Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:11385


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Full Text
<
I



/
ANNO XLIII. NUMERO 228.
PARA 4 ClPIflL LltiAUKS O.HOE Hfi NAO PACtA POTE.
Por (ras aezes adiiaUdos.,.
Pj.- ditos i lisa.. .1 ,i
Por na auao Mea.. .; ,
CaJa aiaeruavulsa ,} ,%
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r .j o "3 n .i s? -.;
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60000
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24^000
320
SEXTA FEIRA 4 DE OTUBRO DE 1867.
PABA DE-VTRO E PORA DA PBOVIXCIA.
Por tres te dkaUdo.. rr r? rr -,. ,. '. W rr .. 60750
Per sel ditos iden. vr...............,.............. 480800
Por nove ditos idea................................. 200250
Fer m auno idea.. {81......;........................ 270000

.
8SQ(filii83 'M. IPIIBISIBVKD KD 38&M1PJI [ENGARREGAOS DA SUBSCRIPCAO.
Parahy ba, o Sr. Antonio Alexandrino de Lima;
Natal, o Sr. Antonio Marques da Silva ;Aracaty,
oSr. A. de Leraos Braga; Cear, o Sr. Joaqaim
os de Jliveira ; Para, os Srs. Gerardo Antonio
Alves Cosu; Alagoas.o Sr. Francino Tavares da Costa;
Bahia, o Sr. Jos M.irlins Alves; Rio de Janeiro,
c Sr. Jos Ribeiro Gasparinho.
PARTIDA DOS TAFETAS.
Olinda, Cabo, Escala e estacSes da va frrea at
Agua Preta, todos os das.
Igaarass e Goyaona as segundas e sextas felras.
Santo Anto, Grvala, Bezerros, Bonito, Caraar,
Altiabo, Garanbaos, Buique, S. Bento, Bom Con-
seibo, Aguas Bellas e Tacaratti, as teroas-feiras.
Pao d'Albo, Nazaretb, Limoeiro, Brejo, Pesqaeira,
legazeira, Plores, Villa Bella, Cabroo, Boa-Vis-
ta, Oaricary, Salgaeiro e Ex, oas quarta eiras
I SeriohSem, Rio Formoso, 1 amaodar, Van, Bar
retros, Agua Preta o Picienteiras, oas q*olas|
feras. ^
AUDIENCIAS DOS TRIBU IAES DACAPITi
Tribunal do commereto: se,-andas e quintas
Relaoo : Cercas e sbados i 10 horas.
Faienda : quintas as 10 hor: s.
Jalzo do commereto : sega nas as 11 horas.
Dito de orphos : tercas o sellas s 10 boras.
Primeira vara do civel: tercas e sextas ao meto
dia.
Segunda vara do civel : qoartas e abbades a
1 acra da tarde.
9 EPHEMERIDES DO MEZ DE OTUBRO.
5 Quarto cresc. as 3 h. e 25 m. da I.
13 Ca ebeia as 10 h. 32 m. da m.
21 Quarto miog. aos 17 m. da m.
27 La nova as 10 b. e 11 m. da m.
DAS DA SEMANA.
30 Segunda. S. Jeronymo card. e dontor.
1 Terca. S. Remigio b., S. Verissimo.
2 Quarta. S. Leod-'gario b., S. Guarino w.
3 Quinta. S. Maxlmiano b., S. Candido m.
4 Sexta. S. Fraocisco de Assis fuodadur.
"i Sabbado. S. Piavtana v. m., S. Atbilano b.
b Domingo. Ss. Erothrides e Casto mm.
PREAMAR DE HOJE.
Primeira as 7 boras e 42 as. da nianhia.
Segunda as 8 boras e 6 minutos da tardo.
PARTIDA DOS VAPORES COsTEffiOS.
Para o sal at Alagoas a 14 e 30; para o non*
al a Granja a 15 e 30 d cada mea; para Fer-
nando nos das 14 dos metes Janeiro, marco, maic
juiho, Miembro e novembro.
PARTE OFFICIAL
GOVEBIO DO HIOPAUO.
SEDE VACANTE.
O Exm. e Rvm. Sr. internuncio apostlico
acaba de antorisar o Exm. e Rvm. Sr. Dr.
vigario capitular da diocese para dispeusar-se os
oradores constantes da relacao abaixo transcripta
aos impedimentos de afflaidada licita em primarro
grao Igual da lala lateral e do segaoda gru
amagante ao priuieiro deconsaoguiuidade da liaba
lateral.
E-tas petieos pjdem ser procuradas na secretaria
di bisoado no palacio da Siladade.
J)" de Araujo e Silva a Mana da S. Pedro.
Geraldo Manoel de Mira e Balmira da Mara
Soledade
Aotonio de Freitas Lacerda e Francisca Muia
de Jess.
Joaqnira Quedes dos Santos e L?oeadia Mana da
Cooce FraueiMO Vitaliuo de Macedo e Gatrada Mana
do Espritu-Santo
P.aucisco Jos das Neves e Miria Carolina das
.Naves.
Twnnmeo de Araojo Soares e Aot )oia Mara da
CoBceteao.
Miooel Moreira da Silva e Rosalioa de Alean-
dria.
Luir Fernandas da Silva e BernarJa Francolina
da Silva.
Jo5o Furtado Figueirda e Anoa Maria di Con-
ceiQc
Jj<-e Juaquim do Rosario e Catbanoa Maria da
CODCeiQdO.
Manuel Freir do Nascimento e Joanna Carlota
das Nares.
Manuel Ferreira Brando e Maria Jos do Livra-
monto
Jas Correa de Araojo eTheodora Corride
Almeida.
Luiz de Abreu Franca e Josepha Maria da Con-
cerno.
Manoel Pires Ferreira e An-ia Mara de Jess.
Antonio Vicente de Mello e Candida Maria do
Espirito-Santo.
INTERIOR
CARTA PASTORAL DO EXM. E RVM ARCKDISPO
DA RAMA D. MANOEL JOAQUIM DA S1LVE1RA,
METROPOLITANO E PRIMAZ DO RRAS1L.
Premubindo os seus diocesanos contra os erres
perniciosos do spiritismo
D. Manoel Joaquitn da Sitveira, por merc
de Deus e da Santa S apostlica arce-
bispo da Baha, metropolitano e primaz
do Brasil, do conselho de Sua Magestade
o Impt radar, commendador da ordem
de Chrisio, ele, etc., etc.
A' igroja da Bahia Graca e Paz da parte
de Deus Padre, e da do Nosso Seobor Je-
ss Christo.
Nesta capital publicou-se um pequeo li-
vro com o titulo philosophia gpiritualista
o spiritismo,cujas perniciosas douiri-
uas, contra toda a expectaco, tena tomado
incremento, pondo-se em praiica certas su-
persticc.s perigosas e repfovadas, que es-
to no diminio.do publico ; e no interesse
consumada a obra dos seis dias, e creado o
bomem, macho, e femea,ct'o Deus todas
as cousas, que tinha feito: e eram muito
boas: {) lugo tambem o bomem e a mu-
llier eram muito bons, nao s em quanto ao
carpo, tambem em quanto alma, o que
! de modo nenhura seria erd*deiro, se soas
almas manchadas pelos peccados de vida an-
tecedente fossem encerradas nos corpos para
expiar os peccados, e cumprir as penas por
elles merecidas.
Accresce, que a escriptura sagrada nao
attribue a corrupeo, e miseria do hornera
peccados commettidos em vida antece-
dente, mas prevaricacao actual de Adao e
Eva posterior sua creaejio, qual foram
levados nao por m ndole de suas almas,
mas por causa extrinseca, isto a sedcelo
da serpente, (4) do qoal peccado derivou a
corrupto, e a miseria do genero humauo ;
ao contrario a sagrada escriptura clarameute
nega, que todas as almas, que se anean aos
corpos, estivessem manchadas de peccado
actual commettido por ellas por sua propria
vontade, porque na Epstola aos romanos diz
o apostlo feinou a mor te desde Ao at
Moyas, ainda sobre aquelles que nao p*c-
cardo por urna transgresso semelhanle
de Ad&t:- (t< couto acontece com os me-
ninos, que morrena por causa do peccado
original, estando as suas almas inteiraraenle
immunes de peccados actuaes. E isto mes-
rao se cutirma pela mesma Epstola aos
romanos onde se falla de Jacob, e Esa
nao tato elles ainda nascido, nem feiio ain-
di bem ou mal algttm. (i) Por tatito antes
de seu nascimento suas almas neui peccaro,
nem tizeram bem algum, logo nao existiram,
nao haviam de estar ociosas, e inactivas.
A opiniao de Plato, e de Paito sobre a
preexistencia das almas foi impugnada pelos
anligos padres da igreja, como S. Clemente
de Alexandria, (3) Tertuliano, (4) Lactan-
cio; (5) e principalmente depois que orge-
nes indicara este mesmo erro, os Santos t'a-
em que a alma eocerrad por causa de de- mal para a resarreigSo do jaizo. (3). E
lictos antes commettidos. o juizo final c^da alma huraina retomar
Est pois ptente, que aqaell'S, quede- o seu mesmo corpa, e nlo o atneio, como
fendem a preexstencra da i almas, n5o s se bem b affirma S. Paulo,por qie importa,
desviara dadoutrina da R jvelacSo, mas tara- que estecorpo corruptive se revista da in-
bem dos principios da sS; philosophia. corruptibilidad".: e que este corpo mortal
transmioracao, e reincar ikQk') das almas, se revista da immort2lidade. () Onde com
Com o erro da preexi tencia das almas a palavra este design >u o apostlo com toda
esi connexo o da transm gracSo, e reincar- a clareza o prnprio corpo. E assim o vatici-
nadlo, e os argumentos produzdos contra noutambemo Santo Jjb, dizendo: E serei
a preexistencia igualment corabatem o da novamente revestido da minha peile, e na
traosmigracao, e reincarmeJo: mas nao nos minha propria carne verei a meu Deus. A'
contentaremos com isso. quem eu mesmo bei de ver, e meus olhos
Os que defendiam este erro hoje renova- bao de contemplar, e n5) oatro.(1).
do pelo spiritismo, traban imaginado*, que Estpois demonst ado pela auloridade da
as almas depois da morte passavamdos cor- escriptura, que os corpos h5o de resuscitar,
pos, que ellas deixavam, para outros cor- porque importa, que todos nos coaopa-
pos, fim de serem nelles purificadas, antes regamos diante do tribunal de Christo, para
de ch^garem ao estado d( bemaventuranca; que cada um receba o galardo segundo o
mas este erro, que _n5o tem fundamento, que tem feito, ou bom ou mo, estando no
opposto f, e contrario ao sentimento da proprio corpo. (2) sim, que resuscite ca-
istrejacatuolica sobre o purgatorio especial- da um no seu proprb corp.i, que o ajudou
mente e resurreiclo da iarne. servir Daus, ou ao emono, fimde
O purgatorio ensinado na Escriptura que esse mesmo corpo participe das coras
Santa. Jess Christo diz: Etodo o, que e premios do seu triumpho, ou desgrasada-
disser alguma palavra contra o FilhodoHo- mente tambem soffra as penas, eos suppli-
mem, perdoar-se-lhe-ha: poxm o, que dis-' cios merecidos.
ser contra o Espirito Sano, nao se \ht per- Ora se a resrjrreicao'tem de fazer-se nos
doar, nem neste mundo, nem no outro. proprios corpos, e diz o Santo Jo'd, que ser
(1) Donde se conclue, que ha peccados, que revestido de novo da sua pelle, e na sua pro-
so perdoados no outro mundo, do contra- pria carne ver a Deus, claro, que no jui-
rio a expresso do Salvad )r nada significa- zo final a alma humana retomar o seu mes-
ria, nem dira Nosso Sen! or Jesas Cnristo, rao corpo, e nao outro.
que o peccado contra o Espirito Saato nao Ha quantos mil annos morreu o Santo Job?
se perdoava, nem neste n undo, nem no ou- Se a sua alma andasse transmigrando, em
tro, senSo julgasse, quealguns peccados se quantos milhares de corpos n5o teria rein-
perdoavam no outro manco. carnado, e reincarnaria at a cousuaimacao
E em quanto que o purcatorio ensinado dos secutas? E em que carne pois veria elle
na Espriptura Santa, a transmigrarlo, e re- a Deus, para S3 poder realisr o seu vati-
incarnacSo das almas coitradicta na mes- cioio? A historia deste Santo Vario nos at-
ma Escriptura. Em S. Lu;asse l o seguin- testa quanto elle padeceu em seu corpo, a
te :Ora succedeu morrsr este mendigo, sua admiravel resi^naco, que tanto merc-
(Lazaro) que foi levado pidos Anjos ao seio ceu de Daos, anda nesta vida, e nesse mes-
de Abralio. E morreu tambem o rico, e rao corpo que ella ha de resuscitar, ere-
ceber a cora, e o premio do seu triumpho;
e nos nossos proprios corpos que todos ha-
vemos de resuscitar,^ nao era outros.
Na verd de que n3o pode baver absurdo
oi sepultado no inferno. E quando elle es-
dres se Ine oppuzeram cora vigor.Temo, tava nos tormentos, levantando seus olho*.
diz S. Gregorio Nazianzen-, que algum nao vio ao longe a Abraho, e a Lzaro no seu
abrace a extravagante opinio, de ter a seio: e gritande elle disss: Pai AbrahSo,
alma j vivido em certo lagar, e depois ser compadece-te de mira, e nanda c Lzaro, maior, do que a tal hypolhese da traosrai-
encerrada no corpo como em carcere ;. para que molhe com agua a ponta do seu gracSo, e reincarnacSo das almas!
esta opinio loma, e repugna tradico'dedo, fim de rae refrescar a lingua, pois E' por tanto falso, que as almas sn- unem
ecclesitistica.(t) Do mesmo parecer S. sou atormentado nesta chamma. E AbrahSo aos corpos por causa dos delictos preceden-
Ihe respondeu: filho, leribra-te, que rece- bujpara no mesmos corpos serem purifi-
beste os teas, beus em tai vida, e que Laza-ica.as, e cada vez mais aperfeigoarem-se, n"o
ron3o tevessno males: por isso est elle indo segundo to perniciosa doutrina jamis
agora consolado, e tu ens tormentos: e de.ier julgadas no tribunal divino, e por con-
mais, que entre nos e vi est firmado um seguinte nada teudo a esperar, ou a recetar;
grande abysmo: de rmneira que os que que- cora o que nao s se nea a existencia do
rem passar d'aqui parav;, nao podem, nem purgatorio, e o dogma da resurreigao da
os de l passar para c. E disse o rico: pois carne, mas implcitamente tambem a exis-
eu te rogo, pai, que o mandes casa de tencia do inferno, e do Paraizo.
Gregorio Nysseno : e S. Jeronymo em e*-
filo acre ataca Rufino por- fer defendido a
Orgenes, que p'ensava que almas existi-
ram antes dos corpos, e obraro alguma
coma jpelo que foram ligadas corpos
crassos, e amadornadas, e entorpecidas,
dormiram como maneira de ratos silv/s-
tres.(2)
S. Cyrillo de Alexan Ira slidamente re-
futa este erro dos pliilosophos pagaos, e de
Orgenes: (J) e S. Leao Magno diz, que a
catolica constantemente apregoa, que
mos conveniente dirigir-vos esta carta pas-, as almas dos homens nao existirao antes que
toral, para prevenir-vos contra osprincipaes
Uiitptrassem seus corpos:(4)
erros, quecontm esse pejueoolivro, e con-
tra as superst ces, que segundo as doutri-
nas uelle comidas se esto praticando. como
se nos tem informado, e do que j nao
possivel duvidar.
Nos e.-taraos convencidos, que a instruc-
<;ao du catecismo sufficieate para qualquer
catbcficuse nao deixar seduzir por erros to
grosseiros, como os que conlm esse peque-
no livro, e para desprezar as superslicoes,
que conforme a doutrina do mesmo se tem
posto em pratica: ape^r disso alguma cou-
sa mais vamos dizer-vos, amados flihos, em
condemnaco desses erros, e dessas supers-
tices, para vos fortificar na f, e preser-
var-ves do perigo de a perder juntamente
com a vossa salvacao.- E comecemos pelo
rro da
PREEXISTENCIA DAS ALMAS
E' de f, que a alma do bomem um puro
espirito, (I) immortal, () umea para cada
corpo, (3) vre, (4)e que nao existi jamis
antes do corpo, que deve habitar, (o) contra
o erro, em que cahiram alguns, que susten-
tarlo, que todas as almas foram creadas an-
tes do principio do mundo, e em pena dos
peccad-.s, que commetteram, passando vida
sem corpo, foram encerradas no3 corpos
como em carceres. Tal foi Platao entre os
pagaos, que ensinou, que almas humanas
carecedoras de corpo passavam a vida em
certa estrella, e por causa das culpas com-
mettidas foram encerradas nos corpos. 0
mesmo parecer leve Philo *ntre osjudeus,
e entre os christos abracarlo este erro, que
agora renovara os sprilistas, os gnsticos, e
principalmente os priscilillanistas.
Esta doutrina porm da preexistencia das
almas nlo se pie admittir, e sedevetotal-
Finalmeute o 5." Concilio Geral de Cons-
tanlinopia publicou nove captulos, em os
quaes especialmente proscreveu os erros de
Orgenes, fazendo tambem menclo da su
falsa opinio da preexistencia das almas, e
lancou analhema aos, que a approvassem.
A doutrina catholica por tanto que a
alma nao existe antes do corpo
A opinio de que a alma existe antes do
corpo tambera seoppe razio.
Os, que professam esta opinio, ensinam,
que a alma j antes da unilo com o c^rpo
tivera vida, e nella de tal modo fora dotada
do uso da razio, e da livre vontade, que mu
bem se Ihe devam imputar as aeces boas e
ms. Mas se assim fesse, a alma cuja es-
sencia pela unilo com o corpo nlj se muda,
deveria lembrar-se da vida passada, e das
aeces nella praticadas; ao contrario Min-
guen tem memoria, ou consciencia de tal
vida passada: por tanto essa vida preceden-
te nlo pode ser admittida pela recta razio.
Accresce, que conforme esta opinio err-
nea da preexistencia das almas a memoria e
consciencia dos deudos commettidos seria
uecessaria, para que os homens soubessem
por que eram punidos, por que culr/as de-
viam satisfazer, e de que manchas tinham
de se purificar. Ora tal conhecimento de
vida precedente ninguem tem; e se pode
dizer, que Deus juiz to sabio como justo
navia de sujeitar penas, e expiaclo as al-
mas racionaes sem o preciso conhecimento
djs delictos?
E se as almas se reunem aos corpos como
em carceres, em qae slo encarradas fim
de satisfazerem pelos delictos da vida passa-
da antes, e purificarem-se como se pode pre-
encher este fim com os meninos, que mor-
meu pai: pois que tenho cinco irmlos, para
que Ihes d testemanho. lio socceda virem
tambem elles parar esto lugar de tormen-
tas. E Abraho Ihe dissj: Elles l tem a
Moyss e aes Prophetas: oucam-os. Disse
pois o rico: Nlo, pai Abraho : mas se for
elles algum dos morios bao de fazer peni-
tencia. Porm Abraho Ihe respondeu: se
elles nao dio ouvidos Moyss, e aos pro-
phetas, lio pouco se deixaram persuadir,
ainda que baja de ressusci.ar algom dos mor-
(Continuar-se-ha.)
PEHAMBUCO
REVISTA DIARIA
mperU! as d soosc5es do art. 6" da le de 23 de I F0| visitado o mesmo estabelecimento pelo res-
noverabro de 18il relativas aos principes da casa pectivo medico nos dias 3,5, 9, 13,17, 19, 2k, e
'penal- ..... !27 as9j< horas 10 e 11 da maona e a 3 4 da
Seja qual for a opinio qae se siga nosta como da tarde.
em ontra qualquer quesUto, sempre til pesar os
argumentos~por um e ontro lado.
A Prassia val sorrateiraraente nrganlsando
ama poderosa marioba d .i guerra. Um de particular de Berln aananeia qae o eapn< Ko-
chler parlia d'aquella cidade para Londres e Toa-
Ion aBm de lomar eonta da* duas fragatas coura-
gadas Prince Royal e Freitric Charles, construi-
das urna em luglaterra e a outra em Franca por
conta do govarno prassiano.
A Tribune, da Nova-York, conBrma a noti-
cia, dada por um despacho, do assassmaio de L-
pez, o traidor qae entregou Maximiliano a Jiiarez.
O traidor, diz o citado jornal, achava-se em
Puebla e sua molher acabava de Ihe declarar que
nao quera viver mais tempo na sua compaohia.
Lpez foi alojar-se n'uma ho pedirla. Um dia.
de maaba, foi procurado por am eslrang^iro. O
creado di-se qae Lpez tinba sabido, mas qae
voltaria hora do iantar. O estrangeiro apreseo-
tou-se nova mate hora indicada a asseatoa-se
mesa em frente de Lpez.
Babea ara copo de vinho, ergaea-se, dea nove
facadas no judas mexicaao, pegou no sta cuapeu
e sabia dizendo : < Assim deveriam perecer todos
os traidores 1 >
Niogaem, niaguem se moveu para defender
Lpez oa para embargar o passo ao assassino qae
fugia.
Alexandre Damas trata Napoleo III como
se fora nu igual. Redigo actualraeoa o fulhetim
di am p;queno jornal parisiense; all escreve um
romance.
Sendo-lhe precises alguos documentas qae nao
tiaba po ido alcanzar as bibllotbecas, escreveu
ao autor da Vida de Cezar a curiosa carta que se-
gu a que transcevemos do Fgaro :
IUustro collegaQuando emprehenlestes a
tarefa de escre er a historia do veacedor das Gl*
lias, todas as bibliulhaV.as apressaram-se em por
vossa disposico os documentos que ellas en-
cerrara.
D'ahi resultoa urna obra superior s outras,
por isso que raunia a ,malor copia da documentos
historeos.
E O mordomo de mesa,
A. 1. Gomn do Correio.
O rjr*nt,
Luiz do Reg Barros.
Movimento do hospital de Nissa Senhora
da Gooceico dos Lazaros, do Io a 30 de setembro
de 1867:
Existiara 11 homens e 11 molheres, morrea 1
bomem e urna molher, existem 10 homens e
10 mulheres.Total 20.
Advertencia.
Existem empregaJos oo estabelecimento 8, a
saber : cippello 1, medico 1, rgeme 1, dita 1,
barbeiro l.cosinbeiro 1, serventes i.
Foram visitadas as enfermaras pelo medico do
estabelecimento o Sr. Dr. Igaaci > Firmo Xavier,
nos dlas;segulntes: 3, 5, 7, 13, 17, 19, 24, e
27
O mordono de mesa,
A. J. Goni'S do Cerrei$.
O rent-ote,
Ciriz Ignacio P. dos Sanios.
CAMAKA MUNICIPAL DO KEC1FE.
SEsS.aO EXTRAORDINARIA AOS 17 DE JLH
DE 1867.
PRESIDENCIA DO SR. PEREIRA SIMES.
Presentes os Srs. Aqaiuo Fi>nc*ca, Gustavo do
Bego, Dr. Miranda, Dr. Pitanga, Dr. Villas-Boas e
Pinto, filtinao com caasa os mais senbores, abrio-
I se a sesso, e foi liria e approvada a acta da ante-
cedente com i reclamado do Sr. Vihas Boas, jas-
11f: --:id o a sua falla na sesso da 10 do correte.
O Sr. presideate declara qie o Sr. Silva do Bra-
' sil partiripoulbe condonar doenie.
Leu-se o teguinte
i EXPEDIENTE
Um offlcio do Exm. presideote da provincia, de
: 12 do correte, respondendo com a copia do offlcio
que dirigi na mesma data aos empreiteiros dos
trilbos urbanos desta eidade a' povua;o de Apipa-
eos, ao da cmara de 21 de juoho prximo Oodo,
sob o. 36, em qae representou sobre o modo por
.....loria da 19 em alguos logares da fregaezia do Po?o da Pa-
outro Ca"za"rrcnam^o"Vopofe()"Bonaparf, e fa- ne". t*8ra os mesmos empreiteiros collucado os re-
zem rae falta os documentes relativos a sua appa- feridos tnlhos.Posto em dlscossao, resolvea-se
ricao na scen do mundo. recommendar ao riscal queexamme se os ditos em-
N'ama palavra, desejaria examinar todas as preiteiros removem os wobarato sbreos quaes
brocharas qae dsa o da 13 vendemiano. \veroa a represantatao feita ao Exm. presidente da
t Pedi-as hibiiotbeca e foram-me recusadas. provincia, reraeitendo-se ao me mo fiscal copla do
S ma resta o recarso de dirigir me a vos, j coDtraio para em vista delta, proceder a melbor fis-
meu lllastre collaga, a quem nao se recusa coas callsaco.
alguma, para fazerdes com que essas brocharas
sejam postas miaba disposico.
Se annairdes ao pedido que vos faco, prestar-
me bels am servljo que, Iliterariamente fallando,
jamis olvidarei.
t Tenho a honra de ser, com todo o acataraen
to, illostre autor da Fi'da de Cezar.
Vosso humilissimj e grato collega.Atoan-
dre Dumas. *
Corre como certo qae Alexandre Damas nao
tardou em recebar as brochuras pedidas, grajas a
lotervofao do ministro Duroy.
A didusao da cholera geral na Iialia, das-
de a extremidade meridional da Sicilia al Milo.
as costas situadas ao sul da Sicilia, em Marsala,
era Trapaol, poneos teem sido os casos ftaes.
Bu Messioa, a epidemia pouco mal tem fsito;
porem. em Palermo e em Calacea, os estragos at-
tiogem proporcoes raeloDha?.
Palermo tem ama populaco d3 200.000 almas :
o algarismo dos mertos tem variado de 490 a 150 | coastaate do documento jauto, qae v--ncea em dif
por dia ; seg'iodo e como faris, a morialidada seria de 4:003 a 1:500
por da, algarismos estes mui superiores aos que
loram registrados as grandes epidemias de 183,
1849 e 1854.
Ouiro do secretario perpetao do lastttoto Ar-
cheologico, Dr. JosSoare3 de Axsvedo, communi-
cando nao ter o mesmo instituto, em vista do qae
foi ponderado pela sua commisso de trabalbos his-
tricos, e discutido em sesso, aceitado o alvitre
qae Ihe foi indicado pela cmara ; de serem rollo-
cadas as estatuas nos quairo ngulos do jardim pro-
yectado no Campo das Prracezas, ao contrario in-
siste o mesmo instituto em sua primeira idea.
Posto em dlscossao, resolvea nomear nma commis-
so, qae ; de aceordo com a do la-Ututo, escolbes-
se as localidades que mais convenientes e apro-
priadas fossem para a collocacao das estatBM.
O Sr. presidente, em vista de tal I -libarago, no-
meoa os Srs. Gustavo do Reg e Dr. Pitaogj, .e
tambem o eogeoheiro cordeador, para essa com-
misso.
Uutro do Dr. jaiz de direito da primeira vara,
Joo Aotonio de Araojo Freitas Heiriqaps. pedindo
se Ihe maoda>s pagar a qaaotia de 44^900 res,
11 iui >.m a' tarde deu a alma ao Creador a
E\ro." Sr." D. Haria da Conce'to Raogel da Tor-
res Bandeira, esposa do nosso collega o Dr. Anto-
nio Rangel de TVrres Bandeira.
A Buida era a primogatiita do Sr. Joaqulm Bar-
tOS. (I) E estas duas almas do rico ava-1 nardo de Soma Rangel e da sua mulher D Anoa
rento, e de Laziro, nlo assaram outros Jo^tlaa de Sonza Bandeira, \ fallecidos. '
Cratava
39 para 40 anuos da idide, e 16 para 17 de casada.
Er seahora da distinctas qualidades, o aotre as
quaes sobresabiram as da virtuosa esposa e ms
extremosa.
De x oa orphandada quairo Olhos entre 15 ao-
anuos e um mez.
O sahiraento fnebre tera" hoj3 logar do cooveo-
to do Carolo, as 10 boras da maoha, e para elle
__ Do exame de habililacao para o concurso s
mente rejeitar, porque repugna tinta sa- rem antes de uso da razSo, ao nascer, e arada
no ventre materno ? V-se por tanto, que
esta opinio absurda.
Finalmente a razoconhece, que Deus sa-
pientsimo auctor do universo, em o qual
se observa urna admiravel gradacao, forman-
grada escriptura, como tradigo, e recta
razo.'
A sagrada escriptura nao s em nentaum
logar afirma,' que almas existiram antes dos
corpos. mas totalmente ensina o contrario.
JO
, nrimeiro bomem expressamente se l no I do o homem a sua imagem e semelbanca,
enesis q| Deus primeiramente formra o1 pouco menor que os Anjos, e collocando-os
curpo do boiiT&'n e depois por sua omni-j sobre as obras de suas m5os, (I) quiz que
ntente inspirac3dS.'st0 Por inmediata i-He fosse o elo do mundo espiritual, e do
creacio produzira a abs"-- Formou. pois o material, e por tanto o corpo material par-
Scnhor Deus ao homem \ tiqrro da ierra. te constitutiva do hornea, e nao um careare
no seu rostoum assopro de vida, |
homem em alma vvenles. 0) j
maneira no livro de Jub :Q,
do<
e tnspirou
e foi feito o
Da mesma
espirito de Deus me'fez, e o assopro
tode Poderoso me deu vida.-(i) Alm disto
(3)
(l) Concilio Lateranense 4..
(4) .Concilio Lateranense 5..
(3) Concilio Constantinopolitano 4..
(4) Concilio Tridentrao. Sess.G.acao.
(5o) Concilio Constantinopolitano *--
(!) Gen. 2, 7.
() Job, 33, i.
4.
81
Gen. i, 31.
Gen. 3.
(!) Rom. 5, 14. \
(4%Rom 9.11.
(3) fct^. 8 Strom.
(4) Liv. XksQnima c. 9. c. 15 et c. 25.
(5) Inst. 1. Jh c. 18.
(1) Or. 37 cv45.
(i) Apolog. sui adr. Ruffinum. 1. 2 c. 2.
(3) L. i io Jnt>- c 9-
(4> Epist. 93. c. 10.
(i)Pfalua.M,7.
pelo Sennor julgada pelos seus merecimen-
tos, e nao anda vagando de corpo em corpo
transmigrada e reincarnfda.
Os concilios-2 de Leao, e o de Florenca
tem decidido, que a recompensa dos justos,
e a punico dos raaos, io sao
at o juizo final.
A bypothese da transmigracao, c reincar
naci das al as opposta ao que se diz no
amigo, e novo testamento sobre as resurrei-
ces milagrosas, porque se com effeito as
almas transmigrassem de uns para ou'ros
corpos, para resuscitar um morto seria pre-
ciso fazer morrer aquello, para quem tivesse
transmigrado a sua alma e sto repugna com
a justica e a bondade do Deus. E se fosse
admittida urna tal bypothese, nenhura pec-
cador seria condemnado, porque todos seriara
punidos pelas transmigraces, e remearna-
ges: entretanto JsusOOrsto diz o contra-
rio, que os mos iro para o supplicw
eterno, e ot justos para vida eterna.(1)
A mesma bypothese da transmigrado, e
reincarnaQo das almas, contraria ao arti-
go II." do symbolo dis apostlos,A ro-
surreico da carne.
Ninguem ba de escai)ar morte, e todos
hao de resuscitar na su i propria carne, isto
de f, e S. Paulo o atiesta: E^assim
como em Ad5o morrea todos^assim tam-
bem todos ser3o vivificidos em Christo.
(t) E sem distincc3o de bons e de mos,
todos depois de mortos ho de resargir, an-
da que nao ser a mesma a coudicao de to-
dos, como declaras. J)5o em seu evtnge-
iho:te os queobraram bj.m sahiram para
a resurreico da vida: mas os que obraratn
Palermo a|,resenta um aspecto desolador; tolas
Qaa se passasse mandado para quando houver
quota.
Outro do subdelegado primeiro snopl^nta da fre-
guezia do Recite, Minoel da Silva Mendon?a Vian-
na, commooicando ter entrad > nesta data em exer-
as lojas esto fechadas, os habitadlas mais abasti- j cioio do mesmo cargo.loteirada.
corpo:, Qepois da morte .iveram logo o seu
ultimo destino, urna foi pira o seio de Abra-
ho, e outra para o alomo.
J no anti?o testamento eslava escripto.
E op se torne na sua ierra donde era, e
o espirito volte para Devs, qui o deu.(2)
Eis aqui pois demonstrac O pela autocidade ao convidados os amigos de seu inconsolavel espe
da escriptura, que na morte do hornera cada : -lo, a' quem do intimo a'aim dami
um dos dois elementos, que essencialmente mes-
o constituiam, torna para donde tinha vindo, | ca-r-M- VJ- do sexo fam,alnc() proeedldo peran.
o corpo como formado de limo da trra, j,e 4- |>rjeioria da insiracgo publica, b terminado
torna-se em trra, e a alma como produzida l qaarta-feira, rasultoa retirarem se duas habilitao-
por Dc duas, e serim habilitadas tras.
O coucur-o dever*' ter logar amanha, perante
a mesma directora.
A partida mensal do Club-Peraambucauo
tem lugar hoje.
Foi ordenado pela presidencia a' thesouraria
retardadas provincial, que accelasse o off-ireciment feito
p-io esgenhairo Dr. Manoel de Barros Brrelo de
iacumfjir-se da obra do paimanto da ponte de S.
Isabel, com o abale de 21 por canto do respec-
tivo orraiu- nto.
Poram eocontrados na lat. S. 21 33 e
long. O. do gr. 19 5 a barca franceza Anna, em
viagem da Montevideo para Bayonna ; oa linha
L. N. 8 36 e loog. O. de gr. 26 1" ama galera
tambem franceza, de viagem para Siogapore com
procedencia de Marselha; na lat. N. 2S gr. e
loog. O' de gr. 51* a galera americana Geoge Bea-
body, navegaodo de New-York para S. Francisco,
na lat. N. 13 gr." e loog. O. de gr. 34 a barca iu-
glaza Clara fisipara em viagem da Ooobee para
Buen* Ayres, e Gaalmeote na lat. N. 5 g" 30 e
long. 0. de gr. 24' a galera tambem logleza Lesin,
de Liverpool paraay. Saogb
Em eooseqaeocia de acbar-sa a thesouraria
provincia obrlgada a' sua despeza, para cuj i paga
ment talve seja iusufflclente a receiU provatel
deste pnmeiro semestre do anno Uoanceiro de
18671868, resolvea S. E'xc. o Sr. presidente nao
sati-fazer deoiro do mesmo semestre a exigencia
da entrega dos 10:0004000 votados para as obras
da matriz de S. Jos desli cidade.
Cimo sopplente do jalao municipal do termo
do Rio Formoso, acba sa em exerciclo di respec-
tiva vara o Dr. Antonio dos Santos Vital.
__Assumlo booiem o exerciclo da directora da
Escola Normal o nosso amigo, o Sr conego Fran-
cisco Rochael Pereira Bnto de Medeiros, que aeha-
va-se licenciado por eoeommodos em sua sale-
_ Sob o Ululo Urna these constitucional, acaba
o Sr coos-lbeiro Jo.- de Aleacar de colgir e re-
prod'ozr em folheto es nelavels arligos que nao ba
mano pablicoa pela imprensa peridica, coraba-
ipndo com> loconsttlaclonal, o projecto qae o Sr.
vUconde de S. Vicente apresenloa no ssoado tor-
nando applieaveis ao principe consorte da prioceza
(l) S. Malh. 12, 32.
CUS. Lucas 16, 2ia 33.
(1) E-,cl. 11, 7.
(iS. Malb. 25,46.
(2) 1.' Cortntb. 15, 22.
(3) S. Joo B, 29.
(4) 1.' Co-mth. 15,-5-i.
(1) Job, I9,e27.
(2) 2.' Cortntb. 15, 53.
dos dissemioaram-se palas casas de campo, e a po-
puiagao pobre vive e dorme em barracas tora dos
muros di cidade, as faldas do monta San Pille-
grino.
A cholera val dimiauiudo de intensidade, em
Cataasa.
Relativamente fallando, a cidade de aples tem
sido poupada. Em attencao sua numerosa po-
pulacho, iosignifleaott o algarismo dos bitos.
Outro taoto soccedea em Roma, onde a cholera
nao se toroeu por ora epidmica.
Porm, em Albaoo e em Frascati, o terrivel (h-
galio maoifestou-se com nma tulensidade sem
igual.
Aibano urna pequea e eocantadora cidade
si'uada a pouca distancia de Roma.
Acola, maaos do que em qualquer oatro ponto,
se deviam esperar os terriveis estragos da epide-
mia, que, n'uma populacho de 5:000 almas, fez
50 victimas por dia I
Em Frascati, os estragos nao teem sido lao con-
sideraveis.
Em Florearla, poacos sao os casos de eholera ;
em Genova, a maior mortalidade tem sido de 13 a
14 bitos pir dia.
Em Milo,\em Bergarao e era Brescta regulam
os algarismos ja citados.
Ni cilade d'Aosti, dapols de alguos das de in-
teosldade assusladora, o mal diminaio considera
velmente.
Entre Genova e Marselha, sobre todo o liltoral,
nao se tem registrado caso algara de cholera.
No dia primeiro de setembro lera lugar em
Pars am grande steeplechase aereo, por m-lo de
balde, cojo pooto de partida ser r Espionada
dos Incalidos. S-ro admiltidos a tomar parte
oesta corrida aerea, os baldes de todas as nagSes,
aos quaes sera gratuitamente fornecido o gaz oe-
cessario para ef)Ctuarera a asesnso.
Quao dramtica e commovenle a scgniote
noticia, transcripta de am joroal parisiense I :
t Adale D..., com 26 auoos de Idade, foi boo-
iem eocoolrada mora no sea aposento, situado na
ra Esquirol. Junto deila estava estendldo, sem
vida, o sea fllhinho, qae apenas contava dous an-
uos. Aband mida por aquee qae a Ojera ma, e
rcduzida a mais profunda miseria, resolvea sal-
darse por mel da isphyxia. Aos ps da creaocl-
oba acbava sa ao pipal conteodo e-tas paiavras .
c Pobre a innocente cranla I Melbor que me
acompaahes para o turnlo \ se aqui te deixasse,
serias lo infali.'. como nu rali l >
latera. A que se acha venda
a 40.a, a beneficio da Santa Casa de Mise-
ricordia, que corre terca-feira 8.
RepartiqXo d\ polica : Extracto da par-
te do da 3 de oatabro de 1867.
Foram recolbidos a' casa de detenejio no dia 3
do corrente :
A' ordem do sobdel^gado de S. Jos, Manoel,
escravo de Hermioo Crrela de Castro, para cor-
recto.
O chefe da 2' seccao,
J. G. de Mesquita.
Movimeoto do hospicio de alinalos na Mi-
sericordia de Olinda, do 1 ao ultime de setembro
de 1867 :
Existan) 25 homens e 46 mulheres, entraran 2
homens, morreu 1 mulher, existem 27 horneas e
45 mulheres.Total 72.
Existem ti empegados neste estabelecimento, 8
homans e 3 roulneres, sendo medico I, capallo I,
ajudioto 1, porteiro e sachrislao I, enfermsiros 2,
1 barbeiro 1, enfermeira 1, cosinbelra i.
Oitro do subdelegado da freguezia de S. Jos
Apriglo Jos da Silva, ter entrado em 9 do corra-
le, no exercicio do mesmo cargo, para o qual foi
nomeado pelo Exm. presidente da provincia.ln-
teirada.
Outro do procarador, commumeaodo qae da ver-
ba destinada para- eventoaes do< cemiterios p-
blicos, no presente exercicio, apeoas resta a quan-
tia de ll560, roga a cmara qae se digne pedir
utorhacao a presidencia para continuar a despen-
der at o fim do mesmo exercicio a quantia de
6005001, vlrt i que existem alguraas fo.has de des-
peas, que devam ser levadas aquella verba.Qae
se pedisse autorisaco.
Outro do eogeoheiro cordeador, informando o re-
quer nento de Bjroardno Pereira Ramos, diz qae
nada ha que oppor a pretenco do peticionario re-
lativameote as casas que pretaode edificar em seu
tsrren 1 entre a ra do Alecrim e da Concordia,
urna vez que essa eiiflcaco seja procedida da cor-
deagao. Quanto a segunda parte do reqaerimeoto,
diz que timbera nao acha nada qua oppor, decla-
rando todava que o andar a qae <; peticionario se
refere oio tom a altura de 22 palmos, mas semen-
t 20.Mandou-se cordear.
Ojlro do mesmo, informando sobre o qae pede
Feliciana Maria Olympia,em seo reriuerimenti; dtz
que nada ba que oppor a preteoeo da peticionaria
de fazer corona em sua casa o. 43 da ra das Cal-
cadas ; as;im como mudar na mesma orna das ja-
oellas em pona, e a porta em Janellas.Conce-
den se.
Ouiro do fiscal da frejaezia dos Af gados, infor-
mando o requerimenio ern^qoe Albino da Silva
Leal, pedelicenca para construir urna meia-agoa da
taipa separada da ostrada no lugar do Peres, de-
clara nada haver qae se oppooha a seaelhanle pre-
lenQe.Coneedeu-se.
Outro do masmo, informan lo o reqoerimento de
Maooel Jos da Silva Marques, arrematante do im-
posto de 80 reis, por carga de farinha e oatros Is-
gumes era qae pede provideocias .lm de aeabar
com urna casa onde se tndem particularmente
laes gneros na dita fregaezia dos Afogados, dizen-
do ser elle prejuicaao em sai aTeaulaco pelo
individuo dono da mesma casa, visto que cobra o
imposto dos vendedores, declara ser verdade o al-
legado, mas que todo quanto na mesma casa se
vende mandado-pelo subdelegado, e enm qoanto
nao esleja sob directo da muninpalidade, como
Ihe parece devia estar, todava de grande otilida-
de aos habitantes, principalmente aos menos favo-
recidos da fortana.
O peticionario poda eslabelecer all no ereado
e cobrando o imposto respectivo ftcaria sanado o
motivo da qneix, e nao com a eituK'cio ^J"
cado existente, qae nada lacrara', lado per*
os habitantes da mencionada fregaezia.Adatado
a' reqoerimento do Sr. Dr. Miranda.
Ouiro do fiscal da fregoeiia tej^0. *^f:
sentando a caraira a respost que Ihe f..i dada pato
capito Jos Fraocisco Pereira da '. "*;
maooa qae recolbesse amalla .J''"^
por lofracco das postaras municipaes.-Ad4iado a
reqoerimento do Sr. Gustavo do R'-
O Sr Dr Pitanga, membro da commlssao oe pe-
licoes apre'seotoo nm parecer, assignado pr si s,
relalivameole a pretenco de Francieo Joto Ho-
oora'o Serra Graode, delxando o ooiro membro o
Sr. Dr. Miranda, de assignar'uiie depois de pedir a
palavra passa a expor.
Qae antes de ser vereador desta cmara, em li-
vor do peticionarlo, teudo requerido o pagaaaalo
dos seas ordenados, robora oio estlvesae l!nad
em soas petiroas; jalga-se agora sope*lo, par* i*-
MUTILADO





