Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:11386


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Full Text
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ANNO XL11I, NUMERO 229.
P.ltt.l CAPITAL B IUSABJES OXOE SE NAO PACA POBTE. .
Pr Irai neiej aaaUdM.,. }............. 61JOOO
Par $M*s Utos iom.. .1 .1 .] .1 ... ,..1 .1 il .J 71
Por us aa Mea.. .1 .1 ,? ;yj ,j ,j o .'O .1 l VS r#i .. ''
CaJ. amaro mis 4 *j :...... ;:.....'
240000
320


SABBADO 5 DE OUTUBRO DE 1867.
#,.. ------------------------------------------------^------------
PABA DEIVTBO E FOBA DA PltOYIXCIA.
Par tres Bea idiaitados.. r. rr.fi-1. .. r. ;. ,. rv 1. IV rr .. 60750
Por seis ditos idem. [V .. .. .. .. ,. .. .,........ .. .. 48)5500
Por uoie ditos iden...................., ,......... sp>z5U
Par ib anuo idB.. d ->)< .. .. .... .. *7pOuu
A88IKDBa>8 112 VW8&B0W* SWWMIPIMMKt ID mHDllWW^aaia'Dil ID HUMA NUm* 8113 IPIii IENCARREGADOS DA-SUBSCRIPgAO.
Parahyba, o Sr. Antonio Alexandrino de Lima;
Natal, o Sr. Antonio Marques da Silva ; Aracaty,
o Sr. A. de Lanos Braga; Cear, o Sr. Joaquiin
os de Dliveira ; Para, os Srs. Gerardo Antonio
Alves & Filhes ; Amazonas, o Sr. Jeronymo da
Costa; Alagoas.o Sr. Francino lavares da Costa;
Bahia, o Sr. Jos Martins Alves; Rio de Janeiro,
o Sr. Jos Ribeiro Gasparinbo.
PARTIDA DOS 8< Olinda, Cabo, Escada e estafes da via frrea at
Agua Preta, todos os dias.
Igoarass e Goyanna as segahdas e sextas reirs.
Santo Anto, Gravali, Bezerros, Bonito, Caraar,
Alliaho, Garanhuns, Buique, S. Bento, Bom Con-
selho, Agoas Bellas e Tacarat, as tercas-feiras.
Pao d'Albo, Nazaretb, Limoeiro, Brejo, Pesqueira,
lagazeira, Flores, Villa Bella, Cabrob, Boa-Vis-,
ta, Oaricary.Salgoeiro e Ei, as quartas eiras I
Seriohiem, Rio Pormoso, Tamandar, Una, Bar-
reros, Agua Preta e Pimeateiras, as quintas,
eiras.
AUDIENCIAS DOS TRIBNAES DA CAPITAL.
Tribunal do commercio : segcndas e quintas
Relaco : tercas e sbalos s !.i) horas.
Pazenda : gaflas s 10 horas
Jnzo doeomraorcio : segandss as 11 horas.
Dito de orphos : tercas e seit.s s 10 horas.
Prmeira vara do cirel:
da.
Segunda rara do civel
1 acra da tarde.
lercas e sextas ao meio
: quartas e aabbades a
.
I EPHEMERIDES DO MEZ DE OUTUBRO.
Quarto cresc. as 3 h. e 23 m. da l.
ua cbeia as 10 h. e 3 m. da m.
atoarlo ming. aos 17 m. da m.
J7 La nova as 10 b. e II m. d m.
DAS DA SEMANA.
30 Segunda. S. Jercnymo card. e dootor.
i Terca. S. Remigio b., S. Verissimo.
3 Quarta. S. Leodegario b., S. Guarino m.
3 Quima. S. Maximino b., S. Candido m.
4 Sexta. S. Francisco de Assis fundador.
5 Sabbado. S. Fiaviana v. m., S. Altillano b.
b Domingo. S-. Erothrdes e Casto mm.
I PREAMAR DE HOJE.
Prlmeira as 7 horas e 42 m. da manhia.
Segunda as 8 boras a 6 minutos da tarda.
PARTIDA DOS VAPORES COsTETROS.
Para o sui at Alagoas a 14 a 30; para o non
at a Granja a 15 e 30 de cada mex; para Fot
nando nos dias 14 dos metes Janeiro, marco, maiu
Julbo, setembro e novembro.
mulher lhe respondeo: tu bem sabes tudo o
que fez Sal, e como elle exterminou da tr-
ra os mgicos, e os advinhos: [porque me
armas tu logo um la?o minha vida, para
me mataran 1 E Sal jurou pelo Senhor,
dizendo: viva o Senhor, que disto nao te
vira mal algara. E disse-lhea mulber: quem
queres tu que apparefa? Disse-lhe Sal:
(Baldada itet'ta emnneTro ifaz-me apparecer Samuel. E a mulher ten-
PARTE OFFICUL
c;ov!:it\o do bwpaoo.
SEDE VACANTE.
O Exm. e Rvra. Sr. internuncio apostlico
acaba de antorisar o Extu. e Rvm. Sr. Dr.
vigario capitular da diocese para dispensar-se os
oradores constantes da relagao abaixo transcripta
dos impedimentas de a..,-.
gru igual da iran lateral e do segundo grau:d0 visto apparecer a Samuel, aeu um grao-
ailrag-nie ao priuieiro decoosaoguinidade da liuha de grl0 f e dsse a gaul : porque me en-
13S pellas p,dem ser procuradas na secretaria ganaste tal ft-;P08 l SjoL E O re lhe
do bisoado no palacio da Soiedade. disse: nao lemas: que viste tu ? L disse a
J)sde AraujoeSiia e Mara de S. Pedro. mulher Sal: comoa sua figura ? respoo-
Gecaldo Manoel de Mira e Balmira da Mana deQ a mu|ner saDi0 a(a homem aociSo, e
Francisca Miria
Soiedade.
Antonio de Frailas Lacerda e
de Jess. .. .
Joaqoim Quedes dos Santos e Leocadia Mina da
Conceicao.
Fraucisco Vitalioo de Macedo e Gatrude Mana
do Espirito-Santo.
da
JNeve..
Temotheo de Araujo Soares e Antonia Man
Conceigao.
Manuel Moreira da Silva e Rosalioa de Alexao-
dria.
Luix Fernandes da Silva e Bernarda Francelina
da Silva.
Joo Furtado Figueira e Anna Mara da Con-
ceigo.
Jos Joaquim do Rosario e Cathanna Mana da
Concelgao.
Maooel Freir do Nascimento e Joanna Carlota
Manoel Ferreira BrandSo e Mara Jos do Livra-
meoto
Jos Correa de Araojo e TheoJora Corre ida
Almeida.
Luiz de Abreu Franca e Josepba Maria da Con-
celcao. .
Manoel Pires Ferreira e Anoa Mana de Jess.
Antonio Vicente de Mello e Candida Maria do
Espirito-Santo.
todos os que te temem: e dos que gaardam
os teus maadameotos.(5).
Eis aqui como se entec.de, e explica
ccommunicaQo dos santos."
A da igreja catholica i, que os santo,
que reinara juntamente coni Consto, devem
ser venerados e invocados, e que elles offe-
recem Dus oraces por ios: os venera-
mos por causa das grabas, de que Deus os
cadores mais que os santos. Qae cspiritos
respondem ento ao seu appello ? Os demo-
nios, que nabitam em redor de nos, que
esto sempre promptos nos engaar, e
que tem milhares de meios de sahirem-se
bem. E' este o raciocinio peremptorio de
monsenhor bispo de Poitiers. Se n5o
permittido, diz o sabio prelalo, interrogar
os morios, e por consequeneia se Deus ne-
Amanhia celebra se em Olinda a fesia de
Nossa Senhora do Rosario, padroeira dos canoeiros,
com a pompa do costume. Na segunda-feira llave-
ra no Varadouro fandango, que nos Informara es-
tar bem preparado.
Hoje tem lugar o concurso para provimento
das cadeiras vagas do sexo masculino.
O Sr. Antonio Luiz do Reg Brrelo fol no-
meado alferes do batalbao n. 21 da guarda nacio-
nal do municipio do Limoeiro.
Foi transferido para o servico da reserva o
5 Ferreira da Silva Lopes ; e do dcimo priroeiro do
esse coberto cora un capa. E entendeu
Sal, que era Samuel, e fez-lhe urna profun:
da reverencia, e prostou-se por trra. Disse
pois Samuel Sal lhe respondea ; eu acho-
1 me no ultimo aperto: porque os Filistneos
F^aocisco^j'ose das Naves e Mara Carolina das me fazem guerra, e Deus se relirou de mim,
e na me quiz ouvir nem por Prophelas,
nem por sonhos; por essa razao te chamei,
para que me declares-o, que devo fazer. E
disse Samuel: para que me perguotas, quan
do o Senhor te tem desamparado, e se pas-
sou para o leu rival (3).
D^iqueca exposto se v, que antes que
a Pythooissa deseovolvesse os seus artificios,
appareceu Samuel, oque prova, que nao
pela evocar.) della, pois al espantada do
succosso se pertubou divisando o Propheta,
mas sim por um effeito milagroso do poder
de Deus que Samuel appareceu Sal,
para proferir a terrivel sentenija da sua per-
da, e para o punir pela sua va curiosidade,
e pela violacSo da lei. da qual elle se tioha
tornado culpavel, como consta do livro 1.
dos Paralipomenos:c Morreo Sal por
causado suas iniquidades.... mas at tam-
bem consultara una Pythooissa. (4),
Por ultimo a apparicjio de Samuel foi toda
de outubro, milagrosa, operada pela potencia de Deus,
e em nada pode contribuir para provar o er-
ro da evocaco dos morlo3, ou elles sejam
E, cousa admiravel,
para corroborar este erro tem-se querido
prevalecer do artigo doSymbolo dos Apos-
tlosa GommunicacSo dos Santos.
A cCommunicafo dos Santos.E nos
vos vamos explicar com especialidade asegun-
da parte deste artigo, segundo a doutrina da
igreja, para provar, que nada tem com a
evocacjlo dos morios, e de nenlram modo
favorece este err).
Este artigo quer dizer, que de f haver
urna Congregacao de todos os fiis christSos,
que recouhecein a Jess Consto como ca-
bera visivel. Esta congregado de fiis
JnJR boTra'/qe ar estas respostas que se lisonjeara de ob- J"jr.j g**wm baijijjo ja
se lhe tributa ;e os invocarlos para que se- ler. e que algumas vezes obtera ? Manifesta-, S"r,2"a. ?SuoielSS T s?. PaHe?es"boa?." ej
jara nossos advogados, e iolercedam Deas mente nenhum outr* seoao o espirito das .
por nos, fira de que o Senhor altala s.trevas pode obedecer estas interpellaQoes
nossas supplicas. culpaveis. A communicaco comosespin-
Pretender por tanto evocar os santos, os tos entSo, nem mais nem menos, o com-
amos, e as almas dos mortos por meio de merciocora os demonios. E por consequen-
artificios quaesquer, sejam quaes forem os ca a volla essas monstruosas desordens, e
Qis, grande pechado, ama verdaaeira essa*supersticoas condemaaveis, qoe tem
tentado de Deus, procurando se saber por coliocado durante tantos scalos, e que col-
meio de vaos superstic5es, aquillo, que s locam anda as nagoes pagaos sob a vergo-
np.ns nprtftnr.fi: nraza ao Senhor nao nhosa servido das potencias infernaes.
< Senhor, Ibe disse sem hesitar, todas as censas
teen um principio ; qbeira vossa magestade dig-
oar se visitar em primeiro Ingar a adega de ata
servo humillssimo.
t Pois bem, responden Luiz XIV, iret ver a toa
adega, mas ba de -er com a condigno de trocares
algumas das tuas barricas com algumas pipas do
meu ruelhor viabo.
Coegado a' adega, o ministro deslapou urna das
barricas cheias de oaro, e dis=e ao soberano:
Creio que vossa magestade ha de preferir este
vinho a todos os outros. Era elle destinado s ade-
gas dos Invlidos ; porm ludo o que pojso pr-
tence ao re.
a E' cerlo, repllcoa Lutt XIV, que o* nossos
bravos invlidos carecem de um vinno generoso ;
longj de mim a i lea de pri/a-Ios de nm cordial
to efficaz.
Podes fazer transportar a' residencia dos velbcs
municipio de Igoarass para o dcimo-segundo de soldados este magntico abasteclmento.
Gjyaooa o Sr. tenente Francisco das Chagas Car-' As barricas foram. efectivamente, transportadas
neiro Campos Para os iavalidos, e, segundo as cnronicas, ro cora
- As senhoras que se apresentaram ao exame f. uhr.ri,>ae se Paaram os onMs e ^^
de habilltaco para o magisterio primario,t. foram | u d ,, (orca
ffl!M ri. Prtlif i dos ercllos da Allemanka do Sal. cumpre ler e
t&J^JZX&Sr*'***'"* v.slaqueaPrussia.gracasasua acu

6 dev'ios uslos ou Peccadores.
CftUlaSDO OAS II14S.
nambueo, na eidale di Reeife,
de 1807.
ORDEM DO DA N. 38o.
O brigadeiro
a' guarnio, para seu conhecimi'oto e
fins, qoe a presidencia resolveu, por offlcio de 2
deste raer, fazer seguir para o presidio de Fernan-
do o Sr. capillo de voluntarios da patria Antonio
Gracioso do Gasmao Lob.\ aflm de tomar all o
commanto do deslacament 1 da guarda nacional,
prn sub.-limico ao Sr. capltio do 3o batalhao de
infamara do municipio do Recite, Jiaiuim Albino
.le Gu-raio, qua deve regressar a esta cidade;
e por offlcio de honlero, dispensar, a seu pedido,
o Sr. alferes da gua'da naci'nal do muoieip-.o de
Serohaem, Jos Irico da silva Sanios, do servirlo
em que se acha no deposito dos recrclas.
( Assignado) Joaquim Jos Gotiflves
Fontes.
de
INTERIOR
Esl conforme. Emiliano Ernesto
Mello Tamborim, tenente ajudante de ordens que se chama igreja, e entre os seus mem-
cncarregado do deta'he- bros da commuabao de bens espiriiuaes.
Esta igreja urna santa catholica, e apos-
tlica. Prescindimos da expbcac3o da uoi-
i dade, e apostolicidaJe, por nao ser necessa
. ria ao nosso fim, e daremos smente as ex-
plicaces da santidade, e catholicidade, pela
sua inaior connexo com a communicaco
dos Santos.
A igreja santa po que tem por fundador
a Nosso Senhor Jesu* Christo, o qual a
mesma santidade; porque tem sempre for-
mado santos ; e porque nos offerece todos os
meios para nos santiticarmos. E todos os
membros da igreja seda onome de santo?,
porque foram santificados pelo baptismo, e
sao destinados para viver urna vida santa.
A igreja calholica, que quer dier uni-
versal, porque a verdadeira igreja se exten-
a
CARTA PASTORAL DO EXM. E RVM. ARCEBISPO
DA BAHA D. MANOEL JOAQUIM DA SILVE1RA,
METROPOLITANO E PRIMAZ DO BHAS1L.
Premuaiodo es seus diocesanos contra os erres
perniciosos do spirilismo
D. Manoel Joaquim da Silveira, por merc
de Deus e da Santa S apostlica arce-
bispo da Bahia, metropolitano e primaz
do Brasil, do conselho de Sua Magestade
o Impiraior, commendidor da ordem
de Christo, etc., etc., etc.
EVOCACO DOS MORTOS.
Pela lei de Moyss era severamente pro-
vb*a. intpn* i^Prrftr r>\ mor Loi de todos os lempos, lugares e pessoas:J
"?SSS^^r,^^!5*-si..sr rsr usa
advinhos, oa observe soahos c augoaros,
nem qae seja feticeiro, ouencantidor, nem
consulte aos Pythoes, ou a ivinhos, nem quem
indague dos mortos a verdade. Porque to-
das estas cousas abomina o Senhor,(1) E
quanio vos disserem : consultat os Pythoes,
c os advinhos, que murmuram em segredo
nos seus encantamentos: acaso nao consul-
tar o povo ao seu D.ios, ha de ir fallar com
os mortos acerca dos vivos ? Aotes lei, e
ao testemunho que se deve recorrer. Po-
rm se elles nao fallarem na conformidade que ha a mais pereita uoio nao s en-
desta palavra nao raiar para elles a luz da {rQ ag tres manhaa.-(2). Porque na verdade que e dos saQlQ triumpham com Je
IZO
no principio do mundo, e ha de durar at
a consumago dos seculo3; todos os luga-
res, porque est diffundida por lodo o uni-
verso, chamando-se na trra Militante, no
purgatorio padecente ou purgante, e no
Co triumphante;extenie-se em flm to-
das as pessoas, porque a njpguem exclue,
antes abraca todas as gentes, e to las as ca-
gues.
A segunda parte do artigo do symbolo,
a comrauoicaco do? santos, quer di
urna revolta contra a sabedoria divina que
rer saber as cousas, que Deus nos quer oc-
susCarislo no Co, padeceote. que a
reuniodas almas justas, que esto acaban-
cuitar, e querer fazer voltar este munao dQ de ex ar QS geus peccados no purgatorio,
as almas, qae a sua justiga delle fes sabir; j ( Mlilanlej, qoe a reanio dos fiis,
e a igreja nunca autortsou a va opiniao oe
que as almas dos mortos podem voltar es-
te mundo para fazer jevelaces aos vivos
quando Jess Ghristo no que disse do rico
avarento claramente mostrou, qae Deus Dio
permitte aos morios vir fallar aos vivos.
Objectam com o que est escripto no li-
vro 1. dos reis respeito da apparicSo de
Samuel morto, havia j algumtempo, Sal;
e para podermos mostrar que este fado na-
da prova, citaremos integralmente o, que
aerea delle se l no cilado livro i. dos
reis
"__e vendo Sal o exercito dos Filis*
theos, penetrou-se ae medo, e seu coracao
se intimidou sobremaneira. E consoltou
ao Senhor, e nao lhe respondeu nem por so-
nhos, nem por Sacerdotes, nem por Pro-
phelas. E disse Sal para os seas seryos:
buscai-me urna malher que tenha o espirito
dePythoD, e eu re ter com ella, e a con-
sultarei. E os seas servos lhe disseram:
em Endor ha urna mulher, que tem o espi-
rito de fylhon. Mudou pois Sal seus h-
bitos : e tomou outros vestidos, e parti elle,
e dous homeos, qae acompanhavam, e
chegaram a noite 4 casa da mulher. e disse-
lhe : advinha-me pelo espirito de Python^e
faz-me apparecer quem ~eu te disser.
' (l)DeQt7T8, 10,11,12.
(?) Isaia, 8, 8.
que ainda combatem c na trra contra os
inimigos da salvaco, mas ainda entre os
membros de cada urna dellas entre si, e com
Jess Christo sea chefe. Mas n5o se infira
do que acabamos de dizer, que s5o tres igre-
jas diferentes; nao, todas tres n5o formam
mais qae urna s igreja, da qaal Jess
Christo o seu chefe, ou cabeca,e cujosmem-
bros sao cbamados mesma bemaventuranci.
E esta commanicac5o se faz por meio do
Santo Sacrificio da Missa, dos Sacrameotos,
e oracSo, e obras pta3: saber, com a igreja
triamphante. ou com os santos do Co,
commanicamos pelas oracbes, que Ibes di-
rigimos, e pelas gragas, que elles nos alcan-
cam de Deas, orando tambem por nos: com
a igreja padceme, ou com as almas do
purgatorio, pelas oracoes, qae fazemos por
ellas, pelas indulgencias e boas obras, e so-
bre tudo pelo Santo Sacrificio da Missa, que
offerecemos Deus para seu all vio: e pde-
se pensar, que estis santas almas erara tam-
bem por nos: e com os fiis da igreja Mi-
litante communicamos pelas gracas e obras
de toda a igreja, e pelas gragas, que cada
fiel recebe^ boas obras, qae faz, as qaaes
aproveiUm todos.Eu sou participante de
Deus. pertence: e praza ao Senhor
punir aos que se esto dando s criminosas
superstices das evocacfos dos mortos com
as penas, com que castigou a Sal pela sua
van curiosidade, e desprezo da lei, qae pro-
hibe asevocacoes.
A igreja condemna taes praticas supersti-
ciosas ; e os concilios de Laodicea, e o 4."
de Carthago fulmioaram a pena de excomma-
nh3o contra os que as usassom.
Em urna carta, que nos :oi dirigida por
pessoa, que parece bem iniormada das coa-
sas do spiritismo, chamando a nossa atten-
Co sobre ell-, se l oseguinte: Para
bem provar-vos quaoto a celebre doutrina
spiriiica, como cl.amam os seus athletis,
contraria j^jssa religio direi, queesses sa-
crilegos homensse tem atrevido dizer, que
tiveram manifestares fetas pelo aojo de
Deus, Santo Antonio, Agostinho, e outros....
Esses homens derampublic dade duasma-
nifestacoes por elles organisadas, sob titulo
de sereno urna feita pelo aojo de Deus, e a
outra por S. Agostinho, ambas pessimas,
principalmente a deste ull mo. qae tendo
sido um grande homem na scienci, e at
doutor da igreja, nao a fari; por serem pa-
lavras proprias de menino ie eschola.
A santa escriptura nos da testemunho de
varias a;>parir;oes de anjos. A' AbrahSo, e
Lot appareceram anjos : (6). David vio o
anjo, que feria o povo : 0) ar am> ftafael
acompaoha a Tobas, e se Ibe descubre: (8)
ura anjo appareceu Zachurias, e lhe an
nunciou o nasemento de S. Jo3o: (9) o ao-
jo S. Gabriel foi enviad) SS. Mirgem Ma-
ria para lhe annanciar o;niscmento de Je-
ss Christo : (lo) um anjo a anuncia aos pas-
tares o nascimento do Salvidor do mundo:
(1 i) e as santas mulheres ti 'erara noticia da
resurreifao de Jess Christo pelo ministerio
de um arijo. (12).
Mas quando os aojos \isivelmente appa-
receu com i enviados e mensageiros de Deas,
apparecem milagrosamente, visto como para
tal apparigao, operaco, qui lhes nao 4 Ha-
lara!, se requer urna ordem, e disposicao
especial de Deus, e sempre em casos extra-
ordinarios, de grande momento, pela maior
parte da ordem sobrenatural, como aconte-
csu as apparices citadas. Assim qu nao
se pode admittir semelhame raanifestac5o,
que os Spirilistas lhes dizon ter sido feita
per anjo de Deus, anles se deve iateiramen-
te rejeitar como urna fabuU, ou ento como
traca do Espirito das trevas: e vos deveis,
amados filnos, cerrar os rossos ouvidos
estes cantos.
O mesmo deveis praticir respeito das
manifestagas, qu? se dizerr fetas pelos san-
ios. Tratando da evo;aco dos morios nos
vos temos fallado com bas tanta clareza oo
intuito de vos desviar desse pernicioso erro;
nao lhe deis crdito, porque tudo isto
urna pura superstiejio. Cono acreditar, que
os santos venham do outro mundo ensinar
aos vivos os erros, que elles condemnaram
c na trra I
Monsenhor Gaume no seu Tratado do Es-
pinto-Santo, impresso em Pars no anno de
1864, consagra no fim doiJJBieiro volame
dous captulos ao Spiritsllf que sao dig-
nos de se ler, e de se moditar : e nos va-
raos transcrever algumas passagens desses
dous capi lulos, em que olle declara a sua
opinio, corroborando-a com a do erudito
Sr. bispo de Poitiers, acerca das manifesta-
coes feitas pelos espirilos.
proposito dos pb.enoio.enns spiristas, e
dos agentes, que os prodi;zem, perguuta o
douto escriptor.
Mas quem sao esse direitos? Elles
nao podem ser seno os ar jos bons ou mos,
as almas santas, e'as almas condemnadas.
Ora elles nao sao nem os bons aojos, nem
as almas santas. De urna parte os bons an-
jos, e os santos nao est) i ordem do ho-
mem do sentido que elles veem de um mv
neira sensivet ao appello do primeiro chega-
do para salisfazer sua curiosidade, e ser-
vir-lhe de passatempo: -ousa igual jamis
foi vista, jamis foi dita, jamis acreditada.
D'outra parte Dos prohtt-e sob as penas as
mais severas interrogar s mortos. (Deut.
18, 11.) Os pretendido: mortos, que res-
pondem, desobedecem ento Dos; elles
nao sao pois santos. "O que sao ento? Os
cdndemnados, ou os djmonios. Mas os
conlemnados nao esto s ordens dos evo
(j.
O phenomenos spiritas de hoje sao
os mesmos que os da antiguidade pagan, e
do mundo actual submeltido idolatra.
Que differenca, nao sor talvez na forma, se
acha entre as evocaces, os orculos, 03 pres-
tigios, que vemos, depois de desoito scalos
dechristianismo, reapparecer na Europa, e
o que se fazia ha dous m"l annos, em Claros,
em Dordona, em Preoeste, em todas as ci-
a de Medeiros Soma Caldas.
O Sr. Martioiano da Costa Agr fol noraeado
dehgado do novo dlstricto policial do Sacco, no
Granito.
Para supolentis da mesma delegacia foram no-
meados os Srs. Ildefonso da Costa Agr, Agostinho
Paes Landim, Eophraslo da Costa Araojj Filho,
Belarmlni da Costa Araujo, Martinho d'Oliveira
Silva e Francisco Luiz da Costa Araujo.
Erop ssa-se hoje pelas 4 horas da tarde o
Rvd. vigario collalo na fregueiia de S. Fre Pedro
Goncalves desta cidade.
A irmandade do Santissimo Sacramento da mes-
ma fregueila encorporala fara' a recepso solem-
ne d) mesmo Rvd. parocbo.
Acham-se de mex nos estibeleclmentos de
dades dos Gregos, e dos Barbaros, como diz Cari4adex a" cargo da Santa Casa de Misericordia,
Plutarco, e O que se pratica ainda na frica,' os Sp. raordomos : Dr. Manoel Ferreira da Silva,
as lidias nnThihpln na Phfta DOf toda no hospital Pedro II; Dr. Antonio Herculano de rno invern
as najas, no 1 ribete, na ^pw,_por imoa, &aian na casa d03 expostos e coiiegio Napoli do
parte ma fim, onde o evangelho nao tem si-1 dos orpnos An[0Di0 jJ Gjmes do Crrelo, nos, autor do
do pregado ?.... A identidade doseffeitos hospities dos Laiaros e dos Alienados.
demonstra a identidade d
a antiguidade altribue aos -
as almas dos mirtos os phenomeaes spiri- B*mJW ar o de Vi MMo Te-Dem do mae;lro CaeUno Bf e Figtl%0 ^
> A rausa nio nois mais contestavel Rvm- Frel h**aim do Bip,rtt0 Sal' I digo do maestro Paolo Serra ; estas duas p-c
- Elegeu a soeiedada Phil'Harraonic para iraVa. Seeoa no tieairo de San Cario, de Sapote.
membros de sua direceo os Srs. : Didone abandnala o titulo de urna nova opera
Epaminondas Pinto Bandeira e Accioli de \as- | de i.DVenuii,e LEsposinone universal, urna ope-
OOS deque se traa, um fado, que nin- concellos, directir; Hermelindo Eli3eu da Silva: reU p;)sU em msica pelo Dr. Filippo Filippi. Sal-
viiii e Gimez esto neste momento trabaltuoo
para prem em msica urna revista do anno de
, causa.. Ora tO_da 0s religiosos fraucscanos celebrar.m.Jonja, gg ^SSOmZZZV
S demonios, e nao a testado seu padroe.ro orando ao Evaogehoo JJJ^ conservaiorio de M.lo
. actual organisa-
5o militar, poe em campanha, sobre 23,57S,00f>
habitante?, 304 batalhSes de infantaria, 302 esqoa-
drSes de cavallar.a, 180 bateras de campanha, oa
para melhor dlter, um batalhao por 77,500 habi-
tantes, nm esqnadro por 74,030 habitante* e urna,
batera de caaipauba de seis pegas por 13,003 habi-
tantes.
Segundo esta proporgao, a Batiera tena de lor-
necer (com orna popolacao de 4,755,000 habitante?)
6i batalhdes, 64 esjuadroes, 36 bateras ; Wur-
temberg, 23 batalhSes, 26 esquaO.Sss, 13 bataines;
Ba->, 18 batalhSes, 19 esqnadrSas, 11 bateras ;
Hesse-grio duca 11 batalbe, H squadrSa e 6
bateras ; ao lodo, 116 batalhSes, 118 e_squadroa
66 bateras, sobre urna populado de 8,76i,000 ha-
bitantes.
Entre as novas operas italianas citam-se as
seguintes, que ho de ser representadas, no prxi-
mo invern, nos theatros da Italia : Giovanna U
maestro Petrella ; Putiphar, de Ognoni,
Don Bucephato ; L'lso a dex Qiardin. ope-
ra burlesca do maestro Dall'Argine ; a Tomboln,
opera burlesca do maestro Cagnonl ; Vn Colpo di
Lauro H >,
GU Acentu-
tas.
do que o facto mesmo. E que toda a anti-
guidade attribue aos demonios os phenorae-
guera pode negar sera cahir no scepiicismo
Pois que nos o temos j provado, contenta-
mo-nos de citar a .jui a Tertuliano, arran-
cando a mascara, ha dezesete seculos, aos
pretodid morios de Allan-Kardec, e dos
spifHas.modernos. A magia, dizia elle,
prorn#fte evocar as almas dos mortos. O
que* pois a magia ? Um embuste. Maso
auclqr do embuste n3o conhecido seno
Canee, vice director; Jos Pereira Arantes e Ma
noel Silvestre Ferreira Bastos, secretarlos ; Justino
Miguel da Costa tbesouretro ; e Eduardo Miguel
da Costa, procurador.
Em conseqnencia de nao haver comparecido
numero suficiente de jurados para a quinta sessa
judiclaria do jury desta capital, convocada para o
l* do correte mez, e de haver sido esgotada a
nroa especial, foi adiada a mesma sessao para
boje, conforme o decreto de 31 de agost) de 1830,
n. 2693, tendo sido previamente sarteiados novos
smente os christos inteirados dos iuizes de 'acl d orD1 '
erios dos mos espir tos. Os demonios
sao os auctores da magua, por meio da qual
elles se do por monos. Invoca-se ento
os mortos recentes, os mortos de morte vi-
lenla; porm sao os demouios. que o,>e-
ram sob a mascara das almas.(14).
. E tratando dos resultados pralicos do
Spirilismo, diz eile:Os eleitos mais cla-
ros do Spirilismo sao, m ordem religiosa,
a negaco cada vez mais geral do Cristia-
nismo corno obra divina, e como religio
positiva; o enfraqueciaento do temor dos
juizas de Deus; a confianza na metempsy-
cose, que transportando ao dcimo nono se-
clo os erros do gnosticismo theoco, coa-
duzao gnostic smo pratico, isto eman-
cipacode todas as inclmacoes corrompidas.
E na ordem social, seus eleitos sao de-
sastrosos: traduzem-sc p.la loucura, e o
suicidio.(lo)
Eis aqui, amados fiihos, o que jalgamos
coavenienle dizer-vos acerca da nova doutri-
na do Spiritismo, que entre nos se procura
diffundir: estai de sobre-aviso, para que
vos nao enganem com sofismas faliaces, e nao
sejais como meninos fluctuantes, nem vos
deixeis levar em roda de tolo vento de dou-
trina, pela maligndade dos homens, e pela
astucia, com queioduzera ao erro (16). Vi-
giai, porque o inimigo da salvacjo nao ces-
sa de procurar meios de engaar, ao qual
xesisli fortes na f ; e estando de antemo
advertidos, guardai-vos para que n5o caais
da vossa propria firmeza levados do erro
dos insipientes; mas crescei.na grac/.e no
coahecimemo do Nosso Senhor Jesas Chris-
to. A' elle gloria assim agora, como at no
dia da eteroidade. Amen. (17)
Os reverendos parochos lero esta nossa
carta pastoral aos seus parochianos esta-
co da mftsa conventual.
Dada nsta cidade de Sao Salvador da Ba-
hia sob nosso signal, e sello de nos3as ar-
mas aos 16 de juuho de 1867.
Lugar 4" do Sello,
,$ Manoel, Arcebispo da Bahia.
Tem lugar hoje a arrematado de porcSo de
ferro iouillisado, restante na arsenal de guerra.
a Caia Filial do English Bank of Rw d i ricordia, que corre terga-feira 8.
1867.
Filialmente, o.mestre Arrigo Botta acaba decom-
pdr o Mtfistofete, grande operamigica para o Ihea-
tro de S.-ala.
Nao a fecnndidade que falta aos compositores
italianos, nem os thealro?, nem mesmo as auu
das veies o bom xito ; o que Ibes falla sao o
meios de faierem iranspor s snas operas o recinto
da cidade onde sao representadas. A maior par-
destas all nascem e all morrem.
Loleria. A que se acha venda
a 40.", a beneficio da Santa Casa de Mise-

PERMMBUCO
REVISTA DIARIA
da coi
alo R
s, 28, 5 at 16.
19, 13.

(5) Psalm. 118, 63.
(6) Gen. 18, 2, e 22.
(7) 2. dos Reis, 24, 17.
(8) Tobas, 12, 5.
(9) S. Lucas, 1, II.
(10) S. Laca, 1, 26.
(11) 8. Lucae, 2. 0.
(12) S. Mallh, 28, 5.
dido foi exonerado de promotor pnblico
do Rio Pormoso, o Sr. bacharel Anto-
o Freir de Garvalho ; sendo nomeado
para o'subslitair o Sr. bacharel Jos Manoel de
Barros Wanderley Filho.
Os professores interinos do Altinho, Jo
Bautista do Amaral e D. Liliosa Silvina de Olive!-
ra offereceram 5 por oento de seas vencimenios
para as urgencias dn estado, a .comegar do f do
correle.
Jiiniro deu comeco s suas trausaccSes bancaes,
descontando ttulos commerciaes asprovados, com-
prando e vendendo letras de cambio subre a Euro-
pa e outras pracas, emilliodo cartas de crdito
para viajar ou a negocio, e recbenlo dioheiro em
cunta corre''le sobre aviso e era deposito a praio
Qxo com joro, conforme as ondicoes estipuladas.
A mesma C'.ixa encarreg^-se, mediante com-
ml-so, da compra e venda de apolices da divida
publica e de accoes de companhla nj imperio e
fra d'elle, bem como da cobranca e remassa de
dividendos, litras, ou outros quaesqaer ttulos.
Achando-se ha quasi ura met concluido o
calgameote da ra dac Cruies, conveniente o
lembramos aos encjrregados dessa obra, qoe fa-
cam confeccionar os respectivos passeios, ahm de
allviar os moradores e transentes daquella ra
d s ncommodos qua Ibes causa a falta dessas cal-
cadas.
H)je faz lpiilo o agente Cordeiro Simo-s das
duas lojas de ferragen< a ra Nova n 33 e 33,
pvtenrente a' massa fallid i de Sebastio Jos da
Silva, as 11 horas em ponto.
Chamamos a atteocao dos leitores para a
correspondencia do Sr. Dr. Amerieo Netlo de Meo-
doea
Cornaca amanhia na matrii do Cirpo Santo
o setenirio do Senhsr Bom Jasus dos Passos.
Na mesma igreja solemuisa-se amanbaa a
imagem do Nossa S-mtnra do Kosario : sao orado-
res da festa o Rvm. Sr. vigario da freguezla e do
ToDeum o Rvm. Sr. E O Sr. Dr. Lobo Moscoso vaceinara' s sex-
tas-feiras e sabbados, era a casa da saa residencia
a ra da Gloria n. 3, todas as pessoas que all fo-
rem pdas 5 horas da tarde, em juanto eontinuarem
a comparecer alli as pessoas ja' vaccinadas, para
extrahir o puz vaccinieo.
Est se concertando, em Paris, o cimborio dos
invlidos, monumento construido durante o reinado
de Luiz XIV.
Os trabalbos esto mu adiantados, e j se ple
admirar a agulha completamente dourada, e que
projecta ao longeo seu bnlho luminoso, quando os
ralos do sol Ibe douram a superrkie.
Liberal Bruant, nm dos mais habis architecios
do lempo de Luiz XIV, foi incumbido por esse so-
berano da ediflcaco do albergue dos invahios,
monumento que, segundo dizem, bastarla para II-
lustrar um reinado O archilecto leve ordem de
riscar e fazer construir um edificio luxuoso. Luiz
XIV vlsltava a miudo os velhos soldados motila-
dos, restos venerandos dos seus exerc.tos victo-
riosos. ___m.
Bruant morreu antas de concluir a constrnecao
d capella real, que o grande ministro Louvois
Ideara, para as devosSes particulares do fundador
Varehueeio MaBsard levoa a cabo urna obra to
bem comecada.
O zimborio eslava completamente acabado em
1706 trinta annos depois da adopgo dos riscos
O zimborlo dos invlidos cilado na ordem ira-
mediata aos de S. Pedro de R una e de S. Paulo de
Londres, como um primor de elegancia e de cons-
truego.
Louvois, o grande ministro de um grande re,
tioha empregado os maiores esforgos para decidir
seo augusto amo a mandar construir o edificio dos
Invlidos.

