jurubeba i25oo
PREPARAROS COMPOSTOS.
Vinho de jurubeba ferruginoso garrafa. 2&ooo
Xarope > > i6oo
Pillas vidro... 2ooo
Oleo de jurubeba vid ros.... 64o
Pomada de pote...... 64o
Emplastro > libra..... 26ooo
PARA ZO EXTERNO
A JURUBEBA*
Esta plantar hoje reconbecida como o mais poderoso tnico, como um excesj
rite desobstruente, e como tal applicada nos engorgitameotos do gado e baco, na
hepatites propriamente ditas, ou ainda complicadas com almarchas, as inflammacoei
subsequentes as febres intermitentes ou durezas, nos abcessos internos, nos tumores es-
pecialmente do tero e abdomen, nos tumores glanduiosos, na anazarcha, as hydrope-
iias, erysipellas; e associada as preparaces ferruginosas, ainda de grande vantagea
uas anemias, chloroses, faltas de menstruacSo, leucorrheias, desarranjos atnicos do esto-
mago, debilidade orgnicas, e pobreza de sangue, etc.
O que dizemos affirmam os mais dMinctos mdicos desta cidade, entre os quaes
podem os citar os lllms. Srs, Drs. Silva Ramos, Aquino Fonseca, Sarment. Seve, Pe-
reir do Garmo, Firmo Xavier, Silva etc. Todos ellas reconh cem a excellencia d'este po-
deroso medicamento sobre os demais at hoo ronhecidos para todos os casos citados,
tanto que todos os dias fazem d'elle applicacS'.
Apresentaodo aos mdicos e ao publico em geral diversos preparados da juro-
beba, Uvemos por fim generalisar mais o uso d'este vegetal, fazendo desapparecer a
repugnancia que at boje sentiam os doentes de usar dos preparados empricos d'elle, o
mais das vezes repugnantes a tragarom-se, e que tinnam ainda a desvantagem de nao
ser calculada a dose conveniente a applicar-se, o que torna muitas vezcs improficoo um
medicamento, que podena produztr ptimos resultados.
Os nossos prepados s foram apresen lados depois de bavermos convenientemente
ostudado a jurubeba, fazendo as experiencias precisas para bem conhecer as propriedades
medicamentosas d'esla planta em suas raizes, folhas fructas ou bagas, e a dose convenien-
ea app icacJ5o, tendoalm d'islo procurado levar os nossos preparados ao maior grao de
tperfeico possivel, pira o que nao poupamos esforcos, n5o nos importando o pouco lu-
cro que possanies tirar.
Por tanto os que se dignarem recorrer aos nossos preparados podem ter a certeza
de qoe elles offerecem a garanta, de que se pode encontrar a prompta e infalvel cora
le qualque dos soffnmentos, que deixamos innumerados, se forem em tempo applicados
tendo alm d'isso, medico ou doente a vantagem de esc dher as nossas variadas prepa-
races, aquella que melbor Ibe pode convir, j pela fcil applicacjfo, o j pela complicado
das molestias, id de, sexo, ou ainda natureza de cada individuo.
As nossas preparaces ferruginosas s3o feitas de forma que se tornam completa-
mente soluveis nos suecos gstricos, porque procuramos os compostos de ferro qoe como
'es estSo hoje reconbecidos.
Para aquelles que mais minuciosamente queiram conhecer as propriedades da
>urubeba, e saberem a applicac3o de nossos preparados, destribuimos gratuitamente
im nosse deposito um folneto, onda tratamos mais extensamente d'esta planta e doso?'
mos preparados,
nico preservativo de caspas e calvice.
PREMIADO PELAS EXPOSI^OES DE PERNAMBUCO E RIO DE JANEIRO.
Malo pava cortar e ffri/ar cabellos, e fazer barbas.
BEM MOTADA (1 FFI(M DE CABELLEIREIRO

onde com esmera e gosto se manuiacturam, quer para a provincia, qoer para fra della, todas as qualidades de postigos '? Si
modernos e de apurado gosto, accrescendo a grande diSereuga de ser 10 0,0 mais barato que em eutra qualquer parte.
ISxplemdldo aortlaaemto de candios, em edres e eaa eoaaprlmento,
* G. BA BO QI OJIADO H.O.
DE
Carlos Eduardo Mutile rt
lO-Ka* do Tarres-A. 1#
Sob este utoio temos nlnmimelo esubeteeteY)
ama lypograpbia qoe mandamos vir da Xew-Yotk
e qual reooimos a qoe )a libamos.
Montado asaim o nosso estabelecimento ea oo
ponto vantajoso, porque ipossnimos iodo o eoe
de melbor osto e mais moderno, aebamo-aoe ha-
bilitados de eroprebeoder qoalqoer obra qoe aa
no; queira confiar, com a maior nitldei, virio K
nossos quireota annos de arta a experiencia.
Somos bastante conhecidos e por toso tftrtmm
loda a coovlccio de qae a generosidade do po-
bllco e dos nossos amigos bao de correr em aoaeo
aoiilio-para proteger om temo artista OBKado d
grande familia para o qae de ante-mio aos eoo-
fessamos. sarasamente agradecidos.
Trocara se
as notas do banco do Brasil e das calas IHiaa
dom descont mnito rasoavai, na praea da laja,
oeodencia n. 22.

DE

CAROBA
PREPAR4DAA FRI
POR
AU&USTE CAOR
Pbarmaceutico pela escola de Paris e successor nesta cidade
DE
Aristide Saisset e J. Soum
22.------Roa da Cruz------22.
Tratamento puramente vegetal sem mercurio, iodo, ouro, nem ootro oualque
mineral. ~
Verdaleiro purificador do sangue sem azougue.
Especial para a cora de todas as molestias que tem soa oriaem na impureza do
sangue, como sejam as molestias boubaticas, syphiliticas, escropbulosas, dartbrosas, quer
venbam ellas por dereditanedade, quer sejam adqueridas pelo contacto com pessoas in-
fecciooadas dos diversos virus que contaminara o sangue e os humon-s.
A caroba um remedio prodigioso, usado desde remotas eras pelos indiof
do Brasil, e passando seo uso de gerago em eraco, hoje um dos remedios mais co-
Dbecidoscomo proprio para combater as molestias mais hedionlas, entrando nesse nume
ro a morpbea ou elepbantiases, para cujo curativo os nossos sertanejos considerara a
carona como remedio especifico.
,k # A moito,u'mP0 entr9u a aroba nos formularios como nreparac5o magistral
Sui?.8 ? ?e'tuari' a' -da hoje lembra,1o as pharmacopas com o nome de seo
celebre antor JoSo Aives Carue.ro: nlo ella portante remedio novo nem desconhecido.
r** ^J?n ATv aTAbi da mesma sorle Preconisado desde lempos immemo-
SS22. ?a'S aPropr,iado1 Para 2 curativ<> das boubas e ulceras syphiliticas sordiSs,
e e-rpregado com prove.to depois de improficua applicacao de muitos outros ageni
3

(O
3
o
i
8

I
ai
03
a
m
5'
a
Cl.
co
x
c~
cu
-1
.
o
i'
s
3
8
9
ce
O
B,
a
2
n.
o
33
"8
-i
a
B
g
O.
(S
o
I
e

55
a
2.
s
5
s
O
O.
O
ti
2.
SO-
CO

a-
o a,
ro .
O
i
8-
o.
a
B
o.
a>
o
a
3
o.
35
9
f.
O
(A
i
s
Cu
o
a
o.
CB
PHOTOGRAPHIA
ROA DO CABUGA, N. 18, ENTRADA PELO
PATEO DA MATRIZ.
O nosso estabelecimento pbotogrsphico
est sempre em dia com todos os melbora-
mentos e progressos que na America du
Norte, ou na Europa se consegue na arte
pbotograpbica, e para alcancarmos tal fim
nunca poupamos despezas nem sacrificios,
de sorte que os nossos numerosos freguezes
podem ter a certeza de qoe sempre encon-
traran em nosso estabelecimento tudo quan-
to a arte e a moda ofierecer de boto, no
novo e velho mundo aos amantes da pbo-
tograpbia.
NOVIDADE PHOTOGRAPH1CA.
Acabamos de receber todo o necessario
para fazer retratos chamados carie-album.
Precita se de
Queimadn a. 19.
Ama
orna ama de leite
na raa do
Precisa-se de utn ctixeiro de 10 a 1
ni roa Direita n. 71
CASA DA FORTUNA
Aos 6,000$
BILHE1ES GARANTIDOS.
A' ra do Crespo n. 23 casas do costbmf.
O abaixo assigoado venden nos seos moilo Mi-
les bilbeles garantido* da I o tana qoa aa acaba* eV
eitrabir a beneficio da Sanu Can da Misertcor-
da os s*8ointes premios :
X. 139i doos quarios coa a aorta de l:moft.
E outras muitas sortes de 1001, 401 o Ski.
Os possoidores podem vir receber aaaa raspete-
vos premios .vem os descont as leis aa caja da
FoVtooi ma do Crespo n. 23.
Acnam-se a teoda oa da 49* parta da latera a
henpbcio das ramillas dos Totalitarios da patria
; (l') qae se ezirabira' iercvfeir 15 do crrete -
Preco.
Bilbete .... 61008
Meio......31000
Qololo. .... 11900
Em porgio de 1004 para cima. .
Bllhete.....atmo V_
Meio......J17SO
Quinto.....1*100
_____ Manoel Mamas Piaza.
mael Power Jonstoa U*miaBkl
Ra da Seozala Nova n. 41.
AOBNCIA DA
Fundirde Low lloor
Micbinas a vapor de 4 e 6 cavados.
Mienda:
Mk
te
11 0 P
9 es
6* re
X se
fl
a 9 a as
i aai Alm.!0 ?rande ^rt^entodas melhores machinas, americanas para descarrocae
ISSti to i^,':6- 18'20' 22' % U- S S0- Mle i*.
tberapeuticos enrgicos e de uso quotidiano.
Muitos dos nossos mdicos de conskleracao e entre elles o muito distncto oraticc
e observador o Sr. Dr. Pedro d'Albayde Lobo Moscoso, tem confirmado por meio t .
S2L*Z K'd^ ,qUe dZra fama das beneficas Propriedades da cToba^o trat
meato das boubas. das diversas formas sob que a syphilis se aprsenla e muito especial-
SSlfS6 ^ SUa f6de M ^ e Pderiamos ^latar algdns esos de da mu4t
SS H^V5fS ^ meST Sr\.Dr- Mo^on em ^ue a $>ba produzio admimeis
*^^w^T^l!ida* 3PPl,Caf5eS de saN3rha;mecurio, iodo, ou-
-.na^ ^^^^^ ^uma_P,an1ta ^vel por soas jnappreciaveis virtades es-
apasse a perspicac a e ravest.gacoes dos mais abalisados pralicos europeos que se a
pl.cam eom espec.alldade ao estudo e traUmento das molestias sypmlS'e herpe,ictf
e para prova ab. es,ao os Srs. Drs. Casenave, Schurfer, R,cord e outros dando as mal
lisongetras mformacoes sobre as propriedades curativas da caroba e pieconisaodo-a com'
remedio poaerosissimo para o tratamento das erupcoes cutneas, seccas ou suppurativas
dartbros de todas a qualidade, ec emas, ulceras de diverras naturezas, tumores, osseot
e outras muitas molestias de natareza sypbi'itica ou boubatica
Por tor-se generalisado muito o uso da eaaemcla da earba que eu pre-
paro e pelas instancias de varios mdicos que desejam continuar em suas ooservacoes
deiiberei-me a ter prompta urna quantidade da mesma essencia, obtida sem a accao d
ogo. para nao prejudicar as propriedades medicamentosas; e d'ora em diante encon-
E^i?2ia.^^af farmacia sempre e em porcao sufliciente para todos os pedidos a
ffSE^ C(^NCENfaADA D CAROBA, e o ungento da mesma plenta para oto Dun-
' wm m ari. mdicos que qaizerem e*perimentar to predoso agente medicinal
Be de Peroambuco, 17 de ootubro de i 866.
^tie **n\ it tafo* i*4j4w aMt
aiJ^f*" "ra
**Roa larga do Rowriou
Azeite de espermacete propria para machi-
nas de todas as qualidides.
Vapores de forca de 3 a 4 cavallos.
Serras avulsas para machinas.
Mndese todos os mais pertences para as
mesma s.
Carros de m3o para aterro.
Cylindro para padarias.
Debulhadores para milho.
Arados americanas.
Escad^sde madeiras ameiicauas.
liarrinhos proprios para irma^ens.
Moiobos para refinacoes.
dem para m>lho.
Machinas para cortar capii i.
Bombas para regar jardin.
Vaqoelas para cobertas da carros.
Camas de ferro sortidas.
Bombas de Japy.
dem americanas.
Ferros a vapor para engoiamar.
Vassouras americanas.
Baldes americanos para ce mpras.
Tinas de madeira.
Ballaios e ;estas de verguinhas.
Guarda comidas.
e meias moendas paraengenho.
Este genero de retratos ltimamente in- Tju*s de ferro coado e batido para eoge-
ventado na America do Norte, rpidamente nn0,
se propagou na Inglaterra e Franca aonde ------
goza actualmente de todo o favor da moda. Ari08 d;' carro para om e dous cavalks.
A carie-a-lum se faz por duzias como os elogios de ouro patente inglex.
amigos artdes de visita. arados americanos.
Na Inglaterra trocaram o nome de carie- Mjchinaspara descarocar algodo.
lbum peio de retrato-galera e os ingleses Motores para ditos,
usam encaminar estes retratos em quadros Machinas de costura,
especiaos para com elles formar galeras,
com que ornam seus gabinetes. Recebe-
mos urna certa quantidade de taes quadros,
os quaes cederemos por barato preco aos
nossos freguezes.
As pessoas que quizerem ver specimens
dos retratos chamados carte-album, j fei-
tos em nossa officina sao convidados a visi-
tar o nosso estabelecimento.
CARTOES DE VISITA A 9(5000 A DZIA.
V Eoieoiisequencia do novo genero de re-
| tratos chamados carte-album, diminuimos
o preco dos antigos cartdes de visita, os
quaes de boje em dUnte ficam reduzidos
ao prego de
fjjfHOO
pela primeira duzia, sem que por causa
desta diminuido de preco, ueixemos de es-
merar-nos no nosso tmbalbo, como sempre
foi nosso costume Alm disto, continua-
mos a dar os cartdes de visita em carines
le luxo, liritol, oa porcelana, dourados ou
lithograpbados para o que temos urna varie-
dade de it modelos, a escolha de quem se
retratar.
X3T VA GOMO PREVKNCO.
Apezar do nosso trabalho ser muito co-
| onecido nesta cidade, aonde trabalhamos a k lnira- Z hCroUstuSem8 d6 n0SS de" *-f- T" 5-" mmmm>
ver aizer no|e o segumte saes, moilo fresco para a presente escao : a tra-
NOS retratos fetos em nosso estabeleci-' tr na roa das C memo rmprega-se toda a cautela para of- Ja* 6 ,s 8 htr*s <1* manbaa e das 4 da tarde em
ferecer-se a par da belleza do trabalho, as
Precisa-se de ana ama perita eogommadeira
para orna pssoa : na roa da Roda o. 48, sobrado
de um andar com veneziaoas na eeauloa.
Por barato pre^oT"
Venm-se as madiras da rasa incendiada a'
roa da Cruz pnprias para reQoaeio, pa Jara u
olaria : a tratar na mesma roa o. 50.
Preclsa-se de om torteara de primwra ciar-
se para padana : na ra do Caooga n. 14.
Ramos & Uias estando em aegoeio para *ea-
der se esubelecimenio de tintas sitnado na ra
Direita o. 57, e soppondo nao baver embarace De-
ntina), pruvlnem os cr/>dores da dita firma a viren
ao sobredito estabelecimento. Recite, 9 de onn-
bro de 1867.
Ramos & Dias.
Jos Daarte Pereira estando era negocio caai
os Srs. Ramos tintas na ra D.reila n. 57, e nao juerendo emba-
rsgos depois da rpalisai;o de dito negocio, preria
ao publico e o corunn-rcio da dita praca, para que
aprsentelo sns coritas no pra7n de 3 01.
AMA

Precisa-se de ama a na
una casa de piuca familia
142, [' andar.
par todo servico de
: oa roa de Hartas n.
Peneiras d'rame para padarias e refinages.
Correntes para almanjarras.
Machados e faces americanos.
Caixas c)m vidros de todos es tamanhos.
Cannos de ebumbe de todas 33 grossnras.
Polba de cobre dem idem,
dem de laiao idem idem.
i Folna de Flanrtres.
1 Ferro de todas as qualidades.
Arcos de ferro.
1 Latas com gaz.
'Trens de porcelana para cosinba:
dem estanhadus para dita.
Bandeijas linas.
Balancas americanas.
i dem rovervaes.
|Taixas de cobre.
I Estaobo em verguinhas.
Foihas de ferro de todas as grossaras.
Correntes de ferro sortidas.
Espingardas de todas as qualidades.
Bewolveis de iodos os modellos.
rrrameota para oorives.
dem i-ara tanoeiros.
dem para ferreiros.
j melhores condices de durado. Doura-
! mos e ixamos os nossos retratos sem olhar-
mos a economas,. e ltimamente para Ites.
podermos dar urna lavagem mais ampia
e S' gura, contratamos com a companbia de
Bebiribe urna peona d'agua. Os nossos
', cartoes de de visita sao verdadeiras photo-
graphias, que nao preciso de retoques do
pintor para lh desfarcarem os defeitns, e
convidamos a qnem quizer a passar sobre
elles urna esponja mol bada em agua, ou a
deixa-lns meri;ulhados por espago de horas
em agua, ou em espirito de vinho: se apre-
sentarem alterado serio recebidos por n6s
e pagos pelo duplo do que tiverem cus-
lado.
Continuamos a fazer retratos por todos os
systemas" photngrapbicos at hoje cdoheci-
dos em pbotograpbia. O nosso sortimeoto
; de caixuih is, quadros, passe-par-uuts, e
joias de ouro para a collocado de retratos
o mais completo, variado e abundante que
existe nesta cidade.
diante.
_ Precisa-se de nma ama escrava para o se;
vico intern e eitarnod ama casa de posea fa
milia : na ra de S. Francisco o. ;$.
CONVITE ESPEChL
de F. M. 0.
Si: l a -Raa do cabo*w.
Agoatinlio Jos dos Santos $ C.
Acaba de chegar a este estabelecimento um esplendido sortimento de
joias do ultimo gonto, perfeicSo artstica e modellos enteiramente novos; como
seguem: aderecos com rubim, esmeraldas e perolas finas, pulceiras, broches
para retrato, anneis, botoes de punho, brincos e cassoiela com letras, etc.
tx,., tc. Salvas de prata uo Porto, fa<|ueiros, paliteiros, caln de mesa o
frocteiras, cojos precs sao incompetiveis, pois que os proprt-iarios desu casa,
recebondo seos artigo directamente da Europa, podem servir vantajosamenta if
aot saos freguezes. <]ompram-se brilbants, podras finas, ouro e prata, pace
se bera, tamben se iixoBdMm de fazer eoncertos. A
AttenoSo.
II. 2 i Rua do Livramenlo f)( 25
Deposito de tamancos e calcado nacional da fa-
brica da raa do Jardim n. 19, de Jos Vicente Go-
diobo, tanto no deposito como na fabrica seapromp
tam todas as porroes de calcado o mais barato
possivel, esta fabrica tem todas as machinas pro
p-ias para os calcados ja bem acreditados pelo
grande numero de fregaexes une daqai se for-
neeem.
Ama.
Preclsa-se alagar ama ama, para comprar, cos*
bar e engomroar : na raa de S. Francisco n. 54.
Ita praja da lodepeadeocia o. 33, loja de,
oorives, compra-se onro, prata e podras preciosas,
e tambera se fas qaalqner obra de encororoenda e
todo e qnalqntr concer
Saques
Atlenco
Contioaa-se a fornecer alaojo e jamar por ore
co commudo, em ama casa particular: Da roa ts-
reita da Rogarlo obrado 0. 38.____________
cravas perfeita .
em un* obrlgacSe?; no Corredor do Kspo defrnte mijbij arJiro. cacimba
a todos qae lerem este avias.
K' publico e notorio qae s 00 aotigo deposita
e pao e ee>tas da raa larga do Rosario n. 36, s"
encontrara' todas as obras de vime e da paina fa-
bricadas na Koropa ; este e-ubeleeimento eha-
gon poniera o terceiro sortimento qoe recebemos
e>te tono, cwnsisie ella de ptimos brcos eoiaa-
tes para mancas e usa nonecas, boleas de paiaa,
ceslinbbs toas e grossas, cestas guarradas pin
condaeco de miadezas nos armazene, osla.* grao-
des e peqnenas para compras 00 irercado, balaiee
grandes e pepuenos de corea para o>-inra groan,
dif.s para cnaocas aprenderem andar, diioa Oe
depositar o papel rasgado os escnplorios, dtte*
de depo'itr roopas snjas, ditos para facas e gar-
ios, ditos com p para pdr troclas as mesa, di-
tos pequen* a maUsados para masas torradas,
ditos para flores e outros para mnbo da ooaaara,
bandeijas de vime para r. opa engommada, eeodt
ciulias para doces secos, azafates araoroa o de ca-
res do maior a> menor, eondecas altas a bailas
ide v dem, eondecas proprias para enviar roopas
Ijios meninos nos collegios, cadekras de vime braa-
fo, jigos de dito optiro-.- s para ter o pao oa anda-
ras e ootro muitos objectos que aqoi existen e
om esoecialidade pao, bolacha e OMSsas floas to
00 fabricado com as melh >res fariabas qoa aa
ao mareado, acoil*mo de feooe qoalqoer aaaotia
eontanto que cobra o co.>to da marcadoria.______
le rspeitavel piblica atleice,
Tendo fallecido Francisco Jos Dias da Coala ao
dia 21 d sotembr do correte mes e aoao, tact
aprsente pobliracio qoe esira Bearregaoo da
casa do referido finado e qnem ti ver negocio cea
a moocioaada casa emendase ao decano de CO
dias cero o abano ass gaado Mano-I Jos da Coata
Reg nesta cidade do Recite de Peroamboro qoe
esta' prompto para oltimar paiflcaraente t-nJa raa-
poDkabilmade a bem dos pretendaolea a da aaeo-
clonada casa e nao sendo mais respoasavtl lego
qae se fiode o tempo marcado de oO dias. eoteo-
dn Jo-se com o mosmo no ni leo de Carao a. M.
Recite i I de ootubro de 1867.
Maaue| Joto da Costa Bago.
JcaqoimJos Goacalve* B-ltrao ac sofere
boa e Porto : a' roa do Trapicho n. 17.
Aloga-e, em Carnanga', a Wa do faile
Jos Rodrigoes Ferrerra, rom "omaisia! para fa-
_ jardim, cacimba _<
roa 4o Ooelmado n.
MIITILADD


