Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:11387


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Full Text
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ANNOXLI. NUMERO 230.
PIBA A ClPtrili B fAlHES OZVDE SE -\AO PACA POBTB
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Por.tres neies tiiiuUios.,. ].
Por Mis ditos Uem.. .J' .1 n
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Por aa aun Mu.. .1 .] H o ] .] ,\ :,j 73 m Ti :vj .; V
CaJa nuaer^avalsa ,J %J .;.......,-. # ( #
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<20O0
24000
320
SEGNM FEIRA 7 DE OTBRO DE 1867.
PAOA DEIVTBO E FOKA DA *HOVIA'CIA.
r#r tra meies atontados., rv r. r.- ,. ,. <. -. r, ,v ,.- rr ...
Por seis ditos idem. i;...........
Por nove ditos dem.................................
Por nm anno dem., m......4........................
W7M
85500
-284250
270000
A83a iENGARREGADOS DA SUBSCRIPQAO.
Parahyba-, o Sr. Antonio Alexandrino de Lima;
Natal, o Sr. Antonio Marques da Silva ;Aracaty,
oSr. A. de Lenios Braga; Cear, o Sr. Joaqnirn
os de )liveira ; Para, os Srs. Gerardo Antonio
Alves'A Filhos ; Amazonas, o Sr. Jeronymo da
Costa; Alagoas, o Sr. Frantino lavares da Costa;
Babia, o Sr. Jos M-rtins Alvos; Rio de Janeiro,!
o Sr. Jos flibeiro Gasparinbo. I
PARTIDA DOS BTAPRTAS.
Olinda, Cabo, Escala e estacos da via frrea at
Agaa I'reti, todos os dias.
Iguarasst e Goyanna as segandas e sextas feiras.
Santo Anto, Gravat, Bozerros, Bonito, Caroar,
Altmbo, Garanhuns, Boique, S. Bento, Bom Con-
selho, Aguas Oelias e Tacarat, as tercas feiras.
Pao d'Alho, Nazareth, Limoeiro, Brejo, Pesqneira,
lagazeira, Flores, Villa Bella, Cabron, Boa-Vis-
ta, Oarieury.Salgneiro e Ex, as guaras feiras
|Serin!aem, Rio Formoso, Tanandar, Una, Bar-
reros, Agua Preta e Pimeateiras, as quintas
feiras.
AUDIENCIAS DOS TRIBUNAES DA CAPITAL.
Tribunal do coramerci : segundas e quintas
Relago : tercas e sbados s 0 horas.
Fazenda : gantas s f 0 horas
Jalzo ilo comuiera'o ; segundes as II horas.
Dito de orphos : ter$*s e sexti s s 10 horas.
Primeira vara do civei: tercas e sextas ao meio
da.
Segunda vara do clvel : quartas e sabbados a
1 acra da tarde.
EPHEMRIDES DO MEZ DE OUTUBRO.
5 Qnarto cresc. as 3 h. e 25 m. da l.
13 Loa cheia as iO h. e 32 m. da m.
21 Quarto ming. aos 17 m. da m.
27 La nova as 10 h. e 11 m. da m.
DAS DA SEMANA.
7 Sepnnda. S. Marcos p., S. Augusto presb.
8 Terca. Ss. Demetrio e Nstor mro.
9 Quarta. S. DlOBysio b. m., S. Luiz Bellro.
10 Quinta. Ss. Eulampio e Eulampia ir?, mra.
I Sexta. S. Nicacio b. m., S Samatra.
12 Sabbado. S?. Priscillan e Domnioa mm.
13 DomiDgo. S. Hugolino tn., S. Samuel.
PREAMAR DE HOJE.
Primeira as (0 horas e 6 m. da manhaa.
Segunda as 10 oras e 30 minutos da tardo.
PARTIDA DOS VAPORES COsTEIROS.
Para o sal at Alagoas a 14 o 30; para o noru
at a Granja a 15 e 30 de c>da mex; para Tor-
nando nos dias 14 .los mezas Janeiro, margo, aai->
julho, setembro e novembro.
PARTE OFFIGAL
OVIRXO DO BMPAD9.
SEDE VACANTE.
expediente do dia 1 de outar.ro do 1867.
Offlcio ao Exm presidente desta provincia.Te-
cho a honra de communicar a V. Ezc. <\ae, ha-
veado eu ebegado hontem da corte do Rio de Ja-
ueiro, reassuni hoja o ex'rcicio do cargo de viga-
rio capilu'ar desta diocese.
Na contmuaco do desempenho deste cargo m
acbar' V Exc. sempre prometo para o que fr
do servico publico e dj particular dd V. Ese., a
qnem por esta occasD reitero os raeos protestos
da alti considerarlo e estima.
Deus guarde a V. Eic. Recife 1 de outubro de
1867llim. e Eim. Sr. luro de Villa Bella, pre-
sidente desta provincia.Deao Ir. Joaqun) Fian-
cisco de Faria, vigario capitular da diocese.
Ii?ual aos Exm?. ministro do imperio, internun-
cio apostlico e bispos do imperio, aos Exm?. pre-
sidentes das provincias da Parahyba, Rio-GranJe
do Norte e Alagoas e ao comraandante das rmss
desta provincia.
OlIWou-se no mesmo sentido aos chefes das re-
partios?.
Gircular aos vigarios da diocese.Havendo en
regressado hontem da corta do imperi >, reassuni
Iirja o exercicio do cargo de vigario capitular, o
que cimmunico a V. Rvma. para os Qns conve-
nientes.
O Exm. e Rvm. Sr. internuncio apostlico
acaba de antorisar o Exm. e Rvm. Sr. Dr.
\igario capitular da diocese para dispensar-se os
oradores constantes da relajo abaixo transcripta
nos lis pedimentos dealflaidada licita em prim-irc
gru igual da linha lateral e do seguodj gru
atliogente aopriuieire deconsanguimdade da liaha
lateral.
Estas peti?oes podem ser procuradas na secretaria
do bispado no palacio da Soledade.
Jo? de Araujo e Silva e Mara da S. Pedro.
Geraldo Manoel de Mira e Blmira da Mara
Soledade.
Antonio de Freitas Lacerda e Francisca Miria
de Jess.
Joaquim Gaedes dos Santos e Leocadia Mara da
Conceigo.
Francisco Vilalino de Macedo e Getrnde Maria
do Espirito-Santo.
Francisco Jos das Naves e Maria Carolina das
Noves.
Temolbeo de Araojo Soares e Antonia Maria da
Conceico.
Manoel Moreira da Silva e Rosalina de Alexan
dra.
Luiz Fernandes da Silva e Bernarda Francelina
da Silva.
Joo Furtado Figueiri e Aona Maria da Con-
ceico. -
Joso Joaqaim do Rosario e Catbanna Mana da
Concecao.
Manoel Freir do Nasciraento e Joanna Cariota
Manoel Farreira Brandao e Maria Jos do Livra-
ment
Jas Correa de Araojo e TbeoJora Correa de
lmeida.
Laiz de Abrea Franca e Josepba Maria da Con-
ceico.
Manoel Pires Ferreira o Anoa Maria de Jess.
Antonio Vicente de Mello e Candida Maria do
Espirito-Santo.
EXTERIOR.
as didereotcs parles deste problema pa-
recem tao irreconciliaveis e contradictorias,
que nao deve admirar o haver sua soloccSo
custado ao inveotor combinages e trabaloo
do dez annos.
Urna simples explicado do modo pelo
qnal obleve a soluccao deste problema bas-
tar.
E' fagil de aju'uar qaal o elleito de der-
ramar un cojio (Tagua sobre um lugar
calcado de pedras, que esteja exposto ao
vento, e aos raios do sol: tolas as gottas
d'agua estaro seccas muito antes qua igual
quantidade possa ser frvida ponto de se
evaporar n'uma pequea cafeteira, mesmo
sob're fogo forte; eapezar disto nem urna das
gottas de agua em tempo algum encontrr-
sela com calor superior ao das pedras em
columna d'ar extremameme quente. Por
mais intenso que seja este calor nao pode
quemar o xarope, pois instantneamente
ab'orvido pelas partculas d'agua, quando
sao expellidas pela columna d'ar.
Por meio engenhoso.de cujo detailhe sou
insciente, o liquido continuamente passa-
do e removido de dentro do ylindro.
Quando nos lembramos qi e saa superficie
interna expo acf,5o seccante do ar quente
um' superficie de xarope d) mais 192 pos
quadrados, nao nos licito admirar que a
dessecacao se opere tao rpidamente.
Na tiragem do licor, depois de urna demo-
ra de alguns minutos no cyl ndro, nao exis-
te mais risco de fermentado, e o xarope
concentrado poderia nesse estado ser posto
ero vazos de vidro, ou casos de madeira
prompto a ser transportad). Faze-lo po-
rem, seria carregar com o as mear anda urna
queslo.
A machina corapoa-se de tres partes prin
cipaes, a saber: O tarro, o cylindro, e o tam- \ pequea parte d'agoa, e correr o risco de
bor. Descreverei cada urna de per si. derramaraento : E' portanio passado para
i. O tarro colloca-se Ufo pert quanto a terceira, e ultima parte da machina, o
possivel da moeda, e recebe o caldo da cana tambor,
directamente dos tambores. E' de ferro
fundido, lera 30 ps de comprimento, e 6
de largura, e creio que 6 de altura. E'mu-
nido transvers3lmente de certas aduellas ou
elevages, que se uniformisam de ponta a
ponta, havendo espacos vasios alternadamen-
E' um grande cylindro de ferro, e cobre
com 4 ps de dimetro, e 4 de comprimen-
to, aqaeiido internamente, c, sobre cuja su-
perficie se estende o xarope. O tambor
move-se lentamente na raza"c de duas revo-
luces por minuto, e a sua superficie so-
FABRICO DO ASSUCAR CONCRETO.
CARTA DIIG1DA AO EDITOR DO (BSRRTADOR
DE ANTIGUA SOBRE 0 C0NCRET0R DO SR.
FRYER. EXTRAIIIDO DO OlliERVADOR DE 1 4 DE
DE ABRILDES66.
Permiita-ine Sr. quede conforraidade com
a promessa feita por intermedio de seu col-
lega do Register, lhe offere{a a descripeo
do concretor, segundo o que me fui dado
colher da explicaco, que devo obsequiosi-
dadedo Sr.Fryer.
O problema, cuja soluto elle se impoz, nao
foi mais do que evaporar, o quaatofosse pos-
sivel, at perfeta secura, graodes massas
de liquido no mais rpido espaco de tempo,
sem mais do que urna determinada porcjio
de calor.
FOLHETIH
possa facilmemte substituir-se qualqu er que
se quebr.
0 seguinte desenlio talvez d algum es-
clarecimento a respeilo.
A
: i .... i .... i .... I :
: 1 : : 1 : 1 : l : 1 : 1 :
: i : : 1 : : 1 : : 1 : 1 : 1 : i : 1 : : l : l : 1 : 1 : 1 : 1 : 1 : l : 1 : 1 :
: i : i : : l : l : l : l :
... .... .... ....
Este tarro collocado em suave declive,
de maneira que o sueco da cana recebido na
parte superior forme um curso perenne,
sempre agitado, pelo menos de -oa a polega-
das de espesara, em toda a extenso at a
parte inferior.
Otrajecto que percorre o caldo indica-
do pela linha de pontos das letras A at B.
A exleoso de psssagem na machina de
140 yards.
Por batxo do tarro est a fornalha, cujas
labaredas espalham-se horisontalmente em
longo e vasto lencol, sendo a sua crreme
clara e incessante.
O tempo que o caldo leva a passar pelo
tarro nao excede a o minutos, e nesse rpido
periodo onze decimos e seis a vos de agua
evaporam-se, e o caldo tem-se tornado ga-
rapa.
2. Ao deixar o tarro o liquido passa im-
mediatamente para a segunda parte da ma-
china chamada o Cylindro.
Este de cobre, tem 20 ps de compri-
do e 3 ps e 6 pollegadas de dimetro ;
move-se lentamente 6 vezes por minuto, me-
diante em engenhosinho, que tem este mis-
ler.
O cylindro de proposito aberto smente
as pontas, havendo um estreito leilo, que
retem pequea porc3o de liquido na parte
mais baixa, da qual a revolado constante do
cylindro faz estender sobre suas paredes urna
pelcula ou fila de xarope. O exterior docylin-'
dro c esquentado (porque forma nao sei des-
efever) pelo calor superfluo do tarro, ou
de sua fornalha, talvez que por ambos.
Pela parte interna do cylindro gira urna
te aos lados. E' fundido em porgues diver-. prada por nm ar quente, qu* tira ds xaro-
sas, adherentes urnas as outras, para que pe as ultimas partculas d'agoa, acabando
dest'arte a formaco do concreto. Este
tirado, apenas se forma, pelo raspador, que
ha expressamente para esse f m.
EmquantT est quente plstico, e po-
de-se cortar em pedacos do molde e ta-
manho que se queira, mas endurece logo
que esfria, e rica como o qr.e o Sr. Fryer
moslrou por occasi5o de sua conferencia (na
consistencia de pedra). Nes:e estado pode
com,,seguranca ser acondiccicnado para ex-
pori&co, qur seja em saceos, qur em
esteiris de Angola.
As pessoas que tiverem estado em enge-
nhs, cujas machinas forera movidas por
vento, e com moendas vertidles, onde todo
o maqumismo descoberto, exposto aos
raios do sol, terao observado talvez aquillo
qy.e parece o verdadeiro concreto, formado
naturalmente, em pequea esjala.nos salpi-
cos de suco da canna.que tentum borrifadoe
solidificado-se sobre os lugares expostos da
moenda, e paredes. Tambera se observa a'
raesma cousa, quando no campo a casca da
canna racha, e as gottas peque linas de sueco
que traosuda adhirem, e seccam sobre a'
parte externa das mesmas carinas.
Creio que ha dous meios pelos quaes o
Sr. Fryer produz a crrente do ar quente,
porem nao sei descrever satisfatoriamente ne-
nhum delles. Ambos sao de igual effijacia :
elle r.:commeoda o menos sujoito a qualqer
desarranjo.
Nao posso abster-me de chimar a alten-
Cao para a admiravel, e quas natural sim-
plicidad!! da sua machina. Jm tarro liso,
cujas pecas cm qualqer occasio podem ser
substituidas em caso de sinistro, um cylin-
dro de cobre, e um tambor de ferro e cobre
cnnstituem esse conjuncto, quo sem a mni-
ma contingencia do desastres pode ser con-
fiado qualqer de nossos agricultores. E'
exacto que as differentes partes sao de largas
dimenses, eco que especia mente quanto
ao cylindro justifica o custo do apparelho,
cojo valor entrinseco de maieria prima
muito grande.
Segando esta discripco intuitiva a eco-
noma de combustivel; to gt iode aparte
da dissecago feita pelo mesmo fogo, que faz
mover as partes da maquina [ elo calor su-
D. BRINCA DE IANUZA
ECRORDAgES DA CORTE DE FELIPPE II
Romance histrico original
Por E, Fejo de Mendoza.
PARTE I
Rcdfmpco por amor
LIVRO III
TRAtCAO.
(Continuaco do n. 224.)
CAPITULO IV.
A hospedara O Cuerno de Oro.
Em urna das ras mais retiradas da par-
te alta de Madrid, e que nao nomeamos por
se nos ter extraviado a indicaco do seu
nome, exista na poca em que se deram
os acontec meatos que referimos urna casi-
nha pobre e miseravel, em cujo plano baixo
se achavaMOSjallado Maese Pelovin.
Maese Petovl era italiano de nascimenlo,
segundo dizia, aincUrgue, verdade, tanto po-
deria ser italiano como tunesino. Era um
homemsinho de pequea estatura e gordo
como um boi, trazendo memoria a sua
figura e a espherica zona do seu ventre, os
loneis de vinho que adornavam as paredes
das suas adegas. Vesta rigorosamente de
branco, tanto de verlo como de invern, e
apezar da sua obesidade era leve como um
passaro. A sua conversaclo coasa alguma
tinha de agradavel, e sua pronuncia es-
trangeira era completamente enfastiadora.
NSo obstante os seus defeitos pbysicos,
Maese Petovn era no seu todo um persoaa-
$em da corte de Hespanba, o tanto conhe-
w o encoberto nobre, como o mais humil-
de plebeu. Dizia-se, para demonstrar os
seus innumeraveis amigos, qu9 o circulo
destos comecava no rei e terminava no ver-
dugo, como quefica expressado que era urna
notabiltdade na cidade coroada.
A sua fama era devida, mais que a oulra
cousa, aos seus conhecimentos culinarios,
amabilidade com que tratava os que honra-
vam o seu estab lecimanto, e economa
dos precos que estabelecera ; pois que
Maese Petovn era proprietario e cosnheiro
de urna hospedara na osa j mencionada.
Effeciivamente da parte superior da larga
porta que dava entrada para a hospedara,
e suspensa de um grosso e elevado mas-
tro, ondeava ao vento urna bandeira branca,
na qual se va pintado um immenso e vis-
toso chavlho amarello. Aquello chav-
Iho perteudia ser allegorico da abundancia,
e a cor amarella qneria dizer que era de
onro. Como a allegoria nao era certamente
muito completa, a provis5o de Maese Peto-
vn flzera pintar sob o chavlho, com letras
grandes, um letreiro que dizia: Hospedara
do Cuerno de Oro, com o qual ficava com-
pleto o emblema, e o famioto mais falto de
tino n5o podia equivocar-se com a classe e
ctlhegoriado estabelecimento.
Muito bem.
Passando a porta entrava-se n'uma peque-
a cata, onde se viam alguns armarios com
garrafas de differentes viahos e licores,
bem como algumas dezenas de pratos e mais
objectos correspondentes ao servico de urna
mesa.
Desta casa passa va-se a urna sala, onde
se viam oito ou dez mezas rodeadas de
bancos e algumas cadeiras velhas e rotas,
Sila alumiada durante a noute por um gran-
de candiei ro de ferro em quatro bicos, pen-
dente de corrente que eslava segura do teto.
A' direita desta sala havia outra e depois
outra, o que indicava qae Maese Petovn
possuia um grande estabeleciment, e que
por tanto era homem entendedor.
perabundante, e pela utilisacao do latente
vapor que o caldo fornece, quando est a fer-
vor, seu servico nao avahado por mera
estimativa, mas sim coohecido e medido
po que tem realmente feito, e est fazen-
do; o que, como j 88 indicou no momento
da conferencia, nao menos de 10 tonela-
das por hora ou 5 meias pipas (hogsheads)
n'um trabalho diario de 10 horas, 30 meias
pipas por semana. A economa de Bracos
consideravel, por seren poupados os
que eram empregados era espumar e agitar]
de um para outro lado o xarope as taxas
Todo o apparelho construido pelos enge-
nheiros Manlove, Alliol & C. de Nottingham,
completo de tudo, com seu pequeo mecha-
nismo j indicado, fornaihas. caldeira, todos
os tubos e eberains necessarias, de modo
que nao se precisa de accessorio algum mais.
Suas dimenses totaes de extremo a extremo
nao excedem um comprimento de 43 ps, e
seu custo de cerca de l.oio.
Urna destas machinas pode ser montada
para tirar as safras de diversos engenhos,
e fcil seria destribuir tanto o primiti'O
cu*to, como as despezas subsequentes do seu
servico por differentes proprietarios.
Ficarei contente s esta imperfeita discrip-
co poder ser de interesse aos agricultores
da nossa iiha.
Te iho a honra de ser seu ltenlo criado,
William James Read.
EXTRACTOS, COMPENDIADOS DO OBSERVADOR DE
ANTIGUA 25 DE AGOSTO DS 1856
O concretor em trabalho.
Tendo-rae confiado o Sr. Fryer o encargo
de fazer publico primeira e completa ex-
posico do seu invento tenho sumrao prazer
em aceeitar o convite para descrever o que
vi no terceiro da de trabalho, e seu per-
felo e inconteitavel resultado.
Os edificios do engenho Belvedere estao
n'uma eminencia pouco cima da estrada so-
bre urna esplanada, qual se vai por urna
subida curta porem mgreme. As canDas sao
conduzidas at junto deste cne por carros.
Sao depois postas n'uma corredica feita de
taboas estreiiinhas, presas por duas corren-
tes compridas, que passam por umis poucas
de roldanas^e sao suavemente puxadas por
ura mechanismo. Deste modo as cannas se
levam -moenda, esplendida machina, que
extraigo caldo na razio de 72 por cento
do pjbso das mesmas. Igual arranjo fez-se
na parte opposta do engenho para receber
e tirar o bagaco.. Qur os tambores, qur
o leito da moenda sao aquecidos pelo calor
superabundante do raachinismo, e o caldo,
preservado por essa temperatura de qualqer
mudaoca, conduzido por urna bica de co-
bre aos crivos, que se a uecem com o calor
excedente, que tambem gira por tubos de
cobre.
Ahi permanece quieto lempo bastante
para que as partculas terreas adherentes
casca da canna sentem-se no fundo. A es-
cuma mais fina, que se levanta, removida e
lancida n'nma cisterna separada, da qual
mais de metade aproveitada por filtraego
Dos crivos o caldo deitado n'um grande
tanque raso, onde torna-se perfeitamente
claro, e. dahi confiado ao tarro do con-
cretor.
Este fiea completarrente coberto por urna
caixa de madeira em que ha postigos com
correJcas queda) acessoem todo seu com-
primento.
Quasi tres quartas partes sao occupalas
no lado mais superior pelo cylindro e aba-
no contdos na mesma caixa ; e sobre urna
pequea plataforma na parte superior existe
Mas a melhor recommendajo do estabe-
lecimento nao eram seguramente as j mea-
cionadas sa'as, sempre abertss e disposi-.]
Cao do publico, mas sim algur s quartos re-
servados, pequeos e decentemente ambila-
dos a que Maese Petovin chaniava mathafo-
ricamente os ninhos de amor
Ninhos de amor n'uma. hospedara, era
basiaute prosaico, porque dizem quo o amor
oo cerne, mas por vezes succeda que urna
dama encoberta tinha preciso de entrar all
afim de tomar um refrigerante, ou dous
amigos iam discutir severamente algum
ponto theslogco, ao mesmo tumpo que de-
voravam petisco, e aquellos puquenos gabi-
netes serviam admiravelment8 para estes
casos.
A hospedara pois de Maese Petovn era
visitada diariamente por toda a classe de
pessoas, para muitas das qtaes o comer
nao era mais que um pretexto All se pre-
paravam as intrigas, se plae; ram as come-
dias, recommendavam-se as cartas amoro-
sas e se prujectavam todos os ataques qne,
eoto como agora, os novelleros, jogadores
e que taes concerta vam contra os cidadaos
pacficos.
Era pois, curioso, ver entrar no estabe-
lecimento de Maese Petovin tao variada
classe de pessoas, e existia s m duvida al*
guma cousa de phantastico no movimento in-
terior daquella casa, e mais anda na continua
mobilidade do seu obe30 aamdondado pro-
prietario.
Descripta, mal ou bem, a hospedara do
Cuerno de Oro, terJo comprehendido os
nossos letores que era nella iue se realisa-
vam as amorosas conferencias do escudeiro
do duque de Alba e da aya de Branca de
Lanuza, pois que a enamorada Maria, apezar
de todo o seu amor, n5o consentir certa-
mente que Roque a acompanbisse pelas roas
de Madrid, tendo como linha muito em
coma a sua honestidade e i murmaraejo
do maldizentc vulgo.
Como Roque dissera a seu amo, dous
dias depois da scena que referimos no ca-
ptulo anterior, e s quatro horas da tarde
prximamente, Maria entrava na mencionada
hospedara, coberta com um manto escuro,
que apezar de a cobrir inteiramente, dei-
xava adevinhar sob as suas pregas o gracioso
corpo que oceultava.
Como n3o era a primeira vez que a joven
entrara alli, nao vacillou em atravessar a
primeira sala, na qual se achava naquella
occasSo Maese Petovin despejando urna
garrafa de excedente vinho.
O Italiano olhou Maria, e conheceu-a sem
duvida, porque, largando a garrafa, tirou o
seu barrete branco 6 inclinou-se como o te-
ria feito diante da rainha Auna.
Oh mnha bella senhora, exclamou
desfazendo-se em cortezias, a vossa presen-
ca em mitiha casa enche-me de orgulho e
de salisfacjSo, e jolgo-me bastante recompen-
sado com a honra que me fazeis vindo ao
meu estabelecimento.
Muito adulador estis, .Maese Petovin.
Senhora, rendo o mais fervoroso culto
justica, e sou enthusiasta por tudo o que
bello.
Vamos, nao se pode fallar comvosco.
Ides alm do qae pode ouvir urna donzella
recatada.
Pezar-me-hia bastante se vos tivesse
causado desgosto. ,
Neohum, estis certo; mas dizei-me,
j veto ?
Estej veio, esperie deoracSo elptica,
como dizem os grammaticos, quera dizer
j veio Roque ? Mas Mese Petovin, que
por um gesto adevinhava urna phrase, sor-
riu-se com benevolencia e indicou a Maria
que o seguisse.
Maria cobrio outra vez o rosto para atra-
vessar as duas salas de queja fallamos, mo-
tivando entre as pessoas presentes um mur-
murio de admiraco com o seu ar gracioso
e o seu andar ligeiro e leve.
o mechanismo que pe o cylindro em movi-
mento uniforme e o abano em fo te agita-
cao. Todas as partes da machina estavam
arranjadas de modo admiravel, e reunidas,
comparativamente, com pouco trabalho. Faz
grande honra pericia dos Srs. Manlove
Alliott & C, engenheiros de Nottingham.
Nos lugares em que encaixam os diffe-
rentes compartimentos do tarro ha urna es-
pecie de pratos semicirculares e vasos fjitos
de cobre, os quaes sahem fra da caixnha
de madeira para mostrar o caldo quando
desee pelo plano inclinado : o supprimento
deste, regula-se de maneira singularmente
simples e efficaz. A bica, que despeja do
tanque, abre por meio de urna torneira pa-
ra dentro de um cylindro de cobre cieio de
furos, arranjados a guisa de parafuso. Qual-
qer numero dos taes furos, qne se quer
ter abertos, cora facilidade extrema conser-
vara-se desse modo, pois, arranjados como
est5o, de um s lance d'olhos podem ser
contados, e qualqer rapaznho consequen-
temente serve para fornecer qnanto liquido
se necessite.
Quantos furos estao abertos, Thomaz ?
pergunta o feitor.
Dez, senhor.
Abre mais dois.
- Sim, meu senhor.
O caldo quando mais grosso, c portante
menos sujeito a se estragar, passa sobre a
parte do tirro, onde vivissimo fogo de ba-
gaco seo agita-se primeiro sobre a sua su-
perficie posterior, e cobre-se de repente de
urna massa de boibas, que dimine pro-
porejio que vai correndo em directo parte
mais baixa, e at certo ponto mais fria em
todo o seu cursi. A regalaridade e rapidez
de sua passagem v-se ao ar livre pelos pra-
dos collocados uns aps oulros; o cano, quo
vem do tanque, corre ao lado do tarro tendo
urna torneira sobre cada prato, de forma
que qualqoer repentino excesso de calor
possa de sbito supprimir-se. A profundi-
dade do liquido, urna ou outra vez. de
cerca de meia poilegada. Sua temperatura
ao deixar o tarro varia mui pouco do ponto
de cosimento, 212 Fah. E' conduzido
um pequeo tanque, cuja parte superior
et nivelada com o chao. Enche um pe-
queo vaso, em que se pode inlrodzir o
saccarometro para saber qual a densidade
que tem. Durante as tres horas em que
estive presente, este apenas variou de 29,
nunca baixando de todo a 28, nem tambem
elevando-se a 3o completaraeire. Deste
tanque passa por bombas para outro seme-
Ihante collocado cima do cylindro. Prepa-
parou-se com cuidado um meio, gracas ao
qual se consegue fazer passar segunda vez
o xarope, que nao e^tiver suffijicnlemeute
evaporado, soore qualqer das divisos do
tarro por um cano do tanque, que abre tam- \
bem por meio de torneiras sobre os pratos
externos j descriptos.
Dj tanque superior corre por um regu-
lador, semelhante ao que ha na cabera do
tarro para o cylindro; este tem na superfi-
cie interna largas chapas em aspiral, feitas
de metal, em coilocacao successiva e o liqui-
do agita-se constantemente de urna para ou-
tra ponta. O ajano, j mencionado, introduz
no celindro o ar, que aquerido por passar
entre grande numero de tubos que expeliera
os productos de combusto do bagaco da
fornalha para a chamin. Este ar ao entrar
no cylindro, mostra urna temperatura pouco
cima de 2oo Fah. faz caminho sobre
vasta e extensa superficie de xarope espa-
Ibado sobre as chapas, de que falle, e entre
as gottas e tenues pelliculas que cahem
O hospedeiro, sempre cora o barrete na
mao, abri por fim a por(a de um dos quar-
tos reservados, e detendo-se junto a ella,
disse a um joven que se achava dentro.
Sr. Roque, se ja estaveis aborrecido
por esperar, affastai para longe o vosso abor-
recimento, por que a hora chegada.
Roque levantou-se para receber Maria.
Maese Petovin ficou immovel porta, es-
perando sem duvida alguma determinaco
do elegante escudeiro.
Effectivamente elle mandou-lhe servir um
pedaco de javali e urna lingua estufada, vi-
nho e sobremesa, e o hospedeiro_ se in.cli-
oou respeitosamente e deixou a sos os dous
amantes,
Quanto tardastes hoje minha querida
Maria I disse Roque contemplando com av-
d z o rosto levemente corado da graciosa
aya- .
E' verdade, responden esta, tardei
mais do que juigava, porque a senhora est
alguma cousa iodisposia de saude, e como
sou a sua aya de mais confianca, s me foi
possivel vir depois de ella se deitar.
Mas doenca de gravidade ?
Nao, nao, desgostos. J sabes o que
te disse ; Lanuza ama muito o Corsario Ne-
gro e desejaria estar a seu lado. Alm disso
todos os das succedem cousas galantes em
casa. Hoje teve um pequeo desgosto com
o senhor por culpa de teu amo.
Por culpa de meu amo ?
E' verdade ; parece que j quer ir
alli, e que nao est em bem com D. Joao.
Ora I e que nos importa todas essas
cousas ?
Cousa alguma, sem duvida.
Eot5o,acabado. Fallemos denos.
E qae tens para me dizer boa peca ?
Oh ? respondeu com empbase o es-
cudeiro do duque, tenho que te dizer tantas
cousas que nao sei por onde hei de come-
car,
Mea Deas assustas-me.
consiantemente da evaporaco. O caldo que
entra no cylindro n'uma densidade de 2'r
ou 3o8 do saccharometro, perde emquanto
alravessa sua tortuosa passagem, toda quan-
| tidade d'agua que lhe resta, e suspenso
por urna especie de machina de elevaco at
boca de um tubo arremesswte, do qual
[safio era constante e lenta corrente de con-
, creta. Um leve movimeDto basta para sas-
peader a aeco da machina citada, afim de
conservar o concreto sob a influencia do ar
quente a torna-lo s'i(Te;eQtementc seco. O
concreto emquanto viscoso e plstico des-
tribuido por bicas, que se movem a vontade
pira cascos de madeira ou outos vasos col-
locados debaixo para recebe-lo. Quando
posto nos moldes torna-se em poucas horas
peritamente rijo, e ao tocar-se-lhe d som
claro e retumbante. E' de cor amarea
esverdea !a, ligeramente granular, e con-
serva o gusto e um pouco do cheiro do sueco
da canna anda fresco. Nao do certo, se-
no propriamente sueco de canna solidifica-
do pela remoco d'agua sem nenhuma mu-
danca em sua constituico, nem corpo es-
tranho addicionado ao proees;0.
Smente trez pessoas necessita-se para at-
tender machina: o rapazinho que regala
o infiuxo do caldo; o hom.m que viga e
derige o seu curso do tarro para o cylindro.
e ontroque destnbne para a vasilna que se.
quer o concreto j preparado.
Nada se estraga ; nada se perde. Toda a
materia sacharraa, contida pela canna, obtem-
se no espaco d; poueos minutos sem mu-
danca de sua natureza, para um estado
prompto a ser confiado ao refinador.
Nao havia fumaga, cheiro, nem calor op-
pressivo juuto enchina, que evapora at
seccar nunca menos de trezentos e sessenta
gallos de caldo de canna por hora, ou 14 iO
caadas.
Passei do lugar em que se eslava fazendo
o concreto ;>ara a visinha casa de caldeira
que anda estava trabaihando ; o contraste
era na verdade extraordinario: muia gen-
te tirava de um esfriador e levava cabeca
em baldes para a casa de purgar assucar
escuro escorrendo em mel. O chao estiva
preto e glutinoso, por causa dos pingos que
cahiam sem ser possivel que se evilasse. As
taxas fumegantes a espuraaram-se: a gente,
caneada j, a suar, batendo e bald ando o
revolvido liquido. Estive por momenlos
olhando para urna das laxas, cujo comefro
ncessantemente levantava-se em bolhas-ira-
mensas, que arrebeotavam.parecendo em vo
prot'.'starem contra o injurioso trataraento
(d'ora em diante desneeessario) que estavam
soffrendo.
O Sr. Fryer modiicou seu desenho pri-
mitivo omittindo o tambor, sobre cuja par-
te externa pretenda effectuar o processo
seccante. O actual systema simplifica tudo,
e provavelmeote sem em nada diminuir o
efficiencia do machinismo.
Em resultado o concentrador em seu tra-
balho actual apenas menos admiravel que
a simplici lade do seu principio, e revela o
cuidado e exacto pensamento que com elle se
despenden.
G. D. Read.
BNAMBUCO
REVISTA DIARIA
Pur determinaco de S. Eic. o Sr. presiden-
te da provincia, foi encarregado do camiuanda do
destacamento da guarda nacional do presidio de
Fernando de Noronna, o Sr. capito de voluntarios
da patria Antonio Gracindo de Gusmo Lodo, em
Pois nao te assustes. A cousa nao 6
para tanto.
Maese Petovin entrou ao mesmo tempo,
trazendo n'uma bandeja o que Roque lhe
pedir, retirando-se silencioso e grave de-
pois de ter collocado sobre a mesa alguns
pratos e duas garrafas de vinho.
Roque principiou a servir Mariae encheu-
Ihe um copo de riquissimo aragonez.
Bebe menina, lhe disse sorrindo-se ;
este vinho teu compatriota e deves conce-
der-lhe o gosto.
Nao tenho vontade.
Bebe ; comendo o bebendo falla-se
melhor.
Bem, pois come e comeca a fallar; ja
estou desejando saber todas essas cousas que
tens a commuoicar-me.
E fazendo um gracioso gesto de cabeca
prosegoio :
Aposto dobrado contra siogelo em co-
mo entre tanta cousa que tens a dizer-me
nao me dars nenhuma noticia boa.
Roque sorrio-se e apoiando os cotovellos
mesa e a barba s mos olhou fixamente
Maria.
Com que, n5o, bein ? lhe disse : jal-
gas que nao vou dizer-te nada bom ? Pare-
ce-m qie sim ; antes saibamos ao que
que chamas bom.
Toma I Nao o sabes j ?
Nao.
E's um velhaco qae te fazes desenten-
dido e tenho que te dizer que eu nao posso
continuar assim. Minha mai deu-me ao
mundo para casa honrada, entendes ? e se
nao me conduzes ao altar...
Pois precisamente disso que te.
quero fallar.
_ Deveras ?
Muito deveras, e se nao jaiga.
Pois falla, falla.
(Continuar-se-ha.)
MUTILADO ")
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.111- v L i ** I,
-f