-
Cavalcanli Pessoa e Manoel
activo.
tes Jos Tnomaz
Francisco de Carvalho Paes de Aoirade, aendo-
Ihes pelo commaddante superior respectivo, desig-
nado o batalbao em que devem servir.
Sobre proposta do commandante interino da
seccao de batalbao de reserva n. 6 de guardas na-
conae de Caruar, foi nomeado alferes cirorgio
da mesma, Julio Ruflao Alves Velloso.
Reparticao d\ polica : Extracto da par-
te do-d.a 4 de outubro de 1867.
Foram recolhidos a' casa de delengo oo dia .i
do correte :
A' ordem do Dr. delegado da capital, Raymaodo,
escravo de Joao de Freilas Lima, por^ugo.
A' ordem do sublelegado de S. Jjs, Mana Das
de Moraes e Flix Crrela de Oliveira, para cor-
receo.
O ebefe da 2* secQie,
J. G. de Mesquita.
Casa oe detencao. Movlmento do da
de oolubro.
Eiistam presos 292, entraran 6, saturan *,
existem 294, a saber : nacionaes 205, mulheres 6,
estrangeiros 34, mulber 1, eseravos 47, escrava 1,
total 294.
Alimentados a costa dos cofres pblicos SU.
Mov.meoto da enfermara do dia 4 de outubro.
Tiveram baixa :
Antonio Francisco Alves de Soma.
Joao Gualb?r(o dos Santos.
Teve alta :
Francisco Jos de Sonta.
Passageiros do vapor americano South me-
nea, sabidos para Ntw-Yoik e portos inter-
medios : Aaron Ga.kell e 6 engenheiros in-
glezjs.
Passageiro do brigoe porlognez Constante I,
viajo de Lisboa :Jote Maria Ramos Sena.
Passageiros do patacho braslleiro Vlente, sa-
hido para o Rio de Janeiro :4 marojos da barra
hespanbola Isabel uaufragada oa liba de Fernando
e 3 eseravos a entregar.
CIiil)MC4 JtDiCliRI.
TBIBVXAL 0 WMMCW
ACTA DA SESSAO ADMINISTRATIVA DE 3 DB
OUrUBRODE 1867.
PRESI0B.1CIA DO KXV. SR. DBSMBABCADm
' AMSKLMO FRAKCISCO PUBTTI.
As dez horas da raaona estando reunidos os
Srs. deputados Rosa, Basto. Miranda Leal e sop-
plente S LeitSo, o Exm. Sr. presidente declaroa
aberta a sessao. _
Lida, foi approvada a acu da sessao aoteee-
deole.
BXPB D1EMTB.
Aviso do ministerio da )osli?a, daUdo de 14 de
setembro ultimo, solvendj a consulta deste tribu-
nal duendo que a molla e o processo de qae trata
o aviso de 19 de junho do correte anoo o meio
de que devo lancir mao o tribuoal para obngar a
terem sua escripia regular os trapicheiros que a
nao tiverem.Accnse-se a recepclo.
Offlcio do Exm. Sr. presidente da provloeia de
30 do sobredito mez, para ser informa 10 o reqoe-
rimeoto em qoe o gerente da Cala Filial do
Eogtisk Baok of Rio de Janeiro, nesta cidade re-
quer que se declare constituida a supradita caixa.
Que se informasse em ssotido favoravel.
DESPACHOS.
Sjmraarij ex offlcio ontra Joao Ignacio Avil',
administrador do trapicheAvilasim no largo
da assembla o. 26. sammariado qoe *> sa-
tlsez o despacho anterior, pwe qoe o geoero, a
que se refere, nem mesmo paga direitos ae ex-
portacc. .. ... ,-i
Reqaerimento d Irloo Coiho da S
dn riPA QQeri embelleza-lo a lodo o casto ; mas latava
- Por terem sido julgados ^"" ^"M ^ M naMN difflcnldades : o thesooro eslava
tivo, foram passados para a reserva, os &rscapw sem reJ) qaalf0 exercil03 effl campanha lam
exhanriodo os recursos da Franja. Em vista dlsso,
tomou a deliberagao de eothesoorar, em barricas
oceultas oa sua adega, todo o oaro, fracto das suas
economas. Eslava persuadido que oioguem des-
(13) Pag. 504 e 605.
(*
(16
117
607, 508.
(15) 525, 526.
Eph3S.',4, 14
l. Petr. 17, 18.
cobrirla o dinh;iro com que tancionava aformosear
o albergue dos invlidos. Atraicoaram-no.
Luiz XiV foi informado do logar onde o thesoum
se achava, e algumas almas caridosas fcilmente o
eonvenceram de que esse dioheiro pertencia a
Franca e nio ao ministro. .
6 re, mcolerisado, foi ter cora Liovols, e pedio
qu\lhe fitesse ver todos p? aposoolos da sna resi-
Elias de Maura, juutand-o o t^imo^Viuo
em despacho de 19 de setembro ultimo.vista so
*-f!u%t^ SH.ro. Northero As^
!!vitaao Sr. desembargada fiscal.
n to de Vielra A C. (informado pelo Sr. deseo
(.traidor riscal) em qoe pedeo o regiU'0 do seo
contrato social.-Rgistre-ee.
uno de Seraflm Pereira Basto, para no respec-
tivo registro se lazar aonotir o aobsUbelecimento
dos poderes da procnra?ao, que joata, telto na
pessoa delle sapplcaoie por Damiugos Teixetr
Basto,Co<) re}aOT'

\
m
%
MUTILADO


r
fritarlo de P;rftifcue ~ bfeado & de Outubro de 1867.
-------------....
SCE





;
Dito de Antonio Lnlx de Ollveira &**<, <' e iftrMdla feitura d'elle : ftenhuma au- nha dofeza exbibo o:
fae pede cari de registro par o sen biate Jsw*- tordotie podrt Oocar as Cautas pendan sem Ibes ad Ucion.it-i
ArtA*r.Satisfaga o parecer Beal
Exro. 8r. presidente enWrrott i*.
O tribunal da rehuso quer por ventara
estabelecer um conflicto coru o ramo prin-
cipal do poder legislativo f Seria isto que-
brar a harmona qae dere reinar entre os
para resolver o conflicto, seria o poder mo-
'.s ont* ^JS23STZ> m- -ador, otr dissolvendo a cmara dos depa-
rto. *_#JH..2 K-'tados o saspendeodo os memhros do tu-
Nada al* havendo a despacho.
V,ll e i/t) o
se,s?ao.
3ESSA0 JTJIIiaA!HA"wi 3 BE OOTUftRO DR
1867.
nsnwirett do nfc. s* DtKMBttnxDon
a. f. pkrktti.
No impedimento do secretorio, Rejo R"fj;
A
cargadores Silva Guiraaraes. Reis e Silva e Ac-
coli, os Srs. depotado Rosa, Basto e Miranda
Leal e o Sr. snppleole Si Leito.
Lida, toi appfovaia a acta da sessao antece-
dente.
Foram lidos e assignados es acordaos proferidos
ia ultima segsao, nos fenos entre partes ;
Embarcante leao Sevtritno de Sooia, embirga-
4o Antonio Paes da Caoba Mamada.
Embargantes Moreira & Daarte, embargado
Faulo J s Gomes. j. nn>*<
Embargante Augusto Franco de 01 ira,
embargados es administradores da massa fallida
e Jjaquim Francisco de Mello S**08* ,
Embargantes o* administradores da massa fall-
i do Amonm, Fragoso, Santos k C, embargado
Dr. Juao Ba(ili>ta Cisanova.
IULGAMBNTOS.
Jjiz especiaL-Embargaote reo appellado Anto-
io Domingos Pinto, embargado autor appeUatt-<
Antonio L'ite de M^galhfS BIjsJues os Srs.
des-moargadores Res e e deputados Ro?a e Biato.Foram despresados os
embargos volando o Sr. Rosa de cooformt ttde
com o i.* julgametito.
Jarfts f oecial.Appellaotes reas Simplicio For-
tunato Penetra e Antonio oaquim Alvo T>xera,
appellado Thom Lipes de Sena.-Jaitas Srs.
desembargados Accloli relator e Silva dima-
raes, e d-putadns Miranda L*al e snpplente -
Leito.-Fv>i ^normad* a seoteuca, sendo porera
oademnados o autor e os r:>s oas castas em
PrSEo mnnielpal de Ie.-Apooilnto Tboraai
Duarte de Aquiuo, appellados. Moeteiro, Filbo
i C.-O Sr. ilepntido Rosa nao apres.'Otou.
Juiz monictMl de Porto Calva-Apellante
joa'iniai Buarqu- de Sampayo, apppUad Theolo-
Dio Claudio., di Silva Lima.-O Sr. doputado Leal
Dio aprseiiti'i). .. _,
Jmau mnoiolpal do I .Embargaats apellante
Tu kbii Uarte de Aquioo, embargados appoiia
dos M n>., FHbo & C-0 Sr d^p-itado Rosa
o opi'r<"niou. ,,
Jq;j-> uiioinpal da PortaleaAppellinte >-
bo \.'. oii do .santos, appelU'lo ios" da Vil.a
Fi -A peiio de out. j Sr. debutado.
J-j u -.-peu!.-A..ptllan'.i-s a vtava ei berdeirus
it Jo-.* Hypii-J le Miran1", apoeiialo *<*> o sod, polo adoiioisirador ae tui .uuili-r.U sr.
esembargador ci Cavalcante nao compa-
dece u.
PASSAGBNS.
Do Sr. desemliargador Acciull ao Sr. desembar-
gador Silva Guimares.
App lUute DiOiel Joainim da Silva Jjrge, ap-
ellad J^o t'rr.-ita Cfetnlb Branco. "
Do Sr. oe.-.nmargadur Silva Guiraaraes ao br.
esembarcdor R^is e Silva.
Ai.oeHante RaBuo- Ferrei.a da Silva, appellado
Jos Rjdigues Pei*^ra.
DlSTIUBt'IQSES.
Ao Sr. deserabargHdor Ai"ioli.
Appeiuote Roque Ferrara da Costa, appellado-
IltkA l-mao.
Ao Sr. de>embargador Silva uulmara^-:.
Appflnle o vigario Antoin Ttiomai Ten^ir*
alvo, appellado Antonio de Cisro Lar*ngBra.
Nada mais buuve e encerrou-se a sesso *
aira hora a tarde.
dada ahora" tfS> Wa-i on ftzer revteer tfocessvs
mesmos dow^en^,
n-men O respeilavel publico, os m^nuidos e <
reta a audiencia e antes do deferitnento
d lanfamento decorrnram al^uus rninu-
los, estes e aquelles escederam muitoaos
eollegas que os apreciem, e '.oes antepondo cinco minutos qae se Ihe consignaram,
rs 9Ttti?os d'accasaca) deci^m como t&rde-o droWeste excesso o lancamento.
jusliga, certos de que me 'doiaasudo apra-
sivel o declarar moili ''rto7VfOlBinemente
qae :-*#i&o fuero%'nfo/ceeito, fUm devo
pdderes-: e neste caso o nnico competente acertar a ntotoriutulpneta ; prmjuf
tifa ejustica rigorosa. 1
Agora, Srs. Reda-Xores, qoe assim tentao
camprido o protesto consignado em rainht
correspondencia do 28 de setembro ; t&
banal; porque ao poder moderador que
est delegada privativamente a attribuicSo
de harmonisar e equilibrar os poderes poli-
ticos.
Os apregoadores de semelhante doutrina
querem ver as nossas cousas anarchis.idas,
e oio reflectem certamente as cousequen-
ensarilbo entretanto is armas: hoje mosmo*; fl^omo Ihe aprouver.
os Srs. Redactores serao intimados judicial-
mente para eibinireo os autograpbos dos
eseriptos publicados em seu couceituadu
Diario sob a respoo abilidado do Sr. Ale-
jandre da Costa Silieira, sem exceptaar os
cas do despreso em que pretendem que re-lannuncios pelos qujes o Sr Alexandre oc-
caia urna iosiitui^o democrtica.
Qaant) ao qaarto exacto vir a meu
poder antes das duas Inras urna' petizo
escrpta cassignada por V. S, requeren-
do cuntagem aQm de pigar-se as custas e
tentar nova accSj, e sendo o deferimento
fvorvel a flz remetter logo ao Sr. Sa-
t raiva (escriv5o ) E' o que teoho a direr,
A^pode V. S. usar desta minia resposta
< Son d* V. S. venerador e criado,
< Antonio Unto de Barros.
c Recife 2 de outubro de 1867.
Illm. Sr. Dr. juiz municipal da I" vara.
O bacharel Aruerico Netto de Mendon?a, re-
qu*r mu atteociosameu'ie a V. S digoe-se
Uor bdrrore^ rfg miseria, t) acto do Sr. Colmlra
fol grande eomo sua alma, sempre Inclinada a'
protec^aT) dos d^validos.
Amelle, pcls, o Sr. Coimb'a esta prov de gr li-
dio, qae da' um amigo da familia bedeflslada, qae
o oina como sen benf jitor.
m. S.
fendo sido apresentado pelo-govenlo Imperial na
Igreja paroehial da-S.*reiPadro Goncalvesdo Re-
cife o Rvm. Sr. Antonio MaBoel da Assumpcao,
tom* boje is 5 boros da tarde posse do rean da
fregaetia na qnali-Jade de sea vigario collado.
As virtudes, illa-trocao o precedentes honrosos
do nobre vigario sao asss notorios o do dominio le
BiNgae prasjlanoGetrge Andreas dem.
Bieuoa bulis(enie-E/ Bngue lubqoeoseLuoeck-farinha.
Bjrca lubeqaense Bayda dem.
Sumaca hespanbolaAgustina baealhao.
Brigue portogoez-Consoiif/ -varios geoeroo.
Brigae nacional -u/indacturqae.
RRCKBEU0R1A DE ftBNDAS L1TERXAA
GEKAKS.
auaiimeito da 4 a 3 .......... 3:7J74
dem do 4ia 4 ..'................ !.763aOl
5.W5*0*
CONSOLADO PROVINCIAL
oBimuniertdos
O Sr. conselhelro Frmiuo An-
talo de iiz..
E' lameotavel a maneira ponco pensada,
seoo leviana. pela qual se ha procurado
esvairar a opini'i em assunq)lo to impor-
tante, como aqueile que se refere s oc-
urrencias do processo e proouncia do Sr'.
Dr. chefe de polica. Te^n-se qu-rido ar-
astar no vrtice das ioirijjas polticas um
tribonal que por sua natureza e fi-ncves
destina la a manter a ordem publica De
tudo se ha queiido fazer arma de partido, e
caractere importantes e allameote eolio-
gados na catheoria jodiciaria bao sido
atiradi'S lie das censuras desconceitua-
doras com crimiooso e inciiscuU-avel ardi-
m oto O o,ui! prndoz ist-> senio a anar-
ehia e a deshrmnnia sucial ?
Em m>s>a forma de g jverno ha quatro
poderes, cada ym dos quaes d^ve ser res
peitado em suas attriuices. Eoire elle?
pnrm, ba um o pod> r moderador, que
i pnvaiivamente delegado ao Imperador, e
cuja misso especial velar incessantemente
sobre a mantitnr;5o da independencia, eqo-
librio e haimonia dos mais poderes politi
os. (Art. 102 da Coost.)
O pder lei{i>iativo faz a lei ; o poder
gxecutivi) exearta-a, e-admiui^tra o E tado;
poder ju'liciano ipplica a lei aos casos
oceurrentes.
O poder legislativa delegado assem-
bla ge al ci>m a sanego do Imperador, e a
assemb a geral compoe-se de duas cmaras:
a dos deputados e a dos senadoras.
A le< o resultado da cooperaco desses
tres elemei.ios do poier legislativo ; mas
alm da lei, ha actos que sao da aUribuii;5o
da asserabla geral. sem dependencia de
sanefo ; ha actos que sao da attriuuicjo ex-
clusiva da cmara dos depuraos, e actos
que slo da aftfijjufr^o exclusiva do senado.
Todos esses actos emanados dess-as corpo-
racSes, embora nao sejam leis no sentido
restricto, todava tem a torga rte obrigar ; e
o poder ju ticial, apezar de su independen-
gia, nao oode deixar de os respeitar e de
s applicar e-n a mais religiosa aUeocJio.
A mauuteHcSn das inmunidades dos de-
potadt s e-t especialmente confiada a cma-
ra dos depulados pelo ai l. 28 da i.onst., e o
art. 47 % 1* declara ser da attrtboi$3o ex-
lusiva do senado conriecer dos delictos dos
depulados durante o periodo da legislatura.
Desd-\ pois, que cmara dos depulados
u o senado te.n eulendido a constiiincao no
queresp-ita ao exercicio de suas attribui-
fes privativas essa intelligencia oeve ser
respeitad- pelo poder judicial, que n5o pode
recalcitrar contra actos que irazem o cunb
de obngaturios, e qae pelo contrario os
ieve fazt r cmprir.
Em laes condicDes se acha o acto da c-
mara dos depulados que dechrou o Sr.
Dr. Felinii no go-o de soas mmaoiladea
Em taes circunstancias obrou mu cor-
datamente o Sr. conselheiro Firmino Amo-
nio de Souia fritado, com o respetto de vi-
do ao acto da cmara dos depntados, que
por intermedio do governr/ lbe fra trans-
mittido, ordenou e fez effectiva a remessa
do processo nos termos em que se achava,
e em ordem a ser cumprido o preceito cons-
titucional, que elle jurou cumprir e exe-
cutar.
Esse acto est cima de toda a censura,
quer sob o ponto do vista da legalidade,
quer sob o pooto de vista da energa do ca-
rcter, sendo ateiramente infeliz o contraste
que procaram crear entre S. Exc. e o Sr.
bario de lloot'serrate. por occasiSo das apo-
sentadoras dos membros do supremo iri-
Dunal de jusliga.
Sob o ponto de vista da legalidade, cura-
pre desde j que fique reconhecdo e as-
sentado, que opresnente dot iban^l da re
lafSo n.i um mero execotor das orJens e1
determinar/) s do tribunal. H5i; elle tem
tima rbita de accao que II> prupria, e
que se a;iia bem ilefiuida no reirulamsoto de
'4 '.'e jan-iro de 1831, qiindo Ihe confert-
attribnif;"!.. de diriijir os trab'.iiUo, manter a
ordem e fazer execntar O" leis.
Se, por lantu a corjslituiySo do estado
ordena a rciness i do processo, de);.iis da
pronuncia dos depnta os, p^ra a respectiva
cmara, e assim foideCilido por acto uua-
nm- desse ramo do poder legislativo, o Sr
conselheiro Firmioo Aninuio de Sooza cum-
pri'i o seu dever, e mantev a dtgnid -de de
seu carb'*, tazendo cumprir o preceito cons-
titucional e e eflectoand-i a remessa do pro-
cesso.
Sob o ponto de vista da energa do ca-
race:, pracou o Sr. GOsorbehO Firmino
Antonio de Souza um acto dino de apr. 50
geral ; porque, mediante elle, evitou um
conllicto des igra lavtl entre dous poderes
polticos, do qual poderiam resultar funes-
tas consequencias.
Se se traia-se de urna invaso do poder
execotivo sotjre as attrrbti'CoVs 'do poier jSi-
dtcial, leriaoi rizo aquelles que censuram
o acto do Sr. presidente dj rela;o; mis,
tralando-S'i de manter peo contrario a di-
nidade do tribunal, me liante o religioso
ctimprmento da cosstituicSo e dos actos de
um poder legitimo, o procedimento do Sr
conselheiro Firmino Antonio de Souza
diario de louvor e nao de censura.
E' sem nenmim fundamento o cnntrrste
malvolamente estabelecido entre o Sr. con-
selheiro Firmino Antonio de Souza e o Sr. |
coaselhero baro de Moni'serrate; por
quanto as hypoiheses s3o inteiramente di-
versas e at oppostas.
No caso das aposenladona> tratav^-se de
um acto illeal do poder exeeulivo, ilie^ali-
dade que foi reconbectda pelo proprio go-
verno, a quem a cmara dos deputados cou-
cedeu um hill de indemni tade, e sobre o
qual apiiareceram protestos da parte de
membros do poder legislativo. O Sr. br5o
'le Mont'serrate, neifan ose a exe :utar um
acto do governo, recoubeeidamente illegai.
e excessivo .^a rbila de suas aitrtouicoes,
assumio peranta a opuiao a caihegoria de
nm caracer elevado que nao transige com
a relii5o de sua consetencia ; e isto sem
que resulte desaire a gum para o Exm. Sr.
conselheiro Marcelino Antonio de Brito.
quando deu execngSo ao acto das aposen-
ta J'iriis, au vez que o po-ler competente
havia concedido o bil de iniemnidade, e
deixado de d-cretar accasafo o minis-
tro que referendou dito acto.
No procedimento do Sr. conselheiro Fir-
mino An'ouio de Souza, ha como no do Sr.
conselheiro barao de Mont'serrate respeito
sincero reKgiao do dever; por quanto a
renessa do pr cesso, alm de ser um acto
constitucional, f i ordenada em face de urna
decisao unnime da cmara dos deputados,
nica competente para resolver semelhante
emergencia. Erguendo-se cima das exi-
geoc asue uaw falsa opmiao aquem se tem
dado um c.iracler de arlenira na veriade
inS' lito, o Sr. conselheiro Firmino An'onio
de S-ttua empa elhon com o Sr. baro de
M-ml'serrate, e n5o Ihe ficou aqnem.
Honra, pois, ao Sr. con.elhero Firmino
Antonio de Souza, que soube manter a difc-
oi 1ade do tribunal da refaci e a propria
digoidade.
A.
culto a misera capa do incgnito me tem declarar por seu respetavel despacho
coi,vi.lado ra do 1 rapiche n. 14 terceiro. presente petiglo:
andar. ^Se o sttpplieantt atsistio desde principia
E' ndispensavcl que o Sr. Alexan Ir arjm a audiencia criminal drsle jntp, no
conheca, que em um pdz constituido, a es- da'ti do correnle mez, em cuja audiencia
pada da lei n3o de'xa escapar o assassino Plaendo Alexandre da Costa Stleira
da repntacao alhda.
Com a publicidade desias liabas e dos do-
cumentos que offere jo, os Srs Redactores
hiAiak obsequio muda especial ao seu
Assignante e criado obrit?adissrav>,
Amrica Netto de Mendoea.
Recife 4 de otitunrw de 187.
f Illm Sr. Dr. /. mtrico Nttto de Met
doea.Permita responder aqui mesmo
as pergunt^s que me faz.
do processo que encaminhava permte V. 8.
contra Julias Fuerttemberg.Pede a V. S.
deferimento.E R.' M.Recife, 28 de se-
leaibro de 1867.
E'vrdde o qiiereijuer. Recife i& de
seterajtro de 18o7 Pau'ino Chives.
/Km. Sr. Dr. juiz municipal da Ia vira.
O bacharel Amerio Nett'j de Mtndonca,
precisa, bem de Bui direttos, qoe V. S.
dtgne-s de maridar que o p >rteiro dos au-
Quanto a prim ira, verdade que V. S.; ditorios desta cidade certifique o segumte:
esteve eduversand) tooilgo a respeito da \se 0 suppUcante esteve prsente audiencia
doutrina de uns rl -s do coligo, <(ae.criminal deste juizo, no da 27 ro mez de
nao ven pelo cit ir ; isso no dia 27 do. sombro prximo passado, quando foi apre-
correote pouco ai tes de meio dia. ^goado e laucado Alexandre da Costa Sil-
Quanto a seguida, lem'oro-me perfet-; vtra, do processo que interpozera perante
taraente que a dh#i conversa foi nter- yt j< contra Ju'.ius Fuerslember; e se o
rompida pela GbYgsda douminlivilu>, \Snpplican'.e Ihe pedio que iemorasse a
que o cbamava ptrair a audiencia ; que yir/ca de Alexandre-em^conseq-tcncia de
era lempo, dsse, lo se para que ; M**jtaver ente sahido em procura de suas tes-
eu lojj.i vi .js c'.m aljama p '<".' on ''0'>&^,fttttmf,as.
btuiiae, quu o clirnav para negocio judaP' peoH a V S. det'crimeato. E R. M.
ci! de audiencia, o V. S. reijiMu-ss '0 ^" Sim.--Recifj, I de outubro de I87.
diatatuente, nao Ue a minima aetaora ',< platino Chn-es.
M07IMBNT0 U'3 POETQ
todos qae o conhecem, e por esta raio nos despen- Reidlaeflto do gia 1 a 3....... 2:4Vnf7Ct
samos de Ihe faier eualqaer elogio, e a prova ro jldomdo dia*................ t:w*J5i
basta d'esta n .ssa asserjo qae os naroebianos do mSS
Recife preparam ama recepoio brilbante ao sea \ 3:775ti
mol digno pastar mandando cantar na respectiva ----------Z"
matriz nm solemoe Te Deum em ac{ao de grabas,; ^^^^^MM>MM,y
p mero de sacerdotes d'esta capital.
Apresenlando aos p?roctilaoos do Recife os nos-,
eos parabens por to fausto e auspicioso motivo, '
desejamos ao lllastre e virtaoso vigario dilatados Navios entrados no dia 4.
anuos de eslsteaeia para ventara de sens fregUezes Lisboa36 das, bngue poriftuj Gonsiante 1, -t
e honra do clero pernamhacano, do qnal locon- ] 268 toneladas, capii3o Angosto C dos R-i-, moh
testaveimenteS. Rvma. um dis seas mais dislinc-j pagem 15, carga vinno e vatro; genero* ; a Ol
los membros. i veira Pilos & C.
Que Deus o proleja e teoha empre em sua santa Liveryuol50 das, escuna ingleza Camet/ord, :
guarda, sao estes os votos sinceros do menor dos 164 toneladas, eapitiu JOio R. James, eqwpageB
seus 8, carga f uu las e oulros gneros ; a Joweston
Amigos. Paier & C.
Navios uhtdos no nvtmo dia.
Rio Grande do Sol prio Assarlgae brasileir*
Intrrpids, ca^io M Praneisco de Sooza ; e*n
lastro.
Rja-Vista 5 de outubro de 1867.
No Jornal do Rtcife le 30 do nvi proxi no pa-
sado, t -a ama pubiicae'10 solicitada do Sr. Pjrtro
Adoaso Ferreira, na qual 111 ter o Sr. Antonio Vio- r ,ie JaneiroPata tor de Si Barreto, ido diversa- veres villa de jj p. a Costa, cargo liff Agna-Preta, acorapanbado por tres guardas eoitas Parabyba Barca iogkza Rosemint, eapu2o X. S
armados. Diz mais o Sr. Pedro ArTuos, qae a fes ijbbs; em la>tro.
joa On qaem se occapa cootra elle promive ama Mars^ille-Har a austraca Suez, capilo Alrian-.
cora o que respon lo a sna teiceira per-
guota. m
A respeito da (liarla, tambem me,.re-;
cordo, qoe V. S. nsse uessa occa-iiJque
primeiratiir-nte ha> ia a aa liencia rivel p-ra |
se. abrir depis a iminal; o qug fol por |
m:m tambe tu affirilado. E' o que tenho
a responder : p le fazer o uso que le
convier desta reposta.
P.tfc fe 3o de saUainni1 de 1S67.
Smi le V S.
e Francisco Manel de Almida serven-
tuario vitalicio de offio o de porteiro dos
auditorios do termo do Recife, por Sua
t Magestide Imperial, a q-iem Jeus guarde
t etc.
Certifico que verdade qnatito allega
o suppUcante sjb t prim Aro quesito, e
tambem de me hacer p"di lo parm demo-
rar um pouco, emquant'j o autor che,]i-
m, que tinhi idn ver tima losleinunha,
ao que nao me foi poss vel por me ler
t Collega e criado obrigadisstmo, ordena lo o juiz que abrisse a audiencia
e apregoasse os uomes do aator e reo;
o que eflectivamente cumpri; para cons-
tar passei o presente. Recife l de outu-
bro de 187. 'Em fe de verdale.O
porteiroFrancisco Marioel de Almeida.
bita Sr. Dr. |:rt municipal da ^ar'a.
Ttixeir de S. ,
Un. Sr. Dr. Amerito Netto As mn- t
doea.En respiga a carta que V. S.',
se dinou endere(-r-me, enho a dizer-
ihe o segrate : i que V. S. assistio a,
adrencia crimina do juizo municipal da
primei a vara, no dia 27 de setemiiro Q btihrel Americ i%lio d Mendonga,
pr.xmo do, j iir Taraente co-no Sr A-;pre<.sa> bem t seu direito, que V. S.
tonio Pinto de Barros, c nessa 'udiencia, digne-se de mandar que o escrivo Saraiva
eu, advogado do Sr. Jilitis Fuerslem- )ae (l por cert l0 0 terino (\t audien ia
berg, re.ijueri que fosse laucado de partes
o Sr. Alexandre da-.osla Siivir^,' urna
vez que nao esta "a presente, q iaridO W
aprgoado; que V. S. estaoi pin* Mt
antes r? declarada aberta a mesmi au-
diencia
Q.ianto ao segu ido quesito, istd sa-
obediencia b neica liSposiCtd do' a t Sil
de 2 de jraeiro dt 1834.
Eiiialmenie, em resposta ao ultimo que-
sito conttdo na carli que V. S. se riignoa
eodere.ar-me, respon ie"er qua V. S. fez
ver a mesma out iencia, qae o Sr. Ale-
xandre da Costa StlverQ tendo sahid
criminal desle juizo, no dia 27 do expirante
mez em cuja audiencia foi lancado Alexan-
dre di Costa Sil veira do processo que i tin-
tara perante V. S. contra Julius Fuerstt-m-
berg, declare afinal $< o suppUcante este-
ve ou nao presente essa audiencia.
deferimento E R. M.
aeco judicial na mesma villa, e assim da' a entea
der: 1.*, que de tal accio resalta a ioimisade, que '
dii hav-ar; i.*, qae o iojirudo pretende amedron-
talo ; o qae tambem da' entender em entras pala-
vi a* da tal pabllca^o.
Mas esta s coatm falsidadns e ioj'ina-. O Sr.
Sa' Brrelo nao promove acQo alguma contra o
bera edacado autor da pnMioaCjto ; c^mi Inventa-
rlaote do ca^al de Pedro Caval^aoti, promove em
Agua-Preii o respectivo inveotaro. R' por is^o,
que ali tem idu lies vezes : a prim-ira ac.impanlia-
lu de seu criado ; a segunda 'le^t-1. e de sea pr-ica-
raidor S"bistiiio J Bur.is, pesa>a b^m co.iiiAcid.- ;
a tercrra deste dous do Dr. Netto. Un alvo/a-
do i ara procurador ( as f .remos quest-io do cria-
do ) aero dous guardas costas T
Quanto ao mais, a publicaba) dn Jornal do Re-
cife (aria rir, i ao f cons multo lea iomr>ar
e-c^lumoiaT. V-ss beafj Te o S' P-1ro Affaos) I
quer dar parte de sua immfr<-i valenta. deeUrao-
dre PermuJa, carga assnrar e cairos gneros.
DECLARAOS.
O Cnselho de comi>ras d > arsenal de garr.
precisa comprar o segainle : 2,500 v iras d aig>
do laho ; assim comj chama atten.,al. para o ao
nnncio desie c in-.eih..> ile 30 d ra-z fln i<>. <*o] f
ot)]eclos aoiJa uaa (iram c>>mprad<<.
A> pe.-sois t\a-. quizereiu ten i r d'lis ri'>
apr>-nt.-m suas pr-ps;as na sala du -.oaitlbo a-
II h. ras do Sia do c .nselli) do c-fpra, 1 dr ->nt'- i '
1857. J. M ru ii:i.f.-ij Jicaaae da Vaig
Pcssoa e ilello, pr, idmte.
Adtuinistracao do corris d-t.i ci precisa de set hunvns para o servio de
du, qae nio lera o mnimo roeeio de um D(.mm caininneiros! sendo um ua^a as via/eu dia-
terr.vel, acompanhaJo de tres guardas costas r- rias a ci(lade ^ Q ip(ja qaem estJver ^
mados.
Pedras de Fogo.
H t dMO'sels para vrotn anaoa qo- o >. i- s Pe-
dro Celestino de Mendooca, edirli'.oa daas ca>as
contienas na ruado C->mi> aat{meolaado o quintal de urna que reserv.m para
oa moraja, .- diminulab o da ootra, p-r Lilso
jj juaf coostraio uro cano <\" esgoti das aguas
ptuviaes em eoromum servidao de ambas ests ca-
no qniatal da casa em quo morava a embocadura
do a 11 cano.
Depois de algaas annos vendea eie proprietario
a casa em qae morava, com todas as soas servl-
ddes a Andr Cavalcami- de Aibnquerque, desig-
, ni) na es-Ti; t'ira os limites do quiatal respec-
tivo : venlenio depois a do cano ao antecessor do
Sr. J->s rf-nrhiae de' tfMHoo'.'a Aicr m, ( a-mial
BdssttWiiV da' mesma ca ) qna quer agora upar
aquella caao de servidao eommuai; estabelecido na
dei-ssels uara vinte anoo?.
Nao allronta, assim obrando, o Sr. Jos Manri-
que, s leis das prescripgfles, o direito de proprie-
dade do sea visinho, e s inw*ma-. autorhlades en-
carl-egadas da admlolslra?ao da astiQa 1 Podara
ter mais dtreilo de que os seus aotecessofes cessa
servidio commum f Pretender fater da -ua von-
tada le suprema T At breve.
Pede a V. S
ber qual o mot.vo que ited lermim-uj* sim. -Recife, 3o de setembro de 1867.
requerer o langaraont), tenno a reapi*
der a V S. que Jo foi outro senao a
Paulino Gkattes.
Joao Sara iva de Araujo Galvao, escrivo
do juizo municipal da prime'ra vara des
..w- ~.^..w>M .uv '*" ..w|-*-- y---------- U'l JIIH'I 111 'i 11 .1 .i li' *i umiuo ia vnia uuo
do Cdigo d > proetss o, assim cuno ao avfy ,^ta C1(tafje 0 necfB rj^ Perna'jubuo, por
Sua Magostada o Imperador, o Sr. D
Pedro II, a quera D ius guarde, etc.
Certifico que o tiran de audiencia de qae
trata o supplicnte em sua petico retro,
da forma e do the->r seguinte:
Termo de aalien-M<.A"S 27 de setem-
afi>n de,chamar Mas testemunhas, no]^ ^ i8g7> He la crjaie do Recife de Per-
poderia tu dar, smdo esta a conteslaco aamhucu, na sala das audiencias, onde se
Publicac5es a pedido

