Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:11378


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Full Text

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ANNO XLM. NUMERO 221.
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PARA A ClPITlL, JE Ll'BlMI OIVDE 0 NA PA*i-V PO
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-seis ditos iiem.. .i ,
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QUINTA FEIRA 26 DE SETEMBRO DE 1867.
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Por seis 4itM ideo. i.- .. ..
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lENGARR^ADOS PA^grtftftr,
Parahyba,*'*- AJrtoflto AltaMttfrMfiWlflna;
Natal, o Sr. Amonio ManjosjU'BilTa; Arjeaty,
or. A, de Lomo Braga,; Osafi.^o^rr, *-
os de bliveira ; f ara, os Srs. Gerardo
Alves & Filhes ; Amazonas, o Sr. Jer
Cosa; Alagwas.o Sr.'FraBrfoo favari'
Babia, o Sr. Jos Mariins Alves; Rio
o Sr. Jos Ribelro Gaspaflnho.
--------------*----------

.
Serlohaem, Ro Fokbo, TaBraidar, Una, Baii-
' rriras, A6a:Prtta a'J?*epBi, iras 4^'
:)(flW%rl ,ei I. *b toa oy ioq OC
V Bit
-' W1IT;A,'*KWsB*TATRTAr. f
Otiada, Cabe, Brtar e estafes di ra farrea at
' A(|fw1Yerti. Uparass e Govaona-tf $an*
Sato Ka*
-sUtio.A
lno'JltAH>o^ wfcaHlH^Wfcwof Bre'jof'Pfesfqa'lfa;
Il3eira, Flocejklla BeJJa. .Cabrobj}, Boj-ViV,
ta, Oaflyy MtfvHKMa9#leli _
AUDIENCIAS DOS TRIBUNJ0 AtCAPlTAL.
Tribun
Rea
0q7.1 ,i.i, : V
roa o)i jaiiA *zaa3iw^ wns ^pmmmds
Prirnelra ira do c
65750
184500
2ft250
270000

iiilj

PAUTE miSM
mil
tu e
HlM*TIIO i>oh \i:<.oi f0*
KSTHA\<.;ilAOV
CIRCULAR. ".*!
Rio de Janeiro, 6'de setembro de 1867.
Illm. Exm. Sr. Commumco a V. Eio.
que', no dia 23 de maio do erren te anno,
assignei com S. Exc. o Sr. Jos de Vascon-
cellos e Souza, enviado extraordinario e mi-
nistro plenipotenciario de sua magestade
fiJelissima uesta corle, >im accordo para a
execuco do art. 13a da coaveacSo consalar
celebrada m 4 de abril de 1833, e.itre o
Brasil e Portugal. t. ,
Est- accordo. destinado a resolver a ques-
tao de attribuicoes consulares, pendente
atre os goveroos dos dous paies, est por
lies approwado, e -foi promulgado .qq.-Uh
perio por .decreto n. 3935 de 21 de agos-
to ultimo ; mas, segundo foi estipulado. n5o
comecar a ter execacao seao do Io do
prximo futaro mez de outubro em diante.
A' sua negociacSo servio de base a decla-
rago interpretativa concluida com a Franca
m 2i de julbo de 1866, e- as clausulas
desso ajusteapenas sotreram modidcaces
que n5o asateram em sua substancia.
No recenPcto internacional, assim como
no anterior.Toi a inlerveucao consular al-
miUiJacoqjp auxiliar da acco das autori-
Klades locad Terifica-se nos casos em que
convm collottir sob a protecc5o especial dos
cnsules os interesses dj seus nacionaes
directamente empeahado*' aa beranca; e
est-graduada* na propor^ao de taes interes-
ses : n5o appapc^por^tanto, se elles nao
existem; exclusiva, qaando com elles nao
concorrem outros de njicionalidade diversa ;
e se concorrem, eieriiia conjunctamaote
com a ccao do representante legal desses
outros interesses.
Para garantir a efficaci da sua intern-
elo tem o cnsul, nao s a faculdade de
praticar actos tendentes coaservago, apro
veitamento e apuracSo da beranca, mas
tambern o direito de representada em todas
as questes que sobre ella forem movidas
perante os tribunaes do paiz.
Por outro lado pertencem autoridade
local todos os actos .que tem po:- flm garan-
tir e decidir a final os direilos envolvidos
na beranga.
Em todos esses pontos essenciaes da
questao ba parfeita concordancia entre o
accordo o a declaracao interpretativa.
As differencas consistem em ter o accor-
do definido por outra forma as circumstan-
cias que determinam a intervengo consular;
em ter enumerado com maior iodiyiduacao
os actos compreheodidos as attribuicoes
respectivas das autoridades locaes e dos func-
cionarios consulares ; e em ter indicado o
modo pratico de combinar a aeco daquellas
autoridades com a desses fuuccionarios,
para que mais fcilmente consigam estabe-
.Cora a ruMica de: SuaiMtgestade o.Im-
" ".or.J*lfi*nW -Goelbe TteS Albu-
jae'' *'r'^r:'' u iiii c
9$lima' 9 tocV iM'ffiy&te
convenci consular celebrada em.iude
abrtl'de 1863 entre o Brasil PftHuMI.
Hivenl9 a ^pplicacao do art. 13* ^da con-
venci-consular de 4 de abril "de 1863,
orignalo conflictos de attribuicoes entre as
autoridades locaes do Brasil e os funciona-
rios consulares de Portugal, o governo de
Sua Magestude o Imperador d-b Brasil e o
de sua magestade fldelissima o rei de Por-
iogal, animados' de igual desejo de por ter-
mo a esses confuidos, resolvern regular
de commum accordo a execuci1 4oijftado
artigo, e para "esse fim os abalsb Bsgna-
dos: ^ J -n
^ Antonio Cpelho de S e AJbuqudrtrae?
ministrp e secr'etarjo le .st'ad. UQ^ftegocips
estrangeiros de Sua Magestade o Imperador
do Brasil ;-e.......; ie
Jos de Vasconcellos e Souza, enriaVex-
traodinario e ministro. ;)lQnipota_ciarip{de
sua magestade fldelissima e rei de Portugal
junto de Sua- Magestade- o Imperador do
Brasil :
Competentemente aujorisados pelos seu
respectivos plenos poderes, cuja boa devida
forma foi mutuamaBtereeonbeolda, convie-
ram nos seguintes paragraphos :
% i" No caso de morte de um subdito
portuguez no Imperio do Brasil, as autori-
dades dosaes.competentes dever5o immedia-
tmente avisar aos fanecionarios consulares:
cnsules geraes, consoles, vice-consules, ou
agentes consulares, em cojo districto oceor-
rer o fallecimento, e por sua parle esses
funecionarios, se forem os primeiros a sa-
ber do fado, deverJo dar o mesmo aviso s
autoridades locaes.
Io Smpre que o fallecimento acontecer
em localidade onde nao baja funecionario
consular da nicionalidado do finado, a au-
toridade local competente assim o partici-
par immediatamente ao governo imperial
por intermedio da presidencia da respecti-
va provincia, consignando na sua participa-
cao todos os esclarecimentos que bouyer
colhiio sobre o caso e suas circumstancias.
A presidencia da provincia transmitir nos
WUU4 C.
cirel: itTf as sextas ao meio
'Se&Tara do irtl : qnarUs e sabad.s
acra da tarde, y 3y-f .
EPUE^ERIDES D0-*#D$RIBERO
&****. a \f .3fr*oW*o i
3 Lo* clMia as 9 h. e 41 J.-M3T,., ,
n La nm ar8 h. e W6.
13
das da semana.
23 Segimda. S. Lno p. ib., S. Tocia m.
4 Terca. S. Tjrso ip., S. Geraldo b. m,
3to Qjarta. S. JujIO' v. rn., S. Senador m.
ib Qalota. S. Cenlas, S. Kirraiao b.
17 Seta. S>. Costee e DatDiio irs. mm.
28 Sabbado. S. \v*eacelaa duque mooee.
9 Dpoogo. MgeJ Arcaaojo, S. PlaeHo.
PREArfAR DE HOJE.
Piimeira as 6 bofas e 30 m. 4a tarda.
Segunda as 0 Horas e 34 minntos da manhia.
PARTIDA DOS VAPORES COsTElROS.
Para o sol at Alattoas a 14 -30; para o noru
at a GraDja a IS e JO de cada mez; para Fer-
nando nos das 14 dos metes Janeiro, marco, nuii)
julbo, setembro e novembro.
nb
01 ffb eik i-ib Mff.
nbem, em presenct da oomr
os que bouyej
rio consula'r.-rt
2. Fazer'fe.
ptente (iQtoritt^'.lpeil,. se es*] otenaer
que dve comparecer, e de duas testemu-
bb'* idneas, o iofetrio de tod3 os beas
e obje'ctos possuidos pelo defunto.
JfJ'-T'elo qne diz respeito dupla ope-
ratao'-da- posi^o dos sellos, que dever
effectuar-seno male curtoprazo, e do inven-
tario, o funccionario'consular^portugilez fi-
zS, de accordrj com a atoriaade local, o
dia e ora em que ambas estas operaces
devera ter lujar ; o aviso do fanccionario
consular autoridadser fiili^tfll mwipto
e esta aecus^r a recepcio. Seautoridade
local nSo comparecer apezar do confite que
lbe tivBT Bido'fein, o fdnccioWio"coTBUlar
prqceder, sm dem ira, nem segunde aviso,
s supracitadas operac5eS t, i'
#o4. Ossejlus duido*' postas peto funecio-
nario consular epla aulbtidade local sd r5o levantados de "commum accordo, To^
3T3S^Sr^*fe devolvido* pd|
i Uto lisiad) da sentenji e ca ctlodapartilha.
autoridade local com
- "* O fuoccio arib'consular no'pod-
r fazer entrega da heraqca, ou do.seupfo-
dueto'osiegitimos herdeiros oa ao3 seus
procuradores, seoo depois de pagas todas
s dividas que o defunto tiver contrabido no
paiz, e* depois de bate* decorrido omanoo
da da^a ^9 fallecimento sam que se tenba
apresentado reclamaclo alguma contra a be-
ranca. ''_'' -
Dever antes de qualquer distribuic5o aos
berdoiro8 do producto da beranca, pagar os
direitos estabelecidos pelas leis do paiz sobre
a IrtsmissiJo das herancas
| *0. Nos casos em que a administraco
e H^bidaco se izerera em commum, nos
tercos do 2., pelo funccionrio consular
e l'twe. ou o cabeca de casal,, ou o testa-
mMeiro, ou o representante legal dos me-
eiW'ausentes ou incapazes, cujos interesses
n5e estiverem sob a proteceo do funeciona-
rio^onsular, todos os actos de-apposicSo de
davia, se "oTuncdoad'o"coljs^ dBixaf derHj|ps, inventario, administraco e liquida-
correr'qu'inz dias sem chamara autoridade c5fcdever5o ser fertos em commum, pro-
do o funecionario consular e a viuva,
5' batalho de infant ria.
Alfares.AnMnio Maooel Ribeiro. ocapar do
ser vico activo.
6* batalbo de iofanlana.
Gjarda.Emilio Antonio Goocalves Lima.Inca-
paz dolmen activo; _
7a batalbo de infantaria.
Guara.Barnardioo Jjs Carlos.locapaz do ser-
vijo activo
8" balalhio de infamarla.
, '!] iiimnii.t--------~--------------
sucesstvamentepOT'dligencia-'do juiz erri-
torifl,vidB^treJ'e;m tres mezes, nos j'ofnaes do
lugar m que sccssao se houver aberto, j
e nos da capital do paiz. Estes annuncios
deveraT) conter os nomes e a'ppellidos do
'defunto,'o logar e data do su nascimento,'
s,e forem conbecidos, a prfissao que exercia.!
a data e lugar de sua morte. Annuncios se-'
melbantes serSo publicados, .diligencia do Alferes.-Antooio Felli Pereira.-racapaz do ser-
' vico activo.
4* batalhodo.mnniciDiJ de Seriohaem^^
Tenente. -Joo FlorentinoCivalcanti de Albnejor-
qoe.locapaz do.s'ervigo activa
Sebasti-j Lope* ffaimxr&es. Commandante su-
perior interino.
COHHASDO DAS AURAS.
Qiarlel general do cnrmtndo das armas de Per-
namliueo, na eidale d) Recife, 23 de setem-
bro de 1867.
ORDEM DO DA N.-381.
Obri?adairo commandaote das arra^s dutermina
que seja incluido no deposito dos reerntas, onde
passa a fuer servico.o Sr. alfares aggregado a ar-
tregar entao fazonda publica todos OS Ob- ma do lfaoiaria Lulz Jos d* Soaza, qae se acha
jectos e valores provenientes da beranca. A nesta provinca.
ou'frcabeca de casal, ou o testamenteiro,
bbt o representante legal dos ditos menores
at^a pirtilha definitiva, como dotWWiquida-
dores encarregados da liquidacao da mes-
ma'flociedde; neabumvuAlobrfga Sr^a-
liosi,>b?lo^esiiver retettWii'Jdas duas a-
signaturas.
1L1 Sditbfevieralguma qaestioi-qner
entre^'co-tl*dbro5/quw eftoi hrdei-
ros, terceS-da qteft'ilglr.com direito
contra a berancal Hri^oestao. dever ser
devolvida aos triboaaes competentes, figu-
windo o funceletario consolar, nos casos em
q*eadministl**)os termos do 2.?v;corao
representani dfepanca. Prqferte ojul-
gamehto, defSr o funecionario cWfnilar exe-
cata-lo.'sd^o tiver por conveniente appel-
fcir on seas partes seno bouverem accom-
modado amigavelmentd, proseguindo depoisil
de plano, na liquidarlo: qae fiavia sido sus>j
'JW*. seaguardava aidecisi *o tribuna.
juiz territorial, por intermedio do consuUio
brasileiro em Lisboa, nos joroaes da cidada
mais vizinha do lugar do nascimento do de-
funto. O funecionario coisular proceder
administraco e liquidado da beranca, se-
gn lo as regras eslabelecidas n presente
accordo. Se, passados dous annos, conta-
dos, do falle 'ment, nao se tiver apresenta-
do nem herdeiro, nem conjugo, quer pes-
soalmente. quer por procurador, o juiz ter-
ritorial ordenar por urna seotenca, que ser
intimada ao funesionario consular, a entre-
ga ao Estado. O funecionario consular en-
loca: para levantar os sellos, esta lbe pedir
por escripto que fixe dia e hora em que esta
bpetacSo dever ter lagar, e elle accusir
recepcio: se o fanecionario consular nSo
responder no termo de oito dias,, a autori-
dade local proceder sem demora ao levn-
tamanto dos salios e ao inventario. Se, po-
roMendo sidofixadode commum accordo
dia e hora, para o levantamento dos duplos
sellos, njtrrcoTJiparecer a auloTidide local, o
funecionario'consular marcar o prazo de
oito dia- para aqulla' operaco e assim o
communic jr por escripto autoridade lo-
cal, e, se esta, teodo recebido o aviso, de;-
xar ainda de comparecer, proceder, no oi-
tavo dia sem mais demora, os- actos de que
se trata. > &t'
- 2. O funecionario consular, lavrar ter-
mos dos actos de posico'e levantameato
dos sellos e do invntaUoinevdeases termos
remetiera copia autbentloa dentro do pra'.o
de quatro dias autorMade )*cal conape- .
tente. Os trmosujerarj asignados tan*BiiJ-?'|l 12. Se ao lempo -do fstlecmenlo. os
pela autoridade local, se'^uverem aub>; bs ou parte dos 1oens de urna beranca,
vrados em sua presanca. ,' >. msj'tojli adniHBistragSoieliquidagepertencamao
5. A autoridade local a unicr can* ftrtccionario consolar, nos tT*oe do 2.,
me'smos termos sem demora esta partici-' ptente para .proceder abertura do testa- s^acbarein embargados, penboEados oa
ment : mas deste e dp termo de abertura ^questrados, ofuncciortwconwternaojn-
dever dar tk?h*uthealico ao funecio- der tomar posse dos/(tS' Leos, antes do
nario conioB'/^debWTdo Trrazo de quatro; 1#vantameato do embargo, peaboxa oase-
dias. '-. ~i C.tu! ta o' testro. O fuaoe^wio ceiwnlMer* o di-
i. k+toMMW+tsfpmtfte dos seibos; ou feiW5-ser ormdo, de veta*MajctmeA-
fettura do in-vent^rio, o funecionario consu-' te com o tutor ou curador n* observancia
adininislraco di fazenda publica tomar
posse della, ficando obrigada a dar conta
aos herdeiros ou conjuges, que possam de-
pois apparecer, em. conformiiade com alei
do paiz.
17. Os cnsules geraes, e .vice-consules
pjdero, nos casos de iotervehcao, taato
exclusiva como coajuocta, d|8gar todos ou
parte das attribuicoes de aduiinistracs e de
liquidaco,que ibes compt^taf. nos termos
dos paragraphos anteced^te^,:' e o> agen-1
tes ou delegados, que soja fna responsabi- j
lilade nomearem para ^representa -los, pro-i
cederlo dentro dos limites dos poderes que
Ibes forem conferidos; mas nao go>ar3o de,,
nenhum dos privilegios, nem das imcnuni-'
dades concedidas aos funcionarios consola-*!
( Assignado) Joaquim Jos Gonfahxs
Fontes.
Est conforme. Emiliano Erne$lo de
Mello Tamborim, tenente ajudante de ordens
eacarregado do detalhe.
PEHNaiflBUCO
REVISTA DIARIA
Acha-se designado o dia de ootubro vio-
dooro para o concorso s cadeiras vagas do sexo
femioioo em numero de 16.
Hoje tem lugar, perante a jauta da fizenda
proviucial, a arrematafao da fornect-oent) de ali-
meotacao, e dietas aos presos pobfeda casa da
delenco.
Igoalm^nte tem lagar boje a arrematado da
obra de lo* ra-tros correntes de calg-meato no 5*
anco da,*trada do Cabo, oreada em 1:411 jlzOO
O Iostiiut 1 Arcbqologico e Geograpbico tvr-
pac3o ao funecionario consular do districto.
No entanto a autoridade local proceder
na forma da lei do pajz, a posico dos
sellos, ao inventario dos bens e aos actos
subsequentes do processo1 al cbgada do
funecionario consular, o qual, depois de ve-
nfiesdo, segundo as circumstancias, o seu
direito de intervtr, proseguir na liquidacao
se nao estiver terminada, e, em contrario,
receber da autoridade local a parte do es-
polio que restar da liquidacao.
2. O funecionario consular mandar *an-
nunciar o fallecimento em um dos jornaes
do seu districto, inserindo no a muncio es
esclarecimentos que possam aproveitar aos
berdeiros do espolio. Se n3o houver jornal
cer entre si a harmona e mutua cojanca { ^
de que depende o resultado fiaal e sattsfic-
torio a que devem ebegar.
Em summa, as clausulas do accordo re-
produzem as da declaracao interpretativa,
ou as desenvolvem.
Prescindilo, por esse motivo, de mais
ampias explicacoes, transmuto aqui juntos a
V. Exc. exemplares impressos do dito ac-
cordo e do decreto queopromulgoas'a-sim
orno da correspondencia que, antes e de-
pois de sua celebraos, troquei com S. Exc.
o Sr. ministro de Portugal, e do protocollo
com queSoi a sua discusso encerrada,^,
Esses impressos deverao ser distribuidos
pelas autoridades dessa provincia encarre-
gadas da execuco do referido accordo.
Por ultimo recommendarei muito particu-
larmente a V. Exc. que faca constar aquellas
autoridades que o governo imperial espera
de sua illustragao e zelo pelo ser vico publi-
co, que empeubarSo os maiores esforcos
para manter as suas relacoes com os fune-
cionarios consolares de Portugal no mais
perfeito estado de harmona e boa iutslli-
gencia.
Reitere a V. Exc. as seguranzas de mt-
nba perfeita estima e distincta considerado.
A S. Exc. o Sr. presidente da provincia
de.. .Antonio Coelho de S e Albuquer-
que..
m : iiitu -
Decreto n. 393U Se 21 de agosto de 1867.
Promulga o accordo assignado na cidide do
Rio de Janeiro em 23 de maio do cor-
taos affixados nos lugares mais pblicos.
2. A intervencao dos funecionarios
consulares de Portugal na arrecadago das
herancas de seus nacionaes fallecidos no Bra-
sil se realisar, dadas as circumstancias e
observadas as regras seguintes:..
1. Quando um subdito portuguez falle-
cido no Brasil nao tiver deixado berdeiros
de sua nacionalidade, eu quanao com her-
deiros portuguezes maiores, presentes e ca-
pazes, concorrerem herdeiros menores, au-
sentes ou incapazes que nao sejam portugue-
zes, o funecionario consular portuguez nao
intervir.
2." Quaodo entre os herdeiros do subdito
portuguez, fallecido do Brasil, houver um
ou mais p -togoezes menores, ausentes ou
incapazes, ter o funecionario consular a ad-
ministraco exclusiva da beranca, se nao
houver testamenteiro, nem herdeiros de na-
c onalidade diversa da do fioado, entre os
qoaes baja ou viuva, ou herdeiro que possa
e deva licar oa posse e cabeca do casal, ou
menores, ausentes ou incapazes.
lar acbar um tltamento, descrever a ma
exterior delle no termo que deve lavrar, e
rubricar .perante as partes interessadas e,
presentes, o pora debajxo de sello, e dar
parte ao juiz territorial competente para qu-1
elle abra o testamento, segundo as formas
legaes
2. Se o testamento do delunto estiver
depositado no consulado, o funecionario con-
sular prom iver a sua abertura pelo juiz ter-
ritorial.
3. As questes de validade do testa-
mento serao submettidas aos juizes compe-
tentes.
6. Quando tiw luar a nomeaco de
am tutor, ou de um curador, o funecionario
consular promover, se por outro modo nao
estiver providenciado, a mesma nomeaco
pela autoridade local competente.
7." O funecionario consular nos casos
em que, nos termos do 2., -lbe compete
excesivamente a administraco e liquidacao
das herancas, dever:
1.a Arrecadar e conservar em sua guarda
todos os bens perteucentes ao espolio, tanto
movis como immoveis (representados pelos
respectivos ttulos), eos semoventes.
2. Promover de conformidade com as
leise usos do'pai a venda delodoDs bens
movis da beranca, que forem de fcil de-
teriorado ou que nao se possam guardar sem
perigo ou grande despeza, bem como das
res pela convenci de 4 de abril de 1863.
18. Osjoerdeiros, se forem lo los maio-''
ees, presentes e da nacin didade do fioado, J DMI)bocano -UOcciooa hoja em seso"ordinaria, Da
podero, de COamum axordo, enearregar O tordem de cujos trabalhos esta' inscrita a leitara da
funecionario consular de sua nac3o de ad- memoria pelo socio eft.-ctivo o Rvro. Sr. padre mes-
ministrar, liquidar e mesmo partithar os bens ,re Luw- .
riAoranfi u P a hAranri rnnnrphpn- A rremalagao da obra do oiwlamento e cal-
da heranci. Mas, sea neranca conprenen (- n|0 da es(rida dd Caianga deve ser eflactoada
der immoveis situados nfl paiz, ser chama-: 0 dia 3 de ootanro prximo.
do'dm tabelliSo oa escrivao competente do i Pe|0 goTarno do bi?pado recommendado aos
logar para asflStir ao acto de pa tilba ami- reverendos vlgarlos, que provejam as respectivas
cave!, e assigna lo com O funecionario con- parchias dos santos leos, de qne se acha a caibB-
...i-. w ^- a n.u;,i.,4n 1 dral'abast-ilda, onde mandarao recebe-los sem de-
suter sob pena de noli dade. cesse 0 uso d0 antig0 oleo sagra.
O funecionario COOSOlar respectivo tera ; dn, segundo ordenado pela constiloi{ao dioce-
alm disto o direito de receber em sua chan- gana.
3." Se com um ou mais herdeiros portu-
guezes menores ausentes ou incapazes bou-
ver ao mesmo tempe, qur um lestameotei-
ro, qur berdeiros de diversa nacionalidade
da do fioado, entregos quaes baja on viuva,
ou herdeiro que pela lei possa e deva ficar
na posse e cabera do casal, ou um ou mais
herdeiros menores, ausentes ou incapazes, o
das formalidades lgaos, e, se a execuco se
effectuar, receber o'remanescente do pro-
ducto da venda. Se durante a liquidacao
K* pelo funecionario consular, nos termos
do 2.V sobrevief-um embwgo, penbora
ou sequestro dos bensjt ou parle dos bens
da dita beranca o fuoccioifaTio consular ser
nomeado guarda ou depositario dos bens
embargados, peobo ados ou sequestrados.
13.0 fu xcionario consular, anda mes-
mo no caso em queo| t: lbe concede a
faculdade de nter vi r as herancas de seus
nacionaes, nao poder por sellos nem inven-
tariar os bens de seus nacionaes fallecidos
depois de baverem sido declara los fallidos.
A administraco desses bens sero feitas con-
forme as leis especiaes do paiz.
Fica entendido que o funecionario consu-
lar conserva sempre o direito de velar, a bem
dos menores, auseute', ou incapazes, e com
os tutores ou curadores, em que sejam jpre-
enehidas as formalidades exigidas pela le.
14. O funecionario consular, mesmo no
caso em que o 2 lhe concede a faculdade
de intervir as herancas de seus nacionaes,
nao poder por sellos, inventariar, admijis-
trar, nem liquidar os bens de um seu naci
nal, que pertencer a urna sociedaie commer-
cial. Ser obrigado neste ponto a se con-
formar, quer com as disposices especiaes
estipuladas no contrato de sociedade, quer
com as regras establecidas pela lei commer-
reate anno, por parte do Brasil e de Por- funecionario consular portuguez a iministra-
tugal, para regulara execuco do art. 13, r a beranca conjuncUmente com a dita viu-
da convengo consular celebrada entre os va, ou dito cabeca do casal, ou dito Mu-
dos paizes em 4 de abril d 1863. menteiro, ou o representante legal dos ditos
l^?lwe C0QCW'ian e assignado nesta menores, ausentes ou incapazes.
corte JaP53 de maio do corrente anno,1 4. Fica entendido que os herdeiros me-
ntre o'mTf ministr e secretario de estado ores nascidos o Bxasil de pais portuguezes
dos negocios estrangeros e o enviado ex- ser applicado o estado' civil de seu pai at
traordmano e ministro pleoipoteociario de sua maieridade, deconformdade^cem a lei
sua mageslade fldelissima o rei de Portu- de 10 de setembrode 1360, em refcproei-
gal, um aciioW\ para, a execuco do art. dade da faculdade qdetetao os funecionarios
1 da convencao consu'ar celebrada entre consolares do Brasil em Portugal *dfl' admi-
o Brasil e Portugal em 4 de abril de 1863, nistrar e liquidar as herancas de seus na-
e promulgad 1 pelo decreto n. 3145 de 27 cionaes em casos anlogos.
de agosto do mesmo anno, hei.por bem 5. Fica igualmente entendido que os le-
mandar que as disposices do referido ac- gatarios univereaes, ou por titulo' universal,
cordo, qne com este baixa, sejam, do Io de sli equiparades aos herdeiros.
outubro do correte anno em diante, ob-; S 3-B O funecionario consular nos casos
servadas e cumpridas, como se contidas fos- em que, nos termos do paragrapho antece-
semnoart. 13" da citada convencao. i dente, tiver de intervir exclusivamente, de-
Aotonio Coelho de S e Alboquerqoe, ver:
dVmeu cooselbo, nwnistco e secretario de 1." Por sellos, qur e-o{icio, qur a re-
estado dos negocios estrangeros, assim o qnerimento das partes in'.eressadas, em toda
tenba entendido e fac 'execatar coraos des- a mobHia e papis do defunto prevenindo
pachos necessarios. Patacio do Rto de Ja- com-antedipacKo a autoridade local coipe-
netro, aos 21 de agosto de 1867, 45 da tente, quu poder assistir ao acto e at se
independencia e do Imperio. I ulgar conveniente, cruzar com os seus sellos
aeces de companhias, quando nao baja no cial do paiz. Se a sociedade continuar de-
' pois da morte do soeio, o funcionario con-
guiar receber para os herdeiros as partes
dos lucros que Ihes couberem; se a socie-
dade for dissolvida por morte do dito socio,
o funecionorio consular deix'ar liquidar a
sociedade por quem competir, e receber
smente a parte liq3ida que pertencer ditaj
heranca.
Fjca entendido que, nos casos previstos
pelo presente paragrapho e pelos dous pre-
cedentes, o funecionario consular tem sm-
pre o direito de velar, a ben dos menores,
ausentes ou incapazes, no cumprim;nto das
formalidades legaes.
15. A superveniencia de herdeiros maio-
res e capazos durante a liquidacao, comecada
pelo funecionario consular, nos termos do
espolio dmbiro para fazer as entradas, ou'
quando a sua conservado nao convenhapelo
risco immineote de depreciacao-
3. Tratar da conservado e melhor apro
veitamento dos bens, cuja alienaco nao deva
ser feita, ou tenba de ser demorada no n-
ter esse da beranca. >
4." Cobrar qur amigavelmente, qur ju-
dicialmente as rendas, alugueis, dividendos
de acc5es, juros de cap taes mutuados e
quaesquer outros rendimentos e quantas
devidas ao espolio, a vencidas, qur antes,
qur depois da data d) fallecimento.
5. Receber o producto da venda dos
bens movis e da dos immoveis no caso de
baver sido esta autorisada pelo juiz.
C- Liquidar a beranca, satisfazendo lodos
os seus encargos, dividas e legados, e pas-
sando quitac/ao aos devedores.
8.-A beranca, logo que estiver liquida-
da, ser dividida entre os berdeiros, de con-
formidad com a parlilha que ser feita pelo
juiz competente, no qual nomear, se hou-
ver lugar, peritos para a avaliaco dos bens,
formaco dos quinhoes e designado das,
tornas. -V .
1. Emcaso nenhum o funecionario con-
sular ser juiz das contestacens relativas aos
direitos dos berdeiros, coltacSes heranca,
legitima etrea. Estas"coatestacSes serlo
submettidas aos tribunaes competentes
autoridade local que tiver de proceder
parlilha urna demonstracSo completa do li-
quido da beranca, aeompanhada dos docu-
mentos relativos aoi actos de sua adminis-
traco e liquidaoes. Depois de proferida a
senteno de parlilha, serlo aquellos docu*
celiaria, a requeriment) de todas as partes
interessadas, qualquer acto de parlilha' ami-
ga vel de beranca de seus nacionaes, entre
herdeiros tolos maiores, presentes e capa-
zes, embora entre elles haja subditos do paiz
de sua residencia, comhnto que os b'ons da
heranca estejam situados no territorio da sua
nacao.
Os traslados destes actos de partilhas,
devida mente legalisados pelo funecionario
conslar.-tarao em juizo perante todos os
tribunaes, juizes e autoridades do Brasil e
de Portugal, e tero respectivamente a mes-
ma forca e valor que teriim. se fossem pas-
sados por tabelliaes e outros escrives com-
petentes do paiz, urna vez que .esses actos
sejam lavrados conforme as leis do Estado a
que o funecionario consular pertencer, e te-
nbam sido submettidos previamente s for-
maidades de sello, registro e insinuaco, e
a quaesquer outras que regem a materia no
paiz em que o acto da partilba deve ser exe-
cutado.
I 19. Tudo quanto nos diversos paragra-
phos do presente acord fica estipulado para
o caso de fallecimento de um subdito portu-
guez do Imperio do Brasil, ter reciproca ap-
plicaco ao caso de fallecimento de um sub-
dito brasilero em Portugal.
Tal a forma por que os governos d
Brasil e Portugal resolveram de commum
accordo regular aexecuco do art. 13 da
convencao eonsular d; 4 de abril de 1863,
e que de ora em diaote servir de norma
na applicaco do diio artigo.
Em f do que, os abaixo assignado firma-
ra m o presente accordo feito em duplcala,
enelle puzeram o selladas suas armas.
Rio de Jaoeiro, em 23 de maio de 1867.
L. S. Antonio Coelho de S e Albnquer-
que.L. S.Jos de Vasconcellos e Souza.
Dj ordem da S. Exc. o Sr. presidente da
provincia, acba se o Sr. teneite do corpo proviso-
rio de polica Carlos Angosto de Barros Lima em
coadjuvagao no deposito de voluntarios ao Sr. ca-
p:to Hippolyto da Silva.
O Sr. Vieenta de Moraes Mello, professor da
aola pratica da Escola Normal, com o lonvavel e
patritico empenho de coadjuvar as despeas da
guerra, acaba de offarecer seis por cento dos seus
vencimentos para tal fim.
E>tS aberta a con.-urreneia para a oofeecio
da estatistita da provincia, na coDformidade da lei
o. 773, d'este anno, e segundo as bases apresenta-
diS pela presidencia.
As proponas de*:em ser fe'tas em carta fechada,
I e sero abenas no da 8 de outub-o prozimo, ao
meio dia, em presenga de todos os concurrentes.
Na paniicacao a pedido bontem publicada
oeste Diarto sobre a assigbalura de Amancio Go-
dofrerto Lucas, onde Id-se Recife, 2 de feterabro
de 1867 deve dizer-se Recife, 23 de setembro ds
1867.
Communieam-nos o seguinte :
S'gunda-feira 30 do corrente, sero encerrad s,
na igreja da Sima Cruz, os exercicios que all tcem
sido consagrados tod 1 e 2.', no faz cessar os poderes do fune-
cionario consolar, senao quando nlo houver
mais um s incapaz ou ausente entre os
berdeiros, por cujo interesse elle intervinha;
se os ditos nerdeiros se tornarem todos maio-
res e calazos antes de Onda a liquidacSo, e
se elles se apresentarem todos, quer em pes-
soa, quer por procuraderes, ser o funecio-
nario consular obrigado a entregar-Ibes to-
da a liquidadlo.
16. Sea beranca de um subdito por-
tuguez, fallecido ab inUstado no Brasil, se
tornar vaga,, islo se nlo houver nem con-
jugo sobrevivente, nem herdeiro em grao
soccessivel, essa heranca, tanto m'ovel como
immovel, dever ser devolvida fazeqda pu-
Dlica de Brasil.
Depois da apposico dos sellos, o juiz ter-
ritorial exigirdo funecionario consular em
nome do Esta lo o iaventario dos bens do
defunto. Tres annuncios serlo publicados u auno
COIflANDO SUPERIOR.
Qmrtel do colimando superior interino da guarda
nacional do manicipio do Recife, 24 de setm-
Itro de 1867.
ORDEM DO DIA N. 38.
Publico, para conhecimeoto da guarda nacional sob
meu iDterioo commapdo, os pareceres que a jun-
ta medica, na inspecQo de sale a que se pro*
ceden na secretaria do commando superior, deu
a respeito dos Srs. offlelaes e pravas abaixo men-
cionadas :
2* esqoadrio de eavallaria
Guarda.Joaquim Rodrigaes da Silva.Ineapaz
do ser vico activo.
1* balalho de infamara.
Alferes.Victorino Jos de Souza Travassos.-Io-
caz do servigo activo. Maximino da Silva Gus-
mo.Tres mezes de licenga.
2a batalbo de infamara.
Teneote.Joo Cesar Caalcanti da Alboquerqoe.
Gaarda.'Jo*o Maooel do Nascimento.Incapazes
do servico activo. (
3a batalbo de infamara.
Guardas.Antonio Francisco de Aquino Funseca e
Janoarlo Jos de Souza.Incapazes do servigo
activo.
4* batalbo de infamara.
Gaplfes.Maooel Fraociso de Carvalbo Paes de
Anrade e JosTomu Cavalcanti Pessoa.
Sargento.-Joo Pedro Bszerra de Menezes.
Guardas.-Antonio Arco-verde de Mello, Jos ino-
pes Ferreira de Mello, Claudio Jos *SJ*.0,S!'.
Llberio Anysio Machado da Paz, Alipio Jose W
lu dos Saatos e Joiquini Ignacio da U 1. w
cipazes do servlgo acitVo. Jjaqaim Jos Liu.
1 de llce?a.
sido consagrados
gem Santisslraa.
O Rvdm. Bento Schembrl, director de taes ezer
cicios, naolem poupado esforcos no iotuitj de afer-
vorar DOS corag5s* dos eis lio agradavel, quo
fecunda devoco. ja eihortaodoos pelas suas repe-
tidps predicas, j prestanio-se com o seu recouhe-
cldo lelo a quintos d&sejim chegar-se ao tribunal
da penitencia, seao por isso que temos observado
com prazero grande numero de Seis que diaria-
mente oeste mez teem (requemado a Santsima
Mesa Eucharislica.
A estes, pois, e a quintos desejam coniorrer. pa-
ra a honra e gloria da excelsa Mi de Daos, aeoai-
panhando a as suas ddres, annaqlatoos que.se-
gunda (eir 30 do correte, s 7 horas da manhaa,
tei- lugar naqnella igreja, a commonhSo gerl na
missa rezada, qocsofA celebrada com msica can-
tando se na mesm'tjcortfiio o hymno Staonl Mater,
cuja execugao ser pelo Sr. Colas Jnior. A larde,
s i horas, ser posts a adorago o Sanlissimo
Sacramento, o que offerecer aos Beis, e particu-
larmente aos associados do apostolado da oragao,
commodidade para piedosamente entrelerem aquel-
la parte da tarde em presenga do Dos S*cr?uien-
tado, cojo Saotmimo Corago todos 04 tostantes se
offirece pela salvago das almas.
A' noiie, depon da recitago di orpa das llores
ter lugar ama practica anloga, caucloindo-se o
acto pela baagodo Saotissmo Sacramento.
O Jornal do Commercio da corte, publica a
segulote informago de grande alcance para a la-
boracao da canoa :
t Esl sendo montado em ama fazenda perto aa
corte o prlmeiro apparelbo fefto para o Brasil dos
deoomiaados Concretor Fryer para a fabricagao do
assacar.
t Esta machina, pela sna slmplicidade, permu-
te ser trabajada pelos nossos pretos, e tem se-
gundo nos informara, obtido resoltados sorpren-
dentes em Antigna, onde faneelona j em eeau
consideravel. _. .-
As suas vanlagens, em resumo, sao as -egum-
tac
'Promptiacaco em acto contieno moajem da
caono de 160 a 800 arrobas de^.r viole
e quatro horas, segondo o "VU f,:V..Aa ,lo
. Rendlmento de valor pelo f J,^"J ,,S
que d entre nos a canna em aguardme, e tres
qnatro>^as, e de combustiVel, que o barg>
de canna- ,
latera. A que se acba venda
A a 39* a beneficio da igreja de Nossa Se-
nhora do Monte de Olinda, que corre segun-
da-feira 30 do corrente.
Respostas pergonus enigmticas de hoa-
tsm : ...
O appellido de homem que segae a religwo
do caiv'Mio o S*-chriiio.
MUTILADO