Gusmo.
o
Sr canltio Jjasnlm Albiso d fofam presos. Deste namero, 116 fortn depois [da Silva Tavares solliiliando qae finesse em illas
I poslos era liberdade.com llanca, e 347 expulso^ de,oz a leitura do papt I, para seo pai saber sobre i
^ItuaL riUvins dos er-1 BBcst- qoe objecto versava, a i que prestan-te seo arotno e i
Acnaa-M recoloidos aos n egio dfl i Eotre e$tM n,tlmos ha ,3g estruue|rog> sendo qne durante a leitnra jergootava c seu pai s era
pbosdea e outro sexo neoijw, 'u 61 Roomaoos dl Traosylvaola, 1 Austraco, 51 verdade o que cootloh;, o papel e Boda ella eslao-
voluntaros da patria, de mbm" 'B .p*.* da Bm Hngaros. 7 Allemies, Servio, 3 Polacos, 5 Gre- do o papel de accordo cotn a verdade dos (actos
po de polica, e da guarda nacional ues-. gos e 4 Judens.
ser vico da guerra. ------A. hnnT. neio-1 O B>veroo iaglex eeU activamente preparan
Eses .a, de wn^otKto T" f.' do a expedicao da Abyssiola. Part.ram nltfmaawo-
al, so all sustentados a P* lJl"'1.1., le para a Hespanha e para a Asia Menor quatro of-
Rol desetierdo, a proprto pello, .seY l Bciaes de artilharia enm numero igual de ota-
do deposito de recratas o Sr. alteres Jos irtoeo aa C|MS djs Diglg908) incumbidos da comprada
-Silva Sneos. 7,000 molas.
Na sexta-feira ultima pela tarde renden a Poram frotadas claco embarcacSes para o trans-
alma ao <'rdador o Sr. commendador Miguel Ar- < porie das malas para Alexandria, base das opsra-
cbanjo Mootelro de Andrade, succumbiodo a om I cjjes.
ataqae de congenian cerebral. O governo loglez pedio ao vice-rei do Egyoto
Empregado de faxenda aposentado, principlon o qo.e comprasse em sen nome 7,000 camelos. O ma-1 que preparou um papel para sen pai assignar,
Sr. commendador Monteiro de Andrade a servir !j0r Sherrinton vai partir para Alexandria cen a | abusando de sna boa_ de sua falta de vista, e al
servi'io-lbe para doce ment de defeza quando al
gama pessoa mal intw iciooada a seu re*piu> aai-
zesse deprimir da sna reputacao, pedilas qne as-
slgaasse, o que sen p n sera a menor reexae e da
methor voniade fe Bis a farsa completa, preme-
ditada e ejecutada eo o todo o seu cortejo.
Dgame pora em qne destet /me. Sr. Antonio
da Silva Faria a decs raco de seas paisT Nic v
que antes jusflcaa o sfiu rao procedimentoT Nao
se encommoda de tra; er ao publico ceno defeza
urna semelbanle narnco; nao se acaoba de dlzer
ao Estado ne anno de 1808; e no loago periodo de misso de orgniar os transportes.
sens servicos, organisoa (NfTerentes repartieses po- o governo das lodias dever fornecer oito regi-
nlicas desta rnvloela, nomeadameote a mesa do memos de afaotaria a seis de cavallaria. A arti-
despacho do assncar e impostes, da qaal fot chafe, iharla ser armada de obases raiados de seta li-
a mesa de diversas rendas e o consulado geral, .oras. A intendencia Acara a cargo do commissa-
d'oode fo em 1843 transferido para a inspectora rio das Indias.
da alfandega, cuo cargo exercea at 18*9, qnan-1 Segundo afflrma o Times, Massoua foi escolhda
do foi aposentado.
de seas 73 aanosT E o qae escreviuhau Vmc. nes-
se papel ? Naluralme He santidades em sen favor
e aecusaees contra sao irnio, em cuja companhia
vive seo pai e sua fai oilia ba mais de cinco annos
sera Ibes faltar eousa alguma. E nao corapreben
de que os Dmeos s nsatos nao acreditam em se-
melhaate eousaT Por aoto o que significa tu do is-
para base de operacSes. Em todo o caso, a expe- to? O pablico sensaK qae responda.
\J lu di/u?ruiaui/t i---- -~ *** v*w mmwwe t-i iuuv v uiuu- a
Como fanccioaarlo publico, semero se nouve diCa0 Bj0 pirlira 10t83 ,j0 mez de dezembro.
com honradez, procedeodo por Igual forma no ctr-j o Shrning Post annnncia qae em 28 do passado
culo privado das TelacSes particulares: e assim foram frelados, em Liverpool, quiuze barcos de
lega a sua familia urna pobreza honrada, qae em |
mnito aprecala por sens fllhos.
Por sens servicos foi desliogoldo pelo gover-
no imperial coto as coodecorac^es do habito da
ordem de Cnriste e do offletalato da imperial or-
dem da Rosa.
vapor por coota do governo iaglez.
Lotera. A que se acba venda
E este bomem qae se diz negociante hon-
rado!
Nao seria melbor Sr. Antonio da Silva Farla,
que (osse mais prudente, que modeYasse o sea mao
genio, e se acooselba.>se com algaem que o nao il-
ladisse, nem o aliraec tasse nesse rao camioho qae
e a 40.a, a beneficio da Santa Gasa de Mise-' ieVa, a troco taivez d" seus quatro vinteos T Arri-
ricordia, que OOrre amanbaa S. pie carreira Sr. Anto lio da Silva Faria e t me joi
_ n osrrivSn rtns nrntMtm Jns Mariano sta',I0 Para se aa0 compr)metler cada vex mais.ao con-
deTemana roa de Santo Amaro n JO ,rari0 lra cab,r nesse ^sao <*a0 lne SK8er, su*
- Ao concurso q 'wl fio peraote ftjph I*. '. snPP-
Remetiera-nos em anonyrao as segnlntes li
nhas, para i: qaaes chamamos a atleo$o da direc
loria do Monte Po, a quera compre per certo dar directora geral da iotrucco poNiC. paras fl0^"?5!S^V&S c
asra:5es do seo proceder, que assim argoida, nrilv,mnnIn artlr. Ac ma femininn. eomoa-1 ..Aor d,B o Sr. Gadault que papel tem feto
podendo bem ser que sem plaosibilldade
Os e ltalos da sociedade Monte Po Popular
Pernambucano, aployados pela presidencia da
provincia >-m 9 de dezembro de 1861, em virtnde
da lei o. 1083 de 22 de agosto de 1860 e decreto
n. 2711 de 19 de dezembro do mesmo anno, diz o
segoote :
Art. 1 O Monte Pi Popular Pernambucano
tem par flm acreaejio de capitaes, qne servirao pa-
ra soccorrer os seos membros d irante a velbice,
oo impos>lbildade desirvi em virtude de mo-
lestia ou a< pessoas de suas familias depois de sen
falleoiraenlo.
Ora nao obstante esta terminante disposl$ao e
dos arts. 14 e 15 dos mesraos estatuios, achara-
se as viuvas privadas de rjceberem a penso a
qae tem dire'to em vita dos ar l-*. 14 a 15, tendo
no entrelaoto a sociedade dinbeiro no banco !
Sexta-Mra ultima Uva loar nos salis do
Club Pernambucaoo a partida do correte mez, e
mais urna vr. aquella associacao demonstrou sua
excedencia, ffereceodo aos seus asociados e coo-
vi lados orna esplendida reuoiio.
Mais de oitenta senhora?, verdadeiras fljres
odorferas e mimosa*, osteoiavam suas gracas e
bellezas nos lindos saloes do Club, e urna nao me-
nos distiocta sociedade de cavalheiros gosou das
delicias da conversarlo a os prazeres da daosa.
Eotre os cavaleiros onavam-se algnns de posiQao
elevada como o Dr. chele de polica, o Dr. Buar-
qae e oolros.
O servico de cha etc. etc. esteve esplendido,
pelo que merece ?ncomios o respectivo encarrega-
do, bem como o director de mez, peo seu cava-
lbeirisroo e cuidados que empregou para tornar
por todos os modos o mais aprazivel pos-ivel o
valle qae tem o nume de Club Pernambucano.
Aehara-se entre nos o Sr. Macedo artista dra-
mtico, sna esposa e ootro artista o Sr. Pedro B r-
oardo de Carvalho, que nos dizem ser um excelleo-
te baritono e ara bom compositor de muslea.
O Sr. Macedo, como emprezario que foi de dife-
rentes ibeatros de Portugal, traz um ptimo reper-
torio de bellos dramas e operas cmicas, das qne
mais agrado tiveram em Lisboa ; tem, alm disto,
um excellente guarda roupa e at sceoario com-
pleto de diff-rpntes pegas de espectculo. Ligado
com o actual empreza'lo do Santa lsab-1, cedo fa-
rao a sua e.tra e-le< tres artistas, e de crer qae
com taes coudic5-s dem vanlag^os ai theatro e
prazer ao publico. Dlzem-nos que nao so o Sr. Ma-
cedo, como sua senbora, sao artistas dlstioctos e de
aparada escola.
Tendo, ba poneos das, noticiado que na
provincia do Rio de Janeiro se estava montando
um appare h j de nova in 'engo para o fabrico do
assucar, pare?e-no convenieute dar publicidade
discripco desse apparelhe, traduztda de jornaes m-
glezes por um nosso amifio.
S b a rubricaExteriorencontrarao os leito-
res a discnpco deste apparelho, experiencias e
estudos feitos sobre o mesmo.
Chamamos a atiengo dos nossos asricultores
para este magnifico invento.
Brevemente ser instaurado na Inglaterra
um processso dos ma>s curiosos. Trata-se de urna
heranca de viote miltioes de soberanos (nvenla
mil rentos d- ris.)
Que peoincba Lara os turdeiros 1
Ha dnzenio^ aBnos, um lavrador de Yorkshire
possuia urna fazenda que tioba treze milnas de
clrcurafcr una. Sua neta traba desposado na Ame-
rica uro Yaukee por nnmeTiraotby Iograbam.
O lavrador de York-hire, segundo um uso assaz
coramum na Inglaterra, fez um testamento em qua
ordenou que os bens, incluinoo a posse do solo, si-
tuados junto as margens do Ayre, s pr.dessem ser
partilbaaos entre os Blbos da qoarta geracao. Os
descendentes nem se quer p-asavam em eventua-
lidades to remotas; mas nem por isso deixaram
de crescer e de multiplicar.
Contara se actualmente 208 descendentes da ne-
ta deJos-ph WiIsju. A sna heranca tambero ces
ceu e muitipicou : tem hoje um valor de vintemi
Ibo-s esteiliuos. .
A poca da execnSo do testamento vai-se apro-
ximando e, Infelizmente, aenbum dos descendentes
possoe o tesiaroento. Acba-se em poder de um es
peclador, o qual, para entregar aque.lle precioso
decuraeolo, exige a quanlia de dez contos de ris
e um dcimo da beranca.
O coronel mexicano Miguel Lpez, depois de
ter Vi ndido o In parador Maximiliano e os seas ge-
neraos, tioha ido a Puebla para ver sua esposa ;
esta rtcabeu o sob o tecio com mineiras glaclaes.
Aprese; tuo-lne sea nico fiho, crianza de poucos
annos e disse
< Seobor, eis-aqui vosso Elho ; como nao pode-
mos divid io i m duas p res, podis leva lo para
vos.-a coii'pauliii. Sois cm cobarde e um traidor
atrairoast-s a vossa patria a o vo-so bemfeilor. De
era avanie viveremos estraobos um ao ootro, por-
que desde ja me retiro para o seio da mloha fami-
lia. Adeus.
O correspondente de om jornal inglez refere
que, na Cnina, foi ltimamente descoberta nma
raca de tigre, chamado tigre cabeca de cao.
Este tigre existe sobro as cillinas de Chinkiaog,
a ltimamente den signal de si devorando, as
proximidades de um casal, orna pobre mulber.
Os Cbins dizem que o tigre com cabeca de cao
multo mais terrivel do que o lobo, e que s appa-
recen em Cnrakiang depois da rebellio dos tae-
pings.
A queslo, extremamente importante para a
Europa, da abertura dos portos do Japo ao com-
mercio esirangeiro, cooiiua a fazer maiores pro-
fressos do que era de esperar.
Coosa singular, as ludas Intestinas, que pertur-
bara o imperio aponez, sao justamente o aoxiliar
mais efficaz com que podem coolar os int. resses
E' sabido qae, por meio de um tratado de data
recente, Sbh.gooo, ebefe dos grandes feudatarios
on daimus du Japae, promeit-u abrir o porto de
Osaka, oo pnmeiro de Janeiro de 1868. Por m, este
tratado nio agradoo aos daimios, es qnaes I inra-
ram mao de todos os pretextas para nao assistirem
as coofereneas preliminares.
Estes grandes ledala ios deelaram agora que o
Sbiogon oo noria aotorldade bastante pacaaaodar
abrir, si-m consulta-Ios, o porto d*Osaka.
Todava, eiles nao se < ppS-m a e-ta medita, mas
deelaram qoe, se fdr posta em prattea, e-i > resol-
vidos a abnrem os portos dos seos estados ao
coamercio aropeu. Os principes de Satsnma,
Chiosii), Ecbzen, Tosa e Tanga esto entre si de
accordo sobre esta questo.
Tur na-se evidente qne es go ver nos da Europa
lio podem esiabelecer agentes consolares as pro-
vincias de cada nm destes aimios. Purera, os ne-
gociantes de (et poem eotregar-se ao sen coro-
arelo, nos portos novameDte abertr s, com riscos
enores do qoe at aqu eornam. Haveria, pelo
aeoos, a corteza de qne as suas operaeds com-
mereiaes seriara vistas com mais benevolencia pe-
los principes em cojos dominios se flzessem as per-
autacees dos productos da Europa pelos do Japo.
E' esta ama boa n iva qoe dos efcega o extremo
oriente, da qaal a Franca a a Inglaterra bao de ti-
rar grande partido.
Os boto8 errneos qae teem corrido acerca
de om grande numero de expuls5es efleetuadas na
Ronmaoia, obrifzaram o governo a formular nma |
MUtjstca, da qual resulta, que, desde 13 de
provimento das cadeiras do sexo femioloo, corapa-.
receram as seguintes seohoras habilitadas : *"tt"*r etalao ,sl ? c"en nAi /AH.'
DD. Amelia de Mello Pires Gaivo, Emilia Joa- i correodo para qoe em sua casa se d f qaina de S,uza Menezes Caldas, Francisca Lua-. ?" ord*1' me 1 &?"".'
vina de Borja Ribeiro, Heoriqueta Amelia de Me-, *&*** l9Mn ^J.,1^"I ,n
nezes, Amella Carolina, Amelia Pere.ra da Costa, raens >res o que o tem tornado um perfe.to .
Bachel Adolpha Cavalcanti Ferrelra, Mara Pau na Qi'Xote, e em seus n omentos lucidos procura des-
Alves dos Santo Anua P,relra Dutra. Cosma El-,cobrir a Quadratora lio c.rculo, com a gana no pre-
logram. oa pelo meaos, o medicamento nio
exerce a plenitude de sna accSo.
Para evitar este grave incoventente, o
pbarmaMuticos devem tratar de empregar
productos bem fabricados, e entSo n5o po-
demos fazer melhor, seao assinar Ibes
es productos da casa Lamoareui Gendrot
fabricantes de productos chymicos em Pars.
NSo somente, a incontestavel superiori-
dade dos productos desta casa foi reconhe-
cida por todos, mas anda a modicidade
dos seos precos os recommenda aos Srs.
pbarmacentic s e droguistas
A casa Lamoureus e Gendrot conseguio
evitar a contrafacejio, inventando urna cap-
sula que no se pode imittar, e cuja execu-
c3o muito difficil, por exigir um material
mui complicado e custoso.
Isto mais urna prova da sollicitude dos
senhores Lamourenn e Gendrat para os in-
teresses e seguranza dos Srs |iharmaceuti-
cos e droguistas que, sem duvida, sendo de-
sejosos de empregarem bons productos, nao
deixarao de dirigir-se a esta casa.
LiuiiiiiT'iix e Gendreo
fabricantes de productos chymicos, fornecedores da
casa do operador e dos hospitaes de Pars.
Todos os productos sahindo desta casa s3o
da primeira qualidade e fechados por urna
capsuh inimitavel o que os poe em salvo da
contrafacc3o.
Alves dos "Santos, Aooa Perelra Dutra, Cosma El-
vira de Aranjo, Guilhei mina da Silva Cuoha, Mana
Hermioa de Jardins Passos a Fraocelina Mau-
rna.
Reparticao n\ pouca : Extracto da par-
te do da 5 de outubro de 1867.
Foram recolbidos a' casa de detenco no dia 4
do correte:
A' ordem do Illm. Sr. Dr. chefe de polica, Anto-
nio Gomes da Silva, para recrota. A' ordem do
sabdelegado de Santo Antelo, Mara da CoDceigao,
para correcto ; e Matbeus, escravo de Jos Go-
mes Villar, a requ: rmenlo deste.
O cuefe da 2* seccie,
J. G. de Mesqnita.
Casa oe detenco. Movimeuto do dia &
de oulobro.
Existiam presos 29i, entnram 3, sahirara 5,
exlstem 292, a saber : nacionaes 201, ronlheres 5,
estrangeins 34, mulber 1, escravos 47, escrava 1
total 292.
Aliraeotados a custa dos cofres pblicos 212.
Movimeoto da enfermara do dia 5 de outubro.
Tiveram baixa :
Francisco Correa de Athayde Siqueira.
Antonio Rodrigues de Mendonca.
mo que he esta' resarvado 00 hospicio Pedro II;
esl justificado.
Recite, 29 da seteoibro de 1867.
O amigo do verdade.
Publicares a pedido
HUMA VIDA SALVA!
London & Brasilian Bank, Li-
mited.
Capital do banco lo.OCO acedes
c. 100.................. 13.333:3332330
AccS'S emitlntas 13.000....... !1,SS5:->5S*350
Capital oago a S 45 por acgOes. 5,200:0008000
BALANCO Da CAIXA FILIAL EM PKRNAMBUCO
iM 30 DE SETEMBRO DE 1867.
ACTIVO.
Letras descontadas........... 1,008:536^340
Crditos sobre diversos outros
bancos e caixas filiaes....... 1,694:9134590
Calxa em moeda correte...... 531:8474160
3,236:2974090 1
s.
PASSIVO.
Capital fornecido pela caixa ma
trir.......................
Depsitos:
Emconta correte
simples........ 460:1305230
A praso n'xo.....357:02 4310
883:883;890'
1,017:1564560
Crditos diversos, outros bancos
e caixas flliaes............. 1,330:2S1*6'*0
lis.
:!,23G:2974090
S. E. e O.
aruambuco, 3 de oatabro de 1867.
Tlteodore Simn,
Accountant.
Correspondencias
!
Senhores redactores.=Lendo em seu conceituado
Diario de 31 de agosto passado, urna correspon-
dencia assign-di pelo Srs. Autunio Juaquim de
Faria e sua digna consorte, relativamente ao pro-
cedimento de seu Blho Antonio da Silva Faria, con-
fosso qne, spt-zar de a historia resar fidos analo-
gts, pasraei e vacilei a vi.-u do faci que rf-f-re
aiuella correspondencia, que nao sei a qualiQca-
gao que possa caber, roas tendo occasiSu de com-
municar o Sr. Antonio Joaqoira de Faria e sua res-
peitavel consorte, iratel acerca da mesma corres-
pondencia que traha liJo e -ertifiqoei-me da sobei-
ja razo qoe elles tiv.-ram contra esse Blho, pois
que ainda alguma cousa trohum deixado era si-
lencio para nao levarem a sua aceusacao mais'
ioDge.
Sr. Antonio da Silva Faria, um flbo que se diz 1
negociante e que arrota fortuna e honradez, res-
peita a seus pas e nao abusa por st raeihante forma
do estado dependente em que alies se acham ; um
Blho que assim pratica como deve ser considerado
pela sociedade? Um filho, pois, as suas cirenms-
tancias deve bnmilbar-se procurar rehabilitarse
ante sens pas.
Entretanto neste mesmo Diario, fm II do cor-
rete, appareceo a titulo de correspondencia um
araozel lecheado de contradices, a-s gnado pelo
Sr. Antonio da Silva Faria, era resposta a corr-s-
pondenea de seu reseitavel pai, langando sua bi-
lis ven-nosa sobre terceira pe.-s a, suppondo desta
forma ter conseguido apresentar-se ao publico co-
no om hornera calumniad o. A vista de tanto cy-
nismo pasto a aoaly-ar a saa correspondencia qae
s por si justifica a verdade declarada por seus vo-
ltios e honrados pafs.
A verdade acezar de tortorada e rxartyrisada
sempre ha de apparecer triomphaote.
Dit o Sr. Aotcnio da Silva Faria em sua lenga .,
lenga, que achando-se na noiie do dia 13 de fave- Duarte Coirabra, di too emprezario do oiso thea
reiro do correte anno em casa de seu conbado o ,ro- Pretende farer ppresentar o drama entitolarto
Sr. Gadaolt, alm dos acadmicos Candido Vale- a Aiinaa Santo Isalel; convm duer alguma cou-
riano da Silva Tavares e Manoel Godofredo de sa a respeiiodornt-snodrama, qoe oonos desco-
Aleracastre Autran e os Srs. Jos Antonio Pinto nbecido, qar quant) aa seu mrito litterario, qor
Serodio, Gustavo Leseasino Furtado de Meodoo^a Qa8nto aos seus ffeitos srienicos. O autor desse
e Candido Gregorio dos Si otos Siqueira, all se drama o grande literato S^ar-s Franco, eonego
acbavam seas pas, que trabara ido visitar sua ir-,e v|Kario capitular la S da Guarda em Portugal,
maa, esposa do Sr. Gaaull. Assim occolton o Sr. moralistaeonsnmad 1 qoe protendeo, cornprehenden-
Aotumo Faria Qlbo a soa morada em casa do Sr. i do o,werdadeiro flm da arte dramtica, corrigir as
Gadaolt, a que estes seos amigos, all se acharara Paixots humaoas, tjrnando frisantes sens funestos
por seu coLvite, como declararam ero joizo os Srs. 1 efcitos, fallando ser ipre ao coraco e despenando-
Jos Antonio Pinto Serodio e Candido Gregorio dos ',lDe for,es commocO' s. Esc ilheo o Sr. Soares Franco
Santos Siqueira, assm como que por urna estrate- Dara principal perjonagem de seu drama Santa
gia conseguio que seus pais la fossem, quereodo, ,a6''> conjo Dm c*[acter virtuoso, serapre inspira-
desta forma persuadir ao punlico qoe o acaso all do oela compaixao a favor dos desgracaJos ; regra
havla reunido a todos. Continuando, diz quedepois Pr'ncipal qae deve presidir sempre a coofeceo de
do cha por ama destas digress5-s qae sde haver ^ 0d1[>'ro.a- s,,a enredo muifo bem principia
em coov-rsacoes familiares, tratoo se sobre om
No temoe conlncimento algnm de nenhan
caso qoe to perfectamente mostr d'uina m
neira a mais claia e persuasiva o podt:r da
Scitneia Medica s-ibre a molestia; qual seja o
de Antonio Joa^uim Pereika, da Babia.
Este Lomera nfel 1. liavia mais d'um anno que
Eoffria as dores a; mais atrozes e pungentes
proveniente de
7'reae
Tcrriveis dagas Abcras
espalhadas por sol>re diferentes partes de sen
corpo, sendo urna c as quaes sobre o peito do p
urna funda e malij ;na chaga, a qual o privara
de andar, cauzand vihe as dores as mais agoni-
santes quer de dia quer de noute; continuada-
mente atormentado por taes amiccr>cs e dores,
e quasi que aburr cidn da counuacao de sim-
ilhante vida, tend) posto de parte toda a f e
oonfiaaca em mei mas, e na realidade parec
qu para elle nao lke regtava mais esperanca
alguma; assi-m pe is resignado esperava coa-
paciencia o termo final de seus mutiplicados
Boffrimentos, eis c ue milagrosamente por for-
tuna sua llie rectitarao o grande purificador
Jo pangue
A Salsaparrilha
DE 3RSTL
a mediante a sua ;randc cfflcacia e excellActa
c-ile se achou dem ro de pouco tempo, livre os
seu irremediavel 1 istado de desespero, e a dooe
e risonba esperan ;a tornou de novo revivar
em seu coraclo; 1 ob a poderoza e benvola in-
fluencia deste adiiiravel medicamento, as suas
thagas em breve principiarlo assumir um ca-
rcter favoravel diminuindo o aspecto de sua
malignidade massa do saague e mais
humores do systama tornou adquirir urna
apparencia clara e saudavel, as dores ator-
mentadoras d'ont 'o ora o deixarao, e urna doce
5 suave tranquil]: dade principiou precorrer
todo o seu sjsten a, restaurando-lhe a desejada
paz e socego d'esi arito; as chagan urna nma
e forSo fechando at^ que finalmente se cica-
trizaxao d'um tolo, e hoje acba-se perfeita-
mente sao, gosai do d'um perfeito estado de
iaulp, depois de se ter visto privado d'eete
grande gozo dun nto mais d'um anno. Elle
durante esta sur cura, apwjas fez uso de
Desastil garrafal da Germina Salsaparrilha
dfc Bristol, prep irada exclusivamente por
LANMAN & KEMP
De NOVA YORK.
Recommenda-ie mui particularmente aea
Doentes d'ambot os sexos, que empreguem
toda a cautella na escolha d'este admirare!
remedio, afim q e nao obtenhSo ontra com-
posicao qualquer que nao seja a Salsaparril-
ha Ganuiua de Bristol, pois que todas aa
mais prepara(;oei e imita53es d'esta naturezf
'^falsas Bate pcwuindo virtude alguma.
cidos puros para rea-
ctivos.
cidos pyrogallicos e
tamlicos.
A troponia, codeina,
digitana e todos
os alcalinos vege-
taes.
Bromuretos e odure-
tos.
Sulfate de quinina pu-
ro, valerianato e to-
dos os saes de qui-
nina.
Psimpalpaveisetc.,.
Galornel puro, e todos
os saesde mercurio.
Chlorureto de ferro
(puro) neutro.
Carbonates, snlfatos e
todos os saes de
ferro.
Acetato, hydrochlo-
rato.
Sulfato e todos os saes
de morphina.
Ferro reduzido pelo
hydrogeneo.
Essenf.ias puras.
Exti actosglycernia-
Fabrica em Paris ra de Paradis (au mas
rais), deposito no Rio de Janeiro, E. Cheve-
ot, ra do Garmo.
Empella-
O medicamento quu com mus influencia
e energia tem combatido essa terrivel en-
fermidade, tem sido o xarope alcohlico
de veame.
Urna escrava da mi d<> Sr. Francisco Fir-
mino Monteiro, pe^oa bem co hecida nest
cidade, achando-se de cama, e rom as per-
nas bastante indiadas, e cheia de tumores,
tomando o xarope de veame, acha-se hoje
boa, prestando servicos.
A mana do Sr. Jos Francisco Pinto, mo-
rador na ra Direita n. 51, tendo silo ac-
commeliida do mesmo mal, acha-se tambem
boa.
A Sra. D. Senhorinba Umbelia dos San-
tos, moradora na ra das Calcadas n. 38.
achando-se atacada de erysipella as cxas,
com quatro tumores bastante volumosos, no
estado indolente, que a privava de pr-se
de p ha muito tempo, cotn o uso do xaro-
pe alcohlico de veame e pillas purgativas
do mesmo, acha-se restabelectda, e no uso
dos medicamentos os tumores terminaran
pela suppuracao.
A Sra. D. Rita, moradora na ra de Sari-
ta Rita n. 13, primeiro andir, so'frendodo
mesmo mal ha muitns annos, pois que a
erysipella atacava amiudddamente, depois
que tem tomada esse remedio uunca mais
Ihe den.
Outros muitos fados desta ordem deixo
de mencionar aqui para nao me tornar pro-
lixo e enfadonho.
Sendo a erysipella urna molestia que sem
duvida effeito de materia gerada no cor-
po como expem al^uns escritores de me-
dicina, 6 em consecuencia da f ore lauca-
da na pello, onde produz inflammaejo, e
que muitas pessoas, por nao se terem con-
ven miente mente tntado, suecumbem com o
pernicioso uso de que, nos tres dias nao
devem usar de remedio algum, o que faz-
se entender o mal por nao se ter a princi-
pio combatido ; por isso, pois, convenien-
te que, logo que alguera se sentir tacado
de tal mal, deve provocar a transpirado
tomando ao principio urna cojtnrinha de
cha do xarope alcohlico de veame dis-
solvido em urna chicara de infaso de flor
de sabugueiro quente, adocando-a com mus
assucar, continuando nos tres dias nesse
tratamen'o, no fim dos quaes usara' do xa-
rope de veame na forma proscripta no re-
ceitu rio, tendo todo o cuidado de se aha-
far, afim de soar convenientemente, alm
de conservar o ventre corrente, que conse-
guir tomando urna ou duas pilulas purga-
1 Uvas do mesmo veame.
T dos quantos suecumbem desta molestia
se diz fdleceu de eysipella recolhida;
ao contrario, alguns expositores presumem
ser o desenvolvimento da uuirefacc5o no
riieatro.
Coostando-nos que o Illm.
Sr. Aotooio bs
protesto qoe seo pai tioba feto em sea oome a
poblicado 00 Diario de Pemambucs de 6 de 00-
vembro do prximo passado e que oesti occasio
dirigir diversas pergootas a sed respeltavei pai,
qoe re?poad>'u a todas ellas fazendo a fiel e comple
do e melbor aeafailo cora moitos e variados effei
tos seeoicos. Ralevi porm, ootar, qoe o drama
aa verdale as9s pi fnposo, e por isso mesmo de-
manda mni 10 laxo artstico e aparado (rosto ; pelo
qne esperamos qa o Illm. Sr. Coimbra, j que,
cooforma se dlt, pnteode leva-io a' scena, oo ba
ta oarraco dos toctos, oarracao esta que ia Iba ba- jde, PoP,r esforco 1 para o seo bom desempeobo,
aom oe qoe oao deapparega Da represeotagao par-
te da realera e esplt odor qoe leve em mete o dra-
maturgo, e qoe ja' >i mano bem tradoiido.
Se assim for, ser: o publico alada ama vec mi-
moseado pelo actual emprezario com a reprsenla-
cao de om drama sacro, como talve aioda aqoi
va feito a dias, aotaodo qne soa estremosa m
concordara em todo, pergootaodo em segnida a
a seu velbo pai se recosar-se-bia a passar-ltie um
docomeoto oaqoelle sentido, isto que coniivesse
todos aquella- factos qae elle tioba dit) serem ver-
dadeiros, ao qoe Ihe respoodera sea pai sem o me-
nor eoostraogimeJio qae sim. Ora Sr. Antonio da! D* sob'sse a sema. De oossa parte, aguar
Silva Paria, quem oo v em ludo isio orna Urca dam)S desempeobo artisiico para sobre elle
preparada e premeditada com todo o aparato T
emitttrmos o nsse julio, todava pelo qne temos
Visto a actual comp: nbla dramtica promette nada
deizar a desejar.
A.deU.
Quem oo eocherga oslo urna verdadeira citada
em que Vmc. qmz fazer cahlr aea pai para satisfa-
xer caprichos seosT Quem oo descobre em indo
isto a saa loteoc3o, o seu aboso de conaoca para
coro aqoelle que s lbe deve merecer respailo e
venerado ?
Coaiiaaaodo aluda o Sr. Aotonjo da Silva Paria,
diz qoe em egoida passara as mos de eo pai om
papel pediodo qae lasse o sea contedo, mas qae a.. om""hnn~nrridn7tnV noU n 'mnaA
etle o3o o podeodo faxar por falta dos ocolos, elle I aas C0.m D.0ns P^acws- poaqan, qoaoJO
.oiho I Aotonio da Silva Parla se dirigir a orna das pes-.a recetta e preparada com productos iofeno-
de 1865 at 28 de jonbo de 1887, 403 vagabundos ] toas prsenles o Sr. aedemico Candido Valeriano res, O que acntese nao raras vezes, os effei-
L-se aa Reforme Hedicale
A maior preocupado do medico consiste
em saber se as suas receitas sao prepara-
sangue, tanto que o I gar inflamaiado que,
entao a sua cor era encarnada, se troca
em lvida ou negra e termina em gangrena,
e por essa razo que conveniente o xa-
rope alcohlico de veame na infusSo de
flor de sabugo, para se conseguir resolver
a inflammaejib", ou pelo menos terminar pela
supporacSo, imppdindo assim a gmgrena.
Os effeitos do xarope alcohlico de vea-
me applicado na flor desabro ao doente,
nao s de vantagem por sua qualidade
diafortica, como pela ansi-septica para
impedir a putrefacco as molestias.
Na erysipella nao deve o enfermo nos
primeiros tres dias usar de comidas e bebi-
d s que possam esquentar e inflammar o
sangue.
A comida durante esse tempo deve ser
do reino vegetal, como sag, farinha doMa-
ranho, p3u torrado, bolacha, etc.
Ainda n3o vi expositor de medicina qne
acon-elhasse que nos primeiros tres dias de
j acommettimentos do mal, nSo se usasse de
I medicamentos ; o que elles reoellem sao o<
unguent> s, ontras que obstruem mais e
repellem do que promevem a ev cuacSo da
parte; o que convm trazer o lugar ataca-
do e bem agasalhado para a transpirado e
defender do ar.
O verdadeiro xarope de veame vende se
na botica da ra Direita n. 88, de Jos da
Rocha Paranhos.
Tenho recebido cartas de algumas pessoas
de outras provincias que me communicam
ter desta cidade sido remettido o meu xa-
rape falsificado, que tem dado resudado ao
descrdito de minlia preparaco, cojo co-
nhecimeoto se tem verificado denois dos ef-
feitos que taes remedios apresentava ; as-
sim, pois, tenho a declarar ao puhlico que
no letreiro que vai pregado na garra a do
xarope, sempre foi assigaado por meu pu-
cho, e daqci em diante, alm desta ai sig-
natura ofarei tambem no papel que cobre
a garrafa. Rog) ao mesmo publico que
quando forem assim engaados, tornera tes-
teruunhas, me remellara os rtulos falsifica-
dos e me participem para fazer effectivo o
artigo 167 do coligo criminal do Brasil.
Jos da Rocha Paranhos. .
C0MMEBC10.
PRACA DO RECIFE 5 DB OUTUBRO
DE 1867.
As 3,4 boras da tarde.
(Hontem.)
Algodo i* surte10*W por arroba.
(Hoja)
Algodo i* sor le104100 e iOJOOO por arroba.
Silveira.
Presidenta.
Macedo,
Secretario.,
Calxa filial do banco do Brasil
em Peraamiinco, aos 26 de ja-
lao de 1869.
De ordem da directora se taz selente aos Srs.
accionistas, qoe o thesooreiro esta' aotorisado -
pagar o 27* dividendo das accoes do banco do lin
sil, inscriptas n'esta caixa, a' razo de 12,8001)
clO eoarda-llvrss
Igoao Nones Correa,
EM LIQTlDACAO
Novo banco de Pemambuco
Sao convidados os Srs. acciooistas a re-
ceberem o primeiro ividendo (em moeda
correte) de trinta por cento do capital, tra-
zendo as accoes para irem sendo annulla-
das; dos dias uteis das 10 horas ao meio
dia.
Novo Banco de Pernambuco
Em liqoidaco.
O novo banco pagao Io dividendo des.
5(5000 por accSo, nos dias uteis, das 10 ho-
ras ao meio dia.
Novo banco de Pernambuco
Para conhecimento dos interessados a di-
receo do novo banco declara que a partir
do 1. de setembro do correte anno, o ban-
co entrar em liquidacao.
Recife 28 de agosto de 1867.
Euglish Bank
OEoglish Baokof Rio de Janeiro liaiited
lando e;tabelecido em conformidade com o decre-
ta 11. 3796 de 9 de feverio deste anno ama ealx*
Qlial oesta cidade pelo prseme sa faz publico
que esta se acba habilitada de boja em diaote a
fuoccionar com todos eqaassquer negocios bao
carios, a saber :
A receber dicheiro era coota correte sobre
aviso e em deposito a prazo Qxo com jaro, confor-
me as ceodicoes a tratar.
A deseoour ltalos commerciaes approvados.
A 1 omprar e veader letras da cambio sobre Eu-
ropa oa qualquer outra parte.
A emitiir cartas de crdito para viajar oo a ne-
gocio.
O Banco tambem se eocarrega mdiante a com-
petente commisso o'a compra e venia de apoii
ees da divida publica, accSes de companbias oo
Brasil oa era outra parte e da cobranga Je rfmessa
de dividendos, letras oa outros quaesquer ttulos.
Expediente do baaco d?s dez horas at as qua-
tro.
Escriptorio provisorio, 7 largo do Peloarinho,
Peraambaco i de oatobro de 1867.
P. B. Bloxbam, Vfaoager
io-cph S. Lambley, Accountant.
Una de Uba-VerdeEscona prasfiana Cathartna,
-capitio Alberi; ero lastro.
Observarse.
Sospendea do lamaro para Siogapore (oa Chi-
na) o patacho loglez ignes, c?piio Willer, carga
a mr-sma qoe trooxe de New York.
Nao bonveram entradas.
I Navios entrados no Ha 6.
Bahia-4 das, terca ingle/* Jeme Anning, de 59*
toneladas, eapltao P. g. Ermett, eqopapem !,
I em lastro; a ordem.
R, dennelr<~* di"> frsocez? Uvialhtm,
de 308 tooeladas, eapltao A. Jaslier, equoai
13, em lastro; a ordem.
, : ObservtcSo.
Nao bonveram sabidas.
ALFANDEGA.
Reodimento do da i a 4.......
ideai do dia o ................
Volumes entrados com fazendas...
tic gneros....
Volumes sahidos com fazendas...
ice gneros....
90:4324331
13:4145575
103:8464900
187
213
------ 400
62
159
-----221
Descarregam boje- 7 de oatubro
E^caoa ingiera Cam//or Bngua prusslaooGeorye Andreas dem.
Brigue portuguez Constante / -idem.
Ilarc.i poriogueza tiumil tade dem.
Bngua lob^queoseLubeckfarioha de trigo.
Barca labequaseHaydu dem.
Sumaca hespanbo aAgustinabacalho.
Vapor inglezCussinemercadonas.
Brigue oacunal -ulinda cbarqoe.
BECEBEDOR1A DE RENDAS INTERNAS
GERAES.
Randimeoto do dia t a .......... 3:495806
dem do d 3.................. 1:916,-64V
EDITAES.
O Dr. Joaqoim Francisco de Faria, commendador
da ordem de Cbrlsto, eonego honor;-rio da im-
perial capella, lente jubilad 1 de theoloRia, deo
da saots igr-'ja Catbedral deOlloda.'depntado a'
assembla geral legislativa do imperio e vigario
capitular da diocese de Peroamboco, sede va-
cante.
A todos os Rvms. cooegos e saeerl.tes'deste
bisoado, .-.-11 le e paz em 0 seohor.
Da conf rmidade com o alvara' da u'timas fa-
coldades de 14 de ab il de 1781 coocedi-1 o relati-
va mente aos coocarsos e propo^as do) b neficios
vagos, confirmado pela imperial resoluco de 4 de
julio de 1820, com o decreto de '.9 da atril de
1842, e mais o deas iroperiaes, atrj co cursu pelo
preseote edital para a cadeira de prebenda nt-lra
da Catbedral deOlioda qu se acha aitnalmeotn
vaga pelo fallecimeoto do respectivo r r 1 rielarlo, e
bem assim a resolta da meia praDeuda, m v.na-
de do decreto de 20 de setembro da 1830.
Todos os Rvms. conegos e sacrMes qm qni-
zerem concornr, apre-entem-se dentro de triol
dias, coolados da fitigo do pre ente p< il < ra 03
seas requirimentos instruidos das habi:tac5 exi-
gidas .-t-'o re- rid j aivar>' a mais docomeotos qae
Ibes fizerem a bem; prjeedeodo tamri'm as ml-
obas ioformacoas particnl ires de rifa el moribus,
e feito o coocu so prop rei a Fu Mag-stade o Im-
perador, tres dos mais benemritos e d'goos, con-
forme os sagrados c nones e coocillo trideotioo.
Dado oesta cidade do Recifa sob o rn< a stgoal
e sello capitular e regia'rado 00 Wvrj reaperfraa
da cbaocellarla ecclesiasnca aos 3 de outubro de
1867.
Eeo o padre Jiaquira da Assomp^Ti >, escrivao
da camera ecclesiastira o snbscrevi.
Deo r. Jooquim Francisco de Faria,
vlg-rio capitular.
Lugar do sello.Assumpcao.
Edital pelo qu .1 maoda S. Exc. Rvma. por a con-
curso as cadeiras vagas da Catbedral de Oliada.
Para V. Exc. Rvina. assigoar.
7:412*430
PRAgADORECIFli
& DE O7 TIBRO BE f G9.
A'S TRES BORAS DA TARDE.
Revista semanal.
Cambios. Saccoa-se sobra Loadre" d-*2t a 21X
d. por 1*000; sobro Pars da 450 a 435 rs. por fr. e
sobre L'sbaa a 145 por ceoto de premio; sublndo
a 23,000 o- saques elTactuados nesla semana.
Algodo. Veodeo-se o de Pernambuco de
10*100 a 10S250 a arroba; o de Macei posto a
bordo a 10*500 a Quima veoda ; e o da Parahyba
tambem posto a bbrdo de 10*800 a 11*000 ultima
venda
Assucar.Cootii i a pouca entrada da safra
?ova, chegaodo apenas para satisfazer aos rafloado-
res da praca.
Aguaboentb.Vendeu-se de 84*000 a 83*000 a
pipa.
Colmos Os seceos e salgados veaderam-se de
180 a 190 rs. a libra.
Aiuioz. -O pilado da India vendeu-se a 3*050
a arroba.
Azeite doce.Vendeo-se o de Lisboa a 3*800
s galo.
Bacalho.Em atacado veodeu-se de 14*800
a 15*300 a barrica, e a retalho a 16*.
Batatas.Venderam-se da 1*500 a 1*600 a
arroba.
Bolachinhas.dem a 4*400 a barriqoinba.
Cap. Venden-se de 5*200 a 6*2 0 a arroba.
Cha.dem da 1*800 a 2*400 a libra.
Ckrveja. A duzia de garrafas vendeu-se J
4*800 a 7*000.
Looqa. A inglesa ordinaria vendeu-se com 330
por cento de premio sobre a factura.
Mantbiga.Vendeu se a ingleza de 830 a 880 rs.
a libra e a franceza a 660 rs.
Massas,Venderam-se a 7* a caixa.
Olbo de linhaca.Vendeu-se a 2}500 o galo.
Passas. -dem a 12*000 a caixa.
Pbisntos.Venderam-se a-16*000 a arroba.
Queuos.Os flaraeogos venderam-se de 2#000
a 2*200 cada um.
Sabao.Vendea-se o inglez de 140 a 145 rs. a
libra, e a 100 rs. o do Mediterrneo.
Touci.nho.Vendeu-se o de Lisboa de 9*000
a 92U0 a arroba.
Vinagre.Vendeu-se o de Portugal de 85*000 a
1(0* a pipa.
Vi.nhos.-Os de Lisboa venderam-se a 200* a
pipa, e es de outros paues de 177* a 180*.
Velas.As de composi^o venderam-se a 590
ris o pacote de 6 velas.
DEscoirro. O rebate de letras regaln de 9
a lo por cenio ao aooo.
Fretbs.Carreganoo em oosso porto m navio
de vela 7/16 d. por libra 5*/ p^lo algodo. 5/8 e
3/4 d. por libra 5 / em vapjr e ca je1"1" D4
Parabyba 8/8 d. por libra 5'/. em oavfo *vela-
MOVIMEUTO DO PORTO
DEGLARAQBS-
Administrafo do correio desta cidade
precisa de sete hoimns para o sorvico de
caminbeiros] sendo um para as via:ens dia-
rias a Cidade de Onrta ; quem esiiver nes-
ta condi?es e quizer se en/ajar r'i' ji-se a
mesma com ajustado de sua conducta.___
Arsco;:! de guerra.
N'o tendo comparecido pessoa algon.a ^ara ar-
rematar o ferri velbj qae existe oo arsenal de
guerra d-.-i.i provincia, segundo c aoouaiio feito
no Diarto de Pernambuco, de urdem du Llm. Sr.
coronel director sa convida de novo a qo-m cunvier
arrematar tal artigo a comparecer u p rtao do
mesmo arsenal pelas 11 boras da maobii du dia 5
do corrate.
Arsecal de guerra de Pernambuco, 1* de cata-
bro de 1867.
O escripturario
Jos Alfredo de Cirvalho.
Santa Casa da iftisericorda
do Recife,
Alllma.janta administrativa da Sac"! Casa de
Misericordia do Recife manda fazer publico qu
oa sala de suas sessoes.ao._dia 10 do vio-! joro pe-
las 4 boras da tarde tem de ser arrernata.-la a
quem mais vantagens offerecer pelo tmpo de om
a tres annos asrejdas dos prelios cu seguida
declarados:
Eslabeieciaciitc* de caridade.
Ra do Padre Floriano.
Casa terrea n. 49.......182*300
Casa terrea n. 47.......168*000
Roa das Calcadas.
dem idem n. 38........158*000
dem n. 36........176*0X0
Ra larga do Rosario.
Terceiro andar do sobrado n. 24 301*000
Falrimfuie de orpuos.
dua do Raogel
Casa terrea n. 56.......301*000
Ra do Vigario.
Primeiro andar do sobrado n. 27 181*000
Ra do Pilar.
Idem a. 98.........201*000
Idem o. 105..........144*000
dem o. 108...........2in*00
Casa 0. 99.........25**i>0
dem d. 94.........101*000
Sitio n. 5 no Forno da Cal. 15m*O0
dem. n. 105.......!44*O
As arrematacoes sarao feitas pelo terrpo deom
anno, devaodo os licltaotes vlrem aenmvaehados
de seus fiadores oo muoidos de erts dstes.
Secretaria da Santa Cusa da Misar i urda de
Recife 3 de ontuhro de 1857.
O escrivo,
Pedro Rodrigues de Sooza.
Santa casa da misericordia
do Recife
Pela secretaria da Santa Casa da Misericordia de
Recife se faz publico a qnem inljressar jue o me-
dico do hospital dos Lararos, hospicio de aliena-
dos e collegio das orphaas, Dr. Igu 1 Firmo
Xavier, era vinuda do sen cootrato Mto coro a
mesma Santa Casa, d consultas gras aea po-
bres, senio no hospital dos Lazar-s pra Santo
Amaro as 9 horas da manba, no collegio das or-
phias em O os as 10 boras e no oapielo aa II
boras de todas as tercas e sexlas-eiras.
Secretaria da Santa Casa de Misericordia do Re-
cife, 23 de setembro de 1867.
O escrivo,
Pedro Rodrigues de Sooxa._____
Gaoselh!) de compras navaes
O cooselho promove no da 5 de ootobro prxi-
mo viodoaro a vista de propo-tas recebida at as
11 li iras da manha, e sib as condico^s do esiylo,
a cempra dos s-^uiotas objectos do material da ar-
mada : 800 agoihas de lona e bnm, 6 amorotes
para baMde*, 4,000 cravos de pipa sonidos, 60
ptQis de llnha de barca fina, 10 daz as de lapis,
10 duslas de lencos de seda rela, dnzias de li-
mas chatas d-> 6 a 12 pollegadas,tf da'ias 'e limas
triangulares de 6 a 12 pollagadas, 6 du;iis de li-
mas meia-caa de 6 a 12 poil*>gada% 20> ps de
mangueira de sola rravada, plvora marc torre,
2 pegas de i'.;1''', 20 dnzlaa de tahuas de amarel-
lo para forro, 12 duzias da taboas de pao carga
para assoalbi, e 200 vidresjle vidraca de 23 3|4
pollegadas de comprimeoto e 15 I|2 de largo-
Sala das sessoes do eonselho de compras oavaes
30 de setembro de 1867.
O secretarlo,
Alexandre Rodrlgoes dos ABjor
AVISOS MARTIMOS
COIWPAtfWA BRASILEIRA
ss"a ?1P0R
esperad > dos port 00 norte
al o da 11 do correte o vapor
Tocnnfim, commandaote Parlan,
o qaal depois da demora do ees-
lame seguir' para os p rtea de
Rcebem-sa desde j passageiros e eogaja-se a
carga qoe o vapjr poder cooduzir a qoal derera'
ser embarcada oo dia de soa negada, eeeeaeaeea-
das e dinbeiro a frete al o dia da saaida aa 2 ho-
yamos saludos no da 8.
Port) Al*greBrigue brasileiro S. Manoel, capitSo ras. Previoe-se ao Srs. passafeiroa qoe as
1.1, da Millo, carga sal e outros gneros. j passagens s se recebem nesta geoda roa da
Barce'ona Sumaca bespanbola Ronlo, capito, Crnr n. 57, escnptirlo de Antonio Lata de Otlvei-
Fran'-isco Jo^to, carga algodia. ra Arevedo i C.