r7
-nnuiiip
atlarta de renunabne* Htx* felra i t Ontubro de 1867.
lar acere desta materia ; rarlo pela, qoal jmente 1 Ganhot e ferias.
delxeu d.- signar o parecer submellldo a discos- Lucros sojeitos i
sao, na qoalidade de segando memoro 'desea en-
mara para neesa parte ser. apenas substituido, por
ootro dos distumtos vareadores, te assim o enten-
desse necess&rio esta ornara, em soa sabedoria, e
imparcialtdade.
Nestas clrtumstaoclaa, o Sr. presidente nomeou
o Sr. Dr. Wlag-Boas, para prtftfawtamente preen-
cber a dita commissao, o qnal acertando a assigoou
logo o dito parecer, e sendo ente posto en dfcctj-
sio (oi atjprovado.
Tendo o lenente-coronel lostino Pereira de Fe-
rias, requerido ai cmara tara que mandasse des-
fazer o eogauo que leve a pessoa encarregada de
tirar a gnia para iohomacaodo cadver do pardo
Cosme, de 1dade de 11 annose 9 metes ; declaran-
do ser o mesura pardo escravo do peticionario,
qnando ja' o nao era por ter o peticionario dado-lhe
* liberdade, logo qn* chegou da do Ceara', o qne
provava com o documento jonto por copia; pedia
qne se mandasse no respectivo livro de laucameo-
to aier a competente ractificaco.Posto em dts-
cusso, resoiveo se assim deferir, mandando se ex-
pedir as convenientes orden*.
Despacoaram-se as petlcS;s de Beato Jotquim
Goms, BernaTdino Pereira Ramos Baro da Sol
dade, Basilio Alvares de Miranda Varejo, Bernar-
do Alves Pinheir, Francisco Antonio de Mello,
Francisco de Barros Correa, Francisco Pinto da
Costa Lima. Francisco Leopoldino de Gasroao Lobo,
Francisco Maia Cortes, Dr. Ignacio Firmo Xavier,
tenente-corooel Jastino Pereira de Fari, los An-
tonio Cv*r de Lima, ios Carneiro da Cuuns.Je-
rotryma Mara da Cooeelc2o Figneiredo, Jo? Cor-
deiro do Reg Puntes, Joo Tdom de Jess, Jo-e
Juaquiu Rlheiro, vMva e herdeiros do Dr. Pedro
Ignacio da Con ha, Maaoel Cavilcaolt Coelr.o, Ma-
noel Firmino Ferreira, Miguel Ribeiro Pavao, Ru-
ino Luiz do Rege Braga, Silva & Nunes, Tbom
Jeaquiro do Rege Barias a Antonio Pereira dos
Sanios e levantin-se a sesso.
Eu Francisco -Canuto da Boaviagem, secretario a
sabscreviPereira Sin oes, pro-presidente.-San
tes.Dr. Villa*Boa9.-^ur. M-raida.Or. Pitanga.
Fonceca.- Barros Reg__Reg.
NOVO BANCO DE PERNAMBTCO.
laianr de Novo Banco de Pernaiubuco, (em li-
qnidaco] 30 de setfmbr de 1867.
ACTIVO-
Apolicesda divida publica........ 870:8005000
Estrada rip forro da Bahia........ 131:074^700
Ttulos depositados...... 43:845,5531)
Letras descontadas..... a08:b7A349
liquidacao
Cotilas cor rentes simples.
Dinbeiro recebido
i veo nomear S. S. juiz de dirtito; saiba milis na eessa d&tbencoar esse legado da Senbor-
..im.1 o Sr. Dr. Gosta que me agradan, por extro- pelo\qaal fo lirada do estado de, inercia e
i.onv a|mo asatt0?5es q0e me presta os meas investida de sublimidade e gloria em grao
35;I9i5t9; collegas; e os senhor m juizes nos termos., eleva Jo.
Assim. resignados louvemos a Deas, suf
-----------------! da.lei; sijiba flnalment i o Sr. Dr^^psta^^ng
Rs. I4,9i9:55ij369 mioha consciencia o5c me accusa'de indiano

O presidente da caita lial, _
Ignacio haquim <** Souza Leo.
f) guarda !i vro, .
Ignacio Nnes Correa.
Correspondencias
do honroso titulo que S. S. me retira, otos
me diz : que toe presto homeaagem, e que
estou. habilitado J im[ or sileocm- a S S.
Quanto ao proferir S. S. que o meu car
telnemde leve o tocn, eu re-pondo offeie-
cendo sua douta apreciarlo a seguate ma-
(fragemos a alma de nosso amigo para qae ras ao meio dia.
o Deus. que o fez to bom Slho di reugto
cathoficvo tenba cercado de gloria oa raaa-
so dos justos, qne no mundo tem beta
comprido a le do Senhor.
Goosolai-vos tambera, filbos q widos
do finado: nosso amigo e vosso pai nao
Novo Banco dtr Pernambuco mgpr\rratS.tt|>*,8w
Em liqOdaea I 30 bandas de 15a.
o *>.ba, pi*,mm. *.. SfiSTJSTTiSJSSM
50000 por aCC5o, nOS das OteiS, das 10 bO- suas propostas em caru fechad., eomoeente-
xima, que encoutrei um am dos Hvros de! morrea; He vive! Vtestemanaas occu-
Lctras protestadas.....
Banco da Bahia N/C.............
Francisco de Figueiredo & C, do
Rio de Janeiro................
ForoecimRiuo.......
Alugne Despezas geraes.......
Caix..........................
Reis-----
FASSIVO.
Capital................
Emisso........................
Contas correntes com juros .
Coalas correnl<>Miajulea..........
Fundo de reserva......
Ttulos em caucao.....
Knowles S Fos'tnr, (je Ljodrea.l
Banco da Bahia S/C ....
Bauc.orJlfircaniil Portense.......
Massas fallidas cargo do Banco.
Dividendos........
Commis:o do presidente e ge-
rentes .........
Descomes........................
Ris.
237:78o$i*i
20:9375^94
O teacharel Aaierlco Nctt de
Meodoaea e o r. Dr, Fruncs
cisco Augusto da Costa.
Srs. Hedactures. Ao contrario do que
esperavj. o Sr. Dr. Francisco Augusto da
Costa veril s culumoas de seu conceituado
Diario de buje, 3 de setembro, declarar
que nao acceka o meu desafio, cujo cartel
ncm de leve o tocou ; que apenas afr-
mala ao Sr. Alexaodre da Costa Silveira, que
o lanQamento deferido contra o Sr. A'exan-
dre importa va zperempco da accao e por
tanto a extinecao do processo Nao dese-
jaodo car em debito para com a amabili-\*&
dade de Sr. Dr. Costa, apresso-me satis-
taze-lo, observanJo-le previamente que o
meu empenho nao consiste eaa discutir o
resultado; porm a causa occasional do
resallado do laufameoto do Sr. Alexaudre.
Fui este o objecto de auiotia correspon-
dencia de 28 o;u resposta a do Sr. Aiexao-
dre, que me affirmaram ser da propria la-
vra de S. S.; e constituir o de minha defe-
sa, prestes a ser publicada.
Entretanto, com a mesma autoridade e
lei, a que se amparou o Sr. Or. Costa, pec/>-
Ibe me permita responder-lhe que affirmou
erradamente ao Sr. Alexaudre.
Eu seos apontamenlos sobre o pro",
crim. a pag. 25 ed. de 49, o Ilustrado
ju iseonsulio Pimenta Bueno prcceia o se-
guinte :
t Quanto reprodcelo da queixa, te-
mos o arl. 327 do col., que declara que
meu fallecido rr)e
ja desventura S. S.
mente:
La prsomptiou a tamt de hauter el si
francez Chardon, cu-
deve saber perfeita-
4:7964642
5:0005000
23:15320
632nl3
688:4205114
2,212:1015969
1,781:3605000
22:9505000
81:6135047
73:063jj814
112:9555473
43:8455530
135270
42:2305)16
3905070
8:1645397
25:5135530
2:0005001)
15:541522
peu de base qu'ellt est bien facile reu-
t ver ser.i
At outra occasi5o; Sr. Dr. Costa,
Queiram, Srs. redactores, dar publicida-
de a estas liabas.
E' mais um obsequio ao de Vmcs. leitor e
criado obngadissimo.
Americo Netlo de Mandnca
Recife, 3 de outabro de I8S7.
lares de lar o finado sido o pe do mundo, os
olhos do ceg, o apoio da viuva, o pai do
orpbao, o asylo dos infelizes, o agasalho
franco do estraDgeiro deveis pamente crer
esta verdade; por quanto todo it) assegu-
ra-nos a sua immortahdade, immortalidade
promettida e verdadeiramente sellada por
esta santajreligiSo, cujos preceitos comprio
com temor, fervor e humildade.
Parabybaagosto 1867.
mente habilitados, de coofjrmidade com o dis-
'qw *rL K "ament de i de dezembro
de 1853.
Novo baneo de Pernambuco ^y* .rpo vunmn, ae h^*, i- ^
_ 1 nnturipn na wi^t
Para conhecimento dos interessados a di-\oamn fle 18W
recc3o do novo banco dec'ara que a partir
do l. de setembro do correte anno, o bao
co entrar em liquidacSo.
Recife 28 de agosto de 1867.
RECBBEDOKtA OB RENDAS INTERNAS
GERABS.
O secretario,
_Jo-'e Geraldo de Lima.
Rendimeato do dia 1 a 2
(dea dodi3..........
1:5195055
2:213o690
3:732574o
2,212:2015369
Di'monstraco da emissao.
58 notas do valor de 2005000
82 a 1005000
63 > 505000
Ris.
Estad* da caixa.
Em o)ro amoedado.............
Em notas do tbesouro de 105-
Em ditas menores.............
Em ditas da caixa fllial do Ban-
co do Brasil.................
Eii trata e cobre.............
11:6005000
8:1005000
3:1505000
22:9.050)0
l:5845%n
198:710.000
97:8485000
390:0505000
2:75<<54
S. E. e O.
Ris 688:4205*14
O guarda Hvros,
[Francisco Joaaum Pereira Pinto.
Caixa filial do Banco do Brasil em
Pernambuco.
BALA.NCETE EM 30 DE SETEMBRO DE 1807.
ACTIVO.
Letras caucionadas.
Por ouro u prata. 7:4005000
Letras a receber.
De vanas prece-
dencias........ 19:6435827
Letras de concordatas.
Valor em caraira 188:8325397
Ttulos em liquidando.
Por letras protes-
tadas........... 623:6595222
Por alcance do ex-
tlii'fourt-uo Do-
mingos Francis-
co Tavares..... 534:6605181
Contas correntes.
Banco do Brasil:
S/c..............15,579:8385268
N/c.............. 2,278:4115344
1,158:3195404
Saques da caixa matriz e filiaet.
Aceilos a das de
visia..........
Depsitos.
Em i-coes do Ban-
co do Brasil, va-
lor nominal.... 40:0005000
Em ouiros ttulos
especies...... 16:6485200
13,301:4265924
3005000
Diversos.
Saldo de varias
contas......
Caixa.
Notas do governo
De 105000 e supe-
riores. ....
Be menores valores
praia e cobre"....
Notas da caixa :
Bensde ratz...
------------ 56:6485200
73:4715665
14:0005000
9:4535592
47:000*000
70:4535292
43:0675460
2,000:0005000
Rg. 14,919:9545369
pAgeivo.
CapUai.
Valor fornecido
pela caixa ma-
triz............
Etnitsao.
Mas seguintes ad-
dlcoes, cuja tula-
lidade igual ao
saldo a favor do
Banco do Brasil,
em conta de re-
messa de notas
a saber:
Valor em circula-
eio............. 11,730:8505000-
dem em debito da
caixa............ 47:0005000
.___________1S,7"-8585000
Letras a pagar.
Por saques do Ban-
co do Brasil.....
Depositadores.
Pelo-valor nominal
de 200 acetos do
Banco du Brasil,
depositadas pelos
directores desta
caixa na forma
dos estatuios...
Por entro utolos
on especies ....
Diversos.
Saldo de varias
coolas.........
Dividendos.
IVlos qae nao tea
sido reclamados
3005000

40:0005000
19:6435827
aquelle que urna vez for absolvido por
um crjme nao poder ser outra v.z ac-
cusado pelo mesmo crime. Compra po-
rin atlenJer queo qu- a lei consagra
a excepeo re judicalce, ou a mxima
non bis in dem a reproduegao da ac-
ensando julgada e extincla definitiva-
mente ; mas esse pri icipio nao vigora no
caso J simples impracedencia, falla de
prova ou nal idade de prenuncia. Urna
cousa a sentenga de absolvicao pastada
emjulgado que iinpue fim a causa, outra
a deciso que declara a no prononcia.no
suminana meramente preparatorio, ou
por ignorancia de quem seja o autor do
crime, ou por qualqueroutra razo Nem
outra algumainlelligencia poder combi-
t narse com a disposira do art, 37 ilo
cdigo, confronta-Jo com os arls. 147,
149 e 39, aviso de 9 de fevereiro de
1839, e art. 48 in fine da lei de 3 de
dezembro.
Eis o preceito do arl. 327 do ood.
0 que fr urna vez abiolvido, por um
crime nao tornar a ser aecusado pelo
t ntsmo crime.
cita com a ultima parte do art. 12 da Coost.
polit, do imp. que encontrou em S- S um
valente e honrado defensor, quatido S- S.
exerceu as fuucges de juiz municipal na
villa -lo Cabo.
Sendo assim, Sr. Dr. Costa, nao se tra-
tando de re judicalce nem da mxima
non bis in dem, e por conseguinte de
tfazer reviver processos finaos*; como
que S. S. ousa a/firmar que -o lancameuto,
por falta de Comparecimenlo do autor em
crime particular im orla a peremprao da
acedo e extmcro do processo ? E que
notoria esia dcptrempcao da aeco e
exlincgdo do proceso9. Ser a mesma his-
toria de cfo competente, e aeco respec-
tiva?
Oa Sr. Dr, Costa, nem ao nu-nos a sig-
aificacao dos termos!
C'est trop-fort...
A que vem o artigo 221 do cogo?
Nao sabe S. S que ese artigo, legislativo
ao t-mpo das yantas de paz, obolids pelo
artigo 95 da le de 3 de de/.embro de 18 H,
msusteniavel diante do artigo 127 do mes-
mo cdigo, e 12 da consiituicHo poltica do
imperio?
Ondeoprincipio crreme em diretto
criminalque S. S. invoca t
Compreliendo, Sr. Dr. Costa, S. S Jeu
Rogron cod. de instruct. crim. art. 246;
mas o distincto jurisconsulto nao applica
especie esse principio corrente em direito
criminal: sustenta a excepeo reijuitcatos
ounon bis in idem, nos mesmos termos
em que o faz o Exm. Sr. Pimenta Bueno
pg. 25 de seus nppontamcntos.
Assim que, Sr. Dr. Costa, o decantado
principio crreme em dtreito criminal, mui
longe de o proteger, o contradiz, confunde
e repelle.
Aguardando a resposta de S. S.,se por
Ternura S. S. for servido descer de l dos
cornos da la aonde o tem guindado a il-
Itstrafo, fiddlgttia. e probidade de S. S.
at mi 11 ha humilde individalidade, peco aS
S. iicenca para dizer mais duas pa avras.
Ouca-me mais alguos minutos, Sr. Dr.
Costa. S. S. retira-me o titulo de tachar el,
quand eu em minlias correspondencias lhe
concilo a*juellt, quo S. S. n tem, e tai-
ve na-1 pos*4'jiBais-*lcaacar.
Pois bem, Sr. Dr. Costa 1 Saiba-o agora
S. S.; que eu alcapcei es=e honroso titulo
com o suor de meu rosto; com o meu
trabalbo, lecciouando particularmente gram-
matica franceza : nao o d va a ninguem e
muito menos empenhos ou benguidade de
tneui mestrespaia comigo ; que o tbesouro
que tenho guardado, e, seguindo a Lha de
conducta que deve servir de norma ao ho-
rnera quu se preza. trato com o mximo cui-
dado para deixar acolumo a meus Albos,
s5o : altesta los auito honrosos que alcan-
cei, quamlo era anda estudante de prepa-
ratorios e da faculdade de direito, e. ha pe-
queo esuaco ao Hnpo, alcanc i dos Drs
joizes de direito e rauoicipaesda priu^irae
segunda vara desta ci la le ; cartas de innu-
Publicacoos a pedido
-~' __ *
Dieo mi treviabuntw, a s0.
lum mi/ti sujerest. sepulchrum,
Job.
Fallecen no Rio t Janeiro o Dr. Nicolao
Rodrigues dos Sanios Franca Leite.
Bom pai, bom aoii;o, bom cidadJo, e por
conseguinte bom ebr sto.o passameoto do
Dr. Nicolao Rodrigues dos Santos Franca veio sorprendd-i* eoiao, no "ineio desse scismar
Leite n5o deixou mt or vacuo no lar do- da *'r8e,D' dd'cuidoso e feix, qne >d respira inno-
mestico, ooseio da sociedade, e da Datria' ^niV^n^^*^ l48'0,'0-.
. v* j. .. """ 1 ro um anjo do co bailado a trra, e aue. no
que 00 coracSo d'essds, que movidos pela'
indigencia recebiam de suas m5os o pao, o
oboio da caridade.
Probo b =mfeitor de s necessitados, affavel
.\'l2l'RiLObll.
Offerecida ao Illm. Sr. Dr. Cosme de S Pereira
e i in lia se>'ho a, em commemuracae do
passamento de na Exaa. filba, D. GvMtanea
Hrito d Si Pereira.
c N .0 conhenia mais do qne a innocencia,
O amor, a caridade, a dev.icao.,
F. DoiiiA.
Havia para ella despootado apenas a aorora da
vida ; mal entrara n'easarqoadra gentil da existen-
cia, em qua a aloia, e.-traoti aioaa 's prajcimua-
go s terrestres, vive em um sonoar constante de
onocentes pr.eres e o sopro geliJo da morte
sea rpido perpassar da existencia, levou puras de
contact) mundano suas candidas vestes. N'esse
breve periodo de peregrioacao no mnndo, teve a
fortuoa- de desconhecer os seus capnenosos val-
. o panhT hTi "wwwwwfB ^Udvei vens, (ralada serapre. no seio depais benvolos o
OS estrannos. helaos amgos, e indulgente canohosos, esses temos affagos queeram as deli
para com os inimigos o Dr. Nicolao Rodri-
gues dos Santos Franca Leile passou ven-
turosos dias acercado das heneaos de todos,
at que em ditosa velliice, a raorte, fiel con-
ductora da porcao mais nobre do homem,
o conduzio ao gsso da felicidade eterna:
decepando com aguendo cutello o fio, que
gos q
cus de sea innocente viver.
H1 um anno anda, cneia de vida, era como qoe
o lo de uina cadeia, qae prenda em mutua e ter-
na mizade urna familia inteira ; boje, para se ai
pre separada de objectos tSo caros, deixa-lhes no
cora^o urna saudade indizivel, um Inoccupavel
vacuo I....
A Exm. Sra. U. Constancia Brito de Sa' Pirei-
ra, cujo passameoto ora, commemoramos, nascea a
1 CONSULADO PROVINCIAL
Recdimento do da 1 a 2....... 1:6565199
idem do dia 3................ Gi3u9
MOVIMEWTO O POBTO
Navios entrados no dia 3.
Aracaty14 das, mate nciooal Sanio Cruz, de
101 toneladas, capii > Jo- Viciorino das Neves,
eijuipa.-eui 8, carca 300 (ardoh eom algodao e
outros gneros; a' C. C. da C M .reir.
Rio Formoso5 horas, vapor nacional Parahuba,
de 104 toneladas, commandante Mello, equipa-
gem 20, bid lastro, a' agencia pernambucana.
Navios saludos no mesmo dia.
BaraloBaSumaca bespanhola Carotina, capilo
E. Antnon, carga algodo.
Barcelona Sumaca bespanhola Vestal, eapito
P-iniaieo UartiD, carga algodao.
New-Y'ik e portos intermedios__vapor america-
no South America, commandante E. G. Tenble-
pango.
Observagao.
Pnndeou no lamarj nm brigue portugnoz, mas
nao teve communicaco com a ierra.
- De orden do lllm. Sr. inspector da altaa-
dega se faz publico, que, seando-se as mercado
ras coudas nos volnmas abano meociooados no
caso de serem arremaiads para eonsomn, nos ter-
mos do cap. 6* til. 3 do regalamenio de 19 de se-
tem'oro de 1860, os seas denos oa consignatario
devero despicba-las no praxo de 30 dias, sob
pena de, fiado elle, serem vendidas por soa coala,
sem que Ibes fique competindo allegar contra os'
eHelios desla venda.
Armaiem o. 6.
15 harris e 30 meios eom maoleiga, marca
A&BeCHSD, vindos do Hivre na barca
., franceza Sphere, entrados em 37 de malo do eor-
2:340708 renle auno consignados a Azevedo & B Armaiem n. 10.
1 caixa, marca R s & C, nada de Nevr York
no vapor americano SouiA America, entrada em 14
de setembro de 1866 ; consignada a Manuel Ja
quito Ramos e Silva Si Cenro.
1 cala, marca R S & C, fiada de New-Yoik
no vapor americano Quending Shar, entrada em
19 de ootobro de 1806 ; a Mauoel Joaquina Raro
e|Slva 4 Genros.
AK.naega de Pernambuco, 2 de outubro de
1867.
O escrptorarfo,
Enlycbio Mondin Pestaa,
EOITAES.
iga e tem preso o espirito materia, deu | 26 de agosto de 1830, e falleceu a 4 de outubro do
trra o que da trra era, e aocoa alma anno prximo Ando; vien portaoto, 16 anno?,
aquella nobre emanado da divindade. Na-1 om,m,Jl e oao d,aa-
tural desta provincia la Parahvba do Norte a oma existnc'1br.^e P9'o 'mpo, mas tonga
filhn ,iQ ., a Jd.rd,',|'Ju', nwu>> i de agrdaveis recordacSes para os aue tiveram a
amo de venerandos 3 honrados pas O ca- dita de viver na sua iulimi lade, e apreciar assim
pilo Joo Rodrigues dos Santos, e D Isa-'08 raros dotes de seu espirito, em urra Idade to
bel Gomes : Aimeida. moradores naco-',en"- ,
mam a Piu>A iiou-i m;.!. -.. c-ducada nos severos pnacipios das virtudes
marpa de 1 MOC OOSt.l piovincia, comeC0UO ehrislia,qae seus digQ,spas to bem sabemeom-
ur. iNioOiao Kodnguos dos Santos Franja prebender e pralicar, ella procura va faze-las so-
Leite os seus esluios preparatorios na villa brwabir pelo exercicio da caridad cbrisia, base
do Ja^dim da provincia do Gear. oelos-anaos de ,da oior>"<>,ie religiosa, pelo solicito amor
ilrt 1S*4 18^5 Uma em nii? annarP ; M0S.pa'8' COm qUein s,"np.r') vivra nesse a-ffriC'
io_j, itiupo em que appare- taoso trato que rouilo se distingue pelo respeito e
reaccao execravel m Tticinio obed enca que maito transparecem.
du 1824 a
cendo urna
de urna seita poltica den)minada carcunda
contra a deoominada painotai elle, cujos
pais perteociam a esla ultima, mostrando
um talento raro e singular, que aos olhos
dos carcundas flgurava a balanza, em que
am dia seriam pesdos e avaliados seus
crimes e desmand s, i3o pode continuar no
guso desta fagueira p;z, que se encontra no
amor destelado de pus cariohosos; come-
cou ser perseguido, nao para ser preso e
detido em cadeias, mu para ser morto.
Os actos quitidiansdaquelles sanguina-
rios attesuvam-lhe pe enemente osen exter-
minio, se cabisse em >uas continuas citadas;
por isso evitando una prematura morte,
como que estivesse resrvalo^ prestar
grandes servic^s Duas e a sociedade, ^p
que o publico tes>,munba inequvoca,
deixou o lar paerno tm tenra idade. e pro-
curou alngar-se em Oeras, jooto a um
amigo de seu pai. ah sendo conbecido
pelo sobrenom i Leite pertencer ais euto
chamados patriotas, e pengando a vida para
segunda ve evitar morte relirou-se, e
Para eom todos prodigalisava ella flsse ameno
tratar, qae revela a mais aorada e tina edacaco
e a constante pratiea dos boas costumes, no selo
de urna familia virtuosa.
Acrommettida de ama angioa maligna no dia 1*
de ontubro, succambio.aos-golpee fataes de to re-
Bel Ja enfdrmidade ao da 4 do mesmo mes pela
ama hora da madrugada, a desppito de todos os
recursos que acoaselba a scieocla em casos laas I
Era que o termo de sua existeocla bavia cnegi-
do ; era que a saa nnoc-mcia fOra destinada a vi-
ver, qaando nao alcaneada anda pelo m > conta-
gio do mundo, em urna almosphera propria de sua
alma anglica e pura. Ella era como que oma
s;eotelbi dessa lu divina, , vindo apenas mo-
mentneamente enbellecer aigumas exi colbtdas, que tiveram a fortuna de comparlilnar
dos seas puros eacaalos, deveria, sem duvida, tor-
nar ao centro luminoso d'onde se destacara.
A soa morte syrnbolU)U p -f iia-nenie a vida pla-
cida e tranquilla da virgem que s viven para
Deus, para seas caros pas e para alftamas raras
e ternas affeiySes; euin-gju sua aogelica atina ao
Crea lor nessa uacgo, uessa paz e serdnidade de
espiritoso proprias das almas celestes : om ligeiro
resonar, sem agitago algama, levou-a desta vida
ao seio do Et'To.i. A presenca da morte nao atter-
roa-a ao teito da vida, prestes a deixa-lo ; seas
labios, nesse ultimo e sulediae momeuto de deixar
um viver, que conhecra ella ir trocar por uuir
aportou no Rio de Jaiieiro, onde conliecida \ m,,|h"r. abrlam em incffivel giso de mysiiea
a sua lo^aminirlarlrt oraiilp nnarida.lA' contemplasao para urna imagem de soa devogo
a sua logamiiiiuaae egianae capaciaaae que ,be gllir(tava 0 ,., e eiia maoifestou ento
intellectual e moral, como por encanto el verbalmeute as pedosas apprehensSus do seu espi-
qual o im attrabio os eorafes e afftctos de rito religioso,
todos, que tidbam a fe cidadd de o conhecer'
ra, da dignidade e a justi?a mereceu o
respeito e estima de seus collegas, e as
bocios dos filh is da ierra da Santa ':roz,
cojos ialeresses dignamente represento.
Sua esposa a Exma. Sra. D. Mara Rila
de Sampaio Franca Leite, depois de ventu-
rosos di's na compaubia do esposo ; buje
cobtTti com o negro rx antp da viuvez. p/an-
teia inconiolavel a perda dessa porcio, qoe
o co lhe dra -para >eu complemento, e
umra com heneaos as mais benficas e sa-
ltares.
Ah v.rei talvez en. fallando sobre as
virtudes do finado renevar, em vez de pro-
curar cicatrisar as profundas chagas grtva-
dos n'alrna de-sa deso ada esposa ?/
Nao, Exma. Sra. no txcesso de miaba dr
em que sinceramente aiompanho a V. Exc.
sou levado a render boiuenagem ao mrito,
e ao menos de por sotreaf, ia lo osa urna
expresso simales e lgubre, mas sincera e
profunda do quanto sei apreciar o talento,
mrito e veriudes, que brillantemente
ornavam a alma do illus ,-h fallecido,
Anossadrna perd 1 deste amigo dedi-
cado e sincero extremamente grande, e
meros infelizes, aoi quaes tenho quebrado os' se nao fossemos exclare;.do, e Iluminados
ffiSMfi! JUIZ0 form^r da ^P. e peU fe. seriamos irresi tivelmenta levados
o tr banal do jury,; cartas de meusconsti- dizer mil maldicoes : a dirigir mil
toiotes, urna circular agradece.ndo-me em imprecacoes contra
Dome do governovrc.fos relevantes pres-' que. sem oiedade
ao qne fiel e nohremente correspon 1 a cora
a dedicacio propria d>i um corac mi^ua-
nimo. Logo que pode mais livremente res-
pirar eo^reben leudo a cu tinuicjl 1 de seus
estados dirigio-se a ciJade de Oiinda, onde
euto funeciouava a a;ademia de direito, e
reentrando as lides, summameute araava,
o que jamis entre sustos e cucommodos
despresra, fez um til progresso, que,.he
captou a admirado de seus cdlegas, b ap-
pUuso de seus mestres, e ate com publict
deuioaslrcjio ; sendo {remiado por distinc-
Cao;
Recebeu o grao de bicharel, epouco de-
pois doutorou-se (oi recirdo-me seem,
(ilinda nn >> Paidnl o laholArpn-fl na cftrtft Pei"-see roga-se ao mrntt alustrado, recto, jas-
uunaa ou b paulo), e.,iaoeieceu->e na corte icnr0 m rcialtsstmo juiz mumctpflt de l,
do Ro le Janeiro, onde caOU em una das reW, 0r. joSo Baptista do Amaral e Mello, que
priUCIpaes familias : JOSOU do nome de declare o sentido mystrtoso de -uas palavras em
eximio advoi?ado e pro'undo jurisconsulto ; su declaraos.- de 20 correte no Diarto de Per-
por suffragio de seos comprovincianos alga- SS^h^ tBfA *&'?%#
mas vezes, no tempo le sua robustez, oc- resposta.; assim como tambe n pede-se e roga-se
cupou urna cadeira no parlamento brasilei- ao publico para qus imprase sen jum a respeito
ro, onde sempre fol ol a lo com distioeco ; 'am f*** "J"'10' *tm no Dar i de
e gualo pelo lazeiro inmorredOM da hon- ^Smtm de 27 e assignado por Joaqn.m Afifm-
Poaeo antes de exhalar o oltim suspiro cbaraoo
seas pas, -. .igoiflcou Ibes em om estreito abrac^i,
acompannado de um sculo, o quanto devia a' sai
ternura : era a nula ex.ir ssao do mais intimo e
temo sentimento que Ibe enrhra a alma as pro-
ximidades de separar-se eternamente dos entes
mais caros nessa vida des-es guardas zelosos de
sua laaooeocia, desses desvlalos cultores de saa
alma, que iria prestes receber o premio de saas
acrysoladas virtudes na eterna e celestial mirada.
Urna lagrima de intima saudade deixemos rolar
sobre o seu tmulo ; e seja esta a mais cordeal
expresso dos nossos sentmentos a e*ses dignos
pais.
Recife, 4 de ontnbro de 1867.
______________A. .de A.L.
^sjsjajsjBBBiBWfcMMBBsMsMBs^sls^slsWBMsHHB?
Ao publico
so Perreira, conhecido porJjaquim. Vintem, ho-
mem sobre qu''ra pesam as mais graves ceusuras
no qual se acbam encaroados 09 Srs. Drs. Joo
Baptista do Amaral e Mello, Joo Das Coutioho
de Araojo Pereira, delegado de termo, e Jos Ma-
ra Cardoso, porque preteude-se aar resposta a
estes Srs. a' ver se Ibe chega rubdr as faces, e
voltem para o campo, qu' Ins foi tragado no Dia-
rio de 17. Assim Srs. Redactores, pede se a n-
sera&o testas lionas no sea cone-itoado jornal.
JN'diareth, t* de sptmbtQ de 1867.
HemiesPiinio de Borba Cavalcante,
COMMERCIO.
maldic5es ; a dirigir
a morte. esse ente,
lem conmiserafo
l:H3^S7
17:3484200
7:d30fOOO
"F ***** "uwdade, no dia ii dt entra no seio da familia e perturba
julho de ISo e outros do umelos que doce lisongeira paz e
mu.to me honrara. Iga-rose S S alean- {trinlo, lei joexhoravel. :amioho certo, que S5o coovidados
ou semelhantes ao lempo de seu jugado, o, todos havemos tr.laar. S.m. mas a f oos ceberem o primero
PRACA DO RECIFE 3 DE OUTUBRO
DE 1867.
As 3,X doras da tarde.,.
Cambio sobre Londres30 d/v 21 d. por 1*.
Silveira.
Presidenta.
Maceoo,
Secretario.,
Caixa filial ao banco do Brasil
e Peraambuco, aos 26 de Jn:
loo de I8t.
Da ordena da directora se taz selente aos Srs.
accionistas, qoe o tnesooreiro esta' anlonsado -
pagar o 27* dividendo das acedes do banco do Bra
sil, inscriptas n'e*u can, a' raio de 12*000 ,
cO L'uarda-livros
Ignao Nones Correa,
EM LIQTlDAOAO
_ De ordera do lllm. Sr. inspector se paz publico
qne, no dia 5 do corrente, depois de meio da, sero
levadas a hasta publica, livre de direitos, as se-
guales mercaduras:
Armaze.m n. 1.
1 caixa, contendo 233 libras de sal refinado.
valor da libra 200 ris.
Armasen) n. 9.
10 barris, marca diamanta 1329, contendo gram
pos de ferro para trllhos, pesando 2310 libras,
valor da libra 200 ris.
1 caixa letr-iro Juhonstoo Paler & C. contendo
94 libras de rtulos de folnas de flaadres iaverni-
sadas, valor da libras 800 ris.
16 curies de col tes de berbutin\ de seda e
algodo, pesando 4 liaras, valor da libra 10$.
lui deposito.
26 caixas eom fogo da China, pesando 236 libras
valor da libra 833 ris.
22 ra xas com dito, avariadas, pesando 262
libras, valor da libra 373.
1 caixa n. 42, marca H I, contendo 70 dunas de
frascos com agua de colonia, pesanlo 369 libras,
valor da libra 1*333.
1 caixa o. 43, marca H I, cooteado 240 garrafas
com agua de colonia, pesando 234 libras, valor da
libra-1 333.
Aifandega de Peraambaco, 3 de outubro de
1867.
O escripturario,
Eutychio Mondue Pestaa.
O Dr. Joo Aulonio de Araojo Frenas Hennqoes,
juiz de direito da 1' vara criminal e presidente
do tribunal do jury desta comarca do Recife
por S. M. o Imperador a qoem D-u- guarde
etc. etc.
Fago saber aos qoe o presente edilal virera, qoe
sendo convocada a 5a sesso ordinaria do jury
do eorrente ara > para o dia 1 Jo correle mez,
e s teodo comparecido 6 jurados, procedeo-se o
soneiode mais 4sappleote* da uroa especial, e
apeoas compaaeceodo hoje 17 d'entreos sortiados,
pror-eieu-se novaroente o sorteio de mais 31 sop
penles para completar o numero de 48 jurados, e
teodo-se extrahido da mencinala uroa 16 cdulas
foi e*la esgotada; pelo que addiei a ses-a"o para o
da S do eorrente na forma dj decreto n. 2 31 de agosta de 1830, o offl:iou se ao presidente
da cmara monlcipal para comparecer no tribunal
do jury aflu de se proceder o sorteio na uroa gera
de mais 13 jurados para corapletar-se o numero
legal; e que feto foram .ornados os segoiotes
cidados:
Fregueila de Saato Aotooio.
Jos dos Saolos Neves.
Caelaoo Silveira da Silva.
Freguesa da Boa-Vista.
Francisco Jo* de Moraes e Silva.
Ur. Antonio Ferreira Martin* Ribeiro.
Freguezia de Aff >gados.
Francisco Jos da Silva.
Anlunio Lopes Rodrigues.
Freguezia do P050.
Arisiides Daarte da Cunha Gama.
Jos Cesar Cavalcante ae Alboquerque.
Fregneiia da Yariea.
Jus Antonio de Oiiveira e Silva.
Baro de M un beca.
Joaquina d'Assuujpco Qoeirz.
Freguetia de Muriheca.
Jos Mendes de Carvalho.
Fregaexia de Jaboato.
Coronel Antonio Pedro de Sa Brrelo.
Van .-.I Meudes da Silva,
lgnac o Francisco Cabral Cantaoil.
A' todos os quaes e a cada om de per si, bem
como a todos os interessados em geral, se convida
p.ra comparecerem no 1* andar da casa qoe foi
cadeia, na sala do jury, unto no da 5 do corrente
pelas 10 doras da maaha, como aos mais dias
seguimos em qoaota durar a sesso, sob as penas
da le, se fallaren).
E p^ra que ebegue a noticia a todos, mandei
pasvar aprsenle edital, que ser publicado pela
imprensa.
Dado e paado na cdade do Recife aos 2 de
ouiutxo de 1867.
Eu Joaqai'o Fraocispo de Paula Esteves Clemente
eserrvo o >oberevi.
hao Antonio de Araujo Preitas Henrtques.
DECLARAOS.
O conselho de compras in arseBal de guerra,
precisa comprar o seguale : 2,300 varas de algo-
dno robo ; as.-im como chama atteoep para-o ao-
nuncio deste conseibo de 30 do mez Ando, cujos
obreeiee ato* oie foram comprados.
A pessoas que qoizerem vender ditos artigos
apreseatem suas prupostas na sala do eonselbo as
11 boras do dia 4 do corrente.
S*la do conselho de compras, 2 de outabro de
I8t>7. Jos Msna Ildefonso Jacome da Veiga
Pessoa e Mello, presidente.
draraistracaO do correio desta cidade
precisa de sete hom> ns para o servicu de
caminheirosj sendo um para as via^ens dia-
rias a Ci'ladede O inda; quem estiver nes-
ta condioes e quizer se encajar dirija-se a
mesma com attestado de sua conducta.
O English Bank of {Rio de Janeiro Irrarted,
teodo estabelecldo em conformidade com o decre-
to n. 3796 de 9 de fevereiro deste anno ama caixa
fliial oe-u cidade pelo presente se faz poMieo
qoe esta se acha habilitada de b fuoccioaar com lodos equi^squir negocio bao
canos, a saber :
A receber dinheiro em conta correte sobre
aviso e em deposito a prazo flxo com joro, confor-
me as candieles a tratar.
A descontar ttulos ommerciaes approvado.
A i omprar e vender letras ds cambio sobre Bu-
ropa ooqoalqoer outra parle.
A emittir cartas de crdito para viajar ou a ne-
gocio.
O Banco Umbem se eocarrega m diante a com-
petente commisso da compra e venda de apoll
ees da divida publica, acgSes de companhias no
Brasil ou em outra partee da cobranza |e rtmessa
de dividendos,, letras ou oulros quaesquer lituios.
Expediente do banco des dez horas al as qoa-
tro.
Escriptorio provisorio, 7 laro do Peloorioho.
Peraambaco 2 de ooiabro de !8i".
F. B. Bloxbam, Vlanager
Joseph S. Lambley, Acconnlanl.
T'ibunal do commerco.
Havendo a junla dos correctores reclamado con
tra o facto de existirem nesta praga pessoas qne
exercem aitribuifes proprias do i-tflcio de correc-
tor, contra o qu^ di-poe o arligo 24 do decreto n.
806 de 26 de julbo ae 183I, del brroa esle uiba-
nal em sesso de 26 do corrent-*, que e pnbiicasse
por tres dias os nomes des correctores para scieocia
dos cemmerciantes e se fl/esse sentir a esles qoe
sao nulLs todas a- ir^o-acgo folias por easaa pes-
soas, as quaes iucorrem as peo impostas no re-
ferido artigo 24.
Antonio Botelho Piolo de Mesqulta Juaior, por seu
preposto Heonqne Alfredo Toser.
Beruardioo de Vascoocelles.
Francisco Mamed de Almeida.
Francisco de Miranda Leal Seve.
Fraoci-co Jo- Silveira.
George Patcbrtt.
Gonzalo Jus Atfonso.
Heonqne Guilher Stepple.
Joba Gatis, por seu preposto Pedro Jos Piolo.
Joao da Cruz Macedo.
J ><' de Aquino F nceea.
Luiz Amavel Dubonrcq Jnior.
SecMana do tribunal do commerco de Per
nambuco, 30 de setembro de I867.
, O secretario
Jos Marcelino da Rosa.
Santa Casa da Misericorda
do Recife,
Alllma.jonta administrativa da Santa Casa d
Misericordia do Recife manda fazer publico que
oa sala de suas sessoes, 00 dia 3 do vindonro pe-
las 4 huras da tarde tem de ser arrematada; a
|uem mais vaotageos offerecer pelo tempo de am
a tres auoos as rendas dos predios em seguida
declarados :
Estabelecimentos de caridade.
Ra do Azeite de Pcixe.
Sobrado de 2 andares n. 1. 1.200f000
Roa do Nogueira.
Casa terrea n. 17.......241*000
Roa do Padre Floriano.
Casa terrea n, 49.......182*500
I68|000
210*000
216*0(0
158*000
176*900
301*000
96*000
121,3000
301*600
181*000
Casa terrea n. 47.
dem o. 67.........
Ra dos Pescadores.
Casa terrea n. 11......
Roa das Calcadas.
dem idem n. 38.......
dem n. 36.......
Roa larga do Rosario.
Terceiro andar do sobrado n. 24 .
Ra da Roda
dem idem u. 7......
PalrimAoie de or
Roa do Pires.
Casa terrea n. 39.....
rlua do Raogel
Casa terrea n. 56......
Ra do Vigario.
Primelro andar do sobrado n. 27
Ra do Pilar.
dem n. 98.........201*000
dem n. 105..........144*000
dem o. 108............201*000
Casa n. 99.........256*000
dem b. 94.........201*000
Sitio n. 5 no Forno da Cal. 15U*OO0
dem. n. 105. 144*000
As arrematarles serio fe tas pelo tempo duom
anno, devendo os licitantes virem acompanbados-
de seas dadores ou muaidos de cartas destes.
Secretaria da Santa Casa da Misericordia de
Recite 26 de setembro de 1867.
O escrivao,
Pedro Rodrigues de Sonsa.
THEATRO
DE
Arsenal de guerra.
EMPKEZ A.--COIMB RA
Sabhado 5 de outubro.
Tendo de sabir a' scena oa prxima semana
drama-s>cro de osuecuculo e visualidades, loiitn-
lado SANTA ISABEL, e teodo de se desmn, nar
parte do scenarlo o acoessoriot do dra < S*ott
Allomo, a empreza, para saUsazer o pulido d
Nao tendo comparendo. peMua alguma para ar- ,, freqo.ndores", resolva dar itrttZqatet-
alB-j 4oa_uiaia no rsenal^ de ^ a MtllJM representaco- do dra
1 e ootros do umwrtwi que doce"lisongeira"p'w'ri^rmunTa, inevitavel NOVO baUCO de Pei'flambUCO
rematar o (erro
guerra desta provincia, segando o annnncio feto
no Diario dt Pernambuco, de ordeno do lllm Sg,
coronel directer se coavida.de novo a quera convier
arreomatar tal artigo a comparecer no portan do
mege arsecal olas 11 boras-da manha do dia 5
doxorreote.
Arsenal de gotTra de Pernambuco, U de ontu-
bro de 1867.
O escripturario
, Jos Alfredo de Cirvalbo.
, O corpo provisorio de ppliciT
'dade com
de coo/orml
na tr ntttni ta a rp. U"J0 cf"u rt,ROlaraenlo, nr,trcla o ebjeclos
os brs. accionistas a re- ab ) (em moeda offerecer, precedendo a devjdaf'ppravaeo
mo* nSoT ISiri^^iSSSS'' 2II TlV** mrie *** de 6r iJ' C"rreDte) ,, lr,nto Pr W**"- ; S-P-'denre pTo^
mo, nao ro recoeuuzuo, e, ate a presente ranna edelutavel, e ama'el edasejavel; por
data, o mesmo governo em nome d qual o que por ella a alma
Exm. Sr. Dr; Pulicarpo Lopes de Le3o me carcere corpreo pode el7w-seTq"wla7 r" da '
dirigi aquella circular, anda se nio resol-' giQes etreas, onde no g >so do summo bem
zea lo asaccSes para irem sendo anoulla- ^^far(,,ssabreoaaea de p**w asui conforme
!espreanendo-se do das ; oos dias uteis dasiOhoraf ao meio\ 2rt0 ^VeT^ de p
! 200 booets de paow aiol ota virollai de metal
------- *' aroarelio. (
Os Magres de-'Sauto
^APtonio.
A 1* representado da comedia em i acto inti-
tulado
Js astucias le im cabs de
ts^Bara
Desemenhada pelas Sras. 0.0. Jesaina e Julia
e pelos srs. Riymiiado, Pereg'ioo e Jordaii.
Terminara' e espectculo com o entre-acto a-
! mico, executado pela Sra. D., Jesaina e Sr. Tai-
de xelra>
Os dous infernos
N. B. Desda ja se reeeb-m enCommeodas de
camarote' e eadelras para ai representaedes- do
grande drama-sacro.
A rain-ha Santa Isabel.
N
^
\
i

