Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:11388


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Full Text
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ANNO XLUI. NUMERO 231.
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PAMA A CAPITAL K HJUUES ONDE 08 SI.IO PAttA PORTE.
Par.lresaaiesafoalatas.,. *J.............. W000
Paraeis diLs idea., .i ,i .} #1 ., .]...! .] #1 ., .i 124000
Par laaan idea., .j ., .j ., ., ,, ,, #1 ^ #1 %1 ^ .^^ 24)|000
CaJaauasr* arolsi .] ,
TER^A FEIRA 8 DE OUTUBRO DE 1867.
*** KWTm E FOHA DA IPBOV1XCIA.
p.r tres meiei idinudoi.. r. r. ,. ,. ,. ,.- rr-vf
Par eis ditas Mcb. [.*.........................# i ##
Por oove ditasi-dea........... ,.....................
Fr u uu !.. n .. .. .,;.........................
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2W250
17*000
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AasnOT-aa im ipaaBmiBKBD m> aanaaiPnniiiD n>i mABQUa MayBxaQja u>] ikmsl tohm sais ipmipmiiimiiws*
[ENCARRE6AD0S DA SUBSCRIPCAO.
Parahyba, o Sr. Antonio Alexandrlno de Lima;
Natal, o Sr. Antonio Marques da Silva ; Aracaty,
oSr. A. de Leraos Braga; Cear, o Sr. Joaquim
os de 3liveira ; Para, os Srs. Gerardo Antonio
Aires & Filhes ; AmaAdfcs, o 8r. Jeronymo da
Costa; Alagoas,o Sr. Franeino lavares da Costa;
Baha, o Sr. Jos Martins Al ves; Rio de Janeiro,
e Sr. Jos Ribeiro Gasparinho.
PARTIDA DOS f^TAFETAS.
Olinda, Cabo, Escala e estacoes da va frrea at
Agna Preta, todos os das.
Igoarass e Goyaona as segnndas e sextas felras.
Santo Anto, Gravan, Bezerros, Bonito, Caraar,
Altmbo, Garanhoos, Baiqoe, S. Bento, Bom Con-
seibo, Aguas Bellas e Tacaratu, as tercas-felras.
Pao d'Albo, Nazaretb, Limoeiro, Brejo, Pesqaeira,
Ingazeira, Flores, Villa Bella, Cabrob, Boa-Vis-
ta, Oarieury.Salgaeiro e Ex, as quartas feiras
I Serinhera, Ro Forooso, 1'amandar, Una, Bar
reros, Agua Preta e Pie lenteiras, as quintas
felras.
AUDIENCIAS DOS TRIBU AJES DA CAPITAL.
Tribunal do commercio : se ruadas e quintas
Relaco : tercas e sbados : 10 horas.
Fazenda: quintas s Onorts.
Jnfzo do commercio : segn las as 11 horas.
Dito de orphos : tercas a sei tas s 10 horas.
Primeira rara do eirel: tercas e sextas ao meio
dia.
Segunda rara do clrel : quartas e Mbbades a
1 acra da tarde.
EPHEMERIDES DO MEZ DE OUTUBRO.
3 Qoarto rese, as 3 h. e 23 m. da i.
13 Loa etaeia as 10 h. e 32 m. da m.
21 Quarto ming. aos 17 m. da m.
27 La nova as 10 b. e II m. da m.
DAS DA SEMANA.
7 Segond. S. Marcos p., S. Angosto presb.
8 Terca. Ss. Demetrio e Nstor mm.
9 Qoaria. S. Dioeysio b. m., S. Luiz BeltrSo.
10 Qalnta. Ss. Eulampio e Eulampia rs. mm.
11 Sexta. S. Nicacio b. m., S Samatra.
12 Sabbado. Ss. PrUcillano e omnioa mm.
13 Domingo. S. Hogolino m., S. Samuel.
i PREAMAR DE HOJI.
Primeira as 10 horas e i m. da maahia
Segunda as 11 hora* 18 mi utos da tarda.
PARTIDA DOS VAPORES COsTEIROS.
Para o snl at Alagoas a 14 e 30; para o non
at a Granja a lo e 30 de cada mex; para Fer-
nando nos das 14 dos mexes Janeiro, margo, nuil
jalho, setembro e novembro.


-


)
-
PARTE OFFICIAL
O Dr. Joaqnim Francisco de Farla,'?oriimendador
da ordem de Chrlsto, conego honorario da im
perial capella, lente jubilado de theologia, deo
da santa i(tr-ja Catbedral de Olinda, depotado '
assembla geral legislativa do imperio e vigario
capitular da diocese de Pernambuco, sede va-
cante.
A todos os Rvms. conegos e sacerdotes deste
ijisDado, ?;. le e paz em o senhor.
De eonfcrmidade com o airara' das ultimas fa-
tuidades de 14 de ab-il de 1781 concedido relati-
vamente aos concursos e crjpostas dos beneficios
vagos, confirmado ^la imperial resolugao de 4 de
u:i o de 1820, co decreto de 19 de atril de
1842, e malsordeos imperiaes, abro concurso pelo
presente edital para a cadeira de prebenda inteira
da Cathedral de Olinda qm se acba actualmente
vaga pelo fallecimento do respectivo propnetario, e
betn assim a resolta da meia i reneod, em virio-
de do decreto de 20 de setembro de 1850.
Todos os Rvms. conegos e sacerdotes que qui-
zerem concorrer, apresenlem-se dentro de triota
dias, contados da ixaco do presente edital com os
seas requerimentos Instruidos das habilitac5es exi-
gidas pelo referido airar*' e mais documentos que
ibes flzerem a bem; procedeodo tambem as mi-
abas inormacoes particulares de vtta el moribus,
e feito o concurso propore a Su Mageslade o Im-
perador, tres dos mais benemritos e dignos, con-
forme os sagrados caones e concilio tridentino.
Dado nesta cidade do Recife sob o meo slgnal
e sello capitular e registrado no livro respectivo
da chancellara ecclesiaslica aos 3 de outubro de
1867.
Eeuo padre Joaquim da Assampcao, esenvao
da cmara ecclesiastica o subscrevi.
DeSo Dr. Joaquim Francisco de Faria,
vigario capitular.
Lugar do sello.Assompgao.
Edital pelo qual manda S. Exc. Rvma. por a con-
curso as cadeiras vagas da Cathedral de Olinda.
Para V. Exc. Rvma. assignar.
IQM
CHINANDO AS AMAS.
Qaarlel general do eommando das armas de Per-
nambuco, na fida:e di Recife, 7 de outubro
de 1867.
ORDEM DO DIA N. 386.
O brigadeiro commandaota das armas faz sciente
3 guarnigio para sen conheciment', que o Sr. alfe-
res-ajudante do 7* batalbo de infantina commis-
sionado tenente Jesaioo Deocleciano de Souza Bru-
no reslgnou no da 3 do correte o resto da licenga
de 3 mezes que obteve do governo para tratar de
as sade uesla provincia, am de rennir-se ao seo
batalbo, segniodo para a corte no vapor que se
espera do norte.
O mesmo brigadeiro tem a satisfaglo de registrar
to buvavel procedimento, qoe anda urna vez re-
vela o ioteresse que esse Sr. ofBeial toma pelo ser-
vi ;) de seu paz na Inta que sustenta no estran-
geiro.
(Assignado) Joaquim Jos Goncalves
Fon les.
Est conforme. Emiliano Ernesto de
Mello Tamborim, tenente ajudante de ordens
cncarregado do detaie-
EXTERIOR.
FABRICO DO ASSUCAR CONCRETO.
(Cootinuacao)
DO TIMES DE ANTIGUA, 7 DE ABRIL DE 1867.
Ao editor do Times d'Antigua.Londres,
16 de marco de 18G6.Caro senhor.No
dia 8 do corrente o Sr. Fryer, de Maoches-
ter, recebeu grande numero de pessoas de
distinego de todos os lugares de loglaterra,
o da Escossia, alim de que assistissem es-
posicao do seu concentrador em apparelho
de proporcoes completamente regulares,
montado para esse im na sua reflnacao, j
de per si estabelecimento magnifico, munido
de um mechanismo moderno e eBcaz.
Cumpre-me antes de tudo, informar-vos
de que permitlio-me fazer-vos urna des;rip-
Co a tal respeito em vosso jornal, em pro-
veiio de quantos ncllas possam achar algum
interesse.
Depois que a explicarlo do sea con-
cretor foi publicada em vosso jornal, (sao
passadas algumas semaaas), descobrio o Sr.
Fryer que poderia faxer todo o sorvico sera
empregar a terceira peca all descripta, e que
foi totalmente supprimida no apparalbo que
nos mostrou: procurarei doscreve-Io at o
ponto em que dado faze-lo mediante pata-
rras.
0 caldo com que se trabalboa era de as-
sucar de beterrada, hmido, mas de bella
cor, reduzdo xarope com a densidade de
lb Baume, termo medio da espessura do
caldo de canna, que se pretenda represen-
tar.
Dito caldo vinba de um vaso recepiente
Da ponta extrema da primeira parte do con-
centrador, que consiste n'um tarro de ferro
fundido com cerca de 3o ps do compri-
mento, 6 ps de largura e 6 pollegadas de
profundidade. Urna das pontas ficava sulli -
cientemente levantada afim de que o liquido
podesse correr pelo plano inclinado com fa-
cilidade at a outra. Por motivos obvios o
tarro fundido em 7 compartimentos para
commodidade de transporte a bordo, e tam-
bem para facilitar a prompta reraocao de
qualquer das pecas, se por descuido se que-
brar em servico, como de ordinario est
acontecendo s nossas antigs taxas: actual-
mente, porra, q5o ha probabilidade de que
outro tanto aconteca.
Os tarros teem transversamente divisos
feitas de modo a dirigir o caldo em zigzag,
afim de que a passagem do mesmo seja tao
demorada quaoto possivel em porco de pe-
quena profundidadenunca mais de meia
pollegada desde o lado superior ao inferior
do citado tarro.
Debaixo deste vaso do lado superior est
aceso um fogo Uto intenso quanto se possa
utilizar, e essa labareda sob o lado oblongo
e inferior do tarro, promoverlo rpida eva-
porado das partes aquosas, sahindo dalli o
caldo com 2o a 3o Baum.
A chamma e o calor passa depois por
urna sene de tubos encaixados na ponta
mais baixa do mesmo tarro, posto horison-
tal, ou como o vi, perpeadicularmeote qua-
si como os tubos das caldeiras multibnlares
recentemente introduzidas em Antigua.
Desses caaos os productos da combusto
passam para a cbamm.
O segundo vaso consiste num cylindro, col-
locado horisontalmenie, feito para gyrar com
saavidade por meio mui simples movimento
dado por um engenho^inho da forra de dous
a quatro cavallos, que ao mestno tempo
propelle urna bomba e o abano. Na parte
interua do cylindro ha um mechanismo sim-
plificadissimo. porm difficil de descrever
sem um desrabo, e urna especie de hlice
de ponta ponta, destinado a destribuir
o caldo tanto quanto for praticavel sobre a
mais vasta superficie dentro do cylindro.
Urna bomoasinhi. que se move voniade
por um engenho, pucha o caldo qaando esto
deixa o lugar mais baixo da primeira parte
do apparelho para dentro desse cylindro,
que conserva em movimento e assim destri-
be o caldo de urna outra ponta.
No extremo do cylindro, mais adianto dos
canos, de que j se fez mengao, est collo-
cado um folie como se usa as forjas e ou-
tras oficinas. A machina fa-lo dar urnas
cem evoluces- por minuto, e o folie lanca
urna corrente de ar quente para todo o in-
terior do cylindro ; o ar contrahe esse calor
por passar em roda do apparelho multibular
FOLHETIH
aquerido, o qual se preparou, como Qca di-
to, para esse myster especial.
O ar assim quente em rpido movimento,
e n'uma temperatura de cerca de 35o, cau-
sa mui rpida conceatraciio do xarope, que
raras vezes aquece cima le 2oo, calor que
pode supportar sem damt ificar-lhe a cor.
Desta segunda parte do apparelho fazem-
no passar em correte de urna materia mni-
to espessa para moldes ot cascos, ou qual-
quer outra vasilha. Qaando esfria, solidifi-
ca-se em assucar concreto to duro como
carvao de pedra, ou aind) mais difficil de
ser quebrado.
Descrever machinas sem desenos tarefa
que receto exceda minbas oreas, mas tenho
esperanca de que meas leilores comprehen-
dero que o concretoi um espci-
men maravilboso sem complexidade em sua
construcciio e accessorios. de extrema sim-
plicidade quando funeciona. Custa menos
qae qualquer dos apparel ios de vacuo ac-
tualmente em uso; mestio que nenhum
outro sem meio de fazer o que elle produz,
isto cioco toneladas de ooncreto em dez
horas. N5o requer trabalio delicado e se-
ment fogo feito com o priprio bagaco.
N5o tenho a menor davida de que pode
por em pratica quanto pnmette o mecha-
nismo, de que tratamos: e como os refinado-
res em Inglaterra parecen anciosos em re-
ceber seu produelo, addu::io apenas ao pa-
recer, expresso pelas cincoenta pessoas pra-
ticas que assistiram ao experimento inferes-
sante que ser o aparelbo mais simples,
nratlco e valioso que de remotos tempos se
renha descoberto para uso das colonia on-
de disse sempre, que a mi: sao do agricultor
devia ser consorvar-se to separado do fa-
bricante quanto fosse possivel, e contentar-se
cota o fornecimento da materia prima ape-
nas\supportando a menor erda (e no con-
creto nem urna se d desde a moenda at
Inglaterra) para depois entregar o seu pro-
ducto a trabalho mais delicado, aos purifi-
cadbres cora carvo animal, e aos cu>tosos
apparelhos do refinador, que por sua deri-
cra e conhecimentos praticos est habilitado
i suppnr todos os artigos que exige a mo-
da, ou capricho e phantas a de um publico
exigente.
Depois que o trabalho do dia terminou o
Sr. Fryer offereceu a seus convidados un
jantar sumptuoso, qoe deu )cca&o rauitas
e importantes ind .gagoes nanifestadas com
anciedade, que tao lucida e satisfactoria-
mente respondeu, que todos acreditam o
que desojara, mo como nao est em nossas.
forras avallar a vasta importracia do seu til
descobrimento.
Ns AiHilhas pretende o 3r. Fryer que o
seu apparelho seja suprido de caldo directa-
mente dos clarificadores coumuns, ou crivos
de cobre sem addiejao de <.al, mas recom-
menda que se tire do caldo toda a escuma
que fr possivel tirar-se, enquanto estiver,
nos clarificadores.
Ha espera aras de que o concreto tenba
em nosso mercado valor ig al ao do assucar
mascavado ordinario.
Confio que a importancia do assumpto faca
relevar a prelixidade desta oarla.
Sou seu assignante, Henvique Siggens.
DO TIMES ANGLO-BRASILEIRO I'E 24 JANEIRO DE
1866
O assucar tem-se tornado artigo de neces-
sidade tal para o consum domestico que
todos, desde o estadista do mais humilde cam-
ponez, devem tomar interesse por melnora-
mentos que alTectem a qua lidade, ou qua-
lidade de um producto, cuja barateza inti-
mamente contribue para maior grao de com-
modidade e goso de innmeras familias.
Suscitam-se igualmente variados proble-
mas ehimicos ordem elevada durante seu
fabrico. Excitam a curiosidade e despertara
o interesse do homem da sciencia. Essa cu-
riosidade, esse interesse independente da
grande recompensa qoe a introduccSo de um
processo melhorado no tratamento de subs-
tancia de t5o vasto coasumo pode proporcio-
nar ao individuo que tenba habilitacoes para
oeste assumpto combinar conhecimentos ehi-
micos, extensos e necessarios com o talento
mechanico e nocoes praticas sobre os dla-
Ihes de sua preparacao.
Por estas differentes razes eminentes ehi-
micos lem prestado alterno cuidado inves-
tigares dos multplices phenomenos que a
manipulado do assucar offerece. Conse-
quentemente macbinisraos e methodos de o
preparar tem sido o el Dourado com que
innmeros inventores tem nutrido esperan-
cas de -leparar novo Potos ou California.
E' mister confessar que muilo.lem produ-
zido de valioso e interessante taes indagacoes
e inventos, o fabrico do assucar, sem em-
bargo, contina anda na mxima parte dos
paizes productores de canna quasi sem me-
lborameoto no systema deste remotos lem-
pos adoptados em ierras avessas toda e
qualquer mudanca. Pde-se avanzar, sem
possibilidade de soffrer contestarlo, que tai-
vez em nenhum otro artigo de to appa-
rente simplicidade em seu tratamcr.to tenba
falhado a theoria e a pratica tanto quanto
neste em harmonisarem-se em seos reaul-
todos.
Todava de um Lcto ha evidencia : todo o
metbodo que facilitar e baratear a manipula-
Clo elevar o valor da materia bruta em be-
neficio do agricultor, e tornar mais accor-
des em seu desidertum a theoria e a pra-
tica. ltimamente a tendencia das invencoes
de todo acabar, dentro dos limites da exe-
quibilidade, com os macbinisraos delicados
e de complicacio, reduzindo-os, bem assim
o producto dalles formula mais singela e
de menor dispendio, deixando a parte scien-
tifica de defecaco, refinacao e crystallisa-
c3o ser praticada onde o trabalho aperfei-
coad, os agentes ehimicos e o combustivel
sepa de mdico preco, e as machinas ne-
cesarias de alto valor possam ser postas em
sf cao amaiH interrompida ; e nao nos pro-
/nos engenbos em que podem unicame?.te
trabalbar durante ceno periodo do anno.
Dentre diversos systemas dous tem sido
apresentados /neste ltimos 12 mezes, que
parecem destinados a operar urna revoluto
entre os paizes productores de assucar. Um
delles, introdozido pelo Sr. Fryer de Man-
chester patentea-se como especialmente adop-
tado s condicoes da industria assucareira
no Brasil; o seu macbinismo barato, sim-
ples e directamente destinado de urna gran-
de e rpida concentracSo; prcima o mais
bello espcimen das vantagens a auferir-se
daattenco comprehensiva dos phenomenos
da evaporado, q*ie em roda de nos passam
desapercebidos.
(Segue-se a descripeo do concrelor.)
Este metbodo para a preparacao do assu-
car simplifica e apressa todo o respectivo
processo ; redu-lo sua mais complexa
forma.
Nao se ba mister de agentes ehimicos, por-
que as fermentacoes vinhosas e azedasno
teera tempo de formarem-se antes que o xa-
rope se torne demasiado concentrado para
soffrer damno. N5o existe o risco de longo e

D. BRINCA DE IANZA
REGORDAQOeS DA COK 1E DE FELIPPE II
Romaace histrico original
Por E. Fcijo de Mendoza.
PARTE I
Redempco porjaonTor
LIVRO III
TRAICO.
CAPITULO IV.
. A hospedara O Cuerno de Oro.
(Cootrauaco do n. 230.)
E Mara, com as faces incendidas de fe-
licidade, dispoz-se a ouvir o seu amante.
Roque comeu alguma cousa e bebeu um
copo de vinho, limpou os beicop com a
ponta da toalha e depois voltou sua pri-
mitiva postora, dizendo por fim a Mara.
Ta queres-rae muito, n5o ver-
dade?
A aya de Branca olhoa-o com certo as-
sombro.
Podes duvida-lo ? Ihe disse.
Nao, mas bom qae m'o repitas nes-
te momeoto. Pois bem, ta queres-me e
eu te quero, nascemos para viver juntos,
para nos casarmos... Dos, que bom,
oos uni, e eu quero casar-me, tu tambem,
nao verdade ?
Mas para que me fazes essas per-
guntas?
Bom que m'o repitas neste mo-
mento.
J sabes qae soa eu quem mais fre-
quentemente te tem exigido o comprimento
dessa promessa.
Pos bem estarlas disoosta a fazer
qualquer sacrificio para facilitar e tornar pos-
sivel o nosso casamento.
Certamente : mas para que sao esses
myster'ios e perguntas ? sabes que me ests
inquietando ?
Pois nao te inquietes, Mara, a cousa
6 bem simples, e logo qoe eu t'a explique
sabers... -
E que te detm ?
Nada, escuta. Para casarmos neces-
sitamos de alguns escudos, que eu nao te-
rvho e que tu tambem nao ters. Depois, e
j casados, tu nao podes continuar com a
tua seobora nem eu ao servico do Sr. du-
que, e como nos nao bavemos de susten-
tar com o ar, necessitamos de alguns do-
broes para podr viver. Para isto indis-
pensavel que nos protejam nossos amos.
A mioba senhora rae proteger,
Roque.
Assim o creio, mas o uieu senhor
nao me protege to desinteressadamente
como tua ama. Hootem noote fallei-lbe
sobre os nossos projectos e a difficuldade
de os realisar, e disse me : Roque, casa-
te se a pequea bonita e boa, mas se
queres que eu te ajude no leu novo estado
preciso que me sirvas com a lealdade que
costamas era ama intriga innocente que tra-
go entre mos. Se o fazes, nao s te aju-
darei, mas tambem cuidarei do tea futuro
mandando-te administrar ama das muitas
propriedades, com o que poders sustentar
as toas obrigaces com decencia.
E que queris de mira ? Ihe disse
Que deligenceies que ven ha a mea poder o
conteudo de certa caixa de prata qoe pos-
sue D. Branca de Lanoza. E como ? res-
pond. Isso por tua conta, acerescentou.
Eis aqui, miaba querida Mara, a base da
nossa felicidade e da nossa conversado esta
tarde, porque no sei como pensareis acer-
ca disto.
E Roque concluio ol bando Mara fila-
mente.
Tao fcilmente a aya estremecer de ale-
ra
gria como depois de espanto. O preco que
punhara sua futura felicidade, era talvez
excessivo, tanto mais quarto que era urna
horrivel traico sua seniora. Pensando
assim, a primeira idea que atravessou a sin
mente foi de repellir a pretenco do duque/]
de Alba. ,.y
Oh 1 nao, nao, diss) a Roque,'' isso
seria um roubo infame ; ni o quero.
O escudeiro, que nao esy>eava urna ne-
gativa to terminante., abr o os olhos ver-
daderamente assambrado.
Depois exctaomu :
Maria/por acaso oavi mal ?
Mo.Jao quero.
Sabes,o qoe dizes?
Sei. I
E dirs ainda que me queres mute?
Queraj-te, Roque, mais que s me-
ninas dos rqeus olhos, aa o-te como nanea
amei nenbun homem ; nm fazer ama trai-
co a minhasenhora nunca.
Pos olna. Maria, se nao fazes isso nao
penses em mim, responden o escudeiro com
modos resolutos.
A pob'ro rapariga empa lidecea estreme-
cendo levemente.
Roque prosegaio dizeat o :
. Por dura que te seja a condico que
te imponho, nao ha mais lemedio qae acei-
ta-la ; por qoe, m.inha qu srida Mara, nos,
do que servimos, estamos wb o dominio de
nossos amos, e os seas caprichos teem de
nos ser leis. O 'mea senhor exigio-me isto
e s me resta coedecer-lb i.
Mas nao cooheces le urna infa-
mia?
Nao.
Qoe di/es, Roque
Nao, nito urna i ifamia; porque o
raen senhor i\jio quer fazir das cartas que
encerraesse co.Ve um us3 punivel, minha
filha. Eu, que cJunbeco nieu amo, sei que
incapaz de pratica- ama baxeza.
Mas se eu acceJessu ao que me pro-
pes, o que diria a mith t senhora ?
intenso calor que produza caramello e cor,
oa promova a formacao de frucios e enco-
briodo a crystallisaco do assucar e desen-
volvendo o mel. Deste modo a maior fonte
das perdas anniquila-se completamente; todo
o novo systema est posto resguardo da im- i
pericia e descuido do escravo; economisa-se'
tempo e servigo ; a redueco nos gastos e
apparato dos edificios dos engenhos ; o ren-
dimento augmentado. O concreto, arada
que mais barato, de muito mais valor para
os refinadores dos que o actual producto de
fraca crystallisagao, embora mais caro, qae
eoneorre aos mercados.
Nem e pode dizer que da machina, cuja
descripelo se acaba de dar, nao lenha sido
algama pane experimentada para fazer assu-,
car, visto como o tarro em sua exacta f r-
raa b uso tem sido por oito annos predilecto
aos agricultores da America do Norte no fa-
brico do xarope de Sorghum. O cylindro e
o tambor sao o desenvolvimento do bem co-
n herido disc-pan.
O genio do Sr. Fryer aproveitou-as, com-
binando e melhorando-os, adduzio-lhescertas
assiraillacoes mechanicas e aperfeicoou ao fim
theoricamente bello.se bem que pratico, que
conforme dissemos, deva marcar urna poca
nova na historia do fabrico do assucar nos tro-'
fieos.
DO JORNAL DA SOCIEDADE DAS ARTES 13 DE
0UTCUR0 DE 1865
..... Sobre importantissimas descoberias chi-
micas feitas nestei ltimos dous annos,
Dr. F. Grace Calven membro da socie-
dade lieal.
Discurso recitado em II de abril de 1865.
Entre os muitos melboramentos, que se
lem realisado neste ramo de fabrico (refioa-
5I0 do assucar) durante os ltimos poacos''
annos nenhum mais importante era seu as-
pecto geral, do que o que o Sr. Fryer, da
casa F. B. & Foester, de Manchester trouxe
recentemente ao conheciraento publico. Esse
cavalheiro publicou eaclarecimentos valiosos j
sobre o assucar preparado com o caldo da
canna, e as alteraces que soffre sob, a in-
fluencia do calor e ar athmospherico. Fez
beneficio inmenso s nossas colonias por ter !
inventado um apparelho que reaiisa extre-;
ma economa na acquisicao do assucar.
(Depois de descrever o coucretur, o Dr. I
Calvet contina:)
Da partir mais extrema do cylindro sane ,
urna massa que esfriando endurece em subs-
tancia homognea nao crystallina que prova-
velmente ter de ser conhecida como con-
creto de Freyer.
A sua materia prima simplesmente o suc-
CO da canna expurgado da sua albmina ve-1
getal e agoa ; nao contaminado por mel ou
caramello; admiravelmente adaptado s
preparacoes do refinador, e, por consequen-
cia, despertar sua attenco.
Perraitti-rae mais accrescentar que o seu.
systema de faed execuco. O apparelho,
como vistes, simples, e trabalha por si
mesmo; nao esl sujeito a desarraojos ; exe-
cuta grande tartfa, porianto de cooside- j
ravel economa para o productor do assucar.
Nao posso concluir melbor miabas informa-;
ces sobre o invento de que trato como ap-
plicavel s colonias do que repelindo neste
logar as palavras pronunciadas pelo gover-
Dador de Antigua, que disse :
t Tenho convieco que se inaugura nova
era de prosperidade para nossas colonias, e
de coraejio desejo fliz esultado ao Sr.
Fryer na empreza que inaugura. '
Quanto s vaniagens que neste paiz ha de
tirar o refinador pelo oso do concreto em.
vez de ter que refiuar mel, e assocares bru-
tos sao ellas tao obvias, que seria perder.
por semduvida, tempo preconisa- las. A eco-
noma para os refinadores em ter assucar
quasi puro com que tnraalhar e nao ter que
lutar um a extracto da cor ; assucar mu-
dado ; caramellas, e outras imparidades,
convencer-vos-ho do acolhimento e appro-
vaco que o citado producto receber do re-
finador de assucar.
_____PERNAMBUCO
REVISTA DIARIA
O accordo celebrado pelo gorerno imperial com
a Franca e Portogal, no sentido de resolver a pea
dencia das auritmicdes consolare', pendencia ori-
ginada das convenidos com acuelles paites e mais
oniros da Europa, satisfaz as aspiracoes do piiz,
que jaslameote nao poda ver com bons olhos aa-
toridades estrangelras exercendo no pali actos de
juri-diccae, que Ibes nao competiam, e sia ii
lerritoriaes.
Avista do referido accordo, esl reeoobecida a
exclusiva competencia dos juizes lerritoriaes para
a nomeacao de tutores e curadores, sem limitar >
de especie algnma.
O Asco readquirio o sea dlreito s beraocas va-
gas de que liaba sido esbalbado.
Fui declarado positivamente ser a autoridad* lo-
cal a onica competente para proeeder a aben ir
dos testamentos, sem carencia d > testemuobo J
autor i iade consalar ; e qaando sorgirem quesiSes
sobre a validada dos mesmo, a deeiso dellas ca-
bera aos juites competentes, funeciooaao os
agentes con.-alares apenas como parles nteres-
sadas.
Alm disto, para a aposicao de sellos foram to-
madas providencias claras e terminantes; bem
como outras deliberacdes se Umaram em garanta
dos Interesses dos subtos estraogeiros residentes
ni imperio, e dos direiios da soberana nacional.
Acbam-se assim desf-ita; as caosas qaa proro-
cavam a cada passo conflictos entre as autoridades
locaes e os agentas consulares ; e deste modo to
dem estes agentes e aquellas autoridades en har-
mona cumprir os mutuos deveres, resaltando
d'ah maior esiima|enire as naedes reciproca de-
fereni ia, na expresto do Disrio do Rio.
Acha-se aberlo o concurso para o prorimea-
t) da cadeira de prebeada ioteira da eaibedral de
Olinda, e da resu la de meta prebeula da mesau
cathedral.
O praso para a apresenlaco dos eonenrreoies
de triota das, derendo os mesmos instrnir seas
reqoenmenios com as babililacdes exigidas no ai-
rar das faealdcdes de 14 de abril de 1781.
Poi nomeado delegado Iliterario da fregnetia
de S. Jos desta cidade o Rvm. Sr. fre Aatomo de
Santa Rila.
U Sr. Lydio Purpurarlo Sinliago de OUraara,
continuo da repartico das obras publicas, fT-r--
cen '> por ceoto de seas reocimenios para coadja-
vaco das despezas da guerra, emquanlo e?ta
durar.
E" um acto meritorio este qae coasigaamo?.
Foi nomeado capito do baulhao n II da
guarda nacional do municipio de Iguirass o Sr.
Agripino de Sjuzi Leo.
Obleve passagem do batalbo n. il da gur-
da nacional do municipio de Serinhaem para o de
n. 42 do mesmo municipio o Sr. tenente H moho
Fiel das Neves Freir.
No sabbado loraou pos=e da fregnem de S.
Fr. Pedro Goo^alves do Recife, como sea vigano
collado, o livj. Autonio Manoel de AssnropcV.
A'a i e meia boras da tarde grande numero de
parochianos do Recife, sedirigiram ao palacio epis-
copal a comprimeoiar o seo njvo pa-tor qoe all
se achava, tendo sido recebidos pelo Eim. Sr. rl-
garlo capitular com a sua reeoobecida Ibaneza 9
pohdas maneira?, poaco tempo depois se retiraram
em carros com direccao ao Recite. Ao iranspr
o arco da Conceico, grande numero de girndolas
de foguetes annunclaram aos habitantes daquella
freguezla a ebegada do sea parocho, repicando im-
mediatamente tcdis as torres, e apiadando se a:
ras e varandas do transito de poro para andar o
sacerdote que soabe captar sea amor e respailo.
Chegado ao atrio da igreja matriz, aoadese tefe**
vam encorpiradas na porla do templo, as irman-
dades do S. Sacramento, do Senhor dos Passo*, de
Entadar-se-hia, e depois Ihe passaria
o enfacbr.
-VAh nao a conheces. E' boa, aflavel,
generosa, 6 para mim quasi urna irraa, mas
guando a oflendem tem a energa i) um
homem, e... tenho medo.
Roque conhecea que Mara comecava a
varillar, e disse-lhe para acabar de a con-
vencer :
Pois, minha filha, tenho o sentmento
de te dizer que so nao servimos meu amo,
nao nos podereraos casar.
Maria levantou os olhos, nos quaes bri-
lhava urna lagrima, e olhou aturdidamente
o escudeiro como se nS Uvera comprehen-
dido.
Este prosegoio:
J vseu no tenho cousa alguma,
absolotameBte cousa alguma, e sem isto co-
mo oos bavemos de casar ? Agora somos
dous, e logo seremos tres, e logo quatro e
logo... Quem sabe onde iremos parar?
Eu nao quero tornar-te desgranada casan-
do-rae sem um escodo, e...
E quera te disse que a minha senhora
nos nao protegera ?
A tua senhora ser muito boa, mas
qae queres, mulber, e por tanto boje de-
pende- de seu irm5o e amanhaa, se se casar,
depender de sea marido. Por generosa
qoe seja a sua proteccao nao pode bastar-nos,
e .sabretudo nao pode chegar qoe meo
amo, o senhor duqae, me offereceu.
Mara no tinha maila confhnca no que
por ella podesse fazer a sua senhora, n5o
por falti de generosidade, mas porque a
va demasiadamente oceupada nos seus pro-
pros e graves negocios; e, por isso, n!lo
fugia lo attencSo, disse a Roque depois de
breve silencio:
E que te offereceu o senhor duque ?
Oh cuidar completamente de dos ?
Sabe que me offereceu fazer todas as des-
pezasdo casamento, dar-me algumas dezenas
de maraveds de ouro, e nomear-me admi-
nistrador de ama das saas propriedaes,
cora o que nao somante assegura o meu
presente, seno timbera o raeu futuro, pon-
do-me as circumstancias de sahic da classe
a que pertenco. J podes conhecer que,
administrador de urna propriedade sua,
teria criados e tu criadas, o que certa-
mente um futuro mais lsongciro do que
qualquer que tenhas imaginado, Por mui-
to que por nos fizesse a tua senhora, nao
seria tanto, e jamis deixariamos de servir
nem to pouco poderiamos reunir alguns
escudos para a velhice. E que te parece ?
merece ou nao o pequeo sacrificio que nos
impe ?
Oh 1 respondeu Maria, enchugando as
lagrimas que brilbavam nos seus negros
olbos, porque a proposta de Roque e sobre
tudo os criados e os maraveds de ouro
erara tentadores. Oh I certamente que nao
podamos aspirar a maior felicidade, mas e
to grande 0 preco !
Assim o julgas ?
Assim Roque.
. Nao vejo isto com os mesmos olhos
que tu, porque estou convencido de que mea
amo nao ba de abusar da posse dessas
cartas.
- E quem no-lo assegura ?
Asseguro-t'o eu que o conhe^o raoi-
to a fundo, pois que ba mais de dez annos
que o sirvo.
Mas tenho ouvido dizer que o duque
de Alba muito viogativo, e como as saas
relacoes com a minha senhora nao sao mui-
to affectuosas, receio...
- Nada receies, Maria ; todas essas cou-
sas sao fallares do valgo, porque mea amo
muito severo com os seus inferiores e ioi-
migos, mas nunca injusto. Alm disso
um cavalheiro e n5o se valeria de urna trai-
co para se viogar da toa senhora, anda que
a aborre esse mais que eu ao diabo. O
fim que tem em vista com essas cartas e
poder realisar urna innocente intriga, urna
brincadeira que prepara a leus amos, pots
que nao obstante o seu carcter sombro, o
duque muito divertido algumas vezes.
Maria principiara a varillar, nao pelas
boas palavras de Roque, mas pelas prome-
sas do duque. Devemos dize-lo, por mais
que possa entristecer aquelles dos nossos
leitores que sintam algumas syrapalhias pela
aya de Branca ; Maria amata moito Roque
e era ambiciosa. Tinba essa vaidade quasi
ingnita na mulher, e a noticia de qoe ca-
sando-se com Roque ia ter criados, bolfia
na sua mente com urna intensidade dolo-
rosa. De pensamento em pensamento veio
quasi a convencer-se das palavras do seu
amante, ou para melbor dizer, a dar-se por
convencida, nao Ihe pareceodo j impossivel
que o duque de Alba quizesse com aquellas
cartas fazer alguma brincadeira innocente
aos irmos Lanuza,
O sea silencio fez comprehender a Roque
que principiava a varillar e nao quiz por
tanto perder a occasio de dar o ultimo
golpe.
Minha boa Mara, Ihe disse, dando
saa voz o mais carinhoso acento, depois de
tu !o o qae te disse para te convence.. ba
mais outra circumslaocia queestoa qoe te
convencer. Estou certo qae a toa irreso-
loco se funda mais qae em outra cousa. no
receio de que toa ama ache de menos essa
correspondeocia antes de deixares a so*
companhia, nao assim ?
Certamente.
Pois bem : eu te prometi, porque
assim m'o assegarou mea amo, que se esta
Qoute me das essas cartas, amanhaa a mes-
ma hora fas devolverei para que as collo-
aaes ao seo lugar. Isto te acabar de de-
monstrar que mea amo nao qaer abasar
dellas.
- Sim; mas se nao m as devolves ?
Offerecea-m'o e nanea falta a soa pa-
lavra, Maria.
{CoHtinmr-u Ha.)
MUTILADO I


fiin-s
Itrio de Perabnco- Terea felra ie Omtubro de 1887.
ff<- (ffii\r'\Y \\i\f 077/
--"