a i *j 11 iM '
^IfHVM^^^MW

"*
*pk
.
Ar-miDbo.
0 reptil que aeasaeio desagredavti
Cobra-dor. / _
0 metal mais escaro qae b e o Ouro preto,
A parte du corpo qae.os medico emprestas
para encaar pernas e braco a P tala.
A parte do navio en que se gaarda ..ftfjnha,
etc., etc. a R saca.
A interjelco qae animal daaaaetieo 4o
Ta-eao.
O elemento sobre ja* os padres celebran) a
missa a Ar-ara.
o general bespaobot que existe no baralbe
de cartaa o Primas.
A nossa parela e.ne titulo boaonflce para
as seoboraa Prima dona.
Ourras pergenias :
Qaal o adverbio de lagar qae hora me-
aor do breviario t
Qual a nota de mnslca onde o gado se ali-
menta ?
_ Qual o instrumento de barbeiro qae se dan-
sa do matto T
Qual o ingrediente de costana qae (ai par-
te do sorpo T
Qaal o arqojo do mar qae neeessane a
quem qoer lomar t
Qual a Itttra do alphabelo qae se acha na
pilba elctrica V
Qual a substancia aeriforme que prono-
me pessoal t
Qual a parte do corpo que liba as pro-
ximidades do Recife?
Qual dos empregados da alfandega maior
qae os entres?
Qual a parte do eordio do frade qae se ac-
cende 1
Qual a coma empregada as vestimentas
qae subdtvbam da arvore^
Qual .anotade msica qae 6'iaimiga do
rato ?
Hoje (26) effectda o acehu Pinto o leilao dos
movis dos Srs. Goodri&b & Hjnah, pbotograptios
americaous, a' roa Nova a. 52 primeiro andar,
conforme se acba annancdo.
O agente Mamas (ax boje leilio de viohos,
sardionas, cooseras, ama lancha e ootros ubjec-
tos, paite dos salvados da barca hespanbola Isabel,
encalhada na i I ti a de Fernando, no armazem de
Jos da Cunba, as 11 horas.
Hoje as 11 horas se vender', a' porta da
antiga casa da Assoclacio Commercial, a casa
terrea n. 68 sita a' roa da Matrii da Boa-Vina ; o
de esquina e o ojto para a ra da Gloria ;.o
sobrado a.' 7 da roa do Padre Floriano ; e den.
47 da ra da Roda, tendo ama casa ao fundo com
a frente para a roa dos Patos, com o n. 12.
REeaRTtoo o* pouea : Extracto das par-
les do oa 2 oo setembro de 1867.
Foram recolbidus a casa de deteocao no dia 2*
do correle :
A' oraem do subdelegado de Santo Antonio,
RayiBondo, escravo de Jos Feroandes dos Santos
a requenmento defle. A' ordem do.de S. Jos, Ma-
noel liarnos Vi'anna, para"averlgoacSes em crime
de fono de.cavallos. A' ordem do_ da Boa-Vista,
Joo Manoel Augusto, -para coereceo ; e Goocalo,
escravo de Jts da Rocha Paraojios, a requeriinen-
to do correspondente deste.
O ebefe da 2' scelo,
J. G. de Mesquit.
Casa dk detescao. Movlmeuto do da 24
de setenio.
Ex i-tiara presos 300, eutnrara 4, sabio 1.
existem 3u3,:a.saaer : oacionaes 203, mulheres 5,
estrangeirts 38, mulber 1, escravos 51, escravas 3,
total 33.
Alimentados a costa dos cofres pblicos 203-
Movioieoto da enfermara do dia 25 do corrate:
Teve biixa :
Lnix, escravo de Jos Jacome Tasso.
Teve alta :
Jos Ft-iipie Santiago.
Passageiros do vapor Tocanlms, sabido para
os [ortos do norte :
Heury Gaye, I. H. Dieran**, Jos Feroandes
Lima, Peronaud Ecgelbard, Joaqun) Antonio Ca-
tanbedo e sua senhora, Paulo Jos L^une, Jo^
Manoel Vinlues, Pomiogus Enues Pereira, Juse
Servlo ae Boiges Duarque, Dwnizia (escrava) e 1
Albo libert >, Joo Gomes Basto, Hcnry Weil, An-
tooio Rodrigues da Costa, Manoel de Barros Br-
relo, Jos (oncalves Ferreira da Costa. Vicente
Goncalves Ferreira, Pedro oncalves da Caoba,
Antonio Pinto Moreira, Jos Ptres da Cosiaj Am-
brosio Das da Cosa, Joaqun) Francisco da Silva
Jnior, Samuel Weil, Mayer Rut, k, Antonio Bep-
to Moraes, Antoulo dos Sautos, Francisco Titeo-
phllo da Ro ha Beierra, Fraudsco Q eto Toscaoo
deBrito, Francisco Tavares Pessoa de Aiujote-
MftrW PwuAue;r Quinta icfra, 26 e HtUmbro de 1867.
O elemento ,. 6provincia.to, AuWgal*> 4^***,^ de *acei teetn recomatadido para a
Gnaba Pereira Bellrio, prsente, Hrmw", Plnio
de Borba (Cwalcanti) aojeute ao-Joto Frlsclaoo
de Vaiconcellos, adyogados.Dr. Ermirio Cesar Coo-
tinb, bacbarel Manoel BaraU de Olivera Mello.
Miooerde-Mado.. .....^ ,Wfl,B'
Notarse no ?ndi{aria grande ancledade, qae nao
arador.
Vira gefm cote em sessao anterior11
Em frente as anellas .do edificio formigam mo-
leques avitfos procuraoo descubrir algurm cousa,
e agltaorio coapridat e fluetuames rabos de pa-
pel I De repente os moleqaes correm para jante
das janellas, dixendo risonbos :Afti.vem..... Ahi
vera...... Todos se voflam; entra Kermes vesti-
do de ganga calca amarella chapeo de maoilba
(Afonso>curvade sobre o barce-dtrerto, qoe abarca
manos Irvros: sea pisar 6 cadente, elle's olha
para ot ps.
Os trabalhos segaem o earso ordinario, vai Her-
mes fallar; es avisos vam.
Hermes {>ede a palavra (rebollgo geral, riso e
lencos braBcos) Hermes sacode se, como se estive-
ra cAdco: oiba em voWa de si, e rompe em dispa-
rates : os moloques fra do edificio dlxem basi-
mo. Nao ba dovida n prego o rabo no bi-
cho l
Hermes de ama lueneia asna ica sem igual,
eptnasiasma-se com as paioaas dosfn leqaes que
sao contidas. o enthutasajo de Herme am
jorre de disparates. ,
Hermes, saspende-se, volta os olbos para o tecto
e levantando am brago ini-ao.ii no segutote chor-
ilbo. 'occa dos moleqfiis e dos meninos. A constituido
ra das
Impigens, tinha, escrophulas.
Tumores, olieras, esc rbnto.
Cancros, sarnas degenerada-, josa; fiHL__
Todas essas affecces provena de ama cau-
aeMpttM.smee pelo oeAt4oevlr ajentoso*. amterM; fl5o-ba pois rai|o ajgoma em
crr que das se poden curar comfWme-
dwpextro^ Tambe* se prescreveo xa-
rope alcMplico de veame para o traurnento
das affeec5e,do systema Bervoso Sreso,
laes como :
Sowa, rtieumasmo, paralysia,
Dores, impotencia, esten!idde.
Marasmo, bjpocondria, emmagrecimento.
O xarope aleboolico de veame sobre
tudo, da maior utilidade para curar raai-
calmente, e em pouco lempo iKfheumats-
mo.
Adverte-se que o yerdadeire xarope s4
se vende nesla cidad'e na botica acimTinUi-
cada, do abaixo assignaJo ; e em oulra qual
quer parte que se tem aonunciado n5o e da
mesma compos'cjlo, e nem o abaixffiMigoa-
do se responsahilisa.
Cala Ma I do banco do Brasil
&;!""' -!-
prdem da directora se Ui selante bf Srs.
JBHmj, que o tbesonreiro esta' aalorisado -
parar ol/ dividendo das acgdes do banco do B
sil, inscriptas n'esta caixa, a' raTi,i de IS^OOO
Ig
-lit
8'Vjipc
, O medicamento j^ com mais ja
e:energia,eiaJfiem!lVdo essa lerrivel ,ea-
fermidade, tem sido o xarope .acejidico
SWV1?^ P01" pWta do capital, tra-
'PM rrtrt(mfenendo annalla-
ette dogma sagrado da nossa tgreja\ nao foj otabas '
que fez o fenmento. O meu i-onstitwnle (moslr*ado I ae ye'ame.
o auiorj.esse desprenvei,ase mtsvuve n/c/iz, q>ie Urna escrava da mi d-> Sr. Francisco Fir-
n qu cem clora i Fep Gomesi ,ciura qite mino Monteico, .pessoa bem coobecida nesti
tstou nttransporUl Sei mediana legal. O meu ei(\RAf rhanrln.A <1p cama Z J~ XZ.
nobre advoaado segundo amigo, que fU,u em ter-1 C'afe' acttaqao-ae de cama, e epj, as pac-
cejro lugar dipois do 4eg*ndo. por ser medeo nao'R** oastante incoadas, e cheia de tpmores
sabe mais doqut eu i yo* n 9 medico i. ahi tomando o xarope de veame, acba-se boje
fue eu sou grande. Est engaado., Mi i que m boa, prestandl servicos.
nao vou I Isso nao digo eu, qae nao sou too besia
como tsso l
Deixa cah r o braco,
correte
nm
das-; f^sf das litis das tp horas a meio
REGSBBBORfA 08 RENDAS
GERABaL.r .
fieodiment^e dia t, *#>-IMi.... M:W8M
dem do d.a^^. T,w fM^}. \$tfW
I aspecto do arsenal de
marinha
Fai-se Bblico que a eommisso de peritos, exa-
minando, na forma determinada no regulndolo
annexo ao decreto a. 1,324 de 5 de fevereiro de
1834, o casco, aMfbina, cajdeiras, apparelho,
mastreagao, veame, amana*, e ancoras do va-
por Pirapama*.da geyaihU perBambocana de
navegacio emljiy, a]Sn ^tf esaea.-^jectot em
estado de poder o va#er navefar.
lospeccio de arsenal de OBajuna de Pernambu
co 27 de selembro de 1867.
H. A. Barbosa de Aloaekja.
Impeciy,
O cooseibo de eoopras de a
precisa comprar e seguate
Nuvo tmneo de Peniambuco
Para conhecimento dos interesaados a di-
recclo onoTo banco declarajojm a parr
do 1.* de setembro doz-earrea anoo, o ban-
co entrar em liquidacSe.
Recife 28 de agosto de 1867.
Novo Ban3o ie Pernambuco
. -O.ooTO baooo paga o 19* dividendo de
50000 por accSo, nos dias uteis, das" ho-
ras ao MU 4ka/.tM. Ui,'
xT EfhilpIDftCiO
%Yft WW;4^Perttainl)ttC0
So GPoriuadoe o Srs. accionistas a re-
ceoarea e.nrimeirQ. i'ividtndo4em aoeda
I de fierra
trrTBRNAS
ti
eslava passado arroubo de
A mana do Sr. Jos Francisco Pintft, mo-
rador na ra Direita u. 51, tendo eiloac-
Hermes, qae se bam desarmado n'oui cspeiho, cummetiida do inesmo mal, aclia-setambem
fateodo cardas. boa.
O respeito ao tribunal, e as aotorldades permiti
que H-rmes sublsse inclume de rabos.
Nao possivel conservar em memoria as asneiras
de Uerine?.
Faltava apparecer naimprenaa: o acervo do
Diario de 17 roostralo flelm^nte desorganisado,
ignorante e innocente.
Muitos aqal se diverlem a costa do furor de ll-r
A Sra. D. Senborinoa jmbelioa doa-San-
tos, miradora na ra das Calcadas n. 38.
acbainlo-se atacada de erysipella as cxas,
com quatro tumores bastante volmosos, no
estado iodolente, que a priyava deppc-se
de p lia muito tempo,.com p uso do xaro-

31:480*444
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1*1 H'1 :"i.
mes, ioflaauuj-ihe a v,-ia daujiiira, dizem-lbe qae pe alcohlico de veame e Diluas purgalivas
os moleqaes.vp pregar.tb^.rabos qaeixa-sa logo Q() ,mesmo, acha-se restaLeleQida, e no uso
furioso
aos sennores
escreve a sna iioporaate-mlstu'a, corre, chVg 1
a Pao solemne pateada das pessoas que o escotan). A Sra. D. Rita, moradora na ra de San-
Grande debique foi o ,da historia d* i^erotaraen-; ta Ritd n. 13, primeiro and to! Quem nao vflqne.o pobre debalador,foi de-1 mpsmn mai iia mntns annn, ni&auJ a
bicado? Haviaaaotoridade prender para recruta "esmo mal ua muiipS[ anuos, pe|gknei,a
am veiho maior o 59 anuos. erjstpeUa atacava acaiiidaditmente^f.depdis
Hermes, simplorio, com> eogoe quaola bolla
lbe atiram.
Mais juno Hermes: vo velho para ser menino
as travessnras; Voc bem sabe que os maintos
di2"m quj a formatura de Hermes foi um dispo-
tismo I
, lau acreditenltt^siatps, qpe ,o,avi.-an para
debica-lo para.ulo tirando pedradas.
Tenho visto ofe dqtores, aos quaes voe qu'r tis-
nar, rindo de sbai asneiras, Hermes, e lamentando
o ridiculo, a que tem icbegado am colleja la v.-in
e qae nem esconder que servio as ordeos do general Lui do
Reg Brrelo.
Agora mesmo est o velho, mal pintado, H -rrr.es
muiio incbado, passeando as calcadas, f^iiaado
,6. Eoio son alent, ou nao. sou ? Viram a cor-
resnondencia forte qqe boteiT Mostre que u:i tenho
merlo. O Affjuso, est cheio : desab.ifd-0.
Breve serel despachado ju maoi.-.ipal do Ex.
Deus te guie estrella. ...
Publicacoes a pedido
Joaqnim i'aoso Ferreira de Mello ae capiao.
biaban I, a .vi. gado. Hermes Finio de Borba
(Cavaleanft), desobifador do majsi* de
guardas AffouaO de H llauda d'Albit.jiierq'.io
(Maraubo).
O mao vitmfio incommoda sempre; nao ba pre-
eaufu povsivel; invesle pela janella, quando nao
acba a porta abena, quebra o telnado, qundo ludo
est fecbado.
Estoo em apuros, deiso o martell para pedir
explicarn aus hi mees, que tiram coni'lu>o-s, nn
me explaam o qne esta no Diario de Pernambuco
de 17 do correte, com a brma do velbo capno
Mermes I Aquillo nao susceptivel deconcluso,
orna mistara tflo complicada, tem tanta asneira,
qne s parece o parto de um ignorante furioso.
A que vi-m mioba descoobeclda individualidad^
naqueiia mi>iura? Affonso de Hollanda {$-do
colite verdean nao me gusta, Herme esta ao ser-
vito de Alf uso, que quer desabafos; e por isso
Hermes lambosa-me tambem de envolta com
aqoeiles, que esto cansados de despresar Affonso
e Hermes.
Nao respondo a iscarradeira de Affonso: apenas,
dare ao publico ligeiras nocVs sobre esse Hermas,
eapitao, barharel, adv^igado tdo peito candi e
inoctnte, que est disposto a faier profundas
shagas nos que the votam soberano desprtzo.*
Tennam ci.mp-ixo e. H -ruies I elle um po-
bre KS-popa janta~et.{z, qae tem aitmgido ao
mais ai tu giao do ridiculo em Nmreib I
A alna de Hermes nao boa I elletravesso: mas
travesso sem oio.
O qae Hermes T Parece homem; falta-lbe,
porm, o que destingue 6 homem do ootros ma-
mferos I
Nao mamfero, gran de tomador.
Em fevereiro de 1866 obegou o mamador Her-
mes a Niareih, incumbido de agenciar os papis
do Dr. Salgado em demanda coat a o consenbor de
Babilonia, veio consignado ao eserivo, Ignacio
Yieira de Mello, que dea ntrala a mercadoria,
para s achar despacho quando Affonso qaix am
iesabofador.
Em pouco conquistou HermA a atlengo da
scbean poma, cantando iQeachornnho ai I Eu
tambtm tou C0ekorrtnko\ naneando baliianuo
om a ufai U o-, moleque cmbalo.
Hermek r*uron-se da cansa do Dr. Salgado aaxim
qae se fez escarrodara de ABonso. amigo do con
senhoi de bbuoma........17......JZY7...,.....
A' Hermes t ebegam ridiculas e eogeiiad s
causas; e por cada urna conquista urna leva de
JBimigos, descoicpoem a parte; ajana as tstemu-
Ibas, averba de suspeito o eserivo, s ojuiz sop-
En ,la nao, vou.
NtzaretU 24 de selembro de 1867.
que tem tomada esse re-medio minea mais
Ihe dea. v:.
Outros muitos (actos desta ordem dexo
de mancionar j^rtiioPara-flSaimeotorwr.pcpr
lixo e enfadonho.
Senio aeryMpel,i orna meteslia que sem
duvida effeito de materia gerada no cor-
po como expem.aliUQSfescriiitrv-reide me-
dicina, e em consequeocia da f'bre langa-
da na pelle, onde produz inllammago, e
que muias pe&seas, por, nao se terem con-
venmieniemente tratado,, ^uceumbem com o
pwnicKMft oso.de. qae, nos Ues dias pao
devem usar 'de remedio algum, o que iri-
se euteader o mal por nao se ter a princi-
pio combatido; por isso, pois, convenien-
te que, logo que a'guem se sentir atacado
, Ide tal mal, eve provocar a transpirad
9 ai j tomando a principio urna colh^rinbja:^
"alia.-do xarope alcohlico de veame i-
solvido era urna chitara de infasSo de {KrrJ
de siDugueiro quente, ado^andor* com WeiS:
assucar, continuando nos tres .das.mease
tratatfen'o, no fim dos quaes usara' dy^a-
L-sft ni jKefrmeJ!e A maior preocupqc3o 4o medico consiste
em saber se a suas receitaa sao prepara-
das combe-ns prf>dugtos,(pois que, quano
a receita preparaqa^Gi.prod^Vis iu^r|o--repe de veame ad> forma prescripta no,pr
nente reformado do exerciio Aniouio Tmerijj Ca- res, o qe acuntece nao.raras vezeSj/PS,^ffei-j.-Beitu rio^ t-ndo.lodo o cuidado de seaha-
plstrano.
P-s^ageiro do patacho nacional Cardid vindo
do Rio Grande do Sol :Joaquim Jos Veras.
tos quequerem alcaocar os medios, iqal-i
logram. ou pelo menos, o medicamento mo'
exerce a plenitude (le -sua. aegao. __
Para evitar este grave mcQuvenerij,7f
pharmaceuiicoa devem tratar-de ejnpregar
productos bem fabricados, ,e entlo^ao ptt,
far, anm de soar eonvenieotementefc, alm"
de cooservaiui ventre correte, que cone-
goir tomando urna ou duas pillas porgar
tivas do memo veame.
T dos qnantos suecumbem desla molestia
"

MviOrtntrado no da V>.
Rio Gnnde Sul- da, de t|9 toneladas, saoitao Manuel Francisco
Feroandes, equipagem 10, ca'ga t600 arrobas
de carne secca; a Miguel Jo- A Ivs. ,
- T .WaPo sahsdo no mano dio.
Rio de Jaqelc.o,pelj A^sri paiacbo bamburgaei
.Coiom, eapitao H. Graamaon ; em lastro.
Obtetwco.
Suspendtju do lamar-ao para Londres a galera
inglexa IPsrKuci,.capillo p^miel ^miirv carga a
mesin.a.qpe trouxe de Apcklond na Nova Hol-
dem para Havaoa, pataca hespaehjla S. itne-
nie, eapitao,JoaquwjiPufall, carga a mesma que
irouxe do M-utevl'.
EOITAES.
1
: blb
se diz fallcceo de erysipella recomida;' 40 costume.
demos fazer; raeijior, seno assi(iar ihea'1 ao contrario, alguns expositores presumem
os productos da casa I^an^ureux Gundrot
fabricantes de productos chymicos em Paris.
No-someDtijfjac Heootestevel superpri-
dade d*s.productos d^ta caa fyj rtc;i>ae-
cida por todos, mas ainda a modicidade
dos sejis pseaps os recommenda aos Sis.
pliarmaoeulic- s e droguistas
A casa Lamoureux e Gendrot conseguio
evitar a contrafaego, inventando urna cap-
sula que nao se pode iraiitar.
1 l'l l> r .'" 'P ." >|. 1 n i.pn .iniu
O Dr.Trist3oi.deAleocar Araripe, officialda
imperial ordem da Rosa, e jqiz especial
do commercio nesta cid a de do Hecife de
Pernambuco eseu termo por S. M. Im-
perial e GiMstiiocional o Sr. D. Pedro
11. a qiaem Deus Guarde, ele, etc.
Faco saber aos que o presente edital virem
e delle notieiatlitanein que qo. diai!7 de*u-
tubrodo corren te anno se lia de arrematar
por venda a quem mais der em praca publica
leste joizo a casa terrea sita na ra da Iia-
peratnz a. 70 com duas portas de frente,
duas salas, juatro quartos, quintal murado
com estribara e cacimba propria, avaluda
em .-OfijJOuO, a aual foi penboraJa por
execueao dos curadores liscaes da mas-a fal-
lida ue Flix Souvage cootra Leandro Lopes
Das.
E nao bavendo lancador-que-cobra o pre-
coda avaliacao a arremalaco ser feita pelo
prego da adjudicago na forma da le i. .
E para que ebegue-ao conhecimefito de
todos maodei passar o pre&ote que ser
publicado pela impreusa e atfixado no lugar
S pistolas.
MO boneis para volnniarie.
Quem quner vender dito artigo aprsente suas
noslas na Ma do cooselbo, aa 11 horas do dia
o orrente, sendo que dito ob.actos sero re-
col htdo m praso de tres das.
Cooaevo de compras do arsenal de guerra 25
de setembro de t67.-Ji>e Mara Ildef>oso Jaeo-
me da Valia Peaaoa de Mellacorone director.
Francisco de Paula Goqca^ea.d^^Uv-seexe-
tr. y.
CMsa!a O chefe da seceso serviaae de admtulstrador
do consolado'provincial, fax publica para que cha-
ge ao oobectmnto de todos osUiredores deim-
uostos do auno aaoceiro aujto: 4qi)8dii, a ,1867,
qae no dia 28 de setembro vlndoaro fli bu njareado para o recetumepto de seus' dbitos
cando sujeilos os que nio pajarera at aqaefle
da a mulla de 9 *| e serem xecatadet.
Misa do eensolaoo provincial, 30 do agosto de
1867.
,.. A.W..PintoBarteira.e A.de Vaseoncellos
>^^"-IWUI L I ^^t^.'.1.1' I'
Santa Uasa da Misericorda
do Recife,
AUlma#JQOta administrativa da Santa Casa di
Misericordia do Recife manda tazar publico qae
a MU de suas sessoes. no da 26 do crreme pe-
las 4 horas da tarde tem de ser arrematadas a
jaem mais vaniageo' offareeer as rendas dos pre-
llos em.seguida declarados.:
,i^heJftGirrints de caridade.
Roa do Azeite de Peixe.
SabtadodeSa/idaresn. 1. l.OOOJOCO
Roa de Matbias Ferreira (Olinda)
Sobrado n........ 125*003
1 i Roa do Padre Floriano.
Casa terrea o. 49.......18U300
Casa.lexrea.n. 47........ 168*000
Roa dos Pescadores. '
Qasaterreai.il.......21J0C0
Ruadas Calcadas,
dem jdem n. 33.. .,>,..... 1584000
dem d. 36........ 176 u0
Ra larga do Rosario.
Terceiro andar do sobrado n. 24 301*000
Ruada Roda.
dem dem u. 7 ,...... 96*000
iua da Cacimba.
PatrimaHf de e
,Ro*,dO: Rifes,
(iaMtqrr^B^-.
tna
dem s.e7.
dna do Rangel
Casa terrea n. 06......
Ra de s. Goncalo.
Casa terrea n. 84.......194*000
Roa do Vigario.
Primeiro andar do sobrio o. J7 181*000
' Ra do Pilar,
dem a. 98.........201*100
aos.
. .12.1*000
. >84*000
301*000
ser o. des'envolwnento da puwefascjio no'
sangue, tanto que o 1 gar mflammado que,
'-mao a sua cor en -ncarnada, se tr-jca
em lividi ou ^fa-e termina em gangrena,
e por essa razio que conveniente o xa-
rope alcohlico de veame na infusco de
flor de sabugo, para se conseguir resolver
a mllammagao, ou pelo menos te. minar pela
supporago, irapedindo assim a gmgrena.
e cuja ex> cu- .
cao muito difficil, por exigir um material s effeilos do tarop alcohlico de vela-
mui complicado e ctisii.so. me applicado na flor de sabuco, ao doente,
Isto mais urna pro va da sollicitude dos ^t s dti vantagem .por sua qualiJade
sejosos de empregarem btms productos, nao Primeiros lJ"es diaS usar de comidas, ejebi-
deixaro de dirigir-se a esta casa. Idas 1ue ^ssam esqpentar e inflammar c
senhores Lamouren e Genjrat para os in"-- diaforeica, como pela ansi-septipa
teretes e seguranca dos Srs. onarmaceuti- imedir a putrefaccao as molestias,
eos e droguistas que, sem duvida, sendo de-' ->a .eryl> el,a ,.nao deve enfermo
Pifa
nos
bi-,
o
LainouTux e de dio
fabricantes de productos ebjmicos, remecedores da
casa do inperador e dos bospitaes de Pars.
Todos os productos sabindo desta casa s3o
da primeira qualidade e fechados por urna
capsula inimitavel o que os poe em salvo da
contrafaeco.
cidos puros para rea-
ctivos.
cidos pyrogallicQs c
tamlicos.
A tropoQia, codeina,
digitalina e todos
os alcalinos vege-
taes.
Bromurelps e oduie-
tos.
Sulfate de quinina pu-
ro, valerianto e to-
dos os,s*e^1Q> qui-,
nina.
Psimpalpaveis.etc.,.
Calurnel puro, e todos
ossaesde mercurio.
Gblorureto de ferro
.(puro) neutro.
Carbonatas, sulfates e
lodos os saes de
ferro.
Acetato, bydrochlo-
rato.
sangue.
A comida durante esse tempo deve*ser
do reino vegetal, como sag, farinba do*1vfJi-
ranh5o, .pao torrado, holacha, etc.
Ainda n5o vi expositor de medicina qge
acon-elhasse que nos primeiros tres dias de
acommettimetitos do mal, n5o se usasse de
medicamentos; o que elles repeHem s5o oi,<
unguent' s, unturas que ot.struem mais e
repeliera do que promovem a ev cuacSo da
parte; oque convm trabar o.lqgar ataca-
do e tem ;-ga*a|hado para a trafpiracao e
defender do ar.
0 verdadeiro. xarope de veame vende se
Sulfato e todos os saes
de morpbina. Teubo recebjdq catas-de, ajgpm^s.pegsoas
Ferr reduzido pelo de outras provincias qne me commnu'ca.m'
bydrowoeo. \ )& 'leste c#ade. ^ido, ,remetWa,|0 ^eutxa-
Essendas puras. rftpe.falsiQcado, que tem dado resuitad^o
Exti actosgiyeernia- descrdito de mioba preparacao cjyp co-
Fabca'em Pars ra de Paradis (au mas nhecimento se tem verificada depol^dp^ er-
ris), deposiio-qo Rii de Janeiro, E. Cheve- feUps que taes remediiis aprsente^ ; as-
ot, ra do Carino.
Recife 4 de setembro de I8&7.-E0 Se-
cundmo Eltoduro da Cunha escreveote jura-
mentado o escrivi.
Eu Manoel Mara Rodrigues do Nasciraen-
to, escrivSo, o subcrevi.
Tristo de Aleacar Araripe.
U Ui.'lVi-iao ue Aleasar Araripe,offl;ll da impe-
rial ordem da Rosa..* jun de dimto especial do
comrarcio, nesta eldade do Recife de P#ruam-
buco por S. Magstade Imperta,! etc. etc.
Pato saber pelo (rp.-epte, que no dia 26 do mes
J de seteuibrtf del cerrante anuo, se ba de arrematar
por venda a qnem mais dr, em praea publica
deste joizo desos da audiencia respectiva, o.escra-
vo pariio de noje M^cofffioyde 23 anuos, avjliado
por 700*000, o qaai val & praga por execoco ilr
O. Anna Josefa Ptreira dos Santos, contra O. Ma-
ra Magdalena.de AJmeid.a Calanbo, e na falla de
lanzador qae cubra o prego da. avaliago, ser a
arrepatacao fela pelo preco da adjodicaco com o
abatmiento da lei.
E para que chigua ao conhecimento de todos
mamiei faaer ,presente tdiui que sera a(Bxado
nos lugares do cosame, e publicado pela im-
preusa.
Dado e pastado nesta eidade do Recife de Per-
nambueo, aos 17 de setembro de 1967.
Eu Manoel de Carvalbo Paes de AuJrade, escri-
aao o snbjcrevi.
Trlslio de Menear Araripe.;
__
0CLRA(OSS.
Pela administracao do correio desta
eidade se faz publico a quem rateressar pos-
sa, q-ie nSo se demorando os vapores da
companhia messageries imperiales oeste por-
to em. sen regresso do Rio te JanejrQ otpm, seda, aarnecidp .com gaio de ou*
OpreciSO para sefazer'a expedlCandasma- para'o docl do treno de seda bardado a prata
as COm direccSo a Europa, dando assim lo- e,0IB ompe'taie cordelro-, om aq /J poliegadas
dem o. 105 ..........1443000
Wemn. 108......'.....S0l*J00
Casan. 99. .......... UNUOO0
dem n. 94......... 201*000
Sitian. 5 no Pomo da. Cal. 1SO*00<
dem. n. 105.......144*000
As arrematares serao feitas pelo tempo de am
anno, devendo os hriuotes virem acompaBhados
4e seas fiadores ou munidos de orlas dostes.
Secretaria da Santa Casa da Misericordia do
Recife 19 de setembro de 1867.
O eserivo,
Pedro Rodrigues de Souza.
O conseibo de compras do arsenal da guerra
precisa contratar o seguidle :
Oaxenms oaibros de primeira qualidade, f> du-
lias de lapis de cores, 10 ditas de ditos pretos, 3
camisas de mii dealgodao, 38 colheres para so-
P-, 5 ditas para cha, 2 ditas para tirar assocar,
08 facas para me;a, 65 garfos, 1 Uvahirio de fer
ro, 1 gamella grande, 8 bacas de iouca, 7 chica-
ras, 9 calix, 9 copos.para agua, 14 ourinees de
loufa, 26 pratos, 2 quartlobas de barro, 104 ,pares
de metas de alg;do, 30 pares de su-pensonos de
aigo'iir, 23 arrobas de plvora grossa para salvas,
1,000 peoreneiras de adarme 17, 1 sanifa smicir-
calar cum recortes de damasco e .seda encarnada
para n.cea de tbrono, (endo franjas e galo de re-
tro* amarello, com 11 pollegadas de largura e 10
e 4 pollegadas de dimetro, e seis palmos de al-
tura no centro, 2 pernas de cortinas do mesmo da-
masco guarnecido de glo do mesmo rdrez, Cum
10 palmos e 5 pollegadas de c murlmeoto e I'
pollegadas de largura, 1 sanfa do mesmo.damas-
0 e franja de alan, tambero simi-circolar, era 7
pollegadas de largura, p*ra bocea de um mocho
de .-..corulla, tendo 4 uaIrnos d dimetro a 2 de
altara no ceuiro, 2 peraas de cortinas do.mesmo
damasco, guarnecidas com glo de retroz ama
relio, com 4 palmos de comprimen! e 7 polegadas
de largura, 1 frontal de daroasc de seda branca
e encarnada coruulrlamenie Kuaru>cida com fran-
ja-de retrp amarello, com 11 palmts e 1 pollega-
da de comprimenlo e 4 palmos e 7 pohegadas de
altara, 1 do an damasco de seda isa, guarneci-
do da mesma franja e galo, tendo o mas rao cora-
primenlo e altura, 1 dito de damasco de seda
branco, guarnecido cora galao e franja de retro*
amarello com 11 palmos e 2 pollegadas de cora-
primelo, e 5 palmo* e 5 pollegadas de altara, 1
dito de damasco de seda rxa com franja e galao
de retroz amarello com o mesmo comprimenio e
largura, 6 alvas de brrtanha de lindo ou braman-
t, sendo 2 com bico e.4 com babados, 1 ombella
de dameeco da seda completamente gnaanecida,
1 paleo de mesmo damasco guiroecido com as
mesmas franjas, um veo rico de damasco de seda
branca bordada de ouro para a bocea do sacraiio,
com 17 pollegadas de largora e 16 de aliura,
aberto no centro al a altura de 12-pellegadas,
com franjas, sendo guarpecido da galao de ouro
Qoo, 1 dito para o interior do mesmo sacrano, de
seda -branca,(guarnecido de galo de ouro 600,
eom 14 pollegadas de aitora e 8 1/ de largara,
tambem aberto no centro ale a aliura d 11 pol-
legadas, 1 veo de hombro de damasco branco de
Materias do, concurso para conductores,
pralicantes e. escreveoles da repartirlo das
obraa publicas.
Para conductor
Mathematicas elementares;
Algebra at equacSes do 2.* grao ;
Trigononaeaja ;
tem* nuMdejet'mafw analtica e des-
criUhel; dstrpoema de arebetectura e
de resistencia de materiaei.
Cooijecimeoto per fe to ..dos instrumentos
grapoicos edos trabalbwde nivellameoto
6 plantas;
* Desenho linear e de aqoarella.
Para praticaotes
Lingua nacional e fraoceza ;
Aritbmetica. e geometra a doas e tres
dimensoes;
Afebra at eqoacoes do *jfro :
Desenho lioear e de aqoaadlu.
Para escieventes.
Lingua nacional, callgrapbia e aritbme-
tica.
SewaUria das obras pobcas 22.de agos-
to de 1867.
O secretario
- t^lcicianQ.xto^igocg.Jia Siha.
Santa casa t da misericordia
4o -Recife-
|j-W*raa.ASat4 Ca .^lfcierlcordia do
Hecife se faz potyco a qpgm.iQ!eres8rijue o me-
dico do hospital dos-Lavare,- hospld) de aliena-
dos e eollegio das orplms, Dr. Ignacio Firmo
Xavier,em virtode.do sen,contfaio feito com a
mesma Santa Casa, da insultas gratis aos po-
bres, sendo no hospital das Lazares em Santo
Amaro as 9 horas da manbia, no collrgio das or-
phaas em f> oda as 10 huras e no,h opicio as i 1
horas de todas as tercas e.sfilas-feiras. .
Secretaria da Santa Casa de Misericordia do Re-
cife, 25 de setembro de 1887.
1 Q eeoriTaV. ,
11______________Pedro. Rodrigues de Sfuta.
53 Administracao do coiraia desta eidade
precisa de sete bomens para o servico- de
camipbe'rros] sendo um para as via^ens dia-
rias a CidadedeO inda ; quem estiver nes-
ta cundiges e quizer se engajar dirija-se a
mesma com atustado de sua conduca.