Jodto pcraaiabaco SefM|
m 14 de Oatmbre de 1867.
JM
N. 2 D
N. 2 D,
SUF** OR*C\0 DE OCHO. ^Jfc
A toja o. i D intitulada Coracao de Ouro na roa do Cabag, acha-se d'ora em diante offereceo
o 'o respeitavel publico com especialidade as pessoas que bonram a moda os objectos do ultimo gos
ld Pars) por menos 20 por cenio do que em ouira qaalquer parle, garantindo-se a quadade e a so
i da obras.
0 respeitavel publico avallando o desejo que deve ter o propietario de um aovo estabelecimen-
10 qne quer progresso em seu negocia deve chegar iiDmediatameote ao coracao de ourp a comprar
aneis com perfeitos brilbanles, esmeraldas, rabise perola ; verdadeiras em agarras, modernas pele
diminuto preco de 101, brincos modernos de onro e coral para menina pelo preco de 3JI, maracas de
nratt com cabos de marflm e madreperola obra de moderno gosio (o que o encontrarlo no cora$ao de
onro) voltas de ouro com a competente eruslnba ricamente eofeHada pelo pequeo preco de II*, brin-
cos de um trabalho perfeilo por um mdico preco, cassoletas.tranealKis, pulceira, alflnetes para ra-
" tratos e ontros oodelos tudo de alto gosto, aneis proprios para botar cabello e firma, dito para casa-
mento no artito roseta tem o Coracao de Ouro um completo e bem variado sortimento de diversos
aostos* butSes para punbos com diamante, rubins e esmeraldas, obra esta importante a pelo seu va-
lor ia''por gosto ds de*enbo, brincos a forma da delicada maosloha de moca com piogente contendo es-
meralda*, rnbins, brilhantes, perolas, o gosto sublime, alflnete para grava no mesmo gosto, relo-
gios para enhora cravados de pedras preciosas, ditos para homem, diversas obras de bnlbantes de
muito tost, crusinbas de rubios, esmeraldas, perolas e brilhantes, aneis com letras, eacoletas da
erysttl e ooro descoberta para retrato (a iogleza) brincos de franja, ditos a imperatriw toda e qual-
qoer joia para secoliocar retratos e obras de cabello, e ontros multo* objectos que os pretendeotes en-
comrarao oo Coracao de Ouro que se conserva com toda a aiflabilidade aos concurrentes delxando-
se de aqni mencionar precos de certos objectos porque (desculpem a maneira de fallar) direndo-se
preco talve alguem faca mao jouo da obra, por ser tao diminuta qaantia a visu do seu valor.
Na mesma loja compra-se, troca-se ouro, prata e pedras preciosas, e tambem recbese coneer-
los, por meaos do que em ootra qualqoer parte, e do-se obras a amostra com penhor, conservando-s*
Coracao de Onro aborto at as 8 horas da noile.
Qaalquer pessoa que se dirigir ao Coracao de Ooro nao se podera engaar com a casa, pou
nota se ua sua frente um coracJo neodarado pintado de amarello, alem de outro que se nota em um
rotlo (isto se adverte em conaequencia de terera ja' algumas pessoas engaado com ootra casa. J
ii ha mm
Que um elegante estojo para viagem
coxti:\o t
i*O cadernos de papel branco, pautado, boira doarada, marcado 'eom as iniciaes do com-
prador.
9*100 eo*elopes braneos.
3100 penas de ac (marca langa).
i*I cana brelas de gomma.
o' i ttoteiro de vidro com lampa de metal.
6'1 arielro dem dem.
7*I pao de lacre.
8*-l caivete de doas folhas.
9-t lapis.
10*2 cao tas.
Todos estes objectos reunidos, dentro de urna bonita caisa, feta para este fim, costam apenas
RS. 60000
l11 rabia mwtn.
Kua lar#a do Rosario n. 37
Continua-se a alupar-se espacosas salas e quartos mobiliados, rerebem-se pencions-
las para servirem-se comeiorias com asseio, e leva-se tambem ao domicilio.
Ha para vender conse utivamente de noite, excellente e variado sor?ete, e a toda
hora verdaeiro e fino chocolate espanhol.

Aluga-se
A casa da roa das Aguas-verdes o. 25: a tratar
ua ra Bella n. 43.
Uosinheiro
Pracisa-se de aar cosioheiro, llvre oo escravo
na ra da Madre Deus o. 16 loja.__________
Precisa se de ama ama para easa de peque-
a familia preferiodj-se escrava : na ra do Cres-
po n. 7.
Precisase atusar uaa escrava que saiba bem
engomoiar, para nm sitio pouuo adiaute da igreja
de S Jos 'i) M-tnguiono, a tratar na ra do Amo-
rim o. 33 primeiro andar.
ffiSBMIMS aWMB^
"fM O Ur. A. S, Per.-ira do Carino (medico) s|5
^ est morando no sobrado n. U da roa da S
M Imtipratnr. Wi
mm m mmmmmm mmm mm
Na secretaria Oa Sauta Casa d- Misericordia
do ttecife precisa-se fallar a S.* Laandra Carnei-
ro de Oiivt-ira.
mmjnammmwm
|n Compaubia dtdi iade ile seguros
L& martimos, e terrestres
estabeiecida no Rio de Janeiro
AGENTKS EM PERNAMBUC0
w AatOBie Luii de Oiiveira Azevedo & C.
|j| competentemente autonsados pela
S directora da cnmpaohia de seguros
jg| Fidelidade, tomara seguros de na-
JS vios, mercadorias e predios no sea
"W escnpt"rio ra da Cruz n. i. Wk
mmmmmm m m wmmm
Nriada
Na ra de S. Franc^co n. 72, preclsa-se de urna
criada portosoeza ou scravj^gag^e pern agra-
dando.__________ ________
Precisa se alugar urna an a forra on escrava
para casa de pouca familia : a tratar na ra da
'.adea do Recifa d. 8.
tekras { vend.
i Espirito Santo Ido
resomdo venlT sen s lio no Arraial, t do pliio-
mm r ar-Vi-n-s (f-ndo lio, a e>ta' a' venia em lotss a' vontade jjmpradores, esta o 'i'ie ja' sencham abt-rias dus
qras. as pessoas que eocommeudara'O terrenos
ooeiram apparecer, ali o de acertarVm onde 3e-
vem to:nar. Outrosim laz igu pessoa-, qje compraram tenas em Agua-tria,
proprudade da mesma, que d'ora em diaai* vende
os terrenos, qoe separaram desde u anoopaasadu,
e al o preseo- nao tiraram suas escrlptoras,
mesmo estando ditos tuneos beoeSclados, e a
mesma nao paga.
Recie, 8 de oulubro de 1867.___________
Miudeza.i baratas,
Rua \ora n *8.
Roslas de cores, em caixiDhas de urna duria
a libt'i).
Briocus a balo de cores du.'u a 1AGCO.
Grampas com cablea 'te vidroduna a 160 r>.
Agulbeiros de metal, scrtidusduna 4i0 rs.
uiios de madeira, pintadasduna 240 rs.
Boious de moedioha dourados para puobo du-
z>a de pares I 900.
Ditos de maarprola pira camisagrosa CO rs.
Ditos ne ac para calca -a grosa 240 rs.
Libras de lioha. primnira qualidade em novel-
ios, sonido, a 2*300.
Libras de dita, sesuoila qualidade, em novellos
Surtidos a 2J e I*o00.
Canas de dita com 50 lovellos a 640 rs.
Ditas de dita do gas co n 40 novellos a 00 rs.
Di las de dita de marca i a 240 rs.
Ditas de dita branca com 10 novellos grandos
a 560 rs.
Donas de carros de liaba de 100 jardas a
360 rs.
Dutias de ditos de liaba de 200 jardas a 1200.
Duiias de candes de dita preta e branca a
160 rs.
Miadas de liaba de roriz a 150 rs.
Caliinhas com soldados de chumbe a 120 rs.
E Penies de lago domado para cor a 500 rs.
Ditos de laco liso para dito a 440 rs.
Ditos dourados eom florasduna a 2*400 rs.
Ditos de bofaios mono bons para alisardozia
2*400.
Ditos de chifre, fazenda boadota 1*100.
Dedaes amarellos e piafadosdozia 240 rs.
Alfineles em cartas de 14 pente a 120 rs.
Duzlas de caixmhas de ;olchei.-s a 640 rs.
Dozias de candes de ditos a 600 e 900 rs.
Espoletas verdadeiras B. B.caixa a 100 rs.
Pecas de fila para coz, larga com 10 varas a
oOOrs.
Ditas de fila de seda n. }i com 8 varas a 260 rs.
Cadaco branco para setotilas peca 50 rs.
Lia de todas as cores pira bordarlibra 6*500.
Pecas com 10 varas d j labyrioto fino, sorti-
mento estrello a 1*500.
Pbospboros de cera em eaixiobas-dozia 360 V
Ditos de pi encerado sern cbelro-duzla de eai-
xiobas 363 rs.
Cartilbas da douirina ebrista a 320 rs.
Ubreias de colla em taixinbasduzia 320 e
500 rs.
Saoooetes finos para miiosduzia 800 e 1*000.
Facas < garlos, cabo Jo osso duzia 2*500.
Fivellas para cilos, pulseiras. perfumaras de
todas as qualidades, trancas, moias, ele., etc.,
tudo o mais que seja tendele ao sortimento Je
miodezas, ferrageos, quioquilbarias e candieiros a
gaz.
Kua .Nova o. 28.
Garante-se sibcerldade e barateza no precos.
Gomma de mandioca
Verde-se mnito nova e boa ; a tratar na roa lar-
ga do Rosarlo n. 24, loja.
Cabrlolet
VeoJe-se por mdico pre;o om cabriolet de qua-
tro rodas com 4 a-s-mios : para ver e tratar na
ra do Hospicio n. 11.
Aluffa-se
r
O tereeiro andar a roa da Cadeia do Recite o 27,
com cmodos para familia, coocertado e pintado a
prnco lempo, a tratar no 2 andar.
Na ra das Croles em Saoto Anlooio n. 41
segundo andar, precisa se de urna ama forra ou
escrava qoe saiba coiloliar e engommar.
Precisa se de uina ama para comprar, cosi-
obar e mais servido djroeslico : oa roa Bella ou-
mero 40. ___
M0ED4S
de onro e prata
Compram-se moerfas de onro nacionaes e estran-1
geiras, bem como patardes dos diversos cunbos :
em casa de Adamson, Huwie & C, ra do Trapi-
ebe-novo n. 40.
Cimpra se por mais do qoe em outra qoal
quer pane, prata brasileira e estrangelra, libra
esterlinas, moedas de 9* e 16* ponoguezas, d
3*, 10* e 20* brasileiras 'e .^e trocan) sedula
das cana- filiaes do Banco do Brasil : na roa da
Cadeia do Reeife n. 58, leja do azulejo. I
Compra-se urna pserava sadia que cozlnbe e ,
ongomme : na roa da Peoha n. 23, Io andar.
248200"
Paga se por mo. das de 20*000, as-im como
mais do qu em outra parte por qualqu?r moeda :
a ra do Crespo n. 19, loja. _______________
Ouro e prata.
M ir Ja.- de ouro e prala asirangei.- e nacionaes
de iodos os valores; eampram se na loja de ouri-
ves ao Arco de Nossa Senh'Ta da Conceicao da
ponle do Recite, a-aira como ouro e prala em obras ,
viiti.i-, bri'haoies e diamantes, pagando meihor do
que em outra qaalquer parte.
Libras Merlinas a ih'300
No escriptorio do corretor seral >ion;alo Jos
Alfonso, a ra do Torres n. 18, junto ao telegra-
pbo elctrico, compra-se libras sterlinas a Hl30.
Compra-se urna casa terrpa nos bairros de
. Antonio, de s. Jj- on Boa-visu, sendo em baa
lucalidade : a tratar na roa das Crozes n. 41 A,
taberna.
Terrenos
Antonio Botelbo Pinto de Mesqolta contina i
vender terrenos oo seo sitio do foodo, aotes dt
ebegal1 em Bebeiibe, abrlndo orna estrada oo me*
mo sitio, que a travessa o rio de Beberibe, segoe i
do eocaojmento das agoas que vo foroecer em
Olinda; no mesmo sitio adiara' com qaem tratar,
nos domingos e das otis, ou oo Recite, roa da
Cade, loja de fazdas n. >4 A.
Vende-se por preco coraroodo por carecer de
alguos reparos o cuier nacional Erna, que se
acba ancorado defronie do Caes do Ramo-: a tra-
tar na rea da Concordia, casa nova defronte do
sobrado n. 15, ou oa Praga de Podro II, livrarla
da Infancia.
Carnauba
Vende-se cera de carnauba em saceos, sendo de
superior qualidade : na loj do Pavao ra da* Im-
peratriz a. 60, de Gama & Silva.______________
Couros
Ferreira & Matheus, na ra da Cadeia do
Recife, vendem : coaros de vitela de cavallo,
de vacca e de boi e sola envernisada pro
prias para calsado coberia de carr.s, etc.
(ijbpram se duas venezianas
do (|espo o. 8, esquloa.
o.
Venecianas
usadas : oa ra
Compra-se moedas de prala : oa roa Nova
lo)a.
Maior vantagem
OViorajio de ooro ra do Cabuga o. 2 D, offere-
:e-w em compra das moedas de ouro e prata.
Cosinheira.
'
i'rccisa-se de urna ama boa cosioheira; a tratar
na roa nova o. 28. ____________________
Preclsa-se alugar oow escrava ou criada pa -
ra o servico d>* cosotiar e lavar: oa roa Formo
sa n. 15,1* andar.l
Precua-se de orna ama de le lie quo o3o le-
Oba 3lbo: na roa das Agoas-verdes n 46. Na
mesma casa precisa se de nma ama para engom-
mar e co ' Precisa-se de urna ama de lelte, na ra da
Palma n. 43.
\ Compram-sc escravos
Sviao Giilli.'iroe de Barros,compra, vende e
ropa effectivameote escravos de ambos os sexos
pe todas as idades : a' ra do Imperador o. 79,
rceiro aodar.
;.
VENDAS
COMPRA'
i
Moedas de prata
oacieoaes, assim como patacoes portugaezes e
nespaobes, compram-se com premio : na roa do
Crespo a. 16, pnmeiro andar._______________
Compram-se
com premio moedas de ooro e de prala naclenaes
e estraogeins: na roa da Cadeia do Becile a. 16
armazem de Adriano, Ostro & C.
libras esterlinas,
Compraa>se com hom premia : oa pra a da lo
dependencia o. 22.
Moedas de ouro. .
Naeiooaes e estraogoiras assim como libras
esterlinas: campram-se oa roa do Crespo o. 16,
primerro aodar.
Loja t do Livramento.
l'?;jiii f-jftar acabar chita? Una-, escnias e cla-
ra.'-, nekjbimiou'o pre^o d.- 280 rs. o covado, pe-
cas i* ^retinha de rO'u a 2*400, madapoln Uno
ccrtiarao vr,.s a 3* e 6*, Qoissinio braroaole de li-
I nbo largo a 2*300 a var, organdys da lisUs e fio-
I res coloiida a 300 rs. o covado, finos lencos bran-
| eos proprios para algibeira a 206 rs. e dozia a 2*,
: gangas francesas proprias para roupas de meninos
i e palelt Is e calcas de homem a 360 rs. o covado,
orgaodys braneos de listas e qoadros a 1* a vara,
eamhralas brancas transparentes tendo 9 viras
com 5 palmos de largara a 5*500, larlataoas de
todas as cores a 800 rs. a vara, e dc-te amostras
con, peuhor.
Vinko puro
Cbegaram barris de quinto eom poro viabo do
Dooro, garaoiiodose que nao tem coofelco algu-
ma a excvpco de om bocadiobo de agurdente
que iba butaram para poder resistir a viagem,
oeste geoero e o melbor qoe tero viodo ao mer-
cado e moito proprio para asar as horas de o-
mida e ve"de -se por preco era canta : oa loja e
armazem do Pavao roa da Impeatriz o. AO, de
Gama Silva.________________V___________
itleiico.
Veudt-se na loja la pra^a da
Indepeadenela n. 39.
Capellas morioarias para serem coliocadas em
lombas, catacumbas e sepulturas oo cemiterio po-
blico para o dia 2 de novembro -'finado*) das es-
crircoes seguioles :
Meo pai.
Mioba mSi.
Meu esposo.
Mmha esposa.
Meo lilho.
Mioha lliha.
Saudades.
tima lagrima.
Amizade.
Meu amigo.
Meo irma-i.
Mioba irmaa.
Na mesma loja lambem lom capeiias de podra
marmore obra prima. ______*
Farinha de mandioca
igual a da Muribeca, lem para vender no
seu escriptorio Joaquim Jos Goncalves Bel-
trao : ra do Traphtce n. 17.__________
Vende se urna venda em um dos melbores
logares para negocio, taoto para o mato como pa-
ra a trra, propria_pra qutlquer principlante por
ter puncos fondos; a tratar na ra Direjta n. 21.
Vende-se
A pequeoa taberna na enerada da roa da Palma,
ptima para principiante, a tratar na mesma.
Arados americanos
Os raelhores que tena viudo a ei-te merca-
do vende-se a ra do Trapiche n. 48.
aLMANACH
DE
Compra-se ooro e praia em
u Draea da Indei*o Na roa da Cadeia do Recife o. 96, 1* andar,
vende se vaobo Sania Emilliom e UkMibortaa ve-
Ibo do anoo de 1860.
Garante, se a qoaliiada
LUSO BIUMLL1KV
Para 1868.
POR CAST1LHO.
Vende-se na livraria Econmica defroote do arco
de Santo Antonio.______ ______
Vende-se urna grande aimacau propria para
qnalqoer om negocio por pi i co commodo : a ira-
ur oa roa da Praia o. 33 o j oa mesma roa n.
38 e quem comprar pode (cuerelo) tira-la Mm
arraina-li.______________
Vinbo de pura uva sem
compasivo
Chagaram alcona barris deste delicioso viobo
vende-se aoteamente na m da Cadei; cite,
armazem de Ferreira V(neiM, e na roa do Amo-
na n 50, armazem de Joaqaim Francisco da Silva
MMor.
/
ATTE\aO
No armazem de fazendas de
Sant-s Coelhotfua do Quei
mado n 19
B inn e barato
Lansinhis Poil Je Cbvre a .5 o covado-
MadapolSo enfesludo a 8> a peca.
Cambraia de cotes matisadas linissimas '*
800 a vara.
dem brancas transparentes fina* de 4A,
5(5000, 6|5, 7$, 8(5 e 9ooo a peca com iG
jardas.
dem branca tapada de 8j5 e 9)5 a pee*
com 12 jardas.
dem branca franeexa muito larga a 9)5 >
peca com 8 varas.
Baloes de 35 e 40 arcos nesgados gara
senboras, a 45.'iOO.
Mem-de raursuiina nesgados a 5.
dem de crochet a 5)5
dem de morsulina para meninas a 30 t
%9tm.
Saias bordadas a 50.
Cambraias admascadas para cortinado a
120 a peca com 2o varas.
dem para forro a 30 a peca com 10 jar-
das.
Cambraia do linbo mnito fina de 60 e 90 >
vara.
Madapoloes finos de 60, 70, 80, 90,100.
110 e 124 a peca.
Platilba de algodSo superior fazenda par
saias a 30200 a peca com le varas.
Cobertas de chitas de ramagem a 206
Lences de bamborgo fino a 20400.
dem de bramante muito fino a 30200.
Pannos adamascados para cobrir mesa a
40500.
Goardanapos de linbo adamascados a 40
a dozia.
Atualhado adamascado com 7 1/2 palmos
de largara a 20 a vara.
dem adamascado de linbo com 7 1/2 pal-
mos de largura a 30 a vara.
Algodao entestado com a mesma largura
a 10ltaa vara.
dem trancado de algodao a 10600 a vara.
Toalbas alcocboadas de liubo lisas a 110
a dozia.
dem de algodao felpudas a 130 e 140
a duzia.
Colchas de fustao a 60.
Lencos de cambraia braneos finos a 10800,
20 e 205na a dozia.
Lencos de cassa dnissimos a 30200 e
306O<> a dozia.
Fil de linbo liso a 8oo a vara.
dem com salpicos a 10ooo a var
Grosdenaples preto bom a 10?oo, 2 e
20Poo o covado.
Mor antique preto superior a 208oo o co-
vado.
Flanella de todas as cores a 800 rs. o co-
vado.
Tarlatana de todas as cores a 8oo rs,
vara.
Bramante de linbo com 10 palmos de lar-
gura a 2055oo a vara.
dem de hubo com 5 palmos a 102oo
vara.
dem de linbo com 3 1/2 palmos a 8oo a
vara.
Hiquissimos basquina a 250000.
Assim como oulras muitas fazendas que
se vende ">r menos que em outra qualquer
parte, ja-se amostras de tudo,
Loja do Gallo Vigilante
DE
GniraatesA Freitas
HA DO CBESPO N. 7.
Os proprietarios oeste bem conhecido es-
tabefecimento tendo em vistas a boa vontade
com que t da generosa popu'acSo desta bel-
le cidade concome com a sua coadjovaco
para o basar de prendas que costumam es*
Ubelecer no dia da commemorag5o d<- ani-
versario do Hospital Portuguez de Benefi-
cencia,' cojo producto applicado a bem
daqnelles que baidos de recursos, e no leito
da dor ali procuram melhorar seus soffri-
menios e aproximando-se o dia dessa gran-
diosa festa por isso apressam-se em avisar
ao respeitavel publico do que ha de mais
moderno em seo estahelecimento, alm dos
quaes tem variedade de ontros, qoe a serem
para um fim tn justo os venderam por pre-
cos mu rasoaveis.
Brquissimas caixas com msica contendo
o necessario para costara, proprias para um
delicado presente.
Riquissimos livrinbos com capas de tar-
taruga para missa.
RiquisMmo albura com capa de tartaruga.
Porta joias, dedaes e relogios e neste gos-
to urna infinidade de objectos.
Vasos, calungas e palliteiros de porcelana.
Bnecas que chamam papai e mam3i.
Finissimos lencos de cambraias de linho
meo disticos.
caixinhas com perfumaras.
Bengalas de canna com lindos castes de
marfim.
Riquissimos enfeites com coques e sem
elle inteiramente nvidade e ultima moda.
Lindissimos cintos para senboras.
Fivellas lindas de multo gosto.
Lindos port-bonquet com cabo de madre-
perola proprios para casamentas e bailes.
Fabrica e fundiedo de brome
e outros metaes, caldcireiro,
latoeiro, e funileiro, situad
na Solcdade, ina do Prin
civen 3, ecom deposito na
ra Nova n 38, da cidade
d<> /tecife
DE
BRAGA SMIPAIO
Fabricam-se neste importante esiabetec--
mento toe s as obras concernenus as art
respectivas ^nco sejam:
Alambique, de todos os lmannos en
feilios, os mu" acreditados apareibos o>
Derosne com asv dimencos delicadas dos
fabricados em Franca.
Fabricam-se avulsas quaesqoer pecas des-
apsrelh.is, como sejam o dilatador, rbica-
dor e condensador, oa e-quenla garapa?.
resfriador, serpentinas interiores.
Fabricam-se bombas de todas as diam
ces e qualidade, pelo systema irancez oa
americano, simples, de pres*3o, repoxo, e
com especia i idade a estnnea ros assim -p
nominadas pelo enorme volume de foa
que absorvem calculada em 100 pipas por
bora, e das quaes algumas estao |>ropts a
serem experimentadas.
Existem bombas por esto systema, ase-
ores, para regar sitios, garantindo-sa o2o
s sua duracao como a grande quandade
de agua que fornecem pelo uae sao cons de-
radas hoje as primeiras bombas conbecidas.
Todas as mais obras se fabricam i vonta-
de dos freguezes e a sea capricho.
ExMem >empre promplos no deposito in-
dicado na ra Nova n. 38. nm completo sor-
timento de obras solidas, bem construidas e
a precos rasoaveis, como sao aiambiqoes,
serpentinas, taxos, passadeiras, repartie-
ras, esenmadeiras, cocos, candeias, e muito
ontros ntencHios prepnos para engenhos,
como sejam mancaes de bronze, parafoaM
para rodas de agua e ouxs.
Cavilhas, machos para lemes, prego* de
todos os Umanbos e para o forro de cobro
de navios.
Aprompta-se tudo quanlo diz respailo as
obras de latSo torneadas polidas coa Uxi*
a perfeic3o.
Vlvulas para tanques de banbo, tornearas
de todos os.tamanbos e quaidades, assisi
orno todos os ornamentos para oilares,
botes para farda, aparelbos para barretina,
nmeros, espberas, espadas, cornetas, alan
pa'as turbulos, caldeiriobas, navetas, almc-
farizes, perfumadores.
Obras de folhas de (landres de todas as