mutiudo__l_
"^^^^iaV^a^HkMklk^a^HHk^Ma^H
B


:*-
.!
Merlo 4e Pinuakaeo eia felra 4 X
-
AVISOS MABITIMOS
WlMHA BBVSILEIBA
Paquetes a vapor
Dos pono i do sul espera-
do al o dia 8 de oulubro o
vapor Paran, rommandante
'o capillo de fragata Saeta
Barbara, o qoal depois da de-
mora do cosame seguir' para
os p9rtos do norte.
Reeebein-se desde ji passageiros e eDgaja $e a
carga que o vapor poder coaduzir a qual devera
ser embareada no dia de suacbegada, eneomaien-
dss e diohelro a frete al o dia da cabida a 1
horas. Previae-se aos Srs. pasjageiros que mas
passageos s se recabe oasta agencia rua_ da
Cruz a. 57, escriptorlo de Antonio Late de Ouvel-
ra Aievedo & C. ________ ,
COMPANHIA PERNAMBUCANA
01
costeira por vapor.
Fernando.
No dia 10 do correte ao oeio
dia expedir' esta coropanbta om
dos seos vapores para o porto
cima Recebe carga al o dia 9,
encoramendas, passageiros e dl-
obeiro a frea at as 10 huras da maobaa da dia
4a sabida : eseriptori no Forte do Matos n. 1.
CMPAHTBRASILEIRA
UE
PAQUETES A VAPOR
E esperado dos portra do norte
at o dia 11 do correte o vapor
Tucantins, coromandaoie Parias,
o qual depois da demora do cos-
tme seguir' para os p rtos do
snl.
Recebem-se desde ja passageiros e eogaja-se a
carga qoe o vapor poder condutir a qoal devera'
ser embareada oo dia de saa ebegada, eocommeo-
das e diobeiro a frete at o dia da sabida as t ho-
ras. Previoe-se aos Srs. passageiros qoe as
passageos so se recebem nesta agencia roa da
Crui o. 57, escriptorlo de Antonio Late de Olivei-
ca Azevedo & C
Havegaco
Socit genrale de transpo te martima vapeur
LINHA DO MEDITERRNEO v ,
Brasil e Rio Ja Prata.
SERVICO REGULAR A* GRANOE PBE9TEZA
DE MABsELHA, JAIONTeViDQ E BUENQS-AYIES
' Toeaado em
Gilbratar, Santa Cruz de Tenerife* 8. Vicente, Pernambaco, Babia, Rio de Ja-
neiro e Santos.
PARTIDA A 15 DE CADA HEZ A DaTAi DE 15 DE SETEMBHO DE 1867.
Ef Cecinadas pelos segu rite* paquete f ranee zea de prl-
aaelra elasse,
Poitou, 3ooo toneladas, forca 3."a cavallos.
Savou, 3ooo 35o
O vapor Picardie partir para as destinares cima a iti de setembro.
O Poitou partir a 15 de outubro.
O Savou a 15 de novembro.
O Bourgogne a 15 de dezembro.
Joo Pereira dos Santos, coormercian-
te e morador nesta cidade, faz sciente ao
publico m geral e ao corpo do commercio
em particular, que do Io de outrbro em di-
aatese assiguara por JoSo Pereira dos San-
losFarfa.
Ama
Que nm elegante estojo para viagem
COXTI^'DO :

Bourgogne, 2ooo tonls., forca 3oa cavallos.
Picardie, ooo a 3oo *
PRECO DAS PASSAGENS.
1
<
w
a
PERNAM-BCO. BAHA.
Francos Fraocos
t.'classe. 750 800
. 525 525
3a 3O0 300
RIO DE JA-
NEIRO
Frauc os
900
560
300
SANTOS.
Francos
1:000
600
320
MONTEVI-
DEO.
Francos
1:050
650
320
BENOS-
ATRES.
Francos
4:050
650
320
Para condicSes, fretes e passagens. trata-se na agencia, ra da Cru n. 55.
LEILOES.
Precisase de ama ama para casa de
mrlla : a raa da Croi n. 8, 1* aedar.
pooca (a-
t'ozlnhelira oo eozlnhelr*
Precisa se de nraa cozioheira oo coioeiro : na
roa di Cruz, arraaiem o. 54.
Offerece se orna ama para casa de pooca fa-
milia ou de hornero s*lleiro : a tratar na roa do
Seabor Bom Jess das Crioolas n. 23.
L AaMIKS
Joaquim Jos Gooc.Ts Bettro saca sobre Lis-
boa e Porto.
Roa do Trapiche ir |7
Parahiba 30 de setembro de 1867
HOTEL DA RARRA
Neste eslabeleeimeoio montado cora lodo aceio
e euoero, enesoiraru tolos os Srs. passageiros
dos vapores que tocarem oo porto, os comroodos
precisos a se refazerem das (adigas da viagem,
sendo qoe o proprietario esmerase em bem servir
seos hospedes por lodos os meios a sea alcance,
orTerecendo igualrnoleexcelleotes commodidades
as pessoas qoe oelle qoizerem residir temporaria-
meote e por precos assas razoaveis."

Socit genrale
DE
Transporta mari times vapeur
Paquebots francais.
At o dia 10 do corrente, espera-se de
Genova pelos portos de soa escala o vapor
fraocez Picardie, commandante Razouls, o
qual depois da demora do costme, seguir
para Baenos-Ayres, pela Babia. Rio de Ja-
neiro, Santos e Montevideo.
Para condices, fretes e passagens, tra-
ta-se na agencia, ra da Cruz n. 55.
Socit genrale
DE
Transporta marlimes vapeur
Paquebots francais.
At o dia 7 do corrente, espera-se o va-
por francez Ville de Buenos Ayr es, destina-
do somenfe p e Buenos-Ayres e depois da demora do cos-
tume, seguir para Buenos-Ayres, com es-
cala pelo Rio tle Janeiro e Montevideo.
Para condices. fretes e passagens. tra-
ta-se na agencia, ra da Cruz n. 55.
para o iracaty
pretende seeoir oeslesoilo dias com a carga qae
tiver o palbahoie Joven Arthur, lera parte de seu
carregamento a bordo, e para o resto que Ibe taita
;rata-se com o* seus coosigaatarios Antonio Luiz
de Oivaira Atavedo & C, no seu escriptone ra
da Cruz o. 57.
Bottonvry Bond
Willra. Roberts, master ot thebrilisb brig tAno
{eotared ibis pon for repairs oo her veyage from
Diep^etD Cerro Azul o Per) requires, oo the se-
curiecty of ibe sbip and carge, abjut rs. 4:0004
to pay le balance of accouots necessarsly incor-
red here aod to eoable him to conteone hs above-
oaraed voyage evllbonl farlher delay.
Sealed tendera lo be deposited ai tbe Brtisb
Coosalate, addressed lo the roaster and lo be ope-
ned in ibe presence of H. B. M. Consol at 1 P. M.
oo Wedoesday nexl, 2 ocu 1867. Recife 30 de
setembro de 1867.
Willlam Roberts.
Rtseo martimo
Wllliam Roberis, capitao dobrigueioglez Anna
(arribado oeste porto oa soa viagem de Dieppe
Cerro Azul no Per) precisa tomar a risco marti-
mo sobre o casco e carga do navio a qoaotia de
i:0004, poaeo mais oo menos, para o pagamento
do saldo das desperas Incorridas, de forma qoe
pos;a proseguir a sua sobre dita viagem, sem
mais demora.
Recebem-se propostas em carta fechada no con-
sulado britnico, at quarta-feira 2 de ootobro,
eonde, a 1 hora da tarde, sero abertas na presen
ca do cnsul de S. M. Britnica.
Recife 30 de setembro de 167.
Wilha.n Roberts.
" Ilha de S- Hlgael.
P^ra o porto cima segoe o patacho portognez
-Jorgense de primeira marcha, para carga e pas-
sageiros trata-se com o consignatario Joo do Re-
g Lima, rna do Apollo n. 4.
Da laja de fazendaa da raa da
C'adela 49.
no je
u agente Pinto levara' novameote a leilo por
despacho do Illm. Sr. Dr. jort especial do commor-
cio (servindo de base a malor uffdria obtida no ul-
timo leilo) a armago, fazeadas, miodezas e mais
objectos existentes na referida loja e qoe fazem
parle da mas-a fallida de Azevedo & Plores, tsto
as 10 Doras do dia cima dito na referida loja.
LE AO
De em sobrado de n.n andar e sot*,
edificado de novo e a moderna, a
ra Yelha n. 62 (na Boa vista) ren-
de 750$.
Cordelro Slmdes
vender' em leilo o predio cima mencionado,
teodo o 1* andar 2 salas, 4 quartos grandes e ter-
rado, cosinba tora, quintil e cacimba, e a aota 2
salas, 4 qaartos etc. Os pretendentes podero
examinar o referido predio, cojo leilo tera' logar
no da
no ai:
Sexta feira 4 de outubro as 11 boras
em ponto a porta do predio qoe foi a Associacao
Commerclal, largo do Corr.o Santo.
" UfMM
Das fojas de ferragens a raa
.\ova o. 33 e 35 perlencentrs a
massa fallida de Sebastlo Jo-
s da silva.
Cordeiro Simes
a reqaerimento do administrador da mas*a fallida
de Sebastio Jjs da Silva e por mandado do Illm.
Sr. Dr. joiz de direito especial do commercio, fara'
Isilo das ferragens existentes as referidas lojas,
bem corao alambiques de diversos tamanhos, si-
nos, ferro em barra e muitas oatras ferragens de
lei qoe se torna enladonbo mencionar. E' esta
ama boa occasiao para os Srs. ferrageiros e Srs.
de engenbos proverem se de muitas mercaderas
que de presente ba falta do mercado. O balanco
acha-se em poder do dito agente a exame ie
qaem pretender, cojo ieilae lera' logar no dia
Sabbado 3 do correle
as 11 horas nos roamos estabelecimentos.
Precisa se de urna ama i ara casa de poaca fami-
lia : na roa da Roda n. 48, sobrado de nm andar
com venesiaoas. na esquina.__________________
Um rapaz que sabe be o ier e escrever e com
pratica paraiaberoa, oflferece-se pira eaixelro : a
tratar na randa Lapa o. 10.________
O Sr. Antonio Francisco da Costa tora ama
carta de saa familia na ra de Siaia Tb9reza nu-
mero 00.
Quem tiver um sito eos Afogados, e o qoei-
ra veBder, dirija-se a travssa da nutrir de Santo
Antonio n. 14, sjbrado.
, => Coolina a estar fgido desde o da 10 de
agosto do corrale anno, do eogenho Chambari,
termo do Booito, o escrv) africaoo, Demiogos,
qae representa ier 3* a 40 .mnos de idade, com os
stgnaes seguales: o cabello principia a pintar,
tem sobre ama das taces do nsto ama cicatriz
bem visivel, emilando ara triangulo, sigoal este
qae trouxe d'frica qoaodo em teora idade (Ora
comprado nesta proviacia, trabalha de pedreiro,
bom carreiro, e bim purgad or : rogase, pKtaoto,
as aotori-iades eapilaes de camoo a apprahunslo
do dito escravo, e entrega-lo no Recife em casa do
Sr. Joo Sirnd?s de Almeida oo oo eogeoho lijn
Despacho, termo da Bscada, ou no referido enge
oho cima mencioaad), que sero generosamente
recompensadas. Protestando se contra qaem o ti-
ver oceoito.
mruMk nmmmm
DE
Navegaco costeira por vapor.
Mossof com escalas por Natal.
No dia 8 de ootobro ao meio
t*>v dia, expedir' esta companbia
om dos seos vapores para os por-
I tos cima. Recebe carga gmente
at e da 7 ; encoromenda?, pas-
sageiros e dioheiro a frele al as 10 beras da ma-
ntia d> dia da sabida : escripiono no Porte do
Ulos o. 1.
LE
Claudio Dubeux eonslando Ibe que alguem
tem comprado em sea orne objectos era diversas
lojas e ootros estabeleciraetio, previne a qaem
interessar, qae ato paga cania algaraa, cujo ob
jecto nao seja pedido por liilhete drmado com o
seu projro panno, oa por -na molner, devand*
dito bi;ii-le acompaobar a respeei va conta na oc
casio do pagamento, sem o qoe nao tomara' sobre
si tal re-pjqsabililade.
Irmandade do Sautisimo Sacramento
do Recife
De ordemdo Illm. Sr. irno ju'z, convido os ir-
mos desta irmandade a se reaolrem na oossa
igreja matriz, sabbado pe as 4 boras da larde,
aQra de eocorporados fazer-ie recepe*o solemne ao
Rvm. vigario collado desta regaezia, por occaslo
de saa respectiva posse, qu devera ter lugar no
dia e bora cima indicada.
Consistorio da irmandadi do Santissirao Sacra-
mento na matriz do Corp) Santo. 3 de ootubro
de 1867.O escrivao, Jos c a Suva Loyo Jnior.
O abalxo asslgnado a' isa ao publico qa^se
acha constituida a c.ixa Ol at do t Eaglish Bauk
of Rio de Janeiro Limiled a qual fuocciona na
casa o. 7 no largo do Peloi rloho ; qae a publica-
co de soa carta de autnori tacaj e estatutos f Jl
faita oo jornal do Recife o. 153 e que os raesmos
se acbam registrados no Tinanal do Commercio
livro 5' lom.9 0. 101. N. (65.
Pernambaco, 2 de oaiabro de 1867.
F. B. Blo tbara, gerente.
Aloga se ama casa muito fresca .com com
modos para grande familia : na Caponga raa das
Crolas n. 3.
Calielro
Precisa se de um menino de 12 a 16 anoos para
caiueiro de urna oja no mato preferiodo-se porta-
gaez dos ltimos ebegados : qaem pretender diri-
ja se a ra dj Queimado o. 39 on na raesma raa
n. 18 A;_______________________
Precisa-se de um moco de 14 a 16 anoos de
idade oo om hornero de 30 a 40 anuos, qae salba
Ier : na roa da Coocorlla n. 38:______________
Oflerece-se urna pessoa para coser em casa
de una madama : quem precisar dirjase a. ra
da Viraco oitio de S. Pearo n. 23, qae achara'
com qaem tratar.
C'is'uhelro,
Offerece-se ara cosioheiro cajo di garante de
saa arte e con lucia tanto para deotro como para
(ora desta cidade : na raa das Orozes n. 41.
Aluga-se
o primeiro andar da casa na raa da Aurora, bair
ro da Bja-Vista, muito aceiado, e com bstanles
commodos : a entenderse com Manoel Luiz Vi-
raes.
!20 cadernos de papel branco, pautado, beira doarada, marcado com as ioiehes o
prador.
2100 envelops braoeos.
3*100 penas de ac fflhrea lao?a).
i*I caixa ibreias de gomma.
5*I tlnteiro de vidro com lampa de roela I.
6 1 arieiro dem idem.
7'I po de lacre.
8* -1 caivete de daas folbas.
9*-2 lapis.
10*2 can tas.
Todos estes objectos reunidos, dentro de ama bonita caixa, feita para este Om. cosum apenas
RS. 6rW)00
unmt mum*
n
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B
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U
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B
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Es ?fi. S 2 o !
&i
o primeiro aod.r do sobrado n. 69 da raa do Pa-
dre Ploriano : a tratar oa prsija da Iudepeodiracia
n. 21.
Casa
Aln^a se a casa n. 6 da ra do Principe oa fre-
guesa da Boa vista com 2 salas, 3 quartos, cozi-
oba e quintal : a Iratar na ra Nova o. 3.
Na praca da independencia n. 33, loja de
oarives, compra se oaro, prata e pedras preciosas,
e tainbem se faz qnalquer obra de eecommenda e
todo e qnalquer concert.
Dase a premio de ora e raeio por ento cora
hypolheca em bens de raiz, a qoantia de l:000,
pago o premio como se conveocioo r: a quem con-
vier delxe nana 'fechada nesta typogrrphia c.'m as
i oiciaes L. M. R. V.__________________________
Casa
Aluga-se o 2* andar da casa na roa do Sol n.
33, minio fresco, cora nm grande solio e cora
amitos coramodos para familia : a tratar oa raa
Nova n. 28.
Gabinete Portuguez de
f Leitura
Conselho deliberativo
En virtude do arl. 52 des estatutos, e por or-
dem do Sr. presidente, convocado o conseibo
para se>s>ao ordinaria no dia a de outubro corren-
te, as 6 l|2 horas da larde.
Sala das ses-Sis do conselho deliberativo do
Gabinete Portuguez de Leiura ao 1* de outubro de
18rt7.
Firmiuo Antonio Sonto Maior Uaposo
Secretario-_________
Ama.
Precisa-se de urna ama qaecoziohe o engomme:
'. a tratar na roa do Queimado a. 12, Io andar.
o.
33 0.3
* f.
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AGUA FLORIDA
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MURRAY MANIJAN
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ts m a."
PH?5
Na secretaria da Sania Casa d- Misericordia
do Recife precsa-se fallar a S.' Leandra Carnei-
rode Ollvelra.______________^^_____
Precisa se de urna ama para casa de peque-
a familia preferindo-se escrava : na ra doCres-
po n. 7.___________ ___^____^^_
Casa em O linda
Alnga-se urna cas> ero Oada, localidade excel-
lenie para banhos salgados ; no oito de S. Pe-
dro Novo, prxima a' casa do ommendador Joao
Pinto de Lemos : a tratar na ra do Crespo, leja
n. 17.
Aluga se urna exeellenle escrava que faz to-
do servico de ama casa interno e externo :~ no
corredor do Bispo defronte da casa n. 12.
Precisa-se de ama ama forra ou escrava :
napadaria do Salgado, roa estrelta do Rosario nu-
moro 13.
Chapeo roeado
Poga-se a pessoa que por engao trocon nm
chap i de castor branco na noite de 29 do passa-
do, o favor de appareeer na sala de dansa, no pa-
teo do Carmo n. 9, onde foi o dito cbapo trocado
para desfazer-se oeogaoo.
Sabonees de alcatrdo
O oso destes sabonetes tem apresenlado os mais
beneSeos effeitos contra as impingens, sarnas, ti-
nba, caspa, comieboes e todas as dais molestias
de peile
VEN DE-SE NA
B tica e
DE
Bartholemea & Cowpanhla
34Rna larga do Rosario34
A agua florida de Murray
jlhada como um artigo de perfume, aao
tem podido ser igualada pelas prfrapo
as mais custosas: conserva- seo aroan, co-
mo se formasse parte da prenda a
se appHca.
Sua etScacia tio delicada, coa i
tes sao seas multiplicados usos, qor ~wp
empregada como artigo de toucador, qor
ao uso do banbo, ou como soamatlor da
pelle, depois que se ten ha feito a barba,
j para limpar as gengivas oo aroanHaro
hlito.
D suavidade, brilho e etastiodada at
compleicoes, depois de se haver lavarlo; al-
via a irritaco de erupc5es ordinarias; tu
iesapparecer o desagradavel aspecto do*
pannos, das sardas, do rosto, rugas o toda
casta de ebulices, e d vigor e frescura
parte onde quer que se appliooe. Soa efi-
ciencia e elegancia sao igualmente inarh
res nos casos em que seja preciso apptica-
la como estimulante e antisptico,- aos osa-
cursos e assemblas numerosas, as loca-
lidades infeccionadas, na alcova de um en-
fermo, assim como um antidoto excellea-
te para os desmaios causados por cansaos
ou suffocacao. Preparada nicamente par
Lanman A Kemp, Nova York, e a venda por
Caors & Barbosa.
Jo3o da C. Bravo & C
amoet Power JobastoB A ttaiaaii
Rna da Senzala Nova n. 41.
AOKnCIA DA
FandleSo de Lev loar
Mtchinas a vapor de 4 e 6 cavallos.
Misadase meias moendas paraengeabo.
Trisas de ferro coade e batido para engo-
abo,
Arreios de carro para um e dons cavallts.
telogios de o uro patente inglez.
irados americanos.
Mji hias para descarocar algodio.
Motores para ditos.
Michinas de costura.
drogara
^m
Precisa se de ama ama para eciiobar e
prar para casa de bomem selteiro : a tratar as
rna Nova n. 53.
De um mastro de traqoete, um dito grande em
dous pedacos, daas cofas, ama cruzeta. dous
tanques de ferro de 10 pipas cada um, 3o bar-
rls de quarto om viobo, 5 meias pipas com di-
to, urna pipa cora dito, 5 ditas vazias, 2 tambo-
roles e urna cruzeta.
D. Modesto de la Part fara' leilo por interven-
cao do agente Martins, por conta e risco de quem
perlencer por autborisagao do Sr. vice-consul de
Ilespanha e em sua presenta e de um empregado
da affandega para este Qm nomeado dos objectos
cima parte dos salvados da barca hespanbola
Isabel encalbada na Ilha de Fernando de floro-
cha, sendo que os mastros e tanques se acbam na
raesma liba.
Sabbado 5 do corrente.
As 11 horas do dia no trapiche alfandegado de
Jos da Cunba.
CONTINUAQAO
Do le ao de vienes hespanlioes
Segunda-feira 7 do corrente.
O agente Pesua continuara' o leiio de diver-
sas marcas de vinhos bespanboes para fecnamento
de contas, no dia cima mencionado as 11 boras
da machia no trapiche do Barboza no largo do
Corpo Santo.
rara.
Sfguia' oaa pos tvel presteza jara 0 bidica-
do porto o velelro e bem conhecldo brigoe eseo-
na nacional Graeiota, capito e pratico Jos Ma-
Yla Ferreira : para algoma carga que Ihe talla
trata-se com o cooslgoatano Antonio de Xlmetda
Gomes, ajuada Croz j. 83,1* andar.
Para a Babia.
Pretende seguir com malta brevidade o velelro
6 bem coohecido palbabote Dot-jAmiaoi, tem par-
te de sea carregaraeato prompto, para o resto
qae Iba falla tratase Com os seos consignatarios
Antonio Luiz de Oliveira Aievedo & C, ao sea es-
criptorio raa da Crax n^l-
para o Poo.
Pretende seguir com multa brevidade o Teleirc
palbabote porluguei Nna Sorte, tem parte se sea
carregamento engajado, para o,resto que Ibe falta
trata sa cem os seus Iconsignatarios Antonio Loit
de Ohveira Azeredo & C., ao sen escrtplorio roa
da Cruz n. 97.
M
Urna escrava crioula de idade 30 annos, coze e
engomma, 1 dita idade 40 annos, para todo o
servico, 1 escravo idade 30 annos tambera para
todo seivico.
Ordeir. Simes
fara' leilo dos escravos cima descritos, os quaes
sao vendidos para pagamentos nesta praca. cojo
leilo tera' lagar no da
TerCa-feira 8 de corrente
as 11 horas em ponto na porta do predio que foi
associacao commercial no largo do Corpo Santo.
VISOS DIVERSOS.
A LEGITIMA
SALSAPARRILHA
DE BRISTOL.
______
PREPARADA UBH JMENTE POR
LAMAN fe KEJIP,
NOVA TORK.
0
DO NAXGILF,
CONTINUAMENTE
APPAREC1B
NOVOS
TESTEIIIXIIOS
Precisa se do ara caixeiro com pratica de
taberna e qae d fiador a saa conducta : na raa
do Monde o n. 97.
I Precisase fallar aos Srs. Jos Saporlli, LiaH
t-Aatonfo Siraiva, Joo Ferreira Baptista, Americo
Ferreira da Silva : na loja do roa do Crespo no-
mero 17.
Lembrete.
Vndese o patacho nacioiat Viamao, for ra-
do de cobro, e do lote O cerca de 15,000 arroba!,
com todo o sea apparelno prompto a aef ar :
qaem o preiemder dirija-se a Bailar & Oliveira,
do Vieario a. 10.
Roga-se ao qneixo torio, com fabrica no Llvra-'
ment, o obseqafo de nao andar tirando fregueses
das lojas dos vstanos, nem importarse da vida
albeia, do contrario talvu pague de orna so vea
as ladroeiras escandalosas qu* tena feilo e sao bem
sabidas.Seu amigo Z. B.
Saques
Joaqalm de Soasa' Silva Canba, saeca obre o
Porto : na coa da Cruz n. 18.
Aluga-se
*.
EM FAiTOa


Esta excellente e admiravel medicina preparada de urna maneira a mais scien-
tifica por chimicos e droguistas muito doutos e de urna instruegao profunda, tendo tido
muitos annos de experiencia.
A SALSA r\IIILIU DE BRISTOL
urna medicina segura e digna de toda a conflanca, conhacida ereceitada pelos mdicos
os mais sabios e entendidos neste imperio, durante o.espado de tres annos, e nunca falta
em produzir o desojado effeito.
A SAIjSA PARRIXHA DE BRISTOL
Entre as numerosas provas do grande merecimento da legitima, preparada por
LaDman e Kemp, de Nova York, nao ,a mais fraca o facto que tem produzido tanta
imitacSes e falsificaobes fraudulentas.
A SALSA PARRIXHA DE liHISTOI.
E' muito natural que aquelles que se acbam oceupados em preparar e vender as
soas misturas em garrafas pequeas murmuren e gritem contra os frascos grandeo, os
quaes contm em .-i tres vezes mais do extracto puro do que qnalquer urna dessas ootras
prepararles neslo mercado.
A iStLNA PARBILHA DE BRISTOL
foi estabelecida no anno de 1832.
. No anno de 1848 o proprietario adoptou com grande sacrificio seu garrafas maio-
res, selo agora de quartilho, offerecendo deete modo aosconsumidores urna maior por-
aa'de xtraclo parissioso, como nunca foi offerecido.
da Itgilinm
SAIS A RLUUIU
di:
BRISTOL-
de
Os doeotes
obterem
devro ter bem o
genuina e nica
cuidado
legitima-]
A TTIflCA LEGITIMA
SALSA PARRILHA DE BRISTOL
E' PMEPARaVa POR
.:
A LECmMA
SALSAP1SHHHA
DE BRISTOL
PREPARADA HICAHEITE POR
LAMAN & KEMP,
NOVA YORK.
iL^y^Myysa
DE
salsa par ri i ha de Bristul, a qoal preparada
por
LANMAN I KEMP
DE MOViL oRK.

