Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:11379


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Full Text
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ANNO XLIII. NUMERO 222.
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SEXTA FURA 27 DE SETEMBRO DE 1867.
- IlHl A CkrirtU MJ IBES OXDE SE NAO PACA POTfc.
fvr.truMntaflMli^. I......... 6000
?r seis 4ii,n ffta.. ., ,t ... ... ... .-, ,, ,j -A J ," 4.24000
Jar Mam Mea., ., ., .. ., ., #1 ,-j A i #1 240000
CaJa auwra.aris. .J ....... ?....... .....K 320

AA OENVIM E FOBA DA PROVINCIA.
P.r tre ewa*uta4a... c. r. ,. ,. :. r. .. .
Por ais di tai lita. >..........................
Por ore ditos idea...........................
Por aia uii Mw.. :............
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617
i 300
2W280
27tf000
asiNUa-ai un ipimBMiiB'tD in> isiMiPttflTO idi man-Dia un jyramM m itxMa a mjIs S3i3 iPiiiDipanlaiiM.
PNCARREGAD08 DA SUBSGRIPCAO.
Parahyba, o Sr. Antonio Alexaudrino de Lima;
Natal,.o Sr. Antonio Marques da Silva ; Aracaty,
o Sr. A. de Lemos Braga; Cear, o Sr. Joa iiuim
os de "Miveira; Para, os Srs. Gerardo Antonio
Alvos & Filhos ; Amazonas, o Sr. Jeronymo da
Costa; Alagoas.o Sr. Franrino lavares da Costa;
Bahia, o Sr. Jos Martins Alves; Rio de Janeiro,
o Sr. Jos Ribeiro Gasparlnbo. |
partida dos tapetas.
Olinda, Cabo, Escala e estajees da via frrea at
Agoa Pr*ta, todos os das.
Igoarass e Goyanoa as segundas e sext&s felras.
Santo Aoio, Gravati, Bezerros, Bonito, Carnar,
Altiabo, Garantaos, Buique, S. Beato, Bora Cou-
selho, Agaas Bertas e Taearat, as terjas-reiras.
Pao d'Albo, Nazaretb, Limoeir, Brejo, Pesqaeira,
lagazeira, Plores, Villa Bella, Cabroo, Boa-Vis-
ta, Ouricary,Salgaeiro e Ex, Das qaarta* feiras
I Seroaaero, Rio Pormoso, Tamadar, Un, Bar-
reiros, Agua Preta e Pimenleiras, as quintas
eiras.
AUDIENCIAS DOS TRIBUNAES DA CAPITAL.
Tribunal do eommereio: segundas quintas
Relago : tercas e sanados s t J hars.
Paieoda: qoiotas s 10 horas.
Julzo do eommereio l segundas as II horas.
Dito de orpnos: tateju e sextas s 10 horas.
Primeira vara do ivel: tercas e sextas ao meio
dia.
Segunda vara do cival : quartas e aanbadei a
DAS DA SEMANA.
1 acra da urde.
EPHEMERIDES DO ME2 DE SETEMBRO
5 Quarto creac. as 8 h. e 39 m. da t.
13 La ebeia as 9 b. e 41 m. da t.
31 Quarto mng."aos 17 as. da m.
17 La nova as 8 b. e 50 m. d t.
23 Segunda. S. Lino p. m., S. Tecla v. m.
24 Terca. S. Tyrso m., S. G-raldo b. ro.
2.) Quarta. S. Justin.< v. m., S. Senador m.
2b Quinta. S. Cleofas, S. Kirmino b.
27 Sexta. Ss. Cosme e Damlo irs. mm.
28 Sabbado. S. Wenceslao duque monee.
J29 Domingo. S. Miguel Arehanjo, S. Plcito.
PREAMAR DE HOJB.
Primeira as 1 horas e 18 m. da tarda.
Segunda as 1 horas a 42 mnalos da manhaa.
PARTIDA DOS VAPORES COsTEIROS.
Para o snl at Alagoas a 14 e SO; gara o non*
at a Granja a 15 e 30 de cada mes; para Fae-
nando nos das 14 dos meses Janeiro, marco, i
julho, setembro e novembro.
PARTE OFFIGIaL
A energa e patriotismo coro qae foram gas do Brasil, representadas na solemnidade No fecho des te prtico flrmava-se 'cotn, eA sumptoosidade com que a companhia, bsao do fogo de artificio, armado no largo de P-
pelos seus respectivos cnsules. Esta sau- escudos brasileiros as armas on sgnete da do Amazonas se apresenton oestes festejos,: lac0; "'* a ebuva, que sobrevol inesperada-
dafao foi retribuida aa Brasil e ao seu go- companhia, represeotado por urna indi de porque passamos* que ainda se nao podem ft0},8."8.1* v2lu d**.? b8ras lrnslrnoa em Darta
essas palavras bradadas e correspondidas do
alto do Ypiranga no anno de 1822, em um
dia como este, retumbando em todos os c )-
races brasileiros, constituido una s von-
CO..iU\l)0 DAS ARIAS.
artelgeneral do eammu.de das J-, tade -Brasil Imperio,
nambneo, na etdi.e d) Itecife, 2j de tem- rt_ _tJ
lira de 1867.
ORDEM DO DIA N. 382.
Qml orpbo que attinge a sua idade, o
Brasil nio podia retardar mais a sua eman-
cipaco politiza, pois que. dispunhi de to-
O brigadeiro commandante das armasfaz d-sosel-emeDtoV a ^ g. s af.se E
publ.oo para sctenc.a da guarni e devido|de ffiaS) de factoFDdeJMdent3 eslava, des-
l ??:ffa. o. governo imperialI bouve po;;| J& ^^^s^Z
do Prezidio de Fernando de Noronha o Sr.
tenente do corpo do Estado-maior de 2* clas-
ses Clemente Francilio Tavares.
2.0 Que por aviso de 14 foram nomeados,
para commandante do mesmo prezidio o Sr.
coronel da guarda uacional Francisco Joa
quira Pereira Lobo; para director da colo-
nia militar de Pime iteiras o Sr. tenenle-co-
toql'I reformado SubastiSo Antonio do Reg
Barros; e para fiscalizar o deposito d js re
crutas aesta provincia o Sr. capito refor-
mado Trajang Alipi de Carvalho Mendonca.
3/ Que por portara de 4 o mesmo gover-
no concedeu licenca para rezdir nesta pro-
vincia ao Sr. capito reformado do exercilo
Leopoldo Borges Galvo Ucba.
4. Que por aviso de i5, ludo desle mez
foi poslo a disposico da presidencia o Sr.
capitSo de voluntarios da patTia Antonio Gra-
ciodo de Gusmo Lobo.
5. Que os Srs. coronel Lobo, capito Gra-
cindo, e lenle Fraocilio Tavares se apre-
sentaram no quartel general, vindos da corte
no vapor Tocanlins, no dia 23 do corrente.
6 Finalmente que os despachos que G-
c:itn cima mencionados foram communica-
4 )s pela presidencia em ofcios datados de
24 e 25 do corrento. '*
f Assignado ) Joaquim Jos Gonplves
Fonles.
Est conforme. Emiliano Ernesto de
Mello Tmborim, lente ajudante de ordens
encarregado do detalha.
DIABIO DE PERNANBUCO
te americano. Sujeita-lo dessadataemdian-
le s condigoesde colonia era um impossi-
vei. Aguarda va apenas nm principe digno
de si, a quem offertasse o thron). D. Pe-
dro annuindo aos desejos de um povo to
nobre, magnnimamente proclama a sua in-
dependencia.
E como foi operada! ? *.
< Quem l, Exm. Sr a historia deste im-
perio, se bra>ileiro orgulha-se de o ser; e
se n5o o congratula-se rom elle. A inde-
pendencia de urna ao como a do Brasil,
que se nao noda com sangue, e que tem
todas as suas bases firmadas nos mais soli-
dos principios de humanidade e civilisagSj,
engrandece a memoria dos que a real sarao,
tiando vida e valor aos seus fi.hos
Depois de fazer conhecer meiropole
que j era e seria sempre livre, abre-lhe o
seu corado, esleade-lbe mSo fraternal e ami-
ga, offertando-lhe a sua hospilaTfdade, per-
mittind j-Ihe a livre pratica nos seus ihesou-
ros naturaes. Fez mais: se liaviam resen-
timentos, mostrou com ti civilisag3o que os
igonorava, dando aos da metrooole que im-
passiveis assistiram os acontecimentos de
1822, iguaes direitos polticos no seu pacto
fundamental.
Aquelles que duvidaram ainda de que o
verno por iTde m membro do'corp'o con- flexa e arco descancando sobre a cornpeopia dizer coBdoidraT 6'e crer "nSo estoja Vais s 3 setneldsnle espectculo, e da mw
sular presente.
De S. Exc, ao exercito alliado e aos sobre o rio mar, fendido por um vapor,
seus distinctos chefes, pela lealdade e patrio-', O corredor que reparte as divises do
-1 ma forma a orJem, porque deviam arder as diffe-'
aa^aounaancia, tendo a seus pes um jacar bem desenbada, mas a mesquinhez do tempo rentes pegas, qu compunham aqneiie artefacto py-
offerece desculpa ao nosso desojo.
Apeztr do ponco tempo que reston do acto de
roiecbntco. No enlamo anda algoma cousa se
poaJe aproreitar, e goiar, especialmente a magni-
tismo com que se hSo'havido a "bem de urna ;primeiro _trapiche eslava adornado de bam- 3jft SLTStt^SMSKiSft: &"!SBfir.KS..S K'eVaa fi*
causa de commum liberdade e civilisac5o. j binellas, e urna estrella a gaz
Do Sr. cooego Siqueira. -Ao governo,1 O espaco entre o primeiro e segundo
que -efereadou o decreto de 7 de des9mbro trapiche tambem gradeado, coolioba no cen-
de 1866. tro dous riquissimos candelabros em colum-
Dj Sr. capitSo de fragata Costa Azevedo as. Entre o gradea ment havia pilastras
gestade o Imperador, a cuja appari$o soltaram-se
ao mesmo lempo 2,400 foUelea mulitcolores em
forma de ebuva, que extasiou completamente o en-
Ibusiasmo, e admira^ao do publico immenso, que
cobna o largo apetar da ebuva, que anda incom-
modava mais ou meos os espectadores.
Pela descripcao desle fogo, que cnston cinco
tura do Amazonas, exiga a iustica que a mastros onde flucluavam bandeiras de di-" armas ou7sVe~da"commu7oMroalo"com'o cootos de ris, esumpada das antes no Jornal da
sau lacio, por o grande acaiecment, versas nacoes e trophos de bandeiras na- ^^^^-^^i* ^Tk^V^nTSZ^tlS^
fosse de preferencia dirigid* a outros, que, conaes de permeio, en cada om dos quaes Na ciBII,ta timpiesmente liase Praei do'do possive ser levado a effaito, coao.estava pro-
no governo do povo pelo povo, tem prova- em fila branca eslava desenhalo fina tinta | eommereio. o sinte da eomoissao symboiisan
misso da Prag do Conmercio para os fdstejos ao
da, mesmo assim apreseotou-se brilbanle.
Em a edificio em que fancciom ergueu um
grande prtico em transparente. Seus dsticos e
emblemas eram simples, poro bastante significa-1
II'OS. |
Sobre a cpula elevava-se um mastro a oo le .
que se havia saudado o g .verno pelaaber- ao aistancia em dtsiaucia, erguendo-sedellas Ouctiavaa banJeira br^iieira, que sobrepuinva
do qoe todas as medidas de administrarlo o nome dos principaes rios do Para e Ama-
como esta, s5o effeitos de ideas sazonadas zonas, sendo: Anajaz, Mojo', Acara,Guama,
pela discussSs popular, as quaes muitos ca- Guajar, Ig, Pacajaz, Juru, Julahy, Jarary,
valueiros se haviam empenhado em fazer Anap e Te (T.
fructificar. A gratido exiga, que ossem; Igual gosto e forma descrevia a arcada
elles nomeados, mas pranlo ha ver injustica | que d ingresso ao seguado trapiche, me-
no esquecimento de alguns nomes, melbor (nos o letreiro. Este trapiebe transformou-
fra nao declina-los e.qae fossem saudados^e em urna bellsima gall ra.
em geral; desde que, porm, se saudoa o No centro estavam collocados nove ar-
governo, especificando-se assim 03 membros eos com finissimos cortinados, tendo no seu
do o quebramento da* priiSes a livre navega^o
do Amatonas de nm grande a'cance.
Relevos de gosto em divers)s quadros guarne-
ciam o prtico todo Iluminad > a gaz.
jactado.
< Como ja' Ihe dUse na mlnha antecedente, cal-
culo em oitocenlos cootos de ris quaoto se tem
gasti em ludo, e por tudo, nesta apparatosa festa,
[ para a qaal, se dina, qoe concorrenam embarca-
Bandeiras de todas as nacoas osteatavam a ^" ** 9uerra estrangeirat, negociantes das pru-
' "em diversos ponto* do porlico e ao correr da ra fai de MaranhSo, Pernambuco etc., conde iEu,
do gabinete, ora justo qie entre tantos no-
fecho arcal um escudo. Em frente deste
Dfjspoftos do norte do imperio chegou
honiem o vapor Cruzeiro d? Sui, trazendo
jornaes do Amazonas at 9, do Para at7do
Maranho at 20. do Cear at i, do Rio
rente.
Amazonas.
- Voltara de sua visita Tabatinga o
Exm. presidente da provincia, bastante in-
commoda Jo em sua sade.
A capital deu cometo aos seus festejos
pela inaugurado do rio Amazonas, no dia 5
No da 7 s 8 horas da manha ben-
zeu-se a columna commemorativa da aber-
tur'd) Amazonas; s 10 cantou-se o Te-
Dcum laudarus, e s 3 1[2 da larde teve lu-
gar a ceremonia do assentamento da l.*pe-
dra do monumento, que o Sr. Britto Amo-
rim deseja fazer erigir naqnella cidade para
perpetuar e memoria de tao grato e momen-
oso acontocimento.
No dia 8 bouve urna grande regata e
no dia 9 um baile, com que terminaram os
festejos, aue ni capital do.Amizonas ir juxe
o povo cheio de satifaflo e contentamento;
afiaocando testemuoha> oculares, que os ba-
Litantes Jaquel I a cidade, naaedidadas suas
orcas, foram alm do que se esperava para
solemaisar os festejos desse da duplamente
memoravel, sendo que ali nunca bouve urna
festa t3o entousiasca e estrondosa.
Para'.
-r Pela presidencia da provincia, foi mar-
cado o dia 24 de novembro prximo para a
eleico de deputados provinciaes, para a 16
legislatura.
Ainda pela mesmi foi mandado o Sr.
4, tenente Rufino Luiz Tavares, comman-
dante do hiato de guerra Cayr, levantara
carta byd ogfaphica di zona compreheodi-
nraca de Macap e os parallelos dos cabos-
Ai orto eMagoary, e'da indicaco dos pomos
mais convenientes collocacjo de phares,
pharoletes, boias e estafes de praticos.
Aalfandega renieu de 2 a 16 do cor-
rento 89:147^675.
No dia 3 cahira no IgarapAss,
districio de Mirpitanga, pelas 6 horas da
tarde, desaboa urna grande tempestade com
grande chuva, saraiva, a que vulgarmente
cbamam-ebuva de pedras. .
O pnico terrou os habitantes daquelles
arredores, que julgavam por tal fado, che-
gido o fim do mundo. Depiis de alguns
minutos, tinha deixado de cahir saraiva, con-
liunaado achover abulantemente.
qual dava lugar aquella reunido ; sendo es-
ses nomes os dos Srs Srs. Tavares Bastos e
Franco de Almeid.
t O banquete foi encerrado pelo Sr. pre-
sidente da provincia com o brinde de honra
a S. M. o Imperador, o qual sendo applau-
dido cim entbusiasticos e estrondosos vivas,
foi saudado por urna salva de 21 tiros.
S5o estes os brindes de que tivemos
nota, tas sabemos que todos estiveram na
atiura do assumpto.
Brasil tivesse ebegado idade de bem se di-j Pelas salvas ao 1. e ao ultimo, os de
rigir, em breve se convenceram do contrario. mais vasos da esquadrilha comprehenderam
Urna menondaJ inesperada colloca-o em i que eram do mais alto respeito e assim nao
regencia; no entretanto, esto acontecimen- foi de admiiar a explosSo de alegra que
to, quasi ao nascer do imperio, nao Ihe' por essas occasioes se ubservou em todos,
quebra a sua integri lade, nSo lbe afitecta o Desejariaraos n3o obstante registrar om
principio de governo to sabiamente escolla- por um os brindes que se fizeram, mas para
do. Cada um brastleiro foi urna seotinetla isto era necessario que em cada um dos va-
aos direitos do menino orphSo destinado a pares uvessem s pessoas qae se incumbis-
velar mais la-de sobre o bem estar dos sens ^ sm de nos transmittir tu lo; sabemos, po-
subditos. 1 rm, que em todos os vasos da esquadrilha
Rendamos grapas Deus sempre e sem- reinou sempre o m ior prazer entre os na-
pre por ter dado ao Brasil homens to pa- cionaes e estrangeiros, qoe todos atlingiram
triotas, sabios e pradentes, qae bem soube- a alta poltica que urna nova era tem de abrir
ram comprehender o espirito popular com
mes se saudasse os dois, que mais concorre- no primeiro exisliam as armas desta capital,
ram para que o governo promulgasse o de-, que se assignalam por um esquartelado em
creto de 7 de desembro do anno passado, o fundo azui e branco ; em o primeiro quar-
teio via-se o sol aos scente, no segundo
dous bracos snspen lendo cestas de flores, oo
relajo aos principios de integridide e mo
narchia, levando o imperio pela estrada aa
prosperida le, at entrega-lo s mos do mo-
narcha, que hoje com amor paternal recom-
pensa com beneficios espantosos o seu pov,
misturndose com elle quaodo assim o exi-
gem a bumanidade e os'bros e dignidade da
patria. D. Pdjd.ro 2.* o primeiro "subdito
da lei do seu pz para observa-la, o primei-
ro cidddopafa te'fend-lo. o que maisapres-
sadamente as pestes e fome eslenie suas
consolafoes e Sua bolsa aos enfermos e pobres.
Recordar, pois, um dia tao glorioso de
onde enanam todas estas felicidades que go-
samos e que repartimos com nossos hospe-
des, um dever sagrado, to sagrado como
o respeito do bom (libo para com o pai.
Nao ha anno em que a sua recordarlo
mais ou menos alo ventia marcar urna nova
era de fe icidales, o que continuar, visto
como os brasileiros nSo cessam as vias do
progresso moral 6'material, O fado que hoje
ao Brasil.
a Passarei agora a dar-lhe noticia cir-
cumstanciada da illuminaSo, que ostentou
esta capital as memoraveis noutes de 7,
8, o 9 ; e para esse fim aprovetarei a des-
cripeo, que semeihante respeito vem.pu-,
blicada no Diario do Grao Para ;
t Inquestionavelmente Conpanhia de
Navegando e Commercio do Amazonas cou-
be as honras, da festa, e tanto mais quando
concluio os seus prepares de regosijo em
22 dias, em muitos dos quaes trabalbou-se
quasi at ao amanhecer.
Para lugar dos seus festejos escolheu
a sua enorme ponte e trapiches. Feito
ludo com duas faces ; a vista do espectador,
quer observasse esse lugar do mar, q er da
Ierra encanlava-se.
Tomaremos a parlida desta nossa des-
cripcjQ do lado da t rra. Nao ser to fiel
como a copia que nos deixa a pbotographia,
porm procuraremos a approximacjro da
realidade; nao com palavras poticas, mas
coube lembranca do" grande dia que vio o com a verdade simples, deixando aos leito-
seusolnoalt) do Ypiranga, um do3 que res o avaliar pelo raciocinio o que se pode
conceder a urna companhia que bem co-
nbecida no impenio por sua riqueza, a urna
companhia que nao olhou a dinheiro, que
imaginou smente para por em execuco, o
que podesse baver de mais encantador *o
espectador, o qae podesse relativamente ser
to grande como o dia duplamente faustoso
que se solemnisava.
c Seu gerente o Sr. commendador Pi-
mostramao mundo a nossa grande civilisa-
?io e hospitalidade, a nossa certeza de for?a
aos direitos de povo livra e indepentente.
t Nunca receiamos dos amigos; a porta
da nossa casa abre-se francamente para
elles :'bem vindos sejam sempre, que mais
nm motivo tero para nos apreciar.
Este procedimento de alta poltica, per-
lente a todo brasileiro; e, porlanto, n5o
podia passar desapercebido companhia de
navegaclo a vapor do Maranho.
Essa companhia, Exm. senhor, por in-
termedio da sua directora, presta ao acto
que ora se solemoisa o seu preito e homena-
gem, enviando o vaporOdorico Mendes a
menta Bueno hrilhou magnficamente as
demonstracoes de regosijo, que preparou
para a solemnidade da abertura do Ama-
zonas.
Antes de entrarmos na resenta do que
vimos, cumpre dar aos leitores noticia das
terceiro um castello e no quarto urna cam-
pint creadora.
O fecbo dos ostros arcos tinha o nome
dos pontos limites das liabas de navegagao
dos vapores da companhiaManos, Taba-
tinga, Camela, Chaves, Soore, Arary, Obi-
dos e Futuro. Esta ultima palavra talvez
enigmtica para muitos, para n tornou-
se bem clava, na tradcelo que Ihe demos
vistas da companhia ao estendimento das
suas linhas.
As columnas destes nove arcos impri-
man! no centro das mesmas escudos na :io-
naes, lendo-se em cada um dos pontos da
escala dos vapores da companhia Breves,
Gurupa, Porto de Mo/., Prainha, Monte-
Alegre, Sanlarem, Obidos, 'Villa-Bella,
Serpa,^Mnjos, Godajaz, (Joary, Tocantins,
Tef. S. Paulo de Oiivenca, Fonte-Boa,
Muaojry Abaet, Curralinbo e Boa-Vista.
tr-Na margem direita desta galera ao
centro avultava um bonito c >reto para a
msica e esquerda ora tropho prevdsnte
*y bombas, baldes, escadas, machados e
iraais alencilios proprios a dominar um in-
cendio. Deste lado na exiremidade occulla
por cortinas havia um locomovel de forca de
6 cavallos a fazer funecionar o repuso.
tOTda ponte foi transformado em um
alegre e be'lissimo jardim, que se ergua de
fina areia branca, canteiros e jarros, das
mais mimosas llores naiu aes, figuras, co-
lumnas com ricos candelabros, e tintos ou-
tros apropriados objectos prendiam ao jar-
dim a attenco do visitante.
Um ebafariz ah se levanta va, enllocado
bjm no centro, guirnecido de figuras e va-
sos, conteni um tanjue octageaal, cujo'
apothema era de 23 palrn >s de cumpri nen-
io: as figuras symbolisavam as 4 partes do
mundo. Via-se urna baci i concntrica com
tanque, amparada por quatro figuras exce-
dida de urna columna so'^ra a qual se rao-
viam dous pequeos vapores, os primeiros
da companhia, adamados com as baadeiras
alliadas, os qtnes gyrtvam circularmente
p ir um movimento de turbioa, que lhes era
commuuicado pelo locomovel de que j tra-
tamos.
' tO derredor do jardim to ricamente pre-
parado era aiodi circulado de bandeira de
todas as nacS.-s; e, entre estas, de duas em
duas estavam esculos oacioaaes, nos quaes
se patenteavam os nomes dos diversos rios
affljentes e confluintes do Amazonas, a sa-
ber: Tocantins, Xing, Tapajoz, Arin)s,
Urarij, Maus, Abacaxy, Canum, Madeira,
AripuanS, Antaz, Purs, Coary, Jary, Par,
Trombetas, Nliamund, Uatam5, Rio Ndgro,
Cavabary, Padaury, Apapuris, Ro Branco,
Em frente havia nm crelo : f""5f* lmPenat> e ">ao sei Qm de comas nloguem ca appareceu, e foram
apenas os Paraenses, que festejaram solemnemente
o ideal, a fie gao da abertura do seu Amazonas,
por via de que tanta bulba se lem feito destes ul-
limos asnos la' pelos paizes estrangeiros, parti-
cularmente no- Estados-Unidos- do norte, e na
Franca I I
Offereco-lhe em contlnna^o s poesa, ja' re-
os lados lateraes.
para msica.
< O Sr. Saraiva, primeiro secretario da commis-
sao a' testa dos trabaibos, exforcou-se para que em
um aconlecimenlo de taot > alcance a' navegaQ.ao e
eommereio, nao dniasse de se apreseotar digoa -
mente a cimmisso da prag no regosijo da uigio.
Merece tambem especial meoQo o procedi-
mento da Sociedade portugueza bentficente.
i O seu palacete uluminou-se a gat com gosto.
Entre as coras brasileira e portugueza, em
bellos quadros, liara se estas estancias :
A' direila.
Vmde, o' naedes martimas do mando
C irtar as ondas do amazonio rio I
Vmde ver no solo mais fecundo
Natura desafiar da industria o bro.
A' esquerda

Se um futuro de glorias porten! >sas.
Te assgnala, Brasil, este almo da,
Acolhe a par d.s ditas que ora gosas,
Dj luzo povo fraterna sympitbia.
t Com as iniciaes com que se conbece a socie-
dade inac'ini-a Firmeza t Humanidade e com os
sigaes symbolicos da ordem, apresenlou ao publi-
co urna respeitj-a illuminago a gaz, em seu edifi-
cio da ra do Ajougoe.
< A expensas da cmara municipal, ou antes da
provincia, por lerem passado dos cofres desta para
os daquella vi ote contos de r'S, procdeu-se no
largo de palacio, a urna llorainacio e outros fes-
tejos.
< A illomioacao coiipuoba-se de arcos e estrel-
las nos ngulos e outros q ie se estendiam pelos
tnlhos que ara dar ao grande pavllho levantado
no centro do largo.
0> nomes Gr> Para, Amazonas, Rio Ne
mellidas, estas oulras, que aqu foram publicadas ;
e bem sera', que ellas abl vejtm a Im do dii.
< Remelto-lhe copia da oraeflo, que na cathe- '
dral proferto oo dia 7 por occasio do Te Deun; o
Revm. Sr. conego Luiz Barroso de Bastos, urna das
nossas glorias ecclesiasticas, e verdadeira illustra-
qo luterana. E' digna de recommendagao esta
pratica pelo seu merecimento e assumpto.
Ninguem al boje se tem exlasiado em con-
templado, ou admiragao, pela encantadora illumi-
n glo da fortaleza da Barra as noites de 7, 8 e 9,
porque talvez ninguem a visse, como en a vi. '
Direi, pois, alguma cousa sobre ella. Esta forta-
leza, que Oca no meio das aguas do no Para, a
ar. legua da capital, em cima de nm ilhote pe-
dregoso, de forma circular, ollerecia o magnifico
panorama de nma grossa fogueira, fixa no meio
das aguas correales do rio -, tantas eram as tozes
de lanieroas espalbalas com semetria pelos para-
peitos, cormas, e mais obras exteriores da forttfi-
cago I I Ao verse de longe, dirse-hia, que era
Phaibo em seu carro de fogo, rompeodo 'as donra-
das portas da aurora ; eu as Satadet do A nazoaas
em suas luminosas e resplandentes cendras, qne
vinbam presidir a' festival ovaco consagrada as
suas aguas I 1
i Na cidade d; Gameta' passaram se as fastas
eom bastante alegra, e entbusiasmo em as noites
de 6, 7 e 8. Bandas de msica percorreram as
ras, que estiveram iliumioadas com gosto, e pro-
fazan. No Litoral via-se grnde porcAo de tiandei
ras, particularmente no Porto Real. As 7 bouve
Te-Deum na matriz, e a noite baile em nma casa
f Do interior do Amazonas nada por ora posso
referir minuciosamente Pr 1ae anda nada se sa-
be ; fallo-hei porm na seguinle correspondencia.
t Por esta vez rematarei a presente missiva,
dando-lbe oikia do baile da noiie de ti. dado nos
gro, Madeira e Tocantins liam-se em grandes letras primorosamente ornada no lugo das Mercs, e de-
di fogo pelas qoatro faces do largo. PIS dl melanoile urna lama ceia, durante a qual
t Aos lados do grande pavilbo central haviam se nzeram muilos brindes, sendo o mais eloquente,
dous outros pequeos, destiuados a's bandas da i e correspondido, o que propoz o jui* municipal-Dr.
da msica, sendo tidoa tre* da mesma forma ; Euas Torreo. Muitasgrozas de roguetease qoei-
symetncos entre si e symetricamentd coliocalos '
no largo.
O pavilbaocentril, que era destnalo ao das-
caugo das familia?, tinha dimensfi spira recebar
mil e duieoias pessoas, estando completamente
ebeio e de forma e um oct >gn> regular; tendo a
cobsrtura de forma cnica e sustentada por de-! saldes do cassmo Paraense era honra a Iniepen-
zeseis columnas- prismticas de qaatro faces, ter- j dencta do Brasil pela ofBci lidade dos dous bate-
minadas na parle superior por simples e elegaotes i Ih^es provisorios de arlllheria e Infamara, e corpo
c.plt.s: a cobertura era oroala ou guarnecida! de polica provincial. Foi mui concorndu de se-
de urna platlbanda que, guardad i as proporges nhores e cavalheiros; reinou muita ordem e satis-
devidas, decorava modesta e elegantemeot j a par-' fa?ao; hoove grande prafuzao de doces, e refres-
le.superior do paviihao. eos ; e o feslira acabou quasi s 4 horas aa madru-
t'P peso da cobeitira era sustentado por urna gada. Uma guarda de boara eslava pstala por-
coluana central qus coa > as outras.-nao ata ri-'. a do edicio. A concurrencia nio foi tao anima-
gorosamenie suieiia a' ordem alguma de arebitec- i da como no baile de palacio, posso porem assegu-
tura. Nem isso censralo pelos hom-ns babili-1 rar-lhe, que foi um dos excelleotes bailes, qae t-or
concorrer para o brilhanLsmo desla grande[dimenses.da pontee trapiches.
Do uma a oulra extremidade,
festividade martima e condcelo para assis-
tirem a ell3, dos maranbenses aqu residen-
tes, commissionaado-nos ao mesmo tempo
para em seu nome felicitar a V. Exc. pela
gloria que coube a V. Exc. de por em exe-
cuc8o o decreto n. 3749, que d marinha
mercante das nacoes amigas livre entrada no
rio mar e nos serjs afflaentes Tocantins, Ta-
pajs. Madeira o Rio Negro.
Aceitai, Exm. senhor, as suas congra-
tulares, que com quanto mal transmitlidas
Nosso Ilustrado correspondente nos ] P^* fraqueza intelleaual do orgo desta com-
envia a seguinte 3 a missiva sobre os festejos misso, sao puras e sinceras.
da abertura do rio Amazonas. Um jantar de 300 talbres foi of-
t Na minba ultima missiva nao fiz meocjfo' torlado a bordo da Nitherohy por S. Exc. o
da allocuf'i, que o cida 15o Jorge SobrinhoJ ^r presidente da provincia, e por isso pas-
como ofgo da commisso represjntanie da' saram-se para este navio todos os qae se
companhia de tavegaco a vapor do Mar-' achavam a bordo di Paraense.
naao,-lea a bordo da corveta Paraense em. Nesta occaso expedio o nivio chefo
presenca doExm.Sr. presidente da provin-, escalares com convites da parto de S. Exc.
ca po acto da inaugurado da abertura do: aos comman lantes dos vapores e de mais
Amaiooas, porque nao nae foi possivel ob-.Pessoas, oque foi agradecido,
tela ento ; agora porm que ja foi publica-, < Entre os 18 brindes, qae tanto fo:am
da, ahi Ih'a envi. He do Iber seguinte:' os que se fizeram a bordo Ja Nitherohy,
Exm. Sr. conselbeiro de guerra, vi-!merecem especial menco os seguntes:
ca-almirante e presidente da provincia. Do Sr. presidente da provinciaAo
t Iadepandeacia oo morte foiam palavras memoravel di 7 de setembro, e abertara
divinas que ensinaram a um povo nobre e do grande rio Amazonas e seus afflaentes,
corajoso o caminho da liberdade, a dar-lhe brinde esto que foi saudado com repetidos
no mappa das nacoes callas um lugar muiloj vivas por uma salva de 21 tiros
dinincto. 1 t Do Sr. Dr. Freitas. -A's aacSes ami-
cue uma a outra extremiaaae, isl ,
da ra ao mar, tem a ponte OSO palmos de
comprimento sobre 10J de largura. Da ra
entrada do primeiro trapiche 110 palmos :
primeiro-trapiche 80 palmos : espaco deste
entrada do segundo 130 ; segundo tra-
piche 230, com urna frente de 30 at o bra-
co ou T da ponte como 60 de cumprimento
e 200 de largura.
c Tolo este espaco continua a gaz ama
infinidade de lozes em estrellas, e candela-
bros, etc.
A ra de Belm. que passa em frente
foi preparada com fina e alva arela e em-
banderada amas 25 bragas de lado a lado,
c O espaco da ponte, da ra a entrada
do primeiro trapiebe, estava circu'a lo por
ama gradara, da qaal levanlavam-se oito
mastros sobre columnas. Nestas firmavam-
se escudos de metal, em cada om dos quaes
lia-se o nome de um dos vapores da com-
panhia, com o seu respectivo signal no
mastro. Os esca los com os nomes dos va-
pores Icamiiba, Inca, Soure e Obidos
cavam direita e esquerda os de Belm,
Mtnoh, Tapajs e Krary.
Em grandes loiras de illuminaclo, to-
mando toda a largura deste espaco, lia-se
em frente ao prtico que d iagrejso ao pri-
meiro trapiebe oseguinie. letreiroViva o
Imperador.
Uaups, Japur.
tAim do jardim, com duas iguaes faces
para o mar trra, levantava-se um mages-
tos > porlico da 86 palmos de altura sobre 65
de largura, da ordem composita, sobrepuja-
do po um grupo de estatuas allegoricas do
commercio, navegagao e industria.
tEste prtico dividia-se em tres arcos, um
no centro com 46 palmos de altura, e dous
pequeos lateraes com 25,
llluminava-o cerca de 6oo globos de vi-
dros gaz e tres ricos candelabros
cPor cima da Ia cimalha do arco principal
da parte do mar lia-se em letras de alto relevo
sete de SETEMBBO de 1867, tendo as ex-
tremidades do dstico ama cora de caf e fu-
mo com a letraA, symbolisando o Ama-
zonas ; do lado de trra se via o mesmo re-
levo e dstico, porm com a era de 1822, que
marca a nossa independencia e as coras
das exlremidaies da letraYrecordando
o Ypiranga.
No fecbo do grande arco dousdragoes
suslentavam uma grinalda de fumo e caf
sobrepujada c- centro as iniciaespedro h.
Alm da altura dos 83 palmos, um mas-
tro com 5o tazia apparecer tremulando sobre
toda a cidade o auhi-verde pendo.
\s cimalhas dos aros pequeos estavam
gu?rnec4das com 6 trophos e 4 estandartes
brasileiros, Dentro do aroft principal em
letras douradas lia-se. o nome Amazonas
entre um e on;.;o fophos e lustres de
cbristal.
tados da sciencia : todos foram uaaoimes em di-
zer que sua< ordens s devem ser empreadas
em obras raooumentaes, e duradouras. As colum-
nas, todaj, gaardavam no entanti as propones
mprescinivels entre a sai altara e largura; de-
pois, de accordo cora isto, domioou som-nte e tao
somante a prtantisia e"once, qo archieciural qie
nj subordinada a' lei alguna i.
< A base d) capitel da colamoa central, que foi
executadi pelo hab l escu'tor Verdio', era alto re-
levo, era clrcumdada por urna orla asul celeste,
sobre a qutl scialillavara vinte e aun estrellas
de on"o, symbolisandograciosamente as viole e
ama provincias do implno.
O iogresso do pivilho central era dado por
qoatro escadas, que se acbavam situadas na di-
recfo das roas que cortara o largo m sentido de
suas diagooaes. Estes pavilbdes costaram por
empreitada doze contos de r s.
A lllumina) a gaz em todo o largo offerecia
nma bella e encantadora vista. pavilfco central
estava decorado com bambinellas, e guarnecido
de cadeiras para as firailias, que all quize>sam
descanjir. Ardiam dentro do sea espago oitenta
bleos de gaz em migoilic js candelabros.
O palacio do governo e estabelecimeutos p-
blicos suslentavam mais ou menos nma illnmlna-
gao superior a' que e de^costum; por occasio de
solemnidades nacionaes.
t Em algumas casas particulares a Ilumina-
aqu se tem dado nestes ltimos tempos.
HABA^HAO.
Fdra acolhida pelos jornaes Pubhcador e Paiz
a idea do eraprestimo nacional, lenlo sido subs-
criptos no 1 dia 838O0O no escrlptorio daquelle
jornal.
A allandega renden do 1. a 19 do crreme
M:8U5|M0.
Lemos no Pciiz :
c De nma carta de nm lavrador do liapecui
cooiaram o trecho abano e pedem-nos que c pu-
bliquemos para conhecimento ao governo :
Somos diariamente visitados por malocas de
indios mis que nem nma palavra de portuguez sa-
be m, e duem que sao dos mais cirilisados.
t Nessas visitas vo os lavradores fleaodo sem
farinba, arroz, plvora, chumbo, e outros poderao
al flear sem vida.
Convem qae o governo tenha nesta villa bons
destacamentos entregues a offlelaes e soldados
qoe sejam de carne e osso e nio de papeleo, como
os que aqu temos, qae s servem para receber o
sollo-
CEAR.
Tendo pedido sna exonerado de chefe de po-
lica interino o Dr. Salusliano Orlando, tm Harnea-
do para u substituir o Dr. Joaquim Jorge dos San-
tos.
Fdra nomeado director geral interino da Ins-
trueco publica o Dr. Pedro Pereira da Silva Cut-
ge subi tambem an costumi em taes dia, e maraes.
entre estas a do sr. Saraiva 4 C. a quil, como Lemos no Cearense /..
alguraas da ra Nm do Imperador, estava em- No Ipnjuca cnegou ante-bontem (J0J o h.tm.
bandeirada. e apresentava um qolro allegorieo 'eRvm. Sr. D. Luiz Antonio dos
do commercio, entre as bandeiras brasileira. por- '
d'esia dlocese, de volta de sua viagem a Roma,
onie fora assistir a fasta do cttenano de S. Pedro
e a canonlsago dos martyres da Corea.
S. Exc. Rvm. foi recebido no trapiche por nm
lugueza e italiana.
t As casas dos coasnles e.-uveram todas emban-
deradas e bem illnminadas.
c u Exm.
da provincia
umsumptucsou0tuuCurr,uU Vu, ., UDw ilo-rJdadegi0-corpo comtnerc,e,osseiBiBarisias
P8880"8, etc., etc., ao aproximar se de terfa a balieira que
t Antes de come?ar o baile, a orchestra exeen- condnzia o diocesano, as girndolas troaram os
ton o bymno aoalogo a' abertura do Amazonas, i ares; a fortaleza salvon e a guarda de honra que
composto pelo iosigae maestro, Sr. Garj\ e dedi- se acbava postada na praia, fez a S. Exc. Rvm. as
cado ao Exm. Sr. presidente da provincia
t A profusio fcl enorme, enorme anda para o
qnadroplo desse numero, se hi se apresentasse.
c O palacio, desde a sna escadaria at os sa-
ines, estava decorado e illomrnado com perfeicao.
t A. sala do docel achava-se aberta e com a mais
brilhinte Illuminaclo. vendo-se sobre o riqoissimo
tbrono as angostas efflgias de SS. MM. II.
c Nos dous grandes sal5es achavam se tambem
as erJUies das augustas princezas e dos principes
seos esposos.
t A distincta offleialidde de msrloba compnona
a commisso da recepto das familias, ao harmo-
nloso som de msicas imrciaes, a' entrda de ca-
da nma.
t A jlqoeza dos tiletes fn granle.
Na^a bouve a desejar; o contentamemo foi
geral, e ainda mais com a fina nrbauldade com
que S. Exc. e sna Kxraa. senhor haviam-se para
com todos. ,...
i Este baile foi o mais esplendido, e somptooso
de quatos tem havido neMa capital.
A co? 4 9 0(1 a dMai P,r* *'"''
continencias devidas a sna alta bierarebia.
< S. Exc Kvm. segnio para a s, onde eD,00(u"
se am Te-Deum, eta ac?3es de gra?as pelo sb
feliz regreso. c,,rt, **
. Urna banda de msica esleve postad
frente do palacio episcopal, t 1IOJlc01r*&,
noite, durante esse tempo, tocn Moda pe?a : o.
bindo oostamemenle aos ares diversas nao-
dolas.
RIO ORANDK. .
Prnreden-a no dia 15 do corrente a 'iQao
deTleres paVa^^or. Nns co.legios conbecU
do*venceuogoverBo.ABAH^
v Nada oworreu, que merefia meaQaa.
Ponco antes do mel dia fondeoo bootem ao la-
msrao o vapor ioglex Oneida, portador de noticias
de H iroburgo da 3, de t'aris de 7, de Londres 8, e de Lisboa je 1? do correle,
* A
i
-..

