Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:11390


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Full Text
I
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ANNO XLIII. NUMERO 33.
P.1H l. A CU-iriO B L.I U VUE OX0E 8 NAO PAOA P0MB.
Por,tras mies liivittias,,.
Por seis di Jos iiem.. .1
Por uj aaao ideo.. .f j
fiada ouaero falso .] ...
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ib t^MiafO aV 0
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124000
244000
320

* QUINTA FEIRA 10 DE OUTUBRO DE 1867.
PABA UE.\TUO E FOBA DA PBOVIXCIA.
Por tres brn adianUdos.. .[.-..,. ,. r. {
Por seis ditos idea. l................,. ..
Por doto ditos idea.......................
Por hbj anno idea.. m .. ...... .. .. ,. .. .. ..
.. a. .. ..
.. .. .. ..
4*1500
201290
274000
1A ^
^


-

\88Q<&it4\9i am ipmaDmiKBD ed ioiaiPV]>iitiD idi m&nuia MWjjia'A m jama muros, cus ipaDiparjMiDs.
iENCARREGADOS DA SUBSCRIPQAO.
Parahyba, o Sr. Antonio Alejandrino de Lima;
Natal, o Sr. Antonio Marques da Silva ;Aracaty,
o Sr. A. de Lemos Braga; Cear, o Sr. Joaqun)
os de liveira ; Para, os Srs. Gerardo Antonio
Alves & Filhos ; Amazonas, o Sr. Jeronymo da
Costa; Alagoas.o Sr. Franrioo lavares da Costa;
Rabia, o Sr. Jos Martina Alves; Rio de Janeiro,
o Sr.Jos iibairo Gasparinho.
partida dos ^tapetas.
Olinda, Cabo, Escada e estafes da va forrea at
Agua Preta, todos os das.
Ignarass e Goyaana as segundas e sextas Cairas.
Santo Auio, Gravan, Bezerros, Bonito, Caraar,
Altmbo, Garanhuos, Buique, S. Bento, Bom Con-
seibo, Aguas Bellas e Tacaratii, aas tergas-fe/ras.
Pao d'Albo, iVazaretb, Limoeiro, Breio, Pesqueira,
lagazeira, Flores, Villa Bella, Cabrob, Boa-Vis-
ta, Ourieury,Salgoeiro e Ez, as guara feiras
iSerinhaem, Rio Pormos>, Tamaodar, Una, Bar-I Priora vara do civel: lergas e sextas ao meto
, reiro*, Agtia Preta e Pimenteiras, as quintas! da.
/airas. Segunda vara do civel : qnartas e sabbades a
1 acra da tarde.
AUDIENCIAS DOS TRI ttJNAES DA CAPITAL.
Tribunal do commereio : segundas e quintas
Relacio Torgas e sbados s 10 oras.
Pateada : $i''ntas s 10 boras.
/alzo do coatnercio : secadas as (1 horas.
Dito de orpbos i lercts e sextas s 10 boras.
EPHEMERIDES DO MEZ DE OUTUBRO.
JJ Qnarto cresc. as 3 b. e 25 ra. da t.
13 La ebeia as 10 h. e 32 m. da m.
21 Quarto ming. aos 17 m. da m.
27 La nova as 10 b. e It m. da m.
DAS DA SEMANA.
7 Segunda. S. Marcos p., S. Angosto presb.
8 Tnrca. S?. Demetrio e Nstor aun.
9 Quarta. S. DioDysio b. m., S. Luu Beltrao.
10 Quinta. Ss. Eulampio e Eulampia irs. mm.
ir^xTir^Nrt^cd^rr-ffiTr^Siaairi^ .
12 Sabbado. Ss. Friscillano e Domnioa rain.
13 Domingo. S. Hugolino ra., S. Samuel.
PREAMAR DE HOJE.
Prlmeira as 0 boras e 00 m. da larda.
Segunda as 0 boras o 84 mnales da manbaa.
PARTIDA DOS VALORES COsTEIROS.
Para o sal at a iaeos a 14 30; para o non
at a Granja a 15 e 30 de cada mez; para Far-
- -jando nos das 14 -.tos pjzes Janeiro, marco, i
julno, seticnr -ovemboV """'
EXTERIOR.
FABRICO DO ASSUGAR CONCRETO.
(Coociusao.)
RNSAIO DO CONCRETOR EM MAM "HESTER.
Tivemos occasioa'assistir ao ensaiod'uma
descoberta que mudar, segundo as espe-
rarlas, todos os metbodos antig s de traba-
4ho era referencia ao fabrico d'assucar.
At hoje as perdas inherentes a este pro-
cesso tem sido eonsideraveis, devidas' de-
feitos de que estavam ingados, que, em al-
guns exemplos, atiiogiram a cifra de 31 por
cerno. Os systemas at esta data explora-
meogo, atravessa-o completndote. As
pootas do citado cylindro esto providas de
pecas annullares de modo que possam con-
ter liquido na proporgo de 4 ou de 5 pol-
iegadas de profundidade. O cylindro de
extremo extremo cheio de urna serie de
canudinhos em espiral, de ferro fundido, ar-
ranjados de maaeira que quando fazem-no
voltar espalha-se o liquido sobre toda sua su-
perficie, e assim expe grande rea acgo
seccante de ar quenta. Urna pequea bom-
ba levanta dos tarros o cal lo da canoa j
compacto e langa-o sobre ocylmdro na poa-
ta que mais distante tica do ingresso do ca-
lor, e quanlo o caldo entilo convertido em
xarope passa sobre o mesmo cylindro aug-
dos tem sido dous: o primeiro despendioso *"i'c v** 8W"! u ,ucs,"u ftu''""?-
para urna planta, de certo, mui rica de sua!men^ coro exactido em densidade aloque
Eatureza, mas que SO pode ser utilizada i P('r fim ^ n'uma consistencia de massa,
n'uma terca parte do anuo; o segundo-o ? erando solidificare em UMMOrifr.
antiKo-, que teuifuncciooado desde remo-!9hcombusllvel ProPno PJ T?h !.
tos lempos, e que pode ser descripto como :e b3^- V*m sua .nalteravet I bareia
simplescocentracod.caldoemvasos aber- wjierfa o caldo em iodo o tarro n um es-
simples concentrado
tos causando enorme damno ao produito,
quer na composico, q-ier na cor. O desi-
dertum era. portanto, um instrumento, que
fosse menos caro que o.primeiro, e muito
mais eflkaz que o segundo : que oo estra-
gaste a materia cbimica do assucar, nem Ibe (
tado de uniforme ebullicSo.
O concentrador nao apparelbo caro, por
que ao passo que produz um resultado que
naia deixa a desejar n5o exige bombas para
vacuo, e para agua nem caldeira de vapor.
O pequeo mecbanismo, que agita o abano,
damnificase a cor. O Sr. Fryer, (la tirmi
Fryer, Bensen 4 Forster, de Mancbester),
cujas indagaces n'esto ramo occuparam
inmenso lempo, obteve privilegio para urna
iovencjio, que parece cer alcanjado o m
que se desejava Este in-trumento chama-
se concentrador; t3o eogenhoso, pjsto
que simples em sua construcQo, que est
habilitado a funccionar sem nem um dos ris-
cos inherentes do uso de machinismos com-
plicadissimos.
Para por em practica as suas vistas, e ad-
mittir t'idos os meios d'utilisar o invento, os
Srs. Fryer 4 C. compraram vastas proprie-
faz gyrar o cyli idro e mover a bomba ; f-
cilmente supprido de vapor por um tubo de
3|i de pollegadas que vem dt machina que
propelle a moenda do engenbo. E' simples
em construcco. e nao est sujeito desar-
ranjos. Nao tem junta, de vapor, ou de va-
cuo ; um ferreiro basta para qualquer con-
cert de que se precise; quebrando-se qual-
quer tarro pode ser substituido no espaco
de nma hora.
E' especialmente notave o que se paupa
em combustivel. O calor superabundante
das fornalbas assim aproveitadosuppre quau-
to se ha mister para con verter o suco da can
dades as Antihas, na ilba de Antigua, as na en?,erel.; e ocalortoperfeitamen-
quaes o mencionado appar.lho estar, deo-,te subtrah.do do fumoe commun.cado ao ar
tm om nnm fnn^inninriA H frma n.iA <\m o thermometro coilocado na chemine
tro em pouco, funccionando de forma que
a questao ba d'estar tambera brevemente es-
clarecida ; conbecer-se-ha se elie pode ser-
vir satisfactoriamente ao objecto que se tem
em vista, e, sobretudo, se dar lucro. Tol
raras vezes marca 350, e a ventilac5o que
a evaporago produz transmittida peloarquen-
te e sec o sobre a superficie humid 15o
nolave que o xarope perto da passagem por
grande o interesse que esta descoberta est i ba'xo do cylindro nao aquece mais que 120*.
suscitando que quando o citado cavalueroFar1enneit- E' de certo molo, difficil na
esteve em Antigua foi convidado para dar concluso do processo elevar o concreto
urna conferencia sobre.prepararesSUChari-'temPeratara "PP^imattva de 20 que a
as concreto, e a essa preleccao assistiram experiencia mostra ser a melhor. S5o suf-
ao governador. o bispo e mais funccionarios i Bcienles duas pessoas para cuidar do frabico;
pblicos. E' de nossa conviccaotambera que!0 rapainuo que dirige o curso do caldo e
D'algoos paizes que produzera assucar espe- um hroem. para todo o mais servico. Nao
ram seus agricultores saber do resultado dessa e lrec,so empregar para sso mestre ou pes-
experiencia para adoptarem o moderno ma--s?a 1a( Ja leoha lld? Pralica do cosimento
ch.nismo. O Sr. Fryer nao tenciooa permiltir de assucar qualquer e capaz para cuidar de
a consiruciao dus seus concentradores sem todo-
que d'.inteoiao tenha inteiramenie verifica- Em caso de descuido que deixe queimar
do o principio da citada descoberta em seus o caldo nos tarros, o damno causado peque-
proprios eogenhos. Deliberouse a convidar no sena e qualquer suprimento pona tudo
os agricultores, refinadores, e outras pessoas, ou||a vez em ordem.
interessadas na materia que por simesmas| E3le'e Pateilte ao mais minucioso exame
exammassem as vantagens da su un'enco, e; concentrador durante o lempo em que
quarla-feira ultima urna numerosa e escolbi- tanccionou, e todas as pessoas pres ntes mi-
da reunio leve lugar na refioaco de assu- "'"e^ram completa satisfaQSo apenas virara
car na ra de Chesier na cidade de Manches-' qid a quanlidade de galloes de caldo que
ter para assislir as experiencias (os segura-os tarrs recebiain em fluxo perenne sabia na
tes cavalheiros, entre outros, estiveram pre- oulra Ponta da machina como massa de per-
feotes. Aqu sdgue-se a lista dessas pes- I feil concreto na razo de 9oD libras por ho-
soas: membros do parlamento chimicos ne- !ra- caQindo compacto nos vasos preparados
gociantes, banqueiros, proprietarios de re- Para recebe-lo.
tinacoes, etc. Tendo bagaco por conbustivel, e estando
O sr.'Fryer passou a explicar o principio I l?da8 as Pai"ies do apparelbo bem providas
sobre o qual era o apparelno construido: fez Ide calor, poi-se calcular urna tarefa de meia
ver que repetidas experiencias haviam de-;10''?'3^3 PorQOra'
monatTdo que o caldo da canna sujeito ra- i. arPt concen rado a0 deis
pida abulligo nao perde sensivelmente a
cor nem o poder crystallisante, o caso es-
era que o processo rea!ise-se era brevissimo
foi logo reduzido gravidade especifica da
solucao primitiva, e tornou-se impossivel des-
tioguir um do outro. Dissolveu-se tambira
urna araoslra do concreto que se acabara de
faier, e aos olhos mais pralicos nao era fcil
descobrir differenga ni cor, eat varias pes-
soas opinavam que as soluces eram exacta-
mente idnticas. As provas anlarara de
lempo, e a densidaJe doc^ldono augmen-
te aim de 32 Baura. Qoanio elle attmge
essa espessura deve-se tornar a temperatu-
ra inferior ao ponto n; rmal de cosimento e
nao prolongar a dorac3o do calor.
O concentrauor a exacta applicacao de ina0 em ma0! assemelbavam-se um pouco
taes principios. Clarilica-se o caldo pelo ao cimento de Portland; perfeitamente
modo usual, mas sem addicgao de cal; dei- doce, sem gosto algum de queimado, e, a'ra-
xa-se que corra em perenne regato, cuida- da clue o processo rpidamente se effectuava
dosamente regulado sobre a parte do con-1 n3se sentia cheiro algum de caramella, que
cenlrador chamada a dos tarros. Estes sam pecaliar s casas de caldeira. Notoa-se
vasos de ferro fundido rectangulares e rasos, mais que o gosto agro que tinba o assucar de
endo cada um crea de urna e meia jardas betarraba, com caja calda se estava prepa-
de comprimento, e 2 ditas de largura. Sao rando experimento tornara se menos per-
divididos na face interna por compartimen- cepiivel pelo processo.
tos, que alternadamente se estendem de um! Mostraram tambem o concreto feito com
lado quasi at outro. Contam se sete, todos caldo da canoa nos engenhos dosSrs. Fryer
successivamente reunidos por forma tal que Bsnaon & Forster na Jamaica, e acha-se que
p-;rmittara a expango e cootraeco.
tinba calor idntico ao do caldo primitivo.
Todos elles collocam-se em posico incli- A cor e alourada.
nada, e ficam sob apresso de intenso fogo O Sr. Fryer foi interpellado respeito do
de bgaco ou outro coobustivel qnalqoer cu- trabalbo da machina; nos compendiamos
ja cbamma passe por baixo de todo o seu todas essas interpellacoes na descriptffo que
prolongamento. O caldo entra nos tarros se vai 1er. Os Srs. M. Fie, de Liverpool e
na extrema parte ou fornalba at que ebega Steel, de Glasgow, deelararam que o con-
.ao ponto mais baixo rpidamente fervndo creto era verdaderamente a materia prima
durante esse periodo; de sorte que ao dei- que estavam mais empenhado3 em comprar,
xa-Ios sua densidade elevada, pouco mais visto como era a mais aptada s refina-
ou menos, de 10,a 28. A quantidade de coes, e consolidara valor completo no mer-
caldo nao excede em profundidade a meia cado pela porfa da competencia. O primei-
pollegada, e o processo da conceotraco com- ro manifestou desejo de que o Sr. Fryer ad-
pleta-se em curto espaco. Os productos de herisse ao convite das associaces de Lon-
combuso, tendo atravessado sob os tarros, dres, Glasgow, Liverpool e Antihas que lhe
gyram por grande numero de tubos de fer- pediam para proporcionar-lb.es urna confe-
ro fundido de 2 pollegadas em dimetro, e renciai 6 psde cumprimento vertical mente eolio- rem, que prefereria laze-lo, conbecido o re-
cados dentro de nm vaso circular, igualmen- saltado do ensato pratico, de que se estava
le de ferro fundido, sobre o qual est posta tratando em Aotigua. O Sr. Gadesden, pre-
a cbamio. Por meio de nm abano faz-se sitente da sociedade de refinadores de Lon-
circularuma corrente d'ar entre ditos tobos, dres acompanhou os precedentes oradores
e esse ar eleva-se urna temperatura su- declarando iguaes desejos.
perior a 30'J Fah forneceodo o calor neces-1 Concluidas as experiencias retiraram-se
ario concentrado pelo modo seguate:- para o hotel Clarence, onde estava prepa-
Ha om cylindro de cerca de 4 ps era da- rado um um sumptuoso banquete devido
metro, borisontalmente coilocado de tal gui-, delicadeza da casa Jryer B. Foster. Cou-
sa que a columna de calor, deque se fez be presidencia da mesa ao Sr. tiyer.
Dapois de removido o primeiro sanaco, e
satisfeitos os brindes djetiqueti o Sr. Par-
rar propoz a saude do presidente e amphi-
trio, que na fuella tarde nao so Ibes havia
dado esclarecimentos do valor a respeito de
assucar e concreto, perra igualmente os
convidara para partilha do seu prazer pelo
resultado dos trabaltus eraprehendidos;
elle, portanto, lhe desejava um xito com-
pleto.
O Sr. Fryer, agradecido s pessoas qne
se prestavam a examinr o trabalhodo seu
concentrador disse qne as indagaces veri-
ficadas naqtielle dia haviam ser-Ibes nimia-
meniepr^veitosas. Que elle e seus socios,
nao eram projectistas, massim agricultores
que se empenbavam por melhorar o pro-,
cesso e fabrico do assucar em proprio pro-.
veilo, e estavam resol*idos a nao vender
nem um dos seus conootradores sem que
fosse patente para com elles mesmos a elfi-
cencia de tal machinismo ; que nunca Uvera
em mente a preconisagi o da sua descober-
ta, respondeodo aos esdarecimentos que se*
lhe bavia pedido convidara a todos para que
o viessera ver, elle e seis associados esta-
vam compensados de suas fadigas pelo modo
porque seus esforcos haviam sido apreciados.
Que oaqaelle momento nao desejava fazer
prolixas observages, propunha que se cons-
tituisse uma commisso 3 que se algum dos
respectivos merabros dtsejasse mais algu-'
mas informiges quanK ao modo de utili-
sar o concentrador, prjsta-las-hia de bom
grado ; assim como pedio que nao fossem
parcos em criticas sobre alguns defeilos que
acaso descobrissen ; no era, todava de
sua intengio responder i todas asobjeegoes
apenas fossem apresentadas, mas sim re-
servava-se para o fim, e enlo tomara todas |
em coosi leragao additanio-lhes as propras
coosideragoes.
O Sr. Tail (de Glasgow) perganton qual
ea o valor relativo do assucar feito por este
systema em confrontagao com o do assucar
mascavado com mura.
O Sr. Palmer (do Natil) disse que havia
sido naqoella mesma tarde informado de
que um galn de caldo de canna prodazia
duas libras de assucar concreto : desejava
saber qual o valor que o Sr. Fryer, como
refinadorconsiderava te* esse producto. No
Natal o assucar mascav.ido regalava ama
libra por cada galo. Que se o concreto'
dava duas libras era questo importantissima
saber qual era o valor dessas duas libras
comparado com o daquella de que j se co
nhecia o resultado pecu iario.
O Sr. Red (de Liverpool) referindo-se
pergunta do anterior cavalheiro disse : que;
o assucar do Natal pagavi-se por 23 s. por |
quintal, porm que o do Sr. Fryer, segundo
a amostra que tinha visto naquelle mesmo I
dia valia 20 s. Em nferencia ao concen-!
trador (machinismo qao at ento deseo-,
nhecia) disse que duranlo 33 annos negocia-1
va com assucar e que estava satisfeito com o
novo systma porque pr ;enchia ama neces-
sidade ha muito te upo sentida ; que nao se
conbecia artigo que mais se ressentisse dos
effeitos do fogo do que o caldo da canna.
O objecto do processo do Sr. Fryer era !
reduzir o callo condiego quede mais
proveito fosse ao refina jor. O velho sys-
tema tem servido para destruir o assucar
em proporgo considera'el. Grande quao-1
tidade em lal processo convertia-se em ma-
teria incrysialisavel. O fim do refiaador
nesie paiz reconduzi-'o um estado que'
se assemelbe ao caldo da canna, nao podia,
porm, obter esse resultado porque o gene-'
ro havia sido realmente damnificado, quer
emer, quer em composigo por ser def
feituoso o fabrico. N5 hesitava, portanto,
em accrescentar que qu rado fosse introdu-
zido o concreto neste paiz seria extrema-
mente apreciado pelos refiaadores.
O Sr. Lee perguotou se com o concreto
seria possivel produzir os mesmos crystaes
que se fabricara em Bristol e era Glasgow ?
O Sr. Tait passou a explicar a differenga
entre o actual e o processo do mascavado
ordinario, o que se reduzia ao seguidle :
pelo concentrador era impossivel carbonisar
o assucar, pelo processo do mascavado or-
dinario, porm, era im oossivel deixar de o
queimar,
O Sr. Red pedio para explicar suas ante-
riores palavras: mencionava assucar con-
creto a 20 s. por quintil e assucar do Ni-'
tal por 23 s; para que nao fossem essas
assergoes causa de ama falsa apreciagao
julgando-sequeo concreto valesse de me-
nos 3 s. vinba lembrar jue dever-se-bia ter
em conta que o assucar do Natal somonte
produzia cada gaio atn;> libra ao passo qae
o concreto produzia duis.
O Sr. Hartbey(banqoeiro do Natal) disse
que nao usara da palavra, senlo fossem as,
observages feitasquanto ao valor relativo
das duas libras de concr ito, e ama de mas-
cavado do Natal.
Desejava saber se o S r. Fryer estava pre-
parado para afirmar positivamente que 2 *
lioras de concreto podi; m ser fetas apenas
de um so galo de caldo em certa porcan-,
tagem ou densidade : jae, [se assim era,
esse portesse obter 40 por cento de lucro'
sobre o caldo da canna, nao havia, nesse
caso, a menor duvida de que o concentrador
tornar-se-hia preferido g jralmente por todos.!
Era importante que se fizessem carrega-
mentos para ter-se idea disiincta este res-
peiio atim de serem cal miados osaliania-
meatos.
Um dos convidad s evantoa-se e disse
que naqaella raesma tarde havia j feito!
uma interpellaglo ao Sr. Fryer para saber
qual o peso de assucar que se obtinba de
certa quantidade de liquido e que obtivera
a segrate resposta : um galo de caldo d
duas libras de concreto.
O Dr. Angus Smiih disse que estava ad-
mirado de achir-se all aquella noite, mas
que Ibe nao fura possivel pnvar-se da sa-
tisfago de assistir a uma reunio to impor-
tante. Que nao poda dar mformags co-
mo as que dera o Sr. Fryer seria absurdo
pretender faze-lo, porm como succedera
ter sido por alguas annos o consultor chi-
mico do referido senhor era natural que
alguma cousa soubesse sobre a materia ; e
depois de outras observages em obsequio
ao citado cavalheiro emque fez jusiiga as
suas iavestigagoes accrescentando qm quao-
to era bom ou excedente ao Sr. Fryer se
devia, concluio assim : o resultado capital
a obter-se empregando o concentrador
a evaporago sem detrimento da parte crys-
talisivel de assucar. Se resultados idnti-
co provieremdos ensaios que se faz^m as
colonias como todos que aqu se praticaram
sou induzido a crer n'uma modanca im-
mensa, inevitavel. Se taes resultados nao
fr dado alcangar, ser de cert, uma de-
cepgo, e os mutos annos de esforgose
trabalbos do Sr. Fryer perder-se-ho. Se,
porm, esss resultados auferirem-se o Sr.
Fryer nao dever ser olhado apenas como
inventor; sera tilo pelo grande bemellor
de um ramo commercial. O proveito nao
ha de ser uaicamente para o fabricante ;
influir sobre a condiego social de grande
parte da raga humana. Que semelbantes
resultados occorreram cora brevidade nao
permittido esperar, mas de que tal ser
a tendencia gradual nao me resta a menor
duvida.
O Sr. Hendred (de Honduras) fez ver
que na calooia que representava tiveram os
agricultores noticias da Jamaica e do inte-
resse que a descoberta do Sr. Fryer estava
produzrado all, mas que todos aguarda vana-
se para ver o resultado da invengo antes
de adoptarem o trachinismo que precisavara.
Desejava cotntudo ser esclarecido sobre ura
pomo que lhe pareca obscuro.
Havia-se-lhes dito que o assucar masca-
vado reconvertia-se em caldo di canna, ou
em cousa semelhante para depois ser crys-
tasado. Tambem se lhe iiformra que o
concreto tinba mais afinidade com r mesmo
cal^b do que o assucar mascavado, e que,
todava, o concreto valia anda menos pelo
assucar mascavado ; como era sso pois ?
O Sr. Fryer respoodeu que pelo systema
antigo do caldo da canna se faz a assucar
mascavado e rael; o concreto valia mais
qae o mascavado e o mel; o mascavado
valia pouco mais ou menos o mesmo que o
concreto.
O Sr. Red julgava que um pouco mais,
porm sso era objecto de opiniao, deviara-
se lembrar que o resultado total do concreto
apurava quarenta por cento mais do que o
do assucar mascavado antigo.
O Sr, Reid explicou que no presente sys-
tema de assucar mascavado o caldo era re-
volvido em vasilbas abertas e frvido com
fogo debaixo das mesmas vasilbas, e que
grande quantidade transformavase em ma-
teria incrystalisavel, porm o concentrador
converteria a totalidaJe de caldo n'uma den-
sa forma chamada concreto que nenlium
ou pouco mel conta va.
O r. Grace Calvert disse que tinha sido
por muitos annos consultor chiraico d um
estabelecimenio de refinago, e durante
todo esse lempo adquirir conhecimentos
pralicos a respeito do assucar, e suas qua:
lidades constitutivas, e, portanto, podia in-
formar, de propria observagao, que uma
amo tra de concreto que havia examinado
nada perder no pr. cesso que o tinha pro-
dusido desde o caldo.
O Sr. D. Cbadwik disse que o banqaeiro
do Natal summamente ioteressado neste as-
sumpto, deslava saber alguma cousa acer-
ca da porcentagem o que equivala a per-
guntar qual o oenecio qae caberla saa
propriedade, isto qaanto cada 100 libras
esterlinas empregadas n'urr engenho de as-
socar valeriam 7 anoos depois, e se como
consumidor seria beneficiado pela raud nca?
Depois de mais algumas observag5es o Sr.
Liggins (de Antigua) accrescentou que enca-
rava as experiencias que all se estavam pra-
ticando com summo interesse, e allodindo
falta de xito que bavia lido em seus pro-
prios esforgos para proparar concreto, sau-
dava os que observava com prazer. Estava
encantado da simplicidade do machinismo
que era to fcil que o preto imis inexpe-
riente pode maneja-lo.
O Sr. Cowper (de Glasgow) quiz saber a
'fferenca no valor de varias amostras do
\creto.
O Sr. Bians falloa do inconveniente que
resultava de baver bombas em machinas, e
as diffiouidades em s fazer trabalnar.
O Sr. Mliot (de Nottiogham) fez algumas
outras observages sobre o machinismo.
O Sr. Fryer passou a responder- todas
as perguntas que Ibe haviam sido feitas.
Disse que julgava ter o Sr. Reid satisfeito
primeira indagaco. Alludindo a do Sr. Pal-
mez sobre o valor do concreto observava qae
esse valor eslava em exacta proporgo com o
do caldo da caonae que naturalmente variava
como outra qualquer mercadoria. O termo
medio do valor do concreto preparado na
Jamaica, onde a canna era de boa qualidade
parecia-lhe ter regalado por 22 s. t d., su-
jeito direitos. Quanlo oergunta do Sr.
Hartley se duas libras de concreto podiam
resaltar de um gallo de caldo, dependera
isso, como se sabia, em grande parte da
qualidade do mesmo caldo, mas como o con-
creto variava segundo o caldo, dra e lo por
essa caasa o resultado medio de suas expe-
riencias ; tioha-se esforcado para nao ullra-
passar aquelle padrao, e nao tinha de que
arrender-se. Em resposta s observages e
pergunta do Sr. Chadwick de qaanto as suas
loo ss. valeriam daqui a sete annos, julga-
va que ninguem melbor que aquelle mesmo
cavalheiro poderia satisfazer a essa pergunta.
Relativamente a saber-se se os consumido-
res seriara beneficiados pela adopgo do con-
centrador, responda que esses, sendo ao
mesmo tempo agricultores, bavam, sera du-
vida alguma, auferir muitas vantagens.
Fallou depois com vehemencia sobre a
necessidade de se acabar com os direitos so-
bre o assucar, o qae em seu parecer tor-
nar-se-bia beneficio mais directo ao consu-
midor do que a annullaga) das do fu no e
da cevada preparada. Quaut) a> valor do
tributo langido sobre o concreto fazia ver
que coatendo este todo o mel e ses do cal-
do da canna, seria provavelmente de 8.s.
2 d.; elle, comtudo, desejava que fosse de
12 s. lo d., visto como o refinador pagara
sempre em proporgo. Quaato ao que ob-
jectra o Sr. Binn relativamente s bombas
parecia-lhe nao ser assumpto que valesse a
pena. Oelias usara em seus engenho> e nao
demandavam pericia alguraa em seu servigo,
porquanto qualquer Coole servia para isso.
Entrou mais em detaihes sobre o estrago
do fabrico produido pelos processos tropi-
ces. Dizia-se que se o cultivador fosse ao
mesmo lempo refinador economisaria o lu-
cro desie em favor do consumidor, o pou-
co que isso importava muitas das pessoas.
que alli estavam, sabiam-no perfeitamente.
Jamis o cultivador sobrecarregar-se-hia do''
trabalbo do refinador sem ter em todo ca>o
o lucro deste, alm de que a experieocia era
inteiramenie contraria concentracao das
industrias, um, por exeraplo, plantava o al-
godo, outro comprava-o, o terceiro embar-
cava-o, o quarto fiava, o quinto lecia, o sexto
alvejava-o, o stimo tingia-o, e finalmente o
oitavo vendia-o. O objecto que a sua Grma!
procurava, era tirar um plantador os en-
cargos de refioado*-, encargos que tinha de
supportarem coodiges desvantajosas, o li-
bertar outro dos processos danmificadores
e ruinosos que continuava a adoptar ; dar
ambos um apparelbo e mostrar-lhes o syste-
ma de trataaaeuto pelo qual o caldo da canna
poda, com grande rapidez, ser convenido
em materia prima perfeita, de maneira que
lauto pela quantidade como pela qualidade
cada um delles realisasse por sua safra mui-
to mais do que actualmente acontece. Se-
guodo lei Dera couieiaba de economa pol-
tica sabia-se que se nos pontos productores
a materia prima se lograva mais barato, e '
arrefinago era praciic.da onde o servigo nao
fosse caro e mais prxima ella eslivesse do-
consumidor, nao poderia haver o receio da
competencia. Leu depois a seguate com-
municago ;
Estou habituado com o exame do assu-
car por ter feilo innmeras analyses de subs-'
tancias sucharinas. Tenho tambem exami-
nado mudas amostras do concreto prepara ;
do em Inglaterra com assucar deloido de !
varias qualidades ,desde os fiaos da llavana
e os de Beterraba at xaropes ordinarios;
com os das Maurcias e Babia, e posso cer-1
tlicar que se algum damno provera com-;
posigo do uso do concentrador q em pro-
porgo imperceptivel, e :o alcanga, de certo,
a l|i por cetito.
Posso tambem atiesar que nenhura dam-,
no se conbece quanto a cor do assucar alm
do que devido s partculas impuras que
Quctoam na atbmosphera de Mancbester e se |
depositam sobre o lquido que se est con-
centrando. Tambem examinei as analyses
de concreto e caldo de canna fetas pelo Sr.
Fryer em Autgua, e julgo-as baeadas so-
bre correctos principios; analyzei igualmen-
te o proprio concreto preparado por elle do
caldo de canna e acbei que minhas indaga-
ges estavam em perfeito accordo com as do
mencionado senhor.(Assignado) Guilher-
me Graham Hall.
O Sr. Fryer continua assim :
Por meus socios e por mim mesmo cum-
pre-me agradecer-vos a honra que hoje nos
nzestes. Temos o mais vivo empenbo em
que a nova invengo que viestes ver funccio-
nar seja submettida ao mais minucioso exa-
me, por quanto nosso objecto presentemen-1
te nao aaferir os proventos do previlegio \
pela venda de cencentradores, porm faze-
IOS nos mesmos trabalhar em nossos enge-
nhos ; e se preparamos alguns centos de to-
nelladas de concreto poderemos prestar ser-1
vico melhor do que mera opinio sobre o
resultado financeiro, mechanico e chimico
da descoberta. Despendemos mui larga,
somma para aperfeigoar este apparelho, e i
desejando verificar se um triumpbo, se j
uma decepgo jalgamo-nos felizes por ter |
podido reuoir a nossa experiencia, adquir-,
da as Anilinas e Europa, vossas refle-!
xes criticas de hoje, pois nao muito fre
queate ver congregados, de uma so vez, re
presentantes de to consideravel riqueza,
quer em propriedades ruraes, quer eai esta-
belecimentos de refinago: uns com o intuito
de manifestar o que com maior empenbo
desejam produzir para vender, outros com
o de declarar o que prefereriam comprar.
Afina de saber se o que procuram todos al-1
cangar por meio do concentrador vale oa
nao vale a pena, lancemos por momentos
ama vista d'olbos para os methodos adir
do fabrico de assucar nos paizes dos ^
eos. Do seguate modo podem ser crlp.
los: o primeiro o systema can t segun-
do o mo systema. Tive o<* M de exa-
minar, nao ha muitos mezes, eom interesse
os mais bellos especimens, qoe o mando
pode exhibir quanlo aquelle. O machinis-
mo n'um engenho somente costara 6o,ooo
libras, ou 5>:31oj ao cambio de 27 d.
por !;>, e a quantidade da assuc r ar.nual-
meute fabricado, anda qoe ea < rce em re-
lago um s engenho, seria para qualquer
de nossa < grandes refinages apenas tarifa
de algumas semanas. Appareihos de va-
cuo, filtros de cario com lodos esses ac-
cessorios com que trabaloam os refinadores,
custaram. poaos em Cuba, pareceu mais, ou
menos o duplo da guillo que casi inam mon-
tados em Liverpool. As safras variara raui-
io em pr.iducgo, e se a machina nao iker
proporges para colher ma grande safra,
no campo; se o machinisaao, porm, de
forg sufficieate para tirar uma safn abun-
dante cu.-tar extremamente aais do que
aqu lio que se precisa para as colbeilas re-
gulares ; nesta Dypoihese o refinador de In-
glaterra, que pode fazer funccionar as suas
machinas regularmente, est de melhor con-
diego. O capital embregado m.it i maior ;
o casto dos cuocertos e do trabalbo scienli-
fico mui complicado ; alm de tudo isso o
apparelho ioglez ttabalha todo o aono, ao
passo que o de Cuba nicamente por poneos
mezes. Nao porlanto, de admirar qae o
prego do assucar fino de llavaoa sja em
comparago muito mais elevado, do que o
que produzera as renagjs de Mancbester.
At hoje os agricultores teem estado cir-
cunscriptos s ponas de umdilemma ;sop-
portar o cu-to do processo caro, ou entao
soffrer os effeitos da perda e damni(cacao
do mo processo. A primitiva historia des-
te ult'mo perde-se na antiguidade. Em re-
motas pocas faziase ferver, o caldo da can-
na em pequeo vaso de cobre, isso succedeu
antes da invengo do ferro fuodido ; depois
como se vio que a cbamma do bagaco secco
era sulliciente para operar debaix de diffe-
renies vasos, poz-se cerlo nomero em filein,
anal como se conhecesse que mais tarefa
poder-se-bia fazer cora os grandes do que
com os pequeos foram aquelles adoptados,
se bem que o damoo para com o assucar
produzdo pelo augmento do que esses vasos
contem seja extraordioario. 0| caldo da
canna durante a conceotraco deve estar so-
jeito ao metior calor e lempo que for possi-
vel. Mo grado este preceito, ca exposto
n'um vaso que matemticamente a mxima
quantidade com o minimo da superficie
quente, para que possa produzir a porgo
dada de co xentrago, Tem que permane-
cer em calor intenso pelo maxirro do tem-
po. Nao admira, pois, qoe esse composto
instavelo caldo da cannasoffra. Tem-se
julgado que o assucar existeote na canoa
tudo crystaliisavel. O resultado de innme-
ras analyse convence-me de que a fructose
nuDca ou poticas vezes deixa de existir.
N'um caso somente de 1 a 3 ojo do assucar
era fructose, em moiWv'KKfj6 .e 2 a 3.
Chegou a encontrar 13. i ojo quando as
cannas haviam sido cortadas de poneos dias,
e 7 era algumas recentcmente colnida?, po-
rm o resultado medio de muitas experien-
cias mostra o composto das cannas ser na
Jamaica em margo e abril de 1865 :
Sucrosa 19 o,o.
Fructese l o|o.
Saesaquesos 8 o,o.
Desta forma 6 por cento do assucar exis-
tente e de natureza crystasavel. Tambem
deve-se ter em lembranga para fins pratiu*
que uma libra de fructose priva peso nal
de suerosa de crystalisago de modo que 18
por cento e nao 19 seria a quantidade total
Ce poro assucar branco qae o consumidor
obteria se todo o sueco podesse ser extrahi-
do. Fiz analyses do caldo ao passar pelas
diversas taxas; uma vez era que era infe-
rior acbei de assucar existente na gr-inde
taxa lo 7 por cento de (rucise.
Segunda dita 15 por cento fructose.
Terceira 22 1 por cento froe tose, e como
para fins pralicos devemos duplicar estes
algarismos, achamos que 22 7 por cento de
fructose agmeoira para 45 4, o damno, por
tanto, era causado composigo somente,
sem referencia cor, na razo de 24 por
cento. Quando o caldo se damnifica a perda
mais consideravel o termo medio parece
ser em assucar existente no sueco da canna
5 por cento de fructose no qae as caldei-
ras contem 15, mostrando-a de graduac2o
de lo, ou uma perda pralica de 2o por
cento.
Toda a temperatura cima de 14o v. Fab-
renheit decompoem o assu :ar em proporgo
ao tempo. dorante o qual esse producto Ibe
est sujeito; em elevada temperatura o
damno moi rpido : a 225 FabrenheH
cada minlo de exposigo produz sensive
deterioramento, e a sim mesmo acbei qa#
o grao de calor Das taxas era o se<" #e:
Grande taxa 2to Fah.
Segunda 212 Fah.
Terceira 25 Fah.
Em prova 233 Fah
Pelo mo syster jdaz-se assucar h-
mido e frouxo ..aancia de mel escaro :
a baraleza r1 arelbo e de tal processo
, consP mente, bem pequea coa-
pensar' j Vjsu do estrato causado ao
PJ&
,es dest'arte que extenso campo se
,cortina ao melboramento, e dentro em
poucos mezes verificado estar se o concen-
trador, de que parecis ter lio elevada idea),
ou nao de vntagem n^ra todos, qmr se-
, jam agricultores, qtVer refir-adow- Se maj^
i lograr-se no s'j- para \s, ao. *# dt


c
i
IBM


*
tari e Pcrnanbaes patata letra O de Outubro de 1867.