Nossa 8'nhr.r do R*arto Jas Alma. IU 'ft- \ da Conceicac, pira correegio. A ordem do de S.; desilnamente, Maqueando se
ias, e as dp Seotoor B m Je>us das frtas, Nf*sa Jos, Manoel Alves Vianna, Pedro Muller e Nicolao ]_ juito deorpoaos.
ra


Senhora Mai dos H.mens e Sanl'Am, erectas na
iereja da Madre de Dea?, e bitas a* ceremonias do
estylo, entrn o Btm. vigario, ** um chove.ro de
flore?, que do r*-o e tribunas fie foram llncMas,
ao sora de oma msica marcial que no eoYoW
va harmoniosas ws e aeoropaohado por grande
nomero de saceiioies, que all se achavaro a con-
vite de urna commissao dos parodanos, e de lm-
menso cooeorso de poro, dirigi fe a Ofelia do
Sacramento onde fez ama breve oracao, borneado
em seguida a Imagem de Nossa Senhora Mi des
Homeos, que se acnava collceada na capella dos
Pasos, para receber a bracio do Rro. vigario.
Em s-guida entrn o Te Deum, qne os paroebia-
oos maodaram cantar em aeco de gracas pela sua
collacio e posse, sendo presidido polo Rvm. Sr. vi-
gario Joo Jos da Costa Ribeiro.
O Rvm. vigario assistio ao acto, tendo a' sna dl-
reita os religiosos eapachiobos do hospicio da Pe-
nha e a' esquerda os religiosos franciscanos. Fiudo
o acto o Rvm. vigario recebeo na capflla-mor as fe-
licilacSes e parabens de si as parocbanos, abra-
cando a' cada um de per si. e a" cada um dingindo
os sen? agradecimentcs.
Sob propoita do respectivo coromandante su-
perior, foram ongados para a seecao *#**
n 2 di goa da nacional do Pao d Albo, Joaode Al-
buquerqoe Barros Colmarles e Jos Gomes de
Frena?, opiiio e alferes da 2* eompaobia.
Tendo sido approvados no concurso ultima-
mente bavido, foram nomeados escreventes da re-
partido das obras publica, bota da Velga Pe;soa
e Joaquim Francisco de Barros Brrelo.
Para conductor interino d* mesraa repartilo
fui ooa>edo Juvenal Xavier Torres.
Acha-se funecionando, na ra uireila n. 88
primelro andar, a quarta cadeira de iosiruceo
primaria do sexo femenino, da freguezla de S.
Jos
A faodicSo de ferro do Sr D. W. B wman, a'
roa do Bruro, acha-?e munida do? novo? appare-
Ibos para o fabrico do aburar, de que uootero nos
occu.iamos, deo-mioado concretar yrejer, eo mesino
Sr. pre.-u se a dar sobre elle todas as informaQes
desej-veis.
Os limaos Franco segunn no vapor qne boje
deve edegar do sul para a provincia do Maranbao,
onde v dar coocertos; desejarao-lbes feliz m-
gem e compila grandiosa de novus louros que Ihes
omero as frontes.
A linaria internacional anonuc-i^u publi-
cacao de ama nova obra do abbade **, sob a de-
DominaQui do Cura do Campo, em don? volumes
em 8, pelo prerjo de dez francos.
Ele novo romance descreve exclusivamente o
padre, ruj* vida passa-se as parocbtas ruraes.
Sua- penas, mi tribal c6es, suas lulas, as sor-
prezas que vem arranra-lo, sem que elle n espe-
rasse, a placidei do presbiterio, que lera embelle-
cido <:mo Ihe ba sido possivel ao jardimzmho
que lea. plantado com suas proprias mos e rega-
do cum seu suora esse rebanho querido de que
se tem feto amarformara o complexo de om
drama t.u'O mais in'.eressnte quanto elle expa-
lo pelo proprio paare, na descripeo de suas re-
cordar,^ s. .,
E um livro, que conscienciosamente pole ser
offerecilo ao? rnerobros do clero, podendo igual-
meote aoparecer de modo ostensivo em todos os
prstatenos sera qoe no mesrao livro se possa
deseoDrir a menor dei-coovenfencia, nao obstante
o autor fulminar abus >s ci ro o calor de urna alma
ardeate, que se wdlua dessas aberrares, que se
do, e tanto mal fazern ao caib. Iicisroo.
Levado, cora o fim de ser lido por todo.?, a to-
mar a forma apaixooada do romance, o abbade
** ere u siiuji5'S patbellca?, infelizmente porm
nao dadas na realidade, procurando as-im tornar
o Cura d Campo um livro popular, que faga ser
estimad > o sacerdote, este obscuro peo da igreja
Este livro a deve estar dad > a lu* hoje, tendo
nelle todo o desravolvimenio o que : dicado na precedente obra do aboade **.
P'd-m-nos a seguin'e pul licaco:
A cmara municipal, a' requeriraento de um
de s-os meinoros, deliberuu nomear urna commls-
sao para oar parecer acerca a > ierren-- em que
deve ser C'.ndruido o pago municipal. Desta arte
flcou s^n uenbum eff-ao a deliberagao anlerlor-
men! lomada, pela qual se havia preferido a pra
ca prqu-na e singular que tica uo principio da ra
da Cincordia.
Oxa'a qne a nova comraisso ss compeoetre
bem de seo dever, e que avaiie as innmeras van-
tagen que aprsenla o largo das Priucezas, para
a coilccacao de uro mage.sioso edificio, que deve
pre>ta--s.- para reumSes da cmara e para os fes-
tejos em que ella deve tomar parle como represen
laut*' dest muuicipio.
A opmio publica, firmada em boas razoe?,
que deixamos de produiir por serem obvia?, clama
em favor da preferencia que merece esta ultima
ocalidade.
Dorante a segunda qninzena do mez passado
vieran ao nosso mercado 1,483 saccas de algodo
e 1,04'J taceos de assucar.
as ultimas noticias da Abysinia, denuncian-
do a raqueza da auiondade do imperador Tneo-
dori', drciliran o governo ingiez.
O Times df clarou que i expedico que se resol-
veu sera' rg .ni>ada na Iodia.
O r.omuiaodo em chefe esta* confiado a sir Robert
Na^ier. O general St.aveley fot nomeado stgundo
com:i;a'idaritH. Os transportes necessarios devern
estar prooiplos em Buubaim para o mz de oo-
ven>br". d nsta que a' partiram algn? ofilciaes
para comprar camellos e muas.
A base das optracoes militare;^ deve ser em Mas-
sonar
O Times exaima esta guerra desta forma :
Vamos cotduzir um pequeo exercilo a um
ponto da co.-ta oneotai d'Afuca. Dalli devemos
marchar por e^tradas de.-conhecidas, em um paiz
descou ecido, contra um soberano brbaro e talviz
inacces.-ivel. Considerando ludo, a Abyssinia o
paiz menos oroprio para se abrir urna eamoanha
regular. Nao porque seja longe.ou porque as suas
costas sej(n de difficil accesso; sement por ser
um ernto <*e trra babilavel, de que a mxima
parte pone > conhecida.
Exisiein ctriamenle cartas do paiz. Mas nao
sao boas, e neila? a obscundade tornase anda mais
sensivel, tanto oas indicac5es locae^, como n) qud
esta' vacamente desrripto.
A pane rny>terioja da t xpedico o seu roaior
Obstculo. Toma-se-nos necessano marchar aira
vez de urna regio, em qoe uo encontramos ne-
nbum m-i. para rombater o que all encontrarmos
Dis-se que o traiectoe-ta* cortado pela? mootanhas,
que se acnam efffctivament9 indicadas oas carta?.
Teremos pola d faz-r a guerra as passagen? e nos
desfiladero-. Toaavia o tbnairo desta campann,
qne c 'responde a orna viagem de exploracao, pa
rece d--ver st multo restricto, por Uso qoe os es-
tados do rei Theodoro teem punca extenco, e nos
estamos smbores das costas.
Nao ha pola motivos para nos assostar da ue
ees>idade em que oos acbamos. Mas, por ontro
lado, debaixo de qualquer ponto de vista que se
encare, imposslvel considralo coro satishcao.
Nada t-mo-, a ganbar, podemos perder considera-
velmeute, e de todos os modos as desperas que fi-
zermo? bar de ser moito grandes.
t Por roeio dos preparativos que se fatem, deve;
mos esperar, pelo nanos, on chamar a* raio o rei
Theodoro pelo receio, oo penetrar al a' pri>o em
qne MtSo --ocerradi6 o? prisioneiros, e liberla-los.
a Se isto se pode realizar, nada mais nos resta
a fazer na Al>ys>iola. Mas se se mallcgrar a ex-
pedicao, comrairrmos assim obrigac,oes desagrada-
veis. Pr-t nde-sf. nao sem razio, que i.-, qoe
reinamos na India pela antoridade do prestigio mais
de que pela forca, raao poderemos scifrer que um
dspota orienu n> s desafie.
i Se ooiros sob-raoos e ootros povos descobrom
qne o re Tneodoro se ri dos nossos protestos e
mofa do m>?so poder, nao deixaro de se tentar em
seguir o sea exemplo. O espectculo de urna torga
bntannlca que se retira depoisd* oma derrota, se-
rla mais prejudicial a' nossa repotaeo, do que
facto de nao bavermos emprebendido a expedjcao.
c Urna vez empenbada, deremos proseguir celia
a todo o cu?io, al que tenbanios conseguido al-
guma c o- a pela victoria.*
l.iteria. A que se acha venda
a 40.a, a beoeflcio da Sania Casa de Mise-
ricordia, que corre hoje.
Rbparticao da poucia : Extracto das par
tes dos das 7 de outubro de I867.
Foram reeolbidos a' casa de deieoco no dia 5
do correte :
A ordem do subdelegado do Recite, Angelo Cus-
todio do? fraien-s e Vctor J-s das Neves, por
brtga. A ordem do de Santo Aotonio, Mara Mag-
dalena do Espuiio-Samo e Mara Dama-ia da Coo-
eeicio, para eorreccao. A ordem do de S. Jos,
Ignacio, escraro de Fredenco Chaves, por fgido-
6
A ordem do subdelegado dn Recite, Galdino Ma-
nuel da Co-ta e Rorno Manoel Alves, por briga I
Candida Mara do tfascimeilo e Lauriaua Maria
de tal, para correccio.
O ebefe da 2 seccio,
|J. G. de Mesquita.
Casa di detkxc\o. Movlmento do dia 6
de outubro.
Existan) presos 295, entmam 10, sabiram 3,
existm 302. a saber : naclooaes 210, mulberes 6,
estrangelfos.36, raulber i, escravos 28, escraw i.
total 302.
Alimentados a costa dos cofres pblicos 210
MovimeotQ da enfermarla do dia 7 de oolobro.
Tlveram baixa :
Pedro Jos do Nascimento e Cosme Datnlio Tei-
xel'a._________
bja t do rctopeiu-'absolutamente me consta em contrario; o quej
j re se preciso for.
Pls bem este trama teneb-oso, >este posto de Recite, 2 de outubro de 1867. Thoraaz Jos da
desmesurada coblca do dito me a entibado, nao sor- Costa e Sa\Joaquim Crdoso Ayres.
tira' o effeilo qoe elle deseja. Em i?ia do conteiiJo que falla a supplicaote, eu
Son bem ooobecldo, pessoas respeila*ei* e fa- ; como n rfrtobo em abono da verdade tenbo a di-
cultativos denota me teem visto e comigo teem zer quedada de m me consta asen respeito a nao
conversado, recoubeoendo que n* aebo oo uso pee- ser que leona am boa e excedente coi9rtament%
arroba
K 9a o- n | 09 II
B 3 3 3 -i 3 n 1 w v l -
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1 Si to CO QO Masculino. 1 1 r i
1 M t I 1 OP Feminino.
t i l I t* 1 Mi it Masculino. m o i
* m * 1 1 * Feminino.
lili > 1 Masculino, j 1 I* | I "JE 1 M g > M > < O en
1 1 ?* 1 Feminino. M1 _.
* m Masculino. 1 1 si I 1
-i 1 i 1 1 fl !C Feminino.
Mi Mi Mi 1 M Masculino. s >-
al si 1*1 Ol 1 til 1
s
7
M
I I

I*
a
M, | TOTAL.
51
falto de mlhas faeuldades raeiiaes. Voo embar-
gar urna tal stntenc que ra jolgou menlecapto,
e eolio mosirarei peraoto os tribuoaes, qoom
o meu curador nom?ado e de i manto capaz a sua
s le de ouro l!l!
Recife 7 de outobro de 186'.
Jos dos S: Uot y unes Lima.
Um unitivo a extremosa dor |ue puae a illutre
prole do finado co nmeBdadnr o F.\m. Sr. Miguel
Arcaanju H. ir Andridf.
A lous> do sepulcnro acaba de encerrar um dos
caracteres mais respellavels da nossa eocledade :
om typo venerando, a enj) tome se acbavam as-
sodados os surlbotos de moral, honra le e probi-
dade, com que tanto se soure distinguir na perl-
1 (rraaco aa vida, e oos Impoi tantos empregos de
| Uzenda, que servio por mais < e 42 aonos, o Eim.
Sr. commendador Mignel A cbanjo M >oleiro de
! Andrade, Inspector aposenta io da aifandega de
Pernarabuco.
A parca eversora dos hummos celfou impvida
a vida desse respellavel ancii >, cojos restos mor-
taes bailaran ao sepolchro. o nados daquellaa vir-
tudes domesticas e soclae?, (oe faiiam os princl-
pae? ttulos de benemerencia, queasss o caracie-
| n?vam, e que com taoto esmerosoubeiofillrar nos
coraSn? dos seus caros fllho i, qoe berdeiros do
renome nao eivado do seu venerando pae, ador-
nara a nossa socledade coai o: exemplos da mora-
lid, de e rgida austeridade noc imprmenlo dos seus
i deveres, dois como magistrados, um eomoempregado
de faienda e finalmente tres osposs desveladas e
mies canobosas, que fazem : felieidade dos seas
consorte?.
O cadver do Ilustre finailo descalca no pro
fundo silencio da cidade dos morios: sua alma,
porem, subi limpa a' manca, dos justos a r ce-
ber o premio que Dos tem destinado aquel les qne
souberam cumprir os seus di veres sobre a teira.
Tributo de amizado de
l A. C.

e*a
ADVERTENCIA.
Na totalidade dos doentes existem 216, sendo 177
homens e 99 mulheres.
Foram visitadas as enfermaras estes dias :
As 6 1|2,6 1|2, 7, 6 l|, 6 i|2, 7, pelo Dr. Ra-
mos.
A's 11,10 i|2,10 li2, 10 1|2, 10 i|2, 10, 10, pelo
Dr. Sarment.
Fallecern! :
Antonia Joaquina, bexigas confluentes.
Antonio Jos Bernardo, laherculos pulmonares.
Mana, tubrculos pulmouares.
Juo Jos de Acaojo, bexigas confluentes.
Cemiterio publico Obituario do dia 1 de ou-
tubrj.
2o annos, soltei-
Reife ; tuber
Antonia Joaquina, Pernambuco
ra ; exigas.
Manoel, frica, 60 anuo?, escravo,
culos pulmonares.
Jerouyoio, Pernambuco. 5 horas, e*cravo, Boa Vis-
ta ; e-pa.-m.-'.
Antonio Jos Bernardo, Macelo, 50 anuo?, casado,
Boa-Vista ; tubrculos pulmonares.
Joseptia S-itiua d i Carm >, P'-rnanbuco, 30 annos,
soiteira, Boa-Vista ; bexigas
Manoel, Pernambuco, 1 bora, Recite ; espasmo.
Eduardo, Pernambuco, 6 anuos, S. Jo>e ; bexigas
-3-
Silvestre Gimes do Monte, Pernambuco, 3< anuo?,
S. Jj.- ; oenmonla.
Vietoriana Mana do E 70 annos. viuva, Boa Vista ; coogesto cerebral.
Francisco Xavier das Cbagas, pruaraboco, VI ao-
nos, solteiro, Recife ; lesao orgioica.
Mana Evangelista, Pernambuco, lOi aonos, sol-
leira, S. J s ; velhice.
Jos, Fernaubuco, 2 raezes, Boa-Vi-U ; colite.
Joo, Pernambuco, 1 anoo, Boa-Vista ; tubrculos
pulmonares.
Mana, Pernambuco, Recfe ; falleceu ao nascer.
Publicucoes a pedido
Aiada sob a pressSo da rra pelo fdllecimeuto de minba i resadi8ima e nunca
esquecida esposa, venbo pagar a divida da mioba
profunda gralilo ao- m^us dignos e lllustrados
amigos, os Srs. Drs. Crolioo Francisco de Lima
Sautus, Joo Mara Seve e Co.-me de Sa' Pereira,
qne to delicada e severameute delig-nc.iaram em
contereucia oppdr um termo aos gravissimos pade-
dmenios, por que estava passaodo ramna esposa,
e to cuidadosamente combioaiam nos metos tbe-
rapeuticos, tendentes a sa. va-la.
Pagan lo esta divida aos tres distinctos mdicos,
nao posso deixar de fazer particular meoso dos
Srs. Dr. Csrolino e Seve. qm acomp?riharam a
enferma em todos os periodos do seu .-offrimenio ;
e roui especialneute ao primeiro consagra do fon-
do d'alma um voto de reconhecimento, pelos ex-
tremos e.-for eos, esmero e continua aiunco que
empr^gou no sentido de poupar-me a mais violen-
ta de todas as dore?, que Deas, entretanto, foi ser-
vido amia euv ar me, no meio <:a mintu vida sem-
pre difcil e cobtrariada.
Vejo que nao tenho expressf,o psra significar
plenameute o que sioto a semelbante respeito, na
aiuargtrtda situa^o em que me acbo, na mais pe-
sada viuvez, rodeado de meus quairj fi hinhos,
orphos de me, rrivados, por Uso mesmo, dos ca-
rinhos h desvelos quo s urna boa me sabe distri-
buir aos qoe della proeedera. Felizmente anda me
restara pas, iraaos o prenles que compartllham
de tuda a mluha cahmidade : felUmenie anda
cont uo seio d'amisade um desabato s ioriuras
da minhaalma.
Nestes momentos de consbrnacao para mim,
recebara, pois, aquelles distinctos mdicos, e mullo
particularmente o Sr. Dr. Carolino, e-U prova que
publicamente Ihes dou dos roeus entranbaveis ?euti-
meutos de (r -g.i de ?mlzade e reconheciment.
Fallo-Ibes em m. u roprio nome, eemnoraede
meus caros filbos
Dus sabe que ni auge da minba dor nao sei
esqoecer os beneficios que roe prestara aquellos i stxi frgil,
que sloceraxente me booram com a sua amizade.'
Recife 5 de oululn de 1867.
A. R. de Torres Bandeira.
Elel^S o
DOSJUIZB-, ESCRIVAES E H RI 0M0S QUE TINBAM DE
FSSTFJi.ll A VIHGKM SENIORA D FR0NTESPIC1)
DO ROSARIO DA FREGUEZIA DE SANTO ANT NIO NO
ANN> DE IHo9 F. POR MOTIVO DAS OBRAS DA
MESMA IGREJA DEUOU.E )E SOLEMNISAR sENDO
TRANSFERIDA PARA ESTB ANNO NO DA 3 DE
NOVLMBRO.
Jolz por eleho.
0 lllm. Sr. Maooel Aotonio 7ila;a.
Joiz por deve;ao.
O Rvm. Sr. frei Jorge de San'Anoa Lino.
Jaita por ele cao.
A Exma. Fra. D. Seoborinha 5mia Jorge fazendo
as vezes de sna oeta juiza allecida.
Juiza por devjco.
A Exma. Sra. D. Cl tilde Mireira da Silva Giba
do Iilm. Sr. Jos Morelra la Silva.
Escrivo por e elco.
O lllm. Sr. Manoel Antonio dn Jess.
Escrivo por dt vo^o.
O lllm. Sr. Ignacio de Sa Lopis Fernandos.
Escriv.ia por e elc.ao.
A Exma. Sra. D. Anua dos.santos Velga mulher
do lllm. Sr. Tilo Manoel Antonio Veiga.
Escrlvaa por devecao.
A Exma. Sra. D. Theodora Caidida Villela mulher
do lllm. Sr. Custodio Ferrura Moitiobo.
Tbesourelro.
O lllm. Sr. Jos Castao de C.rvalho.
Procurador (eral.
O lllm. Sr. Heorlqoe Jorg-.
Juizes prolecores.
Os Illms. Srs.:
Baritiolomeu Francisco de So lia.
Joaquim Autonio Pereira.
Krancisco Pinto da Co ta Lim.
hvm. Sr. fre Lino do Monte (armeo Lana.
Julias protecioras.
As Exma?. Sra-.:
D. Ma-ia i'h.'D lona mulher do lllm. Sr. Antonio
Jorge Guerra.
D. Rosa AnlunesOiiveira Moo.eiro mulher do lllm.
Sr. Bernardo de Cerqneira Castro Monteiro.
D. Mana do Carm > Salgueirc.
L>. Automa Leopoldmi d-j Laoa Ferreira mulher
do lllm. Sr. Victonoo Jos Ferreira.
P. ocoradoies.
Os Jims. Srs.:
Antonio Aueusto dos Santos P ir to.
Manuel do Nascment dos S ratos. %(
Jos Felippo Martios.
Luiz de Franca Santos.
J M i i-ira Puntes.
M rdomos e mordomas ti dos os moradores da
ra e devotos da mesma Seohira.
pelo qm joro ae preciso for.
Job Paciente Basto.
Em-vista-do contedlo que falla o opplicant,
eo como s-n vl?lnbo em abono da verdade tenbo a
dizer qoe nada de m me consta a (en respeito, a
nao ser que tenba om bora e excellente comporta
ment, pelo qoe juro se preciso for.
Joaquim Jos da gilva-Gu'maraes.
Em vista do qoe falla o sapplicante e como sou
' eu visiobo, em abooo da verdad* teoho a dizer
que nada me ba constado de ma a seo respeito.
Recite, 2 de outubro de 1867. -Victorino de Al
meida Rabello.Jos Vidal de Negreiros.
Atiesto que o Sr. Ztcbarias Francisco dos Sao-
tos, morador oa ra de S. Francisco o 42 uo?
moco muito honesto e vive de seu trabalbo, e em
qaaoto a soa conducta taoto civil como moral nada
consta qne o desabone ; isto jurare! se preciso
for.
Recife, 2 de outubro de 1867.Joaqnim Jos Mo-
reira.
Em virtude do pedido soppra, atie-lo que o Sr.
Z-icturias Francisco dos Santos, moco digno de
elogio, e emqoaoio a sua conducta civil e moral
exempiar; isto joro se preciso for.
Recife, 2 de outubro de 1867. Basilio Luiz
Coelho.
Reflro mo a qoe diz cima.
Recife, x de outobro de 1867.Rodrigo Elviro
Goncalves Mello.
Certifico qo) o Sr. Zieltarias Praneisc dos San-
to?, durante o espaco de 6 aooos que sou morador
nesia roa de S. Francisco sempre tem sido bom
visiobo, e emquanto ma conducta civil e moral
nada coosta-me ; e que cumpre-me informar o
que afumo em f da verdade.
Reeife, 2 de outubro de 1867.O padre Joo Ser-
vulo Teixeira.
Em vista do que Ma o supplicaote e como sou
vi-ioho, em abooo da verdade tenho a dizer, que
nada me ba constado de ma a seu respeito.
Recite, 2 de outubro de 1867. -Estanislao Au-
gusto Machado da P.z.Joo Ftln da Rosa.Zi-
bedeu Carlos Cesar.P. Antonio Laiz Das.
Como morador na ra de S. Francisco oada me
consta qoe desabone a cindocta do Sr. Z rabanas e
pr isso me assigno
Recife, 2 de outubro de 1867. Tbomaz Lins
Caldas.
Em vista do qne talla o supplicaote e como son
visiobo, em abono da verdade tenbo a diter que
nada me be cooslado m a seu respeito que juro se
preciso for.
Recife, 1 de outubro de 1867.-Nanoel Antonio
do Nascimento.
Atiesto que o Sr. Ztcbarias Francisco dos San-
tos, morador na ra de S. Francisco o. 42, mui
honesto e vive de seu trabalbo e emquanto a sua
conducta civil e moral nada me consta que o des-
abone ; o qae teoho a dizer em f de verdade.
Re -le, 2 de oolubro de 1867.Aotonio Marqoe?
Fanel.
Refiro-me ao mesmo atestado cima.
Recif-.-, 3 de outobro de 1867Jos Romualdo
da Silva.
Attesto que o ^r. Z.charlas Francisco dos Sao-
tos, mirador a roa de S Fiauciscon. 42, tero a
raeln...r conducta lauto civil como moral e vivendo
de >eu honesto trabalbo; isto altesto por ser seo
visinho a 3 annos pouco miis oa meaos e em abo
no da verdade.
Recife, 1* de ootubro de 1867.Antonio Augus-
to da Fouseca, juiz de paz do 2* auno da fregnezia
de Santo Antonio.
(Estava sellado e recouhecido.)
ii" a