THEATRO
DE
EMPIEZA -coimbba
Sabbado 28 de setembro
' Representar se-ha o importan!isskuo e mu 10
desejado drama em 4-actns do Sr.- Oas GuimarSes,
que por maisde uraa. in teB^idiudiciojameD-
te applaudido ne.-ic theatro
0 BODES DO 0110
m.,

OINOMIN AC Ai) DOJ. ACTOS.
1 actoA awipca,ore,a paclbla.
2 ditoO pobre e o pcd.
3* diioA miseria e atentara.
4o ifoLiA boura ele4^ee o ^rine abale se.
Tomam parte. osJsn%i Tbomas, Lisboa, Teixelra,
Raymundo, Jjrdaat, Santa Risa, brrelo, Gaima-
re-,EoailiaaOjFr^itas e Si;ueira, e as Sras. D.
Falco, D.lefaia e D. Beruarni.
A accae-passa-se m Portugal.
. ACTUAI.IOADK.
Terminara' o esppelaeuio a cbislosi cjmedia era
1 acia
Historia de um viiitem.
Representada pelos Srs, C a> Lecerda, Jordaoi,
e as aras. U. Julia e O. Bernanilua.
Comecara' as 8 horas.
___
Terca-feir 1 de ouiubro
ESPECTAUJLO
OS ERTO PLOS 1RMOS FRANCO
Dedicado aes illustrades eorpos academice e
commcreial do Kenfc
I.* parte.
Pelo violenisia J. Fraoco a pnanta-e sonr Tope-
ra Anna Bolenni de l) .ui..etu, ac^mpanhada pela
orchosira do (htiairo d.-i s^nta Isabel tde Alard.i.
A comedia dramas Part-
mmi a> mmmm
3.a parte.
Peljs irmSos Franco por entre as trevas da noi-
!' varia^o^s sealim^uiaes, campo^ico dos mes-
mos artistas.
4.a parte.
A com' dia
A CHU VA O BOM TEMPO
5.a parte.
Pelos irmaos Franco le Carnaval de Venise (por
H. W. Eroest.)
6.a parte.
A fomtdla
Un marido atrap4bado
7.a e ultima .parte.
Pelos.irmios Franco, o cap ici j pantastico c-
Canfo da Floresta.
Comecara' as 8 horas.
AVISOS MARTIMOS
I
p
la
Attentfao.
Xarope aleboolico de veame, preparado
pelo pharmaceutico Jos da Rucba Parauhos,
estabelecido com botica na ra Direita n.
Este
tarop incontestavelmeote supe-
rior a todos os xaropes deporativos, de coja
composigio o seu maior elemento a salsa
parrilha.. pois que se tem conojseido ser o
veame mais energieo para a pronapta cura
das molestias, cuja base essencal depende
da purificacao do sang'ie ; assim ppis se
tem verificado por muitas pessoas que se
acnavam desengaadas, aa quaes acbam-se
boje restabelecidas com
sim, pois, t' nho a declarar ao publico .que
no leireiro que yaj pregado na garra a do
xarope, sempre fui assignado por meo pu-
Dho, edaqoi em diante, alm deaM:a^sig-
natora o farei tambera no papel que cobre
a garrafa. Rog- ao mesmo -publico ,,gapi
quando/orem assim engaadas, tumem
teuiunlias, me rerneitam os rtulos faLsid
dqs e me participem para fazer efectivo o
artigo 167 do couigocrimipal. do Brasil...,.,
Jo da Rocha Paratifus.
_ ."ja-
pona e^m paciencia Hermes, qae mr.du do
Jan. Eu t-obo pena do julz.
Urna inqniricio, em que Hermes Agora, motivo
de ajuoiainelo pela ceriea dp espectculo.
Hermes ja aecnsou em andenca ama penhora
em ama bocorinha e n'nm casal de pombos, dizen-
4o a parto ausvBcum, qae Ultei os pomboaJaJ"^Z!'Jo,T' J?"* "
fotsem bom umedio para a molestia de Rerme^~lt, em Pernambuco.
Oui dr lima um raido de flermes aa causa de
am cavaiio mono, em qae HVmes aula. Tantos
Has, uto dou dios, A testemunha mtntw, logo
i C4mme**a*. SuUt-to a lesiemuniu, assim mor-
dida, um cidado laborioso; Hermes a mais de
am anno em Nazareib anda nao sabe o prego da
farinh, qne mastlja, e dizem qae, lem na barriga
am doto com triou e seis mil rei*, a lauto tempo
amarrado que ja Ui vinco.
Hora Bumeado curador, respondeo nos a,o-'
I0fc_tHu acento, vo mudar me para lugar, onde
feswe ar nats puro e ameno.
**maTra%t^^ W restabelecidas com o referido xarope
arar! tactat^'SSata?m*SUa%TU aleboolico de veame: entretanto qoe r
Isiigirnbia, qoeniocpoun os w.nWua a m- gQP. tendo osado do xarope de Curiaier "^0 **Ty>*-*
StJSsT^a^r-l *fel&*?" Hermt. i de Larrey, de salsa parrilla ^.~.-.-' ?"> <">re Hamburgo-
f* ew**as de auneiras a drter III
gar a qne dei\em de ser devidamente pro-
cessadas, tem resolvide qaed'oraepjdarrte,
as malas je fe ;hem s 6 horas da tarde do
dia anterior a- da ebegada dos mesmos Tai
pores.
^Je comprmanlo e 23 de largura, 1Q,coliga de da-
raaco 4n laa ilaodo, eneatnado, leudo cafla um
palmo de Jar*aja,.ft.6 .d> ..Ujira,. *w'rJt|i5s
ce Redro, 3 arrobas ds mordente, 3 bornidores -or-
ttdoi d% gata, coa foHws e-lrta.ee wdro, e com
ditas de esmeril.
t.. No da 30 do corrate as 11 horas do dia ce
treio de rnambuco 16 de setembro Dera s prooostas.
de 4867. Salla ~
O administrador,
Domingos dos Passos Miranda
I5S1

smsmmmttmmBm
COMMiERCIO.
tBmmeem
morda do
i .HktU.
uA Hlm iuou admi*|raSa da SanU Caa a
Misericordia do Re,ci(e,.na sala de sois sessoes,
pelas 4 boras da tarde do da 26 do torrente, re-
cebe proposias para o foreoimento de carnes er-
Oaaqne boarerem de consumir os difersos su
belecimento pos a' seo rgti no truasU>e da
Secretarla da Santa Casa de 1
cife 21 de setembro 4e 1867.
O eserlvio
Pedro Rodrigues de Soma,
y-r
ih
Bis a fiel exposicao de ama accosacio de Hermas
contra Joio Pnteaoo de Vaeconcellol proaaB-ta-
eeacrime de. homicidio. .
A sala do jury eeu chela: presida o tribunal
oleo de Qgado de bacaiho, e ootros agentes
desta ordem nada coosegoiram. E' elle de
fcil digestao, agradavel ao paladar 4 ao.ol-
pbato. Alguns mdicos desta eidade e da
PRAfA DO'BfiClFE til DE.STMBRO
de mr.
As3X horas da urda.
(Hontem.)
^Jgodo i- aorte-lHO por arroba. .
moje)
Cambio sobre Londres90 d/v l d. por if.
- Cambio sobre Hambargo-90 di 848 ra. twr m. b.
oe wponaria, ^-Oeaepata de letra*?- 10 e 12 , Silvelra.
Pra&ident*.
Macedo,
Secnetarjc, .
1 Misericordia do,^
do consetbo de compras do arsenal de
guerra, 2i de-selembro de 1867.
Jos Manta Ildefonso Jjcome da V. P. e .Melio.
Coronel direcior.
Fraaclseo de Paula Goncalyes.rj .Silva.
Secretario.
.___________
^eparti$Qda obras publicas
De ordem do Sr. angeabeiro, chefe inte-
rino da repar ti c3o das obras publicas, se faz
publico que c concurso para pieeqc(wnepo
das va#s da ^ndac t de setembro,.pr^imp vtdoflra, a pa-
lacio da presidencia, e o de pra ti can tese
escrevept^fledia 27 do .mesmo, tez.
Os concurrentes ;sero argidos as-mate-
rias de que trajaa ^ # ^ ^o 9 ^. ^
de
Uonsulado 4e Fortuf
Pelo* presente s3o chamados es S$r ero- arU>IO,d fftWraoBela|to'"daPj1 (ce ilh?
ores du ausente subdito portuguez Jlo yi- 1866, e que v5o abaiio declaradas.
nheire da ftpcfaa,*ue teve asupelecipieoto ,,0s reierimeoiospara iosi;FiwQdoscao-
p faiwoi da estira, roa da Penba a. 33, d'idatos deverao ser apresentados ato di23,
para ieqtre.do prazo dp 8 dias aprraerjta- epoderao ser instruidos co quaesquerdo-
rem sua coalas no consolado de Portugal cumenlosou ttulos scieotiticos, qoe abooem
afina deaer^a conferidas.
Consulado de Portugal em Pernambuco
as 19 de setembro de T8fi7.
0 chanceller.
Aniones Guimaraes.
I capaodada do mesmos caudidatoa.^
Secretaria daa obras pubcas 22 ^agosto
de 4867.
OaecratarMu
^Pelicianb Rodrigues da Silva.
COMPANHIA PERNftMBUCAN
DR
Navegaca cos eir por vapar.
VlAGKHS REGULARES A RlO PTJRMOSO.
-A r.o;npauhiaPeirait>ucanade
naAegiaeao co-uira ;pur vaeor,
expedir' rt guiarmeni" e aesde
ja, pira o Ra Foruiosu at o la-
gar oenoroinsdo Pfdrs, am de
seu^ vapor s nidias i, 6. II, 16. Si e 26,regfs-
sando .nos das 8,13,18.28 J8. Recebe qnal-
qoer carga, encum'iwudas, pas^aireiros dinbeiro
a frete. Preco das passagens seip eomedorias
A r SaOOO
Aproa. 3*000
Encontraro comedonas a bordo .por preco .ra-
xoavel, es paaeaf*ros que assim o desejarem es-
crlptorie wotgoy^endo^aMs^a. ^ t;; ___________
Paya o Rio de Janeiro.
Para o Rio ue Janeiro deve seguir o mais
breve possivel o patacbp naciunal Valente.
que tem maior parte da sua carga prompta,
Pira a .que anda lbe.alta e escravos a frete
trata-se com o respectivo capiio, ou cora
os consignatarios Marques Barros 4 C, aa
Praca do, Corpo Santo ,n. 6 r andar.
NaTio afrete
Freta-se paia qualqaer porto o_ua*acbd hol$leI-
nense Eleclri d primar* elasae^ferr?o de co-
bre, o qaat flea descarwBado uestes -muuro dlu :
quem pretender dinja-se. ao e*cri^lorio de los
Mana Ra^elra, p.aj do Corpo Sauto n. 4, pri-
meiro addar.
GWArmpwwBua^"
o.
,i flWiWSe casaeira *r va^por.
Ri > Formozp,
O vapor M,manju maqdante Costa, >egae para o
porto aotroa 00 ** M o oorjen-
te pelas 8 floras da maubaa. Re-
Fcetiecarga,.passagww eacom
menas e diorj.Iro a ffele at,.ai 4 b ras da tardi
do tila 15: escrlptorio no Porto do Hatos a. 1.
.. 1 if ni i i. i' 1 .. 1.'^-. 1 1 ,.
Or.
O aalbabote Geneoi* aegae ai mrg. Ui
a tratar com o Sr. Quintil o c?m Tasso Ir mo:
ilegivelL
'-----'--------J------ I m*'-
?

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*a*p

>** mmimU Uir **,4
u fifi .tCttJ
navexG, cttelt4,4|r Tapir.
Macei-eoscilas disuado.
0 vapor Pote le Porelra, segu para os por los
cima na da 30 du correte pe-
las 5 horas tarde. Recebe car-
_ ga at o da 2ft ; passageiros, en-
eommeuias 0 diabeiru a freti at 'as 3 Doras da
Urde do da da sabida : escrlptorio no Porte do
Matos n. 1.
GOMPANHIA PERNAMBCANft
NaveQago costeira por vapor.
Parahyba, Natal, Maco, Aracatv, Ceara' e
Acaraca*.
O vapor Pirapama, comman-
danta Torres, satura' paraos por-
t. s cima no dia SO do correte
petas 5 horas da Urde. Recebe
. carga at o dia 18 ; passagelros,
encumineoeas e diatMire a frete at as 3 Horas
da Urde do dia da sabida : escriptoriu no Forte
do Malos o. 1.___________________________
COITaMIIV II\SILE1R\
M
Paquetes a Tapor
Do portas do sol i espera-
do at o da 8 de outubro o
vapor Paran, commaotfante
'o eapifao de fragata Santa
Barbara, 0 qaal depois da de-
"mora do costame seguir' para
os partos do norte.
Recebem-sedesde ja passageiroa.a angafa M^
carga que o vapor ooder coodoiir a qaal devera'
ser embarcada no dra de saa chegada, ncommen-
das dinhelro a frote at o dia da sabida ai 2
hj^as. Previne-se aos 5r.. passegeiros qae saas
passagens s se reeebero nesta agencia roa da
Croz n. 07, asrriptovio de Antonio Lulz de Olive!
ra Azevedo 4 C. ,_____
HOJE
as li horas do da na trapiche alfandcgado
s da Gunba.____________
LEILlO
HOUE
Quiuta-feira 26 as II
PW aeerrte Euzebio.
Do sobrado n. 7 ra -do Padre Floriaoo,
proprio, rea||7lOV
Uero o. 4Woa da Roda, proprio, rende annoal-
raent 876#,'#^nos fundos tem joma pequea casa
de n. 15 corflraue para a roa dos Patos.
Una sobrado de i.Kqi roa ;do Ararao rende
por auno 7J0#.
Urna cas* terrea de o. 68 de esqalua, tem oi-
o para a f|a da 'Gloria, rende 300$.
Os aretflftnts qoelram eiaminar com ante-
cedencia para naqoelle da a* porta a amiga As-
socuco Goaiaiereial no largo do Corpo Santo se
effectoar.

De fazenaas geraes
COMPAHHIA BRASILEIRA
DE
PAQUETES A VAPOR
;
Dos portos do norte e esperado
.at o da 26 d setembro -o tadef
.Cruzeiro de Sulr icamroudante
Aleeforado, o nal depois daide-
mera do costante seguir' para
os portos do sul.
Recebem-se desde Ja passageiros e engaja-se a
carga qne o vapor poder conduzir a qual devera'
ser embarcada no dia de saa chegada, eneommeu-
das e diobeiro a frete at o dia da sabida as 2 ho-
ras. Previne-se aos Srs. passageiros que as
pac<>ageos s se recebem nesta agencia roa da
Cruz n. 57, escrlptjrio de Antonio Luiz de Olive-
ra Azevedo 4 C. _____
'...... i, | i ii li .- i ^*^mi^ i.ii i.. .
COHPAMIIIA
DAS
Messageries Imperiales
No dia 29 do correte mez, esperase dos portos
do sul o vapor f raucez Extratnadure, com mandan-
te H. de Somer,o qual depois da demora do cos-
tme seguir' p*ra- Brdeos tocando era Dakar
(Gore) e Lisboa.
Para eondiccSes, fretes epassageas trau-se na
agencia ra do Trapiche n. 9.
Segando o contrato feito entre a administra-
ba) (lo correio francez e a co:nanbia das Messa-
geries imperiales, os agen es desta eslo autor isa-
dos a receber qualqaer qaantia de dlnbeiro que
ser'.' reannbolcado pelos correios de todas as cida-
des da Franca, Ralia, Suissa e Blgica.
Para condicoe* e mats iofnrmaeois trata-se na
agencia roa do Trapiche .a. 9. ______________
rmmm fmukwm
- DE
Navegacae costeira por vapor.
Mossor com escalas por Natal.
' No da 8 de outubro ao meio
dia, expedir' esU companbia
om dos sens vapores para os por-
tos cima. Recebe carga somente
at o da 7 ; encoromendas, pas-
sage ros e dinbeiro a frete at as 10 oras da ma-
ntisa d> da da sabida : escrlptorio no Forte do
Matos p. I._____________________________
Para a Baha.
Pretende seguir com malta brevidade o veleiro
e bm conhecido palhabote Doi.s Amigos, tem par-
te de seu Cirregameoto prompto, para o resto
qae Ihe (alta tratase com os seas consignatarios
Amonio Luiz de Oliveira Azevedo & C, ao sea es-
critorio roa da Cruz n. 97.
Para o Poo.
Preteode seguir com muita brevidade o velelrc
palhabote portugaez Afora S)rte, te.ii parta de sea
carregameoto eogaja4o, para o resto qae Ihe falta
trata se com os seu* consignatarios Antonio Laiz
de Oliveira Azevedo & C, ne sea escrlptorio ra
da Cruz a. 57.
Rio de Janeiro
Pretende sabir com muita brevidade para o In-
dicado porto o veleiro patacho Gloria, por Mr a
maior parte do sea carregameoto tratado e para o
resto qae ihe falta e escravos a frete trata se com
o conslgeaurio Joaqun}' Jos Gonealves Beltrio'
roa do Trapiche o. 17.
para o kmm
Segu oestes das o palhabote Emim, para car-
ga e passafeiros trata-se com Jos S Leito J-
nior a roa da Madre de Dos aiaaman haato a
igreja.


IEIL0ES.
A 27 do corrente.
O agente Oliveira tara' lelo a requertmento do
depositarlo da maesa fafflda de Flix Soavage e
por mandado do Illm. Sr. Dr. julz especial do eom-
oiercio desta cidade, das fazendas existentes ao
armazem da dita massa, censistindo em 46 pe$as
de moreanttqae, 4 pecas de sarja, 13 chales da ti-
lo preto, 60 cortes de cohetes de seda, 29 de groa-
do napias, 60 pecas setins de cores, 21 da laeta',
39 dazias camisas de algodao estampidas, 27 ditas
ditas brancas, 22 dntias ceroulas de algodo, 21
de chineHas para mnther, 14 chapeos de feltro,
28 corplnbos arabraia de differeates qaalidades,
8 dazias camisas para mulner, singelas e enteiU-
das, 0 pecas laaobaa de ores, 4 ditas 4a alpaca
estampadas, 11 vestidos de lia de orea, 1 pega
tecldt-de aeda preta eturaircado, 3 pecas de case-
miras de cores, 11 pecas ditas dito eatraocadas, 1
pe^a cnita fraoceza, 68 pe?as de panno prelo, 0
diias azul, 48 dazias de euardanapos, 90 paetots
branco-, SO ditos de core-, 46 ditos de panno pre-
to e de eores, 4S ditos de alpaca, 24 costumes de
paletots, calcas e colleles, 122 pe^as de argellm
estampado e liso, i machina de coser, 4 dazias de
vermuth, 12 dazias bezerros,.36 dutias de calcado
sortido para mulber, mernaas e. enancas, 40 da-
rlas camisas de algodlo bTancas,:77 ditas* Hito me-
mores, 18 l|2 dutias diasfieitosdt* Imbo, 13 dius
dita estampadas, 6 duelas gcaratasrde seda, 60 pe-
cas de lencos de seda 7 cada orna, 58 pecas de
tarlalana amarella, 12 ditas brancas, 7 grvalas
de seda, 12 1|2 dunas de coariohos de liabo, 20
chapeos de castor, 5 pecas sedioha verde, 3 pecas
tafeta' rdxo e 21 basqainbas:
Sexta-felra 27 do corrente
as 10 horas da maobaa, no armasem bem conhe-
cido e qae (ora da casa da massa indicada, a' roa
da Cruz.
Da armacao, registro de gaz, azeadaa e miadezas
da loja da roa da Cdeia n. 47, bens penen-
cenes a massa fallida de Azevedo & Plores.
Sexta-feira 27 de setembro ao meio dia em
ponto.
O agente Pinto fara' lelo a reqaerimento dos
caradores fLcaes da massa fallida de Azevedo &
Flores e por mandado do Illm Sr. Dr. Jais, espe-
cial, os objetos cima mencionados pertencentes a
referida massa e existentes na loja da roa da C-
deia n. 47, onde se effectuara' o lelo ao meio da
do dia cima dito.
6 i:ii7%<>
A SABKR :
Urna mob!lia de Jacaranda corap)sta de 1 sof, 2
consolos, ( mesa redonda, 4 cadeiras de braco
e 12 de guarnirlo, 1 candelabro, 3 caodieiros a
gac, 1 cama francesa, 1 marqoeza, 2 mesinbas,
1 mesa de jamar, 1 sof', 11 cadeiras de palta-
una, 1 armario, 1 quartinheira e oatros obj dos.
Sabbado 28 de setembro.
Na roa do Sebo casa o. 24.
O agente Ploto fara' lelo por eonta e riseo de
quera pertencer dos objectos cima mencionados
existentes na casa da raa do Sebo n. 24, aa 10 ho-
ras do dia cima dito.
Grande leilo
De viahos hespaahoe*.
De diferentes marcas para fechar conus, no
armazem do Barbosa, defronte do Corpo Santo :
qaana-feira 2 de outubro prximo futuro, as 11
horas da maohaa.
^RSPP-!
AVISOS DIVERSOS.
Instilad Archeologico e (eographieo
Pernambucano
Haver sesso ordinaria qninta-feira, 26
do correte setembro, pelas 11 horas da
manhSa.
ORDEH 00 BU
Relatorios, pareceres e raais trabalhos de
commissoes :
Lettura de ama Memoria sobre a authen-
ticidade do lugar chamado Boqueiro, pelo
Sr. padre meatre Liao do Moate Garmell
Luna, socio effeclivo do Instituto.
Recife, 23 de setembro de 1867.
Jos Soares de'Azeredo,
Secretario perpetuo.
Snet-se para Lisboa, Porto e IVha de
S. Miguel, na ra do Apollo n. 20, eserjp-
torio de Carvaloo 4 Nogueira.

.. .
De movis e
A SABER;,
i piaao forte, t machina da costara, i mobllla
eomposu de am sof, 1 mesa oval e 2 consolos
com padra, 2 cadeiras de.braca, 2 de halanco e
12 de gairnicro, 1 mobllia de amarello, 1 fltei-
tJj 2^ecacradeiras, 1 aadielro a gaz, 1 relogia
amaricaoo, 3 cascies e mangas, 1 escrivanl-
aba, 1 rama de-Iatro.-l ""rqnailio, 2 marqoe-
lu, 2 lavitorioi, 1 mesa da jmtar, 11 cadeiras,
1 cabide, 1 commoda de jacarandi, 1 Mete
com pe dra armore espelno, copos, caucas a
mais ae^essorlos de c.st de familia, 6t ajana
(a e 4 garraf5es coa vlnho de caj.
HOdl
piMiro aodar do sobrado da na No-
ra n. 5*.'
fioodnca 4 Hoogh tjalo de retirar-sa daaU
previncia farip leio pjr inlarvanclo do agen;*
Poio, dos movejs e mtis objectos cima descriptos
eiiitwRs ip casa de' hresMenefataa' Rdvt
SI, 1 aodar.
Prtacfplara' as 10 horas.
De 93 pipas com vinbo, 5 aaaias ditas o 33 qaartos
com ditos, TS calxas com conservas, 84 barr
com iardiahas era salmou/a,|34 dito com "
imprentadas, ama lancha, diversas bi
lona, eructas e tamboretes.
D. Modesto de la Parte f ira' teitio por I atar ven-
do ajenie Martios e aatoriaacio do Sr. vice consol
de Htspaoa por costa e raco de qaem pertencer
em preseoca do mesao Sr.vl cs-coosal e de am
emprejado da alfaodega para te Bm nomeado,
dos o ojelos acia, parte dos. salvados da barca
hespaoho'a Isabel* encamada na liba de Fernan-
do de ."toreaba.
presad* ana
defuU.
ELIXIR DO DB THERMES
aajfaTO ai
PWwri.
_PFSry P!lr*iro.lue.>re$n.*'. PrgPg^s.fegaynosM. m*** assimilveis. O Elixir do aV THERMES empregado diariameate nos hoapitals da Piada e principalmente ao
Hotel-Diea H ^co da Faeoldade de MecHana Pans). Administra se com o maior xito as dtenca* de laawmpca resultantes da eahaattaeAa d Mfi'r chlo-
,l* 7Xj*^5*-,i*,,i,,*"fc.*"*re.* "* "!.wiwi'i* depois das hemorrhagias, o* durante as convalescencias de lebres perniciosaa, exuaf a.e partpHnf t des mul-
s pecadas. Nao menos effioae coatra a NMIImt c obra poderosamente para os hdmens cujas forgas eetam agotadas pelos trabalhos intelleotaaes, abusos de todos o geBeros, etc.
raaaaa aa a m alarla ata ana* c*Iiierlnha lepeU de cada arcfelcAa.
hsres
:rcleA
poI e 'HnWmWlW, P. MATJKER rO.im todu as Fharmaciu ao BraxJL
Patria).
J
HIRDifflMTl
DO
V DR. KVIAL.
Para o tratamento e cura rpida e completa das molestias syphiliticas, eris-o
las, rheumatismo, bobas, gota, debilidade do estomago, infiammaces c'oronicas do gado
e baco, dores sciatica, capbalalgias, aevralgias, ukeros. chronicas, hydropesias, pleuri-
sias, goaurrheas chronicas e em ge al todas as molestias em que setenha em vista apa
rieacodo system sanguneo.
Considera des geraes O Vedo Branea, como todo o bornea civisado, ama a sociedade dos
A saude um bem ftapreciavel, aja importancia e valor s est reservado aosns bons, gosta do centro do mundo elegaate, usa do tnico de ^yme^ para previnir que Ihe
fermoo avalia-lo. i ponbam a calva ao sol, vai a compaa ds'Bodffes Prisiens e no meibdo partido de
E incontestavel que o homem neste mundo constantemente, e por todos os lador. madame Adelle, ele tambem atira-lhe o seu lindo bouquel.
Satisfeito o invenciTei Veado Branco, comasmaneiras attenciosas eom que
'oi acolhido pelo respeitavel publico desta briosa provincia, a ponto de que muitos* por-
fa despotaram a salisfacSo de serem os prime iros a compraron em sau importante arma-
zem, se desvanece em declarar com toda a lealdade de que capaz/que est cada vez
mais animado, n5o s pelo benigno acalbimento que tem receido, como pelas for$as de
que dispoe porque at hoje njo carecen anda- dos preparados de hirubeba, nem do
xarope alcoolico de veame.
P Veado IIraneo, declara a quem ainda o nao conhece que n3o nm
desses bicharocos intrataveis que por ahi vivem cpm figura banana; domesticado no
ameno patz onde a aomel Aguia Branca vio a luz do astro bemfeitor, elle partidario
desse invejayel agrado e sioxeridade que com tanta gravidade' se desprende do sea
bico encantador. r
atacado por ama nfinidade de agentes morbificosqae todos tende n, dadas certas e deter-
minadas circumstancias, a alterar' o regalar exercicio das fuDcces orgnicas, resultanbo
pesse desequilibrio o qne se-cbama^niolestia.
A molestia nlomnis da que a desviguacSo das forjas vitaes, occasionada,- d,
gando as investigaces e experiencias dos mais abalisado mestres da scioncia, pela depm-
va?3o dos humores geraes, cooseqaencia'da aeco maligna desses mesmos agentes mora e
fieos introduzdos no organismo pelo acto da respirado, pela vi a digestiva, pelo contacto
immediato etc. etc. etc.
A sypbilis infelizmente' tem sido a partilha da human idade, e como fra de duvi-
da qae esse terrivel Proteo da medicina urna molestia hereditaria, ella tem sido obser-
vada em todas as idades, e debaixo de todas as suas formas ao variadas, enfraquecendo
constitni{5es robustas, produzindo mutilaces, e corlando ainda em flor da idade vidas
preciosas.
Eliminar da economa esses principios' deleterios. e parificar a massa geral dos
hnmores tem sido desde tempe inmemorial o fim constante da medicina," e os purgati-
vos figuram em primeiro lugar para preencher esse desiteratum ou fim.
O Elixir depnrafhtdo Dr. Sevial parece merecer" a preferencia sobre todos: os
immensos soecessos 'obtiflos' peto'aso deste salutar agen e tauto na Allemanba, como em
Franca e Italia, o tornam c enmpahheiro inseparavel de quasi todos os doentes.
Sendo'as melestia, como cima dissemos, devidas s alteraces dos humores, o
Elixir depurativo do Dr. Sevial pode ser ooipregado vantajrrsamente na syphiliSj erisy-
pelas, rheomatismos, bobas, gota, ilebilidade do estnmago, inflammagos chronicas do
ligado e baco, dores sciaticas, cephalalgias, nevralgias, ulceras chronicas, hydropesias,
pleurisias, gonorrheas chronieas etc. e em geral em todas as molestias em qnese tenha
em vista a purificaco do systema sanguneo; pois que umapratica constante tem feito
ver qne elle inJispensavel nos casos gravissimos para mirforar os soflrimentos, e pre-
parar o doente para medicacoes superiores ; e as menos graves a cura a conse-
qaencia do sen uso, convenientemente repetido.
As substancias que entrara na composar/ do Elixir depurativo do Dr. Seria
pertencem todas exclusivamente ao reino vegetal, e graail cathegori3* das substan-
cias depurativas e antisyphiliticas; assim, ao passo qae ste remedio depura o orga-
nismo, eliminando os principios nocivos saude, pelo mecanismo natural das evau-
acoes alvinas, neatrasa ao mesmo tempo o virus syphilittco quando este virjem.
tem feito ernpeao no exterior debaixo de suas multiplicadas formas; e previne taui
bem os estragos dessa terrivel molestia, quando por ventura se ache ella ainda no
estado de encubacao,, isto sem se ter manifestado sob formas externas: beneficio
mmenso. Unto mais quanto neste estado os individuos ignoram completamente se es-
o contaminados por este terrivel raimigo.
O sabor agradavel d'este Elixir convem a todos os estmagos, a sea acgo so-
bre o tubo intestinal suave e benigna, e de nenhuma forma produz molestias medi-
camentosas, como acontece ao purgante dito Le Roy, qne na sua qualidade de drs-
tico forte irrita a mucosa intestinal, e consecutivamente a seroza, resultando deste es
tado, maitas vezes-, hydropesias, que quasi sempre terminam pela morte Assim pois esperamos qne o uso desta remedio justifique cabalmente as nos-
sas asseveragoes, porque sendo ora medicamento to simples na saa composico, a
pratica tem confirmado sua ntilidade.

Digne-se o benigno leitor de jurar as palavras sinceras do sincero Veado
Branco, e vente prover a sua dispensa do queraelhor se pode encontrar n'am estabe-
cimento de moteados.
A modicidade dos precos, cemparados com a boa qualidade dos generse o
bom modo eom que se recebe os senbores compradores, deve certamente oenrMar as
pessoas que ainda n5o vieram noss casa a faze^ parte dos -amigos e freguezes- .do nosso
BELLISSIMO IRWAZEM

**-xU>.
CONHECIDO PELO Nt ME
s


DR
raleo deposito em Peraanbpco
Na botica e drogara


-
DE
Barthotomeo Cmpanhia.
34-RA DO ROSARIO LARGA-34

.
BRANCO
Estabelecitio ra Direita n. 16.
Esquina da traressa de 8. Pedro.


JOIAS
_____ N. 2 D T N. 2 D.
yin cb CAO DE OURO. ^J^|
A loja d. 2 D intitulada Coragao de Ooro aa ra do Cabog, acba-se d'ora em diaote offereceo
do ao respeitavel publico com especialidade as pessoas qae booram a moda os objectos do oltimo go?
to (a Parts) per menos 20 por eento do que em ouira qualqaer parte, garantmdo-se a qoalidade e a so
idex da obras.
O respeitavel publico avallando o desejo qae deve ler o proprietario de am novo estabelecimen-
to que quer progresso em seu negocie deve chegar itumedlatamente ao coradlo de ouro a comprar
aneis com perfeitos rilbantes, esmeraldas, rubios e perola ; verdadeiras em agarras, modernas pele
diminuto preco de lOf, brincos modernos de ooro e coral para menina pelo prego, de 35, maracas de
prata com cabos de marBm e madreperola obra de moderno gosto (o qae o encontrario no coracao de
ooro) voltas de ouro com a competente erusinna ricamente entenada pelo pequeo prego de 123, brin-
cos de um trabalho perfeito por am mdico preco, cassolelas, tranealus, polceira?, alnnetes para re-
tratos e oatros modelos tudo de alto gosto, aneis proprios para butar cabello e firma, dito para casa-
mento, no artigo roseta tem o Coracao de Ouro ora completo e bem variado sortimento de diversos
gostos, butSes para puchos com diamante, rabias e esmeraldas, obra esta importante ja' pelo sea va-
lor ja' por gosto ds desenbo, brincos a forma da delicada maoslnba de moca com pingente conloado es-
meraldas, rubias, brilhantes, parolas, o gosto sublime, alfiaete para grvala no mesmo gosto, relo-
gios para senbora era vados de pedras preciosas, ditos para homem, diversas obras de bri loantes de
uuito gosto, erosionas de rabias, esmeraldas, perolas e brilbaotes, aneis com letras, cacoletas de
erystal e ooro descoberta para retrato (a iogleza) brincos de franja, ditos a imperatrize toda e qual-
qaer joia, para secol/ocar retratos e obras de cabell, e oatros muitos objectos qae os pretendamos en-
coDtraro no Coracao de Ooro qae se conserva cota toda a amabildade aos concorrentes dallndo-
se de aqu mencionar precos de certos objectos porque (desculpem a maneira de (aliar) dizeudo-se
preco talvez algoem faca mo juizo da obra, por ser to diminuta quantia a vista do sea valor.
Na mesma loja compra-se, troca-se ooro, prata e pedras preciosas, e tambem recebe-se coneer-
tos, por menos do que em outra qaalqoer parte, e dao-se obras a amostra com peobor, cooservande-sa
e Coracao de Ouro aberto at as 8 horas da uoile.
Qaalqoer pessoa qae se dirigir ao Coraclo de Oaro nao se podera' engaar coro a casa, pois
oota se aa sua frente am coracao peodarado pintado de amarello, alero de oatro qae se nota em um
rotulo (isto se adverte em coaseqaeocia de terem ja' aigumas pessoas engaado com outra casa.
Grande hotel do Menteir
Os propietarios deste eslabelecimento, recoobe-
cendo a neces;Made qae se fasta sentir da am ho-
tel aessa poetiea e pUtoresca povoacio, um dos
aossos mala itUeressantes arrabalies, conaeguio ob-
lar um (ritoia a estag 4o trilitos orbaoos aaa
predio em perfertas condicSes qne o progresso ma-
terial tem adoptado em ettabeleclmentos de tal oa-
tureza, esforgaodo-ae assim pira corresponder ao
pomposo litlo qae adopten, viado prevenir ao pa-
bilo, de quem espera o sustentculo dos seas es
forcos, qae a' aaa concurrencia aberto desde- o dia
J9 de setembro em dlante, encootraodo os hospedes
e frequentadores aposentos mobiliados no aodar
terreo e superior para ama ou doas pessoas, boa
meto com gosto e aeelo, sendo qae o servido inter-
no ser/ pelo adiaatado systema francez, acbando-
se para Isto distribuido a pessoa bastante habilita-
da teodo para distraerlo um bilhjr, domin, etc..
e para eomplmdato nm banbairo proprio em am
dos mais prximos e bem escolhido ponto da le-
vada. *
Devtgt Sean Saitt Ckri& des
lilagrei.
Pelo presente sao convidados todos os mesarios
e mais devotos do Seohor Santo Chnsto dos Mila-
grea, a reOBireea-te no consistorio da irmaadade
do Divino Bsfirio tent, as 6 oras Ja tarde do
dia 17 do correajfejupa tt^Ur-se de negocios ten-
dentes a meam/IMMT -,___
^ J. B. YWftFlBberro,
_______________* Secretario._______
Irm.Uate d. &* Irrito SaDto
erUiiiCfifeiUdeStoAntoD
9 RfCife.
. O secreurio ioterinb convida a todos os nossos
ir%%*ot, para no domiago W do correte compara-
ccflJWtaOo palas iO b^ras da manbav
J < 4
*'"- mscottandetiBoda9irn.
A<
de idade qae teoha ratto i
da cidade : tratar a* ra d
iberoa, para fora
ilion. 13.
- Pede-aeaon8r.^oaiavx;daeao*ari,red"
rico Chaves, qae as coasidere.erlme de injaria
O cobrar-se por estejoraal ps alagaeis o casi" ^
am velaco conhecido.
mm mmk u mmm
Para educar o do sexo nsasenlloo
Director Manoel Alves Yianna
O collegio da Conceigo, mudado nltimmente para o bairio de Santo An-
tonio, ra de S^Francisco, casa n. 72, contigua estaco central dos trunos
urbanos do6 Apipocovconlina a funecinnar regularmente, recebendo alum-
nos externos e internos, tanto para as aulas primarias, como para todos os
preparatorios necessarios matricula de qualquer faculdade, sendo os seus
respectivos professores pessoas moralisadas e de. um coneito magistral j
bem firmado nesta* cidade. -
O director deste novo collegio contiuuando a empregar toda a solicitado no
desempenho de sen mandato, espera fazer-se mais digno da confianca com
qne o vio honrando os-senbores pife de familia conflando-Jhe bondosamente
os sens filbos.
Os estatutos do collegio, assim como o franco iegresso em todas as suas
dependencias, esto sempre a disposicSo- de (jaetn possa interessar.
Que um elegante estojo para viagem
(0\Ti:\DO:
!20 cadernos de papel branco, pautado, beira dourada, marcado com- as iaiei.es do com-
prador.
2*100 envelopes brancos.
3*100 penas de ac (marca langa),
i"I caixa brelas de gomma.
5*I tlnteiro de vidrocom lampa de metal.
6*larieiro dem dem.
7--I pao de lacre,
8-1 caivete de doas folbas. **
9*-2 I a ais.
10a2 caetas.
Todos estes objectos reunidos, dentro de ama bonita calza, feila para este

costa apenas
RS. 60000
DliLl)
m
AgostinhoJosldoraaiitos^G
Acaba de rbegtr a steesiabetecimeoiO um, esplendido, aprjimento de
joias do ultimo gosto, perfec5o artistica'e modelos eoteiramente novos; como
seguem: aderecos com rubim, esmeraldas e perolas finas, pnleeiras, broches
para retrato, atinis, botoea de punho, brincos e cassolelas com letras, etc..
etc., etc. Salvas de prata t Portos fqueiros, paliteiros, calis de mesa c
fructeiras, cajos precos s3o incompetiveis, pois que os proprietarios deatacasa,
recebendo seus*artigos directamente da Europa, podem servir vantajosamenta
aos seos fregueses, Gompram-se brilhantes, pedras finas, otjto e prata, page
se bem, tambem se incaaibea defnar concertos.
^^fo^LB "Ti iH PTii ilT iT iH fin ifffl'fflPTi. nD
Caixeiro
""
Aviso
100^000 4e gratfioat^o-
Precisase de am menino de 12 a 14 annos, e I
qae d conbecimento de saa eofldacta : na roa
Direita n. 4S, luja. j .,
- Precba-se deoma oserav. por alnmellara CQtmW a 6*Or M%dO O W-
o servico de asa : na ra da Guia sobrado de nea -u-J CraVO SimidO.
auder o. 9. 4
eoa^S^W^* tH'oia.bqae,
idade fl>MOSi!HIO,fb;'i menos, alio
semblante carreaado, com falu de deates na freo
ter flibo de Terra Nova, edr de barro sado e tem te, cor fala, com laibos em circulo redondo ao p
por tulxo da canda as segaintea letras iniciaos! das oremas, sem barba, levoa vestido calca de ca-
semlra de cor em bom estao, camisa da algodac
braneo, ehapo de meta maca novo; este os-
era vo toi comprada ao Sr. Jote Vicente Liado
so, morador na provincia das Alagoas, por seo
procurador o Sr. Joarjaira Cavalcanti de albo
Appareceo ha poneos das um cao qae ditei
i
escripias com tinta azul Dr. P. B.: qaem se jalgar
sea dono dando os sigoaes certos vi a referida
povoaelo casa n. 114 de sea proprietario C do
Caado.______________ '
"= Preeisa.se de m caT*elr.V e a U annos
de idade : na taberna do pateo do Tere
Qaem precisar de umt^iWn**
co oom boa pratica deixe car fecnaiavsaasi
tetras l F. C.8, nesta tjpograpbi*.
as
o Se.
garqae Melto, morador ao termo de Barretros.
nsta nos que este ercravo ji foi visto em Sen
nhaem, sonda elle iairaim relacoes de oonbeci-
rnento. Qratlftcase oom a qoantia aeima a qaal
qne pastea que o eairegar no Recife, ra Direita
nauMro30.
MUTILADOI
L
ILEGIVEL


