Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:11384


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Full Text

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ANNO XLIII. NUMERO 227.
P IR t A C KPITIL. B tuViilat OXDfi SE NA.O pSlA POMB,
JorlrMe,,u,s.J. ..............
Por seis dHos.doa.. .1 ., .] b1 .. .... ., ., .-, .,.,....
hruuiiiiM.. .1 .1 ,, #1 ,| .j ,j #1 fl n. j .-, .. .- .
fiataijor.^au, .j .tJ ...;..,.... .- ...
64000
120000
241000
320
QUINTA FEIRA 3 DE OJUBRO DE 1867.
PARA DENTRO E toa A
Por tris DMiM adian lados., r. r. (
Por seis ditos dem. .
Por nove ditos ideo...
Por na anuo idea.. 7! ..
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274000

MMMMi 8flr MnffAlMtift B(D BStUUIlPVIMIUN DI StAITDlft MdHIttfllGil 2)2 VAUUi 4 IH, fi^g HaWPQlllVAMOS


IEGARREGAD03 DA SUBSGRIPgAO.
Parahyba, o Sr. Antonio Alexandrino de Lima;
Natal, o Sr. Antonio Marques da Silva ; Aracaty,
oSr. A.de Lemos Braga; Cear, o Sr. Jbaqaim
os de Jliveira ; Para, os Srs. Gerardo Antonio
Alves & Filhes; Amazonas, o Sr. Jeronymo da
Costa; Alagoas,o Sr. Francino Tavares da Costa;
Baha, o Sr. Jos Martina Alves: Rio de Janeiro,!
o Sr. Jos ftibelro Gasparinho. |
PARTDA DOS TAPETAS.
Olinda, Cabo,Escada e estafes da via Terrea at
Agua Preta, todos os das.
Iguarass a Goyanna as segundas e sextss feiras.
Santo Anto, Gravati, Beierros, Bonito, Garuar,
AltiBbo, Garanbuns, Bnique, S. Bento, Bom Con-
selho, Aguas Bellas e Tacarat, as tercas-feiras.
Pao d'Albo, Nazareth, Limoeiro, Brejo, Pesqueira,
lagareira, Flores, Vil/a Bella, CabroO, Boa-Vis-
ta, OuriCQry.Saigaeiro e Ex, oas guars /eiras
iSeriohSem, Rio Forraoso, lamandar, Una, Bar-
reros, Agua Preta e Pin eoteiras, as quintas
feiras.
AUDIENCIAS DOS TRIBUtAES DA CAPITAL.
Tnbnnal do commercio: secundas e quintas
Relaco : tercas e sbados s ii) horas.
Fazenda : gafaras s 10 horas.
Jafzo do com.-nerco : segn las as II horas.
Dito de oi-pbos : tercas e sextas s 10 horas.
Primeira vara do civel: tercas e sextas ao mel
da.
Segunda vara do civel : qnartas e sabbados a
i acra da tarde.
A EPHEMERIDE8 DO MEZ DE OUTUBRO.
S Qaarto cresc. as 3 b. e 23 m. da t.
13 Ln cbei as 10 h. e.32 m. da m.
21 Qoarto ming. aos 17 ro. da ra.
27 La nova as 10 b. e 11 id. d m.
DAS DA SEMANA.
30 Segunda. S. Jerc nymo card. e dnotor.
1 Terca. S. It-migio b, S. Verissimo.
2 Quarta. S. Le degario b., S. Guarino m.
3 Qolnta. S. Maximino b., S. Gandido m.
4 Sexta. S. Francisco de Assis fundador.
5 Sabbado. S. Fiaviaoa v. m., S. Alhilaoo b
b Domingo. Ss. Eroihrides e Casto mm.
PREAMAR DE HOJE.
Prlmeira as_G boras e 4 m. da m.ioha.
Segunda as 7 horas e H minutos da tarde.
PARTIDA DOS VAPORES COsTEIRCS.
Para o sul ate Alagoas a 14 e 30; para o noru
at a Granja 15 e 30 de Cada mez; para Per-
nando nos dias 14 dos mezes Janeiro, marco, maio
I ]ulho, setembio a novewbro.
PARTE OFFICIAL
GOVERXO DO BNPAD9.

SEDE VACANTE.
O rnesmo.A* vista das informales dos Rvds.
parocbos, dispenso o lapso de lempo.
F.~ pedicdo permisso para ser enNctnao o ca
sameoto de saa Alba no oratorio privado do sup-
plicante, sendo nessa occasio celebrado o santo sa-
j crbelo da missa, na qaal tera' lugar dito casamen-
to. S na matriz oo capella final se deve celebrar
o sacramento do matrimonio coca a solemnidade
.alquebro (I), me assalta, e me atormenta
a ideta da propria insuIE-ien ia, Dio aigo
|j para acompanbar a ele^acio do mea as-
sompto. mas ao menos pan o nao rebaixar
da sua natural grandeza.
Copia de alguns dos despachos dados pe Rvm. Sr. qU*e reqaer e pretende o supplicante.
conego tjoTernador do bispado no mez de se-
tembro de 1SC7.
(Contlnuacao)
Mesa rege lora da irraandade dos SS Ghrispim e
Chrlspiniauo, erecta no convento do Carino do Re-
cite, representando nao se adiar na cmara eccle-
.siastica registrado o breve que concede altar privi-
legiado a' mesma irmandade, e pediodo se registre
a copia une extrahio dos livros do convento do
Carino de Olinda.O Rvm. provincial do convento
la xNo^sa Senhora do (hrmo de>ta cidade diga que
f Ine merece o traslado jauto, e se, estanio o con-
vento de Clin la desligado do do Recite, a graqa
obtida para a irraandad) all insultada se pode
jQlgar em vigor actualmente na igreja cstraoha.
Manoel Jos Pereira, (lino de Manoel Jos Perei-
ra e Carlota di Puriflcaco t^nlo requerido sua
certido de baptismo na matriz, de S. Pedro Gn
calves.e aehando o norae de seu pai trocado pelo
de Jos Pereira Campos, pede providencias para
Loureaco Bezerra de Oliveira pede permisso
para se casar em Tejucupapo, visto ter desapare-
cido o impedimento opposlo por Thereza Mara de
Jess.Informe o Rvd. paToeho de Tejucupapo.
O raesmo.-A' vista da laformaco do Rvd. paro-
cho julgo de oenhum effeito o impedimento oppos-
to ao casamento do supplicante, podendo o mesmo
RvJ. naroeno recebar estes naben;ei servatos ser-
vanis.
Diversos moradores da provincia do Rio Grande
do Norte pedindo a creago da fregosla de Cur-
raos novos na toesma proviocia.Qoando peli as-
sembia proviacial do Rio-Grande do Norte (or so-
licuado o raeu parecer sobre a creacao desta fre-
guena, procederei as diligencias do esiylo.
Manoel Joaquim Neiva de Figoeiredo, pedindo
certido da sentenca que julgou a juslicajao di
Anoa Mana do Rosario, que provou ser effectiva-
mete casada com Jo.io da Fontss Braga.Nao
i'Xi-iin lo na cmara ecclesiaslica a justiQcaco a
tanto nubilita o carcter do povo Brasileiro,
e boje opportuaamente o prestigia no sea
maior desenvolvimento l
Uous grandes acontecimentos tinham de
dar-se, e elles n5o poderiamser simultneos.
Confesso, que em t3o c ifliceis, e arrisca- mas sim arredados por urna separar;ao de
das circumstancias, quancb contemplo rea-conveniente periodo, por que seriam dous
nido nestaSanta Bazdica todo oque ha de.fadosmui distinctos, que deviam pe petuar-
mais nobre, e de mais Ilustrado na provin- se aos annaes da historia Brasileira, como
E^EES ^C0DStlUr T''beai<>ue' comaSQa terminaco.
rio das riquezas do comraeseto, reunidas,
ci.a djt'Par;quando vejo este luzido, e res
peitavel auditorio, que attunta para a tribu-
| na sagrada oceupada pelo pobre, e desfavo-
recido orador, confesso, qie sinto os meus
labios, como presos, e balbucanles, para
'expressar sentimentos dig ios da mais apu-
rada elojuencia.
Nada menos que om feito grandioso ce-
lebra boje a provincia, abiindo generosa ao fez-se sentir, e ebegou
dous ostentosos padroes, que em epoeuas di-
versas aitestassem o espirito progressivo da
na cao I
Mas esse progresso sabio, que teme pre-
cipitar-se ; um progresso reflectido, que es-
tuda os tempos, e as circumsiancias, para po-
der marchar desassombrado, firme, e vigo-
roso proporcao do desenvolvimento social,
por tantos recursos naturaes.
E a paz e a concordia, animadas pela re-
ligio, que a vida do corpo poltico, e so-
cial, completar5o a obra de urna invejavel
felicidade.
O Brasil fortificar sus rclaces amiga-
veis com todos os seus visinhos, e p"lo con-
encargos, sibre ou advem on'.ras necesi-
dades, cuja satisfaco reqaer condicoes an-
teriormente coosliluidas par-a Ul Oto.
E"assim que a cradjuvacSo, implcita oo
emprestimo nacional voluntario, de urna
fecundidade prodigiosa para o imperio.
E' assim que ella mesmo urna questo
vital para o Brasil, que parecendo ter ea-
saotr-se esse engao.-O Rvd. vigano de S. Pedro ''ue alla^ supplicante ja despachei que se din-
Googalves, ou viudo ao sace-dote que adminisirou nm* Rvd- arcipreste Borges, que oceupava o lu-
so supplicante o sacramento do baptismo, e saben- .*r ds v'g"io geral no tempo referido : recorra
do delle o que den causa a esta troca de nome do POs o supplicante ao mesmo Rvd. arcipreste, e
pai do mesmo sopplicante, me inf.rme circurastan- vo1'9 com que elle uisser.
ciadamente. rrncisco Antonio de Lampos, da freguezla de
O mesmo.O Rvd. parocho retifijue a margem
do laugamento o nome do pai do supplicame.
Mana Marcolina Cvale idi), moradora na frepua-
zia de S. Jos desta cidade, teodo reciuendo certi-
do de baptismo de urna sua ulna menor, e oo
tendo sido eucontrada como prova coiu o attestado
junto, a| recenta certido do RvJ. padre Christovao
a' vista delta IBe mande abrir o compleme assen-
to.Informe o Rvd. vigdrio de Jos".
A mesoaa. Rvd. parocho de S. Jos, a' vista
Naiuba, tendo posto impedimento ao cisamento de
sea irma viuva, pede que nocons'inla reali.-ar-se
. esse casamento. Recorra ao Rvd. parocho respec-
tivo, que deve atteuJer ao supplicaLt) o enviar o
: impedimento, se o houve.
Joao do Nascimento e S. Nao competindo ao
poder eccleslastico tomar coohecimealo do facto
1 que narra o supolicanie, recorra a' autoridade
| civil.
I Augusto da Oliveira Tavares, nao podeado bapti-
sar seu Mirto por se adiar a madrinba enferma o
da certido junta passada pelo RvJ. 'sacerdote que impossibiiitada de ir a igreja, pede permisso para
admioisirou o baptismo a' Giba da supplicante,
abra no livro competente o assento respertivo com
as datas e declaragoes cuntidas na referida cer-
tido.
Margarida Mara da Conceicao, viuva de Ray-
mondo esar Bezerra, moradora na freguezia de
S. Jos, acbandi-se gravemente enferma e de?ejan-
lo easar-se com Joo Alves Ribeiro, solteiro, ^ra-
dor na mesma fregue-ia, pede a graga -!e JWm
dispensados as proclamas eaceriilo de baptismo,
atieoin o estado pengoso era que se acha a suppli-
tr.Informe o Rvd. parocho.
A mesmaA' visia do estado perigoso em quo
se acba a enferma, e 'Ja necessidade que ha de
tlfcctuar se este casamento, dispenso os proclamas
da naioralidatie e domicilio dos oradores, para po-
der^m conirahir malriraonio. Dispenso igualmen-
te a certido de baj8t*mo,ji-esnjola a caixa pa o
o sello nacional, p
sor o baptismo administrado no oratorio da referi-
da madrinbaQue a madrinba a quem se refere o
supplicante passe procoraco a outrem qoe a re-
presente na igreja, reservando ella para si o paren-
tesco espiritual.
Joo Gomes de Ctrvalbo, teodo viudo da fregue-
zia de 'erra Talhaoa, lugar do seu nascimento, rom
idade de dei anuos, como prova com o documento
juoto, pede Ihe dispense os proclamas dessa fre-
g:ctia.Informe o Rvd. parocho do domicilie de
supp icaule.
O mesmo.A' vi.-u da iofownagao do Rvd. paro-
cho, julgo desnecessarios os proclamas da nalurali-
dade do supplicante.
Irmandade das almas da matriz de Giyanna pe-
dindo licinga para no dia 29 do corrente sabir a
procisso do glorioso S. Miguel acompanbada do
Sanllssimo Sacramento.Concedo que saia a pro-
ci-so sem que seja acompaobada do Santisslmo
em potircf.
Manoel Antonio dos Saotos pode se lha d vista j >OFamento.
da sentenca que julg u o linie ment opposio ao *nt^i loaqina ao s^u .-vunes Lins, ui j.-
seu casamento perante o Rvd. viganu da Muribeca e de Goyanna, tendo requerido ao juiz de orphaoi
porJosoVaz dos Santis.Declare c supplicante paramjndar su-pender a leitnra dos banhos de
quaes os motivos para cuja dedago pedo vista.
O raesino, apI^e^elllan1o lS motivos.Nao rolen-
do proceder as razos que expende o suppQcante,
nem sendo einbirgav.is is sentencas proferid>s.uo
juiro gracioso, uo ha motivo para ser rvfor^ftda
seu lih>, queixa-se de que o Rvd. paro-ho da mes-
ma cidade desprezasse iotituago di jais, e coat
nuasse a publicar os banhos.Muilo bera pruceJeu
o Rvd. parocho de Goyanna continuando a publicar
o* proclamas que Ihe sao entregues, e coja ptibli-
commercio do mundo o v isto seio do por-
tentoso Amazonas, e de sais rios aflimntei.
Este feito altamente civil e poltico tem
urna tal ligac5o com as ideiis religiosas, que
a patria nao p Je prescindir do dever de o
consagrar pela religiSo no acto mais- solem-
ne das gracas devidas ao .ltissimo.
Embora o cgo fatalismo negu a ioter-
venc5o providencial nos acDntecimentos hu-
manos, a sociedade melhor instruida as
santas mximas da phyloscphia sublime do
evangelho conbece, que a religio a fonte
perenne da felicidade dos pe vos,que della
que prdvem todaagrandezi, e toda a pro-
cuidade s emprezas dos homens, que
ella finalmente, que precede, e gua a bu-
manidade as vas do prog/esso, e que por
consequencia proporcJo que aM5o Supre-
ma de Deas nos liberaliza os seus beneficio',
devemos adorara Providtncia Divina, que
tudo regula no mundo a bem da mesma ha-
manidade.
E'semjdovida compendiado destes sen-
timentos, que o cidadSo benemeritoj que
preside aos destinos desta importante pro-
vincia, se campraz de ver hoje nesle acto
religioso a parte mais imfortaote do pro
Por certo que os grandes.acontecimentos
nao se improvizam. Sao elles o frueto, e
os felizes resultados de serio esludo, e de
profunda reflexao.
Bem, senhores, est a fechar-se o secundo
seculo, desde que as t rras do Gram-Par
viro sulcar suas aguas as quinas portugue-
zas. que as demandavam; desde que a trra
dos Tupinambs abri seu seio virgem
baste adoravel da Cruz, que se arvorou no
meio de suas florestas, lbaro Divioo, a cuja
sombra se abrigou o germeos de urna fl jr<*,n-
te populaco.
Eis senbores a nossa infancia no estado
colonial.
Decorre um lingo peridico, e o brtdo
da Independencia, levantado neste mesmo
dia raemoravel, mostrou, que o Brasil esta-
va em estado de gozar da sua emajicipaco
poliliU, e de a'istar-se entre as nacoes civi-j
lisadas. Eis o primeiro passo no progresse,
cuja senda devia seguir. Eis o primeiro fac-
i monumental, que asse-jurando a nossa'
existencia pslitica, consolidoua gloria do Im-
perio, identificada con a gloria do sea im-
mortal fundador!
Hoje, senbores, hoje depois dos reflexos
, curso da oavegacao do ocano, a que se abre trafJlJ em um periodo de trabalosas compl-
o grande no, a poltica hrasileira ser glo-
rificada entre todas as r,ac5es civilisa las.
Porque, senbores, sempre se divisar oeste
acto grandioso a id* larga e generosa de fe-
licitar os povos,a idea larga, e generosa de
promover o engrandeciraento do imperio.
Applausos pois aos votos da nacao, que
sabiamente dotarao o paiz com este novo
impulso dado ao seu feliz engrandecimento.
Proclame-se feliz e venturoso o paternal
governo do Monarcha Brasileiro, que por
actos sempre augustos da mais esclarecida
'poltica procura basear o seu poler na pu-
cagoes, carece acbar-se ao nivel de poder
arcar com essas complicaces e resol .e-las
afioal sem maiores sacrificios de suas forcas
vitaes.
A dignidade e o prestigio nacionaes nao
sao cousas indifferenles vida dos povos.
Sao ao contrario o priacpio elementar,
que os nutre ; e por sso a sustentacao de>
te principa sem macula um dever im-
presa udivel e imposto pela coexistencia so-
cial a todo e qualquer cidado. sein excep-
Co de qualidades individuaos oa hierarchi-
cas, sem distingo da cor poltica que cada
blica felicidade de seus subtitos. Que o am' aTrajaVooT priidosf""ea"que"se
nome de Pedro II passe acatado de gera^ao acQa fraccionada a familia brasileira de pre-
em geragao ate a ultima posteridade, para'seilte
ser apresentado ao mundo, como um desses I E> 'assrn> poiSi qae.todos devem concor-
raros Mooarchas, que souberam acrisolar o' rer para reaSac5o d'esta grande concop-
esmalte da coroa com a gloria da naco. Ql{) pos s00a a ll0ra da cala ,la3 affeige3
Lxm. Sr. presidente (') nunca costumei e dos nteresses de o.ilra orde.n, para se fa-
rostituir os meus labio a vil hnguaguem zer ouvir so a voz sympathica, nobre e ge-
; muito menos o poder a agora fa- nerosa do patriotismo, que palala nos co-
gramma, que regula a pomposa ioaogaraco, dessa gloria, que tanto illustrou a patria, bri-
que se Crlebra debaixo de seas venturosos Ihando muitealm de seus vastos horizontes;
auspicios. Inaugurarlo de um feito rn mo-j gloria que tanto satisfez ao genio da liber-
rando, que vai marcar urna nova epocha nos! dade: hqj, repito, ijae o Brasil se acha
fastos do Imperio, e que como um grande'na sua vir'ilidade, apparecc opportunamen-
bcieficio talhado nos designios de Deus a te ejp jenos de meio seculo o segundo mp-
favor do Brasil desafia a es >ress5o do nosso nnngnto, que o espirito do progresso levan-
reconhecimento, ^o tributo das mais fervo- i ta,evanta com tinto jubilo no bello Paiz
rosas aceces de gracas. I rfj^j Amazonas, em meio das geraes de-
NingUem pOllggeiUHlhW.ji, qw MmiWw|CiStnig5n to aloprrAa nm pnvo. QU6
da progressiSo inherente i especie huma-ij sabe apreciar as vautagens de to fausto-
na. Nem Deus, autor da o itureza, a creou^o successoII!
a deciso pr renda nos aulos a favor de Leocadia,. cco se nSo interrompe nem mesmo quando ap-
pela qual me decid visto ser menor de 16 anno?. reCd tmoedimento. Se a supplicante tem moes
niio tendo en-" l*?ra imyedir o casamento de seu tuho, deve apre- ;
seola la i ao mesmo Rd. parocho, perante quem
assignara' o competeoie termo de impedimeoto, e
nao ao juiz de orpbos.
Aui Petrunllla dn Jess, viuva,
Cintrado na fregueia de Una certido de obno de
seu maiido, como prova cora o documento junio,
pede para justidear perante o Rvd. Vigari i do Rio-
Formoso seu estado de viuvez.Pa-se mandado de
cominissao para o Rvd. pincho do Rio-Forraoso
tomar o depoimeoto das lestemunhas, sendo depois
julgado por e.-te juizo.
Antonio Jos Velloso, natural e morador no Pogo
da Panella, adiando se preso como rpcrcta e deso-
jando casarse com Mana Francisca Ferreira, pede
ihe sejam dispensados os proclanateg-Coccedo que
corra o segnu.lo proclama em uoj^dpi de semana,
sendo publicados o primeiro 'flierclro em das
sanliticados e sera impedimento.
O mesmo Gumpra-se o despacho que exarei no
nrimeiro requerimento do supplicante em dota de
21 do corrente.
Arlstides Cesar de Almoida, natural -lo Mara-
nho, requerendo para justificar o seu baplismo.
Aprsente a certido de nao acbada, a qual deve
vir autoenticada pelo Exm. covernador do Lisj.aJo
do Maranr.o, aflm'de nao offerecer duvida.
Doratilla Adelia de B:rros Raogsl, pede para*
jusliUcar perante o Rvd. vigano de larfei que foi
casada com o tenente Antonio Rodrigris Poriugai,
Visto uo ter sido encontrado o assinio de seu ca-
samento.-Passe maulado de conmissao para o
Rvd. parocho de Macelo tomar osjep -imenios das
testemonha-", ss-^aAesserao de rJconhecida probl-
^u^Tinlnca do ^J. roeno ; e sera' o
"pr,cesse reraetiilo para estTjiio ""- a- 'n'Jrma-
cao extrajudicial do Rvd. parodio, aliin de ser" aqu.,
julgado
Fabiano Ricardo da Silva pede dispensa da certi-
do de baptismo para se casar, visto nao (er sido
ella encontrada no livro competente do Curato da
S.Informe o Rvm. conego cura da calhedral.
O mesmo. Prove ter sido baplisado.
Joaquim Gimes Puglta do E-pirit)-Santo pede
dispensa do apso de tempo dos proclamas.Infor-
men! os Rvds. parochos de S. J,s ejle Santo An;
tonio desia cidade.
INTERIOR
Breve eracie gratulatoria, que profiri o Itvmd.
Sr. conego Luiz irroso de tastos, na calhedral
do Giam-Par por occasio do solemne Te-Denm,
que o r.vni governo da provincia fez celebrar,
inaugurando-se pomp smenle a abertura do
Amazonas, e seos rios aflneutes, n; dia 7 de
setembro de 1867, anaiversirio da Imdepen-
dencia do Imperio.
/
Lomituile diem solemnem in
condensts usque ai cern Al-
taris.
Farei este dia solemne com
ramos frondosos al ao anga-
. lodo Aliar Ps. 117.
E' assim, senhores, que vemos prescripla
as santas escripturas a solemoi>e3o dos dias,
que Deus se comprazia de assignalar com
^uefji's.feitos ao seu povo. E' sem du-
^lida nestes seiiatento^ que hoje vos reu-
ns neste templo; assin como tambero
nUes-, que se deve inspirar a minha pobre
oratoria no meio dos movimentos de jubilo,
em que sinlo palpitar o meu coraco.
Mas se por um lado o patriotismo me quer
como reanimar as debis forcis, por outro la-
do, alm dos padecimentos physicos, que me
FOLHETIM
D. BRANCA DE LANZA
ECROlDAQES DA CORTE DE FELIPPE II
ttomaocc histrico original
Por E. Fejo de Mendoza.
PARTE I
Redemp^o por amor
JVBO III
MiagA).
CAPITULO III.
Tal amo, tal criado.
(Continuato do n 22i.)
Ah I certoa Vi esse cofrezinho na
cmara de D. Branca, mas n5o se torna ne-
cessarioque o tire. tE/ de prata e nSo quero
qo* Mara passe por
xar a caixa e trazer
prehendes ?
Sim, senhor.
Ficas autorisad
rapariga o ouro que
sua condescencia.
Parece-me que nS'j ser preciso mai-
to dinbeiro. Basta que Ihe olTereca a casar-
ms com ella com a brevid^de possivel.
ma ladra. Pode dei-
o seu contod), com-
a offerecer a'essa
^eja necessario pela
Oh I tanto te has enamorado ? excla-
mou o duque, rindo-se.
Ora I acudi Roque com toda a fatui-
dade possivel n'um homem da sua classe.
Quer-me muilo, e em verdade, seabor,
que se Ihe prometto casar-me com ella
muito breve, e lbe offereco o meu amor
tomo premio da sua condescendencia, ca-
paz de me entregar, n5o digo todas.as car
tas da sua senhora, mas at mesmo a sua
pessoa e a de seu amo, se assim lh'o exi-
gisse.
Pois nao s poaco feliz, meu bom
Koqae.
Bab I senhor, dou-me os parabens de
poder utilisar em vosso servico as minhas
re'aces com essa rapariga, a qual sem du-
vida ignora o mea voto de viver sempre n.o
celibato.
Logo nao pensas em te casar com
Mara ?
Nao, senhor. E' mulher, e mulher
demasiadamente falladora. Hoje, incitada
pelas miabas perguntas, descobre-me lodos
os segredos de sua ama, e amanha poda
descobrir os meos. Nao, senhor/ n3o, nao
pens em me casar.
Fazes muito bem, Roque. Mas, tor-
nando ao nosso assumpto, julgas poder con-
seguir o que desejo ?
Julgo, senhor.
para viver estacionaria. Os periodos s
cessivos da obra da creaco nos mostrjfm o
mais bello modelo dessa mircba pro^fessi-
va, pela qual o mundo se lovanta jr chaos
voz do Omnipotente. Pirioiits que vao
marcan io maravilhas sobf.rmaravilhas at
chegarao remate mais n/loito na orgaoisa
to dp homem, que darla reinar sobre tud i
o credo, teudo por condiio o {.rogressu.
Se passamosda rdem nitoral para a so-
brenatural vemos a mesma economa sem-
pre sabia, e admiravel I Quando Deus fez
baixar dos-Gos a obra divina da religiao,
insti uindo o mesmo homen saido de suas
maos, elle o faz primeiro cicumscripta dos
liaiites da familia; e temo: os mais bellos
exemplos na religiao patrhclial, que no-la
mostram na sua infancia. )epois como por
degros passa da infancia a religiao nacional,
que o seu estado juvenil 'epresentado.no
Podo Theocraw, que guarcao deposito sa-
grado das divinas tradigoe:;. ltimamente
esta religiSo na sua viridade feita universal,
vem completar os disignios de Deus na vo-
caco de todos os povos I
Oa I Que rico fundo de iostruc5o digno
do estu lo do phlosopho I! Que prtotypo
admiravel de ordem; digno da meditagao do
homem pensador II
Avista pois do quadro m ignifico, que nos
aprsenla a mais nobre hi.loria, ja o bom
senso concebe por urna razio de analoga
sabedoria da marcha poliiim do I.nperio do
Bra>il desde a sua fundaco, sem descobrir
motivos de critica razoavel contra o syste-
ma prudente, que fetardou, e noquiz pre-
cipitar um dos maiores acoitecimentos, que
(l) O orador achava-se sofrmdo graves incom-
modos em sua saude.
E amanha ?
Creio que amanha ; mas se amanha
me na i fr possivel, nao lardarei muito em
o alcancar.
Sabes j que prec o que nao con-
ceba nenhuma uspeita ?
Isso nao possivel, senhor.
Ento...
Nao teohais cuidado. E' certo que
nao acho meio de Ihe dizer que subtrai-a
sua ama o conteudo do col 'e, sem que sus-
peite que para alguma cou ia desejo eu esse
conteudo. Nao muito provavul que se
lbe afflgure que sej eu ) interessado em
possuir esses objectos, o suspeitisrecabiro
em vos sera t^ie seja fasil evita-So, mas...
Eoto posso compnrae'.ter-me ?
Nao, senhor, -corquo eu Ihe fallarei
da vossa proteceo, lh'e i.irei que se vos
servir pode contar com a ossa ajuda; e se
seoppozer.a ameacarei coma vossa colera
at a amedrontar. Crek que bastar a
primeira cousa. Com tan lo queeu diga...
Maria, se fazes isto, meu i obre amo e se-
nhor te receber ao seu$3rvico eme dar
iceoca para ea casar comtip, e alguns cen-
tenares de escudos para criar a prole que
possa vir. Estou seguriss mo que cerra os
olbos de alegra, -busa i'i conlianca que
soa ama deposita neila, ir. z-me tudo que
Ihe pedir e... nao descorre a pessoa al-
Ohl E' bem justo este conientamento!
Nem menos justo o enihusiasmo, que alvo
roca todos os coracoes patriticis. Por que
senoores, assim como a descoberta do n ivo
mundo ib i o maior acontecimento depois d >
t:lo prodigioso da creago, tal podemos di-
r boje, que a abertura do grande rio ao
commercio das nacoes vem a ser depois da
fundago do Imperio do Cruzeiro feilo mais
estrondoso as vastas regies da Anurica
Meridional.
E nos Bras'leiros, e nos catholicos, nao
podemos deixar de reconhece? neste feito
memoravel um alto, e inaprecavel penhor
da bondade de Deus que vela sobre o Paiz
da Sania Cruz; que vela sobre o destino
de um povo, que elle tem escolhido para fa-
zer urna naco grande, opulenta, feliz ere'-
peitada.
Agora, senhores, seja-nos licito levantar
um pouco o veo, que encobre os benficos
resultados desta grande oir, j bem en-
trevistos as dobras do futuro I Contem-
plemos um pouco esse pomr to cheio de
veuloras, e de glorias para o imperio.
O commercio, as arles, em geral a indus-
tria j se congracao, e sj telicitam pelo in-
gresso franco, e livre, com que a navegacao
esirangeira deve promover no paiz os seus
mais vitaes interesses. A lavoura, essa fonte
primaria das riquezas dos povos, entre nos
to diliohante. j se reanima, e promette os
doces fructos, que nunca negar ao irabalbo
do agricultor este solo abencoaio, justa-
mente admiravel pela sua fecundidade, e por
essa vegeiaco luxuriante, que constitue a
perpetaidarje de sua vicosa primivera.
Ol I senhores, e o Para, a provincia do
Gram Para, no meio de todos estes movi-
guma que trabalhou em vosso servico. Oh /
conheco-a muito bem, senhor. No fundo
urna excedente rapariga.
E muito mais excedente se me servir
com lealdade.
Isso sim, cu vo-lo asseguro.
Pois bem, ento nada tenbo que di-
zer-t. Procura v-la sem falta amanha
mesmo, j que nao pode ser hoje, e se pre-
cisas de diDheiro pede-o. -
Alguma cousa, senhor, replicou Roque
com certo. prazer iaexplicavel ; ama-
nha temos o encontr na hospedara do
Cuerno dt Oro, eabeis que nessas casas
sempre se gastara algans escudos.
Sim, bem o sei,
- De maneira queposso cmtar com 2l-
guma cousa ?
Com o que qoizerdes. J sabes que
nunca paguei mal os leus servicos.
Eu o sei, mea bom sanbor, e posso
assegurar-vos que a vossa geoerosidade rae
obriga tanto como o affecto que vos dedico.
Ab, I que lastima que nesta occasio nao
possa eu servir-vos por mim raesmo como
em tantas outras I
As circumstancias nSo podem ser sem-
pre as mesmas. De todos os modos, se
consegaes obrigar Maria a que me entregue
essas carta?, e sobre tudo a de Antonio
Psrdz, posso assegarar-te que um dos
da
zer sem manifest aouso do ministerio da
palavra; por i-so nao recuso aos dictames
da mesma religiao, qu< me inspira, dirigir
do aifo deste pulpito a V. Exc. um voto de
merecida considerago. luuvando a Provi-
dencia Divioa, que pirece ter reservado esta
pomposa inaugungo para a poca feliz, em
que vemos a cadeira presidencial occapada
por um vulto, qual o de V. Exc, que bem
symbolisi a gloria naval do imperio ameri-
cano.
V. Exc. o homem compente para, pelo
prestigio de seu nome, e pela sua elevada
autoridade, auspiciar estas lelizes, estas es-
perangosas relages de commercio, que se
abrem o imperio do ocano e o genio do
rio- mar.
Soore tudo, senhores, sobre tudo louvo-
res ar P.ei dos Seculos, que regula os desti-
nos dos p./vos, e que quando Ihe apraz, para
castiga-los na sua justiga, derrama o espirito
de verligem nos cooselhos dos principes, e
para **> f.*lit.ir- na ana igaripnivlia 'nxii'ifn.
pensamentos sabios, e rectos na realisaco"
das grandes emprezas, como a que agora ce1
lebramos. Empreza, que a religiao se com-
praz de consagrar, como obra da civilisago,
que ella representa, como obra do progresso,
que ella pronvive, por que elli incontesta-
velmente a civilisadora do universo; e todos
os seculos a tem sempre visto na vanguar-
da de sua march i progressiva, com i nica
capaz de salisfazer aos votos, e s justas as-
pirado 'S da humanidad3.
Oragas ao Deus Omnipotente, ao Re In-
visivel, e Immortal, a quem devida toda a
gloria pola prosperidade dos irrpe ios. Fa-
gamos, senhofes, fagamos este da solemne
no espirito da religiao.
* Constituile diem solemnem in condensis
usque ad cornu altaiis. Que no restira so-
cial resem as doces, as santas harmonas
da itrreja, levantando di ante do tbrono da
Divina Magestade a voz do nosso reconbe-
cimeuto na sublime exp esso do bymno de
gragas.Te-eum Laudamiu.
DIABIO BE PERMM3UC0
RECIFE, 2 DE OUTOBRO DE 1867.
O emprestimo nacional, as condicoes j
aventadas, nao so urna necessidade de oc-
casio ; mas euvolve tambem interesses mais
deudos, mais remotos do paiz ; os quaes
nem por isso sao menos credores de consi-
derago desde j.
E' certo, que o governo deve eslar habi-
litado para as urgencias da guerra no mo-
mento em que as suas operaces instam por
providencias immediatas ; mas certo tam^
(*) O Sr. vice-almirante, Joaquim Ray-
raundo de Lamare.
maiores servgos que me ters feito, e que
portanto ser um dos que mais largamente
te premiarei.
Oh 1 obrigado, obrigado, meu bom
senhor. E em quanto a possuir essas cartas,
quasi que rae atrevo a dar-vos a minha pa-
lavra de homem honrado, de que nao Aca-
ris sera ellas.
Muilo confias...
Tanto como em mim mesmo, senhor.
Bem, ento nada tenbo que dizer-te
Amanha quando chegar o momento de ir
conferencia avisa-me para te dar alguns
escudos. Agora, retira-te ; j tarde e
quero descancar. Avisa os meus pageos
Rogel e Martina.
Roque inclinoa-se e sabio
seu amo, esfregando as mos
pensando j nos meios de que poderla valer-
se para "conseguir de Mara as cartas, qae
tanto desejava possuir o duque de Alba..
A commisso nao deixava de ser esnoJ^
so, mas nao era dilcil de nenh
Maria apaixonra-se seriamente
bonilo escudeiro, eeiganada pe
ga de ser sua mulher, era mu
vender a sua seainra, quanto
tregar urnas cartas cujo ver
nao comprehendia.
Por outro lado, Boque ej; "Z ^y. e per-
suasivo. Possuia essa elo^QencJa fresca
da cmara de
de alegra, e
.TTiO-
'i modoi
o joven e
a esperao-
b capaz de
'nais de en-
adeir valor
ragoes dos lilhos deste imperio : os quaes
nao podem por corte ter interesses que nao
sejam commuos com os da trra, onde virara
a luz do dia ; da ierra onde nasceram Ibes
os lilhos, que devera conservar sua memo-
ria e perpetuar suas tradigoes; da trra
emim onde repoa-am seus pais.
E d'esla convergencia de pen-amento e
de aecp nao se faro espear os coronarios
naturaes, porque nada ha que resistir pos-
sa vontade collectiva, que nos reunir
assim a todos em um mesmo campo, sob
a bandeira do dever e di honra patria.
Nao ha quem desconbega os embaragos
fiaanceiros, em que se acha o Este do ; e por
consequencia na ha tambem quem nao sinta,
que devem elles ser obviados po-providen-
cias efflcazcs e promptas. Semelbantemente
todos reconbecem, que, concorrendo cada
um com urna pequea quantia, como no
artigo precedente o demonstramos por alga-
rismos irrecusaveis, com facililla le e sera
flailuliri ani-iH-in nocsoil. sp loflfflrft toir.
mar um computo susceptivel de evaniar '
Estado d'essa- depresso, habilit?ndo-o a
bem sabir-se da situaglo difficil, que ora o
aperta em um crcnlo compromeitedor do
seu crdito ; mas, nao obstante, d'onde pro-
cede em muitos a reserva que alai se ob-
serva ?
Qoal a causa efciente de concordarem
todos na magoitude da idea do emprestimo
nacional voluntario, e todava muitos darem
copia por seu retrabimenlo de negago da
mesma magnitude ?
Paiz vai buscar a causa deste pbeno-
meao na inercia, que, apar de pronunciado
patriotismo, e le assignala como ama quali-
dade muilo distracta do carcter brasileiro,
entendendo no entretanto que para despertar
dessa inercia importa ferir-se directamente
na corda do mesmo patriotismo, que ento
vibrar iBtenso.
E assim porque falla principalmente na
consciencia o amor patrio.
Com effeito, o distincto escriptor mara-
nhense parece ter compreheRdulo o verda-
deiro meio pratico de realisar-se o empres-
timo nacional, quando entende nao ser elle
abrir-se urna ou mais inscripgojs em lu-
gares determinados de cada cidade, villa ou
povoado ; mas crearem-se comraisses, que
vo solicitar de cada um, em seus domici-
lios, urna qaota por menor que seja, para
esta grande o ira do patriotismo.
Ora, assim muitos concorrero, seno
todos desses que ora guardara reservas : e
nada inQuirao os poucos que, por denega-
go absoluta, mostrem qrnm degenerados
sao os seus sentimentos de bras leiro.
O Paiz explanando-se na demonstrago
da excellencia do meio que iuoica, assim se
exprime :
dos homens de alguma educago, typos ca-
ractenslicos daqueiW poca, e nao poda
deixar de ter argumentos para conveircer
Maria das vantagens que tal traigo pOderia
proporcionar-lbe, convencendo-a ao mesmo
tempo do nenhum valor daqnellas cartas, e
assegurando-lbe que s era urna brincadei-
ra innocente, que com aquelle feito se qae-
ria fazer a sua senhora.
Era, pois, muilo possivel todo aquillo,
dados os caracteres e situago dos nossos
personagens, e era mais possivel ainda qae
conseguido, produzisse urna serie noJnie*
rompida de desgranas para Cojj^s^e os
irmos Lanuza, graca^^0"^jio que Ibes
orofessavam LFtZJl de Eboli, D. Pedro
*Teo1Sria secretaria de estado.
artU-SSSl.SrAn3? "
dochefedajastigadeArago.
de
^eiro v.-------
(tal seria, pota, o resultado de toda
.?, -ira? Era que parariam aqoel-
LTodU Relies zelos, aqaelles amores?
naes seriara as victimas daquellas altas ra-
meas ? Vencera o vicio vtrlude, a im-
prudencia ao verdadeiro amor, a bastarda a
uobreza, ao mal o bem ?
Nao tardar que o saibamos. .
(Contnuar-$.iha,)
MUTILADO |
I
m