*
>
caada
-
>
arroba
libra
um
arroba
>

um
arroba
urna

Sensores redactores.=Ft rin, calumniado e vil-
mente em urna boina e victima de uro proced-
1001:0 arbitrario, em urna -p -ca em que se pode
afflnnar quo a le a vonlad! e o capricho de cer-
los individuos, sustentados pn* certa? autoridades,
que menos moralisada-, a lulo se prestam; julgo-
rae na rigorosa obrigaco di vir oceupar as co-
lumna? do sea cjnceituado jornal, coro o Qm nico
de justificar minba conducta por mementos marea-
da por aiguns roiseraveis ssitibaticos, que se nao
pi-jm da vida crapulosa e ovada de inumeraveis
defeitos, seuo criraes, qoe rergoubosamente pas-
sarc, sem que isto sirva de utorvo para que riles
oceupem postos e empr go* tne s ao mereciraen
t< e virtul-s deviam caber.
Todos saber-', porque ptblico, qae no dia ..
de setembro findo, fui violen lamente arrancado de
dentro de minba casa, e arrastado ao qnarlel do
Hospico, como remita, nao ob>t-nte ser preprie-
tarto e como tal contribuidor do impostos para es
cofres pblicos, em cujas co'dicdes uo eslava 00
caso de ser recrutado; e tanto sto exacto, qie
fui 00 dia imraediaio restitu la a mioha lioerdade
gragas ao txtn. Sr. preside ile da provincia e ao
lllm. Sr. Dr. cnefe de polica, que nao consent-
ram que semelbante vlolencu losse por diaoie.
Para autonsarmais o meu ecruUrneDlo, fui coro
o mais revoitante cynismoca umniado, por infames
detracterrs, pint:n1o-se me c m uraganimed-'S, de
va?so, raraoral e corrupto a mais elevado pooto,
e atiribuiod.i-se me fados vtrgonhosos que s ca-
bero a esses miseraveis esp )letas, qoe engolfado?
em todo o genero de vicios, vi vem vida folgada e
mila?rosa a cu-ta da firinna alhel, oo, uo esca-
pando a ra rapacidada e g ionice, nem o proprio
Visitaodo ba dias a (rnica de c rveja da ruada
Fioreotiua, perteocente aos Srs. Cbaix & Gassier,
maravilbou-nes o asseio ero que se acba esse esla-
belecimeoto, digno de comparar-se a algi..n- deste
genero, existentes no Rio de Janeiro.
R-aimente o estabeleclmento em queslo apr-
senla, alen de oma elegante sala de bilhar, toda en conceituado Jornal,
forrada de papel, um bonito quintal pitiorescaman- muito obrigaro ao seo
te adornado de Hondos caramancbSes illuminados
a gaz, onde as calidas la des de ver j podem os
fretiuenladires gozar de um frescoapetecivel.
Felicitamos ao- Srs. Cbaix & Gassier pelo gosto
cura qoe se bouveram para quj da sua fabrica de
cerveja flzessem um excellente logar de recreio, o
qual sera' sem davida apreciada pela popolaco
desta provincia.
para purifica r-me e devolver intac-
tas ta-s calumjias, ns seus fnfarnissimos aut res,
que venhu offerecer ae respe tavel pablico e qoel-
les que me nao conhecem di perlo, a apreciaban
dos doomentis que abaixc vo transcritos, cojo
lesteraunho certamen! confundir' e cobrir de
vergonba, se vergonha podem ler os meus vis e mi-
seravei? malsins.
E' qnaut) basta.
Hu,".-loe-, Srs. redactores, o favor de inserir em
esta: liona?, com oque
moiio venerador e criado,
ele etc.
Zacharias Francisco dos Santos.
Recife, 5 de outubro de t: .67.
Srs. Redactores.Vi h j-i publicada no Jornal
do Recife urna s 'Menea do jilz de orphos desta ci-
dade, por meio da qual me julga menlecapto e no-
rn.-ia para meu curador a roen cunhado Joaquim
Mauricio Goucalves da Rosa.
Ha fados tao estupendos, qae parece incrivel se
deem no nieio de orna cidade to populosa como
esta, e em vista dos tribuoaes e juies superio-
res I I
Si.ffn ba tres aooos de oma paralysia parcial do
lado esquerdo, sem qne al o pre.-ente houvesse
ifirido a menor leso no uso de mlubas faculda-
IIlm. Sr. subdelegado da freguezla de Santo Ao
tolo.Diz o abalxo a-vgo.i ]o que Ihe faz preciso
se digne V. S. mandar que o respectivo iaspettor
do quanelrao onde mora, atieste sua conduca
civil e moral.
Nestes tarmos pede a V. S. deferimente.E.
R. M.
Ztcbarias Fr racisco dos Santis.
Recife, 30 de setembro de L867.
Atieste quereodo e volie.
Freguezla de Santo Antonii do Reeife, 30 de se-
tembro de 1667.
Manoel .1. de Jess Jnior. -
Atiesto qoe o Sr. Zacbariai Francisco dos Santos
morador a S aonos ao 11* quarteirao, ra de S.
Francisco casa n. 42 da fngoezia de Santo Anto-
nio do Recife e durante eso lempo tem sempre
des menes. Havia porero de tallecer agora meol purtadn-se dignamente de foiroas que sua conducta
pai Joo dos Santos Nooes L>ma, deixando ama
forluoa de mais ue cem cuotos de ris, para ser
d -sti buida por mim e um ouir 1 irraa.i que se acba
oa cidade de Port i-Alegre e por minha irrol Pau-
lina, que casada coro dito J*qulm Mauricio Gon-
calves da Rosa.
Esta b ranea, e o facto de oo querer dito
meu < u'>hado Joaqaim Mauricio, pagar-uie a quan-
lia le perto de dez eootos de ris, que me tomuu
emprestado, e por cuja cansa o m^ndei chamar a
c jociiiac", deo logar a que fos-e eu jolgado m^n-
i.-.'ai, to e privado da adminis'racao da mioha p-s-
soa e neo?!! E o qoe mais admiravel, Srs. Re-
dactores, que ntO fui oov lo om coosa alguraa,
e nem Ues facultativo e o joizo de orpbaos qoe
me j-iigou mentecapio, compareceram em minba
casi para me examioarem 1!.' Tudo foi feilo claa-
eivii e ranal o" ba coosa a goma que o desabone
|uro se preciso for.
(1 inspector,
Jo I iOlz de Carvalho.
Illms. Srs.Tendo sido no da 26 do vez pasudo
preso para reoruU, imputando se- i.e qne era de
urna vida depravada e molU 8 coosas qu-i a decen-
cia faz calar, vou rogar a lo los os meus visiohos
que altesieru ao p desta cem toda a tranquera o
que souhervra de meu coropo'lamento, permillodo-
m faser o oso qne me cunvier. tSuu de Vv. Ss.
alte.iio venerador e criado
Z chaas F. a dcisco dos Santos.
Recife, de outubro de 1I67.
Ero virtude d pedido soipra, atiesto que o pe-
ticionario deubo cabal eonbei imento delle, sna con-
ducta tanto oral como ei'il txempla'-, e az
Errata
Emendas aos erros de urna puble*co pedido
sobre a morte do Dr. Nicolao Rodriga-* ^o? Saotn?
Franca Lelte, infera 00 n 228 .0 Diario de Pe
uambuco de 4 de outubro. Ni principioIftco mei
treviabuntun-la-se: Di* mti bieviabuuiur;
reeoirando oas lides summaraeote amavalase :
oas lidas, que sumraamente sunva ; longo de ser
tyranua deiulaveli-se : detesiavel; o p do
mundolea se: o p do manco ele.
Arroz com casca.....
dem descascado oa pilado .
dem branco.......
Assucar mascavado ....
dem refinado......
Azeite de amendoim oa meado
bira........,
dem de coco ......
dem de mamona ....
Batatas alimenticias ....
Baomiba........libra
Bolacha mdiara, propria para
embarque. ......
dem fina........ *
Caf bom.......
dem escolba oa restolho
dem torrado. ......
Caibros.......
Cal........
dem branca.....
Carne secca (xarque)
Carneiros......
Carvao vegetal .
Cavernas de sicupira .
Cera amarella......arroba
loem de carnauba em bruto libra
dem dem em velas ....
Cevados (porcos).....um
Cha..........libra
Charutos.......ceuto
Cocos (seceos)......cento
Colla........libra
Courus de boi, salgados >
dem idem seceos espichados >
dem idem verdes. .... a
(dem idem cabra cortidos um
dem idem de onca .... >
Doces seceos......libra
dem em gela ou massa >
dem em calda...... >
Eni-tiAiU'-is........um
Espadadores grandes ...
dem pequeos......
Esleirs para forro de estivas
de navio........cento
Estopa nacional.....arroba
Farinha de mandioca. alqueire
dem de aramia ..... arroba
Feijao de qualquer qodlidade
Frecbaes ........um
Fumo em rolha, bom. arroba
dem ordinario ou restolho. >
(dem em rolo bom..... >
Idem ordinario ou restolho >
Gallinbas........urna
Goinrna.........arroba
(pecacuanha (raz).....
Jacaranda (cos-ueira). dnzia
Lenba em achas......cento
de mangue em toros 1
Linhas e esteos......uro
Mel oa melayo......c..nada
Milho.........arroba
Os-os ,.....
Papagaios.......om
Pao Brasil........quintal
Idem de jangada......um
Pcchury ........ arroba
Pedras de amolar.....urna
idem de filtrar......
Idem de rebolo...... 1
Pena* de ema......libra
Piassava........molho
Pontas, oa chifres de vaccas ou
novilhos.......cento
Pranches de amarello de dous
costados........am
dem de louro......
ftap.........libra
Sabio ..........
Sal..........alqueire
Salsa parrilha......arroba
Sapatos de eonro branco, pr
Sebo em rama......arroba
dem ero velas ...... >
ISTOO
26O0
34-tOO
24:100
44000
24500
14^0
14UM)
l4->00
S|S0 JO
34000
74003
74OOO
64300
Je 31 de julbo de 1866, a que vo abaixo dtcl-
radas. _~^v
Os requermentos para vetipgto dos eaodUntoa/
devero ser apresentados at o da 7 de dez-mbrar.
e podero ser iustr udas o n quaes'iuer doeunajns
tos ou ttulos sciennOcos qoe abonea a capacidad
dos rafrsmos caudidato*.
Secretaria d .s oMu publicas 7 ootubro o>
1887.
O secrotario
Feliciano Rodrigues da Silva.
Materias do concarso para conductores e prali
canias da repartir;*) das obra? ptblicas.
Para coudur.torei.
M.taematicas elementares, algebra ateqoa;53s
do 2* grao, ibigooomstna. elementos de geometra
440 analityca e descriptiva, d'astroaotnla, d'arebitecro-
ra e de resistencia de materias*, conbecioteoiu
per (dito dos Instrumentos grapaice* e dos trabalttos
deniellameat e plaata, deieobo linear e de aqaa
relia.
Para pratlcante.
Liogua nacional e francez, arilhmetiea, geome-
tra, as duas e ires dimeo*dv, s'gebra at equa-
cies do 1 grao, desenbo lio-ar e de aqaarelia.
Secretaria das obras pob'ieas 7 de ootubro de
1867.
O secretarlo
Pelieian" Rodrigues da Silva.
COMBSERCIO.
360
400
:m
34800
44000
14600
34500
B4009
320
500
lo4000
24000
34000
44000
660
175
260
UO
380
104000
14000
360
520
14500
44OOO
24OOO
THEATRO
DE
EMFHEZ 4 -GOIMBRA
Tendo-se annunriado para esta semana a pri-
me 1 r a represe mea 1 do drama-sacro de grande
164000 especenlo SANTA IS\BEL. o empezarlo parti-
24OOO Rlpa a' respeitavel publica qoe, embora eslejam
34000
I11400O
44000
54OOO
134000
84000
104000
840'0
14-00
34000
255O'i0
954*00
2|6O0
124(R)0
64000
160!
250OO
240'
34000
64000 i
51000
124000'
00:
800
14000
24000
160
embora
conchudo- os accessorio?, sceoario e guarda roa-
Da, jnij..u dever e-pag r as represeo!a{5es do <-:
drama, porque lendo chegadj a esta cidade o Sr.
Macelo e sua seohora disnei >s artistas dramti-
cos, o emprezario ente&fte'i -omo dever de hoa
camiradaeem e ho-pita id >J: faci'itar o debrete
destes artistas, que lera' lugar o 1 saobado 12 do
corrente, cotd o drama A condessa de Senn-e^y e
a alta comediaO Laco 4e Fitas; pegas estas de
grande importancia artstica e culos eos.ios nao
podem ser ioterrompidos com espectculos duran-
te a semana.
AVISOS MARTIMOS
34800
204000
104000
14000
160
Qalxa filial do banco do Brasil
eui l'erBam'nicii. aos 26 de Ju-
Iho de i.
De ordem da directora se taz selente aos Srs.
accionistas, que o thesooreiro esta' autorisado -
pagar) o 27* dividendo das accSes do banco do Bra
sil, inscriptas n'esta caixa, a' razb de 124000
cO euarda-livros
Igoao Nones Correa,
EM UQ~IDJIC0
Novo banco de Peiuainbuco
S3o convidados os Srs. accionistas a re-
ceberem o primeiro lividendo (em moedn
correte) de trila por cento do capital, tra-
zenlo as aegoes para irem sendo annuKi-
das; dos dias uteis das 10 boras ao meio
dia.
Novo Banco de Pernambuco
Em liqni<1aco
O dovo banco pagao {""dividendo des".
55000 por ac?ao, nos dias otis, das 10 b-
ras ao meio dia.
English Bank
OEngllsh Baokof sRio de Janeiro limited
tendo estabelecido em conformldade com o decre-
to n. 3793 de 9 de fevertlio deste anno orna calxa
filial nesla cidade pelo presente se faz publico
que esta se acha habilitada de b je era diaole a
tuneciooar com lodos e quaesquer negocios bat
canos, a saner :
A receber dicheiro em coota correle sobre
aviso e em deposito a prazo fizo com juro, contor-
ne as condicoas a tratar.
A descontar muios coramercaes approvados.
A1 omprar e vender letras de cambio sobre Eu-
ropa ou qualquer outra parle.
A emitr cartas de crdito para viajar ou a ne
gocio. ~v
O Banco lambem^sajracarrega mediante a com-
pleme commisso daMpra o venda de apoll
ees da divida publica, acc5e"S\ de compaubias uo
Brasil ou em outra par" e da cittanQa \e remessa
de dividendos, letras oa ontros qoa>""r ttulos.
Expediente do banco d?s dez boras iU as (iua-
tro. .
Esoriptorio provisorio, 7 largo do PeloJJio,
Pernambuco 2 de outubro de 1867.
F. B. Bloxbam, Manigerr'
Joseph S. Lambley, AccoaatauL
jtfa em vaqueta.....urna
raboas de amarello .... duza
t diversas......
Tapiocas .......arroba
Tatajuba ......quintal
Travs.........urna
ubas de boi......cenio
Vassouras de de piassava
Ditas de timb......
Ditas Je carnauba..... >
Vinagre.........caada
UiSMRUdo. O l." confereote, Manoel Peregrino
da Sitoi. n
O : c oferente, Jos Thomaz de Campos Q>ia-
resma.
Approvo Alfandega 5 de setembro de 18o7.
Anronio Eulnlio.
Coufi-me.Bazilio Baplisla Furtadi.
ftECSBEuiilA DE rtENUA-S INTERNAS
6ERA8S.
Rendimeolo o dia 1 a 5 .......... 7:*',!*V(]
ldemdod.a7.................._ 1:S3WMJ3
8:6484643
COMPAiHIA BRASILEIRA
DE
PAQUETES A VAPOR
E esperad > dos pon .s Co norte
at o dia il do corrente o vaper
Tocnntins. commaodaole Faria-.
o ouai depois da demora do cos-
ime seguir' para os p ros d.
sul.
rtecebem-SJ desd-i ja passageiro? e engaia-se a
carga que o vapor p<>der coodozir a qual devera'
ser embarrada no dia de sua chegada, encomraen-
das e dmheiro a (rete at o dia da sabida as 2 bo-
ras. Previne-se aos Srs. passageiros qoe as
0 pa??agen? s se receben nesla agencia roa da
4340001 Gru n. 57, eseriptjrio de Antonio Luiz de Olivei-
gQQ'ra Azevedo & C
54000
74iHM)
24000
1404000
874000
31000
24000
6400
380
10400')
HSS
64'tOO
COMP
CONSULADO PROVINCIAL
Hendiraento do da
(dem do dia7 ...,
Ia5
4:0914173
8:2144890
4:9134003
**> i Messageries imperiales
At odia 14 d > corrente mez espera-se da Eo
ropa o vapor fr.tncez Sivarre, o qa*l depois d
demira docostuma seguir' para II.ola e Rj de
Janeiro.
Para (retes cn1ic5is e passagsns tratase na
agencia ra d) Trapich-i n. 9.
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DE
Navegnco cosieira por vapor.
Maceio e escalas Penedo e Aracaju'.
O vapor Pot ngi, coraraanlan-
tePtrelra, s gn pira o< portos
cima 00 dia 15 do corrente as 5
horas da tarde. Recebe sarga at
n dia 14 ; pas-ageiros, eoommen-
a frete at as 2 horas da larde do
e'cnpiorio ni Forte do Matos nu-
MOVIMENTO 1)9 PORTO
ALFANDEGA. /
Rendimento do da i a 5........ 103:8iA490o
Idem dodla 7................. 30:0144026
s
134:7604932
Velaraes entrados com fazendas...
f c gneros....
Velumes sahidos com fazendas...
c gneros....
193
34S
-------538
112
411
-------M3
Descarregam boj 8 de ootubro
Eeona lagleza-CalH'fforii mercafurias.
Brigoe prusslanoQeorge Andreas4idem.
Brigoe porluguezConttantt l -iden.
Barca portuguza Humllate -idea?.
Barca lube.ju-.nse llayduUri oh a toe trigo.
Brigoe noruegaensoCapilla idetnA
P di :a hespai)bolaAtina iris/inM--viubos.
Vapor loglezCoihmercadonasA
Bngiie nacional ulmda enarque. '
raoT dos pbboos nos oensros sdjbitosX a direitos
on npoRT&gAO. semana de 7 a 12 \ do mez de
OOTUBRO DE 1867. \
Mercaduras. Unidades), Valores.
Abanos.........ceuto I 24500
Idem aleool on espinto de agua- v
ardeate ....... caada-
dem caxaea.......
Agurdente de cana .... *,
idem geucbra ...
Idea restilada ou do reino .
Algodo em caroco 4
dem em rama ou em laa
AnjlcS (tro"J. .
Navios entrados no dia 6.
Breme62 das-, bngue oremense Arnold, de 210
toneladas, c piio Johann Schuikeo, equipacem
10. carga 2,650 barricas com larmha de trigo ;
a Tneodoro Just.
Babia5 dia?, patacho purtognez Jos, de 146 to-
nelada?, caouo Fernando Pereira, eqmpagem
9, carga farlnba de mandioca e outros goneros
a Joaquim Jos G lUtnlves B-llrao.
Navios entrados no dia 7
Trieste-79 das, bngue no;uegaeos Capella, de
167 tooel das, enllia Godfred Hubert, equipa-
gem 9, carga 1920 barricas com farinha de tri-
go ; a Johoston Pater & C
Babia3 dia, paucha inglrz Spray, de 295 tone-
ladas, capilao G. H. Meihw-i?, equipagem 10, em
lastro de assucar ; a Johnstoo Pater & C. Se-
gura para a Parahyba.
Harber Briion44 dias, brigue ingiez Fa/oe, de
194 too-ladas, capua i Wilharn A. Sirapo, i-qui-
pagem 10, carga 3,575 bdrncas com farinha de
trigo; a J irmston Patur & C.
Navios satirio* no misino da.
Parahyba-Hiato brasileiro Protector, capito J. L.
G. Peona ; carga diUerentes gen-ros
Rio Grande do SolPatacho
capito Joo A. de Deas e Silva, carga sal e ou-
tros gneros.
liba de Fe nandolliale brasileiro Serg.puno, ca-
pio H-nique J <> Vi-Ira da 5!va, carga va-
rios generes.
Observacao.
Supendeu do lamaro para Wost Iodies a bu-
ca lugleza Jtssis .-laninij, cap'Uo Emett, como
mesmo lastro que troote da Babia.
ym
das e dinheiro
da da -.'.:.i.
mero I.
CO PANHlA PERiNAMBUCANA
DE
Plavegaco costeir por ww.
Parabyba, Natal, Macio, Aracaty, Ceara' e
A carac.
O vapor Ipojnca, eommandat-
te Martin-, segu para os prlo?
acim> no dia 15 do corrente pelas
.5 horas da urde. Recebe carga
someniK al o da 14; passageiros,
euc.jiuiu--ua.4S e dinb-ilro a frete al as 2 boras da
tarde do da da sabida; escritorio no Porte do
Matos 0. 1.
Socit genrale
Bl
Transpoils mariiimes vapeur
Paquebots franciiis.
At o dia 10 do correte, espera-se de
Geoova pelos portos de sna escala o tapor
brasiieiro Trotador, \ Trancez Picardie, commandante Razouls, o
qual depois da demora do costme, seguir
para Buenos-Ayres, pela Babia. Rio de Ja-
neiro, Santos e Montevideo.
Psr2 con ces, frotes e passagens, tra-
ta-se na ageoC DEGLAiUOsS.
MPMilA BRVSLEIhV
DE
Paquetes a vapor
V
arroba
t
duzii
Admioistraco do correio desta cidade
precisa de sete hondos para o servico de
caminheirosjj sendo am para as via^ens dia-
rias a Cidade de Onda; quem estiyer nes-
ta condices e quizer se encajar dirija-se a
me^ma com asustado de sua conducta.
Arseoal de guerra.
Nao tendo comparecido pessoa alguma para ar-
rematar o ferro velb que existe no arsenal de
guerra d-st provincia, segundo o annooeio feto
no Biarto de Pernambuco, de ordem de lllm *r.
coroue.l director se convida de novo quera cenvier
arrematar tal artigo a comparecer 00 portan do
mes-no arsenal pelas 11 horas da manha do dia 8
do correte.
Arsenal de guerra de Pernambuco, 1* de outu-
bro de 1S67.
O escriturario
_____ Jos Alfredo de Carvalho.
Repartido 4a* obra* paelleas.
De rdem do Sr. eogenbelro, chefe nterin da
jreparticu das obras pabtieas se faz publico qne,
nao lendo ooncorridu oppositor albura aos logares
900 vagos de conductor desta reparlicao, e lendo .-ido
400 juigado-iutiabilita^os os que cooorroram aos lu-
900 (are? de praiicaote?, 00 da 9 de deiembro proxi
J m > vinloqro lera).lagar novo conenrso para pre-
800
2|4O0
94600
SO'-W
eochimeoto das referidas vagas1 de conductores e
praticantes.
O coucorrentes ero argidos as materias de
(ja lrUa o g l e i' do art IO do rugnlasseuis
Do? portos do sul espera-
do at o da 8 de outubro o
vap>r Paran, commandante
o capito de fragata Santa
Barbara, o qual depoi- da de-
mora do coslume seguir' para
os por ios do norte.
Reci b'-.ui-.se desde ja passageiros e engaja se a
carga qoe o vapor ooder coodozir a qual darera'
ser embarcada no dia de sua edegada, encoomen-
das e dinheiro a frete at o da da sabida a 9
horas. Previne-se aos Srs. passageiros qne sou
passagens s se reci-bem nesla agencia roa 4a
Grus n. 57, e ra Aievedo & C. ________________
COMPANHIA PRNA-MWJCANA
DI
Kavegaco costeira fr vapor.
Femando.
No da 10 do correte ao meto
dia espedir' esta compaobia om
do? seos rapores tara o pono
cima Recebe caria at da t,
enciwmeodss, passageiro e di-
nheiro a frele t as 10 b iras da manhia do dia
da sabida : esenptorio no Forte do Matos 0. 1.
Para a Bal? la.
Pretende seguir com molla brevidade o veleire
bem condecido palhabole Dot Amigos, tem par-
ce de sea earregameoto prompto, para o resta
qoe Ihe falta trata se com os seas consignatarios
Antonio Laiz deOliveirs Aievedo & C., ao seo es-
criplorio toa da Cruz u. o7.




( MUTILADO l


tarto de #cinultoM Ter?a felr Jt Onabr* 0 4867.

Socit genrale detransports maritimes h vapeur
LINHA DO MEDITERRNEO,
Rio da P

-

Brasil e
SEBVICO REGULAR A' GRANDE PRESTEZA
DE MAR^ELHA AMONTE VIDEO E BUENOS-AYRES
Tocando eiu
Gilbratar, Santa Cruz de Tenerife, S. Vicente, Pernambuco, Baha, Rio de Ja-
neiro e Santos.
PARTIDA A 15 DE CADA MBZ, A DaTAH DE 18 DE SETEMBRO DE 1867.
Effeeiuadas pelos seguate* paquetes franeezes de prl-
lelra classe:
Bourgogne, 2ooo tonls^, forga 3oocavallos. I Poitou, 3ooo toneladas, torga 89a cavallos.
Picardie, 2ooo 3oo I Snvoie, 3ooo t t 35*
O vapor Picardie partir para as destinares cima a 19 de setembro.
O Poitou partir a 15 deoutubro.
O Savote a 13 de novembro.
O Bourgogne a 15 de dezembro. '* ^
PREGO DAS PASsAGENS.

as
<
11.* classe.
PERNAM-
BUCO.
Francos
750
525
300
BAHA.
Francos
800
525
300
RIO DE JA-
NEIRO
Fra oco
900
560
300
SANTOS.
Francos
1.000
600
320
MONTEVI-
DEO.
Francos
1:050
650
320
BUENOS-
AYRES.
Francos
1:050
650
320
tr-*va
Para condicoes, fretes e passagens, trata-se na agencia, ra da Cruz n. 55.
MTAE0H.4 PEMAMBMA AVISOS DIVERSOS.
DE
Naves eiio easleira por vapor.
Mosso cota escalas por Na.
Ni da 8 ie ootabro ao mr-io
dia, expedir' esta coropaobia
om dos seos vapores para o* por-
tos acitna. Recebe carga someole
'^SMamP' *t o da 7 ; pueoromenda?, pas-
sage ros e dmheiro a frete at as 10 boras da ma-
oha di dia da sabida : escriptono do Fort do
Matos n. 1._______________
Veode-se o patacho aacioBat Vtamao, forra-
do de cobre, o do lute de cerca de 15,01)0 arrcba.',
com todo o seo apparelho e prompto a navegar :
qiera o pretender dirija-se a Bailar & Oliveira,
n> do Vigario o. 10..______________________
Para.
si rrnira* cea a possivel presteza para o indica-
do porto o v^leiru e bem coohecido brigue escn-
u nacional Graciosa, capilo e pratico Jos Ma-
lla Ferreira : pira alguma carga qne Ihe falla
tratase com o consignatario Antonio de Almeida
Gomes, a ra da Cruz n. 23, 1* andar.
, lha de S- Hlgnel.
Pira o porto cima segu o patacho porluguez
Jjrgease de primeira marcha, para carga e pas<
sageiros trata-se coro o consiijnatario Joo do Re-
g Lima, rna do Abollo n. 4.
lustituti) Archeologica e Geagraphica
Pernambacano
Haver sesso ordinaria quinta-feira, 10
do corrente outubro, pelas 11 horas da
manhaa.
ORDEM DU DIA
Relatnos, pareceres e mais trabalhos de
coniaiisses:
Leiiura addiada de urna Memoria hist-
rica, sobre o lugar chamado Boqueii 5o, nos
montes Guararapes, pelo Sr. padre mestre
Lino do Monte Carmello Luna, socio effec-
livo do Instituto.
Recife, 7 de eutubro de 1867.
Jus Soares de Azevedo,
Secretario perpetuo.
Para o Porto.
Pretende seguir com multa brevidade o veleirc
plhabote poriiiuez iVutu Sirte, te i. parle de seu
c.irregamento pogaja-lo, p'r.i ,i resto que Ihe falta
trata se eora os seus consignatarios Antonio Luii
de Oliveira Azevedo & C, no seu escrlptorio ra
Ja Cruz o. 57.___________________________
para o iraeatj
tl%Hlftfarr.V!BB98flJ,ii-A-,"'\mu WWWj *B-
cnrregamcnio a bordo, e para o re?to que Ihe falta
tr;ita-e com os seus con-iguatarios Antouio Luiz
de Oiveira Azevedo & C., no seu escripDne ra
da Cruz n. 57.
LEILOES.
ti ai e=rrava crioula de idade 30 annos, coze e
engiama, 1 dita idile 40 annos, para lodo e
servieo, 1 escravo idaiie 30 annos tambein para
:odo servigo.
G rdeir Simes
ira' leilao dos escravos cima dascriptos, os quaes
s3o vendidos para pagamento? nesta praga. cajo
leo lea' lugar no da
no-je
a- II horas era ponto na porta do predio que fol
t .:;iacaj commercial no largo do Corpa Santo.
~LlL\0
Obras de prata.
SEN 110 :
Tras duzas de colheres para >opa, 3 ditas para
una, 1 paliteiro, colher grauie para sOps, 2 co-
lheres para arroz, 1 dia para tirar peixe, 1
roncha para molho, e 2 salvas.
hoji:
as 11 horas em ponto, na porta do predio qne foi
a Associaco Commercial largo do Corpo Santo por
.n'-.'rv?n;o do agente Cirdeiro Simes.
Amelia Theotonia da Cruz Brando e seus co-
nfiados Jos Pereira da Costa, Jo- da Csta Baha,
Ji> Gomes de Paiva, Sinheiha Apolinarla da Cruz,
Conslanca Maria daCroz, Adelaide da Cruz Babia,
Maria Crispiniana da Crin agradec-m cordial-
meule a todas as pessoas que acompanbaram os
restos mortaes de sen presado marido Joaqnim
da Costa Brando, pedindo as mesmas pessoas
os honrando com a sua presenca na missa do seti-
iu matriz do Corpo Santo.
Precisa se fallar aos Srs. Jo- Sapcnti, Joo
Ferruira Baptista, Americo Ferreira da Silva : na
luja do ra do Crespo numero 17.
Precisase de nma aiu* para casa de pouca fa-
milia, servigo pouco, prefere-se estrangeira : na
rna da Cruz o. 18, Io andar.
m
Precisa-se de urna ama para casa
de familia de duas pessoas, assim
como de urna menina de rove dez
annos, para criada: na ra do Im-
perador n. 35, segundo indar es-
querda.
!>a raeiaca > dt sobrad: e solo n. 44
-ias '^iicj Ponas, em chaos pro
prios, rndenlo todo p'edio 560$.
Cordeiro Simoes
competentemente autorizado tara' leilao da meia-
va i do predio cima, sito as Cinco Ponas o. 44,
loada todo predio bastantes commodos, quintil e
cai-imba, polendo ser examinado por quem pre-
tender, cujo leilao lera' logar
Quarta fera 9 do corrente
a- II boras, na roa Nova, loja de ferragens n. 33-
Miguel Pereira Pinto, eslabeledilo na rna da
('. uz d. 13 e com residencia em mu sitio no Ca-
unnno Nvo pira o Maoguinho, hoje denominado
ra !'.!, ti: publico que do referido silio evadi-
$) domingo 6 do correte a nolle, o escravo pardo
J u, com idade de 44 a 4'3 annos pouco mais oa
ujeo-, caco algaos cabellos brancos oa cabera <
oa suissa, magro e fraco com o vicio de beber
agurdeme, e por isso lem cor macillenta e com
principio de incbago ; e regrista, sabe lr e es-
crever pooco, es atura regular, tem em cima de
um dos ps urna marca de urna actiga feria <, le-
v jo um balaio e um sacco contendo alguma roopa
differeote. Recommeoda se as autoridades poli-
ciaes, como a qaalquer pessoa particular sua
captura, sendo entregue ao aonunciante seo se-
ohor, emqualqoeq dos lugares cima, graflon-
do-se a quem o traga. E?se escravo ] por vezes
t^m fgido e cosloma acoitar-se em OIoda, logar
da malanga de bols : tambem costuma . o lugar da ilha de Itamaraca', e tinaimeote pode
ler-se dirigido para a villa dos Touro?; provincia
d i Rio Grande do Norie, a'oode natural. Previ-
oe-se qne dito escravo diz que se chama Joo Leo-
poldo Marques e eBiitula-se farra para oode Tai.
Recife, 7 de oolubro de 1867.______________
Gabinete Portuguez de
Leitura
Coiselhe deliberativo
De ordem do lilao. Sr. presidente, convocado
o mesmo conseibo para sesso exiraoroaria no da
qu'Dta teira 10 do corrate, as 6 horas da tarde.
Sala das seseS do eonselbo deliberativo do
Gabinete Portuguez de Leitura aos 7 de ootabro de
itS7.
Firmiat Antonio Sonto Maior Raposo
Secretario-
Que nm elegante estojo para viagem
lOMUMIO:
!20 cadernos de papel branco, paotado, beira dourada, marado com as ioiciaes do com
praor.
2100 envelopes brancos.
3*100 penas ce ac (anrea langa).
4*1 cana obrtas de gomma.
- 5'1 tloleiro di vidro com lampa de metal.
6#1 arielro id< m dem.
7*1 pao da la< re.
8a i caivete de doas folbas.
9*-2 lapis.
10*-2 canes.
Todos esles obj as

RS. 6^000
ummm mmu*

m\m da m%m\t
Para eduea^o do sexo masculino
Director Manoel Alves Vianna
0 collegio da ConceicSo, mudado ltimamente para o bairro de Santo An-
^g tonio, ra de ,5. Francisco, casa n. 72, contigua estacfio central dos trilbos
^ urbanos dos A opacos, contina a funecionar regularmente, recebendo alum-
fnus externos e internos, tanto para as aulas primarias, como para todos os
preparatorios lecessarios matricula de qualquer faculdade, sendo os seus
^^ respectivos pr jfessores pessoas moralisadas e de um concito magistral j
1H bem firmado rest* cidade.
f^ O director dsste aovo collegio contiuuando a empregar toda a solicitude no
Preela-se de orna ama Dar cata de pooea fami-
lia : na roa ta Roda n. 48, sobrado de nm andar
com venesianas, oa esquina.
Claudio Dobeox ccnsUndo Ihe que algum
lem comprado em seu nome objectos em diverjas
I. jas e outros estabelecimeolos, previne a quem
inleressar, qoe nao paga eonia alguma, cujo ob
jeclo nao seja pedido por bilbele drmado coo>|o
seo proprio poobo, ou por sua molber, deveudo
dito bilhete acompaobar a respectiva coota na oc
casio do pagamento, sem o que nao tomara' sobre
si lal responsabilidade.
Desenc nado om litlo de peoso passado pela Associago
Protectora ao voluntarlo da patria Joaqnim Correa
Lima, teodo 18 mezes a receb r, e como tal decu-
menlo a oingoem possa aproveilar, visto como t
o abaixoassignado o ooico competentemente ha-
bilitado para reeiber a importancia dos mezes
vencidos : roga-se a quem o liver achado qoeira
entrega lo em carta fechada oa botica franeeza da
roa Nova ao Sr. Joo Ignacio Ribeiro Roma.
____________Manoel dos Sanios Lima.
Precisa-se de om forneiro de prmeira cas-
se para padarlaj_n> roa do Caoog o. 14.
Albino Baptista da RocbaTTelo-
joeiro e dourador, praga da Inde-
pendencia o. 12, faz qualquer con
certo certenceote a soa arte por
preces mais baratos do qoe em ca-
ira qualquer parte e responsabili-
za se pelo seo trabalbo, assim como
vende retoeios bons e baratos e compra obras de
ooro e prata em segunda mao.________ _
Ao commercio.
Jos Domingaes Pereira roga a quem se jalgar
seo credor o apreseolar se a cobrar oa roa da
Praia o. 3i, para promplamente ser -satisfeito da
data deste a 8 dias. Recife 4 de ootabro de 1807.
Ao commercio,
Manoel Maia da Silva oo deve nada a pts;oa
algara, com tudo se algaem Jalgar o contrario
aprsenle snas comas para sereno pagos no prazo
de 8 dias, a ra da Praia n. 34.
WIMCA
jS- desempenho d 3 seu mandato, espera fazer-se mais digno da confianca com
g^ que o vo hon-aodo os senhores pas de familia, cinfiando-lhe bondosamente
i* [i os seus lhos.
Os estatutos do collegio, assim como o franco ingresso em todas as snas
dependencias, esto sempre a disposigao de quem possa inleressar.
SI

FIJMIC10 D
Esta casa es< proiDta a tornecer os apparelhos para o fabrico de assucar deno-
minados Concretor Creyere descriptos no Diario de 7 do mez crreme.
Feitor.
Precisa-se de ura feitor quo saiba tratar de jar-
dlm e borla : trata-ie na roa da Cruz n. 'i8.
Precisa-se de ama ama de elle : na ra es-
trella do Rosario u. 43. 2 andar. ^^^^
^BO ai bar da,
Oot o Sr. philosopbo por aqui ? Diga-me urna
cousa Sr. philosopho : a sua maaia philusophica
tem dado para estas cousas ? cb I iristo coosa
ser pedante I Um favor : desembuche, e declare
o nome do raecbiriqueiro e a quem se dirigo, para
(er a devida respo.-ia do
Ioimigo dos tolos-philosopbos.
Precisase de urna ama : a' ra das Larau-
gelras n. 12, 2 andar.
Beato Jos Doitiogaes, deixou de ser em-
pregado da padaria do Sr. Joo Autonio Carpintei-
ro da Silva, desde o da 4 do correte. Recife 8
de outubro de ls.67._______________^^^^^
Aluga se omi ca*a na ra do Aljctie pro-
QATlAnje. para passadio de fesia tendo cacimba e
relender dirija se a mesma.
tasa em O linda
Alaga-se ama cas em O'inda, localidade excel-
lente para baobos saldados; no oito de S. Pe-
dro Novo, prxima :;' ca>a do commendador Joo
Pinto de Lomos : a tratar oa ra do Crespo, loja
o. 17.__________________________________
Emilia Bez rra Pires Ferreira faz sciente ao
respeitavel publioo que compreo ao Sr. Antonio
Vtctarino da Rocha a ca>a e negocio da villa da
Escada, ra do Commercio. ^^^_____^^_
Um mogo"se ollerece para caixeiro de escrip-
tarago : quem preeisar aaouocie pelo mesmo
Diario para ser procurado.
Precisa-se d:- um homem que seja bom for-
neiro : na padaria da ra das Crozes n. 32.
Lecona-se a olfejo e a locar vari ,s
inslrumeulos dando se as ligdes parir-
Jares em soas proprias caa, das S ho-
ras da tartfe al as 9 horts da ooiie : a
iraiar n.i rna Augusta o. 30 un oesla ly
pngrapbia.
Ama de leite.
Precisa-sede ama ama de leite, na ro estreifa
do Rosario n. 41, 1 andar. Ass-uora-se eicel-
leote traiaraento e paga eorrespoodoate ao traba-
Ibo, como se conveocionar.
Aloga-se orna boa ca na ciai de Olind
para se passar a f*U, coa: eommodos ym gran-
de familia oo principio da ra d> Amparo : a tra-
tar o i fondo de S Pedro ra 4e Agoas-verdes oo
mero 5.____________________________
iamoel Power Johusto ALompaalrw
Rna da Senz^la Non n. 43.
AfiRNCIA DA
Fnndlfaode Low loor.
M chinas a vapor de 4 e 6 ca-val los.
Mrendas e metas moendas para engenh*.
Tilias de ferro coado e batido para eage-
nho,
Arreios d<- carro para um e dona cavallrs.
Flelogios de onro patente inglez.
arados americanos.
Michinaspara descarofar algodio.
Motores para ditos.
M chinas de costura.
O Sr. Frln Feilel, nfgociaoie ambolanle,
nao podera' retirar-so desta praga sem pagar soa
letra vencida e protestada per ao paga, visto ler
completamente fallado ao cumpnraeoto de soa
promessa, e haver diligencias contra elle requeri-
das ao juizo rompeiej.le.
Shaw, Hawkes A C, importadores
de ferragens, mudara o seu negocio para
a Ra da Cruz n. 4.
Precisa se alugar tre ereravos para servigo
de ciara, paga-st bem : oa ra da Imperainz Da-
mero 63.
LINDO PttESENTE
PARA
Mili, esposa e noiva.
Pelo paquete inglez chegado a 26 do pr-
ximo passado mez, recebemos nova remessa
de bem feitos e delicados alflnetes de ouro
de lei com per-las, esmeraldas e rubins
verdadeiros, para co'locarem-se retratos.
Anda temos alfinetes simples de ouro de
lei para grvala e para peito.
Os precos s5o mu i razoaveis. Na Pho\o-
grophiaVi\\e\a roa do Cabug n. 18, en-
trada pelo paleo da matriz.
Joaquim Jos Gon^alves
Beltro
RAD0T84.PICUE N. 17 V ANDAR)
Sacca por todos os paquetes sobre o Banco
lo Minti em Braga, e sobre os gaiotes loga- i
om PortugaL
aher:
Lisboa.
Porto.
Valenga.
Guimares.
Coimbra.
Chaves.
Viseo.
Villa do Conde.
Arcos de Val de Vx.
Vianna do Castelio.
Ponte do Lima.
Villa Real.
Villa-Nova de Famellco.
Lagos.
Covilha.
Vassal (Valpassos.)
Mirandeila.
Beja.
Barcello?. _______________ _______
Sabonetes de alcatrao
O nso destes sabonetes tem apresentado os mais
ben Seos effeitos contra as impingeos, sarnas, ti-
aba, caspa, comiebdes o todas as demais molestias
de pelle
VBNDB-SE NA
B tica e drogara
DE
Ba cholomeu Campanil I a.
34Rna larga do Resano34
Perdeu-se no domingo 29 do mez passado,
oa ej-tagio dos trilbos do perlo do capia), ara ma-
raca* de praia : qoem o achoa e qoizer rr-titoir
a sea dono,_dirija-se a roa do Crespo o. 13.
Na roa Formosa o. 13 preclsa->e de ote me-
oino para criado : na roa do Amorim n 54.
Coovidam-'e novamaote os credor*^ qoe
inda nao rec b'raro o primeiro dividendo da
raas.-a fallida do padre Jo? Antonio dos Sanies
Lessa a virera receblo on e*criplorio de K-ller 6
C, ra da Cruz n. 5, at o Bra do rorrete ner,
e des-a dala em dunt-1, no deposito publico.
< fu abaixo asignado, teodo jasto e cr.otra-
tado com o Sr. Lino Antonio de Saraiva compra
de sna taberna Ma na ra do Soreg n. 56, i.re
edesembaragada : sealgoera se jo ir com direi-
to a mesma, dirija se a mesma tabem. o pra de Ires das, a contar desia data. Rerife 7 de oa-
labro de 1^67.
___ Maboel Rabello de Almeida.
Aoseotoo se no dia 3 do c.Trente pelas 2 bo-
ras da larde, do armazera de molbadosLiga,t
ra Nova, onde se achava de caixeiro, o menor
Maooel Joaquim Primngeoilo, porlogoez; come
delle o lenha o abaixo assignado. pal do dito me-
nor, noticia alguma, pede a quem d'elle soober s
sirva avisar oo mesmo armazera oo no escriptono
de Leal f Irmao. a roa da Cddeia, qoe aolto grr.t
se loe coofe-sar.
Manoel Joaqnim.
MOLESTIAS 1)0 P0
Aviso Importamte.
Os aicos verdadeiros xaropes de hypopbosphl-
tos de soda, de cal e de ferro do l>r. Cborebiil tra-
zera a firma qoatro vezes repelida deste sabio me-
dico sobre o sobscrlpto e a marca de fabrica da
a&3flJl,c'a Swaon, I i, roa CaligliOi-, Pars
me u d* J^."0" cm frascos qadrado" com o no-
Pars : Com iostrurgo
Na ra das Cioeo Pooias o. 77, ba para a o-
gar ama escrava propria para servigo de casa e
roa : quem preteoder dirjase a mesma casa.
Offerece-se orna criada para servir em ca de familia : oa roa do Imperador o. 50, 3a aodar.
Saques
Joaqoim Jos GooglvesRjlirao saca sobre Lis-
boa e Porto : a' roa do Trapiche o. 17.
Aluga-se
A casa da roa das Aguas-verdes n. 25 : a tra ar
na roa Bella n. 45.
A LEBITIMA
ULUIiMU
0
DO SA2ITGUE.
A LEGITIMA
SALSiFilttM
D.s lojas de ferrageoi a ra Xova a.
33 e 3o, perencBte a massa
falliia de S basta Jos da Silva.
Cordeiro Simes
a' re juarimeoto do Sdmioisirador d* referida mas-
sa .i jr despacho do Mra. Sr. Dr. joiz de direito
e-, .' lal do commercio, levara' oovameote a leilao
as ferragens, alamblqaes, sinos, ferro em barras e
miwo; oulros objectos existentes as menciona-
das lajas, servindo de base a offsrta obtida no lei-
(lo passado, isto
Quarta-feira 9 do eorreate
es 11 boras em pinto oos mesmos estabelecimeo-
tos.
lirio
Da arm^co, geoeros, balancas, gaie
mais pertences da taberna da rna
imperial i 2^5.
O agente Martins faja" lellio a reqoerimenlo de
D. L nza Rngema d'Assurapgio Ribeiro, vlava de
Prausisco Htrqnes Lemis Ribeiro e por despacho
do Ultn: Sr. Dr. juix municipal da prfmetra vara,
da taberna sita oa roa Imperial n. 245, periencen
le ao espolio de seo, finad') marido Limos Rloeiro.
Qoiota-f-iira 10 o corrale.
ki 10 horas do diana mesma taberna a roa Im-
perial n. 2t5,o balaogo existe em mi do mesmo
afale para ser examioado peles prdradeiites.
O abaixo assignado declara ao respettavel publi-
co e especialmente ao corpo do commercio, que
teodo justo e contratado a taberna perlenceote ao
Sr. Jos Leao de Mello, na roa Imperial n. 178 :
aqaelle qae se jalgar eredor da casa, aprsentele
oo praso de tres dias, seoio ficara' sem effeito ne-
nbam qualquer obstculo qae se aprsente.
Recite 8 de outubro de 1867.
Joo Francisco de Almeida.
Adlrecco do Club do Recite" tem resoivdo
qoe a parlada 4ocorrente mez tenha logar na nol-
le de Id.
O secretario
Joaaaim Leocadio Viegas.
Ana de leite
Precisa-se de orna ama de leite : na roa da
Ponte Veiba, casa defronte da serrara._______
-- Preeisa-e de nm caixeiro : na taberna da
roa da Sania Rita o. 3. ,
Criado
Prectsa-sa de om criado, preferlndo se escravo
na roa das Larangeirag n. 14, hotel Javentode.
' Precisa-se de nm bom offlcial de pedrelro e eal-
ceteiro para servigo constante : a pessoa qoe es-
tiver nestas airenmstaocias dirjase ao escrlplorit
da emprea do gaz, roa do Imperador n.- 3i, das
9 Doras da manha as 4 da tarde.
DE BIUSTOL.
PREPARADA NICAMENTE POR
la\a: & KEIIP,
NOVA YORK.
CONTINUAMENTE
APPARECBI
NOVOS
TISTKni\HOS
EM FAVOR
daltgima
Sil Si PARR1LHA
DE
BIISTOL-

Esta excellente e admiravel medicina e preparada de urna maneira a mais scien-,
tfica por cmmicos e droguistas muito doutos e de urna instruccao profunda, tendo tido
muitos annos de experiencia.
A SALSA PARRILIU DE BiUSTOL
urna medicina segura e digna de toda a confianca, conhecida e receitada pelos mdicos
os mais sabios e entendidos neste imperio, durante o espaco de tres annos, e nunca falla
em produzir o desejado effeito.
A SAIiSA PARRIaLIIA HE BRISTOjL
Entre as numerosas provas do prande merecimento da legitima, preparada por
Laoman e Kemp. de Nova York, n5o a mais fraca o fado que tem produzdo tantas
imitacoes e falsificacoes fraudulentas.
A SAIiSA PARRIIiHA BE BRISTOjL.
E' muito natural que aquelles que se acham oceupados em preparar e vender as
snas misturas em garrafas pequeas murmurem e gritem contra os frascos grandes, os
quaes conlm em tres vezes mais do extracto puro do que qualquer urna dessas outras
preparacSes Desie mercado.
A SALSA PARRIMIA BE BRISTOIi
foi estabelecida no anno de 1832.
No anno de 1848 o proprietario adoptou, com grande sacrificio se ogarrafas maio-
res, sen io agora de quar.ilho, offerecendo deste modo aosconsum.dores urna ma.or por-
reo de extracto porissimp, como nanea foi offerecido.
A NICA LEGITIMA
Os doent s dcveao ter bem o cuidado
de obterem getiuioa e nica legitima
salsa parrilha de Bristol, a qual preparada
por
LANMAN E KEMP
RE MIWA YORK.