^^K^K^B^M


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PARA UZO INTERNO
/ PREPARADOS SIMPLES,
Xrope de jurobeba garrafa......... l&ooo
Vinhode *<>6oo
Plalas de > vidro......... 106oo
Tintura de 64o
k Extracto hydralcoolico de jurubeba i205oo
PREPARADOS CPMPOSTOS.
Vinbo de jarubeba ferruginoso garrafa. 20ooo
Xarope 146oo
Plalas vidro... 2|Joco
Oleo de jarubebt vidros.... 64o
Pomada de pote...... 6io
Emplastro libra..... 2#5oo
PARA UZO EXTERNO
A JURUBEISI.
Esta planta' boje reconhecida como o raais poderoso tnico, como um exceg]
lente desobstruent, e como tal applicada nos engorgitamentos do figado e baco, na-
hepatites propriamente ditas, ou ainda complicadas com anazarehas, as inDammacoes
subsequentes as febres intermitentes ou durezas, nos abcessos internos, nos tumores es-
pecialmente do tero e abdomen, nos tumores glaodulosos, na anaaarcha, as bydrope-
zias, erysipellas; e associada as preparares ferruginosas, ainda de grande vantagem
as anemias, cbloroses, faltas de menstruaco, leucorrneias, desarranjos atnicos do esto-
mago, debilidade orgaoicas; e pobreza de sangue, etc.
O que dizeraos affirmam os mais distioctos mdicos desta cidade, entre os quaes
podem os citar os Ulnas. Srs, Drs. Silva Ramos, Aquino Fonseca, Sarment. Seve, Pe-
reira do Carmo, Firmo Xavier, Silva etc. Todos elles reconb cem a excellencia d'este po-
deroso medicamento sobre os demais at hol} ronheeidos para todos os casos citados,
tanto que todos os dias fazem d'elle appiicacaV.
Apresentando aos mdicos e ao publico em geral diversos preparados da jnru
o
o
a
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I




-------
mmmmmnmm mnmmmmmmmmwm
O Dr. A. S, Pereira do Carao (medico) ?j
esl morando ao sobrado a. 12 da roa da (
Imperatrlz.
g
O Sr. Jote Marques da Costa Soares,
que mora na ra do Vigario, queira vir
esta typographia, a negocio que n2o ig-
nora
Tfocam se
as nota* do banco do Brasil e das calzas Bliaes-
dom descont muito rasoavel, na praca da lnde,
oendencia n. 22. -________________
Da-Fe a premio de om e mel por cesto com
bypolbeca em bens de rail, a qaantia de l:OCO,
pago o premio como se convenclon.r : a qaem con-
vier delxe caria ferbada De.-ta lypogrrphia e-jtn as
iniciaes L. M. R. V.
beba, toemos por fim generalisar mais o uso d'ste vegetal, fazendo desapparecer al tTerece-se para casa de pooca familia on
cifar dirija-fe
andar.
a ra do Amorim n. 21, segondo
Urna pessoa habilitada dispondo de algomas
hora, propdese a fazer alguma pequea escripto-
rago mercantil, dose ts precisas loformaces na
lojade louca n. 26, sita a' r a larga do Rosarlo.
6e
Saques.
oao do Reg Lima, sacca sobre Lisboa e Iiha
S. Miguel : a ra do Apollo n. 4.
repugnancia que at hoje sentiam os doentes de usar dos preparados empricos d'elle, o homem soiteiro. uma ama portngueaa: qaem pre
mais das vezas repugnantes a tragartm-se, e que tinhain ainda a desva.itagem de nao ''
ser calculada a dose conveniente a applicar-se, o que torna muitas vezes improficuo um
medicamento, que podena produzir ptimos resultados.
Os nossos prepados s foram apresentados depois de havermos convenientemente
estudado a jurubeba, fazendo as experiencias precisas para bem conhecer as propriedades
medicamentosas d'esta planta em suas raizes, folhas fructas ou bagas, e a dose convenios
ea app icac5o, tendoalm d'isto procurado levar os nossos preparados ao maior grao, de
tperfeico possivel, para o que nao poupamos esforcos, o5p nos importando o pouco lu-
cro que possames tirar
Por tanto os que se dignarem recorrer aos nossos preparados podem ter a certeza
de que elles offerecem a garanta, de que se pode encontrar a prompta e infallivel cura i
de qualque dos soffnmentos, que deixamos inumerados, se forem em tempo applicados
tendo alm d'isso, medico ou doente a vantagem de escolher as nossas variadas-prepa-1
racoes, aquella que melhor Ibe pode convir, j pela fcil applicaco, e j pela complicacao
das molestias, id de, sexo, ou ainda natureza de cada individuo.
As nossas preparaces ferruginosas sao feitas de forma que se tornam completa-
mente soluveis nos suecos gstricos, porque procuramos os compostoi de ferro que como
taes esto hoje reconhecidos.
Para aquelles que mais minuciosamente queiram conhecer as propriedades da
jurubeba, e saberem a applicaco de nossos preparados, destribuimos gratuitamente
em nosse deposito um folbeto, onde tratamos mais extensamente d'esta planta e dos o?-'
mos preparados,
JHWMC4
DE
PREPARADAA FRI
POR
AUGUSTE CAORS
Pharmaceutico pela escola de Paris e successor nesta cidade
M
Aristide Saisset e J. Soum
22.------Ra da Cruz
Leciona-se a solfcjo e a tocar varios
inslrnmectos dando se as lic.5es pnica
lares em soas proprias casas, das 5
ras da larde aleas 9 horts da noile :
tratar na rna Angosta b. 30 ou nesta ty
pitra phia.
-22.
Tratamento puramente vegetal sem mercurio, iodo, ouro, nem nutro qualque
mineral. .
Verdadeiro purificador do sangue sem azougue.
Especial para a cera de todas as molestias que tem sna origen na impureza, do
sangue, como sejam as molestias boubaticas, sypbiliticas, escropbulosas, darthrosas, quer
venbam ellas por bereditariedade, quer sejam adqueridas pelo contacto com pessoas in-
feccionadas dos diversos virus que contaminara o sangue e os humores.
A caroba om remedio prodigioso, :usado desde remotas eras pelos indio
do Brasil, e passando seu uso de geraejo em geraclo, hoje um dos remedios mais co-
nhecidoscomo propno para combater as molestias mais hediondas, entrando nesse nume-
ro a morpha ou elepbantiases, para cojo curativo os nossos sertanejos considerara a
caroba como remedio especifico.
A muito tempo entrn a earoba nos formularios como preparado magistral
sob a forma de eleictuario, anda hoje lembrado as pharmacopas com o nome de sen
celebre autor Joao Alves Carueiro: nao ella portante remedio novo nemdesconhecido.
O ungento de caroba da mesma sorte preconisado desde tempos immemo-
r'iaes como o mais apropriado para o curativo das boobas e ulceras syphiliticas srdidas,
e eorpregado com proveito depois de improficua applicaco de muites outros agentes
therapeutieps enrgicos e de uso quotidiano.
Mitos dos nossos mdicos de consideraclo e entre elles o muito distincto pratico
e observador o Sr. Dr. Pedro d'Athayde Lobo Moscoso, tem confirmado por meio de ex-
periencias repetidas, o que diz a fama das benficas propriedades da caroba no trata
mente das bonbas, das diversas formas sob que a syphilis se apresenta e maito especial-
mente as que teem sna sede na pelle, e poderiamos relatar alguns casos de data muito
moderna observados pelo mesmo Sr. Dr. Moscozo em que a caroba produzio admiraveis
eleitos, depois de inuteis e prolongadas applicacSes de salsaparrilha, mecurio, iodo, ou-
ro e seos preparados, etc., etc.
Nao era possivel que uma planta ti* notavel por suas inappreciaveis virtudes es-
capasse a perspicacia e investigac9M dos mais abalisados pralicos europeos, que se ap-
orcara rom especialldade ao estado e tratamento das molestias syphiliticas e b^rpeucas
e para prova abi esiSQ os Srs. Drs. Caseoave, Schurfer, Ricord e outros dando as mai.
lisongeiras informaces sobre as propriedades curativas da caroba e preconisando-i com'
remedjo poderosissimo para o tratamento das erupgSes cutneas, seccas on suppurativas
dartbros de todas a qualidade, ecemas, ulceras de diverras Biturezas, tumores, osseos
e outras muitas molestias de natureza syphi'itica ou boubatica.
Por ter-se generalisado muito o uso da egseocla da caroba que ea pre-
paro e pelas instancias de varios mdicos que desejam continuar em suas observac5es,
deliberei-me a ter prompta ama qnantidade da mesma essencia, obtida sem a accao do
ego, para nao prejudicar as propriedades medicamentosas; e d'ora em diante encon-
pocPMb? M minDa Pharmacia sem pre e em porcSo sufficiente para todos os pedidos a
ESSENCIA CONCENTRADA De CAROBA, e o ungente da mesma picota para qae non-
12 fillem aos Srs. mdicos que qoizerem esperimentar to precioso agent medicinal.
Jkae de Parnambuco, 17 de outubro de 1866.
Atosie Cadas.
DettaiU geral it Udos radj sapet
UtUcm e regarla
3*-*W Urga do Rozario-S4
Precisa se de onia ama que saiba engoromar
e roser, para casa de ponca familia ; a tratar na
rna do Amorim n. 33, 1 andar.
Na roa da Aorora casa de n. 70, 2* andar, pre-
cisa se de nma e?crava qne cosinbe bem, engom
me e enabtt|: qoem tiver e qoizer alagar dlri-
ja-se a referida casa^_______^______
Joaqoim de -ooza Silva Caoba saca sabr e
Porto : na roa da Cruz o 18.
Compaobia fidtlidade de seguros 0K
martimos e terrestres es
estabelecida no Rio de Janeiro
AGENTES EM PERNAMBDCO
AntaDio Luix de Oliveira Azevcdo k C.
competentemente autorisados pela
directora da compaobia de seguros
Fidelidade, tomam segoros de na-
vios, uercadorias e predios no seu
escripterio ra da Cruz ti. i.
I Kesidenciae consultorio
31edico cirurgico m
no
Dr. Antonio Daarte
na praca da Boa-Vista n. 21 onde og
pode ser procurado a qualquer hora.
Especialldade
Doencas do peito, e de meninos. 8
Urna pessoa habilitada com mal? de 14 annos
de ensino publico de laonidade, sepropoea lecclo-
nar esta materia a' roa nos Martyrios o. 4, pri-
meiro andar.
Precisa se de om bom cozinheiro para casa
de familia, qoe seja forro ou captivo ; a tratar na
roa do Arcorlm o. 33, 1* andar.________ ,
Precisa-se alogar orna boa escrava, na rna
da Concefco n. 12, oa Boa vista : quera Uver po-
de dirigir-se a dita casa. g i
- t
Precisa-se de dous pequeos de 4io 1* a
16 annos, sendo om para uberca e outro para
entregar pao na rna : a tratar na rtra do Crespo
loja n. 8.
Ignacio Dent de Loyol Pilbo, convida os seos
pareles e amigos pra comparecerem na igreja
do Carmo desta cidade, no da 26 doeorrente as 6
boras da manba, ; fim de onvirem algnmas mis-
gas qoe man:a rezar por alma de sea sempre
lembrado pai, e desde j agradece no intimo d'al-
ma a todas as pessoas qoe lbe Qrerea esse cari-
doso obsequio.
^av^B^B^B^B^BHilB^B^BVHBacl^HlBv^BlH^H I^^C^Bk
Um amigo do fallecido leneote de milicias ^s||
ci Benlo de Loyola, manda rezar por so alma
doas missas, i igreja dos religiosos Carmelita, *o
dia 26 do corrate as 6 l|2 boras da matis,
para as oavir sao convidados a Em.' familia,
remes e amigos do mesmo finado.
Agencia de passap rte e p
Ciaudioo do Bego Lima despachante" fUt^SP
tlcao da polica de passaiorte o porttfia, tlrt-os
para dentro e fora do imperio, por commMe prt-
co presteza: na rna da Praia aadar o, 4J.
A quem intere^sar
A v-.nva io*entartmte e eabeca do sen nsal coa
o finado Joaqoim Francisco de Alem, tai poblieo
qoe est procedendo o inventario do referido easl
pelo joiio de orpbaos deste termo, ecriao Pcun-
do, pelo que jilo somente devem os credorss de
dito casal apresenur-lhe soas contas dentro do
praso de tres das, aftm de serem verificadas e des-
eriptas no inventario, como se bahJlitarao no en-
clonado joizo, e para que possam seas pagamen
tos serem atlendidos no acto da partilha.
Saques. ""
Antonio de Almeida Gimes sacea sobre Liskoa,
a' roa di Crai o. 23, pnmelro andar.
Na praca da Independencia n. 33, luja de
ourives, compra-se ouro, prata e pedras preciosas,
e tambem se fax qualquer obra de eacommenda e
todo e qoalqoer copcerto.
A secretaria da polica precisa comprar
as collecc5es de leis do imperio e decisoes
do governo relativas aos annos de 1839,
1850, 1851 e 1852.
A pessoa que as tiver e quizer vcnJej
compareca na referida secretaria s boras
do seu expediente, ou entenda-se com o res-
pectivo secretario, ra da Saudade n. 15.
O official-maior da 1* secc5o
_______Jos Xavier Faustino Ramos.
ODr. J. Aolao de Sena modiu a soa resi-
dencia para a roa do Hespicio esquina da iravessa
do Camarao, pode ser procurado para os my.-teres
de sna prorlssao de medico.
Ama.
Precisa se alngar orna ama, para comprar, cos-
obar e engommar : na rna de S. Francisco n. 51.
O Sr. Eogenio machinista faz saber ao
poblieo qoe sa encarrega de qaalqner obra de en-
caoameotos.-como collucar gaz e concertar tam
bem bombas para collocar e concertar de todos os
systamas, como telhados de chapa de fern, zlnco
e chambo : a residencia do machinista a' roa
Bella^ d. 13 on na roa do Bangel o. 17.
Apromptam-se cernidas para fra aos senhores
enlodantes e caixeiros, com todo o aceio e prorop-
nj.io, daQdo-se louga Boa, e se mandando levar
cas casas qae qoizerem comida moilo iimpa e bem
fela; na ma estreita do Rosario o. 19, 1 andar,
por cima da loja de fonileiro.__________________
Joaquim Jos Gongalves
Beitro
RA DO TRAPICHE N. 17 Io ANDAR)
Sacca por todos os paqoetes sobre o Banco
lo Minho em Braga, o sobre os gaintes ioga-
'-; em Portugal.
aber:
Lisboa.
Porto.
Valeoga.
Gui maraes.
Coimbra.
Chaves.
Viseo.
Villa do Coirte.
Arcos de Val de Vi.
Vianna do Castello.
Ponte do Lima.
Villa Real.
Villa-Nova de Famlica:,
Lamego.
Lagos.
Covilbia.
Vassal (Valaassos.)
irndella.
t iej.
Barcellos.
Aloga-se o andar terreo do sobrado da rna
do Hospicio esqolna da travessa do Camarao : a
jratar no nresmo sobrroo.________________
luB Perriambucano
A partida do mez de outubro ter lugar
na noite do dia 4. _______________
GAZEOL
BE
Burrin du Buisson
Liquida voltil p-eparada por Smllase, repro-
daziodo chlmieamente os vapores qoe se solum
em volta do aparelbo porlrjcado do gaz carbooico,
empreada com o mais seguro suecesso contri
a coqueluebe, a pblisiea e todas as molestias ebro-
oicas doe pulmoes
VBNDB-SR NA
Botica e drogara
Bartbolonen C.
34-~aa> larga do RosarioU
Traspassa sea chave do sitio com casa asso-
bradtda e boos comlbodos cara familia no Cami-
nbo ffervo lado dlreito defroote da estacao dos tri-
"hos: atraiar no mesnio sitio.
c$o elementar para
meninas.
deic do Recite n. 52, 3* andar.
-iazoina M.ria Pires de Carvalbo, devidarMate
DanTlitada pela directora geral da instrocgao pu-
e com etenlemente.autorisada pelo Bzm. Sr.
dente a provincia, fas scieote ao poblieo,
qae tea aborto em a casa de sna residencia na
ola, cu)o arogramaM o segolate :
Leitara.
ali(U-apha.
ArythaietJca theorica e praticamente.
Dootrlua Christia. "*^
Gramnatioa uaoionaL
Gestara.
Labynntbo. ,
Marea.
Bordado de locas as qoalidae?.
Trabalbos de kit.
Home
Francaz.
PHOTOGRUPHIA
RA DO CABUGA N. 18, ENTRADA PELO
PATEO DA MATRIZ.
O nosso estabelecimento pbetographico
est sempre em dia com todos os melbora-
mentos e progressos que na America du
Norte, oa na Europa se consegue na arte
pbotograpbica, e para alcaogarmos tal fim
Dunca poupamos despezas nem sacrificios,
de sorte'que os nossos numerosos freguezes
podem Ur a certeza de que sempre encon-
trarlo em nosso estabelecimento ludo quan-
to a arle e a moda oterecer de bom, no
novo e velho mundo aos amantes da pbo-
tograpbia.
N0V1DADE PH0T0GRAPH1CA.
Acabamos de receber" todo o necessario
para fazer retrates chamados car/e-aibtim.
Este genero de retratos ltimamente in-
ventado na America do Norte, rpidamente
se propagou na Inglaterra e Franca aonde
goza actualmente de todo o favor da moda.
A car te-a-lum se faz por duzias como os
antigos artes de mita.
Na Inglaterra trocaram o nome de carte-
lbum pelo de retrato-galeria e os ingleses
?sam encixilhar estes retratos em quadros
especiaos para com elles formar galeras,
com que oroam seus gabinetes. Recebe-
mos uma certa qnantidade de taes quadros,
os quaes cederemos por barato prego aos
dossos freguezes.
As pessoas que quizerem ver specimens
dos retratos chamados carte-albtm, j fei-
tos em nossa officina sao convidados a visi-
tar o nosso estabelecimento.
CARTES DE VISITA A 9jJ090 A DUZIA.
Em consequencia do novo genero de re-
tratos chamados carte-lbum, diminuimos
o proco dos antigos candes de visita, os
quaes de hoje em diante ficam reduzidos
ao prego de
0OOO
pela primeira duzia, sem que por causa
desta dminuico de prego, merar-nos no nosso trabalbo, como sempre
foi nosso costume. Alm disto, continua
mos a dar os cartes de visita em cartees
de luxo, Bristol, ou porcelana, dourados ou
litbographados para o que temos uma varie-
dade de 12 modelos, a escolba de quem se
retratar.
CT VA GOMO PREVENfAO.
Apezar do nosso trabalho ser mu te co-
nbecido nesta cidade, aonde trabalhamos a
H annos, com tudo jalgamos de nosso de-
ver dizer boje o seguinie :
Nos retratos fe.tos em nosso estabeleci-
mento emprega-se toda a cautela para of-
ferecer-se a par da belleza do trabalho, as
melhores condigoes de duragao. Doura-
mos e fixamos os nossos retratos sem oltaar-
mos a economas^ e ltimamente para Ibes
podermos dar uma lavagem mais ampia
e segura, contratamos com a compaobia de
Bebiribe orna penna d'agoa. Os nossos
cartes de de visita sao verdadeiras photo-
grapbias, que nao preciso de retoques do
pintor para lbe desfarcarem os defeitos, e
convidamos a quem quizer a passar sobre
elles uma esponja molbada em agua, ou a
deixa-los mergulbados por espago de horas
em agua, ou em espirito de vinbo : se apre-
sentarem alteracjQ serlo recebidos por nos
e pagos pelo duplo do que tiverem cus-
tado.
Continuamos a fazer retratos por todos os
systemas photograpbicos at hoje conheci-
dos em pbotograpbia. O nosso sortimento
de caixinhas, quadros, passe-par-tauts, e
joias de ouro para a collocago de retratos
o mais completo, variado e abundante que
existe nesta cidade.
CASA DA FORTUNA
Aos 6,0000
BILHB1ES GARANTIDOS.
A' roa do Crespo n. 23 e casas do costme.
O abaixo ;ssigna4o veodea nos seus muito feli-
zes bilhetes garantidos da lotera que se acaboa de
extrafair a benenclo das (amidas dos voluntarios
da patria, os segoiotes premios :
N. 1700 dous quartos com a sorte de 1:200$.
K. 2705 doos qoartos com a sorte de 500;.
outras muitas serles de 100$, 40 e 20$.
Os pos?uidores podem vir receber seos respecti-
vos premios sem os dscontos las leis na casa da
Porloof rna do Crespo o. 23..
Acnam-se a venda os da 1* parle da 1* lotera
da Igreja de Nossa Senbora do Monte de Olinda
(39*) qoe se extrabira* segunda-felra 30 do cor-
rete.
?reco.
Biinete.....OJOOd
Meio......3^000
Qoarlo. .... 1#800
Em porce de 100^ para cima.
Biinete.....5500 'm .1
Meio......2*7.
Quarto.....1375
Maooel Martins Fiora.
Aluga-se
Aloga se doas sitios com boas casas para fami-
lia e moito fresco oa Torre : a tratar na padaria
do mesmo logar.
Aluga-se
A nadara da Torre com todos seos utencllios
at tem doas fornos por barato p:eco : a tratar na
mesma.
Armazem ou loja
Traspassa-se om bem armazem proprio mesmo
para loja de fazendas e com commodo at par
familia econmica, oa ma da Praia : trata-se na
ra da Madre de Dos n. 16, loja.
E^cripluraco cemniercial
Uma pessoa com a pratica de mais de 20 annos
propoe-se a escripturar livros por qaalqner syste-
ma. Organisaos, adiante os atrasados,'- procede a
balaocos e fecha os iivros por preces convenci-
Dados : qoem precisar deixe carta fachada nesta
typographia com as iniciaes D O oa na travessa da
roa do Vigario o. |.________________________
Na ra da Cadea do Recife, laja n. 7, pre-
cisa-se de uma malher para ama de servleo inter-
no de casa de poaca familia para engommar e tra-
tar de meninos, paga-e bern^____________^^^
AMA
No armazem de limas roa do
dor n. 22, vende se :
Salitre refinado arroba 65'00
Enxofre atroba 2800
impera-


AttenQao.
X. 2$ Ra de Livramente N. 25
Deposito de tamaacos o calcado nacional da fa-
brica da rna do Jardiro o. 19, de Jo< Vicente Go.
dioho, taoto oo deposito coma na fabrica se aprcmp
tam todas as porcoes de calcado o mais barato
possivel, esta fahrrea tem t'idas as machinas pro
prias para os calcado* ja bem acreditados pelo
grande numero de fregueses qoe daqni se for-
neeem.
Chfeeolate vermicida
Antoni Nones de Castro.
Desde 1857 qne sao as tabellas vermicidas ap-
licadas em Portugal, como o remedio prompto e
efflcaz para a expulso das lombrigas.qae togra
ves padecimenios causara e qae quast sempre nao
se soppofl ellas a origem.
Este Vermfugo prefexivel a qoalqoer entro
pelo seo agradavel paladar e fcil applicaco as
criancas qoe mais gera.mecte sao atacadas de se-
melbante mal.
Deposito especial
34Ra larga do Rosario34
Botica de Barthnlomeu & C.
Precisa-se de orna ama que engomme e lave,
para urna casa de ponca familia : a tratar na pra-
5 do Corpo Santo n. 17, 3* andar.____________
No coilegio da (.^oceico precisa se de um)
bomem Idoso e sem familia para porteiro.
XAROPE
DE CASCAS DE LARAX1AS AMARGAS
ae 9. P. Laroze, pharmaceuiico
en Paris
35 anuos de snecessos atiestan a sna eflicacia,
como:
tnico excitante, para ajudar as func-
'.Tics do estomago, assim como dos intesti-
nos, e curar as doencas nervosas, agudas w
chronicas.
tnico anti-nervoso, para curar os incom-
modos percursores de doeofas assim evita
das, e para facilitar a digestao.
anti-periodico, contra os calofros, calo-
res, com ou sem intermitlencias, e que teem
por especficos as substancias amargas; tam-
bem efficaz contra asgastrites e as gas-
tralgias.
tnico beparador, para combater a ex-
haustacSo do sangue, dispepsia, anemia, es-
golamento, inappetencia, langor etc.
Deposito em todas as pharmadas e casas
de drogaras no Brasil.
Expedicoes, em casa de J. P. Lazore. rae
des Lions-St-Paul, 2, Paris.
Deposito em Pernambuco, pharmacia de
n. Maurer A C. ra Nova n.25.________
iapiel Power Jonnston A torapauhia
RuadaSenzala Nova n. 42.
ASBNCIA DA
FandleSo de Low Koer.
Machinas a vapor de 4 e 6 cavallos.
Moendas e raeias moendas para engenh".
Taixas de ferro coade. e batido para enge-
ho,
Arreios de carro para um e dous cavalks.
^elogios de ouro patente inglez.
irados americanos.
Michinaspara descarocar algodo.
Motores para djtos,
Machinas de costura.
____^______ ^ amanhSa.
Precisa-se de um criado boleeiro : no
da Passagem antes da ponte gwode o. i.
Aloga-se ama casa com prorKirgOes para mo-
rada e estabeleeimeoto de serrara, precisando o-
mesmo predio de aigons concert.*, coja obra sera'
levada em ce uta dos alaguis conforme se conven-
ciooar ; a pessoa qae se propozer fazer este nego-
cio dirija-se ao irapiebe Ramos, armazem nMiL
Ama de teite
Precisa-se de orna ama qoe teoba bom e bstan-
le leite : na roa de Santa Rita n. 8.

si lio
Ama
Preeisa-se de orna ama d leite : aa roa d >
Queimado o. 49.
Preci;a-se de om criado para o> hotel do-
Monteiro : a tratar na rna do Crespo o, 8, loja.
Antonio
Portugai.
Goocalves Moreira relira-se para
Ama de leite.
Qaem precisar de orna ama de leite, dirija-se a
roa do Brum n. 66, armazem, que achara' com
quem tratar .s
Sabonetesjle akaro
O nso destes jabonetes tem apresentado os mais
benficos effeitos coaira as impingeos, sarnas, ti-
oha, caspa, comichees e todas as demais molestias
de pella
VBNDE SBNA
B tica e drogara
a
Barlholemeu & Gopahia.
31Kua larga do Rosario34
SECROI
MARTIMOS
CONTRA FOGO.
A companhia Indemoisadora, esUbeieci-
da nesta praca, toma seguros martimos so-
bre navios e seus carregamentos, e contra
o em edificio?, mercaderas emobiliaa:
roa do v^grlo n. 4, 8
Aloga se orna escrava perfviu cosinboira :
qoem pretender dirija \t a ra do Pilar o. 85, 1<
aadar.
Attencao
Na r*fiaaeio da roa do Haael a. 43 preeisa-se
de irabalbtdores para a mesvaa.
Aloga-se ama eaaoa de earreira e carrega de
Aatu-se aborto do i* de catabro em aliste, e re-15 a 6 pessoas : qoem tiver para alagar dirija-se
cebera-se nitros* e externas. 1 ruaa larga do Rosario n. 20.
Jo- Heorique da Silva precisa de om cria-
do : a procarar na roa estreita do |Rosarlo n. 2,
das 9 boras do da em dlante. ___________
Sociedade beaeficeute dos
artistas alfaiates em Per-
nambuco. a
De ord-m da directora da mesma sociedade
convido a todos os Sr*. socios a comparecerem oa
saladas -es-o-s as 7 horas da nolte do da 26 do
correle, para reoniao da assemb'* geral ettraor-
dioana, que tem de tratar de negocios importantes
a mesma sociedade.
Mane el Joaqoim MachadoJGnimaraes,
Secretario.
Aiuga-se o'ama eaeelieule ra, o lado d*
freote de om pnraeiro andar, cora boa sala, gabi-
nete, 2 quartos, agua a gaz na eseada, proprio
para bomem soiteiro oo escriplorio, por 23A men-
saes : na ra do Rosario a. 11, sa dar' infor-
roacao._____________-^.________
Perdeu-ae no dia 20 do correte uro
ane.lio de ouro de fetio ing/ez com>^IDete
roga-se a qaem o acbar (ouacjj^j no rM0
de querer entregar ao swjfiovr\o dono de-
rijir-se ao pateo doGfiffo-Saoto n. II, que
generosamentejgifrecompeDsado._______
Jtltenco.
Deseneamioharam-se doas letras sacadas por
Jos Pereira Santos, e aceitas, ama da qoantia de
953,1, por Francelim Affrodiilo da Silva Tavares,
em 15 de marco de 4867, a veneer-se a 12 atezas,
e ooira por Dominios Carlos de Sanla da qoaatia
de 468S, em 26 de marc/> do mesmo auno, a vec-
cer-se no mesmo praso; as quaes letras, tendo
sido remettidas no mez de maio do corrate an-
no pelo corroo do Sobral, nao chegararo ao seu
destino, p*lo que fat-se o presente annoncio aflm
de qae ningoem faca negocio com ellas, ama ves
qae tendo sido aceitas outra?, sao de nenbum vi-
gor aquellas de qoe se trata.
;
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aaaa

MUTILADO
4)
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i.lnWufM .

HHI

ot&f
de 1807.
________
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*
V
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1IIWS
PARA
as ai
JTTSOUZJl SOARES-A IRMAO .
proprietmos do grande e novo estabelecimento de miudezas,
ferragenSy quinquilharias e candieirds agaz
RV1 NOVA Z. *8
Em frente a botica do Dr. Sabino
Receberam directamente de New-York ana sortimento de machinas para 'descarocar
algodSo, sendo de 12, 14,16, 18 e 20 serpas, qae pela Sffi qualidadee perfeito, lornam-
se recommendaveis.
Os propietarios garantem por ara anuo a eoostroccao das mesmas, e o bom re-
sultado em descarocamento de algodo. Sendo estas de om modelo tal, que alm de se-
rem de pooco volume sao muito facis para o trabalbo, ficando o argodao o mais perfeito
possivel. Affiancaado-se 03 precos serem mais razoaveis que em outra qualquer parte.
Os pretendente* podem dirigir-se ao referido estabelecimento, que alm de acha-
rem um bom sortimento de objectos de que tendente, eocootrarao siaceridade e bara-
teza nos presos.
Ama
Precisase de urna ama para casa de pouca 'la*
milia : a roa da Croi n. 8, 1* andar.________
Jos Das Brandiio. abaixo asignado, fax ver
ao pabileo que se despedio da cas* do Sr. Joaqaim
Francisco da Silva Jnior, no dia 21 do corrale.
Recifc 24 de setembro de 1867.
Jos Das BflDdao.____
OITerece-se um caixeiro eom toda prjtiea de
taberna e por balando : a tratar-na roa das Cal-
cadas D. 2.
__ Precisa se de ama ama para todo o serviso :
a tratar na roa da Concordia defronte da casa
n. H.________________________________________
Alaga-se om sitio cora excellentes commo-
dos para arande familia, com coxelra e porto do i
Panno; no Mootelro, becco do Qaiabo : a tratar]
na roa do Pilar n. 112 at s 9 horas da manbaa
e das tres da tarde em diaote.___________________J
No domingo 22 do correte mez, desn pare-,
cea de nm dos qaartos da casa de banbos no largo.
do Carao, om reloglo de xoro patente inglez de
d. 23219 : portanto rogase a qnem o tiver adia-
do de o restituir a sea dono na roa do Queimado
loja de fazendas n. 20, que sera' gratificado.
~__ Precisa se de am caixeiro qae tenha pratica
de molbados: no Prcgresso do pateo do Carmo na-
mero 9.
Precisa-se de om menino de 16 a 18 anoos
para canelro de ama fabrica de charotos e mo-
hados : na roa estreita do Rosarlo o. 11._______!
P ecisa-se alugar um sitio cora boa caa,
Iructeiras e tanque para baubo.'na Caponga a
margena do rio : a tratar nesta lypographia.
Escravo fgido.
ContiDa estar fogido desde o dia 20 de jalbo de
correte nano o escravo Vicente, pqr alcunba Cao-
gaiba. nacao AogoU, idade 40 aonos, pouco mais
oa menos, altara regular, sueco do corpo, pernas
fina3 e arqueadas, sendo ama mls do qae outra,
rosto comprido, pooca barba, bastante ladino eiu-
titala-se de forro, osa camisola de algodauzinbo por
cima das cal?as, ebapo de feltro parda, guarda-
sol de seda ja* velho : recommenda se as autorida-
des policiaes a captura de dito escravo, gratifican-
do-fe convenientemente oa roa da Cadeia do Re-
cite n. 27, 2^_a idar._____________
Pracisa se de ama ama para comprar e co-
tinbar para doas pessoas : a iratar na roa da Pe
nba o. 19, 1* andar._________________________
Esta' justa para se comprar a casa teman.
28 da ra uireita dos Afogaaos: quem se jolgar
com direito a mesma por qualquer ltalo declare
por este jornal no praso de ires das. _
Oflrece^ ora bouiem para feitor de sitio,
que entende de todo qaaoto plantacd's, e tena
mana pratica do pa : em Santo Amaro ao p da
fuodico, laoerna de io Jiclnlao de Caivalbo,
Urna casa de pouca (amiba precisa de ara
criado forro oa captivo, que saiba coiinhar, aQao-
?audo boa conducta, paga-sd-lhe bem : a tratar na
roa do Queiroado, loja n. 1.
Albino BaptisU da Rocha, relo-
joeiro e dourador, praga da Inde-
pendencia n. 12, faz qualquer con-
cert pertenceote a sna arte por
precos mais baratos do que em oa-
ira qualquer parte, e responsablli-
sa se pelo seu trabalho, asslm co-
mo vende relogios bons e baratos e compra obras
de ouro e prata em segunda mi.______________
Precisase de urna ama pora cosinbar e la-
var : na prca da Santa [Gru n. 12. Na mesma
ge precisa de nm peyueoo com pratica de taberna
oa sem ella.
Umm
__________i
-
COMPRAS