NEW-YORK
ESCRFULAS
H AG AS A^TICAS
Ulceras
Feridas ulcerosas
Tumores
Herpes
Erupcts
Lepra
Debilidad* feral
liQeumatismo
Salsugem
Febrt* maligna* ebeliosas
.ffnfaam
Febres inUrmiuuta
A'wtwdg*
4 SUS1 P1IWUU P MISTR
De Lanman e kaaip


Cautela conta as novas salsas pailhas de Bistol que
sao perniciosas.
K" MBLBOR
A MAIS FORTK
B A MAISBARATA
Em frascos grandes,
o segando andar do pequeo sobrado da rna da
Guia d. M : na nudo Impertir 73, primeiro
andar.
tar o uso de om remedk), nessesario qae, o mesmo, mediante uim experiencia de unto annos
.d,ii&^,^^ A saU. oa.rrba de Bristol de Lanmao e Kemp lera prvido tStST
de 24 annos tem sido receitada pelos primeiros mdicos no apeno do Brajil. J>odemoatrprepaTacoes wptrar a mw onoanca
i Vende-aa em Per lambuco em casa de A. Caors,
i. da a Bravo e P. .aburar 4 C.
*
I !


-
tarto e l'ernmbneo mtxia letra 4 de Outubro de 1867.

DE
CAROBA
PREPARADAA FRI
POR

Pharmaceutico pela escola de Pars e successor nesta cidade
AUCiUSTE CAORS

DR
Aristide Saisset e J. Soum
M.Ana da trnz------22.
a
3
Tratameoto paramente vegetal sem mercurio, iodo, ouro, nem ootro qualque
mioeral.
Verdadeiro purificador do sangoe sem azougue.
Especial para a cora de todas as molestias qae tem saa origem na impureza do
sangoe, como sejam as molestias boubaticas, syobiliticas, escropbulosas, darthrosas, quer
venbam ellas por hereditariedade, quer sejam adqueridas pelo contacto com pessoas in- l
feocionadas dos diversos virus que contaminara o saogue e os humores.
A caroba um remedio prodigioso, usado desde remotas eras pelos iodiot
do Brasil, e passando seu uso de geraco em geracSo, boje um dos remedios mais co-
nhecidosccmo proprio para rombater as molestias mais hediondas, entrando nesse nome-
ro a morpba ou elephantiases, para cujo curativo os nossos sertanejos consideram a
caroba como remedio especifico.
A muto ttmpo entrou a caroba nos formularios como preparado magistral
sob a forma de eleictuario, aioda boje lembrado as pbarmacopas com o nome de seu
celebre autor Joao Ai ves Carueiro: nao ella portanto remedio novo nem descoohecido.
i O ungento de caroba da mesma son preconisado desde tempos mmemo-
riaes como o mais apropriado para o curativo das boubas e ulceras sypbiliticas srdidas,
e eu'pregado com pmveito depois de improficua applicac^o de muitos outros agentes
therapeutieos enrgicos e de uso quotidiano.
Muitos dos nossos mdicos de considerado e entre eiles o muilo distincto pratico
e observador o Sr. Dr. Pedro d'Atbayde Lobo Moscoso, tem confirmado por meio de ex-
periencias repetidas, o que diz a fama das benficas propriedades da caroba no trata
ment das hnuhas, das diversas formas sob que a syphilis se apresenta e maito especial-
mente as que teem sua sede na pelle, e poderiamos relatar alguns casos de data muito
moderna observados pelo mesmo Sr. Dr. Moscozo em que a caroba produzio admiraveis
efleitos, depois de inuteis e prolongadas applcac5es de salsaparrilha, mecurio, iodo, ou-
fo e seus preparados, etc., etc.
N3o era possivel que urna planta to notavel por suas inappreciaveis virtudes es-
capaste a perspicacia e invo-tigacoes dos mais abalisados praiicos europeos, que se ap- j
pbeam com especialldade ao esiudo e traUtmentn das molestias sypbiliticas e herpejicas! W
para prova ani esjo os Srs. Drs. Casenave, Scburfer, Ricord e outros dando as maif
Bsongeiras infnrmaces sobre as propriedades curativas da caroba e preconisando-i com'
remedio poderossimo para o tratamento das eiupces cutneas, seccas ou suppurativas
dartnros de todas a qualidade, ec emas, ulceras de diverras naturezas, tumores, osseos
6 outras mmtas molestias de natureza syphi tica ou boubatica.
Por ter-se generalisado muilo o uso da easeocia da caroba que eu pre-
aro e i olas instancias de varios mdicos que desejam continuar em suas ob3ervaces,
eliberei-me a ter promira urna quantidade da mesma essencia, obtida sem a aeco do
go, para Din prejudicar as propriedades medicamentosas; e d'ora em diante encon-
trar-su-ha na mintia pharmacia serapre e em porcao sufficieute para todos os pedidos a
ESSENCiA CONCiNTR\DA De CAROBA, e o ungento da. mesma plenta para que nun-
ca fallem aos Srs.mdicos quequizerem esperimentir iao precioso aguute medicinal.
Reci'fe de Parnarabuco, 17 de outubro de 1866.
A'JSL'STE Caors.
Deposito geral de lodo* rad.id so apeos
Botldca e robarla
34Ra larga do Rozario34
JAYME CABELLEIRBIRO

iV. 6,~rwa do Queimado primeiro andarN. 6.
MO MAIS C A BELLOS Hit t\< OS.
"intura instantnea para enegrecer os cabellos em um minuto sem offender a pelle!
Gabinete reservado desente para tingr cabellos
com perfeicjSo, presteza e mdico proco.



Jnico preservativo de caspas e calvice.
PREMIADO PELAS EXP03IQES DE PERNAMBUCO E RIO DE JANEIRO.
Sali para cortar e frlxar cabellos, e fazer barbas.

BEM 0NTADA OFFICLYV DE CtBELLEIREIRO
,, AMA
Precisa-se de tima ama qae eofoamw t lava-,
gg}' para ama casa ae pooc Nmilia : a tratar aa prav
W C JoCorpo Samo n. i 7, 3* andar.
Perdeuse no da 20 do.corrente om
anelo de ouro de-feito ioglez c.m mam
g roga-se a qaem o atbar (ou acboo) no can
ggg | de querer entregar ao seo proprw dono de-
rijir-se ao pateo do Corpo-Saoto n. 11, que
generosamente serj-ecompeosado.
Antouio Alves, filbo de Maooel "A1t7,
natural da freguezia de Paco de Sooza, lugar
de S. Loorenco comarca de PenafiH ee> ror-
tugai, embarcou para o Brasil ante-, da 1834
poucomaisou menos, deseja se saber se aio-
S'' da ente ou se ja fallecido, pois consta que
3M: em Portugal saniram an uncios (nao pode-
~% mos precisar a epocba) chaman-Jo os berta*
Mj^. ros, pois que tinba fallecido no estado de
jjf^! solteiro, e sem pareles conbecido aqoi, ae
***' ainda vivo deseja-se saber aonde resille ac-
*$ tualmenie e se com effeilo fallecido, aos-
du paira a furtaoa que coosi ater deiado pois
que ba berdeiros e bem prximos que sao
seus subrinbos ra do Apollo n. 24 2* an-
dar._______________________
Urna pessoa babiliuda dispoodo ds algosa?
huras, propese a laier algoo< pequea escripia-
ra;o mercantil, dio se ts precisas lofnraac^ea aa
lo]a de louca o. 26, sita a' roa larga o Rosarle.
$ onde com esmero e gosto se maoufacturam, quer para a provincia, quer para fra della, todas as qualidades de posticos ^<^

modernos e d; apurado gosto, accresceodo a grande differenga de ser 10 0^ mais barato que em outra qualquer parte.
Esplendido gorlmenlo de canello, em edres e em eomprlmento,
V.6 RA filO QICOIA110 16.
0 Dr. A. S. Pernira do Carmo ()
esi moraodo no sobrado o. 11 da roa a
Imperatrlz.
9^
J

' y*4VV* r|iV7>fr>\2
** ; v*i>
$0,

PARA ZO INTERNO
PREPARADOS SIMPLES,
Xaropo de jurubeoa garrafa......... I (Jooo
Vinbode lfioo
Pilulas de > vidro......... l)56oo
Tintura de 64o
Extracto hydralcoolico dejurnbebas 12 PREPARADOS COMPOSTOS.
Yinho de jurubeba ferruginoso garrafa. 2(5ooo
Xarope > l6oo
Pilulas vidro... 20ooo
Oleo de jurubeba vidros.... 64o
Pomada de > pote...... 64o
Emplastro libra..... 205oo
PARA UZO EXTERNO
A JlJRUBRBlo
Esta planta' boje reconhecida como o mais poderoso tnico, como um excea)
lente desoiistruente, e como tal applicada nos engogitamentos do figado e baco, na-
bepalites propriamente ditas, ou ainda complicadas com anazarebas, as inflammaces
subsequentes a< febres intermitentes ou durezas, nos abeessos internos, nos tumores es-
pecialmente do tero e abdomen, dos tumores ?landuosns, na aoazarcha, as bydrope-
xias, erysipellas; e associada as preparares ferruginosas, ainda de grande vantagem
as anemias, cbloroses, faltas de mensirua-ao, leucorrneias, desarranjos atnicos do esto-
mago, debilidade orgnicas, e pobreza de sangue, etc.
O que dizemos afirman) os mais di-tinctos mdicos desta cidade, entre os quae?
podemos cita1 os lllms. Srs, Drs. Silva Ramos, Aquino Fonseca, Sarment, Seve, Pe-
reira do Carmo, Firmo Xavier, Silva etc. Todos elles reconli cem a excellencia d'este po-
deroso medicamento sobre os demais at ho'n onbecidos para todos os casos citados,
tanto que lodosos das fazem d'elle applicac'.
Apreseniando aos mdicos e ao publico em geral diversos preparados da juro-
beba, Uvera- s por fim generalisar mais o uso d'este vegetal, fazendo desapparecer a
repugnancia que at boje seotiam os doentes de osar dos preparados -mpiricos d'elle, o
mais das vezes repugnantes a tragarm-se, e que tinoam ainda a desva itagem de n3o
ser calculada a dose conveniente a applicar-se, o que torna muitas vezes improficoo um
medicamento, qoe podena produztr ptimos resultados.
Us nossos prepados so foram apresentados depois de havermos convenientemente
estudado a jurubeba, fazendo as experiencias precisas para bem conhecer as propriedades
medicamentosas o"esta piauta em soas raizes, folhas fructas ou bagas, e a dose convenien-
ea app icacSo, teodoalm d'isto procurado levar os nossos preparados ao maior grao de
perfeicao possivel, para o qae nao poupamos esforcos, nao nos importando o pouco lu-
cro qoe po*sames tirar
Por tanto os que se dignarem recorrer aos nossos preparados podem ter a certeza
te que elles offerecem a garanta, de que se pode encontrar a prompta e infalbvel cura
de qualque dos soffnmentos,.que deixamos innumerados, se forem em tempo applicados
tendo alm d'iss, medico ou doente a vantagem de esodher as nossas variadas prepa-
racbes, aquella uoe melhor Ibe pode convir, j pela fcil applicacjo, e j pela compcacao
das molestias, id de, sexo^u ainda natureza 4e cada individuo.
As nossas preparares ferruginosas sao feitas de forma que se tornara completa-
ineote solovws nos suecos gstricos, porque procuramos os compostoa de ferro que como
laes esiao boje reconbecidos.
Para aqullas que mais minuciosamente queiram conbecer as propriedades da
jombeba, e saberem a applicacao de nossos prep em nosse desmo um ol&eio, onde tratamos mais exieasamente d'esta plant e dos n?
too preparados.
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E^cnptaracae commrrrial
Urna pessoa com a pratica de mala de SO aaaas
pr"i "-se a escriptorar livros por qoalqner *y>te-
ma. Organiza os, adiaote os atruadn?, proceda a
balances e beba os livro* por pr^c >s eua*eacio-
oades : quem precisar deixe earta 'echada aaata>
typoeraphia com as loiciaes D l) ou na trave&a 4a
ra do Visarlo n. i.
fELO
PHOTOGRAPHIA
VIJLELM
RA DO CABUGA N. 1, ENTRADA
PATEO DA MUUIZ.
O nosso estabeleciraento pbotogr; phico
est serapre em dia com todos os memora-
mentes e protestos que na America un
Norte, ou na Europa se consegue na arle
photographica, e para alcaucarmos tal fim
nunca poupamos despezas nem sacrificios,
de orte que os nossos numerosos freguezes
podem ter a certeza de que senipre encon-
lrar3o em nossu estabeleciraento todo quan-
to a arle e a moda offerecer de bo u, no
novo e velbo mundo aos amantes da pbo-
tograpbia.
NOVIDADE PHOTOGRAPHICA.
Acabamos de receber tudu o necessario
para fazer retratos chamados carie-album.
Este genero de retratos ltimamente in-
ventado na America do Norte, rpidamente
se piopagou na Inglaterra e FraDca auude
goza actualmente de todo o favor da moda.
A carte-a-lum se faz por duzias como os
amigos artdvs de visita.
Na Inglaterra trocaram o nome de carte-
album pe'o de retrato-galeria e os ingleses
sam enea xhbar estes retratos em quadros
especiaos para com elles formar galenas,
com que ornara seus gabinetes. Recebe-
mos urna certa quantidade de taes quadros,
os quaes, cederemos por barato preco aos
oossos freguezes.
As pessoas que quizerem ver specimens
i dos retratos chamados corte-lbum, j fei-
I tos em nossa offiema sao convidados a visi-
l lar o nosso estabeleciraento.
GART5ES DE VISITA A 95000 A DZIA.
Era consequencia do novo genero de re-
; tratos chamados carte-album, diminuimos
. o pre^o dos amigos cartoes de visita, os
! quaes de boje em diente ficam recluzidos
Satisfeilo o invencivel Veado Branco, com as maneiras attenciosas com que ao preco e
'o\ acolhido pelo rejpeitavel publico desta brtosa provincia, a ponto de que muitos a por-
s>
i um wm
O^OOO
fia desputaram a sal sfaco de serera os prime iros a comprarem era lea importante arma-.
zem, se desvanece e n declarar com toda a lealdade deque capaz, que est cada vez pela primeira duza, sem que por causa
mais animado, nao pelo benigno acolhimento que tem recebido, como pelas forgas de desta diinrauicjio de preco, deixemos de es-
quedispbe porque at boje nao careceu ainda dos preparados de jurubeba, nem do merar-nos n.. nosso lr*balho, como sempre
xarope alcoohco de "elame. | loi nosso costume Alm disto, continua-
O Veal o Braoeo, declara a quem aioda o nao contaece que n5o um mos a dar os carine de visita em cartoes
desses biebarocos intrataveis que por ahi vivera com figura Banana; domesticado no de luxo, Bristul, ou porcelana,dourados ou
ameno paiz onde a mavel Agma Branca vio a luz do astro bemfeitor, elle partidario litbograpbados para o que temos urna varie-
desse invejavel agrado e sinceridade que com tanta gravidade se desprende do seu dade de 12 modelos, a escolha de quem se
bico encantador. \ retratar.
O Vead> Branco, como todo o bomem civilisado, ama a sociedade dos1 c*~ va gomo prevenco.
O baciiain Juiu Kraut ^ruTeiii-ir ten,
o sn e-eripioriu de adv Rria no andar
d> sobiadn da ra do Qnt-imado o. l,
ah pode-.V ser procurado par- o yrret-
elo de ii. prol-sao da- 9 boras da ma
i h a as 3 da lar-ie.
AIil;-.-o pur aUUO OD te>la tiLA MM Urre i
(lia no Po(o da Paaella prux>ma a ifrej. aoe foi
dn falleclf> Dr. Giiie, rom grande .amial rea-
rado e commortos para faicilia : a tratar coa Lea.1
Si Irroo, tai da Cadeia do Rerif o. 56.
CASI DA FORTOM
Aos 6.000
bilhe1ks garantios.
A'ba do Cuesto n. 23 e casas docostdme.
O abaixo ilo veodeu uo> mm mi.it i eli-
H' bilbeles p-rantldos r.a lotera que se arab>>a d>
extrabir a beoetlrio de ROna Seunora do Mon'-r
de Ohnda, os gmntes premioa :
.". 968 meio bil'ieie >m a sort<> de 6:U03.
N. 3JS a.eio bilbtie com a sjru de l:i\.Ol.
E outras muitas srrtcs de 100,1, 4<)J e t.
Os possuideres podem vir receber seus re>peti-
vos premios sem os dnsconlos "as leis na casa da
Fortun; rna do Cresvo o. *23_
Acham-se a venda os da 14' uarte da lotera da
Sania Casa da Misericordia ('i0') qoe se eitrabi-
ra" a 8 de oatubro viatoaro.
I'reco.
Bilhete.....6*00r)
Meio......3*000
Qoarlo.....|*5)0
Em porcao de 100$ para cima.
Bonete.....5*500
Mein......3*750
Quarto.....1*375
_ Maooel Martios Fiou.
Gub Pernambucaoo
A partida do mez de outubro teca laar
na noite do da 4.
Atleneo
Conu'noa-se a foro^cer almoco e jaotar por pre-
co commodo, em.ama casa particular : na ra n
reila do RuSino sobrado d. 35.
na ra do Vigario n. 4, pavimente terreo
iypogaphA wimva
c.
COROS
MARTIMOS
CONTRA FOGO.
A companbia Indemnisadora, estabeleci-
da nesta praca, toma segaros martimos so-
bre navios e seus carregamentos, e contra
bons, gosta do centro do mundo elegante, usa do lomeo de Jayme. para prefinir quelhe Apezar do nesso trbalho ser mu'to co-. j0 em edificios, mercadoriaa e mobilias-
ponnam a calva aoiol, vai a companbia des BouHes Parisiens e no meio do partido de '
madame Adelle. elle tambera atira-lhe o seu lindo bouquei.
Digne-se u benigno leitor de jurar bas palavras sinceras do sincero Veado
Branco, e venba prover a sua dispensa do que melhor se pode encontrar n'um estabe-
cimento de molbad< s.
. A modicidade dos presos, comparados com a boa qualidade dos generse o
bom modo com que se recebe os seuhores compradores, deve certamente convidar as
pessoas que ainda ni o vieram nossa casa a fa?.er parte dos amigos e freguezes do.nosso
BELLISSIMO ARMAZEM
MOLHADOS
CONHECIDO PELO NOME
DR
VEADO BRANCO
Estabeleciuo ra Direita n. 16;
Esquina da traveasa de S. Pedro.
-


I c
1.3.1 -Ra do Cabag-X. 8 A
Agostinio Jos dos Santos # C
Acaba le chegar a este estabeleciraento nm esplendido sor timen to de
joias do ultimo gost>, perfeico artstica e modeHos enteirameute novos; como
seguem : aderogos com rubim, esmeraldas e perolas finas, pulceiras, broches
para retrato, nnneis, botoes de punbo, brincos e cassoietas com letras, etc..
ele etc. Sai-as de prata do Porto, faqueiros, paliteiros, caln de mesa i
fructeiras, cujos precos s3o inenmpetiveis, pois que os propri larios desta casa,
recebendo sem artigo directamente da Europa, podem servir vantajoeaimenta
aos seus fregunzes. Compram-se brilhautes, pedras finas, ouro e prata, page
se bem, tamben se incombem de fazer concertos.
Trocara se I Urna escrava
as nota? do banco do Brasil e das caitas filiaes- Paga-se 25* mosalroente e com toda a pon'oa-
dom descooto mol r; soavel, na prac> di inde, dad pelo alugnei de ama escrava qae suba itm
oeodencia o. ti. eoslobar e eogommar, e f*zer o mais servio ao-
Ji ........ i. L. dj'BIh de ama -nhora siratfelra: trata-ge a
-rjg i roa da Senzala Viba d. ii, primeiro andar.
Preelsa-se d Orna i mi de laite aa ro do' -^"PrVisa-w de ama ama para caa de pooea
Qoeimada o. 19. familia : ni rea de Barinolomeo a. 51.
ohecido nesta cidade, aonde trabalhamos a
H annos, com tudo joigamos de nosso de-
ver dizer boje o seguinte:
Nos retratos fetos era nosso estabeleci-
raento emprega-se toda a cautela para of-
ferecer-se a par da belleza do trbalho, as
melhores condicoes de duraclo. Doura-
mos e bxamos os no>sos retratos sem olhar-
raos a economas, e ltimamente para Ihes
podermos dar urna lavagem mais ampia
e segura, contratamos com a companbia de
Bebiribe orna penna d'agua. Os nossos
cartoes de de visita sao verdadeiras pboto-
graphias, que nao preciso de reioques do
pintor para Ibe desfar^arem os defeitos, e
convidamos a qnem quizer a passar sobre
elles orna e-ponja moibada em agua, ou a
deixa-lws mertolbados por espado de horas
j em agua, ou em espirito de vinbo: se apre-
: sentaren) alteracao sero recebidos por os
I e pagos pelo duplo d que tiverem cus-
'tado.
Continuamos a fazer retratos por todos os
systemas pbotograpbicos at boje rabea-
dos em pbotograpbia. O nosso sortimeuto
de caixinbas, quadros, passe-par-tauts, e
joias de ouro para a collocaclo de retratos
o mais completo, variado e abundante que
existe nesta cidade.
Attencao.
N, 25 Roa (loLivramenfo N. 2S
Deposito de tamanena e calcado naci'-okl da fa-
brica da roa do Jardlm D. 19, de Jos Vicente Go-
diobo, tanto no deposito como na fabrica seapromp
tam todas as por^oes de calyado o mais barato
possivel. esia fbnca tem todas as machinas pre
prias para os calcados ja bem acreditados pe.,
grande numero de freguezes qoe daqol se for-
oecem.
Armazrm oa loja
Tra'passa se om bom armaiem proprio mesmo
para loja de fatendas e com commodos at para
famitra econmica, oa roa da Prala : trata se oa
roa da Madre de Dos o. 16, loja.
Preclsa-sa de orna eozinheira lvre oa escra-
va : oa roa de Apollo, aramem d. 20.
T ^R1'" omt ess* P*ra passar o vero, per-
lo do baobn CapibariBa, com commodos necessa-
rios para qualquer fa.nilia : a traur o ra Direi-
ta d. 63.
Ama.
Preelsa-se alogar orna ama, para comprar, cal-
oar e eneommar : na roa de S. Francisco o. 54.
Preclsa-se de om foroeirode primeira cas-
se para padiria : oa ra do Ci OOf i a. 14.
;ios Eduardo Mublert d
R i--l.U do T-rres-)i. 10
.Sob este titaio Umos uliimameni esubel*c|do
uma iyp >grapnia qoe mao>1a(nos virde New-York
e q Montado assim o ousso estabeiecimeoto em om
pooto vaotajoso, porqoe possoimos todo o qae
de melbor gusto e mais moderoo, acbm-i-oo* ha-
bilitados de emprebeoder qualquer obra qae se
u i.- qaeira coottar, com a maior nilidet. visto os
nosso* qo^renta annos de arte e experiencia.
Somos bastante coobecidos e por isso nutrimos
toda a coovicgo de qae a geaerosidade do pu-
blico e dos nossos amigos bao de correr em nosso
aoxilio para proteger om velho ai te-la on- ad-i de
grande familia para o qae de aatn mo nos eoa-
f-tssam'iS s'nniamentM grad-rrns.______^^^^
ALMANACH
DE
LUSO BRAMLtliU
Par* 1868.
POR CAST1LII0.
Ven4e-se oa livraria Economice defroote do are
de Santo Antomc. ^^^^^
Chocolate vermicida-
DE
Antonio Nunes de Castro.
Desde 1867 qoe sao as tabellas vermicidas p-
olicadas em PortoRal. como o r medio proaplo
efflcaz para a expolso das lombri^aa, qu laugra
ves padecimeotos caosam e qae qaasi sempre awo
se snppoe ellas a origem.
Este verraifuRo prefenval a qoalqoer oouo
pelo seo asradavei paladar e fcil applicacJo as
enancas qoe mais gera.mente sao atteada* de aa-
melbaoie mal.
Deposito esaecial
34-Roa larga do Roaarlo#
Boiica do Bartbolomeu dr G
Coropaubia fidrli lade de i
martimo e terrestres
estabelecida no Rio de Janeiro
AGENTES EM PERNAMBUCO
Aoteaie Luis de Oiiveira Aieved* C.
competentemente autnnaados p*la
directora da companbia de seguros
Fidelidade, tomam segaros de na-
vios, ii ercadorias e predios ao
escnpfcirio roa ra Ctub ai.
mwmmmr

\
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j.

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Diarlo de Pe mese eita felra 4 ie Oniubro de 1807.
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UlCIIIYtS
TARA
COMPRAS
f ai a@
. SOUZA SARES & IRMAO
proprietirios do grande e novo estabelecimento de miudezas,
ferragens, quinquilharias e cari'iieiros a gaz
RA MOTA V. *8
Em frente a botica do Dr. Sabino
Receberam directamente de New-York am sortimenio de machinas para descarocar
algodao, sendo de i i, 14,10,18 e 20 sorras, que pela sua qualidade e perfeiyo, tornam-
3d recommeodaveis. -
Os proprielarios garantem por nm anno a constroccJo das mesma?, e o bom re-
saltado em descarocamento de algodao. Sendo estas de om modelo tal. que alm de se-
rem de pooco volume sao muito facis para o trabaino, ficando o algodao o mais perfeito
possivel. Affiancaido-se os precos serem mais razoaveis que em outra qualquer parte.
Os preiendentes podem dingir-se ao referido estabelecimento, que alm de acha-
ren um bom sortimento de objectos de que tendente, encontrarao sioceridade e bara-
teza nos precos.
Moedas e prata
.nacie&aes, assim como jataeSes porlORneies e
hespanhes, compram-se < om premio : na ra do
Crespo n. 16, pnmeiro anlar. ___


ROCAMBOLE.
Acba de cbegar
saber :
parles a
Les Drames de Par I Le
esle celebre romance, bonita edico com eslampas, constando de tres