IMUTILADO


Contloa a servir de thema tdai4s"M"-d*-
sdes dos Joras europeas a ooofereneia te Sa.'*a**
ire o imperadar Napoko e o Imperador d Ana-
Irla, e os dteoanos pronunciados por aquelle son-
rano na sm viagein as provincias do nane a
emperador napoleao "grwoo a Pars coma
imperairii Kugenia no dia 31 do prtsado "
discursos feeram lwrmWjWJ&,^!rl
amigos da pax, aitrlboiuddftdF ao'effitq da sn#
palavras a bata de fondo* qtte-uItMiSBeirte ee de
naque) I cap mi. _
EffeciiviuieDici oas respoaa do Imperador leem
se palavras mallo significativas.
Ao matrt de Arras disse Napoleao : t Tende
razio em conQ.tr no futuro; os gofernos proca-
ram oas complicacdsa exteriores ama diversio
as difflculdadts interiores -, mas qaaodo se toma
forca em a oaco deve-se satisfazer os interesses
permanentes do paii maniendo alto a bandelra
nacional, tem deizar 'envolver em empreis in-
tempestiva*, por muito patriticas qne sejato.
Ao maire de Liile, disse o imperador, que bavia
procurado constantemente tornar a Franca prospe-
ra e respailada, t Se ha algaos pontos escaros, a
i Franca tem retomado o logar que lee pertence
na Europa, e espero, com o coocurso de todos
t consolidar a obra empretaendida. >
Ao presidente da assoeiaoo eommerclal de Lii-
le, disse qu os negocias poderiam ir aelhor, mas
que certos jornaes embrnlharam a situago ; mas
que espera que o eommercio retomara' todava a
saa marcha regular e de prosperidad?, com a cer-
teza da par.
cornesti determnacio, os recelos de tQt>ms i motivo para apprehensSo de qua stf-fettetbe a oas
revolacloaarlae. nos ociadas pootiSeMS^ Wrloi' feral.'
pois, op que o popular gneral alga prematura a I Aononcloa tambera ter mandado aerti da As-
rmpreta, na de intelligencia cora a esqaerdapar- siala om vHimatum ezigiodo a tiberdadAtamedia-
lamentar' emende qa nao dave catisit complica- ta dos ingleses alti presos, e que ao mertao tesapo
coes ae gasioete Ratazy, o q lante da antlga opposicao parlameatar progressis- geacia no caso extremo em qne se reconnecesse
ta. Diiem alguna qoe mtervjera na-resol?a* de ser oecessarto recorrer for$a.
Garibaldi; o proprio rei Yclbr/Emniatael a qlem Gowvm recortar qu>qaell*rei st*acnt-a-hr*-
Grrei|di respwta'CtJbedece'detwa vontade. coe com oraa'forte iwarrelco* qaetforca de-te-
1 Qm feorrwpmdttite de (toma, parttdarlo da poli-.ett^nba eepafado das forfas real, parta- o
tica franca, conta que o comit romano teodo prisioneirds ingleses. Se a insurretco, como na-
prooedido ao recenseamento das foreas eom que toral, dr apolada pelos agentes inglesas, essa parte
poda contar, apenas apurara" 800 bomens naca- dos" presos, isolado da corte ambuUnie-flo re Tnee-
pital e aas provincias; accrescenu qoe se espera-1 doro, ser sem da vi da entregue Inglaterra; mas
va all, que parte das foreas invasora entrasse em Triste coropeosacio os presos em poder de rla-
te PenoaftlM -^HtoiU ielra *4 ftetenbro 4e 1867.
i-m et
33&
nos estados- pooticios por Aquapendeote, em qaau-
to oatra parte desembarcara entre Terraclna e Nal-
tono. Em eooirapposice, aeresceota o correspon-
dente, qae as tropas do-goveroo Itarlano vigiara do
Viterbo, e reforcaramse os portos Terracioa e de
Veletri. A iteiia de Spoles aprsente nomnente
orna Invaso por diversos pontos dos estados ro-
manos, e ao mesmo lempo o goveroo de Roma re-
eeoso, porqaefalo confia as suas tropas em con-
tinua e promovida dlserco.
Conlinaam pendentes as- neaociacS s entre os
gabinetes de Floreoca* doPar^relativamente a'
questo romana. Parece qne em lagar da nota
Negus esto perlgosamente sojeitos a cahlrem vic-
timas da ira do aristcrata africano,qae aizem nao
ser bomens de meias medidas, sendo esta urna das
gloriosas ira di ces da saa dyaa-Ua.
A rainba Victoria congraiala-se pata vantagens
qae do tratado commercial cora a Franca, resalla-
ran! a Gria-Brelanba, e espera qae a grande me-
dida da reforma eleitoral dar em conseqoencia om
aecdrdo duravel -sobre est qoesto.
O governo ingles recebeu de sea eoasui aoEnvp-
te um despacho annnnciando que nao confirmava
a noticia de b'averem sido sollos os prisioneiros In-
gleses da Abyssioia. O patriarCba-Armenio estar
22LT? -2?p. elell?s w tnios^ o verno cooclaio um contracto com
nsarethal (prasidenie, segundo parece) *>-
ea(ie de rei da Prnssia.
O dlsorso do-xei da Prossia na abertnra do
rthkafi qne leve lugar na da 10 de sbtembro,
de nataracier imparcial,e concine manifestando a
esperance de qae a Alternante gozar de paz.
--Apparete agora em Munich ao novj iornal
subslrtaildo k Gazeta OffictaL Pefe pregrammaa
nova folBW#foTerno ftavaro fez irneparecer-oma -borlancia actual do tal PttFDecifflento.
tercasra isvem proveito proprio :
Condemaaido comolrreallsavel o estabelectoen-
to denma-eoofederacao
_ .rece qoa .
violenta em qne ao prineipie'sa failata, ogoverno cora noticias d aquellos captivos.
Italiano dirigir observaco a este 'respailo, mas A situacao flnanceira detngraterfa contina seo-
era termos amtgavets. O Honiteur data como nao! dp multo lisongeira; O orcamenio deste anno-apra-
ezistente o tacto quo se Huta consummado, mas [ senta um excedente de um milbo e qainhentas
orna carta d^. Roma die-qne- ia'-postsnorraenHr-as jH feras esteriraas. Est qoantla-feiempregada
Ao maire de Araieos disse o Imperador Napoleao: j reclamacoes, no da 13 t agosto,' o coronel d'Ar-' em -redazir o direito sobre os seguros mantiraoe, e
Felizmente nao ple abalar a conOao^s qo^ ten- gy assistira coa a (gtao de Anti'bss e com a mu-' em dunnuir a divida publica: Ene resultado de-
des em mira. O poro tem aprecia Jo as ditfltul- sica da' tcesma fegie. a raissa solemne que-foi ci'- monstra i. ptospendade maitrlal'da loglaler, facto
dades qne temos vaq'cidp.' Os acoteclmentos lebrada em Roma na grefa de S Lir'dB'Franfe,|pelo qual uoaAmemeate se cogratotm'^ todos os
eonfuactamente com o embaitador francs-e todo j partidos.
o pessoal da embalsada; ni mesoacarta se aeres- A,lguns jornaes aeonselbanv o goveroo qae se
cenia que i legio franetza, recebara ness' dia a^ nn a Frao5 e af Austria par* fazer renascer a
graiigeaco qu 8e* davaos soldaflot francezes'iro;lconllan5por meto da creacSO de nm'TJovo' dlreito
exerclio de occapacao. E>te facto concorre a ma'! pubUcoj jas bases se encontraran no tratado de
Pa'is
da Altemaoha nao teem fellO sahir o par da'altl
lude pacifica e digoa. O palz conta cora raza>
maoter a paz.
Cora raza o ou sea ella teem mallos querido ver
as palavras do imperador dos PraaceieS, o aonua-
ci de ama guerra mais ou menos prxima ; os
nifestar que o goverao fracez, nao abandona a ib-' Pa'is di ia56 no no convenio de i5 de selembfo
pontos negros a que se refSre, sao a questo dd" tervencto em Roma, a qaat as'siui 'participa multo6'de 1863, e no tratado de Praga de 1886.
Orienle, e os. desastres do llexlco/ A questo" alte
maa lalrcz ao teaha tomado parte na vuo impe-
rial, mas a impreOsa prhssiaoa le i acbado oa en -
trovista de Saizbnrc raides para o'liar eom" preven-
cao a poltica do gabinete das Tulneria?.
A Gazeta de Aujsbwg poblica ama correspon-
dencia de .Munich, era que se diz que a idea de for-
mar coa os estados do sol da Alleuianha urna c >n-
ederaco, "i muito popular, e que eff'ct'va
ment a tem .tomado mono era considerarlo diver-
sos e importantes horneas polillo* dos niesmos es
lados, aem que-q impulso aouvesse partido da
Fraoga n't-a da A-tria.
O svern* fraacex acaba 3: publicar uma circu-
lar .i i .u li t de agosto, dirigida aos seu* agen-
tes diplu>jtio*| a respeita-da S'.gnidcao poltica'
da enir-.visi,; J Silburg. Como os cossos leitii-
res v" :.,o tanto forma coma no fitodo a circu-
de interveacSo directa. Dir o corrsspodd'ente que
os jornaes de Natrofes;1 muito estranhama-rnellja-
cia das reclamacoes da Italia, e parece-rae qua o
Sr. ftat'Zy do mesmo parecer exprimido pelas
foiias napolitanas.
O InteniacioMl de Londr0s,-ftiadaodo-e em quo
Mazzmi insiste na proclaraago da repblica na
Sicilia, qdando Garibaidi aeasasecundar uma ag-
taca? rcpaollcad.'e'jnsnrera como djflailiva a sci-
N norte da Irlanda leve ltimamente lugar uma
vilenla iota entre os oraBgMase' os catbllcos.
- O Times declara qua o gevornj ingiex ordeoou
que se io>iinras.-e o processo contra os qoe podem
ter cuncorrido para impellir a lula om grande nu
mero de irlandezs, quer estes fossem caihblicos,
quer protestantes. Parece porm1 estar "deWe ja'
recoQbecido- qne estes ultiraos (orara provocados
aos excessos qae se praticaram, em conseqoencia
aego em do immeno meeling que se reuni oas prximlda-
! des de Bolfast.
>o desies doas caefes do partid) de
Italia
A Presse de Pars apr3Senta como aulhentlco o' Os prnaes de Londres dando conta deste acn
que se tem referido acerca da IntirIHgeacla de Ga- tecimento, ob-ervam qae a opprcs>io deqae se
nbil Ji com a Prossia, e ffirma q"e a polica prtrs-; queixam-os oracgistas, o nspeito da liOerdade
si.'U", entregara ao agitador uma q'iani-. a conta que compete acaua uin, re-p-ao qoe a le irapoj
do crdito de vinte ro'i'nd^s destiaafla a'subv-ra-- /ralmente a todos. O uItimo'"ni(rfi)"fl d'q'ueHe
cioaar 03 d.-.nocrals ita'uno?, eos revoluc narios Rirtido (Ara pois uma vioiagu orural da le m
nuciros. Com este crdito'leria Gribaijf mlib;- qua se prohibera as manifesiacda dos partidos
lar quo croo ro lagar" ds nossa folba puoilcam^s lisaBo sobre as costas da Toscana e d aples;; e as reunidas lumaitoosas. Esto j in.-taqrados os
navios iigeiros que em dia de>igaad> deverlarn''ae-' processos' a attuos otaoglstas. Contina latente
muito pacifica.
O averno francez nesta nota, delxa viagem
do imptradnr e aa imperalrii o seo carcter de
cortezama e pezanjes, e aprsnta a entrevi?t dos
dous soberano.*, como um novo penbor de pax para
a Europa.
Os jornaes prusianos dizem <\ae o gabidet de
fierlia tiuh recebido deciaracSs positivas sse-
gorando-o que a entrevista, de Salzburg nao de
natetreza para iu Orna eprrespenifeticJi de Vienn d'zqu.; o de-
curso pcjficjo ao operador Npoieu em Airas
ama Cjnsequcncia n.tu-al da cofereoci d6 S'aU-
burg, qne tmba por fim Consolidar a paz; qae to-
das as as?erc5e. das folbas pra?sianas sobre o pro-
jecto da formacao de orna coofederaco allemSa do
snl sob o protectorado da Aa-tri, proje'cto mallo-
grado, seguido as mesmas 'folbas, gracas Udeli-
dade aos tratadlos, por parle dos ^oberano d S
viera e dfi-Warembdrg, sao coopletambte Ial:
sas ; que a Aujtria s quer q e teobm xc%(o
os tratados da^ol), nada mala.
A Gazeta do goverd austraco de'cMr que a
entrevista, aos, dous imperadores 6 uma prova cla-
rissima de qoe nao lia'divergencia alguma d'ln-
teresses entre a Au-tria e a 'Franca, e qne por con-
seguinte os dous sob'"rabos se enfontrram vm
perfeila cunf.rmidde 'de pre'cscoes. E-te jornal
insiste em que uau ha'entre a Austria e a Frauca
intelligencia dir gtd contra uina onlra potencia
qualquer, com o bjecto de malr as e-tipu'.^o;s
do tratado de Praga.
Os jomaos aus.ncos Memorial diplomtico, os
Debates de Vienna e outros, coaiinuam assegoran-
do que a euir^vita d Salzburg' se"nao dirige con-
tra potencia alguma, que ella ac lia francamente
os fados ja cunsummad s em toda a sa sigdiflca-
co, e em todo o se alcabee. Assim relativamen-
te a' Pru.-s'a, a noio adabeira allemaa um fac-
to em que se oso deve j tocar. As tendencias e
nos da entrevista de Salzburg relativamente a'
Prussia, dizem elles serem inteirmente pacificas ;
se em loaas as nutras qoestdes que surgirem, se
adoptar igual aecofdo, ellas ollcrfcerao a'paz da
Europa uma garant poderosa e <;ffic?. Ert Sa'li-
burg, coacloe o jornal Deba(es,aao se aspira senSo
a um accordo para levar a' realisacao uma confor-
midade de vi^ta's e de aprciajao sobre as questSes
pendentes, nao hayendoonir lira, nem om- espe-
ranea que nao s ja gjrntir a paz por meio desla
cordea! mlollig-ncia.
A Gazeta da AUemanha do Norte diz nao acredi-
tar que a queslo do Oriente seja o nico eletrenio
de arraoj i r.m que se empenhe o accordo entre a
Austria e a Franca.
A Presse escrevendo sobre a circular de 23 de
agosto termina com estas palavras :
t A Franga nao pode permittir qua sobre as rqi-
t as da AUemanha sabjagada, se levante um im-
perio de 70 milhoes de horaens, na sombra do
qual o nosso pafz desappareceria e cujo poder
< dominara o aotigo mando; ella nao pode dei-
c xar que os destinos de Roma lerminem por orna
i aventura; ella nao pode querer qae no meio
t desta confusao a Russla reallse os seos sonhos
< no oriente e que nao baja mais do qoe um .' im-
< perio de Coustantinop!a a Moscow- Se tal c o
nosso dever se tal ao mesmo lempo a sltaa-,
gao da Europa, nos delxamos aps nosso* tenores
< o cuidado de definir o que b, no estado actual
das cousas e apezar da boa vontade da Franca,
< de esperances de paz pu receios de guerra.
Apezar do que cfflcial e serai-olficialmente se af-
firma, todos considerara oa entre-vista de Salz-
burg um ccnsrderavel alcanc poltico; o impera-
dor de Austria, tem sempre tido ao seu lado o Sr.
Beust e os seus prioelpaes ministros; a presenta
do bomem que mais enrgicamente combatieo a
onidade allema, imputa pela Prossia, imprim
aquella entre-vista orna' Importancia ionegavel.
lsto cansa serias inquietaedes na Prussia; a ja' os
jornaes prussianos acodera a reclamar orna contra-
allanca rusa-prasslapa, ainda qae a allianca aus-
tro-fraoceza s lenba um carcter defensivo.
Dizem de Pars qne geralmente acreditado qoe
O programma de Salzburg sera' a confederado da
Allemanba do sol, sob a presidencia da Austria,
a sasteotacii das etipulacoes d tractado de Pans
relativamente a*, questo do orient, e a conser
vaco do poder temporal do papa.
O ministro mais valido do imperador dos franco-
zs o Sr. Rouher ja' cnigou a Vienna, par confe-
renciar com o Sr. Beds^e,' e'dilli partir* para'Bir-
lim antes da r-gressar a Pars,; pode pois inferir-
se qua serio apresentados' ao gabinete da Be'rlim
algomas ubjervac,5es'cotlctlvs, ainda qoe'aratg:
veis e tendentes a manter a paz, pelos goverhos
francez e austraco. Quer essas observacSes digam
respeito a Allemanba, quer tenbam relagSes ao
oriente, sao ellas d tal modo intimas e t5o graes
que mercem ser levadas a Berlira pelo proprio Sr.
Roober, o ministro a quem ha pouco o imuerador
Napoleao coosiderou sobre modo," com a raats hon-
rosa carta e que o seu eoneiheiro mais auen'-
dido.
sembarer os vlaetariciso'amwpoofo'da'costa dos na Irlanda a qoesto religiosa, que mantem em
estilos pontiflcios, d'dtidese dlrigiriaal a Roma, 'agitacaj o espirit partidario:
Ue.^te modo esperav Garibildl evitar wJo o co- Acaoam da publicar se os ltimos despacho re1
flicto com as trdpas Italianas qaa guardam- as frn^' lativos a aoiiga qaes,t0 do Alabama.
leiraf. Ha alli duas questdes, uma insigniflcania quer
O governo pontificio aogmentoa a gorolgio de para a Ioglaterfa qufr para es Esiados-Unids, e
Civiiu-Veccbla, e o goverao francez e.lou daus a flxago da iodemuisaco qae a Inglaterra teaa
navios de goerr qoe crazam continuamente na' de pagar pelos pri-jiifzos causados pelos corsarios
agoas romarias.' | coufo-Jerados sanidos do p? tos d' Grd-Brets-
A e.-qsa'Jra italiana petranfit^ilo Mediterrneo-|ba ; a nutra mais imprtame a dos actos de
foi dis-j;v-'.\; alguus nav s eont-auam i cruzrf
sobre o ltioral pooliikio para obolar a qaalqer
lentatlva de desembarque ueste liiloral.
O Correto Francez da* aigumas expUcagSes rela-
vamante ao qae se- passou entre us-gabinetes de
Florenca e Paria: quando se couciuio a coa-
venco de setembro, o partido modefado exprimi
ao partido de aeco, que a mudanca da capital pa-
ra Florenca nao era se nao uma estacSo pira dahl
seguir a Roma. E-i.te nao qneria acreditar mas es-
perou. Agora Rataty com a appToximagd da es-
querda parlamentar, acha-se em bastante dlfllJUl-
dade eni tal ponto. Nesta Situacao o gabinete pro-
curando conciliar com a sua poslc3\ o apego ao
goveruo de hiples, pede ao g.bnele das Jaibe-
ras -repetidas eplicac5.'s qae o pussatn satisfazer.
Dizem de Berln qoe o rerda Prussra tvnr orna
larga conferencia com o representante da Italia na
Prussia. E* sabido que este representante o Sr.
IKedoo, en quem empregava a maior actividade
para a realiSagao da ailianca entre a-Prasi e a
llalla; ames da ullima guerra com a Austria.
Afflrma.se que o general italiano La Mrmara se
acha em B^rliu, e qua o ministro da ganrra prus
siano se d-ve dirigir dentro em pouco a* Italia.
E-tndo as relacSjs entrn Franca e a Italia, uo
tanto froiixas, coovea de ceno a' Prossia qua a
liana se conserve deutral em qualqaer eventuall-
dade. Se a Italia deve a' Franca o primeiro im-
puls para a >ua independencia, tave tamo'.m a'
Prussia um auxilio para o seo complemento.
. A Presse assegara qua o govaruo prussiano ce-
der, ao da Italia cero mil fusis de agulha com pa
gampoto a iqogos prisos. Serta est) faeto inacre-
ditavel se Italia no'tvsse dilo garantas de
em um conflicto eurpeu' ter pelo menos nma ac
cao benigna para a Prossia.
Na Italia julga-so favotavlmete o.regalaraeot)
e as iQstracgSes para a execoco desta le de B-
naucas. E' bam acolhlda a disposico de se sceita-
rem em pagamento dos bs eclesisticos as obri-
ga^5as hypothecarlas de 80 francos .a que o puvo
ja" esta" acoslumdo. E o capital santa que tstas
obrlgac*es acatas no pagamento destes beas oa
reemblsaveis em.dez anuos, sao umacollocacao
oe mais ao dez por cat com mais garantas que
lyaruWa que a n'glaterra prailcdn' n6s negocios
Ua Ameuea; uur-ante a1 guerra citil-dj-sal ej db
norte.
Peles despachos qua o goveroo ioglez acaba de
publicar v se que a Inglaterra sa mostra disposta
a que se subraetta a uma arbltragelh a parCella
qoa ti ver de pagar aos'Estados-Unidos por haver
deixado sahfr dos seus portos es corsarios sodisfts;
mas nao quer subraetter a mesma arbitragem a
queslo de saber se a Gra-Bretanb'a commat'ieu
urna violaco das leis luternacioh'aes, coocdeoJo
ao so! os direitos de potencia blligertaM.
E' isto porm o que pade o Sr. Scwaw, minis
tro dos negocios e traogetres americano, duendo
que em samelhanies questSss a Iaglaterra, *e nao
censurara a si propna, mas que deve dar Coa-
las do sea procdimeut, peranie nm'tribunal ar-
bltrai.
Lgo no principio da qoes'o, o mloistro dos
oagocios estrangeims de Inglaterra, ness poen,
lord Jdtib-Russeil, reensoo a'arbitragem, tanto na
primeira-como ua segunda parte da quesiV e as
negociacHas Toram completamente. Interrompida.*,
mas qu-ju-io orajaifiterio tory r c amado -T) po-
der, o actual mibislro, lord Stauley, restabSecea
as negocl/igas a-um espino mais coocfnador.
Lord Stanley entended qu' nao valia %peiraii9
cutir a parceila de qdatro mil 'cornos .pedida p?aj|
goveruo amencauo, carao iodemoisaco, e submet-
te-ee antecipadameute ao que os arbitros possam
resolver nesta parte; mas "o acto plb qaal a Gra-
Bretaaha rconheceo ao sul os-drreitos d beilige-
rmu, um acto qu o goverooibgiez nao si IT o-
na ver discutir, nao invocando neste assarapto se-
na a sua cjscieocia.
Lord Staaiey, entre as razo ?s que alduz, pergon-
ta se nao foi o' proprio govenid d Wash-.ugiou o
que reconhecea ao sal a quattdade de belligei'antes
tratando cora os estados do sul a troca de prisio-
neros, e declaraud era estado de bloquem as
costas do'sul ? A Inglaterra ou devia rcinbefier
tambem como belilgerantes os estado do sOI '
admiiiir a leiliadado blhquaij, conos fez, oa en-
t ao recoeheceolo os estados do sol como belli-
garantes, e nesse caso^io sendo legal- o bioquelo
devii
do-sul da Allemanba, e
considerando como luipraticavel a juocco des es-
tados do snt a confederaco do norte, natural
poler conclur-se que o programma contra o pen-
samento de'qua o grupo dos estados de sul Oque
predominado pela poltica da Baviera, que de
iodos elles o estado eem mais voko.-Deste modo a
Baviera, com o sea grapo manteria o fiel da ba-
lance eatre a Prussia e a Austria. Com mais um
passo, presidira a Baviera a coofederagao do sol.
-*-Depois doregresso a Constaotioopla tem o
soKao presidido differeates reunidas furadas dos
seos ministros e dos altos persooagen3. Assegu-
ra-se qoe a opioio publica se mostra alli muito
avoravel s impressdes que o solto levoo da soa
viagem ao occi. ente. O governo ottomano mestra
aotuahueota ama activldade, que fat nascer felixe.-
esperanzas tanto para o interior do imperio, como
para lacilitar M seloco da queslo do- Oriente,
fl'onde alias potreria sob. evir um conflicto de con-
sequencias desastrosas para a paz da Europa, Per-
severando firmej orne- se-espera,- vBeeg4r*r de
accordo com as potencias occidentaes e do meio
da daEurooa,a um emprehendimento poltico, an-
da que contrariado por dtupartidos.o'vernu pa.
tido-das iradieSas e kJos pre|uii>s rauiu:maaeJ e>o
oovisslmo partido da tjoven Turijuia, que aspira
a mais do qoe aqaillo que pororapermltudo Con-
seguir naqnelle imperio.
Osolio parafavorecrdecidfda e-eorgicamen-'
te as reforma que lotala fazer no seu imperio,
de modo qua cunstituam em igil di re no todos os
ubdilos-do Impeiio, qoalquerque seia a proceden-
cia de raga e de culto, completoa o seu mioisteno
com bomens reeohbecidamente pcogressistas. Esta
acto, alera de ser poni de partida e impulsoao
melboraraeoto do imperio, um efflcaz meii de
ooulrabalancar-os artiflolorque o- governo rosso
emprega para dissoiver era seo pfovaito o imperio
ottomano. Mas a propaganda- rossa itrabalha di-
versas racas priocipalmeBte a slava- e a gregat
para que reelamem por tolos os modo, a oa-au-
loraonia, A Porta nao se-oega a fizer ne-ta senjiio
coucesSa? razoavt; mas ^s reformas liberaes po-
dem-appucat'e'dipensar as exigencias d iad
peudeoci a que solinstlgaos por aquella pro-
paganda, i
" Na oplnio da um acraditao jornal austra-
co, os acontecraeotos-d) Ofien(''pareiem eocami-
ohar-se para oma1cTtse..O tofiOfHo1 de-ArradiMi em
poderla ser osigaal fle- omaruutufa entra a Gre-
cia e Turqaia, pois. ludo o tova acrer que o capi-
fo do Arcalien, destruio elle proprio o navio para
icrdecer om pretexta a esta eveotaalidade. Nao
sorprender, se--dentro ein peolo' este negoeie'for-
posto em ordem do di na-poltica, de modo a pro
vocar ama nter venco directa das potencias. Uaem
sabe se este incidente do Anadeen se preparara
Je concert cora as perturbaseisMa Balgaria e do
Montenegro, perturbacoes d que os jornaes semi-
vQktees de Berilo teem fallado ltimamente deom
modo propbutieo e-mysteriosej e qoe toJos- sadam
lerem -ido preJi.-posus psla propaganda de S. i'o-
l-rsburgo.
O commanJflt'dtf esquadra -russa no Mediter-
rneo refere qoe um vapor torco'impedir um na-
vio russo qae recolhia familias candiotas.
Os dous navios e.tiverara a panto de entrarem
em batalba. Nos parlamentarios qae se segolram
declarou o commandante rurc.j que fe a lOsurrei-
co augmeotasse-' de toteosidade depuis- do ira as-
porte das familias fugitivas, a respoosabilidade
deste facto recahiri sonre o coramaudute ruso.
A perda do Arcadaen coosternoa o'partidda
iosorreicao, por ter sida estd'oavi, se pode d'zar,
que lera foroecido de armas os insurgentes. Ssu
elle a insurreieao teriasidoba mono lempo com-
primida.
Sao muito elogiadas s manobras exocutaJas'pe-
lo riommaodarte do navio lateo Iziidm oa soa
lucta cora o Arcudu*.
Calculase em cinco mil o numero dos fugitivos
cretenses transportados Grecia pelo pavilbo
francez.
- O Esypto qua fdra o bere < aotfga civli--
Micao,- modero un-me sob'o djaaialoee iliuitr'ados
pachas masaimaoos eotron ao caminho do prosas-
so eommura da Europa ; e baja cora mais etfl :ci*
pdr se ver secundado pelo goveroo d Constanti-
'nopla
O goveroo pgypclo j no ooseote a escravido
n'aquelle palz, e om dos representados no con
gres'o de Pars, que tem por objaelo a extioecao
rallca desse trafico por toda a parte. Acaba de
ecretar a mais severa puoiqo para lodo o fuoc-
eiooario, qae mesm i por negligeacia se ebeeolre
eumplice d'aqaelle tra'icj.
Hi quesioes ameacidoras, com iooideotes
Obscuros que uecess.'tun explicau5a-< p ira se '-om-
preheoderei; e acerca dos quaes muilas vews se
levaotam boatos, qae pareceado poooo vero-lmeis
leem algara fuudBmeoto. Tal 6 a embaracosa
Jueslo do Oriente : Tera-se' fallado deagtac e
a sublevar o nos principados do Danubio e outros
perienceots Porta, e ltimamente ten -e dito
que o cz^r fdra convidado pelo sulio para Ir a
Coostaoliaopla. Ne>tes ltimos lempos e como
qae obedeeendo a ana ordem dada os jornaes da
Hungra, Dalraacla e AHeraanha nao fallara S*oao
verno coocioio um contracto com a fabrica I qdco meio de evitar arrevoRts *d? a*,*?
do Sr. Colf em NoVa-York; para O forneci- ordem. Dur.oe TEES !\SSt
meto, de'cenl mil fuzis de carregar peta -
culalra, systema Berdau. E* verdade porm
que se afGrma estare tabelecio o prazo de
dois anuos para a entrega completa da en-
oommeoda o que diminue um-poaeo a im-
rec..inar dos Estados Unidos qae disasse
o consolidado actual. A venda dos beus do clero aos commerclaots'ingle !fs que trafleassetn'livr- dVsbie'vacdei na Bulgaria, na Boemia a na Bai-
esta' absolutamente conoexa cm a emissao dests mente coa os pdrtos confederado*. xa Valachia. H* ea'tudo o'algoma cousa ua
obngaed^s, O goveroo cootiece oB talmente qa i ba Lord Budlev daclar liailm-uie qua' o governo verdadero.
ja'compradores para importantes iotas, e Rafazzf! ioglez fez quanto polia para impedir a partida dos i H auoos par iO'tfgacoes d Russia, e por in-
diz ter perfeila confianca spbre o successo desta corsarios confederados, dos quaes s om parir ar lerfareocia do Sr. Garschanloi, ministro s rvio,
venda. Ass?gura-se igualmente que o banco naci- mad e equipado dos seas port'js d' mar'} do formn-s em Coastanilnopla- um partido, cor
O ministro da gaerra de Franca estada o modo
e a forma de io-tnair corpos de anilbena seden-
tarios, qae se enearregaro em todas as cidades
prioelpaes de Frasca e especialmente oas da fron-
tetras, de cooperar com as tropas activas oa def-
fesa das praeas fortes. Ha quem veja oestes pre-
parativos militares o aunando de uma guerra com
a Prossia.
Um lelegramma da Pars de 11 do correte, ilz
qoe o embauador da Prossia era Pars, o Sr. Gol-
tro, Idra'a Biarriie para se eoeontrar com o impe-
rador Napoleao.
Na Italia oo porque o centro iulo-romaoo se
recoohesse ainda sem foreas snfllcieotes para ama
invaso eom soceeso nos estados pontiflcios, ou
porque o ministro Ratazi, por Intermedio da es-
querda parlamentar, flzesse ree tobecer o iocoo-
veniente e o perigo de semelbaote passo, o parti-
do da aeco parece bAver por agora, desistido do
seo Intento Invasor.
Na iuiu irctse coto toda a sertedade da or-
sajo flnaoceira; a agitacio e a esperance aa-
| a opencSe sobre os beae oclesrastioos ; a
OB mesan orna revelnc j em Roma pro-
vocara algum conflicto e difflculdades qae pode-
nam tran-trnala.
uai e o crdito italiano esto em perfeila hirronia
com'o preldente do coo'elho.
Tioliam a vane i Jo alguas joroes qua a Italia
romper as negociac5es entabolads em Roma ua
embaixada fraoceza, para a couv T-o do- litlos
de renda italiana, e jnais turnara a entrar em
tal nlgociacao a nao ser com a S>nu S directa-
mente. Os jornaes oficiosos do governo francez po-
rm acodera a explicar que as oegociaco;s sobre
este assumpto flearam s suspensas era cooseqaen-
cla de uma viagem ioopihadado Sr. Mincard, di-
rector da divida publica italiana. O vaior dos beos
eclesisticos ja* post s a' trnda, representa ua>a
sjd i a de lSdmiindes da florn-.
Uma cor raspn leocia de Roma, oceupando-se
cim a questo dos beos eclesisticos, exprmese
desla maoeira:
< Preparase as no-sas altas espheras orna
< grande iraosformaco qoe causara' ad niracao
< a'Europa., p le maitobein ser que o coocitio
c ecumnico tenba um fla' bera'diffareute do que
> se Ibe atirlbnia ao principio, entretanto assegu-
< ra-se que foram dadas inslrdccdes aos bispds do
reino ualiaqo, tracando-lbes a norma do proce-
der oa venda dos beus eclesisticos, e tranquili-
< sando a couscieocia dos calbolicos.
O duque de Aoste, fJIbo de el-rei Vctor Manoel,
participoo ao ministro da guerra qoe nao qaeria
r.mservar a aa patente em prejuito de qualquer
oovro offlcial general oas circuastaocias actuaes
qoe toroam lodispensavdis as redoede^no ejerci-
to. 9. A. des ja ser riscado ;lo qaaJro dos majores
geoeraes, reouodiando ao sold e mais prerogati-
vas desta patente: A nacao e o exereito nao deixa-
ro por cario de reeonhfcer e 'ouvar o geoeroso
desioteresse do fllho do,rei*
Ja' chfparara a Geoebra oode va assistir ao
cragresso da paz Giribadi, Vctor Higo, Liiz
fllnc e Pascal Duprai. Fo'ram receblios edm gran-
Ips demonstrares d sympatia. As reuoides co-
inecaram no da 9 de selembr.
As negociaedes entre a Austria a a Italia no que
reapeita a diversos pontos relativos a' exec'acao do
tratado de Vicooa,. depols de parecer que ustavam
quasi concluidos e ractiflea I js por forma dlfioitlta,
) uma certa 'saspaoso em ceasequenci de
in.
faz questo "ta submetter O negbcio; do A'!i6aei-{ fi.n enio"occlio'"er"VpVrVr"u01ia"jilllaBca intta'a
decisao da ora tribunal-arbitral ; mas esta-impr-
tante assumpto Acara' de cario indep^ndente, como
um ponto de dasaccordb sem.ire preparado a agi-
tar se entre a lglatr os" Estados Umdos.
A quasta d conteordat na reisboralh de
Vi'eooa a qae deram lugar as propostas dos Srs.
Harbst e Muhilfeld, e que alo ebegaram a ser dis-
cutidas, por se eacerrar mais cedo do que se espe-
rar a sesso legislativa, foi de novo levantada-oe-
entre d governo toxoo e a Russla.
E-la blunca desigual nona'par motivo princi-
pal satisfazer da parle a parte Contra a Austria
urna raiva tanto mais vigorosa, quanto ella re1
e-ate. Este partido em Constanuoopla aecusa a
Austria de querer engaar o governo ottomauo-, e
de, sob urna apparenle coocmaco, impellir c m
lodo o seu poder ao desmmbrameos do imperio
turco, em proveito, menos das nacionalidades
cooselbo coamuuai de Vienna. Foi apresenlad por] dar istia*, que' para sea proprio;* Em vez de oos
muitos membros do corpo municipal orna moeo ; daixarao engaoar pala Austria, dizem elles, Ba-
padindo qus se; anuull-e aquella eooveoco qu, cnfliaemos antes matado do imperio torco na En-
togo de pnacipio, os org.>s do governo proclamt ropa, sendo aecessario, pira goirJar a provincia
vam ama li do estado. Esta supposra le'do estado do Bospboro com o aalilio da Russla. C.ra isto
folempre latir aorta na H,tria,ioode'noDca-
foi reconbecida n-m apphcada. O passo dado pela
muoicipalidade de Vienaa, nao deixara'de tazar
reviver ao reichsrth urna lut'em favor da liber-
dad decoascreoei, e"daindependedebcia di po-
der ciil. O govefao,' tazndu promessas vigas-da
ama reviso parcial da concordata'. soppoz qae
abalara o mov u-oto da opima) pubHea por a*ta
coavea^o eventual, porm o que agora se pede
V ja' refori, a-revgaco completa'dt
uina conveoeo incompativel com o rgimen cons-
titucional.
Nestas circamstaacias, resta saber qoal sera a
aituade do goveruo ; porm ceno qde elle prs
que manas vezes se tem repetido e impresso na
Turqaia Inslste-sa em qoe a ttussla mais pode
rosa oh Turqua Europea do que o proprio gover-
oo ottomano. *
Ha parto de quareota anuos, qoe ara diplmala
ro'gtei escrevia qne a Hu-sia desde o reinada dv-
Catharioa I, se lea provalecido das-lacas religiosos gie :i a compra aos iluas Lirlota.
O grivenio dwMDnbMegro descubri anra
eonspirac3o que tinha por fim deslhronar o
principe reinante e proclamar a aoiao desta
principado com a Servia. Apezar das con-
cessSes autonmicas Servia, o governo ot-
tomano parece na"o poder contar com a fl-
delidade daquelle goverao.
Jurez j fez a soa entrada na capital
do Mexic i, sendo recbido com-eoihusiasmo.
.0 presidente da repablca mexicana fez
urna proolamaclo em termos m iderados, em
que depois da narragao restropectiva, coa--
cle com estas palavras :
Mexicanos, vamos agora empregar todos
os nossos esforgos para obter e'-consolidar
os beoefli'ios da pa/.- Debaixo destes aus-
picios, a proteccSo dag leis e dae autorida-
dea ser efflcaz Dar os direitos de todos os
babitantes darepablica.
Rdspeitem o povo a o governo sempre-os.
direjtos de todos. Eutre os Individuos, co-
nfo entre as oa?5es, o respeito do-direHo
de outrem a paz.
Confiamos que tojos os Mexicanos, ames-
trdos pela longa e dolorosa experk'ricia -dos
males da guerra, cooperaram de futuro' ao
bem estar e prosperidade da nae>>, as
quaes para se realiaarem basta uro -i n vi cla-
vel respeito s leis e a obediencia s auto-
ridades eleits pelo povol
/ Em nossas iosti'.uifes livres o povo me-
xicano o arbitro de sua sorle; Gom o
uoico fim de sustentar a causa do povo du-
rante a guerra, quanelo elle nao podia eleger
os seus mandatarios, eu-tinha c dever de
tac conformar ao espirito da contituc3o e
cotisorvar o poder que me-tinha sido con-
ferido. Terminada a lucta, dever m>u
convocar desde j o potw para q-e sera al-
guma' pressao Ilegitima elle escolha cm
uma liberdade absoluta aquella a quem quer'
coifuar os seus deslaos
Em segaida s:ia entrada, o pre-sideote
Jurez formou o seu ministerio.; pugoavam
as influencias de Profiri Diaz, conciliadora
a modrala, e a de Lerdo da Tejada, pa--
lidarTo das medidas de ligor. Juare/. diri--
gio-so depois de aigumas hesitaces pelo
sysfema de u a autigo ministro o Sr. Te-
jada.
,. Este como ministro dos negocios estean-
eii'os.-por occasiu de um bnq'*ete offere-
cilo a Jurez peio sei regresso--capital,
ifocorou dsa'zer as ideas que setnbam
espalhado de que o goverho menean i odiava
todos os estrangeims e elogiou muito os
Estados-Uidos. Fallou t mbem da guerra
como devendd ter uma b)a e duravel lico
para duasclasses de sociedadeos grandes
proprietarios e o clero.
O presidente do Mexio tinha commutdo
a pena ultima-por outra a grande numero de
chefes e officiaes imperialistas.'
O representante inglez nlo tem por ora
no Mxico carcter offfcial, mas contina' a
permanecer na capital sem determinacSo
para se retirar.
A lega$o franceza j ebegou aos Estados-
Unidos, d'onde dever partir para Franca.
Os jornaes do Ciuti dizem que o pre-
sidente da repblica.argeaaa, o geuer^l Mi-
tri dirigir serias rtjpresentac5es ao governo
chileno por dcau'sprotecr;5o que este havia
dado aos autores da ultima revoucSo que
Uvera lugar uo estado de Mendoza. O go-
verno- peruauo decretou a prohibicl) da en-
trada de bspaahes no territorio da rep-
blica, levando a todj o rigor a obrigaco
de adquiricem carta de natural saco todos
os bespaolies qoe alli continuaren -a re-
sidir.
. No Per cootiouavam-se os' preparativos
para repeir os ataques que alli se recea-
vam daoquadra bes jatiola.' O governo d<*
Chili mosirava-sem^nos-bellicojo. Espera-
ya-se que a mediagao dos ^jfidos-yaidos
obstrasse reuovagao dd liostddades.
Confirmarse a aoticia de que *o presi-
dente dos Estados-Unidos o Sr. Johnson cm
cooMnuaeSo da luta com os radicaos suspen
dera o miaistro da guerra Itahton, a 2\ e
agosto e tfacarreg ira iuterinameme da mesma
pasta o gY.eral Grant, que o miis que a
lei Re permitte. O Sr. Itautou espera po-
rm q.ie o coagressa o reentrege no gabi-
nete logo nos primeiros dias -da sesso que
ter lugar em novembro. t Una- (ios primei-
ros a -tos do general Grant foi .oppor-se a
oedssao do general Sberdan,; c suspender
a execuQo desu madida.
N'uma carta dirigida ao presideate John-
son acerca de substituico dos gaaeraes She-
ridan e Sicbles, declara o general Grant,
que s elle-na qualidade de commaudaote
em < hefe do exereito tem direitu para exer-
Cer a fiScilisao, Sberidan quanlo chegara
S. Luzba de receb'erumaovacodos *adi-
caes do Mississipi.
Uma companhia anglo americana esi
contratando com o governo da Goimbia in-
qiw afim
cao, qoasi todos os-jornaes eslrangeiro
eram retidos no correio,-*. o sigillo das car-
tas era violado de ama maneira absoluta.
O que aproveituk ao goveroo esta arbitra-
riedade,oimpropa da poca- era que vive-
mos Se o gWrrtftosptohol, depois de
debettadia revolta, u*seo bom senso de
pertnittir-a liberdade de imprensa, e o goso
.da todas garantas cnstiiucionaes, tinha
acbado lalyez o tmico meio de consolidar a
dynaslia, BquesonaVeliiiente ameacada e
de aastar por muito lempo os horrores de
uma revoluc?o, que se nao vingou agora,
vingar mais urde, e que era tanto mais
temivel quanto mais tarda e roais provoca-
da pela continuaco do estado de comptes-
so.
Estas terdades s8o tao palpaveis, e tero
talvez calado tanto no animo publico, que
se diz a rainba Isabel vai ectiegar o gover-
no de Hespanba a um gabinete conciliador
e Itoeral: Seria um grande e fcabil golpe
'poltico, mw' por isso mestm julgamo-lo
duvfidoso. Ha mesmo quem assevere que
foi por meio de-t promessa que se evitou
que o geoerjl Prim viess?, como teocionava,
pr-se frente da revolac3s, sendo estee-
gocio tratado pela raiaha GbrUliai. E' pos-
sive que oestes boatos nao hija nada de
verdade, apezar de terem alguma voga. Mas
o que cert que o general Prior, o pre-
conisaCO autor domovlmeato; que desappa-
receu da Blgica na vespera da insurreitjr),
e em cujo nome corrian as proclamages
chamando revolta, nb-appareoau-na Hes-
pantia. A esta-circamstancri atSribueui al-
guns o nao progredir o movimeoto, era
quinto outros supSem e com alguma plau-
stbltdade, qne* pelo contrario o 'movimento
uo1 progredio por nao apparecerem' frente
pessoas rais auturisada's do qae este gene-
rl, cujusprecedentes polticos uio m^recem
wda a confianza dos partidos' libferaes.
O que ho'uve' taubcm de nUavel nesta
revorta foi q.ie desta vez o exereito &e cou-
servuu fiel ao governo. Tdavia na corte
e no proprio1 gabinete ebegou a haver um
grande terror. A sede do gover&o estabe- '
ecu-se o'omquartal militar nos arvebaldes
de Madrid, fortificado ogoardad pela arti-
Iheri assim como o palacio. Alcfuns dos
ministros desanimara, e parece que s o
general Narvijez manteve o saugue fro e a
energa.
O numero do insurgentes que se subme-t-
teram s autoridades de mais' de 4,000.
Os cuetes Contreras," Morisnes e' os dous
LPierrad-s errti'ur.i'nV em Frhct. N^ula sa-
bLab do genaral Milans del Boscu, .que
parece entrara em Hespanba pela fronteira
portugueza, O socego parece completa
mente restabelecido, por esta vez.
Diz-se que o goveroo hespanbol para d,r
urna demonstrarlo pacifica, e para tirar s
repblicas do Cbili e do Per' o pretexto de
nao acctirem a intervenco dos Estados-
Uaidus, decidir chamar Europa a esqua-
dra do Pacifico.
Uma flba franceza, qae temos vista, diz1,
que o general Prim vai publicar um folbeto
revelando a historia dos preparativos,, das
promessas e do mallogro aja revolta hespa-
nhola. O celebre candilho bem' precisa de
fazer essa publicarlo para se jtrstttrcar, por
-que a ciriiuaistanoia de ter colnpromeUido
os seus partidarios e de nao apparecer em
Hespanba, tera-lhe acarreta lo nestes ltimos
das grande mpopularida 'e no seu palz.
A situacao poltica em Portugal con-
tina a mesni:i.
Follava-se na prxima visita do reda
Italia SS. MM.
Ficava em Lisboa o Exm. e Rvm. Sr. '
bispo do Marauho.
da Moldavia, da Valaelu'a, B.roia, Heriegoviaa,
Balgarn, Croacia e Dalniacia, para as separar gra-
Saalmeote da Porta Oilomaoa; qae estas proyo-
cias sao qaasi' aa claras goveroadas per csprales
rossos ; qae os seas habitant-'s sio de f icio mais
vassalios da Rssia qrje da Torquia; qoe cedo oa
u sttA -kim-m' *;rtt'OBstap ; eot Vtonfidef" farde esUs proviotlas' set.-roariao* com-a'Grecia
drpofs-oe recoahOceT'dbiflxij dteSe ponto d-vrta-ios allrados nattiras'da Rossia, e formarlas -a^im
O'direiiociwtHaciomtda HuDgTiajno-pd^etleglea-jnoj bilrarte, qae-cfleana a Ansinao bria U-
hieole recusar os mesmos diretios meta'de occide- c a loda a Europa, e dotoinaria o' Medili-rraneo.
tal da monarcDia. Efltretaoto as dlsposicdes do tratado de Paris ffe
A gaieta de Vienaa publica ara decTeto de gabl-118$, prevoiram parte dos efeitos dista propheeia
otedoiaperaiMrconferlodoaoSrde toastnab -I qae'oprogramoa dess partid qde aclaalmeote
cller do Imperio o pnaieiro logar oa corle depofc s do grande .oareebal do palacio. mete a entrevista Saiaborg, Ui mover
, Termlaoa ja' a completa evacaacSo do Lu- estes planos
xemburgo pelas tropas prusiana*.
A qnestio de Scblesvrig vai entrar enrama nova
pbase. Bu se djue segando os dsejw annifesta- UBtmopi.e pgovuroo oKoraana cootmoava estrei-
dos por uma nota do-gabiaele diaamarqaet se vio; lando cada vez mais oslacos de amisade e de -re-
ebtabolar negocacSss coaflden'ciaes, cooduildas epobecioento qae o aoem a Franca, Austria e la-
por borneas comptenr-s de ambos s palzes, atar- glaterra.
callas garantas reclamadas pea-Prtrjsii. I n
U gabinete de Berln tjner qoe a's Begociacdas' -m
a divergencia que 'se' levantan sobVealgumas seaBi"'intiows, de sorle qoe nao 'sea pnsc'iwr con- i"*,lf,'on"' Pf!,ilic? rd,9a' e boal ie. c'r.CQ,,>r
-', em Gonsunliovipla nal m^mf-sto dirigido pelos
;queiides de porateaures.
meato moito empenho em obter a restiioicio da! gabinete prussiano disp^v
crrespiKideocia dos aatigos eobai'udores vefl-r! eondiedes' da resKtmolo de algaas dUtrtctw *i *K^?ao iVQ^9 cojocidioo com agiusao qoe
A Italia liaba Drioclpal-! siderar se questo ge'ral. Aasim parece acUar se o k
- -"Boato a um accordo aobre S,'r.06 naao rU99" '. fK\ fo*"*> *Mb
ianos, nao considera como c-ompensacao s IH-'Sc
cente desta perda o abandoaj feito pela Austria,
dos documentos administrativos relativos a Isiria e'
,he oola na Servia, e com a eonspiracao deseoberta
O gov,roo prassiano eonj esta rpida caublanto 2"l?>'9 'J^iegr, Contra o-prlnclp^
' em prrfvmcias' slavs
? procura conjurar a- ioiarveocao pos'slvef de'oirs J? m?*'r*1"^ l?*a -
a Dalmacia. Por ontra parte sugerirn certasdif- potencias para resolver esla1 controversia qde aliw 515\"?"*.* Ao3,rta e R05sM> continoam s-
R/imIJ.^.. ______ j---_._.:'..' >----. t j ^*BBBB*BIBHBB*BIBHBIBHHBIBH ClGm *" IBfftftnl a nwi. An n nl> nliiiu An C
que existem entre os Rossos e as provincias torcas i ^a$8ar0 a fazer parte dos Estados-Uodos.
' Assegura-a \ue naijuallas tres ilaas ba mi-
nas de ouro, prata, earvo e cobre.- Oslo
e muito frtil.
A impreosa dinamirqueza vai-se mos-
traodo favoravel vendaaos Eslados-Uo+dos
das ilnasque a-Oinamarca posaue no goipho
nhague-que aquellas ilaas mais -tarde-ou
mats cedo se t.irnaro iodependenies, e que
Cornos grandes recursos que da sua cesso
a Dinamarca pie tirar, poderii o-'iter uma
forte esquaira para proteger a sua inde-
pendencia na Europa. Parece porm yue a
Inglaterra se opp5e a esta :essao.'
Em> Hespanba* terminon reroluco,
rietipando-se os prioeipaes ehefes'do mov-'
ment para" a Frauca, onde foram interna-
dos. As partidas, dizem os jornaes de
Lisboa reswnindo O que oaJorre, 'qae os
segui-im, tizeram pe;a mxima parte a sua
submisso -autoridade. O goveroo liespa-
nhol que iHiha-' prorogad o praso da atn''-
dyslia aos que se entregasem, promuigou
uitimamente on decreto commutando a pe
todos
e proj'.cios de soblevagrj com qa-
parte da impreosa t- O imperador da Russia oo ira' de certa aCoos
nova-ntfeW e prenle a estes fattos da
ficaldade* acerca das restafcdeS devidas aos aa-
tigos soberanos italiaois destbrooados, a Italia,
considerando como propriedade nacional diversos
objectoa de lu o oa de arle Jevados para o exili
por algum desses_prfncipes, reclama a restitaicao
No dia Io de outubrodeve ter lugar' em
Lisboa a inaugd afilo-da estatua do.poeta
Cainoes.
Elevavam-sa as subscripcoes officiaes par
o Asylo de Mara Pa a 19:G05i$205rs. for-
tes e a do Jornal do Commemo- a.....
i:0i3!95 rs.
No Porto continuava o processo pela fal-
sific^o das notas de Banco do Brasil,
J se acbava no exercici de consol geral
do Brasil em Lisboa, o Sr, commenJador
Manoel Araop Porto Alegre.
pehnambuco
col Jadea,
mele
das novas fronteira?, qurt ainda nao esta' completa-
mente terminada, fra' objecto da am trabllbo'
teco meo especial.
A rainna Victoria no sea discurso de encer-
racsMto das cmaras declarou qae teodo o sea
Diiem de Pkreoga qae o general Garibaldi s governo contribuido pira desviarTmatedlaamente
dispoe a regreiw (apreras e qoe desparecen J p perif o da guerra, conO* qae uio eiltie agora
jV-ternaa-ano o, eu desela em-. tratado. ^i&rSS^f ^V^lto'*
O ..verno nrnMmi tsteu-a um atii>cia deli- 1,e.r;,rgo, qoe nlo cessa de trabalbar floS pre- w cen-ieaioaao potos'consetnos- ae
beMuvo ZtZSuXLZ^^lt^o lS*TJ*. *ibmen a O0**'1*" D9 C*J- uerra Mm criminoso de rAellria. *u-
do norte, ohddo re da Prussia geo.raHssimd. .^wl15r'l?W/0B aoxlHares <0" lne *a*P'("om rante a lota-Ao cessaram as< esecucSeSica-
Otiireto'prMMo depols de rea.lsado o recr. { D lonte!2Ttod7s eS'factos qde o Sr. BrMl.no, l^ **** Cm ^ est no tostume de
dltia dhmitdd de governo romaoio; con- n3 esperar seneaetos de cruel severidade
.o poder com on pe^una tndifleaeo no do governo nespanhol, es Oltim03 actos de
coosiimico federal. ?.*4'!!L'' 0 "i?9 itfer fliwr qde a>poltica rosaa moderaco e clemencia, caAsam 'uma ceru
O goveroo prisma* deeretd. o dia H de i** {^ SWaiiT^S^e^S; ^^Copela novidade. A elles se dever.
tKyiSTS^'IX SS^.W^*\r^n&*& talvez o nio ter a iasorreiCIo progredido,
SttcompS.TdelSlTrdew- dTgTwds ""l.ncar od elfcitos da entrevista o". SaUbrg. isto -devena coofencer OShoffleas polU.COS
proprieurios terrtoriaesa ordem das cidde** Aecrescente-se que um despacho de S- do paiz vizinbo di 4}ue a violencia prejumea
ordem doi rnaoicipios raraes, Os depatidos p,,Petersborgo d 26 de agosto, diz que o go. .aos..governo?, e de qas toleraacia e o .';i; ta vmu; Uauda mu, coiitmar*' o
o seo ae-eoiiceera a iraiauo. 'OBm^.Whr,., aiT2 i r i. ------
nrii*aiM>/i Aitein um fWi^-ftrt eii- f'eprgo, qae nao cessa de trabalbar PoS pre-
lo rl da Prossia gemraHsimd. D.0ht)|H(
^raaslrto depols dereallsadoorecra>\ "
esses objetos. E fora- de dovida qoe estas diffl Umeato que deve etar terminado io p>ibrtpfb de!'i u2
olaadee, eomplelamente aeeondarias, aro-breve-1 a*vemro, Beari com nm tiTectrvo de 3a-iU-Bo ,1?;, n
>eole resolvas amigavelmente. A delimilacio meu, mais 30 mi{ do qaedevia-tar noa termos da jlSL,:j
dia M de am- lfMimP^a ea Bocbarest a qne'o gov/rno de-S. Pe- ^InriMpLrnpla'nnvif
^fXefde tefsbqrgo oo larga aquella preta dos prioeipados -.W0 pela novic
.fl^J^SLi daaabinos' e duplica os seas esfroos para coa- talvez O BO ter a l
REVISTA DIARIA
Hnio-se honlem o' lostituio Archeolrglco o
G o;>r*phtco Peratibbatfaao, soba presid^nsia do
K cbm assisieacia dos Srs. Urs. Cuoha Figoeiredo
Jnior, Jo,^|uim Portella, Raposo de Almeida, Ger-
i*S'0 CVrap-lh, Jos Soares, e os Srv. padre Lwo
do Minte Ctrinello, major Salvador H-iirlqoe e os
socii s hooorarlo eomniendador Aoiunio Joaqoim
de Mello e corrusonodeote cirurgio Andr" Fer-
reira d'Aliueiia, abre-sj a sesso.
E' lila e aoprovj-ti a acli da anlecsdente.
O Sr: secretario p-rpelao Ja' contaydat segoia-
tes oft-rtas:
Varios num-res do Mario de Pernambuco peto
pODS>cii Dr. Fiui O.
I'ods nmeros do MrrcanHt-M s da OptmSo-
.VflCiOBf pilas repeet|vas rdnccSSs.-
Todas estas oHerias si' recebidaecoa agrado e
mtto4am-;e arcbvar.
Vem a' mosa u-na propost* para adralssJo de
sx'i '.A' c i'i;ms-,o respecut
O Sr. Dr. Rapozn ds Aimuida retatando a cotn-
misso de trabalbos historeos
commnolca que* a rnesma cunvisti
e ezainnala alguas lagares historeos, de qae fa-
ra' o'uara das prximas sesadas-o- respectivo rea-
r,jrtol
Vtn a mesa am ofBjia do Srjfl
ioci* efclivo-comnuiiu'aQ i.), iiuer
'ptwsivel co'ilpirec^r a'sesslb gH
miltirom os seus continnados soffrtmentos.Iq.
teifado.
Dada a pilavra ao Sr. commeadador Antonio
Ji'aqolm de Millo, tlna ell a Imitar de sea tra-
balbo, seodo camprimentalo pelo Sr. prt
mais medibCos presentes:
Aohaaij >e a bjra adiaotada, o Sf. presidente
declara alala a kitura da memon* do Sr. padre
Uno do M'>Gte Carmelo, sobre Ja aot tlcldade do
|agir chamado Boqa-irao oos montes Gararapes.
Levaola-se a sessb.
Acaba du obegar a estaeldade oSr. J s Heo-
rlqa-s Triadadp, commissionalo pelo banco Man
di G. pan estvbnlecer orfli carxa fltial, de ra' S. S. o ag me.
' 8egtmdo aviso do mimitetlo-deImperto fot
declarad ao prior do convento dt>rmooOaoda
.er prer.st a apreseBtac de,He<>nc*do sapenor
d-a ordem, aflm de o goveroo imp-nal conceder-
Ib a aatorlscto pedida pwa o m'Smoprtoi oe-
ebraf'ontote arca. de doos scravos-com o
'8rv loa Rjrf 4a Coi.- -
' Sobre coosaJra do da paroehia. d oa da#*setla; resalvea 5.
Ec o Sr. prsi>lete da .proviocia que para a
leico de meotroa d assembla prari/icial fos-
sem convocadfs oseleitores.wcoobectdos pelo col-
legio renoido oo corpo da raatrii desta fregueiia
de S4M0 Aoi-mio ; viata qae, nieseade quaufiea-
dos os- Srs. Feiippa Duarle Peceira e Auloaio Ro-
cbaLios Acciili, nao podianasereleitores.
O acadmico do 3* annt, Jos Goncal'vf % da
Rocha, repetidor interino do eymaaaio, fea eeass
de 15 por eeoto dos seos veocimemos paris des-
\\