B'
.
SALSA PARRILHA DE BRISTOL
PREPARADA POR


NEW-TORK.
CauteU coatra as novas salsas parrilhas de Bistol qne
sao perniciosas.
DE BRISTOL.
. PREPARADA MCAMEITE POR
LANMAN k KEMP,
NOVA YORK
ESCRFULAS .
(HAGAS ANTIGS
Ulceras
Feridas ulcerosas
Tumores
Herpes
Erupc'S
Lepra
Debilidade gerat
Rheumatismo
Salsuffem
Febree malignas e betiostu
hmpigens
Febree intermiteniet
flervoiidades
A SIJAA SuSTm IIISM
DeLanman eKemp
NEW TOBE.
E' A yELHOR
A MAISFORTE
B A MAIS BARATA
Em frascos grandes,
DE MO'fA ORIA .... a- ,,m, narionria de tantos armos e q ten^mimbo dos sc:eolilcoo, teoba
Nao bastan os ologios para justificar o^uyi^^eii^^ ^ mm de 34 anuos, e durante o espaco
adquirido urna exM*a e incontestavel popularidae. A BtlMJjmUM'i^^lL? D^^^ mesma confianca.
d 24 annos tem a do receitada pelos primeiros mdicos na lolpjrio dj Braul. Pwj ls prepawcoes ptrar
Veade-ee es IN>roambuco em casa de k. Caors, i. da C. Bravo o P. Miaar dt u.
r
i
_____,_


P^Hfl^BBBK ^Mi
tari* de PcnuuMbac* Terca felra 8 ie ulabro de 1867.
DE
CAROBA
PREPARUDAA FRI
POR
AUGUSTE CAORS
Pharmaceatico pela escola de Pars e successor nesta cidade
t>t
I
Aristide Saisset e J. Soum
22.-----Roa da Criw------22.


AO JAYME CABELLEIRBIRO
AMA
,V. 6,ra do Queimado primeiro andarN. 6.
WAO Ulitis CABELLOS BRAMCOS.
Tintura instanianea para enegrecer os cabellos era um minuto sera offender a pelle
Gabinete reservado e desente para tingr cabellos
^ cora perfeicSo, presteza e mdico prego.



Tratamento puramente vegetal sem mercurio, iodo, Oro, nem outro qaalqoe
mineral.
Verdadeiro purificador do sangue sem azougue.
Especial para a cura de todas as molestias que tem sua orinen na impureza do ^
sangoe, como sejam as molestias boubaticas, syphiliticas, escrophulosas, darthrosas, quer
venham ellas por bereditariedade, quer sejam adqueridas pelo contacto com pessoas in-
feccionadas dos diversos virus qne contaminam o sangue e os humores.
A caroba um remedio prodigioso, lusado desde remotas eras pelos indiof
do Brasil, e passando seu uso de geraco em geracSo, hoje um dos remedios mais co-
nbecidoscomo propno para combate/ as molestias mais hediondas, entrando nesse nume-
ro a morpha ou elephantiases, para cujo curativo os nossos sertanejos consideran! a
caroba como remedio especifico.
A muito ttmpo eotrou a caroba nos formularios como preparacao magistral
8ob a forma de eleictuario, ainda hoje lembrado as pharmacopas com o nome de seu
celebre autor Jo5o Aives Carueiro: nlo ella portanto remedio novo nem desconbecido.
O ungento de caroba da mesma sorte preconisado desde tempos immemo-
riaes como o mais apropriado para o curativo das boubas e ulceras syphiliticas srdidas,
e empregado com proveito depois de improficua applicacjo de muitos outros agentes
therapeuticos enrgicos e de uso quotidiano.
Muitos dos aossos mdicos de considerado e entre elles o muito distincto praticc
observador o Sr. Dr. Pedro d'Athayde Lobo Moscoso, tem confirmado por meio de ex-
perieucias repetidas, o que diz a fama das benficas propriedades da caroba no trata
ment das boubas, das diversas formas sob que a syphilis se apresenta e moito especial-
mente as que teem sua sede na pelle, e poderiamos relatar alguns casos de data muito
moderna observados pelo mesmo Sr. Dr. Moscozo em que a caroba produzio admiraveis
effeitos, depois de imitis e prolongadas applicaces de salsaparrilha, mecurio, iodo, ou-
ro e seus preparados, etc., etc. ...
N5o era possivel que urna planta to notavel por suas inappreciaveis virtudes es-
capasse a perspicacia e invcstigaces dos mais abalisados praticos europeos, que se ap-
plicam com especialldade ao estudo e tratamento das molestias syphiliticas e herpeiicas
e para prova ahi esi5o os Srs. Drs. Casenave, Schurfer, Ricord e outros dando as mal'
lisongeiras informacoes sobre as propriedades curativas da caroba e preconisando-i com'
remedio poderossimo para o tratamento das erupces cutneas, seccas ou suppurativas
dartbros de todas a quaiidade, ec emas, nlceras de diverras naturezas, tumores, osseos
e outras muitas molestias de natureza syphidtica ou boubatica.
Por ter-se generalisado muito o uso da essencla da caroba qae en pre-
paro e pelas instancias de varios mdicos que desejam continuar em suas observaces,
deliberei-me a ter prompta urna quantidade da mesma essencia, obtida sem a acco do
cgo, para nao prejudicar as propriedades medicamentosas; e d'ora em diante encon-
trar-se-ba na minha pharmacia sempre e em porco suficiente para todos os pedidos a
ESSENCIA CONCENTRADA De CAROBA, e o ungento da mesma plenta para que nun-
ca fallem aos Srs. mdicos quequizerem experimentar t5o precioso agente medicinal.
Rect'fe de Parnambuco, 17 de outubro de 1866.
A'JJUSTE Caors.
Deposita geral de todos radjd so apeos
Botldca e rogarla
34Ra larga do Rozario34
TTMIJ
nico preservativo de caspas e calvice.
PREMIADO PELAS EXPOSIQES DE PERNAMBUCO E RIO. DE JANEIRO
Sali para cortar e frliar cabellos, e fazer barbas.
BEH MONTADA OFfToDE CIBELLE1REIR0
onde com esmre e gosto se manufacturara, quer para a provincia, quer para fra della, todas as qualidades de posticos ||
modernos e do apurado gosto, accrescendo a grande differenca de ser 10 Ot0 mais barato que em outra qualquer parte.
i:\phmlldn aorttmento de cabellos, em cores e em eomprlmento,
I.6. RA 1IO MEDIADO ff.G.

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3. 1
a- nQ
c% s:

Precisa-se de orna ama qae eogomme la,
para ama cusa de poaea hmilia : a tratar u pra-
8* doCorpo Santo o. 17, 3* aodar. ^^_^
Perdeu-se o dia~20 do correnlsjKim
anelo de ouro de feitio iogiez com snete
j^! roga-se a quem o achar (ou acboo) no caso
) de querer entregar ao seo proprio dono de-
^^ rijir-se ao pateo do Corpo-Saoto n. 11, qo
generosamente ser recompensado.
Antonio Alves, filho de Manoel"AlveT,
natural da freguezia de Paco de Sooza, logar
de S.LooreDco comarca de PenaQel em Por-
tugal, embarcoo para o Brasil antes da 1834
pouco raaisou menos, deseja-se saber se an-
da exte ou se j fallecido, pois consta que
em Portugal saniram an >uncios (nao pode-
mos precisar a epocba) chamando os herdei-
ros, pois qne tinba fallecido no estado de
solteiro, e sem parentes coohecido aqai, se
ainda vivo deseja-se saber aonde reside ac-
tualmente e se com effeito fallecido, aon-
de paira a fortuna q:e const a ter deixado pois
que ha herdeiros e bem prximos- que sao
seus sobrinhos ra do Apollo n. 24 2 an-
dar.
Preciaa-te de ama ama qae coilabe o eogom
a tratar oa ra do Qurimado o. 13, i* aodar.
Illllllll
Dr. A. S, Perora do Carmo (medie)
est morando no sobrado n. 1S da roa da
Imperatrli.
e:
?l
N
PHOTOGRAPHIA
TILEEiliA
RA DO CABOA N. 18, ENTRADA PELO
PATEO DA MATRIZ.
0 nosso estabelecimento photogrspbico
est sempre em dia com todos os melhora-
mentos e progressos qoe na America do
Norte, ou na Europa se consegue na arle
photographica, e para alcaocarmos tal flm
i nunca poupamos despezas nem sacriheios,
de sorte que os nossos numerosos freguezes
I podem ter a certeza de que sempre encon-
traro em nosso estabelecimento ludo quan-
to a arte e a moda oSerecer de bom, no
dovo e velbo mundo aos amantes da pbo-
tographia.
NOVIDADE PHOTOGRAPHICA.
Acabamos de receber todo o necessario
para fazer retratos chamados carie-album.
Este genero de retratos ltimamente in-
ventado na America do Norte, rpidamente
se propagou na Inglaterra e Franca aonde
goza actualmente de todo o favor da moda.
A carte-a-lum se faz por duzias como os
antigos andes de vtsita.
Na Inglaterra trocaram o nome de carte-
album pelo de retrato-galeria e os ingleses
usam encaniibar estes retratos em quadros
especiaes para com elles formar galeras,
com que ornam seus gabinetes. Recebe-
mos urna certa quantidade de taes quadros,
Iua mus ujutieujus por barato prucoaosj
nossos freguezes.
As pessoas que quizerem ver specimens
dos retratos chamados carte-album, j fei-
tos em nossa officina sao convidados a visi-
tar o nosso estabelecimento.
CARTOES DE VISITA A 90000 a DZIA.
Em conseqtienda do novo genero dele-
tratos chamados carte-album, diminuimos
o preco dos antigos candes de visita, os
! quaes de hoje em di me cam reduzidos
balis'eito o invencivel veado Branco, com as maneiras attenciosas com que ao preCo e
'oi acolhido pelo res )eitavel publico desta br^sa provincia, a ponto de que muitos a por-
Escripluraco commereial
Urna pessoa com a praliea de mais de SO anuos
propde-se a escriptarar linos por qoalqoer yste-
ma. Orgaolsaos, adianto os atrasados, proeede a
batneos e lecha os livros por prreus convenci
nados: qaem precisar delxe carta fechada nesta
typograpbla com as iniciaes D D oa na travesa da
roa do Vigario n. 1.
Alaga-se por anoo oa (esta ama casa terrea
na no Poco da Panella prxima a igreja, que foi
do fallecido Dr. G imes, com grande quintal mo-
rado e commodos para familia : a tratar com Leal
& Irma o, roa da Cadeia do Recite n. 56.
c%
1
IMIIjI


PARA UZO INTERNO
PREPARADOS SIMPLES,
Xarope de jurnbeba garrafa......... !5ooo
Vinhode l6oo
Pilulas de vidro......... 10600
Tintura de 64o
Extracto hydralcoolico dejurubeba 120500
PREPARADOS COMPOSTOS.
Vinbo de jurubeba ferruginoso garrafa. 20000
Xarope 10600
Pilulas vidro... 20ooo
Oleo de jurubeba vidros.... 64o
Pomada de pote...... 6io
Emplastro libra..... 205oo
PARA UZO EXTERNO
A Jt BU KEIS*.
Esta plantaje hoje reconhecida como o mais poderoso tnico, como um excesi
lente desobstruente, e como tal applicada nos engorgitamentos dofigado e baco, na-
bepatites propriamente ditas, ou ainda complicadas com anazarchas, as inflammaces
subsecuentes as febres intermitentes ou durezas, nos abeessos internos, nos tumores es-
pecialmente do tero e abdomen, nos tumores glandulosos, na anazareba, as bydrope-
zias, erysipellas; e associada as preparac5es ferruginosas, ainda de grande vantagem
as anemias, cbloroses, faltas de menstroaco, leucorrbeias, desarranjos atnicos do esto-
maga, debilidade orgnicas, e pobreza de sangue, etc.
O que dizemos affirmam os mais divnelos mdicos desta cidade, entre os quaes
podem os citar os lllms. Srs, Drs. Silva Ramos, Aquino Fonseca, Sarment. Seve, Pe-
reira do Carmo, Firmo Xavier. Silva et. Todos elles reconhicem a excellencia d'este po-
deroso medicamento sobre os demais at ho? ronhecids para todos os casos citados,
tanto qoe todos os das fazem d'elle appHcacr.
Apresentando aos mdicos e ao publico em geral diversos preparados da jora-
beba, tivemos por fim generaisar mais o uso d'este vegetal, fazendo desapparecer a
repugnancia que at hoje senliam os doentes de usar dos preparados empricos d'elle, o
mais das vezes repugnantes a tragarem-se, e que tinnain ainda a desvautagem de nlo
ser calcalada a dose conveniente a applicar-se, o que torna muitas vezes improficoo nm
medicamento, qne podena produzir ptimos resultados.
Os nossos prepados so foram apresentadps depois de havermos convenientemente
estodado a jurubeba, fazendo as experiencias precisas para bem conhecer as propriedades
medicamentosas d'esta planta em suas raizes, folhas fructas ou bagas, e a dose convenien-
ea app icaeo, tendoalm d'isto procurado levar os nossos preparados ao malor grao de
tperfeifo possivel, para o que nao poupamos estorbos, d3o nos importando o pouco lu-
cro que possas&es_ tirar.
Por tanto os qae se dlgnarem recorrer aos nossos preparados podem ter a certeza
de qne elles offerecem a garanta, de que se pode encontrar a prompta e infallivel cura
de qualque dos soffnmentos, qne deixamos nnumerados, se forem em tempo applicados
tendo alm d'isso, medico ou doeote a vantagem de escolher as nossas variadas prepa-
rac&es, aquella qoe melhor Ihe pode convir, j pela fcil applicaco, e j pela complicac/o
das molestias, idide, sexo, ou ainda natureza de cada individuo.
As nossas prearaces ferruginosas &o feitas de forma que se tornam completa-
mente solaveis nos suecos gstricos, porque procuramos os comporto* de ferro que como
taes esto hoje recontoecidos.
.Par> aquelles que mais minuciosameole queiram conhecer as propriedades da
jurubeba, e saberem a applicaco de nossos preparados, destribuimos gratuitamente
em nosso oeposito^m follieto, onde tratamos nMeniensaaieflte d'esta planta e dos av .
mos preparador
a desputaram a satifaco de serem os prime iros a comprarem em seu importante arma- f
zem, se desvanece eta declarar com toda a lealdade de que capaz, que est cida vez pela primeira duzia, sem que por causa
mais animado, nao si pelo benigno acolbimento que tem recebido, como pelas forcas de desta diminuigo de preco, dcixemos de es-
quedispe porque at boje nao careceu ainda dos preparados de jurubeba, nem do merar-nos no nosso ir.ibalho. como sempre
xarope alcoolico de VBlame. foi nosso costume. Alm disto, continua-
O Veado Braneo, declara a quem ainda o noconhece que nao um mos a dar os candes de visita em carines
desses bicharocos intrataveis que por ahi vivera com flgura humana; domesticado no de luxo, Bristol, ou porcelana, douredos ou
ameno paiz onde a ainavel Aguia Branca vio a luz do astro bemfeitor, elle partidario lithographados para o que temos urna vare-
desse invejavel agrado e sinceridade que com tanta gravidade se desprende do seu dade de 12 modelos, a escolha de quem se
bico encantador. retratar.
O vendo Branco, como todo o hornera civilsado, ama a sociedade dos *- va gomo prevenco.
bons, gosta do centro do mundo elegante, usa do tnico de Jayrae. para previnir qoe lhe j Apezar do nosso trabalho ser miiito co-
ponbam a calva aos)l, vai a companhia des Bouffes Parisiens e no meio do partido de onecido nesta cidade, aonde trabalhamos a
madame Adelle, elle tambem atira-lhe o seu lindo bouquei. i *2 annos, com ludo jalgamos de nosso de-
Digne-se o benigno leitor de jurar as palavras sinceras do sincero Veado ver dizer hoje o seguinte:
Branco, e venba prover a sua dispensa do quemelhor se pode encontrar n'um estabe-; Nos retratos fetos em nosso estbeleci-
cimento de molbado,. | ment emprega-se toda a cautela para uf-
A modicidide dos precos, comparados com a boaqualidade dos gneros e o; ferecer-se a par da belleza do trabalbo, as
bom modo com que se recebe os senbores compradores, deve certamente convidar as! melhores condifoes de duragSo. Doura-
pessoas que ainda nu vieram nossa casa a fazc parte dos amibos e freguezes do^nosso mos e fixamos os nossos retratos sem olhar-
DCI I ICClMfi I DM7CM mosaecODOm'as' e ltimamente para Ihes
DtLLIoOllllU AnlYlAi'tlYl podermos dar urna lavagem mais ampia
e segura, contratamos com a companhia de
Bebiribe nma peona d'agua. Os nossos
car toes de de visita sao verdadeiras photo-
grapbias, que nao precso de retoques do
pintor para lhe desfarcarem os defeitos, e
convidamos a quem quizer a passar sobre
elles urna esponja molbada em agua, ou a
deixa-los mergolhados por espaco de horas
em agua, ou em espirito de vinho : se apre-
sentarem alterarlo serao recebidos por nos
e pagos pelo duplo do que tiverem cus-
tado.
Continuamos a fazer retratos por todos os
systemas photograpbicos at boje conbeci-
dos em pbotograpbia. O nosso sortimeato
de caixinhas, quadros, passe-par-tauts, e
joias de ouro para a collocagao de retratos
o mais completo, variado e abundante que
existe nesta cidade.

MOLHAD
CONHECIDO PELO NOME
S
DI
VEADO BRANCO
Estabeleciilo ra Direita n. 16.
Esquina da travessa de 8. Pedro.
wmn


m: 9
A -Ri do CabagM. 8 A
i^gostiuho Jos dos Santos $ C
Acaba de ebegar a este estabelecimento um esplendido sorlimento de
joias do ultimo jostn, perfeico artistica e modellos enteiramente noos; como
seguem: aderaos com rnbim, esmeraldas e perolas finas, pulceiras, broches
para retrato, aunis, botoes de punho, brincos e cassoleus com letras, etc..
etc., etc. Salvis de prata do Porto, faqueiros, paliteiros, cliz de mesa
fructeiras, cojos precos s5o incompetiveis, pois que os propri-tarios desta casa,
recebendo seus artigo directamente da Europa, podem servir vantajosamenta
aos seus fregueses. Compram-se brilhantes, peoras finas, ouro e prata, page
se bem, tamben se incumbem de fazer concertos.
N. 25 Ra do Livrsneol* N. 25
Deposito de lamaocos e calgado nacional da fa-
brica da roa do Jardlm D. 19, de Jos Vicente Go-
dioho, tanto do deposito como oa fabrica seapromp
tam todas as portdes de calcado o mais baraiu
possivel, esta fabrica tem todas as machinas pro
prias para os calcados ja bem acreditados pelo
grande numero de freguezes qoe daqni se for-
neeem.
CASA DA FORTUNA
Aos 6,0000
BILHE1ES GARANTIDOS.
A' ra do Crespo n. 23 e casas do costme.
O abaizo ssigoado veodeo dos seos moito eli-
les bilbeles garantidos da lotera qoe se acaban de
eitrabir a beoeQcio de Nossa Senhora do Monto
de Olinda, os srgoiotes premios :
.>. 96H meio bilnete com a sorte de 6:000.
N. 338 meio Mlbete com a sorte de 1:2i i E ontras muitas serles de 1005, kOt e *. i.
Os possnidores podem vir receber seos respecti-
vos premios &em os descontos ias leis na casa da
Forln; rna do Crespo n. 23..
Acbam-se a venda os da 14* parle da lotera da
Santa Casa da Misericordia (40*) qoe se eitrabt-
ra' a 8 de outubro viodooro.
Freco.
Bilbete.....6*000
Meio......34000
Qaarlo.....1*500
Em porcao de 1005 para cima.
Rilbete.....5*500
Meio......8*750
Quarto.....1*375
^^^^^^^ Manoel Martins Finia.
Gasa
Aloga-se a casa o. 6 da roa do Principe oa fre-
guezia da Boa vista com 1 salas, 3 qoartos, coii-
nba e quintal : a tratar na roa Nova n. 3.
Continaa-se a fornecer almona e jaolar por pre-
co commodo, em orna casa particular: na ra t-
reila do Rosario sobrado o. 33.
Ecuaos
MARTIMOS
CONTRA FOGO.
A companhia indemnisadora, eslabeleci-
da nesta praca, toma seguros martimos so-
bre navios e seus carregamentos, e contra
fogo em edificios, mercaduras emobilias:
aa rna do Vigario n. 4, pavimento terreo
ALMANACH
DE
LlISOBRAslLtlRA
Pra 1868.
POR CAST1LHO.
Vende-se na livraria Econfnica defronte do arco
de Santo Antonio.
Chocolate vermicida
DE .
Antonio Nunes de Castro.
Desde 1857 que sao as tabellas vermicidas ap
plicadas em Portugal, como o remedio prompta
eficaz para a expulsan das lombrigas, qoe togra
ves padecimentos cansam e qae qoasi sempre ao
s soppde ellas a origem.
Este vermfugo prefeiivsl a qoalqoet cotro
pelo seo agradavel paladar e fcil applicaca> a
enancas qae mais geraimente sao atacadal de se-
melbanto mal.
Deposito especial
34-Ra larga do llorl#3*
Botica de Bartbolomeu C.
mmjmmm m mwmmm
^ Companbia idcli lade de seguros p|
martimos e terrestres
establecida no Rio de Janeiro
^'.' AGENTES EM PERNAMBUCO
Aitoaio Luii de Ol reir iievc* i C
40 competentemente autohsados pela
directora da companhia de seguros
Fidelidade, tomam seguros de na-
vios, mercadorias e predios no seu
escriptorio ra da Cruz n i.
: : : :
Ama.
Trocara se
as notas 4o banco do Brasil e das calzas filiaes-
dom descont multo rasjavel, na praca da lode,
ceadencia n. M.
Precisa-se de
Qaeieuii a. 49.
Ira
ama ama de leite
na roa *
Aluga-se
o primeiro aadar da casa na roa da Aurora, bair
ro da Boa-ViM.a, muito acetado, p com bastantes
commodos; a nteader-se com Manoel Lolx Vi-
raes.
Precisa je de toa ama para casa de peque-
a familia pre!eniaie-ee ewrava : na roa do Cres-
po a. 7.
Preclsa-se alogar ama ama, para comprar, eosl-
nbar e encommar : na roa de S. Francisco n. 54.
O Dr. Lobo Moscoso annuncia que s
sextas-feiras e sabbados s cinco horas da
urde vaccinar a todas as pessoas que ap-
parerem para receberem este preservativo,
emquanto contiuuarem a comparecer as
pessoas vaccinadas para se tirar o puz vac-
cnico: roa da Gloria n. 3.___________
Na praca da Independencia n. 33, loja de
oun ves, compra-se ouro, prata e pedras preciosas,
e tambem se faz qualqner obra de eBeommeada e
todo e qoalqoer concert.___________________ .
Na rna da Aurora n. 8, segando andar,
arecisa-se de orna molber forra oa escrava para
dadar com ama eriaoca de tenra Idade.
Agradec en to,
A viava de Francisco Aogasto de Oliveira, en
sen nomo e de seas Albos, agradece mol profun-
damente o beneficio que pelo Sr. Aatoaio Jas
Daarte Colmbra lhe fra concedido no tkeatr de
Santa Isabel em 3 do correte oes, tmm cava
se confessa penhorada a todo* oa senhoraa aja*
aceitaran bilbetes e principalmente aqoelles qoe,
nao podendo asslstir ao espectculo, contribuirn
com o importe de suas respectivas entradas. O
co os remaoerara' devidameate, entretaato qoe
a beneficiada e seus filio? multo licarao evead*
a soa generosa proteccao.
Raymanda Francisca Victoriana de Oliveira
Mulato futido
Ansentoo-se o mnlato Umbelino, coa os tita
seguintes : Idade 18 anoo, sem barba, cal
pretos e corridos, tem falta de um dente aa frea*%
sobre as costellas tem um signal preto, tesa naaa*
cicatriz oa testa, offlcial de sapateiro, oda calcado
e levoo paletot preto, calca branca, chapeo baizo
de massa : qaem o pegar leve-o a roa do Botana
n. t, qae sera' gratificado. ^^
Saques
Joaqun de Sooza Silva Caoba, sacca sabr
Porto : oa roa da Cruz n. 18.


r
Harto Je PeriuMhnc* Terea fclra de OdiuIii o de 1867.
MACHINAS
PARA
SOUZA SOARES & IRMAO
proprietarios do grande e novo estabelecimento de miudezas,
ferragens, quinquilfiarias e candieiros agaz
RITA \OVl S. ?
Em frente a botica do Dr. Sabino
Receberam directameote de New-York um soriimento de machinas para descarocar
algodSo, sendo de 12,14,10,18 e 20 serras, que pela sua qualidade e perfeico, tornam-
se recommendaveis.
Os proprietarios garanten) por nm anno a construccSo das mesmas, e o bom re-
soltado em descarocamento de algodSo. Sendo estas de um modelo tal, que alm de se-
ren de pooco rolume s3o muito facis para o trabalbo, flcando o algodo o mais perfeito
possivel. Affiancaido-se os precos serem mais razoaveis que.em outra qualquer parte.
Os pretendentes podem drigir-se ao referido estabelecimento, que alm de acba-
rem um bom soriimento de objectos de que tendente, encontrarlo sinceridade e bara-
teza nos precos.

Na secretaria d. Sania Casa ds Misericordia
do hecifa pretisa-se Iillar a Si.' Leadra Carnei-
ro de Onveira.
---------------------
CWereca-se ama ama para cozinbar e lavar
para cata de pouca a niha : a tratar na roa da
Gloria, becco do fund.o o. 3.