Rs. Sffocxi.
Rcsurreetlon
Rocamtmle
4?V o.
de Le
Dernier iio
Rocainhole
RS. 4Jooo.
de
Livraria franceza.
N.2D
JIMS
N. 2 D.
gC?* COR1CAO HE OITItO. ^Jfefi
A loja D.ID intitulada Coraco da Caro na roa do Gabog, acha-se d'cra om diante offerecen
? ,0 resi'eitavel pablico com especialidad? as pesioas que tionram a moda oe eajeotos do uitinso gos
M 'a Pars) per menos 20 por cento do que em ontra qoatqoer parte, garaminda-se a qaaldada e a so
x da* cbras.
O restiHtavel publico avallando o daseio que deve i> r o proprietario de sm novo estabelecimen-
ic qne quer ^rogresso em seo negocio deve ohegar imn-.ediaiamentb ao c ;ro de ouro a compra!
aneis com peteitos bri loan ten, esmeraldas, rubios perola ; verdaderas e* agarras, modernas peh
dimimxto fweo de tul, brinsos modernos de ouro e cera! T>*ra menina pela preco de 34, maracas de
prau cum cabos de marfim e madreperola obra de moderen Rosto (o tjae e encontrar oo coraco de
ouro) voRas cos de ora trabalbo perfeo por um modicc |kvg>, cassotetas, tranealins, pulceiras alflnetes para re-
tratos ouiros aodelos todo da alio gosto, neis proprkrs para botar cabello e Braja, dito para casa-
mento, o artito m9ett tero o Coraco de Oro um completo e bem cariado sertirnento de diversos
goslos, mines para pnnhos com diamanta, rubios e esmeraldas, ubre-sia.importaste ja' pelo seu va
Sor Ja' por costo ds eseobo, -brincos a forma da delicada mostona de moca com tangente conloado es
m*raMa-<, rnbins, brilhantes, perolas, o gasto sobime, alnete pora gravata ae mesmo gosto, relo-
^ios para seobora ravados de pedras (reclosas, ditos para homem, diversas obras de ferilbaotes de
uuKo gosto, crasiatias de Tubios, esmeraldas, parolas e orilhant's, aneis com letras, cacoletas de
natal a ouro tescoberta para retrato'fa inglesa) brincos e-franja, ditos amperatrise toda e qual-
qo?r jna, para seol car retratos e obras de cabello, e oatros mGito* ebjectes qae os pretndanles en
contraro *> Cflracao de Uuro qu se conserva com toda a aroitbilidade aos coocorreates dallndo-
se de aqoHmwrioDar precos de certos objectos porque (deseulpom a manetra de-fallar) dizendo-se
ipreco talwa alfoem faca mo inizo 8a obra, por ser tao dimir.uia quaptia a vista do seu valor.
Na *sma loia compra-se, 1reca-se ouro, prata e pedns preciosas, e tambem recbese concev-
tos, por menos do qoa em outra qoatquer parte, e do-e obras a amostra com peauer, conservande-s
e Coraco n> Ouro sberto at a 8 tioras % noile.
Qonkjner nesoa que se dwsgir aoG-iracao deOnrcoo se podera' engaar com a casa, pois
cota so nabina frente om coracSa-pandorada pintada de-arcarello, alem de outro qae se nota em urD
rotule fisto se advarte em conse^nencia deerem ja' aJgtMRa pessoas eoganado com outra casa.
Compra m-iC escravos
Silvlno Guilberme de Birros, compra, vende e
roca effeciivamente escra-os de ambos os setos
de todas as idades*: a' na do Imperador n. 79,
-rceiro andar.
Compram se
com premio moedas de o ro e de praia'nacienaes
e estrangeiras : na ra di Cadeia do Recite n. i6
armazem de Adriano, Cslro & C.
Coaipra-se urna Baj| terrea boa e nova, mo-
derna, em boa roa : qoeo ti ver para vt-nder di-
rija-se a botica na praca di Boa-vista o. 32 ou an-
noncie. ________ _________^^_
Libras eiterlinasc
Compram-se com bom i remlo : na pra-a da In-
dependencia n. 22. ______________^^^
Moedas de ouro.
Naciooaes e estrangeiras assim como libras
esterlinas: campram-se ni roa do Crespo n. 16,
pnmeiro andar.
Compra-se ooro e pi aia em obras velbas :
oa praca da Indepndete a u. 22.
MeMs "
de ouro e prata
Compram-se moedas de onro naciooaes e estran-
geiras, bem como paiai-oes dos diversos conhns :
em casa de Adamson, Hovie & C, roa do Trapi-
cne-novo n. 40.
Na ra de Abollo, armazem n. 12, compram-
se dous escravos pretos.
c: o iii 111* a -se
orna escrava qae cosiuue e engomme bem e nm
preto cosinbeiro qne se p;iga bem : na ra do lm-
i erador o. 21, a fallar com Joaqnim Lopes de
Almeida.
Ccroprainse meada ido ouro e prata naci
naes e estrangeiras : no irruazem de Aogosto F.
de CHiveira & C., ra do Trapiche Novo n 42.
Gimpra-se por mais do qu en ouira qoal
quer pane, prata brasilera e estraogura, libra
esterlinas, moedas de 9>l e 164 porttiguas. d
55, 10 e 20|5 braslleirs e >e trnraof sedla
ds cana- Uiiae.s do lian-o oo lira-u : oa ra ua
Cadea do ReciT-s n. 58, uja de azulejo.
Asia de ieite.
Pre do R-nano o. it, t* aoaar. Assenarase excel-
leote '.r u r mea correspondeafa ao traba-
IfcC'Como se oooveociaflar.
Aiot-t-se amt bjt casa-na cidarfe de Olioda
para s-4 pausar a f-M cwr com modos sara gran-
de famtiu a i priocipta da ra do Amparo : a ira-
:ir di fooitoe s P<4ro roa de Aguas-verdes ou-
mero S.
.too R i>a da Sitva, poriuuez, prai a Euro
pa tratar a> sua saato^ levajid era compaatiia
nm liiw -^e m
000
Compra-se na loja.de pas da coraco de ouro
o. 2 i), roa do Cabula, tioedas naciooees de iOi
VEIIDAS
Armafo
Vende-se urna srroacs< de loare nova ieverni-
sada, da casa da ra da; Crutes o. 37, proprla
ua:a 'ual'iu^r n*gneli\ p;,ra tirar ou Hcar na mes
mu casa : a iraiar na me ma re>. n. 41 A. lirberna.
-- Vende-s;; uroa^sserav de i7 ano>, couj ba-
liilidalus edesembarcj, oaistima prelada C-.sia,
alta, bonita Bgara, boa quitandelra : no be eco do
Lobato n. 7
scnv;io da (atena pruviuuui Tor-
s Kaoteira, OHi'loa seo cartorio da roa
o'I-iaperador a 3a. para a casa n. 27 da
iusma roa, jtmo do tribunal de com-
merco.
O abaixo asr.igoando,'ha?endo dlssolvidc ami-
savrlmente a sucedade ua pbarmacia da ra da
Imir^ralriz n. f, que noria Com o Sr. Irru C" -
In ; da Silva, o qual ficou cem o eslabelecimeulo,
e'ttndo a seu carg. o activo e passivo do mesaio ;
varo peranta o publico a com esprcialidade aos
(-fi-r.-. mdicos fer essa deolaraeo, accresceulan
do que nenbonia responsobilidade Ihe cabera' pro-
tfenieole do-prep-tro dos medicamento* que, mani-
pulado n'aqaeila priarma'-ia, continuarem a sahir
Com os aoiifis roiolos.; onde se l<5 a eiliocta r-
ma sucia!tt-ura & C. Contra o que desde )a' 5(M)l), (Sft, 75,
proie>t o atiaixo as-igsado : protestando atada \ ja.f}3g>
rae*mo o ahaixo assigtudo fazr \ater o seu di-|* i^^^
relio contra o seu ex sacio, -e coiitiouar a usar
nos rotulo smetes, eaMas h mais papis da ex-
fineta (irme social ti oi & C
Suteoibr.1. 30 de 1867-
;Paarmac-utico Jos Elias Precisa-se He urna ama ae*leite, sem Qlho:
na rna Nova n. 26, 2* ffdar.
Veadeseuna boniacrioola da 19 anne^i
viuda do mato, pee), unta dita de 6, com nabi-
lidades, ta-mbem peQa ebiolta ; oa roa do Fugo
numero 9.
amsm
/Vo armazem e fasendets de
SantsCotAhv^Tua do Quei
modo n 19.
Uo-m e barato
Lansinhas Poil de Chvre a i& ccovado.
Medapolo eBfeatWld a^a peca.
Caaibraia de cores inatisadas Bojssimas b
800 a vara,
dem brancas trans^rentes flae< de 4,
8(J e ltfooo a pe?a com it>
Fabrica e f'undico de bronze
e outros mntaes, caldeireiro,
laloeiro, e funilro, situada
aSoledade, tua do Prin-
cipe n 3, e com deposito na
ra Nova n 38, da cidade
do Recife
DE
BRAGA &SAMPAIO
Fabri$am-se neste importante estabeleci-
mento todas as obras concernentes as artes
respectivas como sejam:
Alambiques de todos os tamanhos em
feitios, os mui acreditados aparelbos de
Derosne com as dimenc5es delicadas dos
fabricados em Franca.
Fabricam-se avulsas quaesquer pecas des-
apareas, como sejam o dilatador, ratiflea-
dor e condensador, ou esquema garapas,
resfriador, serpentinas interiores.
Fabricam-se bombas de todas as dimen-
ces e qualidades, pelo systema francs ou
americano,, simples, de pressio, repuxo, e
com especiaiidade a estanca rios I assim -dp
nominadas pelo enorme volume de agua
que absorvem calculada em 100 pipas por
bora, e das quaes algumas eslao prosapias a
serem experimentadas.
Existem bombas por este systema, me-
nores, para regar sitios, garantindo-se nitol
s sua duracSo como a grande quantidade
de agua que fornet-.em peto que s5o cons de-
radas hije as primeiras bombas conhecidas.
Todas as m>is obras se fabricara yonta-
de dos freguezes e a seu capricho.
Exitteui -empre promplos no deposito in-
dicado na ra Nova n. 38, um completo sor-
timento de obras solidas, bem construidas e
a precos r^soaveis, como sao alambiques,
serpentibas, taxos, passadeiras, repartide-
ras, escumadeiras, cocos, candeias, e muilos
.outros uieuc'lios preprios para eogenhos,
! como sejam mancaos de bronze, parafuzos
para rodas de agua e outrts.
Cavilhas, machos para lemes, pregos de
todos os t*iuantws e para o forro de cobre
de navios.
Aprompta-se ludo quanto diz respdto as
obras de lati torneadas e pulidas com tuda
a perfeicao.
Vlvulas para tanques de banho, toroeiras
de todos os tamanhos e qua'idades, assim
romo todos os ornamentos para militares,
boloes para farda, Hparelhos para barretina,
nmeros; espheras, espadas, cornetas, alam-
parlas luribulns. caldoirinhas, navetas, almo-
farizes, perfumadores.
Obras de foihas de flandres de todas as
quvtidadfti, bal.s, bacas, bules e outros
utensilios domsticos.
LampiOes para gaz para engenhos, folha
de flanflres emcaixas, blbas de cobre e la-
to, tubos de -chumbo para encaoanientos de
'todas as dimencons, fulhas de zmeo, estanho
em barras-e vergoiAa, lancees e barras di
chumbo, vidros linos p>ra es^hos, de co-
res, bordados, e opacos, e bitos para vi-
dra^as, diamantes para cortar vidios, cadi-
nbos ordinarios e-de patente, rea para mol-
dar, folies para-ferreiro lavatorios com ba-
cas e jarros, trra podre e outros nmeros
o! ject!j proprio ae taes estabelecimeutos.
Sendo todas as obras inspeccionadas e
ffilas^ob a direcc5o do sneis a-lminist edor,
iosc Baplista raga o qual se acha de novo
especialmente incumbido da gerencia oe lo
adporiatite 'estabelecimente, isso urna ga-
'Var/na peta *ua longa pnrtice, que tem os se
-nheres -frepuezes de que st-rao servid-s a
contento, oom promptiaoo prego curamo-
do, peloque os proprietaris Ihe serao^ra-
deeidos.
Kival sem segundo.
lina do Que I mano n. 4L&.
Qner acabar com as fazeodas abaht
meaciODadas.
Queiram vir ver o que boa e baratiaua*.
labynntbo com bco, baea-
Loja do Gallo Vigilante
DE
Gairaares & Fritas
RA DO CRESPO N. 7.
Os proprielarios deste bem conbecido es-
tabelecimento tendo em vistas a boa vontade
com que t da generosa populacho desta bol-
le cidade concorre com a sua coadjuvaco
para o basar de prendas que costumam es; (
ubelecer no da da commemoracao do anni- canas de pantos de segnranea sem en-
versano do Hospital Portuguez de Benefl- ch >rre a......... ,
cenca, cojo producto applicado a bem S.jk>netea de familia a !00,160e.
Toa Ibas de
da boa a
Carreteis de liona com 100 jardas a .
Gravatas preus e de cores mnlto Anas a
^.aixas de brelas de massa muito novas a
enfladores para espartilbo de cordo e
uta a...........
Carretels de Hnba Alxandre com 400 jar-
das a ............
Sabonetes moito finos a 60, 160, to
Jilos de bolla muito finos a 2*0 e
tfiadas de linha roxa para bordar '.
/aras de cordo para espartilbo a .
*otes volteados para regacar cabello de
memess a............
rseos de macaca' oleo mui tu Oso, a .
>botoadoras moito linas para colleies a .
-artdes de boba branca e de cores a .
abra de a rea preta sopenor a.....
'scovas para talo, hienda boa, a .
Varas de franja branca de liobo para
toalba a ..............
Pe^as de bieo estrelto com 20 varas moito
booito a.............
Varas de papefina de diferentes largo-
ras a <20,160 e..........
Cosas de palito balo
3IIW0
30
500
O
(O
too
IJGOO
200
40
60
240
iMwgtft-ae 4oa> casas no poiio aa M...cii.i
era Bebann a be>ra do rio, muito frescas e pro-
prlas para q-iem precisa de banhos : a tratar os
Recife roa Direita padaria n. 69.
Offrece s aoja ama pira coslnnar para a
sa de ;ii?u-'a (amina : a tratar na ra Augusta na-
mero a.>3.
Leeiaoa-se a ulfpjo
e a tocar varios
instraseutos dando'se as lico^s psncu-
larsam suas propria casa-, das S ho- g
ras iratat-fla roa Augusta n. 30 un oeste ty
P"grapMa. 88
ninuHi
.Na roa dos Acou^uisnuK n. 4 iaa-s* e en-
.f,omma-.-.y<:2in tjJa perfelcao, e o mais commodo
:passivel. ____________________
Jnc Marques e Berctrdino Marquen, sobdl
, ; pouo^)a!e, vo ao fU> de Janeiro,
Miguel oa PoriUcacie Gomes agradece defuado
aoomoanUar na quiriite molti-r Iitabel Amalia da
Silva U'boa at a soa ultima murada, e da oove
coovui* Dan a essog seoSo tambem a aqaallas
.peoas qne a hoo'ram con soa amteade a compa-
reeerem as ti tioras da maaha de dia S do -eor-
reoM met, f^Nrn) dia de eo falleeoento, a as-
slstir-'m a uma-missa q,oef>elo seu eterno descao-
-eo tam de ser dita na avent do Uirmo detita
cidade.
Hi-eci.>a-!>e urna eogommadelra
dolmpefador n. Di, faadac
na roa
L~a-se e eogomma-se com perfeico, o por
menos pr-ci qnean ootra qoalqoerparto : na roe
ido Rosario da Bua-.Wla n. 47.
Joaquimos Goagalves
Beltrao
. RtttDOTIiricM M. 47 Io ANDAR)
Saeea por Lodos oa paquetes obre o Baneo
4C Mt^bo em Ora^a, a sobre ou oles loga*
- em Portugal. -
-
aber:
Lisboa.
. Porto.
Valenca.
Gui maraes.
Coimbra.
Chaves.
Viseo. X
Villa do Con**
Arcos de Val de
Vianoa do Castalio.
Ponte do Lima.
Villa Keal.
Villa-Nova de Fatneicac.
Laroego.
Lasos.
Covilhaa.
Vassal (Valpassoa.)
Miraodella.
Baja.
Barcellos.


.

Fe A planta, conbecida -entre nos sob a de-
noannacSo do ftdega&.e no Rio de Janeiro
provincias do sul doate imperio pela de
eritta de gallo, o tiaridtum tililmimum
mtiartdium elonoa'.um ite Scbum, eoAe-
hotvopium curciAsadium de Mart, perlence
familia das t O 'fedegoso considerado, na therapeuti-
ca pnruambucana, como urna das plantas
mais recummeiidaveis por cuas virtudes cu-
rativas, t e appli-.iaiio interna o externamen-
te, como calmante do sy>teiia nervoso, na
paralysia, asibma, tosse convulsa ou coque-
lucbe, tosses recente.* e antigs, sulIoca(e6,
catarrhos pulmonares, etc., on geral coa-
tra todos oilofii montos das via respirato-
rias ; sendo nm ncebeate unitivo para
aqueles que padecen de phtuica pulmonar.
Sua t-fficacia contra o ttano .ou-espasmo
ineontestavel, e niugoem ha (jue.a deseo-
nhoca.
i\Se ignorando dos o fue acabamos de di-
zer, e ^forcandu-oxt1 por ser til Uumanida-
da soredura. preparamos o que abaiso indi-
camos, pondo a disposico os distinctos m-
dicos, e dos duenle* desta e das out> as pro-
vineias de&e imperio nossas preparafdes,
que sao:
Olinda
Ab'ga-sfl o sobrado de um andar da rna de
S. Pedro Martyr em Olinda : i tratar na roa
do Imperador a t, i." andar, proxino a
trtfesia do Oovidor.
HISTORIA M CAKLOS
XII
Rei da Saecia
VO VOLTAIRE.
Vende-so esta escellente obra por 4J200 em
brochara, na livraria Eeonomica ro do Cmpo
0. 2.
Na mesma livraria tomam-se asigoatnras para
avida da Horacio Nelsano celebre almirante
anglet a \S eada "leroplar._____________
PILLA5, TINCTURA, XAROPE E ViNHO
DE FEOEGtiSO
loica d|NiUU
arabia *J. A. Puto, ra larga do
Rosario n, 1.
dem bran;a tapada de 8J e-9|j a peen
csui 12 jardas.
dem braica francesa muito terga a 94 a
peca com 8 varas.
Baloe* de 35 e 40 arcos nesgados pin
xihoras, a 45500.
dem de--mursulinc nesgados a 50.
dem de crochet a 5A.
Id-rn de mursolirit: para meninas a$e
t55oo.
Saias t.oriadas a 5.
^amorates admascaias par-a cortina a
12 a peca com o-va ras.
dem para forro z 'hi a peca com IOij*r-
<5as.
Cambrak de linlw-muito fina de f^e 0 a
*ra.
Madapoaes finos do 6#, 7#, 85, 95,*^,
\H e 12#.a peca.
Platilha de algodao superior fazenda para
sai-as a 3#00 a peca < om lo varas.
O iberias de chitas Lenees de hambuc(!0 tiuo 5400.
ddem de bramante muito fino a 3>(K).
Pannos adamascados para obrir meca a
4JRMM).
Guardanapos de linbo adamascados a <5
a diuia.
Atualbado adamascaco com 7 4/2 palmos
de largura a 20 a vara.
dem adamascado de twbo com 7 1/2 pal-
mos de largura -i a 'ara.
Algodao enfocado (orna meama largura
a l-Uc a vara.
dem (raneado de algodo a ltftOa vara.
Toalnas alcoohoadas de liafco lisas a HA
a dozia.
dem de algodao fepudas a 134 e li
a duza.
Colchas 4e fusto a 65.
Lencos decaiuoraiabrancosnosa 1|800,
t& e .-V'oo a duzia
Lencos de cassa fi nsimos a 35200 t
356U' a duzia.
Fti de linbu liso a 'oo a vara.
IikKo com salpicos a looo a vara.
GnvJeuap'es preto oou a lKoo, 25 e
25r oc o covado.
Moraotique preto superior, a 258oo o co-
vado.
Flaneila de todas as tores a 800 rs. o co-
vado.
Tarlatana do todas is cores a 8oo rs, a
vara.
Bramante de liobo am 10 palmos dolar-
gura a 25-'oo a vara.
dem un hubo com 5 palmos a I5?ea s
ara.
dem do linbo com .11/2 palmos a So a
vara.
Riqusimos basquins a 255000.
Assim cuuiu outras muitas fazendas que
se vende por menos qne em outra qoalquw
parta, e d-se amostras de tudo,
Veni/e-se
Per de parretra, mascati I branei, pola aba-
caty, mangaeira da luraar ica*. abacaii, roelra e
dalia; tai da Ci>u i, 13.
Bea piu^a do Douro,
Chegarem barns de quinto cora poro viBho dn
Oouru g*,-ntiiio se qne nao i? confeicau a!t'U-
oi;i -x"''Mfj de om boc.attvnho de agurdente,
que ibe1 bularan para podw n-slstir a tiagem,
nesie ce a*? .-o o oaelbor qae tem viodc mercado, e ruuito proprio par: usar us hora- de
comida- veode se flor precfl-ffli coma na lija p
rmatela do Pavo ra Oa teperatru n. 0, de
Gm -Sov.
Kut dolmperaof n. 82.
I! r.-'.-j.".'.:us para
Dito irt js. .
beojem.
540011
oAnOo
Para -aias a 1S0O Vs280 e +#00
Cbegou para a loja do Pto urna grande
potco de ocia fazenda waaca *specialaen- -.jj^
daquelles que baidos de recursos, e no leiio
da dor ali procurara melborar seus soffri-
mentos e aproximando-se o dia dessa grao-
diosa festa por isso apressam-se em avisar
ao respeitavel publico do que ha de mais
moderno em seu estabelecimento, alm dos
quaes tem variedade de outros, que a serem
para um fim i5n justo os venderam por pro-
cos mui rasoaveis.
Riquissimas caisas com msica cometido
o necessario para costura, proprias para um
delicad'- presente.
Riquissimos livrinbos cora capas de tar-
taruga para missa.
Riquissimo albura com capa de tartaruga.
Porta joias, dedaes e relogios neste gos-
to urna infjnidade de objectos.
Vasos, caluogas e palliteiros de porcelana.
B. 11 -cas que cbamam papai e mam3i.
Finissimos lencos de cambraias de nho
meo dsticos.
Calimbas com perfumaras.
Bengalas de canua com lindos castoes de
marfim.
Riqnissimos eofeites com coques 9 sem
elle inteiramenie anvidade* e ultima moda.
Liudissiiiios cintos para senhoras.
Finitas lindas de raito gosto.
Lindo port-bouquet com cabo de madre-
pentla proprios para casamentos e bailes.
Riquissimos lequesdemadreperola.
Lindos toques de sndalos para senhora.
Ditos de. saodalos para meninas.
bitos de sndalo tendo nj centro um qua-
dru de seda, ultima moda.
Leqoes de f^ias muito lindos.
Ditos de ossos.
Lin os pentes de tartaruga, massa e outras
4.muitas qualidades.
Luvas iieiouvm. inteiramente novas, bran-
cas, pretas e de cores.
Ditas de seda.
Meias de seda e algodao.
Lindas trancas pretas e de cores c>m ve-
dilrbo e sem elle, assim como lindsimas
guarnices para enfeilar basquines e botoes
para os raesmos.
Lindos iodispensaveis para meninas das
escolas.
Bengallinhas para meninos.
Suspensorios para meninos. .
Lindas tmquinhas e sapatinhos ricamen-
te enteitados proprios para baptiaados.
Meias de seda para o mesmo fim.
Muito boas esco as para deotes, chapos-
roupa, cabellos, unhas e para limpar pentes.
Superior linhas para crochet.
Agulba* para o mesme fim.
Lindos agulbeiros e dedaes de madrepe-
rola e marfim, assim como de metal.
Lindas guarnicorfs de botoes, tespara oole,
ponnos e colenuh'is.
R*cas capellas para noivas.
Meias de seda para senboras.
Superiores thesouras para unhas, costura
e actar cabello, etc., etc.
Suspensorios de seda para hornero.
Di ios de alodio para homem e meninos.
Finos aderecos pretos para luto.
Grande "ormento ae finas perfumaras
do melbores fabricantes at boje conhe-
de madreperola para
Grosas Oe botoes
camisa a
CariiKia de dooirina chhsiaa a .
Latas com superior hacha a......
Quaderuos de papel pequeo superior a .
Do7a de baralbos francetes sopeiior .
Gruta de ptionpboros moito sujie-ioros .
C 'Xas a realho do mesmos.....
Caixas de pbosphoros de vellinha contf ndo
00 vellinhas moito soperlures a .-
Re-mas de pe alm3Co muito soperior .
Resmas de papel pautado soperior qoali-
dade...............
Donas de meias para bomem.....?-5*H>
Duzas de meias croas moilo soperiores 4J0* O
tbocolatc de'orsbrlere "
purgativo de magnesia.
E' o chocolate de de>briere o maihnr pnrjiantB
~, "i-
500
3O
500
10
?*rOfj
15 0
lo
160
um
al acora conbecida e de grand
us, uoae lem sido muiii appli<
Hotel Dieu pelos protessores Tr u
cem o melhor resoltado.
lJor ua ai;co laxante porga
mago e os ;-atestinos, e apresenu
dos como dorivailvo, abrovente, ,
fn-scante e depurativo.
Ue(:osito rtspfti.
3'-lua lurga do iw-.-., wi
Botica de Bartblmeo .
mmmmmmu mmm *mm*
15'
.3 f. 'al
h v -'* **-
' r
j .1 fv.-., ia-
!
m
m
*
te pai-a saias, leudo a largura a altura f-ufli-
cente de uma saia com um bonito bordaifo
de nm lado ou mu* bonita orJem de pregas
deforma que cum 3 1|2 veras se faz uma
saia de um so panno, e veude-se pelo barato
precede 15, 1528o e 155oo rs. a-vara; na
loja s armazem do Pavao ra da Imperairiz
n. Cu de Gara &&iva.
Vestidas uranees e de res a 4; t
Veodetn-se bonitos corles de cambraia
branca com bouias bairas bordadas as>im
ci.mo *com barras da cor pelo barato prece
de '-io'j rs. na .loja do Pavao 1a da tmpe-
ratriz n.< yior baiege.<* de .teda a 4o rs.
Chegos uma grande poicao de lindissi-
simasb reges de seda,com os mais delicados
gostos seBdo fazenda muito propria para
pasi-ei^s, partidas, etc. Vendem-se ;pelo na-
ratissimo preeo de 4oo-rs. o a>vado na luja
e armazem do Pavao ra da Imperatriz o. 60
de Gma* Sito-a.
(Grande sortimento de fitas de todas as
qualidades.
E amitos outros objectos que impossivel
seria aieiicinna-los e que se encontrarlo na
lojd do Vigilante, ra do Crespo n. 7.
CASTRO NUNES
Grammatica nacional.
Sexta edicao
. ono
Livraria fraece/a.

Vene-ae aa l|a dt p^*ca
adepeudeaeia o 39.
CapeMas mortuarias para serem enllocadas em
tumbas, aiarumbas e septUiaras no eemiterla po-
hlico nara eriifSes sefuintes :
M-11 pai.
Simba mli.
Man esposo.
Mioba esposa.
lleu Qlho.
almba Sitia.
Saadade?.
Uma lagrima.
Amizade.
Meo amipo.
M-u Irmio.
Vioha rmaa.
Na mesma loja lamben: lem capellas de pedra
marmore obra prima.
Um moleque
Veode-se nm m-il^qu de bonita Qnura, 1 roprio
para eopeiro, do qoe leo pranca bastante, moito
enjerto e robusto : para ver e tratar oa rna do
Hospicio 0.11.__________'________________
Viobo suponer em cni jas da uma tJn'ia e
tero para vencer Antonio Loic de Oveira Axeve-
do A C, jm so^nrriplorlo roa rl.i Croi n. S7.
GRANDE
MGrande hxmazeni (Xq I i.
tas medicam en i.
Roa do Imperador o. 22.
j$j Productos chimicos e pnanu-
mt ceuticos os mais empregados cm
l medicina. i
Tintas para todo o genero de pin-
tura e para tinturara.
Productos industriaos e tic tas
para flores, como botoes de Aeres
e modelos em gesso para imitar
fructas e passaros com o compe-
tente desenbo.
Productos cbimicos e indnstriaes
para pbotograpbia, linloraria, pin-
tura, pyrotecnia etc.
Montado em grande escala e sup-
pride directamente de Pars, Lod-
g dres, Hamburgo, Anvers e Lisboa
m pode offerecer productos de plena
j confianca e satisfazjr qual juer en-
gi commenda a- grosso trato e a r?ta-
^ lho e por prego commodo.
mmm mmm-mmmmmmm
[rrita(?ao dos palmoer. augi-
iias, tosse, &earroa de
sangue, crupo ou gano-
tilho, catarro, rouquidiio
i todas as innumeravei molestias que affe-
i5o aos orros da resniracSo
DUM.iPPABKCEH
ediante a aeco da balsaini<-a h irrv
ANAGAHUITA
2
35-00
35 SM
000
Teado de se liquidar a loja de calcados da rna
do imperador n.32 :
Roroiui^s de Melll......
Pn.'S i" Sm-'X......
Dios de diversos fabricantes. .
^apalees ae beterro Suier. ,, .
Ririeguinspara meninos e mentas.
Ditos diliw ditos.......
B-irtegoms de lastre para bornees
(taier). ......
Sij>ai5es Meili.......
reguos curda va j......
Botas para montarla.
Pivaeiras e j;Jarda lama. 4
Sapatos de tranca para meninos. .
sai-atoe de co iro de lastre com salto
para senhora. .... .
PEITORAL de KEMP.
a tanacaliuita mexicana que da o uotne es-
pecial este incomparavel remedio, urna
arvore, cuja madeira por muito lempo se
ha usado no Tampico para a cora das eo-
fer mi Jados cima mencionadas. Foi tam-
bem ensaiada e approvada pela academia
medica de Berlim. O pei toral de Kemp
H3000 om xarope delicioso inteiramente livreda
ofruvn P' ac'd hydrocyanico e oatros ingre-
Sm dientes nocivos.
A' venda as drogaras de A. Caors, Bra-
vo 4 C. e P. Maurer 4 C, e em todos o>
estabeleciraentospbarmaceuticos do imperio^
75000
75010
85000
15000
25000
Terrenos
Gorama de mandioc
Yenda.** moito nn*a t boa } } frajar oa rna lar-
pa do Roirlo g. U, I0J1.
Para noivas
A loja do Passo acaba de reoeber riqnissimos
cortes de blonds para noivas cooieodo cada corte
capella, setlm branca para saia e om Hndlssirao
vn todo de moito g-isto e da ultima moda de
Paris, e ilde, qne tem de servir notando somenie agei-
ta-ioao curpo dajeobora qne liver de faier oso
delle. cujas sarvlodo onlramente para ora acto
15o bnlhante. o proprtetarlo dete oov albele-
cimento et resolvido a vende-tos ctm nm lucro
mni ratnavel, isto'. na ioja do Pauso roa do Cres-
po iKTA^esqoinadado Imperador.
- Vende se om molaiiobo~de idaaa~de"~ls an-
en?, linda Agora, bom eopeiro, habiluaao ao servico
de casa, sem vicios e bem educado : roa do Hos-
picio defrnote da casa em qoe fui o eymnaslo na
penltima casa jonto ao eanal; os pretenderes
podem ir vello das --eis as nove Horas da manDia,
Mi das tres a seis da ttrda. _______
Antonio Bolelbo Pinto de M-sqnlta conJeoa 1
vender terrenos no seo sitia do foo.l*, aas*) d*
rhegar em B-beribe, abrlndo orna irada 90 e-
mo sitio, qae a iravessa o rio de B-beribe, wgoo
do eoca menlo das aguas qn vao toiaer*r em
Olinda; no mesmo sitio achara' rom qvm um.
nos domingos e das otis, nu 00 Recite, rna #a
Ladea, loja de fazendas n. 54 A.
vende-se"
Motores americanos para doos cavailos.
Dito dito para qnatro cavallos.
Machinas para descarocar algodao de 14, 14,
i8, SO 30, 33 e 40 .erras.
Prencas para enfardar ate lo (siendo os sa<-
co cum 6 palmos de comirl nen cm o pesoaV
150 e 200 libras, viadas ammaroente da A0<*rfca
00 armaiem de Heory Porster 4 C, 10 cat p
dre II o. 2 joolo ao abinete Portagnex.
Cal de Li bo
Cabrtolet
Vnde-se por modleo areco no eabriolel de *joa-
tro rodas com 4 a?-tnws para w ,rit*r D*
. roa o Hojpieio p-11
So armaiem do caes da alfandega b. 5 iaa para
veoder superior cal uva, marea TM, cnegadal
das na baria purtogoeta o'ralidoo, aprecod
105 barril. ^^
Vende-se para o mallo oo para engl-
obo, nm bura negro de eochada de 4o annos:
oa ra da Imperatriz o. 28.
MUTILADO
-< jQI


m yyit
p
s
Alarlo de lcratmbat* *texla Iclra 4 de Ootahro de 1867.
BUfi DAS CINCO PONUS W. 86
AO GRANDE ARMAZEM
DAS
Sempre barato
OMQRO D

Ingleza 06r a 1,5, a libra e a 5*o rs. sofrivel 4 propria para tempero a 3Sa rs
dem Iraoceza a 56 rs. a libra.
Cha .
De primeira.qualidade a 2^800 e proprio para negocio 146oo a libra.
. Biacoi toa
toglezes pearl, nie-nac, oval, crecnel, e oatros superiores a 401 o **
A 24o reis a libra.
Geminas
BiemUbobranco.aiooreis a libra, de aramia verdadeira propria para ahmen-
m angas a 5oo reis a libra e caxiohas com 4 libra pop enos,, gqmma do Maraonao
* ISars. e tapioca sag a 24 a libra.
Chocolate
Superior a 10, a libra.
Doces .
De goiaba em latas a 105oo em caixa de 4 libras, .mullo fino a lJSoa, em caaoes
Je libras a 5qo e 32o.
Pelxe
Ej! latas a lSooo reis a libra, soriido em quaUdades.
Ostras
America a 800 rs. a lata.
Baldes e Vassonras
Americanas a 800 reis cada peca.
Tonel abo
De Lisboa a 320 reis a libra.
Tomates
Em latas a Goo rs.
Sal
Refinado em lindos postes por 5oo rs.
Rirshs de Wasser
A 2oooa garata.
vermouth e Abssiitho
A !f>ooo a farrafa.
Bltter
A l(5ooo agarrafa.
De bordeaux superior, Saint Estephe, Saint Julien, Saint Emilia a 7ooo a duzia
tls rs. a garrafa.
vlnho
Do Porto fino a 14#ooo a duzia e lJ5oo a garrafa ,e magnifico tambera a em bar-
di a 8 a garrafa.
Duque do Porto
Adamado e outras marcas a 9oo rs. a garrafa e l0 a duzia.
vlnho da I l.iielra "
O que ha de melhor a 45, a caada de Lisboa a 30 e 40 a garrafa.
Vinagre
De Lisboa a.2oo e 28o rs. a garrafa.
Farello de Lisboa
Saceos com 9o libras a 405oo.
CerTeJa
Franceza em gigos de urna duzia a 60.
Ingleza
Bass verdadeira a. T. e Yictoria e Alssop
Ao respeitavel publico pernambneano pede-se
Atengo
Banteiga ingleza
320, 500, 800 e i so no armazem se acba vista.
Manteiga franceza
em Horas 560 a 640, em barris se for differenca.
t>Banha deporco
em libras 320 e 38), em porco se ar difiereoca.
Fructas
em calda Pera, Pecngo, Ratona Claqdi, Atperxe e outras muitas 500.e 640 a lata.
Ervllhas
Portuguezas 640, francezas 900.
Vomo
em latas do Para e d3 albaneque, lata 10 e 10200.
Gomma de mllho
em pacotes, dita da trra 100 e 200 a libra.
Vlnho
de Bordeaux em caixa a duzia 55, garrafa 500, dito de 80 a duzia, 800 a garrafa, <
MEL
Veod-se mel a ra do Apollo
mmm

DE
140 a duzia, 10200 a garrafa, dito do Porto a
Joaquim de Almeida tinto
jurubeba contra o ingorgi
lamento do figado e do bago
Em extracto aleoolleo, emplas-
tro, oleo, tintura, plalas,
xarope e vlnho
A jurubeba urna das substancias medi-
como flgueira caada 30500 e 40, puro J A A Lisboa 20800, 30 e 30500 a qualidade ^ Q i(m dos t(jaicos e de80,^_
convida.
Caz
em lata de 5 gales e mais pequeas avontade do compra ior, em garrafa.
.... Ai*Mte
140 a'K 0 a libra, pamco a 100 a libra.
Azelte
em garrafas a 800 c 10.
CHARUTOS .
em caixa de 50 por 10, ditos Delicias, Trovadores e Parisienses em caixas de 100, ditos
da Expsito caixa 50, ditos de Regala caixas com 100 a 20500 e outras muitas marcas
que so na presentados compradores.
PREZUNTOS
delamego em barril, ditos de fiambre o melbor que ha no mercado por prego que faz
admirar 11
DOCEDEGOUBA
caixes de 560 fine, ditos de 10500 que. parece marmellada, dito em latas muito una
qualidade a 10200.
BOCETAS
com doce se ce o a U e 20.
QUE1J0S
do Alentejoem latas chegadopelo vapor Oneida, ditosFlamengosePratosdosmaisnovos
que ba no mercado.
AZEITONAS _^
4e elvas como no mercado nao temos a 10 a lata, em barris do Porto a 10 como nao ha
melhor.
raneisco Jos Hermana
RA NOVA N. 21,
acaba de receber um lindo e magnafa1
tinento de oculos, lunetos, binoealoe, da
timo e mais apurado gosto da Europa a 1
los de alcance para ebserraeOes a, para s
martimos.
Fimdicao d Aurora em
[Santo Amaro
a 5oo
reisa garrafa
INJECTION BROU
Em liquidaco.
Roupa feita nacional.
50, 60 e
truentes, sendo empregada com vantagum
contra as febres intermitentes acompanbadas
de engo gitamen:o de figado e de bai;o. Ella
tem sido apphcada com incontestavel pro-
veito contra a anemia ou chlorose, e hydro-
phesia, catharro da bexiga, e mesmo para
combater a menslruacjio Jiflicil, resultante
da mesma anemia ou chlorose.
Deposites eraes
Em Pernambuco, ra larga do Rosario
0. -10, Rio de Janeiro, pharmacia do Sr.
D.-,urailc, Rio Grande do Sul, em casa dos
Srs, Gasc3o & 6., Macei, pnarmacia do 5r.
Claudino, no Havre, pharmacia de Mr. Bla-|
rical, em Lisboa, na pharmacia do Sr. Feij6.;
mmmmnmmmMmmmm.
"MPharmacia especial horneo-
ja patulea do Dr. sabino O.
2 L. Pluho.
Cha de Ia sorte para oso das
W pessoas que se tratam homeopathi-
Hf camente.
Vende-se em pacotes de libra a
30200 rs.
Ra Nova n. 43.
mmmmummmmmmK*
O cordeiro providente
Na antiga loja de miudezas a ra do Quei-
mado n. 16.
O cordeiro previdente se ofana de ter o seo ap-
parecimento no seaipre memoravel dia 7 de se-
tembro. Elle cumprimenta ao respeitavel publico
em geral e a cada um cidaao em particular. O
cordeiro previdente nao se latromettera' em estra-
ohos e albeios negocios, restringindo-se apenai ao
que diz respeito a miudezas em cuja amiga loja n.
16 a roa do Qaeimado permanecer' esperando
de lodos saas valiosas proteceSes observando elle
Completo sorilm*nt( te taixas batidas e I
das, alambiques de lodos es tamanbos wteate
ditos, moendis de todos os tamanho? de superior
qualidade, crives e boceas de (ornalha. o ana lodo
se vende por commodo prego.________________
Vapwes.
Vende-se em easa de Saaaders Brothers & C,
o largo do Gorpo Santo n. 11, vapores pateatM
om todos oe pertences proprios para fazer moret
es 00 qnatru machinas para teacarocar alfote
"lj (Icnlc* lBlaUliel fmmuiii, aba
j i>riiidaas baUaai a nada. (Blitk a la
> ^anum !!. lldliMa MuiHi. HB.
iWiilMl
-*.
0 proprietario cUstesdousestabelecimen-
tos leudo muita fazt nda em ser e desojando
liquidar para vende mais barato que pos-' 0, enae-se caigas ae casimira a
sel na ra da Imteratrizlojas Tarmazens /Jj .** meial ca'm'" a J5600 aim de sna coswma^rnans
da Arara, ns.56e:*. ie *&** bKnm ParJ ?'JJ?
.", ... e 20500; ditas brancas de linno a 30oOO,
Alpacas admascadas para vestidos de senho-1 y e 3[. pa|lols de casimra preta e de .
ras 50) e 7*0 rs. res a ^ & g0 e 100; palitots de mea
Vende-se alpaca:; de assento branco com casimira a 30, 30500 e 40: palitots de al-
m