1



y
1

. ""
nU.
" ..:
...-.


miarlo 4e *emmtet> tjjWld letra 9 de Oiabro de 186f.
Soct genrale de transports maritimes vapeur
LINHA DO MEDITERRNEO,
Brasil e Rio da Pata.
SERVICO REGULAR k' GRANDE PRESTEZA
BE MARSELHA A MONTEVIDEO E BUENOS-AYBES
Tocando ein
Gilbratar, Santa Crcrc de Tenerife, S. Vicente, Pernambaco, Bahia, Rio de Ja-
neiro e Santos.
PARTIDA A 15 DE CADA MEZ, A DATAR DE 15 DE SETEHBRO DE 1867.
Effeetuadas pelos seguate paquetes francezes de pri-
meara elasse;
m i m
I Poitou, 3oo toneladas,
Savoie, 3ooo .
forca
c
35o cavatios.
35* c
Bourgogue, 2ooo tonls., forca 8w cavatlos.
Pieardie, ooo < 3oo
O vapor Picardi$ partir para as destinacSes cima a 19 de setembro.
0 Poitou p ir tira a 15 de ontabro.
O Savote a 15 de novembro.
0 Bourgogne a 15 de dezembro.
PRECO DAS PASSAGENS.
ca
3!
Q
I
l i.a classe.
3a
PERNAM-
BUCO.
Francos
750
525
300
BAHA.
Francos
800
525
300
RIO DE JA-
NEIRO
Fra neos
900
560
300
SANTOS.
Francos
1:000
600
320
MONTEVI-
DEO.
Francos
1:050
650
320
BENOS-
ATRES.
Francos
1:050
650
320
emrr
Para cendices, fretes e passagens, trata-se na agencia, ra da Crnz n. 55.
CeiPABUA BMSILEIIA
DE
Paquetes a vapor
Dos portos do sol espera-
do al o da 8 de ontabro o
vapor Paran, oommandant9
'o capito de fragata Santa
.Barbara, o qoal depoh da de-
'mora do costume seguir' para
os partos <1o norte.
Recebeajse desde ja passageiros e engaja se a
carga que o aper poder coodnzir a qual devera'
ser embarcada no diade saacbegada, eneommen-
d:s e dinhelro a frete at o dia da sabida as 2
boras. Provino-se aos Srs. passageiros qae saas
passagens se recebera oesta agencia ra da
Cruz n. 57, escriptorio de Antonio Lulz de Olivel-
ra Atevedn & G.
COM i ANUA p brn am bogan a
DI
Naveracao casteira par vapor.
Fernando.
No dia 10 do corrate ao meio
dia expedir' esta companhia ura
dos seas vapores para o porto
cima Recebe ctrsa aleo dia 9,
encommeodas, passageiros e di-
nheiro a frle it as 10 boras da maohaa do dia
da sahida : escriptorio no Forte do Matos n. 1.

Socict genrale
DE
Transports maritimes vapeur
Paquebots francais.
At o dia 10 do corrente, espera-se de
Genova pelos portos de sua escala o vapor
raneez Pieardie, commandante Razouls, o
qual depois da demora docoslume, seguir
para Baenos-Ayres, pela Bahia, Bio de Ja-
neiro, Santos e Montevideo.
Para condiebes, fretes e passagens, tra-
ta-se na agencia, ra da Cruz n. 55.
Urna es era v erioula de idade 30 annos, coze e
engomo, 1 dita idade 40 annos, para todo o
servico, 1 escravp idade 30 annos tambem para
todo servico.
Ordeir. Simos
fara' leilao dos escravos cima descriptos, os quaes
sao vendidos para pagamentos nesta praca. cajo
leilao teta' lagar do da
Terca-feira 8 de corrente
as II horas em ponto na porta do predio qae (o
associacao commercial no largo do Gorpo Santo.
Que um elegante estojo para viagem
CO VTKXDO:
!20 caderas le papel braoco, panudo, beira dooTada, marcado com as inlciies do cotn-
orador.
2o100 envelopes brancos.
3*100 proas de ico (m.rca langa).
4*1 eaixa obrejas de gonania.
.'-1 nnteiro de udro com lampa de metal.
6'1 arieiro idem dem.
7*l po de lacre.
8-l caivete de loas (olbas.
*-i lapis.
lo2 cantlas.
Todos estes objectas reunidos, dentro de ama bonita caixa, feila para esle fina, custam apenas
RS. 61000
miMi fumu.
DE
N0SS1SEMIOA DA CONCHO 10
V ara edneacSo do sexo masculino
Director Manoel Alves Vianna
O collegio da Oonceic5o, mudado ltimamente para o bairro de Santo Aa- %S,
tonio, ra de S. Francisco, casa n. 72, contigua estaco central dos trilbos |j||
^^ urbanos dos Apir, neos, continua a funecionar regularmente, recebendo alum- gSS
" nos externos e infernos, tanto para as aulas primarias, como para todos os -
preparatorios necessarios matricula, de qualquer faculdade, sendo osseus
respectivos profesores pessoas moralisadas e de um concito magistral j
bem firmado nesta cidade.
O director desto eov. collegio contiuuando a empregar toda a solicitarle no
desempenho de soa mandato, espera fazer-se mais digno da coofianca com
que o vo honrando os senhorespais de familia, confiando-lhe bondosamente
ffi os seus Albos.
**8 Os estatutos do collegio, assim como o franco Bgresso em todas as suas
^ dependencias, esto sempre a disposicSo de quenrpossa intressar.
MMM'

35
Ib
wmmmmmvmam
MUn1C\
i
locar tartos 1
Sas nartlrn. H
Leeiona-se a solfejo e i
iosiromentos dando se as llcoes pnico-
lares em saas propria* casas, das 5 ho-
ras da larde al as 9 non* da Bolle : a
tratar Da roa Augusta o. 30 oo oesta ly
P'ffraphia.
Preeisa-ee de orna ama para casa de pooc'i fami-
lia : na ra da Roda n. 48, sobrado de um andar
com veoesiaoas, na esquina.
Dm rapaz que sabe bero ler e eserever e com
pratica para taberna, offsrece-se para caiielro : a
tratar na ra da Lapa o. 10.
Qaem tlver um sitio nos Alagados, e o quei-
ra veBder, dirjanse a travessa da matriz de Sanio
Antonio n. 14, sobrado._______________ Na ru> 4os AsOBgaionns D. 4 u,ate e ^
Claudio Dubeux consundo Ibe que algorra gomma-se com toda per(ei(o, e o mais commod
lem comprado em sea neme objeclos em diversas possivel.
lojas e ootros estabelecimenlos, previne a qnem
Intressar, qae nio paga conta algama, cojo ob
jecto nao seja pedido por bilbete firmado eoro|o
sea proprio paobo, ou por sua malber, deveado
ditooilheteaeompanhar a respectiva conta na oc
easio do pagamento, seta o que nao lomara' sobre
si tal responsabilldade. _
Deseocdtniuhoa-ie do poder do abaixo assig'
nado no titulo de penso passado pela Associacio
Protectora ao voluntarlo da patria Joaquina Condi
Lima, tendo 18 mezes a receb r, e como tal docu-
mento a nioguem possa aproveitar, visto como s.
o abaixo as-igualo o nico competentemente ha-,
bllitado para rec ber a importancia dos mezes
vencidos : rog-se a quem o tiver achade qoeira
entrega lo em earta fechada na bitioa franetza da
roa Nova ao Sr. J.j Igoaclo Ribeiro Roma.
Manoel dos Santos Lima.
WMtX
^^

K33
f*'>

(W>
mt
LELVO
a
&
Obras de prata.
SEN i >0 :
Tres donas de colberes para s5pa, 3 ditas para
cha, 1 palileiro, colher grande para spa, 2 co-
lberes para arroz, 1 dita para tirar peixe, 1
concha para molho, e 2 salvas.
Ter$a-feira 8 do corrente
as 11 horas era ponto, na porta do predio qae foi
a Associaco Commercial largo do Corpo Santo por
interv-nco do agente Cordeiro Simes.
n
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"o S'o o.
O "3 > "
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a.
o
as
Djs lojas de fenageas a roa Kova b.
33 e 35, pertenetnte a massa
fallida de S basta Jos da Silva.
Cordeiro Simes
a' reqaerimenlo do administrador d j referida mas
sa o por despacho do Illm- Sr. Dr. juiz de dtrelto
especial do commercio, levara' novamente a leilao
as ferragens, alambiques, sinos, (erro em barras e
muilos ootros objeclos existentes as menciona-
das ,'ujas, servlndo de base a lIT-rta obliila nj lei-
lao passado, isto
Quarla-felra 9 do eorrente
as 11 horas era pjnto nos mesmos estabelecimen-
los.
'oo-*-;
& |>tSH!Si-s|

Z3
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Pg 3 o S
BD Q, as r> M S. CO
*. M O g >.
g'g a-9 5 g.<3.
P sS???
" ft m.
S -ce O
_ ( o
O. r" a
O 2 S. o a, -
2 P c 2
i l|*^t
gS S Jff*i
Chapeo trocado
Roga-se a pesspa que por engao trocou um
ehapo dd castor branco na noite de 29 do passa-
do, o favor de appare^er na sala de dacsa, no pa-
leo do Crina ti. 9, or.de (oi o dito chapeo trocado
para desfazer-se o eugaoo.
\Sabonetes de alcatro
O nso destes sbemeles lem apresentado os mais
! beneieos effeitos contra as impingens, sarnas, tl-
! nha, caspa, comieboes c todas as deraais molestias
de pella
VENDE SE NA
B.tica e
DE
Bartholomca & Co.vpaahla.
34Ra Unja do Rosarlo34___
Alagase a casa da ra da Coacordia n. 31,
com gaz : u. ra do Mjodego n. 13, Piarla.
Na secretaria da Santa Casa d
drogara
do Recife precisa-se fallir a Si
ro de Oltveira.
Misericordia
Leandra Carnei-
SsJ
Socit genrale
DE
Transports maritimes vapear
Paquebots francais.
At o di i 7 'lo corrente, espera-se o va-
por franeez Ville de Buenos Agres, destina-
do somente para o servico entre Montevideo
eBuenosAyes.e depois da demora do cos-
tume, seguir para Buenos-Ayres, com es-
ca a pelo Rio de Janeiro e Montevideo.
Para corrlgoes. fretes e passagens,^ tra-
ta-se na agencia, ra da Cruz n. 55.
lOMPASBU PEI5\4MBIC\I\A
DE
Raveg cito costeira por vapor.
Mossorcom escalas por Nattl.
No da 8 de outohro ao meio
dia, expedir' esta compaDbia
um dos seos vapores para os por-
tos cima. Recebe carga someote
at o da 7 ; eocommendas, pas-
sageiros e duieiro a frete al as 10 horas da ma-
ntisa da dia da sahida : escriptorio do Forte do
Hatos d. 1.
Da arm i o, gneros, blancas, gaz e
mais perteaces da taberna da roa
Imperial n 243.
O ageote Martins fara' leilao a reqnerimeoto de
D. Loiza Eugenia d'Assumpgao Ribeiro, viuva de
Francisco Marques Lemos Kibeiro e por despacho
do Illm. Sr. Dr. juiz municipal da primeira vara,
da taberna sita na ra Imperial n. 215, pertencen-
teao espolio de seu oado marido Lemos Rioeiro.
Quinla-feira 10 o corrente.
As 10 horas do diana mesma taberna a ra Im-
perial n. 245,0 balando existe em mi do mesmo
agente para ser examinado pelos pretendentes.
Cu
OS
o
>
ce
rs
ro
3
Sfl
2Lr
2 5S
/
Casa em O linda
Perdeu-se um letra da quantia de 672,5000,
passada no 1* de oatubro de 1867, a veucer-se no
1 de abril de 1868, pertenceDte a D. Joanna Po-
n-Ha Martillan;, ssignida por Joaa Jos de Me-
deiros Mella. E to Mientes as parles, tic-ando a
dita letra sem neubu.n effeito, caso appare^a em
alguma mao, e por isso previae para que nao se
faga quaiquer iransacgao:
. Offerece-s urna ama para coxinbir e lavar
>ara casa de pouca familia : a tratar na roa da
loria, becco do fundo_n. 3.________________
Emilia Bez rra Pires Ferreira faz sciente ao
re-peitavel poblica qae comprea ao Sr. AdIodo
: Victarino da Rocha a casa e negocio da villa da
Escada, ra do Camrcercio.
^Uua mogo eoff^reie para caixeiro de escrip-
turaQao : quem precisar annuncie pelo raesrao
Aluga-se
o segando andar do pequeo- sobrado da ra da
Gma n. 46 : na raa do ImperHor o. 73, primeiro
andar. _________________________^^^
Precisa-se de am forneiro de primeira elas-
se para padaria: na rna do Caoogi o. 14.
biDo Baptista da Rocha, ralo-
joeiro e doorador, praca da Inde-
pendencia n. 12, faz qualquer con-
cert (ertencente a sna arle por
prego mais baratos do qae em on-
ira qualquer parte e responsabili-
za se pelo seo trabalbo, assim como
vende reoslos bons e baratos e compra obras de
ouro e prata em segunda mo. -
Ao commercio.
Jos Domiugues Pereira roga a qaem se julgar
sea credor o apresentar se a cobrar na ra da
Praia n. 34, oara promptamente ser satisfeito da
data deste a 8 das. Recife 4 de ontabro de 1867.
Ao commercio,
Manoel Maia da Silva nao deve nada a ptssoa
alguma, com lado se algnem julgar o contrario
aprsente suas contas para serem pagos no prazo
de 8 das, a ra da Praia n. 3a.
LINDO PRESENTE
PARA
espora e noiva.
Ama de leite.
Precisa-se de oaa ama de rite, na roa eslreiu
o Rosario u. 41, f andar. Asseuara-se excel-
lente traiamento e paga orre^pondeote ao triba
Iho, como se convenraonar.
Alaga se ama bu? casa na eldade de Olioda
para se passar a Ul-, con commodos para grao
de familia no principio tfa rna do Amparo : a tra-
tar no fondo de S Pedro rna de Aguas-verdes no
mero 5._______________________________
iaaoel Power Jobntai ALoniaBiiii
Rna da Senzala .Nova n. 42.
AGENCIA DI
Fnndleao de Low Moer
M ichinag a vapor de 4 e 6 ca val los.
M rendas e meias moeudas para engenta.
Taoas de ferro coade e batidpara eLgs-
nbo,
Arreios du carre para um e doo cavall; s^
^elogios de ouro patente inglez.
Arados americanos.
Mil-ninas para descarocar algodo.
Motores para ditos.
Michinas de costura.
O Sr. Flix Feilel, negociante snbul.-nle,
nao podera' retirar-se desta praca sem pagar soa
letra vencida e protestada por nao paga, visto ter
completamente fallado ao comprimeoto de sua
promessa, e haver diligencias cooira elle requeri-
das ao juizo competente.
Sbaw, Ilawkes 4 C, importadores
de ferragens, mudaram o seu negocio para
a Ra da Cruz n. 4.
Precisase alagar tre- e-era vos para servico
de olaria, paga-se bem : na roa da Imperatrix Da-
mero 63.
Perdea-se no domiogo 29 do mez pastado,
aa e-taeo doi trilbos do porto do capim, nm ma-
raca' de praia : qaem o acboa e qaizer restituir
a sea dono, dirija-se a roa do Crespo o. 13.
Na roa Formosa n. 15 precisa-se de um me-
nino para criado : na ra da Amorlm o. 54.
Precisa-e de am hornern que >eja bom for-
neiro : na padaria da ra dis Cruzes o. 32.
Convldam-se novamante os eredores qae
anda nao rectb-;ram o primeiro dividendo da
massa fallida do padre Jo- Aa'onia dos Sanies
Lessa a virem recbelo no t^criplorio de K-ll-r a
C., roa da Cruz n. 5o, at o Bm do correte mez.
Pelo paquete inglez chegado a 26 do pro- e deesa data em diaote. no depoiio pobiieo.
ximo passado mez, recebemos nova remessa
de bem feitos e delicados alflnetes de ouro
de:
de lei com perolas, esmeraldas
verdadeiros, para co'locarem-se
Ainda temos alfinetes simples de ouro
lei para grvala e para peito.
Os precos sao mui razoaveis. Na Phtio-
grophiaFilela raa do Cabug n. 18, en-
trada pelo pateo da matriz.
< K'.i abaixo assigDado, tendo ju tado com o Sr. Lioo Antonio de Saraiva a compra
e rubins de sua taberna sita na rna do Socego n. 56, livre
retratos. e de9embara(ada : se algpem se ju g^r com diret-
*' lo a mesma, dirija se a mesma taberna, no praso
de tres das, a contar desta data. Recife 7deoa-
lubro de 1?67.
Manoel Rabelio de Almeida.
S
Alaga-se orna cas em Olioda, localld.de excel- Piarlo para ser proeorade.
lente para banhos salgados ; no oito de S. Pe-
dro Novo, prxima a' casa da cammeodador Joo
Pinto de Lemos: a tratar na ra do Crespo, loja
n. 17.
Alogam-se doas casas no porto da Madeira
em Beberibe a beira do rio, muito frescas e pro-
prlas para quem precisa de banhos : a tratar no
Recife ra Direita padaria n .69.
Joaquim Jos (ion(?aives
Beltr&o
RA DO TRAPICHE N. 17 Io ANDAR)
Sacca por todos os paquetes sobre o Bancc
lo Mioho em Braga, a sobre os guales luga-
' em Portugal,
aber:
Lisboa.
Porto.
Valenga.
Gui maraes.
Coimbra.
Chaves.
Viseo.
Villa do Conie.
Arcos de Val de Vez.
Vianna do Castalio.
Ponte do Lima.
Villa Real.
Villa-Nova de Famellcao.
Lamego.
Lagos.
Ccvilbaa.
Vassal (Valpassos.)
Mirando!!*.
Beja.
Barcellos.
Pergunta innocente
Pergonta-se a om merhlriqueiro qoe mora na
roa larga do Rosario, que inleresse tira em meehi-
riqnizes; e adverte-se qae nao cootinne, seoo do
contrario arrepende-se, pois n3o igooram os me-
cbtrtqueiros o que ganhara, e raelbor qae cni-
dem em suas obrlgagoes do que importarse con
a vida privada.
lira philosopho.
Ausentan-se no dia 3 do corrente pelas 2 bo
ras da tarde, do armazem de molhidosIJgn,u
roa Nova, onde se aehava de caixeiro, o menor
Manoel Joaquim Primognito, pertogoez ; e como
delle nao tenba o abaixo assigoado, pai do dito me-
nor, noticia algama, pede a quem d'elle soober se
sirva avisar no mesmo arma;em on no escripton
de Leal & Inno. a raa da Cadaia, qaa mallo grato
se lbe confessari.
Manoel Joaqoim.
MOLESTIAS 00 PETO
Aviso Importante.
Os nnicos verdadeiros xaropes de hypopbosphi-
tos de soda, de cal e de Ierro do Dr. Cborcblll ira
zeta a firma qoatro vezes repelida desie sabio me-
dic sobre o subscripto e a marca de fabrica da
Pharmacia Swaon, 12, roa Castiglione, Pars.
Acha-se a venda em frascos qoadrados com o no
me do Dr. Cborchill no vidro. Prego 4 fraocos tOi
Pars : Com iuslruceo
A LEGITIMA
SALSAPMSMA
0
Vndese o patacho nacional Viamo, forra-
do de cobre, e do l.U de cerca de 15,000 ambas,
com todo o seu apparelbo e prompto a navegar :
qaem o pretender dirija-se a Bailar & Oliveira,
raa do Vigario n. 10. ____^_________
Para a Baha.
Pretende seguir com malta brevidade o veleiro
bemconhecido palbabote 0ot>< Amigot, tem par-
te de sea c\rr*%raaal-) prampto, tpara o resto
qae lbe falta trata-se com os seos consignatarios
Antonio Loiz de Oliveira Azevedo & C, oo sea es-
criptorio roa da Cruz n. 57.
far.
Seguir' c m posMvel presteza para o indica-
do porto o v '>!- e bem conbecido brigae escu-
na nacional Graciosa, capito e pratieo Jts Ma-
ra Ferreira : para alguma carga que lbe falla
trata-se com o consignatario Antonio de Almeida
Gomes, a raa da Croz n. 23, 1 andar. ^^^
Ilha de S. Miguel.
Para o porto cima segu o patacho portogoez
Jorgense de primeira marcha, para carga e pas-
sageiros trata-se cora o consignatario Joao do Re-
g Lima, roa do Apollo n. 4.
Para o Porto.
Pretende seguir com malta brevidade o veleiro
palhabote p9agu9Z Noca Sorte, tem parte de sen
carregamento'enfaiado, para o resto qae Ihe falta
trata se com os seoicoosignaUrios Antonio Luiz
de Oliveira Azevedo & |4io seo escriptorio -roa
da Cruz n. 57.
VeoDo peraoit o publico agradecer, oo muuo
mais sincero, em mea nome e ae meas filbos, a
tados os amigos que tomaram parle na profunda
magoa porque acabo de passar, com a morte de
minha presadsima e nunca esquecida esposa,
dignaodo-se, alm de todo o mais, acompaobar o
sea cadver ao ultimo jazigo ; e ao mesmo lempo
os convida a comparecer no stimo dia, que sera'
9 do corrate, no eoavento do Carmo, pelas 8 bo-
ras da maohaa, afim de assistirem a missa qae
em suffragio a alma de minha esposa, all manda-
re dizer.
A. R. da Torres Baodelra.
Precisa se fallar aos Srs. Jos Saporiti, Lino
Antonio Saraiva, Joao Ferreira Baptista, Americo
Ferreira da Silva : na loja do roa do Crespo nu-
mero 17.
Saques
i"
LEILOES.
CONTINUAClO
lei ai) de viahos
D lei o de vanos liespannoes
moj:
- O agente PesUaa continuara' o leilao de diver-
sas marcas de viahos hespanhoe3 para feehamento
de contas, no dia cima mencionado as 11 horas
da maohaa no trapiche do Barboza no largo do
Corpo Santo.
Joaquim de Saoza Silva Cunba, sacca sobre o
Porto : na roa da Crnz n. 18.____________
Alagase ama casa na roa do Aljcbe pro-
priamente para passadlo de testa tendo cacimba e
qoiEtal cercado, casa grande, numero 19 : qaem
pretender dirjase a mesma.
para Amcaty
pretende seenir uestes olto dias com a carga qoe
tiver o palbabote Joven Arthur, tem parte de seu
carregamento a bordo, e para o resto que lbe falta
trala-se com os seas consignatarios Antonio Luiz
de Oliveira Azevedo & C, no seo eseriptone roa
da Crox n. 57.
Agradec menta,
A viuva de Francisco Angosto de Oliveira, em
sen nome e de seos filbos, agradece mni profun-
damente o beneficio qne pelo Sr. Antoolo Jos
Duarte Coimbra Ihe tra concedido no tbeatfo de
Santa Isabel em 3 do corrente mez, assim como
se confessa peaborada a todos os senborea qne
aceitaran bilbetes e principalmente aquellos que,
nao podendo asslslir ao espectculo, contribuirn)
com o importe de saas respectivas entradas. O
co os remunerara' devldameute, entretanto qoe
a beneficiada e seos filbos multo ficaro devendo
a sua generosa proteeclo.
Raymnnda Francisca Victoriana de Oliveira
Mulato ugido
Ausentou-se o mualo Umbelino, com os slgnaes
seguintes : idade 18 annos, sem barba, cabellos
pretos e corridos, tem falta de nm dente na frente,
sobre as costellas tem nm signal preso, tena nma
cicatriz na tests, offlcial deaapateiro, anda cateado
e levoo paletot preto, calca branca, chapeo baixo
de massa : qnem o pegar, leve-o a roa da Rosario
o. 22, que sera' gratificada
PREPARADA 1HCJJENTE POR
L 1\MA\ k KEMP,
NOVA YORK.
GOMIMAjIEME
appare ceu
NOVOIJ
TKSTKMC SIIOS
EM FAVOR
da legitima
SALSA PAIIILHA
DE
BRISTOI.
Esta excellente e admiravel medicina preparada de urna maneira a mais scien-
| tfica por. chimicos e droguistas muito doutos e de urna instrueco profunda, tendo tido
muitos annos de experiencia.
A SALSA PARRILH4 DE MiiSTL
urna medicina seura e digna de toda a confianca, conbecida e receitada pelos mdicos
os mais sabios e entendidos oeste imperio, durante o espago de tres annos, e nunca falta
em produzir o desojado effeito.
A SAIjSA PARIUXIIA RE RRISTOjL
Entre as numerosas provas do grande merecimentc da legitima, preparada por
1 LaDman e Kemp, de Nova York, n5o a mais fraca o fado que tem produiido tantas
imitacoes e falsificacoes fraudulentas.
A SALSA PARRIIHl RE RRISTOE.
E' mnilo natural que aquelles que se acham occopados em preparar e vender as
snas misturas em garrafas pequeas murmurem e gritem contra os frascos grandes, os
quaes contm em >i tres vezes mais do extracto pnro do qoe qualquer urna dessas ontras
preparares nesle mercado.
A SALBA PARRIjLHA DE BRINTOIj
foi estabelecida no anno.de 1832.
No anno de 1848 o proprietario adoptoo, com grande sacrificio seu,garrafas raaio-
res, snlo agora de quartilho, offerecendo deste modo aosconsumidores urna mator por-
Qao de extracto purissimo, como nnnea fot offerecido.
A NICA LEGITIMA
SALSA PARRILHA DE BRISTOL
E' PREPARADA POR
A LEGITIMA
SALMFiiMi
^m&ibi
Preelsa-se de ama ama para casa de pouca fa-
milia, servico ponco, pretere-se estraDgelra r na
na da Crnz n. W, V ***
Os doentes devero ter bem o cuidado
de obterem genuina e nica legitima
salsa parrilha de BristoL < qual preparada
por
LANMAN B EMP
DE BRISTOL
PREPARABA HICAKERTE POR
LANA & KEMP,
NOVA YOBX
ESCRFULAS
CUACAS AXTItiAS
Uleeras
Feridas ulcerosas
Tumores
Herpes
Erupges
Lepra
Debilidad e geral
Rheumatismo
Salsugera
Febres malignas e bel i osas
hmpigens
Febres inlermikntts
Nervosidad*
DE
NEW-YORK.
Cautela coatra as novas salsas parrilhas de Bistol que
sao perniciosas.
PE BIISTOL
e Kemp
SALSA
De Lanman
NEW-YORK.
E' A MELHOR
A MAIS FORTE
E A MAIS BARATA
Em frascos grandes,
BE NOTA VOKH. i
N3o bastam os elogios para jnstificar o uso de am remedio, necessario que, o mesmo, mediante urna experiencia de Untos annos e testemonho dos sc adquirido urna extensa e incontestaver popnlaridade. A salsa parrilha de Bristol de Lanman e Ketap lem provado a sua eficacia pela carao ae 31 annos, e durante o espaco
de 24 annos tem ido receitada pelos primeiros mdicos ao imperio do Braiil. Pdemoatras preporacQes iaspirar a mesma cooftanca.
Vende-ee ora Peroaoibuco em casa de A. Caors, k da C Bravo e P. Maurer> C. ,
J






Biarie Je I
de Outubro de 1867.
Dt
CAROSA
PREFARlDAi FRI
Pharmaceutico pela escola de Paris e successor nesta cidade

$W***
Uv.
DK
Aristide Saisset e J. Soum
22.-----Roa da tira*
-22.