Correspondencias
hirhirel' imsriio Xrttn de
Headi*ca e>u -nstM dvfrza p>-
raate o respeitavel trlbuaal
da opla'o psi ;llc.
Srs. Redactores. C-n^rme o protesti
.em mitiha core-pon leen de iS do mez de
setembro prximo passado, recorro s in-
ginas de sea conceitnado Diario m dede
fendt-r-me da injuria infamante que me rrtw
gou o Sr. Alcx indre da Costa Silveira, cKen-
te do Sr. Dr. Fran< isco A.ug-u->lo di Costa,
gomo deputado, que amda era em 26 de ai ribuindo me o langamenio do summario
abril prximo passado, como tal mand u que interposer. contra o Sr. Julius Fuers-
ao s ^ue entrasse o Sr. Dr. Felrato uo temberg, peranie o juizo municipal da i-ri-
exor icio de sua^ funcds de ebefe de po- meira vara desta cidide, elevando a oosa-
ucia, ?en5 > que loe fosse presente o pro- dia ao extre no de dizer que en o alando-
cesso tim de decidir eHa se deveria ou nao nei na saa das audiencias no dia 27 dn in,
gOBtinnar. dicado mea. de setemoro, e retirei-mj urna
Otribond da refaci, que deve dar ex- casad* molha los.
tapio de respeito e obediencia aos actos Firme em o testemunho de minha cons-
ebrigatorii-s, quer sejam leis, quer sejatn ciencia, qu- ment arne semelhante f lia,
apenas emanados da assembla geral, ouj escudado a valiosos documentos que offe
de ca ia urna das cmaras, no qae Ibes reco A exame do respetavel puolico, espe-
privativo, deveria dar immediaio cumpri- cialmente dos meus amigos e coll-gas+s-
menlo ao qoe naque le sentido foi rebOivido^siste-tne iniera convieelo de que esses do-
pela cmara dos deputados frumentos exoressam a mais vanlajosa e ir-
A avocado do processo, por intermedio do, recu-iavel defe jne eu jamis podera de-
ministro da |usi>'ca e em execucao do que'duzr na especie d'accusar;So, a que preten-J* eraindispensavel.
foiresolvido peta cmara dos deputados, emjderam sacrificar-me a ievUndade de ume a' que bia e vuUava, decorreramah' d11* Santa Isabel, o beo-Bco. 'l* or
naia implica com o 5 12 do ari. 179 da inaudka perversidade de outro adversario.', dez minutos emqumto o. Sr. r. juiz ^araV em c^ Sr C oimbr.um ami.
coost. quo alias nenhuma applieacao tem I'gratuito e cruel. / "
bypotnese vettente, como resulta da simples] Eu pois, Srs. Redictores, p)r toda a mi
aprtsentada por \. S por ocrasiao de se
verificar, que o Sr Alexandre da Costa
Silveira, sendo aprgoado, nao estaca
presente.
* Pode V S como me pede, f?f/.er de
minba respeta o uso que Ihe convier.
t Recife t de out>ro de 186 .
i Sou de V S. colleja e orig-to,
Celso Tertuliano Fernandas Quinlella
J.lm. Sr. Dr..Acerico N-Af) de Mn-
doea.E respe ra a<> que de mim so-
licita, shj a dizer qnanto ao priirjeiro
acbnva o Dr. jui muaicip.il da primeira vara
Paulino Rodrigues Fernandes Cbaves comigo
esenva > do seu cargo aoaixo nomea'to, ah
pelo dito juiz foi ordnalo ao porteiro do
juizo Fraucisco Manoel de Alraei ia qae
abiisse a audiencia crime, o que pelo refe-
rido porteiro foi cumprido, declarando a ber-
ta a audiencia ao tojpie de compaub'a. Em
seguida naodorj o juiz fosse aprgoado o
queixoso,' querellado e testemunhas; o que
guafmeote sendo cumprid declarou o por-
teiro nao se^achar presente o qveixoso,
quesito, que F. S mito antes de pn"nri-!em vista do que requereu o advog do do
piar a audiencia civel. j se achata na querellado por parte de seu coistiiurnte
sala dos auditorios, dahi sahio e voltou fosse o queixoso lancado da aecusagu; o que
antes de ent ar a audiencia criminal, pelo juia lbe foi deferido, declarando ficar
conservndose entao na sala l o all- laocado o queixnso, visto ser o r me par-
mato data auuientia que semprt tem lu- Ucular, o nao poder proseguir por parte da
gar abrirse logo que le/mina a civel. justta. Do que faco e^te term'1.
Quant- porm ao segundo,, pu Ico e; Eu Joo Stfah'i de Araujo Galea, es-
utori i ipie o mi iv<> que deu lnu"r ao -crivao o escrfivi.Paitan Chaves.
lancamento foi o Sr Ale.iand'-e da Costa] E maistfse tSo continha em dito termo de
Sil'eir nao Si ai liar presente quando o ajjdypii Cer libro mais, segundo a ulti-
p rteiro dos audioiios apregow os no- flfti forte da petiro do suppUcante, afir-
mes d-lU' qu ixosf.. querellado e te^tcmu-'fMHvatnenle.
nheis,sendo cato ,\ne V. S. dirig-seao\ O referido verdade, e consta da primei-
COMMERGIO.
porteiro'parm diUt'ar a chamada at que
o Sr. Alexandre 'hcoasse, e nao come-
gitind'i isso. eu peii em presenca te di-
vergs pe ssuM ao Illm Sr. Dr juiz mu-
nicipal a dilaco de cinco minutos dizen-
do q te lano se nt dt morara o ir Ale-
* xandre, o tadcogai-'o- adverso- porem re-
i-quereu e obitct aduncamente fto qu il
aparecen o SrrAi'.xandr--.
t Quanto ao tercoiro. acbava-me assis-
t tindo cbamou e ute expozqtt* o Sr. Alexan-
dre que tetara pre\ente Ihe irtgia atoa-
mas palacras tie cabiveis, imputando
m>smo a V. S. a falta de nao c inpare-
* cimento das tiUmunhas, que apenas
* urna est-'ca prsente, e qu a V. S cum-
pna solicitar a toinda ; neste pw
<

t
t

C
ra parte do termo de audiencia ao qoal me
reporto, esta vai sem cousa que duvida fa<;a,
esenpta e assignada, ue-ta sobredita cidade
do Recife de Ptrnaabuco aos ao de setem-
bro de 1867.
Escrevi e assigno.
Em f di mrdki>.Joo Saraiva dfi
Manjo Galvao.
(Estavam sellados e reconbcides os doca-
mentus.)
$3~ SfR DB MED R 8T0
QCK CAIAT0 I
Uoje cartel aem oh-w oeou.' Qoe nw >fB>m-
ram-'aer da propria lavra do S. S: Qim afimon
erradameatej Qoe eucntrou em S. & nm Honrado
Vlinte defeusor. Faer r-iv^r pror,esv>s finio*.
ome qae S S. oOsa affirmar: Sera' a metoa
historia de accao competente, e accao respectiva.
R-*iirame-m o titul de bacnare II ab I ab I
ah I
%W Su-^r de raen ro;t> CB Tfin-nnros gaarda-
do* titl Serttfi relvintei presdaos emprotd
humnhdad' xe- da li oVjnini de 1869,-e ootfs
ao jumentos qua mono m-j u.anm.
Extrabtde.
Por hoje basta. .
A olnt'i da vaecd ou *oi da nifS do beeo da Ti-
ratfsTo.
dio-me V. s que orieniasse a > S^pie-
x^ndre ao q u pe.'ante diversas p s-oas
eu dase que aos aivogados e procura-
res nao corte devi r de chamw teste mu-
rais, as quaes ten lo s'do citadas e n3n
comparecendo potliam vir d k veo de
vara; mas se algatm tinha hteresse de
bscalas era ellep'oprio. Estas poucas
ftlavras nao sauslizeram ao Sr. Alexai-
* dre, e coajeu a declamar cootra V. S.
por forma que o dosconheci, em seguida
* resolveu-se bir cbamaf o Sr.'Pl&ares iin,g0 ,j0 sr. Praocisco Angoeto de Oh reir,
se O podia fazet em cinco'minutos O dae oecessMades. que por sua morlo opprimiam
t fizem ao contrar a nla sahisse ooiatw 8ua v,atf* 5 fi,ho?,' a posso e'"f d*'TrraP a ?liaos ootradoi caat fateodas..
pies, ao contrar o nao sanisse porque co|amnas ,je.lB 0,a,,o para> eiB none da mona*'
w comecar a audiencia, e asna presenca Tit a ^ aaj,gl)i agradecer ao IilovSr. Aotonio '
O Sr Alexandre di*e i- Duarte Cambra, digno emprearlo &> atonto
iit-io acato" a
(ra, qae eo-
m amigo ,incern e | Dencarregam boje 1 M^
* municipal leu e Ot-spichou diversas pe- tajeado de sen priado marido e estimado pat, Yapor ioRloi-Caim-mercadori
tices e asssignon jretoclos; aberta po- rainlstraodo-lbss recar<>? com qie e abrlgaem Barca piriugae?a-tH'H!"a'f PRAHA DO RECIFE i DE OUTUBRO
DE 1867.
As 3 X hora da tarde.
Cambio sobre Londres98 d/* 21 d. por i
Cambio sobre Portoyal 60 4|v li 0/0
Desronto de letras9 e 10 0|0 ao anno.
Silveira.
Presidente.
Macelo,
Secretario.,
Calxa filial do banco do Brasl|
em Peraambnco, aos t de jii-
Ibo de 1869.
De ordem da directora se tai selente aos Srs.
accionistas, qne o thesooreiro esta' aatorisado -
pagar o 27* dividendo das acc5es do banco do Brs
sil, inscriptas n'esta caixa, a' razo de 12CU0
. ciO aarda-liwr'S
Igaao Nones Correa,
em Lio"lDago
Novo banca de Peruambuco
SJo convidados os Srs. accionistas a re-
ceberem o prim^-iro o'ividendo (em moeda
correte) de trinta por cento do capital, tra-
zen lo as aeces para irem sendo annulia-
das ; uos dias uteis das tO horas ao meio
dta.
Novo Banco de Peraambuco
Em li<|ni<1aeo
O novo banco pagao Io dividendo des".
5#000 por aa;5o, nos dias uteis, das 10 ii-
ras ao meio dia.
Nvjvo banco de Peraambuco
Para conhecimento dos interessados a di-
reccSo' do novo banco dec'ara que a partir
do 1." de setembro do correte anno, o ban-
co entrar em liquidar...
Recife 28 de agosto de 1867.
English Bank
'! 0 Eogli-h Bank of Rio de' Jauero. limited.
frddo estarj>fH'crtlo erfi dnfoi'rnid'id.' com" o fterp-
to d-. 379;i d'9 de (vef^tro fltssteano om*cah;s
o.iirl uest Cidade phfo present se fai ptattlK-o
que esta se acha 'habilitada de boje em diaote a
foncciouar com lodos e quaesqu^r 0"gooio* bat
carias, a saber :
A recetoer dibberro em conta correte sobre
ivUo e m deposito alomo fio com jaro, confor-
me as candities a iralar.
A desciimarlilnios eommereiaes approvados.
' A i omprr e vettdr" letfaVda crobi sobfe Eu-
ropa on qoalqner'batra ptf W.
A'eromlr carta* de errfdno paTa via)ar oo a ne-
gocio.
O Biqco tambem se eocarrega mdiante a com-
peteot cotumlssao da compra' e venda de apon
ees da divid publica, 8qo*s da compannm& uo
Brisil ou em outra par- e os cobranza e rtmessa
de dividendos, lelras ooonlrus quae>qu-r litlos.
Expediente do banco ds del horas at as qu? -
tro.
Escrfptorlo provisorio, 7 largd do Plourlnbo,
Pernambneo i de nntobro di> 1867.
F. B. Blaiham, Uaoager
Joepb S. Lambicy, Accutnt
ALPANDEGA.
Hendimeolo do da, 1 a 3 ........ g-29flI5c3
M*m do ni 1................
ta c mesma com atustado de sua crgdocta.
.%reaal de gnera.
Nao tendo Ciropateeido n'^sla alguma par., ar-
rrmatitr o Ierro velh-j qoe <*ii>ien> ar^ nal d
guerra d-la pfovin.ua, K-iudo o aopnnrio b-ui
no Di-tiiO de Pernimbaco, te orden o liioi r.
c>ron-l dirtr.Hrse cu.iviia de nv.. a qj.-m em*iet
arreui'iiir lal artigo a *' aparecer no per" d*
mesras da manhia do du S
do curren. -.
Arsenal de gaerra de Pernambuce, de r.a'.n
bro de 1867.
O escriptorario
Jos Alfredo de C .-urp) pruvi-urio de polica, Ae i-:>nf rmi-
dadt! cora o regnlatnenlo, contrista o- otij-eto
ahixfl designados com qaem uelBores acl geo-
off^recer. precedroJo a devida approva^ao de
S Exc. o Sr. pr-ideaie da proviocia.
800 tardas a snbrecasaca de panno asa! coeforme
o o i'i'i i;.r- de caloa; de panno asul.
200 i) rii-!s de panno asal com virollas de auto!
amarello.
200 pares de sapaid-.s.
200 grvalas.
3o bandas de la.
Os pretendemes comparecam na secretaria de
corp, pelas 11 horas d da 5 do corren!-*, rom
su*s proposus em cari* fechad i, compt-ienle-
mente babilitido?, de confirraidade com o dis-
pit nj art. 28 ao regniamento de 2 de dezembrt
de 1^53.
Secretaria do corpo provisoria de polica, 1* de
ontnbro dj 18 7.
O secretario,
Jos Gcraldo de Lima.
Santa Casa da Misericord
do Recife,
A'llma.jnnta administrativa da Santa Gasa de
isencordia do Becife manda faier pahlic-) qc
aa sala de suas sesses.no^dia 10 do vind inro pe-
; i lluras da tard<* lera de ser arrea..tila.- a
qoco, mais vantageu- (fferecer p<*lo lempo de nm
a tr.'S annos as readas dos predios em seguida
declarados:
E',>nit)p.le.c-imenles le caridade.
Ra do Padre Flonano.
lasa ierre- o. W.......
Casa terrea n. 47......
Kua das Calcadas.
dem idem n. 38.......
dem u. 36.......
Rna larga do Rosario.
Terceiro andar do sobrado n. 24
Palr-iinAint de rphes.
dua do Raogel
Casa terrea n. 36.......30IJ0t<0
Roa do Vigario.
Primeira andar do sobrado n. 27 18l#OO
Ra do Pilar.
dem n. 98.........M.jnoo
dem n. 103..........1*4,1000
Mema. 108...........iOlfOOi
Casa u. 9a.........256*000
dem n. 94. .......01*00
Uitro. SnoPorno da Cal. J*i*tX'
dem. n. 103.......144*00
As arrerontacoes serio feitas pelo lempt- de om
inoo, devr-ado os" licitantes vlrem acompanhadjs
de seos fla'tures oo ora'oidos e eirta* destea.
Secretaria da Sania Casa da Misericordia ds
Recife 3 le ooluhro de 1857.
O escrivo,
Pedro Rodrigues de Soota.
meen
l*2*ftn
16*00C
|tH*onO
176*0.6
30i*oon
THEATHO
EMPEZ A.- -CODO T.A
Sabbado 5 de outdbro,
Tendo de sabir a' sc-n. na prxima semana
drama- ero d- e-< ect^calo e visoauladen, inliin-
lado SANTA ISABEL, e tendo d se rtesmirrlur
parte do sceoano e cie-sorin- do dram SaoW
Antonio, a empreza, para sati-faier' o pedido de
aigu i freqa-madores, resoivra dar irrtsogmvet-
mente a ulttmi re^re -ntago do drama
Os Milagres de Sito
Antonio.
A tm rpresenia^ao da comedia em i arto *H-
tolado
As alacias U > '
. 34 uaVa ,
Desempenbada pe 3ra. D.D. Jesuina e JHi,
e pelos srs. B-*ymood'S Heregr-ln* e jVdani.
Terminara' e e*pectacolo com o eotre-acto eo-
oleo. execulado pela Sra. D. Jesnioa o Sr. Tti-
Os dous infernos
S i S. 8. Desde j se rcebem encomflaeiia *
26':l3347i!8:(.droJTO,M e^auviras para a represemaceJ d
gneros.
Volamos iahldo eoM faiendas...
t t t gneros..
i rainha
Sania lsakel.
iii..... m
AT1S0S MABITMOS
_ V'nde-se o patacho oaciowt rVmfc, fcrra
dod-robre, e do Me de cerca de iSOUO arria,
^do o sea apparetho e prwnptn a navegar :
b o pretender dirija-se a Bailar A Oliveira,
do Vigario n 10.


MITIUUn_j


mutoitfy****1***** ~ tontin 4 Socit genrale de transporte maritimes & vapeur
LINHA-'DO MEDirERRANEO,
Brasil t Rio da Prata.
B8BVIG0 REGULAR A* GRAKBK PRESTEZA
DE MAR-ELBA i MONTEVIDEO E BUENOS-AYHES
Tocando en
Gilbralar, Santa Cruz deTenerife, S. Vicente, Pernambuco, Babia, Rio de Ja-
neiro e Santos.
PARTIDA A 15 DK GADA MEZ, A DATArt DE 15 DE SETEMBHO DE 1167.
EffceJuadas pelos segnlctes paquetes francezes de prl-
lra elasse:
&M>

Precisa-ae i urna ma pan casa de pae I?1
Ut : o roa O R ida i. %8, sjbrade de 'Br
com veo?sianas, oa es iolaa.
m ranaeque sa leDHi lar e eaerevr e c(iw
pratiea para taberna, o Tsreese para i8iro :
tratar oa ras da Lipa i. 10.
QoenTuver unTiilio nos" Aogados, e o qnel-
ra veoaer.dinja.se a travessa da matriz de Santo
Antonio u. 14, sobrade.
Claudio Dnbeox" "eonsundo itje que aifoeai
tem comprado era sea aoroe objsctos era diversas
tojaseuatros estbalo enenlos fritan tmam
lateressar, qau nao paj a ont atgnraa, *Bj o
jecto oio seja pedido aor bilhete jrmado coraje
; sea proprlo puobo, oa por su mlner, even'rlo
; dito bilhete ae >rapaoha* a respectiva conta oa oe
easio do pagamente, 3nt o que nao lomara' sabr
j si lal respjDsabilidae.
Gabinete Portugnez de
Imitara
Con^elho deliberativo
S a vjrtjde #J "' 58 dea cstalnt is, e por W-
dem do Sr pllenle, eoavccado o conseibo i
pwa sesbao orita'1"'* no <"* d* oulubro correH-'
to,*s 6J| horarda 1 *'' Sala das sus'rgis do cunselho deliberativo doj
Gabinete Portugaei de Lei\?ra so de catabro de '
18r7.
. Pirrr.io Antonio Santa Maior Raposo I prador.
Secretario !100 envelopes brancas.
Que nm elegante estojo para viagem
co vn: \do x
i'-tO cadern de papel braaco, panudo, beira doarada, mareado ecm as iniefies io com-
.

B\avi$., torca 3eo eavallos. I Poitou, 3ooo toneladas, torca jRM WfaHos.
Picardie, 2ooo < 3oo JSatwiV, 3ooo 33
O vapor Picar die partir para as destioagOes cima a 19 de setembro.
O Poiiou partir 18 de outabro.
O Savoie a lo de novena bro.
O Bourgogne a 15 de dezembro.
PRECO DAS PASSAGENS.
i.'classe
i. a
3a
PKRNAM-
CCO.
Flancos
750
55
300
BAHA.
Francos
800
525
300
RIO DE JA-
NEIRO
Fra.io os
900
560
310
SANTOS.
Francos
1:000
600
32')
MONTETi>
DO.
Francos
1:050
650
320
OENOS-
AYHES.
Francos
1:050
650
320
Para ccndicSes, fretes e passagens, trata-se na agencia, ra da Cruz n. 55.
Iifliandae do Dteainie SacraRCiite
4 Recife
Oa oMlom d j.Illm 8. Irroa jo-ir, eowo os ir-
raaos desta irroandade a se tewfram o nosta
igreja matriz, sehbadc pela 1 horas da tarde,
atim de eooorporedos f, zer-se recepto solarte ao
Rvm. Tigario collado d< de saa respectiva posse, qae 4evera ler IOJW o
da e Sara cima dieada.
Coosistorio da irmandidb'do SaDtfrermffSaira-
meaio oa ra.iri?. do 3orpo Santa. 3 de oalabro
de 1867.O werivi), J)se da SllwLoyo Jaoior.
AflSO
100#000 do gratifiacao.
Contina a atar fgido ees
cravo Simio.
Fjgio nodi 1 de julbo do correte aooa, de
casa do abaixo assigoad) o escravo de oome Si-
mio, com os Jigoaes seiinistea : de o^cao Mocaat-
blqoe, id>de de 40 aaao, pooco mai= oa meos,
alio, semblante carregado, cora falta de deotes na
freoie. cor tala, cora tainos era cirenlo redondo
ae pt das orelbas, sera tama, ievou vestido caiga
de casemlra de cor, cimisa de algo Jar braoco,
la praja da Indepenif^ucia n. 33, toja de i
ourives, comprase onro, praia e pedraa preciosas, I
a tambeo se faz qoalijaer obra de eacommaada e
odo e^qnilquer concert. _____________
- Jo5o Pereira dos Santos, commertian-
jteemordrJor nesta cidade, f;iz sciente ao
pnbiico emgeral e aocorpo dn commrcio
emparticarar, (pie do-l" de" outrls em di-
antese assignar por Jo5o Pereira'-dsg San-
ios Farfa.______________
Auga-se
o prinifliro andsr da casa oa raa da Aoror, bale
roda Bn-Visu, muio acetado, cora bastantes
cominuilo : a eoteoder-se com Manoel Lui Vi
raes.
Ao commrcio.
Ji- Domiotfuss Peraira roga a qu^e *e jalfW
va'credor o apreseotar se a cobrar oa roa da
Praia 3i, oir prompian -ote se satisfeiio da
data deste a 8 da". Recife 4 dd ootobro de 1867.
Ao eoramerio,
Maaoel tlaia da Silva olo deve oda a oteaia
algaras,, com tulo se algivm Jalgar 9 contrario
apreseaie soas cootas para serem pago* no prazo
de 8 das, a roa da Praia o. 34.
MP4MIM BlUSiLEiU
DE
Paquetes a vapor
Dos portos do sal espera-
do at o da 8 de oatabro o
vapnr Paran, commaodaote
capilao de fragaia Santa
Barbara, o qnal depoU da de-
'dura do eo.-lame segairs' para
os portes do liorte.
Recebem sedente ja passs^iros e *ngaja se a
carga qae o vapor ooder condazlr a qoal devera'
ser embajada oo diade saacnegad.i, eucommeo-
ds e dinbelro a fr-.-te at o da da sabida ai 2
horas. Previoe-se aos Srs. psssageiros que saas
nassageos s se recc.bera oesta ageocia ra da
Craz a. 57, eseriptono de Antonio Lalz de Olivel-
ra Azevedo & C.___________________________
GOMPANntA PSRNVMBCANA
DK
Jjavegacao casteira par vapor.
Fernando.
No da 10 do correle ao meio
dia espedir' esta companhia om
dos seu^ vapores para o porlo
cima Recebe carga at o da 9,
eocoinmeadas, passag^iros e di-
uh uro a frete al as 10 horas da mauba do dia
da sahida : esrriptono no Porte do Matos o. 1.
C MP AKI/TBBASI LE1RA
PAQETrf AYAPGR
E esperad j doa pon is to norte
at o da 11 do correte o vapor
Tucantins, comraaodaoie Parlas,
o i|ual depois da demora do cos-
tume seguir' para os p ros do
sol.
Recehero-si desde ja passageiros o engaja-se a
carga que- o vapor poder condazir a qoal devera*
ser embarcada oo dia de saa chegada, encoramen-
das e diooeiro a frete at o dia da sanida as 2 ho-
ras. Pre.iae-se Mi Srs. pissageiros que as
passagens s se recebara nesta agenda ra da
Cru* n. 57, es?riptjrio de Antonio Luiz de Olivei-
:a Azevedo & C
Para a Baha.
Pretende seguir com multa brevidade o veleiro
e b-'m conbecido palbabole Ooi.s Amigos, tem par-
te de sen carregameato prorapto, para o resto
qoe Iba falta trata-m com os seas consignatarios
*otooio Luiz de Oliveira Azevedo & C, no sea es-
criptorio raa da Cruz n. 57.
far.
Si gira' c-m a pos.Mvel presteza para o iodiea-
do porto o vuleiro e bm conhecido brigoe esen-
na nacionrii Graciosa, uapilio e pratico Jos Ma-
ra Perreira : para alguma carga qae Ihe falta
traase com o cooslgoaiario Antonio de Almeida
Gomes, a roa da Orsz o. 53, 1* andar. ______
liba de S- Mlgael.
Para o porlo arima s-'gne o patacbo poitagnez
cJorgease do primeira marcha, para carga e pas
sageiros traia-se com o consignatario Joo 4o Re-
g Lima, i raa do Apollo o. 4.
Para o Poirtt.
Pretende seguir com mulla brevidade o veleirc
oalhabote portuguez IVor-J Sirte, te parte de seu
carregamenlo eag^jado, para o resto qae Ihe falta
trata se c..m os seas Icoosigoatarios Antonio Luiz
de OHveira Azevedo & C, oo sea escriptorio ra
da Cruz n. 57.
A -'Vf.odtt Xossa St la nocooveoto do Carmo desta cidade nao i oden
do festejar cora aqielia pompa e brhairisrao a
sua excelsa pviroeira, %tti celebrar oo domin-
go B do corrente, as 4 horas 1a madrugadi, urna
chapeo de meia ma^ novo ; este escravo fui eom-1 missa canuda e a n uta urna ladaiona qoe para
prad ao Sr. Jos Viente Liodoso, morador na este Qm sao convidados iodos os irraos e devotos
provincia das Alagoas, por seu procurador Joa da mesina Angosta Senbora.
quim Cavalcanii de Altoquerque Mello, morador
LEILOES.
i
a
Das lojas de i>Vraeas a ra
.\'va a. 33 e 35 perteneentrs a
nasaa fallida de Sebastlio lo-
s da Silva.
Cordeiro SiniSes
a r.-querimento doadminislrador da mas-a fallida
de Sabastlo Jo: da Silva e por mandado do lllro.
Sr. Or. juiz n direito especial do commrcio, fara'
lilo das ferragens eiisientes oas referidas lojas,
bem como alambiques de div?rsos tamanhos, si-
nos, ferro em barra e multas outras ferragens de
li que se loma enfadoobo mencionar. E' esta
uraa boa occasio para os Srs. ferrageiros e Srs.
de engeobos proverem se de muilas mercaduras
que de presente ha falla no mercado. O balando
acha-se em iTJutr do Orto agente eZTJi ae
juera pretender, cajo teille tera' logar no dia
Sabbado 5 do corrente
MOJE
as 11 ho's nos mesoinn estahelecimentos.
no termo de Barreiros Sem' da vida seguio al
gura dque|les lagares: roga-se a todas as aotori
ttades assim cora aos capitaes a*campo, tanto des-
do dito escravo, eotrega- o no Recife, ra Direltt
n. 30, qoe recebara a quaotia cima, protstale
desde j eom tolos os rigores das leis do imperio
contra quera otiver acontado.
Beroardioo Anionio Taixeira Bastos.
* Ueseocamiohou-. e du poler dj abaito .s-ig-
nado om titulo de pensSo pas.>ado pi'la AssockioAo
Protectora ao voluntarlo da patria Joaqaira CoriV>
Lima,leudo 18 niazos a recnb r, e cooii tal docu-
3'100 penas de ac (marea 'Janee).
4*1 caixa bralas de gomma.
5*1 tlnteiro de vfdro com lampa di metal.
6*1 arieiro idena dem.
7*1 pao de lacre.
8#-1 caivete de daas foHWf.
9'- lapis-
J0-2 can^ las.
Todos.esies objVcto reunido*, dentro de ama bonita caiw, /ella para este ira, eostam aeaiea
RS. 61000
ummm mmui,
o
'SI
ca. a ~a is
iog^-foS.531
fiflsfll^ii
Q.=>
o" 12,>'i
a, WJ 2 I S g
flfliP-Si
I 5*IIM*s<
-O g o I 3. 2 .* o g
ta provincia como a da? Alapoat a apprehenftA men a nioguen possa aprovuitar, visio como s
LINDO PRESENTE
. PARA
Mitt esposa e noiv.
Pelo paquete inglez chegado a 26 do pr-
ximo passado mez, recebemos nova remessa
de bfm feitos e delicidos alfinetes de ouro
de lei com perolas, esmeraldas e robins
verdadeiros, pan c locarenvse retratos.
Aipda temos alfinete:: simples de ouro de
le para gravata e para poilo.
Os precos s?So mui razoaveis. Na PhoXo-
grophiaViWeXa raa do Cabug n. 18, en-
trada pelo pateo da matriz.
Na ra da Amera d. SS, segundo andar,
precisase de oro* mtolher forra eu eserava para
andar com proa enanca de lepra idude.
C Or. Lobo Moscoso annuncia que s
se\tas-feira-' e sabbsdos s cinco horas da
tarde vaccinar a todas as pessoas que ap-
parerem para receberem esie preservativo,
emquanto conliuuarem a comparecer as
pessoas vacunadas para se tirar o poz vac-
cinieo : ra da Gloria n. 3.
-------------------------- (-----
Socit genrale
DE
Transporta maritimes vapeur
Paquebots francais.
At o da 10 do corrente, espera-se de
Genova pelos portos de su escala o vapor
rancez Picardie, commaodariie Razouls, o
qual depois da demora do costiime, seguir
para Baenos-Ayrej, pela Baha, Rio de Ja-
neiro, Santos e Montevideo.
Para condices, fretes e passagens, tra-
ta-se oa agencia, ruajia Cruz n. 55.
COMPANHIA PEIWBCANA
DE
Navegacls CDsteira por vapar,
R!o Formoso.
Segae no da as 12 horas da
noit o rapi rParahyba. comrao-
dante C. Mello. Recebe cirga,
encommendas e passagelros no
esenpt, r;o do Porte do Matos no-
o;ero 1.
Socit genrale
DE
Transporta maritimes vapeur
Paquebots francais.
At o dia 7 ilo corrente, espera-se o va-
por francez Ville de BuenosAyres, destina-
do Si miente para o ser vico entre Montevideo
e Buenos-Ayres,e depois da demora do cos-
tume, seguir para Buenos-Ayres, com es-
ca a pelo Rio de Janeiro e Montevideo.
Para condicOes. fretes e passageas,^ tra-
ta-se na agencia, ra da Cruz n. 55.
DE
aTe^cao costeira por vajor.
Mossor com escalas por Natal.
No da 8 de oatabro ao malo
dia, expedir' asta compaobia
ora dos seas vapores tos cima. Recetoaveeiv* eomeote
' at o da 7 ; encommendas, pas-
sage ros e dinfieiro a rre'te al as 10 horas da mv
nha di dia de sabia : escriptorio no Porte do
MullS D. 1.
De ura mastro de traqotte, om dito grande em
deas pedacos, dnas cofas, ama cruzeta, doas
tanques de ferro de 10 pipas cada um, 35 bar-
ris de qnsrto om vinbo, 5 metas pipas coro di-
to, uraa pipa com dito, 5 ditas vazias, t tambo-
ra'.es e urna cruzeU.
D. Modesto de la Pait fara' leiiSo por interven-
q'o do ageute Martin.', por conta e risco de quera
pertencer por auiborisacao do Sr. vice-consal de
Hespanha e em sua presenca e de um empregado
da affandega para fste Qm ncmeado dos objectos
cima parte dos salvados da barca hespaobola
(Isabela eocalhada na lina de Fernando de Noro-
nbaj sendo que os austros e lasques se acham oa
m?sma liba.
JO JE
As 11 horas do dia no trapiche alfundegado de
Jos da Gaoha._____________________________
LEI 40
He 46 cai.ias com uuces.
HO S B
O agants Pestaa fara' leilao por conta a risco
de quem p-rien er deiOca>xas com majaes via-
das pelo nliimo vapor, a serio veudas em um ou
mals lotes : hojeas 11 boras da manbaa no ar-
mazem do Anuos.____________________^^__
CONTINUACaO
D leio de vinhos bespaohoes
Segunda-feira 7 do corrente.
O agente Pestaa continuara'o leilo de diver-
sas mercas de vanos nespaeboes para feobamento
de contas, no dia cima mencionado aa 41 horas
da manbaa no trapiche do Barboza no largo do
Corpo Santo.
enea o.
S
Anda contina estar futido o oscravq M..jje.i,
a aa.'ifm ffig& VVIinief: cor fula, esta-
lura regular, rosto redoudo, Ievou ferro no es-
coco e oa peroa, porm usa botar o ferro da per
na por dentro d calrja, e o do pescoco encoore
cora a camisa, ti visto ha ten pus tru Sauto An-
lo, para onde tem fgido ruis veifs, #. agora ni-
timamente foi vista na To're ao sitio de Capim
ass, trabilhand cora ot escravos do dono do
mesmo sitio : roja-se as aolorilades policiaes c
capitaesde campo que ozpprebondao) a levra a'
roa estreita do Rosario o. II, qua sern geoerosa
mente recompensados.
S'
OS
C
-i

i:
* i -
rS5
ai S" S, cr-J
Plla
G r en aa
~ a. 2
" a.

sr
l
Samuel Power Johuston SawaaBiia
Rna da enzsla Nova n. 42.
aoineu na
andlodr I ow Heer
Machinas a vapor de 4 e 6 caval!*.
Mweadase meias moendas para eoganb".
Tanas de ferro coade e batido par* odj-
nbe,
Arreios di- carro para am-e duus c-1.
Helogios de oto patente Tnglez.
Arados americanos.
Michinaspara descarocar a.igods.
VI .iteres para ditos.
Michtnas de costura.
Precisa se de urna ana "parT'cr.xioitar e coea-
prar para rasa de borot-Bi solteiro : a tratar aa
roa Nova n. 53.
5
s.
o
O V. CB

a> o
V
w ? "2
o. w
o -
5
O =:
a,
a*
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o H. 3 : a

3
* 4
Na secretarla da Santa Casa d= Misericordia
Jo Recife precisa-se fallar a S> Leandra Carnei-
rod O -eir.
o abaixoassignado o nico coropet atemenie ha-
pilitado para receber a Importancia dos meses
vencidos : rog-se a qnem o liver adala qirra
eoire lo era carta faena la na b -ca fraoes zi da
raa Njv ao Sr. J > [guaci Uioriro Roma.
____________Mago el do Santos Lima.
lrmaudaile de \ssa Senhora li
dos H ame s erecta na igreja dala
dre de Dos.
De ordem do lUra. Sr. joiz convido a todos os
nissos chanssiroos irmes a comnarecerem no
coDiislorio da Irraandade boe as i bafea da tarde,
para encorpora los assislirraos ao act i da pos.-e do
Rvm. Sr vigario Aotoio Jtanoel d'As-ii'npcii oa
tgreja niairi do Carp.j S>nt p'a o que fomos
coovidalos pelo m'Sro) Rvm. Sr. vicario, que ua
mesma ooeaalio ha de benier a imagmn de No-^sa
SruB.ra M dos Horaens, que por iniciativa do
mesmo Rvuj.senlior a mesa reidora mindou fa-
zer para shir era procissao solemne no da da
fasta da oossa excelsa padro^ira.
Coosistorio oa igreja da Madre de Ujos 5 de
octubre de 1867.
Oetcrivo,
Manoel Ji la Silva Ovelfa,
Pedido aoc.... pato,
Pele-se ae c... pita deno >uiiierranio do
Llvrametito, o favor de d8j cjonoir a recrotar
03 freguzes u.s Mas do udo opposto (para Ibes
vendar os seus It iqa-s para ps) assim como pres- corre.lor do Rispo d.-fronta da casa n. II
ciada de cbaraar aquellos que eulrara ns I ijas
qae ib^ (loan visintiis porque as-un procedeodo
lacommoda aqu ;lles o prejulica ertes, rspera se
por isso que o oasso e na seiote. pato satisfar lo
fasto pealdo, [> )upaolo assna o irabalno de volur
ao j jriia! o s,>u recontiecido aaDi;o.
J* O inocheira oas costas.
O Sr. Pela Fetei, nfgociaoie aifolaote,
nao pndera' relirar-se deata pra^a sem pagar su
letra vencida a pi lesiada por nao paga, feo lar
completamente faltado ao cnmpnmeolo ae sea
proaie-sa, e havcr diligencias contra elle requeri-
das ao joizo rompeiec|p.
Irmadade dos'altor 9m Jeoua
dos Passos do grpo SaiU
Por ord-^m da mesa regedora convido a lodos os
nossos trataos a' eoropareceretn no resto coewslo-
ri; boje, pulas 4 horas da larde, aira de eecorpo-
rados, as^istirmos a posse soleroo do nosso reve-
raodo vigarlo o Sr. padre Antonio Maooal de As-
soapcio.
O es Jos Jo&qaim da Cuaba.
trmandade de N. S. do K'Sario do
Corpa Sao te
Do ordem da mesa regedora convido ledos os
Precisa se de urna ama para casa de peque- nossos irraaos a' comparecera] boj 5 do correa-
Di familia preferindu-se e?crava : na ra do Gres- j tp, as 4 horas d?. lard, no oosso co,si-torlo, afioi
po n. 7. ________^_^_^_ de ncorP"',ados, assishraios a posse soleraoe de
'------------------------------r. ,.------J------------ aove vigarlo o revereodo Sr. padre Antonio Ma-
LSU em i)linda iuoeldeA.suapCao, ess.m umhem no da se-
gumle para assislir a festa Te Deam da oesse
\
juia
ufQcao
Desoja se sabar saos f)caesi-tio aulori-ados a
conceder abrimento de caoos de esgotos a cafas
particulares, pois con-U-nos que nm doi fiscaes
das 4 fregueriasdo Re.ifeauthorisara ahertara de
um cao para i-sgoto do um coliegio de edueacao,
pruximo a urna das e^tagdes dos trllbos urbanos,
eom grave prejaizo dos Dassajeiros que lein de
embarcar, pois o nico csmiunoque ha osla' im-
pedido pelo lamaQil que ae da cano.pedi.nos por-
tanto a qnem competir d procidencias a reapelto.
Aluga-se
o segundo anda' do pequeo sobrado da roa da
Guia n: 46 : na roa do Impen-Jor n. 73, priraeiro
andar.
Aluga-se urna casa em Olinda, locatidade excel-
lente pira bandos salgados; oo oitu de S. Pe
ilro Novo, prxima a' ca>a lio.CjmineDlador Joo
Piulo de Lemo* : a ira'ar oa rna do Crespo, lojs
o. 17..____________________________________
Alnga se urna excellente escrava que faz to-
do servido de uraa ''aa interno e exieroo : no
Preci na padaria do Salgado, ra estrella do Rosario nu
moro 13.
Chapea roeado
Oogi-se a pessoa qae por engao tropeo am
ch-ipo de castor branco na oolte de <29 do passa-
do, o favor de apuarecer na sa'a de dansa, no-pa-
l < no Crmo o. 9, onde foi o dito chapeo trocado
para desfazer-se o engao.
Sabunetes de alcatrao
O aso desle saboaetes tera anresentado os mais
hen-Seos efeitos contra as irnpragens, sarnas, tl-
r,tii, caspa, comiebdes e.todas as demais molestias
de pelle
VENDE SE NA
B tica e
DE
Barthftlomeu & Companhia.
34Rna ttrga do Resano34
Aloga-se a casa da ra da Concordia n. 31,
eom gaz : n roa do Moadego o. 13, otaria.
drogara
padroeira.
O escrivo
Francisca Jos dos Passo Guimares.
Irmasdade d;-s a'mas
erecta na matriz de 3. Fr. Pedro Gongahe*
do Recife,
De ordem do irmao ou sao cootidados todos os
charissimosirraaos ase reoo>rm h je as 4 bo.as
da tarje, no consistorio da irraandade, para en
cerporados, assistirem a posse do Rvm. Sr. vigarie
Aotoaio Manoel da Astoropcn, qne se diguoo
convidar a irmandade para este acto.
U pserivao
Juiqniru Xavier Vieira Ligo-
Snavrr%vkes C, iuip.Mialoro.
de ferragens, mudaram o seu negocio para
a Ra da Cruz n. 4.
MEST14S 1)0 PliTO
Aviso ImporiTe.
Os nicos verdadeiros xaropes de hypophrHpbl-
tos de soda, de cal e de ferro do Dr. Chorrbl tra-
zara a flrroa qnatro vezes repetida deste sabio me-
dico sobre o subscripto e a marca de fabrica da
pbarmacia Swann, 12, roa Cantiglione. Pars.
Acha-se a venda em frascos qoadrados cora a oo-
me do Dr. Cbarchill no vidro. Prego 4 francos eOi
Pars : Com instruccao
A LEGITIMA
0
PO LfAXGUFn
DE BRI
PEEPARADA UMCAMENTE K
L\\)IA\ A KEMP,
NOVA YORK
Rio de Janeiro
Precisa se do ana caixeiro con pratica de
taberna a qne d dador a saa cendneta : ata roa
Pretende sahir cora moita brevUaae para o In- do Monde o n. 97.
aleado porto o veleiro pattoba iGloria, por tar a Prectaa-se fallar aos Srs. Jas SaporUi, Lino
mai'V parta do sen earregaraento tratado e para o Antonio Siraiva, Joio Perreira Baplisla, Americo
rest i que ihe (alta e escravos a rrrie trata se eom! Perreira da Silva : aa toja do raa do Crespo na-
o consignaiarlo Joaqntr Jos Gongalves Beltro' j mero 17.
DK
Uraa escrava erionla de idade 30 anuos, cote e
engomo, 1 dita Idade 40 annos, para todo o
servico, 1 escravo idade 30 annos tambero para
todo seivico.
C rdeir Sinies
(ara* feiao dos escravos aciOM descrilos, os quaes
sao vendidos para pagamentos Desta praca. cajo
leilio tera' lagar no da
Terca-feira 8 de corrente
as 11 boras em ponto oa porta do predio qae foi
associacio commereial no largo do Corpo Saato.
AVISOS DIVERSOS.
C0NTIWJ41ENTE
A P P AllECEM
N070S