''--L ;-- .
PREPARAgOES FERREAS-MABGANICAS
APPBOVADA MU.* CADBU1A BS MEPlCm*
DE BRIN DU BUISSON
PWrucciIkt, Inrttii atla leaieoia de IsJkiu le Para
: ;
O eminente professor Trodssbao, na uhima ediclo de sea Tratado d* Thera-
peutiea $ Materia medica, reconhece que os ferruginosos simples sSo moitas
vetes inefficazes para curar u molestias que teem por causa o empobrec ment
do sangue. Hnitos mdicos dos mais distincios ailribuem esse m o xito a ausencia,
'estas preparacoet, do nutnganese, que se acba no sangue, como o tem recenhecide
es ckimicot oe mais peritos, sempre intimamente unido com o ferro. '
E' sois, prestar-senm verdadeiro serv?o aos Sr" Mdicos, o efaamar-se saa attencSo
sobre at preparacoes seguintes.
Io Ps ferreos mngameos ^^SSSSU&'SSS
9 eeaneeaia u aguas mineraet ferruginosas.
Pillas e larope de iodureto de ferro e de manganese inalteraveis
eaateBo cada ama cinco centigramos de iodureto de ferro manganico indicadas
parcularmente as molestias Tymphacas, escrofuJosas, e as chamadas cas-
eroeat e tuberculosas. ^
Mes de laetato de ferro e de manganese
PiHlai de carbonato frreo mangameo
alternar estas duas preparares di os melbores rcaatudos.
O Baria da Bossm desejamlo obter a adaeelo compkta da publica media a
cerca do valor de saas preparacoes, previne ajBa elk U pee gratuiumente a ina
disposicSo, dirigende-te ;
Ptrnamkue, a sea agente geral, Haarar O, pharaaeeatieoa, roa Hora.

para a chlorosis, a ane-
mia, a leucorrhea, a ame-
narrkea. A iadkacSo de
:ammmn
11111111

casimira a 30, 3S5UU e
listas e flores lisa e admascadas proprias; paca de cores e branca a 30500 e 40: palitots
' para vestidos de ser horas a 500, 720 e 800 (de brim decores a 20500. 30 e 20: serou-
rs. o covado ra da Imperatriz lojas da Ara- de algod5osinho de lioho a 10600, 20,.....
ra, ns. 56 e 72. v 20500: ra da Imperatriz lojas da Arara
Ditos 160 o covado. ^ ns. 56 e 72.
Vende-se ditos tm retalhos a 160 rs. o! Organdis de c6res a 640 rs. a vara,
covado, ditos em ptfa a 200 rs. o covado: i Vende-se cassa organdis de cores a 640
retalhos de caca prt la a 120 o covado: re- e 720a vara : talatana de cores a 800 rs. a
talhos de caca de cores a 200,240, rs o co- vara: ra da Imperatriz lojas da Arara ns.
vado: retalhos de liasinhas a 160, 200 240 56 e 72.
B-
?eade-se na pharmacia de P. Maarer & C, ra Nova.
TOGOSTO
Variad) sor ti ment de moderaos chapeos e chapeltnis de seda, de Al e de pal ha de llalla,
iasantnra e menina.
Superiores liras, bordadinbose entre melos bardados em cambraia lapada e transparente.
fla leja das celamaas a ma do Crespo o. 13
Aatoaio Corroa de Tasconcellos & Companliia.
rs. o covado: ma ia Imperatriz lojas da
Arara ns. 56 e 72.
Brim pardo trao ado a 560 rs. a vara.
Vende-se brim pardo com peqneno toque
de mofo a 560, 640 rs. o covado: ra da
Imperatriz lojas ns 56 e 72.
Laazinbas 1 200 o covado.
Vende-se ISasintas para vestidos de se-
nbora a 200, 240, 280r 320, 340 e 400 rs.
o covado: na ra da Imperatriz lojas da Ara-
ra n. 56 e 72.
Chitas francezas largas a 240 rs. o covado.
Vende-se chitas francezas largas a 240,
280, 320 e 400 rs o covado: ra da Im-
peratriz lojas da Arara n. 56 e 72.
Mosambique 1 400 rs. o covado.
Vende-se mosambique com palmas de se-
das para vestidos de senhoras, a 400 rs. o
covado: evareja i listas para vestidos de
senhoras, a280,3;0rs. o covado.
Sedas escosseza (omquadros para veslidos
de senhoras, a 280 320 rs. o covado: roa
da Imperatriz lojas da Arara ns. 56 e 72.
Arara venda as saias 30500.
Vende-se saias bDrdadas para senhora a
30500, 40, 60 e lv, saia balo ou crinolinas
de arcos a 20, 20JOO 30 e 30500: roa da
Imperatriz lojas da Arara ns. 56 e 72.
As sedas da Arara 10.
Vende-se sedas le quadrinhos e com lis-
tas a 10, 10200, 1*600, 10800 e 20, o co-
vado : pupclinas de seda com palmas saltos.
para senbora a I06CO e 10800, grosdenaples
de cores a 10800 e 20, dito preto a 106)0,
10800 e 24: roa di 1 Imperatriz lojas da Ara-
ra ns. 56 e 72.
80V0 DEPOSITO
I DE


Iya 0ESCAROCAR AtGODiO.
Manoel Bento de Oliveira Braga.
53Kaa Dlrc Ita .53
'.?lNeste estabelecimento se encontrado a
verdadeiras machinas americanas chegadu ultima-
mente, as quaes sao feilas pelo mais afamado fa-
bricante da America, por isso avisa a todas, as. pes-
soas que precisarem comprar, de se dirigir a este
estabelecimento que comprarSo das mais perfeitas
neste genero, assim como mais barato do que en
outra .qualquer parte, por isso que se recebe por
conta propria, bem como cannos de chumbo e moi-
nhos.para moer milbo, e grande sortimento de er-
rageas e miudezas em groaso a retamo.
Facas de cabo oranco de meio bataneo a 40
a duzia, limas finas da todos os lamanhos proprias
de tratlB0 de escultura.
Madapolao a 40000a peca.
Vende-se pecas de madapolSo com 20 va-
ras a 40, 50, 60, 70, 80 e 100: ra da
Imperatriz loja da Arara ns. 56 e 72.
Casimira emfestada a 10 o covado.
ca e agrado. Na loja do cordeiro previdente en
cootraro os pretendenles sempre e constante-
mente completo soriimenlo de mindetas, finas per-
fumarlas, luvas de pellica, objeetos de moda e
pbatiUsia e outros moitos que enumera los se tor-
narla enfadonbo, notando-se entre alies os que
abaiio vo mencionados, sendo por todos recoobe-
cido a cooamodidade dos precos :
Albuns de diversos tamanbos e qaalidades para
retratos.
Chaposinbos esapatinbos para baptisado?.
Coques simples e enredados.
Leque3 de sndalo e outras qualidades.
Voltas de retroz com eassoletas obra moderna.
GolDbas e puobos para senboras.
Bico de linbo a mitaco de do pafz.
Carlelras com finas agnlhas.
Modernas cbapeiinas e enfeiies para senhoras.
Liohas para crochet.
Laa para bordar.
Finos espartlbos para senboras.
Leques de diversos gostos a li-
O cordeiro previdente.
A ra do Queimado n. 16.
Vende os seguintes oojectos constantes do varia-
do sorlimeuto abaixo declarado
VERDADEIRO LE a01
1 flSRtaCT, Dacttar-Ma4*ct>
Ru da Seme,.6l, & F*-::.
Km ea*i garrafa, .ai. rt a rolda p^,, ,vi
qu* lca o mm nrt*. u rain!* inr-aa -^ -aa-
rtllocaa o &>llo lnraii.t m <%,
oonEiw-amcIr^^ L_ ..1.'
Jl PHARMACIEN
m'f.Ki........ 1
f
Deposito na pharmacia de P. Manyar t
C. em Pernambnco.
GAZEOL
Burrin du Buisson
Liquida voltil preparada por Soltase, repro-
duzin em volta do aparelbo parificado do gat earb nuco,
empregada com o mais segoro soccesso eeaara
a coqoeluebe, a phii-ica e todas as aotetias ebro-
nicas dos pnlmdes
VEBI-31 !TA
Botica e drogara
M
Bartholomea 4k C.
34Roa larga at Retara34
Q03S.
Vende-se easimira enfestada de duas lar-
guras a 10, 10600 e 30 o covado panDO fi-! sCllares eletricos magnticos contra as convnl-
no preto a 10600, 20, 20500, 30 e 40 : ra "
da Imperatriz lojas daArara ns. 56 e 72.
Algodosinho a 30 e 40 a peca.
Vende-se algodosinho a pegas de 30, 40,
80,60 e 70 a peca ra da Imperatriz lojas
da Arara ns 56 e 72.
Bramante a 20400 a vara.
Vende-se bramante de 10 palmos de lar-
gura a 20400 e 20500 a vara: ra da Im-
peratriz lujas da Arara ns. 56 e 72..
Algod3o enfestado a 10 a vara.
Vende-se algodo enfestado de duas lar-
guras a 10 a vara dito transado 10280 a va-
ra : ra da Imperatriz lojas da Arara ns. 56
e72.
assa franceza a 240 rs. o covado.
Vende-se cassas de cores para vtsdos a
240, 280 e 320 o covado, vendes-se cortes
de cambraia de cores e com barras a 20500,
30 e 30500: s as lojas da Arara, ra da
Imperatriz ns. 56 e 72.
Cortes de la de 14 covados a 30.
Vende-se cortes de 13a para vestidos de
senhora com 14 covados o 30, 30500, 40,
40500 e 50, vndese corles de calcas para
homem a 800, 10, 10OO e 10600. colari-
Bhos de linho para homem 400 e 5f 0, ditos
de papel a 500 rs. a duzia, golinhas para
senhora a 200 e 320 rs. por estes precos as
lojas e armazens da Arara, ra da Impera-
triz ns. 56 e 72,
TRATAMENTO r CUABLE, m PMIS
Madloo epecll conulifAe, 30, ra Vlvleun*
AVISO OS DOENTES. ,-K,-* tod0* ^ **
doentes me escrevem
Rio aalM co-
rado, tomei Cn-
beba, Copjaiba
i* totes H
to, eiamlii,
caaeltaa, ttnho
o eslomigo
dulu e nao ei tou curado? Usei e abusii de um grande numero de injkccauis om
curar em 4 d as, e eslou anda Mis doentes. *^
B\ MAIS O A.V\OS
que eoro radi clmente em reeaWdaS, Corrimmtoi, Kelaxaftlo do canal, Cotarra* i*
Pedas tem uut, curand primeira a causa virulenta, indanuBatora i'essas doeacas
com algiims idros de mea mcfcrativ* do ia.ioci para parar esa aoVctee,
caual loe tirnar a dar toa reflde dou para acabar meu excellente xa*opb as citbato de
40.000 DOENTES CURADOS
Verdadeiro traUmeato depurativo do unaae. At koreet a omw i noredi, iiimiiIii,
rrwridot, o*-M, ckaaat $ afftc&tt oeooreaj, kiaoret, e todas asdaeoc
do lanpe al) caradas em ponto leap* par meu stooro mpcoativo oo hmsi BMt
BA.^OO. I1IIAH, B|lBkaa PlbOUU BrCATlTi o WEB* 011dO akti-btboa
Veja-M a Buaeira o traUMe. A noticia Be lo da ir.lia do oBoatto 4* BkMO biobIii
atoo. Ebm Acoflonto trateateals ato cscuat Btoroorte\ > tuoerlerttaao a iBlmtSa
w'trtwto taatea atteaUcoea 4a
nte ha ibm i o ata oe possa
BoDitas abeloadaras para colletes.
Co arichos acoderos.
Fiaas navalbas cabo de marQm.
Escovas macbeotadas e ootras qaalidades para
roupa, cbapo e cabello.
Bonitas caixas para rap.
Tinta azol e preta para escripia.
Dita preta para marcar roupa.
Pios caaivetes para aparar peonas.
Lapis com canela de osso
Ditos de cores para desenos.
Bonitos tinteiros de looga e vidro.
Fixas para solo e voltarete.
Borrachas para atar papis e segurar puobos.
Dita para brioqaedo de eriancas.
Bolas de borracha.
Lodos maracaes.
Para offertas no hospital por-
tugus.
Bonitas cestiobas com troclas de cera, obra de
muila perfeigo e bom gosto.
Para cortar moldes e eabrolbar (azendas.
Vende-se papel pardo olba grande.
Para lastrar calcados.
Vndese saperior graxa econmica.
Vende-se papel para matar moscas.
A loja alo cordeiro previdente
Ra do Queimado o. 46.
iSellaacharoos prelendentes um graodt va-
riado sortimeoto de perlamarias oas> tanto ingle-
tas como frascetas, sendo :
Finos extractos para lencos.
Banbas e pomadas para cabellos.
Oleo philocome e baboza para dito.
Pos bygiemcos para denles.
Ditos campborados para ditos.
Opiata ingleza e franceza para ditos.
Pacotes com pos de arroz.
Vasos de porcelona para ditos.
-Sabonetas para mi e barba.
E moitos oatros objeetos qae serio presentes
ao comprador qae se dirigir a ra do Qaeimado
n. 16, loja do cordeiro previdente.
Bafldeijas peqoeas.
Vendenvse na roa do Qaeimado o. !. loja do
cordeiro previdtBto.
Chai utos
da acreditada fabrica de Jos Furtado de
-Simas.
11 fandtm-sa na loja do cordeiro previdente a roa
Cimento
Vende-se cimento Portftnd no armazem de
Viceote Ftrrelra da Costa & Filbo, roa da Madre
de Qeos n. 22,
ARROZ DE CASCA "
Vende-se em saceos grandes a 4500 : no tra-
piche do Conba.
\ 'ooda-se na roa Nora a. 25, pharmacia fraaceu de
p, MAURER i C.
Pars, 36, Roa Vivienne. 1>
CHABLEMtOEUNSPOAL
DAS ENFKHMIHADAS UES SKXL'AES. AS AKfKO
rUTANEA-. F. A -,TERAi;OF.S DO MIOBaTB.
M.OW eori ao tiwpinyiBB.
puUnlat, htrpu. ni mw
mmiinei. acrnaonio, mi-
ler(ot*,vieiotot thnmmfm
imi, t '.Vraeooo 4o BBB>
oue iXarupr e^alal -ni mercurio). BraaraCAx
rpgeiaf BiMiu NIKRiri toaao-M ivf
por semaaa. aofofeao o traciaoioolo Pa>rmtiB a '
emnrfpailo ns- n is sc'estias.
Este XaiTpCitraetoac_
e CHABI.8, cora iiiitrv
i amen te i\ a al(! u Ptirwmcam,
, flajaeao. e ttiMm, o
igualraer.it oa/Tnroa .'*
brnnrn OBO mullirre. Pili njri l II) atalaja OB>
prega-o co ai a Xarope da l.ilraclo de tem.
tleanorrtiMna. roada que ai cora a tras OBM.
POMADA ANTIHERPCTICA
Costra: oa> atfeccna clotwaa eomixoao.
PILULAS VEGSTAES DEPURATDIAt
.- B1 CaaaBB. cada rraaca tai irrraiBBato oo a>

aviso ag sns.
MCkMalMa.
Curo *Til*irrAfj WM
rotj*'"<-* fe r rio
! nervoiUM tus 'm
l*j lo | ','01 t0'"' u* ^P"
LoAtA > *! i TaM lio ur.ilo; tia>t:i'iu *
urna iiilha rrh'li-a i\r*w \t\r\Htm O* m*r
Dr. CIIALb. cm P.irn, ra Ulonoe
. :il*
'A venda na pharmacia
e C, em Pernambuco.
de P. Manrar
GAZ GAZ GAZ
Cbegon ao antigo deposito da Henry Forsttr t\
C, roa do Imperador, nm carregamento de gu do
primeira qnalidade.o qoal se venda em partidas
i retalbo por meos preco do qae es otr* qoal
raer parte.
Sedas a 320 re. t eavat
Vende-se am bonito sortimeoto de sedas de
qoe sempre se veoderam per muii) mais <1idi
e liqoidam-se pelo baratissimo preco de 390 rs.
covado, s para acabar : na loja e traazem o> Pa-
vao, roa da Imperatriz n. 60, de Gama k Silva.
Retalio
Vende-se ama porco de relataos da chitas ca-
cas pretas, por preco barato, na loja e aiaaxeai do
Pavao, roa da Imperatriz n. 60, de Gao & Sirvm,
Attenijao.
Vende-se nma mobilia de Jacaranda' a Lola X?
e juntamente nma de amarello ao mesmo fotto,
sendo estas obras maito sondas e segaras, a par
preco raioavel : na acredito da casa da marciaei-
ria na roa da Gamboa da Carmo n. 11
%
ttenco
ende se ama mulata, a qusl engemma, case.
coztnha e lava cum perleicao : a tratar na roa da
Cruz n. W, botica franceza. ___
Fundigo da Aurora
- Taixas da farro-atada, toa sortlmento a qtall -
dade soperior
5 atranloi)a.ia0xtwnmtw oonF^
do Maltes a. 18, venda-re aeeos com 'n
mandioca unto a reutbo con enPfM
a vlau das aatMiadat aareao nlngaea^eliara^
aaaaofrar.
ttenco.
. Venham ver
Vende-se na loja de mareioeina aa Cambe da
Carme n. li,]aalba apparelbada da atetaos- arta
para tecer cadairas e sofs, por preco saa cota-
modo do qae em ootra qnalaaer aarte.
"^^Vende se orna macniaa a vinar a >reaiB
seis eavallos, de perfelia "*%&> *
ferragem precisa par aaover varias aebiaas te
Sscareo'**<**<'0O ^S!lrL22t
do a propriedade de ;er factlmeate ***"*r*
estar moudi sobre rodas. VaaO ta Imaaaata
por preco mallo barato tara liquidar
merlcaoo para doos eavallos co ka
ees para o mesmo flm, nma prensa
algodo de systema moderno, a a
algons toneis do S e 6 pipa* a aap
orlos para destilaco de engente a
mel: a ver a tratar aa fabrica da tr;
rloca n. a, ces do Ramos.

Vende-ie am iraao ea Ucaaaga' aaaa
^afaaafaa-
krraaa
trente para a estrada ana segu para a Varas faa-
nbeeida por estrada d'agna rerraa) eate krraaa
teta palmes de fraa*a K a naa : 1 tratar
i
V,
do
*5,

I MITILADO____L
riu^a.l^at.a.aa^an.aaaa^ .i.,.,. ,ul
.
i


Iftrft ff rer ..vafeace *afa felra 4 de o(abro *e 1807.


V


Oollras .Royer
Ou Anodines elctricas magnticos
Depoalt) acreditado
Ldja da aguia branca roa do Queimado n 8
Apregoar aioda os prodigiosos effeilos dos
Collares Royer ja nao easinar ou querer
introducir aovidades, porque a {ama de si
eficacia tem*e tanie astead ido, e os seas
felaes resultado* a tal altarar elevado, que
hoja rara a pessoa que por experiencia
propria, ou por intermedio de seus amigos
e parales, ignore ou desconhe ;a as virtu-
des desses sempre apreciaveis collares
Royer.
A agu a branca porm sj. gloria de concor-
rer para ihd to justo flm, se n5o por ou-
ro modo ao menos por ter sempre, e cons-
tantemente um completo sortimento desses
collares nugneticos, que bem se podem cha-
marsalva vidas das enancas.
Resta anda que os senhores pais de fa-
milia se Cacam convencer |de que conven)
nao esperar que as criancas sejam atacadas
do mal, e por isso necessario ou conve-
niente que com antecedencia se deite na
criarla um desses collares para asslm estar
ella preservada das convalcoes e se contar
livre dos rigores da dentic.8o.
A aguia branca roa do Queimado n. 8
continua a receber por todos os vapores
fran-;ezes a quaolidade que ha contratado e
Armazem de fazendas finas para grandes toilette u*o
ordinario para todas as classes, .
ra do tre po n, 9 A. esquina da do Imperador

DE
.i
Custodio Jos Al ves Guimaries.
O proprietario. deste importante estabelecimento avisa ao respeitavel publico
aos seos amigos e freguezes que acaba de receber pelo vapor fnncez Guienne, di-
por isso acha-se ella sempre provida dos ver-'versos artigos de moda, os qnaes sao de completa novidade para este mercado, e apro-
colhres Royer eletricos magne-
dadeiros
ticos,
Ghapelinas modernas,
enfeites de dores, capelias finas para noivas,
ditas brancas e cor de rosa para meninas,
calxos e ramos de flores finas e botes de
ximando-se o dia da comm^monclo do anuiversario do Hospital Pjrtuguez, por isso
apressa-se em vir avisa-los do que ha de mais moderno em seu estabelecimento, como
sejrfm:
Riquissimas chapelinas com coque. Luvas ile Jouvn preta, branca e de cores.
Duas sem elle. | Lindos cortos de lia a m barra.
Lindas chapelinas de palba da Italia. (Re- \ Riquissimos cortes de transparent de se-
rosa de diversos tamanhos: na Aguia Bran- > commenda-se muito estas chapelinas por se- da para vestido-de senhorastambem nov-
cau ra do Queimado n. 8
Meias finas para meninos.
A Aguia Branca ra do Queimado n. 8,
recebeu meias mui finas para meninos, e
est vendendo as de cores a 530uO duzia,
brancas a 50500 e cruas a 60000.
Trancas de vidnlhos, brancas e pretas, lar-
gas e estreitas.
A Aguia Branca a ra do Queimado n. 8,
recebeu novo sortimento das trancas cima \
ditas, e como sempre vende-as por precos
commodos.
Fitas novas
para cartas de bichareis e a irm i.idade Bono Conselho.
A Agffa-BraDC?, a ra doQaeimade o. 8, recebeu
novas tilas achamalotadas para ambos os lados,
mai escarpada e toda de seda, rom viva o agrada-
vel cr, e cu sempre, vende por preco mallo
rasoavet.
Bonitas bonicas
com rosto da cera, olhosfixos e movedicos,
A aguia braaca a rpa do yuoimado o. 8, rece-
beu dio aovo sortimenta de bellas b'ooecas cora
rosto de cera, olbos fices e moverjfao* e cono
sempre vende-as por presos commodos, resobado
osles em relacao aos aiffcceotei laasaobos de que
se coojpoa o soriimeolo.
fcl'iir dea ti fric*
A aguia branca a faa do Queimado o. 8, rece-
ben de bo9 esse apreciavel elixir cojo oso ne-
cessari para emsenraeSo das genglvas e acabar
o mo haiut proveniente de denles armiados,
cada frasco- cusa 2J.
e odontalgico.
rem inicuamente novidade).
Riquissimos cintos de seda, com matames
achineza, ultima moda.
Lindas saias de la" com bordados, propria
para as excellent ssimas senhoras trozerem
| por. cima do baiSo, ultima moda em Paris.
Lindos cortes de seda para Testidos.
Moireaotique branuo, azul e preto, fazen-
Ida inteirameote nova.
Grosd-aples de todas as cores.
Ditos pretos.
Leques de roadreperola.
Ditos todos de sndalos.
Ditos de sndalo tendo no centro um qua-
dro de seda, inteiramente novidade e ulti-
ma moda.
Chapeos de sol para senhora.
Ligas de seda pira senhora.
Ditas para meninas.
Espartiihos para senhora.
Riquissimos enfeites para senhoras, intei-
ramente novidade.
Balees pjra senhoras e meninas.
Touqoohas ricamente enfeitadas.
Goeiros bordados.
Toalhas de lahyrintho milito ricas.
Ritas fronhas de labyrihto.
Riquissimos lencos de dito.
Rendas, bkos da erra e gradespara lencos.
Um ric > tencol de labyrintos.
Riquissimas basqain.esde seda preta, bor-
dadas com gosto.
dade.
Lindos cortes de 13 com listas de seda.
Riquissiruas fivejlas para cintos.
Fil de .-eda e de IoIh.
Riquissimas camisinhas para senhora.
Riquissimas saias bordadas.
Punhos e golliutias paia senhora.
Riquissim s manteletes de cores, inteira-
meute novidade.
Peitos de linbo bordados com gosto pro
prios para camisas de noivos.
)
Couros
I Ferreira & Matheus, na ra da i
| Fiecife, vendem : couros de vitela de
Ce vacca e de boi e sola envernisada nt>
[rias para calsado coberta de carros, *J
MUA* WAZESH&A8
HA
LOJA ARMAZEM
V
(23

Ra da Imperatrii n.
JE
GAMI <*? SILVA.
Tendo os deso deite grande estabelecimento resolvido liquidar a maior parte das
suas fazendas resolvern vender com grandes abatimentos em precos, assim como teem '
recebido ullimmente urna graode porgSo de fazendas novas tanto inglezas como francezas,:
alemSas e suissis, teem destinado venderem-nas mais barato que em outra qualqner parte
aflm deapurarem dintieiro, dando de todas ellas, amostras deixando ficar p< nhor, ou '
mandam-nas levar em casa das excellentn*simas familias pelos s-us caixeiros; assim como !
as pessoas que negociara em pequea escaUa, neste estabelecimento comprarlo pelos mes-' & Wils ch
mos precos^que o^pravam as cas.s Dglezas; ganhand.-se apenas o descont. {fg qS^e cSer^e do
w.na. \ 35o" e 3* pespontos, toda e qualquer fazenda, emba-
.T~d!m^f?mJ?!:?,?d.e sortime?o de en- illhar> fran?iri horr e marcar roopa; to

GBAMB1Z1R
na Nova n. 20 e 22
Machinas pa a costura do autor Wbeej*
Cortinados para camas e Janel
lasa 0 164/-20*'e 254
Vendem-se um grande sortimento dos
memores cortinados bordados que tem s in-
do proprtos. para camas ejanellas, pelos ba-
ratos procos'de lo0, 164, 2o4 e254 cada
par sendo neste genero o melhor que tem
vindo ao mercado: assim como pegas de
nolinas ou baloes de arcos para senhora pelos ( 1Prfpir3o
barato, precos de ,4, 24000 e 34 por ver | p^PTftdl2en^^ ff
"; v "v i'"' '""c' prenenue-se raciimente a maneira ao traw
PL!JT n6 Imi?mrd V*L -lh0 e a Pessoa "^ Prati d coser em m>
.SRSft r^SLGm* ***** P^e teer por haoservko aoofr
grande
v5o, ra
PANNOS PAPA CADEIRAS
Venlem-se um grande sortimento
de
jciam 30 costureiras.

Vende-st> casemiras escuras enfestadas:da I peratrizn 60, de Gama A Silva,
proprias para calcas, patitos e coletes assim 1 Cassas a ? 1 ri. s o pavSo.
como para roupas de meninos a 24 cada] Vendem-se bonitas ca.sas iu^lezasde c-
covado, ditas claras farenda muito fina co-|Xes Hxas pelo barato preco de 240 rs, o co-
vado a 244oo ou corte 44, ditas muito me-,vado, ditas francezas fazenda muito fina com
llior fazenda covado a 34, isto na loja e ar- padrees listradose de flores, assim como com
mUYl'Ml lili I>il-3(. mi. ,1 1 I. ....-. I .-I-, n C.l 1 n-iUn.. :__.. _______
perte-
maria e etc,
Na ra nova n. 20 e 22. Cariieiro Yiaa
na A G.
Collarinhos de linho lisos e bordados para
homens.
Lindos veos e mantas de blonds.
Riquissimas vestimentis para baptisados
conteodo chapeosinho, s patinho, meiasinha
e camisinba com lindos I orda io.
Riquissimos chales de touquim.
Grvalas de se a bran para noiva.
Ditas decambr ia de Inho com bordados
as puntas, oovidade.-
Chxpos de sol de s da com cast5o de
Giarfin.
Ditos de outras qualida les.
Chales de seo a.
Ditos de cachemira.
Chapeos de seda preta para homem..
Ditos de pbamasia para homem.
Casemira preta muito lina.
Ditas de cores inteiramente novidades.
Cambraias, Jaas, chitas; madapol&es ou-
tros muitos objectos-
mazem do PavSo, ra da Imperatriz n. 60,
de Gama & Silva.
BRIN6 DE LINHO COVADO too RS.
Vende-se superior brim'de linho puro fa-
zenda muito encorpada propria para palitos
*jcalca8 e roupas de meninos sendo padies
jmiudose graudos pelos baratos presos de
Est tuda remediado em qu tnU a Ia-( O dono deste importantissimo estabetecimento contina aolouvavel proposito de
Tos d pellico, (querer vender muKo e ganuar pouco, sajeitando-se a tirar em suas mexadonas um lucro
Porqne a airoia branca por intermedio de om rasoaveL para assi Degocianie de n >ssa yraca maadon contra'.ar com
om bom e acreditado fabricante de duas, para
este ihe fazer remessas diretameole por todes os
vapores, sendo a primeira a que agora acaba de
Cbegar. O r^hrieaoie promet- maola-bs sempre
da raelhjr pellica e na verdae as qiw vieram
dessa vei coofimara o seu Izer, e peles lifJeren-
tes eofi>it*s ipths trarem d' ella mais a conbe-
cer o apurado gssto e perfei^io de soaoba. Res-
ta pois que os fc ios e consumes fregoetes eonti-
ouem a favorecer a afroia branca em qianio ella
vai se livriudn dos maos qce com seos fiados a
iam depeoando. <
Gamisi has bordadas para baptizadas
A agaia branca a ra do Queimado n 8,
recebeu novo sortimento de camisinhas bor-
dadas, sapatinhos de setim tarubem borda-
dos, meias de seda e chapeos'nhos de setim'
enfeitidos, ludo para bapt>sados.
Bahasinhos cober os di* comas
A aguia branca ra do Queimado n. 8,
recebeu benitos bahusinbos cobertos de coli-
sas, e cestinhas bordadas a froco, objectos
esses de novidade e gosto, Je proprios para
offertas no .leo que ter lugar ne hospital
portuguez. .
Acoaam-senaaspchegam outras, c^r-
rea4s de be ra ha
A aguia branca que au se descuida de sua
boa freguezia, tem consUateraente mandado |
buscar essas bonitas

Af LOJA OE FAZENDAS DE AUGUSTO PORTO A 0.
11Ra do Queimado11
A.o?asto Port & G. ac- am. de receber da Earoia superiares cortes de seda t ores parcj
bailes e casamento*. *
Ricos curtes de blond ena mana e cappa para noivas.
Cortinados bordados para camas de o ivas e janeas re 1$ a RO cada ai.
Celias de seda e outras de la e seda o que ha de raptor para ramas de oivas.
Toalhiohas de croch p^ra calaras e sofas, espartiloos a saltea* para lenhoras, .-samisiobaf
com maogotos bordados e lindos encbovaes para baptisados, e ba'oes de musseiiia e de reos pan
senhoras e meninas.
Levas de pellica para homem e senharas e superiores chap. de sol de odas as qwlidades.
Laa para vestidos baraiis6>ma bonios padroes o covado a %u.
Tapetes sraodt!* p^ra sof, ditos para piano, rtitw pra cama e peqnen [ira portas janellas.
Hott branco e preto superior para vestida* de luidos d-sentios. srosdBa!le de tolas as cores
seda de qcadr.ohs. camblas braocas de inditas quadad^s, 4 Basquioes de seda preta uKiaja moda, chaios e retojriM Cam'sas para tumens francezas e ingteas de Itabo e algoso unas e s periores.
Capaa de b>mofi.i, sobrnt is e perock-as as meiqorea e malselegaote.
Malas grandes pra lagts,dlta* pequi-xias saceos de ispetoa coaro.
Braitanln braucade i lar^uris a 25S09 a varjj pianos pretos aznes, casemira pretes e del
e modernas correotes ires ,,Id" ^^e ,ar"c-
800 rs. o covado ou a l#4oo a vara, ditos
de differente qualidade a l4l6oo a vara, di-
tos brancos trancados a li)2uo, i^5oo,
1^6oo e i, ra da
Imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
Corles granadinos para vestidos
Cbexaram o mais bonitos cortt s de or-
gandy Granadinos tendo lo varas cada c re,
j^eodo 7 v ras listradas para a sa'a e 3 varas
lisa para o curpo, te nao as mesmas 3 va/as
enfeites corresp *odeote saia para eni'eitar
o corpo e mangas tendo entre elles multas
irangastoT listas pretas como actualmente
se usa e vohde-se pelo barato preco de 60,
nicamente na toja do avao, ra da Impe-
ratrir n. 60, de Gama & Silva.
PARA CAAS PE NOIVAS
Alem de um grao le sortimento de corti-
nados, encootra-se/ urna grande poryae de
ricas colxas -de croep que se vendem a 80,
io0 e 12i, ditas de fustao brancas e de co-
res a 70 e 4 00, na toja e armazem do Pa-
vao, ra da Imperatriz n. 60, de Gima de
Silva. ,
DAMASCOS DE LA
Vende-e nm booito sortimento do melhor
damasco de laa imiUco de seda, tendo 8
palmos de largura que se vendo pele barato
preco dei05oo ecovado,ditos com6 pal-
ifiosa Sjoo, ditos de urna so largura a 800
e idreada covado, na loja e armazem do Pa-
va *, roe da Imperatriz n. 60, de Gama &
Silva.
Tiras bordadlas* e Bafeadiahos
' Qaem quizer fazer boa compra de tiras
bordadas ou babadinhos, achara um grande
sortimento para escolher e pur ^.reco muito
mais barato do que em outra qualquer parle,
na loja e uima/em do Pavio, ra da Impe-
ratriz n. to, defama A Silva.
"F zcedas para into na leja do
Pavao
Vende-se setim da China com 6 palmos de
largura proprio para vestidos a 20 o covado,
liazinha^pretas lisas, alpacas com lislra bran-
ca a 10 t covado, cassas. brancas com listras
Esteiras e alcatifas para forrar salas.
11Una do Qneimado ti
ia horrarhs m nu n sii tara vnlla 1 Neste staheeciosento ha sempre um coispleto sortimento de beas fends ta'oto para a prac
e MrwM, que senem naojparaivnitas, Mn)iJ tt,lr,t(i;^0Vlill.A" Zbtfrn #^ pnrba para c***m*nm<-i>m sejam mpttg,
como mesmo para ouiros oioerentes Bienes mantas, vesti.ios de blooe e de raoH-.branco.cortiaados, colchas, veadendose todo mais *tfato e
Oimjjarecam pois os pretendentes .que;. taabom as neiboras
acharo bom sortimento de ditas corremos
na loja da aguia branca ra do Queimado o. 8.
Ciatos de narroftiini com fivella de
50 pan irtfvims
Vendem-se a ra do Queimado, loja da
aguia branca n. 8.
Fe res proprios para frisar babadinhos
Veud-inse na roa do Queimado loja da agu a
branca n. 8.
Bonitas efflftdemas vallas pret-is com
piagetites.
Vea branca o-*.
Este "sub-li-oimeuio acaba de receber Iludas
chafieliBa para aenlura, ricas ealiinhas para co--
lar, ilia* uara j-jias, Beoles parados para coco,
ivwias muiin mea, aksimcoaw autos e puiseira
daitiinmoda daBaris, ntremelos e bahadtsoes,
bonitu* i iucdores doorados e de Jacaranda, espe-
Ibua escisseies de diversos tamanhos e ricos cani-
etes para senhora, vollas para pescoco, gravali-
otaas, loco de seda, dito de aigodao, lahynnlbo, e
muitos lOtros ohjfctoa de apurado gosto, que i
torna enfadeaho mencionar, tuao por precos mui-
to commodos: a' roa da Imperatriz n. 70, na tola
4a Lealdade.
GRANULOS ANTIMONIAES .
Dn Doctenr PAPILLAl'D
No atedlaacal pan enraa8 du molesiit do cortcaS, da aitbmi, de eatnrho, da oqaelneke,
da tsica,, ate:
GRANULOS ANTIMONIO FERREOS
Pan a araaa* 4a anaaua.
da ehloroaif, da amaoorrbea, da* aarraljpai, na1
aaerafalaaaa, ate.
Ttaac, du BolaatiM
GRANULOS ANTIMONIO FERREOS AO BISMUTH
Para a curacas da* aolaatiaa, narroaaa, du tm dlgastiTaa, dypepiaa, ate.
WWLAAQJk t Pharmacia de E. HOUSNIER, i Saujon CharenU-Inftrienre).
Bm Rio-de-Janeiro, FLIX FARAUT, pharmacia, 71, na Seta Satambro.
Bm Pernambnco, P. MAURER al C*. pharmacia, roa Not.
Bm Maceio. FALCO tAS, pharmacia imperial.