prejuizo, se Uver xito eViz psrtffiMrtiy,
porm, dn beneficio
Depoi9 de raais alguma conversado o p_e-
sidente deixnu a cadeira, e retiraram-se to-
dos mui calitfeitos com o ensaio daquelle
dia.
O Sr. Gadesden, que pede assistir. ao
jantar dado no hotel Glareoce depols de-sea;
regresso a L ndres.
PERNAMBUCO
REVISTA DIARIA
Sob proposu do Sr. Dr. ehefa de polica, (ai crea-
do pela presidencia da provincia ora districto de
subd-legaei, que se denominara de ierema, no
termo do Brujo, tendo os limites do dlstrtcto do paz
da raes m a deoominago.
Aeham-se recolhldos a prisSo o capilao Igna-
cio Pinto dos Santos Sazes e urna escolta de goardas
nacionaes do 2 batalbio de infamara, por torem
deizado evdlr-se, em vtsgem de Baiqoe para esta
capital, os criminosos Juo Teixeira de Leaos e
Joaqaim Jos Pereira, aqoefle condemnado a SO
anoos de pn;o com trabilho, e este gales per-
_^s De, lurT Bocerraram-se no da 6 do correte os traba-
Ibos da sociedade Instituto Acadmico, orando
essa uccaiio os Sr*. A. Alvas Affjoso, Santa He-
lena, Luna, V. Magro, Moncorvo, Pinbo, Bilhar,
Demoslbeues e Resende.
Era seguida bnuve uro. peqaeno copo d'agaa, no
.ual se ergueram diversos brindes, sendo os lti-
mos armada e esercito braslleiro, e a 88.
MM II.
Algaos inconvenientes obrigaram a transferir
a esta do Sennor Santo Consto dos Milagres, qoe
se venera na igr-ja do Divino Espirito-Santo, para
o dia que (dr aununciado.
Da Agua-Preta nos enviam a seguate pro-
Padro unha por cosame embriagar-se, Paulo
ofJjreceoibe ama garrafa de agurdente par* be-
ber de uro jacto; Pedro aceelta a oferta*, mas tenue
Bebido oiea garrafa nao quiz continuar; Pauu
ameacon forca lo beber o re-to, tiste se ter com-
pro- etlido a beber toda a garrafa; Pedro, qoe era
temido, b-be o resto, e por tal forma embriaga se.
ne no bra de ir lias morreu. Pergunta-se aos
eat-nJioo" oa nutria; em que artigo do nusso
odigo peoai se deve ctpitolar este faetu"
_ 0 peridico El Espinel publica os segrales
docomeni-a, ci.jjs origmaes eitstem as povoagas
abano desigualas: .
t Ct.luiuua expedici inaria do exordio irae-
ral.Apenas receber este officio sirva se V. averi-
uar para que pon, se dirigirn) e me parara as
orgas de guardas civis eearahioeirus que sairaru
bontem des povoaco; assim como as ordens, em
virtud das qnaes marcbaram, e Bm do movanme,
devendo V.o>mmtinicar-me i. mbem as instrurgocS
que recebeu do chefe.
t V mandara lecolher e ter a disposigaodo ene-
fe da columna citada t. das as armas de logo de
fualquer classe e calibre, assira cumo todas as mu-
nigSes de guerra qoe existan no oislriclo da sua
Jorisdic". uimpre tambera qoe adopte as proci-
dencias oecssaaas para que os individuos de re-
serva de ambas as classes, sorteados s nao sortea-
dos, esiajam proniplos para se encorporarem na
referida coinrooa. Srvase V. offlciar ao chefe da
columna, dnio-lbe parte de quaesquer noltetasi
qoe ebegoem ao seu conbecimento acerca de su (
blevagu geral que deve realisar-se na nos-a palria, |
com o flm de modiflcar o estado de cousas existen j
tes. Na iHelligencla de que a mnima oruisso no
eumpnmeuio o qoe deixo dito ser punida com
tod i o rigor, a.-sim como serio premiados o lelo e ,
bom servico que V., como todas as aat"ridade, lale \
districto, pre>ttm ao ejercito da liberdade que
lem por mio regenerar este paii.
DeUsguaide aV por mullos annns. Hisp
tal, 20 de agosto de 1867. Viva a llberdade I Viva
a seberawa naciooal 1 M ordem do chefe superior, o chefe da vanguarda,
Caytt-ao Gome?.Ao al:ade de Benasque e eu
districto.
< Capliania g-neral de Aragao.Exercilo libe-
ral.N. 3.- Quando V. receber este. fflcio entre-
garaao oitai.or o cavilo qoelha pertence, abm d*
fijar ao s-rico de nm dos (-fB'-iaes do meu estado
o-aior. Nao aaedo comprimento a esta minba
ordem, no prasu de duas horas em que deve voltar
o portadi r. s>-ra V. passado pelas armas.
c Deu guarde a V. por monos annos. Villana,
19 de ?g bki de IS67.-Lis Pierrad.Ao Sr. alcai-
de con.iii.i'ii 0:11 oe Caufianc.
t Cajti'abia general do AragSo.Exercilo libe-
ral.N. 4.Apenas receber .t- iffleiu eutregara
V. ao poitador a quautia l:0UO escudos para as
despea- da columna do meo commando. Nao
cumpnodo esta ordem do praso de doas borts, em
que deve voliar o portador, sera V. passadu pelas
armas.
c Dos guarde V. por rouitos annos. Villana,
19 de agosto oe 1867.Blas Pierrad.-Ao Sr. D.
Fidel L-|i'ti,i.Caufranc.
t Ca, itmia geuerai do Aragao.Exercilo lber
tador Ap'Oa-; receber tsie ifflcio d as suas or-
dos iii ediMas, para que s poblique um haudo
faiendo cuosiar a' popuiacao qu-", no iropiorigivel
prazo d- >4hoi, deveoj ser entregues a V. todas as
armas de lugo que estejm em poder dos particu-
lares. Kspero que V. proceda com lelo, aBra de
que, n'um curto praio, todas a* armas estejam em
sea poder, dando assim os habitantes orna nova
prova oe pairlutismo cacional. Igualmente se ser-
vira' V. dar a puDIicidade possivel as pruclama-
(5es, que Beba cata dnige .,._ povo e ai exercilo o
jeueoi em ibefe D. Joao Prlm.
t Deo- guarde a V. por mnitos annos. Can-
fraoc, 17 de agosto de I8b7.Blas Pierrad.Ao
alcalde cousiiiucionai de Caufranc.
No fim do commnoicado do Sr. conselheiro J >s
Beoto, mUiano de bontem, em lugar deafirma
Uva oper'Ua pelo Sr. marquez, 'a-seapoiada pelo
Sr. marqo-r.......
Kepartico da polica : Extracto da par-
te do oa 9 oe outubro de l8o7.
Poram lecolbidos a' casa de deiencio no dia 8
do correte:
A' ordem do Dr. delegado da capital, Mara, es-
erava de Mara Amelia de Gusmo, para corree-
cao.
A' ordem dt subdelegarlo de Santo Antonio,
Lu*, escravo de JMiuim Franciscj da Silva Aie-
vedo, a requerimento deste.
O ebefe da J" seceo,
J. G. de Mesquiia.
Passageirjs vindos do Kio Formoso no vapor
Paruli yba :
Domingos Castro Go;H>ares e 4 escravos, Flix
Pacheco oe Menees, vigario Antonio Marques de
Castilho, Aiit- nm de S>' Braga e 1 menor, J s de
Sooza Bailen o-, Joaqun) da Silva Mattios, M noel
Antonio BWu* Jnior, Jns Machado Estrella,
Claudiuo Manera Presloo, Luir, escravo do viga rio
Castilho Manuel Laorentino da Silva e Joaquim
Ftrreira Lius.
Passagnro8 vindos do Rio Grande do Sol na
barca bmmmm Horma : '
2 esir v.. a enirvgar.
Cemiterio publico. Obiloario do dia 4 de
outobru.
Jos Juaquim de Sant'Anna, Pernamboco, 68 an-
nos, ra>a0t, H.cife; meme.
J laquiin oa Costa Brandao, Portugal, 37 annos,
casado, Recite ; hepatu.
JoS Jos de Aiaoio. Parnambnco, 55 annos, sol-
teiro, Boa i>ia ; varioUs.
Maria, Pernamboco, 34 annos, solteira, B>a-vis
U ; tube'calos pulmonares.
v Olyropia, Pernamboco, 4 annos, S. Jos: va-
l'plas.
Hara, Peroambaeo, 9 annos, escrava, Boa vista;
nepaW.e ebronica.
Jo' '''*. P^roamboco, 40 anuas, escravo, Sanio
Ante. molimese.
5
Maniel ""I0 Monteiro de Aodrade, Pernam-
boco, 78 ano. "ado. Bo-TlsU i coageso ce-
rebral. '
Francisca Maria iceieio, Pernamboco, o5
annos, viuva, Varzea r""- _.
Francisco Reges ao j. ""o, Pernamboco, 50
annos, viuvo, S. J .s; ber>.
Jostin P-ruaujbuco, 9 mas, "" esPa-m^-
Balbioa, P-roaOibnco, 4 meze. r9Ti> !>*nl0
Antonio ; <-uouioes.
Antonio Jos Moreira, Porlogal, 40 a. Wei-
ro, Boa-vista ; abceaso no Bgado.
Amelia, Pernarabuco, 5 1/2 raezes S, Jo. M*
aasmo
6
Masoel, frica, 90 annos, soltero, Boa vista ;
f eHjice.
Marta da Conrelco Raogel Torres Bandeira,' Per-
nambuco, .39 aooos, casada, Sanio Antonio; be-
paute.
Anua fgnada ta'-Fc^eecs; Peroarabsco, M awe,
viuva, 8 n Vista ; tieeatlte.
Sebastlaaa Mna da Couceicao, Pernamtoao, >1
annos, casada, Boa-Vista ; bydropesla.
Anaa do Sacramento aHlo.-Pernambnc, 90 anno,
soRetra. B'*-Vista ? iydro-perieardio.
Jesaina Maria Francisca, Pernamboco, 30 annos,
Tiova, Santo Antonio; bexlga*.
los Fociseo Uarte, Portugal, 40 amos, sol
teiro, Afogados; fabre biliosa.
Jos Basto, frica, 45 annos, solteiro, S. Jos;
apoplexia.
Francisco, Pernamboco, 3 das, Reclfe; c.invol-
s6>s.
Francisca, Peroambaeo, escrava, 1 anoo, Santo
Aotonir,; hepatite.
Janaano Pernamboco, escravo, 20 annos, Boa-Vis-
ta; febre cerebral.
Angosto Carlos de Siqaeira, Portugal, 25 annos,
solteiro, Boa-Vista ; c. lile.
AnnvPdrnamtiuco, 6 annos, Recife; vermes.
8
Maooel d'Oliveira, Pernamboco, 39 annos, solteiro,
Sant i Aotonlo ; otoma orgnica.
Maximiano Joaqtrim do Amaral, Pernamboco, 28
annos, solteiro. Ba-Vista ; mutite.
Clara Marta da Coocelc), Peroambaeo, 45 annos,
viava, BoaVista; tetaoo-
Joio, Pernarabuco, 19 mxzes, Recife; marasmo.
Manoel, Petoambuc, 30 annqs, sant.i Antngio ;
varila*
Joaqun), Pernambuco, 2 meses, Santo Antonio;
tumor.
Verismo, Pernambuco, 6 das, S. Jos espasmo.
Caetano, frica, escravo, 43 anuos, Boa-Vista ; t-
tano.
CBtfMCA JLiKilhill.
raiitiv \:, e i itea.iclo
SESSAO DO 8 DE OUTUBU DE 1867
RKSIUEXCIA DO BX.M. Sil. CONSELHEIRO SOUZA.
As 10 oras da maona, presentes os Srs. desem-
oargadures Saotngo, Gmrana, Loareoco Santiago,
Aimeida Albuquerque, Molla, Assis, Domiagaes da
Silva e Ikbda Cavaluaule, fallando os Srs. de-eui-
bargadores Guerra procuradorda corda e Souza
Leao. abno-se a sesso.
Pass:idi>s os fetos deram-se os segointes julga-
eotos:
agoravo de PBTigAo.Aggravaote, Bernardioo
JosLeilio; aggravado, o juizo. Relator c- Sr.
JesemDarador Alueida Aibuquerqne, srbalos os
ars. desemoargaaores Molta e G tlr.ma. -Negaram
provimeuV.
APt*BLL.\goBs cbimbs.Appellante, o promotor;
ppoiii, Luiz Fc-ru^odes de Bulhoes. Improce-
dente. Appeilaole, Jos Antoou Aas-!mo Morei-
ra; appeliada, a justica.Improcedente. Appel-
laoie, ojoiro; appellado, ormevtilo de Oliveira
Mello.A' oovo ju.y.
Assigoou-se "da para julgam?nto dos seguinies
feitos :
api'kll.\(;.\o cniE.Appellante, Anselmo Ramos
de OUvelra ; appehada, a ju-tica.
appkllacao CivelAppellanle, Jos Rodrigues
CoeiDo; pp-ilaio, Dr. Antonio de Vasconcelios
M -nezes de Drnmmuud.
asLiGENciA ckimb.Ao Sr. desembargador pro-
nii'tjr da jostica.Appellante, Antonio Joaqaim de
Maceo,; appellada, a juslica.
PASSAGENS
Do Sr. desembargador Sdotiago ao Sr. desem-
bargador Gilirana.AppeliacSes civeis : appellao-
te, Joan Mirtins Vieira; appellado, baiharei Manuel
H-'nruj'i". Cardim. Appellanle, D. Anna Viciunoa
de &.iuza ; appe.lado, o prior do Cirmj de Olio-
da. Appelianies, Br<> Ferreira Pinheiro e outro;
appellado, Ignacio Caetaoo Bodovaltio.
Do Sr. de.stmbargaior Gltirana ao Sr. desembar-
gador Guerra. Appeliaco civel : appellante, D.
Antonia francisca Cadaval Pioto; apellado, Mi-
guel Ferr.ra Pinto.
Do Sr. deseiobargador Lourengo Sanilago ao Sr.
desembargador Ainieid* Alouqu^rque.Appella-
co civel: appeliau'.e, Joaqulin Francisco d'Alou-
querque Sanliago; ap, .jh, D. Francisca da
C jui ri a j Cuoha.
Uo Sr. desembargador Almeida Albuqnerqne
ao Sr. desembargador Motta.Appellaops civeis :
recc.orrente, Jos Aldabi; recorrida, Kitta Fran-
cisca da Veiga.
Do Sr. desembargador Motta ao Sr. desembarga-
d' r A->ls. AppellagSes civeis: appellanle, o juizo;
appellados, os berdeiros de D. I-abcl da Silveira
Miranda Leal. Appellante, o prmiotor de capel-
las ; appellado, D. abbade de S. Benlo.
Dn Sr. desembargador Domingues da Silva ao
Sr. desembargador Ucha Cavalcaote. Appellaco
civel: appellante, Msdo I das Neves; appellada,
Bellarmioa M .na dus Bel.
Do sr. desembargador Ucrida Cavalcaote ao Sr.
desembargad r Sooza L-ao. Appellaed's cri-
me*: appellante, I-abel Mina Cavalcaote; appel-
Ivla, a justiga. Appellaute, a jastica ; appellado,
J iaquim Ferreira dos Santos. Appeliaoie, o juizo J
app-llado, Antonio de Soota Nunes.
Encerrou se a sesso a 1 hora da t3rde.
Correspondencias
'destinada a s criticar o nico anipa.ro, q'je
I depois de Dos, el les confcecenvnestt mun-
do: tentativa inlrnal que-deu en rewUaik)
lo perigar a existencia de pessoa que nos
'nitrito e milito ihara, e cujojiorne ea oSo
' tenho declinado, nem declino, teniendo que
' Sr. Dr. Coga, > o er>xe?alhe.
Porm, Sr. Dr. Costo, o que digoT
finsinar meus fllhos'a despiezar S. S.t
Pedir a maldijo de Deus cunira S S.,
meu cunega e a tao ponco tempo meu
amigo ?
NS j, Sr. Dr. Costa!
Eu professo a religiBo do Deus, que do
alto de um patir ulo otTureceu ao orbe in-
teiro o roais expiessivo'testemunho de bon-
dade para com os malvados que lhe cuspi-
ra m face as maiores affrontas; que o con-
demnaram injttsl%menie; derramaram-lhe o
preciosissimu san padecer morte afironiosa, cruciQcando-o en-
tre dotts lodrdes...
Eu, pois, na _e:ipflraDCi &ijue o Sr. Dr.
Costa n3o mais ne iucoenmode em face do
mesmc/Deus e d)s homens, declaro ao Sr,
Dr. Costa que lr.e perdo de todo o meu
corado o mal q regar contra mim e meas innocentes fllhos;
que estuu e estaroi semp^e dtsposto a pres-
tar a S. S. as attences a meu alcance; qoe
d'ora em diante jamis consentirei qoe se
proflra em rainha presenta qnatquer palavra
|(ue offender posia, ainda que de leve, a
'susceptibilidade de S. S., retirando-me in
*continenti, se aquelle que fallar contra S.
S. nao me attemler ao pedido que hei de
, fa7er- be de o u5 je juro Sr. Dr. Costa. Acredite-me.
Com a publicir ade desias linhas, sen lio-
re i redactores, ^rmcs. obsequiam ao de
Vmcs. leitor constante e criado obrigadis-
simo
Amerito Nettt de Mendonfa.
Recife, 9 de outubro de 1867.
Sr. redactores.I.endo o Diario de hoie 7 do
correte, depart com orna correspondencia assig
nada peloAmigo ca verdadeque sopor um*
verdadeira anuibese podera' merecer tal qualifl
cacao.
E' sabido do publif o as cansas, que deram lo-
gar a ama serie de correspondencias, qoe oeste
.enii lo lem lofdizmujt-i sido publicadas ; e, nao
devendo en envjtver-me em negocios de familia,
nada dfria a esse re; peito, se algnem qne, por seu
gefio inventor e proverbial iracnndia e maledicen-
cia, tem-se lomado bastante coobecido, nao bou-
vesso desgracadameole envolvido meu Dome em
taes negocios : deve, pols, urna explicaco, que
Sera' a pnaieira e oltima.
E' falso que en livesse ido adrede a casa do
meu amigo o Sr. Hypolito Gadault para servir de
testemunha de urna decl'ra^o, que o Sr. Antonio
Joaqaim de Faria as-ignou : contra tal tn 1 gao, tao mesquinha e propria de qoem a ir, pro-
testo como calumnios, a menos que o lalAmigo
da verrtidenao a prove.
S a amizade e c dever de visita levaram-me a
casa do Sr. Gatault,rujas relacdes enlretenho ba
tres annos, e abi acb' o Jome, com effeito oa oc-
casio em que tamben estiva o Sr. Antonio Joa-
quim de Faria, II urna declaradlo, que elle ao de-
pois asslgoou mu voluntariamente : isso mesmo
ja o declare! m jaizo sob assignalura.
Nao sei, poi-, onde esta a farca qoe oAmigo
da verdadeeng$nhn$amente descubri par-a ma-
rear reputaco-' rte qoem vive completamente re-
tirad'', ruidao'lo em :i e sna familia, sein andar
promovndo rtras e fifpondo ao pelourtnho do ridi-
culo o interior do lar domestico.
Queiram, Srs. retadores, dar publicidade a
estas iinhts. pel-> que coulessar-se-ha grato o seu
ccoHante leitor
Candido Valeriano da Silva Freir.
j \--zta.T.m m*
Publicagoes a pedido
O bacharel America Xeo de
Meur. Frau-
elsco Augusto di rosta.
Senhores redactores do Diario de Per-
nambuco Em audiencia de boje, 9 de ou-
tubro, ao exhibirem Vmcs. a meu requeri-
mento, per ante o Ilustrado d<>u or juiz mu-
nicipal da secunda vara, os autographos dos
escriptos qu rae sSo it.juriantes, publicadi s
sob a resimtisabilidade do Sr. Alcxandre da
Costa Silveira em diversos nmeros deste
conctiluaJo Diario, veiiflcarara-be-me as
stispeitas de que esses escripls eram da
propria lavia do Sr. Dr. Francisco Augusto
da Cosa !...
O Sr. Alexandre assigna-os e responsa-
bilisa-se. i3o BomdOte por um desses pas-
quins que escreve, a redacto dos demais,
e a letra, assim como as de urna carta
que o Sr. Alexandre me dirigi a H do
mez prximo pussado cobrando-me o que
lite nao de?o, segudo as informagoes que
ento colni, i erteocem ao Sr. Dr. Francisco
Augusto da Costa!......
Este procedimeuto do Sr. Dr Cosa reve-
la muita anira >sidade de sua parle.
Como que o Sr. Dr. Costa nao leve es-
crpulos de constmir-se as otos do Sr.
Alexandre o instrumento mortfero, que
ameacou eterna desgraga um pai de fa-
milia ?
Sr. Dr. Costa I A que estado ficariam
reduzidos meus Albos e alguns pareates po-
bres, com os quacs partilbo o fructo de rui-
nba.s vigilias, d meus trabalbos, se por in-
fel cidade vingagse a trama, urdida em sea
escriptorio de advogado. e arremessada s
paginas de um j>n>al lo importante, l3o
ido, o Diar de Ptrnambucol
Porqie mutivo, Sr. Dr. Costa, S. S. desde
logo tscravisou-se s palavr :s do Sr. Ale-
xandre, e, como Ibe cumpria, n5o.se deu
ao pequeo trabalbo de in lagar da sua ve-
racidade, fallan ln-iiie o Sr. Alexandre em
assumpto em.neniemente digno de reflex3o;
qual o referivel a um advogado que abando-
na o cliente, guando este mais precisa de
auxilio e retira-se para urna casa de
molhados ?
Semelbante proceder de S. S. deshu-
mano cruel, terrivell
Pois bera, Sr. Dr. Costa I
Ojiando meus fillos ebegarem a dade da
razSo (se Deus permittir que ate a ""jamos
vivos) eu Ihes observarei a barbaridade de
S- S., e c -ncbugan lo-me a S. S. ibes .lirei:
c Este homem gae aJii veiu quasi que
t nos redut a fume, a nud*z, a miseria,
a assaltando me furioso naqudlo que eu
aprecio mais, que ios mesmos; a dig-
ni dade, a honra. Nao o *ncartis; que
i maldita) de Deus o persiga eterna-
Siu >. Dr. C'>sta, hei de ensioar meas
Albos a frezar S S., que o5o teve es-
crpulos u c-r0 de uina tentativa
aire oaeta-sa pelo saber o segando pelo vir-
io de.
Principios que se armonisam, visto como a sei-
enca sera a rellgiao seria nm peregrinar luces
sante, e a rebgiia sem a scieacia um faoto sem
demoiKlraco.
A scieona, tendo por missio levar o espirito ao
pleno coonecimeoto de saa esislenela e de seo
destino, ao poderia attlngir o tenebroso camiibo
da coacftprlo sem a lu da religiao, porque Deas
4; a sct-Bcia e a sciencia Deas.
Ornado o homem dirigir es olhos do espirito
para D todo a seu amor pelo prximo, o homem ser ao
mesara tempo sabio e christo ; sabio porque teme
a Dea*, ehristo porque ama ao sea semeibaoie
cornos* si mermo.
S-nnores socios faodadores do hospital porta
gaez de benedcenea, ea vos saado por Deas.
Vos sabis coraprehender o dever de enrulaos;
ei orna obra elidante para o homem e para
Deas.
Nesla babitacao de eafermos se pateoteia a ro
basta orova do seotimealo de carldade em favor
prximo, toJa a vossa dedtcaco pela pralica.a
virtode. f
Urna f bem viva faz-nos esperar, atranlz dos
martvrios do mundo, ama vida gloriosym qne
vivemos pela graca da ioQaita sibedoria
EsU f-vivadeve ser para vos a oa'rtilba hon-
rosa de um puYo velbo, e para nos- de um povo
Irmo.
E nao sera' u louvor da f cDrlstia que er-
guestes esla hospital de beneficencia 7
Bscolasles as prescripcOes da lei providencial.
seguistes a inelioaeio aatural qne nos faz olbar
o ira o aisso s-'Tjiiuao.e a carlilbar com elle
dos prazeres na prosperidade, bem c >mo das do-
res na a iver idade, seotiste-vos segorus pelas ea-
dlas do seuttmeoio e destes de comer a quem
lem fome.
Slm ; essa doce relacao, qne existe na realida-
da de um fact) e na idea fita d-ile que nos Oca
na conciencia, bem atiesta o poder que em vossos
coraed.-s exerce a suolime vlrtude da f.
Gloria, mu vezes gloria a* colonia portugaeza es
Pernambuco.
Sioto as eicltacoes do enlhusiasmo, e qaem o
nao sentir'ao contemplar a realisaco das bjai
ideas e das feh/es creacoes do homem T
O enibosiasmo o appiauso do espirito, o sor-
riso do cor cao peto aperfalcoamento dos nossos
destinos.
Firmes na dedicacio do bem, no sacriflrio dos
irabalbos e na resiguac do males que Itl gem
a sociedade, ereasles uui hospital, realisastes urna
grande empreza que coostiiue a honra da natorez<<
bumana.
as gr.inJes vicissitudes da vida que se eo
nheoe os passos gigantes do pr<>gresso.
as necrssidadt-8 do vtver fatem despertar as
locabrat5e> do preseule o bem estar d i futuro, e
justameute da combiuaco destes factos que nas-
cem os grandes homens e os grandes monumen
los.
Dote annos de vida, qne costa esta iostituico,
sao doze felizes recordaedas que trazem a' mamo-
na do povu a subiimidade de urna i-ia grandiosa,
e ao eoraco do eofermo o sagrado rcoobecimeo
lo do beuettcio que recebe por amor de Dus.
Camiohii, seobo-es; as ideas e as crencas re-
ligiosas nao sao desamparadas p<-io co, porquo
iamais a esoeranca denoa de fortalecer os cora-
edes em que a f ergueu um altar a Deas, e a Ca-
ndado u ni asylo ao pobre.
Recebei em voso seio a desgraca e a miseria,
soccorrrj os males \i' persegoem a humanidaoe.
Fol do local di d --graga, ao dizer de Caateau
briand, qne nasceu a religio.
Assim J- va s lo.
Porque justamente no desespero da dor, as
lutas constantes da sorle, e no desespero do man-
do que a reigiao se torna mais necessana e po
derosa.
E u vem mitigar os nossos sQrimentos, e pre--
tar-nos eOMoiatSo ; falla-oos o um futuro que
s de Deaj, e da-Dos a doce esperamja.
Stfohores: a relteio chrlsta i in em vos o
mais dei-i'liu apolo pela sua propag>cao na pra-
tica dos beueQcios.
AcuolhKstes as lagrimas do necessilado e satisQ-
seste as suas preci-5-s ; muito bem I
A candada a e-cada que nos cooduz ao co,
se em baixo damos a mo ao pobre em cima re-
cebnn)"* de Dhus o premio da bemavautu,'aoca.
Ani.ua", portugU'Z s, o pomposo monumentj de
1855, ccncorre poderosamente a' suslauUco do
eflificio da virtud
gloria de um povj
Eobra me Me seja dado temar parte activa
nessa festa le mxidade, e tenba de consarvar-me
como sentinella fmmoval encostada ao umbral da
entrada desse I- malo magestoso, porqae a iMo me
obnga maa -grado meo, e rigor des annos; nao
posso coofarm.ar-a)e com a. idaia de que um dia
tenba de fexar suas portas a uoica sociedade fami-
liar, qae temos oeu cid le; e eolo umei o en-
cargo de apomar o>j4les ene p dem pn-juiicala;
para ver se sao a lempa remediados.
O loxo, essa cancro roe lor das algbeiras, or-
gem de tantas desgraeas qae a Mucura bumant
afoga, e busca torna-lo cada vez mais timive, lem
sido a cansa da mina de todas as sociedades re-
creativas que entre nos se tem instituido.
A slmplieidade nos vestuarios e adorno das sa-
nhoras qae freqaentam o Club Pernambacano vai
desapparecendo, e nestas doas ultimas reuntdes
aoiai f m algumas ricos vestidos de seda, e joias de
sabido valor.
A nao retroceder-se desta mao caminho, dentro
eja poaco veremos diminuir a concurrencia at
ffaaapparecer, porque comeQa a eompet ebetes de familias qoe tiverem menos recursos,
ou qae fsrem mais econmicos, tero de retirarse
para nao fa;erem dxspezas excasslvas e sopeiOuas,
supariores as vezes a seu3 baveres.
Os vestidos e enfeiies de grande prega e as joias
de subido valor, sao proprias para e-sas festas em
qae mais procura dar-se pasto a vaidade humana,
o qae loraar-se a vida apreciare! por esses melos
que a civiltsacao tem introduzido em nosso cos-
tme.
A simplicidade de mios dadas com o bom gos
to, fazem sobresabir mais os encaatos naturaes de
qnalquer sen hora. Da que enfeiies Doleremos nos
cercar a rosa que a torne mais bella ? Como orna-
remos urna estrella qae a fagamos mais bnlhiot T
Nao se exige para o brilhaote o engaste mais sim-
ples qae possa para mai- realzar o sea faigor ?
Em am baile sumptuoso, enge-se luxo e rique-
za--, porque abi qoer->e f >z;r praga de millioaaros,
e de abastados. A malDar abi pode lar um valor
na ra/.o das joias que a adordarem ; mas em re-
uuio familiar aonle davem reinar o praier e o
amor, todas as seohoras dev^m faier sobre^ahir
seos encantos pela combinaco do simplei com o
bello.
Nesi* ultima reunido do Club estava um aojiobo
lo simplesmante vestido, com cores to proprlas
dos aojos, tao lindo e seducior, que muito me fez
sentir o doro peso dos anoos, por jue se me aoi-
uia-se ainda o vigor da mocidade, eu disputara
com quaiqu^r cavatheiro a honra de ser seu cam-
pean.
Como socio do Club, d 'sejo-lbe longa vida, e en-
to faco um pedido a ledas as sendoras para que
procurem slmpiidcar seas vesiuanos, baaiodo la
do que seja luxo, certos de qua a-stm tornaolo-se
mais bellas e seductoras, nao concorrem para a
ruina de urna sociedade de reoreio lo alil e to
oecessaria.
Osentinella invalido.
Ao falso amigo da verdade
Coofesso que concorr, e qua concorrarei sempre
para fazer inumphar a verdade, confundindo o
mentiroso e ocalumolidor aua quer oUusca la
NiSlo const.-te talvez o mau quixotisrao e de lodos
aqueiles que amain a ju-tija e que se indignan)
cooira os malvados que procurain defender o fraco
opprimido cintra o eovarde oppressor, e neste caso
o p pal mesmo ridiculo de um quiXoia, mil vezes
pn-ei ivri ao papel in ame de um Caim. Faiumen-
te qus desles ltimos ba bem pufloM na nalureza,
porque o seu Dome lornou-sa urna dashoura boma-
na, e um siygma da maliicao di'ina, emqaantoo
appeilido do priueiro um titulo de honra qoe
aceito com prazer anda qi)3 --.-.a exagerado.
Agora sobre a quadritura do circulo.
Para jue fallas oesle pr b;eaia, l qae s um
barro de cnapa u-.-ta e outras materias ? Tira a
mascara meu arcadio dabaixo da qual te encobra-,
o vem a areoa di-cuiir coongo softre esla queslo,
pirque querj porte um freio, um rabuho, urna
sella, e munido de um par de esporas e de um
bom encola fazer-te andar a trole.
Eu set, miona basta, que queras palha ; pois
vai para o pasto que eu volto aos meus Itvros (os
dos Hroes e dos Domen- ilustres) porqja nao me
oceupo com os animaes de cara hum^aa, deixo-as
aos BUjo, aos Cuvier, aos Linoe que \i as cas
sitkaram na especie ahs mui rara dos monstros.
Tilv z penses la' comtigo qoe eu me teuba em
cuota de sabiebo. E-las muio oogaoado.
Qujodo me considero, reconheco-me multo igoo'
p ficae certos da qua a malor I rante, e para adqairir alguns coobecimentos, pre
o amor da benedcenea qae, ciso estudar todo o resto de miona vida ; mas
se mamlesta naN suas insinuadas, giorii immor-! quando me comparo cmtign, meu booaphiio, sou
Discurso li Jo, no hospital Portugtiez le
BeneMcencia, >todi 22 de sttemw'o,
por (ccasio d sua fe la anaiversa
ria, pelo acadmico de 4o anoo,
Joao Joaquim Fooscca de Albuquer-
que.
A nalureza nes leva a amar
e a soccorrer os n'ssos seme-
Ihantas, a ordem social nos faz
d'is>o urna nec^ssidade, a reli-
giao um dever.
(Conselheiro Bastos)
Seobores: neste mou.ent solemne em qoe se
vi.sitam as enferm.rla.'i do hospital portognez de
benefleeocia, na sna lesta anuiversaria, acbo-me
possuido do piedif>o senUmeoto q^ie domina em
ludos os nossi-s coraccies, sentimeoio que, elevan
do a nos-a alma e dingind-i a nos
Deus, nis falla da rell^io ch'ista.
A' lace das suciedades antigs desponlou, no
orieBte, um astro briliunie qae devia ser para o
creador a sublime apologa de sua imrrienidade e
paraahoraanid.de, um my-teno de gloria, uro
faturo de esperancas, urna tternidade de ventu-
ras.
O astro nasceu bello, lusente e encantador.
O homem erante, nconhecendo a verdade que
se mostrava a seus olhi s adoroa a obra da pro-
videncia, mas o hrmeo) sem f, cerraodo o ouvldo
a consnancia, escarnecendo rne>mo daque'la lu
offuscaote e prateodendo em vo sondar o faturo
repouso no occidente, cabio.... e cabio lu minad j
pela dascrenca !
Este astro foi o Evangelho, e nao obsiaote a'
grande perlorbaco das ideas revolucionarias as
tristes pocas do paganismo, a sua luz penetrou !
em todas as calmeas a allumiando o eoraco do
homem poude conven;e-lo amar a Deas e aos
seos s- melhaotes.
Tnomphou o Cbristimismo; fii proclamado o
dogma da igmldade p. rauta D-as que, na pbrase
de um escriptor, era o caminbo da libardi.de pe-
rante a le ; ama cruz foi o symbolo da gloria e
tres foram os votos d; redtmpcao : o homem, a '
lei e o mundo
A prime ra consequeicia de sua apparico foi
a moralidade aps esta stgaio-se a fraternidade
homana.
Os bomens, corvando a fronte ante nm nico
pae que Dos, reconh?ceram-se irmos... abra-
carain se e u'este doce amplexo da igualdade o
c) abtngoia a sublime relig&o do dever, reiigio
qne, leudo por callo o amor do prximo, alimt-n-
l-se no logo rdante da virtude.
A nossa eoosenocia > fflrma esta verdade neces-
saria porqae ella considera como urna cousa. sa-
grada, o amor do homem para com o homem.
Verdade necessaria sim ; porqae seole-se os
firmes signaes de sna existencia, qne se pode ler,
pois se acba escripia no livro sagrado da nata-
reza.
Entre o amor de si e o do prximo s existe Deus
e quanto mais amarraos ao nosso semelbnte, mais
amamos a Deus porqae o bem alheio o nosso
proprio h-m.
A b i o dade do omui)otente manifeata-se pelos
aclis de caridide ; o homem que praiica a viriu-
de saote-se sausfeito, a voz intima Ibe falla de
D n Esla grata satisfaeco que o hornera sent ama
ligeira visita do eterno no corago do bom ebris-
tio.
A earidade o ssrriso da alma, a graca da
abun lanea que se derrama sobre a nace.-sidada,
sorriso e graca, qm m-ivendo os coraodas na tr-
ra, fazam a alegra no aio.
O. venero humano preso pelos I a eos iodissolu-
veis do seotimanto jaroa formar a ailUaca do pro-
gresso.
Duas ideas pre-ldiram ao sea peosameato o
presente e o futuro, aqa-jlle qoe vive pelo prazer
a esta pea esperaoc.
Mas, feohores, c uno pidaria a uamanidade ea-
minhar sem o auxilio do divino creador 1
Como pjdera elle ter Ikmes e seguros os pas-1
sos o'istM presante qae^<> nao v, e os OltKS filos '
n'ess' futriro desconhfenido f
Bem deiiraasa corpretenden-se qae o deslino
das sociedades envolve loas principia sobre os
quws dere versar o malor desenvtlvimeoto; oj
primeiro 4 a enWtir do espirito ; o segundo aj
pureza do eoraco, o pr-meiro funda-se na scien-
ca ao passo qae o reguodo os rellgiio ; se o pri-;
redoura, que traospoado os limites do mundo e
zorobaodo dos poderes do lampo vae ler a' eier-
mdade t
-vo artleullMta d> luraal do Re
rife.
Em ama pubHcacao solicitada do Jornal do Re-
cife, vem accidentalmente a' baila o meu unme,
r ler.n o-sa o arliguista rebucado ao< meus arrun-
jos, para contestar o desiotereSse e aboe^a^o de
meu pai.
Esses arranjos consistirn) simpiesm-nt-) em
ter eu exercido cargos pblicos de con/tinca, dos
quaes neniara nroveito resaliou me alera oe cerlo
o.aceito benvolo, qus muito prazo, de amigos e
advarsanos polticos, aiguos d >> qnaes se tem dig-
uado bonrar-me com verdades posthumas em abo-
oo di mea carcter e procedimento.
Eu me dispensara da fallar ao generoso articu-
lista, se nao fos.-.e oalda mlnha protestar sempre a
paito decoberto contra alguma tdi prrgressista
qne procura liquidar pontos da .bnegacoe desin
terps perrados dos quttorze annos.
E' pena que se nao descabra o vulto re do censor a quem ailudo. Taivez que o publico
livesse ae pasmar da competencia do juizo.
Nesla uadra veolurosa dos ampregos por dote,
dos contratos dinhairosos c >ra afimados e prenles,
das sinecuras e pmgaes vantagens concedidas por
amor d> infifnid'ide, loroiodose o varoadairo me-
nt a ultima das eoali.o-s attendivei,- cousa
realmeute divertida ouvir tratar de atn-gagj e
desioieresse ujs arraia^-s do progresso, oude se en-
contrara tantas summunidad os gozos do fatal d caractarisados em progresis!*", e bao de fruir a
manba sob qualquar pretexto decente.....
E apezar dastasene omca inteirompida da ma
matas, fazem j igo coastanie com o bordo de fitho-
tumo e circulo de [erro, quand, cario que nunca
entre us se aperleieoou tanto e.-ta systema, forta-
lecido por entidades qua lauro pasa 10 tolo sru
lampo a fazer vida e carreira em emiireg.-.s de con
flanea, a' marr de todas as polticas, e at sem
rkarem domicilio na provincia, nem em pane
alguma.
Quanto a mim, ja' que nao tanho filia no orea-
monto e vivo do mea trabalbo booesto, concorreo
do at cora imposlos para as despezas largas do
progresso, jaste qae ao envolvam o mea aome
quauao se occaparem c m materias de abnegaco
e desinieresse; pois qoe oesta pool) nao disputara
as glorias e victorias dos dominadores.
Recife, 8 da ooiobrn re 1867.
Jos Bento da Cunta Ftgueireio Jnior.
te rauuo superior, porque Dejs me dotou com al-
guma intelligaucla.
Queres maniar-me para o hospital Pelro II.
Se uispozesses da razo humana, nao duvido que o
fanas; mas para tanto nao rhega o tea puder. E
como queres l dispdr da r iza >. ni ]ue nao a
leus T
E-ta' provado dizes tu.
Pro aoo o que, meu bobo 1
E em coasaiencia varaos ver qual dos dous est
louco : eu qae eslou tranquillo, e qua son aggra-
dido, ou tu' que tens dado laulas provas de 8 res
raeotecapto, isio devidj sem duvi la a um? posthe-
oi i que nvoste, no casoo da qual o medico tirou
graude quaoltdade da bicho- que provavelraeute
lesarara-ie os milos ? E se esla oo a vanladei-
ra cau.-a, entao toma uro poaco da vergonha, reco-
inele aos bastedores para oo seres to apoopado.
Agora podes ladrar quaulo queiras. Os laudos
de ora cao gozo incommodam as vezes, mas nao
uQandem e s queres mordar-ma na va publica,
-uta j lanbo ama b>a sugiU para madir le o cos-
tado. Tambera le doa carta branca oara escreve-
res a (na vontade, que eo saberei i'r-rne fra do
alcance de las patadas. Polas a laa gisio vitu-
perar de mim, purqud urna critica tita um dabi-
que farraal.
E ja' qae sou quizte, isto que tomo o partido
dos bons ; quero dizer e que Aulonio da Siiva Fi-
na negociaole mullo honrado, porque oo coos-
la qoe quebrasse pagan la aos saus credores c. m
00 por cerno da abat", para t-r cavados gordos, a
sustentar cmicas, e tambem nunca apresentou se
n'uma audiencia para invocar a preseripeo de
ama letra de 5UJ. Mas isto sIj bagatella> para
um aegociante matriculajj.
O Quixole.
Euglish Bank
OEoglish Baiikof .Rio > Jumro Haitei
tendo estabalecldo em cooforroidida com o eere-
to o. 3796 de 9 de fevenlro deste anoo osa eaixa
filial nesla dada pele prstate sa ha paalico
qae esta se acba habilitada de toja e duota a
funectoaar coa lodos e aaaeaqaer aegodos baa
canos, a saber :
A receber diobeiro ero enla corrale soice
aviso e em oapasltt a prtatfjio eos jaro, coator-
me a* con dgaos a tratar.
A deseoniar tiinlM eerontareiaes approvados.
A romprar e vender letras de cambio sobre Eu-
ropa oo qoalqoer ontra parte.
A emitur cartas de crdito para viajar ooim-
gocio.
O Banco tambem se eorarrega mediante a com-
petente couimisso da compra e ven-la de apoii
ees da divida publica, acodes de eompanfeus oo
Brasil ou em oulra parle e da cobranea ;e rimes
de dividendos, letras oo ontros quaesqaer titaese.
Expediente do banco dis des hora* al as ojoa-
tro.
Escriptorio provisorio, 7 lar o do Pelooriatn,
Pernamboco 1 de omobro de 1867.
F. B. Bloxbam, tfaoager
Joseph S. Lirablev, Acc uolaol.
O Bi|lish Bank tf Rio de J-mn.
Limited.
Descoca letras da praga de prazo cari j a 8 [. '
de prazo maior a lasa a' eonvencionar.
Tambem saca sobre as segniutes pracs a vu.a.
oo a prazo :
Lmdres sobre o Londja Joim Stock Bank e ae;
xa matriz.
Pars sobra Ponld Si 1
Hambu go sobre i no B-renbe'g Gosslar h C
Antuerpia sobre iNm-bjhn Bros.
Genova sobre L. Vu-t.
Madrid sobre Bayo Mora A C
Lisboa e P 'rio soi>re o banco de Porlogal.
Hania sobre C. Vaoghan & C
Rio oe J.oeiro sojra o Eogiisn B.nk of Rio de Ja
n r; Lima i.
Montevideoe Buaios-Avr-'s sobre o L>ada & *'-
var Piale Bank Liiniied.
Escriptorio n. 7 larg) do Prljariaoo.
ALi-ANUEA.
ftandimenio do Jlia 1 a 8 ........ l?:'9*ll
dem do la 9................'. *0:87U*J
Volamee entrados com fazendas...
* < gneros....
Voiames sabidos com fazendas.
i i penaros____
S03:l)734C::
ni
-- *>7
186
3i8
------51 \
Dasearrepam br-je 10 de outnr ro
Escuna ingleza -Camelforimarcatofiag,
Bngue po. tuguez Constante 1 -id-ro.
Barca prtuguezartunul/a^-idam.
Brigae bremensArn*ld-hnnn* de trigo.
Brigae noniegaenseCuptlla dem.
Patacho americanoMary Ramero.
Pola a DespanboiaAnna Christinaviohos.
Bngue nacional Uhn4a ejurqae.
I.Jipolar.
Vapor Potengi, vmdo de Panado e Macei->
manifesion o legajiale:
18 saccas algud" ; > Prente Viano 4 C.
9 ditas dito ; a M'iid-ll O Valra (S C.
27 ditas dito ; a J. J ..- Gooealves Be I j.
6 ditas dito; a Hannque Saraiva de Aran
M lio.
24 ditas dito; a Antonio AUe- F. B -r -.
I O saceos mu to ; a Perretr G limart A C.
69 latas oleo; a Joo da Si I v Paria A Ir i >.
71 eour.'S secco-; a Joaqaim Jos Gjoelvd>
Baitro.
RECEBEORIA DE RENDAS IMERNA&
liRBAiiS.
Rendimentc 1c da la 8 .......... 9-.997JI2"
Idam do du 9.................. I:*,-I>-
Mfc>ON#3S3
MOVIMEUTO JD F^BTO
Navios entrados no dia 9.
As-t 26 das, barca or.sueira Bef^lrmn, d.- Vil
! meladas, capilao Joo tiipoiyio du Gaoe, cqci
pneem 10, carga sal;a/ Amonan Iro. .
Rio Grande do Sji iO das, barca ra-ii-.-.. .Isr-
fflu, de iYi l uiei..d is, c,it. Fr i J
Prates, equipagem 13, ca ga IOiiOO arrobas i:
Carue sacra; a' 0>iveira P Inos C
Rio PurmOK7 horas, vap^r braaiieirj P.-iru-' >jb,
de 10 toneladas, commaudanta deii.,
gero 20, ro la-tro; a' ageucii p-.-niror
Baliiui< ri61 dia, patacho merina Mirq R ,
de 18toneladas, capilao Willan R>r n|mpa-
gan 8. carjia 20ii0 oarnras c.*m bisla ir:
to; Pnippe BiOlhers A C.
N:w-Yo>k-53das,oalaaaMrt&MU Tt, V ||i
toneladas, capillo B.r-eiljs, ejuipagarn 7, carga
OifJ;renl"-' g-aaros; *' r i-m
Navios snAi'los mi m-smi da.
Montevideo |urt>> inierraeJios Vap^r Iraaeez
VMe de Buenos Ayres, commaud^r.;- Girard
eui U-ir..,
Caara'Hi.te bruHelro Garibaldi, rieMxd Goal]
aio J is Vi mna, carga difiere, t-s geue >
GOMMEACIO.
A sociedade Club Parnvmbueano cffarecen a
seus socios e as-familias convidadas em a nofte de
i do torrente, urna esplendida renniSo.
A actual directora comprabanleu bem os inte-
resses da sociedade, delioaraudo dirigir c utes a
familias, que dalla nS> fazem parta, para mais a
briinantarem as reumdes mensaes.
De falto a differenca tem sido, qnal era de espe-
rar-se : em vex de salao erraos desses enfeiies
animados qae seo os pnmeiros ornamentos dos
bailes e reunid-s familiares, temos (ido nestes l-
timos mezes urna graode coneorreocia das mais
seductoras Aires de no-sa encantadora Vanesa.
Agora si ra ; agora contara os cavalheiro* os dias
e as horas qoe os separam desses momentos de io-
disivel ventura, em qae podera eneoatrar-se com
os dolos de saa adorago, com es caros objectos
de seas soabos, coa ais enlevos da saa alma : e
nesse exoago de orna noite.qae Ibe passa qual nm
momento, elle* se mostram nsonhos, amaveis,
chelos de ammage e vida; ora espnenlo pares
para as daocas, o a oo dilirio das mesraaa, oia.no \j
reboligo dos passaios, eaquacidos de ludo a de lo- i IV
dos, e vivando s essa vida diliraote de sonhos, de
esparang- e de amor.
B as mocas por san sarao,-aio menos vidas a' e&erem O primero
esses momentos, oo meaos ebrias desses atTanios, correte) de triuta por cenlu do capital, tra-
qaa opndr at obriga a encarcerar dentro era zenlo as aeces para irem Seodo anoulla-
Seos peitos, raiobas s iberaoas dassas fe-tas em am .
continua nvalidada com suas amigas e oompaohei- i *|. '
ras, desejanlo qual a'ellas moslrar-se mais bella el"19'
mais sedoetira, sabam, em ama reuuiao animada
eeoocarrd, como as n'timis do club fazer real-, VoWi RrtlftA di* PAPnftlTlhllO
car os eocaoioi cora qae as dotan a natureaa, e i,uvu
dar a essas fastas o quer qae de ro-gieo y arre-
PtACA DO RECIFL 9 DE OUTUBRO
DE 1867.
As 3 K horas da tarde.
Algodo I' sorte104200 por arroba.
Cambio sobre Loodres90 d/v 21 d. por 1.
Silveira.
Presidente.
Macedo,
Secretario..
Novo banco de Pernambuco
EM LIQUID QA3
Os 9re accionistas} do oovo o meo podera
receber o 2 divideaile de 46 p ir cento do
capital era apolioes da diviila piWica, que
tem de ser averbidas-na triBSoararia de
flidl desta provin-ia, era terapo de se-
ren ailmutidas na foiha d'>s jaros do cor-
rente semestre.
As acedes de kanco devera ser entregaes
para se inutihsarem.
Cala filial do banco do Brasil
eia Pe rail ni buco, aos 26 de ja-
lao de 1969.
De ordem da directora se taz scienie aos Srs.
accionistas, qae o ihesoareiro esta' autorisado -
pagar 27 dividendo das acg5es do baen do Bra
sil, inscriptas n'esta caiaa, a' razio de !2000
cO iznarda-livros
Ignao Nunes Correa,
EM LIQHDaCAO
ovo bauco de Peruambuco
S5o convidados os Srs. accionistas a re-
ividendo (ena moeda
nos dias uteis das iO boras ao meio
EOITAES.
D^ ordem do Pira. Sr. inspert.r da aJfsadc-
ga se fu publico, qne, no da Odo eorrenie, tfe-
pois do meio da, ?era' levada a" has.a cuo.hm, li-
vre de direit >s, ama caita coalendo 70 libras de
cigarros, oo valor de II600, a qua (ui*ppre
hendida pe i guarda nui.o Ramos Coral no ac
to de d<;sembarcar na lampa do No'ooba.
Alfandega de Pernamboco, 8 V outubro de W
O a-i-i ipiurario,
Eutichio Moodira Ptst-na
O desembargadur Anselmo Francisco Pn'eii.-, i
n eo'iad'.r da iupjrial ordem da Rasa e u c
Cbrisio, pr>~iieule di trlbuo-l do (uiuiMr .10 da
provincia de P-rnaiubuco por S. M. o Imperador
a quem Daos guarde etc. etr.
Fago saber aos que o presante adiial virem, qoe
em virinde do decreto ,. 3,796 da 9 de 186?. autorizando a eompaotiia Engitsk Bank
of Rio de Janeiro Limited, a e-i io-ie;-. r q na .-aiaa
Qual oesia praf*, sugeia a's regra-> e caoOMota
pre-rnpts no decreto ti. 3,212 a- 28 de desamoro
de 1863, e de a har-m- e registrado- os e-uioios
dos quaes sa v qne dita coavohia gira ro o
capital de um tnilno da nb-i-- .terliaa-, d .idido
em cincoeuu mu areda, da viole libra- .ala ama,
fra peio Eira. Sr. piosideule da pr -vmcia em data
de 2 do presente mar, Cunsiilaida nasu cantal a
sobre uta caixa Ohal.
E para constar em coraprimeato de qne m>
Incumbido no ett (5 do decreto n. 2.711 d 19 de
dezeuibro de 1860, maodet pasear o presenta, soos-
cripto pelo secretario, o qual vai por mim *s-if
nado e sellado com o sello do tribu I.
Dado e passado oa secretaria do trioooal do eoa-
mercio da Pernambuco, aos oito das do mex de
ootubro Se 1867.
(Eslava o sello do tribuna!).
Eu J js Marcellino da Rosa, secretario c saos-
crevi.
AiMfmo Francisco Peretli.
DCLiR(aS.
batidor, que sadaz captiva e prende.
Desi'arte os saldas do cluo tem se tornado nm
perfeito parai-o, aonde talo s5o encantos, bellasas,
veatarai e esperangas.
Bra liqmdaco
O novo banco pagao Io dividendo desn.
5k)00 por acc3o, nos dias otis, das 10 ho-
ra? ao mejo dia.
AdratnistracSodo correio 4e#* cidade
precisa de sete bomens pan o servico de
caminiieiros! sendo nm para a* viaveos dia-
rias Ci lade de O inda ; qoem esliver nes-
ta condifSes e qutzer se en/ajar dirja-se a
mesma com attestado de sua conJacta.
f;OKKEI<> GKKAL
Pela admmislragao do correio dela cidade se
faz pubii'o que am virtad* da convenca postal
celebrada pelos-g.iverno* bresileiro e Iraneez se-
rao espedidas malas para Europa no ota 15 do
correla peNTvapor inglez Onaid^
As carias sero recebidas al 2 boras antes da
qae for mareada para a sabida do vapor, e os ior-
naes at 3 horas antes.
Administris* do crrelo de Peroambaeo 9 de
ODlQhro de 1857.
U administrador,
Dvp'r: ? *o< Pas;- M'aaJ.
I
r