TJESTEHinJKIIOS
EM FAVOR
dakgima
SAIS! 11BB1LHA
BRIiTOL.

raa do Trapiche n. 17.
X
fara o Aracatv
pretende ssrair oeeteselio ias con a carga qae
ti ver o paLbanote Joven rlhur, tem parle de seu
earrega meato a bordo, e para o resto qae Ihe falta
trata-se cora o* seas eansig-aatarlos Antoni Jjuiz
ae O iveira Azevedo 4 C, oo sea escrip^aan ra
i Crox c. 7.
Saqus
JoaqJim de Soaza Silva Coala, sacca sobre o
Orto : m raa da Crot. .______________
Alagase orna casa na roa do Aljcbe pro
priamenta para passaJio de festa tendo cacimba e
, opii tal careado, casa grande, namero 10: quera
1 Dreiea#r dirijaw
Os doentes deve3< ter bem o cuidado
de obterem genu na e nica legitima
salsa parrilba de Bristol, i qual preparada
por
LAWMAN S KEMP
E MOTA TORA.
Esta excellente e admiravel merlicina preparada de urna maneira a mais scien-
tifica por chimicose droguistas muito doutos e de urna instruccao profunda, tendo tido
mu i los annos de experiencia.
i A SALSA PiiiULIIt DE BRISTOL
orna medicina segura e digna de toda a confianga, conbecida e receitada pelos mdicos
os mais sabios e entendidos neste imperio, durante o espaco de tres annos, e nunca falta
em produzir o desojado effeito.
A SAIjSA IM 113' 11.IIA OE BRISTOL
Entre as numerosas provas do grande trerecimento da legitima, preparada por
LaDTJoan e Kemp, de Nova Yoik, nao a mais fraca o fado que tem produzido tanta
imitaces e falsiOcacoes fraudulentas.
A SATiSA PARR1XHA DE KRINTOIi*
E'muito natural que aquelles que se acbam ocenpados em preparar e vender as
suas misturas em garrafas pequeas mormurem e gritem contra os frascos grandes, os
quaes contm em si tres vezes mais do extracto puro do que qualquer urna dessas outras
preparaces oeste mercado.
A SALSA PARRIftiH RE RRISTOI*
foi estabelecida no anno de 1832.
No auno de 1848 o proprietarto adoptou, oom rande saei^cio^MO^rrafesjnaio-
. sen 'o agora de quartilho, offerecendo deste nodo
'5I0 de extracto punssimo, como nunca foi oftreeiAK
A UHrCA LEaiTIMA
~ SALSA PARRILHA DE BRISTOL
E' PREPARADA POR
M
DE
A LEGITIMA
! res, s*n 'o agora de quartilho, offerecendo deste iodo aosconsaiaidores tima maior por-

, ,.
DE BRISTOL.
PREPARADA UffiCAfflHHE POR
LAN1AN k KEffiP.
NOVA YQBK.
ESCRFULAS
CHACAS AXTICoAS
Ulceras
Ftidas ulcerosas
Tumores
Herpes
Erupces
Lepra
Debilidad* gera I
Rbtumatismo
Salsugem
Febret malignas e biliosas
kmpigens
Pebres inlirmiUutes
Nertxnidadts


NEW-YORK

CauteU coatra as novas salsas parrilhas de Bistol que
sao perniciosas.

SILSA PARRILHA l'R IIIST0L
De Lanman e Kemp
NIW-TOM.
E' A UELHR
A MAIS FORTE
E A MAIS BARATA
-* i
Em fraseos grandes,
"NSo bastam os tlogios para justificar o uso de am remedio, o necessarto qae, o mesmo, mediante om experiencia do lanos naos e tertetnonho dos ittattlficos,
adquirido orna extittia o incontesUvel popularidade. A salsa parrilba de Bristol de Lanman e Kemp tem prwado a sua efficeci peto cor de 34 aeoos, e durante o espaco
de 24 senos tem si* reeettada petos primeiros mdicos no imperto do Brazil. Pdem outras preparaooes inspirar a mesma coDflaoa.
Vende-sa em Peinambuco em casa de A. Gaors, J. da G. Bravo o P. Maurer A C
MUTILADO I


aw





larle de I ernattbnco Sabbado ** Je 1867.
DE
CAROBA
PREPAMDAA FRI
POR

AUJIJSTE CAORS
Pharmaceutico pela escola de Pars e successor nesta cidade
Soum

DE
Aristide Saisset e J.
22.-----Ra da Crnz-
MlO MAIS CABELLOS BIUVL^S.
Tintura instantnea para enegrecer os cabellos em una minuto seco offender a pelle!
Gabinete reservado e desente para tingr cabellos
com perfeicSc, presteza e mdico preeo.
-22.
Tratamento puramente vegetal sem mercurio, iodo, onro, nem outro qualqae
mineral.
Verdadeiro purificador do sangue sem azougue.
Especial para a cnra de todas as molestias que tem sua orinen, na impureza do
sangue, como sejam as molestias boubaticas, sypbiliticas, escrophulosas, dartbrosas, quer
venham ellas por bereditariedade, quer sejam adqueridas pelo contacto com pessoas in-
feccionadas dos diversos virus que conlaminam o sangue e os humores.
A caroba um remedio prodigioso, tusado desde remotas eras pelos indio
do Brasil, e passando seu uso de geraco em geraco, hoje um dos remedios mais co-
nhecidoscomo propno para combater as molestias mais hediondas, entrando nesse num&
ro a morpha ou elephantiases, para cujo curativo os nossos sertanejos considerara a
caroba como remedio especifico. _,.:,_.i
A muito lempo eotrou a caroba nos formularios como preparac5o magistral
sob a forma de eleictuario, ainda hoje lembrado as pharmacopas comi o nome.de sen
celebre autor Jlo Alves Carueiro: nao ella portanto remedio novo nem dgcogacMo.
O ungento de caroba da mesma sorte preconisado desde lempos mmemo
riaes como o mais apropriado para o curativo das boubas e ulceras syphiliticas srdidas,
e eupregado com proveito depois de improficua applicaco de muitos outros agentes
tberapeuticos enrgicos e de oso quotidiano. -
Muitos dos nossos mdicos de considerado e entre elles o muito distincto pratico
e observador o Sr. Dr. Pedro d'Albayde Lobo Moscoso, tem confirmado por meio de ex-
periencias repetidas, o que diz a fama das benficas propriedades da caroba no trat
ment das boubas. das diversas formas sob que a syphilis se apresenta e mmto especial-
mente as que teera sua sede na pelle, e poderiamos relatar alguns casos de dat muito
moderna observados pelo mesmo Sr. Dr. Moscozo em que a caroba produzio admiraveis
efleitos, depois de inuteis e prolongadas applicacoes de salsaparrilha, mecurio, iodo, ou-
ro e seus preparados, etc., etc. ....
N5o era possivel que urna planta to notavel por suas inappreciaveis virtudes es-
capasse a perspicacia e investigacoes dos mais abalisados praticos europeos, que se ap-
phcam com especialldade ao estudo e tratamento das molestias sypbiliticas e herpeucas
e para prova abi esiao os Srs. Drs. Casenave, Schurfer, Ricord e outros dando as maif
lisongeiras informaccs sobre as propriedades curativas da caroba e pieconisando-i com'
remedio poderossimo para o tratamento das erupcoes cutneas, seccas ou suppurativas
dartnros de todas a qualidade, ecemas, ulceras de diverras naturezas, tumores, osseoi
e outras muitas molestias de natureza syphi^itica ou boubatica.
Por ter-se generalisado muito o uso da esseneia da caroba qae eu pre-
paro e pelas instancias de varios mdicos que desejam continuar em suas obsemces,
deliberei-me a ter prompia urna quantidade da mesma essencia, obtida sem a acco do
ogo, para nSo prejudicar as propriedades medicamentosas; e d'ora em diante encon-
trar-se-ha na "minba pharmacia sempre e em porc3o suficiente para todos os pedidos a
ESSENCIA CONCENTRADA De CAROBA, e o ungento da mesma plenta para que nun-
ca fallem aos Srs. mdicos que quizerem experimentar tao precioso agente medicinal.
Recife de Parnambaco, 17 de outubro de 1-666.
A'JiCSTE Caors.
Deposito geral de todos rad.id o apeos
Botidca e rogarla
34Ra larga do Rozario&4
Maswss
JAYME CABELLEIRBIRO
AMA
Precisa-se do nma ama qae engomme e lave,
para ama casa de pooca f..milia : a tratar ia pra-
5 doCorpo Santo n. 17, 3 andar.
S).^' anelao de ouro
IV. 6,ra do Queimado primeiro andarN. 6,





WM% )
nico preservativo de caspas e calvice.
PREMIADO PELAS EXPOSigOES DE PERNAMBUCO
E RIO DE JANEIRO.

Sali para corta e frliar cabellos, e fazer barbas.
BEM MONTADA 0FFIC1NA DE CIBELLEIREIRO
a provincia, quer para fra della, todas as qualidades de postigos jj
onde com esmero e gosto se manufacturam, quer para yiu.im-.o, H^. .v,- --. ---- n-i>,nr arto
modernos e te apurado gosto, accrescendo a grande differenga te ser 10 0,0 mais barato que em outra qoalqaer parte
i:\plrudldo sorCimrnto de cabellos, em edres e em eomprimento,
IV. 6. RA 1IO JIJEOIADO W.6.
&$s
J222f
Perdeuse no da 20 do correte um
de feitio inglez com sioete
roga-se a quem o acbar (ou acfaou) do caso
de querer entregar ao seo proprio dono do-
fpj& rijir-e ao pateo do Corpo-Santo n. II, que
^^generosamente ser_recompeosado.
TM i "Antonio Alves, filho de ManoeflTe,
)) natural da freguezia de Paco de Sooza, logar
3}'#J de S. Loa renco comarca de Penafiel em Por-
^ tu8al embarcou para o Brasil ante* da 183
^5> pouco maisou menos, deseja se saber se ain-
gj**' da exite ou se j fallecido, pois codsu qae
S* em Portugal saniram an>uncios (nao pode-
'. 'i mos precisar a epocba) chamando os herdei-
9?s ros, pois que tioba fallecido no estado de
fi% solteiro, e sem pareles coohecido aqu, se
)^ ainda vivo deseja-se saber aonde reside ac-
tualmente e se com effeito fallecido, aon-
:p de paira a fortuna que const a ter deixado pois
I que ha herdeiros e bem prximos que sao
5/ seus sobriabos ra do Apollo n. 2 2o an-
dar. ______-_____^_^_
Ama.
Precisa-te de urna ama qae erzinhe o engoaae:
a tratar na roa do Qaeimado a. 12, 1 andar.
<9XBHBMS
O Dr. A
est morando
Iroperatriz.
. S, Pereira do Carmo (medieo) i
ido no sobrado B. 12 da roa da 25
Escnptaraco eommercial
Urna pessoa com a praiica de mais de 20 annos
prnc'vse a escriptorar litros por qoalqaer t-i-
ma. Orgaoisaos, aiante os atrasados, procede a
balancos e fecha os livros por pr*r h eoo*eocio-
Dados : qoem precisar deixe carta fichada nesu
typofiraphla com as Iniciaes D D oo na travesa da
roa do Vicario n. 1.
PHOTOGRAPHIA
BA DO CABUGA N. 18, ENTRADA PELO
PATEO DA MATRIZ.
O nosso estabelecimeoto photogrsphico
est sempre em dia com todos os melhora-
mentos e progressos qoe na America do
Norte, ou na Europa se consegue na arte
: photograpbica, e para alcancarmos tal fim
1 nunca poupamos despezas nem sacrificios,
de sorte que os nossos numerosos freguezes
podem ter a certeza de que sempre encon-
trarlo em nosso estabelecimento tudo quan-
to a arte e a moda offerecer de bono, no
novo e velbo mundo aos amantes da pho-
tograpbia.
NOVIDADE PH0T0GRAPH1CA.
Acabamos de receber todo o necessario
para fazer retratos chamados carte-album.
Este genero de retratos ltimamente in-
ventado na America do Norte, rpidamente
se propagou na Inglaterra e Franca aonde
O bacuaiel Juiu FranciscoTeiSeira lem
o so e-cnp'orio de advogaeia no 1* andar
do sobiado da roa do Qaeimado n. 12, e
ah pndera' ser procurado para n eirrci-
rio de o profl-so das 9 horas da mi
i h a as 3 da lar i?.
PARA UZO INTERNO
PREPARADOS SIMPLES,
Xarope de jurubeba garrafa......... Ijjooo
Vinhode I6oo
Pilulas de vidro......... l(J6oo
Tintura de 64o
Extracto hydralcoolico dejnrubeba?i 12^500
PREPARADOS COMPOSTOS.
Vinho de jurubeba ferruginoso garrafa. 2looo
Xarope 1i56oo
Pilulas vidro... 20000
Oleo de jurubeba vidros.... 64o
Pomada de pote...... 6io
Emplastro libra..... 2#5oo
PARA UZO EXTERNO
A JURUBEBA.
Esta plantar hoje recoohecida como o mais poderoso tnico, como um excesi
lente desobstruente, e como tal applicada nos engegitamentos do figado e baco, na-
bepatites propriamente ditas, ou ainda complicadas com anararchas, as inflammacoes
subsequentes as febres intermitentes ou durezas, nos abeessos internos, nos tumores es-
pecialmente do tero e abdomen, nos tumores glandulosos, na anazarcha, as bydrope-
zias, erysipellas; e associada as preparacoes ferruginosas, ainda de grande vantagem
as anemias, chioroses, faltas de menstruaclo, leucorrbeias, desarranjos atnicos do esto-
mago, debilidade organicas; e pobreza de sangue, etc.
O que dizemos affirmam os mais distinctos mdicos desta cidade, entre os quaes
podem os citar os lllms. Srs, Drs. Silva Ramos, Aqoino Fonseca, Sarment. Seve, Pe-
reir doCarmo, Firmo Xavier, Silva etc. Todos elles reconh cem a excellencia d'este po-
deroso medicamento sobre os demais at ho!? 'onhecidos para todos os casos citados,
tanto qoe todos os das fazem d'elle applicaco.
Apresentando aos mdicos e ao publico em geral diversos preparados da juro-
beba, tivemos por fim generalisar mais o uso d'este vegetal, fazendo desapparecer a
repugnancia que at boje senliam os doentes de usar dos preparados empricos d'elle, o
mais das vezes repugnantes a tragarem-se, e qae linbam ainda a desvantagem de n2o
ser calculada a dose conveniente a applicar-se, o que torna muitas vezes improficuo um
medicamento, que pedera produzir ptimos resultados.
. Us nossos prepados s foram apresentados depois de havermos convenientemente
estudado a jurubeba, fazendo as experiencias precisas para bem conhecer as propriedades
medicamentosas d'esta planta em suas raizes, folhas fructas ou bagas, e a dose convenien-
ea app icacan, leudo alm d'isto procurado levar os nossos preparados ao maior grao de
tperfeicao possivel, para o que nao poupamos esforcos, nao nos importando O pouco tu-
ero que possames tirar
Por tanto os que se dignarem recorrer aos jiossos preparados podem ter a certeza
de que elles offerecem a garanta, de que se pode encontrar a prompta e infalhvel cura
de qualque dos soffrimentos, que deixamos ionumerados, se forem em tempo applicados
teodo alm d'isso, medico ou doente a vantagem de escolher as oossas vanadas prepa-
racoes, aquella que melhor loe pode convir, j pela fcil applica'cSo, e j pela complicado
das molestias, idide, sexo, ou ainda natureza de cada individuo.
As nossas preparacoes ferruginosas sao feitas de forma que se tornam completa-
mente soluveis nos suecos gstricos, porque procuramos os composto* de ferro que como
taes estao boje recobecidos.
Para aquelles qoe mais miaociosanente queiram conhecer as propriedades da
jurubeba, e saberem a applicacSo de nossos preparados, destribuimos gratuitamente
em nosso deposito um felheto, onde tratamos mais extensamente d'esta planta e dos w>
os preparados.
antigo's artdes de visita.
Na Inglaterra trocaran) o nome de carte-
album pelo de retrato-galera e os ingleses
usam encaixilhar estes retratos em quadros
especiaes para com elles formar galeras,
com que ornam seus gabinetes. Recebe-
mos urna certa quantidade de taes quadros,
os quaes cederemos por barato preco aos
nossos freguezes.
As pessoas que quizerem ver specimens
dos retratos chamados carte-album, j fei-
tos em nossa officia sao convidados a visi-
tar o nosso estabelecimento.
CARTOES DE VISITA A 93000 A DZIA.
Em consequencia do novo genero de re-
tratos^chajRado^^ipf-al^t^.. tW'.gi&
O pr6(0 dos antigos cartdes de visita, os
quaes de boje em diante ficam reduzidos
Satisfeito o invencivel Vcado lira uto. com as maneiras attenciosas com que a0 preco je
'oi acolbido pelo Dspeitavel publico desta brkosa provincia, a ponto de que muitos a por-:. OiAAA
fia desputaram a silisfaco deserom os prime iros a comprarem em seu importante arma-" f w%9tf tF
zem, se desvanece em declarar com toda a lealdade deque capaz, que est cada vez pela primeira duzia, sem que por causa
mais animado, nao s pelo benigno acolhimento que tem recebido, como pelas torcas de desta diminuico de preco, deixemos de es-
quedispe porque at hoje nlo careceu ainda dos preparados de jurubeba, nem do merar-nus no nosso trabalbo, como secapre
xarope alcoolico de veame. loi nosso costume. Alm disto, continua
O Veail Braneo, declara a quem ainda o nao conhece que n5o um mos a dar os candes de visita em carines
desses biebarocos intrataveis que por ah vivera com figura hu nana ; domesticado no de luxo, Bristol, ou porcelana, dourados ou
ameno paiz onde a ama ve! Aguia Branca vio a luz do astro bemfeilor, elle partidario lithographados para o que temos urna varie-
desse invojavel ajraao e sinceridade que com tanta gravidade se desprende do seu dade de 12 modelos, a escolha de quera se
bico encantador. retratar.
O Vea lo Braneo, como todo o homem civilisado,- ama a sociedade dos *3?" va gomo prevexco.
bons, gosta do centro do mundo elegante, usa do tnico de Jayme, para previnir quelbe Apezar do nesso trabalho ser muito-co-
ponbam a calva ao sol, vai a companbia des Bouffes Parisiens e no meio do partido de nhecido nesta cidade, aonde trabalhamos a
Aloiia-se p ir anoo ou testa orna rasa terrea
lila no Peco da Pacelia prxima a igreja, qoe fot
do fallecido Dr. Gimes, com grande qnintal mo-
rado e commodos para familia : a tratar com Lea!
e Irmo, roa da Cadeia do Recife n. 56.
CASA DA FORTUNA
Aos 6,000$.
BIL1IE1ES GARANTIDOS.
A' ra do Crespo n. 23 e casas do costume.
O abaixo sssignalo vendeu nos seas muito li-
tes bilbetesgraotldos da lotera qae se acab-a de
extrahir a beneficio de Nosa Senbora do Monte
de Oimda, os.rgointes premios :
.x. 968 mtio bilnete com a sorte d 6;000t-
N. 33S meio bilbele com a orte de l:J Q&.
E ootras muitas serles de 10O, 40 i-
Os possnideres podem vir receber seos respecti-
vos premios sem os descootos tas leis na casa da
Fortiio? rna do Crespo n. 23
on?^' "^ptnairnpn'iH^rt tnrln o favor da modTl Acnam-se a venda os da IV parte da lotera da
goza actualmente ae toao o lavor aa moaa.|Sa-ma Casa da Mlserlcord (S0<) qQ8 se nUMhl.
A carte-a-lum se faz por duzas como os ra- a 8 de Ooibro vindooro.
hreco.
Bilhete. .... 6*000
Meio......3J000
Quarlo. .... 1*500
Em porco de 1005 para cima.
RDeie.....3*500
Meio......5*750
Quarto.....1*375
Maooel Martins Fioza.
madame Adelle, elle tambem atira-lhe o seu lindo bouquel.
Digne-se o benigno leitor de jurar as palavras sinceras do sincero Veado
Braneo, e venha prover a sua dispensa do que melhor se pode encontrar n'um estabe-
cimenlo de molbados.
A modicidade dos precos, comparados com a boa qualidade dos gneros e o
bom modo com qoe se recebe os senhores compradores, deve certamente convidar as
pessoas que ainda i5o vieram nossa casa a fazc* parte dos amigos e freguezes do.nosso
BELLISSIMO ARMAZEM
DE
MOLHA
CONHECIDO PELO NOME
DI
VISADO BRNCO
Estabelecitlo tua Direita n. 16.
Esqalna da travesea de m. Pedro.
NiSi -Rna do Cabag W. 8 A
Agostinho Jos dos Santos $ G
Acabii de chegar a estestabelecimento um esplendido sortimento de
joias do nltln o gosto, perfeicSo artstica e modellos eoteiramente notos; como
seguem: aderecos com rubim, esmeraldas e perolas finas, pulceiras, broches
para retrato, annes, botoes de punho, brincos e cassoleas com letras, etc..
etc., etc. Si i Ivas de prata do Porto, faqueiros, paliteiros, calis de mesa t
fructeiras, cu. os precos sao incompeliveis, pois que os proprrtarios desta casa,
recebendo se is artigos directamente da Europa, podem servir vantajosamenta ^
aos seas freg jezes. Gompram-se brlhantes, pedras finas, ouro e prata, page ^
se bem, tamtem se incumbem de fazer concertos. ub
Trocam se
ts olas do banco do Brasil e das caitas flliaes-
dom descomo maito rasoavel, na praca da Inde,
oendencia n. 22.
Precifa se de
Queiniio 0. 49.
Ama
ama ama de leile
na roa
do
Urna escrava
Pagase 5* mensalmeote e com toda a ponioa-
lidade pelo alogoel de ama escrava qae atiba bem
coflnhar e engommar, e fuer o mais servico nnl-
eameutH de ama sohora estrangelra : Irata-sa a
roa da Sema la Veiha n. 23, primeiro andar.
1*2 annos, com tudo joigamos de nosso de-
ver dizer hoje o seguinte:
Nos retratos fe.tos era nosso estabeleci-
mento emprega-se toda a cautela para of-
ferecer-se a par da belleza do trabalbo, as
melhores condicoes de durac2o. Doura-
mos e usamos os nossos retratos sem olhar-
mos a economas, e ltimamente para Ibes
pdennos dar urna lavagem mais ampia
e spgura, contratamos com a companbia de
Bebiribe orna peona d'agua. Os nossos
cartees de de visita s5o verdadeiraS photo-
grapbias, que nao precis5o de retoques do
pintor para Ibe desfarcarem os defeitos, e
convidamos a quem quizer a passar sobre
elles urna esponja molbada em agua, ou a
deixa-los mergnlhados por espaco de horas
em agua, ou em espirito de vinho: seapre-
sentarem alterac3o ser5o recebidos por nos
i e pagos pelo duplo do que tiverem cus-
tado.
Continuamos a fazer retratos por todos os
' systemas pbotograpbicos at hoje conheci-
! dos em photograpbia. 0 nosso sortimento
I de caixiohas, quadros, passe-par-tauts, e
joias de ouro para a collocagao de retratos
I o mais completo, variado e abundante que
existe nesta cidade.___________________
Attentfo.
N. 25 Rna do Livramento N. 25
Deposito de tamancos e calcado Dacional da fa-
brica da roa do Jardlra n. J9, de Jos Vicente Go-
dioho, tanto no deposito como na fabrica seapromp
tam todas as porcoes de calcado o mais barato
possivel, esta fabrica tem todas as machinas pro
priaspara os calcados ja bem acreditados pelo
grande numero de freguezes qoe daqui se for-
neeem.
Ai maiem 00 loja
Traspassa se um bom armazem proprio mesmo
para loja de fazendas e com commodos at para
familia econmica, oa roa da Prala : trata se oa
roa da Madre de Dos n. 16, Foja.
Ama.
Preclsa-s* de am forneiro de prlroeira
se sari padaria : na roa do (Ubngi n. 14.
das-
Precisase alonar orna ama, para comprar, coa*-
nbar e engommar : na rna de S. Francisco n 54.
Da-se a premio de am e meio por cento enm
bypolbeca em bens de rait, a qoanua de 1:000*,
pago o premio coioo se convencin-r : a qnem con-
vier delxe caria fechada nesta typogrrphia com as
loiciaai L M. B. V.
Casa
Alogi-seo 2* andar da casa na roa do So1 n.
33, muito fresco, com um grande setao e <:ora
muitos commodos para familia r a tratar na roa
Njva n. 18.
Casa
Alojase a ca-a n. 6 da roa do Principe na fre-
guezia da Bi>a visla com i salas, 3 qoartos, eoz-
nba e quintal : a tratar na roa Nova n. 3.
a ttenco
Continua"s" a 'orD''cer almoc) e janlar por pre-
co commodo/em oT.lasa P2rticular : n rM reila do Rosario sobrado o. V ___________
CHOS
MARTIMOS
CONTRA FOGO.
A companhia Indemnisadora, estabeleci-
da nesta praca, toma seguros martimos so-
bre navios e seus carregamentos, e contra
fogo em edificios, mercadorias emobilias:
aa ra do Vigario n. 4, pavimento terreo
typogkaphia mu\m
DE
Carlos Eduardo Miihlert dr C
N itr-Kua do Trres-N. 10
Sob este litoio temos uliimaroente esi*beleeldo
ama lypographia qoe minJamos vir de New-Yot
e > qoal reuoimos a qoe J libame?.
Montado assim o uo.-so estabelecimento em om
ponto vantajoso, porque [possnimos indo o que
de melbor gosto e mais moderno, achaaio-BXM ha-
bilitados de emprebeoder qoalquer obra que ae
nos queira coodar, com a maior oitidet, visto os
nosso* qaarenta annos de arle e experiencia.
Somos bastante conhecidos e por i-so nutrimos
toda a conviccio de qoe a generosidad do pu-
blico e dos nossos amigos bao de correr em oosao
aoxilio para proteger om velbo artista one ado de
grande familia para o qae de ante mi nos con-
fassamos summamenta agradecios.____________
ALMANACH
LKIB BAMBAS
L11S0BR4SILEIB4
Para 1868.
POR CASTILHO.
Vende-se na livraria Econmica defroato 4o an
de Sanio Antonio._______________ ^^^^
Chocolate vermicida
DE
Antonio Nones de Castro.
Desde 1857 que sao as tabellas vermicidas ap-
plicadas em Portugal, como o remedio prompa
efficaz para a expulso das lombrigaa. qmt tiogra
ve< padecimeatos' caosam e qoe qoasi sempre *
se snppie ellas a origem.
Bste vermfugo prefMivel a qnatqner rolre
pelo seo agradavel paladar e fcil applKei> a
criancas que mais geralraente sao aiacaas de se-
meibante mal.
Deposito especial
3-lRua larga do RosarloSA
Botica de Bartholomeu & C.
Companhia fidelidade de seguros
martimos e terrestres
estabelecida no Rio de Janeiro
AGENTES EM PERNAMBCOO
Antoaio Luis de Oliveira Aievcse C
competentemente intensados poli
directora da companhia de segures
Fidelidade, tomam segoros de na-
vios, mercadorias e predios no toa
esenptorio roa da Gru n. i.
mwmmm
':

-----
.i
MUTILADO
T
Rt-t- -"