Tratament puramente vegetal sem mercurio, iodo, ouro, nem outro qualque
mineral.
Yerdadeiro purificador do sangue sem azougue.
Especial para a cora de todas as molestias que tem sua origem na impureza do
sangae, como sejam as molestias boubaticas, syphiliticas, escrophulosas', darthrosas, quer
venham ellas por hereditariedade, quer sejam adqueridas pelo contacto com pessoas in-
feccionadas dos diversos viras que contaminam o sangue e os humores.
A caroba um remedio prodigioso, [usado desde remotas eras pelos indio
do Brasil, e passando seu uso de geraclo em geracjo, hoje um dos remedios mais co-
nhecidoscomo proprio para rombater as molestias mais hediondas, entrando nesse nume-
ro a morpha ou elephantiases, para cujo curativo os nossos sertanejos consideram a
caroba como remedio especifico.
A moito ttmpo entrou a caroba nos formularios como preparacSo magistral
ob a forma de eleictuario, ainda hoje leoobrado as pharmacopas com o nome de seu
celebre autor Joo Alves Carueiro: nao ella por tanto remedio novo nem desconhecido.
O ungento de caroba da mesma sorte preconisado desde tempos immemo-
riaes como o mais apropriado para o curativo das boubas e ulceras syphilitioas srdidas,
e empregado com proveito depois de improficua applicacjo de muitos oulros agentes
therapeuticos enrgicos e de uso quotidiano.
Muitos dos nossos mdicos de consideraco e entre elles o muito distincto pratico
e observador o Sr. Dr. Pedro d Atbayde Lobo Moscoso, tem confirmado por meio de ex-
periencias repetidas, o que diz a fama das benficas propriedades da caroba no trata
ment das boubas, das diversas formas sob que a syphilis se apresenta e muito especial"
mente as que teem sua sede na pelle, e poderiamos relatar alguns casos de data muito
moderna obsarvados pelo mesmo Sr. Dr. Moscozo em que a caroba produzio admiraveis
efleitcs, depois de inuteis e prolongadas applicafoes de salsaparrilha, mecurio, iodo, ou-
ro e seus preparados, etc., etc.
No era possivel que urna pianta lio notavel por uas inappreciaveis virtudes es-
capasse a perspicacia e iovestigacoes dos mais abalisados praiicos europeos, que se ap-
plicam com especialldade ao escudo e tratament das molestias sypliilitio.as e herpejicas
e para prova abi esiao os Srs. Drs. Casenave, Schurfer, Ricord e oulros dando as mai
lisongeiras informages sobre as propriedades curativas da caroba e preeonisaodo-a com'
remedio poderossimo para o tratament das erupces cutneas, seccas ou suppurativas
dartbros de todas a qualidade, ec emas, ulceras de diverras naturezas, tumores, osseos
e outras muitas molestias de natureza syphi'itica ou boubatica.
Por ter-se generalisado muito o uso da essencia da careba que en pre-
paro e pelas instancias de varios medicas que desejam continuar eui suas observaces,
deliberei-me a ter promp.a urna quandade da mesma essencia, obiida seca a acgao do
ogo, para nao prejudicar as propriedades medicamentosas; e d'ora em diante encon-
trar-se-ha na minba pbarmacia sempre e em porgao sufficiente para todos os pedidos a
ESSENCIA CONCENTRADA De CAROBA, e o ungento da mesma plenta para que nun-
ca fallera ais Srs. mdicos que quizerem experimentar to preciuso agente medicinal.
Reci'fe de Parnarabuco, 17 de outubro de 1866.
Aujuste Caors. .
Deposito geral de todos radd so apeos
Botldca e rogarla
34Ra larga do Rozario34
AO JAYME CABELLEIRBIRO
N. 6,ra do Quemado primeiro andarN. 6.
MO HIAIS CABELLOS BU VACOS.
Ti itura instantnea para enegrecer os cabellos em um minuto sem offender a pelle J
Gabinete reservado e desente para tingr cabellos
com perfeigSo, \ resteza e mdico preoo.
AMA


TOKD B
rico preservativo de caspas e calvice.
PREMIADO PELAS EXPOSICOES DE PERNAMBUCO E" RIO DE JANEIRO.
Sali para cortar e trizar cabellos, e fazer barbas.
BEM MONTADA OFFICIVI DE C.1BELLURNM

Precisa-se do ama ama qae engcmme e lave,
para ama c*sa de poaca f.iraia : a tratar na pra-
5* doCorpo Saot o. 17, 3* andar.
Percleu-se no diaT20 do correte um
anelo de puro de feitio inglez com sinete
gfjjg roga-se a quem o achar (ou achoo) no caso
&^ de querer entregar ao seo proprio dono de-
p& rijir-se ao pateo do Corpo-Santo n. H, qoe.
sIjsn i generosamente ser recompensado.
W& I Antonio Wes, filho de ManoeFXlres,
,*^a/ natural da freguezia de Paco de Sooza, lugar
Zjjj^ de S. Lourenco comarca de Penafiel en Por-
tugal, embarcou para o Brasil ante< da 1834
pouco mais ou menos, desejase saber se an-
da ezite oa se j fallecido, pois consta que
em Portugal saniram an mncios (nao pode-
mos precisar a epocba) chamando os herdei-
ros, pois que tinha fallecido no estado de
solteiro, e sem prenles coobecido aqu, se
ainda vivo deseja-se saber aonde reside ac-
tualmente e se com effeito fallecido, aon-
de paira a fortuna queconst ater deixado pois
que ha herdeiros e bem prximos que s5o
seus sobrinbos ra do Apollo n. 24 2 an-
dar. __________________________'
ma.
Precisa-se de ama ama quecotiohe o engomme:
a tratar na ra da Queimado D. 12, 1 aodar.
m
|f| onde com esmer) e gosto se manufacturam, quer para a provincia, quer para fra della, todas as qualidades de posticos
&( modernos e de purado gosto, accrescendo a grande Berenga de ser 10 U, mais barato que em outra qualquer parte.
------
i:\pIrndIdo sorlmeno de cabellos, em eres e em eomprimento,
W. 6. RA 1IO QLTEOIA1IO A. 6.
a
3

O Dr. A. S, Pereira do Carmo (medico)
est morando ao sobrado a. 12 da ra da
Imperatriz.
3

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1
es
Escriptaraco cammercial
Urna pessoa com a pratica de mais de 20 anuos
propoe-se a escriptorar livros por qaalqaer sysle-
ma. Orgaoisa-os, a liante os atrasados, procede a
baiaocos e tecba os livros por presos convenci-
nados : quem precisar deiie carta ecbada nesta
typographia com as iniciaes D O ou na travessa da
rna do Vigario n. I.
9.

PARA UZO INTERNO
PREPARADOS SIMPLES,
Xarope de jurubeba garrafa......... 1 $ooo
Vinhode i6oo
Pilulas de vidro......... l^Goo
Tintura de 64o
Extracto hydralcoolico de jurubeba 12?ooo
PREPARADOS COMPOSTOS.
Vinbo de jurubeba ferruginoso garrafa. 2i&ooo
Xarope > liOoo
Pilulas vidro... 25ooo
Oleo de jurubeba vidros---- 64o
Pomada de pote...... 6io
Emplastro" libra..... 205oo
PARA'UZO EXTERNO
A JCRIIBEB.
Esta plantaje hoje reconhecida como o mais poderoso tnico, como um excei
lente desobstruente, e como tal applicada nos engorgitamentos do figado e baco, na-
bepatites propriamente ditas, ou ainda complicadas com anazarchas, as inflammacoes
subsequentes as febres intermitentes ou durezas, nos abeessos internos, nos tumores es-
pecialmente do tero e abdomen, nos tumores glandulosos, na anazarcha, as hydrope-
zias, erysipellas; e associada as preparares ferruginosas, ainda de grande vantagem
as anemias, chloroses, faltas de menstruac5o, leucorrheias, desarranjos atnicos do esto-
mago, debilidade orgnicas, e pobreza de sangue, etc.
O que dizemos afirmara os mais distinctos mdicos desta cidade, entre os quaes
podemos citar os lllms. Srs, Drs. Silva Ramos, Aquino Fonseca, Sarment. Seve, Pe-
reira do Carmo, Firmo Xavier, Silva etc. Todos elles reconh cem a excellencia d'este po-
deroso medicamento sobre os demais at ho.;? ronhecidos para todos os casos citados,
tanto que todos os dias fazem d'elle applicacr.
Apresentando aos mdicos e ao publico em geral diversos preparados da jura-
beba, tivemos por fim generalisar mais o uso d'este vegetal, fazendo desapparecer a
repugnancia que at hoje sentiam os doentes de usar dos preparados empricos d'elle, o
mais das vezes repugnantes a tragarem-se, e que tinham ainda a desvantagem de n5e
ser calculada a dose conveniente a applicar-se, o que torna muitas vezes improficoo um
medicamento, que podena produzir ptimos resultados.
Os nossos prepados s foram apresentados depois de havermos convenientemente
estudado a jorubeba, fazendo as experiencias precisas para bem conhecer as propriedades
medicamentosas d'esta planta em soas raizes, folhas fructas ou bagas, e a dose convenien-
ea applicacSo, tendo alm. d'isto procurado levar os nossos preparados ao maior grao de
tperfeifao possivel, para o que nao ponpamos esfor?os, nao nos importando o pouco lu-
cro que possames tirar.
Por tanto os que se dignaren recorrer aos nossos preparados podem ter a certeza
de que elles offerecem a garanta, de que se pode encontrar a prompta e infalhvel cura
de qualque dos soffrimentos, que deixamos innumerados, se forem em tempo applicados
tendo alm d'isso, medico ou doente a vantagem de escolher as nossas variadas prepa-
racQes, aquella que melhor Ihe pode convir, ji pela fcil applicacSo, e j pela complicacSo
das molestias, idide, sexo, ou ainda natureza de cada individuo.
As nossas preparaces ferruginosas sao feitas de forma que se tornam completa-
mente soluveis nos suecos gstricos, porque procuramos os compostoj de ferro que como
taes estao hoje reconbecidos.
Para aquelles qae mais minuciosamente queiram conhecer as propriedades da
jurubeba, e saberem a applicacSo de nossos preparados, destribuimos gratuitamente
em nosso depositaum folheto, onde tratamos uts eitnsaaente d'esta planta e dog n?p.>
mos preparados.
PHOTOGRftPHIfl
RA DO CABGA N. 18, ENTRADA PELO
PATEO DA MATRIZ.
O nosso estabelecimeolo pbotograpbicoj
est sempro em dia com todos os melbora-;
mentos e progressos que na America do \
Norte, cu na Europa se coosegue na arte
: photograpbica, e para alcncennos tal n
I nunca poupamos despezas nem sacricios,
de sorte que os nossos numerosos freguezes
\ podem ter a certeza de que sempre encon-
; iraro em nosso estabelecimento tudo quan-
to a arte e a moda offerecer de bom, no
I novo e velbo mundo aos amantes da pbo-
I tographia.
NOVIDADE P1I0T0GRAPIHCA.
Acabamos de receber todo, o necessario
| para fazer retratos chamados carte-album.
Este genero de retratos ltimamente In-
ventado na America do Norte, rpidamente
se propagou na Inglaterra o Franga aonde
' goza actualmente de todo o favor da moda.
A carte-a-Uim se faz por duzias como os
I antigos artes de visita.
Na Inglaterra trocaran o nome de carte-
lbum pelo de retrato-galeria e os ingleses
usam encaixilbar estes retratos em quadros
especiaes para com elles formar galeras,
com que ornam seus gabiuetes. Recebe-
I mos urna certa quantidade de taes quadros,
os quaes cederemos por barato prego aos
! nossos freguezes.
As pessoas que quizerem ver specimens
, dos retratos chamados carte-album, j fei-
tos em nossa oficina sao convidados a visi-
tar o nosso estabelecimento.
CARTES DE VISITA A OjJUOO A DZIA.
Em consequencia do novo genero de re-
tratos chamados carte-album, diminuimos
o pre?o dos antigos cartoes de visita, os
quaes de hoje em diante fleam reduzidos
Satisfetlo o invencivel Vead u raneo, com as maneiras attenciosas com que < ao pre0 e
'oi acolhido pelo respe itavel publico desta briosa provincia, a ponto de que muitos a por-:
fia desputaram a salisf ic;3o deserem os prime iros a comprarem em seu importante arma*i, f
zem, se desvanece em Jeclararcom toda a lealdade de que capaz, que est cada vez pela primeira duzia, sem que por causa
mais animado, nao s Dlo benigno acolhimento que tem recebido, como pelas forcas de desta drainuico de preco, deixemos de es-
quedispoe porque atj hoje nao careceu ainda dos preparados de jurubeba, nem do merar-nos no nosso ira bal lio, como sempre
xarope alcoolico de vel ime. loi nosso costume. Alm disto, continua-
O Veado Braneo, declara a quem ainda o nao conhece que nao um, mos a dar os cartdes de visita em carmes
desses bicharocos intrttaveis que por abi vivera cora figura hunana; domesticado no de luso, Dristol, ou porcelana,dourados ou
ameno paiz onde a am; vel Aguia Branca vio a luz do astro bemfeitor, elle partidario i lithographados para o que temos urna varie-
desse invejavel agrado e sinceridade que com tanta gravidade se desprende do sea: dade do 12 modelos, a esculla de quem se
bico encantador. retratar.
O Veado 1 Braneo, como todo o homem civlisado, ama a sociedade dos c?" va gomo prevenco.
bons, gosta do centro lo mundo elegante, usa do tnico de Jayme, para previnir que le Apezar do nesso trabalho ser muito co-
ponham a calva aosol, vai a companhia des Bouffes Parsiens e no meio do partido deiQhecido nesta cidade, aonde trabalhamos a
madame Adelle, elle t mbem atira-lhe o seu lindo bouquet. M annos, com tudo jalgamos de nosso de-
Digne-se o lenigno lettor de jurar as palavras sinceras do sincero Veado i ver dizer hoje o seguinte:
Braneo, e venha pnver a sua dispensa do que melhor se pode encontrar n'um estabe- Nos retratos fetos em nosso estabelect-
cimento de molhados. ment emprega-se toda a cautela para of-
A modicidacedos'precos, comparados com a boa qualidade dos generse oiferecer-se a par da belleza do trabalho. as
bom modo com que se recebe os senhores compradores, deve certameute convidar as | melbores condigoes de duracao. Doura-
pessoas que ainda nao vieram nossa casa a fazc parte dos amigos e freguezes do.nosso mos e flxamos os nossos retratos sem olhar-
QTI ICClMfl IDMA7FM mos a economas, e ltimamente para Ibes
uLLLiOliflU fl.niTlH.LiVl podermos dar urna lavagem mais ampia
de e segura, contratamos com a companhia de
| Bebiribe nma penna d'agua. Os nossos
cartoes de de visita s5o verdadeiras photo-
grapbias, que Dao preciso de retoques do
pintor para Ihe desfarcarem os defeitos, e
convidamos a qem quizer a passar sobre
elles urna esponja molbada em agua, ou a
deixa-los mergolhados por espaco de horas
em agua, ou em espirito de vinho : se apre-
sentarem alteraco sero recebidos por nos
e pagos pelo duplo do que tiverem cus-
tado.
Continuamos a fazer retratos por todos os
systemas photograpbicos at hoje conheci-
j-dos em pbotographia. O nosso sortimento
de caixinhas, quadros, passe-par-tauts, e
joias de ouro para a collocacSo de retratos
o mais completo, variado e abundante que
existe nesta cidade.
baciiarel Jo4o PraociscoTeixeira leui
o so eCrip'oro de advo^acia no 1* andar
do scarado da roa do Queimado n. ti, e
ahi podea* ser procurado para o exerci
rio de ua profi sao das 9 horas da ma
fili a as 3 da tar.
Aiuia-d pjr anoo ou testa nma casa terrea
Ella no F. i.o da Panella prxima a greja. qoe foi
do a.U'Ci lo Dr. Goaius, com grande quintal mo-
rado e coinmodos para familia : a tratar com Lea!
& Irmo, ra da Cadeia do Recite n. 56.
"CSJTDA fortuna
Aos 6,000$
BILHEIES GARANTIDOS.
A' ra do Crespo n. 23 e casas do costme.
O abaixo ssignado venden no seos muito eli-
zes bilhetosp^rantidos da lotera que se acahoo de
c&lrahir a Leoecio de Nossa Senbora do Mor.:.-
de Oimda, o srgointes premios :
JN. 964 meio btluete c^.i a sorte de 6:C00.
N. 338 meio tilbete com a sorte de 1:2< 0.
E outras muitas sirtes de 100,5, 40 e 2i.
Os posruidores podem vir receber seus respecti-
vos premios sem os de.'contos ias leis na casa da-
Fortun rna do Crespo n. 23..
Acnam-se a venda os da 14* parte da lotera da
Santa Casa da Misericordia (40') que se exirahi-
ra' a 8 de outubro vlndooro.
-rego.
Bilbete.....65000
Meio......3000
Qoarlo.....14500
Em porgo de 100(5 para cima.
Bilnete.....54500
Meio......J4750
Quarto...... 14375
______________Manoel Martins Fioza.
Casa
Aluza se a ca?a n. 6 da ra do Principe na fre-
gaezia da Boa vista com 2 salas, 3 qoartos, mi-
nba e quintal : a tratar na roa Nova n. 3.
Atlenco
Continin-s'e a fornicar almocj e jaotar por pre-
co comaiodo, em urna cSsa particular: na roa es-
reita do Itsario sobrado n. 35.
MOLHA
CONHECIDO PELO NOME
DK
ADO BRANCO
Esi;abelecuo ra Direita n. 16.
ISsquIna da traveisa de 8. Pedro.
:m:s
S A
A -Ra do Cabag*l.
i^ostinho Jos dos Santos $ C
Acaba de ebegar a este estabelecimento um esplendido sortimento de
joias do ultimo g)sto, perfeicSo artstica e modellos eoteiramente novos; como
seguem: adereces com rubim, esmeraldas e perolas linas, pulceiras, broches
para retrato, an leis, botoes de punho, brincos e cassoletas com letras, etc..
etc., etc. Salvas de pratado Porto, faqneiros, paliteiros,,calix de mesa c
fructeiras, cujos grecos sao incompetiveis, pois que os propri' tarios desta casa,
recebendo seos rtigos directamente da Europa, podem servir vantajosamenta
aos seas freguea. Compram-se brilhantes, pedras finas, ouro e prata, page
se bem, tambern se incumbem de fazer concertos.
Trocara se
as notas; do banco do Bra til e das carias flliaes-
dom descont muito rascivel, na praca da lnde,
oendencia n. 22.
Ama
Precisase de nma am i de leite
Queimado o. 49.
na roa do
Aluga-se
o primeiro andar da caa na roa da Aurora, bair
ro da Boa-Vista, muito acetado, e com bastantes
commodos: a entenderse com Manoel Loii Vi-
raes.
iPrecisa-se de nma ama para casa de peque-
a familia preferino-se efcrara : na roa do Cres-
po o. 7.
Atiendo.
X. 25 Roa do Livramelo N. 25
Deposito de tamancos e calcado nacional da fa-
brica da rna do Jardlm n. 19, de Jos Vicente Go~
dioho, tanto no deposito como na fabrica seapromp-
tam todas as porcoes de calcado o mais barato
possivel, esta fabrica tem todas as machinas pro
prias para os calcados ja bem acreditados pelo
grande nnmero de friegeles qoe daqni se fbr-
neeero.
Ama.
Precisase alocar nma ama, para comprar, eosi-
nhar e engommar : na rna de S. Francisco o. 84.
O Dr. Lobo Moscoso annuncia que s
sextas-feiras e sabbados s cinco horas da
tarde vaccinar a todas as pessoas que ap-
parerem para receberem este preservativo,
emquanto contiuuarem a comparecer as
pessoas vaccinadas para se tirar o puz vac-
cinico: roa da Gloria n. 3.
Na praca da Independencia n. 33, luja di
oorives, compra-se onro, prata e pedras preciosas,
e tambern se faz qualquer obra de eacommenda e
todo e qoalqoer concert.
Na rna da Aorora n. 8, segundo andar,
areclsa-sa de nma mulher forra on escrava para
dodar com orna crianca de tenra idade.
CONTRA FOGO.
A comp'anhia Indemnisadora, estabeleci-
da nesta praca, toma seguros marimos s>
bre navios e seus carregamentos, e contra
fogo em edificios, mercadorias emobilias:
na roa do Vigario n. 4, paviroepto terreo
TYPOGRAFUIA IEKARTII
DE
Carlos Ktliiiirdo Unhlcrt C.
N 10-tioa do Tvrres-S. \
Sob este tituio temes ltimamente esubelpcldo
nma typagraphia que mandarnos vir de New-York
e qaal reunimos a qne Ja libamos.
Montado assim o nosso estabelecimento era om
ponto vaniajoso, porque possoimos tndo o qoe >
de melbor gosto e mais moderno, acbarao-oos ba-
bilitados de emprebsoder qual.juer obra que se
nos queira eoofiar, com a maior oltidez, visto os
nossos quarenta annos de arte e experiencia.
Somos bastante ronhecidos e por i-so nutrimos
toda a convieco de qne a generosidade do pu-
blico e dos nossos amigos bao de correr em do-so
auxilio para proteger om velbo" ai lista one.ado de
grande familia para o qae de ante mi n s con-
fesamos sumiuameote agradecios.
ALMANACH
DE
LISO BUAMLLIK\
Para 1868.
POR CASTILHO.
Vende-se na livraria Ecooomica defroote do are
de Sanio Antonio. _____________
Chocolate vermicida
DK
Antonio Nunes de Castro.
Desde 1857 que sao as tabellas vermicidas ap-
plicadas em Portugal, como o remedio prompto
efflcaz para a eipolso das lombrigas. qoe logra
ves padecimeptos causam e qae quasi sempre nao
se soppoe ellas a origem.
Este vermfugo prefer vel a qoalqoer entro
pelo seo agrada vel paladar e fcil appiieaco as
criancas que mais geralmenle sao aucadas de se-
melbaote mal.
Deposito especial
31- ua larga do Rosario34
Botica de Baribolomeo & C.
Companhia fidelidade de seguros
marimos e terrestres
establecida no Rio de Janeiro
AGENTES EM PERNAMBOOO
AbIoho Lu de Olive ira Azeve* k C
competentemente autorisados pela
directora da companhia de seguros
Fidelidade, tomam segoros de na-
vios, mercadorias e predios do sen
escriptorio ra da Cruz n. f.
MUTILADO |


Diarlo tfe per inibujo Segu-ula felra t W\'
I
*
MACHINA g
PARA
tai a
SOUZA SOARES & IRM&0 ,
proprietarios do grande e novo estabclecimento de miudezas,
ferragensr, quinquilharias e candiciros a gaz
"; RCA MOTA M. t
Em frente a botica do Dr. Sabino
Receberam directamente de New-York utn sortimento de machinas para descarocar
algodo, sendo de i 14, i 6,18 e 20 sorras, que pela sua qualidade e perfeico, tornam-
se recommeodaveis.
Os proprietarios garamem por nm anno a conslruccao das mesmas, e o bom re-
saltado em descarocamento de algodo. Sendo eslas de um modelo tal, que alm de se-
rem de pouco volume sao muito facis para o trabalho, ficando o algodo o mais perfeito
possirel. Afflancaado-se os precos serem mais razoaveis que om outra qualquer parte.
Os preteodentes podem dirigir-se ao referido estabelecimento, que alm de acha-
rem um bom sortimento de objectos de que tendente, eaconlrar5o siuceridade e bara-
teza nos precos. _______________
COMPRAS



N,2D ^ N. 2 Di
H^ CORACAO IIE OURO.
A loja n. 2 D intitalada Coracao de Oaro na roa do Cabog, acha-se d'ora em diante offereceo
Jo ao respeiuvel publico com especialldade as pessoas que bonram a moda os objectos do ultimo go^
td '' Pars)per menos 20 por cento do que emoutra qualquer parte,garantindo-se a qualidade ea so
i da obras. ... t ,
O respeiuvel publico avaliando o deseio que deve ter o propnetano de nm novo estabelecimen-
to aneis com perfeitos brilhanteB, esmeraldas, robins e perola ; verdadeiras em agarras, modernas pelt
diminuto preco de 10*, brincos modernos de ouro e coral para menina pelo prego de 3*, maracas de
nrata com cabos de marBm e madre'perola obra de moderno gosto (o que o encnutrario no coracao de
ouro) voltas de ouro com a competente crestona ricamente enfeitada pelo pequeo prego de 12$, brin-
cos de om trabalho perfeito por um mdico prego, cassoletas.tranealms, pulceira:, alflnetes para re-
tratos e outros modelos ludo de alio gosto, aneis proprios para botar cabello e firma, dito para casa-
mento no artio roseta lem o Coracao de Ouro um completo e bem variado sortimento de diversos
costos' butSes para punhos com diamante, rubins e esmeraldas, obra esta Importante ja' pelo seu va-
for ia'oor costo ds descnbo, brincos a forma da delicada maoslnha de moga com piogente contando es-
meraldas, rubins, brilbanies, perolas, o gosto sublime, alfloete para grvala co mesmo gosto, reo-
slos osra senhora cravados do pedras preciosas, ditos para homem, diversas obras de bnlhantes de
nuito costo, crusiabas de rubins, esmeraldas, perolas e brujanles, aneis com letras, cagoleas de
cvstal e ouro descoberta para retrato (a ingleza) brincos de franja, ditos a imperatnae toda e qual-
quer ioia, para secolocar retratos e obras de cabello, e outros muitos sbjectos que os preteodentes en-
Virarlo no Coracao de (Juro que S3 conserva com toda a amabilidade aos concorrentes demand-
se de aqn! mencionar pregos de certas objectos porque (desculpem a maneira do fallar) dizendo-se
B-eco talvez algaem faga mo juno da obra, por ser to diminua quantia a vista do seu valor.
Na mesma loja compra-se, troca-se ouro, prata e pedras preciosas,e tambora recbese concer-
los, por menos do que em outra qua'quer parte, e dao-se obras a amostra com penbor, consarvando-ss
t Coracao de Ouro abertc at as 8 oras di noiie. _
Qualquer pessoa que se dirigir ao Coragao de Oaro nao se podera engaar com 3 casa, pois
irla se ua sua frente um coragao pendorado pintado de amarello, alem de outro qoe se nota em um
rotulo (isto se adverte em consequencia do terem ja' algumas pessoas engaado com outra casa.
Ccrapaams moeda de ooro e prata naci
naes e estrangelras: notrmatem de Augusto r-
de Oliveira & C, roa do fra piche Novo n. 42.
Moedas (ie prata
nacienaes, assim como patacoes portogoezes e
bespanhes, compram-se rom premio : na ra do
Crespo n. 16, primeiro an lar._________
Compram-sc escravos
Silvino Guillierme de B irros, compra, vende e
roca efectivamente escrai os da ambos os sexos
de todas s idades : a' re a do Imperador n. 79,
rceiro andar._________________________
Compram-se
com premio moedas de o ro e de prata'naclenaes
e estrangeiras : na ra d; Cadeia do Recite o. lo
armaiero de Adriano, Castro & C.
Libras eterlmasc
Compram-se com bom pernio : na pra-a da In
dependencia n. 22._______________________ -
Moedas do ouro.
Nacionaes e estrangeias assim como libras
esterlinas: campram-se o: roa do Crespo n. 16,
primeiro andar.______________________^^
Compra-se ouro e pr lia eih obras velbas :
oa Draca da Independen t a. 22.
MOEMS
de ouro e praa
Compram-se moedas de juro nacionaes eestran-
geiras, bem como patacoes dos diversos conbos:
em casa de Adamson, Howie & C, roa do Trapi-
che-novo n. 40.
Na roa de Abollo, ai mazem o. 12, compram-
se dous escravos. pretos. .__________
Cimpra-se por man doqneem outra qual
quer parte, prata brasilera e estrangelra, libra
esterlinas, moedas de 9* e 16* portugnezas, d
3, 103 e 205 brasileiras e >e trocara sedula
das caixas filiaes do BancD do Brasil : na roa da
Cadela do Recifa n. 58, lo. a de azulejo.
Loja do Gallo Vigilante
DE
Guimaies& Freitas
RA DO CRESPO N. 7.
Os proprietarios deste bem coDhecido es-
tabelecimento teodo em vistas a boa vonlade
com que fr>da generosa popu'acJSo desta bol-
le cidade coDCorre com a sua coadjuvaco,Varas ** papaflna
para o basar de prendas que costumam es- r "s \ i2',6 e
Caixas de p
palitos de
Ubelecer no dia da comme'morago do anni- ca"8 de pa'l bal5
DO
DR. 2VIAL.
Compra-sena loja de jo as do coragao de onro
n. 2 D", ra do Cabog, miedas nacionaes de 30
Compra se urna ras i terrea com bastante
commofo para graada fin ilia, an ama das ras
spRuiotes : pa'eo da ribea deS. Jos, cambia do
Carao, ra das flores e 1 orlas : a tratar na ra
lmperi-l o. 193, i* andar
Compra-se urna esciava sadia que cozinhe e
engomme : ua ra da Pcnia n. 23, 1 andar.
VENDAS
rmago
Vende-sa urna armagao de louro nova inverni-
sada, da ca.'a da ra das Cruzes n. 37, propria
para qaalqoer d^jocio, para tirar ou ficar na mes
ma casa : a tratar na mesua ra n. 41 A. taberna.
ATTEMCAO
No armazem de. fazendas de
Sant> mado n 19.
Bom e l>arato
Lansinhas Poil de Clivre a 1# ocovado.
Madapolo enfestado a 8f> a pega.
Cambraia de cores niatisadas Qnissimas a
800 a vara.
dem brancas transparentes finas de 45,
85 e Sooo a pega com tC
cortinado a
a 55.
Cambraias admascad is para
125 a peca com 2o varas.
dem para forro a 3/. a pega com 10 jar-
das.
Cambraia de linho muito Ana de 65 e 95 a
vara.
Madapoloes finos de 65, 75, 85, 95,105,
Para o tratamento e cura rpida e completa das molestias syphiliticas, eris-a-
las, rheumatismo, bobas, gota, debilidade do estomago, infiammacoes ebrooicas do figado
e bago, dores sciaticas, cephalalgias, nevralgias, ulceras ebronicas, hydropesias, pleuri-
Eias, gonorrheas ebronicas e em ge al todas as molestias em que setenha em vista apu-
rificagao do systema sanguneo.
Coiisideraf'dcs geracs
A saude um bem inapreciavel, cuja importancia e valor s est reservado ao ens j 55000, 65, "5,
fermo o avalia-lo. jardas.
iDcontestavel que o homem neste mundo constantemente, e por todos os lador | dem branca tapada de 85 e 95 a pega
atacado pur urna innidade de agentes morbficos que lodos teade.n, dadas certas e deter-; com 12 jardas.
minadas circumstancias, a alterar o regular exercicio das funeges orgnicas, resultanbo j dem branca franceza mutlo larga a 95 a
pesse desequilibrio o que se chamatwlestia. pega com 8 varas.
A molestia nao mais de que a desvirtuagao das forgas vitaes, occasionada,- d, | B^Ies de 35 e 40 arcos nesgados para
gundo as investgacoes e experiencias dos mais abalisado mestres da sciencia, pela depm- senhoras, a 45500.
vago dos umores geraes, consequencia da acgo maligna desses mesmos agentes mora e j dem de mursulina nesgados a 55.
fieosintroduztdos no organismo pelo acto da respiragao, pela va digestiva, pelo contacto! dem de crocbet a if.
immediato etc. etc. etc. Id^-m de mursnlina iara meninas a 35 e
A sypliilis infelizmente tem sido a partRa da liumaidade, e como fra de duvi- 355oo.
da que esse terrivel Proteo da medic'ma urna molestia hereditaria, e!la tem sido obser-! Saias bordadas
vada em todas as idades, e debaixo de todas as suas formas to variadas, enfraquecendo
constiluigoes robustas, produzindo mutilagoes, e corlando ainda em flor da idade vidas
preciosas.
Eliminar da economa esses principios deleterios, e purificar arnassa geral dos
humores tem sido desde tempo immemorial o fim constante da medicina, e os purgati-
vos figuram em primeiro lugar para preencher esse desiieratum ou fim.
O Elixir depurativo do Dr. Sevial parece merecer a preferencia sobre todos: os
irnmensos successos obtidos pelo uso desle salutar agen!e tanto na Allemanha. como em ,115 e 125 a pega
Franga e Italia, o tornam c companbeiro inseparavel de quasi todos os doentes. Platilha de algodSo i uperior fazenda para
Sendo as melestias, como cima dissemos, devidas s aiteragoes dos humores, o ^
Elixir depurativo do Dr. Sevial pode serempregado ventajosamente nasyphils, erisy-
pelas, rbeumatismos, bobas, gota, debilidade do estomago, inflammages chronicas do j
figado e bago, dores sciaticas, cephalalgias, nevralgias, ulceras ebronicas, hydropesias, I
pleunsias, gonorrheas chronicas etc. e em geral em todas as molestias em que se tenha
em vista a purificago do systema sanguneo; pois que urna pratica constante tem feito
ver que elle indispensavel nos casos gravissimos para minorar os soffrimentos, e pre-
parar o doente para medicaces superiores ; e as menos graves a cura a conse-
quencia do seu uso, convenientemente repetido.
As substancias que entrara na composigo do Elixir depurativo do Dr. Se va
pertencem todas exclusivamente ao reino vegetal, e grande cathegoria das substan-
cias depurativas e antisypiliticas; assim, ao passo que este remedio depura o orga-
nismo, eliminando os principios nocivos saude, pelo mecanismo natural das eyau-
agSes alvinas, neutralisa ao mesmo tempo o virus sypbilitico quando este' virjem.
tem feito erupcao no exterior debaixo de suas multiplicadas formas ; e previne taui
bem os estragos dessa terrivel molestia, quando por ventura se ache ella ainda no
estado de encubando, isto sem se ter manifestado sob formas externas: heneficio
mmenso, tanto mais quanto neste estado os individuos ignorara completamente se es-
So contaminados por este terrivel inimgo.
O sabor agradave d'este FJ.nr convem a todos os estemagos, a sua acgo so-
bre o tubo intestinal suave e benigna, e de nenhuma forma produz moleitias medi-
camentosas, como acontece ao purgante dito Le Roy, que na sua qualidade de drs-
tico forte irrita a mucosa intestinal, e consecutivamente a seroza, resultando deste es
tado, maltas vezes, hydropesias, que quasi sempre terminara pela morle do doente.
Assim pois esperamos que o uso deste remedio justifique cabalmente as nos-
fias asseveraces, porque sendo um medicamento to simples na sua composigo, a
pratica tem confirmado sua ulilidade.
falco deposito em Pernambcco
Ezrhfi pela sua longa pratica, que tem os se
Chores freguezes de que se rao servid is a
contento, com promplidao e prego commo-
do, pelo que os propiietarios Ihe sero agra-
decidos.
Na botica e drogara