t^^^Hfll^^Hfl^HMISHflil^HI




I*ri 4e yerauliiefl Qulsaa elra lOde Outabr* de #887.
Santa
casa da misericordia
do Recife
Pela secretaria ,ia Saota Casa de Misericordia do
Becife se faz poblico a qaem alarossar qae o me-
dico do hospital dos Litaros, bospicio de aliena-
dos e collegw das orphias, Dr. Igoario Firmo
Xavier, era viriude do seu contrato futo eom a
mesan Santa Gasa, d consultas gratis aos po
ores, sendo no hospital dos Lasaros em Santo
Amaro as 9 boras da manha, do eolieglo das or
phias roo Ol oda as 10 boras e no hospicio as il
boras de todas as tergas e sexlas-feiras.
Secretaria da Santa Casa de Misericordia do Re-
cite, 23 de setembro de 1867.
O eserivio,
, ________Pedro Rodrigues de Soma.
Santa Casa-da Misericorda
do Recife,
Alllma.junU administrativa da Santa Casa dt
Misericordia do Recife manda fuer publico qat
Da sala de suas sessoes.no. las 4 beraa da tarde tero "de ser arrematada: a
quera mais vantn$n offerecer pelo lempo de am
a tres anoos as reudas dos predios em seguida
declarados:
fcstabelecimentos de caridade.
Roa do Padre Floriano.
Casa terrea n. 49........182J500
Casa terrea n. 47.......1684000
Ra das Calcadas.
(dem dem n. 38........1581000
dem n. 36........176*000
Roa larga do Rosario.
Terceiro andar do sobrado n. 24 301*000
PalriiMBie de rphta.
Ana do Rangel
Casa terrea n. 36.......301*000
Ra do Vigario.
Primeiro aodar do sobrado u. X7 181*000
Ra do Pilar.
dem u. 98.........2013000
dem n. IOS...........144*000
dem o. 108...........201*009
Casa n. 99.........256*000
dem u. 94.........201*000
Sitio u. 5 so Pomo da Cal. 150*000
dem. n. 105......- 144*006
As arrematacoes serlo fe tas pelo lempo de um
anuo, devendo os licitantes virem acompanhados
de seas fiadores ou munidos de cartas destes.
Secretara da Santa Casa da Misericordia do
Recife 3 de outubro de 18S7.
O escrivo,
Pedro Rodrigues de Souza.
t^d^v
rifcg
Socit genrale de transporta martimos & vapeur
LKVHA DO MEDITERRNEO,
Brasil e ||o da Piala.
SEBVICO REGULAR A' GRAN-JE PRESTEZA
DE MARdELHA MDNTfiviOU E BUENOS-A TRES
r-ik ^ Tocando em
bilbratar, Santa Cruz de Tenerife, 8. Vicente, Pernambuco, Itabia, Rio de Ja-
neiro e Santos.
PARTDA A 15 DK CADA MEZ, A DaTAH DE 15 DE SETEMFRO DE 1867.
Effeefuadas pelos seguate paquetes francezes de prl-
naelra classe:
jpesenc.mhmoo-seitopoder do abarxj assig-
. R*roos ( uias estando em negocio para Ten-
sea psubeleclmeolo de tintas siloado oa roa
nhni 7' e 8n')pondo nao baver embaraco ne-
im. previnem os credore-j da dita firma a virem
Bourgogne, 2ooo tonls., forca 3oo cavallos.
Picardie, ifooo < a 3oo
Poitou, 3ooo toneladas,
Savoie, 3ooo
forca 3* cavallos.
35
0 vapor Picardie partir para as destinacSes cima a 19 de setembro.
O Poitou partir 15 de outubro.
O Satme a 15 de novembro.
O Bourgogne a 15 de dezembro.
broSdri867 estab,leciinQt0- Reclft' 9 ^-
___Ramos & Dias.
n.7r Ioi. Duart Pe^' escodo era oegecio com
t.,..S' a*mo8 t f>ias rom o estabelecimeoto de
r. S* r0a D;fela D- S7> e ni0 merend emba-
5.* da realisacao de dito negocio, previne
ao puoncoe o eoramercio da dita prca, para que
apresentem snas rontas o o prato de 3 dias.
damesma o abaiio assignado o oolo competentemente ha-
bilitado para rectuer a importancia dos meze
vencidos : roga-ie a qoem o tiver achado queira
entrega lo em carta fechada na botica franceza d-
ra Nova ao Sr. Jao fonacio Ribeiro Roma.
Manuel dos Santos Lima.
AMA
Precisa-se de urna ana
orna casa de pa|jca faml|
!>, andar.
para lodo servico de
: oa roa de fLrias n.
Os
. Precisa-se de um forneiro de primeira das
se para padaria : na ra do Canag o. 14.
Albino Boptista da Rocha, relo"
joeiro dourador, praca da Tbde-
pendencia o. 12, ai qualqoer epn
certo f ertencente a oa arle por
precos mais barato do que um oa*.
ira qualqoer parle e responsabili-
za se pelo seo trabalbo, assim como
vende reiogiosbons e baratos e compra obras de
ouroeprata em segunda mo.
Ama.
Pwcisa^e de urna ama que coifnbe o Moro.
* tratar narna do Quelmado o. 12, aaw.
Saques
Joaqalm de 8.-nwr S.la Cooba, saeea sobre
Porto : na ra da Cru d. 18
A luga se urna boa casa Ba~eidade~de Olioda
a'a se pausar a fofe, con eommodn* para gran-
- ramia no prioriplo da roa do Amparo : a ira-
" notando de S Pedro ra de Agoas-verdes na
Na ra das Cinco Pontas o. 77, ba para a o-
gar urna escrava proprU para seriCo de casa e
quempreteDderdirlja.se, mesmacasa
ra
Saques
PRECO DAS PA-S^AGENS.
s

te
<
O
3
classe.
PERNAM-
BUCO.
Francos
750
525
300
. K'nros, flld.., e Uiu*s o* oada U. Aaoa Ig.
naea Gomes'da Fonseja, agradecem de tolo o co-
ra?aj as peggoas qqi e digoaram assistir as ulti-
mas exequias que se dzeram a mesma filada e
acornpaoharamiao cemiterio publico, vem de novo
rogar-Ibes o earldoso obsequio de a-sistlrem a
niissa do stimo dia qu tera' lugar sabbado 12
ao corr-nte, a^ 7 horas da manha na igreja ma
tnz da Bjavista.
BAHA.
Francoi
800
525
300
RIO DE JA-
NEIRO
Fra neo
900
560
300
SANTOS.
Franco
1:000
603
32)
MONTEVI-
DEO.
francos
1:050
650
320
BENOS-
ATRES.
Francos
1:050
650
30
o

85
0>
en
Para condc5es, fretes e passagens, trata-se na agencia, roa da Crnz n. 55.
THEATRO
DE
Sra. D. Antoaia.
o. Falco.
Sr. M-iced).
T-jiz^ira.
Sra. D. Julia.
I
EMPKEZ A- -COIMBRA
Siibbddo 12 de outubro.
Para e-tn?a dos dous artistas porloguezes U.
Aulmia Joaquina Pereira de MtceJo e Aodr Au-
gusto Xavier de Macelo, a primeira represen'a-
<;ao do drama em 3 actoj de M. M. Bayard e d'E i
neiy
a mmm de wmm
Personapens.
O c rnie Alberto de Sennecey. Sr. C. Lacerda.
Acondessa Valentinasua ma-
Iher.........
Georgias, prima da condes Biil:ielle, amigo do oonle. .
Pin;;ay, crialn do coate. .
Cariota, c iala da coulessa.
Adolpho, fi no do onde ('
aooos).......
A primeira represeataQo da alta
2 aclcs, de Mr. Seribe
0 laco de fitus
Personagens,
O cavalbelro de Jancourt; Sra. D. Aotooia.
Helfoa de Maottinls. D. Falco.
O baro de Aubreoil. Sr. Vhc?do.
u riiiquez de Sauvignv. Teizeira.
Maria>in.a. marqueza de Sau-
vigoy.......Sra D. B. Poates
O vi-coa le de Fontanges. Sr. Peregrino.
[goez, erlada da marqueza. Sra. D. Julia.
M giiii-oa, dona de urna
hosnedria....., d. Jesuina.
A scena pas=a-se era Verdan em 1745.
O acto oa hospedarla de Magdaleoa.
O 2o acto em esa do marquez.
Comecara' as 8 boras.
H. Poetes,
comedia
em
COJVP tJKllIA
DAS
Messageries imperiales
Al o dia 14 do correte mez espera-se da Ea
ropa o vapor francez Nwarre, o qual depois da
deiura docostume seguir' para Bihla e Rio de
Janeiro.
Para fretes cjodi{5es e passagen* trata-se oa
ageana ra do Trapiche o. 9.
COMPANHIA PERN3MBUCANA
DE
Navegaco coseira por Yapar,
Maceio e escalas Penedo e Aracaju'.
O vapor Poteng, commandan-
te Pereira, sego-^ para os portos
cima no dia 15 do corrate as 5
horas da tarde. Receba carga at
dia 14 ; passageiros, eacomroeo-
a frete at as 2 horas da tarde do
escriptorio oo Forte do Matos na-
. A XiJL
le 40 caoaslras com albos, barris de
4o com vinho da ipeKi e 30 aoca-
retas de flito,
HOJIJ
O agente Pestaa rara' leiiSo por coota e risco
de quem perteacer dosgenros cima lado sem
reserva e assegurando todo de superior qualidade
e sera vendido sem reserva : boje as II horas da
UOOla oo armazem do Aojes.
o
3 a-
M f ( *
S
3
oS.3 3

'
S""
32
CA


o, o
S -
-T- ~~ B aj '"
ipii>rt*'ifi
"B_ 9 3'S 5r i W o 9
B?
3
ts.
o-ge-i- sscj
S \U fera i\ as 11 hars.
das e dioheiro
dia da sabida
mero 1.
COPANHIA PERNAMBUGANA.
DE
IVavegaco coateir* por vajor.
Parahyba, Natal, Macio, Aracaty, Geara' e
A carac.
O vapor IpojHca, comroaudao-
te Martins, segu para os portos ,
cima no dia 15 do corrente pelas '* 0
a tioras da tarde. Recebe carga
'.someote at o dia 14; passageiros,
eocitmuitioa a dioheiro a frete at as 2 horas da
larde do diasda sahida; escriptorio oo Forte do
Matos o. 1.
US
PELO AGENTE EZEBIO.
Do,rD- 7 rua d0 Padr3 F'oriaoo rende....
5iOO i.
Dito o. 47 rua da Roda rende por anno 876*.
Dosillo no Parnameirim.
Por autori.-a$aj do llm. Sr. Dr. joiz especial do
commerclo, a requenraeoto lo administrador oa
massa fallida de Ama-o Gonjalves dos Santas, se
vender' em leiio ua porta (a amiga casa da As-
sociago Commerciai, o sitio do Parnameirim com
JIO p-timos de frente, gs-aodn exteogao de fondo,
divide de um la> com o do Sr. Dr. Leal, e do
ootro com o da Saota Oasa de Misericordia, a
qoe oreiro o referido sitio, cojos papis de es-
enptura e outrosdocooientoi se acbam em podnr
do respectivaadmioistrad ,r Ja massa o Sr. M-
aoel J aqaiio Baptisl, que prestara' os esclareci-
meot-is precisos : e aproveit. ndo a hora e dia sob-
meti a aovo lelj os sobrados como cima lodt-
Icados, pjdendo serem etamioados pelos preteo-
| denles previameote.
a
"i
-i
d
o
m
p
V.