Diario de PiriaHbief iabbado & de Onluliro de 1867.
Vi
<
/
i

MACHIMAS
SOtlZA SOARES i IRMIO
proprieHrios do grande e nouo estabelecimento de miuaezas,
ferragenst quinquilharias e candieiros a gnz
HIJA NOTA xT.
Em frente a botica do Dr. Sabino
Beceberam directameote de New-York um sortimento de machinas" para descarocar
algodao, sendo de 1, U,16,18 e 20 serras, que pela sua qualidade e perfei?5o, tornam-
se recommendaveis.
Os proprielarios garantem por om anno a construccao das mesma?, e o bono re-
sultado em descarocamento de algodSo. Sendo estas de om modelo til, que alem de se-
rena de pooco volume s2o muito facis para o trabalho, fleando o algodSo o mais perfeito
possivel. Affiancaido-se os precos serem mais razoaveis que em ontra qualquer parte.
Os pretendentes podem dirigir-se ao referido estabelecimento, que alm de acba-
rem um bom sormento de objectos de que tendente, eocootrarao sioceridade e bara-
teza nos precos.
COMPRAS
Moedas de prata
nadebaes, assim como patacSes portaguezes e
hespanhes, compramsi com premio : aa roa do
Crespo n. 16, primeiro miar.
Comprain se escravos
Silvino Gnilherme de Barros, compra, vende e
rocaerfectivameiiteescnvos de ambos os sexos
de Mas as idades : a' -ua do Imperador o. 79
rceiro andar.
Compmm se
com premio maedas de nnro e de prata naclenaes | ment todas as obras concernentes
e eslrangeiras : na ra la Cadeia do Recite n. 16 respectivas como sejam :
Fabrica e fundiedo de bronze
e outros metaes, cAdeireiro,
la\oeira, e funileiro, situada
na Soledade, ra do Prin-
cipe n 3, e com deposito na
ra Nova n 38 da cidade
do Recife
DE
BRAGA iSAMPAlO
Fabricam-se neste importante. estabeleci-
as artes
Acaba de ebegar esle celebre romance, bonita edijao com estampas, constando de tres
partes a' saber :
Les Drames de Pars Le Rsarreetlen de Le Dernier Ho de
Rocamhole Rocambole
Rs 8ifooo. Rs. 4o-o. RS. AiPooo.
Livraria franceza.
H. 2 D
MAS
N. 2 D,
IP^ CORACO DE MIRO. ^4
A loja d.1D intitulada Corceo do Ouro na roa do Cabng, acha-se d'ora em diante offerecen
? a respeitavel publico com especialldade as pessoas que henram a moda os objectos do ultimo gos
'a Pars) por menos 20 por cenio do que em ontra qualquer parte, garantindo-se a qualidade e a so
i da ebras.
O respeitavel publico avallando o deseio que deve ter o propietario de um novo estabelecimen-
xo que quer progresso em sea negocio deve cnegar inimedatamente ao coraco de ouro a comprar
aneis com ptTfeitos brilhantes, esmeraldas, rubinse peroa ; verdaderas em agarras, modernas pek
diminuto preco de 104, brincos moderos de ouro e coral para menina pelo preco de 34, maracas de
prata com cabos de marBm e madreperola obra de moderno gosto (o que o encontrarlo no coragao de
ouro) voltas de curo com a competente cruslnna ricamente eufeitada pelo pequeo preco de 12$, brin-
cos de um trabalno perfeito por un mdico prego, cassoletas, tranealras, pulceira--, alnnetes para re-
tratos e outros modelos ludo de alto gosto, aneis proprios para butar cabello e firma, dito para casa-
meta, no artro roseU tem o Coraco de Ouro um completo e bem variado sortimento de diversos
gostos, botos para pnnbos com diamante, mbirjs e esmeraldas obra esta importante ja' pelo seu va-
lor ja' por gosto ds deseado, brceos a forma da delicada moslnta de moca com pingente contendo es-
meraldas, rabins, brilhantes, perolas, o gesto sublime, alfloete para gravata no mesmo gosto, Telo-
nios para senhoracravados de pedras preciosas, ditos para homem, diversas obras de brilhantes de
caito gosto, cruslnhas de mbins, esmeraldas, perolas e brilhantes, aneis cora letras, cacoletas de
trystal eouro descoberta para retrato (a ingleza) brincos de franja, ditos a imperatrize toda e qual-
quer joia, para secol ocar retratos e obras de cabello, e outros mnitos objectos que os pretendentes en-
cootraTao no Coraco de (Joro qu se conserva com toda a amabilidade aos concorrentes dallndo-
se de aerul menelonar precos de certos objectos porque (desculpem a maneira de fallar) dizendo-se
preco talvez alguem faca mo juno da obra, por ser to dimimita quantia a vista do sea valor.
Na mesma loja compra-s, troca-se ouro, prata e pedras preciosas,e cambera recbese coneer-
tos, por menos do qoe em oatra qualquer parte, e dao-se obras a amostra com peonar, conservndose
e Coraco de Ouro aberto at as 8 horas da noile.
Qoalqner pessea nota se na sua frente cm coraco neoderado piatado de araarello, alem de ontro qae se nota em um
totulo (isto se adverte era consequencia de terera ja' algamas pessoas engaado com ontra casa.
armazem do Adriano, Castro & C.
Compra se urna caa terrea boa e novaf rao-
derna, em boa roa : qutm tlver para vender di-
rija-se a botica na praca da Boa-vMa o. 32 oo an-
noncie.
Libras osterlinas,.
Compram-se com bom premio : na pra-a da In-
dependencia n. 22.
Moedas de ouro.
Nacionaes. e estrang liras assim como libras
esterlinas: caropram-se ia roa do Crespo n. 16,
primeiro andar.
Compra-se ouro*e praia em obras
na praca da Independen ::a 22.
velhas
de
MUDAS
ouro e prata
Compram-se moedas de ouro nacionaes eestran-
geiras, bem como paiarces dos diversos ennhos :'
em casa de Adamson, Hi wie & C, ra do Trapl-
ebe-novo n. 40.
Na ra de Abollo, armazem n. 12, compram-
se dous escravos pretos.
Compra-ae
orna escrava que cosinb3 e engomme bem e um
preto cosinbeiro que se |iaga bem : na ra do lm-
rerador n. 21, a fallar com Joaquim Lopes de
Almeida.
Comprant-se mcedu de ouro e prata nacio-
naes e eslrangeiras : no armazem de Angosto F.
de Oliveira & C, ra de Trapiche Novo n. 42.
Cimpra-se por mns do que im.oulra qoal
quer parte, prata brasileira e estrangeira, libra
esterlinas, mnedss de > e 165 pertoguezas, d
Si, 105 e 205 brasllelras e ^e trocara sednla
das canas fiiaes do a ico do Brasil : na ra da
Cadeia do Recife p. S8, loja de azulejo. _____
24S000
Comprase na loja de joias do coragio de ouro
n. 2 D, ra do Cabug, moedas nacionaes de 205
Compra se urna casa terrea com bastante
comino i o para granda f milia, ec- urna das mas
Regalles : pa'eo da rlbmra de S. Jos, camba do
Carmo, roa das Flores e II ,rtas : a tratar na ra
Impen.1 n. 193, andar.
Alambiques de todos os tamanhos em
feitios, os mui acreditados aparelhos de
Derosne com as dimences delicadas dos
fabricados em Franca.
Fabricam-se avulsas qoaesquer pecas des-
apareaos, como sejam o dilatador, ratiQca-
dor e condensador, ou esquenta garapas,
resfriador, serpentinas interiores.
Fabricam-se bombas de todas as dimen-
ces e qoalidades, pelo systema francez ou
americano, simples, de presso, reputo, e
com especiaiidade a estncanos lassim -sp
nominadas pelo enorme volume de agua
que absorvem calculada em 100 pipas por
hora, e das quaes algumas esto promptas a
serem experimentadas.
fival sem segundo.
Rna Ao Quelmano n. 4.
Quer acabar com as fazendas absh
mencionadas.
Qseiram vir ver o qne boa e baralisaiat.
Toalhas de labynntbo com bico, fazen-
da bo a.. -..........3jor,3
30
500
40
(O
Loja do Gallo Vigilante
DE
GnimaresA Freitas
RA DO CRESPO N. 7.
Os proprielarios rieste bem coohecido es-
tabelecimento tendo em vistas a boa vontade
com que t'da generosa popu'ac3o desta bel-
le cidade concorre com a sua coadjovaco
para o basar de prendas que costomam e.<-
Cirreieis de llnba com 100 jardas a
bravatas pretas e de cores moito Boas a
*",a tle 0l,rei*8 enoadores para esparlilbo de cordo e
Ota a........
CadattaSd "Dba Al""dre com ir-
("H*; nos*9i,'m'im
Ditos de bolla moito finos a 240 e
Miadas de linha froxa para bordar a '
varas de cordo para esparlilbo a
entes volteados para regacar cabello de
meninas a............
rseos de macaca' oleo moito fiao, a .
\botoaduras muito linas para colletes a '.
.andes de liona branca e de cores a .
scovas para falo, fazeoda boa, i .
Varas de franja branca de linho para
toalba a'..............
|.Pecas de bico estrello com 20 varas moito
bonito a..............ffOOO
Varas de papafJoa de diffeientei largo
ras a J2.160 e
loO
tabelecer no dia "da commemoraco do anni-' ra ^"n.'SJ*!?0 a........
versarlo do Hospital Portuguez de Renefi- en?!*6 f!??. ^["^ smn-'
cenca, cujo producto applicado a bem Soboneies de familia a loo, io e .
daquelles que baldos de recursos, e no leito
da dor ali procuram melborar seus soffri-
?. l UM uva un i/iwuibiii tiiUiUUlal OvUO OUJll I"
Existem bombas por este systema, me- mentos e aproxmando.se 0 dia dessa graa.
VENDAS
Armaco
Ama de leite.
Precisa-sede urna ama de leite, na -raa estreita
do Rosario o. 41, 1* aadar. Asseasra-Sr) excel-
lente tratamenlo e paga correspondente ao ir iba
Ibo, como se cooveccionar.
Aiugase uiin !ua casa na cidade de Olinda
para se passar a taita, coa: comrnodos para gran-
de familia no principio da ra do Amparo : a tra-
tar oj fundo de S Pedro ra de Aguas-verdes nu-
mero 3.
Anoa Rosa da Silva, porlugueid, ?vai a Earo
pi tratar de sua saule, levando em compaubia
om ti tu -se meoor iiU e.
mam
U escrivo da atenia tiruvmcial Tur-
ras Bandeira, modou seu carlorio da rna
lo Imperador n 35, para a casa n. 27 da
inesma roa, junto do tribunal do cora-
merco.
O abaixo assigoando, tia^endo dlssolvido ami-
gavetaiente a snciedade na pfcarmacia da rea da
(moeralriz o. 77, que tioha-cora o Sr. Irme) C(-
Iho da Silva, o qeal ficou com o estabelecirneuto,
e eDdo a seu cargo o activo- e passivo do mesmo ;
vem peraote o publico e com especiaiidade aos
Sr, mdicos* Uier ess declaraco, accresceulan
do que nenhuroa respon^biliriade he cabera* pro-
veniente do prejaro dos medicamentos que, mani-
pulados n'aquelia pharmacia, continuarem a sahir,
cura os antigos romlos; onde se l a eiticcta fir-
ma socialMoura & CContra o que desde ja'
prole^tl o abanco as>ignado : protestando ainda'
mesmo o abarco assignado fater valer o seu di- j
reito contra o seu ex socu, te coul'ouar a usar
ices rtulos sioetes, contas e mais papis da ex-
frect firma socialW iwa-; C
Setembro, 39 de 1867-
Ptiarmacruiico los Elias de Mota'a.
Precisa-se de nraa ama de leite, sem fllho:
na roa Nova n. 26, 29 andar.
Alugam-se doas casas no pono da Mddeira
em Bebenbe a Loira da rlc, muiu frescas e ro-
priai para quera precisa de bauhos : a tratar no
Recife roa Direitapadarla n. 69.
Offerece se urna ama para cosiahar para ca
sa de poora familia-: a tratar na ra Augusta nu-
mero n. 83.
hij>ica
Migeel da Puriflca^ao Gomes agradece do fondo i
de sna alma aos seus amigos que se dignaran) \
acompuhar soa qoirida mulher Isabel Amelia da i
Silva iLieboa at a sua ultima morada, e de novo i
onvida eao s a essds senao tambem a aquellas
pessoas qae o honrara com sua amisade a compa-
recerem as 6 horas da manhaa de dia 3 o cor-!
reme mef, stimo diadeeu fallec ment, a as-
slstirem a raa missa que {lo seo eterno descan-
so tem do ser dita no coavento do armo desta
ida de.
. Precisa-se de urna engammadeira
ie Jiaperadur o. 13, i' andar.
na roa
Lava-se eeogomma-se com perfeico, e por
rotaos ntt-q.) que em ontra qoaie/ierparte : oarue
do Roeao da fiea-viela n. 47.
Joaquim Jos Gon{?alves
Beltrao
HLA 00 TKlPIcttB K. -i7 i ANDAR)
fiacca por todos os paquetes sobre o Bancc
ia Miaio em Braga, c cobre 01 taicles luga-
J en Portugal,
aber:
Lisboa.
Porto.
Valeoca.
Gi maraes.
Coimbra.
Chaves.
Viseo.
Villa do Con*e.
Arcos de Val de Vt.
Vianna do Castello..
Ponte do Lima.
Villa Real.
Villa-Nova de Famelicio.
Lamego.
Lagos.
CovlIhSa.
Vassal (Valpassos.)
Mirandella.
Beja.
Barcello*.
-
*
Leciona-se a solfejo e a tocar varios ^
instromeulos dando se as HcSe.s partteu- 23
lares em suas proprias casas, das a ho- jf|
ras da tarde at as 9 horas da noite : a 2
tratar na roa Augusta n. 30 uu nesla ly S
poeraphia. 3&
Na rna dos Aioogoinhus n. 4 lavase e en-
gsmma-se com toda perfeico, e o mais commodo
possivel._______________________ '
Jos Marques e Bernardino Marqnes, subdi
tos portugnezes, vao ao Rio de Janeiro,
TTedegoso de Fernambueo
A planta, confaecida entr nos sob a de-
nominaco de ftdegoso, e no Rio de Janeiro
e prorincias do ul deste iaiperio pela de
crista de gallo, o tiaridtum ulilissimnm
ou tiandium elonqa'.um de Schum, e O Ae-
Uotrepitm curassadium de Mari, pertence
familia das boragioeas.
0 fedegoso considerado, na tberapeoti-
ca perntfrabucana, como urna das plantas
mais recommendaveis por suas virtudes cu-
rativas, e applicado interna e externamen-
te, como calmante do systema nervoso, na
paralysia, astbma, tosse convulsa ou coque-
luche, tosses recente? e antigs, suffocaces,
catarrbos pulmonares, etc., e em geral con-
tra todos os soQrimeotos das vas respirato-
rias ; sendo om excedente unitivo para
aquees que padecem de phtiica pulmonar.
Sua efGcacia contra o ttano ou espasmo
incontestavel, e nioguem ha que a deseo-
aheca.
;So ignorando nos o que acabamos de di-
zer, e esforcando-no? por ser til humanida-
de soffredora, preparamos o que abaixo indi-
camos, pondo a disposico dos distiuctos m-
dicos, e dos doenles desta e das outras pro-
vincias deste imperio nossas preparares,
que s5o:
Olinda
Aloga-sa o sobrado de om andar da roa de
S. Pedro Martyr em Olinda: a tratar na raa
do Imperador n W, 2." andar, prximo a'
traressa do Ouvidor. .
HISTORIA DE CABLOS
XII
Rei da Suecia
>RVOLTAiaB.
Vende-se esta excellente obra por 1*200 em
brochara, na llvrart. Econmica aa do Cresp"
*Na mesma livrartaiemain.se asslgoatoras para
a-ida de Horacio Nelsoa-o celebre almirante
angle a lj cada exemplar. "uie
PILLAS, TINC1UMA, XAROPB E VlNHO
DE FEDEGOSO
Uhco deposito
Pbarmacia de J. Jk. Pnto rw larga do
Rosario b. I.
Vende-se urna arrnagao do loaro nova inveroi-
sada, da cara da ra d,.s Crutes n. 37, propria
para qualquer nagocio, para tirar oa flear na mes
ma casa : a tratar oa mesma ru < n. 41 A. taberna.
Vende-sn ama escriva de 27 anuos, com ha
hilidades edesembaraco, mais urna preta da Cosa,
alta, bonita figura, boa quKandelra : no becco do
Lobato n. 7
ATTE^AO
Aro armazem de fazendas dt
SantosCoelko,rua do Quei
mado n 19.
Bom e barato
Lansiohas Poil <4e Chvre a i5 o covado.
Maapolo enfestado a 8$ a peca.
Cambraia de cres matisadas bnissimas a
800 a vara.
Ideai brancas transparentes finas de 44,
15000, 65, 75, 85 e 9^00* a peca oom iG
jardas.
dem branca tapad; de 85 e 95 a peca
com l jardas.
Moro, branca francesa muito larga a 95 a
pega com 8 varas.
Baies de 35 e 40 arcos nesgados para
senhoras, a 45300.
dem de mursulina nesgados a 55.
dem de crochet a 55
Id ni de mursulina para meninas a 35 e
355.
Saias bordadas a SU.
Cambraias admascadas para cortinado a
125 a peca com 2o varas.
dem para forro a 35 a peca com 10 jar-
das.
Cambraia de lio lio n.uito fina de 65 e 95 a
vara.
Madapoles finos de 65, 75, 85, 95,105,
115 e 125 a peca.
Platilba de algodo superior fazenda para
saias a 35200 a peca oom lo varas.
Cobertas de chitas Je raruagem a 256eo
Lences de hambur?o fino a 25400.
dem de bramante muito fino a 35200.
Pannos adamascada para cobrir mesa a
45500.
Gaardaoapos de lin 10 adamascados a 45
a duzia.
Atualhado adamasca io com 7 1/2 palmos
de largara a 25 a van.
dem adamascado di linho com 7 1/2 pal-
mos de largura a 35 a vara.
AigodSo eofestado :om a mesma largara
a 1:5-loo a vara.
dem trancado de ali'odao a 15800a vara.
Toalhas alcochoadas de linbo lisas a 11,-5
a duzia.
dem de algodao fdpudas a 135 e 145
a duzia.
Colchas de fustlo a 65.
Lencos de cambraia I trancos finos a 15800,
25 e 9HM a duzia.
Lencos de cassa f nissimos a 35200 e
3560' a duzia.
Fil de linho liso a 8oo a vara.
dem com salpicos looo a vara.
Grosdenapies preto bom a 15?oo, 25 e
25?oo o covado.
Morantique preto uperior a 258oo o co-
vado.
Flanella de todas as cores a 800 rs. o co-
vado.
Tarlatana de todas as cores a 8oo rs, a
vara.
Bramante de linbo om 10 palmos de lar*
gara a 25oo a vara.
lueui de linbo com 5 palmos a 152o a
-ara.
dem de linho com 3 1/2 palmos a 8oo a
vara.
Riqusimos basquina a 255000.
Assim como outras umitas fazendas que
se vende por menos que em oatra qualquer
parte, e d-se amostrai de tudo,
Vende se urua boniti cnoula de 19 anno,
vinda do malo, peca, na a dita de 10, com Habi-
lidades, tambem peca e b mita; na roa h Pogo
namero 9.
ores, para regar sitios, garantindo-se nao
s sua durac3o como a grande quantidade
de agua que fornecem pelo que s5o cons de-
radas hnje as primerras bombas conhecidas.
Todas as mais obras se fabricam vonta-
de dos freguezes e a seu capricho.
Exi.tem tempre promptosno deposito in-
dicado na ra Nova n. 38, um completo sor-
timento de obras solidas, bem construidas e
a precos rasoaveis, como sao alambiques,
serpentinas, taxos, passadeiras, repariidei-
ras, escumadiras, cocos, candeias, e muitos
outros ulencilios preprios para engenhos,
como sejam mancaes de bronze, parafuzos
para rodas de agua e outres.
Cavilhas, machos para lemes, pregos de
todos os tamanhos e para o forro de cobre
de navios.
Aprompta-se tudo quanlo diz respeito as
obras de latao torneadas e polidas com toda
a perec5o.
Vlvulas para tanques de banho, torneiras
de todos os tamanhos e quadades, assim
omn todos os ornamentos para militares,
boloes para farda, aparelhos para barretina,
nmeros, espberas, espadas, cornetas, alam-
padas turibules, caldetriohas, navetas, almo-
farizes, perfumadores.
Obras de fullas de (landres de todas as
quadades, bahs, bacias, bules e outros
utencilios domsticos.
Lampioes para gaz para engenhos, folha
de flandres em caixas, folhas de cobre e la-
t5o, tubos de chumbo para encanamentos de
todas as dimences, folnas de zinco, estanho
em barras e verguinha, lances e bar ras de
chumbo, vidros finos para espelhos, de co-
res, bordados, e'pacos, e outros para vi-
dracas, diamantes para corlar vidros, cadi-
nhos ordinarios e de patente, rea para mol-
dar, folies para ferreiro. lavatorios com ba-
cias e jarros, trra podre e outros nmeros
oljectos proprio de taes eslabelecimeoios.
Sendo todas as obras inspeccionadas e
feitas sob a direccSo do socio administtador,
Jos Bsptista Braga o qual se acha de novo escoias
diosa festa por isso apressam-se em avisar
ao respeitavel publico do que ha de mais
moderno em seu estabelecimento, alm dos
quaes tem variedade de outros, que a serem
para um lira t3o justo os venderam por pro-
cos mui rasoaveis.
Riquissimas caixas com msica contendo
o necessario para costura, proprias para um
delicado presente.
Biquissimos livrinhos com capas de tar-
taruga para missa.
Riquissimo albura com capa de tartaruga.
Porta joias, dedaes e relogios e neste gos-
to urna infinidade de objectos.
Vasos, calungas e palliteiros de porcelana.
Bunecas qne chamam papai e mami.
Finissimos lencos de cambraias de linho
meo disticos.
Caixinhas com perfumaras.
Bengalas de canna com lindos castoes de
marfim.
Riqoissimos nfeites com coques e sem
elle inteiramente novidade e ultima moda.
Lindissimos cintos para senhoras.
Fivellas lindas de muito gosto.
Lindos pon-booquet com cabo de madre-
perola proprios para casamentos e bailes.
Riquissimos leques de madreperola.
Lindos leques de sndalos para senhora.
Ditos de sndalos para meninas.
Ditos de sndalo tendo no centro um qua-
dro de seda, ultima moda.
Leques de faias muito lidos.
Ditos de ossos.
Limios pentes de tartaruga, massa e outras
umitas quadades.
Luvas dejouvin. inteiramente novas, bran-
cas, pretas e de cores.
Ditas de seda.
. Meias de seda e algodlo.
Lindas trancas pretas e de. cores om ve-
dilrho e sem elle, assim como lindissimas
guarnicoes para enfettar basquines e botoes
para os mesmos.
Lindos iodispensaveis para meninas das
Grosas de botoes de madreperola para
camisa a
Carlilha de
dootrina chrisia
m
40
60
940
501
3O
^iiuud ue noutrina cnrislaa a 3O
Latas com superior banha a...... JOO
Quaderuos de papel pequeo superior a O
Dotia de baralhos francezes superior itT Groza do phosphorns moito supe:lores !-J nO
C'Xjs a relalho do mesmos..... |n
Canas de phosphoros de vellieha con'endo
oOOvellinhas mnito superiores a ... 160
Re,-mas de papel almajo moito superior 2J50O
Resmas de papel paulado superior quali-
dade ............... 3f.o/>
Donas de meias para hornero..... ?3sftO
Dozias de meias ernas muila soperiores *uuO
C hocolafc de lleshriere
purgativo de magnesia.
E' o chocolate de Jesbriere o meihor rnrgr.nt
at agora conbecido e de grande aeeitacao em Pi-
ris, onde tem sido muilo applicado no ho-piUi
Hotel Dien pelos professores Trrasseaa e M
com o meihor reoltado.
Por sua accao laxante porga sem fa ipar o esto-
mago e os intestinos, e aprsenla opumos resolli-
dos como derivativo, abrovente, anstiverncso, re-
frescante e depurativo.
Deposito especial
34Rna larga do Rosario3i
Botica de Bartbolomeu C.
mwmmmmm mm mmm s
especialmente incumbido da gerencia de to
arponante estabetecimente, isso urna ga-
ranta pe'a sua loaga ortica, que tem os se-
nhores freguezes de que serlo servidas a
contento, com pfomptiuaoe preco commo-
do, pelo que os proprielarios Ihe serao agra-
decidos.
Vesde-se na loja da praca da
Independencia a. 39.
empellas morluarlaspar serem enllocadas -em
tontas, catacumbas e sepnlHiras no cemiterie ou-
blico para o dia 2 de jvemt.ro rfload.s) das es-
criicoas seguintes ;
Mt-u pai.
Miaba wsi.
Meu esposo.
Minba esposa.
Meu Glh.i.
Mmha lliha.
Saadades.
Urna lagrima.
Amizado.
Mf u amigo.
Mea kmo.
Bengallinhas para meninos.
Suspensorios para meninos.
Lindas touquinhas e sapatinhos ricamen-
te enteitados proprios para baptisados.
Meias de seda para o mesmo fim.
Muito boas esco-as para dentes,chapos-
roupa, cabellos, unhas e para limpar pentes.
Superior linlas para crochet.
Aglhas para o mesmo fim.
Lindos agulheiros e dedaes de madrepe-
rola e martim, assim como de metal.
Lmdas guarnires de botoes, tespara oole,
pontos e colennhos.
Ricas capellas para noivas.
Metas de seda para senhoras.
Superiores thesouras para unhas, costura
e cortar cabello, etc., etc.
Suspensorios de seda para homem.
Ditos de algod3o para homem e meninos.
Finos aderecos pretos para luto.
Grande sortimento ae Snas perfumaras
Aos melhores fabricantes at hoje conhe-
cidos.
Graade sortimento de fitas de todas as
quadades.
E muitos outros objectos que impossivel
Nn'esSTSjalarahenten capellas de pe^Jra jfia *-l<* e <* encontrar*) na
rjTa. wja do Vigilante, roa do Crespo n. 7.
marmorfl obra prir
Gorama de mandioca
a tratar na ra lar-
VeWe-SH moilo nova e boa
ga do Ro.-ario o. 21, h ja.
Sal JPiretico effervecente de
Samplon^h
Ja bastanteconbecido em muitos paizes de
temperatura quente apparece pela primeira
vez a .venda nesta praca. l" excellente re-
medio para refres -ar a massa do sangue, e
o seu uso constante man te i; a sade do cor-
po em perleiu estado.
Cura o enjoagio mar, dores d cabera.
diarrhea, febre amareis, sarampo, typho,
febres gasticas, azia, febre interna, e como
calmante das grandes sedes as febres, nao
ha igual.
A venda nicamente na ra da Impera-
triz n. 12.
Ra do Imperador n. 327
Borzegains para homem .' 5JO00
Ditos ditos..... 61000
Fundiedo da Aurora
Taixas de ferro caado, bom sortimento e qaali
dad* superior .
V>-niiK-M! orna ca.-a lerrra sita na ra Veiba
o. 78, cbos forelros, com duas anillas e porta,
corredor iodependecie, i salas e 3 quarlos grao-
des, cosinha fura e txcellente quintal com cacim-
ba : a tratar na ma da Alaria n. 40:__________
Vendem-se duas escravas crionlas de 25 a
30 anuos, com habilidades : ao Hospicio casa da
esquerda do qnartel general.
Grammatica de Castro Nu-
nes e arithmetica.
Esto a venda defronte de S. Francisco c. 10,
ra do Imperador.
Vende se na roa das Cinco Ponas 82, la-
tas com 4 libras de doce Bao o melbor qae oode
baver neste genero. Tambem aloga se ama es-
crav, "____________
Vende-se
Pe de parrelra, moscatel branca, atpola aba-
caty, maogaelra de Itamaraca', abacaii, roseira e
dalia : raa da Croz n. 13.
CASTRO NUNES
Grammatica nacional.
Sexta edico
IjOOO
Livraria fraaceza.
GRANDE
[Grande hiinazem de tin-
tas medicamentos etc.
Roa do Imperador a, 22.
Productos chimicos e pharma-
mais empregados em

ceuticos os
medicina.
Tintas para todo o genero de pin- 9
tura e para tinturara.
Productos industriaos e tintas
para flores, como botoes de flores
e modelos em gesso para imitar
fructas e passaros com o compe-
tente desenbo.
. Productos chimicos e industriaes m
para pbotograpbia, tinturara, pin- V
tura, pyrotecnia etc.
Montado em grande escala e sup- S
prido directamente de Pars, Lon- jj"
dres, Hamburgo, Anvers e Lisboa !
pode offerecer productos de plena J
confianga e satisfazr qualquer en- ^
commenda a grosso trato o a reta- fe-.
m lho o por preco coramodo.
tmm-mmmm&m*
AGUA FLORIDA
Tendo de se liquidar a loja de calcados da raa
do imperador n. 32 :
Burzbguhs de Melli...... llJOOt
U.l-.s da Suier......'. s 4001
Dius de diversos fabricantes. 84000
Sapai5es de bezerro Sier..... 34~00
Birzeguins para meninos e meninas. 34500
Ditos ditos ditos....... 24000
Burxegains de Instre para bomens
(Sozer)......... 740P0
S.|-aloes Melli....... 7,4000
Dj zegnlns carda vo. ... 8|000
Rotas para mootaria.
Peraelras e goarda lama.
Sapato de tranca para meninos. 14000
Sapatos de eoaro de lastre com salto
para senhora. ...... 2400O
Para noivas
K loja do Passo acaba de reeeber riqoissimos
cortes de bloods para ooivas eootenoo cada corte
capella, setim branco para saia e om lmdissimo
veo. tudo de moito gosto e da ultima moda de
Paris, estes cortes ja vem.aliohavados a gosto do
molde, qae tem de servir notando someote agei-
la-l i ao corpo da senhora qoe tlver de fater oso
delle, cajos serviodo nicamente para om acto
lao brilbante, o proprlelarlo deste novo tsiabele-'
cimento esl resolvidj a vende-los cem um locro
moi razoavel,isto s oa loja do Paiso roa do Cres-
po n. 7 A, esquina da do Imperador.
VENDE-SE
Motores americanos para doas cavalk*.
Dito dito para quatro cavallos.
Machinas para descarocar algodao de 14, 1*.
8,xO 30, 35 e 40 ser ras.
Prencas para enfardar algodio faseado os sac-
eos coa 6 palmos de coropnmento oom o peso at
150 e 200 libras, viodas ltimamente da Amenes .
no armazem de Henry Forster 4 C, 00 caes Pe j
i dro II n. junio ao Gabinete Portognes. 1
MURRAY & LANMAN
A agua .florida de Murray & uanmara
olhada como um artigo de perfume, n
tem podido ser igualada pelas preparace*
as mais custosas: conserva seo aroma, co-
mo se formasse parte da prenda a qae el!
se applica.
Sua eficacia to delicada, como elegan
tes s5o seus multiplicados usos, quer sep
empregada como artigo de toocador, quer
no uso do banho, ou como suavisador d
pelle, depois que se tenba feito a barba,
j para limpar as gengivas oo aromatisar
hlito.
D suavidade, brilho e elasticidade oa
compleicoes, depois de se haver lavado; ir
livia a irritac5o de enipcoes ordinarias; te
lesapparecer o desagradavel aspecto dos
pannos, das sardas, do rosto, rugas e toda a
casta de ebulicoes, e d vigor e frescura
parte onde quer que se appliqoe. Soa efV -
ciencia e elegancia sao igualmente infal-
reis nos casos em que seja preciso applicK
la como estimulante e antisptico, dos cob-
cursos e assemblas numerosas, as loca-
lidades infeccionadas, na alcova de um en-
fermo, assim como um antidoto exceileo-
te para os desmaios causados por cansac*
ou sufifocacao. Preparada nicamente por
Lanman 4 Kemp, Nova York, e a venda per
Caors 4 Barbosa.
Joio da C. Bravo & C.
A venda as drogaras de A. Caors, Bra-
vo & C. e P. Maurer 4 C, e em todos os
estabelecimentospharmaceuticos do rapen
Terrenos
Antonio Botelbo Pinto de liVsquiu eontloa
vender terrenos no sea sitio do fondn, anis n-
chegar r m B-beribe, ahrlodo orna estrada no me*
mo sitio, qae a travesa o rio de Beber**, seg* a
do eocaoameoto das agoas qoe vio torteer em
Olinda: no mesmo sitio achara' eom qoem tratar.
nos domingos e dias otis, oa 00 Recife, raa da
Cadeia, loja de fazendas n. 34 A. ________
'Cal de Li boa
No armazem do caes da alfandera f ha para
vender superior cal nova, are TV, coegada k*
dias na baa portogueu tiratid. a prec* d*
i04nrrlL
Cabriole*
Vende-se por mdico greco na cabrio'^ de ,11a-
tro rodas com 4 assentcs : para ver tratar m
raido Hosaicw n. II.


j* hurte c l'eraattbac* Nabbado 5 4f labre d* 1867.
. ^-3.* <
RA DAS CINCO PON iS W. 86
AO GRANDE ARMAZEM
DAS
Sempre barato
Ao re^eitavel publico peraambucauo pede-se


Inglezaflr a 15, a libra eaw rs. soi&nvel e propria para tempero a 3i* rs
dem franceza a 56c rs. a libra.
Cha
De- primeira qualidade a 2 niseottoa -
lfllezespeail,. ato-nac. oval, cracnel, e outros superiores a l . i FlgOS
A alo res a libra.
Gomia
Da milbo branco a 4o res a libra, de aramia verdadeira prouria par jj^jr
tar crianjas a 5oo reis a libra e caiiobas com 4 libras por meos, gomma do Marannao
i 16o rs. e tapioca sag a 24* a libra.
Chocolate
Superior a 15, a libra.
ce ^
De guiaba em latas a i05oo em caixa de 4 libras, muilo -fino a*l*8o, em eatxoes
le 2 libras a 3oo e 32o.
Pelxe
Em Latas a 1>ooo reis a libra, sortido em qualidades.
Ostras
America a 8oo rs. a lata.
Baldes e Vassouras
Americanas a 8oo reis cada peca.
Toaelaho
De Lisboa a 3iO reis a libra.
Tomates
Em latas a Goo rs.
al
Refinado em lindos postes por 5oo rs.
Rlrshs de Wasscr
A ooo a garafa.
Vermouth e Abssutho
A l^ooo a arrafa.
Bltter
A l^ooo agarrafa. .
De bordeaux superior, Saint Estephe,Saint Julien, Saint Emit a 7dooo a duza m doce secc8 a.4jj e ^.
64o rs. a garrafa.
Vlnho
Do Porto fino a 14ooo a duzia e lBoo a garrafa e maguiieo tambemi.fim bar- ,jue Da n0 merca(io.
rd a 8oe a garrafa.
Duque do Porto
Adamado e outras marcas a 9oors.a garrafa e lo a duzia.
Vlnho d-i Fisuelra
O que ha de melhor a i$, a caada de Lisboa a 30 e i a .garrafa.
Vinagre
De Lisboa a 2oo e 28o rs. a garrafa.
Farello de Lisboa
Saceos com 9o libras a 45oo.
Cerris
Franceza em gigos de una duzia a 66.
Ingleza
Bass verdadeira a. .... T. e Victoria e Alssup a ooo reisa garrafa

Altengao
Maoteiga iagleit
3Sto, 500, 800 e U s6 ao armazem se acba a vista.
Mantelo franceza
em Tiaras 560 e 640, em barcia se far diflerenca-
Banha de porco
em libras 320 e 380, em por cao se far diflerenca.
Fruclas
am calda Pera, Peesgo, Raiaha Claudia, Alperxe e (miras, maita* 500 840 a lata.
Errllhas
Portuguezas CIO, f-ancezas 900.
Fama
em latas do Para e de albaueque, lata U e 1 200.
Clmma de mltho
em pacotes, dita da trra 100 e 200 a.libra.
Vlnho -
de Bordeauxem caixaa dozia 55,, garrafa 500, dito de 80 adazia, 800.a garrafa, dito a
14 a duzia, 15200 a garrafa, dito do Porto a 80.120,185, 243, caUas de duzia assim
como figueira caada 30500 e 40, puro J A A Lisboa 20800, 30 e 30500 a qualidade
coavida.
mel
VenAj-ie ael a i i do Apollo o. 4.
f
PHanACIA
DE

Caz
em lata de 5 galSai. Ormaispoquenasa vontadedooomprador, em garrafa.
Alpiste
140 e i' O a libra, pataco a 100 libra.
Azelte
em garrafas a 800 e 10.
CHARUTOS
em caixa de 50 por 10, ditos Delicias, Trovadores e Parisienses em caixas de 100, ditos
da Expsito caixa .50, ditos de Regalia caixas com 100 a 20500 e outras multas marcas
qqe s na presenca dos compradores.
PREZUNTOS
de lamego.em barril, ditos de fiambre o melbor que ha no mercado por prego que raz
admirar 1!
DOCE DE GOIABA
.caixes de 560 fine,.4itOft.de 105UO que parece marmellada, dito em latas mnitoma
, qualidade a 1 00. ,
ROCETAS
QEIJOS
do Alentejo em latas, chegado pelo vapor Oneida, ditosflamengos e Pratos dos mais novos
AZEITONAS _^
de elvas como no mercado nao temos a 10 a lata,em barris do Porto a 10 como nSo ha
melbor.
JEGTIONBROU
H- cicatea inlaUHd c STcaervaMva,
tu fiope boticas aada. (Bx%lr a
4 aiar Sk.cs, Mral Miaau.
unios q ue eut I
i nahu Mimo. Vendo a
t-M*. amasas
er


rrnzm

PREPARAgOES FRREAS -IAI6AIICA
APPROVADAS PELA ACADEMIA DE MBOICIRA
DE BRIN D BUISSON
hvwuufa, laruit tela icadeoia de ladkin le Pira
y
Joaquim de Almeida tinto
jurubeba contra o ingorgi
lamento do faado e do bago
Em extracte aleoolleo, emplas-
tro, olee, -tintara, plalas,
xarope e viatao
A jurubeba ama das substancias medi-
camentosas que pertencem ao reiao vege-
tal, e pertence a classe dos tnicos e desobs-
truenles, sendo empregada com vantagem
contra as fabres intermitentes acompaohadas
de engo gitamento de flgado e de baco. Ella
tem sido applicada com lincontestavel pro-
veito contra a anemia ou cnlorose, e hydro-
phesia, catharro da bexiga, e mesmo para
combater a mensiruaco diBcil, resaltante
da mesma anemia ou chlorose.
Hcpesilos Ropaes
Em Pernambuco, ra larga do Rosario
n. 10, Rio de Janeiro, pharmacia do Sr.
Dsurado, Rio Grande do Sul, em casa dos
Srs, Cascio & C, Maeei, pharmacia do Sr.
Claudino, no Havre, pharmacia de Mr. Ma-
rical, em Lisboa, na pharmacia do Sr. Feij.
mmm mmmmmmmm*
^PJaruiacla especial horneo-^
M pattilca do Dr. Sabino O. 4
L,. Pinho.
S Cha de 1* sorte para oso das
W pessoas que se tratam homeopathi-
S carnete.
| Vende-se em pacotes de libra a
m 30200 rs.
m Ra Nova n. 43.
raaeasco Jos Germano
RA NOVA N. 21,
acaba de receber nm lindo e mafaifics.
timento de oculos, .lelos, binocslot, j1 >
timo e mais apurado goto da Europa e ees
los de alcance para obsemee. e pan t
marit irnos,
Fundido (tAurora tm
Santo Amaro
Completo sortlmrato de tahas buidas e mmii
das, alambiques de todos es nante lalesf
ditos, moeod is de todos os tnjannos de superior
qaalidade, erl vog e boceas da tornaIhi. o croe tai*
se ende por coremodo preco.__________________
VaptresJ
Vende-seem casa 4e 8aaoders Brothers C,
o largo do CorpoSantn. II, vaporas patentes
om todos os perieoces proprfos para faier norer
es on qaatro machinas para descaroc>r
Em liquida^
0 proprietario desudoseitabelecimen.j B,0UDa feta I1RC0I1L
tos tendo muita fazeoda em ser e desejado; ., Y F \, /
liquidar para vende, mais barat que pos- /ende-se calcas de casimira a o 6le
sivel na ra da Im.eratrrz lojas ^^^^^b^^^^^ S
da Arara, ns. 56 e "32. fl j^oo;" ditas braneae da'liobo a' W00,
Alpacas admascadas para vestidos de senho- w e g5. pa|itts (le casim:ra preta e de co.
ras 500 e 70 rs. 'res a ^ 6i9j 85 e m. pa|lljts de mtjia
Vende-se alpacas de assento branco com casimira a 30, 35500 e &: >alitots de
ai-
lis tas e Dores lisa e admascadas preprias' paca de cores e branca a 30500 4 para vestidos de sen horas a 500, 720 e 800
rs. o covado ra da Imperatriz luja; da Ara-
ra, ns. 56 e 72. >
Ditos 100 o covado. >,
Vende-se ditos em retalhos a lOl'Vs. o
covado, ditos em pe ja a 200 rs. o covado:
de brim decores a 2500, 34 e 25: serou-
de algodSosinho da liuho a 15600, 2$,....
20500: ra da Imperatriz lujas da Arara
ns. 56 e 72.
Organdis de cores a640 rs. a vara.
Vende-se cassa organdis de cores a 640
O eminente professor Troussbad, na ultima ediio de sen Tratado i* Thera-
peultea t Materia medica, recenhece qae os ferruginosos (imples s5o moius
vetes ineffica-zes para csrar as molestias que teem por cansa o empobrec memo
do Mingue. Muitos mdicos dos mais distinctos attrbuem esse m o xito i ausencia,
n'essas preparacBes, do mttnatiese, que se acha oo sangue, como o tem receaiiecid
es ch i mi eos os mais peritos, sempre intimamente unido com o ferro. '
E' sois, presiar-se nm verdad tiro sen, cu aos S" Mdicos, o charr.ar-se toa aUenoSo
sobre as sreparacoes seguintes.
acidulada.
2
4o
farPOC minfftnipitfi "Isndo immcJiaiamente urna agua,
CTICO lUaUgdlUlUS zoia, agradavel, substumdo com vanugem
^esnema as aguas mineraes ferruginosas.
Plalas e Xarope de iodureto d ferro e de manganese ioaltemeis
oonteudo cada ama cinco centigramos de iodureto de ferro manganico indicades
particalarmenie as molestias Tjmphatica, escrofulosas, e as chamadas cas-
eros* e tuberculosas.
\ww de lclalo de ferro e de wamm \ %S?SST
KMu de carbonato frreo naogaBico f ^SlTSSSSv
retalhos de caca preta a 120 o covado: re- e 70a vara : talataoa de' cores a 800 rs. a
talhosde caca decores a 200, 240, rs. o co- 'ara: roa da Imperatriz lojas da Arara ns.
vado : retalhos de liiasinhas a 160, 200 240 56 e 72.