Alarlo d Pernamlmc* qnlnU felra 3 de Outubro de 1867.
v
2=
=



fi 0 Flumtnense, sob o commaoJo do Sr. te-' era comraunicatio diri| Id
te P*-to, dli orna fjiba, desempenhoo. SAiistac- commaudaute das armas
loriaraente esta commisso, reijressanda hontem a'
rde depois de haver sorcorrido cora mares, en-
viados pela presidencia, a 53 familias, refutadas
Tora de soas habitares, nos lagares a n i i nao
Modados pela enr.bente.
O Fluminense troaie nm pobre velbo invalido,
com su mainer e tres Albos, qm se achavam era
Da inscripto solicitada na casa dos c
dadaos para a que fr aberta oos_ escrjp
toriondos jornaes, ou as repartieses pflj
blicas, a differenca ser como de um para
mil. ..
Tetros disto exemplo bem irisante, -m
Pernamouco urna grande cidade,
rica, comnaerciaote e populosa, e all a i lea invidnente perigo, por J' estar sabmergida saa
dn murestimo nacin d fot perfeiiarnente casa, e nao restar nessa lina ponto algom qae ih-ss,
acolbida. Entretanto, aberta a inscripcao J*^ servir de abrigo, per estar toda ella al,
no escriptorio do Dairio it Pernamtm, | A escooa iDgi,7a Rw Grande, qae, como no-
apenas foram subscriptos no primeiro da Rielamos, encalbara na barreta do Alfana, foi pos
59i0 rs. e nos 4 ou 5 dias subseqo'
ponco mais de nm cont. Hoovesse, porera,
nessa cidade tres on qaatro ci adsos dedi-
co : qoartel
general Cuutebio
Itembro
publico.Obltaario do dia 29 de se-
Na ngaezia do Sacso.no Granito, foi fraudo Is>bel M,r,i da Conceicao, Pernambuco, 47 annDs,
. enos 4on 5 dias subseqoeotes to2lM22^J^2^f
1 torda pratlcagem capito de fragata Aotoo o Aives
pelos embragados da al-
ead' s que satoissem a agenciar inscripcoes,
que essa quautia seria de dezeoas de contos.
Ao mesmo tempo que lembrtmos a
des Sanios coadjjvado
faodee estacinanos ni barra.
< L se no Eck-o de 18 :
c Na nolte de sabbado, pelas 8 horas mata on
menos, e u ama taverna sita a1 roa Z..iony, esqal-
na da roa Bella, foi a-.-a->ioada orna i ma, escra-
creacSii de commissQes para agenciar o em- va ao gr aowoio Ctiristovao da Rocba, pelo indi-
orestitno nacional as cidades e villas da vtduo Joaquim G meatos Das Mooteiro
nrnr.nria deseiamos que essas commissSes, Consta que o assassino for. lmpelliao a com-
proTmcia.aesejdms 4uoj imetler f^m kVQlij trcacMttneiI8 8e.
nio procuren) ter qualquer carcter ouicidi ^lBtel..
sejam puramente patriticas, sem centro,. maa)0rava elle ama filha do Sr. los Maria
sem filiaes, sem nennuraa dessas formali- Egas, que mor defroote a' venda. Pedio-a em ca-
dades que 's servetn para apresenlar di- smenlo e este consenta a principio; poreni de-
Ud H TI -_ms* nlnh* hnnras P0,s. vendo aje o pretndeme diva-so muio a be-
versos neme, em publico e ganba bonras ^ qae jm ba faila Qm mm cast.
e louvores 'lo governo. ment, e negou-a.
c Hija uma C -mmisso que promova a Essa deliberado abaloa Joaquim MjQteiro,
iiscripcao entre os negociantes, outra en- que contioooo a irabaihKr para o deseado matn-
tre os tavradores, os artistas, os empresa- ^f^STlMo^r^i
dos pblicos, emfim em todas as Clases da preU na venda, e Joaquim Monteiro deu le ama
sociedale apresentem-se cidadSios patriotas.; cana para eoiregVr ama do Sr. E^as, que e
S alguem hesitar, receiaodo que mui-
to tarde ou nunca ser reembolslo da
quaDtia com que cocorrer, far a mais in-
justa offensa ao governo brasileiro coja
divida externa e interna tem siJo sempre
honrada.
c Mas admitamos que nao se ja possivel
esse reembolso : que cidad3o recusar dar
10iJ ou 203 rs ou menos ainda, para au-
xiliar o governo ua mais justa guerra que
at boje tem o paiz sustentado ?
Ao coliega responder o paiz com a rea-
lisaco prompa do emprestimo, para ee
concorrendo.desde o pobre at o rico cida-
do, confundidos todos na dedicaco pa-
tria.
E o rico e o pobre assim unificados mos-
traro s naees do velho mundo, que no
Brasil tambem pode-se levantar uin empres-
timo nacional, sem carecer outros estmulos
que querer-se itlesa a honra nacional.
O vapor americano South America, teodo appa-
recldo hornera as II horas da manhaa no horison-
te, ali fuideua, mandando a trra am bite qne s
aqoi chegnu as 4 e tres qoartos da tarde, coodo-
ziodo as malas, declarando entio o geme de bordo
ter ali fuodeado o vapor, era const-quencia de
desarranjo na machina, qun se e>tava reparan-
do. Al as 6 horas nao tinha amia fondeado 1,0
lamaro.
Os joroa-s, deqne foi portador, adiantam um da jj0 Brasil, em rois>au
do Rio*de Janeiro e oulro da BaDia, seodo as dalas
25 e 29 do passado.
Neohuraa noticia chegara do theatro da gnerra,
mais moderna do que as recebidas pelo vapor
francei.
RIO DE JANEIRO.
Pelo ministerio da puerta, em 24 do passado,
foram excedidas as segrales ordens:
ConceJendo tres meies de hcenca, com sold
e etapa, para tratar de sua s-le na provincia de
Peruarabucn, ao capitio Maooel Joaquim Ma-
chado.
Prorogaodo por tres meies a lie nga com qoe se
acha o alteres do 26 corpo de voluntarios Jovita
Duarle Silva, podendo gusa-la na provincia de San-
ta Catbaiina.
D > Jornal do Cummercio iranscrevemos as
segiimies noticias do sul, ali levadas pelo vapor
Guapor
t Ue Montevideo trouxe-nos a Tribuna de 16 e
17 oo correte, dalas ijue nao tiaham viudo pelo
Copemirus.
t D incatro da guerra nao se refere pormeoo
res.de iuur-.-se, mas as pr .vincias do Interior da
Repobllca Aiwenlifia nareria realear-sn > ""
h,n com uova tuna, vareu, ae cuja invaPao se
fallava as Mhas de 18, como noticiamos, tmha
reappaisriiio na provincia de S. cas du coronel Fiiare, oceupado o departamento de
Molinos. A Capital da p oviocia nao tinha meios
de defeza e tena le ser evacuada apenas se appro-
limare a pu-rnllia de Vrela, que se dizta espe-
rar pra is qae he ir*na reforjo da Bolivia.
t Eoj Baeoos-Ayres corra que tinha sido no-
meado o general Couesa para ir pacificar a provin-
cia de SaUa, combinando as suas turbas com as do
geBerai Tabeada.
c .Nao teodo o vapor da liona do rio Uniznay
trazido polica alguma di mirle do general U qai-
ia, dava se ja como averiguadamente fabo o boato
que a esie renpelto se tinha espalhado e que desde
o principio Dao encontrara mallo ere ito.
i Das repblicas do Pacifico havia folbas il 8
de ag sto.
t N Cinle ja se Bao acredllava na volta dos H -s
panh.-s, ce niifiuando-se comtudo a cuidar da tur*
liQcacM da costa e purls do mar, e reoranisaQo
do ejercito e marraba; mas o governo do Peni,
nutriodj cu inculcando receios de novo ataque, fa-
zia convergir lodos os seos esforcos para o arma
meti do paiz, o qoe aggravava o mal estar geral
cansado pela qoai bostilidade dos poderes pobli-
eos entre si, e Influa perniciosamente sobre o
tommercio.
t A partir do { de Janeiro de 1868 nao se rece-
beria as repartieres seaes do Per seno moeda
Racional, e desta mesma seria recuohada a que nao
decimal.
i O porto de Pisco, a 6 milhas das Ibas Chin-
chas, ful habilitado para a importaco eexportac.o,
sendo provavel que dentro em pouco se tornasse
imprtame emporio c rom-rcial.
c A r/rtuno, arima ctala, publica o seguate
sob o litlo Conflicto peruano brasileiro:
c A 22 de jumo sahio de Lima para Guayaquil
o Sr. A.doipbo Varthagen, ministro do Brasil junto
do g vern i peroaoo.
t Parece que pedio os seas passaportes, segundo
ge disse naqnella capital, p nao baver-se dado
por sali-feito cum as expiicagd-s relativas as pala-
vras da nieasagem presidencial lida na abertura do
eongreresso eoostltuinte a respeito do Brasil.
Segundo outros foi por nm desaccordo srbre
as ideas expo no reUicno dos negocios estrangeiros.
t A este resp-iiu encontramos o seguale na
revista da qaiutena de um diario de Lima :
< E* lra da dnvida qoe o miiislru brasileiro
pedio pnmeir mente xplicacS^s poroertas pa
lavras oa.meosagem e que depois, para facilitar
um arrauj.i, abandunon de tacto aquella qaestao,
e exigi qae as explicagSes se Ibe dessem pelo
qae no HtMotfo dos negocios estrangeiros se
dlzia a respeitu do tratado tripartid>.
i Mas >ia qnesiao qoasi ficou arranj da no
lempo em qae o Sr. Paredes esleve enearregado
c dos negnos estrangeiros, e, como o nosso mi
c nlsiro de ve ter procedido de accordo com 8.
Exc. o presidente da repblica; sena estranho
c que o assumplo oflerecesse mais tarde difflcul-
< dade. >
t Per -te mot'vo e a proposito desta ocenrren-
eia, o cuoiivsso dir>gio ora convite ao ministro de
estraogi-ir- para comparecer ai cmara na noit-
de 26 o- julhu e responder a urna ioterpellaco que
que se Ihi il*-ibt* *te incid ule.
c As dlas do interior .'*o : Porto-Alegre 16,
Rio-Grao ie ) e Santa CaibaJ 22 d" corrate,
t JIu oa 16 devia Inslallar-se a a;.'"nDl0* ''
gislativa da provincia de S. Pedro do Sol. *
i O rbefe de ptilicia da mesma provincia vi*,"'
ao Rio G andii tyodicar de am conflicto que se de-
n ntreos Dr- Affaso Guim^raes e Bezerra Ca-
valcanti, e urleoara aa aabdeJegado Giraaraes
qae in-ianr^se exofficio proeesso ao segundo por
aso de ar nas aeu 11 cenca, deixaodo de ter o mes
procedimeoto a resuelto do priraeiro, qae no
e
Indicava. A negra r-j-ita encarregar se de tal
misso : E le insiste, e nada obtendo, lae^a mao
de ama faca e descarrega o goipe morlal.
Aps, vendo correr sangue, dol ra mu bem
ara Diario do io Grande de sexta reir, co|ioca-o
na lerida como para impedir o rojimeoto do san
gue, e diz a* sua victima:Sao digas qtte fui eu I
Ejsa scena tra apenas preseuciada por um
velho, que nada poda fazer.
< Aos gritos da ioieliz acode gente e ja' o pro-
prio assassino a condazia em bncos para o corre-
dor do Sr. Egas.
> A morte foi qoast instantnea, e a assassinada
lile apenas indicar o autor do crimo e explicar as
causa .
O assassino foi incontinente reeolhido a' ca-
de, e pcieeden-se lugo ao respectivo aalo do de-
licio no cadavtr da preta.
t Dizem que nao o primeiro crime dessa or-
den) que commeitd Joaquim Monteiro. >
Suicidara-se em Bag o iialiane J is Pedro,
peaj da olaria de J >- Lall da Costa.
c Em Santa Camarina nada occorrera de impor-
tancia
t Tinha ebegado precdeme do nosso porto o
vapor Brasil, o q-ial devia seguir para o Sul logo
que acabasse de recebar caro O S. Paulo, viu-
do de Montevideo, eotrou oo da 22.
Procedente de Pernambuco chegara o vapor
amerlcaoo Fixen, conduzndo os nufragos da bar-
ca be-panhola 'Isabel.
A aifandega sado 1,8 li:7815,90.
A frag.ta Amazonas ficava a sabir para o
Rio da Prata, couduzmdo os vinie e quatro guar-
das-marinhas ltimamente promovidos, para serera
do.- tribu Jos petos navios da esquadra.
Hi a-s na corte, que nesso navio seguira nm
enviado extraordinario o luinistro pienipoteuciario
especial do Rio da Prala ;
nm novo di-tncto de subdelegada, cojjs lira s
sao os Tiesmos da fregu ia.
O Sr. canillo do 2 regiment de cavallaria
ligeir. Jo^JiaquIm Cohibo, foi efonerado pe
governo imperial da comnissao de majir, de que'
eslava encarrega lo.
Foi noraeado delega lo do districto policial de
Sitios N vos o Sr. capitio Bellarm no Gomes Fcr-
reira.
Installoa-se ante hoiitera a 5* sesso jarcia-
ra do jury desta capital, mas a' falta de numero
legal dejuizes defacto, nSo comecirao anda os
respectivos trabalbos.
O Diario Popular i e Lisboa diz o segaiote,
acerca d'uma violomsta ue ali se acha :
A' um obsequioso c invite devenios o ter pas-
sado orna agradavel nolis no hotel Allianca. Re-
cbidos pela jijnormo Catbanna L-bouy-, dis-
llorta violinista, liv-mos o prazer de euvir orna
phantasia sobre a Favor ta, uma phantasla sobre
nm trecbo da Somnanhila e nmai Iradas varia-
coes do Carnaval de Veneza, Meadas na ret:...
i-ela excellente arl ;t > A signorina Catbarlna
Lebouys florentina elegante e distracta, de um
trato agradavel e de cma conversa espirituosa,
conta apeoas 19 annos, i ja ama artista consano-
ma la, exprimmdo com oda a correceo e mimo,
e era adrairavel execufo. os pensaraentos dos
mais oolaveis maestros. Maravilba ver a elegan-
cia cora qae a gentil lenbara toca os mais diffl-
ceis trechos oo iostrarlento qae em mostea me-
Ihor traluz os sentiteo os,n'uraarebeca de Goar
nerins, instrumento ja' hoja raro e de sabino
preco.
Para darmos orna verdadeira idea do sea
mrito bastara' dizer ene, discipula do celebre
Giovacuini, estmala e recommenduda pelo brl-
Ihanie e seveio RowiJi, tem sido onvida com
geral applauso em L.ocres, era Pars, onde tocia
peraole o imperador Nipilee, em Italia, pena-
te Vctor Maaa"l; em Hispanha, na pre-enca
da ratnha I-ab-l; e meieceu a dlstiocco de tcar
conJuactAmente com o? dous celebres violinistas
Sivori e Beriulti. Eotr) muiKs mimos com qoe
o sea memo tem sid i galardoado, vimos uma
linda banda, que Ihe loi offerecida pela cmara
municipal de Tnrin, e uma corcia dada pela or-
cnestra do theatro de I-abel a Catholica, em Gra-
nada.
Um telegramma lo Berlin annonclou, hja
pouco, a prxima crea(io de ama pastada mirl-
ara federal. A este r ispaito nao sena fon de
proposito citar um artigj da nova constituicao da
coofede.aco du norte, que esta concebido n'estes
termos :
< Tuda a popalacao naritima da coofederaco,
incluindo os raachinista e os operarios, esta sa-
jona ao M-rvit i militar.
t Todos os oavks mircantes de lo*os os esta-
dos I leraes conslitoe n uma marraba mrcame
militar.
Couio se v, em virio le d'esie art'go, a Prossla
podera' disur, em caso de guerra, de uma forca
martima respeilavel.
Conta-se o seguirte caso soccedido ao cele-
bre mlico francez Velteau, qui acaba de fallecer
era Franca :
Velpeau bavia pralic ido cora xito maravilhoso
uma opera^au mai arriscada n' uma cnaoga de
eme i annos. a man d< enferma velo e ibe disse :
Seobur, salvastes a vida a rainba filoa.
solteira, Boj Vista ; myelite.
-30-
Manoel Jeaqnim dos Santos, Pernambuo, 40 an-
nos, casado, S. Jos ; desynteria.
Jos da Costa, frica, 70 annos, solteiro, S. Jos ;
taberculos pulmonares,
Rosa Maria de Sena, Pernamhuo, 80 annos, sol-
teira, Santo Aotoolo ; hypertrophia.
Pascoal Justo, Italia, 36 annos, casado. Boa-Vista ;
varilas confluentes.
Praoca Maria da Coocelcao, Pernambuco. 23 an-
nos. solteira, Recife; varilas.
Isabel Amelia da Silva Lisboa, Pernambuco, 25
annos, casada, Varzea ; tubrculos pulmonares.
Mana Joaquina da Silva Chaves, Pernambuco, 38
anuos, casada, Saolo Antonio; pblysica pul
monar.
Um preto qae morrea na roa, Recife ; pblysica
pulmonar.
Miguel, Pernambuco, 12 mezes, S. Jos ; den-
lico.
Praucisco, P-rnarabuco, 1 raez, Recife ; convalides.
Mana, Pernambuco, Recife, escrava congesto
cerebral
Margarlda, Pernaabnco, 20 annos, escrava, Boa-
Vista ; loberenios pulmonares.
Clara, Pernambuco, 45 anuos, escrava, Boa-Vista ;
hydropieardia.
Mara, Pernambuco, 4 annos, Santo Antonio ;
phlysica.
No da 28 nao bouve eoterramento.
tos a que se refere a tumba corresponden-
cia de 28 do mez" proxisa passado, Mlaa-
do-me uma certidao, que o Sr Almeida,
porteiro dos aaditoiios, deve entregar-me
hoje;qoe, apenas receber esta, certidao,
dar-nae-bei pressa em escrever a mina de-
fea, e a entre guida chamare! o Sr. Alexandre barra dos
tribunaes, aonde confio qae a espada da
lei castigue a sua desaforada audacia.
Queiram, senhores redactores, dar pu-
blicidade a estas linbas.
E' mais um favor, ao de Yones, leitor e
criado obrigadissimo
Recife, 2 de outubro de 1867.
Americo Neito de Mendonca.
Novo Imnco de Pernammco
Para conhecimento dos interessados a di-
reccao do novu banco dec'ara que a partir
do 1." de seterubro do correte anno, o ban-
co entrar em liquidarlo.
Recife 28 de agosto de 1867.
RECSBEDORJA OB RENDAS
GERAS.
Rendimente do dia I....'........
[dea do da 2.................
INTERNAS
Publicac5es a pedido
769171 i
749*711
1:519*453
CONSULADO PROVINCIAL
Recdimento do dia 1 ........... 92*8i'>
lderadoJdia2 ................ 7331379
,1:6561190
uo sendo ainda publico seu nome.
BAHA.
Carlas da corle, an o Jornal da Baha, dao
C' Souza para presideute de nossa provincia.
Arrinara ao porto a escuna ioglea Volun-
ktr, (|ue para Falmootli.d'abi sabira no dia 20.
Lemos ao Jornal:
Ura grande luctndio boove ante-hontero (27)
a 1 hora da madrugada no sobrado n. .16 a ra da
Alfaudegadefronie do correio geral. Principien o
fogo pelo segando andar, nao se sabendo como
ateou-se ; o certo que dentro em peuco flcou a
casa toda presa de cnammas, que e elevavam lio
allp, que tenam communicado a Incendio aos so-
brados contiguos, fazeodo-os tambem arder em
puncas horas, si com as bombas, que inmediata-
m-nti appamceraraacompauhadas de numero sof-
cieuie de trabalbadires, uo si tivesse com ram-
io cuito e at pengu couseguido abafa-lo depois de
algumas huras, ai qae puuco a pouco se foi apa-
gando. No pavimento terreo bavia o aru-azem de-
nominado Flor do Ouro.
t Comparecern! a auloridade- da freguezia, S.
Z__ 2. ,.....l-m. a^ v'<>vt*c,B ws Brs. l>i.
rhefe de polica, delegado d > 1* districto e major
commandanle do corpo policial. >
PEHNAMBUCO
REVISTA DIARIA
DO
conflicto se ,-ervio de nm revolver, per ser o tri
bunal na relacao o competente para tazer-lbe o
proeesso.
As grandes chava tiaham eito eneber Unto
os ros que varias libas prximas da capital fica-
ram mondadas.
c O presl ate da provincia maodoo inmediata-
mente o vapor de oerra Fluminense pre-tar soc
corros os hablante.
Ao lente da primeira companhia do priraeiro
baialhao de reserva desie municipio Joo Mara de
AII)oqueri|UR O.iveira-, f i prorogada por 6 mezes a
lieenga que iln foi concedida por portara de 18
de mi.rco ultimo, para iratar-se na Europa.
Foi prorogada por um mez, com venciraentos
na forma da lei a uceaba coucetjida para l-atar de
sua sade, ao chele da reoarticao dM obras publi-
cas Dr. Bernardo JjS da Cmara^
Ao barharel Carlos Francisjto Soares de Bri
to, juiz municipal e de orphos do termo do Gur
cury foi- he concedido m-i.- 3mez>-s Oe prorogaQao
para presentar a sua rei>peciiv Ao tenente da segunda companbla do bata-
iha i o. II de infamara da gua/da nacional de
Iguaras- Francisco das Chagas Crdeiro Campos,
foilhe conced la a passagem qne sulicitou para o
bataiho o. 12 do municipio de Goianoa, por ter fi-
zado alli sua resitencia.
A empreza dos trilbos urbanos de Apipncos,
atiendendo aos diversos pedidos do publico, (ellos
na nossa Revista, resolveu qne, de buje em diaot,
partir' ora trera do Recifd as 8 horas da noite
para Apipncos, vj|tanJj-,falli para o Recife as 9.
Tambera partir' de Aptpocos para o Recife mais
nm trem as 7 horas e 26"minutos da manhaa, alm
dos ja anuunciados.
Pedem nos a segrate pnblicagSo :
Constamos que a mesa regedora da irmandade
do Senhor Rom Jess dos Passos da matriz de S.
Fr-i Pedro Gonfalves, qner fazer a festa do mesmo
Senhor no da 13 do ".orrente. com a pompa e bri-
Ihantismo dos annos anteriores -endo pregad ir o
Ezm. *r. conego Pinto de Campos na fesia, e no
Te-Deum o Rvm. vigario da ....sma fregueria deve
realmente ser jiu dos mais (minante- actos reli-
giosos que se fazem nesta nossa proviocia ; e des-
de ja' damos os encomios a mesa regedora pelo
seu bom desempenho.
Aotr-bontem leve .lagar no santa Izabel o se-
gando concert dosjiveos rustas italianos, os ir-
mos Franco, e pela segunda vez exiastou-se o nos-
so.potinco com 4 melodas que.eoceram o tor
cinto de Saota habel, arr n.-adas das mgicas ra-
bera e harpa, que tao magbtrilmeote locara aquel-
les di-tiocus e sympathicos artistas
O corpo acadmico, por i ni-medio de nm de
seus memlrjs eolr.gou era scena aos irios Frao-
co, u na medalba de ouro, pendrte "de orna fita
escarate de cnamaiote, em urna face da quil lia se
o tegninte dstico em rehvo : '
0 CORPO ACADcillC)
aos
1KHOS FRANCO
1 de outubro de 1867.
e oa i nlra acbava-se tamb-m em alto relevo, escul-
pida uma lyra, ligada as trombetas da fama e cer-
cada per u na grraalda de folhas de Inuro.
Alem da medaiha foram-lhes off-rudos mili-
to.-, raraalbete8 de flores nataraes e alguc-s artifi-
ciaes bstanles reos.
Era lo ios os pedajos qae fhenm ouvir rs insig-
nes artistas, tocaram elles to lmn, qae diffloil se
uso impossive, estabeleuer-lnes diff rencas; to-
dos foram igual a e lbnsiasticameote applaudidos.
A' esses apotau-os judiamos os n jSsos, bem co-
u->o uossas felicilaijOes aos ]ovens e distioctos ar-
listo1 (,aa P:0',,,,*in a miii Del,a ^as be"s ar|es-
''ra "* "DDM^0S os Srs. Miguel Bezerra de
Vasconcelos I ve* Maciel J 'a1u"n Candido Accioli de Gouva e
Mauoel Autan?' P"1-603. P*ra i logares de a
OSr alferes c<>'ut'J'4-,'ou,1o lenleajndante
e infantari* Jesnino D oclec;;*no
offerece a 5* parte do respectivo
sold para oecorrtr M *Pews da aerra' en-
i,0p?sfdW,e,"r,di fe el^ 01
I mandado louvar omP atfere? pela Pres,llencU'
WrtMCl JUDiCllKU.
nilIU Val. ni UBLlClO
SESSAO DO DE OUTUBllO DE 1867
PRESIDENCIA 00 BXSI. SR. CONSBLHEIRO SOUZA.
As 10 boras da manhaa, proseles os Srs. desem-
bargadores Santiago, Gitirana, Lrareoco Santiago,
Almeida Albuquerque, Assis, Domiaguos da Silva
e Souza Leo. faltando os Srs. desembargadores
Guerra procurad r da corda, Molla e Ucba Caval-
cante, abrto-se a sesso. ..
Passados os feitos deram-se os segrales julga-
menios:
agoravo de PBriQAoAggravante, Manoel Mala-
qnias e Caraargo; aggravado, o juizo.Relator
o Sr. desembargador Guir na, sorliados os srs. de
senDargadores Lourenco Santiago e Domiogues da
Silva.eram provimeolo.
habeas corpus.Negou-se ordem pedida por
Francisco Igo o-io d'Amorim. Coocedeu-se ordem
a Autonio Firmiuo Pereira de Carvalbo, e outros,
para a ses-ao de 5 do correle, onvidas as auto-
ridades re-pectiva?.
Assignou-se da para julgamento dos segrales
feitos :
appkllacao crius.Appellante, Hilario Campelo
Rio Giaude; appellada, a jusiica.
PASSAGBNS
Do Sr. desembargadpr Gmrana ao Sr. desembar-
gador LourenQO Santiago.Appellago civel: appel-
tantes, J i.iquim Francisco d'Albuquerque Santiago
e outros; aipetlada, D. Francisca Toomazia da
Cuoceicao Cuoba.
Do Sr. desembargador Lourenco Sanilago ao Sr.
desembargador Almeida Albuquerque.Appella-
cao ivl: appellaute, Francisco Solano da Cruz
Ribeiro; appelladu, Gidofredo Henrique de Mi-
randa.
Do Sr. desembargador Almeida Albuquerque
Nao sei como ezprimir-ros o rasu reconheciraento. ao Sr jesembargador Motta.AppellagSis clveis:
Uu?o esperar que esta cirteirinna, por mim.borda-1 appeanle> p Francisca de Salles Candida tto-
de Souza Bruno,
da.
Od I minha senbera, disse Velpeau interrom-
pendo-a, nao fac i da miQba art uma simples qoes-
to de SHiuioieuialismo. A mlnha vida Um ne-
cessidades.assim como i vossa: Pcrinitti-me, por-
tanto, qae recuse o viss" presente, em troca de uma
remuiieraco mais solida.
Porm, senhor, t pllcou a dama extrema-
mete commovida, milho" seria que vos mes-
mo me iudicass.-is o aljarismo dos vos-os honora-
rios....
Mraba senhora, ceio nao pedir de mais fi-
zando a quantia de um cont de res.
A estas ,i .lavras, a dima abri com mo febril a
c.ri iriuiu, que cominea dos contos de ris em
notas de mil traucos cala ama, conloa cinco, en-
iregou as ao dotor, e etlroa -e, leudo realisado
uma economa de um onto de ris.
A divida flucta ile de H'sparjp, no era
no priraeiro de julho piscado de 17Ol,14l es-
cudos, (ve durante o mez de julho a% augmen-
to .1- ;)6,86,ii7 escudos, e ama diraihiao de
3z,2i7,805. Em coose^uencia d'isl", myO0"
agoslo, u seu algarisrao era de 177,238,754ws-
CUdos.
Acaba de se formar na Rusta, sob o paruV
nato de S. M. a impera triz. uma soc'ada/**- 'r. poi os iniiuai es Tenaos e enfermos, u
m d'esta assoclac,o assistir, era lempo de guer-
ra, a administraco u Hilar, nos cuid-dos que se
devem dir aos feridos, e aos enfermos fornecen-
do Ibes mdicos, e facililando-lhes as ambulancias.
E^ta sociedade, e qus sao admillid^.s pessoas de
ambos os sexos, ha de ser divida em :
!. Membros fundadires, sao aquelles qoe en-
trarem com um somma de 200 lubios, e se obrt-
garem a pagar aunu loienti 10 rublos;
2." Membros b.-aorailos
mi'ii imperial, eos membros do epl
3. Meraoros bemfeilores,sao-aqueiles que offe
recerem uma Somma cuqsideravel;
4." Membros effectlvi,- sao aquelles qoe te-
nham entrado com uma somma de 50 rublos, OU se
obrlga*>m a pagar aunualmenie. 3 rublos.
5. Membros coopera lores,sao aquelles que li-
verem f-iiu ufterus superiores a 50 rublo?.
Afflrma-se que o joverno francez acaba de
encommendar 800,001) cintas, conlendo cada ama
d'elias urna pequea b nica. Esto botica esta pr-
vida de tu lo o que necessano para se fazer, do
meihur mu > possivel, o primeiro curativo de um
ferimeoto ou-para se a alnar uma dysenteria.
El s 800.0UO cintas nao custaram mais de
27O:0U0OH)
Ganbaldi, Vietor Hugo, Luiz Blanc e Pascal
Duprat ja cnegaram a Ginebra, onde vao assisiir
ao congresso da paz. Fi ram recebidos com demons
traces de sympaih.
As sessSes do cong -es?o deviam ter comecado
cm 9 de seiembro.
Un jornal fraucet afflrma qae a Franca e a
Pru-sia, depois de reciprocas explicares trocadas
relaiivdmeuio aos seus armamentos, declaram-se
mutuamente satisfeitas. E-u- duas poteacias o
abrigara o menor dse o de se guerrearem. Coo-
tentam se com a ren> vacio do seu material de
guerra, em vinude do ; xioma que diz: Si vis pa-
cem para bellum.
Anda grande re loligo nos Estados-Uaidos,
em coosequencia de : e approxiraar o tempo das
eleicdes. para a pres dencia e vlce-presideucia
d'aqu"lia repblica.
O Cotmopolitan, de Washington, n'am boltim
que, seguudo ell diz, devia ser expedido a um
milbeiro de jornaes americanos, recommenda a
candidatura de Charles Prancis Adams para a pre-
sidencia, e a do general Ulysses Grant para a vice-
presidencia.
O governo inglez recebeu nlllmmente do
seu cnsul no Egypto ira despacho, annuncianoo
que nao conirmava a c oticia.de haverem silo sol
io> os prisioueitos nghzas da Abyssmia. O pa-
triareba armenio estova sem noticias dos captivos
do Imperad r Tneodoro
lanterla. A que se acba venda
a 40.*, a beneficio da Siota Casa de Mise-
ricordia, que corre terfa-feita 8.
Repartiqao oa po.icrA : Extracto da par-
te rioMia 2 de ootubro le 1867.
Foram recolbidos a casa de deteogao no da 1
do crrante :
A' ordem Jo subdelegado de S. Jos, Clara Mi-
rla daConcei(aj, Mana Francisca de Paula Ma-
doreira, Mara da Comeicao Pessoa de Sjqaeira e
Aaiooia Luiza da Concei^ao, para correcrao.
C chele da 2' ecio,
J. G. de Mesquita.
Casa o btkncc. Movlmento do da 36
de sciembro.
Existiam presos 297, entnram 3, sabiram 4,
exisiera 296, a saber : naclooa.es 203, molberes5,
estrangeiros 36, mulber i, escravos 49, escrav&s 2.
total 296.
Alimentados a casta < ios cofres pblicos 204
Movimeuto da enterra iria do dia 1.a de ouuoro.
Teve baixa :
JoaqairoJosdeSooM.
Movimento do hospital portognez do mez
de setembro:
Existiarn 26. enlraram 30.Total 55. .
Sab ram 22, falleoeu i. existen) 32; sendo por-
tagu-zes 41, brasileiros 12, seado 2 guardas oacio-
naes, africanos 2. Dos llecidos foi 1 africano, de
enlero-colile.
Passageiros do va 3or americano Sota* lw-
rica viodo dos porto de sol : i!
I. t. de Mello Ce val .anti e 1 criado, A. C Be-j
zerra Cavalcaoti e Fi meisco Moreira de Car-
va Iba.
cba; appelladu, Luit Francisco de Paula. Appel-
lanle, Jos Cort < Paz; appellado, Raf el de Souza
e -ilva'; appellanie. Amaro Gjncalves dos San-
tos; appellado, Jo^ Barbosa de Miranda J saotia-
go. Appellante, o jmzo; appellados, os berdeiros
de D. Isabel de Mirauda Leal Seve. Appellai;ao
crime: appellante, ojuizo; appeliad'), Luiz Fer-
nandes de Bulhdes.
Do Sr. desembareador Domlngues da Silva ao
Sr. desembargador Ucba Cavalcante. Appellac5es
eiveis: appellante, a irmandade de Santa Ruta de
Cas-ia; appellada, a irmandade do Sanlissimo Sa-
cramento. Appellante, Antonio Francisco Abasta-
do; appellado, Ciri'lido AfToaso Moreira. Appella-
gao enme : appe'lante, o juizo; appellado, Dorne-
villo de Oiiveira Mello.
Do Sr. desembargador Souza Leao ao Sr. desem-
ador Santiago.Appellaco civel: appellante, Jos
Rodrigues Ciho; appellado Dr. Autonio de Vas-
cooc-llos M>n.;/.e< de Drum rond.
Ao mel da encerrou-se a sesso.
Con'espoadttucias
baciiare Asnerlco Xetto de
nendoaiea, e o Sis...... aonun-
claatr.
^r*- Redactores. Respondendo aos an-
nunck'S estamiiad s m seus conciituados
Dia to\ de 3o do passado, 1 e 2 do cor-
rente mfiz, pelos quaes se me convida
roa do TrapiC'be n. 14, terceiro andar; sin-
.priucipesdafa- to dizer ao Sr. afiPuuciame, que escuso ac-
eros do episcopado russof ceitar-ihe 0 convite; por sso que a .i foi
roubado o Sr. Jul'us Fvirestemberg, confor-
me este o tem punlicadft; en nuvi ai Sr.
Alexandre da Costa Silve\*a$&*morador no
mesmo terceiro andar d rui do Trapiche
n. 14, e disse-o em sua pe!$o de quei
xa contra o Sr. Julius peranteojako mu-
nicipal da primeira vara desta cidade.
Queira, pjis, o Sr. aunan jante declarar
o negocio* a que alludem os seus annuocios,
e assigna-los. Do cootrario, votarei o Sr.
annun;;aiite e os seus annuncios ao mais com-
pleto desprezo ; o que alias nao desejo pra-
licar.
E Vmcs. seuliores redactores, fiquem des-
de j ioteirados de que, apenas fr satisfei-
ta a pr raeira, o ser tanbeio a segn 1a e
ultima parte de minha correspondencia de
2S, publicada em seu couceituado O/arto de
30 do mez de set mbro prximo passado;
e desl'arte nao esquejan) as formalidades l-
gaos, que devem acompanuar os escriptos
nesta especie.
Entregando o presente s columnas de seu
conceituado Diario, Vmcs fazea obsequio
ao de Vmcs. assignante e criado obrigadis-
simo.
Americo Netlo de< ilendonca.
Recife 2 de outubro de 48G7.
0 macaco-I ou tor eo bn ro veadclho dojiovo de
Nazartth.
No lempo em qae todos os renos failavam, nio
obteve Bsopo reunir em supposta amisade para
castigar reprovados costumes o macaco e o burro;
boje, que poneos bichos tallan), esses dous aoi-
maes tao differeotes fazem maligao commercio pa-
ra fligello dos bomens, qoe os visinbam.
Narra nm prisioneir > do rei Tneodoro qoe no
povo de Naiareib na Abyssinia vio um -curto, ro-
ligo e medio burro, e-tabelecido vendlhao cora lo-
ja e venda, oceupando o Ingar de major de ama
seceso de auardn, votando, eleito juiz di paz, e,
qu- maldito pelos excessos da estapidez, affecta re-
lacdescom estrangeiros para Ineulcar-se negocian-
te forle.i
O povo de Nazareih, fogo do barro vendelho
pela ferocidade e perfidia qaa o distragnem : im-
possivel de desenho hadondo o horro. Calvo de
velho, oibos e quenadas de tigre, peseoco espa-
doas de porco. anca e cascos de pachyderma e o
fazem mel fra e mera barro, pareceodo mullas
vezHS miis fra do que burro.
Suspeaso sobre os ca-cos tem a sombra do ho-
rnera, e como tal sua vida uma ser e de perver-
sidades.
Feroz, zarra satisfeiioo barro, smente quaode
alguma victima chora no casco. Mioguada fortuna,
ensopada de lagrimas raostra ae burro am avaren-
lo despresivel.ardiloso traUcanle, pa^sar^ur de se-
dulas falsas, discpulo de Aa ir maohoso ladrio,
que vende a propriedade alheia, tesando a fazenda
publica.
O burra tambem oo ccaodido e inoocente de
homicidio, principalmente podendo a morle ser Cel-
ta por patruiha de aulorldade, prente, qae cuida-
dosamente procure gente de cooflinga para a em-
preza. Anno de 186...
Fugitivo o burro do lagar de seu apparecimento
percorreu mscate, valles, alagoas e sertSes : iu-
culcand patente, ijue nao traha.
Oescendo as serras, as campias comraeltia en-
mes, e la Beava o proeesso o co reo o acorapatha-
va. Prozmo ao povo de Nizaretn emphytenticou
trras de mosieiro e sem lieenea do governo ven-
deu a engenboca que moeu. A fazenda perden os
direitos pela v^nda e o barro ladro empalmoa o
dinbelro da Boa-F.
Na praca desacredita o burro um velho parete
para comprar- Be o debito, e, isso feito, coota al o
ultimo real de juros, e o velho Qca sem pao, traba
triando para o borro.
As sedolis falsas, a venda do bem albeio, a lesao
a fazenda publica, os juros do velho proclamaran)
rico o burro-fra, que s f-z vendelho em M.za-
relh, oode espreita os baveres alboras, para com -
prar dividas e fazer de-gragados, sea autor prazer!
Al ah o burro vive s, repei'ido de todos, zur-
raatoem desespero, procurando um companheiro
qae ihe falta para satlsfazer o iustincto de fra.
Cnega ao povo de Nareth ara maca^.o-doator e
vera recommealad a am da justiga I O cheiro da
co-inha agarra o macaco aos pratos para cablr em
mora.
O travesso macaco iocumbe-se de causas perdi-
das, e em defeza de uma bestn tanto advoga um ca-
vallo mortu qae se acredita rom o borro vivo. Era
o macaco advogado tambem c ratra um amo do
burro, o que 'azia tinha de separago aatre orna
caco e o burro ; nao oblante terem nascido ura
para o outro.
O burro queria o macaco, o macaco farejav a
cosioha do burro. Pas-ava o macaco pelo burro,
e urna mimicj, desperiava o-n-jos do burro. Tao
damninhose mostroa,o macaoo, que o burro se ap-
proiimou, e, depois de se cn-^irarem, la foi vendi-
da a demanda, jiue havia trazido o macaco-dooior
r- i-MUiristn. U pr^co T'um chapeo de 801111 I ei
misas de chita i cigarros I pouca coasa I...
E-ia o borro senhor de um pagem douior, ins-
trumeoio de furor ; e na casiuha assovia o macaco
emquanto meche a panella do barro.
Entretanto o povo de Nizareth soffre os cou;es
do burro, e as pedradas do macaco, que, se nao
for despachadj juiz paraMmbondosf3r tra-
v>ssnrs at o burro pisar o macaco, oo o macaco
quebrar o barro.
Mesher.
0 bacharel Fraaeiseo logaste da Costa
ae publico. (*)
evo ao publico, ao publico somante, ama exp-
cjgao do meu prooedimento, ou antes do meu con-
salno acerca da questio entre o Sr.-Alexanlre da
Cola Silveira e o Sr. Julio Futemberg.
Quinto ao qae se passm eatre a Sr. Amrico
Netlo de hl-.u l m; 1 e o Sr. Alezaudre da Cosa Sil-
veira, este que se eocarregue de o relatar ao pu-
nlico.
E' principio correle ero direito criminal, que o
laegam-nlo por falla de comparecimento do amor
em crime particular iroptrU a perempgao da ac-
gao, e portante eztracgo do proeesso. Conse-
Ineiro Pimenta 3uen>, Apontamentos sobre o pro-
eesso criminal orastlrlro, tu. ti, cap. 4* cdigo do
proeesso criminal no art. 221 ; que n'estis con-
dtges o Sr. Alexaodr6 ni poda Inteniar nova
queixa contra o Sr. Julio pelo mesmo fado.
E-s o que aflBrmei ao Sr Alexandre da Costa
Silveira, quaodo em meu escriptorio eolrou visi-
velmenle contraralo por ter sido langado em au-
diencia do Illm. Sr. Dr juiz municipal da Ia vara,
oo obstaote acbar-Si all o seu advogado.
Q lauto ao Sr. Americo Netlo de M-ndonga, per
ra ita-me ao menos, que na 1 acceite o seo desafo,
cun cartel nem de leve me tocou.
Protesto nao voliar mais a' impreosa, qaalquer
que sji a amabilidide qoe se me dirija, pols uo
lecho opportunidade para me oceupar com o Sr.
Americo Nelto de Mendonga.
Hecife, f.de outubro d I8C7.
Francisco Augusto da Costa.'
mnasn do pqktq
Navios entrados no iia t.
Aracaty-14 das, hiaie brasileiro Marta Amelia,
de 5o im I das capito Francisco Tnomaz de
As-is, equiiagein 5, carga algodo eouirosg.-
neros : a Prente Vianna & C.
Ntw-Yoik -56 dia-, patacho inalez Agnet, de 19a
toneladas, rapiao G. Wular, equipagrm 8, rar;
ga carvo de pudra e gaz; ap mesmo eapilo.
Veio refrescar.
Barc-iooa--39 dias, sumaca hespanbola Anua
Cristina, de 160 toneladas, capilao Eu'ebio Fa-
bregas, eqnipagem 10, carga vinbo e outns g-
neros ; a Ti-set Frere.
Terra-Nova39 das, sumaca hespanbola Agustina
de 106, toneladas, capito Jos Marte, rquipagem
<0, carga 1,360 harneas e 100 Unas com baca-
Iba > ; ordem.
Rio de Janeiro e Babia__6 dus, vapor amricano
Stuth-America, de 2,083 toneladas, tommtm-
dante E. L. Tr-nhlepangh, eqoipagem 73, car
differeotes gneros; a B ory FufrtM & C
Harnburgo^53 das, brigue pro^slano teorge An-
dreas, de 102 toneladas, capito M R-imer.
equipagem 13, carga fazendas eontros geoeros ;
a li ibe S'-timnitau & C.
Navio saludo no mesmo dia.
Rio FormooVapor brasileiro Parahi,ba, com-
mandanle Mello.
0
baeharel americo .\ctto de Neo
ftdnca t o Sr. Alexandre da Costa
S'Jveira.
Senhores Redactores. Concloo neste
momento a leitura do abaixo amanado,
subscripto pelo Sr. Alexandre da Costa Sil-
veira e publicado em seu conceituado Di-rio
de buje.
Respondendo-o, cumpre-me dizer o se-
guinte:
Quanto ao primeiro periodo: que tam-
bem aao quero, neta devo discutir cum o
Sr. Alexandre; mas,-com o seu advogado,
0 Sr. Dr. Francisca Augusto da Costa, o
qual, segundo me dizem, acceitou o repto
que Ihe dirig em minlu correspondencia de
1 do correte mez, e muito breve chegara
s amas deste Diario, afim de reduzir-me
a mais simples expresso.
Qiianto ao segundo e a primeira parte do
terceiro periodo, respondo: que, espero
tranquillo a acfo competente e aeco res-
pectiva, (Meu Deus!...) de que falla o Sr.
Alexandre.
tjua'ito a segunda parte do terceiro e do
qtiarto periodo (seodo impossivel o discutir
com o Sr. Alexandre; por qoanto, nem o
Sr. Alexandre acceita, nem eu Ibe dirijo a
pa'avta) provoco anda ao Sr. Ir. Francis-
co Augusto da Co ta seja servido de indicar
os muitos jurisconsultos deste foro, que me
arge.bu o langaruento deferido c< otra o Sr
Alexandre.
Finalmente, ao quinto e sexto periodo,
!respondo: que estou d posse dos documen'
CQMMEiO.
PRAQA DO RECIFE 2 DE OUTUBRO
DE 1867.
As 3..s boras da tarde.
III o ule ni.)
Caabio ?bre -Londres SO djv 21 e 11 1(4 i
por 1*000.
Hvelra.
Presidente.
Macedo,
Secretario.,
Novo Banco de Pernambuco
Em liquidar
O novo banco pagao Io dividendo des".
5(5000 por acc3o, nos dias uteis, das iO ho-
ras ao meio dia.
(aln flllal do banco do Oral|
era Peraambe>, aos 26 de J.a-
Iho de 1869.
De ordem da directora se taz selente aos Srs.
accionistas, qoe o tbesenreiro esta' aatorisado-
pagar o 27* dividendo das aceces do banco do Bra
sil, inscriptas n'esta caita, a' razo de 12*000
clO auarda-livrws
Ignao Nunes Correa,
T EM LIQM^lDACAO
Novo banco de Pernambuco
Sao-convidados os Srs. accionistas a re-
ceberem o prim-iro -'livideodo (era moedi
corrente) de tnuta por Gento do capital, tra-
eendo as accSes para irem seodo annulla-
das ; nos dias atis das 10 horas ao meio
dia. _________
(*) Por esqaeeimento deixoa da ser pnbliciidd
hootera o presente artigo.Os Redactorct.
EOITAES.
O Dr. Tristo de Alencar Araripe. ofcial
da imperial Ordem da Kosa, j'iiz da di-
reito especial do c -mmercio desta cidade
do Recife de Pernambuco e seu trm> por
Sua Magestade Imp-rial e constitucional
o Sr. D. Pedro II quem Deus Guarde,
etc.
Fa;o saber pelo presente, que no dia 3 de
outubro do -.orrente anno, se ha de arre-
matar por venda a quem mais der em pra-
C3 publica, depois da audiencia respectiva,
o escravo pardo de nome Marcol annos, avaliado por 7000000, 0 qual vai a
praca porexecucjio de D. Anna Jzepha Pe-
reia dos Santos, contra D. Maria Magdalena
de Almeida Catanbo, essa falta de iang 'doi
que cubra o preco da avaliafo, >era ar
remico feita pelo preco da a jju iicaco com
o abatimento da lei.
E para chegue ao eonliecimento de todos
man lei fazer o preseole edital, que sera af-
flxado nos lugares do coslume e publicados
pela imprensa.
Dado e passado nesta cidade do Recife de
Pernambuco, aus 27 de setembr de 2867.
Eu, Manoel de Carvalho Paes de Aodrade
escrivo o sobscrevi.
________Trislo de Alencar Araripe.
O Dr. Tusiao de Aimrar Araripe, ufflcial da impe-
rial ordem da Rosa e juiz d direito especial do
commercio dt-sia cidade do B'jcile de Pern--
buco por S. M. Imo*"' -^taciunal o Sr.
D Pedro II, a quem Ueus guarde, ele.
Ka? sah^f os 40 o presente edital virem r
dclle noticia liverem que, no dia 24 de outubro de
crrenle anno se ha de arrematar p r veada a
quem m g inte :
Um sitio denominado Z imby, rito na estrada de
Bel^m,-foreiro, em nm telneiro, teodo: don
quartos e alicoree para casa, conl-m algn?
arvoredos de frueas, ii-'ju na malta, divide pHa
freole com a estrada de Betem, pelo naseenle con
o si.10 dos herdeiros de Paulino da Silva MialiMt,
pelo puente com o sitio dos herdeiros Antonio Carneiro de Oiiveira, e pelo fondo rom o
silo dos mesmos berdwros de Man el Aulonl Car-
neiro de Oliw-ira ei cum o sitio Zutiby de haixo,
aval'.do por 2:000*"(i0 r-.; o qual fra ptnton-
do p ir ezecucao d- Antonio Martms CaTVttbn 4e
Azevedo como le-lameol>-iri> de Tneotmn de Oii-
veira Neves couira Demetrio di Azevedo A010-
rim.
E nao havendo lancador qoe cobra o p'-'co da
avaliago a arrematadlo sera felta pelo pr-co da
a ijn.;o;a na lorma da lei.
E para ijiie ebegne ao conhecimento de todos
ra nd-i passar o pre-enle que ser publcalo pela
impren-a e afiliado nos logar do costme.
Recife 27 de selembro de 1867.
Eu Manoel Maria R dngoes do Nasciroente, tf-
crivo o subscrevi.
Trislo de Alencar Ararme.
DECBITO ES.
Administraco do correio desta cidade
precisa de sete bou>ns para o servico de
caminheirosj sendo um para as toCM dia-
rias a Ci iade de O inda; quem estiyer nes-
ta condicOes e q,;zer se encajar 'i'.jl-^ >
mesma com. slUstado de sua conducta.
Arsenal de guerra
Nao teodo comparecido pesua alguma para ar-
rematar o ferro velhi que existe no arsenal de
guerra d-sta provincia, segundo o aoonnno felo
no Diario de Pernambuco, de ordem do Mm "r.
coronel direeterse convida de novo a quem eoovjer
arrematar tal artigo a comparecer no por tao do
raes '.o arsenal pelas II boras da maona do dia 5
do correte.
Arseral de guerra de Pernambuco, de oa:n-
bro de 1867.
O escripiu'ario
Jos Alfredo de C mino.
O corpo provisurio de polici, i- eonformi -
dade com o ragalamento, euntracta os objeclos
abaizo designados com qnem mrlberes vaogeas
offerecer, precedendo a devida approv*(* Aa
S. Ezc o Sr. presdeme da p evinea.
2uO lardas a sobrecasaca de panno asul conforme
o uso do corpo.
2'K.i pares de caigas de panno asol.
200 bonets de pauno asnl coa virollas de metal
amarello.
OO pares de sapaiSes.
2 0 grvalas.
3o bandas de lia.
Os preteodentes comparecam na seeretari1 *
corpo, pelas II horas d: da 5 do corr-"*"' nm
su propostas em carta fechad 1. '
mente babilitidos, d eoof>
posto no art. 28 do regu
de 1853.
Secretaria do rfrpo proviso]
ootubro de ItiJ.
Jo-
ae con o dis-
de 2 de dezembro
|) de polica, 1* ie
De ordem do Illm.
dega se faz publico, qu ,
ras contidas nos votan
caeo de serem arrematad
mus do cap 6 til. 3* do
tembro de 1860 os sel
devero desparba-las
pena de, Iludo elle, ser
aeio que Ibes Bque c<
efJeitos desU venda.
Arma
Vi harria e 30 m
A&BeCHSD,
fraaceza Sphere, eutr.
retarin,
bo da Lio*.
Fiespeetor da alfaa-
IzuUi-se as mercado-
no meociooades o -
para cooau>o, wh ter-
:!am;nto de 19 de se-
Inos oa cosxignaurios
prazo de 30 dias, so
ven lulas por soa costa,
rtiodo allegar cui os
n. 6.
com maoteiga, surta
rdos do Htvre oa barea
'os em 27 de *! A ave-
rente auno ; coD'igofdos a Atevr^o & BHM.