o
B Sq.
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2 S B -
f
9
'5
*SM&$
61
\mm REiLIDiDE
Socit genrale
NOS
Saldes di C*ls do [{amos,
M ib ad 12 do torrente.
Jorooyoio Luciano da Costa, natoral da provin-
cia de S Paulo, a quera a natureza pnvaodo-o dos
bracos faiMiitoo o uso dos ps com os quies sapre
aquella filia para saas necessldades, aeha oresen-
; n "-Ue nesta cilade e recorre a cari'iade e bue-
vol oia de sus habitantes em favor do b-nefiiMj
qu" o m'sma da' nos ditos s.lci-s, apresentaado
os IrabartHH que desempenha coco os ps muitas
coti.-asque para o respeitavel publico se tomara'
difflcu loses, como seja : Jazer a barba e lavar o
rosto com os ps, carregar e disparar ama pistola,
cjm-r c>m faca e garfj p^rfeitameote. enflir urna
liona na agulha, jogar peo e fieira, abrir urna
garrafa de serveja, dar corda a qualqoer rtl >gi-j,
escrever qoiiqucr cousa qoe Ibe pecam e muitas
mais eoosasdificilimas, depois de terminaros seus
trabtlhos a msica fara' bgi slgnal da entrada
ilo grande bule que tolos os concorreotes toma-
o u .n- al as 2 horas. O beoeficiado pede a
coadjuvago do respeitavel publico n pede encare
enlmente que as pessoas que quizerem comprar
bilhtfes os quaes desda ja' esto a veoda a' rua
do Imperad .r d. 52, 1* aodar, e roa larga do Ro-
sario hotel Trovador.
Cavalbeiros 2JGOQ
Seoboras gratK
/juauLusam
AVISOS HA&iTlMOS
COMPANHIA BRASILEIRA
DE
PAQUETES A VAPOR
E esperado dos poros oo norte
at o dia 11 do correte o vapor
Tocantins, commaudaote Farias,
o qual depois da demora do cos-
tume seguir' para os prtos do
Receb"m-se desde j passageiros e engaja-se a
carga que o vapor poder coodazir a qual devera'
ser embarcada oo da de sua chegada, eocommeo-
das e dintieiro a frete at o dia da sahida as i bo-
ras. Previne-se aos Srs. passageiros qoe as
passagens s se recebem nesta ageocia rua da
Cru n. 57, escriptorio de Aotonlo Luiz de Ollvei-
r. Asevedo A C
DE
Trausports mariiimes vapeur
Paquebots franejis.
At o dia 10 do corrente, espera-se de
Genova pelos portos de sua escala o vapor
francez Picardie, commandante Razouls, o
qual depois da demora do costume, seguir
para Baeuos-Ajres, pela Baha, Rio de Ja-
neiro, Santos e Montevideo.
Para condices, fretes e passagens, tra-
ta-se na agencia, rua da Cruz n. 53.
a.xas ae chocolate. 6 fardos
de lona, 4 ditos con pecas de Moho
propr> para Incoes 2 caixas
com cobertores*
D. MjIpsto de la Porte far;.' leilao com aotori-
sacao do Sr. vicecoosal de Hespanha, por inter-
venco do agaote Martios, e im preseoga do roes-
mo Sr. vice-coo-al e de um tmp-egado da alfau-
dega pa-a este flm oomeado, dos rbjectos cima
parle do earregameato saldado da barca hespaoho
la cfsabel.
Sexla-feira II do corrente
as 11 oras do dia oo deposilo da alfaodega.
I
COMPANHIA PERN \MBUCANA
DE
\a vega cao costeira po:* vapor.
Fernando.
No dia 10 do correte ao meio
dia expedir' esta compaohia om
dos seos vapores para o porto
cima Recebe carga at o dia 9,
eocommeodas, passageiros e di-
oheiro a frete al as 10 horas da maoba do dia
da sabida : escriptorio no Forte do Matos n. 1.
Da meiaci do sobrado e solo n. 44
cas '^iucj Puntas, em chaos pro-
prios, rndenlo tud p-ed o 560$.
Cordeiro SimSes
competentemente autorisado evara' pela segunda
vez a leilao a meiaco do predio cima dito ser
viodo de base a fferu obtida Yio lerlao de 9 do
correte.
Sexta-feira H do corrente
as II boras a porta do predi i que foi a Associa
cao Comm-Tcial, largo do Coipo Santo.
AVISOS DIVERSOS.
TEBBAS A VENDV.
D. Seuh.iriiiha Germana do Espirito Santo tem
resolvido vender sen sitio nc Arraial, t>d plan
lado de arv,.res de frneto de diversas quaiidddes,
leado rio, 8 esta' a' veoda em lotes a* vontade dos
mpradore-, para o (ye ja' se achim abrrias duas
ras, as pessoas que encommeudara'u terrenos
qaeirarn apparecer, atim de acertaren) onde de-
ven: t>ranr. O.itrosim" faz isu-lraente-scieote a's
pessoas qae cornpraram trras em Agua-fra,
(iropriedade da raesma, que d'ura em diaote vende
os terrenos, qu sepiraram desde o annopassado,
e at o presenta no tiraraio snas esenpturas,
rasuroo estando dilos terreiios bsceflciados, e a
mer^ nao paga.
Jlecif-, 8 de outubro de 1867.
Miude as baratas,
Rua .\ova u. 98.
de cores, em caizmbas de urna duzla
LINDaPKESENTE
PABA
Mili, esposa noiva.
Pelo paquete ioglez chegado a 26 do pr-
ximo passado mez, recebemos nova remessa
de bem feitos e delicados alfinetes de ouro
de lei com perdas, esmeraldas e rubios
verdadeiros, para collocarem-se retratos.
Anda temos alfinetes simples de onro de
lei para grvala e para peito.
Os precos s3o mu i razoaveis. Na Pho\o-
grophiaVtllela roa do Cabug n. 18, en-
trada pelo pateo da matriz.
Joaquim Jos Gkmcalves"
Beltrfto
RUA DO TRAPICHE N. 17 Io ANDAR)
Sacca por todos os paquetes sobre o Bancc
to Minho em Braga, e sobre os gaintes luea-
' em Portugal. 6
aber:
Lisboa.
Porto.
Valeoca.
Guimaraes
Coitnbra.
Chaves.
Viseo.
Villa do Coo<)e.
Arcos de Val de Vi.
Viaona do Castello.
Ponte do Lima.
Villa Real.
Villa-Nova de Famellcio.
Lamego.
Lagos.
Covilbaa.
Vassal (Valpassos.)
Mirandella.
Beja.
Barcellos.
JjqalmJjsGongalvesB.ltraaMe, a,br. .
boa e Porto : a'rua do Trapiche n 17.
*-~Sr-. F,LUl W*lel' D*a>e ambolata
nao podera'reUrar-se desta praca seo pagVr
letra vencida e protestada por nao paga. ii completamente rallado ao eumpnmento de soa
promessa, e haver diligencias eootra elle requeri-
das ao juizo complante.
Precisa-se alagar tres eraros* para servlee
de olaria, paga-se bem : oa roa da Imperalrtz nn-
mero 63.
Joo Paulo Monteiro de Audr ide, Jaoutrie Coos-
Uaeio Hooieiro de Andrade, Migu.t Arcbtnio
Monteiro de Aodrade Jamar, tosente, CmSS
$"?* Aodrade Bastos, H-rmdla Lidia de
Anirade Costa Ris, Jo|.t Amalia Manleiro de An-
draJe e Melio, U..roiogos das Netes Tenfira Bas-
tos, Jjs Carlos Manso da Costa Res, e H^nnqoe
s^raiva de Araojoe Mello, agradecem moito cor-
dialmente a lodosos que toma am parta na pro-
funda ddr porque acabara de passar com o faile-
cimenio de seo presado pai e sogro M>goei Ar
chayo Uotelro de Aodrade e se digoaram acom-
panhar o seu cadver ao ceml.erio e Ibes pedem
que compare^am oo 7* dia qne II do
na matriz da Boa vista pelas 7 horas da
aflm de assistlrem as mi-as qoe
""""i finado manitam relabrar.
correle,
maobia,
pela alma do
i7 o'8?"8*' S.m Cal,,n8^ o sillo dj tallecida
Jo.' Rodrisoas Ferreira,
tnilla; jardim, eaeimb
roa do Quelmado b. 1*.
coro eomroodos para fa-
e cucheira : a tratar" oa
Sabonetes de alcatro
O aso destes sbemeles tera apresentado os mais
benficos effeitos contra as impingeos, sarnas, ti-
oba, caspa, comlcb5es e todas as demais molestias
de pello
VENDE SE NA
B tica e drogara
DE
Bartbolemea Co pnabla
_____?4Z^_, l,r9a io Rosario34
Casa
Alojase a casa o. 6 da rua do Priocipe Da fre-
guezia da Boa vista com 2 salas, 3 quartos, cozi-
nba e quintal : a tratar na rua Nova n. 3.
O abano asignado declara ao IMmM poWi-
co e e p,clalmeote au corpo do coraraerc.'-.-lae
teodojosio e contratado a taherna penenceotow
Sr. Jos Leao de Mello, na rna Imperial n. 178
aquelle que do praso de tres oas, seoao Acara' sem rS ne-
ohura qualquer obstculo qoe >e aprsenle
Recife 8 de outubro de 1867.
._________Joo Francico de Almelda.
A direceo do Clob do Recife tem resolrido
que a partida do correla mez teota log-r oa aoi-
te de 2d.
O secretarlo
Joaqoim Leocadio Viegas.
Criado
Veode-se o patacho nacional Vtnmao, forra-
do de cobre, e do lote de cerca de 15.000 arrobas,
com todo o sea apparelho e prompto a navegar :
quera o pretender dirija-se a Bailar & Oliveira L:JT""^" "7""a """" c'u"'.", u
ua do Vigario n. 10. unveira, ^ rica> sobre 0 |agar cbama(((l BoqueirSo, nos
montes Guararapes, pelo Sr. padre mesare
Institu Arcneolngifo ? Oeographico
. -oferaambaM
Haver sessao ordinaria qainta-feira, 10
do corrente outubro, p<)Ias. 11 horas da
manhSa.
ORDEM DO BIA
Relatorios, pareceres e mais trabalbos de
commisses :
Leitura addiala de una Memoria histo-
far.
Segoira' c^m a posslve presteza para o indica-
do porto o veleiro e bem coobecido brigoe escu-
na oacional Graciosa, capito e pratico Jos Ma-
ra Ferreira : para algoma carga qae Ibe falta
tratase com o cooslgoatarlo Aotooio de Almeida
Gomes, a roa da Croz n. 23, andar.
CorapaBhiaa*ericaBa e brasileira da
paquetes a vapor.
Atoo dia 15 do correte esperado de New-
York p.ir S. Tnomaz e P*ra.' om dos vapores dista
comoauhia o qual depois da demora dj costume
seguir' para os portos do sal, para fretes e pas-
sig-ns traase com os agentes H jary Fur>ter &
C, raa do Trapiche n. 8.
Para Aracaty
pretende sienir oestes oito dias com a carga qae
tiver o palbanote Joven Arthur, tem parte de seu
carregameuto a bordo, e para o resto qae Ibe falta
,/*.'*se.com..c''' Ma8 consignatarios Antonio Laiz
de Oilveira Aieveio & C, no sea escripune raa
fll urUZ 0. 57.
Una de S. Mipel.
Para o porto cima segne o patacho portagaez
Jorgease de primeira marcha, para carga e pas-
sageiros trata-se com o consignatario Joo do Re-
g Lima, rna do Apollo n. 4.
Para o Porto.
Pretende segoir com malta brevidade o veleirc
palbabote portagaez Nva Sjrte, leu parte de sea
carregamento eogajado, para o resto qae Ihe falta
trata se cem os seos {consignatarios Antonio Luis
de Oliveira Azevedo& C, na sea escriptorio ra
da Cruz n. 57.
pelo
Lino do Monte Garmello Lona, socio effec-
tivo do Instituto.
Recife, 7 de outabro d> 1867.
Jos Soarts de Azevedo,
Secretai io perpetuo.
LEILOES.
ESCi4V0 UtilDO
No domingo 6 do cerrante iaez, pelas 9 boras da
manbaa, fugio da roa larga do Rosario n. 48, 2*
aodar, o escravo de nome Manoel, com os signae<
segrales : ama bellde bem v,sivel noolbo direito
cor fula, alto, sem barba, Made 18 anoos, lem o
umbigo bstanle crescido, levou vestido uma caica
nova de brlm pardo, camisa de algodo brinco e
um chapeo de massa javelrn. Julga-se ter ido
com dous taogedores de gad. de Pedras de Pogo
um dalles por nome Claodoo, por ser elle escravo
da villa de Alago* Nova, coiiarea da cidade de
Area ; este escravo pertencec ao Sr. Aodr Rodri.
gues Bezerra e Souza, moradoi no sitio Pao Perro
e depois do Sr. Aotooio Diolz da Peana, morador
na mesma Alagda Nova ; pon into rogase is auto-
ridades e eapites de campo qae o apprebendam e
O le ve ro a' roa larga do R< sarlo o. 37, taberna
que sero generosamente rece mpensados.
D. Marta Qoiteria Rodrl[aaa Ferreira, inven-
tarianie do casal de sea fullee do marido Jos Ro-
drigues Fen eir, qae esUodo i proceder ioveolario
pelo cartoric do eserlvi Facondo, roga a todos os
credores de dito seo marido qaetram apreeotar
I seos talos no praio de 30 diis a rentar de bol
na roa do Q ieimado n. 14, afl n da seren eoutem-
plados em ^irto Inventario. Ricfe, 10 de ootabro
O agente Martins fara' leilo a requerimento de; Oe 1867.
,.UV1'K no braco diretto abaixo do (tovello, deJaiUda
As 10 boras do diana mesma taberna a rna Ira- 35 anoos pouco mais oo meso:: : roga-se aqatema
perlal o. 245, o balanco existe em mo 6o mesmo pegar de a lavar a' referida a sa cima, om sera'
agente pata ser examinado pelos prelendentes. gratificado.
LE AO
Da armaco, gneros, balancas, gaie'
mais perteuces da taberia da raa'
Imperial a 24b.
Rosetas
a USO).
Brincos a balao de coresduiia a 1#600.
Grarapas cora chiga df vidroduza a 160 rs.
Aiilheiros de m-tal, sortidisduia 4'i0 rs.
UUos de madeirn, pinlid-.sduna 240 rs.
Bjio- de moediaha dourados para punho da-
?' de pares (900.
Ditos de maorepercla para camisa grosa 5.0 rs.
Ditos .:e ac para caigaa grosa 2i0 rs.
Libras de lioha, primeira qualidade em novel-
Ios, sonido, a 2{50J.
Libras de dita, seunaJa qualidade, em uovellos
sortido- a 2 e IjoOO.
Canas de dita eom 50 novel los a 640 rs.
Ditas de dil.i do u com 40 n .velius a 803 :s.
Dita* de dita de marcar a 240 rs.
Duas de dita branca com 10 uovellos grandes
a 5G0 rs.
Duzus de carros de lnba de 100 jardas a
360 rs.
Dazias de ditos de lioha de 200 jardas a 1<00
Duzias de candes de dita preta e branca a
160 rs.
Miadas de lioha de roriz a 150 rs.
Caixinhas cora soldados de chumbo a 120 rs.
B*pelhop coro muidura dourada a 120 rs.
Pjoies de laco douralo para oec a 500 rs.
Ditos de lago liso para dito a 440 rs.
Ditos dourados com floresduzia a 2J400 rs.
Ditos de bfalos muito boas para alisardazia
2#'i00.
Unos de cbifre, fazeoda boaduzia l100.
Dedaee amarellos e praieadosduzia 240 rs.
AI Dueles era cartas de 1 peni?:, a 120 rs.
Duzias de caixiobas de clcheles a 640 rs.
I), zi.i- de candes de dilos a 600 e 900 rs.
Espoletas verdadeiras t. B.,:aixa a 100 rs.
Pvcas de fita para ct, larga com 10 varas a
500 rs.
Duas de u de seda o. >, com 8 varas a 260 rs.
Cadaeo branco par seroulaspca 50 rs.
Lia de tolas as cOres p-.ra bordarlibra6J5O0.
Pecas com '10 varas de labyriuto fino, sorti-
meoiv estreno a I^oOO.
Pbusphoros de cera em caixiohas -duzia 360 rs.
Ditos de o&j eocerado sem chelro -duzia de cai
ziohas 360 rs.
Caminas da doutripa chrlstia a 320 rs.
Ubreias de colla em caixiobasduzia 320 e
500 rs.
Sabonetes Anos para mosduiia 800 e 1#000.
Facas e g-irfo-, cabo le oseo-dazia 25500.
Fivellas para cintos, pnlseira*, perfumarlas de
todas as quaiidades, trancas, meias, etc., etc., e
tudo o mais que seja tendete ao sortimento Je
mludeza?, ferragens, quioquilbarias e candieiros a
gaz.
Raa Nova n. 28.
Garaote-se siocerldade_e_barateza nos precos.
Coostaodo-rae que se quer veoder a padaria
oa rua do Sebo o. 25 do Sr- Joaquim Luis Rioeire
de Sa', o qual comprou assucar refinado oa refloa-
(io do Sr. Aotooio Botelho Piolo de Mesquita,
na mporuoeia de 144i)8J. para a venda da Sil-
va & Onveira, cu|i assucar comproa para se en-
contrar em pao da mesma padaria, e aquella que
restasse pagar no ao ootro, qaaodo se tlr-.sse a
coota, restando o Sr. j. atjuim ljw. Ribeiro da Sil-
ra a qaantia de 3*5z0, qae deve de saldo da mes-
ma coila a Mesqaita, coja quantia quer recebar :
previne a qualauer pess.a que queira comprar a
dita padaria, qae tomo em cuosideracio este de-
bito para evitar polmicas afloal. _______
Aviea-sa a respeitavel publico qae se previ-
as em do alogar o sitio do Monteiro, perteneente
a Zeferlno Fernandes da Silva Manta, porque este
capaz de dfsfazer qaalqoer tralo, como agora
acaba de pratlear com om sen prente, a qnetn in-
tarabio de ahigar dito sitioe afloal depois de Ihe ter
pedido dioneiro emprestado e adlaulado, apparece
declarando qae oiogaera esu' autonsado a alagar
dflo sitio senao o aesmo Zeferlao.
Recife 9 de oolobro de 1867.
___________________O furto.____
OBerecenwe daa. seahoras ama para ser
ama seca de menino p*]asno a oatra para cosi
nhar para bomem soteiro de um at daos : que a
quizer dirija se a raa do Seahor Botr, Jess das
MARTIMOS
CONTRA FOGO.
A companhia Indetanisadora, estabeleci-
la nesta praca, toma seguros martimos so-
are navios e seus carregamentos, e contra
iogo em edificios, mercadorias e mobilias:
a ma do Vigario n. 4, pavimento terreo
Alugi-se
A casa da roa das Aguas-verdes n. 25 : a tra ar
na roa Bella o. 45.
Prectsa-se de om criado, prele/todose escravo
oaj^jhsj^gjjraj^ l4,_botelJavenlade. "
% ene
\
Precisa-se de nm bora offlcial de pedreiro e eat-
ce.teiro para servico cenftaote : a pessoa oue es-
t.ver nestas efrcooslaneias dirija se ao escnpiork.
da empieza do gaz, rua do Imperalor n. 3i das
9 bora da manbaa as 4_da tarde.
Alnga-se om sitio para se pausar a (esta no
Caldeireln junto ao sitio do Nm Sn Dr. Alcofo-
rado com casas, estribara, cochera, cacimba,
muitas fraciiras de todas as qualidades, baixa d
cap'm para sasteutar com franqueza 4 cavallos
tendo nos fondos do sitio o rio Capibanbe para m
tomar banho a qaalquer hora do dia: Meai o pre-
tender dirija se ao esgriptorio do Jura. Sr. Dr Al-
coforado ou no Chora-menino defronie do baria
di Campo Verde.
Offerecese ama criada para servir era casa
de familia ; na rua do Iraperador o. 50, 3o aodar.
Auna de leile~
Preeia-se de u:na ami de leite : na roa da
Poute Velha, casa defroote da s;rraria.
Precisa-se alogar uma escrava oa criada pa-
ra o servico de cosinlur e lavar: na rna Formo-
sa n. 15, 1* andar.
Fugio do engeohj Caoto E-curo comarca da
Escala, do poder de seu seahor Leonardo Bezerra
Cavalcaote, o seu escravo de oome Jos, crlonlo,
com marea de betigas qae leve ha pouco, alto,
grosso, tem os olhos algurai cousa vermelhos em
razao das bexiea, oaiural de Serid aonde ba
pouco veio e foi escr.-.vj do Si. Antonio Lo;>es
Braga no Recite, bastaote ladino : qnem o pegar
e o levar a rua do Imperador n. 45, 3 andar, ou
a seu seohor Leonardo em Santo anto sera' bem
recompensado.
Fraocisco Ignacio da Silva, subdito portuguez,
retira-sa para Portugal.
Precisa-se de um moco de 15 li 16 anoos de
idade ou am hornera de 35 a 40 anoos qoe saiba
ler ; na rna da Concordia n. 38.
Uosinbeiro
Precisa-se de um cositihefro, llvre c
oa roa da Madre Deus n. 16 lo]a.
Precisase de ama ama de leite
ireita do Rosario o. 43. 2* aodar.___________
Beato Jos Domiogaes, deixoa de ser era-
pregado da padaria do Sr. Joo Antonio Carpintei-
ro da Silva, desde o dia 4 do corrente. Recife 8
de outubro de 1-S67.
Precisa se de ama ama para casa de peque-
oa familia preferiodose escrava : na rua doCres-r
po n. 7.
Precisa-se alagar ama escrava que saiba bem
engora ai a r, para am sino poaco adiaole da igreja
de S Jos do Maoguioho, a tratar na roa do Amo-
rim n. 33 primeiro aodar.
SAQUES
a ^Ssffgfesri "**LsbQ,:
Offerece-se ama ama para eczinbar e lavar
para casa de pooca familia : a tratar na roa da
Gloria, neceo do fundan o. 3.
Pi ecisa-se de ama ama :
geiras n. 12, 2<> andar.
a' raa das Lun-
, Precisa-se de um feior que eiit-noa de Jar-
dim ehorta, e que tenha boa couducu; na roa das
Cruzes o. 36, 1 andar.
Na raa esireita do R ^saricT ~ 32 2,_dar,
ba om mulat uno para se alagar.
Club Pernimbucano
Domingo 13 do corrente, haver reunio
laminar.
Precisa se de doas horneas porlogn^xes qae
d c nhecimenti de sua coaducla, e qoe eolendam
do iraiamento de capim e carrosa, qoem estiver
nestas circorostancias appareca na rua estrella do
Risa- io das 9 as 3 horas da tarde, qo-) achara'
com quem tratar.
Thomas D. Shelly vai para a Europa
por ingles tOaeida.
o va-
na rua es-
Precisa-se de ama ama que saina cosinbar
eogommar e para todo servico de casa ; Ba roa
Direita o. 96.____________________________
Mulato futido
Aqseotoa se o molato Uranelioo, oro os signaes
segrales: idade 18 aooos, sem barba, cabellos
prelos e corridos, tem falta de oro dente na frente.
sobre as costellas tem ara signal preto, lem ama
cicatriz oa tesU, offlcial de sapaieiro> anda calcado
e ievoa paletot preto, caiga branca, chapeo baixo
de massa : qoem o pegar leveo a rna do Rosario
n. 22, que sera' gratiiJcado.
Precisa-se de ama ama para o servico de onu
casa de uma pessoa oa rua do Torres o. 14, se-
gundo andar.
a ira
Aluga-se-
| um sobrado da roa da Imperial n. 16 por 25J meo
I saes, muiio fresco para a prosete estacio : a tra-
tar oa roa das Cinco Ponas o. 23, primeiro aodar,
das 6 as 8 turas da maonaa a das 4 da tarde em
diaote.___________________________
Precisa-se de ama ama escrava para o serd
vico interno 8 externo de ama casa de pone fa;
milia : oa roa deS. Fraocisco a. 56.
jmotmam ame
Frecisa-se de uma ama para casa i
de familia de duas pessoas, assim i
como de orna menina de cove dez 1
annos. para criada: na rua do Im- |
Sperador n. 35, segundo andar es- 1
querda.
ilimifHHUlil
Gabinete Portuguez de
Leitura
Conselho deliberativa
De ordem do Illm. Sr. presideote, coovoeado
o roesmo coDseibopara aassio xtraoroaria '
quiota feira 10 do correte, as 6 boras .di '
Sala das ses.'Sis do cooselbo delibM" do
Gabinete Portuguez de Leitura aos 7 de vio de
18S7. *-v
Firmioo Antonio Son' mi Rapo*
Secre'
Lozintirira.
Precisa-se de uma ama boa eosiaheira
tar oa cua Nov n. 28.
SMMMH! aMMMS
-g 6 Dr. A. S, Pereira do Carmo (roeaTco) 3
* est morando no sobrado o. 12 da roa da '"
8 Imperatriz.
Na secretarla da Santa Casa d Misericordia
do llecife precisa-se fallar a Sr'Lsandra Caraei-
ro de O.iveira.
Precisa-se de uma maber de'boas eMtoaw>
para tomar coota de ama menina e tazar o serricj
da casa de nm bomem viuwo, menas cosiohar
tratara rna da loria n.al,,
,AJtagam-ieAuasvescfavas turarse
casa da pooca Umilia, sendo qua uraa
engoraras, e oatra compra e co-inha
eisar dirija se era Santo Amaro ao
doeemlerto. lagiez
A 9Ta
JO jUQt>
para
.rmo.
lodo oser-

frecisa-se aiug^r.ur'
vico : na botica do pe-
"' ^Se de aaguraa
.irnos e terrestraa
lecida oo Rio de Jaoeir#
AGENTES EM I'GRNAMBOCO
.atMio Liii de Oli'eira Azeved k G.
t competentemente autoriadoe pela
directora da compacbia de agaros
Fidelidade, tomam seg ros de na-
vios, mercadorias e predios oo sea
irio rua da Cruz n 1




BTIIMD 1



""^i
^MMIVIVni
>*m
-
4
larto rernaMboco Quinta telra O de Outabro de 1867.
jjjfcOUMffl
MrMBp
AO JAYME CABELLEIR
N. 6,ra do Queimado primeiro andarN.
NAO ni AIS CABELLOS BRANCOS.
Tin ura im-tanianea para enegrecer os cabellos em ura miDuto sem offender a pelle 1
Gabinete reservado e desente para tingr cabellos
com perfeicSo, pi esteza e mdico preco.
M .V'~r>

ras )







exceg]
na-
PARA UZO INTERNO^
PREPARADOS SIMPLES,
Xarope de jurubeba garrafa......... 1 0ooo
Viuhode J4S00
Pillas de vidro......... 1 #ooo
Tintura de ._ **"
Extracto hydralcoolico de jurubeba 205oo
PREPARADOS COMPOSTOS.
Vinho de jnrubeba ferruginoso garrafa. 20ooo
Xarope i6o
Pilulas vidro... 20ooo
Oleo de jnrubeba vidros----- 64o
Pomada de pote...... 6io
Emplastro libra..... 2f55oo
PARA UZO EXTERNO
A JlTRUBEllA.
Esta plantaje hoje reconhecida como o raais poderoso tnico como um e
tente desobstruente, e como tal appljcada nos engo-gitamentos do figado e baco,
henatites propriamente ditas, ou ainda complicadas com anazarchas, as nflammacoes
subsequeotes as febres intermitentes ou durezas, nos abcessos internos, nos tumores es-
Denalniete do tero e abdomen, nos tumores glandulosos, na anazarcha, as bydrope-
aas erysipellas ; e associada as preparaces ferruginosas, e anda de grande vantagem
as anemias, cbloroses, faltas de menstruacao, leucorrbeias, desarranjos atomcos do esto-
mas.', debilidade organicns.. e pobreza de sangue, etc.
O que dizemos afirmara os mais dMinctos mdicos desta cidade, entre os quaes
podemos cita' os lllms. Srs, Drs. Silva Ramos, Aquino Fonseca, Sarment, Seve, Pe-
reira doCarrao, Firmo Xavier, Silva etc. Todos elles reconh cem a excellencia d'este po-
deroso medicamento sobre os demais at ho? ^onbecidos para todos os casos citados,
tanto que todos os dias fazem d'elle applicaca<-.
Apresentando aos mdicos e ao publico em geral diversos preparados da juru-
beba, tivem* por fim generatisar mais o uso d'este vegetal, fazendo desapparecer a
repugnancia que at boje seutiam os doentes de usar dos preparados empricos d'elle, o
mais das vezes repugnantes a tragarem-se, e que tinbam ainda a desvaitagem de nao
ser calculada a dose conveniente a applicar-se, o que torna muitas vezes improficoo um
medicamento, que poderia produzr ptimos resultados.
Os nossos prepados s foram apresen lados depois de ha vertaos convenientemente
estudado a jurubeba, fazendo as experiencias precisas para bem conhecer as propriedades
medicamentosas d'esta planta em suas raizes, folnas fructas ou bagas, e a dose conveniei)'
ea app icaco, tendoalm d'isto procurado levar os nossos preparados ao maior grao de
tperfeicao possivel, para o que nao poupamos esforcos, nao nos importando o pouco lu-
cro que possames tirar.
Por tanto os que se dignarem recorrer aos nossos preparados podem ter a certeza
de que elles offerecem a garanta, de que se pode encontrar a prompta e infallivel cura
de qualque dos soffrimentos, que deixamos innumerados, se forem em tempo applicados
tend races, aquella que mellar Ibe pode convir, j pela fcil applicacao, e ja pela complicado
das molestias, id.de, sexo, ou ainda natureza de cada individuo.
As nossas preparaces ferruginosas sao feitas de forma que se tornara completa-
mente soluveis nos suecos gstricos, porque procuramos os composto* de ferro que como
taes estao hoje reconbecidos.
Fara aquelles que mais minuciosamente queiram conhecer as propriedades da
jurubeba, e saberem a applicacao de nossos preparados, destribuimos gratuitamente
em uosse deposito um foloeto, onde tratamos mais extensamente d'esta planta e dosov
oos preparados.
nico preservativo de caspas e calvice.
PREMIADO PELAS EXPOSigES DE PERNAMBUCO E RIO DE JANEIRO.
SalSo para ejrtar e frizar cabellos, e fazer barbas.
S?"? BEM NORTADA OFFICGUDE GABLLEUEIRO

Precisa-se de ama ama para todo servido de
urna ca$a de pequea familia (menos sa'iir a roa)
i que seja pertena cosloh-tira ; na praga da Bji-
vista n. 7, segundo aDdar. _________
Jos Rodrigues Feroan.les, sub lito bespa-
Dbol, reiira-se para Muntevid).
Aloga se para passar a festa orna casa era
Olioda com muitos tu as eommodos para familia :
bonita vi-ta e muilo fresca : a irrtar na ra da
Concordia junto ao Sr. solicitador Abren.
TYPOGRAPHIA MERfiAMTIL"
DE
c.
s onde com esmere e gosto se manufacturara, quer para a proviacia, quer para fra della, todas as qaalidades de posticos ^
^|| modernos e de apurado gosto, accrescendo a grande differenca de ser 10 OtO mais barato que em outra qualquer parte
Esplendido sormento de cabellos, em cores e em eomprlmenlo,
IV.6. RA IlO QUEIMADO N.6.

Carlos (Eduardo M ltale rt &
R. io--t.ua do Trre8-fl. 10
Sob este titoio temos olliraamente eslabelecldo
nma typograpbia qne mandamos vlr de New-York
e > qual reunimos a qne J libamos.
Montado assim o nosso estabelecimenlo em um
ponto vantajoso, porqae possoimos indo o qne
de melbor gosto e mais moderno, acbamo-oos ha-
bilitados de eroprebender qualquer obra qne se
aos qneira confiar, com a maior nitidez, visto os
nossos quarenia annos de arte e experiencia.
Somos bastante conhecidos e por isso nutrimos
toda a cooviecio de qne a generosldade do pu-
blico e dos nossos amigos bao de correr em nosso
anxilio para proteger nm velho artista one.ado de
grande familia para o que de ante-mio nos con-
[essamos suminamenle agradecios.
Trocam se
as notas do banco do Brasil e das caixas flliaes-
dom descont milito rasoavel, na praca da lnde,
pendencia n. 22._________________________
Ama
Precisa se de nma ama de leite
Queimado o. 49. ___________
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na rna do
Casa em O linda
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Alnsase nma cast em Olinda, tocalidade excel-
lenle para baobos saliiadns ; no oltu de S. Pe-
dro Nuvo, prxima a' casa do commeodador Joao
Pinto de Lemos : a tratar na rna do Crespo, loja
n. 17.
Precisa-se de om caixeiro
rna da Santa Rita n. 3.
na taberna da

id
POR
AUttUSTE AORJ^
Pharmaceutico pela escola de Paris e successor nesta cidade
DI



Aristide Saisset e J. Soum
22.------Rna da Cruz------22.

Tratamento puramente vegetal sem mercurio, iodo, ouro, nem outro qualque
mineral.
Verdadeiro pnrificador do sangue sem azougue.
Especial para a cora de todas as molestias que tem sua origen) Da impureza do
saogue, como sejam as molestias boubaticas, syphiliticas, escrophulosas, darthrosas, quer
veobam ellas por bereditariedade, quer sejam adqueridas pelo contacto com pessoas in-
feccionadas dos diversos virus que contaminan] o sangue e os humor, s.
A earoba um remedio prodigioso, usado desde remotas eras pelos indiof
do Brasil, e passando seu uso de geracao em nbeeidoscomo propno para rombater as molestias mais hediondas, eotrando nesse nume-
ro a morpha ou elephantiases, p>ra cujo curativo os nossos sertanejos consideram a
earoba como remedio especifico.
A muito ttmpo eutrou a earoba dos formularios como preparac3o magistral
sob a forma de eieictuario, aioda boje lembrado Das pbarmacopas com o oome de seu
celebre autor Joao Alves Carueiro: nao ella portaoto remedio novo nem desconhecido.
O ungento de earoba da mesma sorte preconisado desde tempos mmemo-
riaes como o mais apropriado para o curativo das boubas e ulceras syphiliticas srdidas,
e ei pregado com proveto depois de improQcua applicacao de muitos oulros agentes
tberapeuticns enrgicos e de uso quotidiano.
Muitos dos nossos mdicos de consideraco e entre elles o muito distincto pratico
e observador o Sr. Dr. Pedro d'Atbayde Lobo Moscoso, tem confirmado por meio de ex-
perie cias repetidas, o que diz a fama das benficas propriedades da earoba 'no trata
ment das boubas, das diversas formas sob que a syphilis se aprsenla e muito especial-
mente as que 4eem sua sede na pelle, e poderiamos relatar alguns casos de data milito
moderna observados pelo mesmo Sr. Dr. Moscozo em que a earoba produzio admirareis
^Seitos, depois de inuteis e prolongadas applicac5es de salsaparrilha, mecurio, iodo, ou-
' aeus preparados, etc., etc.
NJo era possivel que orna planta tao ootvel por suas inappreciaveis virtudes es-
cap. oerspicacia e iuvestigaeoes dos mais abalisados pnticos europeos, que se ap-
plical 'specialidaile ao esiudo e tratamento das molestias syphiliticas e herpeticas
e para pt ht esio os Srs. Drs. Casenave, Schurfer, Ricord e outros daodo as mai/
lisungiras u ^ces sobre as propriedades curativas da earoba e preconisaodo-a com'
remedio pdete no para o tratamento das erupces cutneas, seccas ou suppurativas
dartbros 4e todas ->iidade, ec emas, ulceras de diverras naturezas, tumores, osseos
e outras muitas moltk -\e aatureza syphiiitica ou boubatica.
Por ter-w gene. io muilo o aso da csesela da earoba que ea pre-
paro e pelas instancias de"v mdicos que desejam continuar em suas observaces,
deliberei-me a ter prompta u.. ^ntidade da mesma essencia, obtida sem a aeco do
ogo, para n3o prejudicar as pro,. trar-ae-ba na minba pharmacia sem,. > em pon;ao sufficiente para todos os pedidos a
ESSENGA CONCENTRADA De CARi. o unueDto da mesma pleata para que nun-
ca fallem aos Srs. mdicos que quizerem -immtar tao precioso agente medicinal.
Becfe de Paruambuco, 17 de ootuo. h0 {$qq,
* A^a0STE Caors.
Deposite geral de trien. u st apees
Botldca e rogun.
34Roa larga do Rozario
Alm dograrde sortimento das melhores machinas, americanas para descarrocae!
algodo. de 10, l, 14, lo, 18, 20, 22, 23, 30, 35, 40 e 50. neste estabelecimeDto sr, mre"f 2P?!
encoDtra mais o seg inle:
Azeite de espermacele propria para machi- Peneiras o'arame para padarias e refinaces.
as de todas as qi alidades.
Vapores de forca de 3 a 4 cavallos.
Serras avulsas para :nachinas.
Mances e todos os mais pertences para as
mesmas.
Carros de mo para iterro.
Cylindro para padarias.
Debulhadores para milho.
Arados americanas,
Escudas de madeiras americanas.
Carrinhos proprios para armazens.
Moinhos para refinaces.
dem para nvlho.
Macbinas para cortar :apim.
Rombas para regar jnrdins.
Vaquetas para cobertis de carros,
Camas de ferro sortit as.
Rombas de Japy.
dem americanas.
Ferros a vapor para engommar.
Vassouras americana i.
Raides americanos p:ra compras.
Tinas de madeira.
Rallaios e cestas de vijrguinhas.
Guarda comidas.
Correntes para almanjarras.
Machados e faces americanos.
Caixas com vidros de todos os lamanbos.
Camos de chumbo de todas as grossuras.
Folba de cobre idem idem.
dem de latSo idem idem.
Folba de Flandres.
Ferro de todas as qualidades.
Arcos de ferro.
Latas com gaz.
Trens de porcelana para cosinba.
dem estanhados para dita.
Randeijas Gnas.
, Ralancas americanas,
dem rovervaes.
Taixas de cobre.
Estanbo em verguinhas.
Folhas de ferro de todas as grossuras.
Correntes de ferro sorlidss.
Espingardas de todas as qualidades.
Rewolveis de todos os modellos.
Ferramenti para ourives.
Mem para tanoeiros.
dem para ferreiros.
*
PHOTOGRAPHIA
VILELLA
BA DO CABDGA N. 18, ENTRADA PELO
PATEO DA MATRIZ.
0 nosso estabelecimeDto photogrsphico
est sempre em dia com todos os-melhora-
mentos e progressos que Da America du
Norte, ou na Europa se consegue na arte
pholograptiica, e para alcancarmos tal fim
DUDca poupamos despezas nem sacrificios,
de sorte que os nossos numerosos freguezes
podem ter a certeza de que sempre encoD-
traro em dossu eslabelecimento ludo quan-
to a arle e a moda oderecer de bom, dg
novo e velho mundo aos amantes da pho-
tograpbia.
, NOVIDADE PH0T0GRAPH1CA.
Acabamos de receber todo o necessario
para fazer retratos chamados carle-album.
Este peero de retratos ltimamente in-
ventado na America do Norte, rpidamente
se propagou na Inglaterra e Franca aonde
goza actualmente de todo o favor da moda.
A carie-a-lnm se faz por duzias como os
antigos arles de vtsita.
Na Inglaterra trocaram o nome de carie-
lbum pelo de retralo-galeria e os ingleses
usam encaniibar estes retratos em quudros
especiaes para com elles formar galeras,
com que ornam seus gabinetes. Recebe-
mos urna certa quantidade de taes quadros,
os quaes cederemos por barato precu aos
nossos freguezes.
As pessoas que quizerem ver specimens
dos retratos chamados curte-album, j fei-
tos em nossa officioa sao coovidados a visi-
tar o nosso estabelecimeDto.
CARTOES DE VISITA A 95000 A DZIA.
Em consequencia do novo genero de re-
tratos chamados carle-album, diminuimos
; o preco dos antigos cartdes de visita, os
quaes de boje em diante ficam reduzidos
ao preco de
0$OOO
pela primeira duzia, sem que por causa
desta dminuico de preco, ueixemos de es-
merar-nos no dosso irabalno, como sempre
loi nosso cotume. Alm disto, continua-
mos a dar os cartdes de visita em carines
de luxo, Bristol, ou porcelana, dourados oa
lithograpbados para o que lemos urna varie-
dade de 12 modelos, a escolba de quem se
retratar.
CT" VA GOMO PREVENCO.
Apezar do nesso irabalho ser ni irlo co-
ahecido nesta cidade, aonde 'trabalhamos a
tf annos, com tudo julgamos de nosso de-
ver dizer boje o seguate:
Nos retratos fedos em nosso estabeleci-
toda a cautela para of-
par da belleza do trabalho, as
melhores coDdices de durac3o. Doura-
mos e fixamos os uossos retratos sem olhar-
mos a economas, e ltimamente para Ibes
podermos dar urna lavagem mais ampia
e segura, contratamos com a compaDhia de
Bebiribe orna penna d'agua. Os nossos
cartees de de visita s3o verdadeiras photo-
grapbias, que nao preciso de reioqges do
pintor para Ih- desfarcarem os defeitos, e
convidamos a quem qnizer a passar sobre
elles urna e-ponja molbada em agua, ou a
deixa-los mergulhados por espaco de horas
em agua, ou em espirito de vinho: se apre-
sentarem alteraco sero recebidos por nos
e pagos pelo duplo do que tiverem cus-
tado.
Continuamos a fazer retratos por todos os
systemas pboiograpbicos at hoje conbeci-
dos em pbotograpbia. O nosso sortimento
de caixinbas, quadros, passe-par-tauts, e
joias de ouro para a collocago de retratos
o mais completo^ variado e abundante que
existe nesta cidade.
Atiendo.
N. 2$ Roa do Uvrameflti N. 25
Deposito de tamancos e ipado nacional da fa-
brln* da rna do Jardn) o. 19, de Jote Vicente Go-
diobo, tanto no deposito como na fabrica seapromp
tam todas as porfdfs de calcado o mais barato
possivel, esta fabrica tem todas as machinas pro
prias para os calcados ja bem acreditados pelo
grande nnmero de freguezes qoe daqoi se Cor-
neceo). .
M: S A -Ra do CabagX. 3 A
ilgostinho Jos dos Santos $ C
Acaba do ebegar a este eslabelecimento um esplendido sortimento de
joias do ultimo f:o8t<, perfeico artstica e modellos enteiramente notos; como
segoem: adere; os com rubim, esmeraldas e perotas finas, pulceiras, broches
para retrato, aunis, botes de punho, brincos e cassoieus com letras, etc..
etc., etc. Sal vis de prata do Porto, faqueiros, paliteiros, caln de mesa c
fructeiras, cujos precos s3o incompetiveis, pois que os propri tarios desta casa,
recebendo seus artigo directamente da Europa, podem servir vantajosamenta
aos seos fregu :es. Compram-se brlbantes, pedras finas, ouro e prata, page
se bem, tamben se incombem de fazer concertos.
Ama.
Precisa-se alocar nma ama, para comprar, cos-
nbar e etnommar : na roa de S- Frapclsco n. 54.
Na pra$a da Independencia o. 33, loja de
ourives, comprase ouro, prata e pedras preciosas,
e tambera se fax qualquer obra de eocommenda e
todo e qoalqaer concerta
VER0ADE1R3 IE Riff
de meitacT, Doctur-irii.
Ru Seins, 61, A Pa.hi.
Em eaii garrafa, ai. ruin i roibae u papel j.-ul
que li'a o meu t nrle, um.ntfilo mpr^v. rw *cu-
rtllo COm O SKLLO I)IIS1L D 6: --u nutNCtl.
Y B.- -tn-rt-
tm.^~rr-< a'.itr
ir 6I0 Iranro >n-
brtParKi. rcivp|
a co ias ao mximo,roza-se
4o atjfimriit t do
maJ.it ittcMtlti
Deposito na pharmacia deP. Maurer
C pp Pernambnco.__________________
UiSTORIit M CMOS
XII
Rei da Suecia
HOR volt aire.
Vende-se esta eicellenie obra par 1200 'em
brochura, na llvrarla Econmica ra do Crespo
n. 2.
Na mesma livraria tomam-sa asslgoainras para
avida de Horacio Nelsono celebre almirante
anal 7. a 15 eada eiemplar.
pilulaOctra, xarope e vinho
de fedegoso
nico depsilo
l'barmacia du J. A. Pinto, ra larga do
Rosario n. 1.
CASA DA FORTUNA
Aos 6,000,$
BILIIE1ES GARANTI03.
A' BDA DO CRKSPO N. 23 E CASAS DO COSTME.
0 abaixo Jssigna le* bilhetesgarauidos da lotern qoe se ^cilinu de
extrahir a benecio da Sania Casa da Misericor-
dia os' Rointes premios :
N. 139 > dons quarios com a snrlede 1:2')0.
E ouiras mullas suries de 100,3, 402 e 2l'.
Os possaidores podem vir receber *eus respecti-
vos premios *eio os descootos oas leis na casa da
Fortune rna do Crespo n, 23~
Actiam-se a venda os da 49* parte da lotera a
hem-Qcio das familias do* voluntarios da patria
(4l*J que se extrabira' t<-rca-feira 15 do crrente.
reco.
Bilhele.....0000
Meio......3000
Qoarlo.....14200
Em porco de 100^ para cima.
Bu lie-le.....54500
Meio......27O
Quinto.....14100
___________________ Manoel Martn* Finia.
Os abaixo assignados scientificam ao publico,
e com especializado socoro.' de commeriu, qoe
ulgam nada dever a' peisoa alguma'desta praea,
e nem fra della ; porro,-sa algoem se joigar seps
credores, apre>rntem snas cooi.s e luui'S, qoe,
sendo estes legaes, sero prompumenie pagos na
ra do Livrameolo n. 39, no prazo de oito das da
data do presente aoooocio.
Recite, 8 de oatubro de 1867.
Jo> Manoel Prreira de Mendnaba.
Joao Machado Evangelista.
Custodio Jos de Oliveira.___________
O abano assignado, propri^iario do sitio do
Mooieiro, qoe foi de sna floada ma, v-m declarar
que pessoa algoma se acba aotonsada a lazar di-
to sitio, pelo que as pessoas que o quizerem atogar
se devem dirigir ao mesmo abaixo assigoado, ou
ao Sr. Nleolao Machado Freir oa povoaco do
M nieiro.
Keclfe, 8 de satembro de 1867.
Zeflrino Fernandes da Silva Maota.
Atleneo
CODtiooa-se a foroecer almoco e jan lar por pro
(O commodo, em orna casa particular: oa raa es-
ralla do Rosario sobrado o. 35.______
Aloga-se duas excelleoles escravas perfeili
em suas obrigacoe.': oo Corredor do Bispo defront)
ida casa a. lt.|
uilrrece-se ama excedente armacao de ama-
relb eovidracada para qoalqoer estabeiecimeoto.
Se se flrer negocio, dir-se-ba a casa : a tartar a*
ra Direita o. 16.
TJ^eiroe viseiro.
R ga-se ao Paragoayo da loja da roa do Livra-
mento, que val deixar de ser ooomto par, qoe sa
deixe de contiooar a msolur e espaocar aos setu
vi>iohos, sob peoa desie Sr. Ferrabras encootrar
aigom oovo oldo qoe iho ponba as cosus o
f eite e o oarli em forma dama batata inglea.
Esle rosii. sfgood" nos Infnrmam. fla-se mui-
lo em seu irroo Sivel, qoe anou ISO ceios do-
ris em qoeslS'S mal tendidas e notas sem ter
do toesooro, nem do baoco do Brasil, om mes-
mo em ouro e prata, porqae agora sao metaos
muilo raros.
Fol anda fiado nos taes 110 ( vejam m leitore
que nao sao annos, sao cornos do reto) qae o Pa-
raguayo vermeibo deitoo pela porta fra a oa so-
cio de seo irmo a poder de improperios, o cota
orna garrafa em punho ameacaodo qaebrar iWa
cabega ; o que oao conseguio io vJriuJe da ca-
dencia do drto socio.
SalN, qne na raa do vrament > tem bav do le
aono couss de flear a gente boqniaberta I
0 C. de Palo.