Nf^NjesdeiMdreiierol. ^data, tahto, badas, bule, e ootr
tao, tnbos de chombo para ci, :anameiit< s de
Grande aimazem de tin-
5 tas medicamentos etc.
Ra do Imperador n. 22.
Productos chimicos e pharma-
5 centicos os mais empregados em
: medicina.
Tintas para todo o genero de pin-
m tura c para tintnraria.
Productos industriaes e tintas
para flores, como botes de flores
e modelos em gesso para imitar
fructas e passaros rom o compe-
tente desenbo.
Productos chimicos e industriaes
para pbotographia, tinturara, pin-
8 tura, pyrotocnia etc.
Montado em grande escala e sup-
I prido directamente de Paris, Lon-
B dres, Hamburgo, Anvers e Lisboa
m pode oflerecer productos de plena
JB confianca e satisfaz^r qualqner en-
gg commenda a grosso trato e a reta-
m| Iho e por preco commodo.
*
8
1
GRINDE BAZAR
RA NOVA N. .0 E ti
Machinas para descarocar algodSo. dome
Ihor autor que tem apparecido na America
E' tal a-execuco do macbinisme, que o al-
godao safae quasi tao perteito como o de bu-
landeira.t Recouimeiida-se a attenclo dof
Srs. agricultores, estas machinas.__________
-"" ihoealate de ueNbrlere
purgativo de magnesia.
E' o chocolata de desbrinre o melbor purgaou
at adora coobeclda a de grande aceitagao era Pa
n, onde tem sido moito applicado no botpita
Hot-I Dieo pelos profussores Trcusseaa e Pidooi
eom o melbor ie.-oli.ijo.
Por sua accao laianto porga .^ern fa igar o est:>
mago e os intestino.", e aprsenla ptimos resolta
dos como dorlvauvo, abroveote, amtivernoso, re-
frescante e deparando.
Deposito especial
34Rus larga 4o Rosarlo34
Botica de Bartbolomeu C.
Veade se oa cao~ilas5o, novo e forte,
proprio paia carea, por pre^o eommodo: para ver
e tratar Da coebeira dor. Ribeiro, rna da| Roda
Fundiedo da Aurora
Talzae de ferro eoado, bom .ortimesk' e quali-
dade superior
V
dro de seda, ultima moda.
Leques de faias muito lindos.
Ditos de ossos.
Lin os pentes de tartaruga, massa e outras
muitas qualidades.
Lavas oeiouvin. inteiramente novas, bran-
cas, pretas e de cores.
Ditas de seda.
Meias de seda e algodSo.
Lindas trancas pretas e de cores om ve-
dilrbo e sem He, assim como lindissimas
guarnieses para enfeilar basquines e botes
para os mesmos.
Lindos indispensaveis para meninas das
escolas.
Beogallinhas para meninos.
Suspensorios para meninos.
Lindas tuquinhas e sapatinhos*ricamen-
te enteitados proprios para baptisados.
Meias de seda para o mesmo fim.
Muito boas escobas para dentes, chapeos-
roupa, cabellos, urinas e para mpar pentes,
Superior linbas para crochet.
Agu has para o mesmo fim.
Lindos agulbeiros e dedaes de madrepe-
rola e martim, assim como de metal.
Lindas guarn roes de botes, tespara oole
puncos e colennhos.
Ricas capellas para noivas.
Meias de seda para senhoras.
Superiores thesouras para unhas, costura
e cortar cabello,.etc., etc.
Suspensorios de seda para bomem.
Ditos de algodao para homem e meninos.
Finos aderecos pretos para luto.
Grande soriimenta de finas perfumaras
dos melhores fabricantes al hoje conhe-
cidos.
Grande sortimento de fitas de todas as
qualidades.
E muitos outros objectos que impossivel
seria mem-iona-los e que se encontrarao na
loja do Vigilante, ra do Crespo n. 7.
Eival sem^egundoT^
Roa do Quelmano n. to.
oer acabar com as fazendas abata
meBcienadas.
Queiram ir ver qne bem e baratissini.
loalbas de UbyriDtbo com bico, faien-
da boa a .............
Ci-rreteis de llnba com 100 jardas a .
bravatas pretas e de cores muito finas a
C entladores para e.-panubo de cordo e
Sta a...............
Carretel? de llnba Alesandre cpm iOO jar-
das a ...............
jabonetes moito finos a 60, 160, 200 e
Ditos de bolla muito finos a 240 e .
Liadas de lioha froxa para bordar a
Varas de cordo para espartilho a .
entes volteados para rejacar cabello de
meniras a............
-rseos de macaca' oleo malte fino, a .
Ahotoaduras moito finas para rolletes a .
Marides de bnha branca a de cores a .
Libra de ara preta snpenor a.....
Varas de franja branca de linbo para
alba a..............
Pe^as de blco estrelto com 20 varas mnito
tonito ..............
Varas de papalina de diferentes largu-
ras a 120,160 e...........
Cutas de palito balao a........
Canas de palitos de seenranca sem en-
chofre a............I
S.bonetes de familia a 100,160 e .
Grosas de botes de madreperola para
camisa a.............
Cartllha de dontrina chnsiaa a .
Latas com superior banha a......
Quidernos de papel pequeo superior a i
l)u;ia de baralhns fraoceies superior
Grota de phoptioro mano supe lores .
G 'Xs a iptalho do mesmos.....
r.aixas de pbosphoros de veliiefia cosiendo
oOO vellinbas moito snperiores .
Recreas de papel almaco moito superior .
Resmas de papel pautado superior quali-
dade ...............
runas de meias para hornea.....
Dunas de meias eruas molla superiores .
3*000
30
500
40
to
*'0
320
320
20
20
320
120
800

100
1*000
200
40
60
240
900
320
200
20
2*000
I* OO
K>
160
ajuioo
nm
2*HO0
todas as dimenebes, folhas de tinta, etanbo
em barras e verguinba, lances ebairasde
chombo, vidros finos pira espelbos, decd-
res, bordados, e opacos, e outros para vi-
dreos, diamantes para cortar vidros, cadi-
nbos ordinarios e de patente, rea para mol-
dar, folies para ferreiro. lavatorios tam ba-
cas e jarros, trra podre e outros ibomeros
o jectos proprio de taes stabeiecirneuto?.
Sendo todas as obras inspeccionadas >
fe i tas sob a.direccSo do socio a iminist.ador,
Jos Baptista Braga o qual se acia de novo
especialmente incumbido da gerencia oe tao
imponaiiie estabelecimeute, isso ama ga-
ranta pela sua longa pratca, que lem os se-
nbor es freguezes de que n rao servid s a
contento, com promptiooe prt>co &-mmc-
do, pelo que os propietarios Iho scro agra-
decidos^________________________ '
As rom iras do Patia
Chegaram as muo ros e moito moder-
nas romeiras de merino com difirenos cu-
res sendo elegantemente enfeitadas c<.m lin-
das filase bordadas com vidnlbos sendo cir
cbladas com um nci bico de guipare que
tem palmo e meio de largura, garaDte qoe
neste genero n5o ha nada melhr-r no merca-
do e vende-se por preco raa avel, na |.>ja e
armazem do PavSo, ra da Imperatriz n. Go,
de Gama & Silva.
Sedas lizas
Cdegou o mais lindo sortimento de seda*
lizas com diflVrentes cores, sendo cor de
rosa, azul, lyrio, harana, cinz, bunios e
branca as quaes se vendem por baratsimo
preco. na loja do Pavjo, rna da Imperatriz
n. 6n, de Gama Silva.
Casaq inbas de renda a 12S
Vende-se os muito modernos casaqoiobos
pretos de venda ou guioure sen 1o i.s man
modernos que tem vindo ao mercado re!o
barato preco de iift, s na loja doPa5o,
ra da Imperatrizn. 6o de Gama* Silva.
t'assj-s irancezas cavada a 30 rs.
Vende-se um elegante sortimento das
mais boni 3s e finas casas francezas com ele-
gantes padres em listras oo flores sendo
todas as cores fixas e vende-se peto barato
preto de 3oo rs. o covado oa oo rs. a vara.
na loja e armazem do Pavao, roa da Impe-
ratriz n. to, de Gama Silva.
vende-se"
Motores americanos para dous ravallo?.
Dito dito para qoatro cvanos.
Machioas para descarocar a'godo de 1%, U.
18, SO 30, 3 e 40 serras.
Preocas para enfardar algodao faiendo os sar-
cos com 6 palmos de comprimemo com o peso 6e
150 e 200 libras, viadas ltimamente da America
no armaren) de Henrv Forster 4 C, ao ca
dro II n. 2 jodio ao Uabineie Poringoes-________
Cal de Lisboa
A 5* o barril ; no trapiche do Caoba.
Atten0o.
Na roa de Hor'.as n. 94, se veadajraa lind ma
latmba boa engommadeira, sane peqt^ir ama su-
nhura, &>m mais alfnmas babili^ades, rerotaaOk
e de bonita Agora, moito sauda*e>, ao oaptaaor
t* dir' o motivo porque se vende, o melbor are
sent qae se pode dar a orna nolv*.
Veode-w ama mnbilia nova de amarello-
qaem qnner drri)a-st) a'qoma da ra da Unio de
froote.do hospital militar, easa ierre*,
com quem tratar.
Ra do Imperador n. 32.
.... 541000
6JIJ00
B rtagaias para bomem
D-to* tuto?.
Ir?fita eaaeeial
34--Raa larga Itaar1i
Boi ira de Bartbolomeo &C.
Era a dootrma da lto*si qa* emb'ira, refera
do se ao regiment das eanuras tnocezas, tott-
rava direito consmooloaal, e, baoeaaiie-M na
theoiia do roaudato, onepava as oje 40u0 Jo--5- regiment era cooseqaeneu da oc*4!-
luf{o.
Os melbore* uteaios oio podesa maia do mu A
verdarte. Citara1 as palavras d-> Rnsii qoe sao
frisantes: claro mu oitindo os tmu i
as mtatt ot dfpafadM
_ sSomome*d*t rtmrttm, tmd
Vende-se per preco commodo am escravo de, dcabou. Bis o fundamente dadtsafcio letal
;40anBos, boa figura, robusto, e proprio para i nns ca>os da expirado do mandato e da ds-oiu-
qoa lavar ser vico : a tratar na irave?sa da Carieca co qoe na pbrase da nm tcrlptor lo le
i u. i, otes de Ramos. ei civil dos parlaaieatos.





/'
Para o trataraei-L j cura rpida e completa das molestias syphiiiticas, eris-8- AUCfl-C(
las, rheumatisuio, bobas, gola, debilid/tde do estomago, infiMnm;",fies eufnica? do figado. ||jintitfi in*li>7i
a bago, dores sciaeas, C-phaiaigias, devralgias, ulcer s chrowcas, hydropesias, pleuri- naBieifta inBieza
as gonorrtk-as chronicas e em ge ai todas as molestias em que sctaana eni vista a pu- 320, 500, 800 e 10 so no armazem se acha vista,
rflcacau do systema sangumeoyT Manteca frdCeza
A asidora< fies geraes em lDras 560 e 640, em barris se far diflerenca.
A saade um bem iMpreciavel, cuja importancia e valor s" est reservado ao ens' Hanha de oorco
' mc.mestavel qe obomem neste mundo constantemente, e por todos oslador em ,ibras 3* e 380, em porcSo se far differenca.
atacado p>>r nina nflnidade de agetes morbficos que todos tende o, dadas certas e deter-
minadas circumstancias, a alterar o regular exercicio das funccoes orgnicas, resultanbc
pesse desequilibrio o que se chama molestia.
A mojgstia n5o mais do que a desvirtuaco das orcas vitaos, occasionada,- d,
gando as mestigacSes e experiencias dos mais abalisado oaeMres da sciencta, pela depm-
-rac3o 6 is tiumnres geraes, consecuencia da acc3o maligna desses musmos agentes morae
Scoslnrr 'dundos no organismo pelo acto da respirado, pela va digestiva, pelo contacto
immediar- etc. ^tc. etc.
A syntulls infelizmente tem sido a partila da humanidade, e romo fra de duvi-
da que e.se terrivel Proteo da medicina urna molestia hereditaria, e'la t^ra sido obser-
vada en tolas as da les, e debnixo de todas as suas formas cao variadas, enfraipjecendr
canstiiuicoes robasts, produziudo mutilaces, e corlando anda em tlr da idaJ vidas
preciosa..
Eliminar da economa esses principios deleterios. e purificar amassa geral dos
humores tem sido desde tempo inmemorial o fim constante da meilicina, e os purgati-
vos flguram em primeiro lugar para pr^ enchor esse desiteratum on fim.
li Elixir depurativo do Dr. Sevial parece merecer a preferencia sobre todos: 01
immeosos Mtccessos obtidos pelo u-o deste salutar agen e tanto na Allemanha. como em
Franr.3 e talia, o tornam c companheiro inseparavel dequasi todos os dientes.
Sendo as melptias, como cima dissemos, devida> s alteraces dos humores, <>
Elixir tkpnrattvd do Dr. Sevial pode ser ni pregado vantajnsamente na syubilis, erisy
pelas, rfieumitismos, bobas, gota, iebilidade do estomago, nllammacBes chronicas do
flgadc e tiaco, dores sciaticas, cephalalgias, nevralgias, ulceras chronicas, hydropesias,
pleursias, gonorrheas chronicis etc. e em geral em todas as molestias em que ?e tenha
em vista a punficacao do systema sanguneo; pois que urna pratica constante' tem fei'o
ver que efe inuspensavel nos casos gravissimos para minorar os soffrimentos, e pre-
parar o d rnte para medicaces superiores ; e as menos graves a cura a conse-
quencia do sea uso, convenientemente repetido.
As substancias que eutram na composici do Elixir depurativo do Dr. Sevia
pertencem tolas exclusivamente ao reino vegetal, e gran le cathegoria das substan-
cias depurativas e anti-yp'niliticas; assim, ao passo que este remedio depura o orga-
nismo, eliminando os principios nocivos saude, pelo mecanismo natnral das evau-
350 js alvinas, neutralisa ao mesnio tempo o virus svptnlitico quando este virjem
tem feito .--rripco ao exterior d^baixe de suas multiplicadas formas; e previne taui
bem os estragos dessa terrivel molestia, quando por ventura se acbe ella anda'no
estado de encabapo,.isto sera se ter manifestado sob fnnis externas: beneficio
mraenso, nao mais quanto neste estado os individuos igncram completamente se ;-
5o contaminados por este terrivel inimigo. *
O ssbor agradave d'este Elixir coovera a todos os est magos, a sna ac^So so-
bre o tobo intestinal suave e benigna, e te nenhuma forma produz molestias medi-
catkenthsas, como acontece ao purgante dito Le Roy, que na sua qualidade de drs-
tico forte irrita a mucosa intestinal, e con.secutivamente a seroza, resultanio dste es
lado, muitas vezes, bydropesias, que quasi sempre terminam pela morte o doente.
Assim pois esperamos que o uso este remed--* justifique cabalmeate as nos-
sas assevera$5es, porque sendo um medicamento tao simples na sua composco, a
pratica tem confirmado sua utilidade.
L'nico iepcAo em Feraaii2-
/* rudas
embada Pera, Pecego, Rainha Claudia, Alperxe e outras muitas 500 e 640 a lata.
Errlfhas
Portuguezas 640, francezas 900.
paralo
em latas do Para e de aibaneque, lata l& e 1->200.
Gomiaa le mllho .
em pacotes, dita da trra 100 e 200 a libra.
Viu'10
de ;ordeaux em caixaa duzia 55. garraa_5'J0, dito de 85 adu/ia, 80Oa garrafa, dito a
145 a duzia, i$200 a garrafa, dito do Porto a 85,425, 185, 245, caixs de duzia, assim
DE
Jouquim de Almeida tinto
Ajurubeha contra o ingnrgi
lamento do fijado & do bnco
Em exicacto alcnollco, emplas-
tro, ol'o, tlutnra, plalas,
varope c vlnho
A jorubeba orna das substancias medi-

mo Ogueira caada S5500 e 4J, puro J A A Lisboa 25800, 35 e 35500 a qoalidade camentosas une pertencem ao remo vege-
tal, e pertence a classe dos inicos e desohs-
truentes, sendo empregada com vantagem
contra as febres intermitentes acorapanhadas
de engo gitameo o de figado e le baco. Ella
tem sido apphcada com incontestavel pro-
vey contra a anemia ou colorse, e hydro-
phsia, catharro da liexiga, e mesmo para
combater a cuensiruagao difCcil, resultante
da mesma anemia ou ihlorose.
Ilepflsilos i-i-.e-i
Em Pernambuco, ra larga do Rosario
n. 10, Rio de- Janfirn, pharmacia do Sr.
Danrado, Ro Grande do Sol, em casa dos
Srs, Cascao & C, Macei, pharmacia do Sr.
Ctaadino, no Havre, pharmacia de Mr. Mj-
rical, em Lisboa, na pharmacia do Sr. Feij.
QU
convida.
CJaz
em lata le 5 gales e maispequenas a vontade do compraflor, em garrafa.
Alpiste
0 a libr a, pataco a 100 a libra.
em garrafas a 800 e 1^1.
CHARUTOS
em caixa de 50 por 13, ditos Delicias, Trovadores e Parisienses em caixas de 100,-ditos