Y
MUTILAD
ILEGIVEL


P^

~-*ei<* Ur* *7 *+**iemht* de IM7.
mesmo donativo ravvrsaa a* /aoSillas ios o-
I Ontario. '
O elogio -de **l eoabdo em si m?
o-, e-.aada o* encarece oanlo Ciaij a respacliv
prodoccao. ,
-Km .-asa ogeabo dlaroeloco, rendea alma
ao Creador -Rima. Sra. D. Paula Xavaleante
d'Albuquerque, matrona raspe* vel e maior de se-
. tente IODOS.
i A tinada era mai 4o Src Of>mmendador Antonio
Marques J'Hallaoda Caulcaot-*, a quao offerece-
naos a txpressao dos nossos psames.
Una arnso asignanti lembra a* empreza lo*
rilhos urbanos a conveniencia de ter un trem
especial, que offertca ao moradores da cldade a
acilidade de visitas it> mesn residentes no
ampo, depois des trabamos do dia, oo de p*ssejo
os arrabaldes tim suas familia!", aflo de refrig*
rarem-se.
Para Uto seria preciso, aois,alm de ana trem
m combioaco tal de horas de patda e .regresse,
qie se podesse cnmguir ame ootro flm ; e o trem,
fijo sabe d'aqai a' 6 noras>ds tarde poeerla pres-
tar se a tai, se por vwara fe seu regreso, *m aet
de ser a's 7, f os-e ao contrario da 9 a i40 horas
4a Boite.
Coma qaer qae-eja, aRenqlda a reclamacio, fa-
fia a empreza, segando peflsa o nosso asslgnante,
(io obsequio a'qaatles qae, nao podando, por sna
occnpa{5es oa por iusufJcieocia de melos, morar
fora da cidade, soffrAm nao pouco sob o calor;da
estacas, que corre ; ao puse que lo deixaria a
mma' emprea detaaferir raMacrb correspon-
deabvmrflMbte-as ooltes de loar, qoarjdo os
pasteantes aos arrabaldes senara sem numeroj .
Foi indef<-rida a peticio' da'- professorai da
Vertentes, D. Piulina Marcionilti d'Alineida, visto
declarar a repartilo das-obras poWir.as, que
aqaella .povoa^io distada capital apenas 15v' le-
gua j.
Foi nozaed Sr. Francisco Gom-'s daCdsta
ajudadle do porteiro do arsenal de marioba desta
- -**--*- fli
ciarac* i
Foram transferido do batalho n. 45 para o
de o. 41 daguarda nacional do monieipio d'Aua-
Preta o'&Msapiao Afililo Rufloo Paasoa de Mel-
lo, e o dHwialhao o. 32 Dar o Rio-Granda do
Norte tjpitio Maoef Xavier Bitteocourt, ex-
pedino se a esta a competente gma de piss.igarr.
apor l/injuca, de cana, fot Granj i Ihnpar o fundo, e era esperado
na capitt* do-tftra', de voia ao nosso porto, no
fiu de etirtaktle *>z.
-- ChtaWn i a altaneSo do leitores piri o Im-
' pnrUfndfmtoTso,; rom que o BOSsO'eoropnovlBdla-
no: Dh TBi6el Btrarque de'Macado ncekm, por
parta dos girarnista, a diseassao flo orcmenio
do-imperio.
*- Finda*se amictia a cobranga dos imposto
do consulado provincial do anoo finaocelro de 1866
a 1867, os qae njo,pagarem licam sujeitosa malla
de 9 por ceaWa os seo*, dbitos segoiro para
juizcafin iie serum execuUdos.
OBorsa/amigo oDf HeBtlqao MamedeLin*
d AbfiKa p*e-no qtie o dMcoipem* para roa
os seas amigos por nao ter ido receber soasr-
dens para o Rio de J.neiro, onde conta demorar se
um mea. A.presip^a da viagea do nosso amigb.A
isso dea iagar, e elle espera ser disculpado.
Tete logir hont-m, peraote a directora ga-
ral da Isirurgo publica ile Prtraambac?, o eia-
me ..'e bV)ilita$ao de philosophia da cadeira do
Gimnasio.
Caraparecea habilitando ThoWas Barreto de
Uenezes;sendo examiuadores os Drs. Cicero tonio Hercnlauo de Sjuza Baadeira.
A profesra-publica de S. Lourenco da M*>t-,
U D. O ym^ii d> Aieredo Coatinho, offereceu oia
eo por ento de sens ordenados, para as- de-pozas
da ga'erra, desde i data em qae entrn em ex-r-
eieio de soa cadeira. ,
Tira a mala boje as 1 horai da tarde, na ad-
mioistracao do correio, o Cruzeiro do Sul, para os.
porUs do sal do impe'io.
Acaba de ser remanido ao Sr. che fe de po
licia, celo sobdMegado da Vanea, Brai Fsrreira de
AlbiJiuerQue/por estar proonoci^do, pelo jdiro
municipal da 2> vara, as p-)aa do art. 254 4.?
do cdd. ertm.
Da eadi de Tacaral evadiram se, no da
do correte, tres racroias odoos'gordas nacion's
designados, que, apezar das diligeacias emprea-
das, nao poiaram ser capturados at 10.
Segando nos informam f i anta-hootem arre-
matada a constroccao do oa(o da Cmara manici-
(tal, pelos Sr.-. Avila- Uaod uga e Jos Augusto de
Araujo, pela qaantia de I 5:100J009 rs.
Par a nssa pr-ija trouxe o Orro do Sul,
das do norte do iuperio, 3:D49JJ8J rs. em dinal
rn, p ron-mi para as do sol na mesma especie
84:334,1410 rs.
A' bordo desse vapor vieram 23 pragas para
o exereito.
Sahio de Lisha para Pernambaco no da 11,
o vapor lgle Cattim, da !lnha d.- Liverpool.
O d-c mto as pracas da Europa regulava
Bancode [Olaterra.... (.,
de Franca...... 1 i\i *(..
t da Hspanha 5|0.
.de Francfort.... 2 1|2(..
c Hamburguez..... 2al|2'|..
a de Bramen....... 3 (.
a de Holianda.. 2 l|t |.
Os landos brasiteirrs fleavam :
4 li2 j.-iBS-58-60.... 66 a 66 1|2.
4 li-V-1863............. 65 1)4.
V-865............ 741|2a7o.
Bmrtes 100............ 74.
O vapor erme, d* linba da Liverpool, dve
partir a 2 de outabro para o Cear,
Sahlram os segurates navios : Lin^a para o
Pira e Ciuiiu para P. rosrabuco, a 11, de Lisboa ;
Bumllude para Pernambucj a 28, e Amazona
para o Para a 29, do Porto.
Ghagararo Lisboa : a 3 Ltgeiro do Para ;
a 6 Jurio e Constante 9a da Peroambuco; il Je
rorne do Cear.
Ficam a carga os navios : Despique 2, Afa-
na da Gloria, Lata 3a e Julio para Pernambuco,
Ligtiro pira o Para, Bom Successo e Viajante pa-
ra o Saaranho, em Lisboa; Seguranza e Trian-
pho para Pernambaco, Flor do Vez e Nota Pal
mnra para o Para', Maria para o Maraabo, no
Porto,
Bis as altimas noticias commerciaes das pra
jas da Europa.
L mires, 13 de setembro.
Algodao frouxo. Pernambuco, mediano 10 d.,
- Qaal o crastacao-148 ada palw '* trar o sdiersaiir) e quteuer anBIpto, on Si^nfi iai r\a xx^Ai'f'vA
- Qaal o alverbia de luar q WW t mii ja qae ^ fwbl 9*** *^*,te* I l<* ^^ UJ? ^C001 ,WrU1<*
.TiicW *DJU da ma:ica q,a gaii - Qoal e a Instjtgmeoto da flatar ereancat Ai oda a bl(B poaJaf%pamara.:dt3 depu
que pronome peasoai r ttdo em ses$Jo de immgosl<*m - Qui a v.>ki qti a^ai. os djactos T te,.ana(> 0 suMnio s*vaDgl#ijJi |dre-
bordad"' '-*'1" ^ 't* - Qaal a habitadlo que n5o fraca t K> ingle, quando lord-Chatarw
- Qaal o adverbio de tampo que se aparta matar oo todo urna medida do governo. ex-
comflveiiaT ....... .cUmwi grs. e^ptoto iqwiisvp ?ij>

Pela welartajda Santa Casa de Misericordia do
Vne sev'az pobtico a qm loloressar |ii? n me-
diaadu tiaayuHbt Lazaros, .hospicio de aliena-
do e coM#(u is orph.is, Dr. tenorio Firmo
Xiwier, em ,*\rtntio- secontrato elto eom ,
qliaVtttM1 maaala Saota Cka, d consultas gratis aos, po- j
. sendo no hospital dos Lazaras em sinto'
Qaal a parla do aottico 'd ablbas.aae ,
iaorae de malner T Ie8?'-
Lisa no JonriVur do Soir: Entre nos, TJonrTergonha o digamos, moi-
l
MrwsorcorAilnClav-bor Nalil.
1 '" ****** 8 de oototro ao. mel
aya, expedir' esta eompaahia
do sea.a|,ores paraos por-
ios aciaa- Recebe carga jmente
at a ais 7 ; ncommenda?, pas
*^*
\$\i*_n armaco e os. ferros da taberna sita as
ftel n. 245, segoBda-felra 30 do correnta
ras da matibaa, no referido estabelecimen-
aaajtaoJta.se em poder do referido portei-
ro para aer examinado pelos pretndeme, coj
estabelecimeato i Btrteacenle ao expolio do finado
Fraacjsco Marque* da Lemas Ribeirn.
iwiaa a arma
te
fK,ro *s 9 hoo*s <,, *baa, no colleglo das or sagelros e dinheiro.a Irete ate as 10 hars oa ma-
WMa em O oda as 10. horas e no hospicio as II, nha d) dia da sabida : ecriptono no Forte do
horas de todas an tercas e sextas-feiras.
Secretaria da Santa Casa de Misericordia dr> Re-
de
- O namero.de desanos e {atoos execaUdcs a>or 4o pea XODt|arO -acOlece ; & ah eitafflOS -Ci,e. de setambro de 1867.
Garoler para a constrcvda vBera, aio al.SreD(ii9. aqaelles mesmOS qae S50 como qae O eseririo
a a manos de 30:000. Ca calan -se aue pondo- < i J* ,__:i4. Pedro Rodrigues de Souia.
e-os uns juntos ,os7tros S^wimto. Wf^DUi^ore3Qa,instfac0o da mocidudd jofr -^Tfg^^A~srs
sa-bi nm tapeta de Pars at Versainas a de Ver- ,86 destina ao estadero nosso direito, T.o- .Drflt *T I,"CSn If ? uJ
aaiiies at Paris, : Jarem osteaai?a e arrogaoremente .a< i* P^C1S' -.de uta hooifns para o serv^ de
Para as divisos tnteriowt-a-U.aVtaiiaa fax- leccfotiMdo em suas casas e um collegioj, ""netros} endo um para as viaxet dia-
i mister organlsar mais 10:000. nartimlarmflntn a matora dn cnrso-Dra- na8-a t.tiade de O iqda ; quem, estiver les-
m reino sold'do do prlmeiro imperio na idada
de perto de 90 anoos. Entre as numerosas parti-
cularidad rs de seus ser vicos gostava alta le con-
tr aegainle:
Foi ella qae aehaado-ss da guarda na paaaa-on
Matos b. i.
ariST/i k ete
paratorio dasiacudades de direito I!... T'-Coes e quiz!r ? enaj"ar diriJa-Se a
. Eilesgue doviam dar exampio aPa. m68" com atustado de sua conducta.
rangosa mocid4ide respejo*obediencia: LZ".^1"1119 cam.ra
is tais, dadnos ifTlciadartS 4tal>oio,
_ inuoicip il desta. cna-le
eg4 *0O,',aa-"a amda en ora?a nos das 27 a 80 do
.._. <* O01"real, e 2 de oucubro futuro, com as c iviioes
de foi executado no Eyplo, o assasshWdeWber, -pecolacaa-a dNaVnopollo Iw- 4jtld- leges rMencionadas no edital.:- ......
den nm copo d'agaa ao paciente que era attorman
lado pela sede. *
.Nlngaem esqnecen qne o oaTaHKlakat'lol
assassinado no Cairro, aps ama revista, a 14
de joobo de 1800, por nm Musnlmaoo- aflamado
Soleymao, qae Iba dao algasias' punhaladas.
I) assassino, depois da tar o aote-bra;o diraito
consumido peh fogo, foi atado um poste.ood
parmanecea vivo durante qaalro horat. 'araira-
do por: ama sede ardeate, pedio varias vexea de
biber; mas-recusaran-Iba eSsa Rfaca, porqoe ell
tana por ffisitoabraviBrilB* a oloroea agona.
Eniretaoto, nm sentinella, qne aervia como vo-
luntario no eiercito.do Egfpta asampadacaa-ao .daj
tantos soRrimantos, e dominado pela emocio, offe-
receu um copo d'agaa a soleymao.
O-soppliciado bebeu-a de um trago a- morreo
taimediatameate.
Foiasse soldado chamado Darroy, que mrreu
no hospicio dos invlidos onde se aebava havia 34
annos,
Riparticao na tolica : Extracto daa par-
tas do da 26 de setembro de 1867.
Foram recolbiaos a casa de deienco no dia 25
do crranla : ^ .
A' ordem do subbetegado de SaaloaKntonio Cui-
Recife, 24 de setembro do i867.
44t*nro.
*<
.ar publicado, da II do cor-
" f**,M,i.%>ra^ar.rjiaatda por qaem por menos
11'", ohri 1n (Viiji r),la ainn ejm >r\ r>r ' iueli!^,i%l.tu,la lrtl- ,,,, r,.4i,.a,i., ui.ddid
arreuiiU^aj eaii satfj auauacuJa, u>r alu z
FergiiJalasiiaiportaatUtiriias eoA^ueui s. w
para os enferoros. p4?o da cmara municipal do Racife en Mssao
Se por acaso visseis oue um erigo emi- I, 5 de "emb-o da i87 Lqu Jos Pereira si-
Oto Wwcm, ririas voluntaria- ^X:^nT'~F''a iiCJ :anol*B"-
mente que o. seu contacto inevitavel os
Frease para qoalquer porto, o patacbo holste
nense Electri de primeira>clase e forrr-Do de co-
bre, d qoal Sea dascarregado oasiis qoairo dia:
qaem pretender dirjase ao eseriplorio de los
Maria Paloaair* prca do Co| Santo o. 4, pri-
metro andar. .
Grande leilao
o vltoos hespanbtaea.
Da differenies,agia5 para fechar eootas, no
maz^nijufll*o8a,a'frot8 do Corno Santo:
Sti^T*** proxln,fotaro'""
MUS DIVERSOS.
prtvasss da vida ? Se. orna grande e cala-
mitosa WnndaeSo' vos araeaeasse ; por ven-
tura (icarias quedos e tranquillos al que,a
mesma vos viegse-arrebatar ?-Por certo
que nao! Sabis, pois, que se nio fizis
taso de nina l e.-Me unr marro, ou de
urna dor de garganta, isto.poder-se-ha tor-
nar to fatal como nm incendio ou um i inun-
daco. Cada m aC'3sO'=oiiparoxysino vio-
lento de tosse, um. golpe que debilita e
prostra vossa vida. Sede pois prudentes e
precavidos contra o perigo, munindo vos
do Nascimento pac (agida.
^OcbfefJdafl'seecio,
J. ti. de esquita.
Casa obdtinqao. Movlraento'd da 25
da setembro.
-Existan!', presos J03-, existam 294, a sabor : nacinws 198, mulheres 5]
esu-angejfo 3, mulhar lrescravos 81, scravas 3,
total 294. .
Alimentados a cdsta dos cofres pblicos 207.
l6>itWutr-ijBEfco,.-**Obiuafi9' B%4s%vJtMa) se^
Francisco Jos uiaa da. Casta, Pernambaco, 71
anuos, viuvo, Santo Aalonio ; hyrisip^lla.
immediatamente do maravilktoso Peiloral de
Iheroaioa. aWi* a atar tV?oca#iada Coacsl vrJnis*>9l"*t>!*t***' W>aatian Marques 0^,,^ e salutferas se etrtontra a verda-
Nem a
Maria. da Cincaico'Pereira 'Parimliasd, 6fl
anuos, vi'jva, Santo Aaton>u Paimon a.
Florlada. Mcria, Petnad>tMUO,i 78 anuo?, vluv,
S. Jos, pjneumoaia*
' Miqueiioa Mana d-ii Prazeres, Pernambaco, 35
auno-, solteira, S. Jos, apoplexia fnlminante.
Simio, frica, i4 aaaos, casado, Bia-vlsta ; tu-
brculo pulmonares.
.Mari, P<-ruambuco, 6 mzss, Itacifa ; coaval-
edes.
Mlria, Parnapbaco, 3 maxes, Boa-Vista ; ab-
ceo.
Cosme, Pernambac), I.gnaos, S. Jos ; coaviil-
ijes.
22 -
J > Thomat, frica, 60 annos, solteiro; Boat
vi-ti ; hypatrophia.
FelieaMarla da Coocflicjao, Pe nimbuco, 21 an
no?, solteira, Boa-vista ;.taberooios pulmonares. I
Maria, Parnambpeo, 1 maz Santo Antonio; tu-
mor.
soriano, Pernambaco,12 anuos, eseravo, Sanio
Antonio;. bernia estranglala.
23
Joo Sampaio Gioes e Silva, Pernambaco, 13
anaos^ solteiro, Boa-vista ; atiqao cerebral.
Flix Sevenao de Jess, Paroambuce, 30uannos,
Boa-visia j.-ibarcofos pulmoaare.
Minar vino, Peraambuco, 7 unos Bja-visla; mi-
negi'.a.
Filomena, Pernambaco, 5 metes, Recite; con-
vulcSas.
Joiquim, Peraambuco, 60 annos, eicravo. Bda-
visla ; miente.
faula, Pernambaco, 35 annss, escreva; Santo
Antonio; hepatite. .
dsefa' Peroarabaco,: 3S aoais, eterava, S. lose ;
cancro.
24 -
Eitevo Francisco Alvas, Parnarabnco, 23 annos.
Boa-vista ; varilas.
Clara Mara da Assompco Valioso, Parnamba-
co, 33annos/ solteira, Pojo; cancro no uItero.
Julu Mara do Rosario, Paruambuco, 28 annos,
6olteira, S. Joi; tbercotos pulmonares.
Feiiciauna- Maria dos Pialares, Pernambaco, 60
annos, viuva, S. Jas; cancro nlenoo.
Mat.-eia Rosa da Conceigao, Pernambaco,. 24
annos casada S. Jos ; tubrculos pulmonares.
Maria, Peraaojfeaco, 11 mezes, S. Jos ; den-
tincao. ^
Mana Pernamoaco, 3 anoos, Boi-vija^joovul-
(oes.
JoO-, Parnambufeo, 5 mezas, SantoTlatonlo ;
plbysica.
Rosa, Peroambaco, 40 aQnos, escrava, S. Jos.;
congestocoreb/al
deir i 6egoraac t.. e a pro i iria vidi.
tosse, nem as infla raniacdes da garganta,
nm as onstpacoes e catarrhos, nem a
astbma, nem artrtitagao dos putmoes; fi-
nalmente neaoxBa enfermidade -pulmonar,
precursora da phtltisica confirmada, podem
reststfr a juu p*Wa o seu-.-poder immenso, o -seu va'or im-
paga Vdl.
A.cha-se;veada as phrmaoias de A.
Caors, J. da GonceigSo Bravo V.C., e P.
Maurer dC.
GOMMEBCIO.
PKACA DO'RECIFE 26 DE-SEXxMBRO
-..-DE 1867.
Ai 3 )lJaoras da larde.
Cambio sobre Londra90 d/v-11 dpor \i
f^Silaaira.
Presidenta.
^.Maobdo,*
-Secretario.,
alxi,4Mla|.io banco do Braalf
cn Peraaiitttricrr. aoa 26 de Ja-
iBodeTStf.
De ordemda dtfficlona seiaz sclenle aos Srs.
[ accionistas, qus o.. thes'.ureiro esta' aotonsado -
pagar u 27* dividendo das acedes do banco do Bra
sil, inscriptas n'esta caixa, a' razao de 12*000
ciO saarda-tivrns
Jlgaao Nuaes Correa,
Pela administracSo do orreio desti
cidade se faz tjobriotqe&.noie! <7)as tres
horas da tarde fechar-se-ho as malas que o
vapor Cruzeiro ia
    os portos.do sul, as cartas serio recebidas
    a registro at as duas horas e-jornaes at ao
    meio dia.
    ., CASREIO IHHL
    RelacSo das cartas registradas viudas i do
    norte, pelo vapor Cruzeiro do Sul, pftra
    os Srs. abaixo declarados :
    Antonio M-noel de Souza Oliveira, Fabio
    Nunes Leal, Francisco Jco Serra Cardoso,
    Jos de Carvalbo Cesar, Mauricio Fraacisco
    Ferreira Silva, Manoel.Alves Guerra. Dr
    Manoel Jos Pdreira de Mello, Pedro Emyg1-
    dio da Silva Ros.
    Compahiu uJidr ic taa $ t>ra-
    sileira de paquetes a vapor
    At o dia 1 de oatubro esnerado dos portos d
    sol n vapor americano South Amrica, o qoal de-
    pois da demora do jcostame seguir' para 4Nevv-
    York tocando no Para e S. Tooraar, para fraus e
    passagens tratase com os agentes Henry Forsir
    & C, rna do Trapiche o. 8.
    --------------TiTT----------------
    seguir' com a pss.-ive prtsteia para- -o indica-
    do porto o veleiro e bem conhecido brigne esca-
    sa nacional Graciosa, cap to a ppatied t Ha
    ra Ferreira : para algoma carga aoa.iba alia,
    traia-se com o consignatario Antonio de Almejda
    Gomes, a rna da Crna b. 13, andar.
    Para a Baha-
    Pretenda seguir com mola brevidade o veleiro
    e bem conbecido palhabote Dous Amigos,- tem par-
    le de sen carregamanto promano, para. o. resta
    que Ihe falta trata se com os saos consignatarios
    Antonio Luii de Oliveira Aravedo criptorio toa da Craz n. 57.
    utattm mu-
    Uelac5o das cartas registradas exisientes na
    aalminisiragoida correift desla cidade
    para oars. *aixo dac arados.
    Br. Fetip^e Menna Callado di Fonieca,
    Francisco Belphtjto da Silva, Dr. Joaquim
    Jos Campos, Jo3o Luiz Ribeiro de Parias
    (2, Dr. Jos TneodOro^Sa; Barceto Villas,
    Boas, Moacl Lutz Gongaives, capitSo .sera-
    pbjm
    THEATRO
    *ara # Porta.
    ' PraaandaaegBir "Oort Aolta'bwrflda*MaraMal
    palhabote poriug-ue: Nota Surte, tem parte de seu
    carregamento engajado, para o resto qae. Ihe Ma
    trata se com os setfs consignatarios Antonio Loiz
    de Oliveira Ar.evdo & 0., no sen esoriptorio' roa
    Ai Crtit tfc 57.
    " M.Vii* S 'i
    Kio m Juueiro
    Pretende sabir com moita brevidade>para o.ia-
    dlcado pono o veleiro .patacho iGloria, p >.r ter a,
    .maior parte do sea carregamento tratado e par o
    resto qua Ihe falla e eaeravos a frite trata ^ com
    r>consignatario Joaqoim, Jos Gongalves Beltro'
    j-na do Trapiche n. 17.
    PAR4 0 -a(i4C4TY'
    S8gae nestes dias o pslhab Me Emilia, para er-
    ga e passageiros trata-se eom Jos S) Leito J-
    nior a ra da Madre de Daos .armaxem jante a
    igreja.
    Novo banco de Pernambuco
    Para conhecimento dos iateressados a di-
    recclo do novo banco dec'ara que a partir
    do 1. de setembro do correte anno, oban
    co entrar em liqnidacao.
    Recife 28 de agosto de 1867.
    Publicaooes a pedido
    O monopolio aoenslao.
    n -
    Mal iria a socledade se, imitado dos
    nossos mestres de preparatorios, em todas
    as outras clases os exemplos de desrespei-
    to e raen spreso da le 9rtissem de cima
    para baixo. daquelles que devessem dar
    MfAss8ucVfro,uxo. Pernambuco, Macei5. e Par- wmplo para aquelles que tivessem de mi-
    hyba branco B|6 a 26(6, louro 21i6 a 22i6, mas- ta-los.
    cavado 18|6 a 21.
    B de setembro.
    le. Peroambuco, branco 19 a 21,
    masi-avado 15 a 16 1|2.
    talado. Paroambnco, Parabyba,
    Oe Macelo 9 a 10 3|i.
    e. Pernambuco a Macei pesados
    aves 3 3|4 a 6.
    ida seiembro.
    ^K. Pernambaco 1' son frs. 12o
    B nominal fr?. 27.
    bs verdes de Pernambuco frs.
    a,
    h A que se acha venda
    Hcio da igreja de Nossa Se-
    rta de Olinda, quecorre segun-
    Rorrente.
    i i perguntas enigmticas de Son-
    tem: JfA
    Itde Ingar qae hora menor ao bra-
    viarlo Ca-afe.
    fe msica onde o gado sa alimenta
    o R.-r*lo.
    ento' de barbeiro qae se daasa ao
    ai3to M-fado.
    ante de cuMoha que f parte1 do
    obSal-Wo. u
    i*oej d mar necesaario a qaem qaer
    fumar Va|a!ome.
    V le'irtXlpajabetoqae;ss aebatra bllha ellec.
    trla-d-*A^Wio. ,,
    v sub-taaelaairiforrae qae probme e-
    soal Gai-ella.
    A parte do corpo qae iiha prxima ao Ha-.
    cifa Cara-pina.
    O emprecado daalfanega maior qaa os va-
    tros o Guarda-mr.
    A parle do cordio do irada qae se accende
    No-vlla.
    Nesse caso com pouco viriamos os em-
    pregados de fazeada commerciando e os
    juizes advogando : porque todos estes estao
    para com aquellos entre quem exercem seus
    empregos, e jurisdices na mesma relaco
    que os preceptores de preparatorios das
    nossas faculda les para com os alumnos a
    quem leccionam. Se a le incompatibilisou
    aquellos, igualmente incompatibilisou a
    estes.
    :Se aos primeiros se vedou o exeretcio
    do commercio, e da advocada com aquellas
    penas que se veem estabelecidas em nossas
    leis, lambem vigorosa penalidade ameaca os
    professores de preparatorios que abusiva e
    escandalosamente leccionam estas materias
    fora de suas respectivas cadeiras, particular-
    menta em suas casas e nos collegios.
    Em abono do que dizemosabi se leem o
    art. 28 dos esututos de 28
    strbdWsAo d arvore Paao-rama.
    A B)ta de maslca inimiga do rato o Re-
    Ootras perguntas:
    dvrbfo de tempo qae' carcter de
    sao?
    o pelte qne povoacSo do Brasil T
    Qfltl 6 a'nota de moslca qae serve de re-
    re i
    Novo Banco de Pernambuco
    Km liquidacao.
    O dovo banco paga o 19* dividendo de
    500O por acgo, nos dias nteis, das 10 ho-
    ras ao meio dia.
    EM LfQUIDAQftO
    Novo banco de Pernambuco
    Sfo convidados os Srs. accionistas a re-
    ceberem o primeiro 'videndo (em iBoed-<
    correte) de trinta por cento do capital, tra-
    zenio as acco8s para irem sendo annulla-
    das; nos, dias nteis das 10 horas ao meio
    dia.
    RECEBEDORIA DE RENDAS INTERNAS
    GEIUES.
    Rendimento do dia 1 a 23........ 31:42051.4H
    dem do dia 2b'.................. 3:9205247
    35:340^391
    CONSULADO PROVINCIAL-
    Recdimento do dia 1 a 25....... 5!:39o33?
    dem do]dia25................ 4:i029l2o
    EMPUEZ A-COIMBBA
    .'.Sabbadai:'& de setembro
    ,.jpreseotar s- ha o .iaportaatisslmo e maito
    desliado dram.i em 4 actos do Sr. Dias Guimaraes,
    qaa por mais de urna vez lem sido jadiciosamea-
    le applandido neste tbeatro
    0 POGSt DO OUftO.
    DENOMINADO DOS ACTOS.
    1' actoA aedocao e a partida.
    2 ditoO pobre e o rieo.
    3o ditoA miseria e a ventara.
    J1 dito__A boura elevase e o crim abate se.
    omam parta os Sr-. Tboma:, Lisboa, Taixelra,
    F..--.yuiindo, J jrdani, Santa Rosa, Barreto, Guima-
    res, E niliano. Frenas e Si jueira, e as Sras. Di
    falco, D. Jasuina e D. Bernardina.
    A accao passa-se em Portugal.
    ACTUU-inADB.
    Terminara' o espectculo a chistosa comedia em
    1 acto
    36:4J7457
    MOTIMENTO DO PORTO
    Navios entreds nt dia 26. r .
    Para' e ponos iutarmadios6 dia, do mtii.
    pono 6 horas, vipor brasllelro Cruzeiro do Sul
    da 1,117 toneladas, cemmandante Joaqoim dwt'
    G. Alcoforado, eqopagem 65, carga ifferenie-
    generos; a Asluaio L. de O. Axevede S C.
    Soutuamotoo 8 portos latermedios16 das,'.vapor
    Inglez Oaeida, da 1,372 toneladas, eemiaandmi-
    E. M. Lita'*, eqnipagem129, carga diffreates
    gneros ; a Adamsoo HuWie & i ff f
    Navios sahtdos no mamo dia. +*** *-
    Rio de Janeiro pala Baha-vapor iogiei OmadoJ
    commandaote Leed?.
    Rio da-Janeiro pelo Assa'brigae brasileiro Nor-
    ma, capito Manoel Martina da Costa, em
    lastre.
    aaBaaBaaaaBaaBaaaakaaaaBBaaaa-BaaaiaaaBHBaaaBHaaaaaaBar
    DEGLiliCOlS.
    I
    Historia de um rvintem.
    Representda pelos Srs..G. de Lcenla, Jordani,
    e as Sr>s. 1). Julia e D. Buxoaronia.
    Com-ca a' as 8 horas.
    avisos MairiMas
    GOMPAMHIA PERNAtVIBUCAMA
    DE
    Xavegago costura por vapor.
    Parabyba, Natal, Macao, Aracaty, Ceara'
    Acaracu1.
    * -O vapor Ptrapama, comman-
    dante Torres, sablra' para os por-
    t-s cima no dia 30 do correle
    pelas 5 horas a larde. Recebe
    carga at o dia 28 ; passageiros,
    'n.-om'nemiris a diabeiro a freie at as 3 horas
    da tarde do dia da sabida : escriptorio no Porte
    do Matos o. 1. .
    (MtXMk BRAS1LEIB4
    DE
    Paquetes *a vapor
    Dos portos do sol espera-
    do al o dia 8 de outabro o
    -r- Sacare para Lisboa, Porto e liba d
    S. Miguel, oa roa do Apollo n. 20, escrip-
    torio de Carvalbo A Wogaeira.
    vifitle bwiel'ifr ooteir
    ' Os paaprielanos desla e>labeleclmealo, reeoobe-
    eeado a cestidade qae ffaila sentir da um ho-
    tel bssa potica a pMtqnsca povoaeao, nm doa
    4tWsos tn3rsiote.res.-uaiesarrabr.ldas, coaseguio ob-
    terau frente a estacao ds trilhos urbanos nm
    rjrtrdio em o^rfeltas ewdirees qne o progresso ma-
    lerhl tem adoptado em etiabelccimeotos de tai oa-
    lureu, esfoieaodo se assim para correspoidar aa
    pomposo (talo que adoptoa, vindo prevenir ao pu-
    blico, de quem espera o sostentacolo dos seas e*
    foreos, qae a' sua coneorrencia aberto desde o da
    29 de setembro em dame, eneootrande os hospedea
    e frequeniadores aposentos mubiliadoa no andar
    terreo e superior para orna oa doas psssoas, boa
    meso com gosto e aceio, sendo que o ser vico inter-
    no sera' pelo adiaotado .ysiema francet, acbando-
    se para i.-ti distribuido a pessoa bastante habilita-
    de, lenao para di-iraceo dm bilhar, domin, etc.
    e para corapiem-oH um baroheiro proprio em 001
    dos jaais praximios a. em eseoibido pooto da le-
    fVA*-