DE
Barthotomeo & Companhia.
34-RUA DO ROSARIO LARGA34
w%*m
DE
[DE
J. VIGNES.
X. 55. RA DO IMPERADOR M. 55.
Os pianos desta antiga fabrica sao boje asss conbecidos para qae seja necessario insistir sobr#
tsa superioridade, vantugense garantas qne offerecem aos compradores, qualidades estas incontestt
veis qae elles tem definitivamente conquistado sobro todos os que tem appirecido nesta praca ; pos
HUo om teclado e macbmismo qae obedecem i todas as vontades e caprichos das pianistas, sen
tionea (albar, por serem fabricados de proposito, e ter-se feito ltimamente melaoramentos importan
fsstaoB para o clima deste paiz; qoaoto s voxes, sao melodiosas e flautadas, e por Uso multo agrada-
seis aes oavidos dos apreciadores'. .. ._*____'*..
Paiem-se conforme as encommendas, unto eesu fabrica como na do Sr. Blondel, de Pars, sock
orrespondentede J. Vignes, em cuja capital foram sempre premiados em todas as exposicoes.
No mamo jastabeleclmento se achara sempre nm esplendido e variado sortimento de msicas doa
MrikorMautoras da Earopa, assim como hro>o5os piMK barooojco, Sflodo tndo TandW-j por
BreQOf ecBodot e raioavel.
saias a 35200 a pega com lo varas.
Cobertas de chitas c e ramagem a 256o
Lenges de hamburi:o fino a 25400.
dem de bramante,muito fino a 3500.
Pannos adamascados para cobrir mesa a
45500.
Guardanapos de linio adamascados a 45
a duzia.
Atualhado adamascado com 7 1/2 palmos
de largura a 25 a van.
dem adamascado de linho com 7 1/2 pal-
mos de largura a 35 a .ara.
Algodo enfestado com a mesma largura
a I loo a vara.
dem trangado de al< odo a 15600a vara.
Toalhas alcochoadas de linho lisas a 115
a duzia.
dem de algodo felpudas a 135 e 145
a duzia.
Colchas de fustao a 65-
Lengos de cambraia 1 trancos finos a 15800,
25 e 255oo a duzia.
Lengos de cassa f nissimos a 35200 e
3560;> a duzia.
Fil de linho liso a 8oo a vara.
dem com salpicos ; 15ooo a vara.
Grosdenaples preto bom a I58oo, 25 e
258oo o covado.
Morantiqoe preto 1 uperior a 258oo o co-
vado.
Flanella de todas as cores a 800 rs. o co-
vado.
Tarlatana de todas as cores a 80a rs, a
vara.
Bramante de linho com 10 palmos de lar-
gura a 255o a vara.
dem de linho com 5 palmos a 15200 3
vara.
dem de linho com 3 1/2 palmos a 800 a
rara.
Riquissimos'basquiQS a 255000.
Assim como outra; muitas fazendas que
se vende por menos que em outra qualquer
parte, e da.se amostras de tudo,
Vende-se a-quilla parte do srbrado
n. 17 da ra do Pilar : tratar na mesma
ra n. 57.
Fabrica e fundige de bronze
e outros metaes> caldeireiro,
laioeiro, e funeiro, situada
na Soledade, ma do Frin-
cipe n 3, e com deposito na
ra Nova n 38,'da cidade
do Ilecife
DE
BRAGA &SAIYIPAIO
tabricam-se neste imporiaote estabeleci-
mento todas as obras concernentes as artes
respectivas como sejam:
Alambiques de todos os tamanhos em
feitios, os mui acreditados aparelhos de
Derosne com as dimeDges delicadas dos
fabricados em Franga.
Fabricam-se avulsas quaesquer pegas des-
apareaos, como sejam o dilatador, ratifica-
dor e condensador, ou esquenta garapas,
resfriador, serpentinas interiores.
Fabricam-se bombas de todas as dimen-
goes e qualidades, pelo systema francez ou
americano, simples, de pressao, repuxo, e
com especiaiidade a estanca rios! assim -ap
nominadas pelo enorme volume de agua
que absorvem calculada em 100 pipas por
bora, e das quaes algumas est5o promptas a
serem experimentadas.
kSSS.SBS sSSSSSaSS
de agua que fornecem pelo que s3o cons de-
radas boje as primeiras bombas conhecidas.
Todas as mais obras se fabricam vonta-
de dos freguezes e a seu capricho.
Existem sempre promptos no deposito in-
dicado na ra Nova n. 38, um completo sor-
timento de obras solidas, bem construidas e
a pregos rasoaveis, como sao alambiques,
serpentinas, taxos, passaderas, repartidei-
ras, escumadeiras, cocos, candeias, e muitos
outros ulencilios preprios para engenbos,
como sejam mancaes de bronze, parafuzos
para rodas de agua e outres.
Cavilhas, machos para lemes, pregos de
todos os tamanhos e para o forro de cobre
de navios.
Aprompta-se tudo quanto diz respeito as
obras de lato torneadas e polidas com toda
a perfeigao.
Vlvulas para tanques de banho, torneiras
de lodos os tamanhos e qualidades, assim
como todos os ornamentos para militares,
botoes para farda, aparelhos para barretina,
nmeros, espheras, espadas, cornetas, alam-
padas turbulos, caldeirinhas, navetas, almo-
farizes, perfumadores.
Obras de folhas de flandres de todas as
qualidades, bahs, bacas, bules e outros
utencilios domsticos.
Lampioes para gaz para eDgenhos, folha
de flandres em caixas, folhas de cobre e la-
t5o, tubos de chumbo para encanamentos de
todas as dimengoes, folhas de zinco, estanho
em barras e vergunha, langes e barras de
chumbo, vidrosfinos para espelhos, deco-
res, bordados, e opacos, e outros para vi-
dragas, diamantes para cortar vidros, cadi-
nhos ordinarios e de patente, rea para mol-
dar, folies para ferreiro, lavatorios com ba-
cas e jarros, trra podre e outros nmeros
objectos proprio de taes eslabelecimeoios.
Sendo todas as obras inspeccionadas e
feitas sob a direcgiSo do socio administiador,
Jos Baptista Braga o qual se acba de novo
especialmente incumbido da gerencia de tao
importante eslabelecimente, isso urna ga-
Rival sem segundo.
Rna do Qnclmano a. 49.
Qaer acabar can as fazendas abaiio
mencionadas.
Qoeiram vir ver o qne bom uara'lssiau.
labynntbo com bico, tafea-
linba Alexandre com 400 jar-
Toaibas 'de iabynnl
da boa a
Carreteis de linba com 100 jardas a .
Sravatas pretas e de cores moito finas a
Jaixas de obrejas de massa muito novas a
enfladores para espartilbo d cordao e
fita a......
Carreteis de
, das a .
Sabonetas muito finos aSO, 160, i
Jilos de bolla muito finos a 240 o
iadas de linha froxa toara bordar a .
varas de cordao para espartilbo a .
entes volteados para regacar cabello de
meninas a............
''rseos de macara' oleo moito fia a
\botoadnras muito Anas para coiies a !
-artes de liaba branca e de cores a .
Libra de ara preta snpenor a.....
scovas para (alo, farenda boa, a .
Varas de franja branca de linbo para
toalba a -..........
Pegas de blco estreito com 20 varas moito
bonito a
de dlffei entes larga
3*000
*
500
40
co
a .
segnranca
sem en
.xas de
versano do Hospital Portuguez de Benefi- chofre a .
cenca, COJO producto applicado a bem Sbonetes de familia a 100,160 e .
daquelles que baidos de recursos, e no leito Grosas de bolos de madreperoia para
da dor ali procurara melhorar seus soffr- ciSToe' doutrn c'bnsia '. '. .' '.
Latas com superior banba a......
Quaderuos de papel pequeo superior a .
Dutia de baraibos franceies superior .
Grota de phospnoros mnilo supe; lores .
Coxis a retalbo do mesmos.....
Caiss de phospboros de vellinb contendo
500 vellinhas muito superiores a .
Resmas de papel almaco muito superior .
Resmas de papel pautado superior quali-
dade .......
da
om
Veade-se ua loja da p?a?a
Independencia a. 39.
Cifeilas mortuarias para serem coliucaas
tambas, catacumbas e sepulturas no cemiterio pu-
blico para o dia 2 de novembro flDidus) das es-
crigoes seguinles : '
lleu [\i\.
Mmba il.
Mea e?poso.
Hinba esposa.
Meu iho.
Mioba iliba.
Saudades.
Urna lagrima.
Amizade.
Meu amin.?.
Meu irmo.
Miuba irma.
Na mesma ioja lambem tem capeil.-.s de pedra
marmore obra prima.
Gorama de mandioca
Vende-se moito nva e boa ; a tratar na ra lar-
ga do Rosario n. 21, loja.
Sal Pirtico efforvecente de
Samplonerh
Ja bastante condecido em mnitos paizes de
temperatura quente apparece pela primeira
vez a venda nesia praga. E' excellente re-
medio para refres :ar a massa do sangue, e
o seu uso constante manten) a sade do cor-
po em perfeito estado.
Cura o enjoo do mar, dores de cabega,
diarrhea, febre amarella, sarampo, typbo,
febres gaslicas, azia, febre interna, e como
calmante das grandes sedes as febres, nao
ha igual.
A venda nicamente na ra da Impera-
triz n. 12.
Ra do Imperador n. 32.
homem......
por isso apressam-se em avisar
ao respeitavel publico du que ha de mais
moderno em seu estabelecimento, alm dos
quaes tem variedade de outros, que a serem
para um fim to justo os venderam por pre-
gos mui rasoaveis.
Riquissimas caixas com msica conlendo
o necessario para costura, proprias para um
delicadi'i presente.
Riquissimos livrinhos com capas de tar-
taruga para missa.
Riquissimo lbum com capa de tartaruga.
Porta joias, dedaes e relogios e neste gos-
to urna infinidade de objectos.
Vasos, calungas e palliteiros de porcelana.
Bonecas que cbamam papai e mamai.
Finissimos lengos de cambraias de linho
meo disticos.
Caixiulias com perfumaras.
Bengalas d canna com lindos casttes de
marfim.
Riquissimos enfeites com coques e sem
elle iuteiramente novidade e ultima moda.
Lindissimos cintus para senhoras.
Fivellas lindas de moito gosto.
Lindos port-bouquet com cabo de madre-
perola proprios para casamentos e bailes.
Riquissimos leques de madreperola.
Lindos leques de sndalos para senhora.
Ditos de sndalos para meninas.
Ditos de sndalo tendo no centro um qua-
dro de seda, ultima moda.
Leques de faias muito lindos.
Ditos de ossos.
Lindos pentes de tartaruga, massa e outras
muitas qualidades.
Luvas dejouvin. interamente novas, bran-
cas, pretas e de cores.
Ditas de seda.
Meias de seda e algodo.
Lindas trangas pretas e de cores om ve-
dilrho e sem elle, assim como lindissimas
guarnigoes para enfettar basquines e botoes
para os mesmos.
Lindos iodispensaveis para meninas das
escolas.
Bengallinbas para meninos.
Suspensorios para meninos.
Lindas touqoinhas e sapatinhos ricamen-
te enteitados proprios para baptisados.
Meias de seda para o mesmo fim.
Muito boas escobas para dentes, chapos-
roupa, cabellos, unhas e para limpar penles.
Superior linhas para crocbet.
Agulbas para o mesmo fim.
Lindos agulheiros e dedaes de madrepe-
rola e marfim, assim como de metal.
Lindas guarnigoes de botoes, tespara oole,
punnos e colerinhos.
Ricas capellas paca noivas.
Meias de seda para senhoras.
Superiores thesouras para unhas, costura
e cortar cabello, etc., etc.
Suspensorios de seda para homem.
Ditos de algodo para homem e meninos.
Finos aderecos pretos para loto.
Grande sorlimeuto de finas perfumaras
dos melhores fabricantes at boje conhe-
cidos.
Grande sortimento de fitas de todas as
qualidades.
E muitos outros objectos que impossvel
sera men dona-Ios e que se encontraro na
loja do Vigilante, ra do Crespo n. J.
CASTRO NUNES
Grammatica nacional.
Sexta edico
liOOO
Livratia francc;a.
100
1JOO0
200
40
00
240
500

a*
Mi
i 00
10
10
Dorias de meias para
uno
bcinem.....?8bb
4#M
preta perita eugomma-
i de excellente conducta:
Vende-se urna boa
deira e cosinheira, rooc
na rna do Fogo n. 9. _______^^
" Cal de Li boa
No armaiem do caes d i airandega a. 5 ba para
vender superior cal no\a, marea TU, chegada ba
dias na Larn portogreta Uratido, a preco de
1Q# barril. ^
Borieguins para
Ditos ditos
53000
6*000
Fundico da Aurora
Talxas de trro coatio, bom sortimeolo e quali-
dade superior
Wnde-se orna ra. a terrea sita oa ra Velba
o. 78, chaos fjrelros, com duas janaHas e pona,
corredor indenendeole, i salas e 3 quarlos gran-
des, cosinba tora e excellente quintal com cacim-
ba : a tratar ua roa da Alegria n. 40.__________
Vendem-se duas escravas crioulas de 25 a
30 anoos, com habilidades : ao Hospicio casa da
esqaerda do qaartel general.
Grammatica de Castro Nu-
nes e arithmetica.
Esli a venda defronle de S. Francisco n. 15,
ra do Imperador.
Vende se na roa das Cinco Pomas n. 82, la-
tas com 4 libras de doce fiao o melbor qoe pode
baver neste genero. Tambera aloga se urna es-
crav, __________
GRANDE
Tendo de se liquidar a loja de calcados da rna
do imperador n. 32 :
Borieguins de Melll....... U4000
Dits de Soier........ 8*000
Dit'3 de diversos fabricantes. 8400C
SapaiSes de beierro Suier. .... Sf^OO
Borieguins para meninos B meninas. 3*500
Ditos ditos ditos....... 24O00
Borieguins de lustre para bomens
(Soier)......... 74000
Sapatdes Melli....... 74000
Bo leguios corda vio....._. 8*000
Botas para montarla.
Perneiras e goarda lama.
Sapalos de tranca para meninos. -1*000
Sapatos de conro de lustre com sallo
para senhora....... 2*000
VENDE-SE
Vende-se
Pez de pirrelra, moscatel branca, apota aba-
eaty, manguelra de uraaraca', abacaii, roseira e
dalla ; roa da Cruz a. 13.
Motores americanos para dons cavallo.
Dito dito para quatro cavallos.
Machinas para descarocar algodo de 14, 16.
18,20 30, 35 e 40 serras.
Prencas para enfardar algodo fazeodo os sac-
eos com 6 palmos de comprimento com o peso de
150 e 200 libras, viudas ltimamente da AnJerict
no armazem de Henry Forster & C, no cae Pe
dro II n. 5 junto ao Gabinete Portuguez.
Vende-se
nm cofre de ferro com segredo, urna espada com-
pletamente nova, e orna cama a fraseen de ama-
relio, esta tamatm se aloga : na roa Augusta n.
47 se dir'.
Vende-se por prego commodo om escravo da
40 annoi, boa figura, rebasto, e proprio para
qnalqder servico : a tratar na travessa do Carioca
n. 2, caes do Ramos.
Veade-se
na roa de Apollo n. 8 sal de Lisboa a 8*000 o
barril.
Dozias de meias cruas moito superiores
Chocolate de~Oesbrlere~"
purgativo de magnesia.
E' o chocolate de desbriere o mf .bor prtanla
al acora conhecida e de grand rt :, .ya. ~ fe-
rie; onde tem sido moito apuntado n 1
Hotf I Dien pelos professore Trc-n
com o melhor rebultado.
Por sua arjo laxaule purga s<
mago o os intestinos, e apiesem?
Sos como dorivativo, abrovente,
frescantc ,: depurat >o.
Deposito eapc-ii
34Ra larga do R*>s ,-o 34
Botica de Bartholomea
mmmmmmmmmmm
t..
1
-..
-..
i-
"-
tii*-
[Grande aimazem
tas medicamem
Roa do Imperador n, 22.
Productos cbimicos e pharma-
ceuticos os mais empregados em
medicina.
Tintas para todo o genero de pin-
tora e para tintnraria.
Productos industriaes e tintas
para Dures, como botoes de Dores
e modelos em gesso para imitar
fructas e passaros com o compe-
tente desenho.
Productos chimcos e industriaes
para pbotograpbia, tintnraria, pin-
tura, pyrotecnia etc.
Montado em grande escala e sup-
prid directameote de Pars, Lon-
dres, Hamburgo, Anvers e Lisboa
pode offerecer productos de pleca
confianza e satisfazjr qualquer en-
commeeda a grosso trato e a reta-
lbo e por preco commodo.
a
JB
2
i
GRANDE BZ-';R
RA NOVA N. -0 E ii
MachiDas para descarocar algodSo. dom?
Ihor aotor que tem apparecido na America-
E' tal a execucao do macbinisma. que o al-
godo sabe quasi to perfeito como o debo-
landeira. Recommeoda-se a atteoejio dos
Srs. agricultores, estas machinas.
Vende-se nm cavallo alasio, novo e brtr,
proprio para carga, por preco commodo: para ver
e tratar na cocheira do Sr. Ribeir-i, roa da
As romi'iras do l'avo
Cbegaram as muijo ricis e mnito moder-
nas romeiras de merino coro differeotes co-
res sendo elegantemente enfeitadas com lin-
das filas e bordadas com vidnloos. sendo en-
coladas com um rio bico de gnipure que
tem palmo e raeio de largura, garante qne
oeste genero nao ha nada melbor no merca-
do e vende-se por preco rasoavel, na ,ji e
armazem do Pav3o, roa da Imperatriz n. Co,
de Gama & Silva.
Sedas lizas
Cbegou o mais lindo sortimento de seda<
lizas com differentes cores, sendo cor de
rosa, azul, lyrio, harana, cinza, bnniaa e
branca as quaes se vendem por baratissimo
preco. na loja do Pav3o, ra da Imperatru
o. 6o, de Gama & Silva.
Casaqtiiabos de renda a 12$
Vende-se os muito modernos casaquiabfs
pretos de venda ou auipure senio es mai
modernos que tem vindo ao mercado pe.o
barato preco de i#, s na loja doPavo,
ra da Imperatriz o. 60, de Gama & Silva.
Cassas fraacezas corada a 300 rs.
Yoode-se nm elegante sorlimeuto das
mais bonitas e finas casas fraticezas com ele-
gantes padroes em listras ou flores sendo
todas as cores fizas e vende-se pelo barato
preco de 3oers. o covado ou 00 rs. a tara,
na loja e armazem do PavSo, rna da Imp
ratriz to, da Gama Silva. ______
Cabriole*
Vende-se por mdico preco ou cabriole! da tai-
tro rodas com 4 assentos: para ver e tratar sa
rna do Hospicio o. U.
Vende-se para o mallo on para enfe-
nho, um bora negro de enchada de 4o anona:
na roa da imperatriz n. 29.
'
MOTIUM )


Mario de Perntsmbneo ... segunda felr* 1 ** Omtuhf de IW.
RA DAS CINCO PON "AS N. 86
AO GUNDE ARMAZEM
DAS
DUISA
Sempre barato
0M0R0D
Manteiga *
iDgleza flor a 1^ a libra e a Sao rs. soflrivel e propria para tempero a 32 rs
dem franceza a 56* rs. a libra.
Cli
De primeira qualidade a 2,J8oo e proprio para negocio l56oa a libra.
Bseoslos
iDRlezes pearl, nic-nac, oval, craouel, e outros superiores a t#tos a lata.
FlgOS
A 24o reis a libra.
Gmalas
De milho branco a 4oe reis a libra, de araruta verdadeira propria para alimen-
tar crian cas a 5oo reis a libra e caxinhas com 4 libras por meaos, gomma do Maraob3o
i i 6o rs.'e tapioca sag a U a libra.
Chocolate
Superior a 1$, a libra.
noces
De goiaba em latas a lf?5ao em caixa de 4 libras, muito fino a i08o, em caixes
de 2 libras a 5oo e 32.
Pelxe
Em latas a l$ooo reis a libra, sonido em qaalidades.
Ostras
America a 8oo rs. a lata.
Baldes e Tassonras
Americanas a 8eo reis cada peca.
Toaclaho
De Lisboa a 320 reis a libra.
Tomates
Em latas a 6oo rs.
\
sal
Refinado em lindos postes por 5oo rs.
Rirshs de Wasser
A 2ooo a garafa.
Termouth e Absaatho
A i ^ooo a farrafa.
Bitter
A looo agarrafa.
De bordeaux superior, Saint Estephe, Saint Julien, Samt Emilie a 70ooo a duza
c64ors. a garrafa.
Tlaho
Do Porto fino a 14ooo a duzia e liJ5oo a garrafa e magnifico tamhem em. bar-
ril a 8oo a garrafa.
Duque do Porto
Adamado e outras marcas a 9oo rs. a garrafa e te5 a duzia.
vinho da Flgnelra
O que ba de melbor a -5, a caada de Lisboa a 30 e 40 a garrafa.
Vinagre
De Lisboa a 2oo e 28o rs. a garrafa.
Farello de Lisboa
Saceos com 9o libras a 405oo.
Cerveja
Franceza em gigos de urna duzia a 60.
logleza
Bass verdadeira a......T. e Victoria e Alssop a 5oo reisa garrafa
Ao respeil&vel publico pernambncaao pede-se
Attencb
laoteiga ingleza
320, 500, 800 e 10 s no armaiem se acba vista.
Manteiga franeeza
em Horas 560 e 640, em barris se far differenca.
Banha de porco
em libras 320 e 380, (m porcSo se far differenca.
Fructas
em calda Pera, Pecego, Rainha Claudia, Alperxe e outras inuitas 500 e 640 a lata.
Errilhas
Portuguezas 640, framezas 900.
Faino
em latas do Para e de albaneque, lata 10 e 10200.
Gomma de mllho
em pacotes, dita da ter-a 100 e 200 a libra.
Vuio
de Bordeaux em caixa i duzia 5#, garrafa 500, dito de 80 a duzia, 800 a garrafa, dito a
140 a duzia, 10200 a farrafa, dito do Porto a 80,120,180, 240, caixas de duzia, assimj
como flgoeira caada 20500 6 40, puro J A A Lisboa 20800, 30 e 30500 a qualidade
convida.
em lata de 5 gales e mais pequeas a vootade do comprador, em garrafa.
Alpiste
140 e ie O a libra, punco a 100 a libra.
Azelte
em garrafas a 800 e 1.
CHARUTOS
em caixa de 50 por 10, ditos Delicias, Trovadores e Parisienses em caixas de 100, ditos
da ExposicSo caixa 50, ditos de Regala caixas com 100 a 20500 e outras muitas marcas
que s na presenca dos compradores.
PREZUNTOS
delamego em barril, ditos de fiambre o melbor que ha no mercado por preco que faz
admirar! 1
DOCE DE GOIABA
caixes de 560 fino, ditos de 105UO que parece marmellada, dito em latas muito fina
qualidade a 10200.
BOGETAS
com doce secce a 10 e 20.
QUEIJOS
do Alentejo em latas cliegado pelo vapor Oneida, ditosFlameogos e Pratos dos mais novos
que ha no mercado.
AZEITONAS ___
de elvas como no mercado n2o temos a 10 a lata, em barris do Porto a 10 como nao ha
melbor.
IHEi
Vende-se me I a ras do Apollo n. 4.
URUM.
INJECTION
i-t'.cnlc InUimcl Proervallva, i
;i priEdpMi batica* 4 anafe. (Si!** fe
Ivaw BKfe. siaasiwl nuil. MI.
il.li
i acahum Udiiit a. Vcudm
l-t*me,m*U
m a m m
llllllliilllll
.
PREPARACOES FERRIS-MANGANICA
APPR0VAD1S PELA ACADBSIIA BB MBDICllU
DE BURIN DU BUISSON
PkvMCtBc*, Inrud p*la Iciemu Je l*dkiu de fu
0 eminente professor TaeussBAn, na uhima edicto ale sen Tratado it Thera-
peutica e Materia medica, reconhece que os ferruginosos simples slo mnitss
retet ineffic&zes para curar as molestias que teem por causa o empobrec melo
do sangue. Muitos mdicos dos mais dislinctos attribuem esse m o xito i ausencia,
n'essas preparacoes, do mangarme, que se acba no sangue, como o tem reconliecida
os chimicM os mais peritos, sempre intimamente unido com o ferro. '
E' pois, prestar-se um verdadeiro servco aos S Mdicos, o chamar-se sna attenco
sobre as preparacoes seguintes.
Io PflS MTPM mauMnipflfi dando imrr.ediatamente mna agua, acidulada,
I It ICITW& UMUgailllS gaz0lti nmnjmtkn\ aubstuindo com vaatagem
o economa as aguas mineraes ferruginosas.
2 Pillas e larope de ieduretu de ferro e de manganese inalteraveis
contando cada orna ciaco centigramos de iedureto de ferro manganico indicadfea
particHlarmente as molestiu ljmphaticu, escrofulosas, e as chamadas az
trosas e tuberculosas. v:
feeeitadas especialmente
para a chlorosis, a aae-
ov.a, a leucorrhea, a ame-
norrbea. A iadkclo de
alternar estas duas preparacoes di oa memores resaltados.
O lurin da Buissen desejando obter a adhesio oompieta do publico medie a
cerca do valor de saas preparacoes, previa* qae ee u pie patuiumente a tu
disposicao, dingendo-te;
N PemamHce, a tea agente geni, Usare* O, phamacenticos, roa Rara.
Em liquidadlo.
Jo
i"
Bracees de lclalo de ferro e de mai^anesc
Piialas de carbonato frreo manganeo
"**j

Vende-se na pharmacia de P. Maarer 4.C., ra Nova.
DEIHIITOGOSTO
Variad (sjrtiointo de modernos chapeos echapelioas de seda, da fil e de palha de Italia
fira'snajra e rneoioa; v '
Soperiorss tiras, bordadinbos e entre malos bordados em cambrala tapada e transparente
Na leja das columnas a roa do Crespo n. 13
DE
Antonio Orreia de Vasconcellos & Companhia. |
O proprietario destes doos estabelecimen-'
tos lendo maita fazenda em ser e desejando'
liquidar para vender mais barato que pos-'
sivel na ra da Imperalriz lojas e armazens
da Arara, ns. 56 e 72.
Alpacas admascadas para vestidos de senio-
ras 500 e 720 rs.
Vende-se alpacas de assento branco com'
listas e flores lisa e < dmascadas propria*'
para vestidos de senhoras a 500, 720 e 800
rs. o covado ra da Imperatriz lojas da Ara-
ra, ns. 56 e 72.
Ditos 160 j) covado.
Vende-se ditos em retalhos a 160 i%. o
covado, ditos em peca i 200 rs. o covado:
retalhos de caca preta 110 o covado: re-
talhos de caca de cores a 200, 240, rs. o co-
vado : retal tos de lasiihas a 160, 200 240
rs. o covado: ra da Imperatriz lojas da
Arara ns. 56 e 72.
Brim pardo transado a 560 rs. a vara.
Vende-se brim pardo com peqneno toque
de mofo a 560, 640 rs. o covado: ra da
Imperatriz lojas ns. 56 e 72.
Lazinbas a 200 o covado.
Vende-se lasinhas para vestidos de se-
nhora a 200, 240, 28C, 320, 340 e 400 rs.
o covado: na roa da Imperatriz lojas da Ara-
ra n.56e72.
Chitas francezas larga;; a 240 rs. o covado.
Vende-se chitas francezas largas a 240,
280, 320 e 400 rs. o covado: ra da Im-
peratriz lojas da Arara n. 56 e 72.
Mosambique a 4C0 rs. o covado.
Vende-se mosambique com palmas de se-
das para vestidos de senhoras, a" 400 rs. o
covado: e vareja de listas para vestidos de
senhora, a 280,320 rs. o covado.
Sedas escosseza com quadros para vestidos
de senhoras, a 280 32) rs. o covado: ra
da Imperatriz lojas da Arara ns. 56 e 72.
Arara vende as saias 3i500.
Vende-se saias bordadas para senhora a
35G0,4t$, 6$ e 7, sa a balo ou cricolinas
de arcos a 25, 20500 W e 3500: ra da
Imperatriz lojas da Arara ns. 56 e 72.
As sedas da Arara 10.
Vende-se sedas de qjadrinhos e com lis-
tas a 10, 10200, 10600, 10800 e 20, o co-
vado : popelinas de sedt com palmas saltos
para senhora a I06CO e 10800, grosdenaples
de cores a 10800 e 20, dito preto a 10600,
10800 e 20: ra da Imperatriz lojas da Ara-
ra ns. 56 e 72.
S0V0 DEPOSITO

DE
MACHINAS
__ jOESCAROCAR algodo
Manoel Bento de Oliveira Braga.