Na botica e drogara
DE
ila Exposiclo caixa 53, ditos de Regala eaixas com 100 a 25-500 e outras muitas marcas
que s na presenca dos compradores.
PREZUNTOS
de lamego em barril, ditos de fiambre o melhor-que ha no mercado por proco qne faz
admirar 1 !
DOCE DE GOIARA
caixoes de 560 fino, ditos de 15500 qua parece mar mellada, dito em lata3 omito Sua
qualidade a 15200.
JJOCETAS
com doce secco a 15 e 25.
QUEUOS
do Alentejoem latas chegadopelo vapor Oneida, ditosFlameogosePratos dos mais nevos
que ha no mercado.
AZEITO-VS
de elvas como no mercado nao tem*s a 13 a lata.em barris do Porto a 15 como nao ha
rnelkor.



Barthotomeo Companhl
34RA DO ROSARIO LARGA3i
Ein liqiidaclo.
Roupi feita nacional,
v
sivel na ra da taiwratrlztojas earmazens

i"3a
^P-saraiacli e .p clil horneo-,^
lm p--tilca d D.r. sabino 0.vj[
sS L. S?as!i% y
^ Cha de Ia sorte para nso das g
s*S pessoas que se tra!3m homeopatui- ?S
J$% camente. M
Venle-se em pacotes de libra a |||
33OO rs.
Ra Nova n. 43.
I

;'
'.^i
SEPABAPES FEHBES-A16

4PPR0V101S PBU ACADEHIA D5 UEQ1CISA
DE BURIN DU BUISSO
fWraactafico, Inrudt pela ludtaii da IkBcj ?
lo
0 eminente professor Troussbad, na uttimt edico de ?eo Tratco it Tktn-
ptutua e Materia medica, recuahi-re que os ferrugincos simp!..- sao
vez*s inefficaes para curar as molestias qae tPfm por cansa o >to
ao sangue. Moitos mdicos dos mais disiictos aitribuem esse m o rito aosi
u 8S5s preparacSr-s, do manganese, que se acha no sanguc, como o tem recocL
os chiinico os mais peritos, sempn- inmamentc unido com o ferro. '
E pois, prestar-se un verikdi-iro servico aos S"* Mdicos, o charcar-se suu adieacao
S')rn as preparaces seguintes.
1 PiS VfrPlk in,iri(rani',n dand0 >ediatamente urna agua, acidulada,
lJ tencua UiaiiijdUIua -aMMi lgradavel, inbMitomdo com vantageir
economa as aguas mineraes ferruginosas.
Plalas e Xarope de durato k ferro e de ciaagonese ioaltei
eOEtendo cada uraa cinco centigramos deiodureto de forro RUBganic
particularmeRte uas molestia lymphalicas, escrofulosas, e uas coamaas
irosas e tuberculosas.
receiud.- Mpaeiaki
para a chlorowa, a huj-
Bms, a lencoi iw.i, a *
uurrhes. A tadicacio de
alternar estas duas preparaces d o nettiores resaliaito.
O ** * -rea do valor de toas preparaces, previa* qae elle as pie gramil* <'ieo a stu
iisposicao, dingendo-u;
'a Pemambuce, a sen agente geral, Hamm O, phamacwiiicoa, ru* Scv^


3
Bracees de lactato de ferro e de Batnese
yam de carbonate frreo mangaaico
i a w&mxm
0 o >Fdeiro pro vidente
Na antiga loja de miadezas a ra do Quei-
mado n. 16.
Toado >empre en vi-ti nio rmbar o tmp') aos
.ca; freguet*, co'Q ntaaios aauuacios ; mas
tambiiD nio ijj'read.i que os inasmos freguzes
1 o ij: 1 '! n iv.) ir-m elle recebido, por uso
re-umi lam ate o 0 prO(jrietaro destes dous estabelecimim-' PAiin' faft n%/>nn'l nhei-imenio de todj qoe a diu loj do Cx-ieiro
tos tendo muita razenda em ser e desoja do ,iU,l-''* 101 La U*OIMlal. Pr v Qa i, q -. nada o. 16, rectbea o se-
'inuidar Dar vender mais barato mip nos-' *en"de-se calcas de casimira a 0$. fi$ e R,,at- : ,
8-5, pretas ditas le -meia casimira a 15600 B,,,,as e rtBrHwas ^ de p,,ll,ea para me,,s'
e 35, ditas Alpacas almaradas para vestidos de senho- l^^^^J" lmh*| 8J500'
ras tim p 7*0 r I *3 e 5* : Dallt ls de cas,m ra Preta e da co"
ras auu e i.o rs. res a u> ^ m e m ^ de m;
Venle-se alpacas de assento branco com casimira a 35, 34800 e 45: wHtots de al-1
listas e flores lisa e a Imascadas proprias paC;, de cores e branca a 3J300 e IS: patitots' d e .: lo, o ouiros miitos b; cos, qnc mn-
para vestidos de senhoras a 5.00, 70 e 800 je hrim decoro. a 2.3S0O, 35 c 23 serju-'Cl ,DJ,",0S S8ria bistante enfad oh e que sh vpn-
rs. o coyado ra da Imperatriz loj||da Ara- ,ie algodosinho de Tinao 1 '600, S. I 6" di,:l l0Jn,1* B,"MleiM .rf0 Cjr'le,r<-' Pev-
ra, ns. 36 e 72 ^ : 2.5;;.".: roa da Fmperatriz ioias 'da Arara;'" *mm?utmfm*v*a
DltOS 16) 0 COVadO. T\ n Sfi O 7> a r n n a te
\ i"'-1"""" O Cor^Ciro PrciicDtH a roa d'j Qjemad-1 d. 16
Venue-se ditos em rctalh)S a 160 rs. 0 Orgaudis de coros a RIO rs. a vnra. leo coost atemeote uai liado surumento de fl
covail'i, ditos em pe?a a 200 rs. 0 cova.o : Vende-se cassa orgnn 1-: de cores a 640 "a*" D'niia,: n"' s> p'r ,s!i0 iuan'ln "Ij"" ha.
retelhos de caca preta a IjO 0 covado: re- e 7oa vara: talatana de cores a 8,0 rs. a ft% ^IViX^^Z 'dS t
talhosde csca decores a 200, 240, rs n co- vara : ra da Imperatnz lojas da Arara ns. do Cordeiro PrfTi.ienip, a roa do Queimcdo o. 16,
da Arara, ns. 56 e 72.
ti 11 ara 'i-no'ras c m 1 :,:,r' meoioas.
L'-q 1 s ds'diversos e mod-roos "-tos.
Ptnif citj enf-es dottrados e nao dourados,
para iBeOinas.
Cqaes simples eeofellaJos,raold.3 loteiramen-
ta novos.
B ia papel caixiol s II i, pa:: .do doara-
Francisco jse Wffli
RA NOVA N. 21,
acaba de receher usu lindo e m^Bifico w
iiientn de ocnlos, Inoetott, binocak, 4 r
uvau e mais apurado gusto da Europa e on
us de alcance para observacoes e,par*
mar i timos.________________
Fundico (fAurora em
Santo Amaro
Completo sortiro'Di< de tanas batidas e fono*',
das, alamhiqoes de todo* os umarboa e fondos da
ditos, moeod .s de todos os tamaohos de sopwot
qoalidade, criv.s a borras dr- luroalba. o qao laSc
>e vi'ode por comando pr
Vapores.
Vende-se em rasa d> Saooders Brothers AC
o largo do fjnrpn Santo n. 11, ipor pttnm
om todos ns |ir>rienr.p oronrlos par facer uiuf
os no upain maciiiaas para rtHsraroear aigstsac
GAZEOlT
DE
Bnrrin dn Buisson
Liquida voltil parada por S.-i-lluse, repro-
'lozmito chtmieairente os vapores qne se softaa
tx vriita do np/irelhi-i p&j'flcadid tu rart wat,
. emprenda com o mas secar eesso eoatrr
a cuqoelurhe, a pUti-ics e todas as ntbletlas rfero-
uicas dos pnlmftfs
VENDB-SB RA
Btita e drogria
DE
Uartloloonesv 4v C.
31Ra larga da Rasara34
Faris, 367RoaVvieBI l>
-I-ill UlAIIA*. 1IKS SI.XI AKS. MS AFFC4>
l"( AM A-. I
havoesbosahgl?.
-&* ao.ie cura*.. m(Ammm,
i

'j i "...:!' i'^n.i -H, meri:iirW.
-- "- i -. :-. i :.%.
-!'m'(I, krry't. Brnj,
i Tur. ar.rvitinin, c.

f m ja ao,
lai rtOtnt**,
a-
!
THvr.l.K. eir icm
neati(aak)jMrai
;', uH'ixltdi-i; <
- ft'n
: -. E: la lojeccaia ^uruipt
-- t a laropr rr.
St9mtwTrhUkmn, ?'o-nuda qr^ t ":-a ^ tras *'ff
POMADA ArtlTMB PEtIC*
Coctra i ,;. -, ertm. ,.,
IJLAS "E^ ETA6S OEPU9AT!V*8
i .
vado : retaloos de lasinhas a lfiO, 20n :>i0 36 e 72.
rs. o covado: ra da Imperatriz lojas da Madapoloa '^000 a peca.
Arara ns. 56 e 72. s Vendc-se pocas de madapoln c rn 20
Britn pardo transado a 560 rs. a vara. ras a 4-S, 5, H^, 75, 8 e 10,5: ra
Vende se bim pardo com peqneno to^ue imperatriz loja da Arara ns. 56 e 72.
de mofo a 560, Gi
i ,o na paroncia de P. Maurer & C, ra Nova.
e de palba de llalla,
Va 'i oto de ooiernjs chapjs e chapellas da ssJa, de fli
*ra*s-.-i. Mi ai.
ir, bjrdaJiaoaie eatre radios bjrdados em ca^brala tspada e transparente.
Xa laja das calum as a raa do Crespa a. 53
rs. o cavado: ra da
Imperatriz lojas ns. 56 e 72.
LSazinhas a 200 o covado.
Vnde-se lasinhas para vestidos de se-
hora a 200, 210, 280, 320, 310 e 40> rs.
o covado: na ra da I tapera trii lojas da Ara-
ra n 56 e 72.
Chitas fraDCezas krgas a 2i0/s. o covado.
Venle-se chitas rancezas largas a 2V0r,
2*0, 320 e 4 10 rs. o covado: ra da Im-
!,erairiz lojas da Ai ara n. 56 e 72.
Mosambique a 4'.i0 rs. o covado.
fende-se mosambique com palmas de se-
das para vestidos de senhoras, a 400 rs. o
cova lo: e vareja senhoras a 280.3O rs. o cova lo.
Sedas escusseza com qaadros para vestidos
Je senhoras, a 280 32C rs. o covado: ra
da Imperatriz lojas da Arara ns. 56 e 72.
Arara vende as saias 3)5('0.
Vende--e saias bordadas para senhora a
3(J5lO, 4,5, 65 e 16, saia balao ou cri- olmas
le arco- a 25, 2#50 U e 35500 : ra da
Imperatriz lojas da Arara ns. 56 e 72.
as sedas da Arara 1$.
Vende-se sedas de quadrinhos e com lis-
tas a 1#, 10200, l,560i l<58oii e 2, o co-
vado : pu -linas de seda com palmas saltos
para senhora a 156 Oe 15800, grosd nap'es
| de cores a 1<500 e 25, dito preto a l56.'H,
; nao faltam flores.
Para ;- ,. O crdeiro previaeste a ra do Queimado n. 16
Casimira (-infestada a 15 o covtdo.
A venda na pharmatj de P. Msrarer :
e C, em Pernamhuni.
wL tL dd
Cheleo ;io -'go deposito c Beory Forster i
', roa do lm;ii-r;,.n. leoiod* ?a d
.rimelra qnalidade,o qnal ? raodi ero pan .
I reaiho n ir meo prico do qon tn oc:-*
! er narte
Sed& H2il rs o cva4<
Vfnd"-.p nm ben m sortlmpnto de sedas de listas
que sempre se vaodoram par DOMO mais dmh-irr
e liqoldam-se pelo baratsimo i-r^cn de.Tin r^ '
covado, s p,-.rs acabar : oh loja e araunra da Pa-
. -ao, roa da Itn; eratr d. 60, de Gama & S Iva.
Pl'-'hfls
Vende-se c v. c> irvan de r talhos de Dottm e es-
Qas pretas, por prei-o barato, ni lojae arma5--m do
reeehVn Jo b-m cmbecido fabrtciote J nh Gj-
;ja d -II 4 ,. uraa optlina qualidade de pos para d> n-
, mai'ssds com cantora qne re-ltreote Irm
ni r<-cido ledo c. oceiti p^rq-ao nao s hlveja per-
Vndese casimira enastada de dus lar- r'"'1' teos de0,es como ljnb ,T1 conserva-os Pavio, ro'da rap''ratrizD.'60,de GanaSn.
gLra. a 15, l 35oc-vado panno h- QB,,rm vir Cu0 rar s pos ,% 'Deas,,.:,,
no preto a lbO, 25, z5o*'0, 3<5 e 4-5 : roa do Coraeiro Previdente, ra-do Queimadu d. .6
da Imperatriz ojas daArara ns. 56 c 72. | E CeiscM coua f.oBtrss.
Algodoinho a 35 e 45a peca u '' |,|(:V d'-ute ieu-beQ um in o s< rti-
Vende-se algodSosioho a pecas de 31 45 w r!''''eae,,e*eom i'"uliS iara w-tww, tanto
K? I\K u Tt -i no/-. >,. t xJ,.___. -""\ .de como de Iih o'Ih c uibinm perf-itm-n
05, 65 e 75 a peca ra da Imieratnz lojas ,e com s cintos modJroM do mesmo forma,., por
Qa Arara 5 oo e 72. isso pira poder eofeitar-se com gosto qnal;uer
i iodlspeDv el eor p .'.r--e ditos ijn(eiifs
ni mesma luja de Cordeiro Prevideote, a ra de
: .. n. G.
Ch-sp-jS'aaas ds se la
I Modernas e bocias cttape u\- de seda para se-
n! ra receben o Cordeiro prevideutu raadoQaai-
Attenco.
Vende-se tima nrbilia dejacarte^i' a l.nii XV
e jnntsm.-'n!' nm? de aman-llo no m-:
i ado .-.: na 11 i gorae.e pot
preeo r-z >av i : na ac ca-^a di
'''"'' Caiaboa tfo Torteo n. 12.
Draovnte a 25*00 a v;:ra.
Vende-se ? immte de O palmos de lar-
gura a 25400 e 25300 a var.i: ra da Im-
perati \ lujas da Arara ns. 56 o 72.
Al (nio entestado a 15 a vara.



O
c
DE
Actonio Correia de Vasconcellos & Oompauhia.

DEPOSITO

Vende-so algadSo enfestado de dnas lar-
guras a 15 a vira dito transado 15-2SO a v:
ra: ruvda Imperatriz lejas da Arara ns. 56
e 7.
Cassa franceza a 240 s. o covado.
. Veode-sc cassas de cores para vestidos a
240, 280 i! 320 o covado, vewles-se cortes
de carnbraia decores e ora barras a 25500,
33 e 35500: s as lojas da Arara, ra da
Imperatriz ns 56 e 72.
Cortes de H5a de 1 i covados a 35.
Vende-se conos de 13a para v si los de
senhora com 14 covados o 35, 348UO, 15,
45500 e 55, vi nde se cortes do caigas par
bornem a 800, 15, 15200 a 15600 colari-
nhos de linho para hornem 400 e S' 0, ditos
de papel a 500 rs a duzia, golinhas para
senhora a 200 er320 rs. por estes precos n3s
Vmhnm ver
cobid^qown preieederama moderna e bunila Carme o. 12 c-lba api.arelhada i>. m-ihcr s, rte
cnapeHoa nevo aprecar so em o aod.r coropra-IS, p3" V^T r** e '**, F"r ptmb mais com-
em dila I-Ja do Cordeiro Providente a roa do modo da que em octra -iaaiqaer parte.
nado n .16. -- v Ih nma -ich'na a vapor de"f./rca- de
C iXIMIAS ENFEITAD.4S. seisyeavallos, dnperfeiia constrorcan, eom toda e
E tajas em o^o, qne tama extraeco tem tido e drscaroc r algcdao ca outre q-ialqner mislef tea-
que realmente serveo para diversa bus, exist-m do a piopriedadn de set faciln.ente condnzila por
15800 e 25: ra da Imperatriz lojas da Ara- lojas e armazens da Arara, ma da impera-
ra ns. 56 e 72. {triz as. 56 e 72.
aai
51
AMKNTOo,.>CABLE,dePAHS
erp i-lal, coiiruincAei
SflcMltco
j, ma Viv.
lUw :.-v- I.5CO. loeins me osrre--
Paka i)ESCAROCAR ALGODi
Manoel Bento de Oliveira Braga.
33Raa Dlrettfa a__53
Neste estabftlecimento se enconlrarSo a
verdadeiras machinas americanas chegadas nltims-
mente, as rpiaes s5o fettas pelo mais afamado fa-
bricante da America, por isso avisa a todas as pes-
soas que precisarem comprar, de m dirigir a este
es'tabelflciraeatn qne coraprarSo das mais perfeias
neste genero, assim como mais barato do que ea
outra qualqner ptrte, por isso qne se reoabe.por
conta propria, bem como cannos de chambo e moi-
nhos para moer catibo, e grande sortimtuto .deer;
ragens 'mrarlewa em grosso e a retalho.
Facas de cabo oranco de meio bala neo
a duzia. simasfloas de todos os tamaohos,: propriasj
de trabaran de escultura.