    LEILOES.
    Defazenaas geraes
    A 27 do corrente.
    O agente Oliveira fara' leilo a wquerimenlo do
    depesilario da masaa fallida de Feix Souvage a
    por.mandado do lllm. Sr. Dr. uu espacial do com-
    mercio de^ta cWade, das hiendas exist-oies oo
    arroazem da dita massa, eonsi"iolo em 46 pecas
    de moreantiqae, 4 .'gas de sarja, i3 males de ti-
    10 prtto, lid cortes de culiates da seda. 2 ii^- gros-
    de napias, 60 pecas setins de cSres, 24 de uft-ta",
    39 duzias camisas da algodao estampadas, 27 ditas
    ditas brancas, 21 duzias ceronlas oe algodao, 21
    de cbinelias paramolber, 14 chapeos de faltro,
    23 corpinhos camhraia de diffareolea qualidade?,
    8 duzias camisas para mulner, singelas e enf-ita-
    das, 5 pecas lazinhas de cores, 4 ditas de alpaca
    estampada*, 11 vestidos de la de cores, 1 peca
    tecido de seda preta enfranjado, 3 pegas de case-
    miras da cores, 11 pegas ditas dito eotrangadas, 1
    pega coila franceza, 68 pegas de panno preto, 6
    ditas azul, 43 duzias de eoardanapos, 90 pa etols
    braucos 50 ditos de core-, 46 di ios de panno pre-
    to e de cores, iS ditos do alpaca, 24 costames de
    paletots, caigas e colletes, 122 pegas de sargelim
    estampado e liso, 1 machn i da coser, 4 dunas de
    vermuth, 12 dnzias bezerros, 36 duzias de calcado
    sorlido para mulher, meninas e crurgas, 40 du-
    zias camisas de algodao brancas, 77 ditas dito me-
    lbores, 18 1|2 duza dilas peltos de linbo, 13 ditas
    dita estampadas, 6 dnzias gravitas de seda, 60 pe-
    Caixeiro
    Precisase de uto menino da 12 a 14
    qaa d eoanecimento de sua conduca
    Direita n.-45, k>ja.
    annos, a
    na roa
    -Precisa-se de urna osera va po/ alognel para
    o servigo de sa : a* ra da Gota sebradu de nm
    ' *?*? h *:_____________________________
    ireclsa-se de nm caiaelrn de 12 a 14 ano
    de iaade : aa taberna do pateo do Tereo d. 4.
    " Quem precisar de un para pbarmacia fiera! bal-
    cao cura boa ,prau>a deixe carta l-cbada co as
    leirss J. F. s^wtt jypggrapbla.
    0 Sr. Eugenio machinisia faz saber ao
    publico que sa cncarrega de qqalqaer obra i eo-
    canameotos, como colloear gaz e coccertav lam-
    bem bombas para cooear e c-^icetlar -da untos os
    sy-t-mas, como (tildados,de cbapa. da ferr,o, zinc
    e;chumbo.:. a residencia., do roacfyioista'" a raa
    Bella o. 13 on paTna.do Rangaf'n. 17.
    Joaquim Jos Goncalve
    Beitrao
    aui do TRPiesifi hah andar)
    Sacca- por todos os paquetes sobre o Banco
    lo Minuo em Braga, e sobra es guales Joga-
    *. em Portugal.
    aber: *
    Lisboa.
    Porto.
    Valenga.
    Guimaraes.
    . Coimbra.
    Chaves.
    i Viseo.
    . -Villa do On-ie.
    Arcos de Val dar Vs.
    Vianna do Castello.
    Ponte do Lima.
    Vla Real.
    > Valla-Nova de Famelicao.
    Lamego.
    La?os.
    Covilbaa.
    Vassal (Valpassos.)
    Miraodeiia.
    Baja.
    Barcenos.
    Na raa da Aorora casa de n. 70, 2* apdar, pre-
    cisa so de ama e-crava que cosinbe bem, engom-
    me e ensabe]: qaem tiver e quizar alugar diri-
    ja-se a referida casa.__________________
    Na praga da Independencia n. 33, loja de
    ourives, comprase onro, prala e podras preciosas,
    e lambem se faz qaalquer obra de eacommanda a
    todo e qaalqner concert.________________________
    \ secretaria da polica precisa comprar
    as collecces de leis do imperio e decisoes
    do governo relativas aos annos de 1839,
    (850, i 851 e1852.
    A pessoa que as tiver e quizer vendej
    compareca na referida secretaria s horas
    7 cid!'003," w'Veffw "a do sea exPedienle' oa entenda-se com o res-
    tarlatana amarella, 12 dilas brancas, 7 gravatas peclivo secretario, ra da Saudade n. 15.
    de seda, 12 l|2 do;las decoilahnbos de liaho, 20
    chapeos de castor, 5 pegas sedinha verde, 3 pegas
    tafela' rdxo e 21 basqnmbas -.
    IIOafE
    as 10 horas da machia, no armazem bem conbe-
    cido e qae fra da casa da massa indicada, a' roa
    da Cruz.
    i Ja AO
    mindezas
    perten-
    tores.
    D armagao, registro de gaz, fazendas e
    da loja da ra da Cadea a. 47,, j
    centes a massa fallida de Azevedo
    HiUF 1
    oVacapiorfl"de' XSStSi Sexta-feira 27 de siembra^mRb" Tlh eml
    rii-
    Barbara, o qoal depois da de
    mora do eostnme seguir' para
    ,s partos do Dorte.
    Recebemxse desde ja^pa'sageiros e engaja se a
    :ar,a qne o vapor ooder conduzlr a qaal devera'
    ser ambareada no dia de seacbegada, eocommen-
    \d e'diahftfro a frete al- o^diav da sahlda ai. 2
    loras. Provme-se aos Srs. passageiros qne suas
    jassageBS s-se recebein nasla agencia roa da
    Craz n. 67, esetiptoro da A otan i o Luiz de Olivei-
    ra Atevdo & C.________________________
    Pela administracao do correio desta
    cidade se faz publico a qaem iuteressar pos-
    sa, qae n5o se demorando os vapores da
    corapaohia messageries imperiales neste por-
    de abril de to em sea regresso do Rio le Janeiro, o tem-
    1884,leoaibiMdo com O art.'US dosaesmos po preciso para se fazer a expedic5o das ma-
    estatutos e o art. 34 % V da lei regalaraen- las com direccSo a Europa, dando assim lu-
    gar a qae deixem de ser devidamenle pro-
    lar das faculdades de direito do imperio.
    Entretanto, como se taes leis nao lloa-
    vesse. como se tivessem sido pcfiaial^das
    pelo.poderes .da Estado por- aero.^ gracejo,
    ou para senem ladibritdaa eatatoeeidas
    por am povo rade, sem costumese 'brbaro,
    contina'entre nos o monopolio no nsino I
    GopveDcamo-nos de urna sublime verdade
    que tem sido altamente, e nunca o ser de
    mais, proclamada sera bons .coslomes
    nenhum proveito tiraremos 'das ttiboras
    emprr-gada as vestimeniasque ^aisquid Uge sine moribu vanm vro/i-
    .r.rn i Uinn.Flmi ... Q '
    tmmt?
    Tem sido pelo respeito devido a fle oV
    servacSo das leste de pequeos engran-
    decer m-sv moitos. po vos, e, nos nossos
    tempos, serve-nos. de espelbo a Inglaterra.
    All o ultimo 90lav.o golf de triompbo
    com cessadas, tem resolvide que d'ora em diante
    as malas se fe ;hem s 6 boras da tarde do
    dia anterior ao da ebegada dos mesmos va-
    pores.
    - Correio de Pernambaco 16 de setembro
    de 1867.
    O administrador,
    Domingos dos Pasaaa irayda.
    Consulado provincial
    O ebefe da 1* seceo srvtjide da .administrador
    do consolado provincial, Xa* pnBhw para queche;
    gne ao conhecimento de todos os devedores de ira-
    pMtosdo anno floaneefio Batoda188*5. a 1867,
    qae na dia 28 de- setemtroirahjBBio iada-se. o
    oraaa arcada para a receWaaao** da sene dbito
    cando sojeitos oa qae nao pagarem at aqulla
    dia a molla de 9 sio 8 sereobaatoHadbi.
    Mas do consalado provincial 30 de agosto da
    1867.
    A. W. Pinta Batdaira e A da VaaeoMalloi
    7
    DAS
    Messageries Imperiales
    jil# dia 29 do correte mez, esperase dos portos
    ao sl o vapor francez Exlramadure, commandan-
    te ai da%imer,a qaal dpos-da,demora do eos-
    turne segaira' para Brdeos tocando em Dakar
    (Gorale Lisboa.
    Paupadiccdes, frates e passageus tratase na
    agencuaa do.Traplohea. 9.
    Segando o coaareto .(eito entra- a> administra -
    cao ao correio francei e a coai>anhia'das Messa-
    geries Imparaits, oe-agaa as a6Uiesto aatorisa-
    dos a receber qaalquer quantia de aanbeiro qae
    sera' reembolsado pelos cotraioa da todas as cilia-
    dos da Fraaaa(1 Italia, &ajssA Blgica.
    Para coodicSes e mais informaco >s trala-se na
    agenila rna do Trap cho n. 9.
    "'cOdPANHIA PERNAMBUGANA
    \ DE
    Hwvegacio osteipa par vapor.
    Macei e escalas e Peoedo.
    O vapor Potengt, eommaudan-
    -ri^v te Peralra, fegue para os portos
    cima no dia 30 do correle pe-
    las 5 hars da'tarde R-KJeba car-
    II at o da 28 ; passageiros, en-
    elro afrete at as S horas da
    urda da da da sabida : escriptorio no Porta do
    Matos a. 1.
    pont
    O agente Pinto fara' leil
    caradores fkamat da mass
    Flores e por mandado d > I
    eial, os obj ctos cima meneiJn
    referida massa e existentes na k?-' o\' ra da Ci-
    deia n. 47, onde se efectuara' o Uitay ap gaeie da
    dodfa cima dito. ,
    Baafaajaavevalo &
    SeatV^-juaVeoe-
    rtencfntes a
    ncuiit :c un BMirvajaBM' ^u'.hiiich u imi ai Ld4
    lo. (fw p fa.rr.ilja, qoa seja forro j)u rapuvo ; a tratar na
    JLIS2.A
    A SABR :
    Urna mobllia.de jacaraud como osla de 1 sof, 2
    ooasolos, 1 mesa redonda, 4 cadeiras de braco
    a 12 de guarolcao, 1 caadelanro, 3 candieiros a
    gaz, 1 cama fraaceza, 1 marquexa, 2 mesiabas,
    1 mesa de jantar, 1 sof', 11 cadeiras. de palbi-
    nba, 1 armario, 1 qaartinbeira e oulros obj ctos.
    Sabbado 28 de setembro.
    Na ra do Sebo casa n. 24.
    O agente Hoto fara' leilao por coala e risco de
    quem perteacer dos objecios aeimamencionados
    existentes na casa da raa do Sebo a. 21, as 10 ho-
    ras da da cima dito.
    m

    De nm plano inglez, 1 cama franceza de Jacaran-
    da, 1 mesa elstica, 2 cadeiras americanas,
    poltronas, 15 quadros a outros objectos.
    Sabbado 28.de seteaibro.
    Por iatarvenio do agen'"' Pinto na roa do Se-
    bo n. 24, onde llavera' veada de o otros movis.
    Il
    laV^SiW&S
    De diversos movis no vos a asados, nm rico
    adjreco de brilbantes, nm dito de pdras Unas, 27
    vidracas para jaoultas e muos onlros objectos
    qae sero vendidos pelo maior f rero.
    Sabbado 28 '.o crreme.
    Pelo agento Martins a rda do Imperador n. 16,
    as 11 boras do dia. -'
    O oflQcial-maior da Ia seccao
    Jos Xavier Faustino Ramos.
    -.adBaKStaS,!-..
    Compaobia tideli lade de eguros
    martimos e terrestres
    estabejecida no Rjp de Janajai^.
    AGENTES EM mX&MBUGO ''
    Antonio Luiz de OlireWizetMo k C.
    competentemente autgrisados jjela
    directora da companhia^e seguios
    Fideldade, tomata seguros de ja-,
    vios, mercadorias e predios
    escriptorio rua'd'Cruz n. i.
    Precisase de
    casa
    ra do Amorira n. 33, 1 ardar.
    Por mandado d) lllm. St. Dr. ]n nolftfial da
    primelravanopoTfflrodosaodfWfio levara a
    Agencia de passap rte p portara*
    Ciau-lino do Rejo Lima dsi#ch*nte pela ropar-
    tlcaoda polica da paolorie e.portara, tira-os
    para dentro t fora do imperio, por ommodu pre-
    go e prstela: na ra da Praia 1* andar ja. 47.
    Ama.
    Precisa se alagar orna ama, para comprar, eosi-
    nbar e engommar : oa rna de S. Francisco n. 54.
    '-^"Precsase de nma ama que saiba engommar
    e coser, para casa de pnca familia; a tratar na
    ra do Amonm n. 33. 1* andar.
    tleuco.
    us.abaixo assigaados declarara ao publico e
    com especialidada ao respeitavel corpo do com-
    mercio qua no da 15 do corrente dissolveram
    amigaveimenla a sociedad qae tinham no estaha-
    leclmenlo da iibarna qusgy*ava sob a firma so-
    cial de Pedroto & rrmao; sita na ra da Goto vallo
    n. 49, fleande o socio Jos Mana Pedrozo de Lima
    com todos as fondos acistentes e abrigado pelo
    activo e passivo da sobredita taberna.
    . Recire 26 de setetnbru de 1867. "_
    Jos Marta Pedraso d Ltma.
    Antonio'.Padroio Lima.^________
    Preclsa-se de hm felfor pira mlaislrador
    de ama oiaria e as horas- vagas eOMiiar tljolo e
    ajadar a carregar canoas; informar, deslnfnrmar e
    prevenir tada.qaanlo or P3ivei ^a^aaeacio ao
    estabalaclmaoto, que aaiba lar a escrevar, qae
    nio seja mnito moce a qaa saja isenpto d praca :
    qnem se aehar nesias condiecas- poda dh-lgir-se
    aroadoCaboga. 14r qae achara' com qaem
    tratar.______________________________________
    "_ aj,j6 J7e amanhia as 5 horas da tarda ba
    axcallaa vaacloa em casa do Or. L-b i Mjscoso i
    roa da Siaria a. 3. Roga-se as pessoas qaa fo-
    ram vacefaadas a semana passala o obsequio da
    eomparecepemaflu Je-omnuaicareti ob-ueflcio
    aos mais qqe precisan^ del le.
    Preclsa-se de ota lordalro de primeira cas-
    se para padaria : na raa do Ctiqg a^ 14. _____
    Na roa da TraptoV o. 14. 3 aoW aala~do
    fondos, cotnpraa-sa ODsdas de oaro o briltiaaie
    iLEGVELI
    *f
    L


    I li. I
    -i
    tari* de FerMtttoM fteita Mri tt
    ^ a *V

    mmqs'f**
    f
    i
    (% I
    PARA UZO INTERNO
    PREPARADOS SIMPLES,
    Xarope de jurnbeba garrafa......... 10ooo
    Vinhade 600
    Plalas de vidro......... 10600
    Tintura de 64d
    , Extracto hydralcoolico de jurnbeba 120500
    _>________- PREPARADOS C0MPOSTOS. "
    Vinbo de jarubeba ferruginoso garraja. 20ooo
    Xarope 0600
    Pilulas vidro... 20ooo
    Oleo de jarubeba vidros.... 64o
    Pomada de pote...... 6lo
    Emplastro libra..... 2#5oo
    PARA UZO EXTERNO
    A JUKMSEB1.
    Esta planla' hoje reconhecida como o raais poderoso tnico, como om excei|
    tente desobstruente, e como tal applicada nos engorgitamentos do figado e baco, na-
    hepatites propiamente ditas, ou ainda complicadas com anazarchas, as inflammaces
    subsequentes as febres intermitentes ou durezas, nos abcessos internos, nos tumores es-
    necialmente do tero e abdomeD, nos tumores glandulosos, na anazarcha, as bydrope-
    aas, erysipeflas ; e associada as preparaces ferruginosas, aiada de grande vantagem
    oas anemias, chloroses, faltas de menstroac5o, leucorrbeias, desarranjos atnicos do esto-
    mago, debilidade orgnicas,, e pobreza de sangue, etc.
    O que dizemos affirmam os mais dMinctos mdicos desta cidade, entre os quaes
    triamos-citar os lllms. Srs, Drs. Silva Ramos, Aquino Fonseca, Sarment. Seve, Pe-
    teira do Carmo, Firmo Xavier, Silva etc. Todos elles reconh cem a excellencia d'este po-
    deroso medicamento sobre os demais at hoh ^onecidos para todos os casos citados,
    tanto qne todos os das fazem d'elle applicacSr.
    Apresentando aos mdicos e ao publico em geral diversos preparados da juro-
    fceba, tivemos por flm generalisar mais o uso d'este vegetal, fazendo desapparecer a
    repugnancia que at hoje sentiam os doentes de asar dos preparados empricos d'elle, o
    ais das veros repugnantes a tragarem-se, e qne tinbam ainda a desvantagem de nao
    ser calculada a dose conveniente a applicar-se, o que torna muitas vezes improficoo um
    medicamento, que podena produzir ptimos resultados.
    Os nossos prepados so foram apresentados depois de havermos convenientemente
    estudado a jurnbeba, fazendo as experiencias precisas para bem conhecer as propiedades
    medicamentosas d'esta planta em suas raizes, folhas fructas ou bagas, e a dose convenien-
    ea app icaclo, tendoalm d'isto procurado levar os nossos preparados ao maior grao de
    tperfeico possivel, para o que n5o poupamos esforcos, n5o nos importando o pouco la-
    cro que possames tirar
    Por tanto os que se dignarem recorrer aos nossos preparados podem ter a certeza
    de que elles offerecem a aramia, de que se pode encontrar a prompta e infallivel cura
    de qaalque dos soffnmentos, que deixamos innumerados, se forem em tempo apphcados
    tendo alm d'isso, medico ou doente a vantagem de escolher as nossas variadas prepa-
    races, aquella que melbor Ibe pode convir, j pela fcil applicac5o, e ja pela complicaclo
    das molestias, idide* sexd, ou ainda natureza de cada individuo.
    As nossas preparaces ferruginosas sao feitas de forma que se tornam completa-
    mente soluveis nos suecos gstricos, porque procuramos os composto de ferro que como
    taes esio hoje reconbecidos.
    Para aquelles que mais minuciosamente queiram conhecer as propriedades da
    jurnbeba, e saberem a applicac3o de nossos preparados, destribuimos gratuitamente
    em nosso deposito um folheto, onde tratamos mais extensamente d'esta planta e dos nv
    mos preparados.
    JAYME CABELLEIREIRO
    N. 6,ra do Queimudo prmeiro andarN. 6p
    VO MiUS CABELLOS BRANCOS.
    Tintura instantnea para enegrecer os cabellos em um minuto sem offender a pelle!
    Gabinete reservado e desente para tingr cabellos
    com perfeigSo, presteza e mdico preco.

    t
    Chocolate vermicida
    M
    Antonio Nones de Castro.
    Desde 1867 que sio as tabellas vermicidas ap-
    ' nlicadas em Portugal, como o remedio prompto e-
    M tfica para a eipulsio das lombrigas. qoe liogr
    M& ves padeelmeotoe caosam e qae auasi sempre na
    ; i se soppoe ellas a origen).
    Este vermfugo preferivel a qoalqoer cotro
    pelo sea ajradavel paladar e fcil applicC,ao a
    criancas que mais gera.mente sao atacadas de se-
    melbante mal.
    Deposito especial
    34Una larga do RosarloS4
    Botica de Bartholomeu C.
    Ama deleite7
    Qaem precisar de oms ama de lelie, dlrija-se a
    ra do Brum n. 66, armazem, que achara' com
    qaem tratar_____________________
    SEGUROS
    PROGRAMMA
    Dafpstade Nossa eonoia da Escada
    na igreja da c nreic dos militares
    Ao meio lia de sabbado 28 do corrente
    diversas gyrandobs de fignetes subiiSo ao
    ar, e a msica do 2. batalhao da guarda
    nacional executar diversas pecas de seu
    repertorio.
    As 4 112 e bencSo da mesma imagem.
    As 7 horas da tarde sahir a bandeuada
    nossa padroeira, sendo depuis hastiada ao
    som da msica e estrondos de foguetes e as
    i horas da manha baver missa cantada.
    As 1 l horas dedomingo principiar a fes-
    ta cuja orchesta ser dirigida "pelo bem co-
    nhecido maestro o Sr Jos Miguel sendo os
    solos1 destribuidos pelos melhores cantores
    desta cidade occapaodo a tribuna evanglica
    o distinto pregador da capella imperial o
    Rvd. padre Antonio de Mello Albuquerque,
    Moda a festa nm bailo e orna Salva de 21 ti-
    ros subirto ao ar. As 7 horas da noute
    comecar o Te-Deum oceupando a tribuna
    sagrada o Rvd. padre Leonardo Joao Gre-
    go. A eloquencia ^de ambos pregadores
    bem conhecida e apreciada enire nos que
    qualqner elogio que poseamos fazer torna*
    se se-fc a baodeira que ser depositada na casa
    da nossa juiza, fioalisando todo com um mag-
    nifico fogo de artificie.
    Saque?.
    oo do Reg Lima, sacca sobre Lisboa e I
    6e S. Miguel : a roa do Apollo d. 4.
    I
    nico preservativo de caspas e calvrce.
    PREMIADO PELAS EXfOSICES DE PERNAMBUCO E RIO DE JANEIRO.
    SalSo para corlar e fritar cabellos, e fazer barbas.
    BEII 10Vr\D\ OFFICli~DE CABELLEIREIRO
    1 onde com esmero e gosto se manufacturara, quer para a provincia, qoer para fra della, todas as qualidades de posticos
    modernos e de apurado gosto, accrescendo a grande differenga de ser 10 OjO mais barato que em outra qualquer parte.
    Expe adido soriimento de ca De I los. em cores e em eomprlmento,
    X.6. RA O QUEIM.%110 ^".0.
    a
    3
    <*9
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    MARTIMOS
    CONTRA FOGO.
    A companhia Indemnisadora, e.stabeieci-
    da nesta praca, toma segaros martimos so-
    bre navios e seas carregamentos, e contra
    logo em edificios, mercaduras e mobilias:
    na roa do Vigario n. 4, pavimento terreo
    Muga se orna escrita perleita cosinheira :
    qaem pretender dirija \t i roa do Pilar o. 83, 8.
    andar.________________________
    Attentfo
    Na refinado da ra do Raogel n. 43 precisa-so
    de trabajadores para a mesma.
    CASA DA FORTUNA
    Aos 6,0000.
    5
    -4
    o
    I
    9
    MI
    Leciona-se a solfejo e a tnrar varios W
    tKt instromeutos dando se as Ilc5es partlco- 5
    ^ lares ero uas proprlas casa?, das o ho- jj^l
    ras da tarde al as 9 horas da nofte : a mt
    tratar na roa Augusta d. 30 ou nesta ty g
    pnjraphia. Wa
    mwmmwmmmmmmm
    Urna pessoa habilitada dispoodo de algomas
    horas, propde-se a faier algnma pequea escripia-
    rago meretntil, daose es precisas informagSes na
    'oja de louca n. 26, sita a' r 9 a larga do Rosarlo.
    illIlHlHHIIi
    -M O Ur. A. S, Pereira do Carmo (medico) 2|g
    p* est morando no sobrado n. 12 da roa da
    0% Imperatnt.
    O Sr. Jote Marques da Costa Soares,
    que mora na ra 'do Vigario, queira vir i
    est typographia, a negocio que n5o ig-
    nora
    Satisfeito o invencivel veado Braoco, com as maneiras attenciosas com que
    oi acolhido pelo respeitavel publico desta br^sa provincia, a ponto de qne muitosa por-
    fia desputaram a satisfcelo de serem os prime iros a compraren) em seu importante arma-
    zem, se desvanece em declarar com toda a lealdade de que capaz, qne est cada vez
    mais animado, n5o so pelo benigno acolhimento que tem recebido, como pelas forcas de j desta diminuido de preco
    que dispe porque at hoje n5o careceu ainda dos preparados de jurnbeba, nem do merar-nos no nosso irabalho, como
    tarop alcoolico de veame.
    0 vea do Brane, declara a quem ainda o nioconhece qne nao um
    desses bicharocos intrataveis que por ahi vivem com figura hu nana; domesticado no
    jameno paiz onde aamavel Aguia-Branca vio a luz do astro bemfeitor, elle partidario
    desse invejavel agrado e sinceridade que com tanta gravidade se desprende do seo
    bico encantador.
    0 %reado Branco, como todo o homem civilisado, ama a sociedade dos
    bons, gosta do centro do mundo elegante, usa do tnico de Jayme, para previnir qoe lhe
    ponam a calva ao sol, vai a companhia des Boofies Parisiens e no meio do partido de
    madame Adelle, elle tarabem atira-lhe o seu lindo bouquel.
    Digne-se o benigno leitor de jurar as palavras sinceras do sincero Veado
    Branco, e venha prover a sua dispensa do que melhor se pode encontrar n'um estabe-
    cimento de molhados.
    A modicidade dos precos, comparados com a boa qualidade dos gneros e o
    bom modo com qoe se recebe os senhores compradores, deve certamente convidar as
    pessoas que aindli n5o vieram nossa casa a fazer parte dos amigos e freguezes .do .nosso
    ^%>k
    Precisa se de orna ama para ludo se'rvico de
    ama casa de pequea familia mmos sabir a roa :
    na praga da Boa-Vista n. 7, 8* andar.
    Do eoReoho Colegio, do abado asignado,
    (agio a negra Maxlmiaoa, crloola, idade 50 ai>nos,
    secca do corpo, cor (ola, beic.os revirados, blbos
    pequeaos e tero por costume ou por molestia man
    qopjar om pouco, supp5e se estar acouiada no Re-
    cite para oode (ol ha peucus dias: paga-se gene-
    rosamente a quem a levar aos Srs. Macedo &Aie-
    edo no Ri-cife roa larga do Rosario n. 30 oa ao
    dito engeobo.
    J. A. de Sonta Beltrao de A rao jo Pereira.
    Precisa-se de um official de cabellei-
    reiro e barbeiro : em casa de Gustavo, roa
    laGadeia do Recife n. 51.
    Ao connei-cio.
    Aalonio Moreira Pinto e Antonio Dias de Alm i
    4a Gosta fazem scieole 10 resoeitavel publico, com
    especializado ao corpo do commereio, qae dissol-
    eram aroigaelmene a .-ociedade qoe tlobam no
    siari.-lecimento de fonlleiro na rna da Lingoeta n.
    9, flcando coro o dito estabelec ment o socio Al
    meida Gosta, reiir.\odo-se o socio Moreira Pinto
    pago e satisfeito, e exonerado de qualquer onos
    que posa apparecer.
    Perdea-sH da raa do Cabuga' at a Balancia,
    dah at a Vanea, om embrufho com nm res-
    plaodor e om deadema de ouro, neo pr de (Macos
    .de eornalmas e urna carta dirigida a Jos Antofeio
    de Briio Bastos : quero acboo, reslituiodo na ra -
    do Trapiche, armatem n. (3, sera' bam gratifl-
    cado.
    ~ Precisase de nm feilor pira om peqoeao si-
    uo perto da pra;a, om criada forro ou captiva
    iraur de loas carallos : a tratar oo caes de
    de Apollo o. US.
    .
    Saaues
    ABlOOio de Alrneida Gwies sacca sobre Li-boa
    a mi i Cro? o, ?3, prmeiro andar.
    Tro
    tobawodn
    se
    ocam
    do Brasil e das caixas Siiaes-
    aom deseaoUsMPito rasoavel, na praga da Inde,
    oe*dencia.atf'!rl.'r'_____________________^^
    Glub Fernambucano"
    A p?rtida do mez de ootubro ter lugar
    na noite do da.4.
    GAZEOL
    DE
    Burrin du Buisson
    Liquida voltil peparada por Srnllnse, repro-
    duzimio cbimicameoie os vapores qoe se sollam
    em volta do aparelbo panucado do gax carbnico,
    empregada com o mais segoro successo contrr
    a coqueluche, a pbtisica e todas as molestias chro-
    nieas dos palmoes
    VENDE-SE NA
    Botica e drogara
    DI
    Bartholoiuen 4k C.
    34Rna larga do Rosario34
    Devoco de Senho Santo christo das
    Milagrea.
    Pelo pre-enle sid convidados todos os mesarios
    e mais devotos do Seobor Santo Christo dos Hila-
    gres, a reonirem-se no consistorio da irmaodade
    do Divino E-tpirilo Santo, as 6 boras da tarde do
    dia 27 do corrente para tratarse de negocios ten-
    deles a mesma devt gao.
    J. B. Vielra Rlbeiro,
    Secretario.
    Irmaadade do Dino Espirito Saato
    erecta ao can ve ato de Santo Antonia
    do Rcil>.
    O secretario interino convida a todos os so.'sos
    irmiot, para no domingo 29 do correte compare
    cerrm no consistorio pelas 10 horas da manhaa,
    iflra de rennidos em mesa geral, para elegerem o
    novo eerelarlo.
    Franaisco Landelino da Silva.
    MHk
    Precisa-se de ama ama. para lavar eogooi-
    mar; ea rna doTrajicfcep, 36, 2 andar.
    BELLISSIMO IRIHAZEIW
    MOLHA
    CONHECIDO PELO NME
    s
    DB
    VEADO BRANCO
    Estabeleciuo < ra Direita n. 16.
    Esquina da travesoa de H. Pedro.
    Que um elegante estojo para viagem
    CONT\DO:
    !20 cadernos de papel brasK, pautado, beira doorada, marcado com as iniciaos do com-
    prador.
    2*100 envelopes brancos. 3#100 pesas de a?o (marealza).
    4i cana tbreias de gomma/ '' *
    S*1 tlntelro de vidro com tampa de metal.
    6*1 arieiro idem idem.
    T I pao de lacre.
    8*-l eanlvete de daas (albas.
    0-2 lapis.
    I0-2 caneus.
    Todos estes objectos rennidos, dentro de ama bonita calza, feita para este flm, costana apenas
    RS. 6f*000
    PHOTOGRAPHIA
    VILEIIA
    RCA DO CABUGA N. 18, ENTRADA PELO
    PATEO DA MATRIZ.
    O nosso, estabelecimeoto photogr? phico
    est sempre em dia com lodos es ineibora-
    mentos e progressos qoe na America do
    Norte, ou na Europa se consegue na arte
    pnotograpnica, e para alcaagarmos tal tico
    i nunca poupamos despezas nem sacrificios,
    de sorte que os nossos numerosos freguezes
    podem ttr a certeza de que sempre encon-
    traran em nosso estabelecimento tudo quan-
    to a arle e a moda oiferecer de boro, no
    doto e velho mundo" aos amantes da pho-
    tographia.
    NOVIDADE PHOTOGRAPH1CA.
    ^Acabamos de receber todo o necessario
    para fazer retratos chamados carte-album.
    Este genero de retratos ltimamente in-
    ventado na America do Norte, rpidamente
    se propagon na Inglaterra e Franca aonde
    goza actualmente de todo o favor da moda.
    A carte-a-lum se faz por duzias como os
    antigos artdes de visita.
    Na Inglaterra trocaram o norae de carte-
    album pelo de retrato-galera e os Dgleses
    osam encaixilbar estes retratos em quadros
    especiaos para com elles formar galeras,
    com que ornam seus gabinetes. Recebe-
    mos urna certa qoantidade de taes quadros,
    os quaes cederemos por barato preco aos
    nossos freguezes.
    As pessoas que quizerem ver specimens
    dos retratos chamados carte-album, j fei-
    tos em nossa officina sao convidados a visi-
    tar o nosso estabelecimento.
    CARTES DE VISITA A 9(J0K) A DZIA.
    .Em consequencia do novo genero de re-
    tratos chamados carte-album, diminuimos
    i "o preco dos antigos candes de visita, os
    j quaes de boje em dianle ficam reduzidos
    ao preco de
    9>000
    pela primeirj duzia, sem que por causa
    ueixemos de es-
    sempre
    foi nosso costume. Alm disto, continua
    mos a dar os cartes de visita em cartes
    de luxo, Bristol, ou porcelana, dourados ou
    lithograpbados para o que mmos urna varie-
    dade de 12 modelos, a escolha de quem se
    retratar.
    tS9" VA GOMOPREVENCO.
    Apezar do nesso trabalho ser muito co-
    nhecido nesta cidade, aonde trabalhamos a
    H annos, com tudo jolgamos de nosso de-
    ver dizer hoje o seguinte:
    Nos retratos fe.tos em nosso estabeleci-
    mento emprega-se toda a cautela para of-
    ferecer-se a par da belleza do trabalho, as
    melhores condic5es de durac2o. Doura-
    mos e fixamos os nossos retratos sem olhar-
    mos a economas, e ltimamente para Ihes
    podermos dar urna- lavagem mais ampia
    e segura, contratamos com a companhia de
    Bebiribe orna penna d'agua. Os nossos
    cart5es de de visita sao yerdadeiras photo-
    grapnias, que nao precis5o de retoques do
    pintor para Ib desfarcarem os defejtos, e
    convidamos a qnem quizer a passar sobre
    elles urna esponja moihada em'agua, ou a
    deixa-los merguihados por espaco de horas
    em agua, ou em espirito de vinho: se apre-
    sentarem alteraco sero recebidos por nos
    e pagos pelo duplo do que tiverem cus
    tado.
    Continuamos a fazer retratos por todos os
    systemas photograpnicos at troje cochea-
    Jos em photograpbia. O nosso sortimento
    de caixinhas, quadros, passe-par-tauts, e
    jeias de ouro para a collocacSo de retratos
    o mais completo, variado e abundante qoe
    existe nesta cidade.
    wmmmmmmmmmmmu
    No armatem de tintas roa do Impera
    dor n. 22, vndese :
    Salitre refloado arroba 6#S00
    Bnxofre arroba 2*800
    mmmmmmmwmmmmm
    Atten$o.
    . 25 Roa da Livramento \. 25
    Deposito de tamancos e calcado nacional da fa-
    brica da roa do Jarftlm o. 19, de Joto Vicente Go-
    dioho, tanto do deposito como oa faorica soapromp
    tam todas as por^oes de calgado o mais barato
    possivel, esta fabrica tem todas as machinas pro
    pns para os calcados ja bem acreditados pelo
    grande harnero de freguezes qne daqal se for-
    neeero. *
    Sabonetes de alcarao
    BILIIE1ES GARANTIDOS.
    A' ra do Crespo n. 23 e casas do costme.
    O abaixo assigoado venden ana seas muito li-
    tes bilbeles garantidos da loteria qoe se acaboa de
    extrabir a beneficio das familias dos volantarios
    da patria, os srgointes premios :
    N. 2760 dous quartos com a sorte de 1:200#.
    N. 270o dous qoartos com a sorte de 5009.
    E ouiras muitas surtes de 100*. 40 e 2i $.
    Os possoidores podem vir receber seus respecti-
    vos premios ;em os descootos iias leis na casa da
    Fortnn: rna do Crespo n. 23..
    Acnam-se a venda os da Ia parte da i* lotera
    da igreja de Nossa Senbora do Monte de Olinda
    (39a) qae se ettrabira' segnnda-felra 30 do cor-
    rete.
    Freco.
    Bilhete.....bJOOd
    Meio......3*000
    Qoarto.....t#500
    Em porgo de 10()> para cima.
    Bilo-. te.....5*500
    Meio......2*750
    Qoarto.....*375
    ____________________Manoel Martins Finta.
    Aluga-se
    A luga ,-e dous sitios com boas casas para fami-
    lia e muito fresco na Torre : a tratar na padaria
    do mes roo logar.
    Aluga-se
    A pdaria da Torre com lodos seos utencilio*
    at tem dous tornos por barato p:eQO : a tratar na
    mesma.
    Armazem ou oja
    Traspassa-se om bom armatem proprio mesmo
    para loja de (azeodas e com com modo at para
    familia econmica, oa roa da Praia : trata-se oa
    ra da Madre de Dos n. 16, loja._________ r
    Escriptpacao coramercial
    Urna pessoa com a pratiea de mais de 20 annos
    propo-se a escriptnrar livros por qualquer syste-
    ma. Organisa-os, adiante os atrasados, procede a
    balances e fecha os livros por precos convenci-
    nados : qaem precisar deite carta fechada nesta
    typographia com as iniciaes D D oa na travessa da
    ra do Vigario n. i. _______.
    Na ra da Cadea do Recife, lafa n. 7, pre-
    cisa-se de urna mulher para ama de servico inter-
    no de casa de pooca familia para engommar e tra-
    tar de menioos, pagare hem. ________^^
    AMA
    O Dr. J. Anto de Sena m odou a sua resi-1 Dase a premio de om e meio por cento com
    deocia para a ruado Uespicio esquina da travessa bypoikeea em bens de rait, a qoaotia de 1:000*,
    do Carnario, pode ser procurado para os mysttres
    de sua prossao de medico.
    ~ Preeisa-se de om caiaeiro de la i8~oi
    de idade qoe tenba pratiea de uberna, para .lora
    da tifide : i ratar roa do Apollo o. *3.
    paajo o premio como se convencin r : a qnem con-
    *ior fie earu fechada esta lypogrrpbla com as
    iniciaes LM.R.V.
    ^T iosqoim de coora Silva Coohi saca abre
    Poffv; tu roa da Croz a. 18. j
    O oso destes sabonetes tem apresentado os mais
    beneOeos effeltos contra as impingeos, sarnas, li-
    aba, easpa, comlcboes e todas as demais molestias
    de pelle
    VBKDBSB KA
    Bitica e dragarla
    DK
    Barth*lnien dr C**aipahia.
    U9m larft i* RestrkA
    Precisa-se do urna ama qoe engomrae e lave,
    para ama casa de ponca familia : a tratar na pra-
    g. do Corpo Santo n. 17, 3' andar.
    No coiiegio da Ouncei^ao precisa se de um
    bomem idoso e sem familia para porteiro. ^^^^
    Perdeu-se no dia 20 do corrente um
    anel5o de ouro de feilio inglez com sinele-
    roga-se a quem o achar (ou achou) no caso
    de querer entregar ao seo proprio dono de-
    rijir-se ao pateo do Corpo-Santo n. 11, que
    generosamente ser recompensado.
    Alaga se orna cooa de carreira e carrega de
    5 a 6 pessoas : qaem llver para alogar dirjase
    rnaa larga do Rosarlo n. 26._____________
    lnstruccao elementar para
    meninas.
    Roa da Cadeia do Recife n. 52, 3* andar.
    Jezuma Maria Pires de Camino, devidamente
    habilitada pela direcioria geral da mslrucgo pu-
    blica e com etentemenle autonsada pelo Exm. Sr.
    presidente da provincia, fat scieote ao publico,
    que lea: aberlo em a casa de sua residenoia orna
    aula, cujo programma o segaiote :
    Leitura.
    (Jallgrapbia.
    Arythmetica theorica a praticamente.
    Duirir.a Cbrbta.
    Grammalioa oieional.
    Gestora.
    Labynntho.
    Marca.
    Bordado de todas as qualidades^
    Trabalbos de la.
    Msica.
    Prancet.
    Achase aberto do de outabro em diinte, e re-
    cebem-se internas e externas.
    tamnel Power jo bastan i.Uempanhia
    Ra da Senzala Nora n, 42.
    AGENCIA PA
    FmndlcSodeLow Moer.
    Machinas a vapor de 4 e 6 cavallos.
    Moendase meias moendas paraengenhn.
    Tanas de ferro coade e batido para enge-
    nho.
    Arreos de carro para umedons cavalU s.
    Relogios de ouro patente Inglez.
    irados americanos.
    Machinas para descarocar algodo.
    Motores para ditos. -'
    Machinas de costura.
    Ate amanhaa.
    Aluga-se ama casa com proporces para mo-
    rada e estabelecimeoto de serrarla, precisando o
    mesmo predio de aiguos concert.1, cuja obra sera'
    levada em ce uta dos alaguis conforme se coavea-
    cionar ; a pessoa qoe se propoter fazer este nego-
    cio dirija-se ao trapiche Ramos, armazem n. 10.
    Precisa-se de
    Queimado o. 49.
    Ama
    orna ama de leite
    na roa do
    A quem inteessar
    A viuva inveotarfante e cabeea do sea casal com
    o Boado Joaqoim Francisco de Alem, fat pnblio
    qne sta procedendo o inventario do referido nasal
    pelo ioizo de orpbos deite termo, escrivao Facun-
    do, pelo qae nlo somonte devera os credores de
    dito casal apresentar-lne suas contss dentro do
    praso de ires das, afira de serem veriOeadas e des-
    criptas no inveourio, como re babltiurao oo meo-
    "clonado juito. e para que possam seo pagamen-
    tos serem atteodidos io acto da paruiba.
    m-*r
    mi
    mm
    y


    .
    alarte tfe rcruabnet c&t& feftra 19 I* tetembro c 1867.