Roupa feita nacional.
Vende-se calcas de casimira a 50, 60 e
80, pretas ditas de meia casimira a 10600
e 30, ditas de brim pardo a 10600, 25400
e 20500; ditis brancas de linho a 30500,
40 e 50: palitots de casimira preta e de co-
res a 50, 60, 80 e 100; palitots de meia
casimira a 30, 30500 e 40: palitots de al-
paca de cores e branca a 30500 e 40: palitots
de brim de cores a 23500, 30 e 20: serou-
de algodosinho de linho a 10600, 20,___
20500: ra da Imperatriz lojas da Arara
ns. 56 e 72.
Organdis de cores a 640 rs. a vara.
Vende-se cassa organdis de cores a 640
e 720 a vara: talataoa de cores a 800 rs. a
vara: ra da Imperatriz lojas da Arara ns.
56 e 72.
Madapoln a 40000 a peca.
Vende-se pecas de madapolao com 20 va-
ras a 40, 50, 60, 70, 80 e 100: ra da
Imperatriz luja da Arara ns. 56 e 72.
Casimira emfestada a 10 o covado.
Vende-se casimira enfestada de duas lar-
guras a 10, 15600 e 30 o covado panno fi-
no preto a 10600, 20, 20500, 30 e 40 : ra
da Imperatriz lojas daArara ns. 56 e 72.
AlgodSosinho a 30 e 40 a pe?a.
Vende-se algodosinho a pecas de 30, 40,
50, 60 e 70 a peca ra da Imperatriz lojas
da Arara us 56 e 72.
Bramante a 20400 a vara.
Vende-se bramante de 10 palmos de lar-
gura a 20400 e 20500 a vara: ra da Im-
peratriz lojas da Arara ns. 56 e 72.
Algodo enfestado a 10 a vara.
Vende-se algodo enfestado de duas lar-
guras a 10 a vara dito transado 10280 a va-
ra : ra da Imperatriz lojas da Arara ns. 56
e 72.
Cassa franceza a 240 rs. o covado.
Vende-se cassas de cores para vestidos a
240, 280 e 320 o covado, vendes-se cortes
de cambraia de cores e com barras a 20500,
30 e 30500: s as lojas da Arara, ra da
Imperatriz ns. 56 e 72.
Cortes de la de 14 covados a 30.
Vende-se cortes de la para vestidos de
senhora com 14 covados o 30, 30500, 40,
40500 e 50, vende-se cortes de calcas para
homem a 800, 10, 10OO e 10600. colari-
nhos de linho para homem 400 e 5C0, ditos
de papel a 500 rs. a duzia, golinhas para
senhora a 200 e 320 rs. por estes precos as
lojas e armazens da Arara, ra da Impera-
triz ns. 56 e 72,

TMTAMENTO dod- CIABLE, de PARS
Medito -pedal, conaultacde, 3*0, roa Vlvlannc
Medito em pedal, conai
AVISO AOSDOENTES.K
trf
^H,
9
53Raa Dlrelta .53
Neste estabelecimento se encontrarlo a
verdadeira machinas americanas chegadas ultima-
mente, as quaes sao feitas pelo mais afamado fa-
bricante da America, por isso avisa a todas as pee-
soas que precisarem comprar, de se dirigir a este
estabelecimento que comprarlo das mais perfeitas
i neste genero, assim como mais barato do que em
routra qtalquer parte, por isso que se recebe por
couta propria, bem como cannos de chumbo e moi-
nhos para moer milho, e grande sortimento de fer-
ragens e miudezas em grosso e a retalho.
Facas de caboDranco de meio balanco a 0
a duzia. limas finas de todos os lmannos"proprias
do' trabalho de escultura.
M paites nm pande asnue
de
o que de todo
me escrevem
Mo Mto cu-
ndo, tomei Cu
beba, Copakiba
*ob Uda as
forma i em opia-
to, cptalas,
_ eoDfeitoi, ttnho
------------'^*i^B^ijHBWe'^BWB^i^aia^kaSe^^^'Bia^kW*MavBda^kSMJHHIiBLalBMii^B^P O CSt0Q)3C0 PCf-
dije e nlo estuu c irado? L'sei e abuse! dt um grande Duniero de injkccaocs aui BrtMoSem
curar em 4 diaa, e estou anda mais doentes. *.*, o.u< ynuaaeni
DA MAIS 90 Y V\OS
qur coro ndiulme ite sem recahida, Corrimtniot, Relaxafo do canal Cfrrko i imita
Vcrdoi uminaet, curando primeira a causa virulenta hiflammatoria d'e'ssas doenca* mm"
cura algums vidros de meu depurativo do saugub para parar easat affeccoes acecir >
caual e lee tornar i dar mu regidei dou para acabar meu excelente xamopb a cit*to m
fero el mmha i jeccao. a cura radical, as sbnhobm para oa floxoa ersacae seauem
o mesao tratameot. {Vtja-u noticia explicativa.) "^ w ""w~ <"
40.000 DOENTES CURADOS
Verdadeiro tratailate depurativo do sanfae. At ktrfet me r mirtareiei hiuomiIii
prwidoi, vinu, ch leet t affecoOet venere**, baaores, todas aadeoocas te* alterto a pama
do saniae sao curias em ponto lempo per moa XAiort mpcrativo aw aiMn aavs
aukNsioe atiMBRAi i, aalnkaa riblLAt bpcatitas e mlaha Pommedn ahti-dt!>a
- 1*1*-** a sor ra de traUMe. A aoUels tae w da (ral. do aposito *V aso lUik.
ato. Eos xcetlHU trataaaeata ato coalcaa ercahoV m saprtarMai* a Um intirHr e
Vend wo na ra Nora n. 25, pharmacu franceza de
de
Joaquim de Almeida tinto
Ajurubeba contra o ingorgi
tamento do figado e do bago
Em extracto alcoolleo, emplas
tro, oleo, tintara, plalas,
xarope e vloho
A jurubeba urna das substancias medi
camentosas que pertencem ao reino vege-
tal, e pertence a classe dos tnicos e desebs-
truentes, sendo empregada com vantagem
contra as febres intermitentes acompanhadas
de engo gitamen o de figado e de baco. Ella
tem sido apphcada comincontestavel pro-
veito contra a anemia ou chlorose, e hydro-
phesia, catharro da bexiga, e mesmo para
combater a menslrua^o difficil, resultante
da mesma anemia ou chlorose.
Depsitos geraes
Em Pernambuco, ra larga do Rosario
n. 10, Rio de Janeiro, pharmacia do Sr.
Dsurado, Rio Grande do Sul, em casa dos
Srs, Gasco & C, Macei, pharmacia do Sr.
Claudino, no Havre, pharmacia de Mr. Ma-
rica!, em Lisboa, na pharmacia do Sr. Feij.
1IIIBB1H1111I
SKPbaranaca especial horneo
m pathlca do Dr. ablno 9.
S la. Plnho.
Cha de Ia sorte para nso das
-lt% pessoas que se tratam homeopathi-
I camente.
Vende-se em pacotes de libra a
30200 rs.
Ra Nova n. 43.
mmmmmmmmmmmm^
0 cordeiro providente
Na antiga loja de miudezas a ra de Quei-
mado n. 16.
O cordeiro previdente se afana de ter o seo ap-
pareeiraento do sempre memoravel dia 7 de se-
tembro. Ella cutoprimeota ao re-peitavel publico
em p Tal e a cada nm cidalo em particular. O
cordeiro prevideDle do se lotromettera' em eslra-
nhos e albeos oegocios, restriogindo-se apena* ao
que diz respeito a miudezas em cuja aotiga loja a.
lo a ra do Qaeimado permaaecera' esperando
de lodos suas valiosas protecfdes observaodo elle
,v" n de saa costumada maosido, condescenden-
cia e agrado. Na loja do cordeiro previdente en-
contraro os pretendenles sempre e constante-
mente completo sortimenio de miudezas, Anas per-
fumarias, luvas de pellica, objectos de moda e
!nr ti nara enfadonho, notaodo-se entre elles os que
abaixo vo mencionados, sendo por todos reconne-
cido a commodidade dos pregos :*
Albuns de diversos tamanbos e qaalidades para
retratos.
Chaposinhos e sapatiobis para baptisados.
Coques simples e enfeitados.
Leques d: saad&lo e oatras qualidades.
Voltas de reiroz com cassoletas obra moderna.
Glliobis e punbs para senboras.
Ilio de linho a mitagao de do palz.
Carteiras com iios agulbas.
Modernas cbapelinas e enfulles para senhoras.
Lianas para crochet.
La para bordar.
Fiaos espanilbos para senboras.
Leques de diversos gostos a 13-
O cordeiro previdente.
A ra do Queimado n. 16.
Vende os seguintes onjectos constantes do varia-
' do surlimento aballo declarado :
Collares eletricos magnticos contra as convul-
! c5as.
Bonitas abotoadnras para col lele 5.
Co.arinhos modernos.
Finas navalhas cabo de marfim.
. Escovas macbeotadas e oatras qaalidades para
rop.j'.a, cbapo e cabello.
Bonitas caixas para rap
Tinta azul e preta para escripia.
Dita preta para marcar roupa.
"iros caivetes para aparar peonas.
Lapis com caeta de osso
Uitus de cores para desenbos.
Bonitos nleiros de louca e vidro.
Fizas para solo e voltrete.
Borrachas para atar papis e segurar panhos.
Dita para brinqnedo de eriancas.
bolas de borracha.
L.nJos maracaes.
Pa?a offertas no hospital por-
tugnez.
Bonitas cestinbas com (rucias de cera, obra de
maita perfeicao e botn gosto.
Para corlar moldes e en brulhar fazendas
Vende-se papel pardo folha grande.
Para lnstrar calcados.
Vende-se superior graxa econmica.
Vende-se papel para matar moscas.
A loja do cordeiro previdente
Ra do Queimado n. 16.
Mella acharo os pretendenles nm grande e va-
riado sortimento de perfumaras finas, tanto ingle-
zas como francezas, sendo :
Finos extractos para lengos.
Banbas e pomadas para cabellos.
Oleo pbilocome e baboza para dito.
Pos bygienicos para denles.
Ditos campborados para ditos.
Opiata ingleza e franceza para ditos.
Pacotes com pos de arroz.
vasos de porcelooa para ditos.
Saboneies para mi e barba.
E amitos outros objectos que serio presentes
ao comprador qae se dirigir a roa do Queimado
n. 16, loja do cordeiro previdente.
Bandeijas pequeas.
Vendem-se na roa do Queimado n. 16. loja do
cordeiro previdente.
Charutos
da acreditada fabrica de Jos Furtado de
Simas.
Vendem-se na loja do cordeiro previdente a roa
do Qoeimado n. 16
Cimento
Vende-se cimento Portland: no armazem de
Vicente Ftrreira da Costa & Filbo, roa da Madre
de Dos n. 22,
rancisco Jos Germaun
[RA NOVA N. 21,
acaba de receber um lindo e magnifico tor
tinento de oculos, lanetos, binculo, do a -
timo e mais apurado gosto da Europa o oet
los de alcance para obserracSes o,para a
martimos.
Fundi^o & Aurora em
Santo Amaro
Completo sortimento 4* atizas batMas tana-
das, alambiques de todos es tamanbo e fundos de
ditos, rooendis de todos os tamaohos de superior
qnalidade, crivos e boceas de fornalba, o qae tais
se vende por commodo preco._________________
Vapores.
Vende-se em casa da Saaaders Brothers C,
o largo do Corpo Santo n. 11, vapores patales
om todos os pertences proprios para tazar sorer
es oo qoatro machinas para desearoear algodlc
?,
IHAURER l C.
ARROZ DE CASCA
Vende-se em saceos grandes a if 500 : 00 tra-
ptebe do Cunta.
A ttengo.
Vndese ama mulata, a qual engomma, cose,
coztnba e lava cutn perfeicao : a tratar na roa da
Cruz n. 22, botica franceza. ___________ _
Um moleque
Vende-se om molequa de bonita figura, rroprio
para copeiro, do que tem pratiea bsstaote, muito
esperto e robusto : para ver e tratar na roa do
Hospicio n. 11..____________________________
Vinho saperier em calzas de orna duzia e
tem para veedor Antonio Luiz de Oliveira Azeve-
do & C, no seo escritorio roa da Crnz n. 57.
fui ',-da prrUi, rsl, -! ri,,h, .. ri,_r. ._,
qyc li .- 111.ii t :irtt, ula r.i!;,io imrr .r
uta o ;nt liiu; ot ,,..... x.,,. ,
K R. .-
ry.-----tu-(I -- n .
/ Ci'ytCn '} 4' i irj
Deposito na pharmacia de P.Maura
C. em Pernambuco.
GAZEOL
0E
Burrin du Buisson
Liquida voltil preparada por Smlluse, repro-
duzimio chlmicameote os vapores que se soitam
em volta do aparelbo purificado do gaz carbnico,
empregada com o mais seguro successo rontrr
a coqueluche, a pbtisica e todas as molestias ebro-
nicas dos pulmoes
VEKDB-SZ KA
Botica e drogara
DI
Bartholomen dk C.
___ 34Ra larga do Resane34
Farts, 36, Ra Vivienne, D
CHABLE MOECIN SPCfAL
DAS E.NFI.li.MlliAl)AS DES SEXLAES, AS AFFIO
UTANF.AS. F. A UTEHACOES DO SArtfiUK.
~ 10 noc curas das ivf.inorne,
iiMuiu* herpe*. immtL
co'ixoee, acrimonia, ti-
Irreoet, vir.ioeas dotangfjt*.
inie, t nlurnfoee 4o *mr.-
fve liaioue VKclal -n mercurio). Separa .,
"seli UA.A1IOS uimiuis toauo-M di.
por semana. Mygtorf o rart.impnto Dnuraiioo .
emi'-reirailo na* nitMuas molestias.
M1..1 ^T^^iHltyaSI Este XsropeCitrtctod
$VL; -: -- -' le CHABLE. cora imsif.
=*S;ry-? 'mentefiotlqterpiiry.iBO
I AS m' % 1 B "i ,lllxacao, dehtluleuU, *
rri^Tii i-A A iiVita. ijalme,iie oifluxoe e forte
t-rancas l nullicras. Esu injeeeao benigna *w
raga-se cok a Xaropa da Curado de Ferro.
Uf ni.rrai !o. Pomada Me is cara esi tras *<'
POMADA AMTIHERPETICA
Contra as i/feccoet cutnea* t comixoi;.
PJLULAS VEGETAES DEPURATIVAS
a Chatbla. cada trasca vai acaosivaaada i* em
alAelo.
AV13G GS SB&'ht
I i'.UT* cu.Jr*! f-M...
coliu'-n ITTI..' -.i-.
I nf.rn'i.ie t*9 dr>i *^.-
CaUM e u**i>*i *u vrnv**
1 -lev fJtllo; leBaato ..
urna colhe nlnlr* it?.-i.- wrwj* W fOMsT1
Dr. Cn\UkVJsUnl em i'aru. rmm VHtmmWum, >
A venda na pharmacia de P. Manrer ;
e C, em Pernambaco. -
GAZ GAZ GAZ ~
Chegou ao amigo deposito de Henry Forster A
C, ra do Imperador, nm carregamento de gaz i*
primeira qualidade.o qual se vende em partidas
i retalho por menos preco do qae em ou ir* qaa I
iner parte.
lkJ
Sedas a 320 rs. t eavaa
Vende-se um bonito sortimento de sedas de listas
que sempre se venderam par ailo mais dioh ir;
e liquidam-se pelo baratissimo preco de 310 rs. o
covado, s para acabar : na loja e armazem do Pa
vo, roa da Imperalrii n. 00, de Gama Silva.
Retalhos
Vende-se ama porco de retalhos de estilas e en-
eas pretas, por preco barato, na loja e aras ai esa de
Pavo, rna da Imperatriz n. 60, de Gama 4 Silva.
Attenco.
Vende-se orna mobilia de Jacaranda' a Lnix Xf
e juntamente orna de amarello no neimn fseao,
sendo estas obras muito solidas e seguras, e pos
preco ratoavel : na acreditada casa de mareleei-
ria Ba roa da Gamboa do Carao n. 11
Attenco.
en
Venham ver
Vende-se na loja de marcineina na Camswe e
Carme o. 12,'palria apparelbada da melbor sera*
para teeer cadeiras e sof?, por preco aneas eesn-
modo do que em ontra qoalqoer parte.
"' Vndese orna machina a vapor ele (orea de
seis cavados, de perfeJia.estMavavfeo, eom tona e
ferragem precisa para mover varias machinas aa
desearoear algodo oa outro qaatqoer mistar, lan-
do a propriedade de ser fcilmente roaenaiea per
estar montada sobre rodas. Vende se igna
por preco ooito barato para liquidar nos
americano para doos cavallos com todos os |
ees para o mesmo flm, orna prensa da enfardar
algodo de systema moderno, e de maita torca e
alguns tonels do 5 e 6 'pipas da npinad. pro-
prios para desti lacio de engenne en depeotvee da
mal: a ver e tratar na fabrica da Uavaosa da Ca-
rioca n. S, des do Ramos.
Vende-ie om terreno esa tacaamga' osan
frente para a estrada uue segne para a Vanea (cn-
nbecida por estrada d agua terrea) cnio terreno
tem 90 palmos de frente e 190 de raido a tratar
oa roa do AmorM a. 37, araaxen.


. -
c
1


tarto de l*erB3iBri>eo segunda Cetra 9 d Ontubro de 1867.
/ r
r
r

v

Collares Royer
Qa lidiis electrices magnticos
Deposito acreditado
Ldja da aguia branca roa do Queimado n. 8
Apresar anda 03 prodigiosos effeitos dos
Collares Royer j nao ensinar 00 querer
introduzir novidades, porque afama de sua
eficacia tem-so tanto estendido, e os seos
felizes resaltados a tal altura elevado, qae
boje rara a pessoa que por experiencia
propria, ou por intermedio de seus amigos
e parentes, ignore on desconhe :a as virtu-
des desses sempre apreciaveis collares
Royer.
A aguia branca porm ss gloria de concor-
rer para um t5o justo flm, se n5o por ou-
ro modo ao menos por ter sempre, e cons-
tantemente um completo sortimento desses
colUres magnticos, que bem se podem cha-
marsalva vidas das criancas.
Resta anda que os senhores pais de fa-
milia se facam convencer |de qae convem
nao esperar que as criancas sejam atacadas
do mal, e por isso necessario ou conve-
niente que com antecedencia se deite na
eriaoca um desses collares para assim estar
ella preservada das convnlcSes e se contar
livre dos rigores da dentieSo.
A aguia branca ra do Queimado n. 8
ontina a receber por todos os vapores
francezes a quantidade que ha contratado e
Armazem de fazendas finas para grandes toiletts e uso
ordinario para todas as ciarse 3.
ra do Crespo n, 9 A. esquina da do Imperador
DE
Custodio Jos Al ves Guimai3es.
O propietario deste importante estabelecimento avisa a o respeitavel publico
e aos seus amigos e freguezes que acaba de receber pelo vapor Irancez Guienne, di-
wVisIoachaVT^^^^^^ d m0lla> os K a .. r > Timanrfn.ca a nn A* ,-n-,.^ m^* .^t;^, ,1 ^nn^nr.- ,, dn II.. c 1 \ 11 11 PnrtiimirtT nr>r KsO
dadeiros coll-res Royer eletricos magne-'
ticos.
Chapelioas modernas,
enfeites de flores, capelias finas para noiv'S,
ditas brancas e cor de rosa para meninas,
ealxos e ramos de flores linas e botes de
ximaudo-se o da da commumoraclo do aniversario do Hospital Portuguez, por isso
apressa-se em vir avisa-los do que ha de mals moderno em seu estabelecimento, como
sejam:
Riquissimas chapelinas com coque. Luvas de Jouvin preta, branca e de cores.
Dias sem elle. Lindos cortes de la m barra.
Lindas chapelinas de palha da Italia. (Re-* Riqusimos cortes da transparent dse-
rosa de diversos tamanbos: na Aguia Brao-, S6,"^ se moito e.sja* chapelinas por se- da para vestido de senhoras-tambem nov-
ea. ra do Queimado n. 8.
Meias finas para meninos.
A Aguia Branca ra do Queimado n. 8, <
recebeu meias mui finas para meninos, e
e odontalgico.
rem inteiramente novidade).
Riquissimos cintos de seda, -orn matamos I
cbineza, ultima moda.
Lindas saias de l com bordados, propria-
para as excellent ssimas senhorns trazercm '
por cima do ba'5o, ultima moda em Paris.
Lindos cortes de seda para vestidos.
Moireantique branco, az:il e preto, fazen-
da inteiramente nova.
Grosd^napoles de todas as cores.
Ditos pretos.
Leques de madreperola.
Ditos todos de sndalos.
Ditos de sndalo tendo no centro um qua-
dro de se-ia, inteiramente novidade e ulti-
ma moda.
Chapeos de sol para senhora.
Ligas de seda para senhora.
Ditas para meninas.
Espartilhos para senhora.
Riquissimos enfeites para senhons, intei-
ramente novidade.
Bales pira senhoras e meninas.
Touqoinhas ricamente enfeitadas.
Coeiros bordados.
Toalhas de labyrintho muito rieas.
Ricas fronhas de labyrinto.
Riquissimos lencos de dito.
Rendas, bicos da trra e grades pan lencos.
Um ric-; lencol de labyrintos.
Riquissimas basquinesde seda preta, bor-
dadas com gosto.
est vendendo as de cores a 5#0uO duzia,
brancas a 55500 e cruas a 6^000.
Trancas de vidrilhos, brancas e pretas, lar-
gas e estreitas.
A Aguia Branca a ra do Queimado n. 8,
recebeu novo sortimeQto das trancas cima
ditas, e como sempre vende-as por precos
commodos.
Fitas novas
para cartas de hachareis e a irmaadade do
Bom Conselho.
A Agola-Branc?, a ra doQaeimad't a.8, recebeu
aovas fitas achamalotadas para arabos os lados,
rooi encorpada e toda de seda, com viva o agrada-
vel cor, e c^mo sempre, vende por prego muito
rasoavel.
Bonitas bonocas
com rosto de cera, ollios lisos e movedicos,
A aguia branca a rui do queimado n. 8, rece-
ben um novo sorliment) de bellas bonecas com
rosto de rra, olbos ti ios e movedicos e como
sempre vende as por prec os commodos reg-olaodo
estes em relaco aos differentes lmannos de qne
se comp5e o sortimento.
Blxir dentfrica
A aguia branca a ra do Queimado n. 8, rece-
ben de novo esse apreciavel elixir cujo uso ne-
cessario para e mservacao das genglvas e acabar
o mo balito pravp'iwate de deoles arruinados,
cada frasco cusa 25.
Est tudo remediado em quanta a lu-
yas d" pellica.
Porque a aguia branca por intermedio de nm rasoavel, para assim poder meiuor agr
negociante de nissa praca mandn contratar com
um bom e acreditado fabricante de ditas, para
este Ibe faier remessas directamente por todos os
vapores, sendo a primeira a que agora acaba de
ebegar. O fabricante prometH roania-las sempre
da ruelhor pellica e na verdade as que vieram
dessa vez cinflrmam o seu diier, e pelos diBfnren-
tes enfeites qneelhs iraz-ro da^ elle mais a conbe-
cer o aporado gosto e perfetgo de soa obra. Res-
ta pois que os bons e constantes freguezes conti-
nuem a favorecer a agnia branca em quanlo ella
vai se livraodo dos mos que com seus Dados a
iam depenando.
Camisinhas bordadas para baptizados
A agaia branca arua do Queimado n. 8,
recebeu novo sortimento de camisinbas bor-
dadas, sapatinhos de setim tambem borda-
dos, meiaa de seda e chapesinhos de setim
enfeitidos, tudo para baptisados.
B-ibasiohos cuber os de comas
A aguia branca r:a do Queimado n. 8,
recebeu benitos bahasinhos coberios decon-
xas, e cestinhas bordadas a frocu, objectos
esses de novidade e gosto, [e proprios para
offertas no leilo que ter lugar no hospital
portuguez.
Acabaoi-se urnas < chegam oatras, car-
reles de bo A agnia branca que n5o se descuida de sua
boa fretfuezia, tem constmtemente mandado
buscar essas bonitas e modernas correntes
de borracha, que servem nao s para voltas,
como mesmo para outros differentes enfeites
Comparecam pois os pretendentes que
acharo bom sortimento de ditas correntes
ua loja da aguia branca ra do Qaeimado n. 8.
Ciatos de tnarroquim cota fivellas de
ac pan meninos
Vendem-se*a roa do Queimado, loja da
aguia branca n. 8.
Fe* ros proprios para frisar babadinhos
Vendara se na ra do Queimado loja da aga a
branca n. 8.
BodUs e modernas voltas pretas com
piogeules.
Vendem-se ama do Queimado loja da aguia
branca n. 8.
dade.
Lindos cortes de 15 (om listas de seda.
Riquissimas fivellas 'ara cintos.
Fil de seda e de linbo.
Riquissimw camisinlias para senhora.
Riquissiuas saias bo 'dadas.
Punhos e gollinhas para senhora.
Riquissimrs manteleies de cores, inteira-
mente novidade.
LIQIDACiO
Couros
Ferreira d Matheus, na roa da O.dzt
Recife, vendem : couros de viel< 4* cavalv,
' de vacca e de boi e sola envorn'u wia pro-
prias para calsado coberlade carr- s, etc.
KA
LOJA E ARMAZEM
DO
era



Roa da Irpperatriz
BE
UYW\ s ILTA#
Tendo os donos de te grande estabelecimento resolvido liquidar a maior parte das
suas fazendas resolveram vender com grandes abatimeolos em precos, assim como teem
receido ltimamente urna grande porcao de fazendas novas tanto inglezas como francezas,
alemaas e sniss^s, teem destinado venderem-nas mais barato que em outra qualqner parte
aflm de apararem dinheiro, dando de todas ellas, amostras deixando ficar p nbor, oo
mandam-nas levar em casa das excellentissimas familias pelos s os caixeiros; assim como
as pessoas qae negocian em pequea escalla, oeste estabelecimento comprarlo pelos mes-
mos precos que compravam as casas inglezas; ganbando-se apenas o descont.
Cortinados para canias e Janel- II iloes a -i-i, 3i55oo e H
las a tO0, <6i9l. 20^ e 25* Vendem-se um grande sortimento de cri-