z iiosloH nbM.|;.
f!
< "e numero de llJr,coo, qu preieodem
Oiial''-. a-
Nlu esto cu-
rado, tomei Cu
b.-ba, Copahifca
tob todas ai
formasen) opia-
to, ca psula s,
eoefcitu, ttiilio
o fsiomn^o' per
na bji do Cord-iru Prevldente a ra do Queimado
o. t6 um completo soromento de d:tas caixinhafl e
sao vendidas por pregos tio rasoavois, que o ex
tr. iu.z nao objeciara' em compra-las
i j;i t" miooeta 11o Cordeiro Previd^cie a
lo n t6.
PO.MiORAS E CHAROTtIS.
O Coifeiro P'i-videitt-, rna do Quumado n.
tem ora bom sortimento di- Anas ponteiras pari
tos, seodo lisas e corn Byuras em a to rel
vo ; e para qu^ os seus tregeles i 3o .--e inco;
modeni em comprar ctiarotos em algunas das I
jrts de charu'.eiros, reci beu tamb- m um hom .'ort'
Diento de bnos cbarulos do afamado (abrirn
Follado de Simas -, a^sim, pois, encontrarlo i
apreciadores urn boro sorttmento na diti lija di
C.rdeiro Previdrn-e, ra dcQueimado n. 16.
por
estar u-ontana sebre rodas. \>ude se igualmente
por preeo moito barato para liquidar um motor
americano para iloo cava||s ero mos os i erien-
ees para om snu Bm, urna preusa dn *cfar.:r
algodio de systema moderno, e de mmt f.rgae
al;un- tonels do 5 i- 6 pipas de caparidade, jro-
prio- para iiosiilaQu dt- enp^-ntio on depo.-ilos de
me I : avre tratar na fabrica da trave-sa do Ca-
loca n. 2, caes do Raroos.
Vende-;e um terreno em Lacbanga' com
[rente para a estrada que segoe para a V nhecida por estrada d'agua frrea) cojo terreno
tem 90 palmes de fren'e e 2S0 de fundo ; a tratar
'na raa do Amonm n. 37, armaiem.
(iimeoto
Vende-se clrrento Portlsod '. no armazem de
Vicente F*rreira da CosU & Filbo, ra da Madre
Para off jria no hospital por- da Do* 3->
tntfu-.'z. l
BoQilas cestinhas c >m fructas de cera, obra
muita perfeigao e bom gosto. j
Para cortar moldes e en brulhar fazenaas.
Vende se papel pardo foltia grande. \
Para lostrar calgados. \^
Vende-se superior graxa econmica.
Vecde-se pap?l para matar moscas.
sr em 4 dias, t eatou ainda ma
15A lAtii C MMXtm
-iro ndtaliiienle em reraliidu Corn: :?... RrcxatOo 4n canal, Catarrko U bciga
"riai ennis,-curaud pimiviri i causa nriili-b infl^-nmaPiria d'essas dofOi^a sexqacs,'
m algiima vldros tomeu ei-cn* tlvo oh 4^r.cE p;ra narai- essas ffpr.coe^ sw.ar n
ranal e ine loriar dar sai regid.z rion par.i acabar oicuexcelfuoie xahupk o cnaTo en 1
i-krbo et minha weccao. A cura mlical, m JENOonsa para o Buxoi braacw, atguemii
p metmo tratamocta. {Vaja-te a mtttiia explieiina.)
40.000 DOENTES CURADOS
verdadeiro trntamiatu depurativa do Mntue. At kerpu ai man nceerada, mi uppfluJ
pnmtoi, virta, ehaqat e a,ftceet veneres, iiumore, e todas aid do umtar curadas em poncolempa por im or arusativo bo uksci meas\
mAtiu mimckau. Buokan Piiiouui mhiativai e minha Pm*nadm urri-otmoii.
veja-oa a aannri da iriur-w. n ooucik lie te da gratis oo lefuaito 4a aaMa ma4ioa-i
loentoa. esa* excciieuta traiameato ato cnwcn marcuruft ua auperiArttad* a
ulo ha oaa w caa aar patu como en imt-.^aur Unua aUeatacaei i curas.
tt MmrmrU. a^wliaatw mmor Chai oar cet+uwmimtmu.
Vonde-se oa raa ^^ B <$t pharmacia franceza de
p. MAURER C,
\ loj* do cordeiro previ lenle
Ra do Queimado o. 16.
XVaJla acharao os pretndeme* om grande e va-
riado sortimeoto ae perluraarus tinas, tanto ingle-
ras como franrezas, sendo :
Fino* extrai tos para lencos.
Tlauhas e pomadas para cabellos.
Oleo phtlocome e baboza para dito.
1'S hygientcos para dentes.
iiiiis coiptiuradospar ditos.
Opiata ingiera e fraacen para ditos.
Pacotes cuto pos de arroz.
vasos d* porcelona para ditos.
Saboneies para m^o e barba.
E moitos ootros obje.cios que serao presentes
ao comprador qoe se dirigir a rna do Qoelaado
n. 16, loja do curdelxo presidente.
Rante'Jas peqeeoas.
Vendem-se oa mado Queimado n. 16. loja do
cordeiro freviden le.
Charitos
da acreditada fabrica de Jos Furtado de
Simas.
A'endem-se na loja dd cordeiro pretidenle a roa
d Queimado n. 16
ARROZ D" CASCA
Vende-se em saceos grandes a 4^500 : no tra-
piche do Cunta.
A ttmeo
_^__ .'"
Vndese rioJa mulata, a qu.l enitnmma, cose,
coztnba e lava) com perleicao : a tratar na roa da
Cruz n. 22, botica francesa.
Um moteqoe
Vende-se om molequ de bonita Ognra, i reprio
para copeirc, do qoe tero pratica bastante, muito
esperto e robusto : para ver e tratar na ma do
Hospieio n. 11.
Vinho soperler em caixas de orna duzia e
lem para vender Antonio Luiz de Oliveira Azeve-
do & C. no en esrriptorlo ra da Ornz n. 87.

Ventiladores
Acaba de chegar nra lindo e vartud sortlmento
de chapeos tngleir-s, nra ventiladores de nevo
?osto : na ruada Imperatriz B. 12 ________
CASTRO NUNES
Grammatica ndoiml.
Sexta edicao
\ 008
Livraii fraiceza.

IIFKiVFI
*


tarso de Peraansbc'eo Scgun
Collares Royer
Oa Inodittwg elctricas magnetices
t DepoNlt acreditad
ja da agina Branca ra do Queimado n. 8
Apresar anda os prodigiosos effeitos dos
Collares Ruyer j nao ensinar oo querer]
introdniir noviciados, porque a fama-de sua
efflcacia tem-se lauto estendijo, e Os seus
feizes resaltados a tal altara elevado, qae
taoje rara a pessoa qoe por experiencia
propria. oa o ir mterme'lio de seas amigos
* prenles, ignore ou deseonhe a as virtu-
ien des>es sempre apreciaveis collares
\yer.
Tt aguia branca porm se gloria de concor
rer para um to ju^to fim, se nao por oa-
ro modo ao meos por ter sempre, e cons-
tantemente um completo sortimento desses
col I -res magnticos, que bem se podem cha-
marsalva vidas das enancas.
Resta anda qae os seabores pas de fa-
milia se facam conveocer (de qne convem
Do esperar qne as criancas sejam atcalas
dO mal, e por isso neoessario oa conve-
' nienie qae com antecedencia se deite na
criaoga am desses collares para assim estar
ella preservada das conv ilcoes e se contar
livre dos rigores da denticao.
A aguia branca ra do Queimado n. 8
ootina a receber por tod>s os vapores
fran ; por isso acha-se ella sempre provida dos ver-
iadeiros cot-res Rjjrer eletricos magn-
ticos.
Chapelinas modernas,
enfeiles de flores, cpelas finas para noivas,
ditas brancas e cor de rusa para meninas,
caixos
4 d Ou.abro de 1867.
e ramos de flores finas e botoes d reminter ament novidade)
2". rr o;iSonbns :8 na Agma BraD-; asfSLrsseda>'om mal3mes
ca a ra do Queimado n. 8.
Armazem de fazendas finas para grandes toilette e uso
ordinario para todas as classes.
mxMtum
ra do Crespo n, 9 A. esquina da do Impera
DE
Custodio Jos Al ves Quima raes.
O proprietario deste importante estabelecimento avisa ao respeitavel publico
e aos seas amigos e freguezes que acaba de receber pelo vapor fr.incez Guienne, di-
versos artigos de moda, os quaes sao de completa novidade para esto mercado, e apro-
ximaado-se o dia da commeaioragao do anniversario do Hospital Portnguez, por isso
apressa-se em vir avisa-los do que ba de mais moderno em seu estibelecimento, como
sejam: .
Riquissimas chapelinas com coque. Luvas de Jouvin preta, branca e de cores.
Olas sem elle. Lindos cortes de laa com barra.
Lindas chapelinas de palba da Italia. (Re- j Riquissimos cortes oe transparent dese-
commenda se milito esias chapelinas por se- da para vestido de senhorastambem novi-
dade.
Lindos cortes de 13 com listas de seda.
Meias finas para meninos.
A Aguia Branca ra do Queimado n. 8,
recebeu meias oiui finas Dar meninos, e
est vendendn as de cores a 50OuO duzia,
brancas a 53500 e ornas a 6u0.
Trancas de vidnlhos, brancas e pretas, lar-
gas e estreitas.
A Agnia Branca a ra do Queimado n. 8,
recebeu novo sonimento das trancas cima
ditas, e como sempre vende-as por precos j
commodos.
Fitas novas
para cartas de bacnareis e a irmaadade do
Boro Conseltio.
A Agoia-Branc.>, a ra doQueiroade n.8, receben
aovas ritas aehamaloti'.da para amhos os lados, |
mu encorpada e toda de seda, com viva o agrada-1
vhI cr, e ca o sempre, vende por prego muiio
rasoavel.
Bolitas bftQfcas
com rosto de cera, olbos fixos e movedicos,
A agina branca a ruc d > yueimado o. 8, rece-
ben om novo sortimento de bellas honeeas com
rosto de rra, oitio.- fi^os e movedizo* e como
sempre veode-a* por pc-g.is cominodo*, reculando
este* em relagaoaos .nlT- r- ules lamanh s de qu9
se CO O soriimenlo.
kl xir dentfrica
A aguia branca a roa 3o Q.iniroaij d. 8, rece-
ben do do*o easa aprecnvel elixir cajo uso ne-
eessarin para em o uiao balito proveniente Je dcus arraiaados,
Mda frasco cusa i$i.
E>t t'idn remeiliae om qu U
\iis l pellica.
Porque a agu* branca p
negocame de n issa oraca < andou contratar c m
om b >m e acreditado (arincante de duas, para
este ihe fat-r remes.-as direrUmeute por lodea os'
vapores, sendo a primeira a qoe agora acaba de
ehegar. ONnricaut da melhor pellica e oa verdada as que vicrara
dessa vez conGrmtm o sen dlier, e pelos HIT ret-
es enfeit" qoeelUs trazem da' elle mais a con he-
der o apurado go>to e perfeico de soa ob s. Bes-.
la nota que os bous o constamos Iregnetes contt-
nuem a lavoreccr a aguia branca em quinto ella
vai se IWrando dos raos qua com seas Q des a '
am depenaodo.
GamisihHs bordadas pai'i baptisados;
A aguia branca a ra do Queimado n 8, i
recebeu novo sortimentn de camisinhas bor-
e idoitalgica.
Lindas saias de l cora bordados, propria:
para as excellent ssiruas senhoras trazerem
por cima do baio, ultima moda em Pars.
Lindos cortes 'le seda para vestidas.
Moireantiqne branco, azul e preto, fazen-
da inteirameute nova.
Grosd-aples de todas as cores.
Ditos pretos.
Leques de madreperola.
Ditos todos de sndalos.
Ditos de sndalo tendo no centro nm qua-
dro de se la, inteiamente novidade e ulti-
ma moda.
Chapeos de sol para senbora.
Ligas de seda pira senhora.
Ditas para meninas.
Esparlilhos para senbora.
Riquissimos enfeites para senhoras, intei-
ramente novidade.
Balos p^ra senhoras e meninas.
Touquinhas ricamente enfeitadas.
Coeiros bordados.
Tualhas de laiiyrintbo m'iito ricas.
Ricas fronbas de labyrinto.
RiquiSimos lencos de dito.
Rondas, (icos da ierra e grades para lencos.
Um ric i lencol de labyrintos.
Riquissimas basquinesde seda preta, bor-
da las com gosto.
LIQIDACAO
^^ DE
HUTAS F^-ZEM-ftAS
NA
LOJA E ARMAZEM
DO
Raa da l BE
Tendo os donos de le grande estabele imento resolvido liquidar a maior parte das
suas fazendas resolveiam vender com grandes ahaiimeutos em precos, assim como tem
recehido ultimameuie urna grande porcao de fazendas novas tanto inglezas como francezas,
alemSas esuiss-s, teem destinado ven.it-rem-nas mais baraio que em outra qualqoer parte
afim de npurrem dinneiro, dando do todas ellas, amostras deixando Ocar p^nhor, oo
inandam-nas bvi-r em casa daa ex> elli-nti-simas familias pelos s uscaixeirus ; assim como
as pessoas que negociara em pequea t-calla, neste estabelecimento compraro pelos mes-
mos piecos que cumpravam as casas inglezas ; ganhand -se apenas o descont.
cortinado pura eamiaat e JsBel-i II Iops ->r>, 35Doo e .'i>
las a iO, 16(51 2(5 e 255 Vendem-se um grande sonimento de cri-
Vcndem-se uiu granito sortimento dos nolinas oubaloes de arcos para seni.ora pelos
melhores cortinados bordados que tem in- baratos precos de i#, 2^ooo e 3l por baver
do proprios |ara camas ejanellas, pelos ba-
ratos precos de lo, 46$, 2'tf e 216 cada
[i ir sendo ne>te hut o nielhor que teui
vindo ao mercado: assim como pecas-de
por
giande .porc5o, na loja e armazem do Pa-
vo, ra da Imperatriz n. 6o, de Gama d
PANNOS PAPA GAEIRAS
Ven lem-se um grande sortimento de
cambraia adamascada prufirias para u me*mo pannos de ero h proprios para cadeiras,
fim, na loja do PavSo, ra da Imperatriz sofs, cadeiras de balancos, para al mofadas
n. 6o, de Gma-8ila. e para cobrir pteseiites, e vendem-se por
GASEMlttA A 26 O COVADO precos moito baratos, ni lo a do Pavo, ra
Vende-st c^semiras escuras enfestadas da I pi-ratiizn 6o, de Gama & Silva.
proprias pa--a Calcas, palitos e coletes assim tassas a *t r. m o pavo.
como para roupas de meninos a 25 cada Vendem-se benitas ca.-sas ingli-zas de c-
c.ovado, ditas ciar s fazenda moito tina co- res tixas pelo tarato pi-eco de 2'i0 rs, o co-
vado a 204oo ou corte *t>, ditas muito me- vado, ditas francezas fazenda muilo fina com
Ihor fazenda covado a 3i5!, isto na loja e ar- padroeslisiradose de flores, assim como com
mazem d<> Pavao, ra da Imperatriz n. 60, palatinas miunas proprias para meninos a
de. Gama & Silva. 8o rs. o covado oa a 5oo rs. a vara: pe-
4,'orres granadinos para vestidos chincha na loja earmanem do Pavo roa da
Che.ar.iUi o mais bonitos cortes de or- Imperaniz n. fio de Gama 4 Snva
gandy Granadinos tendo lo varas cadac re, Cassas Se uuia i>0 eor a 44o rs.
sendo 7 v ras listraias pa>aa sa>a e 3 varas: atara.
lisa para o corpo, temi- n de lirio,
encarna
Riquissimas fivellas para cintos.
Fil de seda e de linbo.
Riquissimas camr''nbas para senhora.
Riquissimas saias ^oreadas.
Punhos e gollinhas para senhora.
Riquissim s manteletes de cores, inteira-
meute novidade.
Paitos de linho bordados com gosto pro-
prios para camisas de noivos.
Collarinhos de linho lisos e bordados para
homens.
Lindos veos e mantas le blonds- enfeites corre/p ndenie a saia pa.a eneitar urna s cor sendo azul, roxo, cor
Riquissimas vestimentas para baptisados Q e ^ len|0 enUe e(|e. mmU)S V(jrdei w de cop de rQSa e
contendo chapeosinho, sapatinho, meiasinha trans com listas prelas coian actudmenie' d
e camismba cora lindos torda ios. se U3 e venae.,e pelo ba-ato preco de U, di
ra da lmpe-
RIVAL SEU SEGriUM
na do Qnelntaio a foj.i de
mStM&ezas
Jos Bigodinno
Varas de babado bordado do ftrta a iOO
Carretas de n;troi pretu c m dnss iinrae
Parrets de meo d todas as coree a SO
Frascos d'agoa de Colonia ffiuuo>i)trcr a 5W
Frascos de oeo mnitc 8n ,...... 506
Duzla de tnsoaras peqoento i..... 480
Frascos d'agua para (Impar den!' a 500
Redes pretas Jisas para segnr*r c; !o a &&
Duzs de pennas de a(0muflo fli.as ; 6C
Caixas de linha de ga?, de 30 fti woltos a OO
dem de palitos de seguran? a 20
Garrafas de agua Florida verrt>' -ii l#'"t'C'
syllabarios coro estampas par;- biwibos a 3'0
M> ment da ronpa de lavar a..... ICO
norias de meia- Anas para sed.: *0OC
Agulhas francezas a baI5" (paiel; a CO
Pegas de fitas de 15a de todas a* r,"rfr a PCO
Gror.asde bol6es4 Borcelana pr:.t .. o a >W
Caixas com alfloeiteb Irapctzet a .
Caias de 100 euvelopes mmio Bj.; 600
Resma de pape de pete.bnrct. n.x *9M%
Frasco com superior tirs *..... 10
Pares de botSes de ponbo n uito botillas
Llnbas ero carlo de iOO jarea1* a 100
Cana de superior liaba do gaz com S'J
cov. ios ............. 70C
Talheres para meninos a....... 2*0
Masso coro superiores grro{>"> a 30
Bonets para meninos a........ I000
Peales com costa de metal a...... *<*
Realejos para meninos a.......
i 11 -. -i ---------------------------------- "-' "