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    PARA
    aww at
    T* SQUZA SOARES l IRMAO
    proprifctUrto* do grande e nouo estabelecimento de miudezas,
    ferragens, quinquilnarias e caniciros a gaz
    RIJA MOVA 3. t
    Em frente a botica do Dr. Sabino
    ... ,. fieceberam directamente de New-York um sortimento dejnachioas para descarocar
    algodao, seodo de 12, 14,15, 18 e 20 serras, que pela sua qoalidade e perfeico, tornam-
    se recommendaveis.
    Os propietarios garaotem por um anno. a constroccao das mesma, e o bota re-
    saltado em descarocamento de algodao. Sendo estas de um modelo tai, que alem.de se-
    rem de pouco volume s5o muito facis para o trabalno, flcando o algodao o mais perfeito
    possivel. Affiancaado-se os precos serem mais razoaveis que em outra qualquer parte.
    Os preteodentes podem dirigir-se ao referido estabelecimento, que alm de acha-
    rem um bom sortimento de objectos de que tendente, encontrarSo sioceridade e bara-
    teza nos precos.


    Ama
    .*'.
    Compram se
    Precisase de orna ame para casa de pouca fa-
    milia : a raa da Crut n. 8,1* andar. .
    Jos Das Brando, abaiio asignado, taz ver.
    ao publico que se despedio da casa do Sr. Joaquina j brasilelros de cnnhoaotigo, em casa de A4amson,
    com premio meedas de onro e de prata naclenaes
    e estrogeiras: oa ra da Cadeia do Recite n. 16
    armazem de Adriano, Castro & C._______________
    Pataces
    Compram-se pataces bespanhes, porlagaeies e
    do correle. Hepry & C, ra do Trapiche-novo n. 40.
    __Comprase orna casa terrea boa e nova, mo-
    derna, em boa roa : qoem tiver para vender di-
    rija-sea botica oa praca da Boa-vista n. 32 ooan-
    noncle.___________ _
    Libras esterlinas,.
    Compram-se com bom premio
    dependencia a. S.
    na pra a da In
    Moedas de ouro.
    Nacionaes e estraogeiras assim como libras
    esterlinas: campram-se na roa do Crespo n. 16,
    primeiro andar.
    VENDAS
    Francisco da Silva Jooior, do dia 21
    Recito 24 de selembro de 1857.
    Jos Das Brando.
    No domingo 22 do correte mei, desa pare-
    ces de om dos qoartos da casa debanbos no largo
    do Carrito, om reloglo de oro patente fnglea de
    o, 23219 : paranlo roga-se a quem o tiver acha-
    do da o restituir a sea dono na na do Qaeimado
    toja de fateodas n. 20, que sera' gratificado.
    Precisa se de nm caixeiro qne lenes pratica
    de moioados: no Progresso do pateo do Carmo nu-
    mero 9.' *_J___________________
    Pracisa se de ama ama para comprar e co-
    ziubar para dnas pessoas : a tratar na roa da Pe
    Dba n. 19, 1* andar.
    Esta' insta para se comprar a casa lerna n.
    28 da ra ireita dos Afogaaos: qaem se jalgar
    eom direito a meama por qualquer titulo declare
    per e;te jornal no praso de tres das.
    ObVrece-se om bomem para feitor de sitio,
    qne emende de todo qnanto plantado s, e tem
    mnita pratica do paiz: em Santo Amaro ao pe da
    undico, taberna de Jo Jadntho de Carvalno
    Urna casa de pouca familia precisa de am
    criado forro oa captivo, qne saiba cozinbar, aman-
    eando ba conducta, paga-se-rbe. bem : a tratar na
    roa do Qaeimado, loja n. 1.
    E. A. Rabel lo saca por todos os vapores so-
    bre Lisboa, Corto, Fgueira,Braga, e ontras cida-
    des e villas de Portugal, inclusive as Unas da Ma-
    deira, Acores, etc.
    Cozlahelr* oaozlnhelro
    Precisa se de ama cozinbeira oa cotinheiro : oa1
    roa di Crut, armatem n. 51.
    _______----------------------------1-------- Antonio Boteibo Pinto de Mesquita eoolioua a
    g_ \ '? 4BL vender terrenos no seu sitio do fundan, antes de
    *' T&^ "'*"^ ehecar em tteberibe, abriado urna estrada do mes-
    Joaqaim los Sonc.|es Beltrao saca sobre Lis- (mo sitio, qae a travessa o rio de Bebera*, segu a
    eoa e Porto ,<0 eaeaoameato das aguas que vo fornecer em
    ROS do Trapiche O* |7 Olmda; ao mesmo sitio achara' com qaem tratar,
    dos domingos e das uteis, nu no Becife, ra da
    Cadeia, loja de fazendas n. 34 A.
    Vndese
    as seguintes obras: Nevoas matutinas, di-
    tas por Aprigio Menezes, i&; Caucros So-
    ciaes, drama por D. Mara Ribeiro. 1 volu-
    ,me, 15600; Joo Diabo, romance por
    ; Paulo Fcval, 4 volumes encadernados. 55 :
    Da ra do Crespo n. 4 fabrica de chacos
    de sol.________________________
    Farinha de mandioca supe-
    rior.
    A tratar con Tasso IrmSo oa no trapiche barao
    do Livramenlo, forte do Maltos.
    Terrenos
    Veiide-se
    Albino Baptisla da i! 'ha, rel
    ioeiro e dourador, praca da lode-
    pendencia n. 12, faz qualquer coa-1 Veode-se arroz pilado das Alagoas, muito
    certo pertencente a sna arte por superior : na ma da S-rmla-v-lha n. 81.
    oreos mais baratos tra qualquer parte, o responsabrli-, anno?, exce lente engomadeira, cozinuelra e lava-
    sase pelo seu trabatfio, assim co-' deira, muitocarinhosa para menino : na ra Di-
    mo vende relogios bons e baratos e CTinpra otras relia n. 99 taberna.
    de ouro e prata em segona mao.______________ '
    Precisa se de una ama pora -cosinhar e la"
    var : no raca da Santa iCrnz o. 13. Na mesma >
    se precisa de nm pequeo com pratica de taberna '
    oo sem ella.__________.__________________________
    Atessandro Premuda, capU5o da barca Uma eiealleoia escrava de 23 annos de idade,
    . ^ o'hu 'nm co^e, co5ba e engomma com perfeitao, boniia
    aiis.naca Suez, viado da atoa menlO de caf, a8SUCar e piassava, Com ^es-! CaJ: na roa da Unlo o, .43, se dir* porque se
    tifl'> para Marseilte arribado nesie porto por vende:__________________________________________
    tS^LSXSStS.^SiS'^ Federo de Pernambuco
    recmenlo e navio, sobre casco, carrega- A.planta conhecida entre nos sob a de-
    mtot e frete do dito navio a quantia de nonna&o de ftdegose, e no Rio de Janeiro
    cerca de vmte e quatro contos de ris. !e Pro Qcias do sul derte imperio pela de
    As offerta* de?em ser entregues em carta cnsta de 9alto' e tiandtum uiilmimttm
    fchala no S. R. consulado da Austria, ra ou fiorurVimi elonaaum .te Schom, e o he-
    da Cruz n. 55, ate o da l. de oulubro ao i totropium atratsadium de Mart, pertenee
    meio dta. familia das boragioeas.
    -------r:-----'-t-----::--------' 0 fedegoso considerado, na therapeoti-
    _ Oaba.xoass.gnadofazsaete ao re,-, prD/rabucan3) ^mo uma das plantas
    peitavel publico que no da 31 de agosto mais reC()mBen prximo passado termioou a ociedade qna,f8ti e apptlcado interoa e exiernamen-
    sobre a firma de Marques IrmSo & C-.;te como ca|maDte d0 systema nervoso, na
    -exista noi armazera alfandegado, sito noi 3Slhma, tosse convulsa ou ceque-
    Foite do Mattos, largo da Assemblea n. *, {< l0Ses rei.eutw e mi 8afftKJ8t0es
    o que previne para.os fios convenientes sen- \ catirrhos paioloares, ttc, e em geral con-
    do que isio mesmo Cintnunicoa aos tribu-1^ todos os 8ofirimeDlos da& vas reSpirato-
    le* ras; seDdo om excelierrte unitivo para
    Precisase de um forueiro para padaria [ora
    da praviucia : a tratar na roa da Piaia n. 7i.
    COMPRAS
    Compra-se moedas de ouro de 20$, 16$, 10$
    e 9J a roa da Cruz n. 3.______________
    Moedas de prata
    oacieoaes, assim como pataces portagaezes e
    oespaohes, compram-se com premio : na roa do
    Crespa n. 16, primeiro andar.
    ompram-sc escravos
    Sriwino Gnilberme de Barros, compra, vende e
    roca efectivamente escravos de ambos os setos
    de todas as idades : a' roa do imperador n. 79,
    -rceko andar._________________^_____
    Compra se sempre por mais do que em en-
    tra qualquer parle, prala brasilera e estrangeira
    (paiaroesj libras esterlinas, moedas de 9$ e 16$
    portugaezas, de 5$, i$ e 20$ brasileiras, ongas
    oa oalra qaalqner qnalidade de ouro, e se trocam _
    rUl%vnb*8C0" '"" "i" h* R^r-n" i Prjas P*ra calsad0 cober,a de carros, etc.
    aqueles que padecem de pbtieica pulmonar.
    Sua ecacia contra o ttano oa espasmo
    incontestavel, e ninguem ha que a deseo-
    Bbeca.
    Nao ignorando nos o que acabamos de di-
    zer, e esforcando-nos por ser utilbumanida-
    de sofTredora. preparamos o qoe aDaixo indi-
    camos, pondo a disposicio dos distiuctos m-
    dicos, e dos doenles desta e das < uttas pro
    vincias deste imperio nossas preparaces,
    que s5o:
    ULULAS, TINCTRA, XAROPE E ViNHO
    DE FEDEGOSO
    Inico deposite
    Pharmacia de J. A. Pinto, ra larga do
    Rosario n 10.
    Couros
    Ferreira & Matheus, na ra da Cadeia do
    Recife, venden): couros de vitela de cavallo,
    de vacea e de boi e sola envernisada pro-
    na ra da Cadeia do Becife n.
    58, luja de azolejo.
    349000
    Compra-se oa loja de joias do eora^ao de onro
    S. f D, raa do Cabug, moedas nacionaes de 204
    Onro e prata
    loedas de onro e prata nacionaes, esirangeiras,
    de tadis os valores, se compram na loja de oori-
    vas jnto ao arco de Mossa Senhora da Coaceico,
    raa da Cadeia do Beeife, asHrn como ouro e prata
    ai obras velbas, brilbaotes, diar^aots e ce paga
    bem.
    Comprase ama secretarla, estando em*bom
    fiado, e ama salva de prata para i ou 3 copos :
    oo eaos do Rnris n. 10.________________________
    Cimpra-so ama casa terrea em quaiqoerdos
    bairroe da aaW; a tratar na roa do Pilar n. d.
    "Negro aje meia Hade.
    Compra-se sendo da praca oa sen arredores e
    portaoto coDhocido sem rilos e proprlo para ser-
    v*go da sitio : na roa NovaTi. 19, 1 andar.
    Ornera-se
    ama prensa de ferro para espremer: qaem tiver
    (HtjjiKttt roa-larga do Bosarlo d. 10.
    S Comura-se oo escnptorlo de Angosto P. de
    Ollwira 4 C.: roa do Trapiche n. 12, moedas de
    ooro ara, estrangairas- e naelunaes.
    7 ^tr eeitt.
    Comprase prata oanooal: na praca 'a lade-
    peadeacia a. 82. _______ ^^_^_
    Compra-ie oro e prala e obras rglnas : j
    J Bfaet (U Io Attengo.
    Vi-nde-se orna preta fula de idade de 20 e tantos
    anno*, boa eogomnndeira e cosiotieira : na rna
    do Imperador o. 43, 2* andar.
    Ra do Imperador n. 32.
    Boneguins para bomem
    Ditos ditjs. .
    54000
    . 6$O0
    Vendem-sa dous escravos de menor idade,
    multo sadios : na rna da Florentina n. 2._______
    Attenco,
    Vende se na raa das Cinco Ponas n. 82, latas
    com i libras de doce fino o melbor qae pole ha-
    ver nesle genero a tambem tlnga-se nma escrava.
    Vendem-se
    qulnhentas pedras de amolar: a iraur com Jos
    Goocalves Torres : na raa da Cadeia do Becife nu-
    mero 1.
    .
    Vende-se om carro de 4 rodas da alfandega
    com nm liado boi felo a todd servico : qaem pre-
    tender dirija-so a roa da I'raia a. 56, qae achara'
    com qoem iraur.
    Vende se nma machina a vapor de forea de
    seis cavados, de peifelia eoostrarcao, com toda 6
    ferragem precisa para mover vanas macbloas da
    desean car algodo oa oatro qualquer mister, leo-
    do a propriedade de ser fcilmente condolida por
    estar iconlad sobre rodas. Vende se igualmente
    por prpeo muito barato para liquidar om motor
    americano para doos cavailos com lodos os perten-
    ees para o mesmo flm, ama prensa da enfardar
    algodio Je sysltma moderno, a de moita torga e
    algnns tonels do 5 eo" pipas de capacidade, pro-
    prios paradesttlaciodaeageano oa deposite de
    mel ; a ver e" traur o fabrica d travessa do C-
    i lioca D-1, cae? do Bamo?.
    I
    ILEGIVEL
    ATTEWiO
    /Yo armazem de fazenda$
    Satit"SCoelho,rua d Quei
    madon 19.
    HotB e barao
    Lansinh^s Poil de Chvre a .& o ovado.
    Madapolao enfestado a 8-j a peca.
    Cambraia de cores matisada; MlJsrma" 1
    800 a vara.
    dem brancas transparentes finas de 4,
    5(5000, 6^, 75, H e*9iTooo a peca com iu
    jardas.
    dem branca tapada de 8$ e 90 a peca
    com i 2 jardas.
    dem branca franceza muito larga a 90 a
    peca com 8 varas.
    Baloes de 35 e 40 arcos nesgados par
    senhoras, a 4|$500.
    dem de mursulina nesgados a 50.
    dem de crochet a 50.
    dem de mursulina para meninas a 30 e
    30foo.
    Saias bordadas a 50.
    Cambraias admascadas pira cortinado a
    120 a peca com 2o varas.
    dem para forro a 30 a peca com l O jar-
    das.
    Cambraia de linho muito fina de 60 e 90 a
    vara.
    Madapoles finos de 60, 70, 80, 90,100,
    U0 e taita peca.
    Platilba. de algodio superior fazenda para
    saias a 30200 a peca com lo varas.
    Cobertas de chitas de ramagem a 20Co
    Lences de bamburgo fibo a 20400.
    dem de bramante muito fino a 30200..
    Pannos adamascados para cobrir mesa a
    40500.
    Guardanapos de linho adamascados a 40
    a dnzia.
    Atulhado adamascado com 7 1/2 palmo
    de largura a*20 a vara.
    dem adamascado de linho com 7 1/2 pal-
    mos de largura a 30 a vara.
    Algodao nfestade com a mesma largura
    a I0loo a vara.
    dem trancado de algodio a 10600 a vara.
    Toalhas alcocboadas de linho lisas a 110
    a dnzia.
    dem de algodio felpudas a 130 e 140
    a duza.
    Colchas de fusto a 60.
    Lencos de cambraia brancos finos a 10800,
    20 e 20f oo a dnzia.
    Lencos de cassa fimssimos a 30200 e
    306Ou a dnzia.
    Fil de linbo liso a Poo a vara.
    dem com salpicos a 1 ooo a vara.
    Grosdenaples preto bom a 10Poo, 20 e
    20Poo o covado.
    Morantiqoe preto superior a 20Poo o co-
    vado.
    Flanella de todas as cores a 800 rs. o co-
    vado.
    Tarlatana de todas as cores a Poo rs, a
    vara.
    Bramante de linho com 10 palmos de lar-
    gura a 20.p'oo a vara.
    dem de linho com 5 palmos a 10?oo a
    vara.
    dem de linbo com 3 1/2 palmos a Poo a
    vara.
    Riquissimos basquins a 250000.
    Assim como outras umitas fazendas que
    se vende por menos que em outra qualquer
    parte, e d-se amostras de tudo,
    Fundicdo da Aurora
    Taixas de ferro cuado, bom sortlmeoto e qnali-
    dade su Pfcfjor. "_______________________
    chocolate de Oeebrjere
    purgativo de magnesia.
    C o chocolate de detuviere o melbor purgante
    al agora condecida e de grande aeeitacao em Pa
    ris, onde tem sido mnito apDcado no hospital
    Hotel Dieu pelos professores Troosseao e Pidoai
    com o melhor ie."Ollado.
    Por saa accio laxante purg* sem fa igar o esto-
    mago e os intestinos, e aprsenla ptimos resolta
    dos como dorivailvo, abroveote, anstivernoso, re-
    frscame e depurativo.
    Deposito especial
    34Rna larga do Rosario34
    Botica de Bartholomeu C._______
    Vinho fino do Porto en-
    garrafado.
    Veode-se de mu excellente qnalidade por m-
    dico preco em calxas de 12 garrafas : co arma
    met de David Ferreira Bailar, ra do Brnm n. 66.
    Ven e se o estabelecimento da casa n. 28 da
    roa do Trapiche. Ao comprador se dir o motivo
    porque se* vende.
    Fabrica e [uniigo de bronz
    e outroi mtaes, eateireiro,
    xiro, e funiUiro, situada
    ha Soledade, ? ua do PHn-
    ci^e n 3, e com deposito na
    Yua Nova n 38. da cidade
    do Recife
    DE
    BRAGA &SAMPAIO
    Fabricam-se ne>te importante esiabeleci-
    mento todas as obras concernentes as artes
    respectivas como sejam:
    Alambiqnts de todos os tamanhos em
    feitios, os mui acreditados aparelhos de
    Derosne com as dimences delicadas dos
    fabricados em Franca.
    Fabricam-se avulsas quaesqner pecas des-
    aparelht s, como sejam o dilatador, ratifica-
    dor e condensador, ou esquenta garapas,
    resfriador, serpentinas interiores.
    Fabricam-se bombas de todas as dimen-
    ces e qualidades, pelo system francez ou
    americano, simples, de pressao, repuso, e
    com e>peciaiidade a estanca rios l assim de-
    nominadas pelo enorme volume de agua
    que absorvem calculada em 100 pipas por
    hora, e das quaes algumas esto promptas a
    serem experimentadas.
    Existem bombas por este syslema, me-
    nores, para regar sitios, garantindo-se nao
    so sua duraco como a grande quantidade
    de agua que fornecem pelo que sao cons de-
    radas Ik je as primeiras bombas conbecidas.
    Todas as mais obras se fabricam vonta-
    de dos freguezes.e a seu capricho.
    Exitem sempre prqmplos no deposito in-
    dicado na ra Nova n. 38, um completo sor-
    timento de obras solidas, bem construidas e
    a precos r..soaveis, como s5o alambiques,
    serpentinas, taxos, passadeiras, repariidei-
    ras, escumadeiras, cocos, candeias, e muilos
    outros u lene.'los preprios para erigen has,
    como sejam mancaos de bronze, parafuzos
    para rodas de agna e outres.
    Cavilhas, machos para lemes, pregos de
    todos os tamanhos e para o forro de cobre
    de navios.
    Aprompta-se ludo quanto diz respeito as
    obras de lati torneadas e polidas com toda
    a perfeigao.
    Vlvulas para tanques de banbo, torneiras
    de todos os tamanhos e qua idades, assim
    eomo todos os ornamentos para militares,
    boloes para farda, aparelhos para barretina,
    nmeros, espberas, espadas, cornetas, alam-
    padas turbulos, caldeirinhas, navetas, almo-
    farizes, perfumadores.
    Obras de folhas de flaodres de todas as
    qualidades, bahs, bacas, bules e outros
    utencilios domsticos.
    Lampies para gaz para engenbos, folha
    de (lanares em caixas, folbas de cobre e la-
    ti, tubos de chumbo para encanamentos de
    todas as dimeocoes, folhas de zinco, estanho
    em barras e verguinba, lances e barras de
    chumbo, vidros finos para espelhos, de co-
    res, bordados, e opacos, e oulros para vi-
    dracas, diamantes para cortar vidros, cadi-
    nhos ordinarios e de patente, rea para mol-
    dar, folies para ferreiro, lavatorios com ba-
    cas e jarros, trra podre e outros ioumeros
    oljectos proprio de taes eslabelecimentos.
    Sendo todas as obras inspeccionadas e
    feitas sob a direcco do socio administtador,
    Jos Baplista Braga o qual se acba de novo
    esatfcialmente incumbido da gerencia de 13o
    imjprtarile estabelecimente, isso uma ga-
    ranta pela sua longa pratica, que tem os se-
    ores freguezes de que sero servidas a
    contento, com promptiuo o preco [commo-
    do, pelo que os proprieiarios Ihe sero.agra-
    decidofe.
    Loja do Gallo Vigilante

    .GRANDE
    MthS M LINIO
    do Porto
    Vendem-sa meias de linho prximamente che-
    gadas do Porto na loja de ferragens da ra da
    Cadeia n. 4i.__________________________
    Eicrava,
    Vende-se nma escrava de 2i annos, de boa con-
    duela, sadia e bonita finura, a qual engomma, co e,
    coiiuoa e lava com perfeigao : a tratar na iaa do
    Broro o. 48, 1* andar, das 7 as 9 horas da ma-
    nba e das 4 as 6 da tarde.__________________
    Vinho soperier em caixas de orna dozia e
    tem para vender Antonio Lniz de Oliveira Ateve-
    do & C, oo ?eo escriptjrlo ra da Crof o. 57.
    Cal de Li boa
    No armazem do caes da alfaodega b. 5 ha para
    vender superior cal nova, marea TM, ebegada ba
    das na baa portogueza tralidao, a preco de
    105 barril.
    Vende-se carvo d ferreiro :
    Brom n. 61.
    na rna do
    Boa pinga do Douro,
    Cbegararo barris de quinto com poro vinho do
    Doaro garaniindo sa qae nao tem confeicao alga-
    maaexceicao de am bocadinbo de agurdente
    qae Ibe bataram para poder resistir a viagem,
    neste genero o melbur qoe tem vlodo a e^te
    mercado, e muito proprio para asar u s horas de
    comida e vende se por preco em conta na loja e
    armazem do l'avo rna da Imperatrix o. 60, de
    Gama & Silva.
    Attengo,
    Vende se ama mulata, a qa-l engomua, cose,
    coztnba e lava com perfeico : a tratar na roa da
    Crai o. 2i, boUc* franceza. _____
    Vende-se a fabrica de charutos siu na ma
    do Fogo b. 18: a tratar na mesma al o da 28.
    Atteucao.
    9
    Venham ver
    Vende-se na leja de marcineina oa Gamboa do
    Carme n. 12, palna apparelhada da melhor sorle
    para lecer cadeiras e sof?, por preco mais com-
    modo do que em ootra qaaiqaer parte.
    Tendo de se liquidar a loja de calcados da ra
    do 'mperador n.32 :
    Borzefiui s de Heiii...... 115000
    Dit-.s de Su?er....... 8*000
    Dito de diversos fabricantes. ". 8500(1
    SapaiOes de bezorro Suter...... 25 00
    Borzegwns pira meninos e menica?. 35500
    Ditos dilos ditos....... 25000
    Borzegums de lustre para boa eos
    (Suzer)........-. 75000
    S*pat5es Melli. .."... 75000
    Bo zegoins cordv)...... 8SXKK)
    Perfumarlas do fabricante Lubio e
    Piver por menos prego que em ou-
    tra quarquer parle.
    Botas para montara.
    Perneiras e goarda lama. -
    Sapatos de tranca para meninos. 15000
    Sapalos de couro de lustre com sallo
    para senhora....... 25000
    Vende-se


    am escravo.de 20 annos de Id de, sadio e proprio
    para todo sei vico : no Recife, rna da Cadeia o. 50,
    1 andar.__________ _________"
    Alaga se ama ama qae feja forra par ser-
    oleo de casa : a roa do H;sp;co c 6S.
    IGrande ai mazem de tn-:
    i tas medicamentos etc.
    Rna do Imperador o. 22.
    8 Productos chimicos e .pharma- Wk
    ceuticos os mdis empregados em ac
    s medicina.
    Tintas para todo o genero de pin- "
    MI tnr.a e para tinturara. m
    Productos industriaos e tintas ]|f
    para flores, como botoes de flores WL
    e modelos em gesso para imitar '?
    fructas e passiros com o compe- &
    tente desenno.
    Productos chimicos e industriaos m
    para photograpma, tinloraria, pin- %H
    tura, pyrotecnia etc.
    Montado em grande escala e sup- 3
    pride directamente de Pars, Loo- s
    dres, Hamburgo, Anvers e Lisboa >
    pode offerecer productos de plena 1
    jK confianca e satisfazjr qualquer en-
    | commenda a grosso trato e a reta-
    I Iho e por preco commodo.
    Carrega me nto de barres
    Bstio a' venda na ra da Concordia, as terreno
    defroote do amigo armazem do sol, os maiores e
    meluores borros que tem vindo a Pernambuco, os
    quaes se vendem barato : e pede se a's pessoas
    que ja' compraram qoe maniem retirar os
    al aodia 17, do contrario ""
    pelo ostento.____________
    seas
    pagaro 300 rs. diarlos
    mi
    Voode-se mel : a raa do Apollo o. 4.
    Cal nova.
    Veode-se eal de Lisboa, a mais aova do merca-
    do, e por menos prego do qae em outra qualquer
    parte : a' rna estrella do Rotarlo, ao vottar para o
    pitee o Cirmo o. 47, e na roa do Apjllo o. 30.
    DE
    Gaimaresi Preilas
    RBA DO CRESPO N. 7.
    Os proprieiarios dse bem conhecide es-
    tabelecimento tendo em vistas a boa vontade
    com que t< da generosa popu'acao desta bel-
    v cidade coocorre com a sua coadjovaco
    para o basar de prendas que costnmam es-
    tobelecer no dia da commemoraco do anni-
    versario do Hospital Portnguez de Benefi-
    cencia, cojo producto applicado a bem
    daqnelles que baldos de recursos, no leito
    da dor ali procoram melborar seus soTri-
    mentos e aproximando-se o dia dessa gran-
    diosa festa por isso apressam-se em avisar
    ao respeitavel publico do que ba de mais
    moderno em sen estabelecimento, alm dos
    quaes tem variedade de outros, que a serem
    para um fim t5o justo os venderam por pre-
    cos mui rascareis.
    Riquissimas caixas com msica contendo
    o necessaro para costura, proprias para um
    delicado presente.
    Riquissimos livrinbos com capas de tar-
    taruga para missa.
    Riquissimo albnm com capa de tartaruga.
    Porta joias, dedaes e relogios e neste gos-
    to orna infinidade de objectos.
    Vasos, calungas e palliteiros de porcelana.
    Bi.ecas que cbamam papai e mami.
    Finissimos lencos de eambraias de linho
    meo disticos.
    Caixinbas com perfumaras.
    Bengalas de canna com lindos castes de
    marfim.
    Riquissimos enfeites com coques e sem
    elle inteiramente novidade e ultima moda.
    Lindissimos cintos para senhoras.
    Fivellas lindas de imito gosto.
    Lindos port-bouquetcom cabo de madre-
    perola proprios para casamentos e bailes.
    Riquissimos leqnes de madreperola.
    Lindos leques de sndalos para senhora.
    Ditos de sndalos para meninas.
    Ditos de sndalo tendo no centro um qua-
    dro de seda, ultima moda.
    Leques de faias muito lindos.
    Ditos de ossos.
    Ln os pentes de tartaruga, massa e outras
    muitas qualidades.
    Luas dejouvin. inteiramente novas, bran-
    cas, pretas e de cores.
    Ditas de seda. -
    Meias de seda e alardeo.
    Lindas trancas pretas e de cores om ve-
    dilrbo 6 sem elle, assim como lindsimas
    guarnios para enfeitar basquines e botoes
    para os mesmos.
    Lindos indispensaveis para meninas das
    escolas.
    Beogallinbas para meninos.
    Suspensorios para meninos.
    Lindas touqninhas e sapatinhos ricamen-
    te enteitados proprios para baptisados.
    Meias de seda para o mesmo fim.
    Muito boas esco-as para deotes, chapeos-
    roupa, cabellos, unhas e para limpar pentes,
    Superior liabas para crochet.
    Agulhas para o mesmo fim.
    Lindos agulheiros e dedaes de madrepe-
    rola e marfim, assim como de metal.
    Lindas guarnices de botoes, tespara oale,
    punhos e eolerinhes.
    Ricas oapellas para noivas.
    Meias de seda para senhoras.
    Superiores tbesouras para unhas, costura
    e cortar cabello, etc., etc.
    Suspensorios de seda para bomem.
    - -Dilos de algodo para bomem e meninos.
    Finos aderecos pretos para luto.
    Grande sorlimentd ue finas perfumaras
    dos melbores fabricantes al hoje conbe-
    cidos.
    Grande sortimento de filas de todas as
    qualidades.
    E muilos outros objectos que impossivel
    seria menciona-los e que se encontrarlo na
    loja do Vigilante, ra do Crespo n. 7.
    Kival sem segundo.
    Ra do Que Imano a. 49.
    iuer acabar com as fazendas abaiio
    mencionadas.
    Queram vir ver t que bom e baratsimo.
    roalhas de labynntbo com bico, fazen-
    da boa a .............. 3X000
    Carreteis de llnha com 100 jardas a 30
    Grvalas pretas e de cores mano finas a 500
    Ciias de ojreias de massa muito novas a 40
    enfladores para espartilbo de cordo e
    dta a............... 10
    Carreteis de liaba Alexandre com 400 jar-
    das a...............
    jabonetes muito finos a 60, 160, 200 e
    Ditos de bolla maito finos a 340 a .
    diadas de linha frota para bordar a
    Varas de cordo para espartilbo a .
    entes volteados para regacar cabello de
    meniras a............
    frascos de macaca' oleo moite fino, a .
    Abotoaduras maito finas para coiletes a .
    Candes de iinba branca e de cores a .
    Libra de ara preta superior a.....
    tscovas para (ato, rateada boa, a
    Varas da franja branca de linbo para
    loalba a............
    Pejas de bico estrello com 20 varas maito
    bonito a ...........-. '#000
    Varas de papalina de dlffereaiee iargu-
    ras a 120.160 a ........
    Caixas de palito balo a........
    Caixas de palitos da seguranza sem en-
    cbofre a.............
    S-bonetes de familia a 100, 160 e -
    Grosas de botos de madreperola para
    camisa a.............
    Carillba de doutrma chnsta a .
    Latas f om superior banha a......
    Quadernos de papel pequeao superior a .
    Duzia de baralbos francezes snperior -
    Groza de phospboros maito saperlores .
    (/ xis a retalho do mesmos.....
    Caixas de phospboros de velliaba conlendo
    100 veilinhas muito superiores a .
    Resmas de papel almaco.maito superior
    Resmas de papel pautado superior qaali-
    dade...............
    Donas de meias para bomem.....1*800
    Duzias de meias croas moila soperiores IJWuO
    . fCIVAL SEM SEGUNDO
    ua do Quelmado n. 49, loja de
    miudezas
    DE
    Jos Bigodmno
    Varas de babado bordado do Porto a 2Cd
    , Carreteis de relroz preto com dnas ci.avas
    propn. s para machinas a 800
    j reges francezes de lodos os.tamanbos a 240
    ; rozas de botoes de oso para calca a 200
    speibos donrados mnilo finos a .' l$00O
    atxas com linha superior para marrara 240
    Farritels de reteoz de lodas as cores a SO
    ! rseos d'aguade Colonia mnito superior a 500
    Krascos d o eo mnito fino a...... 5O
    Dozia de tnsouras ptquenas a ....'. 480
    Frascos d'agua para limpar deoles a 5C0
    Redes pretas lisas para segurar cabello a o>
    Duzias de pennas de ajo mnito finas a CO
    Caixas de lioba do gaz de 30 novelos a '. 600
    dem de palitos da segoranca a 20
    Garrafas de agua Florida verdtdeira 1A](\i
    Sallbanos tora estampas para meninos a 3SO
    Memento da roupa de lavar a..... ICO
    Doxias de meias finas para senhora a -'.JOiO
    Agulbas francezas a balao (papel) a 6'>
    Pecas de fitas de la de.todas as cores a !0O
    Grozas de botdes de porcelana prateados a i 60
    Caixas com aifineltes francezes a 80
    Caixas de ICO enveiopes maito finos a ^
    Resma de papel de peso branco liso a ?J0D()
    Frasco com snperior tinta a.....
    Pares de bctSes de pacho maito bonitos 80
    Liabas em carto de 200 jardas a .
    Caixa de superior linba do gas com SO
    nove los
    00
    320
    320
    20
    20
    320
    120
    500
    20
    100
    500
    100
    7,00
    Talheres para meninos a........ 240-
    Masso com superiores grampos a 30
    Bonets para meninos a........1000
    Pentes com costa de metal a...... 400
    Realejos para meninos a....... 100
    GRANDE BAZAR
    RA NOVA N. v-0 E 22
    Machinas para descarocar algodao. do me
    Ihor autor que tem apparecido Da America*
    E' tal a execuco do machinisme, que 0 al-
    godao sahe qoasi lo perfeito como o dobu-
    landeira. Recommenda-se a atienco dos
    Srs. agricultores, estas machinas.

    *iS'
    200
    40
    60
    240
    500
    320
    200
    20
    2*000
    l*o00
    Ib
    160
    21500
    3*609
    CASTRO RUES
    Grrammatiea nackmal.
    Sexta edicio
    um
    Livra-ia fraic*.
    GRAM BAZAR
    ra Nova n. 20 e 22
    Machinas pa a costnra do autor Wheder
    de Wilson, chegadas ltimamente da Ame-
    rica; as quaes pode cozer-f-e com dous
    pespontos, toda e qualquer faienda, emba-
    nhar, frangir, bordar e marcar roupa; todo
    com perfeico. S5o to simples, que com-
    preheode-se fcilmente a maueira do traba-
    lho e a pessoa tendo pratica de coser em ma-
    rhinas, pode azer por da o servico que fa-
    ciam 3o costureiras.
    Chama-se este eslabelecimento a alten-
    c3o do publico, visto que elle se acha com-
    pletamente sortido de ohjectos de gosto,
    como bem leques de madreperola e de sn-
    dalo, flvelas, fitas para cinlo, cokes perfu-
    mara e etc,
    Na ra nova n. 20 e 22. Carneiro Viat>
    na &C.
    iTitacao dos pabmoer. angi-
    nas, tosse, escarros do-
    sangue, crupo ou garro-
    tilho, catarro, rou.qnidao-
    a todas as innmeravei molestias que aiTeo
    o aos orgos da respiracSo
    DESAPPARECE11
    ediante a aeco da balsmica e irrev
    ANACAHUITA
    PEITORAL de KEMP
    aianacahuita mexicana queda, o nomo es-
    pecial este incomparavel remedio, uma
    arvore, cuja madeira por muito tempo se
    ha usado no Tampico para a cura das in-
    formidades cima mencionadas. Foi tam-
    ben! ensaiada e approvada pela academia
    medica de Berlim. O peitoral de Kemp
    um xarope deheioso inteiramente livre de
    opio, acido hydrocyanico e outros ingre-
    dientes nocivos.
    A' venda as drogaras de A. Caors, Bra-
    vo & C e P. Maurer A C, e em todos os
    estabelecimentosDharmacenticos doimperj
    VENDE-SE
    Motores americanos para dons cavailos.
    Dito dito para quatro cavailos. -
    Machinas para descarocar algedao ae i, tu,
    18, 20 30, 33 a 40 serras.
    Prencas para enfardar lgoiio fazeodo MSt*-
    cos com 6 palmos de compnmenio coa. o pe*>
    i sn n 200 Moras viudas urmamenie da Amerfch
    IfaSrdeHenryForster* C.. no Ph-
    dro U 0. 2 jooto ao (iabloete Portugus.
    ' Vende se om mnlatiobo de idade de 12 >o-
    os liada Bjtar, bom copeiro, babitaado ao serug
    da a' ton ?lcios e bem e'lac*do : ro* do ""*'
    nielo dfronte da casa em qae UA o gymnaslo. na
    oeonltlma casa innto ao canal; os 'prelendentw
    podem ir vello das seis as nove horas da maofta,
    \a das tres as seis da tarde. .
    Vende-se am preto possanie a moco : na* roa
    rna do Rangel o. 9, oa troca-se per am qae seta
    ('c.'zinbeiro.
    MUTILAD
    :..:-. -."
    1
    1


    l&rto 4c PeraaaftfcM* Ha ri .i.^irfi-. ac
    MW.
    RA DAS CINCO POTftS H. 86
    AO GRANDE ARMAZEM
    DAS
    Sempre barat
    Hantelga
    iDgleza flor a f, a libra e a 5o6 rs. oflrivel e propria pira tempero a 32* rs
    dem franceza a 56e rs. a libra.
    Cha
    De primeira qualidade a 2(8o e proprio para negocio l(56o a libra.
    Blscoltos
    togleze peari.'ic-nac, oval, cracnel, e outros superiores a 1Jloo a lata.
    FlgOS
    A 24o-reis a libra.
    Gommas
    De.milbo branco a-loo res a libra, de ararula verdadeira' propria para alimen-
    tar criacigas a 5oo res a libra e caxiohas com 4 libras, por meos, gomma. do MaranhSo
    i 4 6o rs. o tapioca sag a 21* a libra.
    Chocolate




    ' (

    Superior a1|; a libra.
    Doeea ta
    De goiaba em latas a 1 #5o em caixa de 4 libras, muito fin lii^Uo, era caixoes
    de 2 libras a -5*>- e- 32o.
    Pelxe
    Eor latas a ijjoo reis a libra, sortido era qalidades.
    Ostra* i
    - America atoo rs. a lata. t.
    Baldes e Vassouras
    Americanas a 8oo reis cada peca.
    Tonelaho
    De Lisboa a 320 reis a libra.
    Tomates
    Eai latas a Goo rs.
    Sal
    Refinado em lindos postes por 5oo rs.
    Rirshs de Waaser
    A 2^oooa garafa.
    Ternonth e Abssti i ho
    A l$5oo a-farrafa.
    Bltter
    A I0ooo agarrafa.
    De bordeaux superior, Saiot Estepbe, Saiat Julieo, Saint Emilia a "ooo a duzia
    464ors. agarrafa.
    VSoho
    Do Porto fino a I4ooo a duzia t l5oo a garrafa e magnifico, tambera em bar-
    -l 8oo a garrafa.
    Boque do Porto
    TOZA
    Ao r&spitavel publico pernambnoano pede-se
    A l tenido *
    ''.'. lanteiga iiglezi
    aO,' 600, $60 1 s ne ifmtm.se achaa vista.
    Manteiga franceza
    em Dras 560 e 640, em barris.se'Tr differeBca.
    Banhadeporco
    em libras 320 e 380, em porelo se far diflerenca.
    Fructas
    em calda Pera,' Pecego, RairAa dandia, Alperxe e oatras moiUsMO' 640>t lata. .
    -.. rTlIhs
    Portagoezas 640, francesas 900.
    m latas4o.Par de afijaneqne,ata. le 15200.
    Sosmaa de mllho
    em-. pacotas,'ditadatara IDO'e200a libra.
    .,_ viahe
    de Bordeanr em caixa a duzia 5 J; garrafa 800, dte de H a duzia, 800 a arrafa, dito a
    I4 a dazia, 14200 a garrafa, dito do Porto a U. 124, 80, 240, caixas de'dnzia> assim
    come- flgoeira caada 34800*6 44, poro JA A Lisboa 24800 30 e 3#00 a. qualidade
    convida.