MUTIUN_ J
A^
e'



MI
DlsrJ* de Per Bambuco Quinta felra 10 de Outul.re de
8G7.

MACHINAS
PARA
mm
Sobrado ii.. 7 da ruado Pa-
dre Fl )riano
F!' r>r/in. f. rlro i Santa. Ca
da I
: rcsi.l" m ni a
J- C- i.
. SOUZa SOARES & IRNlAO
proprietirios do grande e novo estabelecimento de miudezas,
ferragens, quinquihurias ecan RA NOVA *8
Em frente a botica do Dr. Sabino
Receberam directamente de New-York um sortimento de machinas para descare-car
algodSo, sendo de li, 44, le, 18 e 20 serras, que pela sua qualtdadee perfeigao, tornam-
se recommendaveis.
Os propriet8rios garantem por nm anoo a consiruccao das mesmas, e o bom re-
saltado em descarocamento de algodo. Sendo estas de um modelo tal, que alm de se-
rem de pooco volume sao muito facis para o trabalno, ficando o algodo o mais perfeito
possi?el. Afflancaido-se os precos serem mais razoaveis que .em outra qualqner parte.
Os pretendentes podem dirigir-se ao referid) estabelecimento, que alm deacba-
rem um bom sortimento de objectos de que tendente, encontrarlo sinceridade e bara-
teza nos precos.
u procurador nesti cidade,
o 49, piimeiro andar.
AM,
Precisa-se de urna aun para casa de ponca fa-
milia, servico pooco, pi elere-se eslraogeira : na
roa da Cruz o. 18, Io andar.
""P
COMPRAS
______ N. 2 D ^ N. 2 D,
I^JOL t USICAO DS OCItO. ^fc
A loja n. 2 D. intitulada Coracao de Ouro na ra do Cabug, acba-se d'ora em diaote offerecen
lo ao respeitavel publico com especialidade as pessoas que bonram a moda os objectos do ultimo gos
,d Pars) per menos 20 por cento do que em outra qoalquer parte, garantiodo-se a qualidade e a so
x da ebras.
O respeitavel publico avahando o desejo que deve ter o proprietario de um novo estabelecimen-
to que qner progresso em sen negocio deve ebegar inmediatamente ao coracao de ouro a comprar
aneis com perfeitos brillantes, esmeraldas, rubina e parola ; verdadeiras em agarras, modernas pel
diminuto proco de 10*, brincos modernos de ouro e coral para menina pelo preco de 'i, maracas de
prata com cabos de marflm e madreperola obra de moderno gosto (o que o eocontraro no coracao da
ouro) voltas de ouro com a competente erosiona ricaueote eofeitada pelo pequeo preco de 12, brin-
cos de um trabalho perfeito por nm mdico prego, cassoletas, traoealras, pulceira, alflnetes para re-
tratos e outros modelos todo de alto goslo, aneis proprios para bntar cabello e firma, dito para casa-
mento, no artigo roseta tem o Coracao de Onro um completo e bem variado sortimento de diversos
gostos, but5es para ponbos com diamante, rubios e esmeraldas, obra esta importante ja' pelo sen va-
lor ja' por posto ds desenbo, brincos a forma da delicada maosltrha de moca cora pioeente conteudo es-
meraldas, rubios, brilbantes, perolas, o gosto sublime, alfioeto para grvala no mesmo Rosto, elo-
gies para senhora cravados de pedras preciosas, ditos para hornera, diversas obras de brilbantes de
mito gosto, ernsinhas de rubios, esmeraldas, perolas e brilhantes, aneis com letras, cacoletas de
erystal e ouro descoberta para retrato (a inglea) brincos de franja, ditos a imperatrize toda e qual-
qner joia, para secoliocar retratos e obras de cabello, e outros muitos ebjectos que gs pretendentes en-
contrarlo no Coracao de (Juro que se conserva com toda a amabilidade aos concorrentes delxando-
se de aqu mencionar precos de certos objectos porque (desculpera a maneira de fallar) dizendo-se
prego talvez alguem faca mo jmzo da obra, por ser tac diminuta quaulia a vista do sen valor.
Na mesma loja compra-se, troca-se ouro, prata e pedras preciosas, e tambem recbese concer-
t?, por menos do que em ootra qoalquer parte, e do-se obras a amostra com peobor, conservando-se
e Coracao de Onro aberlo at as 8 ora; da noile.
Qnalquer pessoa que se dirigir ao Coracao de Ouro nao se podera' engaar com a casa, pois
nota se na sua frente um coracao ueodurado pintado de amarello, alera de outro que se nota em um
rotulo (isto se adverte em consequencia de terem ja' algamas pessoas engaado com outra casa.
Moedas de prata
nacienaes, assim como pataeOes portuguezes e
bespanhes, compram-se com premio : na roa do
Crespo n. 16, primeiro andar.
Compram-se escravos
Silvioo Gullberme de Jarros, compra, vende e
roca efectivamente escruvos de ambos os sexo;
de todas a* idades : a' ra do Imperador n. 79,
-rceiro andar.____________________________
Compram-se
com premio raeedas de < uro e de prata'naclenaes
e estrangeiras : na ra < a Cadeia do Recite n. 16
armazem de Adriano, C> tro & C.______________
Libras esterlinas.
Comprara.se com bom premio
dependencia n. 22.
na pra a da lo
Moedas de ouro.
Nacionaes e estrangtiras assim como libras
esterlinas : campram-se na roa do Crespo n. 16,
primeiro andar.
Compra-se onro e praia em obras velbas :
na praca da Independer 22.
de
MOEDAS
ouro e
prata
Corapram-?e moedas di onro nacionaes e estran-
geiras, bem como patac5os dos diversos conbos :
em casa de Adamson, Ho *ie & C, roa do Trapi-
che-novo n. 40.
Na ru de Abollo, irmazem n. 12, compram-
se dous escravos pretos.
Comprase por ma s duque em ootra qual
quer parte, prata brasilera e estrangelra, libra
esterlioas.anoedas de 9,1 e 16 ponoguezas, d
brilbantes de 5> 104 e 20 Lrasilelr is e >o trocam sedula
das caixas filiaes do Bao :o do Brasil : na roa da
Cade i a do Recife n. 58, lija de azulejo.
24S000
Comprase na loja de-jmas do coragao de ouro
n. 2 D, ra do Cabuga, o oedas nacionaes de 20*
Compra-se ama esc-a va sadia qoe coziobe e
engomme : D3 roa da Pe ha n. 23, 1 andar.
C impram-se Diarios : na ra Direita nam-
ro 61.
UWHAN i 248200
O un prietario dsla casa, agente dos fabricanies do Concretar Freyer est promp-
Paga se por moedas de 205000. aim como
to a fornecer o dito appirelho, em lmannos ctmvenientes para os engenlios desta pro-: mais do qu
vinciaver a descripgao nos Diarios de 7 et>do crreme mez.
em.nntra pane por qualquer moeda
TIOTAS PARA ESCREVER
Deposito das fabrlcss de ilaiirln. AiUoioe. Maurcr e....
Garrafas inteiros 2, I5oo e i&.
Meias garrafas e frascos menores 64o, oo, 4oo, 32o e 16o.
Para.copiar. Garrafas e frascos menores a 5, 3(5, 2S, lj$5oo, l, Go e ooo rs. _______L
De cores.Cairuim, a/iil e \erde a 14 e too rs.
Para marcar roupaa 1$ e foo rs.
a ra do Crespo n. 19, loja.
Ouro
e prata,
Micdas de ouro e prata estrangeira* e nacionaes
de todos os valores ; compram-se aa loja de ouri-
ves ao Arco de No-sa Smhnra da Conceicao da
ponte do Recife, assim conioooro e prata em obras
veiha-, bri'hantes e diamaites, pagando melhor do
que em outra qoalquer parte.
Mvrara fraaeeza rna do Crespo o. 9.
LEGiriMOS CHARUTOS DE HAVANA
Na Ijvrari3 franceza constantemente se encontrara as melbores marcas de charu-
tos de Havana, entre outras Concha de regala a 18$ Londres fino e medio regala
a 2oReinas nec plus ultra a 249Regala de Londies a 28#.
VENDAS
Rna do Cresp n 9.
Que na elegante estojo para viagem
COXTKXDO:
Io20 caderas ds papol brau.o, pautado, beira dourada, marcado com as ioici'.e
prador.
2o100 envelf nes brancos.
3*100 proas de agj ra-rca lanca).
4ol caixa ibreia.- Oe g(,inina.
ii'l tlateiro de vld-ro com lampa de melal.
6*1 arieiro idem dem.
7*I pao de lacre.
8* 1 caivete de duas Io:U.
9-2 Upis.
102 cao, tas.
Todos estes objectos reunidos, dentro de urna bonita caixa, feita para este m, ca^tam apenas
Veode se na ra das Cinco Pontas n. 82, la-
tas com 4 libras de doce O 10 o melhor qoe node
haver ueste guero. Taunem alaga se urna es-
cravj,
Gomtna de mandioca
Vende-sH mnito nova e b)a ; a tratar na ra lar-
ga do Ro>ario n. 24, toja.
Cabriolct
Veude-se por mdico preco um cabriolet de qua-
tro rodas com i a's-toios : para ver e tratar na
ra do Hospicio p. 11.
Terrenos
Antonio Botelho Pinto da Mosquita contina s
vender terrenos no seu sitio do fundo, antes de
chegsr un Bberibe, ahrlndo urna eslrada nu mes-
mo sitio, que a iraieta or.ode Bnberibe, segu i
i do encaoamealii das aguas qoe vo fornecer em
Ohnda; no met-mo sitio aclara' com quem tratar,
do com-1""* dcjn"DKs e dias "leis, ou no Recie, ruada
Cadea, loja de fazendas o. I>4 A.
ATTENCiO
No armazem de. fazendas de
Santos Coelho, ra do Quei
madon 19.
Bom e barato
Lansinhas Poil de Chvre a 10 o covado.
Madapolo enfestado a 80 a peca.
Cambraia de cores matisadas finissimas a
800 a vara.
dem brancas transparentes finas de4,
^000, 60, 70, 80 e 90ooo a peca com i(-
jardas.
Wem branca tapada de 80 e 90 a peca
com 12 jardas.
dem branca franceza muilo larga a 90 a
peca com 8 varas.
Baloes de 35 e 40 arcos nesgados para
sen horas, a 40500.
dem de mursulina nesgados a 50.
dem de crochet a 50.
dem de mursulina para meninas a30e
30000.
baias bordadas a 50.
Cambraias admascadas para cortinado a
*20 a peca com 2o varas.
dem para forro a 30 a peca com i O jar-
das.
Cambraia de linbo mnito fina de 60 e 90 a
vara.
Madapoloes finos de 60, 70, 80. 90,100,
110 e 120 a peca.
Platilha de algodJo superior fazenda para
saias a 30200 a peca com lo varas.
Cobertas de chitas de ramagem a 206o
Lences de bamburgo fino a 20400.
dem de bramante muito fino a 30200.
Pannos adamascados para cobrir mesa a
40500.
Guardanapos de linbo adamascados a 40
a duzia.
Atualbado adamascado com 7 1/2 palmos
de largura a 20 a vara.
dem adamascado de linho com 7 1/2 pal-
mos de largura a 30 a vara.
Algodao eofestado com a mesma largura
a I01ooa vara.
dem trancado de algodo a 10600 a vara.
Toalhas alcochoadas de linho lisas a 11
a duzia.
dem de algod5o felpudas a 130 e 140
a duzia.
Colchas de fustao a 60.
Lencos de cambraia brancos finos a 10800,
t e 2-roo a duzia.
Lencos de cassa fimssimos a 30200 e
3060. a duzia.
Fil de buho liso a 8oo a vara.
dem com salpicos a 10ooo a var
Grosdenaples preto bom a 10b'oo, 20 e
208oo covado.
Morantique preto superior a 20Poo o co-
vado.
Flanella de todas as cores a 800 rs. o co-
vado.
Tarlatana de todas as cores a 8oo rs, a
vara.
Bramante de linho com 10 palmos de lar-
gura a 20500 a vara.
dem de linho com 5 palmos a 102oo a
ara.
dem de linho com 3 1/2 palmos a 8oo a
vara.
Riquissimos basquins a 250000.
Assim como outras muitas fazendas que
se vende por menos que em ouira qualquer
parte, e d-se amostras de tudo,
i
Loja do Gallo Vigilante
DE
MGrande aiinazem de tin-91

m
RS. 6M00
QVRMA ftiSCI
Vende-se por prego ccmraodo por carecer de
alguos reparos o culer nacional Erna, que se
acha ancorado defronte do Caes do Ramos a tra-
tar na ra da Concordia, casa nova defrcole do
sobrado n. 13, ou na Praca de Pedro 1T, livrarla
da Infancia.
NOSSA SENHO* DA CWCEIjJ .0
Para edneacSo do sexo masculino
Director Manoel Alves Viaona


O collegio da Conceic3o, mudado ltimamente para o bairro de Santo An-
tonio, ra de S. Francisco, casa n. 72, contigua estaco central dos trilhos
^ urbanos dos Apipncos, contina a funecionar regularmente, recebendo alum-
nos externos e internos, tanto para as aulas primarias, como para todos os j^^
preparatorios necessarios matricula de qualquer faculdade, sendo osseus p*
respectivos professores pessoas moralisadas e de um concito magistral j ^
bem firmado Desta cicla Je.
O director deste bov.i collegio contiuuando a empregar toda a solicitude no
desempenho de sen mandato, espera fazer-e mais digno da coefianca com
que o v5o honrando os senbores pais de familia, confiando-lhe bondosamente
os seus fiihos.
Os estatutos do collegio, assim como o franco ingresso em todas as su as
dependencias, estilo sempre a disposic5o de quem possa interessar.

GRANULOS ANTIMONIAES
lia Ooctcar PAPIEiL,%UO
do eaUrrho, da eoquelucb,
Not m*litett para cianea da liici, le;
GRANULOS ANTIMONIO FERREOS
da aiMBia, da ehJorg*, da amanorrooa, da* aarralgiaa, ormaM,
aocreruloMa, ate.
daa KoUtliM
GRANULOS ANTIMONIO FERREOS AO BISMUTH
Para a anea* daa aokMlaa, amomu, daa viao digaatovaa, itraaprtaa, ate.
mAJ|!A i Pkannacu da C MOUSNIEH, Saujon (Chunto-Iaftriai).
iBm BicMU^anairo, ftux FARAUT, pharmadt, 71, roa Seto Satoatkro.
i {Hm Perntmbaoo, P. MAUAER et C'f pharmacit, rat Mora,
f Km Macelo. FALCO Di AS, pharmacia imperial.
Carnauba
Vende-fe cera de carnauba em saccos^endo de
superior qualidade : na loj dn pavo ra da Im-
peratnz n. 60, de Gama d l:|va. /
Grammaticd de Casti'O Nu-
nes e arithmetica.
E^iao a venda defroole de S. Fraocis:o n. 15
roa do Imperador.
Couros
Ferreira & Malbeus, na ra da Cadeiado
Recife, vendern : couros de vitela de cavallo,
de vacca e de boi e solfi envernisada pro-
prias para calsado coberla decarns, etc.
as
m
m
tas medicamentos etc. 9
Roa do Imperador n. 22.
Productos chimicos e pharma- B
ceucos os mais empreados em j
medicin?.
Tintas para todo o genero de pin- *
tura e para tinturara. fir
Productos industriaes e tintas
para flores, como hotoes de flores
e modelos em gesso para imitar /
fructas e passaros com o compe- j^
tente desenho. I
Productos chimicos e industriaes S
para photograpnia, tinluraria, pin- J|
tura, pyrotecuia etc.
Montado em grande escala e sup- *m
pridairectamente de Paris, Lon- c
dres, Hamburgo, Anvers e Lisboa J
pode offerecer productos de plena w
confianza e satisfazjr qualquer en- 0
commenda a grosso trato e a reta-
lho e por preco commodo.
s
GRANDE BAZAR
RA >'OVA N. -O E ti

da
vende-se oa loja la praca
Independencia n 39.
Capeilas mortuarias para serem enllocadas em
tumbas, c8laeombas e sepul uras no cemiterio po-
blico para o dia 2 de noveonro (finados) das es-
criigSes seguintea :
-M'-u pai.
Mioba mai.. +? mm
Heu esposo.
Minha esposa.
Meu flMio.
Miaba dina.
Saudades.
Urna lagrima.
Amizade.
Meo amigo.
Meo irmo.
Mioba irma.
Na mesma loja lambcm tem capeilas de pedra
murmure obra prima.
.Farinha de mandioca
isual a da Moriheca. tem para Tender no
seu escriptorio Joaquim Jos GoncalfQs Bel-
tr3o : ra do Traphice nMT^__________
Veodesea candiGiaa qual pega oii .ce-
ios a mil lijlos: a tratar 4 me do Sebo n. 1J oa
oa otaria do Fundao. _________
Vende-se a taberna sita na ra* do Alecrlm
n. 2, tem poneos fondos e o ilngoel barato : tra-
ta-se na mesma, .
Venderse
um garrota, urna vaeea e aiaa oovilha tnrioas :
quem as pretender dirija-se i praca da lodepeo-
flencis g li e 16.
.
f,nim:mies& Freitas
RA DO CRESPO N. 7.
Os proprietarios deste bem conhecido es-
tabelecimento tendo em vistas a boa vont'ade
com que t da generosa popu!ac3o desla bel-
le cidade concorre com a sua coadjuvaoao
para o basar de prendas que costumam es-
Ubelecer no da da commemoraco do ani-
versario do Hospital Portuguez de Benefi-
cencia, cojo producto applicado a bem
daquelles que baidos de recursos, e no leiio
da dor ali procurara melhorar seus soffri-
meotos e aproximando-se o dia dessa grao-
diosa festa por isso apressam-se em avisar
ao respeitavel publico do que ha de mais
moderno em seu estabelecimento, alm dos
quaes tem variedade de outros, qoe a serem
para um fim to justo os venderam por pre-
cos mui rasoaveis.
Riquissimas caixas com msica contendo
o necessario para costara, proprias para um
delicado presente.
Riquissimos livrinhos com capas de tar-
taruga para missa.
Riquissimo albora com capa de tartaruga.
Porta joias, dedaes e relogios eneste gos-
to orna infinidade de objectos.
Vasos, calongas e palliteiros de porcelana.
Bunecas que cbamam papai e mamai.
Finissimos lencos de cambraias de linho
meo disticos.
Caixinhas com perfumaras.
Bengalas de canna com lindos castes de
marfim.
Riquissimos eofeites com coques e sem
elle inteiramente n^vidade e ultima moda.
Lindissimos cintos para senhoras.
Fivellas lindas de mnito gosto.
Lindos port-botiquet com cabo de madre-
perola proprios para casamentos e bailes.
Riquissimos leques de madreperola.
Lindos leques de sndalos para senhora.
Ditos de sndalos para meninas.
Ditos de sndalo tendo no centro um qua-
dro de seda, .ultima moda.
Leques de f*ias muito lindos.
Ditos de ossos.
Linios pentes de tartaruga, massa e outras
muitas qualidades.
Luvas de louvin. inteiramente novas, bran-
cas, pretas e de cores.
Ditas de seda.
Meias de seda e al?od5o.
Lindas trancas pretas ede cores cirave-
dilrho e sem elle, assim coma lindissimas
gnamicoes para enfeitar basqnines e botoes
para os mesmos.
Lindos indispensaveis para meniDasdas
escolas.
Bengallinbas para meninos.
Suspensorios para meninos.
Lindas touquinhas e sapaiinhos ricamen-
te enlodados proprios para baptisadus.
Meias de seda para o mesmo fim.
Muito boas escoas para dentes, chapos-
roupa, cabellos, unhas e para limpar pentes.
Superior bobas para crochet.
Agulha* para o mesmo fim.
Lindos agulheiros e dedaes de madrepe-
rola e marfim, assim como de metal.
Lindas guamiles de botoes, tespara oole
ponbos e colennhis.
Ricas capeilas para noivas.
Meias de seda para senhoras.
Superiores thesouras para unhas, cotora
e cortar cabello, etc., etc.
Suspensorios de seda para hnmea.
Ditos de algodao para,homem e meninos
Finos aderecos prets para luto.
Grande sortimento ae finas perfumaras
dos melhores fabricantes at hoje conhe-
cidos.
Grande sortimento de 'fitas de todas as
qualidades.
E muitos outros oojectos que impossivel
seria menciona-los e que se encontrarlo na
loja do Vigilante, ra do Crespo n. 7.
Rival sem segundo"
Rna do Ctuelmanon. 49.
'joer aeabar com as fazeudas abaixi
meacionadas.
Qaeiram vir ver a qoe e bom e barassimo.
labynntbo com bico, fazen-
3|0M
30
300
40
Machinas para descarocar algodao. dome
Ihor autor que tem apparecido na America
E' tal a execucao do UHcbinisme. que o al-
godao sane quasi tao perfeito como O de bu-
landeira. Recommenda-se a attenclo dos
Srs. agricoltores. estas machinas.________
chocolate de aiesbrlere
purgativo de magnesia.
E' o chocolate de desbriere o melbor purganu
at agora coonecido e de grande aceitacio em Pa
ris, onde tem sido mono applicado no bospita;
Hotel Diea pelos professores Tronsseau e Pidooi
com o melbor resollado.
Por sua aeco laxante purga sem fa igar o esto-
mago e os intestinos, e aprsenla ptimos resulla
dos tomo donativo, abroveote, anstlvernoso, re-
frescante a deporativo.
Deposito especial
34Rna larga do Rosarlo34
Bot'ca de Bartbolomeu C
~^~ VenJe se nm cavallo alasao, novo e rortr,
proprio para carga, por preco commodo: para er
e tratar oa cocheira do Sr. Ribeiro, rna da Roda
Fundigo da A urora
Talxas de ferro enado, bom sortimento e quali-
dade superior
Toalhas de labynntbo com
da boa a .'.........
Carreteis de linba cem 100 jardas a .
Grvalas pretas e de cores m'oito finas a
C cofiadores para espartnbo de cordao e
fita a.............,.
Carreteis de linba Alexandre com 400 jar-
das a ..............:.
Sabonetes moito finos a 60, 160, 200 e
Ditos de bolla moito finos a 240 e .
Ciadas de linba froxa para bordar a .
i Varas de cordo para espartilho a .
[entes volteados para regacar cabello de
meninas a ............
frascos dn macaca' oleo moite fiao, a .
Abotoadoras mnito (loas para colletes a .
Candes de hoha branca e de cores a .
Libra de ara preta superior a.....
scovas pan fato, fazenda boa, a .
Varas de franja branca de linbo para
toalba a..............
Pesas de bico estrello com 20 varas mnito
b mito a..............
Varas de papalina de dlfferenteg largu
ras a 120,160 e M. \ W. .
Caixas de palito balao a........
Caixas de palitos de segnranca sem en
chaire a..........^ .
Sabonetes de familia a 100,160 e ... .
Grosas de botdes de madreperola para
camisa a.............
Carlilha de doutnna christa a .
Latas com superior banha a......
Qoaderuos de papel pequeo soperlor a
Du;ia de baralbos francotes superior .
Groza de pbospboros mano saper lores .
C ixis a retalbo do mesmos.....
Caixas de phosphoros de velliaba contendo
800 velliohas moito superiores a .
Resmas de papel almaco mnito superior .
Resmas de papel paulado superior qnali-
dade...............
Donas de meias para borneo)
Doiias de meias croas molla superiores
(0
wo
320
320
?
320
120
soe
100
BOO
100
15000
200
40
60
240
500
320
200
20
2*000
1* 00
160
2*600
3*600
2*1*00
4*0u0
Fabrica e fundado de bronze
e outros metaes, caldeiretro,
la\otiro, e funileiro, situada
na Soledade, iua do Prin~
cipen 3, e com deposito na
ra Nova n 38, da cidade
do liecife
DE
BRAGA SAMPAiO
tanneam-se neste importante onabtfcc-
ment todas as obras concemenfs as artes
respectivas como sejam:
Alambiques de todos os tamanhos em
feitios, os mui acreditados aparelhc.i Derosne com as dimenebes delicadas dos
fabricados em Franca.
Fabricam-se avulsas quaesquer pecas des-
aparelh- s, como sejam o dilata Jor, ratiHca-
dor e condensador, ou esquenta gara-^j;,
resfriador, serpentinas interiores.
Fabricam-se bombas de todas as dimen-
ces e qualidades, pelo systema francez ou
americano, simples, de presso, lepoxo, e
comjespeciaiidade a estanca rios \ assim -.">
nominadas pel enorme volme de agua
que absorvem calculada em 100 pipas por
hora, e das quaes algumas esto promptasa
serem experimentadas.
Existem bombas por este systema, me-
nores, para regar sitios, garantindo-te i.;j
so sua duracao como a grande qnantidade
de agua que fornecem pelo aue sao eotM i'e-
radas hoje as primeiras bombas conhecid;:-..
Todas as mais obras se fabricana voote-
de dos freguezes e a seu capricho.
Existem sempre promplos no deposito in-
dicado na ra Nova n. 38, um completo sor-
timento de obras solidas, bem construidas e
a precos r-soaveis, como sao alamb>.j;.,
serpentinas, taxos, passadeiras, repartie-
ras, escumadeiras, cocos, candeias, e muitos
outros utenc'lios preprios para en^eohns,
como sejam mancaes de bronze, parafuzos
para rodas de agua e outres.
Cavilhas, machos para lemes, pregos de
todos os tamanhos e para o ferro de cobre
de navii s.
Aprompta-se ludo quanto uiz respeito as
obras de lalao torneadas e polidas com toda
a perfeic3o.
Vlvulas para tanques de banho, torneiras
de todos os tamanhos e qualidades, as^m
i orno todos os ornamentos para BMtai es,
botoes para farda, aparelhos para barretina,
nmeros,espberas, espadas, cornctis, alam-
padas turibules, caldeirinhas, bavU, oliuc-
farizes, perfumadores.
Obras de folhas de Dindres de Indas a
qualidades bahs, bacias, bules c ootres
utencilios domsticos.
Lampioes para gaz para eogeobo*, foUtt
de Oanores em caixas, folbas de cobre e *-
to, tubos de chumbo para encanau^'il s de
todas as dimenebes, folbas de zinc>, & em barras e verKuinha, lanfes chai ris de
chumbo, vidros unos pira espeibo*. de co-
res, bordados, eopacos, e outros paran-
dragas, diamantes para cortar vidros. adh-
nhos ordinarios e de patente, rea para mol-
dar, folies para ferreiro lavatorios com ha-
cas e jarros, trra podre e outros nmeros
oljectos proprio de taes eMatolectoieoios.
Sendo todas as obras iDspecciooadas
feitassob a direccan do socio a Iminiyt ador.
JosBapiisia Braga o qual se acha de .wu
especialmente incumbido da gerencia >e (ao
imponanle estabelecimente, isso um;1 ga-
ranta pe'a sua looga pratica, qii^ lem .s te-
nhores fregoezes de que s*r3o servid s a
contento, com prnmptiooc pre^o frantao-
do, pelo que os proprietarios IId sefo agra-
decidos.
.> roaeiras do Pavo
Cliegaram as muijo ricas e muito mr;ei-
nas rnmeiras de merino coro diTerefites --6-
res sendo elegantemente enfeilacias com in-
das fitas e buriladas com wdrdoi s sendo cir-
cbladas com um re > bico de guipar v que
tem palmo e meio de largura, garanie i,tt-
oeste genero nao ha nada melbor do anea-
do e vende-se por preco ras* avel, na 1 j i e
armazem do Pavo, ra da lmperalriz n 6o,
de Gama & Silva.
Sedas lizas
Chegou o mais lindo sortimenin de ardas
lizas com difft-renles cores, sendo cor de
rosa, azul, lyrio, harana, 0DZ, banin e
branca as quaes se vendern por baiaihsimo
preco. na loja do Pa\ jo, roa da imperatnz
n. 6o, de Gama cv Silva.
(>sai| iiihtts de reda a \2$
Vende-se os muito modernos casaqoinh<-
pretos de venda ou euipure senio os mais
modernos que tem viudo ao mercado i/e!o
barato preco de 1 0, s na loja do Pa*5o,
ra da lmperalriz n. 6o_ de Gama a Silva.
< ;iss;-s iritncezas covado a 301) r-
Vende-se um elegante^ sortimento das
mais bonias e finas casasarancezas com ele-
gantes padres em listras ou flores seorto
todas as cores xas e vende-se pelo barato
preco de 3oo rs. o covado ou oo rs. a vara,
na loja e armazem do Poviio, ra da Impe-
ratriz n. to, de Gama & Silva.
GRANDE"
Tendo de se liquidar a loja de calcado* da roa
do imperador n. 32 -
Borzefturs de Melil...... IIJbMH
Dit-s de Suzer...... 8J>
Dio s de diversos fabricantes. 8J0Ct>
Sapatoes de beierro Suxer..... 3 j oc
Borzejrums para meninos e mennas. 3*9K>
Ditos ditos ditos....... SjV-e
BonegoiDS de lastre para bxMaens
(Suter)......... 7aoW>
SipalSes Melli....... "*""*
Bo tegoios cordSvo...... 8im;;'
Bolas para montarla.
Perneiras e guarda lama.
Sapa is de tranca para meninos. '*"' >'
Sapatos de couro de lastre com sallo
para senhora....../' z*C,ti
VENDE-SE
Motores americanos p*a do^s cavallo?.
Dte dito para qoatro e*vall.
Machina- para descocar algodao de 14, 1*.
18,20 30, 35 e O *rras.
Prencas par -fardar algodio fareodo oa san-
cos com 6 p,r os de comprinseMo com o peto 4*
150 e 200 -'ras. rindas ltimamente da Amere
no arma>m ir flenry Porster & C, do cao H
dro U- > ^ X>Xo Ra do Imperador n 32x
Borzegoins para bomem...... S*$P\
DitoMUos........... "^ill
Veooe-se por pre^o commodo oa r ;0 te
40 aoos, boa Agora, robusto, a *' -o para
qualqner servico : a tratar Da trave- ^ Carlota
n. i, caes do Ramos. v
Cal de Li bo
i
armaiem do caes da alfandega 5 ha para
der superior cal o iva, mareaTM, rbeead b
'dias na baria portoguea rat)4o. a preco e
10* barril. ^
Veoue-se
na roa de Apollo n. 8 cal de Lhboa a 8*0r)rj
barril.


Urio de Ferninbaet... nulmla letra O de tnbro de 1887.
RA DAS CINCO PON AS N.86
AO GRANDE ARMAZEM
DAS
DES AME
Sempre barato
Mantelga _^ ,,- _.
Iogleza flor a 1*, a libra e a 5oo rs. soffirivel e propria para tempero a
dem francesa a 58o rs. a libra.
De primeira qoalidade a ifiSoo e p-oprio para negocio 1&G<* a libra.
BiMOltOS
iDHlezes par, mc-nac, oval, cracnel, e ootros superiores a 10loo a aia.
FlgOS
A 24o reis a libra.
Gammas .
Demilhobraoco atorris a libra, deararala verdadeira propria para alimen-
tar criaocas a 5oo reis a libra e ritmas com 4 libras por meaos, gomma do MararhSo
i 16o rs. e tapioca sag a 2to a libra.
Chocolate
Superior a K, a libra.
Poces
De goiaba em latas a l#5eo em caixa de 4 libras, muito fino a ii58oo, em caixoes
da 2 libras a 5oo e 32o.
Pelxe
Em latas a i -5ooo reis a libra, sortido em qualidades.
Ostras
America a 8oo rs. a lata.
Baldes e Tassoaras
Americaoas a 8oo reis cada peca.
Toucluho
De Lisboa a 320 reis a libra.
Tomates
Em latas a 6oo rs.
Sal
Refinado em liados postes por 5oo rs.
Rlrshs d; Wasser
A 2ooo a garafa.
vermoath e AbssaHha
A 5-joo a farrafa.
Bltter
A l^ooo a garrafa.
De bordeaux superior, Saint Estepbe, Saint Juen, Saint Emilie a 7(?ooo a duza
* Stors. a garrafa.
Vinho
Do Porto fino a 145000 a duzia e l#5oo a garrafa e magnifico tamhem em.barr qae ha D0 merca(j0.
li 18o a garrafa.
I!iquc do Porto
Adamado e outras marcas a oors.a garrafa e lo5 a duzia.
Vicho da FIuelra
O que ha de melhor a 40, a caada de Lisboa a 3# e 40 a garrafa.
vinagre
De Lisboa a 2oo e 28o rs. a garrafa.
Farello de Lisboa
Saceos com 9o libras a 45oo
Cerveja
Franceza em gigos de urna duzia a 6>.
lngleza
Bass verdadeira a......T. e Yictoria e Alssop a 5o reisa garrafa
Ao reepeitavel publico peraambncano pede-se
Attengao
Mauteiga ingleza
320, 500, 800 e 10 s no armazem se jeba vista.
Manteigit franceza
em liDras 560 e 640, em barris se far diflerenca.
Banha de porco
em libras 320 e 380, om porfi se far diflerenca.
Fructas
em calda Pera, Pecego, Rainha Claudia, Alperxe e outras muitas 500 e 640 a lata.
rrllhas
Portuguezas 640, franiezas 900.
Fumo
em latas do Para e de slbaneque, lata 10 e 10200.
Oomma de mllho
em pacotes, dita da trra 100 e 200 a libra.
de Bordean* em caixa a duzia 50, garrafa 500, dito de 80 a duzia, 800 a garrafa, dito a
140 a duzia, 10200 a garrafa, dito do Porto a 80,120,180, 240, caixas de duzia, assim
como flgoeira caada 30500 e 40, puro J A A Lisboa 20800, 30 e 30500 a qaalidade
convida.
MEL
Vende-se n\el a nudo Apollo o. .