alternar astas dsas preparacoes di es methores resaltados.
O a* Saa a Saitssa desojando obter a adbeslo eoaapleu do publico asedies a
crea do valor de soas preparacoes, previne qae elle as pbe gratuitamente a saa
dispoeioto, dirigendo-se;
Ha Pernambuce, a sea agente garal, Msvarar O, pbaraaeeatieos, ras Ifova.
na anipnijav
Veade-se aa pharmicia de P. Maarer & C, ra Nova.
U1T0 SOSTO
Variado sartiai :ato de moderaos chapeos e chapeliaas de seda, de flt e de palha de Italia,
aafji shir* e neoina.
Sopertores tiras, bordadiobose entre malos birdados em r.ambrala tapada e transparente.
Ka leja das columiias a roa do Crespo u. 13
DE
"Atonio Oorreia de Vasconcellos & Companliia.
rs. o covado: ra da Imperatriz lojas da
Arara ns. 56 e 72.
Brim pardo transado a 560 rs. a vara.
Vende-se brim pirdo com peqneno toque
de mofo a 560, 6',0 rs. o covado: ra da
Imperatriz lojas ns. 56 e 72.
Lazinbas a 200 o covado.
Vende-se liasinhts para vestidos de se-
nhora a 200, 240, i80, 320, 340 e 400 rs.
o covado : na ra di ImperatrU lojas da Ara-
ra n 56 e 72.
Chitas fraucezas largas a 240 rs. o covado.
Vende-se chitas francezas largas a 240,
280, 320 e 400 rs. o covado: ra da Im-
peratriz lojas da Atara n. 56 e 72.
Mosambique a 400 rs. o covado. .
Vende-se mosambique com palmas de se-
das para vestidos do senhoras, a 400 rs. o
covado: evarejade listas para vestidos de
senhoras, a 280,329 rs. o covado.
I Sedas escusseza com quadros para vestidos
I de senhoras, a 280 320 rs. o covado: ra
da Imperatriz lojas ia Arara ns. 56 e 72.
Arara vend as saias 35500.
Vende-fe saias bordadas para senhora a
3551.0, 45, 65 e 75. saia balosgp criuolinas
de arcos a 25, 25500 35 e 30*- ra da
Imperatriz lojas da \rara ns. 56 e 72.
As sedas da Arara 15-
Vende-se sedas de quadrnhos e com lis-
tas a 15, 15200, 160(>, 158UOfj25, o co-
vado : pu'.'linas de seda com palinas saltos
para senbora a 156< Oe 15800, grosdenaples
de c6res a 15800 e 2.dito preto a 156J0,
15800 e 25: ra da Imjferatriz lojas da Ara-
ra ns. 56 e 72.
.
-
&0Y0 DEPOSITO
Madapol5o a 45000 a peca.
Vende-se pecas de madapolo com 20 va-
ras a 45, 5& 6^, 75, 85 e 105: roa da
Imperatriz luja da Arara ns. 56 e 72.
Casimira erpfestada a 15 o covado.
Vndese casimira eofestada de duas lar-dosortimenioaballo declarado
guras a 15, 15600 e 35 o covado pando fi-! ollares eletricos magnticos contra
no preto a 1*600, 25, 2*500, 3* e 45_:j-ua; s8Dlw abotaaooras para coiieus.
0 eordeiro providente
Na antiga loja de miudezas a ra da Qnei-
mado n. 16.
O eordeiro previdenta se afana de ter o sen ap-
parer.im'-nto no sempre merooravel da 7 de se-
leuibro. Elle cumplimenta ao repeitavel pnbllco
em eral e a cada nm cidado em particoiar. O
eordeiro previdenle nao se intromeltera' em estra-
nhos e albeos negocios, restriogindo-se apena* ao
1411: diz respeito a miudezas em cuja antiga loja a.
16 a ra do Queimado permanecer' esperando
de lodos suas valiosas prleeces observaodo elle
aidm de saa oostumada man^idao, condescenden-
cia eardo. Na loja do corJeiro previdente en-
coutrarao os pretrudentes sempre e eoostanle-
raente completo sorlimento de miadezas, Boas per-
facoaria, luvas de pellica, objeclos de moda e
I BbsMasiara outros ronitos que enumera los se tor-
naria eofadonho, notaado-se entre elles os qae
' abaiso vo meueiooados, sendo por todos reconbe-
cido a commodidade dos precos :
Albans de diversos tamanhos e qualidades para
retratos.
Chaposinbos e sapatiohis para baptisado?.
Coques simples e eofeltados.
Leao.es de sndalo e outras qualidades.
Voltas de retro com cassoletas obra moderna
Golliobas e pannos para senboras.
Bico de hubo a imitacao dn do palz.
Carteiras com floas agulhas.
Modernas cbapeiioas e enfeites para senboras.
Liabas para crochet.
Lia para bordar.
Paos espanilbus para senhoras.
Leques de diversos go-tos a 14.
O eordeiro presidente.
A ra do Queimado n. 16.
Veoie os segointes oojectos constantes do varia-
fEBDABEaO IB R*f
Ru do Seirier.' 6i Sk PaFI.'.
Esi rta gjrrjfj, *m. mrt i. n ^r.- +*
que lci jk' ,.ihf^# un j.jlio t:vbrv%fb m
rllocoin ii 1 (. .-,L t... ... .. ,.
V /.
PHAfVlAIES
- i

as CODVQl-
da Imperatriz lojas daArara os. 56 e 72.
Algodosinho a 35 e 45 a peca.
Vende-se algoaaosinho a pecas de 35, 45,
55, 65 e 75 a peca ra da Imperatriz lojas
da Arara ns 56 e 72.
Bramante a 25100 a vara.
Vende-se bramiote de tO palmos de lar-
gura a 25400 e 25500 a vara: ra da Im-
peratriz lojas da Arara ns. 56 e 72.
Algod5o enfestado a 5 a vara.
Vende-se algodo enfeslado de duas lar-
guras a i* a vara dito transado 15280 a va-
ra : ra da Imperatriz lojas da Arara ns. 56
e72.
Cassa franceza a 240 rs.'o covado.
Vende-se cassas de cores para vestidos a
240, 280 e 320 o covado, vendes-se cortes
de cambraia deeorese com barras a 25500,
35 e 35500: s as lojas da Arara, ra da
Imperatriz ns. 56 e 72.
Cortes de 15a' de 14 covados a 35.
Vende-se cortes de la para vestidos de
senhora com 14 covados o 35, 35500, 45-, \
45500 e 55, vende se cortes de calcas para
bomem a 800, 15, 150 e 15600. colari-
nhos de linho para hornero 400 e 5< 0, ditos
de papel a 500 rs. a duzia, golinhas para
senhora a 200 e 320 rs. por estes precos as
lojas e armazens da Arara, ra da Impera
triz ns. 56 e 72.
aka JESCAROCAR ALGODiO '
Manoel Bento de Oliveira Braga,
53Rna IHrelta n.53

.
'""^diNeste estabelecimento se encontrado a
verdadeiras machinas americanas chegadas ultima-
mente, as quaes sao feitas pelo mais afamado fa-
bricante da America, por isso avisa a todas as pes-
soas que precisarem comprar, de se dirigir a este
estabelecimento que comprarlo das mais perfeitas
neste genero, assim como mais barato do que em
outra qnalquer parle, -por so qae se recebe por
cont propria, bem como caonos de chumbo e moi-
hos para moer milho,. e grande aortmen defert
ragen.se miudezas em grosso e a retalho.
Facas de cabo oranco de meio balanco a ^5
a duzia. limas finas de lodos os lamanhos^proprias
nUe trabalbo de escoltora.
TRAT AMENTO a- CHA BLE, w PABIS
Mrl1oo pedal, con*uilacie, a, ra Viviano*
AVISO AflS.OOENTES. S-?- que,letod0'"p,iiM ""*
m' eserevem :
ie
Co estes co-
rado, Ismei C
hrba, Conahibi
Mb toSai m
to, eaDln,
eMMtM, trabo
o estomago Mr
diiiu e uto es' ou curado T Uaei e abuse! de um grande numero de injbcuaois, aas afsleaiiiai
cura/ em di i, e elou anda mais doentes.
U.\ MAIS O AIWNOS
ou. aro Mdic Uaitou tm feettiida. Qarrimento ftiaxatOo o eaul, CsMrra) t _
Ptrda nmm u$, eurauds-fiimtira i causa virulenta inflamnatoha d'essas dorocat Miaae,
om atfu.ms t dros d mea dbpchativo do iangdb para parar esta atceeaet, aeocar o
taltal Uie to liar a dar asa ragidet don pan acabar sieu eicclfente samopb a* r. i trato aw
KCao. A cura, radical, as si
F;a-M a noticia explicativa.}
40.000 DOENTES CURADOS
Vardadolr i riumeK depuratiTo d uueue. Ai ktrpn i mu MMftarato, irraapaii,
prwridoi, ira r, cm t aff*o6u mwtm, Saaaore*. talas as daanoa* Masarlo a sarcia
s ansas ca asaco lempo por aoa aaaora mfchtivo ao sanooi
raRHO tt mil ha iMCCao. A cura, d radical, as SEnaoaca para os luios sraacai.
o mesmo trata; sent. {Vit -
do sancae
svANaoc aimiiu, adakas riuOLA* rcATi a
Se trar
ja
ANTI-OABTBOOA.
~JL**V im2nJtJ!P^: A ,1" V sraOs as deposito da satas
meatos. Com i icdlsota trataaeatc aso coatem mercrid> saa aaaertortdsM a asm n
^cw^m, 9 l"lB^*ac>"amijaa| ajma ajmaBjjaamy- I^AsJ^M f %)%W #9tVM(^OH|Mllj#Mf
V Ade-se na roa Nora n, 3, pharmacia franceza de
MAURER C.



?,
Coiarinbos HJoJeroos.
Finas oavalbas cabo de marflm.
Escuvas macbeotada e oatras qualidades para
roupa, chapeo e cabello.
Bonitas canas para rap
Tiota azul e preta para e.-cripta.
Dita preta para marcar roupa.
Finos caivetes para aparar peonas.
l.-.pis com caeta de osss
Ditos de cores para desenhos.
Bonitos tinteiros de louca e vidro.
Fiaas para solo e voltarete.
Borrachas para atar papis e segara* paobos-
Dita para brinqoedo de eriaocas.
Bolas de borrasba.
L'Ddos maracaes.
Pasa offertas no hospital poi>-
tHgaez.
Bonitas cestiohas com (metas de cera, obra de
inuiia perfeicao e boro gosto.
Para cortar moldes e en brulhar fazendas.
Vende-se papel pardo folba grande.
Para lastrar calcados.
Vende-se superior graza ecoouatca.
Vende-se papel para matar moscas.
A. loja do eordeiro revidente
Ra do Queimado u. (6.
Nlla acharae os pretendemos atn grande e va-
riado sortimeolb ae perfamarias finas, tanto- ingle-
las como francezas, seado :
Finos extractos para lenc.os.
Banbas e pomadas para cabellos.'
Oleo pbilocome e baboza para dito.
Pos hygiHnicos para denles.
Ditos campaorados para ditos.
Opiata ingleza e franceza aara ditos.
Pacotes eom pos de arroz.
Vasos de porcelona para ditos.
Saboaetes para mo e barba.
E muitos outros objeclos qae serio presentes
ao comprador qae ss dirigir a roa do Queimado
a. 16, loja do eordeiro previdenle.
Bamieijas pequeas.
Veodem-se na roa o Queimado o. 16. loja do
eordeiro previdenle.
Chai otos
da acreditada fabrica de Jos Furtado de
Simas.
Vendem-se na loja do cordsiro prevideate a roa
Cinealo
Vende-se cimento Portland : no armazem de
Vicente Ff rreira da Costa & Filbo, rna da Madre
de Oses 0.13,
Deposito na pharmacia de P. Maarer t
C em Pernamboco. ___________^^
GAZEOL
BE
Burrin du Buisson
Liqoida volaiil preparada por Smllose, rspro-
dozin.io cbimicamente os vapores qae se solum
em voita du aparelho pnri&cd<> do aat c.'o .meo.
empregada com o oais secare sorrejo eontrr
a coqueluche, a phtisica e todas aa ssolotias ebro-
aicas dos pu'moes
VEN DE-SI NA
Ii tica t dragarla
DI
Barf boloaten tt C.
34Roa larga aa Rssaris34
Paria, 36, Rna VivemioT >
CHABLEmoecihspcial
AS ENFIHMIUAHAS IIES SEXCAES. A AtTU>
rS ROTSWA'*. E A-.THAOES DO SANGOS.
"~ SO.SSe curas da* tmptapBB,
ji'UdWaj kgrj/tt. stwav
fomwyi, sermont, m
' '-,-'im, ririnrrt Hi'umfmtf
lima, e ullerofot A* *oz*
me l.\arp >-.-.ijl -m nnrr.ur.). rrnn'.u .-
celan. 2HM10M . por semcoa. -rfn'rc'r u irsrlimrnlo frji 11 ratina. ~
(presada na- meraiM molestia.
V.nr XaropoCiincSSdc-
M9B 1HAIH.B. ean m
ian:Bi.|ualquerpi:roW3a,
i: mean. >- drMiiaii,
i i lalmei. !e os flux** 0rt$
1/rttitras k: nullirn. Esta injti-cao b>:fBtaa>
rega-*r coa < Xorupe .: Ctirnclo Je Ferrm.
Mfiaiarroiilaa. Pomada ;ae as aira a trataba,
POMADA AMTIMSRPETICA
Contra i aas affeccntt entontan rmv'lNt
PILULAS VEGETAES DEPURATrVA*
S CiaatM*. cada frase va* accoaa
Wasts.
AVfSG S98 SRS. K .
ui;.
<)^"< *-*# ir..oa
itrrtnni .. i:lnn\ c U:-Mm .to^^j,
/ pen; la. v **n u
urna roihr n-h!.; Jrl una* lV EiiasB"
Sr. 4~'f fBI ta Paru. ru> fliiraM. aav.
A venda na pharraacia de P. Maarer f
e C, eea Peraambaeo.
GAZ Cbegoa ao antigo deposito da Heory Pontsr
C, rna do Imperador, nm carregaasento da gaz m
primeira qnalidade,o qoal se vanas asa partidas
i retsHio por meos preep Ao qoe as asir qoa!
Toar parte.
Sedas a 320 rs. o eava4
Vende-se om boaito-sortment de soda da testas
qae sempre se vesderam per mao saa dHsavir*
e liqaidam-se pelo baratissimo preqo d 310 rs.
covado, s para acabar : na loja e araaiaai do Pa-
vo, roa da Imperatriz o. 60, de Gama a Silva.
Retalie
Vende-se ama poreso de retalbos de ehttas a eav
cas pretas, por preep barato, na loja e arante* 4
Pavao, roa da Imperatriz d. 60, de fiama & Sirva.
">l

ARROZ DE CASCA
Vende-se em saceos grandes a 4|500 : no ira-
piche do Conha. '____________
Attenco
a
Vende se un molis, a qonl engomma, cose,
eoztoba e lava com perleicio : a tratar na roa da
Crat H, botica fraoceu._____________
Um moleque
Vende-se om moleqo de bonita flgari, i roprio
para copelro, do qtratem pratlca bisunta, moito
esperta e robasto : para nt s asur aa ros do
Hospicio n. II.
Vlnho raparla- ent.saHas ds orna dozla e
tem para TsadV Antonio Loh- de aiveJra Asa-t.
do &, M^MtiasacM rea Crw B. 57,
Attenco.
Vende-se ama mobilia de jacaraida' a Lam XV
e juoiameate orna de assarello ao bscssso anta,
sendo estas obras molto solidas a segaras, a por
prego rasoavel : na acreditada casa da winlwi
ria aa roa da Camboa do Carmo n. 11
Attenco.
Venham ver
Vende-se na loja ds marcineiria aa
Carmen, i.'paIba apparelbda da aw
para tecer cadsirss e sof, por praoo
modo do qoe em ootra qoalqoar
Vende se ams machios a
seis cavallos, de parfsiia eoari
ferragem precisa para ****
dflscarocar algodio oo ooiro sjosJqoar mu
estar mouda sobre rodas. ? J
or preco moito barato para U
americano par. doos cavallos co-
ces para o mesmo flm. orna proasa i
algodo de systema modsrao,c da saai
aleaos tonel do 3 e 6 pipas ds Sa)|
prlos para destilacio ds sagratw oo
mal : a ver e traur oa fabrica da IM
iloea a, t.cdas do r
~"Vsade-ie
doCsr
Irrais para a irada os- gMjar a aVags
onecida por estrada tfafo hrwa|jeMc
tea 90 pslssos d freate s a fawta; a
Vsnaa (-
tea 90 pslssos
na roa do Amerita a. 37,

MH
JL


lrl e teruiftfee Sabbado & de Oni.bro *e 8S7.



...
------ .
a
f*-V^
Collares Eoyer
Qt Anodinas elctricos magnetices
Deposita acreditado
Loja da guia branca rua do Queimado o. 8
. Apregoar ainda os prodigiosos effeitos dos
Collares Ryyer j Bao ensinar ou querer
tBtroJuzir novidades, porque a fama desua
eScaeia tena-se tanto esteodido, e os seus
fenzes resultados a tal altara levado, qae
hoja rara a peasoa que por experiencia
propria, ou por iotermedio de seus amigos
e paralos, igaore. ou desconhe :a as virtu-
d*- desses sempre apreciaveis collares
Royer.
A-aguia branca porm sa gloria de concor-
rer para um tao justo fita, se nao por ou-
ro modo ao menos por ter sempre, e cons-
tantemente um completo sortimento desses
coll res m gneticos, que bem se podem cha-
mar salva vidas das enancas.
Resta amda que os senbores pais de fa-
milia se facam convencer (de que convero
nao esperar que as crianzas sejam atacadas
do rail, e por isso necessario ou conve-
niente que cora antecedencia se dee na
cr'noc i ura desses collares para assim estar
ella preservada das convulcoes e se contar
livre dos rigores da denticao.
A aguia branca roa do Queimado a. 8
centran i a receber por todos os vapores
franwzes a quantidade que ha contratado e'' aos se? ami8s e froguezes que acaba de receber pelo vapor francez Gueme, di-
por isso acha-se ella sempre provida dos ver- T?rsos art,gs de moda, os quaes sao de completa rondada para este mercado, e apro-
dadeiros colbres Royer eletricos magne- x,niaQdo-se o dia- da commemoracao do aniversario'do Hospital Pertugm, por isso
ticos. i apressa-se era vir avisa-los do que lia de mais moderno era sen estat elecimento, como

Armazem de azendas finas para grandes toilette e u I
ordinario para todas as classes.
h m mm
i
raa do Crespo d, Ja. esquina da do liupet ador
DE
Custodio Jos Al ves GuimaiJes.
O proprietario deste importante estabelecimento avisa ao respetare! publico
Churos
| Ferreira & Malheus, na roa da Cadetatdr
Recite, vendem : couros de vIl!j de caras*,
1 de vacca e de boi e sola enverui*-ada pfc-
prias para calsado coberta de carros, efe.
MIUTAS WA ZEUMAS
fcOJA E ARMAZEM
Cbapelinas modernas,
enfeites de Dores, capelias finas para noivas,
ditas brancas e cor de rosa para meninas,
alxos e ramos de flores finas e botes de
rosa de diversos lmannos: na Agota Bran-
saj rua do Queimado n. S.
Meias finas para meninos.
A Afilia Branca rua do Queimado o. 8,
receheu meias mui fiuas para meninos, e
est vendando as de cores a 50O duzia,
brancas a 555 e cruas a 63000.
Tranca; de vidnlhos, brancas e pretis, lar-
gas e cstreitas.
A Agnia Branca a rua do Queimado a. 8,
recebara novio sorme.'te das trancas cima
ditas, e como sempre vende-as por precos
MMcaodoSi
. Fitas novas
para earlas de hachareis e a ir-n nde do
Boro GoDSflrio.
A Ag(ii3-Eraoe>>, a roa doQueiioad* ti.8, receban
nova bu, achimalotadas para ambos os lados,
tnoi "Boorpodi etodl de seta, cora viva o a(?rada-
vel er ckdo sen>*re, veae por proco multo
fasoavel.
Bonitas b'l"f 8S
sejam:
Riquissimas cbapelinas com coque.
ias sem elle.
I
Lavas de Jouvin preta, branca e deores,
Lindos cortes de la-coia barra.
Rua da I'iperatm u. 60
CiAJIA efe SILVA.
Tendo os donos de-.te grande estabelecimento resolvido liquidar a maior paste das
suas fazendas resolveram vender com graudes abatimentos era precos, assim como teem
recebido ltimamente urna grande porco de fasendas novas tanto ingieras como francez^s,
MferaSas e suiss^s, teem destinado veoderem-nas mais barato que em outra qualquer parte
aflra de apurarem diobeiro, dando de todas ellas, amostras deixando ficar penhor, ou
mandam-nas levar em casa das ex ellentissimas familias pelos sus caixeiros ; assim como
as pessoas que negociara em pequea escalla, oeste estabelecimento compraran pelos ates-
os presos que compravam as casas inglezas ; ganband -se apenas o descont.
Cortinado* para eamas e Janel-, I5cs a 25, 355oo e 35 i n
la. a i&, m W e 255 Vendem-se um grande Sortimento de cri-' ^StS^SSSSSL T*
Veodem-se um grande sortimento dos Vinas oubales de arcos para senhora pelos ^Sj ^2f SITIJ
melhores cortinados bordados qne tem vin- baratos precos de U 25oo B 35 ^m:SSSSXS^XS& V3Z
grande porg5o, na loja e armazem do Pa- ih()fl a oManiMutn ,r^7l.
v5o, rua da Iraperatriz n. 6o, de Gama i ^wJS^!2S!!5!S
pannos' pXp cadeiras i SSRfSSSET qw *"
Veniem-se um grande sortimebto de chama-se este estabelecimpntn a aa*r
cambraia adamascada proprias para o mesmo pannos de ero h proprios para cadeiras, U0 do Dub|ico v,ist0 ., '' ~_
reSitfin* ra da Imp6ratTZ S(,f^^eiras de balances, pira ateofadaeSmT2m ^JSS!S
n. 6o, de Gamad-Siha. e para cobnr preseUes, e vendem-se pcwllh^ k i.,. aJZ.ZZZzI. Jl*
Lidas cbapelinas de palha da Italia. (Re-} Riquissirnos cortes de transparent de se-
na rae oda se muito estas cbapelinas por se-da para vestido de senhor stambera novi-
cop
A aguia branca a rui dj uuoimado d. 8, rece-
btu utn-n"vo Furtiraeoio de beas booucas ora
rosto dti cara, olhjs Usos e raovedicoj e como
sempre.vende a por procos coomodo?, refinado
este* em reacoius diff-rentcs lamaotios de que
se cspie u sorii^ento.
tl ir (leittifri; e odoatalgico.
A *puu branca a rns do gnelraado o. <, rece-
beu d" nova csse apreciavel elitir cdjo oa ne-
ees'iri > para jn^ervaco das genglvas eacahar
crame
rem intei: ament novidade),
Riquissirnos oratos de seda, rom ma-times
achineza, ultima moda.
Lindas saias de l com bordados, pwpria
para as excelleni ssimas seobews trazei^m
por cima do bai5o, ultima moda em Pars:
Lindos cortes de seda par vestidos.
Moircanti-]ue branco, azul e preu>, falta-
da iuteiramente nova.
G-romi-napoles de todas-as cores.
Dit"S-pret(ts.
Leques de raadreperola.
Ditos todos do sndalos.
Ditos de sndalo tendo no centro um qua-
dro de se la, iuteiramente nuvidada e ulti-
ma moda.
Chapeos de sol p^ra senbora,
Lilias de seda p-^ra senhora.
Ditas para meninas.
Esparlilhos para senhora,
Riqtiissirai enfeit
dade.
Lindos cortes de 15 com listas de seda.
Riquissimas fivellas para cintos.
Fil Ib seda 6-de hubo.
Uiquissira-is caSasinhas para senhora.
RhjaiSMaas 9ant derdaftasii
Puuhos n goliiubas pan senhora.
Riquisiini s manteletes de cores, inteira-
meiMe novidade.
GRANDE BAZAR
rua Nova n. 20 e 22
Machinas pa a costura do autor Wbeeji-
4 Wilsn, ebegadas ltimamente da 44
rica; as qoaes pode cozer-.e coro doiw
do proprios para camas e janelias, pelos ba-
ratos creeos de iod,-465, 2o5 e255 cada
par sendo oeste genero o mdbor que tem
rindo ao mercado: assim como pecas de
Paitos de lirmo hordadrs com gosio pro-;8eDj 7 v r;.s Ustrada** paraasa-ae 3 veras
prios para camisas de no1 vos. lis^ para o corpo, tendo as mesoias 3 vaias
CASM1RA J A U O COVADO precos mnitobara-os, n. lo a do PaVao, rua !j? SlfiWSdT^tJ!
Vnnde-s*, casemiras escuras enfestadas da I peral.iz n 60, de Gama 4 Silva. Cria e etc ^
proprias para calcas, paliis e coletes assim assss a 4o r*. s o pavo. m. ra. nnra n aft ft 99 (w*-*- Vna,
como para roopas de meninos a U cada Vendem-se bonitas ca>-sas inglezas de c- Da umer >ia
covado, ditas claras fazenda muito fina co- res Hxas pelo barato prco de 210 rs, o co-:
vado a 254(o ou corte 4d, ditas moito me- vado, ditas francezas fazeoda muito fina com
Ihor fazenda covado a 35 isio na lija e ar- padres listradose de Cores, assim como cora '
maz-Mii do p^vSo, rua da Iraperatriz n. 60, patminas mineas proprias para meninos a1
de Gama Cortes grnnadtoos para ^estl^o* chincha i>a loja earmaxem do Pavo rua da
Che^arnin o mais bonitos tortr^Jde or- Imperatriz n. 60 do Gama & Silva,
gandy Granadino* tendo lo vara sacada c r?e, Cassas le nma h cor a 4'4o rs.
a va 1 a.
Vend m-se mod mas cassas francezas d
rival sem nasM
na do 4ne!ma miuPzuH
: E
Collarinhos de linho lises e bordados paraierjfeites corre^p-ndeute 6aia pasa enfeitar urna w cor sendo azui, roxo, c; de lirio,
verde, cor de ganga, cor de rosa e encarna
da sem deteit aignm pe baratissimo preco
de 44o rs. a vara, por haver grande porcSo:
Jecera,_olbosfl f^^f^\n^^SSk^^'mmm' '^
Bffjss p.ra senhoras e meninas.
Touqoinhas ricamente eufettudas.
Coeiros berdados.
ToalhBS da labyrintho ffitiito ricas.
Ricas fronhas de labyrrato.
Riquissirnos lencos tic ditu.
Rendas,*;icos da ierra e radespar lencos.'
Ura ric lertcol de lahyriblus.
Riquissimas basquifleSde seda prta, bor-
bomens.
Lindos veos e mantas Ce blonds.
Riquissimas vestimenta.; para baptisados
conteudo coapeosioho, sapatinho, meiasinba
e caniisinha com lindos berdauos.
Rijuissioios chales de touquim.
Gravatas de se Ja i ranea para noiva.
Ditas de cambr ia de linho com bordados
as poulas, novidade.
Ctupos de so!1 de set'a- comcastSo de
marflm.
D'uos de outrasqualidadas.
Chales de se Ditos de cachemira.
Chapeos de seda preta )*ra bomem.
Ditos de phao'asia para bomem.
Caseraira preta muito fi ia.
Ditas de cores ioteiramente novidades.
Cambraias, lias, chitas,1 madapoles e 011
tros rauitos sBjeetds.
,1
o fnoh.uiti proeniedie d denles armiados,
d'iT eBS" m 1 1 -dadacomgosto.
mi vm KUMlim em qnanit a IU-( 0 d0D0 deste imp0rUnlssimo est^etecimenUiootia nolouvavel proposito de
Tas-d pellica. | querer vender muito e antiar punco, sujeHundn-se a tirar em suas meroadonas-nm lucro
B^*\^^%BF^r&]"*> para *^er melner agra-i.r aos seus niHnerososfregue.es.
em bom e rertditado fabricante de lias, para I________________________________________________ ^^________
este ibe fatvr remessas rectameote por todos os ; -~
vat)or-s, s*ni)o a primeiea a que agora acaba de'
cbe^sr. OTibricante prernett^ manda-las sempre j
da m-ihjr peluca e na verdide as qae vieram
dessa vei c-mArmam 0 9?n di/.er, e pelos JiffVren-,
les Mrieties (Jae ellas irntero da" elle nwis a ceohe-:
er o aparado roslo e perfeieao de sos ob*a. Res-
la pois qiK os bjns e eonslantes (regeeies eonti-.
nnem a favorecer a spaia branca em qaanto ella '
a se Ifvraodo dos raaos qae com seus lindos a
iam dentando.
Cuiiiisi- i;s bordadas para baptizados
A ag'iia branca a rua do Queimado n 8,
receben aovo sortimento de camisinhas bor-
LOJA DE FMENOAS OE SUGJSTO PORTO A C.
llRua d Queimado11
10 corpo e mangas tendo entro elles mmtas
trancas cora listas pretas como actualmente
se asa e vende-;e pelo barato preco de 6$,
tnicamente na loja do avao, rua da Impe-
ratriz n. fio, de Gama & Silva.
PARA CAMAS DE NOIVAS
Alm de um gran le sortimento de corti-
nados, enrrntra-se m grande porco de
rc^s c^ lxas-de croch njtrt sn vodem a hf>,
lojj e 12>, ditas de fustn brancas e de co-
res a 7fi e lojj, na loja e armazem do Pa-
vOj rua da laiperatriz n. 60, de Gama &
Mlva.
DAMASCOS DE LA
Vender um bonito sortimento do melhor
{damasco de laa a imit-cio-n seda, leodo 8
pal>nos de largura que se vende pelo barato
preco de 4iJ*5oo o covado! ditos com '6 pai-'
' mos a'25500, ditos deu'ma s largura a 800
e 15 cada covado, na toja e armazem'do Pa-
v* i, roa da Imperatrie n. 60, de Gama &
Sirva.
Tiras bordadas^ e Uab-iliohos
Quem quizar fazer b^a c>mvra de tiras
lardadas 011 babadiobos, achara um grande
sortimenui para escoiher e por ^rego muito
mais harto do que em outra qualquer parle,
na loj* arma/era do Pavo, rua da Impe-
rsto^ n 60, de Gama & SHva.
F/izeada para fno na loja do
Pavo
Anposto Porto fi fi. aca'-am de receber da Europa suswrioros cortes de leda SS*4*rM para
dadas, supatinhos ne setim tarabem borda- feeiies e calamentos.
dos, meia de se la e ChapeosinhCJ de setim IC0S corte dcblond C^m manta a e^tfcjlii para ooivs.
eofe.t des ludo para bapfsados. e^HX^l^SJVtS^ rtY",,w SW* l!T7* H* "* 0ID-.
D l k a Wlxas de seds-e nafras de lan h suda o i:t? ha de m^ltior para eamas de u vas.
DtMl">ltinO$ COBer OS uV-COOXaS ?oa1frtotceW'Wp'ir,ea1eMse*3R4, aartilh js sait-in* para Hhoraa.'eRmisinbas
A ajjuia branca Tila do Queimado n. 8, eGB; QJ^ipu toslnrdadtse linios eoctuva-s para hapiisados, e 6a!5es de umswlini e de reos par..
receben b-nitos bahasinhos Cobertos decon- MtZTlv para bomem e senhora, *^** ea^ac de sol de.oi.s as qnaHdades.
xas, e ce*lifibas bordadas a troco, Objectos La para v*ti* baransmm* bonMos padrees o corado e 80.
ess'es de novidade e gosto, \e proprios para Tapetes grand-- para ofa.drto pifa-pi*e'>, rtit is o>ra re e peanenoi pra-portas eitnellas.
affertas no leilao que ter lugar ao hospital' Moir branco e tftn upernw osra- pm i- de imios d^mahoiv ero*diiatiie- de todas as otra*
nnrtiiciie? [sede de qnadnrihos. cimbrits iiraoca" de maiti qaauU.i*-., iMas de-c iree e tio-i'x- percales,
puiiui, c-. Basqamo de e1a pr,'a tKtifrri mola, criaos o retatS (ieeaiodr;, vale se barato.
ACnbaIIHt limas "Cnegam nntr-as, C^r-' Camisas'par.vh:men ?r^>?>-. ,< iorttt de (tobd a le iK.dV> u i.|iiiaw fyA hiij pu Jti I perores.
..." ... fiapas de b-'friifta, obretaH-K *? peCrteiras as meibores e m:os e! antes.
A agina branca qne nao se deSCUtda de sua > Mahs grande* tira vi ^ns; SHa* pem-nw e nuem de tapete coro.
boa fregc<*zia, tem COfiStinlemente mandado < Bramante braaed't 'Urnir.'--. a-ijsot) a ^n, iiaaaoM.pr!os atuesj cistrairas' preta* de
buscar es-as bonitas e modernas correntes <^r*6 ^'h-irR ft MwS-
lfl luii-rarlia iiip survpm nao -A nra voltas ""^ emaW*e*tepflMw ^mr.-re im rorapt-to sonii>nto de bovi Uvada unto para a prac.i
de oiraciia, que-ser^em nao so para >oiias,,cotD,J{}ara n ,cntr.(tB,^,v(ncl R AsHoMi ^W*Wprowi... o** eaearriwto^BO se|ai catla,
?orno meamo para outros dilterentesenfeitesi1Banas, vesii'jos de DioaderedMOi^r m-anco.enrtiaad.js.-coir.tiw, *emeodose tido m bar-j e,
Comnarecam pois os pretenleetes quejumbeaiasmebure
acharolo bom sortimento de ditas correntes
na loja da agu>a [tranca roa do Queimado n. 8.
Ciatos de marroqalra com fivelCss de;
ac para te bis
Vendem-se*a roa d3 Queimado, o-ja da
aguia branca n. 8.
fe r>s iirapriospar.i frisar babadtuhos
V-ud-iii se na rua do Queimado loja da aga a
branca n. 8.
Bontt*9 emoderoas vsltas pretaseoo
piageutes.
Vendeai-se na roa du Q elaado toja da agota
fcraoca o. 8.
Estelas e ^at'48 para forrar saks.
li ta lo 4t?ielraid;11
receryer hnJas
ft (JS /l
Este stahelecimeoio acaba
ebip^fteas para s'enb.-a4-ri',s1 carihir/a* psVsf coV- j
loras, da-* para joras, peotes donrados para coc,
ivefas fiHHti fici*,"M
da aHimacroda de Parl; remelos e babadinHos. |
boftb> toocadores donrado e de Jacaranda, esps-
ibos e-cossetes de diversos tamanhos e ricos cani-
seles para eohora, volla para pescojo, gravad
Bbas Ihcu de seda, dito de tfgodo, lafiynnfbo, e
moUos otro-8 tibjecto d apurado gosto; qu s
torna enfadobfte mencionar, toa 1 por precos mui-
to cpo'iiodos: a* ra da Imperatriz n.JO,-aa roja
ja Leal dade. *
GRANULOS ANTIMONIAES
N#n dkacat
Da Doeteur P*PILL*l
pul urt5 df Boleatiu do cori;B, da uthma, do
di lisie. He:
ciunno, di coqaelucln,
GRANULOS ANTIMONIO FERREOS
Pin eur5o Ai UMiaia, da ehJorodi, da imenorrtiai, dw namlgiM, nvr< mi, u boImm
Meraralosaa, ale.
GRANULOS ANTIMONIO FERREOS AO EUSMUTH
Pan u/ttc du moloatiti, nettous. 4aa *iaa difcaatiTai, dypepaiai, ato.
PaaVA!*^.* i Pataratada de E. MOUSNIER, Saujon :Ghirent-lDfrieure).
{Km BioKie-Jinmro, Ftu* fr*ut, pharmacia, T7, rua Seta Setembro, .
Bm Parnambuco, P. MAURER et O, pbarmacia, rea Nota.
Bm Maceo. f*lCO Oas, pbartDlci imperial.
Aos agricultores*