    .,!
    -
    re
    I

    Adamado e outras marcas a 9oo rs. a garrafa e loj a duzia.
    vluho da Fiiiieira
    O que ba de melhor a 44, i caada de Lisboa a 34 e 44 a garrafa.
    vinagre
    De Lisboa a 2oo e 28o rS. a garrafa.
    Farello de Lisboa
    Saceos com 9o libras a 405oo
    Cerveja
    Franceza em gigos de urna dazia a 64.
    hagleza
    Bas verdadeiraa. -y. T. e Victoria e Alssop a 5oo reisa garrafa
    .mi

    I
    NJECTIONBRO

    PH4RMI
    DE
    *

    ! Caz
    em lata 'd fl.gaUfes a jais pequeas1 atontado do comprador, eongarrifi.
    a. Aceite
    emgarra/aaa 800 *,,*.
    CHARUTOS
    em caixa de 30 por i!4i da ExposrcSo caixa 55, ditos de Regala caixas com 100 a 24500 e outras maitaamarcas
    que s na presenca dos compradores.
    PREZUNTOS
    delamego em barril, ditos d fiambre o melhor que ha no mercado por preco que faz
    admirarf!
    fTWCE-DE GOIABA
    caribes de 560'fino, tlitos.cfe'tSJ&fjO' ^e parece marmellada, .dito rom. lates, muito fina
    qoalidade a'ljJOO.
    " BOGETAS ',
    com doce secco a '14 e 24.
    . *'< QUEUOS
    do Alentejo em latas chegado pelo vapor Oneida, ditos Flamengos e Pratos dosmais oovos
    'qne ba no mercado.
    AZEITONAS ,wi
    de elvas como no mercado 02o temos a 14 a lata, em barris do Porto s 44 como n5o ha
    melhor.
    < '


    .

    Em. liquidatj&o.
    pnnrtpie UUou aoad*. (Eiktr Mwm* tk(Mi
    iKldili
    3C


    I'
    m a..i i ..a........B
    PREPARAQOES FRREAS-MARGARICAS
    tst.
    APPR0VAD15 PILA ACADEMIA DE HBDIC1RA
    DE BRIN DU BUISSON
    Nmuealk*, ktmit yda cafen de V&Im i tv
    . ,j.
    0 eminente professor Trodssbad, na nhima edi peutxea e materia medica, reconhece qae os ferruginosos simples sis militas
    vetes nefficazes para curar as molestias qae teem por causa o empobrec memo
    do stBgne. Muiios mdicos dos mais di&iinctos aitribuem esse m o xito i ansencia,
    d essas preparac5e, do maitganese, que se acba no sangue, como o tera recochecide
    os chuncos os mais peritos, sempre intimamente unido com o ferro. r
    E pois, prestar-seum verdadeiro servico aos S* Mdicos, o ohamar-se saa attenco
    sofcre as preparacoes seguintes.
    1 PflS ferPfiS rnaiUfailiPftl dand0 immediatamente orna agna, acidalada,
    iw iciicus mau|anitBa zoia> agradavel, substitumdo com Tantagem
    e economa as aguas mmeraes ferruginosas.
    2 Pillas c Xarope de iodareto ferro e de manganese inalleraveis
    OOBteBdo cada urna ciaco centigramos de iodureto de ferro manganico todicadss
    ptroolarmente as molestias TymphatJcas, escrofulosas, e as chamadas es"
    rosas e tuberculosa. ,,,
    rtceUdu especialmente
    para a ehlorosis, a ane-
    na, a leucorrbea, a ame-
    norrhea. A indicacao de
    alternar sus duas preparaedes di o* snetbores resultados.
    0 *' larin du Buiuon desbando ottwr a adbeso completa do publico mofe* a
    eereo do valor fe saas preparaedes, prevaM fie elle as p gratuiUiaente a saa
    dispone!*, ingendo-M; ?
    No Pernambuce, a toa agente teral, Marer O, pharmaceaticca, roa Ifova.
    iiiiinnin
    0 propietario destes doos estabelecimen-
    tos tendo muita fatenda em ser e desojando
    liquidar para vender mais barato qae pos-
    si vel na ra da fmueratria lojas e armazens
    da Arara, ns. 56 e 72.
    r
    tote de laclato de ferro e e maBganese
    m de carbonato frreo manganico

    Veaie-se na pharmicia de P. Maarer 4 C, roa Nova.
    ara
    TOGOSTO
    V*riadj sorMoiaoto de modernos chapos e chapeUnas de seda, de Ol e de palha de Italia,
    solira e menina.
    Superiores tiras, bordadiohofe entre malos bardados em cambrala tapada e transparente
    >a toja das cetamuas a roa do Crespo o. 13
    DE
    ^Antonio Oorreia de YasconcellOs & Oompanliia.
    SOVO DEPOSITO
    DE
    ManofA Bento de Oveka Braga.
    53T3aeia Birela n.53
    Neste' eatabdecneoto' se> encostrara a
    verdadeiras machinas americanas chegadas ltima-
    mente, as quaes sao feitas pelo mais afamado fa-
    bricante da America, por iso avisa a todas as-pes-
    soas qae precisarem comprar, de se dirigir a este
    estabeledmento qne compYarSo das mais perfeitas
    neste genero, assim cmo maisharato do qne em
    entra qoalqner parte,- por i^o^oe se recebe por
    conta propria, bem como cannos de chumbo e moi-
    nhos para moer bjBk, e grande sorfimento defer-
    ragens e mindoeas- tEgroa*) e a ratalho.
    Facade!eabo-branco de neiobalah^oa 44
    dazia. limas finas de- todos o lmannos proprias
    4o trabalho de escultura.-
    Roupa feita nacional.
    Vende-se calcas de casimira a 54; 64 e
    85, pretas ditas de meia casimira a 15600
    e 35, ditas de brim pardo a 14600, 2M00
    v a u '* a W, 64, 85 e 104; palitots de meia
    Vende-se alpacas de assnto branco cora casimira a 35, 35500 e 45: palitots de'al-
    hstas e flores lisa e admascadas proprias | paCa de cores e branca a 35500 e 45: palitots
    para vestidos de seuhoras a 500, 720 e 800 de brim decores a 21500, 35 e 25: serou-
    rs. o covado ra da Iinperatnz lojas da Ara- ,je algod5osinho de tiaho a 1560O, 25,....
    ra, ns. 56 e 72. 25500: roa da Imperatriz lojas da Arara
    ; Ditos f 60 covado. Ds. 56 e 72.
    Vende-se ditos em retalhos a 8S rs. o [ Organdis de cores a 640 rs. a vara,
    covado, ditos em peca a 200 rs. o covkdo: Vende-se cassa organdis de cores a 640
    retalhos de caca preta a 120 o covado: Ve- e 720a vara: talatana de cores a 800 rs. a
    taraos de caca decores a 200, 240, rs o co- vara: roa da Imperatriz lojas da Arara ns.
    vado : retalhos de I5asidbas a 160, 200 24 56 e 72,.
    rs. o covado: roa da Imperatriz lojas da
    Arara ns. 56 e 72. '
    Brim pardo transado a 560 rs. a vara.
    Vende-se brim pardo com peqneno toque
    de mofo a 560, 640 rs. o covado: ra da
    Imperatriz lojas ns. 56 e 72.
    L5azinhas a 200 0 covado.
    Vende-se lasinhas para vestidos de se-
    nt ora a 200, 240, 280, 320, 340 e 400 rs.
    o covado: na roa da Imperatriz lojas da Ara-
    ra o 56 e 72.
    Chitas francezas largas a 240 rs. o covado.
    Vende-se chitas francezas largas a 240,
    280, 320 e 400 rs. o covado: ra da Im-
    peratriz lojas da Arara n. 56 e 72.
    Mosambique a 400 rs. o covado.
    Vende-se mosambique com palmas de se-
    das para vestidos de senhoras, a 400 rs. o
    covado: e vareja de listas para vestidos de
    senhoras, a 280,320 rs. o covado.
    Sedas escosseza com quadros para vestidos
    de senhoras, a 280 320 rs. o covado: roa
    da Imperatriz lojas da Arara ns. 56 e 72.
    Arara vende as saias-35500.
    Vende-se saias bordadas para senhora a
    35500, 44, 65 e 75, saia balfo ou crinolinas
    de arcos a 25, 25500 35 e 35500: ra da
    Imperatriz lojas da Arara ns. 56 e 72.
    As sedas da Arara 14.
    Vende-se sedas de quadrinhos e com lis-
    tas a J5, 14200, 15600, 14800 e 24, o co-
    vado : pupdinas de seda com palmas saltos
    'para senhora a 156C0 e 15800, grosdenaples
    j "de cores a 15800 e 25, dito preto a 146 X),
    115800 e 24: ra da Imperatriz lojas da Ara-
    ra ns. 56 e 72.
    Joaquim de Almeda tint
    furubeba coYdra o ingorgi
    tamento do figado e do bago
    Em extracto aleoolleo, emplas-
    tro, oleo, tintara, plalas,
    xarope e vluho
    A jurubeba ama das substancias medi-
    camentosas qae pertencem ao reino vege
    tal, e pertencea classe dos tnicos e desob>
    truentes, sendo empregada com vantagem
    contra as febres intermitentes acompaohadas
    de engo gitamemo de figado e de baco. Ella
    tera sido applicada com incootestavel pro-
    vedo contra a anemia ou chlorose, e hydro-
    pbesia, catharro da bexiga, e raesmo para
    combater a mensIruacSo difcil, resultante
    da mesma anemia ou chlorose.
    Deposites geraes
    Em Pernambuco, ra larga do Rosario
    0. 10, Rio-de Janeiro, pharmacia do Sr.
    Daurado, Rio Grande do Sol, em casa dos
    Srs, Cascao & C, Macei, pharmacia do Sr.
    Claudmo, no Havre, pharmacia de Mr. Ma-
    rical, em Lisboa, na pharmacia do Sr. Feijfi.
    *ggPharHacia especial horneo-!
    pathlca dj Dr. Sabino O'
    3 L. Plnho.
    Cha de 1* sorte para uso das
    pessoas que se tratara homeopathi-
    camente.
    Venderse era pacotes de' libra l
    35200 rs.
    Ra Nova n. 43.
    mosco Jos (iermann
    RVANOVAN.l,
    acaba.de receber um linda e magnifico tor-
    timento deocblos,tanetos,binocnloi,doul-
    timo mais apurado gesto da Europa oct
    loa da.alcance para observares e'para
    maritimog. "
    Fundico dlAurora em
    Sanio Amaro
    ' Comoleto sort!meato de taixas batidas e fnutf.
    da?, afarobques 4trt66wt tattaohoi fando* da
    *to, ai4ideto4ds as lamaohoi da soperior
    qaalidadp, erlvos e baceas da oraalha. o na tato
    so *6Be por com modo preco.
    Vapores.
    Vende-se em casa de Saalders Brothers 4 C,
    o largo do Corpo Santo n. 11, vapores patentes
    ob todos os pertenr.es propros para fater mover
    es oa qnatro machinas para descarocar algodio
    a* i, i
    0 c-jrdoiro previdente
    Na antiga loja de miudezas a ra do Quei-
    mado n. 16.
    O cordeiro presidente se ofana de ter o sen ap-
    parecimento no sempre memnravel dia 7 de se-
    tembro. Elle curoprimenta ao re-peitavel pobllco
    em (reral e a cada um cida lo em particular. O
    cordeiro previdente nao se intromettera' em estra-
    ohose albeos negocio, restrlngindo-se apenas ao
    que diz respeito a miudezas em cuja antiga loja n.
    16 a roa do Queimado permanecer' esperando
    de todos mas valiosas protecefes observando elle
    slm de sua coslQtiida mansld.10, condescenden-
    cia e agrado. Na loja do cordeiro previdente en-
    coctraro os presientes sembr e constante-
    mente completo sortiraentode miodesas, finas per-
    fomari3, luvas de pellica, objeclos de moda e
    phacusia e irutros muitos que enumera Ijs se tor-
    nara enfr.'jnhc, notuo4o-se entre elles os que
    abaixosio mencinalos, sendo por todos reconbe-
    cido a comraodidade oi precos :
    Albons de diversos tamanhus e qoalidades para
    retratos.
    Chaposinhosesapaliohis para baptlsados.
    Coqoes simples e enfeltados.
    YERTMllP!) LE SOY
    4e-'4.taBTf DttCaur.Vrlarir, 1
    Ru 5o Sotne.', 2
    "5
    tijji

    Si
    'TI -"- i
    v\$ t en;. i-
    %
    *$$&&*
    *, \
    S3> tJ i
    %
    \
    A*'


    'm?.WrgrMWn^.tA
    relMWMii J> iiiyt liMl4'AAiT^i,avrl,
    .../!,<. ..-Ir
    jjJt i fr.v tu no-*-.'..'. i, j
    Deposito, na pbarmacia deP.Maurejr
    C. em Pernambuco.
    Leqoes de sndalo e ouiras qoaiidades. drnff9*ria nn Rrasil
    Voltas de reiror cora casoletas obra moderna o3"3 Brasil.
    (iollmtm e punlios para -seoboras.
    Il-cj de liobo a imitado-de de palz.
    Carteiras com Boas agulbas.
    Modemas-chapelioas e enfeites para senhoras.
    Linhas para crochet.
    I/u para bordar.
    Finos espVtimos para senhoras.
    Leques de diversos gofios a 13.
    O cordeiro previdente.
    A ra do Queuuado n. 16.

    TRATAJENTO...,- CHARLE, n PARS
    leille ei><>etal, conu!incAe. S<^ rm Vlvlenne '
    AVISO m% DOENTES.
    MadapolSoa 4#000 a peca.
    Vende-se pecas de madapolo com 20 va-
    ras a 45, 84, H, 78, .80 e-100: ra da
    Imperatriz loja da Arara ns. 56 e 72.
    Casimira.emfestada a l o covado.
    Vor>Ha eo ^cimira onf,,,^ j j i Vende os segrales oojectos constantes do vana-
    Vende-se casimira enfestada de duas lar-ldosortimentoabaixo declarado:
    guras a 1, jgoOO e 30 O covado panno fl-j Collares elelricos magnticos contra as coaval-
    no preto a 10600, 20, 20500, 30 e 40 : ra! C5'3-
    Bogit^s abotaaduras para colletos.
    Coiarinbos o odernos.
    Finas navalbas'cabo de marQra.
    Escovas oacbeotadas e outras qualidades para
    roupa, chapeo e cabello.
    Bomias caixas para- rap
    Tinta azal e preta para escripta.
    Dita preta para marear roupa.
    Finos caivetes para aparar peonas.
    Lapis conc caeta de osso
    Ditos de cores para desenhos.
    Bonitos oleiros de louca e vidro.
    Fizas para solo e voltarete.
    Borrachas para atar papis e segarar pannos.
    Dita para brioquedo de enancas.
    Bolas de borraeba.
    L d l js maracaes.
    Pasa offertat a hospital por-
    tug,uez.
    Bonitas cestinhas com (rucias de cera, obra de
    muita perfeico e bom gosto.
    Para cortar moldes e en brolbar fazendas
    Vende-se papel pardo olna grande.
    Para lastrar calcados.
    Vende-se superior grasa econmica.
    Vende-se papel para matar moscas.
    A oji do cordeiro previdente
    Ra do Queimado n. 16.
    iNella acharao os pretendentes om grande e va-
    riado sortimento de perfumaras finas, tanto ingle-
    za,s como franfcezas, seedo :
    Fines extrados para lencos.
    Banbas e pomadas para cabellos.
    - Oleo pbilocom e baboza para dito.
    Pos bvglebicos para dentes.
    Ditos camphorados para ditos.
    Opiata iogleza e fraoceza para ditos.
    Pacotes com pos de arroz,
    vasos de porcelona para ditos.
    Sabonetes para m"o e barba.
    B muitos outros objectos qae serio presentes
    ao comprador qae se dirigir a ra do Qaelmado
    o. 16, ioja do cordeiro previdente.
    Bandeijas pequenas.
    Vendem-se na ra do Queimado n. 16. loja do
    cordeiro previdente.
    Charutos
    da acreditada fabrica de Jos Fortado de
    Simas.
    Vendem-se na'-loia do cordeiro previdente a ra
    do Queimado n. lo________________________
    da Imperatriz lojas daArara ns. 56 e 72.
    Algodaosinho a 30 e 40 a peca.
    Vende-se algodSosinho a pecas de 30, 40,
    50, 60 e 70 a peca ra da Imperatriz lojas
    da Arara ns 56 e 72.
    Bramante a 20400 a vara.
    Vende-se bramante de 10 palmos de lar-
    gura a 20400 e 20500 a vara: ra da Im-
    peratriz lojas da Arara ns. 56 e 72.
    AlgodUo efestado a 10 a vara.
    Vende-se algodo efestado de duas lar-
    guras a 10 a vara dito transado 10280 a va-
    ra: ra da Imperatriz lojas da Arara ns. 56
    e 72.
    Cassa franceza a 240 rs. o covado.
    Vende-se cassas de cores para vestidos a
    210, 280 e 320 o covado, vendes-se cortes
    de cambraia de cores e com barras a 20500,
    30 e 30500: s as lojas da Arara, ra da
    Imperatriz ns. 56 e 72.
    Cortes de ISa de 14 eovados a 30.
    Veode-s cortes de 15a para vestidos de
    senhora com 14 eovados o 30, 30500, 40,
    40500 e 50, vende-se corles de calcas para
    bomem a 800, 10, 10OO e 10600 coiari-
    nbos de linho para homem 400 e 5ro, ditos
    de papel a 500 rs. a duzia, golinhas para
    senhora a 200 e 320 rs. por estes precos as
    lojas e armazens da Arara, ra da impera-
    triz ns. 56 72.
    XAKOPE DEPURATIVO
    DE fiASCA BE LARANJAS AMARGAS
    COM IODURETO DE POTASSIO
    DE
    *9 P. JLaroze.
    pharmacetftleo em Pars
    O iodureto de potassio um verdadeiro al-
    terante, um depurador de rucontestavel efi-
    cacia; combinado com o xarope de casca de
    laranjas amargas, aturado sem pertubaco
    alguma pelos temperamentos os mais fracos,
    sem alterar as funecoes do estomago. As do-
    se* mathematicas qne elle contera permittem
    aos mdicos de receital-o para todas asc(m-
    pleices, as affecces escrofulosas, tubercu-
    losas, cancerosas e dos accidentes intermit-
    ientes e terceiros; alm d'isso, o agente o
    mais poderoso contra as doencas rheumaticas.
    Deposito em todas as pharmacias e casas de
    ExpedicSes, em casa deJ. P. Lardze, ru
    des Lioos-St-Paul, 2, Paris.
    A' venda na pbarmacia de P.' Maurer 4.
    C.*, roa Nova n. 25.
    Paris, 36, Rna Vlvlenne, D
    occMpctt
    ft.'.S K\Klll.MII.AIiAS DS SKXl'AES, AS AFFEC-
    rTA\F.A*. K A ,TntACOKS DO SANGUf.
    ao.eOO caras dat im:ing*ns,
    puttuios-, herpes. sarna,
    'omixvet. eurmonia; t al-
    lerfoet,viewin do4angi*l
    fin, t Hlltraeott Honor-
    (ui< {Xarope-ve^i:|:i| >-m merbrin. aepmrm^ij
    res*ii:n ttxxniit, mixuuk tomao-e dou
    por K-msna. s<.^ji:iHn n iracianieuto Depurativo. '
    fmrri'jailo no- musnias molastias.
    3 lr.llAHI.K. cura immedi.
    amMilp.iuafqiierfnn-i/rtAao,
    ''qOt('i". i- debMaaai,
    Es aqu o que de todos ot paiiei od craDde anaero de
    doentps ni* escrevem :
    Nao eatoa co-
    rado, tomci Ca-
    beba, Copabiba
    sob todas aa
    formas em opia-
    to, capsulas,
    confeitos, lenho
    "I*

    IkiAtaaa m*.-.--? guahnenMos(Imxot*floru
    l-riinrii 4as luuthi-iv*.R?ui injnc;ao lienigna eat>
    rtga-seiin r> Xarop.le Cilracio de fr-rro.
    Mcirriil(i, Pomada qne a* cura tres dita.
    POMADA ANTIr+E^PETICA
    Contra: aas flecfoes cutnea e comixoel.
    PILULAS VEGETAES DEPURATIVAS
    4e b Gkable. cada frates val aeeompakad* 4a tB
    &Aat*.
    aviso ens s^ti^otcos.
    )ura cattrrho* ?*
    ' ut'H'*t
    i."""IiH chiat loda* ai 'toenetu
    !'< nriTO; IsH--i *| ilOKIlt*
    urna etrh* niiilcn rwtf xanty* tV ktftGKT.
    Dr- CUAMI.Im Cari. ra I IvtrBDQ, a.
    A venda na pbarmacia de P. Maurer 9
    %., em Pernambaco.
    m GAZ AZ
    Chegon ao aotigo deposito de Henry Forster A
    C, roa do Iroperador, om carregameoto de gai da
    prioieira qoalidade.o qoal se vende em partidas
    l retalbo por menos preeo do qae ero ootr* qoal
    p er parte..
    o estomago per-
    , que preteodem
    dido e nao eMdu carailn? Use* e ahusH de i:m grande oumera de imkcgaoi
    curar em i dial, t eitou anda mais doentcs.
    DA MAIS SO AIWIVOS
    ?n- eoro fadiralmente stm racabidas, Corrimenlot, Relaxando do canal, Cutmrrhu Httifn,
    trdat teminaes, curando prinjrira t causa virulenta inflammatoria d'essas dOeflCM sellis,
    enm alfiims vidros do meo dbptjuativo do aVgije para Jirar esai't ftsees, cecal'
    eanal e te tomar a dar saa regidw don para-aeabar meli ra ivmIm iKuacfAO. A cura radical, a iKNHoaca para os Huios kraacas, aeguam
    o mesmo tratameoto. {Vija-te a noticia explicativa.)
    40.000 DOENTES CURADOS
    Verdadeiro tratameoto depurativo do sangne. Js kerfts as tnais tnvetmraas, trrwffon,
    pruritos, virus, chatas t affecces venreas, honores, e todas as doencas qoe alterto i pureza
    do sanjae sao curadas em pooco teapo por mea xabofc ospcoativo >n oansca meas
    anboo Kimn, minias ntrut dfcbativas o miaba Pommata anTi-DATBOA
    Veto-e a BHHMln a tratarle. A noticia qne se da craUa oo deposito de smoo Rwdica-
    mentos. Bata eieeBoote liilaamati ao coates* ercaris> saa sunerortdado a boa natwUi e
    nao ka aaaa aa caca toe pees coa ea aereseacar taaUs attest*ces da cana.
    Voode-se oa roa Nova q. 25, pharmacia fraoceza de
    p. MAURER & C.
    Farinha superior
    Tem para vender Aoronio Lait de Ollveira An
    vedo & C, oo seo escriptorio, roa da Cruz n. 57.
    ' Cimento
    1 Vende-se cimento Portlaod no rmazem de .
    Vicente Fe rreir da Costa & Puno," roa. da Madre ^^T
    deDeosn. M. x. 6b A.
    ARROZ DE CASCA
    4J800 : no ira-
    VeDde-se em saceos grandes a
    piche do Cooba.
    Sedas a 320 rs. o cavado
    Vende-se om bonito sortimeDto de sedas de listas
    qne sempre se venderam psr mnito mais diohero
    e liqoidam-se pelo baratsimo preco de 310 rs. o
    covado, s para acabar : na loja e armazem do Ra-
    vq, roa da Imperatriz o. 60, de Gama 4 Silva.
    Retalhos
    Vndese orna perco de retalhos de chitas e ca-
    cas pretas. por pre$o barato, na loja e rmazem do
    Pavao, rna da Imperatriz n. 60, de Gama A Silva.
    I
    DAS
    Bastos
    Vaipfjetas da lostre proprfas \r- ra bertas ds
    carros, joo novas e da melborVqoaridade pos-
    iaal : vendem-w por precos xzodvel na -itt da.
    Vende-se
    nma parte de trras nu engenho Bomflm, doas le-
    goas distante da villa da Escada ; qaem quizer
    appareca oa roa da Roda n. a, qne achara' can
    qaem tratar.
    - i .i i i ii i
    Veade-se
    Vende sa ama taberna na Torre com pooco fon-
    do e bem afregoeaado : a tratar na. padaria do
    mesmo lagar.
    Attencao.
    Vende-se nma mobilla -de Jacaranda* t Loiz XV
    e juniamente nma de amarello no mesmo fOBto,
    sendo estas obras mnito solidas e segaras. pot
    preco razoavel : na acreditada casa ds marclnei-
    lia na rna da Camboa do Carmo n. 11
    TofssFDA wm\
    A 20Qrs. a libra,
    de mnito soperior qoalidaia.: vende-se ao escrip'
    torio de Ollveira, Filbos & C, largo do Gorao Sar
    ton. 19.
    W]
    iLEGIVEL
    . !*-<.


    ,.-, -r- .

    >-
    lu-Mi te Ftr.taJBfefcc Sexta fclra 11 fe eteabro 4c i 7.
    nf

    g/^f9tP**< > ,i*-
    ;,**-'
    Collares Koyer
    |a Altillos electrice .ugitttets
    Dppnaft* reirta.*
    j* da aguia branca roa do Queimado a, 8
    Apregoar anda'os prodigiosos effeito dos
    CoHires Royer j aao ensinar od querer
    intmdtulr noWdMet,*: porq-ee a fama dess
    -eficacia- tem-Sft fanto atend Jov-a os seas*
    felizes- resallados a tal altara elevado, ernei
    boje rara a pesso qoe or experiencia
    propra, ou por intermedio de-seus amigos
    e parentes, ignore ou desconhe;a as virtu-
    e* desses sempre spreciaveis collares
    Roten.
    A aguia branca porm se gloria de.concor-
    rer para um 15o justo flra, se no por oo~
    ro modo ae menos por ter sempre, e cons-
    SS5!^Srt?^T^ lirias-finas para grandes toitets e .u|
    m**5*!\)&'S2Sit*i.*> orirmattrpara todas as classes.
    milia se faeam convencer (de que convem
    n5o esperar que as crianzas sejam atacadas
    do mal, e por isso oacessario ou conve-
    niente que com i antecedencia se deite na
    criaflca ora desses collares para assim estar
    ella preservada das convaleces e se contar
    livredos rigores da dnliclo.
    A aguia branca ra do Qaeimado n. 8
    contina a receber por todos oi vapores pfoprietario deste importante aSabelecimeplo avisa ao-respeitavel pufeli
    francezes, a quantidade que ha contratado e! f *08 **ea? a*Igos '.freguezes que ataba d recebe* pelo vapor francez Gmenne, di--
    por isso acha-se ella sempre provida dos verrj- ersos artigos de moda,' os quaes sao de ompleta novidade para.este mercado, e apro-
    11
    * r
    GRANDE SORWMEPttO
    FJkZ\DAS II A ATAS
    KA'
    LO/A. E ARfttA2EM
    DO
    0. Mf
    roa do C ro-po n, A. esquina da do Imperador
    D
    Custodio Jos Alves Guimaies.
    Ditas sen elle.
    dadeiros colhres Riyer elelricos magn-
    ticos.
    Chapelioas modernas,
    afeites de aars, capellas finas para noivas,
    tas brancakV a eor de rosa para meninas,
    calxs e rmc d Adres finas e botoes de
    rosa de diversos lmannos: na Aguia Bran-
    taj ra do Qaeimado n. 8.
    Mi'ias finas para meninos.
    A Aguia Branca ra do Queimado n. 8/
    recebeu rucias mui finas para menians, e
    est veodenda as de cores a SOuO duzia,
    brancas a 5jgO e cruas a 8OoO.
    Trancas de vidnlhos, brancas e pretas, lar-
    gas e-estreitas,
    A Aguia Branca a ra do Queimado n. 8,
    recebeu nos iwrtirneoto das trangas cima
    ditas, e come Sempre rende-as por precos
    coaunodO.
    Fita& novas
    para carias de bacnareis o a ir.iiaidade da
    ,ji Booi CooMlbo.
    A Agola-Branc?, a roa doQaeiroade d.8, receba ir.
    ovas Blas achamalotadas para ambos os lados,''
    moi foeorpada e toda d seda, com viva o agrada- i
    vel cor, e c^roo sempre, vende por preco multo
    rasoavek
    com rosto de cera, ditos'-Asta e msvedreos,,
    A aguia brauea a rui do yomioailo o.' 8, rece-
    ben om novo furlimeoio de be'ls boeecas com*
    rosb de cera, olhos flios e modicos e como
    sempre vende as por prpeos commodos regoUndo-
    estes em relc aos aifferenles tamannos de qoe'
    se cou-ii'ji o suriimeoto.
    L i x i i* tlivitifri.) e odo titmico.
    A agnia branca a ru- do Queimado a. 8; recc-
    beo de no me apreciavel liitr cajo aso ni-
    cessari para cjoserva^i das gengtvas e aesbar
    o man balito protenieole-4e deaies arrainsdos,
    cada 'rasen cosa ifc -
    Est lu teaediado em q.HBto a t- dadas "W!
    vsd pellica.
    xirnaado-se 0 da da oormmoracao do aniversario db Hospital Porigues, por. ieso,
    apressa-se em vir avisa-fos do que ha de mala moderno em sea estabelecimento, como
    sejam:
    Riquissimas chapelioas oom coque
    Lo vas de Jouvin.preta, branca e de cores,
    . Lindo6 cortes de 13a com^barra.
    Lindas chapefinas de palhadaltelw. (Re-' Rquissimos cortes de'transparent de 8-
    commenda-se muitaestas cbapelinas por se--da pra vestido de senhoras-'-tambem novi-
    rem'inteii ament novidade).
    i:
    Riquissimos cintos -de sc4* < i iwn-twrtMr
    chineea, ultima moda.
    Liadas saias de '13 com bordan lo--i r .. .
    para as excellenissimas senbawMi r...^ ui
    por iroa do bailo, bibih -iho-ia >.,-, rh.
    .Lindos cortes de seda j!>arj .t*..-n ios.
    Mireantique branca,-azul-e {>- :-:^ hien-
    da inteiran>ente v*.
    Grosd^napoles de todas as,p.
    Ditos pretos.
    Leques de madneperola.
    Ditos todes de sldalos.
    Ditos de saodale tendo'w cent um qm
    dro de sea, inteiramnte novidade V iflfi-
    ma-moda.
    Chapeos de sol para seahora.
    Ltgas de seda pjraenhora.
    Ditas para meninas.
    Espartilhos para senbdr. <
    RiqatsBinms eafeiles pato: senhorasviriterJ
    ramenie novidade-.
    . Bal5s pjra. senbtfra*.^meninas!. .
    Touquiobas. cicameate-enfeitadas.
    Goeiros bordados.
    TOalbastle labyrirrtbo mnito ricas;
    Ricasi'frbnbas de labyrinto:
    , Riquissimos lenges de dt>.
    Rendas, feicos da ierra e gradespara teogds.
    Um ric. lngol de labyrintos.-
    Riquissimas barquines de seda.pceta, bor-
    dade.
    ' fclrwlfls cortes-de 13 cora listas de seda.- '
    i-o'lns pata cilos.
    '-,..> >}.1i (EijU
    i Riquitfphisjb ,in>. biMMaai
    Punhos e goftirifta jai-a senborav
    Riquissim s manteletes de cures,'ineira-
    ioeuie novidade.
    Peitos de linho bordados- com ge6to pro-
    6k
    Rm dt l>,g^ft 7 A-ttqwiit ik u
    lopeadnr
    Acaba,de,reeber qm.complto^so^tirnepto
    de 13a Indiana de lindos padres cortes de
    3a com listras de seda mpito fieos proprios
    para bailes e visitas, basquinas e casaqai-
    ahoa para cubera, lindas toallas,da.*m-
    Draj ,d Iidqo rioinaeote bordadas proprias
    par baptwados e para- toalbete.estes merca*
    aonis^eadem-se por precos mui rasoaveis,
    s oa loja -do Passo jua do Cr^q.n "i A-
    Uvas'iiejfliviM,
    Ha constantemente lavas de pelica brarea
    preta e de cores, assim-coma de .seda-Y fia
    da Escossia sepdo estas dos lejheres febfW
    O dono deste imporUntisfiimo estobeleimenla.coot^aM.aoleuvavel pri)posito de
    jqnerer vender multo e-panhar* poaco; sojeilando^se a tirar em-seasaiercadoriasua lucro
    prios para camisas de nolvos.
    Collarinbos de linhe lisos e bordados para i2j; bonitas pecas de cassas adamascadas para o
    homens. jmesmo effelto; bonitos damasebs de la de ama
    1 Lindos v^os nranfiN rUi'hlnnda;' I ednas larguras, propribs para eolebas, assim oo-
    i.raaos veos e manras ae oonas. n bomuscalcbas.decruco: luB, isto t
    Riquissimas vestimentas ppra baptisados(mas barato do, qoe .em atura qaiQuer i
    cociendo chapeosinho, sapatiuho, meiasiaba '
    e camisifiba cora lindos bordados.
    Riqnisimos-chales- 'de^touquim.
    Grvalas de seda branca para nofva.
    Ditas de cambr. ia de linlio -cum bordados.
    as1 pontas; novidade.
    Clisp de marrlai. ,
    Ditos de outras qualidades.
    Chales de sea.;
    Dttos de cachemira.
    Chapeos de seda preta para hornera.'
    Ditos de pbauJasia para bomem.
    Gasemira preta.mnito fina.
    Ditas de cores inteiramente novktades-
    Cambraias, lias, chitas, raadapclese ou
    tros intritos objeitfos.
    'orqaea*gniabraac por iot-medio de t i soava, para asm poder-metbor agradar aos seus numerosos freguezes.
    negociante de nossa praca mandn contratar com
    om bom e acn-ditado fabricante de ditas, para
    este I be fazer remessas directamente por todos os
    vapores, sendo a pnimeira a que afora'acaba de
    ebegar. Ofibricante promet* maoda-las sempre
    da melbor pellica e na verdade as qne vieram
    dessa vea cun6rman o seo dixtr, c pelos illcren-
    k-senfotrt- qu^ell-.s traiera da'-elirt mais a conbe-
    cer o apurado go ta fxis nuem a favoreiser a agola branca em qnanto ella
    vai se livranlo dos maos que com seos fiados a
    iam dipenando..>
    Cami.si 'hs bordadas para baptizados
    A aguia branca a ra do Queimado n 8,
    recebeu novo sedimento de caraisinhas bor-
    dadas, sapatinbef de setim tambem borda-
    dos, meias de seda e chapeosiebos de setim
    enfeitidos, ludo para baptisadas.
    Bahasiiihas caber os de conxas
    A aguia branca rna do Queimado n. 8,
    recebeu b'jnitus bajusjuhos coberlos decon-
    xas, e cestinhas bordadas a raco, objectos
    esses de novidade e gasto, ?e proprios para
    offertas. no leilo que ter lugar no hospital
    portugus.
    Acbaitt-s amas -chgam ostras, cor-
    reales de bo ra ha
    A agoia brancaqaeaose descuidadosua
    boa freguezia, tem constantemente mandado
    bascar essa,s bonitas e modernas correntes
    de borracha, que servem no s para voltas,
    como mesmo para antros driTerentes enfeites
    Compregm pow os pretendeates qoe
    aebarSd bom sortiuieBto de ditas correntes
    na loja da aguia branca ra do Queiruado n. 8.
    Ciutas le warroquiM ceo tiveilas de
    ac p;ir i me: dos
    Yeadem-se'a ra do Queimado,. loja da
    aguia bruuji u. 8.
    Flores brancas
    Como tbido, a agnia branca esta' coostante ),
    *' 10J*OEFAZERQKJIUGUSTOPORTO 4 G.
    11fiiats-tla Qtieimado11
    mente a recetwr fl.irea tina^ poim agor tecebeq
    Om tambem tHIo >orllinenlo de dilas, que per suasj
    singniandaB> ae fac diMiaguir das mura?, Jkm
    porgue aturdas bosDas rosas camelias,. aiMa-
    dnas e oera*, virara alsumas rts-as e ramos
    brancos cota ** folhas tambem brancas o que Ibes
    i' moita graca,e as toros d muito gosio, para
    nffites de e>lidos da noivas, fiojoe*, eto... ele;
    assim tambem ostros ramos com hem combinadas
    isces branea. e sor de resa, e fjJnas brancas, o
    ct igualmente lh-s g(ag e perfeico. Em
    nato, porm, a aguia branca, oa re do Qoei
    madu a. .8, vende sempre essas fles finas e sutrog
    ob(ocs O w-tn, tai KOt> prtfoa i contlnaaio a ser
    modteo> aaveil
    Angusto Psr A C. acabara de teceber da Earop'a stperiores cortes d seda de- coras para
    bailes -e casatuentos.
    Ricos corte? do b'oud cim mtota e capella para mvas.
    Cortinados bordados para caois de noivas-e jumutli1! d^'75 a SaScMsom'
    Colxas tte'sfldf e ontras de ISa e seda o qo* hai 8nftnor para camas de ooivaa.
    Toalhinhas. n*fl crra*,' camisinbas
    cora maflu-tos bardados e lidos "encfcocaps'para baptisados, e bal5ss de musselina e de arcos pM
    seoboras o mainas.
    Luvasde pellica para bomem e enhor' srroeranw cl1^!v^^^! de gol-de tedis as. qoajtdade?.
    Loa para rostido baratissie;n bonitos padrSes o enrsdo-H^RO.
    Tapetes graod*-pra sofa-i'dttiTs p:ira piano, ditm para cama e penenos para.portas e anellas,
    Moirbraneo-e preto sjpwior-para-vesridd* ds li.i*< i'wbim1, groadeoap'le'da todas as core
    seda de o/j'dTinhr-.s. raT'hr.ttas.hraocas da muitas qaaiid^e-i,'dtt J cores e Modas ^pernales.
    Ba*qumts d" # pr ultima roada, ctwHes e rs(^> di ea'nnrfl, vente se"barMo.
    Camisa? para-*meris fraoc'-ia* r iBglvzas'de Uaha. -e-de atgodo (ia 9>sroalas do nbo so
    periores.
    Capas de borratba, sobretndM! e j9eroeiras.as nrelhsres maisolegafttes.
    Mala? grandes pata vign*, dit= opiopos f sacro* de tap*Wo couro.
    Bramante brarieo-de'4 laboras ?f800-a.vari; paoois pretos e ames, casemhraS'pretas e de
    cores ludo- bom e bar*to. '
    Neste estabfreotmento hasempro nrn cr>mp4>to,'sortia!ento de bois r como para o centro da provrocia e maotai, vestidos tambem as memores
    as.e aleatUis ^mv forrar salas.<
    11 Risa dt QaeSuaadia^-M'
    se venda
    parte, na
    loja do Pavao, roa .da Imueratrii n. 60, de Gama
    di Silva.
    Oi-gauiy a 4^000.
    Veaiknvse bonitos cortes -de organrjy
    sendo com istrai todas- braceas oo com.lis-
    tras'de ores rend Oito varas caira-'corte,-
    pelo bawt pre^o?dt *&, .pechiucha: na
    lojaaarmaaeai ft. f?r/.d G ma SHva. '
    AitoaAbados. para meza a 20000, 2$500< e,
    3(j00.
    Vende-se superior atoalbado de liobo
    adamascado alvo oom 8 palmos de largura a
    3$ a vara; dito adamascado pardo a 20500
    rs.; ditd alvo de algodo a 200 rs.; dito
    trancado alvo, sem ser adamascado a.|#6G0;
    guardanapos econmicos pardos a 30 a du-
    zia ; ditos alvos a 30500 e 40000: isto na
    I'-ja e arrczem do PavSo ra da Impealriz
    a. 60 de Gama 4. Si Iva.
    Casaquinbos d, fil.
    Vende-se os .mais modernos casaquinbos
    ou basquinas de fil preto. pelo barato pre-
    Co de 160, cbales e retondas de reada preta
    na loja e aimazem do Pavao. roa da Impe-
    ratritB.60. De Gama & Silva.
    Cambraurs largas com 8 Palmos de largura a
    X 10 e 12^0.
    \' Vide-se cambraias largas da Escocia teq-
    do 8 palmos de largura que .falicita fazer-se
    ura vestido apenas com 4 varas, pelo bara-
    ta preco de 10 e 1280 reis1 a vara pecbin-
    cna a loja e aimazem do Pavo ra da Im-
    peratii, n. 60. D&. G .ma & Silva.
    Cambraias escocezas tapadas e transparentes.
    Veode-se um magnifico sortirnento de 6-
    nissimas cambraias brancas para vestidos
    ieod'o mais de vara de largura pelos precos
    de 100,120, 133, assim como