Gaz
em lata de 5 gales e mais pequeas a vontade do comprador, em garrafa-
Alpiste
liO e it'Oa libra, pataco a 100 a libra.
Azelte
em garrafas a 800 e 10.
CHARUTOS
em caixa de 50 por U, ditos Delicias, Trovadores e Parisienses em caixas de 100, ditos
da Exposicao caixa 50, ditos de Regala caixas com 100 a 20500 e outras muitas marcas
que so na presenta dos compradores.
PREZUNTOS
delamego em barril, ditos de fiambre o melhor que ba no mercado por proco que faz
admirar t !
DOCE DE GOIABA
caixoes de 560 fino, (titos de 145U0 que parece marmellada, dito em latas mtto fina.
qoalidade a 10200.
BOCETAS
com doce secco a 10 e 20.
QUEIJOS
do Alentejo em latas ciiegado pelo vapor Oneida, ditosFlamengos e Pratos dos mais novos
AZEITONAS ^^
de elvas como no mercado nSo temos a 10 a lata, em barris do Porto a 10 como nao ha
melhor.
NJECTION BROU
HictrolCk iDralItvrl fTeacrvaana, akeatau
,3i rmetfta bauea* < (RUcft Wm
a, aaiaatat lili, Marear* ila. Ha,
i iihii aatfiuf*. Vende m
m m W m m ai m
i
-.
*
****
PREPARAgOES FRREAS -KANGANICAS
iPPROVlDiS PILA ACADBMU Di MBDICUU
DE BURIN DU BUISSON
riiTBKeilica, Umdt fel Icadtaii de Itdkin i Para
O eminente professor TaerasBA, na nhim edicto de sen Tratado d Thera-
Pttiea e MaUna medica, reorahece que os ferruginosos simples sio molas
vetes ineflicazes para corar as molestias ne teem por causa o empobrec ment
do sangne. Muitos mdicos dos mais disiinctos attribucm esse m o xito a ausencia,
n'essae preparaedes, do menganese, que se acha no sangne, como o tem reconhecido
w chimices os mais peritos, sempre intimamente unido com o ferro.
E' pois, prestar-senm verdadeiro servico i
V
4'
,. aos S"* Mdicos, o chamar-se sna attencSo
sobre as preparares seguales.
Io PR PPrPC manfffinipnc dando immediatamente uma agua, acidulada,
I TW ICrrCOa UiaUganiCt economa as aguas minerae ferruginosas.
Plalas e larope de iodureto de ferro e de manganese nalteraveis
contendo cada nma cinco cenflaramo* de iodureto de ferro manganico indicadas
particularmente as molestias Tympnatieas, escrofulosas, e as chamadas ota-
rosu tabercilotu. ^
Braes de lclate de ferro e de naise) gfffift?Rff
Pitas de Carbonato frreo mangaflico i ttS52JK
keraar estas dnu preparaebes d o* meltwres resaltados.
O S* Sorin da Baiuaa deaejaado obter a adoeslo completa da publico medie a
crea, do valor de saas preparacdei, previa nerikupie gratuitamente a tu
diaposicao, dirigendo-ae .
! Ptmamb%c, a sea agente geral, KiMU-ar O, paannaceotiee*, roa Hov,
rHiMiGW
DE. .
Joaquim de Almeida tinto
jurubeba contra o ingorgi
tamento do figado e do baco
Em extracto alcoollco, emplas-
tro, oleo, tintara, pilulas,
xarope e vlnbo
A jtirubeba orna das sobstaocias xiaedi-
camentosas qne pertencem ae reino 'rege-
tai, e pertence a classe dos tnicos e desobs-
truentes, sendo empregada com vaDtagem
contra as febres intermitentes acompanhadas
de engo gitamen.o de Qgado e de baco. Ella
tem sido applicada com incontestavel pro-
veito contra a anemia on chlorose, e hydro-
phesia, catharro da bexiga, e mesmo para
combater a mensiruago uiflicil, resultante
da mesma anemia on chlorose.
De p si los geraes
Em Pernambuco, ra larga do Rosario
n. 10, Rio de Janeiro, pbarmacia do Sr.
Dfcurado, Rio Grande do Sol, em casa dos
Srs, Cascao & C, Macei, pbarmacia do Sr.
Ulaudino, no Havre, pbarmacia de Mr. Ma-
rica!, em-Lisboa, na pbarmacia do Sr. Feij.
Francisco Jos ttermann
'RA NOVA N. 21,
acaba de recebar un lindo e augaifieo nr
UBiento de oculos, lanetos, bioocolo*, do al
timo e mais apurado gosto da Europa oes
ios de alcance para obserfacas e.pan
maritimos.______________>__^__^
Fmdigo d'Aurora em
Santo Amaro
Completo sorllmeotr de taixas batidas e final
das, alamblqaes de todos es Umaoooa e fondos i
ditos, rooendis de todos os tamanbos de sopenor
qnalidade, crlvos e boceas de tomaina, o qoe todr
se vepde por com modo prego.
Vapores,
Yende-seam casa de Sacadera Brothers A C
o largo do Corpo Santo n. 11, vaporas patentes
im todos ol perteoces proprtos para fazer mover
as on cuatro machinas para deacaroear algodao
GAZEOL
DE
Burrin da Buisson
Liquida voltil preparada por Smllnse, rapro-
daziodo cblmicamente os vapores qoe se soSaai
em volta do aparelbo poriDcdo do gat earbooieo,
empregada com o asis setaro soceeaa eaaSn
a coqueluche, a pbtisica e todas as molestias cor-
nicas dos palmdes
VBDl^l NA
Bilica e drogara
DI
Bartholomea k f .
__24 Raa laraa a ResamU
Em liquidado.
0 proprietario destes dous eslabelecimen-
tos tendo muita fazend;i em ser e desejindo
Roupa feita nacional.
lis barato qoe pos- Vende-se calcas de casimira a 5 tf e
sivel na roa da Imperatriz lojas earmazens w P1*9 d;lat 1e meia4 "*&? ,60
da Arara ns 56e72 ie 35> dltas (le brim Par:Jo a *600* -5400
,, \ .j j v e 23500; ditas brancas de liaho a 3MO0,
Alpacas admascadas pa -a vestidos de senho- y 9 u. ,,lts de casim,ra eta e Jft
ras 500 e 720 rs. ;re3 a u 65> u e m pa|itots de meia
Vende-se alpacas d) assento branco com'casimira a 3& 3500 e 4)J: ;>alitots de al-
listas e flftres lisa e admascadas proprias' paca de cores e branca a 34500 e 45: palitots
para vestido* de senho -as a 500, 720 800 de brim de cores a 25500, 35 e 2-j: serou-
rs. o covado ra da Imperatriz lo}as da Ara-
ra, ns. 56 e 72.
Ditos 163 o covado.
Vende-se ditos em retallas a 16'" r^ o
covado, ditos em peca a 200 rs. o covado :
retalhos de caca preta a 120 o covado: re-
de algodosinho de Moho a 15600, 25.
25500: ra da Imperatriz lojas da Arara
ns. 56 e 72.
Organdis de cores a 640 rs. a vara.
Vende-se cassa organdis de cores a 640
e 720 a vara : talatana de cores a 800 rs. a
talhosde caca decores a 200,240, rs o co- vara: roa da Imperatriz lojas da Arara ns.
vado: retalhos de ISasinhas a 160, 200 240 56 e 72.

mx

Veade-se na pharmicia de P. Maurer & C, ra Nova.
9DEMUITOGOST0
rs. o covado: ra da Imperatriz lojas da
Arara ns. 56 e 72.
Brim pardo transad) a 560 rs. a vara.
Vende-se brim Rardo com peqneno toque
de mofo a 560, 640 rs. o covado: rna da
m j sirtionato da tmderms chapeos e cbapeliaas de seda, de fli e de
jar* srn tndOiQ.
Sapenores liras, bordaliobos e entre melos b>rdados em cambrala tapada e transparent
Ka lej.t das colgaras a roa do Crespo a. 13
DB
Imperatriz lojas ns. 5C e 72.
Lazinhas a 200 o covado.
Vende-se 15asinhas para vestidos de se-
nbora a 200, 210, 280, 320, 340 e 400 rs.
o covado: na roa da Iaiperatria lojas da Ara-
ra n 56 e 72.
Chitas francezas larga i a 240 rs. o covado.
Vende-se chitas fra acezas largas a 240,
280, 320 e 400 rs. o covado: ra da Im-
peratriz lojas da Arara n. 56 e 72.
Mosambique a 4'K) rs. o covado.
Vende-se moambiqje com palmas de se-
das para vestidos de onhoras, a 400 rs. o
covado: evarejade Hitas para vestidos de
senhoras, a 280,320 rs. o covado.
Sedas escosseza com qaadros para vestidos
de senhoras, a 280 320 rs. o covado: roa
da Imperatriz lojas da \rara ns. 56 e 72.
Arara vende as saias 35500.
Vende-se saias bordadas para senhora a
3550,45, 65 e75, saia balo on criuolinas
de arcos a 25, 25500 35 e 35500: roa da
Imperatriz lojas da Ar ira ns. 56 e 72.
As sedas d; Arara 15.
Vende-se sedas de quadrinhos e com lis-
tas a 15, 15200, 1(560', 15800 e 25, o co-
vado: puptlioas de seda com palmas saltos
nalha de Italia 'Para senbora a 156(0 e 15800, grosdenaples
'' de cores a 15800 e 25, dito preto a. 156 '0,
15800 e 25: roa da Imperatriz lojas da Ara-
ra ns. 56 e 72.
Antonio Oorreia de Vasconcelos & ompanhia.
aovo DEPOSITO
riiarmicli especial horneo
patblca do Dr. abloo 9.
L. Pinito.
Cha de 1* sorte para oso das
W pessoas que se tratam homeopathi-
Wi camente.
Mi Vende-se em pacotes de libra a
m 35200 rs.
hk Roa Nova n. 43.
mmmmmmwmummmm
0 cordeiro previdente
Na antiga loja de miodezas a ra do Quei-
mado n. 16.
Tendo sempre em vi-t.i nao roabar o tempo aos
seas (reguezes, com extensos aanaacios ; mas
tambem nao querendj qne os mesmos fregaezes
Igoorem o que de nuva tem elle receido, por isso
resamidamenie o dir': chegaodo assim ao co-
nbecioiento de todo* qae a dita loja do Cordeiro
Previdente, roa do Queimads o. 16, receben o se-
guinle :
Bonitas e daridoras ligas de pellica para meia?,
tanto para sentioras com para meninas.
Iwpfs de diversos e modernos gostos.
Peotes com eofeiles doarados e nao doorados,
para meninas.
Coques simples e entenados, moldes intwramen-
te novos.
Born papel ex caixiohas liso, paulado doora-
d i e timbrado, e ontros muitos objectos, qne meo-
ciona-los sena bastante enfadonbo. e qne se ven-
de em dita loja de miodezas do Cordeiro Previ-
dente ra dn Q'i-imado n. 16.
X ialtam l sres,
0 Cordeiro Previdente a ra do Queimado d. 16
tem constantemente um lindo sorlimento de Q
as e bonitas fl>res, por isso quando algom ha.
tjili.l -.i joven qoizer preparar qaalqaer eoleite de
b lio gosto deve logo lembrar se qu- ba dita lija
do Cordeiro Previdente, a ra do Queimado n. 16,
nao falu m flores.
Para alvejar os deotes
O cordeiro providente a roa do Queimado o. 16
recebtu do bem coahacido fabricante Jjoh Gos-
Q- II & les aromatisados com canfora qne realmente tem
merecido todo cinceito porque nao s alveja per-
SANO
P>dst 36, Rna Vivenne, l>
CHABLCMtDECINSPCfAl
AS ENFiKMIt.AKAS DU XlIAr:, A5 al..
COKS 'ITANKX, F- .TEBACOES DO SAKCtTI.
fTf^fflP ae.oo euriat mi iiiya,
p>utulai, ana, lima
i-omixocf. *cnmr,Hta, t ai
ii-rfou, i iciotnt ti, mn
--------__ rt$, t nUrrafOtt do
fue (Arop e-,jelal ni mrreorio*. Bli -,
rrcKl.r luniok '.H' UI UlMI m
por semana, spriaaa o Iraciaaiento B^paaaaSaaaj *
pmaxi d- mesmas molestias.
Este XaropaCitrarto 1 .
le CHABLE. rara >mn*tz-
lamente qoalquer puraf *,
'Inrafon. r tbitilad,
igualmente oa /lurot /tora
f-runraa das mulhrrea. Esta njaecao h^aiapa a>
t**f-** o* o lampe e Ci'rucio ata f m
airmari'oirfaa. Posada >]M a* rara .* m ata*.
' POMADA ANTIHERPETICA
Contra na" aftesoet ctilene conuaMaa.
PILULAS VEGETAES DEPUBATTVAS
Sst
h
Ctutble. r.ii. frasco tai m
MadapolSo a 45000 a peca.
Vende-se pecas de madapolo com 20 va-
ras a 45, 55, H, 75, 85 e 105: rna da
Imperatriz loja d* Arara ds. 56 e 7.
Casimira emfestada a 15 o covado.
Vende-se casimira eofeslada de duas lar- fellaraeDle os umbe1tD. conserva-os
.,.. fl lsftlul o j sempre no melhor esUdo de pt-rfelcao, assim pois
guras a 15, 15600 e 35 o covado panoo fi- q0eiram vlr comprar ditos pos na mesma loja
no preto a 15600, 25, 25500, 35 e 45 : ma do Cordeiro Previdente. rna do Qoeimado n. 16
da Imperatriz lojas daArara ns. 56 e 72. fiufeites com tontas.
Algod5osinho a 35 e 45a peca Cordeiro Previdente rec-bea nm lindo sortt-
Vende-se algodSosinho a pecas de 35 45 en,01d3 enfeite* com puntas para vestidos tanto
*1 j o ia m _H -, a. i i de se1a coino de laa Que combinara perfrilamen
00, i e 7* a peca ra da Imperatriz lojas ie cora os cintos moderno do mesmo formato, por
da Arara ns 56 e 72. isso para poder eofeitar-se com gusto qnalquer
Bramante a 25400 a vara vestido indispensavel comprar-se ditos enfeites
Vende-se bramante de 10 palmos de lar- a mesma l0j?d Curdeiro Pfev,deD,e. a raa d0
gura a 25400 e 25500 a vara: ra da Im- <
peratrtz lojas da Arara ns. 56 e 72.
A|god3o enfestado a 15 a vara.
Vende-se algodSo enfestado de duas lar-
guras a 15 a vara dito transado 15280 a va-
ra : rna da Imperatriz lojas da Arara ns. 56
e72.
Cassa franGeza a 240 rs. o covado.
Vende-se cassas de cores para vestidos a
240, 280 e 320 o covado, veodes-se cortes
de cambraia de cores e com barras a 25500,
35 e 35500: s oas lojas da Arara, ra da
Imperatriz ns. 56 e 72.
Cortes de 15a de 14 covados a 35.
Veade-se cortes de 13a para vestidos de
senbora com 14 covados o 35, 355uu, 45,
45500 e 55. vende-se cortes de caigas para
bomem a 800, 15, 15200 e 15600. colari-
nbos de linbo para homem 400 e 500, ditos
de papel a 500 rs. a duzia, golinhas para
senhora a 200 e 320 rs. por estes prefos as
lojas e armazens da Arara, ra da Impera-
triz ns. 56 e.72.
AVSO Au^> SRS. ai
f "t^c"'-*" "** 1 ..... -,
L '
un;, coln- ti,--ji tlc-ti- \nr>i Ir >-..* .
Dr CKtUMi .10 C-irn. raa :* H
A venda na pbarmacia de P. Maor*r 9
e C, em Pernambuco.
G\Z gaz m ~~
__ Cbegon ao aotigo deposim de Heor;- Frsier i
., raa do Imperador, nm carreta mea; ue gu i
primeira qaalidade.o goal se vende em partidas
t retalho por meos preep do qne en? oatr* qaa'
mer parte.
Sedas a 320 rs. t covado
Vndese um bonito sortlmento de sedas de listas
que sempre se venderam per mailo mais -imh-iro
e liqoidam-se pelo baratissimo preco do 330 rs. r
covad", s para acabar : na loja e rmateos do Pa-
! vo, roa da Imperatriz n. 60, de Gama & Stlva.
Retalhos
Vende-se orna por^o de retalhos de etita* e ea-
; gas pretas, por preco barato, na loja e armaiem de
1 Pavc, rna da Imperatriz o. 60, de Gama 4 Silva.
w *aka i>ESCAllO MHoel Bento de Oliveira Braga,
53Hua Dlrelta n.53

Nette eslabelecimento se eneontrarSo .
verdadeiras machinas americanas chegadas nltima-
mente, as quaes sao feitas. pelo mais- afamado fa-
bricante da America, por isso avisa a todas as pes-
soas que -precisaren! comprar, de se dirigir a este
estabeleciment que comprarlo das mais perfeitas
te genero, assim como mais barato do que em
qunkpter parte, por isso que se recebe por
o>nu o*-rpria>. bem como cannos de chumbo e moi-
nho; pwNer aiilho, e grande sortimento defer-
ragen> ^^Bjtodezas em grosso ea retalb.
1-c.caf ie cabo branco de meio baUnco a 5
>ao de teos os tamaabos proprias
trabalho dTS^OM. i
TRATA MENT mw CHABLE, m PARS
IW^loo eaipx-lel, eoriultaoy-, <, ras Vlvlenn* r
AVISO AOS DOeNTES. XUStXSt ---* *
didu eiitoeaiou arto,? U&ei e almsci de um grande numero da injkccaou, ana
curar m 4 diaa, i atoll anda mais doeuli*.
BA MMS O \\\ qu- coro r-adiralinsnte sen recahidaa. Corrimentoi, RelaxofAo io camal, Cmiorrtto ata
periat itminaei curando primeira a cauaii viruli-nu infldromalana "
Nio atoo co-
rado, tOBMi Co
Ma, Copahiba
aoh torfas a
formas em opia-
to, capaalaa,
ec n fe toa, tonho
o siannfo per-
_ 'a doeocaa aexaats,
rrirn ali.ms vMrcs do mcu dbpurativo do sakgue para parir euaa affeccoea, aeccar
canal e Ike tornar a darsarefW du para acabar meu excellente xaropk ao citbato dk
rKBBo el miiiha nuaocao. A cura radical, a aBitaoaa*.aara a luxoa kraacaa, aacueiB
u meaoM) traumact. (fajo-aa noticia taipUcatiu*.)
/W)000 DOENTES CURADOS
Verdadeira trata ente 4epurativ do sangue. A ktrpn a u
pmnatut, wtnu, **atu e ffeceou oMraa, baoorea, e todas ti- -1atn-:n as aHerto a poma I
afta eai-aias poaco laaspa per meo aaaora uipoativo ao unac atea*!
dn aaocie
A.iaoo aiai:u, aaiiikaa piuolas pdatit.i e ninba hpiiurt ajii-oaTai>iA
- Veja-aa a awarira as traUr-ae. k aetlea cae ae da cratle a* rfoalta e aaaw aaedic?-
eaftsa. aftpacaaf nit ato comeaaaawartdV aaa aapartorMaaa a a lialirlh el
Vc-se na ra Nora n. 25, pbarmacia franceza de
p, MAURER & C,
Chapellnas de seda
Modernas e bucitas eh^paiinas de seda para se-
nhora receben o Cordeiro Previdente raa do Quei-
onado n. 16 e por ser pequeua a quantidad re-
cebida, quera pretendt-r uraa moderna e bonita
chapslina deve apresar se era (candar compra-la
cm dita leja do Cordeiro Previdente a ra do
Queimado n .16.
CaIXINHAS ENPE1TADAS.
Estas muito desojadas caizinbas va-ias e enfei-
ladas com go.-lo, que tanta titracgaa tem tido e
que realmente servem para diversus Qns, eiistem
na loja do Cordeiro Previdente a rna do Queimade
o. 16 um completo sorumento de ditas caixinbas e
sao vendidas por precos to rasoaveis, qne o eipe-
rieote fregoez nao objectara' em compra-las em
dita lija de miudeza? do Cordeiro Previdente a rna
do Queimado n. 16.
PONTEIRAS E CHARUTOS.
O Cordeiro Previdente, ra do Queimado o. 16,
tem ura bom sortimento de Boas ponieiras para
cnarutos, sendo lisas e com figuras em atto rele-
vo ; e para que os seus freguezes nao se Incoen-
modera em comprar charutos em algnmas das lo-
jas de cbarnteiros, receben tambem nm bom som-
tenlo de finos charutos do afamado fabricante
Portado de Simas; assim, pois, encontrarlo os
apreciadores um bom sortlmento na dita leja do
Cordeiro Previdente, raa de Queimado n. 16.
Para flertas hospital por-
tuga.1!.
Bonitas cestinbas com (rocas de cera, obra de
multa perteieao e bom gosto.
Para cortar moldes e eo bruihar fazendas
Vndese papel pardo folba grande.
Para lustrar calcados.
Vende-se superior graia econmica.
Vende-se papel para matar moscas.
A loj do cordeiro providente
Roa do Qoeimado n. 16.
Mella acbarao os pretendenies um grande e va-
riado sorttmento de perfumaras finas, Unto ingle-
las como francezas, seBdo:
Pinos extractos para lencos.
Baobas e pomadas para cabellos.
Oleo phllocome e baboza para dito.
Pos bygicoicos para dentes.
Ditos camtraorados para ditos.
Opiata iogleza fraoceta para ditos.
Pacotes com pos de arroz.
vasos de porcelona para ditos.
Sabonptes para mao e barba.
E muitos outros objactoi qoe sarao presentes
ao comprador que se dirigir a ra do Queimado
. 16, loja do cordeiro previdente.
Bandeijas pepenas..
Vendemse na ra do Queimado n. 16. loja d*
ibs|Biosv
f acreditada fabmai^e JoaeSBrtaoi. 4e
Sim.
l Vendern-san loja-do cncaWr nrevMenie a re
lo Queimado n. 16 ar d
aaaawanaaaBaBaBaMaBi
Atten^o.
Vende-se uma mcblia de Jacaranda' a Lnii X'<
e juntamente nma de amarello no mesrro g f.
sendo estas obras muito solidas e .fpnras. e pri
preco razoavel : ni acreditada raa rt" mairee-
ria na rna da Camboa do Carmo n. 1).
Alecao.
Venhan\ ver
Vende-se na loja de marcineina na Cambra do
Carme n. ll'pilha apparelbada da n>!n< r r>
para tecer cadeiras e sof.", por preco mais '-ca-
modo do que em outra qualqoer parle.
Vende-se orna machina vapor de" *?*""
seis cavallos, de perfelta eonstruoc-\ com luda
ferragem precisa para mover varias machinas da
descarriar aigodo ou ontro qualqoer rri-t-r, ten-
do a propnedade de ser fcilmente con onda por
estar montada sobre rodas. Vende se ignairoenie
por preco moito barato para liquida- nm motor
americano para dona cavallos com 'ods os [ence-
res para o mesmo fim, orna prensa de enfardar
algodao de systema moderno, e de muita f rea e
signos tonel* do 5 6 -pio-.s de capand-d-, aro-
prlos para destiia^o de engenbo on nepo-it( de
roel : a ver e tratnr na fabrica da traversa do Ca-
rioca n.2, caes do Ramos.
Vende-e um terreno em Laenaoga'
frente para a estrada qoe segu para a Vanea (etv
nhecida por eslrada d'agua frrea) cojo terreno
tem 90 palmos de frente e 530 de fondo a tratar
na ra do Amonra o. 37, armaiem.
Cimenie
Vende-se elmeoto Porllaod no arnwm de
Vicente Fe rreir da Costa & Filbo, roa da Madre
de Peo o. 28,_______________________
ARROZ m CASCA
Vende-se em saceos grandes a ijWSUO : na tra-
piche do Conha.
A tten$om
Vende se uma mulata, a qu I engomnu,
coztoha e lava cum perfeicao : a tratar na rna a
Croz n. n, botica fraaceta._________
Um moleque
Vende-se nm moleqna de bonita bVbi
para copeiro, do que tem pratica bastant ,
esperto e robusto : para ver a tratar na ma 4
H os pelo n. H.
Vinho soperiar em caixa da nma datia
tem para vender Antonio Lola eaOJieira aere-
do 4C, no sen escrWorlo ra a Croz o. 51
CHAPEOS
Ventiladores
Acaba dea*frnm linde e variad i sortiaatnto
de .chapa* togieze,
anaio : na rna da Imperatriz n. a__________I
TAIHII4W* -"
Vende-e a liberna da roa 4o Pidra Ploinan
n. 41, bastaote afreimezada para a larra, eomman.
na tanas-a VimiaTT amiraurtaHamacao
pararon
noOew
:
r&
I MUIIIADO
r


'
m*
s


ftarlo de lcrara atoe* 1lfilif de tatabro de 1867.

Collares fioyer
#ti 4n di a es electrices magnticos
Deposita acreditado
tja da dguia branca rua do Queimado n 8
Apresar anda os prodigiosos effeitos dos
Collares Rnyerjn56 ehslnar oo qderer
introiuzir no edades, porque a fama de >ua
effleacia lam-se tanto estendido, e os seus
tolnes-resaltados a lat rtumr elevado, qae
hoje rara a pessoa que po<* experiencia
propria, oa o n intermedio de seus amigos
e prenles, ignore oa desconbe.a as virtu-
des desses sempre apreciareis collares
Royer.
A a guia branca porm se gloria de concor
rer para um t3o justo flm, se n5o por ou-
to modo ao meos por ter sempre, e cons-
tantemente um completo son i ment desses
col I: res magnticos, que bein se podem cha-
marsalva vidas das criangas.
Resta amda que os senbores pas de fa-
milia se facam convencer {de que conven
nao esperar que as enancas sejam atacadas
do mal, e por isso necessario oa conve-
niente qae com antecedencia se deite na
crianga um desses collares para assim estar
ella preservada das convaleces e se contar
livre dos rigores da denuedo.

tna9^2


t^

Armazem de azendas finas para grandes toilette e us
ordinario para todas as classes
119 ?mm
ra do Crepo a, 1 A. esquina da do Imperador

DE
Custodio Jos Alves Goimaf%es.
O proprieta, !o deste importante estabelecimebto avisa ao respeitavel publico
A acola"braoca i roa'do Qaeiad0 n. 8 e aos ses m,Ps Be* que acaba de receber pelo vapor fr,ncez Guienne, di-
ontma a receber por tod-is os vajores versos artl&os de m0(,a> os 1uaes s5 de completa novidade para esU mercado, e apro-
fran-.ezes a quantidade que ba contrataloe ximand-se dia da commtmorac5o do anuiversario do Hospital PDrtuguez, por isso
por isso acba-se ella sempre provida dos ver- aPresS,-se em vir avisa-los do que ha de mais moderno em seu estabelecimento, como
iadeiros-collires R yer eleiricos mague- 8eJ;;m:. .... ..... u *-~,
cos. Riquissimas chapelinas com coque. Lavas de Jouvm preta, branca e de cores.
Chapelinas modernas Ditas sem elle. I Lindos cortes de 15a ce m barra,
enfeiles de ores, capelias finas para noivas, I Lidas chapelinas de palha da Italia. (R*- Riquissimos cortes de transparent dese-
ditas brancas e cor de rosa para meninas con"nen(
calxos e ramos de flores finas e botSes d remintei'ament novidade)
rosa de diversos tamanbos: na Aguia Bran- ?."' ms cmlos de sedat0n
ca ra do Queimado n. 8.
MLIafAS FAZEtfl#.tL>S
KA
LOJ E AtMAZEM
DO



. u

chineza, ultima moda.
Lindas saias de 13 com bordados, propria*
para as excellent ssimas senhoras Irazerem
por cima do baio, ultima moda em Paris.
Lindos cortes de seda para vestidos.
Moireantique branco, azul e preto, fazen-
da inteiramente nova.
Grosd-aples de todas as cores.
Ditos pretos.
Leques de madreperola.
Ditos todos de sndalos.
Ditos de sndalo tendo no centro um qua-
dro de seda, inteiramente novidade e ulti-
ma moda.
Chapeos de sol para senhora.
Ligas de seda pira seuhora.
Ditas para meninas.
Espartilhos para seuhora.
Riquissimos enfeites para senhoras, intei-
ramente novidade.
Baies p*ra senhoras e meninas.
Touqonhas ricamente enfeitadas.
Goeiros bordados.
Toalbas de labyriniho muito ricas.
Ricas fronhas de lahyrinto.
Riquissimos lencos de dito.
Rendas, feicos da ierra e grades para lencos.
Um ric > lencol de labyrintos.
Riquissimas barquines de seda preta, bor-
dado.
Lindos cortes de 13 com listas de seda.
Riquissimas fivellas pa a cintos.
Fil de seda e de linho.
Riquissimas camisinha; para senbora.
Riquissiiiias saias bordadas.
Punhos e goliinhas para senhora.
Riquissim s mantelete* de cores, inteira-
mente novidade.
Paitos de linho bordados com gosto pro-
prios para camisas de ntivos.
Collarinhos de linho lisos e bordados para
homens.
Lindos veos e manas de blonds.
MHas finas para meninos.
A Aguia Branca ra do Queimado n. 8,
receben meias mu finas para meninos, e
est ndente as de cores a 55(XK) duzia,
brancas a 50500 e cruas a 60U0.
Traumas de vidrdhos, brancas e pretas, lar-
gas e estreitas.
A Aguia Branca a ra do Queimado n. 8,
; recebeu novo sorlimento das trancas cima
ditas, e como sempre vende-as por precos j
commodos. I
Fit;is novas '
para cartas de bacnareis e a irmaodade do
Boro GoDselho.
A Atfaia-Branc, a roa doQueimadn 0.8, receben
novas t! is chaBalotadas para ambos os lados,
BWl 't.:- ."p.ifla e toda de seda, com viva o agrada-
v.-i ,>-, e c-mo sempre, veude por preco rotulo
.rascavel. '
Bonitasbonicas
com rosto de cera, o..bs fkos e movedizos,
A euia branca a mi d" (ayunado a. 8, rece- j
beu am duvo surtimento de bellas nonecas com 1
rosto de cora, olhos Otos e movedicos e romo i
sempre vnie
estes se couit'O- o sortimentn.
U'iif deatifrica e odVililgico.
A Mfola branca a ra do Queimado n. 8, rece-
ben cessari > par* ejoservacaa das genglvas o acabar dadas com gosto.
o r;i hlito proveoiente de lemes armiados,
caili Iras.:o cusa 2.
Est tt;da remediado em qu ni a la-
vas d pellica.
Porque a agola branca por intermedio de nm
negociante de njssa prar;a roaudou cuoiralar cim
am h n e acreditado fabricante de duas, para
st ih- faznr remessas directamente por tt'des os
va por 1^, sendo a primeira a que agora acai>a de
cbfrfar. O fitiricaule prometi manda-las sempre
da uifih)r pellica e oa verdade as que vierara
dess ve? confirman) o sen dMT, e pelos UTnren-
kee enteil > queniLis irazem da' elle mais a conbe-
eer o ?pnrado go.~to e prfeicao de snaob. Res- Este estabelecimento acaba de receber e vende por commodojprecoas seguintes
la poisqueos boas e constantes frenuezes eonti- fa2 I f! pera trie
SE
Tendo os donos de te grande estabelecimento resolvido liquidar a maior parte das
suas azendas resolvern! vender com grandes abatimentos em precos, assim como teem
recehido ltimamente urna grande porySo de fazendas novas tanto inglezas como francezas,
alemaas e suiss^s, teem destinado venderem-nas mais barato que em outra qualquer parle
afim de apurarem dinneiro, dando de todas ellas, amostras deixando ficar p< nbor, on
mandam-nas lev^r em casa das excellentissiroas familias pelos s us caixeiros; assim como
as pessoas que negociara em pequea escalla, neste estabelecimento com^rar3o pelos mes-
nos precos que compravam as casas inglezas; ganband;.-se apenas o descont.
Cortinados para camas e Janel-, B ildes a U, 3^5oo e 30
la a !0#, iU 200 e 250 Vendem-se nm grande sortimenlo de cri-
Vendem-se nm grande sortimento dos, ni linas ou baies de arcos para senbora pelos
melhores cortinados bordados que tem \in-! baratos precos de 2& 2{5ooe 31 por ha ver
do proprios para camas ejauellas, pelos ba- grande porcSo, na lo'ja e armazem do Pa-
ra tos precos de tod, 160, Jfe e28fi cada v5o, ra da Imperatriz n. 60, de Gama d
par sendo neste genero o melhor que tem PANNOS PAPA CADEIRAS
vindo ao mercado: assim como pecas rJe Ven lem-se um grande sorlimento de
cambraia adamascada proprias para o mesmo pannos de ero h proprios para cadeiras,
fim, na loja do Pav3o, ra da Imperatriz sofs, cadeiras de balancos, para almofadas
n. 60, de Gama d Silva. e para cobrir presentes, e vendem-se por
LASEM1RA S A 20 O COVADO precos muito baratos, na lo a do Pavao, ra
Vende-sb casemiras escuras enfestadas da I pecaba n 60, de Gama A Silva,
proprias para calcas, palitos e coletos assim t assas a 4o re. so o pavao.
como para roupas de meninos a 20 cada Vendem-se bonitas cansas nuezas de c-
covado, ditas claras fazenda muito fina co- res Mxas pelo barato prego de 2i rs, o co-
vailo a 204oo ou corte 4d, ditas muito me- vado, ditas francezas fazenda muito fina rom
lhor fazenda covado a 30, isto na loja e ar- padres listrados e de Dores, assim como com
mazem do Pavao, ra da Imperatriz n. 60, pa'minas miada* proprias para meninos a
de Gama di Silva. 3oo rs. o covado ou a 3oo rs. a vara : pe-
RIVAL SEN SEGISD*
ua do Que lutado a. *. !oja 4e
mifidezas
DE
Jos BigoiHnno
Varas de babado bordado a< Porto a SOt
Carretel de retro; preto con dua> eilava*
prupr 1 i para machinas a .&
i'fgos francazes do todos a> Umaunoi a VS
-rozas de botdos de o^so para caic 3 ijrt
pelhos djnrados muito fldos a 1 jj>r>
iixas com linba snperior para marcar a alo
Parriteis de reteoz de todas as core.-1 8*
Frascas d'agoa de Ct.lt namoilosuprn r a
Frascos de o eo mono Bno a.......
Duzia de tesonras p- quenas a..... yw
Frasco: d'agaa para impar deoies gft
Redes pretas lisas para segurar cabello a W
Duziis de peanas do ac muito fina- a &
Caixas de linba do gaz de 30 noveilos a 60*
dem de palitos de seguranea a jj
Garrafas de agua Florida verdidtira i^efl
silabarlos rom estampas para menines a J'O
Memento da roopa de lavar a..... toa
Hazlas de meias Unas para seobo a ; j&X
Agalbas francezas a balc (papel) a 6a
Pecas de fitas de la de todas as sirva a <*0a
Grozas de bolees de porcelana prateados a 160
Caixas com alBneiies Iranrezes '.'
Caixas de 100 envelopes muilo finos a V
Resma de papel de pe>e brauco liso a 5^000
Frasco com superior lila a..... i i
Pares de botSes de ponbo mniio bonitos o"
Liabas em cariu de 200 jardas a 106
Caixa de superior linba do gaz e.< u J
Dov- IOS ............. TOT)
TalbereB para meninos a....... 246
> as.-o com superiores grampos a 30
Bonets para meninos a........ 100*
Feotes com costa de metal a...... ti*
Realejos para meninos a....... HX
chiuclia na k.ja e armazem do Pavfo roa da
Imperatriz n. to de Gama s Silva.
Cassas tfe urna cor a 44o rs.
a vara.
Vend^m-se mod rnas cassas francezas de
Corres granadinos para vestidos
Che^amm o mais bonitos cort s de or-
gaudy Granadinos tendo lo varas caita c re,
seuilo 7 v r;is listradas para a saia e 3 varas
lisa para o corpo, teoo na mesmas 3 vaias
Riquissimas vestimentas para baptisados eDfe,teS corresp^ndentea saia pa.a enfeitar urna so cor sendo azul, roxo, cor delirio,
contendo chapeosinho, sapatinho, meiasinha tt,rP0 e ma"gas mto entre elles rau.tas verde, cor de ganga, cor de rosa e encarna- \
e camisinha om lindos bbrda.ios. 1 ,angas eom '!stas Prf a\ como ^tunlmente
Riquissimos chales de ouquim. ZFl?^?* ^ ba-aU) PrCC? ^ 6^'
Grvalas de seda brama para noiva. unamente na loja do avo, ra da Impe-
Ditas de cambr ia de linho com bordados ^^CAMS^DE NO.VAS
Alm de um ganle sortimenlo de corti-
nados, encontra-se nma grande porofio de
ricas ci.lxas de croch que se vendem a 80,
io0 e 12 j, ditas de fusto brancas e de co-
res a 70 e 100, na loja e armazem do Pa-
s

m
-


as poutas, novidade.
Chapeos de sol de seda com castSo de
marfim.
Ditos de outras qualidades.
Chales de se Ditos de cachemira.
Chapeos de seda preta para homem.
Ditos de phan'asia pan homem.
Casemira preta muito f na.
Ditas de cores inteiram ;nte novidades.
Cambraias, laas, chitas, madapoles e ou
tros muitos objectos.
O dono deste importantissimo estabelecimento contina nolonvavel projwsito do
querer vender muito e t-annar pnuco, sujeitandu-se a tirar em soas mercadonas um lucro
rasoavel, para assim poder melor agradar aos seus numerosos freguezes.
AUGUSTO PORTO 4 C,
11Ra do Queimado11
nuem a favorecer a aguia branca em qaanto ella
vai se livraodo dos mos que com sms fiados a
iam venando.
Gami>i"has bordadas par baptizados
A agnia branca a ra do Queima lo o 8,'
recebeu novo sorlimento de camisiohas bor-!
dadas, sapalinhos fte setim tambem borda- j
do>, meia de seda e chapeosmhos de setim
enfeit dos, ludo para bapt-sados.
BahDHah68 caberas V canias
A asrnia branca r-ia do Queimado n. 8,
recebdii Dmilis babusinhos cobertos decon-
xas, e cestinhas bordadas a froco, objectos
esses de novidade e gosto, Q proprios para
Vestaos de bond para noiva com manta e capella.
Ricos vestidos de cambraia branc-i bordadas que ha de melhor.
Cortinados bordados e admascados para camas de 2o0 a 8o0.
Dito, bordados e admascados para janellas di- 90 a 2<0.
Colxas de seda e la e seda para cama de ntdvas
Rasquias modernas de muito gosto de 2o0 a 5o0.
Toaihinhas oe cmch para cadeiras e sofs, e colxas de croch para cama?.
Chapelinas de crpe branco, e chapeo* de palha da Italia para so nhora.
Moir branco e preto, grosdenaple preto e de todas as cores para vestidos.
Camisas para homem francezas e iogiezae de linho, e de algodio.
Guardapisa de crine fine p-.Ta azer mais elegantes os v stidot ce la e de seda
32o rs. a vara.
Superiores saias bordadas de linho, camisas e camisinhas bordadas e lencl de
0fferta7n7iaMae trt^ cambraia bordada para s-nhoras, ricas toalhr.s brdalas com muito gosto, e lindos ves-
portuguez. tianos para baptisados com o respectivo enxoval.
ACdbaA-at ornas ^gara oulras, cr- chapeos brancos de castor, e ricos chape, s deso ioglezcs para homem.
reales oe ora na Malas de diverso* tamantios para viaens.
A agnia branca que nao se descuida de sua | pan0, fj008 e casen jras prelas e de Cres e outras muitas fazendas que se ven-
boa fregaezla, tem constmiemente mandado jeHj baratissimo.
Este estabelecimento contiia a receber as melhores.
Esteiras e alcatias para salas.
41 Ra do aelmado H
buscar essas bonitas e modernas correntes
de borracha, que servem n?So s para voltas,
como mt:siu" para outrds differentes enfeites
Cmiaref;m pois os pretendentes que:
acharo bom sortiraento de ditas correntes:
Da loja da aguia branca ra do Queimado n. 8.
iuis de marroqaim com fivellas de
ac par me- bis
Vendem-se a ra do Queimado, loja da
aguia branca n. 8.
Fe rs praprins para frisar babadiuhos Satis'eito o invencive Veado Kranco, comasmaneiras aenciosas com que
V--od ni se ua rurt do Queimado ijja da agma o aixilhido pelo respeitavel publico desta brtosa provincia, a ponto de qne moitos a pr r-
bram-a o. 8. 1 fia desputaram a satisfac;5o de serem os prime iros a compraren! em su importante arma-
Banitns e modernas voltas prelas com zem, se desvanece em declarar com toda a lealdade de que capaz, nue est cda vez
uin&eHles. mais animado, nlo spelo benigno acolhimento que tem recebido, corno pelas forcas de
Vendem-se na ra do Qieimado loja da aguia que dispe porque at h'je nao careceu anda dos preparados de jurnbeba, nem
do
branca n. 8.
: xarope alcoolico de veame.
---------- O Vad.- Braaeo, declara a quem anda o nao conhece que nao um
M'* 1 t\ \ f 111? idesses hicharocos intrataveis que por ahi vivara com figura hu o^na ; domesticado no
1* W ^ ZJ *\ ZJ'^k desse invejavel Dgraao e sinceridade que com tanta gravidade se desprende do sen
Este esiabelecimenio acaba de receber lindas bico encantador.
cbap?iioas para senhora, riras paixinhas para eos-) o Veado Branco, como todo o homem civilisado, ama a sociedade dos
turas, ditas para toia^-pwtw^rgd^yaf^ boDSj ^u Q centro do mu(j J() .^4^ usa d() lomo de j;,yrne, para previmr qoelbe
dTunrmoar^^^^ olnaoaol. -f.i a-eompaSiia dea Boaffaa Paris,ens e na neto do partido de
bonito* t.iucaiores doorado* e d Jacaranda, espe- madame Adelle, elle tambem atira-lhe o seu lindo bonque'.
iho e-cosseresde diversos tvnaonos e ricos ram-1 Digne-se o benigno leitor de jurar as palavras sinceras do sincero Veado
!27 h,^ ^n,l0/^ ^0,,al fHJ^S^SSfi Braoeo, e venha prover a sua dispensa do que melhor se pode encontrar n'um estabe-
nbas, liico de seda, dito de algodao, labynntbo, e ih 1
auniios Mitros nbjHctor de apnrado goslo, que se Cimento Ce moma IOS.
torna eoi^dooho mencionar, todo por precos moi- A modicidade dos precos, C' mparados com a boa qualldado dos gneros e o
10 cr.mmodos: a' ma da imperatrit n. 70, na laja. bom modo com qoe se recebe os senbores compradores, deve certamente convidar as
pessoas que ainda nao vierara nossa casa a fa'.er parte dos amigos e freguezes do.poss0
rao, ra" da Imperatriz n. 60, de Gama 6
:-ilva.
DMASOS DE LA
Vende-ie um bonito sortimento do melhor
damasco de laa imit-cao d- seda, tendo 8
palmos de largura que se vende pelo barato
preco.de 405on o covado, ditos com 6 pal-
mos a.'03oo, ditos,de urna s largura a 800
e 10 cada covado, na loja e armazem do Pa-
va >, ra da Imperatriz n. 60, de Gama &
Siiva.
Tiras bordadas^ e Babidlnhos
Quem quizer fazer b a enmpra de tiras
bordadas ou babadinbos, achara t:m grande
sorlimento para escolber e pr reg muito
mais barat do que em outra qualquer parle,
na lomf armazem do Pavio, ra da Impe-
ratrjw 60, de G.ima Silva.
Radas para ln(o na loja do
- Pavo
ende-se S">tim da China com 6 palmos de
largura proprio para vestidos a 23 o covado,
I5azinhas;pretas lisas, alpacas com lislra bran-
ca a 10 o covado, cassas brancas com listras
pretas a 5oe rs a vara, ditas pretas lisas e
com salpicoB vara a 5tio rs. ditas francezas
(m listras e ramagens \ara a 8-j0 rs., me-
rino preto, alpacas e princezas, mais barato
do queem outra qualquer part", na lija dn
Pavo, ra da Imperatriz n. 60, de Gma &
Silva.
CHITAS PRETAS A 2oo RS.
Vende-se chita preta ingleza com palmi-
nhas a 3 o rs. o covado ou a peca por 70
leudo 38 covados. ditas Lisas a 16o rs. o co-
rado ou a peca 60, ditas francezas de todas
as qualidades, na loja do Pavo, ra da Im-
peratriz n. 60, de Gama & Silva.
PALlT'S DE PANNO A 60
Vendem-se palitos de panno preto saceos
a 60, ditos sobrecasacos a lo0, calcas de c-
semira prea a 60 e 75, dita muito finas a
90 e :o0, aissimos sobrecasacos de iianno a
2o0 e 250, calcas de casi mira de cor a 70 e
80, um grande sorlimento de culatea de toda
a qualida e e oulras mui as qualidades df
roupas que se vendem mais barato do que
em outra qualquer parle, na loj- e armazem
do Pavo, ra da Imperatriz n. 60, de Ga-
ma & Silva.
CHALES A BEN01T0N A 50 E 60
Vendem-se os mais modernos diales a
Benoiton pelo barato prego de 50 e 60, di-
tos de merino liso a 3>5oo, ditos de depon
a 7iS e 80, ditos de merino com barra a 20
e 205 o, na loja e armazem do Pavo, ra
da Imperatriz n. 60, de Gama Silva.
CASAQU1NH0S O PAVO A 180, 2o0
250 E 3..0
Chegaram o mais modernos casaijuinhos
ou jaquelas d- grs preto, ricamente enfei-
t olas sendo uns com cmura e ooirus soltos
confi'ii me &e osa ltimamente e. vendem-se
pelosbaratespreo8de *85.20w25oe 3o0,
na lja e armaz- m do Pavo, ra da Impe-
GRANDE BAZAR
ra Nova n. 20 e 22
Machinas pa a costura do autor Wbeele.
i4tf agricultores.
Saand'-rs Brathers Si C. aeabam de receber
4a Liverpool vaoores de forca de 3 a icaTallus
com i ; tem mover macbinas de descarocar algndao, po>
desdo cada vapor trabalbar at com O serras,
tambern servem para enfardar algodo, on para
ontro qoalqoer ervigo em qoe osam de trabalbar
om animan*. Os ;me=mos tambera tm a' venda
tnactMoas amerieanas de 35 a 40 sems.
BjO-< prndente* dirtjamse ao largn do Corpo-
Sajo o. M.
Larrea menta de barros
Esto a' venda na roa da 'JoBcordra, no terreno
defroole d> aotig;') armase n s >l, naelb >rs horro* que tem vindo a Pernambnco, os
qoaes >e vendem barato.
"*^fi. R. Rabello saoa por lodosos y apores
sobre.
Lisboa.
Porto.
rigueira.