iinti-** Bratbers A C. acaban de recebe
de Liv-rpnot vayores de forca de 3 a 4 caraiba'
eom Moga perlt-nces, e trun proprios para ate- \
jem flit-ver machinas de descarf^ir alg^do, p-j
Sendo eada vapor trabalbar at com (40 .erras,
tambero serven para enfardar aigodo, on para'
ntro qaab|oer serigo em qoe osam de trabalbar
ora animaes. O* me-mos laroht-m lm a venda
macboas amerieanir de 315 a 40 'setrts.
mo pMeiidentes dinjam so ao largo do Corpo-
g tPrej;aBeflt de ibpms
Eatio a' venda na. roa da Concordia, no terreno
iefroate i antigo armatei du s >t, o, nlslores e :
stelb (res burros que tem vNjdo a Pernambnco, os
fnaet-e VHndt-m barato. <.........,___
K. R. Rabillo saca por i\ sobre.
L^bna.
Porto,
Frjroeira.
Braga e ontras cidades e villas de Portu-
gal iDclostve as ilb PLLAS de BLAlfCAUD
j MaMIBITO DI rWUO WAhrn*a%
ApproTada pela Academia de Medecina de Parii
irmaiui rm aya BsaaeiL M wo-iataaaao
nmniTttiios aHHtnrats di ruaet, oa bi:i.gica, da irlanda, da ti aevn,btc.\
Mnf$ ktnrmu mu Bxjwrifoi> Voitr^, d, N.w.rork, SU. a aW Pari, ISH.
Eataa PBnlaa aam*Ma> 'ama amada reaiO-Ulaamira de orna irauMade a^aalT, ta
ivinUgcas de ere liiafternf ii, um sabor, di uro pequeo volme, e*wc anaai-MB aa
orta dljeuho. Qoundo dat proprledadei do Iodo e de FaauMi Um eta ea> rinel-
palroente ou iffeetois CHorotltu, Burofmla$4t,- m**rntoa. OmvrtMa, M tmtitttmmt
aawaorrAaa, aamio, etc., eoSat. ellaoffereeem a pmicoa uau aaedka{i6da> maJuacr-
1 para modificar m conttliuicM iymyAarteu. frmioo miUtuUt.
ti. W. O lodureio a> fcrto Wipom aa alterado on> ataenca-
atuv iiBel. rllMM. ptot* t purria e t lUllaltlAj M
Tet^alelraa Malaa ae Cianear, late hw ekKtr eoteo aeato Sa
prau> NBcUva e aaaw rvaia. aaat icrtMlwMa,iaM aaaeaa pa aarta
laamar aa > rataia cre. De -m lilinll Am tatoilaaca
VentJrt-se setim da bbioa com 6 palmos de
largara proprio para vestidos a o covado,
lSaziiihasjorr'tas lisas, alpacas com listra bran-
ca a id o covado, eassas brancas com Ustras
gretas a 5o> rs a vara, ditas pretas lisas e
>m slpicos vara a tto rs. ditas francesas
eom listras e ramagens vara a 8.^o rs., me-
rino preto, alpacas e priucezas, mais barato
do queem entra qualquer parte, na lija d
Pav5o, rna da Imperatriz n. 60, de Gjma 4
Iva.
CHITAS PRETAS A 2oo R5.
Vende-se cbita preta ingleza com palmi-
nhas a 310 rs. o covado ou a peca por Id
temi 38 cova Jos, ditas lis s a 16o rs. o co-
vado ou a peca 6$, ditas francezas de todis
as aatidadec, Da loja do Pavao, rua da Im-
peratriz n. 0, de Gama d Silva.
PALlTO'S l>E PANNO A 60
Vendem-se palitos de panno preto saceos
a (i)Jl, ditos sobrecasacos a io, calcas de c -
seinira preta a 6e l,- dita muito Hitas a
9$ e lOjj, finissimios sobrecasao's depanno a
2 S. um rande sortimento fie coretes de toda
a ijualiii' e O oatrs muias qn^lidades- de
'roapas qu'1 se vendem mais barato do que.
em outra qualquer parte, na loj e armazem
do Pavao, rua da Impeatriz u. 60, de Ga-
ma & Silva.
GUALES A BENOITDN A 55 E Vendem-se.os mais m.demos diales a
Renoiton pelo barato prrfo de fj e '6d, di-
tos de merino liso a 35oo, ditos de crpon
a 7i>'fi^fiy^tos de merino com barra a 2-5
e ?e^W(r^P' Toja e armazem do Pavo, rua
"a Imperatriz n. 60, de Gama 4 Silva.
CaS\ '5#*E 3o0
Chejaram o mais modernos casaquinbos
ou jaquetas de grs preto, ricamente eDfei*
irsv sendo aos com entura e outros sollos
Itcdnforme se ; ^Http'airientt e'venderri-'St
plsbaretofi prlpl.de I8i o0,2^e &i&,
na"!/*e ahmaiiTado Pavjiv,.ruadHnpe-
rtriz n. 60, de Guma ESPARTI HO
Vendem-se magmneos esi>artilho3 france-
ses e inglezes, o* lof e -armazem do Para .,
roa* da mperatri*' n. e, de Gama & &\ivn
UilcM de c vii h
1rende*sei)a Botica^Fraaceza rua Nova a. 25.
r-i-J-
'<'" ...........'......n
Novo agrande deposito d^supenor oarvo d Gardiffm
Antotei Gome do< Sarrio* tf C, rb' Santa Bsrbtfa u. 1, estW W ituot raberiret
oarvio er coodlcSes mar? favoriveis joe em oats 1 ejnalqaer depnslio, a todoros' nivio* i vasar va*
cerreiT! paoutitfl porto. A coniriiar oesu cora Domingos Atve Mathens.,|
' I VeodeoMS as mais nn)drnas chnoHBte
i balespropiios oara vestidos de cauat-
sendo laemores 'e mais1 i!rJouVraoe, que- leo
vind ao" ttrarcarJo; e'pftr' 'precos"muito ta;
^aveie. > ro do favo, ra da Iieperatria
n. 60, deGasaa* Silva.
nn sHias^tfWW t280 e U'SftO,
Gngou para a loja do Pav9o urna iraiide
piorfSo de ocv,t fazenda branca especial raen,
te'pira saias, tendo 9- lafgara"* artura sulffi-
bient d 'una saia com am''bonito b'rd'adt)
if um lado ou urna- bonita ordem de pregar
de forma qae coa 3 t|2 varas se'faz urna
?sala de ura s panno, a vende-se peto barato
prefode U. 1,528o e ijiSup rs. a vara; na
luja e armazem do Pavo ra'd Imperatri?
t. 60 d Gima 4 Silva.
Vestidos orances e de ores a 4^54
Vendem-se bonitos cortes de cambraj
branca'on bonitas' bevws bwdadas' asi
como c narra* de feer pelo 'barato \w$q6-
de 4!ffod rs na 1a"db PavSO rtta da rtnpe-
"1
ratrii o. 60 de Gama & Sil va.
Jos Bifodini
Varas de babadn bm-ddo du Port. s
Carretel de reiroz pretn corf UL^.-
Sfupfi s i-ra tr.a'hiuns a .
renos franee* na lodos os tarr.aph.; a
rotas de botSss de nso bara eaJet a .
spelbos donrados moito Ban a .
jas rom liaba sopprior para marca- .
Parriu-is d rclcoz de todas a- cortt .
Frascos d'agaa de Colonia moito opefipr a
na loja e armazem do Pa\3o rua da Impera- fiscos le o eo mono Udo a
triz n fin d fia, a A ^.l?a I Dl,,ia de |R*or,s Pl' .....
11 1 a Ml?a. : Frasco.-d'agua-para limpar flenif a .
l.aairairaa IMflMsl ;s a 28o rs. o Radea pretas lisas para spgnrar cib- le a
COtado. j D'.i7.ijs de peonas da aso rootto Anas .
Vendem-se bon las Sozinnas raatisadas.' C*nas de cba doga* de ?o cov!"
de cu- tixa e ditas de um cor s, t- n ,_.,,... ,. ... V .,,, tiarraia.N de agua i'lurida veroidtira .
tre ellas c^ res escuras e re muito bom gosto syliabarios oro estampa par mminr a
pelo barato prec d 28o rs; assim como Memento da roopa de lavara.....
Ooiiit^s bareges de la traesoarenle Com' Oniias de meias Hos para seobrra ^ .
quadrinhos pe- barato prefo 'de 32o rs. 0' fiSK25?is*bta1!*!'"]
?.n*An <_.i-. r > 1 rec;s de Otas de laa de todas as ror
(Ovado, s na loja do Pavo rua da Impe- Gnia de hotes de porrelanaprai--!' 1
ratriZ n 60 de Gama A Silva. Caixas coro alfineites Iranceze? a .
CHITAS A 28o RS. Calas de ICO envelopes multo Otaos a .
Veudera-s* bonitas chitas de cores e ditas )e*ma Ue .V^el de Pe\ bnt0 llf ''
rojas com peqoenb-todtae-de mofo qne w^TJ^lS^pnSP^wii.^
garante largar logo que, se lave, sendo de Ltobas em oartao de 500 jardas a .
cores fixas pelo barato preco de 28u rs. o '
colado pa>a i.cabar: na lija do Pavo rua
da Imperatriz n 60 de Gama
Silva.
CHITAS DE MA SO COtt A 28o RS. O
COVAO.
Vendem-se bonitas cbiias lisas, sendo cof
de ganga, cor de bavana, lirio, rosa e otras
cores, pel baratissimo preco de 28o rs. o
covado, ditas cbioezas com as mesmas sores
e com palminhas pelo barato preco de 3oo
rs. o covado, na lija e armazem d PavSo
rua da Imperatriz n. 60 de Gama S Silva.
GRANUE SORTIMENTO DE CHl'AS
A 32o E .t6o SO O PAVO.
Vemlem-se chitas de cores xas com de-
senhos ioteiramente novos e com os pannos
mu to encorpados pelos baratissimos presos
de_32o e 3fio rs. o covado, ditas claras pa-
drees gra tos e miudinhos proprios para
r'oupas de meninas a 32b e 36o rs. para
vender barato : na loja e armazem do Pavo
rua da Imp-ratriz n. 60 oe Gama Silva.
CHITAS PARA lOftERTAS-A 28' RS.
Vendem-se chitas larcas para cuberas
pelo ba-at'i preco de 28o rs. o covado por
serem padrees um tanto escuros na toja do
Pavo rua da Imperatriz n. 6o de Gama d-
Silva.
ULAZINHA9 A 400 E OO RS.
Vendem^e as mais bonitas lazinbas ma-
t zadas e de I.sus nas modernas e mais
bonitos desenhos peli>spn$os de loo e 5oo
rs. : na lofa e aran-zem do Pavo rua da
Trceratriz n. 6o de Gima & Silva.
AtPACAS R CrJ-tfiS A OO'RS. O C'VADO.
Vendem-se as mais bonitas alpacas decores
enfestadas Ci-m bonitos desenbos miudinhos
temi entulles de tollas as cores pelo barato
pV- co de SoO rs. o covado, ditas lisas escu-
ras e claras sendo todas de cores modernas'
e 64i> rs. o covado,- dites hfr^^is, as melto-
r'es e mais modtrnis oue teem vindo ao mt-
odo : sendo bavana, tyrio, verde, azul e
odtra tiores, que imitem a seda, pelo barato
ofeco de 8Ho s- o covado, pecbiocha: na
lija e armazem do Pa'v3o rua da Imperatriz
n.'6o de Cama Sha.
POIL DE CHVREv
Chegou neste genero o melhor qae tem
viudo ar mercado para-vestidos con-liadas1
listras de sedi on oa. bonitos la.ores da;
esna que se vendem pelos baratos prec6.',
d 8oo, l^ooo e lBo rs. o covado: na toja:
drt Pavo rua da Imperatriz n. 6o de- Gama
1 VSTl)OS D- PT^A 'Sftod E
ifJfaoefftS.
Cheg^MB-'of'laiir'ftWnHfis.ttrtes d veir>
tidos de fantazla rjito pn/prios para passei'o
esorcs, por terern lirias barras do seda
B vender s'pelo barato prepo de8|j e loft
frtada um na 1 ja do Pavo rua*d*Imperatriz
a, w de Gama *SI'va.
alas a 94fOCO rs.
1 Vendem-se bonitas saias escoras pjoprias
para uzar e lempo de vero pt)r'rza d*
poeira e pi rOOipairffreBt^ para qoem for p?s-
8(n**'fesn no maMo, pele barato prere de
3ooo cada urna, iWasJ brancas' rrcamenfe
bordadas tendo 4 pannos cada una pelos
precos de 5&45y e (laeo? r*. i na4ojadd
Pavo. rua da Impera a. 6o de Gama d
Slva.
ves.Idos brane*> a 4^*h.
Cbeearam os mais lindos cortes de earr'
braia brasea tranapareate feamente bofdi'
dos qi s vendem prJte baa*issimo tirecn
de 24i}"oors. na loja e armazem do PvS
p. fio1 de Gama A Silva.
ro*a bnrege d e se Aa a 4* ri*.
Cheff*a um grande porSc de lindisai-
simas b reges de seda com os mais delicados
goetos Sendo fazfnda amito propria pa A
pasAeroa, psrtidas, ele Vandem-se pateiiir-
rBlfesimo ppfeeo-i4o>f{.1ocoadoina toja
e armaaem rtol>avSo T*fla;d imperatriz a.-8
d Gama Silva.
Gaita de superior linba do gaz ( r. W
t,.Vnil0S .............
Talberea para meDlnos a.......
Masso eom soperiures grampos a
Booets para meninos a........
Petates eom rosta de metal a......
Realejos para meninos a.......
. *
V"
O-
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i
i
-r*
-o
m
de
m
m
m
"3

GR ND BftZfiR
RUA NOVA N -0 E 22
Machinas para descarocar algodo. dome
Ihor autor que tem appa'recido r,a Amerka
E' tal a esecuco do m ichimsmo, que al-
godo sabe quasi to perteito como o de ba
landeira. Recommenda-se a attencio dw
Srs. agricultores, estas machinas.
Bou pinga do Douro,
Chegarara barris de qaloto com poro '-tubo de
Doorj garaotindo se qae nao tem c.mf(irlr) al
roa > etre 5*0 de nm boeadinho de agni>nl-Bl
qm Ihe botaram para poder resistir a viaf^Si
oeste genero 6 roerbtir que leo vrodc a sle
mercado, e moito proprio para o.-ar o s bora v
comida e vt>nd-se por pre^o em costa na kji
armaiem do Pavo roa da Imperatriz #0, de
Gam<> & Silva.
Vende-se para o matto on para ags>
i) bo, u m bom negro de encbada de 4o answc:
na rua da imperatriz n. 28.
scravos fgidos
Do eBfenho C^llrgi-r, do abano x-iaaada
foffio a nesr* Maxlmiana, crenla, idad> 30 ai-nm
peiioeD'is e lem por euiume a por ru.-l*.- ia m>*
111 -ir aro pone, soppoe e e.-ur acoa'ada n Bav
-' l'f para nnd<> fi I "ha penco. das rr-ev.o %r
rlsa*>enw a
-.!.- no Rfrtfe roa lara do Rosario n. 50 .1 a
drti'enirBobo.
., i. A- de Sopa Beltrae de A rao jo Pereira.
Pr?1> m 6* .fV-irihro ar'tir^as*
prtto da Costa de mine JxriBtbo, Madt 38assaS,
H-rn tnihfs no r.wt->, bem salientes, a. faifa de dtoti-s, ettor pooro ineoo > r^twn,
as-pprnas Hn-ss, ftc. ifrQ vertido camm ?> sata'
bri-nca, chap, de ropa MU* re4.aa, ds asas
oe(|o>ns: rn^a se a-t aotnrldad^ ptMa* a
ljd;rtf*r' pWtirflHir, a ear-iura n dito Krt**%*%
?pr entrpgnp a .en enhor Juan da Si' Lss>
rna da Ca^ia- do Rrrfe n. 10.
r-erava faib *.
O ejrravo MittvHns d *w* Gmb* Villar, ea
tosido, meleque de 20 anno-, esUiur i>f**# eef
prita. *v>rn msrra de panao b* Ja*! iaaVtior 4
larto-drwitf,-leni pg dadrurilo pe a*****, da B>
WW': 1poo 'ic d> brian pardo, eatrnaa a> aja-
da d braoeov rhn > de Mtra pr** "ff:
qtt'm o p^jar p .dar' levar a/ teja da rsa da Gras-
po a. f7y.qae e'T^eonlpatIala,.
-= O-nnntia a elar |W *** ? ?
*ti<4o do corrate aaa/ *> Cawafcar1,
ipfroodo-Byntro. 9 fer**o #rVao, t*>mfm,
m raSMMMS lev iOaano* de-ldad, *
stiiaaesseirdrtrreT o e***> prioatala a aWta,
te.9er^lnr*e,'*: rt oea tisHrfc
bTrr Tlrvel. fmiBdo oaa irHoiwloi --mal aS
q a4 xrsvt* *'" trie_ yraado; em lerifa hHda ffr
ry^rarMo B*ta pmvmer/ tr'JrlWlba da pedralr. i
bot^esreretn; e boa orftattor reya-ae, nawasfc,
3aat do dito rWravnVft-trBaets-la-vnReeif* ees sala
5ir Joao&m6>*de Arirmida, oo oe pnavafea B*bj
Up=pcrio, termo da Bararfa oo tro referid fb
abo icroi aSWrcrfiaaaV, qo. serlo- |pn-raa*aa
reeDropensadas. Pirolestanrte ?e castra msi sV-
ver entallo.
i miimi
-'-

rl^^JZ


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*>
Diario de PitrMMbae Subbado & de Outiihr de 1867.