    Este estabelecimeoto acaba de receber lindas
    ebapeliBa* pora senhora,ricas eairinhas para cor-
    lara?, ditas para jotas, pernea doorados para eoc,
    fireas motto rica, assim como cintos e polseiras
    da Oltima moda de Parts, entremeios babadioboe,
    bdnUas toocadorea doorados 'o Ae Jacaranda, ep
    Ibos ccosgezes de diverso tamanhog e ricos cat-
    etes t?ara senhora-, roteas para peseoeo, gravati-
    Dhas. tMco'd seda, dito de algodo, laoynaiho, e
    mait's' natres objecto de aporad* gosio, qne se
    torna enfadoobo metcionarv taso por precos mai-
    to eonn)n*w rtf ra da Impwatri n. 70, na toja
    da Ualdade.
    i, ------ mi I r'I
    Aos agricultores.
    Modera BratheMT 4 G. aeanao d Mcebrr
    do Uwrpnel/^awrea ae toaj do& i cavallaa
    coiB'todorae.'fiwlracea,: Wt>ppo*rifti paraifaae-
    ten nwvT'. nwabioa de.desoanoaratigfcdaV, aos
    dsndo ad apar trabalbarat o* Ufc sef ras, (
    tambem servem para eofardar 'aJg*do, oapara.
    ooWo noalqoer ptico tai qoa oaaoi de trabalbax ,
    eos' animaos.- Oa towHM* tatobem tm al vaoda
    machinas americanas de 33 a 40 serm.
    O? pr.iiendente dirijamse ao largo do Carpo
    Santo Df **
    GRANULOS ANTIMGNIAES
    Uu Uoeteor 1*AP1LL%LD .
    Not aeditaca para eurt5 das molestn do eorc0, da Mthma, do eatarrhs, da. coqneloch,
    para euri5 das molestia do eorc*B,
    ds" tsica, etc:
    GRANULOS
    Pan forano da anemia, da
    ANTIMONIO oFERREOS
    DOTTosos,
    ttioxosis, da tmeaorrhsa, dss nsmlgias,
    iscrafatoMS, etc.
    das molestias
    GRANULOS ANTIMONIO FERREOS AO BISMUTH
    Para a corcea las molestias, narrse*, das Tias digeetiYas, dypepii, etc.
    mAJ;.. i Pbannacia da E. MOUSNIER, aujon (Ghareute-Infrieure).
    IBm Rio-de-Janeiro, FLIX FARAUT, phannacia, 73, ra Seto Setambro,
    11Em PernamOuco, P. MAUREFi et C*. pharmacia, roa Nora.
    |m Macaio. FACCO WAS, pb.armacia imperial.
    P1LDLAS de BLARCARD

    aasouTo m tomo ualtkhavax
    Ayproradaa pela Academia de Medecina da Parix
    TSDAJHOl BOeriTAS Df rauUvQA, DA BLGICA, DA IRLANDA, DA TIOWIA, sjk.1
    sBsfeaV ktnrttu mas gsmsstros Patscrsass d Ntw-York, 1853, i* Pmrte, (.
    I 'T
    Estas PBula enroltldss *ama eaanad* rtaias-tataainiea de orna teaaMada acesta, tasa
    TAnujtjrm de arre Inalterateit, sest tutor, Ae peque* mlnsse, e Ae aa cansares es !
    oTjaos diiwrtJvos. Gotando dat proartedade Ao Iodo da ItlMi atlas citsja Brisad-
    ptlmente na sffeceo Cklorotictt, Bterof*U*a$, tuktrtmlm, faaTHss, ao Isanrr
    wmi vasu. amatas, ale.; enflrn. ena offereeem aosaraiko ansa asafVaa Sai aaatM
    I odeScar 4 raalll almiai tessajstaatass, fr,
    H.t. O todorets As (erro sapee aa allende I ees anlaa
    au tnfcl. nrWeat. Cana t U aareu o at anaaaieidaiW as
    ,Se.-eiJiri
    Vestidos 08 tantazia a G0 e .84?.
    Veodem-se boaites cortes de vestidos dei
    fan.taia cura lindas barras e enfeites de seda,
    pelo baratissimo preco de 63 e 80 na loja
    armazem do Pa*ao ra da Jmperatriz a.
    60. De Gama & Silva.
    Paruios.de linho.
    > Veode-e superior paano de Jinbo. puro
    para leuces e ceroulas a 640, 7oO e 800:
    reis, a \ara na loja e armazem do Pavao ra
    da, Imperatriz n. ,60. lie Gama & Silva.-
    Vpde-e orna armacao de loja de miude:os na roa Jarga do Rosario n. 42 ;-a tratar na -rodaja
    boa o. 38, Ipja ,1a oim-
    Escravos fgido
    !-*.
    lia a a Itpperalrh o.
    GAMA SBWi*.
    Os prbprietarios deste gra.nd estabelecimento acabam 4e receber da Europa am, r
    granae sortfmento das memores fazendas de laa, nho, algod3o .je seda, as quaes venda' cante?, i jor lefios barassimos, aam de apurarem diaheiro daado de todas ellas amostras,: o, 7^ A esquina da do Imperador
    acixaidQ flear om peohor ou mandam-nas levar em casa das Exraas. familias pelos seus
    caixeiros, asam como as pessoas que.negociam em pequea escala, nesle estabelecimen-
    sents o d"30 P mes preco$ qoe se compram. aas casas iagleza^.gaahando-se
    As 10 mil varas de cambraias >
    Covado .31/Q ra, vara Ofift. ra.
    S o Pavo
    ' vendem-se fiaissim cambraias fraaca-
    zs com listras miuda; e graudas. e 018
    lindos desenos de.flo es-e palmas, sendo
    todas com as efires mais modernas e mais
    hndas ^ue tem vindo so mercado, pelo ba-
    rato preco.de 300 ra. o covado ou a 500 a
    vara, grande pechincb attendendo a
    grande porcSo que tom.senao seria para
    muilo maisdinbeiro : isto na loja e armazem
    do Pavao, ra d im eratriz a. 60 de Gama
    Silva.
    Calfs -baratea
    20, ,30500, 60 e7)J000
    Veadem.-sexlhales de merino.estampados
    a 20j ditas lisos a .30500,. ditas estampados
    finos a "50500, 60; 6#50O, ditos crepon
    cora listras de seda a. 70500 e 85009,
    pechincb : na loja e armazem do Pavq
    rnu da Jmperatriz. *u 60 de Gama e Silva.
    Pura anta* de no Ivas.
    Vende o Pvae.
    Ricos cortinados, bordados a 84000,10J..163,
    205 o !3 o par; assim cumo 08 D'e^mos. tamt'ciD
    servem para. jaoellas; tiitus adamascados a. 10 b
    Pogio no dia^dt- corr ote o tpql$iiijliCj Lio.
    de idade t2 aBDQf,<{x>pco mais op aTqniy.uVcasa
    4o Sr. Dr. Antes; rna do" Imperador, lev,jQ vestido
    camisa de.cnita,.calca de alRudao ^ui|. cbai,eo de
    fe!lf)re*o,,c,pa haia,.tedondo,apdv.s1 vtndeiju
    amas topeas em bm fl.ndezintd ^Da^cadr, que tu
    de gratificagn
    Feglo di eaiieiiha.Bat, da Jr^tpizir- i> Ecada
    oeici.wo de, UQita ,B .ratdgr kh,>, o, i
    pouco bogo, bem feito da,cnro/bV(tit,..^J. ...
    id..dc o.i.aus, cc.-t-jm^ osar .^m. w Iftadil
    hm\ libtradu e cbapj de feltro co.dd a:uro ; iiaem
    o apprebender lete o ao eogenho, aelira on arpa
    das Crnzes n; II, uac rCtbVrX ajcaiieaeo aci-
    ma- Presumo ce gue auoa-por, fja.c^Je,
    Fugio
    , mtienor tm pecas on a retalho, aioodu mmio en-
    soitimento de ditas mais abaixo de 40, 50,' -- ">:......* c*
    um grande
    corpado pecas com. 20 jardas a 5*500, 6 e tiA'iO.i,
    00, 70.6 80, garaptindose aos Comprado- dita ronito fino qoe serve al para camisas a 84 :
    rjes que nesle genero nao podero comprar jna M armaiem so Pavo ra da mperatriz n.
    mblhor e:n outra qualquer. parte e.s na lo-160, de Q~ &. \ln j t -
    do PavSo roa di Ituperatriz n. 60: De jMOVldade (10 raVaO. ,
    Alpacas, sk 1280-
    Bramante,denhoa,20 20400, tf*.rei'D^^^
    a vara, {.nitoe^cosunnado ir twios os das a Cayjriga c.a
    Venderse superior .bramante de liobo, Passagem a mandado, da familia do r. jir. Ano.-..
    com .10 palm-is de largura- proprios para W*e. estev aioa4t.,joiga-se andar pei^ Hca vita
    ln lencoes, peo.Darato prec^). de 20. ztfi erNdaaes pcliciae,s e a quaJcu>.r peqa 4pe o pegar,
    208;0 rets a vara, na toja e.armazem Ao. Ifva lo arua deSDta Ibta n. 50, qoe ,sero one-
    pevao ra da Jmperatriz a 60. De Gama reamente gratificg^los, ou quo derjra nuicias
    Silva..
    Algodapsiaho enfestado a 10 10290. rfcis.a
    vara.
    ; Vendem-se superior algoda iaho ameri-
    cano, enfestado qoe a largtira delle d a lar-
    gura do Iencol, sendo liso a vara a 40 e sen-
    do iranr;do>a 10280. na Jojafe armazem do.
    Pavo ruada Imperatiiz n. 60,. De G;ma Suva. .
    - Punhos eg.'liabas a 10000 o par, ,
    soPoVo.
    Vende-se* om grande sortimento dos mais
    bonitos e modernos punbos com golinbas,.
    secdo da esgmo tie liana bordados a 10000
    o par, ricos manguitos com gt>iahas de
    cambraia tapada-e^transparente a .20000 o
    par, E' pecbineca ; na loj e armazem do
    P&vo -roa. da Imperairiz n ,CO de Gama ,d
    -S|bn
    Cakiu'aas pera meninas aG40 e
    eee-ris; <
    Vende-se calcinbas bordadas para meninas
    qu andam na escola., pelos, baratos precos
    de 640 e 8G0 rs., manguii s para as mes-
    mas e para senboras petos mesmos precos,
    na toja do Pavao ra da Imperatriz n. 60,
    de Gama & Si va
    Baldes de cauda.
    Vendem-se a.< mais modernas crinolinas oq ba-
    Lloes proprios para vestidos de cauda, sendo os
    meJhores e mais modernos qoe lem vlado ao mer-
    cado e por precos mnito razoavets : na loja -e ar
    mazem do Pavo roa da Imperatriz o. 60, de Ga'
    Bqa l S^a.
    Las traosparentrs.
    Chegaram as mais modernas barejes oa a-i-
    nbas transparentes com bonitas listas de seda,
    vcod)en>se na.loja e armazem do .Pavo roa da
    Imperatriz -n. 60, de Gama & Silva.
    Casaqniahos para senhora
    i Chegarain os mais modernos Gasaquichos cu ja-
    quetis pelas ricamente enfeitadas sendo com cin-
    tdra e sen ella, pelos preeos'maia mdicos qoe em
    :;utra qnalqner parte : e wndi.m na loja.e arma
    tem do Pavo ra da Imperatriz o. 60, de Gama
    & Silva.
    llaiSes a S< ftoo e 3^.
    V- nde-se om grande sor tmenlo de crinolinas
    ou baldes da arcos para, senhora pelos baratos
    procos de 24, 24500 u 34 por lia ver grande por-
    cao : na 'oja e armazem do Pavao roa a imperar
    un o. 60, de Gama -& Silva.
    Had^pel4> e algodSo
    Vtndem-se superiores pegas de madapolo ten-
    do 24 jardas cada urna pelos baratos prego? de
    6jS, 64300, 74 e 84, ditas traocezes fazeoda n.iiiiu
    Q'.imA Sitxau
    Damascos para colcbas.a.50, 20SOO e. 800 rs.
    Cbegaram aa mais brilbautes alpacas de
    Vende-se o mais superior damasco eom, seda para vestido, sendo neste genero, o mais
    F8 palmos de largura proprio para colchas' bonito que tem vindo ao mercado tanto em
    auB,os.desfcnhqs mais bultos que tem vio-, novidada de dezenbos como em flores, .pois
    do, ao mercado com uujai4cor. ede duas umaaova faznndaque s$ confunde perfei-
    cres peto barato preco de 50 .o covado, di-
    to com 6 palmos de largura -a 20500, ditos
    de.urna so lajgvra.a 800 reis, na loja do Pa-
    vo ra. da Imperatriz n. 60. Da Gama
    Silva.
    Cassas
    o covado.
    Veude-se bonitas cassas de urna cor s.
    teBdo cor de rosa e asul, cor de lyrio, rosa,
    I verde e cor ff canoa, pelo barato .preco de
    gOO rs. o covado: na loja e armazem do
    Pav5o ra da Imperairi o. 60.de Gama A
    Silva.
    Os casapinhes do Pvo
    a 180, 200, 2?T0e3O0.
    Cbegaram os mais modernos, casaqnjohfs
    Ou jaquetas de grs preto, ricamente, eofei-
    tadaSj seodouns com cintura e ouiros sol
    tos con'of me se usa ltimamente e vendem-se
    tatnentc com seda leudo entre ellas algumas
    todas brancas com os mais lindos lavrado.-
    e vendem-se a 1280 reis, o cavado, na loja
    e armazem do Pavo, ra da Imperatriz q,
    00. De Gama Silva.
    As alpacas do Pavo
    para vertidos a 1$.
    Cbegou um grande sortimento das mais
    bonitas alpacas lavradas, de cores que se
    vendem a 40 o covado, ditas a 800 reis,
    di tas J zas de todas as cores a 640 reis, que
    seVeodem na loja e armazem do Pavo, ra,
    da Imperalriz n. tO. De Gama 4-Silva.
    Vestidos brances.
    a 40,s,oPav3a.
    Vendem-se bonitas corles de vestidos de
    cambraia bi anca com bonitas, barras tendo
    entre, ellestambem.com barra de cor e.ven-
    dem-se .pato barato preco. de ,40 eadaum,
    pelos baratos precos de 180, 200, 250.e ;naloja e armazam.dOjP-uio. mada Itnpe-
    O0, na loja.e.apraazem -da PaivOi, nuaida
    Imperatriz n.60. De GamrdrSrlva.
    Sedas lafga
    A *4 o covado
    S na loja d Pavo.
    Vendem se modernisslmas sedas cam largura
    dp cnita franceza, sendo -com padroas j)od>rno?,
    x!L~
    LIV4S
    Novo orlimeot) de tovas de pellica (Joavl),
    ebegadas oo ultimo vapor fraocez. ao armazem *
    vapor 0 ra n.?vi o 7.
    h tNtsnuUN owMr.aqurescoauW."**Mearte
    lalsrior da en rotad* *ere. Dere -se aeaceaBar aas slillinm
    i >os. et a-hanaaelae. %ariaiealss. rmm *aeears. at. Par.
    Veade-e aa BotieaJPranoeza rt Nova b. fc&
    ^,,1 .,.. i. >.........i i.,, i .....,........... i i ..< .
    Novi>agrande deposito*de superior carv&r.de 0ardiffn8
    Antonio Gomes do? Santos & C-, ra Santa Barbara n. i; esto habilitados a sttpprir dt
    owvlo effl coadicCeiraais woraveis. ijms ra oatkjqaalqaer deposito, a todoa oa oTo a vapor qoi
    srem o9yp)'e oorto. A eootratar oefa com Dominsog Alves Matheas-I
    loto l nreqde-ss palo barato prego ds 54 o cavado :
    grande,4>eeb4ncbaf; na loja a armazem doPasae,
    ra da Imperatriz n.0, de Gama 4 Silva. .
    Corles braceos
    - A 500rs.
    Venjle-ae bonitos cortes de cambraia branea eom
    bonita baTraa ordadas e tendn tambem algnns
    com bopltas barras de cores ; vende se pelo barfc-
    to preco de-54, na loja e armazem do Pavo, raa
    da Impisrairiz n^to, de Gama & Silva.
    AVpaeAS. de core!
    A:r3Wrs.
    Ciuigaram as mala bonitas alpacas de corea para
    vqauSas .com desanhos miodos ;e groados, tendo
    largura de bUa frasceza, -o vende-ae pelo barato
    ptftcp.de 500ra, cada eovado ; grande peehi o
    cba ; D*,toja e armazem. db PivSo, rtu da Impe-
    ratrit n. W, d>_Goia A SU*.
    Bramante a 2$,
    Vestala Boperior> bramaiHe de lioboalvo com
    ta-patao* da. largura, peto bsalo are*o de 24 a
    vara i. n*lo>a m acmazam.do Pa(> ca da Impe^
    ratriz o. 60, de Gama dt Silva.
    Aijple avadado
    t^Bde sep^ca de lgodio largo dwito eacorpa
    do, pele baratd preco de 0500 a pefi : Baojat>
    armazem do Pavio, roa da Imperatriz Q. OO, deGa
    OM & 811 v.
    ratriz.n. 60. D* Gama d- Silva.
    Ciratsd.c novidade .
    Ves tidas. a 6fl''
    s na laj i: d Pava.
    S vendemos mais ricos cortee de organ-
    dy branco com elegantes listas largas, pre
    tasleodo 10 varas cada corte cora, os com-
    iendo entre diastoorespropriaspara quem esia.de plenles enieitos ipare a carpo sendo nete
    genero o que tem vindo de .mais upvo ao
    mercado, pelo barato preco de -61, s na
    loja e armaem do J>a3o,4T da Iaiperatriz
    n. 60. .DeGma.viSdlva.
    Cbales a BepoUoa a 150000 E,6G00 .'
    na loja do Pavo*
    Cbegaram os mais modernos cbales Be-
    noiton, sendo de urna s cor com bonitas
    franjas de poluria, e teodo entre alies *s
    cores mais modernas que team vindo a este
    mercado, a vendairsa pelo barato preco da
    50 e 60060, ditos a Isabella que suppreiui
    mui'o bem os caxins e vendem-st*. pelo
    ara'o preco, de 70000 rs. garantindo-se
    qoe n'este genero o que ha dfi mais notoj
    ao marcado e mnito decentes para qualquer
    senbora uzar: veodem-se na bja e acmazem-
    0 PavSo, roa. da.Imperatriz n. 6 HtSilva.
    CA|R>tAlU.
    oo dia 15 de seterobro o escrivo hid-ro, rioulo,
    das Ali-goas, idade 20 annos. levoo rorpa prela,
    d estatura regn"ar e nm pooco a'a qat.m o
    j.a:iprebender srrV gratificado por -JoJ-* F-ar-iseo
    d;. S jva Novaes : bu travesa oa Mad .': \ ot
    numroS.
    " I Bl I 'i 'lll.'iuli'.if ifin n i,. |i ) i ,
    "Atten$fcv\
    Fugio na dia 3 do correte do eng-Lbo Rh
    ffguezu da Etcada, o escravo Bcrn-irdo, idade 28
    aunpj, crionlo, cpm. os sign.ies,.seguQtes : alk^
    seco.'cabelks carap abos, rosto red-niio, kic&Js
    regulares, pouca barba, cor preta, tem urna cica
    triz em um dos calcanbare^ que se larca visivo!
    presame-se-,estar em.Bengalas Cregaezia. de. Bi
    nueir.00" Beata praca : quem o apprel.ander po
    der leva lo a ra das Cruz s n. II ou no ogenbo
    cima indicado que sera' geoerosaujeijle recom-
    pensado.
    Nj di Io de agostooltimo,iogio a"escrava
    I naca, crioula. de- 28 annos de idade, flstota,
    bocea e olhos regulares, rorpo e nariz t>em feos,
    denles perteitus. e tem um peguero taba na testa ;
    ha indinas de que ella leu ha ido para a rasa do
    Sr. AMonlo Alves da Gesta Cont, cucnecldo por
    Prngafogo, morador na villa 4vs Lavras, no Cea-
    rf : portamo nga se as aotoridadea polices e
    capiMes de campo, qoe maodem prender a dita
    escrava, e leva-la ao sea seabor. na rioade de Ca-
    ruaru', Franci>co Juaqmm de Soasa,- oo. nena ca-
    pital, a roa estrella do Rosario o. 21, a Rodopiano
    PC Caluruhy,que sera'oem recompensado o por-
    tador.
    Escravo fgido.
    Nodra 3 dn crreme mee V setembre, palas 7
    hras da nolte, frgioderasa de aeu .jenh'r na roa
    do Mondegno. t, ofae avo.Ado, d*6-.-innos de
    fdjafle, com os signaos eiuintes : cor ful, balso,
    de bda'apparncia. pernis-om pooco arqoeadas,
    ps e mSos* peqoea-, to lem orna rratrlz e um .ignal rita do rosto procurando o lado dooibo, falta-ibe
    um deote ero cima do lado enjjuerd jonlo apre-
    sa, bem f:i"artrt e-usava bigoda al o di da fo-
    lia. Este escravo foi proprtedade do Sr Dr. Ma-
    npei Danlas Crrela de Goeska villa do T-ixeira.
    comarca da Parabyba, para onde posstvel que
    tenha seguido ; levoo comsigo um pequeo bbi
    "j- cooro ecm algnma roopa tfe seo uso: rega-se,
    portanlo, ae-antondadese eapites de campo que
    oapprebrDdan) levem a nwnci.'nada casa qoe
    se recompensara' t>n senen.-idade.
    Fugio no dia 3 de setenbro do cor-
    rente anno, do engenho Tabocas, o prelo
    crioulo' de nome Vctor, ^com os seguinles
    signaes: estatura um pouco alto, 20 annos,
    sem barba.-cr bem preta, bocea regular,
    rosto redondo, ps pequeos, m.iiks relega-
    res,, e cabellos carapinbados &>m gaforina,
    Datural de Campia, na Parahyba do Nor-
    te, e levou vesldo camisa de algodo d
    Babia, ecalca de casimira.cinzenta ; quem o
    apprehender e levar ao dito engento lera
    1000 de.gratificaclo. e 5H>se entregar roa
    doCrespi. n. 19 loja.
    Fscravo rugido
    Om mulato de nome Trajaoo, caraolbo, alto e
    magro, caballo de cabecl, leven vestido caica do
    t.nm pardo e cami*a de algodo :-rega-se a tudaa
    as autoridades policiaes o prendara, on a qoaiquer
    Qes6da qefiossa encontrar o leve a roa da.Crn/.,
    armazem n. 54, ou na roa do Cabug, loja de qua-
    iroporua da agnia d'oun/qoe sera' generosa-
    mente recompensado,
    *
    Escravo fgido.
    Gooti0a estar logido desde o da Si deiilbo do
    crn-iue auno o wcravio Vicente, por alcozma Cao-
    gaibaD8go Aegola, idade 40 asnos, i,ouco wats
    ou 01*00^4.altura regular, seceo do corpo, peraaa
    loas etrquaadas,,sendo nm;* mais do qoe outra,
    rosto cjmondo, pouoa-barba, bstanle ladino eiu-
    t.tula-se da tott; asa camisol* de algod^zioho por
    Cima dase*leas,cbapo de feltro pard-i, guarda-
    >ol de-seda Ja' velho : recummandafe as autorida-
    des pdliciaes a captura de dito eacravo, graufican-
    de-seeooveneniemeatenaua- d* Cade i a do Ra-
    erfe n. *7,'andar^,

    Vende-se cepa de caraaba. esjusacaas^
    is,epdo.de.superior qoalWade t loia'dbTa*'
    vio> ra dalmperatrin. "
    Silva.
    60 da Gama *:
    Avise
    OOOOO de gratifioa^o.
    0onUina o. e$tar fgido o e$-
    craiJ Simio.
    Roga-so a tetas as autoridades e capltos da
    campo, tanto desta provincia cdma da das Alago
    a apprebenso do dito escravo, qo tagl de casa
    de sen entior u> da 2t de juUib,ft ecwote ango,
    com oa gaaea segumtes : de nac* S^ W:
    id^e de 40 annos, penco tois po menos m
    semUanl carregedo, com t*M be dontw na Iren
    te,, cor fola^on,i.'ulho. ejjff trenlo fi******
    daa oralbaa, aem barba, tero yeaiido, caiga de c-
    ruanco ohaoo% ** ""i* BnV0 '' este e5'
    S&fol &$-** Sr* ^ Vicente Liodo-
    KrM proviocU daa A^agoas, por wt
    ^tor,*St-A< ioAMraSeW1*3! n">a CSbsu nos qbe esw ereravo tfJ1\ vhto*.e*" Sen
    plaieoi.aoode.ella inireiem-relacoes de c-oReFi-
    metd, Grtaca-aMo aaw^ Pi a raal
    quer. oasso'a qns o entregar 00 Recite, roa Dtreiu
    namero 30.