BELLlSSIiVlO ARfiflftZEIYi

m
CONHECIDO PELO NOME
01
.
I
Estabeleciuo ra Direita n. 16.
Esquina da travessa de 9. Pedro.
Noto e grande deposito de superior carvk diVCardiffns
Bp.bia.
Antonio Gomes dos Santos _4 C., roa Santa Barbara n. I, enlio baliilitados a sapprir df
Braga e outras cidades e villas de Porta- 0vv5o em condicSes mais favoraveis qae'em oot j qaalqaer deposito,'a todos os navios a vapor qo
gal inclusive as ilh'8 da Madeir, Acores, etc. cerrer nacoeii Dorto. A contratar nesta oom fjmingoB Afvw Maibem..|
ratriz n. 6o, de Gama & Silva.
ESPiRIIIO
Vendem-se magniticos espartilhos france-
zes e iuglezes, na loja e armazem do Pavao,
ra da Imperatriz n. 6o, de Gama & Silva.
O Vendem-se as mais modernas crinolinas
ou baies proprios (ara vestidos de cauda,
sendo melbores e mais moderaos qae tem
viudo ao mareado, e por p ecos muito ra-
soaveis, na leja do Pavo, ra da Imperatriz
n. 6o, de Gama & Silva.
Pira saias a igOtO 1*280 e UdOO.
Cbegou para a loja do Pavao urna fraude
porcSo de oov-i fazen la branca especialmfn-
te para saias, tendo a largura a altura suffl-
ciente de urna saia com um bonito bordado
de um lado ou ama bonita ordem de pregas
de forma qne eom 3 1|2 varas se faz urna
saia de um s panno, e vende-se pelo barato
proco de 10. i0*8o e 405oo rs. a vara; na
loja e armazem do Pavio ra da Imperatriz
n. 6o de Gama & Silva.
Vestidos brancas t t cores a 4 o' II.
Vendem-se bonitos cortes de cambraia
branca com bonitas barras bordadas assim
como com barras de cor pelo barat nreco
de 405oo rs na loja doPavSo rna da impe-
ratriz n. 6o de Gama & Silva.
da sem deleito algum pelo baratissimo prego
de 4io rs. a vara, por ha ver grande porcio: Wllson. chegadas ltimamente .1a Ame-
na Hija e armazem do Pavo ra da Impera- nca > nas W* P,,de oer-se com dow
trtz n 6o de Ga a Silva. pespontos, toda e qnalqoer fazenda, emba-
Lazinlias laatisad .s a 28o ra. o irnar' frapcir. bordar e marcar roopa tud*
co-.ado com perfeico. Sao to simples, qoe coro-
Vendem-se bon tas laazinhas matisadas, prehende-se lacilmente a maneira do traba-
de cor flxa e ditas de urm cor s, t mo en- ,n? e a pessoa tendo ortica -le coser em ma-
tre ellas & res escuras e de muito bom gosto rh,oas. pode fazer por da o ser\ico que t-
pelo barato preco de 28o rs. assim como r|3m 3" costureiras.
bonitas bareges de la trasoarente c,m Chama-se este estabelecimento a atten-
quadrinbos pe- barato prego de.32o rs. o ^ do publico, Msto que diese acba cora-
covado: s na loja do Pa\o ra da Impe- Pumente sortido de objectos de gosto
ratriz n 6o de Gama A Silva. c"mo bem ietlues de madreper>l e de saa-
CHII'AS A 28o RS. dil|,,.> fivelas, fitas para cinto, cokes perfr.
Vendem-se bonitas chitas de cores e ditas C!ar'a e elc>
rosas com pequeo toque de mofo q<.e se Na rua nova 20 e 22. Car..eiro Visa-
garante largar logo que se lase, sendo de na ^p-
cores fixas pelo barato prego de 28o rs. o '
covado paia cabur: na l. ja do Pavo rua i
ila Imperatriz n. 6o de Gama t Silva.
CHITAS DE UMA SO COR A 28o RS. O
COVAUO.
Vendem-se bonitas cbuas lisas, sena) cor:
de ganga, cor de ha vana, lirio, rosa e outras !
cores, pelo baratissimo preco de 281 rs. o! j)epo;io especial
cowdo, ditas chioezas eem as mesmas eres 34 Roa larga do Rusarli-a4
e com palmmhas pelo barato prego, de 3oo Boii.-a de Rartholomeu & C
rs. o covado, na l rua da Imperatriz n. 6o de Gama Silva. d" se ao regiment das cmaras f'an- '',. .tatr-
GRANDB SORTIMENTO DE CHITAS ?*v*. dfeUo *m***, e, b**:M-.t.... ,
A 32o E 6o SO O PAVO.
Ven'em-se chitas de cores fixas com de-
senbos inteiramente novos e com os pannos
CASTRO AUPES
Grammatica nacional.
Stxia edicio
1 (dO
Livraia fraace-a.
theoria do maudato, ch.-gava as ai-rn.- i.....
(5>A O regiment era consequencla da
tuicn.
Os melbores talentos nao plem ais d que a
mu to encorpados pelos baratissimos "oreos f|,r,la,,e- Citara* a*tiaiavras d- R..
de 32o e 3Ko rs. o covado.
isantes : claro que guindo ot tinco a,,not p*r*
ditas claras pa- 0J quaes C fputndoi o omfndot ,xr,m ;mia
droes grsmtos e miudinhos pnprios para \acobou. b o raadMwaia da W^kaTlaffS
roupas ci meninas a 32o e 36o rs.
ven-ier barato: na loja e armazem do Pavo
rua da Imperatriz n. 6o ne Gama & Silva.
CHITAS PARA I OHERTAS A 28o US.
Vendem-se chitas largas para cuberas
pelo ba>at prego de 28o rs. o covado por
serem pa Pavo rua da Imperatriz n. 6o de Gama &
Silva.
LAZINHAS A 400 E OO RS.
Vendem-^e as mais bonitas lazinhrs ma-
t zadas e de hsus mais modernas e mais
bonitos desenbos pelos peces de 4oo e Soo
rs. : na loja e arm-zem do Pavo rua da
Imreratriz n. 6o de Gama 4 Silva.
ALPACAS DE i:0 IBS A SOO HS. O CAVADO.
Vendem-se as mais bonitas alpacas decores
enfesiadas c m bonitos desenhos miudinhos
leudo entubes de todas as cores pelo barato
pr go de Soo rs. o covado, ditas lisas escu-
ras e claras sendo ledas de cores modernas
e 64o rs. o covado, ditas lavradas, as melho-
res e mais mod. rn;:s oae teem vindo ao mer-
cado : sendo Imana, lyrio, verde, azul e
outra rores, que imitem a seda, pelo barato
nreco de 8oo >s. o covado, pecbincba : na
loja e armazem do Pavo rua da Imperatriz
n. 6o de Cama A Silva.
P0IL E CHVRE.
Chegou ne>te genero o melhor que tem
vindo ao mercado jia vestidos com lindas
listras de s** o^.om bonitos lavoies da
mesraa que se AMem pelos baratos pregos
de 800, loo'i8afiS28o rs. o covado: na leja
do Pavo rua da Imperatriz n. 6o de Gama
de Silv .
VESTIDOS DE PANTAZIA A 5ooo E
IojJ.jooBS.
Chegaram os nais hondos cortes de ves-
tidos de fantazia mui'o proprios para passeio
e soircs, por terem li das barras de seda
e vendem-se pelo barato prego de 85 e loA
cada um na l. ja do Pavo ruada Imperalnz
n, 6o de Gama & Suva.
Malas a 3|HMa rs.
Vendem-se bonitas saia6 escoras p.ioprias
para tizar em tf-mpo de vero por cauza da
poeira e principalmente para quem for p?s-
sar a festa no mallo, neto barato preco de
30ono cada urna, ditas brancas ricamente
bordadas tendo 4 pannos cada nma pelos
pregos de.54, 6, e li #000 rs.: na loja do
Pa^o rua da Imperatriz n. 0o. de Gama &
Silva.
Vestidos braueos a ljcw.
Cbeitaram os m lis lindos cortes de cam-
braia branca transparente ricamente borda-
dos que se vendem pelo baratissimo prego
de 24#ioo rs. na lija e armazem do Pavo
n. 60 de Gama & Silva.
Nva- b.-treses d seda a 4oo.rs.
Chegno ora grande porgo de lindissi-
simas b reges deseda com os mais delicados
gosios senilo fazenda muito propria pa^
passehs, partidas, etc. Vendem-se' pelr_d>.
ratispimo prego de 4oo r. b-wrno ]^ A
e armazem do Pavao roa'ila Imper-" ,. g0
de Gama & Silva.
para Dls "^os da eipirag.io do maniato e U rf no-
ci qne na phrase de nra escnpDr ing!:i i a raor-
te civil dos parlamentos.
Bom negocio
Vende-se a ta broa da rna do Btfpieio n. 2S,
com poneos fundos e bem afr^coea.ta, cuja caa
ind^pendenie da taberna tem 3 qatrt, rala pjra
j Hitar, co joba (ora, qninu mnrad.i a planudo.
carimba etc.: a trattr n.. tu -u a taberna.
Escravos fgidos
Pnjrlj em 29 de set-mbro prniimo r's*adg s
preto da Cuita de m me J.,nn'li u) > 38 aonus,
temtalhtsno rost', bem falent, a>-im tura
falta de dente, estatura pouco SWSM de reiro'a/.
as percas Anas, ele. levun votiido camisa i ea^
branca, chapee de ropa baixa redonda, de aba*
peqaenas : ro;a se as aninridades p Iciaes e a
qnalqoer particular, a cantora do dito escraT, e a
ser entregue a >t-u senbor Juao da Si'va Lete n
rua da Cadeia do Recite o. 10.
AVISO
100^000 de gratificaco.
Contina a estar fgido o es
cravo Simiit.
F.ijti do dia 21 de julho do eorrente aooo. de
casa do abait'i assignado o escra*o de dorm 81-
mto com os -ipnaes seguintes : de ncar Mcan)-
biqoe. idude de 10 annos, ponco mais rs meses,
alte, semblante carneado, com falta de' dente* aa
((etite. cot fula, com lalbos em circu, rHraia
ao p4 das orelnas, s-m barba, levoo vestid calca
de csemlra de cor, camisa de alenda hranen,
cbapo de meia maca novo ; este MNva fui r*m-
prado ao Sr. Jts Vicente Lindi so, mura* r oa
provincia das Alagoas, pr proeoran ,t J%
qoim Cavalnnli de lbtqnerqoe M>-lto, mnnor
no termo de Barre>ros 8em dotda s#gi at-
fum rtaqoeiif lugares : rof a-se a toda1) as zatnn
dades assim comr a> eapltiea dtcampo, tanta >-
u provincia como a das Alag..a> a do dito escravo, ent^ga-l no Reeife, roa Dir-itt
n. 30, qne recebera a qnantia cima, or t-u se
J. sde ja eom lodos os ng >res das lea do imperto
contra quem o tiver aeootado.
Bernardino Antonio Pereira Bastos.
No dia 5 'lo crrante aosealoo se da ea
Autooio Bernurdi Vi de Carvalb >, a' roa 4a Ajj
rora n 4", o sea escravo (ncalo, mulato acabo-
cladd, de idad d>- lf> ronos pnoeo ni ais io meQA
rabellos ondeados, tem bastaot-8 crao.< na \m%
telo rosto, e lata de algoos denles soperJ^viru
frente, levou calcas de aiguilaoziob) i' ei>. lis-
iras brancas, Uuuela de panno pret/ |* a'...-.li
camisa de algodioxinhn. E.-te mjlali v^o do so-
bral ba pooco l-tppn, aind. sf bjq.io. araabadb,
i>rlo qoe tresume se andar fono '".i>ptro dV e-
dade : qoem pegar lej,VraJVri-*a casa aei
on no Rwi'e* roa da^jei,^ jg, arma?e, eje
sera' gratificado.
i---------j=~------- i ------------
Essbraxo fgido
No,!, de/uutobro fg>o escravo VaieaKa,
represiva 40, nnos.cheio do corpo, tem peito
nQ,5*icair:ir. grande qoe dtt ter,sido de orna eJtv
,TU* b>i. I*00 vUdo camisa de algoHjto e
^iista j ca'C1 '" ?io1S) atol, rtu(d> de erara a*
p>.itu, em 00a Irona, jauoeta de panno nrelo
om gola de veJIudo, omi ca Qa dn brim tnH,
orna.camisa Bna sen col; rinh 1, mn trncol de V-
tidlo om a marca L. A P. V. : qoem o segar
[x de leva-Io ou dar o >tica nn pateo do rirstn 0.
2iS, qae sera' recompensado.
LJfflMSLJ
/
'