Aos agricultores.
Sauodrrs Bratbers & C. acabara de reeeber
de Liverpool vapores de torca de 3 a l cavallos'
eom todus os perleBces, e mni proprios para-laxe*
lem movrr maebinas de descarogar Igedio, po-
dendo cada vapor trabalbaral com 140 serras,
ttmb'im servem-para enfardar algodao, ou para
otro gaalqner servico em que osam de trabalhar
eom animaos. O- ime^mos^ lamlx-m luj a' venda .
machinas americanas de 33 a 40 serras,
BjO- pr .u-ndeetes dirijam-sa ao larfo do Corpo-:
Santo o.H.____________________
Uarregameolft de burros
Eslo a' venda na roa da Concordia, no terreno;
defrnnte > aniigo armaiem d" ao'. o* maiore e
aaelb ires borros qoe tea) Modo a Pernambnco, os. j
qnaes e vendem barato.__________. ]
K7r. Rabello saca por todos os vapores
sebre.
Lisboa.
Porto,
Figueira.
Braga e entras cidades e villas de Portu-
gal inclusive as ilh >$ daMadeira, Acore, etc.
PILLAS de BLARCARD
,aa> mddbsto di mo dauiutii
Approradas pelo Academia da Medecina da Farit
ar
ratina aosriTii* db raaaf*. da beloica, da irlabda, da rtriaaia.itc
taataaae mu _aaaaja*i v*i**rfa* tUn-r*rk, tasa. V P *, tasa.
Bataf Plloiaj etiToiTldas a'ama eanada realao-bataamlca de asna (cnoMade eaeeaalta, taaa
aanuf de tere loa Itera veis, m tutor, de u pequeo valaoM, ideo* eaniar-aj ai
rgaea rtliilOaa.j Gocaodo da*propriedade* da Iodo de F-R-o, eUaa pah-enie nal ilTrrfar CUoroliuu, Btcrofuljiti, latarnUaMU. CaaM-waaa, l m uunrrkam,
aiurriu, a*aua^BJPi iQ. etlueOereceai ao* pratleo* um aedteaca < iu BHU*
' para asoduVar a* e>*tlcoe (ympAaiiw. fra*~ tkiUtUm.
1 kaaura ea aliarida oa aiedla*-
rei* a at aalbaaeMa4a
Te-aaaslCMaaa
ateaehaaaaata*
Lda laliiainaal
_*. r aai **,t ae. FWfc.
* a. O Mdn
aa**i_u. Htkaia.
Ir., ni o
>n
*** raaaaa raa. De*. *
ir* aa ahanaa e ubi atedio*- j*f
rB> a da aathaacMaaa da* Slf
e exiaif eo_ mM a JSUWTi
"Viaai irrn^ r***~ y^ f

Aata
** toa as ra.rm.cl.
Veodorsena Botica;Eraneeza roa Nova n. 85,-
Novo egraacle deposito de.superior carvao de -Cardiff nj
- Babia.
Antonia Gomes dos Saofc* 4 C., ra Santa Barbar*, fl, l, eetio i ha illllsdoi t sapprir dt
oarvio- _a,eoodioa mais favoraveis ^oe em out> j qaajquet deposito, 3, tadoe.1. -OarlO! a vapor qot
rjeLnaymlle porto. A contratar aesta rom Domingos ivas alatbers.f
pretas a 000 rs. a ara, dites pretas 4lsas e
com s Ipicos vara .a 5o rs. ditas francezas
com listras e rama rino preu, alpacas e prjuces, mais barato
do que em outra qualquer parte, na leja d>
Pavao, roa da Imperatriz n. 60, de G Silva.
CHITAS PRETAS A 2oo RS.
Vende-se cinta preta ingle/a com paltni-
nbas a 3'o>rs. o covado ou a peca por 7fl
leudo 38 covados, ditas lisas a 16o rs. o co-
vado ou a peca G;>, diuis francesas de todas
as qualida Jes, na loja do Pavao, ra da Im-
peratriz n. 6o4 de Gama d Silva.
PALITOS DE PANNO A
Vedem-se palitos de panno preto saceos
a 6)9, ditos sobrecasacos a toa, calcas de co-
-ennra preta a G e 1&, dita muito finas a
95 e io, finissimos sobrecasacns de panno a
u e 2o, calcas do casemira de cor a 7d e
80. um grande sortimento de coletes de toda
a qualida e e outras muilas quididades de
roupas qu se vendem mais barato do que.
em outra qualquer parte, na loja e armazem
lo Pavao, ra da Imperatriz a. 60, de Ga-
ma & Silva.
CHALES A BENOITON A 50 E 6
Vendemrse oa mais m demos chales
Benoiton pelo barato preco de 5 o 6& 'di-
te? de merino1 lis,o ZJiSio, ditos de crpon
a 70 ',8& ditos de i _er]^ com-barra iM
e 5 o, tu loja e armazem do Pavao, ra
da Imperatriz o. 60, de Gama & Silva.
CASAQUINHOS DO PAVAO A 180, 2o
250 E 3o#
Cbegaram o mais modernos casaquinho?
ou jaquetas de grs preto, ricameote enfei-
tadas sendo nos com entura e outros soltos
conforme' se osa- ltimamente e vendem-se
pelosbaratos precos.de 185.2o,5,a5e 30^
na loja e armazem do Pavao, ra da Impe-
ratriz n. 6o, de Gama a Silvaj
ESPARTILHO
Vendem-se magnficos espartiihos france-
ses -oioglezes, na loja e armazem do Pavao,
ra da Imperatriz n. fo, de Gama & Silva.
CASAQUINHOS DE-FILO'v
Vendem-se os mais modernos casaquiohos
ou basquinas de fil preto, pelo barato preco
de 164, chales e retondas de renda pieta, oa
loja e irmazem do Pavo, ra da" Impera-
triz n. fio, de Gama 4 Silva-.
Baldea de can**
Vendem-se as mais infiernas criaolinas
ou baloes proprios para vestido* de cauda,
sendo meleores e mais moderos qoa tem
vindo ao owcado, e Pr prec/is muito ra-
9oavei* oa lua ilo Pv5o, ruada Imperatriz I
palminas miuuas proprias para meninos a
3oo rs. o covado ou a 5oo rs. a vara: e pe-
RIVAL SEM SEGIKM
aa do (intimarlo a 46, loja de
mladezaa
DF
chioclia na Jeja e armazem do Pavao ra da jn RnnW n A
Imperatriz n. 60 de Gama & Silva. L A jf'l //t9odtrtWO
Caaaaa e inua a aa 1 ir. a *ar de babado bordado do Porto a .
* .ivas ce H,ua so cor a 441o rs. Carreteisde retroz preto com duas MUvae
a Tara. propriisparamacbioas a .
Vend-?m-se mod: mas Cassas francezas de T,'is fraoceres de todos os tamaotios a
urna s cor sendo azul, roxo, cor de lirio, ro"s l bol^s de "W J"" ea,5 a -
verde, cor de ganga, cor de rosa e encarna LVSliS H?lL.. \
aa sem deleito algum pelo baratissimo prego Parriteis de reteoz de todas as .res a .
de 44o rs. a vara, por haver grande porejo: Frascos uVaaoa de Colonia moitosopfrior a
na loja e armazem do Pav5o ra da Impera- Eadedetesoe0raa''
S
U0
10

triz n. 60 de Ga 1 a di Silva.
Laazinhas aatisadas a 28o rs
co*. a do
. pf qoeoas a.....
' Frasco? d'agua para liropar de o le a .
O Redes preas lisas para segurar cabello a
! Duzia s de peonas de acomotto Qna* a
2
Vendem-se bon tas lazinhas matisadas,' :4ai"s de cor fiza e ditas de um, cor s tendo en- ^^^^^r^l^ \ \
tre ellas cr.res escuras e de muito bom gesto Syllabarlos coro estampa para menm-F a
pelo barato prc<;o de 28o rs. assim como Memento d roopa de lavar a
bonitis bareges de laa traosparente com
quadrinhos pela barato prego de 32o rs. o
covado : s na loja do Pavao ra da Impe-
ratriz n 60 de Gama f Silva.
CHITAS A 28o RS.
Vendem-se bonitas chitas de cores editas
UOVolOS
('albores para meninos a .
Masso eom superiores grampos a
loriis para meninos a.....
feotes com costa de metal a
Realejos para meninos a .
GRiND
RA NOVA N
BftZAR
.OE ti
o, 60, de Gama & Silva.
frailas de meias flna.< para senhora .
Agulhas francezas a balan (papfl.a. .
fe(as de fitas de la di- toda- as ccVes a
Gazas de boles de porcelana prale^i n
Canas com alfineites Iraocezes a .. .
Caias de i00 envelopes muilo Unos a .
Resma de papel de- pt.-a biactio k'i 1 .
, Frasco com superior imia a.....
roas coffi pequeo toque de mofo qne se Pares de botdes. de panbo mallo boaittv
garante largar logo que se lave, sendo de Launas em cartee de 200 jardas a .
cores fixas pelo barato prego de 28oTS: O Caia de superior liaba do gat rom 50
covado para ncabar: na lija do Pavo ra
Ja Imperatriz n. 60 de Gama Silva.
CHITAS DE UMA SO COR A 28o RS. O
COVADO.
Vendem-se bonitas chitas lisas, senda cor
de ganga, cor de havana, lirio, rosa e outras
aire,- pelo baratissimo prego de 28o rs. o
covado, ditas di mezas com as mesmas cores
e oom palminhas pelo barato prego de 3oo
rs. o covado, na lija e armazem do Pav3o
ra da Imperatriz n. 60 de Gama Silva.
PERCALL*S A 44o E 5oo RS.
Vendem-se finissimas parearlas com pa-
drees mais novos que teem vindo ao merca-
do sendo de listras e de palmas pelos baratos
precos de 44o e 5oo rs. o covado: na loja
e armazem do Pavlo ra da Imperatriz n
6e de Gama & Suva.
GRANDE SORTIMENTO DE CHITAS
A 32o E i6o SO O PAVAO.
Ven lem-se chitas de cores usas com de-
senos intiramente novos e com os pannos
mu to encorpados pelos baratsimos precos
de_32o e 36o rs. o covado, ditas claras pa-
droes grados e miudinhos proprios para
roupas de meninas a 32o e 36o rs. para
vender barato: na loja e armazem do Pavo
ra da Imperatriz n. 60 de Gama di Silva.
CHITAS PAilA LOERTAS A 280 RS.
Vendem-se chitas largas para cobertas
pelo barato preco de 28o rs. o covado por
serera padres .um lano escuros na leja^do
Pavao ra da Imperatriz d. 60 de Gama A
Silva.
LAZtNlfAS A 400 E 100 RS.
Vendem->e as mais bonitas lazinhas ma-
t.zadas e de bsLs mais modernas e mais
bonitos desenos pelos prtcos de 4oo e 5oo
rs : na klja e armazem do Pa^5o ra da
Imperatriz n. flo de Gama a Silva.
ALPACAS DE COSES A 500 RS. O COVADO. .
Vendem-se as mais bonitas alpacas de cores
entestadas c.m- bouitos.desenhos miudinhos
teodo eolulles de todas as cores pelo barato
pr:co de 5oo rs. o covado, ditas lisas escu-
ras e claras sendo todas de cores modernas
e 6io rs. o covado, ditas lavlas, as melho-
res e mais modernas oue teem vindo ao mer-
cado : sendo havana, lyrio, verde, azul e
outra cores, que imiiem a seda, pelo barato
oreco de 8oo is. o covado, pechincba : na
loja e armazem do Pa*5o ru da Imperatriz
n. 60 de Cama A Silva.
POIL-DE^CHVRE.
Chegtm neste eneroi o traori que tem
vindo a* wercal par' Tefidbs com lindas
listras de sedt oft com bonitos labores da
mesma que se vendem pelos baratos precos
de 800, ljooo e 1528o rs. o covado-: na loja
do Pavao ra da Impratrifc n; 6o d Gama
& Silva.
VESTIDOS DE FANTASA A8^looE
Cbegaram os mais bonihfs cortes de ves-
tidos de faotazia muito proprios para passeiO
e soire8,.por terera luidas barras fie seda
e vendem-se pelo barato prego de 80 e loi
cada, uta aa I ja do Pa*5o ra da Imperatriz
o, 60 de Gama A Si va.
alas a 3 *40i rs.
Yendem-se bonitas satas escoras p.ioprias
para pzar em tunpo de verSo porcauza. 4a
poeira e principalmente para quem for p?s-
sar a festa no raatto, pelo barato preco de
3o.oo cada urna,. ditas brancas ricamente
bordadas tendo 4 pannos cada ama pelos
precos-de 50, 60, e-iiiJooe rs.: na loja do
Pavlo ra da Imperatriz o. to de Gama A
Silva.
vestidos branco* a t4foon.
Checaram os mais, linios cortes de cara-
braia branca transparente ricamente borda-
dos qie se vendem pel baratissimo pregn
de 240000 rs. na loja e arniazero. o PavSo
Machinas para des< arocar algodo. done
Ihor autor que tem apparecido Da Amena
E' tal a execucao do m icbinisme, que o i-
;od3o sahe quasi t5o perfeitocomo o dse-
la nde ira. Recommenda-se a attengSo do?
Srs. agricultores, estas machina.
Sal Pirtico effervecente^d
Samplongh
Ja bstanle conhecido em muitos paizes de
temperatura qoeote apparece pela pria*elra
vez a veuda nesia praga. E' excelieolo re-
medio para refres :ar a massa do sanano, a
o seu uso constante mantea a tade do car-
po em perfeit) estado."
Cura o enjoo do mar, dores de abafa,
diarrhea, febre amarella, sarampo, tjpba,
lebres gasticas, ana, febre interna, e eoao
talmaete das grandes sedes as febres, ala
ha igual.
A venda nicamente na ra da Impera-
Iriz n. 12.
Escravos fgidos
lo. 60 de Gama Fscravo rugido
Um molato de neme Trajaoo, carao!bo, aata
maaro, cabello de caborlo, levnn vestid* alea a
iinm pardo e eamica de sicodo : rn|a-te a Mat
s juitindades pohciaes o preodam, oa a qotqmar
pMsoa qae possa encontrar o leve a roa da Cna,
armazem n. 5i, ou na ra do Cabug I,ja de 1
ro pona* da aguia d'onro, que sera' ea
aieole recompensado.
ia *
7X
Do eoenho Cdlegio, do iba xo asattMia
fagio a negra Maxlmiaoa, cricuia, idade 50 aa-Mt
-rra dororpo, cor tola, Ix-ic* revirados, ettw
pef|tlenna lem por cosime oa por molestia
qoojar om pooco, snppde se estar acoouda
i-ie para onde ful lia p .ucus dias ; paia-se
r isameote a qaem a levar aos Srs. M .c-d k ax*>
vede no Rfdfa ra larga do Rosario n. 50 oa aa
dito engeobo.
J. A. de Sonta Retirlo de Araoj Perefra.
Pngr< em 29 de set'mhro prn.mo r>s-adc*
preto da Costa de Ame J tcinibo, idade 38 tMiS.
i< m talbos no toh bera salientes, asim aa
falla de deules, enlatara pcioco menps de restar,
< psroan Unas, ele., levou vestida eamm a taapi
branca, chape* de fopa bata redonda, de tata
o 'quenas : roya se as autoridades poUeias*
qnalquer parpcniar, a captara do dito eseravo, a
ser eotregne a .en seobor Joo da Silva Le;le Bt
ro da Cadete, de Becife n> 1Q. ,, ________
O escravo Matoeos de Jj.- Gu(ne> Tillar, eiM'
rugido, ioeleqpe,jle SO anoof, esUtora regular, Ir
preta, com marca de panno no labio Inferior
lado direim, temos dedas dos. pea aberto.
no? ; Uvpn eafja de prlm pafd.. camisa <
i:ao branco, ebapj de feltro preto, on da
i;om o pegar p 4era' levit a* toja da raa r1
|o n. 17, qae se recompensara".