!
Mario Ptntmhmem calata felra 8 Je OufuWo de 867.

50 barrio c ra mantelga, mire T i", fiados do
Hm na Mrea fraocea Sphere, entrados era 17
de ir.alo do orraole mo ; a Tas*o rraios.
80 cuelmos, imrca Z, e 80, marca S S, con-
loado co, viudos de Trieste no brigae taambor-
go Mana, eoirados era 31 de aoaio do corrate
auno ; a Tasso Irmos.
Armaiem n. 10.
1 eaia, marca R s 4 G, vmla de New-York
no vapor amerieoo South America, entrad) em i4'
de setembro de 186fi ; consignada a Manoel Jua-
quim Ramos e Silva & Gaoto.
1 calta, marca R S & C, viola de New York !
no vapor americano Qaendmg Shar, entrada em '
19 de uolQhro de I8ti9; a Manoel Jjaquim Ramos
eJSilva 4 Genros.
.0i'*adeg* de Pernambaco, 2 de oatubro de
1867.
COIfAlhii BMSILEIR4
O escriptorarlo,
Entycnio Hunda Pesua,
ni
Paquetes a vapor
Dos porios do sol espera-
do al o dia 8 de ODtobro o
vapor Paran, commandante
o capitao de fragata Santa
Barbara, o qnai depoi- da de-
mora do co;tume seguir' para
os parios do norte.
Recebem-se desde ji passageiros e engaja se a
carga que o vapor ooter conduzr a qual devera'
ser embareada no dia de soa ebegada, eoeommen-
ds e dinhelro a (rete al o dia da sabida as 2
horas. Previne-se aos Srs. passageiros que saas
passagens s se recebara nesta agencia roa da
Crnt n. 57, escriptorlo de Antonio Luiz de Olivel-
ra Azevede & C. _____
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DE
Navegaca casteira por vapor.
Fernando.
No dia 10 do correte ao meio
dia expedir' esta compaobia om
dos seas vapores para o porto
_ cima Recebe carga at o dia 9,
9 encommendas, passagein e dl-
nheiro a frele at as 10 boras da maoba do dia
da sabida : escnptorio no Forte do Matos n. 1.
LE1L0ES.
Tribunal do commercio.
Harvendo a junta dos correctores reclamado con-
tra o fado de extirem nesta praca pessoas que
eiercem aitribaicdes proprias do olflcio de correc-
tor, contra o q n dipSe o artigo 24 do decreto n.
606 de 26 de j.il'io de 1851, del berou este tribu-
nal em sessio de 26 do correte, que se publicaste
por tres das os nomes dis correctores para setencia
dos cemmerciante* e se titease sentir a estes que
sao nuil s todas a- tran soas, as qnaes iacorrem oas pesas impostas no re-
ferido artigo 24.
Antonio Botelho Pinto de Mesqaita Jnior, por seo
preposio Heorique Alfredo Toser.
Bernardino de Vaseoocellos.
Fraoclsco Mamede de Alraeida.
Francisco de Miranda Leal Seve.
Francisco Jo Silvelra.
Georga Pateh-tl.
Gooc/alo Jos Alfonso.
Manrique Guilher Stepple.
Joo Gatis, por sen preposto Pedro Jos Pinto.
Joao da Cruz Macedo.
Jos de Aquino F nceea.
Luir. Amavel Dubourcq Jnior.
Secr-taria do tribunal do comraercio de Per-
oambuco, 30 Je setembro de 1867.
O secretario
Jos Marcelino da Rosa.
Santa Casa da Misericorda lt^TS^^^^^ st*h*
do Recite,
A (lima, junta administratrva da Saota Casa de
Misericordia do Recife manda fazer publico qu
na sala le snas sessdes, no dia 3 do viodouro pe-
las 4 oras da tarde lera de ser arrematada? a
quera mais vaotagens oflereeer pelo tempo de um
a tres annos as rendas dos predios em seguida
declarados:
Kstabelecimentos it caridade.
Ra do Azeite de Pene.
S.'brado de 2 andares n. 1. LfOOfOOO
Raa do Nogueira.
Casa terrea n. 17.......2415000
Ra do Padre Floriano.
Casa terrea n. 49.......182*500
m nte67* "' "*......2ioSO fraDCt!Z picardie> commandante Razouls* o
" Ra dos "pescadores. qual depois da demora do costume, seguir
Casaicrrean.il.......2i6*K6
Da laja de fajeadas da roa da
Cade la H.
Sexta-feira 4 de outubro.
U agente Pite leva a' novameote a lelao por
despacho dolllm. Sr. )r. jnlx especial doeommor-
clo (servindo de base ; malor cierta obtida no ul-
timo lelao) a armaco, fatandas, mindeza e rr ai#s
objecios existentes na" lerenda loja e que faiem
parte da massa fallida le Aaevedo & Flores, isto
as 10 boras do dia cima dito na referida loja.
AO

COMPANHIA BRASILEA
DE
PAQUETES A VAPOR
E esperad i dos poriis do norte
al o dia 11 do correte o vapor
Tocantins, commandante Parias,
o qual depois da demora do cos-
ame seguir' para os p ros do
Recebem-se desde j passageiros e engaja-se a
carga que o vapor poder conduzr a qual devera'
ser embareada no dia de sua chegada, encommen-
das e dinbeiro a frete at o dia da sabida as 2 bo-
ras. Previne-se aos Srs. passageiros que as
passagens s se receben) nesu agencia raa da
i
De Hm sobrado de d andar e sol,
edificado de novo e a moderna, a
ra Velha n. 6 (na Boa vista) rea
de 750*.
Cordele Hlines
vender' em leilao o iredio cima mencionado,
leudo o i" andar 2 salas, 4 quarlos grandes e ter-
raco, cosioba tora, quir.ul e cacimba, e a solea 2
salas, 4 qnartos etc. Os preteoleotes polero
examinar o referido prelio, cojo leilo lera' lugar
no da
Sexta felra 4 de o obro as 11 horas
em pooto a porta do predio que foi
Commercial, largo do Cirio Santo.
Preelsa-se de urna
ama pira lavar e eogom-
nr: na roa do Trapiche n. 36, 2* andar.
~~ Pfeclsa-se de nm feitor par am pequeo si-
lio perto da prac, a am criado forro on captivo
para tratar de lous cavalles : a tratar no caes de
de Apollo n. ffg.
Americo Netto 'le Mendonca, advogado, I
morador ra do Livraraeoto rogarle a ebe-
gar ra do Trapiche n. 14, 3' andar.
"^ Jo5 pereira dos Santoi. commercran-
te e morador nesta cidade, faz sciente ao
publico em geral e ao corpo do comraercio
em particular, quedo i" de outrbro em di-
ane se assignar por Jo5o Pereira dos San-
ios Farfa.

Ama
mm
Precisase de ama ama para casa de pouca fa-
a>aia : a roa da Cruz n. 8, l aedar.
Urna casa de pouca familia precita de nm
criado forro ou captivo, que saiba cozinhar, a8an-
Cando b>a conducta, paga-se-lbe bem : a iralar na
fu do Queimado, loja n. 1.
Cozlnhelra on eoznh"Iro
Precisa se d orna cozinheira ou cozmbeiro : na
a Associagao rQa d CrU. armazem n. 54.
-- Offerpce se nma ama para casa de ponea fa-
milia ou de bomem s-Huiro : a tratar na ra do
Senhor Bom Jesos das Crioulas n. 23.
Socit genrale de temspo te maritime i vapeur
LINHA DO MEDITERRNEO
Brasil e Ri da PraU.
SERVlfO REGULAR A* GRANDE PRESTEZA
DE MAR^ELHA MONTEVIDEO E BUENOS-AYRES
Tocando em
Gilbratar, Santa Craz de Tenerife, S. Vicente, Pernambaco, Babia, Rio de Ja-
neiro e Santos.
PARTIDA A 15 DE CADA MBZ A DATAR DE 15 DE SETEMRRO BE 1867.
Effeelnadas pelos seguate* paquetes franceses de prt-
anelra elasse,
Bourgogne, 2ooo tonls., forca 3oo cavados.
Ptcardie, iooo 3oo
Poitou, 2ooo toneladas, forca 3" cavallos.
Savou, 3ooo < c :$",.* c
O vapor Picardie partir para as destioaes cima a 19 de setembro.
O Poitou p.rtir a 13 de outubro.
O Savou a 15 de
O Bourgogne
novembro.
a i5 de dezembro.
PRECO DAS PASSAGENS.
Socit genrale
DE
Transporta mari hips vapeur
Paquebots fraileis
At o dia 10 do correte, espera-se de
Gerjova pelos portos de soa escala o vapor
*.*Q(JvKS
Joaqaim Jos Gong,|es Beltro saca sobre Lis-
boa e Porto
_____Rna do Trapiche n-17
Parahiba 30 de setembro de 1867
HOTEL DA BARRA
nestu estabeiecimenlo montado coa lodo aceio
:io,fara esn,ero, ene^niraro tolos os Srs. passageiros
is loias s P0' qu tocaren] no porto, os coramodos
ibol si- DrecJS0Sse refazer^m das fadigas da viagem
pas lojis de ferraren a rna
Snv& n. 33 e 3! perteneentes a
massa fallida de SebastiSo do-
s da Iva.
Cordeiro Simoes
a reqneriraento doadrain strador da masa fallida
de Sebastiao Jos da Silv i e por mandado do lllm.
Sr. Dr. jais de direito estecial do comraercio, fara'
Uilao das ferragensexistentes as referida
bem corao alambiques de diversos Uinanh >.-,
nos, ferro em barra e mu tas outras ferrageos de I sen ,Iljue Propri^tario esmera se em bem servir
lei que se torna enfadono meocioaar. E' esta sus "!,sPedes f>or todos os meio? a seo alcance,
urna boa occasio para o; Srs. ferrageiros e Srs. | "erecei:>^ igualmnte etcellentes coramodidades
de engenbo proverem se de muiUs mercaduras as P6'3038 Qae nelle quizerera residir temporaria-
qae de presente na falta no mercado. O balanco | D-1' e r"'r W1* asas razoavis.___________
acha-se em poder do dito agente a exame de! Aluga se urna casa ramio fre-ca cora com-
quera pretender, cojo leil; o lera' logar no dia
Sabbado 5 do correot
as 11 horas nos raesmos istabelecimentos.
modos para grande familia
Crinla? n. 3.
na Capuoga ra das
< s 9 1." classe. t.1 c 3* PERNAM-RUCO. BAHA. RIO DE JANEIRO SANTOS. MONTEVIDEO. WENOS-AfRES.
i < w Q. Francos 750 525 300 Francos 800 525 300 Franc os 900 560 300 Franco 1:000 600 320 Francos 1:050 650 320 frascos 1:050 650 320
Para condicoes, fretes e passagens, trata-se na agencia, roa da Craz n. 55.
Ra das Calcadas.
dem idera n. 38........1585000
Uem o. 36........176*000
Ra larga do Rosario.
Terceiro aodar do sobrado n. 24 301*000
Ra da Roda
dem dem u. 7....... 96*000
Palriinio de orphos.
Rna do Pires.
Casa terrea n. 39 ... 121000
etna do Rangel
Cisa terrea n. 56.......301*000
Rus do Viga rio.
Primeiro andar do sobrado n. 27 181*000
Ra do Pilar.
Idera n. 98.........201*000
dem n. los..........144*000
11 ii ii. 108...........201*000
Casa n. 99.........256A dem o. 94.........201*000
Silio n. 3 uo Porno da Cal. 15u*00t-
dera. n. 105...... lUJOfffl
As arrematacoes seno foitas pelo tempo de ora
auno, devendo os liciUutes virara acompaahados
de seas fiadores ou rauaidos de cartas destes.
Secretaria da Sania (Jasa da Misericordia do
Recite 26 de setembro de 1867.
O escrivo,
Pedro Rodrigues de Souza.
rremataedo
i*
dr u na machina de descarocar algodao
por aiis-noO
As 4 horas da tarde do dia quiuta-feira 3 de ou-
tubro, depois da audiencia do Sr. joiz de paz da
fregoezia de 3. Jos, val era praga para ser arre-
matada ama machina de descarogar algodo, ava-
Ihda P'i SO*, por execugio de Albino de Araorlm,
& Ce ntra Miooel Klnvirges da Silva.
Nidia 13 do correute lera de ser exposto a
arreantacao pelo jolzo do commercio, o escravo
Mire, iiiuo, peohorado por execugao de D. Anna
J'-epha Pereira dos Santos, na bypolbese de ser
esenvo da executada D. Mara Magdalena de Al-
mera Caiaubo, entretanto previne-se ao publico
que Francisco Thomaz de Barros Campello, senbor
possaldor e prejodicadj desse me?iuo escravo, ba
protestada pera ite o ra^smo jolzo, de Ihe ser res-
tituido o seu escravo Marcolioo por quera arrema-
la-Io peitavd stnleoga pelo meretissrmo tribunal do
coramerclo, aonde pende ella por aapellago in-
jer posta.
para Boenos-Ayres, pela Bahia, Rio de Ja-
neiro, Santos e Montevideo.
Para condicoes, fretes e passagens, tra-
ta-se na agencia, ra da Crnz n. 55.
ft-'lago das carias registrada-, vindas do sol pelo
vapor americano Soiift Amrica parra os Srs.
abaixo declarados :
Dr. Antonio Ferreira Mariins Ribeiro, Grorapt
Schwind, Dr. Joaquim Pereira da Silva Lobo, te-
oente J iaqu:m de Sa' Araujo, Dr. Joaquim de Sou-
za Re', m .ia dt Espirito Santo.
Relagio das cartas registradas, existentes na ad-
mioistrago do correio .desta eid'ade. para os
Srs. abaixo declarados :
Dr. Joaquim Jos de /lampos, Joaquim Pedro
Barreto de Mello Reg, /Dr. Jos Bernardo Galvo
Aleoftirado, Jos Ribeiro da Fonceca, Leandra
J i.irjjin do Sacramenta, Mana Francisca dos
Siuto?, Manoel Bnto de O.lveira Braga, capljo
Seraphim.
THEATRO
-.4
?\

*

EMPHEZ A- -COIMBR A
Qainta-feira 3 de outubro,
l inicio da viara e firhos do finado
FRANCISCO AUGUSTO DE OLIVEIRA.
i rejreseotagSo do exc-jileote drama do Sr. J.
R--imano, em ^ 'os, intitulado
siaS ? km
K ara toda a companhia dramtica.
Terminara' coma chistosa comedia em
ornad de msica e representada pelo Sr.
icerda e D. Falco.
Mo ha fumo sem fogo,
X. B. O araprezatio prompllBcaodo o sea ibea-
tro e os seus artistas para este beneficio, sopplica
ao Ilustrado pablico que se digne coad]ava-lo no
o'o "i'i i de prover a subsistencia vluva e filbos
d'a iu*iie binrado negociaotee to dlstincto cav-
Ih -i. o, coucirrendoa este especlacalo de verda-
de ra candade.
Ueta.
C. dr-
AVISOS MARTIMOS
Rio de Janeiro
Preteode sabir com malta brevidade para o In-
dicado pono o veleiro patacho tGloria, por ter a
malor parte do sea carregaraeoto tratado e para o
resli que Ira ralla e escravos afrete trata se com
o coosigoaiario Joaqorm Jos Gongalves Beltrao'
roa i<> Trapiche n. 17.
Socit genrale
DI
Traosports raarilimcs vapeur
Paquebots fr.-ncais.
At o dia 7 lo corrente, espera-se o va-
por francez Ville de Buenos Agres, destina-
do somenfe para o servico tntre Montevideo
a Rnonns. Ayres e depois da demora do cos-
tume, seguir y caia pelu Rio de Janeiro e Munlevido.
Para condicoes. fretes e passagens, tra-
ta-se na agencia, ra da Cruz n. 55.
Para o iracatj
pretende seunir uestes oito das com a carga que
uvero palhahote Joven Arthur, tera parle de seu
carregaraeoto a b.irdo, e para o resto que Ihe falta
Irata-se cora o< seus consignatarios Antonio Lniz
de Oiveira Atevedo & C, no sen escriptone ra
da Cruz o. 57.
Bottonvry Bond
W'ra. Roberts, m^sterof ihebritish brig tAnn
(entered ibis port for repairs on her voyage from
Diepte lo Cerro Azul in Pero) reqoires, on ihe se-
curieciy of ibe fhip and carge, abont rs. 4:000*
lo pay ihe balance of accounis necessarely inenr-
red bere and lo eoable bira to conteaae bis above-
named voyage evlthoul furtber delay.
Sealed tenders lo be deposited al the Briti-b
Confuate, addressed lo ihe raaster and to be opa-
ned in ihe presente of H. B. M. Consol al 1 P. M.
on Wednes lay next, 2 oct. 1867. Recife 30 de
setembro de 1867.
Wil!?ra Roberts.
Risco martimo
William Roberts, capitao do bngue inglez Anna
(arribado neste porto na sua viagem de Dieppe >
Cerro Azul uo Per) precisa tomar a risco marti-
mo sobre o casco e carga do navio a qoantla de
4:000*, poneo mais ou menos, para o pagamento
do saldo das despezas lncorridas, de forma que
pos-a proseguir a sua sobre dita viagem, sem
mais demora.
Recebem-se propostas em car a fechada no con-
sulado britnico, at qnarta-feira 2 de outubro,
eonde, a 1 hora da tarde, sero abenas na presen-
ga do cnsul de S. M. Britnica.
Recife 30 de setembro de 167.
William Roberts.
lina de S- Miguel.
Para o porto cima segu o patacho portugnez
cJorgeose de primelra marcha, para carga e pas-
sageiros Irata-se com o consignatario Joao do Re-
g Lima, roa do Apollo n. 4.
De um maslro d traquete ora dito grande era
dous pedacos, duas colas, ama crozeta. dous
tanques de ferro d 10 pipas cada nm, 35 bir-
rls de quirtora vinho, 5 meias pipas com di-
to, nma pipa Cira dito, 5 ditas razias, 2 lambo-
retes e ama ernzeta.
D.Modesto dla Part fa-a* lei li por interven-
gao do agente Mmins, por coala e risco de quera
pertencer por authansagio do Sr. vice-consul de
Hrspanha eem saa preseoca e de ura empregado
da affaodega para ste flra aomeado dos objectos
cima parte dos salvados da barca hespanhola
tutela encalhada aa liria de Fernando de Noro-
aha, sendo qae o raastros a taaques se acbam na
mesma liba.
Sabbado 5 do corrale.
As 11 horas do dia no tr piche alfjndegado da
Jos da Caoba.
Galleta
Precisa se de ora meoiuo de 12 a 16 annos para
(caiueirode uraa oja no malo preferindo-se portu-
: gnez dos ltimos chegados : quera pretender dlri-
I jase a ra do Queiraado o. 39 oo na mesma ra
n. 18 A.
Precisa-sede um migo de 14 a 16 annos de
idade ou ura horara de 30 a 40 anuos, que saina
ler : na ra da C mor lia n. 38.
D)
CONriNIJAQftO
lei' de *iohos hespaiihoes
Segunda-feira 7 do corrente.
O ageal i Pestaa cootmu.ira' o leilo de diver-
sas marcas de vinho* hespajboes para fecoamento
de cootas, no dia aciraa meicionado as 11 horas
da mauha no trapiche do Barboza no largo do
Corpo Santo. ".
fl-rece-se una pesso para coser em casa
de o na madama : qaera precisar dirjase a ra
da Viragio oit*o de S. Peiro n. 23, que achara'
com quera tratar.
C<>s:nbelr,
OTerece-se um cosiohelro cojo d garaote de
sua arle e conlucta unto para dentro como para
tora desta cidade: na ra das iruzes n. 41.
Aluga-se
o prim-iro zndar da casi na ra da Aurora, balr
ro da Bia-VislJ, muito aceiado, p com baslaoles
commodos : a entenderse com Manoel Luiz Vi
raes.
Que um elegante estojo para viagem
'0\Ti:\'IIO :
prador.1'"20 caderD0S de papel branco' PaD,ado' beira don"<>a, mareado com as inlciaw o rom
2o100 envelopes braocos.
3100 penas de ago (marea langa).
4*1 caixa ebreias de gomma.
5*I tlnleiro de vidro com lampa de metal.
6*1 areiro idem idem.
7*I pao de lacre.
8-l caivete de duas folha?.
9-2 lapis.
10*2 canttas.
Todos estes objectos reunidos, dentro de nma bonita caixa. feita para este flm, costara arena-
RS. 6#000
LivofUA nmmu

Casa
Alnga-se o 2* andar da casa na roa de
33, muito fresco, com nm grande soto
maitos coramodos para familia : a tratar
Njva o. 28.
Sol n.
e com
na rna