*n
Diarlo de 1'ero.uonbiicn tilinta felra O de Ontnbro de 1867.
mmiu ger\l
do imposto
-S > de
noAliin
V ah o ger-
perturbagao da
CAM-lBA DOS SNIORES DEPUTADOS-
SESSO EM 56 DE AGOSTO DE 867.
PRBSIDBNCTA 08 SR. SM.VBIRA LOBO.
(Coniinuagao.)
D.'S^e 1837 que sao as ubellas vermicidas ap-
f'.ic.'.das eto Portugal, como o remedio prompto
f ffl az par a expolsio das lombrlgas, que lo gra
ves psdectmentos cansara e qae qoasi sempre nao
se sppSe ellas a origem.
E*t vermfugo preferivel a qoalqaer entro
pe ?'-u agTidavel paladar e fcil applicagao as
i'ri:>n,-as qa* mais gera.mente sa atacadas de se-
trHhante mal.
ArSlm pois nao pode sli-tar-se entre es sectarios
da terceira escola de que fa'lon o Sr. ministro etn
ref-reoela as sutorlac5es. Pele pois liresga por
iKareMre os adeptos da uaethaphisiea constuucio-
ual, que preferivel escola positiva. Espera
moda ver o Sr. ministro, sustenando a boa dou-
Tina ; nao perdeo a esperaoga de que sejam aban-,
donadla as actorisacoes legislativas. __
E para qoe delegar o qae na P?de er delega- ro,c5es e celen
do ? Pois o governo, identif.cado cora a roaiorb, allod.u claram
recia cuu.munlear-lne soas vistas, &M *>
cuas exper.-ociis, preparar es-es trabamosradis
h"usaveisT O que pode farer com automacao,
x'] pode fazer sera ella, associaodose ao trabalho
da cmara ? ,
O orador faz applicagao dos seus pnocipios a
-fst vasta rede de autorlsar,5es, que contera ao
pjdti exerclfr urna verdadeira dictadora Bnan-
oelra.
nm governo constitociooal nao se concede mals do remittlr parle oa to lo do
qae necessario, nem possivel pedir bolsa do mande intindos abusos,
contribuate urna quola excedente a cerlo limite.! ordem publiet.
Presta un servigo ao Sr. presidente do conse-1 Observa qae o arilgoH imelle i obrieagao
Ibo, losisiindo sobre estas qaesi5e?. Anda lera* do sello proporcin! I as i aes dos emprega-
po de emendar a mao e o governo, ampiando dis de corpooMi i e de sociedades
carreira, na> ter de arrepender-se ainda qae anonymas illasorii e ineiojifvel, Bao s porque
ein geral taos nomlajoes nao teem ttulos, como
Baptista Pereira faz algnmas consde-, porque quaodo os tenharo, oenhura meio possne o
governo de obriga-lui ao pparueoto do sello.
Das da Cnuz comee* lamentando que : Qaanio a decima irbaoa pronaocia-se centra o
paragrapbo que diside que no valor locativo do
predio se comprobar da o terreno anuexo.
Diz qae as hortas e pomares sobre que se qoer
tarde.
O Sr.
rac5es.
O Sr. .
ainda ama ve; Ihe caiba a palavra em hora to
adiaoiada. Observa que a saa posicSo tanto
mais diffieil. por l.-sa que tem de fallar depois de
oradures noiaveis como os qu* haviam oceupado a
tribuna. Nao pode porm deix-ar de dar sua opi-
nio a respeito dos Imposta, de que nao leve lem-
po de fallar na outra sesso.
Ames disso observa qae a opposigo tem nesle
debate mostrado estar extreme de espirito de par-
tido, havendo discutido com imparcialidade as
quesio '. Se tem feito nm oa ouiro reparo aos
actos do ministerio, o mestno teem praticado, e
praiicara sempre os membros da maioria.
Queixa s-i pois da injusliga do oobre deputado
o Sr. Dr. Baplista Pereira, que fallando em deela-
celeumas levntalas contra 03 impostos,
ente opposigio.
Observa qae o reparo qae fez acompanhando
oatros oradores sobre a deficiencia de inf ormagao
do ministerio nao ple ser explicado pela razao
addozida pelo mesrao deputado, de qae anda nao
ba lempo de estarem promplas as eslatlsticas ne-
cessarias, porque a ser procedente esta razo se-
goe-se que o governo nao est ainda habilitado
para [r em execugao as autorisaces que se dis-
autonsagSes para prodozir o effeito dse
exhibir as minhas e nao rrfatar as aiheias, e por prolongarlo da estrada de ferro, para Mina; cal-
esta raza nld entrare oa questose a descrip- culoa cada mUfta em 80:000#.
Qo deste orgamenlo, as condigSes em qoe sel O Sr. C Otton:O dados Ja realizados na 3
acha, oa nao constitucional-.apeur do nrlncl- seccao sao anda mais positlTOs em abono da saa
piquero pode o mais pode o menos.
Se a cmara tem aceitado orgameotos de exer
ciciot Hados, para vigoraren ero eaereicios vio
seccao
proposico.
O Sr. Virissimo de Mattos:Fo go rauilo de oa-
vir a opimao la ama pessoa to competente tiestas pT0^il0 t 0utr4 flrm'a-
Por que razio nio sa ba de prest rever qa* 0
[ banco, emqnaato nio resgata sena blbetea de eaats-
so, segando o accordo feito con o foverao, aio
possa elevar a laxa de seas deseontos a mais de S
por ceoto T
O Sr. Correa das Neves : O resto Oeara aa
dooros, por qae razao nao ha de poder aceiiar om materias. S. Etc. mesmo, qae Uto tem estudado,
cntem
Nao ba exemplo goal em nosso proprio paz e,, jado de augmento da rend devem ser ezeentadas
em materia de Imposto?, o tacto entristece e causa j quanto antes.
ity-. Insiste em que sendo necessario antes de recor-
N.'.o ci na impossibilidade allegada. Ainda emjrer a tnpostos. Uncir mo de ecooomias, assim
1840 dlseiitio se modiBcacao de tarifas na Franga. pao tem procedido o governo. A respeito do func-
A iui a !el i.o se contenta demandar organlsar o eionalismo por exemplo cita as pahvras do Sr.
iieom
fo se
trabuiho, vai adiante. Diz ao executivo : organisai
exerclial, e rt.'pcds, qaando a experiencia vos de-
:r .11 trtr os defeitos que haveis de ir corrlgindo,
fazri-*s a tarifa para approvar.
Quera c o joiz desta experiencia ? Quando ter-
mina esse lempo ? Pois, nao fol por c nh-cer os
lelos da tarifa actual que se quer modifica-la?
su. experiencias m anima.tiifi, e a bolsa do con-
tnbuinte vale alguma cousa nos paizes consllta-
r;ionae?.
Como estas sao todas as autorisac.oes e o ora-
dor o ni-.stra com referencia a alguos artigos da
rerem.
Xlo v por que o Sr. presidente do conselho re
jp't >u o imposto pessoal progressivo, lembrado pe-
as .-m nas da comraisso do anno passado sobre
v,ia pssoa nacional oo estrang^ir^, tendo casa
- ua cti arrendaoa no imperio ; e quer outra coasa.
K -prova orna e outra idea, e nianlem todo sen
pensamento.
O irapotto pessoal nao pode ser aceito por des-
ijrual em >aa base, razo que avnlta mais entre
nos do que em outros paizes ; por vexatorio s> nao
impossivel ca pratica em ara psiz de pop jlaco es-
?i'>Taraadae di hbitos especlae?, sera estatistica
ou cadatro ; por que vai gravar ainda mais a pre-
ptiedade, eoipregando nova forma sera n-cessida-
da ; p>rque ser um novo elemento de_ desordena
de compressao no meio de urna orgaoisagao de-
fectiva ci .no a no>sa.
A era rada nVa remedia, impondo 3 por ceoto
sr.bra todas as casas, cojo aloguel exceda certa
.p-.Llia, salvando as c?sis de campo. E-te
:. t trao;formado agora, urta crearlo
prenenslvel. A emenda nao tem defrz.
-.r.b^ aliar eom a natureza da imposico creada.
P. ra os que pagam a decima um accrescimo
de itsposlo.
Para o agricultor ura imposto sem base, por
qae para elle a ca*a nao pode s-tr signil de renda,
espita] e irsirumeoto do Irabalho.
Para os ricos que teem casa de campo ura pri
vilegl .
Erjtra o orador a respeito do imposto territorial
?.m varias ce osidera^o?J, citando a Blgica e outras
cacos.
Nao p6de descobrir fundado motivo na repog-
Dancla que tem o Sr. presidente do conselho pelo
imposto prcgresstvo. Qaando contido dentro de
"ortos limites tem sido praiieado em qoasi lodos
os paizes, e na pratica o verdadeiro Imposto pro-
porci-nal.
Susieutou e sustenta qua teda a organisaijao con-
tra o imposto progressivo se resume no segrate :
oc IkMtes destruindo a base de vossa doutrma, ou
au limitaes e absorveis o capital. O theraa e:tf:
tod : mais s bordadnras.
O proprio Thlers, citado por S. Exc, o que teme
m ultima aniiyse a deslocacio do limite desde
jas argumentam coro os resu.tajos lioaes das es-
jlas socialistas. E' preciso nao confundir o ira-
pust), moderamenie progressivo, cora as utopias
coromunistas.
Na cjQstltQijSo ba apenas um principio geral, a
:-te principio lera de ser applicado de modo que
.:.ida ura concorra na proporc/to de sua fortuna.
lias qoal a proporciona pratica ? Citara duas
Miaras do ura economista para exprimir o seu
pensamento : o imposto progressivo pode encerrar
ama verdadera proporcionalldade.
Mas a questo outra.
Pela sua parte rejeita o imposti mobiliario lem-
bralo peld commisso do anno passado, e bem as-
: ira a n va idea consignada Da emenda ja referida.
O Sr. presideut-j do conselho que devia por cohe-
reccia, mandar apagar da proposla os vestigios de
lUolquer pro^resso e la os vera por certo.
Adraira-se cjue um hornera Ilustrado, como S.
xc, aceite a aotorisao tal como sb acha na pro-
pala relativa ao imposto de patente. Nao quer
repetir o que disse. Foi claro de mais e conUu a
tustoria desse imposto coro os relatorios.
Se as classes base do quantum da impostan,
uilsleiDj por que se d3o mfurma a cmara ? Se
nao exi-iem, como calculou a commisso f
Ap nta as leis belgas e francezas que as pude-
ram contrr.
Diz que inexplicavel qae, depnis de am estado
maior da d:z annos, o governo anda as nao pudes
so organisar. Nao pode at hoje trazer para o
corpo legislativo ; mas pode de h.je para amanhaa
;ifim de exfcuta \z por sua conta e risco.
Mojlrtu o orador, apontando varias que?l5es e
pontos iraoortaot-js ji declarados pela pnmelra vez
em que fllra.ijae entregase ao dominio dos re
gulameotos, o que materia de lei; e isto quando
em ootris panes onde a lei foi muito mals previ-
dente, a jurisprudencia vacilla.
A ludo isto o Sr. presidente do conselho respon-
de cem a terecira escjla a respeito de aotorisac/ias,
como se o domiolo da lei e dos regularoeolos nao
estivesse perfeilamante extremado.
Ce-.surou que se diga-Bca o governo com o di-
reilo de reroittir total oa parcialmente o imposto no
caso de incendio e ootros, como no de pequenbez
dos rditos das industrias e prooSsoes.
A censura foi dupla, S. Exc. o nao comprehen-
deu. seguramente por que o orador nao se exprt
tnio bem. .
i. Determioar o caso do incendio e r
a possibilidado de precisar os outros.
gra, ou a precisao das hypotbeses
meihodo. Nada tem por tanto
lcr do reparo s leis qae citoo.
! Dar ao governo o direlto de rem.llir a divida
no caso do peqoenos rditos, em oll.ma analge
dar-lhe o direito de desclassificar, com Inversao
dos proprios recursos eslabelecidos.
Apresentvlas as tabellas ao corpo IjjWiW
conigida a autoriacao, salvando se o direito aa c-
mara, nao rejeita o imposto.
Como est na proposta nio. So vota pelo que
entende. e nao emende oque qaer o governo-com
o seo direito de pdr logo em execucio as tabellas,
esqoecido at de um exemplo que Ihe poda servir
o do artigo 46 da le do i." de outobro de 18*8.
Nao pode deixar de chamar a aiieoco do go
verno sobre a emenda de 15 por ceot
Ou urna re
E' defeito de
para destruir o va-
em ouro,
viscoode de Abaet, de que o pessoal das repart-
c.oes pede ser reduzdo em um terco, e as pro-
prias do Sr. ministro da fazenda sobre o excesso
do pessoal do ihesooro. ola que haveudo sobre
a mesa urna emenda aotorisando o governo^ re-
formar as repartieses para diminuir o pessoal, v
nlsto a conrmacao de orna censura que o orador
ja em outra occasio fez de que os ministros nos
seus relatorios neohuma idea apresentaram n'a-
qael e sentido, neoharaa Inlencao mostraran) de
realizar o desiieralum.
Tratando da veada da estrada de ferro de D.
P'lr Ka urna empanhia estrangelra, pondera
que antes de tomar tal deliberadlo, se deve exa-
minar se por ventura o capital recebido pela ven-
da compensar o mal da exportaco dos rendi-
merjtos.
Passa a oceupar-se dos impostos. Sobre o arti-
go relativo reforma das tarifas oo concorda na
diminuifao dos dlreitos proposta pela commisso
passada. Ubserva que nao serio as classes desfa-
vorec las da fjrtuna que lacraro com o abaixa-
mento desta renda do estado.
A proposta falla do syslema protectoi ; dizendo
que as seiencias sociaes e pilit cas os principios
nao sao invariaveis e absolutos como as scien-
cias exactas; que algumas vejes os principios se
amoldara s circumstaocias de lempos, de logares
e pessoas: que por is.-o o principio econmico
contrario ao syslema protector tem casos em que
nao tem appiicafao : que emquanto a concurren-
cia impussivel e'le systema deve ser empregado,
para suspender-se logo que a concurrencia se es-
tabelecer; que muitas das m iu-trias do nosso paz
nao podem prescindir do systema protector
Upp5e-se a emenda da commisso que exige 15
% dos direilos em ouro, por quanto pagando o
estado em papel, iniqao exigir outra moeda dos
seus devedores; que mals vale, para ser mais leal,
elevar fraocamenti os dlreitos do que ujar desta
verdadeira estrategia para conseguir o mesmo
uro.
Nao aceita como jusliQcavel o exemplo dos Es
Udos-L'nidos, porque os maus exemplos nao se
devem seguir: lembra antes o procedlmeoto dos
amigos Athemenses que regeilaram o conselho de
Teraistocles sera quere-lo oavir, pela simples in-
forraaco de AristiJes, de que o plano era injusto,
bem que utilissirao.
Oypa se disposicao do 2." do art. 1." qae
prescreve ao governo dar conta ao corpo legislati-
vo das alteragoj da tarifa, so depois das modifl-
cages que a experieocia Ihe tiver suggerido ;
m-jstra que o praso assim indefloido e por isso
aceita antes a emenda do Sr. Carlos Pinto que li-
mita a um anno o tmpo, dentro do qual o gover-
no deve dir couti do seu acto.
OppSa-se ao imposto pessoal na proporgao do
valor localivo da casa : 1." porque o valor locativo
da casa nao da a medida da propriedade movel;
sendo a habitdco objecto de priraeira neerssidade,
esta na razo do tamanho da familia, e nem sem-
pre das posses do individuo timando se assim o
importo iniqoo ; 2 o porque algnmas familias mo-
rara reunidas por nrcessidade figurando urna del-
tas orno dona da casa, e sobre esta ultima reca-
hir o imposto, que quasi nunca poder haver
das futras que a acoropanham ; 3." porque reca-
hiodo o imposto sobre toda a massa da oopulaQo,
dissemioda como se acha, ser de diffieil langa-
mente, e de Impos^ivel cobranca ; resultando d'ahi
que s pagaro os que forem proropto, e flearo
i'sentos os remissos, o que mais urna iniquidade.
A proposito defeode o Imposto progressivo : diz
qae siguas conselbeiros de estado e deputados o
teeo considerado inconstitucional, e que o nobre
presidente do conselho o consideroa socialista.
Se o socialismo de que filia o nobre ministro
fosse a bella utopia de plalo, de Thomaz Moros,
e Campanella, fosse aquello de qae Guisot, ames-
irado pela licao de 18i8, afflrraou que tem sea
lagar no progresso da huraaaidade, e da civilisa-
Qo o orador nada diria, tambera o Sr presidente
jo conselho nao o registrara mas o anaihema de
S. Exc. sem duvida se refere ao socialismo abomi-
navel de Silvani Marechal que sustentou impa-
mente que Deus ura mal, de Proudhon que da a
propriedade como um roubo, finalmente ao socia-
lismo feruz e infrene de Baboeaf.
Protesta contra til doctrina, porque a progres-
so do imposto sendo moderada oo pode atacar
a existencia da riqueza, como se tem dito, e de
mais senJo sustentada por economistas da ordem
de Ado Smiih, J. B. Say e Sismondi acba-se na
legislage de algumas nac5es, como em Portugal,
onde o imposto de patale legislado em 1860 e re-
gulamentado em 18j progressivo.
Nao v incoosiiiuciooalldade em tal imposto,
porque os haveres segundo os quaes prescreve a
constituicao qae cada om coocorra para as despe-
as do estado oo sao os haveres brutos, porm os
lquidos, porque somante sobre estes, segando os
priocipios da sciencia econmica, devem recanir
os impostos.
Ora os haveres lquidos sao progressivos fenfro
da certo limite, e eis a razo pela qoal o imposto
progressivo tambera deve ter limite.
Nota qae se os haverrs do art. 179 da coostitm-
cao se entendessem como pretenden) os estadistas
qoe combate, os impostos iadirecios devano ser os
mesmos para tudas as classes de gneros de coa-
sumo ; porm, se aos sao mais carregados do qoe
ootros, porque os legisladores entenderam que
os consumidores mais abastado* devem pagar em
proporco maior, podeodo se affirmar qoe em ge-
ral os tnpostos indirectos sao progressivos.
Cootinaaodo sobre o imposto pessoal declara
qae elle ainda iniqao, por ser duplcala de ira-
e posto, visto qoe recabe sobre os mesmos qae paga-
rio o de profisso.
E a tal respeito pergaota porque do primelro
Bcaro isentos os individuos qoe receben venci-
menlos dos cofres pblicos, qaando taes vencimen-
tos podem ser superiores ao rdito de algumas
proQssoes particulares.
V tiesta excepcao mais ama iniqaidade, com
quanto o orador perteoca classe dos favorecidos,
isto dos empregados pblicos.
Pergunta, ainda, porqua sendo isentas as_ casas
de candade subvencionadas pelo estado, oo o se
rao tambera as particulares. Parece-lhe que devia
ser o contrario.
Nota que a excepgio da parte do predio oecu-
pada por leja oo officlna, traz nova iniquidade. Os
anear o imposto, co istituem urna industria ja dif-
ficll pela elevago di salarios e falla de bracos,
ama industria de qm vivem algnmas pessoas po-
bre, qae nSo conv n gravar mais.
Na laxa de escravis que acba exagerada para a
corte lembra qae se devem exceptuar, como ai-
gura lempo ja se fez, os que teem um escravo ape-
oas, porque algumas viuvas e familias pobres ha,
que cuj i nico mel le vida as vezes o servigo
de nm escravo.
Coocorda com o S.\ presidente do conselho no
inconveniente do imposto sobre a renda das apoli-
ces, porque Isto imiorta baitaro juro, o que
prejudicial qoaodo o esiado deve ter necessidade
de recorrer a novos empre:timos, e expSe se as-
sim a nao achar compradores para es-es ttulos-
Finalmente chama a atteogo da cmara e do go-
verno para um imposto territorial laogado sobre o
solo improductivo. V nisto alm do accrescimo
da renda para o estado as segointes vantagens li-
mitar o desojo de alg ios propietarios de apostar-
se das (erras do estac o, a divisao da propriedade
territorial, e o estabe ecimenio dos
pri* Uno.
O orador termina qoasi noute, sendo compri-
mentado pelos Srs dipotados presentes.
A discussao tica aijada pela hora.
Dada a ordem do i ia, levantase a sesso as seis
boras da larde.
oxieidos oo pagamento dos mpostos de Imporiago.
Ao oavir a leitora da emenda, lembroo-se da ce-
labrtresposta do jodeu a Pitt.
O oun am hospede delicado e irriudigo. A
nec^ssidaaVa oh ww frml descortez e lera ioconvenientes gra-
m NV iiTart dlfflcil, em algans casos de im- loghtas celibatanos qae dormem sobre o mostra-
nos'sivel aL -.licac? Ooro o qae ouro vale. Se' dor da loja Ocaro isentos do trlboto, ao passo que
! camb o KS aesmo modo j se as condig5es o pagaro individuos da mesma profisso e do mes
dacTrculaaopeZanetremasmesm mo rend.mento, se llverem familia qoe oceupe o
nn nd* Incrt tr Ttk disposicao sempre ourr interior da casa.
Lembra que o imperador Aognsto langoo tribu-
tos sobre os celibatarios, aqui o Inverso. Por to-
das estas razQes peosa qae tai imposto nao deve
ser laogado.
Occupa-se do imposto sobre profissoe? ; lembra
qoe as mesmas profissdes os rditos sao lo dlf-
ou papel com a mestK relajo entre si.
Pelo contrario a mwdjdaXam nv0 vexame
para ocommeicio e pode iinflaffnas transaegoes
' urna pergnntale ahida nao,ferentesqueo inopoo_quej nada Pra oro, pode
creando ob>iaeolos ao fcil gy>o dos^alores.
Depois de oolras consideragSes o orador per
cuota de novo qoal o dficit e >aal a quantum
5n mnnmos. E' urna pergnnta qe anda nao
foi respondida. No emtanto, como demonstra, re- ser iropossivel de pagar para outro.
o candi que tinba dito, n's dados offlcre?;DOs as excepgSes do artigo respectivo encentra os
diSsos do mlnls?ro dos membros da coinais%ploradores de predios rostios e urbanos: de-
sao em todos os trabalbos v a Incertesa. As t,.1! qae nio entende o sentido de taes palavras,
f ra ah eslo Esforcar se ha por combnalas. lj ifo orna redaegao mais clara.
Nes! eSme d seja ser escla ecdo. O palz a l^a se ao arbr1b conferido ao ministro da
as c.ma devem exiliar o governo ; mas em fazeu jos insps/ores de thesoorarlas de poder
SESSO EM 28 DE AGOSTO DE 1867.
PRESIDENCIA I'O SR- SILVBIRA LOBO
Ae mel'iia, falta a chamada, venflea-se haver
numero sufflcieate, ; bre-se a sesso, sendo llda e
approvada a drta da ; nterior.
O Sr. 1 Secretar.! ) da' conta do seguinle
ESPEDIENTE
Ura efflcio do mii< ierro do imperio, communi-
cando que S. M. o Imperador Acara inleirad das
pessoas qae comi o -rr a mesa desta cmara que
lem de servir oo presente mez.Inteirada.
Outro do mesmo aiinlsterio, enviando as copias
dos decretos pelos qua^s S. M. o Imperador houve
por bem conceder peusSes ao anspegada Joaqaim
Jos de Sani'Anna e ios soldados Sebastiao Coos
tantino, Francisco Machado do Amaral e Joaquina
Balihazar BarrosoA'commisso de pensSes e or-
denados.
Outro do mesmo ministerio, enviando as actas
da nova eleigo de eleitores a qae se procedea na
fregnezia de S. Joo Baptlsta de Nova-Friburgo,
em sobstitulgao da qoe foi aonallada por esta c-
mara.A' commisso de poderes.
Tres do secretarlo do senado, participando que o
mesmo senado adoptou, e vai dirigir a sanego im-
perial, as segrate? resolugSes : 1", approraido
as peoss coacedidas ao soldado do Io corpo de
volaotanos da patria Antonio Victorino dos Santos
e ontros ; 2, autorlsando o governo para mandar
matricular da facnldadede medicina da Babia ao
estudaote Constancio dos Santos Pontual; 3, au-
lorisand. igualmente o governo para mandar ad-
mlttir a exame do 2* i.ono ta faculdade de medi-
cioa da crte ao bacbarel Joo Ladgeo Correa do
Rago, depois de mostrir-se habilitado oas materias
do 1* anno da mesma [acnldade.Inteirada.
L-se, e e approvada sem debate o segotnte pa-
recer :
t A commisso de peos5es e ordenados, a quera
foi presente o requeiimenfo documeolado do Dr.
Severuoo B anlio Mouteiro. segando cirarglio da
armada, pedmdo a graiiflcagj que inherente ao
lugar de medico do esiabelecimeoto naval do Ha-
pura, leudo examioado os documentos com qae o
supplicante instrue a sua petlgo, de parecer qoe
seja ouvido o governo pelo ministerio da manaba
sobre a pretengo do stipplicaote.
Sala das cnroroissSas, era 2i de agosto de
1867. Candido Torres Filbo.Lastosa.i
Lam e vio a imprimir para entrar na ordem
dos trabalhos, as segu ates redacgdes :
A asserobla geral resolve :
Artigo uoico. A peoso coheedida a D. Rita
de Cassia Roirigues por decreto n. HfidjBttleju
nho de 18iO, pelos ser'igos de seo IrusO* capliao
Joronymo Merculano Rodrigues subsiste em pre-
juizo do meio sold qo Ihe compete, n forma da
lei, como fllha leKnima.solteira, do tenenie-y^eral
bario de Taquary. T
t Sala das comralssSss, 28 de agosto de H7.
C Piolo de Flgueiredj.Traerlo de Moacorvo.
A assembla gerai resolve :
Art. Fica o governo aulnrisado para man-
dar ma:r no do priraeiro anno pnarmaceotico da facuidade
de medicina desta corle Leoncio Gomes Pereira de
Moraes, obrigaado-se o mesmo a fazer examo de
historia, uaico preparatorio que Ihe falta.
t Art i.' Revogam-e as isposigSes em con-
trario.
t Sala das eommissSes, em 28 de agosto ae
1867.C Pinto da Figueiredo.Tiberio de
corvo.
t A assembla geral resolve :
Ari. 1 Pica o govnrno aulorisado para
dar admiitir a exame da primeiro anno dafacalda-
dada de medicina desta corte o alamoo do priraei-
ro anno pbarraaceotico Joo Gomes dos Res, obrl-
gando sa o mesmo a fazer previamente o de histo-
ria e geographia, nicos qua Ihe falam.
Art. 2.' Revogaai-so as disposic^es
trario.
t Sala das commiss5es, em 28 de
1867.-C. Pinto de Figueiredo. -Tiberio
corvo.
Veem a mesa, e viio a imprimir,, as segamtes
rettifleagdes :
t Careeo rectificar a publicago dos debales na
parte fio al do meo discurso, impresso no Supple-
mente do Jornal de hoatem.
O periodo qoe corangaTralava-se de am pro-
jecto de interesse particular, etc.,deve ser pos-
posto aos dous segu lavras :Recorreodo aos precedentes da casa, etc.
A questo fra suscitada, etc.
o No ulurno periodo- do mesrao discurso l-se
31 de dezemoro do anno passado por 31 de de-
zembro do aano corrente.
O mea aparte para ama expcaeo, quando
orava o nobre deputado o Sr. Leao Velloso nio fol
tomado inteif a. Eu nao coufessei mudanga de opi-
oio sobre a questo sacitada ; disse que ella oo
linha sido aventurada as diversas occasiSes em
que eu fallara pela ordem para pedir a discossio
dos orgameotos : nessas occasiSes limitei-me a
instar por esea discosso, sem entrar no exame de
qaal devia ser o orgamento preferido-: s agora
qae, estodando a questo, formei a eonvicgo que
expuz no discurso aeima citado.
c Sala das sess5es, 28 de agosto de 1867.A. C.
Tavares Bastos.
t No discurso do nobre depuiado o Sr C. Otto-
ni, publicado no Supplemento do Jornal de 13 do
crreme, l-se o seguinti aparte :O Sr. Araujo
Vaseontellos :E' poss vel dlspr da guarda na-
cuoal pa-a fra ia froitetra sem ser em casos
extraordinarios f Nao comprebeado assim.
t Entretanto o que eu dlsse foi o fegoinle :K
posslvel dispor da guarda Baeonal para fra ia
fronthra sem ser em ca-os extraordinarios Nao
comprebendo isto.
c Sala das sessOas, 28 de agosto de 1867.Joo
Antonio de Araojo e Vaiconcellos.
OHDEM DO DA.
Contina a segunda di cassao da proposta do go-
verno na parte relativa a receita geral do imperio
para o aano floanceiro de 1866 a 1867, com as
emendas apoiadas.
Veem a' mesa, sao lldo?, apoiados, e eniram con
juactameale em discasio, os additivos qae se
acbam publicados.
O Sn. Virissimo de Mattos (Atteogo) :Sr.
presideote, representante do povo que com Justa
razio se ba preoecupado com a idea das novas e
crescentes imposic5as, representante de am circu-
lo agrcola, eu entend que nao devia deixar de to-
mar parte neste dbale, jpezar de qae a discusso
se ha elevado e ha entt adido com principios da
sciencia floanceira, em que nao soa versado, e esa
qae, como ditia Horacio a respeito dos poetas, nao
se tolera a mediocridade.
Tolerando porm a cmara esta comparagao, ti-
man-
em con-
agosto de
de Mon-
orgamenio em principio de discosso para aperfei
goa-lo, acaba-lo e fazer com qae reja no prximo
futuro exercici i T (Apoiados.)
Nao entrare tambera na qaesto das aulorisa-
gdes, apezar do que este am systema antigo. E
d-U materia a cmara nao ha desistido, de saa
iniciativa de crear os impostos, apenas eoucede au-
torlsagdes para qae o executivo os regularan. A
cmara oo diz ao governo :eleva a tarifa das
alfandegas^ nao diz:creai o imposto pessoal.
A cmara marca os impostos, ou pelo meaos Indi-
ca o mximo e o mnimo, e apenas commetle ao
goverao a facoldade de regularlsalos.
O Sr. Macbdo : De augmentar uns e diminuir
outros.
O Sr. Virissimo de Mattos : Mas dentro de
cortos limites determinados pela cmara.
Sr. presidente, a queslio da elevago da receila
publica complexa ; ella compreheode a qaesto
da diminuigo das despezas...
O Sr. Macedo :Ah I
O Sr. Virissimo db Mattos :... a qaeslo da
nscalisagao-das reodas...
O mi. Macedo :Au I
O Sr. Corkea das Neves :E' preciso chegar
aoBni- Bear s noA(Hilaridade).
O Sr. Virissimo de Mattos :... a questo da
rednego aos empregos administrativos, e tambera
pequeos pro- com.reheode oa deve comprebeoder a desaecuma-
lago dos ordenados.
A respeito da fUcalisago da renda, e da econo-
ma que deve observar o governo, nada tenbo a di-
zer ; mas a respeito da dimioaigao da despeza pela
redocgo do funccionaiisrao, tenho a ponderar, que
se nao aproveitar da occasio, desia presso que a
necessidade iropfle para que se re tuza o funecioaa-
lisroo, receio bem que esta medida nao seja ejecu-
ta ia do (atoro.
Nio qae a esta respeito eu oo confie no go-
verno ; e devo oesla occasio dizer que nao pro-
cedente a aecusago que Ihe foi feita pela opposigio,
isto que urna emenda offerecida para a redaego
dos embregados pblicos envolva urna especie de
censura ; nao, porqae com quanto o ministerio
nao coosiguasse esta idea nos seus relatorios, toda-
va o Sr. presideute do conseibo, por occasio da
discusso d resposta a' falla do Ibrono, foi o pri-
meiro a avena la.
O Sr. Macedo : Sim, reconhecea o mal, sem
applicar o remedio.
O Sr. Toscano de Bfuto :Contra a lei.
O Sr. Virissimo de Mattos :Nao era occasio
ento de appncar o remedio ; a eccasiao esta.
Confio que o ministerio, levado de boa vnntade,
de boas iniengdes, procurara' diminuir as despezas,
reduzindo es empregos administrativa ; mas o mi
nisteiio uo ba de dorar sempre, elle nao Matiiu-
salero, como ja aqui se disse, a respeito do orga-
mento que se discute, excepto se qulzerem dizer
qua elle Maibusalem porque ja dora ba um
a o no.
Se nio aprovetrmos a oceasio presso da
necessidade que faz com que lodos clamera pela
diminuigo das despezas publicas, recelo bem que,
cesadas as difficuldades com que luamos, entran-
do o paz em nova pbase, a reduCgo do fuocciooa-
lismo publico aeixe de ser tratada.
Em quanto a' desaccumulago dos ordenados,
esta urna idea qae anda nao vi aventada nesta
casa.
Nao importa, Sr. presidente, que am individuo
possa exercer ao mesmo lempo muitos empregos,
se tem habilitado s para isso ; mas taes accumula-
g5es por va de regra vera a reduadar sempre era
detrimento do servigo publico.
Eu l;i i me oppooho a que um individuo exerga
quatro ou cinco empregos ; mas qaizera que so
adoptasse, como meio tambera de reducir as despe-
zas publicas, este principio : o individuo que ejer-
cer quairo ou ciaco empregos, por exemplo, nao
percebera' o vecimealo de um delles, o veocimea-
lo menor.
A quesio da elevago da receita como disse,
complexa, comprehende estes meios qoe acabei de
apontar, porm anda compreheode ouiros qua tn-
dem a produzr renda com que se augmenta a mes-
ma receita ; e esses meios eu osdividirei em meios
momentneos e meios permanentes. Estes ltimos
sao os iiipostos.
Entre os mei03 momentneos, considero em pri-
meird lugar a venda da estrada de ferro D. Pedro
II; em segundo lagar a desamortiiago dos beus
eclesisticos, e em terceiro lugar a venda dos pro-
prios- uaciooaes.
Sobre a venda da estrada de ferro D. Pedro 11,
Sr. presidente, convm qua ella se faga, enterado
mesmo que necessario, porque o governo precisa
de diuheiro, e o meto mais fcil oo que Ibe pode
dar dinhairo em maior escala sem davida a ven-
da dessa estrada.
O Sr. Bvarqub :Nao se pode fazer de prompto.
O Sr. Vuussimo dr Mattos : Comprehendo
bem que nao se pode fizer da prompto, em eu
exijo isto, mas digo que todos os heos que se po-
dem vender para fazer faee ao dficit, a venda des-
sa estrada de ferro aquella qua talvez se possa
realizar com mais facilidade.
O Sr. Pershu de Brito- : Sera a clausula obri-
gatoria do pruiongamenio, mao; emendo naesmo
que nao deve ser permitlida.
O Sr. Veri.-simo de Matsos : -Acredito quo a
venda dessa estrada necessaria ainda por outro
lado, porque sera' am meio de laza-la prolongar.
OSr. Felicio-dos Santos :Apolado.
O Sr. Vmissimo de M^tto :Necessaria aioda
por oairo motivo, porque a administrago das es-
tradas de ferro val sempre melhor as mos de
partlcu ares ou de compauhiasrdo que em poder do
estado.
Nao comprehendo porm, Sr. presidente, como,.
Jendo-se levantado no paiz a idea da necessidade da
venda de-sa estrada, anda se trate de auiorlsagoes
para estados do sea prolongameoto.
Osr. Bdarqub: Urna cousa nao prejudioa
outra.
OSr. Veris-iu) de Matto* :Seria melhor,
ama vez que se trata de vende-la, que deixassemos
a* despezas concernentes a esses esludos a' coropa
Bhia que tiver de compra-la.
De lodas as estradas de ferro do paiz eu conside-
ro que a de D. Pedro II a mais importante (apoia-
dos), esta' em condigSes especiaos em relago as
eutras, e exige qae o goverao tenha mais desvello
por ella ; mas eo ja nio quero que o governo fega
despezas com estados para pruioogameolos de es-
trada alguma, e a respeito da de D. Pedro 11 ton-
sidere se convm ou oo vende-la antes de prolon-
gada por esses lagares facis ja expioraaos e exu-
dados.
Esse prolongamento traria aa eooseqoencias que
tamb.-m ja assignalei augmento de renda paj-a a
estrada, condigftes mals vantajosas para a venda,
eoncurrencia para a compra.
O nubre ministro da agrlcollura prometteu no
senado que a venda nao se realisarla sem que a
estrada ebegasse ao Porto Novo do Conha, mas S.
Exc. nada disse em relago a' 4* secgo. Bu me
engao ; disse S Exc. que a respeito da secgo
nada se poderia fazer, porqoa lado depende dos es-
tados hydraalicos sobre a navegago do no Para-
nyba.
O Sr. C Otton :E' exacto, disse Isso.
O Sr. Virissimo de Mattos -.Mas S. Exc. se
enganoo ; esses estudos esto fetos, primeramente
o foram por um nosso engenheiro, o Sr. Alfredo
Vasconcelos, que boje chee da direetoria das
obras poblieas na provincia do Rio de Janeiro.
qae tanto a peito tem tomado estas qoesi5es, aca-
ba de coadiuvar mioh humilde opinio. EHe mes-
mo cJe confirmar se porventora a proloogagao da
estrada de ferro, na V s*cgo, al Rezende ou at
a' Barra Mansa, nao cuslana muito meaos do qae
a quaotia orgada. m^^b. ...
Ea relo qoe al a' Barra Mansa nao se poderla
asiar mais do qae 1,500 a 1,6UO:OOW. e que .
Razende nao se poderia gastar mais de ',000.uoo#; larj0 e n (Vor aeSga fjrma.
O Sr. Virissim} de Mattos :Offerecerei nesta
sentido urna emenda oa additivo, se roe kV per-
roitlldo, nesta mesma occasio.
h' este am dos meios de pre-tar-se algas serv-
go, de fazer-se algam beneficio a essas classes so-
bre quera vera recahir imoosigSes.
O Sr. Correa das Neves : Emqaaoto fr mis-
ter ama firma da prag, acreditada no banco, para
se dar dioheiro, os bem-ficios qoe se flzertm rtsol-
Estes esludos, qoe foram perfoactorios e ligelros,
ao depois foram felos com mloociosidade pelos en-
genheiroa hydraalicos os Srs. Keller, pal e fllha,
qoe gastaram mais de tres metes, creio que desde
dezembro de 1861 at margo de 1862, na explora-
gao e estados do rio Parabyna.
Este trabalho, dos Srs. K-sIltr, pai e fllho, deve
estar junto a om dos relatorios do minisiro da agri-
cultura. Esles seubores calcularan que navega
e eniratanto esta despeza servira para que, con-
cluindo-se a obra ri'aroa extenso em que o terre-
no fcil e as despezas mullo menores do que as
extensSes ja* feitas, se compensassem as despeas
avulladas que flzemos as outras secgd^s ero que o
trabalho exigi muito maiores sacrificios.
Pondo, porem, de parte esta idea da venda da
estrada de ferro de D. Pedro II, eu passo a ou-
tra, que a de desamortizado dos beos eclesis-
ticos.
S. Exc. o Sr. ministro da fazenda nos disse aqui
que nao tlnbamos beos ecclesiasticos.
Eu comprehendo que o Estado nao tem bens ec-
clesiasticos, que os bens ecclesiasticos dos mostei-
ros, sao dos conventos....
O Sr. Correia das Neves:Sao bens de corpo-
ragao de raao moras.
O Sr Virissimo de Mattos:. .. mas se obri-
gassemos esta corporagde* monsticas a venda-
rem os seos bens, aquelles bens que Ibes sao roe-
nos e.-tnciamente necessarios, qae Ibes sao menos
necessarios para os seas asas ehabitago, tarlaraos
ura poderoso concurrente para a compra das apo-
lices, qae o governo precisa veoder; porque com o
producto desses beos das corporagSes de mo mor;
la, oa d,as ordens religiosas, poder-se-hiam com-
prar apolices ioalienaveis ero favor dessas ordens.
E para que esla medida fosse effhaz, para que
ella nao fosse borlada, poder se hia decretar que
se esses bens nao fossem veodtdos deotro de am
certo prazo, cabissem em commisso, flcasseui de-
volvidos a' fazenda nacional, e o Estado en o pu-
desse vend-los. Anda assim o Estado deveri
venc-los cora a condigo de applicar metade do
producto da veoda a' acquisigo de apolices ioalie-
naveis em beneficio dessas corporagoes qae soflres
sem x exproprugo.
Quanto aos proprios naciooaes, v-se pe'oi da-
' f mecidos pelo Sr. ministro da fazenda que el-
los sao numerosos: as propriedades nacionaes,
comprebendidas as fazendas, dnam, se fossem
v. n lila-, urna quaoiia importantissroa, e a con-
venienea de-ta venda esu' demonstrada em visia
dos dados offarecidos pelo mesmo Sr. ministro da
fazenda, porque a respeito da fazendas do Es-
tado, verifica-se qne a despeza maior do que a
receita.
Ellas nao rroduzem, pois, vantageas neohumas
ao Estado ; ese nao irodazem, se pelo contrario
acarretam despezas, para que conserva-las".' (A-
poiados.)
Ja' se ro Sr. presidente, que o paiz ainda tem
recursos da que lance mo O nobre deputado que
encetou esie debate fez a respeito da nossa sita-
gao floanceira urna triste descripgio. Era verdade
a nossa siluagio grave, critica, porem nao e
desesperadora. E' preciso que nao exageremos o
mal para que tambem nao S9 exagere o remedio
qoe temos de applicar-lhe.
O imposto oa verdade am mal, mas am mal
oecessario, e nao seoo a coniriboigo que cada
um faz para as despezas do Estado, para estas des-
pezas que sao indispensaveis, anua de qua sejam
raaotidos os dlreitos de seguraoga, de propriedade,
de liberdade de cada uro. O imposto urna coniri-
buigo que lem necessariamente de pesar sobre to-
das as classes, sobre os ricos e sobre os pobres,
roas forgoso que todos se submeltaro a elle.
Nesta materia a novidade que odiosa ; a no-
vidade tras o alarma, tras a desconflaog ; nesta
mat< ra o que antigo, o que esta' nos habito',
nos coslumes do povo tolerado com mais facili
dade.
Seo Estado, porem, precisa de novas i-rposi-
goes, se ha novas fontes a explorar, teohamos a
coragem da nossa posigo (apoiados), nao aogroen-1
temos o alarma: maioria e opposigio, contrlbna-
mos todos para que o povo se subroetta s neces-
sidade indeclinaveis da siaagao. (Muito bem.)
Cumpre dar de mo a quaesquer vaos desejos de
popularidade. (Muito bem.)
Mas procuremos tambera mioorar os soffrimeo-
tos das classes sobre quem teem de recahir os Ira
postas; tratemos de raioorar esses soflrimelos,
porqae isso sera' tambem urna compeoeago, um
lenitivo, ora cof< rio aos males que Ibes vamos im-
pr. (Anulados.)
Ha sobretuio duas classes, o coraroeroo e a la
voura, que neeessitam de favores e de prolecgo;
e todos os favores qae se hgam a essas doas clas-
ses iro reduadar em proveilo de todas as outras.
Ja' aponiel nesta casa am dos importantes e no
lavis beneficios que se pode fazer a' classe agrco-
laa ereago de baoc, >s agrcolas. (Apoiados.)
O Sr. Correia, das Neves: E' urna das oossas
priraeiras necessidades.
OSr. Virissimo de Mattos:Felixmenle as rol-
abas observagOes (oram be acolhidas pelo Sr.
ministro da agricultura; mas tenho de observar ao
governo :
.......j nao corres,
Pede ser quemoaches %utm soccorres,
(Apoiados.)
Este remedio urgente, orna das primeiras
necessidades do paiz (apoiados.)
OSr. Correa das-Neves :Para todas as pro-
vincias agrico as.
O S. Virissimo de Matos :... alias o goverao
verse-ha na necessiaade de fazer como Cesar, o
dictador romano, depois da guerra civil, qua obri-
gou os oradores a recebarem trras para sea pa-
gamento pelo valor que ellas tiobam aotes da guer-
ra, ou ver-se-ha oa necessidade de fazer o que fez
Frederico II da Prussia. que suspaodeu por um cer-
to periodo de annus o venciroento e o pagamento
das obrigagoes exiiveis dentro desse periodo.
A's vezes o remedio est oo excesso dos males -r
esta medida rude e b06ca de Frederico II operoo,
entretanto, a ereago dos bancos- agrcolas o:.
Pruss.
Quero deixar ao nobre ministro da agricultura
a gloria de, sob a sua a:minislra$o, fuodar-se,
pelo menos na capital do imperio, um banco de
crdito territorial, como convm as necessidade
da lavoura.
O Sou Correr das Neves : E porqae nao Das
provincias lugo ?
OS. Viri simo di Mattos :Qoizera que se
creasse prniieirameote na capital do imperio...
O Sa Correa das-Neves :Primeiro as pro-
vincias, onde nio ha capital.
O S. Virissimo db Mattos :-..... como am
exemplo, como um ensato, como orna experiencia,
porque se esta experiencia prodozir bons resalta-
dos, a idea se propagar.
OSr. Correa das- Neves :Lembro-lhe o seo
rifoSe nao corres, talvez nao aches quem soc-
corres.
OSr. Virissimo ob Mattos :Mas isto nao pri-
va qoe esse banco tenha soas flliaes as provincias.
& Sr. Correa bas Neves :Sempre a infeliz
centrallsagao I
QSh.Virissimo.de Mattos :Porm emquanto
nio se faz isto, importa beneficiar essas classes :
ea quizera qae langassemos mo de alguma ouira
providencia maie prompta, mais fcil, com qae pu-
dessemos ir em soccorro do commercio e da la-
voura.
O banco do Brasil, por exemplo, foi creado com
uro doplo Aro,o de foroecer dinbeiro a joro ra-
zoavel ao commercio e a lavonra, e o de resgatar
a nossa moeda-papel (apoiados)....
O Sr. Correa das .Neves : Entretanto a lavou-
ra recebla-o cura boas jaros I
O Sr. Vbu-simo db Mattis :... par este fi
foi-lhe concedido largo uireito emissorio.
O banco do Brasil elevoo exageradamente a s
emss'->, o proprio Sr. ministro da faienda quera
am
sai
I
gao dorio Parahyba, desd o Ypiranga, ponto pon- nos dizem seo relalurto :-rlevoa-a quasi ao qaa-
co abalxo da Barra do Piraby, at o Campo Bello, drnple do seu fundo dispunivel.
O Sa. Correa das Neves :Para proteger ba-
era Rezende, custaria qastro mil novecenios e se-
tenta e tantos contos, ou cerca de S,000:000i5.
Ora, se a desobstrocgo eeaoalisago do Para-
hyba dentro destes limites traba de importar nes-
ta somma, esta' claro que nao se poda adoptar a
idea da navegago do Parabyba de preferencia a
idea da va frrea, porque oa proposta qoe penda
aioda de discusso noseoalo se eonigoou esta
Idea, qoe a navpgago seria preferida se custasse
rada de um assompio lio dissooante daqaelle de menos de metade da qoaotla oecessaria para o
que se tnta, tolere tambora que eo, cedendo a ne- sentamento dos trilbos de ferro.
cessidade qoe alludi. v?nba aqui expor s mi-
nbas Ideas, toscas (aaa apoiados). Ideas prali<
As despezas para o proloogam^oto da estrada
de ferro na 4 se:go foram calcaladas (creio qae
s, mas fllhasda observagao, do conheci- os dados sao offlelaes), em 7 a 8,000:000l. Eu peo-
meato, embora limitado, qae teobo dss necessida- so qae se poderia gastar rooito menos, sobrelado
I fazendo-se a obra sob orna administrado severa e
des e das coasas do nosst pan.
Ea nao venho, sr. i residente, contrariar opt-; econmica. Digo qae se poderia gastar muito rae-
niSes aiheias. Pode ser qae as minhas se encon- nos, invocando msmo os calclos de um engenhst-
trem com a* dos oatros; mis venho nicamente ro do goverao, o 8r. WWttCKer, qua a respetio da I do commercio da lavoura r
queiros.
OSr. Virissimo db Mattos :Entretanto qoaes
os beneficios qae fez o banco do Brasil ? como cor-
responden aos flus da sua instiiaigo ?
Nem joros mdicos e razoaveis, nem resgate de
papel-moeda i manteve-se sempre o jaro de 8 a
10 por ceoto, com as reformas e accbmulagdes de
quairo em quairo mezes ; o resgate do papel-moe-
da nao pede fazer se seno na qnantidade, creio,
qne de 11,000:000*. (Apoiados)
Porianlo, o banco do Brasil nao corresponden
aos (ios da sua instilaigo e com a emisso, qae foi
qaadraplica, lera tirado e est tirando lacros fabu-
losos, lacros immoderados, de am capital todo fic-
ticio I
Por qoe raao, pois, nao se ba de exigir om jl-
mite para os deseontos de soas letras em prove^
O Sr. Virissimo de Mattos : Redozlr s-nia o
lacro do banco a meaos do qae agora pere<-b*; to-
dava sempre seria bom lacro por meaos qoe se
des-e, vislo como elle cobra os jaros sobre .-apiui
ficticiu ; entretanto haveria nao pequeo beneficio
feito s ootras classes.
Passo sgira propriameote a materia em discos-
so, a queslio dos impostos ; ponco na verdad po-
derei dizer sobre esla materia, porqoe ja rrnfes-
sel a rninha insuficiencia para discut la. (Mmtos
nio apoiados.)
Alera disso, a materia lem sido debatida por pes-
soas muito competentes e profissionaes.
Concordo com a elevago da tarifa das alfande-
gas, urna vez que sejam retirados de sobre a agri-
cultura todos os oatros impostos que diroctameaie
podem ..lT:'-ta la ; p-la elevago da tanta das al-
farfdegas sobre gneros de ironorlago e exporta-
gao ja a lavoura vem a ser bem enerada; ba-
lame isso.
A respeit) da elevago da farifa qaanlo aos g-
neros de importara), qoizera tambera qae nio 0-
lesseraos excrpgo dos proprios gneros alimenti-
cios igaaes oa similares aos da nossa inda-tria,
porqae a imporiago desses gneros alimenticios
faz concurrencia com os productos da oossa peque-
a lavuura ; e o que resulta d'abi qae a n-ssa
pequea lavuara esmorece e deixa de prodozir pa-
ra vender. O que se est passando oo oosso paiz
uro ejemplo mao festo do qoe acabo de proferir; a
pequea lavoura nao cuida de produzr para ven-
der, retirase, e ento os gneros de imporiago
sobem naturalmente de valor no mercad", e apre-
veitau Jo-se da baixa das tarifas era por isse bai-
xam de prego
O meu ti n principal, Sr. presidente, fallar so-
bre o imposto pessoal, imposto qoe asido n
Fraoga debaixo do norae de contriboiga pes ol e
mobiliaria, e que se quer boje Importar para o nos-
so palz, sem atteoder scircum-tandas especiaes
dalle.
Eu ja disse que o Imposto, qaaodo novo, traz o
alarma e o espirita de reluctancia. Ea ja disse a
respeito deste imposto pessoal o qae >oe earopria,
e accresceolo qae nao deve ser admiltido, porque
mano directo ; e todo o Imposto as sociedades
civilisadas deve ser oa pelo meos leader a ser o
mais indirecto pussivel.
E-te imposto pessoal aJmiitido em Fraoga, all
mesmo encontra hoje repugna-ida, oploiSes ha qae
o combatem e pretender abol lo ; porqoe e torna
odioso, lem orna base certa, e pode dar logar a
maltas vexagoes.
O imposto pessoal nao tem base certa, por qae o
valor I icativo nem sempre a slgo'Oeago da for-
tuna do individuo. Ainda hootera o ooDre eVpota-
do por S. Paulo ( o Sr. Jos Bonifacio ) ovmoosiroo
clara e palpavelmcote esta verdade, e ea ao qorro
dizer mal o que elle tau eloqaenlemente expoz. O
valor locativo tomado como base, versando sobre o
aluguel da casa qoe o individuo paga, fara' eoea
que o imposto seja pago desproporcionndote, do
maoeira que nao sera' pago na proporgo dos ha-
veres de cada um.
A base tambem nao p le ser flxa, por qae o in-
dividuo tornar-se-ha maltas vezes loapprebensivel
ao imposto, ja' pelas mudangas, ja' pelas lergiver-
sagoas de que ha de osar para fartar-se-lhe.___^
Pode ser vexatorio recabindo simoluoearoeote
sobre o proprietano e obre o locatario, d'oode nao
de provir perturbagres e desorden nao s to iao-
gameoto, como na cobraoga delle. (ApoiaOos.)
Por tanto, eo me oppoooo absolauoaeste ao iov
posto pessoal qae se qaer importar para o oesso
paiz nicamente par ser asado na Fraoga. Has -
Fraoga mesmo, segundo nos dn o Sr.TDiers, w im-
posto nao cobrado lotagralmeote, ba ;ern re ama
parda muito ooiavel; e de necessidade a*im be de
acontecer, por qc do eonlrarlo as vexages seriam
sem nnmero.
Como imposto directo e moito directo sement
proprio ae paizes pouco hvres e cmlisados e nses-
mo de paizes barbaros ; como o imposto do awrt
o^ado entre os Turcos, por qne o la posto directo
sempre aquelie que mais epressa oceorre aos o-
veroos por ser mais faeri a sua imposigao.
Nos paizes poDres e escravos, diz o mesmo Sr.
Thiers,.irpposla directo, dobrado e triplicado como
recurso extraordinario. Nos paizes livres e emii-
sados, imposto indirecto como auxilio do crdito,
como recurso exuaordioario e mesmo lllimiialo.
Por qooe razo, senhore, admittir-se o imcosto
pessoal quo nao esta' ujs habitas da nossa ppu:a-
go, que concita contn si a repogaaneia geral ?
qne nio propurcioual T
O Sr. Liao Velloso :Diga qoal o deve snM-
ntir.
O Sr. Vbmssimo de Mattos :Se por ventora a
commisso na, leve em villas se nao ama fnnie de
renda para estabelecer o imposto, en polerel lem-
brar outra ; mas se qner estabelecer o imposto pes-
soal por ser usado em outros paizes...
O Sr. Leao Velloso :Nao y o qae se qoer
ama fonie aa receita ; mostr outra.
O Sr. Vebissimo de Mattos :Se este nica-
mente o flin, eu aprsenlo a commisso om genero
que pode receber a imposigo de orna, maoeira
muito suave, e que sendo mdica deve prodozir
grande receila. Nao parega ridiculo o objecto de
qoe vou fallar o sal.
(J sal om geoero de aso- universal ; todas as
classes delle usara. E' um genero que poderia ser
laxado de um irapcslo, que seria pago propordo
oalmenle, sem que o contribuate Iba seotisse o
peso.
Nao parega excntrica a minha lembranga.
Quando Napoleo Booaparte, qae foi nao s o res-
taurador da ordem, mas das anangas em Franca,
vio se oos maiore apuros fioanceiros, qaando veo>
dando os bens naciooaes nao pdde fazer faee ao o>
ficit, quando nao pJe conseguir o mesruo resolto
do nem com a veoda de Loaiziaoa, oem com ao
graudes cootribalgSes de guerra laogadas s- br* a
Austria depois da batalha do Ausierlitt ; aihando-
se impossibilitado de langar mo qoer do empres
timo, qaer do papel-mceoa ; sem poder laagar mo
dos impusios directos, p< r qoe erara odiadas oa
Fraoga por croa josla e natural reaegio contra as
ideas da revolugo ; o que fez 7 eslabeleeea om im-
posto s.ibre r> sal; e com esta medida levaotoo
eqoilibrou as lin-ngas da Franga. E' ainda o Sr.
Tmers quem no-lo dlx.
Se ba este meio comesinbo e fcil, por qoe tim-
brar o raposlo pessoal, quando sobre o sal dar'
renda multo rnai.r e sera' pago fcil, suave, pro-
porcional insensivelmeote 7
E releva ponderar qns este geoero oio recebe
imposigo alguma em nosso paiz, tus dos excep-
tuados na tarifa das Dossas alfandegas. Por tanto,
oo se trata de augmentar esse imposto, mas d es-
labelece-io, de crea-lo sobre am genero qae podo
ser tributado sem inconveniente.
Ha todava certos impostos qae parecem directos,
mas que ea adopto, por que sao muito voluntarias.
Taes sao os qae ja' foram qualifleados como traos-
los a' vaidade. Mas como esses oio podem ser
malte diffundidos, muito derraaudis, a termo* de
estabelecer impostos, procuraremos faze-lo de modo
que sejam elies de natureza indirecta. Ea qaizera
que assim como ba impostos sobre as mrito ho-
norficas e as p temes de officiaes da goarda no-
cional, se esteadessem tambem sobre aqaaius nc-
meacSes e funcgSe3 que tanto se apreciara em oa-so
paiz, por exemplo sobre os litlos de nomeaga* o
mesmo de eleigo, sobre os delegados de pulula,
subdelegados e seas sappleates, sobre juiz**
par, vereadores, eleitores e mesmo soore dep
quer geraes qaer provinciaes.
ma Vo* :Eolio qaer o imposto roeswol T
O Sr. Vbbjssimos db Mattos :So j disse que
nao rejeito, mas com o carcter de voluntarlo,
como uestes casos, em qoe oio ha violenea ao io-
dividuo, por quaotoou elle esU disposto a pagar
o imposto e aceita a nomeacao, a eleicao on re-
jeita-as, e flea isento ; sao impostas a vaidade ; o
oo nosso paiz lodo o mondo gosta de exercer estes
cargos, de receber estas nomeagoes, por eonse-
guiute o imposto que se langar sobre os tilnloo des-
es cargos on fonegoes, alm de ser om Imposto
muito voluntarlo, navia de fornecer nma receiu
bem nolavel. ,
Eis o caso em qoe ea sou apologista do imposto
pessoa', por qae aqal toda ba de vexatorio, nada
de o.'origatorio ; paga quem qaer, e paga do notto
boa vontade.
(Contmuar-K-ka.)
"TYP. DO DIARIO-UU DASCHZES N. 44.^
/
inmuMi^
I


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