CBAWDE BAZP.
ra Nova n. 20 e 22

Riquissimos chales de touquim
Grvalas de seda oransa para noiva.
Ditas de cambr ia de linho com bordados
as puntas, novidade.
Chapeos de sol de soda com casto de
marfim.'
Ditos de outras qualidades.
Chales de sena.
Ditos de cachemira.
Chapeos de seda preta para homem.
Ditos de phan'asia para homem.
Casemira preta muito fina.
Ditas de cores inteiramente novidades.
Cambraias, 13as, chitas, madapoIBes e ou-
tros muitos ohjectos.
O dono deste importantissimo estabelecimento contina noloivavel proposito de
1 querer vender muito e naooar pouco, sujeitand"-se a tirar em suas mercadonas um lucro
a 'Q" rasoavel, para assim poder melor agradar aos seus numerosos freguizes.
,r mi rroedi) de uro
dadas, sapatinlios q seiim tambera borda-
dos, meia-. de se la e chapeosinho j de seiim
enfed dos, tudo para bapt'sados.
l\ ihi>i!ios C'bef* os d^ conxas
A aguia branca ra do Queimado n. 8,
recebeu b mitus bahusinhos Cnbertos decon-
tas, e cestinhas borda tas a froco, nbjectos
esses de "n0wi4|de e g^sto, :.e pruprios para
offerlas no leilao im ter lugar no hospital
portuguez. .
Acabam-se o unas < chfga'iiu ootras, c r-
reuies de bur lia
A agnia branca que nao sel descuida de sua j
boa freauezia, tem constmteWnte mandado ^Qm baratissimo.
i
SUG ISTO PORTO & C,
11Raa do Queimado11
Este estabelecimento a'.aba de receber e ven le por commodojprego as seguintes
faz- ndas unas:
Vestidos de bond para noiva com manta e capella.
Ricos vestidos de cambraia branca bordadas que ba de meltor.
Coi tinados bordados e admascados para camas de >4 a8oJ.
Di-to- bordados e admascados p'ira janellas d 9#a 2ol.
Cotxas de seda e laa e seda para rama de noivas
Basquinas modernas f moito gosto de 2o5 a 5o5-
Toaihinhas de croch para cadeiras e sofs, e colxas de croch para cama5.
Chapelinas de crpe branco, echapeo* de palba da Italia pa>a senbora.
Moir branco e preto, gros lena pie preto e de todas as cores p?ra vestidos.
Camisas para hornera francezas e in^-zas de linho, e de algod-o.
Guardapisa de erraufine pira fazer mais elegantes os v stidos ce 13a e de seda
a 3-2o rs. a vara.
Superiores saias bordadas de linbo, camisas e ramismbas bordadas e lencol de
cambraia brdala para senhoras, ricas tolh's brdalas com mmto g:>sto, e lindos ves-
tnarios para baptisodos com o respectivo e.xoval.
Las coai listras de suda de varia- c es a que ha de melhor.
Chapeos brancos de cantor, e ricos chapeos de sol inglezes para homem.
Malas de diverso^ tamanhos para via ens.
Pano> finos e csea iras preas e decores e outras muitas fazendas que se ven-
buscar essas bonitas e modernas .correles
de borracha, queservemno s para wsoltas,
como mesmo para outros differentes enfeies
Comiarecam pois os pretenJentes que
acharo bom sortimento de ditas correles
na loja da aguia branca ra do Queimado n. 8.
Cintos de maiToquiui Com fivellas de
ac par me^B^s
Vendem-se*a ra do QueimaJo, loja da
aguia branca n. 8.
Fe ros proBrins para frisar babadinnos
Veod-m se aa ra do QueirnaJo loja da agna
branca n. S.
Este eslabeleci* lento cont'ra a receber as melhores.
Esteiras e alcutias para s;ilas.
11 Roa o $iaelinao
n
UUvN
Sa(isfeilo o inveneivel Vcado Braoco,comasmaneiras altenciosas com que
oi colhido pelo respeitavel publico desta br^sa provincia, a ponto de que maitos a pf r-
fia 4esputaram a satisfacao de serera os prime iros a comprarem em s-u importante arma-
Bonitas emodet*B!s vollas arelas C0m'zem}, se desvanece em declarar com toda a lealda-le de que capaz, ene esta c*da vez
oinfeutes majfe animado, nao s pelo benigno acolbimento que tem recehido, como pelas forcas cte
Vendem-se na Tua do Q Croado loja da aguia; q branca n. 8. _________________'rrope alcoobco de veame. ,
O Veado Braaeo, declara a quera ainda o naoconhece que nao e um
chameos intrata veis que por ahi vivm com figura bu o una ; domesticado no
paii onde a am^vel Agma Branca vio a luz do astro bemfeiior. elle e partidario
.-e invejavel agrado e siuceridade que com tanta gravidade se lesprende do seu
fSJll U
a sociedade dos
Este esubelecimento acaba de receber lindas b^co encantador,
ehapeliuas para senhora, ricas camelias para eos-1 O Veado Branco, como todo O homem civibsado, ama
(oras, .mas par j.uas, peuies dourjdos para coco, i ^0DSj ojta df> Ciiiro d0 mundo elegante, usa do lomeo de Juyme. para previmr qoe Ine
r;xs^ iponnam a ca,va ao s^ vi<* cojnpinbia des,Bo;s Par:s,eDS e Q0 Bie,d0 parlld0
bonito pigne-se o benigno leitor de jurar as pjfsvra^^sinceras do sincero weaao
BVasucP, e venha provera saa dispensa do queraehor~se|)rlft^coiitrar n'um estabe-
cimento oe molbalos. V^
A modicidade dos precos, amparados com a boa quai:dade"~tesigneros e o
K ^a imparairii n." 70J na loja | borrjjpodo com que se recebe os spnhores compradores, oeve certaoeate \C0BVidar a^
pencas que aiada n3o vieram nossa casa a fa/.e- parte dos amigos e frjguezes. do.nosso
BELLISSIMO ARMAZEM
Ibos e-cossAes de diversos lmannos e ricos caui
ve-tes para svobora, vollas para pe^coco, gr^vati-
nhas. Pico deY*"!, dito de algorto, lat>\nnino, e
muitos "utros fliJetos de api.rado (osto, que se
lora*'e*nrdifjobo\m'D^onr, toa) por prngos mui-
to c>imTiod..s:
da L-alQade.
A os og nc ullores.
Sannders Brathers & C. acanaro de receber
de Liverpool vaoores de fox?a de 3 a 4 carallus
com wdus os pertences, e mui proprios para fa?.e-
ifro mover machinas de descarecar ale-dSo, pu-
dendo cada vapor trabalhar al coro 140 serras,
tambero sereni para enfardar aitfodo, on para
ootro qualqoer serebo em que osam re trabalbar
com aniroae. O memo lamtwro lm a' venda
machinas americanas 33 a ,40 serras.
O* prnwndentes dirljim se ao largo do Corpo-
Santo n. H.________________________
tarreftaaieio de barros
Esto a' venda na roa da Concordia, no terreno
defrunte d> antigi armatem do s>l. os maiores e
elhires burroi que taro viodo a Pernambuco, os
qoaes fl vendt-m h-rato.
" -R. R. Rabelio saca por todos os vapores
sobre.
Lisboa.
Porto,
rigoeira.
Braga e. ootras cidades e villas deJWUi-
gal inclusive as ilb.is da Madeira, Xzgts, ele.'
V

m
CONHEQDO PELO NtlME
DI
DO BRANCO
Estabeieciuo a ra Direita n. 16.
Esquina da traressa de 9. Pedro.
fovoegra^le deposito de superior carvao do Otrdifna
Bnbia.
Antonio Gomes dos Santos & C, roa Sania Barbira n. 1, esto hat litados a annprir dt
atrvao em condicoes mais favoravei qoe em oaftjqoalqoer deposilo, a todos oa navios a vapor qu
6crrni aacaebe porto. A contratar Desta coto Domingos Aiv* Matheai J
unicameute na loja do avao,
ralriz o. o, de Gama & Silva.
PARA CAMAS DE NOIVAS
Alm.deum g anle sortimento de corti-
nados, eucontra-se urna grande norcao de
ric >s ct Ixas de croch que se vendem a 8,
lo($ e 12 s ditas de fuM5o brancas e de co-
res a 70 e 10)9, na loja e armazem do Pa-
vfin, ra da laiperairiz n. 6o, de Gama 6
ilva.
DAMASC-iS DE LAA
Vende-se nm bonito .urtimenio do melhor
damasco de laa imit'C3u n- seda, tendo 8
palmos de largura que se vende pelo barato
preco de 4>r>oo o covado, ditos com 6 pal-
mos a 2#3oo, duos de orna so largura a 8oo
e 15 cada covado, na loja e aria?.ein d" Pa-
va raa da Imperatriz n. Go, de Gama &
Suva.
Tiras bordadas; e Bb'idialios
Qut-m quizer fazer b a compra de liras
bnMadas ou babadinbos, achara om grande
sortimento para e.-colher e pi r reg ramio
mais barato do que em nutra qualquer parte,
h loja e aimazem do Pavo. ra da Impe-
ratriz n^tio, de G-ma & Silva.
?..2ctuJas para unto na loja do
1 Pavo
Vendq-sfi setim da i.hina com 6 palmos de
largura proprio para vestidos a 26 o covado,
laazinhas.pretas lisas, alpacas com lustra bran-
ca a 16 o covado, cassas brancas com listras
[retas a 5oo rs a vara, ditas pretas lisas e
com s. Ipicos vara a 5o rs. ditas francesas
com stras e ramauens vara a 8o rs., me-
rino preto, alpacas e priucezas, mais barato
do queem utra qualquer pane, na lija d.>
l'avao, ra da Imperatriz n. 6o, de Gma &
Silva.
CHITAS PRETAS A 2oo R3.
Vende-se chita preta ingleza com palmi-
nhas a 3 iu rs. o covado ou a peca por 7^
umdo 38 covados, ditas lis s a 16o rs. o co-
vado ou a pega 6(5, di las francezas de todas
as qualidades, na loja do Pavo, ra da Im-
peratriz n. 6o, de Gama & Silva.
PALITOS DE PANNO A 66
Vendem-se palitos de. panno preio saceos
a 65, ditos sobrecasacos a loa, calca." de ca-
semira prea a 65 e 73, dita muito Unas a
95 e m, finissimos sobrecasac s de janno a
2o3 e 253, calcas de cas; mira de cor a 73 e
85. om grande sortimento a qualida e e ouiras mui as qu-bdaies de
roupas que se vendem mais barato do que
em nutra qualquer parte, na loj i e armazem
do Pavo, ra da Imperairiz n. 6o, de Ga-
ma & Sdva.
CHALES A RENOITON A 53 E 63
Vendem-se os mais m.demos chaJes a
Benoiton pe.lo barato prucu de 53 e 63. di-
tos de merino liso a 355i nit..s de crpoo
a 75 e 85, ditos de merino com barra a 25
e 235 o, n< loja e armazem da Pavo, ra
da Imperatriz n. 6o, d Gama 6i Silva.
CASAyUlNHOS DO PAVO A 183, 2o3
255 E 3i>3
Cheearam o mais modernos casaquinbos
ou jaquelas grs preto, ricamente enfei-
tadas sendo nns com c mura e outros sollos
conforme se usa ltimamente, e vendem-se
pelosbaratos presos de 18>. 2o5,25te 3> j5.
na, loja e armaz- m do Pavo, ra da Impe-
ratriz n. 6o, de Gama & Sj\a.
ESPiRTlLUO
V,eDdera-se magnirtcos epartilhos france-
zes e inglezes, na loja e armazem do Pava i,
ra da imperatriz o. 6o, de Gama & Silva.
15 loe* le c> iida
Vendem-se as mais modernas crinolinas
inrt>es proprios para vestidos de cauda,
sondo/melbores e mais modrrods qoe tem
vindo ao nwrcado, e por p ecos muito ra-
soaveis. na loa do Pavo, ra da Imperatriz
n. 6o, de Gama & Silva.
Pura saias a 1$000 I.s2f0 e IsoMK
CtieRou para a loja do Pavo orna raudo
poreSo de niv-i fasen-la nranca estiecialroeo-
j paa saias, tendo a Urgura a altura sui-
ciente de urna saia com nm be ito boru>k>
de um lado ou urna bonita ordem de |jrega>
de forma qoe ci.oa.3 t|2 varas se-faz urna
saia de um s panno, e vende-se pelo carato
preco de f5. !5*8o e I55oo rs. a vara; na
loja e armazem do Pavo ra da Imperasriz
n. 6o de Gima A Silva.
Vestidos oraoeos e de cores a 4'S' O
Vendem-se bnitos cortes de cambraia
branca com bonitas barras bardadas as^im
cmo com barras do cor pelo barato preco
do 4>5oo rs na loja do Pavae rna da Impe-
ritriz n. 8o de Gama Machinas pa a costura do .-nitor Wheeler
r Wilson, chegadas ltimamente da Ame-
rica; as qnaes pode cozer-.e cc/fli dum
pespoutos, toda e qualquer f,enda, emba-
ui'Ki tui uc i uno o ui'Loi ikv f _.
a sem deieit aigom pelo baratissimo preco ,nhar- frfaniLir- bocr,dar,? ***?! r,,"l a : todf
de 44o rs. a vaia por na ver grande porco: Con? P^icao S5o tao simples, que com-
prehende-se fcilmente a maueira do traba-
bo e a pessoa tendo pralica le coser em ma-
rhinas, pode fazf r por diaoseivico que to-
na loja e armazem do Pavao ra da Impera-
triz n 6o de Ga a & Sdva.
LazEnbas atesad s a 28o rs. o
covado
Vendem-se bon las tazinbas matisadas,
de cor fixa e ditas de um cor s, t-ndo en-
tre ellas c- res escuras e de muito bom gosto
pelo barato preco de 2So rs. assim como
bonitas barege.) de la ira sp>rente Com
quadrinlios pelo barato preco de 32o rs. o
covado : s na loja do Pavo ra da lmpe-'
ratnz n 6o de Gama A Silva.
Cllll AS a 28o RS.
Vendem-se bonitas chitus de cores e (lilas
rosas com pequeo toque de mofo que se
garante largar logo que se lave, sendo de
cores fixas pe barato prego de 28o rs. o
co-do paa acabar: n^ lija do Pavo ra
't? I'uperatriz n. 6o de Gama Silva.
CHIT.-iS DE UMA SO COll A 28o RS. O
COVADO.
Vendem-se bonitas cbnas lisas, send) cor
de ganga, cor de Invada, lirio, rosa e ootras
& res, pelo baratissimo prtco de 28 j rs. o
covado, ditas cbiiiezas com as mesmas cores
e com palminhas pelo barato preco de 3oo
rs. o covado, na lija e aini^zem do Pavo
ra da Imperatriz n. 6o de Gama & Silva.
GRANDE SORTIMENTO DE CHITAS
A 32o E 160 SO O PAVO.
Ven :em-^e chitas de cores fixas com de-
senbos inteirameute oovos e com os pannos
mu to cncoipados pelos barali-simos precos
de 32o e .'iHo rs o covado, ditas claras pa-
dii-s grados e miudiuhos pr-pri s para
roupas de meninas a 32o e :to rs. para
vcn;er barato : na loja e armazem do Pavo
ra da Impi-ratriz n. 6o fle Gama d Silva.
CHITAS P-WU OERTA^ A 8<> US.
Vmdem-se chitas largas para Cibertas
pelo ba ati preco de 28o rs. o covado por
serem pa^res um lano oscuros na loja do
Pavo ra da Imperatriz n. 6o de Gama &
Silva.
L/Z!NHAS A 400 E -r00 R5.
Vendem-se as m3is bonitas lazinhas ma-
tzadas e de I sus mais modernas e mais
bonitos dest-nhos pelos pncos de 4oo e 5oo
rs : na loja e armzem do Pavo ra da
lrnr-eratriz n. 6o de Gama a Silva.
ALPACAS DE CO E> A 600 RS. O OVADO.
Vendem-se as mais bonitas alpacas de cores
enfesiadas c m bonitos desenbos miudinhos
tendo entubes de todas as cores p*do barato
pr go de 5oo rs. o covado, ditas lisas escu-
ras e claras sendo tfedas de cores modernas
e 64o rs. o covado, ditas tavradas, as melho-
res e mais modernas oue teem vindo ao mer-
cido: sendo havana, tyrio, verde, azul e
outra cores, que imitem a seda, pelo barato
preco de 8uo s. o covado, pecbincba : na
loja e armazem do Pavo ra da lmperatm
n. 6o de Cama 4 Sdva.
POIL DE CHVRE.
Chegou oe-te genero o melhor que tem
viudo ao mrcalo para vestidos com lirxJas
listras de srd ou com bonitos la vores da
eMna que se vendem pelos baratos pregos
de 8 io, 45ooo e 1528o rs. o covado: na lnja
do Pavo ra da Imperatriz n. 6o de Gama
c Silva.
VESTIDOS DE FANTAZIA A 5ooo E
lo5ooo RS.
Cbegaram os mais hondos cortes de ves*
lidos de fantazia rauio proprios.para passeio
e soir*"s, por terem Ii idas barras de seda
e vendem-se pelo barato preco de 83 e lo3
cada um na I ja do P nao ra da Imperatriz
n, 6o de Gama & Silva.
Malas a 3 Vendem-se bonitas saias escoias p.ioprias
para tizar em u-mpo de vero por cauza da
poeira e principalmente, para quem for p?s-
sar a tesu no matto, pelo barato prego de
35ooo cada urna, ditas bi ancas ricamente
bordadas tenio 4 pannos cada urna pelos
nregos de 55> 65, e 1 5"0o rs.: na loja do
fa>o ra da Imperatriz n. 6o de Gama &
Silva.
Vestidos braneos a 343o0.
Cbegaram os mais lindos cortes de cam-
braia branca transparente ricamente borda-
itis que se vendem pelo baratissimo prego
de 245'oo rs. na loja e armazem do Pavo
n. (o de Gama v Si iva.
Nova- breges de seda a 4o rs.
Che?oo onii grande por gao de lindissi-
siraasb reges de seda cora os mais delicados
gostos sendo faenada muito propria para
passei is, partidas, ele. Vendem-se pelona-
ratisaino prego de 4no rs. o covado aakja
e arraaiem do Pavjo ra da Imperatriz o. t>o
de Gama & Silva.
ciam 3o costureiras.
Chama-se este estabelecimento a atteis-
g3o do publico, 'istO que elle se;cha cim-
pletamente snrtido de ohjecu s de go.^to,
como bem Nques de madreperola e de sn-
dalo, fivelas, fitas para cinto, cokes perfn-
maria e etc,
Na ra nova n. 20 e 22. Cnr eiro Vian-
na & C. _______
Cyin 3ros baratos.
V ndo-s" |ior cmmodo pi*r;o ouos ryi-ndros
cid bjm enadi. e urna m^ch'na |ira irahaihar
cjib oavailo em paitarla tado em pt-rfeiiu rstaao :
a tr.lar nn paleo do Tergo n. 6.1.
Bom negocio
VtDde ?ea taberna da roa u H pir-ij n. 28,
com pnueo fondos e bem afregnei^rta, cuj rasa
ind-peDi!enie da trbprtra tem 3 f|rji rt >*, sala para
jaotar. inha fr.i, quinial oiiu.'d> ? plantado,
caciuilia etc : a traur n m-sma lalierii.
-. .
Escravos fugi(^
Fufio fih 29 do sombro pr<-ximc r?s peto da Costa de nome. Jacinth, \6e 38 anrms,
tem lailus uo rost., bem sahectfs, aspira eeoM
falta de deut".=, estatura poaco mun s rte ri ga ar,
as perrias (toas, etc., levou# vestido Cito sa e c!f;a
branca, chapee do ropa b'aixa redenda, de shas
ueqai-nas : ropa se as sotorMadrs pnilrtpn e i
i|uaii|u-r partlrnlar, a cantora do dito escravo, e a
ser entregue a .-eu seutior loo da SI-va Le te na
roa da Cadeia do Recite n. 10.
Aviso
100$000 de gratificado.
Contina a estar fgido o es-
cravo Simiit.
Fueio no da 21 de julho do correte aDoo.
casa do abaixo assigoado o escrao de nuroe
mio. com oa . bi toe, id-itr- de lo annos, pocuo mais nu-Hieoos.
alto, semblante carrt-g-.do, com falla de denles
frente, cu fula, com talbos em circulo n-d ao p das ,,n lni>, setn barba, Ifvou Vestido caiga
di casemira oe cor, cairisa de aigi.oa, braceo,
chapeo de meia maca nofo ; este e>crvo fot com-
prado ao Sr. Jns Vicente Lind- so, ntorad< r na
provincia da.s Aiajtcas, por feo prorsfMor Ji-a
quim Cavalcanti de &lboqoerque M-itn, morador
no termo de Barre ros. Sem duvida sequo al-
Bom daqueiles lugares : roga-se a todas as ut'>ri
dudes assim coran >t>s capltaesot campo, tanto des-
ta provincia como a das Alagoa a apinbere-ao
do dito escravo, enlrega-lo no Beclfe, rna Direita
n. 30, qoe receber a quanlia acimn, prrlesta se
drsde j eom todos os rigores das leis do ituperio
contra quem o tiver acontado.
Bernardino Aulunio Pereira Bastos.
Escravo fgido
No da 2 de nombro fogio o ecravo Vaienu,
reprsenla 40 aonos, cfaeio do corpo, iem no peo
uiDaeiCntr grande qoe diz ter sido de urna cbt-
(rada de boi, levoo vestido camisa de alg.ul de
lista e caica de algodao atol, chap de cooro oa
puna, em urna trobxa, jaqoeta de panno preto
ci m gola de vellorio; orna caiga de brim branca,
nm camrsa Bnaeem colarioh'i, nm l-ncol de al-
iiodao com a marea L. A P. V. : querr o pegr
[id- leva-lo on dar n -ticia no pateo do Carmo n.
26, que sera' recompensado.
Ni domingo 6 doc manha, fogio da roa larga do Rosario o. 48, 2*
andar, o escravo de nome Manoel, com m signaos
leguites : orna heHde bes visiv^i no nilio riirwio,
coi 7uia. alto, seo barba, idade 18 aooois tr a
umbigo batanle crescido, levou veslcio nina caiga
oova de hnm pardo, camisa de aleooit br>nr.o e
um chapeo de massa ja veiho. Jnigase ter ida
com doos taogedore de gd de Pertra de Fue,
om delles por nome Claudinu, por ser elle escravo
na villa de Alag* Nova, Comarca da eidaae de
Areta ; este e.-cravo perteucen ao Sr. Andre Rodri.
gnes Beterra e S"Ota, morador no itm Pao Perro,
e >|tnt do Sr. Aolonlo Dinii da P-oha, morador
na mesma Alga N"va ; perianto r- a se a amo-
rjdades e capiles de campo o levem a' ra larga do Rosario o. 37. taberna,
qoe serao generosarnente recompensados.____
- Fogio no rtla 2 ai correte mot aKemode
orme Manuel Baila, crionto. id de 35 trn. s
pcrjeoima'S oa menos, alto, bjm falraoie, cid fil-
ia de Om oa dcos dente na fr n?e, beig s gn oS,
cdeio do corpo, cor preta, teta sido visto no Bar-
ba Ibo, Torre, Afosado c Rcife qoem o pegar le-
ve ^aoeogejjhoCordtwo.qoaser, recompeisado.
Escrova fag da
Anda continua fogida aminba escraa de ne-
rr,e I-tiel, de naca > Costa, berteo. altura rega-
lar, c sioma embriagar- qo^ndo pegad fri-
M> qn* forra, representa IW 40 ano de Wade.
tero sido vista nesla cidad e seos arrahaldm ven-
dpndo trocas e ontras consis e n ora mboteiro :
rogi-?e a polica e capSes de campo a spn-henski
e leva-la a roa da Cadeia Velha o. l,rja serir* pa-
g) todo o irabalho.
Jos Gonjalves Torre.
1