1
un a-se
AVISOS DIVERSOS.
Precna se do um calieiro com praiica de
taberna e que d tiatJor a sua conducta : ua ra
do Monde o n. 97
Precisa-se fallar aos Sis. Jo- Saponti, Lrao
Antnnio Siraiva, Joao Perruira Baptista, Americo
Ferreira da Silva : na lija do ra do Crespo na
mero 17.
o primeiro andir Jo subrado n. 69 da ra do Pa-
dre Fiunaoo : a tralar na
i <___
Casa
Aluia se a casa o. 6 da ra do Principe na fre-
gueztjda Bia vista com 2 salas, 3 qoartos, cozi-
nWf% quintal : a tratar ua tua Nova n. 3.
i embrete.
Na praga da Independencia n. 33, loja de
ourives, compra se onro, prata e pedras preciosas,
e tambera se faz quahiuer obra de eBeommenda e
todo e qualquer concert.
Dase a premio de um e mel por cento com
'! hypotheca em bens de rali, a quanna de 1:000*,
| pago apremio corao se conveocion.r : a quem con-
, vier delxe caria fechada nela lypogrrpbia c.m as
iniciis L. M. R. V.
Gabinete Portuguez de
Leitura
Censelhu deliberativo
Eb virtude do ari. 52 des estatntos, e por or-
dem do Sr. presidente, 4 convecado o eonseibo
pira se~sao ordinaria no da 5 de outobro correa
te, as 6 l|2 horas d larde.
Sala da ses.-Ju do conseibo deliberativo do
Gabiuele Portuguez de Leiura ao de cotabro de
1807.
Firmioo Aotonio Sonto Maior Raposo
cbcrava jpWTB.
e por is=o previne p>ra que uose] escravo Mithfos, de Jis Gime-i Villar, esU'
faca qoalqoer trausaego. Recife 2 de outubro de fo8Jdo, meleqae de 20 anuos, esutura regalar, cor
de 632*000,
vencer-be no
Perdeuse urna letra da quantia
j passada no l'de ontobro de 1867, a
praca da Iadeoeodoncia i'.? tirl.lt.J8fi8.,.Dfcacen.tei<(l}. ^jnn^ J>q-. \
deiros Mello. E-to scientes as parws, ncandu > .
dita letra sem nenhum t-iflo, caso apparega em
alguraa mao
1867.Joao Jo.' de Medeiros Mello.
Roga-se ao qoeixo torio, com fabrica noLivra-
mento, o obseqnio de nao aniar Uado rregaezes
das lujas dos vismhos, oem unportar-se da vida
Ibeia, do contrario tal vez pogue de urna s vez
as ladroeiras escandalosas qie tem feilo e sao bem
sabidas.Seu amigoZ. B.
Aluga-se uraa mulher para ser ama para coi-
nha e compra : a tralar na ra do Calabouce Ve-
|ho Q. 8.
Alua-se por anno ou (esta nma casa terrea
Ma no Pojo da Panella prxima a Igreja, que fol
do fallecido Dr. Gjmes, com grande quintal mu-
rao e comm^dos para familia : a tratar eom Leal
Cas em O linda
Alnga-se urna cas em Olinda, localidade excel-
ente para banbos saldados ; no oilo de S. Pe-
dro Novo, prxima a' casa do ommendador Juae
Pinto de Leraos : a tralar na ra do Crespo, loja
o. 17^_______________________________
Aluga se urna excelleme escrava que faz to-
do servigo de urna casa interno e externo : no
corredor do Bispo defronte da casa n. 12.
prea, cora marca de panno no labio inferior do
lado direito, tem os dedos dos ps abertos, de bi-
chos ; lev.ju caiga de brira pardo, camisa de algo
dao branco, chapeo de tVItro prelo ou de eouro :
qu^m o pegar p idera' levar a* loja da rna do Cres-
po n. 17, qua se recompensara'.
Jos Marques e Bernardino Marques,
tos portDgoezes, vao ao Rio de Janeiro,
,-obJi-
i\
N
,\
^
Precisa se de ama ama para
prar para casa de homem solteiro
roa Nova n. 53.
c zinhar
e com-
iratir na
Na ra dos Agoognmhos o. 4 la>a se e ra-
gomma-se com toda perfeigao, e o mais eom modo
possivel.
A LEGITIMA
SAMIILi
DE
Kavegacao costera por vapor.
Mossor com escalas por Natal.
N) da 8 de outubro ao meio
dii, expedir' esta companhia
am dos seas vapores para os por-
tos cima. Recebe carga somente
at o da 7 ; encommendas, pas-
sageiros e dmheiro. a frete at as 10 horas da ma-
uha do dia da iahida : escriptono Do Porte do
Matos n. 1.
rara.
seguir' com a pos do porto o veleiro e bem coBbecido brigoe escu-
na nacional Graciosa, capitao e pratico Jos Ma-
ra Ferreira : para alguma carga qae Ihe falta
trata-se com o consignatario Antonio de Almeida
Gomes,a rna da Cruz n. 23, Ia andar.
1 Para a Baha.
Pretende seguir com multa brevidade o veleiro
e bfem conbecido palbabole Dous Amigos, tem par-
te deVeu carregaraeoto prompto, para o resto
qoe lbeflla trata-se com os seas consignatarios
Antonio tjQiz deOlivelra Azevedo & C, no seo es-
criploriol|p* da Cruz o. 57.
fara o Porto.
ulr com multa brevidade o veleirc
palhabete porlSRiez Nova Sorte, tem parte de sen
carregamento engajado, para o resto qae Ihe falta
trata se com os os "consignatarios Antonio Luiz
de Oliveira Aievfdo Si C, no sen escripiorio raa
da Craz n. 57.
P4B4VAK4Cm
Seguo nesles das
ga e passageiros Ir
ra da Mad
.mor a i
palhabote Emiia, para car
-se com Jos Sa Leilo Jo-
de Dos armazem junto a
PREPARABA MCaMENTE POR
LAMAN i KEMP,
CADOR
DO SAIVGUF,
NOVA YORK.
COMIMAMEME
APP.1R!3CEH
NOVCS
TESTEUnJNHOS
EM FAVOR
da legitima
SA1S1 PA1R1LH1
DE
MlISTdL.
Os doentes devero t ;r bem o
de obterem genuina e nica
cuidado
legitima
salsa parrilba de Rristol, a qual preparada
por
LANMAN E IEMP
BJE MOTA YORK.
Esta excellente e admiravel mediciaa preparada de urna maneira a mais scien-
tifica por chimicos e droguistas muito doutos e de urna istruccao profunda, tendo tido
muitos aonos de experiencia.
A SALSA PAIttiILHA DE BRISTOL
urna medicina segura e digna de toda a confianca, conbacida e receitada pelos mdicos
os mais sabios e entendidos neste imperio, durante o espaco de tres annos, e nunca falta
em producir o desejado effeito.
A SAliSA PARBILHA DE BRTSTOiL
Entre as numerosas provas do f-rande merecimento da legitima, preparada por
Laoman e Kemp, de Nuva York, n5o a mais fraca o fado que tem produzido tanta
i mi taques e falsificsces fraudulentas.
A SALSA PARRIIiHA DE BRISTOL*
E' muito natural que aquelles que se acbam oceupados em preparar e vender as
suas misturas em garrafas pequeas murmurem e griten) contra os frascos grandes, os
quaes contm em si tres vezes mais do extracto puro do que qualquer urna dessas outras
preparares oeste mercado.
A SALSA PiliRIIiHA DE BRISTOL
foi estabelecida no anno de 1832.
No anno de 1848 o proprietario adoptou com grande sacrificio sea garrafas maic-
res, se n Jo agora de quartilho, offerecendo deste modo aos consumidores urna maior por-
cao de' extracto purissimo, como nunca foi offerecido..
A NICA LEGITIMA
PREPARADA SICAME5TE POR
LANMAN & KEMP.
NOVA YOBK
ESCRFULAS
CIIAUAS ARTIGAS
Ulceras
Feridas ulcerosas
Tumores
Herpes
Erupc'8
Lepra
Debilidad* gernl
Reumatismo
Salsugem
Febres malignas e beliosas
Eipigent
Febres intirtnienies
Ntrtosidades
A SAISA rARRILHA DI IIISTM.
De Lanman e Kemp
RIW-fORI.
E* A MELHOR
A MAIS FORTE
E..,_ E A MALSBARATA
Em frascos grandes,
Nao bastam os elogios para justificar o uso de um remedio, nessesario que, o mesmo, mediante urna experiencia de tantos aonos e <) testemuabo dos se eatiScos, tcaln
adquirido urna exteoa i iocontestavel popularidade. A salsa parrilba de Bristol de Lanman e Kemp tem provado a sua efficacia pelo curso de 31 annos, e duraoje o espaco
de 24 annos tem sido nceitada pelos primeiros mdicos no imperio do Brazil. Pdem outras prepararles inspirar a mesma confianza.
Vende-se em Perna nbuco em casa de A. Caors, J. da C. Bravo e P. Manrer 4 C.
SALSA PARRILHA DE BRISTOL
E' PREPARADA POIt
DE
NEW-YORK.
Cautela conta as novas salsas pailhas deBistolque
sao perniciosas.
/


I
DE
CAROBA
PREPARADAA FRI
-
POR

AUGUSTE CAORS
Pbarmaceutico pela escola de Pars e successor nesta cidade
M
Aristide Saisset e J. Soum
22.-----Roa da Vrnx-----22.


mineral.
Tratamento puramente vegetal sem mereurio, iodo, ouro, nem outro qoalque
JAYME CABELLE.
V. 6,ra do Queimado primeiro andarN. 6,
MO lAIS CABELLOS HilAXCOS.
Tintura instantnea para enegrecer os cabellos em am minuto sem offender a pelle t
- Gabinete reservado desente para tingr cabellos
com perfeifo, presteza e mdico prego.
Olub Pernambucano
A partida do mez de outobro ter luar
na noite do da 4.
- O Sr. Eug*oo machioista faz aber ao
publico que sa encarrega de qo;.ioer oera ts-
^^canamnt.s, corno colocar gu e concertar taa
g^ | bem bombas para colicear e eooceriar de teda* os
K^ sy^temas, como temados de chapa de kttt, ieo
K o ?,hQmb?,: '*ldeocu do roaehioHta a' roa
2&> Bella d. 13 oa na ra do Rangel n. 17.



*sa
en
vas
Verdadeiro parificador do sangoe sem azougue.
Especial para a cora de todas as molestias que tem sua origem na impureza do J^S)
sangue, como sejam as molestias boubalicas, sypniliticas, escrophulosas, darthrosas, quer .\jjjfc)
venham ellas por hereditariedade, quer sejam adqueridas pelo contacto com pessoas in- %^
feccionadas dos diversos virus que contaminam o sangue e os humores.
A caroba um remedio prodigioso, usado desde remotas eras pelos indio
do Brasil, e passando seu uso de geracao em srerafao, hoje um dos remedios mais co-
nhecidoscomo proprio para combater as molestias mais hediondas, entrando nesse nome
ro a morpha ou elephantiases, para cojo curativo os nossos sertanejos consideram a
caroba como remedio especifico.
A muito ttmpo entrou a caroba nos formularios como preparado magistral
sob a forma de eleictuario, anda hoje lecobrado as pharmacopas com o nome.de seu
celebre autor Jlo Aives Carneiro: nao ella portanto remedio novo nem desconhecido.
O ungento de caroba da mesma sorte preconisado desde tempos immemo-
riaes como o mais apropriado para o curativo das boubas e ulceras syphiliticas srdidas,
e eipregado com proveito depois de improficua applica$o de muitos outros agentes
therapeuticos enrgicos e de uso quotidiano.
Muitos dos nos?os mdicos de consideracao e entre elles o muito distincto pratico
e observador o Sr. Dr. Pedro d'Atbayde Lobo Moscoso, tem confirmada por meio de ex-
periencias repetidas, o que diz a fama das benficas propriedades da caroba no trata
ment das boubas. das diversas formas sob que a sypbilis sa apresenta e muito especial-
mente as que teem sua sede na pelle, e poderiamos relatar alguns casos de data muito
moderna obsarvados pelo mesmo Sr. Dr. Moscozo em que a caroba produzio admiraveis
efleitos, depois de nuteis e prolongadas applicaces de salsaparrilha, mecano, iodo, ou-
ro e seus preparados, etc., etc.
Nao era possivel que uma_ planta to notavel por suas inappreciaveis virtudes es-
capasse a perspicacia e iovcstigacSes dos mais abalisados praiicos europeos, que se ap-
plicam com espeeialliiade ao estudo e tratamento das molestias syphiliticas e herpeiicas
e para prova ahi esio ns Srs. Drs. Caseuave, Schurfer, Ricord e outros dando as maif
lisongeiras informales s >hre as propriedades curativas da caroba e pieconisaodo-i com'
remedio poderosissiu o pira o tratamento das erupcoes cutneas, seccas ou suppurativas
dartros de todas a quali lade, ec-emas, ulceras de diverras naturezas, tumores, osseos
e outras muitas molestias de natureza syphi tica ou boubalica.
* Por ter-se generalisado muito o uso da esscocla da caroba que eu pre-
paro e lelas instancias de varios^ mdicos que desejam continuar em suas observaces,
deliberei-me a ter promp a uma'quntidade da mesma essencia, obtida sem a accjio do
ogo, para n5o prcjudicar as propriedades medicamentosas; e d'ora em diante encon-
irar-s-ha na minha pharmacia sempre e em porco sufficiente para todos os pedidos a
ESSENiUA CONCENTRADA De CAKOBA, e o ungento da mesma plenta para que nun-
ca fallem aos Srs. mdicos que quizerem esperimentar 13o precioso agente medicinal.
Recito de Pomamouco, 17 de outubro de 1866.
A'jsjste Caors.
Deposito geral de todos rarfjd so apeos
Botidca e rogarla
34Ra larga do Rozario~4
TJnico preservativo de caspas e calvice.
PREMIADO PELAS EXP03IQES DE PERNAMBUCO E RIO DE JANEIRO.
Salto para cortar e frlzar cabellos, e fazer barbas.
BEl HORADA OFfTcTTdE BELLEIKEIRO
AMA
jggj onde com esmero e gosto se manufacturara, quer para a provincia, quer para fra della, todas as qualidades de posti(jos 1
^g^ modernos e de apurado gosto, accrescendo a grande differenca de ser 10 0(0 mais barato que em outra qualquer parte.
I
mmw'
Esplendido sorltnento de cabellos, em cores e em eomprlmento,
IV. 6. RA 1IO 01 3 ^3 A SO \ O.
tfOLU.Mftf
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O -i o: D O. T-B & CD 3 55 o 05
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9
PHOTOGRAPHIA
YTLELIIl
RA DO CABUGA N. 18, ENTRADA PELO
PATEO DA MATRIZ.
O nosso cstabelecimento pbotogrsphic
est sempre em dia com todos os melboia-
mentos e progressos que na America du
Norte, ou na Europa se consegue
pbotographica, e para alcao;armos tal liai
nunca poupamos despezas nem sacrificios,
Precisarse do ama ama qae eogomm e lave,
para ama casa de pooca iamnia : i tratar ia pra-
5.. doCorpo Santo p. i7, 3' aodar.
Perdeu-se no dia 20 do crrente om
anelo de ooro de feitio inglez com sioete
roga-sq a quem o acbar (ou acboo) do caso
de querer entregar a) sen proprio dooo de-
rijir-se ao pateo do Corpo-Santo n. 11, qae
generosamente ser recompensado^________
D mingos Jos da Costa Amonm. lendo or-
eencia de seguir para Eoropa pelo tExtr-roala-
re>, dSo tole, como devia, desp^dir-se de (as
aaiigos, o qae faz pelo mel do presente, cffere-
ceodo seus servicos em qoalqoer lugar aonde se
acbar.
Precisase de am menino de I i a 1S aooo?,
prefere-se destes olllmcs ebegados : aa roa do
RangM n. 73.__________________________ _
Antonio Alves, filbode Manoel Alies,
natural da fregnezia de Pago de Souza, lugar
i de S. Lourenro comarca de Penafiel em Por-
tugal, embarcou para o Brasil antes da 183i
,||poucomaisou menos, deseja- se saber se aio-
jg& da exite ou se j fallecido, pois consta que
Hi em Portugal saniram an mos precisar a epoclia) chaman o os herdei-
ros, pois que liona fallecido no estado de
solteiro. e sem prenles conhecido aqat, se
ainda vivo deseja-se'saber aonde reside ac-
tualmente e seom effeito fallecido, aon-
de paira a fortuna q:econstater de i xa lo pois
que ba berdeirus e bem prjimos que sio
seus sobrinhos ra do Apollo n. 22o an-
dar.
M
Uosinheiro
Aluga-Fe am prelo cosinheiro : a tratar oa
la-g.-i do Rosario o. li, boiira.
raa
CiauJio Dabeav, pnci>aoi) i fallar com al-
guem dos herdeiros n Jjs Joaqaim da Costa,
casado que fol cora D-lBii4 das Cbagas Xiorie<,
am o- ja' fallecido, mas ignoramlo a rrsi dos ditos iicr.i -ir s, p de por favor que aldam
na arte'*161'63 se diriJ*ao sea e-cripioriu, roa do Impera-
dor o. 43, a nepoiMo de inieresse qae dix respeito
aos mesuius s nbores.
SEIlili
Na ra do Livramenle n. 4 preei-a-se de
de sorte que os nossos numerosos freguezes I aa ama para o terri*) interno e externo de casa
podem ter a certeza de que sempre encon-de pequeua facaiia._______________
traro em nosso estabelecimento ludo quan- Aiuga se urna Jovem escrava parda para "tra-
to a arte e a moda olerecer de boin, no lar As uma n n>ais crianzas, prferiadn serrir
novo e velho mundo aos amantes da pho-1em,f'rr''lia eilraDBeira: dirjase a raa do Cre>p>
.- n. 4, oa.
tograpbia. -----------------r------------------------------
Nnvmam PHnTorRPHiri OIT^rec-se om caixeiro c^ra toda a pralica
N0V1DADB PH0T0GRAPHICA. de tab^raa e Por baitnco : a tralar oa ra d.
Acabamos de receber todo o necessano Calcadas u. i.
para fazer retratos chamados carie-album.l ,.------..-.-s-----r;,
Este genero de retratos nlt.mamente n- \ 1^XfS^tSSSAS^
ventado na America do Norte, rpidamente rago mercotil, dao-se s precisas loforma^oes oa
se propagou na Inglaterra o Franca aonde 'ia de |ouQa 26, sita a'roa larga do Ruarlo.
goza actualmente de todo o favor da moda. 'gSMMMMW&fi 99UUWM
A carte-a-ltim se faz por duzas COmO OS &gS Dr. A. S, Pereira do Carnw (medie) ^
antigos arldes de visita. | ^s esl murando no ijbrado o. 12 da roa da
. Na Inglaterra trocaram o nome de corte- $1'"',^ ^MHn!
lbum pelo de retrato-galera e os ingleses WsWs 3 !Mii^^I
i usam encaixilbar estes retratos em quadros O abaixo assigoado leodo iraudo a euio^ra
'especiaes para com elles formar galeras, da hol,Pa D*rui do imperador o. 38 com o Sr.
com que ornam seus gabinetes. Hecehe- SSrt^^^TSSJTjS'l
U10S uma certa quaniiuaue oe laes quadros, qil!|qaer loteneuado em dita transarlo nao\ue-
OS quaes cederemos por barato prefo aos gn- ign>ranra, e se apresante no pra-o de cito
nossos freguezes. I das na me^ma botica, a eotender-se taoto com o
As pessoas que quizerem ver specimens' l!!?tLf?V,n?*V Cmp,r!,d',r' P?ra. "i,ar ,0,J
dosretra.os ebWdos curte albul, j fei- V^V^T^t^^
tos em nossa officina so convidados a visi- nio Suuto Maior Raposo,
lar o nosso estabelecimento. E*cripturacao comoimial
CARTOES de visiTA A &0OOO a DUZIA. Uma pessoa cora a pralica de mais de 20 aooo*
Em COnsequencia do novo genero de re- prw>5'-sea escnpiurar hvrjs porqualqn?r sy^te-
' tratos chamados carte-album, diminuimos ma. Orgaolsi-os,-*dlaBteos airawd*, pr.-reds .-.
o proco dos antigos cartoes de visita, os i,t'^i"i e kchi os livros Pr Prp?"* conncio-
oados : quem precisar deue carta .'cbada oestt
Salis'eito oinvencive Veado Braaco,comasmaneirasattenciosas com que S'e! d?* ^ d'Dle *"* ^^^ ?0^XA%V,i',at"DD,""'n'tm*
colbido pelo respeitavel publico desta brtosa provincia, a ponto deque muitos a por- j alA^* rsp^rT^i'^ r^r^^c?"^ r^oatma^
esputaram a satisfacao de serem os prime iros a comprarem em s 'ii imnortanle arma- lf ?/>lf lf ti llf!M,HiE!31i i&W&mmti
PARA UZO INTERNO
PREPARADOS SIMPLES,
Xarope de jurubeba garrafa......... i$ooo
Vinhode |6oo
Plalas de vidro......... 1^6oo
Tintura de 64o
Extracto hydralcoolico de jurubeba t 12^5oo
PREPARADOS C0MP0STS.
Vinbo de jurubeba ferruginoso garrafa. 2iooo
Xarope > i,S6oo
Pilulas vidro... 20oco
Oleo de jurubeba vidros___ G4o
Pomada de pote...... 6io
Emplastro libra..... 25oo
PARA UZO EXTERNO
A JLgUlltKIM,
Esta planta hoje reconhecida como o mais poderoso tnico, como um excesi
lente desobstruente, e como tal applicada nos engogitamentos do flgado e baco, na-
bepatites propnamente ditas, ou ainda complicadas com anazarchas, as inOammacoes
subsequentes as febres intermitentes ou durezas, nos abeessos internos, nos tumores es-
pecialmente do tero e abdomen, nos tumores glanduiosos, na anazarcha, as hydrope-
zias, erysipellas; e associada as preparares ferruginosas, ainda de grande vantagem
as aoemias, chloroses, faltas de menstruacao, leucorrneias, desarranjos atnicos do esto-
mag debilidade organicas; e pobreza de sangue, etc.
O que dizemos affirmam os mais dMinctos mdicos desta cidade, entre os quaes
podem os cita i- os lllms. Srs, Drs. Silva Ramos, Aquino Fonseca, Sarment. Seve Pe-
reira do Carmo, Firmo Xavier, Silva etc. Todos elles reconh cem a excellencia d'este po-
deroso medicamento sobre os demais at ho? 'onheeidos para todos os casos citados
tanto que todos os das fazemd'elle applicacf. .
Apresentando aos mdicos e ao publico em geral diversos preparados da juro-
beba, tivem.s por fim eneralisar mais o uso d'este vegetal, fazendo desapparecer a
repugnancia que ate hoje sentiam osdoentes de usar dos preparados empricos d'elle, o
^ttl2fiOTE^^ar*'^' e 'J'16 linhain ainda a desvantagem de 050
5L2? ?nven,eo? a aPPl'car-se, o que torna muitas vezes improficno um
medicamento, que poderia produzir ptimos resultados.
s nossos prepados s foram apresentados depois de havermos convenientemente
estudado a jurubeba fazendo as experiencias precisas para bem conhecer as propriedades
medicamentosas d esta planta em suas raizes. folbas fructas ou bagas, e a dose convenien-
ea app icaclo, teodoalem d'isto procurado levar os nossos preparados ao maior grao de
tperfeicao possivel, para o que nlo poupamos esforcos, n5o nos importando o pouco lu-
cro que possames tirar
Por taoto os que se dignarem, recorrer aos nossos preparados podem ter a certeza
ne que elles offerecem a garanta, de que se pode encontrar a prompta e infalhvel cora
de qualque dos soflnmentos, que deixamos innumerados, se forem em lempo applicados
tendiialmd'isso, medieoou doente a vantagem de escolher as oossas variadas prepa-
racoes, aquella que meibor Ihe pode coovir, j pela fcil applicaco, e j pela complicaejo
das molestias, id'de, sexo, ou ainda natureza de cada individuo.
^8 nossas preparacoes ferruginosas sao feitas de forma que se tornam completa-
mente souveis nos suecos gstricos, porqae procuramos os composto de ferro que como
taes esio hoje reconbecidos.
hah 3 a^Pe"es Ia* mais miaociosameote queiram conhecer as propriedades da
joruDeoa, e saherem a applieacSo de nossos preparados, destribuimos gratuitamente
em nosse deposito um rldelo, onde tratamos mais extensamente d'esta planta e dos r*v
mos preparados, v
Ul dLOIIJ.^^ Hv.. */opiyiia ioi puuilW urju DI [Osa Ul OVllibld, d UU1HU UC \\WG mullos a pul" i rfBkllifc
na desputaram a satisfacao de serem os prime iros a comprarem em s^u importante arma-' V^Wi P
zem, se desvanece em declarar com toda a lealdade de que capaz, que est oda vez pela primeira duza, sem que por causa
mais animado, nao s pelo benigno acolhimenlo que tem recebido, como pelas forcas de desta diminuieo de prego, oeixemos de es-
quedispe porque al hoje nao careceu ainda dos preparados de jurubeba, nem do merar-no's no nosso trabalho, como sempre
xarope alcoolico de veame. foi nosso costume. Alm disto, continua-
O Veadu Braoeo, declara a quem ainda o nao conhece que nao um mos a dar. os caribes de visita em carines
desses bchameos intrataves que por ahi vivero com figxra banana; domesticado do de luxo, Brstl,ou porcelana, dourados ou
ameno paiz onde a amavel Aguia Branca vio a luz do astro bemfeitor, elle partidario lithographados para o que temos uma varie-
desse mvejavel 3gra lo e sinceridade que com tanta gravidade se desprende do seu dade de 12 modelos, a esculla de quem se
bico encantador. retratar. -
O Veado Branco, como todo o homem cvilisado, ama a sociedade dos' ^^" va gomo prevenco.
bons, gosta do centro do mundo elegante, usa do tnico de Jayme, para previnir que Ihe Apezar do nosso trabalho ser muito co- Aiuea-se i
poobam a calva ao so., vai a companbia des Bouffes Parisiens e no meio do partido de nhecido nesta cidade, aonde trabalhamos a Quero pretender dirija-te a ra do Puar o.85, se
madame Adelle, elle tambem atra-lhe o seu lindo bouquel. M annos, com tudo jalgamos de nosso de-: gQQdo aDdar-_______________________
Digne-se o jenigno leitor de jurar as palavras sinceras do sincero Veado ver dizer hoje o seguinte: I Precisase de ama ama para casa de~pjoe-
Branco, e venba prover a sua dispensa do que methor se pode encontrar n'um estabe-! Nos retratos falos em nosso estabeleci- Ja m7"'a Pre'eriQflo-se escrava: oa roa do cres-
C-:J ...
u uai iiaiti JoSu rriaciM.Teiinra tem
S* i su e-cnp orn deadv.-n.iria on andar
fo d-j sobiadu da ru.i do Quomado o. l, r
gg ahi pod.'ia' ser procurad para o rx-ici-
^J rio de ;ua pro8>sao das 9 hora da ota
jgj i.h-ia 3 da lardf.
hucisi mm m
Aluya-.-e am sitio rom eicflleui-> nxuoo-
dos para crande familia, e cnchfir, pfto do ta-
obo, no Mooleiro. becco do Qaubj : tratar na
roa do Pilar n. 1(2 at as 9 brax da maobaa, e
das ir da larde em diante.
cimento de molhados.
ment emprega-se toda a cautela para of-
K modicida.le dos precos, comparados com a boa qualidade dos generse o ferecer-se'a parda belleza do trabalho, as^aJfe S? d
bom modo com que so recebe os senbores compradores, deve certamente convidar as melhores condigoes de durag5o. Doura- r
pessoas que ainda n3o vieram nossa casa a fazer parte dos amigos e freguezes do.nosso mos e Oxamos os nossos retratos sem olhar-
mos a economas, e ltimamente para Ibes
pdennos dar uma lavagem mais ampia
e segura, contraamos com a companbia de
Bebiribe orna penna d'agua. Os nossos
BELLISSIMO 1RMAZEM
MOLHA
CONHECIDO PELO NOME
DE
DO BRANCO
Estabeleciuo ra Direita n. 16.
i: quima da Ira ve*,a de j. Pedro.
3f; 3 a -Ra do Cabagn. 8 A
A^ostnho Jos dos Santos $ &
Acaba de ;hegar a este estabelecimento um esplendido sortimento de
joias do ultimo gesto, perfeicao artstica e modellos eoteiramente novos; como
seguem: adereco i com rubim, esmeraldas e perolas Anas, pulceras, broches
para retrato, annsis, bofes do punho, brincos e cassoieus com letras, etc.
etc., etc. Salvas de prata do Porto, faqoeiros, paliteiros, cabx de mesa c
fructeiras, cujos precos s3o incompetiveis, pois que os proprMarios desta casa,
recebendo seus ai tigos directamente da Europa, podem servir vantajosamenta
aos seus freguezei. Compram-se brilhantes, pedras finas, ouro e prata, page
se bem, tambem se incumbem de fazer concertos.
cartoes de de visita sSo verdadeiras photo-
graphias, que nao preciso de retoques do
pintor para lh desfarcarem os defeitos, e
convidamos a quem quizer a passar sobre
elles uma esponja moihada em agua, ou a
deixa-los menjulhados por espaco de horas
em agua, ou em espirito de vinho: se apre-
sentarem alterado sero recebidos por nos
; e pagos pelo duplo do que tiverem cus-
tado.
Continuamos a fazer retratos por todos os
; systemas photograpbicos at hoje coubeci-
dos em photograpbia. O nosso sortimento
de caixinhas, quadros, passe-par-tauts, e
joias de ouro para a colIocacSo d.e retratos
o mais completo, variado e abundante que
existe nesta cidade.
ltenlo.
\. 25 Roa do Liviamenlo \, 2$
Deposito de tamancos e calcado nacional da fa-
brica da raa do Jardim o. 19, de Jos Vicente Go-
se fallar a S. Leaodra Carnet-
CASA DAFORTUM
Aos 6,000,?
BILHE1BS GARANTIDOS.
A' p.a no Crespo n. 23 e casas do costcm.
O abaixo assigoado veodea os seos minio u-
zes bilbetesgarantidos da lotera qoe se acab-o de
extra bir a beneficio de No>sa Seobora do Moote
de Olinda, os gumies premios :
R. 96S meio bilnele com a sorte de 6:0009.
X. 338 meio bilbete com a sorte d- i .* di.
E outras muitas K res de I00, 4C e '.
Os possaidores podem vir rtctber teas respecti-
vos premios sem os descotos as lei;\ na cas i
Forluo rna do Crespo o. 23.. y
Acnam-sea vnda os da 14* karle da lotera da
Santa Casa da Misericordia (4/j) qae se extrahi-
ra' a 8 de oatubro vlodoar*.
fr^o.
Bilbete. :/. 6*000
Meio. / 3*000
Quario .... 1*500
Em porcJ de 1001 para cima.
Biloet*.....5M00
Meip......5*730
Quarto.....1*375
____, -' Manoel Martina Pioxa.
Manoel Francisco Marqaes~e Joao-Fra-
cisco Marqies, socios, sob a firma de Mar-
ques Irmo. 4 C, laiem publico qae a refe-
rida sociedade nao se acha dissolvida como fal-
samente :nounriou o Sr. Jos. Lopes deWiveira
Jiobo, tanto no deposito como na fabrica se apr(,mp -visto como at boje nao se f difracto alcora del-
Trocam se
ts notas do banco do Brasi e das eaixas filiaes-
Uma escrava
Faga-se 23* meosalmeote e com toda a ponioa-
dom descont muito rasoa ro, na praja da lode, lldade Pelo alagoel de ama escrava qoe suba bem
oendeocia n. 52. cosinhar e eogommar, 9 axer o mais servfco nnl-
. i eameotM de ama seobora estrangelra : trata-se a
; raa da Senrala Velba o. 2i, prlmefro aodar.
Precisa se de
Queimado o. 49.
mii
orna ama it ieile
tam udas as portos de calcado o mais barato
possivel, esta fabrica tem todas as machina? pro
prias para os calcados ja bem acreditados eelo
grande numero de fregueres qne daqol se for-
necero. ,
Armazem ou lja
Traspassa se om bom armazem proprio mesmo
para toja de faieodas e com commodos at para
familia eruoomica, oa roa da Prala : trata se oa
raa da Madre de Dos o. 10, luja.
Preclsa-sa de,oma~coioheir livre oa escra-
va : oa roa de Apollo, armazem n. 20.
Alnga-se orna casa para passar o verao, par-
to do baobo Capibaribe, com commodos oeressa-
rios para qaalqaer familia : a tratar oa roa Direi
ta n. 53.
o roa d? Preelsa-se de ama ama para casa le
familia: ru ra do nartbolomea d. 31.
pooca
Am
Precisa se alocar orna am
I nbar e eogommar : na raa
Preclsa-se de am foro'
i se par padaria: na raa de
para comprar, cos-
S. Francisco o. 34.
la, dndose apenas o fado de se baver formalmen-
te e por escripto despedido o dito 8r. Oliveira.com
recusa da cootlnuaco de seas s-rvicos aos qoaes
obrigado pelo'contrato social, na qo:lidada de
socio de indastria : assiro pois, cootinoanlo arnto
de direUo cootina a sociedade em suas faoecoe
commerciaes no armazem alfand^-gado sito oo Por-
te do natos, largo da Assembla o. 4, oenhama
altera^So se da' oo coatracto social estabebeido
por espado de seis annos a deeorrer, quinto aos
socios aonuociante, e sim someote o direiio qoe
cabe a estes de responsabllisarem o titrtn ixeneido
pelas obrigacSes coolrabidas e perdaa havidas at
o momelo da sua despedida, como preceitoa o ar-
tigo 339 do cdigo cbmmerci.l, alm da criminan-
dade em qae o mesmo iocorreo.por ha ver (Iludido
as repartl(5es -caes e o merilissiojto triboaal do
comoiercio'com damoo caosado aos annonciaote
e aos interpsses da sociedade.
Recite, 28 de seiembro de 1867.
.Uanoel Praocheo Marones..
Jjo Fraoclsco Marques.
Offerece se orna ama-de boa ootadeta me
de prnneira das- sabe cosinhar para casa de boaim soiirir* : a>
ouga n. II. /j becco do Padre r?. 14.
MOTILADO
i

M


I
^i^^i^^pm
Miarlo de Pemanbne* QHlMa felra 3 de Oalitbro de 18u7.
H!
r>
f
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MACHINAS
PAIU
am m
SOUZa SOARES & IRMAO
proprie trios ferragens, quinquilharias e canriciros a gaz
RA NOVA N. 8
Em frente a botica do Dr. Sabino
Beceberam directamente de New-York um sortimento de machinas para descaroear
algodSo, sendo de 12,14,1(5,18 e 20 serras, qae pela sua qualidade e perfeicSo, tornam-
se recommendaveis.
Os proprietarios garantem por ora anno a construcc^io das mesmas, e o bom re-
soltado em descarocamento de algodo. Sendo estas de um modelo tal, que alm de se-
rem de pouco volme sao muito facis para o trabaloo, cando o algodo o mais perfeito
possivel. Affiancaado-se os precos serem mais razoaveis que em oiura quilquer parte.
Os pretendentes podem dirigir-se ao referido estabelecimento, que alm de acba-
rem om bom sortimento de objectos de que tendente, enconiraro sioceridade e bara-
teza nos precos.
Comp
umaesema que cosiane e
pretacoslnbeiro qae se pag
peraJ.r n. 21, a fallar C'
ra-se
eagomme bem. e um
1 bem : na roa do lia-
ra Joaqulm Lipas de
Compra rn-se miedas
oa-s e e;Urtueiras: do a
da Olivor* $, ijj, ra do
Compra se por mais
quer parle, prata brasileir
esterlinas, moedas de 95
54,104 e 20^ Lraslleiras
das calzas flliaes do Baoo
do ouro e prala oacio
mazem.de Augusto F.
rapicbe Novo u. 42.
dTqoTm our qoal
1 e estrangeira, libra
e 1G3 portugueaas, da
e se trocam sednlas
do Brasil : na ra da
Cadeia do Recite n. 58, irja de amlejo.
Compra se oa loja de jo as do coracio de ooro
n. 2 D, roa do Cabug, moedas nacionaes de 2U4
VENDAS