Comprase moedas de ouro de 20*, 165, 10*
e 95 a roa da Cruz o. 3._________________
Moedas de prata
nacienaes, assim como palacios poriugnezes e
hespaobes, comprara-se eom premio : na roa do
Cre*po n. 16, pnmeiro andar. _______
Compram-sc escravos
Silvino Gnilberme de Barros, compra, vende e
roca erleciivamente escravos de ambos os sexos
de todas ai idades: a' ra do Imperador n. 79,
e-rceiro andar. ________ "
Compra se sempre por mais do que em ou-
tra qualquer parte, prata brasiletra e estrangelra
(pataroes) libras esterlinas, moedas de 95 e 165
portuguezas, de 55, 105 e 205 brasileiras, oocas
ou outra qualquer qualidade de ouro, e se trocam
sedlas dj baaco do Brasil e caixas filiaes de oo-
tras provincias: oa roa da Cadeia do Recife n.
88, loja de azolejo.
Compram-se
com premio moedas. de ouro e di prata nacienaes
e estraogeiras : Da ra da Cadeia do Recife n. 16
armazem de Adriano, Castro & C.
Ouro e prata
em obras velbas, brilbanies, diarsantes
bem.
e ;e paga
Hospital Portugus de Beneficencia em
pemambaco.
N3J tendo sido possivel concluir-se domingo 22:
do correte c-ltilo de todas as prendas curiadas
pela pbilantropia dos habUantes desta cidadve de de ^^ QS w fe coffil)r8m na ,0;a de oon.
oatras partes, a eu> po iniutato>\a ]Uola aaroi- ve$ aQ afC0 de jSSJ S,Lhr,ra da'CoQceico,
Distrativa teo resolv.do expdr noameoie era le- 'd Cadeiado Recife, assim como ouro e prata
iao domingo 29 do corrate, as 4 horas da tarde,
no mesmo sitio desta hospital, grande e variado
numero de liadas e ricas prendas que arada exis-
ten), contando para isto com axoncorrencia do res-
peitavel publico e com acosturoada candada qae
lera sempre lo beuevolameule dispensado em prol
deste hamanitano estabelecimenlo. -
A junta administrativa Igualmente manda fazer
publico que o Hospital no mesmo domingo 29 do
correte estara' aberlo desde as 9 horas da ma-
nbaa at as 9 da noite para ser visitado por todos
os eoocorreote*.
Secretariado Hospital Pmtogaez de Beneficen-
cia 25 de setembro de 1867.
A A. dos Sanios Porto
i* secretarlo.
ATTEi\(O
No armazem de fazendas de
Santos ftodho, ra do Quei
madon 19.
Bom e barato
Cambraia de cores masadas finissimas a
800 a vara.
dem brancas transp?rentes *."" *n **
50000, 60,70, 80 e 90000 a peca com av
jardas.
dem branca tapada de 80 e 90 a peca
com 12 jardas. ,
dem branca franceza muilo larga a 90 a
peca com 8 varas.
Baloes de 35 e 40 arcos nesgados para
senhoras, a 40500.
dem de 35 e 40 arcos com ferrogem a
20500.
dem de mursnlina nesgados a 50.
dem de crochet a 50.
dem de mursnlina para meninas a 30 e
30500.
Saias bordadas a 50.
Cambraias admascadas para cortinado a
120 a peca com 20 varas.
dem para forro a 30 a peca com 10 jar-
das.
Cambraia de linho muito fina de 60 e 90 a
vara.
Madapoles finos de 60, 70, 80, 90,100,
110 e 120 a peca.
Platilha de algodSo superior fazenda par
saias a 30200 a peca com 10 varas.
Cobertas de chitas de ramagem a 20600.
Lences de hamburgo fino a 20400.
dem de bramante muito fino a 30200.
Pannos adamascados para cobrir mesa a
40500.
Gnardanapos de linho adamascados a...
30500 a duzia.
Alualbado adamascado com 7 1/2 palmos
de largara a 20 a vara.
dem adamascado de linho com 7 1/2 pal-
mos de largura a 20 a vara.
Algodio enfestade com a mesma largura
a 10100 a vara.
dem trancado de algodao a 10600 a vara.
Toathas alcochoadas de linho lisas a 110
a duzia.
dem de algodo felpudas a 130 e 140
a duzia.
Colchas de fustao a $0000.
Retondes de tilo prieto a 60.
Chales de fil a 50.
Lencos de cambraia brancos finos a 10800,
20 e 20500 a duzia.
Lencos de cassa fmissimos a 30200 e
306Ou a duzia.
Fil de linho iiso a 800 a vara.
dem com salpicos a 10000 a vara.
Gmsdenaples preto bom a 10800 e 20
o covado.
Morantiqoe preto superior a 20800 o co-
vado.
Flanella de todas as cores a 800 rs. o co-
vado.
Tarlatana de todas as cores a 800 rs, >
vara.
Bramante de linho com 10 palmos de lar-
gura a 20500 a vara.
dem de linho com 5 palmos a 10200 a
vara. ,
dem de linho com 3 1/2 palmos a 800 a
vara.
Riquissimos basquins a 250000.
Assim como outras umitas fazendas que
se vende por menos que em outra qualquer
parte, e d-se amostras de tudo^________
Fundico da Aurora
Taixas de ferro cuado, bom sortimeoto e qaaj
dade superior.___________________________.
Chocolate de uesbriere
purgativo de magnesia.
E'o chocolate de desbriere o melbor_ purgante
at agora coonecido e de grande aeeilacio em Pa-
Moedas de ouro e prata nacionaes, esirangeiras, rls, ODde lem sido mailo applicado no hospital
Hotel Diea pelos professores Trousseaa e Pidoai
com o raethor resoltado.
Por sua accao lazante porga sem fa Igar o esto-
mago e os iotesiinos, e aprsenla ptimos resulta-
dos como dorivatlvo, abrovente, autivernoso, re-
frescante e depurativo.
Deposito especial
34 Hua larga do Rosario3 i
Botica de bartholomeu C
Pataces
Compram-se pataces bespanhes, portogaezes e
brasilelros de cnnbo antigo, em casa de Alamson,
Henry & C, roa do Trapiche-novo n. 40.
Compra-se onro e praia em
na iraca da Independencia u. 22.
obras velbas
Comprase ama casa terrea boa e nova, mo-
derna, em boa rna : qoem tiver par vender di-
rlja-se a botica na prac.a da Boa-vlsia n. 32 ou an-
noncie._____________________^_____
Libras esterlinas,.
Compram-se com bom premio
dependencia n. 22.
na pra a da In
Moedas de ouro.
Nacionaes e estrangeiras assim como libras
esterlinas : caropram-se na ra do Crespo n. 16,
primelro andar.
000
Compra se na loja de joias do corado de onro
I n. 2 D, ra do Cabug, moedas nacionaes de 20j
i.
Comprase urna secreta'ia, estando em bom
estado, e orna salva de prata para i ou 5 copos :
no raes do R*m>s n. 10.
Compra-se urna es terrea em aaalqnerdos
bairros da capital; a tratar na roa do Pilar n. 6.
.\egro de mela idade. ,
Compra-se sendo da faca oa seu arredores e
porlaoto conbecido sem vi ios e proprio paca ser-
vido de sitio : ua ra Nova n. 19, 1* andar.
tiver
Ceropra-se
urna prensa de ferro para espremer: quem
I dirlja-se a roa larga do Rosario o. 10.
Coa>ura-se no eseriptorio de Augusto F. de
Ollveira & C.: rna do Trapiche n. 42, moedas de
onro e prt, estrangeiras e nacionaes.________
7 fiar cealo.
Hospital potinguei de Beneficencia em
Pernambnco.
Tendo a joota administrativa ju'gido conve-
niente sojeitar-se este esUbelecimento a receber o
on ine sahir oor sorle, nos bilhttes da-1* parte
oa t-Toier? a^enecio da igreja di H. S do Mon- Comprare prata nactoaal
te de Oliod, qae deve extrabirse no da 30 do I pendencia n. 22.
crreme, os qoaes foram offertados a este Hospi .
tal por occasiaodo leilao do prendas em 2i deste
mez ; manda publicar o numero dos mesmos b-
Ibetes, e o nome das pessoas que se diuuaram of-
ferta los. Biihetes loteirosos. 1736, 2041, 2471 e i
3235 palolllm. Sr. Jos Marcelino da Bosa *
te loteiro a. 587 e meto dito o. 3179 pelos
na praga da Io.de-
btlhe
VENDAS
Vende-se
. luis.as seguintes obras: Nevoas matutinas, di-
Srs. Aotonlo JosRjdngpesdeSouza e sea maoo | ^s p0r Aprigio Meneees, 10; Cancros So-
lo^ Rodrigoes de Sooia ; meio *eta__n.__1278: caeg^ Qrama ^ jj. Mara Ribeiro, 1 volu-
Joo Diabo, romance por
Paulo Feval, 4 volomes eucaderoados, 50:
oa ra do Crespo n. 4 fabrica de chapeos
de sol._____
Viab.0 fino do Porto en-
garrafado.
Vende-se de mal excelleote qualidade por m-
dico precoem calzas de 12 garrafas : no arma
mez de David Ferreira Bailar, roa do Brom n. 6ff.
Ven e se o estabelecimento da casa n. 28 da
rna do Trapiche. Ao comprador se dir o motivo
porque se end.
pelo lilm. Sr. Joo da Costa Lepes ; um qoario de i '
Sr Manoel Alves de r;ie'
de BeoeGcea-
bilheie n 3954 pelo Illm.
Oiraibo.
Screwria do Hospital Porloguei
cia 25 de setembro de 1867.
A. A. dos Santos Porto.
! secretario.
E. *. ttabelio saca por todos os vapore so-
bre Lisboa, Porto, Pgueira, Braga, e des e villas de Poriagal, ioclosive as qlas da Ma-
eira, Acore, etc. -
__ Vende-se o engnnho S. Bartbolomeo, moeate
e corrente. sito na fregueita de Munbeca, a tres
tegoas desta cldade e a nma da estecho dos Pra-
zeres, me com o rio Jboaiao, l*m immensas e
ptimas vaneas de massap de pas, e mallos
partidos para Wir ; a maior parte dos partidos
' J.O a' roaxgem do rio, e por elle pode ser trios-
! portada toda a cana; aiem dlsso lem todas as au-
I tagen> de urna boa proprjedade. "
Tambem se vende corneo eogenho oo separada-
MUS m LIMiO
do Porto
Vendem-se melas de linho proximameote che-
gadas do Porto : na loja de ferrageos da- roa da
Cadeia n. 44.
Escravau..
Vende-se orna escrava de 24 anoos, de boa con-
ducta, sadm e bonita figura, a qual eogomma, co-e,
cozmba e lava com perfeicao : a tratar na rna do
Brnm n. 48, 1 andar, das 7 as 9 boras da ma-
nbaa e das 4 as 6 da tarde^_______________
Vinho soperier em caitas de nma dozla e
tem para vender Antonio Laiz de Oliveira Ateve-
do i C, no seu escrpiorio/oa da Crnz n. 57.
Cal de Li boa
No armazem do caes da alfaadega a. 5 ha para
vender superior cal nova, marea TU, ebegada ba
dias aa baa porloguexa Gratido, a pre;o de
105 barril.
y Fabrica e fundigo de bronze
e outros metaes, caldeireiro,
laioeiro, e funileiro, situada
naSoledade, ra do Prin-\
cipe n. 3, e com deposito na
ra Nova n 38, da cidade
do Recife
DE
BRAGA &SAMPAIO
Fabricam-se neste importante esrabeleci-
meoto todas as obras concernentes as artes
respectivas como sejam:
Alambiques de todos os la man los em
feilios, os mui acreditados aparelhos de
Derosne com as dimences delicadas dos
fabricados em Franra.
Fabricam-se avulsas quaesquer pecas des-
apareaos, como sejam o dilatador, ratifica-
dor e condensador, ou esquenta garapas,
resfriador, serpentinas interiores.
Fabricam-se bombas da todas as dimen-
ces e qnalidades, pelo systema francez ou
americano, simples, de presso, repuxo,. e
com especiadade a estanca rios! assim de-
nominadas pelp enorme volume de agua
que absorvem calculada em 100 pipas por
hora, e das quaes algumas esto promptas a
serem experimentadas.
Existem bombas'por este systema, me-
nores, para regar sitios, garantindo-se nao
s sua duracSo como a grande quantidade
de agua que fornecem pelo que s5o cons de-
radas boje as primeiras bombas contiendas.
Todas as mais obras se fabricara, vonta-
de dos freguezes e a seu capricho.
Existem sempre promplos no deposito in-
dicado na ra Nova n. 38, um completo sor-
timeoto de obras solidas, bem construidas e
a precos rsoaveis, como sao alambiques,
serpentinas, taxos, passadeiras, repartidei-
ras, escumadeiras, cocos, candeias, e muitos
outros ulenc.ilios preprios para engenhos,
como tejara mancaes de bronze, parafuzos
para rodas de agua e outres.
Cavilhas, machos para" lemes, pregos de
todos os tamanhos e para o forro de cobre
de navios.
Aprompta-so ludo quanlo diz respeito as
obras de latao torneadas e polidas com toda
a perfeicao.
Vlvulas para tanques de banho, lorneiras
de todos os tamanhos e qualidades, assim
como todos os ornamentos para militares,
botoes para farda, aparelhos pan barretina,
nmeros, espheras, espadas, cornetas, alam-
padas turbulos, caldeirinhas, navetas, almo-
arizes, perhimadores.
Obras de folhas de flandres de todas as
qualidades, bahs, bacas, bules e outros
uteiicilios domsticos.
Lampioes para gaz para engenhos, folha
d flandres em caixas, folhas de cobre e la-
tao, tubos de chumbo para encanamentos de
todas as dimences, folhas de inco, estanho
em barras e verguinha, lances e barras de
chumbo, vidros finos pira espelhos, de co-
res, bordados, e opacos, e outros para vi-
dracs, diamantes para cortar vidros, cadi-
nhos ordinarios e de patente, rea para mol-
dar, folies para ferreiro, lavatorios com ba-
cas e jarros,-trra podre e outros nmeros
o! jectos proprio de taes estabelecimentos.
Se|lyo todas as obras inspeccionadas e
fcitasisob a direcc3o do socio administrador,
Jos Baptista Bfaga o qual se acha de novo
especialmente incumbido da gerencia de t5o
Jmuoriante estabe.lecimente, isso urna ga-
ranta pe'a sua longa pratica, que tem os se-
nhores freguezes de qoe sero servidos a
contento, com promptidSo e preco commo-
do, pelo que os proprietaris Ihe sero.agra-
decidos.
Loja do Gallo Vigilante
DE
iGRANDE .
de cacados da ra
Fscravo rugido
Um mulato de nome Trujano, caraolbo, alto e
agro, cabello de eaboclo, levou vestido caiga de
turna pardo e camisa de algodo : rogase a todas i meciH algn? caer vos
as autoridades pnlicraes o prendara, ou a qualquer \ gDre as condiQO-s de preco e de pagamento se
pessoa qae pos?a encontrar o leve a roa da Cruz,; CDf n^ra' a accordo racoaveJ, urna vez que se dse-
armazem o. 54,ou na ra do Cabug, l.ja'de qua- i a ^alisar a venda : a tratar nesta cidade *
Iro ponas da agnia d'ouro, que Jera" generosa-1 seo proprielario na roa de S. Gonzalo n. 39.
mente recompensado._________________
~ Cozlhelra ou eozlnhelro
Precisa se de urna cozinheira oa cozinheiro : aa
ra di Cruz, armazem o. 54. |
com
Farinha de mandioca supe-
rior.
A iratar eom Tasso lrmo oo no trapiche b^
do Livrameoto, forte do Mattos.
rao
4-
Vende-se nm preto possaote e moco
rua do Rangel o. 9, ou iroca-se por am
cozinheiro.
ama
quejseja
Terrenos
qnes
SAQUES
Joaqa' Jos Gotr5Fes Beltrlo saca sobre Lis-
boa e Porto.
na a Tfapichrj p-17
Fugi no diT53,de setembro do cor-
rente anno, do engnho Tabocas, o preto Aotoaio Boieiho Pinto da Meiqaita contina a
CrOUlO de Bome VlCtor, fCOm OS seguintes vender terrenos no. sea sitio do fandSo antes de
. .-. t- jn. ebegar em*Beberlbe, aor odo ama estrada no me*-
signaes : estatura am pouco alto, O aonos, ra0K>)li0j qae a tra,;ssa 0 ^ de B'ge ,pgae %
6em barba, cor bem preta, bocea regular., d0 eocaoamento das agoas qae y fornecer em
ro10 redondo, p* pequeos, m50S reltlga- Olinda; O mesaw sillo aobarV eaal qom iratar,
- raa da
Attenco,
A noTidade.
Jaqaetiahis pretas, caaaquinbas de grosdena-
ples para senhoras viadas pelo ultimo vapor da
Europa a 204 e i't cada um : a loja da ra do
Crespo b. 17, a ellas antes que se acabem.
Pe^as rfe algodo com pequeo toque de avarla
a 44 e 44500 a peca com JO jardas.
Tendo de se liquidar
do Imperador n. 31 :
Borzeguhs de Melli...... 115900
Ditos de Soler....... 8*aHJ!
Ditrs de diversos fabricantes. 8*SS
Sapai5es de bezerro Suzer..... 3 # 00
Borzegums para meninos e mentcas. "**!
Ditas ditos ditos....... 24OC0
Borzegums de lustre par bomens
(Suier)......... 74000
Sapaldes Melli. ..... 7J000
Borzeguins cordavaj...... 8J0O0
Perlumarias do fabrcame Lubio e
Piver por menos preco que em oa-
traquarqner parte.
Bolas-para montarla.
Perneiras e gaarda lama.
Sapatos de tranca para meninos. .
Sapatosde cooro de lustre com salto
para seobora
Gaimares& Freitas
RA DO CRESPO N. 7.
Os proprietaris des:e bem conhecido g
tabelecimento tendo em vistas a boa vonlade
com que tGda generosa popu'aco desla bel-
le cidade con corre com a sua coadjoya^o
para o basar de prendas que costumam e;-
Ubelecer no dia da commemoracSo do anni-
versario do Hospital Portuguez de Benefi^
cencia, cojo producto applicado a bem
daquelles que baidos de recursos, e no leito
da dor ali procuram melhorar seos soffri-
^ montos e aproximando-se o dia dessa gran-
diosa festa por isso apressam-se em avisar
ao respeitavel publico do que ba de mais
moderno em seu estabelecimento, alm dos
quaes tem variedade de outros, que a serem
para um fim 13o justo osvenderam por pre-
cos mui rasoaveis.
Riqusimas caixas com msica contendo
o necessario para costura, proprias para um
delicado presente.
Riquissimos livrintios com capas de tar-
taruga para missa.
Riquissimo lbum com capa de tartaruga.
Porta jotas, dedaes e relogios e neste gos-
to urna infinidade de objectos.
Vasos, calungas e palliteiros de porcelana.
Bi ecas que chamara papai e mamai.
Finissimos lencos de cambraias de linho
meo disticos.
Caixinhas com perfumaras.
Bengalas de canna com lindos castoes de
marfim.
Riquissimos enfeites com coques e sem
elle ioteiramente novidade e ultima moda.
Lindissimos cintos para senhoras.
Fivellas lindas de moito gosto.
Lindos port-bouquet com cabo de madre-
perola proprios para casamentos e bailes.
Riquissimos leques de madreperola.
Lindos leques de sndalos para senhora.
Ditos de sndalos para meninas.
Ditos de sndalo tendo no centro um qua-
dro de seda, ultima moda.
Leques de faias muito lindos.
Ditos de ossos.
Lindos pentes de tartaruga, massa e outras
muitas qualidades.
Luvas dejouvin. ioteiramente novas, bran-
cas, pretas e de cores.
Ditas de seda.
Meias de seda e algodo.
Lindas trancas pretas e de cores om ve-
dilrbo e sem elle, assim como lindissimas
guarnices para enfeitar basquines e botoes
para os mesmos.
Lindos indispensaveis para meninas das
escolas.
Bengalliuhas para meninos.
Suspensorios para meninos.
Lindas touquinhas e sapatinhos ricamen-
te entetados proprios para baptisados.
Meias de seda para o mesmo fim.
Muito boas escobas para deutes, chapos-
roupa, cabellos, unhas e para limpar pentes.
Superior liabas para crochet.
Agulnas para o mesmo fim.
Lindos agulheros e dedaes de madrepe-
rola e* marfim, assim como de metal.
Lindas, guarnices de botoes, tespara oole,
pannos e colerinhos.
Ricas capellas para noivas.
Meias de seda para senhoras.
Superiores thesouras para unhas, costura
e cortar cabello, etc., etc.
Suspensorios de seda para bomem.
Ditos de algodo para homem e meninos.
Finos aderecos pretos para luto.
Grande sortimento ae finas perfumaras
dos melhores fabricantes at hoje conhe-
cidos.
Grande sortimento de fitas de todas as
qualidades.
E muitos outros objectos que imposstvel
seriainenciona-los e que se encontrado na
loja do Vigilante, roa do Crespo n. 7.
WVAl SEM SEGUNDO
na do Que finia do a. 419, leja de
mlndezas
DE
Jos Bigoitnho
Varas de babado bordado do Porto a 200
Carretela de reros preto ecm doas oiiavas
propm s para machinas a..... 500
regos fraocetes de todos os tamanhos a 340
rozas de botoes de osso para calca a 200
spelhos dourados moito naos a 1000
aixas com linba snpenor para marrara 40
Parrileis de rteos de todas as cores a 80
Frascos d'agua de Colonia moito superior a COO
Frascos de o eo multo fino a...... 600
Dozla de tesonras pi quenas a..... 480
Frascoa^fagna para limpar'denlas a 500
Redes pretas lisas para segurar cabello a 30
Duzizs de peunasde acomuito finas a 60
Caixas de liaba do gaz de 30 novellos a 600
dem de palitos de seguranca a 40
Garrafas de agua Florida verdadelra I4-C0
Syllabarlos com estampas para meninos a 320
Memento da roopa de lavar a..... ICO
Dnzias de meias finas para seobora a 44000
Agulbas francezas a balo (papel) a 60
Petas de titas de la de todas as cores a '00
Grozas de botoes de porcelana praleados a 60
Caixas com alBoeiies francezes a 80
Caixas de ICO envelopes moito finos a 600
Resma de papel de pete branco liso a 24000
Frasco com superior tinta a..... 10
Pares de botoes de ponbo mnito bonitos 80
Ltnbas em.cariao de 200 jardas a 100
Caixa de superior linba do gaz cem 60
nvelos ............. 700
Talberes para meninos a....... 240
Masso com superiores grampos a 30
Booets para meninos a........ 140C0
Pentes com costa de metal a...... 400
Realejos para meninos a....... 100
GROE BUZAR
RA NOVA N. O E 22

Machinas para descarocar algodo, do me
Ihor antor que tem apparecido na America*
E' tal a execucao do macbinismo, que o al-
godo sahe quasi to perfeito como o de bu-
landeira. Recommenda-se a itteocjM dos
Srs. agricultores, estas machinas.

GBMDE BAZAR
ra Nova n. 20 e 22
Machinas pa a costura do autor Wheeler
c Wilson, chegadas ltimamente da Ame-
rica; as quaes pode cozer-se com don*
pespontos, toda e qualquer fazenda, emba-
inhar, frangir, bordar e marcar roupa; tudo
com perfeicao. Sao to simples, que com-
prebende-se fcilmente a maneira do traba-
Iho e a pessoa tendo pratica de coser em ma-
rtinas, pode fazer por da o ser vico que fa-
ciam 30 costo reiras.
Chama-se esle estabelecimento a alten-
Cao do publico, *isto que elle se acha com-
pletamente sortido de objectos de gosto,
como bem leques de madreperola e de sn-
dalo, fivelas, fitas para cinto, cokes perfu-
mara e etc,
Na ra nova n. 20 e 22. Carneiro Vian-
na &C.
PASTILHAS
VERMFUGAS
IGraude aimazem de tin-S
m
s
s
m
m
S
. Vende-se
Brnm o. 61.
carvo d ferreiro : na roa do
res. e cabellos carapinnados com gaforiua,
Datar ai de Campia, na Parabyba do Nor-
te, e levou vwtido camiea de algedto da
Babia, e caica d casimira emzeota ; quea o
apprehender e levar ao dito engeoho ter
dos domingos e dias atis, oa m -fteMfay
Cideia,loja de fazendas n.4te-, ___
Vende-se arroz pilada 'dalTl'llafo".
wperior : na roa da SnaatM|lha 84.______
Vende-se ama etiNrva ituaaJTiade la 26
mnito
awaan, exce lente engomada**, c.prfmalra a lava-
1001 de graliiaslo, e 80 ee entrefar I roa I ''*> c,*bos paremeita.: m roa d,-
dO Crespo n. 10 loja. __ I relia n. 99 tahtrna. ___^
Aloga-ie ama ama qae leja forra Qir* w i Veoda-sa a fabrica de cbaratos siU oa roa
* k9 i cm : i roa do Hwpicio o. 62. J C9 Fugo o. 18: a trajar o aaeima al o dia 28.
Vende-se
Vendase nafa taberna ba Torre com pooco fon-
do a bem afreguezado : a tratar oa padaria do
mesmo logar.
Boa pinga do Douro,
Chegram barris de quinto com poro vinho do
Douro garantiodo se -qe aio tem eoofeieao alga-
ma a excepeSo -de am bocadlotw de agaardente
qae Ihe bataram para poder resistir j vlagem.
neste genero o melhor que lega vlndo a este
mercado, a morto proprio eara asar nts horas de
comida e vende-se por pteeo am conta na loja e
armazem do Pavo ra da Imperatrls .-*, 4e
Gama_& Silva.__________ ___
Attebfo.
Vende se urna muala, a qu I engorarua, caae,
costaba e lava cura perfeicio : a tratar oa roa da
Croz o. 22, bolles trancara. _______
tas medicamentos ete.
Roa do Imperador o. 22.
Productos (mmicos e pharma-
ceuticos os mais empreados em
medicina.
Tintas para todo ogenero de pin-
tura e para tinturara.
Productos industriaos e tintas
para flores, como botoes de Aeres
e modelos em gesso para imitar
fructas e passaros com o compe-
tente desenho.
Productos chimicos e industriaes 9
para photograpnu, tnloraria, pin- |
tura, pyrotecnia etc. ||
Montado em grande escala e sup- %m
pride directamente de Pars, Loo- S
dres, Hamburgo, Anvers e Lisboa '
pode offerecer productos de plena I
confianca e satisa2jr qualquer en- fl
_ commenda a grosso trato e a reta-
S Iho e por preco commodo.
HHMar*HB*^
Carregameoto de barras.
E*tfo a' aada ua ra da Concordia, -
defrtmte do antigo armazem do sol, os
melbores borros qoe tem 'indo
qoaes se vendem barato
que ja'compraran ooa
S it da 17, doMetrat pagacao 500 rs. diarios
pelo saMaaHow-
i
S
ae terreno
maiores e
a Pernambaco, os
e pede se a's pessoas
compraran qoe maodem retirar os seos
Veade-ae mal: a w do Apollo o. 4.
Rival sem segundo.
Raa do Quelmano n. 49.
iaer acabar eom as fazeadas abaixo
meueionailas.
Qaeiram vir ver o qoe bom e baratissimo.
roalhas de labKmiho com bico, fazea-
da boa a .....- .....
Carretela de liaba com 100 jardas a .
Bravatas pretas e de cores moito "finas a
Caixas de obrias de massa muito oovas a
cofiadores para espartilbo de cordao e
fita a...............
Car retis de linba Alexandre com 400 jar-
das a ..............,
Jabonetes mnito finos a 60, 160, 200 e
Ditos de bolla mnito finos a 2*0 e .
diadas de liaba froxa para bordar a .
Varas de cordao para espartilbo a .
entes volteados para regagar cabello de
meninas a............
Frascos de macaca' oleo moite fino, a .
Abotoaduras muito finas para coiletes a .
Cartoes de boba branca e de edres a .
Libra de ara preta superior a.....
Sscovas par fato, fazenda boa, a
Varas de franja branca de bobo para
Pecas de bico 'estrello com 20 varas mnito
Varas de pa'pa'floV de diffeientes largu-
. ras a 120,160 e _. .'.....
Caizas de palito balo a........
Caixas de palitos de segoransa sem en-
cbofre a............
Soboneles de familia a 100,160 e
Grosas de botoes de madreperola para
camisa a.............
Cartilha de doutrina chnsta a
Latas com superior banha a......
Quadernos de papel pequeo superior a .
Doa de baralbos francezes superior
Groza de pnospboros muito superiores .
Caixas a retalbo do- mesmos.....
Caitas de phospboros de velliaba contendo
500 veilinhas moito superiores a .
Resmas de papel almajo muilo superior -
Resmas de papel paulado superior quali-
dade ...............
Dazias de meias para bomem.....
Dozas de meias croas mntte sopariorea .
Veode-se am seravo peca,
do? : no largo do Carmo o-1.
ilegvelL
Gal nova.
Veode si cal de Lisboa, a mais nova do marea-
do e por meos preco do que em outra qualquer
de idade Tal- P"e : roa estrella do Rosario, ao liar para o
pleo do Carme n. 47, e oa roa do Apollo o. 3a
wmm
3*000
30
500
40
eo
200
320
320
20
20
320
120
500.
20
100
500
100
1*000
200
40
60
240
500
320
200
20
21000
!*<,00
10
160
2*500
3*600
2*400
4*OuO
CASTRO NUNES,
Grammatica nacional.
Sexta edico
iiOOO
Livrarit fraieew.
]\OVA YORK.
DE COR CIIEIRO E SABOR AGRADAVEIS
Infinitamente mais ellicazes do que todos
os mais remedios pergosos enauseabundos
que existem para a expulslo daslombngas.
Nao causam dores e produzem seu effeito,
sem precisar logo depois de purgante ne-
nhum e tSoincitantes em apparencia e deli-
ciosas em gosto, que as enancas estio
promptasa tomar mais do que marca a re
ceita.
Uteis como um excellente meio de fazer
remover as obstrucc5s do veotre, mesmo
ao caso de n5o existirem verme algum, as
PASTILHASVERM1FUGAS DE KEMPS S30 promp"
tas einfalliveisna suaoperaco e por todos
os respeitos dignas deconfianca e approva*
Co de todos os paes de familias. Prepa-
radas nicamente por Lanman .4 d,
Nova York.
A* venda as drogaras de A. Caors, Bra-
vo A C. e P. Maurer & C, e em todos os
estahelecimflntospbarmacenticos do imperio
.VENDE-SE
Motores americanas para doas cavallos.
Dito dito para qoatro cavallos.
Machinas para descarocar algodo da 14, 16,
18, 20 30, 35 e 40 sorras.
Prencas para enfardar algodo faxeodo os sac-
eos com 6 palmos de comprimento eom o peso do
150 e 200 libras, viadas uilinrameute da America
oo armazem da Henry Porster A C, no cats Pe-
dro II o. 2 jonto ao Gabinete Pcriogoez.
Vende se om roolattabo da idade ta fl a-
os, Hada Agora, bom copeiro, babitaado ao serso
de casa, sem vicios e bem educado : ra do Hos-
picio defroote da asa em que foi o gyrooaslo na
penaltlma casa janto ao eaoal; o* pretenda tea
podem ir vello das tm as nove boras da maonaa,
t Hi das tres as seis da urda.
MUTILA

/


l
4


mam
------
Diario t pi
Qa.la.ia ela* *e
W.aa?.
RA DAS CINCO PON AS M. 8B
AO GRANDE ARMAZEM
DAS
Sempre barato
Haatelga
Icgeza H&r a i 0, a libra fe a 5oo rs. soffirivel e propria para tempero a 32 rs
,Idem franceza a 56 rs. a libra.
Cb
De primeira* qualidade a 208oo e proprio para negocio i56oa a libra.
BlSCOi tS
Inglezes peari, nic-nac, oval, cracnel, e outros superiores a tflloo a lata. .
FlgOS
A 24a res a libra.
Gomnaas
De milho branco a4ooreis a libra, deararuta verdadeira propria para alimen-
tar crianzas a 5oo res a libra e caxihas com 4 libras por menos, gocuma do MaranbSo
i 16o rs. e tapioca sag a 24o a libra.
Chocolate
Superior a 10, a libra.
Doces
De goiaba em latas a I53oo em caixa de 4 libras, muito. fino a l#8aa, em caixoes
ce 2 libras a 5oo e 32o.
Peixe
Eui latas a looo reisa libra, sortido em quaudaJes.
Ostras
. America a 8oo rs. a lata.
Baldes e Vassoara*
Americanas a 8oo reis cada peca.
Toucluho
De Lisboa a 320 reis a libra.
Tomates
Em latas a 6oo rs.
Ao respeitavel publico pernambncano ped>se
.'s
B
-
Sal
i


Refinado em lindos postes por 5oo rs.
Rlrshs de Wasser
A- 2teoo a garata.
Vernaouth e Abssntho
ki&Soo a arrafa.
BItter
A l?5ooo agarrafa.
De bordeaux superior, Saint Estephe, Saint Julien, Saint Emilie a 7ooo a duzia
a 64o rs. a garrafa.
Tlnho
Do Porto fino a 1 jooo a duzia e 105oo a garrafa e magnifico tamhem em bar-
ril a 8oo a garrafa.
Bnqne do Porto
Adamado e outras marcas a 9oo rs. a garrafa e loJ a duzia.
Vlaho da Flgnclra
O que ba de melhor a 44, a caada de Lisboa a 30 e 40 a garrafa.
De Lisboa a 2oo e 28o rs. a garrafa"gr*
Farello de Lisboa
Saceos com 9o libras a 405oo.
CerTeJ
Franceza em gigos de urna duzia a 60.
lngleza
Bass verdadeira a. T. e Victoria e Alssop a 5oo reisa garrafa
Atlen?ao
laoteiga iugleza
320, 500, 800 e 10 s na armazem se acba vista.
Manteiga franceza
em Horas 560 e 640, em barrls se fr differenca.
Banha de porco
em libras 320 e 380, em porco se far dinerenca.
Pructas
em calda Pera, Pecego, Rainha Claudia, Alperxe e outras muitas 500 e 640 a lata.
_ -.', Ervilhas
Portuguezas 640, francezas 900.
Fumo
em latas do Para e de albaneque, lata 10 e 10200.
Gomma de mllho
em pacotes, dita da trra 100 b 200a libra.
Vlaho
de Bordeara em caixa a dzia 50, garrafa 500, dito de 80 a duzia, 800 a garrafa, dito a
140 a dazia, 10200 a garrafa, ditodo Porto a 80,120,180, 240, caixas de duzia, assim
como figoeira carrada-30500 e- 40, poro J A A Lisboa 20800; 30 30500 a qualidade
convida.
em lata de 5 galSes e maisjwguenasa vontade do comprador, em garrafa.
P1I\RM I\
DE

-
140 fe i e O a Hbra, paibeo hoo ifora?*1***
Azelte
em garrafas a 800 a 10.
CHARUTOS
em caixa de 50 por 10,' ditos Delicias, Trovadores e Parisienses em cateas de 100; ditos
da Exposiclo caixa 50, ditos de Regala caixas com 100 a 20500 e outras nanitas marcas
que s na presenca dos compradores:
PREZUNTOS
de lamego em barril, ditos de fiambre o melhor que ba no mercado por preco que faz
admirar 11
DOCE DE GOIABA <
caixSes de-560 fin, dftw de 10500 que parece marmellada, dito em latas muilofina
qnalidadea!02OO.
' BOCETAS
com doce secco a 10 e 20.
QEIJOS
do Alentejo em latas chegado peto vapor Oneida, ditosFlamengos e Pratos dos mai* no-os
que ha no mercado.
AZEITONAS ,bj
deelvas como no mercado o2o temos a,U a lata,em barris do Porto a 10 eomonSoha
melhor.
. 1 "i
i 1 1
INJECTION BROU
- Uyclestea lnfaUtrel c reerm, biouij
*u prtaetpaa bstieu 4 Bnado. (Kitett a tw
\ liwiu anal, kosinas* Hicmi, MI.
*!> ^
mnmmsnm
' PREPARAgOES FERREAS-MANGAH1GAS
aPPROVaDIS Wi acaDEHIa DE HBDICRVA
DE BURIN D BUISSON
PkMttlic, istmos stla iuitmt it Mas* Pirii
O esainente profeasor Trodssbad, aa uhima edicJo de sen Tratad$ di TAora-
P*"* e Materia medica, reconhece que os ferruginoso simples sSo maias
yetes neficazes para curar as molestias que teem por causa o empobrec ment
do ssagae. Muitos mdicos dos mais dstinctos attribuem esse m o xito a ausencia,
n aseas preptracSes, do memganete, que se acba no sangoe, eomo o tero reconheddo
m chimioos os mais peritos, sempre intimamente unido com o ferro.
K pea, prestar-se um verdadeiro servco aos S Mdicos, o ehamar-se sna atlencSa
sobre as preparacoes segnintes.
1 POS iftrTfflS nMIWiniPflR dand0 ""^mente ama agua, acidulada,
I I leiltua llIdllgalH Z0M> .gradavel, subatuin4o com vasugem
t ecooemia u aguas mineraes forruginosu.
2 Fullas Xarope de iedareto de ferro e de manganese inaltemeis
MUai cada urna caco, centigramos de iodureto de ferro manganico indicadas
parttsvlarmestte as molestias Tympbacaj, escroftriosas, e as chamadas cas -
rosas e tuberculosas. ,
t Irafies de laetato de ferro e de mmum) JgtSSEff?l
i KWas de earbomto frreo mnguueo ISaSSifS
temar astas duas preparaeOM di oa memores roMltados.
0 X lorin du Buissen desejando obter a adtotto ooapleu do publico medico a
a5is^toel3^P^epl^K8*,' Vn*" *' I* f~twUmealo m su
H taw, a iom agte pt, Maanr <^, pkamatotoos, rm Hora.