miitii ann



van* ae t-eriiawi>ae Aeuada (eir Hile Ontubro de 1867.
V
ASSEBUEIUL
C.4M4R4 DOS SEORES DEPUT4U0S-
SESSAO EM 30 DE AGOSTO DE 1867.
PRESIDENCIA DO SR. S1LVE1RA LOBO.
(Coniioaaco.)
Artigo 2. O cidado, urna vez quHlfl-
cado votante, nao poder perder o sea direi-
to de voto seno por se itenga pronunciada
em processo ordinario, com todos os recur-
sos determinados em lei.
Artigo 3. Ficam revogadas as disposi-
;es era contrario.
Sala dassessoes. So de agosto de 1867.
Andrada Machado. Cassiaoo Bernardo.
Lm-se e vo a imprimir para entrar na
ordem dos trabalhos, as redacees sobre
pensoes e matriculas de esmdantes, que se
acbam publicadas.
ORDEM DO DA.
Entra em riiscus2o, e approvoda sem
debate, a redacgo do project", declarando
que a penso concedida a D. Rita de Cassia
Rodrigues, pelos servicos de seu irmo o
capito Jeronymo Herculaoo Rodrigues, sub-
siste sem prejuizo do meio sold qae lbe
compete na forma da lei, como ilba ligiti
ma, sol'.eira, do teneote general baro do
Taqnary.
Entrara successivamente em discusso, e
igualmente sao approvadas sem debate, as
redacces dos projectos que autorisam o
governo a matricular e a admittir a exame
do 1 anoo da faculdade de medicina da cor-
te os alumnos do Ia auno pharmaceutico
Leoncio Gomes Pereira de Maraes e Joo
Gomes dos Res.
O sr. Madureira requer se consulte a
casa seconseutesejamdadas par aseganda
parte da ordem do da de amanb as mate-
rias da de boje que mo forem votadas.
Consultada a cmara, resolve pela affir-
mativa.
Contina a 2* d scusso da proposta do
governo, na parte relativa receila geral
lo imperio para o anno fluanceiro de 1866
j 1367, com as emendas apoiadas.
O Sr. Souto requer o encerramento da
discusso e sendo a cmara consultada, re
solfa pela alfi. rmtiva.
O Sr. Baptista Pereira pede para re-
tirar urna sua emenda, acerca da decima de
chancel'aria, reservando-se o direito de
apresenia-la na 3a discusso.
Consultada a cmara, consente na reti-
rada.
Os Srs Bittencourt Sampaio, Cassiano,
i: Pinto de Figleiredo fazm igual pedido,
e sao satisfeitos.
O Sr. Jos Bonifacio (pela ordem) en-
tende que em vista do artigo do regiment
devem a votago e discusso ser distinctas;
nao podendo portante veriBcar-se a voiago
simultanea de iodos os artigos por nao ter
iavido discasslo.
O Sr. PafcsiDENTK observa que o artigo
lo estove em discusso com os artigos 9,
11, 12 e 13, & por conseguate comecar a
votago pelo artigo 9.
O Sr. Jos Bonifacio -A lei clara e
ninguera pode renuociar direitos que per-
tencem a todos Pego ao menos que se leia
o artigo do regiment.
O Sr. Bezehra Cavalcanti (pela ordem):
Sr. presidente, considero e nenhuma imoortancia; urna verdadeira
questo de ana ciprina.
O artigo 9 diz nicamente: \ receita
geral do Estado oreada em 55,000:000$
Como discutir este artigo e vota-lo sem
discutir e votar as verbas que constituem
e>ia somma total ? O artigo Io com os seus
paragrapnos e emendas o qae compreheo-
dc as diversas verbas ou capellas que perfa-
zem a somma do artigo 9, ou antes a alte-
raiu, porque as emendas discutidas j ele-
vara mnito aquella somma.
Portanto, de que servira votar urna som-
ma, que necesariamente tem de ser altera-
da p-lo resultado das emendas que vio ser
approvadas? Seria urna votagl; inteiramen-
te oci ;sa, e I040 condemnada, porque en-
volve esencialmente o erro.
E", portanto, como disse, a questo de
lana caprina, ou se resolve em urna sim-
ples questo de qualificaglo, sem impor-
tancia.
Se o artigo Io tivesse sido classificado co-
mo Io do artigo 9, a questo desapparece-
ria, porq'ie fra de duvda que o que se
discuti foi a materia do artigo lo cora
os seus paragiaphos e emendas. (Apoia-
dos.) Votar, pois, isoladamente o artigo
9, altn do inconveniente de determinar
urna somma de receita que tem logo de va-
riar, importara a necessidade de renovar a
discusso do artigo 1, com os seus para-
grapbos e emendas, o que seria ocioso, por
que tndo isso j foi discutido largamente, e
mesmo nao pode mais ter lugar, porque a
discusso foi encerrada. Nao vale portaoto
a pena perder tempo com esta questo de
ordem sem resultado ou valor algum.
(Apoiadis)
Ainda tomam parte nesse debate os Srs.
Baptista Pereira, Olegario. C. Ottooi e Horta
de Araujo, depois do que approvada a pro-
posta em todos os seus artigos, bem como
todas as emendas e auditivos dacommisso,
sendo rejeitada a emenda do Sr. Pereira da
Silva.
A proposta passa 3.a discusso, iodo no
entanto respectiva commisso para a re-
diga.
O Sr. J. Madureira (pela ordem) requer
dispensa de intersticio para que o orcamento
geral entre em 3. discusso na segunda-
0 Sr. Lima Darte (pela ordemnnao
qoer embaracar a passagem do orcameTito,
mas julga inconveniente a dispensa pedida,
ao menos emqoanto nao fossem impressas as
emendas que passaro, para se ter completo
conhecimento deltas.
Vozes :Ha tempe bastante para isso.
O Sr. Paulino de Souza (pela ordem)
entende tambera que o orcamento nao deve
entrar em 3.* discusso sem que se apre-
sentem os artigos e emendas em um corpo
nico e impresso.
Consultada a casa, coacede a dispensa de
intertico.-
Entra em 3.* discusso a proposta do
goveruo abrindo um crdito extraordinario
ao ministerio da marinha.
O Sr. C. Ottoni (signaes deatlenco) .
Desejo offerecer coosideraco da Cmara
algumas observares a respeito do crdito
pedido, e das qoatro verbas a que elle se
referearsenaes, forga naval, material e
despezas extraordinarias; accrescentano
algumas refexes em abono de opinies que
apenas aventei e nao pode desenvolver em
outra occasio.
Julgo que estarei na ordem apreciando