Acaba de ebegar este celebre romance, bonita edicao com estampas, constando de tres
partes a saber :
Les Drames de Parla Le Rsnrrectlon de Le Dernler Mot de
Rocambole Rocambole
RS.- 8ooo. Rs. i-Vo. J Rs. looo.
Livraria franceza.
N.2D
N. 2 D,
Armacao
Vende se ama armacao
sada, da casa da rna das
para qualquer nagocio, par
oa casa: a tratar na raesi
le lonro nova inverni-
Crtues d. 37, propria
i tirar on ficar na mes
ta ni 1 n. 41 A. taberna.
Vende-se mua escrav
bilidades ediserabarag, m
alta, bonita gura, boa qu
Lobato n 7_______
Vndese urna booit.
vioda do mato, peca, um
lidades, tambem peca e be
numero 9. ^^^
Vende-se nm terre
freote para a estrada qoe
nhei'ida por estrada d'agu;
tem 90 palmos de frent e
na ra do Araorim o. 37,1
Vende-se o patacho 1
do de cobre, e do Iota de c
com todo o sen apparelbo
quera o pretender dirija-;
ra do Vicario n. 10.
1 de 27 anuos, cura ba
ais urna preta da Cosa,
itandeira : no becco do
. crionla da 19 anno5,
1 dita de 20,. com hab-
nita; na ra do Pogo
10 em (Jacbanga* oom
egue para a Varzea (co-
ferrea) cajo terreno
2o0 de fundo a tratar
irmazem.
acioaat Viamao, forra-
rea de 15,000 arre bas,
> prompto a navegar :
3 a Baltar & Oliveira,
A loja n. 2 D intitulada Corceo de Ouro na ra do Cabug, acba-se d'ora em diante offerecen
do ao respeitavel publico com especialidade as pessoas qae honram a moda os objectos do ultimo gos
ti (a Pars) per menos 20 por como do qua em outra qualquer parte, garantindo-se a qaalidade e a so
ioez da obras. '. ,
O respeitavel publico avallando o desejo que deve ter o propnelario de um novo estabelecmen-
\c qoe quer progresso em seu negocio deve chegar immediataraente ao coracao de ooro a comprar
aneis com perfeitos brilhsolen, esmeraldas, rubins e perola ; verdadeiras e agarras, modernas- peh
diminuto prego de 105, brincos modernos de ouro e coral para menina pelo prego de 34, maracas de
prata com cabos de marBm e madreperola obra de moderno gosto (o que o eocualrarao no coragao de
ouro) voltas de ouro com a competente crusinna ricamente enfeitada pelo pequeo prego de 125, brin-
cos de um trabalho perfeito por um mdico prego, casbulotasjranealjns, pulceira*, alfinetes para re-
tratos e cutros n odelos tudo de alto gosto, anei;- proprios para butar cabello e fl'ma, dito para casa-
mento, no artigo roseta tem o Coracao d8 Ouro nm completo e bem variado sortimento de diversos
gostos,' butSes para punhos com diamante, rubins e esmeraldas, obra esta importante ja' pelo seu va-
lor ja'por gosto ds desenlio, brincos a forma da delicada maoslnba de moca cora pingente cootendo es-
meraldas, ruhins, brilbantes, perolas, o g'-sto sublime, aiuete para grvala no mesmo gosto, reio-
gios para senhora cravados de pedras preciosas, ditos para hornera, diversas obras de brilbantes de
muito gosto, crnsiohas de rubins, esmeraldas, perolas e brilhantes, aneis com letras, cazoletas e
trystal e ouro descoberta para retralo (a ingleza) brincos do franja, ditos a imperatrize toda e qual-
quer joia, para secolocar retratos e obras de cabello, e outros ruuitos objectos que os pretendentes en-
conirarao no Coragao de (Juro que se conserva com toda a amabilidade aos cuncorrentes deixando-;
se de aqni mencionar precos de certos objectos porque (desculpem a maneira de fallar) dizendo-se
prego Ur*et alguem faga mo juizo da obra, por ser to diminuta quantia a vista do seu valor.
Na mesma loja compra-se, troca-se ouro, prata e pedras preciosas, e tambem recbese concer-
tos, por menos do que em outra qualquer parte, e daose obras a amostra cora penbor conservando-s9
e Coragao de Ouro aberto at as 8 nora? da noile.
Qualquer pessoa que se dirigir ao Coraco de Ouro nao se podera' engaar com 3 casa, pois
nota se ua sua frento um coragao peodarado pintado de araarello, alera de outro que se nota era um
rotulo (isto se adverte em consequencia de terem ja' alguoias pessoas engaado com outra casa.
Ama de leite.
Pre-.isa-sjdrt urna araa de leite, na ra e^treita
dj Hisarij n. 41, t' aalar. Asseiura-si excei-
lente tratara raio o r's cjrreapjnJaate ao tnba
Ibo, como se convenciooar.
Aiug-isa urai bia casa na cidada de Olinda
para se pausar a fa4-, ore coinruolos para gran-
de familia no principio da ra do Amparo : a tra-
tar oj fuulo de S Pedro ra da Aguas-verdes nu-
rfl'-ro 5.
Anua Ib-a da Silva, portuusia, ;vai a Earo
pairatirii' sua santa, levaodo era c^rapanliia
Ora II bu ili
IMfft
i'l
JSS
U e-jrivo da fazenja itruviuisiai Tar-
rea liiii lKira, u, u Iju seu cariuru da roa
do Imperador n. 3o, para a casa o. 27 di
mesma ra, junto do tribunal do cor-
me re o.
D. Carolina ao AieveOo C^rv^niu Squeir Varejo, prufessora de piano e de canto approva-
da cora di Rio de J in-'ir e nesta cidade, onde eierceu na
corte a sua pmiis-; j por 4 annos e mera, e re-
gressado para esta cidade offerece o seu pres-
umo em sua rasjdancia o seu profiralo, e nelle
reconrieeerao o seu melbodo fa,:iumo e proveitoso,
que em pouco lempo se tornar apir a tjcar com
toda a ficiliude as grandes difkuldades: na ra
do Livramcnton. 21.
Alugara-se doas casas no porto da Madeira
era Bebenbe a belra do rio, muito frescas e pro-
pri.'.s para quem precisa da bandos : a tratar no
Recife roa Direita padaria n. 69.
'.la
Fraoccz e piano
m Madama A. Caors da' Iig5-"S de fran- jai
S oez e piano em casas particulares : para SS
jjd iralar diiiji-se a ruada Cruz n. -11.
toMmm% mm mmmwMm
Contra a entrega da medalha oiTerecida <>os
irruios Franco em nome do corpo acadmico no
Santa Isabel, protestam
Aleos acadmicos
OTfereee se una ama oara colntiar para ca
sa de poor-a familia : a tratar na ra Augusta nu-
mero a. 83.
O abaixo assignando, lnvendo dlssolvido ami-^
pavelmaote a snc'edade na pbarmacia da ra da
Irao.ralriz n. 77, que Harta com o Sr. Inr.) Ce-
ltio da Silva, o qual ficnu com o estabelecimento,
leudo a seu cargo o activo e passivo do mesmo ;:
vem peraoe o pi;b ico e com especialidade aos
Srs. mediros fueron 'leclaragao, accrescentan-
do qoe nenliuraa responsabilidade trie cabera' pro-'
venieole do preparo dos med:caoienlo< que, mani-
pulados n'aquelia pharraariJ, coniinuarem a sahir
cora os aot'gos rtulos; onde se l a eitinwa fir-
ma socialMoora & CContra o que desde ja'
protesti O ahaua as-ignado : protestando ainda
mejoio o abano assienado faz'jr valer o seu di-
reit contra o seo ez socio, se erratnuar a usar
nos rtulos sinetes, comas e anH papis da ex-'
(meta lirma socialII tu a & C
Setembro. 30 de 1867-
Pnarmaceutu'O Jos Elias de Maura.
MACACO FUGITIVO.
Em um dos nmeros do Monitor do mez pascado
leroos om annoncio em que a adniDislr.gao do
Jardm das Plantas, dp Pan-, notiiii a evaso de
um famoso Clumpauz Ct/nocp'ialo, que fazia as
delicias dos vigilantes daquelle e-labelecimento
' pela prnprj:>dade com qn, vestido de. h^aiem, imi-
I lava o andar e os ge igueia actualmente pela ras de Nazarel um ani-
{ mal em trajos de homem, com ligara de macaco,
_que, qual cao de Ala, lera accmmeltido diversas
' pessoas da cidade ; pelo qne jo'gamos ser o cele-
bre quadrumano do Jardm das Plantas, que anda
viajando. Nao ena ra > que, reconh'-cida a Iden-
tidade do individuo, ogoverno o remertesse para!
Paris : praticava assim um acto de cortezia para
com a adraioistrago daquelle grande esiabeleci-
meoto, e rer.ebia as bengaos dos Parisienses, que
saudoss choram a ausencia do seu querido rna-
caco-homem, como ellas o denominara.
! Plino.
Precba-se de urna ama e leite, sem fi'ho :
na ra .Nova o. 26, 2* andar.
COMPRAS
9SS
Miguel da PariOcagao Gomes agradece do fundo
de *ua aira aos seus amigos qoe se dlgoaram
acempanhar sua qairlda. molher Isabel Amelia da
Silva Lisboa at a soa ultima morada, e de novo
convida nao s a ess.-s senao lambein a aquellas
pessoas qoe o honram com sua amisade a eompa-
receres) as 6 horas da maoha do du o do cor-
rente net, stimo dia de sen falleclmemo, a as-
sistirem a ama missa qne pelo sen eterno descan-
so tem 4e ser dita no convento do Garm dasta
cidade. ^___^^______^______
Frec:-a se de urna engommaeira : na .ra
oImperador 73,ifeandar._______________
"Toliq^imlollem^itural de Bairir.em
PoriOKal, deseja saber ende existe Antonio Jos
d'Agooia oataral da Braga, e educado em. Belriz :
a roa do Queimado n. 48, loja da Ges & Bastos.
IrraaHdade it Nossa S-ahora di Rosa-
rio do Corpo Santo
Pelo presante sao convidados todos os irmos a
comparecer no nosso consistorio ca qulnta-feira 3
de ootahro do correrte pelas 4 horas da tarde,
am de eleger-se a nova mesa qne Mn de reger a
Irmaudade no futuro anno de 1867 a 1868.
Cjosiitatio dairmaadade 28 de setembro de 1867
O escrivo,
______ Francisco Jos dos Pasaos Gal mar es.
Moedas de prata
nacionaes, asslm como patacSes portnynezes e
riespanhes, compram-se com premio : ua ra do
Crespo n. 16, primeiro andar.
Oompi'iim-sc escravos
SilvinoGuilherme de Barros, compra, vende e
roca efectivamente escravos de ambos os sexos
de todas as dados : a' ra do imperador n. 79,
rceiro andar._________________________
Compram se
com premio moedas de ouro e de prala naclenaes
e esirangelras : na ra da Cadeia do Recite o. 16
armazem de Adriano, C-stro & C.
Comprase urea casa terrea boa e niva, mo-
derna, em boa roa : quem hver para vender di-
rija-sea botica napraga da Boa-vlsia n. 32 ouan-
nuni.ie^_______________ __^____^_^___
Libras esterlinas,.
Cemprarose com bom premio : na pra-a da In
dependencia n. Vi._________________ .
Moedas de ouro. \
Nacionaes o estrangeiras assim como libras
esterlinas: campram-se na roa do Crespo n. 16,
primelro andar.
Compra-se oaro e praia em obra* velhas :
na praca da Indepen'1"^:;^ u. 22.
0E1I48 '
de ouro e prata
Compram-se moedas de ouro nacionaes e estran-
gelras, bem como pataoSes dos diversos conhos:
era casa de Adamson, Howie 4 C, roa do Trapi-
ebe-oovo n. 40.
knmto
Vo armazem de. faztndas de
Sants Coelho, ra do Quei-
mado n 19.
Rom e barato
Lansichas Poil de Ctvre a 4$ ocovado.
Madapolo enfestsdo a 8$ a peca. "
Cambraia de cores Diatisadas linissimas a
800 a vara.
Iilem brancas transparentes finas de 4,
5(5000, 65, 75, 85 e i^ooo a peca com iC
jardas.
dem branca tapada de 8)5 e 95 a peca
com 12 jardas.
Mem branca franceza muito larga a 9)5 a
peca com 8 varas.
Baloes de 35 .e 40 ircos nesgados para
senhoras, a 45300.
Mem de mursulina i esgados a 5)5.
Mem de crochet a ?5.
M'm de mursulina jara meninas a35e
355oo.
Saias bordadas a o A
Cambraias admascad: s para cortinado a
125 a peca com 2o varas.
dem para forro a 35 a peca com 10 jar-
das.
Cambraia de linuo muito fina de 65 e 95 a
vara.
Madapoloes finos de (5, 75, 85. 95,105,
115 e 125 a peca.
Flatilha de algodSo superior fazenda par;
saias a 35200 a peca comi varas.
Cobertas de chitas d< ramagm a 256oo
Lences de hamburg ) fino a 25400.
Mem de bramante miito Dn'j a 35-00.
Pannos adamascados para cobrir mesa a
45500.
Guardanapos de linhu adamascados a 45
a dnzia.
Atualhado adamascadti com 7 1/2 palmos
de largura a 25 a vara.
Mem adamascado de I nho com 7 1/2 pal-
mos de largura a 35 a vara.
Algtidao etifestado com a mesma largura
a 131oo a vara.
dem trancado dealgrd5o a 15300 a vara.
Toalhas alcochoadas de linho lisas a 115
a duzia.
Mem de algodo felpudas a 135 e 145
a duzia.
Guichas de fustao a 35..
Longos de cambraia braucos fios a 15800,
25 e 25rioo a duzia.
Lencos de cassa finssimos a ,35200 e
3560i a duzia.
Fil de linho liso a 8oo a vara.
Mem com salpicos a 15<>oo a vara.
Grosdenapies preto bom a 15^oo, 2p e
25&oo o covado.
Morantique preto su perior a 258oo o co-
vado.
Flanella de todas as cores a 800 rs. o co-
vado.
Tarlatana de todas as cores a 8oo rs, t
vara.
bramante de linho con 10 palmos de lar-
gura a 25--oo a vara.
dem de linho com 5 palmos a 15oo a
vara.
dem de linho com 3 1/2 palmos a 8oo a
vara.
Riquissimos basquins a 255000.
Assim como outras iauitas fazendas que
se vende por menos que em outra qualquer
parte, e d-se amostras de tudo,
Cal de Li boa
Fabrica e fundado-de bronze
e outros metaes, caldeireiro,
laYoeiro, e funileiro, situada
na Soledade, uta do Prin-
cipe n 3, e com deposito na
ra Nova n 38 da cidade
do Hecife
DE
BRAGA &SAMPAI0
tabncam-se neste importante estabeleci-
mento todas as obras concernentes as artes
respectivas como sejam:
Alambiques de todos os tamanhos em
feitios, os mui acreditados aparelhos de
Derosne com as dimen?oes delicadas dos
fabricados em Franca.
Fabricam-se avulsas quaesquer pecas des-
apareaos, como sejam o dilatador, ratifica-
dor e coodensador, ou esquema garapas,
resfriador, serpentinas interiores. .
Fabricam-se bombas de todas as dimen-
Cfies e qualidades, pelo systema francez ou
americano, simples, de pressSo, repuxo, e
com especiaiidade a estancarlos! assim -ap
nominada pelo enorme volume de agua
que absorvem calculada em 100 pipas por
hora, e das quaes algumas estao promptas a
serem experimentadas.
Kxistem bomDas por este systema, me-
nores, para regar sitios, garantindo-se nao]
s sua durac3o como a grande quantidade j
de agua que fornecem pelo que so cons de-
radas h'je as primeiras bombas conhecidas.
r Todas as m.is obras se fabricam voota-
. de dos freguezes e a seu capricho.
ExUtem sempre promplos no deposito in-
dicado Da ra Nova n. 38, um completo sor-
timento de obras solidas, bem construidas e
a precos rasoaveis, como sao alambiques,
serpentinas, laxos, passadeiras, repariiiiei-
ras, escumadeiras, cocos, candeias, e muilos
outros utenc'lios proprios para eogenhos,
como sejam mancaes de bronze, parafuzos
para rodas de agoa e outres.
Cavilhas, machos para lemes, pregos de
todos os tamanhos e para o forro de cobre
de navios.
Aprompta-se tudo quanto diz respeito as
obras de lato torneadas e polidas com toda
a perfeicao.
Vlvulas para tanques de banho, lomeiras
de todos os tamanhos c quaidades, assim
tomo todos os ornamentos para militares,
boloes para farda, aparelhos para barretina,
nmeros, espheras, espadas, cornetas, alam-
pabas turbulos, caldeirinhas, navetas, almo-
farizes, perfumadores.
. Obras de folhas de (landres de todas as
qualidades, bahs, bacas, bules e outros
utencilios domsticos.
Lampioes para gaz para engenhos, Mha
de flanares em caixas, folhas de cobre e la-
to, tubos de chumbo para encanamentos de
todas as dimeocoes, folbas de ziuco, estanho
em barras e verguinba, lances e barras de
chumbo, vidros finos pira espelhosde c-i
res, bordados, e opacos, e outros para vi-
dracas, diamantes para corlar vidros, cadi-
Dhos ordinarios e de patente, rea para mol-
dar, folies para ferreiro lavatorios com ba-
cas e jarros, trra podre e outros nmeros
objectos priiprio de taes estabelecimenios.
Sendo todas as obras inspeccionadas e
fcitas sob a direccao-do socio aJminist'ador,
Jos baptista braga o qual se acha de novo
especialmente incumbido da gerencia de to
importante estabelecimente, isso urna ga-
ramia pela sua looga pratica, que tem os se
altores freguees de qoe ser3o servid s a
ontenio, com promplidaoe pteco .commo-
ido, pelo que os proprietarios Ihe serao abra-
vecidos.
?5o
46
(0
Lava-ie e engomma-se coro perfeicao, e por
menos pn-eo oo* em ouira qnalqoer parte : a ra
lio Hosario da Boa-vista o. 47.
Ouro e prata
Moedas de ouro e prata nacionaes, estrangeiras,
de lodos os valores, se comprara na loja de oori-
ves jonto ao arco de Nossa Ssnhora da Concelco,
rna da Cadeia do Recite, assim coma ooro e prata
em obras velbas, brilbantes, dasaole; e . bem.
E. R. Rabello saca r.or lodos os vapores
sobre.
Lisboa.
Porto,
tigueira.
braga e ontras cidades e villas de Portu-
gal inclusive as ilh Fe ros proprios para I risar babadiiihos
Veodr-m se ui rui do Queimado loja da agua
branca n. 8.
Bonitas e modernas voltas preta com
piogetiiei.
Vcndem-se nurua doQjdmado loj da agnia
branca d. 8._____________^_^_^____
Sal Pirtico effrvecente de
Samplojiarh
Ja bastante cotihecido :m mnilos paizes de
temperatura quente apparece pela primeira
vez a veuda nesia praca. E' excellonte re-
medio para ref>*es'ar a nassa do sangue, e
o seu uso constante maniem a sale do cor-
p em perleit) estado.
Cura o enjoo do mar, dores de cabeca,
diarrhea, febre amarella, sarampo, typbo,
febres gasticas, azia, febre interna, e como
calmante das grandes sedes as febres, n3c
ha goal.
A venda nicamente ia roa a Iropera-
triz n. 12.
Boa piga do i)ouro,
Cheaaram bjrris do quinto com puro vioho do
Douro g ir^niitijrt se que nao Inm couftigo a'uu-
ma .-. excejQo de om rocalwho de gtiardeule
que Ihe botaran) para poder resistir a viagem.
ne'ste peoeiu o melhor que tero vinde a este
mercado, e muito proprio pira osar n- s hora- de
comida vendp se por prego em conta na loja e
armaiem do l'avo ra da Imperatiiz n. 60, de
Gama A Suva._______________
vl d)Imperador n. ''.
B'irzeguios para bomem...... 5o00
Ditos ditos. ........ 15'j0o
Attenco.
Vende se na ra das Cmco Ponas n. 8, latas
com 4 libras de doce lia o melnor que porte ha-
ver nestw gepero e tambam alunase orna escrava
Pra >aias a 1$UU0 U2S0 e 1$500
Chegou para a loja do l'avo urna grande
porcao de ocvi fazen.la branca especialmen-
te para saias, tendo a largura a'altura sufi-
ciente de urna saia com um bonito bordarte
de um lado ou urna bonita ordera de pregas
de forma que com 3 1|2 varas se faz urna
saia de um s panoo, e vende-se pelo tarato
preco de I/?, 1028o e l#5oo rs. a vara; na
loja e armazem do Pavo ra da Imperairiz
n. 6o de Gima Silva.
Vestidos braneos e de cores a 4.?5* 0
Vendem-se bonitos cortes ite cambraia
branca com bonitas barras bardadas assim
como com barras de cor pelo barato preco
de 455oo rs. na loja do Pavo rna da lmpe-
ratrz n. 6o de Gama & Silva.
Nova* baceges de seda a 4oo rs.
Chegou urna grande poic3o de liodissi-
simas b reges de seda com os mais delicados
gostos sendo faztnda muito propria para
passeios, partidas, etc. Vendem-se pelo La-
ratssimo preco de 4oo rs. o covado na loja
e armazem do Pavo ra da Imperatriz n. 6o
de Gama & Silva.
Loja do Gallo Vigilante
DE
Gaimares& Freitas
RA DO CRESPO N. 7.
Os proprietarios deste bem conbecido es-
tabelecimento tendo em vistas a boa voolade
com que t da generosa popu'acSo desta bel-
le cidade corxorre com a sua coadjvacjo
para o basar de prendas que costumam es-
tabelecer no da da commemoraco do ani-
versario do Hospital Portuguez de benefi-
cencia, cojo producto applcado a bem
daquelles que baidos de recursos, e no leiio
da dor ali procurara melhorar seus soffri-
mentos e aproximando-se o dia dessa grao-
diosa festa por isso apressam-se em avisar
ao respeitavel publico do que ha de mais
moderno em seu estabelecimento, alm dos
quaes tem variedade de ouiros, que a serem
para um. fim to justo os venderam por pre-
cos mui raoaveis.
Riqussimas caixas com msica conlendo
o necessario para costura, proprias para um
delicado presente.
Riquissimos livrinbos cora capas de tar-
taruga para missa.
Riquissimo lbum com capa de tartaruga.
Porta joias, dedaes e relogios e neste gos-
to urna irtfinidade de objectos.
Vasos, calungas e palliteiros de porcelana.
Bonecas que cbamam papai e mamai.
Finissimos lencos de cambraias de linho
meo disticos.
tiaixinhas com perfumaras.
Bengalas de canna com lindos casles de
marfim.
Riquissimos enfeites com coques e sem
elle inteiramente n' vida le e ultima moda.
Lindissimos cintos p3ra senhoras.
Fivellas lindas de nriito gosto.
Lindos port-booquetcom cabo de madre-
perola proprios para casamenlos e bailes.
Riquissimos leques de madreperola.
Lidos leques de sndalos para senhora.
Ditos de sndalos para meninas.
Ditos de sndalo tendo no centro um qua-
dro de seda, ultima moda.
Leques de fe as muito lindos.
Ditos de ossos.
Lin ios pentes de tartaruga, massa e outras
muitas qualidades.
Luvas dejouvin. inteiramente novas, bran-
cas, pretas e de cores.
Ditas de seda.
Meias de seda e algodo.
Lindas trancas pretas e de cores om ve-
dilrho e sem elle, assim como lindissimas
guamces para enfeitar basquines e botoes
para os mesmos.
Lindos iodispansaveis para meniDasdas
escolas.
Bengallinhas para meninos.
Suspensorios para menoos.
Lindas touquinhas e sapatinhos ricamen-
te enteitados proprios para baptizados.
Meias de seda para o mesmo tim.
Muito boas escobas para dentes,cuapos-
roupa, cabellos, unhas e para limpar pentes,
Superior I i ribas para crochet.
Agulhas para o mesmo flm.
Lindos agulheiros e dedaes de madrepe
rila e martiin, assim cono de metal.
Lindas guarnieses de botoes, tespara oole,
punhos e colerinhos.
Ricas capellas para noivns.
Meias de seda para senhoras.
Superiores thesonras para unhas, costura
e cortar cabello, etc., etc.
Suspensorios de seda para bomem.
Ditos de algodo para homem e meninos.
Finos aderecos prelos para luto.
Grande sortimento ae finas perfumaras
dos melhores fabricantes at hoje conhe-
cidos.
Grande sortimento de las de todas as
qualidades.
E muitos outros objectos que impossivel
seria mencionados e que se encontrarao na
loja do Vigilante, roa do Crespo n. 7.
CASTRO NUNES
Grammatica nacional.
Sena edico
i I1
Livratia francea.
GRANDE
Vende-se na loja di praca da
Independencia n. 39.
Capellas murluarlas pirs serem eollueadas em
lombas, ctaombas e sepulturas no cemiterio pu-
blico para o dia 2 de novembro (Onadis) das es-
crii(5es segoinles :
Meu pai.
Minlia inir.
Meu esposo.
Mmha esposa.
Meo Olho.
Mmha fliba.
Saudades.
Lima lagrima.
Amizade.
M'u amigo.
Mea irmi".
Mmha Irma.
Na mesma loja lanibem tem capellas de pedra
marmore obra prima._______ _.___________
Um moleque
Vende-se om moleqna de bonita flitura, i rcprlo
para copelro, do qne tem pratica bastante, multo
esperto e robusto : para ver e tratar na ra do
Hospicio n. 11.
Vinho superier em calzas de urna doiia e
tem para vender Antonio Luiz de OHveira Azeve-
tk> i C, bj .-ea escritorio ra da Crnz o. 57.
Tendo de se liquidar a ioja de calcados da rna
do 'mperador n. 3i :
Bont-gui^s de Melli...... 114000
Ditos de Suzer. '...... 8*000
Dios de diversos fabricantes. 8000
apaloes de bezerro Suzer..... 3 i 00
Borzegoms para meninos e menisas. 3JW0
Ditos ditos ditos....... 24000
Borzfgaios de lustre par bomens
(Suier).......... 74000
Snaldes Melli....... 740P0
Bo zeguins curdavo...... 84000
Bulas para montara.
i'erneiras e guarda lama.
Sapatos de Iraoe* para meninos. 140
Sapatos de couro de lustre com sallo
para senhora. ...... 24000
Para noivas
A loja do Passo acaba de receber riquissimos
corles de bloods para noivas coulendo cada- corte
c.i|i lia, setim branco para saia e um liodissimo
veo. ludo de muito goslo e da ultima moda de
Paris, estes cortes ja vero aliobsvados a gosto do
molde, que tem de servir notando somente agel-
ta-loao corpo da senhora qne tiver de fazer nsi
delie, cujos servindo nicamente para nm acto
to brilbante, o proprietario oeste novo f stahele-
cimeoto est resolvldo a vende-los ctm nm Incro
moi rzoael,lsti s na loja do Pa*so roa do Cres-
po n. 7 A, esqoina'da do Imperador.
Vende se um mulatiobo de idade de i% an-
eos, linda Bgura, bom capero, habituado aoservico
de casa, sen vicios a bem educado : ra do Hos-
picio defronte da casa em que fot o gymnaslo na
penltima cata junto ao canal; os pretendentes
podem Ir vello das seis as nove horas da manbaa,
'u das tres as seis da tarde. _
CabrUlcu *"
Vende-se por mdico orejo um cabriole! de jm-
tro rodas com 4 assentos : ara ver e tratar na
roa do Uotpicto n. 11.
Kval sem segundo.
Rna do Quelmano n. 49.
Qoer acabar com as fazendas aban*
mencionadas.
Queiram vir ver o qae boa e baratisiia.
Toalhas de labynnlho com bico, taieu-
da boi a.............?CX
Carreteis d6 liona com 100 jardas a 30
wavatas pretas e de edres motfo doas a
Ia.s de 0Dre'8 do massa muito novas a
ennadores para espartilho de cordo e
Carreteis de liaba lxndr com OO jar-
Ditos de bolla moito finos a 240 e
fiadas de liuha trox, para boroar a
Varas de cordao para esparlilho a
entes volteados para regacar cabello
meninas a............
Frascos de macaca' oleo moito fiao, a '.
Abotoaduras muito Unas para colletes a .
Candes de boba brarca e de cores a .
Libra de ara preta superior a.....
"iscovas para lato, fazenda boa, a .
Vacas de franja branca de linbo para
toalba a..............
Pegas de bico estrello com 20 varas rumio
bonito a...............
Varas de papaflna de differentes larga-
ras a 1-20,160 e..........
Cmas de palito balao a........
Caixas de palitos de seguranca semen
clufre a ,..........
Sobonetes de familia a 100, 160V. '. '. '.
Grosas de botoes de madreperola para
camisa a.............
Camina de dontrina chrislaa a .
Latas com superior banha a......
Quadcrnos de papel pequeo superior a .
Duzia de baralhos franetzes sopt-rior .
Groza de pho C iX4S a retalho do mesrnos.....
Caixas de phosphoros de veliiBha con'en-'c
SOOvellinhas muito superiores a .
Resmas de papel aimaco moito superwr .
Resmas de papel paulado suprrior qa?!i-
dade...............,i
Dozias de meias para bomem.....?.
Duziasde meias^cruas mnito superiores 44(>
Chocolate de cubriere
purgativo de magnesia.
E' o chocolate de desbiero o menor pvrfMIa
at apora coohecido e de grande aceitarlo rru Pa-
rts, onde tem sido mno aplicado do i. 'Mtal
Hotel Dien pelos profesores Trcusseau e i
com o melhur resultado.
Por sua ar-cao laxante porga sem fa igar o este
mago e os intestinos, e aprsenla ptimos rese--
dos como dorivativo, abroveote, aniverncio, t-
frescante e depurativo.
Deposito especial
34-Ra larga do Rosarlo3i
Butica de Bartbolometi .
100
14000
200
iO
PO
2i0
500
30
m
-o
wm
14 00
lo
160
Grande aiinazem e tin-
g tas medicamentos etc
Ra do Iiaperadep u. 2.
Productos chimicos e pharma-
ceuticos os mais empregados em '
medicina.
Tintas para lodo o genero de pa*
\ tnra e para tintararia.
( Productos iudustriaes e tintas
| para llores, como botoes de B
t e modelos em gesso para imitar
l fructas e passaros com o comp^-
* tente desenho.
I Pro'luctos cbimicos e indnstriaes
i para photograpbia, tinlararia, pic-
[ tura, pyrolecnia etc.
Montado em grande escala e rap-
> prido directamente de Paris, Loo- \
f dres, Hamriurgo, Anvers Lisboa
I pode oferecer productos de p!er?.
| confianca e satisfazr quai .uer en- <
i-commeoda a grosso trato e a reta- i
f Ibo e por preep commodo.
AGUA FLORIDA

MURRAY & LANM^N
A agua tlorida de Murray 4 Lanmart
jlhada como nm artigo de perfume, r/--
tem podido ser igualada pelas preoarac/W
as mais custosas: conserva sen art>gw, c*>-
mo se formasse parte da prenda a qoe eu
se applica.
Sua eficacia tao delicada, como elegao
tes s5o seus multiplicados usos, qur ai
empregada como artigo de toucdor, qu^r
ao nso do banbo, ou como snavisador da
pelle, depois que se tenba feito a toril i
l para limpar as gengivas oo aromalisar t
balito.
Da suavidade, brilho e elasticidad* ai
iompleicoes, depois de se haver lavado; a-
livia a irritarlo de erupcesordinarias; ir,
iesapptrecer o desagradavel aapecto dot
pannos, das sardas, do rosto, rugas e lo-lr- 3
casta de ebulices, e d vigor e frescura
parle onde quer que se appliqoe. Sua effi-
ciencia e elegancia sao igualmente infait-
veis nos casos em que seja preciso applio
la como estimulante e antisptico, nos cot-
corsos e assemblas numerosas, as loca-
lidades infeccionadas, na alcova de tm en-
fermo, assim como om antidoto Medien-
te para os desmaios causados por cansa?*
ou suffocacao. Preparada nicamente por
Lanman & Kemp, Nova York, e a venda pw
Caors & Barbosa.
JoSo da C. Bravo &\C.
A' venda as drogaras de A. Caors, Bra-
vo 4 C. e P. Maurer 4 C, e em todos o
estabelecimentospbarmaceDticos do imperit
Terrenos
Antonio Botelho Pioto de Mesquiu cooUb* a
vender terrenos oo sen sitio do fonda", an'
chegar em B-b^ribe, atrindo nma estrada no me-
mosliio, que a travessa o rio de Bheribe, -cgne-
do eocaoamento das aoas qoe vio lorneerr tm
Olinda; bo mesmo sillo achara' rom qum Ira
nos domingos e das otis, ou no Recie, raa da
Cadeia;loja de faiendas o. Si A.
"VENDE-SE
Motores americanos para don- cavaRo?.
Dito dito para qoatro cava I los.
Machina* par descaroear algodao de 14. 16.
18 20 30,35e40serrai:
Prencas para enfardar algodo fazaodo os tar-
cos com 6 palmos de comprimen m o peso "
130 e 200 libras, viudas uiiimarueote da Abi''-.
no armazem de lleory Forster & C, bo cats- fV
dro d. 2 jonto ao Gabinete Pcrtcgc.
;limv1
'*


m

alarlo 4c rematarme* ... Quinta lelri 8 de labre de 1867.
8Ua DAS CINCO POMS 0.86
AO GRANDE ARMAZEM
t)AS
Sempre barato

Haatelga .,a.
togleza flor a !0, a libra e a 5oo rs. soflrivel e propriapara tempero aj
dem francesa a 56o rs. a libra.
Cha
De primeira qaalidade a 208oo e proprio para negocio 156oa a libra.
lltacoitos '
Inglezes pearl, nicnac, oval, cracnel, e outros superiores a Itfloo a lata. .
FigOS
A 24o reis a libra.
ominas
De milho branco. a 4oo reis a libra, de aramia verdadeira propria para "Da-
ar enancas a 5oo reis a libra e caxinhas com 4 libras por meaos, gomma do Marannao
i i 6o rs. e tapioca sag a 2 lo a libra.
Chocolate
Superior a 10, a libra.
Doces
De goiaba em latas a i#ooo em caixa de 4 libras, rauilo fino a l|8oo, em caixoes
le i libras a 5oo e 32o.
Pelxe
E'.u latas a 15ooo reis a libra, sonido em qaalidades.
Ostras
America a 8oo rs. a lata.
Baldes e Tassonras
Americanas a 8oo reis cada peca.
Touclnho
De Lisboa a 320 reis a libra.
Tomates *
Em latas a 6oo rs.
Sal
Refinado em lindos postes por 5oo rs.
Rlrshs de Wasser
A 2ooo a garata.
Vcrmouth e Abssatho
A !5oo a farrafa.
Bltter
A i)5ooo agarrafa.
De bbrdeaux superior, Saint Estephe, Saint Juen, Saint Emilia a 7jJooo a diizia
4o rs. a garrafa.
Violto
Do Porto Gno a I4#ooo a duzia e 105oo a garrafa e magaifico tamhem a em bar-
rd a 8oo a garrafa.
Duque do Porto
Adamado e outras marcas a 9oo rs. a garrafa e iojj a duzia.
Vi uno da Flgnelra
O que ba de melhor a 44, a caada de Lisboa a 3 e 4,5 a garrafa.
Vinagre
De Lisboa a 2oo e 28o rs. a garrafa.
vrelio de Lisboa
Saceos com 9o libras a 4J5oo.
Cerveja
Franceza em gigos de urna duzia a 65.
Inglcza
Bass verdadeira a......T. e Victoria e Alssop a 5oo reisa garrafa
Ao respeitavel publico pernambncano pede-se
A ttengo
HaDteiga mgleza
320, 500, 800 e I $ s no armazem se acha vista.
Manteiga franceza
em Huras 560 e 64), em barris se far differenea.
Banha de porco
em libras 320 e 30, em porcaose far differenea.
Fructas
em calda Pera, Petego, Rainha Claudia; Alperxe e outras nuitas 500 e 640 a lata
FrvIIhas
Portuguezas 640, 'rancezas 900.
Fumo
em latas do Para e >Ie albaneque, lata 15 e 1-5200.
Gomma de mllho
em pacotes, dita di trra 100 e 200 a libra.
Vlnho

Vende-se riel a rna do Apollo o. i.


fH.MUHCU
DE
Joaquim de Almeida tinto
A jurubeba contra o ingorgi
lamento do fajado e do bago
Em extracto alcoollco, emplas-
tro, oleo, tintura, pilnlas,
xarope e vloho
como flgueira cana la 3*500 e 4*, paro J A A Lisboa 20800, 30 e 30500 a qualidade
convida.
Caz
em lata de 5 gales e mais pequeas a vontade do comprador, m garrafa.
Alpiste
tiO- e It'Oa libr i, painpo a 100 a libra.
Azclte
em garrafas a 800 b 10.
CHARUTOS
em caixa de 50 por 10, ditos Delicias, Trovadores e Parisienses em caixas de 100, ditos
da ExposicSo caixa 50, ditos de Regala caixas com 100 a 20500 e outras muitas marcas
que s na presenca dos compradores.
PREZUNTOS
delamego em barril, ditos de fiambre o melhor que bao mercado por prego que faz
admirar! 1
DOCE DE GOIABA
caixoes de 560 fin), ditos de 10500 que parece marmellada, dito em latas milito fina
qualidade a 10200.
BOCETAS
com doce secco a 10 e 20.
QUEIJOS
do' Alentejo em lal< s chegado pelo vapor Oneida, ditosFlamengos e Pratos dos mais novos
que ba no mercado.
AZEITONAS _^
de elvas como no aereado nao temos a 10 a lata, em barris do Porto a 10 como nao ba
melhor.
--_______________ .
JECTION BRO
i (troten lufalltvel rrarniMii, itwtuif m a aiuea que cura *ea> awlmia a4djUro. Vcude-n
tu (.nacise bouca aiuaaV (BU** a naja 4i aa, [* saajas d eSa*aaaalaJ ~ tWk, em eaaa
vis Btiai K8C.kMUrat4 aparta, I t. a _, .
-at:
P*