i
CBAlfDE BAZAR
ra Nova n. 20 e 22
Machinas pa a costnra-do autrr Whpeter
4 Wilson, chegadas ultimamor." foAaa.
rica; as qoaes pode cozer-.-e ron d,Tj
pespontos, toda e qualqaer faipnrh, embs-
, inbar, frangir, bordar e marear mora: tudo
Vendem-se um grande sortimento dos nolinas ou baloes de arcos para senhora pelos i com nerfeSn ------ L^JT
grande pOrCO, na loja e armazem do Pa- fhoe a pessoa tendo pratica le ro^cr 5
v30' &J&* 1 feJ? _Gama I rhinas. pode fazer poPr d.?o se vio q?eT
ciam 30 costureiras.
Chama-se este estahelpcimerin a rtteiK
melhores cortinados bordados que tem vin-
do proprios para camas e janellas, pelos ba-
ratos presos de iod, 16$, 200 e 255 cada
par sendo neste genero o melhor que tem
vindo ao mercado: assim como pecas de
PANNOS PAPA CADEIRAS
Venlem-se um grande sortimento de
cambraia adamascada proprias para o mesmo pannos de ero h proprios para cadeiras,
fim, na loja do Pav5o, ra da Imperatriz sofs, cadeiras de balancos, para almofadas
n. 6o, de Gama 4Silva.
CASEMIRA5 A 20 O COVADO
Vende-so casemiras escuras enfestadas
proprias para calcas, palitos e colotes assim
como para roupas de meninos a 20 cada
covado, ditas claras fazenda mailo fina co-
e para cobrir presentes, e vendem-se por
precos muito baratos, ni lo a do Pavao, roa
da 11 peratriz n. 6o, de Gama 4 Silva.
Cassas a 1 r*. s o pavo.
Vendem-se bonitas cansas ioflezas de co-
res rixas pelo barato preco de 2i rs, o co-
vado a 204oo ou corte 40, ditas muito me- vadoL ditas francezas fazenda muito fina com
lhor fazenda covado a 30, isto na loja e ar- padrees listeados e de flores, assim como com
mazem do Pav5o, ra da Imperatriz n. 60, palminas miuas proprias para meninos a
de Gama & Silva. 3o rs. o covado ou a 5oo rs. a vara: pe-
Corles granadinos para vestidos chincha na leja e armaxem do Pavao rna da
Chearam o mais bonitos cortes de or-| Imperatriz n. 6o de Gama & Silva,
gandy Granadinos tendo lo varas cada c- re, Cassas de urna s cor a 44o rs.
a vara.
Vendem-se mod rnas cassas francezas de
Peitos de linho bord idos com gosto pro- Stndo 7 v ras listradas para a saia e 3 varas
prios para camisas de ooivos. Usa para o corpo, tendo as mesmas 3 varas
Collarinhos de linho lisos e bordados para enfeites correspondente saia para eneitar'uma s cor sendo azul, roxo, cor de lirio,
borneas.
Lindos veos e manta de blonds. 'trancas com listas pretas como actualmente
Riquissimas vestimetitas para baptisados se USa e vende-se pelo barato preco de 60,
contendo chapeosinbo, sapalinho, meiasinha nicamente na loja do av3o, ra da Impe-
Co do publico, visto que elle se cha com-
pletamente sortido de objeces f*e gorto,
como bem leques de madreperla e te s
dalo, fivelas, fitas para cinto, eofces -erfs-
maria e etc,
Na ra nova n. 20 e 22. Can-pro Viaa-
na &C.
RIVAL SEM SEGHD0
ua do Qnelmado n 4 5 ?rj de
mladezas
DE
Jos Bigodinno
Varas de babado bordado do Porto a .
Carreteis de retroi pr*lo cem duas oiaas
Prpri. s para machinas a .
regos francotes de todos os taa>ach<.< a
rozas de boloes de osso pura cale-
spelbos donrados mnio Anos
e camisinba com lindos bordados.
Riquissimos chales di touquim.
Grvalas de seja br; nca para noiva.
Ditas de cambr ia dt linho com bordados
as ponas, novidade.
Chapeos de sol de seda com castSo de
marflm.
Ditos de outras qualit.ades.
Chales de seda.
Ditos de cachemira.
Chapeos de sedaprea para horaem.
Ditos de phantasia p ira homem.
Casemira preta muitc fina.
Ditas de cores inteiranente novidades.
Gambraias, I3as, chit; s, madapol&es e ou-
tros mnilos objectos.
I o corpo e mangas tendo entre elles muitas. verde, cor de ganga, cor de rosa e encarna- aixa8 rotn Hnh> ,55 2 *..
da sem defeito algum pelo baratissimo preCO Parritels de reteor de rodas as core a '.
Frasees d'agna de Colonia moito superior
Frascos de o eo moito fino a......
Duzla de tesooras peqoeoas a
l
50
jOO
O dono deste importantissimo estabelecimento contina no ouvavel proposito de
qcerer vender muito e gannar pooco, sujeit^ndo-se a tirar em suas niercadonas um lucro
r aos seus numerosos frejuezes.
A' LOJ]
OE FAZEHDS DE AUGUSTO PORTO I C
11Rua do Queimado11
Aogusto Porto A C. ac' am do receber da Europa superiores cortes le seas de cores para
bailes e casamentos.
Ricos cortes de blond cora manta e eapel'a para noiva?.
Cortinados bordados para camas de niivas e janeas d.> 75 a 80^ cada nm.
Colxas de seda e ouiras de la e -"',1a o <]iie ha i1e n)!hor para camas de noivas.
Ti>altiiahas de croch pira cadeiras e sotas, e-partilhis a sultana par; senhoras, camisinbas
com manga tos birlados e lindos ene!? >vas par baptizados, e bal5-s de mus??lina e de arcos pan
senboras e mpninas.
Lnvas de pellica para homm e snohor' psn?riir"s chapas de sol de todas as qaalidades.
Loa para vestidos baraiissima bonitos padrtes o covado a 980.
Tapetes grande* para sota, ditos para piano, ditos para cima e ppqnono i para portas e janellas.
Muir branco e preto superior para vestido le linios deseoho, grosdenaple de todas as cores
seda de qnadrinbos. rambr.iias brancas .1^ tnuit is qualldades, ditas de cores e liodas percales.
Ba Camisas para bomens francezas e inglezas de linho e da algjdo tinas i seroulas de linbo su-
periores.
Capas de birracha, sobretodos e perne.iras as melhores e mas elegantes.
Malas grandes para viagens, ditas pequeas e saceos de tapete e couro.
Bramante brancode 4 larguras a 23-500 a vara, pannos pretos e zoes, casemiras pretas e de
cores-todo bom e barato.
Neste estabelecimento ha sempre om comp!-to sortimento de boas tiendas tanto para a praci
como para o centro da provincae >u:ierijres objectos proprios para rasaroi-nuscomo sej'iin eaprllas
mantas, vestidos de blonde e de moir branco, cortinados, colchas, vendendo-se todo mals barato e
tambera as melhores
Esteiras e alcatifas ara forrar salas.
a,
tiRua do Qnclmado11
Este esiabelecimenio acaba de receber lindas
chapelinas para 9eobora, ricas calxiobas para toi-
loras, ditas para joias, pentes doorados para coco,
fivelas moito ricas, assim como cintos e polseira
da ultima moda de Paris, entremeios e babadlnhos,
bonitos toucadores dourados e de Jacaranda, espe-
tos e^cosseies de diversos taraaohos e ricos cai-
vetes para' senhora, vpltas para pescoco, gravati
nbas, bico de seda, dito de a'godo, lahynntbo, e
muitos utros objectos de apurado gosto, que st-
torna eofadonho mencionar, tuoo por pregos mui-
to commodos: a' roa da Imperatriz n. 70, na luja
da Lealdade.
Nov
GRANULOS ANTIMONIAES
Do Doeteur PAPILLAUD
tadkaeat para eurt?a8 das molestias do corteas, da aslhma, do catarrho, da coqnelncha,
da tsica, ate:
GRANULOS ANTIMONIO FERREOS
Pn a crata* da anemia, da ebloroaia, da amenorrbea, das nYralgiai, Bovraaef, das moleetiai
eacrofuloaaa, etc.
GRANULOS ANTIMONIO FERREOS AO BISMUTH
Pat* a twaeao da* moleatiaa, narroaa, das vas digestiva, dy *paiu, etc
WWULUqA t Pharmacia da E. MOUSNlER, iSaujon (Char iBte-Infrieure).
i Em Rio-do-Janeiro, FLIX F*B*UT, pharmacia, 71, roa Seto Satemhro.
ilBmPernambuco, P. MAUREB et C*t pharmac a, roa NOTa.
| Em Macaio. FALCO Di AS, pharmacia imperial.
Aos agricultores.
Saonders Bratbers & C acabam de receber
de Liverpool vapores de torca de 3 a 4 cavallcs
eom todos os pertences, e mui proprios para faie-
iem mover machinas de descarriar algedlo, po-
dendo cada vapor trabalhar al com 140 ser/as,
tarabea) servem para enfardar algodo, on para
antro aoalqoer servico em qne nsam de trabalbar
com animae*. (kjmemos tamhem lm a venda
Bacbnas americaoas-de 3o a 40 serras.
80- pmteodeotes dirijam se ao largo do Corpo-
-Santo n. H.
Larreganento de bufrs
Estao a' venda na roa da Concordia, no terreno
defri.ote da aoligo armaiem do Sil, os maiores e
aieibores barro* qae tem viodo a Pernambnco, os
qoaes se veodem barato._____________^_
K. R. Rabello saca por todos os vapores
sobre.
Lisboa.
Porto,
lfigneira.
Braga e ootras cidades e villas de Portu-
gal inclusive as ilhiis da Madeira, Acores, etc.
ULULAS de BLANCARD
> awiun w vouao naMcaAVB.
Approriidaa pela Academia de Medecina de Pai
ie-t.basroi mosmkis de anca, da blgica, da iblahda da nraa).btcJ
Mtnfo tiarm aau Bxpetifci, nhffais i Vtw-York, 185, I Paria, ta.
Batas Plalas eorouldas n'ana carnada reaino-balsamlca de ama tenni tade exoeulia, tea !
aran tajea de eerem iDaltpraTei, tana tabor, de am pequeao Tolaase, d l b*S canaarasa a
i para odHwr as conaliiuiooes lyaipa-riau. f>
M. B. O telara Ae ferro Impura m alterada uae
aaM* aa-, tarnaale. Como pro., de -aresa e da aalhaasMaae daa
wrtliaa Ulolna de Mancara, Aera -aa exigir osee actM
rala reactiva e amia Ot-naa, aout reprodmida, qae sen* na parte
laterio da asa rsala) v-_e. Dera -aa daaeoaiar ias tauaeaeaaa.
4k
iattrior da am rotula Verde
*ea -ae esa toda* aa Pbaraaaelae.
m
tai laMaKi. raa aparla, aa. Paria.
Yende-se na Botica^Franceza roa Nova n. 25.
Novo e grande deposito de superior carv&e de Cardiff ns
Babia.
Ajjtonio Gomes dos Santos & C, roa Santa Barbara n. 1, estio habilitados a supprir d*
oaxvio em condicdes mais favoraveis qae em oub j qaaiguer deposito, a t ios os navioi a vapor un*
cerrera naoaeiie porto. A contratar nesta c-om Domingos Alve M athens.,|
ratriz n. 6o, de Gama & Silva.
PARA CAMAS DE NOIVAS
Alm de um granle sortimento de corti-
nados, encontra-se urna grande porcao de
ricas colxas de croeb que se vendem a 8(5,
lo e 125, ditas de fust5o brancas e de co-
res a 7 e lo, na loja e armazem do Pa-
vao, rua da Imperatriz n. 6o, de Gama 6
Silva.
DAMASC)S DE LA
Vende-se nm bonito sortimento do melhor
damasco de la imitjco de seda, tendo 8
pal-nos de largura que se vende pelo barato
preco de 445oo o covado, ditos com 6 pal-
mos a 2#5oo, ditos de urna s largura a 8oo
e I 5 cada covado, na loja e armazem do Pa-
va, rua da Imperatriz n. 6o, de Gama &
Silva.
Tiras bordadas, e Babadlnhos
Qaem quizer fazer boa compra de tiras
bordadas un babadinbos, adiar um grande
sortimento para escolber e por treco muito
mais barato do que em outra qualquer parte,
na loja e armazem do Pavao, rua da Impe-
ratriz n 6o, de Gama & Silva.
Fuzeadas para Into na loja do
]f Pavao
Vende-se setim da China com 6 palmos de
largura proprio para vestidos a 25 o covado,
I5azinhas]pretas lisas, alpacas com listra bran-
ca a lt? o covado, cassas brancas com listras
pretas a 5ou rs. a vara, ditas pretas 1s;is e
com s;ilpicos vara a 56o rs. ditas francesas
com listras e ramageos vara a 8oo rs., me-
rino preto, alpacas e princezas, mais harato
do que em outra qualquer part-1, na loja do
Pavao, rua da Imperatriz n. 6o, de Gima d
Silva.
CHITAS PRETAS A 2oo RS.
Vende-se chita preta ingleza com palmi-
nhas a 3 io rs. o covado ou a pe$a por 75
teudo 38 covados, ditas lis?s a 16o rs. o co-
vado ou a peca 65, ditas francezas de todas
as qualidades, na loja do Pavao, rua da Im-
peratriz n. 6o, de Gama PALITO'S DE PANNO A 65
Vendem-se palitos de panno preto saceos
a 65, ditos sobrecasacns a Io5, calcas de ca-
semira preta a 65 e 75, dita muito linas a
95 e lo5, finissimos sobrecasacos de panno a
2o5 e 255, calcas de cr.stmira de cor a 75 e
85, um grande sortimento de coletos de toda
a qualida e e outras mui as qualidades de
ronpas qo" se vendem mais barate do que
em outra qualquer parte, na loja e armazem
do Pav5o, rua da Impeatriz n. 6o, do Ga-
ma & Suva.
CHALES A BENOITON A 55 E 65
Vendem-se os mais m demos chales a
Benoiton pelo barato preco de 55 e 65, di-
tos de merino liso a 355oo, ditos de crpon
a 75 e 85, ditos de merino com barra a 25
e 255 o, na loja e armazem do Pavo, rua
da Imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
CASAUINHOS DO PAVO A 185, 2o5
255 E 3o5 -
Cbegaram o mais modernos casaquinhos
ou jaquetas d* grs preto, ricamente enfei-
tadas sendo nos com entura e outros soltos
conforme se usa ltimamente e vendem-se
pelos baratos precos de 185,2o5,255e 3od,
na loja e armazttn do Pa\So, roa da Impe-
ratriz n. 60, de Gama rt Silva.
ESP1RTILH0
Vendem-se magniticos esuartilbos france-
zes e inglezes, na loja e armazem do Pava"",
rua da Imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
Baldes 4e cmda
Vendem-se as mais modernas crinolinas
ou bales propries para vestidos de cauda,
sendo melbores e mais modreos que tem
vindo ao marcado, e por precos muito ra-
soaveis, na lo|a do Pavlo, rua da Imperatriz
n. 60, de Gama & Silva.
r^ra saias a 4$000 1*280 e 1-siOO,
Cbegou para a loja do Pav5o nma grande
porcao de nova fazen-.la branca especialmen-
te para saias, tendo a largura a altura sufi-
ciente de urna saia com um bonito bordado
de um lado ou orna bonita rdem de pregas
de forma que .com 2 I|2 varas se faz nma
saia de um s panoo, e vende-se pelo barato
preco de 15, 4528o e 455oo rs. a vara; na
loja e armazem do Pav3o roa da Imperatriz
n. 60 deGma 4 Silva.
Vestidos brancos c de eores a 4.t< 0.
Vendem-se bnoitos cortes de cambraia
branca com bonitas barras bordadas assim
como com barras de cor pelo barato preco
de 455oo rs na loja do PavSo roa da Impe-
ratriz n. 60 de Gama & Silva.
80
1
m
m
m
10
eos
a
ffQM
pelo barato preco de 28o rs. assim como Memento da roopa delavar a" ."'.". te
de 44o rs. a vsra, por haver grande porcSo:
na loja e armazem do Pavo rua da Impera-
Rjitla Ga '.f SV3, ao F"8C0' d'3aa P"*' **"*-" a -
Laazsnbas matisadas a 28o r. O | Redes pretas lisas para segnrar caballo a
covado. j Duzs de pennas de ac moito Anas a .
Vendem-se bon.tas laazinhas matisadas, I _,,x*_deH'*a d0" de 3 noveiic a .
de cor fiXa e ditas de um, cor s, tendo en-1 tS%BER&#i, i '.
tre ellas c: res escuras e de muito bom gosto! Syiiabarios rom estampas para Mataos i
booitis bareges de 13a tra-sparente com!?a.8s quadrinbos pelo barato preco de 32ors. o\^SKt!SStt
covado: s na loja do Pavao rua da Impe- Groza?deboiSesdeporceinoapran
ratriz n 60 de Gama A Silva.
Caitas com alflneiles Irancezes a .
Gaixas de (00 envelopes moito Uno? a .
Resma de papel de peso branco li-
Frasco com superior tima a.....
roxas com pequeoo toque de mofo qne se Parea de botSas de ponbo moli lmdios
garante largar logo que se lave, sendo de''
CHITAS A 28o RS.
Vendem-se bonitas chitas de cores e ditas
cores fixas pelo barato preco de 28u rs. o
covado paia cabar: na loja do Pavao rua
da Imperatriz n. 60 de Gama Silva.
CHITAS DE UMA SO COR A 28o RS. O
COVADO.
Vendem-se bonitas chitas lisas, sendo cor
de ganga, cor de havana, lirio, rosa e outras
cores, pelo baratissimo preco de 28o rs. o
covado, ditas chinezas com as mesmas cores
e com palmiiibas pelo barato preco de 3oo
rs. o covado, na loja e armazem do Pav3o
rua da Imperatriz n. 60 de Gama & Silva.
GRANDE SORTIMENTO DE CHITAS
A 32o E 36o SO O PAVO.
Vendem-se chitas de cores fhas com de-
senhos Lteiramente novos e com os pannos
mu to encorpados pelos baratsimos precos
dejlo e 36o rs. o covado, ditas claras pa-
droes granlos e miadinbos proprios para
roupas de meninas a 32o e 36o rs. para
vender barato : na loja e armazem do Pavao
rua da Imperatriz n. 60 de Gama CHITAS PARA COBERTAS A 28o RS.
Vendem-se chitas larcas para o bertas
pelo ba'ato preco de 28o rs. o covado por
serem padres um tanto escuros na loja do
Pavo rua da Imperatriz n. 60 de Gama 4
Silva.
LAAZINHAS A 400 E OO RS.
Vendem-se as mais bonitas laazinhas ma-
teadas e de listas mais modernas e mais 4
bonitos desenhos pelos procos de 4oo e 5oo
rs. : na loja e armazem do Pavo rna da
Imreratriz n. 60 de Gama A Silva.
ALPACAS DE CO iES A 500 RS. O COVADO.
Vendem-se as mais bonitas alpacas de cores
enfestadas com bouitos desenhos miudinhos
tendo entnlles de todas as cores pelo barato
pn co de 5oo rs. o covado, ditas lisas esca-
ras e claras sendo todas de cores modernas
e 6io rs. o covado, ditas lavradas, as melho-
res e mais modernas oue teem vindo ao mer-
cado : sendo bavana, lyrio, verde, azul e
outra cores, qne imitem a seda, pelo barato
preco de 800 rs. o covado, pechincha : na
loja e armazem do Pav3o rua da Imperatriz
n. 60 de Cama 4 Silva.
POIL DE CHVRE.
Chegou neste genero o melhor que tem
vindo ao merca lo para vestidos com lindas
listras de s d 1 on com bonitos lavores da
11 esma que se vendem pelos baratos precos
de 800,45ooo e 1528o rs. o covado: na loja
do Pavao rua da Imperatriz n. 60 de Gama
A Silva.
VESTIDOS DE FANTAZIA A 85ooo E
4<>5oooRS.
Chegaram os mais bonilos cortes de ves-
tidos de fantazia muito proprios para passeio
e soires, por terem lindas barras de seda
e vendem-se pelo barato preco de 85 e Io5
cada um na I ja do Pav3o rua da Imperatriz
n, 60 de Gama Silva.
Salas a 3OCO rs.
Vendm-se bonitas saias escaras pjoprias
para tizar em tempo de verao por canza da
poeira e priocipalment* para quem for p?s-
sar a festa no matto,, pelo barato preco de
35ooo cada urna, ditas brancas ricamente
bordadas tendo 4 pannos cada orna pelos
procos de 55, 65, e 4<5ooo rs.: na loja do
Pavao rua da Imperatriz n. 60 de Gama A
Silva.
Vestido brancos a 84ooo.
Chegaram os mais lindos corles de cam*
braia branca transparente ricamente borda-
dos que se vendem pelo baratissimo preco
de 245<>oo rs. na loja e armazem do Pavo
n. 60 de Gama & Silva.
Xovas bareges de seda a 4oo rs.
Chegou urna grande porcao de lindissi-
simas b reges de seda com os mais delicados
gestos sendo fazenda mnito propria para
passebs, partidas, etc. Vendem-se pelo ba-
ratissimo prego de 4oo rs. covado na lo|i
e armazem do PavSo rua da Imperatriz n. 60
de Gama & Silva.
Linbas em cartao de 200 jardas a .
^aixa de superior linha do gaz com .>-
novfc.ios .............
Talberes para meninos a........
Masco coro superiores gratnpos a .
Bonets para meninos a........
Pentes com costa de metar a......
Realejos para meninos a.......
i jan
B
.-08
sa
2oaa
i o
tsb
100
700
30
.'OW
s
Boa pioga do Douro,
Cbegaram barrisde quinto com pnro tiaSi do
Dooro garantiado se qne nSo lem e afrjfi : ja-
ma i exreicao de nm bocadinho d? aguardecU
que Ibe botaram para poder rulstir a viagrn,
oeste genero o melbor qoe tem vinde a (ja
mercado, e moito proprio para o?ar r j bOTH da
comida e vende se por preco em conta na luja a
armaiem do Pavo roa da Imperatriz p. O, da
Gama & Silva.
Escravos fgidos
Fngin em 29 de setembro preximo pavada t
preto da Costa de neme JaciBtbo, dade 38 ancu,
tem tainos no rost,, bem calientes, asaba cca
falla de dente?, estatura penco men^s Ce rr-cu'ar,
as pernas Unas, etc., levou vestido camisa e caifa
branca, chapee de fpa balxa redord-., de ibas
peqnenas : roga se as ant< ridades pllala>i e a
qualqaer partica'ar, a captura do diio fsrravo, a a
ser entregue a sen sentaor Jala da Si'va. Lete ca
rna da Cadeia do Rrcife n. 10.________________
Escravo Naiboas.
O escravo Mathen.", de Jos Gome Villar, esta"
tupido, meleque de 20 anno=, estatura r p-.l-.r, ear
preta, com marca de panno no labio iiiferlor da
lado dirtito, tem i s dedos dos p* aherts, de Bi-
cho* ; levon falca de trim pardo, camisa de a'g-
dao branco, chapj de teltro preto on de eoora :
qn-m o ppgar p (era* levar a' toja da rna do Cres-
po n. 17, qne se recompensara'.
= Contina a e^tar fgido desde e da 10 dt
ago-to du correle aono, do tngrch Cbaanbarl,
termo do Bonito, o escrvo africano, Domingas,
qne representa ter 35 a 40 annos de idade, eoaa ao
signaes segnintes : o cabello principia a piolar,
tem sobre orna das faces do rjslo orna eicain
bem visivel, emliando om triangulo, signa! e*a
qne trooxe d'a frica qoando em Unra idade (ora
comprado nesta provincia, trabalha de pedriro,
bom carreiro, e bom porgador : roga se, poitaaa,
as aotorHades e capites de campo a appreheaslfc
do dito escravo, e entrega-lo no Recife em eaaa ia
Sr. Joo Sm.Oes da Almeida, on no ogeabo B-.oi
Despacho, termo da Escada, on no retVndA e-ga-
nbo cima mencionado, qoe sarao generosameata
recompensados. Protestando-se contra qoem a H-
ver occnllo. i_________ ^______^^
AVISO
100,51000 de gratificacSo.
Contina a estar fgido o t-
cravo Simio.
Pogio no da 21 de julho do correte aama. ia
casa do abano assignado o escravo de aama SV
mio. com os ignaes segoiotes : de f-g.. Mceaai-
bique, id^de de 40 aonos, pocca man co meaos,
alto, semblante carregado, com falta de denles n
frecle. cor fola, cem talbos em circ lo r-doada
ao pi das orelbas, st-m barba, levoo vs#ia catea
de casemira de cor, camisa de a'f a: braaao,
chapeo de meia maca aovo ; este ccravo ln eoaa-
praJo ao r. is Vicente Lindtso, morador aa
provincia das Atagoas, por seo procurador Jos
qoim Cavalcanti de a-lbu^oerque M .tu. Horado
ou termo de Barre-ros. Sem dovida segote al-
gum daqoeiles lugares : roga-se a tod.-. aa aWl
dades assim como aos capites decampe, tasto ses-
ta provincia como a dae Alagoas a appr> bensaa
do dito escravo, entrgalo no Racile, ina Direna
n. 3(, que reeeber a qoantia aciaa, P'cU*ja*
desde ja eom todos os rigores das le do iaspana
contra quem o tiver acoolado.
Bernardino Antonio PereiraBastos.
Atna eolloia-a*iar fog.do o esrra-o
e qnal tem os slgascs segolnles : cor faia, 8>
lora regalar, resto redondo, levoo f-rra k>
coco n peroa, porem osa botar o frrro da par-
os por dentro da calca, a o do paseado eacaan
com a camisa, fej visto ha lempos em SaMa Ap-
ilo, para onde tem fgido mals vetes, (gara as-
(Imamente fol viste aa Torre aa sino ea '
as, trabslbande coa os escravo do
mesmo sitio : rogarse as aotorluades |
capites de campo qoe o apprebeodaso a
roa estrella do Rosario o. II, qne serio
mente recompensados.
r
TIUN 1