COIHIPRAS
JOIAS
N. 2 D

(P_F* CORACAO IIE OlKO. %^Jfc
A loja n. 2 D intitulada Corado de Ooro na roa do Cabug, acha-se d'ora em diante offerecen
Jo ao respeitavel publico com especialldade as pessoas que bonram a moda os objectos do ultimo gos
td '* Pars) por menos 20 por cento do que em outra qualquer parle, garantindo-se a qualidade e a so
z da cbras.
O respeitavel pnblico avaliando o desejo que deve ter o propietario de nm novo estabelecimen-
to que qner progresso em sen negocio deve cbegar inmediatamente ao coracao de onro a comprar
aneis com perfeitos brilhantes, esmeraldas, rubios e peroia ; verdadeiras em agarras, modernas pele
diminuto preco de 10*, brincos modernos de ouro e coral para menina pelo prego de 34, maracas de
prata com cabos de marfim e madreperola obra de moderno gosto (o qne o encontrarlo no coracao de
onro) voltas de ouro com a competente crusfnna ricamente enfeitada pelo pequeo preco de 124, brin*
eos de nm trabalbo perfeito por nm mdico preco, cassoletas, tranealms, pulceira-, alneles para re-
tratos e oatros modelos tudo de alto gosto, aneis proprios para botar cabello e firma, dito para casa-
mento, no artieo roseta tem o Coracao de Ooro nm completo e bem variado soriimento de diversos
gostos,' butSes para punbos com diamante, rubios e esmeraldas, obra esta importante ja' pelo seu va-
lor ja' por gosto ds desenbo, brincos a forma da delicada mosloba de moca com piogente contendo es-
meraldas, rubins, brilbantes, perolas, o gosto sublime, alBoete para grvala no mesmo gosto, relo-
gios para senhora cravados de podras preciosas, ditos para horneen, diversas obras de brilhantes de
muito gosto, crnsinbas de rubins, esmeraldas, perolas e brilbantes, aneis com letras, ccetelas de
crystal e ouro descoberta para retrato (a iagleza) brincos de franja, ditos a imperatrize toda e qual-
quer joia, para secoliocar retratos e obras de cabello, e oulros muitos objectos qae os pretendentes en
contrario no Coracao de Ouro que se conserva com toda a amabilidade aos concorrentes delxando-
se de aqu mencionar precos de certos objectos porque (desculpem a maneira de fallar) dizendo-se
preco talvez alguem faca mao juizo da obra, por ser tao diminuta quantia a vista do seu valor.
Na mesma loja compra-se, troca-se ouro, prata e pedras preciosas, e lambem recebe-se concer-
tos, por menos do qne em ontra qualquer parte, e dao-se obras a amostra com peobor, conservndo-se
e Coracao de Ooro aberto at as 8 horas da noile.
Qualquer pessoa que se dirigir ao Coracao de Ooro nao se podera' engaar com a casa, pois
nota se oa sua frente um coracao peodurado pintado de amarello, alem de outro que se nota em um
rotulo (sto se adverte em consequencia de terem ja' algunas pessoas engaado com outra casa.
Moedas de prata
nacienaes, assim con;o pataedes portuguezes e
bespanbes, compram-se com premio : na ra do
Crespo n. 16, pnmeiro andar.
Compram-sc escravos
Silvino Gullberme de Barros, compra, vende e
roca efectivamente es :ravos de ambos os sexos
de todas ai idades: a' ra do Imperador n. 79,
-rceiro andar._________________
Compram -se
com premio meedas de ouro e de prata'nacieoaes
e estraogeiras : na roa da Cade la do Recite n. 16
armazem de Adriano, Castro & C._______________
Libras esterlinas,.
Compram-se com bom premio : na pra-a da In
dependencia n. 22.
Moeda t de ouro.
Nacionaes e estraogeiras assim como libras
esterlinas : campram-sn na roa do Crespo n. 16,
primelro andar.
Comprase ooro e praia em obras velbas :
na praca da Independer a. 22._______________
MONJAS
de ouro e prata
Compram-se moedas de onro nacionaes. e estrao-
geiras, bem como patarSes dos diversos cunhos :
em casa de Adamson, I owie & C, rna do Trapi-
che-novo n. 40.
Na rna de Abollo, armazem n. 12, compram-
se dous escravos preto.;.
Cimpra-se por oais do que em ontra qual
quer parte, prata brasileira e estrangeira, libra
esterlinas, moedas de 9* e 16* portugoezas, d
5*, 102 e 20 brasikiras e >e trocam sedla
das calas filiaes do B:>nco do Brasil : na ra da
Cadeia do Recife n. S8, loja de azulejo.
24900D
Comprase na loja de jotas do coracao de onro
n. 2 D, ra do Caboga, moedas nacionaes de 204
Compra-se orna e engomme : na ra da Fenha n. 23, 1 andar.
ELIXIR DEPURATIVO
VENDAS
A rmago
Vende se nma armario de louro nova inverni-
sada, da casa da ra dis Cruzes n. 37, propria
para qualquer negocio, para tirar oo ficar na mes
ma casa : a tratar oa mesma ra n. 41 A. taberna.
DO
DR. SEVIAL.
Para o tratamento e cura rpida e completa das molestias syphiliticas, eris-o-
las, rheumatismo, bobas, gota, debilidade do estomago, inQammagoes chrooicas do figado
e baco, dores sciaticas, cephalalgias, nevralgias, ulceras chronicas, hydropesias, pleuri-
nficaija ao sysiema sanguneo.
,,,!,.:,., ,
->\ nn */tr\lw
Conslderaces geraes
ATTK\CI0
No armazem de fazendas de
Santos Coelho, ra do Quei-
madon 19.
Boa c barato
Lansinhas Poil de Cbvre a I0 o covado.
innlSrt pnfa^laHn 9 fl a npca.
iraia de cores matisadas finissimas a
800 a vara,
dem brancas transparentes Qnas de b&
A saude um bem inapreciavel, cuja importancia e valor s est reservado ao ens 50000, 60,70, 80 e 9ooo a peca com
itrnio o 3V3I12-I0. K'ni'm
racoatestavel que o homem nesle mundo constantemente, e por todos os lador dem branca tapada de 80 e 8&'a Be
atacado por urna innidade de ageules morbficos que todos tende n, dadas certas e deter-'. com42 jardas __-'"
minadas circumstancias, a alterar o regular exercicio das funecoes orgnicas, resutaubo, dem branca france::a muilo lanza a 90 a
pesse desequilibrio o que se chamamolestia. I peCa com 8 varas
A molestia nao mais do que a desvirtuado das forcas vitaes, occasionada,- d, Baloes de 35 e 4C arcos nesgados Dar
gundo as investigacoes e experiencias dos mais abalisado mestres da sciencia, pela depm- senlioras, a 40500.
vac5o dos humores geraes, consequencia da aeco maligna desses mesmos agentes mora e dem de mursuli'na nesgados a 50
ticos introduzdos no organismo pelo acto da respiragao, pela via digestiva, pelo contacto; dem de crochet a5A
immediato etc. etc. etc.
A syphilis infelizmente tem sido a partilha da humanidade, e como fra de duvi-
da que esse terrivel Proteo da medicina urna molestia hereditaria, ella tem sido obser-
vada em todas as idades, e debaixo de todas as suas formas o variadas, enfraquecendo
constituices robustas, produzindo mutilacoes, e corlando ainda em llr da idade vidas
preciosas.
Eliminar da economa esses principios deleterios. e purificar amassa geral dos
humores tem sido desde tempo immemorial o fim constante da medicina, e os purgati-
vos figuram em primeiro lugar para preencher esse desiieratum ou fim.
O Elixir depurativo do Dr. Sevial parece merecer a preferencia sobre todos: os
Fabrica e fundiedo de bronze
e outros metaes, caldeireiro,
laioeiro, e funileiro, situada
na Soledade, ra do Prin->
cipe n 3, e com deposito na
ra Nova n 38, da cidade
do Recife
DE
BRAGA SAMPAIO
Fabricam-se neste importante estabeleci-
mento todas as obras concernentes as artes
respectivas como sejam:
Alambiques de todos os tamanhos em
feitios, os mu acreditados aparelhos de
Derosne com as dimerjees delicadas dos
fabricados em Franca.
Fabricam-se avulsas quaesquer pecas des-
aparelhos, como sejam o dilatador, ratifica-
dor e condensador, ou e>quenta garapas,
resfriador, serpentinas interiores.
Fabricam-se bombas de todas as dimen-
c6es e qualidades, pelo systema francez ou
americano, simples, de pressSo, repuxo, e
com especialidade a estanca ros! assim -dp
nominadas pelo enorme volume de'agua
que absorvem calculada em 100 pipas por
hora, e das quaes algumas esto promptas a
serem experimentadas.
Existem bombas por este systema, me-
nores, para regar sitios, garantindo-se nao
s sua duracao como a grande quantidade
de agua que fornecem pelo que sSo cons de-
radas boje as primeiras bombas conhecidas.
Todas as mais obras se fabricam vonta-
de dos freguezes e a seu capricho.
Existem sempre promptos no deposito in-
dicado na ra Nova n. 38, um completo sor-
timento de obras solidas, bem construidas e
a precos rasoaveis, como s5o alambiques,
serpentinas, taxos, passadeiras, reparlidei-
ras, escumadeiras, cocos, candeias, e muitos
outros utenc.lios preprios para engenhos,
como sejam mancaes de bronze, parafuzos
para rodas de agua e outres.
Cavilhas, machos para lemes, pregos de
todos os tamanhos e para o forro de cobre
de navios.
Aprompta-se ludo quanto diz respeito as
obras de lato torneadas e polidas com toda
a perfeicao.
Vlvulas para tanques de baDho, lorneiras
de todos os tamanhos e qualidades, assim
como todos os ornamentos para militares,
boloes para farda, aparelhos para barretina,
nmeros, espheras, espadas, cornetas, alam-
padas turbulos, caldeirinhas, aavtas, almo-
farizes, perfumadores.
Obras de folhas de (landres de todas as
qualidades, bahs, bacas, bules e outros
utencilios domsticos.
Lampies para gaz para engenhos, folha
de flandres em caixas, folhas de cobre e la-
t5o, tubos de chumbo para eocanamentos de
todas as dimencoes, folhas de zinco, estanho
em barras e verguinha, lances e barras de
chumbo, vidros finos psra espelhos, de co-
res, bordados, e opacos, e oulros para vi-
dracas, diamantes para corlar vidros, cadi-
nhos ordinarios e de patente, rea para mol-
dar, folies para ferreiro, lavatorios com ba-
cas e jarros, trra podre e outros nmeros
o jectos proprio de taes eslabelecimenios.
Sendo todas as obras inspeccionadas e
*o do'UiMH, aJtllIfcijliuilui,
ifcY,:
i;..
Id^m de mursulina para meninas a 30 e
30oo.
Saias bordadas a 5 5.
Cambraias admascadas para cortinado a
120 a peca com 2o v; ras.
dem para forro a 30 a peca com 10 jar-
das.
Carabraia de linuo muito fina de 60 e 90
vara.
mmensos successos obtidos pelo uso deste salutar agene tanto na Allemanha, como em 110aeT2OaSDecaS ^ **' 9^'l0&'
Franca e Italia, o tornam o companheiro inseparavel de quasi todos os doentes. Plalilba de algod5o superior fazenda para
Sendo as melenas, como cima dtssemos, devidas as alteracoes dos humores, o saias a 30200 a peca im lo varas
Elixir depurativo do Dr. Sevial pode serempregado vantajosamente na syphilis, erisy- Cobertas de chitas de rama^m'* tk^
pelas, rheumatismos, bobas, gota, debilidade do estomago! inflammaCoes chronicas do lSJS de hambun o fino a^04OO *
figado e baco, dores sciaucas, cephalalgias, neyralg.as, ulceras chronicas, hydropesias, dem de bramante n uito fiuo a 30200
pleur.sias, gonorrheas chronicas etc. e em geral em todas as molestias em que *e tenha Pannos adamascado Tara Mbrir mp a
em-vista a purificado do systema sanguneo; pois que umapratica constante tem feito 40500 aaamascaaos Para cobr.r mesa a
UT! flnVatSpeSaV D- aS0S graviSsimos Para minorar os soffrimentos, e pre- Guardanapos de linl.o adamascados a 40
parar o doente para medicacoes superiores; e as menos graves a cura a xonse- a duzia.
quencia do seu uso, convenientemente repetido. Atualhadn adarrmra.ln un 7 i
As substancias que entram na composico do Elixir depurativo do Dr. Sevia 'palmos
pertencem todas exclusivamente ao reino vegetal, e grande cathegoria das substan-
cias depurativas e antisyphiliticas; assim, ao passo que este remedio depura o orga-
nismo, eliminando os principios nocivos saude, pelo mecanismo natural das evau-
acoes alvinas, neutralisa ao mesmo tempo o virus sypbilitico quando este virjem.
tem feito erup?5o bo exterior debaixo de suas multiplicadas formas; e previne tam
bem os estragos dessa terrivel molestia, quando por ventura se ache ella amda no
estado de encubago, isto sem se ter manifestado, sob formas externas: beneficio
mmenso, tamo mais quanto neste estado os individuos ignorara completamente se es-
o contaminados por este terrivel nimigo.
O sabor agradavel d'este Elixir convem a todos os estmagos, a sua accSo so-
bre o tubo intestinal suave e beoigna, e de nenhuma forma produz molestias medi-
camentosas, como acontece ao purgante dito Le Roy, que na sua qualidade de drs-
tico forte irrita a mucosa intestinal, e consecutivamente a seroza, resultando diste es
tado, muitas vezes, bydropesias, que quasi sempre terminam pela morte Assim pois esperamos que o uso deste remedio justifique cabalmente as nos-
sas asseveracoes, porque sendo um medicamento t3o simples na sua composico, a
pratica tem confirmado sua ulilidade.
nico deposito em Pernambeco
los Baptista Braga o qual so acha de nov
especialmente incumbido da gerencia de tao
importante estabelecimente, isso urna ga-
ranta pela sua longa pratica, que tem os se-
nhores freguezes de qne serao servid isa
contento, com promplido e preco commo-
do, pelo que os proprietarios Ihe sero agra-
decidos.
Loja do Gallo Vigilante
DE
GaimaresA Freitas
RA DO CRESPO N. 7.
Os proprietarios deste bem conhecido es-
tabelecimento tendo em vistas a boa vontade
com que t da generosa populacho desta bel-
le cidade concorre com a sua coadjuvaco
para o basar de prendas que costumam es-
tabelecer no dia da commemorac5o do ani-
versario do Hospital Portuguez de Benefi-
cencia, cujo producto applicado a bem
daquelles que baldos de recursos, e no leito
da dor ali procurara melhorar seus soffri-
mentos e aproxiraando-se o dia dessa gran-
diosa festa por isso apressam-se em avisar
ao respeitavel publico do que ha de mais
moderno em seu estabelecimento, alm dos
quaes tem variedade de outros, que a serem
para um fim tao justo os venderam por pre-
cos mu i rasoaveis.
Riquissimas caixas com msica contendo
o necessario para costura, proprias para um
delicado presente.
Riquissimos livrinhos com capas de tar-
taruga para missa.
Riquissimo lbum com capa de tartaruga.
Porta joias, dedaes e relogios e neste gos-
to urna infinidade de objectos.
Vasos, calungas e palliteiros de porcelana.
Bonecas qne chamam papai e mam3i.
Finissimos lencos de cambraias de linho
meo dsticos.
Gaixinbas com perfumaras.
Bengalas de canna com lindos castoes de
marfim.
Riquissimos enfeites com coques e sem
elle iuteiramente novidade e ultima moda.
Lindissimos cintos para senhoras.
Fivellas lindas de moito gosto.
Lindos port-bouquet com cabo de madre-
perola proprios para casamentos e bailes.
Riquissimos leques de madreperola.
Lindos leques de sndalos para senhora.
Ditos de sndalos para meninas.
Ditos de sndalo tendo no centro um qua-
dro de seda, ultima moda.
Leques de faias muito lindos.
Ditos de ossos.
Lin ios pentes de tartaruga, massa e outras
muitas qualidades.
Luvas dejouvin. interamente novas, bran-
cas, pretas e de cores.
Ditas de seda.
Meias de seda e algodao.
Lindas trancas pretas e de cores c )m ve-
dilrho e sem elle, assim como lindissimas
guarniges para enfetur basquines e botoes
oar
40
ce
Ao moemne
Na botica e drogara
DE
Barthotomeo Companhia.

34-Rl'A DO ROSARIO LARGA34
'
WW&\b
DE
' \ '
[DE
J. VIGNES.
M. 55. RA DO IMPERADOR M. 55.
Oa pianos desantiga fabrica sao hoje asss condecidos para que seja necessario insistir wbr.
ma sapenoridadevantugense garantas queofferecem aos compradores,Validades^ estas contesta
veis ane elles tem definitivamente conquistado sobre todos os qne tem apparecido nesta nraca
otado am teclado e machinismo que obedecen i todas as vontades e caprichos das pianistas sen
tnnea ralbar, por serem fabricados de proposito, e ter-se feito ltimamente melhoramentos imnortan.
Tsstmos para o clima deste pait; quanto s votes, sao melodiosas e flaaudas, e por isso muito aVradl
mis aos ouvidos dos apreciadores. ^
Pazenvse conforme as encommendas, tanto nesta fabrica como na do Sr. Blondel, de Pars sock
ormpoodente de i. Vignes, em cuja capiul foram sempre premiados em todas as exposiedes. '
No meamo estabelecimento se acbar sempre nm explendido e variado soriimento de msicas doa
inores antores da Europa, assim como harmnico.1; e pianos narmouicos, sendo tao vendid'} por
precos eonmodof e ruoaveis.
e 140
de largura a 20 a vars.
dem adamascado de linho com 7 1/2 pal-
mos de largura a 30 a /ara.
AlgodSo enfestado com a mesma largura
a 10leo a vara.
dem trancado de algodSo a 10600 a vara.
Toalhas alcochoadas de linho lisas a 110
a duzia.
dem de algodSo fepudas a 130
a duzia.
Colchas de fustSo a 60.
Lencos de cambraiabrancos finos a 10800,
20 e 205oo a duzia.
Lencos de cassa finissimos a 30200 e
306Ou a duzia.
Fil de linbo liso a ?oo a vara.
dem com salpicos a 10ooo a vara.
Grosdenaples preto wm a 08oo, 20 e
208 oo o covado.
Morantqoe preto superior a 208oo o co-
vado.
Flanella de todas as ores a 800 rs. o co-
vado.
Tarlatana de todas as cores a 8oo rs,
vara.
Bramante de linho o 10 palmos de lar-
gura a 20oo a vara.
dem de linbo com 5 palmos a 402 oo a
vara.
dem de linbo com 3 1/2 palmos a 8ooa
vara.
Riquissimos basquirs a 250000.
Assim como outras muitas fazendas que
se vende por menos que em outra qualquer
parte, e d-se amostra), de tudo,
Vnde-se a quieta parte do sobrado
n. 17 da ra do Pilar tratar na mesma
ra o. 57.
Bom negocio
Vndese a taberna da roa do Hifpicio o. 28
com poneos (nodos e bem afreftneada, coja casa
independer da taberna tem 3 qoartos, sala psra
jaour, co ioba fora, quintal murado e plantado.
cacimba etc.: a tratar o i mesma taberna.
Veade-se na loja la pra?a da
ladependenela n 39.
Cipellas inortuarias para serem enllocadas em
tumbas, catacumbas e sepulluras no cemiteno pu-
nuco para o dia 2 de U'jvembro (finad ) das es-
crucoes seguiotes :
Mcu pai.
ilioba u,ai.
Meu esposo.
Mmha esposa.
Meu fllho.
Mioha Alba.
Saudades
Orna lagrima.
Amizade.
Meu amigo.
Meu irmao.
Minba irma.
Na mesma ioja lambem tem capellas de pedra
marmjre obra prima.
(iomma de mandioca
Vndese moito nova e boa ; a tratar na ra lar-
ga do Rosario n. 24, l..ji.
Sal Pirtico efervecet^de
Samp]ons:h
Ja bastante conhecido em muitos paizes de
temperatura quenle apparece pela primeira
vez a venda nesta praca. E' excellente re-
medio para refres r a massa do sangue, e
o seu uso constante manten) a satJe do cor-
po em perfeito estado.
Cura o enjoo do mar, dores de cabeca,
diarrbea, febre amarella, sarampo, typho,
febres gasticas, azia, febre interna, e como
calmante das grandes sedes as febres, nSo
ba igual.
A venda nicamente na ra da Impera-
trz d.JZ.________
Ra do Imperador n. 327
Bortegoins para homem...... 54000
Ditos_ditos. ........ 64U00
Fundiedo da A uroraT
Taixas de ferro cuado, bom sortimeoto e qoali-
dad superior
Lindos indispensaves para meninas das
escolas.
Bengallinbas para meninos.
Suspensorios para meninos.
Lindas touqoinhas e sapatinhos ricamen-
te enleitados proprios para baptisados.
Meias de seda para o mesmo fim.
Muito boas escobas para den tes, chapos-
roupa, cabellos, unhas e para limpar pentes.
Superior linbas para crochet.
Agulhas para o mesmo fim.
Lindos agulheiros e dedaes de madrepe-
rola e martm, assim como de metal.
Lindas guarnicoes de botes, tespara oole,
punnos e colenubos.
Ricas capellas para noivas. i
Meias de seda para senhoras.
Superiores thesouras para unhas, costura
e cortar cabello, etc., etc.,
Suspensorios de seda para homem.
Ditos de algodSo para homem e meninos.
Finos aderecos pretos para luto.
Grande sortimentd ae finas perfumaras
dos melhores fabricantes at hoje conhe-
cidos.
Grande sortimento de fitas de todas as
qualidades.
E muitos outros objectos que impossivel
seria mencionados e que se encontrarlo na
loja do Vigilante, ra do Crespo n. 7.
Rival sem segundo.
Roa do Queinaao n. 40.
Qner acabar cm as fazendas abak
mencionadas.
Qaeirara rir ver% qae bon e baratiulmo.
roalhas de labyrinlbo com bico, faien-
da boa a .............
Carretela de linba com 100 jardas a .
^ravatas pretas e de cores mnito Anas a
a V de oire'as de massa moito novas a
ennadores para esparlbo de cordio
Garretels de linba lexandre com 400 jar-
das a .............'
Jabonetes mnito finos a 60, 160, 200
'tos de bolla muito finos a 240 e
iadas de linba froxa para bordar a '.
Varas de cordo para espartilbo a .
mtes volteados para regacar cabello de
meninas a............
'rseos de macaca' oleo muite fino, a .
Abotoadoras muito finas para eolletes a .
Candes de linba branca e de cores a .
Libra de ara preta superior a.....
aovas par* falo, fazenda boa, a ... .
varas de franja branca de linbo para
toilba a..............
Pecas de bico estrello com 20 varas meito
bonito a..............
Varas de papafina de dlflerentes larga-
ras a 120,160 e........" .
Caixas de palito balo a........
Caixas de palitos de segnranea sem en"
ctmre a........,
Sibonetes de familia a 100,160 e '. '. '. '.
Grosas de botes de madreperola para
camisa a............
Cartilha de doutrina christa a" .' ." ." '.
Latas com soperlor banba a...... 2C
Quadernos de papel pequeo soperior a .
Doiia de baralbos francezes snperior .
Groxa de phospboros moito sope lores .
C'ixis a retalho d mesmos.....
*-aj"s de phospboros de vellinha contendo
500 vellinhas muito superiores a .
Resmas de papel almaco moito superior .
Resmas de papel pautado superier quali-
dade ............... 39o
Donas de meias para borneen.....290
Duztos de meias croas moito superiores i>*
c hoeolate de~Denbrlej>e "
purgativo de magnesia.
E o chocolate de desbriere o meibor purgasu
at agora conhecido e de grande aceiui.au em Pa-
rs, onde tem sido muito appliradj no t>'>p;la.
Hotel Dieu pelos professores Tausseau e Pidi.u:
com o melhor resultado.
Por sua ac$ao laxante purga sem fa igar o esto-
mago e os intestinos, e aprsenla ptimos, resella-
dos como dorivativo, abrovente, amnvtrnosc, re-
frescante e deporatito.
Deposito especial
34Rna larga do Rosario3i
Botica de Bartholomeo C______
GRiDl BAZAR
RA NOVA N. lO E 22
100
1*000
00
40
fO
MO
i"
13 "C
la
160
l|SR
Machinas para descarocar algodo. dom:
I H'ifir lilillH illir tu uppimirJUT?
ute. Ha
E' tal a execu?3o do machinismo. qae o al-
godSo sabe quasi t5o perfeifocomo odebn
landeira. Recommenda-se a attenco de
Srs. agricultores, estas machinas.
PASTILHAS
VERMFUGAS
Veude-Mj una caa terrea sita oa ra Veiha
n. 78, r.hos fjrelros, com dnas janjilas e pona,
corredor iodependente, 2 ?alas e 3 qnartos gran-
des, cosinha forae excellente quintal com cacim-
ba -j. tratar na ruada Alfgria o 40._________
Vendem-se duas escravas crioulas de 25 a
30 anoos, com habilidades : no Hjsplcio casa da
esquerda do qoarlel general.
Grammatica de Castro Nu-
nes e arithmetica.
Estso a venda defronte de S. Francisco n. 15
rna do Imperador. i
Vende se na roa das Cico"PotaT.~82,la-
tas com 4 libras da doce floo o melhor que pode
haver ueste genero. Tambem aloga se urna es-
crav,
Cabrlolet
Vende-se por mdico preco nm cabriolet de qua-
tro rodas com 4 a-s^ntos : para ver e tratar oa
roa do Hospicio n. II.
Veode-se urna bonita armacao nova, propria
para qualquer negocio : a tratar na roa da Praia
Dooero 33.
n MSTRO NUNES
Grammatica nacional.
Sexta edicao
nono
Livraria franceza.
GRANDE
DE KEMP,
Tendo de se liquidar a loja de calcados da roa
do imperador n. 32 :
Burzt-puhs de Melli......
Ditus de Sozer.......
Ditrs de diversos fabricaolas. .
SapatSes de bezerro Suzer.....
Borzegoinspara meninos e meninas.
Ditos ditos ditos. ......
Bortegnins de lastre para bon ens
(Suer).........
S| al5es Melli.......
Bo zegoins cordSvio........
Botas para mootaria.
Peroeiras e goarda lama.
Sapatos de tranca para meninos. .
Sapatos de cooro de lustre com salto
para senhora.......
NOVA YORK.
DE COR CHEIRO E SABOR AGRADAYEIS
Infinitamente mais ellicazes do qne tedr
os mais remedios perigosos enauseabundo
que existem para a expulsao daslombrigw.
ocaasam dores e produzem sea effeito
sem precisar logo depois de purgante ne-
nhum e toineilantes em apparencia e deli-
ciosas em gosto, que as enancas esto
promptas a tomar mais do que marca a r*
caita.
Uteis como um excellente meio de fazer
remover as obstrucc5es do ventre, mesmr
no caso de n5o existirem verme algum, as
PASTILHASVERHIFCGAS DE KGMPS Sao proaif
tas einfalliveis na sua operacao e por todo
os respeitos dignas decoofianca e approva-
{5o de todos os paes de familias.- Prepa-
radas nicamente por Lanman & d.
Nova York.
A' venda as drogaras de A. Caors, Bra-
vo C. e P. Maurer & C, e em todos o
estabeleci mentospharmacenticos do inope"<
Terrenos
Antonio Botelbo Pinto de liesqoiu eoniiana
vender terrenos no sen sitio do fondo, antes d*
cbegar em Beberibe, abrindo nma estrada oo nw*
' | mo sitio, que a trsvessa o, ro de Bberit, (rne
do encanamento das aguas que vao forDwr *
01 inda; no mesmo sitio achara' rom qoeo iratti.
nos dominios e das otis, ou no Recife, roa 6*
Cadeia, loja de fazendas o. 54 A.
iAOOO
8*000
8AOO0
3* 00
3*500
2JOC0
7*000
7*000
1*000
2*000
VENDE-SE
Motores americanos para dons cavallo.
Hito dito para qnatro cavallos.
ifiMiCbAas,5ara.e9caro?*r alBodSo <>e 4, 16
18, z 30, 33 e 40 serras.
Prencas para enfardar algodo fazendo os sac-
co com 6 palmos de coroprimento com o peso de
150 e 200 libras, vindas ltimamente da Amerlc
no armaiem de Henry Forster 4 C, no caca Pe
dro II o. 2 junto ao Gabinete Portuguez.
Vende se
um cofre de (erro com segredo, orna espada com-
pletamente nova, e orna cama a franceza de ama-
relio, esta lambtm se aloga : na ra Augusta n.
47 se dir'.
Vende-se por preco commodo um escravo*de
40 anuos, boa figura, robusto, e proprio para
qoalqner servlco : a tratar na travessa do Carioca
o. i, caes do Ramo. ______________
Veae-se
na roa de Apollo n. 8 cal de Lisboa a 8*000 o
1 barril.
Oouros
Ferreira & Malheus, na raa da Cideia m>
Recite, vendem : conros de vitela de cavallc,
de vacca e de boi e sola envernisada pro-
prias para calsado coberia de carros, etc.
Boa pina do I)ouro,
Cbegaram barra de quinto com poro vinhr #t
Doorogaraotiodo se qne nao tem conffieo aij;i-
ma exrercSo de nm bocadinho de agoardente
qae Ibe botaram para poder rtsislir a viagt-rt.
nesia geoero o melbor que lea viadc a est?
mercado, e moito proprio para osar as tosa a>
comida e vende se por preco em contt na loja
armaiem do Pavio roa da Imperatrtx n. 60, o>
Gama & Silva.
Cal de Li bo


No armazem do caes da alfandega 5 ba para
vender soperlor cal nova, marea TM. cigala ft
das na bar a portngueu Uratidco, a prece Oa
10* barril.
_
_


larlo m Pcriauafeneo ... era felra 8 de Ootobro de 1867.
RA DAS CINCO POM "AS H. 86
AO GRANDE AKMAZEM
DAS


Sempre barato
OMOORO D
Ao respeitavel publico pernanoincano pecle-se

-:;

Ingleza flor a i*, a libra c a ** *aStivel e propria para tempero a,32o rs
dem franceza a 56 rs. a libran
De nrimeira qualidade a 2i?8oo e proprio para negocio i06oo a libra.
' BlSCOltoa
toRlezes pearl, nic-nac, oval, cracnel, e outros superiores a 15loo a lata.
FlgO
A 24o res a libra.
Ciomnas
De milho branca a 4o reis a libra, de aramia verdadeira propria Pa" al'"V;?'
car criancasa 5oo reis a libra e caxinhas com 4 libras por meos, gomma do Maranuau
: 16o rs. e tapioca sag a 24o a libra.
Chocolate
Superior a 10, a libra.
Doces _
De goiaba em latas a iS5oo em caixa de 4 libras, muilo fino a i#8oo, em caixoes
le 2 libras a 5oo e 32o.
Pelxe
Em latas a I3ooo reis a libra, sortido em qoalidades.
Ostra*
America a 8oo rs. a lata.
Baldes e Vassouras
Americanas a 8oo reis cada peca.
Touclnho
De Lisboa a 320 reis a libra.
Tomates
Em latas a 6oo rs.
Sal
Refinado em lindos postes por 5oo rs.
Rlrshs de Wasser
A 2ooo a garafa.
Vermonth e AI*u1*o
A1 'loo a farrafa.
BMter
A I5ooo agarrafa. ... ,. .
De bordeaux superior, Saint Estephe, Saint Julieo, Saint Emilie a 70ooo a auza
*S4ors. a garrafa.
viiiho
Do Porto fino a 14^ooo a duzia e 105oo a garrafa e magnifico tamhem a em bar-
ril a 8oo a garrafa.
trique do Porto
Adamado e outras marcas a 9oo rs.a garrafa e lo| a duzia.
vicho da Flguetra
O que ha de melhor a 4?, a caada de Lisboa a 35 e 45 a .garrafa.
Vinagre
De Lisboa a 2oo e 28o rs. a garrafa.
Farello de Lisboa
Saceos com 9o libras a 4!5oo.
Cerveja
Franceza em gigos de una duzia a C,->.
Ingleza
Bass verdadeira a......T. e Victoria e Alssop a oo reisa garrafa

Altenco
Maoteiga ingleza
320, 500, 800 e i s no armazem se acha vista.
Manteiga franceza
em lioras 560 e 640, em barris se far difieren?*.
Banha de porco
em libras 320 e 380, em porcSo se far differenca.
Fructas
em calda Pera, Peceo, Rainha Claudia, Alperxe e outras imitas 500 e 640 a lata.
Ervllhas
Portuguezas 640, fr incezas 900.

Vende-te u>el a roa do Apjllo 4.
Fumo
!tn latas do Para e de albaneque, lata 1<5 e 15200.
omina de milho
jm pacotes, dita da :erra 100 e 200 libra.
I viuho k..m
de Bordeaux em ca a duzia 53, garrafa 500, dito de 80 a duzia, 800 a garrafa, ano a
140 a duzia, 10200 a garrafa,.dito daPorto a 80120,180, 240, caixas de duzia assim
como flgueira caada 30500 e 40, puro J A A Lisboa 2*800, 30 e 30500 a quadade
convida.
Gaz
em lata de 5 gales e mais pequeas a vontade do comprador, em garrafa.
Alpiste
140 t I i O a libra painco a 100 a libra.
Azelte
em garrafas a 800 e 10.
CHARUTOS inA ...
em caixa de 50 por 10, ditos Delicias, Trovadores e Parisienses em caixas de loo, anos
da Exposi?5o caixa 0, ditos de Regala caixas com 100 a 20500 e outras muitas marcas
que so na presenca dos compradores.
PREZUNTOS
delamego em barril, ditos de fiambre o melhor que ha no mercado por preco que iaz
admirar i!
DOCE DE GOIABA
caixes de 560 fino, ditos de 105OO que prese marmellada, dito em latas amito una
qualidade a 10200.
BOGETAS
com doce secco a 1} e 20.
QUEUOS
do Alentejoem latas chegadopelo vapor Oneida, ditosFlamengosePratosdosmaisnovos
que ha no mercado,
AZEITONAS ^^
de elvas como no mercado no temos a 10 a lata, em barris do Porto a 10 como nSo ha
melhor.
Joaquim de Almeida tinto
jurubeba contra o ingorgi
tamento do figado e do bago
Em extracto alCOOlIco, enwlas- -aa vende por comaodo prego.
tro, oleo, tintara, plalas
'raacisco Jos Germaun
{RA NOVA N. M,
acaba de reeeber um lindo e magnifico aar
timento de oculos, lunetos, binculos, de o!.
timo ornis parado gosto da Europa e oci
los de alcance pan obserracSes .'para
martimos.
Fundii^odAurora em
Santo Amaro
Complete swtlnwited tarta* batid fonai
das, alambique? de lodos ns tamanboa e fondos e
ditos, rooeod .s de todos o lameobos de sopr;or
qualidade, crlvos e boceas de foroalba. o qae tu*
INJECTION BROU
Sjjlrolc Inlalltvet PreacrvaMva, 85S
-... pHoctpaei bsUcu *a4*. (RUjIr taaWM
fe.Blt >!!< ZUIIII, W.
a UUC* que eui< I
t Mama *
l seabuai *4 Em liquidadlo.
0 proprietario d jstes dous estabelecimen-1
tos leudo muita faz Mida em ser e desejando
liquidar para vender mais barato que pos-
sivel na ra da Im teratriz lojas e armazens
da Arara, ns. 56 e 72.
Alpacas a Jmascadaf para vestidos de senho-'
ras SCO e 720 rs.
-**** .........>' i n ri .-:7-

mk
...... n. .--*.

PREPARAQ0ES FRREAS-MAHGAHCAS
iPPROVADIS PILA ICtDEMU DE HBDICIR&
DE BRIN DU BUISSON
HurBttaliM, kvudt fel luitaii de le&iu de Ftb
0 eminente wfessor TMtJSSBAD, na nHima edicSo de sen Tratado de Thtn-
peutica $ Materia medica, recofihece qae os feTug'mosos simples sSo manas
veaes inefficaaes para earar as molestias que teem por cansa o mpobreci ment
do sangue. Muitos mdicos dos mais distinclos attribuem esse m o eiito a ausencia,
n'essas preparacoes, do mtmganese, que se acha no sangue, como o tem reconecido
es chimicos os mais peritos, sempre intimamente unido com o ferro.
E' poia, prestar-seum verdadeiro aervco tos S Mdicos, o cbamar-se sua aitencle
sobre aa preparacoes seguiates.
1 I OS CrrCOS H12D|1D1C0S gazoza, agradavel, substuindo com vantagem
t econamia u agua mineraes ferruginosas.
2a Pfelas c Xarope de ieareto de ferro e de manganese inalteraveis
contendo cada urna anco centigramos de iedureto de ferro manganieo indicadas
particnlarmeate as molestias lymphaticas, escrofitlosas, e as chamadas cas-
irosas e tuberculosas. *>
V Drges de tolo de ferro e de Bamnese I JfftSSStT
t PbIu de carbonato frreo mangaDico | ^nsTam-"
altenur mus doas praparaeoea d< oa memores resaltados.
O Baria da Buisson desejando obier a adaeiio oompleu do publico mia a
cerca do valor de saas preparacoes, previa qae elk u poe gratuitameata a sua
dispoaicaa, dirigendo-M;
Ha ttnumk%e, a tea agente garal, Manrar O, phaxmaceutieos, raa Hora.
Roupa feita nacional.
Vende-se calcas de casimira a 5)5, 65 e
83, pretas ditas de meia carimira a 13600
e 33, ditas de brim pari a 10600, 2400
e 23300; ditas brancas de linbo a 33300,
43 e 53: palitots de casimira preta e de o-
""' res a 53, 63, 83 e 103; palitots de meia
Vencle-se alpacas de assento branco com casimira a 33. 33500 e 4(5: palitots de al-
istas e flores lisa e almascadas proprias' paca de cores e branca a 33500 e 43: palitots
wr "ostidn-- sfinhnras a SfM ""*_>.' 600 de brim ae enres a 23500, 33 e 25: seroa-
rs.'o'covado'nia'almpratnz'oja d*Ara- 'dealgodiosinho de linho a 13600, 23,
vz ns. 56 e 72. \ 23300: ra da Imperatriz lojas da Arara
Ditos 160 o covado. ) ns. 56 e 72.
Vende-se ditos em retalhos a 160 ti o Organdis de cores a 640 rs. a vara,
covado, ditos em p3ca a 200 rs. o covadC i Yende-se capa organdis de cores a 640
retalhos de caca preta a 120 o covado: re- e 720a vara ; tslatana de cores a 800 rs. a
talhosde caija decores a 200,240, rs. o co- vara: ra da Imperatriz lojas da Arara ns.
yado: retaluos de I5asinhas a 160, 200 240 56 e 72.

xarope e vlnho
A jurubeba ama das substancias medi-
camentosas que pertencem ao reino vege-
tal, e pertence a classe dos tnicos e desol-
truentes, sendo empregada com vantagem
contra as febres intermitentes acompanhaoas
de eDgo giUmento de figado e de naco. Ella
tem sido applicada com incontestavel pro-
veito contra a anemia ou chlorose, e hydro-
phesia, catharro da bexiga, e mesmo para
combater a menstruacSo difcil, resultante
da mesma anemia ou chlorose.
Deposites geraes
Em Pernambuco, ra larga do Rosarlo
n. 10, Rio de Janeiro, pharmacia do Sr.
Dcurado, Rio Grande do Sal, em casa dos
Srs, CascSo & C, Macei, pharmacia do Sr.
Claudino, no Havre, pharmacia de Mr. M-
rical, em Lisboa, na pharmacia do Sr. Fejo.
^Pharmacia espuela! horneo-^
pathlca da r. .ablno O.m
L. Plnho. m
Cha de Ia sorte para uso das
pessoas que se tratam homeopathi-
9 camente.
|i| Vende-se em pacotes de libra a
itf 33200 rs.
Ra Nova n. 43.
iMlllllilllIl
0 cordeiro providente
Na antiga loja de miudezas a ra do Quei-
mado n. 16.
Tendo sempre em vi seas fregueies, com exlea^os anauacios ; mas
tambem oo qoerendj qae os mesnos fregueses
Igooreai o que de novo tem elle ree-bidn, por issj
re.omidameole o dir': chugaodo assim ao co-
nhecimento de loaos qae a diti loja do Cordeiro
Previdente, ra do Queimado n. 16. receben o se-
guate :
Bolitas e d> aradas ligas de pelica para meias,
tanto para senboras com para meninas.
Laques de diversos e modsrnos gostos.
Peles com eufeites dourados e nao doaraos,
Vapores.
Yaade-se m casa da Sannders Brother C,
o largo do Corpo Santo a. .11, vapores patente*
om lodos os perteoces proprios para faxer mover
6 oo iiaalro machinas para deicarocar ilgoeao
GAZEOL
DE
Burrin du Buisson
Liquida voltil preparada por SmUasa, repro-
duzindo cbioieameoie os vaporea qae se soluai
em volta do apareluo poriScado do gas earboaico,
empregada com o mais secaro soccesM eoatrr
a coquelacbe, a phlisica e todas as moles lias cara-
nicas dos pulmoes
VKJDB-SI HA
Bitica e drogara
DI
Uartbolonaen k C.
34aa laraa t RaaarioU
Faris, 36, Re Vfrrtont >
CHABLE Irlf DECIN SPC1AL
AS K.NKl-.llMili.MAS DES SF.XLAES. AS AFKEO-
gOFs 30 ono cun. du imi itftna,
miluia krrpet, wn^gi
fiimixoet. menmnmt, e i-
'rrfott, o c t cmi do Mn#M|
. vina, alterafom do ua^
gue (Xarope venial -^ti ercurio).
&
^B