PREPARQOES FRREAS-BAH6AIICS
APPRGVDaS PILI 4CADBMIA DB HBDICIRA
DE BURIN DU BUISSON
Pbarsucsalico, Inrud pela iea&Bia de It&iu k tu*
! aa tttencSa
0 eminente profeasor TneussEA, na nhima edicio de sea Tratad* it Thtra-
peutua e Materia medica, reconhece que os ferruginosos simples sSo znaitss
vete* inefficazes par* curar as molestias que tcem por cansa o empobrec memo
do sangoe. Muitos mdicos dos mais distinctos attribucm esse m o xito a ausencia,
n esus preparacCos, do manganese, que se acha no sangne, como o tem reconbecide
s chimico* os mais peritos, sempre intimamente unido com o ferro.
E pois, prestar-seum verdadero servco aos S"" Mdicos, o chamar-se ti
sobre as preparaeoes seguintes.
Io PfiS ferPflS mUnffDnifftK d,nd0 "niediatamente ama agua, acidulada,
1 IV imm UiailgdBlCOS aZ0Ui tgradavel> 8ubstturndo com vantagem
c eeanemia as aguas mineraes ferruginosas.
2 flalas e Xarope de iedareto de ferro e de manganese inalteraveis
contende cada urna cinco centigramos de iodureto de ferro manganico indicadas
particularmente as molestias Tjmpbaticas, escrofulosas, e as chamadas c&>
' roca* e tuberculosas. ,.
J lw es de laetatoie ferro e de Wttmm j %?f&2!^
i* f unas de carbonato frreo manganico | Si^SZ
tornar esus dnas preparaeoes d o* memores remitidos.
0 f lurin du Buisssn desejaado obter a adheslo oompleu do publico medica a
eam do valor de snas preparaeoes, previae qae elle u pee gratuitamente a su
dispoaioio, dmgendo-M;
II* Ptmamkuco, a seu agente geral, Maarw Q, pharmaeeutieot, ru Hora.
ni....
Veade-se na pharmicia de P. Maurer & C, ra Nova.
UiTO GOSTO
de Bordeaux em cnixa a duzia 50, garrafa.500, dito de 80 a duzia, 800 a garrafa, dito a ilirnhf" ,* 17crSanrias medi-
,40 a duzia, 102O a garnfa dilo do Porto a M.MMM,240 etoij de<^\JjS?*' T^nZ^lTl
Em liquidao^o.
0 propietario dustes dous estabelecimen-1
tos tendo muita fazitnda em ser e desejando'
liquidar para vender mais barato que pos-
sivel na ra da Im.ieratriz lujas e armazens
da Arara, ns. 56 e "2. |
Alpacas admascadas para vestidos de senbo-
ras 503 e 70 rs. '
Vende-se alpaca de assento branco com
Roupa feita nacional.
Vende-se calcas de casimira a 50, 60 e
80, pretas ditas de meia casimira a 10600
e 30, ditas de brim parlo a 10600, 26400
e 235<>0; ditas brancas de litih'o a 30300,
40 e 50: palitos de cosirara preta e de co-
res a 50, 60, 80 e 100; palitots de meia
casimira a 30, 35500 e 40: palitots de'al-
que pertencem ao reino vege
tal, e pertence a clsse dos tnicos e desobs-
truentes, sendo empregada com vantagem
contra as febres intermitentes acompanhadas
de ebgo gitamen o de figado e de baco. Ella
tem sido appltcada com incontestavel pro-
veito contra a anemia ou colorse, e hydro-
pbesia, catharro da bexiga, e mesrao para
combater a mensirua^o difcil, resultante
da mesma anemia ou chlorose.
Deposites se raes
Em Pernambuco, ra larga do Rosario
n. 10, Rio de Janeiro, pbarmacia do Sr.
D.-.urado, Rio Grande do Sul, em casa dos
Srs, Casco & C, Macei, pbarmacia do Sr.
Claudino, no Havre, pbarmacia de Mr. Ma-
rical, em Lisboa, na pbarmacia do Sr. Feij.
Francisco Jos liermann
RDA NOVA N. 21,
acaba de receber em lindo e magniflet
tiruento de otlos, lunetos, binocolot, de
timo e mais apurado gosto da Europa
los de alcance para observaco** .para
martimos.____________________________
Fundigo dAurora em
Santo Amaro
Completo somtente de latas batida* e tan-
das, alambiques de todos es lmannos e faa4et)4a
ditos, moendts de todos os tamaitos de sopenor
qaalidade, crivos e boceas da fornalba. o que toar
se vende por cumoiodo pre^o.
Vapores.
Vende-se em casa de Sannders Brotbers A C-,
o largo do Corno Santo 11, vapores patate*
om todos os perteneM nroprtos para faier mover
es ou quatro machinas para desearocar algodio
nPar!rt P3Ca d8 COr6S 6 branca.a 3*500 e 4: P3litols cido a commodidade dos precos :
listas e flores lisa e almascadas
para vestidos de set horas a 500, 720 e 800 dirn decores a 2058O 30e25:serou-
rs. o covado ra da Imperatnz lojas da Ara-' je algodaosinno de linho a 10600, U... i
ra, ns. 56 e 72. | 20500: ra da Imperalriz lojas da Arara
Ditos 1 m o covado. ? Ds. 56 e 72.
Vende-se ditos tm retalhos a lC\rs. o Organdis de cores a 640 rs. a vara,
covado, ditos em pt?a a 200 rs. o covado: Vende-se cassa organdis de cores a 640'
retalhos de caca praa a lO o covado: re- e 70a vara: talalaoa de cores a 800 rs. a
talhosde caca decores a 200, 240, rs o co- vara: ra da Imperatriz lojas da Arara ns.
vado: retalhos de lasinhas a 160, 200 240 56 e 72.
}$Pharmacia especial horneo]
m pathica do Dr. sabino O.
H L. Plnho.
S Cha de 1* sorte para oso das
S pessoas que se tratam homeopathi-
nj camente.
j Vende-se em pacotes de libra a
M 30200 rs.
9 Ra Nova n. 43.
mmMmmmmm m mmmw
0 cordeiro providente
Na antiga loja de miudezas a ra do Quei-
mado n. 16.
0 cordeiro providente se afana de tef o seo ap-
parecimtoto no sempre memoravel dia 7 de se-
tembro. Elle cumprimeota ao re-peitavel poblfeo
em geral e a cada nm cialo em particolar. O
cordeiro providente nao se introaaellera' em estra-
nhos e albeos oegocios, restriogindo-se apenas ao
que diz respeiU a miudezas era cuja antiga loja n.
16 a ra do Qaeiraado permaaecera' esperando
da todos suas valiosas proteges observando elle
alera de sua coJtumada mansido, condescenden-
cia e agrado. Na loja do cordeiro previ dente en-
contrarlo os pretendemos sempre e constante-
mente completo fortimeclo de miudezas, finas per-
fumara?, Iuv,s de pellica, objectos de moda e
phaotasia e outros muitos que enumera-los'se tor-
nara enfadonno, notan I j-se entra elles os que
abaixo vo mencionados, sendo por lodos reconbe-
VER3ADEIR0 LE 2
it aiuiatac-r, Oocut- Ra de Saine, 51, PA.2113.
'-' l
im cada Eatraa. ai. rp'r* a rvtfca i -s-.'
que l<-a o mru i .Ar. >;:* rr'iata rr-.i -V. .p^
r!tol6lH3iaoHr.-i'UMc,...- .., ,
/V/ '-----y .'**--*B*i|lJ
&?
D0CTR-EOC;
^ET PHARMft

3 1 -~t ,
"y i:
Deposito na pbarmacia de P. Maurer t
C. em Pernamboco.
GAZEOL
DE
Burrin du Buisson
Viriado sortirajoto da moderaos chapeos 8 cbipelinas de seda, de fil e de ualha de Italia
ut iinutra e meotaa. '
Superiores tiras, bordadiobose entre melos bardados em cambraia tapada e transparente.
Na luja das columnas a roa do Crespo n. 13
de
Antonio Correia de Vasconcellos & Companhia.
aovo DEPOSITO
rs. o covado: ra la Imperatriz lojas da
Arara ns. 56 e. 72.
Rrim pardo tramado a 560 rs. a vara.
Vende-se brim pmio com peqneno toque
de mofo a 560, 6il3 rs. o covado: ra da
Imperatriz lojas ns. 56 e 72.
Lazinhas 200 o covado.
Vende-se lasinhas para vestidus de se-
nbora a 200, 240, 280, 320, 3i0 e 400 rs.
o covado: na ra di Imperatriz lojas da Ara-
ra o 56 e 72.
Chitas francezas la "gas a 240 rs. o covado.
Vende-se chitas francezas largas a 240,
280, 320 e 400 rs. o covado: ra da Im-
peratriz lojas da A ara n. 56 e 72.
Mosambique 400 rs. o covado.
Vende-se mosam )ique com palmas de se-
das para vestidos d< senhoras, a 400 rs. o
covado: e vareja df listas para vestidos de
senhoras, a280,30rs. o covado.
Sedas escosseza omquadrospara vestidos
de senhoras, a 280 320 rs. o covado: ra
da Imperatriz lojas da Arara ns. 56 e 72.
Arara veDdti as saias 30500.
Vender saias bordadas para senhora a
30500, 40, 60 e70,saia balo ou crinolinas
de arcos a 20, 205 )0 30 e 30500 : roa da
Imperatriz lojas da Arara ns. 56 e 72.
-As sedas da Arara 10.
Vende-se sedas de qoadrinhos e com lis-
tas a 10, 10200, l;60, 10800 e 20, o co-
vado : pup linas de seda com palmas saltos
para senhora a i (6( 0 e 10800, grosdenaples
de cores a 10800 e 20, dito preto a 106 JO,
10800 e 20: ra da Imperatriz lojas da Ara-
ra ns. 56 e 72.
Madapolao a 40000 a peca.
Vende-se pecas de madapolao com 20 va-
ras a 43, 50, 60, 70, 80 e 100: ra da
Imperatriz loja da Arara ns. 56 e 72.
Casimira (infestada a 10 o covado.
Albuns de diversos tamanbos e qaalidades para
retratos.
Chapjsiohos e sapatiohis para baptizados.
Coques simples e enfellados.
L"uoes de sndalo e outras qualidades.
Vultas de relroz com cassoletas obra moderna
Gollinhs e puohos para senboras.
Hk'j de Hubo a imitagao de do palz.
Cartelras com Goas agulbas.
Modernas capelinas e eareites para senhoras.
Liabas para crochet.
Laa para bordar.
Fiaos espartiibos para senboras.
Leques de diversos gastos a l&.
O cordeiro previdene.
A ra do Queimado n. 16.
Vente os seguales cujelos uoastaales do varia-
Vendese casimira enfestada de duas lar-, do soriimento abaizo declarado
guras a 10, 10600 e 30 o covado panno fi-! ollares eletricos magoetos eootra s conval-
no preto a 1*600, 20, 20500, 30 e W: roa| ^JniUs abotoaduras paracolleus.
da Imperatriz lojas daArara ns. 56 e 72.
AlgodaV>sinho a 30 e 40 a peca.
Vende-se algodosinho a pecas de 30, 40,
50, 60 e 70 a peca ra da Imj.-eratriz lojas
da Arara os 56 e 72.
Bramante a 20400 a vara.
Vende-se bram ;nte de 10 palmos de lar-
gura a 20400 e 20500 a vara: ra da Im-
peratriz lojas da Arara ns. 56 e 72.
AlgodSo entestado a 10 a vara.
Vende-se algodo entestado de duas lar-
guras a 10 a vara dito transado 10280 a va-
ra : ra da Imperatriz lojas da Arara ns. 56
e 72.
Cassa franceza a 240 rs. o colado.
Vende-se cassas de cores para vestidos a
210, 280 e 320 o covado, vendes-se corles
de cambraia decores e com barras a 20500,
30 e 30500: s as lojas da Arara, ra da
Imperatriz ns. 56 e 72.
"Cortes de 15a de 14 covados a 30.
Veode-se cortes de laa para vestidos de
senhora com 14 covados o 30, 30500, 40,
40500 e 50, vende se cortes de calcas para
homem a 800, 10, 10iOO e 10600. colari-
nhos de linho para bomem 400 e 5C0, ditos
de papel a 500 rs. a duzia, golinhas para
senhora a 200 e 320 rs. por estes precos as
lojas e armazens da Arara, ra da Impera-
triz ns. 56 e 72,
de

aka +)E$CAROCAR ALGODO
Manoel Bento de Oliveira Braga.
53m Dlrclta n.53
-t^Neste estabelecimento se encontrarlo a
verdadeiras machinas americanas chegadas ultima-
mente, as quaes s5o feitas pelo mais afamado fa-
bricante da America, por isso avisa a todas as pes-
soas que precisaren, comprar, de se dirigir a este
estabelecimento qne comprarSo das mais perfeitas
neste genero, assim como mais barato do qne em
outra qualqner parte, por isso qne se recebe por
conta propria, bem como cannos de chumbo e moi-
nhos para moer milho, e grande sortiment de.fer-
ragens e miudezas em grosso e a retalho.
Facas de cabo Dranco de meto balanco a d
a duzia, limas finas-de todos os tamanbos- proprias
de trabalho de escultura.

'TATAjENTO wrCHABLE, m PARS
Medico especial, cunaullacAea, 96, rua Vlvlenne *
AVISO MIS OOENTES. BaSASaBit ---*
Rio atoo co-
rado, tomei Cu
beba, Copabu
wb teda as
furtLasem opia-
to, capiulai,
cODfcitot, tanho
dido e !<4o esinu corado V sci abusci de om grande numero de iiusWAo. aua irttiodem
curar em 4 dial, e eslou aiadn mais dneoles. r
HA M.UIS SO AVOS
qn- coro radie; lroente sem recaUdas, Cvrpiintoi, Reaxato io camal Catarr\o 4$ lairif
Cerdas temim et, curando pruwir,a a etusa irnlenU naaaimatoria d'essas dococu sexoaes!
cnio algunis t iros do meu dkpchativo do sanccb, para parar esus afleccec*, oaecar <
canal e loe tornar a dar ana regidci dou para acabar meuexcelfente xaboi-e ko citiuto df.
fbrro et minia injeccao. A cura radical, aa ainaioaxu para oa tuxoa Waacoa aecuam
o mesiflu tratai lente. (Vl)a-M a noticia expcatiia.) ~
W.000 DOENTES CURADOS
ferdadeire t aumento depurativa da asngoe. it karpaa ai mam nntarnda amaMoat,
pruridoi, nru., ekaaat e affecoOat venrea, humorea, e tadaa aa daeo^ai ie alterlo a paireta
do aangae ato curadas em ponto lempo par mea xabofe bbpcrativo bo uaMQVm meu
Ai>BOa musKAM, ininnu pilols* oirsaATia a nuxaa Pommam ajituartbooa
Veja-e a aaneira de tratar-ae. k aoticia fot ae da gratia aa deposita le BMea aaadtea-
mento. Eaae e icellenu IraUavnU lia eonteaa aaaroarla> sai supeiiarkUda a aaai
na ka aaaa a eaxa a.a aeaaa eeaao ee ipreaeBtar UdUs aUeaucaes a aura*,
jT rV. m nsmlftes mentar ChAm t par emrnmtmlnSmi. ^^
Ve ode-se na roa Nora n. 25, pbarmacia franceza de
MAURER l C.
P,
Ciariabos nuderuos.
Finas oavalbas cabo de marSoa.
Fm'.jv.-ks macbeotadas e oatras qualidades para
roupa, chapeo e cabello.
Bouitas caisas para rap.
Tiota azul e preta para escripta.
Dita preta para marcar roupa.
Fiaos caivetes para aparar peonas.
Lnpis con caeta de osse
Ditos de cores para deseohos.
Buuitos tioteiros de louga e vidro.
Pisas para solo e voltarete.
Borrachas para atar papis e segurar punbos.
Dita para bnoquedo de eriazas.
Bolas de borracha.
Lodos maracaes.
Para offertas ao hospital por-
tngiK'Z.
Bonitas cestiohas com fructas de cera, obra
muita perfeico e bom gosto.
Para cortar moldes e en brolhar fazendas.
Vndese papel pardo folha grande.
Para lustrar calcados.
Vende-se superior graxa econmica.
Veade-se papel para matar moscas.
A loja do cordeiro presidente
Rua do Queimado n. 16.
Nella achara o os pretndanles om grande e va-
riado sortimeoto de perfumaras unas, tanto iogle-
zas como francezas, sendo :
Finos extractos para lencas.
Banhas e pomadas para cabellos.
Oio pbilocome e batoza para dito.
Pos hygienicos para denles.
DUos campboradospara ditos.
Opiata iogleza e fraoceza para ditos.
Pacotes com pos de arroz.
Vasos de porcelooa para ditos.
Sabonetes para mi e barba.
E muitos outros objectos que serio presentes
ao comprador qne se dirigir a rua do Queimado
n. 16, loja do cordeiro providente.
B n'eijas pequeas.
Vendem-se na roa do Queimado n. 16. loja do
cordeiro providente.
Charotes
da acreditada fabrica de Jos Furtado de
Simas.
Vendem-se na loja do cordeiro previdents a roa
do Queimado n. 16 _______
Liquida voltil preparada por Suilloe, repro-
duzio em volta do aparelbo purificad,, do gaz earb nicn,
empregada com o mais seguro sucres.'o coatrr
a coqueluche, a phlisica e todas as molestias ebro-
nicas dos polmes
VKSDE-SI 5A
B tica e drogara
DI
SSarlhoIomen dt c\
31Rua larga do llosaria34
;.\.iro|M
gars, 36, Roa Vlvlenne. D
.*S E.NPKHiUI>*DAa S &k'xi.-AKS. AS AtF&
Cor* atTA VI v F. A .TERAQOKS DO SANGO.
10.000 rura daa in inijma,
postula* herpes s-in^a,
mixors. acrimonia, r sU
ler{ne*,rcin*"* ttn nr c-ia
>ims. e illeracoe* ttn tr,~-
- 'i meirurio). av^arat,/,-
"(Mlscii IIAAlio IIMIIUD toatzo-M lo.
por semana, -i^iiir, :', u-2C.\*<.,en\o Deyuralho
ennrr^adv m r;.- m ajoleatiaa.
t??mr?:tPFPJ8 Kaie XaropaCractod, .
m&Sltfm\iL>2 ;<: '-ItABI.K.eura.Bime.:.
'.menle'juali]uerBnraa;,i4>,
. .(ao, f deniliifane, a
plmente os fhtxns e fli^ea
!.roT,-ii das B.uli.iTes. Esia injeccao Wau'jaa aaa>
preja-se coi o \niyr ,1a Citraclo de Ferro.
SSesiorraida. Vuruada qaa as z%n em tiaa diaaV
POMADA ANTiHEPETICA
Contra as aflecenn cutneas e romvxoes.
PtLULAS VEGETAES DEPURATIVA*
Je ir Ctiable. cada frasea va: "Wflmtt* i eM
5*t.-.40.
asprrrs,-; >-,- ?.
I i:r* m .

1
una t:oilir ti-h'i--
sil'
:(ii r*r;i. roa % IVaVaVOaft. -
Vendem-se
qulnhentas pedras de amolar: a tratar com Jos
Goncalves Torres : na roa da Cadeia do Recite nu-
mero 1.
Cimento
Vende-se cimento Portland: no armazem de
Vicente Firreira da Costa & Pilbo, rua da Madre
de Peo; n. 82.____________________
ARROZ M CASCA
Vendo-so en> saceos grandes a 41800 : no ira-
piche do Conba. ___________^^
Attengo,
Vende se ama mulata, a qual engemma, cose.
coztnha e lava com perfercio : a tratar na rna da
Croa n. 2, botica franceza. ____
Fundico da Aurora
Taixas de forro cuado, bom sortimeoto e quall
dado superior
A venda na pbarmacia de P. Maurer y
e C, em Pernamboco.
(iiZ GAZ 6AZ _
Chegon ao aotigo deposito da Henrj Purster 4
C, rua do Imperador, om carregamento da gn 4a
primeira qnalldade.o qual sa vende em partidas
> retalho por menos prego do qaa en oatr* qaa I
mor parte.
Sedas a 320 rs. cavada
Vende-se om bonito sortlmenio de sedas de listas
que sempre se venderam per uuito man diafcein
e liqnidam-se Dlo baratissimo prego de 320 rs. a
covado, s para acabar : na loja e armazem do Pa-
vao, rna da Imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
Retalhos
Vende-se orna porco de retalhos de ebitai a as-
eas pretas, por preco barato, na loja armaiea da
Pavao, roa da Imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
Attentfio.
Vende-sa nma roobilia de Jacaranda' a Loix XV
e juntamente orna do amarello do mesno goato,
sendo estas obras mnito solidas a segaras, e por
preco razoavel : na acreditada casa de maretaei-
ria na rna da Camboa do Carmo n. 11
Atfencao.
Venham ver
Vende-se na loja do mareiaeira oa Caatai4a
Carme n. i2,*palha apparelbada da aaelfcoc sarja
para tecer cadeiras e sofas, por preco asis e*a>
modo do qne em outra qualqner parte.
^"Veode se orna machlaa a aapa a fere da
seis cavallos, de porfena eoasinireo, com loai a
ferragem precisa para mover varas nacolaus da
desearocar algodao on oolro qnalquer miMer, leu-
do a prooriedade de ser fcilmente condolida par
ettar montada sobre rodas. Vende se igoalaata
por preco moito barato para liquidar om olor
americano para dons cavallos com todos os peras
ees para o mesmo fim, om prensa da enfardar
algodo de syslema moderno, e de omita forca a
alguns tooels do 5 e 6 -pipas de capacidad^, pro-
prios para destllacio de eogenno on depsitos da
mol : a ver e trat r na fabrica da travessa da Ca-
rioca n. t, caes do Ramos.
Vende-se
Vende-se terrenos no sitio do viveiro
os pretendenies dirijam-se ao
acbarao con queat tratar.
a
tillo
.
MIITHADO
'


farle de Per aanbneo Quinfa felra 3 de O



->*
Collares Royer
|a \noiias eleetrie mastn dices
Deposita acreditado
Loja di agnia branca roa do Queimado n 8
Apre.'oar anda os prodigiosos effeitos dos
Coliares Royer ja nao ensinar ou querer
intro iuzir novilladas, porque a fama de sua
efflcacia tetn-se lauto estendido, e os seus
feizes resultados a tal altura elevado, qoe
hoje rara a pessoa que por experiencia
propria. ou dot intermedio de seus amigos
6 prenles, ignore ou desconbe:a as virtu-
des desses sempre apreciareis collares
Royer.
A aguia branca porm sa gloria de concor
rer para nm to justo ffm, se nao por ou-
ro modo ao meos por ter sempre, e cons-
tantemente um completo sortimento desses
cot res magnticos, que bem se podem cha-
marsalva vidas das crianzas.
Resta anda que os senbores pas de fa-
milia se fagam convencer de qoe conven)
oo esperar que as criangas sejam atacadas
do mal, e por isso necessario ou conve-
niente que com antecedencia se deite na
crianc i um desses collares para assim estar
ella preservada das convilcoes e se contar
livre dos rigores da denticSo.
A aguia branca ra do Queimado n. 8
contini a receber por todos os vapores
fran -ezes a quantidaie que ha contratado e
por isso acha-se ella sempre provida dos ver-
daderos colares Royer eletricos magn-
ticos.
Chapelinas modernas,
afeites de flores, capel'as finas para noivas,
ditas brancas e cor de rosa para meninas,
calios e ramos de flores finas e botes de
C*5
r*~
a*
Armazem de zendas faas para grandes toiletts e osu
ordinario para todas as classets
roa do tre po n, 1 A. esquina da do Imperador
LIQUIDAC
^^ DE
BHJITAS FIZEIOIS
KA
LOJA e armazem




Raa da la>peratr. n. 60
ne
DE
Custodio Jos Alves Guimaies.
O proprietario deste importante estabelecimento avisa &< respeitavel publico
e aos seos amigos e fregueses que acaba de receber pelo vapor fiancez Guienne, di-
versos artigos de moda, os quaes sao de completa novidade para este mercado, e apro-
ximaado-se o dia da cotnm^morago do anniversario do Hospital l'ortuguez, por isso
, apressa-se em vir avisa-los do que ha de mais moderno em seu estabelecimento, como
j sejam:
Riquissimas chapelinas com coque. Luvas de Jouvin pret, branca e de cores.
ias sem elle. Lindos cortes de laa com barra.
Lindas chapelinas de palha da Italia. (Re-" Riquissiito* cortes d( transparent dse-
rosa de diversos tamanhos: na Aguia Brao- 22""*'? """to estas chapelinas por se-
car ra do Qoeimado n. 8. | rem: ^" ament novidade).
Mfias finas para meninos.
A Aguia Branca ra do Queimado n. 8,
receheu meias moi finas para meninos, e
est vende-ido as de cores a 5$(HX) duzia,
brancas a 55500 e cruas a 6J0U0.
Trancas de vidnlhos, brancas e pretas, lar-
gas e estreitas. '
A Agoia Branca a ra do Queimado n. 8,
recebeu novo sortimento das trancas cima!
ditas, e como sempre vende-as por precos
eommodos.
Fitas novas
para cartas da hachareis e a ir.-in-.dade do
Bora Cooscllio.
A Agma-R'anc?, a ra doQaeiraadn 0.8,recebeu
novas lilas achamalotadas para ambos os lados,'
moi fnc=rpada e toda de seda, cum viva o agrada-
vel cr, e orno sempre, vende por preco muilo !
rasoaveL
Bonitas bonicas
com rosto de cera, olbos fkos e movedizos,
A ", 1 1 hraaca 9 ra do tjoiiri 11.1 q. 8, rece-
ben um n ivn sortimeno do bellas bonecas com
rosto du rra, olbos Oos e oovedico* e como
semyre veade-aa por prego eommodos, reg>alaodo
estes ca relaeaoaos diffcrenies lmannos de que
se eompSa o sortimento.
hl iir teutifrici e onVitalgico.
A agola branca a raa do Q.ielmado n. 8, rece-
ben cessiri uara cjnservaco das jteoglvas e acabar
o mo balito proveniente de deotes arruinados,
cada frasco cusa 25.
Riquissimos cintos de seda, rom matamos
chineza, ultima moda.
Lindas saias de la com bordados, propria -
para as excellenUsitnas senhoras irazerem
por cima do baiao, ultima moila em Pars.
Lindos cortes de seja para vestidos.
Moireanti'jue branco, azul e preto, fazen-
da inteiramente nova.
Grosd^napoles de todas as cores.
Ditos pretos.
Leques de madreperola.
Ditos todos de sndalos.
Ditos de sndalo ten lo no centro um qua-
dro de seda, inteiramente novidade e ulti-
ma moda.
Chapeos de sol para senhora.
Ligas de seda pifa senhora.
Ditas para meninas.
Espartilhos para senhora.
Riquissimos enfeites para senhoras, intei-
ramente novidade.
Baies p.ra senhoras e menims.
Touqomhas ricamente enfeita.las.
Goeiros bordados.
Toalhas de labyrintho milito rieas.
Ricas fronhas de labynnto.
Riquissimos lencos tie dito.
Rendas, bicos da ierra e grades pan lencos.
Um ric 1 lencol de labyrintos.
Riquissiruas barquines de seda preta, bor-
dadas com gusto.
da para ves id 1 de senhoraslambem novi-
dade.
Lindos corles de l cem listas de seda.
RiqmsRtnm fivellas pura cintos.
Fil de >eda e de linho.
Riquissimas camisinhis para senhora.
Riquissimas Saias borladas.
Punhos e golliuuas para senhora.
Iliquis-im s manteletes de cores, integra-
mente novidade.
Paitos de linho bordados com gosto pro
GAML'l SILVA.
Tendo os donos de te grande estabelecimento resolvido liquidar a maior parte das
suas fazendas resolveram vender com graodes abatimentos em precos, assim como teem
recetado ltimamente urna grande porgo de fazendas novas tanto inglezas como francezas,
alemaas e suiss'S, teem destinado veuderem-nas mais barato que em outra qualquer parte
afim de apurarem dinf.eirO, dando de todas ellas, amostras datando ficar p. nhor 00
mandam-nas lew em easa das ex> ellentissimas familias pelos sus caixeirus assim como
as pessoas que negociara em peqoena escalla, neste estabelecimento conavraro pelos mea-
mos precos que compravam as casas inglezas ; ganhand -se apenas o descont.
Cortinado para ramas e janel-l B -ilffes a 2, 355oo e 30
las a I0, 16. aOyjt e 250 Vendem-se um grande sortimento de cri-
Vendem-se um grande sortimento dos
melhores cortinados bordados que tem vin-
do proprios para camas ejanellas, pelos ba-
ratos precos de lo5, 16/J, 2o|e9^# cada
par sendo neste genero o melhor que tem
vindo ao mercado: assim como pecas de
pecas
Couros
Ferreira & Matheus, na roa da Cadeiajto
Recife, vendem : cooros de viipI^ de cavaBo
de vacca e de boi e sola envenmaa arV
prias para calsado coberla de ca r. s, et*.
No trapirbe ba'io do Livriin.&io r Rrfe
do Mallos d. 13, vtnde-se sacco ees ft-rtal*
mandio a tamo a reaibo cotn em v"f''
vteta das qoaltdades e precos niego* ir dlxs
de comprar.
GRANDE BUZAR
ra Nova n. 20 e 22
Machinas pa a costura do autor Wheete;
A Wilsnn, chegadas ltimamente da Ame-
rica; as quaes pode cozer->e cola doas
pespontos, todae qualquer bods, emba
inhar, frangir, bordar e marcar roupa; trd(
que tfy
nolinas ou bales de arcos para senhora pelos
baratos precos de t&, 2050o e 3(5i por haver
grande porcao, na loja e armazem do Pa-
vao, ra da Imperatriz n. 6o, de Gama d
PANNOS HAPA GADEIRAS
Veii)em-se um grande sortimento de !co Perfeic5o. Sao to simple .
cambraia adamascada proprias para o mesmo pannos de ero h proprios para cadeiras,' PreDenc|e-se fcilmente a maneira rio traba
nm na loja do Pav5o, ra da Imperatriz sofs, cadeiras debalangos, para almeladas! ,ho e a P&wa tendo pratica de coser eu ma-
n. 60, de Gi-ma Silva. e para cobrir presentes, e' vendem-se por! rmnas P"de fazer por da o se, *iea que t>
CASEMIRA A2JO COVADO ; precos muito baratos, na lo a do Pavo, ra !ciam 3 costareira-
Vende-st) casemiras escuras enfestadas da I peratiiz n 60, de Gama & Silva.' Chama-se este estabelecimento a atter
proprias para calas, palitos e coletes assim' Cassas a 9 4o r*. so o pavo. '^ do Publico, visto que elle se cha cus
como para roopas de meninos a 20'cada Vendem-se bnuitas cansas inglezas de c-!Pletamenle sor''do de objectos de goste
covado, ditas ciar.s fazenda muito fina co- res lixas pelo barato prec<> de 240 rs, o co-lcomo bem leques de madreperola e de sa&-
vado a 2,54oo ou corte id, ditas muito me- vado, ditas francezas fazenda muito a com da|,)' five,as, fitas para cinto, cokes perito
Ihor fazenda covado a 30, isto na loja e ar- padres listrados e de flores, assim como com maria e clc>
mazem do Pav5o, ra da Imperatriz o. 60, palminas miudu proprias'para meninos a1 Na rua novan- 20 e 22. Car\.eiro Vi
13no rs. o covado ou a Soo 1 s. a vara : pe-
de Gama A Silva.
RRIN6 DE LINHO COVADO 800 RS. chincha na loja e armazem do Pavao rua "da
Vndese suj'er.or brim de linho puro fa- Imperatiiz n. 60 de Gama & Silva.
na & C.
zenda muito encorpada propria para patitos
caigas e roupas de meninos sendo padioes
prios para camisas de roivos.;miudose audos ,os baratos de
Collarmhos de linho Ibos e bordados para ^ rs 08covadQ ^^ 1(4o0 v^ra dilos
muo .. ......
homens.
Lindos veos e mantas de blonds.
Riquissimas vestimentas para baptisados
contendo chapeosinho. sipatinho, meiasinha
e camisinha com lindos mrdados.
Riquissimos chales de touquim.
Gravatas de seda branca para noiva.
Ditas de cambr ia de linho com bordados
as pontas, novidade.
Chapeos deso de seda com castao de
marfim.
Dilos de outras qualid;.des.
Chales de seda.
Ditos de cachemira.
Chapeos de sedapret; para homem.
Dilos de phamasia pa'a homem.
Casemira preta muito fina.
Ditas de cores inteiraniente raridades.
Cambraias, Has, chitas, madapoloes e ou-
tros muitos objectos.
Est hdn remediado em quiBt a lo- q dono deste imporlantissimo estabelecimento contina nolouvavel proposito de
Yas d pellica, querer vender muito e aunar poaco, sujeit^ndn-se a tirar em snas mircadorm um lucro
Porque a aeoia branca por intermedio de om rasoavel, para assim poder raeluor acra lar aos seus numerosos freciezes.
negociante drf mssa praga mandoo contranr com r o .
ora bni) e acreditado fabricante de ditas, para:_____________________________________________________________________'________
este ID^ fai'ir remessas directamente por lodss os ^
vapores, s->ndo a primeira a que agora araba de '
cbcar. Ofibricante prometi mana-las sempre
OamHhir peluca e na verdado as que vieram | f'
dess vp?. oioflmam o sea diiarj e pelos Jid^ren- i / ^
es osUi < qneell.ts trazem da' ella mais a conhe- j J
eer o aimrado uo-to e porHifo de soaob^a. Res-] ""* ^*
la i'Ois qn.' os bons e conslanies fregnze cooti- j
nnc n a favorecer a aguia branca em quanto ella'
Tai se livrando dos mos que com seus fiados a :
tatn dep-naodo.
Caminobas bordadas pan baptizados.
A agoia branca a rua do Queimado n 8,!
rec -bou novo sortimento de camisinhas bor-'
dadas, sapatinhos ',& setim tambem borda-
do-, meia. de seda e chapeosmuo de setim'
enfeit dos, tudo para bapt'sados.
BabiHibos caber as d-* conxas
(.
A1 LOJA OE FAZENDAS DE SUGUSTO PORTO A C.
11Rua do Queimado11
Angosto Porto A C.ac ain de receber da Eurosa superiores cortes di 3ca de cores Par
bailes e casamentos.
Picos cortes de b|ood c m maula e nanella para noivas.
Cortinados bordados pira camas do n iiva e janelh.s 1 7 a 0J cada nm.
Coisas de seda e "jiras de l.4 e seda i i|h ha de raelbor para camas d noivas.
Toalhinhas de croch para cadeiras e sai**, aorttlhM a ntwoa para senhoras, camisinhas
par-
A auia branca ra do Queimado n. 8, com maniu tis bordados e liados enchova-s para baptisados, e baloes de musse ina e de arcos
recebeu o mitos barbos eobertosujta con- "TfcSSE* ^ homem e senhoras t priores cnae,s de so. de odas as qaalidades.
xas, e cestinhas borda.ias a hoco, objectos \t para mudos haraiissima"bonitos padroes o covado a 580.
esses (le novidade e gusto, 'e proprios para' Tpelas grande? pra sof, ditos parapiaoo, ditos pira cama e poqo^nos p^ra portas ejanellas.
fjyrtas no leilo que ter lugar no hospital! M lir^ branco e prnto sjpenor yira vestidos lo Unvn d-^atios, arradMiple de dodas as cores
nnrtnffnfls seda <*e Qartn',os- cambras braocas d- mallas quaUd.ties, ditas <\'. cores e l olas percales.
Basqumes de seda preta altlmi moda, cftaies e rot)n4 de guipare, ver le se barato.
Camisas para homens fraucem e inglaias de linho e de algodio Unas e sronlas de linho su-
periores.
Capas de borracha, sobretodos h proeiras as melhores o mais elegantes.
Malas grandes par.i tugeos, dita |i'i'i mas e saceos de t^tiete e cooro.
Br^Toante branco do 4 larguras a'ij.'RW a var.i, panno* pretos e atues, tasemiras pretas e f-
1 cores toda bom e barata
Neste estabeleetmeuto ha sempre nm compWto sortimentn da bn*s taiaoilai tanto para a pra<;a
j como para o centro da provincia e ni>-*'i>r>- ihiect>s t>r.iori-is para camonto- como sejam capi-as,
t
Acaliaiu-seamaspchegam oatras, car-
reles de ba-ra-ha
A aguia branca qoe n3o se descuida de sua
boa frenuezia, tem consttnieraente mandado
buscar essas bonitas e modernas correles
de borradla, que serven nao so para voltas,
Esteiras e alcatifas para forrar salas.
HRoa do QaelmndoH
Omo mesmo para OUtrosdlITerentes enfeites ,naotas, v^sti.ios de bloodeetlf. mura brauo, cortinados, colcha, veol-rido-S) tudo mais barato
Comiiarec^m pois os preten lentes que 'tambem as melhores
acharo bom sortimento de ditas crrenles,
na loja da aguia branca rua do Queimado n. 8.
Ca laa de marroquira com fivellas de
ac pan me inos
Vendem-se a rua do Queimado, loja da
aguia branca n. 8.
Flores brancas
Como sabido, a agu mente a recebrr dores tinas, poim agora recebeu!
ano lamben bello sortimento de ditas, que por suas '
singularidades se faz distinguir das ouiras, isso
porque ^lem das boolias rosas camelias, alexan- <
dras e outras, vieram algumas rusas e ramos,
brancos com as folhas tambem brancas, o que Ibes,
da' muiu graga e as (orna de muilo gosto, para '
enfv-.- de vestidos de noivas, coques, etc., etc. ;
assim tambem ouiros ramos com beta combinadas ]
flores brancas e cor de rosa, e folhas brancas, o
qoe igualmente Ihes da' grntt e perfelco. Em
jowiiiu, porm, a agoia branca, na roa do Quei-
roa lo n 8, vende sempre essas flores finas e oulros
obj i'ij- ie gosto, os,seos preces continan) a ser
mdicos e razoavets.
E-l.' esiabelecimeoio acaba de receber lidas
cbapelinas para seohora, ricas caiiinhas para eos-
toras, ditas para jotas, nenies dourados para coco,
fivc'.is muito ricas, assim como cintos e pnlseiras
da altima moda de Pars, ntremelos e bahadinhos,
bonitos toucadores dourados e de Jacaranda, espe-
tos e.-cossetes de diversos lmannos e ricos cai-
vetes para senhora, voltas para pescoeo, gravatl-
nb^s, bico de seda, Silo de algodo, labyrintho, e
pitos oujros objectoi de apurado gosto, qoe se
(oro- enfadoubo mencionar, todo por precos mui-
to cuauDodos ; a*~rea da Imperatriz n. 70, na loja
da Lealdade.
Aos agricultores,
gaanders, Bratbers di C acabara de receber
da Liverpool vaoorea de orca le 3 a 4 cavallos
com todos os pertenees, e mni proprios para late-
xem mjvfr machinas de escarcear alg^do, po-
deo-lo cada vapor trabalhar at com tiO serras,
tambem servem para eolardar algodo, 00 para
ootro qoalquer seri(jo em qoe osaai de trabalhar
com animaes. 0> )mesroos tambero lm a' venda
Emachinas americanas de 3o a 40 serra*.
pr-tiendentes dirijamse ao largo :do Corpo-
tlarregaraeiitodebQiriiS
Estao a' venda oa roa da Concordia, ne terreno
GRANULOS ANTIMOMIAES
Da noctear PAPlaLLAVD
Nora aadkmeal pan enrafaS daa molesuu do cora{aO, da astluna, do c lUrrho, da coqueluche,
pan cnr*c8 daa moleitiu do coracS,
da tsica, ate;
GRANULOS
Pan a enrtcao da anemia, da
ANTIMONIO FERRIZOS
inrraaei, daa molettiaa
cbloroaia, da imeuorrhee, daa narralgiaa, a
eecroluloeea, ele.
GRANULOS ANTIMONIO FERREOS AO BISMUTH
Pen a araeaa des moleetia, nerrosaa, daa Tias digeatTaa, dyp paiaa, etc.
FBLATItA 1 Pharmacia de E. MOUSNIER, Sau;on Ghare te-Infrieore).
!Em Bio-de-Janeiro, Flix faraut, pharmacia, 77, roa Seta Setembro,
Km Pernambuco, P. MAURER et C, pliarmacia roa Nora.
Km Maceto. FALCO Oas, pharmacia imperial.
PILLAS de BLANCARD
,* Monurro a>t rraao auLTaaAvn.
ApproTadaa pela Academia de Medecina de Paria
mmiia nwtwauc aiaaiiiai aa> a*6 Maaaaaaio
inraarraaaJBoa aoeriTaCs db raunoa, da bkloica, da iln. i a TVafVla^lK.I
MnfNiiMrmJUj Rxwiifoi, Vniwrfoi, i, N.xr-York. 185. t m 'rfa, 415.
Bstti Ptala otTWas a-ama eaaaada resino-balsmica de maa iraulda le aceaatva* taaa ,
atanufem ate aeren lnalteraeii. aam tabor, de 10 pequeo roame, e de ie* cantaren ea
orgaoa dla^aOroa. Gonndo da propriedadet do Iobo do aTauvaaii ella i coate* prlnd-
palioeale na affecLoes CUorot**, Burofutow, matrcutotaa, Careaai, M eaaaawAaa,
mmorrAce, anemia, cte.; enfim, ella offeicceaa ees pralicot aiaaa aieaHcac i das melt caer- '
Hateas aara modificar a cooatliacoea ,mp**iioj, /tsmu a ateataliaataa.
. B. O Meare Ce ferro tapare ee enerado a as mida
eine leftet. irrnaeie. Cerne prore de
reraaCelr. PUolae de" BlancerC, i
rata rescatea e aesu arme, aqu teeeedesMs.qaeee
interior ee ea raesOa rete. Bni -ee daiinaiar cas
ora s aHersde a os sasetos- j0S
t mrete e de auUienddede da S)S
I, dttr-ae eiiiir aaeeo eolia 4c A/Z&9.
ree*edesMs,qaseeeoheas serle vy
aeakaaa -aa *a> tode as PasaaaHi
Veode-s na BoticaFranceza roa Nova n. 25.
......>"* !- ...... -....... i............ii>asss.smii asiiasaliaa.aesaa.e.aoaasj)M>^
Novo e grande deposito de superior carvo de Cardiffifi
Bft)ia.
Antonio Gomes do? Saatos 4 "C., raa Saota arbara n. i, esli habilitado a sapprir f
defroote d i >otigo armatem do"s" "'ot "mtoine oarrio ftn condiedes mar? favores <|oe t^ iR j qaalqaer deposito, a todoi os 08*10 a apor quf
melbores borros qoe tem Tiodo a Pernambuco o' cerrero aaoneii norte. A conirstv ncsia coro Dominso Alves Matlieai..|
que se rendem barto. I
de difftirente qualidadea lJHooa vara, d-
t.is brancos trancados a i&i>o, l^Soo,
i$6oo e iJ8oo, na loja do Pava, rua da
luiperalriz a. 6a, de Gama cV Silva.
Corles granadinos para vestidos
Che.-;ir.:in o m&is bonitos cortes de or-
gandy Granadinos tendo lo varas cada c ne,
sendo 7 v ras listraiias paraasaia e 3 varas
lis. para o corpo, temi nis mesnaas 3 varas
enfeites corresp >ndenle saia para eneitar
Q curpo e mangas ten lo entre ellos multas
nangas com listas pretas como aclu lmente
se os-e venite-.^e pelo barato prego de 6 nicamente na loja do avao, rua da Impe-
ratriz n fio, de Gama & Silva.
PARA CAMAS DE NOIVAS
Alm de um grao te sortiuiento de corti-
nados, encontra-se urna grande porg5o de
ridS colxas de croch que se vendem a 8$,
lo? e 42->, ditas de fu>to brancas e de co-
res a 7<5 e lo0, na loja e armazem do Pa-
vao, rua da Imperatriz n. 6o, de Gama A
Silva.
DMASO S DE LA
Vend-se um bonito sortimento do melhor
dimascj 'o laa imit paluda*de largura que se vende pelo barato
pr*rJo de l$5<>o o covado, ditos com 6 pal-
ros a 20000, ditos de urna so largura a 8oo
1(5 cada covado, na loja e armazem do Pa-
va), rua da Imperatriz n. 6o, de Gama &
Suva.
Tiras bordad*^ e Babidinhos
Qaem qtiizer fazer boa compra de tiras
borladas ou babadinhos, achara um grande
sortimento |,ara escolher e pt-r ^reeo muito
mais barato do que em outra qualquer parte,
na loja e armazeot do Pavo, rua da Impe-
ratriz n 6o, de Goma -5 Silva.
Fazeada para .uto na loja do
Pavo
Vende-se setim da China com 6 palmos de
largura proprio para vestidos a 25 o covado,
laziiiuasjpretas lisas, alpacas cnai lislra bran-
ca a 3 o covado, cassas brancas com lislras
pretas a Soo rs a vara, ditas pretas lisas e
com s.Ipicos vara a ofio rs. ditas francezas
com lislras e rama^ens vara a 8o rs., me-
rino preio, alpacas e princezas, mais barato
do queem mitra qualquer parw, na leja do
Pavo, rua da Imperatriz n. 6o, de G-ma
Silva.
CHITAS PRETAS A 2oo RS.
Vende-se chita preta ingleza com palmi-
nhas a 3 jo rs. o covado ou a pega por 7,5
leudo 38 covados. ditas Ishs a' i6o rs. o co-
vado ou a pega 6$, ditas francezas de udas
as qualidades, na loja do Pavo, rua da Im-
peratriz n. 6o, de Gama & Silva.
PALlTO'S DE PANNO A U
Vendem-se palitos de panno preto saceos
a 60, ditos sobrecasacos a lo5, calcas de c-
semira preta a 6# e 75, dita muito Anas a
95 e 10(5, fiuissimos sobrecasacos de yannn a
2o(5 e 25(5, caigas de casemira de cor a 7d e
H5, um rande sortimento de coletes de toda
a quafida e e outras muiias qualidades de
roupas qu>' se vendem mais barato duque
em outra qualquer parte, na loja e armazem
lo Pav3o, rua da Imperatriz b. 6o, de Ga-
ma Silva.
CHALES A BENOITON A U E U
Vendem-se os mais modernos diales a
Heooilon pero barato prrgode 5(5 e 6(5, dt-
tcs de merino liso a 335oo, ditos de.crvrtn
a 7tS e 8r), ditos de jQeriu com barra a 2
e 2(55 o, na loja e armazem do Pavo, rua
da Imperatriz n. 6o, de Gama & Silva.
CaSAQUINHOS DO PAVAO A'180, 2o0
25,5 E 30
Chegaram o mais modernos casaquinhos
ou jaquetas de grs preto, ricamente enfei-
tadas^endo uos com entura e ootros soltos
conforme se usa ltimamente e vendem-se
pelosbaratus precos de" 183,2o5,2?i5.e 3i(5
na loja e armazem do Pavo, roa da Impe-
ratriz n. 6o, de Gama & Silva.
ESPARTILHO
Vendem-se magnficos espartilhos france-
zes e inglezes, na loja e armazem do Pavao,
rua da Imperatriz n 6o, de Gama 4 Silva.
casaquinhos de filo
Vendetu-se os mais modernos casaquinhos
qu basquinas de fil preto, peio barato pre?
de i loja e armazem do Pavo, rua da Impera
trii n. 6o, de Gama & Silva.
Baldes de eanda
Vendem-se as mais modernas crinolinas
ou balos proprias para vestidos de cauda,
sendo melbores e mais moderos, que tem
vindo ap marcado, e por precos muito ra-
soaveis, na. lo;a do Pavo, rua da Imperatriz
o. 6o, de Gama & Silva.
Cassas de lima so cor a 44o rs.
a Tara.
Vend-m-se mod mas cassas francezas de
urna s cor sendo azul, roxo, cor de lirio.
RIVAL SLiMlM
ua do Queimado n f, ja de
mludezas
DE
Jos Bigodini'O
da sem deleito aigum pelo baratissimo oreco Carrelelsde retroi preto com doas oiiava*
de 44o rs. a vala por haver crande Dorco-! pr01","s para macbDas a
na loia p ,, D raQ"e P'tao. rtfgos fraoce,es rt9 ,oos og tamanhos a
na loja e armazem do Pavo rua da Impera- [ ron* de botees de osso para caica a .
2Ct
. w-. wb "tvv-1; w \-e)0 |
spelbos doarados moilo Q
aos a
triz n. 6o de Ga a & Silva.
Lazin'ita matisadas a 28o rs o'aixas com ''"ba superior paia marcara
co i ilo Parmei8 de rete01 de ,o<1s as cores a .
VonHom ca k,,., ., u i i Frascos d'8oa de Colonia muito superior a
Vendem-se bon tas lazinbas matisadas, Frascos de o eo mono Bnu .
de cor fixa e-ditas de uidi Cr s, t-ndO en- Duzia de tesouras pequeas a
quadrinbos pe barato prego de 32o rs. o I^m de palitos de'seguraoya
covado : S na loja do Pavo rua da Impe- (f,rrafas <** 3f03 Florida verddeira .
ratnz n 6o de Gama A Silva yiiaharios rom estampa, para ne
ruine ,m tic Memento da roopa de lavara.....
Durlas de meias flna para seohora a .
Vendem-se bonitas chitas de cores e ditas Againas francezas a baiau (papen ?.
rosas com pequeo toque de mofo que se Pe?as de Was de laa d todas a* eoras 2
arante Jargar, logo u^ie se lave, sendo de ^S^S^SiTtSSffT!0! %
cores fixas pelo barato prego de 28u rs. o
covado paa ;>cabar: na lija do Pavo rua
da Imperatriz n 60 de Gama c Silva.
CHITAS DE MA SO COR A 28o RS. O
COVADO.
Vendem-se bonitas chnas lisas, sendi cor
de gaiifja, cor de havana, lirio, rosa e oatras
cores, pelo baratissimo prtco de 28o rs. o
covado, ditas chine?as com as mesmas cores
e com palminhas pelo barato prego de 3oo
rs. o covado, na lija e armazem do Pavo
rua da Imperatriz n. 60 de Gama & Silva.
PERCALL\S A 44o E Soo RS.
Vendem-se finis>imas percallas com pa-
droes mais Dovos que teem vindo ao merca-
do s^ndo de lislras e de palmas pelos baratos
pregos de 4io e 5oo rs. o covado: na loja
e armazem do Pavo rua da Imperatriz n.
60 de Gmia A Siiva.
GRANOS SORTIMENTO DE CHITAS
A 32o E -<6o SO O PAVO.
Ven em-se chitas de cores fixas com de-
senos iuHramenie dovos e com os pannos
mu lo encoipados pelos baratissiuios pregos
de_3o e 3fio rs. o covado, ditas claras pa-
droes grados e miudinhos proprios- para
roupas de meninas a 3io e 36o rs. para
vender barato: na loja e armazem do Pavo
rua da Imperatriz n. 60 ne Gama & Silva.
CHITAS P.AKA i.O.JEHTAS A 280 RS.
Vendem-se chitas larcas para cobertas
pelo barat prego de 28o rs. o covado por
serem pa-iroes-um tanto escuros na luja do
Pavo rua da Imperatriz n. 60 de Gama A
Silva.
LaZINHAS A 400 E 100 RS.
Vendem-se as mais bonitas lazinhas ma-
t zadas e de I1SW8 mais modernas e mais
bonitos desenlios pelos pr. eos de 4oo e 5oo
rs : na loja e armazem do Pavo rua da
Imperatriz n. 60 de Gama & Silva.
ALPACAS DE CO 'ES A 500 RS. O OVADO.
Vendem-se as mais bonitas alpacas de cores
enfestadas c< m bonitos desenhos miudinhos
tendo entubes de to Jas as cores pelo barato
pr co de Soo rs. o covado, ditas lisas escu-
ras e claras sendo todas de cores modernas
e 6io rs. o covado, ditas lavraias, as melho-
res e mais modernas oae teem vindo ao mer-
cado : sendo havana, lyrio, verde, azul e
outra cores, que imilem a seda, pelo barato
prego de 8oo ts. o covado, pechiocha : na
loja e armazem do Pavo rua da Imperatriz
n. 60 de Cama & Silva.
P01L DE CHVRE.
Cbegou nexte genero o mHhor que tem
vindo ao'merca lo para vestidos com tiodas
listras de sed: ou cum bonitos larores da
mesma que se vendem pelos baratos pregos
de 800, l#ooo e li5i8o rs. o covado: na loja
do Pavo roa da Imperatriz n. 60 de Gama
A Sirva.
VESTIDOS DE FANTAZU A 8#ooo E
lo(5ooo RS.
Chegaram os mais hondos cortes de ves-
tidos de fantazia muilo proprios para passeio
e soir>s, por terem lindas barras de seda
e vendem-se pelo barato prego de 80 e loa
cada um na I ja do Pavo rua da Imperatriz
n, 60 de Gama & Si va.
walas a S0OO0 rs.
Vendem-se bonitas saias escoras pjoprias
para uzar em tempo de verao por cauza da
poeira e prioeipalmeat* par quem for p?s-
sar a fesia no matto, pelo barato prego de
30000 cada urna, ditss brancas ricamente
bordadas ten prsgos de .'>#, 8<3, e U4ooo rs.: na loja do
Pavo rua da Imperatriz n. 60 de Gama A
Silva.
Vesi Id os b rauco a 949000.
Chegaram os mais lindos cortes de cam-
braia branca transparente ricamente borda-
dos que se vendem pelo baratissimo pregr
de 24(Jioo rs. na loja e armazem do Pavo
d. 60 de Gama A Silva.
Caixas de 1(10 envelopes muito Qd .
Resma de papel de peso branco liso a .
Frasco com superior tinta a.....
Pares de bot5es de punlio muilo tu un
Lmbas em carian de 200 jardas a .
Caita de snperior linda do gai com Ro
n iv- ios .............
Talheres para meninos a.......
Masso com superiores grampos a
Roqels para meninos a........
Peotes com costa de metal a......
Realejos para menino a.......
HUNDE UlM
RUA NOVA N. .OE ti
Machinas para desrarogar algodo. do me
Ihor autor que tem apparecido na America'
E' tal a execugo do m cliinismo. que o al-
godo sahe quasi lo perfeilo como o de bo-
laodeira. Recommenda-se a attengo do*
Srs. agricultores, esias machinan.
Cal nova.
Vende se cal de Lisboa, a mais aova do atcaea
do, e por menos prego do qoe em oatra ajnalaaw
parte : a' roa estreKa do R -ario, ao vitar aara
pateo do Carmo o. 47, e na roa do Ap"ll > n. 3t.
Escravos fgidos
a DMcaa ea-
>. felU-jkt
Ionio a Me
di- aa%-
Escravo fgido.-
No dia 3 do corrente mei de seleabro, pelas 7
huras da nolte, tegtode vasa de eu -fnhT aa raa
do Mondego o. 2, o esc avo Adao, fl> 26 dddos c
idad?, com os Mgnaes seitaintes : cor fula, aai>,
rte bna appareuctM, pernas um pouro arqoraeSa,
ps e mos pequeas, resto redondo e agradave?.
tem urna cieatriz e om aigaal preto na ma^aa i
reiii do rosto procurando o lado do cb-i
um dente em cima do lado e-querdo junto
-a, bem fallante e osava bigode a
ha. Este escrat 01 propriedade do Sr Pr. *-
nii.--i Dantas (Jrrela de Goes, na villa d.. T- imi,
comarca da Par.'hyba, para onde possivrl qoe
leoba seguido ; levoo comsigo um pequeo b>ka
3" couro ct'm alguma roopa de seo ose: n ga-w,
unrtaoto, as autoridades e capiles de eampa qa#
o apiTt-btndam e levem a meoriooada ca,-a *p
te recompeusara' com generosidade.
Fscravo rugido
Um malulo de nome Trajano, caranino, ala) c
magro, cabello de cancero, lewo vestid^ eal{a V
brim pardo e camisa de algodo : rt ga-te a l toe
as aatondoVs pollelaes o prendam, ou a qoaiqoer
ppssr.a qoe possa encontrar o leve a roa da Crac.
armatem o. 54, on oa roa do Caboga, I. Ja d* pa-
iro portas da agora d'uuro, qoe sera' genero*
mente recompensado,
Do engenho Collegio, do abati assifala
fogio a negra Hasimiana, erloola, idade 10 a0nt,
-era do corpa, cor (ola, hec revirados, eiacc
pequeos e lem por cosime eo por mulema ut
quejar um pouco, suppoe se estar acooiada
cite para onde fcl ha p< ocos dias r i> ga-e
rosameote a quero a levar aos Srs. Miod- \ aye
edo no Recife roa larga do Rosario o. 50 es ac
ditoeogeono.
i. A. de Souza Bellro de Araojo Pereira.
Fogio em 19 de setembro prximo p?a*aaa c
preto da Costa de borne Jicimbo, idade 38 aaaeav
tem tainos no" rosto, bem alientes, b etaf
falta de dente, estatara pooflo nww-s de re(n*af,
as pernas Bnas, ele, levos vestido eamics e taJi
braoca, chapeo de topa balxa redonda, e aM
peqoeoas : roga se as -aotoridades poHdaes a
qnalqoer particular, a captura 00 eseravo, **
ser eotregne a sen senbor Joao da Siva Lete
roa da Cadeia do Recife o. 10.
ia ras
7*
i MUflLADII