    ilegvelI
    +>s



    8
    Diario de Peraaartmco -- sexta (elra 13 de ftetewbro de 1867.
    ASSEBLi GER1L
    CAMBRA DOS SEMRES DEPITADOS-
    SESSAO EM 22 DE AGOSTO DE 1867
    PRESIDENCIA DO SR SILVEIRA LOBO.
    (Cooiiouagai.)
    As materias primas alero do inflolJo e confuso,
    -que da' logar a aboso?, sao Ja' igualmente favore-
    'crdas ji6la paoia viente. <0 carvo de padra esta'
    do, oo so minos adalo moHos gsrmens da pros-
    peridad publica. Fizeram os Eetaios.Uutdas e
    soa guerra dentro do sais e nos seas proprios
    lares.
    Gastn o estado, mas no Interior bivia fabricas
    de arma?, petrecbos militares, e todo qoaoto eare-
    i ca a urgencia da guerra, as despeas se escoaram
    do paiz, e.flcaram no pm. Em geral, o goveroo, o
    , thesourj pablico txjuurio se : mas acabada a
    guerra, reoovoo-se como a pheoix a prospendade
    individual e cot ella a da repblica.
    Na gaerra actual que preinove o Brasil contra o
    estado do Paraguay ludo compramos ao estraogel-
    Para o estran
    jeniu'de tjdus os direit'S e eBlrelanlo taraos da*- ro e todo gastamos na estrangeiro.
    is na pai miis d-goas di expbrar-se. O Keiro 8e escdt c esvae asub*tao;la naclonar. (mui-
    ferro piga 10 %, a pena que ni.) prupere a, tos apodados.)
    i fiord-1 da fpanema to abuntaata de exrel-
    lentd minoral. litruo-atos pira laviura sogei
    tara e a^auas ao expediento, cjuqj machio is, ob-
    jactus proprios para estradas de forro, fabricas,
    cinbi'rc.'tfri's etc. 0< iostrameotos da artistas pa-
    M aoeuas 5 %. O papel 10 ... Para qui di-
    minuir os direitos sobre estas objectos T Espera-
    se pe las cbalas do Bypto, Uto que se criem
    lalusirus uova-' coui a dimiouigo T Al das indus
    inas, que so podem oascer e madrar a sombra da
    prolecyio effl-ai do goveroo, e de favores dos co-
    fres publica I (Apolados)
    Tejidos de alg idj, nabo e l, constituem a 3"
    aoepgo iembrada pela proposti para marcar di-
    ir,iU'.'.ij da direiios. Examioadas as tarifas, mals
    iatsez que em qoaesquer ontros objactos esto
    oestes os valores offlciaes abalxo dosreaes do mer-
    cado.
    Prescrutados os documaotos do tbesooro coobe-
    < a se que a u lima imporiagiu aonua verificado no
    Brasil, a de 1865, do tecido* de algoio roiotoa a
    .SOSO J:08i* ; da lioho a 4.700:000* : de la a
    5 370 000* : cerca de 40,000.000,}.
    Qaalq-jer dimiouigo que se pratiqae n?sta mes-
    ma da urna boixa importante na importancia dos
    Otbihs, e Isjo quaodo no ba qoeixas ou recia-
    QiagSjs de ningoem, e quando o paiz grita por
    abacio de receita I
    Trali os direius actuaes nao sao igualmente
    pesados sobre o calcado, a rottpa feita e a louca
    ordinaria, e nem se podem chimar protectores,
    que a importancia do calcado importado no auno
    de 1856 era de 681:000* e passon em WJ
    i.'&90:000* ; a da roopa feita sabio a 1,017:000*
    i'e 633;000jl em 1856 ; e a da looca e vidros or-
    dinarios de 1,118:000* a j,500:000*.
    E' a prova mais vidente da desoecessidade da
    dimiouigo do Imposto (maitos apoiados), alm de
    que, senhores, se queremos ter lodostria, se dese-
    amos alimentar as pequeas industrias nacionaes
    existentes, se anclamos por dar trabalho livre a
    pobres e desgranados que vivem nos centros das
    Bostas povoaco-s, esqoecemos as fabricas qoe pos-
    suimos de roupa falta, louga e vldros ordioarios,
    tecidos grosseiros de algodo e de calgado? (Maitos
    apoiados). Para qoe diminuir direitos e to ligeiros
    direitos qoe aogmeotam annaalmente sobre pro-
    ductos similares? (Apelad s.)
    H i fiecessidade em crear aogmento de rende, e
    (iraiooir-se a renda em arligos importantes, quao-
    00 nern ura interesse serlo reclama a reduccao,
    quando esse tributo existente sera' ja' por rodos
    aceit>, cobra-se fcilmente e sem reclamaco,
    ninguem o sent, e vai a Ilustre commisso in-
    ventar outro?, qoe sao-velatorios, violentos, per-
    seguidores, como o< directos, qoe ella propSe, e
    1 i'.- passo a tratar agora ?
    Coobeco b.-m as difficnldades do imposto :
    mistar que elle saia s dos saldos e ecooomias
    particulires ; carece de nao ir offander as footes
    Oa riqueza publica e particular. Deve ser muito
    eslulado, limitado e prudente. Forma o seu co-
    Dliecimento ama grande sciencia mais pratica que
    tbeorua.
    Nio basta dizerpreciso e quero. Convm
    procurar os meus menos onerosos e vevatorios,
    is mals aceitos ja' pelos costames, tradicSes, e in-
    teresses parliculares, os de mais fcil cobranca.
    Vem dabi a dfereoga enire nos dos impostes in-
    d rectos e directos.
    O povo j se habituon aos prlmeiros qne for-
    mam a mxima parte da oo*sa receila.e nao p le
    leixar da venQcar-se esta fado em om paiz novo
    quasi exclusivamente agrcola e nao enriquecido
    anda por industrias manufactareiras (apoiad ),
    todos o Dagam sem qus se apercebam de faze-lo,
    porque a compra em objecto nao traz o exame do
    precu que pagon as alfandegas.
    s impastos indirectos collocam entratanlo o in-
    dividuo e o contribninte em frente do ihesouro, le-
    vantara qaeixas, reclamarais e conflictos de que
    resaltan) vexames e s vetes desordena serias :
    sio anda de mais difflcil cobranca do qae os indi-
    rectos, e com esta cobranca se despendem mais na
    sustentacao de empregados por essa vasU extensao
    > paiz, para procedarem a soa arrecadaco.
    E' porianto miaba opinio qae cumpre mais
    sagmeotar a renda a cnsia dos irnpostos indirec-
    tos do que dos directos. A masma providencia e
    doutrlna praticaram os Estado5-Uiido3 da Ameri-
    ca do Norte. A base mais productiva na sua. re-
    Mita era j, antes da guerra civil que assoloo a
    grande repblica, extrabida dos direitos de impor-
    UcSo, e era segundo lugor da venda das tarras pu-
    blicas. """"S,
    Quando os apertos do sea tbesoaro exigiram sa-
    criticios do povu para acudir as despaias enormes
    precisas para snffocar o levaolameeto dos Estados
    (Io Sul, levantaran! a 60 e 80 % os direitos de iro-
    portago (apoiados.) E' digno de imitar-se esse
    rtiemplo de patriotismo. (Apoiados.) S depois de
    terminada a lula que traiaiam de crear imposlos
    tiidirecios a que sa foi o povo acostumando.
    E' u que julgo mais conveniente na actaalidade.
    Limbrei por essa razao, quando Uve de fallar so-
    bre os crditos, a necessidade de obrigar-se a pa-
    tear oo padro monetario a importancia dos impos
    tos aifandegaes. Arripiou essa idea a ramios dos
    illusties diputados at da minora, e ao proprio
    goveroo. Parecja-me de snmma justiga que, quan-
    do as tarifas tinhim pregos offlciaes de mercado-
    ras de 30 a 40 0(0 baixo dos pregos reaes do
    mercado, o goveroo nao continuasse a ser lesado
    nos irnpostos a que liaba direilo, e recebesse me
    -nis do que Ihe competa. Seria longo trabalho a
    revisao de tarifas. Emquanto nao fosse effactoa-
    Eis o men pensamento.
    E Dem era nova esia idea, embora. Foi ella rea
    Usada palos Estados-Uoidos dorante a guerra civil.
    E-uva o ouro com a alga de 280 a ?86 0|0 sobre
    o papel-moeda. como enUe nos actualmenle de
    cerca de 2o 0|0. Ordenoa- a legi-latura da rep-
    blica que ama parte dos direitos aifandegaes fosse
    paga em papel-moeda, ontra* parte no padro mo-
    netario e am tergoemoaro : ntese, om tergo em
    ouro, o que mais expressivo do que padro m>-
    cetario, pela auseocla do ouro as traosaeges do
    mercado. (Sensato.)
    Accresce, senhores, que emquanto nao livermos
    cadastros, estatisticas organisadas de popolagao,
    indastrias, t-rras, reodts, etc., nada podemos fa-
    2ar de regular em irnpostos indirectos. Gomo iri-
    butar a e^mo o qae nao conhecemos e Bem esluda-
    mos para o flm de irritar anicaraenti a popoiagio
    semeada pelos vastos territorios do imperio, pea
    mior pfrte desertos.e iesar propriedades em gran-
    de parte eslereis e improdaetivas?
    Nao quero com teto dizer que me opponho a que
    se v ensaiando entre nos am systema de Imposi-
    oao directa. NSo devenios descansar em ama s
    late de rendas publicas. A variedade dellas que
    lbs da' aoformidade, garanta ao tbesooro e igual-
    dade aos coniribaintes. (altos apoiados.) Mas
    preciso estudar paulatinamente e prudentemente, e
    por so na urgencia actual ea considero melhor
    Ufar das al'aodegas maior somoa, anda mesrao
    que seja como medida extraordinaria emquanto
    dorar a guerra no Paraguay e soa liquldagio, qoer
    pap .ndo-se no padro moneiario os direitos desde
    j,qoer elevndose as tarifas, para por os pregos
    offlciaes ao nivel dos reaes do mercado, qoer aug-
    rueoiaodo os direitos nos gneros susceptlveis de
    accrescimo sem nlsto diminulgo de consumo, com
    o titulo de augmento oo de addicionaes extraordi-
    narios. (Muitos apolados)
    Allega, porm, a proposla que convm crear jl
    novas imposicdes directas, porque o nosso paix es-
    ta menos onerado de irnpostos do que nenbum ou
    tro no mando. E' am novo engao ou erro a que
    foi arranada a Ilustre eommisso. Nao se calca-
    la o valor do imposto somente pelo numero da po-
    calago. Precisa de se alteuder a riqueza particu-
    lar, a prosporidade publica.
    Nao se diz mais tributado o paiz, que em relago
    a soa popuiago paga mais por cabega de habitan-
    tes em relago as rqaezas dos individuos qae
    deve formar a base do calculo. Paga se mais em
    luglateria em referencia popolagao, e entretanto
    nao o paiz mais tribotido : paga se menos na
    Russia e a nago em qne menos irnpostos se
    podem levantar de novo sem causar a ruina do es
    lado. /
    A respailo do Brasil erro pensar qbe esta pon-
    ci onerado de tributos, porqae tem ponis rique-
    zas e om relago a estas paga tnaito : esta qae
    a verdade.
    E' preciso, pira conheeer o empob'reciinento do
    paiz, notar qoe a guerra do Paratroay tem estan-
    cado grandes fgntes de riqueza nacional e destru-
    Cuidado, pbl, ffluilo cuidado com o paix com as
    suas footes d riqueza qu i ihe restira aloda, quan-
    do so tratar*) oo^'.s irnpostos. Os indirecto*, pos-
    to Ihe tragara gravames e perdas, nao sio aperce-
    bidos e podem ser sanados no fuolo. Os directos
    arrlscam-se a causar abalo as propne dades e as
    fontea productivai presentes e futuras. (Apoiados.)
    Nirb qnaro com estas observ*g^s recusar mea
    voto a afgumas p*rtes da proposta creando oa aog-
    mastando imposigSis directas, exigida* qoer pelas
    emergencias da siiuagio Qaaoceira, quir pela ne-
    cessidade de nm ensaio para se system itisar entre
    os a distnboigio de t-ibotos mais regular, jasta
    e equititativamente.
    Opponho-me, porm, em referencia lo art. 2o
    da proposta a extensao do bovo tributo sobre pre-
    dios alm dos limites das cidadas, villas e povoa
    gdes.
    O qae trara' mesmo ao tbesooro de resaltado a
    imposigo de ima qualqoer qaaotia sobre casas,
    alvergoes, cboupanas, espalh idas de distancia em
    dutaacia pelo deserto solo do imperio, a mollas
    leguas amas das outras, cuj valor locativo des-
    conbacido e nao p Je ser filado por arbitrio?
    Quantos empregados sero precisos, qaantas des-
    pexas de viagem, quaota difflcaldade na cobranca,
    qaaotos vexames e violencias, e por Qm poaco
    randera' o novo imposto, nem de ceno chegara'
    para as despezas da cobraoga. (Maitos apoiados)
    Porqoe no art. 3* se deixa Iseotos do imposto de
    industrias, estabeleciroeotos e fabricas, qne gozam
    de favores nao justificados, como outros gozam de
    privilegios de imporiago ? Porque impoodo-se so-
    bre os reodlmentos da companblas anonymas se
    esqaecem as de commapdita bancaria e as spoli-
    ces da divida publica ? E' preciso pagar, opponho-
    me a privilegios pessoaes, pagaera todos.
    Porque ao artigo a respeito do sello, qae con-
    cordo em reorganisar e augmentar, creando-se o
    adhesivo para as contts e recibos, como em Ingla-
    terra, nao se atiende aos jaros das letras e aos
    prazos dos vencimeotos, e bem assm nio se in-
    cluem os annuqcios, correspondencias e coraran-
    ncalos nos peridicos, qae podem dar urna renda
    regular ?
    Opponbo-me anda parte do art. 10 qae ra-
    po araa laxa aonua sobre escravos empregados
    na lavoora.
    Coocordo qoe a respelto dos existentes as ci-
    dades e villas se lance am tnbate qae ajade mes-
    mo a afasia los para a agricultura e a abrir espa-
    go para o trabalho livre. Mas que novo tribunal de
    inquisigo nao sera' preciso eslabelecer para inda-
    gar peas rogas e fazendas os escravos existentes,
    e langar sobre cada am delles ama laxa anona T
    (Muitos apoiados.)
    Que da garanta, da segaranga do propieta-
    rio, quando Ihe lnvadirem as fazendas os empre-
    gados do Oseo a perscrotar e numerar escravos
    paraobriga-lo a pagar por cada.am delles am tri-
    buto ? Qoaot >s odiosos vexames a praticar-se,
    quaoios conflictos e lutas a travar-se ? (Muitos
    apolados.) E qoe despezas para a. thesfuro, e o que
    entrara' por elle, nio se escoando pelas mais dos
    cobradores T (Apolados.)
    E' o novo imposto, alm de impopular, o mals
    irntativj e vexatono. Se conveniente que, pague
    mals a lavoara, visto qae se sobrecarregam os mo-
    radores das cidaies e villas, proponho ea que, em
    vjz de laogar o tribato sobre oiostramenio do tra-
    balho, qua o escravo, recaa antes sobre o pro-
    ducu na exportago, augmentando os direitos a
    mais de tres por ceoto, o que dar' cerca de 3 a
    4,00000 >* ao thesouro, somma muito superior de
    ce rio ao que cobrara' do importo de capitagc- dos
    escravos as fazendas e engeobos, e que sara!
    menos remivei e fcil na arrecadago. (Muitos
    asla Job.)
    E' preciso que a agricultura faga mais sacrificios
    para sil varo paiz, e na salvacao do paiz esta'a
    sua propria salvago ; emquanto durar a guerra
    com o P.raguay elevem-se os direitos de exporta-
    gao, mas nao se a vexe e se Ihe s?quem as font da prodaego com om tribato actualmente inqui-
    sitorial. (Muitos apoiados.)
    Os oossos agricultores sao cidados e patriotas,
    resignar-se-hao ao sacrificio necesario, masexi-
    gem segoranga e tranqallidada. (Apoiados.)
    Opponbo-me a' dimmuigao dos trtbatos sobre as
    vendas de escravos e embarcages, proposta no
    art 11 Tornera se providencias para qoe se nao
    continu a burlar e Iesar o tbesoaro com a falla dos
    pagamentos. Problbam-S) as proenragas de ven-
    da poderes, em causa propria e sobstabelecimen-
    tis,ecala nmdos contratos se conprira' com e
    pagamento dos direitos. (Apoiados.)
    Oopoobo-me anda, senhores, laxa progressiva
    estabelecida pela proposta, quer para a renda,
    qaer para a cobraoga dos dioheiros pblicos. O
    progressismo em tributos anti-social, aoliecono-
    mico e loteiramenie injusto. Cada om cidado de-
    ve concorrsr para as despezas do estado segundo
    suas psses. E' urna guerra a riqueza o principio
    do progr'ssirao, e s dola se lembraram os socia-
    listas de Franga. Todos os palzes devia-n pos.suir
    bomens abstalos, riquezas accumuladas para bem
    geral, das artes, da industria, do commercio, das
    compaobias e do laxo.
    Do esplendor ao paiz, e. derramam-o como
    ros que vivificando em torno de si prestara sub-
    sistancia e vida. E' bem de todo inconstitucional,
    porque o novo pacto social preceitua expresa-
    mente qne cada ura pague Ba proporgao de seas
    baveres ; exige, ponanto, a proporclonahdade, e
    esta Idea exclue o progressivo. Este maldito pro-
    gres-ivo, qae ja em poltica tantos fataes resulta
    dos e males tem langado sobre o nosso paiz, veio
    at aninbar-se na proposta dos irnpostos para Ihes
    tirar toda a jusliga e todo o beneficio. ("Risadas
    geraes.)
    Proponho anda nm additamento, e qae se ra-
    le de desam >rtizar os bens de corporago de mo
    raorta (apoiados.), fadatindo-se o seu producto em
    apolices da divida publica com qae ellas mais lu-
    craro, e o the-ouro cora os augraentos de direi-
    tos de vendas mais repelidas e continuadas, adra
    deque maisprodaclivas e trabalhadas erara essas
    propriedades quando prvidas por pessoas part cu-
    lares do que pelos administradores desses estibe-
    lecimentos. (Muitos apoiados.) E' orna idea ja
    aqai soscitada e projectada, e da maior convenien-
    cia publica. (Apoiados)
    Resumilo, poriaolo, as miabas ideas sobre a
    proposta em discussao, chego ao segulote resalta-
    do : as alfandegas de Imporiago e exportago
    aprsenlo ora augmento immediato de recelta de
    i4.O0O.O0D* aonuaes. Nos irnpostos nicos por
    mira approvados m idiflcados e qae foram apresen-
    lados pela proposta, subir esse accrescimo a mals
    dous oa tres mil conlos de ris, sem que seja ne-
    cessarlo vexar e irritar extremamente o pibhco
    e nem .estancar e exbaurir as fontes da riquc;
    nacional.
    Com a idea de veoder a estrada de ferro de D.
    Pedro II e as propriedades oaciooaes rusticas e
    urbanas se diminuir o dficit.
    Ser fcil eoto, e vo emitiir-se mais papel-moe-
    da, tratar-se de am imprestimo grande, porque a
    receita publica dar aos capitalistas suficientes
    garantas e margem pelos compromissos contrahi-
    dos e por eooirabir. Restabeleceremos assim a
    pouco e pouco a nossa sltaago Ooancera. (Apoia-
    dos.) E, qoaodo file a gaerra, cuidaremos as
    mais providencias aproveitaveis para que de nma
    vez se acabe com os ieficitt. (Apoiados.)
    Tenhor senhores, comprido meu dever, concor-
    reado para a qaeslao fioanceira, sem olhar para
    partidos polticos, combatendo o mo, mas lem-
    braolo o qae Ibe compre substituir para o bem;
    procoraodo aotes orgaoisar e melhorar do que
    destruir e arruinar. (Muitos apoiados.)
    A sitaago anormal, extraordinaria, eminente-
    mente pengosa e critica, lvame a lembrar-me
    que antes de tudo sou Brasilelro, acbo-me a bordo
    do navio araeagadode naufragio, e qne devo ajudar
    a todos qae mostraren) desejos de saiva-lo. (Apoia-
    dos.) A seo tempo loroar-se-ba cuntas a quem se
    considerar culpado por esta misrrima sitoago do
    paiz. Por ora s convm tratar de remedia-la.
    (Muitos apolido?.)
    Compri mioha cbrlgago enviando a masa ideas
    snbslitaitivas as da proposta. Decida o goveroo e
    a soa maioria sobre a sua sorte. Pala mioha parte
    descanso na miaba consclencla, qae me diz que,
    tratando de reegaer e de melhorar a sitoago fioan-
    ceira do paiz, e de dar meios para sa acabar qoan-
    to aotes a goerca no exterior, oo daixe de protes-
    tar pela reallsaco e restaarago do systema rapre-
    seniativo mystlBcado entre nos, e pela rebabilitagio
    de orna po'.'t'ca oobre, tolerante, moderada, qae
    funde as normas do verdadelro systema consrita-1
    elonal e a pratoa do rgimen parlamentar livre el
    ' nao viciado, como agora na sua orlgem e Das suas
    coadiias; e qoe levante emflm sobre as ruioas
    dos interesses iodlvidoaes e do exclusivismo parti-
    cular dos grupos, as verdadeirts mximas, don-
    trinas e pratica dos ioteresses geraes e pbli-
    cos. (Muilo bem, muito bem; maitos e repetidos
    ar>oiados.)
    (O orador comprimeotado por grande numero
    dosSrs depota los presentes.)
    O b BiMRQue (raovlmen o de attengo): Acre-
    dito, Sr. presidente, que inauguramos boje orna
    nova phase nos debales des a cmara. Nts dis-
    ' cosses de tres raezes de sessio, discosses francas [
    | e livres como permute o nosso rgimen parlamen-1
    tar, tem cada nm de nos examinado, eslygraattsa-'
    Ido e jistificado a sitoago poltica do pan, tem
    ' cada om julgado dos actos do goveroo, conforme o
    seo grao de tolerancia, e nao poacas vezas segundo j
    a toa posigo nasta casa. Todas as censaras,'
    todas as qaeixas, todos os ajustes de coolas vieram
    a tela da discussao, at qoe, essa disse-oos aonal !
    que era tempo de parar. '
    Ea, Sr. presidente, congratalQ-me com o paiz per
    termos ai oda chegado a tempo. Coofeseo, senho-
    res, qoe oovo oesta casa, poaco conbecedor dos
    negocios publicas (nao apoiados), mas muito inle-
    ressado por elles, hoave ora momento em 'que,
    como o oobre depatado qae me preceden, jalguei
    qae voltaria a miaba provincia sem ter coocor/idb
    com o meu voto ao menos para a adopgo das me-
    didas tloaneeiras porqoe taoto clama o paiz, e qoe
    sio hoja o principal elemento dos nosso recursos
    e a base do nosso crdito; mas, Sr. presidente,
    chegando ao mesmo flm qae o nobre depatado pelo
    Rio de Janeiro, ea o flz per. vereda bem diversa da
    qae segaio S. Exc.
    Ao nobre depotado figurn se qae o goveroo de-
    liberadamente havia demorado a discosso da lei
    de orgamento, e adiado a adopgo das mais urgen
    tes medidas; qae quasi intilmente baviamos con-
    sumido mmtas sessdes sem qoe nada de ntil
    flzessemos.
    S. Exc. fez injusta censura ao goveroo ea
    maioria. (Apoiados.)
    Sr. presidente, se o nobre deputado se tivesse
    dado ao trabalbo de examinar as medidas votadas
    por esta casa, se convencerla de qae, pela no:?a
    parte, nao disperdigamos orna s das nossas ses-
    sdes ; vera qae poneos das depois da sesso de
    insttllago foi apresentado e disentido o proj-cto
    de resposta a falla do throno (tpoiados); qae logo
    apoz segoio-se a discusso das propostas de foigas
    de mar e ierra, a approvago de crditos e a emisso
    do papel moeda.....
    O Sr .Ios Avelino : E os crditos de marioba
    e gaerra.
    O Sa. Bharqub:___e os crditos extraordina-
    rios dos ministerios da marioba e da guerra. C-nn
    am poaco de atteogo S. Exc. recooheceria que
    to sincero o empeobo do governo em apressar a
    discasso do orgamento geral do Imperio, qae, nao
    obsiante estar ainda presa a proposta sobre a emis-
    so do papel-moeda pila emenda votada oo sena-
    do, os j boje discutimos essa orgamento, qoe
    dentro em poaco ser le para o paiz. (Numerosos
    apoiados.)
    E', portanto, Sr. presidente, bem clara a Impro-
    cedencia da censara. (Muito apoiados.)
    A segunda censara do nobre depatado sorpreo-
    deo-me.
    Nao esperara, Sr. preudeote, qoe o nobre depo
    tado, hornera justo, opposiciooista desapalxooado,
    e qae nao recosa, cjmo alguns dos meaos toleran-
    tes dos mens coll.egas, os meios de governo,
    dlssesse-nos qoe o nobre miaistro da fazenda
    nenbum trabalho, neoboma base oa elemento oos
    uoha oCf-recido^arajjsla discuss'io, quando contra
    Tsto protesta a evidencia dos' factos. (Apoia-
    dos.)
    Em nm aparte qae dei ao nobre -deputado afflr-
    mei que o governo nosmimstron dados soffidenles
    para o estado da materia qne nesle moseoto dis-
    entimos. Esses dados, Sr. presidente, sao esses
    nomerosos e importantes pareceres do conseibo de
    estado e de outras autoridades competentes, qoe na
    verdade derramara profusa luz sobre as diversas
    quesioas que se prendera a conlribuico geral do
    paiz. (Apoiados.)
    E, senhores, para qoe nenbnma dovida paire
    sobre o vosso espirito, eu ootarei, como justifica-
    gao do qne digo, qae o oobre depatado, rico de
    talentos e illustrago, percorreodo em seo brilbaa-
    te discarso todas as priocipaes footes de reoda do
    paiz, soggeriodo medidas de ecooomia e aponiao-
    do-B0s a Insuficiencia das novas tazas propostas,
    poaco mais fez do qoe dizer-nos o que se l oesses
    pareceres a que alludo. (Apoiados.) E o que
    significa isla? Que pouco mais cu nada se tioha a
    dizer. (Muitos apoiados.) i .
    Aioda aqu, Sr. presidente, foi injusto^ nobre
    deputado, a qoem as soas proprias palavfas coo-
    demoaram. (Muito bem, multo bem.) Bv
    Sr. presidente, diaole das miaifestagas fetws
    oeste recioto pelos digoos depulados da opposicao,
    observo com prazer que o paiz com o auxilio da
    quasi totalidade dos seus representantes para a
    dcretago dos meios indispensaveis ao restabeleci-
    ment das nnangas publicas.
    O Sr. Aravio Barros-:Veremos ainda.
    O Sr. Buarqiu :O governo, portanto, nada tem
    a recelar, porque esses meios Ihe sero proporcio-
    nados ua maior escala posslvel. O debate nesla
    qnesto nao terj o carcter da conflang (apoia-
    dos) ; a cada at ser licito expressar-se com a
    maior fraoqaeza sobre as medidas proposta-, por
    qae todos procurara attiogir o mesmo flm, ainda
    que o figam porcamiobos diversos
    Dizer por rainha pa. te o qua pens sobre algu-
    nas das mtdidas lembradas no novo projecto de
    receita, tal o motivo porque occapo oeste mo
    meato a atteogo da cmara.
    No exame que me proponho fazer, e na conduela
    qae preteodo adoptar, s terei eui vista fornecer,
    na quadra actual, ao governo do mea paiz a maior
    somma possivel de recarsos com a meoor vexagao
    pararf povo.
    --VozES:Muito bem 1
    O Sb. Barqub :-Sr. presidente, quando na ulti-
    ma sesso legislativa a primeira commisso de
    orgamento propz a adopgo das medidas que hoje
    discutimos, calculoa o dficit do tbosoaro em
    43,586 060*718. Esta somma tomou proporgoes
    to avoltadas e sempre cresceotes, que oo sera
    fcil avaliar al onde os sacrificios continuados da
    gaerra e as necessidades imprescindivei do esta-
    do a levaro, oa ao meos de que oalareza sarao os
    compromissos dos meios empregados para fai la
    desapparecer. (tpoiados.)
    No oes propomos, S.\ presideote, fazer cessar
    o desastroso desequilibrio das Dossas fioangas, lao-
    gaodo no paiz nma contribuigo correspondente,
    mas sim habilitarnos a provr despezas pera a-
    nentas que accresceram con a g ierra e oulros
    servigos, consolidar a divida Ouciaanie qae pesa
    sobre o oosso ihesoaro e re*gaiar o pap?l-moeda,
    qae deve ser para us um compromisso de honra.
    (Muitos apoiados.)
    Embora esse accrescimo reclamado na contri-
    buigo do paiz nao possa com exaclido ser agora
    calculado, eo, Sr. presidente, pelo exame qoe fiz
    dos orgamentos e das nossas futuras despezas pro-
    vaveis, nao o reputo muilo iuferior 20,000 coa-
    Ios. para somma aioda to elevada qae temos de
    procurar recu:sos na cootribuigo, isto pelo
    meos de ara tergo mais da reoda actual do impe-
    rio que temos de ooerar o contribuste.
    Esta simples exposlgo, Sr. presidente, que tai-
    vez esteja quem da realidade do augmento de
    renda que reclama o paiz, traz ao mea espirito a
    robusta conviego de que ludo que a prudeqcia
    dos aconselha fazer actualmecle em materia de ira
    postos crear, augmentar e nunca diminuir. (Mai-
    tos apoiados)
    Considero defeitaoso o oosso systema de taxas;
    eoleodo que todo recomraeoda orna reforma fioan-
    ceira, oa ao meos om reviso dos irnpostos do
    paiz; mas direi como om Ilustre ecooomista :
    tEm tempo de guerra nao se fz poltica fioancei-
    ra, nem se ensaiam reformas de irnpostos ; nada
    mais perigoso para o tbesiaro do que dlmanir um
    imposto, e nada mais problemtico do que o pro-
    ' docto de ara imposto reformado* (Apoiados)
    Infelizmente, Sr. presideote, acoamo-nos em si-
    tuagao de adoptar todos os meios que nos suggeri-
    Irem a? circumslancias para obler recursos, j
    creaodo oovas laxas, ji augmeotado as actutes, e
    ! que sao bem acolbidas. [Apoiados.) Nao nos da-
    do preferir om a outro sjwtema, porqae a somma
    de recorsos que reclama o tbesooro enorme ; e
    nos, procurando nio estagoar oem mesmo entra-
    qoecer as fontes de produego, detenaos considerar
    que actualmente a arle do parlamento, serviodo me
    d*s palavras de am escriptor inglez descreyendo um
    ministro de Boaogas, t obtir dos contnbiinlas a
    maior somma de dlaheiro com o mnimo descon-
    tenumento.t (Apoiados.) ,.
    Coraprebende a cmara qne a queslao de Im
    postos, tal qual se oos otforece ao debate, Oca as-
    sim redozida a qoesto de forma e resoltado.
    (Apoiados.)
    Sr. presidente, oo exame da Impostgao geral qae
    vamos decretar, temos a conslda-ar a conveniencia
    e proficuidade da$ oovas laxas pripostas e o aug-
    roept) das acluaes.
    Senhores, o qae se nSo lera' dito e escrlpto so-
    bro o Imposto, s>bre todos os irnpostos f Ha dema-
    siada ingenuidad!, diz o Sr. Rjiieau em sua obra :
    sobre as oaigas de Tran;a, em acreditar se que
    propora' algama eon-a ioteirameote nova em ma- (
    teda de Imposto. No projeelo niff s nota eflfecii-1
    vamente innovages; o qae eotn seanraatite ca-
    rcter senos aflgura apen ai pplicagao entre j
    oes do que algores existe. '
    . Sr. presidente, no proj-teto de M que ora disco-
    limos, mals de nm grande qoesto se levanta. A
    primeira Incootesiavelmente a qoe mais nos de-
    ve preoecupar ; consiste em saber sa o Brasil
    effactl va mente, como se nos di-., om dos paizes
    menos sobrecarregidos de irnpostos. Desgragada-
    menle qualqoer qae seja o resultado do exame a
    qoe nos levar esta questo, elle nao nos arredara a
    necessidade que temos de procurar os oossos prl-
    meiros recorsos na impos:go ; mas ao meos se
    por elle oos coovencermos qae ja nao sao por do-
    mis pesados os encargos dos contribuimos, razio
    de sobra leremos para mostrarmo-oos cautelosos e
    moderados.
    Nao ba nada, diz Mootesquien, qoe a sabedoria e
    a prudencia devam melbor regular do qne o qoe se
    pede ao povo a titulo de contribaigao. (Apolados.)
    A .Ilustra commisso qae orgamto o projecto,
    diz-oos que o nosso paiz dos menos carregados
    de irnpostos. Creio, Sr. presidente, qoe esta propo-
    sigao o resoltado da comparago do peso das ta-
    xas, feita pela commisso em ootos pal-es. Essa
    comparago, desde qoe oo se prende ao coobeci-
    menlo da riqueza nacional e s despeas publicas
    a que essas tizas tem de satisfazer, errooea e
    nao pode o seo resallado dar-nos a madida das
    condiges do contribumte. (Apoiados.)
    Nao nos acbamos, verdade, na classe dos pai-
    xes qae cootribuem com maior somma para as
    despezas publicas, mas tambm nao somos dos l-
    timos, e a oossa contribaigo nao se acba em urna
    relago menos jasta com a riqueza oaciooal. Em
    am dos mais recentes clculos f 1860) feitos sobre
    o quantum do imposto pago por cad% habitaote II
    vra nos diversos paizes do mundo ea eocontro o
    Brasil pagando cerc de 7* (18 francos, 03; por
    habitante, e tendo abaixo da lista a Austria, a Tur-
    qua, os Estados-Unidos (n ja tributados em mals
    do triplo), a Sulssa, etc., ssudo qae a Austria e a
    Turqua nao se considerara dos menos tributados
    em relago a' soa rija;za publica.
    Nao poderla, Sr. presidente, dar melhor demons-
    trago de qoe o pa>z conlrlbue para as despezas do
    estado em forma por demais proporcional s suas
    sobras on economas, do que reprodozindo aqai o
    qae se l em am escrlpto do illustre Sr. visconde
    de Itaborahy, qae pego liceoga para citar :
    < Quaodo se trata, diz o hoorado estadista, de
    comparar os encargos desta natoreza (a imposto^
    entre differenies paizes, cumpre nao ter s em
    vista o termo medio do que paga cada ora dos seus
    babitaotes, mas principalmente a riqueza, e pros-
    pendade relativa dos roesmos paizes, e por conse-
    grante a relago entre os encargos e os meios de
    satisfaze-los.
    Se, por exemplo, da renda nacional da Ingla-
    terra ucam annualraente sobras on economas na
    importancia de 200,000,000 como asseveram
    seus escritores, e digo sobras ou economas por-
    que d'elias qae devem sabir os irnpostos, sob
    pena de se irem exbaoriodo as footes de prodae-
    go, e a Industria desfalieceodo gradualmente ; se
    a loglaterra eeooomisa aonnalmente 2OO-.0OO.OOO
    e paga de irnpostos 5O,0O0,0tK) p ideado as-
    sim a cumular todos os aonos Ib'J.OOO.OOO para
    qae o Brasil, pagando 60,000:000* de irnpostos
    fosse menos carregado do qae a Gra Bretaoba se
    na prec.so qae as sobras anoaaes dnste a tieso pais
    se elevassam a mats de 240,000.000* e podesse elle
    por con8egoioie aceamular e augmentar os cap-
    taes prcductivos com a somma de mals de.......
    140,000:000*. Feita a eooparago por esta maoei-
    ra, como deve ser, se recoobecera' ser hoje o
    Brasil um dos paizes mais sobrecarregados de irn-
    postos.
    Poler-se-hia dizer, Sr. presideote, com graode
    fundamento, qae ha oo paiz ama graode massa da
    riqueza publica qae escapa a' contribaigo ? Pre-
    sumo que nao.
    ti cerlo, senhores, que o imposto de consumo
    entre nis a principal foote de cooiribuigo, e que,
    com poncas excepgdes, e at onde licito julgar,
    todos os mais Irnpostos recaben) sobre o consumi-
    dor. E nao consumidora tida a massa da socieda
    de, rica ou pobre t Canamente que sim. E nao se
    diga, aioda c lOsideraodo aqaelie aaico imposto,
    qae, seodo este proporcional ao consumo, o rico.
    que Dio desp-uda tola a suajreoda, que econorai-
    sa, oo coocorre'para que o fisco arrecade o im-
    posto oa proporgao da sua fortuna.
    O qae nao consom toda a renda, diz o Sr.
    Bonet na soa obra sobre crdito e floaogas, faz
    consumir a parte ecooomisada por aquellas a quem
    0 empresta, e sao estes qae pagara o impasta era
    seo lagar e por soa coota. Poaco importa qae o
    rico consuma elle proprio toda sua reada, ou qoe
    eeooomise ama parte : o fisco, a coa elle a pro
    porciooalidade do imposto, sao desioteressados oa
    Qjaesto. Elle pagara' sempre u imposto oa propor-
    gao dessa renda
    Parece-me, pois, fra de qoesto qae o imposto
    que devia corresponder a esses capitaes, qaess
    presumen) iseotos, pago sob ouira forma e por
    outros cootribuiotes que nao os seas prodact >-
    res; o qae, portanto, se procura faier boje aug-
    mentar, sob nov.s formas, a nossa Imposigo, dls-
    tribuiodo-a melhor e mais equitativamente. (Apoia-
    dos. ) .
    Verificado este ponto, Sr. presidente, a ques-
    to que nos cumpre examinar sob que forma de-
    vemos exigir maior somma de dinheiro dos contri-
    buimos.
    Em ama exposigo fioanceira, apresentda re-
    ceotemente na Italia pelo Sr. Ferrara, dlzia este ex-
    ministro da fazenda:
    t Os factos, nao meaos qae a theoria eosina-
    rara-me ha muito tempo que nada mais ficil
    que imaginar mudangas radicaes de systema e
    crear soobos dourados ; mas que nada mais dif-
    ficil do que dizer cou-as que sej un rpida e p-
    ticamente applicaveis oa uteis oa esphera da rea-
    lidade.
    Sobretodo apreodi orna grande mxima: que
    a primeira necessidade de lodo o systema fioancei-
    ro enraizar-se nos hbitos do paiz; que o peior
    de todos os systemas a mudaoga e a inconsisten-
    cia ; que mais vale para o tbesoaro, e bem assim
    para a nago, om Imposto defeituoso, mals aotigo
    do que am Imposto novo quando nma imperiosa
    nece.-sidade nao o exige. >
    Citando estas palavras antes de comegar a exa-
    minar as diversas formas sob que vamos langar as
    novas confrbuiges, estou bem longe de irrogar
    censara a illu.-t ada commisso da orgamento, que
    se prope trasplantar para o nosso paiz a serle de
    irnpostos directos que se encootram no seo projec-
    lo, tanto mais que eu os acolho em principio; o
    me flm apoiar-me nes-as palavras, aioda mais
    oas condignas peculiares em que oos acbamos,
    para toroar bem salientes o? nossos embmgos,
    se por vaBtura coniiarmos apenas oo resultado
    iocerlo e vaeillanta das novas taxas, ealculidas
    em sommas que difflcilmeote sero attiogidas, mas
    que, cobradas arbitraria e desigoalmeute, como
    sao sempre todos os irnpostos de eosaios em pai-
    zes oovos, excitaro os mais vivos clamores. (A-
    poiados.)
    Sr. presideote, lamento que, reclamaodo o paiz
    om eosaio de taxas directas, oo pudessemos co-
    megar pela creago do Imposto territorial. Aca-
    mara sabe que o impost > territorial de todos os
    imposlos directos o melbor aceito, o qoe aitioge a
    mals consideravel foote da riqueza (apoiados), e
    presla-se a mals exacta proporclenalidade. Eaire
    nos devemos, em mioha opinio, procurar eslabe-
    lecer o imposto territorial, e libertar-nos dos irn-
    postos de exportago, que jamis se podera' con-
    siderar seas bons substituios. ( Muitos apolados.)
    Precisamos, por assim dizer, Sr. presidente, ligar
    o imposto a propriedade e pereebe-lo em sua ver-
    dadeira foote (Apoiados.) Por esle meio (eremos
    nma base de contribuigo mais estavel, e maior se-
    ra' o seo producto.
    Comprebeodo, Sr. pres.dente, qnao difflt.il em
    nosio paiz o laogameoto do imposto territorial;
    mas essa difflcaldade, qae consista na escolha da
    base para o laogameoto do imposto, a que eocoa
    i tram todos os paites novo, e qoo com estudo e
    trabalbo a leem superado.
    Acredito qu > entre os ella nio sera' Invenci-
    vel, e que antes podera' em breve desapparecor, se
    'o governo se qaizer dar ao trabalbo de comegir
    por formar om cadasiro da propriedade cultivada,
    ! pira sobre elle calcular o valor lecallvo oa a ren-
    da liquida dessa propriedade, qae a melhor ba-
    se para o estabelecimento do Imposto. ( Muitos
    ! apoiados)
    Sr. presidente, as medidas de eosaio que se
    teem apresentado al hoje no paiz para a creagao
    do imposto territoria', e que nesta occasiso poae-
    ' riam ser aproveiladas, peccara talvez por serem
    firmadas em bases flctlebs. A mais recenta des-
    1 sas medidas, e que de algoraa forma compreben-
    de as qoe Ibe precedem, o projecto aprsenla-
    "do recentamente nesta casa pelo mea Ilustrado
    amigo depotado pela provincia das Alagas, o Sr.
    'Tacares V MQi, projecto sobre o qual Oevo dier
    dan palavras, porque tive i Idea de off-rece-lo
    como emenda oesta- discasso, se porveotora me
    parecessern applicueis as soas disposicOes.
    O meo illustfeAigo, Sr. presidente, comega
    per impr taff dY2* por cada das mil bracas
    qoadradas da superficie do; terrenos coitos oa In-
    cultos qoe se acharara na zooa de cloc leguas de
    cada mirgem das estradas de ferro, estradas de
    rodagem, eaaaes e rios navagaveis a vapor.
    A cmara vd qoe servio de base a repartigao do
    Imposto a extensao da propriedade. O imposto as-
    sim laucado, Sr. presidente, quasi iniquo; a soa
    reparta) defeiUosa ; porqae embora tolas as
    propriedades se aebem quasi Das mesmas condi
    goas de faellidade de transporte, circumstancla
    qae parece ter aconselhado a Ignaldade de imposto
    para todas, os pro lucios da cada ama dellas va
    riam para ama sesma exienso de terreno, segun-
    do a riqueza desta, a sua cultura e outras muitis
    coadigdes. (Apoiados.)
    Creio, Sr. presidente, qoe o meo ilrastre amiga,
    cojo zelo pelas censar publicas aloda se revela oa
    apn seotaeo do projecto a qoe aliado, leve princi-
    palmente por flm fazer com qoe as propriedades
    prximas, as vas de commooicago subvenciona-
    das oa construidas a expensas do thesouro, pagas-
    sem o b^nefi :io que desta Ihes resoltava.
    0 Sr Tavares Bastos :Apoiado.
    O Sr. Buarque : Notare! em prlmeiro lagar
    que se.neihautes vaolagens devem ser pagas com
    os pregos de traosportas, e oo por ora meio que
    ple comprebeoder at as propriedades qoe del-
    tas nao sa uiilisaram. Mas, admittiodo que as-
    sim oo seja, examiaemos a taxa na soa applica-
    gao. *- >
    * Nao raro, Sr. presideote, e aotes freqaeote
    encontrarem-se oa zona de claco leguas das estra-
    das de ferro e de outras vus de commooicago
    propriedades de urna legua qaadrada oa nove roi-
    Ihdes bragas quadradas. Segundo o prometo do
    meu ilrastrado amigo, essa propriedade pagana s
    de imposto territorial 1:800*.
    Esta somma, sr. presideote, se recahisse sobre
    o reodeiro de urna fabrica de assucar, por exera-
    po, no norte do imperio, seria equivalente on ex-
    ced-na o valor locativo da propriedade; se, porm
    foese paga pelo proprielano e explorador da fabri-
    ca] seria superior a totalidade dos irnpostos actuaes
    de exportago, que sobre elle recabem quasi sem-
    pre, snppondo Bina media de prodaego de qua-
    tro mil arrobas de assucar no ralor de 10:000$.
    Este resoltado, Sr. presidente, qae prove da
    base escolhida pelo lustre autor do projecto, eon-
    veoce-me aioda orna vez de que a reoda liquida
    presomlvel da propriedade agrcola o nico ele-
    mento admissivel no laBgameoto do imposto terri-
    torial. (Apoiados)
    Entrando na apreclago das medidas qoe boje se
    dos t T-recem para au,mentir a receita geral V>
    estado, comego pelos oowo! Impostes propostos e
    que mais importancia merecer.
    O projecto em discusso, S<\ presidente, tem em
    vista esleudar renda movel a cootrrboigo geral
    do paiz, para a qaal s accidental nenie aquella
    concorre. O1 projecto procara attiogir os dous prio -
    cipaes alemeotes da f nutra movel: as industrias
    o coramereio, as artes e profissoes liberaes, por om
    lado ; as rendas dos capitaes accumolaoos, por ou-
    tro. Para este fim o projecto crea diversas laxas
    em vez de eslabelecer urna aoica imposigo qae
    attingisse a todas as formas da reoda movel. Com-
    preheode-se, Sr. presideote, qae, apez r de todas
    as vaotageos que podena offerecer am coico im-
    posto, esle oo poderia serestabelecido en om paiz
    como o oosso, e principalmente como innevagao oa
    eosaio. (Apoiados.)
    Para ebegar ao sea Om o projecto propoe em
    pnmeiro lugar o imposto pessoal.
    Desde, Sr. presdeme, qoe sa procora compre-
    beoder oa imposigo aS FeMls movis, qoe o oo
    esto pela contribuigo territorial, e qoe to facil-
    roeotee sabiraheio s exigencias do thesouro pa-
    blico, a primeira e talvez a mais efbVaz das-medi-
    das que polera attiogir o fim do legislador o im
    posto pessoal. (Apoiados.) Nao sere ea qae levan-
    te oessa casa a mioha voz contra a sua convenien-
    cia. E acredito, Sr. presideote-, qae, a parte a ques-
    to de forma, oioguam podera com justos motivos
    condemna-lo,quando a experiencia de mohos ao-
    nos, offerecida por qaasl todos-oa paizes, orecom-
    meodam.
    Na legslago fioaoceira de quasi todos os povos
    vemos a existeoda do Imposto pessoal sob variadas
    formas, ja como capltago fita, ja como graduada.
    Na amiga Roma, oa loglaterra at o roioado de
    Guherme Da, na H iilaoda republicana e dos oos
    sos tempos, oa Russia, oa Ac-trm, em geral em to-
    dos os estados da Allemaoba, ooda se teem laogado
    os impostas pessoaes em grande escala, na Franga,
    na Blgica e ltimamente en Portugal encontra-
    mos ligoes- de sobajo para boje julgarraos da con-
    veniencia e resultados do imposto pessoal.
    Se o es+ado dos seus effailos nesses paiaes nos
    deve convencer de que o podemos adoptar entre
    nos, restaoscoosiderar a lrma porqoe a com-
    misso o applica.
    A mals saliente desvaotagera qoe se oota Bessa
    forma incootestavelmeotea da ser o imposto pro-
    gressivo. Ease iocoaveoiente. Sr. presidente, tena
    passado talvez sem reparo para mim se ea nao va-
    se que era elle o resultado de ora lystema adopta-
    do pala commisso, p irquaoto dos o vemos repet
    do mais adiaote bo imposto sobre Industrias e pro-
    Qssdas e oo de veacimentos e pensoes.
    Que razia*, senhores, determiaanam os Ilustres
    meaiOr, s da commirso de orgameoto a preferir o
    mposto progressivo ao proporcional 1
    No exame desta questo, Sr. presideolo, en jul-
    go devar abstrabir da constltucionalidade da forma
    porque se estabeleceu o imposto, ponto de que tan-
    to se'occupou o bonrdo deputado que me prece-
    dru. Eutendo qoe oo se poda afflrmar qua o im-
    posto progressivo proposto inconstitucional, des-
    de que os seus partidarios sustentara que seme-
    ntante imposto teoda a procurar essa igaaldade
    exigida pe cooslituigu leude a fazer com que
    cada am s cootrbua para os eocarg >s pblicos oa
    razo das suas sobras ou ecooomias.
    Para aquellas que assim pensara, e oesse nume-
    ro dovem estar os membros da commisso, nao po-
    de o imposto ser inconstitucional.
    Sr. presidente, quem examina a progresso do
    imposto pessoal suppoe, que tratando-se de tributar
    urna renda movel calculada imperfaitamenie sobra
    a base do alogoal da babitago, procora-se fazer
    desaparecer as desigualdades que d'ahi proven,
    elevaodo-se a proporgao do imposto oa razo do
    augmeoto daqaelle aluguel, considerado indicio de
    abastanga; o principio de alguma forma seguido
    as iostroeges legislativas fraocezas de 1791, qoe
    avallara a reoda movel nicamente pelo valor lo-
    cativo das babitagdes.
    Ma-quaodo sees'uda o mposto sobre os veoci-
    mentos e penses, qne teem ama base fixs, e eo-
    cootra-se orna progresso semelhante, reconhece-se
    logo que oo se trata da orna excapgo admiltldi
    por alguos fioaoceiros, mis pura e simplesmente
    de um sysiema ; que a igualdade. a que parece
    I
    .''
    commisso pretender attiogir oo ootra seno a
    que serve de argumento a lodos os economistas que
    sustentam c imposto progressivo, isto procurar
    por esle imposto evitar todas as injustigas, fazer
    com que a imposigo geral nao peso mais sobre o
    rico do qua sobre o pobre.
    Nao obstante, Sr. presideote, o valor que don s
    opiDidas dos membros da commisso, pego liceoga
    para ponderar que esse pretendido resultado nun-
    ca.se pode alcangar, e que a conseqaeueia, hoja re-
    coobecila, qae traz o imposto progressivo toda
    fatal riqueza das oagoes, ara ataque constante
    as ecooomias accumuladas, urna ioqalslgo per-
    petua da situagai pessoal de cada cidado, como
    classlflca om escriptor fraocez. (Apoiados.) Por
    outro lado o imposto propressivo estabelecido, co-
    mo sempre, deotro de certos limites, traz logo
    comslgo a desigoaldade, por qoe delxa de attiogir
    as malores fortunas.
    A extrema deslgualdade das fortunas, diz a
    commisso da assemblea nacional &*[&.
    carragada de examinar o Imposlo P'0/^1'! "
    bre as successoas e doagS^s, stabelece ornai objee-
    gao quasi lovenc.vel cooira toda a applicagao logi-
    ca do imposto graduado. Rpida em soa marcha,
    a progresso do imposto ebega promptameote a
    ansorpgodo capiul tribotavel, ou (como se da oo
    projecto que discutimos) para aotes de attiogir as
    mais elevadas fortunas e por conseqnencia qaande
    sua applicago pareca a mais justa.
    Em mlnha opinio, Sr. presidente, devemos re-
    pelr o imposlo progressivo e aeei;a-lo proporcio-
    oal, adoplatdo, caso se admita como nico indicio
    da rend movel o aluguel da babitaco, orna me-
    dia da porceutagem estabelecida pela commisso.
    (Apolados.)
    O imposto pessoal, como foi estabelecido no pro-
    jacto, nao comprehtBde o maior numero possivel
    de cldadaos que estejara no caso de conoorrer pa-
    ra os encargos pblicos, nem oflereoa as necessa-
    rias condigQas para que baja ignaldade no seu lan-
    gamenlo.
    Comegarei por notar, e i observago qae sagge-
    re a todos, que o aluguel da babltago, embora se-
    ja om indicio valioso da renda e condiges de abas-
    tanga do locatario, como outro qualquer indicio
    e multas vezes mais qae todos, snjeito a grandes
    erro, pnqeipaloiolv qaando serve so por ti 08
    base ao langa ment do imposlo. (Maitos apoiados).
    Esses erros trazara como cooseqoeod loevitavel
    on a desigoaldade, vexago do. cootr bninte, on a
    defraodagio do tbosoaro.
    E" ceno, Sr. presideote, qoe, ao passo qne o usu-
    rario, o capititista sem-familia, pode occopar pe-
    queos aposenta e fortir toda sai renda oo grao-
    de paire deila *o pagamento do imposlo, o pobre
    pai de oomerisa familia 6 obrigado a contribuir
    com qoota desproporciooal aos seos lucros, pelo
    faci de occopar nma graode habitacao que Ihe
    iodispeosavel. (Numerosos apolados).
    ,,pYa e"Ur Pf'oe'palmeoie semelhaote desi-
    goaldade, que se observa na legslago de quasi
    todos os paizes qm laogam o imposto pessoal sob
    o indicio do valor locativo de habitagao, oatros in-
    dicios qae, recados qoelles, revelara mals oo
    meos opresumivel estado de abastaoca do eoo-
    iriboiote ; oeie caso esto os movis de luxo, as
    equipageos, os criados, etc. E' aioda para evitar
    em parte a desproporgo oo laogameoto do Impos-
    to qae este pereebido sob a forma de elasses, e
    se procara alcangar o maior numero possivel de
    contribuir tes, al aqoeilas qoe apenas nao se pode
    contemplar entre os indigentes.
    Nao accnselho nem sustento a conveniencia de
    se imitar mielrament esse systema; mas seria pa-
    ra desejar, Sr. presidente, que o imposto pessoal
    entre os oo tlvesse por aoica base o valor loca-
    tivo, e que oatros indicios fossem procurado em
    ordema torna -lo mais Igual. (Apoiado.) Creio que
    como eosaio, e ensato qae nos sera' de grande
    proveito no faiaro, se poderia acceltar igualmente
    como radelo a declarago do valor da reoda, feita
    pelo proprio contribumte.
    Sel, Sr. presidente, que essa base tambem fal-
    livel, e que principalmente depende da boa f do
    contribuate; mas tambem certo que, sendo a
    mals liberal e tomada como simples indicio, desap-
    pareceria grande parte dos seus inconveoieotes e
    aoxillaria melhor o laogameoto do imposlo. (Apola-
    dos.)
    Aioda emendo qae o imposto pessoal deve ser
    percebido entre os, teodo-se em vista o Damero
    de pessoas livres a cargo de cada ebefe de familia,
    mareando-se om numero alem do qual a eonlri-
    buicao terla am abate.
    O laogameoto do imposto assim combinado, eo
    nao o descoobego om s instante, trabalboeo;
    mas quaodo se trata de eosaiar ama imposigo di-
    recta de senelbaote natureta, em om paiz como o
    oosso, nao se deve recaar diaote de trabalho par
    se obier a igualde possivel. (Apoiados.)
    A idea de fazer eolrar os doas elementosvalor '
    locativo e declarago do contribuinleconjuncta-
    meote como iodicios da reoda do locatario, ea eo-
    cooiro, embora serviodo a oltima de base e o prl-
    meiro de indicio, soggerida oa discasso do sena-
    do italiano quaodo all se tratoo 6e eslabelecer
    am imposto sobre a reoda movel, e oeonuma oo-
    tra objecgo se oppz eoto alem do maior traba-
    lbo do laogameoto.
    Por outro lado, Sr. presideote, ea aeoos'lbaria
    qae esse imposto fosse ensatado por ora apenas
    oas crdades, villas e povoadis, eoraprebeodeodo-se
    oestas as fazendas, oode os moradores pagara alu-
    guel pelas habiiaces. (Apoiados.)
    Sr. presideote, o artigo sobre o imposto pessoal
    suggere duvidas, qoe devem ser solvidas piala lei,
    porqae oo podem em rigor ser atieadtdas em re-
    golameotos.
    O* projecto, qnerendo attiogir a reoda movel, aso
    aos diz, por exemplo, como se perceber o impos-
    lo, quaodo os riilios oa outras pessoas roaiores ba-
    bitarem com os seus pais oa aaMgos e ti vereca for-
    tuna oo meios de subsistencia iodepeodeoles e qae
    escapero as demais imposigoes.
    Para qae se possa entender e applicar.a lei in-
    dispeosave) tmbese difinir as palavras cafa dr ha-
    bitacao, que Se presto a moilas olerpretacas,
    principal menle quaodo se tratar de orna casa divi-
    dida em aposeotos alogados a moradores diversos
    e com movis proprios oo albeio?.
    O projecto iseota os offlciaes do exerclto e ar-
    mada em effeciividade de servigo, aqoarleladoe oo
    embarcados. Esta iseogo manlfestameote obscu-
    ra. E' preciso, Sr. presideote, qoe a lei declare se
    ella coraprebende as habilagies- particulares qae
    por soa coota teoham esse offlciaes para si oo pa-
    ra as suas familias, porque a ser assim ella sera*.
    Inadmissival.
    As iseogdes dn projecto parece- qae tcitamente
    comprebeodem os individuos qoe habitarea es
    edificios pblicos: ba nisto om privilegio sem jus-
    llficago.
    Passarei ao Imposto sobre Industria eprcnsses.
    Pondo de parte a historia deste imposto, observa-
    re!, todava, que a sua creago, embora posterior
    a' do imposto pessoal, qae se pode dizer qae nas-
    ceo com as oagdes, de longa dala. Ni encoaira-
    mos os seus primeiros tragos oo uiiimo periodo do
    Imoerio Roraaoo, sob a denomloaeo de uttralis
    collatio.
    Dabi em diaole apparece este Imposto sob di
    versas formas oa legslago de quasi lodos os po-
    vos. Entretanto, como bem pondera o Sr. da Pa-
    rieu, as actuaes taxas, principalmente sobre a in-
    dustria e o commercio, com a exteogo e gralago
    existentes actualmente dos diversos Estados da
    Europa, datara de-te scalo, e o imposto fraocez
    sobre as patentes deu-:bes impulso em maitos des-
    ses paizes. Entre do- podemos dizer que este im- -
    posto j existe sob, diversas formas.
    A propria commisso cita-oos o alvara' de 20 de
    ootabro de 1812, que creoa o imposto sobre lojas o
    outras lels posteriores. Ainda encontramos o Im-
    poslo sobre industrias e profeses em todas as le-
    gislagas provinciaes, sob a deoomloago de impos-
    lo sobre as casas de commercio a retaiho, de com-
    mercio em grosso, sebre escriptorios deadvogados,
    mdicos, de compaohlas, sobre casas da cambio,
    sobre mscalas, sobre boles, saveiros, ele.
    Sr. presideote, quem estuda a oaiureza e hiloria
    do Imposto sobre industria e proflssdes recontuce
    qoe nos acbamos oa infancia do imposto, eqoe es-
    ta' elle estabelecido sob a mais desigual de todas
    as formas, porquaoto procorando attiDgir a lados-
    tria, deixa departe por assim dizer os capitaes
    nella empregados oo os seus lacros provaveis.
    II ije procuramos remover esses inconvenientes
    fazenda com qae o imposlo atliaja de ama forma
    mais justa e Igaal os coothbuioie.
    Foi para este flm, Sr. presideote, qoe a commis-
    so adoptoa oo sea projecto os principios qae mo-
    dificaran! era Franga a lei das patentes do 1* bra-
    marlo anuo 7 e ooiras dlspasigo s, que finalmente
    prodoziram a le de 25 de abril de I84i, que a
    reguladora, com pinito p)ocas alteragois, do im-
    posto de proo-'Soes e ioduslrias daquell* paiz.
    Parmilta V. Exc. que eu, examioaodo esta pari
    do projecto, re lira-me de preferencia a' legslago
    fraoceza, porqae foi all q e visivelmeoie a com-
    misso bebeo as suas ideas sobre o Imposto de pao- -**. i
    fls.-o s e iodustrias, e mesmo porque nenhuraa os-
    tra legislago sobre imposto semelhante se adapta
    laelhor s nossas circumstaoeias.
    I
    df* I
    h
    Nasxeforraas da aotiga legislago fraoceza sobre
    as patentes procurou-se sempre obter a maior
    somma de dados oo iodicios que signifi -assem a
    verdadeira importancia e valor da iudnslna oo
    proflsso qoe se quera impc. i
    Foi assim qae a lei que servio de poni de par-
    tida legisjagao actaal, a le de 217 de margo
    de 1791, teve por nico pr.nclplo regulador dn
    imposto o valor locativo; a lei do-i." bruroano an~
    oo 7.0 reooio aquella valor a cooslderagao da na
    rareza da proflsso, e em maitos casos a popula
    c) do local oode se exercia a iodustria ou prois-
    so; flaalraeote a lei de 25 de abril de 1841, len-
    oiodo todas aquellas conliges, admuie para al-
    guns casos a cooslderagao de caitos iDdicios varia-
    veis, como seja o numero e valor de in-trnmeotos
    de trabalbo, etc.
    Creio, Sr. presidente, que foi com o pensamen-
    to de imitarse esta ultima disposieo legislativa
    qae a commisso estabeleceu, qoe o imposto sa
    compor de taxas Qxas e de qu Has proporcionis.
    Embora assm se proceda actualmente em Franga
    onde a edacago do povo, o verdadeiro cooheci-
    meolo das industrias tem colloeado aquello paix na
    primeira liooa da civilisagio e portanto lud se
    preste ao fcil laogameoto do imposto, creio oo Brasil, oode a nova phase que se pretende dar
    ao imposlo de industria se pode dizer qae am
    eosaio, deve a lei offerecer mais a o calculo do valor e importancia da cada industria,
    e sobre tudo pa' evitar grande, parle do arbitrio
    que o projecto d ao execulivo, (Apoiados.)
    Nao proponho, Sr. presidente, oovos prlaeipio?,
    nem outros podem ser mais equitativos do qoe os
    da lei fraoceza de 1844 ; mas a soa applicago,
    tal qaal foi concebida pela commisso, qoe me pa-
    rece prestirse a grandes e numerosos abasos, e
    por eoasegoiote a fundadas reclamages. Nenbum
    imposto, Sr. presideBte, tem dado logar em Frao-
    ea a maior somma de reolamages do que o im-
    posto qoe ora diseutima.
    {Continmr-te-ka.)
    TYP. DO DIARIO-RU DAS CRUZBS N. 44.
    _--

    immmmt*
    ILEGJVEL,
    mmmmmmmmmmam


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