Em liquidacao.
0 proprietario destes doos estabelecimen*
tos teodo muita fazenda em ser e desojando
liquidar para vender mais barato que pos-
sivel na roa da Im jeratriz lojaa e armazens
da Arara, ns. 56 e 72.
Roupa feita nacional.
Vende-se calcas de casimira a 50, 60 e
80, pretas ditas e 30, ditas de brim pardo a 10600, 20400
Alpacas admascadas para vestidos de senho- Sffi'Stffe J^JXAT00,
raa *ma 7-*fi .<> 40 e 50: palitots de casimra preta e de co-
v a i -a 'res a W 6&> S* e 100; palitots de mea
Vende-se alpacas de assento branco com casimira a 30, 30500 e 40: palitots de al-
listas e flores bsa e admascadas ptoprias | paca de cores e branca a 30500 e 40: palitots
para vestidos de senhoras -a 500, 720\ 800 de brim de cores a 20590, 30 e 20: serou-
rs. o covado ra da Imperatciz lojas dd Ara- de algodSosinho de litrho a 106OO, 20 ...
ra, ns. 56 e 72. 205O: rua da Imperatriz lojas da Arara
Ditos 160 o covado. \ ns. 56 e 72.
Vende-se ditos em retalhos a, 160 rs. o Organdis de cores a 640 rs. a vara,
covado, ditos em peca a 200 rs. o covado: Vende-se cassa organdis de cores a 640
retalhos de caca preta a 120 o covado: re- e Ia vara : talataoa de cores a 800 rs. a
talhos de caca de cores a 200, 240, rs. o co- vara: rna da Imperatriz lojas da Arara ns.
vado: retalhos de lasinhas a 160, 200 240 56 e 72.

mi
TTT
U
in ir
Veade-se na pharmacia de P. Maarer 4_G., roa Nova.
I8DEMUITOGOST0
Wudj sortiinaato da madernos chapos o cbapellnas de soda, de fil e de Mlh& de Italia.
varambrae meoin. '
Sapariores ras, bardadiobose entre malos bordados em cambrala tapada e transparentd.
Ka leja das cala mu as a na do Crespa n. 13
^Antonia Gorre de Vasconcellos & Companhia.
NOVO DEPOSITO
rs. o covado: rua da Imperatriz lojas da
Arara ns. 56 e 72.
Brim pardo transado a 560 rs. a vara.
Vende-se brim pardo com peqneno toque
de mofo a 560, 640 rs. o covado: rua da
Imperatriz lojas ns. 56 e 72.
LSazinbas a 200 o corado.
Vende-se lasinhas para vestidos de se-
nt ora a 200, 240, 280, 320, 340 e 400 rs.
o covado : na rua da Imperatriz lojas da Ara-
ra n.56e72.
Chitas francezas largas a 240 rs. o covado.
Vende-se chitas francezas largas a 240,
280, 320 e 400 rs. o covado: rua da Im-
peratriz lojas da Arara n. 56 e 72.
Mosambique a 400 rs. o covado.
Vende-se mosambique com palmas de se-
das para vestidos de senhoras, a 400 rs. o
covado: e vareja de listas para vestidos de
senhoras, a 280,320 rs. o covado.
Sedas escosseza com quadros para vestidos
de senhoras, a 280 320 rs. o covado: rua
da Imperatriz lojas da Arara ns. 56 e 72.
Arara vende as saias 30500.
Vende-: e saias bordadas para senhora a
30500,40,60 e 70, saia bal5o oo crinolinas
de arcos a 20, 20500 30 e 30500: roa da
Imperatriz lojas da Arara na. 56 e 72.
As sedas da Arara 10.
Vende-se sedas de quadrinhos e com lis-
tas a !0, 10200, 10600, 10800 e 20, o co-
vado : pupelinas de seda com palmas saltos
para senhora a 106CO e 10800, grosdenaples
de cores a 10800 e 20, dito pret a 10600.
10800 e 20: rua da Imperatriz lojas da Ara-
r ns. 56 e 72.
Madapolao a 40000 a peca.
Vende-se pecas de madapollo com 20 va-
ras a 40, 50, 60, 70, 80 e 100: rua da
Imperatriz loja da Arara ns. 56 e 72.
Casimira emfestada a 10 o covado.
Vende-se casimira enfeslada de duas lar-
guras a 10, 10600 e 30 o covado panno fi-
no preto a 10600, 20, 20500, 30 e 40: rua
da Imperatriz lojas daArara ns. 56 e 72.
AlgodSosioho a 30 e 40 a peca.
Vende-se algodiosinho a pecas de 30, 40,
50, 60 e 70. a peca rua da Imxeratriz lojas
da Arara us 56 e 72.
Bramante a 20400 a vara.
Vende-se bramante de 10 palmos de lar-
gura a 20400 e 20500 a vara: rua da Im-
peratriz lojas da Arara ns. 56 e 72. '
Algodio enfestado a 10 a vara.
Vende-se algodo enfestado de duas lar-
guras a 10 a vara dito transado 10280 va-
ra : rua da Imperatriz lojas da Arara ns. 56
e 72.
Cassa francesa a 240 rs. o'covado.
Vende-se cassas de cores para vestidos a
240, 280 e 320 o covado, vendes-se cortes
de cambraia decores e com barras a 20500,
30 e 30500: s as lojas da Arara, rua da
Imperatriz ns. 56 e 72.
Cortes de.lia de 14 covados a 30.
Vende-se cortes de lia para vestidos de
senbora com 14 covados o 30, 30500, 40,
40500 e 50, vndese corles de calcas para
bomem a 800, 10, 10OO e 10600. colari-
nhos de linho para hornera 400 e SCO, ditos
de papel a 500 rs. a duzia, golinhas para
senhora a 200 e 320.rs. por estes preeos as
lojas e armazens da Arara, rua da Impera-
triz ns, 56 e 72.
_
TATAMENTO o d- CMBLE, w PAfilS
Medico e*peefal( cnsul incoes, 3*0,
VIvU
[AVISO AOS DENTES: Sen',?
o que de todos os paisas.
me escrevem :
, aa i)BSCABOCAR algodaq.
Manoel Bsnto de Oliveira Braga.
-a Dlreita .53
"'Neae es*abelimento. *e"ancontrarSa a
verdaderas achinas americanas chegadas ltima-
mente, as quaes $20 feitas pelo mais afamado fa-
bricanta da America, porisso avisa a todas as pes-
soas que: precisarem comprar, de se dirigir a este
estabelecimento que comprarSo das mais perfeitas
neste genero, assim como mais barato do.que em
ootra qoalqner parte^ por isso que. se recebe por
conta propria, bem como cannos d chumbo e moi-
nhos para moer mtlho, e frande sortimeott defer-
ragens e miudexas en grotso aya* retalbo.
Facas def branco de meiebataneo a ';0
ia. limas finas de todos os tamanhos proprias
kabalho de escultura.
e
Mk satas es-
rto, tonwi Co
bes, Coas***
sb loas* as
formas em opia-
to, etiiuUs,
con/eito, Uubo
o estom.-igo ser-
rttsudeai

'.u e lo estou carado? L'sei e akosei de ubi grande numero de IIMECCAOCB, sm
curar eiu 4 dia, t esUm inda mais ioentes. 3
HA MAIS O WVOS
cu enro radicalmente sen recabidi, CorrssMfio*. Relaxaf^o o cans, Cslsrr 4* hmif.
Ptrar ntnM, corando primeira a casaa toknta, iofaoinstom 'ssms doesos ssxtMs.
com i(ns tiSTMdosMs umwim+O WGV*, para parar essai afecMt, secar o
canal e Ule tornar i irsai rsasde < psts acabar aeu exeellenu xamope as crtmsT* B
rsaso et miuaa uwartto, A cora radical, as iinioin pa os luios kfaacss. SBurnn
s ssssbm tratastecto. (f #js-** ntticia explietivm.)
40.000 OOENTES CURADOS
I******.**!-* apunarse sOS-ii **rp*mm*v ssssijlsi. smsssss..
prvridot, tinu, ekaos afocsSat vmtrtu, kamorts, e todas sssssscas as* aserio i paren
do MDpe sao caraa^eo. poseo tempe psr meo uwn W7atys' ss-ons
Sf? ma**2!&*m 4MMU MPsjutivas s sUats femmUm un
Teja-ss a masskra s tssf
sseatos. Esas ncsOsots
ae ka ti
k Bstles sm so da psOs ss depossts ds
- ***"" ****** sss iisssliisaai a kssa
ChStiTmr
%M MAURER 1 Cd

r i
Joaquim de Almeida tinto
Ajurubeba contra o ingorgi
tamento do fiyado e do bago
Em extracto alcoollco, emplas-
tro, olso, tintura, plalas,
xaropc e Tlnho
A jorubeba orna das substancias medi-
camentosas que pertence ao reiao vege-
tal, e pertetce a cVasse dos tnicos e desoba-
rueDtes, sendo eropregada eflm vantagem
contra as febres Intermitentes acompanhadas
de erjgo gitamtjQ.o de gado e de baco. Ella
lem sido apphcada con incontestavel pro-
ve to contra a anemia ou cbl orse e hydro-
phesia, catharro da bexiga, e mesmo para
combater a menstruacao diCQcil, resultante
da mesma anemia ou chlorose.
Depasilos jera es
Em Per na m buco, roa larga do Rosario
o. 10, Rio de Janeiro, pharmacia do Sr.
Daurado, Rio Grande do Sul, em casa dos
Srs, Casco & C, Macei, pharmacia de Sr.
Claudino, no Havre, pharmacia de Mr. Ma-
rica!, em Lisboa, na pharmacia do Sr. Peij.
^Hf*harmacla eapeelal horneo
pathlca do Dr. atablno O.^
I,. Pluho.
fCh de I* sorte para uso das
pessoas que se tratam homeopathi- I
camente.
Vende-se em pacotes de libra a |
30200 rs. m
Rua Nova n. 43.
liiinii mmmm
0 cordeiro previdente
Na antiga loja de miudezas a rua do Quei-
mado n. it.
O cordeiro prevideote se afana de ter o seo ap-
pareeimeDlo do sempre raemoravel dia 7 de se-
tembro. Elle curaprimeota ao respeitavel poblico
em geral e a cada um cidalo em particular. O
cordeiro prevideote nao se intromettera' em estra-
ohos e albeios oegocios, restriogiDdo-se apenas ao
que diz respeitu a miudezas em coja antiga loja o.
Ida rua do Quaimado permaaecera' esperando
de todos suas valiosas protecedes observando elle
aim de sua cosiumada mansido, condescenden-
cia e agrado. Na loja do cordeiro prevideote en-
conlrarao os pretendentes sempre e coostante-
mente completo sortimento de miodeas, flas per-
fumara', tovas de pellica, objectos de moda e
pha&tasia e outros muitos que enumralos se tor-
nara eofadonbo, notaod-se entre elles os que
abaixo vio mencionados,-sendo por todos reconbe-
cido a commodidade dos preeos:
Albuns de diversos lmannos e qualidades para
retratos.
Cbaposinbos e sapatiobos para baptisado?.
Coques simples e nfeliades.
Leques de sndalo e outras qualidades.
Voltas de retroz eontcassoletas obra moderna.
Golliobas e pannos para seoboras.
Bico de linho a imitaco de do palz.
Cartelras com Boas agalbas.
Modernas cbapelinas e enfeitas para senhoras.
Liohas para crochet.
Lia para bordar.
Pinos espariilbos para senhoras.
Leques de diversos go-tos a l&.
O cordeiro preTldente.
A rua do Queimado n. 16.
Vende os seguintes oojectos constantes do varia-
do sortimento abaixo declarado :
Collares eletricos magnticos contra as conval-
idas.
Bonita? abotuadaras para colletts.
Coiarinbds modernos.
Pinas navalbas cabo de marQm.
Escovas macbeotadas e outras qualidades para
roupa, chapeo e cabello.
Bonitas caixas para rap
Tinta aznl e preta para escripia.
Dita preta para marcar roopa.
Pinos caivetes para aparar peonas.
Lapis com caeta de osss
Ditos de cores para desenos.
Bonitos Unteiros de tonca e vidro.
Fixas para solo e vollarele.
Borrachas para atar papis e segurar pannos.
Dita para brinqaedo de eriancas.
Bolas de borracha.
Lindos maracaes.
Para offertas no hospital por-
tllgUVZ.
Bonitas cestinbas com fructas de cera, obra de
muita perfeicao e bom gosto.
Para cortar moldes e en brulhar fazendas
Veade-se papel pardo folba grande.
Para lastrar calcados.
Vende-se superior graxa econmica.
Vende-se papel para matar moscas. _.. .
A loja do cordeiro presidente
Rua do Queimado n. 16.
Mella acuario os pretendentes um grande e va-
riado sortimento de perfumaras Boas, tanto ingie-
ras como francezas, sendo:
Finos extractos para leogos.
Baobat o pomadas para cabellos.
Oleo pbllocome e baboza para dito.
P) hygienicos para denles.
Ditos campborados pata ditos.
Opiata iBglea e franceza para ditos.
Pacotes coa pos de arroz.
Vasos de porceiooa para ditos.
Sabonetes para mi e barba.
E muitos outros objectos que sarao presentes
ao comprador que se dirigir a ras do Queimado
o. 16, loja do cordeiro prevideote.
Ban'eijas peqeeias.
Vendem-se na ros do Queimado n. 16. loja do
cordeiro bretideaie.
Chai otos
da acreditada fabrica de Jos Furtado de
Simas.
Veadsm-se na loja do cordeiro previdsnta a roa
do Qaermad j). I "'
Farinha superior
Tm para vender Antonio Luiz de Oliveira ku
ved(o A C^ no sea escriptotio, roa da Crnx o. 87.
1 > '*r^j '. "i ni i .
Vende-se cimento Portland: no armaiem de
Vicente Ftrreira da CosU & FilUo, roa da Madre
de Dos n. 23,
Germann
RUA NOVA V. ti,
acaba de recoser om lindo e magnifico aor
timento de ocnlos, lunetos, binculos, do ni-
timo e mais apurado gosto da Europa e oca
los de alcance para observares e, para a
martimos.
Fundfb d Aurora em
Santo Amaro
Completo sortimento de tai xas batidas e fomli
das,-alambiques de todos as lmannos e fondos ds
ditas, moends da todos os tamanbos do siperior
qualidade,:orivos e boceas de foraaiba, o-aae ludo
se vende por commodo preco.
Vapores.
Vende-se em casa de Saasders Brothers & C,
o largo do Corpo Santo n. II, vapores patentes
om todos os perteoces proprios para faxer mover
os oaquatro machinas, para dscarocar algodio

VERDlIrtlttf LE SO
4c IiarVSBxatT, IXKUar-MtJc-n
P.uo do Saine, 51, & Paiiis.
*.

.\

Km tadj amfa; al. ntn toittMM o^ar.t; aul
<|Sl<-TAjBeu1j,fi#1>UB,rtWBi,wjlr]i,>w_rmiiu_
rtUo com .Siuo4i iAi so ^,w, ri.si.eta
V rf. imsca.
UnS wmt>Mi rt
St Si'-c li-jwi .. -
iniMa%>sjsiMsaMH
WUiilw.;rtl-.( ;
S fcrtl(.-.n Stitn*
Sl- -v
DOCTEUrT-MWCrN
N^p PHA8MAeO
Deposito na pbarmacia
C. em Pernambuco.
tq
de P. Maurci-

XAROPE DEPHATVO
DE CASCA DE LARA.NJAS AMARGAS
COM IODURETO DE POTASSIO
DE
I P. Laroze.
pharmaeeotteoem Paris
O iodureto de potassio um verdadeiro al-
terante, um depurador de incontestavel eflQ-
cacia; combinado com o xarope de casca de
laranjas amargas, aturado sem pertabacao
alguma pelos temperamentos os mais fracos,
sem alterar as funeces do estomago. As do-
se> mathematicas que elle contem permittem
aos mdicos de receital-o para todas as cem-
pleices, as affecc5es escrofulosas, tubercu-
losas, cancerosas e nos accidentes intermit-
ientes e terceiros; alm d'isso, o agente o
maispoddroso confraas doencas rheumaticas.
Deposito em todas as pharmacias e casas de
drogaras no Brasil.
Expedc5es, em casa de P. Laroze, rut
des Lions-St-Paul, 2, Paris.
A' venda na pharmacia de P. Maurer .
aa, rua Nova n._25. __________
Paris, 36, Rna Viviennu. i>
CHABlEwiDECINSPtCIAL
DAS ENKtKMlDAIMS DES SeXliAES, AS AI'FEC-
I.BS CUTA MEA St E S .TERAgOES DO SANGUE.
~ 30.000curadasmpttiaen*,
pstula, herpes, sarna,
eomixoct, acrimonia, e al-
lercoes,vieiosas dosangui\
_ vims. t ultrracoes ro an-
$ve t\arope eeuU sm mercuri). srsj1i
T-ceses BANEas JniI.xi.nArs tomao-se dosi
por semana, seguimlo o ti acmenlo Depurativo '
mprt-pariu ns misma* molestia.
Esto XaropCitraetodofem..
ile CliAHI.E. cara imniedia-
hrSAiV

ta mente qatfqaer purgaeao,
le.ta.rnfan, e debUiiade,
igualmaote a ftuxes ftorit
brancas das mulheres. Esta injeccao bsnigni s>
prega-so roa o Xarapa da Curado de Ferro.
eaasrrsMsa. Pomada que aa ara aa> tre dial,
POMADA ANTIHERPETICA
Contra i as afftcfoes tutanea* comixca*.
PILUL^S VEGETAES DEPURATIVAS
>' Casbie, cada frases val sccoapaaads s SB
AVISO fi08 $m.;-'aiC08a
Cura eaiarriuu, ionti
ilertmuu sai dei brui)-
*:Aio < utiat u donara
la prm- 1m.|_, /i ilucnti
um* colli* ri-bilas dute uro|m D> Kiikgei .
Dr. CHABLB em ParU. ras TlaUsse, **X
A venda na pharmacia de P. Maurer p
e GM em Pernambuco.
FORGfif
ARROZ DE CASCA
Ul GAZ GAZ
Chegoa ao antigo deposito de Heary Porster d
C, roa do Imperador, om carregamenio ds gaz d
primeira qualidade.o qual se vende em partidas
i retalbo por meos preco do que em ootr* qual
ger parte.____________________^^
Sedas a 220 rs. o covado
Vende-se om bonito sortimento de sodas de listas
que sempre se vendern: psr muito mais dinheiro
e Jiqnidam-se pelo baratsimo preco de 320 rs. o
covado, s para acabar : na loja a armaiem do Pa-
vo, roa da Imperatrii b. 60, de Gama & Silva.
Retalias
Vndese ama porfi de retalhos do chitas ca-
cas pretas, por preco barato, na loja e arasazem a
Pavio, roa ds Imperatri n. 60^ de Gama & Suva.
DAS
AtteaSoT
Basta
\*qosUs deJnstfS proprf&IT* cibertas de
carros, muito novas e *or ***4**> pos-
si el : vendsa^porpracofssoaviii,jia rua di
Cadeia c. 56 A.^ __

VenoVss uroamobilU do carada' a LuU XV
fi mniamente orna de. amarillo, na, api "i" Kosto.
Modo estas obras mnlto solidas e segaras, e por
preco raioavel : na acredada caa de tnarettel-
Vend^saSm Uta boto (Indo Ae prl}, ra na raada Camboa i GaraM.n, t
ooa* 4 remos, lema e tela, rapando e pintado de mr*
novo, por prees cosaasoQ ; para ver e tratar em
Santo AmamTI |Jbj i
ibs pacte de larras ao saaseobo BomBat, doas |e-
goasdisswM* viMadriscsda ; qoem ^mier
asparsea na rtasfcaV o. e achara' coa
qoem tratar.
i htp
A 300 rs. nbm,
de muito superior qOaboade : vende-se no eterif
torio da OUveJra, Fllhos & C, larta da (krpo Sa i
to n. 19.
~
-4>
<<

i

MUTILADO
afWSBV!
i^^BVlaHaVilaVBaaa^BI
ILEGiVEL



r^
--
larl de l^i-Bambuco Qnlnrt fetrt t d Seletabro ic (867.
Collares Koyer
J 0a AiodiMS electrice u)etieMo
DepMtt* acreditad
ija da aguia branca roa do Qaeimadp a. 8
Apre>joar anda os prodigiosos effeitos dos
Cellares :Roj ja nio i enemar oo querer
iitredaair Dtmdjde, pofqoe a famatfe wa
Bffleacta:ten>*e- tagto stodido,, a os seos
felaes .resultados a tal ai tara -ele vado* ee
hoje rara a pessoa que por xperieocii
propria, on-or intermedio de seus amigos
e parentes. ignore oa desconhe;a as virtu-
des desses sempre apreciaveis collares
Royer.
A aguia branca porm 89 gloria do concor-
rer para nm tSo justo flm, se nJo por oo-
ro modo ao meaos por ter sempre, e cons-
tantemente um completo, sortimento desses
collares raigneticoa, qae bem se podem cha-
marsalva vidas das criancas.
Resta anda que os senhores pas de fa-
milia se facam convencer (de que coaven
n2o esperar que as criancas sejam atacadas
do mal, e por isso necessario oa codyo-
Diente qae cora antecedencia se deite na
crianca um desses collares para assim estar
ella preservada das conv ili;5es 6 se contar
livre dos rigbres-da dentic5o.
A aguia branca roa do Queimado n. 8
continua a receber por todos os vapores
francezes a qoantidade que ba contratado e
--
.
'
*


GRANDE SORTIMENTO
FAZE\n%8 BtKATIS
Ja
Armazem de fx^um finas para grandes -toiie-tts e uso
ordinario para todas-as classs.
i
ra do Cre*ptv% 9 A. esquinal da *W Imperador
DE
IA
LOJA 1 ARMAZEM
oe
41
''a -mr j
i t M / j
A Lff mi *-i7
Custodio Jos Alves GoimarSes.
O proprietario deste importante estabelecimento avisa ao respeita e aos seas amigos e freguezes que acaba de receber pelo vapor francs Guietme, di-
por isso acha-se ella sempre provida dos ver- versos artigos de moda, os quaes s3o de. completa novidade para este mercado,! e apro
dadeiros colires Royer eletricos magna- Amando-s odia dj^commemoracao do anaiversario do Hospital Portugus, por isso
ticos. .ajressa-se em vir avisadlos do qae ha de mais moderno em sea estabelecimento, como
sejam: -*
Riquissimas chapelinas. com coque. I Lavas de Jouvin preta, branca e de cores.
Ditas sem elle. I Lindos cortes de la com barra.
Lindas cbapelinas de palha da. Italia. (Re-J Riquissimos corta de transparente'dse-
commenda se moilo estas chapelioas por se-da para vestido deeenhoras-tambern novi-
rem inteiramente novidade). dade.
Riquissimos cintos de m-h, oaa ciBUime* > Lando* cortes de 13 com listas de seda,
acbinea, ultima moda. tapaibmocm flvallas para ciato*.
Lindas saias de 15 com bor.l..'!^, ^ i.i '-- .. <. I:h!io.
para as excellentssimas seidio-M* ii -,.: .:w .qui^n-.- usrnjHi*. para senbora.
por cima do baldo, ubiaia
Cbapelinas .modernas,
eafeites de flores, capellas finas para noivas,
ditas brancas e cor de rosa para meninas,
caixos e ramos de dures finas e botes de
rosa de diversos lmannos : na Agota Bran*
ta^ ra do Qneimado o. 8.
Mejas finas para meninos.
A Aguia Branca ra do Queimado a. 8,
recebeu meias mui finas para meninos, e
est vendendo as de cores a 5J0oO dazia,
brancas a 5500 e cruas a 63000.
Trancas de vidnlhos, brancas e pretas, lar-
gas e estreitas.
A Agnia Branca a ra do Queimado n. 8,
recebeu novo sortimento das trancas cima
ditas, e como sempre vende-as por preces
commodos.
Fitas novas
para eartas de hachareis e a irmandado do
Bom Conselho.
A Agata-Brane, a rna doQueimads d.8, receben
novas filas achamalotadas para ambos os lados,
mai encorpada e toda de seda, com viva o agrada-
vel cr, e cmo sempre, vende por preco multo
rasoavel.
Bonitas talcas
com roslode ccra,.olli'sfiio5.e.movediQOS,
A aguia braaca a r.u* d n.tl
roo.ia cih .Paris;
Lindos cortes de seda par* v,>;i ios.
Moireantique branco, a2ul e imito, fazen-
da, inteiramente nova.
, (rosdtfnapoles de todas.as ci<,-.
Ditos pretos.
Leques de madreperola.
Ditos todos de sndalos.
Ditos de sndalo tendo no centro um ijua-
dro de seda, inteiramente novidade el ulti-
ma moda.
Chapeos de sol para senbora.
Ligas de. seda p ra senhora.
Ditas, para meninas.
Espartrlbos paravsenhora.
Riquismos.en/eites:para ^enbpras JqMU
ramete novidade.
Baloes p Touquinhas ricamente enfeitadas.
Coeiros bordados.
Toalhas de labyrintho muito ricas.
Ricas fronbas de labyrinto.
Riquissimos lencos de dito.
Rendas, iicos da trra e grades para lencos.
Um rico lencol de labyriutos.
Riquissimas basquines de seda preta, bor-
Est tuda remediado cm miU a lu- dadas "Yo
Tasde pellica.
Porque a agaia branca por intermedio
beu nm novo sortimento de bellas bonecas com
rosto de cera, odos flxos e movediQo e como
sempre vende-as por. prco.s commodos, regoUndo
estes em relacao ao aidtreaies taoanbos de qae
se compoe o sortimento.
I \ir (hvtfri v e odo^talgico.
A agnia branca a ra do Queimado n. 8, rece-
ben dd nove esse apreciavel elixir cujo aso e ne-
cesssrio para conserva^So das genglvas e acabar
o roo hlito proveniente de denles arruinados,
cada frasco custa 25.

Riquks*i.i.i> -:- bordadas.
Punhos e goluu^as para-senbora.
Riquissim' s manteletes de cores, inteira-
TSJSfSto bordos cm gosm pro- igTSgffTSSSi SS2S&25
prios para camisas de noivos. 'servem para joelias;ditoiaafljascadosa 10{e
Collarinhos de linho lisos e bordados para i2J; bonitas pegas de cassas adamascadas para o
- ftu da Iir-peratrlz b. 6h
AMA 4f SILVA.
Os proprletarios deste grande estabel^crmento acabam de receber da Europa um
grande sortimento das memores azendas de 15a, linho, algodao e seda, as quaes vendem
por procos baratos irnos, afim deapurarem dinheiro, dando de todas ellas amostras,
ociauMio flear um penhor ou mandam-nas levar em casa das Exmas. familias pelos seus
S^iSI8* assim c?mo as P688038 qoenegociam em pequea eseala, nerte estabelecimen-
10 comprarao pelos mesmos presos qae se compram as casas inglezas, ganhando-se
apenas descont.. *
As 10 mil varas de canbraias
Covado 300 rs. vara 50i rs.
SO o pavo
vendem-se finissim cambraias france-
zas aB listras miuda. e graudas e com
lindos desenbos de fio es o palmas, sendo
todas com as eflres mais modernas e mais
lindas que.tem vindo ao mercado, pelo ba-
rato preco de 300 rs. o eovado oa a SOO a
vara, grande pecfciocba attendendo a
grande poreao que tem, seno seria para
muito mais dinheiro ;isto na loja e armazem
do Pavab, ra da imneratriz n. 60 de Gama
Silva.
Chales baratos
2& 3,5500, 6 e 7.JO00.
Vendem-se chales de merino estampados
a 25, ditos lisos a 3,5500, ditos estampados
finos a 50500,-65, 60500, ditos crepon
com listras de seda > 70500, e 80000,
pecbincha : na loja e armazem do Pav5o
ruu da Imperatriz n. 60 de Gama e Silva.
Para canas de noivas.
Vende o PavSo.
noraens.
Lindos veos e mantas de blonds.
Riquissimas vestimentas para baptisados
contendo chapeosinbo. sapatinho, meiasinha
e camisioba com lindos brdalos.
Itiquissimos .chales de touqoim.
Grvalas de seda branca para noiva.
Ditas de cambr ia de linho com bordados
as ponas, novidade.
-nljiapas. d9.4oI. de seda, com. castao de
marfim.
Ditos de outras qualidades,
Cbajes de seda.
Ditos de cachemira.
Chapeos de seda preta para homem.
Ditos de pbaotasia para homem.
Casemira preta muito fina.
Ditas.de coros inteiramente novidades.
Cambraias, lilas, chitas, madapoloes e ou-
mesmo effeito; bonitos damascos de laa de ama
edna* largaras, propHos para colchas, assim oo-
motionias chebas de croch : mgu isto se vende
mais barato do qae em autra qualqner parte, na
loja do Pavo, roa da Imperatriz a. 60, de Gama
4 Silva.
tros muttos-pbjeetos.
dono deste mportantjssimo, estabelecimento continua nolouvavel proposito de
querer vender muito' e ganftar p.oiico, snjeiundo-se a tirar em suas mercadonas um lucro,
rasoavel, para assim poder melhor agradar aos seus numerosos freguezes.
de nm
negociante de n3ssa praea mandn contratar com
um bom e acreditado fabricante de ditas, para
est Ibe faier remessas directamente por todos os
vapores, s^ndo, a primeira a qae agora acaba de
chegar. O fbricante prometa manda-las sempre
da melhor pellica e na verdade as qaa vieram
dessa vez confirmam o sea dizer, e pelos -IT-ren-
tes eafeites qae tilas trazem da' elle mais a conhe-
cer o aparado goto e perfeicw de saa ob'a. Res-
ta pois qae os bons e constantes freguezes conti-
oaem a favorecer a aguia branca em q jauto ella
vai se livrando dos mos qae com seus fiados a
iam depeoaodo.
Camisiuhas bordadas para baptizados
A aguia branca a ra do Queimado n 8,
recebeu novo sortimento de camisinhas bor- Anguslo Port A C. ac! am de receber da Europa superiores cortes do
dadas, sapatinbos de settm tambem borda- bailes e casamcutos.
Ricos cortes de blood cora manta e eapol'a (tara ntivas.
Cortinados.bordados para camas de noivas.e jaaeilas 4e 73 a so; cada um.
Colxas de seda e outras de la e seda o qnA.ha-.de melhor para camas de noivas. -
Tiialhinhas de croch pira cadeiras e sotas, e*iaJh.)S. a sultana para ;senhoras, camisinhas
A' LOJA DE FAZERDAS DE AUGUSTO PORTO & C,
11Ra do Queimado11.
dos, meias de seda e chapeosinhos de setim
enfeit .dos, ludo para, baptisados.
Bihasinhos cobei- os riV conxas
A aguia branca ra do Queimado n. 8,! com manRU recebeu bjnitos babusinhos cobertos de con- senhoras e meninas.
Lavas de pellica para bomam e servhors>a^n;ierores aM* (fe so! de todas as qualidades.
lia para vestidos baiatissma bonitos padres o novado a ^80.
Tapetes yraode para sof, ilitoi para piano, ditos paia i:.im e peannos para portas e anellas.
Moir brupco e prsto.sperir para vestido-- da taAM dusaabos, Rrosdeaaple de lodas as cores
seda de qoadriohos. cambraias brancas de roujtas guandales, ditas de ores e lindas percales.
Basquines de seda preta ultima moda, chales e retoadwi drt eoiour, vende-se baraio.
Ganosas para.honeos francezas e in^lezas.de lluho e de algolo daas e. spalas de liobo so-
periores.
Capas de b>rracba, obreuidos e peroeiras as melhores e ruis alegames.
Halas grandes para viagtBft dilas pequeas a saceos de tapete e couro.
Bramante braacode 4 larguras a 2.)00 a van, pannos pretoi e zoes, casemiras prelas e de
cores todobome barato.
Neele estabelecimento ha sempre um completo soraiento de bous fazeodas tanto para a praca
como para o centroda provincia.e 'uaeriQrS3hjeeto9 4jrir.i>*.p4fa cas*m>MiU)s eomo sejam capellas,
mantas, vestidos de;blonde.e de muir branco, ooriaadjs, colchas, vendendo-se talo mais barato a
tambem as melhores.
OrganJy a 4# Vendem-se bonitos cortes de organdy
sendo' $om listras todas braceas ou com lis-
tras de cores tendo oile.varas cada .corte,,
pelo barat) pre? de;44,' -' peebincha: na
loja.e armazem do PavSo ra da Imperatrh
n.-6ftde G.mae Silva:
Atoalbados para meza a 20000, 255O0 e
3*00.
Vende-se snperior atoalbado de linho
adamascado alvo com 8 palmos de largura a
3)5 a vara; dito adamascado pardo a 20500
rs.; dito alvo de algodo a 2tM)00 rs.; dito
trancado alvo, sem ser adamascado a 10600;
guardanapos econmicos pardos a 30 a du-
zia; ditos alvos a 30500 e 40000: isto na
luja e armazem do Pavo roa da Imperatriz
n. 80 de Gama & Silva.
Casaquinhos de 61o.
Vende-se os mais modernos casaquinhos
ou basquinas de filpreto. pelo barato pre-
co deJ60, chlese retondas de renda preta
na hija e a^ma?em do PavSo ra da Irape-
rariz n. 60. De Gama & Silva.
Cambraias largas com 8 Palmos de largura a
10 e 1280.
Vende-se cambraias largas da Escocia ten-
do 8 palmos de largura que facita fazer-se
um vesiido apenas cora 4 varas, pelo bara-
to preco de 10 e 1280 res a vara pecbin-
cha -a loja e armazem do Pavo ra da Im-
peratiz n. 60. Da G mat Silva.
Cambraias esco *ezas tapadas e transparentes.
Vende-se um magnifico sortimento de fi-
nissimas cambraias brancas para vestidos
Vestidos oe tantazia a 60 e 8$.
Vendem-se bonites cortes de vestidos de
faniazia com lindas barras e enfeites de seda
pelo baratissimo preco de 60 e 80 na loja
e armazem do Pavo roa da Imperatriz o.
60. De Gama & Silva.
Pannos de tinbo.
Vende-se superior panno de linho puro
para lences eceroulas a 640, 7C0 e-800
reis, a vara na loja e armazem do Pavo ra
da Imperatriz n. 60. De Gama & Silva.
Bramante de linho a 20 20400, 20800 reis'
a vara.
Vende-se superior bramante de linho
com 10 palmos de largura propribs para
lences, pelo barato: preco de 20, 20400 e!
Fedegoso daPerBamtuco
A planta, conbecida entre nos sob a de-
noainaco d<' fedegow, e no Rio de Janeiro
e provincias do sol deste imperio pela de
t critta d gallo, o tiaridma vtiliisimuw
,ou tiartdium eloaga'.um deSchum, e oh-
bvropium curnadium d Martt, ptrtMee
a familia das boragineas.
O fetgoso '-coAtMeradet:'Bi- tberpeoli-
ca pernambucana, como urna das plantas
mais recommendavei por suas virtudes ca-
rativas, e applicado interna e externamen-
te, como calmante do systoma- nervoso, na
paralysia, asthma, tosse convulsa ouwae-
loche, tosses recentes e antigs, suffi.c^-4es
catarrbos pulmonares, etc., eem geralccn-
tra todos os scOrimentos das vas respirato-
rias ; sendo uro excellente unitivo para
aquel es que padecem de ph tsica puimi Br.
SoaeGcacia contra o ttano oo espasmo
incontestavel, e ninguem ba que a deseo-
abeca.
Nao ignorando nos o que,acabamos de di-
zer, e esforcando-nos-por ser ulii humacida-
de soffredora, preparamos o que a.' sixo indi-
camos, pondo a disposigo dos distiictos m-
dicos, e dos doentes desta e das (utias pro-
vincias deste imperio nossas preparzeoes,
^jue sao:
HLULA3, TINCTRA, XAROPE E V(NH3
DE FEOEGOSO
tilico depusU*
Pharmacia de J. A. Pinto, ra larga do
Rosario n. 10.
Loja do Pas&o
Ra do Ctvspo n. 7 A esquina da d.;
Imperador
Acaba de recebeV nm completd sormento
pfv^o roaia ImoWafri n 60 D??ama ?*""* ^e .indos padres; cortes te
Ka Imperatriz n. 60. De Gama ,3a com Ustras de seda mnit0 ricos pr(ipros
Algodsinbo enfesjado a ,0 W290 reisa Z\^&?\{t%
gura do lencol, sendo liso a vara a 10 e seo- t0 na lnia f Pa..^ ^ ZZf.* -,\ '
xas, e cestinhas bordadas a froco, objectos
esses de novkjade e gosto, 'e proprios para
offertas no teilo que ter lugar, no hospital
portuguez.
Acbam-se amas pchegam atrs, car-
reales de bo>ra ha
A aguia branca que nao se descuida de sua
boa freguezia, tem constantemente mandado
bascar essas bonitas e modernas correntes
de borracha, que servem nao s para voltas,
como mesmo para outj-os differentes enfeites
Cumparecsm pois os pretndeme* qoe
acharo bom sortimento de ditas correles
oa loja da aguia branca roa do Queimado n. 8.
Cintos de marroquim cam, fivellas de
ac par mcimis
Vendem-se*a ra do Queimado, loja da
aguia branca n. 8. .
Flores brancas
Como sabido, a aguia branca esta' coostaoje-
mente, a ri-cei- r Q ri-s unas, porm agora recebeu
am tambem bello'sorUmenlg de ditas, qpe por soas
singularidades so faz distiqguir ,^das outras, isso
porque aleaa das boolias rosas camelias, ajexao-
drias e oclras, vieram algumas rusas e ramos
braceos com a folhas tanbem brancas, o qoe Ibes
da' muiu gra^a e as torna de muUo oslo, para
eafeites de vesUdos de noivas, coqqes, etc., etc. ;
assim tambem cairos ramos cjm liem combinadas
Sores brancas e cor de tesa, e f dras brancas, o
que igualmente Ibes da' grac e perfeigo. Em
guanta, porm, a aguia branca, na roa do, Quei-
mado n. 8, vende sempre essas flores finas eoalros
objep-ios de gostn, os seas pregas cootlooam a ser
mdicos amoaveis^.......%---------
Vende-se o mais snperior damasco com seda para vestido, sendo neste genero o mais
8 palmos q largura proprio para colchas bonito que tem vindo ao mercado tanto em
com os desenhos mais bunitos que tem wu- novillada de dezenbos como em florea, pois
.Esteiras,.e alcatifas para, forrar salas.
IIRr.i do 4|ne!aarfti
^w
-l!,