ASSEBLi GER\L
CMARA DOS SEORES IMPUTADOS-
SESSAO ES23 DE AGOSTO DE 1867.
PRESIDENCIA DO SR. SI.VE1RA LOBO.
(Cooiiooacao.)
O panno floo pag, segondo a tarifa, 15-500 por
Mira quadrada, ou 30 % de 80CO. que o valor
offlcial de cada vara quadrada de panno.
Em monas facturas, p1 rro, tenho.verificado que
o panoa tino nao cusa oa Europa menos de 16 a
JO francos ao metro, o queda' mra cada vara qa-
dn.da o valor de 8J3O0 8800 : seja 8^'JOa. 30
/, desta qnantia seriam 25400; mas o oanno paja
soroeate 15500 ; logo, nao paga tiem 20 % quan-
to mais o> 30 %> que quer a tarifa.
O Sr. SataO Lobato :A dos petares, arada paga 20 %
O Sr.'Pisto dk Figueirkoo :-E note a cmara
que nos raeus calclos tomo sempre o custo das
mercadorias no mercado exportador, e nao no raer-
< Jo importador, accrescidas das despezas que e
fazem cOm o >eu transporte, como quer o regula-
ment (ait. 570) qoe se tome.
Agora nao dire que nao ha|a tambera na tarifa
excepgSes, as quaes a uxa exagerada cora pre-
j.in do commerciante. Sera duvida que ha ; n-m
IjJjs os artigos da tarifa fo prejudiclaes ao the-
souro ; ha rases, embora raros, em que os direitos
rvralam s vezes ao dobro do cusi das mercado-
ras, O oleo kerosene, por exemplo, que tem sido
objecto d* contrabando.
O oleo kero>ene viuha amigamente em mu pe-
quena quaolidade, e creio que como droa roedici-
Dil. Talvez por Isso foi avallado omito'alto na la-
na ; mas boje, que urna mercadoria de geral
c.nsumo e vera em grandes porc.Se*, o seo valor
baixoo Unto no mrcalo que da' logar a que os
trancantes procurem defraudar os direitos que sao
pesados. Cmo este ha nutres gneros, tam-
bera demasiadamente onerados, que couvm favo-
recer.
Outro efeito tem a tarifa, que n5o deixar 1
sera reparo. As mercaderas de algodo com sim
pies rce-ela de la pagam mais do qoe as merca
dorias de laa ealgodo em partes Iguaes I Uto
proceda di urnas certa notas explicativas, que ha
na tarifa, e qo s vezes trastornara o peosamen-
to do artigo que qoerera explicar.
EoiHm, Sr. presidente, se eu fosse a citar ejem-
plos desta ordero, levara ura dia intelro. A tarifa
actual a ra.is Dem organisada qm temos tido,
fago-lhe esta justiga ; sei que cu^tou as roaiores
fatigase labores ao sen principal orgaoisador
ni -s nao pode continuar sem passar por grande
njrma. Nem ao menos se Iha tem feilo as cor-
r -goej anuuaes que o regulamento previo.^
Acho, pois, que a propost da commissao deve
ser ?ceita oesta parte ; porm nos termes da mi-
rilla emenda, na qual procurei prevenir algumas
i.-bjecgoes que eu ja' esperava apparecessem.
Mas pde-s'e fazer esse trabalho de reforma com
? pressa que a necessldade de fazer crescer a ren
da exige? O nobre diputado julga.....
O -ii. Sayao Lobato : Podem se ratificar os
precos oDeiaes.
O Sn. 'into de Fiuueibedo : Mas nao p.ra
acudir a^-deficH na ai-iuaiidade.
O Sr. Saya-j Lobato : Para crear recorsos
para o theouro.
O Sn. Pisto de Figueiredo : Urna reforma
como eve -er feita, razoavel e bem calclala, nao
socunse?ue a muito bora trabalhar antes de jonho
do anuo que vero. Mesrao para rect'flcar os pre
eos ofDciaes ae ama maneira prove isa para o
thesouro, mas sem gravar demasidnosme os g-
neros, preciso nimio esludo, muito tempo, para
Dio fintasiarmos outra tarifa.
Em ma, cois, da difBculdade de prtennos por
este raeio acudir piomptameote ao dficit, eu pro
ponho que se eievera os direilos addicionaes em-
quaulo na o se poa era execugo a nova tarifa, e que
posta era execucao, se reduzam es.*ei direitos ou
raesrao sejam abolidos, no caso de que o dficit
tenha eolio desappareeido. Pur e.-la maneira mos-
tr a rniolia tendencia para a reJucgograiual das
laxas, nao > porque nao approvoas tarifas eleva-
das, mas tambera para que o pub'ico saiba que
nao paga tanto como suppo'.
O Sr. Sayao Lobato : As circunstancias nao
do para reaacgSaS.
O Sr. Pisto de Figueiredo:A redcelo sm
plesaiwiite na razo d.rs direitos, nao redaccao
na receita pobliei, como o nobre diputado suppSe,
e oeste enseno esto cabina-) todo.
Elsvin lu->8 os valores cffleiae-s ao que razoavel-
raeult devem ser elevados, polera-se lixir as laxas
Cas come-oifeis e gneros de primera necessidarte
na o a 20 %, *s das au-rcadorias de luxoem 30 %,
e as do fumo e seus productos, bebids espirito' -
:is ou fermentadas, cartas da jogar, cairuag'Os,
fogos d.i China ou de artificio de qualquer es-
pecle, armas de qu;lquer niureza, meos de caga,
o quaesquer outros obectos de uso superfioo, em
40 /..
Estas laxas cora a pruden'.o reetiBcaQao dos va-
lores offlciaes sao mais -tue suBcieoles para ele-
v:.r-m o readimeoto da alfandeuasem offererermos
*' critica urna tarifa appareuHmente de laxas
mono elevada', quando na realidade o producto
dossas taxas uo Ibes correspondente por assen-,
Ijrem sobre bases falsas.
Entretanto, Sr. presidente, ea n'ao propino re-
docgdes mmto sensivels, porque comparando-se as
t xas ou ra!oas de direilos que indico com as da
tarifa actual, ver se-ha que nj me apartei muito
delta. E nao me apartei parque j cont que na
rectilieaco dos valores offlciaes ha de se ficar
mnilo aquem da verdade, seoo eu proporia que a
raaior laxa nao excedesse de 30 /
Alm di?.-o, isto dess,:s taxas, assira nao mu
diversas das actuaes, eu proponho tambem que se
liles accresccotera os segointes direitos adlicio-
nies, emquanlo houver dficit: d^ 3^% sobre as
ciercadorias que pagareui de o a 15 '/o de direi-
tos, de 5 % sobre as que pagarem mais de lo,,
al 30%, e de 10 / sobre as quo forera sujeitas a
direitos do 40 %
Por e^a maneira pode entrar em duvida que a
renda cresca, e nao pouco t E 'crespa de um mo-
do suave, sem excitar reclamado s?
A nobre commissao quer tambem a reforma do
regulamento de 19 de siembro na paite relativa
tarifa ; e eu pego que as alleragSes que se bou
verem fle fi?er se est ndara s tabellas do numero
e veueimentos dos empregados, para corrigirem-se
os defeitos que nellas exigiera, especialmente no
que diz nspeiio a' divisao dos veocimentos em or-
denado, gratificagao e porceotagens, divisao que
so serve para complicar os clculos, dar muilo
trabalbo ua escripturago do thsouro e thesoura-
lia?, e piejudicar seusivelmenle s empregados
nos casos de molestia, era que o descont tal qoe
c pobre eropregado tica quasi sem dinheiro para
comprar urna gallinba.
A oecessidade da reforma nest parte ja foi ai-
tendida por esta cmara na ses^a-, creio que de
1863; roas o additlvo oesse sentido esbarrou no
senado, por ?upp5r-se que Imporiava elle augmen-
to de veucirueilo, qaaado o que se quer simples-
mente que se rena o ordenado a' gralifleaco j
estabelecidos, para qua o descoolo as molestias
recaa sbie as porcentagens.
Parece que nao ha nada mais justo. Quer-se
toda a nuralidade da parte dos empregados do
sco fe se-lhes tambera independencia, e nSo se [
Ibes ure os meios de subsistencia, quando delles
mais precisara.
Q.if:' d.tT:r i* .3 somos nos a este respeito dos
povos do buiro hemispherlo I Na Franca, na lu-
glalerra e ootros paizes cifilUados, os emprega-
dos das alfauegas, alm de muilo bem pagos,
lera as suis caixas de beneficencia, e talleci-
das as proprias repartiese?, para premooi-los
ontra as ue^essidades quando nao Dossam traba-
lhar f
Aqoi tira-se-lbes quasi todo o vencimeoto.
Passarei agora, Sr. presidente, ao art. 2.' da
proposta da nobre c-jmonsso, que estabelece o im-
posto pessoal.
Sioto no poder dar he o mea voto; parece-me
O Sr. Pinto de PiGUBinEDo:__Na loglaterra oio Loteras.A eornraisMo propSe que duraoto o
assiro. I exerciclo suspenda-se a jseoca do imposto de que
, Osr Boarque : Na Inglaterra ha ura nico gozara algumas loterias.
Imposto. a e>te respeito na u oa emenda que ainda nao
O^a- Pisto de Figueiredo :-Mas esse imposto,t, mas, pelo que sopooto ser, proravelmente Ihe
que o o lncome tax, assenta la dlrectamenle sobre darei e meu voto. A commissao prop5e mais qoe
a renda do contribuiote, e nao sobre o aluguel da em beoefkio do ihesonrc se extralam men-almenie
casa, que nao indicio para se julgar da renda de j cinco loteras", o qoe mi parece xcessivo, pois
\ ninguera. impossivel extrahlr em iada roez mais einco iota-
Sr. presidente, reformas destas nao se fazem de rias aloro das que sao otrigatoriss. Quando multo
uro momento par o ootro (apoiados'; o systemr se cooseeuira' dar extra !cao a tres.
de impr sobre as industrias e proflssSes o rae-
Ihor que contreco; pode abranger todos os indlvl
dos que tenham renda, porqua quem nSo tem of-
Bcio nem beneIJcio, quem i ao tem indu>tria nem
proflssao, reo de polica, e flea sujeito a outia es-
pecie de tributo.
Demais, observo qoe aqoelle imposto se tomar
odioso quando lner de lecahir em uro pobre par
de numerosa familia, qoe pela oecessidade de ac
commoda-la cooveniert^roeote rose obrigado r
alagar urna casa mai r do que podem comporta
os seus meio.
Vozas :-E' verdade.
U Sr. Pisto de Figueiredo : E entre n6s se
verifica muitas vezes esse tacto, especialmente, do
Rio Ae Janeiro, onde muilos individuos da classe
media sao obrigados a sustentar um iraiaraeoto
superior aquelle que podem susieDtar, por causa
de seas empregos ou occopacao, cuja posigao
quasi sempre distinguida pma casa em que habitam
(mullos apoiados); emquanlo que o rico celibata-
rio mora em pequea casa, e Beara' isentodo im-
posto (apoiados) ou o pagara' era escala muito in-
ferior. (Apoiauos)
O art. 3* da propesta da commissao o qae se
refere ao imposto de iodustrias e proBssSes de que
acabo de fallar, artigo que aceito e amplio para
que ab'raoja todas as iodustrias productivas (salvas
Ss exceptis oelle expressas) e todas as proflssSes,
inclusive a d3 eropregado publico. Em vex porm,
da quota proporcional, estimara qoe se aceitasse a
porcentagem de 4 cu 5 por ceoto, idea qoe parece
seria preferlvel nesla parte como meio mais josto
da realisago do imposto
Alguns dos illostres conselhelros de estado qoe
foram ouvidos sobre esta materia repararan) que
se oo Bzesse dhtincQSo entre quando ba lugar a
laxa lixa e quando a proporcional.
Por isso na emenda que proponho digo que aos
empregados pblicos, por exemplo, sera' applicada
somenle a laxa flxa, que eu sobstituo pela porcen-
tagem, e aos lavradores a laxa proporcional lo
somente.
Nao sei se pen^o bm entendendo a appllcaeao
das taxas por esta forma.
Conforme disse ba pooco, iocloo oeste artigo os
funeciouarios publico-, su[ipriaiindo p r isso o art.
14' que cia imposto sobre os ordenados.
E incluo para qoe paguem o imposto como cor-
respondente a sna oroflsso, pela duvida qoe te-
mi se podemos tributar os ordenados dos empre-
gados provjnciaes e municipaes; e pieflro a por-
centagem progresiva, perqu de mais tirar tres
de quem nao pode dar aro, do que cinco de quem
pode dar tres.
as miohas emendas sobre este artigo considero
outras que>toes, que deixo de parte para nao can-
sar a attenca.) da cmara.
Cheso ao art. 4, que o que trata do imposte
do sello. A commissao propon em parte a eleva-
gao di algumas taxa<, e deixa no Aro do artigo au-
lorisacio ao governo para fazer as alteracoes que
julgar cenven^entts neste imposto, mediante crtos
limites.
O Imposto do sello pode fornecer nos tao gran-
de verba de receita, pode ser comprebeodido de-
baixo de tantas formas, que c meihor aotor sar
sirapiesmeote o goverao para fazer as alterares
que julgar oecessarlas, coma se tem pratlcado ou-
tras vezes.
Vozbs : De certo.
O So. i'into de Figueiredo : De que serve o
artigo indicar a elevayo de certas tax3, se no Ara
ctn.;lue por aotorisar ao governo para alterar es-
sas rm-sinas laxas debaixo de nm ceno limite ?
(Apoiados.)
E' melbor, pois, deixar autorisaco ampia ao go-
verno, comanlo qua submetta depois a reforma ao
conheciraento di corpo legislativo.
Dcima urbana. Propoe a nobre commissao
que seja elevada a 12 por cento a decima urbana.
Acbo que a elevarlo nao deve exced-r de ura tor
ceujo e para que lome o seu carcter de dcima,
passo de 9 a 10 por cento; mas quo seja de 18
por cento nos di-trictos que gozam oo beneB-iw
dos esgotos a cargo da Companhia City Improve-
mente.
O Sr. Buahque : Atienda qoe ha urna ra>5o
pela qual se dejuz ura por cento do imposto, para
ser applicado ss calcadas.
O Sr. Pinto de Figueireoo :As calgadas nao,
perdc-ine o meu nobre coiiega : deduz se ara por
cenio como iodemnisagSo ao proprietario, pelas
despezas que faz com os coccertos do predio; mas
isto tao insulDciente para essas despezas que o
rnelhor oo dar nada e elevar o imposto a lO por
cento, visto querer se augmenta-lo.
0 Sr. Sayai Lobatq :Aqu no municipio neu-
tro esia' Hevado a mais 3 por cento.
O Sr. Pinto de Figueiredo : Por ora, nao; e
por isso que propouno que seja elevado a 18 por
cento; e note o nobre deputado quo esta elevagio
ja' lol aatonsada por le, que ainda se nao cura-
prio; note tambera qual era adespeza que se fazia
amigamente com o servirlo qoe aompaohia hoje
presia, mediante lara sobveocan, e reciiohecera
que os 18 por cento nao sao de mus. Mas, emflm,
se aeharem muito, c nord3rei com alga na reduc-
go; nao farei quesio do quantum; s quero que
o augmento nao exced de ura por ceuto ero geral,
e mais a'guma Musa pelo beneficio que o governo
p'-ga lo gener.smeme, e com o qual gasta perte
9)0:0005 por anuo, estando alias autorisado ha
muito tempo para augmentar a decima, a titulo de
in :-;iiisicao desea despeza, que vai se tornando
colossal I
Taxa de escrvos. Como a quer a commis
sao me parece exces.-iva, especialmente as ci
d3 Jes.
Parte-se do principio de querer-se afugentar os
escravos das cidades para a lavoura; mas istt
um verdadero engao; o faiendeiro nao quer es-
cravos das cidades; alguns nao os qaerera era de
graga ; e don lhes toda a razo.
Vozks :E' exacto.
O Su Pisto de Figceiredj: escravo da ci-
dade sempre vicioso; nao obsta ote, se preciso
augmentar a taxa, augmeole-se, mas em proper-
go mais rasoavel, lal como a que indico na minha
emenda.
Tem-se levantado grande celeuma contra este
imposto quando applicado aos estabelecimeotos ru-
raes. Sem duvida que a idea parece repulsiva;
mas nos temos grande nece3sidade de fazer a ma-
tricula geral dos escravos do imperio (apoiados);
crelo que nao neCessano despender palavras pata
provar esta necessldade (apoiados); Dio se lance
um imposto de 5, como quer a commissao, mas
seja ao menos de l para as despezas da matricula
geral.
Afianco qoe oo havera' fazendeiro, por pobre
qoe seja, que se recusara' a esta taxa, at porque
creiq-lties um loeeutlvo para concorrerem espon-
tneamente a raatiiculair seus escravos, que o de
declarar no artigo que o escravo nao matriculado
sen' considerado livre. Essa providencia, por
meio da qual torno o acto da matricula mais urna
garanta da proprledade do esrravo, ba de ser
muito bem recebida, e tornara' a matricula ama
realidade.
Vozes :E' muito forte, mas.....
O Sr. Pinto de Figueirke9 :Esta medida in-
dispeosavd, de outra maneira nao tereraos matri-
cula ; baja vista a mfflculdade com que lula a rece-
bedoria do municipio.
O Sr. Felicio dos Santos :Concordo com
idea do nobre deputado, excedente.
O Sr. Ratisbosa :E' at oecessaria urna esla-
tistica.
(Ha outros apartes).
O Sr. Pinto di Fihueiredo :Quinto ao impos-
to da mela-siza, acho que pode-se aceitar a propos-
ta da nobre comraisso; nao farei questo da re-
Sio 27 as que por ob gacao deven correr an-
noalraente era beneficio da Santa Casa da Miseri-
ari. 69 3* do regul iraeolo de 19 de setembro de
1860 nao compreheode os empregados das alian-
dagas que ja' servia n na data da publicar;i > do
mesrao regulamento, e que o oomeado estiva nes-
sa eocdicSes.
Ora, o 3* do art. 69 do regulamento a que se
refero o decreto citado, o que que diz T
Diz que o accesso aos empregos de pnmetros
coofereoles, por excepeo da regra geral, pode
ter logar entre quaesquer eroeregados que Uve-
rero approvago ;-ieoa das materias exigidas no
mesmo paragrapho.
Poriant, a ioteligencia uoica do art. do de-
que como a pretende a njbre commissao torna se duego dS Imposto a urna porcentagem ; eu a ele-
um impj;to trplice. Elevar a decima ortaaa, vo a 4 %> Pr me parecer nimiamente baixa a de
pagar imposto de indusina oa proflssao era rea- 2 */ i mas o que exijo qae se tornero provideo-
pelo valor I cativo do predio, sio tres impostos que pblicos com as procuracSes que passam e substa-
muitas vees hao de recahir ao mesmo tempo so- belecem-se repetidas vezes para a venda de escra-
bre o loquilioode orna easa. .vos. (Apoiados).
Creio que o qae se quer ImpSr por este malo O Sr. Correa das Neves :E' enorme o pre-
c be perfeitamenie no imposto sobre industrias r juizo.
proBssSes. a qae eu addicionaria mais o segulole O Sr. Felicio dos Santos :Mas o meio de evi-
titulo e sobre a rinda; alargando-o oesse sentido, tar esse prejuizo Y
o evitndose assira tributar a mesma materia por i O Sn. Pinto de Figueiredo :E' luer com qae
ires diversas formas. previamente paguem o imposto pelas procuracSes
Suppnmo, portanto, este art. 2, e ponho em la- ou sub*Ubelecimem.o. Quem passar procoracao
gar iclla_ o que eleva 2 por ceoto nos direitos de pague* imposto; e se deoiro de um anoo, depois
jxportagao. de cada sobstabelecimeoto, nao se tlver passado a
O ^R. EuARQUE : e como atiiogir o imposto escriptura publica, qoe em tal casj Acara' iseolo
aquelies que oo teem prcfisso coobecida, mam- do imposto pelo pagamento previo, o substsbeleci-
testada r ment considerar se-ha cadoco.
O Sr Pisto de Fisueiredo : Como se altioge \ O Sr. Batisbqsa :a idea deve ser oaira.
em os outros paizes. O sr. Pinto de Figueiredo :O nobre deputado
cado, se continuem a eitrahir duas loteras taai-
bero meosalmente, coni applicago especial a',
amort izar- da divida ex'.ero*, em vez de se fazer
essa comesso a uro bao;o, que a pedio, conforme
propoz a commissao de fueada desta cmara. Se
ha vantagera na operac), que redunde em favor
dO tiles uro.
Imposto obre os orden idos.Qaasl t idas as opi
nioes se trm declarado cootra -
imposto ; mas jolgo oecsssario
que de urna maneira man moderada e "sob o carao- ailloeote ao provimeriio dos empregos'de segundo
correr nos accessos a empregos qoe s sao provl
dos com qoem tem passado por provas da habili-
tado ; e se, respondida esta hypothese pela afir-
mativa, ple-se admitllr qae baja acces=o de naiof
para menor, isto de emprego que rende 5:000&
para um que s da' 3:000* de ordenado.
Deixo de parte estas quesSis digo, porque nao
mea flra censurar o acto do nobre miaistro, mas
a aceitaco deste tao somonte provocar urna loterpretagao formal do
que pas.-e, aioda | art. do decreto de jaoeiro, artigo qoe para ser
ter de imposto da profl-sao, pelas razSes que ]*' |0ooferaute preci.-o qae o declare um outro de
Indiqnei, afim de que se nao diga que esta cama-jCreto ; do contrario, vira' amanha ministro que
ra, onde existem tantos fiiuccionarios publico?, nao aonullar as noraeacS-is fe:tas sem concurso, como
quer coocorrer com o san contingente para as ar
gencias do estado. (Muit s apoiades).
i
A pwa de sacrificios para todos; necessario
que nos sojeitemos a e.-tt. (Apoiados).
Os offlciaes do exercitc oo podsm ser dispensa-
dos da coniribuico de uta dia de sold, visto como
os offlciaes de marinha o jsgam paraterem moote-
pio, e aquelles deixara a's saas familias o meio
sold sem onus algum. 5e todos os Albos do orci-
meoto sao chamaos a i eder orna queU do qoe
recebara, qualquer excepto, especialmente em fa-
vor dos que legam a's s ias familias parte do qoe
percebem, urna desigualdade que pode excitar
reparos. Equipare-se a contriboico, ain la que
se d a's pen.-oe-, cu raei >s sidos militares, o mes-
mo carcter do monte-po da marinha.
Nao posso approvar a proposta da commissao
quando maoda arrecadar para os cofres geraes as
multas que percebem as cmaras muoieipaes por
infraccoes. As cmara* muoieipaes tero poucas
reodas: como, pois,diramui-lasT (Apoiados). Ea
ao utrario votara para > seu augmeoto.
O Sr. Vieira da Silva :Tanto mais quinto pa-
gam as cusns de procesis rouHo mal fritos.
O Sr. Pisto de Figueiri oo :__Estando a hora lo
ada nuda, Sr. presidente, que ja' preciso mandar
vir luzes, uo posso conutuar na justiflcac,o de
outras emendas e artigos additivos qoe aprsente
Se fr necessario sustenti-los, tomare a palavra
na 3* discusso; mas espero que em todas ellas
ver-se-ha o Interesse-que ligoei a esta quesio, e a
sioceridade com que procero auxiliar o governo a
tirar o paiz dos embarcos em qoe se acha. Ou-
tros ofaro com mais sabodonae elegaocia, porna
oo com mais patriotismo (Apoiados).
leudo assim satisfeit, mbora muito imperfeita
mete, o ap( el lo da nobre commissao bo/ocante
a' elevajo dos impostos, ussarei agora, Sr. presi-
pente, a a-tender ao do n ibre mioislro da fazenda
no qoe diz respeito a' alfandega da corle. Nao es-
pere, perro, o honrado imaistro que eu o satisfa-
ga em lulo quanto S. Exc. parecu querer ?ab-r
de mira, quaodo me dirii io o seu repto oa sesso
de 11 de julho prximo p issado.
O nobre ministro conhtee a rainhaposigao nesta
reparlico, e, portanto, o estranbara' se eu na
expesigo do que sel, o aotes do que pens a
respeito da marcha da mi sroa repartigo, me limi-
tar o mais possvel aos fa -.tos que estao ao meu al-
cance, deixaodo lepan: tudo qoaolo lecha ca-
rcter pessoal, ou seja da imraediata iospeceodos
empregados, a quera S. lite, tem eoearregado da
parte administrativa da a fandega.
A elles e no a mim cmapele levar ao conheci-
mento da S. Exc. maitos fictos que sao objectos
de amargas e constaotes oasu as do coairnerclo e
do publico contra a adranistragao da alfandega,
coocorrendo poderosa nso;e para que s* forme
dalla ura juuo tao desfavorvtl que coofesst a V.
Exc, Sr. presidente, enve.'gooho rae de partenoer
a semelante repartigo. \
Se nao teubo pedido a niinba demis;o porqoe
faltando pouco tempo pira adquirir o dlreilo a
urna aposentadora, oo p sso perJer mais de vin
te annos de servigo ao Estado, e que so a minha
uoica fortuna. -
Pertengo a alfandega v.i para ente annos ; e,
cmqaaat) tenha stravessado tio longo periodo,
uo qmi a repartigo ha p ssado por tan'as crses,
inqaeritos e raudangas de empregados, ruereceodo
sempre a cooiiaoga d) geveroo e do commercio
com quera lidu Iraraedlata naote, embora este me
joigue as vezes um pouco austero nu curopriraen-
lo dos raeus de vares; teuh) preferido passar quasi
melado de.se periodo em comraisso fra da re-
partigo, cora manifest prjulzo de raeus nteres-
*e, e eseosando-me, com me escusarei sempre,
da tomar a mai., iosigoidnaote parte oa adminis-
tragao dessa casa; rnlofia; nicas aspiragSas eqj-
qaaoto ah eniver, diclaio-o muito categorica-
meute, liroitaro-se a dse ar completar a* miohi
cbscurid.de o tempo que ne falla para urna apo-
sentadora, como ja disse. Sempre tive ajgago
para a vida do fuuccionario publico ; e se conti-
nuar a merecer a honra da representara nago,
hei de esforgar-raa quanto puder para deixa-U.
Era-rae nt-cessario, Sr. pesiJeote, fazer e=ta da-
clacagSo cora aiguiu sileunidade, para tonar bem
patete qual o verdadeiru e uoico movel do mea
procedimeoto quaodo me occopo dos negocios da
reparlico a que perteoco.
Trataodo desta assumptc teoho por Ara aniea-
mente concorrer quanto raiba em minhas fracas
forcas para auxijiar o oolire ministro e aquelles
que o sucedierem, com toda a lealdad e boa f
no conlieciraaofo que d-v;ra ter da repartigo,
pois aodara quasi sempre mal iuformados a este
respeito, e fazendo justamente o contrario do que
devera lazer.
Mas permita Ihe pega qu3 n3o veja as miohas
Instancias para qoe faga a alfandega todo o bem
de que S. Exc. capaz, a menor ioieogo de io-
cu!car me para qualquer legar superior ; ja* dis-
se qual a mioha preteoci.o, oo tenho outra.
L'm sr. Deputado : Poderia ter, porque
muno digoo.
O Sr. Pinto de Figueirew: Obrigado ; mas
oo quero ser sacrificad j cirao tem sido taotcs ou-
tros.
Antes de entrar oesta paite, Sr. presidente, de-
vo agradecer ao nobre mnistroo favor que me
fez dando-me as explicagoes que pretenda pedir
Ihe a respeito das palavras com que S. Exc. chi-
mou-me a esta discusso n sesso de 11 de iulho,
palavras que oo eu, oeui a cmara, porm al-
guem de fra de!la procunu envenenar, com o
tira talvez de crear conflictcs entre mira e S. Exc.
O u bn miaistro an.eclpaod-se era prestar es-
sas explicagSes, e fazendo o de u na maneira sa-
tisfactoria, deu-me urna pro'a de seu cavalbeiris-
mo, que mmto Ihe agradege e tirou-me todo o di-
reito de vollar a esta questiO.
foram annulbdas as de guarda-mres pelo ait. 2'
do decreto de 13 de margo do correte anoo.
Ja' v o nobre miuisiro que eslou argumentando
com a sua proprla oplniio, e fago o pelo desejo de
que os seus actos sejam sempre respeilados.
Cumpre rae agora, Sr. presidente, assigoalir as
causas a que attnbuo esse estado de cootmua agi-
lago em que vive a alfaodea ha cinco auoos ;
dessa especie da Iota que parece ter-se gravado
eotre ella e o governo
o SmPresideste do Conselho : Com o go-
verno T
O :>n. Pisto de Figueiredo : Assira parece ;
porquaoto nao posso chamar estado normal de
boas relagoas e de paz, esse qoe data principal-
mente de cinco annos a esta pirie, parilo duran-
te o qual o governo eraprega sera cassar medidas
sobre medidas para moralisar a aifaodega. sem to-
dava oada ter cooseguido al hoja, porque as cao
sis dos raaljs que o goveroo proeura corabater
sao ouiras, que nao as que talvez pense. Eu as re-
somirei as seguales que sao as mais impor-
tantes :
1. As Interinidades ou os raaos effeltes das ad-
minlstragSes interinas que tem tido a aifaudega ba
oKo annos.
2. Os defeitos do regulamento de 19 de setem-
bro de 1860, ou os inconvenientes da reforma por
elle operada.
3. As nomeagSe?, algumas vezes pouco acana-
ladas, que em diversas pocas o goveroo tem feilo
para easa repartigo, principalmente para os luga-
res superiores.
i." O tribunal do thesouro com as suas decisSe?,
no julgaraeolo dos recursos que Ihe sao aliados.