Veade-se na pharmicia de P. Maarer & C, ra Nova.
DITO GOSTO
V*riad)sortimjnto de molernos chapos e cbapellnas de seda, de fll e de palba de llalla,
ij.-i'inira e menina.
Saperiores tiras, bordadrahose entre melos bjrdados em cambrala tapada e transparent.
Ka leja das columnas a roa do Crespo i. 13
UE
Antonio Crreia de Vasconcellos & Gompanhia.
rs.o covado: raa da Imperatriz lojas da
Arara ns. 56 e 72.
Brim pardo trar.sado a 563 rs. a vara.
Vende-se brim jardo com peqneno toque
de mofo a 560, 640 rs. o covado: ra da
Imperatriz lojas n. 56 e 72.
Lazinhas a 200 o covado.
Vende-se lasinhas para vestidos de se-
nhora a 200, 240, 280, 320, 340 e 400 rs.
o covado : na ra ialmperatrii lojas da Ara-
ra n 56 e 72.
Chitas francezas argas a 240 rs. o covado.
Vende-se chitas francezas largas a 240,
280, 320 e 400 rs. o covado: ra da Im-
peratriz lojas da atara n. 56 e 72.
Mosambique a 400 rs. o covado.
Vende-se mosa ubique com palmas de se-
das para vestidos de senhoras, a 400 rs. o
covado: e vareja de listas para vestidos de
senhoras, a 280,320 rs. o covado.
Sedas escosseza com quadros para vestidos
de senhoras, a 260 320 rs. o covado: roa
da Imperatriz lojas da Arara ns. 56 e 72.
Arara ver de as saias 3)5500.
Vende-e saias bordadas para senhora a
3,5500, 40, U e U, saia balo ou crinolinas
de arcos a H, 2>500 30 e 30500: ra da
Imperatriz lojas c a Arara ns. 56 e 72.
ki sed is da Arara 10.
Vende-se seda de qoadrinhos e com lis-
tas a 10, 10200, 10600, 10880 e 20, o co-
vado : pupclinas de seda com palmas saltos
para senhora a 106COe 10800, grosdenaples
decores a 10800 e 20, ditopreto a 106)0,
10800 e 20: ra da Imperatriz lojas da Ara-
ra ns. 56 e 72.
para m^nioas.
Coques simples e enfeltados, moldes inteiramen-
te novos.
Bom papel em caliinhas liso, pautado doora-
do e timbrado, e outros muitos objectos, que meo-
una-los sena bastante enfdDho, e qae se ven-
de era dita loja de miudeas do Cordeiro Provi-
dente, raa do Quuimado n. 16.
X5< i iltam flores,
rjMr ba.miom i>iHim tomao- 10*
por semana. MgarMla o iracmenlo Depurativo '
fit fh^hi ni< masma' noleslisf.
Este XarnpeCitnetodc.''
Je CliABLE. car* inieO:.
tamer.ieqaalqiMraurgaeM,
i-i-!areriii>, r deailinaat, t
iguala.u o* fax'* e florm
Wancw as mullierei. Esta injtcc" heaijr tm-
preft-Gt coa o I.roj". de Citraeto Hrmnildt.. Porairf qM 1S enn tm M iim.
POMADA ANTIHERPETrCA
Contra : os alcc(i:fM eutanau 1 cowusot*.
FIL'JLAS VEGETAGS DEPURATIVA
t b- lui>i. etd* baasa al sccasBahate i afl>
lailwio.
vise xos ^3. iM
i......." "
; 1 1 i
lili .- III!' 1 ':
Dr CSAi-M.t
(-..r.
A venda na pharmacia de P. Maurer >
e C, em Pernambuco. ____
m GAZ GAZ
Cbegou o aotigo deposito de Henry Forster A
H, ra d/Imperador, om carreamenu. de caz a*
O Cordeiro Previdente a roa do Qaeitcado B. 16 primtM;a qnal.dade.o qoal se vndala p*idaa
O Corceiro Freviaente a roa oo yueioiauu u. 10 ^wr- t-------- ------------------*._-----_.
lera constantemente um lindo sortimeoto de B- M^albo por meos preco do que eo ootr qaa
as e boolias flores, por isso quando slfOm* ba., fn te.
Madapoln a 40000 a peca.
Vende-se pecas de madapollo eom 2o va-
ras a 40, 50, 60, 70, 80 e 100: ra da
Imperatriz loja da Arara ns. 56 e 72.
Casimira emfestada a 10 o covado.
Vende-se casimira eotestada de doas lar-
guras a 10, 15600 e 30 o covado panoo fi-
no preto a 10600, 20, 20500, 30 e 40 : ra
da Imperatriz lojas daArara ns. 56 e 72.
Algodosinho a 30 e 40 a peca.
Vende-se algodosinho a pecas de 30, 40,
50,60 e 70 a peca ra da Imperatriz lojas
da Arara ns 56 e 72.
Bramante a 20iOO a vara.
Vende-se bramante de 10 palmos de lar-
gura a 20400 e 20500 a vara: ra da Im-
peratriz lojas da Arara ns. 56 e 72.
Algodo enfestado a 10 a vara.
Vende-se algod5o enfestado de duas lar-
guras a 10 a vara dito transado 10280 a va-
ra : ra da Imperatriz lojas da Arara ns. 56
e72.
Cassa franceza a 240 rs. o covado.
Vende-se cassas de cores para vestidos a
240, 280 e 320 o covado, vendes-se cortes
decambraia decresecjm barras a 20500,
30 e 30500: s as lojas da Arara, ruada
Imperatriz ns. 56 e 72.
Cortes de 15a de 14 covados a 30.
Vende-se cortes dela para vestidos de
senhora com 14 covados o 30, 30500, 40,
40500 e 50, vende-se corles de calcas para
homem a 800, 10,10iOO e 10600. colari-
nhos de linho para hornera 400 e 500, ditos
de papel a 500 rs. a dazia, golinhas para
senhora a 200 e 320 rs. por estes precos as
lojas e armazens da Arara, ra da Impera-
triz ns. 56 e 72.
oilidosa jovea quer preparar qaalquer eofeil* <&
U-llo Rosto. dw*% Vj%* Ws&fetM vtvf>! na dita leja
do CorSero Previdenle; a ra do Queimado n. 16
nao faltam flores.
Para alvejar dentes.
O cordeiro previdente a ra do Qaeirnado n. 16
recebeu do bm couhecido fabricante Jonta Gos-
o-jll & C urna oplima qualidade de pos para den-
tes aromatissdos com cantora qoe realmente tem
Sedas a 320 rs. o covado
Vende-se um bonito soriiroenlo de sedas de listas
que sempre se vendern per moilo mais diebeir
e liqnidam-se pelo baratsimo preco de 3 rs o
covado, s para acabar : na loja e arma/ero do Pa-
vo, ra da Imperatriz o. 60, de Gama & Silva.
Retallos
Vende-se nma porcao de retalbos de ettitas e ca-
tes aromausaaos com muid quu imiuiou> venae-se nma porcao oe retamos ue cunas c-
merecido lodo ci nceito porque nao s alveja per- ^ preias, por preco barato, aa loja e armazem do
feiamente os denles como tambem conserva-os pavj0| roa da Imperatriz n. 60, de Gama & Silva,
sempre no roelbor estado de perfeicao, assim pois -_-_^__ -----------------------------
! queiram vir comprar ditos objeetos, pois na mes
ma loja do Cordeiro Previdente, ra do Queiraado
n. 16.
Enfeites com ponas.
U Cordeiro Previdente recebeu um lindo sortl-
ment-i de eufeites com pontas para vestidos, tanto
de seda como de la qoe combinara perfriiamen
te cora os cintos modernos do mesmo frmalo, por
isso para poder enfeitar-se com go.-to qualquer
vestido iodispensavel comprar-se ditos enfeites
di mesma loja du Cordeiro Previdente, a ra do
Qurimado n. 16.
chapellnas de sed.
Modernas e bonitas capelinas de seda para se-
nhora receben o Cordeiro Previdente ra do Qaei-
aoado n. 16 e por ser pequea a quanlldade re-
ceida, qaem pretender urna moderna e bonita
chapelioa deve aprecar-se em ir,andar compra-la
em dita leja do Cordeiro Providente a ra do
Quelmado n .16. _
CAlXINHAS ENFEITADAS.
E-tas muilo desejadas caniabas vacias e enfei-
tadas com ga-io, qoe tanta extraccia tem tido e
que realmente servem para diversos flns, <*iistem
na luja do Cordeiro Providente a ra do Que.mado
o. 6 um completo sorumeoto de ditas caixinhas e
sao vendidas por precos to rasoaveis, floe o expe-
rienle fregoei nao objectara' em compra-las em
dita loja de miadezt* do Cordeiro Previdenie a ra
do Queimado n. 16.
PONTE1RAS E CHARUTOS.
O Corelio Previdente, roa do Queimado n. 16,
tem um bem sortimenlo de floas ponteiras para
charutos, sendo lisas e com figuras em alto rele-
vo ; e para que os seos freguezes oao se Incom-
madem em comprar cbarotos em algomas das lo-
jas de charoteiros, recebeu tambem om bom sortl
Attenc&o.
Vende-se nma mobilia de Jacaranda' a Laiz XV
e juntamente urna de amareilo ao misino gosto,
sendo estas obras ronito solidas e separas, e poi
preco raioavel : na acreditada raa d? marcioei-
ria bs roa da Camboa do Carino o. 1?.
.lleocao.
Venham ver
Vende-se na loja de marcioeina ca Camboa do
Carme n. 12,jpalba apparelbada da melbor sr.rie
para tecer cadeiras e sof?, por prego mais con-
medo do que em ontra qualqoer parte.
~ Vende se urna machina a vapor de torea de
seis cavallos, de perfelia eonstrurcao, era toda e
ferragem precisa para mover varias macbeaa da
descarocar algodao oo ootro qaalqoer mister, le-
do a propriedade de ser fcilmente condozda pnr
estar montada sobre rodas. Vende se igualmente
por preco mnito barato para liqoidar am notor
amerlcaoo para dous cavallos com todos os perteu-
ces para o mesmo fim, ama prensa de enfardar
algodo de sysleroa moderno, e de mnila trea e
alguns toneis do o e 6 pipas de capacidad*, pro-
prios para aeslilaco de engenbo ou deporte* de
roel : a ver tratar na fabrica da iravejsa do Ca-
rioca o. 2, caes do Ramos. ^^^^^____
Vende;e nm terreno em Caehaega' ooaa
frente para a estrada qoe segne para a Varzea (eo-
nhpcirta nnr estrada d'agoa frrea) cojo terrea*
jas de cbaruteiros. recebeu tambem om bom sortl- y"M^J, J50 de fondo tratar
ment de finos cbarotos do afamado fabricante P 37 itmium.
WO DEPOSITO

DE



MACHINAS

Piva i)BSCAOCAR ALGODAO
Manoel Beato de Oliveira Braga,
53Raa Dlrelta a.53


Neste estabelecimeoto se encontrar2o a
verdadeiras machinas americanas chegadas ultima-
mente, as quaes sSo taitas polo mais afamado fa-
bricante da America, por isso avisa a todas as pes-
soas que precisarem comprar, de se dirigir a este
estabelecimento que comprar5o das mais perfeitas
,nesta genero, assim, como mais barato do que em
outn qualquer parte,. por isno que so recebe por
conta propria, bem como cannos de chombo e moi-
nhoe para moer milho, e grande sortimoato de fer-
ragens e miudezas em grossoe a retalho.
Facas do cafco oraivco de meio balanco a 10
a duzia. limas unas de todos os lmannos;- proprias
de trabalho de escultura.
THATAMENTO ou- GHABLE, u PARS
Medico e*pectal* eonultce, 36, rus Viviana*
AVISO AOS DOENTES. S?
o qoe de tedoa oa aaiiet
mp servem :
dulu
curar
ID (TtaAt MZHTO de
Mo atoa cu-
ndo, tOOMi Cn-1|
beba, Copaaibi
sak loda a*
formas em opia-
ta, captlas,
eaaWtw. Uabo
o etloaago
KE3B&eWQtMwmB&EW&&SBBBKBBRBtfUKB3UBBM o (loaafo per
e itan esu>u carado? Usei e obiisei le um grande ouuiero de imjbccaoxs, m profana tai
em l dia*. c ottoa anda mate doeules. #
BA MAIS O AWOS
mi'- coro ladiealmeote tem reethidas. Corrmienjoi, Relaxado &o canal. Catarreo 4 tarifa,
Perda uminaei curando primeira* causa virulenta inlamnatoria d'ewia doencat texoa.-.
cupi algiui vidros do meo dbpcbativo do sanod* para parar esaat tfeccoet, aeccar >
caual e Ib tomar a dar toa regida ou para acabar eieu excellente xaiopb ao citbato ok
rsaao et minha injbocao. A cura e radical, aa asmaran para oa luxoa kraacot, aegue
o awtno tataaMBte. [Vija-te a oltewi aayticaliwk)
itO.OOO DOENTES CURADOS
Verdad* ro tratameato depurativo d* sancoe. it herpt* t* ma amiHirada, trrmfftn,
JX**rZek\^** *m*~t, tamorea, e todaa doeoca. ,.. alorlo pama
do^aBMtTaTearaiaVesiaoiieokaiBe por bm nanp. mpcbativo o aai.ra ateua
a-hoii niMamAB, aatabaa rwOLAa pcATiAt atiaha fa< abtiha.tbo
- *l rSSi U WUM. -rtWa ae te ra. o. depo.it. ,^aaailc.:
eatoT Ih axcaDMU trataatenu aU coate atercaM aaa taaeiiorlaao a Ma "1
Jtarar.
tmmtar
Voode-se oa roa Nova a. 25, pharmacia franceza da
p, MAURER & C,
Puado de Simas; assim, pois, encontrarlo os
apreciadores um bom sortimenio na dita loja do
Curdeiro Previdrn'f, roa de Queimado o. 16.
Para offertas mo hospital por-
tngaez.
Booilas cestinbas com fructas de cera, obra de
muita perfeicao e bom gosto.
Para cortar moldes e eabrulhar fazendas
Vende-se papel Dardo folba grande.
Para lustrfar calcados.
Vende-se superior graaa econmica.
Vende-se papel para matar moscas.
A loj do cordeiro previdente
Ra do Queimado n. 16.
Mella acbaro os preteodeotes om grande e va-
riado sortioBMto e perfumaras una?, tanto ingle-
as como francezas, saado :
Finos extractos para lencos.
Banhas e pomadas para cabellos.
Oleo phllocome e baboza para dito.
Pos bygieoicos para denles.
Ditos campborados para ditos.
Opiata ingleza e ranceza para ditos.
Pacotes com pos de arroz.
vasos de porcelona para ditos.
Sabooetes para mi e barba.
E moilos outros objeetos que serio presentes
ao comprador qoe se dirigir a roa do Queimado
0.16, loja do cordeiro previdente.
Banieijas pe^aeas.
Vendetn-se na roa do Qneimado a. 18. Ija do
cordeiro previdente.
Chai otos
da acreditada fabrica de Jos Fortado de
Simas.
Vendem-se na toja do cordeiro providente a roa
do Qoeioao n. lo
na ra do Amonm n. 37, armazem.
CiaeBto
Vende-se cimento PorUand: aa araaasem t
Vicente Ftrreira da Coste & Filbo, raa 4a Main
de Dos n. 22.
ARROZ M CASCA
Vende-se em saceos grandes a 4500 : o tra-
piche do Confia._________________________
Attenco
Vende se urna mulata, a qu.l engomo, cose,
cozlnba e lava eom perfeicao : a tratar aa raa la
Crnz o. ti, botica franceza.
Um moleque
Vende-se om moleqna de bowtt irara, i refrta
para eopeiro, do que tem pratiea basiaoie, saaMs
esperto e robusto : para va e tratar aa raa tto
Hospicio n. 1L____________^.
Vioho ioparier em caixas de oaaa dazia
tem para veeBT Antonio Laiz de Oliveira Asai
do & C. no seo escriptorlo raa da Cruz a. 57.
CH4PE0S
Ventiladores
Acaba de ebegar am
de chapos inglezea, .
iosto : na roa da Imperatriz 11
fAHMaa
Vendase a taberna da roa do Padre
o. 41, bailante alreguezada para a larra,
eos fondos : a tratar ia
Vende se asna boa r.
neira e ooainhetra, mm\ aa txeaflrite
da roa *> Pojo o, .
s


1


V
H__MaM_Mg|__tf|
Harta de Per-afcReo ere. Tetra'8 de .cabro de 1867.

Collares Royer
Ou \noda8 Heetrieas majineticos
OeptnUa acreditado
lijada aguia Branca roa do Queimado n. 8
Apresar aioda os prodigiosos effeitos dos
Collares Royer j oSo ensinar oo querer
iotroduzir novidades, porque a fama de sua
ecacia leot-se tanto estendido, e os seos
fenzeS resaltados a tal altura elevado, qae
boje rara a pessoa qoe por experieneii
propria, oa oor intermedio de seas amigos
e pareles, ignore oa desconhe :a as virtu-
des desses sempre apreciaveis collares
Royer.
A aguia branca porm s* gloria de concor
rer par um "t5o justo flm, se no por ou-
ro modo ao menos por ter sempre, e cons-
tantemente um completo sortimento desses
coll res magnetos, qae bem se podem cha-
marsalva vidas das enancas.
Resta anda que os senhores pas de fa-
milia se facam convencer Jde qae convem
n3o esperar que as criancas sejam atacadas
do mal, e por isso necessario oa conve-
niente que coa) antecedencia se deite na
rianc sai desses collares para assim estar
ella preservada das coovnlcoes e se contar
livre dos rigores da dentico.
A aguia branca ra do Queimado n. 8
entina* a receber por todos os vapores
'**-
Armazem de fazendas finas para grandes toiietts e uso
ordinario para todas as classes.
mm




ra do Crespo n, 9 A. esquina da do Imperador
DE
Custodio Jos Al ves Guimaies.
O proprietario deste importante estabelecimento avisa ao respeitavel publico
e aos seas amigos e freguezes que acaba de receber pilo vapor france2 Gueme, di-
versos artigos de moda, os quaes sao de completa novidade para este mercado, e apro-
TZZ^An^krST,Z^TiZ taando.se odia da commmoracao do aniversario do Hospital Portu^uez, por isso
^^^^^X^V. 'JgST em *- d0 ** ha de mals mode em S ^cimento, como
Riquissimas cbapelinas cora coque. I Lavas de Jouvin preta, branca e de cores.
Ditas sem elle. I Lindos cortes de 13a com barra.
Lidas cbapelinas de palha da Italia. (Re-' Riquissimos cortes de tranparenl dese-
adeiros
ticos.
Cbapelinas modernas.
receben meias mai finas para meninos, e
est vendendo as de cores a 55000 duzia,
brancas a 55300 e cruas a 6000.
Trancas de vidnlhos, brancas e pretas, lar-
gas e estreitas.
A Aguia Branca a ra do Qneimado n. 8,
recebeu novo sortimeato das trancas cima
ditas, e como sempre vende-as por precos
com modos.
Fitas novas
para cartas de hachareis e a rmasdade do
Bom Consplho.
A Agnia-Brano, a rm doQueirnado n.8,receba
novas Mas achamalotadas para arabos os lados,
mu i>nR>rpada e toda da seda, com v|va o agrada-
vel cer, e can sempre, vende por preco raailo
rasoavet.
Bonitas bonicas
com rosto de cera, olhos fixos e movedicos,'
A afola hransa a rm do yoetraado o. 8, rece-
ben Ddi novo sortimento de bailas nonecas com .
rosto de cera, olhos Utos e movedico-; e como
sempre venie-a por procos commoio^, reg-ul-odo '
este* eai relseio a js diff-reotes lamanhos deque'
se co.TpO'' o sortimento.
Btiif dentifrit c odottalgico.
A aguU branca a roa do Qneimado n. 8, rece-
ben de novo esse apreciavel elixir cujo aso 6 ne-
cessari i para cnservacao das geoglvas e acabar
o i ;i i ii'.nt> proveniente de denles armiadas,
cada (rasco cosa 23.
Riquissimas fivellas para cintos.
Fil de seda e de linho.
Riquissimas camisinbas para senbora.
Riquissinas satas bordadas.
Punhos e gollinhas para senbora.
Riquissim.s manteletes de cores, inteira-
meote novidade.
Peitos de linho bordados com goslo pro-
prios para camisas de noivos.
Collarinhos de linho lisos e bordados para
homens.
Lindos veos e mantas de bbnds.
Riquissimas vestimentas p ra baptisados
conteodo cbapeosinbo, sapatioho, meiasinha
e camisinha com lindos borda ios.
Riquissimos chales de touquim.
Grvalas de seda branca para noiva.
Ditas de cambr ia de linho com bordados
as puntas, novidade.
Chapeos de sol de seda com castSo de
marfim.
Ditos de outras qualidades.
Chales de se-ia.
Ditos de cachemira.
Chapeos de seda preta para homem.
Ditos de phantasia para hoiaem.
Casemira preta muito fina.
Ditas de cores inteiramente wvidades.
Cambraias, las, chitas, madapoles e ou-
tros muitos bjectos.
pnfpifPS fin flurp* r-anAllas finas nar nniva ""<>-'"P" F<""< "" V.o-i' ""juioiwua wiw uo u..p^ v
emeites ae llores, caponas unas para noivas, commeida.se muito estas chapelinas por se--da para vestido de senhoras-tambem novi-
ditas brancas e cor de rosa para meninas, !n,A19mpnt4, nnvilUA*\ v dade.
Lindos cortes de 13 com listas de seda,
rosa de diversos lmannos: na Agu.a Brao- ^ u|lima moda
" 3 TUa eiatfi'nas nVa' meninos ndas *** l3 cora bordadw5' *P*
Meias nnas para men nos. para as excellentssi mas senhoras trazerem
A Aguia Branca ra do Que.mado n. 8, pof cma d() bal3o> g^ m]z m
Lind )s cortes de seda para vestidos.
Moireantique branco, azul e preto, fazen-
da inteiramente nova.
Grosd^napoles de todas as cores.
Ditos preos.
Leques de madreperola.
Ditos todos de sndalos.
Ditos de sndalo tendo no eentro um qua-
dro de seda, inteiramente novidade e ulti-
ma moda.
Chapeos de sol para senbora.
Lii.'as de seda pira senbora.
Ditas para meninas.
Espartilbos para senbora.
Riquissimos enfeites para senhoras, intei-
ramente novidade.
Batoes p ira senhoras e meninas.
Touquinhas ricamente enfeitadas.
Coeiros bordados.
Tochas de latiyrintho muito ricas.
Ricas fronhas de labyrinto.
Riquissimos lencos de dito.
Rendas, tacos da trra e grades para lencos.
Um ric' lengol de labyrintos.
Riquissimas basquines de seda preta, bor-
dadas ojn gosto.
O dono deste importantissimo estabelecimento contina nolouvavel proposito de
querer vender muito e gaohar pouco, sujeitando-se a tirar em suas mercaderas am lacro
Est l-ido remediado em \ \<) a lVrasoavel, para assim poder meliior agradar aos seus numerosos freguezes1.
Vsd" pellica.
Porque a agoia branca por intermedio de nm
negociante de njssa pr.ifa mandn contratar c.im
nm b-nn e acreditado fabricante de ditas, para j
este Ihe fair remessas directamente por todos os i
vapores, sodo a primeira a qne agora acaba de I
cb^gar. O fibricaute prometi nian-1a-ls sempre
4a mellar pellica e na vrdde as qae vieram j
dessa vez confirmara o seu dtzer, e pelos Jiflereu-;
t=s enfettrs queHIis iraz*m da' ella mais a conhe-.
cer o apurado go-to e perfeiQao de soa ob a. Res-;
la poU qoe os bjns e constantes freguezes conti-
nen] a favorecer a aguia branca em qoaoto ella
vai se livraodo dos mos que com seus fiados a
lam dep<.-naodo.
Camisi'has bordadas para baptisados
A aguia branca a ra do Queimalo n 8,
receben novo sortimento de camisinhas bor-
dadas, sapatinlios >ie setim tambem borda-
do*, meia- de seda e chapeosinhos de setim
eofeit.dos, ludo jara bapt'sados.
lha>ihos ct-.ber s d> canxas
A agnia branca ra do Queimado n. 8,
recebeu b mitos bahusinhos cbenos decon-
xas, e cestinhas bordadas a froco, bjectos
esses de novidade e gosto, fe proprios para
effertas no leilao que ter lugar no hospital
portuguez.
AcabatD-sc ornas -chegam ootras, car-
reoles de bo ra ha
A aguia branca que nao se descuida de sua
boa freiiuezia, tem constaniemente mandado
bascar essas bonitas e modernas correotes
de borracha, que servem nao s para voltas,
como mesmo para outros differentes enfeites
Comoarecam pois os preteudenles que
acharo bom sortimento de ditas enrrentes
na loja da aguia branca ra do Queimado n. 8.
Cintos de utai-roqiiim com fivellas de
ac pan mecios
Vendem-se a ra do Queimado, loja da
aguia branca n. 8.
Fotos proprios para frisar babadinhos
V"tid in se na ra do Queimado loja da aguia
branca n. 8.
Bonitas e modernas voltas pretas com
pingentes.
Vendem-se na ra do Qaeimado loja da agota
branca n. 8.____________________
LIQUIDACAO
MUITAS

LOJA B ARMAZEM
DO
es

Roa da ]>peratri i. 60
n



BE
GAIIA s SILVA.
Tendo os donos de.te grande estabelecimento resolvido liquidar a maior parte das
suas fazendas resolveram vender com grandes abatimentos em precos, assim como teem
reeebido ltimamente urna grande porclo de fazendas novas tanto Inglezas como francezas,
alem3as e suiss's, teem destinado venderem-nas mais barato qae em oatra qualqoer parte
afim de apurarem dinheiro, dando de todas ellas, amostras deixando ficar p< nhor, ou
mandam-nas levsr em casa das excellentissimas familias pelos s as caixeiros; assim como
as pessoas qae negociara em pequea escalla, neste estabelecimento comprar5o pelos mes-
mos pr"ecos que compravam as casas inglezas ; ganhandn-se apenas o descont.
Cortinados para eamas e janel- BalCes a i6, 335oo e 3
la a iOiS, 165. 20(J e 253 Vendem-se um grande sortimento de cri-
Vendem-se um grande sortimento dos nolinas ou bal5es de arcos para senhora pelos
melhores cortinados bordados que tem vin- baratos precos de ?&, 2^5oo e 35 por baver
do proprios para camas ejanellas, pelos ba-
ratos precos de lo, 16/5, 2o^ e 255 cada
par sendo neste genero o melhor que tem
vindo ao mercado: assim como pecas de
gtande porc3o, oa loja e armazem do Pa
v5o, ra da Imperatriz n. 6o, de Gama &
PANNOS PAPA CADEIRAS
Venlem-se am grande sortimento de
cambraia adamascada proprias para o mesmo pannos de ero b proprios para cadeiras,
fina, na_ loja do Pav5o, ra da Imperatriz sofs, cadeiras de balancos, para almofadas
o para cobrir presentes, e vendem-se por
precos muito baratos, na lo a do PavSo, ra
da I peratriz n. 6o, de Gama & Silva.
Cassas a 4o r. s o pavao.
Vendem-se bonitas cassas inglezas de c-
n. 6o, de Gama & silva
CASEMIRA i A H O COVADO
Vende-st> casemiras escuras entestadas
proprias para calcas, palitos e coleles assim
como para roupas de meninos a 25 cada
covado, ditas claras fazenda muito fina co- res lixas pelo barato preco de 840 rs, o co-
vado a 254oo ou corte 45, ditas muito me- vado, ditas francezas fazenda muito fina rom
lhor fazenda covado a 35, isto na lja e ar- padroes listrados e de flores, assim como com
mazem do PavSo, ra da Imperatriz n. 60, palminas miu)as proprias para meninos a
de Gama & Silva. 13oo rs. o covado ou a 5oo rs. a vara : pe-
Cortes granadinos para vestidos chincha na leja e armazem do Pavo rna da
Che^aram o mais bonitos cortes de or- Imperatriz n. 6o de Gama 4 Silva.
RIVAL SEM SEGUIDO
na do Qnrlmado n 49, loja de
lindezas
DE
Jos Biyodmno
Varas de babade bordado du Porto a .'A
Carreiels de retroz prelo com dais ostaTa!
propn. s para machinas a SOft
Wgo frwmes oe todos os tamanhr s a tM
rozas de bolSes de osso para cal( a 200
speloos dourados muito Qnos a ., i J00t'
aixas com liaba superior para marcar k Ui
Parnteis de reteot de todas as core "SO
Prascas d'agoa de Colonia moito Frascos de o eo moito fino a......
Dnila de tesonras peqnenas a .... .
Prascos d'agaa para limpar dente a .
Redes pretas lisas para segurar caU-llo a JaT
Oatias de peonas de ac moito flna- a f)
Caixas de liaba do gaz de 30 novellos a (A
dem de palitos de segorao^a a U
Garrafas de agna Florida verdid. t.i I^Ot'
silabarlos com estampas para merinos a 300
Memento da roopa de lavar a..... W>
Onzias de meias finas para seohoiaa 4Jor
Agulbas francezas a balao (papel) 6(
Pe^as de fitas de la de ledas as cores a "DO
Grozas de botfies de porcelana prate"io a 160
Caixas com alfineiles tranreres a .
Caixas de 100 envelopes moito Uno? a (M*
Hesma de papel de peso branco liso a 'JWpa
frasco com sopenor tinta a..... 0
Pares de botSes de pnnho moito benitos 01*
Linbas em carteo de WO jardas a !Ofl
Oaixa de soperior linha do gaz com !>>
mA-- ios ............. Tfff'
Talberes para meninos a....... t4>
Masso com superiores grampos a m
Bonets para meninos a........ 10W
Pentes com costa de metal a...... W
Realejos para nenios a....... 10t

A' LOJA DE FAZENDAS DE AUGUSTO PORTO i L
11Ra do Queimado11
Angosto Porto 4 C. acatao de receber da Europa superiores cortes de seda de cores para
bailes e casamentos.
Ricos cortes de blnnd cam manta e capella para noiva.
Cortinados bordados pa^a camis de n-)iv e janellas de 75 a BQf cada am.
Colxas de seda e nutras de la e seda o qne ha de m^lior para camas de noivas. |
T-ialhiohas de croch para cadeiras e sofas, e>oartilhjs a saltana para senhons, camisinbas
com maogaitos bordados e lindos eochovaes para baptizados, e baloes de mosselioa e de arcos para :
senboras e meoioas.
Lavas de pellica pnra homem e seoOona esn?erioras chapis de sol de todas as qualidades.
L-a para testidos barassima bonitos padres o covado a 130.
Tapetes Rraade para sof, ditos para piano, ditos para r.iraa e peijaeoos para portas e anellas. j
Moir braoco e preto superior pira vestidos de lindo* desanos, grosd-inaple de t-Jdas as cores
seda de quadriohos. cambraias braocas de muitas qnali1a-1e<, diins d cores e lindas ptreales.
Rasqomes de seda preta ultima moda, chales e ret>o.is de suuinre, vndese barato.
Cam'sas para btmens fraucezas e inglezas de linho e de algodao tims e seroula; de liobo su-
periores.
Canas de b-rracha, snbrelod >s e perneiras as daelBores o mais elegantes.
Mala grandes para vugens, dita- pequeas e saceos da tapate e couro.
Bramante branco de 1 larguras a 2SoOO a vara, pannos pretos e atoes, casemiras pretas e de
cores tudo bom e barato.
Neste estabelecimento ha sempre am eorapHo sortimento de bo^s fundas taatc para a praga
como para o centro da provincia e superiores bjectos proprios para casamentos como sejam capellas,
mantas, vestidos de blonde e de moir branco, cortinados, colchas, vendedose lado nais barato e
tambem as melbores
Esteiras e alcatifas para forrar salas.
URna do QueimadoII
a jm i)
Este stabelecimeoio acaba de receber lindas
ehupelinas para seohora, ricas calxiohas para cos-
taras, ditas para j.nas. pentes doarados para coe,
fiveas mu!. mas, as da uliui.a moda deParis, eDtremetns e babadiobos.
botutos toocadores doarados e de Jacaranda, espe-
Ibos escossezes de diversos tamanhos e ricos cai-
vetes para seohora, voltas p^ra pescoco, gravatl
nbas, bico de seda, dito de algodao, lahyrmtho, e
monos <>utros bjectos de apurado gosto, qae se
loma eofadooho mencionar, tudo por precos mui-
to comroodos: a' roa da Imperatriz n. 70, na loja
da L"Hidade.
i i
Aos agricultores.
Saond^rs Bralbers & C. acabara de receber
de Liverpool vapores de forea de 3 a 4 cavallos
com todos os perleoces, e moi proprios para faie-
tem mover machinas de desearocar algedo, po-
denco >ada vapor trabalhar at coro 140.ierras,
iambem servem para enfardar algodao, oa para
ootro qoalqoer servico em qoe osara de trabalhar
coro uniones. Os |me-mo tamhem tno a venda
machinas americanas de 33 a 40 serras.
g#< pr^tendeotes dtrijam se ao largo do Corpo-
Saoion. 11.______________^_
Wrrf gameato de barros
Esto a' veoda oa roa da Concordia, oo terreno
defruote do aotigo armazem do sol, os maiores e
meih ifs burros qoe tem viudo a Pernambaco, os
qoa"3 ^e vendwm barato._______
R. R. Rabello saca por todos os vapores
sobre.
Lisboa.
Porto,
Figaeira.
Braga e ootras cidades e villas de Portn-
Ial inclusive as ilh?s da Madoira, Acores, etc.
Alem do grande srtiniento das melbores machinas, americanas para descarrocae
algodao. de iO, li, ik, 16, 18, 20, 2, 25, 30, 35, 40 e 50, neste estabelecimento sr
encoBtra mais o segninte:
Azeite de espermacete propria para machi- Peneiras d'arame para padaria:; e refinates.
as dy todas as qaalidados. I Correotes para almanjarras.
Vapores de forca de 3 a 4 cavallos. Machados e faeftes americanos.
Serras avulsas para machinas. | Caixas com vidros de todos os lmannos.
Manejes e todos os mais pertences para as' Cannos de chombo de todas as grossuras.
mesmas.
Carros de mo para aterro.
Cylindro para padarias.
Debnlhadores para milho.
Arados mericanas.
Escadas de madeiras americanas.
Carrinhos proprios para armazeas.
Moinbos para refinatoes.
dem para mlbo.
Machinas para cortar capim.
Bombas para regar jardins. .
Vaquetas para cobertas de carros.
Camas de ferro sorlidas.
Bombas de Japy.
dem americanas.
Ferros a vapor para engommar.
Vassooras americanas.'
Baldes americanos para compras.
Tinas de madeira.
Ballaios e cestds de terguinhas.
Guarda comidas.
I Folha de cobre idem dem.
dem de lai3o idem idem.
Folha de Flandres.
Ferro de todas as qualidades.
Aros de ferro
Latas com' gaz.
Trens de porcelana para eos i oh a.
dem estancados pira dita.
Bandeijas floas.
;Balancas americanas.
dem rovervaes.
Taixa de cobre.
Estanho em v.-rgoinhas.
Folhas de ferro de todas as grossuras.
Correntes de ferro sorlidas
Espingardas de todas as qualidades.
Revolvis de iodos os modelhs.
Ferramenti paraourives.
dem para tanoeiros.
dem para ferreiros.
gandy Granadinos tendo lo varas cada c re,
sendo 7 v ras iistradas para a saia e 3 varas
lisa para o corpo, tendo as mesmas 3 varas
enfeites correspondente saia pata enfeitar
o corpo e mangas tendo entre elles muitas
trancas com listas pretas como actualmente
se usa e vende-se pelo barato preco de 60,
nicamente na loja do avao, ra da Impe-
ratriz n. 6o, de Gama & Silva.
PARA CAMAS DE NOIVAS
Alm de um gran le sortimento de corti-
nados, encontra-se urna grande porfi de
ric;is colxas de croch qoe so veodem a 85,
io$ e 124, ditas de fustao brancas e de co-
res a 7(J e I o#, na loja e armazem do Pa-
vao, ra da Imperatriz n. 6o, de Gama A
Silva.
DAMASCOS DE LA
Vende-se um bonito sortimento do melhor
damasco de laa imico de seda, tendo 8
palmos de largura que se vende pelo barato
preco de 4#5oo o covado, ditos com 6 pal-
mos a 205oo, ditos de urna s largura a 8oo
e 10 cada covado, na loja e armazem do Pa-
va), ra da Imperatriz n. 6o, de Gama &
Suva.
Tiras bordadas] e BJ>tbv2iuhos
Qaem qnizer fazer boa compra de tiras
bordadas ou babadinbos, achara um grande
sortimento para escolher e por reg muito
mais barato do que em outra qualquer parle,
na loja armazem do Pav3o, ra da Impe-
ratriz rr 6o, de Gama Fazenda* para luto na foja do
Pavo
Vende-se setim da China com 6 palmos de
largura proprio para vestidos a 20 o covado,
13azinbasjpretas lisas, alpacas com lislra bran-
ca a 10 o covado, cassas brancas com lislras
pretas a 5oo rs. a vara, ditas pretas lisas e
com s-dpicos vara a 56o rs. ditas francezas
com lislras e ramagens vara a 8 o rs., rce-
rin prelo, alpacas e priucezas, mais barato
do queem outra qualquer parte, na lija du
Pavao, ra da Imperatriz n. 6o, de G,ma A
Silva.
CHITAS PRETAS A 2oo RS.
Vende-se chita preta iogleza com paltni-
nbas a 3 )o rs. o covado ou a peca por 70
leudo 38 cova los, ditas lisas a 16o rs. o co-
vado ou a peca 60, ditas francezas de todas
as qualidades, na loja do Pavo, ra da Im-
peratriz n. 6o, de Gama & Silva!
PALITO'S DE PANNO A 60
Vendem-se palitos de panno preto saceos
a 60, dilos sobrecasacos a lo0, caigas de ca-
semira preta a 65 e 70, dita muito floas a
90 e Io0, flnissimos sobrecasacos de i>anno a
2o0 e 250, caigas fie casimira de cor a 70 e
80, um grande sortimento de col tes de toda
a qualida e e outras mui as qualidades de
roupas qu se vender mais barato do que
em outra qualquer parte, na loja e armazem
do PavSo, ra da Imperatriz n. 6o, de Ga-
ma & Silva.
CHALES A BENOITON A 50 E 60
Vendem-se os mais modernos chales a
Benoiton pelo barato prf co de 50 e 60, di-
tos de merino liso a 3,}5oo, ditos de crpon
a 70 e 80, ditos de merino com barra a 2d
e 205 o, na loja e armazem do PavSo, ra
da Imperatriz n. 6o, de Gama & Silva.
CASAylNHOS DO PAVO A 180, 2o0
250 E 3o0
Chegaram o mais moderuos casaquinbos
ou jaquetas d* grs prelo, ricamente enfei-
tadas sendo ons com c ntura e outros solK's
conforme se osa ultimameute e vendem-se
petosbaratos precos de 18J, 2o0,'250 e 3o0,
na loja e armazn do P&v3o, ra da Impe-
ratriz n. 6o, de Gama A Silva.
ESPARTILHO
Vendera-se magniticos espartilbos france-
zes e- inglezes, na loja e armazem do Pavao,
ra da Imperatriz o. 6o, de Gama A Silva.
Baldes de e o .la
Vendem-se as mais modernas crinolinas
ou balOes proprios para vestidos de cauda,
sendo melbores e mais moderaos que lein
vindo ao marcado, e por precos muito ra-
soaveis, na loj do Pavao, ra da Imperatriz
o. 6o, de Gama A Silva.
Para saias a 1$00 i.s280 e IsoOO,
Chegou para a loja do Pavao nma grande
porc3ode nova fazenda branca especialmen-
te para saias, tendo a largura a altura suffi-
ciente de urna saia com um bonito bordado
de um lado ou urna binita ordem de pregas
de forma que com 3 H2 varas se faz urna
saia de um s panoo, o vende-se pelo barato
proco! de 14. 102So e 105oo ra. a vira; na
loja e armazem do Pavao roa da Ifflperairiz
n. 6o de Gima Silva.
Vestidos orancos e de cores a 4so 0.
Vendem-se bonitos cortes de cambraia
branca com bonitas barras bordadas assim
como com barras de cor pelo barato preco
de 405oo rs. na loja do PavSo rna da Impe-
ratriz o. 6o de Gama A Sil va.
Cassas de nma m cor a 44o rs.