8
Diarlo de Pcri tarabuco Segunda felra 7 de Outubro de 1867.
muiu GEittL
0 artigo que contem esta disposigo domina nobres depatados por fa-or, por indulgencia, qne
gna3 para?raphos q>je a nobra commisso charaonjse apoderan de nnia con /icgio : son deputado da
bases da reforma que autonsa: mas em nenhuma! opposigo nuis decidida aa ministerio ; mas as
I ^iJI>\r> ha l.^li ._______ 1 a .____,it.. ai .. nI* r>nKa* .A.. ____
CASARA D6S SNIORES DEPITAD6S-
SESSXO SM 24 DE AGOSTO DE 1867.
PRESIDENCIA DO SR. SIIVEIRA I.OBO.
(Coniinuatao.)
Or. Macbdo : Nio 6 disto qae vou tralir.
A plicigo da S. Exc. o Sr. ministro da jusliga
provaqne verdade o qoe acabo de expor. Pego a?
governo qae declare qnal a lei qae o atMorisoa a
comprar escravos.
O Sr. Presidente : Devo observar ao nobre
deputado ya-j ri> posso permt'r discusso sobre a
desp:za; alo a materia em discusso.
OSn. Macedo :Perdeme V. Etc., desde qae
ea discuto a nova creago de imposto*, e desde
que possu dizer que para se legislar sobre ropos-
tos o ministerio deve antes de lado dar as malores
seguraugas de economa e zelo no emprego dos di-
nbeiros pblicos, eston no meu direito discutlndo
o systema de ecooonias que elle tem praticado e
prometi praticar.
O Sr. Presidente : Dosia forma podera V.
Exc. discutir ludo, porque ladotem relago oom a
receita. Pego lhe que se cdj< o mais po-sivol a
materia de que ora nos occupamos.
O Sr. Macedo : S Exc. o Sr. presidente do
conseibo, que roeslre cm todos os eslylos paria
mentares, e para cuja consciencia ao tendo auvi
da de appellar, diga-me siaceramente se entenao
qaa eu noesiou as boas reras fa discusso c
orctraento t
O Su. Presidente :Nao cobibo que V. Exc da-
ca'a urna outra despeza ; mas nao levando maii
lempo, piis que agora tratamos da receita.
O Sr. Macedo :V. Exc. pode ter a certera de
que at pelo mao eiUdo de saude nao poderei jr
aim ais duas boras que me sao concedidas ; nao
bel drt iu^.wmodar a V. Etc. por muito tempo.
OSn. P. t) seja guardaoo. .
O Sr. Macedo :Eaquizera saber em que le
assenta essa despeza que refer, que o governo de
termiQou e maniera.
[TliA Vi z -Nao esta' Uto era discusso.
O >a. Macedo :E' despeza e despeza liegal.
Mas moa* apuntando outro acto do governo te-
rc-i de prufeiir um nome. E de autemo declaro
qus apuoniando esse acto qne mo parece censura-
vel, nao tenbo a menor idea de dirigir nem a mais
leva iosiouagao contra esse cavalheiro a quem re-
pui nome u de muita probidade, e de probidade
que est cima de qualquer suspeila.
Li um aviso circular dirigido ao Sr. ex presi-
dente da provincia de Pernambuco em que o go
veiuo maodava por a disposigo deste seu delega-
da i qoai '.ia da 200:000$ para acquisicao de vo
lunta>i
De^ei saber a! onde chegou essa despeza com
a acquisigo de voluntarios em Pernambuco e as
out'v ( mvu:- ias, vislo que o aviso foiaviso clr
l'J.c.
E pego a S. Etc. o Sr. presidente do conseibo,
e a elle me dirijo muito ae proposito, pego a S.
Es:, que raesire anda no rnanej o da nossa lin
gua, qae recommende aos seus empregados que
isalura mais cuidado e zelo na redacto dos do-
c;: a')- -"Kaes que se empenheo em redigir
lu I. e c ii n3is acert ainda mesmo os avisos,
embora os avisos possam parecer as vezes couzas
domesticas o sempre docamenlos menos importan
les i ir -,i governo.
20.0U03 para acquisigo de voluntarios I Sa
garamente Ha aqni erro de redaeco, o governo
cao poma querer qae se fkesse no seu aviso um
epigramma desta ordem aos volnniarios da patria
que tiin ido para o tbeatro da guerra. Acquisi-
>o de voluntarios-I Esta palavra acquisigo cer-
lamente foi mal applica.'a, pre;ta se a ama inter-
pretarlo epigrammalica.
O Sr. Ministro da Justiov: Nao veio porque.
Os voluntarios do exercito recebem premios.
O Sn. Maceo i:- Isso cousa muito differente ;
D? i .i. .)ui.-3Q,10.
O Sr. Buarque:Premios, despezas de transpor-
te, ele.
O Sr. Maceo:Perdo ; essas despezas expti-
cam-se debaixo de outro uome, e nao deacqui-
sigao.
Estna perfeilameDle tranquillo, e tenho o prazer
de o declarar mullo sinceramente, quanto a ap-
plicago de qualquer quanlia tirada desses 206:00$
(Apoiados.)
OSn- Albuquebqub Mello:-A palma--acqui
sigao empreada no sentido do aviso velba,
nao foi o actual ministerio que a inventou.
O Sn. Macedo:Sr. presidente, apezar de todas
estas cou.-iderages qne acabo de produzr, soa o
primeiro a reconhecer qae mesmo sem sutcien
tes infurtoages, nem esperanzas de economa,
sera a geograpba de qne fallava o escriptor fran-
co;, e sem eslatislica, pela organisaco da qoal ne-
nbum dos nussos governos se tem empenbado com
esforgo...
O Sr. Bcabque:Ern materia de estalistica re-
almeoie estamos mnllo atrazados.
O Sr. Macedo:E' exacto, e entretanto nao po-
de baver em paiz algora administragao regular
sem estalistica, senao perfeita, ao menos o mais
approximdo da verdade.
Pos bera, aioda mesmo sem eslatstlca, nao be-
sito em reconbecer qne indlspensavel augmen-
tar a teceiia publica com a creagao de novos im-
postes, sujetando nos embora a legislar sem base
e caltulaodo a olbo.
Mas, senhores, em materia de impostes ba o
possivol e o quasl impossivel: ha o possivel que o
cumprimento do dever constitucional da contribai-
gao ; e o quasi impossivel que o patriotismo do po-
vo realiza em certas circumslancias difflcilimas,
fazendo exagerados sacriQcins; nao se devem exi.
gir, e nao se podem fazer senao durante um pe-
riodo curto o determinado, porque, senhores, o
hoDrado ministro da fazeoda sabe qual a fonte
donde sabem os impostas ; S. Exc. sabe qae elles
nao poiieru sabir do capital empiegado, mas so-
mente das sobras e das conomias qae se conse-
guem do producto do capital; e a razo obvia,
to intuitiva que ea mesmo, hospede nestes as-
sumptos, a comprebendo e aprecio.
So os impostes sabissem do capital, este dimi-
nuira necessariamente, diminuira pois a produc-
Qe, e preprar-se.bia assim a ruina geral.
Eis aqu um dos grandes embaragos com que
luto ; eis aqu um ponto, para o qual me cumpre
chamar toda a attencSo do nobre ministro, nao
com a esperanga de que S. Exc [resolva e dissipe
absolutamente as miobas duvidas ; pois qne vejo
bera qu as nao pode dissipar por falta de conbe-
cimemos indispensaveis, qae lhe deem segaran-
gas de prudencia e de providencia ; mas para que
ao menos S. Exc. pense muito, reflicta muito, e
calculando mesmo a olbo, veja se possivel qae
dos approximemos bem daobservagao desse essen-
cial principio ecenomico.
E' preciso que procuremos apreciar de certo
modo a quaalo chega a nossa producgo,porqae oes
te assnmpto me parece que a Ilustrada commissl
commettea um erro qaando consideroo o Brasi
como um dos paizes qae menos imposlos paga, es-
labuleceodo um qnadro comparativo entre o nosso
o paiz e os outro?, inclusive a Inglaterra.
Nao bastava qae a nobre commisso comparasse
o quantum qae paga de imposlos cada francez,
cada ingler, etc., com o qae paga cada braseiro ;
era preciso mais alguita cousa, para qae a com-
parago fosse completa e acceitavel.
Nao quero ataviar-me com galas alheias, nem
repetir aqoillo que todos lem lido nos pareceres
luminosos dos Srs. conselbeiros de estado Souza
Franco o visconde de Itaboraby, onde esta' plena-
mente demonstrado esse erro da ilustrada com-
misso.
Nao quero pois repetir as consideragdes proda-
zidas de viva voz ou escriptas pelos Srs. visconde
de Itaboraby e Sonta Franco mas em samma am-
bas mustraram bem qae era necessario nao com-
parar smeole o quantum dos Imposlos, mas qae
era preciso iazer bem o clenlo da produccao, e
da riqueza de cada nm dos paizes postos em com-
parago, e foi isto o que exactamente a nobre
commisso nlo fez.
E ba outro erro, senhores, nio commettido pela
nobre ctramiso, mas erro em qne talvez pois de
um de eos esteja incorrendo : ba quem pense qoe
a agricultura nao mallo onerada de impostos no
Brasii-
O Sr. Pinto db Figubibedo : Ea assim e en-
tendo.
O Sn. Macbdo: Bem disse en I Aqai esta' o
nobre deputado qae assim pensa. Daqui a acuco
tratare) do assumpto.e espero demonstrar o contra-
rio do que pensa o honrado depotado; espero provar
qae a agricultura se acba muito ooerada, e qoe
ella deve merecer moilo cuidado para nio ser
anda mais amesqoinuada com excessivos veza-
mes.
Senhores, permitti qoe ea faga agora algamas
observagSes sobre diversos impostos qaa a Ilus-
trada commisso nos propoe e abona.
O projecio comega autorisando o governo para
reformar a tarifa das alfaudegas e os respectivos
reglamelos.
dellas ha limite nem para a mnimo nem para o
mximo da elevago ou dj reduegao das taxis.
Ora para isto qoe ea repalo indispensavels
algumas bases ; porque a aiitorlsaco extraorJl-
naiia.
Declaro ao nobra ministro que ostoo prorapto
a dar e don o meu voto a este artigo, mas ea
qazera qu8 a nobre Commisso ou algoos dos no-
bres depalido, digo algans, porque embora sejam
todos entendidos na maten?, me parece qae al-
guns sao mais prodclentes, oa mais competentes -
quizera, pois, quj algara denles raeus collegas orle;
r'ecesse bases para esta importante e extraordina-
ria autorlsagio; porque do contrario a aatorisagao
"que se d ao governo, SS. Exc?. o devem reco-
nhecer, enorme, e nao esta raaito no espirito da.
censtialgio.
Um Sr. Depltado : Ha emenda?.
O Sr. Maceuo : Eu nao pude ler as emendas
quesmente boje se poDlicaram no Jornal do Com-
mercio; pardcia-mo que nos nao observavamos
bem o preceit) coastilucional, qae no desempe-
nhavamos convenientemente o nosso dever, con-
cedendo ama autorisago to ampia ao governo,
para elevar e para reduzr em tao vasta escala as
laxas da tarifa das alfandegas.
Naste assumpto ainda pedirei algamas exr.llca-
goe, porque iafelitmente a primeira parle do moa
discurso nao tara importancia algara, e a segn
da talvez anda mecos; poraae se limitara' a pro-
vocar explicagSes.-
Ea quizera qae me dlssessem qual foi a pode-
rosa razo, qual foi o grande fundamento qae
aconselhou a nobre commis>5o a propr a redne-
gao de cerios imposlos de iraporiac.au : por exera-
po, no calgado, roopa fdita e alguns ontro3 arti-
gos T Ea digo a S5. Etcs. que me parece qae
estes impostos jY f jrarn muito reduzidos, e appel-
lo para a memoria do nobre presidente do conse-
ibo ; creio que pagavam mais do que pagam hoje,
nao exacto ?
O Sb. Pinto de Figueiredo : Era 18ii paga-
ram mais.
O Sb. Macedo : Pjs isto; ja' pagaram mui-
to mais, ja' se tez Do peqaeuo favor diminuindo
extraordinanamHuto essas laxas.
" Mais aioda : as doas uUinas exposigSes indas-
triaes do Brasil demonstraran], e especialmente a
ultima demoostrou seosivelmente como nos temos
adiantado nesta industria.
Se a lembranga da nobre commisso fosse lilha
de nm systoma adoptado, um systema que fosse
absolutamente contrario a' escola proteccionista,
bem; eu comprehenderia o caso ; comprehenderia
o conseibo, a proposigao da nobre commisso ;
mas, so to se trata disso ; se nao ha, nem pode
baver actualmente qu*sto sobre a preferencia de
systema de urna das dnas escolas econmicas; e
se ba absoluta necessidade de augmentar as ren-
das publicas, como qae a nobre commisso nos
aconselba a reduzi las oas taxas de productos de
industrias estraugeiras, de que alias pouco preci-
samos?
O Sr. Pinto de Figueiredo : Reduzindo a ra-
zo do direito e elevando os valores offlciaes, a reo
da cresce.
O Sr. Macedo : Por esta mansira a renda
cresce ?
O Sn. Pinto de Figueiredo : Cresce, sem da-
vida, elevando os valores oCQciaes.
O Sr. Macedo : J' se demonstren que as
conseqaencias fructuosas dessa reduegao doras-
posto dos productos de importago prodazemoi-
sens resultados, nao imraedialaraente, mas algn;
aonos, e s vezes muitos auaos depois.
Eu repito : preciso, mas nao qaero ataviar me
com alhajas galas; ainda'nette ponime offerecem
ampio soccorro os pareceres dos Srs. conselbeiros
de estado sobre estes impostos; ah se demonstra
a verdade pratica que enunciei; nao leio essas sa-
bias coasideragSes, porque lodos os nobres depu-
dos as coahecem, como eu, e" nem para outro Ora
que nao fosse esleconheciraento o nobre presidente
do conseibo e ministro da fazenda manden distri-
buir na cmara iodos ese pareceres irapressos.
(Mostrando o impresso.)
O Sr. Pinto de Figueiredo : A argume',ta-
9S0 nao procede desde que se elevarem os valores
offlciaes.
O Sr. Macedo : Pro; Oz se tarab'em a redaccao
da laxa sobre os gneros alimenticios.
O Sn. Virissimo ds Mattos : Tem proda-
zido um effeito coat-ario daquillo qae era de es-
perar.
O Sr. Macedo : Hontera oavi algamas consi-
deragO.'s para as quaes chamo a alteogo do nobre
ministro, ouvi-as ao nobre doputado oelo 3.* dis-
Incto do Rio de Janeiro, e ellas me pareceram de
muita importancia, e de graode interesse para o
estudo deste ponto. Sei qoal foi o peosamento
que iaspiroa a commisso, louvo a pela iotengo
que leve ; mas as observagSos feitas pelo nobre
depniado pelo 3. distnc'.o do Rio de Janeiro, qne
ja' foi inspector da alfandega da corte, devem
anda por este motivo merecer malta atiengo.
S. Exc. fez-nos oa, como, levada do mesmo louva-
vel impulso, a que agora cedeu a illustre commis-
so, ja' urna vez a cmara reduzira o Imposto so-
bre o bacaloao e a carne secca, e qae tal providen-
cia nao aproveitou ao povo, e lembrou que'no
mesmo dia em que se publicoa a lei o prego do
bacalbo elevon-se mais.
Rendendo justos elegios a' illastrada commisso
e especialmente ao seu relator qae agora o mul-
lo digno Sr. ministro da agricultura, reconbecendo
a excellencia de suas ioteagoes na emenda qae
offereceu.e contra a qual eu anda nao me declaro,
porque espero ouvir o que o honrado ministro da
fazeoda diz em resposta ao honrado deputado pelo
3.* distrlcto do Rio de Janeiro, en declaro que em
todo caso applauli muito que semelbanle Ica
partisse da illustre commisso, e particularmente
da nobre ministro da agricultura ; porque se ea
votar por ella, verme-hia livre de um grande pe-
rigo, abngando-me a' sombra protectora do nobre
ministro, que foi relator do parecer. O come e o
prestigio de S. Exc. me bao de salvar do perigo, a
qae aioda me vejo exposto : S. Exc. sera' o mea
padnnbo : sera' o meu escudo encantado.
E o perigo era serio, senbores, porque qaem
me media medo era o nobre conselheiro o Sr. mar-
que! de Olioda :. era este respeitavel conselheiro
de estado, qoe, aconselhando sobre esta questo oa
sobre outra medida de carcter igualmente po-
pular, que se encootra no projecto, disse : os pa-
triotas nao delxaro passar esta occasio de fallar
em favor do povo, de quem se soppoem amigos
exclusivos.
Ora esta expresso os patriotas, empregada as-
sim, nao sei bem o que quer dizer, o que quer sig-
niticar I Confesso, senbores, que cheguei a re-
cejar que no nosso tempo se repetisse o qae j se
observoa, se propuzesse de nevo na cmara comu
se propoz em 1835 ou 1836, aquelle celebre pro-
jecto que condemnava todo homem que se decla-
rasse, ou se apreseotasse como patriota, a ser re-
colbldo na casa dos deudos I...
Tratndose de materia to grave, e fallaodo-se
em lugar e reunlo to respeitavel, nao sei bem
explicar a razo porque se bavia de applicar a
palavra patriotas em sentido to pouco convenien-
te. Os patriotas I qaem sao esses patriotas T
O Sr. Das da Cruz : Sao os liberaos, esta'
visto.
O Sr. Macedo : Evidentemente parece diri-
gida a allnso aos liberaos, e a palavra traz com-
sigo epigramma; mas pela minha parte declaro a
despelto das ironas, a despelto dos sarcasmos de
quem qaer que seja, qne en bel de continuar a
manier-me no partido liberal oa aqui na cmara,
oa lora da cmara, como nesse nobre partido lo-
ra da cmara me maniive muito tempo.
O Sr. Buarqub : Nao tome orna carapuga
qoe nao foi uihada para V. Exc, qae nao a me-
rece por certo.
O Sr. Macbdo : E' carapaga qne nao se talba
para braseiro oenbnm.
O Sb. Lorrea de Brito Ha algoos que me-
recer.
O Sr. Macedo :A nobre eemmlssao aprsenla
doos impostos de quatidade : o primeiro este.
Senbores, se por ventara este Imposto, chama-
do de quotidade pela nobre commisso, fosse o
nico de quotidade qoe eu eocootrassseno parecer,
ea dira qae elle me pareca incompleto e qae
exiga mais desenvolvimenio ; mas nao, alm des-
te imposto qne se deve cobrar, tendo por base o
rendlmento locativo da casa propria ou alagada,
iracas ideas qie vou proi ozlr sobre estes impostos
no'vo diaon de mim o ministerio: qaero al-
tender omento aos gr. ndes interesses do meo
paiz.
Eu digo que pela mate ia dos daus Impostos de
quotidade a commisso jarece querer chegar a
um Imposto sobre a rend i; mas qoe se leve este
pensamento, offerece-nos ira meme tax caricato ;
nao a mesma coas, ne n ple ser.
Accresce anda, senhons, que este primeiro im-
posto do quotidade, apresmta, ao menos em meo
fraco entender, nao s d> svanlagens, como serios
embaragos para a
estoo persuadido de qut
fazenda ja so sena muitt preoecupado com a ap-
plicago, com a execugit > dessa le que o corpo le-
gislativo sem dnvida lhe 1 ai dar ; porque, senho-
res, era materia de impotos as difrTeuldades nao
esto someote em legislar bera, e de harmona cora'
qoe direito varaos (anear este imposto sobre em-
pregad >s provinciaes e mun cipaes t
Osempregadoi provinciaes exlstem em virlude
de lels dos respectivos governos provinciaes: as
competentes assemWas em resolag5as saoclona-
das pelos presideoies marcaran os veocimentos
desses empregados, quizera* qne elles percebes-
sera dos corres provinciaes o que marcaram, e nem
mais 8 nem meos do que Isso : qaem dea ao go
verno geral o direito de se envolver na economa
provincial ? O act) addlcfonal claro e positivo: o
positivo : o governo toada tem que ver cora e3a
e ootras eondiqSss administrativas das provincias.
Li na exposigo de motivos da (Ilustrada com-
misso um peridico ern que se faz sentir o dever
na peicepgo (apoiados); e en patritico que assiste a todas as provincias de con-
o honrado ministro da correrem nesta poca difflcil cora- donativos para
aladar o governo geral a vencer os grandes em-
baragos Qaaocelro, em qae elle se acba, e a nobre
commisso offerece o exemplo da provincia do Pa-
ra queHzera om donativo dessa natureza.
Senhores, taes donativos teera direito de fzer
as condigSes do pao;, esta) nao menos na execu-
gao da lei ; esio oa pe cepgo dos imposto", o
que as vezes de extraordinaria ditflcaldade.
(Apoiados J
O Sb. Ministro ba Ag cltuba : Mas olhe
que o income tax da logl tierra nao possivel em
olro paiz.
O Sr. Macedo : Vou 1 ontinoar.
Em nrlmeiro lugar dir. : esse vosso imposto de
quotidade coDrado sobre < valor locativo do pre-
dio, por mais que quelraoi e trabalhem, nao me
offerece grande diuereng da decima urbana :.
para mim dcima urbana sbrismada com outro no-
me ; como ae calcula a di eima urbana T como ella
se imp53 t pelo valor. lo:atlvo do predio ; eomo
calentis o vosso primeiro imposto de quotidade ?
pelo valor locativo do pro lio ; ahi iend cousa; de molo que assim paga-se decima urbana
pagar-se-has pele vosso pi ojelo mais tres por con-
t da dcima urbana com o nome de qnotldado '
qoaesqaer provincia?, como qnaesquer eidadloa,
nioguem o pode contestar ; mas isso difhre muito
da imposlgo ; doago fllha da vontade livre, pa-
gamento de imposlgo cousa obrigatoria ; o que
eu pergunto em que direito sa secundar o go-
verno para, quebraodo as separagSes administra-
tivas creadas oelo acto addicional, ir dizer a cada
provinciaa eftapregado a quem dstes dez,-nao
lera mais que oilo 7
E o qae digo a respeito dos empregados provin-
ciaes, dlgo-o a respetlo dos empregados maniclpaes.
Uma Voz : Isso ja se fez.
O Sb. Macedo :Nao sel se j se fez, sustento
qae se ple fazer : temos o acto addiciooal que
declarase contra seraelhante disposigo, e a le os
direitos das cmaras munleipaes, garantidas anda
pelo acio addicional, oppoem-me exleoso irre-
gular do-fe Imposte.
A nomeagao dos empregados mnnicipaes ab-
solutamente privativa de cada ama das respectivas
Veja bera o honrado m nistro se ea estoa era cmaras e os vencimentos desses empregados sao
erro; o projecto diz que > imposto de qaotidala propostos pelas cmaras e approvados pelas assera-
tera' por base o rendimon o locativo annaal de ca- blas provinciaes. (Apoiados.1
da cisa arrendada ou pro| ra, e habitada por na
cional ou estrangeiro a mesma base de decima
urbana ; nao encontr di Tereoga entre este im-
posto.
OSn. J. Madubeiba :-E* o contrario.
(Ha outros apartes.)
O Sb. Macedo :Tem-se dito qae a grande dif-
flculdade da percepgo de te imposto ba de sent -
la o governo, nao aqu na corte, mas l fra, no
interior" do paiz ; com e feiio assim, e ha de ha-
ver at extraordinarios enbaragos para o langa-
ment do imposto.
Nao sei se o nobre mini-tro da fazenda rocei-
ro ; se foi, nao hoje ; iras eu fui e ainda o spu
mallo, nao sei se V. Exc. lera viajado pelo interior
e se oconhece...
Uma Voz ^-Perfeitameute.
v Sn. Macedo : Pois s>> conhece perfeilamente
o interior do nosso paiz, e lar desdeja sanlindo as
grandes difflcaldades qae se devem vencer para
tornar effectiva a percepi o deste imposto, e as
qaestoes as queixas arde ites qoe ba de suscitar
someote o calculo do reni imeuto locativo annual
de multas casas espaibad; 3 por essas immensas
trras do interior, casas qie tero de pagar o im-
posto de quotidade. Velatorio sera' este imposto
aqui na corte ; mas l por fra mano mais, e da-
r lugar s mais serias reclamacojs. (Apoiados.)
O Sb. Verissimo de Mattos Acontece o mes-
mo qae com a decima urbana.
O Sb. Maceos:Perdo : no interior nao ha
at hoje dcima urbana ; s-J pagam esse imposto
as cidades, villas e povoados de alguma impor-
tancia.
O Sr. Verissimo de Mattos :Note-se qae nao
desejo lal imposto.
O Sr. Macedo :Notai mais: desse imposto de
quatidade am rica salva 1 casa de habitagodo
lavrador na sua fazenda.
Uma Voz :Fira,
O Sn. Macedo : Se I ca, o vosso artigo esta'
mal rediglao e preciso esclarece-lo : elso que
diz o projecto :
Nao se comprebeoderio 00 valor locativo
os edificios 00 parte dos c dificios coosagrados ex-
clusivamente griealtarii.
Outra Voz : Fica salvo o eogenho.
O Sr. Macedi : Ah 1 euto ea linha razio ; se
ca salvo o engenbo e nao a casa de habitago do
fazendeiro oa lavrador, comprebendeis bem at
onde vai o vosso imposto cas fazeodas e sitnagdes
agrcolas, e pelo mesmo fundamento porque se su-
jeta ao imposto a casa de habitago do lavrador,
dea tambem sojeita a elle a casa do feitor, a casa
do hospital, e se o fazeodt iro for muito zeloso do
iratameoto de seus escra1 os e se tiver esmerado
em dar-lhes boas senzala 1, ahi lereis as seijzalas
dos escraves podendo esla no caso de pagar o-im-
posto I \_
(Trocam-se apartes,) 1
Kedig bera o vosso artizo : nada de obscurida
des, nem de duvidas, o qae ea vos pego.
(O Sr. presidente do couselho vai ao logar do
orador, diz-lhe algumas paa\ras em voz baixa e
retira-ve do salo.)
Vamos allante : Imposto sobro as industria?, ou
segando imposta de qaot dade ; eu noto que a il-
lastrada commisso foi fer I em quotidades (riso) 1
oad, porm, direi sobre e-te imposto; mas, vol-
tando ainda 30 primeiro, observarei qoe o favor
qae se pretendeu fazer nel e aos opranos, poopan-
do as casas peauenas e pobres, favor nallo na
corte e as priocipaes cid idos.
Nacidade do Rio de Janeiro as casas que lem
pagar o imposto de qaolidade.so aquellas de cujo
reodiraento sao aquellas cojo rendimento locativo
annual de 360 para cima, oa 30J por mez ; ora
rarissima casa pequea e terrea que se aliaga
por prego menor do qoe esse, e rara a casa de
aluguel desse prego que c'iegue para o operario e
sua familia, ainda mesmo muito limitada. (A-
poiados.)
Ea pego qae oeste assainpto nao argumenten,
oppondo-me comparagoes < om o que se observa na
Europa.
Vozes :Sem duvida.
O Sr. Macedo :As coi digoes da Europa e do
Brasil sao dv*rsas (apoiados); o que sufflceule
para o operarlo na Franga ou na loglaterra, nao
sufflciente para o nosso operario ; o homem mais
pobre do nosso paiz est sera duvida em melhores
circumstancias do que mu tos tristes operarios de
algumas cidades da Eurooa (poiados) ; compre,
porm, ter ea grande conla e attender muito i
edocgao, ao3 costumes do nosso povo, s condi-
goes do paiz, e cumpre ai id nao esquecer que
essadlfferenga de educagac, de cosame, de coa-
digoes, estabelece trabem ama certa ditTerenga de
sensibilidade (apoiados); le modo qae os soffri-
mentos sao relativos, e at as privagoes sentidas de
diverso modo.
Sei qoe as circumstanci- s do paiz sao graves e
exigentes: sei qae sao ioc ispensaveis novos im-
postos; mas pense bem o overoo no vtame que
vai ser experimentado peloi operarlos em algamas
de nossas cidades. (Apoiadcs.)
Estoa cooveocido de qae oen todos temos pro-
carado calcular a quanto ebegam os sacrificios pe-
los operarios, especial ment no municipio da corle
(apoiados); estoo cooveocido de qoe nem mesmo
o honrado ministro da a(rcultura que esta me
honrando com a sua alten*;o, nao ser capaz de
dizer me quantos das tem para o sen trabalho em
cada mez um operario no municipio da corte f pois
eu digo, qae feliz aqaellt que pode trabalbar pa-
ra si viole dias em cada msz 1 isto digno de coa-
slderago, senhores I notai bem : a guarda nacio-
nal tira ao operario pelo ro mos tres dias por mez
para o servigo degoaroigo, dai doos das de tra-
balho por mes para pagami oto do fardameoto qoe
se modifica e que se refera a por laxo e por oslen-
tago, de que elle oo tem 1 nlpa ; calcula! com as
guardas de procissos, etc., o operario ter someo-
te de detolto a viole dias dn trabalho para si e pa-
ra sosieoiar soa familia .trina ou trila e om dias
por mez. (Apoiados.)
Agora vos laogaei sobre Me aioda om imposto;
iosignificante para o honi ado ministro, insignifi-
cante para qualquer dos cobres depatados ; mas
para o operario esse imposto qaer dizerdoas dias
de menosoo o producto di doos das de trbalo?,
que lhe tiramos e tiramos soa familia. (Apoiados.)
(Ha diversos apartes.)
Nao posso prolongar, o< devo estender muito o
meo rodo discurso; vexo ne at, fallando de as-
suptos de que nao teoho 1 sendos sufflclent.es, de
ha outro Imposto de quotidade qoe o imposto de assomplos de qoe poacs < a oada entendo. (Nao,
nio I)
O Sr. Ministro da Agriciltbba :Est provan-
do 0 contrario.
O Sr. Macbdo :Passo 11 outra questo ; a il-
Instrada commisso propro um imposto sobre os
vencimentos dos empregades pblicos; nao farei
observagao alguma sobre e le imposto ; oo posso,
nao devo faz-las : tambem soo empregado publico
em minha qualidade de pro essor do Imperial Col-
leglo de Pedro II, digo sim olesmenle, qoe votare!
pela medida proposta. (Molo bem.)
Ha todava ama especie pi ra a qoal devo chamar
a alteogo do governo : coa qae fuudamento, com
industria propriamente dita.
Creio qae a nobre commisso peesou em appli-
car ao Brasil o inconw tax da loglaterra se assim,
a illastrada commisso oo foi feliz ; porque o seo
primeiro Imposto de quotidade serla om income
tax caricato, o segando de quotidade aioda do
mesmo modo, e ambos combinados estarlam mui-
to looge do income tax.
O Sb. ButBQua : -A commisso nao qniz imitar
a loglaterra f basta ler o projecto para se ver qoe
cousa diversa.
O Sb. Macbdo : Se cousa diversa, nem por
isso menos defeituoso o projecto, e ea peco aos
O nobre ministro nao me dir era que principio
de direito se ba de fundar para ir s cmaras mu-
nleipaes e dizer-lbes o mesmo qae eu snppuz que
o governo ter de dnr a diversas provincias ?
O Sr. ConREADAs Nbves : Se nao se pode ira-
por sobre os empregados provinciaes, tambem nao
se pode Impr sobre a agricultura e a iodustria.
O Sn. Macbdo : Est engaado; a respailo dos
empregados provinciaes e mnnicipaes ha leis espe-
ciaes ; elles teera sua origem constitucional e legal
moito diversa da origem dos empregados geraes. O
governo eeral pode langar imposlos sobre todos os
empregados provinciaes e rouolcipaes era saas
condiges, e em seos direitos de empregados, que
esto fra da aeco e da inflaeocia do governo
geral.
(Crazarnse apartes.)
O qoe iodispeosavel que me expliquen), co-
mo regularmente legislaren) os impostos sobre os
vencimentos de empregados que nao sao emprega-
dos do governo geral.
Um Sr. Deputado :Nao sao igualmente brasi-
leros ?
O Sr. Macedo : E' condigno muito diverso:
como brasilelros pagarlo os impostes que deverem
pagar, de dcima urbano, de Industria, de que qui-
zerem ; mas como empregados provinciaes ou mu-
nicipjes, oo : o governo geral nada lem que ver
com esses empregados. cuja origem, dilellos e de-
veres nascem do acto addiciooal.
O Sr. Correa das Nbves :E qae tem isso
oo ha disposigo constitucional qae sente alguem
de pagar importo.
O Sr. I1i-.ukji.-e :A desigualdade que seria
ioconstitncioai.
O Sr. Macedo : -Desigualdade smente haveria
se se langasse o imposto sobre certas classes de
empregaaos geraes, e sobre outras nao.
0 Sr. Buarque .-Ha desigualdade em sugeilar-
se ao imposto uos cidados e ouiros oo.
O Sr. Macedo :Estamos sempre 00 mesmo
terreno, e a repetir a mesma argumenlagol eu
concino sobre este ponto, pedindo que o ministe-
rio se pronuncie, e d a sua oploio.
Desejo ouvir o governo relativameote a outro
imposto; a Ilustrada commisso propoe que o
imposto da decima urbana as provincias seja ele-
vado de 9 a 12 % Pergunto : como eleva o go-
verno uro imposto provincial, um imposto que nao
seu e que nao reon ?
(Ha diversos apartes.)
Ah I. esta disposigo ser applicada decima da
legua alm da demarcago 1 12 / de decima ur-
bana para essa legua, emquanto a provincia cobra
quem dessa legua 9 % de decima nrhaoa I al-
goos nobres depuiados bradavam ainda ha pouco
contra a desigaaldade que em mea parcet de
facto nao exisila ; e agora els ahi duas dcimas
urbanas differentes I eis abl cidados pagando 9
% de decima nrban, e a duas, a dez e a vate
Dragas de distaocia outros cidados pagaodo l '/o
de decima arhana. Esta desigualdade, senhores,
que se torna seosivel, e-capaz de provocar
queixas.
Senhores, tenbo empeuho em andar depressa e
vou j concluir.
A Ilustrada commisso propoe augmento do im-
posto sobre os escravos na corte, as cidades e
villas o at nos estabelecimentos agrcolas, as fa-
zenda?, etc.
Neste projecto de novos impostos o municipio da
corte val Bear muito e enormemente sobrecarre-
gado : uma serie de imposigoes, era que o onas
do maaicipio da edrte ser excessivo : coovm
que se altenda a isto ; nao me aflige o augmento
do Imposto sobre os escravos aqui, as cidades e
as villas; pego, porm, que se examnem nem
as outras imposigoes e que nao haja iojustiga e
exagerago de vexames pesando sobre a capital do
imperio.
emorar-me-hei breves minutos, considerando o
Impusto especial sobre escravos empregados oa
agricultura. E' do meu dever dizer ao governo
qae esse imposto de doas mil res sobre escravos
fra das c dades e villas, isto sobre escravos
empregados no trabalho agricola, me parece nao
s muito vexatorio, mas Impoltico e perigoso.
Pego qoe se medite oeste assnmpto, porque
grave. Prlmeiramente observo q-ie Bao se trata
s do imposto, trata-se do arrolaraeoio dos escra-
vos para se effsctaar a cobranga : dir talvez S.
Exc, que o essencial que o arrolamento se faga
prudente e coidadosameote.
Senhores, oo primeiro arrolameoio haver sem
duvida precipitago, e qae nao haja, o simples
fado desse arrolamento, o desagrado do= proprie
tarios, a obrigada insistencia' dos collectores, a
noviiade ebegada aos oavidos dos escravos, a fal-
sa loterprelago desses bomens rudes que sonbano
j com a liberdade, todo isso depois das ideas qoe
se tem espalhado em conseqoeneia da imprudente
e imprevidente proclamarlo previa da solugJo, i o
declinavei mais tarde, desse grande problema so
cial (nao apoiados), ao era perigoso e impolti-
co ? Este imposto pode ser moito nocivo ao paiz;
Ea que tambem me considerara abolicionista.
eu o soo, mas qaero qae a aboligo do elemeoto
escravo se realze moilo prudentemente.
Vozes :Como qnerem todos.
O Sr. Macboo :Com as maiores cautelas, ap-
pellando-se muito e principalmente para o tempo.
e respeltando-se em sua pleoitnde o direito de pro-
priedade, e susteoto qae foi ji ama offeosa a esse
direito de propriedade a ameag qae o mioisteno
aiiroa imprudentemente oo seio do paiz. (Nao
apoiado3.>
Um arrolameoto dos escravos para a eobraoga
do imposto ba de aggravar os resaltados d'aqaella
ameaga. O governo alteoda bem a isto.
O Sr. Ministbo da Justica :Temos declarado
que resaeitamos a actual propriedade escrava.
O Sr. Macbdo :Lembrem-se os nobres depu-
tados das conseqaencias qoe podem ter me)idas
desta ordem, cooseqoeocias qae oo sero ade-
cuadas pelas boas intensos coa que procedem o
mioisterio e as cmaras.
A nossa historia contempornea, historia de an-
uos nao multa distantes, ji registrou fados qoe
podem servir de ligio ntilissima : os nobres mi-
nistros avivem em soa memoria os acoolecimentos
de qoe foi theatro a provincia de Pernambuco,
quando o governo pooba em exeoogo ama provi-
dencia at certo poni anloga, mas perfeitaroente
innocente, e qae mal interpretada pelo povo ra-
da, oo desflgorida por malvolos, seo occasio a
om lameotavel movimeoto popular sem carcter
politieo, mas de duragao looga e triste.
At aqui manifest! o que acho de impoltico e:
de perigoso no Imposto sobre os esravos empre-
gados oo trabalho agrcola ; agora direi porque o
jolgo moito vexatorio.
Senbores, a agricultora a foote qoati nica
da riqueza publica -, mas, por isso mesma qae o ,
coovm oo abosar della tanto, qae aos expooba-
mos a esgoiar, 00 pelo menos a empobrecer essa
foote.
Ha quem diga que a agricoltora entre nos
ponco ooerada de impestos; om erro, senhores,
a agricultura paga e paga j mallo. Na minha
provincia o caf est sojeito a imposto provincial
e geral, a agurdente do mesmo modo :ns oo-
tras provincias observa-se o mesmo fado rom os
mesmes o com outros productos- agrcolas.
Ella paga por Unto directamente es seos impos-
tos, e paga anda todos os de etportago desses
mesmos prododos, e os de importago dos prodoc-
tos que consom : paga estes de importago, por-
qae aqaelle qae veode aos lavradores os produc-
tos importados faz entrar no prego delles 03 im-
postos ane pagoo; paga os de eiportagao dos seus
K^MBtu directamente polo sea consignatario,
ooTUIPictamente ao comprador ioiermediario,
qae qaando compra calcula com os impostos de
exportagio qne val pa?ar, e nem pode ser d ou-
tro modo para o lavrador, por qnanto elle nao in-
Qae aqai, e menos na Europa as cotagoes do3
productos do seo trabalho agrcola.
Ora agora vos accrescettals com o projecto da
nobre commisso os seguimos novos impostos se
bre os lavradores:imposto primeiro de quotidade
oolros como o do desenvolvmento do do sello e
anda algam maisa que fleam sojeilos como os
mais cidadose Analmente o imposto de 2000
sobre escravo I Senhores, ea votarel decididamenle
contra semelbanle imposto.
. Sr. presidente, empregaei todo o esforgo para
cumprir o meu dever de deputado, entraodo nesta
iraportaotissima dscosso, e manifestsndo com
franqaez a minha fraca opinio sobre diversos
imposlos d'entre aqoelles qne a (Ilustrada commis-
so propOe qae sejam estabelecldos. Disse o qae
pad, e bstame essa consolago.
Vou concluir.
Declaro que aln ia me conservo multo enfadado
com o meu dlstincto amigo depniado pela provincia
da3 Alagoas, e nao menos com o honrado depuiado
pelo 3a distrlcto do Rio de Janeiro : nao pul", uo
posso levar a bem o que elles disseraro, e com que
magoaram o honrado Sr. presidente do conselno
ministro da fazeoda ; repito : nao era possivel que
o nobre mioistro livesse mostrado pruleocia e pre
videncia : o nobre ministro calcoiou a clho e ha
de calcular aolho : para que langar-lhe em rosto
isso t e quanto as quatro especies da arithmelina,
torno a dizer que me contento que S. Exc. as salba
execuiar bem, e as execute pelo modo por que eu
disse : eu oo qaero mais do qae isso : ja vem
qae me contento com pouco.
Se o honrado ministro com essas qoatro especies
da arithmelica e calcalaodo a olbo conseguir a de-
cretag dos novos impostos, assentaudoos as ba-
ses da igualdide, e calculando-os exaciamente se-
gundo as exigencias inleclinaveis da sltuago, nao
pediado tanto qae amesqumbe a produego, era
lo pouco que deixe o estado em lula com o dficit
que o arruina, e lende a desacredita lo ; seS.Exc.
conseguir isso, levantara" nm monumento digno da
sua sabedoria, e se pela sua reconhecida modestia
tentar fngir ao reconhecimenlo do publico, e quier
esconder o seu nome, eu Irei inscr-'ver no pe-
destal di) mooomeoto : Zacaras fecit. (Riso,
multo bem).
O Sr. Presidente :Tem a palavra o Sr. Dias
da Cruz.
O Sr. Das da Cruz :Creio que me nao pode
cabtr ,a palavra; creio que ha algura eogano na
nscripgo...
O Sr. Presidente :Podera' examinar a ins-
cripgo, e ver que oo ba oioguem inscripto a
favor...
O Sr. Macedo :E' ama lctica de mo gosto.
Um Sb. Deputado :Como foi o deixar s meia
hora para qaem o seguisse.
O Sb. Das da Cbuz :Nao me qaeixo da mesa,
mas...
O Sb. Maceoo :E' lctica, sajeite-se e ataqoe.
OSb. Das da Cruz :Sr. presidente, sinto que
seja eu a victirua deste fado novo nos annaes do
parlamento; desde que a benevolencia dos meus
constiluintes me collocou nesta cadeira, aioda nao
observe! depntado da maiorla seguir-se a ootro da
maioria, oera vice-versa, da minora a outro da mi-
nora ; nao posso pois deixar da protestar contra
esla injusliga, que pela primeira vez acontece na
casa ; porm como soo obrigado a fallar agora, vou
em poucas palavras apreseotar algamas coosidera-
ges que forera permittidas pela estreiteza do
lempo.
Tenbo observado que os diversos oradores que se
ho empenhado 00 debate temo elevado altura
condigna a to importante assumpto; nao poderei
acompanha los, mas nem por isso me julgo dispen-
sado de r a minha opihio a respeito; 00 desca-
labro a qne lem chegado as nossas floaogas, e que
ameaga a ruina do estado, a oioguem dado deixar
de carregar a soa pedra para reconstruego do
edificio social.
Tomando a palavra nesta questo, neohum pen-
samento de opposigo me anima ; pens que quan-
do o paiz sa debate em as difflculdades em que se
acba, quando se exige de cada um dos contribua-
les novos sacrificios, nao com aecusagdos, embo-
ra justas, porm esteris, qoe se ba de ailiviar o
lulo da patria ou suas feridas ; apenas sera' licito,
uma ou outra observagao em ordem a f*zer com
que o mini.-t-no em relago ao objecto de que nos
occupamos ampie carreira nesta ou naqoea sen-
da turtuosa em que por acaso elle se baja aven-
turado.
Ates, Sr. presidente, de entrar na questo pro
priamente dos imposlos, perraitla-me V. Exc que
eu faga, nao direi uma censnra, porm um reparo,
uma queixa que ja foi reduzida na casa relativa-
mente ao nobre ministro da fazeoda. Sinto que
nao esteja presente S. Exc. para me ouvir, entre-
tanto, como provavel qae miobas palavras che-
guem a seus oavidos, espero que S. Exc. as tomar
oa considerago que merecem.
Reflro-me a' omisso que se nota no relatoriodas
o| aloes de S. Exc. sbreos Impostos, omisso que
importa falla de informages. Debalde o nobre de-
putado por Pernambuco, que to proflcientemenie
fallou nesta iscusso, nos disse qae as infirma
goes de S. Exe esio oas diversas opio oes exara-
das nos annexos do relatuno. Debalde o nobre
ministro, com modestia que sua elevada capacidade
nao jusiiBca, aceitou tal explicago ; o qae certo
quo a opinio de S. Exc. abi oao esta' declarada,
e a opioio do Sr. cooselbeiro Zacaras de Ges e
Vascoocellos nao someoos s que nos foram
presentes ; della tambem precisamos para esclare-
cer-no?.
Porm nao s da opioio do illustre estadista
que a cmara precisa, esclarecimeolos dados pelo
ministro fazem-se tambem necessarios. Com effei-
lo entre os motivos qne se podem apresentar, e
tem-se realmeule allegado contra este ou aquelle
imposto, nota-se a difficuldade da sua cobranga, o
vexarae que ao povo trara' em relago a' pequea
renda que produzra, etc.
E a respeito de taes questoes oo ao ministro
que tera de executar a lei qoe compete dar os es-
clarecimeolos necessarios ? Estas sao questoes que
se nao podem resolver theorlcamenle, e por meio
da pratica do poder executivo...
(O Sr. ministro da justica e outros depatados do
apartes).
Um Sr. Deputado -.Seria iovadiras attriboigoes
da cmara dos depatados.
O Sb. Das da- Cbuz .Permittam os oobres de-
pulados qoe eu oo aceite esta razio; porveotara
invadi as nossas attnbaigdas o cooselbo de estado
dando a sua opioio a respeito, iovadiram as nos
sas attribaiges outros cidados qae foram consul-
tados por S. Exc. ?
Uma voz : Seria acensado por isso.
O Sb. Das da Cbuz :Vou repetir o mea dito ;
me parece qoe S. Exc. o Sr. mioistro da osiiga
coocordoo consigo, eotendendo qoe as ioformacoes
do poder executivo sao oecessanas.
O Sb. Ministro da Justica :E bao de ser
dadas.
O Sr. Das da Cruz :Logo, coovioha qoe essas
informages apparecessem, antes do comegar a
oossa deliberagio.
O Soa, Ministro da JusngA : Ho de appa-
recerA
O Sr. Das da Cruz :Estoa certo qoe o nobre
ministro da fazeoda ba de apreseotar a soa opi-
nio ; mas o qoe noto qae oo a tivesse dade
antes de comegar o debate, e aluda lamento quo
oa sesso de bootem, pedindo a palavra, qaande
anciosameoto esperavamos ouvir ioformagdes sobrs
a questo da S. Exc. se limitasse a raaito ligeirao
coosideragdes.
Uma Voz : -A iniciativa oossa.
O Sr. Das da Cruz :Perdo ; por mais pro-
flcieote qoe seja a cmara, por mais Alastrados
qoe sejam os seos membros, por melhores que se-
jam as saas inteoedes, qaando a questo de pra-
tica nio basta a toeona ; e en ja' mostrel ha pou-
co, parece-me que com adtiesio do nobre ministro
da jastiga, diversos pontos sobre os quaes neoburaa
deliberagao podemos tomar sem^ne^o"governo
emita a soa opinio. ^
Obrigado a prescindir de infbrmagSes tio otis,
obrigado a ladear as Irevas como moito bem disse
o mea oobre amigo e compaobeiro de districlo,
vou eotrar oo exame da materia, segundo as im-
prassoes qae me delxoa o sea estado, e aguarJarei
as informagoes que sem duvida o oobre mioistro
dar para poder formar um jalao definitivo sobre
alguns pontos.
Sr. presideote, a questo preliminar qoe se deve
resolver para qne os impostos sejam votados, qoan
lo a mim, a seguate :Sao elles necessarios f
Por isso ea catando qae comqaaoto oo se possa
admillir oeste debate um longo exame so-
bre as despezas do estado, todava nio se pode al-
iar de perfaoetorlameole tocar em tal domo,
porque este o fundamento, a base do* Im-
posto?.
Sa os povos livres pagam mais imposlos do ana
aquellas que vivera 003 ferros da escravliSo, cmm
diz Montesqulen, porqoa ellas ronheces qoe
impostos lhe sao exigidos para ser empregados em
bera eommum.
Este principio qae 00 comeen do seclo XVIII
foi apresentado peio lllostre poblielsu, oo mais
do que a applicago do qoe ba mais de doos mil
aonos disse Plaiao : o fira do governo a felieida-
de dos governados.
Portanto, oo posso deixar de pergaotir alj qoe
ponto tem-se felto diligencia para evitar o lanea-
mento de novos tributos, at qoe ponto as rendas
do estado tera sido bem apphcadas T
Que novos impostos sejam necessarios, senhores,
eu Do tenho duvida ; porm at onde vai essa ne-
cessidade ?
Creio como o nobro depotado do Rio de Janeiro,
o Sr. conselheiro Sayo Lobato, qoe os lapuetos
oo devem ser pedidos votados a esrao, e sia se-
gundo as oecessidades pblicos.
E, pois, nao se pode prescindir de verificar se
porvenlura a quanlia pedda lodispensavel, 9 nao
possivel poopar novos onus aos coniriboiole ja
lo onerados pelos amigos impostos, pelas aereen-
dades da vida que con-iitoem a tome, pelo papel-
moeda qne j (A qualificado de (este, e analmente
pelos horrores da goerra.
J disse, Sr. prosideute, oo poderei eotrar em
um exame aprofundado das- despezas da lodosos
ministerios, fa lo-hei na terceira discoss.>, se de
novo V. Exe. se dignar coneeJer me a palavra ;
limitar me bel por agora a tocar em om ontro pon-
to, a cujo respeito oo me parece terse guarda-
do, ou inver ioleogo de goardar a necessaria
economa.
S-nhores, a primeira qnestao aqni apresentada
ha das nao s na presente discossio como oa da
proposta do goveroo pediodo facoldado para eniit-
ur papel moeda, fi a do fonccionalisao.
u nobro deputado pela previocia do Rio de Ja-
2T* Psreira da Silva, apresentou orna
Idea que havia sido abragada pelo oobre presidente
do conseibo, de nao proveros empregos qoe forea
vagando.
O Sb. Ministro da Justica :E ja' um sido pra-
ticada discretamente.
. O Sb. Das da Cbuz :Hai qnanto a mim no
isto sumciente, porque nem sempre sera possivel
deixar prover os cargos por serem odispenvei ;
nao sufflciente anda, porque d'ab provira* ape-
oas ecooouiia l-* pequeoa qae oo avallar em re-
lago s grandes despezas do estado.
O meio de diminuir o fuaccionalismo ootro.
Se verdade que o temos excessivo, se verda-
de que esse cottume da crear empregos pblicos
pora satisfazer a ambigSes Individaaes, pgar
servigo3 pessoa^-c, nos foi importado de Portugal
pela corte era 1*18, como disse o oobre deomaJo
pelo id j de Janeiro.
Se verdade, como oes disse o nobre presidente
do conselho, que ba tantos empregads oo tbesooro
qae constantemente se eocoolram pelas eseadas e
corredores moitos a conversar e a fumar ; se lodo
isio verdade, senbores, o que compre modificar
o systema do tiabalbo.
E pergaoto eu, quaes sao as medidas iniciadas
pelo ministerio actaal para a reforma precisa de-
baixo deste ponto de vista t Se mesmo o nebre
presidenta do conseibo reconbece qoe oo thesoor)
ba um exercito de empregados em numero reaio
raaior do que o necessario, porqoe razio S. Exc.
nao lem procurado Iniciar om systema de trabalho
pelo qoal se possa fazer dirainugo do pessoal T
O Sr. arauJo Barbos da' om aparte.
OSa. Das da Cruz :Pois porventora a op-
posigo, ou outra qualquer pessoa estranha a ad-
ministragao, que pode coohecer das necesidades
e da ecoooaia interna das repartieses publicas ?
O Sn. a ra. jo Babros :A opposigo deve ter
estudaao esses assomplos, porque se prepara va
para subir ao poder.
O Sb. Dus da Cbuz :Ha certas eoosas qoe nao
pdem ser estudadas pela opposigo, nem por pes-
soa alguma fra do poder, e esta ama della?.
Que dados tenbo eo, por exemplo, e mesmo os no-
bres depatados da maioria, para examinarem e eo-
obecerem convenientemente o mecanismo interno
das repartigoes publicas, e saas oecessidades T
S os ministros que pdem fazer, e en a
oeste ponto para a opioio moilo competente do
oobre deputado pelo Espirito Saoto.
O Sr. Pinto de Figueiredo : A verdade qne
se to 'os os cheles das diversas repartieres com-
prissem bem os seas deveres, es empregados nio
seriara vadlos.
O Sn. Das da Cruz : Consegoiolement*, se-
nhores, desde que se qoer pedir novos saeriOeios
ao povo, lmenlo que o gabinete, composto de ea-
valbeiros Ilustrados, como reconbego, nio tenha
aioda procurado fazer coohecer a' nago qoe elle
empregou loJos os esforgos para dimina r as des-
pezas do estado.
Aioda, sr. presidente, este excesso do pesoal do
tbesemo, demonstrando que o rgimen interno da
repartigo Do o mais conveniente, da' talvez a
explkago dos vexames de qae o publio se quei-
xa : esto na cooscieocia de todos. ara facto
corrente, muito conbecido no Rio de Janeiro que
alguns impostos sao cobrados duas e-tres vezes.
lemeos que ouoca tiveram carro sao citados para
pagar impostos sobre carros; individocs qoe ape-
oas possuera a roupa do corpo sao levados a
jnizo para pagar decimas de casa qae nanea pos-
suiram I
O qoe prova isto a respeito da reoda publica I
Prova que a divida activa nio cobrada conve-
nientemente, por que se exige duas, tres vezes da-
quelle qae j pagou ; por qoe, qaando se fez o
pagamento, deixou o individuo de ser rr> dnado ;
se se exige pagamento de qaem nio deve por qoe
os verdadelros nao pagam ; por tanto aioda deb-i-
xo deste pooto de vista vemos qae ba ponea flsea-
llsago.
Pergunto eo se isto orna qaeixa to antig,
o qaa tem fe; 10 o oobre ministro da fazenda para
obviar taes inconvenientes na estreiteza das cir-
cumstancias em que nos achamos ?
V. Exc, Sr. presideote, me diz se a bora est
dada?
OSn. Presidente :-V. Exc. nao pode ser in-
terrompido.
O Sr. Das da Cruz :Mas nao quero abosar da
paciencia de V. Exc. e da casa.
O Sr. Presidente :Estoo disposto a ccntieaar
a ouvir ao oobre depatado.
O Sr. Bbandao :A hora esla" dada, mas pode
ser prorogada.
O Sb. Das Ja Cbuz :Ente direi apenas doas
palavras e termioarei.
Como a hora esta' dada, Sr. presidente-----
O Sr. Presidente :Perde o nobre depotado,
nao se coosiraoja.
O Sr. Das da Cbuz :Agradeco moito a longa-
nlmldade de S. Exc, mas nao a aceito.
Como a bora esta' adianuda, Sr. presidente, e en
nao quero abasar da paciencia de V. Exe. e da
casa, da qnal ja' tenbo provas.....
O Sr. Bbandao :A cmara o eta' oovindo coa
mnito gosto.
O Sb. Cobbea das Nbves :-E eom toda a t-
tengo. .
O Sb. Das da Cbuz :... ja' lenno provas infi-
cientes, apenas tocare! em mais nm ou doos pea-
tos, a respeito da despeza. __
Pergunto eo primeramente se.a despeza com o
esgolo da cldade, segondo o contrato feito coa a
compaobia City lmprovements, completamente Ds-
causada T Senhores, nio vou eotrar agora aa dis-
cusso das coodigdes com qoe se fez este contrato:
nao entro oesta qoestio, negoeio Hado; d pro-
vavel qae, se entrasse, ea encontrara moilo boas
razos para dizer qoe o contrato nao foi convenien-
te aos interesses pblicos e a' salnbridade da "Jda-
de, qae a cmara municipal nio foi oovda e .
a joota de hygiene dea parecer contra ; mas se ja'
o negocie esta' feito e se o governo paga esta des-
peza na razo da exleoso qoe a companbia toeas,
tera' o governo tomado as medidas oecessarias pera
qae esta compaohia nio se estenda alm do qoe
necessario. __
O Sr. Prb^idbntb :-V. Exe. na de -
migo qae s accidentalmente se pode tratar a
30 la.'Das da Ceuz :--Sr. f*?}**0"- *
da observado qoe me fax V. Exc, oeont
ueste pooto ; locare!i penas em mais oul
peito a companbia 'do1 gaz.
uoca compaohia
soa recata
am o orivitapo de receber em ooro a
apezar tt! abTmeoto do nosso padro monel
pergaato apeoas : tera' o governo laneado miedo
todos os mios para ecooomisar a despeza
oeste servigo I Cre) que nio; ojrowoo de
de aooualmente 500 00 600:000*000 eom esta 1
rigo que feito com profoaao e sem neeeeeidade*.
(Continuar se-kA)
TYP. DO DIARlO-ttll UASCBUZBS R. "BT
!
1

f

ida- j
tia
MUTILADO I



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