4SSEB1\ GEIUL
GA14RA DOS SNIORES DEPllTADOS-
SESSAO EM i DE AGOSTO DE t867.
PRESIDENCIA DO SK. SRVEIRA LOBO.
(Coniiuuaco.)
J3 coDlribuigSes directas que sahem os cnti-
mos addicionaes de>t n2d .s a.s desperas dos depar-
tamentos e das commuuas.
As cooiribuigSes directas na Franca sao : Io
coutrihution foucir; coniribQillon personnella et
miAlItre ; 3o contribuilion des oor's el feotres;
4o, r. ntribuiiion de3 paleust; 5*, ceniimes addl-
UloUelS.
Assim. como era Iaglaierra a* laxas directas f >r-
mam a base do sy.-tem i liuaoceiro das diversas lo-
calidades, dos condados, borooitba, parocbias em
Frang os impostos directo se acham gravados
coro os cernimos addicionaes, em provelto dos de-
jartimentcs e das commonas, por naia somma de
19l,i78,707 francos, applicavel s despeas espe-
rtes dos fervlcos locaes, e sao o impostos da con-
su oo, sob a denomioago de arenos d octroi, que
ioioecem a rnaior parte das rendas das commu-
uas mais Importantes. .
Os cntimos addicionaes sao imposto*, ou em
proveiio do estado, ou dos departamentos e das
Umuoas para satisago das desp-izas locaes O
cntimos aepartamenues se dividem : Io, cuntimos
impostos pela lei aonua das fi aanea* par* as des-
bezas ordinarias dos departamentos (17 cntimos
C/iO nbre cada nma das contribuigSes, fonciere et
mobilite); 2o, cntimos votados pjios conselhos
geraes para de*pezas facallativas (le de 10 de
mam de 1838, mximum, 7 cntimos 5/0 sobre as
raniribuigoes foncire et m.billrej -, para despa-
ja* extraordinarias e para despeas especiaes : ca-
luiobos viciaaes (le de 1836, mximum, 5 cenu-
Ujos sobre *s qoatro cooinbuicoas) ; instruccao
primarla, mximum, 2 cntimos sobre as qoatro
ujutribuigSes, ele. .
Os cntimos commnnaes sao : i" Cntimos im-
nortos pela le das floangas (5 cntimos sobre as
espezas ordinarias das commanas. 2 Cntimos
vot.dos pelas cmaras mumeipaes par w""
..brigatonas a cargo das commonas. 3 Cntimos
votados pelos conselhos mumeipaes, para despeas
.iiraorJlnarhs e para despeas especian ; ca-
ntos viciaaes, roazimum 5 cntimos ; instruccao
primaria, mximum 3 cntimo?. ,.,.
Assim, oera na Franca, nem na Inglaterra euste
.i anarchia oue rema entre no*, e a razao 6 sim-
ples. Nem em um, nem no ootro pali ba a descen-
trabsago dos impostos.
Vamos agora ao nosso acta addicional.
O art. 10 do acto addiciooal dlspoe o segoiute .
Compete s mesmas assemblas (provinciaes;
legislar: .
t 5o Sobre as fixacoes das desoezas rxuuici-
paes o orovinciaes e os impostos para ellas neces-
arios, comtanto que estes nao prejodiqaem as im-
uasigSes geraes do estado. As cmaras poderao pro-
por os fneios de occorrer s despeas dos seus mu-
nicipio*. ..
t 6 Sebre a repartico da contrlbuicao direc-
ta pelos municipios da provincia, e sobre a flsea-
li*ago do emprego das rendas publicas provia-
e'aes e munieipaes, e das cootas da sua receiia e
despeza.
. Art. 12. As assemb'.is provinciaes nao po
sobre olaj-.cioi nao eompreheodidos nos dous prece-
dentes artigos.
O Sr. viseando de Jequ tinhonha no requerimos-
to a que tantas veles tenbo alludido pretenda que
a eommisso nomeada, tendo em vista os artigos ci-
tados do acto addicioualdsse parecer sobre o su-
girite ponto, que o 6 do mesmo requerimento :
t Nao se acbandodefinido no art. 171 da consli-
talgo, nem em nossa legislago fiscal o que stj
ccutnbuigo directa, e sendo diffarente o moflo
orno chssificam os administradores e economistas
o imposto directo, o que que se deve eotenler por
contnbuicao direcla coja repartico.pelo- munici-
pios das provincias urna das atiribuicSes da* as-
ambleas provinciaes, na forma do art. 1) 6 do
acio addicional ?
Parereme que a mente do legislador constitucio-
nal deixar a's provincias os impost s directos.
Emendo que ehra a disposico do acto addicio-
nal. N > o do art. 10 a faculdade que da a s
assambi.a provinciaes de legislar sobre os impos-
ts nec-ssarios para as despeas monicipaes e pro-
viociars limitada por esta clausula comanlo que
nao prejudiquem as impostases geraes do estado. R
assiuj, a materia contribuiute para a renda g-rai
nao pode ser oaerada de novo imposto para a renda
proviucial.
Nao se pjde entender o acto addicional de outro
qk fusflo. A regra geral esta: sobre ludo quanio
r do coolribuico geral no poderao as assemblas
oroviociaes legislar, porque fuendo-o nao podem
eixar de prejudicar as imposicoes geraes do esta-
do, E daqui que deduzo como consequencia que
Dio podem as assemolas provinciaes langar im-
oostos de exportacao, emborr moilos assim o te-
nliam entendido pelo fado de fallar o acto addicio-
nal tosmeniena impjrtaco, parecendo desl'arie
excluir a exporhgao.
Da comparacao das | 6 e 5 resulta para mim
ooe a's assemblas provinciaes s licito legislar
sobre a repartido da coolribuico dtrert pelos
rnuoicipios da provincia, impost )$ sufficientes para
as despeas municipass e provinciaes, e que nao
prejudicam ai imposicoss geraes do estado.
Em todo caso existe duvida sobre estas disposi
co;s, e em caso de duvida sobre a intelligencia de
algura artigo da reforma ao poder legislativo geral
cabe interprela-lo.
H pois uecessidade de attender-s? a esl laca-
d, se lacona existe, e de urna Inlerpreusao.
A renda das assemblas provinciaes nao e tao
peqoena como talvex alguem se acbe persuadido.
Segundo o relaterio deste anno do ministerio da la-
teada o total das rendas provicciaes em 1854 fot
de 14 384:3983586, e da municipal de....... .
2,668:1273497, o que ludo perfai a somma de.. ..
i7,053:0!6*033.
E, senbores, qual a applicacao qae moitas ve-
7.ts do assemblas provinciaes a' sai renda? Como
se escoam essas sommas, como sao ellas despend
das as provincias?
Minia- vezes o dinbeiro do contribninte serve
para mandar abrir estradas que ueohuma uiilidide
prestara, ootras veies la' se decreta a compra de
casas para cmara, jury e cada, casas que nao
servem para o fim a qae sao destinadas e qae se
comprara para pagar servicos eleitoraes, etc., etc.
Toai-se abusado, e a prova que nao se encontra
as provincias obras que Jasufiquem o dispendio
da renda, estradas capazes.
O Srt. Pereira de Brito -.-Protesto contra isto;
na miuh i provincia as ba.
O Sr Vieira da Silva :Entretanto, mesmo na
provincia do nobre deputado, tenho oavido qaeixas
muito serias a este respeito. Tenho lldo aecusa-
eois bem graves pelo esbanjamento dos dinneiros
da provincia. .
O Sr. Pereira de Brito :Sao injasias.
(Ha outros apartes; o Sr. presidente reclama at-
leocio). .
O Sr. Vieira da Silva :-Muit> se tem abasado,
repito, cotisa que nao se pode contestar.
O Sr. Correa das Nevas : -E' exacto. Na ml-
nh* provincia at se entapio ara rio, gastinao se
com isso rauito diobelro, e prejadicando-se o porto.
O Sr. Jos Avblino :No Ciar, ao menos,
mnitos servicos atis foram ieitos pelo Sr. Alvim,
auiorisa ios pela assembla provincial.
O Sr. Correa das Neves:Nao regra geral,
mas em verdade tem havido moilos abasos.
O Sr. Vieira da Silva -.-Agradeco ao nabre
depatado pea Parabyba o sea aparte. Confirma o
que eu ia dizaodo.
Sr. presidente, enlendo pois qae a mente do le-
gislador consiitaciooal foi, como disse, deixar a s
provincias os imposios directos, as imposigoas qae
nao podessem crear conflictos entre ellas e o es-
* iofelimente nao esta' ainda extrmalo o campo
em qae o poder geral e provincial tem de mover-
se em materia de impostos. E' de necessidade que
riraenremos remediar este inconveniente.
P Al?de3 deoaiobro de 1835 ponco oo nada
fe nte sentido e quanto a mim ella a causa
aSifiS. seUlasprovinc,aesera eom-
mettido em relaco aos impostes. |nNa m's8.T*g
de que a disposicao dessaleqaan o ai imp^ l{oes
provinciaes. A reforma deve principiar por ella.
E,t lei, depois de enumerar as ^P01?0.6*^'!
cavara perteocendo a' renda geral, declaron pelo
art. 12 que fleavam sendo provinciaes tolas as nao
comprebendidas naqaella numeragao, competinoo
a's assemblas provinciaes legislar sobre a sua ar-
recadacao e altera-lis como julgucm convenientes.
A respeito deste assuoipt) o finado Sr. vlsconde
de Uruguay assim se exprime: Excluidas essas
reodas, eram provinciaes todas as oulras.
t Nenbama lei do orcamenio liaba feito o arro
lamento das rendas publicas qae comprebendesse
as que passavam a ser provinciaes.
i c Esta divisso era baseada ni clas=ifl-aoao da e as da mair parte das villas do Para, do Mira-
renda geral e provincial, eslabelecida as leis pre- nho e do Piaohy ?
cedentes da reeeita e despea de 1832 e 1833, qae! Acbo pois que este inpo.lo nio pode aogmen-
- a de 1835 apenas altern para harmonisa-las com'lar a renda panuca, emjuaoto que forcosamente
' as simples modifleacCes, qm a. abavam de ser fei-' prejadicira' e grandeaente as despeas muu.cl-
Us sobre alguns impostas geraes, mJiQcacSis que paei, e urna das man importantes a raen ver
h.bllitaram assembla geral para dar mais a's as qae ellas sao obriga' as a fazjr com cusas.
I provincias a qa ta dos diiimas, com quereres- O Sr. vlsconde de S. \ cente tambera opina con-
! centn a sua reeeita, Isto a reeeita de algomas. tra esta dim.oaicici das rindas monicipaes
t Quandoinsialladas as assemblas provineiaes,1 Ha outra laxi, Sr. prudente, que tambem roe
tratou cada urna de abrir e Inventariar o embralbo [ meracea repiro, e a qua negarel o mea voto.
E'
qae Ihe Idra dad >. fo grande a decejeao.
Com a lei de 1835, qae nao declaroa o qae devn
constitalr a reoda provincial, qae nao remedioa 01
mal, as assemblas provinciaes entao, na caiencia!
de rendas, trataran] de impr sobre a exportacao, j
e al mismo sobre a importaco, con grave pre-
Juuo das impasicSis gerat-s.
Cravm, pois, fater estudos serios acerca deste
assompto; convm, Sr. presidente, discriminar o
qae renda geral do eslado, e o que renda pro-
vincial. (Apoiados). ,
E' isto o que eu desejo, e s assim se podera
evitar a anarchia que se da' as differeotes pro-
vincias do imperio em relajo at>s impostos.
A lei de 31 de oolubro de 1835 deve pois ser
revogadi. E quando tivermos de legislar sobre a
materia, era vez de fazermos o arrolamento das
cuQinbuigojs geraes, fagarao-lo das cootribuicoes
provinciaes. As cootribuigSes provinciaes a sx-
cepcio, e assim ludo o que nao for provincial se-
r geral.
D-st'arte as assemblas provinciaes nao langa-
rao iraposicoes geraes, nao prejudicaro as conlri-
buicoes geraes do estado.
O estado anda nao t nba creado o imposto so
bre as proflssSes e indastrias, entretanto qae j as
assambis provinciaes exploravam essa fonte de
renda I
As contribuyes directas, qaando mesmo te-
nham de flear para as. provincias, nao se ple
considerar exclusivamente applicaveis para isso.
O estado tambera pode, em caso de necessidade,
exigir urna parte de taes c ninbuicoes.
Primeiro que todo carapre ao governo central
segurar-se com os ovios que o devera habilitar
para poder marchar e fortalecer a anio.
Portanto, Sr. presidente, o nobre vlsconde de
Uruguay tinha razo quand apuntando os males
gravisslmos da nossa organisaco provincial, re-
conhecla a necessidade de profundo estulo sobre
a materia e de remedios pronptis.
Eu, Sr. presidente, eotendo que isto preciso,
raesmo urgente.
A administraco local independeole nao consiste
na desaggregaco do pair, no isolarnento da pro-
vincia. Nao. Eu quero, pois, a unio, e para
que ella exista -nos preciso a eeutralisaco da le-
gislaco e dos impostos.
Um Sr. Deputaoo :Cenlralisasao poltica, mas
nao administrativa.
O Sr. Vieira da Silva :A descentralisacao ad
rainstrativa, permita o nobre uepoiado que Ihe
diga, tera limites. II i vemos de discutir a materia
em occasiaa oppirtana.
Sr. presideote, ea voa deixar de parte esta
qaesto para occapar-rae agora dos Impostos lera-
brados pela primeira commisso de orcamento des-
ta cmara.
Anlmam-me, seohores, em relaco ao ministe-
rio actual seotimentos de benevolencia.
A minba posigo nesla casa coherente com os
meus principios, com as minbas couvcqis polti-
cas. Creio que a cmara ouviu-me fallar com to-
da a franqueza a respeito do assumpto que rauitos
talves tivessem recelo de abordar; ataqaei o acto
addiciooal como le defeituosa e altamente incon-
veniente. A minba divergencia com a escola li-
beral profuada. Fallei cora maita franqueza, e
nansa rae arrepeuderoi de t lo feito.
Na qoadra actual, voto pelos impostos como a
commisso pede, reservaodo-me o direito de esco-
Iher de entre as emendas aquellas que me parece-
rem melhores, que a mea ver posam favorecer o
augmento da renda e com menos vexane para o>
cootribaintes.
Aceita a opinio do Sr. vsconde de Itaborahy
quanto a reform e reviso das larjfas.
Sobre o imposto de profissoes e industrias pens
como o Sr. conselbeiro Paranrns : a decreta-lo
preciso ter em vista as contribuie5es que as pro-
vincias ln ja laucado. Ou antes, me parece qae
serla melhor deixar este imposto como directo s
provincia?, lembrando a commisso outro que o
substitu.
O Sr. Pi.vto de Figueireoo da ora aparte.
O Sr. Vieira da Silva : Como quizerem, ace-
tarei aqoiiio que propuzerem de melbor. Por
emquanto pretina ao que se tem proposto, o cor-
rectivo lembrado pelo Sr. conselheiro Paranbos;
lanse-se muito erabra o imposto, porque precisa-
mos de renda, mas sera prejuio para as provin-
cias qu; lera explorado esta fonte de renda.
Voto tambera, Sr. presidente, contra o imposto
qae se quer cobrar sobre escravos da lavoura
(apoiaios). nio posso adrailti-lo, por vexatorio.
Um Sr Deputado :A commisso j apresentou
nma emenda.
O Sr. Vieira da Silva :A commisso, segui-
do me consta, apresentou urna emenda substitua-
do esse Imposto pelo de 3 / sobre a exportago.
(Ha ara aparte).
Aeho lambem rauilo exagralo que se sobreear
regu a exportarla com 3 / mars- porque, nole
V. Exc, como muito bera se dii aqu em aparte,
urna das fonles de renda para as provincias o
imposto sobre a exportacao.
A provincia do Amazonas, por exemplo, cobra
12 /. sobre a borracha ; isto da-lhe urna renda de
8o:0OJ000; todas as suas oatras reodas sao mui-
tissimo inferiores a esta. A immediata de
18.O0OJO00. Ora, se a assembla provincial do
Amazonas percebe ji pela borracha que exporta
12 %. assim como percebe 5 "/ dos ou'ros gene-
ros, parque tado qaaolo se exporta all paga di-
remos, flear o imposto sobre a borracha elevado
a 2! /.: 7 /. qae o estado cobra, e mais 3 ago
ra, cora os 12 / que a provincia percebe.
No Maraoho cobra se 5 / de lodos os gneros
de exportacao. Ora, se |a o thesouro cobra 7 /<
com mais 3, ah esto 15 /. sobre a exportago
d'aqaella provincia, cuja lavoura definba, e ella
mesmo vai em decadencia a moilos respeitos.
A provincia da Parabyba cobra 5 / de todos os
gneros qae exporta, menos o assucar que paga
4 / No Para d-se a roesma cousa.
O Sr. Correa das Nivrs : Deve-se imp&r na
borracn do que no assuc*r e no algodo.
O Sr. Vieira da Silva : Porianto, entendo que
pelo tacto de eximirmos os escravos da lavoura
de ara imposto, caja percepeo, alm de vexatoria,
sen onerosa aos cofres geraes nao se deve so-
brecarregar a exportacao.
Qaaado nesta cmara se votaram,' annos airai,
os impostos addicionaes, o goveroo, com timidez,
pedio doas por cenio. Nao votarei, pois, pela
emenda tal qual se acha, entendo qae deve haver
ama redueco.
Um Sr. Deputado : Proponha a redaccao.
O Sr. Vieira da Silva : Nao o farei. Deixo
isto a' commis-o. reservndome o direito de vo-
tar pela ern-rada ou de rejeita-la.
Um Sr. Deputado : Reduza-se a doas por
canto.
O Sr. Vibira da Silva :Bem : sej doas, ser
um de menos.
Um Sr. Deputado :Ainda assim muito.
O Sr Vibira da Silva : E' muito, concordo;
mas no qae nio se pode eoosentr de lodo no im-
posto sobre os escravos da lavoora. Sei perfeita-
mente, Sr. presidente, quanto ellos prodazem na
provincia do Maraoho ; all ba lavradores qae
possaem grande numero de escravos e nao co-
Ibem talvez para a despeza.
O Sr. Albuqukrqur Millo : Porque nio
querem, porque uo sabem trabalhar.
O Sr. Vieira da Silva : Isto oatra qaesiao
em que nao quero nem posso agora entrar: todo
contra o lavrador.
a qae i.ini;a urna coutrihiagao sobre os vencimeD-
tos dos eropregados. Eu jcompanho o Sr. viscoo
de de S. Vicente e o Sr. airo de Marn ba a este
respeito.
Enteado qae elles tero razo qoando se oppoem
a qae se tribute aos pobres empregados pobllcos.
A maior parte delles |a' :onirboora com 3, 5, 10
por cento dos seas veocinentos sabe Deus co u
ela da proposicSo qae cima enunciou, e vem a
ser da eievago sobre os direitos da exportacao e
imporuco.
A razo em que se fonda para pedir este a au-
mento, o estado de atraso, decadencia, senio
qaasi desapparecimento da industria nacional, a
excepeo da agricol, cojo eslado alias nao li-
songeiro.Mas o que sao as outras? A que slalo
se achaaa reduzdos certas mysteres e proflssSesT
E' doloroso duelo. Exienu*ra-se com a concur-
rencia estrangeira.
O orador nao proteccionista, mas como ja' de-
claroa, a economa poltica ama sciencia experi-
mentale nada mais digno de imitar-se do que o
exeraplo dos Eslados-Uoilos, em sua ultima refor-
ma sobre impostos, elevando a 40 por cento a mor
parte, ou pelo menos a mais importante de seus di-
reitos alfandegados.
A este respeito os Qnanceiros americanos estive-
rio: eis ani onde en de feudo o nobre ministro: na
sitoacao actual do paiz, depois de tantos descuidos
e de tantos erros do goveroo, ea aera sei que haja
ministro da fazeoda qae possa assegurar qae
pro lente, qae oose afirmar qoe providente I
como pois acensara ao nobre presidente do conse-
Ibo e ministro da fazenla de imprudencia, e de
imprevideocial urna Injostica.
O honrado depatado pelo 3* districlo do Rio de
Janeiro disse que o nobre ministro calculava a
otnol E' ooira censara iojasta : pelas mesmas ra-
zoes e por oatras qae dare, os clculos do ministro
a' fobrts 4a-
praclsa de demonstraglo : ja'ella'
meostrado.
Eis aqai anda ama prova de que o bonra* i-
olstro caroinha s escaras, cirainha oae irnn.
Respondendo ao mea honrado amigo depatado p ia
provincia das Alagoas, o nobre ministro da ralea-
da disse : t Vos calcantes em 9,00O:00O#OOO o
prodaetodos novos impostos qae a eora-m-so pro-
p5e; mas o vosso clenlo nao exacto : aori,!)
elies prodazirao muito mais; a aoe prodaiam
12,000:000l>000, 15,O09:O0OJO00 oo mu*, ni* te-
re i o* em une empregar essa somma da ro do mol-
que sacrificios I Canhecomuitos pas de familias, rara quisi em acord unnime, e visara o du-
carregados de Albos, que Jo podem usar desla ge- po Um desta medida, qae fo. augmentar as ren-
aerosidade, sem sacrlflcic. das do estado, e favorecer as iarJustnas nacio-
Fazem-o, parque Bao qaerem qae se diga que oaes.
Ibes falta patriotismo; t mem mesmo serem mal N America rndese horaenagem a Inglaterra,
iropo*tos qae a cqm-
admira-se o principio da hvre troca, mas sabe-se
tambera qae a velba metropole nao reilisoa aquel-
vistos pelo governo.
Portaoto, voto contra os
misso creoa pelos ar s. 10, 14 e 16. Quanto le grande passo, to fecaodo era re*nltado, para o
ao art. 1.* sigo a oploic do Sr. vlsconde de Ita- j ooramercio do maulo, seao quando conhec^u que
borahy. a superiondade de suas fabricas e raaaufaciuras
Votarei pelas outras contribuicSes com a com- iaalilisada a coacurrencia estraogeira. E' nra gran-
misso, ou apartando-me delta para preferir al-. de bem sem duvida o qae a logiaterra realsou, di-
gama emenda, que pareja merecer essa prefe- zem os Americanos, mas os operarios iogleies pe-
rencia. recem as veies por falla de irabalbo o pauperismo
Sr. presidente, voa terminar. Acamara oovo | corroe as entranbas de povo.Mais um vei, a:-
o motivo de divergencia qae existe entre mim e o crescenla o orador, o exemplo dos Estados l'ui-
Oalro imposto, Sr. presidente, contra e qual vo-
to e qae decididamente nao ple inflair no aug-
mento da nossa renda, o imposto qae val neces-
sariamente cereear a renda das cmaras monici-
paes. E' mallo insignificante o qae ellas cobram;
entretanto o ponco que dabi Ihes vera ajada-as a
pagar as castas em qae sao condemnadas;
O Sr. Ratisiona : Isto qaando o jary ab-
solve.
O Sr Vieira da Silva : O jury ou a anto-
ridade policial as processos de audiencia. E se-
nbores, quantas absolvieses nao se dio todos os
das em procewos aciotosos, fellos muilas vezes vista esta circamstancia.
em occisia de elelco, sem provas, e por faltas
que correccionalmente seflara safflcientemente pu-
nidas I
' Os escrives de appellacSes, Sr. presidente, na
miaba proviocie morrem lome.
A malor parte do lempo empregam-se em pro-
cessos erimes, pagando escreventes, fornecendo
partido liberal progressisia. Ea nao poda fazer
violencia s minbas conv egoes, e os meas adver-
sarios tiobam o direito d) exigir de mim a minba
profiss> de t. A*sim enanciei-me com toda a
franqaea. Nao faca ray sterio de miabas creog-s,
das minbas convicgSe* p tliticas.
Viodo para esta camari, o mea partido nao exi-
gi de mira o sacrificio de acorapaoha-lo; ma,
por um sentimeoto de a tivez natural ao meu co-
ragAo, entend qae nao dnvia abandonar os meas
amigos na occasio em que se achavam fra do
poder e das p>icoas officiaes. Se o neo partido,
porm, exigisse de raim, o que elle nao faz, que
en negasse ao governo os noeios precisos para
goveroar, e quando mesmo fosse isto preciso para
sobirmos ao poder, eu nao Ihe (aria a vonta-
de, porque, se cima di* minbas affeigSes pes-
soaes esl o meu partido, cima do raen partido,
Sr. presidente, esta' o mea paiz. (Apoiados; mui-
to bem.)
( O orador ftticitaiv t comprimentaio por
muitos membros da wum ria e dtfferentes Srs. de-
miadas. )
O Sr Ratisuona dii < ue em presenca das gra-
ves difBculdades nanceiras que o paiz atravessa
oeste momento, que ali s espera, bao de ser su-
perados pelo patriotismo do governo, coi peraco
do corpo legislativo, e dedicado de todos o* bra-
sileros, nada Ihe parece mais justo do qae cada
um dos representantes da nago que assama a res-
ponsabilidade que Ibe cunpre tomar, ja' pelo seu
voto, ou pela palavra ao mesmo lempo, na escolba
dos raeios com que nesta crise devera ser occorn-
das as grandes necessida es do estado.
O oralor cousldera essj procediraenio nma di-
vida, qae para com os (ommittentes conirahram
aquelles qae sahiram victoriosos das ornas.
Quanto as nacSes, cralina o Sr. Ratisbona,
se acham em orna sitaai o tao embaragosa como
o Brasil oeste momelo, nao vai ouvir os espi-
ritos culmencos, nem inspirar-se as dootrinas
vagas e indefeuidas, consulta ao contrario a sua
velha experiencia, e dings-se pelos seus bomens de
estado.
E' cora os expedientes > conselho, desta ordem
qae at boje os povos tem-se sahido das graades
crises.
O que cumpre porm qae ama vez passada
a tormenta enirem as cousas em suas vas nor-
raae, e os governos piocorem restabelecer as
breas perdidas, e restaa *ar o equilibrio de saas
Ooancas.
O orador lerabra varios exemplos, o da Fran-
g em 1815 extenuada telas grandes lata*, pa-
gando aos alliadps e emirraios, e depois pela di-
recelo prudente de seas lomeas do estado, poden-
do restabelecer o sen e lado Ooanceiro, e prose-
guir oa senda dos grandes melhoramen'os.
O mesmo a-ootecea Inglaterra. Mas para o
orador e exemplo mais aceqoado o dos Estad as-
Unidos, pelas provas de vitalidade que dea o sea
governo dorante a grande lula que aeabou pela
victoria do norte. All todos os expedientes e ope-
ragoes conbc-cidas em materia flnancelrf| foram
postos era praiica, empre^tlmos, bilbetes dS Bmco
com curso f argado, e papel-moeda, porqoe^jile
caso se deve eoasiderar os bilhetes do Banco"^
notas d) governo, qoe e-ara inconvertiveis. Oa-
baixo deste ponto de v sla pde-se dizer qae as
clrcumstancias do Brasil se aggravam, porque ao
meaos nos Estados Uoido i, a Inta senda intestina,
o governo paga va em pi >el aos seus exercitos ao
passo que n* o temos fd to em oaro, e aem ple
ser de outra forma, porque luamos em paiz estra-
nho, onde nem o nossa papel, nem o ds nossos
Bancos seria recebido.
Mas tod,s esias considoraco is qae o orador ad-
duz seivem para demoislrar que nao lera sido
rauilo feliz a opposigo las censuras que a este
respeito tem dirigido ao governo, e procurando at
negar-lhe a emisso do pipel-moeda, recurso alias
promplo e justificado desee o momento em que nao
possivel achar os meios recursos de que se pre-
cisa,em outras fontes.
O que todos devemos desejar que terminada a
luta, e desvanecida a preiso em que nos acharaos,
procuremos o goveroo a que acaba de allodir crean-
do oovas foutes de reoda e eaviaodo lodos os es
forros para restabelecern os as nossas floancas. In-
vocando o concursa da opposigo a este respeito, o
orador dirige-se mais pa-ticularmenta a nobre op-
posigo conservadora, de quera esta' separado por
um loogo passado, e pe i difTireoga de suas dau-
tnoas polticas, porq ie q uoto a opposigo liberal,
nem ama distiaegao ba mire ella e o orador, qae
apenas diverge de seas velbos amigos polticos
quaado ao modo de eucarar a sitaago. O orador
acompaobou a situago Ue 1864, teado feito oppo-
sigo ao mioisterio de li de maio no terreno da
admmistrago somante, porque qoant) ao actual
gabinete, se combateu a sua orgaoisago, f-lo por
Ihe parecer que se tioha de sea apioveado oieis
amao:casio de uofr o cnido liberal.
Haje porm que o v si guada v sahir victorio-
so das uraas nesta sltaagiio, esta' cam a maioria de
seas amigos, mesmo porque nao desoonbece que a
diviso tenda a enfraqa icer o partido liberal cha-
mado a grandes destinos em seu paiz.
Destas consideragSes jeraes passoa o Sr. Ratis-
bona a tratar prop-iamec le da materia, segando
a sua opiuio orna refor na no syslema de impos-
tos existeotes em qualqoer paiz, pondo de parle
certos principios que na i podem nunca ser esque-
cidos em relaco a este grave assnmptd, $ojgos
pelo meos tres causas, ti oto mais tendo se por um
augmentaras rendas do tstado, e vem assr con-
veniencia na elevago da certos impostos ou coa-
tribigSe* ja' existentescrea$o de impostos no-
vos, e redueco e extineglo de outros caja ulilida-
de nao esteja sanecionad pela experieacia.
Outro sim, releva nao jsquecer e que oos_pal-
ies novos como e nosso, a meihor imposigao
aquella que menos sensl* elmente se reparte entre
os contnbuintes, oo qae todos pagara ss-m a cer
teza qaasi de que o fazsni. Xas faues antigos on-
de a rlqaeza nacional exlste.e estv creada debaixo
de differentes formas, minlustna agrcola, ma-
nufactureira, fabril as associagSes, e emprezas
oade a acgo e emprego ilos capita.es, por assim
dizer, visivel, palpavel, i-s dalos estalisticos Indi-
cara quaes as bases sor. re qae deve ser langado
o imposto, porque eoto mais fcilmente se ple
saber se a coolribuico altioge ao productor ou
ao coosumidor, ao 'irabalbo oa ao capital, por-
que o Um do imposto ( sempre receir sobre a
renda.
Nos nao estiraos noci.ro dos povos adiaotados,
onde alias nao ba anda um systema de impostos,
no verdadeiro sentido da sciencia.
Depois, disso a econo ola poltica, as floangas,
sao ama sciencia experimental, os seas principios
nao sao de urna applicajo absoluta,' e nem per-
manente : nao se modiieam somente era rea-
gia aos lugares, mas tambera em relagio aos lem-
pos.
Por esta razao enlende o srador, que em reiagao
a maioria de que se traa se devia ter muito em
da fazeoda nao podem ser senb clcalos a olbo ; u um 70 Estado. Foi isto, mais palavra rano-
o que pego a Deus que S Exc. teha mais do( palavra, o qoe S. Etc. disso; e _xela n**er'
que olhos de hornera, tenha olbos de lynce, porque
nao Ibe bastara os de simples hornera para bans
clcalos a olbo, nico que se podem fazer.
Pronunciando me decididamente contra a censu-
era qu: empregar utilmente ao Estado o qae pro-
duzirem os novos impostos.
Sou depulado da opposigo e de oppo-igpo de :i-
dida; mas nao besilo em declarar qne I nao ejo-
ra de impruJencia e iraprevidencia, fela pelo meu. fianga na probidade ialivi tual e oa probi-iade al-
dos digno de se^uir-se; cuidemoa em prote-
ger s nossas industrias. Depois cora o lempo,
com o progresso applicaremos as boas doutnnas
qoe, apezar de serera taes, demaodam todava op-
porlunidade.
Nesie sentido o orador abuoda em outras consi-
deragSes, especificando algomas mercadorias e
productos esiraogeiros, que devem ser onerados,
ja' pela competencia em qae esto com os de ai-
gamas bdusirias aossas; e ja' por nao serem de
um consummo necessario. Depois indica agumas
luodicaces que se podem fazer no imposto pes-
soal, o qual se tornara' vexatorio se no-bouver
muita prudencia na fjrma porque devera' ser
arrecadado. Discute anda outros impostes, e coo-
elue o sea discurso coaQanlono civilismo dos bra-
sileros, de cuja dedicago a causa do paiz, de-
pois djs graodes sacriflcioa de saogue qua to vo-
luclariameote tem feito, nao mais licito duvi-
da r-se.
Mullos dos seohores depatados da maioria e
mesmo da opposigo ao comprimentarem ao ora-
dor, manifeaiam adbtso a algumas de suas pro-
posigoes.
O Sr. Macedo : Sr. presidente, a continuago
dos soffrimeolos que tenho experimentado em mi-
nba saude, e qae realmente se aggravaram um
pouco mais podiara muita bem servir rae de escu-
sa, se ea desislisse hoje da palavra que ped, cal-
culando mal com as minhas torgas; mas por nm
lado a Importancia da materia tal, qae eu jalgo
de rainha absoluta obrigago dizer algumas pala-
vras nesta discusso, e por ootro lado eu eslaa
seatialo oeste momeato, como verdade que ludo
oeste mundo tem eompeosago; porque os meas
iocommodos, aagmentanlo-se, tornarao-rae, tem-
porariamente, eu o espero, quasi completamente
snrdo, e esta surdez me auxiliara' no debate, por
que oo ouvirei os costamados apait s dos oobres
desnudos. (Rioj.
O Sr. Branoao Dar-se-ho apartes mais altos
para V. Exc. ouvi-los.
Sr. Macedo : Escapou medizarque a rainha
surdez do ouvido do lado esqaerdo.....do outro
ainda ougo algoma coasa (risadas); respondo, pois,
ao honrado depatado que os seas apartes sempre
sao maito altos.....em reiagao a' materia qae
cootem.
Seohores, a quesio de magoa importancia
(apoiados), nao digo qae seja a uoica de elevada
magnitude, como esta aioda nutras de importancia,
igual Das circamstancias actuaes e na situago do
paiz.
Sera fazer praga de modestia, eu me confesso
abatido pela rainha incompetencia na materia. As
flapngas nunca forara objectos de meus estudos;
veabo, porm, a' tribuna impedido pela n (-si-
da le de cnmpnrdous deveres, porque nesta dis-
cusso o depatado tem de afender ao graves in-
teresses do estado, e tambera aos justos raleresses
dos seus constituales; roas, anda bem que esses
djus deveres se barmooisara e se reduzera a um
si, ao dever de alleoder a's altas Orcessidades do
astado. (Apoiados; muito bem).
Senhores, o qae se discute art. 2' da proposla
do orgaraenlo, oa a reeeita do imperio; hontem o
nobre presidente do contelbo nao levou a bera qua
am meu estimado amigo e disiincto colega depu-
tado da opposigo disco'rresse um pouco tangamen-
te sobre de*pazas publicas, quand a se tratava e se
trata da estudar a recelta. Eu resoeito muito o
jeiio do nobre presideote do conselho ; roas nao
pens quenessecaso S. Ex:, teoba muita razo.
Este artigo marca sioaplesmeote o algarisraa, a
somma era que se fixa a receila: por ora urna
flxago que nada tem de positivo, que h da rao-
dificar-se oeces'ariamenle, conforme as disposigoss
qae bao da ainda passar: am artigo c ija mate-
ria depende dos outros artigos; um artigo q e
esta' no caso dos quadros qua os aotigoa pio'.ores
romanos expuohan ao publico, e por laaixo das
quaes escrevlam faciebam para indicar qua o
quadro nao eslava acabado, e qna expon lo-o ao
publico, o artista quena ouvir as censuras e as
observagSes de todos, e at das mais Incompeten-
tes, para depois por o remate a' sua obra.
O hoorado presideote da- cooselho saba muito
bem que os conselhos da propria inco np.;i-ncia a's
vzes tera seo valor. S. Exc. mu'lo lida, nao
s em materias scientifleas, raas alada em todis
os ramos da litteratara : aoesqueceu, pois, qoem
era o melhor cooselbeire de Moliere.
Digo, portaoto, que oo artigo que sa discute o
honrado presidente do conselho ou a illu-tre com-
misso expde um quadro, no qual escreveu facie-
bam. e (odas as aossas observagSes sobre assump-
tos da orgaraenlo do imperio sao muito bem cabi-
das, e devera ser ouvidas e consideradas como me-
recen). ...
O Sr. Presidente :Com reiagao a' reeeita.
O Sr. Macedo:Simseahor;raasninguem pode
contestar as relagSes, as depeadencias que prece-
den) a recaila a' despeza do eslado. Nao ba con-
ideracoas era estudos demais sobre estes pontos.
Ojvi hoatera o honrado presideote do coaselho fa-
zer ora appello geral para todos oes, sem distinc-
go decOres polticas; S. Exc disse, e disse mui-
to bem : A causa de lodos nos; nao da acia al
adminlstragSo publica, oera de outro ministerio ;
do pafx. (Apoiados). Perfeltamente! estoa de
accordo com o nobre presidente da conselho.
Ea creio qae S. Exc. vai ficar muito satlsfeito
commigo, porque rae parece que vou hoje mons-
irar-rae at.....extremamente ministerial.
Para provar esta miiha declaragio comego por
manifestar a rainha desipprovagao a's proposigSes
enunciadas pelo mea nobre amigo deputado das
Alagoas, e pelo boorado depatado do 3* disiricto da
proviacia do Rio e Janeiro, ambos, tomo eo, mera
bros da opposigo, embora ora de outra cor polti-
ca. As proposigoes do mea eslimado amigo depu-
lado da provincia das Alagoas provocaran) loga
resposta fort; do nobre presidente do consslbo.
E' verdade qae proeaociaodo-tie, como digo,
eu espero mover a benevolencia do honra 1o minis-
tro, e toroa-lo menos resentido do que oavio ao
meu collega da opposigo, qae por justsima causa
se acha neste momento ausente. Eu oo condena-
oarei o nobre ministro da fatenda^camo impra-
deate,e imprevidente, nSo de certa; e meos an-
da imiitirei qae o- horado depotado da proviocia
das Alagoas dissesse e diga a S. Exc: nio basta
para ser ministro da Uzeada saber as qoatro espe-
cies da arilbmetica.i
O Sr. Prbsidente bo Conselho : Assim dizia
Mirabeau.
honrado amigo ao nobre ministro da faieoda, devo
todava confessar qua ama censura que pode ser
perfeitamenta demonstrada; raas dem nstrada por
ora faci, de qae eu nao creio que o hoorado mi-
nistro tenba culpa : o facto qoe era materia de fi-
nangas do paii e para bem legislar sobre impostos
os camiohamos as escaras, estaraos em travas :
faltam-oos as bases indispeasaveis, fallramos as
condigSes para legislar com acerio, cora soguraoga
sobre impostes; portante, e sem offaosa ao digno
ministro da fazeoda, eu digo qae as palavras do
mea amigo depatado pela provincia das Alagoas,
a imprudencia, e a imprevidencia de que elle fal-
ln, lera seu fundameoio, como tambem o lera a
observago dos clcalos a olho feita pelo hoorado
deputado do Rio de Janeiro; parque, coofesserao-
lo, a sitaago tal, os embaragos to grandes, a
falta de esclarecimentos lo evidente, que mesmo o
hoorado ministro, um bomem de loteihgeocia su-
perior, como todos o recoohecem, marcha as esca-
ras, e.... (aqu pego liceoga para citar um ver-
so___estoa a isso autansado pelo nobre miatstro,
que j me deu o exeraplo e tem este anno mostra-
do teodeocias para a poesa ... creio pois qae S.
Eic. fcilmente me absolver deste peccado venial)
lembrando poisum verso de Bacage, digo que o no-
bre ministro nesta malaria marcha as escuras.
E vai com a dextra tanteando as trvas. (Ri-o.)
papel, tinta, etc.
A maior parte dessee processos vem das dide
rentes localidades do interior, e posso aflaogar a
casara que a malor parta das eostas nio sao co-
braveis. De qae renda dispoem as cmaras moni-
cipaes do Amazonas, eieeplo tilrai a da capital.
Talvez o Brasil polessi ser Boje um PlV0,?,6
as ideas da liberdade de crdito honvesse deniti-
vameale viogado entre as. Mis as mntages r-
pidas porque temos pass ido a este respeito, mor-
mente de 1857 para ca', > sobretodo com as terri-
vels medidas de 1860, ti forgoso confessar, qae a
rlqaea nacional se tem abalado.
O crdito, acrescenta o erador, a mais po-
derosa alavanca do progresso e da riqueza mo
dem a.
Mas ja' qae temos passado por todas estas de-
cepgSes, o orador aproveila a occisio para lem
brar urna melida que > sea ver um cooseqaeo-
O Sr. Macboo : O nobre mioislro mostroa-se
descooieate, resentido dassa palavra qae oavio :
julgoa-se offjDdido, e este o caso em que ea me
(algo capas de mover a benevolencia do nobre mi-
nistro.
Ni cpposicio o mea nobre amigo depatado pela
provincia das Alagoas segu completamente a es-
cola do nobre presidente do conselho, escola que
en seguirla tambem, se nio me obstasse a mioba
natoreza tmida e abatida; essa aspereza*, esses
rigores da opposico sio da escola de S. Exc, qoe
tanto nesta cmara como no senado tem mostrado
Mas disse o mea nobre amigo: nao basta para
ser mioislro da faz-rada saber as qualro especies
da arithmelica a> O honrado presideote do conse-
lho lembrou-me, ba pouco, que Mirabeau dina o
cootrario, e eu digo que se Mirabeau vivesse boje
no Brasil applaudlria rauito um ministro da fazenda
que soubesse bera as qoatro especies; o caso qu9
o mioislro asexecate bem, cam acert econveoiea-
temeote.
Tomara eu qae S. Exc faga perfeita e acoda-
damente a applicago das quatro especies da aruh-
metica na direcgo dos nossos negocios fioancei-
ros I eu nio pego, nem desejo mais era reiagao ao
servigo do estado, e a quasi todos os assumptos li-
nancei os. Tomara ea que o hoorado mioistro fa-
ga a coma de simmar lo perfeitaraente, que nos
d perfeitaraente a somraa das despezas annuaes
do eslado, e a somma perfaita a qae attingio a nos-
sa receiia I
OSr. Ministro da Jostiqa : Nsste caso a mui-
liplicago sem melhor.
O Sr. Macedo :Prouvera a Deus que o honra-
do ministro da fazeoda soobesse a conta de dimi-
nuir tambem, que dimmuisse os esbanjamentos dos
dinheiros pblicos, que diminuisse as despezas lle-
gaes e arbitrarias, contra as quaes devemos tolos
protestar.
Prouvera a Deus que S. Exc. soubesse fater :i
conia de multiplicar com tanta habilidade qua, en
celando um syslema de economas as despezas
pnniicas, multiplicasse as economas de molo que
salisfkesse nossas justas aspiragSas sobre este
ponto.
Prouvera a Daus emfira, qne S. Exc. soubesse a
conta de repartir de modo que reparllssa com per
feita justlga os impostos, para crear os qoaes val
flear aulorisado : eu diga crear imposto.*, porque
pela mmeira porque o honrado mioistro vai rece
Der autorisago para reformar a tarifa das alfao-
degas, dimmralo e augmeolando cartos impostos
sem bases prescritas pelo corpo legislativo, a au-
torisago me parece ir alm dos limites coostito-
cionaes.
Eis aqai, pois, as razoas jusiissimas por que en
nao concordo com aquellas censuras dos nobres
depotados.
Seohores, eu disse, coraegando o meu pobre dis-
curso, que me achava abatido pela conviega pro-
funda da minba incompetencia na materia ; nao ha
coosalago possivel neste ponto, porque a consola-
gao estarla oa incompetencia igual de outros, e eu,
pelo contraro, exaltara, como devaria exultar por
bem e gloria do meo paiz, recooheceodo todos os
meus concidados, lodos sem excepgo, mais com-
petentes do qne eu : mas desgragadameote eu en-
xergo, ea encontr incompetencia na materia ate
em bomens dos mais superiores em inielligeucia,
por exemplo, ao nobre ministro da fazenda I a dif
fereoga eutre mim e S. Exc ama s : difta-
reaga que a minba incompetencia absoluta, e
qae a de S. Exc relativa, a miaba absoluta,
porque eo nada sei, a de S. Exc. relativa, porque
S. Eic. poaco pode saber, pouco sabe das circams-
tancias do paiz, na grave assumpto da imposigao
de tributo*.
O honrado mioistro hontem nos fez ama deca-
rago que poderla nao ter feito, pois que P.dos nos
para estarmas certos do que S. Exc declaroa, uo
precisamos mala do que ter ouvtdo por veies a pa-
lavra elnquente e sabia do nobre ministro : S.
Exc. disse nos que lia rauitos livros ; raas esses li-
vros do cortamente a S. Exc. bellas e excellentes
Iheonas, iheorias brilhantes qoe S. Exc. conhece
melhor ^ue nenbum outro ; era materia de impos-
tos porm, quando se trata de langar novos impos-
tos sobre o povo, nao bastara as theorias que nos
vem dos livros da Europa, e que podem ter a ra ai*
perfeita applicago aos povos, as sociedades do ve-
Iho mundo, preciso, iodispensavel muito mais o
coohecimeolo poltico, pratico, seguro das condi -
coes raoraes e raatenaes do nosso paiz. (Apoiados.)
Dizia.... eu nao sei bem, nao me lembra quem
um escriplor francez, cujo norae ma escapa agora
da memoria, dizia : queris saber porque os esta
distas da loglaterra sao superiores aos da Fran-
gaT...... porque os da Inglaterra coonecem per-
feiaraeole a geographia do seu paiz, e os da Fran-
ga, nao. >
O hoorado ministro eorapreheode perfeltamente
o qne ba de importante e de profundo nesta obser-
vago de uro (rancez sobre as cousas de saa ierra.
t,' a maoifeslago de am grande pensameoto; de
ama grande verdade poltica ; o reconhecimeoto
de que para bem governar nm povo, o hornera que
goveroa precisa coohecar todas a* condigSas e as
mais detalbadas do paiz habitado por esse povo, to-
das as clrcuinstaucias, todas as condigoes moraes
e materiaes da uaco. E o que se observa eotre
os? cousa mil vezes peior do que em Franga;
porque, confessemo lo anda, nos nao conhecemos
o nosso paiz, o nobre ministro nao sabe a geogra-
phia do Brasil, ea nao sei a geographia do Brasil,
neoham de os a sabe.
Mu alad! peior do qae Isso, o qae muito pelor
em reiagao ao assumpto de que tratamos, conhece
S. Exc a estilstica do Brasil'.' Onde esta' a esta
tisllca ? Oade esli os lados estalisticos pelo me-
aos approximados que meregam bastante confian-
ga para servir de base a clcalos do estadista fi
aaneeira que dirija e planeje ama nova imposigao
de tributos ao povo '.'... Nao existe. D'uV S. Exc
qui oo por colpa sua; cerlo porem, que at
boje o goveroo pou:o ou nada lera feito para or-
ganizar a estatistioa do Brasil, a en somma evi-
dente que boje, tratando de crear tributos, sem
estatisttca, sem esclarecimentos positivos e indis
peosaveis, nao se pode dizer qae baja pradeocia
nem previdencia, porque marchamos 4s escuras e
as cegas; e portanlo o mea nobre amigo depolado
pela provincia das Alagoas, a fallar a verdade, te-
ve saas razSes para fazer a censara qae fei.
E lambem traha razio o oalrj nobre deputado :
S. Etc. calcula, e nos vamos calcular a olho, e
calculando a olho que o honrado ministro nos ba
e dar suis informagSes para podermos votar os
novos Impostos.
S. Exc reseotio-se das censaras qae oavio; mas
nio pensau ento as difBcaldades em qae nos
acharaos nos os depuiados, principalmente os da
opposigo; vota! impostos 1 diiem-nos; bem: sio
mdispeosaveis, nos o acreditamos; mas, alem da-
quallas irevaa em qae o nobre mioistro se acha, e
os oes acbaraos, accresce ora ponto qae augmen-
ta, multiplica os nossos embaragos: nio podemos
crear novos Impostos sem calentar as necessidade*
sempre a mais viva energa e vehemencia, quan
do apparace na tribuna, como graode mantenedor
opposicionista.
Un Sr. Deputado :Pode-seser spero, sem ser
offenslvo. _
O Sr. Macedo -.Todas as asperezas offandem
mais oo meaos; quando oo ferem arranbam, e os
arranhSes tambem dem mnilo; seja pois benevo-
lente, e tenha paciencia o oobre miulstro....
Vamos porm a's censaras qafleu nio approvo.
O mea nobre amigo aecusou a S. Exc. de impru-
dente e impreviderjte oa direceo do sea minisle
da proporcao da reeeita pelas proporgoas da des
pea, e o goveroo e a maioria imp5em-nos nma
discusso de nm p ojecto de orgamento Mathusa-
lem, de ara projecto qae vem de annos anteriores,
e qae nenbama reiagao tem com as despezas exi-
gidas pelo exercici i actoal e futuro I Nao aprecia-
mos, nem disai mos as despeas dos diversos mi-
nisterios, e dizera-nas: discoti o orgtmento I crea
novos impostos I isto caminhai cada vez mais s
escuras; bem razo tive eo, pois, de lembrar aioda
agora o verso de Bocage. E" nma discusso de or-
C.UjeoW irregular, anormal, Insuficiente. Is|q oo
rainstrativa do oobre ministro (apoiados mano bem);
a opposigSo nio precisa era de tu era de aleives pn ser nobre e patritica Se o
pr,duela dos novos impostos fosse alem das des-
pezas ordinarias do E-tarto, o oobre ministro oa
regara amorinaodo a divida publica, oo Ibe da-
a qaalqucr ootro deslioo legal.
O Sr. Presidente do Conselho da nm aparte,
que nao ouvnuos.
O Sr Macedo:Estoa cerlo de qae o nabre mi-
nistro disse que seosoavos impostos reodessem
raais de quiste mil contos, baveria sempre para
elles applicacao legal. Mas, senbores, eo rreio qae
quaado em quilquer paiz bera goveroado sa tala
de crear novos imposto-, o governo deve ser opr-
melo a diter s cmaras: O Eslado precia da
qnantia tal, dal nos impostos qoe nos rendun pra-
du ;to ignal a' essa neessidade ; nem mais, awa
menos; porque nao se pede ao povo menos do caso
inlispensavel, nem se exige do povo mais do qae
preciso ; pedir porem, e arrancar das cmaras
impostos cu) a produca nao se calculoa, oem se sa-
be calcular, pedir e exigir sem limite, sem saber o
qae de mea 13, aera o que de mais, pedir, exi-
gir sera regra, sem clcalo, nao por caipa de S.
Exc era por culpa miaba, m is em lo lo cao
darlu,jar a que o nabre depatado da provincia das
Alagoas fade em imprudencia e improvidencia, e
que o nolare deputado pelo 3a dist Icio da provin-
cia do Rio de Janeiro falle era calcu'ar a ol),
ceosaras qae aoja* declarel que nio approo. mis
que eslou ven lo qae lera raailo fundamento !
A concluso que tiro de ludo isto, a mulo ape-
lar meu, porque o man empento matrar-me
nesta discusso muita mioisterial, que u -su ma-
teria de finangas do paiz lado ficticio, la lo pe-
lo meos, vago e mcerto, e qoe por a faltara
as mais iadi*peosiveis mformagSas para bem le-
gislar sobre imposto*, ha s urna realidade, a qae
a reaii Jade o dioheiro que se val exigir do povo.
Repito, ludo fi uieio, menos o dioie'r 1 que *
vai exigir do povo: fra disso estamos v vendo em
completas Ilusoas
Qjer a cmara apreciar algomas dessas illa-
soes ?...
O hoorado mioisirj com a melhor e a raais no-
bre iotengo, com a mais decidida e Donr sa dis-
posigo da animo disse-as boolem poaco mais oa
meaos o segrale: acabada a guerra, (Moderemos
fazer ecoqomias. > Eu nao entro na apreriago,
eu deixo de lado agora as economas, qua se pal
nam fazer as despezas do E*tado anda duran. a
guerra e sera pr.-jaiw do trrico publico : oeste
momento eu s me occapo da* muso-*, p-r^uaka
a S. Exc: eoteode o honrado presidente do conse-
lho qae dada e vencida, como ea l nba a esperao-
ga e a coavirgo que ha de ser, a ultima b-tilha
no Paraguay, vencido e neila derribado do seo po-
der o marecbal Lpez, acaoara' toda especie da
resistencia e de lata material no Paraguay, entra-
remos im mediatamente em circomstanc as ordina-
rias '.' pensa V. Exc. que enlrirerao-?... orna
perguota que dirijo ao hoorado presideote do
conselho e queS. Etc. portera me responder coa
um sim ou com am oo.... confesei-me sor-
do boje, mas basta-rae om movimento di cabega de
S. Exc... sim oa oo?.... a resposta serla om sim-
ples e pequeoo favor ao mais traca dos oradores,
sempre e sempre incapaz de entrar em, uia digo
em lata, mas em discusso com S Exc ama
simples pergunu?.... sim oa oo?.... S. Etc. nao se
digna res oodn-ni".... quasi orna eroeldadr! ..
sim oa nao?... lo simples a resposta... S. Exc.
oo me responde.... nao quer prestar este peqoeno
auxilio ao fuco orad.r que se recoohece sempre
Incapaz de enii-.r, nao digo em lata, mas em sim-
ples discussia com S. Exc.. S. Exc. neame res-
posta a urna pergunia daa ordem '.
Um Sr Dbputado: Pode figurar as doas hypo-
Iheses e argumeour como Ibe parecer convenirme.
O Sr. Macedo :Nao figurare! as doas bypo-
theses ; eu quena urna resposta do honrado mi-
oistro ; Do a merec; respooderei, pois, a mim
mesmo, resolveodo a qoesio com o meas pro-
prios recursos.
Eu sei, e verdade, que ja di cutir n e ja pas-
sarara este aaoo oa cmara os projeclos de leis de
fixago de fargas de mar e trra ; verdade qae
aelles se marcou o numero de pragas se tii >u a
forga do exercito e da manaba para circamstan-
cias ordinarias e cirenmstancias extraordinarias;
mas ea estoa persuadido de qae aquelles projec-
los se redigirara desse molo tomeBte p peitar o preceito constitucional ; porque enlendo
que ama illasta esperar as economa* de que
fallou o boorado mioi>tro, dos ama illaso es-
perar que, logo depois de lermioalaa guerra, o
exercito seja redondo ao qoe leve Qcar em cir-
cnrasiancias ordinarias.
Um Sr. Deputado :Enlo temos exercito per-
raanente t
O Sn. Macedo : Ea digo qae o goveroo n;o
podera' logo, immediaiamenie redo ir o exercito
ao p, s coodigoes de perfeita paz, eu defeoderei
o goveroo que oo commetter esse erro ; e bavla
de censura lo, se procedesse de outro modo.
Vozes :Oh I oh I
O Sr. Ma :edo :De qae se admiram ? pois o
goveroo nio precisara', nao digo de ara grande
exercito, mas de f irgas fra do paiz e oas frootei-
ras anda depois de vencido o mareen* I L pez ?
sem ideas de occopago, nem de eonqaisti nao
tera' aecessidade, por algura lempo, de torgas mi-
litares no Paraguay ou perto dalle T
Vozes :At quando ?
O Sr. Macedo :Nao ba de ser per omnia ten-
la saeulorun certameDle, mas o governo seria 10-
desculpavel se acabada a guerra desamparasse lo-
go no Paraguay lodos os grandes int-resses de
causa do imperio e da civilisago. Ea ja me pro-
oaociei aqu muito claramente contra a poliuea da
iotervengo nos negocios exiernos; mas ba na
abysmo immenso qne separa a poltica da nter-
veogo do abandono dos maiares e mais oobres in-
teresses depois de tintos e to extraordinarios sa-
crificios ; alm desias alguma outra razio mais
oo deixana redazir logo o exercito s condigSes
perfeitamente ordinarias, e portaoto as economas
de que nos falln S. Exc. hio de ser, oa sao infe-
lizmente puras Ocgoes. E veja, do qae acabo o
dizer, o boorado ministro, se ea me estoa mostran-
do ou oo mullo ministerial.
E que taes economas prometlidas nio passaa
de fiogio nos prova, alm do mais, na proposta
dos crditos para a marinba, a e'xposigo de moti-
vos do n bre ministro da pasta respectiva. Nessa
exposigo de motivos S. Exc. nos dit qoe, anda
depois de acabada a guerra, tem necessariamenta
de continuar por algura lempo a elevago de certas
despezas.
Ora, as ficgSes de economa se patentaam mnilo
mais qoando se estuda na proposla a qoe ma re ti-
ro, cada ama das verbas para qae se breos cr-
ditos ; mas en reconheg > qae nao posso entrar oa
saa apreciago delalhaua perqu essa malaria, qne
alias ja passou em segunda discossio tem de ser
anda opporiunamente examinada.
Neta!, porm, senhores, que sio crditos extraor-
dinarios qae se pedlram para o exercieio qae val
correr de 1867 a 1868, e qae esses crditos anda
devem servir para oovas despezas de coosirnceie,
de compras de navios, de materias de guerra, da
obras oovas no arsenal, etc., etc.
E eotrelanto qoem tanto nos velo pedir foi o mi-
nistro qoe mais eloglou de econmico entre loa
os seas collegas, foi o qae mais praga tot
nomias nesta casa, economas qae aiiaeH,
como provadas com proposifSes da maT
cidade, qaando era preciso qae fossem
volvimeato demonstradas, como elle o posarla ra-
ler com a babililadeqoetem.
Aioda oa marraba ha urna pequea uespexa, na
qual iojo, nao unto pela importancia do drabeiro
que se emprega, mas principalmente pela illegall-
dade da medida. Ha am bomem eommlsslenado,
nio sel por qual dos mioisierlos, para comprar es-
cravos na provincia di Babia.
O Sr. Pinto de FieEiREno :A isto ja se res-
pondeu satisfactoriamente.
O Sr. Macedo : -Sat^factoriameote para o hon-
rado depulado.
O Sn. Ministro d.\ Justic> : Ja se disse qae
oio se aagmeotoa despeza ; foi a essa commlssaj
com os veocimentos qae tioha como empregado.
(Continuar je-a)
DASCRUZESN. U.
es dea
>v




"TYP. do DIARiO-RU

MUTILADO
-



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