em*
8
Da re de PcraWbae ~ Hexta felra 4 to Ounhr* de 1867.
mmiu gerl
essa decida-
G4TI1R.., DOS SEMORES DEPUTaDOS-
SE3AO EM 23 DE AGOSTO DE 1867
fRBSlPENCIA DO SU. SILVEIRA LOBO.
(Continoagao.)
t Itequairo que o governo informe se aos presi-
dentes oomeidos para Minas Geraes tem dado ios- aquella delegado seo, o tria demittido, como por
troceos a>bre as tendencias qaa devem imprirair motivos mais insignificantes demittio a ouiro.
OSr. Espiridio :_Aoth'< ogalardwa.
OSr. Lourenq) de Albquerque :rE
designados veem sempre asslm ; sto em todas as O Sr E-psridi: -Etimo moito
proviocias. gao do o br- depota lo.
OSr LoRRNgo de Albquerque : Nem V. I O Sr. Ambrosio Machado:Mas como explica
Exc. que o Sr. Aieocistre encontrn na gnarda na- V. Etc. a iutevengio de seo parales oo pleito
cioaal o mais decidido apoio. ;eleit>ral, declarndole depois liheraes histricos ?
O nobre depotado estraohou que eo iccosuse O Sn Presidente: -Attengo I
um delegado o governo, que sasteolo. Niio lem O Sr LouRBNg de albquerque: Diz em
razio S, Exc., porqae qu fallei, disse joo se nao accusava tambera o gover- elararam-se liberaos histricos. Esta' S. Exc. em
do, era por estar convencido que se elle tivesse tldo contradice^) com set iiliure collega, que ha pon-
conbecimento de .'odos os actos praticados por eos dias affi mou a cmara que na provnola das
polili-
admmistrago, re itivamole aos partidos
coa qaa d videra o paiz.
, < Sala das sessas, 2* de agost o de 1867 C. B.
Otiooi.
PRIMEIRA PARTE DA OaDEM DO DU.
Pedido de loformagoe?.
Contina a discossao do reqnerimeoto do Sr.
verda-
dos fac-
de, mas f-lo anteriormente a revelagao
tos.
Ojtra aecnsago : sympaihiso cora as ideas da
opposigio liberal I
Ea peosava, seobores, qna depois da terminante
Looreago de Alhaquerqae, pedindo informagoes ao governo sobre o numero de voluntarios e recrulas
ij h vieran da provincia das Alagoa- durante a ad-
mtaistragodo Sr. Jo Martins Pereira de Aleo-
castre; quaotos seguir, m para a guerra, qoaotos
(oram dispensado?, e porque motivo; bem como
coplas das Inspaeges da san le a que foram sub-
o actual gabinete liberal, nao me seria nega-
da a facqldade de sympatbisar con! as ideas libe-
ras-.....
O Sr. Espiridio : Ideas da opposigc.
O Sr Lojrex'.o dk Albcqbsrque :___da op-
poslgo, que ua i esta separada de nos pelos oria-
met.ldas as pragas do oltlmo contiogente viod da C|pj0<, raas sira por interesas. (O 1 oh I)
dita provincia, e da corre-poaJeocta do masmo Nao ser porventura pertmtlido a mlm sympa-
Sr. Aleocastre com o governo relativamente ao ,n8ar com ai3 de Qm Jo? Bunjfjci0 de um
chamamentoaoservigo da guarda nacional de Ana- Cbristlano Ottoni e de tantos outro? que all vejo,
da e dos ludios das diversas aldeias da referida todos velhos soldados do partido liberal?
provincia. I O Sr. C. Ottoni : -Nao senhor: om crime I
O Sr. LouRExgo de Albquerque :Sr. presl- q Sb> lourbnqo de Albuqueroke :Eoganoo-
deute, lucoinuiojado como esiou, s urna necessi- se Labomaye quando escreveu que o partido libe-
dade imperiosa, um dever indeclinavel me trarla n\ templo espagoso, onde ha lugar para to-
toeje a tribaoa. V-oho defenderme de aggressoes aos- NSo, senhores ; oo isso verdade.
injustas, da aliasoes desfavoraveis e de jnos de- No Brasil, o partido liberal ama igreia de pro-
severos. Sei muito bem que contl- porgue* acanhadas, da qaal proclamoa se ostiario
niii hoja a diseasso da lei annua ; nao o esque-
cere; isto impe- oe a maior brevidade possivel.
Nao quero qae a discossao dessa materia por outra
relativamente poaco imprtante, sobretodo lendo
hoolem declarado o nobre presidente do conseiho
que na le do organismo est empenhada a honra
do governo, a honra do parlamento e a honra do
pane
Assevero, Sr., presidente, qae discutlrei com cal
ma, coovanieac n cortexia, como convm a todo
o nobre depulad o, da qual S. Exc. presume ser
pootitlce, cora o poder de baptizar a este de conser-
vador, quelle de liberal, aquell'oatro de progres-
sista.
Mas, permiita-me o nobre depatado, nao Ibe re-
coohego o poder d.as chaves. Era qna Ihe peze. sou
liberal, e nao venbo dearraiaes cootiarioj. O no-
bre deputado nao pdJe diter a mesraa coasa, pois
ja foi conservador-
O Sr. Espiiupiao : I onr.i-rne muito ds ter sido
cooservadur; sempre respsilivel o passado desse
ti' ncia de boa edacago.
E com juanlo a reaego deva ser proporcionada partido,
aegi, e a drfeta se deva medir pela accuago, to-, o Sr Lourenqo de AlbuquerQue ".Como di-
davia nao recei V. Exc. que eo Ihe d occasio a ier entao que hoje em poltica o qu sempre
chamar-me a ordem, ou provoque reclamagoas de foi? "
qoem qner que sf|a. Sr. presidente, pGrguntja-me o nobre depa-
0 Sr Presidente :Cinto com isto. I tado :
* O Sr. Lourenq > de Albuqueroue :Em cora-
Denago poro a cmara que me uga com alguma
Denevolenci c>u tolerancia, senao por amor de |
mi, ao renos por consideragao a si propria. Con-'
to e m m~
Antes ti i lado, devo assigoalar ara fado.. Nao
fui eu quem provocou este debate. Sa o nobre re-
t>t sen'ot'- p lo 1 dislricto da provincia das Ala-
g-jM i v>'!.s i v-sse prunonciado seo discurso'
(Q ao nobre ministro do imperio, cortamente o dis- j
corso de S. Etc., qoandooutro mrito nao tivesse,
teria o da opo >rtunidade. Mas pronuocia-lo depois
de ter eu declarado qae oio estava resolvido a dis-1
cu'ir m"i' ""ijonmento, foi Inc^ntestavelmente
pf' u 'a\ i. inssao.
Sa, poia, oceupo a attengo da cmara, nao deve
alia qneitr se de mim. porm sim de S. Exc.
O .nh. Bsprbimao :O nubre deputado sabe qae
eu nao p a>* OiMMMlr sua ioterpellago, porque es-
teva na oresideaeja da eamara.
O K. LOL'B(t;0 tE AtBQUERQUE :NO T6S-j
pondo a apartas, porqae nao desejo preterir a dis- J
cassao da lei aooua.
c Em nome de qae principios, de que ideas, de
que massas de nteresses fustes eleito f >
Antes de responder a esta perganta, devo outra
resposta a S. Exc.
O nobre depotado fez a cmara a revelago de
um tacto do qual at ento nao tinba ea noticia.
Deciarou S. Exc. que para eu poder ser eleito foi
oecessario que elle e seas amigos impuzessem ao
Ur. Eutiqul'j oa renuncia ou desistencia.
OSr. Espiridi.o :Para facilitar a eleigo.
O Sr. Lorenqo de Albquerque :Eis aqai o
qae boave a tal respeito. Receb poaco tempo an-
tes das eleigdas urna cartinba do Sr. Tavares Bas-
to*, a que acompanhavam da..; omras; orna do
conmandante superior de Anadias e outra dSr.
Dr. Eutiqaij. Ambos assegurav&m que ea teria
toda a votago de qae pudessem dispr. Res-
pond a rau Ilustre colfega, o Sr. Tavares Bas
los, qae agradeca sua delicadeza, e que nunca
tinba po=to em davida a lealdade daquelles dons
cavalheiros.
A^ora qae sei qao devo ao Sr Espiridio es
te favor; e com qnaoto o sermao nao tivesse sido
encomrnendado. arbitre o prego, nao discuto o
Nao pretendo apreciar urna por urna as diversas quantum, estou nrompto a paga lo. (Oh I obl)
prooosigdds mutilas pelo nobre depotado ; e nao. o sr. Espiridio :A isto nao sa responde. (A-
o fago, 1 porque o3 teobo para isso o tempo ne-' poiados)
cessarin, e f porque nem todas ellas merecen! es-1 o Sr. LOurenqo de Albquerque:Agora, Sr.
peclal reparo. j presidente, respoodere ao njbre deputado que fui
O nobre depotado, Sr. presidente, censorou o fl-'eleito em nome das ideas do partido progressista,
ni .' diacaTsu que profer por occasio de mioha j e sem rehago declaro que de meos adversarios nao
nterpellagao ao honrado Sr. miuislro do imperio, \ qaaro favor algjm, apenas desejo qae me fagam
aa parte em que digo ao giveroo : tNomeai quan- justiga ; outrolaoto desejra que flesse o nobre
ti antes uii presidente para as Alagoas, seja pro-
gresista, liberal ou conservador, isto para mim
indiffereute, comanlo qae sejt am hornera honrado
e sen-ato.
Pronunciado estas palavras fot mea intento pa-
tantear que cima dos partidos colloco sempre a! presentante
iu-iiga e a moralidade, e que antes qoero ser go- oeiro.
ernado por um adversario que respeita e observa
a le, do que por om alliado que a posterga a cada
passo.
Nao sei, pois, porqae motivo miabas
desagradara) tanto a S. Exc.
Oisse tamoem o Ilustre deputado que eo creara
para mim urna uoldade incomprebsnsival e insus-
tentavel.
Nesta parle S. Etc. foi infeliz, foi Inexacto. Nao
croei para mim a posigo singular em qae me acho;
meos collegas que a lornaram necessaria. E se-
na o afenla a cmara.
Tendo vagado o commmdo soperlor de Macei,
neus ccllegas e eo resolvemos de commom accor-
do lembrar *o governo, para preeneber essa vaga,
o nome respeitavel do Sr. Dr. II iberio Calbeiros de
Mello.
Nesta per?aaSo estava eo, Sr. president, quan-
do ti no Diario OfUctat nomeago do Sr. Manoel
depotado.
OSr. Espiridio:Nao s o fago, como tenho
precedido de accordo com es O Sr Lourbnqo de Albquerque : Qne Ibe
respondam as queix^s eluqaeutes do iilastre re-
pelo qaarto districto do Rio de Ja-
0 Sn. Candii_ Torres : Nao apoiado.
O Sr. Espiridio :O senhor nao sbe o qoe se
(passa na soa provincia, quaBlo mais na do Rio de
palavras Janeiro.
as paroebias do rondado, e preciso qne as mes-
mas rearas se observen) em cada urna d'ellas.
Pois bem, rerdade que na Iugiaterra os juizes
de pai as soas ses5i8 trlmeasaes volam o im-
posto qae all se denomioa county-rate ; mas, peo-
sais qae ellas obram arbitrariamente 1 Nao. Ah
esta a lei qoe declara quaes as pessoas que devem
contribuir, o qae pode ser obje-no da contribuigp,
a qual a sna appllcagao. Os jaitas de paz o qoe fa-
zein flxar o quantum. Da tnesma maneira se
procede qaaato ao borough rale, imposto qae pode
Alagoas s existem cous partidoso conservador o I ser levantado as cldades que teem instituiges
o progressista Agota o nobre depota lo reconhece lodependenl^s das do condado, borough, sepdo vo-
a existencia de umtirceiro partido. tado pelo mayor e pelo cooselha, borough council.
O Sr. Esperidio: -No tem cor de partido, e oalmente assim taabem se procede a respeito
agora esta' alliado ac conservador. *os outros impwt >s commanaes, taes como o poor-
O Sb. Ambrosio Machado: E' exacto. ; role, church rale e highivay rale.
O Sr. Lourbnqo de albuqueruub:Sr presl-ki A Iogiaterra nao conhece outros mposlos com-
dente, o nobre uepuia lo di-s qua a aecusagao que muoaes seno estas.
fi ao Sr. Alencastre. posthuma, e portanU nao Nem os june de. paz, nem o conseiho mooicipal
revela & raaem rynira Bvrough Council) podem esteoder o imposto sobre
m TOjecios qoe por le nao eslo sjenos a imposigao
essa laxa a proporcional, ou de appllcar staente
ama dellas.
Temos, porem, a lei francesa e seas regala-
meatos sobre o imposto de patentes, que corres-
pine ao de qae ora se Kata entre n: -, essa le-
gi-lago e.-trangeira, qae ja' o fructo de iooga
experiencia, pode ser nos de grande auxilio. Mas,
aiada assim, ama opperagio diffleil, porque deve
pedindo-se providencias. A cmara ios Srs. depa-
tados nada decidlo, a eommissio de ^ssemblas
proviaciaes creio qne nem lea a representagao.
Venda Isto, fortunfel ora projecto d le rev, gan-
do aquella le inconstitaeiooal da provincia do Ma
ranho ; mas nanea consegu faze lo entrar na or-
dem do dia.
AQoal foi a propria assembla provincial qoe lo-
attender-so ao qae ha de pecaliar em nossas eir-1 n*,,, a deliberacSo de revpgar o"seo aeto. Mas o
camstancias. I qne aconteceu T Depois de unta demora deooi-de
E a diffleoldade nJo provm s da nalureza ecorridos aigons aonos o^Vnheiros ana tmham
do imposto, mas tambera das, irapjs,55es_^prnn. on,rado para os cofres pblicos provmcias nao fo-
commonal.
Ora, Sr. presidente, a nossa constiluigo ha-
via sabiamente centralisado a lagislago e os im-
postos.
O acto addiciooal, porm, essa lei salvadora co-
mo se diz, desceotralisou aqaeia e estes. Vejamos
os loconveoleotes.
Principiemos pelos inconvenientes que iraz a
E' para V. Exc'. ve r a boa vontade que mn to
o oobre depotado. E posthuma a accasago !
e entretanto estou vivo, muito vivo, e espero em
Dos qoe oo hei de ter a mesma sorte que o di-
reito romano ant'go r servava aos parricidas.
Que mais coragem, Sr^presideote, poda eu re-
velar do qoe sojettar- ne ao desagrado e s iras do
lllnstra r?preseotant< pelo Io distnclo de minha
PfM s Mofl i qoe D w, qae teve o poder de salvar descentrat.sago da leglslagao.
a Dmiel do fosso-dos leoes. qaeraodo, podera' tarnt, r O 1* d^t_ 10 do acto addieioaal da
bem salvar-me da coltra do noore deputado. (Mui-
to bem.)
O Sr. Esperioio: -Nao tenha recelo.
A dittsau a adi ida pela hora.
SEGUNDA PARTS DA OROBM DO DIA.
Cootiu a 2a di-cu: iso da proposta do goverao e
oa parte relativa a' reieita geral do lraper.o para jotz municipal e um promotor
aooo da 1866 a 1867, com as ementas apoiadas.
O Sr. Candido Torres Filho : Apoiado, e a
prova e l*' o< noraeago qim obteve de promotor.
O Sr. Lorenqo de Albquerque : Mas, Sr.
presdeme, pjrque estou e u unioade? precisamen-
te porque sou progressista.
Em Santa Lozia do Norte, as penltimas elei-
goes, o Sr. Dr. Roberlo Calheiros de Mal > e seos
amigos empregarara todos os esforgos em favor da
candidatura do nobre depotado e de seus collegas,
arcaram -oru o poder de seas adversados...
O Sr. Espiridio :Quem uega istoT
O Sr. Lorenqo de Albquerque:-.. lata-
rara, o afiual venceram : 03 noores depatados fo
raro eleiios.
Hoje s. Exc. approva a politica do Sr. Alencas-
da Cista Moraes, oomeagao que foi para mim ama : tre qae, em Santa Luza do Nort-, perseguio ao Sr
verdidoira sorpresa, e larabem para o nobre de- Dr. R iberio Calheiros e sua familia I
putado. I O Sr. Espiridio :Foi um dos actos do Sr. A-
O.Sr. Arktides Lobo :Apoiado ; anda nao lencastre eon que nao concordei. E'ama intriga
tinhamos resolvido definitivamente sobre esta no-' qa oao pga.
meago. O Sr. Lourbnqo de Albquerque :E' isso co-
0 Sr. Lourbnqo de Albquerque:Pergunto he-eucia, dedicagao ao partido, lealdade T Nao, e
ea : pode uu'a aepatago coaservar-sa por muito eis abi porque estou em aoidade.
l.-mpo unida nimio falta o essencul, isto Irn- Qj-r saber o oobre deputado o qae lealdade ?
queza e lealdade? Impossivel. Foi nomeado o Sr. I E' o procedimeoto do Sr. Dr. Roberto Calheiros,
Manoel da Co-ta Moraes, qoe bavja sido demittido qoe apeiar de lado, deu-lbe toda a votaoao. S-
palo oobre represeotanie pela provincia de Per-1 na conveniente que reflectisse na severidade dest
nambuco, quaotto presidente das Alagoas, porque,
sendo com mandante do corpo policial assignara
urna representago contra a preidencia, e tendo o
Exm Sr. Souza Carvalho mandado examinar a ca-
xa do referido corpo por ama commisso, esta en-
contrn am de.-falqae...
O Sr. Esprridio : O Sr. Moraes jnstifieoa-se
comp'aim-t t'
OSr Lorenqo de Albquerque :.... desfal-
que que foi reparado depois de muito trabalbo,
sando al necessario fazer ama ameaga de pri-
so.
OSr. Espiridio ;Repito; o sr. Moraes jusli-
coo-se completamente.
O S. Lourbnqo db Albquerque :Ahi esta o
r. Sonta Carvalho qae no capax de conies-
W sTresidente, eomqaanto o Sr. Moraes seja hc-
0 para que eu occulie o que
deH6e'i de fallar cem franqnea, apezar da posigao
aae no! owapa o Sr. Moraes. Tal e, Sr pres.-
dente urna das cansas porque estou em unidade .
declaro alto e bM som sue os benecios que ol-
a oeciaru L,,. prov nela das Alagoas
tunamente tem receDiao__a_ J"^ mnmM a roY0.
isto ra-
a respeito
ligo.
O Sr Espiridio : O seohor nao sabe nada
disto.
U Sa. Lorenqo de Albquerque. :Ento con
demna nesta parle a adminisirago do Sr. Alen
castre 7
O Sr. Espiridio: -Ja' disie, foi om aeto com
que naocouordei.
O Sr. Lorenqo de Albquerjue : Ora gragas
a Dea*.
O Sr. Espiridio :Deixe-se de intrigas.
O Sr. Lourbnqo de Albquerque :Para fazer
Intrigas, sena noces;ano que ea tivesse Irequenla.-
do sua escola.
O Sr. Espiridic : E" ama petulancia qae r
pillo.
OSr. Lorenqo de Albvuubbqur:Ja respoo-
di-ihe.
I O Sr. Prrsidentb -.-Atlengao ; a discossao as-
I sim nao vai bem. Pego ao orador que se dinjaja
j mesa, e ao nobre deputado que nao d apartes ao
orador.
O Sr. Lorenqo dk Albuqubrque : O, nobre
deputado Sr. preside ate, ctuinuu-uoe mitigante, e
eu nao fiz mais do que repetlir a offensa.
O Sr. Espiridi* : E' a escola em que se mos-
tra losigoe.
O Sr. Lourbnqo de. Albquerque : Esta' 00-
vindu Sr. pre-io-ui-.
O Sr. Presidente :Attengo l
O Sr. L urbnco dk albquerque :Sr. presi-
dente, a hura eta' a terminarle, e eo devo tocar
anda em algons potos, que Jolgo essenciaes.
Disse o nobre epatado que, ebegando a provin-
cia das Alagoas, encontroa-a enjoada do dominio
, r> dave m ; exceptuando apenas
Jajao do p'tviegTd'o traptehe l/mao, acto para o
Qap^SdCo00me0drMe ensejo, agradego por mi-
^KhonradoSr .JggfJUSEi
Selnha- SJES -^ M
que desde muito a opprlmla. _.-.____ .
mais xitos esclarecimentos. Entretanto, como n a este respelte
ebre deputado contestn os tactos que reten, u-
n
Mas
o
Veem mus a' mes, sao lidas. apoiadas e eo
tram conjjDctameote em discuso as eraeodas e
addilivos que se actiam paolicados.
OSn. Vieira daS^a (Signaos de attengo):.
Sr. pre-idenie, urna caasa permanente imposslbill-
ta entre nos, ou pelo menos difflvu ta a utiforml-
dade em qoe regra ) caracterstico do imposto :
esta cansa influe poderosamente para qae as coo-
ii i u ces se tornera inapportaveis aos contrlbain-
tes, e altamente pn-j nlietaes ao commercio, a' in-
dustria e a' proiperi a le nacional.
Depois dos discarso' aqu pronunciados pelo
distiocto deputado da provincia das Alagoas, qae
fez a comparago dos >rgameatos, pelo mostrado
deputado pela provioi 1a do Rio de Janeiro, que
tr.tou das tarifas e oioda pelo iilastre depotado
pela provincia de Poroombuco, qae occapoa-se da
Iheonado imposto, eoundi que devia procurar dar
a' discossao outra fac?, encara-la ao menos por
outro lado, indagando* |oal seja essa eausa que no
meu modo de entender impossibilita a aniformida-
de, qae o ceracterotiiio do imposto.
Sr. presidente, V. E ic. ha de permiltir qn ea
aventure ligeiras obsernoes sobre aquella parte
das nos-as institnigoas que por ventura emende
com impost E'-me i.ecessano laze-lo para tor-
oar-ma bem otar).
O self government a base da liberdade social,
a base da lioerdade ino vidual a base da lber-
dade politica.
O self governmmt 6 a basa da abordada social,
que assenta na igualdade do cidado perante a lei,
na admisso de todo o cidado para os cargos p-
blicos, qoer civis qu ir nilitaras, sem ontra dille-
reDga que nao se|a a dos su* taleotos e virtn'das,
na aboligo de todos os privilegios, e oa contnbni-
gao a qoe todos esto tujeito, em proporgo dos
s-us bavares, para occorrtr s necesidades do
Estado.
O self government a base da libsrdade ioirvl-
dnal, que assenta na girantia commum eonirvo
arbitrio, nos limites [rgidos eniri a politica, a jers-
tiga, o fisco, na perpetoidadde e independencia do
jai?.
O se'f government a base da Irberdada poltica,
qae a- sema 00 dreito do voto, no coocurso com-
mum da naci para a dcrelago dars-suas leis, le-
vaotameoto dos imposto! e saa applicago, e dial-
mente na flso.allsagao dos acios do governo.
O Sr Vaz Pinto: -M-iito he.m.
OSr Vibiba da Silvv.-Eis, senhores, o self
government como ao otando e como o-entende-
rn! o< autores da nossa coneutoigo. E sao isto
o que queremos lodos, liberaos e conservadores 7
EoieBdo que sim.
Todos nos queramos a constitulgoy e debaixo
desta ponto de vista ne; ta casa nao vejo seno li-
beraes. (Apoiados.)
Porem o self ffovemment tero limites. Aqai
prende-se a grave questo da centralisage e da
desrealralisago.
E msto esta o ponto de divergencias tnre^pn-
servadores e liberaes. T
N4o 800 daqoellea qoe eotendem que a liberta-
do s exista buaodo a cioade pode corar per si da
saa polica, da saa adanuiMwgo, da iaxiNceao,
das ftaaogas, da sosteniago da sua igreja, coma aconteca-oa idade
media, quando o sysienia fandal decahia e tenda
a desapparectr. H ja a aos
isso na onio com um todo maior, do qual nao
seno raembro mais iimorlante e mais lurte.
Um Estado tem importantes deveres a satisfazer.
tamo em rolagao ao exterior, eomo ao interior. E
asslm em om Estada bara organl ado aao poda
delxar de existir a centralisigo. Mas centran
sago que queremos a eeo-tralisago da legisla-
go e a renir.\!i*ae dos ln>pMlo3.
Se alguem afflraiar o conirario disto,.invocanao
o exemplo da Lo^aterra, h. direi qo* esta e
erro Se a conslituigo iogieza existe, 4 porque a
Iuglaterra ceotraiisou a soa tegislago i se a cons-
tiluaoBe iogleza pode aperfoicoar-se o fazer-s
ii):i::t> r nos temeos qao eorrem, norqne a L>-
glaterra conservoa al bofa ceutraliaejao a soa
legislagio. .
Por este motive, Sr presidente, oa-eonstitaiy-ao
nglea nao que3t3o d assembias legisla vas
irjviociaes: o que alli existe apenas ordenabas
locaes de polica, bye (atas.
Portante-, quero a cenirallsaeo, mas cenlraiisa-
gio da leglslaeo e dos imposlos.
Bis porque me digo conservad i o entendo que
a. eseola conservadora nao pode deixar de ii
seste pooto, qne repato capital.
Ora, se a- eentralisagao da leg^lagao e ama ne-
cessidade, umbem o a centsallsago Jos Im-
postos.
Neuhuro-districto^nenbam momcipio poaera le-
vantar um imposto arbiir mente, seo qne este
seja determinado co' '"'. iS*m como no se lb9
podera* dar ootra applicigloa nao ser aquella que
tiver sido eslabeleoida por lei.
E assim que procede a Inglaterra a respei-
to de itapostos, aluda masmo dos imposlos comma-
naes.
Aqaelles d& roeus nebros collegas qne me oa-
vem e tiverem conheclmento do reMorio apresen-
tado.em 1839. a* cmara dos repiesentante* da Bl-
gica,, pelo ministro das fioaogas Mr. Frre Orban,
oi>, como ea, tiveren noticia desse rotatorio por
ama simples nota sa importante obfa do finado
visconde da UruguayEstados pratlcos sobre a
admioislrago das nossas provlociaspoderao tal-
vei objactar-me qpe, mesmo em Inglaterrajexis-
tem fixcepges. visto como a laxa de eondado, laxe
de comt, volada pelos jnizes de paz as snas
sesss trimensaes.
E* om engao, e nsm esta informagio cera-
pleta. Lerei esse trecho do relatono do ministro
das nangas da Blgica. A cmara me permiitira
essa leilura, pois a quentac raereee a sua atteDgao.
lo importante que a Blgica, paix to adlaota-
do, nao Jnvidoa mandar a' Ioglaterra dons em-
pregados de fazenda est idar as taxas lcaos daiael-
le paiz :
Eis o trecho a qae mi retiro :
(Lendo) t-Ttm de Comt. as suas soasos tri
as as-
sembias provinciaes poler para legi-lar sobre a
divisSo civil, judiciaria e ecclesastica das respec
(ivas provincias. Em consequ neia desta faculdade
as assembias proviaciaes creara arbitrariamente
comarca, o depois de crea-las, dizem ao governo
eenlral: mandai-aos agora om jun de direilo, um
Decreta pois despi
~za geral que o inesouro tem de pagar, e a letra
que vera das provincias nao pola deixar de ser
acalla pelo governo. Nao s comarcas que as
assembias proviomaes podan crear, cream tam-
bera paroebias. E as congruas por quem sao pa
ga* 7 Pelos cofres goraes 1
Os Incoa venteo les qoe d'aqo resultara sao de
tal ordem, que um dos horneas mais eminentes
deste paiz, o caja vasta iliostrago ob|ecto de mi-
aba admirago, o Sr. viscooda de S-quiliohonha,
foi levado a requerer, na sesso de 31 de malo de
1861, qae fosse esta cmara convidada para no-
mear urna commisso especial que, reunida com
outra do senado, exaroroasse o art. 10 3, 6,
do art. 11 i S e .iris. 15, 16, (9 do acto addiciooal
atlm de prjpor umprojeciede iolerpretago. Hou-
ve um parecer dasta cmara, aceitando o requer-
ment do Sr. visconde de jeqaltmhonha, pareeer
dado pela commisso de poderes, de que fazia parle
o Sr. presidenta Jo conseiho.
O primeiro ponfo que o oobre* visconde siij -itava
a exame era o seguiole :
c Se as assembias proyinciaes, legislando sobre
diviso civil, judiciarki e ecclesiaeilca, cajos em-
pregados teem de ser pagos pelos cafres geraes, e
podera tazar deliottivame.oto sem o aceordo ex-
preso do goverao geral 7*
Senhores, este re-quenmonto do oobre viscoade
importa o recouhecimeoto dessa verdade que
oo podemos prescindir da eentralisagfo da legis-
lagao.
Comquaoto cpnservador, ntnle poni aeompanbo
a>opimo do Sr. sanador Tr.eopblo Ottoni. Na-> vejo
lagar para infcrpretagj na disposigo do l" do
ari. W do acto addiclotral, que muito clara. As
assembias proviociaes legislando sobre divisio ci-
vil, jodiclaria e eeclesiastlea, nsam de ama ftcol-
dade qne pelo acto addiclonal a' eoostltuigo do
impone- Ibes foi conferida. Pdem, Buis, crear co-
marcas- sem ningoem Ibes k* as motr.
Portanfo/o que & preciso reformar nesta parte
o acto addiciooal.
Queris- ver outro inconveniente da descentraii-
sagao da tegislagao f Esta 00 acto da assembla de
Mioas, qmr extloguio a comarea do Rio-Verde. E
porveniura-qnem pe revog*r este aeto? Nos 7
Sao, decida-mente. SOella o pede fazer.
Sorprendeta-me, Sr. presidente, ver no nobre
senador da ermita provincia pedir ioformag&es ao
governo a tal1 respeito; e ainda aais, onvir ao no-
bre presidente do cousettio, liberal conbectdo por
sen taleotos e estados o> direito -sootictonal, o
nosso Broagbam, dizer qoe o aeto daquella assem-
bla fui um attentado I
O 3; Ministr da Mahwha:Foi com rerureu-
eio a outra cousa.
O 9*. Vieira i>a Silta: A assembla provin-
cial de Mioas oo praticcxt am attentado. j&xer-
ceu oa direito, Nio exaaxioo se sar deixoo levar
do espirito de partido. Dr;jo qae proeedea na or-
bita da* suas att-ttmigoes e qoe nao-somos coaee-
teotes para reforajer o qoe etta fez.
E, se menciono agora o tacto, nara demons-
trar o conven 1 Ha que roconhego da descentra-
lis^gao 0 da legilacao.
Mus ama opinio vera e"o* mea anailio, e a
do nobre visconde do Urogoaf
Lembra o tina lo vtsconda ama pequea refor-
ma no acio addiciooal, qoe r.puta uiilissima
Esta reforma coosta era coocederse que o po-
der geral possa reformar a daciso do sea agente,
do presidente da provincia, qae Ibe orea difflccl-
dades em assamptes que dizem respeito a' consti-
tnigo, aos-direilos do ootras provincias e a trata-
dos. Suspensa a q eos to tica afecta ao poder cora-
peiente
E' da foiio, senhores, quando o presidente e
provincia saneciona ama lei, vigora ella, por mais
offanslva sna saja d&constiuiga, dos direitos das
ootras provincias e as tratados- com nagoes es-
irangeira.
A retoma propoeta pelo Sr.. Vtscende de Uru-
guay preva aioaa os tneooveolentes da descentra-
hsago da iegjslagao.
Veamos agora os Inconvenientes da descentra
lisago dos impostos.
Abra-so a excellenle obra do- Sf. visconde- de
Uruguay, Ibesouro do profundo sabor e de tonga
pratica,. logo no principio depararemos com e ca-
pitulo qoe se loscreve assim:
1 Males gravissimos. Necesidades de estado
profundo, de remedios argentes. .
Nesto-importantecapitulo, trata o autor do roo-
do porque as assembias proviaciaes se viran em-
baragadas para occorrerem as snas de-pezas, e
como se crea-arn ama renda, sem attengo as con-
tribuiges do Estado, qae maiuis vezes eas tem
prejooicado, e a. ootras dispusieres do acto addi
cioual que ellas lem conslansemeote violado.
AppUcaram-se, pois, as assembias proviociaes
a impr sobre-a importago e exporiago.
De 1833 a t&Si, 15 assembias proviociaes tem
legislado imnondo sobre a importago de produc-
ios do exterior para o imperio, sobre a importago
oas provincias vioda de oairas do mesmo imperio,
sobre a importago de prodoctos importados de
um municipio p ra outro da mesma provincia.
No menmo espago de lempo, I? assembias pro-
viociaes tem legislado sobre a eiporlago para to-
ra do imperio, sobre a de orna provincia para ou-
tra, sobre a de am municipio para outro.
E entretanto, senhores, apezar de ser expresso
no acto addicional 400 as assembias proviaciaes
nao podem legislar sobre importago, nenbuma lei
provincial, aiada*M.revogada, anda ressmo tnoo
creado impost >s -importaco.
O nobre Sr. visconde de Jeqoilihooba, reco-
nhecendo a necessioade qae temos da ceatrasa-
gao dos impostos, exiga no seu reqaerimento que
se examiaasse :
t Se as assembias proviociaes paiem crear im-
poslos de importago.
Se podem langar impostos nos gneros impor-
tados de outras provincias, sajam on nao de pro-
dacgo daslas.
t Sa a materia ja' conlriboe para a renda ge-
ral poieser ooerada de oovo imposto para a renda
claes, qao ja'gravara as profissfis e industrias.
c Quando em 1861 estudou esta materia, por-
qae havia ento nma autorisagao para reformar-se
o imposto de lojas no sentido do projecto actual,
teve occasio de conhecer as imposigdes desta na-
lureza, que se cobravam na provincia da Babia
para os cofres proviociaes.
Pede lieeoga para ler nma nota das ditas irapo-
siges proviociaes, porqae revela t-las em vista
quaodo se tancar o Imposto geral.
c As casas e esenptorios commerclaes, Inclusi-
vamente os trapiches e casas de arrecadac*o, com
exceogo apenas daquelles em qae se vender g-
neros alimenticios de primeira necessidade ; lodos
esto sujeitos ao Impostoannoal de 5 por cento na
razo dos respectivos alaguis, cooforme a I j n.
797 de 16 defnlhode 1859.
a Os esenptorios de qualqoer profisso, menos
os commerciaes a aqaelles em qae funcciooam au-
toridades oa consulados e>traogeiro?, cojos agen-
tes nao forem negociantes, pagam o imposto an-
nual de 10, cooforme a citada lei de 189.
t As taveroas o ootras quaesqner casas em que
se vendara espritus fortes ou vinbos, se estiverem
dentro u demareago ; na capital 40> por anno
conforme a lei de n. 512 de 19 de jauno de 1354,
e Das mais cidades 305.
As raesmas lojas, quando situadas fra da de-
mareago, qu-r na capital, quer na demals cida-
des, e bem assi n quando existentes em quaesquer
outras povoages, 10.
t A mesma taxa da 40V000 recahe sobre os
alambiqoes, qae veodem a retalho, alm de ::0J,
que pagam pela simples distallago, em virtude di
lei n. 607 de 19 de dezembro de <856.
As casas em que se veodem madeiras estran-
geiras, obras de alfalate, sapateiro, marceneiro,
taitas em paiz estrangeiro, -'i *S> annualmente. Le
0. 405 de i de agosto de 1860.
c Todas estas verbas de imposigo o outras se-
meihante; seacbam mencionadas na ulfma das
leis proviBCiaes, que examinoo, a de n, 879 de 3
de dezemtrro de 1861.
< Ha pouco lempo teve a vista nma collaegao de
leis do Para', o ahi encontrn na le n. 494 da 10
de abril de 1863 os-seguintes impostos sobre pro-
fissoas e Indastnas ;
< Por armazera de fazendas seccas ou molha*as
o nobre deputado disse ainda que sempre
Mr VTorfisidenti tmeote nomoa. qae em saa provincia a pandilha itfamiuqm meosaes, os juizes de paz regaiam a ^U'*"'-
^^LtlJXtwSe5nl vistas so- zesse substituirse aos partidos, S. Exc. entrarla gao flnaoceirado condaio. Approvam seonttsdo
de desperdicios! seno fonte de na estaeada, bavia de combaler com a maior ener- trlmostre precedente e votara as uxas necessar.as
tome! o com
nrom!ssSodeVdiscutr"'lamente."logo que me foi-
Lm dadas eseas informacSes. J v a camaia que
eu disse- agora sobre osle assnmpto
7 ;d8go"edrco P;alraD!efotSa f eX a
tos, qoe inliciM _do governo^ PaEotretaDlo wJa.ne c0 pom,ca
bre aqoe.lla mina oo aesueru.*, ..........(^^^ 1 para oceor>er as Uecess,dades do trimestre que co-
corropgao. I Q.R espiridio : -At o oltlmo spro. I mega. Os joizes de p iz nomeam d'enlia n ama
Sr presidenle, no reqoerimento que agora se; q sr L uuknqo de albquerque:Estimarla commisso qae com o toocorso do thesonreiro do
riiciite neg ao governo intormagos relativas ao Q 0bre aepuU(lo francamenie dissesso qaal a condado prepara o Ibes apreseota o orgaraento das
rcrntameoto, a marcha da guarda nacional de fami|,a qae na provincia das Alagoas tetn revelado despezas e das receiUs provaveis do trimestre.
an-Idias e dos indios, questoes que tomel o com- leadenclas olvgarchicas. | Em vista d'elle, a assembla vota o imposto que se
" creio qoe nao se refero a minha familia... -I deve arrecadar dora, 1 o tr.mesire para
O Su. Souza Cabvalho -.Apoiado.
O Lourbnqo de Albquerque :... que
nunca, snpponho en, servio e obstculo a e'eva-
tes tenham aoroveitado os indios para pouciar. perigosas.
O Sr. Espirtoiao :-E eo disse isso t presidente, son pogresslsta de ccrago, e
OSr. L urnqo de Albuquerqub .-uireainoa, ,v^ pr0vincla das Alagoas houver alguem,
qoe o uiumo couuogente, comquaoto em.*aa,"' ^Bi. Guam fr, aue nao tenha basunte palrlotis no
ua parte da designados o de w'0?"08." {\. 1huet;'aco para pospr os calclos Trios de sen
tria,isdav,aembarcou em Macei %**"*$* ^S^de soa amb.go aos legitimes interesses
eenirealas do corp) policial. S. Exc. D' w ^* incJl e do p.rljdo que represento ; sempre
aue apparecer alguem nestas circumstancias, pode
contar que lera' en mi 00 adversario firme, $
locansavol.
Vonw:Moito bem 1
sendo por grosso, on atacado, 10JJOOO, nos mars
casos 3000.
Por luja de fazenda a retalho e de miudezas;
de livros, ferragens, sirgueiros, armadores, de
cbopos do sol, boteqmns, casas de oasto e da
caroos verdes, padarias, fabricas do licores e buha-
res, i5.
As traveroas, 60J0U0.
< Por luja hxa t Por casa de venda fra dos limites das efda-
des, 173*.
t Cumpre, pot, noraogamento do imposto (to-
ral, levar em conta taes imposigoss- das provincias,
emquanto por alguma !rovidencia' salutar e per-
maaenta sa oo evitar essacolliso- entre os 1
resses geraes e proviociaes.
Esta imposto suggere'ibe aiada a observag*
maito prudente que ja fez o visconde de [tabora
by. Partilha o mesmo rece que este- eoo?elhf iro
de estado manifestou, se nao hoaver aolto lento
aa execugo de-todas essas medidas.
O projecto e simples auiorisago do impasto
de prodssoas e industrias servio em lWO-'de arma
contra ama simarse poltica.
t'E- vardade quo ento dav>se ao governo au-
torisagao meaos deftoida, mas elle ja havia decla-
rado em suas iaslrucgfles sezgodo conselbo de
estado qoe lj nona em vista estender o imposto
aos salarios dos operarios. Faliaejente.esta exeep-
go-vai agora expressa no projecto de lei.
Oi salarlos, s'gunao os pnnuipios da scieocla,
esto no caso de qualqoer pulra renda, desde une
o impasto seja proporcional e nao prive o operario
do qao i oecessario saa subsistencia e bem es-
tar ; mas dltflcil reoonhecer este limite, e por
Issoem Franga, a imisago dos loglezes, chamara
o imposto sobre o salario laxe a sdition >
Mas, Sr. presidoole, nao foi s* o Sr. senador
Prannos qae por occasio de eon'.lir a su* opi-
nio sofero o parecer da primeira coromissaO'de
orgameete-dosia cmaro, se lembrea do cbaraar a\
attengo do governo para as leis proviflciae qoe
oas respectivas proineias lera creado impostas so
bre as proHs?5as e industrias, atlm de levarse em
eonta taes imposigda?.
Abi est relatnos de mioistemda fazenda ero
que vario* roini>tros tesa tratado das leis provin-
etaes, prejudiciaes s imoosigoes goraes, e princi-
palmente no qae diz respeito a importago e a ex-
poriago.
Um Sb. Deputado : E' verdaa, mas a falta
dos direitos de exporta^o a morte das provio-
eias.
O Sn. Ykira da Sitv* :_Mas i3o nao pede
qae desda-ja procuremos melhorar este osado de
coosas.
Eu recoahego que a reodas proviociaes seriara
in-uleieoies logo que as provincias deixas&em de
perceber o impusto qae muitas lem creado sobre a
exportaeo. E' assiniqoe no Amazonas a borracha
rende para aquella provincia 83iOBQ{, p o dizer-
se qae -a base da saa reoda.
O Sr..ama e ABasu :E se f&r roai& ooerada
agora oo podem lular nos marcados da Europa
com a de ootras procedencias.
Um S& DEeuTADO-: -E' a raorte das provincias,
tirar-ae-ibes us dueiio- de exporiago.
O S*. Vieira da.Silva : Mas ha de haver meios
de remediar-se tos laconvanientes. Oqao pre-
ciso 6- osladar mais as coasas do nosso paiz. O Sr.
consetbeiro Salles Torres Hornera, no-sen relatorio
apreseotado ao corpo legislativo em *8>o9, qaeixa-
se amargamaot de que as asse obleas proviociaes
no exercicio da facaldade que tem de legislar 0-
braa fixago das despezas provindaes e maoloi-
paes, tennaro ultrapassado es limites p'esorlpws.
. Nao posa deixar da reclamar- a vossa alten
oao, dizia este illastrado ministro, para am
samplo qae^ maito importa a admiuistrago da fa-
zenda e a riqueza publica, quero tallar dos. actos
legislativos das assembias proviaciaes sobre im
'postos proviociaes e muaicioaes.
Depois de eoumerar algumas leis proviociaes,
o.Sr. conselheiro T-jrres Homem accrescerota :
Urge, pois, orna providencia, qne obste a qne
as assembias pr tribnigoes na creago de impostos para as despe-
zas proviaciaes e maolcipaes. >
Ja v a cmara que osla queslii tem incom-
modado seriamente o governo, o do 1839 para
ca nunca mai se tem deixado de tocar neste as-
samPW- a ,oai
O Sr senador Paraobos nos Mltonos de tooi
e de 1862 ocaopoa se largamente do assnmpto, co-
mo fcilmente se pode verifica*.
Ainda no relatorio deste aooo. do minisleric.da
fazenda vd-so qae o governo oceupa-se seriamente
desta questo, e a pericia da conseiaeiro procura-
dor fiscal da tazenda condn um trabalbo impor-
tante sobre o sy-iema da administragjo da tazen-
da provincial e municipal, saa lnspecgo e arreca-
dago, a diviso mais convenienle das rondas ge
raes, proviociaes e maaicipaes, o de soaa fnotes
especiaos o privativas ole., Irabalho de longo fole
go, mas que espero ver realiado, pois ja alguma
couia se tez o vera nos annexos do relatorio. In-
felizmente o aooexo H, que Taz parto da commis-
so do que se acha encarregado aquelle Ilustrado
foi disiribaido maito tarde, mu 10
admi-
aistrago geral do condado. {Gonnty rate). A sora-
ma votada repartida entre todas as psrocMas do
condado proporcionafmnt ao reodlmento total oas
propriedades sajonas ao imposto.
listas propriedades sao as mesmas qoe as que
esto sujeitas a' taxa des pobres ; mas a reoda su-
Jeia a' contribulco dilfaro msto, qoe para o ira-
posto dos pobres determloada pelas autorioaaes
de cada parochia, aem alieVico, ao modo por que
se procede as ootras parochias; P'Ma.
pata os impostos do condado a avaliagao p
provincial. .
Enten.a que sobre estes pontos do requer raen- EJJSi
to cabe nos a nterpretagao, a dnvida man.festa^ ap'resenugo dos oniros annexoa^pelo
eassimdi.se ocaso previsto pelo art. 25 do e qaa ao pniia exam.oa-lo; mas parece qoe
^'Sira commisso de orgamenlo desta ca-' ""S**"f30"11"'" Prem-
maraPtendo elaborado um parecsr qo.. Ib. la.. hoo-1 ^^^'a.!. q ra, o sobre o qual fot ouv.do -{con^ioo de e, do gobre sa em
prope qae se lance om imposto sobre as pronssoes
o industria.
A este respeito o Sr. cooselheiro Prannos fex
observages muito jadiciosas, que passo a ler a
cmara, at masmo poique ellas importara ainda
o recooheclment desta verdade, qae n&o pode-
mos prescindir da centralisagto dos impostos,
E porque a consulta do conseiho de estado
Ha mais de dezoi annos qoe nao tem sido re-
vogada ama s lei provincial pelo poder compelen-
te, por esta cmara.
Ha muitos aonos qae nao tratamos disto. Os
membroa da commisso de assembias provinciaes
anca se oceuparam do estudo das leis provinclaos
nlc .que teem prejudicado as contribaigdes geraes e
a ler o
corp) policial.
Espiridio :Nao sei disto.
fado I
OSr _
O Sb. Lourbnqo db Albquerque :Nio sabe,
porque nao m laz conta.
O un. Espiridio :O senhor nao ignora qae os,
para fra deste recinto
O 8r. Fbrnanobs da Cnha:Apoiado.
O Sr. Vieira da Silva:....en passo
tpico a que me reflro.
Diz o S'. Paranhos. t Pelo qoe toca ao Imposto
doYonVaaTTara wVm de prosSas o Industrias, accelta-o como urna coo-
^L.JfrtfMr excellenle, qne pode prodozir maito e
esteja ao alcance de tjdos, e nos fallamos tambera JoOeosivas da constiinigao ou dos tratados.
' Em vao o conseiho de estado da pareceres sobre
ellas, preparam-oos mesmo o estado; nada se tora
feito. Temo mesmo qae seja hoje Impossivel a re-
vogagao de tantas leis provinciaes no caso de seren
aooalladas, tal o numero dellas.
Isto traz me a' tembranga um racto qae se den
em relaco a''minha proviocia. Umalei da assetn-
bla provincial, o ea ora ento presidente da mes-
ma assembla croou um imposto aotj.ro o fumo viu-
do de ootras provincias. A celeoma foi grae.de
por parle dos prejodlcados; represen toase ao pre-
sidente d provincia, o por uUimoJ
ram restituidos aos contnbuintes, allegando se qae
tiohsm sido cobrados em virtode de orna le, nao
podeodo ter eBeito retroactivo a nova lei qna revo-
gara aquella. Poi pois preciso IntenUr-se a aecao
competente contra o tnesouro publico proviocial
para que os contribuintes podessem baver direitos
que ibes f orara ioconsiiincionalmente cobrados, oa
aotes extorqoldos.
Sr. presidente, desejo aioda, talve abosando da
benevolencia da cmara, fazer algumas coa-itera-
goes sobre as laxas locaes da Inglaterra. Sera' orna
rpida vista de olbos.
O >ystema de imposlgo commercial om Ingla-
terra divde-se em cinco estadios: 1*, Imtmition
of the Rute ; 2, Amendemenl ; 3', Ltvy ; K% Cts-
tody and Exgenditure ; 5*, Aceotmts.
Imposition of the Rate. Tem por base a lei fan-
danient-il de E isabetb.
Eis a-> priocipaes palavras desta lai:
a The Charcbewardeas and Overseers shall lako
order from time lo lime to raise. Wrek-y or
otnerv/ise (oy taxatioo, etc., of ev^ry mbabl-
tant, io the said parisb) a convanient slork of
flax, etc., and also competeot eo-i s of money
for and towards the necessary relie of the lame,
etc.,. to be gathe-ed oat of ibe same parisb
aecordiog to the abilily of tbe same parisb. >
Guiloerme IV dea o formularlo para oa laoga-
raeotos. Segando este formulario, campos, edifi-
cios, diziraos, Oaalmeate toda visible proBtable
properly, na paroema, deve sor descripta..
A somma dos impostos a levantar se limitada
pela clausula da lei compelen! sums of money, isto
, lamo quanto baste para a salisfago dos servicoa
legalmeote decretados
A diviso do impo'to pelos contribuimos devo
ser, 59 Geo. III c. 12 19, o fair and equal pomd
rate.
O periodo dentro do qaal langdo segoodo *
citada lei de Eiisabelb deve ser semaoalmente oa
de outro qaalqaar modo; porm, desde Geo. II po-
da ser cobrado por seis mezas e mesmo para mais
tempo. Cora tanto qoe os imposto do aBno nao
fossem appllcados para cobrir os eneargt do nm
aooo anterior, if Geo. til e. 23 9.
A circomscripgo do imposto a parseJjia. Por
ama le de Canos II a paroebia podia ser dividida,
formando algumas localidades pefUtcHoi mes-
ma pjncba ama ciTeuaiscripeSo separada." Se uata
paroema nao podia obter os auxilios precisos pa."
os seus proprios pobres, dous joiie de paz podan
levantar o Imposto em outra qoaiqoer parocliia oo
tdcaliade eumprehendida no Htmired (centsria),
e quando dentro do mndred nao bavia parcobia
capaz de supportar este obs, as sosses trio,so-
saes os jnizes de paz podas langar o Imposto oto
outra qualqn-.-r parochia do eondado.
Omitto outras- particularidades, e cttego ma.
depre-sa a' pubhcago feita polo uvertmr lo;o na
primeira doraraga depois da approvag postos.
Nada mais Montes de que esta raechanisu, qao
so torna tambera do'.a ve i pela bea eter.ccSo e xelo
das pessoas encarregadas da tas aervigos.
Amendement ofthrRate. Depou-eorgannada?,
approvadas e poolicadas as listas dos cioir:baintes
a das contnbuiges, seguia-oe o segundo e-t;dt, o
amendemen?of tne Rali, dando se lugar ao eontr-
buinie que se senta aggravado de apoellar par* n
sessdes trimessaes, Quartr-Sessions. Auoelle que
tlnha motivo para iott-rpor apvellago devia foada-
mema-la e della dar conbeciaento a/ ontra pane
intressada, cont no caso do excluso de qaalqnor
cidado da lista dos contnbtwni?.
Ultiroamenie, no intuito de poopar-se despezas,
cusas, eslabelecen-se qae a appellago jodesso ser
iaterposta para as prcjal-Jsioi, c beodo a pait,
no caso de seooeuuformarcom a decisao.-recorrer
anda desta decso para as se*;5es irtmensaes,
ama vez que o fizesse dentro de des das.
Em vireude do UimnAsseumenl Commitie. Aet
de 18,^ 18, 19,, % podia-se azer incluir na
isla do cuotrlouiotes os que tives-em deisado de
figurar oella por unfairneis, KKorreettusSf omis-
sion, Qaa vez que a reclamago fosse apre3otada
perante o Assessment Commite dentro do 28
dias.
Os enspregados da parochia nao podiam osar d*
ootro reeorso. Quando o contribaioie, mal qaali-
fleado, nao tlnha meio para pagar a eoniribalgio,
o reearso anda mais- simples. Basta que elle so
aprsente a dous jui'.e da pj^ os qnaes oomo
consentoeento do Owrteer of tho Poor, per'um
simples decreto o allivwvam da eontribaigo.
A perecelo da laxa, Levy of thtRmle, incumbi-
da ao Overseer ofhe h>or, e devida desde a pu-
blicago, excepto o caso de redamaos pendente a
arrecadagao e a despeza, Cnslodv omd Bttpenovhire
of the Rale, e analmente a presiag o revisao das
eonta?, Accownls and .itutit, sao servaos qne se fa-
zem cora a mesma siraplicidade.
Entre nis qoao dlffereate nao s-0 onchaismo.
Ja disse o qoe se deu no Maranbo a respeito desse
artigo de le qae creou um ico pe* M sobre o famo
importado de outras provincias, qaa tempo de-
eorreu antes que os coatribuioles podesseta obter.-"
a soa revogaeao. Talvea 3 oa 4 asaos 1
Na Inglaterra era negocio que 89 decidira, em
tres mezes qeaodo mutt.
Examinemos agora qoem sao as pessoas IBM
sas sobre qne recaben as coutriba*ej$.
A ba ble property-in-the pee isa.
Segurado esle principio sao bjeetos a no-
posto : .
Loads. A laxa augraenta oa raiao do toroveirc-
qae se colbe (improri- valae) \ on este s* dar ve-
do oso do solo, oa dos-tractos qne a trra proant-
0 estabelocraiealo de estradas da ierro, te oaoaes
augmentando o valor do solo da lugar apsrcecx;o
de urna taxa. Alm tslo as docas, eclosas, caaaes,
estradas de trro, ponte?, gazometros.esio saj>tos
a taxa, como melhorameotos do solo.
Houses. Cjmprebendo-se dabaixo desta paiavra
en-1 Wda a odificago permanente ara prttecgo abn-
*!- go do hornero, de animaes o da propriodade. Assim,
pois, estbalos, granjas, lojas, escnptoeos, fabricas
com macbnas a vapor o ouiros apparetoos perma-
nentes.
O lithes, dizeaos; Saleables undsrwoods, ma
deira de corte.
Sao exceptuados da taxa, as grojas do coito at-
estado e ootros edificios destinado* ao servigo divi-
no competentemente registrados quando exclusi-
vamente servem para o culto, para as escolaado
domiugo de meoioos pobres :. os edificios e trra-
nos destinados s scieocias, etc., quarteis, arsanaos
atecstera.
A propriodade sobro qna recabe a taxa aa la-
glateira dasigBa-so pela eipressao: oceupauoo. Oc-
cupier o locatario, o lendeiro, o usufroxioarlo,
possoidor i) paobor, o propno dono que desfru-
ta, que della se utilisa. Asslm, aquelles qoa teem o
goto de nm immovel mil, profluble, devem sup-
portar os encargos da commuoa, amda mnsmo
quando more lora. A laxa vale pois como orna con-
tnbuico imposta sobre a pessoa poi causa da pro-
priodade, a taxupon the person, virespect of
properly.
As uxas commanaes asslm sotadas o arreeao
das desunam-se.no condado, para os segrales ser-
vicos :
i County-bridges, conservagd das pontea da
condado.
i" Connty-goals, cadeas, salarios, sustentacio da
preso?.
3 Houses oT correolion.
4* Despetas do transporto, para a prlsio o lugar
em que os sentenciados devem comprir a Mulenga.
5o Prosecutions, castas em melado dos procesaos.
6* Coroner inqnest.
7* Lumatlcs. ..._"_. ..
E assim por diante. SJo trezo os priiKipiaos ar
tigos, e nao menciono todos para nao fangar a ca
m O Borongh-rates 1^^^ M% lcnsii *
processos, manuieogo das eadas do Boron* et-.
e d enrreccao etc.,; *, manutengao do mayor,
KrurOTatea-, colloctoros o mais etnpre-
^VnSSCMS:*-. P* consorvagaoe
reoaro das igrejas, inclusivo as torres o capailas,
cxnilerio, etc.; V, sopprtmentos de pao, vibdo, pa
baptismal, etc. _
O Poor-rato servo para sostentacao dos pobres,
do mesmo modo que o Hignavay'-rato i desuado
para estradas, eaigadas, etc.
A Franga umbem nao conhece a descontralis-
go dos impostos.
(Coniinuar-aa.)
"TYP. DO DIAKIO-KU l)ASCRUZES N. a*.

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"
HBIILADO I
.______________ ---------^M
'


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