mm*~*'*imm*mF+mmmmm
mrm*^m
GRANULOS ANTtMONIAES
Da Uocteur IAPIL,L.%L
-
Not adico( par* oraasO dts molMtiis do eoracS, 4a aatha* do ntanke, a eoqnelaobo,
* a* tsica, ale:
GRANULOS ANTIMONIO FERREOS
da aBanit, di ealeroaia, d menorrhaa, daa aarvnJgkU, a nanaan, das atoUstiaa
fnloaaa, ate.
Parareaneaa
GRANULOS ANTIMONIO FERREOS AO BISMUTH
Para a nraaao daa ataleatiaa, oarvoaaa, daa viaa difraativaa, dypapaiu, ate.
WWUkHy* t Pkannacia de E. MOUSNIEb, i Saujon Gharente-Infrieure).
{Bm Rio-de-Janelro, FLIX FARAUT, pharmacia, 71, ra Seie Setombro.
Km Pernainbuco, P. MAURERi et C*. ptiarmacia, roa Hora.
Bm Maca.>Ad-CO ...... ..... mm
Este estabelecimento acaba de receber rindas
cbapelinas para senbora,-ricas calimbas pan eos-
taras, ditas para joias, pernee doorados para coco,
flvelas muito ricas, assim como cintos e palsairas.
da ultima moda de.Pars, eDtremaioi e-babadiahoa,!
bonitos toocadores doorados e de Jacaranda, eapa>
Itos e.-cosseres de diversos tamaobot ricoa eatVij
vetes para sen!ora, !? par Descoco, preval'.
nbas.'breo He-seda, dlto^e atgDdiff, laDyrintho.^
muitos notrosobjeetd* -de aorado oatu, qMa
torna enfadnos mencionar, tooo por precos mui-
to ouvDodo a%cnt*dm Imparatr o. jo, /u,toja!
taLeuldade.. M
Aos itgrtcvMtorts*-m
Saatvders Bwhars 4 C. ACAban a iW
ato Lvr#rii^ret 4* *r
vm todu o ietuacae, e ui ooprias pa/A f*M-
toado oadA iw.W'Wbu-tii cw. UO,aeASi
tambe: WtNi. Wi a^ar Uo4ao, no wra
Miro qoat tomaoitUH*. iigm*2* *jpySjTfi a* vUd<
machinas iB^ricAM* 5^Si W tor/aA.
O' pr.'tendente dirijam se ao largo do Corpot
>aa*QJ. U-
ti
ttadMent etw^riQoei, to,.^,, b: 8
lU }
"tliJTrfO-,
Novo sortlmanli de tovas de pelltea (Jobfa),
iMgadas no olliaw vapor fraocei, ao armaiem 4*
rapor oa roa .lova o 7.
W ll>* '..... Noto e grande deposito de superior carv&o tfe Oardiff n
SiUiaa-
atonte Ooatesitos SaiMis & C, r> h ftaato Barbara a. I, eeto habiJitodea a upprlr d*
oartto b1oW \am*nm*M+itmaij>i9*iotir depait, a todea m a vapor, qsr
cervam naijueie porto. A eoatratar ossts eom Doangat Alvaa Hatheoa^l
do trancado a l 280 na loja e armazem do
Pavo ra da Imperatriz n. GO. De Gama &
Silva.
Punhos e golinhas a 1I000 o par,
s o PdVSO.
Vende-se nm grande sortimento dos mais
bonitos e modernos punhos com golinhas,
sendo de esguiSo de linho bordados a 10000
o par, ricos manguitos com gollinbas de
cambraia tapada e transparente a 25000 o
par, E' pechincha ; na loja e armazem do
Pavjo ra da Imperairiz n 60 de Gama d
Silva
Calcinitas pera meniaas> a 640 e
800ris.
Vende-se calcinbas bordadas para meninas
que andam na escola pelos baratos precos
de 640 e 800 rs., manguitas para as mes-
mas e para senhoras pelos mesmos precos,
na loja do Pavio roa da Imperatriz n. 60,
de Gama & Silva.
Baldes de eanda,
Vendem-se as mais modernas crinolinas oo ba-
ldes proprios para vestidos de canda, sendo os
melhores e mais modernos que tem vindo ao mer-
cado e por precos muito razoaveis: na loja e ar
maiem do Pavo roa da Imperatrit o. 60, de Ga-
ma & Silva.
i-lias transparentes.
Cheparam as mais modernas barejes on lasi-
nbas 'transparentes eom bonitas listas de seda,
vendem-se na loja e armazem do Pavo roa da
Imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
Casaquinhos para senbora
Chegarain os mais modernos casaquinhos oa ja-
quel.is preias ricamente enfeitadas sendo com cin-
tura e sem ella, pelos precos mais mdicos qae em
outra qualqner parte : te vendem na loja e arma
zem do Pavo roa da Imperatriz o. 60, de Gama
& Silva.
Baldes a 3#< 2g&eo e 3#.
Vi-nde-se am grande sortimenlo de crinolinas
on baldes de arcos para senbora pelos baratos
precos de 2, 24500 e 35 por ha ver grande por-
eao : na 'oja e armazem triz o. 60, de Gama rv Silva.
JHadapoHo e algodao'
Vendem-se superiores pegas de madapolo ten-
La vas dejoovins
Ha constantemente luvas de pelica branea,"
preta e de cores, assim como de seda e fio
da Escussia sendo estas dos melhores fabri-
cantes, s na loja do Passo ra do Crespo
n. 7. A esquina dado Imperador.
Al endo?
6
Venham ver
Venderse na lojijleiarefneir''tia' Gamboa do
Carmen, ti palha appafelbada da melhor sorto
para tecer cadeiras e soff, por prego mais cea-
modo do qoe em ootra qoalquer parle.
Vende-se urna armagao de loja de mindezos sita
na ra larga-do Rosario n. 42 : a tratar na mesis
ma n. 38, loja da Anrora.
tendo mais de vara de largura pelos precos 2*J?r>as,"da.Daia pe'os-baratos precos de
iO IM I t aim rnmn nm m-arirlo W> 6*a0- 7* e dlt9$ fraocezes fazenda muito
oe iiv, rz i Jf, assim como um granae M j|jr tm on a reUlh0> aigo0a0 moito en-
SOrtimentO de ditas mais abaiXO de 40, ^.'corpado pegas com 0 jardas a SiSOO, 6 e CiOO,
G4, 1& e 8)9, garantindn-se aos comprado-dito muito Qoo qoe serve at para camisas a 8 :
res que neste genero n5o poder5o comprar Da l0ia "". du Pavo roa da mperatrii o.
melhor e:n outra qualquer parte e s na lo-
ja do Pavo ra di Imperatriz n. 60. De
G ma & Silva.
Damascos para colchas a#, 20500 e 800 rs.
60, de Gama & Silva.
Novidade do Pav&o.
Alpacas, a 1280
Chegaram as mais brillantes alpacas de
do ao mercado com urna cor e de doas
cores pelo barato preco de 50 o covado, di-
to com 6- palmos de largura a 20500, ditos
de urna s la gora a 800 reis, na loja do Pa-
vSo ra da Imperatriz n. 60. De Gama d-
Silva.
Cassas de urna s cor a 300 rs.
o covado.
VeDde-se bonitas cassas de urna edr s.
tendo cor daosa e asul, cor de lyrio, roxa,
verde e cor de canea, pelo.barato preco de
gOO rs. o eovado: na loja e armazem do
Pavao ma da Imperarriz, n. 60 dd*Gama 4
Silva.
Os casaquinta* pavo
a 180.200, 250 e 30.
Chegaram os mais modernos casaquinhos
ou jaqnetas de grs preto, ricamente, enfei-
tadas, sendo nos tora cintura e outros sol-
tos con'orme se usa ltimamente e vendam-se
pelos barato precos dv 180. 200, 254: e
305, a leja e armazem .do Pavo, ra da
Imperatriz n. 6*>: Bft'Gama ASilva.
Sedas largas
A ti o covado
S sa loja d i pavao.
Vendem se moderaisslmas sedas com largura
de cnita (rancea, eeawto eot *8df6es modernos,
leado entra ella* or proprtas para qoem asta de
loto : wBd'seetoi)rato ure^o da U o covado :
fraude prthtoch : aA4oja a Armazem do Pavo,
roa da Imperatr n. 60, de Gama ot Silva.
forte fcraietr
AMOrs.
Veno>se bonitos cartas de cambraia branca eom
bonitas barras bordaaas e tendo tambem atgan
ffom bonitas barras de cores; vende se pelo bara-
to preco i 5|,v a loja e armazem do Paff->, rt
da Impera'tru n. t,- He Oams d Srlv*^0' '
Alpacas de cares
ASOOrs.
Cbegua. t al bonrus alpacas dV corts para
vestidos eom desenhos miados e granrtos, toado
torgarA da chita ftancez, e vende* pero barato
orecada 800 rs. Caa eovado -, grande todito
coa :sa tola e arntem do PVSo, ras -da mpe*
Vende-se snperior braansito-di Jlnbo alvo oom
m pita* da targoaa, peto, buatopnae *W a
vari:; na lato attaatoa do Pavov r
ratriz o 0, da mba. **la.
AtgtMt avtriaojt
r VndfrM prgas de Hgodwi
do, pata barato prego de...
do Pavio, ra daltoperturn!
urna nova fazenda que se confunde perfei
lamente com seda tendo entre ellas algumas
todas brancas com os mais liodos lavrados
e vendem-so a 1280 reis, o covado, na loja
e armazem do Pav5o, rea da Imperatriz n.
60. De G3ma 4 Silva.
As alpacas do Pavao
para vertidos a 10.
Chegou um grande sonimento das mais
bonitas alpacas lavradas, de cores que se
vendem a 10 o covado, ditas a 800 reis,
ditas lizas de todas as cores a 640 reis, que
se vendem na loja e armazem do Pavao, ra
da Imperatriz n. tO. De Gama dt Silva.'
Vestidos brancus
a 40, s o PavSo.
Vendem-se bonitas cortes de vestidos de
cambraia branca com bonitas barias temjo
entre el les tambern com barra .de cor e ven-
dem-se pelo barato preco de 40 cada um,
na loja armazem do Pavao. ra da Impe-
ratriz n. 60. De Gama & Silva.
Cira a de novidade
Ve9tidwa60
so na loja: do PavSo.
Se vendemos mais ricos cortes de, organ-
dy braoce com elegantes listas largas, pre
tas tendo 1 Ovaras cada corte cora os com-
petentes enfeitos para o corpo sendo neste
genero o que tem rindo de mais novo ao
mercado, pelo barato preco de, 60, s na
loja e armazem do Pavio, rea da Imperatriz
o. 60. De Gama i Silva.
. Chales a Btiooiton a 50000 E 60COO '
na loja doa*io-
Caegaram os mais modernos chales Be-
rjoitoi, sendo de ama c.r com bonitas
franjas de pelucia, i e tendo entre elles as
cores mais nloderuas qae taem vindo a este
mercado-e vendem-se pelo barato preco de
50 60660, ditos, a Isabella ,que supprem
rani'o bem os caxns veDdeavse pelo
barato preco de 70O"O ts. garantmdo-sa
aee.a'esaQ genero, o qae ha de ma9 novo
no mareado muvlo deceates.para qualquer
senkora uar: veedeiw-saaia jqjovt atmazem
do Patso, rna da*opwlrit *3*>, ds*aaM
dalmpe- A, Suva.
GAfirUUftU
Mfdie.' era> de
Ve de-s*
>
Urna excellente escrava de 23 annos-de idade,
cose, coinba e engomma com perfeig;*, bonita
figura, sem vicios nem achaques (o qae se San-
ca) : na ra da Uolo o. 43, te dir' porque se
vende.
Vende-se
nm escravo de 20 ancos de id; do, sadio e proprio
nara iodo se: vico : no hecife, roa da Cadaia a. 36,
1 andar.

Escravos fgidos
^^^^v*t
Fugio do dia 5 do corrate o malatioho JoPa,
de idade 12 asos, poaco mais oa menos, de casa
do Sr. Dr. An^es, rna d-> Imperador, la viro vestido
t amisa de chita, caiga de algodao ?zul, cbapo de
feilro preto, copa baixa, redondo, andava vendendo
ornas toacas em nm flandeainho qoadrado, que Ib
do levo.: ebeio do corpo, bonita Scora, bei fal-
lante, ar alegre, o!nos grandes a pretos, denles bo-
nitos, coBtnmado ir ti o.-s os das a Capuoga e a
Passagem a maodado d familia do Sr. Dr. Acns,
aonde rsteve alegado, joiga-se audar pela Bca-vlsa
ou pelos soburbios desta cidace : roga-se as aulo-
ridafles polrciaes e a leva lo arca i'eS.nu Rila o. 50, qoe serio sono-
rosamente gratificados, oo qae dtrem nticias
dalle.
1008
de gratificago
Fogio d} engeobo Raz, da freguezia da E-cada
o escravo de uorte Bernardo, alto,' magra, cao
poaco bnco, beaj feito de carpo, bonita Ignra, de
idade 25 aonos, costama asar roupa de algadic
ti o apprehender leve o ao engenho aeos on a rna
das CrDte&n. 11, qoe recebara' a gratificarlo al-
ma. Presome-se qae aoda por esta cldade.
Fugio
no dia 18 de setembro o escravo Iiidoro, crioula,
das Alagoas, idaido O annos, levoo roupa preM,
de estatura regalar e nm pouco fula : quen a
apprebeoder sera' gratificado por Joao Fraaelsea
.:* Silva Novaes : Da travessa da Madre de Dees
pqmtro 5.__________________________
. Fugio no da 3 do orrente ,da engenho Ra
freguezia da scada, o escravo Bernardo. Idade
annos, crfonlo, com os stgoses seguintes : al'
s.eco, cabellos carap'Dbos, rosto redondo, reif
regulares, poaca barba, cor preta, tem urna ci
lia em am dos calcsnhare> qoe se toroa vhtii
presame,-se estar em Bengalas fregaezia de la
mieirp ba nestapraga : qaetn o apprehender pe-
der leva lo a ra das Craz-s ni 11 cu ao engente
cima Indicado qae sera*-'generosamente recom-
peosaJo. ___^^^_______^_ J
- No di i da agosto oltKno, fogii a escrava
Ignacia, crioula, de 28 aonos da idade, estafara,
bocea-e oiho regulares,.corpo e nar dentes perfei tos. a tem um pequeo Uho na testa ;
ha iodkioa da'^ae, alia, tenba ido para a rasa do
Sr. Antonio Aires da Osla Cont, conbecfdo poT
Pinga-foco, morador. na villa d>s Lavras, no Ce*-
r> : portanto roga se as aotorldades polrciaes a
capltaes de campo, que rcaadem prendar a dita
escrava, a leva la ao sen senbor na cidade de w-
ruaru', Francisco Jpaqaiffl dn Sooi, oo oasta -
pitai, a roa eetrelu do .Rosario p. ti, Rodoplaao
F G. Calnmby, que CXV bem recompensado o por-
tador______________'
Escravo. fgido.
No dia 3 do Miren km +> 2**X*L S"
egorntee : eor fnla, Ml>,
armazem
ma 4 Silva.
i vie. 4w.^a^mpJSWttia ttjMlt* $
Silva.
dq Moodego o, 2. o
idade, cbm os signaes
,^ ma eteairiz a om lgnal preto na raa.
te?.lS ^pWrtdtf oldo do oibo, Mu-lte
agradavai,
maciadt-
I odia dafc-
i.r..Df..!-
i do Trixein.
nj,^*aw e lroa do lad.aaqoardn. junto art
'. -fe eserata M pMprMMnAeui
Sel:$#May>tf* d.#aa,-,Bavvilla ^
comarca d* Pr;ryba, paraane* poss.ival 6
tanna seguido ; le-oa aooMlge, b*b 4>enajo, W
SKeonra eom algnma roopa deaao oso: rega-ae,
'poma, a aeiortaades-a eapraies da tmm
o anpret*nda a Uvam iaaeaianada cate
selnoapefeerft' nom faierosidaJa.
MUTILADOI
I