a Tara.
Vendem-se mod rnas cassas francezas de
urna s cor sendo azul, roso, cor de lirio,
verde, cor de ganga, cor de rosa e encarna
da sem deleito aigum pelo baratissimo prego
de 44o rs. a vara, por haver grande porg3o:
na leja e armazem do Pavo ra da Impera-
triz n. 6o de Ga a A Silva.
L5a*Inhas matlsadas a 28o rs. o
covado.
Vendem-se bon tas lSazinhas matisadas,
de cor fixa e ditas de um cor s, t- ndo en-
tre ellas c res escuras e de muito bom gosto
pela barato prego de 28o rs. assim como'
bonitas bareges de 13a ira.isparenle com
quadrinbos pelo barato prego de 32o rs. o
covado: s na loja do PavSo ra da Impe-
ratriz n 6o de Gama A Silva.
CHITAS A 28o RS.
Vendem-se bonitas chitas de cores e ditas
roxas com pequeo toque de mofo que se
garante largar logo que-se lave, sendo de
cores fixas pelo barato preco de 28u rs. o
covado paa cabar: na lija do Pavao roa
da Imperatriz n. 6o de Gama Silva.-
CHITAS DE UMA SO COR A 28o RS. O
COVADO.
Vendom-se bonitas chitas lisas, sendj cor
de ganga, cor de havana, lirio, rosa e ootras
cores, pelo baratissimo prego de 28o rs. o
covado, di las chinezas com as mesmas cores
e com palminhas pelo batato prego de 3oo
rs. O covado, na lija e armazem do Pavo
ra da Imperatriz n. 6o de Gama A Silva.
GRANDE SORTIMENTO DE CHITAS
A 32o E -i6o SO O PAVO.
Ven lem-se chitas de cores fixas com de-
senos inteiramente novos e com os pannos
mu to encorpados pelos baratsimos precos
de 3o e 3fio rs. o covado, ditas claras pa-
drocs gra los e miudinhos proprios para
roupas de meninas a 3o e 36o rs. para
vender barato: na loja e armazem do Pavo
ra da Imperatriz n. 6o de Gama & Silva.
CHITAS PAHA LOiERTAS A 280 RS.
Vendem-se chitas largas para cobertas
pelo barato prego de 28o rs. o covado por
serem padres um tanto escures na loja do
Pavo ra da Imperatriz n. 6o de Gama A
Silva.
LAZtNHAS A 400 E 00 RS.
Vendem-se as mais bonitas laaztnhas ma-
teadas e de l'Stus mais modernas e mais
bonitos desenhos pelos prteoa de 4oo e 5oo
rs : na loja e arm-zem do PavSo ra da
Imperatriz n. 6o de Gama a Silva.
ALPACAS DE CO ES A 500 RS. O COVADO.
Vendem-se as mais bonitas alpacas de cores
enfestadas com bonitos desenhos miudinhos
tendo entulles de to las as cores pelo barato
pr- go de 5oo rs. o covado, ditas lisas escu-
ras e claras sendo todas de cores modernas
e 61o rs. o covado, ditas lavradas, as melho-
res e mais anderoaa ooe teem vindo ao mer-
cado : sendo havana, lyrio, verde, azul e
outra corps, que imitem a seda, pelo barato
prego de 8.o rs- o covado, pechincha : na
loja e armazem do PavSo ra da Imperatriz
n. 6o de Cama 4 Sdva.
POIL DE CHVRE.
Chegou neste genero o melhor que tem
vindo ao merca lo para vestidos com lindas
lislras de si-di ou com bonitos lavores da
i-psma que se vendem pelos baratos pregos
de 8oo, 10ooo e 1028o rs. o covado: na loja
do Pavo ra da Imperatriz n. 6o de Gama
A Silva.
VESTIDOS DE FANTAZIA A 80OOQ E
lo.-)oooRS.
Chegaram os mais bonitos cortes de ves-
tidos de fantazia muflo proprios para passteio
e soires, por terem lindas barras de sfeda
e veudem-se pelo barato preco de 80 e lod
cada um na l ja do Pavo ra da Imperatriz
n, 6o de Gama Si va;
malas a 3*000 rs.
Vendem-se bonitas saias escaras p loprias
para tizar em Umpo de vero por cauza da
poeira e principalmente para quem fr p?s-
sar a festa no matto, pel barato prego de
30ooo cada urna, ditas brancas ricamente
bordadas tendo 4 pannos cada nma pelos
prego de 50, 60, e lodoeo rs.: na loja Pavo ra da Imperatriz n. 6o de Gama A
Silva.
Vestidos braneo a S4oo.
Chevarara os mais lindos cortos de cam-
braia branca transparente ricamente borda-
dos que se vendem pelo baratissimo prego
de 240ooo rs. na- loja e armazem do Pavo
a. 6o de- Gama & SUva-.
Xova bareges de seda a 4or rs.
Chegou uma grande porgO de undos-
simas bareges de seda com ot mais delicados
gostos sendo faz-nda moito propria para
passehs, partidas, etc. Vendem-se pel ba-
ratissimo preco de 4oo rs. o covado na foja
e armazem do PavSo ra da Imperatriz o- 6o
de Gama & Silva.
GRANDE BAZAR
na Nova n. 20 e 22
Machinas pa a costura do autor Wbeele-
A Wilson, chegadas ltimamente da Ame-
rica; as qoaes pode cozer->e com doni
pespontos, toda e qnalqoer faienda, emba
inhar, frangir, bordar e marcar roopa ; todx
com perfeicSo. S3o t3o simples, qoe com-
prehende-se fcilmente a maneira do traba-
Iho e a pessoa tendo pratica de coser em m
rhinas. pode fazer por da o servico que b-
ciam 3o costnreiras.
Chama-se este estabelecimento a atten
g5o do publico, visto que elle se acna com
pletamente sortido de bjectos de gosto
como bem Irqaes de madreperola e de sn-
dalo, evelas, filas para cinto, cokes perfn
maria e ote,
Na ra nova n. 20 e 22. Caraeiro Viair
na A C.
* rom iras do ^'avo
Chegaram as muito ricis e muito moder-
nas romeirs de merino com differei.t^s to-
res sendo elegantemente enfeita-la-; com lin-
das filas e boroadas com vldrJos sendo cif-
culadas com um ric bco de guipure que
tem palmo e muio de largura, garante que
neste genero nao ha nada melhor no merca-
do e vende-se por preco rasja c
armazem do Pavo, ruada Imperatrizn. 6o,
de Gama A Silva.
$edas lizas
Cbegou o mais liado sortimento de sedas
lizas com diflVrenles cores, sendo cor de
rosa, azul, lyrio, harana, cinz?, bunio* e
branca as qoaes se vendem por baratissimo
prego, na loja do Pavo, ra da Imperatriz
n. 6o, de Gama A Silva.
Casi-.q ii.los ce reoda a 12,
Vende-se os muito modernos casaquinbes
pretos de venda ou guipure sen-lo oa mais
modernos que tem vindo ao mercado pele
barato prego de 1*0, s na loja do PavSo,
ra da Imperatriz n. 6o de Gama a Silva.
ass:'S rarii e/as covado a ,{t0 r.
Vende-se um elegante sortimento das
ni: is boni as e finas casas francezas com ele-
gantes padroes em lislras ou flores sendo
todas as cores fizas e vende-se pelo barato
prevo de 3oo rs. o covado ou oo rs. a vara,
na loja e armazem do P3v3o, ra da Impe-
ratriz n. t o, dt Gai a Silva.______
Veode se am cavalio ilasao, novo e fura,
prcDrio para carga, por preco comaudo: para ver
s i.aiar oa coebeira do Sr. Kibetro, roa da P. 'da
i ._-
Escravos fgidos
Fnp- em 29 de setembro prolimo pwao t
D'eto da Costa de oome Jaciotbo, idade 38 aoo,
(em Ulhrs do Tol\ bem salieotas, imd rom*
falla de deutes, estatura pooco mem* de refalar.
as peroas Ooas, etc.. levoa vestido camina e ealfa
branca, chapee de ropa baixa redonda, de aba;
iieqneoas : roga se as aofirldades p- >lriaes e a
()i]l4U<-r particDlar, a captara do diio pmtjvo, e a
ser eotregoe a reo ?eubor Joo da Si'va Le-te a
ra da Cadeia do Recite o. 10.
AVISO
100,5000 de gratifica^.
Contina a estar fgido o es
cravo Simio. #
Fjgk) do da 21 da jalfao do correte jom ie
ra.-a do abajro aj^igoado o escravo de boom *-
otio. com oe -ignaes sagoioles : de oa^ao Moeaaa-
hi'iue. idde de 40 anoos, pooco mais ca meaos,
alio, embiante carregado, com falta de denles na
trente, eor (ola, com tainos em Orelo redoeda
ao pi das orelbas, sem barba, levou vetidn calca
d>> i->seriitra de cor, camisa de algonar braaeo,
chapeo de meia maca novo ; este e.-cravo foi cea-
prado ao Sr. Jos Victntc Liodcso, morador aa
provincia das Alagoas, por seo procurador
t|uim Cavalcaoti de a.lbuqoerque M- Uu, moran
no termo de Barrenes. Sem donda segnio *-
gum daqoeiles logares : roga-se a toda as aotori
dades assim como aos capliaes tcampo, tanto d-
u provincia como a das Alagoa a appretxiaa
do ilito escravo, euiiegalo no Rexife, roa DiraiU
o. 30, qoe ree.et.era a qaantia acin,a, proleaia-M
desde j eom iodos os rigores das le do rmpeoe
contra qaem o tiver acontado.
_________Beraardino Antonio Pereira Bastos.
Atlenco.
Anda enBMnft*ettar iB'flIo' o eserito Minoet,
;o qual tero os slgoaes segnintes : cor fola, la-
tara r*glr, wS*i red-ndo, tevna ferro no t>
coco e na pe, pom oa botar o ferro da per
o a por deniro da caifa, e o flo pewbcn ereotre
com ea*a, fot vi'io ha tepoe em Santo afe-
lio para wod> em fogMo mais vera,- e agorar1-
limaawBt* foi visto b Torre o sillo de Caati-
iiQ', t:-ablhsDdo com os escravos do doo de
mesmo sitio r foga-se a? antorldades polleied
capitaesde campo qne oapprebend'aa e lev'
roa estrenado Rosario n. 1!, qae seria i
nenie recompensados.
-