Sao estas, Sr. presideole, e nao uatras, como
muita gente suppSe, as principies causas dos males
que alfligeo a uossa pnraeira repartigo Uscal. Eu
procurare! tratar de cada urna deltas, anda que
mui perfuoctoriamente, visto estar dada a bora,
para ver se posso esclarecer a opioio daquelles
que formam mo concello da classe dos emprega-
dos da alfandega, e eslo sempre promptos a acei-
tar cora facilidade o que a malevolencia, a inveja
e aviudicta de lotjresses flidos, porfnra em lao-
gar sobre essa classe, ua qoal, se apparecam as
vezes alguns infelizes menos escrupulosos, achara-
se cidados auno respeitaveis por sua probidade.
(Apoiados)
Pelo contrario, Sr. presidente, o carcter dessss
empregados nao difireme do dos outros fuoccio-
nanos do imperio ; todos teem a raesma origara,
sao lodos Brasileiros.
E' verdade que boave poca, e essa vai lona1,
oa qual nao se poda abusar mais do qae se abu-
sn, e foi a que termioou cora a nomeago do tal-
iecidj conseintiro Cena! para inspector da alfau-
deira era lsis.
Pofteriorraente tem havido periodos intermitien-
tes de mais oa menos abusos, e esses dislinguem-
se perfeitamenta segundo mais ou menos negii-
geuta a admiuistrago da a.findega.
Dj anoo da 1862, porm, em dame, anno era
que o goveroo puuio e.-t'oodosameote as fraudes
emo uescobertas, envolveado na puoigao ai em-
preados que oo a me-reciam, as cousas mu laram
muilo de figura, nao porque de enlo em dianle
as medidas tomadas fossem sempre proprias para
prevenirem a repetigo dos abu-o< amerioras, poi.i
que; com excepgo de alguns aelos do ministerio
do Sr. marquez de branlas e do actual, qaasl to-
dos os ouiros pdele dizer qua oo davenara lar
dado em resultado seoo a volta dos aotigos lem-
pos ; mas porque os contrabandistas, desacorocoa-
dos ou escanuanlados palas hgSas qua recebara m
naquelle auuo, rejuzirara suas tentativas a essas
que apparecem e hu de apparaear sempre era to
das as alfaadegas, em todos os lugares e em tolos
os .lempos.
Hija vistao resultado dos ioqueritos, e corarais-
soes de exame, que se team maodado a' alfaulega
I desde eoto ; compore-se essa resultado oo que
diz respailo a extravos, e vr-se-bi q le, apezar
das mas admioistragos, apezar da ludo, ha bas-
laote moralidade nos empregados dessa repartigo.
Da ultima commissao de exame, que esta' na al-
fandega ja' ba mezos, nada sabemos por ora ; por-
quaoto o descobriajeoto do fac) do contrabando
da kerosene, era que falla o relatarlo deste auoo,
foi devido a urna denuocia dada ao e^criptorario
Lea', depois oomeado coaferenle ; e eu estimara
ramio saber o que deverooS s p squizas dessa
commissao, e a' actividade dos botos chelas de
seceo, que para la' forira, porque quero lelocir
urna proposla de certas medidas urgentes, que
convm tomar para raeltrorar o servigo, propo^ta
nistro, e que cora muito gosto porel a' disposigo
de S. Exc. quando fr do seu agrado.
Mas, Sr. presidente, eu vejo que eslou abasando
por demais da boodade do nobre miaistro o dos
meus hoarados collegas, que rae ouvam al o tar-
de, cora tamo sacrificio. (Nao apoiados.)
Daixarai por isso de parte a deraoastrago da
primeira, segunda e lerceira das causas apootadas,
que alias por si mesmas se deraoosiram, e sao bem
conhecidas dos que acompanham de perte os nego-
cios da alfandega, pira tocar na quina, que sera
duvida urna das mais imprtame?.
E' a que aliude as decbSes do tribunal do the-
souro, que algumas vezes sao nimiamente benvo-
las, outras por demais severas, ora contraditorias,
ora exorbitantes de sais attrlDUigSS*.
Esta parte da miaba Urefa e para raira a raais
desagradavel, porque sou forgado a anaiysar actos,
nos quaes tomaram parte raembros do tribunal,
quo muilo respeito pelo seu saber, o cora quera
mam-uno amigas relacoes de amisade, qua muito
aprecio e nao desejo por forma algurna fazer es-
tremecer.
Has esses dignis conselbeiro?, de cujas boas io
'teogSas oinguem capaz de formar melbor cracei-
Agora resta me tambera (xplicir-me por minha lo do qae eu, seu lo muito entendidos nos negocios
vez para com o nobre ministro.
_ S. Exc. pareceu iQcomra'dar-se corora'go, quan-
do, respondendo ao nobre diputado pela provincia
das Alagas, e procurando explicar a nomeago
de alta administrago da f.zenda, quaodo tratara
dos da alfandega sahem-se s vezes com iheorias
qae fazem pasmar I
Eu vou entrar na questo som receo de desgos-
tente processo de apprehensio ; mas o Inspemr
interino que eoto servia, e sob cuja administra-
gao os defraudadores engordaran), tncabegando
muilo mal e indewlameote a qoesto pelo lado de
di*ereoca de qaaotidade para mais, d*i_ semenga com'o"cae7 e'armze^nte'rocs da alf *<*>.
Nao digo
trago ao seo conhecimento, bem confiado en qxw
procorara pdr cobro ao qne Jalgar digno disso.
Concluire chamando nada a attencao do nobre
ministro para as enormes despezas qoe se ratea
cordia, do moole-plo, do hospicio de Pedro II e oo- creto da Janeiro loda peculiar aos accesos aos
tros estabelecimeotos po> que no podem prescio- lugares de primeiros confarenies, nada tem com
dir dessa renda. .No ra, pois, lugar paramis os segaodo.
de cinco loteras em becefleio do Ihesooro, que ja' I Portanto as noraeaeSes para segundos confaren-
tem em seu uenafleio tres loteriasanouaes, a tiiulo;tesk eslo aioda subordinadas as disp.isigSes que
de iodemnisago das de pezas que faz com o me- as toroara dependentes de concurso, e laoto eslo,
Iboramento do estado sanitario. Sendo, qoando: Que assim o manda o art. 3 do proprio decreto
muito, clocoenta as lote'las qae em cada aono se referendado pelo nobre ministro em Janeiro,
extrahem, materialmente impossivel esperar-se Deixo de parte ootras qoestojs, qoe se ligam a
qae corram mais essas qae a nobie commissao, esta, e sao : se os empregados de qae trata o !
indic. do art. 63 do regulamento, especialmente os me-
Proponho, portanto, <;ue corrara smente tres sonreiros e seus fl^is, os administradores de ca-
mensalmente, incluidas as que foram concedidas patasias e seus ajudantes, os Aeis de armazens,
para o estado saoiano, eque, no tiro do prazo mar-' porleiros e continuos, podem em tempo algum con-
ou despacho, mandando que o contrabandista pa
gasse oo s os direitos, que procoroa subtrahir,
mais anda outro tanto para o appreheosor, como
expressameate o determina o reglamenlo da al
faadega, e se pratica todos os dias.
J v a cmara, que a declso uo podia ser
mais banigaa. Que o fado era de puro contraban-
do nao poli', nem devii ter entrado era duvida,
taoto que o thesouro assim o julgoo em parte ; e
se como tal fosse jalgido pelo inspector laterloo a
peni sera de perda das mercaderas e mais a mul-
ta de 2|3 do valor das mesmas, todo para o ap-
prehensor e denuncianta conforme manda a le.
A deciso do ospector loterino, portanto, enca-
rando o negocio pel lado de differer-.ca de quanli-
dade favoreceu muito o cootrabanlista, prejodicou
em mullos roatos de ris os empregados appre-
heusores; mas ainda assim dava-lhes direito a per-
ceberera a multa de mais de 20:0011$ com a qual
ellos se coBleotariam provavelmeate.
E', porm, o negecio sabmeitldo ao conhecimen-
to do tribu nal do thesouro ; ha recurso ex-ufflelo
do ospector, e tambem recurso por parte do coa-
trabaodista.
O direito Jos appreheosore?, se nao aos objectos
apprebendldos, prio meos mulla por dillerenga
de quaotldade, como jutgou o iospeclor, era tai,
to liquido, lo incontroverso nocommercio, na al
fandega, em toda a parte onde se eolende destas
causas, que empregaram-se as malores diligen-
cia-'... fno direi quem) para comprar-lhes esse
direito por urna quanlia nm pouco menor ; e foi
justamente quaodo todos esperavnm o desfecho
deste memoravel pleito, sob as mais bem fundadas
esparangas de que to dasfargado crime- seria v;
garosamente punida, que baixcu do tribunal < thesouro a notivel portara de 30 de st-tembro de
1864 cora as seguales muito jurdicas e fiscaes
concluses:
1. Que das mil caixas de qae se traiava as 400
primeiro despachadas, eque roram recolhidas ao
trapiche, em vista da nota de terem sido conferi-
das e adiadas exactas por um empregado gradua-
do da alfaodega, eram com effeilo ura contraban-
do, por isso q re o contrabandista nao t-ve a sira-
pllcidade de vir aecusar se alfandega de bavla
lesado, quando achou se em sua casa cun urna
quantidaae de meruadorlas raaior do que a despa-
chada ; procedimento que, se elle o tivesse tido,
provaria a sna boa f, e o sentarla do crime em
qae incorreu. Que, portanto, como u caso oo era
de fltgraala. porque as taes 400 caixas ja cohabi-
ta vara cora o contrabandisU quaodo se descobrlo a
ligeireza, fosse o processo remettido do l'o com-
_raum para seguir seus termos quaoto a essas 400
caixas.
2." Que, porm, quaoto s outras C00 caixas,
300 das quaas o appreheosor apaohou em um sa-
veiro uo mar, em acto de desembarque, e 300 ja
desembarcadas uo caes, essas nao ; nao podiara
ser consideraras cooirabiodo de nauhuma espa
ci, nem se podia mesrao lojeitar o contrabandista
multa de direitos doDralos, era que o ondeen-
nara o inspector, porque, coraqoanto o offlcial de
descarga, que eslava assistindo ao desembarqne
dessas canas, para cooferi-las com o despacho, ]i
tivessa aido provas da qaa deixara passar por al-
to as ja desembarcadas, o meio regular da veriri-
car-se a fraude e faze-la paor serla :voltar o ap-
preheosor, (que ajudaole do goarda-rarj a al-
fandega, e padir quo ura outro official de descarga
fosse maodado para substituir o infiel e proceder
a conferencia dos voluraes, porque era muito na
lural que esse segundo offlcial da descarga deseo
bri3se a diffcrenga, para eoto ser imposta a mul-
la de direitos dobrados nos termos preciaos do re-
gulamento 1 Que, portanto, fica-se o cootrabandis-
ta obrigado lao somente a restituir os direiios que
subtrahio(siule oanlos como) livre de lolae
qualquer mulla (nem a de 1 \\ por ceoto a que o
tnesouro sempre se apega I) e fosse defender-;e no
foro coramura pelo extravio das 400 caixas I I
Sr. presidente, a estas conclusos, de eternas lu-
minarias, eu s accrescemarei a segrale observa-
gao :qua a diffarenga de qaamidade, para descu-
brir a qual se exiga a formalidade de maidar se
um uovo offlcial de desea ga, ja havia sido deseo
berla pglo appreha isor, o ajudante do guarda-mr,
empregado muito mais graduado, e que pelo regu
iameoto lem taou direito como qualquer ootro pa-
ra a venlicago em casos taes ; foi por ella deseo
hera e coiomuoicada aoiuspectbr em dulcios que
ibe dirigi.
O ajiego, portanto, a esla falta de formalidade
para eximirse o contrabandista ta multa, prejo-
dicando-se assira o empregado zeloso no producto
da mesma mulla, a que a le Ihe diva iocoolesta
vel direito, e qua muilo mereca* como premio do
seu zelo, insnstentavel ; do mesmo modo que o
tambera o expedieote de mandarse o reo para o
foro coiurauo, afim de responder pelas 400 caixas,
porque a absolvigo all era iufillive, e qaando se
dsseo caso virgem da coodamuago o direito do
appreheosor ja estiva previamente prejudiealo
tambara nesla paite.
Fados destes oo se omraenlam ; eDlregara-se
cmara e ao paiz para que os ulguera, e deci
dam. se tole haver boa .-calisago, zelo pelo ser-
vir;, moralidade de seus empregados, quando elles
tem certeza de que nao ha garaotias para os seus
direitos quando passa, como vai passando, corno
axioma uo comuiercio e ua alfandega que para as
mulls giandes lu sempre uma^escapua.
Nao quero cora isto fazer a menor allusao de
parcialidsde aos dignos membros do respeilave
tribunal di ibesouro ; sou incapaz disso, era elles
o meiecera ; a origera das decisoes, como acabo de
citar, esta' ua boonom'a do nosso carcter brasi-
lelro. Quin'lo as multas sao pequeas, c.-nfirraam-
se ; por qae di-se : t Estas nao aleijara a uln-
liuam. Quando, porm, sao g"aodas, se fo^se a
fazenda publica a prejudicada, nao baveria nada
que salva-s-i o paciente, em -casos to provados ;
como porm, o pobre empregado publico o une
pr-jndicado, es-e paria, que oo tem direilos, nem
mesmo de quelxar-se, que resigna-se e snpporta
caiaao tudo o que vera de cima, cora medo d-> urna
demisso, emo a cou>a outra ; os sentiinentos d
eqaidade osteotara-se em toda a sua furca.
Era apoio desta assergo citar! ainda dous fic-
tos : o do magestoso contrabando de vinbos fltnna-
guera, appreheBdiio era 1852, e qae, sendo em par-
te julgada boa a apprehenso, maodou o tribunal
entrar o producto dalla para os cofres do tbesojro,
que de modo albura poda apodaiar-se desse pro-
ducto, existlodo, como exista, no processo appre-
heosor, e creio que deouociaote, aos quaes coica-
mente p.-rt th, na forma de dlsposigoes multa ex-
pressas, o objecto appreheodido e respciiva mull;
e o de um recurso de Costa Braga & C, que se
queixon de ler a alfandega obrigado o a pagar
cerca de I00000 de direitos dobrados, por exces-
so de quaotldade eocontrado oo peso de ama caixa
de pello para chapeos, quando provado eslava que
os direitos do peso real do pello foram exactamente
pagos, procedeodo a dffareuga smente da querer
o confereote que a parte pagasse os direitos segun-
do o peso bruto da caixa, isto qae pagasse como
pello a madeira da caixa, fundado na nica razo
de haver a pane escripto na sua oeti de despacho:
urna caixa conteni tantas libras de pello de lebre;
em vez de : orna caixa com lanas libras liquido
di pello de lebre I
No primeiro caso, o producto da apprehensio e
mull, que iroportavam era 'cootos de ris, f ram
para es cofres do ihesouro, prejudicando-se o ap-
prehensor, cerno no negocio do fago da China ; no
seguodo, a mull, que apenas rasiejava por 1004
ou pouco mais foi maodada pagar, multo embora
se esteja vendo que nao era precisa muita equldade
para admiitir-se que o negociante oo paga-se di-
reitos, e aioda em cima malta igual aos direilos,
por mercadoria que oo exista.
Poderia citar aioda o exemplo de perdo
O Sr. Puabqce :Pois per esse meio.
a propora'; se fOr melbor sera' aceita.
que flzera de uro> cooremote'para a alfandega, la los, nao s porque' mus de urna vez Ihcs tenho roaena citar anda o exemplo de perdao por
tomei a llberdade de dar-lhn om aparte. i feito ver a minha opioio divergente sobre os as- equidade da mulla de 2:U72$OJO em que locorre-
Estou na obrigacio de explicar-me Rf com sofnptos de qoe vou fallar, mas tambem porque, rain GeorgeHadge 4 C, pela differenga para raais
S. Exc. e mo-trar-lhe o ohjicio da mioha davida, cavalheiros como sao, nao tero duvida em rero- d' ,7>780 "bTS de cle0 Kerosene, que se achoa em
para que S. Exc. recooheg qae oo fai levado do ubecer, qne o dever, e smeote o dever, era cujo uin despacho seu, e qae foi tao bem cabida que so
desejo de interrorape-lo grosseiraroeote, mas pelo' desempenho cumpre-nos attender raais a' razo do por egutUate pola ser relevada, como se fosse
de ioslruir rae, como deve f izer todo o empregado que ao coracao, quem me obriga a trazer estes; 3, a,r?"2 tne5JUroL de Perdoar por equi-
zeloso que quer saber o vurdadairo sentido das tactos para a tribuna. \da,,e< 'of. Retirar ao pobre empregado aquillo
leis do paiz, para inrn curairir os seai deveres. Sr presidente, nao sei se o nobre ministro tem aue, a ly}** II9 s pBla *?/'" P com
O ubjecto de minba duvidi o que vou expr. noticia de um celebre contrabando de fogos da Cbl-
A' vista das diversas dlspjsigSes em vigor, que. na, que se pretenden fazer nesta corte em o anno
regulara as nomeagSes par as slfandegas, teotio jde 1864. Ha de s.iber, que foi cousa muito fallada,
chegado a conviego da que nao se deve oomear Pois bem, esse coolrabando consista em oada rae-
pan os lugares de 2 cod rente individuos qae 'nos do que fazer passar rail caixas- de fogos da Cbl-
em concurso nao' se teohaii mostrado habilitados na, por uqj peso inferior de 75,200 libras quelle
oas material exigidas pelos egulameotos. ; i
o defraudador Ibe pota ser arraneado.
Poderia ainda citar oulros faclos, cojos docaraeo"
tos aqoi tenho, e que proyam todos qae o tribunal
do thesouro, com a expanso que ba certo tempo a
esti pane est dando ao principio, que ha moitu
exista m peto, porm, que aioda nao esta tradazido
Temos a oispo^igio Ao ar:. 68 do regulamento: soaro am prejaizo de mais de 20:000^000 I (Sen-
de 1860, as InstrucgSes de ', de mirgo de 1862. e sago.)
ltimamente o decreto de '14 de Janeiro de 1867. Um honesto empregado da alfandega, o Se. Fer-
referendado pelo nobre ministro, que uniforme- reir Pinto, tendo denuncia do ficto, foi apanha-lo
mente torniram obngatorio o concorso, em que em flagrante, teodo-se apeoas d-sembaroado no
se exioo provas da capa ;idade para se poder da anterior 400 caixas em aro trapiche, oBde aio-
exercer os lagares de coi ferenle.
Mas dizia o honrado mini tro ao nobre deputa-
do pela provincia das Alagas, que flzera a no-
meago sem concurso, base ido na disposigo do
art. 1" do referido decreto e 24 de Janeiro era
virtude do qual declaren se que a disposigo do
e realraanle liaham, causndose assim ao the- em lei, de tirar as multas aos empregados fl-caes,
concorre indirectamente moito contra as sois boas
iolengots, muito contra seas honrosos precedentes,
para u relaxamento de alguns empregados que nao
lem bistanle forga para resigoarem-se a semelban-
tes Injustieas.
Em abono administrago do nobre ministro,
devo dizer que nenbum desses actos, com excepgo
do qae fez pagir a madeira por pello, o qae alias
revela severidade, oo seu lempo : oem sei mesmo
de neobom acto assignado pelo nobre miDistro que
se parega com esses outros qoe tenbo citado.
E por isso qne, como simples informante, os
da exlstiam 200 dessas caixas, as ootras 200 ja ha
viara seguido para a casi do contrabandistas, qae
seguodo sabido na alfandega, ja ha moilo eslava
ivesaio a essas soriidas, sem nunca ibe ler acon-
tecido oada.
Apanhado o eontrabaodo, insiaurou se o compe-
que essas obras sejam desot-cessirias ;
ao contrario aeho-as utelz at certo posto ; porm o
que me parece que se deve cumprlr o preceda
do artigo 14 da lei n. 1,040 de 14 de Mleabro de
18o9, qaa manda apre.-eoi.r aDoaalrntote con os
orgameotos tabellas explicativas do que se tem gas-
to, do qae se pretenJe anda gastar, e do qne
preci o duram- o exercicio para cada ama das
obras enceladas.
As do caes, que se sopeooba a principio sao
cn-t veram 6,H7:COO*000 at flra de 1866 a 1867, e es-
lio aioda looge de coocluir-se.
E as obras loteroas, isto dos noves armuesa
de ferro, ja tem absorvido 2,800 e tantos cooios, es-
tando nos amaa no comeco da segunda seego, qoe
deve ser igual a' primeira seefio, o qae, embora
mais fcil, exige aioda moltos gastos I
A despeza aonual com e-m obras externas e in-
ternas orga por cerca de 700.000*000; o oobre
miDistro pede no seo ergamento 90:1 OOjOOO para
obras do seu ministerio ; segue-se qne Seam Iba
smeoie 250:000*0)0, verba moito losuiflcmto
para atteoder as urgentes recliraagas das ob as
das al'aodegas da algumas provio<-is, qoe me pa-
recen oo podem deixar de ser alleodidas.
Quanto as obras internas tenho a opioio de qoe
oesta pane como em mollas outras o y-tema ia-
glez e o francs sao os mlhore. Facilitar medan-
le as lodispeosaveis medidas fiscaes qoanto fr pot-
sivel o prompto despacho das mercaduras, para
qoe ellas se vio goardar em armeos particula-
res, em eolreposios, eu o meihor syteroa. -
Po.r este mudo evitara-e essas graodrs e eotiaaa
obras, qua oo aodar era que vo.e se forraos aeoa-
panhar o desenvolvimento do commerco nesta pra-
ga, absorvero era poocos annos toda a rea do ter-
reno comprebeodido eotre os arseoaes de martas
e gaerra.
Nao temos imposto de doeas, a arroazenagra
rende apeuas 140:000*000, termo medio acooal;
e Isso nao paga o juro desses enormes eapiiaes qaa
estamos eoierrando, ou sojeilando a om ioeea-
dio, e aos desastres que se eslo dando e anda
ameagam.
Lembrei-me na minha propesta de melhorar o
sysiem.i de arrecadago da armazenagem, romo
mel de apressar os despachos, oa de fue los Ten-
der mais um penco ; e tambem de elevar o im-
posto da ancoragero, para auxiliar as despezas do
caes...
O Sr. Buarqi-e :Se Ja' o imposto actual excita
tama reclaiaago da parle do estraogeiro, qoanto
raais se o augroeotarmos.
-O Sn. Pxre de Figubiredo :Perde-me o no-
bre deputado....
O Sr. Bi-arque :Nos nao temos direitos por
descargas, como se deve estabelecer.
O Sr. Pinto de Figueiredo :Puis esiabelega se,
seja a que luuio for, qoaiqoer irapo^t) para aa
obras do caes, que sao muito otis ao cororoereio,
e Ihe dispensara ss grandes despezas qae outr'ora
fazia com uvelroi para as descargas.
Em ultimo lunar, Sr. presidente, terebrare! ao
nobre ministro a conveuieucla de sapprimir as sa-
lis barcas da viga da alfaodega.
Ellas custam ao estalo ama despeza de 0:000*
annuaes, que poda se bem poapar, estart-lerendo
onstos fiscaes nos d.ffereoies ilhas da uo--a (Uhia.
Em vez dessas barcas, era preferivel e tis eon-
seotao-, o rom o nosso progresso ter nm pafMM
vapor, de bastante forga, para as rondas fra da
barra, ende se diz qoe faz-se moito ecnlrabaodo.
Sr. pres.denle, teado ja' excedido a hora, soa
obrigado a terminar aqu o meo discors.>, reser-
vando rae para, em orcasto mais opportoa, ac-
cresceoiar mais alguma consa, de qoe h oo ai
foi posMvel tratar. P?go a V. Exc. e aos meas il-
lustres collegis jasculpa por ter abusado por Unto
tempo da sua attengo. (Muito bem )
A di casso fisa adiada pela hora.
Dada a oroera do dia, levanla-se a sesso as 6
boras da tarde.
SESSO EM 24 DE AGOSTO DE 1967.
PRESIDENCIA DO SR SILVEIR\ L BO
A's 11 e 3/i. fert* a chamada, writea ss haver
numero sufijciente, abre-se a sesso, sendo lida e
apnrovada a acia aotericr.
O Sr. Io Secretario da* errata da segainie
EXPEDIENTE
Um offlcio do minutario da fazenda, dev.lv^ndo,
cora a inforrnago exigida, o reqoe- uneclo de Li-
berato Lipas da Silva, o qual pretenda a re-titni-
go da juros, que diz ter indevidamenle p.;f) ro-
mo fldor le seu rmo Lirio Lop-s Ca^'eiio Bran-
ca e Suva, que fl'r-a alcaocado com a f*raria oa-
Cionai.A quera f-z a requisigao.
Cinco do secretario do viaao, participai lo qae
o mesmo senado acoptra, e vai dirigir a s-nc^-io
imperial, as resolugd's approvando varia p"0-5es
e auterisndo o governo a mandar matricular no
1." anno da facaldale de medicina da rorte a Mi-
guel Z icarias de Aivareoiza e Mareos Cri-tm Fia-
ravanto Jnior e ouln s : e ero qual juar das fa-
caldades medicas ao esiodaote Julio Os ir de Cas-
tro Jess, e fazrr acto do 2. aono de med-cina da
Babia a Jos Gragalves t'o Pasv.Int-inda.
Outro da preNdeocla di Babia, nviaulo dios
exemplares do relalorio can qu- fui entrrgn a
administrago da mesma previne a no di* 21 di
junln ultimo.A archivar.
Oatio da presidencu da S. Pedro do Ri i Grande
do Su I, enviando ura exeraplar imprr---o da csl-
lecgo da leis promotgadas pela assemb l-g-la-
tlva da me^rr.-a provincia ni ses;ao ord nana do
anoo prximo Ando..V commi-so de assamblas
provnciaes.
Ura reqoerirpeDto do.Dr. Evari-to Nuoes Pires,
2." Cirargio-leoente do corpo de sade do exerei-
to, pedindr> una inlemoisagio ?ei ? prejuizos qoe
soffreu no naufraa o do v .p r fedro 11 em 22 de
junho da 1865.A' commissao de fazeeda.
L se, e approvado sera debate, o -;"guint? pa-
recer :
As coramissSS de con tituigo e jo-Miga cri-
minal, s quaes foi reraeitido o proees-o do conse-
lho de inve^tigaga a que se proced'u p*ra nuli-
ficar a falta de coraparecimento commeitid pelo
1." cirurgio do exercito Dr. Antooio Ja Mor-ira,
deputado pela provincia do Amazonas na passada
legislatura ;
< Attendeodo a quo a falta foi commettia aotes
1o eocerramenlo da legislatura Boda, da qoal esa
memoro o mesrao doutor, e qoj, ein con*eqneo-
c, ihe compele o privilegio poltico do artigo 47
1. da cjoslliulgo, conforma os precedentes ha-
vidos ;
c Attendendo qua por urna resoloco da assem-
bla geral foi aatorisada o governo a cooceder oito
mezes de licenga ao referida d ralor para tratar de
sua sade onde Ibe conv:esse, e que por decreto
o. 1,312 da 27 de junho de 1836 foi saocciosass
esta resolugo',
Attendendo que nem a resoiogo nem o de-
creto Qzeram depender a liceoga da jo'pe.) da
sade para que f. chamada, como confesa o te-
nente-coronel chefe da I.' seego da secretarla de
estado dos negocios da guerra ;
< Attendendo qae antes de soa part'di pa o
oorte do imperio reqoereu o Dr. Antonio J>? Mo-
reira que se flzesse effactivo o decreto meociooado,
e qu por isso, e nao sendo regalar o eharaimea-
to feilo antes de encerrada a sesso da assemb:a
geral, oo podia a saa ausencia ser qnal:fie:da
como desexgo;
c Parece s comroissoes qae o processo nao de-
ve continuar.
t Sala das commis.-des, 17 de agosto de 1867.
GaviSo Peixoto.Meira Vasconcellcs. -Famese.
Araajo Barros.Verisfimo de Mattos.Arisli-
des Lobo. >
L se, jolga-se objecto de deliberago, e vai a
imprimir para entrar em Da ordem dos trabamos,
o segaiote projecto :
c A assembla geral resolve :
a Artigo ooico. Fica o governo aotorisado a
maodar matricular no 5" aono jurdico ao esin-
dante Oclaviano Cotriro, qne esleve oa guerra do
Paraguay como eapilo de voluntarios; ravogadia
as resoiacSes em centrarlo.
t Sala das sessSes, 24 de gosto
Souto. i
O Sr. C. Ottoni iosidca e manda a mesa os se-
grales requarimema. io* a,cm d'do* Por pe-
dir a palavra o Sr. ministro da marraba :
Requeiro qoe se pega ao goveroo loformacAo
sobre o modo por qoe se remeltiam fundos para aa
depezas da esquadra no Rio da Prata antes de or-
ganisada a nova repartigo fiscal, declirando-se o
prego medio da oQga da ooro oas pa^agens de fon-
dos no aono flnanceiro de 1865 a 18OT.
V Requeiro que se reqnisitedo governo copia do
regolamento da presidencia do cooselbo, se qu
foi organizado e approvado na forma do decreto n.
5-23 de 20 de jolho de 1847. i
i Continuar u ka
"TYP. DO D1ABJO-RU DAS LRUZES R. 4%.
de 1867.-


/i





i
MUTILADO


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