Jos servicos dotados nestas qoatro verbas, estragos da guerra em conservaglo do ma-icontra cuja decislo eu nao liaba recura,
consegaintemente a economa dessas despe- ferial que boavermes adjoirido e a guerrY-que, tendo de tocar em grande numero de
us, a iscalisaco deltas, o modo de acquis-
cao do material e as materias que forem iio
timamente connexas com estas.
Comegarei por notar que o crdito nao
est, na minba opinio, justificado; lerei a
demonstrado nica que se nos d:
Turnando este algar srao como base (o
al.'ansmo o de 9,lo5:33o4, termo medio
da despeza extraordinaria com as qu-tro
verbas nos tres ltimos annos financeiros) do
calculo da despeza da mesma natureza a que
provavelmente teremos de ccorre'r no pre-
sente exeroicio (este provavelviente eu idos-
' tran i que nao tem probabilidade,) porquan-
to secerto que tudonos iodaz a crer que
a guerra toca o seu termo, nao meaos
certo que anda assim devenios contar com
a contmuaco por alguns mezes deavulta
dos gastos, principalmente com a reparago
do material deteriorado, substituirlo dos va-
sos de guerra inutilisados, renovago dos
depsitos e concluso ".das construccSes en-
celadas, podedemos sem receio de exagera-
| cao orgar em 7,8o7:oooi5 a importancia! lo
; crdito extraordinario que sera indspensa-
vel ao ministerio da marinha para saldar
lodosos seus comprumissos no actual exer-
cicio de 1867 a 1868.
Eis aqui a nica demonstrago que o mi-
nistro da marinha nos d da necessid do
de um creditr de 7.8o7:ooo5 para augmento
da doiago das quatro verbas que mencio-
nei. Diz-nos; presumo que abatida a des-
peza para o estado ordinario, com e&tas ver
bas se gastou exiraordioariamente em termo
medio 9,ooo:ooo$, e por isso podemos or-
ear em 7,000:0000 o que de mais se ha de
gasiar no anno fluanceiro que comega; por-
que neste anno, ainda que a guerra esteja
provavelmeote a terminar, depois da guer-
ra ha umitas despezas a fazer. as quaes jus-
ticam o crdito de 7,000:000$.
A primeira observaco que a respeito farei
que o anno de 1864 a 1865, se nao foi
todo de guerra, mais da mnade o foi, nelle
se fizeram grandes preparativos, e o minis-
terio devia ter tica lo summamente impres-
sionado com a escassez dos nossos meios em
comparago com a grandeza do nosso com-
me timento.
Se nesse anno de despezas to grandes e
indispensaveis, o total com as qaatro verbas
foi de I o,8oo:oooji, seudo a despeza extra-
ordinaria 5,7oo:oooi5. se se insiste em dizer,
por aqui em sesso publica, que nos jor-
naes, que em toda a pane onde falla o mi-
nistr.', que sao ris nhas as esperances de um
grande golpe que ponha termo guerra, se
estamos com os olhos na barra, esperando
a cada momento um vapor embandeirado
que nos traga, a .oticia da gloria de nossas
armas, se assim tao provavel a paz, que
necessidade ha de grandes despezas f
O ministro da marinaa na demonstrago,
parcella por parcella, talla em reparaco do
material deteriorado, despeza iodispensave!
que ha de avultar ; nao posivel nega-lo.
Falla na substituido dos vasos de guerra
iiitilisaoos. Nao reconheco que esta neces-
m iade esteja demonstrada, nao posso reco-
nhece-lo. E' esie ponto objecto de profun-
da divergencia entre a minha opinio e a do
ministro da marinha.
E* necessario sem duvida que o governo
faga sacrificios para reparar e conservar o
material de guerra que fomos obrigados a
adquirir e que a guerra nao tiver destruido.
Mas entendo que devemos tratar de curar as
chagas da guerra; e nao havendo potencia
alguraa martima superior a nos com proba-
biliiiades de vir iacommodar-nos, de con-
veniencia publica que ni,s appliquemos ant s
a remediar os males da guerra do que aug-
mentar nossa marintia.
Na situado fi:anceira do paiz, nao pos-
sivel, acabada a guerra, pensar em novos
augmentos de forca naval. Quando nao se
pode contrahir um em^restimo, nem interno
nem externo, quando parece o nico recurso
a emisso do papel moeda. quando seesgo-
ta a lista dos impostos novos que a imagi-
naco das commisses pode descobrir, como
no-Io diz o deb ite que acaba de ter lugar,
sem conseguirmos nivellar a receila com a
despeza publica, em tal situaco, acabada a
guerra, como augmentar a forra nav.il. fazer
despezas alm das necessarias, para reparar
os estragos do material que ad piirimos e
que a guerra nos destruio ?
Nao com preen Jo ; protesto com todas as
des militares, centra esse p de paz respei
tavel que se nos prepara, sob o pretexto de
ficarmos preparados para qualquer eventua-
lidade futura.
Outra parcella a renovac/o dos depsi-
tos e conciuso das construeces enceladas.
Ser economa a concluso das construeces
enceladas, algumas at, talvez, objecto de
contractos; mas a renovaco de depsitos
tem necessariamente limites derivados dessa
necessidade imperiosa em que estamos de
curar as chagas da guerra e olhar para a
questo linauceira, fazendo apenas as des-
pezas indispensaveis ao p de pz. Querer-
se que tenhamos urna esquadra superior
actual que posemos no Rio da Prata, evi-
dentemente muilo cima das forcas tinancei-
ras do Brasil, manter o desejo de glorias
militares, sao veileidades que podem at
parecer burlescas.
Estas sao em resumo as razoes dadas
pelo ministro para pedir mais a quaotia de
7,ooo:oo (J.
Eu j notei qne no anno de 1864 a 1865,
as despezas ordinaias e extraordinarias das
quatro verbas sommaram 10,800:000$. Para
calculo de probilidade este um excellente
tormo de comparaco: nao se pode crer
que no caso de terminar a guena se gaste
no anno financeiro que comeca, tanto como
pontos, o-fls a correr ; e declaro qae aquel-
lo discurso Too enlloca na obrigafioale, a
mea pozar, importunar a cmara mais vezo*
do que at aqui, e do que pretenda, por-
qoe foi obrigado a enunciar um grande nu-
mero de theses proposicSes to graves,
que sem desenvolve-las po:em mesmo sfte* anno. (E satisfeito.)
mal inturpretailas. Achei-me assim na ne-
nao destruir, 3,000: ooocf,
Farei ainda urna observaco, que alias
pd* ser um argumento contra o que digo
O termo medio do nobre mioistro no
rasoavel, segundo o calculo das probabilida-
des. Quaudo se tima termo mo entre
diversos estados de iraa quantida le variave!
exclaem-se aquellos termos que p recem
excntricos, que oilerecem ditferencas sa- cessidide" de ir deseuvolvendo cada urna
lientose nao confonaescom a leda variafo dallas medida que venba a cmara debate
dos oatros termos: o c mtrarlo seria viciar o em que tenha caoimento a materia respec-
termo medio. E' o que acoateceu ao nobre tiva.
ministro da marinh. 1 Para o debate actual nao posso trazer se^
Tomou dous ancos que foram de guerra nodous pontos;acquisico de material
effectiva emisturou-os como o anno de 1864 para a marinha, e flscalisacjb de despezas
1865 em que poi.eo mais de 6 mees fo- da esquadra do Rio da Prata.
ram de guerra, coniquanto no 1.* semestre A respeito do primeiro ponto fui, como
se houvessem dado grandes providencias, disse, mais lacnico do que seria se tivesse
muiias das quaes nao se tinham de realisar tempo.
immediatameote, pois que eram encommea- Disse eu ao nobre ministro q te se o con-
das, que nataralmeate tenam de ser entre- loio dos vendedores e fornecedores de ge-
gues no anno seguinte ; porque est enten- eros para a marioha contra a fazenda pu-
dido.que as encomcien-Jas oneram o anno blica em permanente, nao se podendo sup-
era que sao recebidjs e nao o auno em que por que todos os negociaotes que pdem for-
so contratadas. necer sao velhacos, deia-se concluir que s
Em 1864 a 1865 a despeza foi de. .mente os velhacos contratam com areparti-
io,ooo:oo";5. No ;nno seguate elevou-se a gao da marinha.
16,9o<:ooojJ, no inimedlato foi de. .1 Poder-se hia perguntar:Querescomis-
15,174:ooo^, alm do semestre addicional to dizer que sao de m f tidos que neg-
que est correado. E' de crer qne a Jes- ciamcom arepartico da marinha? Respon-
peza do ultimo anno ser superior dopre- derei:Nao cortamente; se alguem o disse
cedente, ou pelo menos igual, isto .....: foi o nobre ministro, eu s tire o corollario
!7,ooo:ooO(J. da sua prposigo,
(Ha um aparte do Sr. ministro da mari- Proposites aesta natureza, em absoluto,
nha.) sao serapre falsas: entretanto alguraacousa
Eu sati-f t o nobre ministro. ha de verdade era cada urna delhs; sim.
O Sr. Aristides Lob3 :EutSo acha qae assevero cmara que um grande numero
o pedido de crdito inferior ao neces-, de bomeos nonestos se abstem systematica-
sario ? j mente de negociar com as repartigoes pu-
0 Sr C. Ottoni :Tenha a bondade de blxas.
dar attengo.
Portanto o termo medio nao foi tomado do
Talvez que a repartirlo da marinha tenha
soffndo embaragos em consequencia deste
modo mais rasoavel, para o estado de guer-1 faci notorio no Rio de Janeiro, porque nao
ra: deve ser i7,ooo:ouo. nSo 14,ooo ou sei como o conioio p le viciar a hasta publi-
deduzindo a consigaago ordinaria li,ooo ca, desde que apparece nella um carcter ho-
no 9,000.
Se pois n crdito se pedisse para um anno
todo de guerra provavel, seria insuficiente ;
mas para anno de paz excessivo.
Se a guerra contina, nao de suppr
que a despeza seja menor do que no anno feiio.
nesto, um negociante probo, que qoer tirar
lucro razoavel do seu commercio, qae nao
quer eariquecer de um da para outro, pois
o apparecimeoto de um s destes negociao-
tes bastante para que o conioio fique dis-
qne tindon. Mas, feita a paz, que asup-
posigo da proposta indispensavel redu-
zi-las e limita-las ao indispensavil.
Mas supponba-se tjue falham as esperangas
A repartigao da marinha deve ter soffrido
embaragos pelo faci que consigno, de que
muitos homens honestos tem receio de ne-
gociaren! com repartigoes publicas. Este
nem por isso rasoavel votar fondos para faci deve ser a causa de que quando um no-
eventualidades tao pouco provaveis. me desconhecido entre os pretendentes
O governo, se a guerra continuar, ba de
fazer como tem feito at agora, gasta e vem
dar-lhe impulso, ha de pedir crdito de-
pois.
Note-se ainda que os 7,000:000(J pedidos
juntos dotago da lei sommam.......
12.800:000^, e 2,1005 mais do qae o des-
pendido n > anno financeiro de 18641365,
que foi de grandes preparativos, e mais de
metade delle de guerra effectiva.
Realmente, marcar para anno de paz 2 a
3.000:000^ menos do que o despendi no
primeiro anoo de guerra deve ser bastante ;
e para isso basta addicionar a doptaeao de
5,luO:000# mais um crdito de 3,000 a
3,500:0005.
Compre notar que ainda assim fici o or-
iniento da marinha orgando por.......
11,000:000,4, 20 o|o da renda publica!
Ora, as circumstancias do thesouro,
quando s a marinha absorve 20 o[0 da ren-
da, e na guerra tem "despendido 35 ojo, eu
creio que negocio serio estar fotahdjj cr-
dito de 7 000:0005 para satisfazr^ velei-
dades de augmento de forca naval em lem-
po de paz. Isto nao passar sem um pro-
testo da minha parte.
O governo diz que ha de gastar muilo,
mas nao ha possibilidade de gastar, se o
governo se limitar a reparagoes e cooserva-
ges e abandonaras veleidades de novo aug-
mento de forca naval.
A demonstrago por parcellas soffre ob-
servagoes semnlhantes. Arseaaes, verba
800:0005, nada direi desta verba, porque
a que mais ha de augmentar, em relaco
reparago da forga naval. Material de cons-
truego para novas 'onstracges. Nao pi.s-
baja prevences contra elle na repartigao,
prevengoes de que o nobre ministro foi tal-
vez echo.
Para corrigir taes inconvenientes o que
preciso? Examinar quaes sao os motivos
porque os horneas honestos nao querem ne-
gociar com asrepirtigoes publicas, desfazer
esses motivos para attrahi-los alim de haver
verdadeira hasta publica..
Os motivos principaes que arredam mui-
tos homens de bem desta concurrencia sao
os coqueties da nossa administrago publica.
Primeramente, nao ha despacho, por in-
significante que seja, que nao gaste resmas
de papel par 1 iuformagoes, pareceres, etc. e
nao consuma semanas e m^zes-
Era segundo lugar, muitos empregados
ntegros, tendo visto muitas vezes prevale-
cer a traude a favor do delego de outros,
ou por defeilos das formulas administrativas,
cam prevenidos e se tornara exageradamen-
te exigentes
E' facto que s vezes, pequeas cousas,
bem legalisadas, com o typo da boa fe es-
ta upa 10 em si, por qualquer pequeo de-
leito nao substancial, suscitara suspeitas exa-
geradas, e depois de subir o negocio ao mi-
nistro com urna inlinidade de pareceres e
informages deixara de ser pagas.
Os pagamentos em geral sotrem delon-
gas mtoieravdis; ha mesrao muitos casos de
verdadeiras dividas do Estado nao pagas, por-
que o seu pequeo valor faz desanimar o
credor de levantar questo judicial para po-
der rea'izar a respectiva cobraoga.
Entretanto o negociante que quer vender
os seus gneros tirando urna pequea por-
ceniagem, um lucro razoavel do seu cominer-
so dar raeu voto, por qaanto, se a guerra' ci, precisa ser pago sera taes delongas.
continuar, o ministerio pedir novos crdi-
tos, ou gastar, e dspois vira pedir.
Combustivel. Para combustivel......
i,4oo:ooo5, <]omo se pode justificar um
pedido de l,4oo:ooo5 para combustivel
quando a guerra est a terminar ? O go-
verno est lang^ndo poeira nos olhos do
paiz, porque, a nao ser assim, impossivel
quando a guerra est a terminar, que se
pega essa somma.
Ainda mais. Vencimentos para 3,ooo
pragas de marinha extraordinarias, nao se
diz em quanto tempo, 1,88o:ooo5. Mas,
como essa quaotia dividida por 3,ooo pragas
d mais de 600 rs. para cad? ama, de
inferir que seja para o anno todo.
Por co iseguinte, o misterio declara que
a guerra est acabe da. mas vem pedir di-
nheiro para forga extraordinaria em todo o
anno financeiro 11/
Como que se nlo quer que no exterior
o nosso crdito soffra por falta de raelhores
noticias em relago guerra, sa o governo
vem ao parlamento e diz que a guerra est
acabada, mas pede dioheiro e forgas para
todo anno ?
Realmente o governo tem moito medo de
tomar a responsabilidade de gastar sem au-
tonsacao previa, tem um medo especial, por
que anda nao vi minsterio mas respeitador
da consutuigo. Quando se trata de demo-
rar a t-leigo dAic Grande do Sul emquan-
to I nao se achara os candidatos do peno a
constituigo fica inargem. Quando seqaer
em 1864 a 1865 ; 2,ooo:ooo5 rao km nao me
parece desarrazoado; e para isso bastar e nos gastos fei tos em relago guerij
accrescentar dotago ordinaria das quatro jter censura minha.
verbas um crdito de 3,ooo:ooo5. o que per
faz 8.1oo:ooo5.
Desde que conia com ellas, neeessariaraent ou nao se prope a concorrer, ou propon-
do se formula pregos exagerados.
Sao estes mos hbitos que convem que
se corrigam, para remover este estado auo-
raalo de que fallou o nobre ministro.
Quaoto hasta publica, eu nao desconhe-
go que estas circumstaucias muitas vezes de-
ve influir para que ella nao d oom resulta-
do; mas nao razo para se querer que a
secretaria faga as compras.
O Sr. Ministro da Marinha d um aparte.
O Sil. C. OrroM: Se assim nao lera
lugar a observaco que fiz; mas a basta pu-
blica deve ser a regra, nao s porque a lei
o manda, como porque a mesraa basta pu-
blica, que nao produz resultado til, asmis
das vezes ha de orientar o nobre ministro.
O Sr. Ministro da Marinha:E' o que eu
lago.
O Sr. C. Ottoni:Quando assim mesmo
nlo seja possivel obter boas compras pelo
prego real do mercado, o remedio ainda nao
desenvolver em to larga escala compras
directamente feitas pelo ministerio da repar-
tigao, de cujas intenges nao duvido.
Eu, pois, nao posso admittir este grande
numero de compras entendendo-se o minis-
tro com os fornecedores.
O Sr. Ministro da Marinha :Nao me en-
tendo com eiles directamente, e sim pelo
meus agentes.
O Sa. C. Ottoni :Wgnns ministros tem
acbado difculdade e fazerem-se compras
gastar, gasta-se, nunca houve esse escripulo ~ u"u ^Tl: 7'u' hJ Ji.
nn i foi.nc m r*i&. 4 mwrf nSo do moJo l6^ 0pmio delles bemsalvem
Quando o ministerio quer fazer
faz;
a sua respfnsaoilidade; outros (era trilhado
os caminaros seguidos pelos particulares.
*0-Sr Ministro da Marinha:Eu nao te-
uando nbo nenhum receio.
sem i O Sr. C. Ottoni :Um desses caminhos,
guerra
mente com
ainda dos suxessos futuros, do que a m^- "g vja embargado,' dada possbujdade da delongas nos pagamentos; mandando ageo-
" continoago da ierra? Por codsegainte, tes da cootianga do mioistro s lojas, aos
trar. Vejo nesla est.mago grande Incerteza. g f U) ^ ,5 8e de,J voUr 0:armazeos, .justar aqoi e alti, onde encon-
Pde-se imaginar qalquer base parasuppo- necessarioF Dara a paz: mas, K^io na ag;trar os gneros mais baratos, e garantir a
sigo ?
A guerra suppoe-se que prximamente
termina; depois irei liypothese contraria,
mas aesta stfpposico pde-se crer rasoavel-
meuto que os gastos da reparaco dos estra-
gos da guerra e da conservlo do material,
excedam os effectuados em 1864 a 1865.
em que tantos preparativos se fiteram, e
mais de metade do tempo foi de guerra
6TGCtV3 ?
Parece-me, portanto, eminentemente ra-
" .._____ n, A rifa para vender as gragas, fazjfiuan
Demais, wsa est.mago de estragos da ^ 6r dos b()n8 0,cionae8) ^e se
erra absolutamente impossivel actual- |* ,mp0rtar com artigos da cobatiluico. que talvez o melbor, remover de facto
alguraa aproximacSo. Depende Com sfl de> s> crer qae 0 Wl8terio' e napraiica aquelle grande embaraco das
u.-cessos futuros, do que a m-se embaracado ada possibildade da delongas nos pagamentos; mandando ageo-
rraha deve fazer, da resistencia quencon- ^^^^o da gerra? Por Codsegainte,!tes da coorianga do mioistro s lojas, aos
esperangas de tenoinagSo da guerra, o mi-'paga vista.
nisterio deve a vordade ao paiz, e se ellas O Sa. Ministro da Marinha :E' exac-
so verdadeira? o crdito que se pede tamenie o que tonho feito.
exagerado. /' Sr- C. Ottoni:Porei termo a estas
" Ha dias fiz algtunas observages sobre a observiges, resumindo o meo pensamento
economa e fiscalisigo dos sertigos que sao se nao ha meio de fazer bem as compras:
dotados por estas quatro verbas, mas a este se nao ajustando-as o ministro, devra este
objecto tive dealludir muito passageiramen- estucar e remover as causas de tal estado
t, em um discurso em que eslava por lal de coasas, e nao resolver a difculdade por
modo apertado e constrangido, nio pela meio de um expediente que, se fr proficuo,
disposigo do remenlo, mas nlo pela morre com ello, c qae eu receio muitas ve-
proficuo, porque em tanta variedad* de o
jectos praticos impossivel nao seja S. Ei
maitas vezas illadido. !P
Esta observago me offerece transigi na-
tural para outro tpico a queme quero re-
ferir.
Tenha V. Etc., Sr. presidente, a bondade
de me-mandar vir o relatorio da miDha des-
onsolares, havendo de mais em cada
i o ara commissaro, e mais um commis-
sario geral, etc.
Reapondia-se que nlo era rasoavel occopar
a iotelligencia do almirante com as compras
e gastos dos navios ; qne a mls*o nlo era
de modo algum digna da posiglo de nosso
embaixador ; que exigencias de sua gerar-
cha o tolheriara de tal modo que S. Exc.
A respeito das despezas da esquadra o nlo pnderia exercer fiscal.saglo efficaz'.
nobre ministro, notei eu, procedeu diversa-
mente: em ve de dar urna providencia
qaalquer para o momelo, regnlamentou,
ensaiou urna medida, que, se a experiencia
saoccionar, ficar servindo para qualqoer
outra guerra. Isto, portanto, ideia razoa-
vel, ideia de administrador, ideia de go-
verno, se acaso o nobre 1niu1s.ro acertou ;
eu nlo me atrevo a dizer o contraro ainda,
mas quero esperar os factos.
Se eu tivesse aqui os meus apontaraentos,
que me faltara, porque e.-ta discusso tomou-
me de sorpreza; eu poderia offerecar algu
mas abjeegoes a disposiges do regulamento
que olome parecen as mais convenientes;
mas fa-lo-bia com a'guma timidez, porque
recoohece que naquella materia s a expe-
riencia que nos ha de completamente es-
clarecer. Portanto, contento-me deappelar
para a experiencia, que decida se a medida
foi a melhor; sua necessiuade, porm, Dio
se pode descoohecer,
Quando pela primeira veznotou-se a ille-
galulade da creaglo da repaniglo fiscal os
nobres ministros estranharlo a censura.
Ora, ijuealgu.ua medida seraelhante fosse
necessaria, urgente mesmo, eu nlo duvido;
mas o regulamento devera ser submettido
approvaglo do corpo legislativo, porqu
era exorbitante das attribuigoes do gover-
no. E porque nlo fez-io-ba? O servigo *e
faria do mesmo modo e licario guardados
todos os direitos. Se o governo n i p le
receitar desapprovagao, para que sophisraar
a lei? do que me queixo, seuhores, da
hypocrisia da legalidade, o que produz a
descrenga, o que mata o espirito publico,
o que faz o maior mal administracglo pu-
blica no Brazil.
Qiaudo o governo jnlgou indispensavel
recrutar no tempo das leiges; quando
julgou indispensavel mandar prender o guar-
da nacional, votante, no momento de com-
parecer, cdula em puuho, para exercer seu
direito ; quando o governo julgou necessa-
rias medidas desta ordem, se acreditou que
as exigaacias da guerra nlo permillio pres-
cindir dolas; se tambem julgou que taes
medidas nlo vicianlo a eleigo, como a raeu
ver esi provado que viciarlo em muitos
pontos; se entenda assim, eu quizera que
o governo dissesse: -Esta medida Ile-
gal, mas necessaria, porque cumpre dar
impulso a guerra.
O governo desarmara assim Ja qualquer
que o censurasse por taes medidas. Eu
quizera que nos dissesses: Estas medi-
das nao de privar do voto a mudos votantes,
mas tenho paciencia, que em primeiro lugar
est salvar a bonra do paiz. Mas eu nao
quizera que para desculpar seus actos se
empregassein tristes .chicanas. O soph'sma
da legalidade, a ofbrasa clara da constituiglo,
do que rae queixo.
Applico o mesmo principio repartigao
fiscal da marinha: Ilegal, illegalissima, mis
necessaria, devia ser decretada; mas o go-
verno devia vir ao corpo legislativo submet-
ter o decreto nossa approvago: como
faz que 11 respeita as leis e a constituigo do
seu paiz.
A medida, senbores, era to necessaria
que nem foi consa que occorresse ao nobre
ministro: aceitou urna lembraoga suggerdi
nos debates do parlamento: se o nobre mi-
nistro e o seu collegada guerra rlzessem sera-
pre o mesmo, nlo passavam pelo desgosto
de ver emendada substancialmente a lei de
forgas no sena lo, em questo que quasi de-
clararam ministerial.
Era velha a ideia da repartigao liscal no
Rio -da Prata; desde a abertura da sesso
ue 1806 o Sr. Souza Franco 110 senado di/a
ao governo: E' impossivel que os meios
de scalisago existentes sejam bastantes
para fiscalizar as despezas da esquadra do
Rio da Prata. >
E cousa sabida que estes meios organisa-
dos para despezas ordinarias ufa podem bas-
tar para as circumstanciasactuaes; sao mui-
tas as differengas que para isso concorrem:
o algarismoda despeza, queavulta mui-
to; 2o, a pressa ou quasi precipitaco com
que muitas vezes preciso fazer a acquisi-
go de material, tornando-se impossivel se-
guir lodos os tramites officiaes, e legaes;
3o, a circunstancia de se fazer esta despeza
em paiz e>tranueiro, sojeita oscillagloy^do
cambio, de modo que o q.ianlum da despVza,
a pressa da acquisigo do material, a pfeci-
pitago muitas vezes, o lugar era que sje fa-
ga a despezi, a dilferenga de moeda, lado
sao razoes para complicar a quesio deimo-
do que nao podem bastar os meios de fi$-
calisagm ordinaria, t Precisis de algjma
medida? Pedi-a, que nos, opposiglo, v>|a
daremos. Dizia o sr. conselheiro So-uza
Fraoco. :.
Resposla do ministronada absolutamen-
tea organisaclo ptima, os meios aie
scalisaglo sao suficientes; iscaliso
como manda a minha honra, e tu'1
justo e perfeito.
Veio a discuslo do crdito, semeli...,.
este, voltou tribuna o Sr. Souza Fram-,,
com o relatorio do ministerio da marinha
na mo. -Vejodo relatorio que nada se fe^
para melhorar a fiscalisaglo, estamos limi.
tad.0*. *'regulam'io ^dinarios.
Lerei algumas pal-iv-as* nlo p08600 'l'^
estoa exagerando, do que se disseJ10 ser ia-
do; por acaso dos muitos papisjpie tiinha
fiecu-me este na algibera. (Mosvandefo.)
Perguntava o Sr. Souza Franco i^osi re-
gula raemos fiscaes erlo suficientes para tis
causar as despezas da guena; e obselrva
que no relatorio do se encontca noticiadle
medida alguraa para a fiscalisaglo, quanjdo
alguraa pareca indispensavel.
Desenvolveu largamente esta proposi
ajudando-o o Sr. senador Prannos.
Resposta do Sr. ministro de entio
palavras te-tuaes na sessao de 3 (be
de 1866):
Nem era preciso, senbores, pa
fiscalisar as despezas que correm pela\ minha
repartilo com o zelo que me imposto
pela minha honra, .qae eu fizesse nov]bs re
gulamentos fiscaes. A repartigao da ma-
rinha est resul-irraente organisadi,
temos meios de acautelar osinteresses\do
fisco, de verificar as despezas que se faz
e como se fazem. >
Accresceotava que erA fiscaes deste ser
t$6 o Sr. almirante visconde de Tamaodar T
vol-
ba bem
Na Ia e na 2* discusso do crdito
tou-se muitas vezes a este assurapo.
Quaodo a campa nha se prolonga (dizia t
o Sr. senador Paraubos), quando nlo se v
ainda o sau termo prximo, e as despezas
sao consi leraveis, nlo ser tempo de tomar
novas providencias que nos garantam maior
economa nos avultados dispendios da guer-
ra e da marinha, que se fazem fora das vis-
tas do governo ? que nos garantam, por ou-
tro lado, que os fornecimelos, os meios de
transporte, o tratamento dos doentes ser
attendido cora promptidlo, zelo e bumaoi-
dade ?
t Parece que na escala a que subi eta
nossa empreza militar os m dos ordinarios
j nlo basura : o nobre mioistro por mais
que o deseje nlo pode hoje dar-nos a garan-
ta de que tem feito um exame profundo
sobre todas as despezas do seu ministerio
no que toca campanha do Rio da Prata, e
declarar-nos que nao houve nem podia ha-
ver abusos e desperdicios.
Concluindo, o Sr. cooselbeiro Paranhos
propoz urna organisago semelhante de
um commissariado, exactamente a reparti-
gao fiscal.
O Sr, Aristides Lqbo : Que alias traba
dado mos resudados.
O Sr. C. Ottoni : Deu mos resulta-
dos a repartigao fiscal ? Ser por defeito
da organisago : a este respeito nlo tenho
informages algumas.
O Sr. AnisriDES Lobo : Ha contas an-
tigs do commissariado qae ainda esto por
liquidar.
O Sr. G. Ottoni : Nlo se creara re-
partigao, devo cre-lo, sem aproveltar a ex-
periencia havda ; devo crer que se estudou
a quesio dos antigos comraissariados, para
evitar os abusos a qae deram lugar. Se o
conseguio ou nlo o governo, questo para
depois : eu j disse qoe por em quanto olo
me julgo habilitado para apreciar a orgaoi-
sago ; espero os factos.
Tanto o nobre ministro tinba firme con-
vicglo de que nada era preciso, tanto estava
propenso a considerar aggresses de oppo-
siglo o que era fructo de reflexo e de ex-
periencia, que a sua resposla ao Sr. conse-
Ibeiro Paranhos foi simplesmente : Na
expedigio Pedro Ferreira fizestes o mesmo. /
A resposla,' manifestamente improee/
dente, porque a ex pedigloPedro Ferreir?
Dio era urna declaraglo de guerra, era
urna demonstrago de forga, que em dadas.
circunstancias e no desenvolvimenlo de
acontecimentos podia ter conduzido a guer-
ra, mas nao conduzio, foi mera demonstra-
go de forga, empregada em estado de paz ;
nenhuma analoga lem. portanto, cora o es-
tado de guerra em juiho de 1866, a poca
da discusso a qoe me refiro.
Mesmo o nobre ministro actual reconhe-
ceu, nao s pelo facto de ter tomado a pro-
videncia, como pelo que diz no sea relato-
rio, a razo que tinham o Sr. conselneiro
Souza Franco e o Sr. conselhero Paranhos
e mais senadores que no mesmo sentido
failaram.
As rpflexes daquelles nobres senadores
foram plenamente justificadas pelo nobre
ministro actual, que assim desceve a lisca-
lisago havia al o da 3 de agosto, pagina
13 do relatorio deste anno :
O servigo econmico da esquadra apre-
sentava inconvenientes e defeitos que cada
da se [11.1111 tornando mais palpaveis. A
experiencia os apontava ; era urgente o cor-
rectivo,
O comraandante em ebefe, incumbido
pela legislaglo vigente, assim da direcgo
mili! r cono da admiiiislrago de fazenda,
era obrigado a partilbar a sua attengo en-
tre os importantissimos cuidados da guerra
e a solugo de questes administrativas,
tanto .mais complicadas^ qaanto mais se
afasiava a esquadra dos/ceiros em que taes
negocios tinham Dahi a indi?cl navel necessidade de de-
legar em subordinados seus e agentes sem
competencia nem responsabilidade legal o
desempeobo de deveres que lbe era natu-
ralmenteJajpossivel cumprir.
3a urgencia do momento quer para
ob'rf os fundos necessanos salisfago das
'uespezas d > material, quer para consegrar
os aprovisinamelos indispensaveis aos na-
vios da forga naval sob seo commando, re-
corra indistinctamente j ao oficial seo
delegado era Buenos-Ayres, j as autorida-
des consulares, e aos residentes diplomti-
cos do Imperio naquella capital e na de
Montevideo.
< Era taes circumstancias nao era impos-
sivel que avalladas sommas se despendes-
sera sera que ao seu eraprego presidissem
a e onomia e fiscalisago qne fra para de-
sejar (exactamente o que se dizia no senado')
nao porquefaltassezelo.. .
t A consequeocia necessaria de semetban-
te systema foi atrazar-se a escrptoraglo de
nodo que era ootubro do anno passado ape-
as se tinba conhecimento no ministerio a
meu cargo da despeza da esquadra realisada
no Rio da Prata at jonh) de 1865 (ea dis-
cusso do senado f em ju ho de 1866),-
despeza que postoriormeote reeoobeceose
montar somonte no 1 semestre do ejercicio
de 1865 a 1866 e 00 addicional fie 1864 a
1865, ae crescido a garismo de......
3,827:3684212. J
t Ainda mais, na com pela ignorancia ua
situago econmica das, forc4 em opera-
gs.... mapodia o ministerio da marinha
tomar providencias, ele. etc.
c.....tornou-se fcil ao governo regu-
larisar a remessa de fundos, abandonando o
systema anteriormente segoido de suoprir
de numerario a pagadoria da esqaadra por
mera de contratos com as casas bancarias ou
saques sobre o thesouro nacional negociados
as pragas do Ro da Prata, as mais da ve-
zes sob coodigdes ooerosissimas, impostaa
pelos capitalistas a que se recorra no mo-
mento de necessidade, e que aproveitando se
dessa circunstancia, tiravam dahi vantagem
pa a elevar as suas exigencias. Foi assim
qoe muitos saques se tomaram ao cambio
de 360, 3'd05Od e al 37)5500 por onca de
ouro I
Isto basta para mostrar qoe as despezas
nao foram devidamente riscalisa Jas; o
nobre ministro quena o diz.
{Coutt**ar uk*.)
\
<
soavel que 'se conceda' para reparago dos maneira por que o eniendcu o seu executor *es, no tempo de Sr. Exc. rnesrao, nlo seja' o nosso mioistro plenipotenciario, os" agen-1 \^YP. do diario-rua pas CRHS 4a.
' MUTILADO


Full Text
xml version 1.0 encoding UTF-8
REPORT xmlns http:www.fcla.edudlsmddaitss xmlns:xsi http:www.w3.org2001XMLSchema-instance xsi:schemaLocation http:www.fcla.edudlsmddaitssdaitssReport.xsd
INGEST IEID E5E11NJKV_QF9DFZ INGEST_TIME 2013-09-05T02:14:24Z PACKAGE AA00011611_11393
AGREEMENT_INFO ACCOUNT UF PROJECT UFDC
FILES