Diarlo de Pe Baabaeo Terca lelra 8 de OuCabro de 1867.
4SSEBLI GER1L


0.4H4KA DOS SEMIORES DEPUTADOS.
SESSO EM 24 DE AGOSTO DE 1867-
PRBSIDENCIA 00 SR. SILVBIRA LOBO.
(Goooaaclo.)
Se outr'ora a illuminacao publica nao se fazia
as nonas de laar, e as uoiles de loar correspon-
den] ponen mais ou me ios a um tergo da despeza,
su n sw arng i poderia haver ama economa de par-
10 de 200:000*000.
Soria agora occasio de entrar ao exame dos im-
postos, e das emendas que esta o sobre mesa.
M s ernAm, Sr. president-, eu ja' disse, nao quero
abusar da paciencia da casa. A hora.esta' dada,
coite, nao i-ulu lempo de tratar como desejana da
materias to imp ranles : deltas rae ocenparei
brlD. )
A discussa i flea adiada pela hora.
Dada a ordem do dia, levanla-se a sesso as 6
horas da tarde.
SE3SA0 EM 26 DE AGOSTO DE 1867.
PRESIDENCIA DO SR. SILVBIRA LOB).
Ao meiu di, feila a chamada, veriflea-se haver
numero snfflcienie, brese a sesso, sendo lida e
appruvada a acta da anterior.
O Su. i" Secrktario deu conta do segnlnte
EXPEDIENTE :
Um ofBcio do ministerio do imperio, enviando as
acias da nova elelco de eleitores a que se pro'e-
Jcu na paroehia de ossa Senhora da Coucelgo do
Rbeiro da Sebastiana, era substiluigo da qae foi
33nuMada por esta cmara.A' segunda commis-
so de poderes.
Uutro do mesmo ministerio, enviando as copias
dos decretos pelos quaes sua magostada o Impera-
dor houve por bem conceder varias peoses.A'
commisso de peo>oes e ordaoados.
Quatro do secretario do senado, participando qae
0 mesmo seHado adcqlou e vai dirigir sanego
imperial, as resologes approvando varias pensoes,
e aulonsaodo o governo a mandar matricular no
pritneiro aooo da escola de marinha a Jos Luiz
Campos do Araaral Jnior, e no mesmo anno da
acuMade de medicina da curte a Looranco Jnsti-
ciaao Vieira e Mariano Nunes Teixeira de Mell.
Inteirada.
Vem a' mesa e vai a imprimir, a segrate recti-
ficagao :
t as observares qae Bz em sesso de 19 so-
dre a reforma do regiment, l-se esta pbrase (seu
ultimo discurso nos Annaes, sem que fosse at ali
horoem de tribuna.)
t O que eu disse fuibem qie fosse, etc.
< O eDgano altera o sentido da expresso.C.
Ottoul.
:' ; i- de nma questao deordem, em que tomam
parte isSrs. Jos Bonifacio e Ponceca Vianna, vem
.-. mesa e approvado sem debate o seguiLt re-
querimento :
* Requeiro que o crdito da mancha seja disen-
tido na segoBda parte da ordera do dia, depois do
orgamentn, s hoover lempo.Horta de Araujo.i
PRIMEIRA PARTE DA ORDEM DU DIA.
Entra eiu primeira discusso o urojecto que ap-
prova as penses concedidas por decretos de 7 de
agosto deste anno : de 30*003 meosaes, sem pre-
i'jno do meio sold, a O. Vicencia Gomes da Silva
Tavares, viuva do capilo da guarda nacional Ju-
lio Jos Tavares; de 18*000 mensaes, sem pre-
juiio d > raeio sold a D. Anna Francisca do Livra-
ment e Mello, viuva do alfares do 9." batalho de
nfjniaria Jacintho Correa de Mello ; de 36*000
oiensies, a D. Leopoldina Mari de Sant'Anna, viu-
va do alteres de commisso Lzaro de Oiiveira Le
tan ; de 60*000 roposaes, a D. Laarinda EUlvina
.'a Suva Gomes, viuva do capito de voluntarios
da patria Joao Vctor da Canha Gomes; sendo
estas peo-oes pagas da data dos respectivos de-
1 letos.
O Sa. Pongbca Viaxna pede, e a cmara consen-
le, que o prnjdcto teoha ama s discasso.
Sao mandados a' mesa como emendas diversos
projectos concedendo peoses.
Niugaem pedindo a palavra, e pondo-se a vetos
0 projeeto, ;pprovaio com todas as emtndas.
Vem a' mesa, lid >, apoiado e approvado sem
debate, o seguinte reqoerlmento :
Requeiro qoe as emendas sejam redigidas em
-.apando.Horta de Araujo.
O projeeto remeltido, com as emendas e o re-
queriroenio, a' commisso de redaego.
Entra em primeira discusso o projeeto que au
torisa o governo a mandar matricular em qualquer
'tas fatuidades de medicina do imperio o estndan-
re do piimeiro auno do curso jurdico da cidade do
Recite Joiquim Pacheco Meodes, dispensando-se
pira is'o o referido estudante de repetir o exame
das materias exigidas naquellas faculdades.
O Sr. HjRta de Araujo pede, e a cmara con
vate que o projeeto lenha urna s discusso.
Sao mandadas a' mesa diversas emendas, conce-
dendo igual favor a' outras pessoas.
Nioguetn pediado a palavra, e pondo-se a votos
. o proferto, 6 approvado com todas as emendas.
Vi m a' mesa, Jido, apoiado e approvado sem
debate, o segrate requenmeoto :
Requeiro qae as emendas sejam redigidas em
separado.Horta de Araujo.
O projeeto enviado com as emendas, e o reque-
1 i ment commissSo de redaegao.
SEGUNDA PARTE DA ORDEM DO DIA.
'. i;t ba a 2* discusso da proposta di governo
na parte relativa receita geral do imperio para o
;:.: fiuauceiro de 1866 a 1867 com as emendas
apoiadas.
Vem mais a mesa, sao lidos, apoiados e eotram
coojanctamente em discusso as emendas e audi-
tivos que se arbam publicados.
Sr Presidente do Conseio concorda em que
o deve coniecer o dficit pira consequentemenle
'clarara se 03 imposto*, mas assenta que a eama-
ra po le conhecer qual o camiono a seguir neste
assumpto pelus esclarecimeotos prestados e pelo
que cansa do relatono. Ha dficit e preciso se-
So cotin-lo ao menos diminuir Ihe as proporcoes.
Refcrindo-se a parte do discurso do Sr. Pinto de
Piguriredo, mostra a legalldade com que o gover-
no procedeu na nomeago do Sr. Carlos Siqueira ;
que cbtre o governo e a atfaodega nao ha lula ,
que a maiev.i eucia nao pode altiog r acs emprega-
dos biuestes como receia o nobre depolado ; e qae
o tribunal do tbesouro decide sempre as quesloes
:onfoime o d'.reito e nao seb pretextos.
Concordando com algumas apreciares do Sr.
Vieira da Silva a respeito das conlribuicoes im-
postan pelas assemblasprovmciaes qnando deviam
partir do carpo legislativo, o orador pondera a
conveniencia de ser respeitada a situaco tal como
se acha, porquanto o municipio e a provincia en-
lendeui que nao se podem manter sem os seus
impoKtos municipaes cu provinciaes.
Aim disso a posse em que esto desse direito
assegura-ibes urna autonoma de qae sao maiio
ClOSOS.
Nao tem a culpa 0 orador de qae tal aconteca,
raals sim, o g. verno que nao tem suspendido as
leis iocooMitucionaes e a cmara dos Srs. depnta-
dos por nao as haver revogade
Explicando a sua opinio a respeito da extinc-
r;o da comarca do Rio Verde o orador declara
que tendo a assembla provincial de Minas vota
do essi Icifo vice presdante da mesraa provincia
o Sr. Fidehs consaltara o governo se devia ser
saneciooada pois qae o me ttvo della era fazer re-
tirar da comarca o juiz de direito. O goveroo
respondeu, tambera por carta, qoe se esse era o
motivo nao dsse saneco lei, pois que bavlam
em direito outros meios para puniQo do magis-
trado quando fosse reconhecido em culpa.
A palavraalternado de qae se servio nao
applicada ao acto da assembla, mas ao motivo
que se dizia influir na maioria della para votar a
soppresso da comarca.
Respondendo ao Sr. Ratisbona examina 3 pro-
postas feitas por S. Exc. para augmentar a recelta
do E?tado.
1.* Venda da estrada de ferro D. Pedro 1LO
orador nao pode aceitar aotorisacio para isso vis-
to que no senado pende de 3' discusso urna lei
sobre essa materia, e qualquer votaco da cmara
transtornaria o systema que conven seguir nos
trabaibos legislativos.
! Venda dos proprios naclonaes.Jolga o ora-
dor inoportuno esse meio, alem de imprBcoo, com-
pletamente ramoso para o Estado, boje qae as
propiedades ponco valen). Tal expediente na ae-
tualidade nada produzirla.
3.* tancar mo dos bens das ordens religiosas.
E-la queslo polilico-cclesiastica, nao pode ser
decidida de prompto.
Damais anda nao estamos no caso de apropriar-
mo-nos dos bens ecclesiasticos. Opportanamente
se ba de tratar desse assumpto.
Quanto as rcflexoes do Sr. Dr. Macado acceita-
ra' as que se referem ao quadro anda nao acaba-
do no qual os pintores amigos eserevlam faciebam
O orcameoto para nos um quadro desses e enm
pre escrever por baixo delle facamos,Do qae
se trata mesmo de dar- ihe os ltimos retoques
na 3* discusso.
Deseja esse nobre depotado saber se de faeto
existe na B para agraenlo das nnssas torgas.E' verdade, mas
a probidade do agente do goveroo n'aqaea pro-
vincia tranquilisa os escrpulos dos mais rigoro
sos.
Censaron alada o referido orador a redaccio de
um aviso em que se falla em acqumcSo de volnn-
tarios. Nao ba motivo para censara, mas para
contenta-lo nao se arapregara' mais essa palavra.
Em aviso circular, disse oSr. Dr. Macedo, man-
dou-se. dar ao Sr. conselhelro Silveira Lobo......
200 OOOfl para aqui'e flra : ora sen lo circular o
aviso, quaolo diobsiro s para adquirir voluota-
nos I
Tudo quaoto ha o seguinte raandon-se na ver-
dade por aquella quanlia a dlsposico do presi-
dente de Pernimbuco, mas elle s gastn 16:000$;
e jo da provincia de Minas deu se 20:000^000,
dos quaes s 11 foram dispendidoi. Nada mais.
Sendo crticas as circnrataocias do paiz devem
todos os brasileiros empenhar-se para salva-lo e
porisso estraoha a proposigao de um nobre depa-
tado pela provincia do Rio de Janeiro, que se pro-
pnnha a emigrar se o governo contlnuasse a em-
peiorar a situago I
O paiz espera e exige o concurso de todos.
Passa depois a tratar da receita e declara acei-
tar as ideas da commisso. Nao descobre o im-
posto doplo de qae fallou o Sr. Macedo no qoe re-
cabe sobre os predios, alem da decima urbana.
Nao jolga susceptiveis de imposto alem da taxa
a que sao sujaitas as commanditas, porque sobre
ellas o goveroo neohnma aeco pode ter, o qae
nao acontece com as sociedades anonymas.
Tambera nao admltte o imposto sobre as apll-
eos da divida publica ; ira diminuir-lbe o jaro
quando, se fosse possivel conviria rodear de favo-
res esses titules.
Respondendo as allegacoes da falla de estatisiica
pondera que o excellente trabalho do Sr. conse-
lhelro reas, urna prova de qae alguma consa
nos temos adiaoudo nos esciareclmentos neeessa-
rios para a votsgo da presente lei; e quanto a
economa resultante da reforma das repartieres
publicas declara qae o governo acceita a autori-
sago para rever a legislago qoe regula essa ma-
teria sob as seguales bases dimiuuigo do pes-
soale reduego de despezas
Posteriormente se oceupara' das emendas cffere-
cidas ao orgamento.
O Sr. 1* Secretario, obtendo a palavra pela or-
dem, procede a' leitnra de um officio do Sr. minis-
tro dos negocios eslrangeiros, participando haver
recebido o desta cmara com a copia da ioterpel-
lagao annancada por om membro da mesraa c-
mara, para cuja discasso fra marcado o dia de
buje, seado para Isso convidado ; e o mesmo lem-
po declarando qoe, preodendo. e o assumpto da
trplice allianga, que anda secreto, entende o go-
veroo qoe a discusso sena inconveniente para o
paiz, se tivesse lagar em sesso publica, nao jal-
gando, porm, o mesmo governo inconveniente a
discusso em sesso secreta.Inteirada.
O Sr. Barros Pimentel { pela ordem J: Sr.
presidente, o offlcio que em data de 8 do corrente
dirigi ao govern 1 imperial o Ilustre marquez de
Caxias, longe de fortificar >s esperangas qae as
ultima- noticias nos trabara feito conceber, eucbeu-
oos de to senas apprebeusods e abalou-nos de tal
forma a coofiangs, quesera impossivel qae o echo
da opinio estremecida nao se Qzesse sentir no seio
da representago nacional.
Para externar estes sentimentos annunciei ama
interpellago ao honrado ministro dos negocios es
traogeiro*, e quaodo me preparava para a respec
tiva discusso, chega a resposta de S. Exc. decla-
rando-nos entender inconveniente urna discusso
publica sobre a materia da mmha interpellago.
E coran, Sr. presidente, a distancia o o 1 -mpo avo-
luraam prodigiosamente os objectos qae occapam a
nossa imagmago, emendo dever insistir as expli
cacos que tenho a pedir sobre as ultimas emer-
gencias do iheairo da guerra.
O Sr. Presidente :Perdo ; nao posso perrail-
tir essa dieus>o.
O Sr. Barros Pimentel : Voa apresentar ana
requerimento.
O Sr. Presidente : V. Exc. disse qoe la ex
temar.....
O Sr. Hahros Pimentel : Qoe quera externar
os presentiinentos do povo; e como se me recosa
interpellago....
O Sr. Preidentb ... : Era outra occasiio ;
?gora nao o pode fazer. O nobre depotado nter-
peilou o Sr. ministro de estrangelros, S. Exc. nao
julgou ccnveoleote a discusso, o regiment da-Ib
a faculdade dessa recusa ; port rato nao posso regu-
larraeote deixar qoe V. Exc. coiiuu- a discutr
O Sr. Barros Pimentel : Perdeme V. Exc
o mesmo reglraeuto me faculta o direito de apre-
sentar um requerimento pedindo urna sesso se-
creta, c o que vou fazer ; desojara apenas fu lo
acorapannar de lgnmas observages.
OSr. Presidente :V. Kxc. sabe qne os reque-
rmenlos apreseoiam-se nos primeiros tres quarto>
de hora da sesso, e sabe que esses mesmos ni
se justifican), porque o dia proprio de se justitka
lem somante o sabbado ; como, pois, deixar ago-
ra, que turne lempo com a discusso de um reque-
rimento que tem relago com urna interpellag
que muito devidamente deixoa de ter lugar ?
(Apoiados.)
O Sr. Barros Pimentel : Obedego a V. Exc,
julgo que at certo p.u > V. Esc. esta' no seu di
reito fzendo-me essas ob-ervages; mas, desdi
que o nobre ministro dos negocios estrangeiros ne
gou as explicaron n'uma discusso publica (apoia-
dos), assiste-me o direito de ao menos requere;
que as d em sesso secreta. (Apoiados.)
O Sr. i'resiebntr : Perae-me o nobre depu
tado; isso sim, esta' no seu direito, ma nao esta'
00 seo direito discutmdo esse requerimento.
O Sr. Barros Pimentel : -Nao eslou discu'.indo
o requerimento, no emttnto nunca M estylo apre-
sentar um requerimento de.-tas, n e cr.
O Sr. Prbsidente : Neste caso o estylo em
vigor, e por isso que nao posso consentir que o
nobre deputado ju-tiiiqae o seu requerimento.
0 Sr. Barros Pimrntel :V. Exc. acceita o meo
requerimento simplisaeota f
O Sr. Presidente : Sim, senhor.
O Sr. Barros Pimentel : EntSo vou manda-lo
i' mesa. (Mullo bem.)
O Sr. Presidente :Como a materia do reque-
rimento do nobre depulado por Sergipe a foi apre-
seniada a esa cmara, eutendo que a ella e nao
a' mesa, como em outras bypotbeses, compet a
concesso on deuegago do pedido que faz o objec-
to do requerimento que se vai ler. (Apoiados.)
Vem a' mesa, ido, apoedo, e approvado sem
debate, o seguinte requerimento.
t Requeiro que essa cmara se coostitua em
sesso secreta, aSm de que seja interpellado o Sr.
ministro dos negocios estraBgeiros sobre o com-
mando em chefe dos exerciios alliados no Para-
guay, e consequentemenle sobre o tratado da tr-
plice alian.-a. Birrcs Pimentel.Baro de Pra-
dos. O. H. de Aquino e Castro.Das da Cruz.
C. B. Otuni.Tavares Bastos. >
Marca-se a sesso secreta para quinta-feira ao
meio dia.
Contina a dlscnsso interrompida.
O Sr. Barros Pimentel : Nao pretendo, Sr.
presidente, entranhar-me no campo das largas dis-
cusses sobre impostos. Me parece que o lempo
urge tantc-, que qaerer ostentar erudigo sobre os
ditlerenies systemas seguidos no sea laogamento
seria ama coasa boje mal cabida.
Alm de qae nao sendo en professional nestes
assumptos ponco poderla accresceotar ao qae
meas honrados collegas e o nobre ministro da fa-
zenda tm addazido em favor do orgamento na par-
te relitlva a' receita.
O fim principal por que ped a palavra, seobo-
res, foi para contribuir um poaco para o augmento
da renda publica, chamando a attengio do hon-
rado mioistro da fazenda sobre o modo por qae-se
procede a' fiscalisago e arrecadago dos impostos,
na provincia de Sergipe,
Senbores, quasi incrivel qae o regulamento
das altandegas de 1860 anda nao esteja rigorosa-
mente observado na provincia qne tenho a honra
de representar l
E* sabido que, sendo o perto de Cotinguiba
aquello por onde sabe maior qnantidade da pro-
docgo da provincia nelle se collocou por muito
tempo a alfandega.
Mas, senbsres, nem assim mesmo foi flxo l'i
aquella estabelecimento. Ora demorava no logar
fronte iro a'qaelle em qae se acha hoje a capital
da provincia, lagar quasi deserto, a barra dos Co-
queiros; ora as cabeceiras dos rios superiores,
porque o rio Cotinguiba biforca-se em dous, nm
que vai ter a' cidade de Maroim, ontro a' cidade
de Larargeiras; e poi tanto, ora n'uma, ora n'outra
dessas cidades, e at nm Ingar intermedio, o porto
das Redes.
Pareca, portanto, qae, mndando-se a capital
da provincia, qae eslava a' margem de om rio,
cajo recoacavo ponco rico, o Vasa-Barris, para a
margem do rio Colingaiba, n'ella se devesse flxar
a alfandega.
E com effeilo, senbores, foi isto o qae se reali-
30U. Mas pelo facto de transportar-se a alfandega
pira a cidade de Aracaja' deve-se inferir que a
flseallsago dos (enero 1 de exportagio se teoha
veiidead) oesta cidade T Devo dizer qne nao.
E fot lio senslvel esta falla qae todas as asam-
bleas daqaella provincia qua quasi todos os pre-
sidentes qae all teca administrado os negocios
pblicos, depois da remrgo da capital pan a ci-
dade da Aracajn', representaran) ao governo geral
exigindo o cumprimento do regnlamenlo das al-
fandega*.
Admirado deste facto, em um inlervallo das ses-
ses da legislatura pausada, tomei sobre mim e
empenbo de fazer resolver esla queslo, porque
doia-me ver as rendas da provincia escoarem-se
de ama maneira inconcobivel.
Recorr aqu na corte ao tribunal competente,
Indagaei da causa porque nao se cumpria o regu-
lamento das alfaodegas na minha provincia ; e,
senbores, a admirago da que eu me possula, pos-
suto-st tambera o pessoal do tbesouro I No tbe-
soaro lgnorava-se que nm Sergipe o regulamento
das alfandegas nao lioha execugio nesta parte I
A muitos esforgos, a' torga de muito trabalbo,
desencavou-se nma mentanha de documentos, os
quaes provavam o mea asserto, que a fiscalisagio
das rendas de minha provincia, ou da sua maior
parte, nao se verifleava regularmente na cidade
de Aracaj.
Depois de um acurado exame, o honrado miois-
tro de ento fez baixar om aviso ordenando qoe
se desalfandegassem os trapiches de Maroim e
Larangeiras, e qae a tscalisigo dos geueros de
exportago tivesse logar na sede da alfandega.
Mas, senbores, arad: assim foi cumprida esla
ordem do thesonro I iN >, nao foi.
O honrado presidente la provincia, qae era en-
to o Dr. Cincinato, recebeudo em principio de
186o esta ordem, resol vea qae ella devesse ler
execugo no principio da safra, isto no mea de
novembro immediato, mandando desalfandegar es
trapiches a que ja' me refer.
E gtnharam com isto os cofres pblicos e a la-
voura 7
Sr. presidente, dlgo-o com pesar, a arrecadago
e a flseallsago peioraram extraordinariamente
com a medida do governo, porque nao foi execu-
tada fielmente.
Outr'ora, senbores, quindo os trapiches do inte-
rior erara alfaodegados, nelles assisllam emprega-
dos da alfandega e da mesa de rendas, sobretodo,
que pareeiam dever fl-calisar esses generes, os
quaes eram acempanbados de urna carta de guia
para a alfandega da cap tal onde eram despacha-
dos ; boje nao s nao ba esta garanta dos trapi-
ches alfaodegados e da preseoga daquelles empre-
gads pblicos, como chngando os gneros a' capi-
tal nao sao Qscalisados I
A mxima parle da produego de minha provin-
cia, senbores, baldea se de ama casa particular
para um navio nacional ou eslrangeiro ; a flscali-
sago ama para chimara, ama verdadeira
burla.
ao qae se deve Iste, senbores 7 Como se da'
este phenomeno 7 E' inconcebvel 1 Por mais de
urna vez a assembla provincial tem tomado ao
serio este facto qae coacorre nao s para a dimi-
nuirlo da renda geral, como da renda provincial.
Os empregados provlociaes, na falta do cumpri-
mento dos seas deveres, apadnobam-se com os
inspectores da alfandeira, qoe nao tm sido assas
celosos no desempenbo le snas obrlgagoes. A tal
ponto as coasas tm marchado all, qae se ha dei-
xado de cobrar-se impostas provinciaes, porque,
dependendo ell-s da entrada dos productos nos
trapiches de Aracaja', e nio exigindo o inspector
de ser cobrados.
Por exemplo ha nma lei provincial qae manda
cobrar, creio que IfOOO por volurae de assucares
que entra nos armazens, e como nenbum entra nao
se cobra imposto algn, E' nm jogo entre o ins-
pector da alfandega e o administrador da mesa de
rendas da provincia, qae poe tado em coofaso.
O certo Sr. presidente, que se da' este abuso.
Chega do interior urna barcaga com 30 canas
de assucar de qoalidade o qaaolldade incerla,
apresenla-se militas vezes o proprio exportador pa-
rante a alfandega, e dit : eu tenho 50 caixas de
issacar, todas sao de mascavado e de peso de 30
a 35 arrobas. Como verificarse se esta declara-
gao verdadera ? Faz t-se o qae se faz na Babia
- oatros porlos maritimcs, fazer entraros volomes
ios armazens, pesa los e fiscalisa-los.
Mas era Sergipe nao ; apenas chega ao Aracaj
a barcaga, encosla-se a nma ponto, e ah limita-se
a alfandega a mandar verificar duas ou tres caixas
le assucar uoicamenta. .
(Ha diversos apartes.)
Nao pode isso ser co regulamento provincial,
porque elle nao pode destruir as disposiges ge-
raes que determinan), que os volomes devem en-
trar nos trapiches para abl serem fiscalisado?..
Mas em Sergipe nao se adoptou isto; a's autori-
dades basta a palavra dos interessados para rece-
oerem os direitos que talvez nao sejam os devidos.
Bu nao qnero fazer impotages a' pessoa alguma.
aera to pouco contestar a honradez de niogaem;
estabelego o facto, d'onde deve necessaramenle
aascer o abu>o.
(Ha um aparte)
Eu nao .-ei o qoe se tem dado depois qae urcou
posse o actual iospeelor, mas at a minha ultima
-stada na provincia o lacio que se dava era como
cabo de expr. Vinh o barco do interior com
assocar ou outro qualquer producto, cbagava ao
Aracaj, nao des)rabarcaa, nao ia para o trapi-
che, como e>tabelece o regulamento, como se pra-
tica nos outros portos; da ponte ero que encosta
passa para borda do navio nacional ou estran-
geir<>, depois de pagos (. direitos, segundo a decla-
rago do ioteressadol
Nao affl>mo que se piallque a fraude, quero so-
mente f*zer sentir a facilidade de pratica-la.
Nao ah s na falta de pesadas, qae ella pode
darse; pode commttte-se anda na qoalidade.
Soppoohamos qu se fpresente na alfandega ora
sojeito com ara rol, qce se diz do trapicheirq de
Maroim, pois nao se pode dar o nome de guia a
um papel passado por uta individuo qualquer, sem
carador publico, e pede despacho para 100 caixas
de assucar mascavado, ele, termo medio, 35 ar-
robas. Como verificar sa esse o peso, essa a
qualidade, se se contenan) os confereoles com o
exame de tres 00 quatro, de quatro ou cinco volu-
mes 7 Nao pode acontecer que a maior parte dallas
seja de assucar branco 8 de peso muito soperior 7
Uso obvio, inloitivo. O que se da' com o as-
sucar pode dar-se com as saccas de algodo qae
sao de peso muito varia>ei.
Nao s a fazenda publica qae pode ser d frau-
dada : os particulares, os agricultores, sobretudo,
sao victimas dos maioros ataques c' sna fortuna.
A cmara vai ver como sao elles feridos em
seus interesses, e feridos sen remisso Tem por
costume o lavrador, por economa de traospoite
porte por trra, fazer caixas de 5o, 60 e mais ar-
robas, e d'ahi a terapos recebe de seu correspon-
dente na Babia contas que o espantara. Rara a
caixa que chega a quarenta arrobas, rarisslma a
que excede. Reclama contra os pesos: o trapi-
ebeiro da Bahia respondo que esse era o peso com
qae a caixa all chegara ; reclama da mesa de
reodas do Aracaj, e esta tambem lbe responde
qne la' nunca se despachou caixa com aquella pe-
so. E o lavrador nao ten meios de provar que fra
defraudado... E julgais, senbores, as infelicidades, os prejcizos da lavoura 7
Ha anda nm canal por onde se esvai o snor do
pebre agricultor; a apprebenso de caixas de
assucar de Sergipe, que constitne ama grande es-
peculago dos trapiebtins da Babia, especulago
immoral qoe o governo nao tem procurado comna-
ter, a despeito de reproseotages da Associago
Commercial.
A pretexto de falsficrgodos gneros e de infi-
del ida du dos pesos, falsiBcago e innlelidade qoe
nao esto no interesse d) productor, sao apprehan-
didas s dezenas, s ceotenas de caixas em provel-
to do deouociaolp, do apprebensor I E, senbores,
anda vo alem as exterses. Alm da perda dos
direitos ja pagos, alm ca perda do producto, o
misrrimo lavrador snjilto a urna multa de 2|3 do
seu valor. Isso ioiquo, horroroso.
E porque tado Isso 7 Porque as autoridades As-
caes do Aracaj' nao ctmprem o sen dever. Se os
gneros de exportago hssem abi bem abi fiscal-
sados, os trapiebeiros da Babia, os agentes da al-
fandega, nao se animan ira a acorogoar to repro-
vada especulago. Eis o estado, senbores, a que
esto reduzidos os prodt clores de mlnba provincia,
quasi sem proleego dos poderes pblicos. Mas
queris saber porque isto succede 7 Porque o go-
verno em geral snrdo s reclamar oes das provin-
cias pequeas. (Nao apciados)
Nao me retiro a esteon aquella desigoadamente,
e eotendo que fago nm sarvigo ao actual ministe-
rio trazendo a sen conhoelmeeto estes abasos, com
cuja extirpa;o ba de necessariamente creseer, seja
de auanto fr a renda publica.
Um ontro facto ha dif 00 de merecer a altengo
do Sr. ministro da fazer. da. Minha provincia, an-
da qne peqnena, tem qi.airo barras por onde sa-
liera a entrain os prodictos de exportago e de
consamo; duas proprias, a do Cotinguiba e a do
Vasa-Barris; e duas eommnns, ama com a Ba-
hia, a do rio R-ai, e ou ra a do S. Francisco com
Alagas.
Havendo nma s alfandega, ja' se \ qae s por
orna pode baver cobrauga de direitos de exportago
para o estrangeiro, de direitos de importago ou
de consumo, e direito de expediente de gneros
viodos de outras provincias. Dahl, Sr. presidente,
o facto de desviarem-se do Aracaja', e demanda-
ren os onlros portos os gneros ae consamo des-
tinados at para a propria capital. Eotram os g-
neros por qoalqner destes portus, e sao derrama-
dos pelo interior da provincia sem terem pago os
direitos de expediente. Tudo isso se pratica aos
olhos da aoloridade. E', pois, do maior interesse
que S. Eu. habilite as mesas de rendas da Estao-
da e de S. Christovo a cobrarem esses imposto,
etc. Com isso dar' o Sr. ministro um impulso a'
renda publica.
Permita a cmara qne eu faga utm reclamago
contra os dados estatisteos apreseniados nos an-
nexos do relatono do ministerio da fazenda rela-
tivos provincia de Sergipe.
Abi sb dia qne os direitos de exportagio do sea
principal genero de produccao, o assucar, no anno
flnanceiro de 1864 a 1865, montaran) apenas a 140
f. tantos cootos de ris; o do algodo, que nestes
ultimes lempos lem tldo om desenvolvimiento pro-
digioso, a orna somma imperceptivel. E' qne o aos-
so cotimercio directo com os ootros paizes in-
significante, e a quasi totalidade de oossos produc-
tos remettida para a Babia, e abi Qguram como
della.
Se a provincia de Sergipe pequea, poncas a
exeedem em producios agrcolas. Ja tivemos oeca-
slo de medirmo-oos com a Babia no nosso princ
pal artigo de produego, o assucar, sendo para no-
tar que a Babia tem dez ou viole vezes mais bra-
! gos otis do qae Sergipe Releve, pois, V. Exc.
qae ea reivindique para mioba provincia a posi-
gao que lbe compete. (Apoiados.)
Segurado agora, Sr. presidente, o exemplo dos
oradores qne me precederam nesta discusso, passo
a dizer algumas palavras acerca de om acto recen-
te do governo que se refere minba provincia ;
quero fallar das condecorarles conferidas aos
mens comprovincianos pelos servigos prestados na
presente guerra.
Nao qnero, senhores, fazer alarde dos servigos
qae tem prestado mmha provincia. Fe, o que lbe
cumpria, o qoe compria a todo-. as circumstao-
cas em qae nos acbamos nao ha limites para os
sacrificios. (Apoiados.) Ma-, se para outras provin-
cias tem bavido recoobecimento desses servigos,
para que tratar assim a pequea provincia de Ser-
gipe, que se tem esforgado e coocorrido por todos
os modos possiveis para o desaggravo de nossa
honra ultrajada 7 E, Sr. presidente, se fossemos
aqoilatar o merecimeoto de mioba provincia pelo
teslemaobo de aprego qoe acaba de lbe dar o go-
verno imperial, deveriamos concluir que ella
urna das menos dignas do imperio. (Nao apoia-
dos.)
O Sr. Presidente : V. Etc. v que assim a
discusso vai fra do termo legal.
OSr. Barros Pimentel :Soccerri-me aos pre-
cedentes ; entretanto resnraindo-me proenrarei en-
trar na materia. Parece incnvel que em Sergipe,
onde todos porfia, goveraistas e opposlctonistas,
lem corrido sempre aos reclamos do governo, on-
de cao ba sacrificios qae se nao tenbam felo, s
honvesse dignos da munificencia imperial esse li-
mitadsimo numero de cidados qne flguram n'um
dos ltimos nmeros do Diario Oficial I
Nao senbores, qoe en qoeira fazer um cortejo
aos meas comprovincianos; o mea fim livra-los
da pecha de baverem menos merecido do paiz ;
quando sei que, alm de outros, commandante de
guarda naciooal houve que deu mais de melade de
sea corpo, com risco da propria vida, qoe recebeu
os mais Inequvocos testemunhos dos presidentes,
e eotretintoo que se Ihe fez ?.... Nao arei cita-
ges; dlffkil mencionar quem mais se distin-
gui, quera mais provas tem dado de devotago e
civismo, f Apoiados.) E' que Sergipe nao tem re-
presentante no ministerio. (Nao apoiados.)
Vollo a materia para concluir.
Senbores, entendo que a materia ero discusso
daquelias qne nao devem ter relago com a poli
tica. Estoa disposto a conceder ao governo tado
que fr compatvel com os recursos do paiz, para
levar o mesmo paiz aquella grao de confianga de
qne tanto precisa e de que tem ha ceno tempo de-
cahido. Estoo disposto a cooceder-lhe impostos,
nao s para preeneber o dficit, como para hab
lila-lo com alguma renda especial para contrahir
qualquer enpreslirao.
Mas, Sr. presidente, pelo modo porque tem cor-
rido a discussio, me parece qoe difflcilmenle che-
garemos a esse desidertum. Se por um lado o no-
bre presidente do conselbu leve a bondade de di-
zer-nos que o dficit andara por 11,000:000^, por
ontro nao se nos tem demonstrado quanto prodozi
rao as verbas apreseotadas pela commisso de fa-
zenda, com as emendas offerecidas, e se lem sido
attendidos os gastos com a cobranga dos impotos.
E* preciso que a todo transe preeoehamos o dficit.
S assim o governo do paiz podera' marchar de-
sasombrado, assim como entendo que elle o mais
proprio para conhecer da capacdade contribuate
des objectos deexporiago, de consumo e outros.
E', porm, de esperar que se atienda o mais pos-
sivel a esta coosiderago, que o imposto deve posar
sempre mais sobre o rico, e que o pobre, o que vive
de urna pequea renda, qne o empregado publico,
ja esto gravados era quasi 30 por ceoto, que em
tanto monta a depreciago da moeda. preciso
caminhar com muita atiengo nesta vereda, cami-
nnar de modo tambera a nao estancar as feotes de
prodaego. (Apoiados.)
Concluo declarando qoe pode o goveroo contar
com meo apoio neste assumpto, assim como eu
cont com o esmero coro que o honrado Sr. minis-
tro da fazenda, ae accordo com as coromissos da
casa, ha de examinar e preferir d'entre tantos alvl-
tres apresentados aquelles que melbor sirvam
para camlnbarmos desassombrados al que o gri-
to da victoria venha reanimar a opinio, ja' um
tra) desalentada pela procraslinago da guerra.
(Muito bem.)
O Sn. Lbao Velloso (attengo) vSr. presiden-
te, nao tumarei lempo procurando demonstrar a
importancia e gravidade do assumpto que se acha
na tela da discusso: imporiancia e gravidade,
fue esto a entrar pelos olbos de todos, que, alien-
tos, os fixarem por momentos nos algansmos que
definen) a situago Qnaneeira do paiz.
Esses algarismos demonstrara que ha desequili-
brio entre as rendas e as despezas publicas, des-
equilibrio que de urgencia que desapparega, pois
que sua continuago urna condigo negativa do
progresso e desenvolviraeoto regular do paiz, que
nao poder caminhar a passo firme e seguro desde
que os recursos do seu orgamento nao forem soffi
cenles para occorrer s despezas conectivas.
Sao tres os meios qae a sciencia do flnanceiro
aconselba, eomo proprios a evitar os desequilibrios
nos orgameotos dos estados :rednego as despe-
zas, recurso ao crdito, aDtecipaodo as rendas por
meio de emprestimos, e augmento de imposices,
qaestes complexas, e sem duvda de maito dilBcil
solago, a que se ligara problemas polticos, so
ciaes e econmicos da maior influencia nos desti-
nos das naguas ; exigindo, poitanto, desvelado es-
tado, e essa previdencia que caracterisa o hornera
de estado. (Apoiados)
Destas coosiderages deduzo que o assumpto
daquelles que sao para ser debatidos e esclarecidos
nao ao claro fatuo das paixes polticas nao luz
das fnspirages partidarias, que desvairam os espi-
rilos em vez de illumlna-los, mas smente a' luz
serena da raio, calma, guiada pelo patriotismo.
(Apoiados.)
E felizmente, Sr. presidente, temos razo para
congratularmo-nos, maioria e minora, pelo modo
como tem sido encarado o assumpto e corrido a
dtscasso ; nao se tem feito da qaesto demanda
de partido, pendendo cada qual sua ideas com a
liberdade qae convm manter em discusso desta
ordem, os proemineates iateresses do paiz sao qoe
tem sido consultados.
Todos os oradores opposicionstas teem reconhe-
cido a necessldade de providencias que accrescen-
tem os recursos do tbesouro, melhonndo se as
fontes da receita publica e abnndo-se novas ; to-
dos tem se mostrado de accordo sobre a necessida-
de da elevago das cootribulges com qoe o paiz
obrigado a entrar para as despezas do estado.
E' ponto sobre o qoal nao lem bavido divergen-
cia ; e nao deixa de ser nma felicidade que da
queslo nao se queira fazer arma de partido, como
n outros paizes tem acontecido, sempre qne os go-
verno?, aperlaios pelas difflculdades no desempe-
nho de sua elevada mlsso, comparecem perante a
nago e lbe expdem a urgencia de novos sacrificios
para a defeza de seos direitos e satisfago de suas
necessidades.
A cmara tem ouvido a lodos os oradores da
minora, e nao pode deixar de ter notado qne to
dos elles hao sustentado qae os recursos de qae
precisa o pala para retirar-se das difflculdades em
que se acba, sero muito maiores do qae os calca-
lado na proposta do governo.
Nao entrando por agora na refotago das cifras
cem que os nobros oradores da miooria teem pro-
corado demonstrar que os acertos do orgamento
sao mais extensos e reqoerem mais elovada som-
ma de sacrificios, entendo que como preliminar
para chegarmos a' qaesto princ,ipal,|calcalaodo o
quantum se deve exigir do paiz para fazer face is
snas despezas, indispensavel verificar qoal 6 sua
suuaco flnanceira : sera' este o pnmeiro ponto
de qoe me ocenparei.
Sr. presidente, caminhava regularmente o paiz
pela estrada de seos pacificas destinos, qnando do
selo dos acoolecimenloa surgiram-lne difflculdades
internacionae, qae seos governos nao sonberara
eviur, e essas difflculdades tradoxiram-se fatal-
mente n'uma grande calamidade qne foi a goern.
Digo calamidade, porque a guerra sempre
ama calamidade, alada sendo, cerno a que sosten-
amos com o dictador do Paraguay, guerra justa e
santa, a qae to deslealmente fomos provocados.
(Monos apoiados.)
A guerra leve tal influencia em nossas finanga >,
como era natural, pois que o dinheiro e o ervo da
guerra, qoe abri na historia flnanceira do paiz
um periodo nolavel ; sendo, portanto, de necessl-
dade na apreciago da sitnago, sob este ponto de
vista, examinar distinctameoie qual o estado das
nangas antes, e qual depois da guerra.
Recorrendo-se ao exame dos dados ofBciaes,
venflea-se qne de 1850 a 1866 a renda geral do
imperio seglo progresso ascendente nos seguin-
les termos:
1850 a 1851-31,532:764*693
1851 a 183-35.78i>:8lliH53
1832 a 1853-36,391:032*008
1853 a 1854-34,516:4.15*638
1854 a 1855-35,985:478**82
1855 a 185638,634:356*105
1856 a 1857-49,156:414*724
1857 a 1858-49,717:007*187
1858 a 18>9-46,9I9:995*474
1859 a 1860-41.807:3464450
1860 a 186l-50.0M:703*66l
1861 a 1862-5Z,4I8:889*605
1862 a 1863-48,342 189*476
1863 a 1864-54,801:995*210
1864 a 186556,885.0204045
1865 a 1866-57,989:237*264
Como natural, e lem acontecido em todos os
paizes, sabindo a renda, tambem subi em pro
gresso ascendente a despeza publica; as despezas
acompaobam sempre o aagmeoto da populagao e
desenvolvimenlo da civilisaco, que .traz comsigo
novas necessidades...
O Sr. Buarquk :E rautas vezes tem applica-
go productiva, cajos resultados s apparecem no
futura.
O Sr. Le.o Villoso :.... e qaasi sempre a pro-
gresso da despeza maior do que a da receiti,
sendo preciso recorrer ao crdito para aolicipago
do futuro.
O que se verifica dos algarismos que de 1850
a 1864 a receita foi acompanhando a despeza, sup-
primindo-se os dficits de alguns exercicios com
os saldos da outros, at qoe o oxercicio de 1863 a
1864 eocerrou-se com om dficit de 2,486:188*60);
o que consta da tabella explicativa da receita e
despeza do paiz desde o exercicio de 1850 a 1851,
qae trouxe ao coobeciroento da casa o nobre mi-
nistro da fazenda, e anoexou a um de seus discur-
sos, sustentando oesta casa a proposta di abertura
de crditos e emisso de papel-moeda.
Corra o exercicio flnanceiro de 1864 a 1865 quan-
do veio a guerra com snas oaturaes exigencias e
imposiges de grandes despezas : a guerra se der-
rama sangue, abre tambem ara largo sorvedooro
de dinheiro.
Com a guerra comegaram as difflculdades que
prodoiiram as finangas'publicas esse desarranjo
que tanto nos preoecupa, sendo para despertar e
estimular o patriotismo do paiz, roas de forma nea-
huma para desacorogoar, e muito menos deses-
perar. (Apoiados.)
O honrado depulado qne encetou esse debate,
tendo de aquilatar e definir a somma de sacrificios
que a guerra tem custado, asseveroa a' casa que
os abertos dos tres exercicios, desde o comego da
guerra, referem a existencia de um dficit maior de
120,000:000*000, e como o honrado depntado a
quem alludo apoloo o seu calculo na autoridade do
senador pela provincia do Para', seja-me permit!-
do por minha vez tambem recorrer a essa mesma
autoridade.
Na primeira vez que na sesso deste anno o se-
nador a quem a lado oceupou a tribuna de sna c-
mara tratando das Bnangas publicas, servio se de
algarismos que c-mduzam as seguales concluses:
DESPEZA DO ESTADO DESDE O 1." DE JULH0 DE 1864
A 30 DE JULH0 DE 1867.
Exercicio?. Despeza total.
1864 a 1865.............. 83,385:735*000
1865 a 1866.............. 118.235:920*000
1866 a 1867.............. 120,000:00J*000
DESPEZA ORDINARIA.
1863 a 1864.............. 34,631:400*000
1864 a 1865.............. 42,276:48OIOO0
1865 a 1866.............. 40,014:900*000
Termo medio aonualmeote. 40,000:000*000
Sendo a despeza (tal 321.006:000*000 e a ordi-
naria 121,000:000*000, segue-se que com a guerra
despenderam-se 300.000:000*01)0.
Deduzda desta cifra a despeza ordinaria dos mi-
nisterios da guerra e marinha, na importancia de
60,000.000*000, ficam para as despezas extraordi
narias da guerra 140,000:000* .00.
Os meios de que dispoz o tbesouro para fazer fa-
ce as snas despezas foram es seguintes:
Exercicios. Receita.
1864 a 1865.............. 58.000:000*000
1863 a 1866.............. 59.494:9225000
1866 a 1867.............. 6I.OO0:000*000
Somma 178,162:023*000, que comparada com a
despeza de 321.621:761*000, dexa ver um dficit
de 143,459:739*000, que tem sido suppndo com
estes recursos:
Emprestimos de Londres.. 44.444:44!i*000
Apolices emitildas.......... 30,173:600*000
Ouro do banco............. 25,766:681*1)00
Foi, por tanto urna divida que flcou coosolidada
na importancia de 101,383:725*000, fleando um
dficit de 42,076:014*000, que reunidos a........
45,000:000^0^0 de bilbeles do tbesouro emtllidos,
deixam ver a somma total do dficit, para cujo pro-
enchimento ja' esta cmara votou os necassarios
crditos.
Por conseguidle, consolidada a divida provenien-
te do dficit com recursos no valor de 101,000:0p0*
ficou o aberto reduzido a 42.000:000*000.
O Sn. Ratisbona :Assim calculou o Sr. coose-
Ibeiro Prannos.
O Sr. Leao Velloso : -Eis como foi descripto o
estado do thesooro pelo Sr. Souza Franco, autorida-
de iovocada pelo nobre deputado pela provincia do
Rio de Janeiro.
V a cmara que a somma de 42,000:000*000,
reunida a' de 45,000:000*000 de letras do tbe-
souro. ...
O Sn. Ratisbona :Para cojo pagamento ja' se
pedio aotorisago.
O Sr. Le.o elloso... nao da' 150,000:000*, a
que elevou o dficit, mas sim 87,C00:000*C00.
O Sr. Ratisbona :Qne podem nao ser exigi-
dos.
Sr. Lbao Velloso : E se forem exigidos, o
goveroo esta' armado dos meios necessanos a nao
se acbar em difflcoldade.
Por cooseguinie, nesta le qne se discate nao se
trata se nao de estabelecer meios para occorrer os
despezas ordinarias, segundo eslo calculadas.
(Apoiados.)
OSr. Pinto de Figueiredo :E algumas ex-
traordinarias provocadas pea guerra.
OSr. Leao Velloso :Sem davida ; bem como
dspor as cousas de modo a laagar bases sobre as
quaes possamos recorrer ao credits, qaando, de-
pois de terminada a guerra, pudermos desassom-
brados entrar no restabelecimento das flnangas. __
Antes, porm, de entrar propriamente na questo
dos impostos, seja me permitlido anda protestar
em nome da verdade dos factos contra a condetn-
nago que se tem pretendido lavrar contra o par-
tido a qae pertengo, fazeodo o responsavel pelos
males qoe a guerra trouxe ao paiz.
E' ama iocrepagao sem davida da maior iojns-
tiga. (Apoiados.)
Como se podera' de boa f condemnar aquelles
sob cujo governo rebentoa a guerra, sem condem-
nar a guerra em seu principio 7 (Apoiados.)
Fra preciso coosiderar a guerra injustamente
declarada pelo Brasil, ou pelo menos inopportana.
(Mnitos apoiados)
E havsra' brasilelro qae possa duvidar nem de
leve da justiga com que derramamos nosso sangue
nos campos do Paraguay f
Nio; nao ha brasllelro qae possa davidar (los
sagrados direitos que defendemos a' casta de lanos
sacrificios. (Mudos apoiados; maito bem.)
E quanto a' opponuoidade, desde qae nio nos
era permiitido escolbe la, e fomos forgados a por-
mo nos na defensiva, depois da mais inslita pro-
vocago, nao ha qne qaestionar a respeito. (Apoia-
dos. )
E oo entretanto a cmara onvio ainda agora, nes-
te mesmo debate, com qae vehemencia um honra
do depntado pela provincia do Ro de Janeiro, fal-
lando das difflculdades Onanceiras do paiz, excla-
mara : i Nefasta situagao, sitoago que Untos
males tem semeado sobre o paix..
O Sr. Buarqde : Funesta sitoago o termo
sympatbicj e predilecto I
O Sr. Lbao Vblloso :.... e abrir este abys-
mo em nossas Apangas!...
E perqne, senbores f Porqna Uvaaos de fazer
a guerra t
Ji disse qae nma goerra nio pode sor aprecia-
da pelos sacrificios qoe casta ao paix qoe a ava-
lenta (apoiados); porqna nao ha guerra qoe nao
saja ama sene de sacrificios (moitos apoiados),
nao sem resignarse snpporla-loa da animo le-
vantado que urna nago desembalaba sna espada.
anda em defeza de seus mais lacrados dlreltw i
as despezas da guerra, diz Gladstooe, sao o freio
moral que o Omnipotente impoe ambic* e -
de de conquistas inherentes a tantas naces fA-
poiados.)
O que ha, portanto, de procedente e razoa-
vel nessa Increpago odiosa, tantas vezes repeti-
da 71...
Se queris condemnar a sitnacio porque fez a
guerra, condemnai-a francamente, mu lembrai-
vos de que nao o podareis fazer sem condemnar-
des os motivos porque combatamos e sem *-*itta
tard-s nossa justiga, altribnindo a' goerra algov
fim menos justo. (Apoiados.)
Mas o qoe nao pode ser contestado a jastlea
do Brasil, os ponderosos motivos qoe o arraoca-
ram de seos hbitos pacficos (apoiados), porque a
verdade para todos, para o mando loteiro qae
nao fomos levar a gnerra ao Paraguay (apoiados),
nao fomos provocar Lpez em seas arrmes,foi elle
quem noc tronxe a gnerra. (Apoiados.)
E desde qoe Lpez to descommuoalmente ios
provicou, o que de vi amos fazer 7
O Sr. Bcarqui : Aceitar a provoeaco oo fl-
car deshonrados.
O Sr. Leao Vblloso : Pedir misericordia, oo,
qoe adiassemos os effeitos de soa provocagao, t
que preparassemos as coosas para fazer a goerra
com menos sacrificios 7 Nio de certo ; sera' esta
a resposta de todo iirasileiro. ( Mullos ateta-
dos. ) ^^
Ha situages qne sao para as nages, como para
os individuos; o individuo que orna vez publica-
mente affrontado e insultado, e olo tem a energa
e coragem oecessariat para repellir e lagar a
alfroula arrostrando todos os possiveis sacrificios,
at o da propria vida, om individuo moralmenie
abatido e degradado perante a sociedad?, e loeorre
em geral despreso. (Apoiados.)
E' assim que acontece aos povos qne offendides
em seus direito-, insultados em seos bros e pro-
vocados em seos senlimeotos de dignidade nao sa-
bara oo nao se apressam em eolloear-se na altara
de ieus direitos, reeuam oo vacillam na repolso
das affrontas, mostrando se peranie o mondo me-
nos dgaos de flgnrarem entre as oagdes qne mais
prezara soa dignidade, saa iodepeodencia e seos
direitos. (Moitos apoiados)
Vozks : Multo bem I
O Sr. Leao Vblloso : Dizem, porm, os ir-
rtflexivels adversarios da sitoago :Sio, a goer-
ra com o Paraguay urna guerra justa, pois
qae realmente o Brasil nao a provocoo, asa* lei
om coronario de nossa inlerveogo na Repblica
Oriental realisado pela mlssio Saraiva, e essa in-
tervengan qoe condemnamos por seos effeitos
desastrosos.
O Sr. Aristidbs Lobo : E' orna qaesto ven-
cida.
O Sr. Leao Velloso : Sim, qaesto venci-
da, mas nem por isso deixa de ser trazida i dis-
cusso em desabono da situagao qoe a apoiamos,
com o flm de torna-la odiosa, nao sendo lempo
perdido u qne se despender na refotag-) da balela,
rectiflcaodo-so os factos.
Seobores, a misso Saraiva nao a pr nem a realison de leve o governo da ento. leve
para resolv-la os mais fortes motives, iodos sob
cojos impulsos podem os governos resolver actos
semelhantes; o goveroo onvio os clamores da opi-
nio, e deu-lbe satisfago (apoiados); o qoe nos
diro os factos, sempre qoe forem lealmente esta-
dados; recordemos o qne se passoo eolio.
Nao ple estar esqoecido o modo eomo o go-
verno foi nesta cmara interpellado, acerca da po-
sigo que raantinbamoi no Rio da Praia, por um
nobre deputado pela provincia de Mioas-Gerae?,
conservador distiocto e opposicionlsta declarado.
E-ta na memoria de lodos o calor e vehemencia
com que esse illostre representante da nago pro-
enrou estimular o governo para nao deixar seox
protaego os 40,000 Brasileires residentes na Re-
poblo-a Oriental, que eram victimas de depreda-
gods e perseguigoes por parte dos agentes do go-
verno de Agurre.
Debaixo de animago de geral apoio pronon-
ciou-se ento o Sr. Evaristo da Velga nos seguintes
termos :
c Se o governo imperial jolgar qne os reclamos
de 40,000 Brasilelros existentes no Estado Oriental
do Uruguay nao devem ser aitendidos, se jolgar
que essa grande fraego da immensa familia brasi-
leira nao tem direito a proleegao do estado, ento
as relages de comroercio, as relacdes do sango?,
o espirito de nacooalidade podem ergoer orna iota
na provincia do Rio Grande do Sol, cujos Qibcs
sabem apreciar, mais do qoe lado, o valor e a
bonra.
E admirado a nma representago dos Brasile-
ros residentes no E-tado Oriental, de que fura par-
lador o geuer?! Nello, dizia ainda o depntado con
servador.
< Mas essa representago ba de ser atlendida na
parta em que pede proteego para mais de 40,800
Brasileiros que, se nao forem attendldos pilo go-
verno imperial, ante o qoal se apreseoiam por
meo intermedio, porque ras posso constitoir repre-
sentante desses 40,000 compatriotas nossos (mal-
los apo ados), a provincia do Rio Grande do Sal,
essa to importante fraego da familia brasileira,
podera' se ergoer toda ioteira para viogar os seos
direitos offandidos na pessoa e na propnedade des-
ses nossos irmos.
V-se bem, Sr. presidente, em qae altara col-
locou a queslo o depotado a qae me retiro, qoal
o carcter de gravidade que dea aos aconteci-
mentos.
Nes-a mesma occaslo ontro honrado depotado
pela provincia do Rio Grande do Sol, depois de
fazer nma resenha dos soffrimeotos dos Brasileros
residentes no Estado Oriental, pintando os eom co-
res carregadas no mais triste painel, coocloio nes-
tes termos o sea d scarso:
< No meio das tortoras e angustias qae soffre-
mos temos f na grandeza do Imperto do Brasil,
temos f oa dedicago de seas Albos, qne nio bao
de deixar seus irmos indefesos. ( Moitos apoia-
dos muito bem.)
E na verdade, seobores, a voz amargnrada de
nossos patricios nao achara' indlfferenies o eo-
ragdes de seas irmics em lodo imperio. (Manos
apoiados.)
A voz do Brasil ioteiro diz tambem ao governo
imperial : Eavidai todos os esforgos da nago,
salva os 50,000 Brasileiros qoe deOnnam na op-
presso, e que esperam de vos a dessffronu de
seus padeeimentos. Marcbai ovantes e desassom-
brados, ide at onde fr mister para obter josii-
ga. Tendes eomvosco a nagio,e a sna honra qne
ella vos entrega. ('Numeroso} apoiados, muito bem,
maito bem.)
E, senbores, a voz desses representantes da na-
go nao achou contrariedad nesta casa nem de
um nem do ontro lado politico em qoe ella se di-
vida (apoiados); pois qoe nao eram el es seno o
echo da cooscienela do paiz, qne ae revoltava ante
o papel qae faziam nosses representantes junto do
governo de Montevideo, sordo ia nossas reelama-
ges, nao guardando respeito aos nossos direitos
e tratados; a cooseiencia da nago mdignava-se
pela falta de providencias efflcazes com o Om de
serem protegidos contra as tropelas, de r,oe eram
victimas, nossos compatriotas residentes na Rep-
blica Oriental.
Foi, portanto, atlendendo ao pronnnciamento do
paiz, e acompanhando as maoifestages solemnes
da opinio, qae o gabinete de 15 de Janeiro deli-
beroa a eoviatara do distiacto brasilelro o Sr. Sa-
raiva em misso especial junto aos gnveraos das
repblicas Argentina e Oriental, tendo por flm re-
clamar satisfago pelos damnos soffridos por nos-
sos compatriotas e o cumprimento dos tratados e
convnceos celebrados com a repblica do Uru-
guay.
A melhor braseiro nao poda ser incambida a
misso (moitos apoiados), e como, com que des-
vello patritico e designio elevado desempeonoa o
Sr. Saraiva soa mlssio, di-lo-na om da a historia,
qoe nao tem odios a viogir e eem paixoes polti-
cas a alentar. (Muiios aportaos.)
Todos sabem o romo qae levoa a mlssao sarai-
va, e ninguem podera' por em davida a Sdelidade
com qae o ministro brasilelro desempeohoa as
inslrncgas de seo goveroo ; qoaodo della se afas-
tod, obrando por inspiragao propria, foi para dar
mais um docomento dos sentimentos pacficos qne
o Brasil notna em relago a repblica do Uru-
guay ; reflrome a essa teutativa de pacifleagoda
repblica, em que entrn de accordo con os re-
presentantes da Inglaterra e da repoblica Argen-
HB/i ; lentamen que sem duvda foi na bello epi-
sodio da misso Saraiva, revelando nossas favo-
raveis predisposgas em relago iqoetle Estado,
e os votos do Brasil pela reconciliago da familia
oriental. (Apoiados.)
(Continuar u ka.)
v
J

TYP. DO DIARIOR DASCRiES N. 44.


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