''' ^ ''
^ffl1

I
I
I
8
Diario de l'enanbueo Quinta felpa 1 de ftctembro de 1867.
ASSEBLlU GER1L
uiuu i>os sniores dentudos-
SESSAO E\i l K AG03TO.
PUSIDENCIA DO SR.'FARIX (viCE-PaE31DENTE
(Contnaacli.)
O Sr. Louhenco
O Sr. E-piridiaO :Medo de quem T Da V.
Exc. ? Ni i tenbo medo de outros borneo, quanto
mus de V. Esc ; rio-ros al da sai araeaci.
O Sr. Lourbkco be Albuq'jlrqb :Deas roa
livra de ameaca-lo I
O Sr Esfiriduo :Nunca liva conferencias com
DK Al-Bl'QERQCB '. TeO
--------------:------------m*<
veoclraentos ao lente da 1> eadeira do 5.* anoo da
faculdade de direito di Re;ifa coiselhelro Pairo
Aotran da Malta e AlbuqeroBa, ao jal d dimito
da comarca Tneresina da provincia do Piaotiy Dr.
Candido Gi Castalia Braaco, e ao desembargador
da relaco do Ma-aohio Jos Nicolao RlRueira
i Costa; bem como as resolutas qua approvaaa
reos-s concedidas ao 1* cidete i sargento Ma-
noel Gomes de Albnqaerque, e sos soldados Joa-
quina Minoel Ferreira, Antonio Luciano de Lima
Feitos e iacinlhn Jos drSil_a.toteirada.
Una reqaerimento di Joril do Comnureio,'pe-,
d odo aagmentg de 1:0001000 mensa, reforman-
do se o art. 5." do contrato qaa teja com esta ca-
man, visto o accrescimo de trabilho qae se tem
de dar, relativamente < ses<5's pela reforma do
redmanlo. A' eomroissil) de polica..
b.iiro da Carlos d; Figaeirlo Moniz, formado
o nobra deputado. As miabas palavras ditas ui em direito pela umversidade de Coimbra, pedindo
intimidada p<;dem ter sido adulteradas por alguo exhibir exames en qaalquer das academias do
am'go lofH. 'imperio.a' eororos
O Sr. Lourenjo de Albuqcerque :El me oc- I se, jalga-se objecto de dellbaraco, e vai a
capo de V. Etc. como me occapo de am acdenle, imprimir para entrar na ordem dos trabalhos, o
(Ora I ora I Risadas). proj -cto segalnte :
Vozes : -Nao dresposta a isto. A asserob'i geral resolve :
OSn EspirioiaO : -Sigo o cooselho; isto em ai. i. Ficam approvadas as pensos couee-
verdade oio merece resposta. dldas par decretes de 14 da agosto desle aooo, a
Sr. Ambrosd Machado : Diga o que sabe, D. Mana G rlrudes de Briio, mi do alferes da
jai.' corpj de voluntarios di patria J) Massias
| de Araoj i, de 3600J mensaes, igual ao sold d'a-
qaella patente; a Miria di Gloria da Concedo
deise se de reliceocias.
(Hi rou O Sr Espiridiao :Sr. presidente, devo agora
urna resposta ao nobre deouiado pela provincia de
Minaj, o para isso peco a V. Esc. permisso ; serei
o mais breve pcssivel.
D'sse o nobre depotado que a rnioha admiois-
trajo na provincia das Alagoas asjemelbou-se 4
minh i admluistracSo oo Rio de Janeiro, e qae o
presidente daquella provincia, a qaam defendo,
imitara o mea procediraento nesla.
A mmba admiolstracao na provincia do Rio de
Janeiro rooito transparente (apoiados), esta' na
consciencia do publico. Entrar em orna discus*o
a tal respeito intil ; mas a insistencia de al
guos membros da opposlco me iodut a desejar ter
urna occaslo mais competente do qae esta para
dar ama ezplicacio completa da admiolstracao da
provincia do Rio de Jaoei o.
Direi, entretanto, que, sejam qaaes forem os de-
fcitos de minba adminisiracao, posso dizer que
nanea ninguem respeltoo mais do qu > ea e pria-
cipio, to car a' escola liberal, da liberdade do
voto. (Mailos apolados). Esse priocipio cardeal
foi constantemente respeilado em rnioha admiols-
tracao. ( Apolados). Se assim nao tivesse acon-
tecido, a eleico poderia ter dado resaltados mnito
diversos. ( A'ioiados).
Bradava-se eontra as cmaras unnimes; o par-
tido liberal aecusava o conservador da empenhar
todos os seas esforjos para eleg3-las. Quando se
adoptoo a lei dos circalos, teve-se principalmente
'i aira viur qne seroelbante facto continuasse
a reproduzir-se, teve-se por flm dar represeotago
a's minoras, a todas as opioioas. ( Apelados).
E*ia (dea fii sempre considerada como preceito
primordial Jo partido liberal. Entrando eu para
a administrado da provincia, o mea mais vehe-
mente desejo foi deizar qne as disthetos, os colle-
jas e as freguezias exprlmlssem os votos das
roaiorias. Foi assim que na provincia do Rio de
Janeiro fomente vencen qoem teve meios, qaem
teve fvca legitima, qaem teve o apoio da popula-
cao, \,.- b conservadores, liberaos oa progressis-
tas. O govurno smente coidou de nivelar os par-
tid)', do sentido de deixar-los lutar em campo
igual.
Venceram os conservadores M> districto, como
tinbam quai vencido em 1863, guando o partido
ItfogrenisU se levanuva com tola a forga e vigor.
Em 1867, quinio bavia arrefecido o telo de certos
gran-sacerdotes de partido (mallos apolados) ven-
cea o panio conservador all, e vencera anda
que est>vesse montada a machina de directorio em
toaa a sua iotegridade. Eu nao desmonte! a ; ape-
nas afrouxei-lbe am pouco as molas, e substitai-
lbe algumas pegas," aflm de faneciooar mais rega-
iarmente.
Jl-uLiVc a abstencao do elemento official, Qt res-
peitar a lib:rdade do voto, na conformidade do
pensamento do soverno imperial. Foi este o prin-
cipie )b cuja inflaenci se fez-a eleicao na pro-
vincia do Rio de Janeiro. ( Maltos apolados).
Queris, sennores, aloda nmaprova? Quando
assumi a adciiinii.(ra(ao o elemento liberal predo-
minava offlcialmeole no qaarto districto da pro-
vincia ; conservei-o como o acbei e se alguma
alierago i, nao foi por certo em deslavor dos li-
be raes.
Nao obstante, foi. elelto depotado em primeiro
lugar nm distmeto conservador,obtendo subida vo-
tago oalro candidato do mesmo partido. Entretan-
to ha qaem diga e repita qae o governo dea ar-
mas ao partido conservador para obter as suas
t o.- grabas i
Antes de concluir, Sr. presidente, permilta-me
V. Esc. ama ligelra observacto. Tenho notado
que apreciamos mais aquillo qae nos castoa gran-
des esforcos e fadigas; e que pelo contrario o que
.alcaocamos sera traba!lio, nem sacrificio, tem para
ni poueo valor.
A bem do partido a qne perteoco, en, desde o
comeco da saa organisago, tenbo irabalhado como
obbcuro obreiro (nao apolados;, como simples sol-
dado Coo apoiadus), mas com siaceridade e dedi-
cagao (mullos apoiados), sem desviar-me nanea da
senda que me tracei na areua poltica qae escolhl.
(Muitos apoiados.)
Ni miaba provincia (ui o mesmo obreiro, senao
alil, pelo meaos Infatigavel, leal e cjnslante. (Mul-
los apoiados.)
Tenbo sido alvo de calumnias e injarlas mais
infames.
Mitos Sbnhobes Dkputados :Qae lae no lo-
cara.
O Sr. Esperidiao:Tenbo soffrido por amor de
mea partido, porque soa hornera de ama so face,
us motivos que me guiam sao sempre inspirados
pela mmha convieco. f'Muito bem.)
O Sr. Ambrosio Machad) : E' am dos nossos
bellos caracteres. (Apolados.)
O Sr. EsperiduS': A nova era dos partidos,
acbou o slo alagoano predisposlo para receber as
razes prc fundas que nelle cravju ; porque al
infl'jencias pessoaes e aqalllo qae se chama presti-
gio de familia.
Eslava, pois, o terreno preparado para receber
a idea de ara partido poltico. E' por isso que
o partido progressista tao forte na minha pro-
vincia; por isso qae coma em soas fileiras
a maioria dos cidadios mais notaveis, mais abas-
tados e mais independenles das Alagas. (Apoia-
dos.)
Amo ao meu partido, porque contribu, na me-
dida das rointtas forcas para a sua formacao ; pela
mesma razao de-me qae m3os impiedosas, que
anca irabalharam para a grande obra, esforcem-
se em derribar o edificio para caja conslruccao
Bao concorreram nem eom ama colberada de cal
(Apoiados e risadas.)
Terminare! fazeod nm protesto : nunca moti-
vos pessoaes me apartaram dos sentimentos polii-
eos qae ama vez adoptei. As affeicoes mais caras
ao meu coraco, nanea me Qzeram desviar do ca-
minho a qpe ma levaram os meus principios e as
nimba convic(5es.
Na pnviocia das Alagas havera' sempre pni-
cos verdadiramenle polticos mas qaando sur-
gir algam plano de subsi tul-ios por pandllhas oa
predominios de familia, estarei prompto a qnelmar
o ultimo cartaebo para combal lo (maitos apoia-
dosj, anda qae seja dirigid j pelos deoses do Olym-
po. (Multas apoiados, muito bem, muilo bem.)
Tenbo ccnciuido.
(O orador felicitado por maitos senbores de-
putados.)
O Sr. Pbbsidrnte :Passa-se a 2.' parte da or-
dem do da.
O Sb. Lourenjo de Albuqcbrqb :Voq man-
dar a mesa um requerimento oe urgenela.
Vem a mesa,' lido, apoiado e entra em dlscus-
aao, o segalnte reqnerimento :
i Requeir j urgencia para qae contina esta dis-
cussao.L. de Albnquerque. .
Ningoem pediado a palav.-a e poodo-se a votos
o reqaenmenio, reconbece-se nao haver numero
legal; pelo que o Sr. presidente d a ordem do dia
e levanta a sessio.
Araojo, viuva d> coroea-rar- do 1 corpo de vo
laularios da pitia J>ao S;ares da Aranjo, de 600
res diarios.
Art. i.* Estas peoses s?ro pagas da dala
doa respectivos decretis.
Art. 3.* ttovogam-se as- disposiedas em con-
trario.
Sala das commisses, em 20 de agosto de
1867.Araoj) Moreira. Lustosa.
L-se, jnlga se cbjecio de deliberado, e val a
imprimir para entrar na ordem dos trabalhos, o
projeclo qaa sent os lypograpbos do servigo ac-
tivo da guarda nacional.
L-se, e val a imprimir para entrar na ordem
dos trabalho*. a redacto do projacto qae approva
varias pensSas.
Vem a mesa, e vai a imprimir, a seguate rec-
tifleaco :
Reclamo contra as segaintes ezpresses do
nobre depotado o Sr. Beirrl Duarte bo seo dis-
curso de iolerpellaces publicado no sapplemento
de boje do Jornal do Commercio :
O Sr. Belfort Duarte : Lerei oatro; sem dar
t altencaj a essa impertinente observago dj no-
< bre depotado qne nem de leve roe poda in'om
modar. >
< S Esc. lera um telegramma, qae disse ser
mea, e se acbava assignado aom o meu nome,
mas que ea nuaca espadi. Prolestei enlo enrgi-
camente contra a soa apresentagao.
O honrad) deputado disse em resposia que o
meu protesto nao o forcarii a d.clarar quem iba
minlslrou os lelegrammas, causa que eu alias nao
tinha em mentt posto cumprisse ao nobre depata-
do explicar o meio pelo qual os alcanzara, visto
serem despachos offlciaes.
< O qne S. Esc. nao disse, nem da certo o fa-
ria, sem que reeebesse immeiiata e conveniente
resposta, foi qae a minha observado oa protesto
era Impertloente.
A Etc. peder isto parecer um fbreio in-
nocente Eu nao o entenJo assim, e desejo ti iue
consigoado que laes expressoas nao foram ouvidas
na casa.
< Quanto i mutilacia da propria obra de S.
Exc. na parte em qae o nobre deputado se propoz
a demonstrar a cmara o acert, a conveni a perfeita legalidade do acto da cmara da Lagu-
na, quer essa mutilaco parlisse dos Srs. lachy-
grapbos, quer do memo illastre depotado, nao
me resta senao sentir que os leitores do Jornal do
Commercto fleassem privados de ler os argumen-
tos e as opiuioes de S. Esc. a respeito.
Sala das sessoes, 21 de agosto de 1867.
Adolpho de Barros.
PRIMElttA PARTE DA ORDEM DO DI*.
Eulra em discusso, e approvada sem debita,
a redaccao das emeodas feitas ao parecer da com-
misso de polica, que foi a imprimir na nltima
sessao.
Eniram successivamente em discusso, e igual
monte sao approvadas, as redaccojs que foram
tambem a imprimir na ultima sessao.
Procede-se eleico da mesa, e sabem eleitos
os Srs.:
Presidente (73 cdulas).
Francisco de Paula da Silvtrira Libo, 33 votos.
Vice presidente (77 cdulas).
Joaqalm Francisco de Faria, 63 votos; JJjao
Silvelra de Soaza, 63 ; Esperidiao Eloy de Barros
Pimentel, 54
Havendo empate, a sorle colloca o Sr. Faria em
primeiro logar.
1. secretario (72 cdulas).
Antonio da Fonseca Vianna, 60 votos.
2. secretario (69 cdalas).
Jos Feliciauo H >rta de Araojo, 63 votos.
Tendo dado a hira de passar se 4 segunda par
te da ordem do da, fija adiada a eletejio > 3. e
4.* secreiarios.
SEGUNDA PARTE DA ORDEM DO DIA.
Contina a 2.' discus>o da proposla do governo
na parte relativa recen* geral do imperio para o
anno financeiro de 1866 a 1867, com as emendas
apoiadas da commlsso.
Suscitase ama qaesto de ordem sobre se a pro-
posla annua da orcameuu pode ser sujoila ja a re-
forma do regiment), e nella tomara parte os Srs.
Pereira da Silva, Tavares Bistos, Bipllsta Perelra,
C Oltoni, Leo Velloso e Sayo Lbalo, depois do
qae o Sr. presidente da cmara diz o seguate :
O Sr. Presidente :A objeccao qae o Sr. Pe-
reira da Silva foi o primeiro a apresentar relativa
a' innopporlunida le on inconveniencia de se votar
um ornamento para nm exercicio ja' finio, fez
peso em mea espir.to ; mas essa inconveniencia
esta' remediada desde que a commissao mandou a
emenda que foi h Ja, tornando extensivo orna-
mento ao exercicio que agora cometa.
Quaoto ao poder que tenba a cmara de disentir
am orcamento que comecoo a ser volado o anno
passado, enlendo que nao ba nisto nenbuma in-
fraego da consiitucao; pois qae a cambra delibe-
rando qae se discuta e que valba am orcamento
assim cumiado, no estado do actual, bem como
nm ornamento liado, faz uso de ama' attriboico
qae sua, a de tizar a receila e despeza, por esse
oa qualquer oulro modo. Nem pratica nova.
(Apoiados).
No ba tambera fnfraccao de preceito algam re-
gimental, nem mesmo de precedente. O regimen-
t permute, ou antes manda qae prosigam na al-
tura em que se acbarem os projeclos viados dos
annos anteriores; e a regra (em sido e diseoti-
rem-se (acontece innmeras vezes) projectos qae
veem das sessss anteriores com a 1* ou 2* dis-
cusso na discusso somenie que ibes resta, 2* on
3a conforme as que traz.
O precedente invocado, se nao vera corroborar,
nao vem contrariar de modo algam o qae se esta
fazendo agora.
Laiamos a nota do regiment qae o consagra :
c Decidise em sessao de 22 de agosto de 1851
que os projectos cuja votacao tenba sido interrom-
pida era legislatura anterior, sjam de novo
sujeitos a' discusso por que liverem ltimamente
passado. >
Estamos na 2* discusso do orcamento, na qual
se discute por ariigos. Na sessao passada, isto ,
na ullima sessao da legislatura anterior, discutio-se
e votou ie effectivamente desde o at ao 8* arii-
gos da presente proposla, nos qaaes ariigos trata-
se da despeza : nenbuma votajao dos referidos ar-
iigos da despeza ficou interromplda, ao contrario
foram todos effectivamente volados.
O regiment nao autorisa em parle algnma a an-
nullac) do qae foi votado para ser chamado ou-
tra vez a' discusso. De presente trata-se da re-
celta, que comega exactamente no art. 9* que o
qae acaba de ser posto em discusso.
E' a discusso aBies da volaco (interrompidt, o
que nao se da' oa bypolbese vertenle) de materia
qae vem de legisla tara anterior, e qae exigido
pelo precedente invocado. Nao pode, poi, o pre-
cedente ser, nem contra -io a que se discata ago-
ra e vote o qae anda nao foi nem disentido nem
SESSAO EM 22 DE AGOSTO DE 1867- volaao. (Apoiados).
presidencia do sr. silveira lobo. o parecer, lido pelo nobre depotado pelas Ala-
A's H e 3/4i felW chamada, verificase baver g0Mf ia0 a mao do p-ecedeote, confirma a mi-
oumero aufficiente, abre-se a sessao, sendo llda e nna opinlo. O parecer nao diz qne se aonulle o
approvada a acia anterior. volado, que tanto importa o que querem os nobres
O Sr. 2*.SbcrbtaaIP serviodo de !*, da conta epatados; &\t qm sem discusso nio se vote em
'do seiainla ^^~x--^ D"' 8eM* 0J*,er'* Qe 80 'oi discallda em sessao
expedijent^. anterior, e diz multo bem; borqne, como o mesmo
a^rjLmr8ier, d%&rK
Sergipe, com excapfi&o das da paroebia dewjvVO a materia,
bayan, conforme a requisiQo desta cmara.-A
2.' commlsso de poderes.
Sote do MeMam do senado, participando que^o m eamo qQe i( dfl?0 aQ
mesmo senado adoptoo, e vai dirigir i sanec., ang
a* soloco da qaesto qne
ventara os nobres depotado?, se na 3* discusso
do^rcamento admittem-se, ou oio, emendas qae
iem as despezas,
deciso. Estamos ainda na 2' dis-
imperial as resolucoes aoiorisando o governo a; tecipar ^^-'8"- f'! ^t nUT-
conceder BO apoo de iiceoca com os respectivos cossao 5 essas etuenas s lerao ae ser aprseos
das na 3* discusso; eato se tratara' da qaesto e
se decidir. (Muito bem ; maitos apoiados).
* 0>9r. PbubiBA da Silva (movimento de attenco,
I silencio) : Eis-nos chegado?, senbores, a' quesia
mais iraporlaote da actualade. Trata-se da re-
' eeha de pair. iaote da sai deficiencia constante,
1 qaer em relaco s despezas ordinarias fizadas,
1 qu r a respeito dos encargos extraordinarios qae
j oos iem trazido a goerra exterior, qae ainda
perdura, nao pode baver sana urna opiaio pu
tadica. O tnico recurso, o mel s de salvado das
fiuaoc.as d imparlo, a.necessidade mais clamo-
rosa, palpitante e nrgedte da situacao, a eleva-
gao das nossas rendas cora creaco de noves ira-
pistos, e o aograaol) dos*existente3 qos polerem
supportar onus mais pesados. (Maitos apoiados).
Repito nma proposico ja em ouira occasio por
mim pronunciada neste recinto. Faltam rae ter-
mos ba-iaoteraeota fortes e expressivos para estig-
matisar o proced meo) dos ministerios passados,
qne, encelando esta guerra devoradora do Para-
guay, e a continuando al agora, nao se apercebo-
ram de que, com um orcamento em qae ja exceda
a despeza ordinaria a* recelta fizada, com um or-
namento enveleeido por nm dficit chronico e ver-
gonhoso, nao era possivel perder am mmente em
[ pedir ao pa [majores ainda qua oceasionaes e temporarios al-
jgas, aflm de nos nao arrastarera a esse precipicio
e cabos harroroso da actual situado fina nc- ir a.
(Apoiados da opposicio). Em neabum paiz do man-
I do civllisado s faz a goerra eom subsidios, ordi-
narios, e mais ainda em ama nagao que como o
Brasil,_extorcia-se ja as aneias e amargaras de
um desequilibrio entre a sua receita e despeza or-
dinaria (Apoiados).
Tarde e a mis horas, recorrea-se em Londres a
um emprestimo externo de ciocoeota milboes de
libras esterlinas, e nao na principio, mas quando
a guerra se mostr'ava prolongada o duradoura, ori-
ginanao-se da razo e das circunstancias em qae
se o requera ama desconfianza e recelo dos capi-
talistas to manifest, que por demais pesado e
dosalroso. cooseguio-se cooirabido (apoiados), posto
qae iasnfflcieate e incapaz de saldar os empenhos
ja tomados, quanto mais os futuros compromtssosl
(Apoiados).
Nao cabe nesta censara parte alguma ao actual
gabinete, porque, entrando para o poder no Om da
legislatura passada, mal teve lempo para obter do
corpo legislativo algaos meios de vida e recursos
de expediente. Toca-lhe, porm, a critica justa e
seria de nao haver aproveitado a sessao actual do
parlamenta, qae faacciona ha tres mezas, deixando
de lazer deste objecto, da materia dos imposto, a
primeira qaesto, que precisava ser resolvida como
a mais argente, tanto mais quanto, depois daquella
emprestimo a qae roe refer e da sitaa(o do tbe-
sour'o, erro e grave serla pretender levantar oatro
emprestimo anles de baver restabelecido e restan
rado as Baaogas pablicas, forialecendo o tbesouro
com os recursos necessarios de qae careca indis-
pensavelmenle.
Mais vale, porem, Urda do qae nunca, e eu me
congratulo de qua se agite emfim esta discnsso, e
possamos fater es servaos qne o nosso patriotismo
reclama se nao demore alera desta sessao (maitos
apoiados). Nao nos permitlido pela situacao
das r.oasas e pelos perigos do futuro adiar por
mais lempo a solaco deste dever imperioso. (Mi-
tos apoiados.) Oxala* consigamos vence lo cotn
pri-lo nesta actul esso I Sao os votQS qae faco
como brasileiro a amigo do mea paiz ( muios
apoiados), ao qual compre salvar do precip ci
para qua caminbava com esses descados empre
gados at boje. (Apolados.
Collocada assim a qaesto a cuj terreno nos
cbama o debate que encelo, cao pode ser ella
misturada com opinides polticas, em que sa dlvl-
dlvidem os partidos militantes, do palr. (Maitos
apoiados.) Nao ha aqai inimigos e nem al!;ic.o.s
oa Interesses peculiares. (Muito bem)
O Sr. Zvcarias e otros senhobs;Apoiadas.
O Sr. Pehsira da Silva: E' qaestSo toda nos-
sa, toda naeional, toda geral, de todos os brasilei
ros. E' o U b$ or not to be de nussa existencia
como n Qo como sociedade (Muito bem, rooito
bem.) Eacara-la-hel, portaolo, sob este ponto de
vista e procurarei, cooceatranlo a discusso no
sen terreno privativo, e enjaminhaudo-a ao seu
perfeito esclarecimento fallar cora toda a impar
cialldade e independencia. (Maitos apoiados.)
Aotes, porem, de entrar uo seu exama particu-
lar, peco hceaca a cmara para dar duas breves
respostas, que evo ama a um oobre depotado pe-
la provincia do Rio da Janeiro, o Sr. Baptuia Pe-
reira, e ouira ao Sr. presidente do conseibo de mi-
nistros, a respeito de tpicos qae iem toda a ap-
plicaglo ao caso vertente. e em qoe com ees me
acbei em divergencia quando travaraos debale^so-
bre a proposta dos crditos e da nova eraissaoNJa
papel-moeda requerida pelo governo em urna pro-
pista ja' decidida nesta cmara.
Contestn me o illastre depotado a qaem ms
refer na proposico por mim enunciada de qae
se deve ao Sr. visconle de Itaborany nm facto
hiBrosissimo, o de acabar com o dficit chronico
de que padeca o nosso tbesouro al o anno da
1849, e de por cobro com seo telo severo, sua fls-
calisaco iletrada e jasticeira, e suas avisadas
providencias floanceiras ao desequilibrio constan-
te e permanente da receila e despeza publica, ele-
vaado a situacao do paiz ao ponto de cotuecarem
os exercicios de thssouro a apresentar saldos, qoe
continuando al 1857 attlogiram ento somma
de cerca de H,000:000000.
Para confirmar miobas opini5es e deslazar a re-
futaco do roen euimavel collega, basta qoe eu
lea peraote a cmara, sem oecessidade de eom-
roeotarioj, o resomo dos balaocos do tbesourff, pu-
blicado pelo actual Sr. Mmislro da fazenda. Ei lo
(appresentaado%
O exercicio de 1850 a 1851 fechou se com um
saldo de 1,644:501*563. O de 1851 a 1853 este
suido anterior anido ao do anno, sabio a .........
4,244:571*240. No segalnte, tendo se ilescontado
a Importancia das despezas extraordinarias na
guerra do Rio da Prata contra o general Rosas,
deseen, verdade, a 1,975:113*970: Era, porm,
anda am saldo. Nos fias de 4857 ebegara elle a
a ll.879:617#084. Esto, porlauto, comprovados
os meas assertos.
Sei bem, senbores, qae concorreraai circe-ras
tandas naluraes e favoraveis do paiz para asje
desenvolviraento da rtqaea publica. Nao elle
devido exclasivanente a am hornera, a om miuls-
tro da fazenda.
Nenbum resoltado satsfactorio e linsangeirc- se-
ria, porm, eooeeguido das oceurreocias prospe-
ras se o tino, a prespicaeia, a sctlvidade, a seien-
cia eaprat.cade to illostre estadista oao soa-
bessem aproveita-las e dirigi-las em bmeOcto pu-
blico. (Maitos apoiados da opposieo.)
De novo voltoo in felizmente a poca dos dficit.
No exercicio de 1860 a 1864 declarara a tabella e
balaocos do tbesouro a que me soccorro, ja o sal-
do existente era apenas de 9rt2'.070i99, tendd sa
gasto o seu excedente.
No de 4862 a 1863 appareeeu nm xficit de
7,109:931*168. Subia no de 1863 a 1864, a ....
25,300:259*630. Tinhs-se terminado a Idade de
ooro do tbosouro. Renovara-se o estado-chronico
do dficit.
Passaodo do digno, reprasentaota do Rio de Ja-
neiro para o Sr. ministro da azenda campre-me
dizer Ibe qae avallando'ea o dficit de- 1864 nao
me referir a poca em qne a guerra comecara
oas margeos do Uruguay e do Prata,. em que, se-
gundo S. Exc, oio ezcedia o dficit de dous mil
cootos. 1
Nao contesto ao Sr. presdante do cooselbo este
facto. De que proceden elle, porm 1 Da se br*
ver nos Dos de 186) a .1864 levantado doos em-
prestimos, um era Londres de 3,855,000 libras es
lerlinas, cu|os doos tercos foram para pagamento
da divida externa, relo d 1826, e qaa se vence
ra, e um terco para matar o dficit, coosalldando-
0 em divida fundada : ootro emprestimo no Rio.
de Janeiro que foi orna verdtdera dnpllicaia pra-
ticada pelo raiaistro de eotao, o Sr. marques de.
branles, qoe se apressou em pedir aos capita-
listas oacionaes o que ja* tiaba reclamado d-s es-
trangeiros, defendendo se com engao as. ins-
troeces transmlllidis ao diplmala brazlleiro oa
corte de S. James. Nao apparece, portanto a me-
nor, inexactido na proposico por mira avan-
cada.
Entrei agora na terreno proprio do debate.
A receita actual defioiente, quer para as obrl-
gacoes e despeus ordinarias, quer para garanta
dos empenbos cootrahido3 e por contrahir resul-
tantes das exigencias extraordinarias da guerra.
Eis o primeiro facto recnhecldo, e, portaoto, nao
pode ser sua solacio outra seno exigir do paiz
novos recursos aunaos, maiores sacrificios, para
salvar a situacao presente e o futuro, que nos
ameaca. Nao pode baver da discusso (apolados.)
Para se conneeer, porem, omraa desses no-
vos sacrificios a qaa asta' candemnada a na?ao
brasileira pela fatalidad* das eoataa a pelos erres
continuadoj i>% bomeos da eaudo que tem diri-
gido os seos desunos nos ltimos lempos, misier
descobnr e demonstrar per[-itameut o estad.) ao*
iqii ooinceiro do piz. (^pondos)
O Sr. Tavares Bastos: -Multo bem. Os rea-
torios nio nos do inforroaces.
O Sr PuRirtA da Silva : Monta boje, senho-
res, a nossa divida fundada no interior e no ex-
terior em cerca de 250,0OD.O*J0|00Or-Ha alear passados a dos novos empenho* qe contrahir, len-
disto urna emissao de papel-moeda na importan
te, e tanto mais sagrada qnanto sou aflaprsarlo
do papel-moeda, eombati-o sempre a peosi que
o primeiro resgite de qaa avernos cuidar logo
que bos venham as roaos meios da. paga-la para
para os empenhos futiros qae contrahtrmos com
a coovarso em nm emprestimo do actual dficit,
porque os capitalistas confiar.) em nm paiz qae
off jrece ama recelta capaz de pagar seus empenhos
do a renda rorrgera bastante para Ibes assegnrar
cia de 45.003:000*. Para arim divida igualmen-'o pagamento dos juros ramortliaejto. (Maltos
apoiados.)
Tenho exposio os pontos sobre qae paseo agora
a discorrer. Poco a atteocio banevoletcia da
cmara para oovir-rae. Fallara! nao cacea ad-
nos livrarmos dos resoltados falaes que traz sem- versarlo -d ministerio, mas eomo se tratassa da
pre comslgo o papel-moeda, qaer para o pabl co,
para as legitimas transabas, para o crdito do
paiz para soa honra, quer at para beneficia mes-
mo dos cofres poblicos. (Apoiados.
Qual a Importancia da divida fluctaanta on d-
ficit existente hoja? Eis ama qaesto inaxgota-
vel de duvida, e qae nao podemos decobrir na
sua nndez, todos quantos nos temos empenhada
bo sea estado, qaer nesta qner na oatra casa do
parlameoto. To discordes sao as opinies, to
contradictoria?, deixando apenis campo para as
estimativas approximadas, oonca para completa
exactldo, pelo Imperfeito e coofaso dos documen-
tos do thesoaro e declaracoes offlciaes dos deposita-
rlos do poder.
O Sr. ministro da fazend declara na cmara
qae eslava verificada a somma al jaobo de 1866
em 36,030:000;;; calcalava oatro tanto at junho
de 1867, e nao poda dizer ao certo o excedea.e.
Abi temos 72,000:090*000.
Vieram depois os Srs. ministros da goerra e
roarinha pedir ao corpo legislativo doos novos
crditos, o primeiro de 22,000:0005, o segando de
cerca de 8,000:000*. Sobe ja', porianti, ao drficU
coBhecido a mais de 100,000:000*000. O Ilus-
trado Sr. senador Soaza Fraoco avaliou-o era cer-
ca de 149,000:000*000. Seja a importancia do
dficit lo ekrvada on nio, o que parece mais pro-
vaveL e que se pola par bypathese estlma-lo no
lermd medio entre o Sr. miBistro da fazenda e o
Sr. Soaza Franco. Tomemos, portant >, o dficit
em cerca de 125.000:000*000 como base de argu
meotacao. (Apolados.; '
Accresceate,-se ao dficit existente o augmento
qae elle neeessahamenfe deve ter emqaaota o nao
exliogairmos, qaer eom a cootinnaco da guer-
ra, qae nos gasta extraordinariamente cerca de
3,500:000* e qne nos ledos Brasileiros devenios
desejar se finde no mais corto prazo de tempo,
mas com honra e dignidade do paiz (ma tos apoia-
dos), qaer com a saa liquidacio, depois de fila,
com o que oio teremos a pagar menos de manas
dezenas de mil eonlos de rls.
Ajante-se a este quadro ja' por si doloroso um
dficit da receita para as despezas ordinarias do
anua. Na proposta de orcamento que neste anno
aprsenla o Sr. ministre da fazenda elle de cerca
de 9,OO0:0JO$O00, e mais sera' se attendermos ao
augmento de pensos concedidas por cansa da
guerra, s difereocas da cambios para remetter
fundos para a Europa, e ao augmento da jaro para
a divida cresceate.
Eis o aspecto do paiz em relaco as suas flaan
Cas. (Sensaco.)
Devenios, senbores, fallar com franqaaza ao
paiz, nao lbe esconder a menor parle da verdade.
(Apoiados.)
S abrindo-lhe os olbo?, tornando-o conbecedor
da nossa situacao fioanceira, a sonda ao fundo da
ferlda e mostraodo-lbe a exienso dos desastres e
desgrasas qie padecemos, qne podaremos appel-
lar para o sea patriotismo esclarecido, e conven-
cido que elle dos ajadara' oa grande e indispen-
savel empreza de restaurapa e salvado das nos-
sas financas, nos prestar resigoado o san concor
so, e se prestar aos sacnOcios necessarios. (Mu-
tos apolados.) Sem o povo, sem o seu auxilio,
contra a saa vontada, oada conseguiremos de ptil
e de vantajoso. (Maitos apoiados.)
O qae se qaer qae se faga? Adiar as dlfBcul-
dades, eomo at agora (era aegligenia e criminosa-
mente pratieado os ministerios, amootoar os"pe
rlgos da crise, torna-la mais raedooha. (Apoiados.)
Appellar para o papel-moeda empobrecer-nos
a todos, e tancar o paiz no ridiculo e na mais ver-
gonbosa miseria ( apoiados), expediente qae foi
sempre fatal e nunca a neabum pah provertoso.
(Apolados1. Remedio extremo qe, a jnaior parle
das vezes cara a molestia e mataoooente (risadas),
s remedio de desespero 1. E demais de qae nos
serve dar mais papel-moeda ? Er pouco tempo
oada valer (apoiados), tica inteirameate oallifica
do pela depreciacaocausada pela superabundancia.
(Apolados)
Contrahir am emprestimo as circunstancias
presentes 7 Irapossivet, senbores I (Apoiados). Sa-
ra' urna iiluso completa. Qoem empMstar di-
nheiro a um paiz coj recelta ja nao pMe pagar
os encargos ordinarios da vida, as necesidades de
existencia do da T (Apoiados.)
O emprestimo,' quero dizer, a consolidaco de
ama divida fondada por mel de apolices, sera'
o nosso recurso nico a ultimo para coHverter
Dalla o- dficit existente. Mas at la' nao ba ootro
meu de salvaco; misier, indispensavel, ur-
geote, elevar a receita por meio de creaco de no-
vos impostos e augmento dos- existentes que ude-
rem comportar o acerescimo.
Eis c uoico, o verdadeiro- recurso da salvaco
do presente e da garanta do futuro. (MultS apoia-
dos.) Emquanto a superioridade da receila nao
provar meios de pagar os empenhos contratados
e os qoe de novo se conir^birem nao se podara'
impunemente appellar para eraprestimos. (Apoia-
dos.)
Elevemos, porlanto, a receila. Compramos es-
te dever rigoroso e digamo lo francamente ao pait.
Pela roioba parte estou prompto a coscorr&r.
(Mono bem, mailo bem.) Nao tenho receia de
compromestimeotos e nem de impopularidad^.
(Muitos apoiados.)
O povo brasileiro tem sempre- dado provas do
qoaolo aprecia a independencia do carcter e a
tlnceridade da consciencia, para se irritar contra
os seus representantes, que esslarecendo o sabem
executar as obrigacoes que cootrabiram ao receber
0 honroso mandato de legisladores t
Quaoto -preciso pedir ao paiz de novos sacrifi-
cios anonaes-T Eis a questo verdadeira. Em mi-
aba opiniao 16,000:000* a 29^000:0005 de aag-
ment de receila.
O Sr. Bramoao da' um apay.
O Sr. PamiKA da Silva : PeQO-lhe nao me
ioterromp 1 para me nao obrigar a abrir espac ao
discorso, e responder-lbe, quaodo o actual regi-
ment me fiza um prazo improrogavel para hi-
lar....
O Sr. Bbanoo : Sei que- o nobre depotado
oo traz decorado o sea discurso.
O Sr. Pbrkira da Silva : a um materias- eomo
estas nao se aevem improvisa* discursos (muitos
apoiados)^ compre esta lar lodos os docameotos,
examinar todos os papis, procarar *sbet e que
valem e o qoe poderam valer,, e sqaaBdoe tiver
formado om systema oa corpo de doutraa sa po-
dara- fallar. (Apoiados.)
Trago estadados, verificados e ordenados os
dados sobre qae. tenho de dseorrer. Desejo le-
va-Ios com melbodo e systema, e ao mesmo lem-
po nao exceder as duas horas que ma coacede o
regiment.
Vozbs-: Mato bem !
O Sr. Bblfort Duarib : A oaiaio do no-
bre deputado capaz de dominar o debate. ( A-
poiados.) *
O Saw Branda 1: V; Exc dissaoue eram pre-
cisos 16,000.000*000.
O Sa. Perbira da Suva :Sin senbores, pelo
menos de 16,000:000*006 se devera* elevar a des-
peza. Toda o que na lr d'abt para cima sara^
mero espediente, e em vez de melborar pelorara
a siiuaco adiando a crise para loroa-la mais. par-
nisfosa e fatal. Precisamos: 1, da ais severa e
rigorosa fiscallaacao, qner Ba aobranca de rendas,
Qjuer na aaminislragao de compras de objecios ne-
cessano a arsenaes e obras publicas; 2, de coa
redcelo das actuaos despezas ordinarias, quer oo
fuoccatallsmo.qae se deve tratar de reduzir, qaer
oa eztlnccao de verbas Inuteis e de soperQaas, e
masmo al da proteilesas qae se poderem adiar
para poca mais feliz; tartur o dficit ordinario
menor, iito tirar a despeza actoal do orcamento
grandes sommas qae Ihe devem ser cortadas. As-
1 sim poderemos fazer urna economa de 4 a o mil
' cootos por aooo. Ja' o dficit ordiaarie nao pas-
I sara' de oatro tanto, em vez de Agorar, como figo-
; ra em ^000:000*000.
' Preciamos de obter dlnheiro para diminuir o
defictt ezlslent com algumas providencias, qoe
devoraos tonto, e que traro para o thesoaro urna
somma considera-val. Ha. dous objectes qoe dos
questo peraote amigos mens no poder, fallarei
como em causa propria, se Uvesse a honra de
assentarme naqutlles bancos. (Mullo bem, muito
bem.i)
Vou a flscsllsaco. Ouv com prazer ao nobre
mln.stro da fazenda promeller solamneraeote que
dedicara todo o seu zlo e aciividada a mais seve-
ra e rigorosa fiscalisaco das rendas publicas. Es-
pero boas resollados de ama vontade tio decidida
como manifastau S. Etc. Grande parte das ren-
das alfandegaes particularmente, sabido no geral
do pavo, esca-se pelas mos dos rcalversoras, que
se locopletam a costa da nacao, se eoriqueeem
com oa desastres do paiz, e inscrevera a coma dos
seos lacros era cada oadra qoe desaba do edificio
social. Mas nio basta essa providencia as alfan-
dogas, as repartieres ao carga do mialstro da fa-
zenda.
Nos contratos de vendas para os arsenaes de ma-
naba e guerra, as compras dos numerosos obj-c-
tos precisos para estes estabelecimelos, misier
muilo zlo e vigilancia raaior. Abi vivem lambem
e prevaricam-aa maiores escndalos em detrlmea-
to dos dinheiros pblicos. 111 bomens de bem que
administrara, ba bomeos da bem qae negociara
com os arsenaes, mas oai faltam e mesmo abunia
o numero dos especuladores e dos traficantes, que
de mos dadas procurara defraudar e em som-
mas grandes os fornecimentos daqnallas repar
reo -s. No mloisieno das obras pablicas oo ap-
parecera' igualmente lauta oacessidade de op-
pr-se as delapidacas, aos delelxos e aos escn-
dalas ?
Peco aos Srs. ministros qae exercam ama vigi-
lancia ineessante sobre o que se passa as repart-
Ces a sen cargo, e s assim oblaremos melbor fis-
calisaco do que temos.
Fallarei agora de economas as despezas.
Ha dnas especies de economas, 00 cortes a pra-
licar oas dispendios. Refere-se a primeira ao pes-
soal, a segunda ao material.
Desde que a corte poriugaeza se passou para o
Brasil em 1808, creoo-seoo paiz ora dase jo ira mo-
derado de empregis pblicos. Havia repartieres
a crear, maila gente viuda de Lisboa qae se empo-
brecer pela saa fidelidade em acompaobar o go-
verno supremo oa iraosfereocla da soa sede, oo
pelo recelo dos Fraaeezes invasores de Portugal.
Crearam se lugares na admiolstracao para loes dar
meios de vida. Cercou-se o fuoccionalismo da ira
porlaoeia, de considerado:s, de prestigio. Pegau
o gosio ou moda de ser empregado publico. Ricos
e pobres nao acharara posico social seoo 00 fuoc-
cionalismo. Desde ento temos maior numero de
empregados ao qae precisa a admioistraco pu-
blica.
Contiouou a moda ou mana, perdura ainda bo-
je. Hiuve e ba tendencia incessanta para os car-
gos do estado. Tamos om exerclto de empregados
pablicas. O paiz qdasi se cooverte em fuocciona-
lismo, e isto urna grande calamidada publica.
(M.iitos apoiados.)
O numero escessivo impossibilita pagar bem e
emoaraca at o servio, qae mal felto pelo aroon-
loa'do e crescido do pessoal. (Apolados.) Cream-se
empregos para os individuos, e nao se procurara
os cldados para o emprego qae dalles e de soa ca-
pacidade precisa. (Apoiados.)
Sempre qaa se reformara as repartieses entre
nos para augmentar o pessoal e 03 ordenados.
(Apoiados.)
Esia sliaacao oo possivel eontinoar. Coovem
tirar do espirito publico esta tendencia aos empre-
gos pblicos. Compre esttrpa-ia da socledade, pa-
lomeando por um lado os males que d'abi resul-
tara ao paiz e aos proprios cidados, e poroatro
lado supprimiodo empregos dlspeosaveis, na no-
meaode oovos para os cargos vagos, dispeasaodo
os que nao tivessem babilitaces, e Isto com josti-
Ca e imparcialilade. (Apoiados.) Perde a industria,
o coromercio, a agricultura, as artes, a selencia
com a falta da bomeos que uestes mysteres pode-
rlam prosiar-mes servifos relevantes, mas qoe pre-
feram os empregos paMicos. Pardo a lodepen-
dencla do cldalao, as liberdades poaiicas, por-
i]ue cidados qoe se alistara no numero dos apa-
niguados do governo e do governo depeodem nao
p*dera gozar e exercer plenamaote a soa liberda-
de, direlios e independencia. (Apoiados.) Perde a
admiaisiraco paolica, porque nao poda pagar
como deve, e melbor os seus empregados uteis e
necessarios, porqae a ura exercito numeroso mal
cabero escassos ordenados, qoe nao do meios de
subsistencia. Parda o servico do paiz, porqae
peior eftVciuado por borneas aal pagos e meaos
habilitados, e a economa seria pagar melbor e
ter menos numeroso fuocciooalismo. ( Muitos a-
potados))
Mas nao s coma-j* disse no funccionahsmo
qua devem se praticar dimlnuices na despeza pu-
blica. Nao falio ja' das largas dissioacSes de com-
misses sclentiflea?, da viagens para estados e da
ootras tamas verbas iooteis da despeza s para ac-
commodar e satisfaser kiteresses iodividoaes. Para
qae se deiBoa chegar a despeza do thesouro em fa-
vor da compaobja City knprovemtne a' somma de
800:000* quaodo a le creava om oovo imposto
para seu pagameoto, e- que os mioislros nao teem
levado a' eaecoco, tirando dos cofres poblicos T
Para qae se eoocedem tantas isences de direitos a
qualquer individuo ou eompanbia qne promelte
novas empresas nao estudadas, quaodo sao to co-
nbecidos os abasos ? Ic*provlsam-se at para me-
drar a' casta dos favores do tbesouro, e oo as-
sim qae se creara as industrias do paiz. (Muitos
apoiados.) Para qoe t.nias subveocoes. sobrecarre-
gando o prsenle, a pretexto de imagioarias vaota-
gens no foturo ? Porque se nao extinguen verbas
desnecessarias de despeza, e se nao adiara ootras
qoe pdem esperar t
A poca de ecoDoraias, porqoa trata se de
restaurar as fioancas pablicas. Aceitemos a sitaa-
Co como ella e nao como devia ser,, e a cada si-
luacio o seo remedio oecessario. Sao pequeas
sommas, diris vos : mas as peqaeoas sommas
formara juntas importancia subida, aloda a ecooo-
mia e em lado de lod^eosavel oecessidade.
Tem-se aqui dito que compete s cmaras estabe-
lecer as diminolcas de despwa*. B' om erro e
graode este. Cabe aogoveroo e s*ao goveroo. .O
que o corpo legislativo f Com orgaoisa o orca-
mento 7 Votaodo sobre proposla do poder eseeuti-
vo. Avalia-se a despeza segando o estado completo
e em geral. Nao faa mais o coipo-legislativo seno
fisar o qfUHtwn. Compre ao goveroo executar.
Pode gasur menos, nunca deve gastar mais, salvo
o caso de circurastancias extraordinarias. Procure
gastar menos. Nao preeocba. empregos que se pos-
sam dispensar. Nio acceda a empenbos, pedidos e
patronatos. Resista aos proprios amigos.. Suspenda
toda a despeza dtspensavel. Sabe a ais eomo eje-
cutor e praco. do que as cmaras, qae, qaasieomo
suas secretarias, votara pelas suas otormagoas as
despezas publicas.
Cora melbor nscallsaclo e mais economa pde-
se diminuir a despeza de cerca de-5,000:000* an
ouaes, a a poaeo e pouco, e cada vez mais. Haja
systema oo governo, appareea savaridade e zelo,
que o qoe o Brasil precisa. (Apoiados.),
Fe 1 las estas obarvaces,, passarei agora, a ques-
to da elevaco da receila.
Ja' eu disse qoe para obtenaos remedio serio
aos nossos males, a oaeonleaurmo-nog-com palia-
tivos, ou continuarme oom o principia dosiada-
meotos das erbes convinha crear auis i6,000:000
oa receita anona.
O qoe, porm,'propa o projeclo sobre que vers.1
a discusso T Ksludado e examinado, lembra ;
creaco da novos impostos e aogmeoio de alguns
existentes. Calcula era 9,000.000* apenas o ang
menlo assim da receita. Nao basta nem essa som
ma, verdadeiro palliativo, quanJo mais qne erra a
commissao qoe o propoz quando estima o que aug-
menta em 9,000:000*. Nam 9,000:000* cobrar 0;
goveroo quaodo elle atj* approvado, porqae ao1
pasio que augmela ero alguns periodos a rece.I
dmiaae-a em ootros, nao cantando com esta diml
nuico a pretexto de qae a batxa dos dlreitos trara
raaior coasomo e, portaolo, renda maior qoe com-
pense t
E? um principio inteiramente falsa esse f"goF
servem paira""esiVoccorrencla; sSj 'a venda da es- do pela commlsso encarregad de pro|fr au~
trada de ferro ae D. Pedro II cem obrif a?io a ment da reeeila. )
Assevera qne a experiencia dos outr(f patzes o
tara demonstrado, e lembra o exemplo dKg,ne sac-
cedeu em Inglaterra com a reduccao dosdirtwls
de importaco nos eereaes effeotoada por sir Ro-
ben Peel.
Qaa em principio falso prova-o nossa expe-
riencia 1 LLlLm
O Sr. Pihto db Figubirbdo e oittros :-Apo ado.
O Sr. Pbrbira da Silva :-Ja' em 1857 dlmiooN
coropanbia ou Individuos que a comprarem de a
levar a maiores exlenses, a venda de multas pre-
dios a terrenos que o governo possue na cidade do
Rio de Janeiro, e que nao dSa lucro snfflelente,
e bem assim de ootras propriedades orbanas e
rusticas qoe Ihe pert^nijaro oo imperio e possam
ser alienadas. Eis a segunda questo que lerei da
tratar. __
Conseguido isto, a sirama a pedir emprestad
1 por urna divida fondada torna-Je ttenor. Ora, com
'l0(K):000*r300 da renda, mais dttEOJ garantas
va-ios de nove em algans. (Apoiados.) Em o
ma nacao do mundo encontrara' a commisi
exemplo aoe Jostiflqae a sua idea 00 lembranc
O raesrao faci citado de sir Roben Peel com
eereaes a condemna complelamente.
Alm de que a pravidencia tmala por sir Ro-
ben Peel foi mais poltica que fioanceira (apoia-
dos), porque careca de dar alimento mais barato
s elasses proletarias qua abundara na Inglaterra,
tanto coatoo ur Soben Peel com dimloalco e nao
augmento de receita d'ahl .resultante que calca-
lou-o em doas milboes de libras estertioas, e para
corapeosar o tbesouro de parda semtlbaola aag-
roeotoa o ibcosm tax ao mesmo lempo com mais
cerca da cinco milhoas de libras^eierlinas, pro-
vando por este modo qnanti deve ser avisado um
ministro de estado, que nao ple deiiar diminuir
verb nanhama da receila para uo apparecer d-
ficit. (Apoiad)S.)
Deu o lempo razo a sir Robert Peel. A receila
na verba dos eereaes diminua posto augmeatou o
c mraercio. S j no Om da muitos annos com o pro-
gresso da rlqaeza, o desenvolviraento da foriana
publica, o aogmenlo das iransaccoes, a somma
dessa verba, crescea e attingio, e at veio a exce-
der o qoe anteriormente prodotira. Na foi, porm,
esse augmento devido a' reduego dos direltos,
nem ao tempo, e crescimeoto das forcas proprias e
recursos da nacao inglezi. (Apoiados.]
E como aodou o afilado ministro ? Nio preten-
da crear e elevar a renda como actualmente o (a-
zemos. Se o desejasse, nao redaziria de cerlo os
direitos sobre os eereaes. Almejava sim adoptar
ama medida poltica, e calculando com a diminai-
Co da renda por ella produtila eievorj para com-
pansa-la o income tax (apoiados.)
A corara.sso porm diminua verbas de renda,
e nao Ibes dea compensaco, dormindo sob a im-
pressao da idea de que a renda augmentarla pela
diminuidlo, quaodo a ser verdadeiro em principio,
dtveriamos reduzir lodos os impostos, e coatarmos
que a dimloalco dos duplicara a receita publica.
(Risadas.)
E' portanto, em minha opioio, iosofticiente e
cootraditoria a proposla apresentada. Nao compre-
bendeu as crcumstancias em que nos acharaos,
nio avallon devldameole a nossa sitnaco fioancei-
ra, na estudou convenientemente a neces-idida
dos tributos de qoe carecemos iofallirelmente sob
peoa de perecemos era geral naufragio. Siolo qoe
oSr. presidente do cooselbo nos desse tal proposla
como base de diseusso. Porque nao redigio S.
Exc oatra mais regalar e coasentaoaa com as na-
cessldades publicas ?
Iasafficieote porque oio offerece a somma na-
cessaria e iadispeosavel ; cootraditoria porqoa ao
passo que deseja dar 9,009:000* por urna redc-
elo direi at iojasta, mais da metade tira a esse
computo de 9,000:000* 1 Eis a minha opioio, a
passando a analysa-la particularmente, tratarei de
prova-lo.
No art. i* concede a proposta ao governo facul-
dade para rever as tarifas das alfandegas do Im-
perio smeote quanto a projeclos de lnxo, famo,
etc. Diminue, porem, os direltos sobre gneros
alimenticios, materias primas, tecldos de algodo,
l e liobo, calcado, roapa feita, looea, etc.
Ao ler-se esse artigo parece qoe a tarifa a respai-
lo destas objectos ltimos excessiva, e protectora.
N'j entanto compre observar qoe nao lbe cabezo ne-
ahuma dessas aecusago ;s, posto seja moli impar-
feila e incoherente, e oecesslte ser revista e ae-
commodada ao estado presente.
Os direltos de importaco 00 Brasil foram crea-
dos ero 1808 por D. Joo Vi enlo principe regen-
te quaDdo desembarcou na Baha. Fixou-se em 2i
porceoto. Com o tratado de coromercio negociado
era 1803, conceden-se s mercadonas cjlezas o
direito de nao pagarem mais de 15 por ceoto. Com
o contracto das mais naedes estraogeiras repuian-
sou-se um systema e imposto geral em 1828 de 1S
por ceolo para todas. Achatamos assim alados,
peados oas novas liberdades e independencia al
qae acabado o prazo da eonveocao iogleza, orgaal-
sou-se orna tarifa de impostos alfaodegaes ea
1844, a qaa! foi reformada em 1857 e depois esa
1863, qae a paota que vigora.
Conhece-se e bam qoe a tarifa oo pode e nem
deve ser permanente, porque es presos das mer-
cadoras vario, e com ellas compre variar os cl-
culos offlciaes, para qae nem o thesoaro receba
menos nem os particulares pagoem mais. Pela ta-
rifa actual o termo medio dos direltos pde-se ava-
llar em 39 por cen o, ba objaclos qoe paa o mais
e ootros meaos. Infelizmente nem se cobrara na
realidade 30 por cento, porque os precos offlciaes
filados em 1860 esto mailo abaixo dos do actoal
mercado, talvez 40 oa mais por ceoto.
Assim, o thesoaro nao recebe o qoe lbe compe-
le -T defraudado em mais talvez de 20 por ceoto.
A primeira medida seria elevar es precos offlciaes
aos do mercado importador. (Apoiados.) E Bao
s-era um objecto, como em todos, revendo-se a
tabella de lempos a lempos para se accomrooavla
aos mercados. A commissao, porem,.d e;ta facal
dade para certas e determinadas mercadorias. Ea'
proporei urna emenda, eomprebeodeodo faculdade
geral de reviso, p." oeste poolo acha-mn diver-
gente- da proposla.
Contrario-a ainda* em que alera da revisa da
pania, peoso qoe se deve elevar es Impostos em
alguos eneros, particularmente de laxo, al W
por ceBlo, segundo o comporte esta ou aquella
mercadera, deixaodoao goveroo latiiude para em
urnas nada accrescenlar, em outras 1,.2-ou 9at 10.
Oppoobo-me igoalmeute a' proposta porque pre-
tendo autonsar o goveroo na revisao das tarifa
Feforraar o regolameoto, 00 iotaito de dar facilida-
des maiores e expedicao mais prompta aos despa-
chos das mercadonas petadas pelos- cntraves ve-
latorios qae demoram e protelam o aadamenlo em
prejuzo do commercio. Pode baver boa, melbor
fiscalisaco-,. sem tantas peas e proielaces, qoe e-
do qae se ouei.xa com jusiiga o comaaercio, e oo
dos tributos que paga.
Difiere, portanto, miaba opioio do parecer da-
eommisso aceito at aqu pelo goveroo, em qua
ella, posto diga que ofterece augmento de rendas
ao goveroo pelo seu art. I", oo da na realidade
mil cootos, pois qoe diminoe o accrescimo da re-
celta da paula pelas excepces do &6\ coja porda
nao ser menor talvez de-4 a 5 mil eonlos; ectre-
tanto que eo, bomem da opposieo,. ouso dizer ao
Saveroo: feto oo vos basta, ioteiramente iasaf-
ciente. Proponbo pois medidas qae s as al/ao,
degas, Isto oa importaco, receberels om aog-
meoto de reaeila de roais talvez de dez mil cantos.
'.Muito bem, muito berav): E' realraeate essa rsesma
a qneatiiogira'' emenda qae nundarei a' mesa,
corrigindo a- proposla.
Farei algumas poodsracoes bo desenvoWmenlo
ezpllcailvo do granfleerro da commissao, aoe pen-
sando augmentar a renda cosa adminialragio de
direltos, presagiando ja triplicado cansurorao, qaer
dimioair os tnooios- sobre gneros alioeniieios,
materias primas, fazendas dalgodo, knhoela,
calcado e ropa feita, lonca ele. ero I4es admit-
le a commissao reviso e elevaco nos preeas da
tarifa, accommodaodo-os aos reaes de. mercado,
quando s-'oalgodao tem precos offlciaes inferio-
res a mais de 50. por ceJo. Alera de nao admil-
tir a commissao a igualdade dos presos nesles ob-
jectos, pretende anda diminuico dos dlreitos l
Geaeros alitaeoticios, primeira objecto. Qua
sao, porem, seahores, os geoeros amenlicios c>aa
o paiz importa por oo prodozlr, e qae sustenta, e
mata a lome a nossa popolaoao t Ba no paiz fei-
jo, miIho, arroz, mandioca, carnes frescas, a as
salgadas oa vem do Rio-Grande do Sol ou da. Rio
da Prata com grandes modiacaeiSes e ravcaaveis
coodicoes estabeleeidas na paula. Sa do esliaogei-
ro oada aiar, moirera' a' miogua, como ea ugla-
terra, oo caso de oo Ihe chegar de fra e da ex-
terior os eereaes, as aves e os aolmaes Nao de
cerlo. J todava anova,ttrifa de direUos sobre
(eneros alimenticios qoe sa importa do esiran-
:eiro moderadissima. O/sl oada paga. A fan-
^ha de trigo, que em,*857 pagava 400 rs. por ar
roba, foi redaxida eo7l880 a 180 rs.
i
O bacalbt de 1*500 por araba era 1857 passou
a 600 rs fta 1860. Os legumes, eereaes, palies e
carnes salgadas, etc., esto irlbalades apenas em
10 or cft'o- Crafo Q ^ esUnws ,,ebaixo d8"
res?-' a fom8 Parl red0lir direit0i *n,es d*
ecessidade de augmentar impostos. O que s de-
oomiea genero alimenticio do estrangelro na
propriamente applieado a's oeeessdades do povo
pobre, forma qaasi qa? Ja' objeclo de algara goslo
refloado a luxo entre os, qaa se nao augmenten!
todava os dlreitos sobre taes objectos coooordo,
ms aoe os eduzam na actoalidade em qae esta-
mos pfuotrr1li-;)OMsa!t>ftOiB haver dinbelro, r
qae contrario com todas as forjas.
v u aa. raasiRADAoii-* *" v,..,M .-
, mos direltos de importacie em vanos objectos, a .o
I resaltado fo lal dimiauieio que nos fot precia ele-
{Continuar te ha)
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TYP. DO DIARIO-R DAS CRUZES N.
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MUTILADO


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